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A TRADIÇÃO CATÓLICA E AS TRADIÇÕES PROTESTANTES

A TRADIÇÃO CATÓLICA E AS TRADIÇÕES PROTESTANTES

Este é o primeiro texto de uma série de três textos em resposta aos argumentos protestantes.

Mas os que eram verdadeiramente “dignos” eram os pais da igreja e seus descendentes espirituais na tradição ortodoxa, os que tinham dado à igreja seu dogma (Máximo, o confessor, comentário sobre a hierarquia Celeste de Dionísio, o areopagita 1.2 [PG 4:32).

A lâmpada da Escritura só podia ser vista quando ela ficava sobre o abajur da igreja (Máximo, o confessor, questões para Talássio sobre a Escritura 63 [PG 90:676-77). A declaração do apóstolo Paulo de que Cristo não tinha instituído apenas apóstolos e profetas, mas também os mestres da Igreja (1 Co 12.28), significava que “somos ensinados por toda a sagrada Escritura, pelo Antigo e pelo Novo Testamento, e pelos santos mestres e concílios (Máximo Relação sobre o movimento 9 [PG 90:124]).

A Igreja é, a instituição na qual e pela qual a verdade revelada, lançada de início como uma semente, desenvolve-se na história e se mostra em seus diversos alcances. “tradição viva”. Contudo, as controvérsias dos séculos sobre o sentido da doutrina cristã deixou evidente que os teólogos, apesar de a Escritura ser inspirada e clara, podiam lê-la e entendê-la de maneiras distintas, na verdade contraditórias Era essencial não sair “da intenção da Escritura” (Máximo Comentário sobre os nomes divinos de Dionísio, o areopagita). Pois “aqueles que não leem as palavras do Espírito com sabedoria e cuidado” podiam incorrer “em muitos tipos de erros” (Máximo Questões para Talássio sobre a Escritura 50) e tinham feito isso. Não bastava conhecer as Escrituras do começo ao fim em minúcias e ser treinado nelas; os hereges, a despeito dessas vantagens, ainda manobravam para enganar a si mesmos (Máximo Comentário sobre os nomes divinos de Dionísio, o areopagita 2.2). Eles distorciam as Escrituras para ajustá-la a própria mente deles que era hostil a Deus. Essa falsa interpretação acontecia quando o leitor por ignorância e, sobretudo, por deliberada distorção, não observava nitidez da forma bíblica de falar. Era “costume da Escritura explicar os conselhos inefáveis e secretos de Deus de uma maneira real para que consigamos conhecer os assuntos divinos com base nas palavras e sons que são cognatos: pois a mente de Deus, do contrário, permanece desconhecida, sua palavra não falada e sua vida incompreensível” (Máximo Questões para Talássio sobre a Escritura 28). A interpretação apropriada da Escritura era uma interpretação simbólica e sacramental por causa da natureza da verdade inefável transmitida por ela (Máximo, Comentário sobre a hierarquia eclesiástica de Dionísio, o areopagita 9.1). Pois embora fosse verdade que “o carisma profético é muito inferior ao apostólico” (Máximo Questões para Talássio sobre a Escritura 28 [PG 90:365]), os escritos dos profetas, se entendidos adequadamente, estavam repletos de testemunhos de Cristo. Os três mil que saíram da Babilônia foram testemunhas da Trindade (Máximo Questões para Talássio sobre a Escritura 55 [PG 90:544-45]). A hierarquia da igreja foi um cumprimento do sacerdócio do Antigo Testamento (Máximo, Comentário sobre a hierarquia eclesiástica de Dionísio, o areopagita 5.2 [PG 4:161). O Antigo Testamento é uma sombra do Novo Testamento, em que a promessa de deificação tinha agora virado verdade (Máximo, Comentário sobre a hierarquia eclesiástica de Dionísio, o areopagita 3.2; 3.5 [PG 4:137; 141]). Todos os cristãos tinham concordado na aceitação do Antigo Testamento junto com o Novo, embora eles diferissem em sua interpretação (Teodoro. Abu Qurra, discurso, Mímar 1.18 [p. 104]). Deus, por meio de todo tipo de símbolos, tinha prefigurado a encarnação de seu Filho na pessoa de Jesus Cristo (Máximo Questões para Talássio sobre a Escritura 62 [PG 90:648|). A tarefa do exegeta fiel era encontrar esses símbolos e aplicá-los à encarnação. Ele tinha de entender a Escritura de acordo com o espírito e também com a letra; sem o espírito não se descobre o sentido pleno (Máximo Questões para Talássio sobre a Escritura [PG 90:372]). Qualquer pessoa que só prestasse atenção a letra só entenderia o sentido natural, não o sobrenatural (Máximo Questões para Talássio sobre a Escrituras 63 [PG 90:669). Foi esse o motivo para o fracasso da exegese judaica em entender o Antigo Testamento de forma adequada (Crítica e refutação da definição nos troféus calcedônios da Igreja de Deus divina e invencível e da verdade contra os judeus de Damasco 2.4.1 [PO15:223]). Quando ficava claro que um texto não podia ser tomado como estava, tinha-se de buscar um sentido espiritual mais profundo (Máximo Questões para Talássio sobre a Escritura 54 [PG 90:521]). Esse sentido espiritual podia ser denominado de alegórico ou de tropológico (Máximo, o confessor, questões e dúvidas 8 [PG 90:792|). Alguns exegetas “se atinham habilmente só à letra da Escritura” espiritual, porque a palavra de verdade significava mais para eles que a mera letra do que estava escrito (Máximo Questões para Talássio sobre a Escritura 52 [PG 90:492]). Por exemplo, essa era a forma apropriada de lidar com as Escrituras que tinham sido ditas por homens malignos (Máximo Questões para Talássio sobre a Escritura 38 [PG90:389). Como o propósito da Escritura não é só fornecer informação natural, mas conferir o dom da deificação, o sentido espiritual era fundamental (Máximo Questões para Talássio sobre a Escritura [PG90:745]). As verdadeiras autoridades para o entendimento desse sentido espiritual eram as que lidavam com as palavras de Deus “de modo místico” (Máximo, o livro das Ambíguidades 42 PG91:1345|); esse entendimento só era concedido aqueles que eram “dignos” do Espírito Santo (Máximo Questões para Talássio sobre a Escritura 65 [PG 90:737]) Vamos verificar a suposta unidade protestante que um suposto grupo que diz serem apologistas protestante, afirmam um protestantismo histórico, na verdade não existe um único protestantismo histórico, o que temos são várias Confissões e diferentes doutrinas que se contradizem em questões de relevância para a salvação, podem querer dizer que na era patrística existiam vários cristianismo, o que é uma mentira, como escrevi acima provando que um Santo que era do Oriente e reconhecia a primazia do bispo de Roma, o que podemos evidenciar são as heresias e a doutrina ortodoxa que prevaleceu sobre o engano de muitos ensinamentos mentirosos, mas, como percebi, eles não conhecem a Tradição Apostólica, não tem conhecimento das fontes patrística e pasmem, não conhecem o desenvolvimento das doutrinas contraditórias entre as diversas igrejas protestantes fundadas no decorrer dos séculos, um exemplo são os luteranos que só aceitam 3 das 5 solas John Wesley discordou da depravação total. Além disso muitos metodistas discordam da sola scriptura, optando pelo quadrilátero wesleyano que consiste em quatro autoridade, que nós podemos usar, para tomarmos decisões: — a Bíblia, a Razão, a Tradição, e a Experiência – poderei explicar futuramente ou nos comentários. John Wesley seguiu a visão reformada da justificação forense.

Para ele o conceito da Bíblia sobre justificação é absolvição, o perdão de pecados. A justificação é a reconciliação com Deus pela graça Dele mediante a fé. Mas rompeu com a visão reformada dos efeitos da justificação no sentido da santificação. Ele não concordava com a frase de Lutero de que somos “simultaneamente justos e pecadores”. Em seu sermão A Justificação Pela Fé, Wesley chega a dizer que justificação se dá apenas sobre os pecados do passado.

VAMOS ANALISAR AGORA A SUPOSTA UNIDADE PROTESTANTE.

