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  • ‘Arrependa-se e aceite o Evangelho’, diz Trump na declaração da quarta-feira de cinzas

    O presidente Donald Trump e a primeira-dama Melania Trump emitiram uma mensagem presidencial na quarta-feira, 26 de fevereiro, reconhecendo a quarta-feira de cinzas e oferecendo orações a todos que observam a Quaresma. Os Trunfos disseram na mensagem que desejavam que “todos observassem a quarta-feira de cinzas um dia de paz e oração”. A quarta-feira de cinzas marca o início da estação litúrgica da Quaresma, durante a qual os católicos observam um tempo de arrependimento e preparação para a Páscoa através da prática de oração, jejum e esmola. Hoje, milhões de cristãos serão marcados na testa com o sinal da cruz. A imposição de cinzas é um convite para passar um tempo durante a Quaresma, jejuando, orando e participando de atos de caridade ”, afirmou o comunicado do Trumps. “Essa tradição poderosa e sagrada nos lembra nossa mortalidade compartilhada, o amor salvador de Cristo e a necessidade de se arrepender e aceitar o Evangelho mais plenamente”, disseram eles. O presidente e a primeira-dama ofereceram orações a todos que estão assistindo a quarta-feira de cinzas e disseram que desejavam a todos uma “jornada quaresmal de oração”. “Que você se aproxime de Deus em sua fé durante esta época abençoada”, disse a mensagem. É a primeira vez que os Trumps emitem uma mensagem sobre a quarta-feira de cinzas. A última mensagem presidencial na quarta-feira de cinzas foi divulgada em 2016 pelo presidente Barack Obama e pela primeira-dama Michelle Obama. Além das orações para os que observam a Quaresma, os Obamas estenderam as orações a “todos os que sofrem, incluindo os cristãos que são submetidos a uma violência indizível e perseguição por sua fé”. #Política

  • HISTÓRIA DA IGREJA PRIMITIVA

    HISTÓRIA DA IGREJA PRIMITIVA II Tessalonicenses, 2 Bíblia Ave Maria 15 Assim, pois, irmãos, ficai firmes e conservai os ensinamentos que de nós aprendestes, seja por palavras, seja por carta nossa. #USA #France #EUAfrançaparisgeorgiaportugalmacedoniabelarusrussiapaquistãoIrãnCoreiaEgiptoArabiasauditaEmiradosÁrabesunidosEtiópiaNigériaChinaIraqueZimbabuéÁfric #Apologética #MacauGoaAngolaMoçambiqueCaboverdeGuinéBissauGuinéEquatorialSãotoméePrincipeEUAfrançaparisgeorgiaportugalmacedoniabelarusrussiapaquistãoIrãnCoreiaEgiptoAr #desenvolvimentodoutrinal #UzbequistãoLaosMauritâniaIêmemAfeganistãoMaldivasSomáliaArábiaSauditaIrãCoréiadoNorte

  • Conselhos do Papa Francisco para a Quaresma: desligue o telefone e pegue a Bíblia

    Em sua audiência geral semanal, realizada na quarta-feira de cinzas, o Papa Francisco refletiu sobre o “deserto” da Quaresma e como é contracultural passar um tempo em silêncio, longe do barulho da vida moderna. Recomendou ainda que desliguemos o celular e peguemos a bíblia. CIDADE DO VATICANO – O Papa Francisco pediu aos católicos nesta quarta-feira que usem a estação da Quaresma para passar menos tempo imerso nas conversas e ruídos do mundo através da televisão e em seus telefones, e para passar mais tempo em silêncio e conversando com Deus. “A Quaresma é o momento certo para dar espaço à Palavra de Deus. É a hora de desligar a televisão e abrir a Bíblia. É o momento de desconectar seu telefone celular e se conectar ao Evangelho ”, disse o papa em 26 de fevereiro. Leia também: Quarta-Feira de Cinzas, dia de jejum e a abstinência Esse período penitencial, continuou ele, é também o momento de desistir de fofocas, boatos e conversas inúteis, concentrando-se em se entregar ao Senhor, que passou 40 dias no deserto em jejum e oração. Durante a Quaresma, Jesus está “nos chamando para o deserto”, explicou o Papa Francisco. Jesus “nos convida a ouvir o que importa. Para o diabo que o tentou, ele respondeu: ‘O homem não vive somente de pão, mas de toda palavra que sai da boca de Deus’. ” “Como pão, mais do que pão precisamos da Palavra de Deus, precisamos falar com Deus: precisamos orar”, insistiu. Em sua audiência geral semanal, realizada na quarta-feira de cinzas, o Papa Francisco refletiu sobre o “deserto” da Quaresma e como é contracultural passar um tempo em silêncio, longe do barulho da vida moderna. Leia também: Na quaresma, o Jejum e a Abstinência de carne são necessários? “Vivemos em um ambiente poluído por muita violência verbal, por muitas palavras ofensivas e prejudiciais, que a internet amplifica”, explicou. “Somos inundados com palavras vazias, anúncios e mensagens sutis. Nós nos acostumamos a ouvir tudo sobre todos e corremos o risco de cair em um mundanismo que atrofia nossos corações. ” Nesse barulho, “lutamos para distinguir a voz do Senhor que nos fala, a voz da consciência, do bem”, disse o papa. Segundo o Papa Francisco, o ‘deserto’ da Quaresma, onde podemos conversar com o Senhor, torna-se um local vivificante. Leia também: Sugestões de penitências e mortificações na quaresma Ele reconheceu que não é fácil abrir espaço para o silêncio no coração, mas convidou todos a se imaginarem no deserto, cercados por um grande silêncio, sem “barulhos, exceto o vento e a respiração”. “É a ausência de palavras para abrir espaço para outra Palavra, a Palavra de Deus”, disse ele. Tradução de ncregister.com #papafrancisco #Quaresma #Vaticano

  • Conselhos do Papa Francisco para a Quaresma: desligue o telefone e pegue a Bíblia

    Em sua audiência geral semanal, realizada na quarta-feira de cinzas, o Papa Francisco refletiu sobre o “deserto” da Quaresma e como é contracultural passar um tempo em silêncio, longe do barulho da vida moderna. Recomendou ainda que desliguemos o celular e peguemos a bíblia. CIDADE DO VATICANO – O Papa Francisco pediu aos católicos nesta quarta-feira que usem a estação da Quaresma para passar menos tempo imerso nas conversas e ruídos do mundo através da televisão e em seus telefones, e para passar mais tempo em silêncio e conversando com Deus. “A Quaresma é o momento certo para dar espaço à Palavra de Deus. É a hora de desligar a televisão e abrir a Bíblia. É o momento de desconectar seu telefone celular e se conectar ao Evangelho ”, disse o papa em 26 de fevereiro. Leia também: Quarta-Feira de Cinzas, dia de jejum e a abstinência Esse período penitencial, continuou ele, é também o momento de desistir de fofocas, boatos e conversas inúteis, concentrando-se em se entregar ao Senhor, que passou 40 dias no deserto em jejum e oração. Durante a Quaresma, Jesus está “nos chamando para o deserto”, explicou o Papa Francisco. Jesus “nos convida a ouvir o que importa. Para o diabo que o tentou, ele respondeu: ‘O homem não vive somente de pão, mas de toda palavra que sai da boca de Deus’. ” “Como pão, mais do que pão precisamos da Palavra de Deus, precisamos falar com Deus: precisamos orar”, insistiu. Em sua audiência geral semanal, realizada na quarta-feira de cinzas, o Papa Francisco refletiu sobre o “deserto” da Quaresma e como é contracultural passar um tempo em silêncio, longe do barulho da vida moderna. Leia também: Na quaresma, o Jejum e a Abstinência de carne são necessários? “Vivemos em um ambiente poluído por muita violência verbal, por muitas palavras ofensivas e prejudiciais, que a internet amplifica”, explicou. “Somos inundados com palavras vazias, anúncios e mensagens sutis. Nós nos acostumamos a ouvir tudo sobre todos e corremos o risco de cair em um mundanismo que atrofia nossos corações. ” Nesse barulho, “lutamos para distinguir a voz do Senhor que nos fala, a voz da consciência, do bem”, disse o papa. Segundo o Papa Francisco, o ‘deserto’ da Quaresma, onde podemos conversar com o Senhor, torna-se um local vivificante. Leia também: Sugestões de penitências e mortificações na quaresma Ele reconheceu que não é fácil abrir espaço para o silêncio no coração, mas convidou todos a se imaginarem no deserto, cercados por um grande silêncio, sem “barulhos, exceto o vento e a respiração”. “É a ausência de palavras para abrir espaço para outra Palavra, a Palavra de Deus”, disse ele. Tradução de ncregister.com #papafrancisco #Quaresma #Vaticano

  • A LUTA COM AS PALAVRAS

    Disse o poeta (agnóstico) Drummond: “Lutar com palavras É a luta mais vã. No entanto lutamos Mal rompe a manhã”. Que me perdoe o poeta, mas não será justamente o contrário? “Lutar com palavras Não é luta vã: Por isso lutamos Mal rompe a manhã”.

  • Ministra Damares diz em reunião da ONU que prioridade do governo é proteger o direito à vida

    Com coerência e respeito à lei natural, a corajosa ministra deixou claro que a prioridade é proteger o direito à vida. A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, acaba de discursar na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Genebra, na Suíça. Ela assegurou que se comprometerá com “os mais altos padrões de direitos humanos” e com a “defesa da democracia”. Logo no início de sua fala, que durou mais de 10 minutos, Damares destacou que lutará para garantir os direitos das mulheres, com atenção especial a casos de feminicídio e abuso sexual. Embora não tenha mencionado a palavra “aborto”, a ministra salientou que defenderá o direito de todos “à vida desde a concepção”. — Defenderemos tenazmente o pleno exercício por todos do direito à vida desde a concepção e à segurança da pessoa, em linha com a Declaração Universal dos Direitos Humanos e o Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos, bem como, no âmbito regional, com o Pacto de São Jose da Costa Rica. Com informações de O Globo #Aborto #Brasil #Política

  • Ministra Damares diz em reunião da ONU que prioridade do governo é proteger o direito à vida

    Com coerência e respeito à lei natural, a corajosa ministra deixou claro que a prioridade é proteger o direito à vida. A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, acaba de discursar na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Genebra, na Suíça. Ela assegurou que se comprometerá com “os mais altos padrões de direitos humanos” e com a “defesa da democracia”. Logo no início de sua fala, que durou mais de 10 minutos, Damares destacou que lutará para garantir os direitos das mulheres, com atenção especial a casos de feminicídio e abuso sexual. Embora não tenha mencionado a palavra “aborto”, a ministra salientou que defenderá o direito de todos “à vida desde a concepção”. — Defenderemos tenazmente o pleno exercício por todos do direito à vida desde a concepção e à segurança da pessoa, em linha com a Declaração Universal dos Direitos Humanos e o Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos, bem como, no âmbito regional, com o Pacto de São Jose da Costa Rica. Com informações de O Globo #Aborto #Brasil #Política

  • [AS CONTRADIÇÕES DE DOSTOIÉVSKI] – Nicolas Boer

    Todos aqueles que escreveram sobre Dostoiévski sem conhecer os conflitos ideológicos dos quais ele é produto acreditaram poder ver nele um grande criador de ideias. Na realidade, o segredo do seu gênio consiste em seu poder de absorver as ideias mais contraditórias, de evocar as aspirações mais profundamente escondidas na alma russa. Mais que seus antecessores, o criador de O duplo penetrou o misticismo da religiosidade popular, distinguindo nela o elemento anárquico e os vestígios do maniqueísmo. Torturado pelo problema do mal, chegou até a indulgência, capaz de compreendê-lo como algo inerente ao mundo material e de sentir ternura pelo pecador até o ponto em que a sensibilidade moral enfraquece e se dissolve na indiferença amoral. O cristianismo de Dostoiévski é o semi-maniqueísmo que serve como traço de união entre a mais alta concepção religiosa russa — o ideal monástico — e as tradições obscuras do misticismo sectário. Mas aí se junta o messianismo russo, alimentado por correntes intelectuais e pertencendo a outras camadas sociais. Tudo isto ele tentou exprimir, e é por isso que sua obra é a acumulação de problemas sem solução, como o próprio espírito de sua época, ainda que tenha procurado perdidamente a síntese do pensamento russo; ainda que tenha proclamado que este pensamento forneceria a fórmula do cristianismo universal, vagamente sonhado sob a forma de uma teocracia em que o Estado se dissolveria na Igreja, mas a própria Igreja não seria mais que uma abstração sem realidade material. Mas Dostoiévski jamais teria sido capaz de dar ele próprio uma síntese lúcida de suas ideias; ele encarna muito bem o conflito irredutível entre o cristianismo e o maniqueísmo que constitui a base da religiosidade russa. Se escolheu a ficção para exprimir conceitos teológicos é porque a oposição de seus personagens lhe permitiu superar as contradições dolorosas do seu próprio pensamento. (cf. J. N. Danzas, Itinéraire religieux de la conscience russe, ps. 127-128). Se alguém quer descobrir a relação do homem-escritor Dostoiévski com as figuras da sua criação, deve ter em mente que toda a Rússia, a Rússia do século XIX, a Rússia Santa e messiânica, ortodoxa e teocrática, niilista e socialista, filo-ocidental e eslavófila, angélica e autodestrutiva encontrou ressonância em sua alma robusta e sensibilidade sismográfica. Fez coexistir em sua obra a ortodoxia e o niilismo e conseguiu alojar em sua alma todos os Karamazov: Aliocha, Mitia, Feodor (e até mesmo Smerdiakov, no dizer de alguns) sem que nenhum deles se destacasse como o dominante. E aí encontramos, quem sabe, o mistério máximo da peça literária imortal, a “Lenda do Grande Inquisidor”, inserida no romance Os irmãos Karamazov.

  • Padre Franciscano comenta desfile da Mangueira: “Foi como assistir a Missa”

    Em entrevista ao O Globo, o padre franciscano Frei David Raimundo dos Santos comparou o desfile da Mangueira a uma missa atual. — Foi, para mim, como participar de uma missa atual e profunda , com o sacramento da presença viva de Jesus entre nós. Estou com a alma lavada – observou o religioso, que assistiu ao desfile pela TV. O religioso disse, ainda, que o desfile o fez se sentir mais cristão. Para ele, não houve ataques à fé cristã, como muitos alardeavam. — Um alto grau de respeitabilidade com a tematização de Jesus como ele desejou: a partir do sofrimento do povo, longe dos limites das igrejas católicas que abandonam os jovens negros no extermínio das mãos injustas de um setor da polícia que foi formada para ver no negro um problema. Não deu ênfase ao reducionismo milagreiro das igrejas evangélicas, sem compromisso em denunciar a matança dos jovens negros — afirmou o frade. O frade parabenizou sacerdotes e sacerdotisas que abriram o desfile da Mangueira, especialmente o monge Marcelo Barros, que representava os católicos. O desfile A escola de samba Mangueira levou para Sapucaí neste domingo uma alegoria em que aparecem crucificados um homem negro, um indígena, uma mulher e um representante da população LGBT. Juntamente aos personagens representando Jesus, Maria Santíssima e outros símbolos cristãos, acompanhavam bailarinas semi-nuas ou trajando poucas roupas, como já é costume nos desfiles, e também jovens cujos figurinos representam a comunidade LGBT. O que significa o apoio de padres e religiosos à exposição de símbolos cristãos no Carnaval? As muitas manifestações ocorridas em torno da polêmica ocasionada pelo apoio de autoridades católicas à exposição da imagem de Nossa Senhora na festa do carnaval deve-nos fazer dar conta da grande confusão e profunda desorientação em que se encontra o nosso povo. O avançado processo de deterioração da sociedade, resulta sobretudo, do avançado processo de deterioração do clero católico. Embora a Igreja possua uma doutrina clara e princípios sólidos que devem nortear a conduta moral de seus fiéis, desde há muito, esta clareza e a solidez destes princípios vêm sendo omitidos, negados e combatidos de forma sistemática dentro da própria Igreja. Os fiéis estão confusos e desorientados. Perdeu-se a consciência da universalidade e perene validade dos princípios morais, dos mandamentos de Deus e da lei objetiva que devem orientar a conduta dos cristãos. Têm-se a impressão que a doutrina católica muda de paróquia para paróquia, de diocese para diocese, à depender do padre ou bispo que esteja à frente. São poucos os pastores de almas que assentam a sua pregação na solidez da Palavra de Deus, do Magistério e da Tradição, aplicando os princípios perenes para orientar os fiéis nas questões práticas do dia a dia. Embora nos tenha advertido fortemente Bento XVI, a ditadura do relativismo vai se impondo de maneira inexorável e atordoante. O despreparo, a omissão, a covardia, bem como a infiltração herética e revolucionária dentro do clero católico, é sem dúvida, o principal fator da marcha deste relativismo que avança dentro da Igreja e da sociedade. Primeiro se combatia a Igreja, depois, de maneira orquestrada, passou-se a contestar a doutrina e os princípios cristãos no meio intelectual, desde fora pelos não católicos, e desde dentro pelos infiltrados ou por aqueles que iam se convencendo da validade das novas ideias, sem contar um grande número daqueles que, por causa da mediocrização da formação e afastamento da sã doutrina, sequer eram (e são) capazes de perceber o problema. Colocadas as bases teóricas para se estabelecer a confusão, passou-se à aplicação prática da heterodoxia que agora, em um mundo relativizado, poderia ser apresentada como uma interpretação da “verdade”, pior ainda, como uma necessária e “legítima” forma de apresentar a doutrina para o mundo atual. É neste último estágio, que se insere a ação de muitas autoridades da Igreja hoje, incluindo os lamentáveis episódios das bênçãos a sambódromos e à autorização do uso da imagem de Nossa Senhora na festa do carnaval. Ao autorizarem e abençoarem o uso da imagem de Nossa Senhora, em meio à podridão moral que significa o carnaval, as autoridades religiosas estão acenando ao povo que o carnaval é algo bom e a presença dos cristãos é algo desejável. Deste modo, se quebra a resistência de muitos que apegando-se à Palavra de Deus, à pregação dos santos, e às muitas mensagens de Jesus e Maria, condenavam as práticas promovidas por tal evento. Leia também: CUIDADO: SUA ROUPA PODERÁ TE LEVAR AO INFERNO A Palavra de Deus condena veementemente as orgias, bebedeiras, impurezas, promiscuidades, adultérios, roubos, devassidão e tantas outras práticas promovidas pelo carnaval. Desde que se tem registros destas festas na era cristã, todos os santos, pastores e missionários, pregaram contra tal evento, por significarem evidente meio de perdição e condenação. São Vicente Ferrer chamava o carnaval de tempo infelicíssimo em que muitos cristãos corriam apressuradamente para a condenação. Com razão, São João de Foligno chamava o carnaval de colheita do diabo. À Santa Margarida Maria Alacoque, Jesus lamentava profundamente a enormidade e quantidade dos pecados cometidos nesta festa mundana. São João Maria Vianey, o Cura D’Ars, dizia que, não há um só mandamento que os bailes não transgridam, e que os mesmos são caminhos certos para o Inferno. Em 1940, Jesus pediu à Lúcia de Fátima que transmitisse ao Cardeal Patriarca de Lisboa, seu desejo de que fossem abolidas as festas profanas do carnaval, e fossem substituídas por orações e sacrifícios com preces públicas, isto como forma de reparação e súplica por Portugal e demais nações. No final da década de 80 (1989), o então Cardeal do Rio de Janeiro, Dom Eugênio Sales, impediu a exposição da imagem do Cristo Redentor pelo carnavalesco Joãozinho Trinta da Escola de Samba Beija Flor, por compreender que tal exposição seria uma profanação e levaria à confusão entre os fiéis que poderiam pensar que a Igreja aprova este evento pernicioso. Em nossos dias, quase 80 anos após o pedido de Jesus à vidente de Fátima para que se abolisse o carnaval, e quase 30 anos após de o grande Cardeal Dom Eugênio Sales ter impedido a profanação da imagem do Cristo Redentor, o Cardeal de São Paulo juntamente com uma Comissão de Bispos aprovam por unanimidade a exposição da imagem de Nossa Senhora no carnaval de São Paulo por parte de uma escola de samba. Devemos nos perguntar: O que faz estes senhores bispos pensarem que sua atitude foi boa? Só haveriam duas possibilidades da atitude destas autoridades ser boa: Ou de 80 anos para cá o carnaval tornou-se uma festa santa, familiar e promotora da virtude ou Jesus mudou de ideia e os princípios da moral cristã perderam sua validade… Se descartarmos firmemente as duas teses esdrúxulas, temos que forçosamente concluir que a atitude dos bispos e padres que autorizaram, abençoaram ou apoiaram tal apresentação da sagrada imagem de Nossa Senhora em meio a promiscuidade do carnaval, está profundamente equivocada e têm levado à confusão, à tristeza, à indignação e à perplexidade inúmeros fiéis. Longe de nós querermos julgar a intenção dos corações de nossos pastores, entretanto é nosso dever expor o erro, o grave erro dos mesmos e as consequências desastrosas para a vida da Igreja e dos fiéis, pois o que está em questão é a Palavra de Deus e a salvação de muitas almas. A partir do momento em que bispos e padres (famosos ou não) aprovam, abençoam e apoiam uma festa como o carnaval, estão se colocando na contramão da Palavra de Deus, dos princípios cristãos, das pregações dos santos e das muitas mensagens de Jesus e Maria. Ainda que não seja a intenção dos mesmos, acabam por relativizar a mensagem do Evangelho e contribuem para remover o pouco que ainda resta dos princípios da moral cristã que orienta os que ainda possuem a ventura de crer. O povo em geral não estuda princípios morais ou éticos, mas para quem mal lê ou escuta o Evangelho, as palavras e atitudes de seus pastores acabam por ser critérios para muitos se orientarem. Ao “abençoar” um sambódromo ou aprovar a exibição da imagem de Nossa Senhora no carnaval, imagem de Jesus ou qualquer outro simbolo cristão, a maior parte das pessoas entenderão que se trata de uma festa boa e que o que ali acontece não é algo de tão execrável assim. Se existe a bênção e o apoio de bispos e padres a uma festa onde se promove a nudez, a pornografia, a promiscuidade, o adultério, a bebedeira, as drogas, que ocasionam violência e inúmeros abortos e outros tantos males, ficará difícil condenar estes mesmos vícios e males que tanto mal fazem ao nosso povo, às famílias e à sociedade em geral. O carnaval não é apenas um meio “privilegiado” e eficiente que o diabo usa para aprisionar as pessoas no vício e conduzi-las ao Inferno; É também um grande desastre social na medida em que introduz muitíssimas pessoas nos vícios do alcoolismo e das drogas, o que por sua vez gerará muitos assassínios e roubos, lança muitíssimos outros na estatística dos positivados em HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis (pois ao contrário da propaganda oficial, os preservativos não seguram muita coisa), provoca inúmeros abortos como consequência da promiscuidade, introduz muitos jovens no mundo do tráfico e da prostituição, etc, etc, etc… Leia também: Curiosidades sobre a história da Imagem de Nossa Senhora Aparecida Quanto custará ao Estado a recuperação de cada viciado? O tratamento de cada um dos contaminados pelo HIV e outras DST’s? A manutenção dos que foram presos? O cuidado das que provocam aborto? Isto sem contar toda sujeira e poluição que os foliões deixam para trás. Chega a ser patético o esforço que muitas autoridades da Igreja tem feito para justificar o seu apoio e bênção à apresentação da imagem de Nossa Senhora na festa profana do carnaval. Para justificar o injustificável, evocam a presença de Jesus entre prostitutas e pecadores, esquecendo-se do fato de que a presença de Jesus em meio aos pecadores jamais foi com o objetivo de aprovar ou abençoar seus vícios, mas sim de chamá-los à conversão. As autoridades da Igreja envolvidas no atual episódio, perderam singular ocasião de à exemplo do grande Cardeal Eugênio Sales, reafirmar a solidez dos princípios cristãos, a perenidade dos mandamentos de Cristo, a perversidade de festas como o carnaval e sua clara incompatibilidade com a reta conduta cristã, bem como a reafirmação do respeito que se deve ter ao sagrado símbolo de nossa fé. O relativismo doutrinal e moral, o politicamente correto, o respeito humano e a covardia têm feito naufragar na fé muitas autoridades da Igreja, e desgraçadamente muitas ovelhas que destes dependem. Não foi em vão que no início da década de 60, Nossa Senhora disse em Garabandal: “Muitos Cardeais, bispos e padres estão a caminho do inferno e a levar muitas almas consigo.” Ao discordar e se opor à atitude de nossos pastores, não se tem a intenção de faltar o respeito às autoridades estabelecidas, mas sim de mostrar o fato de que estas mesmas autoridades são falhas e que em muitas ocasiões (por diferentes razões), estão em contradição com o Evangelho e com a Tradição da Igreja. Muitos classificam como ousado ou desrespeitoso o fato de nos opormos a uma autoridade, mas não vêem nenhum problema em estas mesmas autoridades atropelarem a Palavra de Deus e os princípios cristãos, expondo ou induzindo ao erro muitíssimos fiéis. Resguardando o devido respeito e caridade, é preciso chamar as coisas pelo nome e orientar o povo na verdade do Evangelho sempre ensinada pela Igreja, pois disto dependerá a salvação de cada um. A palavra de Deus diz: “Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz e da luz trevas.” (Isaias 5,20)… Pois “o meu povo se perde por falta de conhecimento.” (Oséias 4,6). Nestes tempos de apostasia em que a caridade se esfriou, muitos pastores de almas mesmo conhecendo a verdade têm medo de expô-la ao povo. Zelosos com o próprio bem estar, estão mais preocupados em preservar o seu sossego e conservar a sua pele do que salvar as suas ovelhas. Como dizia o benemérito e já citado Cardeal Eugênio Sales: “O que falta na Igreja são calças… E também o conteúdo das mesmas.” Que Jesus mesmo vos dê a graça de conhecermos e vivermos a verdade é dê à sua Igreja, pastores zelosos que não tenham medo de dar a vida por suas ovelhas e conduzí-las ao caminho estreito da salvação. Templário de Maria #Brasil #Carnaval

  • Padre Franciscano comenta desfile da Mangueira: “Foi como assistir a Missa”

    Em entrevista ao O Globo, o padre franciscano Frei David Raimundo dos Santos comparou o desfile da Mangueira a uma missa atual. — Foi, para mim, como participar de uma missa atual e profunda , com o sacramento da presença viva de Jesus entre nós. Estou com a alma lavada – observou o religioso, que assistiu ao desfile pela TV. O religioso disse, ainda, que o desfile o fez se sentir mais cristão. Para ele, não houve ataques à fé cristã, como muitos alardeavam. — Um alto grau de respeitabilidade com a tematização de Jesus como ele desejou: a partir do sofrimento do povo, longe dos limites das igrejas católicas que abandonam os jovens negros no extermínio das mãos injustas de um setor da polícia que foi formada para ver no negro um problema. Não deu ênfase ao reducionismo milagreiro das igrejas evangélicas, sem compromisso em denunciar a matança dos jovens negros — afirmou o frade. O frade parabenizou sacerdotes e sacerdotisas que abriram o desfile da Mangueira, especialmente o monge Marcelo Barros, que representava os católicos. O desfile A escola de samba Mangueira levou para Sapucaí neste domingo uma alegoria em que aparecem crucificados um homem negro, um indígena, uma mulher e um representante da população LGBT. Juntamente aos personagens representando Jesus, Maria Santíssima e outros símbolos cristãos, acompanhavam bailarinas semi-nuas ou trajando poucas roupas, como já é costume nos desfiles, e também jovens cujos figurinos representam a comunidade LGBT. O que significa o apoio de padres e religiosos à exposição de símbolos cristãos no Carnaval? As muitas manifestações ocorridas em torno da polêmica ocasionada pelo apoio de autoridades católicas à exposição da imagem de Nossa Senhora na festa do carnaval deve-nos fazer dar conta da grande confusão e profunda desorientação em que se encontra o nosso povo. O avançado processo de deterioração da sociedade, resulta sobretudo, do avançado processo de deterioração do clero católico. Embora a Igreja possua uma doutrina clara e princípios sólidos que devem nortear a conduta moral de seus fiéis, desde há muito, esta clareza e a solidez destes princípios vêm sendo omitidos, negados e combatidos de forma sistemática dentro da própria Igreja. Os fiéis estão confusos e desorientados. Perdeu-se a consciência da universalidade e perene validade dos princípios morais, dos mandamentos de Deus e da lei objetiva que devem orientar a conduta dos cristãos. Têm-se a impressão que a doutrina católica muda de paróquia para paróquia, de diocese para diocese, à depender do padre ou bispo que esteja à frente. São poucos os pastores de almas que assentam a sua pregação na solidez da Palavra de Deus, do Magistério e da Tradição, aplicando os princípios perenes para orientar os fiéis nas questões práticas do dia a dia. Embora nos tenha advertido fortemente Bento XVI, a ditadura do relativismo vai se impondo de maneira inexorável e atordoante. O despreparo, a omissão, a covardia, bem como a infiltração herética e revolucionária dentro do clero católico, é sem dúvida, o principal fator da marcha deste relativismo que avança dentro da Igreja e da sociedade. Primeiro se combatia a Igreja, depois, de maneira orquestrada, passou-se a contestar a doutrina e os princípios cristãos no meio intelectual, desde fora pelos não católicos, e desde dentro pelos infiltrados ou por aqueles que iam se convencendo da validade das novas ideias, sem contar um grande número daqueles que, por causa da mediocrização da formação e afastamento da sã doutrina, sequer eram (e são) capazes de perceber o problema. Colocadas as bases teóricas para se estabelecer a confusão, passou-se à aplicação prática da heterodoxia que agora, em um mundo relativizado, poderia ser apresentada como uma interpretação da “verdade”, pior ainda, como uma necessária e “legítima” forma de apresentar a doutrina para o mundo atual. É neste último estágio, que se insere a ação de muitas autoridades da Igreja hoje, incluindo os lamentáveis episódios das bênçãos a sambódromos e à autorização do uso da imagem de Nossa Senhora na festa do carnaval. Ao autorizarem e abençoarem o uso da imagem de Nossa Senhora, em meio à podridão moral que significa o carnaval, as autoridades religiosas estão acenando ao povo que o carnaval é algo bom e a presença dos cristãos é algo desejável. Deste modo, se quebra a resistência de muitos que apegando-se à Palavra de Deus, à pregação dos santos, e às muitas mensagens de Jesus e Maria, condenavam as práticas promovidas por tal evento. Leia também: CUIDADO: SUA ROUPA PODERÁ TE LEVAR AO INFERNO A Palavra de Deus condena veementemente as orgias, bebedeiras, impurezas, promiscuidades, adultérios, roubos, devassidão e tantas outras práticas promovidas pelo carnaval. Desde que se tem registros destas festas na era cristã, todos os santos, pastores e missionários, pregaram contra tal evento, por significarem evidente meio de perdição e condenação. São Vicente Ferrer chamava o carnaval de tempo infelicíssimo em que muitos cristãos corriam apressuradamente para a condenação. Com razão, São João de Foligno chamava o carnaval de colheita do diabo. À Santa Margarida Maria Alacoque, Jesus lamentava profundamente a enormidade e quantidade dos pecados cometidos nesta festa mundana. São João Maria Vianey, o Cura D’Ars, dizia que, não há um só mandamento que os bailes não transgridam, e que os mesmos são caminhos certos para o Inferno. Em 1940, Jesus pediu à Lúcia de Fátima que transmitisse ao Cardeal Patriarca de Lisboa, seu desejo de que fossem abolidas as festas profanas do carnaval, e fossem substituídas por orações e sacrifícios com preces públicas, isto como forma de reparação e súplica por Portugal e demais nações. No final da década de 80 (1989), o então Cardeal do Rio de Janeiro, Dom Eugênio Sales, impediu a exposição da imagem do Cristo Redentor pelo carnavalesco Joãozinho Trinta da Escola de Samba Beija Flor, por compreender que tal exposição seria uma profanação e levaria à confusão entre os fiéis que poderiam pensar que a Igreja aprova este evento pernicioso. Em nossos dias, quase 80 anos após o pedido de Jesus à vidente de Fátima para que se abolisse o carnaval, e quase 30 anos após de o grande Cardeal Dom Eugênio Sales ter impedido a profanação da imagem do Cristo Redentor, o Cardeal de São Paulo juntamente com uma Comissão de Bispos aprovam por unanimidade a exposição da imagem de Nossa Senhora no carnaval de São Paulo por parte de uma escola de samba. Devemos nos perguntar: O que faz estes senhores bispos pensarem que sua atitude foi boa? Só haveriam duas possibilidades da atitude destas autoridades ser boa: Ou de 80 anos para cá o carnaval tornou-se uma festa santa, familiar e promotora da virtude ou Jesus mudou de ideia e os princípios da moral cristã perderam sua validade… Se descartarmos firmemente as duas teses esdrúxulas, temos que forçosamente concluir que a atitude dos bispos e padres que autorizaram, abençoaram ou apoiaram tal apresentação da sagrada imagem de Nossa Senhora em meio a promiscuidade do carnaval, está profundamente equivocada e têm levado à confusão, à tristeza, à indignação e à perplexidade inúmeros fiéis. Longe de nós querermos julgar a intenção dos corações de nossos pastores, entretanto é nosso dever expor o erro, o grave erro dos mesmos e as consequências desastrosas para a vida da Igreja e dos fiéis, pois o que está em questão é a Palavra de Deus e a salvação de muitas almas. A partir do momento em que bispos e padres (famosos ou não) aprovam, abençoam e apoiam uma festa como o carnaval, estão se colocando na contramão da Palavra de Deus, dos princípios cristãos, das pregações dos santos e das muitas mensagens de Jesus e Maria. Ainda que não seja a intenção dos mesmos, acabam por relativizar a mensagem do Evangelho e contribuem para remover o pouco que ainda resta dos princípios da moral cristã que orienta os que ainda possuem a ventura de crer. O povo em geral não estuda princípios morais ou éticos, mas para quem mal lê ou escuta o Evangelho, as palavras e atitudes de seus pastores acabam por ser critérios para muitos se orientarem. Ao “abençoar” um sambódromo ou aprovar a exibição da imagem de Nossa Senhora no carnaval, imagem de Jesus ou qualquer outro simbolo cristão, a maior parte das pessoas entenderão que se trata de uma festa boa e que o que ali acontece não é algo de tão execrável assim. Se existe a bênção e o apoio de bispos e padres a uma festa onde se promove a nudez, a pornografia, a promiscuidade, o adultério, a bebedeira, as drogas, que ocasionam violência e inúmeros abortos e outros tantos males, ficará difícil condenar estes mesmos vícios e males que tanto mal fazem ao nosso povo, às famílias e à sociedade em geral. O carnaval não é apenas um meio “privilegiado” e eficiente que o diabo usa para aprisionar as pessoas no vício e conduzi-las ao Inferno; É também um grande desastre social na medida em que introduz muitíssimas pessoas nos vícios do alcoolismo e das drogas, o que por sua vez gerará muitos assassínios e roubos, lança muitíssimos outros na estatística dos positivados em HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis (pois ao contrário da propaganda oficial, os preservativos não seguram muita coisa), provoca inúmeros abortos como consequência da promiscuidade, introduz muitos jovens no mundo do tráfico e da prostituição, etc, etc, etc… Leia também: Curiosidades sobre a história da Imagem de Nossa Senhora Aparecida Quanto custará ao Estado a recuperação de cada viciado? O tratamento de cada um dos contaminados pelo HIV e outras DST’s? A manutenção dos que foram presos? O cuidado das que provocam aborto? Isto sem contar toda sujeira e poluição que os foliões deixam para trás. Chega a ser patético o esforço que muitas autoridades da Igreja tem feito para justificar o seu apoio e bênção à apresentação da imagem de Nossa Senhora na festa profana do carnaval. Para justificar o injustificável, evocam a presença de Jesus entre prostitutas e pecadores, esquecendo-se do fato de que a presença de Jesus em meio aos pecadores jamais foi com o objetivo de aprovar ou abençoar seus vícios, mas sim de chamá-los à conversão. As autoridades da Igreja envolvidas no atual episódio, perderam singular ocasião de à exemplo do grande Cardeal Eugênio Sales, reafirmar a solidez dos princípios cristãos, a perenidade dos mandamentos de Cristo, a perversidade de festas como o carnaval e sua clara incompatibilidade com a reta conduta cristã, bem como a reafirmação do respeito que se deve ter ao sagrado símbolo de nossa fé. O relativismo doutrinal e moral, o politicamente correto, o respeito humano e a covardia têm feito naufragar na fé muitas autoridades da Igreja, e desgraçadamente muitas ovelhas que destes dependem. Não foi em vão que no início da década de 60, Nossa Senhora disse em Garabandal: “Muitos Cardeais, bispos e padres estão a caminho do inferno e a levar muitas almas consigo.” Ao discordar e se opor à atitude de nossos pastores, não se tem a intenção de faltar o respeito às autoridades estabelecidas, mas sim de mostrar o fato de que estas mesmas autoridades são falhas e que em muitas ocasiões (por diferentes razões), estão em contradição com o Evangelho e com a Tradição da Igreja. Muitos classificam como ousado ou desrespeitoso o fato de nos opormos a uma autoridade, mas não vêem nenhum problema em estas mesmas autoridades atropelarem a Palavra de Deus e os princípios cristãos, expondo ou induzindo ao erro muitíssimos fiéis. Resguardando o devido respeito e caridade, é preciso chamar as coisas pelo nome e orientar o povo na verdade do Evangelho sempre ensinada pela Igreja, pois disto dependerá a salvação de cada um. A palavra de Deus diz: “Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz e da luz trevas.” (Isaias 5,20)… Pois “o meu povo se perde por falta de conhecimento.” (Oséias 4,6). Nestes tempos de apostasia em que a caridade se esfriou, muitos pastores de almas mesmo conhecendo a verdade têm medo de expô-la ao povo. Zelosos com o próprio bem estar, estão mais preocupados em preservar o seu sossego e conservar a sua pele do que salvar as suas ovelhas. Como dizia o benemérito e já citado Cardeal Eugênio Sales: “O que falta na Igreja são calças… E também o conteúdo das mesmas.” Que Jesus mesmo vos dê a graça de conhecermos e vivermos a verdade é dê à sua Igreja, pastores zelosos que não tenham medo de dar a vida por suas ovelhas e conduzí-las ao caminho estreito da salvação. Templário de Maria #Brasil #Carnaval

