Buscar neste site
12408 resultados encontrados com uma busca vazia
- Aborto é incluído entre serviços essenciais pela OMS e não deve parar durante pandemia
Por Lucas Henrique. No dia 30 de março, a Organização Mundial da Saúde (OMS), por meio de um comunicado de imprensa, tornou pública algumas diretrizes para ajudar os países a manter serviços sanitários essenciais durante a pandemia de COVID 19[1]. A Seção 2, intitulada Identificar serviços essenciais por contexto e relevância, diz o seguinte: Os países devem identificar os serviços essenciais que serão prioridades em seu esforço para manter a continuidade dos serviços prestados. Entre as prioridades altas, logo após campanhas de vacinação, encontra-se: Serviços relacionados à saúde reprodutiva, incluindo cuidados durante a gravidez e o parto. A proposta, aparentemente inocente, só revela suas más intenções à luz da já conhecida ambiguidade dos textos publicados pelos Órgãos das Nações Unidas, onde saúde reprodutiva sempre inclui, entre outras coisas, a prática do aborto. Prova disto é que em 2014, o Departamento de Saúde Reprodutiva da OMS elaborou um Manual de prática clínica para um aborto seguro [2] , com orientações para assassinatos de crianças em diversos estágios da gravidez. Leia também: Multinacional do aborto, Planned Parenthood, não quer compartilhar equipes médicas para salvar vidas Entre os diversos disparates do documento destacamos os seguintes: Aborto para promover e proteger a saúde das mulheres, das adolescentes e seus direitos humanos (página 5); Não são conhecidas contraindicações para o aborto anterior a 12ª semana de gestação (página 12); Nos casos de aborto com gestação superior a 14 semanas, as mulheres permanecem nas instalações até a expulsão completa do “produto da gestação” (página 13); Cabe ressaltar que no mesmo dia em que a OMS incluía o aborto entre os serviços essenciais, o hospital Perola Byington, administrado pelo Governo de São Paulo, e referência em assassinato de crianças voltou às atividades normais [3] anteriormente suspensas. Fonte: centrodombosco.org [1] O download do documento pode ser feito neste link: https://www.who.int/publications-detail/covid-19-operational-guidance-for-maintaining-essential-health-services-during-an-outbreak [2] https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/134747/9789243548715_spa.pdf?sequence=1 o guia para um aborto “seguro” de autoria da OMS pode ser consultado aqu [3] https://revistamarieclaire.globo.com/Mulheres-do-Mundo/noticia/2020/03/hospital-perola-byington-reabre-servico-de-aborto-legal.html acessado em 04 de abril de 2020.
- TUDO ESTÁ CUMPRIDO – Scott Hahn medita sobre o Domingo da Paixão
“Tudo isso aconteceu para que os escritos dos profetas fossem cumpridos”, diz Jesus no Evangelho de hoje (ver Mateus 26:56). De fato, chegamos ao clímax do ano litúrgico, o cume mais alto da história da salvação, quando se cumpre tudo o que foi anunciado e prometido. No final do longo Evangelho de hoje, a obra de nossa redenção terá sido realizada, a nova aliança será escrita com o sangue de Seu corpo desfeito, pendido de uma cruz num lugar chamado Caveira. Em Sua Paixão, Jesus é “contado entre os iníquos”, como Isaías havia predito (ver Isaías 53:12). Ele é revelado definitivamente como o Servo Sofredor anunciado pelo profeta, o tão esperado Messias, cujas palavras de obediência e fé ecoam na Primeira Leitura e no Salmo de hoje. As zombarias e tormentos que ouvimos nessas duas leituras pontuam o Evangelho enquanto Jesus é espancado e escarnecido (ver Mateus 27:31), enquanto Suas mãos e pés são perfurados, enquanto seus inimigos disputam Suas roupas (ver Mateus 27:35) e O desafiam a provar Sua divindade, salvando-se a Si mesmo do sofrimento (ver Mateus 27: 39-44). Ele permanece fiel à vontade de Deus até o fim, sem desistir de Sua provação. Entrega-se livremente a seus torturadores, confiante que, como Ele diz na Primeira Leitura de hoje, “O Senhor Deus é minha ajuda (…) Não serei envergonhado”. Destinados ao pecado e à morte como filhos da desobediência de Adão, fomos libertados para a santidade e a vida pela perfeita obediência de Cristo à vontade do Pai (ver Romanos 5: 12–14, 17–19; Efésios 2: 2; 5: 6) . Foi por isso que Deus o exaltou grandemente. Foi por isso que temos a salvação em Seu nome. Seguindo Seu exemplo de humilde obediência nas provações e cruzes de nossas vidas, sabemos que nunca seremos abandonados. Sabemos, como o centurião de hoje, que verdadeiramente Este é o Filho de Deus (ver Mateus 27:54). https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/all-is-fulfilled-scott-hahn-reflects-on-passion-sunday/
- Padre denuncia injustiça provocada por quarentena
Desde antes do governo estabelecer regras para fechamento de empresas e comércios, a Igreja já determinou a suspensão de missas e encontros religiosos. Com o avanço da pandemia, e o surgimento de novos casos de coronavírus confirmados, os governos estaduais e municipais apertaram as regras de isolamento e restringiram ainda mais a circulação das pessoas nos grandes centros. Mesmo estando na Semana Santa, momento ápice para os católicos, e tendo a autorização do governo federal para que as igrejas funcionem, os bispos continuam mantendo suspensas as reuniões de fiéis e celebrações, tanto por entenderem que é prudente manter o isolamento por enquanto, como por preverem punições dos governos estaduais e municipais. Entretanto, um padre veio às redes sociais demonstrar indignação com um fato que ocorreu próximo à sua igreja. Veja o comentário do Padre Paulo Sampaio Sandes, da paróquia São Filipe Neri, na cidade de São Paulo: INJUSTIÇA!!! Os fiéis impedidos de ir as igrejas, nestes dias tão preciosos, impedidos de comungar. Enquanto isso, aqui atrás da igreja, em alguma casa ou boteco, um baita de um samba com algazarra de diversas pessoas. Duvido a polícia ir lá e impedir… Umas aglomerações são permitidas, outras não… Rezemos para que os fiéis devotos possam ter novamente Jesus eucarístico.
- Padre denuncia injustiça provocada por quarentena
Desde antes do governo estabelecer regras para fechamento de empresas e comércios, a Igreja já determinou a suspensão de missas e encontros religiosos. Com o avanço da pandemia, e o surgimento de novos casos de coronavírus confirmados, os governos estaduais e municipais apertaram as regras de isolamento e restringiram ainda mais a circulação das pessoas nos grandes centros. Mesmo estando na Semana Santa, momento ápice para os católicos, e tendo a autorização do governo federal para que as igrejas funcionem, os bispos continuam mantendo suspensas as reuniões de fiéis e celebrações, tanto por entenderem que é prudente manter o isolamento por enquanto, como por preverem punições dos governos estaduais e municipais. Entretanto, um padre veio às redes sociais demonstrar indignação com um fato que ocorreu próximo à sua igreja. Veja o comentário do Padre Paulo Sampaio Sandes, da paróquia São Filipe Neri, na cidade de São Paulo: INJUSTIÇA!!! Os fiéis impedidos de ir as igrejas, nestes dias tão preciosos, impedidos de comungar. Enquanto isso, aqui atrás da igreja, em alguma casa ou boteco, um baita de um samba com algazarra de diversas pessoas. Duvido a polícia ir lá e impedir… Umas aglomerações são permitidas, outras não… Rezemos para que os fiéis devotos possam ter novamente Jesus eucarístico.
- Jejum no Domingo? Padre esclarece polêmica de jejum proposto pelo presidente
Desde que Bolsonaro propôs o Jejum Nacional, ou seja, um dia de oração e jejum pelo Brasil e pelo fim da pandemia, a ser realizado neste domingo (5), diversos católicos se manifestaram contra, dizendo que não deveriam realizar jejum no dia de domingo. Fato considerado inédito num dos maiores países católicos do mundo, o dia de oração e jejum proposto pelo presidente da república tem gerado polêmica por detalhes técnicos. Ao gravar um vídeo convocando os brasileiros a rezarem pelo Brasil, Bolsonaro sugeriu que o jejum fosse feito no dia 05 de Abril, que cai em um Domingo e no calendário católico inicia-se a Semana Santa. Mesmo fazendo um segundo convite, durante uma entrevista ao programa Pingos nos Is, deixando a data em aberto e pedindo a ajuda de padres e pastores para organizarem os fiéis, a data do dia 05 de abril ficou marcada, e acabou gerando polêmica pelo fato de, tradicionalmente na Igreja Católica, jejuns e penitências serem evitados no domingo, uma vez que é recordado o dia da ressurreição. Diante desta polêmica, veja o Padre Francisco Amaral veio esclarecer seus fiéis: Desde que entrei nas mídias sociais que utilizo, nunca abri a boca para falar de política. E nem vou fazer isso hoje. Só quero dizer que, independente se a pessoa idolatra o Bolsonaro, o admira, considera ele o “mal menor” ou o chama de Bozo, existe um fato: é uma autoridade constituída que convida o povo brasileiro para o jejum, e mais ainda, estando em comunhão católicos e evangélicos. Independente se as razões para tal convite são políticas ou não, Deus certamente saberá usar o jejum de um povo. Aliás, é bíblico o fato que a população de Nívive fez penitência, sob a convocação do rei da cidade, e por isso foi salva da destruição (Jonas 3). Se para nós católicos não é costume fazer penitência aos domingos, também não há nenhum impedimento, sobretudo se tratando da Quaresma, e mais ainda, do Domingo da Paixão do Senhor. Todo mundo aqui é livre e ninguém é obrigado a fazer penitência no domingo, mas essa discussão tá me lembrando os fariseus dizendo que não podia curar em dia de sábado, e Jesus os interrogando: “É permitido fazer o bem ou o mal no sábado? Salvar uma vida ou matar?” (Mc 2,4) Nova data para os católicos Atendendo o pedido do Presidente da Republica, diversos pastores protestantes apoiaram a proposta e orientam seus fiéis para fazerem deste domingo um dia de Jejum e Oração. Os católicos, por outro lado, são orientados a não realizarem jejuns e penitências aos domingos, por celebrarem a alegria da ressurreição. Por este motivo, a data do jejum e oração será na Sexta-feira da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Padres e bispos vieram às redes sociais orientar os fiéis que o Domingo não é um dia de penitência e jejum, mas que os católicos podem fazer jejum e rezar nesta intenção na Sexta-feira da Paixão. A sexta-feira da semana santa já é um dia de recolhimento, oração, penitência e jejum, conforme orientam os cânones 1250, 1251 e 1252 do código de direito canônico. Neste dia os católicos são obrigados a praticar o jejum e a abstinência de carne. A prática do Jejum consiste em abster-se do alimento fazendo apenas uma refeição completa durante o dia. Ele é obrigatório para as pessoas maiores de 18 e menores de 60 anos. Fora desses limites, é o Jejum é opcional. Também estão dispensados pessoas doentes, gestantes, ou trabalhadores que façam um trabalho braçal muito pesado, que necessitem das duas refeições completas. Juntamente com o Jejum, também é obrigatório a Abstinência de comer carne . Ela é obrigatória para todas as pessoas a partir dos 14 anos de idade. Além da Sexta-Feira Santa, a Santa igreja determina que todo católico deve fazer abstinência de carne todas sextas-feiras do ano . O gesto, dependendo da determinação da Conferência Episcopal de cada país, pode ser substituído por outro tipo de mortificação. Entenda mais o motivo dos católicos não realizarem jejum aos domingos:
- Jejum no Domingo? Padre esclarece polêmica de jejum proposto pelo presidente
Desde que Bolsonaro propôs o Jejum Nacional, ou seja, um dia de oração e jejum pelo Brasil e pelo fim da pandemia, a ser realizado neste domingo (5), diversos católicos se manifestaram contra, dizendo que não deveriam realizar jejum no dia de domingo. Fato considerado inédito num dos maiores países católicos do mundo, o dia de oração e jejum proposto pelo presidente da república tem gerado polêmica por detalhes técnicos. Ao gravar um vídeo convocando os brasileiros a rezarem pelo Brasil, Bolsonaro sugeriu que o jejum fosse feito no dia 05 de Abril, que cai em um Domingo e no calendário católico inicia-se a Semana Santa. Mesmo fazendo um segundo convite, durante uma entrevista ao programa Pingos nos Is, deixando a data em aberto e pedindo a ajuda de padres e pastores para organizarem os fiéis, a data do dia 05 de abril ficou marcada, e acabou gerando polêmica pelo fato de, tradicionalmente na Igreja Católica, jejuns e penitências serem evitados no domingo, uma vez que é recordado o dia da ressurreição. Diante desta polêmica, veja o Padre Francisco Amaral veio esclarecer seus fiéis: Desde que entrei nas mídias sociais que utilizo, nunca abri a boca para falar de política. E nem vou fazer isso hoje. Só quero dizer que, independente se a pessoa idolatra o Bolsonaro, o admira, considera ele o “mal menor” ou o chama de Bozo, existe um fato: é uma autoridade constituída que convida o povo brasileiro para o jejum, e mais ainda, estando em comunhão católicos e evangélicos. Independente se as razões para tal convite são políticas ou não, Deus certamente saberá usar o jejum de um povo. Aliás, é bíblico o fato que a população de Nívive fez penitência, sob a convocação do rei da cidade, e por isso foi salva da destruição (Jonas 3). Se para nós católicos não é costume fazer penitência aos domingos, também não há nenhum impedimento, sobretudo se tratando da Quaresma, e mais ainda, do Domingo da Paixão do Senhor. Todo mundo aqui é livre e ninguém é obrigado a fazer penitência no domingo, mas essa discussão tá me lembrando os fariseus dizendo que não podia curar em dia de sábado, e Jesus os interrogando: “É permitido fazer o bem ou o mal no sábado? Salvar uma vida ou matar?” (Mc 2,4) Nova data para os católicos Atendendo o pedido do Presidente da Republica, diversos pastores protestantes apoiaram a proposta e orientam seus fiéis para fazerem deste domingo um dia de Jejum e Oração. Os católicos, por outro lado, são orientados a não realizarem jejuns e penitências aos domingos, por celebrarem a alegria da ressurreição. Por este motivo, a data do jejum e oração será na Sexta-feira da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Padres e bispos vieram às redes sociais orientar os fiéis que o Domingo não é um dia de penitência e jejum, mas que os católicos podem fazer jejum e rezar nesta intenção na Sexta-feira da Paixão. A sexta-feira da semana santa já é um dia de recolhimento, oração, penitência e jejum, conforme orientam os cânones 1250, 1251 e 1252 do código de direito canônico. Neste dia os católicos são obrigados a praticar o jejum e a abstinência de carne. A prática do Jejum consiste em abster-se do alimento fazendo apenas uma refeição completa durante o dia. Ele é obrigatório para as pessoas maiores de 18 e menores de 60 anos. Fora desses limites, é o Jejum é opcional. Também estão dispensados pessoas doentes, gestantes, ou trabalhadores que façam um trabalho braçal muito pesado, que necessitem das duas refeições completas. Juntamente com o Jejum, também é obrigatório a Abstinência de comer carne . Ela é obrigatória para todas as pessoas a partir dos 14 anos de idade. Além da Sexta-Feira Santa, a Santa igreja determina que todo católico deve fazer abstinência de carne todas sextas-feiras do ano . O gesto, dependendo da determinação da Conferência Episcopal de cada país, pode ser substituído por outro tipo de mortificação. Entenda mais o motivo dos católicos não realizarem jejum aos domingos:
- Padre Marcelo celebra domingo de ramos homenageando profissionais de saúde
Celebração aconteceu no Santuário Mãe de Deus, em Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo, na manhã deste domingo com portas fechadas e fotos de profissionais da área de saúde nas cadeiras vazias. A tradicional missa do Padre Marcelo Rossi aos domingos, transmitida pela TV Globo, teve uma homenagem aos profissionais de saúde que estão trabalhando no combate ao coronavírus. Neste domingo (5), o padre andou pelo salão esvaziado e mostrou que as cadeiras tinham fotos de profissionais que trabalham em hospitais e postos de saúde. “É um misto de tristeza e fé de que isso vai passar. Esperança. Quisemos fazer uma homenagem a esses profissionais que estão na linha de frente. Estamos rezando por eles. Por todos, na verdade, mas por eles”, declarou o Padre Marcelo. A missa acontece no Santuário Mãe de Deus na Avenida Interlagos, em Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo. “Com toda a prudência, as portas do santuário fechadas, mas o coração aberto. Que essa responsabilidade na semana santa nos una”, finalizou.
- Padre Marcelo celebra domingo de ramos homenageando profissionais de saúde
Celebração aconteceu no Santuário Mãe de Deus, em Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo, na manhã deste domingo com portas fechadas e fotos de profissionais da área de saúde nas cadeiras vazias. A tradicional missa do Padre Marcelo Rossi aos domingos, transmitida pela TV Globo, teve uma homenagem aos profissionais de saúde que estão trabalhando no combate ao coronavírus. Neste domingo (5), o padre andou pelo salão esvaziado e mostrou que as cadeiras tinham fotos de profissionais que trabalham em hospitais e postos de saúde. “É um misto de tristeza e fé de que isso vai passar. Esperança. Quisemos fazer uma homenagem a esses profissionais que estão na linha de frente. Estamos rezando por eles. Por todos, na verdade, mas por eles”, declarou o Padre Marcelo. A missa acontece no Santuário Mãe de Deus na Avenida Interlagos, em Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo. “Com toda a prudência, as portas do santuário fechadas, mas o coração aberto. Que essa responsabilidade na semana santa nos una”, finalizou.
- Coronavírus: conheça quatro santos para invocar contra as epidemias
1) São Sebastião São Sebastiano, natural de Narbonne e cidadão de Milão, na primeira metade do século V era um guarda pretoriano de Diocleciano e realizou intensas atividades caritativas para com os necessitados. Ele é o principal santo padroeiro invocado contra pragas; foi condenado à morte por flechas e milagrosamente sobreviveu aos golpes infligidos por seus companheiros soldados. Tendo sido cuidado por Santa Irene, ele se apresentou novamente ao imperador, que o matou a pauladas. As feridas causadas pelas flechas em seu corpo são comparadas aos sinais da praga, por isso, as pessoas voltam-se para ele na esperança de se salvarem dela. Mas há outro elo entre as flechas e a praga: a ira divina é comparada às flechas lançadas por um arco e, na Idade Média, a propagação da praga era vista como uma manifestação da ira de Deus. Seu corpo foi enterrado na Via Appia e provavelmente foi transladado mais tarde. 2) São Roque São Roque era francês. Nasceu em Montpellier, em uma família rica da grande burguesia mercantil entre 1345 e 1350. Segundo a Tradição, depois que seus pais morreram e doaram toda a sua riqueza aos pobres, ele deixou a França e foi para a Itália, onde a praga e as guerras se intensificaram, com o objetivo de tratar os peregrinos doentes. Em Piacenza, onde chegou em julho de 1371, enquanto cuidava dos pacientes com peste do Hospital de Santa Maria di Betlemme, ele mesmo foi infectado. Atormentado por um dolorosíssimo bubo (tumor inflamatório causado pela doença) na virilha, ele começou a ser perseguido por outros doentes. Arrastando-se para Sarmato (a 17 km da cidade), São Roque se refugiou em uma caverna para esperar a morte. Foi um cachorro que o salvou. O animal, percebendo sua presença e sofrimento, levou para ele um pedaço de pão todos os dias, até a sua recuperação. Uma vez curado, São Roque não voltou à França, mas retomou sua atividade em favor das vítimas da peste pelas quais ele é lembrado até hoje. 3) Santa Rita de Cássia Santa Rita (Margherita Lotti) nasceu perto da cidade de Cássia, em 1371. Esposa e mãe de dois filhos, em 1406 ela perdeu o marido, que foi assassinado. Logo depois, no entanto, seus dois filhos também morreram, provavelmente de peste, e assim, ficando sozinha, Rita se aproximou cada vez mais de Cristo, sofrendo em oração. Com cerca de 36 anos, bateu à porta do Mosteiro de Santa Maria Madalena e expressou seu desejo de receber o hábito e viver a Regra de Santo Agostinho, e a professou aos 40 anos, permanecendo no Mosteiro até sua morte. Imediatamente após morrer, Rita começou a ser venerada como a protetora da praga, provavelmente porque, em vida, a Irmã Rita Lotti havia se dedicado ao tratamento das vítimas da peste, sem nunca contrair a doença. Daí o motivo de se atribuir a ela o título de santa das causas impossíveis. 4) Santo Antão Santo Antão era um eremita que vivia no deserto. Sua vida, ocorrida por volta do ano 340, sob o imperador Constantino, foi narrada por Anastácio. Ele é frequentemente retratado com um leitão, o que talvez faça referência ao demônio “dobrado e derrotado”. A relação entre Santo Antão e a praga não é clara, mas ele também é invocado, talvez por causa das numerosas renúncias e privações, além da conhecida história de santidade. Fonte: Churchpop #Coronavírus #Epidemia #Santos
- Bispo leva o Santíssimo ao hospital da cidade de Registro
Dom Manoel Ferreira, bispo da Diocese de Registro, em São Paulo, visita hospital da cidade e leva o Santíssimo em procissão por todo o prédio, abençoando pacientes, funcionários e visitantes. Na tarde de quinta-feira, 02, dom Manoel Ferreira dos Santos Júnior, mSC, bispo diocesano de Registro, visitou o Hospital São José, no centro de Registro(SP). Durante a visita, o prelado expôs o Santíssimo Sacramento e levou-o em procissão por todo o prédio, abençoando pacientes, funcionários e visitantes. “Desde a origem da pandemia, esteve em meu coração o desejo de rezar pelos enfermos e pelos agentes de saúde, em nossas missas diárias” – afirmou dom Manoel, continuando – “sei que a oração é importante, mas sempre sentia a necessidade de realizar um gesto mais concreto, para animar os agentes de saúde que correm riscos e carregam consigo o medo de se contaminar e também contaminar as suas famílias”. Bispo de Registro leva o Santíssimo ao hospital da cidade No intuito de se aproximar dos agentes de saúde, na última segunda, dom Manoel gravou uma mensagem endereçada a eles, afirmando a proximidade da Igreja, neste momento “difícil, de dor, de sofrimento, de incertezas”. O prelado também recordou que o agente de saúde “recebeu de Deus uma vocação e uma missão, hoje de anjo para nós, cuidando do nosso povo”. Para dom Manoel, este gesto não era o suficiente, “ainda não estava completo” – afirmou – “então me ofereci em levar Cristo Eucarístico aos hospitais, para acalentar o coração dos enfermos, dos médicos, dos enfermeiros e trabalhadores da saúde. O Hospital São José abriu as portas imediatamente e lá pudemos rezar não só por aqueles que ali estavam, mas por todos os enfermos e agentes de nossa Diocese”, concluiu. O bispo, tomadas as devidas medidas de prevenção, visitou quartos, corredores, alas, diversos departamentos administrativos, levando o ostensório com o Santíssimo Sacramento. Bispo de Registro leva o Santíssimo ao hospital da cidade “Caminhando com o Santíssimo Sacramento, vi o quanto as pessoas têm fé”, constatou dom Manoel, recordando alguns momentos que o marcaram na visita: “Chamou-me a atenção uma criança que olhava fixamente o ostensório, com a fé de quem acreditava que Jesus poderia curá-la. Outro caso, foi de um senhor, em fase terminal, que com muita fé rezou o Pai Nosso, sempre atento à presença de Jesus Eucarístico. Outra menina, quando eu passava, fez uma reverência de fé tão profunda, que me comoveu. Foi um momento de muita certeza de que Deus não nos abandona”. Nicole Zanella, nutricionista do hospital São José, escreveu em suas redes sociais, comentando a visita: “hoje eu tive a maior graça de todas em meu ambiente de trabalho, na minha sala. Jesus presente VIVO estava lá! E não tive como conter tanta emoção. Quando recebi a ligação do desejo do nosso amado bispo dom Manoel, de querer abençoar nosso ambiente de trabalho, o Hospital São José, fiquei muito feliz. Mas quando ele me avisou (pouco tempo antes de chegar), que levava Jesus VIVO, o Santíssimo Sacramento, não contive a emoção”. À nossa reportagem, relatou “depois que o bispo foi embora, revisitei os setores e estavam todos animados, leves… eu vi esperança nos olhinhos, porque ele nos levou esperança e amor: o amor vivo!” Para a enfermeira Miriam Andrade, “é bom receber a benção em meio a esse momento tão difícil que estamos passando, uma palavra de paz, amor e cuidado, foi lindo, que Deus continue nos abençoando!” Bispo de Registro leva o Santíssimo ao hospital da cidade Além do bispo, os padres das 18 paróquias da Diocese de Registro, distribuídas em 15 municípios do Vale do Ribeira, cumprindo as orientações dos órgãos de saúde, vêm prestando a devida assistência aos fiéis, celebrando a Eucaristia diariamente, rezando terços e novenas, com transmissões pelas mídias sociais, levando a Unção e a Comunhão aos enfermos e celebrando a Esperança nos funerais. Outras iniciativas de apoio aos diocesanos serão realizadas: em parceria com a Prefeitura Municipal de Registro, com o Fraterno Auxílio Cristão e com as religiosas, serão oferecidos serviços de assistência social a população de rua da cidade. Bispo de Registro leva o Santíssimo ao hospital da cidade
