top of page

Buscar neste site

12408 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Devemos ter medo do Fim dos Tempos?

    A formação de hoje é sobre um tema que desperta muita curiosidade nas pessoas, mas também provoca muito alvoroço, mal entendidos e que atrai interpretações muito singulares, normalmente equivocadas, a respeito do tema, que é: “O Fim dos Tempos”. Quando tocamos neste tema, a maioria das pessoas logo demonstram preocupação e medo diante da incerteza que tais acontecimentos produzem. Isso é fruto daquilo que se tornou muito comum na vida do homem moderno, o ciclo: “Busca o Prazer e Foge da Dor”. O que podemos fazer para tirar de nós este medo que nos consome toda vez que pensamos no que está por vir? Assista a formação: #Fimdostempos

  • Devemos ter medo do Fim dos Tempos?

    A formação de hoje é sobre um tema que desperta muita curiosidade nas pessoas, mas também provoca muito alvoroço, mal entendidos e que atrai interpretações muito singulares, normalmente equivocadas, a respeito do tema, que é: “O Fim dos Tempos”. Quando tocamos neste tema, a maioria das pessoas logo demonstram preocupação e medo diante da incerteza que tais acontecimentos produzem. Isso é fruto daquilo que se tornou muito comum na vida do homem moderno, o ciclo: “Busca o Prazer e Foge da Dor”. O que podemos fazer para tirar de nós este medo que nos consome toda vez que pensamos no que está por vir? Assista a formação: #Fimdostempos

  • Deputado “Padre do PT” celebra missa 25 anos de ordenação e diocese não se manifesta

    O deputado “Padre João do PT” que deveria estar afastado do ministério sacerdotal por exercer funções políticas, celebrou neste dia 08 uma missa em comemoração aos 25 anos de ordenação sacerdotal. Onde estão a Diocese de Mariana e a CNBB que não dizem nada a respeito? Por Bruno Braga Na noite de hoje (08), o “padre do PT” celebrou os 25 anos de sua ordenação sacerdotal. O deputado Padre João PT , que pelo exercício de um mandato político deveria estar afastado das funções e serviços eclesiais. Nas “bodas de prata”, o padre Rogério de Oliveira Pereira, ex-prefeito de Ouro Branco (MG) pelo PT, e a música do petista Leleco Pimentel, “coroinha” do padre da Arquidiocese de Mariana que está a serviço de uma facção comunista escandalosamente contrária à fé, aos princípios e orientações da Santa Igreja Católica. Sobre a mesa do Sacrifício, a imagem de Nossa Senhora de Fátima, que denunciou os “erros” da Rússia em Portugal. Um “padre do PT” e “apóstolo” da Teologia da Libertação que é indubitavelmente a encarnação desses “erros”, sobretudo na profanação da Santa Missa. Os Padres e a Política De acordo com as determinações do cânon 287, parágrafo 2º: “Os clérigos não podem ter parte ativa nos partidos políticos e na direção de associações sindicais, a não ser que a juízo da competente autoridade eclesiástica, o exijam a defesa dos direitos da Igreja ou a promoção do bem comum.” O cânon 285 também faz referência ao tema e determina que “os clérigos evitem aquilo que, mesmo não sendo indecoroso, é alheio ao estado clerical” e enfatiza que “os clérigos são proibidos de assumir cargos públicos, que implicam participação no exercício do poder civil” . Mas, apesar das orientações, o direito canônico não prevê punição alguma aos religiosos que forem contra as determinações. Os bispos locais é que devem tomar as medidas que julgarem mais coerentes. Até o momento nem o Bispo da Diocese de Mariana, nem a CNBB, se pronunciaram sobre o fato do sacerdote que deveria estar afastado de suas funções sacerdotais estar celebrando publicamente sem nenhum impedimento. Padre do PT vs Bolsonaro Recentemente o Padre João do PT, o “apóstolo” da Teologia da Libertação, fez uma publicação em suas redes sociais associando o atual presidente da república, Jair Bolsonaro, ao nazismo. LEIA TAMÉM: PT E CRISTIANISMO: CASAMENTO IMPOSSÍVEL

  • Deputado “Padre do PT” celebra missa 25 anos de ordenação e diocese não se manifesta

    O deputado “Padre João do PT” que deveria estar afastado do ministério sacerdotal por exercer funções políticas, celebrou neste dia 08 uma missa em comemoração aos 25 anos de ordenação sacerdotal. Onde estão a Diocese de Mariana e a CNBB que não dizem nada a respeito? Por Bruno Braga Na noite de hoje (08), o “padre do PT” celebrou os 25 anos de sua ordenação sacerdotal. O deputado Padre João PT , que pelo exercício de um mandato político deveria estar afastado das funções e serviços eclesiais. Nas “bodas de prata”, o padre Rogério de Oliveira Pereira, ex-prefeito de Ouro Branco (MG) pelo PT, e a música do petista Leleco Pimentel, “coroinha” do padre da Arquidiocese de Mariana que está a serviço de uma facção comunista escandalosamente contrária à fé, aos princípios e orientações da Santa Igreja Católica. Sobre a mesa do Sacrifício, a imagem de Nossa Senhora de Fátima, que denunciou os “erros” da Rússia em Portugal. Um “padre do PT” e “apóstolo” da Teologia da Libertação que é indubitavelmente a encarnação desses “erros”, sobretudo na profanação da Santa Missa. Os Padres e a Política De acordo com as determinações do cânon 287, parágrafo 2º: “Os clérigos não podem ter parte ativa nos partidos políticos e na direção de associações sindicais, a não ser que a juízo da competente autoridade eclesiástica, o exijam a defesa dos direitos da Igreja ou a promoção do bem comum.” O cânon 285 também faz referência ao tema e determina que “os clérigos evitem aquilo que, mesmo não sendo indecoroso, é alheio ao estado clerical” e enfatiza que “os clérigos são proibidos de assumir cargos públicos, que implicam participação no exercício do poder civil” . Mas, apesar das orientações, o direito canônico não prevê punição alguma aos religiosos que forem contra as determinações. Os bispos locais é que devem tomar as medidas que julgarem mais coerentes. Até o momento nem o Bispo da Diocese de Mariana, nem a CNBB, se pronunciaram sobre o fato do sacerdote que deveria estar afastado de suas funções sacerdotais estar celebrando publicamente sem nenhum impedimento. Padre do PT vs Bolsonaro Recentemente o Padre João do PT, o “apóstolo” da Teologia da Libertação, fez uma publicação em suas redes sociais associando o atual presidente da república, Jair Bolsonaro, ao nazismo. LEIA TAMÉM: PT E CRISTIANISMO: CASAMENTO IMPOSSÍVEL

  • AGORA É MODA AJOELHAR-SE (MENOS NA IGREJA) – Stefano Fontana

    Está na moda ajoelhar-se, mas não na igreja. Ajoelham-se membros do parlamento, pilotos de Fórmula 1, atletas nos estádios, mas em várias igrejas é proibido ajoelhar-se. Na catedral da pequena cidade onde eu moro, as instruções da Pastoral para as celebrações durante o coronavírus proíbem que se ajoelhe durante toda a Missa, inclusive na Consagração, para que não se diminua a distância entre as pessoas. Por isso, normalmente, ajoelho-me no chão,  mas no domingo passado me ajoelhei no banco, pois não havia ninguém à minha frente e portanto não havia distâncias para diminuir… Um responsável pela organização da assembleia, vestindo um colete azul com o brasão da pastoral, veio até mim imediatamente para avisar que eu não podia me ajoelhar. A Igreja, assim, impede que seus filhos se ajoelhem diante de Deus. O motivo imediato é o Covid-19. No entanto, se a proibição se aplica mesmo quando não haja por perto ninguém para ser contaminado, significa que não se trata só do Covid-19. De fato, faz tempo que a maioria dos fiéis não se ajoelha nas igrejas, nem os sacerdotes os convidam a fazê-lo (em muitas igrejas, já nem há mais genuflexórios junto dos bancos). Com o Covid-19, proíbe-se diretamente a prática, embora há muito tempo não seja mais apreciada pelos católicos. O motivo teológico, em que frequentemente isto se baseia, é que o Cristo já nos redimiu, e a posição ereta revelaria melhor a consciência da nova vida de redimidos. Pela mesma razão, somos forçados a receber a Comunhão não de joelhos, mas precisamente de pé. Dessa maneira, porém, se confunde redenção e justificação. Cristo nos redimiu, sim; mas se Ele nos justificou, só o saberemos após “nossa morte corporal”. O curioso é que agora, enquanto a Igreja proíbe a genuflexão, o mundo nos convida a fazê-la. No domingo passado, 5 de julho, antes do início do Grande Prêmio da Áustria, alguns pilotos — nem todos, já que Leclerc disse ser contra o racismo, mas não se ajoelharia — curvaram-se de joelhos na pista, em homenagem à luta contra o racismo dos Black Lives Matter. Em 9 de junho passado, a deputada italiana Laura Boldrini e alguns colegas do Partido Democrático se ajoelharam na câmara em homenagem a George Floyd, o americano negro morto pela polícia de Minneapolis. Não se contam os campeões do esporte e do mundo do espetáculo que se ajoelham, assim como tantos manifestantes nas praças da Itália. Essa atitude ideológica — e é ideológica porque é dirigida apenas a certos racismos e assume um comportamento niilista destrutivo — tornou-se uma prática politicamente correta. O gesto de ajoelhar-se possui um significado religioso. Nos ajoelhamos diante de algo Grande, algo que tem um Valor superior a nós, algo cujo Poder merece veneração. Há uma genuflexão do crente, mas também uma genuflexão do laicista e até do ateu. É preciso, contudo, cuidar sempre para que não se ajoelhe diante de ídolos. A religiosidade natural, se praticada com coerência, deságua na genuflexão diante do Deus verdadeiro; mas, se desviada de seus princípios, aquele que a pratica corre o risco de se ajoelhar diante de ídolos. A verdadeira religião liberta-nos dos mitos, dos ídolos consoladores, das ideologias religiosas auto-complacentes. Ajoelhar-se diante do Deus verdadeiro comporta não se ajoelhar diante de nenhum ídolo. O próprio crente corre esse risco, embora o laicista e o ateu corram mais. Bento XVI nos disse que quem rejeita a Deus acaba acreditando em deuses, isto é, em ídolos. O mundo, que rejeita a religião verdadeira, orgulha-se de já não ser mais crente, embora não perceba que se tornou crédulo. Para viver, ele é porém forçado a se ajoelhar diante de muitos ídolos que, na maioria dos casos, são propostos e impostos por alguém que tenha interesse em fazê-lo. Cada ídolo é um instrumento nas mãos de alguém; e ajoelhar-se diante do Black Lives Matter também já se tornou algo instrumental. A Igreja, agora, proíbe a genuflexão, enquanto o mundo convida-nos a fazê-la. Será que a Igreja já se transformou em mundo e o mundo numa religião? É possível que sim. Mas ainda há os que se ajoelham nas igrejas, apesar das normas anti-Covid-19, e aqueles que não se ajoelham nos estádios ou em outros lugares parecidos. Quando o conformismo ideológico toma conta da Igreja e do mundo, “atravessar a floresta” — metáfora da superação dos obstáculos usada pelo escritor alemão Ernst Jünger — significa fazer o contrário do que se espera; não necessariamente coisas extravagantes, mas fazer o certo, fazer aquilo que deve ser feito. https://lanuovabq.it/it/se-e-di-moda-inginocchiarsi-ma-non-in-chiesa

  • Vítima do Covid-19, fundadora de comunidade católica deixa 20 filhos

    A fundadora da Comunidade Casa da Paz Maria de Nazaré, Edvânia Marinho da Silva, faleceu em João Pessoa (PB), no último dia 1º de julho, devido a Covid-19, deixando 18 filhos adotados e 2 biológicos. De acordo com nota de falecimento publicada pela comunidade católica, Edvânia estava internada desde o dia 20 de junho no Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires para tratamento. “Neste momento, prestamos nossos mais profundos sentimentos aos familiares e aos nossos membros consagrados religiosos e leigos missionários. Agradecemos todas as orações e apoio recebidos e pedimos vossas orações neste momento difícil”, acrescenta a nota. Missionária leiga, Edvânia fundou há 21 anos a Comunidade Casa da Paz Maria de Nazaré, junto com outras mulheres, tendo como carisma “ser como Maria, um sinal de Deus no mundo”. Assim, afirma a comunidade, ela “deixa um legado de amor e entrega total a Jesus pelas mãos de Maria, sendo inspiração na geração de muitas vocações”. A Comunidade Casa da Paz Maria de Nazaré deu origem a um abrigo para crianças, muitas das quais foram adotadas. As crianças que não deixaram o local até o seu fechamento foram adotadas por Edvânia. Em suas redes sociais, a Arquidiocese da Paraíba expressou seu pesar pelo falecimento de Edvânia e seu uniu “em oração com familiares, amigos e membros da Comunidade Casa da Paz pela perda de sua fundadora”. A Arquidiocese ressalta que ela era “uma mulher de fé, oração e ação, que deixa um grande legado e lições sobre o amor, a comunhão e o serviço”. “Certos de que esta irmã se encontra na glória celeste, ficamos aqui em oração e agradecidos a Deus pelos anos de convivência com esta pessoa tão especial”, completa. A Missa de sétimo dia de Edvânia Marinho da Silva acontecerá nesta quarta-feira, 8 de julho, às 19h30, na sede da Comunidade Casa da Paz Maria de Nazaré. Por causa da pandemia do coronavírus, a cerimônia será privada, tendo a participação apenas dos familiares e alguns membros da comunidade. A Santa Missa terá transmissão ao vivo pela página de Facebook e pelo canal de Youtube da comunidade. Fonte: ACI Digital #Coronavírus

  • Vítima do Covid-19, fundadora de comunidade católica deixa 20 filhos

    A fundadora da Comunidade Casa da Paz Maria de Nazaré, Edvânia Marinho da Silva, faleceu em João Pessoa (PB), no último dia 1º de julho, devido a Covid-19, deixando 18 filhos adotados e 2 biológicos. De acordo com nota de falecimento publicada pela comunidade católica, Edvânia estava internada desde o dia 20 de junho no Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires para tratamento. “Neste momento, prestamos nossos mais profundos sentimentos aos familiares e aos nossos membros consagrados religiosos e leigos missionários. Agradecemos todas as orações e apoio recebidos e pedimos vossas orações neste momento difícil”, acrescenta a nota. Missionária leiga, Edvânia fundou há 21 anos a Comunidade Casa da Paz Maria de Nazaré, junto com outras mulheres, tendo como carisma “ser como Maria, um sinal de Deus no mundo”. Assim, afirma a comunidade, ela “deixa um legado de amor e entrega total a Jesus pelas mãos de Maria, sendo inspiração na geração de muitas vocações”. A Comunidade Casa da Paz Maria de Nazaré deu origem a um abrigo para crianças, muitas das quais foram adotadas. As crianças que não deixaram o local até o seu fechamento foram adotadas por Edvânia. Em suas redes sociais, a Arquidiocese da Paraíba expressou seu pesar pelo falecimento de Edvânia e seu uniu “em oração com familiares, amigos e membros da Comunidade Casa da Paz pela perda de sua fundadora”. A Arquidiocese ressalta que ela era “uma mulher de fé, oração e ação, que deixa um grande legado e lições sobre o amor, a comunhão e o serviço”. “Certos de que esta irmã se encontra na glória celeste, ficamos aqui em oração e agradecidos a Deus pelos anos de convivência com esta pessoa tão especial”, completa. A Missa de sétimo dia de Edvânia Marinho da Silva acontecerá nesta quarta-feira, 8 de julho, às 19h30, na sede da Comunidade Casa da Paz Maria de Nazaré. Por causa da pandemia do coronavírus, a cerimônia será privada, tendo a participação apenas dos familiares e alguns membros da comunidade. A Santa Missa terá transmissão ao vivo pela página de Facebook e pelo canal de Youtube da comunidade. Fonte: ACI Digital #Coronavírus

  • Cardeal Napier: Black Lives Matter é um movimento para “destruir” a civilização

    O cardeal sul-africano Wilfrid Fox Napier, arcebispo de Durban, lançou fortes críticas ao Black Lives Matter, o movimento após os distúrbios supostamente causados ​​pela morte de Gorge Floyd nas mãos da polícia, acusando o movimento de “desmantelar” civilizações e culturas. Há um mês, Mark Seitz, bispo de El Paso, Texas, ajoelhado com um grande cartaz do Black Lives Matter, juntou-se aos protestos organizados contra a morte de George Floyd nas mãos de um policial branco e, aliás, ganhou Um telefonema pessoal do Papa para parabenizá-lo pelo gesto. Hoje temos nas redes sociais o cardeal sul-africano Wilfrid Napier gritando contra o Black Lives Matter e acusando-o de querer desmantelar a civilização. Pode não ser ocioso notar aqui que Seitz é branco como a neve e Napier – que é improvável que receba uma ligação papal de felicitações – tão negro quanto qualquer subsaariano pode ser. “Um breve estudo da declaração fundadora da” Black Lives Matter “indica que o movimento está sendo invadido por interesses e partidos determinados a desmantelar os mesmos valores, estrutura e instituições que, ao longo dos séculos, apoiaram as melhores civilizações e culturas !”, Napier inicia seu ‘fio’ na rede social Twitter. A brief study of the founding statement of “Black Lives Matter” indicates the movement is being hijacked by the interests & parties committed to dismantling the very values, structure & institutions which have over the centuries undergird the best civilisations & cultures! — Cardinal Napier (@CardinalNapier) July 4, 2020 Napier está sendo generoso aqui, e talvez um pouco inconsistente: o BLM não pode ter sido “sequestrado” se seus infames propósitos já podem ser lidos na declaração de fundação. Mas menos ele dá uma pedra, e Sua Eminência se expande: ” Outro teste crucial da autenticidade do movimento Black Lives Matter será sua posição sobre a paternidade planejada e a indústria do aborto!” Bem, já sabemos que o teste não foi aprovado. Another crucial test of the authenticity of the Black Lives Matter movement will be its stance vis a vis Planned Parenthood and the Abortion Industry! — Cardinal Napier (@CardinalNapier) July 6, 2020 Traduzido de infovaticana.com

  • Cardeal Napier: Black Lives Matter é um movimento para “destruir” a civilização

    O cardeal sul-africano Wilfrid Fox Napier, arcebispo de Durban, lançou fortes críticas ao Black Lives Matter, o movimento após os distúrbios supostamente causados ​​pela morte de Gorge Floyd nas mãos da polícia, acusando o movimento de “desmantelar” civilizações e culturas. Há um mês, Mark Seitz, bispo de El Paso, Texas, ajoelhado com um grande cartaz do Black Lives Matter, juntou-se aos protestos organizados contra a morte de George Floyd nas mãos de um policial branco e, aliás, ganhou Um telefonema pessoal do Papa para parabenizá-lo pelo gesto. Hoje temos nas redes sociais o cardeal sul-africano Wilfrid Napier gritando contra o Black Lives Matter e acusando-o de querer desmantelar a civilização. Pode não ser ocioso notar aqui que Seitz é branco como a neve e Napier – que é improvável que receba uma ligação papal de felicitações – tão negro quanto qualquer subsaariano pode ser. “Um breve estudo da declaração fundadora da” Black Lives Matter “indica que o movimento está sendo invadido por interesses e partidos determinados a desmantelar os mesmos valores, estrutura e instituições que, ao longo dos séculos, apoiaram as melhores civilizações e culturas !”, Napier inicia seu ‘fio’ na rede social Twitter. A brief study of the founding statement of “Black Lives Matter” indicates the movement is being hijacked by the interests & parties committed to dismantling the very values, structure & institutions which have over the centuries undergird the best civilisations & cultures! — Cardinal Napier (@CardinalNapier) July 4, 2020 Napier está sendo generoso aqui, e talvez um pouco inconsistente: o BLM não pode ter sido “sequestrado” se seus infames propósitos já podem ser lidos na declaração de fundação. Mas menos ele dá uma pedra, e Sua Eminência se expande: ” Outro teste crucial da autenticidade do movimento Black Lives Matter será sua posição sobre a paternidade planejada e a indústria do aborto!” Bem, já sabemos que o teste não foi aprovado. Another crucial test of the authenticity of the Black Lives Matter movement will be its stance vis a vis Planned Parenthood and the Abortion Industry! — Cardinal Napier (@CardinalNapier) July 6, 2020 Traduzido de infovaticana.com

  • Bebê nasce segurando o DIU que sua mãe usava para evitar gravidez

    Um bebê recém-nascido no Vietnã foi fotografado segurando o DIU (o dispositivo intra-uterino contraceptivo) que sua mãe havia implantado para não engravidar. A imagem de um menino  recém-nascido na cidade vietnamita de Hai Phong, segurando um dispositivo intra-uterino, causou um grande alvoroço na mídia. A mãe de 34 anos teve dois filhos antes e o DIU foi inserido por dois anos pelo ginecologista, que normalmente é considerado o método contraceptivo mais eficaz. As imagens do bebê se tornaram virais nas redes sociais. Quando o menino nasceu, o aparelho saiu com ele e o agarrou, disse Tran Viet Phuong, chefe do segundo departamento de obstetrícia do Hospital Internacional Hai Phong. “Após o parto, pensei que segurar o dispositivo era interessante, então tirei uma foto . Eu nunca pensei em chamar tanta atenção » O bebê nasceu pesando 3,2 quilos e está em perfeita saúde, assim como sua mãe.

  • Bebê nasce segurando o DIU que sua mãe usava para evitar gravidez

    Um bebê recém-nascido no Vietnã foi fotografado segurando o DIU (o dispositivo intra-uterino contraceptivo) que sua mãe havia implantado para não engravidar. A imagem de um menino  recém-nascido na cidade vietnamita de Hai Phong, segurando um dispositivo intra-uterino, causou um grande alvoroço na mídia. A mãe de 34 anos teve dois filhos antes e o DIU foi inserido por dois anos pelo ginecologista, que normalmente é considerado o método contraceptivo mais eficaz. As imagens do bebê se tornaram virais nas redes sociais. Quando o menino nasceu, o aparelho saiu com ele e o agarrou, disse Tran Viet Phuong, chefe do segundo departamento de obstetrícia do Hospital Internacional Hai Phong. “Após o parto, pensei que segurar o dispositivo era interessante, então tirei uma foto . Eu nunca pensei em chamar tanta atenção » O bebê nasceu pesando 3,2 quilos e está em perfeita saúde, assim como sua mãe.

