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  • POR QUE A MORAL SEXUAL É MAIS IMPORTANTE DO QUE PARECE?

    O jornal católico on-line espanhol Infovaticana publicou recentemente, no dia 18 de janeito, um artigo de um não-católico, Kirk Durnston, resenhando longamente a obra Sexo e cultura, de 1934, do etnólogo e antropólogo social inglês Joseph Daniel Unwin (1895–1936), que ensinou em Oxford e Cambridge. Unwin teve sua carreira acadêmica interrompida muito cedo — morreu com pouco mais de quarenta anos —, mas em sua obra Sexo e cultura contribuiu de maneira inestimável para a compreensão de um problema que hoje, mais que nunca, inquieta a parte mais responsável do mundo: o conhecimento dos limites da sexualidade humana. Na obra mencionada, J. D. Unwin estudou várias dezenas de tribos primitivas e as civilizações mais conhecidas da história, para chegar à conclusão irrefutável de que existe um estreito vínculo entre exuberância cultural e limitação dos hábitos sexuais. A seguir, algumas de suas descobertas mais significativas, sintetizadas por Kirk Durnston: “Efeitos da restrição sexual. Altos graus de restrição sexual, pré-nupcial ou pós-nupcial, sempre levam a um florescimento cultural. Por outro lado, a liberdade sexual leva ao colapso da cultura dentro de três gerações. O fator único mais influente. Surpreendentemente, os dados revelaram que o único fator que tem uma correlação direta importante com o desenvolvimento cultural é a existência ou não de castidade pré-nupcial. Nos dois casos, o efeito é muito significativo. Alto desenvolvimento cultural. A combinação mais poderosa era a formada por castidade pré-nupcial e monogamia absoluta. As culturas racionalistas que mantiveram essa combinação pelo período de, pelo menos, três gerações, foram claramente superiores ao restante em tudo, incluindo literatura, arte, ciência, arquitetura, engenharia e agricultura. Apenas três das oitenta e seis culturas estudadas atingiram esse nível de desenvolvimento. Efeitos adversos do abandono da castidade pré-nupcia. Quando a castidade pré-nupcial não era a norma, também desapareciam, dentro de três gerações, a monogamia absoluta, o deísmo e o pensamento racional. Liberdade sexual total. Se uma cultura aceita a liberdade sexual total, entra em colapso dentro de três gerações, atingindo seu nível mais baixo de desenvolvimento – o que Unwin define como “inerte” e “nível de concepção mortal”, que se caracteriza por pessoas que têm pouco interesse em algo além de suas próprias necessidades e desejos. Nesse nível, a cultura é conquistada ou sucumbe a outra cultura invasora, dotada de maior energia social. Intervalo de tempo. Se há uma mudança nas restrições sexuais, seja de um ponto de vista restritivo ou permissivo, seus efeitos não serão visíveis até a terceira geração.” https://www.kirkdurston.com/blog/unwin https://infovaticana.com/2020/01/18/por-que-la-moral-sexual-podria-ser-mas-importante-de-lo-que-creias/

  • Trump será o 1º presidente americano a participar de marcha contra o aborto

    A Marcha pela Vida existe há 47 anos, desde que o aborto foi legalizado pela Suprema Corte americana. O presidente Donald Trump está programado para se tornar o primeiro presidente a participar da “March for Life” (Marcha pela Vida”), que acontece na sexta-feira (24). Desde que a marcha começou após a histórica decisão da Suprema Corte de legalizar o aborto em 1973, a manifestação se tornou um elemento básico no ativismo pró-vida, levando milhares de todo o país ao coração da capital do país para defender a santidade da vida. Este ano será o 47º ano da marcha anual. No ano passado, o vice-presidente Mike Pence fez uma visita surpresa no evento, enquanto Trump se dirigiu à multidão por vídeo. Trump também fez um discurso em vídeo em 2018 e Pence se tornou o primeiro vice-presidente em exercício a participar do evento em 2017. Como a Casa Branca continuou a moldar o judiciário federal, incluindo a nomeação de dois juízes conservadores na Suprema Corte, muitos esperam que a maré em breve mude para favorecer a decisão do Supremo Tribunal em Roe v. Wade. Quarta-feira marcou o 47º aniversário da decisão em Roe v. Wade. Desde então, mais de 61 milhões de vidas foram perdidas para o aborto, sem incluir o número de mulheres que sofreram com o trauma grave que pode resultar do procedimento. A presidente da Marcha pela Vida, Jeanne Mancini, aplaudiu a decisão de Trump de participar do comício marcado para sexta-feira. “Desde a nomeação de juízes pró-vida e trabalhadores federais, passando pelos fundos dos contribuintes para abortos aqui e no exterior, até pedindo o fim dos abortos tardios, o Presidente Trump e seu governo têm sido campeões consistentes pela vida e seu apoio ao March for Life tem sido inabalável ”, afirmou Mancini em comunicado. “Somos gratos por todas essas realizações pró-vida e esperamos obter mais vitórias pela vida no futuro”, disse Mancini. FONTE: GUIAME

  • Trump será o 1º presidente americano a participar de marcha contra o aborto

    A Marcha pela Vida existe há 47 anos, desde que o aborto foi legalizado pela Suprema Corte americana. O presidente Donald Trump está programado para se tornar o primeiro presidente a participar da “March for Life” (Marcha pela Vida”), que acontece na sexta-feira (24). Desde que a marcha começou após a histórica decisão da Suprema Corte de legalizar o aborto em 1973, a manifestação se tornou um elemento básico no ativismo pró-vida, levando milhares de todo o país ao coração da capital do país para defender a santidade da vida. Este ano será o 47º ano da marcha anual. No ano passado, o vice-presidente Mike Pence fez uma visita surpresa no evento, enquanto Trump se dirigiu à multidão por vídeo. Trump também fez um discurso em vídeo em 2018 e Pence se tornou o primeiro vice-presidente em exercício a participar do evento em 2017. Como a Casa Branca continuou a moldar o judiciário federal, incluindo a nomeação de dois juízes conservadores na Suprema Corte, muitos esperam que a maré em breve mude para favorecer a decisão do Supremo Tribunal em Roe v. Wade. Quarta-feira marcou o 47º aniversário da decisão em Roe v. Wade. Desde então, mais de 61 milhões de vidas foram perdidas para o aborto, sem incluir o número de mulheres que sofreram com o trauma grave que pode resultar do procedimento. A presidente da Marcha pela Vida, Jeanne Mancini, aplaudiu a decisão de Trump de participar do comício marcado para sexta-feira. “Desde a nomeação de juízes pró-vida e trabalhadores federais, passando pelos fundos dos contribuintes para abortos aqui e no exterior, até pedindo o fim dos abortos tardios, o Presidente Trump e seu governo têm sido campeões consistentes pela vida e seu apoio ao March for Life tem sido inabalável ”, afirmou Mancini em comunicado. “Somos gratos por todas essas realizações pró-vida e esperamos obter mais vitórias pela vida no futuro”, disse Mancini. FONTE: GUIAME

  • ALGUMAS NOTAS SOBRE IDEOLOGIA

    Os bons dicionários de filosofia ensinam que o termo “ideologia” é recente: foi cunhado no século XVIII, e, desde o século XIX, é usado para indicar uma teoria sem fundamento científico, mas que é adotada por ser útil a algum projeto político. Tem, portanto, um aspecto negativo. De fato, não é raro alguém dizer: “Isso não passa de ideologia”. Ou então: “As ideias de Fulano estão comprometidas ideologicamente”. A palavra “ideologia” é sempre utilizada em sentido depreciativo. Como saber, no entanto, se estamos pensando e agindo ideologicamente? É uma questão difícil, mas não insolúvel. Vejamos algumas utilizações da palavra. Karl Marx, o principal teórico do comunismo, usava o conceito de “ideologia” referindo-se a uma falsa ciência, produzida sob influência da classe dominante, a burguesia, para se perpetuar no poder. Do ponto de vista marxista, seria falsa toda explicação da realidade que não admitisse os fatores econômicos como determinantes da história e da cultura. Considere-se, p. ex., o conceito marxista de religião. Para Karl Marx, religião é o ópio do povo. Assim, todo esforço teológico da Igreja Católica para justificar o cristianismo não passaria de falsificação interesseira, uma “construção ideológica”. O conteúdo espiritual da “Suma teológica”, de Santo Tomás de Aquino, na visão marxista, deveria ser reduzido a produto de uma sociedade pós-feudal, no início do mercantilismo, que se valia do discurso teológico para legitimar as relações discriminatórias de poder e a injusta divisão de classes de então. A teologia, portanto, não passaria de uma falsa ciência a serviço da dominação política. Portanto, “ideologia”. Mas não é somente a esquerda que utiliza o conceito de “ideologia” com tal conotação pejorativa. Hoje em dia, o próprio pensamento de direita se apropriou da palavra para classificar como “ideológica” a impostura revolucionária, representada pelos três grandes projetos totalitários do século XX: nazismo, fascismo e comunismo, que procuraram imprimir violenta e destrutivamente uma nova ordenação à realidade e para cuja realização não importavam os meios (incluindo teorias sem sólido fundamento científico). Os católicos mais conservadores utilizam com frequência a palavra “ideologia” quando procuram explicar e compreender a infiltração esquerdista na Igreja, como a “teologia da libertação”, que desfigurou “ideologicamente” a doutrina social da Igreja, fazendo-a optar preferencialmente pelos pobres (como se o ricos pecadores também não devessem ser objeto de evangelização). Muitos fiéis, sensíveis ao sofrimento material dos pobres, viram naquela falsa teologia “ideologizada” uma oportunidade para soar o alarme contra injustiças sociais, e se uniram a militantes travestidos de católicos, mas que já não acreditavam nas verdades centrais do cristianismo. Outra utilização recente da palavra “ideologia” ocorre nos debates sobre o clima. Cientistas mais independentes (chamados de “céticos” em relação à crença dominante no setor) qualificam como “ideologia ambientalista” a tese que já apresenta como verdade indiscutível a hipótese científica de um aquecimento climático devido a fatores exclusivamente humanos (antropogênicos), como a emissão de gás carbônico produzido pelas chaminés industriais e o escapamento dos carros. Por tratar-se de uma teoria que, embora majoritária, ainda não possui unanimidade na comunidade científica, é apresentada como “ideológica”, a serviço de um projeto político que visa limitar o crescimento econômico de países pobres, a redução populacional do planeta ou o controle da produção de energia. Como saber se estamos acorrentados ideologicamente? Se “ideologia” não é um sistema coerente de ideias, mas uma rede de conceitos entrelaçados com vistas exclusivamente à ação política, sem preocupação com a verdade objetiva dos fatos, não há outra saída além da confiança no trabalho lento e honesto das ciências. Para tanto, é preciso que os cientistas sejam, cada vez mais, pessoas virtuosas, mais preocupadas com a busca da verdade do que em ceder a fantasias utópicas sem pés no chão ou a interesses políticos escusos (fonte do milionário financiamento acadêmico das pesquisas).

  • Slavery To Passions – Another Cause Which Leads To The Loss of Faith.