- Bispo leva o Santíssimo ao hospital da cidade de Registro
Dom Manoel Ferreira, bispo da Diocese de Registro, em São Paulo, visita hospital da cidade e leva o Santíssimo em procissão por todo o prédio, abençoando pacientes, funcionários e visitantes. Na tarde de quinta-feira, 02, dom Manoel Ferreira dos Santos Júnior, mSC, bispo diocesano de Registro, visitou o Hospital São José, no centro de Registro(SP). Durante a visita, o prelado expôs o Santíssimo Sacramento e levou-o em procissão por todo o prédio, abençoando pacientes, funcionários e visitantes. “Desde a origem da pandemia, esteve em meu coração o desejo de rezar pelos enfermos e pelos agentes de saúde, em nossas missas diárias” – afirmou dom Manoel, continuando – “sei que a oração é importante, mas sempre sentia a necessidade de realizar um gesto mais concreto, para animar os agentes de saúde que correm riscos e carregam consigo o medo de se contaminar e também contaminar as suas famílias”. Bispo de Registro leva o Santíssimo ao hospital da cidade No intuito de se aproximar dos agentes de saúde, na última segunda, dom Manoel gravou uma mensagem endereçada a eles, afirmando a proximidade da Igreja, neste momento “difícil, de dor, de sofrimento, de incertezas”. O prelado também recordou que o agente de saúde “recebeu de Deus uma vocação e uma missão, hoje de anjo para nós, cuidando do nosso povo”. Para dom Manoel, este gesto não era o suficiente, “ainda não estava completo” – afirmou – “então me ofereci em levar Cristo Eucarístico aos hospitais, para acalentar o coração dos enfermos, dos médicos, dos enfermeiros e trabalhadores da saúde. O Hospital São José abriu as portas imediatamente e lá pudemos rezar não só por aqueles que ali estavam, mas por todos os enfermos e agentes de nossa Diocese”, concluiu. O bispo, tomadas as devidas medidas de prevenção, visitou quartos, corredores, alas, diversos departamentos administrativos, levando o ostensório com o Santíssimo Sacramento. Bispo de Registro leva o Santíssimo ao hospital da cidade “Caminhando com o Santíssimo Sacramento, vi o quanto as pessoas têm fé”, constatou dom Manoel, recordando alguns momentos que o marcaram na visita: “Chamou-me a atenção uma criança que olhava fixamente o ostensório, com a fé de quem acreditava que Jesus poderia curá-la. Outro caso, foi de um senhor, em fase terminal, que com muita fé rezou o Pai Nosso, sempre atento à presença de Jesus Eucarístico. Outra menina, quando eu passava, fez uma reverência de fé tão profunda, que me comoveu. Foi um momento de muita certeza de que Deus não nos abandona”. Nicole Zanella, nutricionista do hospital São José, escreveu em suas redes sociais, comentando a visita: “hoje eu tive a maior graça de todas em meu ambiente de trabalho, na minha sala. Jesus presente VIVO estava lá! E não tive como conter tanta emoção. Quando recebi a ligação do desejo do nosso amado bispo dom Manoel, de querer abençoar nosso ambiente de trabalho, o Hospital São José, fiquei muito feliz. Mas quando ele me avisou (pouco tempo antes de chegar), que levava Jesus VIVO, o Santíssimo Sacramento, não contive a emoção”. À nossa reportagem, relatou “depois que o bispo foi embora, revisitei os setores e estavam todos animados, leves… eu vi esperança nos olhinhos, porque ele nos levou esperança e amor: o amor vivo!” Para a enfermeira Miriam Andrade, “é bom receber a benção em meio a esse momento tão difícil que estamos passando, uma palavra de paz, amor e cuidado, foi lindo, que Deus continue nos abençoando!” Bispo de Registro leva o Santíssimo ao hospital da cidade Além do bispo, os padres das 18 paróquias da Diocese de Registro, distribuídas em 15 municípios do Vale do Ribeira, cumprindo as orientações dos órgãos de saúde, vêm prestando a devida assistência aos fiéis, celebrando a Eucaristia diariamente, rezando terços e novenas, com transmissões pelas mídias sociais, levando a Unção e a Comunhão aos enfermos e celebrando a Esperança nos funerais. Outras iniciativas de apoio aos diocesanos serão realizadas: em parceria com a Prefeitura Municipal de Registro, com o Fraterno Auxílio Cristão e com as religiosas, serão oferecidos serviços de assistência social a população de rua da cidade. Bispo de Registro leva o Santíssimo ao hospital da cidade
- Celebrando o Domingo de Ramos em suas casas, fiéis postam fotos das residências enfeitadas
Com as igrejas trancadas em função da quarentena do coronavírus, fiéis são obrigados a celebrar a Semana Santa diretamente de suas casas. Vários deles vieram às redes sociais mostrar suas residências enfeitadas, prontas para celebrarem o tradicional Domingo de Ramos. Veja algumas fotos no final deste artigo… Àqueles que desejam enfeitar suas casas, veja a seguir, uma oração para colocar os ramos abençoados em casa: Oração para colocar os ramos na casa. Abençoa, Senhor, nosso lar. Que seu Filho Jesus e a Virgem Maria reinem nele. Conceda-nos paz, amor e respeito, para que respeitando-nos e amando-nos saibamos honrá-los em nossa vida familiar, Que Jesus seja o Rei do nosso lar. Amém. O que celebramos no Domingo de Ramos? Com o Domingo de Ramos começa a Semana Santa. Neste dia é recordada a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém em meio a uma multidão que o aclamou como o Messias. Este acontecimento pode ser lido no Evangelho de São Mateus, onde é anunciada a Paixão. A primeira tradição litúrgica deste dia corresponde à de Jerusalém. Nela, recordamos o gesto profético de Jesus que ingressa como Rei da paz, e o Messias que foi aclamado e depois condenado para o comprimento das profecias. No Evangelho de São Mateus, narra-se que as pessoas cobriam o caminho por onde Cristo passaria e gritavam: “Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus!”. As cerimônias principais do dia são a bênção dos ramos, a procissão, a Missa e, durante a Missa, o relato da Paixão. Os fiéis que participam da procissão, que data do século IV em Jerusalém, devem levar nas mãos ramos de palmas, oliveiras ou outras árvores e entoar cantos adequados. Os sacerdotes e os ministros, levando também ramos, devem ir à frente do povo. Não se pode esquecer que a bênção dos ramos acontece antes da procissão e que se deve instruir os fiéis cristãos a guardarem os ramos abençoados em suas casas junto com as cruzes ou quadros religiosos que tenham em seus lares, como recordação da vitória pascal do Senhor Jesus. A segunda tradição litúrgica é a de Roma, a qual nos convida a entrar conscientemente na Semana Santa da Paixão gloriosa e amorosa de Cristo, antecipando a proclamação do mistério no Evangelho de Mateus. Para o bem espiritual dos fiéis, convém que se leia por inteiro a narração da Paixão e que não se omitam as leituras que a precedem. Terminada a narração da Paixão, não se deve omitir a homilia. Veja algumas fotos divulgadas nas redes sociais:
- Celebrando o Domingo de Ramos em suas casas, fiéis postam fotos das residências enfeitadas
Com as igrejas trancadas em função da quarentena do coronavírus, fiéis são obrigados a celebrar a Semana Santa diretamente de suas casas. Vários deles vieram às redes sociais mostrar suas residências enfeitadas, prontas para celebrarem o tradicional Domingo de Ramos. Veja algumas fotos no final deste artigo… Àqueles que desejam enfeitar suas casas, veja a seguir, uma oração para colocar os ramos abençoados em casa: Oração para colocar os ramos na casa. Abençoa, Senhor, nosso lar. Que seu Filho Jesus e a Virgem Maria reinem nele. Conceda-nos paz, amor e respeito, para que respeitando-nos e amando-nos saibamos honrá-los em nossa vida familiar, Que Jesus seja o Rei do nosso lar. Amém. O que celebramos no Domingo de Ramos? Com o Domingo de Ramos começa a Semana Santa. Neste dia é recordada a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém em meio a uma multidão que o aclamou como o Messias. Este acontecimento pode ser lido no Evangelho de São Mateus, onde é anunciada a Paixão. A primeira tradição litúrgica deste dia corresponde à de Jerusalém. Nela, recordamos o gesto profético de Jesus que ingressa como Rei da paz, e o Messias que foi aclamado e depois condenado para o comprimento das profecias. No Evangelho de São Mateus, narra-se que as pessoas cobriam o caminho por onde Cristo passaria e gritavam: “Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus!”. As cerimônias principais do dia são a bênção dos ramos, a procissão, a Missa e, durante a Missa, o relato da Paixão. Os fiéis que participam da procissão, que data do século IV em Jerusalém, devem levar nas mãos ramos de palmas, oliveiras ou outras árvores e entoar cantos adequados. Os sacerdotes e os ministros, levando também ramos, devem ir à frente do povo. Não se pode esquecer que a bênção dos ramos acontece antes da procissão e que se deve instruir os fiéis cristãos a guardarem os ramos abençoados em suas casas junto com as cruzes ou quadros religiosos que tenham em seus lares, como recordação da vitória pascal do Senhor Jesus. A segunda tradição litúrgica é a de Roma, a qual nos convida a entrar conscientemente na Semana Santa da Paixão gloriosa e amorosa de Cristo, antecipando a proclamação do mistério no Evangelho de Mateus. Para o bem espiritual dos fiéis, convém que se leia por inteiro a narração da Paixão e que não se omitam as leituras que a precedem. Terminada a narração da Paixão, não se deve omitir a homilia. Veja algumas fotos divulgadas nas redes sociais:
- Padre é multado por abençoar a cidade, mas afirma: “não pagarei, eles querem punir a Igreja!
Entrevista com o pároco multado pela procissão com o crucifixo: «Um ato de bênção na cidade, comigo apenas um ajudante remoto, mas os carabinieri marcharam meus documentos e fizeram uma multa de € 400», diz o pároco Don Domenico Cirigliano em Rocca Imperiale. “O prefeito me enviou uma quarentena de 14 dias. Mas eu não pago a multa, eles querem punir a Igreja ». Párocos sancionados, outros “perdoados”: direito de culto em risco entre anarquia e perseguição. O pároco sai com o milagroso crucifixo e é multado . Além disso, o prefeito ordena uma quarentena forçada de 14 dias. A história é inacreditável, mas nada mais é do que a continuação natural das limitações arbitrárias que surgiram durante a emergência do Covid 19 de uma aplicação literal de decretos do governo que limitam severamente a liberdade de culto. Quando comentamos os esclarecimentos que o Ministério do Interior enviou ao CEI, levantamos a hipótese de que, nesse ritmo, não tendo cidadania reconhecida ao direito de culto, qualquer tipo de evento religioso seria sancionado, mesmo que fosse realizado por um único sacerdote. Em Giulianova multaram o prefeito que, no exercício de suas funções e na faixa tricolor, havia consagrado a cidade à Madonna. Mas em Rocca Imperiale, na província de Cosenza, pior foi feito tanto que é legítimo pensar nesse ponto em que termina a fronteira entre a anarquia “policial” e a verdadeira perseguição. O pároco da Santissima Annunziata, Dom Domenico Cirigliano, foi visto pela primeira vez por dois carabinieri e depois recebeu o relatório de 400 euros e que, com a fórmula usual, é reduzido para 280 se pago dentro de cinco dias, como se fosse uma proibição de impedir qualquer . Em vez disso, é a procissão com o milagroso Santo Crucifixo que no século XVII derramou sangue. “Precisamente era 1691 : o crucifixo derramava sangue e, em virtude desse milagre, uma procissão com a madeira sagrada sai da igreja todo dia 30 de março pelas principais ruas da cidade”, explica Don Domenico a Nuova BQ , mostrando-nos a verbal. “Que eu não vou pagar.” Don Domenico, como não pagará? Eu não pago por isso, simples. Eu nem assinei o relatório sobre esse assunto. Por quê? Porque é apenas uma maneira de punir a Igreja. Você avisou o bispo? ( Domenico Savino, sucessor de Nunzio Galantino na diocese de Cassano all’Jonio ed ) Sim. E o que ele disse? Quem ligará para o prefeito. E para que serve? O prefeito me notificou de um relatório que me proibia de sair de casa por 14 dias. Vamos passo a passo. sim Então tudo começa em 30 de março … Exatamente. Não podendo fazer a procissão que estamos fazendo há mais de três séculos sem pular um ano, avisei os paroquianos que passariam pelas principais ruas do país abençoando com o Crucifixo. E os paroquianos? Os jovens me ajudaram com o Whatsapp e um pouco de tam tam foi criado . As pessoas estavam felizes, abriram as janelas e portas da casa . E depois o que? Aspectos. Ao meio-dia de 30 de março, um garoto da paróquia me telefonou para informar que o “policial V *** diz para não sair com a procissão”. O policial V *** …? Ele é um agente que temos aqui. No entanto, explico que não é uma procissão, ou, de qualquer forma, estou sozinho, há apenas um paroquiano comigo, à distância e com uma máscara. E então o objetivo é proteger a cidade do Coronavírus . Eu não ligo Em vez disso? Em vez disso, por volta dos 17 anos, saio e me juntam dois carabinieri que me pedem documentos. E você? Digo que minhas mãos estão ocupadas porque tenho o Crucifixo, não posso colocá-lo no chão. “Pegue você mesmo”, eu digo. E eles remexem nos bolsos. De fato … A procissão continua, as pessoas cumprimentam o crucifixo de longe, são movidas, mandam beijos e rezam. Sacrificado, mas comovente. Exceto que no meu retorno … O quê? Os carabinieri ainda estão em frente à igreja. Eles estavam esperando que eu devolvesse meu bilhete de identidade e me notificasse do relatório. De 400 euros … Eh … que eu não vou pagar. Eu não assinei e eles deixaram na mesa da igreja. Sim, mas o que diz o relatório? Aspectos que li para ele: “ Embora a mudança não tenha sido motivada por situação de trabalho ou situações de necessidade ou por motivos de saúde, ele se mudou para o território do município de Rocca Imperiale. Na ocasião às 17h25 de hoje (30 de março ed) em Rocca Imperiale via XX settembre (logo ao lado da igreja)verificou-se que o transgressor, pároco da paróquia da Virgem Maria, estava na rua pública com a intenção de realizar uma manifestação / evento religioso em um local público. Esperava que ele realizasse uma procissão expondo o crucifixo em que outra pessoa participasse. A função, apesar do convite enviado pela ata, continuou até as 17h55. Função que a pé afetou todas as ruas do centro histórico de Rocca Imperiale “. Mas como A mudança do ministro do sagrado é classificada como trabalhando também pelo esclarecimento do Ministério do Interior, você não acha que este relatório tem todo o ar de ser ilegítimo? Eh … o que você quer que eu diga? E para a procissão, então? É verdade que aqueles com o apoio do povo estão suspensos, mas muitos padres saíram com o Santíssimo Sacramento pelas ruas da cidade. Em Bibione, o pároco carregou a estátua da Madona com o consentimento do prefeito e dos carabinieri. Por que ele foi elogiado e multado? Não lhe parece que estamos em anarquia? Olha, eu não sei, aqui todo mundo interpreta as normas como ele deseja e acredita-se ser o Deus Pai. Você já disse que não pagará a multa, mas fará algo para restaurar seu direito à adoração? Por enquanto, vamos aceitar esse teste enviado pelo Senhor, depois vamos ver o que o bispo alcançará. Mas a amargura é tão grande. Enviei o crucifixo para abençoar toda a cidade, todos os habitantes de Rocca Imperiale, incluindo os carabinieri e o prefeito. É o crucifixo que deve nos proteger. Em vez disso, parece que ele queria fazer um evento personalístico … Não acho certo ou respeitoso para um ministro de Deus.
- Padre é multado por abençoar a cidade, mas afirma: “não pagarei, eles querem punir a Igreja!
Entrevista com o pároco multado pela procissão com o crucifixo: «Um ato de bênção na cidade, comigo apenas um ajudante remoto, mas os carabinieri marcharam meus documentos e fizeram uma multa de € 400», diz o pároco Don Domenico Cirigliano em Rocca Imperiale. “O prefeito me enviou uma quarentena de 14 dias. Mas eu não pago a multa, eles querem punir a Igreja ». Párocos sancionados, outros “perdoados”: direito de culto em risco entre anarquia e perseguição. O pároco sai com o milagroso crucifixo e é multado . Além disso, o prefeito ordena uma quarentena forçada de 14 dias. A história é inacreditável, mas nada mais é do que a continuação natural das limitações arbitrárias que surgiram durante a emergência do Covid 19 de uma aplicação literal de decretos do governo que limitam severamente a liberdade de culto. Quando comentamos os esclarecimentos que o Ministério do Interior enviou ao CEI, levantamos a hipótese de que, nesse ritmo, não tendo cidadania reconhecida ao direito de culto, qualquer tipo de evento religioso seria sancionado, mesmo que fosse realizado por um único sacerdote. Em Giulianova multaram o prefeito que, no exercício de suas funções e na faixa tricolor, havia consagrado a cidade à Madonna. Mas em Rocca Imperiale, na província de Cosenza, pior foi feito tanto que é legítimo pensar nesse ponto em que termina a fronteira entre a anarquia “policial” e a verdadeira perseguição. O pároco da Santissima Annunziata, Dom Domenico Cirigliano, foi visto pela primeira vez por dois carabinieri e depois recebeu o relatório de 400 euros e que, com a fórmula usual, é reduzido para 280 se pago dentro de cinco dias, como se fosse uma proibição de impedir qualquer . Em vez disso, é a procissão com o milagroso Santo Crucifixo que no século XVII derramou sangue. “Precisamente era 1691 : o crucifixo derramava sangue e, em virtude desse milagre, uma procissão com a madeira sagrada sai da igreja todo dia 30 de março pelas principais ruas da cidade”, explica Don Domenico a Nuova BQ , mostrando-nos a verbal. “Que eu não vou pagar.” Don Domenico, como não pagará? Eu não pago por isso, simples. Eu nem assinei o relatório sobre esse assunto. Por quê? Porque é apenas uma maneira de punir a Igreja. Você avisou o bispo? ( Domenico Savino, sucessor de Nunzio Galantino na diocese de Cassano all’Jonio ed ) Sim. E o que ele disse? Quem ligará para o prefeito. E para que serve? O prefeito me notificou de um relatório que me proibia de sair de casa por 14 dias. Vamos passo a passo. sim Então tudo começa em 30 de março … Exatamente. Não podendo fazer a procissão que estamos fazendo há mais de três séculos sem pular um ano, avisei os paroquianos que passariam pelas principais ruas do país abençoando com o Crucifixo. E os paroquianos? Os jovens me ajudaram com o Whatsapp e um pouco de tam tam foi criado . As pessoas estavam felizes, abriram as janelas e portas da casa . E depois o que? Aspectos. Ao meio-dia de 30 de março, um garoto da paróquia me telefonou para informar que o “policial V *** diz para não sair com a procissão”. O policial V *** …? Ele é um agente que temos aqui. No entanto, explico que não é uma procissão, ou, de qualquer forma, estou sozinho, há apenas um paroquiano comigo, à distância e com uma máscara. E então o objetivo é proteger a cidade do Coronavírus . Eu não ligo Em vez disso? Em vez disso, por volta dos 17 anos, saio e me juntam dois carabinieri que me pedem documentos. E você? Digo que minhas mãos estão ocupadas porque tenho o Crucifixo, não posso colocá-lo no chão. “Pegue você mesmo”, eu digo. E eles remexem nos bolsos. De fato … A procissão continua, as pessoas cumprimentam o crucifixo de longe, são movidas, mandam beijos e rezam. Sacrificado, mas comovente. Exceto que no meu retorno … O quê? Os carabinieri ainda estão em frente à igreja. Eles estavam esperando que eu devolvesse meu bilhete de identidade e me notificasse do relatório. De 400 euros … Eh … que eu não vou pagar. Eu não assinei e eles deixaram na mesa da igreja. Sim, mas o que diz o relatório? Aspectos que li para ele: “ Embora a mudança não tenha sido motivada por situação de trabalho ou situações de necessidade ou por motivos de saúde, ele se mudou para o território do município de Rocca Imperiale. Na ocasião às 17h25 de hoje (30 de março ed) em Rocca Imperiale via XX settembre (logo ao lado da igreja)verificou-se que o transgressor, pároco da paróquia da Virgem Maria, estava na rua pública com a intenção de realizar uma manifestação / evento religioso em um local público. Esperava que ele realizasse uma procissão expondo o crucifixo em que outra pessoa participasse. A função, apesar do convite enviado pela ata, continuou até as 17h55. Função que a pé afetou todas as ruas do centro histórico de Rocca Imperiale “. Mas como A mudança do ministro do sagrado é classificada como trabalhando também pelo esclarecimento do Ministério do Interior, você não acha que este relatório tem todo o ar de ser ilegítimo? Eh … o que você quer que eu diga? E para a procissão, então? É verdade que aqueles com o apoio do povo estão suspensos, mas muitos padres saíram com o Santíssimo Sacramento pelas ruas da cidade. Em Bibione, o pároco carregou a estátua da Madona com o consentimento do prefeito e dos carabinieri. Por que ele foi elogiado e multado? Não lhe parece que estamos em anarquia? Olha, eu não sei, aqui todo mundo interpreta as normas como ele deseja e acredita-se ser o Deus Pai. Você já disse que não pagará a multa, mas fará algo para restaurar seu direito à adoração? Por enquanto, vamos aceitar esse teste enviado pelo Senhor, depois vamos ver o que o bispo alcançará. Mas a amargura é tão grande. Enviei o crucifixo para abençoar toda a cidade, todos os habitantes de Rocca Imperiale, incluindo os carabinieri e o prefeito. É o crucifixo que deve nos proteger. Em vez disso, parece que ele queria fazer um evento personalístico … Não acho certo ou respeitoso para um ministro de Deus.
- O que fazer quando é impossível confessar devido a quarentena?
As quarentenas impostas em muitos países para deter a pandemia de coronavírus, leva a situações de grande limitação no acesso aos sacramentos. Muitos se perguntam o que pode ser feito diante da impossibilidade de confessar. Um bispo responde a essa preocupação: A pandemia do COVID-19, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), causou 972.640 infecções confirmadas em todo o mundo em 3 de abril, causando 50.325 mortes. As autoridades ordenaram um estado de emergência sanitária e, por algumas semanas, a maioria das dioceses suspenderam a celebração pública da Santa Missa, incentivando os fiéis a participar pela televisão, rádio ou Internet. O apelo das autoridades para que os cidadãos fiquem em casa para impedir a propagação do vírus levou ao fato de que o sacramento da reconciliação não é acessível na prática. Em diálogo com a ACI Prensa, Dom Eugenio Lira Rugarcía, Bispo de Matamoros, assinalou que “o Catecismo da Igreja Católica, no número 1452, explica que, quando não podemos receber a absolvição sacramental, sincero arrependimento pelos crimes cometidos, Obviamente, o propósito da emenda e o humilde pedido de perdão a Deus, acompanhado pelo objetivo de recorrer, tanto quanto possível, à confissão sacramental, obter perdão dos pecados e até dos mortais ». Mons. Lira Rugarcía, ex-secretária geral da Conferência do Episcopado do México (CEM) e encarregada de organizar a viagem do Papa Francisco ao México em 2016, enfatizou que “esse pedido de perdão dos pecados a Deus também tem o objetivo de recorrer logo que possível à confissão sacramental ». «Não tira essa intenção, esse propósito firme. Pelo contrário, pede-se perdão a Deus, prometendo o quanto antes receber o sacramento da reconciliação “, afirmou. Não às confissões por telefone Dom Lira Rugarcía lembrou que o sacramento da Confissão não pode ser realizado por telefone ou remotamente, uma vez que “a Igreja considerou a importância da presença e proximidade do penitente com o confessor. Essa experiência de encontro. E até agora a Igreja considerou isso como um elemento importante “. “O sacerdote naquela época representa o Senhor, então, quando ele dá a absolvição, diz ‘eu te absolvo’, porque é Cristo quem está agindo através da pessoa do sacerdote”, disse ele. Precisamente para isso, disse ele, quando o sacramento da Reconciliação não pode ser acessado, “façamos o ato de perfeita contrição e propomos quando é possível receber a confissão sacramental”. Missas na televisão ou nas redes sociais, mas com reverência O Bispo de Matamoros também disse que a contingência em saúde causada pelo coronavírus COVID-19 motivou que “muitos padres e leigos com generosidade e criatividade inundaram as redes sociais com a presença de Jesus, favorecendo o encontro de muitas pessoas com Ele, incluindo pessoas que não praticavam muito antes ». “Esse foi um dos bens que Deus removeu da situação atual”, afirmou. O bispo Lira Rugarcía também fez recomendações importantes para que “pela comunhão dos santos possamos viver a Eucaristia”, enquanto continuamos a celebrar a missa na televisão, rádio ou Internet. A primeira dica, observou ele, é “encontrar um lugar tranquilo” e depois “desativar as notificações do telefone celular”. O terceiro conselho do bispo de Matamoros é “adotar uma postura correta, com respeito”. Então, como quarta recomendação, o bispo Lira Rugarcía indicou que se deveria participar da missa ouvindo “com atenção, respondendo, mantendo-se em silêncio quando deveria estar, levantando-se, sentando-se ou ajoelhando-se quando deveria ser feito”. Finalmente, no momento da comunhão, o Prelado mexicano incentivou “a fazer uma comunhão espiritual”.
- O que fazer quando é impossível confessar devido a quarentena?