  • DESCULPEM-ME POR MEU ALARME FALSO SOBRE A MUDANÇA CLIMÁTICA – Michael Shellenberger

    Em nome de ambientalistas de todo o mundo, gostaria de me desculpar pelo medo climático que criamos nos últimos 30 anos. A mudança climática está acontecendo, mas isso não é o fim do mundo. Não é nem o nosso maior problema ambiental. Pode parecer estranho que eu diga tudo isso, já que fiz militância pelo clima por 20 anos e fui um ambientalista por 30 anos. Porém, como especialista em energia convidado pelo Congresso americano para dar meu testemunho, e convidado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) para ser revisor especialista de seu próximo relatório de avaliação, eu me sinto na obrigação de pedir desculpas pelo modo como nós, ambientalistas, enganamos o público. Eis aqui estão alguns fatos que poucas pessoas conhecem: Os seres humanos não são a causa de uma “sexta extinção em massa”; A Amazônia não é “o pulmão do mundo”; As mudanças climáticas não agravam os desastres naturais; Os incêndios diminuíram 25% em todo o mundo desde 2003; A área rural que usamos para a carne (o gado é o maior usuário das terras) teve uma diminuição equivalente ao tamanho do Alasca; É o acúmulo de combustível de madeira e a proximidade das casas com as florestas, e não as mudanças climáticas, a causa dos incêndios cada vez mais perigosos na Austrália e na Califórnia; As emissões de carbono vêm diminuindo nos países ricos há décadas e atingiram o pico na Grã-Bretanha, Alemanha e França em meados da década de 1970; Ao se adaptar à vida abaixo do nível do mar, a Holanda se tornou mais rica, e não mais pobre; Estamos produzindo 25% de alimentos a mais do que precisamos e o excedente de alimentos continuará aumentando à medida que o mundo se aqueça mais; A perda de habitat e a matança direta de animais silvestres são ameaças maiores para as espécies do que as mudanças climáticas; O combustível proveniente da madeira é muito pior para as pessoas e a fauna do que os combustíveis fósseis; A prevenção de futuras pandemias depende de mais, e não menos, agricultura “industrial”. Eu sei que os fatos acima parecerão “negacionismo climático” para muitas pessoas. Mas isso apenas mostra o poder que possui esse alarmismo climático. Na realidade, os fatos acima provêm dos melhores estudos científicos disponíveis, incluindo aqueles realizados ou aceitos pelo IPCC, FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), União Internacional para a Conservação da natureza (IUCN) e outras eminentes organizações científicas. Até o ano passado, eu evitava me manifestar contra o temor climático. Em parte, por estar envergonhado. Afinal, sou tão culpado por esse alarmismo quanto qualquer outro ambientalista. Durante anos, falei da mudança climática como uma ameaça “existencial” à civilização humana, qualificando-a como uma “crise”. Mas, sobretudo, eu tinha medo. Fiquei calado sobre a campanha de desinformação climática porque temia perder amigos e bolsas de pesquisa. Nos raros momentos em que tive coragem de defender a ciência climática contra aqueles que a desnaturavam, sofri graves consequências. E, assim, ia me calando, enquanto meus colegas ambientalistas aterrorizavam o público. Nem mesmo reagi quando pessoas na Casa Branca, e muitos outros na mídia, tentaram destruir a reputação e a carreira de um cientista excepcional, um homem bom e um amigo meu, Roger Pielke, Jr., democrata progressista de longa data e ambientalista que fez campanha pela regulamentação do carbono. Por que fizeram isso? Porque sua pesquisa provou que as catástrofes naturais não se tinham agravado. Mas eis que, no ano passado, as coisas ficaram fora de controle. Alexandria Ocasio-Cortez declarou: “Será o fim do mundo em doze anos se não cuidarmos das mudanças climáticas. O grupo ambiental mais proeminente da Grã-Bretanha disse que “as mudanças climáticas estão matando crianças”. O jornalista verde mais influente do mundo, Bill McKibben, chamou a mudança climática de “o maior desafio que os humanos já enfrentaram” e “destruiria as civilizações”. Jornalistas mainstream tem dito, repetidamente, que a Amazônia é o “pulmão do mundo” e que o desmatamento tem os mesmos efeitos que a explosão de uma bomba nuclear. Como resultado, metade dos entrevistados do mundo, no ano passado, afirmou acreditar que a mudança climática acabaria com a humanidade. E, em janeiro, uma em cada cinco crianças britânicas disse a pesquisadores que tinham pesadelos por causa das mudanças climáticas… Não é preciso ter filhos para saber como isso é desagradável. Por ser pai de uma adolescente, admito que o problema me sensibilizou. Contudo, depois que conversamos sobre o assunto cientificamente, ela se sentiu segura, embora seus amigos estejam profundamente desinformados e, portanto, compreensivelmente assustados. Foi então que decidi que tinha de botar tudo para fora. Sabia que escrever alguns artigos não seria suficiente: era necessário um livro para expor todas as evidências. Desse modo, minhas desculpas formais por ter espalhado o medo assumiram a forma de um novo livro, Apocalipse jamais. Por que o alarmismo ambiental nos faz mal a todos? Baseia-se em duas décadas de pesquisa e três décadas de ativismo ambientalista. Com 400 páginas, das quais 100 são para as notas finais, o Apocalipse jamais cobre as mudanças climáticas, o desmatamento, os resíduos plásticos, a extinção de espécies, a industrialização, a carne, a energia nuclear e as energias renováveis. Por que todos nós fomos tão enganados? Nos últimos três capítulos, expus as motivações financeiras, políticas e ideológicas dos movimentos ambientalistas, que aceitaram centenas de milhões de dólares da indústria de combustíveis fósseis. Grupos motivados por crenças anti-humanistas forçaram o Banco Mundial a interromper seus esforços para acabar com a pobreza, tentando tornar a pobreza “sustentável”. A ansiedade, a depressão e a hostilidade à civilização moderna estão na raiz do alarmismo climático. A ideologia subjacente ao alarmismo ambiental, o malthusianismo, embora denunciada repetidamente nos últimos 200 anos, está mais poderosa do que nunca. No entanto, há também razões para acreditar que tal alarmismo, se não se esgotar de todo, terá um poder cultural cada vez mais decrescente. Michael Shellenberger é presidente da Environmental Progress, uma organização independente de pesquisa e política. É autor do recém lançado livro Apocalypse Never: Why Environmental Alarmism Hurts Us All, publicado por Harper Collins https://www.thegwpf.com/forbes-censored-michael-shellenberger-here-is-his-full-apology/

  • Diocese de Limeira se desculpa por falas “inadequadas” de padre contra o Presidente

    O padre Edson Adélio Tagliaferro criticou o presidente Jair Bolsonaro durante missa em Artur Nogueira (SP). Disse: “Bolsonaro é “bandido” e que eleitores devem confessar pecado;” Neste dia 05 de julho, o pároco da Igreja Matriz Nossa Senhora das Dores afirmou que “o chefe do Executivo “não presta” e que seus eleitores deveriam se confessar pelo pecado de terem votado nele”. Veja a nota emitida pela diocese a qual ele pertence, se retratando pela fala do sacerdote: A Diocese de Limeira, diante da arnpla repercussào de um trecho divulgado de uma homilia do Revmo. Sr. Pe. Edson Adélio Tagliaferro, pároco da paróquia Nossa Senhora das Dores, na ddade de Artur Nogueira – SP. esclarece que o referido sacerdote presbitero incardinado nesta diocese e tem exercido, há 25 anos, de maneira integra e diligente seu ministério ern favor do povo de Deus que lhe foi confiado. Infelizmente, uma parte da homilia proferida durante a celebra* do dia 2 de Julho último, que foi transmitida, como exige o momento, por diversos meios de comunica*, ganhou repercussào midiática pelo uso de palavras inadequadas em sua referência ao Exmo. Sr. Presidente da República. Pe. Edson Adélio Tagltaferro reconhece que se excedeu em suas palavras e pede desculpas ao Exmo. Sr. Presidente da República e a todos que se sentiram de algum modo atingidos. Cabe esclarecer ainda que qualquer °pl.° pessoal e isolada oriunda de um membro do presbitério diocesano, com relaçào a fatos e personagens da politica nacional, nào representa a posição da Diocese de Limeira, que só se manifessó oficialmente na pessoa do seu Bispo Diocesano. Rogando sobre todos os diocesanos as bênçãos de Deus pela intercessão de Nossa Senhora das Dores, reiteramos que a Igreja “não se identifica com nenhuma ideologia ou partido político” (Mensagem da CNBB ao Povo de Deus aprovada na 56, Assembleia Geral. 19 de abril de 2013). Dom José Roberto Fortes Palau Bispo Diocesano de Limeira #Bolsonaro

  • Diocese de Limeira se desculpa por falas “inadequadas” de padre contra o Presidente

    O padre Edson Adélio Tagliaferro criticou o presidente Jair Bolsonaro durante missa em Artur Nogueira (SP). Disse: “Bolsonaro é “bandido” e que eleitores devem confessar pecado;” Neste dia 05 de julho, o pároco da Igreja Matriz Nossa Senhora das Dores afirmou que “o chefe do Executivo “não presta” e que seus eleitores deveriam se confessar pelo pecado de terem votado nele”. Veja a nota emitida pela diocese a qual ele pertence, se retratando pela fala do sacerdote: A Diocese de Limeira, diante da arnpla repercussào de um trecho divulgado de uma homilia do Revmo. Sr. Pe. Edson Adélio Tagliaferro, pároco da paróquia Nossa Senhora das Dores, na ddade de Artur Nogueira – SP. esclarece que o referido sacerdote presbitero incardinado nesta diocese e tem exercido, há 25 anos, de maneira integra e diligente seu ministério ern favor do povo de Deus que lhe foi confiado. Infelizmente, uma parte da homilia proferida durante a celebra* do dia 2 de Julho último, que foi transmitida, como exige o momento, por diversos meios de comunica*, ganhou repercussào midiática pelo uso de palavras inadequadas em sua referência ao Exmo. Sr. Presidente da República. Pe. Edson Adélio Tagltaferro reconhece que se excedeu em suas palavras e pede desculpas ao Exmo. Sr. Presidente da República e a todos que se sentiram de algum modo atingidos. Cabe esclarecer ainda que qualquer °pl.° pessoal e isolada oriunda de um membro do presbitério diocesano, com relaçào a fatos e personagens da politica nacional, nào representa a posição da Diocese de Limeira, que só se manifessó oficialmente na pessoa do seu Bispo Diocesano. Rogando sobre todos os diocesanos as bênçãos de Deus pela intercessão de Nossa Senhora das Dores, reiteramos que a Igreja “não se identifica com nenhuma ideologia ou partido político” (Mensagem da CNBB ao Povo de Deus aprovada na 56, Assembleia Geral. 19 de abril de 2013). Dom José Roberto Fortes Palau Bispo Diocesano de Limeira #Bolsonaro

  • Diocese de Palmares pede oração por Dom Henrique Soares testou positivo para Covid-19

    Através de um comunicado e um vídeo na rede social Facebook, a diocese de Palmares (PE) confirmou que seu bispo, Dom Henrique Soares, testou positivo para o novo coronavírus Dom Henrique Soares foi internado no sábado, 4 de julho, no Hospital Memorial São José, em Recife (PE), e conduzido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), pois os médicos observaram dificuldade respiratória, e pedem aos fiéis de todo o Brasil unir-se à Igreja diocesana de Palmares na oração para que Dom Henrique se recupere prontamente. Através do comunicado divulgado no dia 06 de julho, a diocese pernambucana afirma: “Por meio de mais uma atualização do Boletim Médico divulgado pelo Hospital Memorial São José, de Recife/PE, tornamos público que nosso bispo diocesano, Dom Henrique Soares da Costa, testou positivo para o Covid-19. Seu estado de saúde é estável, porém inspira cuidados especiais e permanece internado na UTI da unidade hospitalar”. “Dom Henrique, está recebendo a medicação apropriada, continuando a receber inalação de oxigênio por máscara. No entanto, ainda não há necessidade de ser entubado, mesmo não sendo descartada ainda essa possibilidade”, acrescenta o texto. “Pedimos a todos os clérigos e fieis diocesanos para que permaneçam em oração por Dom Henrique e por todos os doentes acamados pela COVIDI-19”. “Agradecemos a todos da equipe médica do referido hospital, que o vem tratando com todo o cuidado e zelo, a fim de que possa recuperar a saúde do nosso pastor diocesano”, conclui o comunicado. Através de um vídeo veiculado pelo Facebook, a diocese de Palmares (PE) também pediu as orações de todos os fiéis do país pela saúde e recuperação de Dom Henrique. Fonte: ACI Digital

  • Diocese de Palmares pede oração por Dom Henrique Soares testou positivo para Covid-19

    Através de um comunicado e um vídeo na rede social Facebook, a diocese de Palmares (PE) confirmou que seu bispo, Dom Henrique Soares, testou positivo para o novo coronavírus Dom Henrique Soares foi internado no sábado, 4 de julho, no Hospital Memorial São José, em Recife (PE), e conduzido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), pois os médicos observaram dificuldade respiratória, e pedem aos fiéis de todo o Brasil unir-se à Igreja diocesana de Palmares na oração para que Dom Henrique se recupere prontamente. Através do comunicado divulgado no dia 06 de julho, a diocese pernambucana afirma: “Por meio de mais uma atualização do Boletim Médico divulgado pelo Hospital Memorial São José, de Recife/PE, tornamos público que nosso bispo diocesano, Dom Henrique Soares da Costa, testou positivo para o Covid-19. Seu estado de saúde é estável, porém inspira cuidados especiais e permanece internado na UTI da unidade hospitalar”. “Dom Henrique, está recebendo a medicação apropriada, continuando a receber inalação de oxigênio por máscara. No entanto, ainda não há necessidade de ser entubado, mesmo não sendo descartada ainda essa possibilidade”, acrescenta o texto. “Pedimos a todos os clérigos e fieis diocesanos para que permaneçam em oração por Dom Henrique e por todos os doentes acamados pela COVIDI-19”. “Agradecemos a todos da equipe médica do referido hospital, que o vem tratando com todo o cuidado e zelo, a fim de que possa recuperar a saúde do nosso pastor diocesano”, conclui o comunicado. Através de um vídeo veiculado pelo Facebook, a diocese de Palmares (PE) também pediu as orações de todos os fiéis do país pela saúde e recuperação de Dom Henrique. Fonte: ACI Digital

  • HOMOFOBIA, LIBERDADE E VERDADE – Stefano Fontana

    [Em recentes intervenções, dois prelados italianos — o cardeal Camillo Ruini e o arcebispo Giampaolo Crepaldi — criticaram duramente o projeto de lei Zan, sobre homofobia, que o parlamento italiano quer aprovar. Mas, acima de tudo, recolocaram o tema da relação entre liberdade e verdade num mundo dominado por um relativismo que se torna absolutismo]. As palavras do cardeal Camillo Ruini e do arcebispo Giampaolo Crepaldi sobre a chamada lei Zan, contra a “homotransfobia”, reluziram no oceano de silêncio dos demais bispos e repropuseram, vivamente, o modo de pensar desenvolvido por Bento XVI. Ambas as intervenções têm, realmente, uma clara marca ratzingeriana. O cardeal Ruini falou sobre esse projeto de lei no dia 2 de julho, durante uma mesa-redonda on-line realizada com o Monsenhor Nicola Bux e o senador Gaetano Quagliariello. Retomou o conceito de “ditadura do relativismo”, sutilmente elaborado por Papa Ratzinger nas seguintes palavras: “Em nome de algumas idéias, não basta apenas poder afirmá-las, mas é preciso criminalizar as idéias diferentes. É um relativismo que, na verdade, se torna um absolutismo“. O relativismo — como ensinou Bento XVI — é contraditório por duas razões. A primeira é que não pode ser argumentado nem demonstrado, pois, para tanto, deve-se considerar possível demonstrar uma verdade, inclusive aquela segundo a qual não existe nenhuma verdade; mas isto é exatamente o que o relativismo procura negar. A segunda é que ele se torna necessariamente totalitário, impedindo não apenas a expressão das próprias opiniões, mas, sobretudo, exprimir opiniões que pretendam ser verdadeiras. Não apenas opiniões, mas verdades. O relativismo tolera todas as opiniões, mas não tolera a verdade. E a lei Zan, sobre homofobia, é um exemplo. Já o arcebispo Crepaldi se pronunciou, a respeito desse projeto de lei, em um comunicado post missam, no último domingo, dia 5 de julho. Segundo ele, “trata-se de uma iniciativa legislativa que põe em risco a liberdade de expressão. Se se concede a possibilidade de censurar legal e criminalmente não ofensas, mas simplesmente opiniões e verdades, de ordem antropológica e moral, que não sejam as dos proponentes do projeto de lei (como, por exemplo, a diferença entre um homem e uma mulher), então verdadeiramente a nossa liberdade — a liberdade de todos, não apenas a dos católicos — encontra-se em perigo”. Neste caso, também o assunto é a liberdade de opinião, mas não somente; trata-se, antes, da possibilidade de expressar uma verdade sobre o homem e a mulher, e de referir-se a uma certa ordem. Ambas as intervenções não se limitam a sinalizar o perigo relativo ao direito subjetivo de expressão (direito no sentido liberal da palavra), mas vão mais fundo e indicam, na possibilidade de referir-se a uma ordem objetiva da verdade e do bem, a verdadeira garantia da própria liberdade de expressão. O que importa é a liberdade da verdade, ou a liberdade na verdade. De fato, somente esta, e não minha simples opinião, me concede o dever/direito de me opor ao poder político que pratica o mal ou que confunde o bem e o mal. Foi o que João Paulo II disse, em Centesimus annus: “O totalitarismo surge da negação da verdade em um sentido objetivo”. Há também outro ponto interessante que vincula as intervenções do cardeal Ruini e do arcebispo Crepaldi. Sabe-se que a Conferência Episcopal Italiana interveio, em 10 de junho último, com uma nota para afirmar que essa lei não é necessária, porque as discriminações [“homofóbicas”] já podem ser punidas pelas leis já existentes, e a aprovação conduziria a uma situação liberticida. Também é sabido, no entanto, que sobretudo o Avvenire [jornal dos bispos italianos], e muitos outros jornais católicos, têm seguido um caminho diferente, abrindo-se a uma interlocução com a nova lei. O cardeal Ruini elogiou a intervenção do CEI [conferência dos bispos italianos], mas critica o comportamento ambíguo do jornal Avvenire, afirmando que “os jornais católicos continuam a ser bastante ambíguos, como se dissessem: sim, num certo aspecto é assim, mas também há outras interpretações possíveis…“ O bispo Crepaldi considerou a nota dos bispos “oportuna e clara”, deixando indiretamente claro que outras intervenções, no mundo católico, não eram oportunas nem claras. Para ser mais preciso, a nota dos bispos não tinha vindo no momento esperado, mas veio à luz com dificuldade, após um longo silêncio que não se justifica, além de ser muito curta e se limitar a fazer referência a um direito genérico de expressão, sem reivindicar os direitos da verdade nos assuntos públicos. Por esse motivo, a ênfase positiva dos dois prelados têm o sentido de estigmatizar as incertezas da vida cotidiana dos bispos, mais do que elogiar a intervenção da CEI. Em outras palavras, revelam uma situação de dificuldade dentro da Igreja, diante de mais um compromisso com uma lei destrutiva do humano. Devemos ser gratos a essas importantes personalidades eclesiásticas por suas intervenções: como quem dá um suspiro de alívio (finalmente, alguém falou…). Isto, certamente, é sinal de um extravio de considerável gravidade, porque remete indiretamente a tantos outros silêncios dos homens da Igreja — à modorra eclesiástica da maioria silenciosa. https://lanuovabq.it/it/omofobia-liberta-e-verita-la-lezione-di-ruini-e-crepaldi

  • Idosa morre sem extrema unção após hospital em SP proibir entrada de padre

    Em entrevista, padre disse que se sentiu humilhado e culpou hospital pela morte. Padre e marido de idosa alegam que explicaram que visita seria para extrema-unção e mesmo assim houve a proibição. Um padre foi impedido de entrar em um hospital em Praia Grande, no litoral de São Paulo, para dar extrema-unção a uma idosa, de 79 anos, a pedido do marido dela. Evandirce de Carvalho havia tido um Acidente Vascular Cerebral (AVC) e morreu cerca de uma hora depois que o sacerdote foi proibido de entrar na unidade, segundo relatou o esposo. O hospital nega a afirmação do padre e diz que o sacerdote não disse que a visita teria cunho religioso. “Um senhor daqui da comunidade me procurou por volta das 22h30 de sábado (4). Ele estava desesperado porque a esposa teve um AVC e estava internada no Hospital Irmã Dulce”, diz o padre Joseph Thomas, de 59 anos. De acordo com o padre, que é da Paróquia Nossa Senhora das Graças, localizada na Cidade Ocian, o idoso estava em um momento muito difícil e passou os últimos dias se dedicando completamente aos cuidados com a esposa. O sacerdote afirma que entrou em contato com o hospital antecipadamente, perguntando que horário poderia visitar a idosa para dar a extrema-unção, e uma enfermeira o afirmou por telefone que ele poderia ir às 15h deste domingo (5). Porém, quando ele e o marido da internada chegaram a unidade, ele foi proibido de entrar na ala que ela estava. “Eu tenho crachá para entrar no hospital, mas mesmo apresentando lá na hora, não deixaram”, relata. “Ele [marido da idosa] disse para o pessoal do hospital: ‘minha mulher está morrendo, está nos últimos momentos e eu gostaria que o padre pudesse dar a extrema-unção a ela, por favor, deixe’, mas eles falaram que eu estava proibido de entrar devido ao coronavírus”, relembra o sacerdote. De acordo com a lei 9.982, sancionada em julho de 2000 pelo Congresso Nacional, está garantido “aos religiosos de todas as confissões o acesso aos hospitais da rede pública ou privada, bem como aos estabelecimentos prisionais civis ou militares, para dar atendimento religioso aos internados.” A lei também deixa claro que “os religiosos chamados para prestar assistência nas entidades devem acatar as determinações legais e normas internas de cada instituição hospitalar ou penal, a fim de não por em risco as condições do paciente ou a segurança do ambiente hospitalar ou prisional”. O padre afirma que destacou esse direito da paciente, e disse que iria rapidamente dar a unção e voltaria, mesmo assim relata que foi impedido. “A equipe do hospital ligou para o chefe da segurança, que também proibiu. Voltei para casa e fiquei muito triste com a situação. Até deixei recado para eles e disse que se algo acontecesse, seria culpa deles. Porque eu só estava fazendo minha parte, que é garantida por lei”, relata. Padre explica que tem crachá que permite entrada em hospital e que direito é garantido por lei: “Hospitais não respeitam” De acordo com o sacerdote, essa não é a primeira vez que ele ou outros padres são impedidos de entrarem em hospitais. “Já teve casos de padres serem humilhados. Depois de várias confusões, conseguimos crachá para entrar sem nenhuma barreira há cerca de cinco anos. Mas tem hospital que não respeita e não autoriza. Essa família da idosa quer até fazer queixa do que aconteceu no local”, conta. Joseph afirma que se sentiu mal e humilhado com a situação. “Eu fui até no horário de visita, para não ter problema. Então fiquei bem chateado, porque nunca saio na rua, foi nesse caso especial que sai, com uso de máscara e álcool, para ajudar a família. Estou revoltado”, destaca. “É ridículo acontecer isso. O padre foi com todo carinho dar a unção para a minha mulher, que estava com estado grave. Ele conhecia ela há muitos anos e nós fazíamos parte até do coral da igreja. Uma hora depois que ele foi impedido de entrar, ela morreu”, relata o aposentado Manoel de Carvalho Neto, de 61 anos, marido da idosa. Hospital Em nota, a direção do Hospital Municipal Irmã Dulce afirma que, de acordo com informações colhidas com a equipe da unidade, houve um questionamento por parte de um padre na recepção do hospital se as visitas a pacientes estavam liberadas, sem informar o motivo específico da visita ou qualquer outro detalhe. Segundo o hospital, a equipe da unidade então informou detalhadamente o plano de contingência devido à pandemia de Covid-19, que é baseado no Decreto Municipal N. 6922, de 19 de março de 2020, que “Declara situação de emergência no Município de Praia Grande e define medidas temporárias de prevenção ao contágio e enfrentamento da Pandemia decorrente do Coronavírus (COVID-19)”. O artigo 5 deste decreto prevê que ficam suspensas, por prazo indeterminado, “as visitas aos pacientes internados no Hospital Irmã Dulce e Unidades de Pronto Atendimento”. O hospital diz que em nenhum momento o padre informou que se tratava de um caso de extrema-unção, ou visita religiosa tradicional, apenas se retirando da unidade após receber as informações. Afirma ainda que caso a equipe tivesse sido notificada disso, a entrada seria liberada, mediante a adoção de todas as medidas de segurança cabíveis. A direção do Irmã Dulce diz que segue à disposição para maiores esclarecimentos. Com informações de G1