  • [O SENTIDO MORAL E SOBRENATURAL DA MORTIFICAÇÃO] – Padre Santiago Martín

    Na quarta-feira começa a Quaresma. Lembro que é um dia de jejum e abstinência. Toda sexta-feira da Quaresma é abstinência. Na verdade, todas as sextas-feiras do ano o são, mas a Igreja dispensou-nos de observá-lo, exceto na Quaresma, quando substituído por outro sacrifício. Infelizmente, isso foi esquecido e a carne é consumida naqueles dias sem fazer nenhum sacrifício substitutivo. O significado da penitência é mortificar nosso corpo para oferecer esse pequeno sacrifício ao Senhor e colaborar com Ele na redenção dos homens. Por exemplo, renunciando a algo que nos custa, podemos dizer: “pela conversão de meu filho” ou “para a solução dos problemas do meu país”. E também para sermos mais senhores de nós mesmos, vencendo mais facilmente as tentações. Ter esquecido as penitências corporais — não exageradas, mas normais — nos deixou moles e fracos na luta para fazer o bem e evitar o mal. O diabo sabe disso e, também nisso, enganou muita gente, com a desculpa de que Deus é nosso Pai e não quer que soframos. Quando um técnico força seus jogadores a fazer exercícios físicos, não é para sofrerem, mas se prepararem para render mais, quando chegar a hora da competição. E se isso é feito para marcar um gol ou uma cesta de basquete, é muito mais importante fazê-lo para vencer tentações e colaborar com Cristo na salvação dos homens.

  • Mangueira zomba dos cristãos e profana Jesus Cristo apresentando-o como Mulher e LGBT

    Mangueira mostra mulher e LGBT crucificados em alegoria na Sapucaí. A escola de samba Mangueira levou para Sapucaí neste domingo uma alegoria em que aparecem crucificados um homem negro, um indígena, uma mulher e um representante da população LGBT. O carro, batizado de “O Calvário”, contém uma cruz de 20 metros na qual está pregada a escultura de um homem de cor preta. Acima dele, a inscrição “Negro” substitui “INRI”, grafada na cruz em que Cristo foi morto. Ao redor, há cruzes menores em que estão os outros personagens, representados por pessoas. Leia também: O CARNAVAL E A COLHEITA MALDITA Juntamente aos personagens representando Jesus, Maria Santíssima e outros símbolos cristãos, acompanhavam bailarinas semi-nuas ou trajando poucas roupas, como já é costume nos desfiles, e também jovens cujos figurinos representam a comunidade LGBT. Dentre estes que trajavam figurino LGBT alguns seguravam faixas com os inscritos: “Irmão, vai tacar pedra?”, fazendo alusão o conceito completamente incorreto de que os religiosos não acolhem as pessoas com tendências homossexuais, mas que como prega o ativismo Gay e a grande mídia, só tacam pedras. Um trecho da letra do samba-enredo 2020: Rosto negro, sangue índio, corpo de mulher Moleque pelintra no buraco quente Meu nome é Jesus da Gente Leia também: Pode uma pessoa com tendências homossexuais ser um bom católico? Além do ativismo promovido pela escola de samba, analistas católicos apontaram uma apresentação repleta de significados pregados pela teologia da libertação, cujos ensinamentos são condenados pela Igreja Católica Apostólica Romana. Esta mesma teologia da libertação foi utilizada para fazer críticas ao atual governo, principalmente quando apresenta Jesus cercado de policiais, e um bloco de pessoas vestindo trajes com cruzes contendo a seguinte inscrição: “Bandido Morto”. Desrespeito e escárnio da Fé A escola de samba foi alvo de críticas e inclusive um processo movido pelo Instituto católico Centro Dom Bosco. Também, um abaixo-assinado iniciado pelo Instituto católico Plínio Corrêa de Oliveira reuniu mais de 110 mil assinaturas de pessoas que consideram a apresentação um vilipêndio à fé. O decreto de lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940. Art. 208 diz que “Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”, é crime cuja pena é detenção, de um mês a um ano, ou multa. Leia também: O que significa o apoio de religiosos à exposição de símbolos cristãos no Carnaval? #Carnaval

  • Mangueira zomba dos cristãos e profana Jesus Cristo apresentando-o como Mulher e LGBT

    Mangueira mostra mulher e LGBT crucificados em alegoria na Sapucaí. A escola de samba Mangueira levou para Sapucaí neste domingo uma alegoria em que aparecem crucificados um homem negro, um indígena, uma mulher e um representante da população LGBT. O carro, batizado de “O Calvário”, contém uma cruz de 20 metros na qual está pregada a escultura de um homem de cor preta. Acima dele, a inscrição “Negro” substitui “INRI”, grafada na cruz em que Cristo foi morto. Ao redor, há cruzes menores em que estão os outros personagens, representados por pessoas. Leia também: O CARNAVAL E A COLHEITA MALDITA Juntamente aos personagens representando Jesus, Maria Santíssima e outros símbolos cristãos, acompanhavam bailarinas semi-nuas ou trajando poucas roupas, como já é costume nos desfiles, e também jovens cujos figurinos representam a comunidade LGBT. Dentre estes que trajavam figurino LGBT alguns seguravam faixas com os inscritos: “Irmão, vai tacar pedra?”, fazendo alusão o conceito completamente incorreto de que os religiosos não acolhem as pessoas com tendências homossexuais, mas que como prega o ativismo Gay e a grande mídia, só tacam pedras. Um trecho da letra do samba-enredo 2020: Rosto negro, sangue índio, corpo de mulher Moleque pelintra no buraco quente Meu nome é Jesus da Gente Leia também: Pode uma pessoa com tendências homossexuais ser um bom católico? Além do ativismo promovido pela escola de samba, analistas católicos apontaram uma apresentação repleta de significados pregados pela teologia da libertação, cujos ensinamentos são condenados pela Igreja Católica Apostólica Romana. Esta mesma teologia da libertação foi utilizada para fazer críticas ao atual governo, principalmente quando apresenta Jesus cercado de policiais, e um bloco de pessoas vestindo trajes com cruzes contendo a seguinte inscrição: “Bandido Morto”. Desrespeito e escárnio da Fé A escola de samba foi alvo de críticas e inclusive um processo movido pelo Instituto católico Centro Dom Bosco. Também, um abaixo-assinado iniciado pelo Instituto católico Plínio Corrêa de Oliveira reuniu mais de 110 mil assinaturas de pessoas que consideram a apresentação um vilipêndio à fé. O decreto de lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940. Art. 208 diz que “Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”, é crime cuja pena é detenção, de um mês a um ano, ou multa. Leia também: O que significa o apoio de religiosos à exposição de símbolos cristãos no Carnaval? #Carnaval

  • Padre alerta àqueles que zombam e profanam publicamente Jesus Cristo

    “Deus não se vinga. Mas corrige severamente como pai.” O Padre carioca Augusto Bezerra, ao se deparar com os acontecimentos desta semana decidiu fazer um alerta através das redes sociais a todos aqueles que insistem em usar a religião como ferramenta de expressão política, cometendo, profanações e injúrias a símbolos cristãos que fazem parte da fé da maioria do povo Brasileiro. Durante esta semana Maria Santíssima foi gravemente insultada, sendo retratada nua com órgão masculino em uma exposição no Rio de Janeiro, e também no RJ aconteceu o desfile de carnaval da Mangueira que zombou de Jesus apresentando-o como Mulher e LGBT, além também do fato que o governador do estado, Witzel, assinou um decreto em favor da ideologia de gênero. Leia também: Católicos promovem abaixo-assinado contra Samba da Mangueira: uma blasfêmia contra Cristo Todos estes acontecimentos causaram grande revolta no povo cristão que veio se manifestar nas redes sociais. Como representante da Igreja e do seu rebanho, Padre Augusto também achou necessário fazer um alerta aos que promovem tais eventos blasfemos que ofendem gravemente a Deus. Leia abaixo seu alerta: “ Sobre as últimas blasfêmias cometidas no Rio de Janeiro, tanto pela exposição do Museu quanto pelo desfile da Mangueira , acaso, pensam que podem zombar de Deus e saírem ilesos? Clamam aos céus estes pecados! E dos céus, certamente Ele ouviu e vem. Que cada um faça o que quiser de si, isto Deus nos deu o livre arbítrio para fazê-lo, não sem suas consequências. Mas a ninguém Ele deu a autoridade para ridicularizar o seu Nome, a ninguém Ele deu a glória do seu Nome, a ninguém Ele deu o direito de zombar do seu Nome. Deus não se vinga. Mas corrige severamente como pai. Aguardem a correção! “ #Carnaval

  • Padre alerta àqueles que zombam e profanam publicamente Jesus Cristo

    “Deus não se vinga. Mas corrige severamente como pai.” O Padre carioca Augusto Bezerra, ao se deparar com os acontecimentos desta semana decidiu fazer um alerta através das redes sociais a todos aqueles que insistem em usar a religião como ferramenta de expressão política, cometendo, profanações e injúrias a símbolos cristãos que fazem parte da fé da maioria do povo Brasileiro. Durante esta semana Maria Santíssima foi gravemente insultada, sendo retratada nua com órgão masculino em uma exposição no Rio de Janeiro, e também no RJ aconteceu o desfile de carnaval da Mangueira que zombou de Jesus apresentando-o como Mulher e LGBT, além também do fato que o governador do estado, Witzel, assinou um decreto em favor da ideologia de gênero. Leia também: Católicos promovem abaixo-assinado contra Samba da Mangueira: uma blasfêmia contra Cristo Todos estes acontecimentos causaram grande revolta no povo cristão que veio se manifestar nas redes sociais. Como representante da Igreja e do seu rebanho, Padre Augusto também achou necessário fazer um alerta aos que promovem tais eventos blasfemos que ofendem gravemente a Deus. Leia abaixo seu alerta: “ Sobre as últimas blasfêmias cometidas no Rio de Janeiro, tanto pela exposição do Museu quanto pelo desfile da Mangueira , acaso, pensam que podem zombar de Deus e saírem ilesos? Clamam aos céus estes pecados! E dos céus, certamente Ele ouviu e vem. Que cada um faça o que quiser de si, isto Deus nos deu o livre arbítrio para fazê-lo, não sem suas consequências. Mas a ninguém Ele deu a autoridade para ridicularizar o seu Nome, a ninguém Ele deu a glória do seu Nome, a ninguém Ele deu o direito de zombar do seu Nome. Deus não se vinga. Mas corrige severamente como pai. Aguardem a correção! “ #Carnaval

  • DEUS NO HORIZONTE DE ORTEGA Y GASSET

    Num artigo para jornal escrito em 1926, “Deus à vista” (Obras completas, “El espectador – VI”, tomo II, p. 495), o filósofo Ortega y Gasset distinguia entre agnosticismo e gnosticismo, essas duas atitudes humanas frente ao que se pode conhecer do mistério de Deus. O agnóstico é o que não quer saber de certas coisas; trata-se de uma “alma que coloca a cautela e a prudência antes de todas as coisas (…) as coisas, cuja ignorância agrada ao agnóstico, não são quaisquer coisas, mas precisamente as coisas últimas e primeiras; isto é, as decisivas (…) a atitude do agnóstico não consiste em proclamar a realidade imediata e “positiva” como a única existente, o que não teria sentido; pelo contrário: reconhece que a realidade imediata não é a realidade completa; que além do visível deve haver algo, mas de tal condição que não possa ser reduzido à experiência. Em vista disso, vira as costas para o ultra-mundo e não o leva em consideração (…) mantém os olhos fixos exclusivamente neste mundo (…) a paisagem agnóstica não possui últimos termos. Tudo nela é primeiro plano, sem a lei elementar da perspectiva. É uma paisagem de míope e um panorama mutilado. Tudo o que é primário e decisivo é eliminado. A atenção é fixada exclusivamente no secundário e flutuante.” O homem gnóstico parte, ao contrário, “de um profundo asco por este mundo. Esse tremendo asco por tudo o que é sensível tem sido um dos fenômenos mais curiosos da história. O asco em relação a “este mundo” é tal, que o gnosticismo nem mesmo admite que Deus o tenha feito (…) o mundo é obra de um ente perverso, grande inimigo de Deus. Portanto, a verdadeira criação do verdadeiro Deus é a “redenção”. Criar foi uma ação ruim; o bom, o divino é “descriar”; isto é, redimir (…) enquanto a palavra do agnóstico é experiência — o que significa atenção a este mundo —, a palavra do gnóstico é salvação, o que significa fuga deste e atenção ao outro.” Sem distinguir entre gnosticismo e cristianismo, até sugerindo que este seria uma modalidade do primeiro, o filósofo espanhol finaliza dizendo que “diante dessas duas preferências antagônicas e igualmente exclusivas, há que cuidar que a atenção se fixe em uma linha intermediária, exatamente a que delimita a fronteira entre um mundo e o outro. A linha na qual “este mundo” termina, pertence a ele, sendo, portanto, de caráter “positivo”. Mas, ao mesmo tempo, nessa linha começa o ultra-mundo, sendo, em consequência, transcendente. Todas as ciências particulares, por necessidade de sua economia interna, hoje se veem pressionadas contra essa linha de seus próprios problemas últimos, que são, ao mesmo tempo, os primeiros da grande ciência de Deus.”

  • SANTOS COMO DEUS – Scott Hahn medita sobre o 7º Domingo do Tempo Comum

    Somos chamados à santidade de Deus. Essa é a afirmação extraordinária feita na Primeira Leitura e no Evangelho neste domingo. No entanto, como é possível sermos perfeitos como nosso Pai Celestial é perfeito? Jesus explica que devemos ser imitadores de Deus como filhos muito amados (Efésios 5, 1-2). Tal como faz o próprio Deus, devemos amar sem limites: com um amor que não distinga entre amigo ou inimigo, vencendo o mal com o bem (Romanos 12, 21). Jesus mesmo, em Sua paixão e morte, nos deu o exemplo perfeito do amor a que somos chamados. Ele não ofereceu resistência ao mal, embora pudesse ter ordenado que doze legiões de anjos lutassem a Seu lado. Ofereceu Seu rosto para ser golpeado e cuspido. Permitiu que Suas roupas lhe fossem arrancadas. Deixou-se levar, quando seus inimigos o arrastaram ao Lugar da Caveira (Calvário). Na cruz, rezou pelos que o perseguiam (Mateus 26, 53-54, 67; 27, 28, 32; Lucas 23, 34). Em tudo isso, Ele se mostrou o perfeito Filho de Deus. Por Sua graça, e se O imitarmos, promete que também nós podemos nos tornar filhos de nosso Pai celestial. Deus não nos trata como merecemos, conforme cantamos no Salmo desta semana. Ele nos ama com amor de Pai, salvando-nos da destruição e perdoando nossas transgressões. Amou-nos mesmo quando nos tornamos Seus inimigos, através da nossa pecaminosidade. Quando ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós (Romanos 5, 8). Fomos comprados pelo preço do sangue do Filho único de Deus (1 Coríntios 6, 20). Agora pertencemos a Cristo, como diz São Paulo na Epístola de hoje. Pelo nosso batismo, fomos transformados em templos do Seu Espírito Santo. Fomos salvos para compartilhar de Sua santidade e Sua perfeição. Vamos, então, glorificá-Lo com nossas vidas — vividas ao Seu serviço, amando tal como Ele ama. https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/holy-as-god-scott-hahn-reflects-on-the-seventh-sunday-in-ordinary-time/ [Ouça também, aqui, a homilia para este domingo do Padre Paulo Ricardo, “Amai os vossos inimigos”. Segundo Chesterton, “a Bíblia nos diz para amarmos o nosso próximo, e também para amarmos nossos inimigos, provavelmente porque, em geral, eles são as mesmas pessoas”.]

  • A ASCENSÃO DO SENHOR OCORREU NUMA QUINTA-FEIRA?

    De acordo com o que aprendemos da Sagrada Tradição, a resposta é SIM. O Nosso Senhor Jesus Cristo subiu aos céus numa quinta-feira, 10 dias antes de Pentecostes. E como sabemos disto? A Tradição da Igreja se baseia no relato que São Lucas nos deu no início dos Atos dos Apóstolos: (Atos 1, 3)E a eles se manifestou vivo depois de sua Paixão, com muitas provas, aparecendo-lhes durante quarenta dias e falando das coisas do Reino de Deus. Se contarmos quarenta dias que o Senhor se “manifestou vivo” desde o Domingo da Ressurreição, chegamos exatamente na quinta-feira da 6ª Semana da Páscoa, data consolidada pela Tradição para a Solenidade da Ascensão do Senhor, um dia de preceito conforme o Código de Direito Canônico: (Cân. 1246 — § l. )O domingo, em que se celebra o mistério pascal, por tradição apostólica, deve guardar-se como dia festivo de preceito em toda a Igreja. Do mesmo modo devem guardar-se os dias do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo, Epifania, Ascensão e santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, Santa Maria Mãe de Deus, e sua Imaculada Conceição e Assunção, São José e os Apóstolos S. Pedro e S. Paulo, e finalmente de Todos os Santos. Lembrando que um dia de preceito, segundo o mesmo Código de Direito Canônico, é aquele que o fiel católico tem obrigação de participar da Santa Missa, assim como no domingo. Mas por que então só celebramos a Ascensão do Senhor no Domingo Seguinte? O Direito Canônico, no segundo parágrafo do mesmo artigo, abre para as Conferências episcopais a possibilidade de alterar o calendário de algumas celebrações: (Cân. 1246 — § 2. )A Conferência episcopal contudo pode, com aprovação prévia da Sé Apostólica, abolir alguns dias festivos de preceito ou transferi-los para o domingo.” No caso do Brasil, a CNBB definiu o seguinte: (Legislação Complementar ao Código de Direito Canônico – CNBB Decreto nº 2/1986 – e Decreto nº 4/1986)“São festas de preceito os dias de: Natal do Senhor Jesus Cristo, do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, de Santa Maria Mãe de Deus, e de sua Imaculada Conceição. As celebrações da Epifania, da Ascensão, da Assunção de Nossa Senhora, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e a de Todos os Santos ficam transferidas para o domingo, de acordo com as normas litúrgicas. A festa de preceito de São José é abolida, permanecendo sua celebração litúrgica.” Por causa disso, alguns países, como o Vaticano, por exemplo, celebram a Ascensão do Senhor nesta quinta-feira da 6ª Semana da Páscoa enquanto nós celebramos no próximo domingo. E qual a razão de transferir para o domingo? Uma vez que, na maioria dos lugares, os dias em que caem estas festas não são feriados e, tendo em vista a sua importância, a transferência para o domingo nos proporciona viver e celebrar melhor esses importantes preceitos que marcam a nossa fé. Após a Ascensão do Senhor no Monte das Oliveiras, os Apóstolos voltaram para o Cenáculo em Jerusalém onde, em atenção à ordem do Senhor, permaneceram em oração até a manifestação do Espírito Santo no dia de Pentecostes. A Beata Elena Guerra, no final do século 19, rogou ao papa Leão XIII que, em nome da Igreja, instituísse novena de Pentecostes, a única instituída por Cristo, conforme a sua exegese, lembrando os dias que os discípulos ficaram reunidos em oração, entre a Ascensão e o Pentecostes. Em 9 de maio de 1897, o papa promulgou a Encíclica Divinum Illud Múnus, mandando que toda a Igreja rezasse a novena em honra ao Divino Espírito Santo e em preparação à solenidade de Pentecostes. Fontes: Liturgia das Horas

  • SOBRE A CELEBRAÇÃO DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA, MÃE DA IGREJA

    DECRETO Sobre a celebração da bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja no Calendário Romano Geral Por Cardeal Robert Sarah A feliz veneração em honra à Mãe de Deus da Igreja contemporânea, à luz das reflexões sobre o mistério de Cristo e sobre a sua própria natureza, não poderia esquecer aquela figura de Mulher (cf. Gal. 4,4), a Virgem Maria, que é Mãe de Cristo e com Ele Mãe da Igreja. De certa forma, este fato, já estava presente no modo próprio do sentir eclesial a partir das palavras premonitórias de Santo Agostinho e de São Leão Magno. De fato, o primeiro diz que Maria é a mãe dos membros de Cristo porque cooperou, com a sua caridade, ao renascimento dos fiéis na Igreja. O segundo, diz que o nascimento da Cabeça é, também, o nascimento do Corpo, o que indica que Maria é, ao mesmo tempo, mãe de Cristo, Filho de Deus, e mãe dos membros do seu corpo místico, isto é, da Igreja. Estas considerações derivam da maternidade divina de Maria e da sua íntima união à obra do Redentor, que culminou na hora da cruz. A Mãe, que estava junto à cruz (cf. Jo 19, 25), aceitou o testamento do amor do seu Filho e acolheu todos os homens, personificado no discípulo amado, como filhos a regenerar à vida divina, tornando-se a amorosa Mãe da Igreja, que Cristo gerou na cruz, dando o Espírito. Por sua vez, no discípulo amado, Cristo elegeu todos os discípulos como herdeiros do seu amor para com a Mãe, confiando-a a eles para que estes a acolhessem com amor filial. Dedicada guia da Igreja nascente, Maria iniciou, portanto, a própria missão materna já no cenáculo, rezando com os Apóstolos na expectativa da vinda do Espírito Santo (cf. Act 1, 14). Ao longo dos séculos, por este modo de sentir, a piedade cristã honrou Maria com os títulos, de certo modo equivalentes, de Mãe dos discípulos, dos fiéis, dos crentes, de todos aqueles que renascem em Cristo e, também, “Mãe da Igreja”, como aparece nos textos dos autores espirituais assim como nos do magistério de Bento XIV e Leão XIII. Assim, resulta claramente, sobre qual fundamento o beato papa Paulo VI, a 21 de Novembro de 1964, por ocasião do encerramento da terça sessão do Concílio Vaticano II, declarou a bem-aventurada Virgem Maria “Mãe da Igreja, isto é, de todo o Povo de Deus, tanto dos fiéis como dos pastores, que lhe chamam Mãe amorosíssima” e estabeleceu que “com este título suavíssimo seja a Mãe de Deus doravante honrada e invocada por todo o povo cristão”. A Sé Apostólica, por ocasião do Ano Santo da Reconciliação (1975), propôs uma missa votiva em honra de Santa Maria, Mãe da Igreja, que foi inserida no Missal Romano. A mesma deu a possibilidade de acrescentar a invocação deste título na Ladainha Lauretana (1980), e publicou outros formulários na Colectânea de Missas da Virgem Santa Maria (1986). Para algumas nações e famílias religiosas que pediram, concedeu a possibilidade de acrescentar esta celebração no seu Calendário particular. O Sumo Pontífice Francisco, considerando atentamente quanto a promoção desta devoção possa favorecer o crescimento do sentido materno da Igreja nos Pastores, nos religiosos e nos fiéis, como, também, da genuína piedade mariana, estabeleceu que esta memória da bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, seja inscrita no Calendário Romano na Segunda-feira depois do Pentecostes, e que seja celebrada todos os anos. Esta celebração ajudará a lembrar que a vida cristã, para crescer, deve ser ancorada no mistério da Cruz, na oblação de Cristo no convite eucarístico e na Virgem oferente, Mãe do Redentor e dos redimidos. Esta memória deverá, pois aparecer, em todos os Calendário e Livros Litúrgicos para a celebração da Missa e da Liturgia das Horas. Os respectivos textos litúrgicos são apresentados em anexo a este decreto, e a sua tradução, aprovada pelas Conferências Episcopais, serão publicados depois da confirmação por parte deste Dicastério. Onde a celebração da bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, por norma do direito particular aprovado, já se celebra num dia diferente com grau litúrgico mais elevado, pode continuar a ser celebrada desse modo. Nada obste em contrário. Sede da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos,11 de Fevereiro de 2018, memória da bem-aventurada Virgem Maria de Lurdes. Prefeito da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos Publicado originalmente em: Fontes: Vatican

  • O FILÓSOFO ORTEGA Y GASSET MORREU CATÓLICO?

    Há alguns anos, no dia 27 de novembro de 2016, o jornal madrilenho El País publicou matéria sobre uma possível conversão católica do grande filósofo Ortega y Gasset, que tinha sido agnóstico a vida toda. O título do artigo era “Ortega y Gasset morreu beijando um crucifixo”, a propósito da localização e divulgação de uma carta de pessoa próxima ao filósofo, Carmen Castro, filha do historiador Américo Castro e esposa do ex-padre e filósofo Xavier Zubiri, que foi discípulo de Ortega. Carmem Castro, professora e escritora, revelou em carta a um sacerdote que Ortega “morreu na Igreja. Não temos dúvidas disso. Ele beijou um Cristo duas vezes, levando a mão que o segurava aos lábios. Padre Felix o confessou — isso, é claro, se supõe, porque o padre Felix não podia dizê-lo. O que ele disse é que lhe deu a absolvição papal’.” Publicada essa matéria, o próprio neto do filósofo, o jornalista Andrés Ortega — que não é católico nem parece simpatizar muito com a Igreja —, escreve um desmentido noutro jornal de Madrid, El Diario, intitulado “Ortega y gasset, sem crucifixo”. Garante o neto que “Carmen Castro e Zubiri não estavam no quarto em que, após uma grave operação de câncer, estirava-se moribundo Ortega y Gasset, com a consciência muito debilitada. Foi quando chegou o padre agostiniano Felix Garcia, amigo da família e que costumava ir às casas onde estavam morrendo intelectuais rebeldes com a Igreja Católica”. Nas palavras do neto de Ortega y Gasset, Andrés Ortega: Os três filhos de Ortega, Miguel, Soledad e José, escreveram uma carta ao então ministro da Educação, Joaquín Ruiz Jiménez, para apresentar a sua versão dos fatos. Nela, diziam ter atendido “ao fervoroso desejo de nossa mãe de que o visitasse o padre Félix García, por cuja pessoa e por cuja ordem religiosa nosso pai sempre teve clara simpatia, e o padre Félix, como ele mesmo nos disse, administrou a absolvição ”sub conditione”, com a aquiescência de nosso pai. Se ele fez isso com a cabeça lúcida — que até aquele momento, segundo os olhos humanos dos médicos e da família, estava impressionantemente perdida — ou se o fez com a consciência reduzida, é um ponto que, como disse o padre Felix em seu artigo para o jornal ABC — no qual demonstra ter grande coração e inteligência — pertence ao mistério de Deus.” (Andrés Ortega, “Ortega y Gasset, sin crucifijo”, El Diario, 08/12/2016) Padre Félix García, agostiniano e grande estudioso de Fray Luís de León, teve portanto autorização da esposa de Ortega, Rosa Spottorno, para ministrar a extrema-unção a um paciente que (palavras do neto de Ortega) “praticamente tinha perdido a consciência e a vontade”. Em seguida acrescenta que seu pai, José Ortega Spottorno, contava que o filósofo, “já pouco consciente”, viu entrar no quarto não o padre, mas o amigo Felix García. Por essas três formas com que o neto se refere ao estado mental do avô filósofo — hesitante entre um Ortega de consciência muito debilitada ou já pouco consciente, a um Ortega que praticamente tinha perdido a consciência e a vontade —, percebe-se a pouca objetividade em seu relato, transparecendo uma clara intenção de “torcer” pela não conversão do moribundo, pois o Deus de Ortega estaria mais para o de Spinoza ou de Einstein, do que o da Igreja Católica… Ortega sem consciência? Ortega com pouca consciência? Como podia o filho Ortega Spottorno supor que o pai em agonia não via entrar no quarto o padre, mas só o amigo Felix García? Afirmar isso revela, no mínimo, ingenuidade em relação à misteriosa consciência de um homem às portas da morte — de um homem na hora mais decisiva de sua vida. Para o neto de Ortega, no entanto, manipuladora foi a imprensa católica e nacionalista, ao criar o embuste da conversão. De fato, o jornal franquista Arriba publicava o seguinte, um dia depois da morte do filósofo, em 19 de outubro de 1955: “O padre Félix García, com quem teve uma grande amizade nos últimos tempos, o visitou com frequência e estava ciente de sua doença. Na noite de sexta-feira a sábado, ele teve uma longa conversa com Ortega y Gasset. Mais tarde, ele o confessou. O próprio padre Félix García lhe administrou o sacramento da extrema-unção, pouco antes de sua morte. Na segunda-feira, o arcebispo de Saragoça visitou o paciente”. (Antonio Martín Puerta, Ortega y Unamuno en la España de Franco. Madri, Ediciones Encuentro, 2009, p. 190) Aqui no Brasil, o jornal carioca Correio da Manhã dava uma notícia parecida. No dia 20 de outubro de 1955, publicava uma nota sobre a morte de Ortega com o seguinte título e subtítulo: “Sepultado o filósofo Ortega y Gasset. Pesar em todo o mundo pelo desaparecimento do grande pensador”. Dizia o texto do jornal, para surpresa dos que conheciam o agnosticismo do filósofo, que ele tinha sido sepultado com os ritos da Igreja Católica, à qual se convertera nos seus últimos momentos. Segundo o neto-jornalista, nenhum dos que acompanharam a agonia de Ortega teria falado, mais tarde, de qualquer confissão de Ortega ou crucifixo levado à boca. Na verdade, falou pelo menos um, dos que estiveram no quarto do doente: o sacerdote. Foi certamente pelo padre Félix García que o casal Zubiri e a imprensa “nacional-católica” souberam da extrema-unção. Mais gente ouviu do padre esse relato. Em trabalho volumoso e erudito sobre a relação da Espanha com o mundo anglo-saxônixo, o professor espanhol Manuel José Alonso García se refere ao padre que assistiu ao filósofo em seus momentos finais, com a seguinte e inesperada observação: “O Padre Félix García me disse pessoalmente que administrou os sacramentos a Ortega y Gasset” (Manuel José Alonso García. Spanish USA. 2º vol. Melilla, Asociación de Estudios Hispano-Africanos,1996, p. 1128) Para os católicos, a grande obra do vitalista Ortega y Gasset estaria incompleta sem aquele presumível sim à verdadeira Vida. Se o sim foi dito ou não, só Deus sabe. Tomara que… sim. O fato incontestável é que o filósofo, com a cabeça lúcida, com a consciência reduzida ou sem consciência nenhuma, recebeu os sacramentos. O que realmente aconteceu depois “pertence ao mistério de Deus”.