As quarentenas impostas em muitos países para deter a pandemia de coronavírus, leva a situações de grande limitação no acesso aos sacramentos. Muitos se perguntam o que pode ser feito diante da impossibilidade de confessar. Um bispo responde a essa preocupação: A pandemia do COVID-19, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), causou 972.640 infecções confirmadas em todo o mundo em 3 de abril, causando 50.325 mortes. As autoridades ordenaram um estado de emergência sanitária e, por algumas semanas, a maioria das dioceses suspenderam a celebração pública da Santa Missa, incentivando os fiéis a participar pela televisão, rádio ou Internet. O apelo das autoridades para que os cidadãos fiquem em casa para impedir a propagação do vírus levou ao fato de que o sacramento da reconciliação não é acessível na prática. Em diálogo com a ACI Prensa, Dom Eugenio Lira Rugarcía, Bispo de Matamoros, assinalou que “o Catecismo da Igreja Católica, no número 1452, explica que, quando não podemos receber a absolvição sacramental, sincero arrependimento pelos crimes cometidos, Obviamente, o propósito da emenda e o humilde pedido de perdão a Deus, acompanhado pelo objetivo de recorrer, tanto quanto possível, à confissão sacramental, obter perdão dos pecados e até dos mortais ». Mons. Lira Rugarcía, ex-secretária geral da Conferência do Episcopado do México (CEM) e encarregada de organizar a viagem do Papa Francisco ao México em 2016, enfatizou que “esse pedido de perdão dos pecados a Deus também tem o objetivo de recorrer logo que possível à confissão sacramental ». «Não tira essa intenção, esse propósito firme. Pelo contrário, pede-se perdão a Deus, prometendo o quanto antes receber o sacramento da reconciliação “, afirmou. Não às confissões por telefone Dom Lira Rugarcía lembrou que o sacramento da Confissão não pode ser realizado por telefone ou remotamente, uma vez que “a Igreja considerou a importância da presença e proximidade do penitente com o confessor. Essa experiência de encontro. E até agora a Igreja considerou isso como um elemento importante “. “O sacerdote naquela época representa o Senhor, então, quando ele dá a absolvição, diz ‘eu te absolvo’, porque é Cristo quem está agindo através da pessoa do sacerdote”, disse ele. Precisamente para isso, disse ele, quando o sacramento da Reconciliação não pode ser acessado, “façamos o ato de perfeita contrição e propomos quando é possível receber a confissão sacramental”. Missas na televisão ou nas redes sociais, mas com reverência O Bispo de Matamoros também disse que a contingência em saúde causada pelo coronavírus COVID-19 motivou que “muitos padres e leigos com generosidade e criatividade inundaram as redes sociais com a presença de Jesus, favorecendo o encontro de muitas pessoas com Ele, incluindo pessoas que não praticavam muito antes ». “Esse foi um dos bens que Deus removeu da situação atual”, afirmou. O bispo Lira Rugarcía também fez recomendações importantes para que “pela comunhão dos santos possamos viver a Eucaristia”, enquanto continuamos a celebrar a missa na televisão, rádio ou Internet. A primeira dica, observou ele, é “encontrar um lugar tranquilo” e depois “desativar as notificações do telefone celular”. O terceiro conselho do bispo de Matamoros é “adotar uma postura correta, com respeito”. Então, como quarta recomendação, o bispo Lira Rugarcía indicou que se deveria participar da missa ouvindo “com atenção, respondendo, mantendo-se em silêncio quando deveria estar, levantando-se, sentando-se ou ajoelhando-se quando deveria ser feito”. Finalmente, no momento da comunhão, o Prelado mexicano incentivou “a fazer uma comunhão espiritual”.
- Contra coronavírus, o Brasil renovará sua consagração a Jesus e Maria aos pés do Cristo Redentor
Renovação da consagração do Brasil acontecerá simultaneamente com a consagração de toda America Latina a Nossa Senhora de Guadalupe. Por conta da epidemia de COVID-19, muitos países têm feito a consagração ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria. No último dia 25/03, dia da Anunciação do Senhor, Portugal, Espanha e outros 23 países se juntaram a uma única consagração em Fátima (Portugal). O evento foi presidido pelo então Cardeal Dom Antonio Marto, bispo de Leiria – Fátima. No ano de 1931, 90 anos atrás, Cardeal Leme consagrava nossa Terra de Santa Cruz ao Sagrado Coração de Jesus, proferindo as palavras escritas pela serva de Deus, Madre Maria José, filha de Capistrano de Abreu e priora do Convento de Santa Teresa no Rio de Janeiro. Cardeal Leme fazendo a bênção da Estátua do Cristo Redentor em sua inauguração. Momentos depois foi feita a consagração do Brasil ao Sagrado Coração de Jesus Naquele mesmo ano Cardeal Leme, com as bênçãos de Pio XI, tornou Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil. No próximo dia 12/04, domingo de Páscoa, haverá ao mesmo tempo a Consagração do México e toda América Latina a Nossa Senhora de Guadalupe às 12:00 (horário do México) e acompanhada pela diretoria da CNBB aqui no Brasil às 15h (horário de Brasília). Nesse mesmo dia, conforme comunicado do Cônego Claudio dos Santos, da Arquidiocese do Rio de Janeiro, às 19:00 o cardeal Orani João Tempesta fará a Consagração do Brasil aos pés do Cristo Redentor assim como seu antecessor, Cardeal Leme, 90 anos atrás. Fonte: centrodombosco.org/
- Contra coronavírus, o Brasil renovará sua consagração a Jesus e Maria aos pés do Cristo Redentor
Renovação da consagração do Brasil acontecerá simultaneamente com a consagração de toda America Latina a Nossa Senhora de Guadalupe. Por conta da epidemia de COVID-19, muitos países têm feito a consagração ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria. No último dia 25/03, dia da Anunciação do Senhor, Portugal, Espanha e outros 23 países se juntaram a uma única consagração em Fátima (Portugal). O evento foi presidido pelo então Cardeal Dom Antonio Marto, bispo de Leiria – Fátima. No ano de 1931, 90 anos atrás, Cardeal Leme consagrava nossa Terra de Santa Cruz ao Sagrado Coração de Jesus, proferindo as palavras escritas pela serva de Deus, Madre Maria José, filha de Capistrano de Abreu e priora do Convento de Santa Teresa no Rio de Janeiro. Cardeal Leme fazendo a bênção da Estátua do Cristo Redentor em sua inauguração. Momentos depois foi feita a consagração do Brasil ao Sagrado Coração de Jesus Naquele mesmo ano Cardeal Leme, com as bênçãos de Pio XI, tornou Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil. No próximo dia 12/04, domingo de Páscoa, haverá ao mesmo tempo a Consagração do México e toda América Latina a Nossa Senhora de Guadalupe às 12:00 (horário do México) e acompanhada pela diretoria da CNBB aqui no Brasil às 15h (horário de Brasília). Nesse mesmo dia, conforme comunicado do Cônego Claudio dos Santos, da Arquidiocese do Rio de Janeiro, às 19:00 o cardeal Orani João Tempesta fará a Consagração do Brasil aos pés do Cristo Redentor assim como seu antecessor, Cardeal Leme, 90 anos atrás. Fonte: centrodombosco.org/
- A importância do Sacramento da Confissão
A confissão é um dos sacramentos mais importantes. Leia e assista a formação: O Sacramento da Confissão está todo na parábola do Filho Pródigo (Lc 15,11-24). O pecado, o arrependimento, o perdão: o homem peca, o pecador se arrepende, Deus perdoa. São 3 realidades enlaçadas pela misericórdia de Deus. A confissão é o remédio do pecado, é o conforto do pecador, é o abraço de Deus ao filho que volta. Não tem sacramento mais humano, porque segue o homem e o ampara nas fraquezas e misérias de cada dia, apresentando-lhe o paterno vulto de Deus, que é feliz em perdoar os filhos, porque os quer salvar: “Não quero a morte do pecador, mas que ele se converta de sua conduta e viva” (Ez 33,11). A quem perdoares… O perdão dos pecados nos vem de Deus, mas só através dos seus ministros sobre a Terra: os Sacerdotes. A eles Jesus deixou o seu mandato: “A quem perdoardes os pecados, serão perdoados; e a quem não perdoardes os pecados, não os serão”. (Jo 20,33). Quantas vezes? Sempre que eles sejam dispostos. Nenhum limite a misericórdia de Deus (cf. Mt 18,22). “A misericórdia divina é tão grande que nenhuma palavra a pode exprimir e nenhum pensamento a pode conceber” (S. João Crisóstomo). S. Isidoro afirmou que “não existe delito tão grande que não possa ser perdoado na confissão”. Seja glorificado, Deus, em sua infinita misericórdia! O que dizer da alegria de Maria quando nos aproximamos deste sacramento? Ela mesma, toda esplêndida de candor e Graça, a Imaculada, não pode senão amar imensamente este Sacramento que anula o pecado e faz brilhar as almas dos seus filhos. Certamente toda confissão é uma Graça da Maternidade de Maria, que quer ver as almas dos seus filhos semelhantes a Ela para a alegria de Jesus. Leia também A Igreja permite a Confissão Comunitária? Minha Nossa Senhora, basta! A Beata Ângela de Foligno, quando jovem, tinha se confessado mal, não contou alguns pecados por vergonha. Arrastou-se assim por algum tempo, vivendo entre cruéis remorsos, perturbações e infelicidades. Um dia, sacudiu-se: jogou-se aos pés de uma imagem de Maria e lhe suplicou aos soluços: “Minha Nossa Senhora, basta! Eu não quero mais viver assim! Hoje mesmo direi tudo ao meu confessor”. E teve a graça de fazê-lo. Era hora! Teve, depois, uma vida de penitência tremenda que a ajudou potentemente a transformar-se ate o vértice das mais altas experiências místicas. Nunca duvidemos e não hesitemos em recorrer a Maria para obter a graça da Confissão. “A boa confissão é a base da perfeição”. (S. Vicente de Paulo) Da confissão se parte e se reparte para as mais altas empresas do espírito e vice- versa. A diminuição e a ausência de confissão fazem caminhar para trás através da estrada larga e cômoda que leva à perdição. (cf. Mt 7,13). Se te acusas, Deus te desculpa Parece incrível, mas são muitos os cristãos que não apreciam e fogem do Sacramento da Confissão. Só teriam a ganhar, mas ao invés, nem se dão conta disso. Tão prontos para ir ao médico pelo menor mal-estar do corpo, descuidam-se, porém, da saúde da própria alma como se fosse um pano de chão. Talvez ignorem os grandes benefícios do sacramento, ou o consideram só no seu aspecto mais penal: a acusação das próprias misérias. É necessário considerar os grandes frutos positivos que a Confissão nos dá. Na vida de S. Antônio de Pádua se conta que um dia um grande pecador foi confessar-se com o Santo, depois de ter ouvido um sermão seu. O arrependimento do pecador era tão vivo que lhe impediu de falar pelos contínuos soluços. S. Antonio então lhe disse: “Vai, filho, escreve teus pecados e depois volta”. O penitente foi, escreveu os pecados em uma página, voltou ao Santo e leu a lista das culpas. Qual não foi a surpresa, ao fim da leitura, deu-se conta que a página tinha voltado a ser branca, sem um traço de escrita. Eis o símbolo da alma que volta pura da confissão. Diz S. Agostinho: “Quando o homem descobre as suas falhas, Deus as vigia; quando as esconde, Deus as descobre; quando as reconhece, Deus as esquece.” Ainda mais eficaz é S. Francisco de Assis com esta breve frase: “Se tu te desculpas, Deus te acusa; se tu te acusas, Deus te desculpa.” Pelo resto, continua S. Agostinho: “é preferível suportar uma ligeira confusão a um só homem que ver-se coberto de vergonha junto a inumeráveis testemunhas, no dia do Juízo”. Era isto que também Pe. Pio dizia aos seus penitentes. E é assim. Leia também Exame de Consciência para uma boa Confissão Os três quadros Por isto S. Carlos Borromeu, antes de confessar-se, parava para meditar sobre 3 quadros que tinha mandado pôr na sua Capelinha. O 1º representava o Inferno com os seus danados maltratados horrivelmente: isto servia para inspirar salutar temor. O 2º representava o Paraíso com os Bem-aventurados extasiados de alegria: isto lhe dava uma carga de empenho para evitar o pecado e não perder o Paraíso. O 3º representava o Calvário com Jesus crucificado e Nossa Senhora das Dores: isto lhe enchia o coração de dor vivíssima pelos sofrimentos causados a Jesus e a Maria com os pecados, convidando-o ao mais firme propósito de fidelidade e de amor. Confessar-se assim significa não só purificar-se das culpas, mas enriquecer-se e crescer cada vez mais na vida da graça. E pensar que S. Carlos Borromeu confessava-se todos os dias… Leia também Exame de Consciência para Crianças Confessar-se todas as semanas Se cada confissão é um tesouro de graça porque lava a minha alma no Sangue de Jesus, purificando-a “das obras de morte” (Hb 9,14) é claro que precisamos aproveitar com grande interesse e frequência! De quando em quando confessar-se? A norma áurea da vida cristã é a Confissão semanal. Muitos santos, é verdade, confessavam-se mais vezes por semana, e até todo os dias: S. Tomás de Aquino, S. Vicente Ferrer, S. Francisco de Sales, S. Pio X… Mas se nós não somos capazes de tanto, não devemos porém, fazer passar a semana sem nos lavar santamente no Sangue de Jesus. Como era pontual à Confissão ao menos semanal, para S. Maximiliano Maria Kolbe. Proponhamo-nos seriamente nós também esta norma, respeitando-a fielmente: cada confissão é uma Graça de Maria, Mãe de Misericórdia. E se Ela em Lourdes e em Fátima recomendou tanto a Penitência, lembremo-nos que a maior e mais salutar penitência é aquela sacramental: a Confissão frequente. Sobretudo, porém, devemos confessar-nos o mais depressa quando cometermos pecado mortal. Não nos contentemos do Ato de Dor e nunca fazer a Comunhão sem nos termos confessado, porque faríamos só um sacrilégio horrendo: “se recebe a própria condenação”, grita S. Paulo (I Cor 11,29). E seria mesmo uma loucura fazer um sacrilégio tendo à disposição o Sacramento da Misericórdia. Maria nunca o permita. Leia também PECADO MORTAL – O OBSTÁCULO PARA NOSSA SALVAÇÃO A Santa Igreja nos orienta a confessar com frequência, e isso significa no mínimo 1 vez por mês. Assista ao vídeo abaixo sobre o tema e em seguida leia o que diz o código de direito canônico sobre este importante Sacramento; Confissão no Código de Direito Canônico 959 – No sacramento da penitência, os fiéis que confessam seus pecados ao ministro legítimo, arrependidos e com o propósito de se emendarem, alcançam de Deus, mediante a absolvição dada pelo ministro, o perdão dos pecados cometidos após o batismo, e ao mesmo tempo se reconciliam com a Igreja, à qual ofenderam pelo pecado. 916 – Quem está consciente de pecado grave não celebre a missa nem comungue o Corpo Senhor, sem fazer antes a confissão sacramental, a não ser que exista causa grave e não haja oportunidade para se confessar; nesse caso, porém, lembre-se que é obrigado a fazer um ato de contrição perfeita, que inclui o propósito de se confessar quanto antes. 960 – A confissão individual e íntegra e a absolvição constituem o único modo ordinário, com o qual o fiel, consciente de pecado grave, se reconcilia com Deus e com a Igreja; somente a impossibilidade física ou moral escusa de tal confissão; neste caso, pode haver a reconciliação também por outros modos. 961 – § 1 . Não se pode dar a absolvição ao mesmo tempo a vários penitentes sem prévia confissão individual, a não ser que: 1°- haja iminente perigo de morte e não haja tempo para que o sacerdote ou sacerdotes ouçam a confissão de cada um dos penitentes; 2°- haja grave necessidade, isto é, quando por causa do número de penitentes, não há número suficiente de confessores para ouvirem as confissões de cada um, dentro de um espaço de tempo razoável, de tal modo que os penitentes, sem culpa própria, seriam forçados a ficar muito tempo sem a graça sacramental ou sem a sagrada comunhão; essa necessidade, porém, não se considera suficiente, quando não é possível ter os confessores necessários só pelo fato de grande concurso de penitentes, como pode acontecer numa grande festividade ou peregrinação. § 2 . Julgar sobre a existência das condições requeridas no § 1, n.2, compete ao Bispo diocesano que, levando em conta os critérios concordados com os outros membros da Conferência dos Bispos, pode determinar os casos de tal necessidade. * Texto da Legislação Complementar ao Código de Direito Canônico emanada pela CNBB• Quanto ao cân. 961 § 2: O Bispo diocesano poderá permitir a absolvição sacramental coletiva sem prévia confissão individual, levando em conta, além das condições requeridas pelos câns. 960-963, as seguintes recomendações e critérios: 1.A absolvição coletiva, como meio extraordinário, não pode suplantar, pura e simplesmente, a confissão individual e íntegra com absolvição , único meio ordinário de reconciliação sacramental. 2. Para facilitar aos fiéis o acesso à confissão individual, estabeleçam-se horários favoráveis, fixos e freqüentes. 3.Fora das condições que a justificam, não se pode dar absolvição coletiva. 4.Ministros e penitentes poderão, contudo, sem culpa própria, encontrar-se em circunstâncias que legitimam o recurso, mesmo repetido, a esse meio extraordinário de reconciliação. Não se pode, portanto, ignorando tais situações, impedir simplesmente ou restringir seu emprego pastoral. 5.A absolvição sacramental coletiva seja precedida de adequada catequese e preparação comunitária, não omitindo a advertência de que os fiéis, para receberem validamente a absolvição, devem estar dispostos e com o propósito de, no tempo devido, confessar-se individualmente dos pecados graves que não puderam confessar. 6.Para dar licitamente a absolvição coletiva, fora do perigo de morte, não basta que, em vista do número de penitentes, os confessores sejam insuficientes para atendê-los na forma devida, em espaço de tempo razoável. Requer-se, além disso, que sem a absolvição coletiva esses fiéis, sem culpa própria, permaneceriam, por cerca de um mês, privados do perdão sacramental ou da comunhão; ou lhes seria muito penoso ficar sem esses sacramentos. 962- § 1 . Para que um fiel possa receber validamente a absolvição dada simultaneamente a muitos, requer-se não só que esteja devidamente disposto, mas que ao mesmo tempo se proponha também a confessar individualmente, no tempo devido, os pecados graves que no momento não pode assim confessar. § 2 . Os fiéis, enquanto possível, também no momento de receber a absolvição geral, sejam instruídos sobre os requisitos do § 1; à absolvição geral, mesmo em caso de perigo de morte, se houver tempo, preceda uma exortação para que cada um cuide de fazer o ato de contrição. 963 – Salva a obrigação mencionada no cân. 989, aquele a quem são perdoados pecados graves mediante absolvição geral, ao surgir oportunidade, procure quanto antes, a confissão individual, antes de receber outra absolvição geral, a não ser que se interponha justa causa. 964 § 1 . O lugar próprio para ouvir confissões é a igreja ou oratório. § 2 . Quanto ao confessionário, estabeleçam-se normas pela Conferência dos Bispos, cuidando-se porém que haja sempre em lugar visível confessionários com grades fixas entre o penitente e o confessor, dos quais possam usar livremente os fiéis que o desejarem. * Texto da Legislação Complementar ao Código de Direito Canônico emanada pela CNBB- Quanto ao cân. 964 § 2: 1. O local apropriado para ouvir confissões seja normalmente o confessionário tradicional, ou outro recinto conveniente expressamente preparado para essa finalidade. 2. Haja também local apropriado, discreto, claramente indicado e de fácil acesso, de modo que os fiéis se sintam convidados à prática do sacramento da penitência. 3. Não se ouçam confissões fora do confessionário, a não ser por justa causa. 965 – Ministro do sacramento da penitência é somente o sacerdote. 966 -§ 1 . Para a válida absolvição dos pecados se requer que o ministro, além do poder de ordem, tenha a faculdade de exercer esse poder em favor dos fiéis aos quais dá absolvição. 967 – § 1 . Além do Romano Pontífice, pelo próprio direito, os Cardeais têm a faculdade de ouvir confissões em todo o mundo, como também os Bispos que dela usam licitamente, em qualquer parte, a não ser que em algum caso particular o Bispo diocesano num caso particular se tenha oposto. 969 -§ 1 . Só o Ordinário local é competente para dar a quaisquer presbíteros a faculdade para ouvirem confissões de todos os fiéis; todavia, os presbíteros de institutos religiosos não a usem sem a licença, ao menos presumida, de seu Superior. 970 – Não se conceda a faculdade de ouvir confissões, a não ser a presbíteros que tenham sido julgados idôneos por meio de exame, ou cuja idoneidade conste por outro forma. 971 – O Ordinário local não conceda a faculdade de ouvir confissões de forma habitual a um presbítero, mesmo que tenha domicílio ou quase-domicílio em sua jurisdição, sem antes ouvir, enquanto possível, o Ordinário desse presbítero. 972 – A faculdade para ouvir confissões pode ser concedida pela autoridade competente mencionada no cân. 969, por tempo indeterminado ou determinado. 976 – Qualquer sacerdote, mesmo que não tenha faculdade de ouvir confissões, absolve válida e licitamente de qualquer censura e de qualquer pecado qualquer penitente em perigo de morte, mesmo que esteja presente um sacerdote aprovado.comoconfessar 977 – Exceto em perigo de morte, é inválida a absolvição do cúmplice em pecado contra o sexto mandamento do Decálogo. 978 – § 1 . Lembre-se o sacerdote que, ao ouvir confissões, desempenha simultaneamente o papel de juiz e de médico, e que foi constituído por Deus como ministro da justiça divina e, ao mesmo tempo, de sua misericórdia, para procurar a honra divina e a salvação das almas. § 2 . O confessor, como ministro da Igreja, ao administrar o sacramento, atenha-se fielmente à doutrina do magistério e às normas dadas pela autoridade competente. 979 – O sacerdote, ao fazer perguntas, proceda com prudência e discrição, atendendo à condição e idade do penitente, e abstenha-se de perguntar o nome do cúmplice. 980 – Se ao confessor não resta dúvida a respeito das disposições do penitente, e este pede a absolvição, a absolvição não seja negada nem diferida. 981 – De acordo com a gravidade e número dos pecados, levando em conta, porém, a condição do penitente, o confessor imponha salutares e convenientes satisfações, que o penitente em pessoa tem obrigação de cumprir. 982 – Quem confessa ter denunciado falsamente à autoridade eclesiástica um confessor inocente a respeito de crime de solicitação para pecado contra o sexto mandamento do Decálogo não seja absolvido sem antes ter retratado formalmente a falsa denúncia e sem que esteja disposto a reparar os danos, se houver. 983 – § 1 . O sigilo sacramental é inviolável; por isso é absolutamente ilícito ao confessor de alguma forma trair o penitente, por palavras ou de qualquer outro modo e por qualquer que seja a causa. § 2 . Têm obrigação de guardar segredo também o intérprete, se houver, e todos aqueles a quem, por qualquer motivo, tenha chegado o conhecimento de pecados através da confissão. 984 – § 1 . É absolutamente proibido ao confessor o uso, com gravame do penitente, de conhecimento adquirido por meio da confissão, mesmo sem perigo algum de revelação do sigilo. § 2. Quem é constituído em autoridade não pode usar de modo algum, para o governo externo, de informação sobre pecados que tenha obtido em confissão ouvida em qualquer tempo. 986 – § 1 . Todos aqueles que, em razão de encargo, têm cura de almas, são obrigados a providenciar que sejam ouvidas as confissões dos fiéis que lhes estão confiados e que o peçam razoavelmente, como também que se dê a eles oportunidade de se confessarem individualmente em dias e horas marcadas para sua conveniência. § 2 . Em caso de urgente necessidade, qualquer confessor tem a obrigação de ouvir as confissões dos fiéis, e, em perigo de morte, qualquer sacerdote. 987 – Para obter o remédio salutar do sacramento da penitência, o fiel deve estar de tal modo disposto que, repudiando os pecados cometidos e tendo o propósito de se emendar, se converta a Deus. 988 – § 1 . O fiel tem a obrigação de confessar, quanto à espécie e ao número, todos os pecados graves de que tiver consciência após diligente exame, cometidos depois do batismo e ainda não diretamente perdoados pelas chaves da Igreja, nem acusados em confissão individual. § 2 . Recomenda-se aos fiéis que confessem também os pecados veniais. 989 – Todo fiel, depois de te chegado à idade da discrição, é obrigado a confessar fielmente seus pecados graves, pelo menos uma vez por ano. 990 – Ninguém é proibido de se confessar por meio de intérprete, evitando-se abuso e escândalos, e salva a prescrição do cân. 983, § 2. Assista também: A importância da confissão 991 – Todo fiel é livre de se confessar ao confessor legitimamente aprovado, que preferir, mesmo de outro rito. 992 – Indulgência é a remissão, diante de Deus, da pena temporal devida pelos pecados já perdoados quanto à culpa, que o fiel, devidamente disposto e em certas e determinadas condições, alcança por meio da Igreja, a qual, como dispensadora da redenção, distribui e aplica, com autoridade, o tesouro das satisfações de Cristo e dos Santos. 844 – § 2 . Sempre que a necessidade o exigir ou verdadeira utilidade espiritual o aconselhar, e contanto que se evite o perigo de erro ou indiferentismo, é lícito aos fiéis, a quem for física ou moralmente impossível dirigir-se a um ministro católico, receber os sacramentos da penitência, Eucaristia e unção dos enfermos das mãos de ministros não-católicos, em cuja Igreja esses sacramentos são válidos. § 3 . Os ministros católicos administram licitamente os sacramentos da penitência, Eucaristia e unção dos enfermos aos membros das Igrejas orientais que não têm plena comunhão com a Igreja católica, se eles o pedirem espontaneamente e estiverem devidamente preparados; vale o mesmo para os membros de outras Igrejas que, a juízo da Sé Apostólica no que se refere aos sacramentos, se acham nas mesmas condições que as referidas Igrejas orientais. 1355 – § 2 . Se não for reservada à Sé Apostólica, o Ordinário pode remitir a pena latae sententiae, estabelecida por lei ainda não declarada, aos próprios súditos e aos que estão no seu território, ou aí tiverem cometido o delito; isso também pode qualquer Bispo, mas no ato da confissão sacramental. 1387 – O sacerdote que, no ato da confissão, por ocasião de confissão ou com pretexto de confissão, solicita o penitente para um pecado contra o sexto mandamento do Decálogo seja punido, conforme a gravidade do delito, com suspensão, proibições, privações e, nos casos mais graves, seja demitido do estado clerical. 1388 – § 1 . O confessor que viola diretamente o sigilo sacramental incorre em excomunhão latae sententiae reservada à Sé Apostólica; quem o faz só indiretamente seja punido conforme a gravidade do delito. § 2 . O intérprete e os outros mencionados no cân. 983, § 2, que violam o segredo, sejam punidos com justa pena, não excluída a excomunhão. 630 – § 4 . Os Superiores não ouçam confissões dos súditos, a não ser que eles o peçam espontaneamente. 1065 – § 1 . Os católicos, que ainda não receberam o sacramento da confirmação, recebam-no antes de serem admitidos ao matrimônio, se isto for possível fazer sem grave incômodo. § 2 . Para que o sacramento do matrimônio seja recebido com fruto, recomenda-se insistentemente aos noivos que se aproximem dos sacramentos da penitência e da santíssima Eucaristia. 