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- Cardeais e bispos assinam Apelo à Igreja e ao Mundo, contra repressão de liberdades básicas
“Não permita que séculos da civilização cristã sejam apagados com a desculpa de um vírus para estabelecer uma tirania tecnológica odiosa na qual pessoas sem nome e sem rosto decidem o destino do mundo, confinando-se à realidade virtual”. Em um documento, os cardeais Pujats, Muller e Zen, além de dezenas de bispos, padres e acadêmicos, pedem para interromper o avanço de certas práticas totalitárias que estão sendo estabelecidas na maioria das nações cristãs com Motivo COVID-19. Embora o cardeal Robert Sarah tenha aparecido inicialmente como signatário, ele negou pelo Twitter. “Não permita que séculos da civilização cristã sejam apagados com a desculpa de um vírus para estabelecer uma tirania tecnológica odiosa na qual pessoas sem nome e sem rosto decidem o destino do mundo, confinando-se à realidade virtual”. “A criminalização das relações pessoais e sociais também deve ser considerada uma parte inaceitável do projeto daqueles que promovem o isolamento das pessoas para manipulá-las e dominá-las melhor”. “Solicitamos que as limitações na celebração do culto público sejam removidas”. Aos que desejarem assinar, podem fazer clicando aqui Essas frases podem muito bem ser o resumo do documento que, devido à sua extensão e clareza, recomendamos que você leia na íntegra: APELO À IGREJA E AO MUNDO aos fiéis católicos e aos homens de boa vontade Veritas liberavit vos Jn 8,32 Num momento de grave crise, nós, Pastores da Igreja Católica, em virtude do nosso mandato, consideramos que é nosso dever sagrado dirigir um Apelo aos Nossos Irmãos no Episcopado, ao Clero, aos Religiosos, ao Povo santo de Deus e a todos os homens de boa vontade. Este Apelo é subscrito também por intelectuais, médicos, advogados, jornalistas e profissionais que concordam com o seu conteúdo, e é aberto à subscrição de quantos desejem fazê-lo. Os factos demonstraram que, com o pretexto da epidemia do COVID-19, se chegou, em muitos casos, a violar os direitos inalienáveis dos cidadãos, limitando, de modo desproporcional e injustificado, as suas liberdades fundamentais, entre as quais o exercício da liberdade de culto, de expressão e de movimento. A saúde pública não deve e não pode tornar-se um álibi para desprezar os direitos de milhões de pessoas em todo o mundo, e muito menos para que a Autoridade civil negligencie o seu dever de agir com sabedoria para o bem comum; isto é ainda mais verdadeiro à medida que crescem as dúvidas, levantadas por diversas partes, sobre a efectiva contagiosidade, perigosidade e resistência do vírus: muitas vozes autorizadas do mundo da ciência e da medicina confirmam que o alarmismo sobre o COVID-19, por parte dos media, não parece absolutamente justificado. Temos razões para crer, com base nos dados oficiais relativos à incidência da epidemia no número de mortes, que existem poderes interessados em criar pânico entre a população com o único objectivo de impor permanentemente formas de inaceitável limitação das liberdades, de controlo de pessoas, de rastreamento das suas deslocações. Estes métodos de imposição arbitrária são um prelúdio perturbador da criação de um Governo Mundial isento de qualquer controlo. Acreditamos também que, em algumas situações, as medidas de contenção adoptadas, incluindo o encerramento das actividades comerciais, determinaram uma crise que prostrou sectores inteiros da economia, favorecendo a interferência de poderes estrangeiros, com graves repercussões sociais e políticas. Estas formas de engenharia social devem ser impedidas por aqueles que têm responsabilidades governamentais, adoptando as medidas destinadas a proteger os seus cidadãos, de quem são representantes e em cujo interesse têm uma séria obrigação de agir. Da mesma forma, ajude-se a família, célula da sociedade, evitando penalizar injustificadamente as pessoas débeis e os idosos, forçando-os a dolorosas separações dos seus entes queridos. A criminalização dos relacionamentos pessoais e sociais também deve ser julgada como parte inaceitável do plano daqueles que promovem o isolamento dos indivíduos, a fim de melhor manipulá-los e controlá-los. Pedimos à comunidade científica que esteja atenta para que os tratamentos para o COVID-19 sejam promovidos com honestidade para o bem comum, evitando escrupulosamente que interesses iníquos influenciem as escolhas dos governantes e dos organismos internacionais. Não é razoável penalizar medicamentos que se mostraram eficazes, geralmente baratos, apenas porque se pretendem privilegiar tratamentos ou vacinas que não são igualmente válidas, mas que garantem às empresas farmacêuticas lucros muito maiores, agravando as despesas da saúde pública. Recordamos igualmente, como Pastores, que, para os Católicos, é moralmente inaceitável tomar vacinas nas quais seja usado material proveniente de fetos abortados. Do mesmo modo, pedimos aos Governantes que estejam vigilantes para que sejam rigorosamente evitadas as formas de controlo dos cidadãos, seja através de sistemas de rastreamento, seja com qualquer outra forma de localização: a luta contra o COVID-19, por mais grave que seja, não deve ser o pretexto para favorecer intenções pouco claras de entidades supranacionais que têm fortíssimos interesses comerciais e políticos neste plano. Em particular, deve ser dada a possibilidade aos cidadãos de recusarem estas limitações da liberdade pessoal, sem impor qualquer forma de penalização para aqueles que não pretendem fazer uso de vacinas, métodos de rastreamento e de qualquer outro instrumento análogo. Considere-se também a óbvia contradição em que se encontram aqueles que adoptam políticas de redução drástica da população e, ao mesmo tempo, se apresentam como salvadores da humanidade sem terem legitimidade alguma, seja política ou social. Finalmente, a responsabilidade política de quem representa o povo não pode absolutamente ser confiada a técnicos que até reivindicam para si mesmos formas de imunidade penal no mínimo inquietantes. Apelamos energicamente a que os meios de comunicação se empenhem activamente para uma exacta informação que não penalize a discordância, recorrendo a formas de censura, como está a acontecer amplamente nas redes sociais, na imprensa e na televisão. A exactidão da informação exige que seja dado espaço a vozes que não estejam alinhadas com o pensamento único, permitindo aos cidadãos que avaliem conscientemente a realidade, sem serem fortemente influenciados por intervenções parciais. Um confronto democrático e honesto é o melhor antídoto para o risco de impor subtis formas de ditadura, presumivelmente piores do que aquelas que a nossa sociedade viu nascer e morrer no passado recente. Recordamos, por último, como Pastores responsáveis pelo Rebanho de Cristo, que a Igreja reivindica firmemente a própria autonomia no governo, no culto, na pregação. Estas autonomia e liberdade são um direito inato que Nosso Senhor Jesus Cristo lhe concedeu para a prossecução das finalidades que lhe são próprias. Por este motivo, como Pastores, reivindicamos firmemente o direito de decidir autonomamente sobre a celebração da Missa e dos Sacramentos, assim como pretendemos absoluta autonomia nos assuntos que sejam da nossa imediata jurisdição, como as normas litúrgicas e os métodos de administração da Comunhão e dos Sacramentos. O Estado não tem direito algum de interferir, por qualquer motivo, na soberania da Igreja. A colaboração da Autoridade Eclesiástica, que nunca foi negada, não pode implicar, por parte da Autoridade Civil, formas de proibição ou de limitação do culto público ou do ministério sacerdotal. Os direitos de Deus e dos fiéis são a lei suprema da Igreja, que esta não pretende, nem pode, derrogar. Pedimos que sejam eliminadas as limitações à celebração pública dos serviços religiosos. Convidamos as pessoas de boa vontade a não se esquivarem do seu dever de cooperarem para o bem comum, cada um segundo o próprio estado e as próprias possibilidades e em espírito de fraterna Caridade. Tal cooperação, desejada pela Igreja, não pode, contudo, prescindir nem do respeito pela Lei natural, nem da garantia das liberdades dos indivíduos. Os deveres civis, aos quais os cidadãos estão vinculados, implicam o reconhecimento, por parte do Estado, dos seus direitos. Somos todos chamados a uma avaliação, coerente com o ensinamento do Evangelho, dos factos presentes. Isto implica uma escolha de campo: ou com Cristo ou contra Cristo. Não nos deixemos intimidar nem assustar por aqueles que nos fazem crer que somos uma minoria: o Bem é muito mais difundido e poderoso do que aquilo que o mundo nos quer fazer crer. Estamos a lutar contra um inimigo invisível, que separa os cidadãos entre si, os filhos dos pais, os netos dos avós, os fiéis dos seus pastores, os estudantes dos professores, os clientes dos vendedores. Não permitamos que, com o pretexto de um vírus, se apaguem séculos de civilização cristã, instaurando uma odiosa tirania tecnológica na qual pessoas sem nome e sem rosto possam decidir o destino do mundo, confinando-nos a uma realidade virtual. Se este é o plano a que se pretendem curvar os poderosos da terra, saibam que Jesus Cristo, Rei e Senhor da História, prometeu que «as portas do Abismo nada poderão» (Mt 16, 18). Confiamos os Governantes e aqueles que regem o destino das Nações a Deus Omnipotente, para que os ilumine e os guie nestes momentos de grande crise. Lembrem-se de que, tal como a Nós, Pastores, o Senhor julgará pelo rebanho que nos confiou, também julgará os Governantes pelos povos de que têm o dever de defender e governar. Peçamos com fé ao Senhor para proteger a Igreja e o mundo. A Virgem Santíssima, Auxílio dos Cristãos, possa esmagar a cabeça da antiga Serpente e derrotar os planos dos filhos das trevas. 8 de maio de 2020 Virgem do Rosário de Pompéia Para assinar o apelo: www.veritasliberabitvos.info O site estará ativo a partir da manhã de 8 de maio. Lista de signatários: Cardeais Cardeal Gerhard Ludwig Mueller, Prefeito emérito de Congregação da Doutrina da Fé Cardeal Joseph Zen Ze-kiun, Bispo emérito de Hong Kong Cardeal Janis Pujats, Arcebispo emérito de Riga Dom Luigi Negri, Arcebispo Emérito de Ferrara-Comacchio Dom Joseph Strickland, Bispo de Tyler, Texas Dom Thomas Peta, Arcebispo Metropolitano de Astana Dom Athanasius Schneider, Bispo Auxiliar de Astana Dom Carlo Maria Viganò, Arcebispo, Núncio Apostólico Dom Jan Pawel Lenga, Arcebispo emérito de Karaganda Dom René Henry Gracida, Bispo emérito de Corpus Christi Dom Andreas Laun, Bispo Auxiliar de Salzburgo Padre Serafino Lanzetta, Teólogo Alfredo Maria Morselli, Teólogo Padre Curzio Nitoglia, teólogo JORNALISTAS, EDITORES, ESCRITORES Dr. Aldo Maria Valli, jornalista Dr. Magdi Cristiano Allam, escritor Dr. Giulio Meotti, jornalista Dr. Marco Tosatti, jornalista Claudio Messora, diretor Byoblu.com Dr. Robert Moynihan, escritor, jornalista Dr. Jeanne Smits, jornalista Dr Olivier Figueras, jornalista Dr. Cesare Sacchetti, jornalista Prof. Giorgio Nicolini, diretor de Tele Maria Michael J. Matt, editor O Remanescente John-Henry Westen, co-fundador, editor-chefe do LifeSiteNews.com Vittoria Alliata di Villafranca, jornalista e escritora Maria Guarini, editor Prof Francesco Lamendola António Carlos de Azeredo, editor José Narciso Pinto Soares, conselheiro editor Massimo Rodolfi Riccardo Zenobi, escritor Danilo Quinto, escritor Olivier Valette, escritor DOUTORES, IMUNOLOGISTAS, VIROLOGISTAS, INVESTIGADORES Dr. Stefano Montanari, diretor científico laboratório de Nanodiagnóstico, Modena Dra. Antonietta Gatti, gerente de pesquisa, laboratório de Nanodiagnóstico, Modena Alessandro Meluzzi, psiquiatra Dra. Anna Rita Iannetti, médica, PNEI e medicina biointegrada Dra. Fabrizio Giudici, traumatologista ortopédica Dra. Rosa Maria Roccaforte, cardiologista Dra. Silvana De Mari, médica Dra. Maria Grazia Sordi, psicóloga Dra. Roberto Marrocchesi, nutricionista Dra. Mario Sinisi Dr Antonio Marcantonio ADVOGADOS Dr. Angelo Giorgianni, juiz João Freire de Andrade, jurista Advogado Francesco Fontana Advogado Luigi Valenzise Advogado Fabio Candalino Advogado Luca Di Fazio Advogado Massimo Meridio Advogado Gianni T. Battisti Advogado Piero Peracchio Advogado Paola Bragazzi Advogado Luís Freire de Andrade Advogado Heitor A. Buchaul Advogado Maître Olivier Bonnet LECTORS, PROFESSORES E PROFISSIONAIS Hon. Prof. Vittorio Sgarbi, crítico de arte, ensaísta Prof. Matteo D’Amico Prof. Ssa Mafalda Miranda Barbosa Prof. Francesca Maimone Prof. Martino Mora , filósofo Prof. Massimo Viglione, historiador e ensaísta Prof. Elisabetta Sala, professor e escritor Dr. Ing. Alessandro Peracchio Dr. Luca Scantamburlo Prof. Rosa Maria Bellarmino Steven Mosher, presidente Instituto de Pesquisa Populacional Prof. Emeterio Ferrés Arrospide, Universidade de Coimbra Prof. Ibsen Noronha Prof. ing. Amadeu Teixeira Fernandes, Universidade de Georgetown Dr. José Filipe Sepúlveda da Fonseca Dr. Alfonso Martone, CNR Itália Dr. Luís Ferrand d’Almeida Ing. Roberto Imparato ASSOCIAÇÕES Associação Atman – Presidente Manuela Baccin Riprendiamoci Associação Il Pianeta – Presidente Magda Piacentini Movimento 3V – Vaccini Vogliamo Verità – Secretária Associação Luca Teodori Libera Scelta – Presidente Alessandra Bocchi Iustitia na Associação Veritate – Diretores Associação Una Vox – Presidente Calogero Cammarata Comitê Famiglia e Vita – Presidente Franco Rebecchi Confederação dos Países Baixos AURET, Autismo, Ricerca e Terapie – Presidente Roberto Mastalia Vita na Microscope Association – Presidente Nino Ferri Texas Direito à vida – Jim Graham Cleveland Direito à vida – Molly Smith #Coronavírus
- MAIS UMA PESQUISA CIENTÍFICA SOBRE OS BENEFÍCIOS DA MISSA – Giuliano Guzzo
A Missa? É de grande ajuda para a saúde — e a própria felicidade — de um povo. Esta é a conclusão a que chegou uma nova e impressionante pesquisa científica, que parece interessante não apenas pelo seu conteúdo, que passaremos a ilustrar imediatamente, mas também pelo fato de ter sido publicada no momento atual, em uma coincidência singular com a decisão — embora bastante questionável nalguns aspectos — do governo italiano de permitir a retomada dos serviços religiosos nas igrejas. Mas voltemos à nova publicação sobre a importância, para o bem comum, do culto religioso. Estamos falando de um trabalho significativo, principalmente porque foi publicado no JAMA Psychiatry, uma revista peer-reviewed [arbitrada por especialistas] publicada pela American Medical Association; portanto, não se trata de uma fonte de confiabilidade duvidosa, mas uma revista altamente qualificada. Entre outras coisas, a pesquisa em questão tem como seu primeiro autor Ying Chen, um nome que para a maioria das pessoas pode não dizer muito, mas se trata de um estudioso da Universidade de Harvard, o que confirma que estamos diante de um trabalho científico que tem todo os requisitos de excelência. Além de sua matriz seriamente acadêmica, o aspecto mais significativo da pesquisa, no entanto, reside em seu conteúdo: intitula-se “Religious Service Attendance and Deaths Related to Drugs, Alcohol, and Suicide” (Serviço de atendimento religioso e mortes relacionadas a drogas, álcool e suicídio). De fato, seus autores se propuseram a examinar que vínculo existe entre a assiduidade a serviços religiosos e “deaths from despair” (mortes por desespero), expressão originalmente criada para descrever as dificuldades da classe trabalhadora americana e que, literalmente, indica os falecimentos por desespero, ou seja, aquelas mortes que expressam ou estão relacionadas ao abuso de drogas, uso de álcool e suicídio. Para o aprofundamento desse aspecto, considerou-se uma amostra muito grande, composta por mais de 66.400 enfermeiros e 43.100 profissionais de saúde. Observando essa vasta amostra, representativa de ambos os sexos, observou-se que, no período monitorado, 75 mulheres sucumbiram à “morte por desespero” (43 por suicídio e o restante por cirrose, intoxicação etc.), enquanto entre os homens essas mortes foram mais de 300 (com até 197 suicídios). Diante desse cenário, a surpresa foi grande para Ying Chen e seus colegas de pesquisa, quando eles começaram a examinar toda uma série de fatores mesclados, e tiveram de considerar a possível influência do culto religioso. De fato, o que os pesquisadores descobriram é que o comparecimento a um local de culto e oração, pelo menos uma vez por semana, está associado a uma redução substancial nas “mortes por desespero”; mais precisamente, foi observado que entre os homens praticantes o risco de tais mortes se reduz em 33%, em comparação com os outros; e em até 68% para mulheres praticantes. Uma queda que surpreendeu os próprios autores da pesquisa, que não puderam deixar de observar como essas descobertas são duplamente significativas em tempos de pandemia, ou seja, quando aumenta o desespero das pessoas, seja por razões econômicas ou de saúde. Agora, embora este valioso estudo tenha algumas limitações (ele não considera, por exemplo, de maneira diversificada os cultos religiosos, que não são absolutamente, como se sabe, todos iguais nem todos católicos), o fato é que foi realizado considerando dados dos EUA, isto é, de um povo onde os cristãos ainda tem uma boa presença nacional. Além disso, o que é particularmente atual é o apelo que a publicação científica em questão faz ao valor público da fé religiosa. De fato, há décadas que, graças a uma certa mentalidade secularista (que penetrou até no próprio território católico), se disseminou a ideia de a fé religiosa não passar de um assunto privado entre os fiéis, sua consciência e Deus (se porventura existir). Esse novo estudo nos diz exatamente o contrário, evidenciando como ir à igreja tem muito a ver não apenas com a dimensão espiritual, mas também com a da saúde; e se a saúde se beneficiou dela, as igrejas são verdadeiramente fundamentais para o bem comum. Mesmo para o bem dos não-crentes, se pensarmos que a saúde pública se mantém graças aos contribuintes. Nesse ponto, resta apenas esperar que tais evidências científicas possam abrir os olhos dos governantes para que redescubram, se não a fé, pelo menos seu valor público, para além da sua importância individual. Em suma, que deixem de considerar a Missa apenas um assunto para crentes, porque não é assim. Sociologia docet [é o que ensina a sociologia]. https://lanuovabq.it/it/andare-a-messa-fa-bene-anche-alla-salute-del-corpo
- Cardeal Müller: Nenhum Bispo tem o direito de proibir as Missas públicas
“Este vírus representou uma tragédia para muita gente. Esta é exactamente a razão pela qual a Igreja tem o dever de propor uma visão do sofrimento e da existência humana, na perspectiva da vida eterna, à luz da Fé. A suspensão das Missas públicas é uma demissão desta missão, é a redução da Igreja à dependência do Estado. É inaceitável”. Em uma entrevista por telefone concedida para La Nuova Bussola Quotidiana, o Senhor Cardeal Gerhard L. Müller, ex-Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, é muito claro no seu juízo sobre o que acontece agora em Itália e muitos outros países. Eminência, para muitos fiéis o sofrimento da doença significou o sofrimento adicional da proibição de assistir à Missa e das exéquias, e, sobretudo, a sua justificação pela hierarquia eclesiástica. É muito grave, é o pensamento secularista que entrou na Igreja. Uma coisa é tomar precauções para minimizar o risco de contágio, outra é banir a liturgia. A Igreja não é um cliente do Estado, e nenhum Bispo tem o direito de banir a Eucaristia dessa forma. Mais ainda, vimos sacerdotes serem punidos pelos seus Bispos por celebrar Missa para grupo reduzido, o que significa que eles se concebem como funcionários do Estado. O nosso Supremo Pastor, porém, é Jesus Cristo, não Giuseppe Conte ou qualquer Chefe de Estado. O Estado tem a sua função, e assim também a Igreja. Parece que para muitos é difícil reconciliar o seu dever para com o Estado com a necessidade do culto público a Deus. Devemos rezar também publicamente porque sabemos que tudo depende de Deus. Deus é a causa universal, depois há a causa secundária que passa pela nossa liberdade. Nós, criaturas finitas, não sabemos quanto do que acontece depende da causalidade de Deus e quanto depende de nós mesmos: este é o propósito da oração. Temos de rezar a Deus para ultrapassar os desafios da nossa vida pessoal e social, mas sem esquecer a dimensão transcendental, aquela visão da vida eterna e íntima união com Deus e com Jesus Cristo, até no nosso sofrimento. Somos chamados a tomar aos ombros, todos os dias, a nossa cruz, mas, aos fiéis, deve ser também explicado o seu sofrimento com as categorias do Evangelho. Proibir a participação na liturgia vai na direcção oposta. Tomar certas medidas externas é tarefa do estado, a nós cumpre-nos defender a liberdade e a independência da Igreja; e a superioridade da Igreja na dimensão espiritual. Não somos uma agência subordinada ao Estado. Muitos, entre os quais sacerdotes e Bispos, apercebem-se de que há um elevado risco de perder o sentido da liturgia, dada a proliferação de Missas na televisão e Internet. Estas formas não podem ser consideradas como substituição da Missa. Evidentemente, se se está numa prisão ou campo de concentração, ou outras circunstâncias excepcionais, pode participar-se espiritualmente na Eucaristia, mas esta não é uma situação normal. Deus criou-nos corpo e alma. Deus acompanhou o Seu povo através da História, libertou-o da escravidão do Egipto realmente, que não virtualmente. Jesus, Filho de Deus, fez-Se carne, nós cremos na ressurreição da carne. É por isto que a presença física é absolutamente necessária para nós. Para nós, não para Deus. Deus não precisa dos Sacramentos, somos nós quem precisamos. Deus instituiu os Sacramentos para nós. O matrimónio não funciona só espiritualmente, é necessária a união do corpo e da alma. Não somos idealistas platónicos, não se pode seguir a Missa de casa, a não ser em circunstâncias particulares. Não, deve-se ir à Igreja, reunir-se com os outros, comunicar a Palavra de Deus. Até o vocabulário da Igreja indica esta necessidade: a “Sagrada Comunhão”, comunhão é reunir-se; a Igreja é o Povo de Deus convocado, junto. Diz o salmo: “Como é bom e agradável que os irmãos vivam juntos”. Há teólogos e Bispos para quem a Eucaristia é sobrevalorizada e não é necessária a Missa Dominical. Até há um Bispo como Victor Fernandez, que diz orgulhosamente ser um ghost writer do Papa Francisco, que defende que o dever de ir à Missa ao Domingo é um preceito introduzido pela Igreja. É mais um exemplo de desastrosa formação teológica. O terceiro mandamento funda-se no direito divino: obriga os Judeus a santificar o Dia do Senhor. Para nós Cristãos, é o Dia da Ressureição. É também o mandamento de Jesus: “Fazei isto em memória de mim”. E S. Paulo diz “Todas vezes, pois, que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciareis a morte do Senhor” (1 Cor 11:26). Esta é a representação real e sacramental da morte salvífica de Jesus e da Sua ressurreição. Na Missa participamos no Mistério Pascal. O Concílio Vaticano II deixou-o claro na Sacrosanctum Concilium e Lumen Gentium (Nr. 11). E ainda assim há Bispos que dizem que alguns fiéis estão demasiado fixados na Eucaristia. É absurdo. A Eucaristia é a única verdadeira adoração de Deus por meio de Jesus Cristo. Não é só uma entre as tantas formas litúrgicas, mas antes todas as formas litúrgicas têm a sua razão de ser na Eucaristia. Tudo recebe força e consistência da Eucaristia. Vossa Eminência também vê a manifestação de um claro ataque à Eucaristia, coração da Igreja? Sim. Basta a pensar naqueles que antes e durante o Sínodo da Amazónia afirmavam veementemente que os povos indígenas tinham absoluta necessidade da Eucaristia e por isso era necessário ordenar sacerdotes entre os homens casados. Agora as mesmas pessoas, sem pudor, defendem o exacto oposto: que não temos necessidade da Eucaristia. Pensam como os protestantes, ignorando que, desde o princípio da Reforma Protestante, é precisamente a Eucaristia o ponto central da controvérsia. E agora temos Bispos que se dizem Católicos que não compreendem o valor central da Eucaristia. É um verdadeiro escândalo: são estes os verdadeiros rígidos, os verdadeiros clericais, não aqueles que levam a sério a palavra de Jesus e a doutrina da Igreja. É uma verdadeira perversão do pensamento. Mas este Catolicismo “moderno” é uma ideologia autodestrutiva. Há necessidade, sobretudo em Itália, de Bispos da estatura de S. Carlos Borromeo, e quem está na Cúria deveria ter como exemplo o Cardeal Roberto Bellarmino. Nestes meses, ouvimos os vértices da Hierarquia da Igreja afirmar frequentemente que o primeiro dever é salvaguardar a saúde. É uma Igreja burguesa, secularizada, não uma Igreja que vive da Palavra de Jesus Cristo. Jesus disse “procurai primeiro o Reino de Deus”. De que vale a vida, todos os bens deste mundo, incluindo a saúde, se depois de perde a própria alma? Esta crise mostrou-nos que tantos dos nossos pastores pensam como o mundo, concebem-se mais como funcionários de um sistema religioso social que como pastores de uma Igreja que é comunhão íntima com Deus e com os Homens. Devemos sempre conjugar Fé e Razão. Obviamente que não somos fideístas, não somos como aquelas seitas cristãs que dizem que não temos necessidade da medicina, que confiamos só em Deus. De facto, confiar-se a Deus não contradiz a valorização de todas as possibilidades oferecidas pela medicina moderna. Mas a medicina moderna não substituiu a oração: são duas dimensões que não devem ser separadas nem sequer sobrepostas. Para justificar a suspensão das Missas com povo, alguns dizem que, se infectamos os outros, somos nós os responsáveis da sua eventual morte. Os médicos também correm este risco, um risco que existe em toda a actividade humana. Devemos estar atentos a não colocar em perigo a vida e a saúde dos outros, mas este não é o valor supremo. Infelizmente esta situação fez-nos ver que há muitos sacerdotes e Bispos de boa qualidade a quem faltam as bases teológicas para reflectir sobre esta situação e oferecer um juízo coerente com o Evangelho e a doutrina da Igreja. Talvez também seja por isso que tantos Bispos tenham esnobado o pedido dos fiéis para a consagração ao Imaculado Coração de Maria. No caso italiano, este tornou-se acto de dedicação, e ao final foi realizado de forma negligente e fraudulenta. Há uma subvalorização do aspecto sobrenatural. Estamos imersos numa concepção naturalista que vem do Iluminismo. Não se pode explicar a Igreja, a Graça, os Sacramentos, na dimensão natural. O coração da nossa Religião Cristã é o Deus transcendente que se faz imanência na nossa vida, é Cristo verdadeiro homem e verdadeiro Deus pela Incarnação. Parece quase que nos resignámos a seguir um mundo que pensa só em termos naturais, e chamamos a isto realismo. É a ideologia do pragmatismo. Hoje, por exemplo, prevalece na Igreja a ideia de que necessitamos de Bispos que sejam só pastores, i.e., pragmáticos. Mas o Bispo é ministro da Palavra, deve reflectir sobra a Palavra. S. Paulo e S. Pedro não eram idiotas, os Padres da Igreja não foram só pragmáticos, reflectiram sobre a Fé Cristã e as suas implicações. Um bom Mestre da Fé deve ser capaz de explicar uma situação como a que atravessamos a partir da Fé, no seu sentido sobrenatural, não com o naturalismo. Mais uma vez se deve considerar juntamente as duas dimensões: não podemos reduzir a existência humana à mera natureza, e ao mesmo tempo também não podemos pensar – como sustentam os marxistas – que o Cristianismo tenha que ver só com o além. Em Jesus Cristo temos a unidade entre o além e a imanência da vida. Um bom cristão deve saber ser um óptimo médico e cientista, mas tal não contradiz a confiança em Deus. Há uma integração entre Fé e Razão, entre confiança em Deus e competência nas ciências naturais. Traduzido de LNBQ