  • Arcebispo pede que os fiéis não batam palmas na missa

    O Arcebispo Filipino, de Lingayen-Dagupan, Socrates Buenaventura Villegas, presidente da comissão para seminários da Conferência Episcopal das Filipinas (CPCP), publicou uma carta pastoral na ocasião da Quaresma, na qual condena o costume em algumas de suas paróquias de aplaudir durante a liturgia. (AsiaNews) O prelado pede aos católicos que se abstenham de “aplausos inapropriados durante a missa”, lembrando que a Eucaristia é “um memorial do Calvário”. Se isso não for cortado o mais rápido possível, declara o bispo Villegas, o aplauso “pode ​​nos roubar o verdadeiro significado da liturgia e adoração cristã” . E ele pergunta: “Alguém teria aplaudido enquanto Cristo subisse ao Calvário? Será que a Mãe Santíssima ou João, o favorito dela, teriam feito isso? «Na quarta-feira de cinzas, que abre a estação quaresmal – exorta o bispo Villegas – nos oferece uma boa oportunidade de refletir sobre o valor e a importância da sobriedade, do silêncio e do autocontrole, na busca da santidade na a vida”. O arcebispo convida a analisar em profundidade os “supostos motivos” que levam a aplaudir na igreja, antes ou depois da celebração eucarística. «Não é que bater nas palmas das mãos seja o antídoto para o tédio na igreja? pergunta. Bater palmas no meio da homilia ou depois seria um sinal de vitalidade litúrgica? Não é que esse tédio esteja enraizado em um equívoco sobre o que são adoração e oração? É possível dizer que, dessa maneira, «a comunidade em oração se torna uma audiência que precisa de entretenimento; ministros litúrgicos tornam-se artistas; e pregadores se tornam anunciadores acadêmicos de brindes. Não deve ser assim». Leia também: Arcebispo proíbe a Comunhão na mão Mons. Villegas lembra o que dois papas disseram sobre esse assunto . Um deles foi São Pio X, que proibiu os aplausos que recebeu na Basílica de São Pedro, dizendo que “não é correto aplaudir o servo na casa do mestre“. Mais recentemente, o Papa Bento XVI explicou: “Sempre que começam aplausos na liturgia, devido a algum acontecimento humano, é um sinal certo de que a essência da liturgia desapareceu totalmente e foi substituída por uma espécie de entretenimento religioso». O arcebispo de Lingayen-Dagupan critica os aplausos, como um gesto para demonstrar apreço ou reconhecimento. “Os aplausos podem ser superficiais e baratos”, diz ele; e continua: “Somos uma igreja congregada por Deus, e não um clube auto-organizado para admiração mútua“. Leia também: Conselhos importantes para participar bem da Santa Missa Ao dirigir-se aos padres, o bispo Villegas acrescenta: «Evite aplausos para manter nossos paroquianos vigilantes e acordados durante a homilia. Uma homilia bem preparada, curta, inspirada e estimulante tem uma vida mais longa do que aplausos intermitentes enquanto você prega. Se for necessário retomar uma mensagem na assembléia, após a comunhão, o prelado deve evitar mencionar aquelas pessoas ou grupos em particular que a paróquia deseja felicitar por sua tarefa ou pelas doações feitas à Igreja. (o mesmo se aplica a aniversariantes, aqueles que visitam pela primeira vez, ou avisos extensos) Essas demonstrações de agradecimento, ele acrescenta, “devem ser feitas fora da missa”. «Não me aplaudem depois da missa, quando visito a sua paróquia ou capela. Você e eu somos convidados na Casa de Deus. Nós não somos nada além de servos na Mesa do Mestre. […] partir o pão é uma comemoração da morte violenta pela qual o Senhor passou. Quem pode bater palmas enquanto outros sofrem? É uma dor com amor, sim. Mas sempre permanece dor. Leia também: “Missa Afro”, a síntese de todos os abusos litúrgicos «O tempo da Quaresma – conclui o Bispo Villegas – tem uma cor violeta austera; Uma aura sóbria e serena. As decorações do altar estão contidas. Os instrumentos musicais cedem. Vamos jejuar de prazer e manter nosso apetite. Vamos adicionar mais abstinência a esse tempo sóbrio. Vamos evitar aplausos na Igreja. Que essa abstinência dos aplausos possa fluir e se estender para os outros dias do ano». Traduzido de infocatolica.com Leia Também: https://templariodemaria.com.br/comunhao-na-mao-e-um-ataque-de-satanas-a-eucaristia-cardeal-sarah/ #AbusosLitúrgicos #Liturgia #Quaresma #SantaMissa

  • Arcebispo pede que os fiéis não batam palmas na missa

    O Arcebispo Filipino, de Lingayen-Dagupan, Socrates Buenaventura Villegas, presidente da comissão para seminários da Conferência Episcopal das Filipinas (CPCP), publicou uma carta pastoral na ocasião da Quaresma, na qual condena o costume em algumas de suas paróquias de aplaudir durante a liturgia. (AsiaNews) O prelado pede aos católicos que se abstenham de “aplausos inapropriados durante a missa”, lembrando que a Eucaristia é “um memorial do Calvário”. Se isso não for cortado o mais rápido possível, declara o bispo Villegas, o aplauso “pode ​​nos roubar o verdadeiro significado da liturgia e adoração cristã” . E ele pergunta: “Alguém teria aplaudido enquanto Cristo subisse ao Calvário? Será que a Mãe Santíssima ou João, o favorito dela, teriam feito isso? «Na quarta-feira de cinzas, que abre a estação quaresmal – exorta o bispo Villegas – nos oferece uma boa oportunidade de refletir sobre o valor e a importância da sobriedade, do silêncio e do autocontrole, na busca da santidade na a vida”. O arcebispo convida a analisar em profundidade os “supostos motivos” que levam a aplaudir na igreja, antes ou depois da celebração eucarística. «Não é que bater nas palmas das mãos seja o antídoto para o tédio na igreja? pergunta. Bater palmas no meio da homilia ou depois seria um sinal de vitalidade litúrgica? Não é que esse tédio esteja enraizado em um equívoco sobre o que são adoração e oração? É possível dizer que, dessa maneira, «a comunidade em oração se torna uma audiência que precisa de entretenimento; ministros litúrgicos tornam-se artistas; e pregadores se tornam anunciadores acadêmicos de brindes. Não deve ser assim». Leia também: Arcebispo proíbe a Comunhão na mão Mons. Villegas lembra o que dois papas disseram sobre esse assunto . Um deles foi São Pio X, que proibiu os aplausos que recebeu na Basílica de São Pedro, dizendo que “não é correto aplaudir o servo na casa do mestre“. Mais recentemente, o Papa Bento XVI explicou: “Sempre que começam aplausos na liturgia, devido a algum acontecimento humano, é um sinal certo de que a essência da liturgia desapareceu totalmente e foi substituída por uma espécie de entretenimento religioso». O arcebispo de Lingayen-Dagupan critica os aplausos, como um gesto para demonstrar apreço ou reconhecimento. “Os aplausos podem ser superficiais e baratos”, diz ele; e continua: “Somos uma igreja congregada por Deus, e não um clube auto-organizado para admiração mútua“. Leia também: Conselhos importantes para participar bem da Santa Missa Ao dirigir-se aos padres, o bispo Villegas acrescenta: «Evite aplausos para manter nossos paroquianos vigilantes e acordados durante a homilia. Uma homilia bem preparada, curta, inspirada e estimulante tem uma vida mais longa do que aplausos intermitentes enquanto você prega. Se for necessário retomar uma mensagem na assembléia, após a comunhão, o prelado deve evitar mencionar aquelas pessoas ou grupos em particular que a paróquia deseja felicitar por sua tarefa ou pelas doações feitas à Igreja. (o mesmo se aplica a aniversariantes, aqueles que visitam pela primeira vez, ou avisos extensos) Essas demonstrações de agradecimento, ele acrescenta, “devem ser feitas fora da missa”. «Não me aplaudem depois da missa, quando visito a sua paróquia ou capela. Você e eu somos convidados na Casa de Deus. Nós não somos nada além de servos na Mesa do Mestre. […] partir o pão é uma comemoração da morte violenta pela qual o Senhor passou. Quem pode bater palmas enquanto outros sofrem? É uma dor com amor, sim. Mas sempre permanece dor. Leia também: “Missa Afro”, a síntese de todos os abusos litúrgicos «O tempo da Quaresma – conclui o Bispo Villegas – tem uma cor violeta austera; Uma aura sóbria e serena. As decorações do altar estão contidas. Os instrumentos musicais cedem. Vamos jejuar de prazer e manter nosso apetite. Vamos adicionar mais abstinência a esse tempo sóbrio. Vamos evitar aplausos na Igreja. Que essa abstinência dos aplausos possa fluir e se estender para os outros dias do ano». Traduzido de infocatolica.com Leia Também: https://templariodemaria.com.br/comunhao-na-mao-e-um-ataque-de-satanas-a-eucaristia-cardeal-sarah/ #AbusosLitúrgicos #Liturgia #Quaresma #SantaMissa

  • Num grave insulto à fé cristã, “artista” retrata Virgem Maria nua e com órgão masculino

    Um ultraje absurdo à fé cristã fez com que deputados estaduais do Rio de Janeiro se mobilizassem contra o Centro Cultural Hélio Oiticica e pedissem a retirada da obra blasfema. Nesta quinta (20), o deputado estadual Capitão Paulo Teixeira (Republicanos) pediu a a retirada de uma peça da residência artística Lavra, que ilustra uma gravíssima blasfêmia contra a Santíssima Virgem Maria com um seio nu e um órgão masculino, com a inscrição “Deus acima de tudo, gozando acima de todos“. O também parlamentar Márcio Gualberto (PSL), ligado à igreja católica, já havia se posicionado, pedindo, nas redes sociais, em plenário e em ofício, explicações ao Centro Cultural Hélio Oiticica e ao município. Na quarta, o deputado Marcio Gualberto esteve no centro cultural, e filmou as obras ofensivas, em seguida ele enviou um requerimento de informações ao prefeito Marcelo Crivella e ao secretário de Cultura Adolfo Konder pedindo explicações e informações sobre o trabalho. Seu principal alvo foi a obra “Todxs xs santxs – renomeado – #eunãosoudespesa”, de Órion Lilla, que utiliza a imagem de Virgem Maria. Na manhã desta quinta, uma equipe da secretaria municipal de Cultura esteve no espaço e pediu que a classificação, que era de 10 anos, fosse mudada para 16 anos. As peças ainda estão na exposição. Por enquanto, o Centro Cultural informa que não recebeu qualquer determinação para retirá-las. Procurada, a prefeitura ainda não se manifestou. “O espaço, da Secretaria Municipal de Cultura do Município, dedicado à diversidade da produção artística contemporânea, exibe um absurdo escárnio da fé cristã. Um ultraje aos símbolos religiosos e até mesmo a valores caros ao Presidente da República. Isso é liberdade de expressão? Vou pedir explicações aos responsáveis pelo espaço e à Prefeitura do Rio de Janeiro”, afirmou Gualberto em sua rede social, em texto acompanhado de um vídeo onde ele visita a peça na exposição. — Não se trata de censura. A lei não permite censura. Mas também não permite que se cometa vilipêndio ao sentimento religioso, seja qual for a crença: católico, espírita, evangélico… — disse Paulo Teixeira, que encaminhou um pedido a Crivella para que ordene a retirada do quadro. Assista:

  • Num grave insulto à fé cristã, “artista” retrata Virgem Maria nua e com órgão masculino

    Um ultraje absurdo à fé cristã fez com que deputados estaduais do Rio de Janeiro se mobilizassem contra o Centro Cultural Hélio Oiticica e pedissem a retirada da obra blasfema. Nesta quinta (20), o deputado estadual Capitão Paulo Teixeira (Republicanos) pediu a a retirada de uma peça da residência artística Lavra, que ilustra uma gravíssima blasfêmia contra a Santíssima Virgem Maria com um seio nu e um órgão masculino, com a inscrição “Deus acima de tudo, gozando acima de todos“. O também parlamentar Márcio Gualberto (PSL), ligado à igreja católica, já havia se posicionado, pedindo, nas redes sociais, em plenário e em ofício, explicações ao Centro Cultural Hélio Oiticica e ao município. Na quarta, o deputado Marcio Gualberto esteve no centro cultural, e filmou as obras ofensivas, em seguida ele enviou um requerimento de informações ao prefeito Marcelo Crivella e ao secretário de Cultura Adolfo Konder pedindo explicações e informações sobre o trabalho. Seu principal alvo foi a obra “Todxs xs santxs – renomeado – #eunãosoudespesa”, de Órion Lilla, que utiliza a imagem de Virgem Maria. Na manhã desta quinta, uma equipe da secretaria municipal de Cultura esteve no espaço e pediu que a classificação, que era de 10 anos, fosse mudada para 16 anos. As peças ainda estão na exposição. Por enquanto, o Centro Cultural informa que não recebeu qualquer determinação para retirá-las. Procurada, a prefeitura ainda não se manifestou. “O espaço, da Secretaria Municipal de Cultura do Município, dedicado à diversidade da produção artística contemporânea, exibe um absurdo escárnio da fé cristã. Um ultraje aos símbolos religiosos e até mesmo a valores caros ao Presidente da República. Isso é liberdade de expressão? Vou pedir explicações aos responsáveis pelo espaço e à Prefeitura do Rio de Janeiro”, afirmou Gualberto em sua rede social, em texto acompanhado de um vídeo onde ele visita a peça na exposição. — Não se trata de censura. A lei não permite censura. Mas também não permite que se cometa vilipêndio ao sentimento religioso, seja qual for a crença: católico, espírita, evangélico… — disse Paulo Teixeira, que encaminhou um pedido a Crivella para que ordene a retirada do quadro. Assista:

  • Francisco quer uma aliança global ecológica e educacional orientada para a fraternidade humana

    O Papa recebeu ontem em audiência os participantes da Plenária da Congregação para a Educação Católica, a quem pediu para apoiar uma aliança mundial no campo educacional em favor de uma humanidade mais fraterna. Ele também garantiu que “uma propriedade da educação é a de ser um movimento ecológico”. (InfoCatólica) Segundo o pontífice, “hoje mais do que nunca, é necessário unir esforços para que uma ampla aliança educacional forme pessoas maduras, capazes de superar a fragmentação e a contraposição e reconstruir o tecido das relações para uma humanidade mais fraterna “. Além disso, segundo ele, ” uma propriedade da educação é a de ser um movimento ecológico ” , isto é, “a educação que a pessoa tem no centro em sua realidade integral visa levá-la ao conhecimento de si mesma, de a casa comum em que vive e, sobretudo, a descoberta da fraternidade como um relacionamento que produz a composição multicultural da humanidade , fonte de enriquecimento mútuo ». Discurso completo do Papa Francisco Cardeais, Queridos irmãos no episcopado e no sacerdócio, Queridos irmãos e irmãs: Agradeço ao Cardeal Versaldi pelas amáveis ​​palavras de introdução e saúdo cordialmente a todos. Sua reunião na Assembléia Plenária nos deu hoje a oportunidade de reler o denso trabalho realizado nos últimos três anos e delinear os esforços futuros com o coração aberto e a esperança. O campo de competência do Dicastério o compromete a se agachar no fascinante mundo da educação, que nunca é uma ação repetitiva, mas a arte do crescimento, da maturação e, por esse motivo, nunca é igual a si mesma. A educação é uma realidade dinâmica, é um movimento que traz as pessoas à luz. É um tipo peculiar de movimento, com características que o tornam um dinamismo de crescimento, orientado para o pleno desenvolvimento da pessoa em sua dimensão individual e social. Eu gostaria de parar em algumas de suas características típicas. Uma propriedade da educação é a de ser um movimento ecológico . É uma de suas forças motrizes em direção ao objetivo formativo completo. A educação que a pessoa tem no centro em sua realidade integral visa levá-la ao conhecimento de si mesma, da casa comum em que vive e, principalmente, da descoberta da fraternidade como um relacionamento que produz a composição multicultural da humanidade, fonte de enriquecimento mútuo. Esse movimento educacional, como escrevi na própria Encíclica Laudato , contribui para a recuperação dos «diferentes níveis de equilíbrio ecológico: o interno consigo mesmo, a solidariedade com os outros, o natural com todos os seres vivos, o espiritual com Deus» . Isso requer, é claro, educadores “capazes de repensar os itinerários pedagógicos de uma ética ecológica, para que efetivamente ajudem a crescer em solidariedade, responsabilidade e cuidado com base na compaixão” (n. 210). Quanto ao método, a educação é um movimento inclusivo . Uma inclusão que se aplica a todos os excluídos: pela pobreza, pela vulnerabilidade devido a guerras, fomes e desastres naturais, pela seletividade social, pelas dificuldades familiares e existenciais. Inclusão concretizada em ações educativas em favor de refugiados, vítimas de tráfico de pessoas, migrantes, sem distinção de sexo, religião ou etnia. A inclusão não é uma invenção moderna, mas parte integrante da mensagem de salvação cristã. Hoje é necessário acelerar esse movimento inclusivo de educação para interromper a cultura do descarte, cuja origem é a rejeição da fraternidade como elemento constitutivo da humanidade. Outra característica da educação é ser um movimento de paz , portador da paz. É harmonioso – falarei depois, mas eles estão conectados – um movimento pela paz, portador da paz. Os mesmos jovens testemunham que, com seu compromisso e sede de verdade », lembram-nos constantemente que a esperança não é uma utopia e que a paz é sempre um bem possível.» ( Discurso aos membros do Corpo Diplomático credenciado na Santa Sé, 9 de janeiro de 2020). O movimento educacional, construtor da paz, é uma força que deve ser alimentada contra a “egolatria” que gera a não-paz, as rupturas entre gerações, entre povos, entre culturas, entre populações ricas e pobres, entre masculino e feminino, entre economia e economia. ética, entre a humanidade e o meio ambiente (cf. CONGREGAÇÃO PARA A EDUCAÇÃO CATÓLICA, Pacto Global para a Educação. Instrumentum laboris, 2020). Essas fraturas e contraposições, que tornam os relacionamentos doentes, escondem o medo da diversidade e da diferença. Portanto, a educação é chamada com sua força de manutenção da paz para treinar pessoas capazes de entender que a diversidade não prejudica a unidade, mas é indispensável para a riqueza de sua própria identidade e a de todos. Outro elemento típico da educação é o de ser um movimento de equipe . Nunca é a ação de uma única pessoa ou instituição. A Declaração Conciliar Gravissimum educationis afirma que a escola «constitui um centro cuja laboriosa e beneficia famílias, professores, as várias associações que promovem a vida cultural, cívica e religiosa, a sociedade civil e todos devem participar ao mesmo tempo. a comunidade humana ”(n. 5). Por seu lado, a Constituição Apostólica Ex corde Ecclesiae, que este ano celebra o trigésimo aniversário de sua promulgação, afirma que “a Universidade Católica persegue seus próprios objetivos também através do esforço de formar uma comunidade genuinamente humana, animada pelo espírito de Cristo” (n. 21). Mas toda universidade é chamada a ser uma “comunidade de estudo, pesquisa e formação” (Constituição Apostólica Veritatis gaudium art. 11 § 1). Esse movimento de equipe há muito tempo está em crise por várias razões. Por isso, senti a necessidade de promover o dia do pacto global de educação em 14 de maio confiando a organização à Congregação para a Educação Católica. É um apelo a todos aqueles que têm responsabilidades políticas, administrativas, religiosas e educacionais para reconstruir o “povo da educação”. O objetivo de estar juntos não é desenvolver programas, mas encontrar o passo comum para reavivar o compromisso para e com as jovens gerações, renovando a paixão por uma educação mais aberta e inclusiva, capaz de ouvir pacientes, dialogar construtivamente e dialogar mutuamente. compreensão O pacto educacional não deve ser um arranjo simples, não deve ser um “recozimento” dos positivismos que recebemos de uma educação esclarecida. Deve ser revolucionário. Hoje, mais do que nunca, é necessário unir forças para que uma ampla aliança educacional forme pessoas maduras, capazes de superar a fragmentação e a contraposição e reconstruir o tecido dos relacionamentos para uma humanidade mais fraterna. “Para alcançar esses objetivos, é preciso coragem:« A coragem de colocar a pessoa no centro […]. A coragem de investir as melhores energias […] A coragem de treinar as pessoas disponíveis que se colocam ao serviço da comunidade »( Mensagem para o lançamento do Pacto Educacional , 12 de setembro de 2019). A coragem de pagar bem aos educadores. Também vejo na constituição de um pacto educacional global a facilitação do crescimento de uma aliança interdisciplinar e transdisciplinar, que a recente Constituição Apostólica Veritatis gaudium indicou para estudos eclesiásticos como “o princípio vital e intelectual da unidade do conhecimento na diversidade e na diversidade”. no que diz respeito às suas múltiplas expressões relacionadas e convergentes ”[…] também em relação ao panorama atual fragmentado e raramente desintegrado dos estudos universitários e ao pluralismo ambíguo, conflituoso ou relativista de convicções e opções culturais »( Proemio , 4 c). Nesse amplo horizonte de formação, desejo que você continue se beneficiando com a realização do programa para os próximos anos, em particular na elaboração de um Diretório, na constituição de um Observatório Mundial, bem como na qualificação e atualização de estudos eclesiásticos. e em um pedido maior do ministério universitário como instrumento da nova evangelização. São todos os esforços que podem contribuir efetivamente para consolidar a aliança, no sentido em que a Palavra de Deus nos ensina: «A aliança entre Deus e os homens, a aliança entre gerações, a aliança entre povos e culturas, a aliança – na escola – entre professores e alunos, o pacto entre homem, animais, plantas e até as realidades inanimadas que tornam nossa casa comum bonita e diversificada. Tudo está relacionado a tudo, tudo é criado para ser um ícone vivo de Deus que é a Trindade do Amor! » (Discurso à Comunidade Acadêmica do Instituto Universitário Sofía de Loppiano , 14 de novembro de 2019). Queridos irmãos e irmãs, agradeço o trabalho que vocês fazem com dedicação todos os dias. Clamo a você os dons do Espírito Santo para dar-lhe força em seu ministério delicado em favor da educação. E peço-lhe, por favor, que ore por mim. Obrigado. Traduzido de InfoCatolica #Educação #papafrancisco

  • Francisco quer uma aliança global ecológica e educacional orientada para a fraternidade humana

    O Papa recebeu ontem em audiência os participantes da Plenária da Congregação para a Educação Católica, a quem pediu para apoiar uma aliança mundial no campo educacional em favor de uma humanidade mais fraterna. Ele também garantiu que “uma propriedade da educação é a de ser um movimento ecológico”. (InfoCatólica) Segundo o pontífice, “hoje mais do que nunca, é necessário unir esforços para que uma ampla aliança educacional forme pessoas maduras, capazes de superar a fragmentação e a contraposição e reconstruir o tecido das relações para uma humanidade mais fraterna “. Além disso, segundo ele, ” uma propriedade da educação é a de ser um movimento ecológico ” , isto é, “a educação que a pessoa tem no centro em sua realidade integral visa levá-la ao conhecimento de si mesma, de a casa comum em que vive e, sobretudo, a descoberta da fraternidade como um relacionamento que produz a composição multicultural da humanidade , fonte de enriquecimento mútuo ». Discurso completo do Papa Francisco Cardeais, Queridos irmãos no episcopado e no sacerdócio, Queridos irmãos e irmãs: Agradeço ao Cardeal Versaldi pelas amáveis ​​palavras de introdução e saúdo cordialmente a todos. Sua reunião na Assembléia Plenária nos deu hoje a oportunidade de reler o denso trabalho realizado nos últimos três anos e delinear os esforços futuros com o coração aberto e a esperança. O campo de competência do Dicastério o compromete a se agachar no fascinante mundo da educação, que nunca é uma ação repetitiva, mas a arte do crescimento, da maturação e, por esse motivo, nunca é igual a si mesma. A educação é uma realidade dinâmica, é um movimento que traz as pessoas à luz. É um tipo peculiar de movimento, com características que o tornam um dinamismo de crescimento, orientado para o pleno desenvolvimento da pessoa em sua dimensão individual e social. Eu gostaria de parar em algumas de suas características típicas. Uma propriedade da educação é a de ser um movimento ecológico . É uma de suas forças motrizes em direção ao objetivo formativo completo. A educação que a pessoa tem no centro em sua realidade integral visa levá-la ao conhecimento de si mesma, da casa comum em que vive e, principalmente, da descoberta da fraternidade como um relacionamento que produz a composição multicultural da humanidade, fonte de enriquecimento mútuo. Esse movimento educacional, como escrevi na própria Encíclica Laudato , contribui para a recuperação dos «diferentes níveis de equilíbrio ecológico: o interno consigo mesmo, a solidariedade com os outros, o natural com todos os seres vivos, o espiritual com Deus» . Isso requer, é claro, educadores “capazes de repensar os itinerários pedagógicos de uma ética ecológica, para que efetivamente ajudem a crescer em solidariedade, responsabilidade e cuidado com base na compaixão” (n. 210). Quanto ao método, a educação é um movimento inclusivo . Uma inclusão que se aplica a todos os excluídos: pela pobreza, pela vulnerabilidade devido a guerras, fomes e desastres naturais, pela seletividade social, pelas dificuldades familiares e existenciais. Inclusão concretizada em ações educativas em favor de refugiados, vítimas de tráfico de pessoas, migrantes, sem distinção de sexo, religião ou etnia. A inclusão não é uma invenção moderna, mas parte integrante da mensagem de salvação cristã. Hoje é necessário acelerar esse movimento inclusivo de educação para interromper a cultura do descarte, cuja origem é a rejeição da fraternidade como elemento constitutivo da humanidade. Outra característica da educação é ser um movimento de paz , portador da paz. É harmonioso – falarei depois, mas eles estão conectados – um movimento pela paz, portador da paz. Os mesmos jovens testemunham que, com seu compromisso e sede de verdade », lembram-nos constantemente que a esperança não é uma utopia e que a paz é sempre um bem possível.» ( Discurso aos membros do Corpo Diplomático credenciado na Santa Sé, 9 de janeiro de 2020). O movimento educacional, construtor da paz, é uma força que deve ser alimentada contra a “egolatria” que gera a não-paz, as rupturas entre gerações, entre povos, entre culturas, entre populações ricas e pobres, entre masculino e feminino, entre economia e economia. ética, entre a humanidade e o meio ambiente (cf. CONGREGAÇÃO PARA A EDUCAÇÃO CATÓLICA, Pacto Global para a Educação. Instrumentum laboris, 2020). Essas fraturas e contraposições, que tornam os relacionamentos doentes, escondem o medo da diversidade e da diferença. Portanto, a educação é chamada com sua força de manutenção da paz para treinar pessoas capazes de entender que a diversidade não prejudica a unidade, mas é indispensável para a riqueza de sua própria identidade e a de todos. Outro elemento típico da educação é o de ser um movimento de equipe . Nunca é a ação de uma única pessoa ou instituição. A Declaração Conciliar Gravissimum educationis afirma que a escola «constitui um centro cuja laboriosa e beneficia famílias, professores, as várias associações que promovem a vida cultural, cívica e religiosa, a sociedade civil e todos devem participar ao mesmo tempo. a comunidade humana ”(n. 5). Por seu lado, a Constituição Apostólica Ex corde Ecclesiae, que este ano celebra o trigésimo aniversário de sua promulgação, afirma que “a Universidade Católica persegue seus próprios objetivos também através do esforço de formar uma comunidade genuinamente humana, animada pelo espírito de Cristo” (n. 21). Mas toda universidade é chamada a ser uma “comunidade de estudo, pesquisa e formação” (Constituição Apostólica Veritatis gaudium art. 11 § 1). Esse movimento de equipe há muito tempo está em crise por várias razões. Por isso, senti a necessidade de promover o dia do pacto global de educação em 14 de maio confiando a organização à Congregação para a Educação Católica. É um apelo a todos aqueles que têm responsabilidades políticas, administrativas, religiosas e educacionais para reconstruir o “povo da educação”. O objetivo de estar juntos não é desenvolver programas, mas encontrar o passo comum para reavivar o compromisso para e com as jovens gerações, renovando a paixão por uma educação mais aberta e inclusiva, capaz de ouvir pacientes, dialogar construtivamente e dialogar mutuamente. compreensão O pacto educacional não deve ser um arranjo simples, não deve ser um “recozimento” dos positivismos que recebemos de uma educação esclarecida. Deve ser revolucionário. Hoje, mais do que nunca, é necessário unir forças para que uma ampla aliança educacional forme pessoas maduras, capazes de superar a fragmentação e a contraposição e reconstruir o tecido dos relacionamentos para uma humanidade mais fraterna. “Para alcançar esses objetivos, é preciso coragem:« A coragem de colocar a pessoa no centro […]. A coragem de investir as melhores energias […] A coragem de treinar as pessoas disponíveis que se colocam ao serviço da comunidade »( Mensagem para o lançamento do Pacto Educacional , 12 de setembro de 2019). A coragem de pagar bem aos educadores. Também vejo na constituição de um pacto educacional global a facilitação do crescimento de uma aliança interdisciplinar e transdisciplinar, que a recente Constituição Apostólica Veritatis gaudium indicou para estudos eclesiásticos como “o princípio vital e intelectual da unidade do conhecimento na diversidade e na diversidade”. no que diz respeito às suas múltiplas expressões relacionadas e convergentes ”[…] também em relação ao panorama atual fragmentado e raramente desintegrado dos estudos universitários e ao pluralismo ambíguo, conflituoso ou relativista de convicções e opções culturais »( Proemio , 4 c). Nesse amplo horizonte de formação, desejo que você continue se beneficiando com a realização do programa para os próximos anos, em particular na elaboração de um Diretório, na constituição de um Observatório Mundial, bem como na qualificação e atualização de estudos eclesiásticos. e em um pedido maior do ministério universitário como instrumento da nova evangelização. São todos os esforços que podem contribuir efetivamente para consolidar a aliança, no sentido em que a Palavra de Deus nos ensina: «A aliança entre Deus e os homens, a aliança entre gerações, a aliança entre povos e culturas, a aliança – na escola – entre professores e alunos, o pacto entre homem, animais, plantas e até as realidades inanimadas que tornam nossa casa comum bonita e diversificada. Tudo está relacionado a tudo, tudo é criado para ser um ícone vivo de Deus que é a Trindade do Amor! » (Discurso à Comunidade Acadêmica do Instituto Universitário Sofía de Loppiano , 14 de novembro de 2019). Queridos irmãos e irmãs, agradeço o trabalho que vocês fazem com dedicação todos os dias. Clamo a você os dons do Espírito Santo para dar-lhe força em seu ministério delicado em favor da educação. E peço-lhe, por favor, que ore por mim. Obrigado. Traduzido de InfoCatolica #Educação #papafrancisco