Os luteranos por exemplo creem na intercessão dos santos Os luteranos e metodistas creem na virgindade perpétua da virgem Maria Inclusive os luteranos tem um dia que eles separam para fazer hiperdulia a virgem Maria Sem falar na Trindade, que pode variar, até mesmo sobre as naturezas de Cristo, inclusive eles demonstram que tem uma visão mais nestoriana, enquanto que por exemplo os luteranos e os metodistas creem como nós católicos.

A Confissão Augsburg (1530) é a mais amplamente aceita pela Confissão Luterana, e, outras, ou declaração de fé. Foi preparado por Melanchthon reformador religioso alemão, com Martinho Lutero, que foram chamados para uma dieta em Augsburg em 25 de junho de 1530, pelo imperador romano Carlos V para apresentar as suas teses “luterana”. A confissão – em conjunto com o credo Niceno, Apóstolos “, e o credo Atanasiano e o pequeno e grande Catecismo – está confissão constitui a base para quase 80 milhões de cristãos Luterana. Podemos ver que a reforma protestante utilizou a Tradição da Igreja Católica e dos seus Concílios

Artigo 3: É o Filho de Deus. Ensina-se. além disso, que Deus Filho se fez homem, nascido da pura Virgem Maria, e que as duas naturezas, a divina e a humana inseparavelmente unidas em uma única pessoa são um só Cristo, que é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, que nasceu da Virgem Maria.

Observe que esse não é o entendimento de muitos protestantes no Brasil, nosso país tem um protestantismo que mais parece um Frankstein, são inúmeras doutrinas retiradas das outras Confissões protestantes e feita uma espécie de doutrina que se apega em atacar a Igreja Católica, essa foi a referência protestante e se acentuou com a influência Batista e calvinista.

ARTIGO 9: DO BATISMO Do batismo se ensina que é necessário e que por ele se oferecem graças; que também se devem batizar crianças, as quais, pelo batismo, são entreguem a Deus e a ele se tomam agradáveis. Por essa razão se rejeitam os anabatistas, os quais ensinam que o batismo infantil não é correto.

ARTIGO 10: DA SANTA CEIA Da ceia do Senhor se ensina que o verdadeiro corpo e o verdadeiro sangue de Cristo estão verdadeiramente presentes na ceia sob a espécie do pão e do vinho e são nela distribuídos e recebidos. Por isso também se rejeita a doutrina contrária.

Essa não é uma visão homogênea do protestantismo, veremos mais a frente e poderemos confirmar que a única unidade é ser contra a Igreja Católica.

ARTIGO 21: DO CULTO AOS SANTOS Do culto aos santos os nossos ensinam que devemos Lembrar-nos deles. para fortalecer a nossa fé ao vermos como receberam graça e foram ajudados pela fé; e além disso, a fim de que tomemos exemplo de suas boas obras. cada qual de acordo com sua vocação. assim como sua majestade pode seguir, salutar e piedosamente, o exemplo de Davi, fazendo guerra aos turcos, pois ambos estão investidos em ofício real, que exige protejam e defendam os seus súditos.

Quantas vezes você já ouviu de um protestante que não existe Santo? Pois, essa uma opinião de alguns, isso é um entendimento moderno do protestantismo influenciado mais uma vez por batistas e calvinista.

A confissão de Fé de Guanabara Está Confissão é de doutrina calvinista, feita por Jean de Bourdel, Matthieu Verneuil, Pierre Bourdon e André la Rm No dia 7 de março de 1557 chegou a Guanabara (atual Rio de janeiro) um grupo de huguenotes [calvinistas franceses], veremos alguns artigos que discordam de Augsburg.

