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  • Todas as vidas importam! – Assine duas petições contra o aborto.

    Assinar estas petições é mais do que apenas uma declaração da crença na santidade de toda a vida humana, do nascimento até a morte natural. É um chamado para as autoridades do Brasil e de Portugal, uma exigência de que eles não apenas limitem as exigências dos abortistas, mas protejam ativamente a vida de seu povo, não importando o estágio da vida. Devemos exigir isso, porque, caso contrário, o número de mortos só será ainda maior. Clique aqui para assinar a 1ª Petição – Todas as Vidas Importam A ONU QUER IMPOR O ABORTO A 53ª sessão da Comissão das Nações Unidas para População e Desenvolvimento estava programada ser realizada entre os dias 30 de março e 3 de abril em Nova York. A reunião foi adiada como resultado da crise do coronavírus, mas no dia 29 de maio foi divulgado que a reunião ocorreria no dia 15 de junho. O objetivo? Definir as prioridades para o uso dos fundos arrecadados para a reconstrução do desastre do coronavírus. E as prioridades são: Facilitar o acesso ao aborto legal e seguro para mulheres e adolescentes; Facilitar o acesso a preservativos e contraceptivos para jovens e adolescentes; Educação sexual abrangente em todas as idades; isto é, doutrinação de gênero. O documento é chamado de “Projeto sobre População, Segurança Alimentar, Nutrição e Desenvolvimento Sustentável no Contexto de Coronavírus”. No entanto, observa o seguinte: “Nós, representantes do governo, por ocasião da 53ª sessão da Comissão de População e Desenvolvimento, em uma crise sem precedentes causada pelo coronavírus, nos comprometemos a garantir o acesso universal aos serviços de saúde sexual e reprodutiva até 2030, incluindo planejamento familiar, informação e educação e a integração da saúde reprodutiva nas estratégias e programas nacionais. Também estamos comprometidos em garantir o acesso à saúde sexual e reprodutiva e aos direitos reprodutivos, de acordo com o que foi acordado no Programa de Ação da Conferência sobre População e Desenvolvimento e na Plataforma de Ação de Pequim e nos documentos emanados das referidas cúpulas. ” Escusado será dizer que, na língua da ONU, “saúde sexual e reprodutiva” significa aborto. Eles querem impor o aborto universal! Temos que parar com essa barbárie. Ao assinar esta campanha, você enviará um e-mail para os altos funcionários da Comissão de População e Desenvolvimento das Nações Unidas. Clique aqui para assinar a 2ª Petição – A ONU quer impor o Aborto #Aborto

  • MEDO E LIBERDADE LIMITADA: AS CONSEQUÊNCIAS DO MITO COVID-19 – Stefano Fontana

    [Stefano Fontana faz um balanço dos últimos meses de pandemia na Itália e destaca os mitos que foram criados pelo poder político em torno do Covid-19. O primeiro é o mito mesmo da pandemia, com dados que ainda não fazem muito sentido; depois o mito da emergência visando o fortalecimento do poder; o mito da ciência, dos especialistas e dos virologistas; o mito do medo alimentado pela mídia durante 24 horas; o mito do “juntos podemos”; e o mito, na Igreja, de que antes de sermos bons cristãos, devemos ser bons cidadãos]. Quando a razão se separa da fé, acaba por cair no mito. É um dos grandes ensinamentos de Bento XVI. O oposto também era verdadeiro para ele: quando a fé se separa da razão, também cai no mito. A queda da religião no mito é o fideísmo, a queda da razão no mito é o racionalismo: são duas religiões míticas. No famoso discurso de Regensburg de 2006, o Papa explicou-o muito bem. Em nosso tempo, notamos que, por um lado, é exaltada uma certa religiosidade mítica, como a panteísta, idólatra e animista dos primitivos (lembremos do sínodo da Amazônia). Por outro lado, a razão política se alimenta precisamente de mitos políticos. Nos dois casos, o que falta é racionalidade. Durante a pandemia do Covid-19, a política inventou muitos mitos com função autoconsoladora ou de serviço ao poder político. No mito da emergência, o poder pode ser fortalecido e tornar-se mais invasivo, precisamente para combater a emergência. Aumentava-se o controle, as liberdades eram limitadas com o consentimento de todos, as disposições autoritárias aceitas até com satisfação — e o poder se comprazia com tudo isso. Atrás do mito da emergência vinha uma outra mitologia: as coletivas de imprensa dos governantes, os relatos jornalísticos da mídia televisiva, a retórica sentimentalóide na publicidade das grandes marcas (“esperamos para te abraçar em breve”), os “novos heróis”, os desfiles litúrgicos das forças-tarefa, a captação de recursos na TV para proteção civil, mesmo que as guarnições tenham sido fechadas. O primeiro grande mito foi, sem dúvida, o da própria pandemia. Sua mortalidade foi inferior a 4%. As numerosas mortes ocorreram devido à falta de estrutura sanitária. As vítimas que morreram com Covid não morreram de Covid, mas de outras doenças (ou porque os locais de terapia intensiva não estavam disponíveis). A própria Covid foi, pois, transformada em mito. Um segundo mito foi sem dúvida o da ciência e, em particular, dos virologistas. Nenhum deles nos deu certezas, suas opiniões sempre foram conflitantes, muitos deles aproveitaram a oportunidade para aparecer na TV e vender livros… No entanto, o governo sempre se escondia por trás da opinião dos “cientistas”. As pessoas estavam convencidas de que era necessária uma vacina, os médicos adversários eram silenciados, chegava o financiamento de Bill Gates chegava e o processo de “tratamentos de saúde obrigatórios” (TSO) prosseguia, porque a ciência assim o dizia. O mesmo aconteceu com o mito do medo. O alarmismo excessivo é explicável, dadas as deficiências sanitárias mencionadas acima, mas não quando comparado à verdadeira extensão da epidemia em nosso país. As muitas medidas sem sentido (não se podia andar mais de 200 metros longe de casa) contribuíram para alimentar o medo. As emissoras de TV, ocupadas 24 horas para falar sobre Covid, atuaram como força motriz de um sentimento generalizado de medo que ainda reluta em dissolver-se, mesmo agora com o problema já muito redimensionado. Muitos idosos ainda não vão à Missa devido a esse persistente medo artificial. Os regimes sempre fizeram uso dos mitos e dessa espécie de medo induzido. Em seguida, foi criado o mito do “juntos podemos”. As opiniões divergentes eram estigmatizadas, inclusive as manifestações públicas (mesmo se em conformidade com as regras impostas). O Parlamento interrompeu seu trabalho e os partidos de oposição mais críticos foram acusados de não colaborar, pois na emergência todos deviam estar unidos. Mitologizou-se um inimigo hipotético para condenar os fronts internos e acusá-los de derrotismo. Vozes dissidentes foram silenciadas; e aqueles que diziam que certas medidas pareciam irracionais e prejudiciais, eram atingidos pela suspeita do público. Outro mito criado foi o dos especialistas. O governo cercou-se de muitos grupos de especialistas, não apenas para lidar com o vírus do ponto de vista sanitário, mas também para decidir o que fazer depois do vírus. Foram convocados os Estados Gerais e a situação tornou-se realmente ridícula: os atrasos e as evidentes incompetências eram escondidos sob o mito dos Super-Heróis Super-Competentes Super-Pagos. Todos esses mitos também foram bem assimilados pela Igreja Católica, que não conseguiu dizer palavras de verdade e até se mostrou mais rígida na aplicação dos comportamentos exigidos pelos novos mitos. A Igreja, com sua nova mitologia, impedia a genuflexão dentro dos templos, mesmo se o governo não o exigia. As inconsistências, as disposições abstrusas e contraditórias dos funcionários dos ministérios foram aceitas sem discussão (porque se permitiam 70 pessoas em uma igreja e no caso de um funeral só 15?). A razão política transformada em mito produziu uma mitologia religiosa difícil de extinguir-se: os parques agora estão cheios de pessoas e crianças sem nenhuma proteção, mas nas igrejas ainda há necessidade de medir-se a febre antes da Missa, distância entre os fiéis, cadeiras presas ao chão com fita adesiva para que não sejam removidas e, após a bênção final, a “equipe de serviço” vem buscar o fiel e levá-lo para fora. Na Igreja se espalhou o mito de que a primeira condição para ser um bom cristão é ser um bom cidadão; e que ser um bom cidadão significa executar sem discutir as decisões — muitas vezes absurdas e inconstitucionais — do governo de plantão. https://lanuovabq.it/it/paura-e-liberta-limitata-cosa-ci-lascia-il-mito-del-covid

  • A CRIAÇÃO DO UNIVERSO

    A CRIAÇÃO DO UNIVERSO PARTE II SÍNODO DE CONSTANTINOPLA (543) Parecia não ter fim a longa história das controvérsias entre origenistas e antiorigenistas. Os primeiros se tornaram fortes em alguns mosteiros da Palestina e uns e outros chegaram a excessos muito pouco edificantes. O Imperador Justiniano compôs um tratado em forma de edito (543), com nove anátemas contra certas doutrinas origenistas¹ que limitavam a potência criadora de Deus, afirmavam a preexistência das almas e preconizavam a restauração universal [ἀποκαταστασις παμτον]². Estes anátemas de Justiniano foram confirmados por um sínodo particular de Constantinopla (543), realizado sob a presidência de Mennas, e, ao que parece, foram aprovados também pelo Papa Virgílio³. O V Concílio Ecumênico (II de Constantinopla, ano 553) os inseriu em suas atas 8. Se alguém disser (ξι τιςλ εγεοι) ou pensar que o poder de Deus é limitado e que, na criação, só fez o que pode [e pensar; ou que as criaturas são coeternas com Deus] – seja anátema (αναθεμαεστω) I Concilio de Braga (1.5.561) O Concilio de Braga (561) supòe várias medidas tomadas pelos bispos hispânicos, já na época de São Leão Magno, para extirpar os últimos resquícios do priscilianismo na Península Ibérica. A instâncias do próprio santo Pontífice, realizou-se um concílio em lugar não identificado da Galiza (447), ou talvez em Toledo. Seu símbolo, seguido de 18 cânones, foi lido em Braga. Os 17 anátemas acrescidos pelos bispos reunidos mostram a preocupação que a Igreja sempre teve pela matéria e, em especial, pelo corpo humano, como obra de Deus. 5. Se alguém crer que as almas humanas ou os anjos provém [existisse] da substância de Deus, como amani e prisciliano — seja anátemas l. 6-se alguém disser que as almas pecaram primeiro na morada celestial e por isso foram lançadas em corpos humanos na terra, como afirmou Prisciliano – seja anátema. 7. Se alguém disser que o diabo não foi primeiro um anjo bom criado (factum] por Deus, e que sua natureza não foi obra de Deus, mas disser que ele emergiu do caos e das trevas, e que ninguém o criou, mas que ele próprio é o principio e a substância do mal, como disseram Mani e Prisciliano — seja anátema. 11. Se alguém condenar o casamento conjugal e abominar a procriação dos filhos, como o fizeram Mani e Prisciliano — seja anátema. 12. Se alguém disser que a formação do corpo humano é uma invenção do diabo e que a concepção no seio materno toma forma por obra do demônio, e que por causa disso não crê na ressurreição da carne, como disseram Mani e Prisciliano – seja anátema. 13. Se alguém disser que a criação de todos os corpos [universae carnis] não é obra de Deus, mas dos anjos malignos, como disse Prisciliano — seja anátema. 4) Carta Eius exemplo de Inocêncio III (18.12.1208) É ainda muito obscura a origem da seita dos valdenses†. Ao que parece, foi de início um movimento de espiritualismo sincero, nascido entre pessoas incultas. Sem suficiente formação doutrinária e caminhando à margem da Hierarquia da Igreja, logo se transformaram em ascetas ambulantes bem aceitos pela gente simples. O iniciador do então foi Pierre Valdes, comerciante de Lyon, que convertido num domingo de 1173, seguiu, ao pé da letra, o conselho de Jesus: “Vende o que tens e dá-o aos pobres” (MT 19.21) Alexandre III louvou o espirito do movimento no III Concílio de Latrão (1179), mas proibiu Valdes de pregar sem a aprovação e vigilância dos bispos. Desse tempo é uma profissão de Fé de Valdès, da mais a ortodoxia, muito semelhante à que Inocêncio III enviou ao arcebispo de Tarragona. O mal foi que aqueles que tinham sido chamados a serem excelentes precursores de São Francisco de Assis não se sujeitaram à obediência ao Papa e, carentes de uma base teológica firme, facilmente assimilaram doutrinas de origem maniqueista e donatista, que estavam em moda, e foram por isso condenados por Lúcio III, no Concilio de Verona (1184). Pela fórmula de Fé proposta por Inocêncio III aos valdenses podemos deduzir que eles pelo menos simpatizavam com a tese maniqueista dos dois princípios e com o donatismo, que exigia a santidade do ministro para a validade dos sacramentos. Parece que admitiam a validade da missa celebrada por um cristão não ordenado, negavam o Batismo das crianças e a liceidade de qualquer juramento. Cultivavam certamente um exacerbado anticlericalismo. Um dos seguidores de Valdes foi Durand de Huesca, que, voltando à ortodoxia em Pamiers (1207), fundou, com seis companheiros, uma congregação para atrair valdenses à Fé católica. Inocêncio III enviou ao arcebispo de Tarragona a profissão de Fé que deveria ser subscrita por Durando e seus companheiros. A mesma fórmula a repetida em 1210 em carta ao mesmo arcebispo e aos seus sufragâneos; um mês depois é reiterada a proposta, de forma mais abreviada, a um outro convertido, Bernardo Primo “Saibam todos que eu, Durando de Huesca Valdesius) e todos os nossos meus confrades (..) cremos de coração, entendemos pela Fé, professamos com a boca e, em claros termos, afirmamos [corde credimus, fide intelligimus, ore confitemur, et simplicibus verbis affirmamus] (.) que o Pai e o Filho e o Espírito Santo, o único Deus de que falamos, é o Criador, O que faz, O que governa, O que dispõe todas as coisas, materiais e espirituais, visíveis e invisíveis (…). Cremos que o único Autor do Novo e do Antigo Testamento é Deus, o Qual, permanecendo, como dissemos, na Trindade, criou tudo do nada (…).” Cremos que o diabo se tornou mau não pelo estado natural [non per condicionem], mas por sua própria determinação (per arbitrium). 19. Cf. J. A. DE ALDAMA, “El simbolo Toledano I”: Analecta Gregoriana 7, Roma, 19435363 20. Bibliografia: J. MADOZ, “Arrianismo y Priscilianismo en Galicia”: Bracara Augusta 81957887 ; A. DA COSTA, “Data do I Concílio de Braga (…) Erros que originaram a diversidade de 967166175 1- Segundo F. PRAT, (Origène: le théologien et l’exigète, Paris, 1907, 50ss), estes anátemas não representam o pensamento de Orígenes, mas as extravagantes ilações dos monges palestinenses. 2-Apokatástasis pánton. 3-Assim parece depreender-se do testemunho de CASSIODORO, De institutione divinarum litterarum #IdadeMédia #USA #Bizâncio #IcelandSwedenDenmarkNorway #France #Batismo #EUAfrançaparisgeorgiaportugalmacedoniabelarusrussiapaquistãoIrãnCoreiaEgiptoArabiasauditaEmiradosÁrabesunidosEtiópiaNigériaChinaIraqueZimbabuéÁfric #MacauGoaAngolaMoçambiqueCaboverdeGuinéBissauGuinéEquatorialSãotoméePrincipeEUAfrançaparisgeorgiaportugalmacedoniabelarusrussiapaquistãoIrãnCoreiaEgiptoAr #Belarus #Apocalipse #desenvolvimentodoutrinal #HistóriadasHeresias #UzbequistãoLaosMauritâniaIêmemAfeganistãoMaldivasSomáliaArábiaSauditaIrãCoréiadoNorte #Doctrinaldevelopment #Igreja

  • Cardeal Sarah permanece como prefeito da Congregação para o Culto Divino

    O Cardeal Robert Sarah foi reconduzido pelo Papa Francisco como Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos. O Prelado, nomeado para esse cargo pelo pontífice argentino a 23 de Novembro de 2014, completou ontem 75 anos: a idade canônica de reforma para um Bispo. Fontes confiáveis confirmaram à Agência I.MEDIA que, conforme o costume nas tomadas de decisão da Santa Sé, o Cardeal Sarah recebeu uma carta oficial assinada pela mão do Papa Francisco, confirmando que continuaria à frente da Congregação para o Culto Divino. O Prelado foi reconduzido de acordo com a fórmula latina “donec aliter provideatur“, ou seja, “Até que o Papa decida de outra forma”. Nascido em 15 de Junho de 1945, o prelado guineense foi converteu-se com o trabalho dos missionários espiritanos aos 12 anos de idade. Ordenado sacerdote em 1969, tornou-se professor e director do seminário de Conacri em 1976. Com apenas 34 anos, foi nomeado Arcebispo de Conacri por João Paulo II, tornando-se o Bispo mais jovem do mundo. Mesmo com essa função não deixou de se opor abertamente ao regime marxista ditatorial de Sékou Touré. Em 2001, foi chamado pelo Papa polaco para trabalhar na Cúria Romana como secretário da Congregação para a Evangelização dos Povos. O pontífice Bento XVI nomeou-o em 2010 Presidente do Pontifício Conselho Cor Unum, fazendo depois Cardeal. in cath.ch (tradução: Senza Pagare) #CardealSarah #Vaticano

  • Cardeal Sarah permanece como prefeito da Congregação para o Culto Divino

    O Cardeal Robert Sarah foi reconduzido pelo Papa Francisco como Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos. O Prelado, nomeado para esse cargo pelo pontífice argentino a 23 de Novembro de 2014, completou ontem 75 anos: a idade canônica de reforma para um Bispo. Fontes confiáveis confirmaram à Agência I.MEDIA que, conforme o costume nas tomadas de decisão da Santa Sé, o Cardeal Sarah recebeu uma carta oficial assinada pela mão do Papa Francisco, confirmando que continuaria à frente da Congregação para o Culto Divino. O Prelado foi reconduzido de acordo com a fórmula latina “donec aliter provideatur“, ou seja, “Até que o Papa decida de outra forma”. Nascido em 15 de Junho de 1945, o prelado guineense foi converteu-se com o trabalho dos missionários espiritanos aos 12 anos de idade. Ordenado sacerdote em 1969, tornou-se professor e director do seminário de Conacri em 1976. Com apenas 34 anos, foi nomeado Arcebispo de Conacri por João Paulo II, tornando-se o Bispo mais jovem do mundo. Mesmo com essa função não deixou de se opor abertamente ao regime marxista ditatorial de Sékou Touré. Em 2001, foi chamado pelo Papa polaco para trabalhar na Cúria Romana como secretário da Congregação para a Evangelização dos Povos. O pontífice Bento XVI nomeou-o em 2010 Presidente do Pontifício Conselho Cor Unum, fazendo depois Cardeal. in cath.ch (tradução: Senza Pagare) #CardealSarah #Vaticano

  • [AS ABERRAÇÕES DA PÓS-MODERNIDADE] – Santiago Cantera

    [Trechos de entrevista com o monge Santiago Cantera, que é historiador medievalista e prior da abadia beneditina de Santa Cruz del Valle de los Caídos, na Espanha]. CASTIGO DE DEUS. Especialmente desde Pio XII, os sucessivos papas assinalaram, com frequência, que a sociedade ocidental perdeu a consciência do pecado. Vivemos em um neopelagianismo e em um relativismo, porque se perdeu o sentido da Verdade e do Bem, e se esqueceu Daquele que é em si mesmo a Verdade e o Bem supremos. Penso que tudo isso provém do desenvolvimento das correntes filosóficas subjetivistas ao longo da Modernidade, que negam a existência da Verdade como uma realidade objetiva e consideram que é o sujeito quem configura o mundo externo. Por outro lado, o “politicamente correto” introduzido hoje em muitos ambientes da Igreja e a escassa formação teológica não permitem compreender o que se entende por “castigo de Deus”, que possui fundamento bíblico. O castigo, entendido corretamente, não é próprio de alguém mau e cruel, mas de quem, a partir de sua bondade paterna, vale-se desse meio pedagógico para corrigir a quem não foi possível educar de outra maneira (e que, a partir daí, melhore sua conduta com arrependimento e espírito de conversão). Em relação à pandemia atual, não ouso dizer que seja um castigo de Deus, porque não sei: ele não nos revelou. Mas o que eu não duvido é que seja uma oportunidade de ouro para o ser humano refletir sobre a debilidade de sua própria condição: ele acreditava-se o senhor de tudo através da técnica e da ciência quando, na realidade, nada pode fazer sem Deus. É uma oportunidade de conversão, de um retorno a Deus de nossas sociedades, mas temo que não se esteja tirando da situação o proveito que seria desejável. Mesmo entre nós, os católicos, deveria ser um momento de intensificar a oração e o culto — mas dá a impressão, às vezes, que temos feito o contrário na Igreja… Parece que estávamos, em meio à pandemia, mais preocupados em cumprir as normas sanitárias (inclusive indo mais além daquelas indicadas pelas autoridades civis) do que em rezar e tratar a Deus, na Santa Eucaristia, como Ele realmente merece. AS ABERRAÇÕES DA PÓS-MODERNIDADE. Os ataques à vida humana em seus estágios mais frágeis, através do aborto e da eutanásia, clamam ao céu, assim como os homens brincarem de serem deuses através da manipulação genética. Por outro lado, a ideologia de gênero, que é insustentável filosófica e cientificamente, e supõe a própria negação da natureza e do ser humano, é imposta por lei e a maioria da mídia proclama a caça e captura de quem quiser falar com liberdade sobre esses dogmas irracionais. A pressão sobre os cristãos é exercida de maneira sutil no Ocidente, desacreditando sua fé e a Igreja, mas crescem cada vez mais ataques violentos contra templos, imagens e crentes. Não há hesitação em zombar da fé cristã e insultar abertamente a Cristo e à Virgem Maria, com total impunidade por parte dos autores desses ataques, o que é justificado alegando-se que tudo isso são “performances” artísticas… Quão baixo foi cair o conceito de arte e cultura! Muito do que vivemos parece ser uma mistura das sociedades descritas por George Orwell em seu romance distópico 1984 e por Aldous Huxley em Admirável mundo novo. MALES DO COMUNISMO E DO HEDONISMO CAPITALISTA. Falharam todos os poderes políticos que tentaram arrancar a fé do coração dos povos. É uma evidência ao longo da história e comprovado nos últimos tempos. A experiência do comunismo é o melhor exemplo disso, em uma época ainda recente: a fé que, durante os anos de perseguição, foi mantida com maior ou menor presença aberta na sociedade, reapareceu com nova força. Basta ver os casos da Polônia ou da Rússia, entre outros. Mas a perseguição atual é, às vezes, mais sutil: consegue mais ao evitar-se a violência direta e buscando mais o descrédito midiático do inimigo. O mesmo se aplica ao hedonismo capitalista: causou mais danos à fé dos povos do que décadas de ateísmo doutrinário e perseguição comunista. MUDANÇA DE PARADIGMA? A verdade é que é um momento de grande incerteza e é muito difícil saber que curso tomarão os acontecimentos e como reagirão as várias nações. Obviamente, o covid marca um antes e um depois, entre outras coisas, porque a China parece aumentar seu poder em todo o mundo; e grande parte da Europa e dos Estados Unidos pode entrar em uma crise sem precedentes. Não é fácil saber se o caminho para essa “nova ordem mundial”, parcialmente favorecida por essa situação, será bem-sucedido ou encontrará sérias dificuldades. https://www.infocatolica.com/blog/caballeropilar.php/2006120954-el-padre-santiago-cantera-afi

  • Cardeal Sarah apresenta sua renúncia ao papa

    Hoje, 15 de junho de 2020, o cardeal Sarah faz 75 anos, idade em que os prelados devem apresentar sua renúncia ao papa. O cardeal Robert Sarah, prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, completou 75 anos hoje. “Quando os Cardeais Padres são responsáveis ​​pelos dicastérios ou outros institutos permanentes da Cúria Romana e da Cidade do Vaticano, eles são solicitados a apresentar a renúncia de seu cargo ao Romano Pontífice, no 75º aniversário. que fornecerá, levando em consideração todas as circunstâncias ”, pode ser lido no Código de Direito Canônico. Agora teremos que esperar que o papa aceite ou não a demissão “levando em consideração todas as circunstâncias”. O cardeal africano está encarregado da Congregação do Culto Divino desde 2014, sendo nomeado para essa posição pelo Papa Francisco. Traduzido de Infovaticana.com Quem é Robert Sarah? Robert Sarah é cardeal e prefeito da Congregação para o Culto Divino. Se algum dia ele se tornasse papa, Robert Sarah seria o primeiro papa africano desde Gelasius I em 492. Nascido em 15 de junho de 1945, em Ourous, Guiné, depois da escola primária e secundária, em 1957, ele foi forçado a deixar o país. para continuar seus estudos no seminário menor em Bingerville, Costa do Marfim. Retornando à Guiné após a independência, em outubro de 1958, ele completou seus estudos no seminário menor de Dixinn. Quando a escola foi requisitada pelo governo guineense, ele teve que retornar à paróquia de Sainte Croix, em Kindia, para concluir seus estudos. O treinamento de Robert Sarah Foi ordenado sacerdote em 20 de julho de 1969 e pouco depois foi enviado para Roma, onde se formou em teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, tendo enriquecido sua formação no Pontifício Instituto Bíblico. Após um período de estudo no Instituto Bíblico de Jerusalém (1971-1972), obteve uma licença nas sagradas escrituras. De volta à sua terra natal, foi nomeado pároco de Boké, onde permaneceu de 1974 a 1976 e depois assumiu a reitoria do seminário menor João XXIII de Kindia. Foi consagrado arcebispo em 8 de dezembro de 1979 pelo cardeal Giovanni Benelli. Quando recebeu a ordenação episcopal, ele era o bispo mais jovem do mundo, 34 anos. Em 1º de outubro de 2001, João Paulo II o nomeou secretário da Congregação para a Evangelização dos Povos, cargo que ocupou por nove anos, até 7 de outubro de 2010, quando o Papa Bento XVI o nomeou presidente do Pontifício Conselho ” Cor Unum ”, em substituição do Cardeal Cordes. Uma encarnação clássica da ética Nas palavras de John Allen, Sarah é uma encarnação clássica da ética que prevalece entre muitos prelados africanos – profundamente tradicional nas guerras culturais, mas fortemente progressiva em questões de justiça social, como meio ambiente, guerra e paz, igualdade econômica e boa governança. Por mais clássico que seja discreto, o cardeal Sarah não possui grandes habilidades na mídia, e é provavelmente por isso que ele não tem um histórico de declarações controversas ou embaraçosas, mas sempre preferiu trabalhos discretos, nos bastidores, um campo em que demonstrou sua que vale a pena. Em 1º de setembro de 2010, Dom Sarah criticou o líder líbio Kadafi, por seu chamado à conversão de toda a Europa ao islamismo, o rotulou como desrespeitoso com o Papa, a Itália e a Igreja e disse que “Falando sobre a conversão de tudo o continente europeu em relação ao Islã não faz sentido, porque são as pessoas que decidem conscientemente ser cristãs, muçulmanas ou seguir outras religiões “. Ele participou do Sínodo dos Bispos em 2013 Em outubro de 2013, ele participou do Sínodo dos Bispos e afirmou o seguinte: “Nossa obra pastoral de caridade é um grande instrumento de evangelização, tanto para os obreiros quanto para os que recebem seus serviços. A igreja não é uma agência de serviço social. Seu objetivo é sempre e em toda parte levar as pessoas ao Deus que é amor, e que é realizado através do concreto que mostra amor. Embora a Igreja nunca vincule suas ofertas de ajuda às promessas de conversão, muitas pessoas chegaram à fé em Cristo e se uniram à igreja por causa do amor que viviam através da caridade católica. A atividade missionária e a caridade – na forma de educação, saúde, saneamento, ajuda ao desenvolvimento e defesa dos direitos humanos – sempre andaram de mãos dadas. ” Nesse mesmo sentido, ele descreveu o lema de Cáritas formulado por Rodriguez Maradiaga de «UMA FAMÍLIA HUMANA: ZERO POBREZA» como “irreal” . Ele declarou: “Seria prudente não seguir alguns slogans irreais. Não está muito claro para mim o que zero pobreza significa, porque Cristo disse que sempre teremos os pobres. Então, qual é a maneira real de combater a pobreza? É difícil cancelá-lo completamente. ” Na homilia proferida durante uma ordenação na França, chamou a atenção para os perigos do mundo moderno: Neste momento, existem referências morais mais comuns. . Não sabemos o que está errado e o que está certo […] Isso é sério, isso não deve ser confundido, isso é para transformar o estado de erro da vida. […] Se temos medo de proclamar a verdade do Evangelho, se temos vergonha de denunciar os sérios desvios no campo da moralidade, se nos acomodamos neste mundo de frouxidão moral e relativismo religioso e ético, se temos medo de denuncie vigorosamente as abomináveis ​​novas leis éticas globais, casamento, família em todas as suas formas, aborto, leis em total oposição às leis da natureza e de Deus, e que as Nações Unidas e as culturas ocidentais promovem e impõem o mídia e suas economias então Cardeal criado em 2010 Criado diácono cardeal de Bento XVI no consistório de 20 de novembro de 2010 sob o título de São João Bosco na Via Tuscolana. Ele é membro da Congregação para a Evangelização dos Povos. E dos Conselhos Pontifícios para os Leigos e de Justiça e Paz. Fluente em inglês, francês e italiano. Em fevereiro de 2013, o cardeal Robert Sarah viajou para a Jordânia para visitar refugiados sírios no país. #Vaticano

  • Cardeal Sarah apresenta sua renúncia ao papa

    Hoje, 15 de junho de 2020, o cardeal Sarah faz 75 anos, idade em que os prelados devem apresentar sua renúncia ao papa. O cardeal Robert Sarah, prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, completou 75 anos hoje. “Quando os Cardeais Padres são responsáveis ​​pelos dicastérios ou outros institutos permanentes da Cúria Romana e da Cidade do Vaticano, eles são solicitados a apresentar a renúncia de seu cargo ao Romano Pontífice, no 75º aniversário. que fornecerá, levando em consideração todas as circunstâncias ”, pode ser lido no Código de Direito Canônico. Agora teremos que esperar que o papa aceite ou não a demissão “levando em consideração todas as circunstâncias”. O cardeal africano está encarregado da Congregação do Culto Divino desde 2014, sendo nomeado para essa posição pelo Papa Francisco. Traduzido de Infovaticana.com Quem é Robert Sarah? Robert Sarah é cardeal e prefeito da Congregação para o Culto Divino. Se algum dia ele se tornasse papa, Robert Sarah seria o primeiro papa africano desde Gelasius I em 492. Nascido em 15 de junho de 1945, em Ourous, Guiné, depois da escola primária e secundária, em 1957, ele foi forçado a deixar o país. para continuar seus estudos no seminário menor em Bingerville, Costa do Marfim. Retornando à Guiné após a independência, em outubro de 1958, ele completou seus estudos no seminário menor de Dixinn. Quando a escola foi requisitada pelo governo guineense, ele teve que retornar à paróquia de Sainte Croix, em Kindia, para concluir seus estudos. O treinamento de Robert Sarah Foi ordenado sacerdote em 20 de julho de 1969 e pouco depois foi enviado para Roma, onde se formou em teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, tendo enriquecido sua formação no Pontifício Instituto Bíblico. Após um período de estudo no Instituto Bíblico de Jerusalém (1971-1972), obteve uma licença nas sagradas escrituras. De volta à sua terra natal, foi nomeado pároco de Boké, onde permaneceu de 1974 a 1976 e depois assumiu a reitoria do seminário menor João XXIII de Kindia. Foi consagrado arcebispo em 8 de dezembro de 1979 pelo cardeal Giovanni Benelli. Quando recebeu a ordenação episcopal, ele era o bispo mais jovem do mundo, 34 anos. Em 1º de outubro de 2001, João Paulo II o nomeou secretário da Congregação para a Evangelização dos Povos, cargo que ocupou por nove anos, até 7 de outubro de 2010, quando o Papa Bento XVI o nomeou presidente do Pontifício Conselho ” Cor Unum ”, em substituição do Cardeal Cordes. Uma encarnação clássica da ética Nas palavras de John Allen, Sarah é uma encarnação clássica da ética que prevalece entre muitos prelados africanos – profundamente tradicional nas guerras culturais, mas fortemente progressiva em questões de justiça social, como meio ambiente, guerra e paz, igualdade econômica e boa governança. Por mais clássico que seja discreto, o cardeal Sarah não possui grandes habilidades na mídia, e é provavelmente por isso que ele não tem um histórico de declarações controversas ou embaraçosas, mas sempre preferiu trabalhos discretos, nos bastidores, um campo em que demonstrou sua que vale a pena. Em 1º de setembro de 2010, Dom Sarah criticou o líder líbio Kadafi, por seu chamado à conversão de toda a Europa ao islamismo, o rotulou como desrespeitoso com o Papa, a Itália e a Igreja e disse que “Falando sobre a conversão de tudo o continente europeu em relação ao Islã não faz sentido, porque são as pessoas que decidem conscientemente ser cristãs, muçulmanas ou seguir outras religiões “. Ele participou do Sínodo dos Bispos em 2013 Em outubro de 2013, ele participou do Sínodo dos Bispos e afirmou o seguinte: “Nossa obra pastoral de caridade é um grande instrumento de evangelização, tanto para os obreiros quanto para os que recebem seus serviços. A igreja não é uma agência de serviço social. Seu objetivo é sempre e em toda parte levar as pessoas ao Deus que é amor, e que é realizado através do concreto que mostra amor. Embora a Igreja nunca vincule suas ofertas de ajuda às promessas de conversão, muitas pessoas chegaram à fé em Cristo e se uniram à igreja por causa do amor que viviam através da caridade católica. A atividade missionária e a caridade – na forma de educação, saúde, saneamento, ajuda ao desenvolvimento e defesa dos direitos humanos – sempre andaram de mãos dadas. ” Nesse mesmo sentido, ele descreveu o lema de Cáritas formulado por Rodriguez Maradiaga de «UMA FAMÍLIA HUMANA: ZERO POBREZA» como “irreal” . Ele declarou: “Seria prudente não seguir alguns slogans irreais. Não está muito claro para mim o que zero pobreza significa, porque Cristo disse que sempre teremos os pobres. Então, qual é a maneira real de combater a pobreza? É difícil cancelá-lo completamente. ” Na homilia proferida durante uma ordenação na França, chamou a atenção para os perigos do mundo moderno: Neste momento, existem referências morais mais comuns. . Não sabemos o que está errado e o que está certo […] Isso é sério, isso não deve ser confundido, isso é para transformar o estado de erro da vida. […] Se temos medo de proclamar a verdade do Evangelho, se temos vergonha de denunciar os sérios desvios no campo da moralidade, se nos acomodamos neste mundo de frouxidão moral e relativismo religioso e ético, se temos medo de denuncie vigorosamente as abomináveis ​​novas leis éticas globais, casamento, família em todas as suas formas, aborto, leis em total oposição às leis da natureza e de Deus, e que as Nações Unidas e as culturas ocidentais promovem e impõem o mídia e suas economias então Cardeal criado em 2010 Criado diácono cardeal de Bento XVI no consistório de 20 de novembro de 2010 sob o título de São João Bosco na Via Tuscolana. Ele é membro da Congregação para a Evangelização dos Povos. E dos Conselhos Pontifícios para os Leigos e de Justiça e Paz. Fluente em inglês, francês e italiano. Em fevereiro de 2013, o cardeal Robert Sarah viajou para a Jordânia para visitar refugiados sírios no país. #Vaticano