    The sad life of the infidel. Another cause that leads to the loss of faith is the corruption of the heart,the slavery of the passions. You will find men who deny the immortality of the soul,who deny the eternity of hell,who deny the infallibility of the church. You will find men who deny the divine origin of confession. But why, my brethren, why? It is because these wholesome truths put a check to their passions. They cannot believe these truths and,at the same time,gratify their criminal desires. An honest,virtuous man would never think of doubting or contradicting these sacred truths. In spite of its innate pride,the mind is the slave of the heart. If the heart soars to heaven on the wings of divine love,the mind,too,rises with it. But if the heart is buried in the mire of filthy passions,it soon exhales dark,fetid vapors,which obscure the intellect. The infidel’s reason is the dupe of his heart. There is a man who was once a good Catholic,who used formerly to go regularly to Mass and to confession. Now he goes no longer to confession,now he is an infidel. But why?Has he, perhaps, become more enlightened?Has he received some new knowledge?No; the only new knowledge he has received, is the sad knowledge of sin. He believed as long as he was virtuous. He began to doubt only when he began to be immoral ;he became an infidel only when he became a libertine. The history of his life is soon told. Wishing to gratify his passions without restraint and without remorse,he tried to rid himself of a religion which would have troubled him in the midst of his unlawful pleasures. Religion appeared to him like the hand on the wall,writing his doom in the very midst of his senseless revelry. Human respect,and the gratification of his passions,are the only causes that induced him to become an infidel. To frequent the society of the wicked, of scoffers at religion, is, for many,another cause of losing the faith. A scoffer at religion is a man without principle,a man sunk in the grossest ignorance of what religion is. He blasphemed what he does not understand. He rails at the doctrines of the Church,without really knowing what these doctrines are. He sneers at the doctrines and practices of religion,because he cannot refute them. He speaks with the utmost gravity of the fine arts,the fashions,and even matters the most trivial,and he turns into ridicule the most sacred subjects. In the midst of his own circle of fops and silly women, he utters his shallow conceits with all the pompous assurance of a pedant. There is a young man. He was brought up a Catholic. He went everyday to a Catholic school until he made his first communion. He learned his catechism well. But his parents complain that he no longer says any morning or night prayers,that he goes no longer to confession, to holy communion,and to Mass on Sundays. Why not? It is because he frequents the society of wicked companions, who ridicule religion and scoff at everything sacred. “Evil communications corrupt good manners“; In the company of such wicked young men he soon feels ashamed of his religion,becomes quite indifferent to it,gives up every practice of piety,and finally becomes an infidel, a scoffed at religion himself. (Michael Müller C.SS.R.; “God The Teacher of Mankind”) #Man #Religion #Faith #God #Catholicism

  • A IGREJA SERÁ CONTRA A LIBERDADE? – Padre Antoine-Marie de Araujo

    [Em entrevista ao Padre Tanoüarn em Monde et Vie (“A Igreja é contra a liberdade?”, Outubro de 2019, pp. 22-23), o ensaísta católico François Huguenin defende a Igreja Católica contra aqueles que a acusam de ser liberticida. Obviamente, o oposto é que é verdadeiro. No entanto, alguns dos argumentos usados pelo Sr. Huguenin parecem ser incompatíveis com o ensino moral da Igreja, em particular com o de Paulo VI na Humanae vitae. Dado que a questão vai além da simples opinião de uma pessoa em particular e tem alcance geral, o Padre Antoine-Marie de Araujo, da Fraternidade Saint-Vincent-Ferrier, oferece a seguir alguns esclarecimentos.] Agradeço ao Sr. Huguenin por relembrar o conceito clássico de liberdade: o poder de fazer o bem. Por outro lado, suas críticas ao ensino moral da Igreja nos parecem insustentáveis, quando ele diz: “Não me parece absurdo que a Igreja tenha alguns princípios sobre sexualidade, mas que ela espie o que esteja acontecendo no quarto de um casal, devidamente casado, ​​me parece excessivo.” Esta frase é difícil de entender. Se existe um lugar onde os princípios da sexualidade devem ser aplicados, é preferencialmente nos quartos. Talvez o Sr. Huguenin queira que a Igreja autorize contracepção artificial para os cônjuges? No entanto, esse é um princípio fundamental da doutrina católica e que nunca deve ser separado de sua função procriadora divina. É também um dos mais belos. A famosa conversão de Scott Hahn, vindo do protestantismo, foi baseada na descoberta do ensinamento católico sobre contracepção (Scott e K. Hahn, Todos os caminhos levam a Roma. São Paulo, Cléofas, 2015). Assim como a aliança entre Deus e os homens é uma aliança de vida, também a união dos cônjuges, que é imagem daquela aliança, está aberta à vida. Mas o Sr. Huguenin tem outras queixas: “E que o atual direito canônico coloque, no mesmo capítulo dos pecados contra a castidade, a masturbação, o adultério e a pedofilia, me parece uma aberração representativa de uma neurose. A masturbação é um ato que questiona a castidade. O adultério, por outro lado, é principalmente um pecado contra a fidelidade. Quanto ao estupro ou abuso sexual, é uma violação profunda da dignidade da pessoa. Hoje, nós misturamos tudo.” O Código de Direito Canônico não fala de masturbação. O Catecismo da Igreja Católica lida com esse assunto no capítulo comum de “ofensas à castidade” (n.º 2351-2356), junto com adultério e vários abusos sexuais. Se esse agrupamento reflete uma neurose, São Paulo estava gravemente afetado por ele: “Mortificai, pois, os vossos membros no que têm de terreno: a devassidão, a impureza, as paixões, os maus desejos, a cobiça, que é uma idolatria. Dessas coisas provém a ira de Deus sobre os descrentes.” (Colossenses 3, 5-6) É certo que masturbação, adultério e abuso sexual diferem em sua gravidade. No entanto, seria inútil isolar a masturbação de outros pecados sexuais. Esses atos têm em comum: O egoísmo em questões sexuais: há uma recusa do dom de si e da abertura à vida, que Deus desejou para o ato procriador. Além disso, há uma injustiça mais ou menos séria em relação aos outros, a perversidade, etc… A intemperança: qualquer uso legítimo e gratuito dos prazeres ligados à vida (comida, sexualidade) supõe um autocontrole através da razão, o que é distinto da “repressão” freudiana. A masturbação é egoísta e mina o autocontrole. Pode se tornar uma verdadeira escravidão. Ela, portanto, predispõe ao adultério e, de uma maneira mais distante porém real, a cometer abuso sexual. Realmente acreditamos que lutaremos efetivamente contra o abuso sexual legitimando a masturbação? Ao contrário, quem cultiva a pureza (ou pelo menos luta nessa direção) estará muito menos inclinado a enganar seu cônjuge e, é claro, a cometer abusos sexuais. Tudo isso pressupõe moderar os impulsos, e sempre retomar a luta sem desânimo, apesar das quedas, porque a liberdade — a real, a que a Igreja deseja para seus filhos — é conquistada pela perseverança confiante na graça de Deus. Sem ir tão longe a ponto de julgar a própria Igreja, o Sr. Huguenin às vezes tem a tendência de se declarar culpado em seu lugar. https://www.hommenouveau.fr/3039/tribune-libre/-l-eglise-est-elle-contre-la-liberte—-brreponse-a-francois-huguenin.htm

  • A SEPTUAGINTA OU VERSÃO DOS SETENTA (LXX)