- Cardeal Müller: Nenhum Bispo tem o direito de proibir as Missas públicas
“Este vírus representou uma tragédia para muita gente. Esta é exactamente a razão pela qual a Igreja tem o dever de propor uma visão do sofrimento e da existência humana, na perspectiva da vida eterna, à luz da Fé. A suspensão das Missas públicas é uma demissão desta missão, é a redução da Igreja à dependência do Estado. É inaceitável”. Em uma entrevista por telefone concedida para La Nuova Bussola Quotidiana, o Senhor Cardeal Gerhard L. Müller, ex-Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, é muito claro no seu juízo sobre o que acontece agora em Itália e muitos outros países. Eminência, para muitos fiéis o sofrimento da doença significou o sofrimento adicional da proibição de assistir à Missa e das exéquias, e, sobretudo, a sua justificação pela hierarquia eclesiástica. É muito grave, é o pensamento secularista que entrou na Igreja. Uma coisa é tomar precauções para minimizar o risco de contágio, outra é banir a liturgia. A Igreja não é um cliente do Estado, e nenhum Bispo tem o direito de banir a Eucaristia dessa forma. Mais ainda, vimos sacerdotes serem punidos pelos seus Bispos por celebrar Missa para grupo reduzido, o que significa que eles se concebem como funcionários do Estado. O nosso Supremo Pastor, porém, é Jesus Cristo, não Giuseppe Conte ou qualquer Chefe de Estado. O Estado tem a sua função, e assim também a Igreja. Parece que para muitos é difícil reconciliar o seu dever para com o Estado com a necessidade do culto público a Deus. Devemos rezar também publicamente porque sabemos que tudo depende de Deus. Deus é a causa universal, depois há a causa secundária que passa pela nossa liberdade. Nós, criaturas finitas, não sabemos quanto do que acontece depende da causalidade de Deus e quanto depende de nós mesmos: este é o propósito da oração. Temos de rezar a Deus para ultrapassar os desafios da nossa vida pessoal e social, mas sem esquecer a dimensão transcendental, aquela visão da vida eterna e íntima união com Deus e com Jesus Cristo, até no nosso sofrimento. Somos chamados a tomar aos ombros, todos os dias, a nossa cruz, mas, aos fiéis, deve ser também explicado o seu sofrimento com as categorias do Evangelho. Proibir a participação na liturgia vai na direcção oposta. Tomar certas medidas externas é tarefa do estado, a nós cumpre-nos defender a liberdade e a independência da Igreja; e a superioridade da Igreja na dimensão espiritual. Não somos uma agência subordinada ao Estado. Muitos, entre os quais sacerdotes e Bispos, apercebem-se de que há um elevado risco de perder o sentido da liturgia, dada a proliferação de Missas na televisão e Internet. Estas formas não podem ser consideradas como substituição da Missa. Evidentemente, se se está numa prisão ou campo de concentração, ou outras circunstâncias excepcionais, pode participar-se espiritualmente na Eucaristia, mas esta não é uma situação normal. Deus criou-nos corpo e alma. Deus acompanhou o Seu povo através da História, libertou-o da escravidão do Egipto realmente, que não virtualmente. Jesus, Filho de Deus, fez-Se carne, nós cremos na ressurreição da carne. É por isto que a presença física é absolutamente necessária para nós. Para nós, não para Deus. Deus não precisa dos Sacramentos, somos nós quem precisamos. Deus instituiu os Sacramentos para nós. O matrimónio não funciona só espiritualmente, é necessária a união do corpo e da alma. Não somos idealistas platónicos, não se pode seguir a Missa de casa, a não ser em circunstâncias particulares. Não, deve-se ir à Igreja, reunir-se com os outros, comunicar a Palavra de Deus. Até o vocabulário da Igreja indica esta necessidade: a “Sagrada Comunhão”, comunhão é reunir-se; a Igreja é o Povo de Deus convocado, junto. Diz o salmo: “Como é bom e agradável que os irmãos vivam juntos”. Há teólogos e Bispos para quem a Eucaristia é sobrevalorizada e não é necessária a Missa Dominical. Até há um Bispo como Victor Fernandez, que diz orgulhosamente ser um ghost writer do Papa Francisco, que defende que o dever de ir à Missa ao Domingo é um preceito introduzido pela Igreja. É mais um exemplo de desastrosa formação teológica. O terceiro mandamento funda-se no direito divino: obriga os Judeus a santificar o Dia do Senhor. Para nós Cristãos, é o Dia da Ressureição. É também o mandamento de Jesus: “Fazei isto em memória de mim”. E S. Paulo diz “Todas vezes, pois, que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciareis a morte do Senhor” (1 Cor 11:26). Esta é a representação real e sacramental da morte salvífica de Jesus e da Sua ressurreição. Na Missa participamos no Mistério Pascal. O Concílio Vaticano II deixou-o claro na Sacrosanctum Concilium e Lumen Gentium (Nr. 11). E ainda assim há Bispos que dizem que alguns fiéis estão demasiado fixados na Eucaristia. É absurdo. A Eucaristia é a única verdadeira adoração de Deus por meio de Jesus Cristo. Não é só uma entre as tantas formas litúrgicas, mas antes todas as formas litúrgicas têm a sua razão de ser na Eucaristia. Tudo recebe força e consistência da Eucaristia. Vossa Eminência também vê a manifestação de um claro ataque à Eucaristia, coração da Igreja? Sim. Basta a pensar naqueles que antes e durante o Sínodo da Amazónia afirmavam veementemente que os povos indígenas tinham absoluta necessidade da Eucaristia e por isso era necessário ordenar sacerdotes entre os homens casados. Agora as mesmas pessoas, sem pudor, defendem o exacto oposto: que não temos necessidade da Eucaristia. Pensam como os protestantes, ignorando que, desde o princípio da Reforma Protestante, é precisamente a Eucaristia o ponto central da controvérsia. E agora temos Bispos que se dizem Católicos que não compreendem o valor central da Eucaristia. É um verdadeiro escândalo: são estes os verdadeiros rígidos, os verdadeiros clericais, não aqueles que levam a sério a palavra de Jesus e a doutrina da Igreja. É uma verdadeira perversão do pensamento. Mas este Catolicismo “moderno” é uma ideologia autodestrutiva. Há necessidade, sobretudo em Itália, de Bispos da estatura de S. Carlos Borromeo, e quem está na Cúria deveria ter como exemplo o Cardeal Roberto Bellarmino. Nestes meses, ouvimos os vértices da Hierarquia da Igreja afirmar frequentemente que o primeiro dever é salvaguardar a saúde. É uma Igreja burguesa, secularizada, não uma Igreja que vive da Palavra de Jesus Cristo. Jesus disse “procurai primeiro o Reino de Deus”. De que vale a vida, todos os bens deste mundo, incluindo a saúde, se depois de perde a própria alma? Esta crise mostrou-nos que tantos dos nossos pastores pensam como o mundo, concebem-se mais como funcionários de um sistema religioso social que como pastores de uma Igreja que é comunhão íntima com Deus e com os Homens. Devemos sempre conjugar Fé e Razão. Obviamente que não somos fideístas, não somos como aquelas seitas cristãs que dizem que não temos necessidade da medicina, que confiamos só em Deus. De facto, confiar-se a Deus não contradiz a valorização de todas as possibilidades oferecidas pela medicina moderna. Mas a medicina moderna não substituiu a oração: são duas dimensões que não devem ser separadas nem sequer sobrepostas. Para justificar a suspensão das Missas com povo, alguns dizem que, se infectamos os outros, somos nós os responsáveis da sua eventual morte. Os médicos também correm este risco, um risco que existe em toda a actividade humana. Devemos estar atentos a não colocar em perigo a vida e a saúde dos outros, mas este não é o valor supremo. Infelizmente esta situação fez-nos ver que há muitos sacerdotes e Bispos de boa qualidade a quem faltam as bases teológicas para reflectir sobre esta situação e oferecer um juízo coerente com o Evangelho e a doutrina da Igreja. Talvez também seja por isso que tantos Bispos tenham esnobado o pedido dos fiéis para a consagração ao Imaculado Coração de Maria. No caso italiano, este tornou-se acto de dedicação, e ao final foi realizado de forma negligente e fraudulenta. Há uma subvalorização do aspecto sobrenatural. Estamos imersos numa concepção naturalista que vem do Iluminismo. Não se pode explicar a Igreja, a Graça, os Sacramentos, na dimensão natural. O coração da nossa Religião Cristã é o Deus transcendente que se faz imanência na nossa vida, é Cristo verdadeiro homem e verdadeiro Deus pela Incarnação. Parece quase que nos resignámos a seguir um mundo que pensa só em termos naturais, e chamamos a isto realismo. É a ideologia do pragmatismo. Hoje, por exemplo, prevalece na Igreja a ideia de que necessitamos de Bispos que sejam só pastores, i.e., pragmáticos. Mas o Bispo é ministro da Palavra, deve reflectir sobra a Palavra. S. Paulo e S. Pedro não eram idiotas, os Padres da Igreja não foram só pragmáticos, reflectiram sobre a Fé Cristã e as suas implicações. Um bom Mestre da Fé deve ser capaz de explicar uma situação como a que atravessamos a partir da Fé, no seu sentido sobrenatural, não com o naturalismo. Mais uma vez se deve considerar juntamente as duas dimensões: não podemos reduzir a existência humana à mera natureza, e ao mesmo tempo também não podemos pensar – como sustentam os marxistas – que o Cristianismo tenha que ver só com o além. Em Jesus Cristo temos a unidade entre o além e a imanência da vida. Um bom cristão deve saber ser um óptimo médico e cientista, mas tal não contradiz a confiança em Deus. Há uma integração entre Fé e Razão, entre confiança em Deus e competência nas ciências naturais. Traduzido de LNBQ
- COMO SERÁ O MUNDO DEPOIS DO VÍRUS CHINÊS? – Responde o escritor francês Michel Houellebecq
Não acredito um pingo em declarações do tipo “nada no mundo será como antes”. Pelo contrário, tudo permanecerá exatamente o mesmo (…) A principal consequência do coronavírus será a de acelerar certas alterações já em andamento. Desde alguns anos, o conjunto dos desenvolvimentos tecnológicos, desde os menos importantes (vídeo sob demanda, pagamento virtual) aos mais importantes (teletrabalho, compras na Internet, redes sociais) teve como grande resultado (objetivo principal?) a diminuição dos contatos materiais e, acima de tudo, humanos. A epidemia de coronavírus oferece uma magnífica razão de ser para essa tendência de fundo: uma certa obsolescência que parece ter afetado as relações humanas. Isto me faz pensar numa comparação brilhante que encontrei, em texto contra a procriação assistida por médicos, escrito por um grupo de ativistas denominado “os chimpanzés do futuro”, que descobri na Internet (nunca disse que a Internet só trouxesse coisas inconvenientes). Cito-a: “Em breve, fazer bebês com uma mulher, de graça e deixando espaço para o acaso, parecerá tão incongruente quanto tomar um táxi sem uma conta na internet”. Compartilhamento de carros, compartilhamento de casas… Temos, afinal, as utopias que merecemos, mas deixemos isso de lado. Seria igualmente falso dizer que [nesta pandemia] redescobrimos o trágico, a morte, a finitude etc. A tendência, há mais de meio século, bem descrita por Philippe Airès, é dissimular a morte, na medida do possível; e eis que a morte nunca foi tão discreta quanto nestas semanas. As pessoas morrem na solidão, em quartos de hospitais ou casas de repouso, sendo imediatamente enterradas (ou incineradas, pois a cremação parece mais dentro do espírito da época), sem que se avise ninguém, em segredo. Morte sem nenhum testemunho: suas vítimas são reduzidas a um número nas estatísticas de falecimentos diários, e a angústia que se espalha pela população, à medida que cresce o total de mortos, tem qualquer coisa de estranhamente abstrato. Um outro número ganhou muita importância nas últimas semanas: a da idade dos doentes. Até que idade eles devem ser reanimados e cuidados? 70, 75, 80 anos? Depende, aparentemente, da região do mundo em que vivemos; mas, de qualquer forma, nunca antes expressamos com um descaramento tão tranquilo o fato de que a vida das pessoas não tem o mesmo valor; que, a partir de uma certa idade (70, 75, 80 anos?), é mais ou menos como se você já estivesse morto. Todas essas tendências, como disse, já existiam antes do coronavírus; elas apenas se manifestaram de um modo mais evidente. Após o confinamento, não vamos acordar num mundo novo: será o mesmo, mas um pouco pior. https://radiomaria.it/coronavirus-houellebecq-cari-amici-il-mondo-sara-uguale-solo-un-po-peggiore/
- O FILÓSOFO GUSTAVE THIBON PARECE TER PROFETIZADO, EM 1973, A ATUAL PESTE DO VIRUS CHINÊS
Gustave Thibon, o filósofo camponês, nasceu (em 1901) e morreu (em 2001) na mesma cidade, a minúscula Saint-Marcel-d’Ardèche. Viveu sempre na província, à margem da vida universitária. Isto não o impediu, porém, de compreender como poucos os graves problemas de sua (e ainda nossa) época. Num livro seu de 1973, L’homme devant la nature, o filósofo francês parece ter profetizado o que estamos vivendo agora, às turras com esse maldito vírus chinês. Thibon conhecia bem a fragilidade e suscetibilidades do homem atual — esse homem mimado contemporâneo que Ortega y Gasset tão bem desmascarou em A rebelião das massas —, capaz de estremecer diante dos “menores equívocos da ciência ou ao surgimento da mais branda epidemia (uma vaga gripe que chega das profundezas da Ásia e, em última análise, apenas mataria pessoas já perto de morrer, ou porque já são muito velhos ou bastante frágeis para suportá-la).” O filósofo nos convida a imaginar em que estado de terrível pânico não mergulharia o homem moderno, “se houvesse uma epidemia, como por exemplo a peste negra da Idade Média, que fez 35 milhões de vítimas, aproximadamente um terço da população.” Ele acreditava que nossos contemporâneos não resistiriam: os que porventura escapassem da praga, morreriam de pânico!
- Jornalista Católico é condenado a pagar 20 mil a Leonardo Boff
A 1° Turma Recursal do TJ manteve a decisão que condena o youtuber católico Bernardo Küster a indenizar em R$ 20 mil e dar direito de resposta ao teólogo da libertação Leonardo Boff, representado pelo advogado João Tancredo. Küster foi processado por insinuar que Boff teria “desviado recursos públicos no valor de R$ 13 milhões”. Na sentença, o juiz Marcelo da Costa afirma que réu, ao ser questionado, afirmou: “Eu não tenho prova nenhuma”. O juiz também destacou “a incitação ao ódio”. Com informações de O Globo Recurso Ao comentar a condenação, Bernardo alegou cerceamento de defesa, uma vez que os juizes não respeitaram a suspensão de prazos imposta pelo CNJ, na resolução 133 e o condenou sem ouvir seu advogado. Com base nisso ele informa que tomará todas as medidas cabíveis inclusive perante o CNJ contra os julgadores, e se preciso for recorrerá até a ultima instância, levando ao STF. Veja detalhes de seu comentário: No dia 07/04 fui intimado para me manifestar sobre interesse na designação de sustentação oral. Contudo o prazo estava suspenso por força da Resolução 133 do CNJ. Além disso, eu já havia manifestado expressamente no Recurso Inominado o interesse em realizar sustentação oral. O Colégio Recursal simplesmente ignorou tudo isso, tanto a Resolução do CNJ quanto ao pedido anterior que eu havia feito e resolveram, em meio a pandemia, julgar o caso. Trata-se de nítido cerceamento de defesa, além de, no mínimo demonstrar que o Colégio Recursal simplesmente não leu o nosso recurso. Se tivesse lido, certamente teria verificado que, desde a interposição, havia sido requerido EXPRESSAMENTE o interesse na sustentação oral. Não há nem palavras para expressar tamanha bizarrice e violação aos direitos de ampla defesa e contraditório. Um recurso será interposto por Embargos Declaratórios, e tem por objetivo esclarecer vpicios como a obscuridade de omissão haja vista que o pedido não foi apreciado, e mesmo assim sobreveio julgamento. Assista ao vídeo:
- Jornalista Católico é condenado a pagar 20 mil a Leonardo Boff
A 1° Turma Recursal do TJ manteve a decisão que condena o youtuber católico Bernardo Küster a indenizar em R$ 20 mil e dar direito de resposta ao teólogo da libertação Leonardo Boff, representado pelo advogado João Tancredo. Küster foi processado por insinuar que Boff teria “desviado recursos públicos no valor de R$ 13 milhões”. Na sentença, o juiz Marcelo da Costa afirma que réu, ao ser questionado, afirmou: “Eu não tenho prova nenhuma”. O juiz também destacou “a incitação ao ódio”. Com informações de O Globo Recurso Ao comentar a condenação, Bernardo alegou cerceamento de defesa, uma vez que os juizes não respeitaram a suspensão de prazos imposta pelo CNJ, na resolução 133 e o condenou sem ouvir seu advogado. Com base nisso ele informa que tomará todas as medidas cabíveis inclusive perante o CNJ contra os julgadores, e se preciso for recorrerá até a ultima instância, levando ao STF. Veja detalhes de seu comentário: No dia 07/04 fui intimado para me manifestar sobre interesse na designação de sustentação oral. Contudo o prazo estava suspenso por força da Resolução 133 do CNJ. Além disso, eu já havia manifestado expressamente no Recurso Inominado o interesse em realizar sustentação oral. O Colégio Recursal simplesmente ignorou tudo isso, tanto a Resolução do CNJ quanto ao pedido anterior que eu havia feito e resolveram, em meio a pandemia, julgar o caso. Trata-se de nítido cerceamento de defesa, além de, no mínimo demonstrar que o Colégio Recursal simplesmente não leu o nosso recurso. Se tivesse lido, certamente teria verificado que, desde a interposição, havia sido requerido EXPRESSAMENTE o interesse na sustentação oral. Não há nem palavras para expressar tamanha bizarrice e violação aos direitos de ampla defesa e contraditório. Um recurso será interposto por Embargos Declaratórios, e tem por objetivo esclarecer vpicios como a obscuridade de omissão haja vista que o pedido não foi apreciado, e mesmo assim sobreveio julgamento. Assista ao vídeo:
- Dom Schneider: “Os governos usam a pandemia para perseguir a Igreja”
Em entrevista ao co-fundador da LifeSiteNews, John-Henry Westen, o bispo cazaque Athanasius Schneider diz que “governos de todo o mundo estão usando o COVID-19 como pretexto para” perseguir implicitamente “os cristãos, forçando as igrejas a fecharem”. “Os bispos e as conferências episcopais – e até a Santa Sé – devem insistir para que os governos concedam às igrejas pelo menos os mesmos direitos … que concedem às lojas onde as pessoas podem comprar comida”, diz Schneider, que por outro lado Ele acredita que a pandemia é um castigo de Deus destinado a “acordar” o mundo e a igreja para fazer penitência por crimes dentro e fora da Igreja. “Se o governo nega à Igreja os mesmos direitos que eles concedem a uma loja, está discriminando a religião”. O bispo auxiliar de Astana, um reconhecido crítico da ‘renovação’ eclesial, também falou sobre os esforços de muitos padres, nem sempre com o apoio de seus bispos, para administrar os sacramentos sem colocar em risco a saúde de ninguém. Os bispos, acrescentou Schneider, “devem estar felizes” por os padres estarem usando seu “zelo criativo pelos fiéis” para garantir que recebam os sacramentos, disse ele. Os bispos que não insistem que as igrejas devem permanecer abertas estão cometendo uma “omissão séria”. Nesse sentido, Schneider lembra o exemplo da ação de São Carlos Borromeu, arcebispo de Milão, quando a praga atingiu a cidade e “ordenou aos padres que celebram a Santa Missa em praças públicas, lugares públicos nas ruas – nos cantos das ruas – multiplicar as massas para que as pessoas pudessem assistir de suas janelas ”. O bispo conclui sugerindo que “pode ser que estamos passando por um período de catacumbas – uma espécie de igreja subterrânea. Mas não precisamos ter medo. Temos que ser corajosos, porque a igreja tem muita experiência em ser uma igreja de catacumba, uma igreja subterrânea. E naqueles tempos de catacumbas, Deus deu muitos frutos espirituais para a renovação da Igreja. “ Assista este vídeo no qual ele responde: É razoável fechar todas as Igrejas? #Coronavírus
- Dom Schneider: “Os governos usam a pandemia para perseguir a Igreja”
Em entrevista ao co-fundador da LifeSiteNews, John-Henry Westen, o bispo cazaque Athanasius Schneider diz que “governos de todo o mundo estão usando o COVID-19 como pretexto para” perseguir implicitamente “os cristãos, forçando as igrejas a fecharem”. “Os bispos e as conferências episcopais – e até a Santa Sé – devem insistir para que os governos concedam às igrejas pelo menos os mesmos direitos … que concedem às lojas onde as pessoas podem comprar comida”, diz Schneider, que por outro lado Ele acredita que a pandemia é um castigo de Deus destinado a “acordar” o mundo e a igreja para fazer penitência por crimes dentro e fora da Igreja. “Se o governo nega à Igreja os mesmos direitos que eles concedem a uma loja, está discriminando a religião”. O bispo auxiliar de Astana, um reconhecido crítico da ‘renovação’ eclesial, também falou sobre os esforços de muitos padres, nem sempre com o apoio de seus bispos, para administrar os sacramentos sem colocar em risco a saúde de ninguém. Os bispos, acrescentou Schneider, “devem estar felizes” por os padres estarem usando seu “zelo criativo pelos fiéis” para garantir que recebam os sacramentos, disse ele. Os bispos que não insistem que as igrejas devem permanecer abertas estão cometendo uma “omissão séria”. Nesse sentido, Schneider lembra o exemplo da ação de São Carlos Borromeu, arcebispo de Milão, quando a praga atingiu a cidade e “ordenou aos padres que celebram a Santa Missa em praças públicas, lugares públicos nas ruas – nos cantos das ruas – multiplicar as massas para que as pessoas pudessem assistir de suas janelas ”. O bispo conclui sugerindo que “pode ser que estamos passando por um período de catacumbas – uma espécie de igreja subterrânea. Mas não precisamos ter medo. Temos que ser corajosos, porque a igreja tem muita experiência em ser uma igreja de catacumba, uma igreja subterrânea. E naqueles tempos de catacumbas, Deus deu muitos frutos espirituais para a renovação da Igreja. “ Assista este vídeo no qual ele responde: É razoável fechar todas as Igrejas? #Coronavírus
- POETA UMBERTO SABA, JUDEU CONVERTIDO AO CATOLICISMO
[Umberto Saba, 1883-1956, é um dos grandes poetas italianos do século XX, ao lado de Ungaretti, Montale, Quasimodo. Converteu-se ao catolicismo nos últimos anos de vida, junto com a esposa doente.] POEMA AO MENINO JESUS Caiu a noite E brilha o cometa Que indicou o caminho. Estou diante de Ti, Santo Menino! Tu, Rei do universo, Ensinaste-nos Que todas as criaturas são iguais: O que as distingue é apenas a bondade, Tesouro imenso, Concedido ao pobre como ao rico. Jesus, faz que eu seja bom E em minha alma só haja doçura. Faz que o teu dom Cresça em mim a cada dia E eu possa difundi-lo à minha volta Em Teu nome. * A GESÙ BAMBINO La notte è scesa e brilla la cometa che ha segnato il cammino. Sono davanti a Te, Santo Bambino! Tu, Re dell’universo, ci hai insegnato che tutte le creature sono uguali, che le distingue solo la bontà, tesoro immenso, dato al povero e al ricco. Gesù, fa’ ch’io sia buono, che in cuore non abbia che dolcezza. Fa’ che il tuo dono s’accresca in me ogni giorno e intorno lo diffonda, nel Tuo nome.