VEJAM UMA DOUTRINA TOTALMENTE DIFERENTE DOS LUTERANOS. A SANTA CEIA Artigo 5: Cremos que no Santíssimo sacramento da ceia, com as figuras corporais do pão e do vinho, as almas fieis são realmente e de fato alimentadas com a própria substância do nosso Senhor Jesus, como nossos corpos são alimentados de alimentos, e assim não entendemos dizer que o pão e o vinho sejam transformados ou transubstanciados no seu corpo, porque o pão continua em sua natureza e substância, semelhantemente ao vinho, e não há mudança ou alteração. Distinguimos todavia este pão e vinho do outro pão que é dedicado ao uso comum, sendo que este nos é um sina sacramental, sob o qual a verdade é infalivelmente recebida. Ora, esta recepção não se faz senão por meio da fé e nela não convém imaginar nada de carnal, nem preparar os dentes para comer, como santo Agostinho nos ensina, dizendo: “Porque preparas tu os dentes e o ventre? Cré e tu o comeste.” O sinal, pois, nem nos dá a verdade, nem a coisa significada; mas Nosso Senhor Jesus Cristo, por seu poder, virtude e bondade, alimenta e preserva nossas almas, e as faz participantes da sua came, e de seu sangue, e de todos os seus benefícios. Vejamos a interpretação das palavras de Jesus Cristo: “Este pão é meu corpo.” Tertuliano, no livro quarto contra Marcião, explica estas palavras assim: “este é o sinal e a figura do meu corpo.” S. Agostinho diz: “O Senhor não evitou dizer: Esta é o meu corpo, quando dava apenas o sinal de seu corpo.” Portanto (como é ordenado no primeiro cânon do Concílio de Nicéia), neste santo sacramento não devemos imaginar nada de mal e nem nos distrair no pão e no vinho, que nos são neles propostos por sinais, mas levantar nossos espíritos ao céu para contemplar pela fé o Filho de Deus, nosso Senhor Jesus, sentado a destra de Deus, seu Pai. Neste sentido podíamos jurar o artigo da Ascensão, com muitas outras sentenças de Santo Agostinho, que omitimos, temendo ser longas.

A Confissão de Fé Escocesa

17° CAPITULO DA IMORTALIDADE DAS ALMAS Os escolhidos, que partiram, estão em paz e descansam de seus trabalhos; não que durmam e estejam perdidos no esquecimento, como sustentam alguns fantasistas, mas porque foram libertados de todo medo, de tormentos, e de toda tentação, coisas a que nós e todos os escolhidos de Deus nesta Vida estamos sujeitos. Por isso a Igreja é chamada Militante. Por outro lado. os réprobos e infiéis falecidos padecem angústias tormentos e penas inenarráveis. Nem estes nem aqueles se encontram em tal sono que os impeça de sentir em que situação estejam, como claramente atestam a parábola de Jesus Cristo em São Lucas 16.4 as suas próprias palavras na cruz ao ladrão e o clamor das almas. sob o altar. ‘Senhor, que és justo e imparcial, até quando deixarás sem vingança o nosso sangue entre os habitantes da terra?“ Ref. Bíblicas Ap 14:13. Is 25.8: Ap 7:14-17: 21:4. Ap16210-11; Is 6624; Mc 9.44, 46. 48. Lc

21° CAPITULO DOS SACRAMENTOS Mais uma Confissão calvinista

Só temos dois sacramentos principais. Instituídos por Cristo e ordenados para uso de todos os que desejam ser considerados membros de seu corpo. Isto é, o Batismo e a Ceia ou Mesa do Senhor, também chamada popularmente Comunhão do seu Corpo e do seu Sangue. Esses sacramentos. tanto do Velho Testamento como do Novo. foram Instruídos por Deus. não só para estabelecer distinção Visível entre o seu povo e os que estavam fora da aliança mas também para exercitar a fé dos seus filhos e, pela participação de tais sacramentos, selar em seus corações a certeza da sua promessa e daquela associação, união e sociedade felizes que os escolhidos tem com seu Cabeça, Jesus Cristo. E, assim, condenamos inteiramente a vaidade dos que afirmam que os sacramentos não são outra coisa que meros sinais desnudos. Muito ao contrário, cremos seguramente que pelo Batismo somos enxertados em Jesus Cristo, para nos tornarmos participantes de sua justiça. pela qual todos os nossos pecados são cobertos e perdoados.