1357 – § 1 . Salvas as prescrições dos cân. 508 e 976, o confessor pode remitir, no foro interno sacramental, a censura latae sententiae, não-declarada, de excomunhão ou de interdito, se for duro para o penitente permanecer em estado de pecado grave pelo tempo necessário para que o Superior competente tome providências. § 2 . Ao conceder a remissão, o confessor imponha ao penitente a obrigação de recorrer, dentro de um mês, sob pena de reincidência, ao Superior competente ou a um sacerdote munido de faculdade, e de submeter-se a suas determinações; nesse interím, imponha uma penitência adequada e, se urgir, também a reparação do escândalo e do dano. O recurso porém pode ser feito também por meio do confessor, sem menção do nome. § 1 . O sacerdote que age contra a prescrição do cân. 977 incorre em excomunhão latae sententiae reservada à Sé Apostólica. ( 977 – Exceto em perigo de morte, é inválida a absolvição do cúmplice em pecado contra o sexto mandamento do Decálogo.) 1378 – § 2 . Incorre em interdito latae sententiae e, se for clérigo, em suspensão: 1° – aquele que, não promovido à ordem sacerdotal, tenta celebrar a ação litúrgica do Sacrifício eucarístico; 2° – aquele que, exceto o caso mencionado no § 1,não podendo dar validamente a absolvição sacramental, tenta dá-la ou ouve confissão sacramental. Que pecados me impedem de comungar sem confessar? A Igreja nos ensina que não podemos Comungar em pecado mortal sem antes se Confessar. Pecado mortal é aquele que é grave, normalmente contra um dos Dez Mandamentos: matar, roubar, adulterar, prostituir, blasfemar, prejudicar os outros, ódio, etc. é algo que nos deixa incomodados… Veja o que diz o Catecismo sobre isso: §1856 – O pecado mortal , atacando em nós o princípio vital que é a caridade, exige uma nova iniciativa da misericórdia de Deus e uma conversão do coração, que se realiza normalmente no sacramento da Reconciliação: “Quando a vontade se volta para uma coisa de per si contrária à caridade pela qual estamos ordenados ao fim último, há no pecado, pelo seu próprio objeto, matéria para ser mortal… quer seja contra o amor de Deus, como a blasfêmia, o perjúrio etc., ou contra o amor ao próximo, como o homicídio, o adultério, etc. Por outro lado, quando a vontade do pecador se dirige às vezes a um objeto que contém em si uma desordem, mas não é contrário ao amor a Deus e ao próximo, como por exemplo palavra ociosa, riso supérfluo etc., tais pecados são veniais”(S. Tomás, S. Th. I-II,88,2). §1857 – Para que um pecado seja mortal requerem-se três condições ao mesmo tempo: “É pecado mortal todo pecado que tem como objeto uma matéria grave, e que é cometido com plena consciência e deliberadamente” (RP 17). §1858 – A matéria grave é precisada pelos Dez mandamentos segundo a resposta de Jesus ao jovem rico: “Não mates, não cometas adultério, não roubes, não levantes falso testemunho, não defraudes ninguém, honra teu pai e tua mãe” (Mc 10,19). A gravidade dos pecados é maior ou menor; um assassino é mais grave do que um roubo. A qualidade das pessoas lesadas entra também em consideração. A violência exercida contra os pais é em si mais grave do que contra um estrangeiro. §1859 – O pecado mortal requer pleno conhecimento e pleno consentimento. Pressupõe o conhecimento do caráter pecaminoso do ato, de sua oposição à Lei de Deus. Envolve também um consentimento suficientemente deliberado para ser uma escolha pessoal. A ignorância afetada e o endurecimento do coração (Mc 3,5-6) não diminuem mais aumentam o caráter voluntário do pecado. §1860 – A ignorância involuntária pode diminuir ou até escusar a imputabilidade de uma falta grave, mas supõe-se que ninguém ignore os princípios da lei moral inscritos na consciência de todo ser humano. Os impulsos da sensibilidade, as paixões podem igualmente reduzir o caráter voluntário e livre da falta, como também pressões exteriores e perturbações patológicas. O pecado por malícia, por opção deliberada do mal, é o mais grave. Ouça também: Por que é preciso confessar para comungar? §1861 – O pecado mortal é uma possibilidade radical da liberdade humana, como o próprio amor. Acarreta a perda da caridade e a privação da graça santificante, isto é, do estado de graça. Se este estado não for recuperado mediante o arrependimento e o perdão de Deus, causa a exclusão do Reino de Cristo e a morte eterna no inferno, já que nossa liberdade tem o poder de fazer opções para sempre, sem regresso. No entanto, mesmo podendo julgar que um ato é em si falta grave, devemos confiar o julgamento sobre as pessoas à justiça e à misericórdia de Deus. §1862 – Comete-se um pecado venial quando não se observa, em matéria leve, a medida prescrita pela lei moral, ou então quando se desobedece à lei moral em matéria grave, mas sem pleno conhecimento ou sem pleno consentimento. #confissão #penitência #sacramentos
- A importância do Sacramento da Confissão
A confissão é um dos sacramentos mais importantes. Leia e assista a formação: O Sacramento da Confissão está todo na parábola do Filho Pródigo (Lc 15,11-24). O pecado, o arrependimento, o perdão: o homem peca, o pecador se arrepende, Deus perdoa. São 3 realidades enlaçadas pela misericórdia de Deus. A confissão é o remédio do pecado, é o conforto do pecador, é o abraço de Deus ao filho que volta. Não tem sacramento mais humano, porque segue o homem e o ampara nas fraquezas e misérias de cada dia, apresentando-lhe o paterno vulto de Deus, que é feliz em perdoar os filhos, porque os quer salvar: “Não quero a morte do pecador, mas que ele se converta de sua conduta e viva” (Ez 33,11). A quem perdoares… O perdão dos pecados nos vem de Deus, mas só através dos seus ministros sobre a Terra: os Sacerdotes. A eles Jesus deixou o seu mandato: “A quem perdoardes os pecados, serão perdoados; e a quem não perdoardes os pecados, não os serão”. (Jo 20,33). Quantas vezes? Sempre que eles sejam dispostos. Nenhum limite a misericórdia de Deus (cf. Mt 18,22). “A misericórdia divina é tão grande que nenhuma palavra a pode exprimir e nenhum pensamento a pode conceber” (S. João Crisóstomo). S. Isidoro afirmou que “não existe delito tão grande que não possa ser perdoado na confissão”. Seja glorificado, Deus, em sua infinita misericórdia! O que dizer da alegria de Maria quando nos aproximamos deste sacramento? Ela mesma, toda esplêndida de candor e Graça, a Imaculada, não pode senão amar imensamente este Sacramento que anula o pecado e faz brilhar as almas dos seus filhos. Certamente toda confissão é uma Graça da Maternidade de Maria, que quer ver as almas dos seus filhos semelhantes a Ela para a alegria de Jesus. Leia também A Igreja permite a Confissão Comunitária? Minha Nossa Senhora, basta! A Beata Ângela de Foligno, quando jovem, tinha se confessado mal, não contou alguns pecados por vergonha. Arrastou-se assim por algum tempo, vivendo entre cruéis remorsos, perturbações e infelicidades. Um dia, sacudiu-se: jogou-se aos pés de uma imagem de Maria e lhe suplicou aos soluços: “Minha Nossa Senhora, basta! Eu não quero mais viver assim! Hoje mesmo direi tudo ao meu confessor”. E teve a graça de fazê-lo. Era hora! Teve, depois, uma vida de penitência tremenda que a ajudou potentemente a transformar-se ate o vértice das mais altas experiências místicas. Nunca duvidemos e não hesitemos em recorrer a Maria para obter a graça da Confissão. “A boa confissão é a base da perfeição”. (S. Vicente de Paulo) Da confissão se parte e se reparte para as mais altas empresas do espírito e vice- versa. A diminuição e a ausência de confissão fazem caminhar para trás através da estrada larga e cômoda que leva à perdição. (cf. Mt 7,13). Se te acusas, Deus te desculpa Parece incrível, mas são muitos os cristãos que não apreciam e fogem do Sacramento da Confissão. Só teriam a ganhar, mas ao invés, nem se dão conta disso. Tão prontos para ir ao médico pelo menor mal-estar do corpo, descuidam-se, porém, da saúde da própria alma como se fosse um pano de chão. Talvez ignorem os grandes benefícios do sacramento, ou o consideram só no seu aspecto mais penal: a acusação das próprias misérias. É necessário considerar os grandes frutos positivos que a Confissão nos dá. Na vida de S. Antônio de Pádua se conta que um dia um grande pecador foi confessar-se com o Santo, depois de ter ouvido um sermão seu. O arrependimento do pecador era tão vivo que lhe impediu de falar pelos contínuos soluços. S. Antonio então lhe disse: “Vai, filho, escreve teus pecados e depois volta”. O penitente foi, escreveu os pecados em uma página, voltou ao Santo e leu a lista das culpas. Qual não foi a surpresa, ao fim da leitura, deu-se conta que a página tinha voltado a ser branca, sem um traço de escrita. Eis o símbolo da alma que volta pura da confissão. Diz S. Agostinho: “Quando o homem descobre as suas falhas, Deus as vigia; quando as esconde, Deus as descobre; quando as reconhece, Deus as esquece.” Ainda mais eficaz é S. Francisco de Assis com esta breve frase: “Se tu te desculpas, Deus te acusa; se tu te acusas, Deus te desculpa.” Pelo resto, continua S. Agostinho: “é preferível suportar uma ligeira confusão a um só homem que ver-se coberto de vergonha junto a inumeráveis testemunhas, no dia do Juízo”. Era isto que também Pe. Pio dizia aos seus penitentes. E é assim. Leia também Exame de Consciência para uma boa Confissão Os três quadros Por isto S. Carlos Borromeu, antes de confessar-se, parava para meditar sobre 3 quadros que tinha mandado pôr na sua Capelinha. O 1º representava o Inferno com os seus danados maltratados horrivelmente: isto servia para inspirar salutar temor. O 2º representava o Paraíso com os Bem-aventurados extasiados de alegria: isto lhe dava uma carga de empenho para evitar o pecado e não perder o Paraíso. O 3º representava o Calvário com Jesus crucificado e Nossa Senhora das Dores: isto lhe enchia o coração de dor vivíssima pelos sofrimentos causados a Jesus e a Maria com os pecados, convidando-o ao mais firme propósito de fidelidade e de amor. Confessar-se assim significa não só purificar-se das culpas, mas enriquecer-se e crescer cada vez mais na vida da graça. E pensar que S. Carlos Borromeu confessava-se todos os dias… Leia também Exame de Consciência para Crianças Confessar-se todas as semanas Se cada confissão é um tesouro de graça porque lava a minha alma no Sangue de Jesus, purificando-a “das obras de morte” (Hb 9,14) é claro que precisamos aproveitar com grande interesse e frequência! De quando em quando confessar-se? A norma áurea da vida cristã é a Confissão semanal. Muitos santos, é verdade, confessavam-se mais vezes por semana, e até todo os dias: S. Tomás de Aquino, S. Vicente Ferrer, S. Francisco de Sales, S. Pio X… Mas se nós não somos capazes de tanto, não devemos porém, fazer passar a semana sem nos lavar santamente no Sangue de Jesus. Como era pontual à Confissão ao menos semanal, para S. Maximiliano Maria Kolbe. Proponhamo-nos seriamente nós também esta norma, respeitando-a fielmente: cada confissão é uma Graça de Maria, Mãe de Misericórdia. E se Ela em Lourdes e em Fátima recomendou tanto a Penitência, lembremo-nos que a maior e mais salutar penitência é aquela sacramental: a Confissão frequente. Sobretudo, porém, devemos confessar-nos o mais depressa quando cometermos pecado mortal. Não nos contentemos do Ato de Dor e nunca fazer a Comunhão sem nos termos confessado, porque faríamos só um sacrilégio horrendo: “se recebe a própria condenação”, grita S. Paulo (I Cor 11,29). E seria mesmo uma loucura fazer um sacrilégio tendo à disposição o Sacramento da Misericórdia. Maria nunca o permita. Leia também PECADO MORTAL – O OBSTÁCULO PARA NOSSA SALVAÇÃO A Santa Igreja nos orienta a confessar com frequência, e isso significa no mínimo 1 vez por mês. Assista ao vídeo abaixo sobre o tema e em seguida leia o que diz o código de direito canônico sobre este importante Sacramento; Confissão no Código de Direito Canônico 959 – No sacramento da penitência, os fiéis que confessam seus pecados ao ministro legítimo, arrependidos e com o propósito de se emendarem, alcançam de Deus, mediante a absolvição dada pelo ministro, o perdão dos pecados cometidos após o batismo, e ao mesmo tempo se reconciliam com a Igreja, à qual ofenderam pelo pecado. 916 – Quem está consciente de pecado grave não celebre a missa nem comungue o Corpo Senhor, sem fazer antes a confissão sacramental, a não ser que exista causa grave e não haja oportunidade para se confessar; nesse caso, porém, lembre-se que é obrigado a fazer um ato de contrição perfeita, que inclui o propósito de se confessar quanto antes. 960 – A confissão individual e íntegra e a absolvição constituem o único modo ordinário, com o qual o fiel, consciente de pecado grave, se reconcilia com Deus e com a Igreja; somente a impossibilidade física ou moral escusa de tal confissão; neste caso, pode haver a reconciliação também por outros modos. 961 – § 1 . Não se pode dar a absolvição ao mesmo tempo a vários penitentes sem prévia confissão individual, a não ser que: 1°- haja iminente perigo de morte e não haja tempo para que o sacerdote ou sacerdotes ouçam a confissão de cada um dos penitentes; 2°- haja grave necessidade, isto é, quando por causa do número de penitentes, não há número suficiente de confessores para ouvirem as confissões de cada um, dentro de um espaço de tempo razoável, de tal modo que os penitentes, sem culpa própria, seriam forçados a ficar muito tempo sem a graça sacramental ou sem a sagrada comunhão; essa necessidade, porém, não se considera suficiente, quando não é possível ter os confessores necessários só pelo fato de grande concurso de penitentes, como pode acontecer numa grande festividade ou peregrinação. § 2 . Julgar sobre a existência das condições requeridas no § 1, n.2, compete ao Bispo diocesano que, levando em conta os critérios concordados com os outros membros da Conferência dos Bispos, pode determinar os casos de tal necessidade. * Texto da Legislação Complementar ao Código de Direito Canônico emanada pela CNBB• Quanto ao cân. 961 § 2: O Bispo diocesano poderá permitir a absolvição sacramental coletiva sem prévia confissão individual, levando em conta, além das condições requeridas pelos câns. 960-963, as seguintes recomendações e critérios: 1.A absolvição coletiva, como meio extraordinário, não pode suplantar, pura e simplesmente, a confissão individual e íntegra com absolvição , único meio ordinário de reconciliação sacramental. 2. Para facilitar aos fiéis o acesso à confissão individual, estabeleçam-se horários favoráveis, fixos e freqüentes. 3.Fora das condições que a justificam, não se pode dar absolvição coletiva. 4.Ministros e penitentes poderão, contudo, sem culpa própria, encontrar-se em circunstâncias que legitimam o recurso, mesmo repetido, a esse meio extraordinário de reconciliação. Não se pode, portanto, ignorando tais situações, impedir simplesmente ou restringir seu emprego pastoral. 5.A absolvição sacramental coletiva seja precedida de adequada catequese e preparação comunitária, não omitindo a advertência de que os fiéis, para receberem validamente a absolvição, devem estar dispostos e com o propósito de, no tempo devido, confessar-se individualmente dos pecados graves que não puderam confessar. 6.Para dar licitamente a absolvição coletiva, fora do perigo de morte, não basta que, em vista do número de penitentes, os confessores sejam insuficientes para atendê-los na forma devida, em espaço de tempo razoável. Requer-se, além disso, que sem a absolvição coletiva esses fiéis, sem culpa própria, permaneceriam, por cerca de um mês, privados do perdão sacramental ou da comunhão; ou lhes seria muito penoso ficar sem esses sacramentos. 962- § 1 . Para que um fiel possa receber validamente a absolvição dada simultaneamente a muitos, requer-se não só que esteja devidamente disposto, mas que ao mesmo tempo se proponha também a confessar individualmente, no tempo devido, os pecados graves que no momento não pode assim confessar. § 2 . Os fiéis, enquanto possível, também no momento de receber a absolvição geral, sejam instruídos sobre os requisitos do § 1; à absolvição geral, mesmo em caso de perigo de morte, se houver tempo, preceda uma exortação para que cada um cuide de fazer o ato de contrição. 963 – Salva a obrigação mencionada no cân. 989, aquele a quem são perdoados pecados graves mediante absolvição geral, ao surgir oportunidade, procure quanto antes, a confissão individual, antes de receber outra absolvição geral, a não ser que se interponha justa causa. 964 § 1 . O lugar próprio para ouvir confissões é a igreja ou oratório. § 2 . Quanto ao confessionário, estabeleçam-se normas pela Conferência dos Bispos, cuidando-se porém que haja sempre em lugar visível confessionários com grades fixas entre o penitente e o confessor, dos quais possam usar livremente os fiéis que o desejarem. * Texto da Legislação Complementar ao Código de Direito Canônico emanada pela CNBB- Quanto ao cân. 964 § 2: 1. O local apropriado para ouvir confissões seja normalmente o confessionário tradicional, ou outro recinto conveniente expressamente preparado para essa finalidade. 2. Haja também local apropriado, discreto, claramente indicado e de fácil acesso, de modo que os fiéis se sintam convidados à prática do sacramento da penitência. 3. Não se ouçam confissões fora do confessionário, a não ser por justa causa. 965 – Ministro do sacramento da penitência é somente o sacerdote. 966 -§ 1 . Para a válida absolvição dos pecados se requer que o ministro, além do poder de ordem, tenha a faculdade de exercer esse poder em favor dos fiéis aos quais dá absolvição. 967 – § 1 . Além do Romano Pontífice, pelo próprio direito, os Cardeais têm a faculdade de ouvir confissões em todo o mundo, como também os Bispos que dela usam licitamente, em qualquer parte, a não ser que em algum caso particular o Bispo diocesano num caso particular se tenha oposto. 969 -§ 1 . Só o Ordinário local é competente para dar a quaisquer presbíteros a faculdade para ouvirem confissões de todos os fiéis; todavia, os presbíteros de institutos religiosos não a usem sem a licença, ao menos presumida, de seu Superior. 970 – Não se conceda a faculdade de ouvir confissões, a não ser a presbíteros que tenham sido julgados idôneos por meio de exame, ou cuja idoneidade conste por outro forma. 971 – O Ordinário local não conceda a faculdade de ouvir confissões de forma habitual a um presbítero, mesmo que tenha domicílio ou quase-domicílio em sua jurisdição, sem antes ouvir, enquanto possível, o Ordinário desse presbítero. 972 – A faculdade para ouvir confissões pode ser concedida pela autoridade competente mencionada no cân. 969, por tempo indeterminado ou determinado. 976 – Qualquer sacerdote, mesmo que não tenha faculdade de ouvir confissões, absolve válida e licitamente de qualquer censura e de qualquer pecado qualquer penitente em perigo de morte, mesmo que esteja presente um sacerdote aprovado.comoconfessar 977 – Exceto em perigo de morte, é inválida a absolvição do cúmplice em pecado contra o sexto mandamento do Decálogo. 978 – § 1 . Lembre-se o sacerdote que, ao ouvir confissões, desempenha simultaneamente o papel de juiz e de médico, e que foi constituído por Deus como ministro da justiça divina e, ao mesmo tempo, de sua misericórdia, para procurar a honra divina e a salvação das almas. § 2 . O confessor, como ministro da Igreja, ao administrar o sacramento, atenha-se fielmente à doutrina do magistério e às normas dadas pela autoridade competente. 979 – O sacerdote, ao fazer perguntas, proceda com prudência e discrição, atendendo à condição e idade do penitente, e abstenha-se de perguntar o nome do cúmplice. 980 – Se ao confessor não resta dúvida a respeito das disposições do penitente, e este pede a absolvição, a absolvição não seja negada nem diferida. 981 – De acordo com a gravidade e número dos pecados, levando em conta, porém, a condição do penitente, o confessor imponha salutares e convenientes satisfações, que o penitente em pessoa tem obrigação de cumprir. 982 – Quem confessa ter denunciado falsamente à autoridade eclesiástica um confessor inocente a respeito de crime de solicitação para pecado contra o sexto mandamento do Decálogo não seja absolvido sem antes ter retratado formalmente a falsa denúncia e sem que esteja disposto a reparar os danos, se houver. 983 – § 1 . O sigilo sacramental é inviolável; por isso é absolutamente ilícito ao confessor de alguma forma trair o penitente, por palavras ou de qualquer outro modo e por qualquer que seja a causa. § 2 . Têm obrigação de guardar segredo também o intérprete, se houver, e todos aqueles a quem, por qualquer motivo, tenha chegado o conhecimento de pecados através da confissão. 984 – § 1 . É absolutamente proibido ao confessor o uso, com gravame do penitente, de conhecimento adquirido por meio da confissão, mesmo sem perigo algum de revelação do sigilo. § 2. Quem é constituído em autoridade não pode usar de modo algum, para o governo externo, de informação sobre pecados que tenha obtido em confissão ouvida em qualquer tempo. 986 – § 1 . Todos aqueles que, em razão de encargo, têm cura de almas, são obrigados a providenciar que sejam ouvidas as confissões dos fiéis que lhes estão confiados e que o peçam razoavelmente, como também que se dê a eles oportunidade de se confessarem individualmente em dias e horas marcadas para sua conveniência. § 2 . Em caso de urgente necessidade, qualquer confessor tem a obrigação de ouvir as confissões dos fiéis, e, em perigo de morte, qualquer sacerdote. 987 – Para obter o remédio salutar do sacramento da penitência, o fiel deve estar de tal modo disposto que, repudiando os pecados cometidos e tendo o propósito de se emendar, se converta a Deus. 988 – § 1 . O fiel tem a obrigação de confessar, quanto à espécie e ao número, todos os pecados graves de que tiver consciência após diligente exame, cometidos depois do batismo e ainda não diretamente perdoados pelas chaves da Igreja, nem acusados em confissão individual. § 2 . Recomenda-se aos fiéis que confessem também os pecados veniais. 989 – Todo fiel, depois de te chegado à idade da discrição, é obrigado a confessar fielmente seus pecados graves, pelo menos uma vez por ano. 990 – Ninguém é proibido de se confessar por meio de intérprete, evitando-se abuso e escândalos, e salva a prescrição do cân. 983, § 2. Assista também: A importância da confissão 991 – Todo fiel é livre de se confessar ao confessor legitimamente aprovado, que preferir, mesmo de outro rito. 992 – Indulgência é a remissão, diante de Deus, da pena temporal devida pelos pecados já perdoados quanto à culpa, que o fiel, devidamente disposto e em certas e determinadas condições, alcança por meio da Igreja, a qual, como dispensadora da redenção, distribui e aplica, com autoridade, o tesouro das satisfações de Cristo e dos Santos. 844 – § 2 . Sempre que a necessidade o exigir ou verdadeira utilidade espiritual o aconselhar, e contanto que se evite o perigo de erro ou indiferentismo, é lícito aos fiéis, a quem for física ou moralmente impossível dirigir-se a um ministro católico, receber os sacramentos da penitência, Eucaristia e unção dos enfermos das mãos de ministros não-católicos, em cuja Igreja esses sacramentos são válidos. § 3 . Os ministros católicos administram licitamente os sacramentos da penitência, Eucaristia e unção dos enfermos aos membros das Igrejas orientais que não têm plena comunhão com a Igreja católica, se eles o pedirem espontaneamente e estiverem devidamente preparados; vale o mesmo para os membros de outras Igrejas que, a juízo da Sé Apostólica no que se refere aos sacramentos, se acham nas mesmas condições que as referidas Igrejas orientais. 1355 – § 2 . Se não for reservada à Sé Apostólica, o Ordinário pode remitir a pena latae sententiae, estabelecida por lei ainda não declarada, aos próprios súditos e aos que estão no seu território, ou aí tiverem cometido o delito; isso também pode qualquer Bispo, mas no ato da confissão sacramental. 1387 – O sacerdote que, no ato da confissão, por ocasião de confissão ou com pretexto de confissão, solicita o penitente para um pecado contra o sexto mandamento do Decálogo seja punido, conforme a gravidade do delito, com suspensão, proibições, privações e, nos casos mais graves, seja demitido do estado clerical. 1388 – § 1 . O confessor que viola diretamente o sigilo sacramental incorre em excomunhão latae sententiae reservada à Sé Apostólica; quem o faz só indiretamente seja punido conforme a gravidade do delito. § 2 . O intérprete e os outros mencionados no cân. 983, § 2, que violam o segredo, sejam punidos com justa pena, não excluída a excomunhão. 630 – § 4 . Os Superiores não ouçam confissões dos súditos, a não ser que eles o peçam espontaneamente. 1065 – § 1 . Os católicos, que ainda não receberam o sacramento da confirmação, recebam-no antes de serem admitidos ao matrimônio, se isto for possível fazer sem grave incômodo. § 2 . Para que o sacramento do matrimônio seja recebido com fruto, recomenda-se insistentemente aos noivos que se aproximem dos sacramentos da penitência e da santíssima Eucaristia. 1357 – § 1 . Salvas as prescrições dos cân. 508 e 976, o confessor pode remitir, no foro interno sacramental, a censura latae sententiae, não-declarada, de excomunhão ou de interdito, se for duro para o penitente permanecer em estado de pecado grave pelo tempo necessário para que o Superior competente tome providências. § 2 . Ao conceder a remissão, o confessor imponha ao penitente a obrigação de recorrer, dentro de um mês, sob pena de reincidência, ao Superior competente ou a um sacerdote munido de faculdade, e de submeter-se a suas determinações; nesse interím, imponha uma penitência adequada e, se urgir, também a reparação do escândalo e do dano. O recurso porém pode ser feito também por meio do confessor, sem menção do nome. § 1 . O sacerdote que age contra a prescrição do cân. 977 incorre em excomunhão latae sententiae reservada à Sé Apostólica. ( 977 – Exceto em perigo de morte, é inválida a absolvição do cúmplice em pecado contra o sexto mandamento do Decálogo.) 1378 – § 2 . Incorre em interdito latae sententiae e, se for clérigo, em suspensão: 1° – aquele que, não promovido à ordem sacerdotal, tenta celebrar a ação litúrgica do Sacrifício eucarístico; 2° – aquele que, exceto o caso mencionado no § 1,não podendo dar validamente a absolvição sacramental, tenta dá-la ou ouve confissão sacramental. Que pecados me impedem de comungar sem confessar? A Igreja nos ensina que não podemos Comungar em pecado mortal sem antes se Confessar. Pecado mortal é aquele que é grave, normalmente contra um dos Dez Mandamentos: matar, roubar, adulterar, prostituir, blasfemar, prejudicar os outros, ódio, etc. é algo que nos deixa incomodados… Veja o que diz o Catecismo sobre isso: §1856 – O pecado mortal , atacando em nós o princípio vital que é a caridade, exige uma nova iniciativa da misericórdia de Deus e uma conversão do coração, que se realiza normalmente no sacramento da Reconciliação: “Quando a vontade se volta para uma coisa de per si contrária à caridade pela qual estamos ordenados ao fim último, há no pecado, pelo seu próprio objeto, matéria para ser mortal… quer seja contra o amor de Deus, como a blasfêmia, o perjúrio etc., ou contra o amor ao próximo, como o homicídio, o adultério, etc. Por outro lado, quando a vontade do pecador se dirige às vezes a um objeto que contém em si uma desordem, mas não é contrário ao amor a Deus e ao próximo, como por exemplo palavra ociosa, riso supérfluo etc., tais pecados são veniais”(S. Tomás, S. Th. I-II,88,2). §1857 – Para que um pecado seja mortal requerem-se três condições ao mesmo tempo: “É pecado mortal todo pecado que tem como objeto uma matéria grave, e que é cometido com plena consciência e deliberadamente” (RP 17). §1858 – A matéria grave é precisada pelos Dez mandamentos segundo a resposta de Jesus ao jovem rico: “Não mates, não cometas adultério, não roubes, não levantes falso testemunho, não defraudes ninguém, honra teu pai e tua mãe” (Mc 10,19). A gravidade dos pecados é maior ou menor; um assassino é mais grave do que um roubo. A qualidade das pessoas lesadas entra também em consideração. A violência exercida contra os pais é em si mais grave do que contra um estrangeiro. §1859 – O pecado mortal requer pleno conhecimento e pleno consentimento. Pressupõe o conhecimento do caráter pecaminoso do ato, de sua oposição à Lei de Deus. Envolve também um consentimento suficientemente deliberado para ser uma escolha pessoal. A ignorância afetada e o endurecimento do coração (Mc 3,5-6) não diminuem mais aumentam o caráter voluntário do pecado. §1860 – A ignorância involuntária pode diminuir ou até escusar a imputabilidade de uma falta grave, mas supõe-se que ninguém ignore os princípios da lei moral inscritos na consciência de todo ser humano. Os impulsos da sensibilidade, as paixões podem igualmente reduzir o caráter voluntário e livre da falta, como também pressões exteriores e perturbações patológicas. O pecado por malícia, por opção deliberada do mal, é o mais grave. Ouça também: Por que é preciso confessar para comungar? §1861 – O pecado mortal é uma possibilidade radical da liberdade humana, como o próprio amor. Acarreta a perda da caridade e a privação da graça santificante, isto é, do estado de graça. Se este estado não for recuperado mediante o arrependimento e o perdão de Deus, causa a exclusão do Reino de Cristo e a morte eterna no inferno, já que nossa liberdade tem o poder de fazer opções para sempre, sem regresso. No entanto, mesmo podendo julgar que um ato é em si falta grave, devemos confiar o julgamento sobre as pessoas à justiça e à misericórdia de Deus. §1862 – Comete-se um pecado venial quando não se observa, em matéria leve, a medida prescrita pela lei moral, ou então quando se desobedece à lei moral em matéria grave, mas sem pleno conhecimento ou sem pleno consentimento. #confissão #penitência #sacramentos