- O que significa Imaculada Conceição?
Que significa Imaculada Conceição? Imaculada Conceição significa que a Virgem Maria, por motivo dos merecimentos redentores d’Aquele que haveria de tornar-se seu Filho, foi redimida de um modo sublime e excepcional, sendo concebida sem a herança do pecado original. A definição do Dogma da Imaculada “A Beatíssima Virgem Maria, no primeiro instante do seu concebimento, por singular graça e privilégio de Deus onipotente, em previsão dos méritos de Jesus Cristo, Salvador do gênero humano, foi preservada imune de toda mancha de pecado original” (Dz 1641, Bula “Ineffabilis Deus” de Pio IX – 08-XII-1854). Para entender o dogma da Imaculada, é útil recordar: – os nossos primeiros pais, Adão e Eva, foram criados em estado de graça (justiça original), isto é, “participantes da natureza divina” (2Pd 1, 4); – por causa de seu pecado, perderam, para si e para todos os seus descendentes, a graça divina e os dons preternaturais (cf. pág. 4). – o pecado de Adão e Eva se chama original, porque foi cometido na origem da humanidade e porque foi a origem de todos os outros pecados; – a essência do pecado original consiste na privação da graça santificante; esta ausência de graça se transmite a todos os seres humanos pela geração, isto é, todos os homens são concebidos sem a graça. “Por obra do Espírito Santo, na ordem da graça, ou seja, da participação da natureza divina, Maria recebe a vida d’Aquele, ao qual ela própria, na ordem da geração terrena, deu a vida como mãe. A Liturgia não hesita em chamá-la “genetriz do seu Genitor”, e em saudá-la com as palavras que Dante Alighieri põe na boca de São Bernardo: “filha do teu Filho” (Rm, 10). “Alegra-te, cheia de graça!” (Lc 1, 28) BREVE HISTÓRIA DO DOGMA DA IMACULADA CONCEIÇÃO Século IX-VIII – Profecia de Gn 3,15. ± ano 20 a.C. – Concepção Imaculada de Maria – coincide com início de reforma do Templo. ± ano 7 a.C. – Em Nazaré, o Anjo Gabriel chama a adolescente Maria de “cheia de graça”. ± ano 95 d.C. – S. João vê a “Mulher vestida de sol”. Séc. II d.C. – Cresce a consciência da santidade de Maria (S. Justino, S. Irineu; Melitão de Sardes). O Apócrifo “Protoevangelho de Tiago” narra seu nascimento milagroso. Sec. III d.C. – Hipólito de Roma chama de “madeira incorruptível” a “Virgem” e o “Espírito Santo”. Orígenes é o primeiro a chamar Maria de “Toda Santa” (panagía). Sec. IV d.C. – Metódio de Olímpia fala de Maria como “cheia de graça”, “imaculada”. S. Efrém é ainda mais incisivo: “…em ti, Senhor, não há mancha nem há em tua mãe mancha alguma” (Carmina nisibena 27,8). S. Gregório Nazianzeno começa a refletir sobre a necessidade de uma purificação com antecedência (prokatharazeisa) em Maria por obra do Espírito, em virtude de sua missão (Or. 38,12; cf. também S. Hilário de Poitiers; S. Cirilo de Jerusalém; S. Ambrósio). – Os símbolos da fé que começam a surgir falam de Maria como “santa” (Símbolo maior da igreja armena; Ancoratus; “Constituições dos Apóstolos”). No Concílio de Éfeso (431) se lê “santa Mãe de Deus”. Séc. V d.C. – Autores cristãos começam claramente a falar da ausência de todo contágio de pecado/mal em Maria (Prudêncio; “Teodoreto de Ancira”; Proclo; Hesíquo de Jerusalém; S. Máximo de Turim). O hinoAkathisto, talvez desta época, exclama: “Ó Imaculada”; “Ave coluna de sacra pureza”. Teólogos como S. Agostinho (ano 429) afirma a santidade de Maria (no “De natura et gratia”, n. 42 contra Pelágio, embora depois oscile – contra Juliano de Eclano). Séc. VI d.C. – Pela primeira vez o mistério da “Imaculada Conceição” é expresso de modo inequívoco –Teotecno, Bispo de Livias, fala de Maria “feita de barro puro e imaculado” (Laus in Assumpt. B. M. Virginis). Séc. VII d.C. – Os cristãos não hesitarão em chamar Maria de “imaculada” com mais freqüência – S. Sofrônio, patriarca de Jerusalém (+637), exclamava: “Ó Imaculada”; S. Germano de Constantinopla a chama de “imaculadíssima”. O Papa Honório I (+638) fala da “santa e imaculada Virgem Mãe de Deus” (Epistola ad Sergium; cf. Sínodo Lateranense, 649, cân. III: “santa… Imaculada”). – A partir deste período, no Oriente, começa-se a celebrar a festa da Conceição de Maria. No Ocidente, a partir do IX século. Séc. VIII d.C. – No fim da era patrística, S. João Damasceno, que sintetiza todo este período, confirma: “foste conservada sem mancha, como esposa de Deus, para que por tua natureza fosses a Mãe de Deus” (Hom. in Nativ. B. V. Mariae, 7); “Nesse paraíso não teve entrada a serpente” (In Dorm. II,2.3). Séc. IX d.C. – As dificuldades teológicas a respeito do mistério da Imaculada Conceição começam a se dissipar; Pascásio Radberto afirma com clareza que Maria foi “isenta de todo pecado original”. Séc. X d.C. – A Festa da Imaculada é estendida a todo o oriente, graças ao Imperador Leão VI o Filósofo Séc. XI d.C. – S. Anselmo de Aosta lembra que Maria também participa da redenção universal de Cristo, e, deste modo, o dogma da Imaculada Conceição não contradiz o ensinamento bíblico. Séculos depois S. Francisco de Sales o repetiria. 1128 – Eadmer, Monge de Canterbery, escreve o primeiro tratado sobre a Conceição de Maria. S. Boaventura afirma que o mal nunca tocou em Maria. 1308 – O Bem-aventurado Duns Scoto finalmente dirime todas as dúvidas teológicas sobre o mistério da Imaculada Conceição – pelos merecimentos de Cristo, sua Mãe foi preservada do pecado original. 1320 – S. Isabel, Rainha de Portugal, constrói a primeira capela em honra da Imaculada por lá. Séc. XV – S. Bernardino de Sena e S. Lourenço Justiniano defendem a relação entre Ct 4,7 e Maria. 1435 – Durante o concílio de Basiléia, o cônego João de Romiroy sublinha o valor da fé popular na Imaculada Conceição de Maria 1477 – O Papa Sixto IV concede a 1ª aprovação a um ofício e uma missa da imaculada; entre os franciscanos já era celebrada desde 1268; em 1708 a festa seria estendida à igreja inteira, fixando a sua celebração no dia8 dezembro. 1546 – O Concílio de Trento não inclui Maria ao falar sobre o pecado original. 12/09/1617 – O Papa Paulo V decretou que, no futuro, ninguém poderia assumir uma postura contrária à opinião imaculista; S. Roberto Belarmino havia lhe implorado que proclamasse uma definição dogmática; a universidade de Granada faz-lhe o “voto de sangue”, seguida pela de Coimbra. 8/12/1661 – Na Bula “Sollicitudo”, o Papa Alexandre VI reconhece a doutrina da Imaculada como “pietas sentientium”. 1670 – O Padre Estanislau Papcyznski, futuro Fundador dos Padres Marianos, faz o seu voto em defesa da Imaculada; 3 anos depois (1673) fundaria a 1ª ordem masculina a este mistério dedicada. 1751 – Morre S. Leonardo de Porto Maurício, tido na época como o último grande defensor da Imaculada, junto com S. Afonso de Ligório, Doutor da Igreja. 1764 – A novena à Imaculada Conceição é indulgenciada pelo Papa Clemente XIII. 1806 – Pela 1ª vez a expressão “immaculata” unida à “et Te in conceptione” aparece num texto litúrgico oficial, aprovado pelo Papa Pio VII. 27/11/1830 – Maria se manifesta a Santa Catarina Labouré e manda cunhar Medalha Milagrosa, com a inscrição: “Ó Maria concebida sem pecado…” 1846 – A Imaculada Conceição se torna padroeira dos EUA, o que o Beato Pio IX confirmou (1847). 1848 – Uma comissão de teólogos e os cardeais dão o seu voto a favor de uma definição papal sobre a Imaculada Conceição de Maria; em carta enviada no ano seguinte (1849), 90,54% de todos os bispos do mundo é também favorável. 1852-1854 – O futuro texto da Bula definitória do Dogma da Imaculada Conceição passa por 8 redações. 8/12/1854 – O Beato Papa Pio IX declara solenemente a Imaculada Conceição como dogma de fé (Constituição Apostólica “Ineffabilis Deus”). 25/03/1858 – Em Lourdes, na 16ª aparição, a Mãe de Jesus aparece a S. Bernadete Soubirous como que confirmando o Sucessor de Pedro, ao dizer: “Eu sou a Imaculada Conceição” (no dialeto local: “Que soy era immaculada Conceptiou”). Pe. Jonas Eduardo – Londrina, Pentecostes 2013 #CatecismoEssencial #Catequese #Dogmas #ImaculadaConceição
- O que significa Imaculada Conceição?
Que significa Imaculada Conceição? Imaculada Conceição significa que a Virgem Maria, por motivo dos merecimentos redentores d’Aquele que haveria de tornar-se seu Filho, foi redimida de um modo sublime e excepcional, sendo concebida sem a herança do pecado original. A definição do Dogma da Imaculada “A Beatíssima Virgem Maria, no primeiro instante do seu concebimento, por singular graça e privilégio de Deus onipotente, em previsão dos méritos de Jesus Cristo, Salvador do gênero humano, foi preservada imune de toda mancha de pecado original” (Dz 1641, Bula “Ineffabilis Deus” de Pio IX – 08-XII-1854). Para entender o dogma da Imaculada, é útil recordar: – os nossos primeiros pais, Adão e Eva, foram criados em estado de graça (justiça original), isto é, “participantes da natureza divina” (2Pd 1, 4); – por causa de seu pecado, perderam, para si e para todos os seus descendentes, a graça divina e os dons preternaturais (cf. pág. 4). – o pecado de Adão e Eva se chama original, porque foi cometido na origem da humanidade e porque foi a origem de todos os outros pecados; – a essência do pecado original consiste na privação da graça santificante; esta ausência de graça se transmite a todos os seres humanos pela geração, isto é, todos os homens são concebidos sem a graça. “Por obra do Espírito Santo, na ordem da graça, ou seja, da participação da natureza divina, Maria recebe a vida d’Aquele, ao qual ela própria, na ordem da geração terrena, deu a vida como mãe. A Liturgia não hesita em chamá-la “genetriz do seu Genitor”, e em saudá-la com as palavras que Dante Alighieri põe na boca de São Bernardo: “filha do teu Filho” (Rm, 10). “Alegra-te, cheia de graça!” (Lc 1, 28) BREVE HISTÓRIA DO DOGMA DA IMACULADA CONCEIÇÃO Século IX-VIII – Profecia de Gn 3,15. ± ano 20 a.C. – Concepção Imaculada de Maria – coincide com início de reforma do Templo. ± ano 7 a.C. – Em Nazaré, o Anjo Gabriel chama a adolescente Maria de “cheia de graça”. ± ano 95 d.C. – S. João vê a “Mulher vestida de sol”. Séc. II d.C. – Cresce a consciência da santidade de Maria (S. Justino, S. Irineu; Melitão de Sardes). O Apócrifo “Protoevangelho de Tiago” narra seu nascimento milagroso. Sec. III d.C. – Hipólito de Roma chama de “madeira incorruptível” a “Virgem” e o “Espírito Santo”. Orígenes é o primeiro a chamar Maria de “Toda Santa” (panagía). Sec. IV d.C. – Metódio de Olímpia fala de Maria como “cheia de graça”, “imaculada”. S. Efrém é ainda mais incisivo: “…em ti, Senhor, não há mancha nem há em tua mãe mancha alguma” (Carmina nisibena 27,8). S. Gregório Nazianzeno começa a refletir sobre a necessidade de uma purificação com antecedência (prokatharazeisa) em Maria por obra do Espírito, em virtude de sua missão (Or. 38,12; cf. também S. Hilário de Poitiers; S. Cirilo de Jerusalém; S. Ambrósio). – Os símbolos da fé que começam a surgir falam de Maria como “santa” (Símbolo maior da igreja armena; Ancoratus; “Constituições dos Apóstolos”). No Concílio de Éfeso (431) se lê “santa Mãe de Deus”. Séc. V d.C. – Autores cristãos começam claramente a falar da ausência de todo contágio de pecado/mal em Maria (Prudêncio; “Teodoreto de Ancira”; Proclo; Hesíquo de Jerusalém; S. Máximo de Turim). O hinoAkathisto, talvez desta época, exclama: “Ó Imaculada”; “Ave coluna de sacra pureza”. Teólogos como S. Agostinho (ano 429) afirma a santidade de Maria (no “De natura et gratia”, n. 42 contra Pelágio, embora depois oscile – contra Juliano de Eclano). Séc. VI d.C. – Pela primeira vez o mistério da “Imaculada Conceição” é expresso de modo inequívoco –Teotecno, Bispo de Livias, fala de Maria “feita de barro puro e imaculado” (Laus in Assumpt. B. M. Virginis). Séc. VII d.C. – Os cristãos não hesitarão em chamar Maria de “imaculada” com mais freqüência – S. Sofrônio, patriarca de Jerusalém (+637), exclamava: “Ó Imaculada”; S. Germano de Constantinopla a chama de “imaculadíssima”. O Papa Honório I (+638) fala da “santa e imaculada Virgem Mãe de Deus” (Epistola ad Sergium; cf. Sínodo Lateranense, 649, cân. III: “santa… Imaculada”). – A partir deste período, no Oriente, começa-se a celebrar a festa da Conceição de Maria. No Ocidente, a partir do IX século. Séc. VIII d.C. – No fim da era patrística, S. João Damasceno, que sintetiza todo este período, confirma: “foste conservada sem mancha, como esposa de Deus, para que por tua natureza fosses a Mãe de Deus” (Hom. in Nativ. B. V. Mariae, 7); “Nesse paraíso não teve entrada a serpente” (In Dorm. II,2.3). Séc. IX d.C. – As dificuldades teológicas a respeito do mistério da Imaculada Conceição começam a se dissipar; Pascásio Radberto afirma com clareza que Maria foi “isenta de todo pecado original”. Séc. X d.C. – A Festa da Imaculada é estendida a todo o oriente, graças ao Imperador Leão VI o Filósofo Séc. XI d.C. – S. Anselmo de Aosta lembra que Maria também participa da redenção universal de Cristo, e, deste modo, o dogma da Imaculada Conceição não contradiz o ensinamento bíblico. Séculos depois S. Francisco de Sales o repetiria. 1128 – Eadmer, Monge de Canterbery, escreve o primeiro tratado sobre a Conceição de Maria. S. Boaventura afirma que o mal nunca tocou em Maria. 1308 – O Bem-aventurado Duns Scoto finalmente dirime todas as dúvidas teológicas sobre o mistério da Imaculada Conceição – pelos merecimentos de Cristo, sua Mãe foi preservada do pecado original. 1320 – S. Isabel, Rainha de Portugal, constrói a primeira capela em honra da Imaculada por lá. Séc. XV – S. Bernardino de Sena e S. Lourenço Justiniano defendem a relação entre Ct 4,7 e Maria. 1435 – Durante o concílio de Basiléia, o cônego João de Romiroy sublinha o valor da fé popular na Imaculada Conceição de Maria 1477 – O Papa Sixto IV concede a 1ª aprovação a um ofício e uma missa da imaculada; entre os franciscanos já era celebrada desde 1268; em 1708 a festa seria estendida à igreja inteira, fixando a sua celebração no dia8 dezembro. 1546 – O Concílio de Trento não inclui Maria ao falar sobre o pecado original. 12/09/1617 – O Papa Paulo V decretou que, no futuro, ninguém poderia assumir uma postura contrária à opinião imaculista; S. Roberto Belarmino havia lhe implorado que proclamasse uma definição dogmática; a universidade de Granada faz-lhe o “voto de sangue”, seguida pela de Coimbra. 8/12/1661 – Na Bula “Sollicitudo”, o Papa Alexandre VI reconhece a doutrina da Imaculada como “pietas sentientium”. 1670 – O Padre Estanislau Papcyznski, futuro Fundador dos Padres Marianos, faz o seu voto em defesa da Imaculada; 3 anos depois (1673) fundaria a 1ª ordem masculina a este mistério dedicada. 1751 – Morre S. Leonardo de Porto Maurício, tido na época como o último grande defensor da Imaculada, junto com S. Afonso de Ligório, Doutor da Igreja. 1764 – A novena à Imaculada Conceição é indulgenciada pelo Papa Clemente XIII. 1806 – Pela 1ª vez a expressão “immaculata” unida à “et Te in conceptione” aparece num texto litúrgico oficial, aprovado pelo Papa Pio VII. 27/11/1830 – Maria se manifesta a Santa Catarina Labouré e manda cunhar Medalha Milagrosa, com a inscrição: “Ó Maria concebida sem pecado…” 1846 – A Imaculada Conceição se torna padroeira dos EUA, o que o Beato Pio IX confirmou (1847). 1848 – Uma comissão de teólogos e os cardeais dão o seu voto a favor de uma definição papal sobre a Imaculada Conceição de Maria; em carta enviada no ano seguinte (1849), 90,54% de todos os bispos do mundo é também favorável. 1852-1854 – O futuro texto da Bula definitória do Dogma da Imaculada Conceição passa por 8 redações. 8/12/1854 – O Beato Papa Pio IX declara solenemente a Imaculada Conceição como dogma de fé (Constituição Apostólica “Ineffabilis Deus”). 25/03/1858 – Em Lourdes, na 16ª aparição, a Mãe de Jesus aparece a S. Bernadete Soubirous como que confirmando o Sucessor de Pedro, ao dizer: “Eu sou a Imaculada Conceição” (no dialeto local: “Que soy era immaculada Conceptiou”). Pe. Jonas Eduardo – Londrina, Pentecostes 2013 #CatecismoEssencial #Catequese #Dogmas #ImaculadaConceição
- O CORONAVÍRUS E A MUDANÇA NA TEOLOGIA NA CRIAÇÃO – Stefano Fontana
É surpreendente como um microrganismo, como o covid-19, pode até pôr à prova a visão cristã da criação, ou melhor, confrontar duas concepções teológicas da criação: a de sempre e a da nova teologia. Muitos observaram que a Igreja teve alguma dificuldade em ler o acontecimento da pandemia de uma maneira autenticamente teológica, no contexto da história da salvação e na ótica do salus animarum [salvação das almas]. Não faltaram orações de súplica ao Céu, pedidos devotos de intercessão mariana, porém mais como um pedido de ajuda na provação do que uma oportunidade de revisão de vida, pessoal ou comunitária. Em outras palavras, a epidemia foi considerada principalmente como um fato natural, e pediu-se ao Céu ajuda para lidar com o desconforto natural. A concepção tradicional de criação era mais ou menos assim: Deus criou as coisas do nada; portanto, Ele é a primeira Causa e o Fim último. Consequentemente, tudo é por Ele desejado e permitido visando um bem maior. O maior bem supremo é a salvação eterna das almas; portanto, tudo é misteriosamente ordenado para esse fim. Nenhum evento, desse modo, é apenas natural, precisamente porque a natureza não é uma entidade autônoma em relação a Deus; também os acontecimentos naturais também têm ligação, direta ou indiretamente, com a salvação. Eles devem, portanto, estar em relação com os pecados dos homens (tanto com a situação decaída após o pecado original, quanto com os pecados atuais). Não com pecados contra a natureza (os eco-pecados ou pecados ecológicos), mas os pecados contra Deus. Portanto, é lícito e, de fato, justo que a Igreja também leve a uma reflexão desse tipo e conecte os perigos que vêm da natureza ao desígnio providencial de Deus para a nossa salvação. Portanto, eles podem e devem ser interpretados como convites à conversão e purificação espiritual. A teologia contemporânea, no entanto, não aceita mais essa visão da criação. Seguindo a linha traçada pelo padre jesuíta Teilhard de Chardin, haveria um movimento de evolução do imperfeito ao mais perfeito, e Cristo é o Ponto Ômega dessa evolução. Para Santo Tomás, era certo que o mundo não fosse eterno, precisamente porque foi criado do nada, mesmo se o seu princípio não fosse demonstrável. Agora, ao contrário, o mundo é um processo sempre tendendo ao melhor, cujo cume é Cristo. Pode-se dizer — forçando um pouco a mão — que não é mais a criação a derivar de Deus, mas Deus que deriva da evolução do cosmos (enquanto um princípio fundamental da metafísica cristã era que o mais não proviesse do menos). Na nova visão, porém, o mais pode vir de menos, porque a matéria pode produzir a forma. A matéria, como afirmada por muitos — pense-se por exemplo em Ernst Bloch — não é apenas matéria, mas possui um dinamismo interno que permite gerar a forma. Segundo Teilhard, isso é evidente no homem: nele, a matéria produz o espírito. É o famoso processo de “hominização”. O homem é um produto da evolução, não foi criado diretamente por Deus através do seu Sopro de vida, mas foi criado indiretamente a partir do processo de criação-evolução. Até a alma pode ter essa origem, apesar de Pio XII em Humani generis ter confirmado a doutrina oposta. O mesmo deve ser dito — ainda com mais razão — para a criação segundo Karl Rahner. Pensar em Deus que cria a partir do nada, no sentido metafísico, significa para ele interpretar Deus conforme as categorias com as quais interpretamos as coisas deste mundo; é comparar Deus com o artesão que cria sua obra. Para usar suas palavras, seria pensar em sentido categorial e não transcendental. Deus opera apenas através de causas segundas e não por intervenção direta; portanto, cria por dentro da natureza e por dentro da história, de maneira evolutiva. Não temos um senso de dependência de Deus porque Deus nos criou, mas Deus nos criou porque amadurecemos evolucionisticamente um senso de dependência de Deus. Todas as categorias teológicas, incluída a criação, amadurecem histórica e evolutivamente. Mesmo Jesus Cristo não sabia que era Deus, mas foi gradualmente desenvolvendo essa convicção. Seguindo essa abordagem, torna-se impossível relacionar uma pandemia a Deus criador, nem ao menos pensar que Ele a tenha permitido; portanto, o seu significado, para nós, só pode ser natural. Supor que ela pudesse veicular uma mensagem sobrenatural, seria mais uma vez transferir ao plano divino as nossas categorias mentais adequadas a este mundo. A única leitura cristã que poderia ser feita, segundo essa nova teologia, diz respeito a um compromisso natural com uma coisa natural, porque Deus se manifesta evolucionisticamente na natureza e na história, precisamente em seu significado natural histórico. Uma visão transcendente, “do ponto de vista de Deus”, ligada ao propósito de salvar almas, seria inadequada e incompreensível para o homem contemporâneo, que a acusaria de mágica. https://lanuovabq.it/it/il-coronavirus-e-il-cambio-di-teologia-sulla-creazione
- Papa Bento XVI diz que aborto e casamento gay são obra do anticristo