I. A Definição de Credo e Confissão Philip Schaff diz que “um credo, regra de fé ou símbolo é uma confissão de fé para uso público, ou uma forma de palavras colocadas com autoridade… que são consideradas como necessárias para a salvação, ou, ao menos, para o bem – estar da igreja cristã Esta afirmação parece contradizer a sentença do parágrafo anterior, mas obviamente devemos entender que Schaff está falando da necessidade de confissão antes que da necessidade da elaboração escrita de um credo.

X. As Razões para a Depreciação dos Credo: Vivemos numa época antidogmática e muitos crentes querem que a igreja viva sem um corpo de doutrinas. Eles dizem que somente a Bíblia é necessária. Eles querem saber somente de Jesus Cristo, e não de doutrinas, o que é uma grande insensatez, Como pode haver amor a Cristo e a sua Palavra sem haver amor pela sã doutrina ensinada de maneira inequívoca na Escritura?

CATECISMO MENOR DE MARTINHO LUTERO Por Martinho Lutero Quarta Parte: O Sacramento do Santo Batismo Primeiro – o que é o batismo? O batismo não é so água, mas é a água contida no mandamento de Deus e ligada a palavra de Deus b – Qual é esla palavra d: de Deus? É a que Senhor Senhor Jesus Crista diz no último capítulo de Mateus: “Potanto, vão a todos os povos do mundo e façam que sejam meus seguidores, batizando esses seguidores em nome do Pai, do F|lho e do Espírito Santo.” Segundo a) Que dá ou para que serve a batismo? Realiza o perdão dos pecados livra da morte e do diabo, e dá a salvação eterna a todas as pessoas que creem no que dizem as palavras e promessas de Deus.

Sexta Parte: O Sacramento do Altar ou Ceia do Senhor Primeiro a) O Que é a Ceia do Senhor? É o verdadeiro corpo e sangue de nosso Senhor Jesus Cristo para ser comido e bebido por nós, cristãos, sob o pão e o vinho. Este sacramento foi instituído pelo próprio Cristo.

b) Onde está escrito isto? Assim escrevem os santos evangelistas Mateus e Lucas, e o apóstolo Paulo: “Nosso Senhor Jesus Cristo, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças o partiu e o deu aos seus discípulos, dizendo: Tomem, coman; isto é o meu corpo que é dado por vocês; façam isto em memória de mim. A seguir, depois de cear, tomou também o cálice e, tendo dado graças, o deu aos seus discípulos dizendo; Bebam dele todos; porque este cálice é a nova aliança no meu sangue, derramado em favor de vocês para remissão dos pecados; façam isto, todas as vezes que o beberem, em memória de mim.“

A Confissão Augsburg (1530) é a mais amplamente aceita pela Confissão Luterana, e outras, ou declaração de fé. ARTIGO 9: DO BATISMO Do batismo se ensina que é necessário e que por ele se oferecem graças; que também se devem batizar crianças, as quais, pelo batismo, são entreguem a Deus e a ele se tomam agradáveis.

ARTIGO 22: DAS DUAS ESPÉCIES DO SACRAMENTO Aos leigos são dadas entre nós ambas as espécies do sacramento. porque é Clara ordem e mandamento de Cristo Mt 26:72 ‘Bebei dele todos.” Cristo ai ordena com palavras claras. a respeito do cálice, que todos bebam dele. E para que ninguém pudesse questionar essas palavras e glosá-las com se pertencesse somente aos sacerdotes. Paulo mostra. em 1 Co 11. que toda a assembleia da igreja de coríntios usou de ambas as espécies. E esse uso continuou por Iongo tempo na igreja. Conforme se pode provar com a história e os escritos dos pais. Cipriano menciona em muitos lugares que naquele tempo se dava o cálice aos Ieigos. E São Jerónimo diz que os sacerdotes me administram o sacramento distribuem ao povo o sangue de Cristo. O próprio Papa Gelásio ordena que não se divida o sacramento Distinct . 2 . De consecratione cap. Comperimus.