  • Idosa morre sem extrema unção após hospital em SP proibir entrada de padre

    Em entrevista, padre disse que se sentiu humilhado e culpou hospital pela morte. Padre e marido de idosa alegam que explicaram que visita seria para extrema-unção e mesmo assim houve a proibição. Um padre foi impedido de entrar em um hospital em Praia Grande, no litoral de São Paulo, para dar extrema-unção a uma idosa, de 79 anos, a pedido do marido dela. Evandirce de Carvalho havia tido um Acidente Vascular Cerebral (AVC) e morreu cerca de uma hora depois que o sacerdote foi proibido de entrar na unidade, segundo relatou o esposo. O hospital nega a afirmação do padre e diz que o sacerdote não disse que a visita teria cunho religioso. “Um senhor daqui da comunidade me procurou por volta das 22h30 de sábado (4). Ele estava desesperado porque a esposa teve um AVC e estava internada no Hospital Irmã Dulce”, diz o padre Joseph Thomas, de 59 anos. De acordo com o padre, que é da Paróquia Nossa Senhora das Graças, localizada na Cidade Ocian, o idoso estava em um momento muito difícil e passou os últimos dias se dedicando completamente aos cuidados com a esposa. O sacerdote afirma que entrou em contato com o hospital antecipadamente, perguntando que horário poderia visitar a idosa para dar a extrema-unção, e uma enfermeira o afirmou por telefone que ele poderia ir às 15h deste domingo (5). Porém, quando ele e o marido da internada chegaram a unidade, ele foi proibido de entrar na ala que ela estava. “Eu tenho crachá para entrar no hospital, mas mesmo apresentando lá na hora, não deixaram”, relata. “Ele [marido da idosa] disse para o pessoal do hospital: ‘minha mulher está morrendo, está nos últimos momentos e eu gostaria que o padre pudesse dar a extrema-unção a ela, por favor, deixe’, mas eles falaram que eu estava proibido de entrar devido ao coronavírus”, relembra o sacerdote. De acordo com a lei 9.982, sancionada em julho de 2000 pelo Congresso Nacional, está garantido “aos religiosos de todas as confissões o acesso aos hospitais da rede pública ou privada, bem como aos estabelecimentos prisionais civis ou militares, para dar atendimento religioso aos internados.” A lei também deixa claro que “os religiosos chamados para prestar assistência nas entidades devem acatar as determinações legais e normas internas de cada instituição hospitalar ou penal, a fim de não por em risco as condições do paciente ou a segurança do ambiente hospitalar ou prisional”. O padre afirma que destacou esse direito da paciente, e disse que iria rapidamente dar a unção e voltaria, mesmo assim relata que foi impedido. “A equipe do hospital ligou para o chefe da segurança, que também proibiu. Voltei para casa e fiquei muito triste com a situação. Até deixei recado para eles e disse que se algo acontecesse, seria culpa deles. Porque eu só estava fazendo minha parte, que é garantida por lei”, relata. Padre explica que tem crachá que permite entrada em hospital e que direito é garantido por lei: “Hospitais não respeitam” De acordo com o sacerdote, essa não é a primeira vez que ele ou outros padres são impedidos de entrarem em hospitais. “Já teve casos de padres serem humilhados. Depois de várias confusões, conseguimos crachá para entrar sem nenhuma barreira há cerca de cinco anos. Mas tem hospital que não respeita e não autoriza. Essa família da idosa quer até fazer queixa do que aconteceu no local”, conta. Joseph afirma que se sentiu mal e humilhado com a situação. “Eu fui até no horário de visita, para não ter problema. Então fiquei bem chateado, porque nunca saio na rua, foi nesse caso especial que sai, com uso de máscara e álcool, para ajudar a família. Estou revoltado”, destaca. “É ridículo acontecer isso. O padre foi com todo carinho dar a unção para a minha mulher, que estava com estado grave. Ele conhecia ela há muitos anos e nós fazíamos parte até do coral da igreja. Uma hora depois que ele foi impedido de entrar, ela morreu”, relata o aposentado Manoel de Carvalho Neto, de 61 anos, marido da idosa. Hospital Em nota, a direção do Hospital Municipal Irmã Dulce afirma que, de acordo com informações colhidas com a equipe da unidade, houve um questionamento por parte de um padre na recepção do hospital se as visitas a pacientes estavam liberadas, sem informar o motivo específico da visita ou qualquer outro detalhe. Segundo o hospital, a equipe da unidade então informou detalhadamente o plano de contingência devido à pandemia de Covid-19, que é baseado no Decreto Municipal N. 6922, de 19 de março de 2020, que “Declara situação de emergência no Município de Praia Grande e define medidas temporárias de prevenção ao contágio e enfrentamento da Pandemia decorrente do Coronavírus (COVID-19)”. O artigo 5 deste decreto prevê que ficam suspensas, por prazo indeterminado, “as visitas aos pacientes internados no Hospital Irmã Dulce e Unidades de Pronto Atendimento”. O hospital diz que em nenhum momento o padre informou que se tratava de um caso de extrema-unção, ou visita religiosa tradicional, apenas se retirando da unidade após receber as informações. Afirma ainda que caso a equipe tivesse sido notificada disso, a entrada seria liberada, mediante a adoção de todas as medidas de segurança cabíveis. A direção do Irmã Dulce diz que segue à disposição para maiores esclarecimentos. Com informações de G1

  • Fiscais da prefeitura tentam impedir celebração da missa na cidade de Coité – BA

    Absurdo! Fiscais interromperam a celebração e disseram ao padre que pelo decreto não poderia celebrar a missa. Veja o relato do padre: Na manhã deste domingo (05), durante a celebração da missa na igreja católica de Conceição do Coité, os ficais que se identificaram sendo da Prefeitura Municipal, tentaram impedir que a missa continuasse. Segundo o padre Oldack, os ficais alegaram que receberam denuncia e ele pediram que o líder religioso encerrasse a missa porque estava desrespeitando o decreto municipal. O padre Oldack gravou um áudio e publicou nas redes sociais sobre o assunto. No final da celebração o padre Oldack fez um esclarecimento.

  • Fiscais da prefeitura tentam impedir celebração da missa na cidade de Coité – BA

    Absurdo! Fiscais interromperam a celebração e disseram ao padre que pelo decreto não poderia celebrar a missa. Veja o relato do padre: Na manhã deste domingo (05), durante a celebração da missa na igreja católica de Conceição do Coité, os ficais que se identificaram sendo da Prefeitura Municipal, tentaram impedir que a missa continuasse. Segundo o padre Oldack, os ficais alegaram que receberam denuncia e ele pediram que o líder religioso encerrasse a missa porque estava desrespeitando o decreto municipal. O padre Oldack gravou um áudio e publicou nas redes sociais sobre o assunto. No final da celebração o padre Oldack fez um esclarecimento.

  • O “DESPOTISMO SOFT” DO CRESCENTE ANTICATOLICISMO AMERICANO

    Monsenhor Thomas Wenski, Arcebispo de Miami, que é o novo presidente do Comitê de Bispos dos Estados Unidos para a Liberdade Religiosa, alertou nesta semana para o “despotismo soft” da intolerância religiosa nos Estados Unidos. Ele denunciou os “novos jacobinos”, que expulsam os católicos da praça pública por suas convicções. “Não somos cidadãos de segunda classe só por sermos pessoas de fé”, declarou o arcebispo Wenski  à CNA (Agência Católica de Notícias), destacando as leis que proíbem o financiamento público de escolas religiosas — rejeitadas pela Suprema Corte nesta semana — mas também a obrigação das freiras Irmãzinhas dos Pobres de fornecer anticoncepcionais e, por fim, o caso de Jack Denton, 21 anos, que foi expulso de seu cargo na Universidade Estadual da Flórida por defender o que a Igreja ensina. A hostilidade existente contra o catolicismo “nos trata como se fôssemos menos digno de participar plenamente dos benefícios da vida americana”. “A Suprema Corte fez o certo em relação às escolas religiosas, mas “muitas pessoas não ficaram satisfeitas com a decisão que os juízes tomaram sobre a questão do aborto”, disse ele sobre a decisão da corte do mês de junho, que anulou as regras de segurança do Estado da Louisiana para as clínicas de aborto. Outro exemplo recente desse “despotismo soft” na vida americana é o caso de Jack Denton, ex-presidente do diretório acadêmico da Universidade Estadual da Flórida e ex-aluno da escola. Denton expressou preocupação com certas posições políticas dos grupos Black Lives Matter, ACLU e Reclaim the Block em um fórum de discussão do sindicato dos estudantes católicos da universidade. Ele observou que o Black Lives Matter promove uma rede queer e defende a ideologia de gênero, enquanto a ACLU (União Americana pelas Liberdades Civis) “defende leis que protegem as clínicas de aborto”. Essas posições, segundo o arcebispo, são “coisas declaradamente anticatólicas”. Um membro enviou imagens das declarações de Denton aos membros do diretório estudantil, que votaram por sua demissão, acusando-o de “comentários transfóbicos e racistas”. Depois de observar que a liberdade religiosa também está ameaçada por causa do “despotismo linha-dura” em regiões como o Oriente Médio e a China, onde os cristãos são presos, torturados e mortos por sua fé, o arcebispo notou que os católicos são cada vez mais proscritos, ridicularizados ou até privados de uma profissão por causa de suas crenças religiosas. Lembrou ainda o caso de liberdade religiosa que a Suprema Corte ainda não decidiu: o das freiras Irmãzinhas dos Pobres que se insurgiram contra o mandato sobre anticoncepcionais do HHS (Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos). Monsenhor Wenski referiu-se a algumas igrejas cristãs que, nos EUA, estão travando duras batalhas legais contra os governos estaduais por restrições a reuniões públicas durante a pandemia de coronavírus. O governos estão atingindo injustamente os grupos religiosos, quando permitem protestos em massa ou outros tipos de reunião, ao mesmo tempo que impõem restrições rigorosas às Missas públicas. https://www.catholicnewsagency.com/news/soft-despotism-of-anti-catholicism-on-the-rise-catholic-bishops-religious-liberty-chair-warns-90987

  • O JUGO DOS PEQUENINOS – Scott Hahn reflete sobre o 14º Domingo do Tempo Comum

    Jesus é retratado, no Evangelho de hoje [Mateus 11: 25-30] como um novo e superior Moisés. Moisés, o mais manso dos homens do mundo (ver Números 12: 3), era amigo de Deus (ver Êxodo 34:12, 17). Somente ele conheceu Deus “face a face” (ver Deuteronômio 34:10). Moisés deu a Israel o jugo da Lei, pela qual Deus primeiramente se revelou a Si mesmo e o modo como devemos viver (ver Jeremias 2:20; 5: 5). Jesus também é manso e humilde. Mas Ele é mais do que um simples amigo de Deus. Ele é o Filho, e somente Ele conhece o Pai. Ele também é mais do que um legislador, apresentando-se a Si mesmo, na liturgia de hoje, como o jugo de uma nova Lei e a Sabedoria revelada de Deus. Como Sabedoria, Jesus estava presente antes da Criação como o primogênito de Deus, o Pai e Senhor do céu e da terra (ver Provérbios 8:22; Sabedoria 9: 9). E Ele nos dá a conhecer as coisas sagradas do reino de Deus (ver Sabedoria 10:10). Pela amável vontade do Pai, Jesus revela essas coisas apenas aos “pequeninos” aqueles que se humilham diante Dele como crianças (ver Eclesiástico 2:17). Somente eles podem reconhecer e receber Jesus como o justo salvador e manso rei prometido à sua filha Sião, Israel, na Primeira Leitura de hoje [Zacarias 9:9-10]. Nós também somos chamados a crer como crianças na bondade do Pai, como filhos e filhas do novo reino, que é a Igreja. Devemos viver pelo Espírito que recebemos no Batismo (ver Gálatas 5:16), matando nossos velhos modos de pensar e agir, como Paulo exorta na Epístola de hoje [Romanos 8:9, 11-13]. Nosso “jugo” será a Sua nova lei do amor (ver João 13:34), pela qual entramos no “repouso” de Seu reino. Como cantamos no Salmo de hoje [Salmo 144], aguardamos com alegria o dia em que louvaremos para sempre o Seu nome, no reino que não terá fim. Este é o repouso sabático prometido por Jesus — antecipado por Moisés (ver Êxodo 20: 8–11), e ainda aguardado pelo povo de Deus (ver Hebreus 4: 9). https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/a-yoke-for-the-childlike-scott-hahn-reflects-on-the-fourteenth-sunday-in-ordinary-time/

  • O que é a Santa Missa?

    1. O que é Santa Missa? A Santa Missa é a renovação incruenta do Sacrifício do Calvário, e constitui “a fonte e o ápice de toda a vida cristã” É o mesmo e único sacrifício infinito de Cristo na Cruz, que foi solenemente instituído na Última Ceia. Nesta cerimônia ímpar, Cristo é ao mesmo tempo vítima e sacerdote, se oferecendo a Deus para pagamento dos pecados, e aplicando a cada fiel seus méritos infinitos. 2. O que quer dizer “Renovação incruenta do Sacrifício do Calvário”? A palavra incruenta significa “sem sangue”. Isto porque na Missa Cristo se imola novamente para nossa salvação, como Ele fez na Cruz, embora na Missa seja sem sofrimento físico. 3. Não é a Missa uma “ceia” ou “banquete”? Ou uma festa? A Missa até pode ser considerada como uma “ceia” ou “banquete”, mas não uma ceia ou banquete qualquer. É ceia, mas é ceia sacrificial. É banquete, mas banquete sacrificial, no qual se redime o gênero humano. “O banquete e o sacrifício pertencem de tal modo ao mesmo mistério que um está ligado ao outro, no mais estreito vínculo” De todas as coisas que se possa dizer sobre a Missa, a mais importante e essencial é que ela é sacrifício. Desta compreensão sacrificial deriva toda a teologia que estudamos. 4. Mas o Sacrifício da Cruz não foi suficiente uma só vez? Diz o Concílio de Trento: Ainda que bastasse Nosso Senhor se oferecer uma só vez ao seu Pai, unindo-se no altar da Cruz para realizar a redenção eterna, Ele quis deixar à sua Igreja um sacrifício visível, tal como requer a natureza dos homens, pelo qual se aplicasse, de geração em geração, para a remissão dos pecados, a virtude deste sangrento sacrifício, que devia cumprir-se somente uma vez na Cruz; na última ceia, na mesma noite em que foi entregue, declarando-se sacerdote eterno, conforme a ordem de Melquisedeque, Ele ofereceu, a Deus Pai, seu corpo e seu sangue, sob as espécies de pão e de vinho, os deu aos seus apóstolos, a quem os tornou, então, sacerdotes do Novo Testamento, com estas palavras: Fazei isto em memória de mim, investindo-os, assim, e aos seus sucessores, no sacerdócio, para que oferecessem a mesma hóstia” (Sessão XXII, I). 5. Por que a Santa Missa é um Sacrifício? Todo o sacrifício é um dom oferecido a Deus, a fim de reconhecer a Sua soberania e prestar a Ele um ato de adoração e submissão. Quando Cristo morre no Calvário, a Sua morte realizou um verdadeiro Sacrifício, puro e perfeito, no qual Jesus prestou ao Pai um ato de adoração, louvor e entrega total, a fim de que essa Oferta santíssima servisse para o perdão dos nossos pecados, e assim recuperássemos a vida da graça e a felicidade eterna. A morte de Jesus na cruz é única e suficiente, pois o Seu Sacrifício possui mérito infinito, capaz de salvar toda a humanidade. Entretanto, é necessário não só que Cristo morra pelos pecadores, mas também que os frutos da Sua Paixão sejam aplicados nas almas, para que a salvação se realize em todos os homens. Por esta razão, a morte de Cristo se torna o Sacrifício da Nova e Eterna Aliança, porque participando dela que os homens usufruem da Redenção. Se o Sacrifício do Calvário possui mérito infinito, bastaria que Jesus morresse uma única vez para salvar todos os homens. No entanto, ainda resta a necessidade de se aplicar pessoalmente os frutos da Sua Paixão, e para isso Cristo institui a Santa Missa, que é a atualização mística e incruenta do Seu Sacrifício. Na Santa Missa, Jesus torna presente no tempo e no espaço o mesmo Sacrifício do Calvário, sem que Ele venha a morrer novamente. É o mesmo e único Sacrifício, tornado presente e atual a cada Missa celebrada. Dizemos que a Santa Missa é a renovação do Sacrifício do Calvário porque idêntica é a Oferta e o Oferente, isto é, é o mesmo Jesus que se oferece e é oferecido, tanto na Cruz quanto na Missa. Na Missa, a Consagração põe separadamente o Corpo e o Sangue de Senhor tal qual ocorrera no instante da morte de Jesus, renovando no altar o Sacrifício da Cruz, de forma indolor e invisível, através do Sacramento da Eucaristia. A Missa também é idêntica ao Calvário porque é Jesus mesmo que Se oferece, mas usando do sacerdote celebrante, através da sua voz e de seus atos. Quando o sacerdote reza a Missa, é o próprio Jesus a agir através do Padre, para que o Seu divino Sacrifício torne-se presente misticamente no altar, e assim todos aqueles que dele participam possam se unir ao próprio Jesus em imolação à glória da Trindade Santíssima. Fonte: Manual do Coroinha Leia também: Assista o emocionante filme curta-metragem “Sob o Véu do Sacramento” #SantaMissa

  • O que é a Santa Missa?

    1. O que é Santa Missa? A Santa Missa é a renovação incruenta do Sacrifício do Calvário, e constitui “a fonte e o ápice de toda a vida cristã” É o mesmo e único sacrifício infinito de Cristo na Cruz, que foi solenemente instituído na Última Ceia. Nesta cerimônia ímpar, Cristo é ao mesmo tempo vítima e sacerdote, se oferecendo a Deus para pagamento dos pecados, e aplicando a cada fiel seus méritos infinitos. 2. O que quer dizer “Renovação incruenta do Sacrifício do Calvário”? A palavra incruenta significa “sem sangue”. Isto porque na Missa Cristo se imola novamente para nossa salvação, como Ele fez na Cruz, embora na Missa seja sem sofrimento físico. 3. Não é a Missa uma “ceia” ou “banquete”? Ou uma festa? A Missa até pode ser considerada como uma “ceia” ou “banquete”, mas não uma ceia ou banquete qualquer. É ceia, mas é ceia sacrificial. É banquete, mas banquete sacrificial, no qual se redime o gênero humano. “O banquete e o sacrifício pertencem de tal modo ao mesmo mistério que um está ligado ao outro, no mais estreito vínculo” De todas as coisas que se possa dizer sobre a Missa, a mais importante e essencial é que ela é sacrifício. Desta compreensão sacrificial deriva toda a teologia que estudamos. 4. Mas o Sacrifício da Cruz não foi suficiente uma só vez? Diz o Concílio de Trento: Ainda que bastasse Nosso Senhor se oferecer uma só vez ao seu Pai, unindo-se no altar da Cruz para realizar a redenção eterna, Ele quis deixar à sua Igreja um sacrifício visível, tal como requer a natureza dos homens, pelo qual se aplicasse, de geração em geração, para a remissão dos pecados, a virtude deste sangrento sacrifício, que devia cumprir-se somente uma vez na Cruz; na última ceia, na mesma noite em que foi entregue, declarando-se sacerdote eterno, conforme a ordem de Melquisedeque, Ele ofereceu, a Deus Pai, seu corpo e seu sangue, sob as espécies de pão e de vinho, os deu aos seus apóstolos, a quem os tornou, então, sacerdotes do Novo Testamento, com estas palavras: Fazei isto em memória de mim, investindo-os, assim, e aos seus sucessores, no sacerdócio, para que oferecessem a mesma hóstia” (Sessão XXII, I). 5. Por que a Santa Missa é um Sacrifício? Todo o sacrifício é um dom oferecido a Deus, a fim de reconhecer a Sua soberania e prestar a Ele um ato de adoração e submissão. Quando Cristo morre no Calvário, a Sua morte realizou um verdadeiro Sacrifício, puro e perfeito, no qual Jesus prestou ao Pai um ato de adoração, louvor e entrega total, a fim de que essa Oferta santíssima servisse para o perdão dos nossos pecados, e assim recuperássemos a vida da graça e a felicidade eterna. A morte de Jesus na cruz é única e suficiente, pois o Seu Sacrifício possui mérito infinito, capaz de salvar toda a humanidade. Entretanto, é necessário não só que Cristo morra pelos pecadores, mas também que os frutos da Sua Paixão sejam aplicados nas almas, para que a salvação se realize em todos os homens. Por esta razão, a morte de Cristo se torna o Sacrifício da Nova e Eterna Aliança, porque participando dela que os homens usufruem da Redenção. Se o Sacrifício do Calvário possui mérito infinito, bastaria que Jesus morresse uma única vez para salvar todos os homens. No entanto, ainda resta a necessidade de se aplicar pessoalmente os frutos da Sua Paixão, e para isso Cristo institui a Santa Missa, que é a atualização mística e incruenta do Seu Sacrifício. Na Santa Missa, Jesus torna presente no tempo e no espaço o mesmo Sacrifício do Calvário, sem que Ele venha a morrer novamente. É o mesmo e único Sacrifício, tornado presente e atual a cada Missa celebrada. Dizemos que a Santa Missa é a renovação do Sacrifício do Calvário porque idêntica é a Oferta e o Oferente, isto é, é o mesmo Jesus que se oferece e é oferecido, tanto na Cruz quanto na Missa. Na Missa, a Consagração põe separadamente o Corpo e o Sangue de Senhor tal qual ocorrera no instante da morte de Jesus, renovando no altar o Sacrifício da Cruz, de forma indolor e invisível, através do Sacramento da Eucaristia. A Missa também é idêntica ao Calvário porque é Jesus mesmo que Se oferece, mas usando do sacerdote celebrante, através da sua voz e de seus atos. Quando o sacerdote reza a Missa, é o próprio Jesus a agir através do Padre, para que o Seu divino Sacrifício torne-se presente misticamente no altar, e assim todos aqueles que dele participam possam se unir ao próprio Jesus em imolação à glória da Trindade Santíssima. Fonte: Manual do Coroinha Leia também: Assista o emocionante filme curta-metragem “Sob o Véu do Sacramento” #SantaMissa

  • PODEMOS BATER PALMAS NA MISSA, SIM OU NÃO?

