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A IGREJA E A QUESTÃO SOBRE O ABORTO




ABORTO

“NÃO MATARÁS O INOCENTE E JUSTO, PORQUE NÃO JUSTIFICAREI O ÍMPIO” (EX. 23,7)

” A vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta a partir do momento da Concepção. Desde o Primeiro Momento de sua existência, o ser humano deve ver reconhecido os seus direitos de pessoas, entre os quais o direito inviolávei de todo ser Inocente à vida. Desde o primeiro século, a Igreja afirmou a maldade moral de todo aborto provocado. Este ensinamento não mudou. Continua invariável. O aborto direto, quer dizer, querido como um fim ou como um meio, é gravemente contrário à lei moral” (CIC 2270,2271).

DIDAQUÊ

” Eis Aqui o segundo preceito da doutrina: não cometerás Adultério; não matarás: não prestarás falso testemunho; não violarás as crianças; não fornicarás; não praticarás magias; não fabricar as poções; não matarás a criança mediante aborto, nem Matarás o recém-nascido; não cobiçarás nada do teu próximo”(2,2).

“Os que não temem a Deus, os que perseguem os justos, os que odeiam a verdade, os que amam a mentira, os que não conhecem a recompensa da Verdade, os que não se aplicam ao bem, os que não tem o reto juízo, os que não cuidam pelo bem mas pelo qual dos quais se esgota a paciência e cerca a soberba – os que perseguem aos remuneradores, os que não se compadecem do pobre, os que não se afligem com ao aflito, os que não conhecem a seu Criador, os que assassinam os seus filhos, os que cometem o aborto, os que se afastam das boas as obras, os que oprimem o trabalhador, os que se esquivam do conselho dos justos: Filho, afasta-te de todos estes!”(5,2-3).

CARTA DE BARNABÉ

“Não mates a criança no seio de sua mãe, nem logo que tiver nascido”(19,5).

” O Caminho das Trevas é tortuoso e cheio de maldições. De fato, em sua totalidade, ele é o caminho da morte eterna nos tormentos. Nele se encontram as coisas que arruínam a alma dos homens: idolatria, insolência, altivez do Poder, hipocrisia, duplicidade de coração, Adultério, homicídio, rapina, orgulho, transgressão, fraude, maldade, arrogância, feitiçaria, magia, avareza e ausência do temor de Deus. São os que perseguem os bons, odeiam a verdade, amam a mentira, ignoram a recompensa da justiça, não se ligam ao bem nem ao julgamento justo, não cuidam da viúva e do órfão, não vigiam para o temor de Deus mas para o mal, afastam-se da mansidão e da paciência, amam as vaidades, correm atrás de Recompensas, não tem misericórdia para com pobre, recusam ajudar o Oprimido, difamam facilmente, ignoram seu Criador, matam seus filhos pelo aborto, corrompem a imagens de Deus, não se compadecem do necessitado, não se importam com os atribulados, defendem os ricos, são juízes injustos com os pobres, e, por fim são pecadores consumados”(22,2).

APÓCRIFO DE PEDRO

” Muito próximo dali vi outro lugar Estreito, onde iam parar a queda e a gravidade dos que ali sofriam tormento, e se formava ali como um lago. E ali havia mulheres sentadas, submergidas naquele lamaçal até a garganta; e em frente a elas. Sentados e chorando, muitos meninos que haviam nascido antes do tempo; e deles saíram uns raios como de fogo que feriam os olhos das mulheres; estas eram as que haviam conseguido fora do matrimônio e fizeram aborto”(26).

ATENÁGORAS DE ALEXANDRIA

” Os que sabem que não suportamos sequer a vista de uma execução capital segundo a justiça, como nos irão acusar de assassinato ou antropofagia? Quem entre vós outros não gosta das lutas dos gladiadores ou das feras e não preza os que as organizam? Quanto a nós, porém, pensamos que o ver morrer se aproxima do Matar; nós que nem queremos ver matar, para não nos mancharmos com tal impureza? Ao contrário, afirmarmos: os que praticam o aborto cometem homicídio irão prestar contas a Deus do aborto. Por que razão haveríamos de matar? Não se pode conciliar o pensamento de que a mulher carrega no ventre um ser vivo e,portanto, objeto da providência divina, com o de matar cedo o que já iniciou a vida”(súplica pelos cristãos 3,10).

” Afirmamos que as mulheres que tentam aborto cometem homicídio e terão que prestar contas a Deus por ele; então, Por que iríamos matar alguém? Não se pode pensar que aquele que a mulher leva no ventre é um ser vivente e, consequentemente, objetos da providência de Deus, e em seguida matar aquele que já tem anos de vida; não expor o nascido, Crendo que Expor os filhos equivale a matá-los, e tirar a vida ao que já foi criado. Não! nós somos sempre iguais em tudo e concordes com nós mesmos, pois servimos à razão e não a violentamos”( Súplica pelos cristãos 35).

MINÚCIO FÉLIX

” Há Mulheres Que, bebendo medicamentos, exterminam os fundamentos do homem futuro que se encontra em suas próprias entranhas; dessa forma, cometem parricídio antes de dá-lo à luz”(A Otávio 33).

CARTA A DIOGNETO

” Os cristãos rezam como todos os demais seres humanos e geram filhos, mas não se desfazem pelo aborto e sua descendência [fetos] (5,6)

TERTULIANO DE CARTAGO

” É um homicídio premeditado impedir de nascer; pouco importa é que se Suprima o Nascimento ou que se faça desaparecer durante o tempo que antecede o fato. É já um homem aquele que o será” (apologético 9,8).

LACTÂNCIO

” A alma não é introduzida no corpo após o nascimento, como creem alguns filósofos, mas imediatamente na concepção, quando a necessidade de Divina formou a prole no seio [da mãe]”.

BASÍLIO DE CESAREIA

” As mulheres que oferecem medicamentos para provocar o aborto, assim como aquelas que tomam as porções visando destruir as crianças não-nascidas, são assassinas” (carta 188,8).

JERÔNIMO

“Algumas mulheres quando percebem que engravidaram em decorrência de seu pecado, tomam medicamento para provocar o aborto. Frequentemente morrem. Juntamente com seu rebento, e assim são conduzidas para o inferno não apenas por infidelidade contra Cristo, mas também por matarem a si mesmas e assassinarem seus próprios filhos [não nascidos]” (carta 22,3).

AGOSTINHO DE HIPONA

” Mesmo com a mulher legítima, o ato conjugal torna-se ilícito e vergonhoso quando entrava a concepção do filho. É o que fazia Onan, filho de Judas, e eis porque Deus o condenou à morte” (da vida conjugal 1,2, 12).

” A crueldade libidinosa dos esposos ou sua Volúpia Cruel chega às vezes ao ponto de procurar venenos esterilizantes e, se nada surtir efeito, fazer perecer de certa maneira, nas entranhas na mãe, o filho que foi concebido. Deseja-se que a criança sucumba antes de viver, que seja destruída antes de nascer. Certamente se os conjuntos chegaram a esse ponto, não merecem o nome de esposos, e, se desde o início assim procederam, não foi para o casamento que se uniram, mas sim para se livrarem a fornicação. E, se ambos não pensam da mesma forma, posso afirmar: ou esta mulher e de certa maneira a Prostituída de seu marido ou Este é o adúltero de sua esposa” (das núpcias e da concupiscência 15).

PAPA LEÃO I DE ROMA

” alegremo-nos! não pode haver tristeza quando nasce a vida”.

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