A Confissão de Fé Escocesa

21° CAPITULO DOS SACRAMENTOS assnm nós também reconhecemos e confessamos que agora, na era do Evangelho, só temos dois sacramentos principais, instituídos por Cristo e ordenados para uso de todos os que desejam ser considerados membros de seu corpo, isto é, o Batismo e a Ceia ou Mesa do Senhor, tambem chamada popularmente Comunhão do seu Corpo e do seu Sangue. Esses sacramentos, tanto do Velho Testamento como do Novo. foram instituídos por Deus, não só para estabelecer distinção Visível entre o seu povo e os que estavam fora da Aliança, mas também para exercitar a fé dos seus fIIhos e, pela participação de tais sacramentos, selar em seus corações a certeza da sua promessa e daqueIa associação, união e sociedade muito felizes que os escolhidos têm com seu Cabeça, Jesus Cristo. E, assim, condenamos inteiramente a vaidade dos que afirmam que os sacramentos não são outra coisa que meros sinais desnudos. Muito ao contrário, cremos seguramente que pelo Batismo somos enxertados em Jesus Cristo, para nos tomarmos participantes de sua justiça. pela qual todos os nossos pecados são cobertos e perdoados; cremos também que na Ceia corretamente usada, Cristo se une de tal modo a nós, que se torna o próprio alimento e sustento de nossas almas. Não que imaginemos qualquer transubstanciação do pão no corpo natural de Cristo e do Vinho em seu sangue natural, como têm ensinado perniciosamente os pontífices e como creem para sua condenação; mas essa união e associação que temos como corpo e o sangue de Jesus Cristo no uso reto dos sacramentos se realize por meio do Espírito Santo, que pela verdadeira fé nos transporta acima de todas as coisas visíveis que são carnais e terrenas e nos habilita a alimentar-nos do corpo e do sangue de Jesus Cristo, uma vez partido e derramado por nós, e que agora está no céu e se apresenta por nós na presença do Pai, Não obstante a distância entre o seu corpo agora glorificado no céu e nós mortos aqui na terra, contudo cremos firmemente que o pão que partimos é a comunhão do corpo de Cristo e o cálice que abençoamos é a comunhão do seu sangue. Assim confessamos, e cremos, sem nenhuma dúvida, que os fiéis, mediante o use reto da Ceia do Senhor. comem o corpo e bebem o sangue de Jesus Cristo, porque ele permanece neles e eles nele; eles, até, se tornam carne da sua carne e osso dos seus ossos de maneira tal que, como a Divindade eterna conferiu à came de Jesus Cristo vida e Imortalidade assim também o comer e o beber da came e do sangue de Jesus Cristo nos confere essas prerrogativas. DecIaramos, contudo, que Isto não nos e dado só na ocasião do sacramento, nem peIa sua ação ou virtude; mas afirmamos que os fiéis, mediante o uso certo da Ceia do Senhor, têm com Jesus Cristo, uma união que o homem natural não pode compreender.

CONFISSÃO BELGA ARTIGO 35: A SANTA CEIA Porém, a fim de manter a vida espiritual e celestial, que os crentes possuem, Ele lhes enviou um “pão vivo, que desceu do céu” (João 6:51) . isto é, Jesus Cristo. Ele alimenta e mantém a vida espiritual dos crentes quando é comido, quer dizer: aceito espiritualmente e recebido pela fé. A fim de nos figurar este pão espiritual e celestial, Cristo ordenou um pão terrestre e visível como sacramento de seu corpo e o vinho como sacramento de seu sangue. Com eles nos assegura: tão certo como recebemos o sacramento e o temos em nossas mãos e o comemos e o bebemos com nossa boca, para manter nossa vida, tão certo recebemos em nossa alma pela fé – que é a boca e a mão da nossa alma -, o verdadeiro corpo e o verdadeiro sangue de Cristo, nosso único Salvador, para manter nossa vida espiritual.

