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- Religiosas produzem máscaras de proteção para ajudar a impedir a propagação do coronavírus
Os carmelitas descalços de uma cidade da Extremadura começaram a fazer máscaras em resposta a um pedido do prefeito da cidade, que será destinado ao lar de idosos e ao centro ocupacional da cidade. ( ECCLESIA ) Os Carmelitas Descalços de Fuente de Cantos deixaram suas ocupações habituais para fabricar máscaras , a fim de ajudar a impedir a propagação do coronavírus , e que serão destinados à residência e ao centro ocupacional dos idosos locais . Essas 9 freiras costumam ganhar a vida costurando, fazendo ornamentos litúrgicos e outras roupas, como roupas de bebê, segundo a arquidiocese de Mérida-Badajoz. Mas agora eles começaram a fazer máscaras a pedido da prefeita da cidade, Carmen Pagador , devido à escassez deste artigo de proteção. «Queremos colaborar com algo para aliviar essa pandemia. Além de ajudar com nossa oração , com nossa dedicação , também queremos ajudar com isso “, disseram eles.
- Coronavírus: Padre utiliza luvas de borracha durante liturgia da Santa Missa
Proteção contra Cristo? Fiéis apontam exagero na proteção. O padre Paddy Mockler, pároco de Pass Christian, diocese de Biloxi, Mississippi, celebrou a missa de domingo passado utilizando luvas de borracha durante toda liturgia. Partes da missa podem ser vistas no YouTube. (vídeo abaixo). Uma mulher que realizou a leitura também resolveu se proteger e usava luvas de borracha. https://www.youtube.com/watch?v=-lbH05-zZ3U
- Coronavírus: Padre utiliza luvas de borracha durante liturgia da Santa Missa
Proteção contra Cristo? Fiéis apontam exagero na proteção. O padre Paddy Mockler, pároco de Pass Christian, diocese de Biloxi, Mississippi, celebrou a missa de domingo passado utilizando luvas de borracha durante toda liturgia. Partes da missa podem ser vistas no YouTube. (vídeo abaixo). Uma mulher que realizou a leitura também resolveu se proteger e usava luvas de borracha. https://www.youtube.com/watch?v=-lbH05-zZ3U
- Cardeal Patriarca de Lisboa consagrará Portugal e Espanha ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado
No dia 25 de março, no Santuário de Fátima, o Cardeal Manuel José do Nascimento Clemente, Patriarca de Lisboa, após a oração do Santo Rosário pelas vítimas do coronavírus, consagrará Espanha e Portugal ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria. 23/03/20 7:35 ( CEE / InfoCatólica ) A Conferência Episcopal Espanhola reunirá a convocação da Conferência Episcopal de Portugal para a recitação do Rosário que ocorrerá na próxima quarta-feira, 25 de março, Solenidade da Anunciação do Senhor, no Santuário de Fátima, em 19h30. A recitação do Rosário, a ser oferecida pelas vítimas do coronavírus, suas famílias, pessoal de saúde etc., será presidida pelo Bispo de Fátima , Card. António dos Santos Marto. No final da recitação do Santo Rosário, o cardeal vai fazer a consagração ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria em todo Península Ibérica Espanha e Portugal , e suas respectivas ilhas. É uma devoção profundamente enraizada na Igreja, também nas dioceses da Espanha e Portugal, consagrar-se ao Coração de Jesus e ao Coração de Maria. Portugal foi consagrado ao Sagrado Coração de Jesus em outubro passado, em um ato em que 37 bispos estavam presentes. Por seu turno, a Espanha o fez em junho passado, em comemoração ao centenário da consagração pelo rei Alfonso XIII em 30 de maio de 1919.
- Cardeal Patriarca de Lisboa consagrará Portugal e Espanha ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado
No dia 25 de março, no Santuário de Fátima, o Cardeal Manuel José do Nascimento Clemente, Patriarca de Lisboa, após a oração do Santo Rosário pelas vítimas do coronavírus, consagrará Espanha e Portugal ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria. 23/03/20 7:35 ( CEE / InfoCatólica ) A Conferência Episcopal Espanhola reunirá a convocação da Conferência Episcopal de Portugal para a recitação do Rosário que ocorrerá na próxima quarta-feira, 25 de março, Solenidade da Anunciação do Senhor, no Santuário de Fátima, em 19h30. A recitação do Rosário, a ser oferecida pelas vítimas do coronavírus, suas famílias, pessoal de saúde etc., será presidida pelo Bispo de Fátima , Card. António dos Santos Marto. No final da recitação do Santo Rosário, o cardeal vai fazer a consagração ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria em todo Península Ibérica Espanha e Portugal , e suas respectivas ilhas. É uma devoção profundamente enraizada na Igreja, também nas dioceses da Espanha e Portugal, consagrar-se ao Coração de Jesus e ao Coração de Maria. Portugal foi consagrado ao Sagrado Coração de Jesus em outubro passado, em um ato em que 37 bispos estavam presentes. Por seu turno, a Espanha o fez em junho passado, em comemoração ao centenário da consagração pelo rei Alfonso XIII em 30 de maio de 1919.
- Fiquem em Casa!
A epidemia é muito grave! Não é uma “gripinha”, mas uma pneumonia que é muito grave em idosos e pessoas com alguma doença prévia. Não tem tratamento efetivo demonstrado. A hidroxicloroquina ainda está em estudo. A única medida eficaz nesse momento é o isolamento social. O vírus se transmite por pessoas e se as pessoas restringem sua movimentação e seus contatos a transmissão do vírus também diminui. Fiquem em casa. Protejam-se a si e aos seus, principalmente os idosos. Todos seremos afetados. A questão é o quanto. Fiquem em casa. Fiquem em casa. Fiquem em casa….
- Expoentes católicos no Brasil enviam mensagem de esperança no período da pandemia
O Brasil inteiro se une em Fé e temor de Deus neste momento de crise. Líderes católicos têm espalhado uma mensagem de ânimo aos fiéis que são chamados a viver a quarentena a tentativa de conter o novo coronavírus. Mons. Jonas Abib, 83 anos, fundador da Comunidade Canção Nova, incentiva que nos confiemos à Virgem Maria. “Estou aqui com essa imagem ao meu lado com a imagem de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa. Realmente, essa medalha tem feito maravilhas. Não é a medalha em si, é Nossa Senhora. Confie, confie no nome do Senhor que fez o céu e a terra, confie naquela que é Mãe de Jesus, que fez, faz e fará maravilha. Estou aqui para lhe dá ânimo, confie sempre, cada vez mais. Nossa proteção está no mone do Senhor que fez o céu e a terra”. O fundador da Comunidade Shalom, Moysés Azevedo fala sobre a presença de Jesus que acalma a tempestade. “Estamos vivendo no mundo inteiro uma grande tempestade, mas precisamos ter duas certezas. A primeira é a certeza de que o Senhor está conosco. Aparentemente podemos até olhar e nos perguntar, o que está acontecendo? Aonde está Deus? A resposta é só uma, Ele está conosco. Ele está nesta barca da humanidade, Ele sofre conosco estas dores e ao mesmo tempo nos concede a força e o ânimo para viermos e termos a certeza da segunda coisa: o fim disso tudo é a Sua voz amorosa e misericordiosa intervindo e trazendo paz e a calmaria”. Emmir Nogueira, Cofundadora da Comunidade Shalom, classifica este tempo como período de prova da nossa fé. “É uma quaresma onde Ele escolhe a penitência, onde Ele mesmo nos sugere a penitência. Eu creio que o que mais se tem visto no mundo inteiro como uma inspiração do Espírito Santo mesmo (reconheço aí uma inspiração do Espírito), é o silêncio. Como finalmente nós estamos valorizando o silêncio! Hoje é dia de intercessão, de intercessão para que essa pandemia possa ser parada, para que os Anjos do Senhor acampem ao nosso redor, nos guardem, nos salvem”. Padre Reginaldo Manzotti, fundador da Associação Evangelizar, promove 40 dias de oração pelo fim da pandemia do novo coronavírus. “Vamos espalhar amor e continuar sendo girassóis para quem busca segurança e conforto. Filhas e filhos, continuarei aqui no isolamento, na igreja, por 40 dias. Me ajude a manter esta rede de fé. Deus nos abençoe”, escreveu o sacerdote em sua rede social. Padre Marcelo Rossi, sacerdote católico, aconselha: “O que fazer? Entrar em pânico? Não. Agora é um momento de união, de solidariedade e de família. De pensar no outro, pensar no idoso e orar.” Ele reforça as recomendações de isolamento social: “Não pode abraçar, não pode beijar. Mas podemos dobrar nossos joelhos e abrir nosso coração”, diz padre Marcelo Rossi. “Não entremos em pânico. Vamos aceitar as recomendações, mas sempre com esperança”, ele diz. Fonte: Comunidade Shalom #Coronavírus
- Expoentes católicos no Brasil enviam mensagem de esperança no período da pandemia
O Brasil inteiro se une em Fé e temor de Deus neste momento de crise. Líderes católicos têm espalhado uma mensagem de ânimo aos fiéis que são chamados a viver a quarentena a tentativa de conter o novo coronavírus. Mons. Jonas Abib, 83 anos, fundador da Comunidade Canção Nova, incentiva que nos confiemos à Virgem Maria. “Estou aqui com essa imagem ao meu lado com a imagem de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa. Realmente, essa medalha tem feito maravilhas. Não é a medalha em si, é Nossa Senhora. Confie, confie no nome do Senhor que fez o céu e a terra, confie naquela que é Mãe de Jesus, que fez, faz e fará maravilha. Estou aqui para lhe dá ânimo, confie sempre, cada vez mais. Nossa proteção está no mone do Senhor que fez o céu e a terra”. O fundador da Comunidade Shalom, Moysés Azevedo fala sobre a presença de Jesus que acalma a tempestade. “Estamos vivendo no mundo inteiro uma grande tempestade, mas precisamos ter duas certezas. A primeira é a certeza de que o Senhor está conosco. Aparentemente podemos até olhar e nos perguntar, o que está acontecendo? Aonde está Deus? A resposta é só uma, Ele está conosco. Ele está nesta barca da humanidade, Ele sofre conosco estas dores e ao mesmo tempo nos concede a força e o ânimo para viermos e termos a certeza da segunda coisa: o fim disso tudo é a Sua voz amorosa e misericordiosa intervindo e trazendo paz e a calmaria”. Emmir Nogueira, Cofundadora da Comunidade Shalom, classifica este tempo como período de prova da nossa fé. “É uma quaresma onde Ele escolhe a penitência, onde Ele mesmo nos sugere a penitência. Eu creio que o que mais se tem visto no mundo inteiro como uma inspiração do Espírito Santo mesmo (reconheço aí uma inspiração do Espírito), é o silêncio. Como finalmente nós estamos valorizando o silêncio! Hoje é dia de intercessão, de intercessão para que essa pandemia possa ser parada, para que os Anjos do Senhor acampem ao nosso redor, nos guardem, nos salvem”. Padre Reginaldo Manzotti, fundador da Associação Evangelizar, promove 40 dias de oração pelo fim da pandemia do novo coronavírus. “Vamos espalhar amor e continuar sendo girassóis para quem busca segurança e conforto. Filhas e filhos, continuarei aqui no isolamento, na igreja, por 40 dias. Me ajude a manter esta rede de fé. Deus nos abençoe”, escreveu o sacerdote em sua rede social. Padre Marcelo Rossi, sacerdote católico, aconselha: “O que fazer? Entrar em pânico? Não. Agora é um momento de união, de solidariedade e de família. De pensar no outro, pensar no idoso e orar.” Ele reforça as recomendações de isolamento social: “Não pode abraçar, não pode beijar. Mas podemos dobrar nossos joelhos e abrir nosso coração”, diz padre Marcelo Rossi. “Não entremos em pânico. Vamos aceitar as recomendações, mas sempre com esperança”, ele diz. Fonte: Comunidade Shalom #Coronavírus
- Papa anuncia extraordinária bênção ‘urbi et orbi’ em 27 de março
Em resposta à pandemia de coronavírus em andamento, o Papa Francisco disse que dará uma bênção extraordinária “urbi et orbi” (para a cidade e o mundo) às 18h, horário de Roma, no dia 27 de março. A bênção formal – geralmente dada somente imediatamente após a eleição de um novo papa e no Natal e na Páscoa – traz consigo uma indulgência plenária para todos os que seguem pela televisão, internet ou rádio, lamentam seus pecados, recitam algumas orações prescritas e prometem vá para confissão e receba a Eucaristia o mais rápido possível. Depois de recitar a oração do Angelus em 22 de março na biblioteca do Palácio Apostólico, o Papa Francisco anunciou seus planos para a bênção especial, que, segundo ele, seria apresentada em uma Praça de São Pedro “vazia”, porque toda a Itália está confinada a impedir uma maior propagação do vírus. Com o público unindo-se a ele apenas pela televisão, internet ou rádio, “ouviremos a palavra de Deus, levantaremos nossa oração (e) adoraremos o Santíssimo Sacramento”, disse ele. “No final, darei a bênção ‘urbi et orbi’, à qual estará conectada a possibilidade de receber uma indulgência plenária.” Uma indulgência é uma prática antiga de oração e penitência para a remissão do castigo temporal que uma pessoa deve pelos pecados que foram perdoados. No ensino católico, uma pessoa pode recorrer aos méritos de Jesus e dos santos para reivindicar a indulgência por si mesma ou oferecê-la em nome de alguém que morreu. Além de anunciar a bênção especial, o Papa Francisco disse que em um momento “em que a humanidade treme” por causa da pandemia do COVID-19, ele estava pedindo aos cristãos de todas as denominações que se unissem ao meio-dia de 25 de março para recitar a Oração do Senhor. A Igreja Católica e muitos outros marcam o dia 25 de março como a festa da Anunciação. “À pandemia do vírus, queremos responder com a universalidade da oração, compaixão e ternura”, disse ele. “Vamos ficar unidos. Vamos fazer com que aqueles que estão sozinhos e testados sintam nossa proximidade ”, assim como médicos, enfermeiros, outros profissionais de saúde e voluntários. O Papa Francisco também expressou preocupação pelas “autoridades que precisam tomar medidas fortes para o nosso bem” e pela polícia e soldados, mantendo a ordem pública e aplicando o bloqueio. Traduzido de Catholic Herald #Coronavírus #papafrancisco
- Papa anuncia extraordinária bênção ‘urbi et orbi’ em 27 de março
Em resposta à pandemia de coronavírus em andamento, o Papa Francisco disse que dará uma bênção extraordinária “urbi et orbi” (para a cidade e o mundo) às 18h, horário de Roma, no dia 27 de março. A bênção formal – geralmente dada somente imediatamente após a eleição de um novo papa e no Natal e na Páscoa – traz consigo uma indulgência plenária para todos os que seguem pela televisão, internet ou rádio, lamentam seus pecados, recitam algumas orações prescritas e prometem vá para confissão e receba a Eucaristia o mais rápido possível. Depois de recitar a oração do Angelus em 22 de março na biblioteca do Palácio Apostólico, o Papa Francisco anunciou seus planos para a bênção especial, que, segundo ele, seria apresentada em uma Praça de São Pedro “vazia”, porque toda a Itália está confinada a impedir uma maior propagação do vírus. Com o público unindo-se a ele apenas pela televisão, internet ou rádio, “ouviremos a palavra de Deus, levantaremos nossa oração (e) adoraremos o Santíssimo Sacramento”, disse ele. “No final, darei a bênção ‘urbi et orbi’, à qual estará conectada a possibilidade de receber uma indulgência plenária.” Uma indulgência é uma prática antiga de oração e penitência para a remissão do castigo temporal que uma pessoa deve pelos pecados que foram perdoados. No ensino católico, uma pessoa pode recorrer aos méritos de Jesus e dos santos para reivindicar a indulgência por si mesma ou oferecê-la em nome de alguém que morreu. Além de anunciar a bênção especial, o Papa Francisco disse que em um momento “em que a humanidade treme” por causa da pandemia do COVID-19, ele estava pedindo aos cristãos de todas as denominações que se unissem ao meio-dia de 25 de março para recitar a Oração do Senhor. A Igreja Católica e muitos outros marcam o dia 25 de março como a festa da Anunciação. “À pandemia do vírus, queremos responder com a universalidade da oração, compaixão e ternura”, disse ele. “Vamos ficar unidos. Vamos fazer com que aqueles que estão sozinhos e testados sintam nossa proximidade ”, assim como médicos, enfermeiros, outros profissionais de saúde e voluntários. O Papa Francisco também expressou preocupação pelas “autoridades que precisam tomar medidas fortes para o nosso bem” e pela polícia e soldados, mantendo a ordem pública e aplicando o bloqueio. Traduzido de Catholic Herald #Coronavírus #papafrancisco
- QUE OS CEGOS ENXERGUEM – Scott Hahn reflete sobre o 4º Domingo da Quaresma
Ouvimos, na primeira leitura deste domingo, que as maneiras de ver de Deus não são como as nossas. Jesus ilustra-o no Evangelho, quando o cego passa a enxergar e os fariseus continuam cegos. O cego significa toda a humanidade. “Nascido totalmente em pecado”, ele foi recriado pelo poder salvador de Cristo. Assim como Deus criou o primeiro homem do barro da terra (ver Gênesis 2: 7), Jesus deu vida nova ao cego, untando os seus olhos com barro (ver João 9:11). E como Deus soprou o espírito da vida no primeiro homem, o cego não é curado até que se lave nas águas de Siloé (palavra que significa “enviado”). Jesus é o único “enviado” pelo Pai, vindo para fazer a vontade do Pai (ver João 9: 4; 12:44). Ele é a nova fonte da água vivificadora: o Espírito Santo que escorre sobre nós pelo batismo (ver João 4:10; 7: 38–39). Este é o Espírito que também escorre sobre o rei escolhido por Deus, Davi, na primeira leitura de hoje. Pastor como Moisés o foi antes dele (ver Êxodo 3: 1; Salmo 78: 70–71), Davi é um sinal que indica o bom pastor e Rei que está por vir: Jesus (ver João 10:11). “O Senhor é o pastor que me conduz”, cantamos no Salmo deste domingo. Por Sua morte e ressurreição, Ele abriu um caminho para nós através do vale escuro do pecado e da morte, levando-nos aos pastos verdejantes do reino da vida, que é a Igreja. Ele refrescou as nossas almas com as águas repousantes do batismo. Ungiu nossas cabeças com o óleo da Confirmação e preparou a mesa Eucarística à nossa frente, enchendo nossos cálices até que transbordem. Junto do homem outrora cego, entramos em Sua casa para louvá-Lo e renovar o nosso voto: “Eu creio, Senhor”. “O Senhor olha o coração”: é o que ouvimos na primeira leitura. Que Ele nos encontre, como Paulo aconselha na Epístola de hoje, vivendo como “filhos da luz”, buscando sempre aprender o que é agradável a nosso Pai. https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/eyesight-to-the-blind-scott-hahn-reflects-on-the-fourth-sunday-of-lent/
- Padre Paulo Ricardo inicia uma série de vídeos especiais sobre Covid-19
A Igreja prostrada diante de um vírus? Assista o primeiro vídeo da série especial sobre coronavírus. Diante das medidas recentemente adotadas para minimizar os riscos de contágio pelo novo coronavírus, alguns fiéis têm-se perguntado: terá a Igreja perdido a fé? Estarão os nossos bispos sendo covardes, ao cancelarem Missas e privarem as almas do conforto dos sacramentos? A resposta do povo cristão, em crises como essa, não deveria ser a das gerações passadas, que bravamente alcançaram de Deus o fim da peste com rogações públicas? Neste vídeo, Pe. Paulo Ricardo explica por que a Igreja, sem deixar de ser Mãe valente, tem agido com sabedoria ao mesmo tempo previdente, sobrenatural e conforme aos ditames da racionalidade humana. Assista o primeiro vídeo: Aos que desejarem continuar assistindo, outros dois episódios da série já estão disponíveis no portal Padre Paulo Ricardo, clique aqui para acessar!
- Padre Paulo Ricardo inicia uma série de vídeos especiais sobre Covid-19
A Igreja prostrada diante de um vírus? Assista o primeiro vídeo da série especial sobre coronavírus. Diante das medidas recentemente adotadas para minimizar os riscos de contágio pelo novo coronavírus, alguns fiéis têm-se perguntado: terá a Igreja perdido a fé? Estarão os nossos bispos sendo covardes, ao cancelarem Missas e privarem as almas do conforto dos sacramentos? A resposta do povo cristão, em crises como essa, não deveria ser a das gerações passadas, que bravamente alcançaram de Deus o fim da peste com rogações públicas? Neste vídeo, Pe. Paulo Ricardo explica por que a Igreja, sem deixar de ser Mãe valente, tem agido com sabedoria ao mesmo tempo previdente, sobrenatural e conforme aos ditames da racionalidade humana. Assista o primeiro vídeo: Aos que desejarem continuar assistindo, outros dois episódios da série já estão disponíveis no portal Padre Paulo Ricardo, clique aqui para acessar!