- Convidados pelo presidente, protestantes farão jejum no domingo e católicos na Sexta-feira da Paixão
Bolsonaro pediu aos brasileiros um dia de jejum e oração pelo Brasil e o fim da pandemia. Nesta quinta-feira (3) durante entrevista ao Programa Pingos no Is, da Jovem Pan, o Presidente pediu licença aos jornalistas para responder aos anseios do povo: ‘A gente vai fazer nossa parte! Vamos vencer essa batalha, se Deus quiser! Vamos levar no mínimo um ano para voltar ao que eramos em janeiro, mas o Brasil tem um potencial muito grande; tem uma equipe de ministros muito boa – trabalham incessantemente! O Brasil vai dar certo! Tenho certeza! Tenho fé em Deus! Eu sou católico, a minha esposa é evangélica […] então, a gente vai, brevemente, junto com os pastores, padres, religiosos… anunciar, pedir, um dia de jejum para todo Povo Brasileiro, para que o Brasil fique livre desse mal [crise do coronavírus] o mais rápido possível.’ Diante do pedido do Presidente da Republica, diversos pastores protestantes apoiaram a proposta e orientam seus fiéis para fazerem deste domingo um dia de Jejum e Oração. Os católicos, por outro lado, são orientados a não realizarem jejuns e penitências aos domingos, por celebrarem a alegria da ressurreição. Por este motivo, a data do jejum e oração será na Sexta-feira da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Padres e bispos vieram às redes sociais orientar os fiéis que o Domingo não é um dia de penitência e jejum, mas que os católicos podem fazer jejum e rezar nesta intenção na Sexta-feira da Paixão. A sexta-feira da semana santa já é um dia de recolhimento, oração, penitência e jejum, conforme orientam os cânones 1250, 1251 e 1252 do código de direito canônico. Neste dia os católicos são obrigados a praticar o jejum e a abstinência de carne. A prática do Jejum consiste em abster-se do alimento fazendo apenas uma refeição completa durante o dia. Ele é obrigatório para as pessoas maiores de 18 e menores de 60 anos. Fora desses limites, é o Jejum é opcional. Também estão dispensados pessoas doentes, gestantes, ou trabalhadores que façam um trabalho braçal muito pesado, que necessitem das duas refeições completas. Juntamente com o Jejum, também é obrigatório a Abstinência de comer carne . Ela é obrigatória para todas as pessoas a partir dos 14 anos de idade. Além da Sexta-Feira Santa, a Santa igreja determina que todo católico deve fazer abstinência de carne todas sextas-feiras do ano . O gesto, dependendo da determinação da Conferência Episcopal de cada país, pode ser substituído por outro tipo de mortificação. Entenda mais o motivo dos católicos não realizarem jejum aos domingos:
- Convidados pelo presidente, protestantes farão jejum no domingo e católicos na Sexta-feira da Paixão
Bolsonaro pediu aos brasileiros um dia de jejum e oração pelo Brasil e o fim da pandemia. Nesta quinta-feira (3) durante entrevista ao Programa Pingos no Is, da Jovem Pan, o Presidente pediu licença aos jornalistas para responder aos anseios do povo: ‘A gente vai fazer nossa parte! Vamos vencer essa batalha, se Deus quiser! Vamos levar no mínimo um ano para voltar ao que eramos em janeiro, mas o Brasil tem um potencial muito grande; tem uma equipe de ministros muito boa – trabalham incessantemente! O Brasil vai dar certo! Tenho certeza! Tenho fé em Deus! Eu sou católico, a minha esposa é evangélica […] então, a gente vai, brevemente, junto com os pastores, padres, religiosos… anunciar, pedir, um dia de jejum para todo Povo Brasileiro, para que o Brasil fique livre desse mal [crise do coronavírus] o mais rápido possível.’ Diante do pedido do Presidente da Republica, diversos pastores protestantes apoiaram a proposta e orientam seus fiéis para fazerem deste domingo um dia de Jejum e Oração. Os católicos, por outro lado, são orientados a não realizarem jejuns e penitências aos domingos, por celebrarem a alegria da ressurreição. Por este motivo, a data do jejum e oração será na Sexta-feira da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Padres e bispos vieram às redes sociais orientar os fiéis que o Domingo não é um dia de penitência e jejum, mas que os católicos podem fazer jejum e rezar nesta intenção na Sexta-feira da Paixão. A sexta-feira da semana santa já é um dia de recolhimento, oração, penitência e jejum, conforme orientam os cânones 1250, 1251 e 1252 do código de direito canônico. Neste dia os católicos são obrigados a praticar o jejum e a abstinência de carne. A prática do Jejum consiste em abster-se do alimento fazendo apenas uma refeição completa durante o dia. Ele é obrigatório para as pessoas maiores de 18 e menores de 60 anos. Fora desses limites, é o Jejum é opcional. Também estão dispensados pessoas doentes, gestantes, ou trabalhadores que façam um trabalho braçal muito pesado, que necessitem das duas refeições completas. Juntamente com o Jejum, também é obrigatório a Abstinência de comer carne . Ela é obrigatória para todas as pessoas a partir dos 14 anos de idade. Além da Sexta-Feira Santa, a Santa igreja determina que todo católico deve fazer abstinência de carne todas sextas-feiras do ano . O gesto, dependendo da determinação da Conferência Episcopal de cada país, pode ser substituído por outro tipo de mortificação. Entenda mais o motivo dos católicos não realizarem jejum aos domingos:
- Com igrejas fechadas, fiéis se ajoelham em calçadas durante passagem do Santíssimo em ruas de Natal
Benção aconteceu entre a tarde e a noite de sábado (29) no bairro Ponta Negra, Zona Sul da capital. Mesmo sem poder participar de missas durante a quarentena por causa do novo coronavírus em Natal, católicos tiveram um momento de fé e adoração na tarde de domingo (29) em Ponta Negra, na Zona Sul da capital. Sobre um carro, percorrendo as ruas do bairro, a pároco local realizou a cerimônia da passagem do Santíssimo, e os fiéis foram às portas e calçadas de suas casas. Alguns chegaram a se ajoelhar. De acordo com o padre Flávio Herculano, da Paróquia de Santa Rita de Cássia dos Impossíveis, a iniciativa partiu da ideia de outras paróquias, que realizaram ações semelhantes. O objetivo, de acordo com ele, era manter a esperança dos fiéis em meio ao “momento difícil que se vive”. A ação, meio improvisada, durou aproximadamente três horas, entre 16h e 19h, e percorreu quase todas as ruas do bairro. “Diante desta realidade que nós estamos vivendo, a gente fez isso com o objetivo maior de criar o ânimo, de acender a esperança nas pessoas; aquilo que o papa Francisco disse, que as pessoas criem a esperança que não se acaba. Que a chama que tem dentro de cada um permaneça acesa. Deus é a nossa esperança”, afirmou. De acordo com ele, a cerimônia da passagem do Santíssimo simboliza Jesus na Eucaristia. Em quase toda igreja, ele explica, ela é celebrada às quintas-feiras e, no dia de Corpus Christi, ganha as ruas com uma procissão. “Agora, a gente achou que seria necessário fazer novamente, para reacender a esperança das pessoas. A gente pôde ver gestos tão bonitos, voluntários. Tudo muito simples. A gente só tinha comunicado pelas redes sociais. Alguns saíram correndo de suas casas, para receber a benção, a proteção de Deus”, relatou o pároco. Páscoa Os tempos de quarentena deverão causar mudança inclusive na celebração da Páscoa – uma das mais importantes no calendário religioso cristão. O padre explicou que no próximo domingo (5), a benção dos ramos será realizada pelas redes sociais. “As pessoas serão orientadas a colocar um copo de água perto da televisão ou de onde estiverem vendo a transmissão e elas mesmas vão aspergir a água sobre o ramo”, disse. Já a tradicional via sacra da paróquia será realizada no pátio da igreja, com um grupo pequeno, e transmitida pelas vias sociais para os fiéis.
- Com igrejas fechadas, fiéis se ajoelham em calçadas durante passagem do Santíssimo em ruas de Natal
Benção aconteceu entre a tarde e a noite de sábado (29) no bairro Ponta Negra, Zona Sul da capital. Mesmo sem poder participar de missas durante a quarentena por causa do novo coronavírus em Natal, católicos tiveram um momento de fé e adoração na tarde de domingo (29) em Ponta Negra, na Zona Sul da capital. Sobre um carro, percorrendo as ruas do bairro, a pároco local realizou a cerimônia da passagem do Santíssimo, e os fiéis foram às portas e calçadas de suas casas. Alguns chegaram a se ajoelhar. De acordo com o padre Flávio Herculano, da Paróquia de Santa Rita de Cássia dos Impossíveis, a iniciativa partiu da ideia de outras paróquias, que realizaram ações semelhantes. O objetivo, de acordo com ele, era manter a esperança dos fiéis em meio ao “momento difícil que se vive”. A ação, meio improvisada, durou aproximadamente três horas, entre 16h e 19h, e percorreu quase todas as ruas do bairro. “Diante desta realidade que nós estamos vivendo, a gente fez isso com o objetivo maior de criar o ânimo, de acender a esperança nas pessoas; aquilo que o papa Francisco disse, que as pessoas criem a esperança que não se acaba. Que a chama que tem dentro de cada um permaneça acesa. Deus é a nossa esperança”, afirmou. De acordo com ele, a cerimônia da passagem do Santíssimo simboliza Jesus na Eucaristia. Em quase toda igreja, ele explica, ela é celebrada às quintas-feiras e, no dia de Corpus Christi, ganha as ruas com uma procissão. “Agora, a gente achou que seria necessário fazer novamente, para reacender a esperança das pessoas. A gente pôde ver gestos tão bonitos, voluntários. Tudo muito simples. A gente só tinha comunicado pelas redes sociais. Alguns saíram correndo de suas casas, para receber a benção, a proteção de Deus”, relatou o pároco. Páscoa Os tempos de quarentena deverão causar mudança inclusive na celebração da Páscoa – uma das mais importantes no calendário religioso cristão. O padre explicou que no próximo domingo (5), a benção dos ramos será realizada pelas redes sociais. “As pessoas serão orientadas a colocar um copo de água perto da televisão ou de onde estiverem vendo a transmissão e elas mesmas vão aspergir a água sobre o ramo”, disse. Já a tradicional via sacra da paróquia será realizada no pátio da igreja, com um grupo pequeno, e transmitida pelas vias sociais para os fiéis.
- Católicos pedem aos bispos que aumentem o acesso aos sacramentos durante a pandemia
Algo está terrivelmente errado com uma cultura que permite que petshops, lojas de bebidas e até mesmo clinicas de aborto permaneçam abertas, mas fecham as igrejas. Quando ainda não haviam casos confirmados de Covid-19 no Brasil, no dia 04 de fevereiro, o governo Jair Bolsonaro declarou estado de emergência em saúde pública para prevenir a chegada do novo coronavírus, entretanto, no final de fevereiro, ainda acontecia o que foi considerado um dos maiores carnavais de todos os tempos. Poucos dias depois, iniciou-se um processo histeria compulsiva por parte de alguns governantes, que há poucos dias estavam nas ruas comemorando o sucesso do carnaval, que reuniu milhões de pessoas aglomeradas nas ruas, mas não houveram reclamações quanto a isso, ninguém pensou na hipótese de cancelar o carnaval. Logo depois medidas extremamente restritivas foram determinadas, e pediram para que a população não saíssem de suas casas, nem mesmo para trabalhar. Juntamente com esta onda e restrições iniciais, a CNBB e os bispos, cada um em sua respectiva diocese, começaram também a suspender eventos, inclusive a celebração de missas públicas. As igrejas foram fechadas, e os sacramentos foram suspensos. Hoje completamos mais de duas semanas em que a maioria dos católicos não têm acesso aos sacramentos e, em plena quaresma, não podem participar da celebração do Santo Sacrifício da Missa. A Semana Santa se aproxima e a orientação é que as celebrações serão privadas, e transmitidas pela internet. Na esmagadora maioria das paróquias não há padres disponíveis para atender confissões, não há batizados de crianças, não há unção para os enfermos que correm risco de morrer. Neste contexto, muitos católicos foram às redes sociais pedir para que seus padres e bispos tenham compaixão do seu povo, e pedir para que deixem as igrejas abertas, mesmo que com orientações de como proceder para não haver aglomerações. Pedem também que os padres possam voltar administrar os sacramentos. Eles citam relatos de alguns sacerdotes que se disponibilizam a distribuir a Eucaristia fora da Santa Missa, seguindo medidas de segurança e higiene. Alguns poucos padres também estão usando de criatividade para atender a confissão, como por exemplo a confissão “Drive Thru” onde o fiel se confessa sem a necessidade de descer do carro. Outros padres ainda que não abandonam seus fiéis no momento em que mais precisam e, utilizando todos os meios de prevenção, vão ao encontro para administrar a unção dos enfermos. Padre levando a comunhão aos fiéis em suas casas. Outro exemplo é o sacramento do Batismo, que estão sendo cancelados em massa, mas com um pouco de jogo de cintura poderiam ser realizados normalmente, sendo cada cerimônia realizada individualmente, somente com a presença da criança, pais e padrinhos, para evitar aglomerações e seguindo diretrizes para não haver contaminação. Padre atende confissão “Drive Thru” em Santa Catarina Nas redes sociais o Prof. Felipe Nery fez uma crítica ao governo do Distrito Federal que publicou um decreto proibindo missas e cultos religiosos, mas ao mesmo tempo considera petshops com serviços de banho e tosa como um serviço de funcionamento essencial, além de fazer uma crítica ao grave fato de que o hospital Pérola Byington anunciou que estão realizando o aborto legal normalmente. Veja o comentário: “Bem-vindos ao Governo do Distrito Federal, para o qual as igrejas devem ser fechadas mas os cachorrinhos devem ter seus banhos e tosas absolutamente garantidos. Então agora estamos assim: você pode assassinar bebês no Pérola Byington em São Paulo e levar o totó para a tosa em Brasília, mas se ousar participar de uma missa está perdido. Acho que está evidente que o Corona não é apenas um vírus que causa pneumonia.” Artigos relacionados Se os fiéis não podem ir à Comunhão, a Comunhão vai até eles: pároco leva comunhão aos fiéis Idosa de 76 anos recebe o batismo, em sua casa, durante pandemia Durante quarentena padres utilizam de criatividade para não deixar fiéis sem os sacramentos Católicos dos EUA publicam carta aberta e promovem abaixo assinado pelo acesso aos sacramentos Um grande número de católicos proeminentes e respeitados instou os bispos a “fazer tudo o que puder para tornar os sacramentos mais disponíveis para nós” durante a pandemia do COVID-19. A carta aberta, intitulada “ Somos um povo da Páscoa ”, foi lançada em 1º de abril. “Algo está terrivelmente errado com uma cultura que permite que clínicas de aborto e lojas de bebidas permaneçam abertas, mas fecha locais de culto”, apontou a carta aberta. Liderada por Janet Smith, ex-professora de teologia moral no Seminário Maior do Sagrado Coração em Detroit, Michigan, “Somos um povo da Páscoa” foi aprovada por outros católicos notáveis. Os nomes incluem a ativista pró-vida Abby Johnson; Matt Walsh, do The Daily Wire; Phil Lawler, editor do Catholic World News; e o colunista do LifeSiteNews, Peter Kwasniewski. (Veja a parte inferior do artigo para obter a lista completa dos endossantes do projeto.) Eles estão acolhendo o público para assinar a carta, o que você pode fazer no site aqui . A LifeSiteNews também está colaborando com a iniciativa, lançando um “apelo urgente aos bispos” na plataforma LifePetitions. Assinar a petição de LifeSite aos bispos aqui . A carta aberta declara: “Embora a segurança e a cooperação com as autoridades civis sejam necessárias, devemos fazer tudo o que pudermos para ter acesso ao essencial para nossas vidas espirituais. Certamente não devemos nos privar voluntariamente dos sacramentos. Todas as dioceses dos Estados Unidos cancelaram missas públicas, muitas vezes também restringindo o acesso a outros sacramentos, incluindo confissões. Em alguns casos, essas limitações nem sequer foram impostas pelo governo, mas apenas pelos bispos. O estado de Ohio, por exemplo, considera as igrejas como negócios essenciais que podem permanecer abertos. “Instalações religiosas, entidades e grupos e reuniões religiosas, incluindo casamentos e funerais”, são listados pelo estado como “negócios e operações essenciais” que podem permanecer abertos, informou a LifeSiteNews . Os signatários da carta aberta querem que os bispos dêem vários passos para tornar os sacramentos mais acessíveis. Entre outras coisas, pediram aos bispos que exigissem “que as autoridades civis reconheçam os serviços religiosos como serviços essenciais” e “permitam eventos como oferecer e participar de uma missa em um estacionamento, se atualmente forem proibidos”. “Somos um povo da Páscoa” também incentivou os bispos “a tornar possível uma forma de missa pública, especialmente a liturgia pascal”. Deveria ser oferecido não apenas pelos padres regulares de suas dioceses, mas também pelos próprios bispos, continuou a carta aberta. Seja dentro ou fora da missa, pede-se aos bispos que “encontrem uma maneira segura de distribuir a Eucaristia, com as devidas precauções”. LifeSiteNews relatou alguns esforços nesse sentido. Pe. John Lamansky, padre da diocese de Davenport atualmente estudando em Roma, sugeriu que as pessoas fossem adoradas no estacionamento da igreja, orando “sem sair de seus veículos”. “Ofereça a comunhão pela janela do carro”, disse ele, acrescentando que os padres devem “higienizar completamente suas mãos após cada vez”. Steven Mosher, chefe do Instituto de Pesquisa da População, escreveu sobre a paróquia em Ave Maria, Flórida, onde os membros da paróquia participam de uma missa transmitida ao vivo “de um local seguro, em suas casas ou talvez em seus carros. O padre então processará fora e distribuirá a Comunhão ao ar livre em um estacionamento próximo da escola. ” No site “Somos um povo da Páscoa”, mais opções estão listadas . “Os padres poderiam usar alguma forma de tenaz bonita e adequada ou outro instrumento para dar comunhão na língua ou nas mãos. (Os padres bizantinos usam uma colher.) As mãos do padre e do comunicador podiam ser mantidas a alguma distância, embora as pinças tivessem, digamos, apenas 15 a 30 cm de comprimento ”, explicou uma das opções. “As pinças podem ser esterilizadas entre cada uso. Se estiver recebendo na língua, uma patena pode ser usada, mesmo segurada pelo comunicante para garantir que o hospedeiro não seja descartado. ” “Somos um povo da Páscoa” instou os bispos a fazer “tudo o que puder para permitir que igrejas e santuários paroquiais permaneçam abertos à oração e adoração, com as devidas precauções”. Muitos padres mantêm suas igrejas abertas. Em meados de março, o cardeal Angelo de Donatis, vigário geral da diocese de Roma, anunciou que as igrejas paroquiais em Roma seriam novamente abertas ao público. Poucas horas antes, ele havia emitido um decreto declarando o contrário, ordenando que todas as igrejas fossem trancadas até 3 de abril devido à pandemia de coronavírus. Dado o número de mortes associadas ao COVID-19, o sacramento da unção dos doentes, muitas vezes chamado de extrema unção, precisa ser fornecido “àqueles em risco de morrer”, apontou a carta aberta. “Se um governo estadual ou local proibir os padres de ministrarem aos doentes no hospital ou em suas casas, faça um pedido pessoal e formal aos líderes cívicos para permitir que o ministro garanta que tais precauções serão tomadas. Incentive-os a reconhecer os serviços religiosos como serviços essenciais. ” A carta aberta pedia permissão para os padres entrarem em instalações médicas e ministrarem aos doentes e moribundos “uma questão de liberdade religiosa”. “Os padres devem ser informados das precauções que precisam tomar para se proteger e minimizar o risco de transmitir o vírus a outras pessoas”, continuou a carta. “Em ambientes médicos, eles devem seguir os protocolos exigidos por outros funcionários da instalação. A diocese deve fazer todos os esforços para garantir o [equipamento de proteção individual] necessário para os padres que atendem doentes e moribundos. ” Se um padre não puder entrar nas instalações médicas, ele poderá, se possível, encontrar a pessoa doente “na entrada do hospital para ungi-la”. Por fim, “Somos um povo da Páscoa” lembrou aos bispos que informavam seus rebanhos “de seus esforços e da maior disponibilidade dos sacramentos”. “Devemos usar os meios que Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo e Sua Santa Igreja Católica nos proporcionaram para combater os males deste mundo”, concluiu a carta aberta. “Os Bispos, nossos Pais Espirituais, devem assumir papéis públicos e ativos ao levar ao nosso mundo ferido, as graças sacramentais necessárias para sobreviver” à atual pandemia. Para mostrar seu apoio ao conteúdo da carta aberta, as pessoas podem assinar on-line. Havia cerca de 1.500 assinaturas a partir das 9:00 ET em 2 de abril. A petição LifeSiteNews foi assinada por cerca de 6.000 pessoas a partir das 9:00 da manhã ET de 2 de abril. #Coronavírus
- Católicos pedem aos bispos que aumentem o acesso aos sacramentos durante a pandemia