  • ANTIFA: Entre a abstração e a realidade

    “A ideologia pode atrair os entediados da classe culta, que se desligaram da religião e da comunidade, e que desejam exercer o poder. A ideologia pode encantar jovens, parcamente educados, que, em sua solidão, se mostram prontos a projetar um entusiasmo latente em qualquer causa excitante e violenta. E as promessas dos ideólogos pode arregimentar seguidores dentre os grupos sociais postos contra a parede, ainda que tais recrutas possam não entender quase nada das doutrinas dos ideólogos.” (KIRK, Russell. A Política da Prudência.) Muitas são as pessoas que se propõem a salvar o mundo, os pobres, a natureza e o trabalhador. Elas desejam algo pelo qual lutar e, consequentemente, dar sentido a sua vida. Um dos pilares das ideologias é fornecer esse sentido aos indivíduos que a aderem. Para elas, o processo de redenção virá por meio dessas causas. Como o escritor Russell Kirk nos apresenta, “a ideologia nada mais é que uma religião invertida”. Enquanto a religião fala sobre a redenção vindoura, a ideologia fala sobre o aqui e o agora. O paraíso que seria celestial torna-se terreno. Com essa base, diversos movimentos ideológicos surgiram com o discurso de “mudar o mundo” e de “combater o mal” — seja lá o que for que essas coisas de fato significam. O mundo é uma estrutura complexa, com seres humanos organizados em sociedades ainda mais complexas, com problemas que não são de fácil solução. A poluição, a pobreza, a injustiça e opressão são graves problemas que nos assolam há tempos, mas não será fechando todas as fábricas, saqueando os cofres dos ricos que iremos resolver tais coisas. Temos de ser extremamente cautelosos com movimentos que buscam mudar o mundo sem entendê-lo e, principalmente, esquivando-se de quaisquer responsabilidades com a atual situação. Uma típica coisa do jovem moderno é a pressa, o despreparo e a ânsia de se envolver em algo que irá causar impacto; e as ideologias da moda são um grande atrativo para isso. Eles são ávidos por mudanças, mesmo que as mudanças signifiquem destruição das bases sólidas das quais eles mesmos se utilizam. Nessa esteira de movimentos revolucionários, um que tem ficado em voga nos últimos meses é um autodenominado ANTIFA (Antifascista). O fascismo, assim como o nazismo e o comunismo, são uma das piores moléstias do século XX, que ainda — infelizmente — possuem muitos aderentes de suas estúpidas, ultrapassadas e putrefatas ideias. Mas uma coisa que todo movimento revolucionário tem em comum é um projeto de mudança — para melhor, é claro. E ao se autodenominar o agente do bem desse processo, classificando seus opositores como agentes do mal, fica fácil saber contra quem se deve lutar. Assim foi com o surgimento do nazifascismo e do comunismo. Na Alemanha, os judeus eram os problemas, na Rússia, os burgueses, os kulaks e todo e qualquer opositor do regime. Então, Hitler, Mussolini, Lenin e seus seguidores, em suas mentes insanas e dominadas por impulsos ideológicos de transformação, fizeram todo o necessário para alcançar a mudança desejada, pois em suas mentes eles estavam do lado do bem no combate ao mal, lutando por um mundo melhor e mais justo. O perigo de se autoproclamar um “agente do bem” nesse processo de mudança, com conhecimentos rasos sobre a natureza humana e do mundo, é que isso cega o seu julgamento moral. Com essa mentalidade de que estão a serviço do bem, tudo é válido na eliminação do que eles classificam como mal. Dos campos de extermínio poloneses aos gulags siberianos, tudo estava a serviço da justiça e da paz na suposta luta pelo bem. A mentalidade ANTIFA segue pela mesma via. Se denominam agentes do bem na luta contra o mal do fascismo. Afinal, quem se oporia a essa luta? O fascismo é um grande mal que deve ser combatido. Todo ANTIFA se manifesta em favor da democracia e das liberdades, mas na verdade pouco importa o que eles dizem ser em favor, mas sim o que eles são contra. Isso sim mostra seus reais intentos. Mesmo os maiores tiranos como Hitler e Stalin, faziam belos discursos em prol da liberdade do povo e de sua libertação das garras do opressor. A dialética do negativo pertencente aos movimentos revolucionários importa mais do que suas afirmações, não são seus discursos sobre direitos humanos, sobre democracia e diversidade que mostram sua verdadeira face. Afinal, nenhum político corrupto durante sua campanha promete que irá roubar, mas sempre fazem uso do mesmo discurso vazio de investir em saúde e educação. Se não são suas afirmações que importam, então o que? O que eles querem destruir? Se para implementar a sua diversidade tiverem que promover a dissolução de todo o conceito moral relacionado ao cristianismo, assim o será. Se em nome da democracia grupos opositores tiverem de ser expurgados, o farão com gosto. Seus discursos são apenas atrativos que encobrem seus reais e perversos objetivos. Um ANTIFA geralmente é um jovem desiludido, que se vê como agente do bem na luta contra todo tipo de mal. A sua luta contra o fascismo é uma luta pela vida, pelo mundo. Mas o fato é que, assim como Kirk afirma, não entendem nada sobre as doutrinas pelas quais lutam. Um ANTIFA de hoje possui basicamente as mesmas crenças de um fascista original, embora nunca tenha se dado conta disso. ANTIFAS são anticapitalistas, em favor de um Estado grande e interventor. Odeiam os Estados Unidos, embora amem produtos americanos. Amam todo tipo de coletivismo, como sindicalismo e outras organizações de classe. Sem mencionar suas propostas de solução, todas de viés socialista/comunista. Eles apenas vão mais longe em algumas questões, principalmente morais. Não podemos nos esquecer que o fascismo tem suas raízes no comunismo, tendo o próprio Mussolini sido um militante comunista antes de sua conversão aos ideais fascistas. O que me espanta no mundo moderno é essa esquizofrenia intelectual. Querem lutar pela justiça, enquanto defendem o relativismo. Lutam por liberdade, enquanto defendem pautas totalitaristas. Acabam vítimas da própria confusão. O ANTIFA, assim como outros movimentos revolucionários, luta por meras abstrações enquanto ignora o mundo real. Divinizam o proletário, mas desprezam suas crenças conservadoras, seu apego a família, a sua religião e a propriedade privada. A única preocupação que esses movimentos deveriam ter é salvar o mundo do mal que eles mesmo fazem. Mas nem isso. Como lutar pela justiça, sem entender o que isso significa? Como salvar o mundo enquanto nós ainda estamos perdidos? O problema do mundo não é o fascismo, nazismo ou comunismo, eles são apenas efeitos, e não causas da miséria do mundo. São vermes que brotam em madeira podre, sinais de um mundo apóstata, que há muito tempo abandonou sua fé em Deus. Trocaram a redenção cristã pelo messianismo das causas político-sociais. Querem seu paraíso, não o celeste, mas o terreno. O problema do mundo é o pecado, é o mal que corrompe nossos pensamentos, nossas ações, e nos transforma em inimigos de Deus. A redenção do mundo passa pela redenção do homem, não através de ideias e abstrações, mas através de Jesus Cristo. Esse mundo caído não é perfeito e nunca será, já que nosso paraíso não é aqui. Todo reinado nessa terra teve seu ápice e seu fim, mas há de vir Aquele, que reinará eternamente, Jesus Cristo, o Rei dos Reis. #antifa #cristianismo #fascismo #ideologia

  • Existe salvação fora da Igreja Católica?

    O tema da necessidade da Igreja para a salvação é bastante espinhoso, sendo considerado por alguns um dos assuntos mais angustiantes de toda a eclesiologia. Contudo, mesmo sendo difícil pregar essa verdade a um mundo dominado pelo indiferentismo religioso, não podemos simplesmente dar de ombros e abdicar o seu anúncio. Assista: Um axioma católico antigo diz que “ extra Ecclesiam nulla salus – fora da Igreja não há salvação”. Pregar essa verdade a um mundo dominado pelo indiferentismo religioso pode não ser coisa fácil, mas, como ensina o Papa Paulo VI, “não minimizar em nada a doutrina salutar de Cristo é forma de caridade eminente para com as almas” [1]. Não se pode, em nome de uma malfadada referência à caridade cristã, abdicar o anúncio da verdade. Sem esta, de fato, não pode sequer haver autêntico amor, como preleciona Bento XVI: “Só na verdade é que a caridade refulge e pode ser autenticamente vivida” [2]. Sem dúvida, o tema da necessidade da Igreja para a salvação e da sua relação com as outras religiões é bastante espinhoso, sendo considerado por alguns um dos assuntos mais angustiantes de toda a eclesiologia. Para buscar uma resposta, é importante, antes de qualquer coisa, observar a ação prática dos santos. Não é possível conciliar o indiferentismo religioso com a fé católica, pois foi justamente contra essa heresia que os primeiros mártires da Igreja ofereceram o seu testemunho de sangue: muitos deles poderiam ser salvos da degola, da cruz ou da boca do leão simplesmente jogando um punhado de incenso diante da imagem do Imperador. No entanto, eles sabiam que, se fizessem isso, estariam praticando um ato de idolatria. Renunciaram, então, a outras religiões; demonstraram, com a sua vida, que uma só é a religião verdadeira. Do mesmo modo, não é possível conciliar o indiferentismo com a fé dos apóstolos, que atravessaram continentes e oceanos para anunciar o Evangelho aos pagãos; ou com a fé de São Francisco Xavier, que viajou ao Oriente para converter os povos que não conheciam a Cristo; ou com a fé dos missionários jesuítas, que evangelizaram o Novo Mundo a um alto custo, enfrentando desafios tremendos para trazer os povos indígenas à fé cristã. Todo o sacrifício dos missionários cristãos para evangelizar outros povos está fundado na convicção da necessidade da Igreja para a salvação dos homens. Sugerir que a Igreja Católica está no mesmo nível de outras religiões ou que a salvação pode ser empreendida simplesmente por esforços humanos significa, portanto, não só caminhar na contramão dos santos, mas faltar à caridade com que Cristo amou a Sua Igreja e Se entregou por ela (cf. Ef 5, 25). Antes de prosseguir ao que responde a doutrina católica à pergunta “Fora da Igreja existe salvação?”, é importante definir o que é a Igreja. Trata-se da continuação do mistério da encarnação de Cristo na história. De fato, as graças que Jesus conquistou para os homens na cruz podiam ser distribuídas: “Diretamente por si mesmo a todo o gênero humano. [Ele] quis, porém, comunicá-las por meio da Igreja visível, formada por homens, a fim de que por meio dela todos fossem, em certo modo, seus colaboradores na distribuição dos divinos frutos da Redenção.  E assim como o Verbo de Deus, para remir os homens com suas dores e tormentos, quis servir-se da nossa natureza, assim, de modo semelhante, no decurso dos séculos se serve da Igreja para continuar perenemente a obra começada”  [3]. “O eterno pastor e guardião das nossas almas (cf. 1 Pd 2, 25), querendo perpetuar a salutar obra da redenção, resolveu fundar a santa Igreja, na qual, como na casa do Deus vivo, todos os fiéis se conservassem unidos, pelo vínculo de uma só fé e amor.” [4] Quando Deus nos veio salvar em Jesus, havia um abismo entre Deus e o homem. Se esse abismo já existia pela própria natureza das coisas – Deus é Deus, e as criaturas são criaturas –, ele foi ainda mais aprofundado pelo pecado original. Sendo impossível que o homem superasse esse abismo, Deus fez-Se homem. Construiu, assim, o caminho inverso do da Torre de Babel. Enquanto neste, os homens tentavam edificar uma torre que atingisse os céus, naquele, foi o próprio Deus quem veio em socorro da fraqueza humana. Em Cristo estão unidas as duas naturezas: a divina e a humana – “sem confusão, sem mudança, sem divisão, sem separação” [5], como indica o Concílio de Calcedônia – e é justamente por ser homem e Deus que só Ele pôde e pode redimir o homem e levá-lo a Deus. Para que o homem se salve, então, ele deve incorporar-se a Cristo, precisa entrar em seu Corpo, que é a Igreja (cf. At 22, 8; Rm 12, 5; 1 Cor 12, 12-30; Cl 1, 18). Infelizmente, no Brasil e no resto do mundo, tem sido divulgada a falsa ideia de que a Igreja Católica é uma instituição humana; alguns de nosso tempo, repetindo o erro de que “foi alheio à mente de Cristo constituir a Igreja como sociedade que devia durar sobre a terra por longo decurso de anos” [6], insinuaram que “a Igreja como instituição não estava nas cogitações do Jesus histórico” [7]. No entanto, esse tipo de pensamento não se coaduna com a doutrina católica. A palavra definitiva da Igreja sobre esse assunto foi dada em 2000, na declaração Dominus Iesus , da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé: “Antes de mais, deve crer-se firmemente que a ‘Igreja, peregrina na terra, é necessária para a salvação. Só Cristo é mediador e caminho de salvação; ora, Ele torna-se-nos presente no seu Corpo que é a Igreja; e, ao inculcar por palavras explícitas a necessidade da fé e do Batismo (cf. Mc 16, 16; Jo 3, 5), corroborou ao mesmo tempo a necessidade da Igreja, na qual os homens entram pelo Batismo tal como por uma porta’ [8]. Esta doutrina não se contrapõe à vontade salvífica universal de Deus (cf. 1 Tim 2, 4); daí ‘a necessidade de manter unidas estas duas verdades: a real possibilidade de salvação em Cristo para todos os homens, e a necessidade da Igreja para essa salvação’ [9].” [10] Essas duas verdades – “a real possibilidade de salvação em Cristo para todos os homens, e a necessidade da Igreja para essa salvação” – parecem estar em contradição, a um primeiro olhar. Diante dessa tensão, o fiel católico não deve simplesmente aceitar uma verdade e negar a outra, mas abraçar as duas verdades. Caso contrário, envereda pelo caminho da heresia. Nessa matéria, especificamente, é possível ir para dois extremos: o indiferentismo, que é a heresia que nega a necessidade da Igreja para a salvação; e o rigorismo, que nega que Deus queira que todos os homens se salvem. Ambas as posições já foram reiteradamente condenadas pelo Magistério da Igreja: “… Entre as coisas que a Igreja sempre pregou e nunca deixará de pregar está também a afirmação infalível que nos ensina que ‘fora da Igreja não há salvação’.” [11] Atente-se à palavra “infalível” no texto. A expressão “fora da Igreja não há salvação” não é uma mera opção “pastoral” da Igreja em um determinado momento da história, que ela pode abandonar a qualquer instante. Trata-se de um ensinamento constante do Magistério, retirado da Tradição – encontra-se em escritores como Inácio de Antioquia, Irineu de Lyon, Orígenes e Cipriano de Cartago –, afirmado pelo IV Concílio Lateranense [12] e reafirmado pelo Concílio de Florença [13], ensinamento “que a Igreja sempre pregou e nunca deixará de pregar”. “Por isso, ninguém será salvo se, sabendo que a Igreja foi divinamente instituída por Cristo, todavia não aceita submeter-se à Igreja ou recusa obediência ao Romano Pontífice, vigário de Cristo na terra.” “Ora, o Salvador não apenas ordenou que todas as nações entrassem na Igreja, mas ainda decidiu que a Igreja seria o meio de salvação sem o qual ninguém pode entrar no reino celeste.” (…) “Para que alguém obtenha a salvação eterna não é sempre necessário que seja efetivamente incorporado à Igreja como membro, mas requerido é que lhe esteja unido por voto e desejo.” “Todavia, não é sempre necessário que este voto seja explícito como o é aquele dos catecúmenos, mas, quando o homem é vítima de ignorância invencível, Deus aceita também o voto implícito, chamado assim porque incluído na boa disposição de alma pela qual essa pessoa quer conformar sua vontade à vontade de Deus.” [14] O que podemos dizer a partir desse documento (e de tantos outros sobre a Igreja)? As pessoas que forem salvas, serão salvas através da Igreja Católica. De que modo? Ou através da explícita e clara incorporação através do batismo, da profissão de fé e da submissão ao Romano Pontífice ou por outros meios que só Deus conhece. O que é claro é que a Igreja Católica será sempre o meio de salvação do homem. É possível expressá-lo com a fórmula negativa ” extra Ecclesiam nulla salus ” (que equivale a dizer: “ extra Christum nulla salus “), mas também com a fórmula positiva, preferida pelo Concílio Vaticano II, “sacramento universal da salvação” [15]. Suponha-se que um pagão, como Mahatma Gandhi, se tenha salvado. Como homem de boa vontade, ele salvou-se unido de alguma forma ao mistério da Igreja Católica. Isso é muito diferente de relativizar as coisas, como dizer que “qualquer religião salva” ou que “é importante é respeitar todas as religiões”. Com relação a essa última frase, urge fazer um adendo: não é verdade que todas as religiões mereçam respeito, em si mesmas. Essa fórmula vale para os seres humanos, mas não para tudo aquilo que eles fazem ou inventam. Não se pode, por exemplo, aprovar e respeitar: a religião asteca, que matava milhares de pessoas em sacrifício ao deus sol; ou a religião de Moloch, que sacrificava crianças; ou o satanismo, que diviniza a maldade. As outras religiões podem até possuir aspectos positivos, mas eles se devem à Igreja: tudo aquilo que é bom desejo humano, que é aspiração digna de respeito dirige-se à Igreja e dirige as pessoas ao redil de Pedro. Essa doutrina está presente em muitos documentos da Igreja, mas pode ser resumida em um parágrafo, contido no Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, n. 171: 171. Que significa a afirmação: ‘Fora da Igreja não há salvação’? 846-848 Significa que toda a salvação vem de Cristo-Cabeça por meio da Igreja, que é o seu corpo. Portanto não poderiam ser salvos os que, conhecendo a Igreja como fundada por Cristo e necessária à salvação, nela não entrassem e nela não perseverassem. Ao mesmo tempo, graças a Cristo e à sua Igreja, podem conseguir a salvação eterna todos os que, sem culpa própria, ignoram o Evangelho de Cristo e a sua Igreja mas procuram sinceramente Deus e, sob o influxo da graça, se esforçam por cumprir a sua vontade, conhecida através do que a consciência lhes dita.” Fonte: Equipe Christo Nihil Praeponere #DúvidasdeFé #IgrejaCatólica #Vaticano

  • Existe salvação fora da Igreja Católica?

    O tema da necessidade da Igreja para a salvação é bastante espinhoso, sendo considerado por alguns um dos assuntos mais angustiantes de toda a eclesiologia. Contudo, mesmo sendo difícil pregar essa verdade a um mundo dominado pelo indiferentismo religioso, não podemos simplesmente dar de ombros e abdicar o seu anúncio. Assista: Um axioma católico antigo diz que “ extra Ecclesiam nulla salus – fora da Igreja não há salvação”. Pregar essa verdade a um mundo dominado pelo indiferentismo religioso pode não ser coisa fácil, mas, como ensina o Papa Paulo VI, “não minimizar em nada a doutrina salutar de Cristo é forma de caridade eminente para com as almas” [1]. Não se pode, em nome de uma malfadada referência à caridade cristã, abdicar o anúncio da verdade. Sem esta, de fato, não pode sequer haver autêntico amor, como preleciona Bento XVI: “Só na verdade é que a caridade refulge e pode ser autenticamente vivida” [2]. Sem dúvida, o tema da necessidade da Igreja para a salvação e da sua relação com as outras religiões é bastante espinhoso, sendo considerado por alguns um dos assuntos mais angustiantes de toda a eclesiologia. Para buscar uma resposta, é importante, antes de qualquer coisa, observar a ação prática dos santos. Não é possível conciliar o indiferentismo religioso com a fé católica, pois foi justamente contra essa heresia que os primeiros mártires da Igreja ofereceram o seu testemunho de sangue: muitos deles poderiam ser salvos da degola, da cruz ou da boca do leão simplesmente jogando um punhado de incenso diante da imagem do Imperador. No entanto, eles sabiam que, se fizessem isso, estariam praticando um ato de idolatria. Renunciaram, então, a outras religiões; demonstraram, com a sua vida, que uma só é a religião verdadeira. Do mesmo modo, não é possível conciliar o indiferentismo com a fé dos apóstolos, que atravessaram continentes e oceanos para anunciar o Evangelho aos pagãos; ou com a fé de São Francisco Xavier, que viajou ao Oriente para converter os povos que não conheciam a Cristo; ou com a fé dos missionários jesuítas, que evangelizaram o Novo Mundo a um alto custo, enfrentando desafios tremendos para trazer os povos indígenas à fé cristã. Todo o sacrifício dos missionários cristãos para evangelizar outros povos está fundado na convicção da necessidade da Igreja para a salvação dos homens. Sugerir que a Igreja Católica está no mesmo nível de outras religiões ou que a salvação pode ser empreendida simplesmente por esforços humanos significa, portanto, não só caminhar na contramão dos santos, mas faltar à caridade com que Cristo amou a Sua Igreja e Se entregou por ela (cf. Ef 5, 25). Antes de prosseguir ao que responde a doutrina católica à pergunta “Fora da Igreja existe salvação?”, é importante definir o que é a Igreja. Trata-se da continuação do mistério da encarnação de Cristo na história. De fato, as graças que Jesus conquistou para os homens na cruz podiam ser distribuídas: “Diretamente por si mesmo a todo o gênero humano. [Ele] quis, porém, comunicá-las por meio da Igreja visível, formada por homens, a fim de que por meio dela todos fossem, em certo modo, seus colaboradores na distribuição dos divinos frutos da Redenção.  E assim como o Verbo de Deus, para remir os homens com suas dores e tormentos, quis servir-se da nossa natureza, assim, de modo semelhante, no decurso dos séculos se serve da Igreja para continuar perenemente a obra começada”  [3]. “O eterno pastor e guardião das nossas almas (cf. 1 Pd 2, 25), querendo perpetuar a salutar obra da redenção, resolveu fundar a santa Igreja, na qual, como na casa do Deus vivo, todos os fiéis se conservassem unidos, pelo vínculo de uma só fé e amor.” [4] Quando Deus nos veio salvar em Jesus, havia um abismo entre Deus e o homem. Se esse abismo já existia pela própria natureza das coisas – Deus é Deus, e as criaturas são criaturas –, ele foi ainda mais aprofundado pelo pecado original. Sendo impossível que o homem superasse esse abismo, Deus fez-Se homem. Construiu, assim, o caminho inverso do da Torre de Babel. Enquanto neste, os homens tentavam edificar uma torre que atingisse os céus, naquele, foi o próprio Deus quem veio em socorro da fraqueza humana. Em Cristo estão unidas as duas naturezas: a divina e a humana – “sem confusão, sem mudança, sem divisão, sem separação” [5], como indica o Concílio de Calcedônia – e é justamente por ser homem e Deus que só Ele pôde e pode redimir o homem e levá-lo a Deus. Para que o homem se salve, então, ele deve incorporar-se a Cristo, precisa entrar em seu Corpo, que é a Igreja (cf. At 22, 8; Rm 12, 5; 1 Cor 12, 12-30; Cl 1, 18). Infelizmente, no Brasil e no resto do mundo, tem sido divulgada a falsa ideia de que a Igreja Católica é uma instituição humana; alguns de nosso tempo, repetindo o erro de que “foi alheio à mente de Cristo constituir a Igreja como sociedade que devia durar sobre a terra por longo decurso de anos” [6], insinuaram que “a Igreja como instituição não estava nas cogitações do Jesus histórico” [7]. No entanto, esse tipo de pensamento não se coaduna com a doutrina católica. A palavra definitiva da Igreja sobre esse assunto foi dada em 2000, na declaração Dominus Iesus , da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé: “Antes de mais, deve crer-se firmemente que a ‘Igreja, peregrina na terra, é necessária para a salvação. Só Cristo é mediador e caminho de salvação; ora, Ele torna-se-nos presente no seu Corpo que é a Igreja; e, ao inculcar por palavras explícitas a necessidade da fé e do Batismo (cf. Mc 16, 16; Jo 3, 5), corroborou ao mesmo tempo a necessidade da Igreja, na qual os homens entram pelo Batismo tal como por uma porta’ [8]. Esta doutrina não se contrapõe à vontade salvífica universal de Deus (cf. 1 Tim 2, 4); daí ‘a necessidade de manter unidas estas duas verdades: a real possibilidade de salvação em Cristo para todos os homens, e a necessidade da Igreja para essa salvação’ [9].” [10] Essas duas verdades – “a real possibilidade de salvação em Cristo para todos os homens, e a necessidade da Igreja para essa salvação” – parecem estar em contradição, a um primeiro olhar. Diante dessa tensão, o fiel católico não deve simplesmente aceitar uma verdade e negar a outra, mas abraçar as duas verdades. Caso contrário, envereda pelo caminho da heresia. Nessa matéria, especificamente, é possível ir para dois extremos: o indiferentismo, que é a heresia que nega a necessidade da Igreja para a salvação; e o rigorismo, que nega que Deus queira que todos os homens se salvem. Ambas as posições já foram reiteradamente condenadas pelo Magistério da Igreja: “… Entre as coisas que a Igreja sempre pregou e nunca deixará de pregar está também a afirmação infalível que nos ensina que ‘fora da Igreja não há salvação’.” [11] Atente-se à palavra “infalível” no texto. A expressão “fora da Igreja não há salvação” não é uma mera opção “pastoral” da Igreja em um determinado momento da história, que ela pode abandonar a qualquer instante. Trata-se de um ensinamento constante do Magistério, retirado da Tradição – encontra-se em escritores como Inácio de Antioquia, Irineu de Lyon, Orígenes e Cipriano de Cartago –, afirmado pelo IV Concílio Lateranense [12] e reafirmado pelo Concílio de Florença [13], ensinamento “que a Igreja sempre pregou e nunca deixará de pregar”. “Por isso, ninguém será salvo se, sabendo que a Igreja foi divinamente instituída por Cristo, todavia não aceita submeter-se à Igreja ou recusa obediência ao Romano Pontífice, vigário de Cristo na terra.” “Ora, o Salvador não apenas ordenou que todas as nações entrassem na Igreja, mas ainda decidiu que a Igreja seria o meio de salvação sem o qual ninguém pode entrar no reino celeste.” (…) “Para que alguém obtenha a salvação eterna não é sempre necessário que seja efetivamente incorporado à Igreja como membro, mas requerido é que lhe esteja unido por voto e desejo.” “Todavia, não é sempre necessário que este voto seja explícito como o é aquele dos catecúmenos, mas, quando o homem é vítima de ignorância invencível, Deus aceita também o voto implícito, chamado assim porque incluído na boa disposição de alma pela qual essa pessoa quer conformar sua vontade à vontade de Deus.” [14] O que podemos dizer a partir desse documento (e de tantos outros sobre a Igreja)? As pessoas que forem salvas, serão salvas através da Igreja Católica. De que modo? Ou através da explícita e clara incorporação através do batismo, da profissão de fé e da submissão ao Romano Pontífice ou por outros meios que só Deus conhece. O que é claro é que a Igreja Católica será sempre o meio de salvação do homem. É possível expressá-lo com a fórmula negativa ” extra Ecclesiam nulla salus ” (que equivale a dizer: “ extra Christum nulla salus “), mas também com a fórmula positiva, preferida pelo Concílio Vaticano II, “sacramento universal da salvação” [15]. Suponha-se que um pagão, como Mahatma Gandhi, se tenha salvado. Como homem de boa vontade, ele salvou-se unido de alguma forma ao mistério da Igreja Católica. Isso é muito diferente de relativizar as coisas, como dizer que “qualquer religião salva” ou que “é importante é respeitar todas as religiões”. Com relação a essa última frase, urge fazer um adendo: não é verdade que todas as religiões mereçam respeito, em si mesmas. Essa fórmula vale para os seres humanos, mas não para tudo aquilo que eles fazem ou inventam. Não se pode, por exemplo, aprovar e respeitar: a religião asteca, que matava milhares de pessoas em sacrifício ao deus sol; ou a religião de Moloch, que sacrificava crianças; ou o satanismo, que diviniza a maldade. As outras religiões podem até possuir aspectos positivos, mas eles se devem à Igreja: tudo aquilo que é bom desejo humano, que é aspiração digna de respeito dirige-se à Igreja e dirige as pessoas ao redil de Pedro. Essa doutrina está presente em muitos documentos da Igreja, mas pode ser resumida em um parágrafo, contido no Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, n. 171: 171. Que significa a afirmação: ‘Fora da Igreja não há salvação’? 846-848 Significa que toda a salvação vem de Cristo-Cabeça por meio da Igreja, que é o seu corpo. Portanto não poderiam ser salvos os que, conhecendo a Igreja como fundada por Cristo e necessária à salvação, nela não entrassem e nela não perseverassem. Ao mesmo tempo, graças a Cristo e à sua Igreja, podem conseguir a salvação eterna todos os que, sem culpa própria, ignoram o Evangelho de Cristo e a sua Igreja mas procuram sinceramente Deus e, sob o influxo da graça, se esforçam por cumprir a sua vontade, conhecida através do que a consciência lhes dita.” Fonte: Equipe Christo Nihil Praeponere #DúvidasdeFé #IgrejaCatólica #Vaticano

  • A CRIAÇÃO DO UNIVERSO: DEUS CRIOU O MAL?