- Padre Duarte Lara, exorcista, passa orientações práticas para estes tempos difíceis
O conhecido exorcista, Padre Duarte Lara, atendendo ao pedido dos féis vem tranquilizar e passar orientações práticas para estes tempos difíceis de Coronavírus. Padre Duarte Lara frisou a importância de viver em estado de graça neste tempo de pandemia. Se a pessoa não está em estado de graça, ou seja, se cometeu algum pecado mortal desde a última confissão, a sugestão é, tomandoo todas as precauções, buscar o auxílio de um sacerdote e fazer a confissão sacramental. Ele relembra que nas revelações da Virgem Maria, Ela não se referia aos momentos difíceis que estariam pela frente como o fim do mundo, mas como momentos de grande tribulação que seriam passageiros, portanto, de acordo com a opinião deste estimado sacerdote e exorcista, o tempo atual é uma preparação para a grande tribulação que estaria por vir, e que após a grande tribulação, viriam tempos novos, um mundo renovado e uma humanidade que ama a Deus, assim como aconteceu no dilúvio. Contudo ele alerta que esta transição é dolorosa, e que devemos entregar nas mãos de Deus e pedir que ele abrevie este tempo de provação. Antes de continuar a leitura, assista este vídeo no qual ele explica melhor e dá importantes dicas: Outro aspecto lembrado pelo sacerdote é o tempo litúrgico que estamos vivendo. Basicamente estamos vivendo um retiro quaresmal “forçado”, e isso é muito propício. Reforça a importância das famílias estarem mais unidas, pais aproveitarem melhor o tempo com os filhos para convívio, brincadeiras, jogos, desligar os televisores, e principalmente a oração, e não perder a oportunidade de viver bem esse período. Aproveitar também para rezar mais e criar uma rotina de vida de oração em família. Além de criar uma rotina de oração, o sacerdote suplica aos católicos que tenham o costume de ler as Sagradas Escrituras, e que utilizem seu tempo para para fazer boas leituras, tanto para estudo da doutrina católica, como por exemplo o Catecismo, como também a vida dos santos e outros títulos católicos que são de grande proveito e crescimento espiritual Mais uma sugestão do sacerdote foi de reservar parte do tempo para cultivar amizades, entrar em contato, mesmo que por telefone ou internet, com amigos e familiares que estava tendo pouco contato. Enfim, devemos aproveitar este retiro espiritual providenciado pelo Céu para dar ênfase à santidade de vida, à conversão do pecado, na nossa conversão à Deus. Fazer o firme propósito de deixar o pecado de vez, com o valoroso auxilio da vida de oração, na meditação da palavra, no rosário, no jejum, e sermos dóceis a toda esta insistência do céu, e desse modo preparar-nos espiritualmente para a tempestade que nós estamos próximos a viver. #Coronavírus
- Padre Duarte Lara, exorcista, passa orientações práticas para estes tempos difíceis
O conhecido exorcista, Padre Duarte Lara, atendendo ao pedido dos féis vem tranquilizar e passar orientações práticas para estes tempos difíceis de Coronavírus. Padre Duarte Lara frisou a importância de viver em estado de graça neste tempo de pandemia. Se a pessoa não está em estado de graça, ou seja, se cometeu algum pecado mortal desde a última confissão, a sugestão é, tomandoo todas as precauções, buscar o auxílio de um sacerdote e fazer a confissão sacramental. Ele relembra que nas revelações da Virgem Maria, Ela não se referia aos momentos difíceis que estariam pela frente como o fim do mundo, mas como momentos de grande tribulação que seriam passageiros, portanto, de acordo com a opinião deste estimado sacerdote e exorcista, o tempo atual é uma preparação para a grande tribulação que estaria por vir, e que após a grande tribulação, viriam tempos novos, um mundo renovado e uma humanidade que ama a Deus, assim como aconteceu no dilúvio. Contudo ele alerta que esta transição é dolorosa, e que devemos entregar nas mãos de Deus e pedir que ele abrevie este tempo de provação. Antes de continuar a leitura, assista este vídeo no qual ele explica melhor e dá importantes dicas: Outro aspecto lembrado pelo sacerdote é o tempo litúrgico que estamos vivendo. Basicamente estamos vivendo um retiro quaresmal “forçado”, e isso é muito propício. Reforça a importância das famílias estarem mais unidas, pais aproveitarem melhor o tempo com os filhos para convívio, brincadeiras, jogos, desligar os televisores, e principalmente a oração, e não perder a oportunidade de viver bem esse período. Aproveitar também para rezar mais e criar uma rotina de vida de oração em família. Além de criar uma rotina de oração, o sacerdote suplica aos católicos que tenham o costume de ler as Sagradas Escrituras, e que utilizem seu tempo para para fazer boas leituras, tanto para estudo da doutrina católica, como por exemplo o Catecismo, como também a vida dos santos e outros títulos católicos que são de grande proveito e crescimento espiritual Mais uma sugestão do sacerdote foi de reservar parte do tempo para cultivar amizades, entrar em contato, mesmo que por telefone ou internet, com amigos e familiares que estava tendo pouco contato. Enfim, devemos aproveitar este retiro espiritual providenciado pelo Céu para dar ênfase à santidade de vida, à conversão do pecado, na nossa conversão à Deus. Fazer o firme propósito de deixar o pecado de vez, com o valoroso auxilio da vida de oração, na meditação da palavra, no rosário, no jejum, e sermos dóceis a toda esta insistência do céu, e desse modo preparar-nos espiritualmente para a tempestade que nós estamos próximos a viver. #Coronavírus
- O coronavírus é um castigo divino? Considerações políticas, históricas e teológicas.
Excelente análise do Prof. Roberto de Mattei sobre novos cenários na era do coronavírus . Considerações políticas, históricas e teológicas. Por Roberto de Mattei, Corrispondenza Romana , 16 de março de 2020 | Tradução: José Antonio Ureta | Fratres in Unum O tema da minha palestra é “Os novos cenários na Itália e na Europa com e após o coronavírus”. Não falarei sobre esse tópico do ponto de vista médico ou científico, pois não tenho competência nesses campos. Em vez disso, tratarei do assuntos sob outros três pontos de vista: do estudioso das ciências políticas e sociais; do historiador; e do ponto de vista do filósofo da história. Assista: O estudioso das ciências sociais As ciências políticas e sociais são aquelas que estudam o comportamento do homem em seu contexto social, político e geopolítico. Desse ponto de vista, não me pergunto sobre as origens do coronavírus e sua natureza, mas sobre as consequências sociais que ele está tendo e terá. Uma epidemia é a disseminação em escala nacional ou mundial (neste caso, é chamada de pandemia) de uma doença infecciosa que afeta um grande número de indivíduos de uma determinada população em um período muito curto de tempo. O coronavírus, renomeado Covid-19 pela OMS, é uma doença infecciosa que começou a se espalhar a partir da China. A Itália é aparentemente o país ocidental mais afetado. Por que a Itália está em quarentena hoje? Porque, como os analistas entenderam desde o primeiro momento, o problema do coronavírus não é tanto a taxa de letalidade da doença, mas a rapidez da infecção na população. Todos concordam que a letalidade da doença em si não é muito alta. Um paciente pode se recuperar se for assistido por pessoal especializado em unidades de saúde bem equipadas. Mas se, devido à rapidez da infecção, que pode afetar milhões de pessoas simultaneamente, o número de pacientes for galopante, faltarão instalações e funcionários: nesse caso os pacientes morrem porque são privados dos cuidados necessários. Para tratar casos graves, são necessários cuidados intensivos para ventilar os pulmões. Se esse suporte estiver ausente, os pacientes morrem. Se o número de pessoas infectadas aumentar, os hospitais não poderão mais oferecer tratamento intensivo a todos e um número crescente de pacientes sucumbirá. As projeções epidemiológicas são inexoráveis e justificam as precauções tomadas. “Se ficar descontrolado, o coronavírus pode afetar toda a população italiana; mas suponhamos que no final apenas 30% sejam infectados, cerca de 20 milhões. Se desses – contando por baixo – uns 10% entrar em crise, isso significa que, sem cuidados intensivos, eles estarão destinados a sucumbir. Seriam dois milhões de mortes diretas, além de todas as mortes indiretas resultantes do colapso do sistema de saúde e da ordem social e econômica resultante” [1] . O colapso do sistema de saúde também tem outras consequências. O primeiro é o colapso do sistema de produção do país. As crises econômicas geralmente surgem da falta de demanda ou de oferta. Mas se aqueles que desejam consumir devem permanecer em casa e as lojas estão fechadas e aqueles que poderiam oferecer não podem levar seus produtos aos clientes, porque as operações de logística, o transporte de mercadorias e os pontos de venda estão em crise, as cadeias de suprimentos, as supply chains , colapsam. Os bancos centrais não conseguem salvar a situação: “A crise pós-coronavírus não tem solução monetária “;, escreve Maurizio Ricci, em La Repubblica , em 28 de fevereiro. Stefano Feltri, por sua vez, observa: “Receitas típicamente keynesianas – criação de empregos e demanda artificial com dinheiro público – não são viáveis quando os trabalhadores não saem de casa, os caminhões não circulam, os estádios estão fechados e as pessoas não reservam viagens de férias ou de negócios porque em casa há doentes ou temem infecções. Além de evitar crises de liquidez para as empresas, suspendendo os pagamentos de impostos e de juros aos bancos, a política é impotente. Um decreto do governo não é suficiente para reorganizar a cadeia de suprimentos ; “ [2] . A expressão “tempestade perfeita” foi criada há vários anos pelo economista Nouriel Roubini, para indicar uma mistura de condições financeiras que poderiam levar a um colapso do mercado. “Haverá uma recessão global devido ao coronavírus” , diz Nouriel Roubini, acrescentando: “A crise explodirá e resultará em um desastre” [3] . As previsões de Roubini foram confirmadas pela queda nos preços do petróleo após o fracasso de um acordo na Opep, com a Arábia Saudita desafiando a Rússia e decidindo aumentar a produção e baixar os preços. Provavelmente serão ratificadas pelo desdobramento de eventos. O ponto fraco da globalização é a “interconexão”, a palavra talismã do nosso tempo, da economia à religião. A Querida Amazônia do Papa Francisco é um hino à interconexão. Mas o sistema global é frágil precisamente porque está muito interconectado. E o sistema de distribuição de produtos é uma das cadeias dessa interconexão econômica. Não se trata de mercados, mas da economia real. Não apenas as finanças, mas também a indústria, o comércio e a agricultura, ou seja, os pilares da economia de um país, podem entrar em colapso se o sistema de produção e distribuição estiver em crise. Mas há outro ponto que começa a ser vislumbrado: não é apenas o colapso do sistema de saúde; não é só a possibilidade de uma rachadura econômica, mas também pode haver um colapso do Estado e da autoridade pública, em uma palavra, a anarquia social. As prisões em revolta na Itália indicam uma direção, As epidemias têm consequências psicológicas e sociais pelo pânico que podem causar. A Psicologia Social nasceu entre o final do século XIX e o início do século XX. Um de seus primeiros expoentes é Gustave Le Bon (1841-1931), autor de um famoso livro intitulado Psicologia das Massas (1895). Analisando o comportamento coletivo, Le Bon explica como, no meio da multidão, o indivíduo passa por uma mudança psicológica pela qual sentimentos e paixões são transmitidos de um indivíduo para outro “por contágio”, como nas doenças infecciosas. A moderna teoria do contágio social, inspirada em Le Bon, explica como, protegido do anonimato da massa, até o indivíduo mais pacífico pode se tornar agressivo, agindo por imitação ou sugestão. O pânico é um daqueles sentimentos transmitidos por contágio social, como aconteceu durante a Revolução Francesa no período chamado de “Grande Medo” [4] . Se a crise econômica soma-se à crise da saúde, uma onda descontrolada de pânico pode desencadear impulsos violentos na multidão. O Estado é substituído por tribos, gangues, especialmente nos subúrbios de grandes centros urbanos. A anarquia tem seus agentes e a guerra social, que foi teorizada pelo Fórum de São Paulo (uma confederação de organizações ultra-esquerdistas latino-americanas) já é praticada na Bolívia e no Chile, Venezuela e Equador, e pode em breve expandir-se para a Europa. Esse processo revolucionário certamente corresponde ao projeto dos lobbies globalistas, os “mestres do caos”, como os define o professor Renato Cristin [5] . Mas, se isso é verdade, também é verdade que quem sai derrotado por essa crise é precisamente a utopia da globalização, apresentada como o principal caminho para levar à unificação da humanidade. De fato, a globalização destrói o espaço e pulveriza as distâncias: hoje, pelo contrário, a regra para escapar da epidemia é a distância social, o isolamento do indivíduo. A quarentena se opõe diametralmente à “Sociedade Aberta”; defendida por George Soros. A concepção do homem como um relacionamento, típica de um certo personalismo filosófico, entra em ocaso. O papa Francisco, após o fracasso da Querida Amazônia , concentrou-se fortemente na conferência dedicada ao Pacto Global agendada no Vaticano para 14 de maio. A conferência, no entanto, foi adiada e ela não apenas se afasta no tempo, mas suas premissas ideológicas se dissolvem. O coronavírus nos traz de volta à realidade. Não é o fim das fronteiras, anunciado após a queda do Muro de Berlim. É o fim do mundo sem fronteiras. Não é o triunfo da nova ordem mundial: é o triunfo da nova desordem mundial. O cenário político e social é o de uma sociedade que se desintegra e se decompõe. Foi tudo planejado? É possível. Mas a história não é uma sucessão determinística de eventos. O mestre da história é Deus, não os mestres do caos. É o fim da “aldeia global”;. O assassino da globalização é um vírus global chamado coronavírus. O historiador A esta altura, o historiador se substitui ao observador político e tenta ver as coisas em uma perspectiva de longa distância. As epidemias acompanharam a história da humanidade desde seu início até o século XX e sempre se entrelaçaram com outros dois flagelos: guerras e crises econômicas. A última grande epidemia, a gripe espanhola da década de 1920, estava intimamente ligada à Primeira Guerra Mundial e à Grande Depressão de 1929, também conhecida como the Great Crash, uma crise econômica e financeira que abalou a economia mundial no final da década de 1920, com sérias repercussões também na década seguinte. Esses eventos foram seguidos pela Segunda Guerra Mundial. Laura Spinnay é uma jornalista científica inglesa que escreveu um livro intitulado Pale Rider: The Spanish Flu of 1918 and How It Changed the World , traduzido para o italiano como: 1918. A gripe espanhola, a pandemia que mudou o mundo . Seu livro nos informa que entre 1918 e 1920 o vírus espanhol infectou aproximadamente 500 milhões de pessoas, atingindo até habitantes de ilhas remotas do Oceano Pacífico e do Oceano Ártico, causando a morte de 50 a 100 milhões de pessoas, dez vezes mais que a Primeira Guerra Mundial. A Grande Guerra ajudou a espalhar o vírus pelo mundo. Laura Spinnay escreve: “É difícil imaginar um mecanismo de contágio mais eficaz do que a mobilização de grandes quantidades de tropas no auge da onda epidémica do outono, que chegaram aos quatro cantos do planeta, onde foram recebidos por multidões festivas. Basicamente, o que a gripe espanhola nos ensinou é que outra pandemia de gripe é inevitável, mas que se causará dez ou cem milhões de vítimas depende apenas de como será o mundo no qual ela se desencadeará.”. -á” [6] . No mundo interconectado da globalização, a facilidade de contágio é certamente maior do que era há cem anos atrás. Quem poderia negar isso? Mas o olhar do historiador remonta mais atrás no tempo. O século XX foi o século mais terrível da história, mas houve outro século terrível, o que a historiadora Barbara Tuchman em seu livro A Distant Mirror chama de “O calamitoso século XIV” [7] . Quero focalizar neste período histórico, que marca o fim da Idade Média e o início da Era Moderna. Faço isso com base nos trabalhos de historiadores — não católicos, mas sérios e objetivos em suas pesquisas. As Rogações são procissões convocadas pela Igreja para implorar a ajuda do Céu contra as calamidades. Nas Rogações, rezamos A fame, peste et bello libera nos, Domine : “da fome, da peste e da guerra, livrai-nos, Senhor”. A fome, a peste e a guerra sempre foram consideradas pelo povo cristão como castigos de Deus. A invocação litúrgica presente na cerimônia das Rogações, escreve o historiador Roberto Lopez “retomou toda a sua dramática relevância durante o século XIV” . [8] “Entre os séculos X e XII – observa López – nenhum dos grandes flagelos que ceifam a humanidade parece ter se espalhado em grande proporção; nem a peste, da qual não ouvimos falar neste período, nem a penúria, nem a guerra, que causou um número muito pequeno de vítimas. Além disso, as potencialidades da agricultura foram ampliadas por uma melhoria gradual do clima. Temos provas disso no recuo das geleiras nas montanhas e dos icebergs nos mares do Norte, na extensão da viticultura em regiões como a Inglaterra, onde hoje não é mais praticável, na abundância de água em territórios do Saara depois recuperados pelo deserto” [9] . Muito diferente foi a imagem do século XIV, que viu a convergência de catástrofes naturais e de sérias convulsões religiosas e políticas. O século XIV foi um século de profunda crise religiosa: começou com a bofetada de Anagni (1303), uma das maiores humilhações do papado na história; depois viu a mudança dos papas, durante setenta anos, para a cidade de Avignon, na França (1308-1378) e terminou, entre 1378 e 1417, com os quarenta anos do Cisma do Ocidente, no qual a Europa Católico dividiu-se entre dois e depois três papas opostos entre si. Um século depois, em 1517, a Revolução Protestante rasgou a unidade de fé do Cristianismo. Se o século XIII havia sido um período de paz na Europa, o século XIV foi uma era de guerra permanente. Basta pensar na “Guerra dos Cem Anos” entre a França e a Inglaterra (1339-1452) e a invasão dos turcos ao Império Bizantino, com a conquista de Adrianópolis em 1362. Nesse século, a Europa experimentou uma crise econômica devido às mudanças climáticas causadas não pelo homem, mas pelo esfriamento. O clima da Idade Média era ameno e doce, como seus costumes. O século XIV, em vez disso, experimentou um forte enrijecimento das condições climáticas. As chuvas e inundações da primavera de 1315 resultaram em uma fome geral que assaltou a Europa inteira, especialmente as regiões septentrionais, causando a morte de milhões de pessoas. A fome se espalhou por toda parte. Os idosos recusavam voluntariamente a comida na esperança de que os jovens sobrevivessem e os cronistas da época escreveram sobre muitos casos de canibalismo. Uma das principais conseqüências da fome foi a desestruturação agrícola. Durante esse período, houve grandes movimentos de despovoamento agrícola, caracterizados pela fuga da terra e pelo abandono das aldeias; a floresta invadiu campos e vinhedos. Como conseqüência do abandono do campo, houve uma redução acentuada na produtividade do solo e um depauperamento dos rebanhos. Se o mau tempo causa fome, isso enfraquece o corpo das populações, abre o caminho para as doenças. Os historiadores Ruggero Romano e Alberto Tenenti mostram como no século XIV se intensificou o círculo vicioso entre penúrias e epidemias [10] . A última grande peste havia eclodido entre 747 e 750; reapareceu quase seiscentos anos depois, repetindo-se quatro vezes no curso de uma década. A peste veio do Oriente e chegou a Constantinopla no outono de 1347. Nos três anos seguintes, infectou toda a Europa até a Escandinávia e a Polônia. É a Peste Negra de que Boccaccio fala no Decamerão. A Itália perdeu cerca da metade de seus habitantes. Agnolo di Tura, cronista de Siena, reclamou que não encontrava mais ninguém para enterrar os mortos e que teve que enterrar seus cinco filhos com as próprias mãos. Giovanni Villani, um cronista florentino, foi atingido pela peste de forma tão repentina que sua crônica parou no meio de uma frase. A população européia que, no início de 1300, atingira mais de 70 milhões de habitantes, após um século de guerras, epidemias e fomes, desceu a 40 milhões; portanto, diminuiu em mais de um terço. A fome, a peste e as guerras do século XIV foram interpretadas pelo povo cristão como sinais do castigo de Deus. Tria sunt flagella quibus dominus castigat : três são os flagelos com os quais Deus castiga os povos: guerra, peste e fome, advertiu São Bernardino de Siena (1380-1444) [11] . São Bernardino de Siena pertence a esse número de santos, como Catarina de Siena, Brígida da Suécia, Vicente Ferrer, Luis Maria Grignion de Monfort, que explicaram como, ao longo da história, os desastres naturais sempre acompanharam as infidelidades e apostasias das nações. Isso que aconteceu no final da Idade Média cristã parece acontecer com as calamidades de hoje. Santos como Bernardino de Siena não atribuíram esses eventos à atuação dos agentes do mal, mas aos pecados dos homens, tão mais graves se forem pecados coletivos e ainda mais graves se forem tolerados ou promovidos pelos governantes dos povos e pelas autoridades da Igreja. O filósofo da história Essas considerações nos introduzem no terceiro ponto de vista sob o qual considerarei os eventos, não como sociólogo ou historiador, mas como filósofo da história. A teologia e a filosofia da história são campos de especulação intelectual que aplicam os princípios da teologia e da filosofia a eventos históricos. O teólogo da história é como uma águia que julga dos cimos os eventos humanos. Grandes teólogos da história foram Santo Agostinho (3054-430), Jacques Bénigne Bossuet (1627-1704), que foi chamado de águia de Meaux, do nome da diocese da qual foi bispo, o conde Joseph de Maistre (1753 -1821), o marquês Juan Donoso Cortés (1809-1853), o abade de Solesmes, Dom Guéranger (1805-1875), o professor Plinio Correa