Algo está terrivelmente errado com uma cultura que permite que petshops, lojas de bebidas e até mesmo clinicas de aborto permaneçam abertas, mas fecham as igrejas. Quando ainda não haviam casos confirmados de Covid-19 no Brasil, no dia 04 de fevereiro, o governo Jair Bolsonaro declarou estado de emergência em saúde pública para prevenir a chegada do novo coronavírus, entretanto, no final de fevereiro, ainda acontecia o que foi considerado um dos maiores carnavais de todos os tempos. Poucos dias depois, iniciou-se um processo histeria compulsiva por parte de alguns governantes, que há poucos dias estavam nas ruas comemorando o sucesso do carnaval, que reuniu milhões de pessoas aglomeradas nas ruas, mas não houveram reclamações quanto a isso, ninguém pensou na hipótese de cancelar o carnaval. Logo depois medidas extremamente restritivas foram determinadas, e pediram para que a população não saíssem de suas casas, nem mesmo para trabalhar. Juntamente com esta onda e restrições iniciais, a CNBB e os bispos, cada um em sua respectiva diocese, começaram também a suspender eventos, inclusive a celebração de missas públicas. As igrejas foram fechadas, e os sacramentos foram suspensos. Hoje completamos mais de duas semanas em que a maioria dos católicos não têm acesso aos sacramentos e, em plena quaresma, não podem participar da celebração do Santo Sacrifício da Missa. A Semana Santa se aproxima e a orientação é que as celebrações serão privadas, e transmitidas pela internet. Na esmagadora maioria das paróquias não há padres disponíveis para atender confissões, não há batizados de crianças, não há unção para os enfermos que correm risco de morrer. Neste contexto, muitos católicos foram às redes sociais pedir para que seus padres e bispos tenham compaixão do seu povo, e pedir para que deixem as igrejas abertas, mesmo que com orientações de como proceder para não haver aglomerações. Pedem também que os padres possam voltar administrar os sacramentos. Eles citam relatos de alguns sacerdotes que se disponibilizam a distribuir a Eucaristia fora da Santa Missa, seguindo medidas de segurança e higiene. Alguns poucos padres também estão usando de criatividade para atender a confissão, como por exemplo a confissão “Drive Thru” onde o fiel se confessa sem a necessidade de descer do carro. Outros padres ainda que não abandonam seus fiéis no momento em que mais precisam e, utilizando todos os meios de prevenção, vão ao encontro para administrar a unção dos enfermos. Padre levando a comunhão aos fiéis em suas casas. Outro exemplo é o sacramento do Batismo, que estão sendo cancelados em massa, mas com um pouco de jogo de cintura poderiam ser realizados normalmente, sendo cada cerimônia realizada individualmente, somente com a presença da criança, pais e padrinhos, para evitar aglomerações e seguindo diretrizes para não haver contaminação. Padre atende confissão “Drive Thru” em Santa Catarina Nas redes sociais o Prof. Felipe Nery fez uma crítica ao governo do Distrito Federal que publicou um decreto proibindo missas e cultos religiosos, mas ao mesmo tempo considera petshops com serviços de banho e tosa como um serviço de funcionamento essencial, além de fazer uma crítica ao grave fato de que o hospital Pérola Byington anunciou que estão realizando o aborto legal normalmente. Veja o comentário: “Bem-vindos ao Governo do Distrito Federal, para o qual as igrejas devem ser fechadas mas os cachorrinhos devem ter seus banhos e tosas absolutamente garantidos. Então agora estamos assim: você pode assassinar bebês no Pérola Byington em São Paulo e levar o totó para a tosa em Brasília, mas se ousar participar de uma missa está perdido. Acho que está evidente que o Corona não é apenas um vírus que causa pneumonia.” Artigos relacionados Se os fiéis não podem ir à Comunhão, a Comunhão vai até eles: pároco leva comunhão aos fiéis Idosa de 76 anos recebe o batismo, em sua casa, durante pandemia Durante quarentena padres utilizam de criatividade para não deixar fiéis sem os sacramentos Católicos dos EUA publicam carta aberta e promovem abaixo assinado pelo acesso aos sacramentos Um grande número de católicos proeminentes e respeitados instou os bispos a “fazer tudo o que puder para tornar os sacramentos mais disponíveis para nós” durante a pandemia do COVID-19. A carta aberta, intitulada “ Somos um povo da Páscoa ”, foi lançada em 1º de abril. “Algo está terrivelmente errado com uma cultura que permite que clínicas de aborto e lojas de bebidas permaneçam abertas, mas fecha locais de culto”, apontou a carta aberta. Liderada por Janet Smith, ex-professora de teologia moral no Seminário Maior do Sagrado Coração em Detroit, Michigan, “Somos um povo da Páscoa” foi aprovada por outros católicos notáveis. Os nomes incluem a ativista pró-vida Abby Johnson; Matt Walsh, do The Daily Wire; Phil Lawler, editor do Catholic World News; e o colunista do LifeSiteNews, Peter Kwasniewski. (Veja a parte inferior do artigo para obter a lista completa dos endossantes do projeto.) Eles estão acolhendo o público para assinar a carta, o que você pode fazer no site aqui . A LifeSiteNews também está colaborando com a iniciativa, lançando um “apelo urgente aos bispos” na plataforma LifePetitions. Assinar a petição de LifeSite aos bispos aqui . A carta aberta declara: “Embora a segurança e a cooperação com as autoridades civis sejam necessárias, devemos fazer tudo o que pudermos para ter acesso ao essencial para nossas vidas espirituais. Certamente não devemos nos privar voluntariamente dos sacramentos. Todas as dioceses dos Estados Unidos cancelaram missas públicas, muitas vezes também restringindo o acesso a outros sacramentos, incluindo confissões. Em alguns casos, essas limitações nem sequer foram impostas pelo governo, mas apenas pelos bispos. O estado de Ohio, por exemplo, considera as igrejas como negócios essenciais que podem permanecer abertos. “Instalações religiosas, entidades e grupos e reuniões religiosas, incluindo casamentos e funerais”, são listados pelo estado como “negócios e operações essenciais” que podem permanecer abertos, informou a LifeSiteNews . Os signatários da carta aberta querem que os bispos dêem vários passos para tornar os sacramentos mais acessíveis. Entre outras coisas, pediram aos bispos que exigissem “que as autoridades civis reconheçam os serviços religiosos como serviços essenciais” e “permitam eventos como oferecer e participar de uma missa em um estacionamento, se atualmente forem proibidos”. “Somos um povo da Páscoa” também incentivou os bispos “a tornar possível uma forma de missa pública, especialmente a liturgia pascal”. Deveria ser oferecido não apenas pelos padres regulares de suas dioceses, mas também pelos próprios bispos, continuou a carta aberta. Seja dentro ou fora da missa, pede-se aos bispos que “encontrem uma maneira segura de distribuir a Eucaristia, com as devidas precauções”. LifeSiteNews relatou alguns esforços nesse sentido. Pe. John Lamansky, padre da diocese de Davenport atualmente estudando em Roma, sugeriu que as pessoas fossem adoradas no estacionamento da igreja, orando “sem sair de seus veículos”. “Ofereça a comunhão pela janela do carro”, disse ele, acrescentando que os padres devem “higienizar completamente suas mãos após cada vez”. Steven Mosher, chefe do Instituto de Pesquisa da População, escreveu sobre a paróquia em Ave Maria, Flórida, onde os membros da paróquia participam de uma missa transmitida ao vivo “de um local seguro, em suas casas ou talvez em seus carros. O padre então processará fora e distribuirá a Comunhão ao ar livre em um estacionamento próximo da escola. ” No site “Somos um povo da Páscoa”, mais opções estão listadas . “Os padres poderiam usar alguma forma de tenaz bonita e adequada ou outro instrumento para dar comunhão na língua ou nas mãos. (Os padres bizantinos usam uma colher.) As mãos do padre e do comunicador podiam ser mantidas a alguma distância, embora as pinças tivessem, digamos, apenas 15 a 30 cm de comprimento ”, explicou uma das opções. “As pinças podem ser esterilizadas entre cada uso. Se estiver recebendo na língua, uma patena pode ser usada, mesmo segurada pelo comunicante para garantir que o hospedeiro não seja descartado. ” “Somos um povo da Páscoa” instou os bispos a fazer “tudo o que puder para permitir que igrejas e santuários paroquiais permaneçam abertos à oração e adoração, com as devidas precauções”. Muitos padres mantêm suas igrejas abertas. Em meados de março, o cardeal Angelo de Donatis, vigário geral da diocese de Roma, anunciou que as igrejas paroquiais em Roma seriam novamente abertas ao público. Poucas horas antes, ele havia emitido um decreto declarando o contrário, ordenando que todas as igrejas fossem trancadas até 3 de abril devido à pandemia de coronavírus. Dado o número de mortes associadas ao COVID-19, o sacramento da unção dos doentes, muitas vezes chamado de extrema unção, precisa ser fornecido “àqueles em risco de morrer”, apontou a carta aberta. “Se um governo estadual ou local proibir os padres de ministrarem aos doentes no hospital ou em suas casas, faça um pedido pessoal e formal aos líderes cívicos para permitir que o ministro garanta que tais precauções serão tomadas. Incentive-os a reconhecer os serviços religiosos como serviços essenciais. ” A carta aberta pedia permissão para os padres entrarem em instalações médicas e ministrarem aos doentes e moribundos “uma questão de liberdade religiosa”. “Os padres devem ser informados das precauções que precisam tomar para se proteger e minimizar o risco de transmitir o vírus a outras pessoas”, continuou a carta. “Em ambientes médicos, eles devem seguir os protocolos exigidos por outros funcionários da instalação. A diocese deve fazer todos os esforços para garantir o [equipamento de proteção individual] necessário para os padres que atendem doentes e moribundos. ” Se um padre não puder entrar nas instalações médicas, ele poderá, se possível, encontrar a pessoa doente “na entrada do hospital para ungi-la”. Por fim, “Somos um povo da Páscoa” lembrou aos bispos que informavam seus rebanhos “de seus esforços e da maior disponibilidade dos sacramentos”. “Devemos usar os meios que Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo e Sua Santa Igreja Católica nos proporcionaram para combater os males deste mundo”, concluiu a carta aberta. “Os Bispos, nossos Pais Espirituais, devem assumir papéis públicos e ativos ao levar ao nosso mundo ferido, as graças sacramentais necessárias para sobreviver” à atual pandemia. Para mostrar seu apoio ao conteúdo da carta aberta, as pessoas podem assinar on-line. Havia cerca de 1.500 assinaturas a partir das 9:00 ET em 2 de abril. A petição LifeSiteNews foi assinada por cerca de 6.000 pessoas a partir das 9:00 da manhã ET de 2 de abril. #Coronavírus
- RECEBI EM TODO O MEU CORPO 5.480 GOLPES - AS 15 ORAÇÕES DE SANTA BRÍGIDA EM HONRA ÀS CHAGAS DE JESUS
REVELADAS POR JESUS À SANTA BRÍGIDA NA IGREJA DE SÃO PAULO, EM ROMA Estas orações foram aprovadas pelo Papa Pio IX em 31/05/1862, que as reconheceu como autênticas e de grande proveito para as almas. AS PROMESSAS DE JESUS: Como já há muito tempo Santa Brígida desejasse saber o número de golpes que JESUS levara durante a Sua dolorosíssima Paixão. Um dia enquanto rezava na Igreja de São Paulo em Roma apareceu-lhe o amoroso, misericordioso e fiel SENHOR dizendo: “Recebi em todo o Meu Corpo 5.480 golpes. Se desejardes honrar as chagas que eles ME produziram, mediante uma veneração particular, deveis recitar 15 Pai Nossos, e 15 Ave Marias, acrescentando as seguintes orações, durante um ano inteiro; quando o ano terminar, tereis prestado homenagem a cada uma das Minhas Chagas. Quem recitar estas orações durante um ano inteiro conseguirá livrar do Purgatório 15 almas de sua família, 15 justos também de sua linhagem serão conservados em graça e 15 pecadores de sua família serão convertidos”. A pessoa que as recitar será elevada ao mais eminente grau de perfeição e 15 dias antes da sua morte EU lhe darei meu Precioso Corpo, para que ela seja livre da fome eterna. EU lhe darei também de beber o Meu Precioso Sangue, afim de que não padeça sede eternamente e 15 dias antes da morte ela experimentará uma profunda contrição de todos os seus pecados e um perfeito conhecimento deles. Diante dela colocarei o sinal da Minha Cruz vitoriosa como socorro e defesa contra os embustes dos seus inimigos. Antes da sua morte, EU virei em companhia de Minha muito cara e bem amada Mãe, para receber a sua alma e conduzi-la às alegrias eternas. E tendo-a levado até lá, EU lhe darei a beber um trago singular da fonte da Minha Divindade, o que não farei, absolutamente, a outros que não tenham recitado as Minhas Orações. Aquele que disser estas Orações pode estar seguro de ser associado ao supremo coro dos Anjos e todo aquele que as ensinar a alguém, terá assegurado para sempre sua felicidade e seus méritos. Sim, eles serão estáveis e durarão perpetuamente. No lugar onde se encontrarem e onde forem recitadas essas Orações DEUS estará também presente com Suas Graças”. Todos esses privilégios foram prometidos a Santa Brígida por Nosso Senhor Crucificado com a condição de que as orações fossem recitadas diariamente. São, igualmente, prometidas a todos os que as recitarem, devotamente, durante um ano inteiro. PERGUNTA: É necessário recitá-las sem interrupção? RESPOSTA: Faltar o menos possível. Todavia devemos recuperá-las, se por força maior não as pudermos rezar em um dia. Devemos recitá-las 365 vezes dentro de um ano, com devoção, esforçando-nos para penetrar no sentido profundo das palavras que vamos pronunciando. 1. É bom rezar sempre a intenção antes de cada oração; 2. Não precisa ler este cabeçalho com as promessas de JESUS todos os dias; 3. As intenções citadas para cada uma das orações, são opcionais. O livro das revelações de Santa Brígida AS ORAÇÕES: Fazer: Sinal da Cruz... Oração: Vinde ESPÍRITO SANTO...! 1ª ORAÇÃO: Pelos Sacerdotes, freiras e religiosos militantes! Ó JESUS CRISTO, doçura eterna para aqueles que vos amam, alegria que ultrapassa todo entendimento e todo o desejo, esperança de salvação dos pecadores, que declarastes não terdes maior contentamento do que estar entre os homens, até o ponto de assumir a nossa natureza, na plenitude dos tempos, por amor deles. Lembrai-Vos dos sofrimentos, desde o primeiro instante da Vossa Conceição e sobretudo durante a Vossa Santa Paixão, assim como havia sido decretado e estabelecido desde toda a eternidade na mente divina. Lembrai-Vos Senhor, que, celebrando a Ceia com os Vossos discípulos, depois de lhes haverdes lavado os pés, deste-lhes o Vosso Sagrado Corpo e precioso Sangue e, consolando-os docemente lhes predissestes a Vossa Paixão iminente. Lembrai-Vos da tristeza e da amargura que experimentastes em Vossa Alma como o testemunhastes Vós mesmo por estas palavras: “A Minha Alma está triste até a morte”. Lembrai-Vos, Senhor, dos temores, angustias e dores que suportastes em Vosso Corpo delicado, antes do suplício da Cruz, quando, depois de ter rezado por três vezes, derramado um suor de Sangue, fostes traído por Judas Vosso discípulo, preso pela nação que escolhestes, acusado por testemunhas falsas, injustamente julgado por três juízes, na flor da Vossa juventude e no tempo solene da Páscoa. Lembrai-Vos que fostes despojado de Vossas vestes e revestido com as vestes da irrisão, que Vos velaram os olhos e a face, que Vos deram bofetadas, que Vos coroaram de espinhos, que Vos puseram uma cana na mão e que, atado a uma coluna, fostes despedaçado por golpes e acabrunhado de afrontas e ultrajes. Em memória destas penas e dores que suportastes antes da Vossa Paixão sobre a Cruz, concedei-me, antes da morte, uma verdadeira contrição, a oportunidade de me confessar com pureza de intenção e sinceridade absoluta, uma adequada satisfação e a remissão de todos os meus pecados. Assim seja! Pai Nosso... Ave Maria ... 2ª ORAÇÃO: Pelos trabalhadores em Geral. Ó JESUS CRISTO, verdadeira liberdade dos Anjos, paraíso de delícias, lembrai-Vos do peso acabrunhador de tristezas que suportastes, quando Vossos inimigos, quais leões furiosos, Vos cercaram e, por meio de mil injúrias, escarros, bofetadas, arranhões e outros inauditos suplícios Vos atormentaram a porfia. Em consideração destes insultos e destes tormentos, eu Vos suplico, ó meu Salvador, que Vos digneis libertar-me dos meus inimigos, visíveis e invisíveis e fazer-me chegar, com o Vosso auxílio a perfeição da salvação eterna. Assim seja! Pai Nosso... Ave Maria ... 3ª ORAÇÃO: Pelos presos. Ó JESUS, Criador do Céu e da terra, a quem coisa alguma pode conter ou limitar, Vós que tudo abarcais e tendes tudo sob o Vosso poder, lembrai-Vos da dor, repleta de amargura, que experimentastes quando os soldados, pregando na Cruz Vossas Sagradas mãos e Vossos pés tão delicados, transpassaram-nos com grandes e rombudos cravos e não Vos encontrando no estado em que teriam desejado, para dar largas a sua cólera, dilataram as Vossas Chagas, exacerbando assim as Vossas dores. Depois, por uma crueldade inaudita, Vos estenderam sobre a Cruz e Vos viraram de todos os lados, deslocando, assim, os Vossos membros. Eu vos suplico, pela lembrança desta dor que suportastes na Cruz, com tanta santidade e mansidão, que Vos digneis conceder-me o Vosso Temor e o Vosso Amor. Assim seja! Pai Nosso... Ave Maria ... 4ª ORAÇÃO: Pelos doentes. Ó JESUS, médico celeste, que fostes elevado na Cruz afim de curar as nossas chagas por meio das Vossas, lembrai-Vos do abatimento em que Vos encontrastes e das contusões que Vos infligiram em Vossos Sagrados membros, dos quais nenhum permaneceu em seu lugar, de tal modo que dor alguma poderia ser comparada a Vossa. Da planta dos pés até o alto da cabeça, nenhuma parte do Vosso Corpo esteve isenta de tormentos, e entretanto esquecido dos Vossos sofrimentos, não Vos cansastes de suplicar a Vosso PAI pelos inimigos que Vos cercavam, dizendo-LHE: “PAI, perdoai-lhes porque não sabem o que fazem” Por esta grande misericórdia e em memória desta dor, fazei com que a lembrança da Vossa Paixão, tão impregnada de amargura, opere em mim uma perfeita contrição e a remissão de todos os meus pecados. Assim seja! Pai Nosso... Ave Maria ... 5ª ORAÇÃO: Pelos funcionários dos hospitais. Ó JESUS, espelho do esplendor eterno. Lembrai-Vos da tristeza que sentistes quando contemplando a luz da Vossa Divindade a predestinação daqueles que deveriam ser salvos pelos méritos da Vossa santa paixão, contemplastes ao mesmo tempo, a multidão dos réprobos que deveriam ser condenados por causa de seus pecados, e lastimastes amargamente, a sorte destes infelizes pecadores, perdidos e desesperados. Por este abismo de compaixão e de piedade e principalmente, pela bondade que manifestastes ao bom ladrão, dizendo-lhe: “Hoje mesmo estarás Comigo no Paraíso” Eu Vos suplico ó Doce Jesus, que na hora da minha morte useis de misericórdia para comigo. Assim seja! Pai Nosso... Ave Maria ... 6ª. ORAÇÃO: Pelas famílias. Ó JESUS, Rei amável e de todo desejável, lembrai-vos da dor que experimentastes quando nu e como um miserável pregado e levantado na Cruz, fostes abandonado por todos os vossos parentes e amigos, com exceção de Vossa mãe bem amada, que permaneceu em companhia de São João muito fielmente junto de Vós na agonia, lembrai-Vos que os entregastes um ao outro dizendo: “Mulher eis ai o teu filho”! E a João: “Eis ai a tua Mãe!” Eu vos suplico, ó meu Salvador, pela espada de dor que então transpassou a alma de Vossa Santa Mãe, que tenhais compaixão de mim em todas as minhas angustias e tribulações, tanto corporais como espirituais, e que Vos digneis assistir-me nas provações que me sobrevierem, sobretudo na hora da minha morte. Assim seja! Pai Nosso... Ave Maria ... 7ª ORAÇÃO: Contra a luxúria. Ó JESUS, fonte inexaurível de piedade, que por uma profunda ternura de amor, dissestes sobre a Cruz: “Tenho sede!”, mas sede de salvação do gênero humano. Eu Vos suplico, ó meu Salvador, que Vos digneis estimular o desejo que meu coração experimenta de tender a perfeição em todas as minhas obras e extinguir por completo em mim, a concupiscência carnal e o ardor dos desejos mundanos. Assim seja! Pai Nosso... Ave Maria ... 8ª ORAÇÃO: Pelas crianças e jovens. Ó JESUS, doçura dos corações, suavidade dos espíritos, pelo amargo sabor do fel e do vinagre que provastes sobre a Cruz por amor de todos nós, concedei-me a graça de receber dignamente o Vosso Corpo e Vosso Preciosíssimo Sangue, durante toda a minha vida e na hora da minha morte afim de que sirvam de remédio e de consolo para minha alma. Assim seja! Pai Nosso... Ave Maria ... 9ª ORAÇÃO: Pelos agonizantes espirituais. Ó JESUS, virtude real, alegria do espírito, lembrai-Vos da dor que suportastes quando mergulhado na amargura ao sentir aproximar-se a morte, insultado e ultrajado pelos homens, julgastes haver sido abandonado por Vosso PAI dizendo: “Meu DEUS, Meu DEUS, porque Me abandonastes?” Por esta angustia eu Vos suplico ó meu Salvador, que não me abandoneis nas aflições e nas dores da morte. Assim seja! Pai Nosso... Ave Maria ... 10ª ORAÇÃO: Pelos sofredores em geral. Ó JESUS, que sois em todas as coisas, começo e fim, vida e virtude, lembrai-Vos de que por nós fostes mergulhado num abismo de dores da planta dos pés até o alto da cabeça. Em consideração da extensão das Vossas Chagas, ensinai-me a guardar os Vossos Mandamentos mediante uma sincera caridade, mandamentos estes que são caminhos espaçoso e agradável para aqueles que Vos amam. Assim seja! Pai Nosso... Ave Maria ... 11ª ORAÇÃO: Pelos pecadores de todo o mundo. Ó JESUS, profundíssimo abismo de misericórdia, suplico-Vos em memória de Vossas Chagas, que penetraram até a medula dos vossos ossos e atingiram até as vossas entranhas, que vos digneis afastar-me pobre pecador do lodaçal de ofensas em que estou submerso, conduzindo-me para longe do pecado. Suplico-Vos também, esconder-me de Vossa Face irritada, ocultando-me dentro de Vossas Chagas, até que a Vossa cólera e a Vossa justa indignação tenham passado. Assim seja! Pai Nosso... Ave Maria ... 12ª ORAÇÃO: Por todas as Igrejas. Ó JESUS, espelho de verdade, sinal de unidade, laço de caridade, lembrai-Vos dos inumeráveis ferimentos que recebestes desde a cabeça até os pés, ao ponto de ficardes dilacerado e coberto pela púrpura do Vosso Sangue adorável. Ó quão grande e universal foi a dor que sofrestes em Vossa Carne virginal por nosso amor! Ó Dulcíssimo JESUS, que poderíeis fazer por nós que não o houvésseis feito? Eu vos suplico, ó meu Salvador, que vos digneis imprimir com o Vosso Preciosíssimo Sangue, todas as Vossas chagas em meu coração, afim de que eu relembre sem cessar, as Vossas Dores e o Vosso Amor. Que pela fiel lembrança da Vossa Paixão, o fruto dos Vossos Sofrimentos seja renovado em mim cada dia mais, até que eu me encontre finalmente Convosco, que sois o tesouro de todos os bens e a fonte de todas as alegrias. Ó Dulcíssimo JESUS, concedei-me poder gozar de semelhante ventura na vida eterna. Assim seja! Pai Nosso... Ave Maria ... 13ª ORAÇÃO: Pelos profetas atuais. Ó JESUS, fortíssimo Leão, Rei imortal e invencível, lembrai-Vos da dor que vos acabrunhou quando sentistes esgotadas todas as vossas forças, tanto do Coração como do Corpo, e inclinastes a cabeça dizendo: “Tudo está consumado!” Por esta angústia e por esta dor, eu Vos suplico Senhor JESUS, que tenhais piedade de mim, quando soar a minha última hora, e minha alma estiver amargurada e o meu espírito cheio de aflição. Assim seja! Pai Nosso... Ave Maria ... 14ª ORAÇÃO: Pelos políticos e pelos governantes. Ó JESUS, Filho Único do PAI, esplendor e imagem da sua substância, lembrai-Vos da humilde recomendação que LHE dirigistes dizendo: “Meu PAI, em Vossas Mãos entrego o Meu Espírito!” Depois expirastes, estando Vosso Corpo despedaçado, Vosso Coração transpassado, e as entranhas da Vossa Misericórdia abertas para nos resgatar. Por esta preciosa morte eu Vos suplico, ó Rei dos Santos, que me deis força e me socorrais, para resistir ao demônio a carne a ao sangue, afim de que estando morto(a) para o mundo, eu possa viver somente para Vós. Na hora da morte, recebei eu Vos peço, minha alma peregrina e exilada que retorna para Vós. Assim seja! Pai Nosso... Ave Maria ... 15ª ORAÇÃO: Pelo Papa Ó JESUS, vide verdadeira e fecunda, lembrai-Vos da abundante efusão de Sangue que tão generosamente derramastes de Vosso Sagrado Corpo, assim como a uva é triturada no lagar. Do Vosso lado aberto pela lança de um dos soldados, jorraram Sangue e água, de tal modo que não retivestes uma gota sequer. E enfim, como um ramalhete de mirra elevado na Cruz, Vossa Carne delicada se aniquilou, feneceu o humor de Vossas entranhas e secou a medula dos Vossos ossos. Por esta tão amarga Paixão, e pela efusão de Vosso preciosíssimo Sangue, eu vos suplico, ó Bom JESUS, que recebais minha alma quando eu estiver na agonia. Assim seja! Pai Nosso... Ave Maria ... ORAÇÃO FINAL: Ó doce JESUS, vulnerai o meu coração, afim de que lágrimas de arrependimento, de compunção e de amor, noite e dia me sirvam de alimento. Convertei-me inteiramente a Vós. Que o meu coração Vos sirva de perpétua habitação; Que a minha conduta vos seja agradável e que o fim da minha vida seja de tal modo edificante que eu possa ser admitido no Vosso Paraíso, onde, com os vossos Santos, hei de vos louvar para sempre. Assim seja! CONSAGRAÇÃO À NOSSA SENHORA Ó Santa Mãe Dolorosa de DEUS, ó Virgem Dulcíssima, eu Vos ofereço o meu coração afim de que o conserveis intacto como o Vosso Coração Imaculado. Eu Vos ofereço a minha inteligência, para que ela conceba apenas pensamentos de paz e de bondade, de pureza e verdade. Eu Vos ofereço a minha vontade, para que ela se mantenha viva e generosa ao serviço de DEUS. Eu vos ofereço meu trabalho, minhas dores, meus sofrimentos, minhas angustias, minhas tribulações e minhas lágrimas, no meu presente e meu futuro, para serem apresentadas por Vós ao Vosso Divino FILHO, para purificação da minha vida. Mãe Compassiva, eu me refugio em Vosso Coração Imaculado, para acalmar as dolorosas palpitações de minhas tentações, de minha aridez, de minha indiferença e das minha negligencias. Escutai-me ó Mãe, guiai-me, sustentai-me e defendei-me, contra todos os perigos da alma e do corpo, agora e por toda a eternidade. Assim seja! MENSAGEM DE SANTA BRÍGIDA À J.N.S.R, em Dozulé NOTA: Esta Mensagem foi ditada no dia 23 de Julho de 1990, festa de Santa Brígida que diz: SANTA BRÍGIDA: Coração adorável de Nosso Senhor Jesus Cristo, Coração cheio de Amor e de Compaixão que contemplei toda a minha vida, garantindo-me a Sua doce União com a minha pobre Alma que O procurava dia e noite. Meu Deus, tende Piedade daqueles que lutam no desespero da solidão e do abandono, dai-lhes a Coragem de continuar a viver para Vós, nesta Terra, para depois Vos reencontrarem na Felicidade eterna, em que vivemos juntamente com os Anjos e todo o Povo dos Santos. Ó MEU DEUS, que Felicidade, pertencer ao Vosso Sagrado Coração, inteiramente para Vós, envoltos neste Amor como uma criancinha mergulhada no seio de sua mãe, formando UM SÓ todo com o Vosso Amor. Ó MEU DEUS, como é doce rejubilar nesta Felicidade sem fim! DEUS AMA-VOS E ESPERA-VOS: Queridas Almas, Irmãs da Terra, estai CERTAS de que Deus vos ama e vos espera. Meus Irmãos, estai CERTOS de que o Pai dos Céus vos assiste e sofre, ao ver tantos Filhos no desespero. Meu Deus e Meu Pai, quanto sofrestes por JESUS, na CRUZ! Hoje, sofreis cada vez mais por TANTOS Filhos em perigo de MORTE para as suas Almas. Nós rezamos com todos vós, para suplicar ao Pai que lhes perdoe... Mas é muito triste, quando as vossas vozes se perdem sem eco: Rezai todos, conosco, sem cessar, afim de que TODOS regressem ao Pai. Deus ama-VOS. Que grande alegria o sabermo-nos, TODOS amados! Vós, que amais Deus, vós que possuís o sentido do VERDADEIRO, sois os Filhos privilegiados do Tempo em que aparecerá a Graça Divina diante de vós. Como os Pastores e os Magos, adorai Aquele que é "EU SOU", Aquele que Se fez Carne, no seio da Doce Virgem MARIA, e quer ir habitar CONvosco, NO MEIO de vós. OS PEQUENINOS: Não sejais DESCRENTES: aqui, no Céu, faz-se Festa, ao pensar que o Rei dos Reis vai unir-Se aos Seus Filhos da Terra. Ó Meu Deus! Se conhecêsseis toda a Alegria do Nosso Deus, não estaríeis aí a interrogar-vos se o Mundo vos dará a felicidade porque não existe felicidade maior, tanto no Céu como na Terra, que o contemplar, para sempre, o Santo Rosto do Nosso Bem-Amado Senhor! E vós, vós Filhos da Terra, tereis esse privilégio, essa alegria, essa felicidade de viver COM Ele, de vê-Lo viver CONvosco, de ouvi-Lo falar-vos de Amor, Ó Filhos benditos deste século cheio de Graças! Sabereis porventura quanto os Santos rezam para que COMPREENDAIS que a Graça Divina irá VIVER convosco, que os vossos corações palpitarão com O do Senhor, e que as vossas próprias mãos O tocarão? Vós mesmos abraçareis os Seus Pés que caminharam pela Terra e a abençoarão, pisando-a de novo. Deus serve-Se SEMPRE dos mais Pequeninos, para anunciar GRANDES coisas; NÃO TEMAS, eu digo-te a Verdade. O Olhar do Senhor contempla a Terra TAL COMO IRÁ SER, o Seu doce Olhar é como que uma carícia feita a CADA UM de vós. Quando Deus VIER, os Céus cantarão e a Terra tremerá de alegria. Não temais, porque tudo se fará com Harmonia. Amai-vos uns aos outros e dai-vos as mãos, formando uma grande CADEIA de Amor. Combatei os medos e as incertezas. Sede Luz e Alegria, para todos os Infelizes da Terra, sobretudo para com aqueles que lutam desesperadamente por viver dia-a-dia na Dignidade de Filhos de Deus. São MUITOS e vêm de toda a parte. NÃO LHES FECHEIS as portas, mas acolhei-os e Deus, que os ama, vos recompensará. Deus está NO MEIO deles, Jesus está CONVOSCO. A recompensa tê-la-eis, nos vossos próprios corações, quando vos sentirdes FELIZES pelo Trabalho feito com Amor; porque JESUS é A Recompensa. Deus guarda-vos; mas sede VIGILANTES e FORTES na tempestade. Quando tiverdes medo, CANTAI: "JESUS é o meu Salvador. MARIA é a Estrela que me guia". Eu espero-vos, no Sagrado Coração de JESUS, para n'Ele viverdes um Amor eterno. A vossa Irmã Brígida, amada por Deus.