    A CRIAÇÃO DO UNIVERSO DEUS CRIOU O MAL? A mais antiga tradição cristà, expressa nos símbolos do Batismo, contém uma profissão de Fé trinitária muito simples, na qual se confessa a Fé no Pai Todo-Poderoso (Pantocrator). Assim, temos a recensão etiópica da Epistola Apostolorum (160-170) e o papiro de Dêr-Balyzeh do século III, cujo símbolo é, sem dúvida, muito anterior. Nos símbolos posteriores, explicita-se que Deus é Criador de “todas as coisas, as visíveis e as invisíveis”. Tais são o Símbolo de Eusébio, o de Epifânio e o de Cirilo de Jerusalém, que substitui “Criador de todas as coisas” por “Criador do céu e da terra”(Denzinger 41). Estes símbolos, redigidos no século IV, devem ser muito anteriores: Eusébio, por exemplo, diz que foi batizado com a fórmula que ele proprio enviou a Nicéia (325) e de que se serviu o concilio para compor a sua1¹ As infiltrações de doutrinas estranhas, que não estiveram de todo ausentes nas Igrejas foram denunciadas em documentos mais ou menos solenes do Magistério, conforme a extensão e gravidade do fenômeno: a) Primeiro foram os priscilianistas, que assumiram teses maniqueístas sobre os “dois princípios eternos” do bem (Deus), e do mal (o diabo). Tiradas provavelmente das cosmogonias babilônicas, foram estas teses difundidas por Mani, no século III, e penetraram na Espanha com o movimento priscilianista na segunda metade do século IV. Certas práticas dos priscilianistas foram condenadas no Concilio de Saragoça (380) e no de Bordeaux (384). Cidade em que se refugiou Prisciliano. No ano seguinte, foi o herege julgado pelo Imperador Máximo, a quem apelara, e condenado à morte com seis de seus seguidores (Treviri, 385). Morto o imperador (388), armou-se uma reação a favor de Prisciliano, e suas doutrinas continuaram dividindo o clero espanhol. O Concílio de Toledo (ano 400) conseguiu trazer à obediência alguns bispos, sem que a seita desaparecesse, como prova o opúsculo de Pastor, bispo de Palencia, contra o priscilianismo”, escrito em meados do século V. Não é fácil discernir a posição de Prisciliano da de seus seguidores, que certamente cometeram graves erros trinitários, maniqueístas e de tendência montanista, ainda que não esteja demonstrada dependência direta de Montano ou de Mani”. O certo é que os onze opúsculos encontrados na Biblioteca da Universidade de Würzburg e atribuídos a Prisciliano têm passagens ambiguas, que atribuídos podem perfeitamente ser interpretadas em sentido sabeliano e maniqueista.² Que a seita avançasse nesta direção, fica evidente pelo teor dos cânones condenatórios do Concílio de Braga (561 ou 563), que foram o golpe mortal contra a heresia. Depois dos priscilianistas, foram os valdenses e albigenses — membros de movimentos espiritualistas na Idade Média — que fizeram renascer certo maniqueismo, com sua concepção pessimista da matéria, a qual diziam derivada de um princípio oposto a Deus. O Concilio de Latrão, de 1215, visa-os em sua profissão de Fé, embora sem mencioná-los. Em 1442, o Concílio de Florença ainda teve de se ocupar do maniqueísmo dos jacobitas, que faziam diferença entre o Deus do Antigo e o do Novo Testamento. Nos tempos modernos não é mais o perigo do dualismo maniqueísta que atenta contra a pureza da doutrina católica, mas o monismo panteista (Deus é o mundo em evolução), ou materialista (a matéria é a única realidade absoluta). Em ambos os casos são negados o fato da criação e a transcendência de Deus. Muito atentos aos erros modernos, opuseram-se vigorosamente a essas teorias o Syllabus de Pio IX e o Concilio Vaticano I. 1) Carta Quam laudabiliter de S. Leão Magno (21.7.447) E a resposta (que andou perdida) uma carta (desaparecida) de Turibio, bispo de Astorga. K. Künstle duvida da autenticidade do documento e o situa como redigido depois do Concílio de Braga, do qual utiliza os anátemas : KK 117-118. A sexta nota mostra que eles os (priscilianistas) afirmam que o diabo nunca foi bom e que nem sua natureza é obra de Deus, mas que emergiu do caos e das trevas, ou seja, que ele não foi criado, sendo antes o principio e substância de todo mal. A verdadeira Fé, ao contrário (…), professa que é boa substância de todas as criaturas, sejam espirituais, sejam corporais, e que não existe nenhuma natureza má [mali nullam esse naturam] porque Deus, Criador de todas as coisas, nada fez que não fosse bom. Donde se conclui que o diabo seria bom se tivesse permanecido no estado em que foi criado. Mas, porque usou mal sua perfeição natural naturali excellentia], “e não permaneceu na verdade” (Jo 8,44), não é que se tenha transformado [transit] numa substância contrária, mas se afastou do Sumo Bem, ao Qual devia estar unido; o mesmo ocorre com os que afirmam tais coisas, que da verdade se precipitam no erro (…). Continua no Sínodo de Constantinopla 1- A afirmações é feita na carta que enviou ao Concílio de Nicéia com a profissão de fé. Teodoreto, História eclesiásticas I, 12,4: p. 82-940. 2- Bibliografia: Z. GARCÍA VILLADA, Historia Eclesiástica de España. Madrid, 1929,p.90-145 ; M. SOTOMAYOR, “El Priscilianismo” VILLOSLADA, Historia de la Iglesia en España (BAC Maior 16). Madrid,p.1979 233-272 COLLLANTES, Justo, A fé católic: Documentos do magistério da Igreja, Rio de Janeiro, : Lumen Christi, 2003 #USA #IcelandSwedenDenmarkNorway #France #EUAfrançaparisgeorgiaportugalmacedoniabelarusrussiapaquistãoIrãnCoreiaEgiptoArabiasauditaEmiradosÁrabesunidosEtiópiaNigériaChinaIraqueZimbabuéÁfric #Apologética #MacauGoaAngolaMoçambiqueCaboverdeGuinéBissauGuinéEquatorialSãotoméePrincipeEUAfrançaparisgeorgiaportugalmacedoniabelarusrussiapaquistãoIrãnCoreiaEgiptoAr #desenvolvimentodoutrinal #HistóriadasHeresias #UzbequistãoLaosMauritâniaIêmemAfeganistãoMaldivasSomáliaArábiaSauditaIrãCoréiadoNorte #históriadaigrejaprimitiva #Doctrinaldevelopment #Igreja #SantoAgostinho

  • INFILTRADOS: conheça plano para destruir a Igreja a partir de dentro

    Assista esta importante entrevista com o escritor católico Taylor Marshall na qual ele descreve a Trama para destruir a Igreja Católica a partir de dentro, descrita em seu livro Infiltrados. Nesta obra, Taylor Marshall mostra como os inimigos de Cristo, ao longo dos dois últimos séculos, vêm se infiltrando na Igreja Católica, trazendo consigo influências da maçonaria, do comunismo e do modernismo. O autor analisa as aparições de Nossa Senhora, os conclaves papais, a descaracterização da liturgia e diversos eventos que surgiram no ambiente eclesial. “É nobre e meritório soar o alarme quando ladrões e outros intrusos estão secretamente invadindo a casa e envenenando a comida de seus habitantes. Nos últimos cinqüenta anos, tal alarme foi disparado várias vezes por corajosos bispos, padres e fiéis leigos. Entretanto, aqueles investidos em cargos de responsabilidade na Igreja não deram a devida atenção a esses alarmes, e assim os intrusos — lobos em pele de cordeiro — têm sido capazes de causar estragos, incólumes, na casa de Deus, a Igreja.” — Dom Athanasius Schneider Assista: Aos que desejarem, podem adquirir o livro: • Ecclesiae: https://bit.ly/EcclesiaeInfiltrados • Amazon: https://amzn.to/3gwHjk0 #Vaticano

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  • É correto afirmar que placa de Igreja não salva? Todas as religiões são boas?

    O movimento globalista defende a criação de uma super-religião, colocando todos os credos como caminho de salvação. Mas qual é o ensinamento da Igreja sobre essa proposta de pluralismo religioso? Aprenda porque somente Jesus Cristo pode nos salvar e o Dogma que fora da Igreja não existe Salvação. Antes de continuar a leitura, assista esta aula: Pluralismo e tolerância são palavras bastante populares na cultura atual. Mesmo dentro de ambientes considerados dogmáticos, como a religião, os dois conceitos têm adquirido enorme espaço, a ponto de alguns ensinamentos catequéticos se tornarem, de certo modo, assuntos “politicamente incorretos”. É o caso do tema da salvação. Numa época em que domina o lobby globalista a favor do relativismo religioso, “ter uma fé clara, segundo o Credo da Igreja” – como denunciava o Cardeal Joseph Ratzinger, em 2005 – “muitas vezes é classificado como fundamentalismo.” Leia também Existe salvação fora da Igreja Católica? Para a elite que deseja um “governo global”, o pluralismo religioso tem grande importância. Trata-se de uma verdadeira agenda ideológica. Unificando todos os credos numa super-religião, cria-se a – errônea – sensação de que qualquer uma delas é válida para a salvação, até a mais absurda. A tática consiste na elaboração de um neopaganismo, no qual não exista nenhuma autoridade planetária que não a política. Obviamente, a doutrina católica, sobretudo a do papado, torna-se uma pedra de tropeço para estes intentos, uma vez que o ensinamento sobre a necessidade da Igreja para a salvação é um artigo irrenunciável da fé cristã. O Magistério da Igreja, preocupado com a onda relativista, procurou esclarecer esses assuntos em várias ocasiões. O Verbo de Deus se encarnou uma única vez, somente Nele se encontra a plenitude da revelação, os meios necessários para o autêntico encontro com Deus. É através de Jesus Cristo e de sua continuação histórica na terra, ou seja, a Igreja Católica que o homem pode ser salvo. Lembrando a Declaração Dominus Iesus , “como existe um só Cristo, também existe um só seu Corpo e uma só sua Esposa” e não há outro nome debaixo do céu pelo qual a humanidade possa alcançar a salvação. Em 2001, a Congregação para a Doutrina da fé, em nota sobre o livro “Para uma teologia cristã do pluralismo religioso”, do padre jesuíta Jacques Dupuis, elencou cinco pontos básicos e inegociáveis da doutrina católica, principalmente na temática da salvação. A Santa Sé visava corrigir certos equívocos do padre Dupuis e, ao mesmo tempo, ajudar os católicos a praticarem uma reta reflexão acerca do pluralismo e da tolerância religiosa. Leia também O que são os Novíssimos? O céu, a morte, o purgatório… O primeiro ponto aborda a doutrina de Jesus Cristo como “o único e universal mediador da salvação de toda a humanidade”. A notificação rechaça a tese de “uma ação salvífica do Verbo” alheia à Pessoa de Cristo , ou seja, “independentemente da humanidade do Verbo encarnado”. Com isso, a Congregação reafirma a supremacia do cristianismo sobre todas as outras religiões. Somente na fé cristã Deus se encarnou, sofreu e morreu na cruz pela humanidade. A ideia segundo a qual Deus teria se encarnado em todas as religiões e que Jesus seria apenas mais uma dessas encarnações é simplesmente absurda, sem qualquer respaldo teológico ou bíblico. A notificação destaca também a unicidade e a plenitude da revelação em Jesus Cristo. É um dever de todo cristão crer firmemente na mediação de Cristo, no cumprimento e na plenitude da revelação Nele e através Dele, sendo “contrário à fé da Igreja” afirmá-la “limitada, incompleta e imperfeita”. Não há uma única verdade de fé necessária à salvação que não esteja contida na doutrina cristã. E embora existam verdades nas outras religiões, todas elas, de uma maneira ou de outra, derivam “em última análise da mediação fontal de Jesus Cristo”. Exatamente por isso, a Sagrada Congregação, no terceiro ponto, recorda a capacidade do Espírito Santo de agir “de maneira salvífica tanto nos cristãos como nos não-cristãos” . Todavia, a mesma notificação ensina ser “contrário à fé católica pensar que a ação salvífica do Espírito Santo possa estender-se para além da única e universal economia salvífica do Verbo encarnado”. Isso quer dizer que toda ação do Espírito Santo tem por meio a Igreja – sacramento universal da salvação -, mesmo entre os não-cristãos. Leia também É “obrigatório” ter devoção a Nossa Senhora? O quarto pilar recorda a vocação universal do homem. Toda a humanidade foi orientada para Jesus: existe uma vocação específica dos seres humanos de todos os tempos, de todos os lugares da história para a Igreja de Cristo. Com isso, a Congregação afirma que “também os seguidores das outras religiões estão orientados para a Igreja e todos são chamados a fazer parte dela”, não sendo possível “considerar as várias religiões do mundo como vias complementares à Igreja em ordem à salvação”. Finalmente, a notificação da Congregação para a doutrina da fé responde à pergunta central: “nós podemos afirmar que todas as religiões são caminhos de salvação?” O dicastério esclarece que se por um lado “é legítimo defender que o Espírito Santo realiza a salvação nos não-cristãos também mediante os elementos de verdade e de bondade presentes nas várias religiões”, por outro “não tem qualquer fundamento na teologia católica considerar estas religiões, enquanto tais, caminhos de salvação, até porque nelas existem lacunas, insuficiências e erros, (16) que dizem respeito a verdades fundamentais sobre Deus, o homem e o mundo”. As verdades contidas nestas religiões contribuem para a salvação dos membros enquanto verdades ligadas à Pessoa de Jesus Cristo. Com este ensinamento a Igreja não quer dificultar o diálogo inter-religioso, tampouco insuflar a intolerância. Para que exista um saudável diálogo é necessário que ambas as partes sejam sinceras e conscientes de suas identidades. Caso contrário, corre-se o risco de edificar a casa sobre a areia da mentira, condenando-a, futuramente, ao desmoronamento. Foi o que explicou o próprio Cardeal Ratzinger a propósito das polêmicas relacionadas à Declaração Dominus Iesus . A missão da Igreja é universal, pois corresponde ao chamado do Mestre: “ide pelo mundo e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28, 19). A salvação dos homens só acontece por meio de Jesus Cristo, na sua continuação histórica nesta terra: a Igreja Católica. Fonte: Equipe Christo Nihil Praeponere Leia também Conheça os Dogmas de Nossa Senhora #IgrejaCatólica #Salvação

  • É correto afirmar que placa de Igreja não salva? Todas as religiões são boas?

    O movimento globalista defende a criação de uma super-religião, colocando todos os credos como caminho de salvação. Mas qual é o ensinamento da Igreja sobre essa proposta de pluralismo religioso? Aprenda porque somente Jesus Cristo pode nos salvar e o Dogma que fora da Igreja não existe Salvação. Antes de continuar a leitura, assista esta aula: Pluralismo e tolerância são palavras bastante populares na cultura atual. Mesmo dentro de ambientes considerados dogmáticos, como a religião, os dois conceitos têm adquirido enorme espaço, a ponto de alguns ensinamentos catequéticos se tornarem, de certo modo, assuntos “politicamente incorretos”. É o caso do tema da salvação. Numa época em que domina o lobby globalista a favor do relativismo religioso, “ter uma fé clara, segundo o Credo da Igreja” – como denunciava o Cardeal Joseph Ratzinger, em 2005 – “muitas vezes é classificado como fundamentalismo.” Leia também Existe salvação fora da Igreja Católica? Para a elite que deseja um “governo global”, o pluralismo religioso tem grande importância. Trata-se de uma verdadeira agenda ideológica. Unificando todos os credos numa super-religião, cria-se a – errônea – sensação de que qualquer uma delas é válida para a salvação, até a mais absurda. A tática consiste na elaboração de um neopaganismo, no qual não exista nenhuma autoridade planetária que não a política. Obviamente, a doutrina católica, sobretudo a do papado, torna-se uma pedra de tropeço para estes intentos, uma vez que o ensinamento sobre a necessidade da Igreja para a salvação é um artigo irrenunciável da fé cristã. O Magistério da Igreja, preocupado com a onda relativista, procurou esclarecer esses assuntos em várias ocasiões. O Verbo de Deus se encarnou uma única vez, somente Nele se encontra a plenitude da revelação, os meios necessários para o autêntico encontro com Deus. É através de Jesus Cristo e de sua continuação histórica na terra, ou seja, a Igreja Católica que o homem pode ser salvo. Lembrando a Declaração Dominus Iesus , “como existe um só Cristo, também existe um só seu Corpo e uma só sua Esposa” e não há outro nome debaixo do céu pelo qual a humanidade possa alcançar a salvação. Em 2001, a Congregação para a Doutrina da fé, em nota sobre o livro “Para uma teologia cristã do pluralismo religioso”, do padre jesuíta Jacques Dupuis, elencou cinco pontos básicos e inegociáveis da doutrina católica, principalmente na temática da salvação. A Santa Sé visava corrigir certos equívocos do padre Dupuis e, ao mesmo tempo, ajudar os católicos a praticarem uma reta reflexão acerca do pluralismo e da tolerância religiosa. Leia também O que são os Novíssimos? O céu, a morte, o purgatório… O primeiro ponto aborda a doutrina de Jesus Cristo como “o único e universal mediador da salvação de toda a humanidade”. A notificação rechaça a tese de “uma ação salvífica do Verbo” alheia à Pessoa de Cristo , ou seja, “independentemente da humanidade do Verbo encarnado”. Com isso, a Congregação reafirma a supremacia do cristianismo sobre todas as outras religiões. Somente na fé cristã Deus se encarnou, sofreu e morreu na cruz pela humanidade. A ideia segundo a qual Deus teria se encarnado em todas as religiões e que Jesus seria apenas mais uma dessas encarnações é simplesmente absurda, sem qualquer respaldo teológico ou bíblico. A notificação destaca também a unicidade e a plenitude da revelação em Jesus Cristo. É um dever de todo cristão crer firmemente na mediação de Cristo, no cumprimento e na plenitude da revelação Nele e através Dele, sendo “contrário à fé da Igreja” afirmá-la “limitada, incompleta e imperfeita”. Não há uma única verdade de fé necessária à salvação que não esteja contida na doutrina cristã. E embora existam verdades nas outras religiões, todas elas, de uma maneira ou de outra, derivam “em última análise da mediação fontal de Jesus Cristo”. Exatamente por isso, a Sagrada Congregação, no terceiro ponto, recorda a capacidade do Espírito Santo de agir “de maneira salvífica tanto nos cristãos como nos não-cristãos” . Todavia, a mesma notificação ensina ser “contrário à fé católica pensar que a ação salvífica do Espírito Santo possa estender-se para além da única e universal economia salvífica do Verbo encarnado”. Isso quer dizer que toda ação do Espírito Santo tem por meio a Igreja – sacramento universal da salvação -, mesmo entre os não-cristãos. Leia também É “obrigatório” ter devoção a Nossa Senhora? O quarto pilar recorda a vocação universal do homem. Toda a humanidade foi orientada para Jesus: existe uma vocação específica dos seres humanos de todos os tempos, de todos os lugares da história para a Igreja de Cristo. Com isso, a Congregação afirma que “também os seguidores das outras religiões estão orientados para a Igreja e todos são chamados a fazer parte dela”, não sendo possível “considerar as várias religiões do mundo como vias complementares à Igreja em ordem à salvação”. Finalmente, a notificação da Congregação para a doutrina da fé responde à pergunta central: “nós podemos afirmar que todas as religiões são caminhos de salvação?” O dicastério esclarece que se por um lado “é legítimo defender que o Espírito Santo realiza a salvação nos não-cristãos também mediante os elementos de verdade e de bondade presentes nas várias religiões”, por outro “não tem qualquer fundamento na teologia católica considerar estas religiões, enquanto tais, caminhos de salvação, até porque nelas existem lacunas, insuficiências e erros, (16) que dizem respeito a verdades fundamentais sobre Deus, o homem e o mundo”. As verdades contidas nestas religiões contribuem para a salvação dos membros enquanto verdades ligadas à Pessoa de Jesus Cristo. Com este ensinamento a Igreja não quer dificultar o diálogo inter-religioso, tampouco insuflar a intolerância. Para que exista um saudável diálogo é necessário que ambas as partes sejam sinceras e conscientes de suas identidades. Caso contrário, corre-se o risco de edificar a casa sobre a areia da mentira, condenando-a, futuramente, ao desmoronamento. Foi o que explicou o próprio Cardeal Ratzinger a propósito das polêmicas relacionadas à Declaração Dominus Iesus . A missão da Igreja é universal, pois corresponde ao chamado do Mestre: “ide pelo mundo e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28, 19). A salvação dos homens só acontece por meio de Jesus Cristo, na sua continuação histórica nesta terra: a Igreja Católica. Fonte: Equipe Christo Nihil Praeponere Leia também Conheça os Dogmas de Nossa Senhora #IgrejaCatólica #Salvação

  • [EFEITOS DA REDUÇÃO DA NATALIDADE NA ATUAL CRISE DE SAÚDE] – Ettore Gotti Tedeschi

    [Trecho de entrevista concedida ao Observatório Internacional Cardeal Van Thûan pelo economista católico Ettore Gotti Tedeschi, ex-diretor do banco do Vaticano à época de Papa Bento XVI. O título já convida à leitura integral: “A nova ordem mundial gnóstica, a economia arruinada e a Igreja em crise”]. Pergunta: Professor, entre o lockdown de países inteiros e o colapso do preço do petróleo, parece que nada de bom se pode esperar para a economia mundial. Fala-se de uma recessão global… Esse quadro nos ajuda a compreender a situação econômica em que nos moveremos nos próximos meses? Resposta: Para responder, antecipo que, acima de tudo, esta chamada pandemia ofusca um pouco as certezas que tínhamos na ciência e na abordagem científica de sua solução. Se não sabemos o que acontecerá do ponto de vista da saúde, acho que é bastante difícil fazer previsões econômicas. Mas eu gostaria de ampliar um pouco o problema. A origem da pandemia foi identificada no vírus Covid-19 e sua transmissão. Dizem que esse vírus foi gerado na China graças à ignorância das regras básicas de higiene (em sentido lato), regras que, entre nós, seriam indispensáveis e obrigatórias. No entanto, há décadas que só crescem nossas relações comerciais com a China. Será possível que os organismos internacionais de controle sanitário (OMS) nunca tenham se preocupado com a higiene, num país que fornece uma parte muito elevada de sua produção para o consumo do mundo ocidental? (Consumo que foi deslocalizado na China, porque produzir lá, e de lá importar os produtos, custa muito menos do que os produzir aqui). Ninguém nunca se perguntou em que condições esses produtos são feitos e por que custavam infinitamente menos? Ninguém nunca se perguntou em que condições higiênicas foram produzidos e em que condições higiênicas viviam os trabalhadores que as produziram? Ninguém nunca se preocupou em verificar se, além dos produtos, poderíamos importar direta ou indiretamente (por meio de contatos pessoais) também as consequências dessa falta de regras de higiene? Nunca nos perguntamos que razões impuseram um processo de deslocalização tão acelerado, mal concebido e mal gerenciado? Na prática, ainda não foram pesquisadas as origens do fenômeno que permitiu o contágio global da pandemia. E, se de um problema tão grande e complexo é desconhecida a verdadeira causa, não há dúvida: arrisca-se a errar o diagnóstico e, portanto, o prognóstico econômico. Contudo, as verdadeiras causas estão na negação das leis naturais, antes de tudo aquelas relacionadas à vida humana e aos nascimentos. Foi o colapso programado de nascimentos no Ocidente que gerou uma série de efeitos cada vez mais negativos (deslocalização acelerada na China, ligada a custos de produção muito baixos, visando fazer os ocidentais consumirem cada vez mais). O último efeito é a pandemia: fruto do caos resultante da negação da ordem natural do Criador. https://www.vanthuanobservatory.org/ita/il-nuovo-ordine-mondiale-gnostico-leconomia-rovesciata-e-la-chiesa-smarrita-intervista-a-ettore-gotti-tedeschi/

  • LUTO: Falece o cantor católico Leandro Souza, do ministério Frutos de Medjugorje

    Neste domingo (15), o universo da música católica foi surpreenda por uma grande perda e triste notícia. Leandro Souza, cantor católico, foi chamado por Deus. Segundo publicações nas redes sociais ele teria sofrido de um infarto fulminante enquanto dormia. Leandro foi vocalista da Banda Frutos de Medjugore, cuja missão já existia há 20 anos e contava com 2 CD’s gravados. Atualmente estava com um novo projeto Oficina Boa Nova. A perda foi sentida e comentada por uma legião de amigos e fãs. Diversos cantores católicos usaram suas redes sociais para postar homenagens. É possível ver várias dessas homenagens visitando seu perfil no facebook . Veja um pouco de sua participação na JMJ Rio: Diocese manifesta tristeza pelo falecimento do cantor Leandro Souza Prezado(a)s Senhore(a)s, A Diocese de Petrópolis comunica, com imenso pesar, o falecimento do cantor católico, Leandro Souza. Leandro Souza, segundo informações, faleceu no inicio da noite de hoje vítima de infarto. Ele ficou conhecido pelo seu trabalho como músico e por participar da banda Frutos de Medjugorje. Que o Senhor Ressuscitado, aquele que venceu a morte, o receba no céu, junto à Mãe de Jesus e os santos. Dom Gregório Paixão, OSB Bispo da Diocese de Petrópolis Veja mais uma participação do cantor na JMJ Rio: Biografia da Banda Frutos de Medjugorje Em 1996 num bairro chamado Piabetá da cidade de Magé, rio de janeiro. Os primos João e Jean tiveram a ideia de formar um grupo de pagode o “ copa e cozinha jr “ inspirado no grupo “copa e cozinha “ grupo de seus pais os irmãos Mirim (Arjimiro) e Zézé . Logo, convidaram alguns amigos, Nosvaldo Souza jr o “Junior”, Silvio machado, Leandro silva, Hildeblando Junior, Rafael pires para formarem o “copa e cozinha Jr”. Começaram então os primeiros ensaios, na casa de dona Ângela mãe de Leandro Silva e só tinham o cavaquinho de João e os baldes de dona Ângela, que em pouco tempo ficou sem baldes. Com isso a amizade foi crescendo cada vez mais e mais e mais, neste tempo e esta turma já começava seus primeiros acordos e acordes. Boa parte destes adolescentes do então “copa e cozinha jr”, já tinha iniciado uma caminhada na igreja católica em encontros, retiros, congressos grupo jovem, e o grupo dos coroinhas da paróquia nossa Senhora Aparecida, e o futebol que não podia deixar de dar a sua grande colaboração a turma.Pois toda semana, ás quintas e sábados rolava o “inadiável” futebol da paróquia nossa Senhora Aparecida que reunia jovens de igreja ou não e até alguns dos padres. Alguns do grupo já tinha uma boa formação religiosa, animando e pregando, ministrando em grupo jovem. Tanto que a principal formação deste começo, foram os cursos da escola “santo André “ (Prado flores), muito conhecida na época como evangelização 2000 ou nova evangelização, outros da turma estavam bem no começo, porem ! isto só fortaleceu a união dos meninos aventureiros. De encontros em encontros, retiros e retiros, que participavam fazendo e também já ministrando, deu-lhes uma grande base, justamente daí ; dos corações que cada dia mais iam se apaixonando por Jesus surgiu a inspiração maravilhosa de desistir do copa e cozinha e formar então um ministério de musica jovem; e jovem em todos os sentidos,um ministério que transborda-se juventude para todas as idades . Em 1997 no dia 25 de julho aconteceu a primeira reunião e ensaio do grupo um intenso momento de busca, oração e contrição na terra e de festa no céu;esta reunião foi inclusive para começarem a pensar no nome do grupo e também as funções que, até então estavam nada, nada esclarecidas.Depois de mais algumas reuniões o projeto foi levado ao pároco na época, Padre Milton Antonio Mêcabo, que acolheu e motivou a idéia, instruindo-os a buscar pessoas que pudessem nos ajudar ;em todos sentidos e inclusive um coordenador adulto literalmente, alguém que tivesse mais tempo de caminhada e mais experiência, perfil que exato de quem já fazia isto pela banda e foi grande incentivador deste começo e de sempre Marcelo augusto ; Maria Mercedes muito conhecida como “maria lata d’agua “ hoje comunidade canção nova, foi a madrinha, o padrinho Augusto hoje padre Augusto na diocese de Santo Amaro (SP), Marquinhos do antigo ministério “Canto novo “ o atual Com Maria foi professor de musica de boa parte do grupo e conselheiro também, tanto sobre musica quanto sobre “ser ministro de musica “.Com o apoio destes irmãos o grupo foi crescendo e superando as dificuldades inclusive o despeito dos que diziam que tudo não passa de “oba ! oba !” ; mas porem: “tudo concorre para o bem daqueles que amam a Deus “Depois de muitas reuniões (ensaio, estudo bíblico, adoração, futebol, churrasquinhos etc… ) o primeiro nome escolhido foi “banda cristo vive “ Se apresentou pela primeira vez em sua paróquia de origem, Nossa Senhora Aparecida ;no grupo jovem da secretaria Marcos uma noite inesquecível,Silvio machado no vocal principal, Flavia Dionizio, Mariza, Josiane e Viviane farias nos vocais, tinham então dois bateristas Rafael pires e Jeferson farias, Hyldeblando no baixo, Joao Pedro e Junior e Jean Carlos nas guitarras e Leandro Silva nos teclados . O sonho era tocar na Santissima Missa depois de algumas mudanças na formação da banda, chegou o grande momento ; a tão sonhada missa do grupo jovem, sabado a noite, amigos, pais,e até parentes que não participavam da igreja estavam presentes sorrindo e torcendo pela turma o atual vocalista da banda Leandro Souza nem fazia diretamente parte do grupo ainda e estava ajudando como acólito (coroinha) nesta primeira missa, do grupo que depois de muitos nomes resolveu se chama Medjugorje . Muita luta esforço e alegria sempre foram a marca desta turma, deste medjugorje que, onde chegava sempre ouvia comentários como : “nossa! Quando vocês chegaram com essas carinhas de meninos, não dei nada por vocês nem um tostão furado, mas depois de ouvi-los não da pra negar vocês trazem o céu”, a turma estava muito ciente da visão dos homens e da visão de Deus que escolhe os fracos pra confundir os fortes e pro isso seguia em frente mesmo com muitas criticas e apesar dos próprios erros também, seguia em frente aprendendo com os próprios erros, aprendendo a ouvir e dizer .O grande sucesso deste inicio foi a humildade e a coragem de buscar , sempre, sempre, sempre em todos os sentidos, musical, espiritual, humano; conhecendo amigos que foram importantíssimos como o grande Jorge Mongó que sempre nos, também o chamado”coração raro”o padrinho Silvio Junior verdadeiro amigo e paizão da banda, padre Luiz Melo que tanto os formou pelos congressos e retiros desta caminhada que estava só no começo . No seu quarto aniversario a formação da banda estava muito diferente inclusive o nome passou a se chamar frutos de medjugorje que quer dizer frutos da misericórdia ,alguns do inicio já haviam saído e formação ficou assim: Jean Carlos (guitarra), João Pedro (teclado), Junior(guitarra), Jeferson farias(bateria), Leandro Silva (percusao), Leandro Souza, Flavia Dionizio, e Viviane farias, as vozes , o grupo também teve desde o começo até esta época os componentes que faziam parte do grupo na reponsabilidade de cuidados extra-musica e intercessão, Maria aparecida, Ana Carolina, Estela foram os que ficaram mais tempo dentre muitos que caminharam com a banda nesta responsabilidade. Em 2001 a banda já era muito conhecida no Rio de janeiro,mesmo sem ainda ter gravado, musicas como : Decisao, O Pai te chama, Em nome do Pai e o famoso póróró que fez parte bem do comecinho da carreira,conhecendo amigos como Celina Borges, Haguideni, banda Novo Viver, Cristifidélis, Cosme, Ana do (bar encontro) um dos mais famosos points católicos do Rio,Radio Catedral e outros .O Padrinho Silvio Junior apresentou a banda a gravadora Genesis,os donos Marcelo Gomes e Marquilene se encantaram pelo trabalho dando inicio a uma nova caminha,realizar o sonho do primeiro cd, sonho, que mesmo jovens sabiam que não era o fim, mais sim o meio pra que chegasse mais longe a mensagem que levavam; a boa nova(Isaias61, 1). Muita luta, suor, riso, choro, oração e amizade e enfim no dia 11 de maio de 2002 a banda Frutos de Medjugorje lança seu primeiro cd o “Decisao” musicas que começavam a ganhar muitos coraçoes pelo Brasil todo.Talvez o que mais te levou a ler esta biografia, foi a seguinte pergunta por que o nome frutos de Medjugórje? de onde vem estas “figurinhas”? com esse jeito todo diferente de ser … Mas antes de termos este nome e este propósito de levar a boa nova, que é Jesus cristo! Extraído do site bandafrutos.com.br. Conheça um pouco da Banda Fruto de Medjugorje Leia abaixo a entrevista da banda concedida ao portal medjugorje.org.br Como tudo começou? Começou no ano de 1996, num bairro chamado Piabetá da cidade de Magé. Éramos um grupo de amigos que se reuniu para formar um grupo de pagode. A amizade do grupo foi crescendo e boa parte destes adolescentes já tinha iniciado uma caminhada na igreja católica com participação em retiros e, grupo de jovens. Gostaria de destacar também que o futebol não deixava de dar a sua grande colaboração para nossa união, pois participávamos dos inadiáveis jogos da paróquia Nossa Senhora Aparecida que reunia jovens e até sacerdotes em grandes momentos de descontração. Com isso fomos crescendo sempre com a presença da Igreja,e isso acabou fortalecendo mais a união desses meninos aventureiros. Quando foi a primeira reunião? A primeira reunião e ensaio do grupo aconteceu no dia 25 de julho de 1997 – um intenso momento de busca, oração e contrição na terra e de festa no céu. Esta reunião foi inclusive para começarmos a pensar no nome do grupo e também nas funções que, até então não estavam nada, nada esclarecidas. Muito tempo depois descobrimos que Nossa Senhora em Medjugorje todo dia 25 deixa uma mensagem para o mundo e neste dia deixou a seguinte mensagem. “Queridos filhos: Hoje eu os convido a responder ao meu convite à oração. Eu desejo, queridos filhos, que neste tempo encontrem um lugar para a oração pessoal. Desejo guiá-los para a oração com o coração. Somente assim compreenderão que a vida de vocês é vazia sem a oração. Vocês descobrirão o sentido da sua vida quando tiverem descoberto a Deus na oração. Por isso, filhinhos, abram a porta dos seus corações e compreenderão que a oração é alegria, sem a qual não poderão viver. Obrigada por terem atendido a meu chamado.” Acredito que a formação de nossa banda, sem que soubéssemos, atende ao convite feito por Nossa Senhora nesta mensagem, pois, como se diz “quem canta reza duas vezes” o que fazemos é, através de nossas músicas, buscar o sentido de nossas vidas através da experiência com Cristo. (vide vídeo com a música: Mais, e mais, e mais) Porque o nome Frutos de Medjugorje ? A escolha do nome Frutos de Medjugorje nasceu da busca de um nome diferente e que ao mesmo tempo estivesse ligado a Igreja. Como nosso grupo nasceu jovem, na época tínhamos 13 anos, não conseguíamos entender as dimensões do plano de Deus, mas hoje podemos traçar um paralelo, lá em Medjugorje 6 jovens aceitaram o chamado de Nossa Senhora que, com suas mensagens, nos leva e nos conduz a seu Filho, o verdadeiro Salvador, da mesma forma nós, através de nossas musicas testemunhamos que somente em Cristo podemos encontrar vida plena e verdadeira, todas as respostas para nós. . (vide vídeo com a música: Mais, e mais, e mais) Como foi a participação no Hino da Jornada Mundial da Juventude. Quanto o Leandro recebeu o convite para participar como um dos vocalistas do hino, ficamos todos muito, muito contentes. Trata-se de um momento único para nossa Igreja, pois vamos receber na cidade do Cristo Redentor jovens do mundo inteiro que são atraídos pelo amor de Deus, que vem para celebrar o Senhor, uma demonstração de como a Igreja é jovem, viva e alegre. Neste encontro com o amado Papa Francisco, que com seus gestos e atitudes trás uma exemplo a ser seguido para que possamos, nós jovens do mundo inteiro, participar da construção de um mundo melhor. Compuseram alguma musica para Nossa Senhora ? A música que mais gostamos de tocar é uma versão própria que fizemos da Consagração de Nossa Senhora, quando tocamos é um momento especial em nossas apresentações pois neste momento entregamos a Mãe todos os nossos dons e tudo o que somos para que ela se utilize de nós para estarmos a serviço de uma nova evangelização. #MúsicaCatólica

  • LUTO: Falece o cantor católico Leandro Souza, do ministério Frutos de Medjugorje

