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A AGENDA LGBTI EXISTE E ESTÁ INDO MUITO BEM NO MUNDO – Luca Volontè

O Mal avança. E não é só a guerra militar nas fronteiras europeias, depois da guerra híbrida travada, há já algum tempo, pelos traficantes de migrantes. Trata-se de um Mal que deve preocupar-nos e obrigar-nos a pedir a ajuda do Céu. Justamente nestes dias tristes, o jornal inglês The Guardian revelou o que todos nós já intuíamos há algum tempo: não apenas existe uma Agenda Gay, mas já está funcionando!

Desde os primeiros parágrafos do artigo do jornal inglês, fica claro que a complacência não está relacionada apenas aos beijos em público de homossexuais e lésbicas. A ‘agenda’ de que estamos falando vai além: trata-se da nova ‘tendência’, da nova moda de pretender que todo mundo seja pelo menos bissexual e provavelmente ‘transexual’. Este é o verdadeiro objetivo do projeto, que é elogiado e se orgulha de ter sido implementado com sucesso em todos os cantos do mundo ocidental, e já com os primeiros sinais de crescimento no resto do mundo. Não surpreende que os dados, vindos dos Estados Unidos, concordem entre si.

A pesquisa do Gallup de 17 de fevereiro mostra que a porcentagem de adultos americanos que se identificam como lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros etc., atingiu um novo recorde de 7,1% da população, exatamente o dobro desde 2012, que foi quando se começou a mensurar essas tendências. É verdade que 86,3% dos americanos se dizem heterossexuais, mas o que deve preocupar são os dados relativos à Geração Z (nascidos entre 1997 e 2007), dos quais 21% dizem ser LGBTIs. São adolescentes e jovens adultos que foram educados para considerar a fluidez de seu gênero ou de sua sexualidade como um acidente a reboque de seus próprios sentimentos e desequilíbrios.

O avanço da ‘agenda’ LGBTI utiliza as ferramentas de destruição da identidade sexual, já existentes em muitos países ocidentais, por meio da imposição de uma educação com ideologia de gênero para todas as faixas etárias e em todos os tipos de escola. Já descrevemos, noutros artigos, as terríveis doses [de ideologia de gênero] administradas nas escolas do Reino Unido, Canadá, Austrália e Estados Unidos. A recente legislação, ainda mais invasiva, na Espanha e na França, apenas ampliará o objetivo desses verdadeiros abusos da infância, do senso de pudor, da espontaneidade própria de crianças e jovens. Vemos tudo isso no noticiário diário, vindo de todos os lugares, em detrimento dos direitos dos pais e da liberdade educacional das escolas de inspiração cristã.

Se pretende avançar a Agenda LGBTI mesmo em detrimento das mulheres e de sua feminilidade, como demonstram não apenas as contínuas controvérsias e ameaças contra escritoras e cantoras internacionais, mas também as últimas pesquisas de várias universidades inglesas: “O uso de termos neutros relativos à feminilidade e à maternidade, correm o risco de criar graves problemas e danos à saúde da mulher”. E a mídia social? Certamente, se um vídeo de propaganda transgênero, no TikTok, coleta 26 bilhões de visualizações (a China, que controla essa rede social, está usando todo o seu potencial destrutivo), haverá também razões geopolíticas para a difusão dos dogmas LGBT.

A Agenda LGBTI e seus lobbies trabalham em sua busca implacável para criar uma nova sociedade e uma nova humanidade. A extensão da agressão às crianças é global: apenas na semana passada, o ministro da Saúde de Israel proibiu ‘terapias de conversão’ [“cura gay”]. Na Argentina, a mudança de sexo de um jovem de 13 anos foi reconhecida. A maioria do parlamento holandês iniciou o debate para proibir as “terapias de conversão”. O Parlamento da Nova Zelândia proibiu as “terapias de conversão” e criou pena de prisão para quem tenta convencer os outros da exclusiva identidade sexual masculina e feminina. A Escócia introduziu novas diretrizes sobre a proibição de informar os pais de crianças de 13 anos, caso decidam ceder à pregação LGBTI.

Houve um tempo, apenas vinte anos atrás, em que a Agenda LGBTI aparecia apenas para reivindicar privilégios para homossexuais gays e lésbicas. Agora não é mais assim. Aliás, na realidade nunca foi assim: o trabalho e as conquistas daquela época foram só precursoras do desafio real de hoje: a humanidade transexual (ou seja, fluida, manipulável, sem identidade, a partir de sua própria identidade sexual e biológica).

Este sempre foi o desafio básico. Não um desafio somente à realidade e à biologia, mas um atentado que atinge a primeira evidência do coração de cada homem: a consciência de ser criado por um Outro. O avanço da Agenda LGBTI não é outro senão o velho desafio (terrível e ilusório) do Éden, aquela promessa mentirosa da serpente, consequência da rebelião de Lúcifer. O Mal avança. Chamemo-lo corajosamente pelo próprio nome, e invoquemos o Céu. Somos ‘intoleráveis’ aos olhos do mundo, mas não podemos ficar calados.

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