de Oliveira (1908-1995) e muitos outros. Há uma expressão bíblica que diz: Judicia Dei abyssus multa (Salmos 35, 7): os juízos de Deus são um grande abismo. O teólogo da história se submete a esses juízos e tenta entender a razão. São Gregório Magno, convidando-nos a investigar as razões da obra divina, declara: “Quem, nas obras de Deus, não descobre a razão pela qual Deus as faz, encontrará em sua maldade e baixeza motivos suficientes para explicar por que suas indagações são em vão” [12] . A filosofia e a teologia modernas, sob a influência acima de tudo de Hegel, substituíram os juízos de Deus por aqueles história. O princípio de que a Igreja julga a história é invertido. De acordo com a Nouvelle théologie , não é a Igreja que julga a história, mas a história que julga a Igreja, porque a Igreja não transcende a história, mas é imanente, interna a ela. Quando o cardeal Carlo Maria Martini, em sua última entrevista, afirmou que “a Igreja está 200 anos atrasada” em relação à história, ele tomou a história como critério de julgamento da Igreja. Quando o Papa Francisco, em sua saudação de Natal de 21 de dezembro de 2019, faz suas as palavras do cardeal Martini, ele julga a Igreja em nome da história, revertendo o que deveria ser o critério católico de julgamento. A história é realmente uma criatura de Deus, como a natureza, como tudo o que existe, porque nada do que existe é subtraído de Deus. Tudo o que acontece na história é previsto, regrado e ordenado por Deus desde toda a eternidade. . Portanto, para o filósofo da história, todo discurso só pode começar com Deus e terminar com Deus: Deus não apenas existe, mas toma conta das criaturas e recompensa ou castiga os seres racionais, de acordo com os méritos e falhas de cada um. O Catecismo de São Pio X ensina: “Deus recompensa o bem e castiga o mal porque é justiça infinita” . A justiça, explicam os teólogos , é uma das infinitas perfeições de Deus [13] . A misericórdia infinita de Deus pressupõe sua justiça infinita. Entre os católicos, a idéia de justiça, como a do juízo divino, é freqüentemente repelida. No entanto, a doutrina da Igreja ensina a existência de um juízo particular que se segue à morte de cada um, com a retribuição imediata às almas, e um julgamento universal em que anjos e homens serão julgados por pensamentos, palavras, obras, omissões. A teologia da história afirma que Deus recompensa e pune não apenas os homens, mas coletividades e grupos sociais: famílias, nações, civilizações. Mas enquanto os homens têm sua recompensa ou seu castigo, às vezes na terra, mas sempre na eternidade, nações sem vida eterna são punidas ou recompensadas apenas na terra. Deus é justo e recompensador, e dá a cada um o que lhe corresponde: não apenas castiga as pessoas individuais, mas também atribula famílias, cidades, nações pelos pecados que são cometidos lá. Terremotos, fome, epidemias, guerras, revoluções sempre foram consideradas punições divinas. Como escreve o padre Pedro de Ribadaneira (1527-1611), “guerras e pragas, secas e fomes, fome, incêndios e todas as outras calamidades desastrosas são punições pelos pecados do povo” [14] . Em 5 de março, o bispo de uma importante diocese italiana, cujo nome não menciono, disse: “Uma coisa é certa: esse vírus não foi enviado por Deus para punir a humanidade pecadora. É um efeito da natureza em sua característica de madrasta. Mas Deus enfrenta esse fenômeno conosco e provavelmente nos fará entender, no fim, que a humanidade é uma aldeia global”. Este bispo italiano não renuncia ao mito da “aldeia global” nem à religião da natureza de Pachamama e de Greta Thurnberg, mesmo que para ele a “Grande Mãe” possa se tornar “madrasta”. Mas, acima de tudo, o bispo rejeita fortemente a ideia de que a epidemia de coronavírus ou qualquer outro desastre coletivo possa ser uma punição para a humanidade. O vírus, o bispo acredita, é apenas um efeito da natureza. Mas quem criou, regula e dirige a natureza? Deus é o autor da natureza, com suas forças e suas leis e tem o poder de organizar o mecanismo das forças e leis da natureza para produzir um fenômeno de acordo com as exigências de sua justiça ou da sua misericórdia. Deus, que é a causa primeira de tudo o que existe, sempre usa causas segundas para realizar seus planos. Quem tem espírito sobrenatural não se detém na superfície, mas tenta entender o plano de Deus escondido sob a força aparentemente cega da natureza. O grande pecado contemporâneo é a perda da fé dos homens da Igreja: não deste ou daquele homem da Igreja, mas dos homens da Igreja como um todo, com algumas exceções, graças aos quais a Igreja não perde sua visibilidade. Essa infidelidade produz a cegueira da mente e o endurecimento do coração, a indiferença diante da violação da ordem divina do universo. É uma indiferença que esconde o ódio contra Deus. Como se manifesta? Não diretamente. Esses clérigos são covardes demais para desafiar diretamente a Deus: eles preferem expressar seu ódio para com aqueles que ousam falar de Deus, e aqueles que ousam falar de castigo de Deus são apedrejados: um rio de ódio se derrama contra eles. Esses homens da Igreja, apesar de professarem verbalmente acreditar em Deus, na verdade vivem imersos no ateísmo prático. Eles despojam Deus de todos os seus atributos, reduzindo-o a puro “ser”, isto é, a nada. Tudo o que acontece é para eles o fruto da natureza, emancipada do seu Autor, e somente a ciência, e não a Igreja, é capaz de decifrar suas leis. Contudo, não apenas a sã teologia, mas o próprio sensus fidei , ensina que todos os males físicos e materiais que não provêm do homem dependem da vontade de Deus. “Tudo o que acontece aqui contra a nossa vontade – escreve Saint Alfonso de Ligório – sabei que isso não acontece senão pela vontade de Deus, como diz Santo Agostinho” [15] . Em 19 de julho, a liturgia da Igreja comemora o bispo de São Lopo de Troyes (383-478). Ele era irmão de São Vicente de Lerins, cunhado de São Hilário de Arles, pertencente a uma família de antiga nobreza senatorial, mas acima de tudo de grande santidade. Durante seu longo episcopado, 52 anos, a Gália foi invadida pelos hunos. Átila, à frente de um exército de 4000 mil homens, atravessou o Reno, devastando tudo o que encontrou em seu caminho. Quando ele chegou em frente à cidade de Troyes, o bispo Lopo, vestindo as roupas pontifícias e seguido pelo clero em procissão, encontrou Átila e perguntou: “Quem és tu que ameaças esta cidade?” . A resposta foi: “Não sabeis quem sou? Eu sou Átila, rei dos hunos, chamado o flagelo de Deus ”. “E então seja o flagelo bem-vindo de Deus, porque merecemos os flagelos divinos, por causa de nossos pecados. Mas se for possível, desfira seus golpes apenas na minha pessoa, e não em toda a cidade.” Os hunos entraram na cidade de Troyes, mas por vontade divina eles foram cegados e a atravessaram sem dar-se conta e sem ferir ninguém. Hoje, os bispos não somente não falam de flagelos divinos, mas também não convidam os fiéis a orar a Deus para libertá-los da epidemia. Há uma coerência nisso. Quem reza pede, de fato, a Deus para intervir em sua própria vida e, portanto, nas coisas do mundo, para ser protegido do mal e obter bens espirituais e materiais. Mas por que Deus ouviria nossas orações se Ele não está interessado no universo que criou? Se, pelo contrário, Deus pode, com milagres, mudar as leis da natureza, evitando o sofrimento e a morte de um homem, ou a hecatombe de uma cidade, Ele também pode decidir o castigo de uma cidade ou de um povo, porque pecados coletivos atraem punições coletivas. “Pelos pecados – diz São Carlos Borromeu – Deus permitiu que o incêndio da peste se difundisse em cada setor em Milão . “ [16] . E Santo Tomás de Aquino explica: “Quando todo o povo peca, deve–se tirar vingança dele, ou totalmente, como no caso dos Egípcios que, perseguindo os filhos de Israel, ficaram submersos no Mar Vermelho; e também no dos Sodomitas, que todos pereceram – o que tudo se lê na Escritura. Ou, em grande parte do povo, como no caso dos que adoraram o bezerro “ [17] . Na véspera da segunda sessão do Concílio Vaticano I, em 6 de janeiro de 1870, São João Bosco teve uma visão na qual lhe foi revelado que “a guerra, a praga, a fome são os flagelos com os quais o orgulho e a malícia dos homens serão atingidos” . Assim disse o Senhor: “Vós, sacerdotes, por que não correis chorando entre o vestíbulo e o altar, invocando a suspensão dos flagelos? Por que vós não pegais o escudo da fé e caminhais por cima dos telhados, nas casas, nas ruas, nas praças, em todo lugar até inacessível, para levar a semente da minha palavra? Vós ignorais que esta é a terrível espada de dois gumes que derruba meus inimigos e que quebra a ira de Deus e dos homens?” [18] . Hoje os sacerdotes estão calados, os bispos estão calados, o Papa está calado. Estamos nos aproximando da Semana Santa e da Páscoa. E pela primeira vez, talvez em muitos séculos na Itália, as igrejas estão fechadas, as missas suspensas, até a Basílica de San Pietro está fechada. As cerimónias pascais urbe et orbi não reunirão peregrinos de todo o mundo. Deus também pune por “subtração”, diz São Bernardino de Siena, e hoje Deus parece ter quase subtraído as igrejas, a Mãe de todas as igrejas da mão do supremo Pastor, enquanto o povo católico tateia confuso no escuro, desprovido daquela verdade clara que da Basílica de São Pedro deve iluminar o mundo. Como não ver, no que o coronavírus está produzindo, um resultado simbólico da auto-demolição da Igreja? Judicia Dei abyssus multa . Devemos ter certeza de que o que acontece não prefigura o sucesso dos filhos das trevas, mas a sua derrota, porque, como explica o Padre Carlo Ambrogio Cattaneo, da Companhia de Jesus (1645-1705), o número de pecados, de um homem ou de um povo é contado [19] . Venit dies iniquitate praefinita diz o profeta Ezequiel (21, 2): Deus é misericordioso, mas há um último pecado que Deus não tolera e que provoca seu castigo. Além disso, de acordo com um princípio da teologia da história cristã, o centro da história não são os inimigos da Igreja, mas os santos. Omnia sustineo propter electos (II Tim. 2, 10), diz São Paulo. A história gira em torno dos eleitos. E a história depende dos desígnios impenetráveis da Divina Providência. Na história, atuam homens, grupos, sociedades organizadas, públicas ou secretas, que se opõem à Lei de Deus, que se esforçam para destruir tudo o que é ordenado a Deus. Eles podem obter sucessos aparentes, mas sempre serão derrotados. O cenário que temos diante de nós é apocalíptico, mas Pio XII nos lembra que no Apocalipse (6, 2), São João, “não olhou apenas as ruínas causadas pelo pecado, guerra, fome e morte; ele também viu pela primeira vez a vitória de Cristo. E, de fato, o caminho da Igreja através dos séculos é, sim, uma via sacra, mas também é em cada momento uma marcha triunfal. A Igreja de Cristo, os homens de fé e de amor cristão, são sempre aqueles que, à humanidade sem esperança, trazem a luz, a redenção e a paz. Iesus Christus heri et hodie, ipse et in saecula (Hebr. 13, 8). Cristo é vosso guia, de vitória em vitória. Segui-Lo.” [20] Nossa Senhora de Fátima profetizou o cenário de nosso tempo e garantiu seu triunfo. Com a humildade de quem é ciente que nada pode com suas próprias forças, mas também com a confiança de quem sabe que tudo pode com a ajuda de Deus, não retrocedemos e nos consagramos a Maria na trágica hora dos acontecimentos anunciados pela mensagem de Fátima. [1] Francesco Sisci, Il Sussidiario.net , 9 marzo 2020 . [2] Stefano Feltri, Il Fatto quotidiano , 4 marzo 2020. [3] https://www.cnbc.com/video/2020/03/09/there-will-be-a-recession-due-to-coronavirus-says-nouriel-roubini.html [4] Pierre Gaxotte, La Révolution française , Complexe, Paris 1988, pp. 93-128. [5] Renato Cristin, I padroni del caos , Liberlibri, Macerata 2017. [6] Laura Spinney, 1918. L’influenza spagnola. La pandemia che cambiò il mondo , Marsilio, Venezia 1918, p. 187. [7] Barbara Tuchman, A distant Mirror. The Calamitous Fourteenth Century , Macmillan Publishers, Londra 1995. [8] Roberto S. Lopez, La nascita dell’Europa. Secoli V-XIV , Einaudi, Torino 1966, p. 427. [9] Ivi, p. 133. [10] Ruggero Romano-Alberto Tenenti, Alle origini del mondo moderno 1350-1550 , Feltrinelli, Milano 1967, pp. 16-26. [11] San Bernardino, Opera omnia, Sermo 46, Feria quinta post dominicam de Passione , vol. II, pp. 84-85. [12] S. Gregorio Magno, Moralia , Lib. IX, cap. I. [13] Réginald Garrigou-Lagrange, Dieu, son existence et sa nature , Beauchesne, Paris 1950, pp. 440-463. [14] Pietro Ribadaneira, La tribolazione e i suoi conforti , Civiltà Cattolica, Roma 1914, p. 207. [15] S. Alfonso Maria de’Liguori, Uniformità alla volontà di Dio , Francavilla, Paoline 1968, p. 33. [16] S. Carlo Borromeo, Memoriale al suo diletto popolo della città di Milano , Stamperia Michele Tini, Roma 1579, p. 44. [17] S. Tommaso d’Aquino, Summa Theologica , IIª-IIae q. 108 a. 1 ad 5. [18] Cfr. Memorie biografiche del venerabile don Giovanni Bosco. Raccolte del sac. Salesiano Giovanni Battista Lemoyne , edizione extra commerciale, vol. IX, Tipografia S.A.I.D. “Buona Stampa”, Torino 1917, p. 782. [19] Carlo Ambrogio Cattaneo s.j., L’esercizio della buona morte , in Opere , vol. II, Boniardi, Milano 1867, pp. 169-170. [20] Pio XII, Discorso del 12 settembre 1948 in Discorsi e Radiomessaggi , X (1948-1949), p. 212. #Coronavírus
- O coronavírus é um castigo divino? Considerações políticas, históricas e teológicas.
Excelente análise do Prof. Roberto de Mattei sobre novos cenários na era do coronavírus . Considerações políticas, históricas e teológicas. Por Roberto de Mattei, Corrispondenza Romana , 16 de março de 2020 | Tradução: José Antonio Ureta | Fratres in Unum O tema da minha palestra é “Os novos cenários na Itália e na Europa com e após o coronavírus”. Não falarei sobre esse tópico do ponto de vista médico ou científico, pois não tenho competência nesses campos. Em vez disso, tratarei do assuntos sob outros três pontos de vista: do estudioso das ciências políticas e sociais; do historiador; e do ponto de vista do filósofo da história. Assista: O estudioso das ciências sociais As ciências políticas e sociais são aquelas que estudam o comportamento do homem em seu contexto social, político e geopolítico. Desse ponto de vista, não me pergunto sobre as origens do coronavírus e sua natureza, mas sobre as consequências sociais que ele está tendo e terá. Uma epidemia é a disseminação em escala nacional ou mundial (neste caso, é chamada de pandemia) de uma doença infecciosa que afeta um grande número de indivíduos de uma determinada população em um período muito curto de tempo. O coronavírus, renomeado Covid-19 pela OMS, é uma doença infecciosa que começou a se espalhar a partir da China. A Itália é aparentemente o país ocidental mais afetado. Por que a Itália está em quarentena hoje? Porque, como os analistas entenderam desde o primeiro momento, o problema do coronavírus não é tanto a taxa de letalidade da doença, mas a rapidez da infecção na população. Todos concordam que a letalidade da doença em si não é muito alta. Um paciente pode se recuperar se for assistido por pessoal especializado em unidades de saúde bem equipadas. Mas se, devido à rapidez da infecção, que pode afetar milhões de pessoas simultaneamente, o número de pacientes for galopante, faltarão instalações e funcionários: nesse caso os pacientes morrem porque são privados dos cuidados necessários. Para tratar casos graves, são necessários cuidados intensivos para ventilar os pulmões. Se esse suporte estiver ausente, os pacientes morrem. Se o número de pessoas infectadas aumentar, os hospitais não poderão mais oferecer tratamento intensivo a todos e um número crescente de pacientes sucumbirá. As projeções epidemiológicas são inexoráveis e justificam as precauções tomadas. “Se ficar descontrolado, o coronavírus pode afetar toda a população italiana; mas suponhamos que no final apenas 30% sejam infectados, cerca de 20 milhões. Se desses – contando por baixo – uns 10% entrar em crise, isso significa que, sem cuidados intensivos, eles estarão destinados a sucumbir. Seriam dois milhões de mortes diretas, além de todas as mortes indiretas resultantes do colapso do sistema de saúde e da ordem social e econômica resultante” [1] . O colapso do sistema de saúde também tem outras consequências. O primeiro é o colapso do sistema de produção do país. As crises econômicas geralmente surgem da falta de demanda ou de oferta. Mas se aqueles que desejam consumir devem permanecer em casa e as lojas estão fechadas e aqueles que poderiam oferecer não podem levar seus produtos aos clientes, porque as operações de logística, o transporte de mercadorias e os pontos de venda estão em crise, as cadeias de suprimentos, as supply chains , colapsam. Os bancos centrais não conseguem salvar a situação: “A crise pós-coronavírus não tem solução monetária “;, escreve Maurizio Ricci, em La Repubblica , em 28 de fevereiro. Stefano Feltri, por sua vez, observa: “Receitas típicamente keynesianas – criação de empregos e demanda artificial com dinheiro público – não são viáveis quando os trabalhadores não saem de casa, os caminhões não circulam, os estádios estão fechados e as pessoas não reservam viagens de férias ou de negócios porque em casa há doentes ou temem infecções. Além de evitar crises de liquidez para as empresas, suspendendo os pagamentos de impostos e de juros aos bancos, a política é impotente. Um decreto do governo não é suficiente para reorganizar a cadeia de suprimentos ; “ [2] . A expressão “tempestade perfeita” foi criada há vários anos pelo economista Nouriel Roubini, para indicar uma mistura de condições financeiras que poderiam levar a um colapso do mercado. “Haverá uma recessão global devido ao coronavírus” , diz Nouriel Roubini, acrescentando: “A crise explodirá e resultará em um desastre” [3] . As previsões de Roubini foram confirmadas pela queda nos preços do petróleo após o fracasso de um acordo na Opep, com a Arábia Saudita desafiando a Rússia e decidindo aumentar a produção e baixar os preços. Provavelmente serão ratificadas pelo desdobramento de eventos. O ponto fraco da globalização é a “interconexão”, a palavra talismã do nosso tempo, da economia à religião. A Querida Amazônia do Papa Francisco é um hino à interconexão. Mas o sistema global é frágil precisamente porque está muito interconectado. E o sistema de distribuição de produtos é uma das cadeias dessa interconexão econômica. Não se trata de mercados, mas da economia real. Não apenas as finanças, mas também a indústria, o comércio e a agricultura, ou seja, os pilares da economia de um país, podem entrar em colapso se o sistema de produção e distribuição estiver em crise. Mas há outro ponto que começa a ser vislumbrado: não é apenas o colapso do sistema de saúde; não é só a possibilidade de uma rachadura econômica, mas também pode haver um colapso do Estado e da autoridade pública, em uma palavra, a anarquia social. As prisões em revolta na Itália indicam uma direção, As epidemias têm consequências psicológicas e sociais pelo pânico que podem causar. A Psicologia Social nasceu entre o final do século XIX e o início do século XX. Um de seus primeiros expoentes é Gustave Le Bon (1841-1931), autor de um famoso livro intitulado Psicologia das Massas (1895). Analisando o comportamento coletivo, Le Bon explica como, no meio da multidão, o indivíduo passa por uma mudança psicológica pela qual sentimentos e paixões são transmitidos de um indivíduo para outro “por contágio”, como nas doenças infecciosas. A moderna teoria do contágio social, inspirada em Le Bon, explica como, protegido do anonimato da massa, até o indivíduo mais pacífico pode se tornar agressivo, agindo por imitação ou sugestão. O pânico é um daqueles sentimentos transmitidos por contágio social, como aconteceu durante a Revolução Francesa no período chamado de “Grande Medo” [4] . Se a crise econômica soma-se à crise da saúde, uma onda descontrolada de pânico pode desencadear impulsos violentos na multidão. O Estado é substituído por tribos, gangues, especialmente nos subúrbios de grandes centros urbanos. A anarquia tem seus agentes e a guerra social, que foi teorizada pelo Fórum de São Paulo (uma confederação de organizações ultra-esquerdistas latino-americanas) já é praticada na Bolívia e no Chile, Venezuela e Equador, e pode em breve expandir-se para a Europa. Esse processo revolucionário certamente corresponde ao projeto dos lobbies globalistas, os “mestres do caos”, como os define o professor Renato Cristin [5] . Mas, se isso é verdade, também é verdade que quem sai derrotado por essa crise é precisamente a utopia da globalização, apresentada como o principal caminho para levar à unificação da humanidade. De fato, a globalização destrói o espaço e pulveriza as distâncias: hoje, pelo contrário, a regra para escapar da epidemia é a distância social, o isolamento do indivíduo. A quarentena se opõe diametralmente à “Sociedade Aberta”; defendida por George Soros. A concepção do homem como um relacionamento, típica de um certo personalismo filosófico, entra em ocaso. O papa Francisco, após o fracasso da Querida Amazônia , concentrou-se fortemente na conferência dedicada ao Pacto Global agendada no Vaticano para 14 de maio. A conferência, no entanto, foi adiada e ela não apenas se afasta no tempo, mas suas premissas ideológicas se dissolvem. O coronavírus nos traz de volta à realidade. Não é o fim das fronteiras, anunciado após a queda do Muro de Berlim. É o fim do mundo sem fronteiras. Não é o triunfo da nova ordem mundial: é o triunfo da nova desordem mundial. O cenário político e social é o de uma sociedade que se desintegra e se decompõe. Foi tudo planejado? É possível. Mas a história não é uma sucessão determinística de eventos. O mestre da história é Deus, não os mestres do caos. É o fim da “aldeia global”;. O assassino da globalização é um vírus global chamado coronavírus. O historiador A esta altura, o historiador se substitui ao observador político e tenta ver as coisas em uma perspectiva de longa distância. As epidemias acompanharam a história da humanidade desde seu início até o século XX e sempre se entrelaçaram com outros dois flagelos: guerras e crises econômicas. A última grande epidemia, a gripe espanhola da década de 1920, estava intimamente ligada à Primeira Guerra Mundial e à Grande Depressão de 1929, também conhecida como the Great Crash, uma crise econômica e financeira que abalou a economia mundial no final da década de 1920, com sérias repercussões também na década seguinte. Esses eventos foram seguidos pela Segunda Guerra Mundial. Laura Spinnay é uma jornalista científica inglesa que escreveu um livro intitulado Pale Rider: The Spanish Flu of 1918 and How It Changed the World , traduzido para o italiano como: 1918. A gripe espanhola, a pandemia que mudou o mundo . Seu livro nos informa que entre 1918 e 1920 o vírus espanhol infectou aproximadamente 500 milhões de pessoas, atingindo até habitantes de ilhas remotas do Oceano Pacífico e do Oceano Ártico, causando a morte de 50 a 100 milhões de pessoas, dez vezes mais que a Primeira Guerra Mundial. A Grande Guerra ajudou a espalhar o vírus pelo mundo. Laura Spinnay escreve: “É difícil imaginar um mecanismo de contágio mais eficaz do que a mobilização de grandes quantidades de tropas no auge da onda epidémica do outono, que chegaram aos quatro cantos do planeta, onde foram recebidos por multidões festivas. Basicamente, o que a gripe espanhola nos ensinou é que outra pandemia de gripe é inevitável, mas que se causará dez ou cem milhões de vítimas depende apenas de como será o mundo no qual ela se desencadeará.”