    A SEPTUAGINTA OU VERSÃO DOS SETENTA (LXX) Durante o reinado de Nabucodonosor (Foi Rei da Babilônia no séc. VI a.C.), as Escrituras Sagradas hebraicas foram perdidas, por ocasião do cativeiro imposto ao povo judeu, que em aproximadamente 587 a.C. foi deportado de Jerusalém para a Babilônia. As Escrituras foram novamente constituídas no tempo do Profeta Esdras, durante o reinado de Artaxerxes (cf. Esd 9,38-41).O conjunto de manuscritos hebraicos mais antigos que chegaram até nosso tempo, é conhecido como Texto Massorético. Nesta compilação das Escrituras, o texto foi transcrito com a omissão das vogais. Com origem no séc. VI, o Texto Massorético possui este nome por ter sido desenvolvido por um grupo de judeus conhecidos como Massoretas; que deste então se tornaram os responsáveis em conservar e transmitir o texto bíblico hebraico.Bem anterior ao Texto Massorético, se conservou até nosso tempo, a versão Grega das Escrituras Hebraicas conhecida como Septuaginta ou Versão dos Setenta (LXX). Vertida, aproximadamente no séc. III a.C. para grego a partir dos mais antigos manuscritos hebraicos (hoje não mais disponíveis), o valor histórico da Septuaginta é inestimável e de profunda importância para a identificação do Cânon Bíblico Cristão.Origem da Septuaginta Ptolomeu II Filadelfo (287-247 a.C.), rei do Egito, encomendou especialmente para sua Biblioteca em Alexandria (Fundada por Alexandre, o Grande tornou-se o grande centro cultural e comercial do império helênico), uma tradução grega das escrituras sagradas dos judeus. Esta foi a primeira tradução feita dos livros hebraicos para uma outra língua. A tradução do hebraico para o grego, segundo a tradição, foi feita por 72 escribas durante 72 dias, por isso possui o nome Septuaginta que significa “Tradução dos Setenta”. A primeira menção à versão da Septuaginta encontra-se em um escrito chamado “Carta de Aristéias”. Segundo esta carta, Ptolomeu II Filadelfo tinha estabelecido recentemente uma valiosa biblioteca em Alexandria. Ele foi persuadido por Demétrio de Fálaro (responsável pela biblioteca) a enriquecê-la com uma cópia dos livros sagrados dos judeus. Para conquistar as boas graças deste povo, Ptolomeu, por conselho de Aristéias (oficial da guarda real, egípcio de nascimento e pagão por religião) emancipou 100 mil escravos, de diversas regiões de seu reino. Então, enviou representantes (entre os quais Aristéias) a Jerusalém e pediu a Eliazar (o Sumo Sacerdote dos judeus) para que fornecesse uma cópia da Lei e judeus capazes de traduzi-la para o grego. A embaixada obteve sucesso: uma cópia da Lei ricamente ornamentada foi enviada para o Egito, acompanhada por 72 peritos no hebraico e no grego (seis de cada Tribo) para atender o desejo do rei. Estes foram recebidos com grande honra e durante sete dias surpreenderam a todos pela sabedoria que possuíam, demonstrada em respostas que deram a 72 questões: então, eles foram levados para a isolada ilha de Faros e ali iniciaram os seus trabalhos, traduzindo a Lei, ajudando uns aos outros e comparando as traduções conforme iam terminando. Ao final de 72 dias, a tarefa estava concluída. A tradução foi lida na presença de sacerdotes judeus, príncipes e povo, reunidos em Alexandria; a tradução foi reconhecida por todos e declarada em perfeita conformidade com o original hebraico. O rei ficou profundamente satisfeito com a obra e a depositou na sua biblioteca.Comumente se acredita, que a Carta de Aristéias foi escrita por volta de 200 a.C., 50 anos após a morte do Rei Filadelfo.Não há ainda entre os estudiosos um consenso sobre a origem e autenticidade desta carta. Embora a grande maioria considere seu conteúdo fantasioso e lendário, questiona-se se não há algum fundamento histórico disfarçado sob os detalhes lendários. Por exemplo, hoje se sabe com certeza que o Pentateuco foi mesmo traduzido em Alexandria. DIFUSÃO E REVISÕES Pelo fato de serem pouquíssimos os Judeus que ainda possuíam conhecimento da língua hebraica, principalmente após o domínio helenista (entre os séculos IV e I a.C.) onde o koiné (grego popular) era o idioma falado, a Septuaginta foi bem acolhida, principalmente pelos judeus alexandrinos que foram os seus principais difusores, pelas nações onde o grego era falado. A Septuaginta foi usada por diferentes escritores e suplantou os manuscritos hebraicos na vida religiosa (JAEGER, 1991).Em razão de sua grande difusão no mundo helênico (tanto entre judeus, filósofos gregos e cristãos), as cópias da Septuaginta passaram a se multiplicar, dando origem a variações contextuais.Orígenes “Orígenes de CesaréiaOrígenes nasceu em Alexandria por volta de 190. Em Cesaréia é ordenado sacerdote em 231 pelo Bispo Alexandre. É considerado o criador da Ciência Bíblica. Deixou-nos muitíssimas obras, das quais algumas se perderam e outras foram conservadas por escritores posteriores. Ele relacionou os livros canônicos da seguinte forma:“ ‘Observe-se que os livros do Antigo Testamento, segundo a tradição hebraica, são vinte e dois, número das letras de seu alfabeto’. (…) Os vinte e dois livros, conforme os hebreus, são os seguintes: O livro que damos o título de Gênesis, entre os hebreus traz inscrito, de acordo com as palavras iniciais: Bresith, que significam “No começo”; Êxodo, Ouellesmoth, isto é, “Eis os nomes”, Levítico, Ouicra, isto ê, “Ele me chamou”; Números, Ammesphecodeim; Deuteronômio, Elleaddebareirrv “Estas são as palavras”; Jesus, filho de Navé [Josué], Iosouebennoun; Juizes, Rute, entre elesformamumsó livro, Sophteim; Reis primeiro e segundo livros, entre eles um só, Samuel: “O eleito de Deus”; Reis, terceiro e quarto livros, em um só, Ouammelch David, isto é: “Reino de Davi”; Paralipômenos [Crônicas], primeiro e segundo livros, em um só, Dabreiamein, isto é, “Palavra dos dias”; Esdras, primeiro e segundo livros34, em um só, Ezra, isto é, “Auxiliar”; Livro dos Salmos, Spharthelleim; Provérbios de Salomão, Meloth; Eclesiastes, Koeleth; Cântico dos Cânticos – e não como alguns julgam, Cântico dos Cânticos -, Sirassereim ; Isaías, Iessia; Jeremias, com as Lamentações e a Carta em um só livro35, Iéremia; Daniel, Daniel; Ezequiel, Ezechiel; Jó, Job; Ester, Esther. Além destes, os Macabeus, intitulados Sarbethsabanaiel'” .Curiosamente Orígenes não cita os 12 profetas. Os judeus normalmente organizavam seus livros sagrados em 22 volumes, conforme o número de letras do alfabeto hebraico36. Como os livros sagrados são mais que 22 alguns livros eram agrupados como um único volume. A omissão dos 12 Profetas se deve provavelmente por estarem agrupados a outros livros, provavelmente Isaías, conforme veremos em outras coleções mais adiante37. A omissão de Baruc ê o mesmo caso, pois normalmente figurava como apêndice do livro de Jeremias. Isto se atesta ainda mais pelo fato de que a Epístola de Jeremias foi mencionada, e os dois livros sempre estiveram juntos (Nas Biblias Católica e Ortodoxa, a Epístola de Jeremias é apêndice de Baruc, mantendo assim a organização original conforme consta na Septuaginta) “Dos deuterocanônicos do AT faz referência apenas aos livros dos Macabeus.Outros escritos de Orígenes mostram que a Igreja considerava outros livros canônicos além dos livros supracitados:“5. […]Nós [cristãos] procuramos não ignorar quais são as Escrituras dos judeus afim de que, ao disputarmos com eles, não citemos as que não se encontram nos exemplares deles, mas sim aquelas de que eles se servem f../’39 (ORIGINES, 2004).Este trecho é de sua Carta a Júlio Africano40, onde Orígenes defende a canonicidade dos acréscimos ao Livro de Daniel, que mais (arde serão defendidos também por São Jerônimo. Os judeus de Jâmnia recusaram estes acréscimos em seu Cânon.Quanto ao NT escreve:“Conforme aprendi da tradição sobre os quatro Evangelhos, os únicos também indiscutíveis na Igreja de Deus que há sob os céus, foi escrito em primeiro lugar o evangelho segundo Mateus; este anteriormente fora publicano e depois Apóstolo de Jesus Cristo. Ele o editou para os fiéis vindos do judaísmo, redigindo-o em hebraico. O Segundo é o Evangelho segundo Marcos, que escreveu conforme as narrações de Pedro, o qual o nomeia seu filho [segundo o espírito] na carta católica, nesses termos: ‘A que está em Babilônia [Roma], eleita como vós, vos saúda, como também Marcos, o meu filho’ [cf lPd !>, 13]. E o terceiro é o Evangelho segundo Lucas, elogiado por Paulo [cf. 2Cor 8,18-19; 2Tm 2,8; Cl 4,14] e composto para os fiéis provenientes da gentilídade. Enfim, o Evangelho segundo João” (Ibid., p.313).Pelo testemunho de Orígenes os 4 Evangelhos são reconhecidos como canônicos em toda Igreja (“os únicos também indiscutíveis na Igreja de Deus que há sob os céus”). Estas palavras testemunham haver ainda outros evangelhos, no entanto não consensualmente aceitos.Ainda sob a estreita de Eusébio:“No quinto livro dos Comentários ao Evangelho segundo João, o mesmo Orígenes declara o seguinte acerca das Epístolas dos apóstolos: ‘Paulo, digno ministro do Novo Testamento, não segundo a letra, mas segundo o espírito, depois de ter anunciado o evangelho desde Jerusalém e suas cercanias até o Ilírico [cf. Rm 15,19], não escreveu a todas as Igrejas que ele havia instruído; mesmo àquelas que escreveu, enviou apenas poucas linhas” (Ibid. p. 313).Aqui Orígenes reconhece como canônicas as cartas paulinas, embora não cite quais são. Quanto à controversa carta aos Hebreus, registrou Eusébio:“Finalmente, extema-se da seguinte maneira sobre a Carta aos Hebreus, nas Homilias proferidas a respeito desta última; ‘O estilo da epístola intitulada Aos Hebreus carece da marca de simplicidade de composição do Apóstolo, que confessa ele próprio ser imperito no falar, isto é, no fraseado [cf. 2Cor 11,6]; no entanto, a carta é grego do melhor estilo, e qualquer perito em diferenças de redação o reconheceria. Efetivamente, os conceitos da Epístola são admiráveis e em nada inferiores aos das genuínas cartas apostólicas. Há de concordar quem ouvir atentamente a leitura das cartas do Apóstolo’. Mas adiante [diz Eusébio], [Orígenes] adita essas afirmações: ‘Mas, para exprimir meu próprio ponto de vista, diria que os pensamentos são do Apóstolo, enquanto o estilo e a composição originam-se de alguém que tem presente a doutrina do Apóstolo, e por assim dizer, de um redator que escreve as preleções de um mestre. Se, portanto, uma Igreja tem por certo que a carta provém do Apóstolo [Paulo], felicito-a, pois não será sem fundamento que os antigos a transmitiram como sendo da autoria de Paulo. Entretanto, quem escreveu a carta? Deus o sabe. A tradição nos transmitiu o parecer de alguns de ter sido redigida por Clemente, bispo de Roma [e discípulo de Pedro e Paulo], outros opinam ter sido Lucas, o autor do Evangelho e dos Atos”’ (Ibid., p. 314).Como podemos ver, embora seja controversa a autoria da Carta aos Hebreus, Orígenes não só a. considerava canônica, como afirma que este é o mesmo parecer dos presbíteros que o antecederam. Observem que quanto ao livro dos Atos dos Apóstolos, Orígenes apenas mostra que o conhece, mas não emitiu seu parecer quanto ã canonicidade do livro.Ainda sob a pena de Eusébio, sobre os outros livros afirma Orígenes:“Pedro, sobre quem está edijicada a Igreja de Cristo, contra a qual não prevalecerão as portas do inferno [cf. Mt 16,18], deixou apenas uma carta incontestada, e talvez ainda outra, porém controvertida” (Ibid., p. 313).Orígenes não só reconhece a canonicidade da primeira epístola de São Pedro, como declara que o mesmo é o parecer comum da Igreja em seu tempo. E quanto à segunda Epístola que hoje se encontra em nosso cânon, ele afirma que não é aceita por todos. Identificamos então o terceiro livro deuterocanônico do NT.Orígenes continua:“Que dizer de João, que reclinou sobre o peito de Jesus [cf Jo 13,25; 21,20], deixou um evangelho, assegurou ser-lhe possível compor mais livros do que poderia o mundo conter [cf. 21,25], e escreveu o Apocalipse, mas recebeu a ordem de se calar e não escrever as mensagens das vozes das sete trombetas [cf. Ap 10,4]?’ (Ibid., p. 313-314).Aparece aqui afirmar a canonicidade do Apocalipse de João. Ainda:“Legou-nos também uma Carta de muito poucas linhas e talvez outra e ainda terceira, pois nem todos admitem que estas sejam autênticas; aliás, as duas juntas não abrangem cem linhas” (Ibid., p.314).Quanto às cartas de São João Apóstolo e Evangelista, Orígenes diz que comumente era reconhecida como canônica somente a primeira carta. Ainda não havia na Igreja antiga um parecer comum quanto à canonicidade das outras duas. Identificamos aqui mais dois livros deuterocanônicos do NT: a segunda e terceira epístola de São João.”, motivado pela necessidade de restaurar o texto à sua condição original, dá origem à sua revisão que ficou registrada em sua famosa obra, conhecida como Hexápla (Recebe este nome por dispor do texto do AT em 6 colunas distintas, cada uma conforme uma tradução hebraico, a LXX, versão de Áquila, versão de Símaco, versão deTeodocião, e outra de menor importância. Foi perdida restando em nossos dias somente alguns fragmentos.) Luciano, sacerdote de Antioquia e mártir, no início do séc. IV publicou uma edição corrigida de acordo com o hebraico; tal edição reteve o nome de koiné, edição vulgar, e, às vezes, é chamada de Loukianos, após o nome de seu autor Finalmente, Hesíquio, um bispo egípcio, publicou, quase que ao mesmo tempo, uma nova revisão, difundida principalmente no Egito.Os Manuscritos Os três manuscritos mais conhecidos da Septuaginta são: o Vaticano (Codex Vaticanus), do séc. IV; o Alexandrino (Codex Alexandrínus), do séc. V, atualmente no Museu Britânico de Londres; e o do Monte Sinai (Codex Sinaiticus), do séc. IV, descoberto por Tischendorf no convento de Santa Catarina, no Monte Sinai, em 1844 e 1849, sendo que parte se encontra em Leipzig e parte em São Petersburgo.Todos foram escritos em unciais ( Letras maiúsculas). O Codex Vatícanus é considerado o mais fiel dos três; é geralmente tido como o texto mais antigo, embora o Codex Alexandrinus carregue consigo o texto da Hexapla e tenha sido alterado segundo o Texto Massorético. O Codex Vatícanus é referido pela letra B; o Codex Alexandrinus, pela letra A; e o Codex Sinaiticus, pela primeira letra do alfabeto hebraico [Aleph] ou S. Os livros que estão presentes na Septuaginta, conforme a ordem original: Gênesis, Êxodo, Levitico, Números, Deuteronômio, Josué, Juizes, Rute, 1 Samuel (1 Reis), 2 Samuel (2 Reis), 1 Reis (3 Reis), 2 Reis (4 Reis), 1 Crônicas (1 Paralipômenos), 2 Crônicas (2 Paralipômenos), 1 Esdras, 2 Esdras (Esdras e Neemias), Ester, Judite, Tobias, 1 Macabeus, 2 Macabeus, 3 Macabeus, 4 Macabeus, Salmos, Odes, Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Job, Sabedoria, Eclesiástico (Sirac), Salmos de Salomão, Oséias, Amós, Miquéias, Joel, Obadias, Jonas, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias, Malaquias, Isaías, Jeremias, Lamentações, Baruque, Epístola de Jeremias, Ezequiel, Suzana12, Daniel, Bel e o Dragão (SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL, 2003, XII-XIII).É importante notar que o conjunto de livros da Septuaginta é bem maior do que qualquer versão do AT disponível nas Bíblias Protestantes. O que isto necessariamente significa? Será que o catálogo da LXX corresponderia a um cânon bíblico conhecido e utilizado pelos antigos Judeus? Sim! Jesus e os Apóstolos utilizaram este catálogo mais amplo de Escrituras Sagradas? Sim. LIMA, Alessandro Ricardo. 1975O Cânon Bíblico: A Origem da Lista dos Livros Sagrados. Brasília, DF: 2007. #Patrística #EUAfrançaparisgeorgiaportugalmacedoniabelarusrussiapaquistãoIrãnCoreiaEgiptoArabiasauditaEmiradosÁrabesunidosEtiópiaNigériaChinaIraqueZimbabuéÁfric #MacauGoaAngolaMoçambiqueCaboverdeGuinéBissauGuinéEquatorialSãotoméePrincipeEUAfrançaparisgeorgiaportugalmacedoniabelarusrussiapaquistãoIrãnCoreiaEgiptoAr #desenvolvimentodoutrinal #UzbequistãoLaosMauritâniaIêmemAfeganistãoMaldivasSomáliaArábiaSauditaIrãCoréiadoNorte #históriadaigrejaprimitiva #Bíblia #Doctrinaldevelopment

  • A EVASÃO ROMÂNTICA É TÍPICA DE QUEM NÃO É CRISTÃO – Michele F. Sciacca

    [Parágrafos finais do ensaio “El romanticismo filosófico”, do filósofo italiano Michele Federico Sciacca, recolhido na obra Herejias y verdades de nuestro tiempo, Barcelona, Luis Miracle Editor, 1958]. Não apenas o romantismo artístico-literário, mas também o filosófico (inclusive o de Hegel) é, no fundo, o “desejo do impossível”, a ânsia de ir para fora da realidade, de libertar-se no sonho, no livre jogo da fantasia, de buscar uma liberdade pura, que só é possível quando a vontade se cala e renuncia ao determinado, permanecendo na possibilidade indefinida. Os três idealismos de Fichte, Schelling e Hegel tendem à “impossibilidade”: à realização total do absoluto no mundo e especialmente no homem (que é onde o Absoluto adquire consciência). E, assim, a moral, a arte e a filosofia se assumem como as formas pelas quais se atua essa realização. Afinal, pura ilusão e utopia, da qual os próprios filósofos românticos são, em parte, conscientes. No entanto, para eles, a ilusão ou o sonho valem mais que a realidade; ou, melhor dizendo, sua verdade é seu sonho. Portanto, o romantismo filosófico também se apresenta sob a forma da evasão, que é a categoria espiritual típica do romantismo enquanto tal. Mas a evasão da realidade, procurada de todas as maneiras, deixa os românticos descontentes, inquietos e insatisfeitos (daí a “ironia” e a “consciência infeliz” de Hegel, as “noluntas” de Schopenhauer, etc.). Tudo isso é muito explicável, quando se leva em conta o motivo mais importante: o panteísmo essencial que está na base não apenas do romantismo filosófico, mas de todo romantismo alemão. De fato, dada a concepção panteísta, o “infinito” romântico, que no rigor da verdade é propriamente o indefinido e o indeterminado, é sempre um infinito “naturalístico” e não espiritual, espacial e temporal, mundano, “histórico”; assim, é sempre um finito real, mesmo que seja um finito que se estenda até o infinito. Portanto, tanto o “sonho” como a “liberdade”, o “espírito” ou “natureza”, mesmo em sua infinitude, estão sempre ao nível da realidade finita; isto é, considerando-se o imanentismo e o panteísmo, se a natureza se adequa ao espírito, o espírito também se adequa à natureza. Negada a transcendência, por imenso que possa ser o “sonho”, seu conteúdo não pode ser mais que algo finito, mesmo que se dê por todo o universo humano e físico. Isso explica a evasão para um “paraíso” fictício ou artificial. O romântico “se evade”, “sai para fora” da realidade, com a qual está descontente, sem nunca conseguir “estar fora”, que é a condição do “êxtase”, típico do teísta, enquanto a evasão é própria do panteísmo, do panteísmo dinâmico característico do romantismo filosófico. A evasão romântica é típica de quem não é cristão e nem ao menos sabe ser homem. Portanto, não é de estranhar que quem não sabe ser homem, queira ser Deus, colocar-se “mais além do humano”. E, de fato, Nietzsche, também romântico, apesar de pertencer a uma geração que já não era romântica, traduz a ânsia romântica de absoluto e de totalidade no mito do super-homem.