    Neste domingo (15), o universo da música católica foi surpreenda por uma grande perda e triste notícia. Leandro Souza, cantor católico, foi chamado por Deus. Segundo publicações nas redes sociais ele teria sofrido de um infarto fulminante enquanto dormia. Leandro foi vocalista da Banda Frutos de Medjugore, cuja missão já existia há 20 anos e contava com 2 CD’s gravados. Atualmente estava com um novo projeto Oficina Boa Nova. A perda foi sentida e comentada por uma legião de amigos e fãs. Diversos cantores católicos usaram suas redes sociais para postar homenagens. É possível ver várias dessas homenagens visitando seu perfil no facebook . Veja um pouco de sua participação na JMJ Rio: Diocese manifesta tristeza pelo falecimento do cantor Leandro Souza Prezado(a)s Senhore(a)s, A Diocese de Petrópolis comunica, com imenso pesar, o falecimento do cantor católico, Leandro Souza. Leandro Souza, segundo informações, faleceu no inicio da noite de hoje vítima de infarto. Ele ficou conhecido pelo seu trabalho como músico e por participar da banda Frutos de Medjugorje. Que o Senhor Ressuscitado, aquele que venceu a morte, o receba no céu, junto à Mãe de Jesus e os santos. Dom Gregório Paixão, OSB Bispo da Diocese de Petrópolis Veja mais uma participação do cantor na JMJ Rio: Biografia da Banda Frutos de Medjugorje Em 1996 num bairro chamado Piabetá da cidade de Magé, rio de janeiro. Os primos João e Jean tiveram a ideia de formar um grupo de pagode o “ copa e cozinha jr “ inspirado no grupo “copa e cozinha “ grupo de seus pais os irmãos Mirim (Arjimiro) e Zézé . Logo, convidaram alguns amigos, Nosvaldo Souza jr o “Junior”, Silvio machado, Leandro silva, Hildeblando Junior, Rafael pires para formarem o “copa e cozinha Jr”. Começaram então os primeiros ensaios, na casa de dona Ângela mãe de Leandro Silva e só tinham o cavaquinho de João e os baldes de dona Ângela, que em pouco tempo ficou sem baldes. Com isso a amizade foi crescendo cada vez mais e mais e mais, neste tempo e esta turma já começava seus primeiros acordos e acordes. Boa parte destes adolescentes do então “copa e cozinha jr”, já tinha iniciado uma caminhada na igreja católica em encontros, retiros, congressos grupo jovem, e o grupo dos coroinhas da paróquia nossa Senhora Aparecida, e o futebol que não podia deixar de dar a sua grande colaboração a turma.Pois toda semana, ás quintas e sábados rolava o “inadiável” futebol da paróquia nossa Senhora Aparecida que reunia jovens de igreja ou não e até alguns dos padres. Alguns do grupo já tinha uma boa formação religiosa, animando e pregando, ministrando em grupo jovem. Tanto que a principal formação deste começo, foram os cursos da escola “santo André “ (Prado flores), muito conhecida na época como evangelização 2000 ou nova evangelização, outros da turma estavam bem no começo, porem ! isto só fortaleceu a união dos meninos aventureiros. De encontros em encontros, retiros e retiros, que participavam fazendo e também já ministrando, deu-lhes uma grande base, justamente daí ; dos corações que cada dia mais iam se apaixonando por Jesus surgiu a inspiração maravilhosa de desistir do copa e cozinha e formar então um ministério de musica jovem; e jovem em todos os sentidos,um ministério que transborda-se juventude para todas as idades . Em 1997 no dia 25 de julho aconteceu a primeira reunião e ensaio do grupo um intenso momento de busca, oração e contrição na terra e de festa no céu;esta reunião foi inclusive para começarem a pensar no nome do grupo e também as funções que, até então estavam nada, nada esclarecidas.Depois de mais algumas reuniões o projeto foi levado ao pároco na época, Padre Milton Antonio Mêcabo, que acolheu e motivou a idéia, instruindo-os a buscar pessoas que pudessem nos ajudar ;em todos sentidos e inclusive um coordenador adulto literalmente, alguém que tivesse mais tempo de caminhada e mais experiência, perfil que exato de quem já fazia isto pela banda e foi grande incentivador deste começo e de sempre Marcelo augusto ; Maria Mercedes muito conhecida como “maria lata d’agua “ hoje comunidade canção nova, foi a madrinha, o padrinho Augusto hoje padre Augusto na diocese de Santo Amaro (SP), Marquinhos do antigo ministério “Canto novo “ o atual Com Maria foi professor de musica de boa parte do grupo e conselheiro também, tanto sobre musica quanto sobre “ser ministro de musica “.Com o apoio destes irmãos o grupo foi crescendo e superando as dificuldades inclusive o despeito dos que diziam que tudo não passa de “oba ! oba !” ; mas porem: “tudo concorre para o bem daqueles que amam a Deus “Depois de muitas reuniões (ensaio, estudo bíblico, adoração, futebol, churrasquinhos etc… ) o primeiro nome escolhido foi “banda cristo vive “ Se apresentou pela primeira vez em sua paróquia de origem, Nossa Senhora Aparecida ;no grupo jovem da secretaria Marcos uma noite inesquecível,Silvio machado no vocal principal, Flavia Dionizio, Mariza, Josiane e Viviane farias nos vocais, tinham então dois bateristas Rafael pires e Jeferson farias, Hyldeblando no baixo, Joao Pedro e Junior e Jean Carlos nas guitarras e Leandro Silva nos teclados . O sonho era tocar na Santissima Missa depois de algumas mudanças na formação da banda, chegou o grande momento ; a tão sonhada missa do grupo jovem, sabado a noite, amigos, pais,e até parentes que não participavam da igreja estavam presentes sorrindo e torcendo pela turma o atual vocalista da banda Leandro Souza nem fazia diretamente parte do grupo ainda e estava ajudando como acólito (coroinha) nesta primeira missa, do grupo que depois de muitos nomes resolveu se chama Medjugorje . Muita luta esforço e alegria sempre foram a marca desta turma, deste medjugorje que, onde chegava sempre ouvia comentários como : “nossa! Quando vocês chegaram com essas carinhas de meninos, não dei nada por vocês nem um tostão furado, mas depois de ouvi-los não da pra negar vocês trazem o céu”, a turma estava muito ciente da visão dos homens e da visão de Deus que escolhe os fracos pra confundir os fortes e pro isso seguia em frente mesmo com muitas criticas e apesar dos próprios erros também, seguia em frente aprendendo com os próprios erros, aprendendo a ouvir e dizer .O grande sucesso deste inicio foi a humildade e a coragem de buscar , sempre, sempre, sempre em todos os sentidos, musical, espiritual, humano; conhecendo amigos que foram importantíssimos como o grande Jorge Mongó que sempre nos, também o chamado”coração raro”o padrinho Silvio Junior verdadeiro amigo e paizão da banda, padre Luiz Melo que tanto os formou pelos congressos e retiros desta caminhada que estava só no começo . No seu quarto aniversario a formação da banda estava muito diferente inclusive o nome passou a se chamar frutos de medjugorje que quer dizer frutos da misericórdia ,alguns do inicio já haviam saído e formação ficou assim: Jean Carlos (guitarra), João Pedro (teclado), Junior(guitarra), Jeferson farias(bateria), Leandro Silva (percusao), Leandro Souza, Flavia Dionizio, e Viviane farias, as vozes , o grupo também teve desde o começo até esta época os componentes que faziam parte do grupo na reponsabilidade de cuidados extra-musica e intercessão, Maria aparecida, Ana Carolina, Estela foram os que ficaram mais tempo dentre muitos que caminharam com a banda nesta responsabilidade. Em 2001 a banda já era muito conhecida no Rio de janeiro,mesmo sem ainda ter gravado, musicas como : Decisao, O Pai te chama, Em nome do Pai e o famoso póróró que fez parte bem do comecinho da carreira,conhecendo amigos como Celina Borges, Haguideni, banda Novo Viver, Cristifidélis, Cosme, Ana do (bar encontro) um dos mais famosos points católicos do Rio,Radio Catedral e outros .O Padrinho Silvio Junior apresentou a banda a gravadora Genesis,os donos Marcelo Gomes e Marquilene se encantaram pelo trabalho dando inicio a uma nova caminha,realizar o sonho do primeiro cd, sonho, que mesmo jovens sabiam que não era o fim, mais sim o meio pra que chegasse mais longe a mensagem que levavam; a boa nova(Isaias61, 1). Muita luta, suor, riso, choro, oração e amizade e enfim no dia 11 de maio de 2002 a banda Frutos de Medjugorje lança seu primeiro cd o “Decisao” musicas que começavam a ganhar muitos coraçoes pelo Brasil todo.Talvez o que mais te levou a ler esta biografia, foi a seguinte pergunta por que o nome frutos de Medjugórje? de onde vem estas “figurinhas”? com esse jeito todo diferente de ser … Mas antes de termos este nome e este propósito de levar a boa nova, que é Jesus cristo! Extraído do site bandafrutos.com.br. Conheça um pouco da Banda Fruto de Medjugorje Leia abaixo a entrevista da banda concedida ao portal medjugorje.org.br Como tudo começou? Começou no ano de 1996, num bairro chamado Piabetá da cidade de Magé. Éramos um grupo de amigos que se reuniu para formar um grupo de pagode. A amizade do grupo foi crescendo e boa parte destes adolescentes já tinha iniciado uma caminhada na igreja católica com participação em retiros e, grupo de jovens. Gostaria de destacar também que o futebol não deixava de dar a sua grande colaboração para nossa união, pois participávamos dos inadiáveis jogos da paróquia Nossa Senhora Aparecida que reunia jovens e até sacerdotes em grandes momentos de descontração. Com isso fomos crescendo sempre com a presença da Igreja,e isso acabou fortalecendo mais a união desses meninos aventureiros. Quando foi a primeira reunião? A primeira reunião e ensaio do grupo aconteceu no dia 25 de julho de 1997 – um intenso momento de busca, oração e contrição na terra e de festa no céu. Esta reunião foi inclusive para começarmos a pensar no nome do grupo e também nas funções que, até então não estavam nada, nada esclarecidas. Muito tempo depois descobrimos que Nossa Senhora em Medjugorje todo dia 25 deixa uma mensagem para o mundo e neste dia deixou a seguinte mensagem. “Queridos filhos: Hoje eu os convido a responder ao meu convite à oração. Eu desejo, queridos filhos, que neste tempo encontrem um lugar para a oração pessoal. Desejo guiá-los para a oração com o coração. Somente assim compreenderão que a vida de vocês é vazia sem a oração. Vocês descobrirão o sentido da sua vida quando tiverem descoberto a Deus na oração. Por isso, filhinhos, abram a porta dos seus corações e compreenderão que a oração é alegria, sem a qual não poderão viver. Obrigada por terem atendido a meu chamado.” Acredito que a formação de nossa banda, sem que soubéssemos, atende ao convite feito por Nossa Senhora nesta mensagem, pois, como se diz “quem canta reza duas vezes” o que fazemos é, através de nossas músicas, buscar o sentido de nossas vidas através da experiência com Cristo. (vide vídeo com a música: Mais, e mais, e mais) Porque o nome Frutos de Medjugorje ? A escolha do nome Frutos de Medjugorje nasceu da busca de um nome diferente e que ao mesmo tempo estivesse ligado a Igreja. Como nosso grupo nasceu jovem, na época tínhamos 13 anos, não conseguíamos entender as dimensões do plano de Deus, mas hoje podemos traçar um paralelo, lá em Medjugorje 6 jovens aceitaram o chamado de Nossa Senhora que, com suas mensagens, nos leva e nos conduz a seu Filho, o verdadeiro Salvador, da mesma forma nós, através de nossas musicas testemunhamos que somente em Cristo podemos encontrar vida plena e verdadeira, todas as respostas para nós. . (vide vídeo com a música: Mais, e mais, e mais) Como foi a participação no Hino da Jornada Mundial da Juventude. Quanto o Leandro recebeu o convite para participar como um dos vocalistas do hino, ficamos todos muito, muito contentes. Trata-se de um momento único para nossa Igreja, pois vamos receber na cidade do Cristo Redentor jovens do mundo inteiro que são atraídos pelo amor de Deus, que vem para celebrar o Senhor, uma demonstração de como a Igreja é jovem, viva e alegre. Neste encontro com o amado Papa Francisco, que com seus gestos e atitudes trás uma exemplo a ser seguido para que possamos, nós jovens do mundo inteiro, participar da construção de um mundo melhor. Compuseram alguma musica para Nossa Senhora ? A música que mais gostamos de tocar é uma versão própria que fizemos da Consagração de Nossa Senhora, quando tocamos é um momento especial em nossas apresentações pois neste momento entregamos a Mãe todos os nossos dons e tudo o que somos para que ela se utilize de nós para estarmos a serviço de uma nova evangelização. #MúsicaCatólica

  • O Sacrilégio que poderia ter sido evitado em Fátima

    O fiel João Silveira postou através de suas redes sociais um relato de um grave sacrilégio que poderia ter sido evitado em uma missa realizada no Santuário de Nossa Senhora de Fátima em Portugal. Ele também comentou a fala do Cardeal D. António Marto que disse “Jesus disse ‘tomai e comei’, não disse ‘abri a boca’. Leia seu comentário: Dia 13 de Junho, 103º aniversário da segunda aparição de Nossa Senhora em Fátima. Foi celebrada Missa na esplanada do Santuário de Fátima, com a presença de vários Bispos, como costuma acontecer nas Peregrinações Aniversárias. A comunhão foi distribuída apenas na mão, tendo sido a comunhão na boca proibida (supostamente) por causa do Covid-19. Uma senhora aproximou-se para receber a Sagrada Comunhão, tendo sido deposta na sua mão. Veio uma rajada de vento e a Hóstia foi levada, até aterrar no chão, uns metros mais à frente. Estando do outro lado das grades, a senhora que ia comungar bem se esforçou mas não a conseguiu apanhar. A ministra extraordinária da comunhão também não A conseguiu apanhar; até que chegou um Servita que apanhou a Sagrada Hóstia e a comungou. Resultado: a Hóstia passou por mãos de 3 pessoas diferentes, e ainda pelo chão, antes de ser comungada. Não teria sido muito mais seguro e higiênico simplesmente colocá-la na boca de quem vai comungar? Além do mais, o chão onde esteve a Hóstia deveria ter sido purificado, de modo a que ninguém calcasse os fragmentos da partícula que ali esteve. Cada um desses é o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, e merece ser tratado com todo o respeito. Quantos mais casos como este terão acontecido? Mais uma vez, percebemos os problemas da comunhão na mão. O Santíssimo Sacramento deve ser protegido do melhor modo que for possível. E isso implica que deve ser deposto pelo ministro directamente na boca do fiel, evitando ser levado pelo vento e cair no chão ou até ser roubado para fins sacrílegos. Esperemos que cada vez mais católicos tenham noção disto. Leia também Vaticano: É proibido impedir comunhão na boca, mesmo que seja para se evitar epidemias Cardeal António Marto critica aqueles que pedem comunhão na boca Cardeal António Marto critica quem exige comunhão na boca apesar da pandemia. “Jesus disse ‘tomai e comei’, não disse ‘abri a boca’. Numa entrevista a um podcast da Companhia de Jesus, o cardeal D. António Marto defendeu que as mãos são dignas de receber a hóstia – ao mesmo tempo que “há tanta sujidade nas bocas” Veja o comentário do fiel João Silveira: D. António Marto é Bispo e é Cardeal. Os fiéis católicos devem reverência aos Bispos, como Sucessores dos Apóstolos, e aos Cardeais, como colaboradores próximos do Papa, Sucessor de São Pedro. Posto isto, há coisas que um Bispo e um Cardeal não pode dizer. Afirmar que faz mais sentido comungar na mão porque Nosso Senhor disse ‘tomai e comei’ e não disse ‘abri a boca’ é um insulto. Não é um insulto às 500 pessoas que assinaram o Apelo aos Bispos invocando o direito inalienável, por direito divino, de receber a comunhão na boca, mas um insulto a toda gente porque é um insulto à nossa inteligência. Mais, é chamar idiotas a centenas de Papas e Santos que defenderam que a comunhão deveria ser recebida na boca, por reverência ao Santíssimo Sacramento, e que rejeitaram a possibilidade que os fiéis recebessem o Corpo de Cristo nas suas mãos e depois O levassem à boca. Todos eles sabiam perfeitamente quais foram as palavras de Jesus na Última Ceia. Leia também AS TERRÍVEIS CONSEQUÊNCIAS DA COMUNHÃO NA MÃO São Tomás de Aquino foi um dos homens mais inteligentes e mais santos que já pisaram a Terra. São Tomás explica (Summa Theologica III pars, q.82, art. 13) que apenas as mãos do sacerdote, mãos ungidas, devem tocar na Sagrada Hóstia. Um leigo apenas o pode fazer em caso de acidente, por exemplo quando uma Hóstia está no chão e não há um sacerdote no local. Depois, há a questão da boca suja. Quando a comunhão é entregue na mão do fiel não é suposto ficar lá para sempre, eventualmente será levada à boca. Se a questão é a boca estar suja isso não se resolve por receber a comunhão na mão. O argumento da boca suja não se percebe. Além do mais, por boca suja supomos que o Cardeal Marto não se estivesse a referir a alguém que não lavou os dentes mas a alguém que cometeu pecados com a língua (difamação, maledicência , etc). Mas o pecado não suja o corpo mas sim a alma. Quem tem a alma suja pelo pecado grave contra qualquer um dos 10 mandamentos (por ex. faltar à Missa de Domingo, viver em adultério, etc) não pode comungar antes de se arrepender e de se confessar. Um Bispo e um Cardeal não pode invocar argumentos sem sentido em temas tão sérios como a Sagrada Comunhão. Muito menos publicamente. Leia também: Cardeal Sarah: “O diabo ataca fortemente a Eucaristia porque é o coração da vida da Igreja” #Comunhãonaboca #ComunhãonaMão

  • O Sacrilégio que poderia ter sido evitado em Fátima

    O fiel João Silveira postou através de suas redes sociais um relato de um grave sacrilégio que poderia ter sido evitado em uma missa realizada no Santuário de Nossa Senhora de Fátima em Portugal. Ele também comentou a fala do Cardeal D. António Marto que disse “Jesus disse ‘tomai e comei’, não disse ‘abri a boca’. Leia seu comentário: Dia 13 de Junho, 103º aniversário da segunda aparição de Nossa Senhora em Fátima. Foi celebrada Missa na esplanada do Santuário de Fátima, com a presença de vários Bispos, como costuma acontecer nas Peregrinações Aniversárias. A comunhão foi distribuída apenas na mão, tendo sido a comunhão na boca proibida (supostamente) por causa do Covid-19. Uma senhora aproximou-se para receber a Sagrada Comunhão, tendo sido deposta na sua mão. Veio uma rajada de vento e a Hóstia foi levada, até aterrar no chão, uns metros mais à frente. Estando do outro lado das grades, a senhora que ia comungar bem se esforçou mas não a conseguiu apanhar. A ministra extraordinária da comunhão também não A conseguiu apanhar; até que chegou um Servita que apanhou a Sagrada Hóstia e a comungou. Resultado: a Hóstia passou por mãos de 3 pessoas diferentes, e ainda pelo chão, antes de ser comungada. Não teria sido muito mais seguro e higiênico simplesmente colocá-la na boca de quem vai comungar? Além do mais, o chão onde esteve a Hóstia deveria ter sido purificado, de modo a que ninguém calcasse os fragmentos da partícula que ali esteve. Cada um desses é o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, e merece ser tratado com todo o respeito. Quantos mais casos como este terão acontecido? Mais uma vez, percebemos os problemas da comunhão na mão. O Santíssimo Sacramento deve ser protegido do melhor modo que for possível. E isso implica que deve ser deposto pelo ministro directamente na boca do fiel, evitando ser levado pelo vento e cair no chão ou até ser roubado para fins sacrílegos. Esperemos que cada vez mais católicos tenham noção disto. Leia também Vaticano: É proibido impedir comunhão na boca, mesmo que seja para se evitar epidemias Cardeal António Marto critica aqueles que pedem comunhão na boca Cardeal António Marto critica quem exige comunhão na boca apesar da pandemia. “Jesus disse ‘tomai e comei’, não disse ‘abri a boca’. Numa entrevista a um podcast da Companhia de Jesus, o cardeal D. António Marto defendeu que as mãos são dignas de receber a hóstia – ao mesmo tempo que “há tanta sujidade nas bocas” Veja o comentário do fiel João Silveira: D. António Marto é Bispo e é Cardeal. Os fiéis católicos devem reverência aos Bispos, como Sucessores dos Apóstolos, e aos Cardeais, como colaboradores próximos do Papa, Sucessor de São Pedro. Posto isto, há coisas que um Bispo e um Cardeal não pode dizer. Afirmar que faz mais sentido comungar na mão porque Nosso Senhor disse ‘tomai e comei’ e não disse ‘abri a boca’ é um insulto. Não é um insulto às 500 pessoas que assinaram o Apelo aos Bispos invocando o direito inalienável, por direito divino, de receber a comunhão na boca, mas um insulto a toda gente porque é um insulto à nossa inteligência. Mais, é chamar idiotas a centenas de Papas e Santos que defenderam que a comunhão deveria ser recebida na boca, por reverência ao Santíssimo Sacramento, e que rejeitaram a possibilidade que os fiéis recebessem o Corpo de Cristo nas suas mãos e depois O levassem à boca. Todos eles sabiam perfeitamente quais foram as palavras de Jesus na Última Ceia. Leia também AS TERRÍVEIS CONSEQUÊNCIAS DA COMUNHÃO NA MÃO São Tomás de Aquino foi um dos homens mais inteligentes e mais santos que já pisaram a Terra. São Tomás explica (Summa Theologica III pars, q.82, art. 13) que apenas as mãos do sacerdote, mãos ungidas, devem tocar na Sagrada Hóstia. Um leigo apenas o pode fazer em caso de acidente, por exemplo quando uma Hóstia está no chão e não há um sacerdote no local. Depois, há a questão da boca suja. Quando a comunhão é entregue na mão do fiel não é suposto ficar lá para sempre, eventualmente será levada à boca. Se a questão é a boca estar suja isso não se resolve por receber a comunhão na mão. O argumento da boca suja não se percebe. Além do mais, por boca suja supomos que o Cardeal Marto não se estivesse a referir a alguém que não lavou os dentes mas a alguém que cometeu pecados com a língua (difamação, maledicência , etc). Mas o pecado não suja o corpo mas sim a alma. Quem tem a alma suja pelo pecado grave contra qualquer um dos 10 mandamentos (por ex. faltar à Missa de Domingo, viver em adultério, etc) não pode comungar antes de se arrepender e de se confessar. Um Bispo e um Cardeal não pode invocar argumentos sem sentido em temas tão sérios como a Sagrada Comunhão. Muito menos publicamente. Leia também: Cardeal Sarah: “O diabo ataca fortemente a Eucaristia porque é o coração da vida da Igreja” #Comunhãonaboca #ComunhãonaMão

  • “O Sagrado está perdendo lugar para o Microfone” – Dom Henrique Soares

    Nestes tempos de pandemia, muitos padres adotaram o costume de transmitir suas celebrações pela internet. Com seu zelo de pastor, Dom Henrique Soares pôde observar de perto como anda a liturgia e fez uma correção fraterna aos seus irmãos de sacerdócio através das suas redes sociais. A Santa Missa é o que existe de mais sagrado na Igreja Católica. São João Paulo II nos ensinava que “a Missa torna presente o sacrifício da cruz”, ou seja, a liturgia é a atualização do Sacrifício de Jesus, portanto na missa estamos diante do próprio de Jesus Cristo no Calvário. É através da liturgia da missa que nos é dado o que há de mais precioso na face da Terra, a Santíssima Eucaristia, que merece de nós o maior respeito e adoração. Esse respeito é demonstrado principalmente pela forma que lidamos com a liturgia, desde a preparação dos objetos litúrgicos, paramentos, e de maneira especial nosso comportamento. O que está acontecendo é que cada dia mais observamos sacerdotes que, talvez por receberem formação insuficiente, muitas vezes ignoram partes importantes das instruções presentes nas rubricas do Missal Romano. Essas rubricas indicam como o rito deve acontecer, inclusive gestos e posições que o sacerdote precisa seguir para celebrar bem o rito da missa. Desde que o Santo Sacrifício passou a ser realizado com o celebrante voltado de frente para o povo, e não mais de frente para Deus, que ficava no sacrário localizado no centro do altar, o personagem principal da celebração passou a ser, aos olhos do povo, o próprio sacerdote e não mais a liturgia por ele celebrada, o que exige uma atenção maior do padre para que o foco do povo seja na liturgia e não nele próprio. Em seu comentário colocado na íntegra abaixo, Dom Henrique Soares veio nos apresentar um detalhe que pode parecer pequeno, mas que na prática significa uma grande diferença no respeito e na forma com que o padre lida com a Santíssima Eucaristia no momento da Consagração. Leia: “Olhando as missas pelas redes sociais… Uma observação: Como é feio e inapropriado o celebrante fazendo as orações litúrgicas agarrado a um microfone. O que seria um gesto antiquíssimo: as mãos abertas em forma de cruz e de súplica, recordando o Cristo Sumo e Eterno Sacerdote da nossa fé, torna-se nada, apenas uma caricatura: uma mão espalmada, aberta para nada, porque a outra está agarrada ao microfone… O gesto litúrgico desaparece, minado por essa conduta imprópria, errada mesmo. O máximo do erro é na consagração: segura-se o Corpo e o Sangue do Senhor com uma só mão para não largar o principal, o centro: o microfone! Muito melhor o gesto inteiro, mesmo sem microfone algum. Afinal, as orações são dirigidas ao Senhor Deus em nome do Povo Santo e não dirigidas às pessoas, de modo que se tenha que destruir um gesto litúrgico, contanto que se escute a qualquer preço a voz do celebrante. Trata-se de uma inversão de valores e de prioridades… E pensar que tudo se resolveria com uma base para sustentar o bendito microfone ou, no limite, com um acólito sustentando-o… Perdemos a noção do sagrado, esquecemos o sentido dos ritos… Está ficando tudo reduzido ao mínimo denominador comum da funcionalidade, da praticidade, da utilidade, da popularidade pastoral. A descida ainda será longa, bem longa… Que pena!” Dom Henrique Soares da Costa Diocese de Palmares #Liturgia

  • “O Sagrado está perdendo lugar para o Microfone” – Dom Henrique Soares

    Nestes tempos de pandemia, muitos padres adotaram o costume de transmitir suas celebrações pela internet. Com seu zelo de pastor, Dom Henrique Soares pôde observar de perto como anda a liturgia e fez uma correção fraterna aos seus irmãos de sacerdócio através das suas redes sociais. A Santa Missa é o que existe de mais sagrado na Igreja Católica. São João Paulo II nos ensinava que “a Missa torna presente o sacrifício da cruz”, ou seja, a liturgia é a atualização do Sacrifício de Jesus, portanto na missa estamos diante do próprio de Jesus Cristo no Calvário. É através da liturgia da missa que nos é dado o que há de mais precioso na face da Terra, a Santíssima Eucaristia, que merece de nós o maior respeito e adoração. Esse respeito é demonstrado principalmente pela forma que lidamos com a liturgia, desde a preparação dos objetos litúrgicos, paramentos, e de maneira especial nosso comportamento. O que está acontecendo é que cada dia mais observamos sacerdotes que, talvez por receberem formação insuficiente, muitas vezes ignoram partes importantes das instruções presentes nas rubricas do Missal Romano. Essas rubricas indicam como o rito deve acontecer, inclusive gestos e posições que o sacerdote precisa seguir para celebrar bem o rito da missa. Desde que o Santo Sacrifício passou a ser realizado com o celebrante voltado de frente para o povo, e não mais de frente para Deus, que ficava no sacrário localizado no centro do altar, o personagem principal da celebração passou a ser, aos olhos do povo, o próprio sacerdote e não mais a liturgia por ele celebrada, o que exige uma atenção maior do padre para que o foco do povo seja na liturgia e não nele próprio. Em seu comentário colocado na íntegra abaixo, Dom Henrique Soares veio nos apresentar um detalhe que pode parecer pequeno, mas que na prática significa uma grande diferença no respeito e na forma com que o padre lida com a Santíssima Eucaristia no momento da Consagração. Leia: “Olhando as missas pelas redes sociais… Uma observação: Como é feio e inapropriado o celebrante fazendo as orações litúrgicas agarrado a um microfone. O que seria um gesto antiquíssimo: as mãos abertas em forma de cruz e de súplica, recordando o Cristo Sumo e Eterno Sacerdote da nossa fé, torna-se nada, apenas uma caricatura: uma mão espalmada, aberta para nada, porque a outra está agarrada ao microfone… O gesto litúrgico desaparece, minado por essa conduta imprópria, errada mesmo. O máximo do erro é na consagração: segura-se o Corpo e o Sangue do Senhor com uma só mão para não largar o principal, o centro: o microfone! Muito melhor o gesto inteiro, mesmo sem microfone algum. Afinal, as orações são dirigidas ao Senhor Deus em nome do Povo Santo e não dirigidas às pessoas, de modo que se tenha que destruir um gesto litúrgico, contanto que se escute a qualquer preço a voz do celebrante. Trata-se de uma inversão de valores e de prioridades… E pensar que tudo se resolveria com uma base para sustentar o bendito microfone ou, no limite, com um acólito sustentando-o… Perdemos a noção do sagrado, esquecemos o sentido dos ritos… Está ficando tudo reduzido ao mínimo denominador comum da funcionalidade, da praticidade, da utilidade, da popularidade pastoral. A descida ainda será longa, bem longa… Que pena!” Dom Henrique Soares da Costa Diocese de Palmares #Liturgia

  • O DIA EM QUE AGATHA CHRISTIE FEZ PAULO VI MUDAR DE OPINIÃO – Philippe Maxence

    Agatha Christie (1890-1976) parece ser a imperatriz eterna do suspense criminal, mesmo que alguns de seus sucessores secretamente sonhem em destroná-la. Quando nos recordamos das conexões da criadora de Hércules Poirot com o domínio da fé e da religião, inevitavelmente surge a história conhecida como Indulto Agatha Christie. A crise litúrgica que afetou a Igreja Católica na década de 1970 não deixou a escritora indiferente. Preocupada com a anulação do latim e do gregoriano, ela assinou uma petição de intelectuais e artistas, católicos ou não, com o objetivo de obter do papa Paulo VI a manutenção das antigas tradições litúrgicas. Publicado no jornal Times em 6 de julho de 1971, esse apelo surpreendente foi ouvido por Roma e, em dezembro do mesmo ano, Paulo VI concedeu um indulto mantendo a possibilidade de celebrar a Missa Tridentina na Inglaterra. Mas por que esse texto oficial adotou popularmente o nome da famosa romancista? Simplesmente porque, lendo a lista de signatários, Paulo VI teria reagido particularmente em nome de Agatha Christie para tomar sua decisão. Para dizer a verdade, seria uma pena reduzir o relacionamento de Agatha Christie com a fé cristã a esse único episódio. Todo o seu trabalho é feito em um mundo mergulhado na ética do cristianismo. As hipóteses que ela apresenta ao longo de seus romances com o objetivo de descobrir o criminoso seriam impossíveis se não nos referíssemos à visão cristã do bem e do mal ou à fraqueza dos seres, devido à existência do pecado original. No entanto, a suficiência exibida e reivindicada de seu personagem favorito, o famoso Hercule Poirot, longe da virtude da humildade, muitas vezes sugere o contrário. Uma pista falsa pela qual devemos, acima de tudo, não ser desviados. É precisamente em nome da moralidade cristã que Poirot enfurece o leitor, apesar de seu gênio detetive. Afinal, ele é “um bom católico”, como confessa em A caixa de chocolates. No entanto, mais do que o detetive belga — que sabemos que pertence a uma família numerosa e estudou numa escola de freiras —, existe também a encantadora Miss Marple, que testemunha em favor do cristianismo de Christie. Se o padre Brown, de Chesterton, compreendeu as deturpações do coração humano no fundo do confessionário, Miss Marple, por sua vez, contempla o universo a partir dos conflitos de sua pequena aldeia. À sua maneira, ela milita pela manutenção da natureza humana. Sua receita é a semelhança observada entre um ato cometido em St. Mary Mead, seu vilarejo, e o crime que ela deve resolver. Ao seu sobrinho, o escritor Raymond West, que ri gentilmente sobre esse assunto, ela disse: “Bem, meu querido Raymond, a natureza humana é a mesma em todo lugar, mas em uma vila, temos a oportunidade de observá-la mais de perto”. Essa fé exposta, reivindicada e elevada ao nível de método de investigação não tem nada, em Miss Marple, de contestação do sobrenatural. Pelo contrário! A aldeia de St. Mary Mead lhe interessa porque é lá que ela vive e que se debruça, como em qualquer outro lugar, nos efeitos às vezes devastadores do pecado original. A jovem sabe, no entanto, que a simples observação da realidade pode não ser suficiente. Um exemplo? Talvez o mais explícito esteja em Miss Marple no clube de terça-feira, onde a vemos claramente confessando recorrer à oração: “Isso os fará rir, jovens modernos, mas quando estou mergulhada em sérios problemas, eu sempre rezo um pouco — em qualquer lugar, na rua, no mercado — e sempre recebo uma resposta”. Sua convicção data de sua infância, quando, em seu quarto, se encontrava colado sobre a sua cama um quadro com um conselho de Cristo que muitas vezes perdemos de vista: “Peça e serás atendido”. Em A Pegada de São Pedro, a imparável e moderna anglicana, quase pronuncia um ato de fé católica ao confessar: “Eu precisava de fé, a verdadeira fé de São Pedro”. Falando sobre o sucesso do trabalho de sua mãe, a filha de Agatha Christie disse: “Minha mãe era cristã e acreditava na batalha entre o bem e o mal. Ela acreditava que os assassinos deveriam ser presos e punidos e queria mais do que tudo ver os inocentes fora do sofrimento. Ela escrevia histórias com assassinatos, mas não tolerava a violência. E todas as suas histórias transmitem uma mensagem forte de moralidade”. Mas, como expressa uma das personagens em As obras de Hércules, para ela, suas histórias não se tratavam de um cristianismo barato: “A religião, Monsieur Poirot, pode ser de grande ajuda e grande apoio — mas por religião quero dizer religião verdadeiramente ortodoxa”. Tudo está dito! O dia em que Agatha Christie fez São Paulo VI mudar de opinião