Há um século seria considerado um absurdo falar sobre casamento homossexual. Hoje, quem se opõe a ele é excomungado da sociedade. Acontece a mesma coisa com o aborto e a criação da vida humana em laboratório. A sociedade moderna está formulando um “credo anti-cristão” e punem aqueles que resistem a ele com “excomunhão social”, Bento XVI disse em uma nova biografia, publicado na Alemanha em 4 de maio. Em uma ampla entrevista no final do livro de 1.184 páginas, escrita pelo autor alemão Peter Seewald, o papa emérito disse que a maior ameaça que a Igreja enfrenta era a “ditadura mundial de ideologias aparentemente humanistas”. Bento XVI, que renunciou ao papa em 2013, fez o comentário em resposta a uma pergunta sobre o que ele quis dizer em sua posse em 2005, quando pediu aos católicos que orassem por ele “para que eu não fugisse por medo dos lobos”. Ele disse a Seewald que não estava se referindo a assuntos internos da Igreja, como o escândalo “Vatileaks”, que levou à condenação de seu mordomo pessoal, Paolo Gabriele, por roubar documentos confidenciais do Vaticano. Em uma cópia avançada de “Benedikt XVI – Ein Leben”, o papa emérito disse: “É claro que questões como ‘Vatileaks’ são exasperantes e, acima de tudo, incompreensíveis e altamente perturbadoras para as pessoas em o mundo em geral. “ “Mas a ameaça real à Igreja e, portanto, ao ministério de São Pedro, consiste não nessas coisas, mas na ditadura mundial de ideologias aparentemente humanistas, e contradizê-las constitui exclusão do consenso social básico”. Ele continuou: “Cem anos atrás, todo mundo teria achado absurdo falar em casamento homossexual. Hoje, quem se opõe é excomungado socialmente. O mesmo se aplica ao aborto e à produção de seres humanos em laboratório. ” “A sociedade moderna está no processo de formular um ‘credo anticristão’ e resistir a ele é punível com excomunhão social. O medo desse poder espiritual do Anticristo é, portanto, natural demais, e realmente é preciso que as orações de toda uma diocese e da Igreja universal a resistam.” A biografia, publicada pela editora Droemer Knaur, com sede em Munique, está disponível apenas em alemão. Uma tradução em inglês, “Bento XVI, A Biografia: Volume Um”, será publicada nos EUA em 17 de novembro . Na entrevista, o ex-papa de 93 anos confirmou que havia escrito um testamento espiritual, que poderia ser publicado após sua morte, assim como o papa São João Paulo II. Bento disse que havia acelerado a causa de João Paulo II por causa do “desejo óbvio dos fiéis”, bem como do exemplo do papa polonês, com quem ele trabalhou em estreita colaboração por mais de duas décadas em Roma. Ele insistiu que sua demissão não tinha “absolutamente nada” a ver com o episódio envolvendo Paolo Gabriele, e explicou que sua visita de 2010 à tumba de Celestine V, o último papa a renunciar antes de Bento XVI, foi “bastante coincidência”. Ele também defendeu o título “emérito” para um papa aposentado. Bento XVI lamentou a reação a seus vários comentários públicos desde sua renúncia, citando críticas à sua homenagem lida no funeral do cardeal Joachim Meisner em 2017, no qual ele disse que Deus impediria o navio da Igreja de virar. Ele explicou que suas palavras foram “tiradas quase literalmente dos sermões de São Gregório Magno”. Seewald pediu ao papa emérito que comentasse a “dubia” apresentada por quatro cardeais, incluindo o cardeal Meisner, ao Papa Francisco em 2016, sobre a interpretação de sua exortação apostólica Amoris laetitia . Bento disse que não queria comentar diretamente, mas se referiu à sua última audiência geral, em 27 de fevereiro de 2013. Resumindo sua mensagem naquele dia, ele disse: “Na Igreja, entre todas as labutas da humanidade e o poder confuso do espírito maligno, sempre se pode discernir o poder sutil da bondade de Deus”. “Mas a escuridão dos sucessivos períodos históricos nunca permitirá a alegria inalterada de ser cristão … Há sempre momentos na Igreja e na vida de cada cristão em que se sente profundamente que o Senhor nos ama, e esse amor é alegria, é ‘felicidade’. ” Bento disse que valorizou a memória de seu primeiro encontro com o recém-eleito Papa Francisco em Castel Gandolfo e que sua amizade pessoal com seu sucessor continuou a crescer. O autor Peter Seewald conduziu quatro entrevistas com Bento XVI. O primeiro, “Sal da Terra”, foi publicado em 1997, quando o futuro papa era prefeito da Congregação do Vaticano para a Doutrina da Fé. Foi seguido por “Deus e o mundo” em 2002 e “Luz do mundo” em 2010. Em 2016, Seewald publicou “Last Testament”, no qual Bento XVI refletiu sobre sua decisão de deixar o cargo de papa. O editor Droemer Knaur disse que Seewald passou muitas horas conversando com Benedict pelo novo livro, além de conversar com seu irmão, Mons. Georg Ratzinger e seu secretário pessoal, arcebispo Georg Gänswein. Em uma entrevista ao Die Tagespost em 30 de abril , Seewald disse que havia mostrado ao papa emérito alguns capítulos do livro antes da publicação. Bento XVI, acrescentou, elogiou o capítulo da encíclica Mit brennender Sorge, de 1937, do papa Pio XI . Traduzido de CNA #BentoXVI #PapaBentoXVI
- Papa Bento XVI diz que aborto e casamento gay são obra do anticristo
Há um século seria considerado um absurdo falar sobre casamento homossexual. Hoje, quem se opõe a ele é excomungado da sociedade. Acontece a mesma coisa com o aborto e a criação da vida humana em laboratório. A sociedade moderna está formulando um “credo anti-cristão” e punem aqueles que resistem a ele com “excomunhão social”, Bento XVI disse em uma nova biografia, publicado na Alemanha em 4 de maio. Em uma ampla entrevista no final do livro de 1.184 páginas, escrita pelo autor alemão Peter Seewald, o papa emérito disse que a maior ameaça que a Igreja enfrenta era a “ditadura mundial de ideologias aparentemente humanistas”. Bento XVI, que renunciou ao papa em 2013, fez o comentário em resposta a uma pergunta sobre o que ele quis dizer em sua posse em 2005, quando pediu aos católicos que orassem por ele “para que eu não fugisse por medo dos lobos”. Ele disse a Seewald que não estava se referindo a assuntos internos da Igreja, como o escândalo “Vatileaks”, que levou à condenação de seu mordomo pessoal, Paolo Gabriele, por roubar documentos confidenciais do Vaticano. Em uma cópia avançada de “Benedikt XVI – Ein Leben”, o papa emérito disse: “É claro que questões como ‘Vatileaks’ são exasperantes e, acima de tudo, incompreensíveis e altamente perturbadoras para as pessoas em o mundo em geral. “ “Mas a ameaça real à Igreja e, portanto, ao ministério de São Pedro, consiste não nessas coisas, mas na ditadura mundial de ideologias aparentemente humanistas, e contradizê-las constitui exclusão do consenso social básico”. Ele continuou: “Cem anos atrás, todo mundo teria achado absurdo falar em casamento homossexual. Hoje, quem se opõe é excomungado socialmente. O mesmo se aplica ao aborto e à produção de seres humanos em laboratório. ” “A sociedade moderna está no processo de formular um ‘credo anticristão’ e resistir a ele é punível com excomunhão social. O medo desse poder espiritual do Anticristo é, portanto, natural demais, e realmente é preciso que as orações de toda uma diocese e da Igreja universal a resistam.” A biografia, publicada pela editora Droemer Knaur, com sede em Munique, está disponível apenas em alemão. Uma tradução em inglês, “Bento XVI, A Biografia: Volume Um”, será publicada nos EUA em 17 de novembro . Na entrevista, o ex-papa de 93 anos confirmou que havia escrito um testamento espiritual, que poderia ser publicado após sua morte, assim como o papa São João Paulo II. Bento disse que havia acelerado a causa de João Paulo II por causa do “desejo óbvio dos fiéis”, bem como do exemplo do papa polonês, com quem ele trabalhou em estreita colaboração por mais de duas décadas em Roma. Ele insistiu que sua demissão não tinha “absolutamente nada” a ver com o episódio envolvendo Paolo Gabriele, e explicou que sua visita de 2010 à tumba de Celestine V, o último papa a renunciar antes de Bento XVI, foi “bastante coincidência”. Ele também defendeu o título “emérito” para um papa aposentado. Bento XVI lamentou a reação a seus vários comentários públicos desde sua renúncia, citando críticas à sua homenagem lida no funeral do cardeal Joachim Meisner em 2017, no qual ele disse que Deus impediria o navio da Igreja de virar. Ele explicou que suas palavras foram “tiradas quase literalmente dos sermões de São Gregório Magno”. Seewald pediu ao papa emérito que comentasse a “dubia” apresentada por quatro cardeais, incluindo o cardeal Meisner, ao Papa Francisco em 2016, sobre a interpretação de sua exortação apostólica Amoris laetitia . Bento disse que não queria comentar diretamente, mas se referiu à sua última audiência geral, em 27 de fevereiro de 2013. Resumindo sua mensagem naquele dia, ele disse: “Na Igreja, entre todas as labutas da humanidade e o poder confuso do espírito maligno, sempre se pode discernir o poder sutil da bondade de Deus”. “Mas a escuridão dos sucessivos períodos históricos nunca permitirá a alegria inalterada de ser cristão … Há sempre momentos na Igreja e na vida de cada cristão em que se sente profundamente que o Senhor nos ama, e esse amor é alegria, é ‘felicidade’. ” Bento disse que valorizou a memória de seu primeiro encontro com o recém-eleito Papa Francisco em Castel Gandolfo e que sua amizade pessoal com seu sucessor continuou a crescer. O autor Peter Seewald conduziu quatro entrevistas com Bento XVI. O primeiro, “Sal da Terra”, foi publicado em 1997, quando o futuro papa era prefeito da Congregação do Vaticano para a Doutrina da Fé. Foi seguido por “Deus e o mundo” em 2002 e “Luz do mundo” em 2010. Em 2016, Seewald publicou “Last Testament”, no qual Bento XVI refletiu sobre sua decisão de deixar o cargo de papa. O editor Droemer Knaur disse que Seewald passou muitas horas conversando com Benedict pelo novo livro, além de conversar com seu irmão, Mons. Georg Ratzinger e seu secretário pessoal, arcebispo Georg Gänswein. Em uma entrevista ao Die Tagespost em 30 de abril , Seewald disse que havia mostrado ao papa emérito alguns capítulos do livro antes da publicação. Bento XVI, acrescentou, elogiou o capítulo da encíclica Mit brennender Sorge, de 1937, do papa Pio XI . Traduzido de CNA #BentoXVI #PapaBentoXVI
- Dom Schneider agradece a Bento XVI por dizer homossexualidade e aborto são inspirados pelo Anti-Cris
A promoção e justificação do aborto, da homossexualidade e da ideologia de gênero contêm ‘o espírito de uma revolta contra Deus e, nesse sentido, revela ter a característica do anticristo’. O bispo Athanasius Schneider, de Astana, no Cazaquistão, agradeceu ao Papa Bento XVI por suas palavras sobre a situação atual, na qual as pessoas estão sendo “excomungadas pela sociedade” quando se opõem ao aborto ou ao “casamento” homossexual. O papa Bento 16 acrescentou que são necessárias orações para “resistir” ao “medo desse poder espiritual do anticristo”. “A promoção e justificativa do aborto e da homossexualidade ou da ideologia de gênero”, comenta Schneider agora, “contêm em si o espírito de uma revolta contra Deus e, nesse sentido, revela ter a característica do anticristo”. Em comentários ao LifeSiteNews, o bispo Schneider explica ainda que vê na promoção dessa agenda pró-aborto e pró-homossexualidade “a operação de uma espécie de ‘governo mundial único’ escondido, que em seu programa ideológico é essencialmente ateísta anti- Cristão e até blasfêmia. O prelado vê nesta agenda moderna uma rejeição dupla: primeiro, a rejeição da “verdade de Cristo”, mas depois também uma rejeição da “ordem da criação” com relação ao casamento e à vida. “O assassinato de bebês inocentes no ventre de suas mães e a inversão da ordem criada pelos dois sexos biológicos e do casamento e da família”, continua Schneider, “são uma expressão da atitude do Anticristo. , uma atitude que é chamada na Bíblia também revolta e apostasia. ” O prelado acrescenta: “A atitude mais característica do anticristo é colocar-se no lugar de Deus”. O Papa Bento XVI havia respondido por escrito várias perguntas de seu biógrafo, Peter Seewald, que anexou essas “respostas finais” em um apêndice à sua nova biografia de mais de 1.000 páginas Bento XVI: a Life (em alemão publicado por Droemer Verlag ) Em uma dessas respostas, Bento XVI fala dos verdadeiros desafios à Igreja e ao papado hoje, e diz que eles não vêm principalmente de incidentes como o caso Vatileaks, mas sim da “ditadura mundial de aparentemente ideologias humanistas “. Aqui, ele menciona explicitamente o aborto, o “casamento” homossexual e a fertilização in vitro como elementos dessa nova ideologia. “Hoje, alguém está sendo excomungado pela sociedade se se opõe”, acrescenta o papa aposentado. “A sociedade moderna está no meio da formulação de um credo anticristão e, se alguém se opõe, está sendo punido pela sociedade com excomunhão”, continua ele. É aqui que Bento XVI coloca essa ideologia moderna no contexto do anticristo: “O medo desse poder espiritual do anticristo é então apenas mais do que natural, e realmente precisa da ajuda de orações por parte de um cristão. diocese inteira e da Igreja Universal para resistir a ela ”. Devemos lembrar aqui que a irmã Lúcia, uma das três videntes de Fátima, disse ao cardeal Carlo Caffarra nos anos 80 que a “batalha final entre o Senhor e o reino de Satanás será sobre casamento e família”. “Não tenha medo”, acrescentou, “porque quem trabalha pela santidade do casamento e da família sempre será combatido e se opõe de todas as formas, porque esta é a questão decisiva”. Ela então concluiu: “No entanto, Nossa Senhora já esmagou a cabeça dele”. Abaixo está a declaração completa do Bispo Athanasius Schneider sobre as palavras do Papa Emérito Bento XVI sobre a situação atual no mundo: Agradeço ao Papa Bento XVI por ter levantado esse importante tópico e concordo com as palavras dele sobre a nossa situação atual. A promoção e justificativa do aborto e da homossexualidade ou da ideologia de gênero contém em si o espírito de uma revolta contra Deus e, nesse sentido, revela ter a característica do anticristo. Os defensores do aborto e da homossexualidade dizem que a proibição de Deus de assassinar seres humanos inocentes, como no caso do aborto, está errada, é má. E também dizem que a criação dos dois sexos biológicos é má e que o contrário é bom, isto é, a abolição da distinção entre os sexos biológicos é boa. Assim, a ideologia do aborto e da homossexualidade revela ser uma revolta contra Deus e, portanto, ter as características do anticristo. A promoção sistemática do aborto e da homossexualidade ou da ideologia de gênero em escala mundial é uma indicação da operação de uma espécie de “Um Governo Mundial” oculto, que em seu programa ideológico é essencialmente ateísta anticristão e até blasfêmia, por causa de sua revolta contra a ordem criada de Deus. O anticristo não é apenas aquele que nega a ordem da salvação, ou seja, a verdade da Encarnação Divina, a verdade que Cristo, o Filho de Deus verdadeiramente encarnou, mas também quem nega a ordem da criação e, concretamente, a ordem dos dois sexos biológicos e da proibição absoluta de matar seres humanos inocentes. O assassinato de bebês inocentes no ventre de suas mães e a virada de cabeça para baixo na ordem criada pelos dois sexos biológicos e do casamento e da família são uma expressão da atitude do Anticristo, uma atitude que é chamada em a Bíblia também se revolta e apostasia, e o anticristo também é chamado homem da iniqüidade e filho da perdição, adversário e opositor de Deus e da ordem que Deus criou no nível da natureza e da redenção. A atitude mais característica do anticristo é colocar-se no lugar de Deus. Isso ocorre no caso do aborto, onde o homem está na prática se declarando como uma espécie de deus, declarando ter um direito ilimitado sobre a vida humana e sobre a ordem da sexualidade humana. Portanto, a prática e a ideologia do aborto e da homossexualidade têm verdadeiros sinais do espírito do anticristo. Traduzido de LifeSiteNews #BentoXVI #DomAthanasiusSchneider #PapaBentoXVI
- Dom Schneider agradece a Bento XVI por dizer homossexualidade e aborto são inspirados pelo Anti-Cris
A promoção e justificação do aborto, da homossexualidade e da ideologia de gênero contêm ‘o espírito de uma revolta contra Deus e, nesse sentido, revela ter a característica do anticristo’. O bispo Athanasius Schneider, de Astana, no Cazaquistão, agradeceu ao Papa Bento XVI por suas palavras sobre a situação atual, na qual as pessoas estão sendo “excomungadas pela sociedade” quando se opõem ao aborto ou ao “casamento” homossexual. O papa Bento 16 acrescentou que são necessárias orações para “resistir” ao “medo desse poder espiritual do anticristo”. “A promoção e justificativa do aborto e da homossexualidade ou da ideologia de gênero”, comenta Schneider agora, “contêm em si o espírito de uma revolta contra Deus e, nesse sentido, revela ter a característica do anticristo”. Em comentários ao LifeSiteNews, o bispo Schneider explica ainda que vê na promoção dessa agenda pró-aborto e pró-homossexualidade “a operação de uma espécie de ‘governo mundial único’ escondido, que em seu programa ideológico é essencialmente ateísta anti- Cristão e até blasfêmia. O prelado vê nesta agenda moderna uma rejeição dupla: primeiro, a rejeição da “verdade de Cristo”, mas depois também uma rejeição da “ordem da criação” com relação ao casamento e à vida. “O assassinato de bebês inocentes no ventre de suas mães e a inversão da ordem criada pelos dois sexos biológicos e do casamento e da família”, continua Schneider, “são uma expressão da atitude do Anticristo. , uma atitude que é chamada na Bíblia também revolta e apostasia. ” O prelado acrescenta: “A atitude mais característica do anticristo é colocar-se no lugar de Deus”. O Papa Bento XVI havia respondido por escrito várias perguntas de seu biógrafo, Peter Seewald, que anexou essas “respostas finais” em um apêndice à sua nova biografia de mais de 1.000 páginas Bento XVI: a Life (em alemão publicado por Droemer Verlag ) Em uma dessas respostas, Bento XVI fala dos verdadeiros desafios à Igreja e ao papado hoje, e diz que eles não vêm principalmente de incidentes como o caso Vatileaks, mas sim da “ditadura mundial de aparentemente ideologias humanistas “. Aqui, ele menciona explicitamente o aborto, o “casamento” homossexual e a fertilização in vitro como elementos dessa nova ideologia. “Hoje, alguém está sendo excomungado pela sociedade se se opõe”, acrescenta o papa aposentado. “A sociedade moderna está no meio da formulação de um credo anticristão e, se alguém se opõe, está sendo punido pela sociedade com excomunhão”, continua ele. É aqui que Bento XVI coloca essa ideologia moderna no contexto do anticristo: “O medo desse poder espiritual do anticristo é então apenas mais do que natural, e realmente precisa da ajuda de orações por parte de um cristão. diocese inteira e da Igreja Universal para resistir a ela ”. Devemos lembrar aqui que a irmã Lúcia, uma das três videntes de Fátima, disse ao cardeal Carlo Caffarra nos anos 80 que a “batalha final entre o Senhor e o reino de Satanás será sobre casamento e família”. “Não tenha medo”, acrescentou, “porque quem trabalha pela santidade do casamento e da família sempre será combatido e se opõe de todas as formas, porque esta é a questão decisiva”. Ela então concluiu: “No entanto, Nossa Senhora já esmagou a cabeça dele”. Abaixo está a declaração completa do Bispo Athanasius Schneider sobre as palavras do Papa Emérito Bento XVI sobre a situação atual no mundo: Agradeço ao Papa Bento XVI por ter levantado esse importante tópico e concordo com as palavras dele sobre a nossa situação atual. A promoção e justificativa do aborto e da homossexualidade ou da ideologia de gênero contém em si o espírito de uma revolta contra Deus e, nesse sentido, revela ter a característica do anticristo. Os defensores do aborto e da homossexualidade dizem que a proibição de Deus de assassinar seres humanos inocentes, como no caso do aborto, está errada, é má. E também dizem que a criação dos dois sexos biológicos é má e que o contrário é bom, isto é, a abolição da distinção entre os sexos biológicos é boa. Assim, a ideologia do aborto e da homossexualidade revela ser uma revolta contra Deus e, portanto, ter as características do anticristo. A promoção sistemática do aborto e da homossexualidade ou da ideologia de gênero em escala mundial é uma indicação da operação de uma espécie de “Um Governo Mundial” oculto, que em seu programa ideológico é essencialmente ateísta anticristão e até blasfêmia, por causa de sua revolta contra a ordem criada de Deus. O anticristo não é apenas aquele que nega a ordem da salvação, ou seja, a verdade da Encarnação Divina, a verdade que Cristo, o Filho de Deus verdadeiramente encarnou, mas também quem nega a ordem da criação e, concretamente, a ordem dos dois sexos biológicos e da proibição absoluta de matar seres humanos inocentes. O assassinato de bebês inocentes no ventre de suas mães e a virada de cabeça para baixo na ordem criada pelos dois sexos biológicos e do casamento e da família são uma expressão da atitude do Anticristo, uma atitude que é chamada em a Bíblia também se revolta e apostasia, e o anticristo também é chamado homem da iniqüidade e filho da perdição, adversário e opositor de Deus e da ordem que Deus criou no nível da natureza e da redenção. A atitude mais característica do anticristo é colocar-se no lugar de Deus. Isso ocorre no caso do aborto, onde o homem está na prática se declarando como uma espécie de deus, declarando ter um direito ilimitado sobre a vida humana e sobre a ordem da sexualidade humana. Portanto, a prática e a ideologia do aborto e da homossexualidade têm verdadeiros sinais do espírito do anticristo. Traduzido de LifeSiteNews #BentoXVI #DomAthanasiusSchneider #PapaBentoXVI
- O CORAL POLIFÔNICO DOS CIENTISTAS
Nesta pandemia, a voz da ciência é chamada a impor-se sobre todas as demais. Dirigida especialmente aos que têm poder de decisão, procura indicar os rumos a seguir na luta contra o produto invisível que a China comunista exportou ao mundo, no final de 2019. Há muitas decisões a tomar e não poucas soluções divergentes entre si. Como os indivíduos que nos governam nada entendem de virologia, epidemiologia, infectologia etc. (salvo exceções, a ciência que dominam é a da vantagem pessoal), procuram cercar-se de médicos e cientistas para enxergar melhor no nevoeiro chinês que cobriu o mundo neste primeiro semestre de 2020. O poder da ciência é diferente do poder político e econômico. Estes operam no calor da hora e devem ter respostas prontas para o minuto seguinte. Não é, porém, com fórceps que nascem os remédios, as vacinas, as curas. Não é assim que as coisas funcionam no planeta da ciência. Lá tudo é muito devagar, os insights demoram a cair do céu. E quando vêm, vêm sem que se espere, como afirmou o filósofo jesuíta Bernard Lonergan: foi o que aconteceu com Arquimedes e sua “eureca”, enquanto se banhava numa terma grega de Siracusa. Os políticos, e os homens práticos em geral, pensam que o cientista é um aparelho de produzir descobertas mágicas, súbitas, “para ontem”, sem desconfiar que uma boa “eureca” leva tempo, suor e lágrimas — e, em geral, chega quando estes dois últimos já secaram completamente. No entanto, nunca esteve tão congestionado, na mídia, o tráfego de cientistas pontificando sobre o melhor caminho a seguir no combate ao vírus. A consequência, nessa palpitaria generalizada, é haver de tudo: “fica em casa”, “sai de casa”, “fica quem pode”, “sai quem precisa”, provando que a unanimidade não é mesmo um atributo da comunidade científica; que ciência é de fato um processo, um rio que vai sempre em frente, com suas curvas, retrocessos, quedas d’água (toda unanimidade é burra, já dizia o escritor Nelson Rodrigues). Lembra um confuso coral polifônico, de várias vozes, no qual cada um entoa uma melodia diferente. E quando, a essas vozes divergentes do laboratório, se juntam as vozes dissonantes dos políticos de plantão — o presidente de um lado, alguns governadores de outro, prefeitos de cá ou de lá —, então a algaravia fica completa e ensurdecedora. Quem vai sair no lucro é certamente o vírus chinês, que agradece e manda lembranças.