  • O PERFEITO OFERECIMENTO – Scott Hahn medita sobre o 2º Domingo do Tempo Comum

    Na Primeira Leitura de hoje, Jesus fala através do profeta Isaías. Ele nos fala da missão que lhe foi dada pelo Pai desde o útero materno: “’Tu és o meu servo’, Ele me disse”. Servo e Filho, nosso Senhor foi enviado para comandar um novo êxodo: elevar as tribos exiladas de Israel, reunindo-as e resgatando-as para Deus. Mais do que isso, ele deveria ser uma luz para as nações, para que a salvação de Deus chegasse aos confins da terra (Atos 13, 46-47). Antes do primeiro êxodo, um cordeiro foi oferecido em sacrifício e seu sangue impresso nas portas dos israelitas. O sangue do cordeiro identificou seus lares e o Senhor os poupou, ao executar o julgamento contra os egípcios (Êxodo 12, 1-23, 27). No novo êxodo, Jesus é o “Cordeiro de Deus”, como João o vê no Evangelho de hoje (1 Coríntios 5, 7; 1 Pedro 1, 18-19). É o que Nosso Senhor canta no Salmo deste domingo. Ele veio, diz-nos, para oferecer Seu corpo e fazer a vontade de Deus (Hebreus 10, 3-13). Os sacrifícios, oblações, holocaustos e oferecimentos pelos pecados, feitos após o primeiro êxodo, não tinham poder para tirar os pecados (Hebreus 10, 4). Eles foram feitos para não salvar, mas ensinar (Gálatas 3,24). Ao oferecer esses sacrifícios, as pessoas deveriam aprender a se sacrificar, pois foram criadas para o culto de Deus, para se oferecerem livremente ao Senhor e se deleitarem em Sua vontade. Somente Jesus poderia fazer aquela oferta perfeita de si mesmo. E, por meio de Seu sacrifício, Ele nos deu ouvidos abertos à obediência, tornou possível ouvirmos o chamado do Pai à santidade, como Paulo diz na Epístola de hoje. Jesus nos tornou filhos de Deus, batizados no sangue do Cordeiro (Apocalipse 7,14). E devemos unir nosso sacrifício ao Seu, oferecendo nossos corpos — nossas vidas — como sacrifícios vivos no culto espiritual da Missa (Romanos 12, 1). https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/perfect-offering-scott-hahn-reflects-on-the-second-sunday-in-ordinary-time/

  • Olhar de Santa Dulce impressiona em obra inaugurada nesta sexta-feira

    Painel foi produzido por Eduardo Kobra e fica na fachada do Shopping Barra Foram os tambores da banda Didá que deram o tom inicial da festa. As meninas foram convidadas para fazer a inauguração do painel que homenageia uma das mulheres mais importantes da história da Bahia, Santa Dulce dos Pobres. Enquanto isso, o artista plástico Eduardo Kobra subia cerca de 15 metros com a ajuda de um guindaste para assinar a obra feita na fachada do Shopping Barra, nesta sexta-feira (17). Dulce tinha 1,47 m de altura, mas nas mãos do artista se tornou uma gigante de 33 metros. O painel tem 9 metros de largura e reproduz a imagem da santa abraçando uma criança, um ato maternal muito comum da mulher que teve coragem para desafiar a igreja. Aos olhos da sobrinha dela e superintendente das Obras Sociais Irmã Dulce, Maria Rita Pontes, é o olhar que torna a imagem mais marcante. “É uma linda homenagem, feita em tão poucos dias. Agora, Santa Dulce vai fazer parte das obras de Kobra divulgadas internacionalmente, então, é uma honra. Amei o resultado, principalmente, esse olhar dela porque, de onde a gente está, parece que ela está olhando para a gente. Um olhinho mais fechado que é do abraço e que ele teve muita sensibilidade em retratar. Ficou fantástico”, disse. Kobra abusou das cores, como é uma marca do artista, e construiu uma Dulce bem brasileira. Autor de diversas obras nos cinco continentes, entre elas figuras como Martin Luther King, Madre Teresa de Calcutá, John Lennon, Alfred Nobel, Bob Marley e Nelson Mandela, ele contou que pintar a primeira santa brasileira foi um desafio. “Minha ideia é que não seja apenas uma pintura, mas que as pessoas passem todos os dias e se lembrem desse exemplo de pessoa, exemplo de vida, de afeto, carinho, solidariedade e amor pelo próximo que foi irmã Dulce”, disse. E completou. “Foram dez dias de trabalho, das 8h às 20h. Fiz toda uma pesquisa histórica e iconográfica para encontrar as melhores imagens para conseguir fazer essa releitura. Foram vários estudos para chegar nesse resultado”, afirmou. O método de produção de Eduardo Kobra é intenso. E foi o sobe e desce frenético do artista no guindaste que chamou a atenção da diretora de marketing da Enashopp, empresa que administra o shopping, Mirela Cubilhas, durante os últimos dias. “A gente está muito feliz com o resultado. Ao longo desse período, foram muitas emoções diferentes porque a gente via um sonho se tornando realidade. Foi um trabalho de mais de um ano desde a ideia até virar uma realidade. Ele surpreendeu todas as expectavas. E o método de trabalho dele é impressionante. Ele descia, atravessava a rua para ver como estava a obra. Voltava, descia de novo e olhava por outro ângulo. Foi lindo”, afirmou. Desde que o painel com a imagem de Santa Dulce dos Pobres começou a ser pintado, na semana passada, o assunto ganhou as redes sociais, os grupos de Whatsapp e as rodas de conversa. É difícil encontrar alguém que não tenha visto o painel pessoalmente ou através da tela do celular. A promotora de vendas Rafaela Souza, 36 anos, foi uma das pessoas que pararam para admirar a obra. “É uma homenagem muito linda. Santa Dulce foi um exemplo para todos nós, de dedicação e amor. Minha família é católica e ficamos muito felizes com a canonização dela. Além de deixar a cidade mais bonita, esse painel reforça a importância das atitudes dela de carinho e amor ao próximo”, afirmou. Santa Dulce passou a vida ajudando doentes e necessitados a ter esperança em um mundo melhor e mais colorido, mas, dessa vez, será ela quem vai receber olhares admirados e atraídos pelas cores.   Fonte: www.correio24horas.com.br

  • Olhar de Santa Dulce impressiona em obra inaugurada nesta sexta-feira

    Painel foi produzido por Eduardo Kobra e fica na fachada do Shopping Barra Foram os tambores da banda Didá que deram o tom inicial da festa. As meninas foram convidadas para fazer a inauguração do painel que homenageia uma das mulheres mais importantes da história da Bahia, Santa Dulce dos Pobres. Enquanto isso, o artista plástico Eduardo Kobra subia cerca de 15 metros com a ajuda de um guindaste para assinar a obra feita na fachada do Shopping Barra, nesta sexta-feira (17). Dulce tinha 1,47 m de altura, mas nas mãos do artista se tornou uma gigante de 33 metros. O painel tem 9 metros de largura e reproduz a imagem da santa abraçando uma criança, um ato maternal muito comum da mulher que teve coragem para desafiar a igreja. Aos olhos da sobrinha dela e superintendente das Obras Sociais Irmã Dulce, Maria Rita Pontes, é o olhar que torna a imagem mais marcante. “É uma linda homenagem, feita em tão poucos dias. Agora, Santa Dulce vai fazer parte das obras de Kobra divulgadas internacionalmente, então, é uma honra. Amei o resultado, principalmente, esse olhar dela porque, de onde a gente está, parece que ela está olhando para a gente. Um olhinho mais fechado que é do abraço e que ele teve muita sensibilidade em retratar. Ficou fantástico”, disse. Kobra abusou das cores, como é uma marca do artista, e construiu uma Dulce bem brasileira. Autor de diversas obras nos cinco continentes, entre elas figuras como Martin Luther King, Madre Teresa de Calcutá, John Lennon, Alfred Nobel, Bob Marley e Nelson Mandela, ele contou que pintar a primeira santa brasileira foi um desafio. “Minha ideia é que não seja apenas uma pintura, mas que as pessoas passem todos os dias e se lembrem desse exemplo de pessoa, exemplo de vida, de afeto, carinho, solidariedade e amor pelo próximo que foi irmã Dulce”, disse. E completou. “Foram dez dias de trabalho, das 8h às 20h. Fiz toda uma pesquisa histórica e iconográfica para encontrar as melhores imagens para conseguir fazer essa releitura. Foram vários estudos para chegar nesse resultado”, afirmou. O método de produção de Eduardo Kobra é intenso. E foi o sobe e desce frenético do artista no guindaste que chamou a atenção da diretora de marketing da Enashopp, empresa que administra o shopping, Mirela Cubilhas, durante os últimos dias. “A gente está muito feliz com o resultado. Ao longo desse período, foram muitas emoções diferentes porque a gente via um sonho se tornando realidade. Foi um trabalho de mais de um ano desde a ideia até virar uma realidade. Ele surpreendeu todas as expectavas. E o método de trabalho dele é impressionante. Ele descia, atravessava a rua para ver como estava a obra. Voltava, descia de novo e olhava por outro ângulo. Foi lindo”, afirmou. Desde que o painel com a imagem de Santa Dulce dos Pobres começou a ser pintado, na semana passada, o assunto ganhou as redes sociais, os grupos de Whatsapp e as rodas de conversa. É difícil encontrar alguém que não tenha visto o painel pessoalmente ou através da tela do celular. A promotora de vendas Rafaela Souza, 36 anos, foi uma das pessoas que pararam para admirar a obra. “É uma homenagem muito linda. Santa Dulce foi um exemplo para todos nós, de dedicação e amor. Minha família é católica e ficamos muito felizes com a canonização dela. Além de deixar a cidade mais bonita, esse painel reforça a importância das atitudes dela de carinho e amor ao próximo”, afirmou. Santa Dulce passou a vida ajudando doentes e necessitados a ter esperança em um mundo melhor e mais colorido, mas, dessa vez, será ela quem vai receber olhares admirados e atraídos pelas cores.   Fonte: www.correio24horas.com.br

  • Católicos promovem abaixo-assinado contra Samba da Mangueira: uma blasfêmia contra Cristo

    Católicos de toda parte do Brasil assinaram este abaixo-assinado contra mais uma ofensa gravíssima a Nosso Senhor Jesus Cristo neste carnaval. Rosto negro, sangue índio, corpo de mulher Moleque pelintra no Buraco Quente Meu nome é Jesus da Gente Essa é uma das estrofes do samba-enredo da Mangueira. Nesses últimos anos, não há Carnaval em que a Face Sagrada de Cristo não seja ultrajada, agredida, sempre em nome da “liberdade de expressão”. No ano passado, uma escola de samba de São Paulo fez um desfile em que Nosso Senhor era derrotado pelo demônio. Agora, a Mangueira, uma das maiores escolas de samba do Brasil, decide também atacar o cristianismo. A pretexto de exaltar as pessoas mais humildes, conspurca a figura do Homem-Deus. Não é por acaso que um defensor desse samba afirmou que ele é o “mais potente, o mais subversivo … cartão de Natal das populações vulnerabilizadas” e ” voz dos povos subalternizados (indígenas, negros, mulheres, gays, trans, etc…)“. Assine a petição que será enviada à Mangueira e deixe sua posição de repúdio a mais essa blasfêmia. Nós não podemos nos omitir. Diante de Deus e dos homens, teremos feito a nossa parte. Clique aqui para assinar Leia também: Blasfêmia: Carnaval 2020 terá Maria Madalena LGBT e Nossa Senhora de Luto em desfile Petição criada pelos católicos Senhores responsáveis pelo samba-enredo da Mangueira em 2020, Nós, abaixo-assinados, deixamos consignada nossa repulsa por esse samba de 2020 que conspurca a figura sagrada de Nosso Senhor Jesus O Brasil não é apenas um país cuja enorme maioria da população é católica e cristã, mas também tem uma legislação que protege a Fé contra o vilipêndio, contra o escárnio, contra o deboche feito a pessoas e objetos de culto. Estou certo de que a população brasileira saberá rejeitar não apenas esse samba, mas também a “escola” responsável pela sua divulgação. Uma “escola de samba” que se tornará, assim, cúmplice de uma blasfêmia diante de Deus e dos homens. Para assinar, clique aqui. #Carnaval