  • A PROPRIEDADE PRIVADA E O PATRIMÔNIO FAMILIAR, CRIAÇÕES DA IDADE MÉDIA

    O patrimônio familiar A noção de família assim compreendida repousa sobre uma material: “é a herança de família — bem fundiário em geral, por que a terra constitui, desde os começos da idade média, a única fonte de riqueza e permanece consequentemente o bem estável por excelência. (PERNOUD, 1996; p.19) estas herança familiares não podem ser vendidas e nem tomadas, sejam um arrendamento servil ou domínio senhorial. Permenecerá sempre propriedade da linhagem. Quanto a este aspecto, dirá Pernoud (1996): “[…]de qualquer maneira, o que é anotado no sistema de transmissão de bens e que passam para um único herdeiro, sendo este designado pelo sangue não existe herdeiro por testamento, diz-se em direito consuetudinário na transmissão do patrimônio de família à vontade do testamenteiro não intervém pela morte de um pai de família, o seu sucessor natural entra em pleno direito em posse do patrimônio isto é o filho mais velho, com algumas exceções como Portugal em se passava para os filhos segundos e outras regiões ao mais novo, por este ficar mais tempo com os pais (PERNOUD, 1996; p.20). A historiadora Pernoud (1996, p. 22) demonstra o funcionando de um domínio, expõe a unidade e a estabilidade do domínio, e a importância e a garantia tanto para o futuro como para o presente, o domínio no regime feudal era dinâmica, pois eram trabalhadas e deixavam uma parte das terras em descanso, favorecendo a continuidade do esforço familiar. Se não fosse a herança familiar, a exploração cessaria com o indivíduo. Entende-se que o indivíduo passa, enquanto o patrimônio fica, e, na Idade Média, tendia-se para um patrimônio como o domínio ser residência de todos de uma família. Uma palavra define a terminologia medieval, essa palavra é manso senhorial, o lugar onde se está, o ponto de ligação da linhagem, o teto que abriga os seus membros, passados e presentes, e que permite às gerações sucederem-se pacificamente. Entende-se que assegurar à família uma base fixa, fazê-la com que tenha uma ligação ao solo faz com que tenha raízes nestes lugares, possa produzir e levar adiante toda a cultura e produção que os antepassados iniciaram, tal é a finalidade dos antepassados europeus. O homem não é senão o guardião temporário, o usufrutuário; o verdadeiro proprietário é linhagem (PERNOUD, 1996; p.21). Uma séria de costumes medievais decorrem desta preocupação de salvaguardar o patrimônio de família. Assim em caso de falta de herdeiro direto, os bens de origem paterna voltam para a família do pai e os de origem materna para a da mãe—enquanto no direito Romano só se reconhecia o parentesco por via masculina. (Pernoud, 1981:21) existe uma questão que é importante ressaltar, que são as restrições impostas à liberdade do servo que decorrem todas dessa ligação ao solo. Segundo Pernoud (1996): O senhor tem sobre ele direito de séquito, isto é, pode levá lo à força para o seu domínio em caso de abandono, porque, por definição, o servo não pode deixar a terra; só é feita exceção para aqueles que partem em peregrinação. O direito de formariage arrasta a interdição de se casar fora do domínio senhorial quem se encontrar adscrito, ou, como se dizia, «abreviado»; mas a Igreja não deixará de protestar contra este direito que atentava contra as liberdades familiares, e que se atenuou de fato a partir do século X; estabelece-se então o costume de reclamar somente uma indenização pecuniária ao servo que deixava um feudo para se casar num outro; ai se encontra a origem desse famoso «direito senhorial», sobre o qual foram ditos tantos disparates: não significava outra coisa senão o seu direito de autorizar o casamento dos servos; mas como, na Idade Média, tudo se traduz por símbolos, o direito senhorial deu lugar a gestos simbólicos cujo alcance se exagerou: por exemplo, colocar a mão, ou a perna, no leito conjugal, donde o termo por vezes em pregado de direito de pernada, que suscitou tantas interpretações de deploráveis, de resto perfeitamente erradas (PERNOUD, 1996; p.41). A obrigação sem dúvida mais penosa para o servo era a mão-morta: todos os bens por ele adquiridos durante a vida deviam depois da sua morte regressar para o senhor; por isso também essa obrigação foi reduzida desde muito cedo, e o servo ficou com o direito de dispor por testamento dos seus bens móveis (porque a sua propriedade passava de qualquer modo para os filhos). Além disso, o sistema de comunidades silenciosas permitiu-lhe, conforme o costume do lugar, escapar à mão-morta, já que o servo podia, como o plebeu, formar com a família uma espécie de sociedade agrupando todos aqueles que pertenciam a um mesmo «pão e pote>, com um chefe temporário cuja morte não interrompia a vida da comunidade, continuando esta a desfrutar dos bens de que dispunha. Para Pernoud (1996): Na Idade Média se tem tão viva a preocupação de respeitar o curso natural das coisas, de não criar prejuízos quando aos bens familiares, que, no caso em que aqueles que detêm determinados bens morram sem herdeiro, o seu domínio não pode voltar para os ascendentes; procura-se os descendentes mesmo afastados, primos ou parentes, tudo menos fazer voltar estes bens para os seus precedentes «Bens próprios não voltam para trás.» Tudo pelo desejo de seguir a ordem normal da vida, que se transmite do mais velho para o mais novo, e não volta para trás: os rios não voltam à nas cente, do mesmo modo os elementos da vida devem alimentar aquilo que representa a juventude, o futuro. De resto é mais uma garantia para o património da linhagem este virar-se necessariamente para seres jovens, portanto mais ativos e capazes de o fazer valer mais (PERNOUD, 1996; p.22). A transmissão dos bens pode ser observada de uma maneira muito reveladora em relação ao sentimento familiar, que é a grande força Média. “A família: aqueles que vivem de um mesmo “päo e pote”” (PERNOUD, 1996; p.22). Constitui uma verdadeira personalidade moral e jurídica, possuindo em comum os bens de que o pai é o administrador; pela sua morte, a comunidade reconstitui-se com a orientação de um dos filhos-familia, designado pelo sangue, sem que tenha havido interrupção da posse dos bens nem transmissão de qualquer espécie. É aquilo a que se chama a comunidade silenciosa, de que faz parte qualquer membro da casa de família que não tenha sido expressamente posto “fora do pão e pote”). O costume existiu até ao fim do Antigo Regime e podem-se citar famílias francesas que durante séculos nunca pagaram o mínimo direito de sucessão. Reitera Pernoud (1996): O jurista Dupin assinalava deste modo, em 1840, a família Jault que não o pagava desde o século XIV. Em todos os casos, mesmo fora da comunidade silenciosa, a fa família, considerada no seu prolongamento através das gerações, per maneva o verdadeiro proprietário dos bens patrimoniais. O pai de família que recebeu estes bens dos antepassados deve dar conta deles aos seus descendentes; seja ele servo ou senhor, nunca é o dono absoluto. Reconhece-se-lhe o direito de usar, não o de abusar, e tem, além disso, dever de defender, de proteger e de melhorar a sorte de todos aqueles, seres e coisas, de que foi constituído o guardião natural (PERNOUD, 1996; p.22). Com esse sistema se formou a França e muitas outras nações, essas nações são obra e fruto dessas milhares de famílias, obstinadamente fixadas ao solo, no tempo e no espaço. “Francos. Borgonheses, Normandos, Visigodos, todos esses povos móveis, cuja massa instável faz da Alta Idade Média um caos tão desconcertante, formavam, desde o século X, uma nação, solidamente ligada à sua terra, unida por laços mais seguros que todas as federações cuja existência se proclamou. Através do esforço dessas pequenas famílias temos a origem a uma vasta família, através dessa administração da família, temos a linhagem capetiana que é o símbolo da competência, conduzida de pai para filho, durante três séculos, os destinos da França. Este certamente e um dos mais belos exemplos que a história pode oferecer, essa família sucedendo-se à liderança em uma linha direta, sem interrupção, durante mais de trezentos anos – tempo igual ao do aparecimento do rei Henrique IV até à guerra de 1940. Assim se compreende a história dos Capetos diretos, é a história de uma família francesa entre milhões de outras. . A Idade Média, saída da incerteza e do de acordo, da guerra e da invasão, foi uma época de estabilidade, de permanência, isso se deve as suas instituições familiares, tais como as expõe o direito consuetudinário. Nelas se conciliavam com efeito o máximo de independência individual e o máximo de segurança. O direito consuetudinário, que fez a força da França, opunha-se nisso diretamente ao direito romano, no qual a coesão da família não se deve senão à autoridade do chefe, estando todos os membros submetidos a uma rigorosa disciplina durante toda a vida: concepção militar, estatista, repousando sobre uma ideologia de legistas e de funcionários, não sobre o direito natural. Comparou-se a família nórdica a uma colmeia que se desloca periodicamente e se multiplica renovando os terrenos de colheita e a família romana a uma colmeia que não enxamearia nunca. Disse-se também da família «medieval que ela formava pioneiros e homens de negócios, enquanto a família romana dá nascimento a militares, administradores, funcionários (PERNOUD, 1996; p. 24). E curioso seguir, ao longo dos séculos, a história dos povos formados nas diferentes disciplinas e verificar os resultados a que chegaram. A expansão romana tinha sido política e militar, e não étnica; os Romanos conquistaram um império pelas armas e conservaram-no por intermédio dos seus burocratas; este império só foi sólido enquanto soldados e funcionários puderam vigiá-lo facilmente; não parou de crescer a desproporção entre a extensão das fronteiras e a centralização, que é o fim ideal e a consequência inevitável do direito romano; ele desabaria por si próprio, pelas suas próprias instituições, quando o ímpeto das invasões lhe veio dar o golpe de misericórdia. A este exemplo, opõe-se o das raças anglo-saxónicas; os seus costumes familiares foram idênticos aos de França durante toda Idade Média, e, contrariamente ao que se passou entre franceses. é isso sem dúvida que explica a sua prodigiosa expansão através do mundo. Um grande exército de exploradores, de pioneiros, de comerciantes, de aventureiros e de temerários deixando as suas casas a fim de tentarem a sorte, sem por isso esquecerem a terra natal e as tradições dos pais, está aí as bases da fundação de um império. Os países germânicos, que forneceram em grande parte os costumes da Idade Média adotou, muito precocemente colocaram sua autoridade sob o direito romano. Os seus imperadores estavam em situação de retomar as tradições do Império do Ocidente e julgavam que, para unificar as vastas regiões que lhes estavam submetidas, o direito romano lhes fornecia um excelente instrumento de centralização. Foi aí, portanto (PERNOUD, 1996; p.24), desde muito cedo posto em prática e desde o fim do século XIV constituía definitivamente a lei comum do Santo Império, enquanto em França, por exemplo, a primeira cadeira de Direito Romano só foi instituída na Universidade de Paris em 1679. Por isso a expansão germânica foi mais militar que étnica. A França foi sobretudo modelada pelo direito consuetudinário. Durante toda a Idade Média, a França manteve intactos os seus costumes familiares, as suas tradições domésticas. Somente a partir do século XVI as instituições, sob a influência dos legistas, evoluem num sentido cada vez mais «latino». É uma transformação que se opera lentamente e que se começa a notar em pequenas modificações: é dada a maioridade aos vinte e cinco anos, como na Roma antiga, onde, encontrando-se o filho em perpétua menoridade em relação ao pai, não havia inconveniente em que fosse proclamada bastante tarde. De acordo com Pernoud (1996): Ao casamento, considerado até então como um sacramento, como a adesão de duas vontades livres para a realização do seu fim, vem acrescentar-se a noção do contrato, do acordo puramente humano, tendo como base estipulações materiais. A família francesa modela-se sobre um tipo estatista que ainda não tinha conhecido, e, ao mesmo tempo que o pai de família concentra rapidamente nas suas mãos todo o poder familiar, o Estado encaminha-se para a monarquia absoluta 10. A de peito das aparências, a Revolução foi não um ponto de partida mas um ponto de chegada: o resultado de uma evolução de dois a três séculos; ela representa o apagamento nos nossos costumes da lei romana à custa do direito consuetudinário; Napoleão não fez senão acabar a obra, instituindo o Código Civil e organizando o exército, o ensino, toda a nação, sobre o ideal funcionalista da Roma antiga. […] Pode-se avaliar a questão da influência do direito romano, não descartando seus méritos mas que não era às características da raça franca, à natureza da terra franca, germânica, etc. Esse conjunto de leis, forjadas com todos os elementos por militares e por legistas, essa criação doutrinal, teórica, rígida, jamais poderia substituir passivamente os costumes elaborados pela experiência de gerações, lentamente moldados à medida das nossas necessidades? (PERNOUD,1996; p.25). Entende-se que um Estado urbano concebeu o direito romano. Quando se busca a História da vemos a História das grandes cidade; diferente do que se faz com a História da França e outras nações europeias medievais, é preciso olhar para o zona rural, e não para as capitais, aí está o início das nações europeias. É onde se trabalha o solo para produção da alimentação e da bebida. É um fato significativo ver durante a Revolução aquele a quem se chamava o manant (aquele que fica) tornar-se o cidadão: em «cidadão» há «cidade». O que se compreende, já que a cidade iria deter o poder político, portanto o poder principal, porque, tendo deixado de existir o costume, tudo deveria a partir daí depender da lei. As novas divisões administrativas de França, os departamentos que giram todos à volta de uma cidade, sem ter em conta a qualidade do solo dos campos que a ela se ligam, manifestam bem esta evolução de estado de espirito (PERNOUD,1996; p.26). Na revolução francesa, a vida familiar estava enfraquecida e esse foi o ponto em que estabeleceram instituições como o divórcio, a alienação do patrimônio ou as leis modernas sobre as sucessões. As liberdades privadas com as quais antes tinha-se tanto zelo, desapareciam perante um Estado centralizado à maneira romana. Certamente está aí a origem de problemas que depois se puseram com tanta acuidade: problemas da infância, da educação, da família, da natalidade que não existiam na Idade Média, porque a família era então uma realidade, porque possuía a base material e moral e as liberdades necessárias à sua existência. PERNOUD, Pernoud. Luz sobre a Idade Média. Europa-América publicações Ltda, Lisboa, 1996. #USA #IcelandSwedenDenmarkNorway #Históriadaidademédia #France #EUAfrançaparisgeorgiaportugalmacedoniabelarusrussiapaquistãoIrãnCoreiaEgiptoArabiasauditaEmiradosÁrabesunidosEtiópiaNigériaChinaIraqueZimbabuéÁfric #MacauGoaAngolaMoçambiqueCaboverdeGuinéBissauGuinéEquatorialSãotoméePrincipeEUAfrançaparisgeorgiaportugalmacedoniabelarusrussiapaquistãoIrãnCoreiaEgiptoAr #Belarus #Doctrinaldevelopment

  • Arquidiocese alemã promove grave sacrilégio no Corpus Christi

    A arquidiocese de Munique promoveu em suas redes sociais uma amostra na qual diversas fotos de graves sacrilégios são divulgadas como obras de arte, no intuito de demonstrar que “Deus está no meio de nós, em nosso quotidiano”. A amostra gerou muitas críticas, veja as fotos: A Arquidiocese de Munique, liderada pelo cardeal Reinhard Marx, promoveu através de seu Facebook um “projeto” de dois de seus funcionários, os dois assistentes leigos Michael Raz e Johannes van Kruijsbergen. Eles criaram um site chamado “Deus – no meio do mundo” ( www.MittenDrin.World ), onde publicaram fotos de uma amostra com o Santíssimo Sacramento colocado em diferentes circunstâncias: em um banco do parque sob uma estrutura de escalada em uma meta de futebol em um armário de um carro da polícia no banco do passageiro sob o cinto de segurança em uma padaria nos braços de uma criança na gangorra em um salão de beleza acima de um caixa eletrônico na faixa de pedestres na sala de aula. Na postagem a Arquidiocese acrescentou a seguinte descrição: Corpus Christi é mostrar às pessoas que Deus está entre nós, no meio do mundo, o tempo todo. Foi assim que os especialistas pastorais Michael Raz e Johannes van Kruijsbergen tiveram uma idéia incomum: fotografaram o monstruoso em vários lugares da vida cotidiana.📸😇 Tudo sobre o projeto “Deus – no meio do mundo”: 👉 http://www.mittendrin.world/ E ao perceber as inúmeras críticas acrescentou o seguinte comentário: Obrigado a todos por essa discussão controversa: tanto os críticos quanto aqueles que, como nós, estão satisfeitos por haver novas abordagens para mostrar que Deus está entre nós, além das representações tradicionais. Não apenas na igreja e procissão.

  • Arquidiocese alemã promove grave sacrilégio no Corpus Christi

    A arquidiocese de Munique promoveu em suas redes sociais uma amostra na qual diversas fotos de graves sacrilégios são divulgadas como obras de arte, no intuito de demonstrar que “Deus está no meio de nós, em nosso quotidiano”. A amostra gerou muitas críticas, veja as fotos: A Arquidiocese de Munique, liderada pelo cardeal Reinhard Marx, promoveu através de seu Facebook um “projeto” de dois de seus funcionários, os dois assistentes leigos Michael Raz e Johannes van Kruijsbergen. Eles criaram um site chamado “Deus – no meio do mundo” ( www.MittenDrin.World ), onde publicaram fotos de uma amostra com o Santíssimo Sacramento colocado em diferentes circunstâncias: em um banco do parque sob uma estrutura de escalada em uma meta de futebol em um armário de um carro da polícia no banco do passageiro sob o cinto de segurança em uma padaria nos braços de uma criança na gangorra em um salão de beleza acima de um caixa eletrônico na faixa de pedestres na sala de aula. Na postagem a Arquidiocese acrescentou a seguinte descrição: Corpus Christi é mostrar às pessoas que Deus está entre nós, no meio do mundo, o tempo todo. Foi assim que os especialistas pastorais Michael Raz e Johannes van Kruijsbergen tiveram uma idéia incomum: fotografaram o monstruoso em vários lugares da vida cotidiana.📸😇 Tudo sobre o projeto “Deus – no meio do mundo”: 👉 http://www.mittendrin.world/ E ao perceber as inúmeras críticas acrescentou o seguinte comentário: Obrigado a todos por essa discussão controversa: tanto os críticos quanto aqueles que, como nós, estão satisfeitos por haver novas abordagens para mostrar que Deus está entre nós, além das representações tradicionais. Não apenas na igreja e procissão.

  • LIBERDADE SEM VERDADE É DEVASTADORA E TOTALITÁRIA – Stefano Fontana

    Pensando bem, não é tanto a liberdade que deve nos interessar, mas a verdadeira liberdade, a liberdade verdadeiramente livre. A liberdade exige que, antes dela, exista a verdade. A liberdade não pode dar-se livremente a verdade, porque ninguém se dá o que não tem. Se a liberdade desse a si mesma a verdade, a daria livremente, isto é, sem a razão, o que seria uma verdade não razoável e, portanto, não verdadeira. A verdade não pode vir depois da liberdade, mas antes. Sobre isso, devemos ser muito claros conosco. Uma verdade que viesse depois, seria uma verdade escolhida e não encontrada, desejada e não acolhida; portanto, conseqüência de um ato do sujeito que teria valor como tal e, assim, desprovido de verdade, porque a verdade seria acrescentada mais tarde, como sua conseqüência. Se a verdade é a conseqüência da escolha e não sua motivação, a escolha é desmotivada e, portanto, não verdadeira. Como uma escolha injustificada e falsa poderia motivar a verdade? Seria como pensar que a ordem deriva da desordem, que a razão deriva do acaso, ou seja, que o mais venha do menos. A precedência da liberdade em relação à verdade é infundada e não defensável, porque isso exigiria partir de uma verdade. Quem a proclama, assume-a como um postulado ou dogma secular. Grandes filósofos, como Cornelio Fabro, Etienne Gilson, Augusto Del Noce, Joseph Pieper, ou grandes teólogos, como Ratzinger, têm evidenciado o caráter “postulatório” do pensamento moderno, quando ele faz preceder a liberdade em relação à verdade, o ato antes do conteúdo. A verdade deve, portanto, preceder a liberdade. E o que é que que precede tudo e é verdadeiramente original? Qual é o primeiro objeto de conhecimento de nosso intelecto, objeto que precede e funda os conhecimentos que dele se possa ter? Esse objeto é a realidade, aquilo que os filósofos chamam de Ser. Ela vem entes de tudo. De fato, a pessoa é, existe, possui o ser, antes de exercitar a própria liberdade. Para poder querer, escolher, decidir, agir, eu primeiro devo ser. E ser significa ser, contemporaneamente, entre as coisas: existir, ser algo, ser alguém. Posso ser livre somente enquanto sou; se sou alguma coisa; e se sou alguém. Minha natureza como homem vem antes da minha liberdade e a fundamenta. De fato, sou livre porque sou homem; não sou homem porque sou livre. Ninguém escolhe a si mesmo livremente, ninguém decide ser, todos nos acolhemos como seres livres. Nossa existência vem após a nossa essência e é de alguma forma regulada por ela. O dever de ser homem vem antes do direito de ser homem: o dever estabelece o quadro do direito. Exponho essas poucas ideias sobre a verdadeira liberdade para salientar que, quando lidamos com problemas sociais e políticos, não devemos parar para reivindicar apenas liberdade, mas devemos ser impelidos a falar sobre a verdadeira liberdade. Recentemente, neste jornal, o tema foi particularmente levantado por dois artigos. Um deles, escrito pelo autor dessas linhas, argumentou que, ao se opor aos ditames do governo sobre liturgia durante o confinamento, a Igreja deveria não apenas reivindicar a liberdade de religião, mas a Libertas Ecclesiae, a liberdade da Igreja com base em sua própria natureza. Não só nos direitos do cidadão, que também podem ser convencionais e reversíveis, mas nos direitos da Igreja de cumprir o dever de ser ela mesma. Outro artigo foi o comentário, feito por Tommaso Scandroglio, da recente declaração dos bispos italianos sobre a chamada lei contra a homofobia. Aqui também, se eu entendi corretamente, foi dito que era insuficiente se opor à lei apenas com base no direito de expressar as próprias opiniões, devendo-se antes referir-se à natureza das coisas. Ao recorrer-se apenas ao direito à liberdade de religião, como no primeiro caso, ou de opinião, como no segundo, alcança-se a liberdade, mas não a verdadeira liberdade, uma liberdade verdadeiramente livre. Alcança-se uma liberdade infundada, assumida como um postulado, imotivada, convencional; uma verdade fundada apenas em si mesma; portanto, fundada em coisa alguma. Como quando se pergunta a alguém o porquê e esse alguém responde: “Porque sim”. Ou como quando se pergunta a uma criança por que ela gosta de algo, e ela responde: “Porque eu gosto”. Essa liberdade sem verdade é, por um lado, totalitária e, por outro, devastadora. É totalitária pois, sendo um ato imotivado que não pode se explicar, só pode impor-se. Sua verdade reside nos efeitos práticos que obtém. O critério só poderia ser eficiência e efetividade. É devastadora, porque elimina o indisponível, que é como de fato a verdade é. Tudo se torna disponível, tudo se torna relativo, tudo se torna propriedade de quem o toma. Nunca devemos cair nessas armadilhas. https://lanuovabq.it/it/una-liberta-senza-verita-e-devastante-e-totalitaria

  • De joelhos, fiéis aguardam a passagem de Jesus na procissão de Corpus Christi durante a quarentena

    Nesta quinta-feira de Corpus Christi (11) realizada em meio à quarentena do novo coronavírus, as celebrações foram privadas na maioria das cidades, e transmitidas pela internet. Em algumas poucas cidades o padres saíram às ruas com o Santíssimo Sacramento em procissão em cima de carros, levando Jesus Sacramentado até os seus fiéis que aguardavam ansiosamente para adorá-lo. Um exemplo aconteceu em Caravelas, Bahia. Veja algumas fotos e vídeo divulgados pelo Padre Jan Gabriel Uma cena ainda mais emocionante aconteceu em Várzea Alegre no Ceará, onde o Monsenhor Mota aguardava de joelhos a passagem de Jesus Eucarístico. O padre Pedro André divulgou as imagens abaixo com o seguinte comentário: “Que cena linda! Um pastor de joelhos dobrados diante do Senhor suplicando humildemente pelas suas ovelhas! Na saída da procissão Eucarística, Monsenhor Mota ajoelhou-se na praça e rezou compenetradamente. Exemplo de confiança em Deus que muito nos edifica e encoraja.” Uma imagem também foi bastante compartilhada nas redes sociais. Na foto um policial militar a serviço coloca-se de Joelhos durante a passagem do carro que levava o Santíssimo Sacramento em São Paulo. Em Curitiba – PR, o vemos Prefeito Rafael Greca com a primeira-dama Margarita Sansone, acompanhando a benção de Corpus Christi em frente a Prefeitura, feita pelo arcebispo Dom José Antonio Peruzzo e o bispo auxiliar Dom Francisco Cota. Dom José Antonio Peruzzo afirmou que a benção especial, em frente à sede da Prefeitura, simbolizava o desejo da Igreja de que autoridades e toda a população consiguam vencer o novo coronavírus. “Vamos, unidos na fé, superar as adversidades nestes tempos de dor”, salientou ele. Em Jaboatão dos Guararapes, os fiéis participaram sem sairem de seus carros. A celebração ocorreu no Oratório do Centro Educacional Dom Bosco, em Jaboatão Velho. De acordo com os organizadores, 60 carros participaram do evento. Veja o registro: Diocese de Criciúma – SC, celebrou o Corpus Christi fazendo carreatas para procissões do Santíssimo Sacramento. Assista o vídeo: Em Sabará, região metropolitana de Belo Horizonte, mesmo sem a presença de fiéis, mantiveram o costume de confeccionar tapetes em honra a Nosso Senhor Jesus Cristo: #CorpusChristi

  • De joelhos, fiéis aguardam a passagem de Jesus na procissão de Corpus Christi durante a quarentena

    Nesta quinta-feira de Corpus Christi (11) realizada em meio à quarentena do novo coronavírus, as celebrações foram privadas na maioria das cidades, e transmitidas pela internet. Em algumas poucas cidades o padres saíram às ruas com o Santíssimo Sacramento em procissão em cima de carros, levando Jesus Sacramentado até os seus fiéis que aguardavam ansiosamente para adorá-lo. Um exemplo aconteceu em Caravelas, Bahia. Veja algumas fotos e vídeo divulgados pelo Padre Jan Gabriel Uma cena ainda mais emocionante aconteceu em Várzea Alegre no Ceará, onde o Monsenhor Mota aguardava de joelhos a passagem de Jesus Eucarístico. O padre Pedro André divulgou as imagens abaixo com o seguinte comentário: “Que cena linda! Um pastor de joelhos dobrados diante do Senhor suplicando humildemente pelas suas ovelhas! Na saída da procissão Eucarística, Monsenhor Mota ajoelhou-se na praça e rezou compenetradamente. Exemplo de confiança em Deus que muito nos edifica e encoraja.” Uma imagem também foi bastante compartilhada nas redes sociais. Na foto um policial militar a serviço coloca-se de Joelhos durante a passagem do carro que levava o Santíssimo Sacramento em São Paulo. Em Curitiba – PR, o vemos Prefeito Rafael Greca com a primeira-dama Margarita Sansone, acompanhando a benção de Corpus Christi em frente a Prefeitura, feita pelo arcebispo Dom José Antonio Peruzzo e o bispo auxiliar Dom Francisco Cota. Dom José Antonio Peruzzo afirmou que a benção especial, em frente à sede da Prefeitura, simbolizava o desejo da Igreja de que autoridades e toda a população consiguam vencer o novo coronavírus. “Vamos, unidos na fé, superar as adversidades nestes tempos de dor”, salientou ele. Em Jaboatão dos Guararapes, os fiéis participaram sem sairem de seus carros. A celebração ocorreu no Oratório do Centro Educacional Dom Bosco, em Jaboatão Velho. De acordo com os organizadores, 60 carros participaram do evento. Veja o registro: Diocese de Criciúma – SC, celebrou o Corpus Christi fazendo carreatas para procissões do Santíssimo Sacramento. Assista o vídeo: Em Sabará, região metropolitana de Belo Horizonte, mesmo sem a presença de fiéis, mantiveram o costume de confeccionar tapetes em honra a Nosso Senhor Jesus Cristo: #CorpusChristi

  • PRESIDENTE TRUMP E BISPO VIGANÒ: UM DIÁLOGO QUE LÊ OS FATOS NUMA PERSPECTIVA BÍBLICA – Riccard

    [Com um tweet, o presidente americano Trump acolhe com entusiasmo a carta que lhe enviou o arcebispo Carlo Maria Viganò, que fala de uma batalha furiosa entre os filhos das trevas e os filhos da luz. Uma leitura dos fatos atuais que se mantém na mesma linha das profecias de São João Paulo II e os julgamentos de Bento XVI. Viganò observa que, neste momento, o presidente Trump é a única autoridade internacional capaz de enfrentar um poder mundial liberticida, que se aproveitou da crise do coronavírus e está fomentando as revoltas nos Estados Unidos. Tempos ainda mais difíceis estariam por vir]. Trevas contra a luz: eis a chave para a interpretação da história, descrita com muita clareza no Evangelho de João, que foi usada por Monsenhor Viganò para julgar os fatos dos últimos dias e, de maneira mais geral, o que está acontecendo no mundo. São dois os fatos nos quais o ex-núncio nos Estados Unidos se detém: a administração da emergência do coronavírus e as desordens fomentadas nos Estados Unidos, como parte de uma “campanha feroz” contra Trump e uma maneira de justificar outras possíveis ações repressivas. Quanto ao coronavírus, Viganò chama a atenção para a gestão da crise: «Provavelmente descobriremos que, nesta colossal operação de engenharia social, houve pessoas que decidiram o destino da humanidade, arrogando-se o direito de agir contra a vontade dos cidadãos e de seus representantes nos governos das nações”. Do mesmo modo, destaca as desordens que, com perfeita sincronia, foram fomentadas nos Estados Unidos e na Europa, por trás das quais “mais uma vez se escondem aqueles que, na dissolução da ordem social, esperam construir um mundo sem liberdade”. A carta do monsenhor Viganò ecoa o documento — que de fato cita — que ele próprio promoveu em 8 de maio: um apelo à Igreja e ao mundo para reagir ao “Inimigo invisível” que tira proveito de algumas crises — como o do coronavírus — para implementar sua agenda liberticida e uma espécie de governo mundial dominado pelo pensamento único. Esse apelo foi assinado por dezenas de prelados e acadêmicos: ali estavam as assinaturas do ex-prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, o cardeal Gerhard L. Müller, e o bispo Athanasius Schneider. Na carta ao Presidente dos Estados Unidos, Monsenhor Viganò observa como esse inimigo invisível se concentra, hoje, no objetivo de eliminar Trump, impedindo sua reeleição de todas as formas (pode-se dizer, parafraseando o falecido cardeal Carlo Caffarra, que só um cego não veria essa campanha feroz e enganosa contra o presidente americano). “Pela primeira vez — escreve Viganò — os Estados Unidos veem no senhor um presidente que, corajosamente, defende o direito à vida, que não se envergonha de denunciar as perseguições aos cristãos pelo mundo, que fala de Jesus Cristo e do direito dos cidadãos à liberdade de culto». Viganò observa realisticamente que, hoje, o presidente Trump é a única autoridade mundial que se opõe, com todo a sua força, a esse poder negativo, ao qual infelizmente muitos pastores “também estão escravizados”, ao negar os “seus compromissos diante de Deus”. E, para ele e para a nação americana, Viganò promete orações “nesta hora dramática e decisiva para toda a humanidade”, enquanto espera que “os bons despertem do torpor e não aceitem ser enganados por uma minoria de pessoas desonestas, agindo com fins inconfessáveis”. Há muita ironia no tom e nos argumentos usados por Monsenhor Viganò; e muito se pode discutir sobre a conveniência ou não de um bispo tomar iniciativas com sabor “político”. Mas está claro que ele descreve, no momento presente, aquilo que São João Paulo II profetizou, quando disse que, no Terceiro Milênio, haveria uma batalha decisiva entre Deus e Satanás ao redor do homem: não sendo capaz de atacar a Deus diretamente, Satanás tenta atingir o vértice da Criação, aquele que foi criado à imagem e semelhança de Deus. É por isso que a vida e a família seriam os principais objetivos dessa batalha. É exatamente isto que está ocorrendo. Lembre-se que a dimensão espiritual e escatológica desse confronto já tinha sido levantada pelo Papa Bento XVI, em seu último discurso na Cúria Romana, em 21 de dezembro de 2012, quando observou que a ideologia de gênero representa a subversão da própria ordem da Criação: “Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher.” À luz das palavras de São João Paulo II e Bento XVI, pode-se melhor compreender a gravidade do enfraquecimento da Igreja justo nas questões da vida e da família. Portanto, há muito pouco que ironizar; goste-se ou não, há uma batalha furiosa em andamento e sua verdadeira natureza é espiritual, escatológica. As palavras de Viganò provavelmente darão a Trump maior consciência dos riscos existentes — como o tweet do Presidente deixa entender —, e tudo isso, infelizmente, num momento em que uma parte importante da Igreja parece ter perdido a capacidade de ler os fatos do dia e a História à luz do Juízo final, esmagada como está sob o peso do pensamento único. O certo é que, precisamente por esse motivo, teremos de esperar meses ainda mais difíceis, em vista da próxima eleição presidencial americana. A ordem é clara: o presidente que retira fundos de organizações pró-aborto, que defende a liberdade religiosa, que se opõe à ditadura LGBT, que desafia a ideologia globalista, que se opõe à Nova Ordem Mundial, não deve ser reeleito. A todo custo. https://lanuovabq.it/it/trump-e-vigano-un-dialogo-che-legge-la-cronaca-in-chiave-biblica