- O QUE DEVEMOS FAZER? – Scott Hahn reflete sobre o 4º Domingo da Páscoa
O túmulo vazio da Páscoa é um apelo à conversão. Por este túmulo, devemos ter por certo que Deus constituiu Jesus como Senhor e Cristo, conforme diz Pedro na Primeira Leitura de hoje. Ele é o “Senhor”, o divino Filho que Davi previu à direita de Deus (ver Salmos 3; 110: 1; 132: 10-11; e Atos 2:34). E Ele é o Messias que Deus prometeu para pastorear o rebanho disperso da casa de Israel (ver Ezequiel 34: 11-14, 23; 37:24). Como ouvimos no Evangelho de hoje, Jesus é o Bom Pastor, enviado a um povo que era como ovelha sem pastor (ver Marcos 6:34; Números 27: 16-17). Ele convida não apenas os filhos de Israel, mas a todos aqueles que estão longe Dele — a quem o Senhor deseja fazer ouvir a Sua voz. O apelo do Bom Pastor leva às águas tranquilas do Batismo, ao óleo da Confirmação, à mesa com o copo transbordante da Eucaristia, como cantamos no Salmo de hoje. Mais uma vez neste domingo, no Tempo da Páscoa, ouvimos a Sua voz nos chamando de “seus”. Ela deveria despertar em nós a resposta dos que ouviram a pregação de Pedro. “O que devemos fazer?”, gritaram eles. Nós fomos batizados. Andamos quais ovelhas desgarradas, como ouvimos na Epístola de hoje. Ainda precisamos, diariamente, nos arrepender, buscar o perdão de nossos pecados, separando-nos cada vez mais dessa geração corrupta. Somos chamados a seguir os passos do Pastor de nossas almas. Sofreu muito para nos libertar do pecado; assumiu nossos pecados em Seu próprio corpo. Mas Seu sofrimento também é um exemplo para nós: com Ele devemos aprender a ter paciência em nossas aflições, a nos entregar à vontade de Deus. Jesus seguiu em frente, carregando-nos através do vale escuro do mal e da morte. Sua Cruz se tornou a porta estreita pela qual devemos passar, se quisermos alcançar o seu túmulo vazio: os abundantes pastos verdejantes da vida. https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/what-are-we-to-do-scott-hahn-reflects-on-the-fourth-sunday-in-easter/
- Cardeal Sarah: “O diabo ataca fortemente a Eucaristia porque é o coração da vida da IgrejaR
Em entrevista, o Cardeal falou sobre a proposta da Alemanha e de outros países de “empacotar” a hóstia consagrada e fornecê-la por autoatendimento. Também fala sobre o direito que os fiéis têm aos sacramentos e receberem comunhão na boca. ( NBQ ) Nesta entrevista concedida exclusivamente a Nuova Bussola Quotidiana , o prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, o cardeal Sarah, se pronuncia sobre o “autoatendimento da Comunhão” e as “negociações” para garantir o serviço com segurança. Na Alemanha e em outros lugares, foi proposto que, para receber a comunhão, a hóstia consagrada fosse colocada em um saco plástico e, então, cada paroquiano, sob demanda, escolha uma e leve consigo. Sobre isso o Cardeal disse que “a Eucaristia é um presente sagrado que recebemos de Deus, e que devemos recebê-lo de maneira digna. Nós não estamos no supermercado.” O cardeal Robert Sarah também falou novamente sobre as furiosas controvérsias de janeiro que acompanharam a publicação do livro sobre o sacerdócio, escrito ao lado do papa Emérito Bento XVI. Atualmente, na Itália também se fala em uma solução já adotada por alguém na Alemanha, o “empacotamento” (colocação de sacolas de autoatendimento) do Corpo de Cristo: “para permitir que os católicos italianos voltem a comungar, mas evitando a contaminação, estão considerando uma comunhão do tipo “self-service”, com “hóstias para viagem” previamente consagrados pelo padre, que seriam embaladas individualmente em sacos plásticos e colocados nas prateleiras da igreja”. “Não, não, não”, respondeu o cardeal Sarah em choque ao telefone . É absolutamente impossível, Deus merece respeito, você não pode colocá-lo em um saco. Não sei quem pensou esse absurdo, mas, embora a privação da Eucaristia seja certamente um sofrimento, você não pode negociar sobre como se é feita a entrega. Comungamos de maneira digna, digna de Deus que vem até nós. A Eucaristia deve ser tratada com fé, não podemos tratá-la como um objeto trivial, não estamos no supermercado. É totalmente louco. Algo assim já foi feito na Alemanha … Infelizmente, na Alemanha, muitas coisas são feitas que não são mais católicas, mas isso não significa que devemos imitá-las. Recentemente, ouvi um bispo dizer que no futuro não haverá mais celebrações eucarísticas, apenas a liturgia da Palavra. Mas isso é protestantismo! Como sempre, as razões “compassivas” estão avançando: os fiéis precisam da Comunhão, da qual já estão privados há algum tempo, mas, como o risco de contágio permanece alto, é preciso encontrar um compromisso … Há duas questões que precisam ser totalmente esclarecidas: Em primeiro lugar, a Eucaristia não é um direito ou um dever: é um dom que recebemos livremente de Deus e que devemos receber com veneração e amor. O Senhor é uma pessoa, ninguém gostaria de receber a pessoa que ama em uma sacola ou de outra forma indigna. A resposta à privação da Eucaristia não pode ser profanação. Isso realmente é uma questão de fé, se acreditarmos que não podemos tratá-lo indignamente. E o segundo? Ninguém pode impedir um padre de confessar e dar a Comunhão, ninguém pode evitá-lo. O sacramento deve ser respeitado. Assim, mesmo que não seja possível assistir à missa, os fiéis podem pedir para serem confessados e receber a Comunhão. Falando em missas, também esta extensão de celebrações em streaming ou na televisão… Não podemos nos acostumar com isso, Deus está encarnado, ele é carne e sangue, não realidade virtual. Também é muito enganoso para os padres. Na missa, o padre tem que olhar para Deus, ao invés disso, ele está se acostumando a olhar para a câmera, como se fosse um show. Não podemos continuar assim. Voltemos à comunhão, daqui a algumas semanas também se espera que as missas com o povo sejam restauradas. Além das soluções mais sacrílegas, também é discutido se é mais apropriado receber a Comunhão na boca ou nas mãos e, eventualmente, como recebê-la nas mãos. O que deve ser feito? Já existe uma regra na Igreja que deve ser respeitada: os fiéis são livres para receber a Comunhão na boca ou na mão. Há uma sensação de que, nos últimos anos, houve um claro ataque à Eucaristia : primeiro, a questão dos divorciados e casados novamente, sob a bandeira da “Comunhão para todos”; depois a intercomunicação com os protestantes; e depois as propostas sobre a disponibilidade da Eucaristia na Amazônia e nas regiões com escassez de clérigos, agora as Missas em tempos de coronavírus … Não deveria nos surpreender. O diabo ataca fortemente a Eucaristia, porque é o coração da vida da Igreja. Mas acredito, como já escrevi em meus livros, que o cerne do problema é a crise de fé dos padres . Se os padres estão cientes do que é a Missa e o que é a Eucaristia, certas maneiras de celebrar ou certas hipóteses sobre a Comunhão nem sequer se lembram. Jesus não pode ser tratado assim. Traduzido de InfoCatólica | LBQ #Eucaristia
- Cardeal Sarah: “O diabo ataca fortemente a Eucaristia porque é o coração da vida da IgrejaR
Em entrevista, o Cardeal falou sobre a proposta da Alemanha e de outros países de “empacotar” a hóstia consagrada e fornecê-la por autoatendimento. Também fala sobre o direito que os fiéis têm aos sacramentos e receberem comunhão na boca. ( NBQ ) Nesta entrevista concedida exclusivamente a Nuova Bussola Quotidiana , o prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, o cardeal Sarah, se pronuncia sobre o “autoatendimento da Comunhão” e as “negociações” para garantir o serviço com segurança. Na Alemanha e em outros lugares, foi proposto que, para receber a comunhão, a hóstia consagrada fosse colocada em um saco plástico e, então, cada paroquiano, sob demanda, escolha uma e leve consigo. Sobre isso o Cardeal disse que “a Eucaristia é um presente sagrado que recebemos de Deus, e que devemos recebê-lo de maneira digna. Nós não estamos no supermercado.” O cardeal Robert Sarah também falou novamente sobre as furiosas controvérsias de janeiro que acompanharam a publicação do livro sobre o sacerdócio, escrito ao lado do papa Emérito Bento XVI. Atualmente, na Itália também se fala em uma solução já adotada por alguém na Alemanha, o “empacotamento” (colocação de sacolas de autoatendimento) do Corpo de Cristo: “para permitir que os católicos italianos voltem a comungar, mas evitando a contaminação, estão considerando uma comunhão do tipo “self-service”, com “hóstias para viagem” previamente consagrados pelo padre, que seriam embaladas individualmente em sacos plásticos e colocados nas prateleiras da igreja”. “Não, não, não”, respondeu o cardeal Sarah em choque ao telefone . É absolutamente impossível, Deus merece respeito, você não pode colocá-lo em um saco. Não sei quem pensou esse absurdo, mas, embora a privação da Eucaristia seja certamente um sofrimento, você não pode negociar sobre como se é feita a entrega. Comungamos de maneira digna, digna de Deus que vem até nós. A Eucaristia deve ser tratada com fé, não podemos tratá-la como um objeto trivial, não estamos no supermercado. É totalmente louco. Algo assim já foi feito na Alemanha … Infelizmente, na Alemanha, muitas coisas são feitas que não são mais católicas, mas isso não significa que devemos imitá-las. Recentemente, ouvi um bispo dizer que no futuro não haverá mais celebrações eucarísticas, apenas a liturgia da Palavra. Mas isso é protestantismo! Como sempre, as razões “compassivas” estão avançando: os fiéis precisam da Comunhão, da qual já estão privados há algum tempo, mas, como o risco de contágio permanece alto, é preciso encontrar um compromisso … Há duas questões que precisam ser totalmente esclarecidas: Em primeiro lugar, a Eucaristia não é um direito ou um dever: é um dom que recebemos livremente de Deus e que devemos receber com veneração e amor. O Senhor é uma pessoa, ninguém gostaria de receber a pessoa que ama em uma sacola ou de outra forma indigna. A resposta à privação da Eucaristia não pode ser profanação. Isso realmente é uma questão de fé, se acreditarmos que não podemos tratá-lo indignamente. E o segundo? Ninguém pode impedir um padre de confessar e dar a Comunhão, ninguém pode evitá-lo. O sacramento deve ser respeitado. Assim, mesmo que não seja possível assistir à missa, os fiéis podem pedir para serem confessados e receber a Comunhão. Falando em missas, também esta extensão de celebrações em streaming ou na televisão… Não podemos nos acostumar com isso, Deus está encarnado, ele é carne e sangue, não realidade virtual. Também é muito enganoso para os padres. Na missa, o padre tem que olhar para Deus, ao invés disso, ele está se acostumando a olhar para a câmera, como se fosse um show. Não podemos continuar assim. Voltemos à comunhão, daqui a algumas semanas também se espera que as missas com o povo sejam restauradas. Além das soluções mais sacrílegas, também é discutido se é mais apropriado receber a Comunhão na boca ou nas mãos e, eventualmente, como recebê-la nas mãos. O que deve ser feito? Já existe uma regra na Igreja que deve ser respeitada: os fiéis são livres para receber a Comunhão na boca ou na mão. Há uma sensação de que, nos últimos anos, houve um claro ataque à Eucaristia : primeiro, a questão dos divorciados e casados novamente, sob a bandeira da “Comunhão para todos”; depois a intercomunicação com os protestantes; e depois as propostas sobre a disponibilidade da Eucaristia na Amazônia e nas regiões com escassez de clérigos, agora as Missas em tempos de coronavírus … Não deveria nos surpreender. O diabo ataca fortemente a Eucaristia, porque é o coração da vida da Igreja. Mas acredito, como já escrevi em meus livros, que o cerne do problema é a crise de fé dos padres . Se os padres estão cientes do que é a Missa e o que é a Eucaristia, certas maneiras de celebrar ou certas hipóteses sobre a Comunhão nem sequer se lembram. Jesus não pode ser tratado assim. Traduzido de InfoCatólica | LBQ #Eucaristia
- O milagre da liquefação do sangue de São Januário se repetiu novamente neste 2 de maio
O milagre da liquefação do sangue de São Januário se repetiu novamente neste 2 de maio. O relicário com a ampola contendo o sangue liquefeito do Santo foi apresentado pelo cardeal Crescenzio Sepe na Missa celebrada na Catedral de “San Gennaro” no final da tarde de hoje, em Nápoles, sem a presença de público. Como reza a tradição, um lenço branco foi agitado, confirmando que o milagre havia se realizado. “Se o milagre tarda, os fiéis convencem-se de que a demora se deve aos seus pecados”, é o ditado corrente entre os napolitanos. Portanto, sempre o convite à conversão. O inexplicável fenômeno costuma ocorrer três vezes ao ano: no sábado anterior ao primeiro domingo de maio – por ocasião do translado dos restos mortais do Santo a Nápoles -. No dia de sua festa litúrgica, em 19 de setembro; e em 16 de dezembro, aniversário da intercessão de São Januário na erupção do Vesúvio em 1631. O Papa Francisco testemunhou o fenômeno em março de 2015, quando o sangue se liquefez diante de seus olhos, fora das datas em que costuma ocorrer. Também Pio IX presenciou o fenômeno em 1848. As fotos são de Ciro De Luca, da Reuters e Cesare Abbate, Ansa
- O milagre da liquefação do sangue de São Januário se repetiu novamente neste 2 de maio
O milagre da liquefação do sangue de São Januário se repetiu novamente neste 2 de maio. O relicário com a ampola contendo o sangue liquefeito do Santo foi apresentado pelo cardeal Crescenzio Sepe na Missa celebrada na Catedral de “San Gennaro” no final da tarde de hoje, em Nápoles, sem a presença de público. Como reza a tradição, um lenço branco foi agitado, confirmando que o milagre havia se realizado. “Se o milagre tarda, os fiéis convencem-se de que a demora se deve aos seus pecados”, é o ditado corrente entre os napolitanos. Portanto, sempre o convite à conversão. O inexplicável fenômeno costuma ocorrer três vezes ao ano: no sábado anterior ao primeiro domingo de maio – por ocasião do translado dos restos mortais do Santo a Nápoles -. No dia de sua festa litúrgica, em 19 de setembro; e em 16 de dezembro, aniversário da intercessão de São Januário na erupção do Vesúvio em 1631. O Papa Francisco testemunhou o fenômeno em março de 2015, quando o sangue se liquefez diante de seus olhos, fora das datas em que costuma ocorrer. Também Pio IX presenciou o fenômeno em 1848. As fotos são de Ciro De Luca, da Reuters e Cesare Abbate, Ansa
- Casal realizou o casamento sem amigos e parentes, pois o mais importante é o Sacramento!
Um casal trocou votos em uma igreja vazia, com fotos de convidados gravadas nos bancos, devido a restrições de coronavírus. Emily Manashi e Parris Khachi disseram seu “sim” no último sábado na Igreja St. Ignatius, em São Francisco, uma das muitas cidades dos EUA sob uma ordem estadual de ficar em casa para retardar a disseminação do COVID-19 O casal ficou noivo por um ano antes de se casar na Califórnia e debateu o adiamento de suas núpcias por tempo indeterminado, depois que uma ordem estadual de quarentena local foi emitida em 19 de março. “Quando a quarentena entrou em vigor, passamos algum tempo descobrindo o que deveríamos fazer a seguir”, disse Khachi. “Nenhum de nós queria adiar indefinidamente, já que é difícil descobrir quando as coisas vão dar certo de novo. Ao mesmo tempo, não queríamos colocar nossos entes queridos em risco”. Somente a família do casal participou da cerimônia, seguindo as diretrizes de distanciamento social. Aqueles que não participara presencialmente, puderam comemorar com os Khachis em tempo real via transmissão ao vivo. Os membros da igreja também participaram das celebrações gravando fotos deles nos bancos, que o casal chamou de “uma coisa bonita”. Agora, o casal está ansioso para mobiliar seu apartamento, onde planeja ter uma “lua de mel para ficar em casa”. Tanto o marido quanto a esposa elogiaram suas fotos “ressonantes” do casamento, que eles disseram mostrar que ainda há espaço para a felicidade em meio ao sombrio “clima atual”.
- Casal realizou o casamento sem amigos e parentes, pois o mais importante é o Sacramento!
Um casal trocou votos em uma igreja vazia, com fotos de convidados gravadas nos bancos, devido a restrições de coronavírus. Emily Manashi e Parris Khachi disseram seu “sim” no último sábado na Igreja St. Ignatius, em São Francisco, uma das muitas cidades dos EUA sob uma ordem estadual de ficar em casa para retardar a disseminação do COVID-19 O casal ficou noivo por um ano antes de se casar na Califórnia e debateu o adiamento de suas núpcias por tempo indeterminado, depois que uma ordem estadual de quarentena local foi emitida em 19 de março. “Quando a quarentena entrou em vigor, passamos algum tempo descobrindo o que deveríamos fazer a seguir”, disse Khachi. “Nenhum de nós queria adiar indefinidamente, já que é difícil descobrir quando as coisas vão dar certo de novo. Ao mesmo tempo, não queríamos colocar nossos entes queridos em risco”. Somente a família do casal participou da cerimônia, seguindo as diretrizes de distanciamento social. Aqueles que não participara presencialmente, puderam comemorar com os Khachis em tempo real via transmissão ao vivo. Os membros da igreja também participaram das celebrações gravando fotos deles nos bancos, que o casal chamou de “uma coisa bonita”. Agora, o casal está ansioso para mobiliar seu apartamento, onde planeja ter uma “lua de mel para ficar em casa”. Tanto o marido quanto a esposa elogiaram suas fotos “ressonantes” do casamento, que eles disseram mostrar que ainda há espaço para a felicidade em meio ao sombrio “clima atual”.
- Funcionários do Hospital de Barroso recebem bênção do Santíssimo Sacramento
Na manhã desta quinta-feira (30), funcionários do hospital e da Vigilância Epidemiológica, receberam a benção do Santíssimo Sacramento, através dos Párocos de Barroso, Pe. Pedro e Pe. Claudir. Em frente aos Instituto Nossa Senhora do Carmo, todos os presentes, munidos de cartazes com frases de incentivo, rezaram e pediram proteção a todos os profissionais da saúde que, neste momento, são a linha de frente na luta contra a pandemia do Novo Coronavírus. Na oportunidade, os Sacerdotes também percorreram os corredores do hospital para abençoar todo o local. Nessa última segunda-feira (27), outra bênção também aconteceu no Posto de Saúde do bairro Nova Barroso. Assista no vídeo abaixo um trecho do momento da bênção. Informações e fotos Instituto Nossa Senhora do Carmo Fonte: liberdadebarroso.fm.br #Coronavírus
- Funcionários do Hospital de Barroso recebem bênção do Santíssimo Sacramento
Na manhã desta quinta-feira (30), funcionários do hospital e da Vigilância Epidemiológica, receberam a benção do Santíssimo Sacramento, através dos Párocos de Barroso, Pe. Pedro e Pe. Claudir. Em frente aos Instituto Nossa Senhora do Carmo, todos os presentes, munidos de cartazes com frases de incentivo, rezaram e pediram proteção a todos os profissionais da saúde que, neste momento, são a linha de frente na luta contra a pandemia do Novo Coronavírus. Na oportunidade, os Sacerdotes também percorreram os corredores do hospital para abençoar todo o local. Nessa última segunda-feira (27), outra bênção também aconteceu no Posto de Saúde do bairro Nova Barroso. Assista no vídeo abaixo um trecho do momento da bênção. Informações e fotos Instituto Nossa Senhora do Carmo Fonte: liberdadebarroso.fm.br #Coronavírus
- PARA MÉDICO ITALIANO, COMUNHÃO NÃO TRAZ RISCOS PARA A SAÚDE
[Segundo declarações ao jornal La Nuova Bussola Quotidiana, o médico italiano Fabio Sansonna, que trabalha em hospital com pacientes portadores do covid-19, esse vírus infecta as células das membranas mucosas das vias aéreas, viajando principalmente através de gotículas ou na forma hidro-gasosa de aerossol. Em sua opinião, desde que a saliva não passe do estado líquido, como normalmente está na boca, para o estado de gotículas ou aerossol, ela seria potencialmente inofensiva. Assim, a comunhão na boca não poderia ser contra-indicada. Curriculum Vitae do dr. Sansonna aqui.] Eu trabalho em um hospital com pacientes com covid-19, e isso me levou a aprofundar e discutir o assunto também com outros colegas. De acordo com a literatura científica, chegamos às seguintes conclusões: ao contrário de outros vírus, o coronavírus ataca diretamente as mucosas do trato respiratório superior (nariz, faringe e laringe) e inferior (brônquios e bronquíolos), diretamente em seus receptores e sem passar pelas vias linfáticas e sanguíneas, como outros vírus. O covid-19 infecta as células das membranas mucosas das vias aéreas, principalmente viajando através de gotículas ou numa forma hidro-gasosa de aerossol. Consequentemente, embora tenha sido levantada a hipótese, a transmissão por contato nunca foi demonstrada até o momento. As palmas das mãos e as pontas dos dedos, como a saliva, são os principais vetores do coronavírus, mas é difícil que elas possam causar infecção por não conter o vírus na forma de gotículas ou aerossol: na verdade, o coronavírus deve “levantar voo” para poder infectar. Desde que a saliva não passe do estado líquido, como normalmente está na boca, para o estado de gotículas ou aerossol, é potencialmente inofensiva. A saliva se torna perigosa quando nebuliza gotículas com espirros, tosse ou falar alto a curta distância. Quem estiver sem máscara, ou com a máscara abaixada sob o nariz, estará sujeito às gotas de saliva, que após um espirro atingem até 6 metros de distância e após uma tosse até 2 metros (portanto, 1 metro de distância não seria suficiente para evitar o contágio). As palmas das mãos e as pontas dos dedos podem ser depósitos de vírus, mas dificilmente podem ser a causa de infecção direta; portanto, certas soluções sugeridas, como desinfetar as mãos na igreja antes de receber a hóstia, ou calçar luvas, são, na minha opinião, questionáveis. Não digo que sejam inúteis, mas não serão certamente essas providências que nos protegerão com mais eficácia da infecção. E até a saliva, ainda que contenha vírus, não pode infectar enquanto permanecer líquida na boca e não passar ao estado aeriforme (mesmo que a clássica velhinha molhe os dedos do padre, coisa aliás evitável prendendo a hóstia com os lábios na borda oposta). Além disso, a saliva contém lisozima, que é um desinfetante natural, que também atua contra o vírus; até a lisozima tem sido usada como medicamento contra o Coronavírus. Em conclusão, segundo penso, não faz diferença receber a comunhão na boca ou na mão; são ambas as modalidades potencialmente inofensivas quanto ao risco de contágio pelo coronavírus. Em vez disso, será necessário dar muito mais atenção a outras coisas, como as máscaras, evitando espirrar ou tossir na igreja e, especialmente, no momento da comunhão, diante do padre, quando for necessário remover a máscara por alguns segundos para receber a hóstia (na boca ou na mão). Muitas vezes, fomos atacados pelo caso Galileu, quando o padre jesuíta Grassi pretendeu impor uma falsa ideia científica (que durou dois séculos!) apenas para defender suas convicções, que nem teológicas eram, mas só clericais; gostaria de impedir que essas coisas aconteçam novamente, pelo tanto que amo a Igreja. Como a terra e o sol continuavam girando à sua maneira, independentemente das ideias dos jesuítas, o coronavírus faz o mesmo e infecta apenas pelo ar, independentemente de quem é a favor ou contra a comunhão na boca ou nas mãos. Poderíamos dizer, de maneira eficaz, que o covid-19 viaja apenas de avião; em relação à saliva, não navega enquanto ela permanecer na boca em forma líquida. Como confirmação do exposto, durante a epidemia de covid-19 os cirurgiões reduziram as intervenções em laparoscopia, para impedir que, insuflando gás no abdômen, vazem das válvulas gotículas aeriformes contendo coronavírus. Em resumo, isso deve ser uma boa notícia para todos nós: saber que nenhuma das duas maneiras de receber a hóstia representa realmente um sério risco de infecção. Com isso, não pretendo diminuir a importância das precauções de higiene sugeridas até agora. https://lanuovabq.it/it/comunione-in-bocca-nessun-rischio-per-la-salute
- Instruções para a formação da Total Consagração pelos Grupo de Whats App