  • Católicos promovem abaixo-assinado contra Samba da Mangueira: uma blasfêmia contra Cristo

    Católicos de toda parte do Brasil assinaram este abaixo-assinado contra mais uma ofensa gravíssima a Nosso Senhor Jesus Cristo neste carnaval. Rosto negro, sangue índio, corpo de mulher Moleque pelintra no Buraco Quente Meu nome é Jesus da Gente Essa é uma das estrofes do samba-enredo da Mangueira. Nesses últimos anos, não há Carnaval em que a Face Sagrada de Cristo não seja ultrajada, agredida, sempre em nome da “liberdade de expressão”. No ano passado, uma escola de samba de São Paulo fez um desfile em que Nosso Senhor era derrotado pelo demônio. Agora, a Mangueira, uma das maiores escolas de samba do Brasil, decide também atacar o cristianismo. A pretexto de exaltar as pessoas mais humildes, conspurca a figura do Homem-Deus. Não é por acaso que um defensor desse samba afirmou que ele é o “mais potente, o mais subversivo … cartão de Natal das populações vulnerabilizadas” e ” voz dos povos subalternizados (indígenas, negros, mulheres, gays, trans, etc…)“. Assine a petição que será enviada à Mangueira e deixe sua posição de repúdio a mais essa blasfêmia. Nós não podemos nos omitir. Diante de Deus e dos homens, teremos feito a nossa parte. Clique aqui para assinar Leia também: Blasfêmia: Carnaval 2020 terá Maria Madalena LGBT e Nossa Senhora de Luto em desfile Petição criada pelos católicos Senhores responsáveis pelo samba-enredo da Mangueira em 2020, Nós, abaixo-assinados, deixamos consignada nossa repulsa por esse samba de 2020 que conspurca a figura sagrada de Nosso Senhor Jesus O Brasil não é apenas um país cuja enorme maioria da população é católica e cristã, mas também tem uma legislação que protege a Fé contra o vilipêndio, contra o escárnio, contra o deboche feito a pessoas e objetos de culto. Estou certo de que a população brasileira saberá rejeitar não apenas esse samba, mas também a “escola” responsável pela sua divulgação. Uma “escola de samba” que se tornará, assim, cúmplice de uma blasfêmia diante de Deus e dos homens. Para assinar, clique aqui. #Carnaval

  • ENTENDA A ORAÇÃO DO PAI NOSSO COM A EXPLICAÇÃO DO VENERÁVEL BISPO FULTON SHEEN

    Entenda a oração do Pai Nosso com a explicação do Venerável Bispo Fulton Sheen "Eis como deveis rezar: PAI NOSSO, que estais no céu, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso Reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aos que nos ofenderam; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal." (São Mateus 6:9-13) Assista ao Vídeo: Leia o livro Rumo à Felicidade, de Fulton Sheen: http://bit.ly/2Pl2wSp Fontes: Gabriel Zavitoski

  • CORRECTIO FILIALIS DE HAERESIBUS PROPAGATIS - UMA CORREÇÃO FILIAL EM RELAÇÃO À PROPAGAÇÃO DE HERESIA

    Uma carta de vinte e cinco páginas, assinada por 40 clérigos católicos e acadêmicos leigos, foi enviada ao Papa Francisco no dia 11 de agosto de 2017. O Santo Padre não deu qualquer resposta e o documento foi tornado público no dia 24 de setembro de 2017. RESUMO DA “CORRECTIOFILIALIS” Uma carta de vinte e cinco páginas, assinada por 40 clérigos católicos e acadêmicos leigos, foi enviada ao Papa Francisco no dia 11 de agosto último. Como até o momento o Santo Padre não deu qualquer resposta, o documento é tornado público hoje, 24 de setembro de 2017, Festa de Nossa Senhora das Mercês e da Virgem de Walsingham (Norfolk, Inglaterra, 1061). Com o título latino“Correctiofilialis de haeresibus propagagatis” (literalmente, “Uma correção filial em relação à propagação de heresias”), a carta ainda está aberta à adesão de novos signatários, já tendo sido firmada até o momento por 62 clérigos e acadêmicos de 20 países, representando também outros que não carecem da liberdade de expressão necessária. Nela se afirma que o Papa, através de sua Exortação apostólica Amoris laetitia, bem como de outras palavras, atos e omissões a ela relacionados, manteve sete posições heréticas referentes ao casamento, à vida moral e à recepção dos sacramentos,resultando na difusão das mesmas no interior da Igreja Católica. Essas sete heresias são expostas pelos signatários em latim, a língua oficial da Igreja. Esta carta de correção contém três partes principais. Na primeira, os signatários explicam a razão pela qual lhes assiste, como fiéis católicos praticantes, o direito e o dever de emitir tal correção ao Sumo Pontífice. –– Porque a lei da Igreja exige das pessoas competentes que elas rompam o silêncio ao verem que os pastores estão desviando o seu rebanho. Isso não implica nenhum conflito com o dogma católico da infalibilidade papal, porquanto a Igreja ensina que, para que as declarações de um Papa possam ser consideradas infalíveis, ele deve antes observar critérios muito estritos. O Papa Francisco não observou esses critérios. Não declarou que essas posições heréticas constituem ensinamentos definitivos da Igreja, nem afirmou que os católicos devem acreditar nelas com o assentimento próprio da fé. A Igreja ensina que nenhum Papa pode declarar que Deus lhe revelou qualquer nova verdade nas quais os católicos deveriam acreditar. A segunda parte da carta é fundamental, uma vez que contém a própria “correção”. Nela se enumeram as passagens em que Amoris laetitia insinua ou encoraja posições heréticas, e depois as palavras, atos e omissões do Papa Francisco que mostram, além de qualquer dúvida razoável, que ele deseja que os católicos interpretem essas passagens de uma maneira que é, de fato, herética. Em particular, o Pontífice apoiou direta ou indiretamente a crença de que a obediência à Lei de Deus pode ser impossível ou indesejável e que a Igreja deve às vezes aceitar o adultério como um comportamento compatível com a vida de um católico praticante. A última parte, chamada “Nota de Esclarecimento”, discute duas causas desta crise singular. Uma delas é o “Modernismo”. Teologicamente falando, o Modernismo é a crença de que Deus não dotou a Igreja com verdades definitivas, as quais Ela deve continuar a ensinar exatamente do mesmo modo até o fim dos tempos. Os modernistas afirmam que Deus se comunica apenas com as experiências humanas sobre as quais os homens podem refletir, de modo a fazerem asserções diferentes sobre Deus, a vida e a religião; mas essas declarações são apenas provisórias, e nunca dogmas imutáveis. O Modernismo foi condenado pelo Papa São Pio X no início do século XX, mas renasceu em meados desse século. A grande e contínua confusão causada pelo Modernismo na Igreja Católica obriga os signatários a descrever o verdadeiro significado de “fé”, “heresia”, “revelação” e “magistério”. Uma segunda causa da crise é a aparente influência das ideias de Martinho Lutero sobre o Papa Francisco. A carta mostra como Lutero, fundador do protestantismo, teve ideias sobre o casamento, o divórcio, o perdão e a lei divina que correspondem às que o Papa promoveu através de suas palavras, atos e omissões. A Correctio filialis também destaca os elogios explícitos e sem precedentes que o Papa Francisco fez do heresiarca alemão. Os signatários não se aventuram a julgar o grau de consciência com que o Papa Francisco propagou as sete heresias que enumeram, mas insistem respeitosamente para que condene tais heresias, as quais ele sustentou direta ou indiretamente. Os signatários professam sua lealdade à Santa Igreja Católica, assegurando ao Papa suas orações e solicitando-lhe a Bênção apostólica. VEJA O DOCUMENTO Veja os Comentários de Helga Maria Saboia Bezerra, do Canal DESDE ESPAÑA Fontes: Correctio Filialis

  • ROBERTO DE MATTEI ESCREVE SOBRE A COABITAÇÃO DOS DOIS PAPAS

    [O historiador italiano Roberto de Mattei, no recente artigo “Il vero pasticcio è la coabitazione dei due Papi”, escreve sobre a polêmica que explodiu após a publicação do livro sobre o celibato sacerdotal do cardeal Sarah e Bento XVI, confirmando a situação de dolorosa confusão que a Igreja enfrenta hoje. No trecho extraído do artigo, chama a atenção para um grave erro teológico do Papa Bento.] (…) Desse episódio, no entanto, surge uma confusão muito mais grave, que é a da coabitação inatural, no Vaticano, dos dois papas, especialmente quando um deles, Bento XVI, depois de renunciar ao pontificado, mantém seu nome, conserva a veste branca, oferece a bênção apostólica, que é privilégio do Sumo Pontífice e, mais uma vez, quebra o silêncio a que se tinha votado. Em uma palavra, ele se considera papa, embora “emérito”. Esta situação é consequência de um grave erro teológico do cardeal Ratzinger. Preservando o título de papa emérito, como acontece com os bispos, ele parece acreditar que a ascensão ao pontificado confere um caráter indelével semelhante ao do sacerdote. Na realidade, existem apenas três graus sacramentais do sacerdócio: diaconato, presbiterado e episcopado. O pontificado pertence a outra hierarquia da Igreja — a de jurisdição ou governo —, da qual constitui o ápice. Quando eleito, o papa recebe o cargo de jurisdição suprema, mas não um sacramento indelével. O sacerdócio não se perde nem com a morte, porque subsiste “in aeternum”. Em vez disso, pode-se “perder” o pontificado, não apenas com a morte, mas também no caso de renúncia voluntária ou de heresia manifesta e notória. Caso renuncie a ser pontífice, o papa deixa de sê-lo: não possui mais o direito de vestir-se de branco ou de conceder a bênção apostólica. Do ponto de vista canônico, ele já não é nem mesmo cardeal, mas volta a ser um simples bispo. A menos que sua renúncia seja inválida: mas isso, no caso de Bento XVI, deve ser comprovado. De fato, o título de papa hoje é atribuído tanto a Francisco como a Bento, mas certamente um deles é abusivo, porque apenas um pode ser o papa da Igreja.(…) https://www.corrispondenzaromana.it/il-vero-pasticcio-e-la-coabitazione-dei-due-papi/