  • TRUMP PUNIRÁ QUEM VIOLA A LIBERDADE RELIGIOSA – Benedetta Frigerio

    [Um decreto assinado pelo presidente Trump, no dia em que foi atacado pelo bispo da capital por homenagear São João Paulo II, estabelece que os países que violarem a liberdade religiosa serão privados de ajuda econômica, terão menos vistos  de entrada nos EUA e serão abertas as portas para os perseguidos por causa da fé]. Parece redimensionar-se, e não apenas com palavras, a época dos negócios e dos apertos de mão entre democracias e regimes totalitários. Se, de fato, os chefes de governo ocidentais sempre apoiaram a causa da liberdade religiosa, suas declarações nunca foram acompanhadas de fatos que, realmente, a colocassem em primeiro plano (mesmo porque o capitalismo sempre fez do comércio e do lucro o seu valor principal). “A liberdade religiosa de cada pessoa, em todo o mundo, é uma prioridade da política externa americana”, lê-se no decreto assinado por Trump, em 2 de junho, após a visita ao santuário de João Paulo II, que indignou Wilton Gregory, bispo de Washington. O presidente rezou diante das relíquias do Papa santo que lutou contra certos regimes (o comunista em particular) e pela liberdade religiosa. A palavra “prioridade” não é nova nesse assunto, mas o que realmente importa é o que Trump não se limitou a acariciar a América religiosa: o decreto prevê sanções a países e autoridades que perseguem pessoas por causa de suas crenças. Portanto, além de esclarecer que “nossos pais fundadores entendiam a liberdade religiosa não como uma criação do Estado, mas como um dom de Deus para todas as pessoas e como um direito fundamental para a prosperidade de nossa sociedade”, informa-se que serão destinados “pelo menos 50 milhões de dólares por ano para programas que promovam a liberdade religiosa em todo o mundo”. Entre as intenções concretas, figuram a prevenção de ataques a indivíduos ou grupos, a punição dos culpados, o aumento da segurança em locais de culto, etc. Além disto, “os departamentos e agências que financiam programas de assistência externa terão de garantir que as entidades religiosas (…) não sejam discriminadas ao competir por fundos federais”. O Secretário de Estado (agora Mike Pompeo) terá de ajudar os embaixadores, em países particularmente problemáticos, a desenvolver ações concretas e incentivar o país anfitrião a eliminar violações dessa liberdade. Os embaixadores, a partir de conversas com os chefes de governo locais, “terão que fazer um levantamento das preocupações em torno à liberdade religiosa internacional e os casos que envolvem indivíduos presos por causa de sua fé”. Será solicitado às agências que apresentem ao presidente dos EUA os seus planos para a proteção de minorias religiosas, enquanto os funcionários federais envolvidos nessas ações serão obrigados a “seguir cursos de treinamento em liberdade religiosa internacional”. Mas a verdadeira novidade aparece no final do documento: os Estados Unidos punirão os países que violam a liberdade religiosa, retirando sua ajuda econômica e limitando a emissão de vistos, além de abrir as suas portas aos perseguidos por causa da fé. Também se fala em sanções econômicas: “O Secretário do Tesouro, em consulta com o Secretário de Estado, pode levar em consideração a possibilidade de impor sanções”, como “bloquear as propriedades das pessoas envolvidas em graves violações dos direitos humanos”. Isso significa, por exemplo, que autoridades públicas que processam cristãos, em seus países, poderão perder todos os bens que possuam nos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, enquanto continuam os protestos em Hong Kong, os republicanos conseguiram aprovar uma lei que prevê sanções contra autoridades que violam a liberdade religiosa na China, sejam os perseguidos cristãos e uigures (muçulmanos que vivem na China). A nova lei fez o embaixador chinês em Washington reagir: “Convidamos os Estados Unidos a corrigir imediatamente o seu erro, deixando de utilizar questões relacionadas a Xinjiang [região onde a perseguição está na ordem do dia, ndr] para intervir nos assuntos internos da China”. Mas a medida de Trump também responde ao aumento de novas alianças terroristas islâmicas na África, com ataques crescentes a cristãos em Burkina Faso, Moçambique e Nigéria. Nesta última nação, na semana passada, foram mortos pelos jihadistas o pastor protestante Emmanuel Bileya e sua esposa Juliana, que deixaram órfãos oito filhos e uma comunidade religiosa florescente. “O decreto enfatiza que a liberdade religiosa não é apenas um direito humano”, disse Tom Farr, presidente do Religious Freedom Institute (Instituto de Liberdade Religiosa), mas “um imperativo moral e de segurança nacional”. Farr esclareceu que o documento dá a certeza de que o governo levará a sério os ataques aos fiéis, tendo em vista as “medidas importantes” que serão adotadas. Nina Shea, diretora do Center for Religious Freedom (Centro para a Liberdade Religiosa) do Instituto Hudson, declarou que o decreto incentivará uma maior “atividade em países que figuram na Special Watch List (Lista de Observação Especial) do Departamento de Estado”. É por tudo isso que Farr se disse impressionado com o ataque do bispo de Washington a Trump, porque, “goste-se do presidente ou não, é ter vista curta condená-lo por homenagear esse grande santo (São João Paulo II), cuja defesa da liberdade religiosa é honrada em todos os lugares”. https://lanuovabq.it/it/cosi-trump-punisce-chi-viola-la-liberta-religiosa

  • Católico que professa comunismo está excomungado, lembra padre

    A Igreja Católica considera o comunismo uma doutrina anticristã. Com base nos decretos da Congregação para a Doutrina da Fé e no Código Canônico de 1983, o padre Paulo Ricardo esclareceu uma das dúvidas mais frequentes entre católicos brasileiros: o católico que professa a doutrina comunista está excomungado? A resposta é: sim. O padre enfatizou ainda que o católico não deve votar em partidos comunistas, mas também não deve votar ou apoiar os partidos que, na prática, se aliam aos comunistas. De forma didática, Paulo Ricardo citou os decretos da Igreja Católica que falam sobre o tema. “Em 25 de junho de 1949, época do papa Pio 12, o antigo Santo Ofício respondeu à pergunta: “É permitido ao católico votar no partido comunista ou favorecê-lo de alguma maneira?”. A resposta foi negativa. Era uma dúvida frequente e, por isso, Pio 12 fez publicar o decreto de esclarecimento. Os comunistas já eram considerados apóstatas e estavam excomungados desde sempre. O decreto veio apenas confirmar e esclarecer o fato”. Segundo o decreto citado, a Igreja Católica considera o comunismo uma doutrina materialista e anticristã. Pois, embora declarem que não atacam a religião, os comunistas demonstram –quer pela doutrina, quer por suas ações – que são hostis a Deus e à igreja de Cristo. “Eles dizem que não são contra Deus, mas na sua atuação prática e na sua doutrina estão contra Deus e contra a religião. Eles acreditam no que a igreja não crê. Portanto, se você professa a doutrina comunista, não professa a fé católica”, resumiu. Decretos continuam válidos O padre Paulo Ricardo enfatizou ainda que os decretos da Igreja Católica contra o comunismo não são “datados” ou restritos a um passado de turbulência política. Os documentos têm validade até os dias de hoje e seu conteúdo foi renovado pelo papa João Paulo II. “O código de direito canônico de 1983, publicado pelo papa João Paulo II, e válido até hoje, reafirmou que professar a doutrina comunista é motivo de excomunhão automática. Quem vota, professa ou trabalha pelo comunismo não pode receber os sacramentos porque é considerado um apóstata da fé católica” detalhou. O padre Paulo Ricardo explicou ainda que a Igreja Católica não precisa excomungar oficialmente os comunistas. “A Igreja não excomunga; os indivíduos se autoexcluem da comunhão com a igreja quando professam a doutrina comunista. Os decretos são de esclarecimento: essas pessoas já estão excomungadas”. #Comunismo #Excomunhão

  • Católico que professa comunismo está excomungado, lembra padre

    A Igreja Católica considera o comunismo uma doutrina anticristã. Com base nos decretos da Congregação para a Doutrina da Fé e no Código Canônico de 1983, o padre Paulo Ricardo esclareceu uma das dúvidas mais frequentes entre católicos brasileiros: o católico que professa a doutrina comunista está excomungado? A resposta é: sim. O padre enfatizou ainda que o católico não deve votar em partidos comunistas, mas também não deve votar ou apoiar os partidos que, na prática, se aliam aos comunistas. De forma didática, Paulo Ricardo citou os decretos da Igreja Católica que falam sobre o tema. “Em 25 de junho de 1949, época do papa Pio 12, o antigo Santo Ofício respondeu à pergunta: “É permitido ao católico votar no partido comunista ou favorecê-lo de alguma maneira?”. A resposta foi negativa. Era uma dúvida frequente e, por isso, Pio 12 fez publicar o decreto de esclarecimento. Os comunistas já eram considerados apóstatas e estavam excomungados desde sempre. O decreto veio apenas confirmar e esclarecer o fato”. Segundo o decreto citado, a Igreja Católica considera o comunismo uma doutrina materialista e anticristã. Pois, embora declarem que não atacam a religião, os comunistas demonstram –quer pela doutrina, quer por suas ações – que são hostis a Deus e à igreja de Cristo. “Eles dizem que não são contra Deus, mas na sua atuação prática e na sua doutrina estão contra Deus e contra a religião. Eles acreditam no que a igreja não crê. Portanto, se você professa a doutrina comunista, não professa a fé católica”, resumiu. Decretos continuam válidos O padre Paulo Ricardo enfatizou ainda que os decretos da Igreja Católica contra o comunismo não são “datados” ou restritos a um passado de turbulência política. Os documentos têm validade até os dias de hoje e seu conteúdo foi renovado pelo papa João Paulo II. “O código de direito canônico de 1983, publicado pelo papa João Paulo II, e válido até hoje, reafirmou que professar a doutrina comunista é motivo de excomunhão automática. Quem vota, professa ou trabalha pelo comunismo não pode receber os sacramentos porque é considerado um apóstata da fé católica” detalhou. O padre Paulo Ricardo explicou ainda que a Igreja Católica não precisa excomungar oficialmente os comunistas. “A Igreja não excomunga; os indivíduos se autoexcluem da comunhão com a igreja quando professam a doutrina comunista. Os decretos são de esclarecimento: essas pessoas já estão excomungadas”. #Comunismo #Excomunhão

  • Arcebispo quer renovar acordo do Vaticano com a ditadura chinesa por um ou dois anos

    O arcebispo Claudio Maria Celli, arcebispo e ex-presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, declarou em uma entrevista na televisão que o acordo provisório entre a ditadura chinesa e o Vaticano, que expira em setembro, deve ser prorrogado por um ou dois anos. (CH/InfoCatólica) «O acordo é provisório e expira em setembro deste ano . Temos que encontrar uma fórmula. Temos que ver o que fazer após esse prazo. Acho que devemos reconfirma-lo por um ano ou dois “, disse Celli no programa de televisão da Tgcom24 Stanze Vaticane. “No entanto”, acrescentou, ” a Santa Sé ainda não tomou uma decisão a esse respeito , uma decisão que será comunicada às autoridades chinesas”. Depois que o Vaticano assinou o acordo provisório com as autoridades do Partido Comunista Chinês sobre a nomeação de bispos em setembro de 2018, a perseguição contra os católicos continuou com a demolição de igrejas e cruzes e a prisão de padres não afetados pelo regime comunista. A esse respeito, Celli indicou que “é inegável que eles continuem sendo situações que exigem uma viagem” ao país asiático. O arcebispo, diplomata de longa data do Vaticano que desempenhou um papel fundamental e decisivo nas negociações com os comunistas , falou da “necessidade de respeito” e “entendimento mútuo” entre a Igreja Católica e a China. “Não vai ser fácil. A Santa Sé ainda quer continuar neste caminho. Queremos avançar e alcançar uma normalidade em que um católico chinês possa expressar toda a sua fidelidade ao evangelho e também com relação à sua condição chinesa “, disse Celli. “Eu sempre digo, uso uma expressão muito simples, que a Igreja Católica na China deve ser totalmente chinesa, mas também deve ser totalmente católica “, acrescentou. A questão é o que se entende por ser chinês. Para a ditadura, ser chinês consiste em assumir a doutrinação radical do Partido Comunista Chinês . E isso, necessariamente, é incompatível com ser totalmente católico. Desde que chegou ao poder em 2013, o atual ditador, Xi Jinping ordenou a “sinificação” de todas as religiões na China , buscando assim controlar, governar e manipular todos os aspectos da fé religiosa em um molde socialista. Características chinesas “. Atualmente, está em vigor um “plano de sinicização ” de cinco anos para o Islã , uma religião que enfrenta crescentes perseguições no país, com pelo menos 800.000 uigures muçulmanos presos em campos de concentração e doutrinação . Não se sabe se o acordo entre o Vaticano e a China inclui a aceitação católica do programa de “siniciliação”. Recentemente, a Associação Patriótica Católica Chinesa, fiel à ditadura , na província de Zhejiang emitiu uma declaração exigindo que o “patriotismo” fosse acrescentado à celebração da liturgia como condição para a reabertura de igrejas após a pandemia. O Papa Francisco, que certa vez afirmou ser o principal responsável pelo acordo com a ditadura chinesa, disse o seguinte no vídeo de março do projeto da “Rede Mundial de Oração do Papa”: Hoje, na China, a Igreja aguarda com esperança. A Igreja quer que os cristãos chineses sejam cristãos sérios e sejam bons cidadãos. Eles devem promover o Evangelho, mas sem proselitizar e alcançar a unidade da comunidade católica dividida. Oremos juntos para que a Igreja na China persista na fidelidade ao Evangelho e cresça na unidade. Obrigado”. Traduzido de InfoCatólica Assista este vídeo e compreenda mais sobre a gravidade do acordo do Vaticano com a China Vaticano entrega aos comunistas o controle da Igreja Católica na China

  • Arcebispo quer renovar acordo do Vaticano com a ditadura chinesa por um ou dois anos

    O arcebispo Claudio Maria Celli, arcebispo e ex-presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, declarou em uma entrevista na televisão que o acordo provisório entre a ditadura chinesa e o Vaticano, que expira em setembro, deve ser prorrogado por um ou dois anos. (CH/InfoCatólica) «O acordo é provisório e expira em setembro deste ano . Temos que encontrar uma fórmula. Temos que ver o que fazer após esse prazo. Acho que devemos reconfirma-lo por um ano ou dois “, disse Celli no programa de televisão da Tgcom24 Stanze Vaticane. “No entanto”, acrescentou, ” a Santa Sé ainda não tomou uma decisão a esse respeito , uma decisão que será comunicada às autoridades chinesas”. Depois que o Vaticano assinou o acordo provisório com as autoridades do Partido Comunista Chinês sobre a nomeação de bispos em setembro de 2018, a perseguição contra os católicos continuou com a demolição de igrejas e cruzes e a prisão de padres não afetados pelo regime comunista. A esse respeito, Celli indicou que “é inegável que eles continuem sendo situações que exigem uma viagem” ao país asiático. O arcebispo, diplomata de longa data do Vaticano que desempenhou um papel fundamental e decisivo nas negociações com os comunistas , falou da “necessidade de respeito” e “entendimento mútuo” entre a Igreja Católica e a China. “Não vai ser fácil. A Santa Sé ainda quer continuar neste caminho. Queremos avançar e alcançar uma normalidade em que um católico chinês possa expressar toda a sua fidelidade ao evangelho e também com relação à sua condição chinesa “, disse Celli. “Eu sempre digo, uso uma expressão muito simples, que a Igreja Católica na China deve ser totalmente chinesa, mas também deve ser totalmente católica “, acrescentou. A questão é o que se entende por ser chinês. Para a ditadura, ser chinês consiste em assumir a doutrinação radical do Partido Comunista Chinês . E isso, necessariamente, é incompatível com ser totalmente católico. Desde que chegou ao poder em 2013, o atual ditador, Xi Jinping ordenou a “sinificação” de todas as religiões na China , buscando assim controlar, governar e manipular todos os aspectos da fé religiosa em um molde socialista. Características chinesas “. Atualmente, está em vigor um “plano de sinicização ” de cinco anos para o Islã , uma religião que enfrenta crescentes perseguições no país, com pelo menos 800.000 uigures muçulmanos presos em campos de concentração e doutrinação . Não se sabe se o acordo entre o Vaticano e a China inclui a aceitação católica do programa de “siniciliação”. Recentemente, a Associação Patriótica Católica Chinesa, fiel à ditadura , na província de Zhejiang emitiu uma declaração exigindo que o “patriotismo” fosse acrescentado à celebração da liturgia como condição para a reabertura de igrejas após a pandemia. O Papa Francisco, que certa vez afirmou ser o principal responsável pelo acordo com a ditadura chinesa, disse o seguinte no vídeo de março do projeto da “Rede Mundial de Oração do Papa”: Hoje, na China, a Igreja aguarda com esperança. A Igreja quer que os cristãos chineses sejam cristãos sérios e sejam bons cidadãos. Eles devem promover o Evangelho, mas sem proselitizar e alcançar a unidade da comunidade católica dividida. Oremos juntos para que a Igreja na China persista na fidelidade ao Evangelho e cresça na unidade. Obrigado”. Traduzido de InfoCatólica Assista este vídeo e compreenda mais sobre a gravidade do acordo do Vaticano com a China Vaticano entrega aos comunistas o controle da Igreja Católica na China

  • Católicos rezam o terço de joelhos em frente a casa do Presidente da CNBB pela volta das missas

    Católicos pedem a misericórdia de Deus para a volta das missas presenciais. Neste domingo (7) um grupo de católicos realizou um terço em frente da casa do Arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor, que atualmente é o presidente da CNBB. As intenções do terço pediram a misericórdia de Deus, pelo retorno das missas presenciais e a conversão de Dom Walmor. Os católicos de Belo Horizonte e região estão sem missas presenciais e acesso aos sacramentos desde março deste ano. Junto à foto, compartilhada centenas de vezes por católicos no facebook, encontramos a seguinte descrição: “Enquanto supermercados e bancos estão lotados, as igrejas estão vazias” . Quarentena desnecessária ou cuidado em excesso? Nesta segunda-feira (8) a OMS colocou dúvidas sobre a rigorosa quarentena implantada pelo mundo todo, e que a igreja no Brasil adotou com ainda mais rigor, fazendo uma espécie de Lockdown, impedindo fiéis de terem acesso aos sacramentos. Durante entrevista na ONU, Maria Van Kerkhove, diretora do programa de emergências sanitárias da OMS, disse serem raros os casos nos quais pessoas assintomáticas transmitam o vírus. Van Kerkhove reconheceu ainda que existem alguns estudos que deram conta de uma propagação assintomática em lares de idosos e em ambientes residenciais. Contudo, considera que é necessário investigar mais para recolher mais dados e conseguir responder verdadeiramente a essa questão. Desde o início do Lockdown incentivado pela CNBB, quando o Brasil nem tinha mortes confirmadas, muitos fiéis católicos questionaram a possibilidade de fazer uma quarentena menos restritiva, na qual idosos e pessoas membros de grupos de risco manteriam um isolamento rigoroso, enquanto os mais jovens e pessoas que não convivem com pessoas do grupo de risco poderiam ter acesso às missas e sacramentos, tomando as devidas precauções orientadas pelas autoridades sanitárias competentes. Vale ressaltar que o governo federal concedeu aos cultos religiosos a categoria de serviços essenciais, o que permite a abertura de templos religiosos mesmo durante a quarentena. Por outro lado a CNBB, inclusive na pessoa de seu presidente, já se pronunciou neste período criticando as medidas do governo federal com relação à pandemia. Pelas redes sociais um comentário ganhou destaque: “Se a igreja ensina que devemos buscar os sacramentos com frequência, pois não sabemos o dia nem a hora, porque no momento que realmente corremos risco de morte nos impedem de recebê-los?”. #CNBB

  • Católicos rezam o terço de joelhos em frente a casa do Presidente da CNBB pela volta das missas

    Católicos pedem a misericórdia de Deus para a volta das missas presenciais. Neste domingo (7) um grupo de católicos realizou um terço em frente da casa do Arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor, que atualmente é o presidente da CNBB. As intenções do terço pediram a misericórdia de Deus, pelo retorno das missas presenciais e a conversão de Dom Walmor. Os católicos de Belo Horizonte e região estão sem missas presenciais e acesso aos sacramentos desde março deste ano. Junto à foto, compartilhada centenas de vezes por católicos no facebook, encontramos a seguinte descrição: “Enquanto supermercados e bancos estão lotados, as igrejas estão vazias” . Quarentena desnecessária ou cuidado em excesso? Nesta segunda-feira (8) a OMS colocou dúvidas sobre a rigorosa quarentena implantada pelo mundo todo, e que a igreja no Brasil adotou com ainda mais rigor, fazendo uma espécie de Lockdown, impedindo fiéis de terem acesso aos sacramentos. Durante entrevista na ONU, Maria Van Kerkhove, diretora do programa de emergências sanitárias da OMS, disse serem raros os casos nos quais pessoas assintomáticas transmitam o vírus. Van Kerkhove reconheceu ainda que existem alguns estudos que deram conta de uma propagação assintomática em lares de idosos e em ambientes residenciais. Contudo, considera que é necessário investigar mais para recolher mais dados e conseguir responder verdadeiramente a essa questão. Desde o início do Lockdown incentivado pela CNBB, quando o Brasil nem tinha mortes confirmadas, muitos fiéis católicos questionaram a possibilidade de fazer uma quarentena menos restritiva, na qual idosos e pessoas membros de grupos de risco manteriam um isolamento rigoroso, enquanto os mais jovens e pessoas que não convivem com pessoas do grupo de risco poderiam ter acesso às missas e sacramentos, tomando as devidas precauções orientadas pelas autoridades sanitárias competentes. Vale ressaltar que o governo federal concedeu aos cultos religiosos a categoria de serviços essenciais, o que permite a abertura de templos religiosos mesmo durante a quarentena. Por outro lado a CNBB, inclusive na pessoa de seu presidente, já se pronunciou neste período criticando as medidas do governo federal com relação à pandemia. Pelas redes sociais um comentário ganhou destaque: “Se a igreja ensina que devemos buscar os sacramentos com frequência, pois não sabemos o dia nem a hora, porque no momento que realmente corremos risco de morte nos impedem de recebê-los?”. #CNBB

  • NOVO MANDAMENTO: NÃO CRITICAR O BLACK LIVES MATTER – Giuliano Guzzo

    [O professor Timothy Gordon, filósofo conservador, usou palavras duras no Twitter definindo Black Lives Matter como organização “terrorista” e foi por isso demitido da faculdade católica em que ensinava. Hoje, nas escolas católicas americanas, pode-se questionar o Magistério da Igreja, mas não um movimento predatório.] Ai de quem criticar o Black Lives Matter, o movimento antirracista que surgiu em 2013 e voltou à moda em 25 de maio deste ano, data da morte de George Floyd em Minneapolis. Corre grande risco quem o fizer. Apesar de suas reuniões geralmente resultarem em vandalismo, esse movimento — mimado pela mídia, que continua a definir como sendo de “protestos” manifestações dominadas por clara violência, verbal e não só verbal — é de fato intocável. Até mesmo no mundo católico: Timothy Gordon que o diga. Quem é Timothy Gordon? Graduado em mais de uma área, com estudos filosóficos em universidades pontificas e europeias, Gordon é um famoso podcaster e ativista conservador, autor de vários textos, o último dos quais, Rules for retrogrades (Regras para retrógrados), foi lançado em março deste ano. Mas Gordon também é professor. Ou pelo menos foi, dado que nos últimos dias, precisamente em 3 de junho, ele foi demitido da Garces Memorial High School, uma faculdade católica em Bakersfield, Califórnia, onde tinha um cargo de professor. Uma demissão implacável, não por algum descumprimento profissional da parte de Gordon, nem por velhas divergências com a administração escolar. Nada disso. O professor foi expulso por outro motivo, ao mesmo tempo banal e espantoso: tudo porque, no Twitter, ele se atreveu a criticar o movimento Black Lives Matter, chamando-o, à luz dos confrontos que ocorreram nas últimas semanas, de “organização terrorista”. Palavras duras, é claro, que no entanto são, para todos os efeitos, a manifestação de um pensamento livre, que, além disso, nada tem a ver com sentimentos racistas. Prova disso é que, em Regras para retrógrados, seu último livro, o próprio Gordon — que nunca criticou o Black Lives Matter diante de seus alunos — deixava claro que pensava do racismo, definindo-o como um sentimento incompatível com o movimento conservador. com o qual ele, evidentemente, se reconhece. Mas não teve jeito… Em poucos dias, saiu uma petição contra o professor, culpado apenas por se manifestar contra o movimento anti-racista do momento, aparentemente assinada por alguns estudantes, com o resultado seguinte: o superintendente das escolas católicas da diocese de Fresno, Mona Faulkner, notificou Gordon de sua não renovação do contrato profissional  para o próximo ano letivo, 2020-2021. Portanto, demitido. Um resultado que deixou estupefato o protagonista da história, o qual, ensinando em uma escola respeitada e acima de tudo cara (a mensalidade anual excede 11 mil dólares por ano), esperava um tratamento muito diferente, inclusive considerando o fato de que — como Gordon sempre confirmou — os estudantes provenientes de famílias liberais, pelo menos naquele lugar, são relativamente poucos. No entanto, a veio a demissão — e como veio! «O que aprendi com esta experiência», comentou o professor não sem alguma amargura, «é simples: o progressismo não conhece limites, se o objetivo é silenciar e destruir os discordantes. Seus adeptos se organizam e se empenham a silenciar qualquer debate, calar os discursos contrários e destruir a reputação e o sustento dos que consideram seus adversários. Vou procurar justiça nos tribunais.” Veremos. No entanto, infelizmente, terminou como terminou; e que nos deixa, realmente, sem o que dizer. Primeiro, porque só vem aumentando a lista de vítimas do politicamente correto, de Gran Napear — comentarista do time de basquete do Sacramento Kings demitido por haver respondido, àqueles que lhe pediram uma opinião sobre o Black Lives Matter, que “todas as vidas são importantes” — a James Bennet, chefe da página de opiniões do New York Times, demitido por publicar a opinião de um senador trumpiano, até Alexis Johnson, uma jornalista negra do Pittsburgh Gazette, demitida por publicar uma foto da sujeira causada pelos manifestantes. Voltando ao assunto da escola, o jornal Daily Wire noticiou ontem a notícia de dois professores da Universidade da Califórnia, Gordon Klein e W. Ajax Peris, que foram baleados. Klein é acusado de não concordar em aplicar uma prova “solidária” que beneficiasse apenas as notas dos estudantes negros. Peris leu a Carta da prisão de Birmingham, de Martin Luther King, onde aparece a palavra “negro”. Gordon, portanto, não é o único professor em meio a essa tempestade. Mas o seu caso é mais grave, porque sua demissão se deu em uma escola católica.  É o nosso segundo motivo de perplexidade. Pois, se existe um lugar em que opiniões críticas são toleradas há anos, mesmo em relação ao próprio magistério da Igreja Católica, tal lugar é precisamente as escolas católicas. Institutos onde hoje em dia não é raro, infelizmente, encontrarem-se professores cujo pensamento não esteja exatamente alinhado à doutrina, para dizer o mínimo; e onde – pelo que parece – uma nova obrigação entrou em vigor: esposar ditames e ídolos da cultura dominante, sob pena de perda do emprego. Mala tempora currunt. https://lanuovabq.it/it/nuovo-comandamento-non-criticare-black-lives-matter

  • Emissoras católicas apoiadas por arcebispo se defendem: “Não houve barganhas”

    Após uma videoconferência entre membros da Frente Parlamentar Católica com o presidente da República Jair Messias Bolsonaro, na qual participaram representantes de alguns veículos de comunicação católicos, setores da mídia brasileira afirmaram que o colóquio teria sido ocasião de barganhas de favores políticos entre as mídias católicas e o presidente brasileiro. Esta semana representantes de algumas das emissoras que participaram da reunião e um Arcebispo emitiram notas afirmando que a imprensa distorceu os fatos. A mencionada reunião ocorreu no mês passado. O colóquio tinha como propósito unir forças entre governo e mídias católicas para dar continuidade a iniciativas a favor da vida e da família, além de promover ações sociais, educativas e de evangelização para a população. Uma das emissoras que participou na videoconferência, a TV Século 21, afirmou através de sua assessoria de imprensa que a narrativa de que houve proposta de troca de favores por verba “é uma inverdade”. Segundo o comunicado, o fundador da TV católica, padre Eduardo Dougherty, SJ, “em nenhum momento propõe-se troca de favores ao Governo ou pede-se apoio em troca de verbas”. Pe. Dougherty esteve na reunião com o presidente e sua nota refere-se a uma matéria veiculada no último sábado, 6, no jornal O Estado de São Paulo que levava o título:“Por verbas, TVs católicas oferecem a Bolsonaro apoio ao governo”. A informação do diário paulistano foi replicada por outros veículos que também alegaram que representantes de mídias Católicas teriam oferecido ao presidente Bolsonaro apoio em seus canais e estações de rádio em troca de verbas públicas. A notícia gerou desconcerto entre os católicos e levou a Comissão Pastoral para a Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) a emitir uma nota na noite do mesmo dia condenando a prática de barganhas de favores. Citando a matéria do Estado de São Paulo, a Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB afirma que “A Igreja Católica não faz barganhas” e acrescenta que a instituição não foi convidada para a videoconferência. “A Igreja Católica estabelece relações institucionais com agentes públicos e os poderes constituídos pautada pelos valores do Evangelho e nos valores democráticos, republicanos, éticos e morais”, afirma o texto. Leia também uma análise completa do acontecido: Jornais tiram frases do contexto e levam CNBB a fazer nota criticando TVs Católicas. Veja o que foi dito. Um dos representantes criticados pela mídia brasileira foi o Padre Reginaldo Manzotti, que desenvolve um reconhecido apostolado nos meios católicos através da rádio e da televisão na fundação “Evangelizar é preciso” e que foi defendido pelo arcebispo de Curitiba, Dom José Antônio Peruzzo. Em uma carta ao clero diocesano de capital paranaense, ao qual pertence o Padre Manzotti, Dom Peruzzo afirma: “A reportagem do Estadão foi inteligentemente malévola: divulgou o acontecimento com grande tardança e os apresentou em distorções grosseiras. Pareceu maldade encomendada”, analisou. O prelado explicou que permitiu a participação do padre Manzotti porque entende que é preciso manter canais de diálogo uma vez que “no segmento das comunicações, quase tudo depende de autorização governamental. Qualquer meio de comunicação de rádio ou TV é concessão do Estado”. “Outros grandes jornais do país também acompanharam e nada publicaram. Acaso o Estadão é o único “concessionário da lucidez”, criticou ainda o arcebispo. “É uma pena que chamaram de barganha o que e quem nada barganhou. Basta verificar e acompanhar toda a reunião. Quem barganhou? (…) Impressiona o grau de desfiguração intencionada dos fatos. Vivemos tempos em que parece natural sofisticar a maldade”, denunciou o prelado. A videoconferência durou aproximadamente uma hora e os participantes fizeram suas colocações num tempo restrito, com o objetivo de abrir um canal de diálogo com o líder do Executivo num somatório de forças benéfico para toda a população. A pauta incluiu a denúncia das tentativas de aprovação do aborto pela via do Supremo Tribunal Federal e uma discussão de ações a favor da educação, da vida humana e da promoção dos valores. A reunião também destacou a criação da Secretaria Nacional da Família e de programas do Ministério da Educação que possibilitam que o material didático que os filhos recebem nas escolas conte com a supervisão dos pais. Esta sinergia entre governo e mídias católicas visando a promoção de valores e a educação fica ainda mais clara nas palavras do proprietário da Rede Vida de Televisão, João Monteiro de Barros Neto, um dos convidados, quem afirmou que a Rede Vida pretende utilizar o recurso da multiprogramação (liberado recentemente pelo governo federal) para ajudar na educação das crianças brasileiras, por ora impossibilitadas de frequentar a escola devido à pandemia causada pelo novo coronavírus. “Nós queremos muito colaborar com a comunicação verdadeira. A Rede Vida vai utilizar esse recurso para ajudar o povo brasileiro na área da educação, nós vamos começar a dar aula para o Fundamental 1. Acreditamos na transformação da sociedade pela comunicação”, disse João Monteiro. Através das redes sociais o Padre Joãozinho repreendeu com veemência: “Acho que tem algum analfabeto funcional aí na redação do Estadão. Falta leitura e interpretação de texto. Assisti toda a reunião e não vi nenhuma proposta de barganha! Estou errado? Os participantes também reforçaram a importância de expandir os meios de comunicação para alimentar a alma dos fiéis com a proclamação do Evangelho, uma necessidade dos católicos sentida particularmente nestes dias por conta do isolamento social e do fechamento temporário de igrejas em algumas dioceses. Os representantes reforçaram que existem lugares do país que são alcançados apenas por essas emissoras. Como as obras missionárias e caritativas da Igreja, que respondem pela maior parte das ações sociais do Brasil também foram afetadas pela falta de recursos, os líderes católicos realçaram a importância do auxílio governamental para as santas casas e demais ações beneficentes, muitas delas promovidas pelas emissoras católicas. Os participantes agradeceram ao presidente por estes apoios, concedidos muito tempo antes da reunião, e que permitiram que milhares de brasileiros se beneficiassem das caridades católicas durante a pandemia. Bolsonaro, que cresceu numa família católica, recordou com afeto as lições de catecismo dadas na sua infância e reconheceu o valor das obras de evangelização e ação social das entidades católicas participantes na reunião. Texto: ACI Digital Católicos descontentes com Bolsonaro promovem boicote às emissoras católicas Depois da reportagem do Estadão acusando TVs Católicas de fazer uma suposta barganha com o presidente em troca de apoio, a CNBB fez uma nota os criticando, e desde então muitos católicos, por serem simpáticos à esquerda e contra o atual governo, começaram a promover campanhas de boicote às TVs Católicas, entre elas a TV Canção Nova, Rede Vida, TV Século XXI, Rede Vida, TV Pai Eterno, TV Evangelizar e Aliança de Misericórdia. Veja um comentário indignado com a campanha de boicote promovida por católicos que, descontentes com o governo, utilizam a como base a nota da CNBB para atacar e promover boicote às emissoras católicas. Como reivindicar justiça para a “ala” da Santa Igreja, cujo pecado “abominável” foi reunir-se com o Presidente, denunciando apenas o Estadão, mas poupando a cúpula da CNBB? CNBB, que chancelou a imundice jornalística politiqueira e questionou a "inspiração católica" da "ala". — Bruno Braga (@b_brag) June 9, 2020 Para assistir a íntegra da videoconferência, acesse: Confira aqui as transcrições dos depoimentos dos representantes das emissoras: https://blogs.opovo.com.br/ancoradouro/2020/06/06/o-que-representantes-de-4-emissoras-catolicas-disseram-ao-presidente-da-republica-em-reuniao-aberta/ Leia a matéria com a carta de Dom Peruzzo: https://blogs.opovo.com.br/ancoradouro/2020/06/08/pareceu-maldade-encomendada-comenta-bispo-de-padre-manzotti-sobre-reportagem-do-estadao/ Confira também as notas de esclarecimentos da Rede Século 21 e TV Pai Eterno. Nota da Rede Século 21: https://www.rs21.com.br/noticias/nota-de-esclarecimento-da-rede-seculo-21/ Nota da TV Pai Eterno: https://web.facebook.com/tvpaieterno/photos/a.151285712490160/393393848279344/?type=3&theater Para conferir a lamentável Nota da Comissão Pastoral de Comunicação da CNBB, acesse: https://www.cnbb.org.br/wp-content/uploads/sites/32/2020/06/Nota-de-Esclarecimento-CNBB-Comunicação-Signis-e-RCR.pdf Leia também uma análise completa do acontecido: Jornais tiram frases do contexto e levam CNBB a fazer nota criticando TVs Católicas. Veja o que foi dito. #CNBB