. -á” [6] . No mundo interconectado da globalização, a facilidade de contágio é certamente maior do que era há cem anos atrás. Quem poderia negar isso? Mas o olhar do historiador remonta mais atrás no tempo. O século XX foi o século mais terrível da história, mas houve outro século terrível, o que a historiadora Barbara Tuchman em seu livro A Distant Mirror chama de “O calamitoso século XIV” [7] . Quero focalizar neste período histórico, que marca o fim da Idade Média e o início da Era Moderna. Faço isso com base nos trabalhos de historiadores — não católicos, mas sérios e objetivos em suas pesquisas. As Rogações são procissões convocadas pela Igreja para implorar a ajuda do Céu contra as calamidades. Nas Rogações, rezamos A fame, peste et bello libera nos, Domine : “da fome, da peste e da guerra, livrai-nos, Senhor”. A fome, a peste e a guerra sempre foram consideradas pelo povo cristão como castigos de Deus. A invocação litúrgica presente na cerimônia das Rogações, escreve o historiador Roberto Lopez “retomou toda a sua dramática relevância durante o século XIV” . [8] “Entre os séculos X e XII – observa López – nenhum dos grandes flagelos que ceifam a humanidade parece ter se espalhado em grande proporção; nem a peste, da qual não ouvimos falar neste período, nem a penúria, nem a guerra, que causou um número muito pequeno de vítimas. Além disso, as potencialidades da agricultura foram ampliadas por uma melhoria gradual do clima. Temos provas disso no recuo das geleiras nas montanhas e dos icebergs nos mares do Norte, na extensão da viticultura em regiões como a Inglaterra, onde hoje não é mais praticável, na abundância de água em territórios do Saara depois recuperados pelo deserto” [9] . Muito diferente foi a imagem do século XIV, que viu a convergência de catástrofes naturais e de sérias convulsões religiosas e políticas. O século XIV foi um século de profunda crise religiosa: começou com a bofetada de Anagni (1303), uma das maiores humilhações do papado na história; depois viu a mudança dos papas, durante setenta anos, para a cidade de Avignon, na França (1308-1378) e terminou, entre 1378 e 1417, com os quarenta anos do Cisma do Ocidente, no qual a Europa Católico dividiu-se entre dois e depois três papas opostos entre si. Um século depois, em 1517, a Revolução Protestante rasgou a unidade de fé do Cristianismo. Se o século XIII havia sido um período de paz na Europa, o século XIV foi uma era de guerra permanente. Basta pensar na “Guerra dos Cem Anos” entre a França e a Inglaterra (1339-1452) e a invasão dos turcos ao Império Bizantino, com a conquista de Adrianópolis em 1362. Nesse século, a Europa experimentou uma crise econômica devido às mudanças climáticas causadas não pelo homem, mas pelo esfriamento. O clima da Idade Média era ameno e doce, como seus costumes. O século XIV, em vez disso, experimentou um forte enrijecimento das condições climáticas. As chuvas e inundações da primavera de 1315 resultaram em uma fome geral que assaltou a Europa inteira, especialmente as regiões septentrionais, causando a morte de milhões de pessoas. A fome se espalhou por toda parte. Os idosos recusavam voluntariamente a comida na esperança de que os jovens sobrevivessem e os cronistas da época escreveram sobre muitos casos de canibalismo. Uma das principais conseqüências da fome foi a desestruturação agrícola. Durante esse período, houve grandes movimentos de despovoamento agrícola, caracterizados pela fuga da terra e pelo abandono das aldeias; a floresta invadiu campos e vinhedos. Como conseqüência do abandono do campo, houve uma redução acentuada na produtividade do solo e um depauperamento dos rebanhos. Se o mau tempo causa fome, isso enfraquece o corpo das populações, abre o caminho para as doenças. Os historiadores Ruggero Romano e Alberto Tenenti mostram como no século XIV se intensificou o círculo vicioso entre penúrias e epidemias [10] . A última grande peste havia eclodido entre 747 e 750; reapareceu quase seiscentos anos depois, repetindo-se quatro vezes no curso de uma década. A peste veio do Oriente e chegou a Constantinopla no outono de 1347. Nos três anos seguintes, infectou toda a Europa até a Escandinávia e a Polônia. É a Peste Negra de que Boccaccio fala no Decamerão. A Itália perdeu cerca da metade de seus habitantes. Agnolo di Tura, cronista de Siena, reclamou que não encontrava mais ninguém para enterrar os mortos e que teve que enterrar seus cinco filhos com as próprias mãos. Giovanni Villani, um cronista florentino, foi atingido pela peste de forma tão repentina que sua crônica parou no meio de uma frase. A população européia que, no início de 1300, atingira mais de 70 milhões de habitantes, após um século de guerras, epidemias e fomes, desceu a 40 milhões; portanto, diminuiu em mais de um terço. A fome, a peste e as guerras do século XIV foram interpretadas pelo povo cristão como sinais do castigo de Deus. Tria sunt flagella quibus dominus castigat : três são os flagelos com os quais Deus castiga os povos: guerra, peste e fome, advertiu São Bernardino de Siena (1380-1444) [11] . São Bernardino de Siena pertence a esse número de santos, como Catarina de Siena, Brígida da Suécia, Vicente Ferrer, Luis Maria Grignion de Monfort, que explicaram como, ao longo da história, os desastres naturais sempre acompanharam as infidelidades e apostasias das nações. Isso que aconteceu no final da Idade Média cristã parece acontecer com as calamidades de hoje. Santos como Bernardino de Siena não atribuíram esses eventos à atuação dos agentes do mal, mas aos pecados dos homens, tão mais graves se forem pecados coletivos e ainda mais graves se forem tolerados ou promovidos pelos governantes dos povos e pelas autoridades da Igreja. O filósofo da história Essas considerações nos introduzem no terceiro ponto de vista sob o qual considerarei os eventos, não como sociólogo ou historiador, mas como filósofo da história. A teologia e a filosofia da história são campos de especulação intelectual que aplicam os princípios da teologia e da filosofia a eventos históricos. O teólogo da história é como uma águia que julga dos cimos os eventos humanos. Grandes teólogos da história foram Santo Agostinho (3054-430), Jacques Bénigne Bossuet (1627-1704), que foi chamado de águia de Meaux, do nome da diocese da qual foi bispo, o conde Joseph de Maistre (1753 -1821), o marquês Juan Donoso Cortés (1809-1853), o abade de Solesmes, Dom Guéranger (1805-1875), o professor Plinio Correa de Oliveira (1908-1995) e muitos outros. Há uma expressão bíblica que diz: Judicia Dei abyssus multa (Salmos 35, 7): os juízos de Deus são um grande abismo. O teólogo da história se submete a esses juízos e tenta entender a razão. São Gregório Magno, convidando-nos a investigar as razões da obra divina, declara: “Quem, nas obras de Deus, não descobre a razão pela qual Deus as faz, encontrará em sua maldade e baixeza motivos suficientes para explicar por que suas indagações são em vão” [12] . A filosofia e a teologia modernas, sob a influência acima de tudo de Hegel, substituíram os juízos de Deus por aqueles história. O princípio de que a Igreja julga a história é invertido. De acordo com a Nouvelle théologie , não é a Igreja que julga a história, mas a história que julga a Igreja, porque a Igreja não transcende a história, mas é imanente, interna a ela. Quando o cardeal Carlo Maria Martini, em sua última entrevista, afirmou que “a Igreja está 200 anos atrasada” em relação à história, ele tomou a história como critério de julgamento da Igreja. Quando o Papa Francisco, em sua saudação de Natal de 21 de dezembro de 2019, faz suas as palavras do cardeal Martini, ele julga a Igreja em nome da história, revertendo o que deveria ser o critério católico de julgamento. A história é realmente uma criatura de Deus, como a natureza, como tudo o que existe, porque nada do que existe é subtraído de Deus. Tudo o que acontece na história é previsto, regrado e ordenado por Deus desde toda a eternidade. . Portanto, para o filósofo da história, todo discurso só pode começar com Deus e terminar com Deus: Deus não apenas existe, mas toma conta das criaturas e recompensa ou castiga os seres racionais, de acordo com os méritos e falhas de cada um. O Catecismo de São Pio X ensina: “Deus recompensa o bem e castiga o mal porque é justiça infinita” . A justiça, explicam os teólogos , é uma das infinitas perfeições de Deus [13] . A misericórdia infinita de Deus pressupõe sua justiça infinita. Entre os católicos, a idéia de justiça, como a do juízo divino, é freqüentemente repelida. No entanto, a doutrina da Igreja ensina a existência de um juízo particular que se segue à morte de cada um, com a retribuição imediata às almas, e um julgamento universal em que anjos e homens serão julgados por pensamentos, palavras, obras, omissões. A teologia da história afirma que Deus recompensa e pune não apenas os homens, mas coletividades e grupos sociais: famílias, nações, civilizações. Mas enquanto os homens têm sua recompensa ou seu castigo, às vezes na terra, mas sempre na eternidade, nações sem vida eterna são punidas ou recompensadas apenas na terra. Deus é justo e recompensador, e dá a cada um o que lhe corresponde: não apenas castiga as pessoas individuais, mas também atribula famílias, cidades, nações pelos pecados que são cometidos lá. Terremotos, fome, epidemias, guerras, revoluções sempre foram consideradas punições divinas. Como escreve o padre Pedro de Ribadaneira (1527-1611), “guerras e pragas, secas e fomes, fome, incêndios e todas as outras calamidades desastrosas são punições pelos pecados do povo” [14] . Em 5 de março, o bispo de uma importante diocese italiana, cujo nome não menciono, disse: “Uma coisa é certa: esse vírus não foi enviado por Deus para punir a humanidade pecadora. É um efeito da natureza em sua característica de madrasta. Mas Deus enfrenta esse fenômeno conosco e provavelmente nos fará entender, no fim, que a humanidade é uma aldeia global”. Este bispo italiano não renuncia ao mito da “aldeia global” nem à religião da natureza de Pachamama e de Greta Thurnberg, mesmo que para ele a “Grande Mãe” possa se tornar “madrasta”. Mas, acima de tudo, o bispo rejeita fortemente a ideia de que a epidemia de coronavírus ou qualquer outro desastre coletivo possa ser uma punição para a humanidade. O vírus, o bispo acredita, é apenas um efeito da natureza. Mas quem criou, regula e dirige a natureza? Deus é o autor da natureza, com suas forças e suas leis e tem o poder de organizar o mecanismo das forças e leis da natureza para produzir um fenômeno de acordo com as exigências de sua justiça ou da sua misericórdia. Deus, que é a causa primeira de tudo o que existe, sempre usa causas segundas para realizar seus planos. Quem tem espírito sobrenatural não se detém na superfície, mas tenta entender o plano de Deus escondido sob a força aparentemente cega da natureza. O grande pecado contemporâneo é a perda da fé dos homens da Igreja: não deste ou daquele homem da Igreja, mas dos homens da Igreja como um todo, com algumas exceções, graças aos quais a Igreja não perde sua visibilidade. Essa infidelidade produz a cegueira da mente e o endurecimento do coração, a indiferença diante da violação da ordem divina do universo. É uma indiferença que esconde o ódio contra Deus. Como se manifesta? Não diretamente. Esses clérigos são covardes demais para desafiar diretamente a Deus: eles preferem expressar seu ódio para com aqueles que ousam falar de Deus, e aqueles que ousam falar de castigo de Deus são apedrejados: um rio de ódio se derrama contra eles. Esses homens da Igreja, apesar de professarem verbalmente acreditar em Deus, na verdade vivem imersos no ateísmo prático. Eles despojam Deus de todos os seus atributos, reduzindo-o a puro “ser”, isto é, a nada. Tudo o que acontece é para eles o fruto da natureza, emancipada do seu Autor, e somente a ciência, e não a Igreja, é capaz de decifrar suas leis. Contudo, não apenas a sã teologia, mas o próprio sensus fidei , ensina que todos os males físicos e materiais que não provêm do homem dependem da vontade de Deus. “Tudo o que acontece aqui contra a nossa vontade – escreve Saint Alfonso de Ligório – sabei que isso não acontece senão pela vontade de Deus, como diz Santo Agostinho” [15] . Em 19 de julho, a liturgia da Igreja comemora o bispo de São Lopo de Troyes (383-478). Ele era irmão de São Vicente de Lerins, cunhado de São Hilário de Arles, pertencente a uma família de antiga nobreza senatorial, mas acima de tudo de grande santidade. Durante seu longo episcopado, 52 anos, a Gália foi invadida pelos hunos. Átila, à frente de um exército de 4000 mil homens, atravessou o Reno, devastando tudo o que encontrou em seu caminho. Quando ele chegou em frente à cidade de Troyes, o bispo Lopo, vestindo as roupas pontifícias e seguido pelo clero em procissão, encontrou Átila e perguntou: “Quem és tu que ameaças esta cidade?” . A resposta foi: “Não sabeis quem sou? Eu sou Átila, rei dos hunos, chamado o flagelo de Deus ”. “E então seja o flagelo bem-vindo de Deus, porque merecemos os flagelos divinos, por causa de nossos pecados. Mas se for possível, desfira seus golpes apenas na minha pessoa, e não em toda a cidade.” Os hunos entraram na cidade de Troyes, mas por vontade divina eles foram cegados e a atravessaram sem dar-se conta e sem ferir ninguém. Hoje, os bispos não somente não falam de flagelos divinos, mas também não convidam os fiéis a orar a Deus para libertá-los da epidemia. Há uma coerência nisso. Quem reza pede, de fato, a Deus para intervir em sua própria vida e, portanto, nas coisas do mundo, para ser protegido do mal e obter bens espirituais e materiais. Mas por que Deus ouviria nossas orações se Ele não está interessado no universo que criou? Se, pelo contrário, Deus pode, com milagres, mudar as leis da natureza, evitando o sofrimento e a morte de um homem, ou a hecatombe de uma cidade, Ele também pode decidir o castigo de uma cidade ou de um povo, porque pecados coletivos atraem punições coletivas. “Pelos pecados – diz São Carlos Borromeu – Deus permitiu que o incêndio da peste se difundisse em cada setor em Milão . “ [16] . E Santo Tomás de Aquino explica: “Quando todo o povo peca, deve–se tirar vingança dele, ou totalmente, como no caso dos Egípcios que, perseguindo os filhos de Israel, ficaram submersos no Mar Vermelho; e também no dos Sodomitas, que todos pereceram – o que tudo se lê na Escritura. Ou, em grande parte do povo, como no caso dos que adoraram o bezerro “ [17] . Na véspera da segunda sessão do Concílio Vaticano I, em 6 de janeiro de 1870, São João Bosco teve uma visão na qual lhe foi revelado que “a guerra, a praga, a fome são os flagelos com os quais o orgulho e a malícia dos homens serão atingidos” . Assim disse o Senhor: “Vós, sacerdotes, por que não correis chorando entre o vestíbulo e o altar, invocando a suspensão dos flagelos? Por que vós não pegais o escudo da fé e caminhais por cima dos telhados, nas casas, nas ruas, nas praças, em todo lugar até inacessível, para levar a semente da minha palavra? Vós ignorais que esta é a terrível espada de dois gumes que derruba meus inimigos e que quebra a ira de Deus e dos homens?” [18] . Hoje os sacerdotes estão calados, os bispos estão calados, o Papa está calado. Estamos nos aproximando da Semana Santa e da Páscoa. E pela primeira vez, talvez em muitos séculos na Itália, as igrejas estão fechadas, as missas suspensas, até a Basílica de San Pietro está fechada. As cerimónias pascais urbe et orbi não reunirão peregrinos de todo o mundo. Deus também pune por “subtração”, diz São Bernardino de Siena, e hoje Deus parece ter quase subtraído as igrejas, a Mãe de todas as igrejas da mão do supremo Pastor, enquanto o povo católico tateia confuso no escuro, desprovido daquela verdade clara que da Basílica de São Pedro deve iluminar o mundo. Como não ver, no que o coronavírus está produzindo, um resultado simbólico da auto-demolição da Igreja? Judicia Dei abyssus multa . Devemos ter certeza de que o que acontece não prefigura o sucesso dos filhos das trevas, mas a sua derrota, porque, como explica o Padre Carlo Ambrogio Cattaneo, da Companhia de Jesus (1645-1705), o número de pecados, de um homem ou de um povo é contado [19] . Venit dies iniquitate praefinita diz o profeta Ezequiel (21, 2): Deus é misericordioso, mas há um último pecado que Deus não tolera e que provoca seu castigo. Além disso, de acordo com um princípio da teologia da história cristã, o centro da história não são os inimigos da Igreja, mas os santos. Omnia sustineo propter electos (II Tim. 2, 10), diz São Paulo. A história gira em torno dos eleitos. E a história depende dos desígnios impenetráveis da Divina Providência. Na história, atuam homens, grupos, sociedades organizadas, públicas ou secretas, que se opõem à Lei de Deus, que se esforçam para destruir tudo o que é ordenado a Deus. Eles podem obter sucessos aparentes, mas sempre serão derrotados. O cenário que temos diante de nós é apocalíptico, mas Pio XII nos lembra que no Apocalipse (6, 2), São João, “não olhou apenas as ruínas causadas pelo pecado, guerra, fome e morte; ele também viu pela primeira vez a vitória de Cristo. E, de fato, o caminho da Igreja através dos séculos é, sim, uma via sacra, mas também é em cada momento uma marcha triunfal. A Igreja de Cristo, os homens de fé e de amor cristão, são sempre aqueles que, à humanidade sem esperança, trazem a luz, a redenção e a paz. Iesus Christus heri et hodie, ipse et in saecula (Hebr. 13, 8). Cristo é vosso guia, de vitória em vitória. Segui-Lo.” [20] Nossa Senhora de Fátima profetizou o cenário de nosso tempo e garantiu seu triunfo. Com a humildade de quem é ciente que nada pode com suas próprias forças, mas também com a confiança de quem sabe que tudo pode com a ajuda de Deus, não retrocedemos e nos consagramos a Maria na trágica hora dos acontecimentos anunciados pela mensagem de Fátima. [1] Francesco Sisci, Il Sussidiario.net , 9 marzo 2020 . [2] Stefano Feltri, Il Fatto quotidiano , 4 marzo 2020. [3] https://www.cnbc.com/video/2020/03/09/there-will-be-a-recession-due-to-coronavirus-says-nouriel-roubini.html [4] Pierre Gaxotte, La Révolution française , Complexe, Paris 1988, pp. 93-128. [5] Renato Cristin, I padroni del caos , Liberlibri, Macerata 2017. [6] Laura Spinney, 1918. L’influenza spagnola. La pandemia che cambiò il mondo , Marsilio, Venezia 1918, p. 187. [7] Barbara Tuchman, A distant Mirror. The Calamitous Fourteenth Century , Macmillan Publishers, Londra 1995. [8] Roberto S. Lopez, La nascita dell’Europa. Secoli V-XIV , Einaudi, Torino 1966, p. 427. [9] Ivi, p. 133. [10] Ruggero Romano-Alberto Tenenti, Alle origini del mondo moderno 1350-1550 , Feltrinelli, Milano 1967, pp. 16-26. [11] San Bernardino, Opera omnia, Sermo 46, Feria quinta post dominicam de Passione , vol. II, pp. 84-85. [12] S. Gregorio Magno, Moralia , Lib. IX, cap. I. [13] Réginald Garrigou-Lagrange, Dieu, son existence et sa nature , Beauchesne, Paris 1950, pp. 440-463. [14] Pietro Ribadaneira, La tribolazione e i suoi conforti , Civiltà Cattolica, Roma 1914, p. 207. [15] S. Alfonso Maria de’Liguori, Uniformità alla volontà di Dio , Francavilla, Paoline 1968, p. 33. [16] S. Carlo Borromeo, Memoriale al suo diletto popolo della città di Milano , Stamperia Michele Tini, Roma 1579, p. 44. [17] S. Tommaso d’Aquino, Summa Theologica , IIª-IIae q. 108 a. 1 ad 5. [18] Cfr. Memorie biografiche del venerabile don Giovanni Bosco. Raccolte del sac. Salesiano Giovanni Battista Lemoyne , edizione extra commerciale, vol. IX, Tipografia S.A.I.D. “Buona Stampa”, Torino 1917, p. 782. [19] Carlo Ambrogio Cattaneo s.j., L’esercizio della buona morte , in Opere , vol. II, Boniardi, Milano 1867, pp. 169-170. [20] Pio XII, Discorso del 12 settembre 1948 in Discorsi e Radiomessaggi , X (1948-1949), p. 212. #Coronavírus
- SÃO PEDRO E O HOMEM CHAMADO CHRESTOS
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- Para socorrer seus fieis, este padre voltou a exercer medicina
“O meu altar torna-se a cama do doente” afirma o sacerdote em meio ao surto de coronavírus (ACI) – Desde quarta-feira, 18 de março, um sacerdote da Itália voltou a exercer a profissão médica no mesmo hospital em que trabalhou como pneumologista antes de ser ordenado, para ajudar seus colegas a combater a doença do coronavírus. Trata-se de Pe. Alberto Debbi, nascido na comuna de Salvaterra (cidade de Casalgrande), em 12 de março de 1976. Ele se formou em medicina e se especializou em doenças respiratórias na Universidade de Modena em 2005; depois, trabalhou no departamento de pneumologia do Hospital de Sassuolo. Debbi foi ordenado sacerdote em 15 de dezembro de 2018 e atualmente é vigário paroquial da Unità pastorale correggese “Beata Vergine delle Grazie”. Em 18 de março, Pe. Alberto voltou ao hospital em Sassuolo para prestar seu serviço médico em pneumologia pelo menos até o final de abril, para ajudar aqueles que lutam contra a pandemia de COVID-19. “Acredito que nesse período difícil e de sofrimento é também uma maneira de se doar e estar disponíveis com tudo o que temos. Era uma parte de mim que ainda estava viva e agora mais do que nunca me empurra a me entregar. Agradeço ao bispo e a don Sergio, que me deram a oportunidade de fazê-lo. Continuarei rezando e celebrando a Missa por todos vocês. Agora, meu altar se converte no leito dos doentes. Um abraço a todos! Coragem!”, disse Pe. Debbi. O presbítero encerrou sua mensagem pedindo orações pelo papel que ele desempenhará novamente e pela profissão de médico que recomeça. Até agora, 3.400 pessoas morreram na Itália devido ao coronavírus. Os infectados ultrapassam 41 mil. Em 19 de março, as dioceses italianas informaram sobre a morte de pelo menos 28 sacerdotes devido a COVID-19, enquanto outros dois morreram por outras razões, elevando o número de sacerdotes mortos para pelo menos 30 nos últimos dias. Via ACI Digital