  • A história por trás do nascimento de um novo ícone mariano

    O Papa Francisco reservou um tempo para abençoar pessoalmente um ícone de Nossa Senhora de Walsingham na semana passada. A pintura foi encomendada por Dom John Armitage, reitor do santuário mariano nacional em Norfolk, como parte dos preparativos para a re-dedicação da Inglaterra como Dote de Maria em 29 de março. Dom Armitage fazia parte da delegação para apresentar o ícone ao Santo Padre, descrevendo a ocasião como um “dia verdadeiramente abençoado”. A ele se juntou o cardeal Vincent Nichols, arcebispo de Westminster e presidente da Conferência Episcopal da Inglaterra e do País de Gales, que cinco dias depois recordou a reunião em uma carta pastoral ao povo de sua arquidiocese. O cardeal disse que Francisco abençoou o ícone a seu pedido. “Ele fez isso porque sabia que durante a Quaresma … todos são convidados a fazer um Ato de Dedicação pessoal de nosso país a Nossa Senhora”, escreveu ele. “Ao fazer isso, repetimos a dedicação feita em 1381 por Richard II da Inglaterra, que prometeu esta terra e seu povo como o dote de Maria”. Ele continuou: “Há muito para aprendermos sobre ser o dote de Maria e o amor que é expresso nesse título. “É rico em história, mesmo que não seja contemporâneo em linguagem. Espero que possamos usar essas próximas semanas para aprofundar nosso conhecimento dessa antiga e adorável devoção. Isso se encaixa bem em nossa jornada quaresmal. Maria sempre nos levará ao seu Filho. Ela nos levará até ele para que ele possa nos mostrar seu amor e misericórdia. A terceira integrante da delegação foi Amanda de Pulford, uma artista de 64 anos que nos últimos 15 anos voltou sua mão à iconografia, um estilo de pintura que praticamente desapareceu da Inglaterra após a Reforma. Seu interesse por ícones se desenvolveu após uma visita ao Museu Tretyakov em Moscou. “Vi que através da pintura dessa maneira eu pude entender o significado da Encarnação e os eventos da história da salvação de uma maneira muito mais profunda, algo que eu realmente queria muito”, explicou ela. Com seus sete filhos crescidos, a Sra. De Pulford pôde viajar regularmente a Bruxelas para ser tutelada por Irina Gorbounova Lomax, a ilustre pintora de ícones russa. O trabalho da Sra. De Pulford não apenas chamou a atenção de Monsenhor Armitage, mas também o da Igreja da Inglaterra, que a encarregou de pintar um ícone de Nosso Senhor lavando os pés de São Pedro para a cripta da Catedral de Canterbury. Em sua pintura de Nossa Senhora de Walsingham (detalhe na foto acima), a Virgem Maria é retratada vestida com trajes anglo-saxões e segurando o Menino Jesus. A imagem inclui o brasão de armas de São Eduardo, o Confessor, um santo padroeiro da Inglaterra, e retrata Lady Richeldis, que construiu uma réplica da “casa sagrada” de Nazaré após uma aparição. A imagem também mostra um sapo no lugar da serpente, seguindo uma narração tradicional do inglês antigo do Gênesis na arte. O ícone mede 75cm por 40,5cm (30in por 16in) e é feito de maneira tradicional. É pintado com têmpera de ovo em gesso montado em um painel de bétula, antes da adição de verniz para proteção. O valor da iconografia sobre outras formas de arte, de acordo com a Sra. De Pulford, é a clareza da mensagem que o pintor procura transmitir. “O simbolismo ocorre em muitas formas de arte e a iconografia não é exceção”, diz ela. “Mas você não precisa desfazer o simbolismo para entender a pintura, porque as imagens são muito claras. Está claro o que está acontecendo, está claro quem são as pessoas e, se você considerar por tempo suficiente, o significado ficará claro. ” Ela acrescenta: “O que espero é que, para quem o veja, o ícone inspire uma sensação renovada do amor generoso e esmagador que inspirou Deus a se entregar ao mundo, e Nossa Senhora a retribuir esse amor com sua cooperação voluntária.” A dedicação de Ricardo II à Inglaterra foi realizada em meio a um grande tumulto político, com a intenção de que o país e seu povo fossem reservados para a orientação e proteção de Nossa Senhora. A dedicação coincidiu com o crescimento do Santuário de Nossa Senhora de Walsingham em um dos quatro grandes destinos de peregrinação da Europa medieval. O santuário foi destruído durante a Reforma e acredita-se que o estatuto original tenha sido queimado no Chelsea por Thomas Cromwell, o capanga de Henrique VIII. Mas foi restabelecido no século 19 e os bispos ingleses decidiram em 2017 que uma re-dedicação era desejável. O Dia Nacional da Dedicação envolve os católicos fazendo uma “promessa angelical” pessoal a Deus em união com o “sim” de Maria na Anunciação. Atos comunais de confiança serão feitos nas catedrais ao meio-dia, renovando os votos de dedicação feitos por Ricardo II. As escolas são convidadas a participar da reedição na segunda-feira, 30 de março. O ícone será agora levado em turnê permanente às paróquias para lembrar os fiéis do status único e duradouro da Inglaterra na Igreja Católica. Traduzido de CatholicHerald | Para mais detalhes, visite behold2020.com #Ícone #NossaSenhora

  • A história por trás do nascimento de um novo ícone mariano

    O Papa Francisco reservou um tempo para abençoar pessoalmente um ícone de Nossa Senhora de Walsingham na semana passada. A pintura foi encomendada por Dom John Armitage, reitor do santuário mariano nacional em Norfolk, como parte dos preparativos para a re-dedicação da Inglaterra como Dote de Maria em 29 de março. Dom Armitage fazia parte da delegação para apresentar o ícone ao Santo Padre, descrevendo a ocasião como um “dia verdadeiramente abençoado”. A ele se juntou o cardeal Vincent Nichols, arcebispo de Westminster e presidente da Conferência Episcopal da Inglaterra e do País de Gales, que cinco dias depois recordou a reunião em uma carta pastoral ao povo de sua arquidiocese. O cardeal disse que Francisco abençoou o ícone a seu pedido. “Ele fez isso porque sabia que durante a Quaresma … todos são convidados a fazer um Ato de Dedicação pessoal de nosso país a Nossa Senhora”, escreveu ele. “Ao fazer isso, repetimos a dedicação feita em 1381 por Richard II da Inglaterra, que prometeu esta terra e seu povo como o dote de Maria”. Ele continuou: “Há muito para aprendermos sobre ser o dote de Maria e o amor que é expresso nesse título. “É rico em história, mesmo que não seja contemporâneo em linguagem. Espero que possamos usar essas próximas semanas para aprofundar nosso conhecimento dessa antiga e adorável devoção. Isso se encaixa bem em nossa jornada quaresmal. Maria sempre nos levará ao seu Filho. Ela nos levará até ele para que ele possa nos mostrar seu amor e misericórdia. A terceira integrante da delegação foi Amanda de Pulford, uma artista de 64 anos que nos últimos 15 anos voltou sua mão à iconografia, um estilo de pintura que praticamente desapareceu da Inglaterra após a Reforma. Seu interesse por ícones se desenvolveu após uma visita ao Museu Tretyakov em Moscou. “Vi que através da pintura dessa maneira eu pude entender o significado da Encarnação e os eventos da história da salvação de uma maneira muito mais profunda, algo que eu realmente queria muito”, explicou ela. Com seus sete filhos crescidos, a Sra. De Pulford pôde viajar regularmente a Bruxelas para ser tutelada por Irina Gorbounova Lomax, a ilustre pintora de ícones russa. O trabalho da Sra. De Pulford não apenas chamou a atenção de Monsenhor Armitage, mas também o da Igreja da Inglaterra, que a encarregou de pintar um ícone de Nosso Senhor lavando os pés de São Pedro para a cripta da Catedral de Canterbury. Em sua pintura de Nossa Senhora de Walsingham (detalhe na foto acima), a Virgem Maria é retratada vestida com trajes anglo-saxões e segurando o Menino Jesus. A imagem inclui o brasão de armas de São Eduardo, o Confessor, um santo padroeiro da Inglaterra, e retrata Lady Richeldis, que construiu uma réplica da “casa sagrada” de Nazaré após uma aparição. A imagem também mostra um sapo no lugar da serpente, seguindo uma narração tradicional do inglês antigo do Gênesis na arte. O ícone mede 75cm por 40,5cm (30in por 16in) e é feito de maneira tradicional. É pintado com têmpera de ovo em gesso montado em um painel de bétula, antes da adição de verniz para proteção. O valor da iconografia sobre outras formas de arte, de acordo com a Sra. De Pulford, é a clareza da mensagem que o pintor procura transmitir. “O simbolismo ocorre em muitas formas de arte e a iconografia não é exceção”, diz ela. “Mas você não precisa desfazer o simbolismo para entender a pintura, porque as imagens são muito claras. Está claro o que está acontecendo, está claro quem são as pessoas e, se você considerar por tempo suficiente, o significado ficará claro. ” Ela acrescenta: “O que espero é que, para quem o veja, o ícone inspire uma sensação renovada do amor generoso e esmagador que inspirou Deus a se entregar ao mundo, e Nossa Senhora a retribuir esse amor com sua cooperação voluntária.” A dedicação de Ricardo II à Inglaterra foi realizada em meio a um grande tumulto político, com a intenção de que o país e seu povo fossem reservados para a orientação e proteção de Nossa Senhora. A dedicação coincidiu com o crescimento do Santuário de Nossa Senhora de Walsingham em um dos quatro grandes destinos de peregrinação da Europa medieval. O santuário foi destruído durante a Reforma e acredita-se que o estatuto original tenha sido queimado no Chelsea por Thomas Cromwell, o capanga de Henrique VIII. Mas foi restabelecido no século 19 e os bispos ingleses decidiram em 2017 que uma re-dedicação era desejável. O Dia Nacional da Dedicação envolve os católicos fazendo uma “promessa angelical” pessoal a Deus em união com o “sim” de Maria na Anunciação. Atos comunais de confiança serão feitos nas catedrais ao meio-dia, renovando os votos de dedicação feitos por Ricardo II. As escolas são convidadas a participar da reedição na segunda-feira, 30 de março. O ícone será agora levado em turnê permanente às paróquias para lembrar os fiéis do status único e duradouro da Inglaterra na Igreja Católica. Traduzido de CatholicHerald | Para mais detalhes, visite behold2020.com #Ícone #NossaSenhora

  • Governador do Rio de Janeiro, Witzel, assina decreto em favor da ideologia de gênero

    Publicado anteontem, o Decreto nº 46.945/2020, assinado pelo Governador do estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, representa um duro golpe contra nossa democracia, através da implementação, desta vez no âmbito estadual, da ideologia de gênero! Nas palavras do próprio Decreto: “Regulamenta a Lei nº 7.041, de 15 de julho de 2015, que estabelece penalidades administrativas aos estabelecimentos e agentes públicos ou privados que discriminem pessoas por preconceito de sexo, identidade de gênero ou orientação sexual”! O Governador Witzel, completamente desconhecido do povo fluminense até as vésperas das eleições de 2018, parece sofrer de amnésia: eleito em larga medida devido ao suposto apoio manifestado à família Bolsonaro, ele ajuda a solapar, uma vez estabelecido no poder, uma das principais bandeiras do Presidente, e zomba da família fluminense, desrespeitada em seus valores e em sua fé cristã. Assista esta análise: Leia também: https://templariodemaria.com.br/bolsonaro-cumpre-promessa-e-proibe-ideologia-de-genero-no-ensino-fundamental/ #IdeologiadeGênero #Política

  • Governador do Rio de Janeiro, Witzel, assina decreto em favor da ideologia de gênero

    Publicado anteontem, o Decreto nº 46.945/2020, assinado pelo Governador do estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, representa um duro golpe contra nossa democracia, através da implementação, desta vez no âmbito estadual, da ideologia de gênero! Nas palavras do próprio Decreto: “Regulamenta a Lei nº 7.041, de 15 de julho de 2015, que estabelece penalidades administrativas aos estabelecimentos e agentes públicos ou privados que discriminem pessoas por preconceito de sexo, identidade de gênero ou orientação sexual”! O Governador Witzel, completamente desconhecido do povo fluminense até as vésperas das eleições de 2018, parece sofrer de amnésia: eleito em larga medida devido ao suposto apoio manifestado à família Bolsonaro, ele ajuda a solapar, uma vez estabelecido no poder, uma das principais bandeiras do Presidente, e zomba da família fluminense, desrespeitada em seus valores e em sua fé cristã. Assista esta análise: Leia também: https://templariodemaria.com.br/bolsonaro-cumpre-promessa-e-proibe-ideologia-de-genero-no-ensino-fundamental/ #IdeologiadeGênero #Política

  • Como vencer o pecado da masturbação?

    Um número enorme de pessoas sofre a escravidão da masturbação e da pornografia. Na prática, como colaborar com a graça de Deus e se libertar para sempre desta miséria? Muitas pessoas, homens e mulheres, sofrem com o vício da masturbação, e não têm forças para vencê-lo. Existe um  curso do Padre Paulo Ricardo  que trata especificamente desse assunto, apresentando dados científicos de como a pornografia e a masturbação têm consequências gravíssimas sobre o cérebro e a alma humana. Para ajudar ainda mais nesse combate, apresentaremos, nesta aula, dicas muito práticas de como viver a castidade e uma sexualidade mais sadia.  Nosso objetivo, por ora, não é convencer ninguém de que a masturbação é um pecado, mas oferecer ajuda a quem já identificou o problema. Assista este vídeo contendo uma super dica sobre como vencer este vício: A dificuldade maior dos viciados em masturbação e pornografia encontra-se no cérebro, que, de certo modo, é o principal órgão sexual de nosso corpo. Existe, em nosso cérebro, um neurotransmissor chamado dopamina , cuja liberação ativa o instinto da caça no ser humano. O homem vai atrás de comida, de uma presa, para que possa se satisfazer com ela: ele busca uma recompensa. E o mesmo princípio ativo vale para a sexualidade. A excitação dos corpos deve-se a uma descarga de dopamina, que anima a pessoa a buscar alguém com que se relacionar. E é assim que essa pessoa chega à pornografia e à masturbação. Tudo começa com a liberação de dopamina. Os olhares impudicos na rua, a curiosidade desenfreada na internet , a ociosidade cotidiana… Todas essas atividades que causam a liberação descontrolada de dopamina estão na origem do vício da masturbação. A pessoa está à procura de algum prazer: comida, bebida, sexo etc. E como ela não pode conseguir relações sexuais com muita facilidade, a pornografia e a masturbação tornam-se uma opção comum, pois, nessas atividades, o prazer depende apenas de um clique. Ninguém faz esforço para conseguir acessar um site pornográfico. A primeira coisa a fazer, portanto, é ordenar a liberação de dopamina. Nos Mandamentos, existem dois preceitos sobre a sexualidade: um para os atos (o sexto, que diz para não pecar contra a castidade) e outro para os pensamentos (o nono, que diz para não desejar a mulher do próximo). Notem a sabedoria divina: não é possível cumprir o sexto mandamento sem o cumprimento fiel do nono, ou seja, sem a purificação dos pensamentos, que inclui a modéstia dos olhares. A masturbação começa com a imaginação da pessoa que ficou buscando corpos robustos na rua ou em outro lugar qualquer. Nesse caso, ou se aceita integralmente o nono mandamento, ou o sexto continuará sendo um obstáculo. Além disso, uma compreensão errada sobre a sexualidade torna a castidade uma tarefa assaz problemática. É preciso humanizar a sexualidade outra vez, pois ela não existe para o prazer animalesco e momentâneo. O sexo é um dom de Deus para a criação do gênero humano. Trata-se de uma missão, pela qual as famílias tornam-se mais semelhantes ao Criador, exercendo as virtudes da paternidade e da maternidade. Quando um homem se une a uma mulher, os dois tornam-se, de fato, uma só carne, e as suas “sementes” entram em comunhão para a geração de um novo ser. Os filhos devem estar presente na sexualidade do casal, ainda que nem toda relação aberta à vida resulte em uma gravidez. A Revolução Sexual criou a ilusão de que o prazer é uma necessidade, pois nenhum outro animal sente tanta sede de orgasmos contínuos como o ser humano pode sentir. Mas isso se deve mais a uma vida desregrada do que a uma necessidade verdadeiramente humana. É que o prazer realmente vicia. Por isso, o sexo precisa estar associado à família, ao sacrifício de amor um pelo outro e, sobretudo, aos filhos, para que não degenere em puro egoísmo e satisfação de carências. O homem não tem necessidade de prazer, tem necessidade de amor. Antes de continuar a leitura, assista mais este vídeo: A meditação sobre a finalidade do sexo ajuda a transformar a vontade e ordenar os próprios instintos. E, uma vez convencida sobre esse assunto, a pessoa precisa pôr em prática os meios da castidade: guardar o olhar, fugir das ocasiões de perigo, ocupar-se com atividades sadias como trabalho, estudo, esporte e outros bons lazeres. Tudo isso serve para controlar a liberação de dopamina. Ao contrário, se a pessoa se permitir olhar maliciosamente para os corpos alheios, jamais será verdadeiramente casta, porque o pecado contra a pureza, que não admite parvidade de matéria, começa no coração. Se os seus olhares causaram-lhe uma excitação deliberada, então você já pecou! Para as pessoas que se expuseram muito à pornografia ou que se excitam com apenas um olhar, ainda que não seja malicioso, vale esta dica preciosa: concentre-se na realidade, ou seja, olhe para outras coisas que despertam a sua atenção, veja os detalhes, de modo que a sua imaginação não possa desenvolver nenhum pensamento furtivo. Ademais, é preciso ter muita atenção com os toques e outros tipos de intimidades, como conversas etc. Enfim, deve-se evitar tudo o que desperte a excitação. Mas, de todos esses conselhos, dois devem estar muito bem presentes no coração: o recurso à graça de Deus e o desejo de amar sem medida.  Quem não quiser suportar dificuldades por amor a Deus e ao próximo, jamais terá uma vida realmente casta, ainda que muito se esforce, pois a pureza não se resume a um esforço meramente humano, mas é também um dom de Deus. Clique aqui para fazer o curso do Padre Paulo Ricardo Nesta aula, Padre Paulo Ricardo dá uma resposta definitiva às inúmeras questões que surgem a respeito desse tema. Assista e ajude-se! #Masturbação #pecadomortal #sexualidade

  • Como vencer o pecado da masturbação?

    Um número enorme de pessoas sofre a escravidão da masturbação e da pornografia. Na prática, como colaborar com a graça de Deus e se libertar para sempre desta miséria? Muitas pessoas, homens e mulheres, sofrem com o vício da masturbação, e não têm forças para vencê-lo. Existe um  curso do Padre Paulo Ricardo  que trata especificamente desse assunto, apresentando dados científicos de como a pornografia e a masturbação têm consequências gravíssimas sobre o cérebro e a alma humana. Para ajudar ainda mais nesse combate, apresentaremos, nesta aula, dicas muito práticas de como viver a castidade e uma sexualidade mais sadia.  Nosso objetivo, por ora, não é convencer ninguém de que a masturbação é um pecado, mas oferecer ajuda a quem já identificou o problema. Assista este vídeo contendo uma super dica sobre como vencer este vício: A dificuldade maior dos viciados em masturbação e pornografia encontra-se no cérebro, que, de certo modo, é o principal órgão sexual de nosso corpo. Existe, em nosso cérebro, um neurotransmissor chamado dopamina , cuja liberação ativa o instinto da caça no ser humano. O homem vai atrás de comida, de uma presa, para que possa se satisfazer com ela: ele busca uma recompensa. E o mesmo princípio ativo vale para a sexualidade. A excitação dos corpos deve-se a uma descarga de dopamina, que anima a pessoa a buscar alguém com que se relacionar. E é assim que essa pessoa chega à pornografia e à masturbação. Tudo começa com a liberação de dopamina. Os olhares impudicos na rua, a curiosidade desenfreada na internet , a ociosidade cotidiana… Todas essas atividades que causam a liberação descontrolada de dopamina estão na origem do vício da masturbação. A pessoa está à procura de algum prazer: comida, bebida, sexo etc. E como ela não pode conseguir relações sexuais com muita facilidade, a pornografia e a masturbação tornam-se uma opção comum, pois, nessas atividades, o prazer depende apenas de um clique. Ninguém faz esforço para conseguir acessar um site pornográfico. A primeira coisa a fazer, portanto, é ordenar a liberação de dopamina. Nos Mandamentos, existem dois preceitos sobre a sexualidade: um para os atos (o sexto, que diz para não pecar contra a castidade) e outro para os pensamentos (o nono, que diz para não desejar a mulher do próximo). Notem a sabedoria divina: não é possível cumprir o sexto mandamento sem o cumprimento fiel do nono, ou seja, sem a purificação dos pensamentos, que inclui a modéstia dos olhares. A masturbação começa com a imaginação da pessoa que ficou buscando corpos robustos na rua ou em outro lugar qualquer. Nesse caso, ou se aceita integralmente o nono mandamento, ou o sexto continuará sendo um obstáculo. Além disso, uma compreensão errada sobre a sexualidade torna a castidade uma tarefa assaz problemática. É preciso humanizar a sexualidade outra vez, pois ela não existe para o prazer animalesco e momentâneo. O sexo é um dom de Deus para a criação do gênero humano. Trata-se de uma missão, pela qual as famílias tornam-se mais semelhantes ao Criador, exercendo as virtudes da paternidade e da maternidade. Quando um homem se une a uma mulher, os dois tornam-se, de fato, uma só carne, e as suas “sementes” entram em comunhão para a geração de um novo ser. Os filhos devem estar presente na sexualidade do casal, ainda que nem toda relação aberta à vida resulte em uma gravidez. A Revolução Sexual criou a ilusão de que o prazer é uma necessidade, pois nenhum outro animal sente tanta sede de orgasmos contínuos como o ser humano pode sentir. Mas isso se deve mais a uma vida desregrada do que a uma necessidade verdadeiramente humana. É que o prazer realmente vicia. Por isso, o sexo precisa estar associado à família, ao sacrifício de amor um pelo outro e, sobretudo, aos filhos, para que não degenere em puro egoísmo e satisfação de carências. O homem não tem necessidade de prazer, tem necessidade de amor. Antes de continuar a leitura, assista mais este vídeo: A meditação sobre a finalidade do sexo ajuda a transformar a vontade e ordenar os próprios instintos. E, uma vez convencida sobre esse assunto, a pessoa precisa pôr em prática os meios da castidade: guardar o olhar, fugir das ocasiões de perigo, ocupar-se com atividades sadias como trabalho, estudo, esporte e outros bons lazeres. Tudo isso serve para controlar a liberação de dopamina. Ao contrário, se a pessoa se permitir olhar maliciosamente para os corpos alheios, jamais será verdadeiramente casta, porque o pecado contra a pureza, que não admite parvidade de matéria, começa no coração. Se os seus olhares causaram-lhe uma excitação deliberada, então você já pecou! Para as pessoas que se expuseram muito à pornografia ou que se excitam com apenas um olhar, ainda que não seja malicioso, vale esta dica preciosa: concentre-se na realidade, ou seja, olhe para outras coisas que despertam a sua atenção, veja os detalhes, de modo que a sua imaginação não possa desenvolver nenhum pensamento furtivo. Ademais, é preciso ter muita atenção com os toques e outros tipos de intimidades, como conversas etc. Enfim, deve-se evitar tudo o que desperte a excitação. Mas, de todos esses conselhos, dois devem estar muito bem presentes no coração: o recurso à graça de Deus e o desejo de amar sem medida.  Quem não quiser suportar dificuldades por amor a Deus e ao próximo, jamais terá uma vida realmente casta, ainda que muito se esforce, pois a pureza não se resume a um esforço meramente humano, mas é também um dom de Deus. Clique aqui para fazer o curso do Padre Paulo Ricardo Nesta aula, Padre Paulo Ricardo dá uma resposta definitiva às inúmeras questões que surgem a respeito desse tema. Assista e ajude-se! #Masturbação #pecadomortal #sexualidade

  • O PECADO ORIGINAL E O DESEQUILÍBRIO ENTRE OS SEXOS

    [Essa reflexão foi tirada de uma aula do Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior dedicada à dignidade da mulher sob a ótica do cristianismo e, de modo mais específico, à luz dos ensinamentos de João Paulo II, sobretudo a Carta Apostólica “Mulieris Dignitatem”, de 15 de agosto de 1988, e algumas catequeses sobre a Teologia do Corpo]. Há um desequilíbrio, decorrente do pecado, entre os sexos e, portanto, uma perturbação naquilo que deveria ser o relacionamento entre eles segundo o projeto original de Deus. O Livro do Gênesis, ao narrar a queda de nossos Pais, assinala um fato não menos importante quanto significativo: “teus desejos te impelirão para o teu marido”, dirige-se o Senhor à mulher, “e estarás sob o seu domínio” (Gn 3, 16). A descrição bíblica nos desvela aqui uma fissura profunda na comunhão de dois em “uma só carne” (cf. Gn 2, 24) que Adão e Eva foram chamados a realizar. Essa ruptura, que se expressa no domínio do homem sobre a mulher e, assim, no “desnível” que se formou entre eles, apresenta-se não só como um perigo constante para aquela a comunhão interpessoal, mas sobretudo como uma ameaça mais grave e mais delicada para a mulher, pois esta, devido à sua inclinação natural ao dom de si e à entrega ao outro—Eva foi formada de Adão e para Adão, como companheira e sócia (cf. Gn 2, 18-23)—sente mais vivamente os efeitos deste “domínio” proveniente do pecado. Tal “domínio”, nesse sentido, […] indica perturbação e a perda da estabilidade e da igualdade fundamental, que na “unidade dos dois” possuem o homem e a mulher: e isto vem sobretudo em desfavor da mulher, porquanto somente a igualdade, resultante da dignidade de ambos como pessoas, pode dar às relações recíprocas o caráter de uma autêntica “communio personarum” (comunhão de pessoas) [João Paulo II, Carta Apostólica “Mulieris Dignitatem” (MD), de 15 ago. 1988, n. 10 (AAS 80 [1988] 1674-1677)]. Mas se esta sujeição feminina é, por um lado, desfavorável à mulher, ela não deixa de ser, por outro, também uma forma de violação e, por assim dizer, diminuição da dignidade do homem, porque o varão, ao fazer da mulher um objeto de “domínio” e de “posse”, age contra a sua própria dignidade de pessoa criada à imagem e semelhança de Deus; por isso, ele é chamado na sua peculiaridade de homem a corresponder ao “dom” que a mulher faz de si e, deste modo, converter sua tendência à dominação em serviço à esposa, a quem deve antes proteger que dominar e à qual, num esforço constante, deve entregar-se reciprocamente. https://padrepauloricardo.org/episodios/a-dignidade-da-mulher

  • Jacinta, a criança santa que nos recorda o fim dos tempos

    Hoje marca o centenário do nascimento de Santa Jacinta Marto no céu. A pequena vidente de Fátima recebeu uma abundância de graças de Nossa Senhora e ofereceu seus sofrimentos pela salvação das almas, intensificando os sacrifícios após a visão do inferno. Jesus e Maria “amam muito aqueles que sofrem para converter pecadores”, disse ele. Sua santidade lembra a necessidade de falar sobre os Novíssimos. Em 20 de fevereiro de cem anos atrás, às 22h30, alguns dias antes de fazer seu décimo aniversário, a vida terrena da pequena Jacinta Marto (1910-1920), a vidente de Fátima, juntamente com seu irmão Francesco (1908-1919) e seu primo, terminou. Lucia dos Santos (1907-2005). Obrigado às memórias da Irmã Lúcia escritos em obediência aos pedidos do bispo de Leiria (Monsenhor José Alves Correia da Silva), conhecemos muitos detalhes da vida de Santa Jacinta, que dos três pastorinhos “foi, me parece, aquele a quem a Santíssima Virgem comunicava maior abundância de graças e maior conhecimento de Deus e virtude ». Assim escreveu a Irmã Lúcia, no primeiro memorial (1935), depois de se lembrar com admiração de um ato de humildade praticado por sua prima. Portanto, no centenário de seu nascimento no céu, é útil recordar as virtudes heróicas de Jacinta , que com seu exemplo lembra o mundo e a própria Igreja da realidade das coisas últimas, os Novíssimos (morte, julgamento, inferno, paraíso), central para a mensagem deixada de Nossa Senhora a Fátima e hoje infelizmente desapareceu de muitas catequeses. Com sérios danos às almas, que acabam por não conhecer o significado da vida aqui em baixo e a batalha espiritual que ocorre aqui – e agora – em vista da eternidade. A infância de Jacinta passou entre brincadeiras, danças, alegria e alegria , normais para aquela idade. Ao brincar com outras crianças, ela costumava ser sensível. Mas ele tinha um caráter doce. E a educação católica recebida na família tomou conta de sua alma. Um dia ele aprendeu com Lúcia, três anos mais velha que ela e à frente em doutrina, a história da Paixão de Nosso Senhor. Jacinta ficou emocionada até chorar. Várias vezes, mais tarde, ele contou novamente e disse: «Pobre Jesus! Eu não vou cometer nenhum pecado! Não quero que o Senhor sofra mais! ». As três aparições do anjo protetor de Portugal, em 1916, prepararam o caminho para a Madona , instruindo os pastores sobre a necessidade de oferecer atos de adoração, orações e sacrifícios, em reparação pelos pecados cometidos contra a Santíssima Trindade, e em particular pelos indiferença e sacrilégios com os quais Jesus se ofende na Eucaristia. Se os três já estavam iluminados com amor eucarístico (Lucia, excepcionalmente, já havia feito a Primeira Comunhão aos seis anos de idade, e os dois primos mais novos queimavam para receber Jesus escondido), a terceira aparição do Anjo fortalecia sua predisposição. O mensageiro celeste, com os três ajoelhados, comunicou Lúcia dando-lhe “a Sagrada Hóstia, e dividiu o Sangue do cálice entre Jacinta e Francesco dizendo ao mesmo tempo:” Pegue e beba o Corpo e Sangue de Jesus Cristo, terrivelmente indignado por homens ingratos. Repara os crimes deles e consola o teu Deus ”». Já aos seis anos de idade, Jacinta sabia que tinha sido chamada para colaborar na salvação de almas , foi introduzida ao conhecimento do valor redentor do sacrifício e, sempre junto com Francisco e Lúcia, foi confirmada mais tarde neste ensinamento desde a primeira aparição da Madona, 13 de maio de 1917. Desde então, a Santíssima Virgem disse aos três que eles iriam para o Céu, chamado Purgatório (onde estava hospedado o amigo de Lúcia), e pediu sua disponibilidade para o plano divino: «Você quer se oferecer a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele deseja enviar a você, no ato de reparação pelos pecados dos quais está ofendido e de súplica pela conversão dos pecadores? ». “Sim, nós queremos”, foi a resposta. Nesta admirável primeira catequese , Maria Santíssima, abrindo as mãos, participou das crianças com um avanço dos bens eternos que mereceriam “, comunicando-nos uma luz tão intensa, um tipo de reflexão que saiu delas e nos penetrou no peito e nos penetrou no peito. na mais íntima da alma, fazendo-nos ver em Deus, que era essa luz, mais claramente do que como nos vemos no melhor dos espelhos ». Foi a graça que os apoiaria no sofrimento. Dois meses depois, na aparição de 13 de julho, a visão do Inferno foi seguida pelo sabor do Paraíso. . «Nossa Senhora nos mostrou um grande mar de fogo, que parecia estar no subsolo. Imersos naquele fogo, demônios e almas, como se fossem brasas transparentes e pretas ou de bronze, com forma humana flutuando no fogo, […] entre gritos e gemidos de dor e desespero […]. Os demônios foram reconhecidos pelas formas horríveis e repulsivas de animais assustadores e desconhecidos, mas transparentes e negros. Essa visão durou um momento. E graças à nossa boa Mãe do Céu, que anteriormente nos impedira com a promessa de nos levar ao Céu (na primeira aparição), caso contrário, eu teria morrido de medo e terror ». Nossa Senhora então falou com eles da vontade divina de “estabelecer devoção ao Meu Imaculado Coração no mundo. Se eles fizerem o que eu digo, muitas almas serão salvas e terão paz ». Qual foi a realidade do Inferno, ainda mais do que os outros dois videntes, Jacinta . «Quanta compaixão sinto pelos pecadores! Se eu pudesse lhes mostrar o Inferno! », Foi uma das frases que ele disse enquanto meditava que muitos parariam de pecar se soubessem o que a eternidade espera aqueles que, até o último instante terrestre, recusam Deus. Por sua profunda pena pelos pecadores, portanto, ele intensificou as penitências e os atos de aceitação das cruzes que gradualmente se apresentaram em sua vida. Ele se tornou “insaciável na prática do sacrifício” e sempre inventou novos. Já gravemente doente, no primeiro hospital em que a levou, falando de Jesus e Maria, ela disse que “gosto muito de sofrer pelo amor deles” e acrescentou: “Eles amam muito os que sofrem para converter pecadores”. O espírito de sacrifício de Jacinta, seu ardor pelas almas, surgiu, portanto, do conhecimento das realidades últimas – do Reino de Deus e de Satanás – certamente não da ignorância delas, que de outro modo teria impedido a manifestação de sua excelente santidade. A própria irmã Lúcia, respondendo a uma pergunta de muitos, explicou: «Como é que Jacinta, tão pequena, se deixa penetrar e compreender esse espírito de amor e penitência? Parece-me que era: primeiro, por uma graça especial que Deus, através do Imaculado Coração de Maria, queria conceder a ela; segundo, olhando o inferno e vendo o infortúnio das almas que nele caem. Algumas pessoas até piedosas não querem contar às crianças sobre o inferno para não assustá-las; mas Deus não hesitou em mostrar para três […] ». Até Bento XVI , pensando em uma entrevista que teve com a irmã Lúcia, lembrou que “ele me disse que parecia cada vez mais claro que o objetivo de todas as aparições era fazê-lo crescer cada vez mais em fé, esperança e caridade”. As três virtudes teológicas que levaram Jacinta a ser um instrumento de salvação para inúmeras almas, fazendo-a brilhar na glória de Deus. Traduzido de lanuovabq.it #NossaSenhoradeFátima