  • O ROMANTISMO REVOLUCIONÁRIO NA VISÃO DO CRÍTICO MARXISTA ANTONIO CANDIDO

    [O professor e crítico literário Antônio Cândido era marxista e foi um dos idealizadores do PT. Ninguém lhe superou na deplorável esquerdização das letras acadêmicas no Brasil. No final dos anos 80 do século passado, ofereceu um curso de pós-graduação na UNESP, campus de Assis, sobre as origens românticas da modernidade. “Romantismo e modernidade” era o nome do curso, se não me engano, a que assisti com prazer (era o meu primeiro ano como professor do Departamento de Literatura daquela instituição); afinal, o professor era bom, simpático, bem humorado, e as ideias interessantes, mesmo para quem não simpatizava com nenhum dos dois movimentos culturais estudados. Foi com boa surpresa que encontrei o texto do curso, em revista on-line da Universidade Nacional Autônoma do México. Tirei do ensaio os trechos que me pareceram mais representativos do assunto focalizado, e que, embora escritos por um socialista que apreciava o caráter revolucionário do romantismo, podem ser lidos pela ótica contrária: revelam como boa parte dos terríveis problemas modernos já estavam lá, em estado potencial, no aparentemente ingênuo sentimentalismo romântico.] * ESPÍRITO DE NEGATIVIDADE. “O Romantismo foi o começo de uma literatura aberta às mudanças, ao aderir ao presente, não ao passado, num momento de rápidas mudanças técnicas e sociais. Isso foi se acentuando até as vanguardas do século XX, que privilegiaram a mudança incessante, orientada por um inconformismo permanente que se manifestou pela negação de conceitos, valores e procedimentos. A partir dessa verificação procurarei mostrar que uma das grandes fontes da modernidade nas literaturas do Ocidente foi o que se pode chamar de negatividade, a meu ver um dos traços românticos mais interessantes. Entendo aqui este termo em sentido amplo, abrangendo tanto os temas quanto as formas de expressão que manifestam aquilo que é o oposto, o avesso do que se espera. “Sou o espírito que nega” —é como o demônio se define no Fausto, de Goethe. No meu conceito há um pouco disso. Penso no gosto romântico pelo que está no outro lado, pelo modo ou a coisa que contrariam, pelo sentimento que se opõe, pelo ato que parece ir contra a corrente. Exemplos: o túmulo que se opõe à casa; a ruína que se opõe à construção; a decadência que se opõe ao apogeu; a noite que se opõe ao dia; o sono que se opõe à vigília; a anormalidade que se opõe à normalidade; o mal que se opõe ao bem; o texto fragmentário que se opõe ao texto completo; o poema sem sentido que se opõe ao poema com sentido. No final, a morte que se opõe à vida. Estes são tipos de negatividade cultivados pelos românticos como opções preferenciais.” “Aquilo que em outros momentos aparece dissolvido em diversos contextos, se reúne no Romantismo para formar um maciço de negatividade, que influirá na literatura como indecisão expressional, recusa dos sentimentos convencionais, gosto pelo inacabado, sentimento de vazio e falta de significado, chegando à noção de absurdo e a um discurso cujo objeto parece ter sofrido uma espécie de corrosão que ameaça destruí-lo.” * O SATANISMO ROMÂNTICO. Entre os temas, poucos atingiram mais profundamente a sensibilidade média dos escritores e dos leitores do que os ligados ao satanismo, isto é, a negação revoltosa contra os padrões sociais, a vontade de afirmar o contrário do que é preconizado, o gosto pela vida irregular, fora da norma, chegando ao gosto pela crueldade. * ROMANTISMO E SADISMO. No limite do satanismo encontramos o sadismo, traço típico de negatividade, pois subordina algo tão positivo quanto o prazer a algo extremamente negativo, como é a dor. Na literatura romântica o sadismo é frequente, seja descrito concretamente como prática, portanto se manifestando visivelmente no nível do comportamento, seja como componente obscuro, recessivo na alma de cada um. Sabemos que Baudelaire é uma ponte entre o Romantismo e a modernidade, e não há dúvida de que foi um dos mais notáveis incorporadores do sadismo à poesia do seu tempo. * ROMANTISMO E INCONSCIENTE. “No Romantismo, a noite é vista como momento privilegiado. Não é apenas ambiente favorável ao sobrenatural e ao insólito, mas é também correlativo dos estados da alma, equivalendo a um modo de ser ligado ao inconsciente, às raízes profundas da personalidade. Por sua vez, o sono aparece, na noite, não como alternativa da vigília, mas como fonte eventual de uma existência diferente, que se manifesta sobretudo no sonho, “uma segunda vida”, como diz o famoso texto de Gérard de Nerval. Devido a esse contexto, entra na literatura a exploração cada vez mais profunda do inconsciente, o respeito pelas camadas ocultas da personalidade, que podem ser uma negação de tudo o que parecemos ser. Este é um dos filões mais ricos da modernidade, que se expandirá no século XX como elemento central de muitas obras, convergindo com a psicanálise, que marca todo o século, e chegando a predominar em tendências como o Surrealismo.” * RELATIVISMO HISTÓRICO. “(…) a força corrosiva do tempo (…) é obsessão marcante dos românticos, conscientes de que a vida das sociedades é relativa a ele e se altera conforme ele.” * TENDÊNCIA AO FRAGMENTÁRIO. “Passando dos temas aos procedimentos formais, ou, por outras plavras, passando à negatividade na forma, depois de tê-la mencionado no conteúdo, pode ser destacada a tendência à composição fragmentária, que é mais interessante do ponto de vista crítico e é um traço de origem romântica.” “(…) na literatura romântica a palavra parece sentir-se inferior à natureza e aos sentimentos, incapaz de descrevê-los ou exprimi-los de maneira adequada, como se fosse impotente. Um lugar-comum do Romantismo é a afirmação que o essencial, o mais importante, não pode ser expresso, porque está sempre além da palavra. Daí uma espécie de fuga, de renúncia à expressão plena, que aparece nos protestos de incapacidade por parte do escritor, na preferência pela sugestão em lugar da designação, no gosto pela elipse e a interrupção, no uso das linhas pontilhadas para sugerir que o texto é truncado, por não ser capaz de alcançar a plenitude expressional. Ao cabo desta tendência surge o fragmento, traço que se definiu no Romantismo e se tornou princípio estético importante nas tendências que vieram depois.” “(…) Estes procedimentos se desenvolveram em tendências posteriores ao Romantismo e são frequentes no Simbolismo, chegando a assumir posição por vezes dominadora nas vanguardas do século XX. No século XX as vanguardas de certo modo entronizaram o fragmento, que seria na opinião de muitos a solução adequada para exprimir o mundo em que vivemos, graças à descontinuidade do discurso. O fragmento deixou de ser então na literatura um episódio mais ou menos importante de composição, para se tornar um procedimento privilegiado.” “(…) a escrita fragmentária me parece um caso de negatividade criadora, que é uma das marcas do espírito romântico legada aos nossos dias.” http://www.journals.unam.mx/index.php/acel/article/view/31656

  • A reação do Poder Global contra o Papa Bento XVI e o Cardeal Sarah

    Veja nesta análise como o Poder Global tenta destruir os que se colocam em seu caminho … Assista neste vídeo: #CardealSarah #PapaBentoXVI

  • A reação do Poder Global contra o Papa Bento XVI e o Cardeal Sarah

    Veja nesta análise como o Poder Global tenta destruir os que se colocam em seu caminho … Assista neste vídeo: #CardealSarah #PapaBentoXVI

  • Por 2000 anos tentam destruir a fé cristã

    Há mais de 2000 anos as pessoas se empenham de várias formas para tentar exterminar o cristianismo da face da terra. No passado, perseguiram a Cristo e seus discípulos, pensando assim silenciar a mensagem do Reino dos céus. Nos primeiros séculos, os cristãos primitivos foram feitos de espetáculos em arenas, martirizados das formas mais violentas possíveis, satisfazendo o desejo de sangue dos ‘odiadores’ de Deus. Hoje, não temos somente a perseguição física – que ainda ocorre em muitos países do Oriente Médio e África – mas também existe a perseguição intelectual, que atua principalmente no campo da cultura. Programas, músicas, séries e novelas, buscam de diversas formas invalidar doutrinas bíblicas através do deboche e escárnio, principalmente no campo da moral. Buscam deslegitimar as verdades de Deus, para poderem assim, se entregar aos seus desejos pecaminosos sem culpa. Querem desconstruir o evangelho, e criar um deus a sua própria imagem e semelhança. Não suportam em ouvir a verdade, de fato, dizem que ela nem mesmo existe, mas contradizem-se, ao querer expor como verdadeiro seu próprio relativismo. Em nome da “tolerância” moderna, praticam os atos mais intoleráveis de desrespeito e agravos a religião. De Jesus gay à Maria abortista, a ânsia sórdida dos pagãos modernos em tentar desconstruir o que não conhecem é o exemplo que a perseguição migrou das arenas aos palcos. Mas não há nada novo debaixo do sol. Das arenas de Roma a perseguição ganhou o mundo. A história nos mostra a religião cristã começou sendo perseguida, foi durante séculos e ainda é objeto do ódio do homem. Isso nos mostra que as palavras de Cristo continuam válidas; fomos, somos e seremos odiados por amor ao nome Dele. O ódio pelo cristianismo é grande, mas a promessa de Deus é maior; “as portas do inferno não prevalecerão.” Século após século, centenas de milhares de incrédulos se empenharam na missão de destruir o cristianismo e fracassaram. Muitos, aliás, tentando provar o cristianismo como falso, se tornaram cristãos, pois não puderam resistir a verdade do evangelho e a graça de Cristo. Com todos esses ataques, o máximo que essas pessoas conseguiram foi o mesmo que uma pessoa conseguiria se tentasse esvaziar o mar com um conta gotas, apenas um esforço infantil e inútil. Os detratores do cristianismo tiveram seu destino, o esquecimento. Mas o nome de Jesus continua firme e vivo, mesmo após 2000 anos. Em cada canto desse imenso mundo, seu nome já foi pregado, cantado, escrito, e por muitas vezes até xingado. Todo mundo ocidental foi construído com base em seus ensinamentos. Tudo que conhecemos por civilização sofreu imenso impacto por suas palavras. Da literatura à ciência, da arte à arquitetura, tudo foi transformado pelo evangelho. Mas o lugar na história para seus blasfemadores modernos está reservado juntamente com os seus companheiros pagãos antigos, o nada, o esquecimento, a nulidade histórica, o inferno. Diz a lenda que, quando um monarca francês propôs a perseguição aos cristãos em seu território, um idoso estadista e militar lhe disse: ‘Majestade, a Igreja de Deus é uma bigorna que tem gasto muitos martelos’. E essa bigorna vem resistindo a todo tipo de ataque durante séculos, e cada vez se mostra mais forte e verdadeira, e tem se tornando uma grande pedra no sapato dos seus críticos . Não se preocupe com as blasfêmias, com os ataques e as injúrias, pois isso são apenas sinais manifestos do ódio daqueles que são escravos do pecado. As trevas odeiam a Luz, pois ela ilumina o seu erro. Nosso papel como cristão é orar pelos que nos perseguem, na esperança que encontrem a libertação do erro através do evangelho de Cristo. O fundamento da Igreja é eterno, e nunca será destruído. Impérios já tiveram o seu auge e seu fim. Reis e imperadores tiveram sua glória e foram esquecidos. Mas o nome de Jesus Cristo permanece. Um dia, tudo que foi produzido pelo homem perecerá e tornará ao pó, mas o nome de Jesus ecoará por toda eternidade. “Ao que está assentado no trono e ao Cordeiro sejam o louvor, a honra, a glória e o domínio pelos séculos dos séculos!” (Apocalipse 5:13) ——————————————- Ramon Serrano

  • Dois seminaristas estão ensinando Cantos em Latim no Youtube

    Dois jovens seminaristas estão ensinando o mundo a cantar em Latim através de um meio ultramoderno: o YouTube. Os seminaristas, Alexandre Frezzato e Stefan Ansinger, estudam na Universidade de Fribourg, na Suíça. Sua Ordem Dominicana tem mais de 800 anos e possui uma rica tradição musical de hinos em latim, usados ​​para fazer belas liturgias.  Os seminaristas descobriram que, em muitos lugares, esses cânticos latinos foram substituídos por música mais branda. Eles ansiavam por tradição, mas, em vez de reclamar, simplesmente começaram a trabalhar. Eles levaram seus laptops com eles. Usando um iPhone e um software de edição disponível on-line, eles viajaram para antigos mosteiros de pedra, onde a acústica é particularmente boa. Depois de ensaiar os cânticos, os seminaristas simplesmente pressionaram o rec (botão gravar). O resultado é o   OPChant  , uma rica biblioteca de vídeos que qualquer pessoa pode usar gratuitamente. Eles começaram em outubro de 2019 e já lançaram dezenas de faixas com interpretações claras dos cânticos latinos, gravados no cenário arrebatador das capelas históricas do mosteiro. A princípio, os seminaristas supuseram que seus vídeos seriam apreciados apenas por outros dominicanos e amadores de cânticos. Para sua alegria, o canal decolou como um foguete. Eles reuniram mais de 5500 inscritos em menos de dez semanas, com muitos milhares de visualizações e um catálogo cada vez maior de vídeos. Qualquer pessoa que esteja disposta a aprender é bem-vinda para se inscrever, mas todo mundo quer aproveitar a beleza da música antiga. O canal é diferente de qualquer outra coisa online. Embora existam muitos lugares para ouvir canto latino na internet, este é o único canal que o ensina de maneira sistemática. Na descrição abaixo de cada vídeo, há um link para um PDF da partitura com todas as palavras. Todos são convidados a baixar a música e acompanhar, aprendendo a cantar com os seminaristas. O canal também é excepcional porque segue o calendário litúrgico da igreja. Os seminaristas começaram no mês anterior ao Advento, que é o começo do ano da Igreja. Eles lançam pelo menos um vídeo por semana, cronometrando-os para que os alunos possam aprender a música antes que ela seja solicitada na liturgia. Por exemplo, todos os antífonas do Advento foram colocados online nas últimas seis semanas. Em 2020, eles passaram a música para a temporada de Natal e além. Tudo foi feito para tornar acessível a todos a mensagem teológica e a profunda beleza do canto latino. Embora as palavras estejam em latim, as descrições e explicações são inteiramente em inglês. O canal inclui um endereço de contato e centenas de usuários escreveram para os seminaristas em busca de ajuda. Eles estão felizes em responder. Ao  se inscrever , você está expressando seu apoio à beleza e à história na liturgia da Igreja. Além disso, seguir o   OPC h ant   é uma chance de formar um relacionamento verdadeiramente pessoal com essa poderosa forma de oração que definiu a Igreja por séculos. Quando um novo vídeo é publicado, ele é solicitado espontaneamente a fazer uma pausa por um momento e oração. Quando os assinantes usam a música fornecida e cantam, eles trazem os benefícios do canto latino para suas próprias vidas: oração e mediação espiritual, mas também benefícios para a saúde física, como pressão arterial baixa, maior clareza mental e respirações mais profundas.  Para aqueles que são católicos há muito tempo, cantar uma oração ajuda a colocar as palavras da Bíblia sob uma nova luz impressionante. O cenário musical dos cânticos e da língua latina ajuda aqueles que ouvem e cantam a redescobrir o incrível poder da passagens bem conhecidas das Escrituras. Os irmãos pensam que o canto deles ajuda a cumprir a profecia de Isaías: “Naquele dia os surdos ouvirão as palavras de um livro, e da escuridão e escuridão os olhos dos cegos verão”. (29:18) Os irmãos Stefan e Alexandre pedem que você se inscreva. Qualquer pessoa, em qualquer nível, pode acompanhar a jornada pelo tesouro musical da Igreja. A  inscrição  é tão fácil quanto   acessar o OPChant  , clicar no botão vermelho “inscrever-se” e clicar na campainha para receber notificações. Nunca foi tão fácil aprender a cantar em latim. Tradução de Catholic Exchange