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“O meu altar torna-se a cama do doente” afirma o sacerdote em meio ao surto de coronavírus (ACI) – Desde quarta-feira, 18 de março, um sacerdote da Itália voltou a exercer a profissão médica no mesmo hospital em que trabalhou como pneumologista antes de ser ordenado, para ajudar seus colegas a combater a doença do coronavírus. Trata-se de Pe. Alberto Debbi, nascido na comuna de Salvaterra (cidade de Casalgrande), em 12 de março de 1976. Ele se formou em medicina e se especializou em doenças respiratórias na Universidade de Modena em 2005; depois, trabalhou no departamento de pneumologia do Hospital de Sassuolo. Debbi foi ordenado sacerdote em 15 de dezembro de 2018 e atualmente é vigário paroquial da Unità pastorale correggese “Beata Vergine delle Grazie”. Em 18 de março, Pe. Alberto voltou ao hospital em Sassuolo para prestar seu serviço médico em pneumologia pelo menos até o final de abril, para ajudar aqueles que lutam contra a pandemia de COVID-19. “Acredito que nesse período difícil e de sofrimento é também uma maneira de se doar e estar disponíveis com tudo o que temos. Era uma parte de mim que ainda estava viva e agora mais do que nunca me empurra a me entregar. Agradeço ao bispo e a don Sergio, que me deram a oportunidade de fazê-lo. Continuarei rezando e celebrando a Missa por todos vocês. Agora, meu altar se converte no leito dos doentes. Um abraço a todos! Coragem!”, disse Pe. Debbi. O presbítero encerrou sua mensagem pedindo orações pelo papel que ele desempenhará novamente e pela profissão de médico que recomeça. Até agora, 3.400 pessoas morreram na Itália devido ao coronavírus. Os infectados ultrapassam 41 mil. Em 19 de março, as dioceses italianas informaram sobre a morte de pelo menos 28 sacerdotes devido a COVID-19, enquanto outros dois morreram por outras razões, elevando o número de sacerdotes mortos para pelo menos 30 nos últimos dias. Via ACI Digital
- Um bispo no Peru autoriza confissão por telefone
Na intenção de proteger a integridade física dos fiéis e dos sacerdotes, o bispo Reinaldo Nann, contrariando o código de direito canônico, autorizou seus padres a atenderem confissões por telefone. Impulsionado pelo contexto do surto de coronavírus que atinge o mundo todo, o bispo da Prelazia de Caravelí, Mons. Reinaldo Nann, emitiu uma declaração à sua diocese na qual diz literalmente: “Dou permissão aos padres para ouvir confissões por telefone”. Dom Reinaldo Nann é natural da Alemanha, foi ordenado padre em 1987 na alemanha, e em 2017 foi nomeado como bispo de Caravelí, no Peru. Ele reconhece que no contexto atual “os fiéis precisam do nosso apoio espiritual mais do que nunca”, portanto ele pede que os padres celebrem a missa privada e filmem afim de transmiti-las pela internet. Diz no comunicado que muitos estarão sozinhos e isolados em suas casas e por isso eles precisam do acompanhamento da igreja neste momento. Portanto agora, mais do que nunca, eles devem chamar seus fiéis por telefone, por mensagem e pelas redes sociais. Pede também que “as celebrações familiares diárias” sejam preparadas e enviadas “por e-mail ou what’s app para nossos fiéis”, de modo que “cada família se torne uma igreja em casa como era nos primeiros séculos do cristianismo”. E acrescenta: agora as famílias têm tempo para a oração em família, aproveitem-na como uma grande oportunidade. ” É importante lembrar que confissões por telefone ou via “online” são inválidas. A Santa Igreja ensina que os Sacramentos têm de ser ministrados na presença do fiel; logo, não é válido a confissão por telefone, internet, carta ou outros meios. Veja o comunicado emitido no dia 15 de março: Comunicado da Prelazia de Caravelí de 15 de março de 2020 Após a declaração do estado nacional de emergência que governará a partir de 16 de março e por 15 dias, precisamos atualizar nossas medidas de prevenção na Prelazia de Caravelí: Enquanto o estado de emergência nacional durar (15 dias) em nenhuma paróquia e em nenhuma parte do território desta Prelazia serão realizadas missas ou liturgias públicas (com a presença dos fiéis). Somente conventos podem fazê-lo para quem mora no convento. Todas as reuniões, dias, catequese das paróquias estão suspensas. Isso inclui nosso encontro de catequistas rurais em Lomas. No entanto, os fiéis precisam do nosso apoio espiritual agora mais do que nunca. Pense nos grandes santos, que nos tempos da praga não hesitaram em ajudar os doentes, muitas vezes arriscando suas próprias vidas como Carlo Borromeo ou Daniel Deveuster na ilha leprosa de Molokai. Então, eu decreto o seguinte: Que as igrejas sejam mantidas abertas o dia todo. Os fiéis que buscam refúgio lá para sua oração pessoal não devem encontrar as portas fechadas. A presença do pároco em sua cidade é um testemunho de fé. Se houver uma pessoa morta, não poderá fazer missa de corpo presente na igreja. Mas se a resposta na casa do falecido e também o acompanhamento do caixão ao cemitério, desde que não seja proibido pelas autoridades locais. Que a comunhão continue a ser administrada aos doentes. Para mim, este é um “produto de necessidade básica”. Da mesma forma, a comunhão é administrada individualmente aos fiéis, que a solicitam no templo e a qualquer momento. Se for individual, pode ser administrado na boca ou na mão, lavando sempre as mãos do ministro antes e depois com sabão ou álcool. O breve ritual de comunhão dos enfermos pode ser usado. Cada pastor deve tentar celebrar a missa sozinho e filmá-la, se possível todos os dias. Verifique se está nas mídias sociais ou na rádio ou televisão local. Nosso povo precisa de mensagens de fé e esperança. Agora, mais do que nunca, eles chamam seus fiéis por telefone, por mensagem, pelas redes sociais. Muitos estarão sozinhos e isolados em suas casas. Eles precisam do acompanhamento da igreja neste momento. Dou permissão aos padres para ouvir confissões por telefone. Vamos preparar as celebrações familiares aos domingos com sua comunhão espiritual e enviá-las aos nossos fiéis por e-mail ou wassap, para que cada família se torne uma igreja em casa, como era nos primeiros séculos do cristianismo. Agora as famílias têm tempo para a oração em família, aproveite-a como uma grande oportunidade. Nossas cantinas para idosos também devem continuar funcionando, sem amontoar os idosos, mas pegando comida individualmente ou entregando em casa. Espero que, com essas medidas, possamos criar um poderoso movimento de oração e acompanhar nosso povo espiritualmente nestes tempos difíceis. Com o tempo, podemos trocar e enviar mais materiais de apoio aos nossos fiéis. Sobre a Páscoa, falarei depois. Devemos esperar se o estado de emergência nacional é prolongado ou não. Que Deus nos ajude, abençoe e nos proteja
- Um bispo no Peru autoriza confissão por telefone
Na intenção de proteger a integridade física dos fiéis e dos sacerdotes, o bispo Reinaldo Nann, contrariando o código de direito canônico, autorizou seus padres a atenderem confissões por telefone. Impulsionado pelo contexto do surto de coronavírus que atinge o mundo todo, o bispo da Prelazia de Caravelí, Mons. Reinaldo Nann, emitiu uma declaração à sua diocese na qual diz literalmente: “Dou permissão aos padres para ouvir confissões por telefone”. Dom Reinaldo Nann é natural da Alemanha, foi ordenado padre em 1987 na alemanha, e em 2017 foi nomeado como bispo de Caravelí, no Peru. Ele reconhece que no contexto atual “os fiéis precisam do nosso apoio espiritual mais do que nunca”, portanto ele pede que os padres celebrem a missa privada e filmem afim de transmiti-las pela internet. Diz no comunicado que muitos estarão sozinhos e isolados em suas casas e por isso eles precisam do acompanhamento da igreja neste momento. Portanto agora, mais do que nunca, eles devem chamar seus fiéis por telefone, por mensagem e pelas redes sociais. Pede também que “as celebrações familiares diárias” sejam preparadas e enviadas “por e-mail ou what’s app para nossos fiéis”, de modo que “cada família se torne uma igreja em casa como era nos primeiros séculos do cristianismo”. E acrescenta: agora as famílias têm tempo para a oração em família, aproveitem-na como uma grande oportunidade. ” É importante lembrar que confissões por telefone ou via “online” são inválidas. A Santa Igreja ensina que os Sacramentos têm de ser ministrados na presença do fiel; logo, não é válido a confissão por telefone, internet, carta ou outros meios. Veja o comunicado emitido no dia 15 de março: Comunicado da Prelazia de Caravelí de 15 de março de 2020 Após a declaração do estado nacional de emergência que governará a partir de 16 de março e por 15 dias, precisamos atualizar nossas medidas de prevenção na Prelazia de Caravelí: Enquanto o estado de emergência nacional durar (15 dias) em nenhuma paróquia e em nenhuma parte do território desta Prelazia serão realizadas missas ou liturgias públicas (com a presença dos fiéis). Somente conventos podem fazê-lo para quem mora no convento. Todas as reuniões, dias, catequese das paróquias estão suspensas. Isso inclui nosso encontro de catequistas rurais em Lomas. No entanto, os fiéis precisam do nosso apoio espiritual agora mais do que nunca. Pense nos grandes santos, que nos tempos da praga não hesitaram em ajudar os doentes, muitas vezes arriscando suas próprias vidas como Carlo Borromeo ou Daniel Deveuster na ilha leprosa de Molokai. Então, eu decreto o seguinte: Que as igrejas sejam mantidas abertas o dia todo. Os fiéis que buscam refúgio lá para sua oração pessoal não devem encontrar as portas fechadas. A presença do pároco em sua cidade é um testemunho de fé. Se houver uma pessoa morta, não poderá fazer missa de corpo presente na igreja. Mas se a resposta na casa do falecido e também o acompanhamento do caixão ao cemitério, desde que não seja proibido pelas autoridades locais. Que a comunhão continue a ser administrada aos doentes. Para mim, este é um “produto de necessidade básica”. Da mesma forma, a comunhão é administrada individualmente aos fiéis, que a solicitam no templo e a qualquer momento. Se for individual, pode ser administrado na boca ou na mão, lavando sempre as mãos do ministro antes e depois com sabão ou álcool. O breve ritual de comunhão dos enfermos pode ser usado. Cada pastor deve tentar celebrar a missa sozinho e filmá-la, se possível todos os dias. Verifique se está nas mídias sociais ou na rádio ou televisão local. Nosso povo precisa de mensagens de fé e esperança. Agora, mais do que nunca, eles chamam seus fiéis por telefone, por mensagem, pelas redes sociais. Muitos estarão sozinhos e isolados em suas casas. Eles precisam do acompanhamento da igreja neste momento. Dou permissão aos padres para ouvir confissões por telefone. Vamos preparar as celebrações familiares aos domingos com sua comunhão espiritual e enviá-las aos nossos fiéis por e-mail ou wassap, para que cada família se torne uma igreja em casa, como era nos primeiros séculos do cristianismo. Agora as famílias têm tempo para a oração em família, aproveite-a como uma grande oportunidade. Nossas cantinas para idosos também devem continuar funcionando, sem amontoar os idosos, mas pegando comida individualmente ou entregando em casa. Espero que, com essas medidas, possamos criar um poderoso movimento de oração e acompanhar nosso povo espiritualmente nestes tempos difíceis. Com o tempo, podemos trocar e enviar mais materiais de apoio aos nossos fiéis. Sobre a Páscoa, falarei depois. Devemos esperar se o estado de emergência nacional é prolongado ou não. Que Deus nos ajude, abençoe e nos proteja
- Coronavírus: Semana Santa mudará de data? Veja decreto do Vaticano.
O departamento de liturgia do Vaticano publicou na sexta-feira diretrizes para bispos e padres sobre a celebração das liturgias da Semana Santa, do Tríduo e da Páscoa durante a pandemia de coronavírus. O documento recomenda que os bispos adiem as liturgias que podem ser adiadas. Também indica como padres e bispos podem oferecer aquelas celebrações que não podem ser movidas, como a Páscoa, em locais onde as liturgias públicas são suspensas. A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos publicaram as “indicações gerais” depois de receber perguntas de vários bispos. O decreto foi assinado pelo prefeito da congregação, cardeal Robert Sarah e pelo secretário arcebispo Arthur Roche e autorizado “por mandato do Sumo Pontífice, apenas para o ano 2020”, o que significa que as recomendações não poderão ser usadas nos próximos anos. “A Páscoa é o coração de todo o ano litúrgico e não é simplesmente uma festa entre outras”, afirma o documento, e que o tríduo pascal “não pode ser transferido para outra época”. O documento da congregação também diz que o bispo tem faculdades para adiar a Missa de Crisma da Semana Santa. O Tríduo Pascal é o período de três dias que antecede o domingo de Páscoa. Começa ao pôr do sol na quinta-feira santa e termina ao pôr do sol no domingo de Páscoa. O decreto ordena que, nos locais onde há restrições das autoridades civis e da Igreja, o bispo, de acordo com a conferência dos bispos, possa oferecer as liturgias do Tríduo Pascal na catedral, e os padres da diocese possam oferecer as liturgias. nas paróquias, sem a presença física dos fiéis. “Os fiéis devem ser informados dos horários da celebração para que possam se unir em espírito de oração em suas casas”, indica, acrescentando que as transmissões de televisão ao vivo ou pela Internet são úteis nessa situação. As conferências de dioceses e bispos devem fornecer recursos para apoiar famílias e indivíduos em oração pessoal, acrescenta. O documento também fornece várias sugestões para a oferta de liturgias particulares por padres e bispos. Todos os padres podem oferecer a Missa da Ceia do Senhor na quinta-feira santa, em um local apropriado, sem o público, diz o texto, mas a lavagem dos pés, que já é opcional, deve ser omitida. A procissão do Santíssimo Sacramento para o local de repouso no final da Missa também deve ser omitida e o Santíssimo Sacramento deve permanecer no tabernáculo. O serviço da Paixão do Senhor na sexta-feira pode ser celebrado em catedrais e igrejas paroquiais, disse a congregação, e as orações universais devem incluir uma intenção para os doentes, os mortos e aqueles que se sentem perdidos e consternados. As diretrizes indicam que a Vigília Pascal só pode ser oferecida em catedrais e igrejas paroquiais, “onde e na medida em que exista uma possibilidade real de fazê-lo, estabelecida pelo responsável”. A preparação e a iluminação do fogo durante o “Início Solene da Vigília ou Lucenário” são omitidas, diz o documento. A Vela Pascal está acesa, a procissão é omitida e a Proclamação da Páscoa (Exsultet) segue. A missa prossegue como de costume, além da “Liturgia Batismal”, onde “somente a renovação das promessas batismais é necessária”, explica. O documento afirma que “aqueles que não têm absolutamente nenhuma possibilidade de se unir à Vigília Pascal celebrada em uma igreja devem orar ao Ofício de Leituras do Domingo de Páscoa”. Procissões e outras devoções da piedade popular que geralmente ocorrem durante a Semana Santa e o Tríduo Pascal podem ser transferidas pelo bispo diocesano para outros dias do ano, como 14 e 15 de setembro, afirma.
- Coronavírus: Semana Santa mudará de data? Veja decreto do Vaticano.
O departamento de liturgia do Vaticano publicou na sexta-feira diretrizes para bispos e padres sobre a celebração das liturgias da Semana Santa, do Tríduo e da Páscoa durante a pandemia de coronavírus. O documento recomenda que os bispos adiem as liturgias que podem ser adiadas. Também indica como padres e bispos podem oferecer aquelas celebrações que não podem ser movidas, como a Páscoa, em locais onde as liturgias públicas são suspensas. A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos publicaram as “indicações gerais” depois de receber perguntas de vários bispos. O decreto foi assinado pelo prefeito da congregação, cardeal Robert Sarah e pelo secretário arcebispo Arthur Roche e autorizado “por mandato do Sumo Pontífice, apenas para o ano 2020”, o que significa que as recomendações não poderão ser usadas nos próximos anos. “A Páscoa é o coração de todo o ano litúrgico e não é simplesmente uma festa entre outras”, afirma o documento, e que o tríduo pascal “não pode ser transferido para outra época”. O documento da congregação também diz que o bispo tem faculdades para adiar a Missa de Crisma da Semana Santa. O Tríduo Pascal é o período de três dias que antecede o domingo de Páscoa. Começa ao pôr do sol na quinta-feira santa e termina ao pôr do sol no domingo de Páscoa. O decreto ordena que, nos locais onde há restrições das autoridades civis e da Igreja, o bispo, de acordo com a conferência dos bispos, possa oferecer as liturgias do Tríduo Pascal na catedral, e os padres da diocese possam oferecer as liturgias. nas paróquias, sem a presença física dos fiéis. “Os fiéis devem ser informados dos horários da celebração para que possam se unir em espírito de oração em suas casas”, indica, acrescentando que as transmissões de televisão ao vivo ou pela Internet são úteis nessa situação. As conferências de dioceses e bispos devem fornecer recursos para apoiar famílias e indivíduos em oração pessoal, acrescenta. O documento também fornece várias sugestões para a oferta de liturgias particulares por padres e bispos. Todos os padres podem oferecer a Missa da Ceia do Senhor na quinta-feira santa, em um local apropriado, sem o público, diz o texto, mas a lavagem dos pés, que já é opcional, deve ser omitida. A procissão do Santíssimo Sacramento para o local de repouso no final da Missa também deve ser omitida e o Santíssimo Sacramento deve permanecer no tabernáculo. O serviço da Paixão do Senhor na sexta-feira pode ser celebrado em catedrais e igrejas paroquiais, disse a congregação, e as orações universais devem incluir uma intenção para os doentes, os mortos e aqueles que se sentem perdidos e consternados. As diretrizes indicam que a Vigília Pascal só pode ser oferecida em catedrais e igrejas paroquiais, “onde e na medida em que exista uma possibilidade real de fazê-lo, estabelecida pelo responsável”. A preparação e a iluminação do fogo durante o “Início Solene da Vigília ou Lucenário” são omitidas, diz o documento. A Vela Pascal está acesa, a procissão é omitida e a Proclamação da Páscoa (Exsultet) segue. A missa prossegue como de costume, além da “Liturgia Batismal”, onde “somente a renovação das promessas batismais é necessária”, explica. O documento afirma que “aqueles que não têm absolutamente nenhuma possibilidade de se unir à Vigília Pascal celebrada em uma igreja devem orar ao Ofício de Leituras do Domingo de Páscoa”. Procissões e outras devoções da piedade popular que geralmente ocorrem durante a Semana Santa e o Tríduo Pascal podem ser transferidas pelo bispo diocesano para outros dias do ano, como 14 e 15 de setembro, afirma.
- JOVEM AMERICANO COM SÍNDROME DE DOWN APRENDE OUTRAS LÍNGUAS, TOCA VIOLINO E VAI À MISSA
Sem dúvida, é admirável o que os pais de Emmanuel Joseph Bishop conseguiram fazer desse jovem com síndrome de Down. Tem vinte e quatro anos e é natural da cidade americana de Grafton, na Virgínia. Em casa mesmo, começou a ser alfabetizado com dois anos de idade, e não só em sua língua natal: aos três anos identificava algumas palavras em francês. Com seis anos, já lia pequenos discursos em encontros nacionais de uma associação de síndrome de Down. Aos oito anos, já andava de bicicleta. Ganhou medalhas de natação em paraolimpíadas dos EUA. Foi então que começou a aprender violino, que está entre as coisas que mais gosta de fazer. Dentro dos limites do que pode aprender alguém de sua condição, a partir dos catorze anos já se apresentava com seu instrumento em encontros mundiais de síndrome de Down (fosse integrando uma orquestra sinfônica ou em recitais com violinistas profissionais). Obviamente, Emmanuel não é um Yehudi Menuhin ou um Isaac Stern, mas é encantador ver aquele rapaz de olhos achinesados, quase engolidos pelas pálpebras, ajeitando entre o ombro e o queixo o violino (instrumento nada fácil de tocar), retesando o arco, ferindo as cordas. Espiritualmente falando, aos nove anos já era coroinha em sua paróquia católica. Transformou-se num católico devoto, puxando em muitas ocasiões a oração do Rosário e outras orações comunitárias. Até orações em latim Emmanuel faz. O caso desse jovem católico americano mostra como é possível superar, de forma quase imprevisível, certos limites que a natureza impõe às pessoas — e tudo graças à sua família que, num esforço de educação precoce, não se deixou vencer pelo pragmatismo reinante em seu país. Outras famílias, com crianças assim, podem ser animadas pelo seu exemplo. Evidentemente, nem todos conseguirão tocar violino ou ganhar medalhas como ele, mas nada disso é necessário para, enfim, tornar merecedor do dom da vida o mais humilde dos portadores desse mal, apesar de vários países já contarem com legislação favorável ao aborto em caso de síndrome de Down. No país de Emmanuel Joseph Bishop, a maioria dos fetos com Down é assassinada no útero materno. Mas não só nos EUA: também na Dinamarca, Itália, Alemanha, França, Suíça, Inglaterra e Bélgica a grande maioria deles não chega a ver a luz do sol, sobretudo na Islândia, que há poucos anos se orgulhava miseravelmente de ter praticado cem por cento de abortos em mães nessa situação.