  • Jacinta, a criança santa que nos recorda o fim dos tempos

    Hoje marca o centenário do nascimento de Santa Jacinta Marto no céu. A pequena vidente de Fátima recebeu uma abundância de graças de Nossa Senhora e ofereceu seus sofrimentos pela salvação das almas, intensificando os sacrifícios após a visão do inferno. Jesus e Maria “amam muito aqueles que sofrem para converter pecadores”, disse ele. Sua santidade lembra a necessidade de falar sobre os Novíssimos. Em 20 de fevereiro de cem anos atrás, às 22h30, alguns dias antes de fazer seu décimo aniversário, a vida terrena da pequena Jacinta Marto (1910-1920), a vidente de Fátima, juntamente com seu irmão Francesco (1908-1919) e seu primo, terminou. Lucia dos Santos (1907-2005). Obrigado às memórias da Irmã Lúcia escritos em obediência aos pedidos do bispo de Leiria (Monsenhor José Alves Correia da Silva), conhecemos muitos detalhes da vida de Santa Jacinta, que dos três pastorinhos “foi, me parece, aquele a quem a Santíssima Virgem comunicava maior abundância de graças e maior conhecimento de Deus e virtude ». Assim escreveu a Irmã Lúcia, no primeiro memorial (1935), depois de se lembrar com admiração de um ato de humildade praticado por sua prima. Portanto, no centenário de seu nascimento no céu, é útil recordar as virtudes heróicas de Jacinta , que com seu exemplo lembra o mundo e a própria Igreja da realidade das coisas últimas, os Novíssimos (morte, julgamento, inferno, paraíso), central para a mensagem deixada de Nossa Senhora a Fátima e hoje infelizmente desapareceu de muitas catequeses. Com sérios danos às almas, que acabam por não conhecer o significado da vida aqui em baixo e a batalha espiritual que ocorre aqui – e agora – em vista da eternidade. A infância de Jacinta passou entre brincadeiras, danças, alegria e alegria , normais para aquela idade. Ao brincar com outras crianças, ela costumava ser sensível. Mas ele tinha um caráter doce. E a educação católica recebida na família tomou conta de sua alma. Um dia ele aprendeu com Lúcia, três anos mais velha que ela e à frente em doutrina, a história da Paixão de Nosso Senhor. Jacinta ficou emocionada até chorar. Várias vezes, mais tarde, ele contou novamente e disse: «Pobre Jesus! Eu não vou cometer nenhum pecado! Não quero que o Senhor sofra mais! ». As três aparições do anjo protetor de Portugal, em 1916, prepararam o caminho para a Madona , instruindo os pastores sobre a necessidade de oferecer atos de adoração, orações e sacrifícios, em reparação pelos pecados cometidos contra a Santíssima Trindade, e em particular pelos indiferença e sacrilégios com os quais Jesus se ofende na Eucaristia. Se os três já estavam iluminados com amor eucarístico (Lucia, excepcionalmente, já havia feito a Primeira Comunhão aos seis anos de idade, e os dois primos mais novos queimavam para receber Jesus escondido), a terceira aparição do Anjo fortalecia sua predisposição. O mensageiro celeste, com os três ajoelhados, comunicou Lúcia dando-lhe “a Sagrada Hóstia, e dividiu o Sangue do cálice entre Jacinta e Francesco dizendo ao mesmo tempo:” Pegue e beba o Corpo e Sangue de Jesus Cristo, terrivelmente indignado por homens ingratos. Repara os crimes deles e consola o teu Deus ”». Já aos seis anos de idade, Jacinta sabia que tinha sido chamada para colaborar na salvação de almas , foi introduzida ao conhecimento do valor redentor do sacrifício e, sempre junto com Francisco e Lúcia, foi confirmada mais tarde neste ensinamento desde a primeira aparição da Madona, 13 de maio de 1917. Desde então, a Santíssima Virgem disse aos três que eles iriam para o Céu, chamado Purgatório (onde estava hospedado o amigo de Lúcia), e pediu sua disponibilidade para o plano divino: «Você quer se oferecer a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele deseja enviar a você, no ato de reparação pelos pecados dos quais está ofendido e de súplica pela conversão dos pecadores? ». “Sim, nós queremos”, foi a resposta. Nesta admirável primeira catequese , Maria Santíssima, abrindo as mãos, participou das crianças com um avanço dos bens eternos que mereceriam “, comunicando-nos uma luz tão intensa, um tipo de reflexão que saiu delas e nos penetrou no peito e nos penetrou no peito. na mais íntima da alma, fazendo-nos ver em Deus, que era essa luz, mais claramente do que como nos vemos no melhor dos espelhos ». Foi a graça que os apoiaria no sofrimento. Dois meses depois, na aparição de 13 de julho, a visão do Inferno foi seguida pelo sabor do Paraíso. . «Nossa Senhora nos mostrou um grande mar de fogo, que parecia estar no subsolo. Imersos naquele fogo, demônios e almas, como se fossem brasas transparentes e pretas ou de bronze, com forma humana flutuando no fogo, […] entre gritos e gemidos de dor e desespero […]. Os demônios foram reconhecidos pelas formas horríveis e repulsivas de animais assustadores e desconhecidos, mas transparentes e negros. Essa visão durou um momento. E graças à nossa boa Mãe do Céu, que anteriormente nos impedira com a promessa de nos levar ao Céu (na primeira aparição), caso contrário, eu teria morrido de medo e terror ». Nossa Senhora então falou com eles da vontade divina de “estabelecer devoção ao Meu Imaculado Coração no mundo. Se eles fizerem o que eu digo, muitas almas serão salvas e terão paz ». Qual foi a realidade do Inferno, ainda mais do que os outros dois videntes, Jacinta . «Quanta compaixão sinto pelos pecadores! Se eu pudesse lhes mostrar o Inferno! », Foi uma das frases que ele disse enquanto meditava que muitos parariam de pecar se soubessem o que a eternidade espera aqueles que, até o último instante terrestre, recusam Deus. Por sua profunda pena pelos pecadores, portanto, ele intensificou as penitências e os atos de aceitação das cruzes que gradualmente se apresentaram em sua vida. Ele se tornou “insaciável na prática do sacrifício” e sempre inventou novos. Já gravemente doente, no primeiro hospital em que a levou, falando de Jesus e Maria, ela disse que “gosto muito de sofrer pelo amor deles” e acrescentou: “Eles amam muito os que sofrem para converter pecadores”. O espírito de sacrifício de Jacinta, seu ardor pelas almas, surgiu, portanto, do conhecimento das realidades últimas – do Reino de Deus e de Satanás – certamente não da ignorância delas, que de outro modo teria impedido a manifestação de sua excelente santidade. A própria irmã Lúcia, respondendo a uma pergunta de muitos, explicou: «Como é que Jacinta, tão pequena, se deixa penetrar e compreender esse espírito de amor e penitência? Parece-me que era: primeiro, por uma graça especial que Deus, através do Imaculado Coração de Maria, queria conceder a ela; segundo, olhando o inferno e vendo o infortúnio das almas que nele caem. Algumas pessoas até piedosas não querem contar às crianças sobre o inferno para não assustá-las; mas Deus não hesitou em mostrar para três […] ». Até Bento XVI , pensando em uma entrevista que teve com a irmã Lúcia, lembrou que “ele me disse que parecia cada vez mais claro que o objetivo de todas as aparições era fazê-lo crescer cada vez mais em fé, esperança e caridade”. As três virtudes teológicas que levaram Jacinta a ser um instrumento de salvação para inúmeras almas, fazendo-a brilhar na glória de Deus. Traduzido de lanuovabq.it #NossaSenhoradeFátima

  • Dom Schneider analisa o texto do Papa na Amazônia: ‘um vislumbre de esperança’, apesar d

    Embora a posição de Querida Amazônia sobre o celibato sacerdotal seja um alívio, o documento contém ‘ambiguidades e erros doutrinários lamentáveis’, escreve o bispo Schneider em uma análise aprofundada exclusiva Em uma nova análise aprofundada da exortação apostólica Querida , na Amazônia , o bispo Athanasius Schneider elogiou o que considera a decisão do Papa Francisco de não enfraquecer o celibato sacerdotal ou abrir a porta para uma mulher ” diaconado. ” Mas ele também criticou as “ambiguidades e erros doutrinários lamentáveis” que ele diz que o documento contém. O bispo auxiliar de Santa Maria em Astana, Cazaquistão, sustenta que a posição de Querida Amazônia sobre o celibato sacerdotal e as “diáconas” femininas representa “um vislumbre de esperança em meio à confusão em curso”, apesar das “limitações e erros teológicos” do documento. O Bispo Schneider inicia sua análise (veja o texto completo abaixo) descrevendo o “terremoto espiritual” que  Querida Amazônia  causou entre os “meios de comunicação anticristãos” e “poderosas redes” de prelados e burocratas leigos (particularmente no mundo de língua alemã) que estavam apostando em mudanças reais na Igreja. Ele afirma que as reações dessas “redes secularizadas e protestantes” revelam não apenas sua confiança em que o celibato sacerdotal seria abolido e a “ordenação” feminina aprovada, mas também que eles estavam usando o povo da Amazônia “como um meio de alcançar impiedosamente seus objetivos políticos”. objetivos eclesiásticos “. Comparando essas reações ao tumulto em torno da promulgação de Paulo VI da encíclica Humanae vitae de 1968 , o bispo Schneider disse que acredita que a “posição do Papa Francisco em relação à lei do celibato sacerdotal e da ordenação feminina” deve vir “como um alívio para todos os verdadeiros católicos. “ “A rocha de Pedro, que ao longo do atual pontificado foi quase continuamente envolta em névoa, tornou-se pelo menos por um tempo uma rocha nas ondas, resistindo à pressão das ondas quebradas, e foi iluminada por um raio da promessa divina de Cristo ”, ele escreve. O bispo Schneider diz que acredita que esse raio se tornaria uma “luz radiante” se o Papa Francisco proclamasse ex cathedra que “o Sacramento das Ordens Sagradas, em seus três graus de diaconato, presbiterado e episcopado, é por instituição divina reservada ao sexo masculino. “ Em sua análise da exortação apostólica, o bispo sustenta que é preciso “com justiça” também destacar que “ Querida Amazônia como um todo representa uma melhoria em comparação com o Documento Final do Sínodo da Amazônia” e cita vários exemplos. Mas o Bispo Schneider deixa claro que “ao observar as melhorias feitas na Querida Amazônia, não se pode calar as lamentáveis ​​ambiguidades doutrinárias e erros que ela contém, bem como suas perigosas tendências ideológicas”. Ele identifica especificamente como “altamente problemático” o endosso implícito de uma espiritualidade panteísta e pagã de Querida Amazônia , sua afirmação de que os cristãos podem “assumir um símbolo indígena de alguma maneira, sem necessariamente considerá-lo idolatria” (n. 79). , e sua designação da Bem-Aventurada Virgem Maria como “mãe de todas as criaturas” (n. 111). Ele também identifica, como uma das “principais tendências errôneas” do documento, a “promoção do naturalismo” e o que ele chama de “leves ecos do panteísmo e um pelagianismo oculto”. “Tais tendências podem ser detectadas na ênfase e valor excessivos que [ Querida Amazônia ] coloca no cuidado das realidades naturais, terrenas e temporais” e “enfraquecem consideravelmente” o mandato da Igreja de pregar arrependimento pelo perdão dos pecados a todas as nações (cf. Lc 24:47). O Bispo Schneider observa: “Jesus Cristo não disse: ‘Deus deu ao seu Filho único, que este planeta e suas muitas partes, como o bioma Amazônia, não perecem, mas têm vida natural abundante’. Jesus também não disse: ‘Vá proclamar que o reino da Mãe Terra está próximo’. ” “A criação material sofre justamente por falta de vida sobrenatural da graça de Cristo nas almas dos homens”, ele insiste. Convocando os “pequeninos” da Igreja a orarem para que o “vislumbre de esperança” oferecido no silêncio de Querida Amazônia sobre padres casados ​​possa “se transformar em uma luz radiante”, o Bispo Schneider recorda as palavras do Senhor ao seu Vigário na Terra, através do mística do século XIV, St. Bridget da Suécia: “Comece a reformar a igreja que comprei com meu próprio sangue para que ela possa ser reformada e levada espiritualmente ao seu estado primitivo de santidade” ( Livro de Apocalipse ). “A atual Cúria Romana está passando por uma grande crise por causa de um novo envolvimento excessivo nos assuntos terrestres e temporais, a tal ponto que a Santa Sé se tornou … uma espécie de casa-filha das Nações Unidas”, escreve o bispo Schneider. “O Senhor certamente intervirá e purificará Roma e o papado, como fez tantas vezes no passado.” Abaixo, o texto completo do comentário do Bispo Athanasius Schneider sobre Querida Amazônia . Querida Amazônia : um vislumbre de esperança em meio à confusão em curso Bispo Athanasius Schneider A maioria dos observadores concorda que a publicação da Exortação Apostólica Querida Amazônia causou um terremoto espiritual. Em sua Exortação Apostólica, o Papa Francisco não abriu a porta para a ordenação de homens casados, os chamados viri probati . O papa também rejeitou a proposta de que as mulheres fossem ordenadas sacramentalmente ao diaconado permanente, que havia sido aprovado por maioria de votos no Sínodo Pan-Amazônico. Tanto a grande mídia anticristã quanto a poderosa rede de cardeais, bispos, teólogos e burocratas leigos bem pagos, cujas mentes foram conformadas ao espírito incrédulo e relativista do mundo, ficaram inicialmente chocadas e sem palavras – e reagiram com abertura ou frustração reprimida. No programa de notícias diárias “Tagesthemen”, em 13 de fevereiro de 2020, a emissora de serviço público alemã “ARD” deixou o comentarista oficial criticar o Papa Francisco com estas palavras: “O Papa Francisco nos surpreendeu com sua decisão de interpretar estritamente o celibato. O mundo estava aparentemente pronto e ao seu lado. Não é mais um segredo que o argentino defenda pessoalmente o relaxamento da lei católica de continência para o clero. Para muitos crentes, teria sido um passo lógico relaxar cuidadosamente a lei do celibato em um primeiro passo, conforme sugerido pelo Sínodo da Amazônia. Ainda pior do que o seu “não” para relaxar o celibato é a decisão do chefe da Igreja sobre o papel das mulheres. As mulheres continuam a ser amplamente negadas a oportunidade de seguir uma carreira na Igreja. ” O Presidente do Comitê Central de Católicos Alemães (Zentralkommittee der Deutschen Katholiken) declarou: “Infelizmente, o Papa Francisco não reuniu coragem para implementar reformas reais nas questões de ordenação de homens casados ​​e nos ministérios litúrgicos de mulheres que foram discutidos. por 50 anos. ” Uma reação surpreendentemente veemente contra o Papa Francisco também veio do pe. Paulo Suess, teólogo alemão que mora no Brasil e participante de destaque no Sínodo da Amazônia. Ele disse que, em partes da exortação, a visão do Papa Francisco da Igreja na Amazônia representa um pesadelo. É claro a partir dessas reações que todos esses grupos e indivíduos estavam certos da vitória e esperavam com confiança a realização de seu objetivo há muito desejado, isto é, a abolição do celibato sacerdotal e a aprovação da ordenação feminina. Em um editorial de 13 de fevereiro intitulado “ Habemus Coelibatum !!! ”[Temos celibato !!!] o blog alemão“ Im Beiboot Petri ”fez essa observação notável:“ Que dia. Jornalistas no mundo ocidental estavam sitiando o Vaticano desde as primeiras horas da manhã para ser o primeiro a relatar a sensação pendente: ‘Finalmente o último bastião foi arrasado’. Esse foi o resultado lógico, porque a ‘maioria’ em outubro havia decidido. Agora, nada pode dar errado, porque se a maioria decide, nem Deus nem o Papa podem contestar. A imprensa militante de esquerda, também conhecida sob o pseudônimo de MainStreamMedia, já havia terminado artigos em seus computadores, para que, uma vez feito o anúncio oficial, eles pudessem simplesmente pressionar o ‘botão enviar’ e serem os primeiros a trazer as notícias sensacionais para o mundo. . Mas ficou diferente. A norma apostólica do celibato sacerdotal e a verdade divinamente revelada da ordenação sacramental reservada ao sexo masculino constituíram o último bastião do catolicismo romano, e as redes secularizadas e protestantes da Igreja ainda não conseguiram destruí-lo. Conseguiram danificar seriamente o bastião da lei perene da oração, a lex orandi , através de uma implementação universal de elementos protestantes na forma e no conteúdo das celebrações litúrgicas. Eles conseguiram, na prática, introduzir o divórcio através da aprovação papal das normas locais sobre a admissão de católicos que vivem em uniões adúlteras à Santa Comunhão. Eles conseguiram legitimar a atividade homossexual na Igreja pelo fato de cardeais e bispos ficarem impunes ao apoiar abertamente os eventos do “Orgulho Gay” e ativistas dos chamados grupos “LGBT”. Conseguiram desviar a liderança da Igreja Católica e, concretamente, o Papa, da primazia do sobrenatural e eterno na missão da Igreja, de modo a dar igual significado à missão de cuidar das realidades materiais e temporais, como o clima. , o meio ambiente ou o bioma Amazônia, equiparando assim o natural ao sobrenatural, o reino dos céus ao reino da terra, o profano ao sagrado – e, assim, sacralizando o natural e dessacralizando o sobrenatural. Eles conseguiram relativizar a verdade da fé católica como a única religião verdadeira desejada por Deus, através de uma teoria relativística e prática do ecumenismo e do diálogo inter-religioso. Eles conseguiram abolir o Primeiro Mandamento do Decálogo através do ato historicamente sem precedentes de uma veneração cética no Vaticano (o coração do catolicismo) de uma estátua de Pachamama, um símbolo principal da religião pagã indígena dos povos nativos da América do Sul. Eles conseguiram relativizar a verdade da fé católica como a única religião verdadeira desejada por Deus, através de uma teoria relativística e prática do ecumenismo e do diálogo inter-religioso. Eles conseguiram abolir o Primeiro Mandamento do Decálogo através do ato historicamente sem precedentes de uma veneração cética no Vaticano (o coração do catolicismo) de uma estátua de Pachamama, um símbolo principal da religião pagã indígena dos povos nativos da América do Sul. Eles conseguiram relativizar a verdade da fé católica como a única religião verdadeira desejada por Deus, através de uma teoria relativística e prática do ecumenismo e do diálogo inter-religioso. Eles conseguiram abolir o Primeiro Mandamento do Decálogo através do ato historicamente sem precedentes de uma veneração cética no Vaticano (o coração do catolicismo) de uma estátua de Pachamama, um símbolo principal da religião pagã indígena dos povos nativos da América do Sul. À luz de tais ataques direcionados e bem orquestrados ao Depósito da Fé e tudo o que é genuinamente católico, a recusa do Papa Francisco em enfraquecer ou mudar a lei do celibato sacerdotal e aprovar uma ordenação diaconal sacramental feminina é de significado histórico e merece reconhecimento e reconhecimento. gratidão de todos os verdadeiros filhos e filhas da Igreja. A posição do papa frustrou muitos participantes influentes no Sínodo Pan-Amazônico. O aborrecimento deles revela o fato de que eles não tinham nenhum interesse sério na realidade do povo amazônico e em sua autêntica evangelização, mas usaram o povo amazônico como um meio de atingir impiedosamente seus objetivos políticos eclesiásticos. Ao fazer isso, eles criaram um espetáculo de clericalismo cínico. O teólogo vienense Jan-Heiner Tück chamou a posição do Papa Francisco de “recusa provocativa. dizendo : “Por que o esforço considerável de um sínodo de quatro semanas em Roma, se no final tudo permanece o mesmo?” Após a libertação de Querida Amazônia, o Papa Francisco compartilhou com um grupo de bispos dos EUA sua frustração com a reação à sua Exortação Apostólica. O bispo William A. Wack, de Pensacola-Tallahassee, relatou as seguintes palavras do papa Francisco: “Ele disse que algumas pessoas dizem que não é corajoso porque não ouviu o Espírito. ‘Então, eles não estão bravos com o Espírito. Eles estão com raiva de mim aqui embaixo ‘, disse ele [Papa Francisco]. “Para algumas pessoas, era tudo sobre celibato e não sobre a Amazônia”, disse ele. ” O bispo Wack acrescentou: “Você podia ver sua consternação [do Papa Francisco]”. Frustrados, os clérigos e leigos que receberam seus cargos graças à influência de uma nomenklatura eclesiástica de espírito mundano agora estão desesperadamente envolvidos no controle de danos. Em suas ilusões, repetem, como um mantra, frases como “A última palavra ainda não foi dita”, “Esta discussão continuará” e “de maneira alguma isso está fora de questão”. Semeando mais confusão, o cardeal Christoph Schönborn declarou: “Essas decisões do Sínodo da Amazônia podem amadurecer ainda mais; portas abertas não foram fechadas novamente. “ Outros se consolam com a idéia de que o Documento Final do Sínodo Pan-Amazônico faz parte do magistério papal comum. No entanto, representantes da Santa Sé rejeitaram essa visão. Na conferência de imprensa em que Querida Amazônia foi apresentada, o cardeal Lorenzo Baldisseri, secretário-geral do Sínodo dos Bispos, deixou claro que o Papa Francisco fala na exortação apostólica sobre “apresentação”, mas não “aprovação” do documento final do sínodo. O porta-voz do Vaticano, Matteo Bruni, disse: “A exortação apostólica [ Querida Amazonia ] é magistério. O documento final não é magistério. Com a publicação de Querida Amazônia , testemunhamos um evento semelhante, em circunstâncias e reações, à publicação da encíclica Humanae vitae do Papa Paulo VI, de 1968 . A posição do Papa Francisco em relação à lei do celibato sacerdotal e da ordenação feminina é um alívio para todos os verdadeiros católicos, clérigos e fiéis leigos. A rocha de Pedro, que ao longo do atual pontificado foi quase continuamente envolta em névoa, tornou-se pelo menos por um tempo uma rocha nas ondas, resistindo à pressão das ondas quebrando, e foi iluminada por um raio de a promessa divina de Cristo. Agradecendo sinceramente ao Papa Francisco por resistir à pressão para relaxar a lei do celibato sacerdotal e aprovar uma ordenação sacramental feminina, é preciso destacar com justiça o fato de que o texto de Querida Amazônia como um todo representa uma melhoria em comparação com o Documento Final do Amazon Synod. Para citar apenas alguns exemplos: Querida Amazônia fala de “conversão interior” (n. 56), enquanto o Documento Final possui capítulos inteiros agrupados sob o título “conversão integral” e “conversão ecológica” que falam até da “conversão ecológica de a Igreja e o planeta ”(n. 61). O tema “lar comum” é amplamente discutido no Documento Final, enquanto é mencionado apenas uma vez na Querida Amazônia, em uma cotação. As palavras “mudança climática” e “clima” estão ausentes na Querida Amazônia , enquanto o Documento Final as utiliza duas vezes e até fala da “emissão de dióxido de carbono (CO2)” (n. 77). A palavra “ecologia” é usada 27 vezes no Documento Final e quase sempre na expressão “ecologia integral”, enquanto a expressão “ecologia humana” está ausente no Documento Final. Querida Amazônia, no entanto, usa apenas uma vez a expressão “ecologia integral” e fala três vezes sobre “ecologia humana” (n. 41) no sentido proposto pelo Papa Bento XVI. O Documento Final não fala sobre as limitações da cultura e do modo de vida das pessoas originais, ao passo que Querida Amazônia fala duas vezes sobre essas limitações, em um sentido moral (ver n. 22 e n. 36). A Querida Amazônia alerta contra um “indigenismo” anexo, enquanto o Documento Final não fala sobre esse assunto. Vale citar a seguinte afirmação da Querida Amazônia : “Longe de mim propor um ‘indigenismo’ estático, completamente histórico e totalmente fechado, que rejeitaria qualquer tipo de mistura (mestiçagem). Uma cultura pode tornar-se estéril quando se torna introspectiva e tenta perpetuar modos de vida obsoletos, rejeitando qualquer troca ou debate em relação à verdade sobre o homem ”(n. 37). O Documento Final fala apenas de “transformação social”, enquanto Querida Amazônia fala mais de transformação espiritual e particularmente sobre a necessidade de a cultura ser transformada pela obra do Espírito Santo: “O Espírito Santo enriquece sua cultura com o poder transformador de o Evangelho ”(n. 68). O Documento Final evita falar sobre uma atitude crítica necessária em relação a diversas culturas, enquanto Querida Amazônia faz esta afirmação adequada: “Os desafios culturais convidam a Igreja a manter uma atitude vigilante e crítica, mostrando ao mesmo tempo atenção confiante” (n. 67). No Documento Final faltam as palavras “imanência” e “vazio” moral, enquanto Querida Amazônia emite esse alerta realista: “O que nos une é o que nos permite permanecer neste mundo sem ser engolido por sua imanência, seu vazio espiritual, sua egoísmo complacente, seu individualismo consumista e autodestrutivo ”(n. 108). As palavras “direito” e “direitos” são usadas no Documento Final em um sentido predominantemente humanístico. O documento fala com insistência e com um objetivo obviamente ideológico sobre o “direito fundamental” à celebração e acesso à Eucaristia (nº 109). Querida Amazônia não fala do “direito à Eucaristia”; ao contrário, fala do direito do povo original de ouvir o Evangelho (cf. n. 64), um tema sobre o qual o Documento Final é silencioso. O Documento Final evita falar sobre o perigo de uma comunidade eclesiástica se tornar uma ONG. Querida Amazonia, por outro lado, faz a seguinte afirmação ousada: “Sem essa proclamação apaixonada, toda estrutura eclesial se tornaria apenas outra ONG e não seguiríamos o mandamento dado por Cristo:“ Vá a todo o mundo e pregue o Evangelho a todo o mundo. criação ”(Mc 16:15)” (n. 64). A palavra “adoração” está ausente no Documento Final, enquanto é mencionada na Querida Amazônia . Em vez de falar em “teologia inculturada” (Documento Final), Querida Amazônia fala sobre “espiritualidade inculturada”. O Documento Final usa apenas o dobro da palavra “graça” e de forma antropocêntrica, enquanto Querida Amazônia fala dez vezes de graça em um sentido mais teológico, como se pode ver, por exemplo, nas seguintes formulações: “Cristo é a fonte de toda graça ”(N. 87); nos sacramentos “a natureza é elevada para se tornar um instrumento da graça” (n. 81); Presença de Deus pela graça (nota de rodapé n. 105). A citação bíblica indispensável de 1 Cor 9:16, sobre a tarefa missionária da Igreja, está ausente no Documento Final, enquanto Querida Amazônia fala em termos claros sobre essa tarefa com a citação completa de 1 Cor 9:16: “Como cristãos, não podemos deixar de lado o chamado à fé que recebemos do Evangelho. Em nosso desejo de lutar lado a lado com todos, não temos vergonha de Jesus Cristo. Aqueles que o encontraram, aqueles que vivem como seus amigos e se identificam com sua mensagem devem inevitavelmente falar dele e levar a outros sua oferta de nova vida: “Ai de mim se eu não pregar o Evangelho!” (1 Cor 9:16) ”(n. 62). O Documento Final não fala sobre o sentido autêntico da Tradição da Igreja, enquanto Querida Amazônia fala da tradição como a raiz de uma árvore em constante crescimento. Citando a famosa formulação de São Vicente de Lerins, afirma que “a doutrina cristã é consolidada por anos, ampliada pelo tempo, refinada pela idade” ( Commonitorium, 23, citado na nota 86). No entanto, ao observar as melhorias feitas na Querida Amazônia, não se pode calar as lamentáveis ​​ambiguidades doutrinárias e erros que ela contém, bem como suas perigosas tendências ideológicas. Altamente problemático, por exemplo, é o apoio implícito de Querida Amazônia a uma espiritualidade panteísta e pagã, quando fala da terra material como um “mistério sagrado” (n. 5); de entrar em comunhão com a natureza: “entramos em comunhão com a floresta” (n. 56); do bioma Amazônia como um “locus teológico” (n. 57). A afirmação de que o rio Amazonas é “a eternidade oculta” (nº 44) e que “somente a poesia, com sua voz humilde, poderá salvar este mundo” (nº 46) aproxima-se do panteísmo e do paganismo. Um cristão não pode se inscrever em tais idéias e expressões. Judeus e cristãos nunca foram autorizados a “assumir … de alguma maneira” símbolos religiosos indígenas pagãos. Deus proibiu Seu povo escolhido de assumir o símbolo indígena do bezerro de ouro e de Baal. Quando atearam fogo no porto de Jamnia (ver 2 Mac 12: 7-8), os soldados de Judas Maccabee consideraram possível “pegar” símbolos indígenas “de alguma forma” sem necessariamente considerá-lo idolatria, pois eram somente ofertas votivas nos templos (cf. 2 Macc 12:40). No entanto, Deus condenou esse “uso de símbolos indígenas de alguma maneira” e, como todos viram claramente, por essa causa esses soldados foram mortos. Toda a comunidade fez expiação por esse pecado: “Todos se entregaram à oração, implorando que o pecado cometido pudesse ser completamente perdoado. Os apóstolos nunca permitiriam a aceitação “de alguma maneira” dos símbolos indígenas da sociedade greco-romana, como a estátua de Ártemis ou Diana em Éfeso (ver Atos 19: 23 e seguintes). São Paulo “convenceu e afastou uma considerável companhia de pessoas, dizendo que deuses feitos com mãos não são deuses” (Atos 19:26). O povo nativo de Éfeso protestou contra a posição intransigente de São Paulo contra a tomada de símbolos indígenas e disse: “Existe o perigo de que o templo da grande deusa Ártemis seja considerado nada, e que ela seja até deposta por sua magnificência, ela toda a Ásia e o mundo adoram ”(Atos 19:27). Com São Paulo, devemos dizer: “Que acordo o templo de Deus tem com os ídolos e com os símbolos religiosos indígenas?” (cf. 2 Cor 6, 16). St. Vladimir não adotou os símbolos indígenas usados ​​em sua religião pagã, nem St. Boniface na Alemanha. Eles seguiram o mandamento de Deus nas Sagradas Escrituras e no ensino dos apóstolos. Certamente, nenhum dos apóstolos ou santos missionários poderia ficar calmamente e prontamente aceitar a afirmação de Querida Amazônia: “É possível assumir um símbolo indígena de alguma forma, sem necessariamente considerá-lo como idolatria” (n. 79). Querida Amazonia’s a designação da Virgem Maria como “mãe de todas as criaturas” (n. 111) também é altamente problemática teologicamente. A Mãe de Deus abençoada e imaculada não é a mãe de todas as criaturas, mas apenas de Jesus Cristo, o Redentor da humanidade, e é, portanto, também a mãe espiritual de todos os homens redimidos pelo seu divino Filho. Encontra-se a idéia e expressão “mãe da criação ou criaturas” nas religiões pagãs, por exemplo, no culto à Pachamama e no movimento da Nova Era, como se pode ver na seguinte descrição: “Mãe Terra, no antigo e no moderno religiões não-alfabetizadas, é uma fonte eternamente fecunda de tudo. Ela é simplesmente a mãe; não há nada separado dela. Todas as coisas vêm dela, voltam para ela e são ela. A forma mais arcaica da ‘Mãe Terra’ é uma Mãe Terra que produz tudo, Encyclopaedia Britannica ). Os hinos védicos falam do “Aditi”, a deusa primordial do panteão hindu, como a “mãe de todas as criaturas”. Santo Anselmo dá a correta concepção e terminologia, dizendo: “Deus é o Pai do mundo criado e Maria, a mãe do mundo recriado. Deus é o Pai pelo qual todas as coisas receberam vida, e Maria, a mãe Dele, através da qual todas as coisas receberam nova vida. Pois Deus gerou o Filho, por meio do qual todas as coisas foram feitas, e Maria deu à luz a Ele como o Salvador do mundo. Sem o Filho de Deus, nada poderia existir; sem o Filho de Maria, nada poderia ser redimido ”( Orati, 52). Maria é a “rainha do céu, a regina coeli ” e a “rainha da criação”, mas ela não é a “mãe de todas as criaturas”. Uma das principais tendências errôneas da Querida Amazônia é a promoção do naturalismo, pequenos ecos do panteísmo e um pelagianismo oculto. Tais tendências podem ser detectadas na ênfase excessiva e no valor que atribui ao cuidado das realidades naturais, terrestres e temporais. Esse reducionismo limita a existência de criaturas e seres humanos predominantemente ao reino da ordem natural. Essa tendência naturalista e neopagágica é, de fato, a doença espiritual que mais caracterizou e prejudicou a vida da Igreja desde o Concílio Vaticano II. Querida Amazônia é uma evidência dessa tendência, embora de forma um tanto atenuada em comparação com o Documento Final do Sínodo da Amazônia. A tendência excessiva de exaltar e promover realidades temporais e naturais enfraquece consideravelmente o mandato da Igreja, dado por seu divino Redentor nos seguintes ensinamentos claros da Sagrada Escritura: “Vá e proclame que o reino dos Céus está próximo” (Mt 10 : 7); “Em seu nome, o arrependimento pelo perdão dos pecados seria pregado a todas as nações” (Lc 24:47); “Busque primeiro o reino de Deus e sua justiça, e todas essas coisas serão acrescentadas a você” (Mt 6:33); Você é de baixo; Eu sou de cima. Você é deste mundo; Eu não sou deste mundo ”(João 8:23); “Não é correto desistirmos de pregar a palavra de Deus para servir às mesas [.] … Mas nos dedicaremos à oração e ao ministério da palavra” (Atos 6: 2.4); “Se em Cristo temos esperança apenas nesta vida, somos as pessoas mais dignas de pena” (1 Cor. 15:19); e “A forma atual deste mundo está passando” (1 Cor. 7:31). O significado e a pregação primários e autênticos do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo estão sendo distorcidos e mudados para um objetivo interior do mundo. A principal missão de Jesus Cristo, o Redentor da humanidade, não era cuidar do bem-estar material do planeta ou do bioma Amazônia, mas salvar almas imortais para a vida eterna no céu: “Deus amou o mundo de modo que ele deu seu único filho, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. ” (João 3:16). Jesus Cristo não disse: “Deus deu a seu único Filho, que este planeta e suas muitas partes, como o bioma Amazônia, não perecem, mas tenham vida natural abundante”. Jesus também não disse: “Vá e proclame que o reino da Mãe Terra está próximo.” O significado e a pregação primários e autênticos do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo estão sendo distorcidos e mudados para um objetivo interior do mundo. A principal missão de Jesus Cristo, o Redentor da humanidade, não era cuidar do bem-estar material do planeta ou do bioma Amazônia, mas salvar almas imortais para a vida eterna no céu: “Deus amou o mundo de modo que ele deu seu único filho, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. ” (João 3:16). Jesus Cristo não disse: “Deus deu a seu único Filho, que este planeta e suas muitas partes, como o bioma Amazônia, não perecem, mas tenham vida natural abundante”. Jesus também não disse: “Vá e proclame que o reino da Mãe Terra está próximo.” O significado e a pregação primários e autênticos do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo estão sendo distorcidos e mudados para um objetivo interior do mundo. A principal missão de Jesus Cristo, o Redentor da humanidade, não era cuidar do bem-estar material do planeta ou do bioma Amazônia, mas salvar almas imortais para a vida eterna no céu: “Deus amou o mundo de modo que ele deu seu único filho, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. ” (João 3:16). Jesus Cristo não disse: “Deus deu a seu único Filho, que este planeta e suas muitas partes, como o bioma Amazônia, não perecem, mas tenham vida natural abundante”. Jesus também não disse: “Vá e proclame que o reino da Mãe Terra está próximo.” A principal missão de Jesus Cristo, o Redentor da humanidade, não era cuidar do bem-estar material do planeta ou do bioma Amazônia, mas salvar almas imortais para a vida eterna no céu: “Deus amou o mundo de modo que ele deu seu único filho, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. ” (João 3:16). Jesus Cristo não disse: “Deus deu a seu único Filho, que este planeta e suas muitas partes, como o bioma Amazônia, não perecem, mas tenham vida natural abundante”. Jesus também não disse: “Vá e proclame que o reino da Mãe Terra está próximo.” A principal missão de Jesus Cristo, o Redentor da humanidade, não era cuidar do bem-estar material do planeta ou do bioma Amazônia, mas salvar almas imortais para a vida eterna no céu: “Deus amou o mundo de modo que ele deu seu único filho, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. ” (João 3:16). Jesus Cristo não disse: “Deus deu a seu único Filho, que este planeta e suas muitas partes, como o bioma Amazônia, não perecem, mas tenham vida natural abundante”. Jesus também não disse: “Vá e proclame que o reino da Mãe Terra está próximo.” para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. ” (João 3:16). Jesus Cristo não disse: “Deus deu a seu único Filho, que este planeta e suas muitas partes, como o bioma Amazônia, não perecem, mas tenham vida natural abundante”. Jesus também não disse: “Vá e proclame que o reino da Mãe Terra está próximo.” para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. ” (João 3:16). Jesus Cristo não disse: “Deus deu a seu único Filho, que este planeta e suas muitas partes, como o bioma Amazônia, não perecem, mas tenham vida natural abundante”. Jesus também não disse: “Vá e proclame que o reino da Mãe Terra está próximo.” A criação material sofre precisamente por causa da falta da vida sobrenatural da graça de Cristo nas almas dos homens. A Palavra de Deus nos ensina o seguinte: “A criação espera ansiosamente pela revelação dos filhos de Deus. Pois a criação foi sujeita à futilidade, não por vontade própria, mas por causa de quem a submeteu, na esperança de que a própria criação seja libertada de sua escravidão à corrupção e obtenha a liberdade da glória dos filhos de Deus. Pois sabemos que toda a criação está gemendo juntos nas dores do parto até agora. E não apenas a criação, mas nós mesmos, que temos os primeiros frutos do Espírito, gememos interiormente, enquanto esperamos ansiosamente pela adoção como filhos, a redenção de nossos corpos. Pois, nesta esperança, fomos salvos. Ora, a esperança que se vê não é esperança. Pois quem espera o que vê? (Rom. 8: 19-24). A atual mudança na vida da Igreja (e lamentavelmente até pela Santa Sé e pelo Papa) em direção à promoção do natural e do temporal, em detrimento do sobrenatural e do eterno, pode ser resumida adequadamente nas palavras de um dos maiores papas, São Gregório Magno, que disse que o pó das atividades terrenas cega os olhos da Igreja ( terrena studia Ecclesiae oculos pulvis caecat ): “Enquanto as atividades terrenas ocupam a mente do pastor, a poeira cega os olhos da Igreja” ( Regula pastoralis II, 7). Por seu foco excessivo e ocupação com as realidades terrenas – até ao ponto de interferir em questões científicas, técnicas e econômicas que não pertencem à sua competência, como questões relacionadas ao clima ou à flora e fauna de um bioma concreto – a Igreja em nossa dia está ultrapassando os limites de seu próprio poder e, assim, cometendo a falha de um novo tipo de clericalismo. A este respeito, é útil o seguinte ensinamento do papa Leão XIII: “O Todo-Poderoso encarregou a raça humana de dois poderes, o eclesiástico e o civil, sendo um sobre as coisas divinas e outro sobre as coisas humanas. Cada um em seu tipo é supremo, cada um tem limites fixos dentro dos quais está contido, limites que são definidos pela natureza e objeto especial da província de cada um, de modo que existe, podemos dizer: Immortale Dei , 13). A mudança atual da Igreja em direção a um pelagianismo e naturalismo ocultos causa danos consideráveis ​​ao bem e à salvação das almas. Mais uma vez, quão oportunas são as seguintes palavras de São Gregório Magno: “Os súditos são incapazes de apreender a luz da verdade, porque, enquanto as atividades terrenas ocupam a mente do pastor, o pó, impulsionado pelo vento da tentação, cega os olhos da Igreja. . … Nenhum aborrecimento de poeira pode escurecer o olho, que é colocado no alto por esperar os passos adiante. (…) Os ornamentos da Igreja, ou seja, os pastores, deveriam ter sido livres para penetrar nos mistérios internos, como se estivessem nos lugares secretos do tabernáculo, mas eles buscam as vias de causas seculares do lado de fora ”( Regula pastoralis II, 7). Santo Irineu disse que a glória de Deus é o homem totalmente vivo. No entanto, a verdadeira vida do homem não é natural, mas sobrenatural e consiste na visão de Deus. O homem mais verdadeiro é Jesus Cristo, o Filho Encarnado de Deus: “ Gloria enim Dei vivens homo, vita autem hominis visio Dei ” ( Adversus haereses IV, 20). A afirmação a seguir na Querida Amazônia, pelo contrário, enfatiza excessivamente o valor das criaturas materiais: “Por nossa causa, milhares de espécies não mais glorificam a Deus por sua própria existência, nem transmitem sua mensagem para nós. Não temos esse direito ”(n. 54). Essa afirmação parece ignorar a dura realidade da morte espiritual de tantas almas humanas, criadas à imagem e semelhança de Deus (veja Gênesis 1:27), que durante a vida em pecado e ignorância não dão glória a Deus, mas ofende-o bastante. Muitos seres humanos ofendem a Deus e não Lhe glorificam por causa do pecado de omissão cometido pela Igreja de nossos dias, o que relaxa a proclamação da Revelação divina, tolerando ambiguidades e heresias doutrinárias. Como conseqüência, muitas pessoas não conhecem a singularidade de Jesus Cristo e Sua obra redentora; eles também não conhecem a santa vontade de Deus e, portanto, não mais lhe dão glória. A situação em que a Igreja em nossos dias deixou a humanidade e o mundo pode ser resumida nas palavras de São Paulo: “correm sem rumo e lutam como alguém que bate no ar” (1 Cor. 9:26). Entremeada com suas muitas expressões teológicas problemáticas, duvidosas e ambíguas, Querida Amazônia contém também afirmações valiosas, como as seguintes a respeito dos sacerdotes: “Esse é o seu grande poder, um poder que só pode ser recebido no sacramento das Ordens Sagradas. Por esse motivo, apenas o padre pode dizer: ‘Este é o meu corpo’. Há outras palavras também, que só ele pode falar: ‘Eu os absoro dos seus pecados’. Porque o perdão sacramental está a serviço de uma celebração digna da Eucaristia. Esses dois sacramentos estão no cerne da identidade exclusiva do sacerdote ”(n. 88); “O Senhor escolheu revelar seu poder e seu amor através de dois rostos humanos: o rosto de seu divino Filho fez o homem e o rosto de uma criatura, uma mulher, Maria” (n. 101); “Acreditamos firmemente em Jesus como o único Redentor do mundo, cultivamos uma profunda devoção a sua Mãe” (nº 107); “Estamos unidos pela convicção de que nem tudo termina nesta vida, mas que somos chamados para o banquete celestial ”(n. 109). O Papa Francisco oferece uma visão sobrenatural e piedosamente católica no final de Querida Amazônia em oração: “Mãe, dê à luz seu filho em seus corações” (n. 111), “Mãe, reine na Amazônia, junto com seu filho” (n. 111). O que a Igreja de nossos dias e as autoridades da Santa Sé em Roma precisam não é uma conversão para as realidades do mundo interior, mas para as realidades sobrenaturais da graça de Cristo e Sua obra redentora. Ao afirmar que “essa conversão interior nos permitirá chorar pela região amazônica e unir-nos ao seu clamor ao Senhor” (n. 56), Querida Amazônia parece julgar mal e subestimar a necessidade urgente de verdadeira conversão a Deus. Toda a Igreja, e principalmente o Papa, não deve chorar pela região amazônica, mas pela morte espiritual de tantas almas imortais por causa de sua rejeição da Revelação divina e da vontade divina, como é revelado em Seus mandamentos e lei natural. O Papa, os bispos e toda a Igreja devem chorar por causa dos horrendos pecados da apostasia, traição de Cristo, blasfêmias e sacrilégios perpetrados por poucos católicos e membros do clero, até mesmo pelo alto clero. De uma maneira especial, o Papa, os bispos e toda a Igreja também devem chorar pelo indescritível e horrendo genocídio de inocentes nascituros. A conversão mais urgente não é uma conversão ecológica, nem uma conversão para chorar pelo bioma Amazônia. A conversão mais urgente é a conversão a Deus, ao Seu reinado, à Sua graça. O papa e os bispos são os primeiros que devem orar com lágrimas: “Converte-nos, ó Senhor, para ti, e seremos convertidos: renova nossos dias, como antigamente ( converte nos, Domine, ad Te, et convertemur, sicut a principio ) ”(Lam. 5:22). O Senhor também diz: “Volte-se para mim, e eu voltarei para você ( convertimini ad Me, e converttar ad vos )” (Zc 1: 3). Quão belas e consoladoras são as palavras do Salmo 84, que na forma constante do Rito Romano, o uso mais antigo do Rito Romano ( usus antiquior ), o sacerdote e os fiéis oram no início de toda Santa Missa: “ Deus, Tu conversus vivificabis nos, et plebs Tua laetabitur in Te (volta-se para nós, ó Deus, e traga-nos vida e Seu povo se alegrará em você). ” Levando em conta os dramáticos ataques espirituais contra a rocha de Pedro, a publicação da Querida Amazônia – com a posição do Papa Francisco em manter a norma apostólica do celibato sacerdotal e a verdade divina da ordenação sacramental reservada ao sexo masculino – é, apesar de sua limitações e erros teológicos, um lampejo de esperança em meio à confusão em curso. Que todos os pequenos da Igreja – que foram colocados na periferia pelo establishment eclesiástico do mundo – orem agora para que esse vislumbre se torne uma luz radiante e que o Papa Francisco proclame com a mais alta autoridade de ensino, ou seja, ex cathedra , a verdade divinamente revelada, que o Magistério universal da Igreja sempre acreditou e praticou; a saber, que o Sacramento das Ordens Sagradas, em seus três graus de diaconado, presbiterado e episcopado, é por instituição divina reservada ao sexo masculino. Uma luz tão radiante que brilhava na rocha de Pedro aumentaria ainda mais se o Papa Francisco publicasse uma declaração sobre a norma apostólica do celibato sacerdotal que corresponde à posição adotada por todos os pontífices romanos. Apesar das pressões para relaxar a lei do celibato, todos os Romanos Pontífices sempre resistiram e permaneceram firmes. Tal declaração poderia ser semelhante à feita pelo Papa Bento XV, na qual ele disse: “Sendo um dos principais ornamentos do clero católico e a fonte das mais altas virtudes, a lei do celibato deve ser mantida inviolada em sua pureza; e a Santa Sé nunca a abolirá ou mitigará ”( Alocação Consistorial , 16 de dezembro de 1920). Que todos possamos ouvir estas oportunas palavras de Nosso Senhor, que Ele falou a St. Brigid: “Ó Roma, se você conhecesse seus dias, certamente choraria e não se alegraria. Roma era antigamente como uma tapeçaria tingida em cores bonitas e tecida com fios nobres. Seu solo era tingido de vermelho, isto é, no sangue de mártires, e tecido, isto é, misturado com os ossos dos santos. Agora seus portões estão abandonados, pois seus defensores e guardiões se voltaram para a avareza. Suas paredes são derrubadas e deixadas desprotegidas, pois ninguém se importa que as almas estejam perdidas. Antes, o clero e o povo, que são os muros de Deus, se dispersaram para trabalhar em proveito carnal. Os vasos sagrados são vendidos com desprezo, na medida em que os sacramentos de Deus são administrados para favores do mundo. ” ( Livro de Apocalipse , 3, 27). E estas são as palavras de Cristo dirigidas ao papa, seu vigário na terra: “Comece a reformar a igreja que comprei com meu próprio sangue, para que possa ser reformada e levada espiritualmente ao seu estado primitivo de santidade” ( Livro Apocalipse , 4, 142). Historicamente, a causa raiz das crises particularmente desastrosas na Igreja Romana sempre foi o afastamento do Papa e da Cúria Romana do primado das tarefas sobrenaturais e espirituais para as realidades temporais e terrenas. A atual Cúria Romana está passando por uma grande crise por causa de um novo envolvimento excessivo nos assuntos terrestres e temporais, a tal ponto que a Santa Sé se tornou – segundo alguns comentaristas – uma espécie de casa-filha das Nações Unidas. De fato, a Santa Sé está sendo usada como uma ferramenta eficaz para a implementação de uma ideologia naturalista global única por meio do “Pacto Global sobre Educação” e da equalização de todas as religiões através do fascinante conceito de “Fraternidade Humana”. O Senhor certamente irá intervir e purificar Roma e o papado, como ele fez tantas vezes no passado. Podemos esperar que as orações, sacrifícios e fidelidade à fé católica dos pequenos na Igreja obtenham a graça necessária para que o Papa Francisco realize pelo menos os dois atos indispensáveis ​​de seu ministério petrino acima mencionados, para maior honra de O sacerdócio de Cristo e a santificação da hierarquia sagrada, uma vez que toda reforma verdadeira da Igreja deve começar com a cabeça e, em seguida, permear todo o corpo. “Que o Senhor preserve o pontífice romano e não o entregue à vontade de seus inimigos ( Dominus conservet eum et non tradat eum in animam inimicorum eius ).” 18 de fevereiro de 2020 + Athanasius Schneider, Bispo Auxiliar de Santa Maria em Astana Traduzido de lifesitenews.com #DomAthanasiusSchneider #SínododaAmazônia