  • Dois seminaristas estão ensinando Cantos em Latim no Youtube

    Dois jovens seminaristas estão ensinando o mundo a cantar em Latim através de um meio ultramoderno: o YouTube. Os seminaristas, Alexandre Frezzato e Stefan Ansinger, estudam na Universidade de Fribourg, na Suíça. Sua Ordem Dominicana tem mais de 800 anos e possui uma rica tradição musical de hinos em latim, usados ​​para fazer belas liturgias.  Os seminaristas descobriram que, em muitos lugares, esses cânticos latinos foram substituídos por música mais branda. Eles ansiavam por tradição, mas, em vez de reclamar, simplesmente começaram a trabalhar. Eles levaram seus laptops com eles. Usando um iPhone e um software de edição disponível on-line, eles viajaram para antigos mosteiros de pedra, onde a acústica é particularmente boa. Depois de ensaiar os cânticos, os seminaristas simplesmente pressionaram o rec (botão gravar). O resultado é o   OPChant  , uma rica biblioteca de vídeos que qualquer pessoa pode usar gratuitamente. Eles começaram em outubro de 2019 e já lançaram dezenas de faixas com interpretações claras dos cânticos latinos, gravados no cenário arrebatador das capelas históricas do mosteiro. A princípio, os seminaristas supuseram que seus vídeos seriam apreciados apenas por outros dominicanos e amadores de cânticos. Para sua alegria, o canal decolou como um foguete. Eles reuniram mais de 5500 inscritos em menos de dez semanas, com muitos milhares de visualizações e um catálogo cada vez maior de vídeos. Qualquer pessoa que esteja disposta a aprender é bem-vinda para se inscrever, mas todo mundo quer aproveitar a beleza da música antiga. O canal é diferente de qualquer outra coisa online. Embora existam muitos lugares para ouvir canto latino na internet, este é o único canal que o ensina de maneira sistemática. Na descrição abaixo de cada vídeo, há um link para um PDF da partitura com todas as palavras. Todos são convidados a baixar a música e acompanhar, aprendendo a cantar com os seminaristas. O canal também é excepcional porque segue o calendário litúrgico da igreja. Os seminaristas começaram no mês anterior ao Advento, que é o começo do ano da Igreja. Eles lançam pelo menos um vídeo por semana, cronometrando-os para que os alunos possam aprender a música antes que ela seja solicitada na liturgia. Por exemplo, todos os antífonas do Advento foram colocados online nas últimas seis semanas. Em 2020, eles passaram a música para a temporada de Natal e além. Tudo foi feito para tornar acessível a todos a mensagem teológica e a profunda beleza do canto latino. Embora as palavras estejam em latim, as descrições e explicações são inteiramente em inglês. O canal inclui um endereço de contato e centenas de usuários escreveram para os seminaristas em busca de ajuda. Eles estão felizes em responder. Ao  se inscrever , você está expressando seu apoio à beleza e à história na liturgia da Igreja. Além disso, seguir o   OPC h ant   é uma chance de formar um relacionamento verdadeiramente pessoal com essa poderosa forma de oração que definiu a Igreja por séculos. Quando um novo vídeo é publicado, ele é solicitado espontaneamente a fazer uma pausa por um momento e oração. Quando os assinantes usam a música fornecida e cantam, eles trazem os benefícios do canto latino para suas próprias vidas: oração e mediação espiritual, mas também benefícios para a saúde física, como pressão arterial baixa, maior clareza mental e respirações mais profundas.  Para aqueles que são católicos há muito tempo, cantar uma oração ajuda a colocar as palavras da Bíblia sob uma nova luz impressionante. O cenário musical dos cânticos e da língua latina ajuda aqueles que ouvem e cantam a redescobrir o incrível poder da passagens bem conhecidas das Escrituras. Os irmãos pensam que o canto deles ajuda a cumprir a profecia de Isaías: “Naquele dia os surdos ouvirão as palavras de um livro, e da escuridão e escuridão os olhos dos cegos verão”. (29:18) Os irmãos Stefan e Alexandre pedem que você se inscreva. Qualquer pessoa, em qualquer nível, pode acompanhar a jornada pelo tesouro musical da Igreja. A  inscrição  é tão fácil quanto   acessar o OPChant  , clicar no botão vermelho “inscrever-se” e clicar na campainha para receber notificações. Nunca foi tão fácil aprender a cantar em latim. Tradução de Catholic Exchange

  • Coréia do Sul: católicos aumentam mais do que em qualquer outro lugar do mundo

    Foi um “segredo aberto” que as estatísticas confirmam hoje: o catolicismo está crescendo exponencialmente na Coréia do Sul. Mas não o suficiente para tocar os sinos. Embora haja hoje mais católicos e mais padres e missionários coreanos, a população católica está envelhecendo rapidamente, menos casamentos são celebrados, as pessoas assistem à missa menos no domingo e há uma diminuição entre os seminaristas. Tudo isso coloca novos desafios de evangelização que a Igreja Católica coreana está colocando como prioridade para esta nova década. Dados positivos Um relatório do Instituto Pastoral Católico Coreano, reproduzido pelo jornal The Korea Herald em 11 de janeiro, revela que nas últimas duas décadas (de 1999 a 2018) o número de católicos aumentou 48,6%. No final do segundo milênio, havia 3.946.844 católicos no país asiático, enquanto em 2018 havia 5.865.510. No entanto, o Instituto Pastoral alertou que o crescimento “desacelerou significativamente nos últimos anos”. Pela diocese, Suwon, ao sul da capital Seul, registrou a maior taxa de aumento de 89,1% no período de vinte anos, seguida por Daejeon na Coréia do Sul central, com 79,6%, e Uijeongbu, ao norte. da capital, com 78,9 por cento. Luzes de aviso No entanto, a taxa anual de crescimento dos católicos diminuiu gradualmente para menos de um por cento, o que mostra que há áreas de oportunidade para a Igreja Católica na década que está apenas começando. Segundo o relatório, em 2000 e 2001, a população católica cresceu 3,2 e 3,9 por cento, respectivamente, antes de cair para dois por cento até 2009. A taxa de crescimento caiu para 1,7% em 2010 e se recuperou brevemente para 2,2% em 2014 devido à visita do Papa Francisco. para a Coréia do Sul. Mas, novamente, caiu abaixo de um por cento para atingir 0,9 por cento em 2018. Maior proporção, menor presença Quanto ao resto, a proporção de católicos na população total da nação asiática aumentou de 8,3% para 11,1% no período 1999-2018. Mas a taxa de participação em serviços religiosos, considerada um indicador-chave da vida religiosa dos fiéis, caiu em mais de dez pontos percentuais: de 29,5% para 18,3% no período estudado. “A queda acentuada na taxa de participação massiva no domingo é notável. Todas as dioceses fizeram vários esforços para trazer de volta os cristãos mornos e revisar a igreja, mas qualquer mudança significativa ainda está por vir. O mesmo problema é repetido anualmente ”, é expresso no relatório reproduzido pelo The Korea Times. Católicos estão envelhecendo “É hora de refletir sobre nosso trabalho missionário atual e reconsiderar a direção da evangelização doméstica”, diz o Instituto Pastoral Católico, que reconheceu que “o rápido envelhecimento da população católica é outra mudança notável”. Entre 2003 e 2018, os católicos com menos de nove anos de idade e a adolescência se contraíram em 32,4% e 33,2%, respectivamente. Mas aqueles com 50, 60, 70 e 80 anos expandiram 76,9, 93, 117 e 251,6 por cento em cada uma das faixas etárias. Menos casamentos e mais padres O crescimento dos primeiros anos e a diminuição dos últimos anos do período coberto pelo relatório refletem-se no número de casamentos realizados na Coréia do Sul que diminuiu 41,5%: de 24.227 em 1999 para 14.167 em 2018. No entanto, outro fato otimista é o aumento do número de padres coreanos. Nesta linha, o clero do país aumentou 52,2 por cento, de 2.972 para 4.456 de 1999 a 2018. Finalmente, o estudo aponta para outro fato negativo: o número de alunos do seminário caiu 17,7%, de 1.547 para 1.273. Mas o número de missionários no exterior enviados pela Igreja Católica coreana aumentou 204,2%, de 356 em 1999 para 1.083 em 2018. Via Aleteia

  • Coréia do Sul: católicos aumentam mais do que em qualquer outro lugar do mundo

    Foi um “segredo aberto” que as estatísticas confirmam hoje: o catolicismo está crescendo exponencialmente na Coréia do Sul. Mas não o suficiente para tocar os sinos. Embora haja hoje mais católicos e mais padres e missionários coreanos, a população católica está envelhecendo rapidamente, menos casamentos são celebrados, as pessoas assistem à missa menos no domingo e há uma diminuição entre os seminaristas. Tudo isso coloca novos desafios de evangelização que a Igreja Católica coreana está colocando como prioridade para esta nova década. Dados positivos Um relatório do Instituto Pastoral Católico Coreano, reproduzido pelo jornal The Korea Herald em 11 de janeiro, revela que nas últimas duas décadas (de 1999 a 2018) o número de católicos aumentou 48,6%. No final do segundo milênio, havia 3.946.844 católicos no país asiático, enquanto em 2018 havia 5.865.510. No entanto, o Instituto Pastoral alertou que o crescimento “desacelerou significativamente nos últimos anos”. Pela diocese, Suwon, ao sul da capital Seul, registrou a maior taxa de aumento de 89,1% no período de vinte anos, seguida por Daejeon na Coréia do Sul central, com 79,6%, e Uijeongbu, ao norte. da capital, com 78,9 por cento. Luzes de aviso No entanto, a taxa anual de crescimento dos católicos diminuiu gradualmente para menos de um por cento, o que mostra que há áreas de oportunidade para a Igreja Católica na década que está apenas começando. Segundo o relatório, em 2000 e 2001, a população católica cresceu 3,2 e 3,9 por cento, respectivamente, antes de cair para dois por cento até 2009. A taxa de crescimento caiu para 1,7% em 2010 e se recuperou brevemente para 2,2% em 2014 devido à visita do Papa Francisco. para a Coréia do Sul. Mas, novamente, caiu abaixo de um por cento para atingir 0,9 por cento em 2018. Maior proporção, menor presença Quanto ao resto, a proporção de católicos na população total da nação asiática aumentou de 8,3% para 11,1% no período 1999-2018. Mas a taxa de participação em serviços religiosos, considerada um indicador-chave da vida religiosa dos fiéis, caiu em mais de dez pontos percentuais: de 29,5% para 18,3% no período estudado. “A queda acentuada na taxa de participação massiva no domingo é notável. Todas as dioceses fizeram vários esforços para trazer de volta os cristãos mornos e revisar a igreja, mas qualquer mudança significativa ainda está por vir. O mesmo problema é repetido anualmente ”, é expresso no relatório reproduzido pelo The Korea Times. Católicos estão envelhecendo “É hora de refletir sobre nosso trabalho missionário atual e reconsiderar a direção da evangelização doméstica”, diz o Instituto Pastoral Católico, que reconheceu que “o rápido envelhecimento da população católica é outra mudança notável”. Entre 2003 e 2018, os católicos com menos de nove anos de idade e a adolescência se contraíram em 32,4% e 33,2%, respectivamente. Mas aqueles com 50, 60, 70 e 80 anos expandiram 76,9, 93, 117 e 251,6 por cento em cada uma das faixas etárias. Menos casamentos e mais padres O crescimento dos primeiros anos e a diminuição dos últimos anos do período coberto pelo relatório refletem-se no número de casamentos realizados na Coréia do Sul que diminuiu 41,5%: de 24.227 em 1999 para 14.167 em 2018. No entanto, outro fato otimista é o aumento do número de padres coreanos. Nesta linha, o clero do país aumentou 52,2 por cento, de 2.972 para 4.456 de 1999 a 2018. Finalmente, o estudo aponta para outro fato negativo: o número de alunos do seminário caiu 17,7%, de 1.547 para 1.273. Mas o número de missionários no exterior enviados pela Igreja Católica coreana aumentou 204,2%, de 356 em 1999 para 1.083 em 2018. Via Aleteia

  • O que as Escrituras e a Doutrina da Igreja Dizem sobre o Homossexualismo?