- A IGREJA DEVE REPENSAR O TEMA DA GLOBALIZAÇÃO – Stefano Fontana
[O que está acontecendo, devido ao coronavírus, força-nos a repensar o tema da globalização, inclusive no que se refere ao magistério da Igreja. Se João Paulo II e Bento XV foram prudentes no assunto, o atual pontífice cedeu demais ao globalismo. O próximo Papa, contudo, terá que revisar todo o dossiê. O filósofo Stefano Fontana mostra como.] É muito provável que no futuro próximo, se o pontífice então reinante quiser escrever uma nova encíclica social, terá que reconsiderar alguns aspectos do ensinamento professado até agora, sobretudo a avaliação da globalização. A epidemia de coronavírus desnudou muitas ilusões sobre esse fenômeno, mostrando-nos suas rachaduras, insuficiências e até os perigos. Quando o magistério social da Igreja se manifestar novamente, o fará de maneira muito diferente do passado. O tema da globalização já estava presente na encíclica Quadragesimo anno de Pio XI, na Pacem in terris de João XXIII e na Populorum progressio de Paolo VI, mas na época ainda não tinha esse nome. Havia uma percepção clara de que havia então centros de poder transnacionais muito poderosos, que a questão social tinha se tornado mundial e que o tema do desenvolvimento não podia ser tratado senão em conjunto com ela. A globalização também estava presente na Sollicitudo rei socialis de João Paulo II, muito marcada pelo contexto da Guerra Fria. A globalização, como a conhecemos hoje, somente entra nos ensinamentos dos três últimos papas, sobretudo com o Papa Francisco. João Paulo II menciona-a na Centesimus annus, mas era 1991 e ainda não havia internet. Em vez disso, Caritas in veritate de Bento XVI (de 2009) fala muito a respeito, porque então a realidade da globalização já tinha entrado em sua fase madura. Nos dois pontífices, a atitude é de prudência: o globalismo é equivocado, a globalização é um processo que deve ser bem administrado, a globalidade entendida como unidade do gênero humano é algo bom. Esta era, em resumo, a linha mestra adotada. A globalização como um processo é vista de maneira neutra, podendo ser positiva ou negativa, dependendo de como é conduzida. Como João Paulo II disse em 2001: “A globalização a priori não é boa nem ruim. Será o que as pessoas fizerem dela”. A globalidade diz respeito à “unidade da família humana e seu desenvolvimento tendo em vista o bem”, que se torna o critério ético fundamental para orientar e avaliar a globalização, como diz Caritas in veritate (§ 42). O globalismo é, ao contrário, a exasperação ideológica da globalização e termina em uma opressão global homogeneizadora, gerenciada por potências transnacionais anônimas. “Opor-se cegamente seria suicídio” — afirma Bento XV — porque a globalização também é “uma boa oportunidade”, é preciso “corrigir suas disfunções”, tendo em vista que “apresenta grandes dificuldades e perigos”. Prudência e equilíbrio, portanto, mesmo que Bento XVI, mais à frente, proponha uma “verdadeira autoridade política mundial” (§ 67), que deveria – não menos nem menos – “ser reconhecida por todos, gozar de poder efetivo” e da” faculdade de fazer respeitar suas decisões pelas partes envolvidas”. Uma declaração temerosa após a experiência do coronavírus. Com o Papa Francisco, a adesão da Igreja à globalização levanta voo. Deseja-se um acordo de Schengen mais universal para a migração; uma sociedade global multirreligiosa e multiética é proposta como um bem comum universal; todo muro e toda fronteira são vistos como pecado; é proposta uma colaboração mundial entre todas as religiões; estabelece-se um projeto universal de fraternidade; sonha-se com uma única forma de educação para o novo cidadão do mundo; faz suas todas as propostas da ONU; os movimentos populares mais heterogêneos são mobilizados em uma espécie de renovação social mundial. E eis que então aparece o coronavírus. Foi a própria globalização que o fez circular rapidamente e os muros da quarentena tiveram que ser erguidos novamente. A Piazza San Pietro e a Casa Santa Marta também foram fechadas. Cada nação afetada teve de tomar providências por conta própria, produzindo por conta própria máscaras e ventiladores para tratamento intensivo. Foi até necessário trazer médicos cubanos. Tivemos que recorrer aos antigos recursos do voluntariado local e não à classe transnacional de gerentes globais. Os países europeus deram-se as costas uns aos outros. O pacto de estabilidade da União Europeia foi abolido sem ser substituído por nenhuma medida comum: cada um para si e Deus por todos. Ajuda financeira significativa veio de Trump, que é o homem das paredes e não das pontes. Para sair da crise econômica, teremos que nos endividar, mas cada nação pagará sua dívida conforme puder, sem chance de reembolso solidário. O cenário mudou. Uma futura encíclica terá que revisar todo o dossiê: a colaboração internacional não tem nada a ver com a globalização; as nações ainda têm uma dimensão natural irrenunciável; a soberania nacional (inclusive monetária) dos Estados é sacrossanta, porque até as nações têm direito à liberdade na busca de seu bem comum; não existe comunidade política mundial; não existem cidadãos universais que devam ser educados de maneira uniforme; urge apoiar as finanças supranacionais sobre a economia real; mais que o consumo, deve ser estimulada a poupança; família, povo, nação, tradições e território nacional são coisas que não devem ser desarticuladas. https://lanuovabq.it/it/globalizzazione-un-magistero-da-ripensare
- O USO EQUÍVOCO DO TERMO ‘REFORMA’ PARA A REVOLUÇÃO PROTESTANTE – Eulogio Pacho
Reforma, como termo histórico, indica uma época bem definida, isto é, o tempo que vai do Concílio de Trento à paz de Westfália (1648). O Concílio de Trento (1545-1563) é o centro e o eixo histórico da restauração católica; todavia, não é o seu único elemento. Como denominação de época, significando um determinado período da história moderna, a Reforma iniciou-se ainda antes do Concílio. Sob certos aspectos, e em algumas nações, um verdadeiro movimento de reforma existe desde o início do século XV. De fato, diversas tentativas de reforma, que tiveram grande importância para a história da espiritualidade, produziram ótimos frutos já antes de 1540; foram depois completadas e sancionadas juridicamente no concílio tridentino. Como consequência, a Reforma, enquanto renascimento e despertar da vida cristã (e enquanto reordenação estrutural e jurídica da Igreja), não se limita cronologicamente à época tridentina e pós-tridentina, mas se estende a todo o tempo de duração desse renascimento, desde seu início e desenvolvimento, até a plena realização. Neste sentido, é preciso buscar as origens da Reforma no século XV. Na segunda metade do século precedente, difunde-se por toda a cristandade ocidental um desejo universal de reforma. No entanto, a realização de tal desejo não adquire consistência senão no final do século XV. O movimento de reforma já é mais ou menos geral no início do século XVI, mesmo se as iniciativas sejam ainda parciais e independentes entre si. Trata-se, de qualquer maneira, de verdadeiras e autênticas reformas; por isso, esse momento histórico é também chamado de “época das reformas”. Neste movimento geral de reforma, seja antes ou depois de Trento, nem todas as tentativas obtiveram idêntico sucesso. Algumas reformas, iniciadas no seio da Igreja, contribuíram com notáveis frutos ao renascimento geral; portanto, foram boas e legítimas reformas; outras, mesmo se iniciadas com reta intenção, terminaram por opor-se à Igreja e à sua hierarquia, criando novas igrejas. Depois do Concílio de Trento, tais reformas constituíram o movimento cismático e heterodoxo conhecido com o nome de protestantismo. Sob a influência da historiografia protestante, o termo “reforma” reservou-se quase universalmente para indicar esses movimentos protestantes, enquanto a verdadeira reforma católica era chamada de contrarreforma (ou simplesmente reforma católica). Ora, essa terminologia já está superada e, por ser inexata, é preciso tirá-la definitivamente de circulação, fonte de mal entendidos ou deformações históricas. Não se pode, nem se deve, chamar de reforma o protestantismo nem de contrarreforma a verdadeira reforma católica. Cronologicamente, a reforma em sentido católico é anterior, pelo menos em parte, a Trento e a Lutero-Calvino. Doutrinaria e disciplinarmente considerado, o protestantismo não é uma reforma, mas uma revolta, uma rebelião que levou à fragmentação secular da única Igreja, mesmo se indiretamente tenha contribuído para despertar e acelerar o renascimento religioso do século XVI. Contrarreforma católica só pode significar, legitimamente, um aspecto parcial da restauração católica, isto é, a época posterior a Trento (e enquanto inclui alguns elementos de oposição às correntes protestantes). Em conclusão, o termo reforma possui historicamente um duplo significado autêntico: em sentido amplo e epocal, abraça a todos os movimentos católicos e não católicos de renovação religiosa do século XV até meados do século XVII; em sentido estrito, equivale a Reforma Católica. A palavra reforma, sem mais atributos, deve significar Reforma Católica, enquanto para o protestantismo deve-se reservar o nome de pseudorreforma, revolta, revolução religiosa e outros similares. (Eulogio Pacho. Storia della spiritualità moderna. Roma, Teresianum, 1984, p. 9-11)
- Presidente pede dia de oração e jejum pelo Brasil
“Vamos vencer essa Batalha!” Durante a crise causada pelo Covid-19 diversos vídeos direcionados à Bolsonaro circulam na internet com mensagens pedindo que o Presidente decrete um dia de jejum e oração pelo Brasil. Nesta quinta-feira (3) durante entrevista ao Programa Pingos no Is, da Jovem Pan, o Presidente pediu licença aos jornalistas para responder aos anseios do povo: ‘A gente vai fazer nossa parte! Vamos vencer essa batalha, se Deus quiser! Vamos levar no mínimo um ano para voltar ao que eramos em janeiro, mas o Brasil tem um potencial muito grande; tem uma equipe de ministros muito boa – trabalham incessantemente! O Brasil vai dar certo! Tenho certeza! Tenho fé em Deus! Eu sou católico, a minha esposa é evangélica […] então, a gente vai, brevemente, junto com os pastores, padres, religiosos… anunciar, pedir, um dia de jejum para todo Povo Brasileiro, para que o Brasil fique livre desse mal [crise do coronavírus] o mais rápido possível.’ Assista à entrevista: Vale lembrar que o Brasil figura na lista dos maiores países cristãos do mundo, cuja população é composta por aproximadamente 175 milhões de seguidores de Jesus, atrás apenas dos Estados Unidos, 246 milhões (relatório do instituto de pesquisa Pew Research Center). “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.” ~ 2 Crônicas 7:14
- Presidente pede dia de oração e jejum pelo Brasil
“Vamos vencer essa Batalha!” Durante a crise causada pelo Covid-19 diversos vídeos direcionados à Bolsonaro circulam na internet com mensagens pedindo que o Presidente decrete um dia de jejum e oração pelo Brasil. Nesta quinta-feira (3) durante entrevista ao Programa Pingos no Is, da Jovem Pan, o Presidente pediu licença aos jornalistas para responder aos anseios do povo: ‘A gente vai fazer nossa parte! Vamos vencer essa batalha, se Deus quiser! Vamos levar no mínimo um ano para voltar ao que eramos em janeiro, mas o Brasil tem um potencial muito grande; tem uma equipe de ministros muito boa – trabalham incessantemente! O Brasil vai dar certo! Tenho certeza! Tenho fé em Deus! Eu sou católico, a minha esposa é evangélica […] então, a gente vai, brevemente, junto com os pastores, padres, religiosos… anunciar, pedir, um dia de jejum para todo Povo Brasileiro, para que o Brasil fique livre desse mal [crise do coronavírus] o mais rápido possível.’ Assista à entrevista: Vale lembrar que o Brasil figura na lista dos maiores países cristãos do mundo, cuja população é composta por aproximadamente 175 milhões de seguidores de Jesus, atrás apenas dos Estados Unidos, 246 milhões (relatório do instituto de pesquisa Pew Research Center). “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.” ~ 2 Crônicas 7:14
- Países da América Latina recorrerão à N. Sra. de Guadalupe em consagração contra pandemia
O Conselho Episcopal Latino Americano convida a um Ato de consagração da América Latina e do Caribe a Nossa Senhora de Guadalupe, Padroeira da América, “para pedir-lhe a saúde e o fim da pandemia, colocando-nos sob seu olhar amoroso nestes momentos difíceis, em que Ela pode abrir-nos as portas da esperança”. Momento difícil, causado pela pandemia do Covid-19, exige dos pastores “ver e ouvir as aflições de nossos povos”, afirma o Celam “Ao contemplar a Mãe do verdadeiro Deus por quem se vive, fortaleçamos nossa fé, animemos nossa esperança e nos comprometamos com amor solidário, especialmente com aqueles que hoje experimentam enfermidade, dor, pobreza, solidão, temor e inquietude.” Com esse espírito, no Domingos de Páscoa, 12 de abril, ao meio-dia (horário de Cidade do México), da Basílica Nacional do México, o Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM) convida a um Ato de consagração da América Latina e do Caribe a Nossa Senhora de Guadalupe, Padroeira da América, “para pedir-lhe a saúde e o fim da pandemia, colocando-nos sob seu olhar amoroso nestes momentos difíceis, em que Ela pode abrir-nos as portas da esperança”. 12 badaladas pela saúde das pessoas dos 5 continentes Um comunicado da presidência do CELAM com o apoio dos bispos do México convida todos os países da América Latina e do Caribe a participar deste evento através das plataformas digitais e de outros meios de comunicação. A nota explica que como sinal de união continental, as catedrais e templos de cada país, dioceses e paróquias tocarão 12 badaladas no começo do Terço Missionário oferecido pela saúde das pessoas dos cinco continentes. Oração recordará lugar onde Francisco rezou em 2016 Posteriormente, terá lugar a celebração da Santa Missa da Ressurreição, culminando com o Ato de Consagração a Nossa Senhora de Guadalupe com a oração proposta pelo CELAM e a apresentação a seus pés de uma oferenda floral, no mesmo lugar onde o Papa Francisco rezou em silêncio em fevereiro de 2016 pedindo à Virgem de Guadalupe pelo mundo inteiro. “Em meio a esta pandemia que vivemos, queremos louvar o Senhor Jesus pelo presente de sua Mãe Santíssima, Nossa Senhora de Guadalupe, Mãe de Deus e Mãe da Igreja na América , primeira discípula e grande missionária de nossos povos”, lê-se no comunicado. Pastores vejam e ouçam as aflições de nossos povos Por fim, o CELAM recorda que este momento difícil, causado pela pandemia do Covid-19 que atinge o mundo inteiro, exige dos pastores “ver e ouvir as aflições de nossos povos, gerando esperança e dirigindo o olhar para nossa Mãe do céu”. #Coronavírus
- Países da América Latina recorrerão à N. Sra. de Guadalupe em consagração contra pandemia
O Conselho Episcopal Latino Americano convida a um Ato de consagração da América Latina e do Caribe a Nossa Senhora de Guadalupe, Padroeira da América, “para pedir-lhe a saúde e o fim da pandemia, colocando-nos sob seu olhar amoroso nestes momentos difíceis, em que Ela pode abrir-nos as portas da esperança”. Momento difícil, causado pela pandemia do Covid-19, exige dos pastores “ver e ouvir as aflições de nossos povos”, afirma o Celam “Ao contemplar a Mãe do verdadeiro Deus por quem se vive, fortaleçamos nossa fé, animemos nossa esperança e nos comprometamos com amor solidário, especialmente com aqueles que hoje experimentam enfermidade, dor, pobreza, solidão, temor e inquietude.” Com esse espírito, no Domingos de Páscoa, 12 de abril, ao meio-dia (horário de Cidade do México), da Basílica Nacional do México, o Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM) convida a um Ato de consagração da América Latina e do Caribe a Nossa Senhora de Guadalupe, Padroeira da América, “para pedir-lhe a saúde e o fim da pandemia, colocando-nos sob seu olhar amoroso nestes momentos difíceis, em que Ela pode abrir-nos as portas da esperança”. 12 badaladas pela saúde das pessoas dos 5 continentes Um comunicado da presidência do CELAM com o apoio dos bispos do México convida todos os países da América Latina e do Caribe a participar deste evento através das plataformas digitais e de outros meios de comunicação. A nota explica que como sinal de união continental, as catedrais e templos de cada país, dioceses e paróquias tocarão 12 badaladas no começo do Terço Missionário oferecido pela saúde das pessoas dos cinco continentes. Oração recordará lugar onde Francisco rezou em 2016 Posteriormente, terá lugar a celebração da Santa Missa da Ressurreição, culminando com o Ato de Consagração a Nossa Senhora de Guadalupe com a oração proposta pelo CELAM e a apresentação a seus pés de uma oferenda floral, no mesmo lugar onde o Papa Francisco rezou em silêncio em fevereiro de 2016 pedindo à Virgem de Guadalupe pelo mundo inteiro. “Em meio a esta pandemia que vivemos, queremos louvar o Senhor Jesus pelo presente de sua Mãe Santíssima, Nossa Senhora de Guadalupe, Mãe de Deus e Mãe da Igreja na América , primeira discípula e grande missionária de nossos povos”, lê-se no comunicado. Pastores vejam e ouçam as aflições de nossos povos Por fim, o CELAM recorda que este momento difícil, causado pela pandemia do Covid-19 que atinge o mundo inteiro, exige dos pastores “ver e ouvir as aflições de nossos povos, gerando esperança e dirigindo o olhar para nossa Mãe do céu”. #Coronavírus
- A Pandemia foi capaz de interromper Missas no mundo inteiro, mas não conseguiu parar o Aborto
Enquanto todos permanecemos trancados em casa e atividades “não essenciais” – incluindo missas – são interrompidas; Enquanto os hospitais desmoronam e hospitais de campanha precisam ser montados às pressas para se tornarem hospitais e todos os tipos de recursos médicos são necessários, o Hospital Pérola Byington em São Paulo volta a realizar aborto legal após ação do Ministério Público e Defensoria Público. Também na espanha a Clínica de Dborto Dator anuncia que permanece aberta, e o Reino Unido autoriza o aborto por meio de pílulas. Matar crianças no ventre de suas mães é absolutamente essencial. HOSPITAL PÉROLA BYINGTON – SÃO PAULO Em meio a toda essa crise, onde todas as forças devem ser voltadas a salvar vidas, os abortistas festejam a possibilidade de matar mais vidas. Rezemos a Deus para que abra os olhos destas pessoas para que percebam o enorme pecado que cometem. REINO UNIDO AUTORIZA ABORTO POR MEIO DE PÍLULAS A prática será permitida por até 2 anos, ou até que surtos da doença desapareçam no país O governo do Reino Unido anunciou que abortos poderão ser realizados em casa, através do uso de medicamentos, por um período de até 2 anos – ou até que a crise do coronavírus acabe no país. A medida foi adotada para evitar que mulheres tenham que se dirigir a hospitais ou clínicas durante o período de quarentena. O procedimento poderá ser realizado em gravidezes de até 10 semanas, após consultas com um médico em vídeoconferência ou ligações telefônicas. As pílulas abortivas – mifepristona e misoprostol – serão enviadas por correio. Um porta-voz do Departamento de Saúde e Assistência Social do Reino Unido contou à imprensa ontem, 29, que a segurança pública e o acesso a serviços chave são uma prioridade do governo britânico durante o período de isolamento. Enquanto isso, grupos que são contra o aborto foram contra a decisão e acusaram o setor ligado à prática de tirar vantagem da crise para fazer um lobby e instaurar uma “política de porta dos fundos”. Em entrevista ao The Guardian, Claire Murphy, diretora da organização filantrópica British Pregnancy Advisory Service ( BPAS), disse que o aborto por meio das pílulas é seguro, que irá melhorar o acesso das mulheres à saúde durante a crise. “Estamos contentes que o governo tenha atuado em favor disso. Irá fazer enorme diferença para a saúde da mulher e o bem estar no clima atual”, afirmou. Até o anúncio referente ao uso das pílulas, o aborto só podia ser realizado no Reino Unido dentro de hospitais e clínicas licensiadas. Também era necessário a aprovação de dois médicos para não romper com a lei Abortion Act, de 1967. Manifestantes pró-aborto estimam que 44 mil mulheres na Inglaterra e em Wales precisariam se dirigir à clínicas e hospitais na próxima semana, para realizar o término de gestações. Com isso, as orientações de isolamento social não seriam seguidas. . Nem mesmo a pandemia interrompe o aborto na Espanha Se você entrar no site da Dator Clinic, um dos empórios espanhóis do setor de aborto, agora encontrará um pop-up que avisa: “A Dator Clinic permanece aberta durante a atual crise de saúde dos coronavírus COVID-19. Durante o período de alerta de saúde COVID 19, nosso horário de atendimento à saúde será: de segunda a sábado, das 8h30 às 15h; domingos encerramos. Agradecemos sua compreensão. Em outras palavras, enquanto o restante de nós está passando por um fechamento que representa uma parada sem precedentes para a economia, que registrou um aumento no desemprego nos últimos dados sobre emprego, que não eram conhecidos em um período tão curto em nossa história recente, o Os abortistas seguem adiante com seus negócios de morte. Eles são ‘serviços essenciais’. Tão essencial, de fato, que não apenas eles têm permissão para operar e, portanto, colocam todos os seus trabalhadores e ‘clientes’ em risco de contágio, mas também prejudicam diretamente os recursos médicos – de humanos a instrumentos e instalações – ao esforço contra uma pandemia para a qual instalações piores fornecidas e preparadas foram piores, como o recinto de feiras Ifema em Madri. Diz muito sobre as prioridades, não deste governo desastroso que sofremos, mas do nosso sistema e da nossa civilização em geral. É certamente o sacramento intocável da modernidade.