  • Dom Schneider analisa o texto do Papa na Amazônia: ‘um vislumbre de esperança’, apesar d

    Embora a posição de Querida Amazônia sobre o celibato sacerdotal seja um alívio, o documento contém ‘ambiguidades e erros doutrinários lamentáveis’, escreve o bispo Schneider em uma análise aprofundada exclusiva Em uma nova análise aprofundada da exortação apostólica Querida , na Amazônia , o bispo Athanasius Schneider elogiou o que considera a decisão do Papa Francisco de não enfraquecer o celibato sacerdotal ou abrir a porta para uma mulher ” diaconado. ” Mas ele também criticou as “ambiguidades e erros doutrinários lamentáveis” que ele diz que o documento contém. O bispo auxiliar de Santa Maria em Astana, Cazaquistão, sustenta que a posição de Querida Amazônia sobre o celibato sacerdotal e as “diáconas” femininas representa “um vislumbre de esperança em meio à confusão em curso”, apesar das “limitações e erros teológicos” do documento. O Bispo Schneider inicia sua análise (veja o texto completo abaixo) descrevendo o “terremoto espiritual” que  Querida Amazônia  causou entre os “meios de comunicação anticristãos” e “poderosas redes” de prelados e burocratas leigos (particularmente no mundo de língua alemã) que estavam apostando em mudanças reais na Igreja. Ele afirma que as reações dessas “redes secularizadas e protestantes” revelam não apenas sua confiança em que o celibato sacerdotal seria abolido e a “ordenação” feminina aprovada, mas também que eles estavam usando o povo da Amazônia “como um meio de alcançar impiedosamente seus objetivos políticos”. objetivos eclesiásticos “. Comparando essas reações ao tumulto em torno da promulgação de Paulo VI da encíclica Humanae vitae de 1968 , o bispo Schneider disse que acredita que a “posição do Papa Francisco em relação à lei do celibato sacerdotal e da ordenação feminina” deve vir “como um alívio para todos os verdadeiros católicos. “ “A rocha de Pedro, que ao longo do atual pontificado foi quase continuamente envolta em névoa, tornou-se pelo menos por um tempo uma rocha nas ondas, resistindo à pressão das ondas quebradas, e foi iluminada por um raio da promessa divina de Cristo ”, ele escreve. O bispo Schneider diz que acredita que esse raio se tornaria uma “luz radiante” se o Papa Francisco proclamasse ex cathedra que “o Sacramento das Ordens Sagradas, em seus três graus de diaconato, presbiterado e episcopado, é por instituição divina reservada ao sexo masculino. “ Em sua análise da exortação apostólica, o bispo sustenta que é preciso “com justiça” também destacar que “ Querida Amazônia como um todo representa uma melhoria em comparação com o Documento Final do Sínodo da Amazônia” e cita vários exemplos. Mas o Bispo Schneider deixa claro que “ao observar as melhorias feitas na Querida Amazônia, não se pode calar as lamentáveis ​​ambiguidades doutrinárias e erros que ela contém, bem como suas perigosas tendências ideológicas”. Ele identifica especificamente como “altamente problemático” o endosso implícito de uma espiritualidade panteísta e pagã de Querida Amazônia , sua afirmação de que os cristãos podem “assumir um símbolo indígena de alguma maneira, sem necessariamente considerá-lo idolatria” (n. 79). , e sua designação da Bem-Aventurada Virgem Maria como “mãe de todas as criaturas” (n. 111). Ele também identifica, como uma das “principais tendências errôneas” do documento, a “promoção do naturalismo” e o que ele chama de “leves ecos do panteísmo e um pelagianismo oculto”. “Tais tendências podem ser detectadas na ênfase e valor excessivos que [ Querida Amazônia ] coloca no cuidado das realidades naturais, terrenas e temporais” e “enfraquecem consideravelmente” o mandato da Igreja de pregar arrependimento pelo perdão dos pecados a todas as nações (cf. Lc 24:47). O Bispo Schneider observa: “Jesus Cristo não disse: ‘Deus deu ao seu Filho único, que este planeta e suas muitas partes, como o bioma Amazônia, não perecem, mas têm vida natural abundante’. Jesus também não disse: ‘Vá proclamar que o reino da Mãe Terra está próximo’. ” “A criação material sofre justamente por falta de vida sobrenatural da graça de Cristo nas almas dos homens”, ele insiste. Convocando os “pequeninos” da Igreja a orarem para que o “vislumbre de esperança” oferecido no silêncio de Querida Amazônia sobre padres casados ​​possa “se transformar em uma luz radiante”, o Bispo Schneider recorda as palavras do Senhor ao seu Vigário na Terra, através do mística do século XIV, St. Bridget da Suécia: “Comece a reformar a igreja que comprei com meu próprio sangue para que ela possa ser reformada e levada espiritualmente ao seu estado primitivo de santidade” ( Livro de Apocalipse ). “A atual Cúria Romana está passando por uma grande crise por causa de um novo envolvimento excessivo nos assuntos terrestres e temporais, a tal ponto que a Santa Sé se tornou … uma espécie de casa-filha das Nações Unidas”, escreve o bispo Schneider. “O Senhor certamente intervirá e purificará Roma e o papado, como fez tantas vezes no passado.” Abaixo, o texto completo do comentário do Bispo Athanasius Schneider sobre Querida Amazônia . Querida Amazônia : um vislumbre de esperança em meio à confusão em curso Bispo Athanasius Schneider A maioria dos observadores concorda que a publicação da Exortação Apostólica Querida Amazônia causou um terremoto espiritual. Em sua Exortação Apostólica, o Papa Francisco não abriu a porta para a ordenação de homens casados, os chamados viri probati . O papa também rejeitou a proposta de que as mulheres fossem ordenadas sacramentalmente ao diaconado permanente, que havia sido aprovado por maioria de votos no Sínodo Pan-Amazônico. Tanto a grande mídia anticristã quanto a poderosa rede de cardeais, bispos, teólogos e burocratas leigos bem pagos, cujas mentes foram conformadas ao espírito incrédulo e relativista do mundo, ficaram inicialmente chocadas e sem palavras – e reagiram com abertura ou frustração reprimida. No programa de notícias diárias “Tagesthemen”, em 13 de fevereiro de 2020, a emissora de serviço público alemã “ARD” deixou o comentarista oficial criticar o Papa Francisco com estas palavras: “O Papa Francisco nos surpreendeu com sua decisão de interpretar estritamente o celibato. O mundo estava aparentemente pronto e ao seu lado. Não é mais um segredo que o argentino defenda pessoalmente o relaxamento da lei católica de continência para o clero. Para muitos crentes, teria sido um passo lógico relaxar cuidadosamente a lei do celibato em um primeiro passo, conforme sugerido pelo Sínodo da Amazônia. Ainda pior do que o seu “não” para relaxar o celibato é a decisão do chefe da Igreja sobre o papel das mulheres. As mulheres continuam a ser amplamente negadas a oportunidade de seguir uma carreira na Igreja. ” O Presidente do Comitê Central de Católicos Alemães (Zentralkommittee der Deutschen Katholiken) declarou: “Infelizmente, o Papa Francisco não reuniu coragem para implementar reformas reais nas questões de ordenação de homens casados ​​e nos ministérios litúrgicos de mulheres que foram discutidos. por 50 anos. ” Uma reação surpreendentemente veemente contra o Papa Francisco também veio do pe. Paulo Suess, teólogo alemão que mora no Brasil e participante de destaque no Sínodo da Amazônia. Ele disse que, em partes da exortação, a visão do Papa Francisco da Igreja na Amazônia representa um pesadelo. É claro a partir dessas reações que todos esses grupos e indivíduos estavam certos da vitória e esperavam com confiança a realização de seu objetivo há muito desejado, isto é, a abolição do celibato sacerdotal e a aprovação da ordenação feminina. Em um editorial de 13 de fevereiro intitulado “ Habemus Coelibatum !!! ”[Temos celibato !!!] o blog alemão“ Im Beiboot Petri ”fez essa observação notável:“ Que dia. Jornalistas no mundo ocidental estavam sitiando o Vaticano desde as primeiras horas da manhã para ser o primeiro a relatar a sensação pendente: ‘Finalmente o último bastião foi arrasado’. Esse foi o resultado lógico, porque a ‘maioria’ em outubro havia decidido. Agora, nada pode dar errado, porque se a maioria decide, nem Deus nem o Papa podem contestar. A imprensa militante de esquerda, também conhecida sob o pseudônimo de MainStreamMedia, já havia terminado artigos em seus computadores, para que, uma vez feito o anúncio oficial, eles pudessem simplesmente pressionar o ‘botão enviar’ e serem os primeiros a trazer as notícias sensacionais para o mundo. . Mas ficou diferente. A norma apostólica do celibato sacerdotal e a verdade divinamente revelada da ordenação sacramental reservada ao sexo masculino constituíram o último bastião do catolicismo romano, e as redes secularizadas e protestantes da Igreja ainda não conseguiram destruí-lo. Conseguiram danificar seriamente o bastião da lei perene da oração, a lex orandi , através de uma implementação universal de elementos protestantes na forma e no conteúdo das celebrações litúrgicas. Eles conseguiram, na prática, introduzir o divórcio através da aprovação papal das normas locais sobre a admissão de católicos que vivem em uniões adúlteras à Santa Comunhão. Eles conseguiram legitimar a atividade homossexual na Igreja pelo fato de cardeais e bispos ficarem impunes ao apoiar abertamente os eventos do “Orgulho Gay” e ativistas dos chamados grupos “LGBT”. Conseguiram desviar a liderança da Igreja Católica e, concretamente, o Papa, da primazia do sobrenatural e eterno na missão da Igreja, de modo a dar igual significado à missão de cuidar das realidades materiais e temporais, como o clima. , o meio ambiente ou o bioma Amazônia, equiparando assim o natural ao sobrenatural, o reino dos céus ao reino da terra, o profano ao sagrado – e, assim, sacralizando o natural e dessacralizando o sobrenatural. Eles conseguiram relativizar a verdade da fé católica como a única religião verdadeira desejada por Deus, através de uma teoria relativística e prática do ecumenismo e do diálogo inter-religioso. Eles conseguiram abolir o Primeiro Mandamento do Decálogo através do ato historicamente sem precedentes de uma veneração cética no Vaticano (o coração do catolicismo) de uma estátua de Pachamama, um símbolo principal da religião pagã indígena dos povos nativos da América do Sul. Eles conseguiram relativizar a verdade da fé católica como a única religião verdadeira desejada por Deus, através de uma teoria relativística e prática do ecumenismo e do diálogo inter-religioso. Eles conseguiram abolir o Primeiro Mandamento do Decálogo através do ato historicamente sem precedentes de uma veneração cética no Vaticano (o coração do catolicismo) de uma estátua de Pachamama, um símbolo principal da religião pagã indígena dos povos nativos da América do Sul. Eles conseguiram relativizar a verdade da fé católica como a única religião verdadeira desejada por Deus, através de uma teoria relativística e prática do ecumenismo e do diálogo inter-religioso. Eles conseguiram abolir o Primeiro Mandamento do Decálogo através do ato historicamente sem precedentes de uma veneração cética no Vaticano (o coração do catolicismo) de uma estátua de Pachamama, um símbolo principal da religião pagã indígena dos povos nativos da América do Sul. À luz de tais ataques direcionados e bem orquestrados ao Depósito da Fé e tudo o que é genuinamente católico, a recusa do Papa Francisco em enfraquecer ou mudar a lei do celibato sacerdotal e aprovar uma ordenação diaconal sacramental feminina é de significado histórico e merece reconhecimento e reconhecimento. gratidão de todos os verdadeiros filhos e filhas da Igreja. A posição do papa frustrou muitos participantes influentes no Sínodo Pan-Amazônico. O aborrecimento deles revela o fato de que eles não tinham nenhum interesse sério na realidade do povo amazônico e em sua autêntica evangelização, mas usaram o povo amazônico como um meio de atingir impiedosamente seus objetivos políticos eclesiásticos. Ao fazer isso, eles criaram um espetáculo de clericalismo cínico. O teólogo vienense Jan-Heiner Tück chamou a posição do Papa Francisco de “recusa provocativa. dizendo : “Por que o esforço considerável de um sínodo de quatro semanas em Roma, se no final tudo permanece o mesmo?” Após a libertação de Querida Amazônia, o Papa Francisco compartilhou com um grupo de bispos dos EUA sua frustração com a reação à sua Exortação Apostólica. O bispo William A. Wack, de Pensacola-Tallahassee, relatou as seguintes palavras do papa Francisco: “Ele disse que algumas pessoas dizem que não é corajoso porque não ouviu o Espírito. ‘Então, eles não estão bravos com o Espírito. Eles estão com raiva de mim aqui embaixo ‘, disse ele [Papa Francisco]. “Para algumas pessoas, era tudo sobre celibato e não sobre a Amazônia”, disse ele. ” O bispo Wack acrescentou: “Você podia ver sua consternação [do Papa Francisco]”. Frustrados, os clérigos e leigos que receberam seus cargos graças à influência de uma nomenklatura eclesiástica de espírito mundano agora estão desesperadamente envolvidos no controle de danos. Em suas ilusões, repetem, como um mantra, frases como “A última palavra ainda não foi dita”, “Esta discussão continuará” e “de maneira alguma isso está fora de questão”. Semeando mais confusão, o cardeal Christoph Schönborn declarou: “Essas decisões do Sínodo da Amazônia podem amadurecer ainda mais; portas abertas não foram fechadas novamente. “ Outros se consolam com a idéia de que o Documento Final do Sínodo Pan-Amazônico faz parte do magistério papal comum. No entanto, representantes da Santa Sé rejeitaram essa visão. Na conferência de imprensa em que Querida Amazônia foi apresentada, o cardeal Lorenzo Baldisseri, secretário-geral do Sínodo dos Bispos, deixou claro que o Papa Francisco fala na exortação apostólica sobre “apresentação”, mas não “aprovação” do documento final do sínodo. O porta-voz do Vaticano, Matteo Bruni, disse: “A exortação apostólica [ Querida Amazonia ] é magistério. O documento final não é magistério. Com a publicação de Querida Amazônia , testemunhamos um evento semelhante, em circunstâncias e reações, à publicação da encíclica Humanae vitae do Papa Paulo VI, de 1968 . A posição do Papa Francisco em relação à lei do celibato sacerdotal e da ordenação feminina é um alívio para todos os verdadeiros católicos, clérigos e fiéis leigos. A rocha de Pedro, que ao longo do atual pontificado foi quase continuamente envolta em névoa, tornou-se pelo menos por um tempo uma rocha nas ondas, resistindo à pressão das ondas quebrando, e foi iluminada por um raio de a promessa divina de Cristo. Agradecendo sinceramente ao Papa Francisco por resistir à pressão para relaxar a lei do celibato sacerdotal e aprovar uma ordenação sacramental feminina, é preciso destacar com justiça o fato de que o texto de Querida Amazônia como um todo representa uma melhoria em comparação com o Documento Final do Amazon Synod. Para citar apenas alguns exemplos: Querida Amazônia fala de “conversão interior” (n. 56), enquanto o Documento Final possui capítulos inteiros agrupados sob o título “conversão integral” e “conversão ecológica” que falam até da “conversão ecológica de a Igreja e o planeta ”(n. 61). O tema “lar comum” é amplamente discutido no Documento Final, enquanto é mencionado apenas uma vez na Querida Amazônia, em uma cotação. As palavras “mudança climática” e “clima” estão ausentes na Querida Amazônia , enquanto o Documento Final as utiliza duas vezes e até fala da “emissão de dióxido de carbono (CO2)” (n. 77). A palavra “ecologia” é usada 27 vezes no Documento Final e quase sempre na expressão “ecologia integral”, enquanto a expressão “ecologia humana” está ausente no Documento Final. Querida Amazônia, no entanto, usa apenas uma vez a expressão “ecologia integral” e fala três vezes sobre “ecologia humana” (n. 41) no sentido proposto pelo Papa Bento XVI. O Documento Final não fala sobre as limitações da cultura e do modo de vida das pessoas originais, ao passo que Querida Amazônia fala duas vezes sobre essas limitações, em um sentido moral (ver n. 22 e n. 36). A Querida Amazônia alerta contra um “indigenismo” anexo, enquanto o Documento Final não fala sobre esse assunto. Vale citar a seguinte afirmação da Querida Amazônia : “Longe de mim propor um ‘indigenismo’ estático, completamente histórico e totalmente fechado, que rejeitaria qualquer tipo de mistura (mestiçagem). Uma cultura pode tornar-se estéril quando se torna introspectiva e tenta perpetuar modos de vida obsoletos, rejeitando qualquer troca ou debate em relação à verdade sobre o homem ”(n. 37). O Documento Final fala apenas de “transformação social”, enquanto Querida Amazônia fala mais de transformação espiritual e particularmente sobre a necessidade de a cultura ser transformada pela obra do Espírito Santo: “O Espírito Santo enriquece sua cultura com o poder transformador de o Evangelho ”(n. 68). O Documento Final evita falar sobre uma atitude crítica necessária em relação a diversas culturas, enquanto Querida Amazônia faz esta afirmação adequada: “Os desafios culturais convidam a Igreja a manter uma atitude vigilante e crítica, mostrando ao mesmo tempo atenção confiante” (n. 67). No Documento Final faltam as palavras “imanência” e “vazio” moral, enquanto Querida Amazônia emite esse alerta realista: “O que nos une é o que nos permite permanecer neste mundo sem ser engolido por sua imanência, seu vazio espiritual, sua egoísmo complacente, seu individualismo consumista e autodestrutivo ”(n. 108). As palavras “direito” e “direitos” são usadas no Documento Final em um sentido predominantemente humanístico. O documento fala com insistência e com um objetivo obviamente ideológico sobre o “direito fundamental” à celebração e acesso à Eucaristia (nº 109). Querida Amazônia não fala do “direito à Eucaristia”; ao contrário, fala do direito do povo original de ouvir o Evangelho (cf. n. 64), um tema sobre o qual o Documento Final é silencioso. O Documento Final evita falar sobre o perigo de uma comunidade eclesiástica se tornar uma ONG. Querida Amazonia, por outro lado, faz a seguinte afirmação ousada: “Sem essa proclamação apaixonada, toda estrutura eclesial se tornaria apenas outra ONG e não seguiríamos o mandamento dado por Cristo:“ Vá a todo o mundo e pregue o Evangelho a todo o mundo. criação ”(Mc 16:15)” (n. 64). A palavra “adoração” está ausente no Documento Final, enquanto é mencionada na Querida Amazônia . Em vez de falar em “teologia inculturada” (Documento Final), Querida Amazônia fala sobre “espiritualidade inculturada”. O Documento Final usa apenas o dobro da palavra “graça” e de forma antropocêntrica, enquanto Querida Amazônia fala dez vezes de graça em um sentido mais teológico, como se pode ver, por exemplo, nas seguintes formulações: “Cristo é a fonte de toda graça ”(N. 87); nos sacramentos “a natureza é elevada para se tornar um instrumento da graça” (n. 81); Presença de Deus pela graça (nota de rodapé n. 105). A citação bíblica indispensável de 1 Cor 9:16, sobre a tarefa missionária da Igreja, está ausente no Documento Final, enquanto Querida Amazônia fala em termos claros sobre essa tarefa com a citação completa de 1 Cor 9:16: “Como cristãos, não podemos deixar de lado o chamado à fé que recebemos do Evangelho. Em nosso desejo de lutar lado a lado com todos, não temos vergonha de Jesus Cristo. Aqueles que o encontraram, aqueles que vivem como seus amigos e se identificam com sua mensagem devem inevitavelmente falar dele e levar a outros sua oferta de nova vida: “Ai de mim se eu não pregar o Evangelho!” (1 Cor 9:16) ”(n. 62). O Documento Final não fala sobre o sentido autêntico da Tradição da Igreja, enquanto Querida Amazônia fala da tradição como a raiz de uma árvore em constante crescimento. Citando a famosa formulação de São Vicente de Lerins, afirma que “a doutrina cristã é consolidada por anos, ampliada pelo tempo, refinada pela idade” ( Commonitorium, 23, citado na nota 86). No entanto, ao observar as melhorias feitas na Querida Amazônia, não se pode calar as lamentáveis ​​ambiguidades doutrinárias e erros que ela contém, bem como suas perigosas tendências ideológicas. Altamente problemático, por exemplo, é o apoio implícito de Querida Amazônia a uma espiritualidade panteísta e pagã, quando fala da terra material como um “mistério sagrado” (n. 5); de entrar em comunhão com a natureza: “entramos em comunhão com a floresta” (n. 56); do bioma Amazônia como um “locus teológico” (n. 57). A afirmação de que o rio Amazonas é “a eternidade oculta” (nº 44) e que “somente a poesia, com sua voz humilde, poderá salvar este mundo” (nº 46) aproxima-se do panteísmo e do paganismo. Um cristão não pode se inscrever em tais idéias e expressões. Judeus e cristãos nunca foram autorizados a “assumir … de alguma maneira” símbolos religiosos indígenas pagãos. Deus proibiu Seu povo escolhido de assumir o símbolo indígena do bezerro de ouro e de Baal. Quando atearam fogo no porto de Jamnia (ver 2 Mac 12: 7-8), os soldados de Judas Maccabee consideraram possível “pegar” símbolos indígenas “de alguma forma” sem necessariamente considerá-lo idolatria, pois eram somente ofertas votivas nos templos (cf. 2 Macc 12:40). No entanto, Deus condenou esse “uso de símbolos indígenas de alguma maneira” e, como todos viram claramente, por essa causa esses soldados foram mortos. Toda a comunidade fez expiação por esse pecado: “Todos se entregaram à oração, implorando que o pecado cometido pudesse ser completamente perdoado. Os apóstolos nunca permitiriam a aceitação “de alguma maneira” dos símbolos indígenas da sociedade greco-romana, como a estátua de Ártemis ou Diana em Éfeso (ver Atos 19: 23 e seguintes). São Paulo “convenceu e afastou uma considerável companhia de pessoas, dizendo que deuses feitos com mãos não são deuses” (Atos 19:26). O povo nativo de Éfeso protestou contra a posição intransigente de São Paulo contra a tomada de símbolos indígenas e disse: “Existe o perigo de que o templo da grande deusa Ártemis seja considerado nada, e que ela seja até deposta por sua magnificência, ela toda a Ásia e o mundo adoram ”(Atos 19:27). Com São Paulo, devemos dizer: “Que acordo o templo de Deus tem com os ídolos e com os símbolos religiosos indígenas?” (cf. 2 Cor 6, 16). St. Vladimir não adotou os símbolos indígenas usados ​​em sua religião pagã, nem St. Boniface na Alemanha. Eles seguiram o mandamento de Deus nas Sagradas Escrituras e no ensino dos apóstolos. Certamente, nenhum dos apóstolos ou santos missionários poderia ficar calmamente e prontamente aceitar a afirmação de Querida Amazônia: “É possível assumir um símbolo indígena de alguma forma, sem necessariamente considerá-lo como idolatria” (n. 79). Querida Amazonia’s a designação da Virgem Maria como “mãe de todas as criaturas” (n. 111) também é altamente problemática teologicamente. A Mãe de Deus abençoada e imaculada não é a mãe de todas as criaturas, mas apenas de Jesus Cristo, o Redentor da humanidade, e é, portanto, também a mãe espiritual de todos os homens redimidos pelo seu divino Filho. Encontra-se a idéia e expressão “mãe da criação ou criaturas” nas religiões pagãs, por exemplo, no culto à Pachamama e no movimento da Nova Era, como se pode ver na seguinte descrição: “Mãe Terra, no antigo e no moderno religiões não-alfabetizadas, é uma fonte eternamente fecunda de tudo. Ela é simplesmente a mãe; não há nada separado dela. Todas as coisas vêm dela, voltam para ela e são ela. A forma mais arcaica da ‘Mãe Terra’ é uma Mãe Terra que produz tudo, Encyclopaedia Britannica ). Os hinos védicos falam do “Aditi”, a deusa primordial do panteão hindu, como a “mãe de todas as criaturas”. Santo Anselmo dá a correta concepção e terminologia, dizendo: “Deus é o Pai do mundo criado e Maria, a mãe do mundo recriado. Deus é o Pai pelo qual todas as coisas receberam vida, e Maria, a mãe Dele, através da qual todas as coisas receberam nova vida. Pois Deus gerou o Filho, por meio do qual todas as coisas foram feitas, e Maria deu à luz a Ele como o Salvador do mundo. Sem o Filho de Deus, nada poderia existir; sem o Filho de Maria, nada poderia ser redimido ”( Orati, 52). Maria é a “rainha do céu, a regina coeli ” e a “rainha da criação”, mas ela não é a “mãe de todas as criaturas”. Uma das principais tendências errôneas da Querida Amazônia é a promoção do naturalismo, pequenos ecos do panteísmo e um pelagianismo oculto. Tais tendências podem ser detectadas na ênfase excessiva e no valor que atribui ao cuidado das realidades naturais, terrestres e temporais. Esse reducionismo limita a existência de criaturas e seres humanos predominantemente ao reino da ordem natural. Essa tendência naturalista e neopagágica é, de fato, a doença espiritual que mais caracterizou e prejudicou a vida da Igreja desde o Concílio Vaticano II. Querida Amazônia é uma evidência dessa tendência, embora de forma um tanto atenuada em comparação com o Documento Final do Sínodo da Amazônia. A tendência excessiva de exaltar e promover realidades temporais e naturais enfraquece consideravelmente o mandato da Igreja, dado por seu divino Redentor nos seguintes ensinamentos claros da Sagrada Escritura: “Vá e proclame que o reino dos Céus está próximo” (Mt 10 : 7); “Em seu nome, o arrependimento pelo perdão dos pecados seria pregado a todas as nações” (Lc 24:47); “Busque primeiro o reino de Deus e sua justiça, e todas essas coisas serão acrescentadas a você” (Mt 6:33); Você é de baixo; Eu sou de cima. Você é deste mundo; Eu não sou deste mundo ”(João 8:23); “Não é correto desistirmos de pregar a palavra de Deus para servir às mesas [.] … Mas nos dedicaremos à oração e ao ministério da palavra” (Atos 6: 2.4); “Se em Cristo temos esperança apenas nesta vida, somos as pessoas mais dignas de pena” (1 Cor. 15:19); e “A forma atual deste mundo está passando” (1 Cor. 7:31). O significado e a pregação primários e autênticos do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo estão sendo distorcidos e mudados para um objetivo interior do mundo. A principal missão de Jesus Cristo, o Redentor da humanidade, não era cuidar do bem-estar material do planeta ou do bioma Amazônia, mas salvar almas imortais para a vida eterna no céu: “Deus amou o mundo de modo que ele deu seu único filho, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. ” (João 3:16). Jesus Cristo não disse: “Deus deu a seu único Filho, que este planeta e suas muitas partes, como o bioma Amazônia, não perecem, mas tenham vida natural abundante”. Jesus também não disse: “Vá e proclame que o reino da Mãe Terra está próximo.” O significado e a pregação primários e autênticos do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo estão sendo distorcidos e mudados para um objetivo interior do mundo. A principal missão de Jesus Cristo, o Redentor da humanidade, não era cuidar do bem-estar material do planeta ou do bioma Amazônia, mas salvar almas imortais para a vida eterna no céu: “Deus amou o mundo de modo que ele deu seu único filho, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. ” (João 3:16). Jesus Cristo não disse: “Deus deu a seu único Filho, que este planeta e suas muitas partes, como o bioma Amazônia, não perecem, mas tenham vida natural abundante”. Jesus também não disse: “Vá e proclame que o reino da Mãe Terra está próximo.” O significado e a pregação primários e autênticos do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo estão sendo distorcidos e mudados para um objetivo interior do mundo. A principal missão de Jesus Cristo, o Redentor da humanidade, não era cuidar do bem-estar material do planeta ou do bioma Amazônia, mas salvar almas imortais para a vida eterna no céu: “Deus amou o mundo de modo que ele deu seu único filho, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. ” (João 3:16). Jesus Cristo não disse: “Deus deu a seu único Filho, que este planeta e suas muitas partes, como o bioma Amazônia, não perecem, mas tenham vida natural abundante”. Jesus também não disse: “Vá