- Vaticano diz que absolvição geral pode ser permitida durante pandemia
As absolvições gerais ou confissões comunitárias são permitidas apenas em situações de necessidade grave ou perigo iminente de morte (Canon 691). O fiel que recebe uma absolvição geral, precisa confessar-se mais tarde conforme orientação da Igreja. (Canon 962) Em lugares particularmente afetados pela pandemia de coronavírus e com severos limites para as pessoas deixarem suas casas, podem existir condições para conceder absolvição geral aos fiéis sem que eles confessem pessoalmente seus pecados primeiro, disse o Vaticano. A Penitenciária Apostólica, um tribunal do Vaticano que lida com questões de consciência, incluindo confissão, emitiu uma notificação em 20 de março de que, embora a confissão e a absolvição individuais sejam os meios normais para o perdão dos pecados, a “necessidade grave” pode levar a outras soluções. Em um decreto separado, a Penitenciária Apostólica também ofereceu assistência espiritual de indulgências especiais às pessoas afetadas pelo COVID-19, às pessoas em quarentena, ao pessoal médico que cuida dos pacientes com coronavírus e a todos os que estão orando por eles. “Esta Penitenciária Apostólica sustenta que, especialmente nos locais mais impactados pelo contágio da pandemia e até o desaparecimento do fenômeno, há casos de grave necessidade” atendendo aos critérios de absolvição geral, dizia o aviso sobre confissão. Determinar o que constitui uma necessidade grave geralmente depende do bispo local em consulta com a conferência de seus bispos. Mas durante as décadas de 1980 e 1990, o Vaticano procurou limitar o uso da absolvição geral e incentivou definições cada vez mais estritas do que constituía uma situação de emergência. “Levando em consideração o bem supremo da salvação das almas” e o nível de contágio em sua diocese, o bispo local deve determinar “os casos de grave necessidade nos quais é lícito conceder absolvição coletiva: por exemplo, na entrada da enfermarias hospitalares onde os fiéis em risco de morte são hospitalizados, utilizando – dentro dos limites do que é possível e com as devidas precauções – meios para amplificar a voz para que a absolvição seja ouvida ”pelos pacientes. “Se surgir a necessidade imprevista de conceder absolvição sacramental a vários fiéis ao mesmo tempo, o padre é obrigado a advertir o bispo diocesano na medida do possível e, se não for, a informá-lo o mais breve possível”, o decreto disse. Durante a pandemia, disse, os bispos também devem dizer a seus padres e fiéis as medidas que devem ser adotadas para ouvir confissões individuais, como a necessidade de que elas ocorram em um espaço arejado e não no confessionário, a adoção de um distância adequada entre padre e penitente e uso de máscaras faciais. Em todo caso, dizia o aviso, deve haver “atenção absoluta à salvaguarda do selo sacramental e a discrição necessária”, para que ninguém por perto ouça o que está sendo dito. E, ecoando o que o Papa Francisco havia dito naquela manhã em sua homilia, a Penitenciária Apostólica instou os padres a lembrarem seus fiéis de que, quando se encontrarem com “a dolorosa impossibilidade de receber a absolvição sacramental”, podem fazer um ato de contrição diretamente a Deus. oração. Se eles são sinceros e prometem confessar-se o mais rápido possível, “obtêm o perdão dos pecados, até dos mortais”, dizia o aviso. No decreto sobre indulgências, a Penitenciária Apostólica observou o medo, a incerteza e o sofrimento espiritual físico que as pessoas em todo o mundo estão experimentando por causa da pandemia. “Esta Penitenciária Apostólica, com a autoridade do Sumo Pontífice, confiando nos mundos de Cristo Senhor e olhando com espírito de fé a epidemia em curso, que deve ser vivida em tom de conversão pessoal, concede o dom de indulgências” para uma variedade de pessoas em uma variedade de circunstâncias. Uma indulgência é uma remissão do castigo temporal devido a uma pessoa por pecados que foram perdoados. Orando pelos moribundos que não podem receber o sacramento da unção, o decreto disse que a igreja os confiou à misericórdia de Deus e se valeu dos méritos da comunhão dos santos para conceder uma indulgência plenária aos católicos à beira da morte, desde que “ orações recitadas habitualmente durante a vida. ” O decreto concedeu uma indulgência plenária ou total a todos os católicos no hospital ou em quarentena, porque eles testaram positivo para o COVID-19 se lamentam seus pecados e, em espírito de oração, assistem ou ouvem a missa, a recitação do rosário ou uma prática religiosa. como o Caminho da Cruz. Se isso não for possível, dizia o decreto, eles deveriam pelo menos recitar o Credo e a Oração do Senhor e invocar a ajuda de Maria, “oferecendo esta provação com espírito de fé em Deus e de caridade para com os outros” e com a determinação de vá à confissão, receba a Eucaristia e ore pelas intenções do papa o mais rápido possível. “Os profissionais de saúde, familiares e aqueles que, seguindo o exemplo do bom samaritano, ajudam os doentes com o coronavírus, expondo-se ao risco de contágio”, também recebem a indulgência plenária, afirmou o documento. O decreto também concede a indulgência a qualquer católico que visita o Santíssimo Sacramento, “lê as Escrituras sagradas por pelo menos meia hora”, recita o rosário ou o Terço da Misericórdia Divina “para implorar a Deus Todo-Poderoso pelo fim da epidemia, o alívio da aqueles que estão aflitos e a salvação eterna para aqueles que o Senhor chamou a si mesmo. ”
- Vaticano diz que absolvição geral pode ser permitida durante pandemia
As absolvições gerais ou confissões comunitárias são permitidas apenas em situações de necessidade grave ou perigo iminente de morte (Canon 691). O fiel que recebe uma absolvição geral, precisa confessar-se mais tarde conforme orientação da Igreja. (Canon 962) Em lugares particularmente afetados pela pandemia de coronavírus e com severos limites para as pessoas deixarem suas casas, podem existir condições para conceder absolvição geral aos fiéis sem que eles confessem pessoalmente seus pecados primeiro, disse o Vaticano. A Penitenciária Apostólica, um tribunal do Vaticano que lida com questões de consciência, incluindo confissão, emitiu uma notificação em 20 de março de que, embora a confissão e a absolvição individuais sejam os meios normais para o perdão dos pecados, a “necessidade grave” pode levar a outras soluções. Em um decreto separado, a Penitenciária Apostólica também ofereceu assistência espiritual de indulgências especiais às pessoas afetadas pelo COVID-19, às pessoas em quarentena, ao pessoal médico que cuida dos pacientes com coronavírus e a todos os que estão orando por eles. “Esta Penitenciária Apostólica sustenta que, especialmente nos locais mais impactados pelo contágio da pandemia e até o desaparecimento do fenômeno, há casos de grave necessidade” atendendo aos critérios de absolvição geral, dizia o aviso sobre confissão. Determinar o que constitui uma necessidade grave geralmente depende do bispo local em consulta com a conferência de seus bispos. Mas durante as décadas de 1980 e 1990, o Vaticano procurou limitar o uso da absolvição geral e incentivou definições cada vez mais estritas do que constituía uma situação de emergência. “Levando em consideração o bem supremo da salvação das almas” e o nível de contágio em sua diocese, o bispo local deve determinar “os casos de grave necessidade nos quais é lícito conceder absolvição coletiva: por exemplo, na entrada da enfermarias hospitalares onde os fiéis em risco de morte são hospitalizados, utilizando – dentro dos limites do que é possível e com as devidas precauções – meios para amplificar a voz para que a absolvição seja ouvida ”pelos pacientes. “Se surgir a necessidade imprevista de conceder absolvição sacramental a vários fiéis ao mesmo tempo, o padre é obrigado a advertir o bispo diocesano na medida do possível e, se não for, a informá-lo o mais breve possível”, o decreto disse. Durante a pandemia, disse, os bispos também devem dizer a seus padres e fiéis as medidas que devem ser adotadas para ouvir confissões individuais, como a necessidade de que elas ocorram em um espaço arejado e não no confessionário, a adoção de um distância adequada entre padre e penitente e uso de máscaras faciais. Em todo caso, dizia o aviso, deve haver “atenção absoluta à salvaguarda do selo sacramental e a discrição necessária”, para que ninguém por perto ouça o que está sendo dito. E, ecoando o que o Papa Francisco havia dito naquela manhã em sua homilia, a Penitenciária Apostólica instou os padres a lembrarem seus fiéis de que, quando se encontrarem com “a dolorosa impossibilidade de receber a absolvição sacramental”, podem fazer um ato de contrição diretamente a Deus. oração. Se eles são sinceros e prometem confessar-se o mais rápido possível, “obtêm o perdão dos pecados, até dos mortais”, dizia o aviso. No decreto sobre indulgências, a Penitenciária Apostólica observou o medo, a incerteza e o sofrimento espiritual físico que as pessoas em todo o mundo estão experimentando por causa da pandemia. “Esta Penitenciária Apostólica, com a autoridade do Sumo Pontífice, confiando nos mundos de Cristo Senhor e olhando com espírito de fé a epidemia em curso, que deve ser vivida em tom de conversão pessoal, concede o dom de indulgências” para uma variedade de pessoas em uma variedade de circunstâncias. Uma indulgência é uma remissão do castigo temporal devido a uma pessoa por pecados que foram perdoados. Orando pelos moribundos que não podem receber o sacramento da unção, o decreto disse que a igreja os confiou à misericórdia de Deus e se valeu dos méritos da comunhão dos santos para conceder uma indulgência plenária aos católicos à beira da morte, desde que “ orações recitadas habitualmente durante a vida. ” O decreto concedeu uma indulgência plenária ou total a todos os católicos no hospital ou em quarentena, porque eles testaram positivo para o COVID-19 se lamentam seus pecados e, em espírito de oração, assistem ou ouvem a missa, a recitação do rosário ou uma prática religiosa. como o Caminho da Cruz. Se isso não for possível, dizia o decreto, eles deveriam pelo menos recitar o Credo e a Oração do Senhor e invocar a ajuda de Maria, “oferecendo esta provação com espírito de fé em Deus e de caridade para com os outros” e com a determinação de vá à confissão, receba a Eucaristia e ore pelas intenções do papa o mais rápido possível. “Os profissionais de saúde, familiares e aqueles que, seguindo o exemplo do bom samaritano, ajudam os doentes com o coronavírus, expondo-se ao risco de contágio”, também recebem a indulgência plenária, afirmou o documento. O decreto também concede a indulgência a qualquer católico que visita o Santíssimo Sacramento, “lê as Escrituras sagradas por pelo menos meia hora”, recita o rosário ou o Terço da Misericórdia Divina “para implorar a Deus Todo-Poderoso pelo fim da epidemia, o alívio da aqueles que estão aflitos e a salvação eterna para aqueles que o Senhor chamou a si mesmo. ”
- Em tempos de crise, paróquia leva a comunhão às pessoas
Comunhão na porta da frente ou na cerca do jardim em vez de na igreja? “Se as pessoas não podem vir até nós na Igreja, nós iremos a eles!” Esse é o lema da campanha do padre Michael Hirmer na paróquia do Sagrado Coração de Teublitz (distrito Schwandorf) na diocese de Regensburg, Alemanha. O padre Hirmer e o padre John Mathew percorrerão as ruas de Teublitz em uma pequena procissão nos próximos quatro domingos, a partir das 10h. “Pedimos aos fiéis que fiquem de pé nas janelas e portas de suas casas e orem quando passarmos e abençoá-los.” A comunhão na cerca do jardim ou na porta da frente também deve ser feita sob condições particularmente higiênicas, desde que isso seja sinalizado pelos moradores da casa. A campanha também despertou entusiasmo nas mídias sociais: o teólogo Ulrich Lehner, que ensina nos EUA e conhece o pastor pessoalmente, compartilhou a mensagem no Twitter. A paróquia do Alto Palatinado quer estar próxima dos fiéis, mesmo nos tempos difíceis da crise de Corona, afirma no site da comunidade. O pastor Hirmer chama esse cuidado pastoral de “O Senhor está com você!”. ” Todo domingo, alguns voluntários, o padre John e eu vamos com o Santíssimo Sacramento e a Comunhão pelas ruas de Teublitz e Saltendorf. Vamos orar pelas pessoas nas casas e abençoá-las com o Santíssimo Sacramento”. “No momento, apenas podemos celebrar nossos cultos em frente à câmera”, explica o pastor Michael Hirmer, o histórico de sua ação, que ele copiou de um colega italiano. O padre John Mathew não acha estranho o fato de todos os cultos continuarem sendo celebrados em Teublitz. “As pessoas não podem vir, mas oramos e comemoramos por elas”, e ele acrescenta com um sorriso: “O pastor Hirmer e eu estamos celebrando os cultos particularmente solenemente em casal. Informe as pessoas de que estamos orando por eles e celebrando a missa por eles”. Além disso, os responsáveis pela paróquia de Teublitz utilizaram todas as possibilidades da comunicação moderna. O pastor Hirmer enfatiza: “É importante que todos fiquemos unidos agora, não nos deixemos enganar e, acima de tudo, oremos um pelo outro”. #Coronavírus
- Em tempos de crise, paróquia leva a comunhão às pessoas
Comunhão na porta da frente ou na cerca do jardim em vez de na igreja? “Se as pessoas não podem vir até nós na Igreja, nós iremos a eles!” Esse é o lema da campanha do padre Michael Hirmer na paróquia do Sagrado Coração de Teublitz (distrito Schwandorf) na diocese de Regensburg, Alemanha. O padre Hirmer e o padre John Mathew percorrerão as ruas de Teublitz em uma pequena procissão nos próximos quatro domingos, a partir das 10h. “Pedimos aos fiéis que fiquem de pé nas janelas e portas de suas casas e orem quando passarmos e abençoá-los.” A comunhão na cerca do jardim ou na porta da frente também deve ser feita sob condições particularmente higiênicas, desde que isso seja sinalizado pelos moradores da casa. A campanha também despertou entusiasmo nas mídias sociais: o teólogo Ulrich Lehner, que ensina nos EUA e conhece o pastor pessoalmente, compartilhou a mensagem no Twitter. A paróquia do Alto Palatinado quer estar próxima dos fiéis, mesmo nos tempos difíceis da crise de Corona, afirma no site da comunidade. O pastor Hirmer chama esse cuidado pastoral de “O Senhor está com você!”. ” Todo domingo, alguns voluntários, o padre John e eu vamos com o Santíssimo Sacramento e a Comunhão pelas ruas de Teublitz e Saltendorf. Vamos orar pelas pessoas nas casas e abençoá-las com o Santíssimo Sacramento”. “No momento, apenas podemos celebrar nossos cultos em frente à câmera”, explica o pastor Michael Hirmer, o histórico de sua ação, que ele copiou de um colega italiano. O padre John Mathew não acha estranho o fato de todos os cultos continuarem sendo celebrados em Teublitz. “As pessoas não podem vir, mas oramos e comemoramos por elas”, e ele acrescenta com um sorriso: “O pastor Hirmer e eu estamos celebrando os cultos particularmente solenemente em casal. Informe as pessoas de que estamos orando por eles e celebrando a missa por eles”. Além disso, os responsáveis pela paróquia de Teublitz utilizaram todas as possibilidades da comunicação moderna. O pastor Hirmer enfatiza: “É importante que todos fiquemos unidos agora, não nos deixemos enganar e, acima de tudo, oremos um pelo outro”. #Coronavírus
- Durante quarentena, Padre Reginaldo Manzotti põe fotos de fiéis nos bancos
Após a Arquidiocese de Curitiba suspender a realização de missas em todas as paróquias da cidade, o padre Reginaldo Manzotti, titular da paróquia Nossa Senhora de Guadalupe, se inspirou no que fez um colega de batina da Itália para deixar a igreja “menos vazia”. Ele pediu, pelo rádio, que os fiéis enviassem fotos para que, ao celebrar a missa, tivesse o rosto dos paroquianos para prestigiá-lo. Em poucas horas, fiéis de todo país enviaram mais de 10 mil fotos. “Nosso Santuário e as plateias dos programas ficarão vazios até que o risco do coronavírus acabe. Mas, queremos que você continue conosco e seja um girassol para o Padre Reginaldo e toda a equipe da Associação Evangelizar É Preciso durante este período”, diz a nota do grupo comandato por Manzotti. “Vamos trabalhar para levar até a sua casa, durante a quarentena, a Palavra de Deus e a intercessão”, acrescentou. Os fiéis devem enviar sua foto para o email minhafoto @ evangelizarepreciso .com.br. A iniciativa foi inspirada no que fez o padre Giuseppe, de Robbiano, na Itália, na missa do último domingo, quando os bancos da igreja também ficaram lotados de retratos. Nesta quinta-feira a Arquidiocese de Curitiba, diante da possibilidade de contágio dos fiéis pelo novo coronavírus, disse que celebrações eucarísticas, ou quaisquer outras, bem como eventos religiosos de qualquer ordem não sejam realizadas nem mesmo em pequenas aglomerações. O objetivo é proteger a saúde dos padres, dos membros das equipes litúrgicas e da comunidade. Fonte Gazeta do Povo
- Durante quarentena, Padre Reginaldo Manzotti põe fotos de fiéis nos bancos
Após a Arquidiocese de Curitiba suspender a realização de missas em todas as paróquias da cidade, o padre Reginaldo Manzotti, titular da paróquia Nossa Senhora de Guadalupe, se inspirou no que fez um colega de batina da Itália para deixar a igreja “menos vazia”. Ele pediu, pelo rádio, que os fiéis enviassem fotos para que, ao celebrar a missa, tivesse o rosto dos paroquianos para prestigiá-lo. Em poucas horas, fiéis de todo país enviaram mais de 10 mil fotos. “Nosso Santuário e as plateias dos programas ficarão vazios até que o risco do coronavírus acabe. Mas, queremos que você continue conosco e seja um girassol para o Padre Reginaldo e toda a equipe da Associação Evangelizar É Preciso durante este período”, diz a nota do grupo comandato por Manzotti. “Vamos trabalhar para levar até a sua casa, durante a quarentena, a Palavra de Deus e a intercessão”, acrescentou. Os fiéis devem enviar sua foto para o email minhafoto @ evangelizarepreciso .com.br. A iniciativa foi inspirada no que fez o padre Giuseppe, de Robbiano, na Itália, na missa do último domingo, quando os bancos da igreja também ficaram lotados de retratos. Nesta quinta-feira a Arquidiocese de Curitiba, diante da possibilidade de contágio dos fiéis pelo novo coronavírus, disse que celebrações eucarísticas, ou quaisquer outras, bem como eventos religiosos de qualquer ordem não sejam realizadas nem mesmo em pequenas aglomerações. O objetivo é proteger a saúde dos padres, dos membros das equipes litúrgicas e da comunidade. Fonte Gazeta do Povo
- Esperança: Idosa de 76 anos recebe o batismo, em sua casa, na Solenidade de São José
“A Luz resplandeceu em plena escuridão, jamais irão as trevas vencer o seu clarão!” Na cidade de Hortolândia, paróquia Santa Luzia, um fato veio trazer ânimo à rigorosa quarentena que vivemos. O pároco, Padre Fernando Neves, divulgou em suas redes sociais exultante: “Uma Boa Notícia, em tempos de más notícias.” Ele se referia a um fato que ocorreu nesta quinta-feira (19), dia em que celebramos a Solenidade de São José, em que, mesmo suspensas as celebrações públicas, a Sra. Maria, de 76 anos de idade, teve a graça de receber o sacramento do Batismo, juntamente com a Primeira Eucaristia, Crisma e Unção dos Enfermos. Tudo ocorreu na residência da Sra. Maria. O Padre concluiu a postagem dizendo: “Os sacramentos são sinais da Ressurreição, são forças que saem do Corpo de Cristo vivo e vivificante. ‘A Luz resplandeceu em plena escuridão, jamais irão as trevas vencer o seu clarão!'” Veja algumas fotos:
- Esperança: Idosa de 76 anos recebe o batismo, em sua casa, na Solenidade de São José
“A Luz resplandeceu em plena escuridão, jamais irão as trevas vencer o seu clarão!” Na cidade de Hortolândia, paróquia Santa Luzia, um fato veio trazer ânimo à rigorosa quarentena que vivemos. O pároco, Padre Fernando Neves, divulgou em suas redes sociais exultante: “Uma Boa Notícia, em tempos de más notícias.” Ele se referia a um fato que ocorreu nesta quinta-feira (19), dia em que celebramos a Solenidade de São José, em que, mesmo suspensas as celebrações públicas, a Sra. Maria, de 76 anos de idade, teve a graça de receber o sacramento do Batismo, juntamente com a Primeira Eucaristia, Crisma e Unção dos Enfermos. Tudo ocorreu na residência da Sra. Maria. O Padre concluiu a postagem dizendo: “Os sacramentos são sinais da Ressurreição, são forças que saem do Corpo de Cristo vivo e vivificante. ‘A Luz resplandeceu em plena escuridão, jamais irão as trevas vencer o seu clarão!'” Veja algumas fotos:
- Indulgência plenária para os infectados pelo coronavírus
A Penitenciaria Apostólica publicou hoje um decreto que concede indulgências especiais aos fiéis infectados com o coronavírus e aos fiéis que rezam pelo fim da epidemia. O Vaticano publicou hoje um decreto que concede indulgências plenárias aos portadores de coronavírus, desde que cumpram certas condições. Também aos fiéis que rezam, também com certas exigências, “implorar a Deus Todo-Poderoso pelo fim da epidemia”. As condições dos doentes seriam as seguintes: “A indulgência plenária é concedida aos fiéis doentes de Coronavírus, sujeitos a quarentena por ordem da autoridade de saúde em hospitais ou em suas próprias casas se, em um espírito desapegado de qualquer pecado, eles se unem espiritualmente através da mídia para a celebração da Santa Missa, a recitação do Santo Rosário, a prática piedosa da Via Sacra ou outras formas de devoção, ou se pelo menos rezam o Credo, a Oração do Senhor (Pai Nosso) e uma invocação piedosa à Bem-Aventurada Virgem Maria (Ave Maria), oferecendo esta prova com espírito de fé em Deus e de caridade para com os irmãos, com a vontade de cumprir as condições habituais (confissão sacramental, comunhão eucarística e oração de acordo com as intenções do Santo Padre), o mais rapidamente possível ”. Além disso, com as mesmas condições, aqueles que são expostos ao contágio por terceiros o obterão: “Profissionais de saúde, familiares e todos aqueles que, seguindo o exemplo do bom samaritano, expostos ao risco de contágio, cuidam dos pacientes com coronavírus de acordo com as palavras do divino Redentor:” Ninguém tem mais amor do que isso: dando a vida seus amigos ”(Jo 15,13) obterão o mesmo presente da indulgência plenária nas mesmas condições”. As condições dos fiéis que não estão doentes seriam as seguintes: “Esta Penitenciaria Apostólica, além disso, concede de bom grado, nas mesmas condições, a Indulgência Plenária por ocasião da atual epidemia mundial, também aos fiéis que oferecem uma visita ao Santíssimo Sacramento, ou Adoração Eucarística, ou a leitura do Escritura Sagrada por pelo menos meia hora, ou a oração do Santo Rosário, ou o piedoso exercício da Via Sacra, ou a oração do terço da Divina Misericórdia, para implorar a Deus Todo-Poderoso pelo fim da epidemia, o alívio dos aflitos e a salvação eterna daqueles a quem o Senhor chamou a si mesmo ”. Segue abaixo o decreto, publicado pela Assessoria de Imprensa da Santa Sé: PENITENCIARIO APOSTÓLICO DECRETO O presente de indulgências especiais é concedido aos fiéis que sofrem da doença Covid-19, comumente conhecida como Coronavírus, bem como aos profissionais de saúde, familiares e todos aqueles que, de qualquer forma, cuidam deles. “Com a alegria da esperança; constante na tribulação; perseverar na oração ”(Rom 12:12). As palavras escritas por São Paulo à Igreja de Roma ressoam por toda a história da Igreja e orientam o julgamento dos fiéis diante de todo sofrimento, doença e calamidade. O momento atual que a humanidade atravessa, ameaçado por uma doença invisível e insidiosa, que há muito arrogantemente entra na vida de todos, é marcado dia a dia por medos angustiados, novas incertezas e, acima de tudo, para sofrimento físico e moral geral. A Igreja, seguindo o exemplo de seu Divino Mestre, sempre se preocupou em cuidar dos enfermos. Como São João Paulo II indicou, o valor do sofrimento humano é duplo: “Sobrenatural e ao mesmo tempo humano. É sobrenatural, porque está enraizado no mistério divino da redenção do mundo, e também é profundamente humano, porque nele o homem se encontra, sua própria humanidade, sua própria dignidade e sua própria missão. ” (Carta Apostólica Salvifici Doloris, 31). Nos últimos dias, o Papa Francisco também expressou sua proximidade paterna e renovou seu convite para orar incessantemente pelos pacientes com coronavírus. Para que todos os que sofrem por causa de Covid-19, precisamente no mistério deste sofrimento, possam redescobrir “o mesmo sofrimento redentor de Cristo” (ibid., 30), esta Penitenciaria Apostólica, ex auctoritate Summi Pontificis, confiando no palavra de Cristo, o Senhor, e considerando com fé a epidemia atualmente em andamento, para vivê-la com um espírito de conversão pessoal, conceda o presente de Indulgências de acordo com a seguinte provisão. A indulgência plenária é concedida aos fiéis doentes de Coronavírus, sujeitos a quarentena por ordem da autoridade sanitária em hospitais ou em suas próprias casas se, com um espírito desapegado de qualquer pecado, se unirem espiritualmente através da mídia à mídia. celebração da Santa Missa, a oração do Santo Rosário, a prática piedosa do Caminho da Cruz ou outras formas de devoção, ou se pelo menos rezam o Credo, a Oração do Senhor e uma invocação piedosa à Bem-Aventurada Virgem Maria, oferecendo este teste com espírito de fé em Deus e de caridade para com os irmãos, com a vontade de cumprir as condições habituais (confissão sacramental, comunhão eucarística e oração de acordo com as intenções do Santo Padre), o mais rapidamente possível. Profissionais de saúde, familiares e todos aqueles que, seguindo o exemplo do bom samaritano, expostos ao risco de contágio, cuidam dos pacientes com coronavírus de acordo com as palavras do divino Redentor: “Ninguém tem mais amor do que isso: dar a vida por seus amigos ”(Jo 15,13), obterão o mesmo dom da indulgência plenária nas mesmas condições. Além disso, esta Penitenciaria Apostólica concede de bom grado, nas mesmas condições, a Indulgência Plenária por ocasião da atual epidemia mundial, também aos fiéis que oferecem uma visita ao Santíssimo Sacramento, ou Adoração Eucarística, ou a leitura do Santo Escritura por pelo menos meia hora, ou a oração do Santo Rosário, ou o piedoso exercício da Via Crucis, ou a oração da coroa da Divina Misericórdia, para implorar a Deus Todo-Poderoso pelo fim da epidemia, o alívio dos aflitos e a salvação eterna daqueles a quem o Senhor chamou a si mesmo. A Igreja ora por aqueles que não podem receber o sacramento da Unção dos Enfermos e do Viaticum, confiando cada um deles à Divina Misericórdia em virtude da comunhão dos santos e concede aos fiéis uma indulgência plenária no momento da morte, desde que estejam adequadamente dispostos e tenham feito algumas orações durante a vida (neste caso, a Igreja fornece as três condições habituais necessárias). Para obter essa indulgência, recomenda-se o uso do crucifixo ou da cruz (cf. Enchiridion indulgentiarum, n.12). Que a Bem-Aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus e da Igreja, Saúde dos Enfermos e Auxílio dos Cristãos, nosso Advogado, ajude a humanidade sofredora, afugentando de nós o mal desta pandemia e obtendo todos os bens necessários para nossa salvação e santificação. Este decreto é válido independentemente de qualquer disposição em contrário. Dado em Roma, a partir da sede da Penitenciaria Apostólica, em 19 de março de 2020. Mauro. Cartão Piacenza Penitenciaria Maior Krzysztof Nykiel Regente Traduzido de infovaticana.com #Indulgências
