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AS CRUZADAS E A JIHAD Parte II (AS CRUZADAS FORAM AÇÕES DE DEFESA E NÃO DE IMPOSIÇÃO DO IMPÉRIO OC

AS CRUZADAS E A JIHAD

PARTE II

1. AS CRUZADAS FORAM AÇÕES DE DEFESA E NÃO DE IMPOSIÇÃO DO IMPÉRIO OCIDENTAL

2. O pesquisador moderno se tiver um mínimo de honestidade, e buscar as palavras do Papa Urbano II, que ao convocar a primeira cruzada no Concílio de clermont, em 1095, clamava pela defesa da honra e da dignidade dos cristãos tanto os ocidentais quanto os orientais, ele não fazia distinção entre latinos e orientais, na verdade esta atitude já estava atrasado em muitos séculos. Nas próprias palavras de Urbano II ele convocou A Cruzada Porque sem uma ação defensiva os fiéis de Deus serão atacados […] com cada vez mais dureza pelos turcos e outras forças muçulmanas. Após advertir seu rebanho de que mantivesse a paz entre si, voltou a atenção dos congregados para o Oriente.

3. “Vossos irmãos do oriente necessitam da vossa ajuda com urgência, e deveis apressar-vos a dar-lhe o auxílio que lhe foi prometido. Porque, como muitos de vós já sabeis, Os turcos e Árabes atacaram e conquistaram Os territórios da România [o império grego], avançando a Oeste até a costa do Mediterrâneo e o Hesponto, também chamado braço de São Jorge. Vão eles ocupando terras após terras desses cristãos. Já venceram 7 batalhas. Andam matando e aprisionando aos montes, destruindo e devastando o império. E, E se nós lhes permitirmos seguir em frente com impunidade, os fiéis de Deus serão atacados por eles com cada vez mais dureza. Por isso eu, ou antes o senhor rouba a vós, como Arautos de Cristo, que repassem essas palavras e persuadam toda a gente, de qualquer classe, peões e cavaleiros, pobres e ricos, aí pronto a mente socorrer esses cristãos e destruir a raça viu investida nas terras dos nossos amigos. […] Ademais Cristo ordena.

4. É bem nítido que o Papa Urbano II não diz nada em relação sobre conversões nem de conquistas. A parte do destruir a raça vil pode escandalizar os ouvidos modernos sensíveis a justiça; mas a exortação não era para cometer nenhuma extermínio em massa, e sim para remover a regência islâmicas de terras que tinham sido cristãs. Outro resumo do discurso papal em clermont relata que Urbano falou de “um perigo iminente a ameaçar você e a todos os fiéis”.

5. “Desde os confins de Jerusalém e de Constantinopla vem circulando, e chega a repetidamente aos ouvidos, uma notícia mortificante: a saber que uma raça do reino persa, uma raça amaldiçoada, uma raça rompida com Deus, Uma Geração de coração desacertado e espírito avesso ao Senhor, invadiu com violência as terras desses cristãos e Ilhas desse povo ou mediante incêndios e pilhagens. Uma parte dos cativos eles levaram embora para as próprias terras, e outra parte mataram compro as torturas. Das igrejas de Deus depredaram algumas e ocuparam outras para as práticas de sua religião. Eles destruíram os Altares depois de os terem profanado com suas fezes […] o reino dos gregos foi por eles desmembrado, el despojado de um território tão vasto que não se atravessa em 2 meses de jornada […] essa cidade Régia, situado no centro do mundo, agora é mantida em cativeiro pelos Inimigos de Cristo, e é sujeitada ao culto Pagão por aqueles que não conhecem Deus. Ela, portanto, deseja e procura libertar-se, e não se cansa de implorar o vosso auxílio. A vós sobretudo é que ela suplica Socorro, Porque, como já dissemos, foi por Deus concedida a vós, acima de todas as demais Nações, a Glória das Armas.

6. As palavras do Papa foram motivadas devido à destruição da igreja do Santo sepulcro pelos muçulmanos: eu vou servir de estímulo o santo sepulcro de nosso senhor e salvador, ora em poder de nações sórdidas, e os demais lugares sagrados hoje tratados com ignomínia e ireverentemente maculados com as imundices dos sórdidos.

7. Formaram-se cruzadas com peregrinações: os cristãos da Europa tomar um caminho da Terra Santa por propósitos religiosos e com a intenção de se defender em caso força em bloqueados ou atacados. Muitos fizeram votos religiosos. Como particular prontidão, saiu na frente rumo à Terra Santa uma quantidade de soldados extraoficial conhecida como cruzada popular — Esses foram quase todos massacrados sem cerimônia pelos turcos na Ásia menor ocidental em agosto de 1096.

8. Devemos entender que no direito islâmico, a Jihade é obrigatória sempre que um território muçulmano seja atacado: quando não muçulmanos invadem um país islâmico, ou região próxima.

9. O chamado à Jihade faz parte de toda a história do Islã. Quando o Regente Hamdanida Ceife Aldaulá lançou campanhas anuais de Jihade contra os bizantinos, em meados do século X, muçulmanos dos mais longínquos países foram participar. Foram porque, na visão deles, os bizantinos estavam empreendendo guerras ofensivas para usurpar terras muçulmanas. Mais tarde durante a primeira cruzada, um poeta incitou os muçulmanos a responder: “não tendes vós obrigação para com Deus e islã de defender os jovens e os velhos? Respondei a Deus! Ai de vós! respondei!”, Ibn Taymiya (1263 – 1328), Esta é a jurisprudência islâmica tão querida dos jihadistas atuais.