  • Emissoras católicas apoiadas por arcebispo se defendem: “Não houve barganhas”

    Após uma videoconferência entre membros da Frente Parlamentar Católica com o presidente da República Jair Messias Bolsonaro, na qual participaram representantes de alguns veículos de comunicação católicos, setores da mídia brasileira afirmaram que o colóquio teria sido ocasião de barganhas de favores políticos entre as mídias católicas e o presidente brasileiro. Esta semana representantes de algumas das emissoras que participaram da reunião e um Arcebispo emitiram notas afirmando que a imprensa distorceu os fatos. A mencionada reunião ocorreu no mês passado. O colóquio tinha como propósito unir forças entre governo e mídias católicas para dar continuidade a iniciativas a favor da vida e da família, além de promover ações sociais, educativas e de evangelização para a população. Uma das emissoras que participou na videoconferência, a TV Século 21, afirmou através de sua assessoria de imprensa que a narrativa de que houve proposta de troca de favores por verba “é uma inverdade”. Segundo o comunicado, o fundador da TV católica, padre Eduardo Dougherty, SJ, “em nenhum momento propõe-se troca de favores ao Governo ou pede-se apoio em troca de verbas”. Pe. Dougherty esteve na reunião com o presidente e sua nota refere-se a uma matéria veiculada no último sábado, 6, no jornal O Estado de São Paulo que levava o título:“Por verbas, TVs católicas oferecem a Bolsonaro apoio ao governo”. A informação do diário paulistano foi replicada por outros veículos que também alegaram que representantes de mídias Católicas teriam oferecido ao presidente Bolsonaro apoio em seus canais e estações de rádio em troca de verbas públicas. A notícia gerou desconcerto entre os católicos e levou a Comissão Pastoral para a Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) a emitir uma nota na noite do mesmo dia condenando a prática de barganhas de favores. Citando a matéria do Estado de São Paulo, a Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB afirma que “A Igreja Católica não faz barganhas” e acrescenta que a instituição não foi convidada para a videoconferência. “A Igreja Católica estabelece relações institucionais com agentes públicos e os poderes constituídos pautada pelos valores do Evangelho e nos valores democráticos, republicanos, éticos e morais”, afirma o texto. Leia também uma análise completa do acontecido: Jornais tiram frases do contexto e levam CNBB a fazer nota criticando TVs Católicas. Veja o que foi dito. Um dos representantes criticados pela mídia brasileira foi o Padre Reginaldo Manzotti, que desenvolve um reconhecido apostolado nos meios católicos através da rádio e da televisão na fundação “Evangelizar é preciso” e que foi defendido pelo arcebispo de Curitiba, Dom José Antônio Peruzzo. Em uma carta ao clero diocesano de capital paranaense, ao qual pertence o Padre Manzotti, Dom Peruzzo afirma: “A reportagem do Estadão foi inteligentemente malévola: divulgou o acontecimento com grande tardança e os apresentou em distorções grosseiras. Pareceu maldade encomendada”, analisou. O prelado explicou que permitiu a participação do padre Manzotti porque entende que é preciso manter canais de diálogo uma vez que “no segmento das comunicações, quase tudo depende de autorização governamental. Qualquer meio de comunicação de rádio ou TV é concessão do Estado”. “Outros grandes jornais do país também acompanharam e nada publicaram. Acaso o Estadão é o único “concessionário da lucidez”, criticou ainda o arcebispo. “É uma pena que chamaram de barganha o que e quem nada barganhou. Basta verificar e acompanhar toda a reunião. Quem barganhou? (…) Impressiona o grau de desfiguração intencionada dos fatos. Vivemos tempos em que parece natural sofisticar a maldade”, denunciou o prelado. A videoconferência durou aproximadamente uma hora e os participantes fizeram suas colocações num tempo restrito, com o objetivo de abrir um canal de diálogo com o líder do Executivo num somatório de forças benéfico para toda a população. A pauta incluiu a denúncia das tentativas de aprovação do aborto pela via do Supremo Tribunal Federal e uma discussão de ações a favor da educação, da vida humana e da promoção dos valores. A reunião também destacou a criação da Secretaria Nacional da Família e de programas do Ministério da Educação que possibilitam que o material didático que os filhos recebem nas escolas conte com a supervisão dos pais. Esta sinergia entre governo e mídias católicas visando a promoção de valores e a educação fica ainda mais clara nas palavras do proprietário da Rede Vida de Televisão, João Monteiro de Barros Neto, um dos convidados, quem afirmou que a Rede Vida pretende utilizar o recurso da multiprogramação (liberado recentemente pelo governo federal) para ajudar na educação das crianças brasileiras, por ora impossibilitadas de frequentar a escola devido à pandemia causada pelo novo coronavírus. “Nós queremos muito colaborar com a comunicação verdadeira. A Rede Vida vai utilizar esse recurso para ajudar o povo brasileiro na área da educação, nós vamos começar a dar aula para o Fundamental 1. Acreditamos na transformação da sociedade pela comunicação”, disse João Monteiro. Através das redes sociais o Padre Joãozinho repreendeu com veemência: “Acho que tem algum analfabeto funcional aí na redação do Estadão. Falta leitura e interpretação de texto. Assisti toda a reunião e não vi nenhuma proposta de barganha! Estou errado? Os participantes também reforçaram a importância de expandir os meios de comunicação para alimentar a alma dos fiéis com a proclamação do Evangelho, uma necessidade dos católicos sentida particularmente nestes dias por conta do isolamento social e do fechamento temporário de igrejas em algumas dioceses. Os representantes reforçaram que existem lugares do país que são alcançados apenas por essas emissoras. Como as obras missionárias e caritativas da Igreja, que respondem pela maior parte das ações sociais do Brasil também foram afetadas pela falta de recursos, os líderes católicos realçaram a importância do auxílio governamental para as santas casas e demais ações beneficentes, muitas delas promovidas pelas emissoras católicas. Os participantes agradeceram ao presidente por estes apoios, concedidos muito tempo antes da reunião, e que permitiram que milhares de brasileiros se beneficiassem das caridades católicas durante a pandemia. Bolsonaro, que cresceu numa família católica, recordou com afeto as lições de catecismo dadas na sua infância e reconheceu o valor das obras de evangelização e ação social das entidades católicas participantes na reunião. Texto: ACI Digital Católicos descontentes com Bolsonaro promovem boicote às emissoras católicas Depois da reportagem do Estadão acusando TVs Católicas de fazer uma suposta barganha com o presidente em troca de apoio, a CNBB fez uma nota os criticando, e desde então muitos católicos, por serem simpáticos à esquerda e contra o atual governo, começaram a promover campanhas de boicote às TVs Católicas, entre elas a TV Canção Nova, Rede Vida, TV Século XXI, Rede Vida, TV Pai Eterno, TV Evangelizar e Aliança de Misericórdia. Veja um comentário indignado com a campanha de boicote promovida por católicos que, descontentes com o governo, utilizam a como base a nota da CNBB para atacar e promover boicote às emissoras católicas. Como reivindicar justiça para a “ala” da Santa Igreja, cujo pecado “abominável” foi reunir-se com o Presidente, denunciando apenas o Estadão, mas poupando a cúpula da CNBB? CNBB, que chancelou a imundice jornalística politiqueira e questionou a "inspiração católica" da "ala". — Bruno Braga (@b_brag) June 9, 2020 Para assistir a íntegra da videoconferência, acesse: Confira aqui as transcrições dos depoimentos dos representantes das emissoras: https://blogs.opovo.com.br/ancoradouro/2020/06/06/o-que-representantes-de-4-emissoras-catolicas-disseram-ao-presidente-da-republica-em-reuniao-aberta/ Leia a matéria com a carta de Dom Peruzzo: https://blogs.opovo.com.br/ancoradouro/2020/06/08/pareceu-maldade-encomendada-comenta-bispo-de-padre-manzotti-sobre-reportagem-do-estadao/ Confira também as notas de esclarecimentos da Rede Século 21 e TV Pai Eterno. Nota da Rede Século 21: https://www.rs21.com.br/noticias/nota-de-esclarecimento-da-rede-seculo-21/ Nota da TV Pai Eterno: https://web.facebook.com/tvpaieterno/photos/a.151285712490160/393393848279344/?type=3&theater Para conferir a lamentável Nota da Comissão Pastoral de Comunicação da CNBB, acesse: https://www.cnbb.org.br/wp-content/uploads/sites/32/2020/06/Nota-de-Esclarecimento-CNBB-Comunicação-Signis-e-RCR.pdf Leia também uma análise completa do acontecido: Jornais tiram frases do contexto e levam CNBB a fazer nota criticando TVs Católicas. Veja o que foi dito. #CNBB

  • URBANIZAÇÃO E HIGIENE NA SOCIEDADE MEDIEVAL

    URBANIZAÇÃO E HIGIENE NA SOCIEDADE MEDIEVAL Diante de tanta desinformação, esse canal tem por objetivo o primor pela narrativa histórica correta, sem deixar se levar por mentiras, ou ainda pior, meias verdades, quando se expõe uma narrativa com um pouco de verdade se torna muito difícil de desfazer o que foi corrompido, este material pode servir para quem deseja conhecer a verdadeira narrativa histórica, também será útil para referência para quem irá escrever um artigo científico sobre a Idade Média. Reparem nessa frase de site que está sendo muito divulgado, a desinformação é a referência deles. “Os excrementos humanas eram despejados pelas janelas do palácio.” A historiadora Régine Pernoud, faz um questionamento na sua obra luz sobre a Idade Média, vejamos “Poderemos perguntar, perante estes testemunhos inegáveis, o que é que terá sugerido a um Luchaire a estranha opinião segundo a qual as casas medievais não passavam de «pocilgas fedorentas e as ruas de cloacas»¹ ; é verdade que não cita monumento nem documento de espécie alguma em apoio da sua afirmação; concebe-se dificilmente a razão pela qual, se tinham o hábito de viver em pocilgas, os nossos antepassados puseram tanto cuidado em ornar suas casas com janelas com colunas dividindo-as ao meio, de arcaturas trabalhadas assentes em velas esculpidas, que reproduzem muitas vezes a ornamentação das capelas vizinhas, como ainda se pode ver em Cluny, na Borgonha, em Blesle, em Auvergne, na pequena vila de Saint-Antonin, na Gasconha, para não citar senão casas datadas da época romântica, quer dizer do seculo XI ou dos primeiros anos do século XII.” Em relação a urbanização e a higienização das ruas e locais públicos, é possível verificar que a educação e a disciplina da população supera a de muitas cidades atuais. “Quanto às ruas, longe de serem «cloacas, são pavimentadas desde muito cedo: Paris foi-o desde os primeiros anos do reinado de Filipe Augusto; por um procedimento semelhante ao da Antiguidade, as pedras eram colocadas numa camada de cimento misturado com telhas esmagadas; Troyes, Amiens, Douai, Dijon foram igualmente pavimentadas em épocas variáveis, como quase todas as cidades de França.’ E aqui entramos numa questão que é alvo de mitos espalhafatosos pela internet, parece que às pessoas se sentem confortadas em ver uma população em situação pior que a delas, mesmo que essa informação esteja errada, como é o caso do esgoto nas cidades medievais, veja, “essas cidades possuíam também os seus esgotos, cobertos a maior parte das vezes: em Paris, foram descobertos sob os terrenos do Louvre e do antigo palácio da Trémoille, datando do século XIII, e sabe-se que a Universidade e os arrabaldes da Cité tinham, duzentos anos mais tarde, uma rede que compreendia quatro esgotos e um coletor: em Riom, em Dijon e em muitas outras cidades, foi igualmente possível verificar a presença de esgotos abobadados, atestando o cuidado com a salubridade pública. Onde não existia o «tudo para o esgoto», tinham sido criados vazadouros públicos, cujas imundícies eram despejadas nos rios — tal como se faz ainda hoje – ou queimadas. Numerosas prescrições do ban referem-se ao asseio das ruas, e os agentes de polícia de então, os banniers, tinham por missão fazê-las respeitar. E assim que os estatutos municipais de Marselha ordenam a cada proprietário que varra os terrenos em frente da sua casa e que arranje maneira de as imundicies não poderem, em caso de chuva, ser arrastadas pelas águas em direcção ao porto, pelas ruas inclinadas: haviam, aliás, sido construídas na embocadura das ruas que davam para o porto uma espécie de paliçadas destinadas a proteger as águas, que a municipalidade entendia conservar muito limpo; não eram consagradas menos de quatrocentas libras por ano para a sua manutenção, e para as limpezas que eram efectuadas periodicamente tinha-se imaginado um engenho composto por uma barca a qual estava fixada uma roda de alcatruzes que vinham alternadamente raspar o fundo e depunham a lama na barca, a qual era em seguida despejada ao largo.” A CASA MEDIEVAL “O elemento essencial da casa medieval, sobretudo no Norte da França, é a sala; a sala comum em que se reúne toda a família às horas das refeições e que preside a todos os acontecimentos: baptismos. casamentos, veladas dos mortos; é na sala que se vive, é nela que a família se reúne, à noite, sob o manto da grande chaminé. para se aquecer contando histórias, antes de ir para a cama. E isto tanto nas casas dos camponeses como nos castelos. As outras divisões, quartos ou outras, são apenas acessórios; o importante é a sala familiar, aquela a que os Franco-Canadianos chamam ainda o viveiros. Quando o nível da casa o exige, a cozinha é separada: por vezes mesmo, nos castelos, ocupa um edifício à parte, sem dúvida para limitar os riscos de incêndio; as vastas cozinhas de mitra da abadia de Fontevrault, as do palácio dos duques de Borgonha, em Dijon, permaneceram tal e qual como estavam. À parte isto, e sem falar das múltiplas salas de guarda, salas de aparato e outras que pode comportar uma residência senhorial, a casa burguesa inclui as oficinas de trabalho, se for caso disso, e os quartos Para entrar em todos os pormenores, não deixamos de encontrar, adjacentes aos quartos, o que chamamos de vaso sanitário ou latrina, chamados privados, longaignes ou retretes, quer dizer, aquilo que nos habituamos a designar pelo nome de W.C. Por espantoso que possa parecer, não faltava em nenhuma casa da Idade Média aquilo de não existia no Palácio de Versalhes; a delicadeza ia mesmo muito longe neste aspecto, pois parecia pouco refinado não possuir as suas retretes (banheiros) particulares, a regra manda que, pelo menos nas casas burguesas, cada um tenha as suas e seja o único a usá-las; os costumes só se tornaram grosseiros neste ponto a partir do século XVI, que aliás viu serem desprezadas quase todas as práticas de higiene que a Idade Média conhecia. A abadia de Cluny, no século XI, não contava menos de quarenta latrinas e, o que poderá parecer mais incrível, embora seja igualmente verdadeiro, as latrinas públicas existiam na Idade Média: temos provas disso em cidades como Rouen, Amiens, Agen; a sua instalação e manutenção são objecto de deliberações municipais ou entram nas contas da cidade. Nas casas particulares, as retretes (banheiros) situavam-se muitas vezes no último andar: uma conduta, que passava pelas escadas não corresponde aos “esgotos”, mas ao sistema de esgotamento, essa conduta seguia ao longo da escada, e levavam aos esgotos ou vazadouros, ou ainda a fossas muito semelhantes às usadas atualmente; utilizava-se mesmo um procedimento vizinho do das mais modernas fossas sépticas, utilizando cinzas de madeira, que têm a propriedade de decompor os detritos orgânicos: encontramos assim menção de compra de cinzas destinadas às latrinas do hospital de Nimes, no século xv: no Palácio de Avinhão, as condutas desaguavam num esgoto que ia dar ao Sorgue. E sabe-se que foi penetrando pelas fossas das retretes o único ponto que não se tinha pensado em fortificar! — que os soldados de Filipe Augusto se apoderaram da fortaleza de Château-Gaillard, orgulho de Ricardo Coração-de-Leão. Os quartos são mobiliados com mais conforto do que geralmente se crê; o mobiliário compreende as camas «bem adornadas e cobertas de colchas e de tapetes, com lençóis brancos e peles”, os tamboretes.” Neste artigo foi usada apenas uma obra para referência bibliográfica, mas em outras publicações serão usadas outras Bibliografiias para o mesmo assunto, e será possível verificar que a Idade Média não era uma época de pessoas sem higiene. PERNOUD, Régine; LUZ SOBRE A IDADE MÉDIA, P. 154-65-67-68-69 ¹société française au temps de Philippe-Auguste, P. 6 #IcelandSwedenDenmarkNorway

  • A PROFISSÃO DE FÉ CONSERVADORA DE RUSSELL KIRK

    [Enquanto explodem passeatas violentas de contestação pelas ruas dos Estados Unidos, França, Itália e até no Brasil, as quais, mais do que irrupções espontâneas, parecem sugerir a existência de um movimento internacionalmente concertado disposto a valer-se da circunstância atual de pandemia, ou pós-pandemia, dependendo do país — enquanto, enfim, o barulho disruptivo toma conta do noticiário, talvez seja bom lembrar das coisas permanentes.] Num mundo como o nosso, em que nada permanece estacionado junto ao meio-fio, mas dispara velozmente pela rodovia da História, nada é mais necessário do que o conservadorismo, ou seja, um ponto de vista estável, construído com suor e sangue pelas gerações passadas, a partir do qual escolher e administrar as mudanças que devem ser incorporadas ao patrimônio herdado. É muita presunção de alguns acreditar que a história humana só adquiriu inteligência nos últimos séculos, e que todo o ocorrido anteriormente não passa de rabiscos produzidos pelo jardim da infância da humanidade. O conservador acredita noutras coisas. Por exemplo, que a essência dos homens não mudou desde os hebreus, gregos e latinos da antiguidade; e que as soluções que deram aos problemas morais e políticos de sua época ainda estão cheias de lições aproveitáveis. Segundo o filósofo americano Russell Kirk (1918-1994), o conservadorismo é a negação de toda ideologia. Por isso, não tem um programa a seguir. Em vez de uma agenda fixa, trata-se antes “de um estado da mente, de um tipo de caráter, de uma maneira de olhar para ordem social civil”. Alguns princípios fundamentam a mente conservadora, conforme a concebe Kirk: — o conservador crê que existe uma ordem moral duradoura. — adere ao costume, à convenção e à continuidade. — acreditam no que se poderia chamar de princípio do preestabelecimento. — é guiado pelo princípio da prudência. — respeita o princípio da variedade. — deixa-se refrear pelo princípio da imperfectibilidade. — está convencido que liberdade e propriedade estão intimamente ligadas. — promove comunidades voluntárias, assim como se opõe ao coletivismo involuntário. — percebe a necessidade de uma prudente contenção do poder e das paixões humanas. — compreende que a estabilidade e a mudança devem ser reconhecidas e reconciliadas em uma sociedade robusta. Padre Paulo Ricardo fez uma bela tradução de pequeno ensaio em que Russell Kirk explica cada um desses princípios, e o publicou em seu site: https://padrepauloricardo.org/blog/os-dez-principios-do-conservadorismo Em seguida à tradução, entre as postagens de leitores que comentaram o ensaio, encontra-se um comentário do conhecido jornalista Aristóteles Drummond, em reação à legenda de uma das fotos que ilustram o texto (Hitler e Mussolini juntos num automóvel). A legenda diz o seguinte: “Hitler e Mussolini, exemplos de ideólogos que transformaram boa parte do século XX em um inferno terrestre”. Aristóteles Drummond faz estas observações: “Não entendo o Padre Ricardo insistir em colocar Hitler com Mussolini. O italiano até ser levado à desastrada aliança sempre foi respeitado, fez o Tratado de Latrão, que criou o Vaticano, devolveu os crucifixos às escolas italianas, teve ótimo relacionamento com Pio XI e Pio XII. Padre Pio almoçou mais de uma vez com a D. Rachelle e filhos na Vila Torlonia. Enfim, não pode ser comparado um monstro como Hiller. Não é a primeira vez que vejo este equívoco do Padre Paulo Ricardo, que representa muito a Igreja que apreciamos, na linha do saudoso Dom Geraldo Proença Sigaud. Peço que medite sobre estas ponderações.” Enfim, Mussolini e Hitler são farinha do mesmo saco? A propósito, há em nosso blog um interessante texto do prof. Nicolas Boer, “Duas expressões do espírito totalitário”, em que se destacam os pontos de contato entre Hitler e Stalin: https://opusmaterdei.blog/2019/08/19/duas-expressoes-do-espirito-totalitario-stalin-e-hitler-nicolas-boer/

  • NOSSA POBRE VIDA DE AQUÉM TÚMULO

    São inegáveis as origens ideológicas e políticas de boa parte do atual discurso de “compromisso com a vida”, saído da boca dos que defendem o confinamento radical contra a pandemia do coronavírus, e que se exprime sobretudo no lema “fique em casa”, repetido ad nauseam por todos os meios de comunicação. O fato é que, uma vez disseminado, tal discurso tem tudo para prosperar, preferencialmente, em ambientes de aposentados ou de funcionários públicos, que continuam recebendo normalmente os salários, mesmo com a interrupção do serviço. São, os últimos, pessoas profissionalmente estáveis (e desse grupo faz parte quem escreve essas linhas), para quem a vida deve ser encerrada, permanentemente, num blindado nicho de proteção, cujo ideal máximo, além do emprego vitalício, inclui morar em condomínio fechado e pagar um bom plano de saúde (como escarneceu certa vez, em entrevista, o poeta Bruno Tolentino). Em geral, não conseguimos aceitar que “viver é muito perigoso: sempre acaba em morte”, palavras que Guimarães Rosa botou na boca do jagunço Riobaldo, em Grande sertão: veredas. A simples ideia da morte apavora o burguês bem acomodado que somos nós. Vivemos, nos últimos meses da pandemia, num verdadeiro “congresso internacional do medo”, para lembrar o título de um famoso poema de Drummond. Medo, diz o poeta, que “esteriliza os abraços”; medo que é “nosso pai e nosso companheiro”. E relaciona várias fontes desse medo onipresente: medo dos sertões, dos mares, dos desertos, dos soldados, das mães, das igrejas, dos ditadores, dos democratas, enfim, o medo da morte e de depois da morte. “Depois morreremos de medo”, conclui o poeta, “e sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e medrosas”. Percebeu o poeta, com agudeza, a radical incompatibilidade entre o medo e o amor: “Provisoriamente não cantaremos o amor, que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos”. O homem, dominado pelo medo, está involucrado no próprio eu, fechado em concha, sonhando em retornar ao condomínio fechado do ventre materno e ali permanecer protegido, recurvo sobre si mesmo, ao abrigo do tempo e do espaço reais. A vida real não é assim. Ao contrário, é preciso lutar sempre contra o medo, que paralisa o ser e deixa em vantagem o front inimigo. “Deus não nos deu um espírito de timidez”, observou São Paulo em sua segunda carta a Timóteo (I, 7) E se o medo não vem de Deus, provém obrigatoriamente dos três principais adversários da pessoa humana: a carne, o mundo e o diabo. A necessidade de lutar contra o medo não pressupõe, automaticamente, o elogio do perigo. Não se trata de amar o perigo. “Quem ama o perigo nele perecerá”, já alertava sabiamente o livro do Eclesiástico (III, 27). O cuidado prudente com a preservação da vida é coisa perfeitamente cristã. Já o cuidado exagerado, ao ponto de colocar em risco a própria organização econômica e social de uma nação, é coisa materialista, ateísta, irracional; produto, sem dúvida, de uma sociedade que já não mais crê na vida após a morte, histericamente mais preocupada com esta nossa vidinha terrena aqui e agora, nossa pobre “vida de aquém túmulo”, como dizia o já mencionado Guimarães Rosa. A pedagogia dos cuidados fundamentais contra o contágio, no presente imbroglio sanitário, não pode perder de vista o mundo real, que nos impõe ao mesmo tempo duas coisas difíceis de conciliar: a preservação das pessoas mais suscetíveis ao vírus e a manutenção das instituições sociais necessárias à vida. O que passar disto não se fundamenta no senso comum, mas na areia movediça do medo ou no terreno minado das maquinações políticas. — Fique em casa se puder, vá trabalhar se necessário — parece dizer Dona Realidade, que vive de nos propor tarefas difíceis e muitas vezes paradoxais.

  • Padre José Eduardo explica a gravidade do aborto diante as demais falhas morais da humanidade

    Abortar é matar uma criança enquanto ela dorme. Existem muitas diferenças entre o aborto e as demais mazelas da humanidade, das quais eu elenco três: A) Diferença moral: como a vida é o princípio para recepção de todos os demais bens, não há maior injustiça do que privar um nascituro da vida, sem a qual ele está privado de todos os demais bens. Quem não percebe isso num relance, não tem senso das proporções morais (para ele, o primeiro mandamento vale tanto quanto o quinto e o décimo). B) Diferença política: existe toda uma organização internacional para introduzir a prática do aborto nos países e, deste modo, para neutralizar toda ação política má se requer uma contra-ação política super-excelente e aplicada. As demais mazelas se devem mais ao descaso e são efeitos da malícia das pessoas, da marginalidade etc; quanto ao aborto, há uma mobilização de grupos multimilionários em sua defesa. C) Diferença sociológica: em função da cultura da morte, quer-se redefinir a estrutura da sociedade como um todo: família, instituições educacionais, jurídicas e até religiosas, com relativo sucesso, até agora. Para isso, inventam-se ideologias com respaldo pseudo-científico: desde o aborto, a eutanásia e o suicídio assistido, até a ideologia de gênero, a educação global e o multiculturalismo. Qualquer pessoa que chegue dizendo que a defesa da vida do nascituro é seletiva, está de algum modo incorrendo em desinformação. Lembro que este conceito tem sido usado de modo equivocado ultimamente. Desinformação não é a simples posse de informações incorretas, mas é uma estratégia de desorientação em que o inimigo procura neutralizar a sua vítima valendo-se de pessoas que lhe são confiáveis e de argumentos retoricamente calculados para paralisar as suas ações. A pretenção de diluir a militância pro-vida na genérica atuação de uma agência social não passa de um golpe moralista que visa culpabilizar a luta contra o aborto para deixar livre o caminho para os seus defensores. Os desinformantes nem sempre são conscientes disso. Às vezes, são pessoas simplesmente ineptas, que introjetam as conversas que escutam e as transmitem com uma aura de purismo sacrossanto. #Aborto #PadreJoséEduardo

  • Padre José Eduardo explica a gravidade do aborto diante as demais falhas morais da humanidade

    Abortar é matar uma criança enquanto ela dorme. Existem muitas diferenças entre o aborto e as demais mazelas da humanidade, das quais eu elenco três: A) Diferença moral: como a vida é o princípio para recepção de todos os demais bens, não há maior injustiça do que privar um nascituro da vida, sem a qual ele está privado de todos os demais bens. Quem não percebe isso num relance, não tem senso das proporções morais (para ele, o primeiro mandamento vale tanto quanto o quinto e o décimo). B) Diferença política: existe toda uma organização internacional para introduzir a prática do aborto nos países e, deste modo, para neutralizar toda ação política má se requer uma contra-ação política super-excelente e aplicada. As demais mazelas se devem mais ao descaso e são efeitos da malícia das pessoas, da marginalidade etc; quanto ao aborto, há uma mobilização de grupos multimilionários em sua defesa. C) Diferença sociológica: em função da cultura da morte, quer-se redefinir a estrutura da sociedade como um todo: família, instituições educacionais, jurídicas e até religiosas, com relativo sucesso, até agora. Para isso, inventam-se ideologias com respaldo pseudo-científico: desde o aborto, a eutanásia e o suicídio assistido, até a ideologia de gênero, a educação global e o multiculturalismo. Qualquer pessoa que chegue dizendo que a defesa da vida do nascituro é seletiva, está de algum modo incorrendo em desinformação. Lembro que este conceito tem sido usado de modo equivocado ultimamente. Desinformação não é a simples posse de informações incorretas, mas é uma estratégia de desorientação em que o inimigo procura neutralizar a sua vítima valendo-se de pessoas que lhe são confiáveis e de argumentos retoricamente calculados para paralisar as suas ações. A pretenção de diluir a militância pro-vida na genérica atuação de uma agência social não passa de um golpe moralista que visa culpabilizar a luta contra o aborto para deixar livre o caminho para os seus defensores. Os desinformantes nem sempre são conscientes disso. Às vezes, são pessoas simplesmente ineptas, que introjetam as conversas que escutam e as transmitem com uma aura de purismo sacrossanto. #Aborto #PadreJoséEduardo

  • Ex-Núncio Apostólico dos EUA envia carta a Trump: A luta definitiva entre o bem e o mal se desenrola