- Indulgência plenária para os infectados pelo coronavírus
A Penitenciaria Apostólica publicou hoje um decreto que concede indulgências especiais aos fiéis infectados com o coronavírus e aos fiéis que rezam pelo fim da epidemia. O Vaticano publicou hoje um decreto que concede indulgências plenárias aos portadores de coronavírus, desde que cumpram certas condições. Também aos fiéis que rezam, também com certas exigências, “implorar a Deus Todo-Poderoso pelo fim da epidemia”. As condições dos doentes seriam as seguintes: “A indulgência plenária é concedida aos fiéis doentes de Coronavírus, sujeitos a quarentena por ordem da autoridade de saúde em hospitais ou em suas próprias casas se, em um espírito desapegado de qualquer pecado, eles se unem espiritualmente através da mídia para a celebração da Santa Missa, a recitação do Santo Rosário, a prática piedosa da Via Sacra ou outras formas de devoção, ou se pelo menos rezam o Credo, a Oração do Senhor (Pai Nosso) e uma invocação piedosa à Bem-Aventurada Virgem Maria (Ave Maria), oferecendo esta prova com espírito de fé em Deus e de caridade para com os irmãos, com a vontade de cumprir as condições habituais (confissão sacramental, comunhão eucarística e oração de acordo com as intenções do Santo Padre), o mais rapidamente possível ”. Além disso, com as mesmas condições, aqueles que são expostos ao contágio por terceiros o obterão: “Profissionais de saúde, familiares e todos aqueles que, seguindo o exemplo do bom samaritano, expostos ao risco de contágio, cuidam dos pacientes com coronavírus de acordo com as palavras do divino Redentor:” Ninguém tem mais amor do que isso: dando a vida seus amigos ”(Jo 15,13) obterão o mesmo presente da indulgência plenária nas mesmas condições”. As condições dos fiéis que não estão doentes seriam as seguintes: “Esta Penitenciaria Apostólica, além disso, concede de bom grado, nas mesmas condições, a Indulgência Plenária por ocasião da atual epidemia mundial, também aos fiéis que oferecem uma visita ao Santíssimo Sacramento, ou Adoração Eucarística, ou a leitura do Escritura Sagrada por pelo menos meia hora, ou a oração do Santo Rosário, ou o piedoso exercício da Via Sacra, ou a oração do terço da Divina Misericórdia, para implorar a Deus Todo-Poderoso pelo fim da epidemia, o alívio dos aflitos e a salvação eterna daqueles a quem o Senhor chamou a si mesmo ”. Segue abaixo o decreto, publicado pela Assessoria de Imprensa da Santa Sé: PENITENCIARIO APOSTÓLICO DECRETO O presente de indulgências especiais é concedido aos fiéis que sofrem da doença Covid-19, comumente conhecida como Coronavírus, bem como aos profissionais de saúde, familiares e todos aqueles que, de qualquer forma, cuidam deles. “Com a alegria da esperança; constante na tribulação; perseverar na oração ”(Rom 12:12). As palavras escritas por São Paulo à Igreja de Roma ressoam por toda a história da Igreja e orientam o julgamento dos fiéis diante de todo sofrimento, doença e calamidade. O momento atual que a humanidade atravessa, ameaçado por uma doença invisível e insidiosa, que há muito arrogantemente entra na vida de todos, é marcado dia a dia por medos angustiados, novas incertezas e, acima de tudo, para sofrimento físico e moral geral. A Igreja, seguindo o exemplo de seu Divino Mestre, sempre se preocupou em cuidar dos enfermos. Como São João Paulo II indicou, o valor do sofrimento humano é duplo: “Sobrenatural e ao mesmo tempo humano. É sobrenatural, porque está enraizado no mistério divino da redenção do mundo, e também é profundamente humano, porque nele o homem se encontra, sua própria humanidade, sua própria dignidade e sua própria missão. ” (Carta Apostólica Salvifici Doloris, 31). Nos últimos dias, o Papa Francisco também expressou sua proximidade paterna e renovou seu convite para orar incessantemente pelos pacientes com coronavírus. Para que todos os que sofrem por causa de Covid-19, precisamente no mistério deste sofrimento, possam redescobrir “o mesmo sofrimento redentor de Cristo” (ibid., 30), esta Penitenciaria Apostólica, ex auctoritate Summi Pontificis, confiando no palavra de Cristo, o Senhor, e considerando com fé a epidemia atualmente em andamento, para vivê-la com um espírito de conversão pessoal, conceda o presente de Indulgências de acordo com a seguinte provisão. A indulgência plenária é concedida aos fiéis doentes de Coronavírus, sujeitos a quarentena por ordem da autoridade sanitária em hospitais ou em suas próprias casas se, com um espírito desapegado de qualquer pecado, se unirem espiritualmente através da mídia à mídia. celebração da Santa Missa, a oração do Santo Rosário, a prática piedosa do Caminho da Cruz ou outras formas de devoção, ou se pelo menos rezam o Credo, a Oração do Senhor e uma invocação piedosa à Bem-Aventurada Virgem Maria, oferecendo este teste com espírito de fé em Deus e de caridade para com os irmãos, com a vontade de cumprir as condições habituais (confissão sacramental, comunhão eucarística e oração de acordo com as intenções do Santo Padre), o mais rapidamente possível. Profissionais de saúde, familiares e todos aqueles que, seguindo o exemplo do bom samaritano, expostos ao risco de contágio, cuidam dos pacientes com coronavírus de acordo com as palavras do divino Redentor: “Ninguém tem mais amor do que isso: dar a vida por seus amigos ”(Jo 15,13), obterão o mesmo dom da indulgência plenária nas mesmas condições. Além disso, esta Penitenciaria Apostólica concede de bom grado, nas mesmas condições, a Indulgência Plenária por ocasião da atual epidemia mundial, também aos fiéis que oferecem uma visita ao Santíssimo Sacramento, ou Adoração Eucarística, ou a leitura do Santo Escritura por pelo menos meia hora, ou a oração do Santo Rosário, ou o piedoso exercício da Via Crucis, ou a oração da coroa da Divina Misericórdia, para implorar a Deus Todo-Poderoso pelo fim da epidemia, o alívio dos aflitos e a salvação eterna daqueles a quem o Senhor chamou a si mesmo. A Igreja ora por aqueles que não podem receber o sacramento da Unção dos Enfermos e do Viaticum, confiando cada um deles à Divina Misericórdia em virtude da comunhão dos santos e concede aos fiéis uma indulgência plenária no momento da morte, desde que estejam adequadamente dispostos e tenham feito algumas orações durante a vida (neste caso, a Igreja fornece as três condições habituais necessárias). Para obter essa indulgência, recomenda-se o uso do crucifixo ou da cruz (cf. Enchiridion indulgentiarum, n.12). Que a Bem-Aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus e da Igreja, Saúde dos Enfermos e Auxílio dos Cristãos, nosso Advogado, ajude a humanidade sofredora, afugentando de nós o mal desta pandemia e obtendo todos os bens necessários para nossa salvação e santificação. Este decreto é válido independentemente de qualquer disposição em contrário. Dado em Roma, a partir da sede da Penitenciaria Apostólica, em 19 de março de 2020. Mauro. Cartão Piacenza Penitenciaria Maior Krzysztof Nykiel Regente Traduzido de infovaticana.com #Indulgências
- Aos pés do Cristo Redentor, Dom Orani realiza benção do Santissimo pelos países atingidos por corona
( ACI ).- Na noite de quarta-feira, 18 de março, a imagem do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, foi iluminada com as bandeiras dos 150 países afetados pela pandemia do coronavírus, em um momento de oração conduzido pelo Arcebispo local, Cardeal Orani João Tempesta. Este momento de oração contou também com a presença do reitor do Santuário do Cristo Redentor, Padre Omar Raposo, e da imprensa. Entretanto, não foi aberto ao público, a fim de evitar aglomeração de pessoas e também porque as visitas ao monumento estão suspensas. Segundo explicou o Cardeal Tempesta, ele recebeu um telefonema do cônsul da Itália solicitando que as cores da bandeira italiana fossem projetadas na imagem do Cristo Redentor, “como solidariedade e orações para com o povo sofrido da Itália”. Então, em conversa com o reitor do Santuário, Padre Omar Raposo, decidiu-se expandir esse pedido e projetar “no corpo do Redentor as bandeiras de 150 países que sofrem nesse momento com a proliferação desse vírus que tem causado tanta preocupação em tantas pessoas, em tantas regiões, e agora também no nosso país”. “Ao momento atual de tantas preocupações, tantos desânimos, queremos dizer que estamos aos pés do Redentor pedindo por todas as famílias, por todas as pessoas que passam por esse momento difícil ou que estão em quarentena, alguns que perderam entes queridos, estamos rezando por todos, para que, mesmo no sofrimento, mesmo nas dificuldades, tenham sempre a esperança no amanhã”, declarou o Purpurado. O Arcebispo assinalou que, “no mundo globalizado de hoje, mas tão dividido, nós vemos como as várias bandeiras das nações projetadas no corpo do Redentor nos falam que podemos ter etnias diferentes, tradições diferentes, religiões diferentes, histórias diferentes, mas somos humanos, temos as mesmas necessidades de fraternidade, ajudarmos uns aos outros”. Assim, Dom Orani indicou que o monumento do Cristo Redentor, símbolo do Brasil, do Rio de Janeiro e da “tradição de braços abertos para acolher todos”, é um “sinal de Deus que está presente em todas as nações, em todos os continentes”. “E aqueles que hoje, muitas vezes, estão chorando, estão sofrendo, sintam a consolação que vem do Senhor, sintam através de uma pessoa, de um acontecimento, a presença do amor de Deus em suas vidas”. Este momento oracional contou ainda com a presença de uma imagem de São Sebastião, padroeiro do Rio de Janeiro. O Arcebispo recordou que, há 102, a população invocou a intercessão deste santo frente à epidemia de gripe espanhola. Por isso, pontuou, “junto com São Sebastião, peçamos ao Senhor para que pare essa proliferação, para que cumpramos nossa obrigação de cidadãos e também seja o Senhor a parar tudo isso e a ajudar para que todos nós possamos sonhar com um amanhã melhor”. Assim, juntos, rezaram a oração pedindo a intercessão de São Sebastião e também o Pai-Nosso. A seguir, a oração a São Sebastião rezada pelo Cardeal Orani João Tempesta aos pés do Cristo Redentor: Glorioso Mártir São Sebastião, valoroso padroeiro e defensor da cidade do Rio de Janeiro, vós que derramastes vosso sangue e destes a vossa vida em testemunho da Fé em Nosso Senhor Jesus Cristo, alcançai-nos do mesmo Senhor, a graça de sermos vencedores do nosso verdadeiro inimigo: o pecado, que nos faz viver sem fé, sem esperança e sem caridade. Protegei, com a vossa poderosa intercessão, os filhos desta Terra de Santa Cruz. Livrai-nos de toda epidemia corporal, moral e espiritual. Fazei que se convertam aqueles que, por querer ou sem querer, são instrumentos de infelicidade para os outros. E que o justo persevere na sua fé e propague o amor de Deus, até o triunfo final. São Sebastião, advogado contra as epidemias, a fome e as guerras, rogai por nós sem cessar. Ó glorioso batalhador da Fé, socorrei-nos em nossas fraquezas e necessidades urgentes, rogai por nós junto a Deus. Amém. Via ACI Digital
- Aos pés do Cristo Redentor, Dom Orani realiza benção do Santissimo pelos países atingidos por corona
( ACI ).- Na noite de quarta-feira, 18 de março, a imagem do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, foi iluminada com as bandeiras dos 150 países afetados pela pandemia do coronavírus, em um momento de oração conduzido pelo Arcebispo local, Cardeal Orani João Tempesta. Este momento de oração contou também com a presença do reitor do Santuário do Cristo Redentor, Padre Omar Raposo, e da imprensa. Entretanto, não foi aberto ao público, a fim de evitar aglomeração de pessoas e também porque as visitas ao monumento estão suspensas. Segundo explicou o Cardeal Tempesta, ele recebeu um telefonema do cônsul da Itália solicitando que as cores da bandeira italiana fossem projetadas na imagem do Cristo Redentor, “como solidariedade e orações para com o povo sofrido da Itália”. Então, em conversa com o reitor do Santuário, Padre Omar Raposo, decidiu-se expandir esse pedido e projetar “no corpo do Redentor as bandeiras de 150 países que sofrem nesse momento com a proliferação desse vírus que tem causado tanta preocupação em tantas pessoas, em tantas regiões, e agora também no nosso país”. “Ao momento atual de tantas preocupações, tantos desânimos, queremos dizer que estamos aos pés do Redentor pedindo por todas as famílias, por todas as pessoas que passam por esse momento difícil ou que estão em quarentena, alguns que perderam entes queridos, estamos rezando por todos, para que, mesmo no sofrimento, mesmo nas dificuldades, tenham sempre a esperança no amanhã”, declarou o Purpurado. O Arcebispo assinalou que, “no mundo globalizado de hoje, mas tão dividido, nós vemos como as várias bandeiras das nações projetadas no corpo do Redentor nos falam que podemos ter etnias diferentes, tradições diferentes, religiões diferentes, histórias diferentes, mas somos humanos, temos as mesmas necessidades de fraternidade, ajudarmos uns aos outros”. Assim, Dom Orani indicou que o monumento do Cristo Redentor, símbolo do Brasil, do Rio de Janeiro e da “tradição de braços abertos para acolher todos”, é um “sinal de Deus que está presente em todas as nações, em todos os continentes”. “E aqueles que hoje, muitas vezes, estão chorando, estão sofrendo, sintam a consolação que vem do Senhor, sintam através de uma pessoa, de um acontecimento, a presença do amor de Deus em suas vidas”. Este momento oracional contou ainda com a presença de uma imagem de São Sebastião, padroeiro do Rio de Janeiro. O Arcebispo recordou que, há 102, a população invocou a intercessão deste santo frente à epidemia de gripe espanhola. Por isso, pontuou, “junto com São Sebastião, peçamos ao Senhor para que pare essa proliferação, para que cumpramos nossa obrigação de cidadãos e também seja o Senhor a parar tudo isso e a ajudar para que todos nós possamos sonhar com um amanhã melhor”. Assim, juntos, rezaram a oração pedindo a intercessão de São Sebastião e também o Pai-Nosso. A seguir, a oração a São Sebastião rezada pelo Cardeal Orani João Tempesta aos pés do Cristo Redentor: Glorioso Mártir São Sebastião, valoroso padroeiro e defensor da cidade do Rio de Janeiro, vós que derramastes vosso sangue e destes a vossa vida em testemunho da Fé em Nosso Senhor Jesus Cristo, alcançai-nos do mesmo Senhor, a graça de sermos vencedores do nosso verdadeiro inimigo: o pecado, que nos faz viver sem fé, sem esperança e sem caridade. Protegei, com a vossa poderosa intercessão, os filhos desta Terra de Santa Cruz. Livrai-nos de toda epidemia corporal, moral e espiritual. Fazei que se convertam aqueles que, por querer ou sem querer, são instrumentos de infelicidade para os outros. E que o justo persevere na sua fé e propague o amor de Deus, até o triunfo final. São Sebastião, advogado contra as epidemias, a fome e as guerras, rogai por nós sem cessar. Ó glorioso batalhador da Fé, socorrei-nos em nossas fraquezas e necessidades urgentes, rogai por nós junto a Deus. Amém. Via ACI Digital
- UM MILAGRE DO PADRE ANCHIETA
Com sua saborosa linguagem seiscentista, conta o padre Manoel Bernardes, no clássico Nova floresta, um curioso milagre do Padre Anchieta. Nalgum lugar do sudeste brasileiro, não nomeado, realizavam-se alguns jogos e o prêmio final era um pato. No final, houve dúvida sobre qual dos dois finalistas realmente merecia levar o pato. Padre José de Anchieta, de quem todos gostavam, foi chamado para resolver o problema. Estava ali presente um menino que era mudo de nascença. Então o padre, renunciando à condição de juiz, chamou o menino mudo e pediu-lhe que decidisse a contenda. Ficaram todos espantados, ansiosos por ver que sentença poderia dar um menino. Mais que isso: que resposta daria um mudo… Então o mudo falou e sentenciou: — O pato é meu. Dali em diante, ficou com a língua destravada. E, obviamente, levou o pato. (Padre Manoel Bernardes. Nova floresta. Antologia realizada por Agostinho de Campos. Paris-Lisboa, Livrarias Aillaud & Bertrand, 1920, p. 235)
- Presidente dos Bispos da Europa diz não “compartilhar” da crença em milagres
Em entrevista por telefone – em função do prelado estar em quarentena – Cardeal Jean-Claude Hollerich, presidente da União Européia de Conferências Episcopais, fala sobre as reações da Igreja à epidemia e confessa “não compartilhar” o crença nos milagres de “algumas pessoas”. Questionado sobre a suspensão das massas em quase toda a Europa e a reação dos fiéis à ‘solução’ trans draconiana, Hollerich responde: “A maioria das pessoas entende isso, porque se trata de salvar vidas. Salve as vidas dos idosos e dos mais vulneráveis, de não colocá-los em risco. E a maioria das pessoas aceita isso muito bem. Mas também há quem reclame e incentive a crença em milagres, que não compartilho. ” É sem dúvida uma resposta errada para um príncipe da Igreja. Sua Eminência não compartilha da crença em milagres – ocupando um lugar tão alto em uma religião baseada em milagres – ou você apenas quer dizer que não acredita que, neste caso, Deus possa realizar um milagre em resposta às orações dos fiéis? Ou talvez não pareça provável (nenhum milagre por definição)? De qualquer forma, no caso de um cardeal coordenador de todos os bispos da União Europeia, sua resposta é um tanto perturbadora. Acima de tudo, combinado com o seguinte. O jornalista observa que em alguns lugares foram organizadas orações e procissões para pedir a proteção do Altíssimo contra a pandemia, algo que tradicionalmente é feito na cristandade contra todos os tipos de pragas. Mas o cardeal não concorda: “Chamo os fiéis à oração, mas nunca às procissões. Os únicos que apreciam as procissões são os vírus. ” Com permissão, Eminência: há muitos que apreciam – não é o verbo correto, mas eles me entendem – as procissões que não são vírus. Existem pessoas com fé simples, aquelas que ainda acreditam em milagres e que esperam mais de seus pastores do que pedem tranquilidade e obediência robótica às instruções das autoridades seculares. “Proteger a vida deve ser uma prioridade absoluta”, diz ele. Naturalmente, ele está se referindo àquela vida aqui embaixo, não à que nunca acaba, à eterna. #Coronavírus
- Presidente dos Bispos da Europa diz não “compartilhar” da crença em milagres
Em entrevista por telefone – em função do prelado estar em quarentena – Cardeal Jean-Claude Hollerich, presidente da União Européia de Conferências Episcopais, fala sobre as reações da Igreja à epidemia e confessa “não compartilhar” o crença nos milagres de “algumas pessoas”. Questionado sobre a suspensão das massas em quase toda a Europa e a reação dos fiéis à ‘solução’ trans draconiana, Hollerich responde: “A maioria das pessoas entende isso, porque se trata de salvar vidas. Salve as vidas dos idosos e dos mais vulneráveis, de não colocá-los em risco. E a maioria das pessoas aceita isso muito bem. Mas também há quem reclame e incentive a crença em milagres, que não compartilho. ” É sem dúvida uma resposta errada para um príncipe da Igreja. Sua Eminência não compartilha da crença em milagres – ocupando um lugar tão alto em uma religião baseada em milagres – ou você apenas quer dizer que não acredita que, neste caso, Deus possa realizar um milagre em resposta às orações dos fiéis? Ou talvez não pareça provável (nenhum milagre por definição)? De qualquer forma, no caso de um cardeal coordenador de todos os bispos da União Europeia, sua resposta é um tanto perturbadora. Acima de tudo, combinado com o seguinte. O jornalista observa que em alguns lugares foram organizadas orações e procissões para pedir a proteção do Altíssimo contra a pandemia, algo que tradicionalmente é feito na cristandade contra todos os tipos de pragas. Mas o cardeal não concorda: “Chamo os fiéis à oração, mas nunca às procissões. Os únicos que apreciam as procissões são os vírus. ” Com permissão, Eminência: há muitos que apreciam – não é o verbo correto, mas eles me entendem – as procissões que não são vírus. Existem pessoas com fé simples, aquelas que ainda acreditam em milagres e que esperam mais de seus pastores do que pedem tranquilidade e obediência robótica às instruções das autoridades seculares. “Proteger a vida deve ser uma prioridade absoluta”, diz ele. Naturalmente, ele está se referindo àquela vida aqui embaixo, não à que nunca acaba, à eterna. #Coronavírus
- ‘Cristo nunca nos abandona’: cardeal Burke oferece esperança em meio ao coronavírus