Salve Maria, sejam todos muito bem vindos. 📌 Vamos para algumas informações importantes, por caridade, leiam com atenção: 1️⃣ O QUE É A TOTAL CONSAGRAÇÃO À JESUS PELAS MÃOS DE MARIA? A Total Consagração, tal como ensina São Luís de Montfort no Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, é uma prática de devoção muito sólida, aprovada ou recomendada por mais de 10 Papas e vivenciada por muitos santos. Se trata de um grande auxílio para nossa vida espiritual, que nos ajuda a perseverar na graça e a crescer no amor a Jesus Cristo Nosso Senhor. O curso de preparação para a Total Consagração será feito em grupos virtuais, mas a consagração deverá ser realizada nas respectivas comunidades ou paróquias a que as pessoas pertençam ou alguma outra que elas mesmas escolherem. Em Fátima, Nossa Senhora nos disse: “O Meu Filho quer estabelecer no mundo a Devoção ao meu Imaculado Coração”. Essa devoção, conforme nos ensina São João Paulo II, é a Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem ensinada por São Luís Maria Grignion de Montfort. Para ajudar a concretizar este desejo de Nosso Senhor Jesus Cristo, todos os meses promovemos o curso da Consagração a Jesus por Maria. Clique aqui para conhecer um pouco mais sobre a Consagração à Jesus por Maria. 2️⃣ A QUEM SE DESTINA O CURSO? Este curso consiste em uma série de formações que nos ajudarão a crescer na fé, no amor à Santa Igreja e à Santíssima Virgem. Portanto, o curso é destinado àqueles que desejam se consagrar à Nossa Senhora, renovar a consagração e também àqueles que desejam conhecer melhor a Total Consagração pelo Método de São Luís Maria Grignion de Montfort. Durante o curso conheceremos mais sobre Nossa Senhora, conheceremos a fundo a Consagração e recordaremos também alguns aspectos básicos da prática da nossa fé, essenciais para que possamos viver bem a Consagração. Por isso que durante o curso nossa intenção não é apenas de formar devotos da Virgem Maria, mas cristãos valorosos que conhecerão profundamente sua Fé e estarão prontos para colocar a Vontade de Deus em primeiro lugar em todos os aspectos de suas vidas, como foi o exemplo da Virgem Santíssima. 3️⃣ O QUE É PRECISO PARA SE CONSAGRAR A NOSSA SENHORA? Para fazer a Consagração Total a Nossa Senhora é necessário cumprir alguns requisitos: Ser Católico Batizado; Ter o desejo de ser santo; Ler o Tratado da Verdadeira Devoção (faremos juntos durante o curso); Conhecer e entender o método ensinado por São Luís; Se decidir a entregar-se inteiramente a Jesus pelas mãos de Maria Santíssima; Fazer os Exercícios Espirituais de 30 dias; Estar em comunhão com Deus (confissão em dia / estado de graça); Fazer a Consagração (recitar a fórmula da consagração e assiná-la – o que acontecerá no último dia do curso); 4️⃣ COMO FUNCIONA O CURSO? Este curso é gratuito e consiste em uma série de formações que nos ajudarão a crescer na fé, no amor à Santa Igreja e à Santíssima Virgem. É bem simples: O curso é gratuito e totalmente por What’s App Todos os dias enviaremos uma nova formação aqui no grupo mesmo. Alguns dias serão no formato texto para leitura (texto avulso ou trecho do livro) Outros dias serão no formato de vídeo/audio (palestras e formações) No primeiro dia divulgaremos um cronograma com a sequência das formações. Basta ler e assistir a formação durante o dia e aguardar a formação do dia seguinte. As formações não serão ao vivo, isso significa que todos os dias nós enviaremos as formações no grupo pela manhã, e elas ficarão salvas no seu celular para que possa ler/assistir a qualquer momento do seu dia. O grupo é fechado para que somente os administradores postem as mensagens e formações. Os administradores dos grupos estão disponíveis para tirar dúvidas. IMPORTANTE: Durante o curso serão utilizados alguns livros no processo de formação, entre eles o principal é livro o Tratado da Verdadeira Devoção. Não é obrigatório tê-los para participar do curso. 💰 QUANTO CUSTA PARA FAZER O CURSO? O curso é gratuito e e oferecido totalmente através do What’s App ou Telegram. Não é obrigatório ter os livros para participar o curso, embora sejam muito úteis. 5️⃣ QUAL A DURAÇÃO DO CURSO? Nós seguimos um cronograma que dura cerca de dois meses e meio (75 dias), portanto serão dois meses e meio de formação. Neste período todos os dias enviaremos o cronograma e uma aula por dia, sendo conteúdos em texto para leitura e vídeo, de maneira alternada. As informações necessárias serão passadas cada uma a seu tempo. Portanto é importante que todos sejam pacientes e dedicados. Todos os meses iniciamos novas turmas. Caso não esteja em algum grupo, clique aqui para entrar em um dos grupos deste mês. (Fique atento a data de início das formações) 6️⃣ QUANDO INICIAM AS FORMAÇÕES? As formações iniciam todos os meses de acordo com um cronograma pré-estabelecido. O cronograma pode ser visto clicando neste link, no final da página. Nesta página também estão listados os grupos da consagração em andamento, caso ainda não tenha ingressado em nenhum grupo. 7️⃣ ONDE SERÁ FEITA A CONSAGRAÇÃO? A consagração será feita individualmente, cada um em sua própria paróquia ou comunidade. A consagração é particular, ou seja, quem faz a consagração é a pessoa e não necessita da autorização ou mesmo participação de um padre, contudo, recomenda-se que seja feita durante a missa. A consagração pode ser feita numa cerimônia solene, durante a missa, com a participação do padre e recitação pública da fórmula da consagração, caso o padre seja favorável… ou pode ser feita também de maneira silenciosa (sem a necessidade de comunicar ao padre), após a comunhão, com a recitação silenciosa da fórmula de consagração durante a missa. Neste caso pode-se pedir que o padre abençoe a corrente e assine como testemunha após a missa. 8️⃣ ETAPAS DO CURSO DE FORMAÇÃO 1 – Contextualização Nas duas primeiras semanas de formação nós conhecemos a consagração e a sua importância nos dias atuais, fazendo uma contextualização através de textos e vídeos que postamos diretamente no grupo. Nesta etapa ainda não fazemos uso de nenhum livro. 2 – Leitura do Tratado O tratado é o livro no qual está contida toda a essência do método de consagração ensinada por São Luís. Nesta etapa fazemos a leitura de um capítulo a cada dois dias, e para cada capítulo haverá uma formação em vídeo. 3 – Leitura do Catecismo da Total Consagração Nesta etapa fazemos a leitura do livro com mais de 100 perguntas e respostas sobre a Consagração a Nossa Senhora, e também assistimos alguns outros vídeos formativos sobre a consagração. 4 – Estudo dos 10 mandamentos Este estudo é um aprofundamento do exame de consciência, no qual conhecemos melhor cada um dos 10 mandamentos e suas vertentes, para uma boa vivência da vida na graça. 5 – Exercícios Espirituais Esta etapa viveremos 31 dias de oração e meditação, utilizando como guia o livro Exercícios Espirituais, para se preparar para a consagração que será no último dia. 9️⃣ MATERIAIS RECOMENDADOS AO CURSO Durante o curso, faremos o uso de alguns livros que nos ajudarão a obter mais frutos de toda preparação. (obs. os livros serão usados no decorrer do curso, portanto é possível fazer a compra online e aguardar a chegada dos livros.) Adquirindo os livros em nossa loja virtual, ou pelo nosso what’s app, estará contribuindo para que este curso continue gratuito. Pensando em ajuda-los ainda mais, preparamos um cupom especial de 10% de desconto para os membros do grupo! DESCONTO ESPECIAL, UTILIZE O CUPOM: BEMVINDO 📌 PARA AQUELES QUE VÃO SE CONSAGRAR, recomendamos especialmente 3 livros. Chamamos de Kit para os que vão se Consagrar (comprar o kit): – Tratado da Verdadeira Devoção 🛒 – Exercícios Espirituais Para a Total Consagração 🛒 – Catecismo da Total Consagração 🛒 1 – O Tratado da Verdadeira Devoção é o livro essencial, onde estão contidos os ensinamentos sobre a Verdadeira Devoção à Nossa Senhora e o método proposto por São Luís Maria Grignion de Montfort. 2 – O livro Exercícios Espirituais traz as meditações e orações para cada um dos 30 dias de preparação que antecedem a consagração. 3 – Já o Catecismo da Total Consagração traz mais de 100 perguntas e respostas sobre a Total Consagração à Nossa Senhora que vão surgindo durante a leitura do Tratado e a preparação para a Total Consagração. Para aqueles que são de fora do Brasil, ou que preferem este formato, temos os livros do Kit da Total Consagração em E-Book no Kindle. – eBook Tratado da Verdadeira Devoção – eBook Exercícios Espirituais para a Total Consagração – eBook Catecismo da Total Consagração 📌 PARA AQUELES QUE VÃO RENOVAR A CONSAGRAÇÃO OU SE APROFUNDAR, recomendamos outros 3 livros. Chamamos de Kit para os que vão se Aprofundar (comprar): – Segredo da Verdadeira Devoção 🛒 – Catecismo da Total Consagração 🛒 – Segredo Admirável do Santíssimo Rosário 🛒 – Segredo de Maria 🛒 Além dos livros do kit, nós temos outros livros indicados para quem deseja se aprofundar na consagração disponíveis na loja. (clique aqui para acessar) 📌 PARA TODOS OS CATÓLICOS ESPECIALMENTE CONSAGRADOS recomendamos também o livro DEVOCIONÁRIO. (comprar) Este livro reúne as mais importante orações católicas, e são um auxílio para o dia-a-dia de quem deseja ter uma vida de oração. Nele há orações para manhã, tarde, e noite. Além do Santo Terço meditado por São Luís, novenas, ladaínhas, orações à Nossa Senhora, exorcismos, hora santa, via sacra, canticos católicos e muito mais. Grande parte das orações possui a tradução também para o Latim. Clique aqui para comprar o Devocionário. 📌 PARA AS CRIANÇAS recomendamos outros 2 livros que formam o Kit da Consagração para Crianças. (comprar) – Total Consagração para Crianças 🛒 – Catecismo da Total Consagração 🛒 🏪 ONDE ENCONTRAR OS LIVROS E CADEIAS PARA A TOTAL CONSAGRAÇÃO? Os livros e correntes para a consagração podem ser adquiridos nas livrarias católicas perto de vocês, ou pela internet. Indicamos de modo especial a na nossa Loja Virtual – Total Consagração. (clique aqui para acessar) 🔟 CORAGEM! Gostamos de lembrar que São Luís, que nos ensina desse método de consagração, já nos alertava que o demônio faria de tudo para evitar que as pessoas se consagrem. Inclusive o demônio tentou destruir o livro escrito por São Luís, “Tratado da Verdadeira Devoção”, mas Deus não permitiu, e o livro ficou oculto por mais de 100 anos. Portanto é de grande importância que todos tenhamos coragem e façamos grande esforço para seguir a preparação para a consagração até o fim, sem desanimar, pois o único que não deseja o aumento do exército de Nossa Senhora é o próprio demônio. QUE DEUS ABENÇOE E NOSSA SENHORA SUSTENTE A TODOS DURANTE ESSA CAMINHADA! 🛒 LOJA VIRTUAL Caso alguém tenha dificuldades em realizar a compra dos livros indicados para o curso, podem entrar em contato com o responsável pela Loja Virtual. Basta enviar uma mensagem via WhatsApp para: (19) 99116-0947 #TotalConsagração
- Instruções para a formação da Total Consagração pelos Grupo de Whats App
Salve Maria, sejam todos muito bem vindos. 📌 Vamos para algumas informações importantes, por caridade, leiam com atenção: 1️⃣ O QUE É A TOTAL CONSAGRAÇÃO À JESUS PELAS MÃOS DE MARIA? A Total Consagração, tal como ensina São Luís de Montfort no Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, é uma prática de devoção muito sólida, aprovada ou recomendada por mais de 10 Papas e vivenciada por muitos santos. Se trata de um grande auxílio para nossa vida espiritual, que nos ajuda a perseverar na graça e a crescer no amor a Jesus Cristo Nosso Senhor. O curso de preparação para a Total Consagração será feito em grupos virtuais, mas a consagração deverá ser realizada nas respectivas comunidades ou paróquias a que as pessoas pertençam ou alguma outra que elas mesmas escolherem. Em Fátima, Nossa Senhora nos disse: “O Meu Filho quer estabelecer no mundo a Devoção ao meu Imaculado Coração”. Essa devoção, conforme nos ensina São João Paulo II, é a Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem ensinada por São Luís Maria Grignion de Montfort. Para ajudar a concretizar este desejo de Nosso Senhor Jesus Cristo, todos os meses promovemos o curso da Consagração a Jesus por Maria. Clique aqui para conhecer um pouco mais sobre a Consagração à Jesus por Maria. 2️⃣ A QUEM SE DESTINA O CURSO? Este curso consiste em uma série de formações que nos ajudarão a crescer na fé, no amor à Santa Igreja e à Santíssima Virgem. Portanto, o curso é destinado àqueles que desejam se consagrar à Nossa Senhora, renovar a consagração e também àqueles que desejam conhecer melhor a Total Consagração pelo Método de São Luís Maria Grignion de Montfort. Durante o curso conheceremos mais sobre Nossa Senhora, conheceremos a fundo a Consagração e recordaremos também alguns aspectos básicos da prática da nossa fé, essenciais para que possamos viver bem a Consagração. Por isso que durante o curso nossa intenção não é apenas de formar devotos da Virgem Maria, mas cristãos valorosos que conhecerão profundamente sua Fé e estarão prontos para colocar a Vontade de Deus em primeiro lugar em todos os aspectos de suas vidas, como foi o exemplo da Virgem Santíssima. 3️⃣ O QUE É PRECISO PARA SE CONSAGRAR A NOSSA SENHORA? Para fazer a Consagração Total a Nossa Senhora é necessário cumprir alguns requisitos: Ser Católico Batizado; Ter o desejo de ser santo; Ler o Tratado da Verdadeira Devoção (faremos juntos durante o curso); Conhecer e entender o método ensinado por São Luís; Se decidir a entregar-se inteiramente a Jesus pelas mãos de Maria Santíssima; Fazer os Exercícios Espirituais de 30 dias; Estar em comunhão com Deus (confissão em dia / estado de graça); Fazer a Consagração (recitar a fórmula da consagração e assiná-la – o que acontecerá no último dia do curso); 4️⃣ COMO FUNCIONA O CURSO? Este curso é gratuito e consiste em uma série de formações que nos ajudarão a crescer na fé, no amor à Santa Igreja e à Santíssima Virgem. É bem simples: O curso é gratuito e totalmente por What’s App Todos os dias enviaremos uma nova formação aqui no grupo mesmo. Alguns dias serão no formato texto para leitura (texto avulso ou trecho do livro) Outros dias serão no formato de vídeo/audio (palestras e formações) No primeiro dia divulgaremos um cronograma com a sequência das formações. Basta ler e assistir a formação durante o dia e aguardar a formação do dia seguinte. As formações não serão ao vivo, isso significa que todos os dias nós enviaremos as formações no grupo pela manhã, e elas ficarão salvas no seu celular para que possa ler/assistir a qualquer momento do seu dia. O grupo é fechado para que somente os administradores postem as mensagens e formações. Os administradores dos grupos estão disponíveis para tirar dúvidas. IMPORTANTE: Durante o curso serão utilizados alguns livros no processo de formação, entre eles o principal é livro o Tratado da Verdadeira Devoção. Não é obrigatório tê-los para participar do curso. 💰 QUANTO CUSTA PARA FAZER O CURSO? O curso é gratuito e e oferecido totalmente através do What’s App ou Telegram. Não é obrigatório ter os livros para participar o curso, embora sejam muito úteis. 5️⃣ QUAL A DURAÇÃO DO CURSO? Nós seguimos um cronograma que dura cerca de dois meses e meio (75 dias), portanto serão dois meses e meio de formação. Neste período todos os dias enviaremos o cronograma e uma aula por dia, sendo conteúdos em texto para leitura e vídeo, de maneira alternada. As informações necessárias serão passadas cada uma a seu tempo. Portanto é importante que todos sejam pacientes e dedicados. Todos os meses iniciamos novas turmas. Caso não esteja em algum grupo, clique aqui para entrar em um dos grupos deste mês. (Fique atento a data de início das formações) 6️⃣ QUANDO INICIAM AS FORMAÇÕES? As formações iniciam todos os meses de acordo com um cronograma pré-estabelecido. O cronograma pode ser visto clicando neste link, no final da página. Nesta página também estão listados os grupos da consagração em andamento, caso ainda não tenha ingressado em nenhum grupo. 7️⃣ ONDE SERÁ FEITA A CONSAGRAÇÃO? A consagração será feita individualmente, cada um em sua própria paróquia ou comunidade. A consagração é particular, ou seja, quem faz a consagração é a pessoa e não necessita da autorização ou mesmo participação de um padre, contudo, recomenda-se que seja feita durante a missa. A consagração pode ser feita numa cerimônia solene, durante a missa, com a participação do padre e recitação pública da fórmula da consagração, caso o padre seja favorável… ou pode ser feita também de maneira silenciosa (sem a necessidade de comunicar ao padre), após a comunhão, com a recitação silenciosa da fórmula de consagração durante a missa. Neste caso pode-se pedir que o padre abençoe a corrente e assine como testemunha após a missa. 8️⃣ ETAPAS DO CURSO DE FORMAÇÃO 1 – Contextualização Nas duas primeiras semanas de formação nós conhecemos a consagração e a sua importância nos dias atuais, fazendo uma contextualização através de textos e vídeos que postamos diretamente no grupo. Nesta etapa ainda não fazemos uso de nenhum livro. 2 – Leitura do Tratado O tratado é o livro no qual está contida toda a essência do método de consagração ensinada por São Luís. Nesta etapa fazemos a leitura de um capítulo a cada dois dias, e para cada capítulo haverá uma formação em vídeo. 3 – Leitura do Catecismo da Total Consagração Nesta etapa fazemos a leitura do livro com mais de 100 perguntas e respostas sobre a Consagração a Nossa Senhora, e também assistimos alguns outros vídeos formativos sobre a consagração. 4 – Estudo dos 10 mandamentos Este estudo é um aprofundamento do exame de consciência, no qual conhecemos melhor cada um dos 10 mandamentos e suas vertentes, para uma boa vivência da vida na graça. 5 – Exercícios Espirituais Esta etapa viveremos 31 dias de oração e meditação, utilizando como guia o livro Exercícios Espirituais, para se preparar para a consagração que será no último dia. 9️⃣ MATERIAIS RECOMENDADOS AO CURSO Durante o curso, faremos o uso de alguns livros que nos ajudarão a obter mais frutos de toda preparação. (obs. os livros serão usados no decorrer do curso, portanto é possível fazer a compra online e aguardar a chegada dos livros.) Adquirindo os livros em nossa loja virtual, ou pelo nosso what’s app, estará contribuindo para que este curso continue gratuito. Pensando em ajuda-los ainda mais, preparamos um cupom especial de 10% de desconto para os membros do grupo! DESCONTO ESPECIAL, UTILIZE O CUPOM: BEMVINDO 📌 PARA AQUELES QUE VÃO SE CONSAGRAR, recomendamos especialmente 3 livros. Chamamos de Kit para os que vão se Consagrar (comprar o kit): – Tratado da Verdadeira Devoção 🛒 – Exercícios Espirituais Para a Total Consagração 🛒 – Catecismo da Total Consagração 🛒 1 – O Tratado da Verdadeira Devoção é o livro essencial, onde estão contidos os ensinamentos sobre a Verdadeira Devoção à Nossa Senhora e o método proposto por São Luís Maria Grignion de Montfort. 2 – O livro Exercícios Espirituais traz as meditações e orações para cada um dos 30 dias de preparação que antecedem a consagração. 3 – Já o Catecismo da Total Consagração traz mais de 100 perguntas e respostas sobre a Total Consagração à Nossa Senhora que vão surgindo durante a leitura do Tratado e a preparação para a Total Consagração. Para aqueles que são de fora do Brasil, ou que preferem este formato, temos os livros do Kit da Total Consagração em E-Book no Kindle. – eBook Tratado da Verdadeira Devoção – eBook Exercícios Espirituais para a Total Consagração – eBook Catecismo da Total Consagração 📌 PARA AQUELES QUE VÃO RENOVAR A CONSAGRAÇÃO OU SE APROFUNDAR, recomendamos outros 3 livros. Chamamos de Kit para os que vão se Aprofundar (comprar): – Segredo da Verdadeira Devoção 🛒 – Catecismo da Total Consagração 🛒 – Segredo Admirável do Santíssimo Rosário 🛒 – Segredo de Maria 🛒 Além dos livros do kit, nós temos outros livros indicados para quem deseja se aprofundar na consagração disponíveis na loja. (clique aqui para acessar) 📌 PARA TODOS OS CATÓLICOS ESPECIALMENTE CONSAGRADOS recomendamos também o livro DEVOCIONÁRIO. (comprar) Este livro reúne as mais importante orações católicas, e são um auxílio para o dia-a-dia de quem deseja ter uma vida de oração. Nele há orações para manhã, tarde, e noite. Além do Santo Terço meditado por São Luís, novenas, ladaínhas, orações à Nossa Senhora, exorcismos, hora santa, via sacra, canticos católicos e muito mais. Grande parte das orações possui a tradução também para o Latim. Clique aqui para comprar o Devocionário. 📌 PARA AS CRIANÇAS recomendamos outros 2 livros que formam o Kit da Consagração para Crianças. (comprar) – Total Consagração para Crianças 🛒 – Catecismo da Total Consagração 🛒 🏪 ONDE ENCONTRAR OS LIVROS E CADEIAS PARA A TOTAL CONSAGRAÇÃO? Os livros e correntes para a consagração podem ser adquiridos nas livrarias católicas perto de vocês, ou pela internet. Indicamos de modo especial a na nossa Loja Virtual – Total Consagração. (clique aqui para acessar) 🔟 CORAGEM! Gostamos de lembrar que São Luís, que nos ensina desse método de consagração, já nos alertava que o demônio faria de tudo para evitar que as pessoas se consagrem. Inclusive o demônio tentou destruir o livro escrito por São Luís, “Tratado da Verdadeira Devoção”, mas Deus não permitiu, e o livro ficou oculto por mais de 100 anos. Portanto é de grande importância que todos tenhamos coragem e façamos grande esforço para seguir a preparação para a consagração até o fim, sem desanimar, pois o único que não deseja o aumento do exército de Nossa Senhora é o próprio demônio. QUE DEUS ABENÇOE E NOSSA SENHORA SUSTENTE A TODOS DURANTE ESSA CAMINHADA! 🛒 LOJA VIRTUAL Caso alguém tenha dificuldades em realizar a compra dos livros indicados para o curso, podem entrar em contato com o responsável pela Loja Virtual. Basta enviar uma mensagem via WhatsApp para: (19) 99116-0947 #TotalConsagração
- 4 bispos levantam suas vozes contra o autoritarismo que persegue a Igreja durante a pandemia
“É preciso parar este circo!”; “Impedir o culto é uma ditadura!”; “Não podemos viver de Eucaristias virtuais”; “6 milhões de abortos também são uma pandemia!” Entre medidas sensatas e objetivas de cuidado da vida humana tomadas por autoridades durante esta pandemia, não faltaram, infelizmente, autoridades com atitudes arbitrárias, infundadas e até truculentas, inclusive contra a liberdade religiosa. Pelo menos quatro bispos reagiram com declarações enfáticas e sem panos quentes a atos e declarações que pediam respostas firmes. Arcebispo de Paris reage com firmeza após polícia invadir Missa e prender padre Em 19 de abril, três policiais armados invadiram a igreja de Saint-André-de-l’Europe, em Paris, e interromperam a Santa Missa dominical que o pe. Philippe de Maistre celebrava – a portas fechadas e somente com os auxiliares permitidos pelas normas francesas para a quarentena. Consciente de que a legislação do país proíbe que a polícia entre armada nos templos, a não ser em circunstâncias excepcionais como uma ameaça terrorista, o pe. Philippe decidiu continuar a Missa, mas a polícia lhe ordenou parar e chegou a dar-lhe voz de prisão. O pe. Philippe foi parar na delegacia, onde o delegado decidiu não prendê-lo. Mas o atropelo a uma série de direitos já estava consumado. O padre denunciou sem papas na língua: “ Estão se aproveitando desta crise para sufocar novamente a liberdade de culto”. O arcebispo de Paris, dom Michel Aupetit, foi enfático em sua reação ao desmando policial: “Os policiais entraram na igreja armados apesar da proibição formal de que a polícia entre assim num templo. Não havia terroristas. É necessário manter a cabeça fria. Um vizinho, evidentemente amável, como poderão imaginar, ligou para a polícia dizendo que ‘havia uma Missa clandestina’. Não é nada clandestina! Havia Missa porque a Missa se celebra todos os dias. Eu destaco que ainda tenho o direito a celebrar Missa com o mínimo de pessoas, para evitar desproporções. É preciso parar este circo! Eu mesmo celebro Missa todos os dias”. Após o caso, o Ministério do Interior respondeu a questionamentos da imprensa francesa confirmando que os sacerdotes podem celebrar a portas fechadas e, se necessário, contar com a assistência de um número reduzido de auxiliares. O governo do país não está exigindo o fechamento dos locais de culto durante a quarentena, mas sim que eles “não acolham reuniões de fiéis”. Arcebispo de Assunção: “Não podemos viver de Eucaristias virtuais” O arcebispo de Assunção, no Paraguai, dom Edmundo Valenzuela declarou na semana passada que a Igreja não pode “viver de Eucaristias virtuais” e que é preciso organizar conjuntamente com as autoridades civis a reabertura segura das igrejas, inicialmente para pequenos grupos e respeitando as medidas de contenção do coronavírus. “Estamos conversando com as autoridades nacionais para abrir as igrejas, e, com as precauções sanitárias tanto pessoais quanto ambientais, podermos celebrar os sacramentos em pequenos grupos. Será, com certeza, um grande oferecimento de cura para muitos cristãos (…)Nós estamos com as portas fechadas, com medo do contágio. Jesus saúda cada um de nós e nos deseja a paz, ou seja, todo o bem que procede de Deus e da vida. Não podemos sair como antes porque poderíamos nos contagiar. Fazem os avós terem receio dos netos. Os netos já descartaram seus avós. E assim o descarte começou a ganhar mais força. Estamos afastados, distantes; virtualmente próximos, mas fisicamente pensamos que o outro é um inimigo.Mais do que nunca, a Igreja precisa recuperar a experiência da comunidade. Não podemos viver de Eucaristias virtuais. Precisamos retornar o quanto antes à celebração dos sacramentos, especialmente o da Reconciliação e o da Eucaristia. Precisamos retornar o mais rápido possível a essa vida da Igreja”. Bispo italiano: “Impedir o culto é uma ditadura!” Depois que o primeiro-ministro italiano Giuseppe Conte fez a gratuita e infundada afirmação que “as igrejas são lugares propícios para o contágio” e as manteve encerradas enquanto o país reabre setores da indústria, do comércio e dos serviços, canteiros de obras, esportes de equipe, museus e bibliotecas, ganhou as redes sociais na Itália a veemência das palavras de dom Giovanni D’Ercole, bispo de Ascoli Piceno: “É necessário olhar com objetividade. A igreja não é lugar de contágio! Não se pode passar essa ideia! Como dado científico, quem foi que disse que a igreja é lugar de contágio?Nós somos pessoas sérias. Nós nos preocupamos com a saúde das pessoas. É um direito das pessoas ir à igreja. Por isso, é arbitrário, é uma ditadura impedir o culto, porque ele é um dos direitos fundamentais. Não dá para fazer concessões quanto a isso.Funerais, vocês nos obrigaram a fazê-los como de cachorros jogados fora. As pessoas sofreram: quinze pessoas para um funeral.Deixem-nos em paz! Nós sabemos administrar isso. Está no nosso coração o amor pelas pessoas. Nós não somos levianos. Os nossos padres demonstraram que são sérios. Tem que ser reconhecido o nosso direito ao culto, e, se não for, nós o faremos valer. E o faremos valer porque é nosso direito. Se eu consigo manter a calma entre as pessoas, é só porque amo este povo, mas as pessoas estão cansadas!Ajudar as pessoas com a oração é deixá-las mais calmas. Vocês sabem quantas pessoas recorrem a nós com distúrbios psicológicos neste momento. Não conseguem mais viver em “lockdown”. Nós precisamos recuperar espaços de liberdade, e a Igreja, além de ser espaço de liberdade e também espaço de esperança, é o laboratório em que procuramos construir um futuro melhor para todos, inclusive para quem nos odeia e para quem não acredita na Igreja.Não precisamos de favores de vocês (do governo). Só temos um direito a reivindicar e este direito tem que ser reconhecido não porque nós o estejamos reivindicando, mas porque ele é nosso. Mas esse papelão que vocês fizeram diante do mundo inteiro precisa ser consertado, com um gesto de simples restituição de dignidade e de direito”. Bispo emérito italiano: “6 milhões de abortos também são uma pandemia!” Em oposição às considerações ideológicas da OMS de que o aborto é um “serviço essencial” mesmo em plena pandemia de covid-19 , o bispo emérito dom Alberto Maria Careggio, da diocese italiana de Ventimiglia e Sanremo, recordou que os 6 milhões de abortos legalizados que são perpetrados por ano em todo o planeta também são uma pandemia a ser combatida: “Quanto tempo vai durar a pandemia do coronavírus não é possível saber, nem durante quantos dias ainda teremos que ouvir o boletim das mortes, dos infectados e dos recuperados. E se o mesmo fosse feito em relação aos mais de 6 milhões de abortos legalizados em todo o mundo? Essa também é uma pandemia, que mata a consciência daqueles que a praticam e a dos governantes que, ao legislar, pretendem eliminar o horror do assassinato. Legalizar não significa de modo algum moralizar uma ação que é contra a vida: dizem popularmente que o aborto clama por vingança diante de Deus – e é isso mesmo!O heroísmo de todos aqueles que fazem o possível para salvar a vida dos outros arriscando a própria é mais edificante. O mal não tem a última palavra. Da catástrofe e dos escombros desta pandemia devemos esperar o despertar desses valores humanos e cristãos de amor e solidariedade, de altruísmo e generosidade, de compaixão e ternura, adormecidos, mas não desaparecidos: são e continuam sendo a marca da mão de Deus, que quis criar o homem à Sua imagem e semelhança”. Estes bispos são contra os cuidados em prol da saúde da humanidade? Esta pergunta é tão extraordinariamente desonesta que basta ler os pronunciamentos dos bispos para considerá-la mera tergiversação. O que os bispos denunciam nada tem a ver com incentivo à irresponsabilidade cidadã, mas sim com os desmandos, abusos, hipocrisias, violências e incoerências de autoridades que têm se escusado na pandemia para atropelar direitos fundamentais. #Coronavírus