e proclame que o reino da Mãe Terra está próximo.” A principal missão de Jesus Cristo, o Redentor da humanidade, não era cuidar do bem-estar material do planeta ou do bioma Amazônia, mas salvar almas imortais para a vida eterna no céu: “Deus amou o mundo de modo que ele deu seu único filho, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. ” (João 3:16). Jesus Cristo não disse: “Deus deu a seu único Filho, que este planeta e suas muitas partes, como o bioma Amazônia, não perecem, mas tenham vida natural abundante”. Jesus também não disse: “Vá e proclame que o reino da Mãe Terra está próximo.” A principal missão de Jesus Cristo, o Redentor da humanidade, não era cuidar do bem-estar material do planeta ou do bioma Amazônia, mas salvar almas imortais para a vida eterna no céu: “Deus amou o mundo de modo que ele deu seu único filho, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. ” (João 3:16). Jesus Cristo não disse: “Deus deu a seu único Filho, que este planeta e suas muitas partes, como o bioma Amazônia, não perecem, mas tenham vida natural abundante”. Jesus também não disse: “Vá e proclame que o reino da Mãe Terra está próximo.” para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. ” (João 3:16). Jesus Cristo não disse: “Deus deu a seu único Filho, que este planeta e suas muitas partes, como o bioma Amazônia, não perecem, mas tenham vida natural abundante”. Jesus também não disse: “Vá e proclame que o reino da Mãe Terra está próximo.” para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. ” (João 3:16). Jesus Cristo não disse: “Deus deu a seu único Filho, que este planeta e suas muitas partes, como o bioma Amazônia, não perecem, mas tenham vida natural abundante”. Jesus também não disse: “Vá e proclame que o reino da Mãe Terra está próximo.” A criação material sofre precisamente por causa da falta da vida sobrenatural da graça de Cristo nas almas dos homens. A Palavra de Deus nos ensina o seguinte: “A criação espera ansiosamente pela revelação dos filhos de Deus. Pois a criação foi sujeita à futilidade, não por vontade própria, mas por causa de quem a submeteu, na esperança de que a própria criação seja libertada de sua escravidão à corrupção e obtenha a liberdade da glória dos filhos de Deus. Pois sabemos que toda a criação está gemendo juntos nas dores do parto até agora. E não apenas a criação, mas nós mesmos, que temos os primeiros frutos do Espírito, gememos interiormente, enquanto esperamos ansiosamente pela adoção como filhos, a redenção de nossos corpos. Pois, nesta esperança, fomos salvos. Ora, a esperança que se vê não é esperança. Pois quem espera o que vê? (Rom. 8: 19-24). A atual mudança na vida da Igreja (e lamentavelmente até pela Santa Sé e pelo Papa) em direção à promoção do natural e do temporal, em detrimento do sobrenatural e do eterno, pode ser resumida adequadamente nas palavras de um dos maiores papas, São Gregório Magno, que disse que o pó das atividades terrenas cega os olhos da Igreja ( terrena studia Ecclesiae oculos pulvis caecat ): “Enquanto as atividades terrenas ocupam a mente do pastor, a poeira cega os olhos da Igreja” ( Regula pastoralis II, 7). Por seu foco excessivo e ocupação com as realidades terrenas – até ao ponto de interferir em questões científicas, técnicas e econômicas que não pertencem à sua competência, como questões relacionadas ao clima ou à flora e fauna de um bioma concreto – a Igreja em nossa dia está ultrapassando os limites de seu próprio poder e, assim, cometendo a falha de um novo tipo de clericalismo. A este respeito, é útil o seguinte ensinamento do papa Leão XIII: “O Todo-Poderoso encarregou a raça humana de dois poderes, o eclesiástico e o civil, sendo um sobre as coisas divinas e outro sobre as coisas humanas. Cada um em seu tipo é supremo, cada um tem limites fixos dentro dos quais está contido, limites que são definidos pela natureza e objeto especial da província de cada um, de modo que existe, podemos dizer: Immortale Dei , 13). A mudança atual da Igreja em direção a um pelagianismo e naturalismo ocultos causa danos consideráveis ​​ao bem e à salvação das almas. Mais uma vez, quão oportunas são as seguintes palavras de São Gregório Magno: “Os súditos são incapazes de apreender a luz da verdade, porque, enquanto as atividades terrenas ocupam a mente do pastor, o pó, impulsionado pelo vento da tentação, cega os olhos da Igreja. . … Nenhum aborrecimento de poeira pode escurecer o olho, que é colocado no alto por esperar os passos adiante. (…) Os ornamentos da Igreja, ou seja, os pastores, deveriam ter sido livres para penetrar nos mistérios internos, como se estivessem nos lugares secretos do tabernáculo, mas eles buscam as vias de causas seculares do lado de fora ”( Regula pastoralis II, 7). Santo Irineu disse que a glória de Deus é o homem totalmente vivo. No entanto, a verdadeira vida do homem não é natural, mas sobrenatural e consiste na visão de Deus. O homem mais verdadeiro é Jesus Cristo, o Filho Encarnado de Deus: “ Gloria enim Dei vivens homo, vita autem hominis visio Dei ” ( Adversus haereses IV, 20). A afirmação a seguir na Querida Amazônia, pelo contrário, enfatiza excessivamente o valor das criaturas materiais: “Por nossa causa, milhares de espécies não mais glorificam a Deus por sua própria existência, nem transmitem sua mensagem para nós. Não temos esse direito ”(n. 54). Essa afirmação parece ignorar a dura realidade da morte espiritual de tantas almas humanas, criadas à imagem e semelhança de Deus (veja Gênesis 1:27), que durante a vida em pecado e ignorância não dão glória a Deus, mas ofende-o bastante. Muitos seres humanos ofendem a Deus e não Lhe glorificam por causa do pecado de omissão cometido pela Igreja de nossos dias, o que relaxa a proclamação da Revelação divina, tolerando ambiguidades e heresias doutrinárias. Como conseqüência, muitas pessoas não conhecem a singularidade de Jesus Cristo e Sua obra redentora; eles também não conhecem a santa vontade de Deus e, portanto, não mais lhe dão glória. A situação em que a Igreja em nossos dias deixou a humanidade e o mundo pode ser resumida nas palavras de São Paulo: “correm sem rumo e lutam como alguém que bate no ar” (1 Cor. 9:26). Entremeada com suas muitas expressões teológicas problemáticas, duvidosas e ambíguas, Querida Amazônia contém também afirmações valiosas, como as seguintes a respeito dos sacerdotes: “Esse é o seu grande poder, um poder que só pode ser recebido no sacramento das Ordens Sagradas. Por esse motivo, apenas o padre pode dizer: ‘Este é o meu corpo’. Há outras palavras também, que só ele pode falar: ‘Eu os absoro dos seus pecados’. Porque o perdão sacramental está a serviço de uma celebração digna da Eucaristia. Esses dois sacramentos estão no cerne da identidade exclusiva do sacerdote ”(n. 88); “O Senhor escolheu revelar seu poder e seu amor através de dois rostos humanos: o rosto de seu divino Filho fez o homem e o rosto de uma criatura, uma mulher, Maria” (n. 101); “Acreditamos firmemente em Jesus como o único Redentor do mundo, cultivamos uma profunda devoção a sua Mãe” (nº 107); “Estamos unidos pela convicção de que nem tudo termina nesta vida, mas que somos chamados para o banquete celestial ”(n. 109). O Papa Francisco oferece uma visão sobrenatural e piedosamente católica no final de Querida Amazônia em oração: “Mãe, dê à luz seu filho em seus corações” (n. 111), “Mãe, reine na Amazônia, junto com seu filho” (n. 111). O que a Igreja de nossos dias e as autoridades da Santa Sé em Roma precisam não é uma conversão para as realidades do mundo interior, mas para as realidades sobrenaturais da graça de Cristo e Sua obra redentora. Ao afirmar que “essa conversão interior nos permitirá chorar pela região amazônica e unir-nos ao seu clamor ao Senhor” (n. 56), Querida Amazônia parece julgar mal e subestimar a necessidade urgente de verdadeira conversão a Deus. Toda a Igreja, e principalmente o Papa, não deve chorar pela região amazônica, mas pela morte espiritual de tantas almas imortais por causa de sua rejeição da Revelação divina e da vontade divina, como é revelado em Seus mandamentos e lei natural. O Papa, os bispos e toda a Igreja devem chorar por causa dos horrendos pecados da apostasia, traição de Cristo, blasfêmias e sacrilégios perpetrados por poucos católicos e membros do clero, até mesmo pelo alto clero. De uma maneira especial, o Papa, os bispos e toda a Igreja também devem chorar pelo indescritível e horrendo genocídio de inocentes nascituros. A conversão mais urgente não é uma conversão ecológica, nem uma conversão para chorar pelo bioma Amazônia. A conversão mais urgente é a conversão a Deus, ao Seu reinado, à Sua graça. O papa e os bispos são os primeiros que devem orar com lágrimas: “Converte-nos, ó Senhor, para ti, e seremos convertidos: renova nossos dias, como antigamente ( converte nos, Domine, ad Te, et convertemur, sicut a principio ) ”(Lam. 5:22). O Senhor também diz: “Volte-se para mim, e eu voltarei para você ( convertimini ad Me, e converttar ad vos )” (Zc 1: 3). Quão belas e consoladoras são as palavras do Salmo 84, que na forma constante do Rito Romano, o uso mais antigo do Rito Romano ( usus antiquior ), o sacerdote e os fiéis oram no início de toda Santa Missa: “ Deus, Tu conversus vivificabis nos, et plebs Tua laetabitur in Te (volta-se para nós, ó Deus, e traga-nos vida e Seu povo se alegrará em você). ” Levando em conta os dramáticos ataques espirituais contra a rocha de Pedro, a publicação da Querida Amazônia – com a posição do Papa Francisco em manter a norma apostólica do celibato sacerdotal e a verdade divina da ordenação sacramental reservada ao sexo masculino – é, apesar de sua limitações e erros teológicos, um lampejo de esperança em meio à confusão em curso. Que todos os pequenos da Igreja – que foram colocados na periferia pelo establishment eclesiástico do mundo – orem agora para que esse vislumbre se torne uma luz radiante e que o Papa Francisco proclame com a mais alta autoridade de ensino, ou seja, ex cathedra , a verdade divinamente revelada, que o Magistério universal da Igreja sempre acreditou e praticou; a saber, que o Sacramento das Ordens Sagradas, em seus três graus de diaconado, presbiterado e episcopado, é por instituição divina reservada ao sexo masculino. Uma luz tão radiante que brilhava na rocha de Pedro aumentaria ainda mais se o Papa Francisco publicasse uma declaração sobre a norma apostólica do celibato sacerdotal que corresponde à posição adotada por todos os pontífices romanos. Apesar das pressões para relaxar a lei do celibato, todos os Romanos Pontífices sempre resistiram e permaneceram firmes. Tal declaração poderia ser semelhante à feita pelo Papa Bento XV, na qual ele disse: “Sendo um dos principais ornamentos do clero católico e a fonte das mais altas virtudes, a lei do celibato deve ser mantida inviolada em sua pureza; e a Santa Sé nunca a abolirá ou mitigará ”( Alocação Consistorial , 16 de dezembro de 1920). Que todos possamos ouvir estas oportunas palavras de Nosso Senhor, que Ele falou a St. Brigid: “Ó Roma, se você conhecesse seus dias, certamente choraria e não se alegraria. Roma era antigamente como uma tapeçaria tingida em cores bonitas e tecida com fios nobres. Seu solo era tingido de vermelho, isto é, no sangue de mártires, e tecido, isto é, misturado com os ossos dos santos. Agora seus portões estão abandonados, pois seus defensores e guardiões se voltaram para a avareza. Suas paredes são derrubadas e deixadas desprotegidas, pois ninguém se importa que as almas estejam perdidas. Antes, o clero e o povo, que são os muros de Deus, se dispersaram para trabalhar em proveito carnal. Os vasos sagrados são vendidos com desprezo, na medida em que os sacramentos de Deus são administrados para favores do mundo. ” ( Livro de Apocalipse , 3, 27). E estas são as palavras de Cristo dirigidas ao papa, seu vigário na terra: “Comece a reformar a igreja que comprei com meu próprio sangue, para que possa ser reformada e levada espiritualmente ao seu estado primitivo de santidade” ( Livro Apocalipse , 4, 142). Historicamente, a causa raiz das crises particularmente desastrosas na Igreja Romana sempre foi o afastamento do Papa e da Cúria Romana do primado das tarefas sobrenaturais e espirituais para as realidades temporais e terrenas. A atual Cúria Romana está passando por uma grande crise por causa de um novo envolvimento excessivo nos assuntos terrestres e temporais, a tal ponto que a Santa Sé se tornou – segundo alguns comentaristas – uma espécie de casa-filha das Nações Unidas. De fato, a Santa Sé está sendo usada como uma ferramenta eficaz para a implementação de uma ideologia naturalista global única por meio do “Pacto Global sobre Educação” e da equalização de todas as religiões através do fascinante conceito de “Fraternidade Humana”. O Senhor certamente irá intervir e purificar Roma e o papado, como ele fez tantas vezes no passado. Podemos esperar que as orações, sacrifícios e fidelidade à fé católica dos pequenos na Igreja obtenham a graça necessária para que o Papa Francisco realize pelo menos os dois atos indispensáveis ​​de seu ministério petrino acima mencionados, para maior honra de O sacerdócio de Cristo e a santificação da hierarquia sagrada, uma vez que toda reforma verdadeira da Igreja deve começar com a cabeça e, em seguida, permear todo o corpo. “Que o Senhor preserve o pontífice romano e não o entregue à vontade de seus inimigos ( Dominus conservet eum et non tradat eum in animam inimicorum eius ).” 18 de fevereiro de 2020 + Athanasius Schneider, Bispo Auxiliar de Santa Maria em Astana Traduzido de lifesitenews.com #DomAthanasiusSchneider #SínododaAmazônia

  • Um católico pode frequentar a Maçonaria?

    A igreja sempre renova e ratifica sua posição de que quem entra na Maçonaria, coloca-se no caminho para a condenação! A maçonaria tem como principio professar as mais diversas religiões. Como no Brasil a grande maioria dos brasileiros é cristã, adota-se a Bíblia como livro da lei. Em outra nação, o livro que ocupa o lugar de destaque no Templo poderá ser o Alcorão, o Tora, o livro de Maomé, os Vedas etc., de acordo com a religião de seus membros. Em 24 de abril de 1738, o papa Clemente XII escreve a encíclica IN EMINENTI , em que condenou abertamente pela primeira vez a maçonaria. A partir dessa palavra oficial da Igreja foi proibido aos católicos pertencer á maçonaria. Nos séculos seguintes inúmeros papas confirmaram essa mesma posição por meio de diferentes documentos: · Benedicto XIV, Providas, 18 de maio de1751. · Pio VII, Ecclesiam a Jesu Chisto, 13 de setembro de 1821. · LeãoXII, Quo Graviora, 13 de março de 1825. · Pio VIII, Traditi Humilitati, 24 de maio de 1829. · Gregório XVI, Mirari Vos, encíclica, 15 de agosto de 1832. · Pio IX, Qui Pluribus, encíclica, 9 de novembro de 1846. · Leão XIII, Humanum Genus, encíclica, 20 de abril de 1884. · Leão XIII, Dall Alto Dell Apostólico, Seggio, encíclica, de 15 de outubro de 1890. A encíclica HUMANUM GENUS , escrita por Leão XIII, é um das mais fortes e extensas no que diz respeito a indicar os erros da maçonaria e sua incompatibilidade com a doutrina cristã. O papa ensina, nessa encíclica, que a Igreja católica e a maçonaria são como dois reinos em guerra. Entre os pontos principais apresentados por Leão XIII sobre os erros da maçonaria, destacam-se: – a finalidade da maçonaria é destruir toda ordem religiosa e política do mundo inspirada pelos ensinamentos cristãos e substituí-las por uma nova ordem de acordo com suas idéias. – Suas idéias procedem de um mero “naturalismo”. A doutrina fundamental do naturalismo é a crença de que a natureza e a razão humana devem guiar tudo. – A maçonaria apresenta -se como religião natural do homem. Por isso afirma ter sua origem no começo da história da humanidade. – O conceito de DEUS é diferente daquele apresentado na Bíblia e na doutrina católica. Para a maçonaria, DEUS é um conceito filosófico e natural. DEUS passa a ser a imagem do homem. Por isso, não existe uma clara distinção entre o espírito imortal do homem e DEUS. – A maçonaria nega a possibilidade de DEUS ter ensinado algo. – Não aceita ser entendida pela inteligência humana. – A maçonaria estimula o sincretismo religioso, isto é, a mistura das mais diferentes crenças. – A maçonaria compara a Igreja católica a uma seita. Leia também Bispo Schneider explica a ‘verdadeira face da Maçonaria’ Em 1917, no antigo CÓDIGO DE DIREITO CANÔNICO (lei oficial da igreja), a maçonaria foi comparada explicitamente: CÂNON 2.335 : Pessoas que entram em associações da seita maçônica, ou outra do mesmo tipo que conspire contra a Igreja e a autoridade civil legítima, recebem excomunhão simplesmente reservada á Sé Apostólica. Em 17 de fevereiro de 1981, a Sagrada Congregação para a doutrina da fé divulgou uma orientação para os católicos sobre a maçonaria, em que reafirma a posição tradicional da Igreja. O Código de Direito Canônico atual, publicado em 1983, não fala de modo explícito da maçonaria, somente dá uma orientação geral contra esse tipo de associação: CÂNON 1.374 : Quem der nome a uma associação, que maquine contra a igreja, seja punido com justa pena; quem promover ou dirigir tal associação seja punido com interdito. Por não falar da maçonaria, alguns católicos, pensaram que esse cânon não se aplicasse a ela. Surgiu um impasse: teria acabado a proibição para os católicos participarem das lojas maçônicas? Para esclarecer essa dúvida, em 26 de novembro de 1983, a Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé publicou a Declaração sobre as Associações maçônicas, QUAESITUM EST: “Foi perguntado se mudou o parecer da Igreja a respeito da maçonaria pelo fato de que no novo Código de Direito Canônico ela não vem expressamente mencionada como no Código anterior. Esta Sagrada Congregação quer responder que tal circunstância é devida a um critério redacional seguido também quanto ás outras associações igualmente não mencionadas, uma vez que estão compreendidas em categorias mais amplas. Permanece, portanto, imutável o parecer negativo da Igreja a respeito das associações maçônicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja e por isso permanece proibida a inscrição nelas. Os fiéis que pertencem ás associações maçônicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão. Não compete ás autoridades eclesiásticas locais pronunciarem-se sobre a natureza das associações maçônicas com juízo que implique derrogação de quanto foi acima estabelecido, e isto segundo a mente da Declaração desta Sagrada Congregação, de 17 de fevereiro de 1981″( cf. AAS 73,1981,pp. 240-241). O Sumo Pontífice João Paulo II, durante audiência concedida ao subscrito Cardeal Prefeito, aprovou a presente declaração, decidida na reunião ordinária desta Sagrada Congregação, e ordenou a sua publicação. Roma, da Sede da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, 26 de novembro de 1983. Joseph Card. Ratzinger. PREFEITO Fr. Jérôme Hamer, O.P. SECRETÁRIO. Aprofundamento Assista esta série de vídeos do Centro Dom Bosco sobre a história da Maçonaria. Em um discurso que ele proferiu em 2017 à Fundação Pontifícia Kirche in Not (Auxílio à Igreja Carente) na Alemanha, o bispo Athanasius Schneider apresentou a história e as principais características da Maçonaria. Em sua apresentação, ele deixa claro que a Maçonaria está formando uma “anti-Igreja” e tem, em seus graus mais elevados, uma orientação satânica. Dom Schneider deu este discurso por ocasião do 300º aniversário da fundação da Maçonaria em 1717, na Inglaterra. Ele gentilmente forneceu à LifeSiteNews uma tradução para o inglês de seu manuscrito e deu permissão para publicá-lo. Segue abaixo a tradução do artigo: Em sua apresentação, o prelado deixou claro que a Maçonaria está trabalhando contra a Igreja Católica e que seus graus mais altos estão comprometidos em adorar Satanás. Ele escreve: “Nos primeiros graus da Maçonaria, venera-se uma divindade incerta e nebulosa como o ‘Grande Arquiteto do Universo’, que nos graus mais altos e depois nos últimos graus se torna cada vez mais concreto; nos graus mais elevados, essa divindade incerta é identificada como Lúcifer, como Satanás, como o bom deus, o adversário de Deus; e o verdadeiro Deus está aqui, o ‘Deus mau’. ” Continue lendo a carta de dom Schneider: Bispo Schneider explica a ‘verdadeira face da Maçonaria’ #Maçonaria

  • Um católico pode frequentar a Maçonaria?

    A igreja sempre renova e ratifica sua posição de que quem entra na Maçonaria, coloca-se no caminho para a condenação! A maçonaria tem como principio professar as mais diversas religiões. Como no Brasil a grande maioria dos brasileiros é cristã, adota-se a Bíblia como livro da lei. Em outra nação, o livro que ocupa o lugar de destaque no Templo poderá ser o Alcorão, o Tora, o livro de Maomé, os Vedas etc., de acordo com a religião de seus membros. Em 24 de abril de 1738, o papa Clemente XII escreve a encíclica IN EMINENTI , em que condenou abertamente pela primeira vez a maçonaria. A partir dessa palavra oficial da Igreja foi proibido aos católicos pertencer á maçonaria. Nos séculos seguintes inúmeros papas confirmaram essa mesma posição por meio de diferentes documentos: · Benedicto XIV, Providas, 18 de maio de1751. · Pio VII, Ecclesiam a Jesu Chisto, 13 de setembro de 1821. · LeãoXII, Quo Graviora, 13 de março de 1825. · Pio VIII, Traditi Humilitati, 24 de maio de 1829. · Gregório XVI, Mirari Vos, encíclica, 15 de agosto de 1832. · Pio IX, Qui Pluribus, encíclica, 9 de novembro de 1846. · Leão XIII, Humanum Genus, encíclica, 20 de abril de 1884. · Leão XIII, Dall Alto Dell Apostólico, Seggio, encíclica, de 15 de outubro de 1890. A encíclica HUMANUM GENUS , escrita por Leão XIII, é um das mais fortes e extensas no que diz respeito a indicar os erros da maçonaria e sua incompatibilidade com a doutrina cristã. O papa ensina, nessa encíclica, que a Igreja católica e a maçonaria são como dois reinos em guerra. Entre os pontos principais apresentados por Leão XIII sobre os erros da maçonaria, destacam-se: – a finalidade da maçonaria é destruir toda ordem religiosa e política do mundo inspirada pelos ensinamentos cristãos e substituí-las por uma nova ordem de acordo com suas idéias. – Suas idéias procedem de um mero “naturalismo”. A doutrina fundamental do naturalismo é a crença de que a natureza e a razão humana devem guiar tudo. – A maçonaria apresenta -se como religião natural do homem. Por isso afirma ter sua origem no começo da história da humanidade. – O conceito de DEUS é diferente daquele apresentado na Bíblia e na doutrina católica. Para a maçonaria, DEUS é um conceito filosófico e natural. DEUS passa a ser a imagem do homem. Por isso, não existe uma clara distinção entre o espírito imortal do homem e DEUS. – A maçonaria nega a possibilidade de DEUS ter ensinado algo. – Não aceita ser entendida pela inteligência humana. – A maçonaria estimula o sincretismo religioso, isto é, a mistura das mais diferentes crenças. – A maçonaria compara a Igreja católica a uma seita. Leia também Bispo Schneider explica a ‘verdadeira face da Maçonaria’ Em 1917, no antigo CÓDIGO DE DIREITO CANÔNICO (lei oficial da igreja), a maçonaria foi comparada explicitamente: CÂNON 2.335 : Pessoas que entram em associações da seita maçônica, ou outra do mesmo tipo que conspire contra a Igreja e a autoridade civil legítima, recebem excomunhão simplesmente reservada á Sé Apostólica. Em 17 de fevereiro de 1981, a Sagrada Congregação para a doutrina da fé divulgou uma orientação para os católicos sobre a maçonaria, em que reafirma a posição tradicional da Igreja. O Código de Direito Canônico atual, publicado em 1983, não fala de modo explícito da maçonaria, somente dá uma orientação geral contra esse tipo de associação: CÂNON 1.374 : Quem der nome a uma associação, que maquine contra a igreja, seja punido com justa pena; quem promover ou dirigir tal associação seja punido com interdito. Por não falar da maçonaria, alguns católicos, pensaram que esse cânon não se aplicasse a ela. Surgiu um impasse: teria acabado a proibição para os católicos participarem das lojas maçônicas? Para esclarecer essa dúvida, em 26 de novembro de 1983, a Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé publicou a Declaração sobre as Associações maçônicas, QUAESITUM EST: “Foi perguntado se mudou o parecer da Igreja a respeito da maçonaria pelo fato de que no novo Código de Direito Canônico ela não vem expressamente mencionada como no Código anterior. Esta Sagrada Congregação quer responder que tal circunstância é devida a um critério redacional seguido também quanto ás outras associações igualmente não mencionadas, uma vez que estão compreendidas em categorias mais amplas. Permanece, portanto, imutável o parecer negativo da Igreja a respeito das associações maçônicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja e por isso permanece proibida a inscrição nelas. Os fiéis que pertencem ás associações maçônicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão. Não compete ás autoridades eclesiásticas locais pronunciarem-se sobre a natureza das associações maçônicas com juízo que implique derrogação de quanto foi acima estabelecido, e isto segundo a mente da Declaração desta Sagrada Congregação, de 17 de fevereiro de 1981″( cf. AAS 73,1981,pp. 240-241). O Sumo Pontífice João Paulo II, durante audiência concedida ao subscrito Cardeal Prefeito, aprovou a presente declaração, decidida na reunião ordinária desta Sagrada Congregação, e ordenou a sua publicação. Roma, da Sede da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, 26 de novembro de 1983. Joseph Card. Ratzinger. PREFEITO Fr. Jérôme Hamer, O.P. SECRETÁRIO. Aprofundamento Assista esta série de vídeos do Centro Dom Bosco sobre a história da Maçonaria. Em um discurso que ele proferiu em 2017 à Fundação Pontifícia Kirche in Not (Auxílio à Igreja Carente) na Alemanha, o bispo Athanasius Schneider apresentou a história e as principais características da Maçonaria. Em sua apresentação, ele deixa claro que a Maçonaria está formando uma “anti-Igreja” e tem, em seus graus mais elevados, uma orientação satânica. Dom Schneider deu este discurso por ocasião do 300º aniversário da fundação da Maçonaria em 1717, na Inglaterra. Ele gentilmente forneceu à LifeSiteNews uma tradução para o inglês de seu manuscrito e deu permissão para publicá-lo. Segue abaixo a tradução do artigo: Em sua apresentação, o prelado deixou claro que a Maçonaria está trabalhando contra a Igreja Católica e que seus graus mais altos estão comprometidos em adorar Satanás. Ele escreve: “Nos primeiros graus da Maçonaria, venera-se uma divindade incerta e nebulosa como o ‘Grande Arquiteto do Universo’, que nos graus mais altos e depois nos últimos graus se torna cada vez mais concreto; nos graus mais elevados, essa divindade incerta é identificada como Lúcifer, como Satanás, como o bom deus, o adversário de Deus; e o verdadeiro Deus está aqui, o ‘Deus mau’. ” Continue lendo a carta de dom Schneider: Bispo Schneider explica a ‘verdadeira face da Maçonaria’ #Maçonaria

  • Anitta revolta fiéis ao gravar clipe em porta de igreja, semi-nua e com figurino LGBT

    A funkeira Anitta causou revoltou fiéis nesta quinta-feira (13), na gravação do clipe da música “Me Gusta”, que aconteceu no Pelourinho em Salvador (BA). Nas filmagens a cantora pegou pesado na sensualidade, o que chamou a atenção de muitos que passavam na região. Entretanto, para chamar ainda mais atenção, para gravação de algumas cenas na escadaria da Igreja do Santíssimo Sacramento do Passo, Anitta usou um vestido colorido, estilo arco-íris, símbolo da bandeira LGBT, e também fez danças semi-nua. Internautas criticaram a postura da funkeira e alegaram que ela afrontou os católicos ao gravar na frente da igreja trajando roupas com símbolos da comunidade LGBT e “Fio Dental”.