Os cardeais Raymond Burke e Robert Sarah pediram aos católicos que não percam a esperança durante a pandemia e pânico globais do coronavírus. Burke, um dos dois restantes cardeais de dubia e um dos principais defensores da ortodoxia católica do mundo, lembrou aos católicos o poder da oração e a soberania de Deus. “O ataque prolongado ao coronavírus naturalmente leva à tristeza e ao medo”, afirmou Burke no Twitter. “Mas sabemos que Cristo é o Senhor da natureza e da história. Usando meios naturais para nos defendermos contra a peste, não esquecemos nosso principal meio de defesa: a oração, especialmente o rosário e a adoração eucarística. ” “Cristo nunca nos abandona”, acrescentou. Christ never abandons us. #COVIDー19 #coronavirus pic.twitter.com/aNyXPIrx7L — Cardinal Burke (@cardinalrlburke) March 17, 2020 Sarah também pediu aos católicos que orassem e confiassem no Senhor. “Se as circunstâncias ou as disposições civis ou da igreja provocadas pelo coronavírus impedirem que você vá à igreja simplesmente para encontrar o Senhor ou participe da Eucaristia, saiba que ninguém, absolutamente ninguém, pode impedir que você se volte para Deus e implore sua ajuda durante este grande teste ”, escreveu Sarah, prefeita da Congregação do Culto Divino, em uma carta aos fiéis que ele postou no Twitter. Ele instou os fiéis a orarem mais sem se cansarem. “Juntamente com um coração e uma alma e unidos na mesma fé, vamos levantar nossas mãos para Deus e implorar a ele”, continuou Sarah. “Confie a ele o mundo e Sua Igreja. Seu coração será tocado e nos salvará. « Je suis heureux de vous rejoindre par ces lignes pour vous encourager à prier davantage et sans vous lasser. » pic.twitter.com/abw87eZ3DP — Cardinal R. Sarah (@Card_R_Sarah) March 17, 2020 Os bispos de todo o mundo estão citando o coronavírus quando ordenam que as missas em suas dioceses sejam canceladas, muitas por um período indeterminado. Casos do vírus, originário de Wuhan, China, foram relatados em mais de 150 países . Houve 197.000 casos de coronavírus registrados em todo o mundo até ontem, com pelo menos 7.900 mortes. Itália, França e Espanha estão todos presos. O presidente Donald Trump declarou estado de emergência, assim como muitos governos estaduais. A economia e o mercado de ações afundaram com velocidade histórica. A Itália é o país mais atingido que não a China. Muitos países emitiram severas restrições de viagem e fecharam suas fronteiras. Trump anunciou hoje que está fechando a fronteira EUA-Canadá para viagens “não essenciais”, algo que, segundo ele, não afetará o comércio. Via LifeSiteNews
- ‘Cristo nunca nos abandona’: cardeal Burke oferece esperança em meio ao coronavírus
Os cardeais Raymond Burke e Robert Sarah pediram aos católicos que não percam a esperança durante a pandemia e pânico globais do coronavírus. Burke, um dos dois restantes cardeais de dubia e um dos principais defensores da ortodoxia católica do mundo, lembrou aos católicos o poder da oração e a soberania de Deus. “O ataque prolongado ao coronavírus naturalmente leva à tristeza e ao medo”, afirmou Burke no Twitter. “Mas sabemos que Cristo é o Senhor da natureza e da história. Usando meios naturais para nos defendermos contra a peste, não esquecemos nosso principal meio de defesa: a oração, especialmente o rosário e a adoração eucarística. ” “Cristo nunca nos abandona”, acrescentou. Christ never abandons us. #COVIDー19 #coronavirus pic.twitter.com/aNyXPIrx7L — Cardinal Burke (@cardinalrlburke) March 17, 2020 Sarah também pediu aos católicos que orassem e confiassem no Senhor. “Se as circunstâncias ou as disposições civis ou da igreja provocadas pelo coronavírus impedirem que você vá à igreja simplesmente para encontrar o Senhor ou participe da Eucaristia, saiba que ninguém, absolutamente ninguém, pode impedir que você se volte para Deus e implore sua ajuda durante este grande teste ”, escreveu Sarah, prefeita da Congregação do Culto Divino, em uma carta aos fiéis que ele postou no Twitter. Ele instou os fiéis a orarem mais sem se cansarem. “Juntamente com um coração e uma alma e unidos na mesma fé, vamos levantar nossas mãos para Deus e implorar a ele”, continuou Sarah. “Confie a ele o mundo e Sua Igreja. Seu coração será tocado e nos salvará. « Je suis heureux de vous rejoindre par ces lignes pour vous encourager à prier davantage et sans vous lasser. » pic.twitter.com/abw87eZ3DP — Cardinal R. Sarah (@Card_R_Sarah) March 17, 2020 Os bispos de todo o mundo estão citando o coronavírus quando ordenam que as missas em suas dioceses sejam canceladas, muitas por um período indeterminado. Casos do vírus, originário de Wuhan, China, foram relatados em mais de 150 países . Houve 197.000 casos de coronavírus registrados em todo o mundo até ontem, com pelo menos 7.900 mortes. Itália, França e Espanha estão todos presos. O presidente Donald Trump declarou estado de emergência, assim como muitos governos estaduais. A economia e o mercado de ações afundaram com velocidade histórica. A Itália é o país mais atingido que não a China. Muitos países emitiram severas restrições de viagem e fecharam suas fronteiras. Trump anunciou hoje que está fechando a fronteira EUA-Canadá para viagens “não essenciais”, algo que, segundo ele, não afetará o comércio. Via LifeSiteNews
- Para Leonardo Boff, a epidemia é uma ‘retaliação’ da Pachamama, a Mãe Terra
Leonardo Boff, 81 anos, acredita que o coronavírus é “uma retaliação de Gaia pelos insultos que infligimos a ela”. Para Boff, um padre e herói da Teologia da Libertação comunista, não é por acaso que o vírus explodiu lá “onde a poluição é maior”. Deus castiga? Um bispo norte-americano e vários padres e teólogos vieram à tona para negá-lo, embora as Escrituras pareçam muito claras ao contrário, e o professor Roberto de Mattei fez recentemente uma declaração afirmativa sobre a praga que estamos enfrentando. Mas há um teólogo para quem o coronavírus é, sim, uma retaliação contra a má conduta do homem, mas não de Deus, mas de Gaia, Mãe Terra: Leonardo Boff, velho amigo do Papa e inspirador de sua encíclica Laudato Si. No portal de opinião brasileiro A Terra É Redonda, Boff, um teólogo e ex-frade franciscano disciplinado por Bento e reabilitado por Francisco, escreveu recentemente uma colaboração, ‘As origens do coronavírus’, na qual ele apóia esta tese de peregrino: a pandemia que vivemos é uma “retaliação” do planeta, que ele entende de acordo com a tese de James Lovelock, como um ser vivo ao qual pertencemos. Uma terra que, nas palavras de Boff, “sente, pensa, ama, venera e se importa”. Isso é puro paganismo, não importa como você o veja. A coluna está cheia de citações, mas, curiosamente, em um teólogo, a única fonte não secular cuja opinião é coletada é a do Papa Francisco, e isso é expresso apenas em sua encíclica “ecológica”, Laudato Sì. Deus, Cristo, Maria ou qualquer realidade sobrenatural brilha absolutamente por sua ausência. A tese de Boff, que é mantida apenas por ecologistas radicais com uma certa inclinação mística, é em parte não apenas estranha ao cristianismo, que deveria não apenas ser fé, mas também ‘especialidade profissional’, mas incompatível com sua concepção de homem. Boff diz: “Os astronautas tinham a mesma percepção de suas naves espaciais e a Lua: a Terra e a humanidade constituem a mesma entidade”. Obviamente não. Deus fez o homem morrer para salvar os seres humanos caídos pelo pecado, não para salvar o planeta que, de fato, é chamado à destruição, o que quer que façamos. “Depois de perceber isso, nunca mais abandonaremos nossa consciência de que o destino da Terra e da humanidade é inextricavelmente comum.” Nem. Os dias da terra são contados, embora sejam medidos em trilhões de trilhões. O destino dos seres humanos é a eternidade, a vida que não tem fim. Nada de destino comum. E termina: “Como somos seres de inteligência e amantes da vida, podemos mudar o curso de nosso destino. Que o Espírito Criador nos fortaleça para esse propósito. ” Já colocado, eu poderia acabar dizendo: “Que a Força esteja com você”. Não soaria menos cristão. #Coronavírus
- Para Leonardo Boff, a epidemia é uma ‘retaliação’ da Pachamama, a Mãe Terra
Leonardo Boff, 81 anos, acredita que o coronavírus é “uma retaliação de Gaia pelos insultos que infligimos a ela”. Para Boff, um padre e herói da Teologia da Libertação comunista, não é por acaso que o vírus explodiu lá “onde a poluição é maior”. Deus castiga? Um bispo norte-americano e vários padres e teólogos vieram à tona para negá-lo, embora as Escrituras pareçam muito claras ao contrário, e o professor Roberto de Mattei fez recentemente uma declaração afirmativa sobre a praga que estamos enfrentando. Mas há um teólogo para quem o coronavírus é, sim, uma retaliação contra a má conduta do homem, mas não de Deus, mas de Gaia, Mãe Terra: Leonardo Boff, velho amigo do Papa e inspirador de sua encíclica Laudato Si. No portal de opinião brasileiro A Terra É Redonda, Boff, um teólogo e ex-frade franciscano disciplinado por Bento e reabilitado por Francisco, escreveu recentemente uma colaboração, ‘As origens do coronavírus’, na qual ele apóia esta tese de peregrino: a pandemia que vivemos é uma “retaliação” do planeta, que ele entende de acordo com a tese de James Lovelock, como um ser vivo ao qual pertencemos. Uma terra que, nas palavras de Boff, “sente, pensa, ama, venera e se importa”. Isso é puro paganismo, não importa como você o veja. A coluna está cheia de citações, mas, curiosamente, em um teólogo, a única fonte não secular cuja opinião é coletada é a do Papa Francisco, e isso é expresso apenas em sua encíclica “ecológica”, Laudato Sì. Deus, Cristo, Maria ou qualquer realidade sobrenatural brilha absolutamente por sua ausência. A tese de Boff, que é mantida apenas por ecologistas radicais com uma certa inclinação mística, é em parte não apenas estranha ao cristianismo, que deveria não apenas ser fé, mas também ‘especialidade profissional’, mas incompatível com sua concepção de homem. Boff diz: “Os astronautas tinham a mesma percepção de suas naves espaciais e a Lua: a Terra e a humanidade constituem a mesma entidade”. Obviamente não. Deus fez o homem morrer para salvar os seres humanos caídos pelo pecado, não para salvar o planeta que, de fato, é chamado à destruição, o que quer que façamos. “Depois de perceber isso, nunca mais abandonaremos nossa consciência de que o destino da Terra e da humanidade é inextricavelmente comum.” Nem. Os dias da terra são contados, embora sejam medidos em trilhões de trilhões. O destino dos seres humanos é a eternidade, a vida que não tem fim. Nada de destino comum. E termina: “Como somos seres de inteligência e amantes da vida, podemos mudar o curso de nosso destino. Que o Espírito Criador nos fortaleça para esse propósito. ” Já colocado, eu poderia acabar dizendo: “Que a Força esteja com você”. Não soaria menos cristão. #Coronavírus
- Cardeal Sarah envia mensagem especial para estes momentos de grande provação
“Mais do que nunca, devemos recorrer a Deus e implorar sua ajuda neste momento de grande provação” “É agora, neste momento em que o coronavírus oprime os povos do mundo inteiro, é necessário recorrer a Deus com mais intensidade, confiança e verdade para confiar em sua ternura como Pai, e à Bem-Aventurada Virgem Maria para que ela nos cubra e proteja-nos com seu manto materno » O cardeal Sarah compartilhou palavras em sua conta do Twitter para incentivar um retorno ao Senhor. Méditation sur la situation présente. pic.twitter.com/uGdMdq6b5E — Cardinal R. Sarah (@Card_R_Sarah) March 17, 2020 Leia a tradução da mensagem do Cardeal Sarah: Queridos amigos, Fico feliz em encontrá-los novamente para encorajá-los a orar mais e não abandoná-los. Rezo sobretudo com um coração transbordando de amor e caridade, um coração reconciliado com Deus e com nossos irmãos e irmãs. Se as circunstâncias ou as disposições civis ou eclesiásticas causadas pelo coronavírus impedem que você vá à igreja simplesmente para encontrar o Senhor ou para participar da Eucaristia, saiba, no entanto, que ninguém, absolutamente ninguém, pode impedir que você se volte para Deus e implore Sua ajuda neste momento de grande provação. Lembre-se das palavras que Jesus nos dirige hoje, neste terceiro domingo da Quaresma: «Mulher, acredite em mim, porque está chegando a hora, em que nem neste monte nem em Jerusalém você adorará o Pai … Mas a hora está chegando e já chegou , em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai também quer que aqueles que adoram sejam assim. Deus é espírito, e aqueles que o adoram devem adorá-lo em espírito e em verdade ”(João 4, 21-24). Agora, neste momento em que o coronavírus oprime os povos do mundo inteiro, é necessário recorrer a Deus com mais intensidade, confiança e verdade para confiar em sua ternura como Pai, e em direção à Bem-Aventurada Virgem Maria, para que ela nos cubra e proteja com seu manto materno. São Paulo recomenda isso para nós quando escreve aos cristãos de Éfeso, e também a nós: “Viva sempre orando no Espírito com todo tipo de oração e oração, e vigiando-o com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef. 6 18). Juntos, em um coração e uma alma, e unidos na mesma fé, vamos levantar nossas mãos para Deus e implorar a ele. Confiamos o mundo e Sua Igreja a Ele. Seu coração se alargará e nos salvará. Traduzido de Infocatólica #CardealSarah #Coronavírus
- Cardeal Sarah envia mensagem especial para estes momentos de grande provação
“Mais do que nunca, devemos recorrer a Deus e implorar sua ajuda neste momento de grande provação” “É agora, neste momento em que o coronavírus oprime os povos do mundo inteiro, é necessário recorrer a Deus com mais intensidade, confiança e verdade para confiar em sua ternura como Pai, e à Bem-Aventurada Virgem Maria para que ela nos cubra e proteja-nos com seu manto materno » O cardeal Sarah compartilhou palavras em sua conta do Twitter para incentivar um retorno ao Senhor. Méditation sur la situation présente. pic.twitter.com/uGdMdq6b5E — Cardinal R. Sarah (@Card_R_Sarah) March 17, 2020 Leia a tradução da mensagem do Cardeal Sarah: Queridos amigos, Fico feliz em encontrá-los novamente para encorajá-los a orar mais e não abandoná-los. Rezo sobretudo com um coração transbordando de amor e caridade, um coração reconciliado com Deus e com nossos irmãos e irmãs. Se as circunstâncias ou as disposições civis ou eclesiásticas causadas pelo coronavírus impedem que você vá à igreja simplesmente para encontrar o Senhor ou para participar da Eucaristia, saiba, no entanto, que ninguém, absolutamente ninguém, pode impedir que você se volte para Deus e implore Sua ajuda neste momento de grande provação. Lembre-se das palavras que Jesus nos dirige hoje, neste terceiro domingo da Quaresma: «Mulher, acredite em mim, porque está chegando a hora, em que nem neste monte nem em Jerusalém você adorará o Pai … Mas a hora está chegando e já chegou , em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai também quer que aqueles que adoram sejam assim. Deus é espírito, e aqueles que o adoram devem adorá-lo em espírito e em verdade ”(João 4, 21-24). Agora, neste momento em que o coronavírus oprime os povos do mundo inteiro, é necessário recorrer a Deus com mais intensidade, confiança e verdade para confiar em sua ternura como Pai, e em direção à Bem-Aventurada Virgem Maria, para que ela nos cubra e proteja com seu manto materno. São Paulo recomenda isso para nós quando escreve aos cristãos de Éfeso, e também a nós: “Viva sempre orando no Espírito com todo tipo de oração e oração, e vigiando-o com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef. 6 18). Juntos, em um coração e uma alma, e unidos na mesma fé, vamos levantar nossas mãos para Deus e implorar a ele. Confiamos o mundo e Sua Igreja a Ele. Seu coração se alargará e nos salvará. Traduzido de Infocatólica #CardealSarah #Coronavírus
- Padre oferece confissões Drive-Thru enquanto as igrejas estão fechadas por coronavírus
O padre Scott Holmer, da Igreja Católica St. Edward the Confessor em Bowie, Maryland, está oferecendo confissões para os motoristas depois que a arquidiocese de Washington suspendeu todas as missas públicas, a partir de 14 de março. O padre Holmer divulgou em seu site paroquial uma declaração explicando que “a missa é o coração de nossa vida juntos como católicos”. “É certamente triste que nenhum de nós possa comparecer à missa por causa da crise de saúde que ameaça nossa nação e o mundo”, disse ele. “Peço-lhe que una suas orações ao Santo Sacrifício da Missa que vou oferecer em particular, passando um tempo todos os dias em oração pessoal e continuando a manter a disciplina quaresmal de oração, jejum e obras de misericórdia. “ O padre então anunciou que oferecerá confissões diárias durante o período em que normalmente celebra a missa. “Como não posso garantir sua segurança física abrindo a Igreja ou o escritório para os visitantes, montei um ‘confessionário drive-thru’. Ouvirei confissões no estacionamento da Igreja para manter uma distância de um metro e oitenta enquanto os penitentes permanecem em seus carros “, diz Holmer. O padre acrescentou que o seminarista Joseph McHenry direcionará o tráfego. Também será vendado para aqueles que querem ir “nos bastidores”. “Isso está se tornando uma Quaresma como nenhuma outra”, diz o padre Holmer. “Acredito que o Senhor está nos convidando a uma maior preocupação pelo bem-estar de nossos vizinhos e nos oferece a oportunidade de fazer sacrifícios por eles. Que penitência quaresmal para todos nós. ” Aqui está uma foto das confissões para os motoristas: Reze pelo fim da disseminação do coronavírus e pela recuperação de todas as vítimas do COVID-19!
- Padre oferece confissões Drive-Thru enquanto as igrejas estão fechadas por coronavírus
O padre Scott Holmer, da Igreja Católica St. Edward the Confessor em Bowie, Maryland, está oferecendo confissões para os motoristas depois que a arquidiocese de Washington suspendeu todas as missas públicas, a partir de 14 de março. O padre Holmer divulgou em seu site paroquial uma declaração explicando que “a missa é o coração de nossa vida juntos como católicos”. “É certamente triste que nenhum de nós possa comparecer à missa por causa da crise de saúde que ameaça nossa nação e o mundo”, disse ele. “Peço-lhe que una suas orações ao Santo Sacrifício da Missa que vou oferecer em particular, passando um tempo todos os dias em oração pessoal e continuando a manter a disciplina quaresmal de oração, jejum e obras de misericórdia. “ O padre então anunciou que oferecerá confissões diárias durante o período em que normalmente celebra a missa. “Como não posso garantir sua segurança física abrindo a Igreja ou o escritório para os visitantes, montei um ‘confessionário drive-thru’. Ouvirei confissões no estacionamento da Igreja para manter uma distância de um metro e oitenta enquanto os penitentes permanecem em seus carros “, diz Holmer. O padre acrescentou que o seminarista Joseph McHenry direcionará o tráfego. Também será vendado para aqueles que querem ir “nos bastidores”. “Isso está se tornando uma Quaresma como nenhuma outra”, diz o padre Holmer. “Acredito que o Senhor está nos convidando a uma maior preocupação pelo bem-estar de nossos vizinhos e nos oferece a oportunidade de fazer sacrifícios por eles. Que penitência quaresmal para todos nós. ” Aqui está uma foto das confissões para os motoristas: Reze pelo fim da disseminação do coronavírus e pela recuperação de todas as vítimas do COVID-19!
- CARTA AOS FIÉIS EM TEMPOS DE EPIDEMIA – Padre Davide Pagliarani
Não sabemos quanto tempo durará a situação atual nem, sobretudo, como as coisas irão evoluir nas próximas semanas. Diante dessa incerteza, a tentação mais natural é buscar desesperadamente garantias e explicações nos comentários e hipóteses dos mais sábios especialistas. Muitas vezes, no entanto, tais hipóteses — que abundam por toda parte — contradizem a si mesmas e aumentam a confusão, em vez de propiciar um pouco de serenidade. É um fato definitivo que a incerteza é parte integrante desta prova. Depende de nós o proveito que tiremos de tudo isso. Se a Providência permite uma calamidade ou algum mal, sempre o faz para disso obter um bem maior que, direta ou indiretamente, esteja relacionado com o bem de nossa alma. Sem essa premissa essencial, corremos o risco de desesperar, pois uma epidemia, calamidade ou qualquer outro tipo de prova sempre nos encontrarão pouco preparados. O que o Senhor quer que compreendamos neste momento? O que deseja de nós nesta Quaresma tão especial, na qual já parece ter decidido que sacrifícios devemos fazer? Um simples micróbio é capaz de fazer a humanidade ficar de joelhos. Na era das grandes realizações tecnológicas e científicas, o orgulho humano se vê finalmente humilhado. O homem contemporâneo, que se orgulha tanto de suas realizações, que instala cabos de fibra ótica no fundo dos oceanos, constrói porta-aviões, usinas nucleares, arranha-céus e computadores, e que, depois de pisar na lua, continuou conquistando o espaço até chegar a Marte, agora se encontra indefeso diante de um micróbio invisível. Não devemos permitir que o ruído midiático desses dias, e o medo que nos possa provocar, nos façam perder esta lição profunda e fácil de entender para os corações simples e puros, que buscam compreender com fé os tempos atuais. A Providência continua a nos ensinar, hoje, através de acontecimentos. A humanidade, e cada um de nós, tem agora uma oportunidade histórica para retornar à realidade, àquilo que é real, deixando de lado o mundo virtual feito dos sonhos, mitos e ilusões. Traduzida em termos do Evangelho, essa mensagem corresponde às palavras de Jesus, que nos pede para permanecermos unidos a Ele o mais próximo possível, porque sem Ele nada podemos fazer e somos incapazes de resolver qualquer problema (João 15, 5). Estes tempos de incerteza, de espera de uma solução, de sentimento de impotência e fragilidade, devem incitar-nos a buscar Nosso Senhor, implorar o Seu perdão, rezar com mais fervor e, acima de tudo, abandonar-nos à Sua Providência. A isto deve-se acrescentar a dificuldade, e até a impossibilidade, de assistir livremente à Santa Missa, e isso aumenta a dureza desta prova. Mas continuamos a ter ao nosso alcance um meio privilegiado e uma arma mais poderosa que a ansiedade, a incerteza ou o pânico, que a crise dos coronavírus pode provocar: o Santo Rosário, que nos une à Santíssima Virgem e ao Céu. Chegou a hora de rezar o Rosário em nossas casas de maneira mais sistemática e com mais fervor do que o habitual. Não vamos perder nosso tempo diante das telas e não nos deixemos vencer pela febre da mídia. Se devemos obedecer ao mandato de confinamento, aproveitemos a oportunidade para transformar nossa “prisão domiciliar” em uma espécie de alegre retiro familiar, durante o qual a oração recupere o tempo e a importância que merece. Vamos ler o Evangelho de A a Z, meditá-lo com calma, ouvi-lo em paz: as palavras do Mestre são muito mais eficazes e alcançam mais facilmente a inteligência e o coração. Agora que as circunstâncias, e até as regulamentações governamentais, nos separam do mundo, é quando menos devemos permitir que o mundo entre em nossas casas! Vamos tirar proveito dessa situação. Vamos dar prioridade aos bens espirituais, que nenhum micróbio pode atacar: acumulemos nossos tesouros no Céu, onde nem a traça nem a ferrugem os consomem. Porque onde está nosso tesouro, ali também estará nosso coração (Mateus 6, 20-21). Aproveitemos esta oportunidade para mudar de vida, abandonando-nos à Divina Providência, sem esquecer de rezar por aqueles que estão sofrendo neste momento. Devemos confiar ao Senhor todos aqueles para quem se aproxima o dia do julgamento, e pedir-Lhe que tenha piedade de tantos de nossos contemporâneos que ainda não conseguem extrair desses acontecimentos atuais as lições adequadas às suas almas. Rezemos para que, depois da prova já passada, eles não retornem à sua vida anterior, sem que nada tenha mudado. As epidemias sempre serviram para levar os tíbios à prática religiosa, a pensar em Deus, a detestar o pecado. Temos a obrigação de pedir essa graça a cada um de nossos compatriotas, sem exceção, incluindo — acima de tudo — os pastores que perderam o espírito de fé e já não sabem discernir a vontade de Deus. Não desanimemos: Deus nunca nos abandona. Saibamos meditar nas palavras cheias de confiança que nossa Santa Mãe Igreja põe nos lábios do sacerdote, em tempos de epidemia: “Oh, Deus, que não desejas a morte do pecador, mas que se arrependa: recebe com Teu perdão a teu povo, que se volta para Ti. E enquanto ele se mantenha fiel ao Teu serviço, por Tua clemência remova dele o flagelo da Tua ira. Por Nosso Senhor Jesus Cristo”. https://infovaticana.com/2020/03/18/el-superior-de-la-fsspx-propone-recurrir-al-rosario-con-mas-fervor-ante-la-supresion-de-la-misa/















