- 4 bispos levantam suas vozes contra o autoritarismo que persegue a Igreja durante a pandemia
“É preciso parar este circo!”; “Impedir o culto é uma ditadura!”; “Não podemos viver de Eucaristias virtuais”; “6 milhões de abortos também são uma pandemia!” Entre medidas sensatas e objetivas de cuidado da vida humana tomadas por autoridades durante esta pandemia, não faltaram, infelizmente, autoridades com atitudes arbitrárias, infundadas e até truculentas, inclusive contra a liberdade religiosa. Pelo menos quatro bispos reagiram com declarações enfáticas e sem panos quentes a atos e declarações que pediam respostas firmes. Arcebispo de Paris reage com firmeza após polícia invadir Missa e prender padre Em 19 de abril, três policiais armados invadiram a igreja de Saint-André-de-l’Europe, em Paris, e interromperam a Santa Missa dominical que o pe. Philippe de Maistre celebrava – a portas fechadas e somente com os auxiliares permitidos pelas normas francesas para a quarentena. Consciente de que a legislação do país proíbe que a polícia entre armada nos templos, a não ser em circunstâncias excepcionais como uma ameaça terrorista, o pe. Philippe decidiu continuar a Missa, mas a polícia lhe ordenou parar e chegou a dar-lhe voz de prisão. O pe. Philippe foi parar na delegacia, onde o delegado decidiu não prendê-lo. Mas o atropelo a uma série de direitos já estava consumado. O padre denunciou sem papas na língua: “ Estão se aproveitando desta crise para sufocar novamente a liberdade de culto”. O arcebispo de Paris, dom Michel Aupetit, foi enfático em sua reação ao desmando policial: “Os policiais entraram na igreja armados apesar da proibição formal de que a polícia entre assim num templo. Não havia terroristas. É necessário manter a cabeça fria. Um vizinho, evidentemente amável, como poderão imaginar, ligou para a polícia dizendo que ‘havia uma Missa clandestina’. Não é nada clandestina! Havia Missa porque a Missa se celebra todos os dias. Eu destaco que ainda tenho o direito a celebrar Missa com o mínimo de pessoas, para evitar desproporções. É preciso parar este circo! Eu mesmo celebro Missa todos os dias”. Após o caso, o Ministério do Interior respondeu a questionamentos da imprensa francesa confirmando que os sacerdotes podem celebrar a portas fechadas e, se necessário, contar com a assistência de um número reduzido de auxiliares. O governo do país não está exigindo o fechamento dos locais de culto durante a quarentena, mas sim que eles “não acolham reuniões de fiéis”. Arcebispo de Assunção: “Não podemos viver de Eucaristias virtuais” O arcebispo de Assunção, no Paraguai, dom Edmundo Valenzuela declarou na semana passada que a Igreja não pode “viver de Eucaristias virtuais” e que é preciso organizar conjuntamente com as autoridades civis a reabertura segura das igrejas, inicialmente para pequenos grupos e respeitando as medidas de contenção do coronavírus. “Estamos conversando com as autoridades nacionais para abrir as igrejas, e, com as precauções sanitárias tanto pessoais quanto ambientais, podermos celebrar os sacramentos em pequenos grupos. Será, com certeza, um grande oferecimento de cura para muitos cristãos (…)Nós estamos com as portas fechadas, com medo do contágio. Jesus saúda cada um de nós e nos deseja a paz, ou seja, todo o bem que procede de Deus e da vida. Não podemos sair como antes porque poderíamos nos contagiar. Fazem os avós terem receio dos netos. Os netos já descartaram seus avós. E assim o descarte começou a ganhar mais força. Estamos afastados, distantes; virtualmente próximos, mas fisicamente pensamos que o outro é um inimigo.Mais do que nunca, a Igreja precisa recuperar a experiência da comunidade. Não podemos viver de Eucaristias virtuais. Precisamos retornar o quanto antes à celebração dos sacramentos, especialmente o da Reconciliação e o da Eucaristia. Precisamos retornar o mais rápido possível a essa vida da Igreja”. Bispo italiano: “Impedir o culto é uma ditadura!” Depois que o primeiro-ministro italiano Giuseppe Conte fez a gratuita e infundada afirmação que “as igrejas são lugares propícios para o contágio” e as manteve encerradas enquanto o país reabre setores da indústria, do comércio e dos serviços, canteiros de obras, esportes de equipe, museus e bibliotecas, ganhou as redes sociais na Itália a veemência das palavras de dom Giovanni D’Ercole, bispo de Ascoli Piceno: “É necessário olhar com objetividade. A igreja não é lugar de contágio! Não se pode passar essa ideia! Como dado científico, quem foi que disse que a igreja é lugar de contágio?Nós somos pessoas sérias. Nós nos preocupamos com a saúde das pessoas. É um direito das pessoas ir à igreja. Por isso, é arbitrário, é uma ditadura impedir o culto, porque ele é um dos direitos fundamentais. Não dá para fazer concessões quanto a isso.Funerais, vocês nos obrigaram a fazê-los como de cachorros jogados fora. As pessoas sofreram: quinze pessoas para um funeral.Deixem-nos em paz! Nós sabemos administrar isso. Está no nosso coração o amor pelas pessoas. Nós não somos levianos. Os nossos padres demonstraram que são sérios. Tem que ser reconhecido o nosso direito ao culto, e, se não for, nós o faremos valer. E o faremos valer porque é nosso direito. Se eu consigo manter a calma entre as pessoas, é só porque amo este povo, mas as pessoas estão cansadas!Ajudar as pessoas com a oração é deixá-las mais calmas. Vocês sabem quantas pessoas recorrem a nós com distúrbios psicológicos neste momento. Não conseguem mais viver em “lockdown”. Nós precisamos recuperar espaços de liberdade, e a Igreja, além de ser espaço de liberdade e também espaço de esperança, é o laboratório em que procuramos construir um futuro melhor para todos, inclusive para quem nos odeia e para quem não acredita na Igreja.Não precisamos de favores de vocês (do governo). Só temos um direito a reivindicar e este direito tem que ser reconhecido não porque nós o estejamos reivindicando, mas porque ele é nosso. Mas esse papelão que vocês fizeram diante do mundo inteiro precisa ser consertado, com um gesto de simples restituição de dignidade e de direito”. Bispo emérito italiano: “6 milhões de abortos também são uma pandemia!” Em oposição às considerações ideológicas da OMS de que o aborto é um “serviço essencial” mesmo em plena pandemia de covid-19 , o bispo emérito dom Alberto Maria Careggio, da diocese italiana de Ventimiglia e Sanremo, recordou que os 6 milhões de abortos legalizados que são perpetrados por ano em todo o planeta também são uma pandemia a ser combatida: “Quanto tempo vai durar a pandemia do coronavírus não é possível saber, nem durante quantos dias ainda teremos que ouvir o boletim das mortes, dos infectados e dos recuperados. E se o mesmo fosse feito em relação aos mais de 6 milhões de abortos legalizados em todo o mundo? Essa também é uma pandemia, que mata a consciência daqueles que a praticam e a dos governantes que, ao legislar, pretendem eliminar o horror do assassinato. Legalizar não significa de modo algum moralizar uma ação que é contra a vida: dizem popularmente que o aborto clama por vingança diante de Deus – e é isso mesmo!O heroísmo de todos aqueles que fazem o possível para salvar a vida dos outros arriscando a própria é mais edificante. O mal não tem a última palavra. Da catástrofe e dos escombros desta pandemia devemos esperar o despertar desses valores humanos e cristãos de amor e solidariedade, de altruísmo e generosidade, de compaixão e ternura, adormecidos, mas não desaparecidos: são e continuam sendo a marca da mão de Deus, que quis criar o homem à Sua imagem e semelhança”. Estes bispos são contra os cuidados em prol da saúde da humanidade? Esta pergunta é tão extraordinariamente desonesta que basta ler os pronunciamentos dos bispos para considerá-la mera tergiversação. O que os bispos denunciam nada tem a ver com incentivo à irresponsabilidade cidadã, mas sim com os desmandos, abusos, hipocrisias, violências e incoerências de autoridades que têm se escusado na pandemia para atropelar direitos fundamentais. #Coronavírus
- A CRISE DO CORONAVÍRUS TAMBÉM É UMA CONSEQÜÊNCIA DA METROPOLIZAÇÃO GLOBALISTA
Na véspera do anúncio oficial de confinamento na França, no dia 15 de março último, houve uma grande fuga de pessoas deixando Paris e sua região metropolitana. Obviamente, eram os podiam fugir. Carros abandonavam os melhores bairros, trens eram tomados de assalto por passageiros. Os ricos corriam para suas casas de férias, os menos ricos ao encontro dos parentes caipiras no interior. O importante era estar longe de Paris: melhor viver a quarentena numa pequena cidade da Provença do que na metrópole superpovoada e caótica. A partir desse quadro, o jornalista Michel Léon fez uma interessante reflexão sobre a relação da crise sanitária, provocada pelo coronavírus, e o atual modelo urbano das cidades grandes, responsável por abomináveis e superlotadas megalópoles. A presente pandemia seria uma consequência dessa concepção urbanística. Afinal, foi numa cidade semelhante que tudo começou: a poluída Wuhan, na China comunista, com nove milhões de habitantes só em sua parte central, dona de um gigantesco porto fluvial e pontilhada de lagos que a infestam de mosquitos. Quando a epidemia se alastrou pelo mundo, foram cidades como Wuhan que serviram de base operatória para o inimigo invisível iniciar seu trabalho silencioso de contaminação. Enfim, cidade grande não faz bem à saúde, seja do corpo ou da alma. http://raildusud.canalblog.com/archives/2020/03/20/38109727.html
- Quem é a Virgem Maria?
Conforme a doutrina da Santa Igreja, quem é a Virgem Maria? A Virgem Maria é a mulher escolhida por Deus para tornar-se a Mãe do Verbo Encarnado, nosso Salvador, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, Jesus Cristo (cf. Lc 1, 31). “Mãe de Deus”! A definição dogmática: “Se alguém não professa que Emanuel (Cristo) é verdadeiramente Deus e que a Virgem Santa é Mãe de Deus (Teotókos), que gerou segundo a carne o Logo de Deus feito carne, seja excomungado” (Dz 113). Com estas palavras, no Concílio de Éfeso (3º ecumênico, ano 431), com grande alegria dos cristãos, a verdade sobre a Maternidade Divina de Maria foi para o Concilio de Éfeso e para a Igreja de todos como uma chancela no dogma da Encarnação, em que o Verbo assume realmente, sem a anular, a natureza humana na unidade da sua Pessoa. “Plenitude dos tempos” (Gl 4,4) Esta expressão indica: – o momento, fixado desde a eternidade, em que o Pai enviou seu filho, “para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3, 16); – o momento abençoado em que “o Verbo, que estava junto de Deus… se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1, 1-14), fazendo-se nosso irmão; – o momento em que o Espírito Santo plasmou no seio virginal de Maria a natureza humana de Cristo; – o inicio da caminhada da Igreja, com Maria, que a liturgia chama “primícias da Igreja”. (cf. prefácio de 8 de dezembro). 3- Tríplice Privilégio. A Virgem Maria, por motivo da eleição singular a Mãe de Deus, em consideração dos méritos futuros do seu filho, recebeu três privilégios – Imaculada Conceição, Virgindade Perpétua, Assunção ao Céu em corpo e alma – que serão expostos nas três lições seguintes. Quando, porém, chegou à plenitude dos tempos, enviou Deus e seu Filho, nascido de uma mulher, nascido sob a Lei, para remir os que estavam sob a Lei, a fim de que recebêssemos a adoção filial (Gl 4, 4s). “O Santo que nascer de Ti será chamado Filho de Deus” (Lc 1, 35)
- Quem é a Virgem Maria?
Conforme a doutrina da Santa Igreja, quem é a Virgem Maria? A Virgem Maria é a mulher escolhida por Deus para tornar-se a Mãe do Verbo Encarnado, nosso Salvador, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, Jesus Cristo (cf. Lc 1, 31). “Mãe de Deus”! A definição dogmática: “Se alguém não professa que Emanuel (Cristo) é verdadeiramente Deus e que a Virgem Santa é Mãe de Deus (Teotókos), que gerou segundo a carne o Logo de Deus feito carne, seja excomungado” (Dz 113). Com estas palavras, no Concílio de Éfeso (3º ecumênico, ano 431), com grande alegria dos cristãos, a verdade sobre a Maternidade Divina de Maria foi para o Concilio de Éfeso e para a Igreja de todos como uma chancela no dogma da Encarnação, em que o Verbo assume realmente, sem a anular, a natureza humana na unidade da sua Pessoa. “Plenitude dos tempos” (Gl 4,4) Esta expressão indica: – o momento, fixado desde a eternidade, em que o Pai enviou seu filho, “para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3, 16); – o momento abençoado em que “o Verbo, que estava junto de Deus… se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1, 1-14), fazendo-se nosso irmão; – o momento em que o Espírito Santo plasmou no seio virginal de Maria a natureza humana de Cristo; – o inicio da caminhada da Igreja, com Maria, que a liturgia chama “primícias da Igreja”. (cf. prefácio de 8 de dezembro). 3- Tríplice Privilégio. A Virgem Maria, por motivo da eleição singular a Mãe de Deus, em consideração dos méritos futuros do seu filho, recebeu três privilégios – Imaculada Conceição, Virgindade Perpétua, Assunção ao Céu em corpo e alma – que serão expostos nas três lições seguintes. Quando, porém, chegou à plenitude dos tempos, enviou Deus e seu Filho, nascido de uma mulher, nascido sob a Lei, para remir os que estavam sob a Lei, a fim de que recebêssemos a adoção filial (Gl 4, 4s). “O Santo que nascer de Ti será chamado Filho de Deus” (Lc 1, 35)
- Entidades vinculadas à CNBB pedem o afastamento do presidente
Entidades criticam a postura do presidente em relação à pandemia e defendem seu afastamento “para salvar vidas e a democracia” A Comissão Brasileira de Justiça e Paz, organismo ligado à CNBB assumiu, nesta sexta-feira 24, posição em defesa do afastamento de Jair Bolsonaro. A nota não reflete o posicionamento oficial da CNBB. Mas a entidade, na figura de seu presidente, tem feito análises duras da conjuntura política. O presidente da CNBB, Dom Walmor Azevedo, comentou o imbróglio entre Sérgio Moro e o Ministério da Justiça. Em nota pública, a Comissão Brasileira de Justiça e Paz critica a postura do presidente em relação à pandemia e defende o afastamento do presidente “para salvar vidas e a democracia”. Bolsonaro, diz o texto, prega o conflito, aposta na desinformação e nega o valor científico das medidas recomendadas pelas autoridades sanitárias e pela OMS. Na economia, responsabiliza o presidente por uma “burocracia desumana” em relação ao pagamento do auxílio emergencial. Menciona ainda os atos pró-intervenção militar aos quais o presidente compareceu. Para a entidade, o presidente comete crimes de responsabilidades que justificam sua saída. Seja por crime comum ou processo de impeachment. Para o presidente da CNBB, a mudança “evidencia intervenção política no comando das instituições” e “fere ainda mais a credibilidade do governo e das instâncias que deveriam zelar pelo cumprimento das leis”. Leia a íntegra: AFASTAR O PRESIDENTE PARA SALVAR VIDAS E A DEMOCRACIA Vivemos uma crise sem precedentes. Já são 195.000 mortos no mundo e 3.670 no Brasil por conta do novo coronavírus. A velocidade da pandemia está aumentando no Brasil e os cientistas, médicos e especialistas anunciam milhares de óbitos nos próximos dias. Junto com a pandemia, aprofunda-se a crise socioeconômica. Desemprego e fome – que já estavam presentes na vida de uma grande parte da população brasileira – agravam-se de forma alarmante. Os mecanismos de enfrentamento da crise ainda são insuficientes para o povo. A prioridade do governo federal tem sido os banqueiros e grandes empresários. Diante da mais grave crise sanitária do século, o presidente da República continua agindo irresponsavelmente e não propõe unir e liderar a nação no combate à doença. Ao contrário, prega o conflito, aposta na desinformação e nega o valor científico das medidas recomendadas pelas autoridades sanitárias e pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Está em permanente contraposição às ações dos governadores e dos prefeitos, dá exemplos inconsequentes contra a quarentena e vetou parte da lei aprovada no Congresso, que garante um auxílio emergencial aos necessitados. Criou uma burocracia desumana e excluiu milhões do auxílio que está chegando atrasado. A irresponsabilidade se transformou em crime quando coloca em risco a vida das pessoas e quando participa e apoia manifestações que pregam o retorno a uma ditadura e do AI-5 em confronto direto com a Constituição Federal. No dia 19 de abril o ataque presidencial teve como destino a Constituição Federal e as instituições democráticas. Neste dia, o crime foi documentado no comício que o presidente da República participou na frente do Quartel General do Exército em Brasília, organizado para pregar o golpe e atiçar o povo contra as instituições democráticas, especialmente contra o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal. A participação do presidente ainda motivou movimentos semelhantes em outras cidades e que também se expressaram no ódio e violência covarde contra mulheres. As ações praticadas pelo presidente da República são tipificadas como crime de responsabilidade, crime comum, ofensa à Lei 7.170/83, entre outras. Os fatos ocorridos agora colocam na ordem do dia a necessidade de um posicionamento claro das instituições e da sociedade civil quanto ao afastamento do presidente da República. A Constituição Federal abriga duas formas. A infração penal cometida pelo presidente gera o afastamento imediato para a investigação e é julgada pelo Supremo Tribunal Federal. O crime de responsabilidade gera a possibilidade do impeachment e seu julgamento ocorre no Congresso Nacional. Qualquer que seja a forma constitucional, não devemos ser omissos ante a gravidade da situação, por isso conclamamos a sociedade civil e as instituições democráticas da República a agirmos com rapidez em defesa da vida e da democracia. A demora custará mais vidas e ameaça cada dia mais a democracia. Brasília (DF), 24 de abril de 2020 Comissão Brasileira Justiça e Paz Conselho Nacional do Laicato do Brasil – CNLB Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil – CONIC Comissão Brasileira de Justiça e Paz Secção do Ceará – NE 1 Comissão Justiça e Paz da CNBB Regional Norte 2 – PA e AP Comissão Regional de Justiça e Paz de Mato Grosso do Sul – CRJP-MS Comissão Justiça e Paz de São Paulo – CJP-SP Comissão Justiça e Paz de Brasília – CJP-DF Comissão Arquidiocesana Justiça e Paz de São Luís – MA Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de Olinda e Recife – PE Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos Carmen Bascarán – CDVDH/CB de Açailândia – MA Comissão Diocesana Justiça e Paz de Barreiras – BA Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de Londrina – PR Comissão Arquidiocesana de Justiça e Paz de Juiz de Fora – MG Comissão Justiça e Paz de Santarém – PA Comissão Justiça e Paz de Belém – PA Comissão Justiça e Paz de Porto Velho – RO Comissão Justiça e Paz “Margarida Alves” – Zona Leste de Porto Velho – RO Comissão Justiça e Paz “Dom Luciano Mendes” de Candeias do Jamari – RO Via Paroquias.com.br #CNBB
- Entidades vinculadas à CNBB pedem o afastamento do presidente
Entidades criticam a postura do presidente em relação à pandemia e defendem seu afastamento “para salvar vidas e a democracia” A Comissão Brasileira de Justiça e Paz, organismo ligado à CNBB assumiu, nesta sexta-feira 24, posição em defesa do afastamento de Jair Bolsonaro. A nota não reflete o posicionamento oficial da CNBB. Mas a entidade, na figura de seu presidente, tem feito análises duras da conjuntura política. O presidente da CNBB, Dom Walmor Azevedo, comentou o imbróglio entre Sérgio Moro e o Ministério da Justiça. Em nota pública, a Comissão Brasileira de Justiça e Paz critica a postura do presidente em relação à pandemia e defende o afastamento do presidente “para salvar vidas e a democracia”. Bolsonaro, diz o texto, prega o conflito, aposta na desinformação e nega o valor científico das medidas recomendadas pelas autoridades sanitárias e pela OMS. Na economia, responsabiliza o presidente por uma “burocracia desumana” em relação ao pagamento do auxílio emergencial. Menciona ainda os atos pró-intervenção militar aos quais o presidente compareceu. Para a entidade, o presidente comete crimes de responsabilidades que justificam sua saída. Seja por crime comum ou processo de impeachment. Para o presidente da CNBB, a mudança “evidencia intervenção política no comando das instituições” e “fere ainda mais a credibilidade do governo e das instâncias que deveriam zelar pelo cumprimento das leis”. Leia a íntegra: AFASTAR O PRESIDENTE PARA SALVAR VIDAS E A DEMOCRACIA Vivemos uma crise sem precedentes. Já são 195.000 mortos no mundo e 3.670 no Brasil por conta do novo coronavírus. A velocidade da pandemia está aumentando no Brasil e os cientistas, médicos e especialistas anunciam milhares de óbitos nos próximos dias. Junto com a pandemia, aprofunda-se a crise socioeconômica. Desemprego e fome – que já estavam presentes na vida de uma grande parte da população brasileira – agravam-se de forma alarmante. Os mecanismos de enfrentamento da crise ainda são insuficientes para o povo. A prioridade do governo federal tem sido os banqueiros e grandes empresários. Diante da mais grave crise sanitária do século, o presidente da República continua agindo irresponsavelmente e não propõe unir e liderar a nação no combate à doença. Ao contrário, prega o conflito, aposta na desinformação e nega o valor científico das medidas recomendadas pelas autoridades sanitárias e pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Está em permanente contraposição às ações dos governadores e dos prefeitos, dá exemplos inconsequentes contra a quarentena e vetou parte da lei aprovada no Congresso, que garante um auxílio emergencial aos necessitados. Criou uma burocracia desumana e excluiu milhões do auxílio que está chegando atrasado. A irresponsabilidade se transformou em crime quando coloca em risco a vida das pessoas e quando participa e apoia manifestações que pregam o retorno a uma ditadura e do AI-5 em confronto direto com a Constituição Federal. No dia 19 de abril o ataque presidencial teve como destino a Constituição Federal e as instituições democráticas. Neste dia, o crime foi documentado no comício que o presidente da República participou na frente do Quartel General do Exército em Brasília, organizado para pregar o golpe e atiçar o povo contra as instituições democráticas, especialmente contra o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal. A participação do presidente ainda motivou movimentos semelhantes em outras cidades e que também se expressaram no ódio e violência covarde contra mulheres. As ações praticadas pelo presidente da República são tipificadas como crime de responsabilidade, crime comum, ofensa à Lei 7.170/83, entre outras. Os fatos ocorridos agora colocam na ordem do dia a necessidade de um posicionamento claro das instituições e da sociedade civil quanto ao afastamento do presidente da República. A Constituição Federal abriga duas formas. A infração penal cometida pelo presidente gera o afastamento imediato para a investigação e é julgada pelo Supremo Tribunal Federal. O crime de responsabilidade gera a possibilidade do impeachment e seu julgamento ocorre no Congresso Nacional. Qualquer que seja a forma constitucional, não devemos ser omissos ante a gravidade da situação, por isso conclamamos a sociedade civil e as instituições democráticas da República a agirmos com rapidez em defesa da vida e da democracia. A demora custará mais vidas e ameaça cada dia mais a democracia. Brasília (DF), 24 de abril de 2020 Comissão Brasileira Justiça e Paz Conselho Nacional do Laicato do Brasil – CNLB Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil – CONIC Comissão Brasileira de Justiça e Paz Secção do Ceará – NE 1 Comissão Justiça e Paz da CNBB Regional Norte 2 – PA e AP Comissão Regional de Justiça e Paz de Mato Grosso do Sul – CRJP-MS Comissão Justiça e Paz de São Paulo – CJP-SP Comissão Justiça e Paz de Brasília – CJP-DF Comissão Arquidiocesana Justiça e Paz de São Luís – MA Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de Olinda e Recife – PE Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos Carmen Bascarán – CDVDH/CB de Açailândia – MA Comissão Diocesana Justiça e Paz de Barreiras – BA Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de Londrina – PR Comissão Arquidiocesana de Justiça e Paz de Juiz de Fora – MG Comissão Justiça e Paz de Santarém – PA Comissão Justiça e Paz de Belém – PA Comissão Justiça e Paz de Porto Velho – RO Comissão Justiça e Paz “Margarida Alves” – Zona Leste de Porto Velho – RO Comissão Justiça e Paz “Dom Luciano Mendes” de Candeias do Jamari – RO Via Paroquias.com.br #CNBB