CONFISSÃO DE FÉ DE WESTMINSTER Está é uma das Confissões mais divulgadas e adotadas pelas igrejas presbiterianas e de doutrina calvinista, observem que neste ponto eles não concordam nem com os luteranos e nem com os batistas. CAPITULO XXIX DA CEIA DO SENHOR 1. Na noite em que foi traído, nosso Senhor Jesus instituiu o sacramento do seu corpo e sangue, chamado Ceia do Senhor, para ser observado em sua lgreja até ao Fim do mundo, a fim de lembrar perpetuamente o sacrifício que em sua morte Ele fez de si mesmo; selar aos verdadeiros crentes os benefícios provenientes, desse sacrifício para o seu nutrimento espiritual e crescimento nele e a sua obrigação de cumprir todos os seus deveres para com Ele; e ser um vínculo e penhor da sua comunhão com Ele e de uns com os outros, como membros do seu corpo místico I Cor. 11:23-26, e 10: 16-17, 21, e 12:13. I. Neste sacramento não se oferece Cristo a seu Pai, nem de modo algum se faz um sacrifício pela remissão dos pecados dos vivos ou dos mortos, mas se faz uma comemoração daquele único sacrifício que Se fez de si mesmo na cruz, uma so vez, e por meio dele uma oblação de todo o louvor a Deus; assim o chamado sacrifício papal da missa é sobremodo ofensivo ao único sacrifício de Cristo, o qual e a única propiciação por todos os pecados dos eleitos. Heb. 9:22, 25-26, 28; Mat. 26:26-27; Luc. 22:19-20; Heb. 7:23-24, 27, e 10:11-12, 14, 18. Ill. Nesta ordenança o Senhor Jesus constituiu seus ministlos para declarar ao povo a sua palavra de instituição, orar, abençoar os elementos, pão e vinho, e assim separá-los do comum para um uso sagrado, tomar e partir o pão, tomar o cálice dele participando também e dar ambos os elemenlos aos comungantes e tão somente aos que se achamm presentes na congregação. Mar. 14:22 24; Al. 20:7;1 Cor. 11:20. IV. A missa ou recepção do sacramento por um só sacerdote ou por uma só pessoa, bem como a negação do cálice ao povo, a adoração dos elemenlos, a elevação ou procissão deles para serem adorados e a sua conservação para qualquer uso religioso, são coisas contrárias a natureza deste sacramento e a instituição de Cristo. I Tim 1 :3-4; I Cor. 11:25-29; Mal. 15:9. V. Os elementos exteriores deste sacramento, devidamente consagrados aos usos ordenados por Cristo, tém tal relação com Cristo Crucificado, que verdadeira, mas só sacramentalmente, são às vezes chamados pelos nomes das coisas que representam, a saber, o corpo e o sangue de Cristo; porém em substância e natureza conservam-se vendadeira e somenle pão e vinho, como eram antes. Mat. 26:26-28; I Cor. 11:26-28.

CONFISSÃO DE FÉ BATISTA Agora chegamos numa das Confissões mais detestáveis e diabólicas, uma Confissão que influenciou os pentecostais e fez muitos adeptos no Brasil através dos pentecostais e neo-pentecostais, seguimentos que estão totalmente fora da tradição protestante histórica, mas que se toleram em rebeldia a Única Igreja de Cristo, a Besta subindo o abismo.

CAPÍTULO 29: BATISMO 1.O Batismo é uma ordenança do Novo Testamento, instituído por Jesus Cristo, para ser, para a pessoa batizada, um sinal de sua comunhão com Cristo, na sua morte e ressurreição; de sua união com Ele; da remissão dos pecados; da consagração da pessoa a Deus, através de Jesus Cristo, para viver e andar em novidade de vida. 2. Somente pode ser submetida a esta ordenança as pessoas que te fato professam arrependimento para com Deus, fé e obediência ao senhor Jesus 3. O elemento externo a ser empregado nesta ordenança será água, na qual a pessoa será batizada em nome do pai, do filho, e do Espírito Santo.

4. Para a devida administração desta ordenança é necessária a imersão, ou seja, a submersão da pessoa na água. CAPÍTULO 30: A CEIA DO SENHOR 1. Nesta ordenança Cristo não é oferecido ao pai, nem qualquer sacrifício real é feito, para a remissão dos pecados vivos e dos mortos. A ceia é apenas um memorial do sacrifício único o que Cristo fez de si mesmo, sobre a cruz e de uma vez por todas; é também uma oferta espiritual, de todo louvor que é possível oferecer a Deus em reconhecimento do sacrifício feito por Cristo. O sacrifício católico-romano da missa é totalmente abominável e uma injúria ao sacrifício pessoal de Cristo, o que é a propiciação única por todos os pecados dos eleitos.