  • Anitta revolta fiéis ao gravar clipe em porta de igreja, semi-nua e com figurino LGBT

    A funkeira Anitta causou revoltou fiéis nesta quinta-feira (13), na gravação do clipe da música “Me Gusta”, que aconteceu no Pelourinho em Salvador (BA). Nas filmagens a cantora pegou pesado na sensualidade, o que chamou a atenção de muitos que passavam na região. Entretanto, para chamar ainda mais atenção, para gravação de algumas cenas na escadaria da Igreja do Santíssimo Sacramento do Passo, Anitta usou um vestido colorido, estilo arco-íris, símbolo da bandeira LGBT, e também fez danças semi-nua. Internautas criticaram a postura da funkeira e alegaram que ela afrontou os católicos ao gravar na frente da igreja trajando roupas com símbolos da comunidade LGBT e “Fio Dental”.

  • GEORGES SOROS DESMASCARADO

    Georges Soros desmascarado: esse é um dos temas centrais do relatório que o “think tank” Centro Europeu pelo Direito e a Justiça publica nesta quarta-feira, 19 de fevereiro. Tem quase trinta páginas e pode ser baixado, pelo site, em inglês ou francês. Este relatório destaca, principalmente, as relações entre vários juízes do Tribunal Europeu de Direitos Humanos e algumas ONGs ativas perante este Tribunal. O relatório analisa os vários problemas gerados por essas ligações e procura remediá-los. O jurista francês Gregor Puppinck, especialista em direitos da família, é o diretor do Centro Europeu pelo Direito e a Justiça, que atua na vanguarda da luta contra a subversão progressista e na defesa da civilização cristã. Gregor Puppinck publicou, em 2018, o livro Os direitos do homem desnaturado (Les Éditions du CERF, 304 p.), em que estuda a ideologização dos direitos humanos, surgidos na Declaração Universal de 1948: a trajetória direitos naturais até os novos direitos antinaturais, que prometem transformar a própria natureza humana, reduzindo a dignidade humana à vontade individual, preparando o caminho para o delírio do transhumanismo. Para download do Relatório em francês: https://static.eclj.org/pdf/Rapport+ECLJ%2C+Les+ONG+et+les+juges+de++la+CEDH%2C+2009+-+2019%2C+fe%CC%81vrier+2020.pdf? Para download do Relatório em inglês: https://static.eclj.org/pdf/ECLJ+Report%2C+NGOs+and+the+Judges+of+the+ECHR%2C+2009+-+2019%2C+February+2020.pdf?

  • Uber faz campanha LGBT e censura consciência de seus clientes

    Empresa diz que a partir de agora excluirá qualquer cliente que não respeite seu código de conduta. “Este não é apenas um post. É um posicionamento oficial da Uber: nenhum tipo de violência deve ser tolerada e acreditamos no respeito como um caminho para segurança. É simples. Ou pelo menos deveria ser”, começa o texto, divulgado em suas redes sociais. A empresa afirma que renovou seu código de conduta e quer deixar de forma explícita a sua posição de apoio ao ativismo LGBT. “Se você comete assédio, atos de racismo, LGBTfobia ou qualquer outro tipo de violência em viagens feitas por meio de nossa plataforma, a Uber não é para você. Ou seja: se acha que pode dar em cima ou encostar sem permissão em motoristas ou passageiros(as), a Uber não é pra você”, diz. O posicionamento é acompanhado de campanha que também está nas ruas. Em São Paulo, anúncio da empresa em pontos da cidade é claro: “Não respeita dois homens se beijando? A Uber não é para você”.

  • Uber faz campanha LGBT e censura consciência de seus clientes

    Empresa diz que a partir de agora excluirá qualquer cliente que não respeite seu código de conduta. “Este não é apenas um post. É um posicionamento oficial da Uber: nenhum tipo de violência deve ser tolerada e acreditamos no respeito como um caminho para segurança. É simples. Ou pelo menos deveria ser”, começa o texto, divulgado em suas redes sociais. A empresa afirma que renovou seu código de conduta e quer deixar de forma explícita a sua posição de apoio ao ativismo LGBT. “Se você comete assédio, atos de racismo, LGBTfobia ou qualquer outro tipo de violência em viagens feitas por meio de nossa plataforma, a Uber não é para você. Ou seja: se acha que pode dar em cima ou encostar sem permissão em motoristas ou passageiros(as), a Uber não é pra você”, diz. O posicionamento é acompanhado de campanha que também está nas ruas. Em São Paulo, anúncio da empresa em pontos da cidade é claro: “Não respeita dois homens se beijando? A Uber não é para você”.

  • Esse é o momento “Paulo VI” do papa Francisco?

    Após ‘Querida Amazônia’, ativistas liberais estão começando a perceber que Francisco pode não dar a eles tudo o que querem. Após meses de agitação no Sínodo da Amazônia, a Exortação Apostólica pós-sinodal do Santo Padre, Querida Amazônia, foi recebida com alívio por muitos. O papa Francisco simplesmente ignorou as reformas radicais exigidas pelos liberais ricos e burgueses na Alemanha. Eles financiaram grande parte do sínodo amazônico e queriam resultados. Eles queriam exceções ao celibato sacerdotal obrigatório – o Papa não lhes deu nenhuma. Eles queriam que a porta pelo menos se abrisse para a possibilidade de diáconas do sexo feminino – o papa disse a elas para não clericalizar as mulheres. Depois de meses de intrigas sinodais e curiais em torno dos chamados viri probati – o Papa disse que precisamos de santidade e evangelização para trazer a Eucaristia aos povos da Amazônia. Como disse um comentarista liberal sobre assuntos curiais, “as pessoas estão começando a ajustar as expectativas”. Houve uma espécie de percepção lenta entre os agitadores de que o Papa Francisco não é a ponte para seus sonhos de tapete felpudo. Os ataques bizarros e irracionais do mês passado ao livro de co-autoria do cardeal Sarah e Benedict sobre o celibato sacerdotal agora fazem mais sentido. Quando críticos furiosos e cortesãos nos bastidores insistiram que Bento não havia sido co-autor do livro sobre o celibato sacerdotal, eles também estavam sinalizando sua profunda frustração de que, mesmo com todos os cargos de poder curial disponíveis, eles ainda estavam enfrentando obstáculos. como estes. Tendo acabado de fazer sua jogada mais ousada na história pelo desmantelamento do celibato sacerdotal, ficaram frustrados porque as melhores mentes episcopais da Igreja estavam defendendo sua necessidade absoluta. Mas o que, em retrospecto, deve ter realmente frustrado eles é que o atual Papa parecia cada vez mais inclinar-se à visão de seu antecessor do que à campanha sinodal. A resposta alemã à Querida Amazônia exibiu as mesmas ansiedades que a precederam. Thomas Sternberg, presidente do Comitê Central de Católicos Alemães (ZdK) – um grupo leigo que advoga a benção do casamento entre pessoas do mesmo sexo na Igreja e que goza de influência e autoridade na conferência nacional dos bispos – expressou sua decepção por o Papa Francisco “não encontrou coragem para implementar reformas reais nas questões da ordenação de homens casados ​​e nas habilidades litúrgicas das mulheres, que são discutidas há 50 anos”. “Cinquenta anos!” A decepção foi palpável. O Presidente Sternberg escreveu: “Nossas expectativas em relação a medidas específicas em direção à reforma, especialmente no que diz respeito ao acesso ao ofício sacerdotal e ao papel das mulheres, eram muito altas. Lamentamos muito que o Papa Francisco não tenha dado um passo à frente em sua carta. ” O presidente do ZdK falou da exortação apostólica pós-sinodal do Santo Padre como se estivesse pagando uma conta por um produto que nunca encomendou. Alguns na Alemanha pedem coisas impossíveis a Roma desde pelo menos o século XVI, mas agora, com sua riqueza e influência exageradas, eles aparentemente devem informar ao Sucessor de São Pedro que estão “muito decepcionados com ele”. Se não fosse por sua extrema arrogância, impiedade e presunção, alguém quase sentiria pena de sua deflação. Juntamente com a decepção honesta de Sternberg, veio o “ajuste de expectativas” do cardeal Marx. Em seu pronunciamento como presidente da conferência dos bispos alemães, Marx disse com um hauteur igualmente agudo: “Quem espera decisões e instruções concretas para ação com a carta pós-sinodal do Papa Francisco não as encontrará”. Apesar do fato de o Santo Padre ter escolhido não dar a aprovação papal ao documento final do sínodo, nem citá-lo em sua exortação apostólica pós-sinodal, o cardeal Marx parecia não querer reconhecer que o papa não havia adotado os objetivos que ele havia financiado , e tão fortemente pressionado em Roma. O fato de a maioria dos pais sinodais ter apoiado exceções ao celibato sacerdotal obrigatório é relativamente sem sentido se o Papa não levar isso para o magistério. O Papa Francisco nem uma vez usa a palavra “celibato” na Querida Amazônia, e, no entanto, a visão de Munique é que a luta de cinquenta anos continua. Desde que o cardeal Marx anunciou que está deixando o cargo de presidente da conferência dos bispos, a natureza exata de sua luta ainda deve ser vista. Porém, uma coisa parece certa – aqueles que pressionam pela mudança não deixarão o trabalho de uma vida ser descoberto por Roma. O que nos leva de volta ao Papa Francisco e qual foi a coisa mais próxima de seu momento em Paulo VI. Quando teólogos e outros especialistas defendiam, nos anos 60, que a Igreja deveria aprovar a “pílula”, era quase esperado como conclusão precipitada que o Papa Paulo VI apoiasse a mudança. Afinal, ele estava incentivando uma discussão aberta na Igreja sobre contracepção. Ele estabeleceu não um sínodo, mas uma comissão, e levou todos os argumentos a sério. Ele ouviu como um papa, como um pastor. Mas muitos pensaram que ele estava ouvindo para realizar algum “consenso” ou opinião da maioria. Eles ficaram muito decepcionados. Os bons papas não escutam a seguir, eles escutam para liderar a Igreja em verdade e fidelidade a Jesus Cristo. Paulo VI ouviu e reuniu a voz de todos, mas depois falou o Humanae Vitae com a única voz da Igreja, e isso abalou o mundo. Agora, Querida Amazônia não é a Humanae Vitae. Esse não é o meu ponto. Ao dizer que Querida Amazônia é a coisa mais próxima de um momento de Paulo VI, quero apenas dizer que é um momento no pontificado de Francisco em que você pode ouvir um certo “clique” – tanto nos aliviados quanto nos decepcionados – o ” clique ”de ajuste de expectativas falsas. É um momento para confiar que o Espírito Santo nunca desilude. Traduzido de CatholicHerald #papafrancisco #SínododaAmazônia

  • Esse é o momento “Paulo VI” do papa Francisco?

    Após ‘Querida Amazônia’, ativistas liberais estão começando a perceber que Francisco pode não dar a eles tudo o que querem. Após meses de agitação no Sínodo da Amazônia, a Exortação Apostólica pós-sinodal do Santo Padre, Querida Amazônia, foi recebida com alívio por muitos. O papa Francisco simplesmente ignorou as reformas radicais exigidas pelos liberais ricos e burgueses na Alemanha. Eles financiaram grande parte do sínodo amazônico e queriam resultados. Eles queriam exceções ao celibato sacerdotal obrigatório – o Papa não lhes deu nenhuma. Eles queriam que a porta pelo menos se abrisse para a possibilidade de diáconas do sexo feminino – o papa disse a elas para não clericalizar as mulheres. Depois de meses de intrigas sinodais e curiais em torno dos chamados viri probati – o Papa disse que precisamos de santidade e evangelização para trazer a Eucaristia aos povos da Amazônia. Como disse um comentarista liberal sobre assuntos curiais, “as pessoas estão começando a ajustar as expectativas”. Houve uma espécie de percepção lenta entre os agitadores de que o Papa Francisco não é a ponte para seus sonhos de tapete felpudo. Os ataques bizarros e irracionais do mês passado ao livro de co-autoria do cardeal Sarah e Benedict sobre o celibato sacerdotal agora fazem mais sentido. Quando críticos furiosos e cortesãos nos bastidores insistiram que Bento não havia sido co-autor do livro sobre o celibato sacerdotal, eles também estavam sinalizando sua profunda frustração de que, mesmo com todos os cargos de poder curial disponíveis, eles ainda estavam enfrentando obstáculos. como estes. Tendo acabado de fazer sua jogada mais ousada na história pelo desmantelamento do celibato sacerdotal, ficaram frustrados porque as melhores mentes episcopais da Igreja estavam defendendo sua necessidade absoluta. Mas o que, em retrospecto, deve ter realmente frustrado eles é que o atual Papa parecia cada vez mais inclinar-se à visão de seu antecessor do que à campanha sinodal. A resposta alemã à Querida Amazônia exibiu as mesmas ansiedades que a precederam. Thomas Sternberg, presidente do Comitê Central de Católicos Alemães (ZdK) – um grupo leigo que advoga a benção do casamento entre pessoas do mesmo sexo na Igreja e que goza de influência e autoridade na conferência nacional dos bispos – expressou sua decepção por o Papa Francisco “não encontrou coragem para implementar reformas reais nas questões da ordenação de homens casados ​​e nas habilidades litúrgicas das mulheres, que são discutidas há 50 anos”. “Cinquenta anos!” A decepção foi palpável. O Presidente Sternberg escreveu: “Nossas expectativas em relação a medidas específicas em direção à reforma, especialmente no que diz respeito ao acesso ao ofício sacerdotal e ao papel das mulheres, eram muito altas. Lamentamos muito que o Papa Francisco não tenha dado um passo à frente em sua carta. ” O presidente do ZdK falou da exortação apostólica pós-sinodal do Santo Padre como se estivesse pagando uma conta por um produto que nunca encomendou. Alguns na Alemanha pedem coisas impossíveis a Roma desde pelo menos o século XVI, mas agora, com sua riqueza e influência exageradas, eles aparentemente devem informar ao Sucessor de São Pedro que estão “muito decepcionados com ele”. Se não fosse por sua extrema arrogância, impiedade e presunção, alguém quase sentiria pena de sua deflação. Juntamente com a decepção honesta de Sternberg, veio o “ajuste de expectativas” do cardeal Marx. Em seu pronunciamento como presidente da conferência dos bispos alemães, Marx disse com um hauteur igualmente agudo: “Quem espera decisões e instruções concretas para ação com a carta pós-sinodal do Papa Francisco não as encontrará”. Apesar do fato de o Santo Padre ter escolhido não dar a aprovação papal ao documento final do sínodo, nem citá-lo em sua exortação apostólica pós-sinodal, o cardeal Marx parecia não querer reconhecer que o papa não havia adotado os objetivos que ele havia financiado , e tão fortemente pressionado em Roma. O fato de a maioria dos pais sinodais ter apoiado exceções ao celibato sacerdotal obrigatório é relativamente sem sentido se o Papa não levar isso para o magistério. O Papa Francisco nem uma vez usa a palavra “celibato” na Querida Amazônia, e, no entanto, a visão de Munique é que a luta de cinquenta anos continua. Desde que o cardeal Marx anunciou que está deixando o cargo de presidente da conferência dos bispos, a natureza exata de sua luta ainda deve ser vista. Porém, uma coisa parece certa – aqueles que pressionam pela mudança não deixarão o trabalho de uma vida ser descoberto por Roma. O que nos leva de volta ao Papa Francisco e qual foi a coisa mais próxima de seu momento em Paulo VI. Quando teólogos e outros especialistas defendiam, nos anos 60, que a Igreja deveria aprovar a “pílula”, era quase esperado como conclusão precipitada que o Papa Paulo VI apoiasse a mudança. Afinal, ele estava incentivando uma discussão aberta na Igreja sobre contracepção. Ele estabeleceu não um sínodo, mas uma comissão, e levou todos os argumentos a sério. Ele ouviu como um papa, como um pastor. Mas muitos pensaram que ele estava ouvindo para realizar algum “consenso” ou opinião da maioria. Eles ficaram muito decepcionados. Os bons papas não escutam a seguir, eles escutam para liderar a Igreja em verdade e fidelidade a Jesus Cristo. Paulo VI ouviu e reuniu a voz de todos, mas depois falou o Humanae Vitae com a única voz da Igreja, e isso abalou o mundo. Agora, Querida Amazônia não é a Humanae Vitae. Esse não é o meu ponto. Ao dizer que Querida Amazônia é a coisa mais próxima de um momento de Paulo VI, quero apenas dizer que é um momento no pontificado de Francisco em que você pode ouvir um certo “clique” – tanto nos aliviados quanto nos decepcionados – o ” clique ”de ajuste de expectativas falsas. É um momento para confiar que o Espírito Santo nunca desilude. Traduzido de CatholicHerald #papafrancisco #SínododaAmazônia

  • Vladimir Putin: “Enquanto eu for presidente, não haverá casamento gay”

    O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse que “enquanto ele for presidente”, o casamento entre pessoas do mesmo sexo nunca será legalizado na Rússia. E também atacou a ideologia de gênero e a idéia de que um filho pode ter dois pais ou duas mães. (Agências / InfoCatólica) Putin não apenas garantiu que não pretende aprovar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Ele também disse: «No que diz respeito ao ‘pai número um e pai número dois’, já falei publicamente e digo mais uma vez: enquanto eu for presidente, não haverá pai nem pai nem dois, haverá pai e mãe» Putin respondeu, assim, à proposta da deputada Olga Batálina, cristã ortodoxa, de incluir na Constituição russa , cuja reforma está sendo debatida, a definição de casamento segundo a lei natural e a moral cristã tradicional , ou seja, a união entre um homem e uma mulher O presidente russo parece descartar que é necessário incluir tal definição de casamento no texto constitucional , garantindo ao mesmo tempo que sob sua presidência as uniões homossexuais não serão legalizadas. Batálina lembrou que apenas dez anos atrás ninguém conseguia imaginar que as palavras “pai e mãe” fossem substituídas pelos conceitos “pai número um e pai número dois”. «É uma realidade em alguns países. Isso despertou o desejo de alguns autores, que enviaram suas emendas. Eles querem cunhar na Constituição que a família é a união entre um homem e uma mulher ” , afirmou o deputado. Nesse sentido, Putin respondeu que essa proposta é duvidosa e se refere às famílias em que um dos pais ou ambos estão desaparecidos . « E se for uma família incompleta? Então que? Vamos especificar algumas perguntas. O casamento é uma união entre um homem e uma mulher e a família é um pouco diferente ”, disse ele. #Homossexualismo #IdeologiadeGênero #LGBT

  • Vladimir Putin: “Enquanto eu for presidente, não haverá casamento gay”

    O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse que “enquanto ele for presidente”, o casamento entre pessoas do mesmo sexo nunca será legalizado na Rússia. E também atacou a ideologia de gênero e a idéia de que um filho pode ter dois pais ou duas mães. (Agências / InfoCatólica) Putin não apenas garantiu que não pretende aprovar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Ele também disse: «No que diz respeito ao ‘pai número um e pai número dois’, já falei publicamente e digo mais uma vez: enquanto eu for presidente, não haverá pai nem pai nem dois, haverá pai e mãe» Putin respondeu, assim, à proposta da deputada Olga Batálina, cristã ortodoxa, de incluir na Constituição russa , cuja reforma está sendo debatida, a definição de casamento segundo a lei natural e a moral cristã tradicional , ou seja, a união entre um homem e uma mulher O presidente russo parece descartar que é necessário incluir tal definição de casamento no texto constitucional , garantindo ao mesmo tempo que sob sua presidência as uniões homossexuais não serão legalizadas. Batálina lembrou que apenas dez anos atrás ninguém conseguia imaginar que as palavras “pai e mãe” fossem substituídas pelos conceitos “pai número um e pai número dois”. «É uma realidade em alguns países. Isso despertou o desejo de alguns autores, que enviaram suas emendas. Eles querem cunhar na Constituição que a família é a união entre um homem e uma mulher ” , afirmou o deputado. Nesse sentido, Putin respondeu que essa proposta é duvidosa e se refere às famílias em que um dos pais ou ambos estão desaparecidos . « E se for uma família incompleta? Então que? Vamos especificar algumas perguntas. O casamento é uma união entre um homem e uma mulher e a família é um pouco diferente ”, disse ele. #Homossexualismo #IdeologiadeGênero #LGBT

  • MEDJUGORJE  VERDADEIRO?

    Fraude, histeria ou acontecimento sobrenatural? A Igreja esteve dividida, nos últimos quase quarenta anos, a respeito dos estranhos fenômenos que se repetem em Medjugorje, pequena cidade da Bósnia-Herzegovina. Várias investigações científicas, realizadas durante as próprias aparições, descartaram as duas primeiras hipóteses: os videntes não mentem, nem estão doentes da cabeça. Que “algo” aparece, portanto, é coisa líquida e certa. Medjugorje, que parece não ter prazo de validade, intriga alguns teólogos e investigadores. Uma das dificuldades — além dos presumíveis dez segredos revelados aos seis videntes — é a duração das aparições: quase quarenta anos, desde 24 de junho de 1981. “Será mesmo a Virgem Maria?”, questionam eles, alegando desvio da norma em relação à “estrutura” permanente das aparições, que sempre foram bem limitadas no tempo. Há os que preferem pensar na presença do demônio, que apareceria travestido de Nossa Senhora. Essa hipótese foi descartada por um dos principais demonólogos da nossa época, o já falecido padre Gabrielle Amorth, que foi exorcista da diocese de Roma e expert nos ardis demoníacos. É impressionante o poder de Medjugorje de inspirar padres do mundo inteiro, que, acompanhando peregrinações de paroquianos, voltam às suas cidades ao mesmo tempo que retornam à ortodoxia católica, estimulando confissões mensais, celebrando missas diárias, recomendando a reza diária do Santo Rosário, além da prática do jejum a pão e água duas vezes por semana e a leitura das Sagradas Escrituras — que os modernistas logo classificam como lamentável retrocesso à Idade Média, enquanto tradicionalistas apontam problemas nalgumas mensagens recebidas pelos videntes e no comportamento de alguns desses. Em 2010, Papa Bento XVI (que nunca demonstrou entusiasmo por Medjugorje) instituía a Comissão Internacional de Investigação sobre as aparições, presidida pelo cardeal Camillo Ruini, nome influente na Cúria Romana. No dia 15 de janeiro de 2014, a comissão concluiu oficialmente o seu trabalho, cujo relatório se encontra nas mãos do Papa Francisco (que tem em comum com seu antecessor pelo menos isto: também nunca demonstrou entusiasmo por Medjugorje). Além das aparições, o dossiê da “comissão Ruini” (como ficou conhecido o grupo, composto de dezessete membros) compreende interrogatórios com os videntes e suas testemunhas, as centenas de processos com curas milagrosas, conversões em massa etc. Depois do encerramento do trabalho, algumas coisas vazaram à imprensa, como a posição favorável do grupo pelo reconhecimento do início das aparições (sete primeiros dias). Há pouco mais de uma semana (7 de fevereiro de 2020), um famoso jornalista e apresentador de TV italiano, David Murgia, avisava em seu blog que estava de posse de uma cópia do “relatório Ruini”, com cerca de trinta páginas, do qual transcreve as passagens mais importantes. Escreve o jornalista: “Vocês se lembrarão de que, há algum tempo, disse que recebi um pacote referente a Medjugorje. Basicamente, eu tinha em minhas mãos o relatório final da Comissão Internacional de Inquérito sobre os fenômenos de Medjugorje —  também chamado de relatório da comissão Ruini, porque presidida pelo cardeal Camillo Ruini — ou seja, o documento final elaborado pela comissão pontifícia criada por Bento XVI para julgar a sobrenaturalidade ou não  dos fenômenos que acontecem lá. Agora, todo mundo conhece minha posição sobre os fatos de Medjugorje: era cético, e depois a passei um julgamento muito favorável porque fui lá, várias vezes, e vi o que aconteceu em Medjugorje (e ainda acontece). Depois de verificar sua autenticidade, li o relatório inteiro muitas vezes; e não exagero se confesso que minhas mãos tremiam ao fazê-lo.  Uma verdadeira obra-prima. Uma investigação verdadeira que, pela metodologia e pesquisa, devia ser estudada e proposta como modelo nas universidades.” Em síntese, o relatório da comissão pontifica, presidida pelo cardeal Ruini, teria chegado à seguinte conclusão: 1. Está excluída  a origem demoníaca das aparições; 2. Não há manipulação dos videntes; 3. São verdadeiras as primeiras sete aparições; 4. A comissão considera banais as mensagens de Nossa Senhora presumivelmente transmitidas aos videntes; 5. Os segredos não têm aprovação eclesiástica 6. Os videntes têm um relacionamento ambíguo com o dinheiro (especialmente em um caso); 7. É necessário um novo santuário para abrigar tantos peregrinos. https://ilsegnodigiona.com/2020/02/07/rapporto-su-medjugorje-la-relazione-top-secret-della-commissione-pontificia-esclusa-origine-demoniaca-nessuna-manipolazione-vere-le-prime-sette-apparizioni-banali-i-messaggi-della-go/

  • Diplomatas do Vaticano e da China discutem acordo sobre nomeação de bispos

    O arcebispo Paul Gallagher, secretário de Relações com os Estados da Santa Sé, se reuniu sexta-feira com Wang Yi, ministro das Relações Exteriores da China, discutindo o acordo de 2018 de seus estados sobre nomeações episcopais. (CNA) A reunião de 14 de fevereiro ocorreu em Munique, à margem da Conferência de Segurança de Munique. “No decorrer da colóquio, que ocorreu em uma atmosfera cordial, foram evocados os contatos entre as duas partes, que se desenvolveram positivamente ao longo do tempo”, segundo um comunicado da assessoria de imprensa da Santa Sé. “Em particular, destacou-se a importância do Acordo Provisório sobre a nomeação de bispos, assinado em 22 de setembro de 2018, renovando a disposição de continuar o diálogo institucional em nível bilateral para promover a vida da Igreja Católica e o bem dos chineses. pessoas ”, escreveu a assessoria de imprensa da Santa Sé. A assessoria de imprensa também disse que “foram expressados ​​agradecimentos pelos esforços que estão sendo feitos para erradicar a epidemia de coronavírus e também pela solidariedade com a população afetada”. O Vaticano enviou entre 600.000 e 700.000 máscaras para três províncias da China desde 27 de janeiro para ajudar a conter a disseminação de coronavírus, e o Papa Francisco orou pelos infectados durante sua oração Angelus, em 26 de janeiro. O comunicado da assessoria de imprensa encerrou dizendo que “era necessário um desejo de maior cooperação internacional para o fim de promover a coexistência civil e a paz no mundo, e foram trocadas considerações sobre o diálogo intercultural e os direitos humanos”. A Igreja na China continental está dividida há cerca de 60 anos entre a Igreja subterrânea, que é perseguida e cujas nomeações episcopais frequentemente não são reconhecidas pelas autoridades chinesas, e a Associação Patriótica Católica Chinesa, uma organização sancionada pelo governo. Leia também: Vaticano entrega aos comunistas o controle da Igreja Católica na China O acordo de setembro de 2018 entre a Santa Sé e Pequim teve como objetivo normalizar a situação dos católicos da China e unificar a Igreja clandestina e a CPCA. O acordo foi severamente criticado por grupos de direitos humanos e alguns líderes da Igreja, incluindo o cardeal Joseph Zen Ze-kiun, bispo emérito de Hong Kong. O cardeal Zen disse à CNA em 11 de fevereiro que “a situação é muito ruim” na China e acrescentou que “as coisas ruins vêm de [Parolin]”. O cardeal Pietro Parolin é secretário de Estado do Vaticano e o arcebispo Gallagher é um de seus principais deputados. De acordo com o cardeal Zen, o cardeal Parolin está tão otimista com o chamado ‘Ostpolitik’, o compromisso. ” Mas, disse o cardeal à CNA, “você não pode se comprometer” com o Partido Comunista Chinês, a quem ele chamou de “perseguidores” da fé. “Eles querem rendição completa. Isso é comunismo. ” “Cada vez mais, a Igreja [está] sob perseguição”, disse o cardeal Zen, “tanto a Igreja oficial quanto a clandestinidade”. As orientações do Vaticano reconhecem a escolha daqueles que sentem que não podem, em sã consciência, se registrar no governo e aceitar a sinicização. No entanto, os relatórios indicam que aqueles que recusam se registrar estão enfrentando assédio e perseguição. Um relatório da Comissão Congressional da China, divulgado em janeiro, observou que os abusos dos direitos humanos se intensificaram na China durante o ano de 2019, e a perseguição aos católicos piorou após o acordo entre o Vaticano e a China. “Depois que o Ministério das Relações Exteriores da RPC assinou um acordo com a Santa Sé em setembro de 2018, preparando o caminho para unificar as comunidades católicas sancionadas e clandestinas sancionadas pelo Estado, as autoridades chinesas locais submeteram os crentes católicos na China a aumentar a perseguição por demolir igrejas, remover cruzes, e continuando a deter clérigos clandestinos ”, dizia o relatório. Em dezembro de 2019, o bispo John Fang Xingyao, de Linyi, presidente da CPCA, disse que “o amor pela pátria deve ser maior que o amor pela Igreja e a lei do país está acima da lei canônica”. Ele estava falando em uma reunião de Pequim patrocinada pelo Partido Comunista Chinês. Novas restrições a grupos religiosos na China entraram em vigor em 1º de fevereiro. Elas incluem um mandato para implementar valores sociais, difundir os princípios do Partido Comunista Chinês e apoiar seus líderes, além de seguir o caminho do socialismo chinês. A liberdade religiosa é oficialmente garantida pela constituição chinesa, mas os grupos religiosos devem se registrar no governo e são supervisionados pelo Partido Comunista Chinês. A sinizicação da religião foi pressionada pelo presidente Xi Jinping, que assumiu o poder em 2013 e fortaleceu a supervisão do governo sobre atividades religiosas. Em 2017, Xi disse que as religiões não suficientemente conformes aos ideais comunistas representam uma ameaça ao governo do país e, portanto, devem se tornar mais “orientadas para a China”. Desde que ele assumiu o poder, as cruzes foram removidas de cerca de 1.500 edifícios da igreja. E um funcionário do governo que supervisiona assuntos religiosos disse em abril de 2018 que as restrições do governo às nomeações de bispos não são uma violação da liberdade religiosa, pois enfatizou que as religiões na China devem “se adaptar à sociedade socialista”. O funcionário, Chen Zongrong, acrescentou que “acredito que não há religião na sociedade humana que transcenda as nações”. As restrições implementadas em fevereiro de 2018 tornaram ilegal a entrada de menores de 18 anos em um prédio da igreja. Os muçulmanos também sofreram pressão do governo chinês. Acredita-se que cerca de 1 milhão de uigures, um grupo étnico-religioso muçulmano no extremo oeste da China, esteja detido em campos de reeducação onde eles estão sujeitos a trabalho forçado, tortura e doutrinação política. Traduzido de CNA #China #Vaticano

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