    Constantemente este tópico vem às conversas sobre liturgia. Palmas na Missa: pode ou não pode? Para responder esta pergunta, temos que ir a fundo. Não esperem uma resposta fácil como um trecho em um documento Litúrgico dizendo algo como “ Se alguém bater palmas na Missa, seja anátema “. Isto não existe. Nenhum documento litúrgico oficial trata das palmas nas celebrações, e este gesto simplesmente não está previsto – o que já é um bom indício que não se deve fazer. Mas tem gente que insiste em fazer e defender… Muitos dos defensores das palmas afirmam que não existe proibição explícita às palmas na Missa e por isso não é proibido. A verdade é que os livros litúrgicos são uma parcela do que rege a Sagrada Liturgia. E uma parcela até bem pequena. Muitas coisas que vivemos na Liturgia e em nosso serviço não estão nos livros oficiais, mas são frutos da venerável Tradição Litúrgica do Rito Romano. A segunda regra de ouro para a Liturgia é esta: Para algo ser litúrgico, deve ao mesmo tempo estar de acordo com as regras dos Livros Litúrgicos e com a Tradição Litúrgica do Rito Romano. Simples assim. E aqui as palmas já morrem, pois não estão nos livros. Mas… E na Tradição Litúrgica? As palmas na Missa sob a ótica da Tradição Litúrgica Em nosso artigo sobre a Santa Missa , demos a visão católica sobre o que é, de fato, a Santa Missa: É a renovação do Sacrifício do Calvário. É, sobretudo, o culto perfeito de adoração a Deus. Então eu lhes pergunto: Para que bater palmas na Missa? Se a Missa é a Renovação do Sacrifício da Cruz e o banquete, ligado ao sacrifício no mais estreito vínculo [1], então por que colocar um elemento festivo e profano em algo sagrado? A primeira regra de ouro da Liturgia é esta: Se algo não é conveniente de fazer no Calvário, não se deve fazer na Missa. E isto sempre foi algo muito vivo na cabeça dos fiéis. Mas, com o modernismo, as novidades pareceram irresistíveis, e colocar as palmas na Missa foi visto como um jeito de torná-la mais “ dinâmica ” e “ participativa “, distorcendo completamente o conceito de actuosa participatio [2] que o Concílio desejava. Diz-nos S. Leonardo de Porto-Maurício: Eis o meio mais adequado para assistir com fruto a Santa Missa: consiste em irdes à igreja como se fôsseis ao Calvário, e de vos comportardes diante do altar como o faríeis diante do Trono de Deus, em companhia dos santos anjos. Vede, por conseguinte, que modéstia, que respeito, que recolhimento são necessários para receber o fruto e as graças que Deus costuma conceder àqueles que honram, com sua piedosa atitude, mistérios tão santos. Mas ainda assim tem gente que defende subjulgar a natureza sacrificial, diminuí-la, para exaltar a “celebração”, a “festa”, a alegria, e para isto fazem todo tipo de absurdos dentro da Missa. Isto é absolutamente contrário ao Espírito da Liturgia, e nós devemos resistir – embora caridosamente – a isso. João Paulo II fez três duras críticas a esta postura. A primeira encontramos em sua carta apostólica Domenicae Caena , de 1980: O mistério eucarístico disjunto da própria natureza sacrifical e sacramental deixa simplesmente de ser tal Isto é forte. Tirar da Missa a sua natureza sacrificial é simplesmente fazê-la deixar de ser Missa. É torná-la outra coisa qualquer, uma reunião de fiéis, um simples banquete, um simples grupo de oração – ou mesmo algo próximo a um culto protestante. A segunda crítica veio na Redemptionis Sacramentum , que aliás todo católico deveria ler: De forma muito especial, todos procurem, de acordo com seus meios, que o santíssimo sacramento da Eucaristia seja defendido de toda irreverência e deformação, e todos os abusos sejam completamente corrigidos . Isto, portanto, é uma tarefa gravíssima para todos e cada um , excluída toda acepção de pessoas, todos estão obrigados a cumprir esta trabalho. (Número 183) A terceira, na Ecclesia de Eucharistia , indica como deve ser feita a participação da comunidade que se une ao sacerdote: O sacerdote, que celebra fielmente a Missa segundo as normas litúrgicas, e a comunidade, que às mesmas adere, demonstram de modo silencioso, mas expressivo o seu amor à Igreja. (num. 52) Palmas são absolutamente irreverentes. Seja em aplausos – que são ainda piores – seja em palmas ritmadas com a música. Sobre isto, escreveu magistralmente Bento XVI quando ainda cardeal no fantástico “ Introdução ao Espírito da Liturgia “: Sempre que haja palmas pelos atos humanos na Liturgia, é sinal de que a natureza [da liturgia] se perdeu inteiramente, tendo sido substituída por diversão de gênero religioso. (Pag 167) Que tal, então, o prefeito emérito da Congregação para o Culto Divino? Quando vamos à Missa, não vamos para bater palmas, para admirar as pessoas, felicitá-las ou observá-las. Vamos para adorar a Deus, pedi-lo perdão pelos nossos pecados e pedirmos as graças que precisamos. [3] Por fim, lembramos as palavras magistrais de nosso patrono, S. Pio X: Não é certo que se aplauda o servo na casa do mestre. Precisamos ser fiéis ao que recebemos da Igreja. Recebemos de Nosso Senhor que a Missa é a maneira como ele quer ser adorado. Que a Liturgia é sagrada e ninguém tem o direito de modificá-la. É necessário humildade e resolução. Sim. Bater palmas na Missa é errado, e não importa quantos liturgistas digam o contrário, isto está gravado em pedra na tradição litúrgica da Igreja, de saber que a Missa é, mais do que celebração, mais do que ceia ou banquete, a renovação incruenta do Sacrifício da Cruz, onde se cale toda língua e se humilhe toda alma diante da grandeza do amor de Deus. Sendo completamente sincero… A questão das palmas nem precisaria chegar nos livros ou na Tradição, mas é facilmente respondida pelo simples bom senso, algo que está em falta no mundo hodierno. Mas e quando mandam bater palmas? Muitas vezes passamos por situações onde nos constrangem a bater palmas. E é necessário saber resistir para não gerar conflitos, afinal não adianta defender a liturgia se for comprando briga com todo mundo. A primeira coisa que você deve saber sobre isso é que você não deve obediência a ninguém quanto a cometer abusos na Liturgia. Mesmo o padre, agindo in Persona Christi, não tem o poder de lhe obrigar a bater palmas, dançar na Missa ou fazer qualquer outra coisa contrária as leis da Igreja. É claro que você não vai comprar briga. Humildade sempre! Somos servos, não senhores da Liturgia. Se o padre ou qualquer outra pessoa desobedecer a Liturgia, isso não lhe dá motivos para desobedecer também. Se não bater palmas for causar inconvenientes, converse com respeito e humildade com o padre ou quem quer que seja e lhe esclareça sua posição. Ele provavelmente vai respeitar sua decisão. Caso, no entanto, a pessoa queira arrumar confusão por causa disso, reze e siga em frente, evitando o escândalo e sobrevivendo com calma e fortaleza às perseguições. — Referências: [1] – Sagrada Congregação dos Ritos: Instrução sobre o culto do Mistério Eucarístico, 1967, Art. 3, b [2] – Termo traduzido como “Participação Ativa dos Fiéis” [3] – Boletim Adoremus; Vol. IX, no.7, Outubro de 2003 Fonte: Manual do Coroinha Mais alguns argumentos sobre não bater palmas na missa: Como muitas pessoas não entendem o porquê de não pode bater palmas na Santa Missa, nem mesmo ter danças, gritos, e músicas animadas e ritmadas, iremos aqui abordar este tema, o texto ficou um pouco longo, mas vale a pena ser lido. Nós não pregamos isso por mero “achismo”, mas este ensinamento é a FÉ da Igreja bimilenar, e que SEMPRE esteve na mentalidade dos Católicos, infelizmente a uns anos pra cá, isso foi se perdendo com o modernismo infiltrado na Igreja. E hoje infelizmente muitos fazem da Missa um Circo! O que é completamente errado. “Ah mas meu pároco permite, então tá tudo bem” Não! Não está tudo bem! O pároco deve tanta obediência a Igreja quanto qualquer um de nós! E só por que muitos não são obedientes agora vamos segui-los? Iremos atrás de Judas ou dos outros 11 apóstolos? Saibam que Judas sempre teremos na Igreja, e portanto temos que ter discernimento para saber conhecê-los para não seguir suas desordens. Enfim, vamos começar. O que é a Santa Missa? R: A Santa Missa é a renovação incruenta do Sacrifício do Calvário. É o mesmo e único sacrifício infinito de Cristo na Cruz, que foi solenemente instituído na Última Ceia. Nesta cerimônia ímpar, Cristo é ao mesmo tempo vítima e sacerdote, se oferecendo a Deus para pagamento dos pecados, e aplicando a cada fiel seus méritos infinitos. Por que dizemos que a Missa é a renovação incruenta do Sacrifício do Calvário? R. Porque na Missa Nosso Senhor Jesus Cristo se imola novamente para nossa salvação, como Ele fizera no Calvário, embora na Missa seja sem sofrimento físico. Esse conceito é BÁSICO para entender o Motivo da proibição das Palmas e de danças e gritos. Não se pode fazer na Missa NADA que você não faria se estivesse na Frente da Cruz de Cristo enquanto ele está crucificado e sofrendo, derramando seu sangue por amor a nós. Use o bom senso pergunte-se: Eu dançaria enquanto Cristo chora de dor? Eu aplaudiria na frente da cruz enquanto Cristo apanha dos soldados? Nossa Senhora fez isso na frente da Cruz? E São João? Não! Eles não fizeram! As outras perguntas faça-se a si mesmo, e imagine-se nessa cena. Pois bem: EIS AI O VERDADEIRO SIGNIFICADO DA SANTA MISSA! CALVÁRIO – Guarde bem esta Palavra. Missa significa CALVÁRIO. E não festa!! Objeção de quem não conhece a Igreja a fundo: “Ah mas Cristo ressuscitou, então temos que fazer uma festa” Resposta: A Igreja não tem dúvidas que Cristo ressuscitou. Sim Ele tá vivo! Mas na Santa Missa era vontade do Senhor que se lembrasse sua MORTE, e não sua ressurreição! Portanto a Missa é CALVÁRIO do Início ao fim! Diz São Paulo: “Assim, todas as vezes que comeis desse pão e bebeis desse cálice lembrais a MORTE do Senhor, até que venha”. (1 Cor 11,26). Por este motivo, a missa deve ser SILENCIOSA. Não deve haver Palmas, gritos, e “louvores” estridentes como nos cultos protestantes. Algumas frases dos Santos que podem ajudar a compreensão: “Eis o meio mais adequado para assistir com frutos a Santa Missa: Consiste em irdes à igreja como se fôsseis ao Calvário, e de vos comportardes diante do altar como o faríeis diante do Trono de Deus, em companhia dos santos anjos. Vede, por conseguinte, que modéstia, que respeito, que recolhimento são necessários para receber o fruto e as graças que Deus costuma conceder àqueles que honram, com sua piedosa atitude, mistérios tão santos.” (São Leonardo de Porto Maurício. Tesouro Oculto) Veja o que disse três papas da Igreja: São Pio X, que proibiu os aplausos que recebeu na Basílica de São Pedro , dizendo que “ não é correto aplaudir o servo na casa do mestre “. Mais recentemente, o Papa Bento XVI explicou: “ Sempre que começam aplausos na liturgia , devido a algum acontecimento humano, é um sinal certo de que a essência da liturgia desapareceu totalmente e foi substituída por uma espécie de entretenimento religioso». Bater ou não bater palmas na Missa fará diferença em nossa vida espiritual? Sim, fará. Lembram do ditado “lex orandi, lex credendi”? A lei da oração é a lei do que se crê? Nossas atitudes na Missa refletem o que cremos a respeito dela, o conceito que da Missa temos. Assim, uma atitude pouco relacionada com o aspecto sacrifical da Santa Missa mostra que não temos assim tanta convicção de que seja realmente um sacrifício. Às vezes temos essa idéia de que é um sacrifício apenas no discurso, sem aprofundar realmente as conseqüências dessa fé. As pessoas que querem uma Missa Animada, com gritos palminhas e inovações. Estão querendo agradar a seu próprio Ego! Lembrem-se que Deus é perfeito, e a perfeição não precisa de adaptações. Deus sendo sempre o mesmo desde a criação do mundo, nunca evoluiu, nunca muda, pois o perfeito não pode evoluir, sendo que já está no seu grau máximo de inteligência e perfeição. Sendo assim DISPENSA inovações. Nós, seres Humanos falhos, e limitados, sempre estamos buscando mudanças, mas quando isso ocorre VEM DO HOMEM. Pois Deus não precisa de mudanças. A Missa deve ser sempre a mesma, o mesmo culto, com respeito, adoração de nossa parte. Quando alguém vai na missa buscando “ficar melhor” e se sentir bem, está buscando seu proveito Próprio e não buscando servir verdadeiramente o Senhor negando a si mesmo. Vejam abaixo o atual e oportuníssimo comentário do S. Padre Bento XVI da Carta Apostólica do S. Padre e Beato João Paulo II – Domenica Coena – datado de 24/02/1980: “A liturgia não é um show, um espetáculo que necessite de diretores geniais e de atores de talento. A liturgia não vive de surpresas simpáticas, de invenções cativantes, mas de repetições solenes. Não deve exprimir a atualidade e o seu efêmero, mas o mistério do Sagrado.” Espero que tenha ficado mais claro o motivo da Igreja defender a Missa Silenciosa. Ela simplesmente sabe que é isso que agrada mais ao Senhor. Pois não vamos na missa para nos sentir bem, mas estamos a serviço de um Outro (Jesus). Texto retirado da Internet #Liturgia

  • PODEMOS BATER PALMAS NA MISSA, SIM OU NÃO?

    Constantemente este tópico vem às conversas sobre liturgia. Palmas na Missa: pode ou não pode? Para responder esta pergunta, temos que ir a fundo. Não esperem uma resposta fácil como um trecho em um documento Litúrgico dizendo algo como “ Se alguém bater palmas na Missa, seja anátema “. Isto não existe. Nenhum documento litúrgico oficial trata das palmas nas celebrações, e este gesto simplesmente não está previsto – o que já é um bom indício que não se deve fazer. Mas tem gente que insiste em fazer e defender… Muitos dos defensores das palmas afirmam que não existe proibição explícita às palmas na Missa e por isso não é proibido. A verdade é que os livros litúrgicos são uma parcela do que rege a Sagrada Liturgia. E uma parcela até bem pequena. Muitas coisas que vivemos na Liturgia e em nosso serviço não estão nos livros oficiais, mas são frutos da venerável Tradição Litúrgica do Rito Romano. A segunda regra de ouro para a Liturgia é esta: Para algo ser litúrgico, deve ao mesmo tempo estar de acordo com as regras dos Livros Litúrgicos e com a Tradição Litúrgica do Rito Romano. Simples assim. E aqui as palmas já morrem, pois não estão nos livros. Mas… E na Tradição Litúrgica? As palmas na Missa sob a ótica da Tradição Litúrgica Em nosso artigo sobre a Santa Missa , demos a visão católica sobre o que é, de fato, a Santa Missa: É a renovação do Sacrifício do Calvário. É, sobretudo, o culto perfeito de adoração a Deus. Então eu lhes pergunto: Para que bater palmas na Missa? Se a Missa é a Renovação do Sacrifício da Cruz e o banquete, ligado ao sacrifício no mais estreito vínculo [1], então por que colocar um elemento festivo e profano em algo sagrado? A primeira regra de ouro da Liturgia é esta: Se algo não é conveniente de fazer no Calvário, não se deve fazer na Missa. E isto sempre foi algo muito vivo na cabeça dos fiéis. Mas, com o modernismo, as novidades pareceram irresistíveis, e colocar as palmas na Missa foi visto como um jeito de torná-la mais “ dinâmica ” e “ participativa “, distorcendo completamente o conceito de actuosa participatio [2] que o Concílio desejava. Diz-nos S. Leonardo de Porto-Maurício: Eis o meio mais adequado para assistir com fruto a Santa Missa: consiste em irdes à igreja como se fôsseis ao Calvário, e de vos comportardes diante do altar como o faríeis diante do Trono de Deus, em companhia dos santos anjos. Vede, por conseguinte, que modéstia, que respeito, que recolhimento são necessários para receber o fruto e as graças que Deus costuma conceder àqueles que honram, com sua piedosa atitude, mistérios tão santos. Mas ainda assim tem gente que defende subjulgar a natureza sacrificial, diminuí-la, para exaltar a “celebração”, a “festa”, a alegria, e para isto fazem todo tipo de absurdos dentro da Missa. Isto é absolutamente contrário ao Espírito da Liturgia, e nós devemos resistir – embora caridosamente – a isso. João Paulo II fez três duras críticas a esta postura. A primeira encontramos em sua carta apostólica Domenicae Caena , de 1980: O mistério eucarístico disjunto da própria natureza sacrifical e sacramental deixa simplesmente de ser tal Isto é forte. Tirar da Missa a sua natureza sacrificial é simplesmente fazê-la deixar de ser Missa. É torná-la outra coisa qualquer, uma reunião de fiéis, um simples banquete, um simples grupo de oração – ou mesmo algo próximo a um culto protestante. A segunda crítica veio na Redemptionis Sacramentum , que aliás todo católico deveria ler: De forma muito especial, todos procurem, de acordo com seus meios, que o santíssimo sacramento da Eucaristia seja defendido de toda irreverência e deformação, e todos os abusos sejam completamente corrigidos . Isto, portanto, é uma tarefa gravíssima para todos e cada um , excluída toda acepção de pessoas, todos estão obrigados a cumprir esta trabalho. (Número 183) A terceira, na Ecclesia de Eucharistia , indica como deve ser feita a participação da comunidade que se une ao sacerdote: O sacerdote, que celebra fielmente a Missa segundo as normas litúrgicas, e a comunidade, que às mesmas adere, demonstram de modo silencioso, mas expressivo o seu amor à Igreja. (num. 52) Palmas são absolutamente irreverentes. Seja em aplausos – que são ainda piores – seja em palmas ritmadas com a música. Sobre isto, escreveu magistralmente Bento XVI quando ainda cardeal no fantástico “ Introdução ao Espírito da Liturgia “: Sempre que haja palmas pelos atos humanos na Liturgia, é sinal de que a natureza [da liturgia] se perdeu inteiramente, tendo sido substituída por diversão de gênero religioso. (Pag 167) Que tal, então, o prefeito emérito da Congregação para o Culto Divino? Quando vamos à Missa, não vamos para bater palmas, para admirar as pessoas, felicitá-las ou observá-las. Vamos para adorar a Deus, pedi-lo perdão pelos nossos pecados e pedirmos as graças que precisamos. [3] Por fim, lembramos as palavras magistrais de nosso patrono, S. Pio X: Não é certo que se aplauda o servo na casa do mestre. Precisamos ser fiéis ao que recebemos da Igreja. Recebemos de Nosso Senhor que a Missa é a maneira como ele quer ser adorado. Que a Liturgia é sagrada e ninguém tem o direito de modificá-la. É necessário humildade e resolução. Sim. Bater palmas na Missa é errado, e não importa quantos liturgistas digam o contrário, isto está gravado em pedra na tradição litúrgica da Igreja, de saber que a Missa é, mais do que celebração, mais do que ceia ou banquete, a renovação incruenta do Sacrifício da Cruz, onde se cale toda língua e se humilhe toda alma diante da grandeza do amor de Deus. Sendo completamente sincero… A questão das palmas nem precisaria chegar nos livros ou na Tradição, mas é facilmente respondida pelo simples bom senso, algo que está em falta no mundo hodierno. Mas e quando mandam bater palmas? Muitas vezes passamos por situações onde nos constrangem a bater palmas. E é necessário saber resistir para não gerar conflitos, afinal não adianta defender a liturgia se for comprando briga com todo mundo. A primeira coisa que você deve saber sobre isso é que você não deve obediência a ninguém quanto a cometer abusos na Liturgia. Mesmo o padre, agindo in Persona Christi, não tem o poder de lhe obrigar a bater palmas, dançar na Missa ou fazer qualquer outra coisa contrária as leis da Igreja. É claro que você não vai comprar briga. Humildade sempre! Somos servos, não senhores da Liturgia. Se o padre ou qualquer outra pessoa desobedecer a Liturgia, isso não lhe dá motivos para desobedecer também. Se não bater palmas for causar inconvenientes, converse com respeito e humildade com o padre ou quem quer que seja e lhe esclareça sua posição. Ele provavelmente vai respeitar sua decisão. Caso, no entanto, a pessoa queira arrumar confusão por causa disso, reze e siga em frente, evitando o escândalo e sobrevivendo com calma e fortaleza às perseguições. — Referências: [1] – Sagrada Congregação dos Ritos: Instrução sobre o culto do Mistério Eucarístico, 1967, Art. 3, b [2] – Termo traduzido como “Participação Ativa dos Fiéis” [3] – Boletim Adoremus; Vol. IX, no.7, Outubro de 2003 Fonte: Manual do Coroinha Mais alguns argumentos sobre não bater palmas na missa: Como muitas pessoas não entendem o porquê de não pode bater palmas na Santa Missa, nem mesmo ter danças, gritos, e músicas animadas e ritmadas, iremos aqui abordar este tema, o texto ficou um pouco longo, mas vale a pena ser lido. Nós não pregamos isso por mero “achismo”, mas este ensinamento é a FÉ da Igreja bimilenar, e que SEMPRE esteve na mentalidade dos Católicos, infelizmente a uns anos pra cá, isso foi se perdendo com o modernismo infiltrado na Igreja. E hoje infelizmente muitos fazem da Missa um Circo! O que é completamente errado. “Ah mas meu pároco permite, então tá tudo bem” Não! Não está tudo bem! O pároco deve tanta obediência a Igreja quanto qualquer um de nós! E só por que muitos não são obedientes agora vamos segui-los? Iremos atrás de Judas ou dos outros 11 apóstolos? Saibam que Judas sempre teremos na Igreja, e portanto temos que ter discernimento para saber conhecê-los para não seguir suas desordens. Enfim, vamos começar. O que é a Santa Missa? R: A Santa Missa é a renovação incruenta do Sacrifício do Calvário. É o mesmo e único sacrifício infinito de Cristo na Cruz, que foi solenemente instituído na Última Ceia. Nesta cerimônia ímpar, Cristo é ao mesmo tempo vítima e sacerdote, se oferecendo a Deus para pagamento dos pecados, e aplicando a cada fiel seus méritos infinitos. Por que dizemos que a Missa é a renovação incruenta do Sacrifício do Calvário? R. Porque na Missa Nosso Senhor Jesus Cristo se imola novamente para nossa salvação, como Ele fizera no Calvário, embora na Missa seja sem sofrimento físico. Esse conceito é BÁSICO para entender o Motivo da proibição das Palmas e de danças e gritos. Não se pode fazer na Missa NADA que você não faria se estivesse na Frente da Cruz de Cristo enquanto ele está crucificado e sofrendo, derramando seu sangue por amor a nós. Use o bom senso pergunte-se: Eu dançaria enquanto Cristo chora de dor? Eu aplaudiria na frente da cruz enquanto Cristo apanha dos soldados? Nossa Senhora fez isso na frente da Cruz? E São João? Não! Eles não fizeram! As outras perguntas faça-se a si mesmo, e imagine-se nessa cena. Pois bem: EIS AI O VERDADEIRO SIGNIFICADO DA SANTA MISSA! CALVÁRIO – Guarde bem esta Palavra. Missa significa CALVÁRIO. E não festa!! Objeção de quem não conhece a Igreja a fundo: “Ah mas Cristo ressuscitou, então temos que fazer uma festa” Resposta: A Igreja não tem dúvidas que Cristo ressuscitou. Sim Ele tá vivo! Mas na Santa Missa era vontade do Senhor que se lembrasse sua MORTE, e não sua ressurreição! Portanto a Missa é CALVÁRIO do Início ao fim! Diz São Paulo: “Assim, todas as vezes que comeis desse pão e bebeis desse cálice lembrais a MORTE do Senhor, até que venha”. (1 Cor 11,26). Por este motivo, a missa deve ser SILENCIOSA. Não deve haver Palmas, gritos, e “louvores” estridentes como nos cultos protestantes. Algumas frases dos Santos que podem ajudar a compreensão: “Eis o meio mais adequado para assistir com frutos a Santa Missa: Consiste em irdes à igreja como se fôsseis ao Calvário, e de vos comportardes diante do altar como o faríeis diante do Trono de Deus, em companhia dos santos anjos. Vede, por conseguinte, que modéstia, que respeito, que recolhimento são necessários para receber o fruto e as graças que Deus costuma conceder àqueles que honram, com sua piedosa atitude, mistérios tão santos.” (São Leonardo de Porto Maurício. Tesouro Oculto) Veja o que disse três papas da Igreja: São Pio X, que proibiu os aplausos que recebeu na Basílica de São Pedro , dizendo que “ não é correto aplaudir o servo na casa do mestre “. Mais recentemente, o Papa Bento XVI explicou: “ Sempre que começam aplausos na liturgia , devido a algum acontecimento humano, é um sinal certo de que a essência da liturgia desapareceu totalmente e foi substituída por uma espécie de entretenimento religioso». Bater ou não bater palmas na Missa fará diferença em nossa vida espiritual? Sim, fará. Lembram do ditado “lex orandi, lex credendi”? A lei da oração é a lei do que se crê? Nossas atitudes na Missa refletem o que cremos a respeito dela, o conceito que da Missa temos. Assim, uma atitude pouco relacionada com o aspecto sacrifical da Santa Missa mostra que não temos assim tanta convicção de que seja realmente um sacrifício. Às vezes temos essa idéia de que é um sacrifício apenas no discurso, sem aprofundar realmente as conseqüências dessa fé. As pessoas que querem uma Missa Animada, com gritos palminhas e inovações. Estão querendo agradar a seu próprio Ego! Lembrem-se que Deus é perfeito, e a perfeição não precisa de adaptações. Deus sendo sempre o mesmo desde a criação do mundo, nunca evoluiu, nunca muda, pois o perfeito não pode evoluir, sendo que já está no seu grau máximo de inteligência e perfeição. Sendo assim DISPENSA inovações. Nós, seres Humanos falhos, e limitados, sempre estamos buscando mudanças, mas quando isso ocorre VEM DO HOMEM. Pois Deus não precisa de mudanças. A Missa deve ser sempre a mesma, o mesmo culto, com respeito, adoração de nossa parte. Quando alguém vai na missa buscando “ficar melhor” e se sentir bem, está buscando seu proveito Próprio e não buscando servir verdadeiramente o Senhor negando a si mesmo. Vejam abaixo o atual e oportuníssimo comentário do S. Padre Bento XVI da Carta Apostólica do S. Padre e Beato João Paulo II – Domenica Coena – datado de 24/02/1980: “A liturgia não é um show, um espetáculo que necessite de diretores geniais e de atores de talento. A liturgia não vive de surpresas simpáticas, de invenções cativantes, mas de repetições solenes. Não deve exprimir a atualidade e o seu efêmero, mas o mistério do Sagrado.” Espero que tenha ficado mais claro o motivo da Igreja defender a Missa Silenciosa. Ela simplesmente sabe que é isso que agrada mais ao Senhor. Pois não vamos na missa para nos sentir bem, mas estamos a serviço de um Outro (Jesus). Texto retirado da Internet #Liturgia

