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A MÍDIA AMERICANA ESTÁ LEGITIMANDO ATAQUES TERRORISTAS NA FRANÇA? – Giulio Meotti


French President Emmanuel Macron delivers a speech inside the Pantheon monument, during a ceremony honouring the World War I soldiers and French author Maurice Genevoix who will be inducted to the Pantheon where key figures from France’s history are honoured, in Paris, on November 11, 2020, as part of the commemorations marking the 102nd anniversary of the November 11, 1918 Armistice, ending World War I (WWI). – France on November 11 moves the remains of World War I writer Maurice Genevoix into its Pantheon of national heroes in Paris, an honour championed by the French president to encourage remembrance of the conflict. Genevoix wrote five memoirs of his time as a frontline soldier experiencing the horrors of trench warfare in the conflict, which he later collected into a single book “Ceux de 14” (“Men of 14”). (Photo by Ludovic MARIN / various sources / AFP) (Photo by LUDOVIC MARIN/AFP via Getty Images)

“Em certos distritos e na internet, grupos… estão ensinando o ódio à república aos nossos filhos, exortando-os a não respeitarem as leis do país. É isto que eu chamei de “separatismo”… Se não acreditam em mim, leiam as postagens nas redes sociais sobre o ódio que acabou na morte de Paty. Deem uma volta nos bairros onde as meninas de três ou quatro anos vestidas de burca, separadas dos meninos já muito novinhas, separadas do restante da sociedade, criadas no ódio aos valores da França”. — Presidente francês Emmanuel Macron, Financial Times, 1º de novembro de 2020.

“Sou a favor do respeito às culturas, às civilizações, mas não vou mudar minha lei só porque causou espanto em outros lugares”. — Emmanuel Macron.

De acordo com o jornalista americano Thomas Chatterton Williams, usar o termo “‘ataque com faca’ para retratar a decapitação é tão eufemístico que isto por si só já é uma forma de violência contra a língua propriamente dita”.

Parece que a mídia anglófona vive num mundo alheio à realidade, alicerçada na perseguição e caça imaginária, procurando chifre em cabeça de cavalo, vê racismo onde não existe, sequer sabe que palavra usar quando ele aparece nas ruas da França para decapitar um professor.

No entanto, aparentemente, receosos de serem chamados de “racistas” e não de serem assassinados, como Samuel Paty, que eles optam pela autocensura. Para não parecerem covardes, chamam isso de “respeito”… A pergunta que não quer calar é: será que a mídia americana espera algum tipo de reciprocidade?

Não é por acaso que, em nome da “diversidade”, no ano passado a mídia americana andou caçando e alfinetando jornalistas como James Bennett e Bari Weiss, que se demitiram do New York Times.

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