    O arcebispo Carlo Maria Viganò divulgou esta importante carta ao presidente Trump, alertando-o de que as crises atuais sobre a pandemia de coronavírus e os distúrbios de George Floyd fazem parte da eterna luta espiritual entre as forças do bem e do mal. Você não está sozinho em suas crenças sobre vida, fé, família e liberdade. 7 de junho de 2020 Domingo da Santíssima Trindade Senhor presidente, Nos meses recentes temos testemunhado a formação de dois lados opostos que eu gostaria de chamar de bíblicos: os filhos da luz e os filhos das trevas. Os filhos da luz constituem a parte mais conspícua da humanidade, enquanto os filhos das trevas representam uma minoria absoluta. Ainda assim, estes são objeto de uma característica que os põe numa situação de inferioridade moral em relação a seus adversários, os quais frequentemente ocupam posições estratégicas no governo, na política, na economia e na mídia. De maneira aparentemente inexplicável, os bons têm sido mantidos prisioneiros dos débeis e daqueles que os ajudam por interesse ou por medo. Esses dois lados, que têm uma natureza bíblica, seguem a separação clara entre a estirpe da Mulher e a estirpe da Serpente. De um lado estão aqueles que, embora tendo milhares de defeitos e fraquezas, são motivados pelo desejo de fazer o bem, de ser honesto, de criar uma família, de atuar no trabalho, de trazer prosperidade à sua pátria, de ajudar os necessitados, e, em obediência à Lei de Deus, de merecer o Reino dos Céus. Do outro lado estão aqueles que servem a si próprios, que não possuem quaisquer princípios morais, que desejam destruir a família e a nação, explorar os trabalhares para se tornarem injustamente ricos, fomentar divisões internas e guerras, e acumular poder e dinheiro: para eles a ilusão falaciosa do bem-estar temporal irá algum dia, se não se arrependerem, lucrar-lhes o terrível destino que os aguarda, distante de Deus, na danação eterna. Na sociedade, sr. presidente, essas duas realidades opostas coexistem como inimigas eternas, assim como Deus e satanás são inimigos eternos. E, ao que parece, os filhos das trevas – que podemos facilmente identificar pelo deep state ao qual o senhor sabiamente se opõe e que tem lançado uma poderosa guerra contra si nesses dias – decidiram mostrar suas cartas, por assim dizer, revelando desta vez seus planos. Eles aparentam estar tão certos de já terem tudo sob controle que deixaram de lado aquela circunspecção que até agora dissimulava ao menos em parte suas verdadeiras intenções. As investigações já em curso revelarão a verdadeira natureza daqueles que que lidaram com o surgimento do Covid não apenas no setor da saúde mas também na política, na economia e na mídia. Descobriremos, provavelmente, que nessa operação colossal de engenharia social há pessoas que decidiram o destino da humanidade, advogando a si mesmas o direito de agir contra a vontade dos cidadãos e de seus representantes nos governos das nações. Também descobriremos que as revoltas nesses dias foram provocados por aqueles que, vendo que o vírus está inevitavelmente arrefecendo e que o alarde social da pandemia está minguando, necessariamente necessitaram provocar distúrbios civis, porque eles seriam seguidos de uma repressão que, embora legítima, pudesse ser condenada como uma agressão injusta contra a população. O mesmo também vem ocorrendo na Europa, em perfeita sincronia. Está bastante claro que o uso dos protestos de rua é um instrumento aos propósitos daqueles que gostariam de ver eleito nas próximas eleições presidenciais alguém que assuma os objetivos do deep state e que expresse fiel e convincentemente esses fins. Não causaria surpresa se dentro de alguns meses víssemos mais uma vez que por detrás desses atos de vandalismo e violência há aqueles que almejam lucrar com a dissolução da ordem social de modo a construir um mundo sem liberdade: Solve et Coagula, como ensina o adágio maçônico. Embora possa parecer desconcertante, os posicionamentos opostos que eu descrevi também são achados nos círculos religiosos. Há os pastores fiéis que cuidam do rebanho de Cristo, mas existem também os mercenários infiéis que buscam dispersar o rebanho e arrebatar as ovelhas para serem devoradas por lobos vorazes. Não há que se surpreender que esses mercenários sejam aliados dos filhos das trevas e que odeiem os filhos da luz: assim como há um deep state, há também uma deep church que trai os seus deveres e renuncia a seus deveres próprios perante Deus. Assim, o Inimigo Invisível, que os bons governantes combatem nas coisas públicas, é também combatido pelos bons pastores na esfera eclesiástica. Trata-se de uma batalha espiritual, sobre a qual eu falei no meu recente Apelo, publicado a 8 de maio. Pela primeira vez, os Estados Unidos têm no senhor um presidente que defenda corajosamente a vida, que não se envergonhe de denunciar a perseguição a cristãos ao redor do mundo, que fale de Jesus Cristo e do direito dos cidadãos à liberdade de culto. Sua participação na Marcha pela Vida, e, mais recentemente, sua proclamação do mês de abril como o Mês Nacional da Prevenção ao Abuso Infantil, são atos que confirmam de que lado o senhor deseja lutar. E eu ouso crer que nós dois estamos estamos do mesmo lado desta batalha, ainda que com armas distintas. Por essa razão, acredito que o ataque ao qual o senhor foi sujeito após sua visita ao Santuário Nacional de São João Paulo II seja parte da narrativa orquestrada pela mídia, que busca não combater o racismo e trazer a ordem social, mas agravar predisposições; não para fazer justiça, mas para legitimar a violência e o crime; não para oferecer a verdade, mas para favorecer uma facção política. E é avassalador que haja bispos – como esses que eu recentemente denunciei – que, por suas palavras, provam que estão alinhados com o lado oposto. Eles são subservientes ao deep state, ao globalismo e a seu pensamento, à Nova Ordem Mundial que eles invocam cada vez mais frequente em nome de uma fraternidade universal que nada tem em si de cristã, mas que remete aos ideais maçônicos daqueles que querem dominar o mundo retirando Deus dos tribunais, das escolas, das famílias e talvez até mesmo das igrejas. O povo americano é maduro e agora compreendeu o quanto a grande mídia não busca a difusão da verdade, mas sim o silêncio e a distorção dela, espalhando a mentira que seja útil aos propósitos de seus senhores. Entretanto, é importante que o bem – que é a maioria – acorde de sua lentidão e não aceite ser sobrepujada por uma minoria de pessoas desonestas com propósitos infames. É preciso que o bem, os filhos da luz, unam-se para fazer sua voz ser ouvida. Qual será o caminho mais eficaz para se fazer isso, senhor presidente, do que a oração, pedindo ao Senhor que proteja a si, os Estados Unidos e toda a humanidade desse enorme ataque do Inimigo? Os enganos dos filhos das trevas colapsarão diante do poder da oração, suas tramas serão descobertas, sua traição será exposta, seu poder ameaçador findará em nada sendo levado à luz e mostrado como ele é: uma ilusão do inferno. Senhor presidente, minhas orações estão constantemente voltadas à amável nação americana, aonde tive a honra e o privilégio de ser enviado como núncio apostólico pelo Papa Bento XVI. Nesse momento dramático e decisivo para toda a humanidade, estou orando por si e também por todos aqueles ao seu lado no governo dos Estados Unidos. Eu acredito que o povo americano esteja unido a mim e com o senhor em oração ao Deus Onipotente. Unido contra o Inimigo Invisível de toda a humanidade, eu abençoo o senhor e a primeira dama, a amada nação americana e todo homem e toda mulher de boa vontade. + Carlo Maria Viganò Arcebispo Titular de Ulpiana Ex-Núncio Apostólico nos Estados Unidos da América Leia a carta original em inglês no formato PDF aqui . Trump se sentiu ‘homenageado’ pela carta de Viganò O presidente Donald Trump disse que foi “honrado” por uma carta aberta de um ex-funcionário do Vaticano que alegou que as restrições para impedir a propagação do Covid-19 eram parte de um plano maçônico para estabelecer uma nova ordem mundial. Na carta divulgada pelo LifesiteNews, o arcebispo Carlo Maria Viganò, que serviu como núncio nos Estados Unidos de 2011 a 2016, também afirmou que “distúrbios civis” na sequência da morte de George Floyd sob custódia policial foram provocados por agentes do “estado profundo” porque “o vírus está inevitavelmente desaparecendo” e “o alarme social da pandemia está diminuindo”. O chamado “estado profundo” é uma teoria da conspiração que alega a existência de uma cabala oculta nos países e nos escritórios do governo que estão tentando minar ou usurpar a autoridade do governo legitimamente eleito. Trump twittou que estava “tão honrado pela incrível carta do arcebispo Viganò para mim. Espero que todos, religiosos ou não, leiam! Em sua carta, o arcebispo Viganò elogiou o presidente por “sabiamente” se opor aos “filhos das trevas que podemos facilmente identificar com o estado profundo” e alegou que as restrições para conter a pandemia eram uma “operação colossal da engenharia social”. Ele também rejeitou protestos recentes contra o racismo e a brutalidade policial nos EUA e no mundo, alegando que eles eram um instrumento usado para influenciar as próximas eleições presidenciais e “construir um mundo sem liberdade”. O ex-núncio também alegou a existência de uma “igreja profunda” dentro do catolicismo composta de “infiéis mercenários que procuram dispersar o rebanho e entregar as ovelhas para serem devoradas por lobos vorazes”. O arcebispo Viganò disse a Trump que “nós dois estamos do mesmo lado nesta batalha, embora com armas diferentes”, e ele elogiou o que viu como os esforços do presidente para promover os valores cristãos, incluindo a controversa visita do presidente a São João Paulo II Santuário Nacional em Washington. O arcebispo Viganò vive escondido desde pouco depois do lançamento em 2018 de uma declaração pedindo a renúncia do Papa Francisco; o arcebispo alegou que o papa e outras autoridades do Vaticano não reagiram às acusações de abuso cometidas por Theodore McCarrick, o ex-cardeal que foi laicizado pelo Vaticano em 2019, depois que várias alegações de abuso por ele foram substanciadas. #Vaticano #Viganò

  • Ex-Núncio Apostólico dos EUA envia carta a Trump: A luta definitiva entre o bem e o mal se desenrola

    O arcebispo Carlo Maria Viganò divulgou esta importante carta ao presidente Trump, alertando-o de que as crises atuais sobre a pandemia de coronavírus e os distúrbios de George Floyd fazem parte da eterna luta espiritual entre as forças do bem e do mal. Você não está sozinho em suas crenças sobre vida, fé, família e liberdade. 7 de junho de 2020 Domingo da Santíssima Trindade Senhor presidente, Nos meses recentes temos testemunhado a formação de dois lados opostos que eu gostaria de chamar de bíblicos: os filhos da luz e os filhos das trevas. Os filhos da luz constituem a parte mais conspícua da humanidade, enquanto os filhos das trevas representam uma minoria absoluta. Ainda assim, estes são objeto de uma característica que os põe numa situação de inferioridade moral em relação a seus adversários, os quais frequentemente ocupam posições estratégicas no governo, na política, na economia e na mídia. De maneira aparentemente inexplicável, os bons têm sido mantidos prisioneiros dos débeis e daqueles que os ajudam por interesse ou por medo. Esses dois lados, que têm uma natureza bíblica, seguem a separação clara entre a estirpe da Mulher e a estirpe da Serpente. De um lado estão aqueles que, embora tendo milhares de defeitos e fraquezas, são motivados pelo desejo de fazer o bem, de ser honesto, de criar uma família, de atuar no trabalho, de trazer prosperidade à sua pátria, de ajudar os necessitados, e, em obediência à Lei de Deus, de merecer o Reino dos Céus. Do outro lado estão aqueles que servem a si próprios, que não possuem quaisquer princípios morais, que desejam destruir a família e a nação, explorar os trabalhares para se tornarem injustamente ricos, fomentar divisões internas e guerras, e acumular poder e dinheiro: para eles a ilusão falaciosa do bem-estar temporal irá algum dia, se não se arrependerem, lucrar-lhes o terrível destino que os aguarda, distante de Deus, na danação eterna. Na sociedade, sr. presidente, essas duas realidades opostas coexistem como inimigas eternas, assim como Deus e satanás são inimigos eternos. E, ao que parece, os filhos das trevas – que podemos facilmente identificar pelo deep state ao qual o senhor sabiamente se opõe e que tem lançado uma poderosa guerra contra si nesses dias – decidiram mostrar suas cartas, por assim dizer, revelando desta vez seus planos. Eles aparentam estar tão certos de já terem tudo sob controle que deixaram de lado aquela circunspecção que até agora dissimulava ao menos em parte suas verdadeiras intenções. As investigações já em curso revelarão a verdadeira natureza daqueles que que lidaram com o surgimento do Covid não apenas no setor da saúde mas também na política, na economia e na mídia. Descobriremos, provavelmente, que nessa operação colossal de engenharia social há pessoas que decidiram o destino da humanidade, advogando a si mesmas o direito de agir contra a vontade dos cidadãos e de seus representantes nos governos das nações. Também descobriremos que as revoltas nesses dias foram provocados por aqueles que, vendo que o vírus está inevitavelmente arrefecendo e que o alarde social da pandemia está minguando, necessariamente necessitaram provocar distúrbios civis, porque eles seriam seguidos de uma repressão que, embora legítima, pudesse ser condenada como uma agressão injusta contra a população. O mesmo também vem ocorrendo na Europa, em perfeita sincronia. Está bastante claro que o uso dos protestos de rua é um instrumento aos propósitos daqueles que gostariam de ver eleito nas próximas eleições presidenciais alguém que assuma os objetivos do deep state e que expresse fiel e convincentemente esses fins. Não causaria surpresa se dentro de alguns meses víssemos mais uma vez que por detrás desses atos de vandalismo e violência há aqueles que almejam lucrar com a dissolução da ordem social de modo a construir um mundo sem liberdade: Solve et Coagula, como ensina o adágio maçônico. Embora possa parecer desconcertante, os posicionamentos opostos que eu descrevi também são achados nos círculos religiosos. Há os pastores fiéis que cuidam do rebanho de Cristo, mas existem também os mercenários infiéis que buscam dispersar o rebanho e arrebatar as ovelhas para serem devoradas por lobos vorazes. Não há que se surpreender que esses mercenários sejam aliados dos filhos das trevas e que odeiem os filhos da luz: assim como há um deep state, há também uma deep church que trai os seus deveres e renuncia a seus deveres próprios perante Deus. Assim, o Inimigo Invisível, que os bons governantes combatem nas coisas públicas, é também combatido pelos bons pastores na esfera eclesiástica. Trata-se de uma batalha espiritual, sobre a qual eu falei no meu recente Apelo, publicado a 8 de maio. Pela primeira vez, os Estados Unidos têm no senhor um presidente que defenda corajosamente a vida, que não se envergonhe de denunciar a perseguição a cristãos ao redor do mundo, que fale de Jesus Cristo e do direito dos cidadãos à liberdade de culto. Sua participação na Marcha pela Vida, e, mais recentemente, sua proclamação do mês de abril como o Mês Nacional da Prevenção ao Abuso Infantil, são atos que confirmam de que lado o senhor deseja lutar. E eu ouso crer que nós dois estamos estamos do mesmo lado desta batalha, ainda que com armas distintas. Por essa razão, acredito que o ataque ao qual o senhor foi sujeito após sua visita ao Santuário Nacional de São João Paulo II seja parte da narrativa orquestrada pela mídia, que busca não combater o racismo e trazer a ordem social, mas agravar predisposições; não para fazer justiça, mas para legitimar a violência e o crime; não para oferecer a verdade, mas para favorecer uma facção política. E é avassalador que haja bispos – como esses que eu recentemente denunciei – que, por suas palavras, provam que estão alinhados com o lado oposto. Eles são subservientes ao deep state, ao globalismo e a seu pensamento, à Nova Ordem Mundial que eles invocam cada vez mais frequente em nome de uma fraternidade universal que nada tem em si de cristã, mas que remete aos ideais maçônicos daqueles que querem dominar o mundo retirando Deus dos tribunais, das escolas, das famílias e talvez até mesmo das igrejas. O povo americano é maduro e agora compreendeu o quanto a grande mídia não busca a difusão da verdade, mas sim o silêncio e a distorção dela, espalhando a mentira que seja útil aos propósitos de seus senhores. Entretanto, é importante que o bem – que é a maioria – acorde de sua lentidão e não aceite ser sobrepujada por uma minoria de pessoas desonestas com propósitos infames. É preciso que o bem, os filhos da luz, unam-se para fazer sua voz ser ouvida. Qual será o caminho mais eficaz para se fazer isso, senhor presidente, do que a oração, pedindo ao Senhor que proteja a si, os Estados Unidos e toda a humanidade desse enorme ataque do Inimigo? Os enganos dos filhos das trevas colapsarão diante do poder da oração, suas tramas serão descobertas, sua traição será exposta, seu poder ameaçador findará em nada sendo levado à luz e mostrado como ele é: uma ilusão do inferno. Senhor presidente, minhas orações estão constantemente voltadas à amável nação americana, aonde tive a honra e o privilégio de ser enviado como núncio apostólico pelo Papa Bento XVI. Nesse momento dramático e decisivo para toda a humanidade, estou orando por si e também por todos aqueles ao seu lado no governo dos Estados Unidos. Eu acredito que o povo americano esteja unido a mim e com o senhor em oração ao Deus Onipotente. Unido contra o Inimigo Invisível de toda a humanidade, eu abençoo o senhor e a primeira dama, a amada nação americana e todo homem e toda mulher de boa vontade. + Carlo Maria Viganò Arcebispo Titular de Ulpiana Ex-Núncio Apostólico nos Estados Unidos da América Leia a carta original em inglês no formato PDF aqui . Trump se sentiu ‘homenageado’ pela carta de Viganò O presidente Donald Trump disse que foi “honrado” por uma carta aberta de um ex-funcionário do Vaticano que alegou que as restrições para impedir a propagação do Covid-19 eram parte de um plano maçônico para estabelecer uma nova ordem mundial. Na carta divulgada pelo LifesiteNews, o arcebispo Carlo Maria Viganò, que serviu como núncio nos Estados Unidos de 2011 a 2016, também afirmou que “distúrbios civis” na sequência da morte de George Floyd sob custódia policial foram provocados por agentes do “estado profundo” porque “o vírus está inevitavelmente desaparecendo” e “o alarme social da pandemia está diminuindo”. O chamado “estado profundo” é uma teoria da conspiração que alega a existência de uma cabala oculta nos países e nos escritórios do governo que estão tentando minar ou usurpar a autoridade do governo legitimamente eleito. Trump twittou que estava “tão honrado pela incrível carta do arcebispo Viganò para mim. Espero que todos, religiosos ou não, leiam! Em sua carta, o arcebispo Viganò elogiou o presidente por “sabiamente” se opor aos “filhos das trevas que podemos facilmente identificar com o estado profundo” e alegou que as restrições para conter a pandemia eram uma “operação colossal da engenharia social”. Ele também rejeitou protestos recentes contra o racismo e a brutalidade policial nos EUA e no mundo, alegando que eles eram um instrumento usado para influenciar as próximas eleições presidenciais e “construir um mundo sem liberdade”. O ex-núncio também alegou a existência de uma “igreja profunda” dentro do catolicismo composta de “infiéis mercenários que procuram dispersar o rebanho e entregar as ovelhas para serem devoradas por lobos vorazes”. O arcebispo Viganò disse a Trump que “nós dois estamos do mesmo lado nesta batalha, embora com armas diferentes”, e ele elogiou o que viu como os esforços do presidente para promover os valores cristãos, incluindo a controversa visita do presidente a São João Paulo II Santuário Nacional em Washington. O arcebispo Viganò vive escondido desde pouco depois do lançamento em 2018 de uma declaração pedindo a renúncia do Papa Francisco; o arcebispo alegou que o papa e outras autoridades do Vaticano não reagiram às acusações de abuso cometidas por Theodore McCarrick, o ex-cardeal que foi laicizado pelo Vaticano em 2019, depois que várias alegações de abuso por ele foram substanciadas. #Vaticano #Viganò

  • A MANEIRA DE DEUS AMAR – Scott Hahn medita sobre o Domingo da Trindade

    Muitas vezes começamos a Missa com a oração da Epístola de hoje: “A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vocês”. Louvamos a Deus que Se revelou como uma Trindade, uma comunhão de pessoas. A comunhão com a Trindade é o objetivo de nosso culto de adoração e o propósito da história da salvação, que começa com a Bíblia e continua na Eucaristia e demais sacramentos da Igreja. Vemos o começo da autorrevelação de Deus na Primeira Leitura de hoje, quando Ele passa diante de Moisés e este grita Seu santo nome. Israel havia pecado ao adorar o bezerro de ouro (ver Êxodo 32). Mas Deus não os condena a perecer. Em vez disso, ele anuncia Sua misericórdia e fidelidade à Sua aliança. Deus amou Israel como Seu filho primogênito entre as nações (ver Êxodo 4:22). Através de Israel — herdeiro de Sua aliança com Abraão — Deus planejou revelar-se como o Pai de todas as nações (ver Gênesis 22:18). A lembrança da provada aliança de Deus com Abraão — e a fiel obediência de Abraão — encontra-se por trás do Evangelho de hoje. Ao ordenar a Abraão que oferecesse seu único e amado filho (ver Gênesis 22: 2, 12, 16), Deus estava nos preparando para a revelação mais completa possível de Seu amor pelo mundo. Do mesmo modo como Abraão se dispôs a oferecer Isaac, Deus não poupou Seu próprio Filho e o entregou a todos nós (ver Romanos 8:32). Nisso, Ele revelou o que tinha sido só parcialmente revelado a Moisés: que Sua bondade continua por mil gerações, que Ele perdoa nossos pecados e que nos conduz de volta como Seu próprio povo (ver Deuteronômio 4:20; 9:29). Jesus humilhou a Si mesmo ao morrer em obediência à vontade de Deus. E por isso, o Espírito de Deus O ressuscitou dentre os mortos (ver Romanos 8:11), dando-Lhe um nome acima de todo nome (ver Filipenses 2: 8–10). Esse é o nome que glorificamos no salmo responsorial de hoje: o nome de nosso Senhor, do Deus que é amor (ver 1 João 4; 8, 16). https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/how-god-loves-scott-hahn-reflects-on-trinity-sunday/

  • Jornais tiram frases do contexto e levam CNBB a fazer nota criticando TVs Católicas. Veja o que foi

    Na onda de ataques da grande mídia ao Governo brasileiro, e na intenção de dividir ainda mais a Igreja Católica, mais um alvo entrou na mira das manchetes sensacionalistas. Desta vez, a artilharia aponta para líderes de emissoras católicas que participaram de uma reunião, transmitida ao vivo, com o Presidente da República há mais de duas semanas. Por Bruno Braga. A respeito das matérias que levou a “Igreja Católica” aos “trending topics” do Twitter neste sábado (06). O título é chamativo, e sugere ao leitor a negociata escusa: “Ala da Igreja Católica oferece a Bolsonaro apoio em troca de verba” (cf. imagem). Leia para verificar que membros da “ala” dada pelo jornal como representação dos “conservadores” é capaz de escandalizar não só os ditos “conservadores”, mas inquietar o católico que tenha minimamente ciência da sua fé. O encontro virtual com o Presidente da República foi aberto, transmitido inclusive pelos canais públicos de comunicação. Se da conversa realizada sob os olhos e ouvidos de qualquer interessado resultar um ilícito, uma imoralidade que seja – mas, principalmente, algo que comprometa a Santa Igreja Católica! -, que se investigue e denuncie. Por ora, não passa de especulação rasteira e sensacionalismo para a jogatina política. Por que digo isso? Por acaso você chegou a ver este jornal denunciar a “ala” da “Igreja Católica” que, tomando de assalto a Santa Igreja, pervertendo e devastando a fé católica no Brasil, promoveu o criminoso esquema de poder comunista que saqueou o país? Com toda certeza, não. Por que? Porque o “ministério” da Teologia da Libertação é seu “modelo” de “igreja”, e seus “apóstolos” são os seus articulistas e “consultores” para questões relacionadas à fé católica, mesmo com todas as perversões que sem pudor algum eles pregam. A propósito, você já viu algum “conservador” (!) nas páginas do referido Jornal, a não ser de forma caricata e estereotipada? Lembre-se do entusiasmo do Jornal ao publicar o “ato de oposição a Bolsonaro” com a presença do Cardeal Cláudio Hummes, “apóstolo” da Teologia da Libertação, amigo de Lula, e então relator do Sínodo da Amazônia. Ali não havia tom de “conspiração”, imoralidade, nada a respeito de uma “ala” que trai a fé, os princípios e orientações da Santa Igreja, e que meses depois renovaria em Roma, durante o Sínodo da Pachamama, o pacto diabólico das catacumbas com a instrumentalização política da Esposa de Cristo. Nada, porque era conveniente para o Jornal. Se tem alguma dúvida a respeito dos propósitos políticos do jornal, basta consultar os editoriais que ele recente e frequentemente vem publicando. Um dos tópicos da matéria de hoje aponta que a “divisão na Igreja abre caminho para presidente negociar com veículos católicos”. Mas, essa “divisão” – que existe, não é somente política, mas foi potencializada sobretudo pelos “apóstolos” da revolução tão idolatrados pela imprensa – também não abre caminho para o promover a sua jogatina política? O católico tem um compromisso com a Verdade, seja lá qual for a sua preferência política – deve ser dito! Porém, o jornal tem claramente a sua preferência política, e por ela não hesita em comprometer a verdade e a própria Santa Igreja para arrebanhar os mais desavisados e a instigar os já condicionados, que estão nas redes agora acusando a Esposa de Cristo com a traição das “trinta moedas” e pelo retorno à “idade média”. A sordidez da imprensa não tem limite. Manipulação midiática leva CNBB a emitir Nota Eis a prova (mais uma!) de que houve intenção política ao publicar o conteúdo de forma distorcida. O jornal faz a matéria para desmoralizar “ala” da Igreja, os supostos “conservadores” e “apoiadores” do Presidente Bolsonaro para, aproveitando-se da “divisão” (!), esperar a reação da CNBB – Conferência dos Bispos que o jornal sabe previamente muito bem qual seria: a posição política (!) da cúpula da CNBB é a mesma posição do Jornal. Trata-se de uma espécie de jogo de cartas marcadas. O jornal desmoraliza um “lado” para reforçar o outro que lhe convém na jogatina política: a cúpula da CNBB que em seu “apostolado” da Teologia da Libertação não esconde de ninguém a oposição ao Presidente Bolsonaro. Ademais. Com a matéria, os jornais reforçam tanto uma autoridade que a CNBB não tem, como se a conferência fosse a própria Igreja, mas nem sobre o Bispo diocesano ela se sobrepõe, quanto um “modelo” de “igreja” que é apenas o da cúpula militante da CNBB, alinhada politicamente ao próprio jornal. Em outras palavras, esse jornal denuncia os tais “conservadores” como rebeldes, párias e vendidos, e a Conferência dos Bispos reage, tomando como “verdade” o que foi relatado pelo jornal: “Não aprovamos iniciativas como essa, que dificultam a unidade necessária à Igreja” – em “nota” da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, presidida por Dom Joaquim Mol, Bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG), “apóstolo” da Teologia da Libertação, cabo eleitoral do petista Fernando Haddad nas eleições presidenciais de 2018 que já fez inclusive discurso em cima de caminhão da CUT. Uma imundice jornalística e a reação escabrosa da cúpula da CNBB, que de imediato condenou sem a tão falada “misericórdia” a “ala” de católicos denunciada pelo . Nessa jogatina política sem escrúpulos, a maior vítima é a Santa Igreja. O que realmente foi dito? Por Vanderlúcio Souza | Blogs OPovo A reportagem, em nenhum momento fala sobre a importância das emissoras católicas para os fiéis, especialmente neste tempo de pandemia, onde as Igrejas, em sua maioria estão de portas fechadas para conter a propagação do novo coronavírus. O objetivo parece ser o de atacar quem participou de uma reunião aberta ao público e disponível na internet. Mas o que disseram os quatro representantes de emissoras católicas que participaram do encontro virtual? O Blog Ancoradouro transcreveu, mantendo em tom coloquial, a breve participação de cada um deles. Padre Eduardo Dougherty (TV Século 21) – Grande abraço a todos, senhor Presidente, meus amigos da TV Católica. A TV Século 21 está em Campinas e nós estamos animando o povo brasileiro, incentivando, dando mensagem espiritual para esse povo, porque estão confinados, estão com medo, estão desanimados, desorientados e tristes, talvez, perdendo o seu emprego. Sou jesuíta estrangeiro, sou americano, estou aqui no Brasil há 54 anos, estou fazendo 50 anos de sacerdócio. Os jesuítas são formadores e a TV Século 21 tem incentivado muito sobre a necessidade educação à distância. Estamos desenvolvendo cada vez mais cursos de educação à distância . Estou muito interessado em cursos do ensino básico, ensino médio, para ajudar a educar o povo brasileiro. Os jovens estão hoje com seus celulares , temos não apenas a televisão, mas os celulares. Sou Americano, estou aqui há muitos anos e estou frustrado, estou pedindo há dois anos um passaporte para ser cidadão brasileiro e não sai…Por favor, me ajude a ser brasileiro para votar aqui no Brasil. Outra coisa, eu gosto muito de tecnologias, eu tenho tecnologias que podem ajudar o Brasil , eu estou querendo apresentar isso,mas tudo está fechado. Para a Secretaria de Agricultura tenho tecnologias inovadoras que tem têm solução para com os rios, para o lixo. Tenho contato e investidores que estão dispostos a virem e , tomara que logo mais eu possa está conversando com as pessoas para produzir as novas tecnologias. Se a tecnologia é aprovada nos Estados Unidos por que não pode ser aprovadas no Brasil fazendo testes também? Tem certas coisas que não entendo. Mas eu oro pelo Presidente, para que tenha o dom da sabedoria e da fortaleza. Grande abraço. Deus vos abençoe todos. João Monteiro de Barros Neto , leigo proprietário da Rede Vida de Televisão – Boa tarde líder Major Vitor Hugo. Presidente o senhor é uma grande esperança para todos nós, o senhor eleito é um grande defensor das famílias. O senhor tem valores morais , valores éticos, cívicos e cristãos. Por isso mesmo, o senhor é uma grande esperança para nós , veículos de comunicação da Igreja Católica e nós temos a missão de fazer uma programação ética, uma programação de verdade, uma programação que valoriza a família. Portanto, Presidente, nós temos muito em comum. Nós queremos muito colaborar com a comunicação verdadeira, transformadora. Presidente, um dos grandes atos do senhor no campo da comunicação foi ter editado no mês de abril a possibilidade dos veículos de comunicação de televisão fazer multiprogramação. Assim como TV pública se pode fazer uso do canal 1, 2,3 …Agora, nós, emissoras comerciais também podemos fazer. Eu quero dá uma informação para o senhor, Presidente, dentro de 15 dias, no máximo 30 dias, a Rede Vida vai utilizar esse recurso , que é a multiprogramação, para ajudar o povo brasileiro na área da educação , nós vamos começar a dá aula no nosso sub canal para o Fundamental 1. Nós acreditamos na transformação da sociedade pela comunicação, Presidente. Por isso que precisamos do seu apoio. Nós precisamos que aquilo que o senhor sempre disse, que é prestigiar os meios de comunicação que dão valor à família , que dão valor aos costumes, que dão valor à vida, possam ser prestigiados verdadeiramente. Nós confiamos que isto vai acontecer , por isso mesmo nós pedimos que o senhor nos apoie todos os veículos de comunicação da Igreja. Presidente, nós chegamos hoje a todas as capitais brasileiras. A Rede Vida é a quarta maior rede de televisão digital do país. Nós chegamos a mais de 120 milhões de brasileiros , mas para que possamos crescer mais e ter mais audiência, nós precisamos de investimentos, Investimentos, Presidente, que nós da iniciativa privada, já fazemos há mais de 25 anos , portanto, nos tornamos a quarta maior rede de televisão do país, juntamente com todas as outras redes nós somos um complexo de comunicação da Boa Notícia. Por isso pedimos o seu apoio Presidente para continuarmos fazendo todo o nosso trabalho. Termino fazendo um convite ao senhor: quando o senhor foi eleito entre o primeiro e segundo turno deu uma entrevista para nós, Rede Vida, TV Aparecida e mais alguns veículos católicos , logo depois de eleito, deu uma entrevista para o José Maria Trindade . Nós queremos que o senhor ocupe mais os nossos espaços , nos concedendo mais entrevistas, falando diretamente com o povo católico brasileiro, mas também com quem não é católico, mas tem em seu cerne a defesa dos valores morais. Presidente são vários eventos que fazemos ao longo do ano, todos os veículos de comunicação juntos, e nós queremos que o senhor esteja mais perto da gente , portanto, nós nos colocamos à disposição, e acredito que a Rede Vida pode dá uma grande contribuição para o povo brasileiro através dos valores da família e defesa da vida. Padre wellington Silva, representante da TV Pai Eterno – Sou Padre Wellignton Silva, represento a TV Pai Eterno, a emissora mais jovem das TV’s Católicas do Brasil, que no último dia 15 de maio completou 1 ano de existência. Presidente, como veículo de comunicação católico nós sentimos a necessidade de criarmos uma proximidade maior com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República para que possamos está unidos numa pauta mais positiva das ações do Governo em atenção às necessidades da Igreja Católica, que atua nas áreas como a Frente Parlamentar já destacou, na Defesa da Vida , na ação social, no terceiro setor e saúde . A nossa realidade é muito difícil e desafiante porque trabalhamos com pequenas doações, trabalhamos com baixa comercialização e dentro desta dificuldade estamos precisando mesmo de um apoio maior por parte do Governo para que possamo continuar comunicando a Boa Notícia e também levando ao conhecimento da população, que é a ampla maioria desse país, que é a população católica – principalmente nesse tempo de pandemia – está ligada nos veículos de comunicação, ligada nas nossas televisões , aquilo que de bom o Governo pode está realizando ou fazendo pelo nosso povo . Chamo atenção para isso Presidente porque nós sentimos esta necessidade, chamamos atenção para esse que é um segmento que tem muitas vezes ficado esquecido , que é o segmento de comunicação católica nesse país, onde nós precisamos ter mais atenção para que esses microfones não sejam desligados, para que essas câmeras não se fechem diante de uma realidade tão importante a ser mostrada aos nossos telespectadores, que é a comunicação a serviço da vida. Muito obrigado. Padre Reginaldo Manzotti, fundador da TV Evangelizar – Boa tarde a todos, deputados, deputadas, meus irmãos sacerdotes e todos da comunicação. Eu sou de Curitiba, nosso objetivo é evangelizar por todos os meios de comunicação, pois eu falo para 1600 emissoras de rádio, das 10h às 11h, horário ao vivo. Então a penetração, a capilaridade dessa rede é muito grande. É quase maior que a ‘Voz do Brasil’ , se formos pensar e pela TV. Eu digo que, mais do que nunca, as pessoas estão necessitadas desta palavra. E é por isso senhor Presidente que é muito importante esse olhar que o senhor possa dar , olhar mais atencioso para TV católica e as rádios católicas. Nós, e digo a partir dos meus irmãos, nós temos um grande desejo de, por exemplo, apresentar um projeto ao senhor e ao seu ministério, que se chegue a todos os lares que é o ideal, uma questão de outorga de transmissão. Eu gostaria de dizer alguns pontos que gostaria de apresentar que são necessidades nossa. Volto a repetir, já falo , gostaria de me aproximar ao Governo para poder fazer essa proposta positiva, isenta, proposta de realmente levar esse trabalho e fazer com que ecoe desde os ribeirinhos até as grandes capitais. É preciso que caminhe o processo de radiodifusão , eu sei que o tempo da pandemia fez parar tudo, mas o senhor é aquele também que está instigando para que as coisas possam acontecer Presidente Bolsonaro . É preciso agilizar as transferências de outorga, particularmente, tenho algum ali na Casa Civil alguns processo de digitalização de toda radiodifusão …É…Está precisando das rádios AMs e nós temos muitas rádios AMs. Claro que a liberação de RTVs , maiores liberações para ampliação das redes católicas. Não falo só em meu nome, nós somos uma potência , nós queremos estar nos lares, nós queremos ajudar a construir esse Brasil, e mais do que nunca, o senhor sabe o peso que isso tem quando se tem uma mídia negativa . Nós queremos está juntos . Liberação de RTVs para ampliação das redes católicas, agilidade, senhor Presidente, na aprovação dos projetos técnicos e aprovação das localidades e se me permite dizer, como que nós podemos, peço em meu nome, peço como rede católica, maior acesso ao Ministério da Comunicação, à ANATEL, porque nós queremos caminhar, construir juntos senhor Presidente , senhor ministro e todos os deputados que estão . Por isso receba o nosso abraço, ao mesmo tempo, o nosso desejo de caminhar e construir um Brasil melhor como é o seu grande anseio. Assista: #CNBB #FakeNews

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