  • Comunicado sobre o estado de saúde de Dom Henrique Soares da Costa, Bispo Diocesano de Palmares.

    COMUNICADO sobre o estado de saúde de Dom Henrique Soares da Costa, Bispo Diocesano de Palmares. A Pastoral da comunicação e o Vigário Geral da diocese de Palmares, comunicam que hoje 4 de Julho de 2020, Dom Henrique Soares da Costa, bispo diocesano de Palmares, foi internado no Hospital Memorial São José em Recife-PE. No momento ele foi conduzido para a unidade de terapia intensiva (UTI), uma vez que os médicos observaram uma dificuldade respiratória. Dom Henrique está sendo muito bem atendido pelos médicos. Seu estado de saúde inspira cuidados, porém, apresenta sinais e resultados que descartam o novo coronavírus. A diocese de Palmares agradece por todos aqueles que estão unidos pela fé com seu pastor e pede que continuem mantendo as orações pela recuperação da saúde de Dom Henrique e pelo seu retorno às atividades da diocese. Que o Sagrado Coração de Jesus, padroeiro da diocese, abençoe a Dom Henrique e a todos nós! Informações serão oportunamente divulgadas em nosso site e Redes Redes da Diocese. Padre Norberto Penzkofer Vigário Geral Padre Ivanildo Oliveira Coordenador Diocesano da Pascom

  • Comunicado sobre o estado de saúde de Dom Henrique Soares da Costa, Bispo Diocesano de Palmares.

    COMUNICADO sobre o estado de saúde de Dom Henrique Soares da Costa, Bispo Diocesano de Palmares. A Pastoral da comunicação e o Vigário Geral da diocese de Palmares, comunicam que hoje 4 de Julho de 2020, Dom Henrique Soares da Costa, bispo diocesano de Palmares, foi internado no Hospital Memorial São José em Recife-PE. No momento ele foi conduzido para a unidade de terapia intensiva (UTI), uma vez que os médicos observaram uma dificuldade respiratória. Dom Henrique está sendo muito bem atendido pelos médicos. Seu estado de saúde inspira cuidados, porém, apresenta sinais e resultados que descartam o novo coronavírus. A diocese de Palmares agradece por todos aqueles que estão unidos pela fé com seu pastor e pede que continuem mantendo as orações pela recuperação da saúde de Dom Henrique e pelo seu retorno às atividades da diocese. Que o Sagrado Coração de Jesus, padroeiro da diocese, abençoe a Dom Henrique e a todos nós! Informações serão oportunamente divulgadas em nosso site e Redes Redes da Diocese. Padre Norberto Penzkofer Vigário Geral Padre Ivanildo Oliveira Coordenador Diocesano da Pascom

  • OS INTELECTUAIS E A CRISE ATUAL DA UNIVERSIDADE

    Para melhor compreender o que se passa hoje na universidade — e, por consequência, em toda a vida social —, é necessário partir da divisão do mundo acadêmico em duas grandes áreas: de um lado, as humanidades; de outro, os cursos técnicos e as ciências exatas. Feito isto, digamos que a segunda grande área continua cumprindo seu papel, mais ou menos de acordo com as expectativas da sociedade e do mercado, formando engenheiros, médicos, dentistas, farmacêuticos, biólogos, químicos, administradores de empresas etc. Quanto à outra grande área, as humanidades (que abrange filosofia, ciências humanas, artes), já não parece mais disposta a seguir o caminho que, até há algumas décadas, era tradicionalmente o seu: servir de elo entre a herança cultural do passado e os desafios impostos pelo presente. Era o que a sociedade, em geral, dela esperava. No entanto, ao contrário do esperado, as humanidades passaram a servir aos interesses de um grupo muito pequeno da sociedade, embora politicamente muito ativo: os chamados intelectuais progressistas, cuja ideia fixa, nos últimos dois séculos, tem sido a transformação radical do mundo; alguns com mais pressa, outros menos apressados, mas coincidentes todos no propósito de mudar de forma decisiva a realidade social, como se os que viveram antes de nós fossem todos uns idiotas. Os intelectuais progressistas — que, politicamente, vão desde o liberalismo não conservador até o extremo-esquerdismo — sabem que a parte pensante da universidade são as ciências humanas e as artes, e é através delas, transformadas em meras ferramentas, que se podem mudar os hábitos, costumes e princípios morais de uma sociedade. Ora, quando a parte pensante de um grupo social se degrada em instrumento manuseável, é porque já abdicou de… pensar. De fato, tal “parte pensante” limita-se, hoje, a monitorar atividades previamente escolhidas e definidas pelos intelectuais mandachuvas. O resultado é que o conteúdo ensinado aos alunos, no setor das humanidades, estará sempre orientado a um fim político exclusivo, derivado de um pensamento único. O chamado “mundo acadêmico” parece reduzido a ser uma usina produtora de conceitos operacionais a serviço de um determinado projeto político (não é outra a definição de ideologia). Ali estão as linhas de montagem do Homem Novo, livre das correntes morais e espirituais com as quais o cristianismo teria aprisionado a humanidade por dois mil anos… Cada faculdade procura, hoje, dar o seu contributo à criação dessa nova humanidade “liberada”, que já não presta mais reverência e adoração ao Deus que se fez homem, mas ao homem disposto a se tornar, ele mesmo, um deus. A expressão mais caricata desse propósito, descendente do Iluminismo do século XVIII, é o atual trans-humanismo, que acredita ser possível “salvar” o ser humano pela tecnologia. Nas mãos dos intelectuais progressistas — e dos professores que dizem sim a tudo o que eles ordenam —, a psicologia, a sociologia, a História, o direito, a filosofia, a literatura e as artes sempre estarão a serviço da “produção” de militantes sexualmente desreprimidos, livres para escolher o próprio sexo, bem adestrados para os mais variados conflitos sociais; agentes críticos e contestadores, com mais direitos que deveres, crentes na mutabilidade dialética de tudo e de todos. É dessas pessoas que se compõem movimentos como o atual Black Lives Matter, que facilmente descambam para o terrorismo. São os professores universitários, discípulos dos intelectuais progressistas, que na área das ciências humanas orientam pesquisas, compõem bancas de teses e concursos de seleção de professores, chefiam departamentos, dirigem campus, são eleitos reitores. O horizonte cognitivo de nossos filhos, netos e bisnetos está nas mãos desses monitores a serviço dos iluminados intelectuais pós-cristãos. Tal fato é o maior e mais escandaloso assalto de nossa época: uma minoria de intelectuais, numericamente insignificante, possuir tanto poder sobre uma faixa tão grande da população, por intermédio do controle daquilo que eles mesmo chamam de “produção do conhecimento”, que sai dos campus universitários e chega às mais variadas escolas do país, das zonas nobres das cidades à periferia mais abandonada.

  • Pátria Educadora: porque o Brasil é um dos que mais investem em educação, mas ocupa as últimas coloc

    Para entender o motivo de chegarmos aos últimos lugares, fizemos uma jornada pela história do Brasil, trazendo conceitos e análises sobre as diferentes ideologias e pessoas que pensaram o nosso sistema. Assista gratuitamente. São ao todo 3 capítulos dessa super produção que apresenta desde o surgimento da educação e o ensino, até os dias atuais, mostrando com detalhes quem era Paulo Freire – o Patrono da Educação no Brasil – e como conseguimos chegar às últimas posições. Convidamos a todos que compartilhem esta trilogia tão importante, principalmente para professores e alunos, para que possam compreender a fundo com o que o Brasil está lidando, principalmente neste momento da história em que cada vez mais as pessoas são massa de manobra na mão da grande mídia, e das “instituições de ensino”. Clique aqui para assistir a série completa gratuitamente no YouTube #Educação #PauloFreire

  • Pátria Educadora: porque o Brasil é um dos que mais investem em educação, mas ocupa as últimas coloc

    Para entender o motivo de chegarmos aos últimos lugares, fizemos uma jornada pela história do Brasil, trazendo conceitos e análises sobre as diferentes ideologias e pessoas que pensaram o nosso sistema. Assista gratuitamente. São ao todo 3 capítulos dessa super produção que apresenta desde o surgimento da educação e o ensino, até os dias atuais, mostrando com detalhes quem era Paulo Freire – o Patrono da Educação no Brasil – e como conseguimos chegar às últimas posições. Convidamos a todos que compartilhem esta trilogia tão importante, principalmente para professores e alunos, para que possam compreender a fundo com o que o Brasil está lidando, principalmente neste momento da história em que cada vez mais as pessoas são massa de manobra na mão da grande mídia, e das “instituições de ensino”. Clique aqui para assistir a série completa gratuitamente no YouTube #Educação #PauloFreire

  • PLASMATERAPIA E CORONAVÍRUS – Uma experiência bem sucedida na Itália

    O jornal católico italiano, Nuova Bussola Quotidiana, no começo de maio, foi o primeiro a dar espaço aos protagonistas da terapia com plasma contra o covid-19. Dr. Cesare Perotti, diretor do setor de imuno-hematologia do Hospital São Mateus, em Pavia, explicava como funcionava o “tratamento solidário”, que “usava” os voluntários curados para curar os novos doentes: retiraram-se plasmas hiperimunes dos curados, que tinham desenvolvido anticorpos naturalmente, após a cura. Esses plasmas eram congelados e finalmente injetados no paciente, passando a agir diretamente sobre o vírus. Um método fácil de explicar, mas que tecnicamente, segundo dr. Perotti, escondia um enorme trabalho laboratorial e clínico por trás. Segundo o médico, desde o início do tratamento as mortes deixaram de ocorrer, com um tratamento relativamente pouco custoso. O tratamento, que era esnobado por políticos e virólogos que pontificavam na televisão, logo interessou os EUA, que solicitaram os protocolos. Dr. Perotti contou que foi de chineses que tinha ouvido, pela primeira vez, falar desse tratamento. Na China, “mais de mil pacientes fortam curados dessa maneira. Uma delegação veio diretamente de Whuan para nos passar informações sobre o uso do plasma; eu os recebi pessoalmente”. Isso foi no início de maio. Agora, em julho, Dr. Perotti já não hesita em afirmar que o plasma realmente cura: os dados estão confirmados. Nos próximos dias, ainda em julho, aparecerá em uma revista científica o artigo que dá conta da experiência realizada naquele hospital italiano, devidamente submetido ao “peer review” (revisão pelos pares). “Se alguém tivesse percebido a tempo os benefícios da plasmaterapia”, disse dr. Perotti à mesma Nuova Bussola Quotidiana, “contaríamos uma história menos trágica”. Nas vésperas da publicação científica, e após o importante reconhecimento da Comissão Europeia, que o escolheu como líder da pesquisa, o diretor de Imuno-hematologia do Hospital São Mateus, de Pavia, fala ao jornal católico sobre os extraordinários resultados do tratamento “democrático” combatido pelos altos círculos: “A política interferiu, surgiram personagens estranhos, episódios que me enojaram e não houve colaboração no território nacional. Mas a cura funciona, agora podemos dizê-lo e nos preparar para enfrentar com calma o medo de uma possível nova onda”. https://lanuovabq.it/it/cosi-col-plasma-ho-sconfitto-virus-e-interessi-politici

  • Filme Amor e Misericórdia está disponível para assistir online

    Amor e misericórdia: Faustina  dramatiza momentos-chave da vida de Santa Faustina e as dificuldades e triunfos que acompanharam a difusão da mensagem após sua morte em 1938. O novo filme sobre a vida de Santa Faustina e a mensagem da Divina Misericórdia revelada por Jesus já foi lançado e está disponível no youtube para alugar ou no site oficial . No youtube o valor da aluguel do filme foi estabelecido em R$ 6,90. (Importante: É preciso abrir no aplicativo ou estar logado no YouTube para conseguir alugar) Clique aqui para alugar o filme no Youtube Clique aqui para alugar o filme no site oficial Leia também Domingo da Divina Misericórdia: origem, significado e indulgência plenária Clique aqui e assista ao trailer legendado. APRESENTAÇÃO DE AMOR E MISERICÓRDIA GÊNERO: DOCUMENTÁRIO – DRAMA TÍTULO ORIGINAL: LOVE AND MERCY: FAUSTINA DIREÇÃO E ROTEIRO POR: MICHAŁ KONDRAT PRODUÇÃO: POLÔNIA 2019 LOCAIS: EUA, POLÔNIA, LITUÂNIA DURAÇÃO: 90 MIN. PREMIERE MUNDIAL: 5 DE MARÇO DE 2019, VATICANO. O docudrama segue o incrível apelo de Santa Faustina à vida religiosa e o dom da imagem e mensagens da Divina Misericórdia que recebeu. Os efeitos curativos da mensagem da Divina Misericórdia continuam a impactar milhões de pessoas em todo o mundo. Os Padres Marianos da Imaculada Conceição, que promovem a mensagem da Divina Misericórdia, serviram como consultores para o docudrama de 120 minutos, escrito e dirigido por Michal Kondrat. “A idéia de criar Amor e Misericórdia me veio à tona dois anos atrás, depois de ler o Diário de Santa Maria Faustina Kowalska “, disse Kondrat, que filmou em sua terra natal, Polônia, bem como no Santuário Nacional da Divina Misericórdia, em Stockbridge, Massachusetts. e locais na Lituânia e na Itália. “A Divina Misericórdia está mudando milhões de vidas, mas a maioria dos cristãos ainda não tem consciência do poder da mensagem que Jesus deu à humanidade por meio da Irmã Faustina, uma simples freira polonesa que agora é santa”, disse Kondrat, cujos filmes anteriores incluem Dois Coroas , dedicadas à vida de São Maximiliano Kolbe. Leia também Conheça Santa Faustina, serva da Divina Misericórdia Filmado em inglês, Love and Mercy: Faustina dramatiza momentos-chave da vida de Santa Faustina e as dificuldades e triunfos que acompanharam a disseminação da mensagem após sua morte em 1938. Cenas cativantes incluem o chamado de Faustina de Jesus para entrar no convento; seu relacionamento com o pe. Michael Sopocko, o padre enviado por Cristo para ajudá-la a cumprir sua missão; o processo muitas vezes frustrante de criar a imagem da Divina Misericórdia, como Jesus havia solicitado; ela e pe. A confiança de Sopocko em Cristo em meio a muitas provações espirituais; e a entrega dos principais documentos da Divina Misericórdia a um padre mariano, pe. Joseph Jarzebowski, que fugiu para a América para cumprir sua promessa de promover a Divina Misericórdia. O filme traz à luz os escritos originais do agora abençoado Sopocko. Outro aspecto fascinante é a inclusão de pesquisas científicas no filme, mostrando as características idênticas de Cristo na imagem da Divina Misericórdia com as características faciais e a figura imortalizada no Sudário de Turim. Leia também Domingo da Divina Misericórdia: origem, significado e indulgência plenária #Filmes #FilmesCatólicos

  • Filme Amor e Misericórdia está disponível para assistir online

    Amor e misericórdia: Faustina  dramatiza momentos-chave da vida de Santa Faustina e as dificuldades e triunfos que acompanharam a difusão da mensagem após sua morte em 1938. O novo filme sobre a vida de Santa Faustina e a mensagem da Divina Misericórdia revelada por Jesus já foi lançado e está disponível no youtube para alugar ou no site oficial . No youtube o valor da aluguel do filme foi estabelecido em R$ 6,90. (Importante: É preciso abrir no aplicativo ou estar logado no YouTube para conseguir alugar) Clique aqui para alugar o filme no Youtube Clique aqui para alugar o filme no site oficial Leia também Domingo da Divina Misericórdia: origem, significado e indulgência plenária Clique aqui e assista ao trailer legendado. APRESENTAÇÃO DE AMOR E MISERICÓRDIA GÊNERO: DOCUMENTÁRIO – DRAMA TÍTULO ORIGINAL: LOVE AND MERCY: FAUSTINA DIREÇÃO E ROTEIRO POR: MICHAŁ KONDRAT PRODUÇÃO: POLÔNIA 2019 LOCAIS: EUA, POLÔNIA, LITUÂNIA DURAÇÃO: 90 MIN. PREMIERE MUNDIAL: 5 DE MARÇO DE 2019, VATICANO. O docudrama segue o incrível apelo de Santa Faustina à vida religiosa e o dom da imagem e mensagens da Divina Misericórdia que recebeu. Os efeitos curativos da mensagem da Divina Misericórdia continuam a impactar milhões de pessoas em todo o mundo. Os Padres Marianos da Imaculada Conceição, que promovem a mensagem da Divina Misericórdia, serviram como consultores para o docudrama de 120 minutos, escrito e dirigido por Michal Kondrat. “A idéia de criar Amor e Misericórdia me veio à tona dois anos atrás, depois de ler o Diário de Santa Maria Faustina Kowalska “, disse Kondrat, que filmou em sua terra natal, Polônia, bem como no Santuário Nacional da Divina Misericórdia, em Stockbridge, Massachusetts. e locais na Lituânia e na Itália. “A Divina Misericórdia está mudando milhões de vidas, mas a maioria dos cristãos ainda não tem consciência do poder da mensagem que Jesus deu à humanidade por meio da Irmã Faustina, uma simples freira polonesa que agora é santa”, disse Kondrat, cujos filmes anteriores incluem Dois Coroas , dedicadas à vida de São Maximiliano Kolbe. Leia também Conheça Santa Faustina, serva da Divina Misericórdia Filmado em inglês, Love and Mercy: Faustina dramatiza momentos-chave da vida de Santa Faustina e as dificuldades e triunfos que acompanharam a disseminação da mensagem após sua morte em 1938. Cenas cativantes incluem o chamado de Faustina de Jesus para entrar no convento; seu relacionamento com o pe. Michael Sopocko, o padre enviado por Cristo para ajudá-la a cumprir sua missão; o processo muitas vezes frustrante de criar a imagem da Divina Misericórdia, como Jesus havia solicitado; ela e pe. A confiança de Sopocko em Cristo em meio a muitas provações espirituais; e a entrega dos principais documentos da Divina Misericórdia a um padre mariano, pe. Joseph Jarzebowski, que fugiu para a América para cumprir sua promessa de promover a Divina Misericórdia. O filme traz à luz os escritos originais do agora abençoado Sopocko. Outro aspecto fascinante é a inclusão de pesquisas científicas no filme, mostrando as características idênticas de Cristo na imagem da Divina Misericórdia com as características faciais e a figura imortalizada no Sudário de Turim. Leia também Domingo da Divina Misericórdia: origem, significado e indulgência plenária #Filmes #FilmesCatólicos

