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INSTANTE VERSUS ETERNIDADE

O mundo não vai bem? Mas quando ele não esteve com problemas?

O principal antídoto para a excessiva preocupação com as coisas terrenas é a lembrança de nossa eternidade.

Sim, lembrança: a eternidade não é algo futuro, para depois da morte. Ela já existe em nós desde nossa concepção.

Nasceu conosco e não morrerá jamais, mesmo que nosso destino post mortem seja o inferno.

Uma eternidade celestial ainda conseguimos, male-mal, prefigurar. Mas como imaginar uma eternidade de condenação?

Recordar que somos eternos, se recordamos como cristãos, não é uma fuga ingênua do real, mas um exercício permanente de focalização no “único necessário”, que é Deus.

“Se somos eternos, temos de ser eternos desde já”, gostava de dizer o Olavo de Carvalho.

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