10. OS CRUZADOS ENTRAVAM EM GUERRA POR GANÂNCIA?

11. Isto não é verdade, mas é evidente que entre os cruzados Nem todas as pessoas tinham motivações puras, mais de uma vez, muitos caíram dos Altos ideais em geral. Seguidos pelos peregrinos cristãos. No entanto, o dogma do Politicamente correto de que as cruzadas consistiram em ações não provocadas e imperialistas contra uma pacífica população mulçumana e autóctone simplesmente carece de honestidade e exatidão histórica e refletir antes a versão pela civilização ocidental do que exame histórico Genuíno.

12. O Papa Urbano não concedeu as cruzadas como uma oportunidade para ganhos. Ele decretou que as terras retomadas das mãos muçulmanas pertenceriam a Aleixo comendo e o Império Bizantino. O Papa via nas Cruzadas um ato de sacrifício, e não uma chance de lucro.

13. A empreitada era, na verdade, proibitivamente dispendiosa. Cruzados vendiam suas propriedades a fim de levantar fundos para sua longa jornada à terra santa, e faziam-no sabendo bem que podiam não voltar.

14. Antisséptico cruzado era Godofredo de bouillon, Duque da Baixa Lorena e um dos mais proeminentes Lords a tomar a cruz (Como se chamava o ato de ingressar numa cruzada). Godofredo desfez-se de muitas propriedades para financiar a viagem, mas sabe-se que ele planejava regressar, e não se estabelecer no Oriente Médio, porque não abriu mão do seu título nem de seus arrendamentos.

15. AS CRUZADAS FORAM REALIZADAS PARA O CRISTIANISMO AOS MUÇULMANOS?

16. A História contada pelas mentes raivosas da civilização ocidental, que tem esses historiadores modernos, que podemos dizer modernistas, na concepção desse tipo de historiador os cruzados saíram pelo oriente médio de espada na mão e foram matando todos os infiéis que se deparavam, exceto os que eles coagiam a converter-se ao cristianismo. Isto é uma mentira. Invenção dessa dentes que parecem que vivem no Oriente Médio ou na Ásia Central mulçumana, um afegão não poderia fazer melhor discurso contra o ocidente do que esses tolos, porque odeiam tanto a civilização ocidental em que eles vivem, e que eles foram criados e que gozam de todas as descobertas que o mundo ocidental trouxe? Seria bom que ao invés de usar um iPhone, trocassem mensagens por cartas escritas a mão, pois a tecnologia que usam é fruto do método científico ocidental, não usem carros americanos, comprem mulas da Arábia saudita pra se locomover, seria um bom exemplo de politicamente correto. É fácil de desmentir essas bobagens, é só juntar Todos Os relatos dos discursos do Papa em clermont, o somatório das menções ao dever de converter muçulmanos é igual a zero. Defender os peregrinos cristãos e reaver terras cristãs: Esse era o objetivo único que deixou o Papa Urbano preocupado, esta foi a única intenção. Sabemos que passaram-se mais de 100 anos, somente no século XVIII que cristãos europeus vieram a fazer qualquer esforço organizado para converter muçulmanos ao cristianismo — foi quando os franciscanos deram início ao trabalho missionário entre os muçulmanos em terras tomadas pelos cruzados. O empreendimento fracassou em grande medida.

17. Quando os cruzados saíram vitoriosos estabeleciam reinos e principados no Oriente Médio, Em geral deixavam os muçulmanos dos seus domínios viver em paz, praticar a própria religião com Liberdade, construir mesquitas e escolas e manter os próprios tribunais religiosos. Alguns compraram a condição deles à dos dímis em terras muçulmanas. E tinham certa autonomia, mas ficavam sujeitos a tributações desfavoráveis e outras restrições. É provável que os cruzados tem adotado algumas das leis vigentes para os dímis, mas eles nunca submeteram judeus e muçulmanos a códigos de vestuário. Assim, estas populações ficavam Livres da discriminação e do assédio no dia a dia — o oposto da prática muçulmana. A diferença fundamental é que a dima jamais fez parte da doutrina e do direito cristão, ao passo que fez e continua a fazer parte do Islã.

18. E, o que é mais, o Muçulmano espanhol Ibn Jubayr (1145-1217), quando atravessava o mediterrâneo com destino a meca na década de 1180, constatou que os muçulmanos passavam melhor nas terras controladas pelos cruzados do que nas terras islâmicas. Aquelas eram bem mais organizadas e administradas que estas, de tal maneira que os próprios muçulmanos preferiam viver nos domínios cruzados:

19. “Ao deixarmos de Tibnine (perto de tiro), percorremos uma série ininterrupta de fazendas e Vilas com terras eficientemente cultivadas. Os habitantes dali são todos os muçulmanos, mas vivem à vontade entre os Francos ou cruzados — preserve-os Deus da Tentação! Suas moradas eles pertencem e suas Posses seguem íntegras. Todas as regiões da Síria controladas pelos Francos estão sujeitas ao mesmo sistema: as terras, vilas e fazendas permanecem nas mãos dos muçulmanos. Agora a dúvida vem quebrar o coração de muitos e muitos desses homens quando eles comparam a própria sorte com a dos seus irmãos fixados em território muçulmano. Esses últimos sofrem com a injustiça de seus correligionários, enquando os Francos procedem com equidade.

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