  • “A Comunhão na mão é, definitivamente, mais contagiosa”, diz presidente da Associação de Médicos Cat

    “O problema que nos preocupa a todos, primeiramente a nós, médicos, é a difusão do vírus. O que é certo é que as mãos são as partes do corpo mais expostas a vírus, pois pegam em tudo, de objetos infectados a dinheiro. […] A Comunhão na língua é mais segura que na mão. As mãos, como disse, tocam em tudo. A Comunhão na mão é, portanto, definitivamente mais contagiosa. […] Sim, eu ouvi a respeito das pinças [para administrar a Comunhão com certa distância]. Também sobre a proposta de distribuir as Hóstias Consagradas em pequenos envelopes para serem retirados. Falando sério, após a gripe espanhola, nós continuamos a praticar a Comunhão na boca, e tudo foi como era antes. Creio que estamos cruzando a linha do senso comum. Não deveríamos buscar certas coisas. Sim, a saúde é importante, sem dúvida, mas não com exageros e extravagâncias. Doutor Filippo Maria Boscia, presidente. Como médico, tenho a convicção de que a Comunhão na mão é menos higiênica e, portanto, menos segura do que a Comunhão na boca. Além disso, não nos dizem todos os dias para não tocar em tudo, para lavar as mãos, para desinfectá-las, não tocar a face com as mãos, os olhos, o nariz? Temos que seguir algumas regras de saúde que são úteis. Não tenhamos medo e nem façamos especulações, muito menos busquemos interesses comerciais”. FONTE: Fratres in Unum Site oficial: Catholic Physicians Throughout the World #COVID19 #Eucaristia

  • O PROBLEMA DO MUNDO É O PECADO

    O problema do mundo não é político, econômico ou social. O problema do mundo sempre foi e sempre será o pecado. O nazismo, fascismo e comunismo — e tantas outras formas de idolatria — são apenas reflexos de uma sociedade apóstata, que há muito tempo abandonou a Deus. As ideologias não dominariam o coração do homem se ele já não tivesse doente e morto em seus próprios pecados (Ef 2:1–2). Como certos bichos que só aparecem em madeira podre; só vivem lá devido ao ambiente propício. Sempre tivemos a tola esperança de que, através da mudança de governos, da derrubada de ditadores ou da construção de muralhas, as coisas se tornariam melhores. Ledo engano! O mundo é apenas o reflexo do que habita no nosso coração. O Senhor Jesus Cristo diz que “do coração saem os maus pensamentos, os homicídios, os adultérios, as imoralidades sexuais, os roubos, os falsos testemunhos e as calúnias” (Mt 15:19). Nossa cultura, apenas reflete as nossas crenças. Se o mundo vai mal, é porque algo está errado, não no mundo, mas em nós. Como podemos lutar pela verdade, em um mundo que diz que ela não existe? Como podemos lutar pela justiça, em um mundo que diz que tudo é relativo? Somos vítima da nossa própria hipocrisia. De nada adianta ir à guerra contra um inimigo desconhecido, é como correr atrás do vento, simplesmente inútil. É fácil culpar abstrações pelos problemas: “É o sistema que deve mudar…”, “são as instituições…”, “os donos do poder…”, mas o difícil é colocar-se como parte desse grande problema. O maior inimigo do homem é o pecado. Inimigo este que não se combate com armas comuns ou estratégias mundanas, mas apenas com a Palavra de Deus. A redenção do mundo passa pela redenção do homem, e a redenção do homem pertence somente a Cristo. Esse mundo caído não é perfeito e nunca será. Todo reinado nessa terra encontrou seu fim, mas há de vir Aquele, que reinará eternamente, Jesus Cristo, o nosso Senhor.

  • Francisco assegura a Bento XVI sua oração para que o Senhor receba seu irmão no céu

    O Vaticano divulgou a carta que o Papa Francisco enviou ao Papa Bento XVI por ocasião da morte de seu irmão, Georg Ratzinger, na data de ontem. “Você teve a delicadeza de me comunicar antes de mais ninguém a notícia da morte de seu amado irmão”, começa a carta do atual Papa. “Quero renovar a expressão das minhas mais profundas condolências e a minha proximidade espiritual neste momento de dor”, continua o pontífice argentino. O Papa assegura-lhe sua “oração de sufrágio pelos mortos de luto”, para que “o Senhor da vida, em sua bondade misericordiosa, o introduza na terra do céu e conceda a ele o prêmio preparado para os fiéis servos do Evangelho”. Francisco também assegura que orará pelo Papa Emérito “invocando o Pai, através da intercessão da Bem-Aventurada Virgem Maria, o apoio da esperança cristã e o terno consolo divino”. Carta completa do Papa Francisco a Bento XVI, publicada em espanhol pela Assessoria de Imprensa da Santa Sé: À Sua Santidade Bento XVI Papa Emérito Você teve a graça de comunicar as notícias da morte de seu amado irmão Dom Georg antes de mais ninguém. Desejo renovar para ele a expressão das minhas mais profundas condolências e da minha proximidade espiritual neste momento de dor.NOTÍCIAS SUGERIDAS Garanto-lhe a minha oração de sufrágio pelos lamentados falecidos, para que o Senhor da vida, em sua bondade misericordiosa, possa introduzi-lo na pátria do céu e conceder-lhe o prêmio preparado para os fiéis servos do Evangelho. E também rezo por você, Santidade, invocando o Pai, através da intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria, o apoio da esperança cristã e o terno consolo divino. Sempre unidos em adesão ao Cristo ressuscitado, fonte de esperança e paz. Filial e fraternalmente Francisco Vaticano, 2 de julho de 2020

  • Francisco assegura a Bento XVI sua oração para que o Senhor receba seu irmão no céu

    O Vaticano divulgou a carta que o Papa Francisco enviou ao Papa Bento XVI por ocasião da morte de seu irmão, Georg Ratzinger, na data de ontem. “Você teve a delicadeza de me comunicar antes de mais ninguém a notícia da morte de seu amado irmão”, começa a carta do atual Papa. “Quero renovar a expressão das minhas mais profundas condolências e a minha proximidade espiritual neste momento de dor”, continua o pontífice argentino. O Papa assegura-lhe sua “oração de sufrágio pelos mortos de luto”, para que “o Senhor da vida, em sua bondade misericordiosa, o introduza na terra do céu e conceda a ele o prêmio preparado para os fiéis servos do Evangelho”. Francisco também assegura que orará pelo Papa Emérito “invocando o Pai, através da intercessão da Bem-Aventurada Virgem Maria, o apoio da esperança cristã e o terno consolo divino”. Carta completa do Papa Francisco a Bento XVI, publicada em espanhol pela Assessoria de Imprensa da Santa Sé: À Sua Santidade Bento XVI Papa Emérito Você teve a graça de comunicar as notícias da morte de seu amado irmão Dom Georg antes de mais ninguém. Desejo renovar para ele a expressão das minhas mais profundas condolências e da minha proximidade espiritual neste momento de dor.NOTÍCIAS SUGERIDAS Garanto-lhe a minha oração de sufrágio pelos lamentados falecidos, para que o Senhor da vida, em sua bondade misericordiosa, possa introduzi-lo na pátria do céu e conceder-lhe o prêmio preparado para os fiéis servos do Evangelho. E também rezo por você, Santidade, invocando o Pai, através da intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria, o apoio da esperança cristã e o terno consolo divino. Sempre unidos em adesão ao Cristo ressuscitado, fonte de esperança e paz. Filial e fraternalmente Francisco Vaticano, 2 de julho de 2020

  • ARCEBISPO DA CALIFÓRNIA FAZ ATO DE DESAGRAVO DIANTE DA ESTÁTUA DESTRUÍDA DE SÃO JUNÍPERO SERRA

    Dom Salvatore Cordileone, arcebispo de São Francisco, Califórnia, foi corajoso e realizou no Golden Gate Park um ato de desagravo e exorcismo pela demolição da estátua de São Junípero Serra, em 20 de junho, em ato de vandalismo do movimento Black Lives Matter (que acusam o santo de haver aberto aos índios as portas da civilização ocidental e, sobretudo, mostrar-lhes o caminho que leva ao Céu). O arcebispo, junto de um grupo de fiéis, próximos ao pedestal da estátua derrubada, fez algumas orações de reparação e aspergiu com água benta o monumento destruído. Se fosse no Brasil, o arcebispo corria o sério risco de ser preso, a mando de algum ministro do Supremo Tribunal Federal, por promover “discurso de ódio” com suas orações católicas pré-iluministas.

  • Bispo alerta: “É desnecessário e perigoso que usem a pandemia para impor a comunhão na mãoR

    Comunhão na mão em tempos de pandemia. E depois? Parece-me desnecessário, e perigoso olhando para o futuro, que seja decretado que deve ter comunhão na mão por causa da pandemia – e, portanto, na posição de pé. A quem queremos agradar com essa medida? Dom Héctor Aguer O Estado argentino, exercendo sua inclinação genética ao autoritarismo, assume o dever e a faculdade de cuidar de todos nós a partir do contágio da nova praga. Ele determinou, então, que o culto a Deus e a recepção dos sacramentos não são “atividades essenciais”. Permite alguma abertura dos templos, de acordo com a apreciação da situação sanitária, mas com a proibição das celebrações litúrgicas. O pior é que essa reivindicação totalitária foi humildemente aceita. É verdade que, graças a Deus, alguns sacerdotes usam o bom senso e a liberdade cristã, com a aprovação dos fiéis que vêm. Os políticos fingiram ignorar o formidável “tiro de bandeira”, estrelado por multidões em todo o país que, em 20 de junho, “Dia da Bandeira”, içaram a bandeira nacional e proclamaram sua saciedade com a quarentena que já é de “noventena”, e continuará sem saber até quando. Nosso Hino Nacional canta “Liberdade, Liberdade, Liberdade”, mas os direitos e garantias garantidos por nossa Constituição têm validade duvidosa no que era a República Argentina, e agora se chama “Presidência Argentina”. Somos governados pelo DNU, “decretos de necessidade e urgência” do Poder Executivo. Nesse contexto, alguns pastores da Igreja determinaram que a Santa Comunhão deveria ser recebida na mão; é aqui que os fiéis solicitam o sacramento e os sacerdotes estão dispostos a cumprir sua obrigação pastoral elementar. O cuidado parece razoável, embora outra opinião também tenha sido divulgada, segundo a qual haveria tanto ou mais risco de contágio ao receber a Comunhão na mão do que na boca. Por alguma razão, nos convidam até o cansaço a lavar as nossas mãos com frequência. Ocorre-me que, de fato, talvez um ou outro possa ser feito com o mesmo cuidado e sem perigo. Não tenho competência para elucidar esse assunto, e também minha intenção nesta nota é direcionada para o futuro e lembrar qual é a disciplina atual na Igreja e o consequente direito dos católicos. Vamos ao que interessa. De acordo com a disciplina eclesial, a comunhão pode ser recebida em pé ou ajoelhado, na mão ou na boca. No entanto… não há como negar uma tendência, realmente imposta, a receber a Comunhão em pé. No mínimo, a coisa certa a fazer seria arranjar um genuflexório …para que aqueles que quisessem manter a maneira tradicional de ajoelhar pudessem fazê-lo, mesmo que fosse indo para uma fileira própria. Muitos padres – verifiquei – relutam em oferecer esta solução; desse modo, ele praticamente força o fiel a receber a Comunhão em pé, e essa posição se torna geral como se fosse o costume apropriado, o único que corresponde. Não tenho nada de objetivo contra isso, mas me parece necessário advertir que aqueles que a praticam não devem omitir um gesto de reverência ou adoração. Santo Agostinho ensinou que “você não pode comer este pão sem primeiro adorá-lo”; …seria simplesmente a externalização, na ordem litúrgica dos sinais, da fé na presença substancial do Senhor sob a espécie eucarística. A comunhão na mão, independentemente da idade do gesto, é uma forma adotada e difundida nas últimas décadas, após séculos de validade da prática oficial do rito latino, que deveria receber a comunhão na boca. Lembro-me de ouvir um argumento absurdamente ridículo a favor da nova postura há muito tempo: são os bebês que recebem comida na boca; nós adultos os tomamos com as mãos. Mas outra comparação poderia ser usada como um contra-argumento: pegar com a mão, ter na mão indica a posse de alguém que possui alguma coisa, e não podemos dizer que esse seja o relacionamento de um católico com o Corpo do Senhor, que se recebe como um dom imerecido. Na minha opinião, outras precauções devem ser levadas em consideração. Muitas vezes isso aconteceu comigo, distribuindo a comunhão em uma catedral lotada, tendo que deter alguém que levava embora consigo a hóstia consagrada. Não devo pensar mal, mas sempre pode haver alguma “tensão”, que não sabe do que se trata; e não se deve excluir que existem aqueles que a buscam para fins “não-santificados”. É necessário, então, que o comunicante o consuma perante o ministro. Da mesma forma, deve-se notar que… é necessário observar se uma pequena partícula não é deixada na mão; não seria apenas uma migalha de pão; o Corpo do Senhor está presente em toda hóstia consagrada e em cada um de seus fragmentos. Tenho a impressão de que esta forma de comungar foi imposta com certo descuido e uma certa “pressa” na distribuição da comunhão eucarística. Devemos lembrar a primeira condição que foi instilada em nós quando crianças: “esteja na graça de Deus”. Outra condição é que deveríamos estar em jejum a partir da meia-noite anterior, o que já não acontece atualmente, mas por uma hora – mas isso não deve ser negligenciado, como respeito elementar – e, como foi dito: «devemos ter consciência do que será recebido e nos aproximarmos da comunhão com devoção”. Esta última condição refere-se à fé e à consciência do que está sendo feito; Toda a vida do cristão é expressa nesse gesto de comunhão. As observações anteriores visam permitir que os fiéis obtenham o máximo fruto espiritual da comunhão eucarística. Comentando o Evangelho de São João, São Tomás de Aquino escreveu que “este sacramento nada mais é do que a aplicação a nós da paixão do Senhor, e, portanto, tudo o que é o efeito da paixão do Senhor é o efeito desse sacramento”. Ele também alertou contra a possibilidade de uma certa ficção ou simulação no coração de alguém que se aproxima da comunhão”, quando o interior não corresponde ao que é expresso nos sinais exteriores… aquele que não tem em seu coração o desejo da união com Cristo, e não busca remover todos os impedimentos (pecados e indiferenças), cai na ficção. Então Cristo não está nele, nem ele em Cristo ». Essas palavras duras ilustram a necessidade de uma preparação correta para excluir toda pressa e garantir continuidade e harmonia entre fé interior e amor e gestos externos de quem recebe o Corpo do Senhor. No Catecismo da Igreja Católica (n. 1328-1332), os nomes pelos quais o sacramento é designado são listados e explicados: Eucaristia, Festa do Senhor, Partir do Pão, Assembléia Eucarística, Memorial (da Paixão e Ressurreição de Cristo), Santo Sacrifício, Santa e divina liturgia, Comunhão, Santa Missa. A dimensão sacrificial da Eucaristia é incutida repetidamente no Catecismo: «A Eucaristia é, pois, um sacrifício, porque representa (torna presente) o sacrifício da cruz, porque é dele o memorial e porque aplica o seu fruto” (1366). A comunhão nos une em um banquete fraterno, porque é a participação comum no sacrifício de nossa redenção; É assim que se constitui a unidade católica da Igreja, e os comunicantes, ao receberem a ágape de Deus, tornam-se irmãos em Cristo. O descuido que apontei é verificado no contexto das numerosas arbitrariedades registradas nas últimas décadas e dos erros teológicos – verdadeiras heresias – que deram origem às intervenções magisteriais de Paulo VI e João Paulo II. Também aponto algumas resistências para enfatizar a autenticidade do sacramento do sacrifício do Senhor. Por exemplo: que há um crucifixo na mesa do altar, como indicou Bento XVI, ou que a parte sacrificial do rito pode ser celebrada “ad orientem”. Este ponto é mal compreendido e, portanto, criticado por ignorância e preconceito. Não se trata de “dar as costas aos fiéis” ou de celebrar “as costas”, mas de expressar o significado da celebração de maneira autêntica e correta. Depois de ter compartilhado na primeira parte a Palavra de Deus, o celebrante se coloca diante dos fiéis para ir com eles em direção ao Senhor, ao Oriente, ao Sol nascente – A natolḗ ex hýpsous, Lc 1, 78-. O gesto de “voltar-se para o Senhor” é aquele que corresponde à oferta do santo sacrifício. Joseph Ratzinger explica completamente: «Na Liturgia da Palavra, é, de fato, uma questão de dirigir a palavra e responder a ela, e, portanto, é sensato que quem anuncia e quem ouve está de frente um para o outro, que no salmo meditam sobre o que ouviram, aceitam em si mesmos e o transformam em oração, tornando-o uma resposta. Em vez disso, é essencial uma orientação comum “para o leste” durante a oração eucarística… Não é importante olhar para o padre, mas para o Senhor. Nesse caso, não é um diálogo, mas uma adoração comum, para nos colocarmos no caminho de quem está vindo. Eu me permiti essa digressão porque progressivismo, na ânsia de mudar tudo, ele arruína os critérios e sentimentos dos fiéis impondo uma cultura anti-litúrgica. Em intervenções anteriores, referi-me, com pesar, a bobagens realizadas por padres e por alguns bispos. A questão da comunhão e as correspondentes atitudes interiores e exteriores não podem ser separadas da questão mais ampla de adorar a presença substancial do Senhor. A esse respeito, João Paulo II escreveu: «Jesus nos espera neste sacramento de amor. Não poupemos tempo para encontrá-lo em adoração, em contemplação cheia de fé e abertos para corrigir as graves falhas e crimes do mundo. Nunca cesse nossa adoração». Por causa de uma visão ambígua de diálogo com o mundo, a Igreja tornou-se mundana e copia o antropocentrismo da cultura secular. A primazia de Deus e a apreciação do que se refere a Ele são deslocadas, para os danos do mundo e da própria Igreja. Tentei resumir nessas linhas o que considero importante destacar na circunstância singular em que vivemos, principalmente com vista ao “futuro”. Alguém teria que se perguntar se as verdades apontadas brilham claramente na inteligência e no coração dos católicos. A pregação comum deve abordá-los e devem figurar com destaque na catequese de crianças e adolescentes. Voltando ao início, e com o maior respeito pela opinião contrária, parece-me desnecessário e perigoso olhar para o futuro em que seja decretado, por causa da pandemia, que a Sagrada Eucaristia seja recebida na mão – e, consequentemente, em pé – A quem queremos agradar a uma medida semelhante? À autoridade sanitária, cujos critérios são desproporcionais? Não existe o risco dos fiéis perceberem que essa incumbência como uma imposição excessiva? Quoi bon? , diz o francês. + Bispo Héctor Aguer , Arcebispo Emérito de La Plata Traduzido de InfoCatólica #Comunhãonaboca #ComunhãonaMão

  • Bispo alerta: “É desnecessário e perigoso que usem a pandemia para impor a comunhão na mãoR