5. Os elementos exteriores esta ordenança, devidamente consagrados para o uso que Cristo ordenou possui uma correlação com Cristo crucificado. Embora os termos sejam usados apenas figuradamente, ás vezes Eles são chamados pelo nome das coisas que representam, isto é, o corpo e o sangue de Cristo, se bem que, em substância e natureza, continuem sendo pão e vinho, como eram antes.

6. A doutrina que ensina a mudança de substância no bom e no vinho ( que supostamente se transformam na substância do corpo e sangue de Cristo pela consagração de um sacerdote, ou por qualquer outro modo), comumente chamada de transubstanciação, não somente é repugnante á Escritura, mas também ao senso comum e a razão. Ela subverte a natureza desta ordenança, tendo, sido, e é, a causa de muitas superstições e de grosseiras idolatrias.

O QUE NASCE PRIMEIRO A TRADIÇÃO OU A ESCRITURA?

Sendo que acontecimentos da bíblia são de antes da invenção da escrita e do alfabeto fenício.

A escrita fenícia influênciou o surgimento do hebraico

Essa é a pergunta que faço aos protestantes da apologética protestante, e a quem interessar.

Para uma análise científica, a escrita foi desenvolvida na suméria, os hebreus tem sua origem na mesma região, sendo que a influência da escrita hebraica teve influência dos fenícios, então o que precede a Tradição ou a escrita? Se ignoramos a Tradição teremos a Bíblia como fonte secundária, um exemplo é Heródoto, que apesar de ser um historiador bem antigo é considerado uma fonte secundária por escrever de eventos que aconteceram muito anteriores a sua narrativa.

Quatro fatores que podem responder: 1) O texto bíblico é tratado apenas pelo ponto de vista histórico-gramatical apenas; 2) A única fonte de autoridade usada por protestantes é o texto bíblico, que é texto, não a realidade; 3) A Reforma não se justifica por sua própria teologia, mas como reação à Igreja Católica; 4) A popularização da leitura bíblica pós-invenção da imprensa, tornando todo cristão seu próprio “Magistério”, tornando impossível uma unidade plena entre muitas individualidades que leem diferentemente. O consenso é mais fácil em grupos pequenos. Isso causa uma série de problemas de compreensão e de expressão das realidades espirituais da fé cristã, mantendo a unidade apenas no que se pensa a respeito da crucificação.

A TRADIÇÃO É ANTERIOR A ESCRITA Podemos observar pelas origens dos hebreus, que localizam-se na Mesopotâmia. Isso é contado na Bíblia e comprovado por diversas evidências. O hebraico é uma língua semita, pertencente ao mesmo grupo do aramaico e de outras faladas na Mesopotâmia […] Notável mesmo é verificar a utilização de mitos mesopotâmicos entre os hebreus. A tradição hebraica fala da história de Abraão em torno do século XX aC. No entanto, estes relatos até então eram divulgados por uma tradição oral em que juntavam tradições javistas, eloístas e influências babilônicas, egípcias e assírias. Sua sistematização data do período do Êxodo. A afirmação que melhor explica o motivo de escrever esses relatos é Estabelecer um princípio de legitimidade, pela história escrita que funcionária como um conjunto de leis, Torah, no momento de organização dos reinos de Israel e de Judá. O que podemos observar é que a expressão da Revelação conheceu historicamente mudança, ou progressão, ou “evolução”, a Igreja através dos séculos vem dando respostas aos problemas de cada século, como á questão da salvação dos que nascem protestantes e são salvos por estarem em desejo unidos a Igreja Católica, coisa que não era vista na época da reforma, pois se tratavam de rebeldes e hereges que atacavam a Igreja.

Para finalizar, podemos pensar na história de Adão e Eva, vocês acreditam que alguém escreveu ou narrou o fato através dos séculos até que fosse colocada em uma escritura? E isso vale para muitos acontecimentos bíblicos, tendo em vista que o Antigo Testamento só começou a ser escrito no exílio babilônico, podemos observar que os protestantes como diz Lucien Febvre são os grandes descrentes do século XVI. CONTINUA


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