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AMAZON PROÍBE LIVROS SOBRE “TERAPIA DE CONVERSÃO” GAY. A BÍBLIA SERÁ O PRÓXIMO? –

donoso escrutinio

Numa atitude verdadeiramente inquietante, a Amazon removeu os livros do Dr. Joseph Nicolosi, o psicólogo que os críticos apelidaram de “o pai da terapia de conversão sexual”. Em outras palavras, por alegar que a mudança é possível para aqueles que experimentam atração indesejada pelo mesmo sexo, os livros do Dr. Nicolosi devem ser banidos do catálogo. Isso leva a uma pergunta lógica: a Amazon banirá a Bíblia logo em seguida?

Não se trata de hipérbole. Afinal, é a Bíblia que condena as relações entre pessoas do mesmo sexo; e é a Bíblia que fala daqueles que já praticaram a homossexualidade e não o fazem mais (v. 1Coríntios 6, 9-11). Essas pessoas, hoje, seriam conhecidas como “ex-gays”. E foi esse o trabalho de toda a vida do Dr. Nicolosi: ajudar pessoas com atrações indesejadas pelo mesmo sexo. Por que, então, a Amazon deveria proibir seus livros, mas continuar a vender a Bíblia, que fornece as bases teológicas para o trabalho científico do Dr. Nicolosi?

Afinal de contas, os críticos gays da Bíblia referem-se às chamadas “clobber passages”, referindo-se aos versículos que foram utilizados para reprovar a prática homossexual. Se esses versículos trouxeram tantos danos à comunidade gay, por que o livro que os contém não deveria ser também proibido?

Existem inúmeros livros à venda na Amazon escritos por ex-gays, compartilhando suas admiráveis histórias de mudança de vida. Seus livros também serão banidos?

E os livros que chegam a conclusões científicas diferentes dos ativistas LGBT e seus aliados? E os livros que desafiam os objetivos do ativismo LGBT na sociedade? E os livros que reiteram a proibição bíblica das relações entre pessoas do mesmo sexo? Esses livros também serão banidos?

O que torna o fato especialmente assustador é que parece que foi um homem de nome Rojo Alan, residente na Inglaterra, o responsável pela remoção daqueles livros.

A princípio, conforme relatado no Pink News [jornal on-line LGBT], depois de compartilhar suas preocupações por escrito, ele não recebeu resposta nem da Amazon, nem da agência britânica Wordery [livraria on-line inglesa]. Mas bastou postar suas preocupações no Facebook, e logo recebeu uma resposta do Wordery, que rapidamente retirou os escritos de Nicolosi.

A Amazon, no entanto, alegou que os livros não violavam suas diretrizes. Alan explicou que “desde então, estava tentando conseguir esses livros. Entrei em contato com a Amazon regularmente para falar sobre esses livros, sobre como são antiéticos.” Conta também que “usou sites de mídia social para pedir às pessoas que deixassem críticas negativas sobre os livros e também comecei a pesquisar as formas pelas quais eles violavam as regras de publicação da Amazon”. E continuava: “Depois que juntei tudo isso, voltei à Amazon e joguei nela todas as informações que tinha obtido em muitas conversas por aí. No entanto, recebi o mesmo “vamos repassar tudo à equipe competente”. Não muito tempo depois, os livros foram removidos e Alan chorou de alegria.

Da minha parte, eu poderia trazer dezenas de depoimentos de ex-pacientes do Dr. Nicolosi que foram muito beneficiados por ele. Alguns experimentaram mudanças profundas em suas atrações. Outros foram libertados da vergonha e da automutilação. É por isso que ele sempre foi procurado, até sua morte repentina em 2017. Por que essas vozes não teriam importância?

Mas essa não é a questão real aqui. A questão é proibir livros que violem certas diretrizes criadas por ativistas LGBT. A Amazon está agora jogando um jogo muito perigoso, que é o de censurar o que não é politicamente correto. Onde isso poderá chegar?

A Amazon disponibiliza milhares de livros (talvez centenas de milhares de livros) que muitos leitores acham prejudiciais e desagradáveis. Disponibiliza uma quantidade impressionante de material que ofende muitos compradores ou gera sérias preocupações noutros tantos. Há livros que encorajam comportamentos que eu acredito serem destrutivos. Há livros e outros materiais que atacam e zombam de ideologias que são sagradas para mim.

A Amazon deveria proibir esses livros também? A Amazon deveria proibir livros encorajando o ateísmo e escarnecendo da Bíblia? Ou, inversamente, a Amazon deveria proibir livros que desafiassem a evolução darwiniana? A Amazon deveria proibir livros que incentivem a experiência sexual e a rejeição da moral conservadora? Ou, inversamente, a Amazon deveria proibir livros que condenam os perigos da legalização da maconha? A Amazon deveria proibir livros que induzem as pessoas a cultos religiosos? Ou, inversamente, deveria proibir livros que ajudem as pessoas a abandonar tais cultos? A Amazon deveria proibir livros que forneçam receitas de alimentos não saudáveis? Ou, inversamente, deveria proibir livros que encorajam uma alimentação saudável, incentivadores potenciais de pessoas com vergonha de ser gordas?

Repetindo: a Amazon cruzou uma linha muito perigosa e precária. Urge que faça uma imediata reviravolta, admita seu erro e disponibilize novamente os livros do Dr. Nicolosi. Os leitores podem decidir o que comprar e o que não comprar.

Uma coisa é um livro incentivar comportamentos ilegais e ameaçadores à vida, como um manual de terrorista para fabricar bombas. Outra coisa é quando um livro, escrito por um respeitado psicólogo, torna-se proibido porque viola sensibilidades LGBT. Isso também é fruto da Amazon trabalhando com o SPLC [Southern Poverty Law Center, organização jurídica americana, sem fins lucrativos, especializada em direitos humanos], notoriamente de esquerda?

Faz tempo que sou cliente da Amazon. Comprei dezenas de milhares de dólares em livros ao longo dos anos, junto com computadores, fones de ouvido e vários outros produtos domésticos. Como autor, também reconheço a importância de vender livros na Amazon e obter críticas positivas dos leitores. E, para mim, pessoalmente, o atendimento ao cliente da Amazon sempre foi inigualável.

Faço, portanto, um apelo à Amazon: defina corretamente tudo isso.

Sabemos que Jeff Bezos [dono da Amazon] apóia a causa LGBT, e esse é um direito dele. Mas quando as inclinações políticas influenciam decisões como esta, de censura a obras, estamos dando um passo a mais no sentido de queimar livros em praça pública.

Amazon, por favor, procure outro caminho!

(Se você concordar com este artigo, compartilhe-o amplamente, assine nossa petição aqui e compartilhe também suas preocupações com a Amazon pelo e-mail: amazon-ir@amazon.com)

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