    Comunhão na mão em tempos de pandemia. E depois? Parece-me desnecessário, e perigoso olhando para o futuro, que seja decretado que deve ter comunhão na mão por causa da pandemia – e, portanto, na posição de pé. A quem queremos agradar com essa medida? Dom Héctor Aguer O Estado argentino, exercendo sua inclinação genética ao autoritarismo, assume o dever e a faculdade de cuidar de todos nós a partir do contágio da nova praga. Ele determinou, então, que o culto a Deus e a recepção dos sacramentos não são “atividades essenciais”. Permite alguma abertura dos templos, de acordo com a apreciação da situação sanitária, mas com a proibição das celebrações litúrgicas. O pior é que essa reivindicação totalitária foi humildemente aceita. É verdade que, graças a Deus, alguns sacerdotes usam o bom senso e a liberdade cristã, com a aprovação dos fiéis que vêm. Os políticos fingiram ignorar o formidável “tiro de bandeira”, estrelado por multidões em todo o país que, em 20 de junho, “Dia da Bandeira”, içaram a bandeira nacional e proclamaram sua saciedade com a quarentena que já é de “noventena”, e continuará sem saber até quando. Nosso Hino Nacional canta “Liberdade, Liberdade, Liberdade”, mas os direitos e garantias garantidos por nossa Constituição têm validade duvidosa no que era a República Argentina, e agora se chama “Presidência Argentina”. Somos governados pelo DNU, “decretos de necessidade e urgência” do Poder Executivo. Nesse contexto, alguns pastores da Igreja determinaram que a Santa Comunhão deveria ser recebida na mão; é aqui que os fiéis solicitam o sacramento e os sacerdotes estão dispostos a cumprir sua obrigação pastoral elementar. O cuidado parece razoável, embora outra opinião também tenha sido divulgada, segundo a qual haveria tanto ou mais risco de contágio ao receber a Comunhão na mão do que na boca. Por alguma razão, nos convidam até o cansaço a lavar as nossas mãos com frequência. Ocorre-me que, de fato, talvez um ou outro possa ser feito com o mesmo cuidado e sem perigo. Não tenho competência para elucidar esse assunto, e também minha intenção nesta nota é direcionada para o futuro e lembrar qual é a disciplina atual na Igreja e o consequente direito dos católicos. Vamos ao que interessa. De acordo com a disciplina eclesial, a comunhão pode ser recebida em pé ou ajoelhado, na mão ou na boca. No entanto… não há como negar uma tendência, realmente imposta, a receber a Comunhão em pé. No mínimo, a coisa certa a fazer seria arranjar um genuflexório …para que aqueles que quisessem manter a maneira tradicional de ajoelhar pudessem fazê-lo, mesmo que fosse indo para uma fileira própria. Muitos padres – verifiquei – relutam em oferecer esta solução; desse modo, ele praticamente força o fiel a receber a Comunhão em pé, e essa posição se torna geral como se fosse o costume apropriado, o único que corresponde. Não tenho nada de objetivo contra isso, mas me parece necessário advertir que aqueles que a praticam não devem omitir um gesto de reverência ou adoração. Santo Agostinho ensinou que “você não pode comer este pão sem primeiro adorá-lo”; …seria simplesmente a externalização, na ordem litúrgica dos sinais, da fé na presença substancial do Senhor sob a espécie eucarística. A comunhão na mão, independentemente da idade do gesto, é uma forma adotada e difundida nas últimas décadas, após séculos de validade da prática oficial do rito latino, que deveria receber a comunhão na boca. Lembro-me de ouvir um argumento absurdamente ridículo a favor da nova postura há muito tempo: são os bebês que recebem comida na boca; nós adultos os tomamos com as mãos. Mas outra comparação poderia ser usada como um contra-argumento: pegar com a mão, ter na mão indica a posse de alguém que possui alguma coisa, e não podemos dizer que esse seja o relacionamento de um católico com o Corpo do Senhor, que se recebe como um dom imerecido. Na minha opinião, outras precauções devem ser levadas em consideração. Muitas vezes isso aconteceu comigo, distribuindo a comunhão em uma catedral lotada, tendo que deter alguém que levava embora consigo a hóstia consagrada. Não devo pensar mal, mas sempre pode haver alguma “tensão”, que não sabe do que se trata; e não se deve excluir que existem aqueles que a buscam para fins “não-santificados”. É necessário, então, que o comunicante o consuma perante o ministro. Da mesma forma, deve-se notar que… é necessário observar se uma pequena partícula não é deixada na mão; não seria apenas uma migalha de pão; o Corpo do Senhor está presente em toda hóstia consagrada e em cada um de seus fragmentos. Tenho a impressão de que esta forma de comungar foi imposta com certo descuido e uma certa “pressa” na distribuição da comunhão eucarística. Devemos lembrar a primeira condição que foi instilada em nós quando crianças: “esteja na graça de Deus”. Outra condição é que deveríamos estar em jejum a partir da meia-noite anterior, o que já não acontece atualmente, mas por uma hora – mas isso não deve ser negligenciado, como respeito elementar – e, como foi dito: «devemos ter consciência do que será recebido e nos aproximarmos da comunhão com devoção”. Esta última condição refere-se à fé e à consciência do que está sendo feito; Toda a vida do cristão é expressa nesse gesto de comunhão. As observações anteriores visam permitir que os fiéis obtenham o máximo fruto espiritual da comunhão eucarística. Comentando o Evangelho de São João, São Tomás de Aquino escreveu que “este sacramento nada mais é do que a aplicação a nós da paixão do Senhor, e, portanto, tudo o que é o efeito da paixão do Senhor é o efeito desse sacramento”. Ele também alertou contra a possibilidade de uma certa ficção ou simulação no coração de alguém que se aproxima da comunhão”, quando o interior não corresponde ao que é expresso nos sinais exteriores… aquele que não tem em seu coração o desejo da união com Cristo, e não busca remover todos os impedimentos (pecados e indiferenças), cai na ficção. Então Cristo não está nele, nem ele em Cristo ». Essas palavras duras ilustram a necessidade de uma preparação correta para excluir toda pressa e garantir continuidade e harmonia entre fé interior e amor e gestos externos de quem recebe o Corpo do Senhor. No Catecismo da Igreja Católica (n. 1328-1332), os nomes pelos quais o sacramento é designado são listados e explicados: Eucaristia, Festa do Senhor, Partir do Pão, Assembléia Eucarística, Memorial (da Paixão e Ressurreição de Cristo), Santo Sacrifício, Santa e divina liturgia, Comunhão, Santa Missa. A dimensão sacrificial da Eucaristia é incutida repetidamente no Catecismo: «A Eucaristia é, pois, um sacrifício, porque representa (torna presente) o sacrifício da cruz, porque é dele o memorial e porque aplica o seu fruto” (1366). A comunhão nos une em um banquete fraterno, porque é a participação comum no sacrifício de nossa redenção; É assim que se constitui a unidade católica da Igreja, e os comunicantes, ao receberem a ágape de Deus, tornam-se irmãos em Cristo. O descuido que apontei é verificado no contexto das numerosas arbitrariedades registradas nas últimas décadas e dos erros teológicos – verdadeiras heresias – que deram origem às intervenções magisteriais de Paulo VI e João Paulo II. Também aponto algumas resistências para enfatizar a autenticidade do sacramento do sacrifício do Senhor. Por exemplo: que há um crucifixo na mesa do altar, como indicou Bento XVI, ou que a parte sacrificial do rito pode ser celebrada “ad orientem”. Este ponto é mal compreendido e, portanto, criticado por ignorância e preconceito. Não se trata de “dar as costas aos fiéis” ou de celebrar “as costas”, mas de expressar o significado da celebração de maneira autêntica e correta. Depois de ter compartilhado na primeira parte a Palavra de Deus, o celebrante se coloca diante dos fiéis para ir com eles em direção ao Senhor, ao Oriente, ao Sol nascente – A natolḗ ex hýpsous, Lc 1, 78-. O gesto de “voltar-se para o Senhor” é aquele que corresponde à oferta do santo sacrifício. Joseph Ratzinger explica completamente: «Na Liturgia da Palavra, é, de fato, uma questão de dirigir a palavra e responder a ela, e, portanto, é sensato que quem anuncia e quem ouve está de frente um para o outro, que no salmo meditam sobre o que ouviram, aceitam em si mesmos e o transformam em oração, tornando-o uma resposta. Em vez disso, é essencial uma orientação comum “para o leste” durante a oração eucarística… Não é importante olhar para o padre, mas para o Senhor. Nesse caso, não é um diálogo, mas uma adoração comum, para nos colocarmos no caminho de quem está vindo. Eu me permiti essa digressão porque progressivismo, na ânsia de mudar tudo, ele arruína os critérios e sentimentos dos fiéis impondo uma cultura anti-litúrgica. Em intervenções anteriores, referi-me, com pesar, a bobagens realizadas por padres e por alguns bispos. A questão da comunhão e as correspondentes atitudes interiores e exteriores não podem ser separadas da questão mais ampla de adorar a presença substancial do Senhor. A esse respeito, João Paulo II escreveu: «Jesus nos espera neste sacramento de amor. Não poupemos tempo para encontrá-lo em adoração, em contemplação cheia de fé e abertos para corrigir as graves falhas e crimes do mundo. Nunca cesse nossa adoração». Por causa de uma visão ambígua de diálogo com o mundo, a Igreja tornou-se mundana e copia o antropocentrismo da cultura secular. A primazia de Deus e a apreciação do que se refere a Ele são deslocadas, para os danos do mundo e da própria Igreja. Tentei resumir nessas linhas o que considero importante destacar na circunstância singular em que vivemos, principalmente com vista ao “futuro”. Alguém teria que se perguntar se as verdades apontadas brilham claramente na inteligência e no coração dos católicos. A pregação comum deve abordá-los e devem figurar com destaque na catequese de crianças e adolescentes. Voltando ao início, e com o maior respeito pela opinião contrária, parece-me desnecessário e perigoso olhar para o futuro em que seja decretado, por causa da pandemia, que a Sagrada Eucaristia seja recebida na mão – e, consequentemente, em pé – A quem queremos agradar a uma medida semelhante? À autoridade sanitária, cujos critérios são desproporcionais? Não existe o risco dos fiéis perceberem que essa incumbência como uma imposição excessiva? Quoi bon? , diz o francês. + Bispo Héctor Aguer , Arcebispo Emérito de La Plata Traduzido de InfoCatólica #Comunhãonaboca #ComunhãonaMão

  • Ladainha em honra ao Preciosíssimo Sangue de Cristo

    Neste mês de julho, especialmente dedicado ao Sangue de Cristo, Sangue do Filho Unigênito do Eterno Pai, aprenda a rezar a litania em honra à preciosíssima seiva que nos conquistou a salvação. O texto desta litania em honra ao Preciosíssimo Sangue de Cristo foi composto pela Sagrada Congregação dos Ritos — hoje, Congregação para o Culto Divino — e promulgada pelo Papa João XXIII no dia 24 de fevereiro de 1960. A sua forma é mais antiga, na verdade, pois textos similares podem ser encontrados em livros de orações do início do século XX. Aos fiéis que a recitarem devotamente concede-se indulgência parcial. Para acessar a versão latina da oração, clique aqui. Senhor, tende piedade de nós. Cristo, tende piedade de nós. Senhor, tende piedade de nós. Jesus Cristo, ouvi-nos. Jesus Cristo, atendei-nos. Deus Pai dos céus, tende piedade de nós. Deus Filho, redentor do mundo tende piedade de nós. Deus Espírito Santo, tende piedade de nós. Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós. Sangue de Cristo, Sangue do Filho Unigênito do Eterno Pai, salvai-nos. Sangue de Cristo, Sangue do Verbo de Deus encarnado, salvai-nos. Sangue de Cristo, Sangue do Novo e Eterno Testamento, salvai-nos. Sangue de Cristo, correndo pela terra na agonia, salvai-nos. Sangue de Cristo, manando abundante na flagelação, salvai-nos. Sangue de Cristo, gotejando na coroação de espinhos, salvai-nos. Sangue de Cristo, derramado na cruz, salvai-nos. Sangue de Cristo, preço da nossa salvação, salvai-nos. Sangue de Cristo, sem o qual não pode haver redenção, salvai-nos. Sangue de Cristo, que apagais a sede das almas e as purificais na Eucaristia, salvai-nos. Sangue de Cristo, torrente de misericórdia, salvai-nos. Sangue de Cristo, vencedor dos demônios, salvai-nos. Sangue de Cristo, fortaleza dos mártires, salvai-nos. Sangue de Cristo, virtude dos confessores, salvai-nos. Sangue de Cristo, que suscitais almas virgens, salvai-nos. Sangue de Cristo, força dos tentados, salvai-nos. Sangue de Cristo, alívio dos que trabalham, salvai-nos. Sangue de Cristo, consolação dos que choram, salvai-nos. Sangue de Cristo, esperança dos penitentes, salvai-nos. Sangue de Cristo, conforto dos moribundos, salvai-nos. Sangue de Cristo, paz e doçura dos corações, salvai-nos. Sangue de Cristo, penhor de eterna vida, salvai-nos. Sangue de Cristo, que libertais as almas do Purgatório, salvai-nos. Sangue de Cristo, digno de toda a honra e glória, salvai-nos. Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, perdoai-nos, Senhor. Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, ouvi-nos, Senhor. Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, tende piedade de nós, Senhor. V. Remistes-nos, Senhor com o Vosso Sangue. R. E fizestes de nós um reino para o nosso Deus. Oremos: Todo-Poderoso e Eterno Deus, que constituístes o Vosso Unigênito Filho, Redentor do mundo, e quisestes ser aplacado com o seu Sangue, concedei-nos a graça de venerar o preço da nossa salvação e de encontrar, na virtude que Ele contém, defesa contra os males da vida presente, de tal modo que eternamente gozemos dos seus frutos no Céu. Pelo mesmo Cristo, Senhor nosso. Assim seja. Via Equipe Christo Nihil Praeponere #PreciosíssimoSangue

  • Ladainha em honra ao Preciosíssimo Sangue de Cristo

    Neste mês de julho, especialmente dedicado ao Sangue de Cristo, Sangue do Filho Unigênito do Eterno Pai, aprenda a rezar a litania em honra à preciosíssima seiva que nos conquistou a salvação. O texto desta litania em honra ao Preciosíssimo Sangue de Cristo foi composto pela Sagrada Congregação dos Ritos — hoje, Congregação para o Culto Divino — e promulgada pelo Papa João XXIII no dia 24 de fevereiro de 1960. A sua forma é mais antiga, na verdade, pois textos similares podem ser encontrados em livros de orações do início do século XX. Aos fiéis que a recitarem devotamente concede-se indulgência parcial. Para acessar a versão latina da oração, clique aqui. Senhor, tende piedade de nós. Cristo, tende piedade de nós. Senhor, tende piedade de nós. Jesus Cristo, ouvi-nos. Jesus Cristo, atendei-nos. Deus Pai dos céus, tende piedade de nós. Deus Filho, redentor do mundo tende piedade de nós. Deus Espírito Santo, tende piedade de nós. Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós. Sangue de Cristo, Sangue do Filho Unigênito do Eterno Pai, salvai-nos. Sangue de Cristo, Sangue do Verbo de Deus encarnado, salvai-nos. Sangue de Cristo, Sangue do Novo e Eterno Testamento, salvai-nos. Sangue de Cristo, correndo pela terra na agonia, salvai-nos. Sangue de Cristo, manando abundante na flagelação, salvai-nos. Sangue de Cristo, gotejando na coroação de espinhos, salvai-nos. Sangue de Cristo, derramado na cruz, salvai-nos. Sangue de Cristo, preço da nossa salvação, salvai-nos. Sangue de Cristo, sem o qual não pode haver redenção, salvai-nos. Sangue de Cristo, que apagais a sede das almas e as purificais na Eucaristia, salvai-nos. Sangue de Cristo, torrente de misericórdia, salvai-nos. Sangue de Cristo, vencedor dos demônios, salvai-nos. Sangue de Cristo, fortaleza dos mártires, salvai-nos. Sangue de Cristo, virtude dos confessores, salvai-nos. Sangue de Cristo, que suscitais almas virgens, salvai-nos. Sangue de Cristo, força dos tentados, salvai-nos. Sangue de Cristo, alívio dos que trabalham, salvai-nos. Sangue de Cristo, consolação dos que choram, salvai-nos. Sangue de Cristo, esperança dos penitentes, salvai-nos. Sangue de Cristo, conforto dos moribundos, salvai-nos. Sangue de Cristo, paz e doçura dos corações, salvai-nos. Sangue de Cristo, penhor de eterna vida, salvai-nos. Sangue de Cristo, que libertais as almas do Purgatório, salvai-nos. Sangue de Cristo, digno de toda a honra e glória, salvai-nos. Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, perdoai-nos, Senhor. Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, ouvi-nos, Senhor. Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, tende piedade de nós, Senhor. V. Remistes-nos, Senhor com o Vosso Sangue. R. E fizestes de nós um reino para o nosso Deus. Oremos: Todo-Poderoso e Eterno Deus, que constituístes o Vosso Unigênito Filho, Redentor do mundo, e quisestes ser aplacado com o seu Sangue, concedei-nos a graça de venerar o preço da nossa salvação e de encontrar, na virtude que Ele contém, defesa contra os males da vida presente, de tal modo que eternamente gozemos dos seus frutos no Céu. Pelo mesmo Cristo, Senhor nosso. Assim seja. Via Equipe Christo Nihil Praeponere #PreciosíssimoSangue

  • Monsenhor Georg Ratzinger faleceu, o irmão de Bento XVI

    O idoso prelado bávaro encontrava-se em Regensburg, na Baviera, a cidade onde viveu e onde há poucos dias recebeu a última visita do seu irmão. Tinham sido ordenados sacerdotes juntos. Georg Ratzinger, irmão mais velho do Papa emérito, faleceu com a idade de 96 anos. Encontrava-se em Regensburg, a cidade onde viveu a maior parte da sua longa vida. Com a sua morte, Joseph Ratzinger, que em 18 de junho último desejou enfrentar uma viagem de avião para ver novamente o seu irmão moribundo, perdeu o único membro da família ainda vivo. Ordenados sacerdotes no mesmo dia, os dois irmãos – um músico e maestro de um famoso coral, o outro teólogo e depois bispo, cardeal e Papa – foram sempre muito unidos. Nascido em Pleiskirchen, Baviera, em 15 de janeiro de 1924, Georg Ratzinger tocava órgão na igreja paroquial desde os 11 anos de idade. Em 1935 entrou no seminário menor de Traunstein, mas em 1942 foi alistado nas Reichsarbeitsdienst, e mais tarde na Wehrmacht, com a qual combateu também na Itália. Capturado pelos Aliados em março de 1945, permaneceu prisioneiro em Nápoles durante alguns meses antes de ser libertado e autorizado a regressar à sua família. Em 1947, junto com o seu irmão Joseph, entrou no seminário de Herzogliches Georgianum, em Munique. Em 29 de junho de 1951, ambos os irmãos, juntamente com cerca de quarenta outros companheiros, foram ordenados sacerdotes na Catedral de Freising pelo cardeal Michael von Faulhaber. Depois de se tornar maestro de capela em Traunstein, durante trinta anos, de 1964 a 1994, foi o diretor do coral da Catedral de Regensburg, o coral dos “Regensburger Domspatzen”. Viajou o mundo fazendo inúmeros concertos e dirigiu muitas gravações para a Deutsche Grammophon, Ars Musici e outras importantes empresas discográficas com produções dedicadas a Bach, Mozart, Mendelssohn e outros compositores. Em 22 de agosto de 2008, agradecendo ao prefeito de Castel Gandolfo que concedeu a Georg a cidadania honorária, Bento XVI disse de seu irmão: “Desde o início da minha vida meu irmão sempre foi para mim não só um companheiro, mas também um guia confiável. Ele foi para mim um ponto de orientação e referência com a clareza e determinação de suas decisões. Ele sempre me mostrou o caminho a seguir, mesmo em situações difíceis”. “O meu irmão e eu – dissera Georg Ratzinger 11 anos atrás durante uma entrevista – éramos ambos coroinhas, ambos ajudávamos na Missa. Ficou logo claro, primeiro para mim e depois para ele, que a nossa vida seria a serviço da Igreja”. E partilhou recordações da sua infância: “Em Tittmoning Joseph tinha recebido a crisma do cardeal Michael Faulhaber, o grande arcebispo de Munique. Ele tinha ficado impressionado e disse que também ele queria tornar-se cardeal. Mas, poucos dias depois daquele encontro, observando o pintor que pintava os muros da nossa casa, disse também que quando crescesse queria ser pintor…”. Georg Ratzinger era um homem simples e pouco habituado à diplomacia. Por exemplo, nunca escondeu o fato de não ter exultado com a eleição do irmão em abril de 2005: “Devo admitir que não esperava – disse ele – e fiquei um pouco decepcionado… Tendo em conta os seus onerosos compromissos, compreendi que a nossa relação teria de ser muito reduzida. Em todo o caso, por detrás da decisão humana dos cardeais está a vontade de Deus, e a ela devemos de dizer sim”. Em 2011, Georg Ratzinger, entrevistado por uma revista alemã, dissera: “Se ele não conseguisse mais do ponto de vista físico, o meu irmão deveria ter a coragem de se demitir”. E ele esteve entre os primeiros a receber, com meses de antecedência, a decisão histórica do Pontífice de renunciar ao ministério petrino por razões relacionadas à idade. “A idade faz-se sentir”, comentou Georg após o anúncio em fevereiro de 2013 – “O meu irmão deseja mais tranquilidade na velhice”. Apesar dos problemas com as pernas e com a visão, o irmão mais velho do Papa emérito continuou a viajar de Regensburg para Roma, permanecendo no mosteiro Mater Ecclesiae durante vários períodos, fazendo muitas vezes companhia a Bento XVI. Também apareceu, com alguns trechos de entrevista, no documentário de 29 minutos realizado pelo jornalista Tassilo Forchheimer para a Bayerischer Rundfunk, uma emissora pública local da Baviera, que foi ao ar em janeiro de 2020. Fonte: Vatican News #PapaBentoXVI

  • Monsenhor Georg Ratzinger faleceu, o irmão de Bento XVI

    O idoso prelado bávaro encontrava-se em Regensburg, na Baviera, a cidade onde viveu e onde há poucos dias recebeu a última visita do seu irmão. Tinham sido ordenados sacerdotes juntos. Georg Ratzinger, irmão mais velho do Papa emérito, faleceu com a idade de 96 anos. Encontrava-se em Regensburg, a cidade onde viveu a maior parte da sua longa vida. Com a sua morte, Joseph Ratzinger, que em 18 de junho último desejou enfrentar uma viagem de avião para ver novamente o seu irmão moribundo, perdeu o único membro da família ainda vivo. Ordenados sacerdotes no mesmo dia, os dois irmãos – um músico e maestro de um famoso coral, o outro teólogo e depois bispo, cardeal e Papa – foram sempre muito unidos. Nascido em Pleiskirchen, Baviera, em 15 de janeiro de 1924, Georg Ratzinger tocava órgão na igreja paroquial desde os 11 anos de idade. Em 1935 entrou no seminário menor de Traunstein, mas em 1942 foi alistado nas Reichsarbeitsdienst, e mais tarde na Wehrmacht, com a qual combateu também na Itália. Capturado pelos Aliados em março de 1945, permaneceu prisioneiro em Nápoles durante alguns meses antes de ser libertado e autorizado a regressar à sua família. Em 1947, junto com o seu irmão Joseph, entrou no seminário de Herzogliches Georgianum, em Munique. Em 29 de junho de 1951, ambos os irmãos, juntamente com cerca de quarenta outros companheiros, foram ordenados sacerdotes na Catedral de Freising pelo cardeal Michael von Faulhaber. Depois de se tornar maestro de capela em Traunstein, durante trinta anos, de 1964 a 1994, foi o diretor do coral da Catedral de Regensburg, o coral dos “Regensburger Domspatzen”. Viajou o mundo fazendo inúmeros concertos e dirigiu muitas gravações para a Deutsche Grammophon, Ars Musici e outras importantes empresas discográficas com produções dedicadas a Bach, Mozart, Mendelssohn e outros compositores. Em 22 de agosto de 2008, agradecendo ao prefeito de Castel Gandolfo que concedeu a Georg a cidadania honorária, Bento XVI disse de seu irmão: “Desde o início da minha vida meu irmão sempre foi para mim não só um companheiro, mas também um guia confiável. Ele foi para mim um ponto de orientação e referência com a clareza e determinação de suas decisões. Ele sempre me mostrou o caminho a seguir, mesmo em situações difíceis”. “O meu irmão e eu – dissera Georg Ratzinger 11 anos atrás durante uma entrevista – éramos ambos coroinhas, ambos ajudávamos na Missa. Ficou logo claro, primeiro para mim e depois para ele, que a nossa vida seria a serviço da Igreja”. E partilhou recordações da sua infância: “Em Tittmoning Joseph tinha recebido a crisma do cardeal Michael Faulhaber, o grande arcebispo de Munique. Ele tinha ficado impressionado e disse que também ele queria tornar-se cardeal. Mas, poucos dias depois daquele encontro, observando o pintor que pintava os muros da nossa casa, disse também que quando crescesse queria ser pintor…”. Georg Ratzinger era um homem simples e pouco habituado à diplomacia. Por exemplo, nunca escondeu o fato de não ter exultado com a eleição do irmão em abril de 2005: “Devo admitir que não esperava – disse ele – e fiquei um pouco decepcionado… Tendo em conta os seus onerosos compromissos, compreendi que a nossa relação teria de ser muito reduzida. Em todo o caso, por detrás da decisão humana dos cardeais está a vontade de Deus, e a ela devemos de dizer sim”. Em 2011, Georg Ratzinger, entrevistado por uma revista alemã, dissera: “Se ele não conseguisse mais do ponto de vista físico, o meu irmão deveria ter a coragem de se demitir”. E ele esteve entre os primeiros a receber, com meses de antecedência, a decisão histórica do Pontífice de renunciar ao ministério petrino por razões relacionadas à idade. “A idade faz-se sentir”, comentou Georg após o anúncio em fevereiro de 2013 – “O meu irmão deseja mais tranquilidade na velhice”. Apesar dos problemas com as pernas e com a visão, o irmão mais velho do Papa emérito continuou a viajar de Regensburg para Roma, permanecendo no mosteiro Mater Ecclesiae durante vários períodos, fazendo muitas vezes companhia a Bento XVI. Também apareceu, com alguns trechos de entrevista, no documentário de 29 minutos realizado pelo jornalista Tassilo Forchheimer para a Bayerischer Rundfunk, uma emissora pública local da Baviera, que foi ao ar em janeiro de 2020. Fonte: Vatican News #PapaBentoXVI