- A Pandemia foi capaz de interromper Missas no mundo inteiro, mas não conseguiu parar o Aborto
Enquanto todos permanecemos trancados em casa e atividades “não essenciais” – incluindo missas – são interrompidas; Enquanto os hospitais desmoronam e hospitais de campanha precisam ser montados às pressas para se tornarem hospitais e todos os tipos de recursos médicos são necessários, o Hospital Pérola Byington em São Paulo volta a realizar aborto legal após ação do Ministério Público e Defensoria Público. Também na espanha a Clínica de Dborto Dator anuncia que permanece aberta, e o Reino Unido autoriza o aborto por meio de pílulas. Matar crianças no ventre de suas mães é absolutamente essencial. HOSPITAL PÉROLA BYINGTON – SÃO PAULO Em meio a toda essa crise, onde todas as forças devem ser voltadas a salvar vidas, os abortistas festejam a possibilidade de matar mais vidas. Rezemos a Deus para que abra os olhos destas pessoas para que percebam o enorme pecado que cometem. REINO UNIDO AUTORIZA ABORTO POR MEIO DE PÍLULAS A prática será permitida por até 2 anos, ou até que surtos da doença desapareçam no país O governo do Reino Unido anunciou que abortos poderão ser realizados em casa, através do uso de medicamentos, por um período de até 2 anos – ou até que a crise do coronavírus acabe no país. A medida foi adotada para evitar que mulheres tenham que se dirigir a hospitais ou clínicas durante o período de quarentena. O procedimento poderá ser realizado em gravidezes de até 10 semanas, após consultas com um médico em vídeoconferência ou ligações telefônicas. As pílulas abortivas – mifepristona e misoprostol – serão enviadas por correio. Um porta-voz do Departamento de Saúde e Assistência Social do Reino Unido contou à imprensa ontem, 29, que a segurança pública e o acesso a serviços chave são uma prioridade do governo britânico durante o período de isolamento. Enquanto isso, grupos que são contra o aborto foram contra a decisão e acusaram o setor ligado à prática de tirar vantagem da crise para fazer um lobby e instaurar uma “política de porta dos fundos”. Em entrevista ao The Guardian, Claire Murphy, diretora da organização filantrópica British Pregnancy Advisory Service ( BPAS), disse que o aborto por meio das pílulas é seguro, que irá melhorar o acesso das mulheres à saúde durante a crise. “Estamos contentes que o governo tenha atuado em favor disso. Irá fazer enorme diferença para a saúde da mulher e o bem estar no clima atual”, afirmou. Até o anúncio referente ao uso das pílulas, o aborto só podia ser realizado no Reino Unido dentro de hospitais e clínicas licensiadas. Também era necessário a aprovação de dois médicos para não romper com a lei Abortion Act, de 1967. Manifestantes pró-aborto estimam que 44 mil mulheres na Inglaterra e em Wales precisariam se dirigir à clínicas e hospitais na próxima semana, para realizar o término de gestações. Com isso, as orientações de isolamento social não seriam seguidas. . Nem mesmo a pandemia interrompe o aborto na Espanha Se você entrar no site da Dator Clinic, um dos empórios espanhóis do setor de aborto, agora encontrará um pop-up que avisa: “A Dator Clinic permanece aberta durante a atual crise de saúde dos coronavírus COVID-19. Durante o período de alerta de saúde COVID 19, nosso horário de atendimento à saúde será: de segunda a sábado, das 8h30 às 15h; domingos encerramos. Agradecemos sua compreensão. Em outras palavras, enquanto o restante de nós está passando por um fechamento que representa uma parada sem precedentes para a economia, que registrou um aumento no desemprego nos últimos dados sobre emprego, que não eram conhecidos em um período tão curto em nossa história recente, o Os abortistas seguem adiante com seus negócios de morte. Eles são ‘serviços essenciais’. Tão essencial, de fato, que não apenas eles têm permissão para operar e, portanto, colocam todos os seus trabalhadores e ‘clientes’ em risco de contágio, mas também prejudicam diretamente os recursos médicos – de humanos a instrumentos e instalações – ao esforço contra uma pandemia para a qual instalações piores fornecidas e preparadas foram piores, como o recinto de feiras Ifema em Madri. Diz muito sobre as prioridades, não deste governo desastroso que sofremos, mas do nosso sistema e da nossa civilização em geral. É certamente o sacramento intocável da modernidade.
- A PANDEMIA DA DISTRAÇÃO
O escritor americano Saul Bellow escreveu um interessante ensaio, em 1990 (“O público distraído”), para mostrar como o homem contemporâneo é essencialmente um distraído: envolve-o um grande barulho, “o barulho moderno”, que visa roubar-lhe a atenção das coisas essenciais para as supérfluas. Esse mega barulho provém sobretudo da mídia, que despeja sobre o público, honesta ou desonestamente, informações de toda a espécie: do dia a dia da política até guerras e revoluções, passando por conflitos religiosos e raciais, questões ligadas à revolução sexual (e suas consequências na vida familiar, na educação dos filhos, na relação entre os sexos), novidades da medicina, lançamento de livros, o mundo dos espetáculos etc. Concluía Bellow que, com tanto barulho no ar, não era fácil despertar a atenção das pessoas para aquilo que realmente vale a pena e muito menos fazê-las entrar num acordo. Se tivesse esperado mais alguns anos, ouviria novos ruídos acrescentados a essa sinfonia dodecafônica em que se transformou a vida moderna (ou, vá lá, pós-moderna): o movimento pela livre escolha do próprio sexo (LGBT), o apocalipse climático, a necessidade da redução populacional (pelo casamento homossexual, o aborto, a eutanásia). As pessoas estão muito distraídas. No atual confinamento contra o coronavírus, o que é que a maioria delas estará fazendo? Não é preciso muito esforço de imaginação para adivinhar: trocando mensagens pelas redes sociais, vendo filmes, jogando videogame, fazendo sexo, comprando pela internet, abrindo a geladeira a todo instante etc., totalmente rendidas à indústria da informação e do divertimento Ou seja, os mesmos ingredientes de antes, com algumas justificadas pitadas de pânico, sobretudo entre os mais velhos. Há quem diga apocaliticamente, à esquerda e à direita, que o mundo não será mais como antes da pandemia, devendo surgir obrigatoriamente um novo mundo da crise econômica e social que se seguirá. Mas será possível, com um material semelhante ao descrito no parágrafo anterior — mensagens do whatsapp, filmes ocos, joguinhos eletrônicos, sexo fácil, gula, compras pela internet —, lançar as bases para a construção de uma nova época? Salvo em casos excepcionais aqui e ali, o sentido espiritual da atual pandemia — chamar a atenção para a transitoriedade desta vida — se perderá inevitavelmente nesse oceano de frivolidade que é a vida moderna (ou pós-moderna, como se queira). É até mais provável que ocorra o contrário das grandes conversões espirituais: pessoas que procuravam as Missas dominicais só por hábito, preferirem depois do coronavírus aproveitar mais criativamente aquela hora. Afinal, não faltarão mensagens de whatsapp, filmes vazios, joguinhos eletrônicos, sexo fácil, gula insaciável, compras pela internet etc. Para o homem de hoje despertar dessa profunda distração existencial em que está mergulhado, não bastam leves puxões de orelha de Deus. Pois é isto essa pandemia, se comparada às grandes pestes medievais (sobretudo a de 1348) e do início da época moderna, das quais nos livre Deus em sua misericórdia…
- PADRES PRESOS POR CELEBRAR MISSA DURANTE PANDEMIA
Ao redor do mundo padres e leigos são presos por participar de sacramentos em meio à quarentena do coronavírus. Católicos de todo o mundo estão tentando atender às suas necessidades espirituais em meio a proibições generalizadas de celebrar os sacramentos e, em algumas áreas, em meio a bloqueios do governo, padres estão sendo detidos por celebrar a missa, despertando o alarme por ameaças a pessoas religiosas liberdade. “Todas essas prisões decorrem de uma perspectiva secularista, na qual a adoração a Deus não é considerada uma atividade ‘essencial'”, disse George Neumayr, autor de Cancelando o Catolicismo até um aviso adicional ao Church Militant. “Numa era irreligiosa, esses ultrajes são tolerados, inclusive pela própria Igreja – uma triste ilustração da extensão em que os bispos sucumbiram a essa era”. Pe. Deogratius Kiibi Kateregga No Uganda, pe. Deogratius Kiibi Kateregga foi preso em 29 de março por celebrar a missa na paróquia católica de São José, em Mpigi. Segundo informações, o padre foi preso, juntamente com outros sete católicos, e foi detido na delegacia de Mpigi. “Ele foi encontrado pregando na igreja em violação às diretrizes presidenciais”, disse Herbert Nuwagaba, comandante da polícia do distrito de Mpigi. “Queremos que ele nos diga por que está fazendo isso”, disse Godfrey Matovu, oficial de segurança interna do distrito de Mpigi, ao Daily Monitor. Em 18 de março, o presidente do Uganda, Yoweri Museveni, suspendeu as reuniões religiosas e culturais por pelo menos um mês para impedir a propagação do vírus Wuhan. Bancos, hospitais, supermercados e mercados não são afetados pela diretiva. Enquanto isso, na Índia, um grupo de aproximadamente 10 pessoas, incluindo pelo menos um padre e várias freiras e seminaristas, foi acusado de violar as ordens do governo depois que a missa foi celebrada dentro de uma capela no seminário menor da congregação de Missionários da Fé no estado de Kerala. A polícia foi chamada depois que os vizinhos viram as irmãs chegarem à capela. Todos foram libertados após a prisão com um aviso para não repetir suas ações.Todas essas prisões fluem de uma perspectiva secularista em que a adoração a Deus não é considerada uma atividade “essencial”. O padre Manoj Kakkonal, porta-voz da diocese de Mananthavady, disse à UCA News que a prisão “parece ser um caso de mal-entendido”, porque a missa em questão foi celebrada dentro da própria capela dos seminaristas. Na Itália, na paróquia de San Giuseppe Artigiano, em Rocca Priora, um serviço de adoração eucarística – com a presença de cerca de 10 a 20 pessoas, todos observando protocolos de distanciamento social – foi dissolvido pela polícia; os participantes foram citados e potencialmente estão enfrentando acusações criminais e multas de mais de € 200 (US $ 225). Os motivos que o governo italiano cita como legítimos para sair de casa incluem: visitar uma mercearia ou farmácia, ir trabalhar se o trabalho for considerado “essencial”, visitar um médico ou hospital para uma emergência de saúde e chegar em casa a partir de qualquer o de cima. Os italianos devem preencher um formulário de certificação explicando por que eles saíram. Traduzido de churchmilitant.com #Coronavírus
- PADRES PRESOS POR CELEBRAR MISSA DURANTE PANDEMIA
Ao redor do mundo padres e leigos são presos por participar de sacramentos em meio à quarentena do coronavírus. Católicos de todo o mundo estão tentando atender às suas necessidades espirituais em meio a proibições generalizadas de celebrar os sacramentos e, em algumas áreas, em meio a bloqueios do governo, padres estão sendo detidos por celebrar a missa, despertando o alarme por ameaças a pessoas religiosas liberdade. “Todas essas prisões decorrem de uma perspectiva secularista, na qual a adoração a Deus não é considerada uma atividade ‘essencial'”, disse George Neumayr, autor de Cancelando o Catolicismo até um aviso adicional ao Church Militant. “Numa era irreligiosa, esses ultrajes são tolerados, inclusive pela própria Igreja – uma triste ilustração da extensão em que os bispos sucumbiram a essa era”. Pe. Deogratius Kiibi Kateregga No Uganda, pe. Deogratius Kiibi Kateregga foi preso em 29 de março por celebrar a missa na paróquia católica de São José, em Mpigi. Segundo informações, o padre foi preso, juntamente com outros sete católicos, e foi detido na delegacia de Mpigi. “Ele foi encontrado pregando na igreja em violação às diretrizes presidenciais”, disse Herbert Nuwagaba, comandante da polícia do distrito de Mpigi. “Queremos que ele nos diga por que está fazendo isso”, disse Godfrey Matovu, oficial de segurança interna do distrito de Mpigi, ao Daily Monitor. Em 18 de março, o presidente do Uganda, Yoweri Museveni, suspendeu as reuniões religiosas e culturais por pelo menos um mês para impedir a propagação do vírus Wuhan. Bancos, hospitais, supermercados e mercados não são afetados pela diretiva. Enquanto isso, na Índia, um grupo de aproximadamente 10 pessoas, incluindo pelo menos um padre e várias freiras e seminaristas, foi acusado de violar as ordens do governo depois que a missa foi celebrada dentro de uma capela no seminário menor da congregação de Missionários da Fé no estado de Kerala. A polícia foi chamada depois que os vizinhos viram as irmãs chegarem à capela. Todos foram libertados após a prisão com um aviso para não repetir suas ações.Todas essas prisões fluem de uma perspectiva secularista em que a adoração a Deus não é considerada uma atividade “essencial”. O padre Manoj Kakkonal, porta-voz da diocese de Mananthavady, disse à UCA News que a prisão “parece ser um caso de mal-entendido”, porque a missa em questão foi celebrada dentro da própria capela dos seminaristas. Na Itália, na paróquia de San Giuseppe Artigiano, em Rocca Priora, um serviço de adoração eucarística – com a presença de cerca de 10 a 20 pessoas, todos observando protocolos de distanciamento social – foi dissolvido pela polícia; os participantes foram citados e potencialmente estão enfrentando acusações criminais e multas de mais de € 200 (US $ 225). Os motivos que o governo italiano cita como legítimos para sair de casa incluem: visitar uma mercearia ou farmácia, ir trabalhar se o trabalho for considerado “essencial”, visitar um médico ou hospital para uma emergência de saúde e chegar em casa a partir de qualquer o de cima. Os italianos devem preencher um formulário de certificação explicando por que eles saíram. Traduzido de churchmilitant.com #Coronavírus
- Santo Tomás de Aquino e a vaca voadora
Santo Tomás e a vaca ‘Consta que o tímido e bonachão Tomás debruçava-se, como sempre, em uma pilha de livros e escritos, sempre em produção frenética. Alguns monges se aproximam e decidem pregar uma peça no compenetrado monge: – Tomás, Tomás! Veja! Uma vaca voando! Tomás saltou da cadeira e, reclinado ao parapeito, vasculhou os céus em busca da vaca, enquanto em torno os outros monges explodiam numa gargalhada coletiva. Surpreendido, o santo se explicou: “É que achei mais razoável uma vaca voar do que um irmão mentir.”
- Santo Tomás de Aquino e a vaca voadora
Santo Tomás e a vaca ‘Consta que o tímido e bonachão Tomás debruçava-se, como sempre, em uma pilha de livros e escritos, sempre em produção frenética. Alguns monges se aproximam e decidem pregar uma peça no compenetrado monge: – Tomás, Tomás! Veja! Uma vaca voando! Tomás saltou da cadeira e, reclinado ao parapeito, vasculhou os céus em busca da vaca, enquanto em torno os outros monges explodiam numa gargalhada coletiva. Surpreendido, o santo se explicou: “É que achei mais razoável uma vaca voar do que um irmão mentir.”
- Empresário é preso por distribuir cestas básicas em Paraty
Um empresário que distribuía cestas básicas em Paraty (RJ) foi preso nesta terça por infringir medida sanitária, informou o jornal Extra. Um decreto da prefeitura do município proibiu aglomerações para evitar o contágio pelo novo coronavírus. A doação juntou cerca de 200 pessoas no centro da cidade. Algumas cestas chegaram a ser distribuídas, mas os policiais impediram que a ação prosseguisse. Participaram da operação policiais civis, militares e agentes da prefeitura. O delegado titular da 167ª DP, Marcelo Russo, afirmou que em situações como essas, quando houver interese de ajudar a população, a pessoa deve agir com cautela: “Ele deveria ter procurado a Secretaria Municipal de Ação Social. Não pode sair fazendo aglomeração”, disse o delegado Marcelo Russo. O empresário foi autuado em flagrante pelo crime de Infração de medida sanitária preventiva, que tem pena de detenção de três meses a um ano. O delito, considerado de menor potencial ofensivo, é de competência do Juizado Especial Criminal (Jecrim). Com informações de O Antagonista e G1 #Coronavírus
- Empresário é preso por distribuir cestas básicas em Paraty
Um empresário que distribuía cestas básicas em Paraty (RJ) foi preso nesta terça por infringir medida sanitária, informou o jornal Extra. Um decreto da prefeitura do município proibiu aglomerações para evitar o contágio pelo novo coronavírus. A doação juntou cerca de 200 pessoas no centro da cidade. Algumas cestas chegaram a ser distribuídas, mas os policiais impediram que a ação prosseguisse. Participaram da operação policiais civis, militares e agentes da prefeitura. O delegado titular da 167ª DP, Marcelo Russo, afirmou que em situações como essas, quando houver interese de ajudar a população, a pessoa deve agir com cautela: “Ele deveria ter procurado a Secretaria Municipal de Ação Social. Não pode sair fazendo aglomeração”, disse o delegado Marcelo Russo. O empresário foi autuado em flagrante pelo crime de Infração de medida sanitária preventiva, que tem pena de detenção de três meses a um ano. O delito, considerado de menor potencial ofensivo, é de competência do Juizado Especial Criminal (Jecrim). Com informações de O Antagonista e G1 #Coronavírus
- Trabalhadores de supermercado se ajoelham em oração pedem proteção a Deus.
Filipinas – Um grupo de trabalhadores de supermercado, foi visto ajoelhado orando em meio à grande preocupação com a doença de coronavírus 2019 (COVID-19). Um internauta, no Facebook, compartilhou uma foto dos trabalhadores enquanto eles se ajoelham em oração antes de começarem o turno. À medida que os profissionais de saúde e o pessoal uniformizado recebem elogios como líderes da linha de frente do país, os trabalhadores de supermercados que enfrentam o público diariamente são frequentemente ignorados. Esses corajosos trabalhadores enfrentam centenas de pessoas arriscando sua saúde para servir aos outros como o público que hoje se dirige aos supermercados para bens básicos. O internauta, apelou ao público para incluir os trabalhadores do supermercado em suas orações.
- Trabalhadores de supermercado se ajoelham em oração pedem proteção a Deus.
Filipinas – Um grupo de trabalhadores de supermercado, foi visto ajoelhado orando em meio à grande preocupação com a doença de coronavírus 2019 (COVID-19). Um internauta, no Facebook, compartilhou uma foto dos trabalhadores enquanto eles se ajoelham em oração antes de começarem o turno. À medida que os profissionais de saúde e o pessoal uniformizado recebem elogios como líderes da linha de frente do país, os trabalhadores de supermercados que enfrentam o público diariamente são frequentemente ignorados. Esses corajosos trabalhadores enfrentam centenas de pessoas arriscando sua saúde para servir aos outros como o público que hoje se dirige aos supermercados para bens básicos. O internauta, apelou ao público para incluir os trabalhadores do supermercado em suas orações.
- Durante quarentena padres utilizam de criatividade para não deixar fiéis sem os sacramentos
Para ajudar os cristãos a manterem seus rituais religiosos neste período de distanciamento social, um padre de Santa Catarina decidiu inovar e adotou um sistema de “drive-thru” para ouvir as confissões dos fieis. O pároco, da cidade de São Francisco do Sul, no norte catarinense, adaptou um espaço no pátio da igreja para o acesso de carros. A iniciativa começou no domingo (29). Em entrevista ao telejornal Bom Dia SC, da Rede Globo, o padre Fábio Bosco, da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, contou que foi inspirado por um amigo, pároco em Portugual. “Eu recebi essa ideia de um padre amigo meu que é de Portugal e sei que outros sacerdotes também fizeram aqui no Brasil. O importante é que a pessoa tenha feito uma boa preparação antes, com um exame de consciência adequado”. Nesta época do ano, o calendário litúrgico celebra a quaresma, período que antecede a rescurreição de Cristo. Para os cristãos, incluindo os católicos, os quarenta dias entre o carnval e o domingo de páscoa representam um tempo de reflexão, o que aumenta o número de confissões nas igrejas. #Coronavírus
- Durante quarentena padres utilizam de criatividade para não deixar fiéis sem os sacramentos
Para ajudar os cristãos a manterem seus rituais religiosos neste período de distanciamento social, um padre de Santa Catarina decidiu inovar e adotou um sistema de “drive-thru” para ouvir as confissões dos fieis. O pároco, da cidade de São Francisco do Sul, no norte catarinense, adaptou um espaço no pátio da igreja para o acesso de carros. A iniciativa começou no domingo (29). Em entrevista ao telejornal Bom Dia SC, da Rede Globo, o padre Fábio Bosco, da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, contou que foi inspirado por um amigo, pároco em Portugual. “Eu recebi essa ideia de um padre amigo meu que é de Portugal e sei que outros sacerdotes também fizeram aqui no Brasil. O importante é que a pessoa tenha feito uma boa preparação antes, com um exame de consciência adequado”. Nesta época do ano, o calendário litúrgico celebra a quaresma, período que antecede a rescurreição de Cristo. Para os cristãos, incluindo os católicos, os quarenta dias entre o carnval e o domingo de páscoa representam um tempo de reflexão, o que aumenta o número de confissões nas igrejas. #Coronavírus
- Ciro Gomes defende prisão de padres e pastores que se manifestem contra isolamento
O ex-candidato à presidência da República, Ciro Gomes disse que pastores e padres devem ser presos por descumprirem quarentena no Ceará. Em uma entrevista pela Internet, Ciro criticou os que defendem o fim do distanciamento social e propagou números estratosféricos que podem atingir o país caso não seja feita a quarentena. Ele diz que se nada for feito “podemos chegar a 1 milhão e 40 mil mortos no Brasil”. Em ataques ao governo federal, Ciro Gomes defende que aqueles que não cumprirem a quarentena e que fizerem manifestações públicas, como carreatas, devem ser contidos pela polícia. “Aqui no Ceará quem fizer [carreata], e já inclusive com ordem do Ministério Público, fazendo esse tipo de exposição do povo à morte, vai para cadeia”, disse. O político acrescentou duas funções sociais que deveriam ser presos. “Pastores, padres, ou seja quem for, felizmente não estamos precisando, só tivemos que conduzir coercitivamente para a delegacia um”, disse Ciro, não deixando claro se quem foi levado para a delegacia foi um pastor ou um padre. “A gente tem que discutir com o nosso próprio governo [federal] coisas que são óbvias”, disse ele, estimulando aqueles que tiverem dúvida a procurar informações oficiais emitidas pela Organização Mundial de Saúde. Segundo Ciro Gomes, “só o Brasil está na contramão”. Via Guiame #Coronavírus
- Ciro Gomes defende prisão de padres e pastores que se manifestem contra isolamento
O ex-candidato à presidência da República, Ciro Gomes disse que pastores e padres devem ser presos por descumprirem quarentena no Ceará. Em uma entrevista pela Internet, Ciro criticou os que defendem o fim do distanciamento social e propagou números estratosféricos que podem atingir o país caso não seja feita a quarentena. Ele diz que se nada for feito “podemos chegar a 1 milhão e 40 mil mortos no Brasil”. Em ataques ao governo federal, Ciro Gomes defende que aqueles que não cumprirem a quarentena e que fizerem manifestações públicas, como carreatas, devem ser contidos pela polícia. “Aqui no Ceará quem fizer [carreata], e já inclusive com ordem do Ministério Público, fazendo esse tipo de exposição do povo à morte, vai para cadeia”, disse. O político acrescentou duas funções sociais que deveriam ser presos. “Pastores, padres, ou seja quem for, felizmente não estamos precisando, só tivemos que conduzir coercitivamente para a delegacia um”, disse Ciro, não deixando claro se quem foi levado para a delegacia foi um pastor ou um padre. “A gente tem que discutir com o nosso próprio governo [federal] coisas que são óbvias”, disse ele, estimulando aqueles que tiverem dúvida a procurar informações oficiais emitidas pela Organização Mundial de Saúde. Segundo Ciro Gomes, “só o Brasil está na contramão”. Via Guiame #Coronavírus
















