- A ONU está alarmada com a falta de acesso a contraceptivos durante a pandemia
Onu diz que haverão mais de 7 milhões de gestações indesejadas. As Nações Unidas alertaram que “apenas nos próximos meses” sete milhões de mulheres terão gravidezes indesejadas durante a pandemia de coronavírus Covid-19 devido à incapacidade de obter contraceptivos. Especificamente, de acordo com a organização internacional, se as ordens de confinamento forem realizadas por seis meses, 47 milhões de mulheres em países de baixa e média renda não terão acesso aos contraceptivos modernos . Nesse contexto, se as quarentenas de coronavírus permanecerem por um ano, pode haver até 15 milhões de gestações indesejadas. Traduzido de Infocatólica #Coronavírus #ONU
- A ONU está alarmada com a falta de acesso a contraceptivos durante a pandemia
Onu diz que haverão mais de 7 milhões de gestações indesejadas. As Nações Unidas alertaram que “apenas nos próximos meses” sete milhões de mulheres terão gravidezes indesejadas durante a pandemia de coronavírus Covid-19 devido à incapacidade de obter contraceptivos. Especificamente, de acordo com a organização internacional, se as ordens de confinamento forem realizadas por seis meses, 47 milhões de mulheres em países de baixa e média renda não terão acesso aos contraceptivos modernos . Nesse contexto, se as quarentenas de coronavírus permanecerem por um ano, pode haver até 15 milhões de gestações indesejadas. Traduzido de Infocatólica #Coronavírus #ONU
- Casa Branca consulta bispos dos EUA que restabeleceram missas públicas
A Casa Branca consultou quatro bispos católicos que restauraram as missas públicas. O motivo é que o governo Trump está considerando emitir diretrizes sobre a reabertura segura de igrejas e serviços religiosos durante a pandemia. ( CNA / InfoCatólica ) Várias fontes confirmaram à CNA que autoridades do Conselho Nacional de Políticas da Casa Branca e do Centro de Controle de Doenças mantiveram uma série de conversas telefônicas com bispos de três estados na terça e quarta-feira. Os bispos de Las Cruces, Novo México, Lubbock, Texas, e Billings-Great Falls e Helena, Montana , conversaram com funcionários do governo que pediram explicações sobre a retomada do ministério público diocesano, de acordo com as ordens estaduais de saúde. público. A iniciativa para as discussões veio da Casa Branca , confirmaram fontes à CNA. Durante os telefonemas, foram delineadas várias políticas adotadas nas diferentes dioceses, incluindo medidas extras para manter o distanciamento social dentro e fora dos templos e para a distribuição da Comunhão. Os funcionários do governo também sublinharam aos bispos a intenção do governo de ver os prédios da igreja reabertos onde quer que a reabertura possa ser realizada com segurança. Em 15 de abril, a diocese de Las Cruces emitiu diretrizes declarando que as missas podem ser retomadas ao ar livre ou dentro de igrejas, desde que estejam em conformidade com os requisitos estaduais de distanciamento social. A Diocese de Lubbock divulgou suas próprias diretrizes em 22 de abril, incluindo disposições para restaurar o acesso à comunhão dos católicos. Em suas declarações públicas na semana passada, os dois bispos de Montana, Dom Austin Vetter, de Helena e Dom Michael Warfel, de Billings-Great-Falls, também emitiram suas próprias diretrizes sobre a reabertura gradual de igrejas, de acordo com os planos anunciados pelo governador. O bispo Michael Warfel, de Billings-Great Falls, disse à CNA na quarta-feira que participou de uma ligação naquela manhã com vários outros bispos e funcionários da Casa Branca. “Eu estava em um telefonema esta manhã com o diretor da Casa Branca e o vice-diretor de política doméstica, e estávamos compartilhando nossas experiências [de restabelecer missas públicas]. Eles estavam muito interessados em nossa experiência e no que estávamos fazendo “, disse ele o prelado. Bispo Peter Baldacchino, de Las Cruces, que foi o primeiro bispo dos EUA ao anunciar a retomada das missas públicas durante a pandemia de coronavírus, ele confirmou à CNA que havia participado de uma ligação, mas se recusou a aprofundar o assunto. “Fui contactado por alguns funcionários da Casa Branca e sou grato pela preocupação com a liberdade religiosa e a retomada responsável do culto religioso “, disse Baldacchino. “Estou sempre aberto e grato pelo diálogo com líderes civis, independentemente de qual partido eles pertencem.” “Espero que ainda mais funcionários do governo, especialmente no nível estadual, reconheçam a natureza essencial da fé e do culto”, disse Baldacchino à CNA. “Continuo orando para que Deus conceda sabedoria e discernimento a todos os líderes de nosso governo”. #Coronavírus
- Casa Branca consulta bispos dos EUA que restabeleceram missas públicas
A Casa Branca consultou quatro bispos católicos que restauraram as missas públicas. O motivo é que o governo Trump está considerando emitir diretrizes sobre a reabertura segura de igrejas e serviços religiosos durante a pandemia. ( CNA / InfoCatólica ) Várias fontes confirmaram à CNA que autoridades do Conselho Nacional de Políticas da Casa Branca e do Centro de Controle de Doenças mantiveram uma série de conversas telefônicas com bispos de três estados na terça e quarta-feira. Os bispos de Las Cruces, Novo México, Lubbock, Texas, e Billings-Great Falls e Helena, Montana , conversaram com funcionários do governo que pediram explicações sobre a retomada do ministério público diocesano, de acordo com as ordens estaduais de saúde. público. A iniciativa para as discussões veio da Casa Branca , confirmaram fontes à CNA. Durante os telefonemas, foram delineadas várias políticas adotadas nas diferentes dioceses, incluindo medidas extras para manter o distanciamento social dentro e fora dos templos e para a distribuição da Comunhão. Os funcionários do governo também sublinharam aos bispos a intenção do governo de ver os prédios da igreja reabertos onde quer que a reabertura possa ser realizada com segurança. Em 15 de abril, a diocese de Las Cruces emitiu diretrizes declarando que as missas podem ser retomadas ao ar livre ou dentro de igrejas, desde que estejam em conformidade com os requisitos estaduais de distanciamento social. A Diocese de Lubbock divulgou suas próprias diretrizes em 22 de abril, incluindo disposições para restaurar o acesso à comunhão dos católicos. Em suas declarações públicas na semana passada, os dois bispos de Montana, Dom Austin Vetter, de Helena e Dom Michael Warfel, de Billings-Great-Falls, também emitiram suas próprias diretrizes sobre a reabertura gradual de igrejas, de acordo com os planos anunciados pelo governador. O bispo Michael Warfel, de Billings-Great Falls, disse à CNA na quarta-feira que participou de uma ligação naquela manhã com vários outros bispos e funcionários da Casa Branca. “Eu estava em um telefonema esta manhã com o diretor da Casa Branca e o vice-diretor de política doméstica, e estávamos compartilhando nossas experiências [de restabelecer missas públicas]. Eles estavam muito interessados em nossa experiência e no que estávamos fazendo “, disse ele o prelado. Bispo Peter Baldacchino, de Las Cruces, que foi o primeiro bispo dos EUA ao anunciar a retomada das missas públicas durante a pandemia de coronavírus, ele confirmou à CNA que havia participado de uma ligação, mas se recusou a aprofundar o assunto. “Fui contactado por alguns funcionários da Casa Branca e sou grato pela preocupação com a liberdade religiosa e a retomada responsável do culto religioso “, disse Baldacchino. “Estou sempre aberto e grato pelo diálogo com líderes civis, independentemente de qual partido eles pertencem.” “Espero que ainda mais funcionários do governo, especialmente no nível estadual, reconheçam a natureza essencial da fé e do culto”, disse Baldacchino à CNA. “Continuo orando para que Deus conceda sabedoria e discernimento a todos os líderes de nosso governo”. #Coronavírus
- SANTA CATARINA DE SENA E A UNIDADE DA IGREJA
O que ligava a terciária dominicana Catarina de Sena (1347-1380) a São Domingos, o fundador da ordem a que pertenceu a santa italiana? Certamente, o intenso trabalho realizado em defesa da unidade da Igreja. O próprio São Domingos lhe apareceu, na juventude, e lhe mostrou o hábito das irmãs dominicanas (vestido branco e véu preto). Como filha de São Domingos, terá sido também devota do Saltério da Virgem (a forma primitiva da oração do Rosário). Foi rezando com a Virgem Maria que Catarina se aproximou de Jesus e pode lutar, destemidamente, pela unidade da Igreja, seriamente ameaçada pelas heresias e os interesses políticos. Nada a magoava mais do que as divisões internas da cristandade. . Vigésima quinta filha de um tintureiro de Siena, Catarina Benincasa (era o seu nome de Batismo) logo cedo ofereceu a vida a Deus, o que não agradou à família. Já na infância rezava muito, fazia penitência, jejuava. Aos doze anos, quando os pais já pensavam em arranjar-lhe marido, cortou os cabelos e encerrou-se em seu quarto, sempre a rezar. Certo dia, o próprio pai surpreendeu uma pomba sobrevoando a filha durante a oração. Se prestou serviços junto a enfermos, sobretudo os de doenças contagiosas, dos quais cuidava com corajosa generosidade, Catarina foi sobretudo uma grande contemplativa. Esta era a fonte permanente de sua caridade junto ao próximo. Tinha vinte anos quando, pelas mãos de Nossa Senhora, Jesus lhe apareceu como noivo místico. Por essa promessa de núpcias, Dele recebeu uma aliança que somente ela podia enxergar no dedo. Mais tarde, noutra aparição, Jesus finalmente lhe substituiu o coração pelo Seu: o casamento místico estava plenamente realizado. Catarina foi instrumento dócil nas mãos do Espírito Santo. Com frequência tinha êxtases místicos, lutava com o demônio, experimentava bilocações, lia os pensamentos alheios. Por quase dois meses, alimentou-se exclusivamente de Eucaristia. Com permissão de residir com a própria família, estava em permanente contato com o mundo, sempre junto dos que necessitassem de ajuda material ou espiritual. Reuniu à sua volta um grupo de filhos espirituais, de várias idades e procedências, com os quais estudava a doutrina católica. Para ela, oração e estudo eram coisas inseparáveis, não admitindo que um cristão pudesse ignorar os ensinamentos da Igreja. Catarina tinha o dom da sabedoria infusa. Viveu boa parte da vida escrevendo e respondendo cartas (380 ao todo), que hoje compõem sua famosa e densa correspondência, publicada sob o simples título de Cartas, dirigidas a religiosos, parentes, amigos, ou a pessoas importantes, como príncipes ou o próprio Papa. Escreveu, também, uma obra-prima da espiritualidade católica, Diálogo da Divina Providência. Em 1970, declarou-a Doutora da Igreja o Papa Paulo VI, reconhecendo a alta espiritualidade de suas obras, a maior parte das quais ditada, pois parece que aprendeu a escrever só no final da curta vida. Tão próxima estava de Cristo que, como Ele, também morreria aos trinta e três anos, depois de haver recebido os estigmas. Dessa total configuração ao Esposo, vinha-lhe uma grande coragem: não temia dizer a verdade, fosse a quem fosse. Quando, com apenas seis anos, Jesus lhe apareceu vestido de Papa, queria lhe dizer algo que só bem mais tarde compreenderia plenamente, ao empenhar-se pela volta do Papa Gregório XI a Roma (desde 1309, os Pontífices estavam exilados em Avignon, na França). Inspirada por Jesus, em 1376 foi pessoalmente a Avignon alertar o “doce Cristo na terra” (assim chamava o Papa) que já não podia mais adiar a sua volta a Roma. Disse-lhe palavras respeitosas mas duras, apelando para a hombridade do Santo Padre. No ano seguinte, em 1377, Gregório XI voltava a Roma. Assim foi a vida dessa grande mulher, cujas ideias fixas eram a conversão dos pecadores e a unidade da Igreja.
- Quem é Jesus Cristo?
Muitos já ouviram falar, mas segundo a doutrina da Igreja, quem é Jesus Cristo? Jesus Cristo é a segunda Pessoa da Santíssima Trindade, isto é, o Filho de Deus, que, no seio da Virgem Maria, por obra do Espírito Santo, se fez homem para nos salvar (cf. Mt 1, 21). O Redentor do homem. Deus, na Plenitude dos tempos, enviou ao mundo o Seu Único Filho, que assumiu a natureza humana e, com o Seu sacrifício e a Sua ressurreição, restituiu aos homens a Graça perdida com o pecado original. Segundo Mistério da nossa Fé. O mistério de Jesus de Nazaré, Redentor do homem, exprime-se com as seguintes palavras: ENCARNAÇÃO, PAIXÃO, MORTE e RESSURREIÇÃO de Nosso Senhor Jesus Cristo. O sinal da Cruz, se bem feito, enquanto com as palavras manifesta o Primeiro Mistério, com os gestos manifesta o Segundo. Por isso, o verdadeiro cristão-católico faz sempre com devoção e sem pressa o sinal da Cruz. Nazaré-Belém-Jerusalém. Jesus Cristo viveu e operou num pequeno país da Ásia, chamado Palestina (25.000 Km2, pouco maior que Sergipe) dividido em três principais províncias: Galiléia, ao Norte; Samaria, no Centro, e Judéia, ao Sul. As três cidades mais importantes na vida de Jesus foram: Nazaré (na Galiléia), onde Maria Santíssima recebeu a Anunciação do Anjo (cf. Lc 1, 26-38) e Jesus viveu até o inicio da vida pública (cf. Mt 2,19-23). Belém (na Judéia), onde Jesus nasceu (cf. Lc 2, 1-20). Jerusalém (na Judéia), principal cidade da Palestina, onde Jesus instituiu os Sacramentos da Eucaristia, do Sacerdócio e da Penitência; morreu, ressuscitou e subiu ao Céu; onde o Espírito Santo desceu sobre os Apóstolos (cf. Lc 22-24; Jo 20,23; At 2). Cristo Jesus é o princípio e o fim, o alfa o ômega, Rei do mundo novo, misteriosa e suprema razão da história humana e de nosso destino; (…). Filho de Deus e Filho de Maria, bendita entre as mulheres, sua Mãe segundo a carne, nossa Mãe pela comunhão com o Espírito do Corpo Místico. Jesus Cristo! (Paulo VI em Manila – 29-11-1970) “Este é o meu Filho Amado” (Mt 3, 17) #CatecismoEssencial #Catequese #DoutrinaCatólica
- Quem é Jesus Cristo?
Muitos já ouviram falar, mas segundo a doutrina da Igreja, quem é Jesus Cristo? Jesus Cristo é a segunda Pessoa da Santíssima Trindade, isto é, o Filho de Deus, que, no seio da Virgem Maria, por obra do Espírito Santo, se fez homem para nos salvar (cf. Mt 1, 21). O Redentor do homem. Deus, na Plenitude dos tempos, enviou ao mundo o Seu Único Filho, que assumiu a natureza humana e, com o Seu sacrifício e a Sua ressurreição, restituiu aos homens a Graça perdida com o pecado original. Segundo Mistério da nossa Fé. O mistério de Jesus de Nazaré, Redentor do homem, exprime-se com as seguintes palavras: ENCARNAÇÃO, PAIXÃO, MORTE e RESSURREIÇÃO de Nosso Senhor Jesus Cristo. O sinal da Cruz, se bem feito, enquanto com as palavras manifesta o Primeiro Mistério, com os gestos manifesta o Segundo. Por isso, o verdadeiro cristão-católico faz sempre com devoção e sem pressa o sinal da Cruz. Nazaré-Belém-Jerusalém. Jesus Cristo viveu e operou num pequeno país da Ásia, chamado Palestina (25.000 Km2, pouco maior que Sergipe) dividido em três principais províncias: Galiléia, ao Norte; Samaria, no Centro, e Judéia, ao Sul. As três cidades mais importantes na vida de Jesus foram: Nazaré (na Galiléia), onde Maria Santíssima recebeu a Anunciação do Anjo (cf. Lc 1, 26-38) e Jesus viveu até o inicio da vida pública (cf. Mt 2,19-23). Belém (na Judéia), onde Jesus nasceu (cf. Lc 2, 1-20). Jerusalém (na Judéia), principal cidade da Palestina, onde Jesus instituiu os Sacramentos da Eucaristia, do Sacerdócio e da Penitência; morreu, ressuscitou e subiu ao Céu; onde o Espírito Santo desceu sobre os Apóstolos (cf. Lc 22-24; Jo 20,23; At 2). Cristo Jesus é o princípio e o fim, o alfa o ômega, Rei do mundo novo, misteriosa e suprema razão da história humana e de nosso destino; (…). Filho de Deus e Filho de Maria, bendita entre as mulheres, sua Mãe segundo a carne, nossa Mãe pela comunhão com o Espírito do Corpo Místico. Jesus Cristo! (Paulo VI em Manila – 29-11-1970) “Este é o meu Filho Amado” (Mt 3, 17) #CatecismoEssencial #Catequese #DoutrinaCatólica
- Bispos franceses lamentam que o culto religioso continue proibido, enquanto outras atividades são pe
A Conferência Episcopal Francesa divulgou uma declaração na qual manifesta sua inquietação pelo fato de que, ao mesmo tempo em que o governo permite que as atividades sejam retomadas com o público, o culto religioso com os fiéis continua sendo proibido. ( InfoCatólica ) Comunicado da Conferência Episcopal Francesa Após o anúncio da falta de confiança do primeiro-ministro Edouard Philippe, o Conselho Permanente da CEF, em nome de todos os bispos, lamenta a data imposta aos católicos e a todas as religiões de nosso país. Compartilhamos a preocupação do governo de limitar a propagação da epidemia o máximo possível, mas achamos difícil ver que a prática comum da Missa favorece a disseminação do vírus e dificulta o respeito aos gestos de proteção mais do que muitas atividades realizadas. será retomado em breve. Estamos convencidos de que a dimensão espiritual e religiosa do ser humano contribui para a paz dos corações, para a força em tempos de provação, para a irmandade entre as pessoas e para toda a vida social. A liberdade de religião é um elemento constitutivo da vida democrática ». #Coronavírus
- Bispos franceses lamentam que o culto religioso continue proibido, enquanto outras atividades são pe
A Conferência Episcopal Francesa divulgou uma declaração na qual manifesta sua inquietação pelo fato de que, ao mesmo tempo em que o governo permite que as atividades sejam retomadas com o público, o culto religioso com os fiéis continua sendo proibido. ( InfoCatólica ) Comunicado da Conferência Episcopal Francesa Após o anúncio da falta de confiança do primeiro-ministro Edouard Philippe, o Conselho Permanente da CEF, em nome de todos os bispos, lamenta a data imposta aos católicos e a todas as religiões de nosso país. Compartilhamos a preocupação do governo de limitar a propagação da epidemia o máximo possível, mas achamos difícil ver que a prática comum da Missa favorece a disseminação do vírus e dificulta o respeito aos gestos de proteção mais do que muitas atividades realizadas. será retomado em breve. Estamos convencidos de que a dimensão espiritual e religiosa do ser humano contribui para a paz dos corações, para a força em tempos de provação, para a irmandade entre as pessoas e para toda a vida social. A liberdade de religião é um elemento constitutivo da vida democrática ». #Coronavírus
- ONDE ESTÃO AS BELAS-ARTES?
Com todos os seus problemas, no capitalismo ainda é possível reservar algum espaço e tempo para as artes mais elevadas, na estreita faixa de liberdade que nos concedem além da efervescência pragmática. É possível escolher entre A e B, ainda que com dificuldade. Já nos regimes fascistas e comunistas, os padrões artísticos são formulados no alto do morro burocrático e o pescoço do público deve se acomodar ao cabresto que o Estado arremessa lá de cima. Com a tendência atual, no Ocidente, de Estados mais fortes para fazer frente às sucessivas crises econômicas (e agora sanitárias) da Aldeia Global, em que uma flatulência no Canadá pode abalar uma pirâmide egípcia, as artes correm sempre o risco da tutela estatal (interessante para certo tipo de artista, que prefere ter um travesseiro estável onde repousar a cabeça toda noite e dormir tranquilo; interessante para a máquina que governa, pois tem um grande aliado no serviço de (de)formação das consciências). Alguns diriam: tutela por tutela, antes a proteção da Igreja medieval ou contra-reformista, que, interferindo, dava uma certa direção à criação artística e algum conforto aos artistas, tanto material como estético. Foi, porém, graças à progressiva perda de influência secular da Igreja, indesejável do ponto de vista da fé, que nos últimos séculos os compositores puderam acrescentar, à grande música coral da Idade Média, da Renascença e da Contra-Reforma, a riqueza da música instrumental sinfônica, camerística e operística dos últimos séculos, suscitada pelo novo público burguês; e isso, também, sem esquecer o que a evolução musical deve à sua própria dinâmica, como a tecnologia dos instrumentos musicais. As artes plásticas libertaram-se da camisa de força da figuração, numa varredura da imagem, auxiliada pela técnica fotográfica, que começou timidamente no impressionismo e chegou ao radicalismo da arte abstrata. E a literatura, por fim, inventou o romance, arte narrativa do indivíduo livre para representar o mundo cotidiano em suas mais incômodas contradições, seguido mais tarde pelo cinema. Mas a liberdade burguesa foi tanta, que a arte logo se viu diante de um beco sem saída, com quase todas as fontes secas, depois de esgotadas as possibilidades de experimentação e o crescente desinteresse dos novos públicos para as chamadas belas artes. A música dodecafônica ameaçou acabar com a música, ao expulsar o talento em nome da técnica serialista; não acabou, mas criou uma espécie de complexo de inferioridade em todos os que gostariam de compor nos velhos padrões, deixando à trilha sonora dos filmes esse privilégio. E o abstracionismo, nas artes plásticas? Tornava, ao contrário, quase dispensável a técnica mais elaborada e de algum modo abria o espaço fechado dos ateliês aos aventureiros (sem esquecer, obviamente, que pode haver trabalhos abstratos de grande beleza, mas realizados sempre por pessoas que dominavam as “regras da arte” do desenho e da pintura). O ready made (um objeto qualquer que, fora de seu contexto original, acaba se transformando em obra artística) acabou com a arte? O zombeteiro Duchamp, quando expôs um mictório como obra de arte, não queria somente escarnecer da tradição artística ocidental, mas sugerir que, de agora em diante, a arte não contava mais entre as coisas necessárias. Sua necessidade era somente a de continuar a dizer ao mundo que a arte, finalmente, não era mais algo necessário, pois na era da fotografia todos podiam ser artistas. Foi o que essa estética niilista, desprovida de princípios espirituais, conseguiu fazer no século XX: destruir a arte elevada com a prática disruptiva e revolucionária da anti-arte. Como a arte é tão necessária como respirar, os marchands capitalistas passaram a vender a anti-arte do ready made, que já foi canonizado e hoje, deploravelmente, é mais uma entre outras modalidades de… arte. Esses senhores não nos enganam. Felizmente, sabemos onde encontrar a arte e os artistas que valem a pena.
- O que é a Graça?
Que é a Graça? Entre todos os inúmeros presentes de Deus, chama-se GRAÇA o maior presente d’Ele, que é o poder de nos tornarmos verdadeiros filhos de Deus (cf. Jo 1, 12; 1 Jo 3,1). Corpo-Alma- Graça: Deus criou o homem com o Corpo, a Alma e a Graça. No momento da criação, o homem, por meio da Graça, tornou-se filho de Deus, herdeiro do Paraíso. A natureza do homem não exige a Graça; por isso a Graça é definida dom sobrenatural, isto é, superior a todas as exigências da natureza humana. Tríplice Graça: A teologia católica distingue três tipos de Graça: – Santificante (ou habitual) – dom sobrenatural, inerente à nossa alma, que nos faz justos, filhos de Deus e herdeiros do Paraíso. – Atual – dom sobrenatural, que ilumina a nossa inteligência, move e fortalece a nossa vontade a fim de que possamos conseguir, defender e aumentar a Graça Santificante, afastando o mal e operando o bem. – Sacramental – é o direito, que se adquire recebendo válida e licitamente qualquer sacramento, de ter, em tempo oportuno, as graças atuais necessárias para alcançar o fim próprio de cada sacramento. Abraão-Israel- a Bíblia. Javé, para salvar a humanidade, que, depois do pecado original, estava marchando rumo à perdição eterna, chamou Abraão para formar, por meio dele, o Seu povo, Israel, com o qual fez uma aliança (cf. Gn 12-25). O livro conta a história de Abraão e de Israel é a Bíblia, conjunto de 73 livros (46 do Antigo Testamento e 27 do Novo Testamento) inspirados por Deus (cf, 2 Tm 3,16). Fala-se de Abrãao em vários livros da Bíblia, mas especialmente no primeiro, Gênesis, nos capítulos de 12 a 25. Também Israel, frequentemente, se afastou de Javé, adorou os ídolos e praticou coisas imorais. #CatecismoEssencial #Catequese #DoutrinaCatólica
- O que é a Graça?
Que é a Graça? Entre todos os inúmeros presentes de Deus, chama-se GRAÇA o maior presente d’Ele, que é o poder de nos tornarmos verdadeiros filhos de Deus (cf. Jo 1, 12; 1 Jo 3,1). Corpo-Alma- Graça: Deus criou o homem com o Corpo, a Alma e a Graça. No momento da criação, o homem, por meio da Graça, tornou-se filho de Deus, herdeiro do Paraíso. A natureza do homem não exige a Graça; por isso a Graça é definida dom sobrenatural, isto é, superior a todas as exigências da natureza humana. Tríplice Graça: A teologia católica distingue três tipos de Graça: – Santificante (ou habitual) – dom sobrenatural, inerente à nossa alma, que nos faz justos, filhos de Deus e herdeiros do Paraíso. – Atual – dom sobrenatural, que ilumina a nossa inteligência, move e fortalece a nossa vontade a fim de que possamos conseguir, defender e aumentar a Graça Santificante, afastando o mal e operando o bem. – Sacramental – é o direito, que se adquire recebendo válida e licitamente qualquer sacramento, de ter, em tempo oportuno, as graças atuais necessárias para alcançar o fim próprio de cada sacramento. Abraão-Israel- a Bíblia. Javé, para salvar a humanidade, que, depois do pecado original, estava marchando rumo à perdição eterna, chamou Abraão para formar, por meio dele, o Seu povo, Israel, com o qual fez uma aliança (cf. Gn 12-25). O livro conta a história de Abraão e de Israel é a Bíblia, conjunto de 73 livros (46 do Antigo Testamento e 27 do Novo Testamento) inspirados por Deus (cf, 2 Tm 3,16). Fala-se de Abrãao em vários livros da Bíblia, mas especialmente no primeiro, Gênesis, nos capítulos de 12 a 25. Também Israel, frequentemente, se afastou de Javé, adorou os ídolos e praticou coisas imorais. #CatecismoEssencial #Catequese #DoutrinaCatólica
















































