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SEMPRE NOVO EM TODAS AS ÉPOCAS – Scott Hahn medita sobre o 5º Domingo de Páscoa

Pela bondade e pela compaixão de Deus, as portas do Seu reino foram abertas a todos os que têm fé, sejam judeus ou gentios.

Esta é a boa notícia que Paulo e Barnabé proclamam, na Primeira Leitura de hoje. Com o aparecimento da Igreja — a nova Jerusalém, vista por João na Segunda Leitura —, Deus começa a “fazer novas todas as coisas”.

Em Sua Igreja, a antiga “ordem” da morte desaparece; e Deus, pelos tempos infinitos, fará Sua morada junto do gênero humano, de modo que todos os povos “serão o seu povo, e o próprio Deus estará com eles”. Tais promessas, feitas por meio de Seus profetas, foram cumpridas (Ezequiel 37, 27; Isaías 25, 8; 35,10).

A Igreja é “um Reino para sempre”, como cantamos no Salmo de hoje. É por isso que vemos os Apóstolos, sob a guia do Espírito, ordenando presbíteros ou sacerdotes (1 Timóteo 4, 14; Tito 1, 5).

Sacerdotes e bispos ungidos serão os sucessores dos Apóstolos, assegurando que o “domínio da Igreja perdure por todas as gerações” (Filipenses 1, 1).

Até o final dos tempos, a Igreja irá proclamar ao mundo os poderosos feitos de Deus, abençoando Seu santo nome e a Ele rendendo graças, enquanto canta as glórias de Seu reino.

Em Sua Igreja, nós nos reconhecemos como Seus “fiéis”, aqueles a quem Jesus chama de Seus “filhinhos”, no Evangelho de hoje. Vivemos sob a nova lei, o “novo mandamento” que Ele deixou em seus últimos momentos de vida.

O amor que Ele nos pede não é um amor humano, mas um amor sobrenatural, amando-nos uns aos outros como Jesus nos amou, ao sofrer e morrer por nós. O nosso amor deve ser uma imitação do Seu amor.

Essa espécie de amor só é possível pelo Espírito derramado em nossos corações no Batismo (Romanos 5, 5), e renovado no sacrifício que Seus sacerdotes oferecem em cada Missa.

É por nosso amor que glorificamos o Pai. E, pelo nosso amor, todos os povos saberão que somos o Seu povo, e que Ele é o nosso Deus.

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