  • O PESSIMISMO CONSERVADOR DE CORMAC MACCARTHY – James Mcelroy

    Quem é o principal romancista conservador hoje? Um nome que vem à mente é Michel Houellebecq, recentemente incluído pelo colunista do New York Times, Ross Douthat, no currículo de suas aulas sobre conservadorismo na Universidade de Yale. E enquanto os livros de Houellebecq oferecem ideias interessantes sobre metafísica, o Islã na Europa e como o mercado afeta nossa vida amorosa — se a direita permitir, em seu cânon, romances niilistas de depravação sexual, penso que há um autor mais poderoso que ele por aí. Trata-se de Cormac McCarthy, o maior romancista vivo. É realmente estranho que ele e Houellebecq não sejam comparados com mais frequência, pois ambos escrevem a partir de uma visão de mundo semelhante, sobre tópicos semelhantes. Não são propriamente conservadores, mas ambos representam bem o “pessimismo cultural” da direita. E apenas compreendendo por que McCarthy é o nosso melhor escritor, podemos perceber a maneira correta como essa fatia de conservadorismo deve ser integrada ao cânone maior. O interesse conservador em Houellebecq deriva de suas críticas ao liberalismo europeu, particularmente suas ideias sobre isolamento social, a revolução sexual e o islã, que estão mais claramente expostas em seus romances As partículas elementares e Submissão. Houellebecq atribui o tédio cultural da Europa à metafísica empirista, que limita o conhecimento do mundo. Atribui a revolução sexual dos anos 60 e o recente abraço ao Islã na Europa como sintomas desta doença. Em Partículas elementares, escarnece do “amor livre” dos hippies dos anos 60 e mostra como a revolução sexual representou a intrusão dos princípios de mercado nas relações humanas. Segundo Houellebecq, a hookup culture [cultura das ligações sexuais efêmeras] é um mercado competitivo de produtos que gera a mesma desigualdade presente no capitalismo global. Submissão revela como os chavões sentimentalistas sobre diversidade e Islã significam o apático encolher de ombros de um povo desenraizado da cultura autêntica. Embora ele tenha chamado o Islã de a religião mais estúpida do mundo, seu verdadeiro alvo é o enfraquecimento cultural do Ocidente. O pessimismo de Houellebecq tem tudo para atrair os conservadores preocupados com o futuro do Ocidente. No entanto, acima e além dessas ideias, Houellebecq está interessado principalmente em Houellebecq. Um exame atento de suas escolhas como escritor revela os aspectos egocêntricos de sua imaginação, que minam sua visão do pessimismo cultural. Todos os seus protagonistas são versões dele mesmo; às vezes até compartilham o nome dele. Uma certa quantidade de autobiografia é permitida em romances, mas a auto-obsessão de Houellebecq invalida a forma e a estrutura de sua arte. Por exemplo, no quarto capítulo de As partículas elementares, a narrativa em terceira pessoa inexplicavelmente muda para a primeira pessoa numa única frase. Isso é escrita amadora. Houellebecq também gosta de se afastar da história para oferecer fluxos de detalhes sexualmente explícitos. Ocasionalmente, isso resulta em humor negro, mas, com mais frequência, parece só ter em mira chocar os mais pudicos. Em As partículas elementares, essa escrita superficial é encoberta por uma estrutura narrativa projetada para atrair o leitor. O protagonista é um cientista que inventou algo que mudou a humanidade, embora não saibamos o que seja; não passa de um truque de suspense que vai arrastando o leitor pelas reflexões de Houellebecq. Mas isso é um artifício, não uma história. Se Houellebecq colocasse sua arte acima de seu ego, ele poderia se perguntar se não houve uma contradição ao usar a técnica narrativa dos entretenimentos produzidos em massa, a fim de atrair os leitores em suas críticas aos entretenimentos produzidos em massa. Essa falta de vigor artístico debilita sua representação da falta de vigor ocidental, e o pessimismo absoluto é desmentido pela óbvia alegria que Houellebecq experimenta em suas provocações. Por outro lado, Cormac McCarthy parece genuinamente angustiado por seu pessimismo. McCarthy escreve sobre assassinos, escalpeladores, vagabundos com sacos cheios de morcegos, canibais. Esses pesadelos são acompanhados por perguntas dostoievskianas sobre a existência de Deus e a natureza do mal. Não é, em absoluto, uma coisa alegre. Como Houellebecq, McCarthy está interessado nos efeitos colaterais da revolução metafísica do Iluminismo, e também põe em dúvida o projeto liberal. Mas enquanto em Houellebecq essas ideias são inseparáveis do egoísmo, em McCarthy elas se inserem numa certa concepção artística. O principal interesse de McCarthy são os limites da linguagem, e seu compromisso de explorá-los acabam por forçá-lo a transcender a escuridão implacável presente em seus romances. McCarthy escreveu um ensaio sobre as origens da linguagem, onde afirmou que nossa mente inconsciente é aquela parte de nossa consciência que não tem acesso à linguagem. Seus romances vinculam religião e esperança, de forma consistente, com aquilo que não pode ser colocado em palavras. Sua peça The Sunset Limited [a versão cinematográfica, no Brasil, se chamou No limite do suicídio] é sobre um ex-presidiário evangélico que tenta impedir um professor ateu de cometer suicídio. Quando o ex-presidiário falha, pergunta a Deus: “Se você queria que eu o ajudasse, por que não me deu então as palavras certas?” No final de Meridiano de sangue, o protagonista abandona a gangue maligna de escalpeladores e começa a carregar uma Bíblia, embora seja analfabeto. Esse fio condutor, atrás do pessimismo de McCarthy, desenha uma discreta esperança. Como As partículas elementares, de Houellebecq, Filho de Deus de McCarthy explora temas como o isolamento das pessoas e a luta do indivíduo contra a comunidade. A história apresenta Lester Ballard como um “Filho de Deus muito parecido com você”. Ballard é expulso da fazenda da família, vive sozinho na floresta, cai na loucura e se torna um necrófilo que mata em série. A história examina maliciosamente o célebre mito liberal do indivíduo emancipado. McCarthy intercala a queda de Lester com monólogos de várias pessoas da cidade, que tentam encontrar explicações para o monstro. A justaposição é obscurecida pela introdução de McCarthy e, assim, nossa atenção é despertada para a insuficiência de explicações materialistas. Entre o que é dito e não dito, somos levados a questionar o papel da comunidade na criação de Lester. Desta maneira, McCarthy diagnosticou e examinou o assassino da cidade de Sandy Hook, o terrorista de Toronto e a época do isolamento em 1973. Apesar da desolação, Filho de Deus termina com Lester se entregando a um manicômio com as palavras “eu sou daqui.” Depois de Filho de Deus, todos os romances de McCarthy terminam deixando sempre um espaço para a esperança. Suttree acompanha um vagabundo niilista em aventuras do tipo das narradas em Huckleberry Finn, mas acaba com o protagonista empreendendo um novo começo. Meridiano de sangue é a história esmagadoramente violenta de uma gangue de escalpeladores, mas termina com um impreciso alvorecer da civilização. Essa trajetória chegou à sua apoteose em A estrada, o romance com que McCarthy venceu o Prêmio Pulitzer, sobre um pai e seu filho numa terra devastada, pós-apocalíptica. Provavelmente, é o trabalho de McCarthy com o qual os conservadores estão mais familiarizados. Aqui, McCarthy dá rédeas soltas, inequivocamente, ao calor e à ternura que faltam na maior parte de seu trabalho anterior, além da esperança que uma geração pode passar à outra. Entre os trabalhos de Houellebecq e McCarthy, A estrada é o mais explicitamente conservador e o mais explicitamente esperançoso. Isso ocorre porque McCarthy perseguia uma visão, ao invés de um ego. Nos textos de Houellebecq, o pessimismo quase permanente é sempre acompanhado de um bocejante egoísmo. Como diz o Satanás de Milton, a mente pode fazer do céu um inferno. Muitas vezes, o conservadorismo tresanda a um pessimismo autoindulgente. Repete-se, irrefletidamente, que os conservadores têm uma “visão trágica” do homem, mas isso é bem diferente de saborear uma tragédia. Graves previsões culturais são facilmente estetizáveis, e Houellebecq é essencialmente um romântico. Cormac McCarthy deve ser colocado nas listas de leitura da direita, porque seu vigor artístico exige um lugar para a esperança. Gostaria de terminar sugerindo que, se Submissão de Houellebecq oferece a visão autoindulgente do inevitável fim do liberalismo europeu, a Trilogia da Fronteira, de McCarthy — sobre cowboys na fronteira do México, quando a tecnologia começa a suplantar a cultura dos fazendeiros — oferece uma enérgica refutação americana do mesmo fenômeno. Cormac McCarthy é importante para o cânone conservador, porque, em sua desolação, ele reafirma que uma concepção do mal exige uma concepção do bem, e uma visão trágica exige uma visão da alegria. https://www.theamericanconservative.com/articles/cormac-mccarthys-conservative-pessimism/

  • Os jesuítas e o ‘orgulho gay ”

    O jesuíta José María Rodríguez Olaizola, conhecido escritor e sacerdote, escreveu um artigo por ocasião do ‘Orgulho Gay’, publicado no site da Companhia fundada por São Ignacio de Loyola. “Este ano não haverá carros alegóricos, desfiles, multidões … Há quem sentirá falta dele e que, por outro lado, sentirá alívio”, diz ele sobre a ausência de desfiles por causa do coronavírus. “Um dia o Orgulho Gay ou qualquer outro orgulho não será necessário”, diz o jesuíta, o dia em que “todos reconhecem a dignidade das pessoas, de cada pessoa, sem que a orientação sexual seja algo que prejudique ou a deprecie”. em questão para algumas mentalidades ”. O dia em que “sair do armário” não é novidade, “porque é pura normalidade”, o dia em que “desprezo, rejeição ou perseguição (…) já é história”. Um dia em que também “como Igreja”, “avançamos” em direção a uma “maior e melhor integração, aceitação e aceitação da realidade das pessoas homossexuais, de suas necessidades e direito a amar e superamos as doses de mal-entendidos que ainda existem em algumas pessoas da Igreja em relação à realidade das pessoas LGBTQ ”, afirma o religioso. “Mas esse dia ainda não chegou”, lamenta os religiosos. Direito de amar? O jesuíta religioso está se referindo às relações homossexuais? Você está sugerindo que a Igreja a aceite como uma coisa boa? Esse padre sabe que o Catecismo da Igreja a que pertence exige, é claro, respeito e aceitação da pessoa, mas condena o “direito de amar” descrevendo-o como “intrinsecamente desordenado”? Certamente você sabe disso, então prefiro assumir que por “direito a amar” você quer dizer amor ao próximo por toda a vida. “Ainda existem muitas mentalidades para as quais” ter um filho gay “é uma tragédia, uma vergonha, algo a esconder e, por essa razão, o filho, a filha, não têm outra maneira senão encontrar seu orgulho sem se deixar anular”, assegura. Olaizola. Segundo o padre jesuíta ainda na Igreja “há muito silêncio diante de algumas declarações e formulações que não respondem à realidade pastoral de nossas comunidades, paróquias, grupos e espaços de acompanhamento”. Cada pessoa “precisa se orgulhar de como Deus a criou. Porque, no final, a homossexualidade ou a heterossexualidade não é uma decisão extravagante do povo. Faz parte (e apenas parte) do que a pessoa é ”, conclui o padre. Traduzido de Infovaticana #LGBT

  • Os jesuítas e o ‘orgulho gay ”

    O jesuíta José María Rodríguez Olaizola, conhecido escritor e sacerdote, escreveu um artigo por ocasião do ‘Orgulho Gay’, publicado no site da Companhia fundada por São Ignacio de Loyola. “Este ano não haverá carros alegóricos, desfiles, multidões … Há quem sentirá falta dele e que, por outro lado, sentirá alívio”, diz ele sobre a ausência de desfiles por causa do coronavírus. “Um dia o Orgulho Gay ou qualquer outro orgulho não será necessário”, diz o jesuíta, o dia em que “todos reconhecem a dignidade das pessoas, de cada pessoa, sem que a orientação sexual seja algo que prejudique ou a deprecie”. em questão para algumas mentalidades ”. O dia em que “sair do armário” não é novidade, “porque é pura normalidade”, o dia em que “desprezo, rejeição ou perseguição (…) já é história”. Um dia em que também “como Igreja”, “avançamos” em direção a uma “maior e melhor integração, aceitação e aceitação da realidade das pessoas homossexuais, de suas necessidades e direito a amar e superamos as doses de mal-entendidos que ainda existem em algumas pessoas da Igreja em relação à realidade das pessoas LGBTQ ”, afirma o religioso. “Mas esse dia ainda não chegou”, lamenta os religiosos. Direito de amar? O jesuíta religioso está se referindo às relações homossexuais? Você está sugerindo que a Igreja a aceite como uma coisa boa? Esse padre sabe que o Catecismo da Igreja a que pertence exige, é claro, respeito e aceitação da pessoa, mas condena o “direito de amar” descrevendo-o como “intrinsecamente desordenado”? Certamente você sabe disso, então prefiro assumir que por “direito a amar” você quer dizer amor ao próximo por toda a vida. “Ainda existem muitas mentalidades para as quais” ter um filho gay “é uma tragédia, uma vergonha, algo a esconder e, por essa razão, o filho, a filha, não têm outra maneira senão encontrar seu orgulho sem se deixar anular”, assegura. Olaizola. Segundo o padre jesuíta ainda na Igreja “há muito silêncio diante de algumas declarações e formulações que não respondem à realidade pastoral de nossas comunidades, paróquias, grupos e espaços de acompanhamento”. Cada pessoa “precisa se orgulhar de como Deus a criou. Porque, no final, a homossexualidade ou a heterossexualidade não é uma decisão extravagante do povo. Faz parte (e apenas parte) do que a pessoa é ”, conclui o padre. Traduzido de Infovaticana #LGBT

  • UM ROMANCE POLÊMICO E PROFÉTICO DE JEAN RASPAIL

    [O campo dos santos, polêmico romance de Jean Raspail publicado em 1973, pode ser caracterizado como profético, antecipando os conflitos que a Europa viveria décadas mais tarde, provocados pelas migrações. Nele, imagina o autor a França invadida por cem velhos navios, trazendo a bordo quase um milhão de indianos miseráveis, que aportam no sul da França. O país não sabe o que fazer com tantos migrantes, exceto os militantes esquerdistas, que acreditam chegada a hora de mais uma “revolução francesa”. O texto a seguir é o tragicômico 2º capítulo do romance, do qual emana um claro sentido alegórico a respeito da guerra cultural de nossos dias, entre, de um lado, o que restou da velha ordem ocidental e, de outro, do espírito revolucionário, acrescido de novas frentes de luta a partir de 1968]. Vindo da escadinha que conduzia à viela, o rapaz chegara ao terraço sem fazer barulho. De jeans e tênis desbotados, cabelo comprido, louro e sujo, aparência desleixada, olhar que deixava transparecer sua deformação de espírito, ele representava perfeitamente esses parasitas marginais que a Europa produziu às centenas de milhares e que já formam em seu seio, como um câncer, uma espécie de Terceiro Mundo voluntário. — Venho lá de baixo — disse o rapaz. — Fabuloso! Enfim! Eu já esperava por isso! — Está sozinho? — Por enquanto. Sem contar alguns companheiros que já se encontravam na costa. Mas há outros descendo. A pé. Todos os porcos estão se mandando para o norte! Não se vê um carro na outra direção! Vão ser assassinados, mas não perderiam isso por nada. — Lá embaixo, você se aproximou? — Estive bem perto, sim, mas não por muito tempo. Levei umas coronhadas. Um oficial me chamou de verme. Mas vi soldados chorando. Isso é bom! Amanhã ninguém reconhecerá este país. Ele vai nascer. — Viu os que chegavam, os que vinham nos barcos? — Vi. — E você acha que se parece com eles? Tem a pele branca. 9Fala francês, com o sotaque daqui. Tem parentes na região? — E daí? Minha família é aquela que está desembarcando. Eis-me com um milhão de irmãos, irmãs, pais, mães e noivas. Farei um filho na primeira que se oferecer, um filho moreno, e depois disso já não serei parecido com ninguém. — Você nem sequer existirá. Ficará perdido no meio dessa multidão. Ela nem vai dar pela sua presença. — É isso que eu quero. Meus pais partiram esta manhã com minhas irmãs, que de repente ficaram com medo de ser estupradas. Tinham o rosto desfigurado pelo pavor. Eles vão agarrá-las. Todo o mundo será agarrado. De nada adiantará fugir, toda essa gente está liquidada. Se tivesse visto a cena!  Meu pai amontoando os calçados de sua loja na bela caminhonete, minha mãe fazendo a escolha aos prantos, abandonando os mais baratos, levando os mais caros, minhas irmãs já instaladas no banco da frente, grudadas uma na outra e me olhando horrorizadas, como se eu fosse o primeiro que ia estuprá-las; e eu, por fim, a rir como um louco, sobretudo quando meu pai desceu a porta de ferro e guardou a chave no bolso. Eu lhe disse: “Como se isso fosse servir de alguma coisa! Essa tua porta eu consigo abrir sem chave e vai ser amanhã. E teus sapatos acho que vão mijar neles, ou então comê-los, pois costumam andar descalços!” Aí ele me olhou e cuspiu em mim. Em revide, acertei-lhe o olho com um escarro caprichado. Foi assim que nos despedimos. — E você? O que veio fazer aqui nesta aldeia? Em minha casa? — Saquear. Além do exército, de você e de alguns companheiros, acho que não há mais ninguém num raio de cem quilômetros. Então eu saqueio. Mas não estou com fome. Já comi demais. Aliás, não preciso de muita coisa e tenho tudo à disposição. Amanhã, sou eu que vou lhes oferecer tudo isso. Sou uma espécie de rei e vou oferecer meu reino. Parece que hoje é Páscoa. — Não compreendo. — Há um milhão de Cristos a bordo daqueles barcos, e eles vão ressuscitar amanhã de manhã. Então, o seu Cristo, sozinho… também já era. — Crê em Deus? — Nem um pouco. — E esse milhão de Cristos é ideia sua? — Não. Mas, no estilo clerical, ela até que me parece bonita. Aliás, me foi sugerida por um padre. Estive com ele faz uma hora. Eu subia para cá, ele descia como um alucinado. Não parecia muito fora de si, mas estava estranho. De vez em quando parava, levantava os braços para o céu, como os outros lá embaixo, e depois gritava: “Obrigado, meu Deus!”, e voltava a correr em direção à praia. Parece que há outros descendo. — Outros o quê? — Outros padres que nem ele. Primeiro, você está me aborrecendo. Não vim para falar. E depois você não passa de um fantasma, o que é que ainda está fazendo aqui? — Estou ouvindo o que me diz. — E essas minhas besteiras lhe interessam? — Muitíssimo. — Você não passa de um coitado. Continua a pensar. Já não adianta pensar, isso também já era. Dê o fora! — Oh, nada disso! — Veja! Você e sua casa se parecem! É como se estivessem aqui há mil anos! — Desde 1673, exatamente — disse o velho senhor, sorrindo primeira vez. — Três séculos de certeza hereditária. Repugnante. Olho para você e o acho perfeito. É por isso que o odeio. E é para aqui, para sua casa, que trarei amanhã os mais miseráveis. Não tenho a menor ideia do que você é, do que representa. Seu universo não tem nenhum significado para eles. Eles não se esforçarão para entender. Estarão cansados, com frio, farão uma fogueira com sua bela porta de carvalho. Cobrirão o terraço de cocô e limparão as mãos nos livros de sua biblioteca. Cuspirão seu vinho. Comerão com os dedos nas belas peças de estanho que estou vendo na parede. Sentados nos calcanhares, verão arder suas cadeiras. Farão enfeites com os bordados de seus lençóis. Cada objeto perderá a função que você lhe atribuía, o belo deixará de ser belo, o útil se tornará irrisório, e o inútil, absurdo. Nada mais terá valor profundo, à exceção talvez do pedaço de barbante esquecido num canto e que eles lutarão entre si para pegar — quem sabe? — quebrando tudo em volta. Vai ser formidável! Suma daqui! — Mais uma palavra: eles vão destruir sem saber, sem compreender. Mas e você? — Eu, porque aprendi a odiar tudo isto. Porque a consciência global do mundo exige que se odeie tudo isto. Suma daqui! Você me enche o saco! — Como queira. O velho senhor entrou na casa, saindo logo depois com uma espingarda de caça na mão. — O que vai fazer? — perguntou o rapaz. — Vou matá-lo, é claro! O mundo que é o meu talvez já não exista depois de amanhã de manhã e tenho a intenção de aproveitar intensamente os seus últimos momentos. Vou viver uma segunda vida, esta noite, sem arredar o pé daqui, e creio que ela será ainda mais bela do que a primeira. Como meus semelhantes foram embora, pretendo vivê-la sozinho. — E eu? — Você, você não é meu semelhante. Você é meu adversário. Não quero estragar esta noite essencial em companhia de meu adversário. Portanto, vou matá-lo. — Não será capaz. Tenho certeza de que nunca matou ninguém. — É verdade. Sempre levei a vida tranquila de um professor de letras que gostava da profissão. Nenhuma guerra precisou de minha ajuda e as matanças aparentemente inúteis me causam mal estar físico. Provavelmente teria dado um péssimo soldado. Todavia, como Actius, creio que teria matado hunos com satisfação. E furar a carne dos árabes ao lado de Carlos Martelo me teria enchido de entusiasmo, tal como ao lado de Godofredo de Buillon e de Balduíno o leproso. À sombra das muralhas das muralhas de Bizâncio, morto ao lado de Constantino Dragasès, Deus do céu! quantos turcos eu não teria chacinado antes de morrer! Felizmente, os homens que ignoram a dúvida não morrem com tanta facilidade! Apenas ressuscitado, eis-me a retalhar eslavos em companhia dos teutões. Trago a cruz em meu manto branco e parto de Rodes a empunhar a espada ensanguentada, com a pequena tropa exemplar de Villiers de L’Isle-Adam. Marujo do Dom João da Áustria, vingo-me em Lepanto. Bela carnificina! Depois deixam de me convocar. Apenas umas ninharias, que começam a ser vistas com maus olhos, da história contemporânea, triste pilhéria, já nem me lembro muito bem. Tudo isso se torna muito feio: já não há fanfarras, nem estandartes, nem Te Deum. Perdoe o pedantismo de um velho universitário rabugento. É óbvio que não matei ninguém, mas todas essas batalhas, de que me sinto solidário até o imo de minha alma, eu as revejo todas ao mesmo tempo, sou delas o único ator, com um único tiro. Aí vai! O rapaz tombou com elegância, deslizando ao longo da balaustrada em que se encostara, e ficou sentado sobre os calcanhares, os braços pendendo ao lado do corpo, numa posição que lhe parecia familiar. A mancha vermelha no lado esquerdo do peito aumentou um pouco, e logo parou de sangrar. Morreu decentemente. Nos olhos, que o professor fechou com gesto suave do polegar e do dedo médio, não se percebia nenhum espanto. Nada de estandartes, nem de fanfarras, uma vitória à moda ocidental, tão definitiva quanto inútil e irrisória. Foi em paz consigo mesmo — uma paz de tal modo suave que não se recordava de haver experimentado outra tão perfeita —, que o velho senhor Calguès virou as costas para esse morto e entrou em casa. (Jean Raspail. O campo dos santos. Trad. de Roberto C. de Lacerda. Rio, Ediouro, 1998)

CONTATO
Avalie-nosRuimNão muito bomBomMuito bomÓtimoAvalie-nos

Agradecemos pelo envio !

© 2019 - 2023. INTERVENÇÃO DIVINA - Criado por Divino Design.

Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

bottom of page
ConveyThis