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A pobreza filosófica do ateísmo

Um dos maiores nomes da filosofia brasileira, Mário Ferreira dos Santos, faz uma dura crítica aos movimentos materialistas e ateístas de forma geral. . Para ele, tais movimentos eram intelectualmente pobres, favoreciam apenas um pensar mecânico e utilitarista, escapando das análises mais profundas que abarcam o âmago da existência humana. . Ele defendia que até mesmo as críticas que esses movimentos teciam contra o cristianismo baseavam-se em falsas premissas, pois elas se apoiavam – e se apoiam – em caricaturas e deformações feitas por uma leitura precipitada de autores mal-intencionados e tolos. Devido a isso, construíram uma imagem equivocada de Deus e, em constante guerra, militam contra esse conceito de Deus. Como ele diz: “o materialismo, o positivismo e doutrinas dessa espécie não se mantinham em pé, quando passavam pelo crivo de uma crítica filosófica séria.” . Tais movimentos se colocam como anticristãos, e numa tentativa pobre e desesperada buscam substituí-lo como religião. Mas esquecem-se que o cristianismo não é mera filosofia especulativa, é a crença sólida que transforma vidas, é um relacionamento íntimo com o Deus vivo, na pessoa de Jesus Cristo. O ateísmo não tem nada a oferecer. Ele não responde os anseios mais profundos do homem, não é intelectualmente razoável e não é capaz de dar um sentido a existência. O cristianismo, ao contrário, abrange todos os aspectos da existência. Proporciona uma mudança profunda do coração, satisfazendo não somente o intelecto, mas os anseios mais íntimos do nosso ser. Cristo traz a Luz onde existia trevas e sentido onde existia confusão e caos. . Eis que faço novas todas as coisas (Apocalipse 21:5) . Ramon Serrano

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