    Vários ” católicos ” Lgbt, a despeito das condenações da Igreja ao pecado contra a natureza da sodomia, vem argumentar  que ” Jesus nunca condenou Gays ! ” . Esse argumento é fraco, pois Jesus deixou claro que não veio abolir a lei e sim levá-la a perfeição. Antigamente, por exemplo , era permitido o divórcio e o adultério era só físico. Nosso Senhor ,então,esclareceu que não era do agrado de Deus um Divórcio e que só de olhar para uma mulher ou homem e desejá-la(o) sexualmente a pessoa já é passível de ir pro inferno , ou seja , JESUS FOI MAIS RIGOROSO do que a lei anterior! Não faz sentido ele aprovar um pecado que foi descrito em Levitico que causa ” abominação ” a Deus , mas não bastando isso… Jesus CONDENOU SIM A SODOMIA! E o próprio Magistério e as Escrituras também. No presente texto mostraremos algumas revelações de Santos, documentos Magisteriais e passagens das Escrituras sobre o assunto Numa aparição que fez a Mística Santa Catarina de Sena , narrada em seu livro ” O Diálogo ” Nosso Senhor falou da aversão que sente do Homossexualismo Sodomitas causam náuseas para nosso Senhor e são desprezados até pelo diabo. Santa Catarina de Siena, a grande mística religiosa do século XIV, transmitiu as palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo sobre o pecado do Homossexualismo, que contaminou alguns dos clérigos em seu tempo, o Renascimento. Referindo-se aos ministros sagrados que cometiam este pecado, Ele disse a ela: “Eles [os sodomitas ] não apenas não conseguem resistir à fraqueza [da natureza humana caída] … mas eles pioram quando cometem o pecado amaldiçoado contra a natureza. Como o cego e o estúpido, tendo diminuído a luz do entendimento deles, eles não reconhecem a doença e a miséria em que se encontram. Por isso, isso não só me provoca náusea, mas é desagradável mesmo para os próprios demônios que essas criaturas depravadas escolheram como seus senhores. Para mim, esse pecado contra a natureza é tão abominável que, por isso, apenas cinco cidades foram destruídas em virtude do julgamento da Minha Divina Justiça, que não poderia mais suportar a sua iniqüidade … É desagradável para os demônios, não porque o mal desagrada-los ou porque eles acham prazer no bem, mas sim porque sua natureza é angélica e fogem ao ver que um pecado tão repulsivo seja cometido. Pois, certamente, é o diabo que primeiro atinge o pecador com a flecha envenenada da concupiscência, no entanto, quando um homem realmente realiza um ato tão pecaminoso, o diabo vai embora.” Traduzido de http://www.traditioninaction.org/religious/n010rp_Homosexual_%20St.%20Cath.Siena.htm Bíblia Segundo este versículo, fica claro que Deus é contra que a sociedade aceite este pecado de qualquer modo: “[Deus] condenou à destruição e reduziu a cinzas as cidades de Sodoma e Gomorra para servir de exemplo aos ímpios do porvir” II Pe 2:6 “Por isso Deus os entregou a paixões vergonhosas, as suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza. Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu desvario” Rm 1:26-27 Papa São Pio V ( 1568) “Aquele horrendo crime, pelo qual as cidades corruptas e obscenas [Sodoma e Gomorra] foram queimadas por condenação divina, nos enche de amarga dor e nos estimula veementemente a reprimi-lo com o maior zelo possível. Com toda a razão o 5° Concílio de Latrão (1512-1517) estabelece que todo membro do clero apanhado na prática do vício contra a natureza, pelo qual a cólera divina caiu sobre os filhos da iniquidade, seja despojado das ordens clericais ou obrigado a fazer penitência em um mosteiro (c.4, X, V, 31 ). Para que o contágio de tão grande flagelo não se propague com maior audácia valendo-se da impunidade, que é o maior incentivo ao pecado, e a fim de castigar mais severamente os clérigos culpados desse nefando crime que não estejam aterrorizados com a morte da alma, decidimos que eles sejam castigados pela autoridade secular, que faz cumprir a lei. Portanto, com o desejo de adotar com maior vigor o que decretamos desde o início do Nosso Pontificado (Bula Cum Primum). estabelecemos que todo sacerdote ou membro do clero, seja secular ou regular, de qualquer grau ou dignidade. que cometa esse horrível crime. por força da presente lei seja privado de todo privilégio clerical, ofício, dignidade e benefício eclesiástico; e que, uma vez degradado pelo juiz eclesiástico, seja entregue à autoridade civil para receber a mesma punição que a lei reserva aos leigos que se lançaram nesse abismo” [1]. Catecismo Maior de São Pio X “963) Quais são os pecados que bradam ao Céu e pedem vingança a Deus? Os pecados que bradam ao Céu e pedem vingança a Deus são quatro: 1º homicídio voluntário; 2º pecado impuro contra a natureza; 3º opressão dos pobres, principalmente órfãos e viúvas; 4º não pagar o salário a quem trabalha. 964) Por que se diz que estes pecados pedem vingança a Deus? Diz-se que estes pecados pedem vingança a Deus, porque o diz o Espírito Santo, e porque a sua malícia é tão grave e manifesta, que provoca o mesmo Deus a puni-los com os mais severos castigos”. Código de Direito Canônico de 1917 “Os leigos que tenham sido legitimamente condenados por delitos contra o sexto mandamento, cometidos com menores que não tenham chegado aos dezesseis anos de idade, ou por estupro, sodomia, incesto, lenocínio, são ipso facto infames, ademais de outras penas que o Ordinário queira impor-lhes” (cânon 2357. 1). O cânon 2358 prevê que clérigos de ordens menores (os que não são ainda subdiáconos ou acima) sejam punidos “até pela dispensa do estado clerical”. Com relação aos clérigos de ordens mais elevadas (diácono, sacerdote e bispo): ”Se cometeram um crime contra o sexto mandamento com um menor de 16 anos de idade, ou cometeram adultério, estupro, bestialidade, sodomia, lenocínio, ou incesto com consanguíneos ou afins, serão suspensos de ordem, declarados infames, privados de qualquer ofício, benefício, dignidade ou cargo que possam ter, e em casos mais graves, serão depostos” (cânon 2359). João Paulo II “81. Ao ensinar a existência de atos intrinsecamente maus, a Igreja cinge-se à doutrina da Sagrada Escritura. O apóstolo Paulo afirma categoricamente: «Não vos enganeis: Nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem maldizentes, nem os que se dão à embriaguez, nem salteadores possuirão o Reino de Deus» (1 Cor 6, 9-10)” [2] Santo Agostinho (354-430) “As ofensas contrárias à natureza devem ser detestadas e punidas em todo o tempo e lugar. Assim aconteceu com os sodomitas, e todas as nações que as cometerem deveriam ser igualmente culpadas do mesmo crime ante a lei divina, pois Deus não fez os homens de tal modo que possam abusar um do outro daquele modo. A amizade que deve existir entre Deus e nós é violada quando a própria natureza, da qual Ele é autor, fica poluída pela perversão da luxúria” [5]. São João Crisóstomo (347-407) “Se zombais ao ouvir falar do inferno e não acreditais no seu fogo, lembrai-vos de Sodoma. Muitos não acreditariam no que acontecerá após a ressurreição, mas se ouvem falar agora de um fogo inextinguível, Deus os conduz a pensar corretamente através das coisas presentes. Considerai quão grande foi o pecado, para forçar aquele incêndio destruidor e o aparecimento do inferno antes do tempo! Aquela chuva [de enxofre] foi o oposto da chuva comum. Mas se ela era fora do comum, as relações sexuais eram também contrárias à natureza; se ela inundou a terra, a luxúria havia feito o mesmo com as almas deles. Aquela chuva não estimulou o seio da terra a produzir frutos, mas além disso tornou-a inútil para receber a semente. As relações sexuais dos homens tornaram também seus corpos mais inúteis que a própria terra de Sodoma. Há algo mais detestável e mais execrável do que um homem que se prostitui?” [4]. [1] Bula Horrendum illud scelus, Bullarium Romanum Vol.4, Cap.3, p.33 [2] Veritatis Splendor, 6 de agosto de 1993 [4] IV Homilia sobre Romanos 1:26-27 [5] Confissões, Livro III, Cap.8, No.15 Poderíamos colocar muitas outras citações, mas essas bastam. É importante entender que a condenação a Sodomia é antes de tudo um ato de Caridade. Esse ato hediondo conduz Almas para o inferno e desagrada muito a Deus. É dever de um católico defender a doutrina da Igreja contra esse vício contrário a natureza pelo bem das Almas de todos.

  • FEMINISMO E CINEMA – Pierre Mylestin

    O progressismo tem não sei quê de fundamentalmente surrealista, e é em seu seio que engorda o feminismo (uso o termo seio, aqui, sem nenhuma intenção transgressora, como seria lícito esperar do homem que escreve essas poucas linhas: machista, branco, católico, de menos de 50 anos). O feminismo, o primeiro dos transhumanismos que, depois de Maio de 68, lidera o combate por justiça social, empreende a castração definitiva de um patriarcalismo fantasmagórico. Do lado de lá do Atlântico, e em breve será aqui na França, os Social Justice Warriors [soldados da justiça social], SJW para os íntimos, já tomaram de assalto os estúdios de Hollywood com seus grupelhos ideológicos, nascidos do ventre fecundo do dito progressismo e amamentado nos campi universitários americanos. Até recentemente, o cinema tinha conhecido duas grandes revoluções. A primeira foi a passagem do preto e branco ao colorido. A segunda, com o seu engajamento acentuadamente antirracista, foi a passagem do colorido ao negro… Como dois avanços nunca vêm sozinhos, uma terceira revolução se impõe: à saga da mestiçagem obrigatória, tanto nas grandes como nas pequenas telas, introduz-se agora a revolução LGBT, com as cores do arco-íris. Esta última se traduz pela produção, bem financiada, de reprises cinematográficas de antigos filmes de ação e super-heróis masculinos, sob a palavra de ordem do “assumam o clitóris!”, com o macho devidamente substituído pela fêmea emancipada e conscientizadora, numa lista cada vez mais ampliada de franquias cinematográficas representando ostensivamente o papel do Get Woke [acordar]. Get Woke, em dialeto progressista, é a tomada de consciência de certas injustiças que o homem branco tenta impor pelo viés patriarcalista: o conservadorismo, o racismo, a concepção tradicional de gênero, a “xeno-trans-homo-climato-Greta-etc-fobia” (ou qualquer outra injustiça social inerente a esse maldito patriarcalismo). É a oligarquia LGBTófila que, pela propaganda, monopoliza agora a agenda ideológica da sociedade, utilizando todos os formatos midiáticos imagináveis, incluindo-se os jogos eletrônicos, os quadrinhos e evidentemente as plataformas de streaming [sites de assinatura de filmes] generosamente subsidiadas por nossas assinaturas. É o caso da Disney, que impele a doutrinação divulgando a seguinte advertência, no início de seus filmes: “culturalmente datados”; ou da Netflix, que ousa retratar um Cristo homossexual e a Virgem Maria como uma mulher comum. A lista é longa: vai de As panteras [refilmagem de Charlie’s Angels, dos anos 70], Oito Mulheres e um Segredo [Ocean’s 8, sequência da trilogia Ocean’s de Steven Soderbergh], até o último O exterminador do futuro e os últimos episódios da saga Guerra nas estrelas; fala-se de um Zorro feminino e de uma reprise de Clube da Luta [Fight Club, de 1999), agora com grandes decotes e saltos altos. Em 2018, a Disney sofreu um prejuízo estimado em quase 480 milhões de dólares. Salvo algumas poucas exceções, a maioria da xaropada produzida depois da ‘questão Weinstein’ [acusações de abuso sexual contra o produtor de cinema Harvey Weinstein], verte gotas de moralismo no molho Me Too [movimento politicamente correto contra o assédio sexual], doura no forno a diversidade cultural — e tudo muito bem mergulhado no molho esquerdista. Get Woke, Go Broke! [Literalmente: tomem consciência e irão à falência. Frase cunhada em perspectiva conservadora, para alertar empresas que aderem ao politicamente correto e o risco de sofrerem financeiramente com isso]. Além de serem muito caricaturais para serem credíveis, essas histórias engajadas na cruzada social estão antecipadamente condenadas ao insucesso, porque a aceitação de uma obra pelo público depende mais do simbólico que a obra veicula, dos elementos inconscientes com que esta seduz, do que às admoestações explícitas e recorrentes da parte da casta artística e intelectual. Já nos bons e velhos tempos da propaganda marxista-leninista, os escritores comunistas dos anos 50 compreenderam que deviam veicular sua mensagem às escondidas, de forma subliminar, ao invés de fazê-la aparecer de maneira ostensiva na história. O agente Ripley em Alien, Mary Poppins ou mesmo Maria em A noviça rebelde eram mais verossímeis, bem mais “sexy” que todas essas desleixadas feministas que pregam um comunitarismo não-binário [além do padrão masculino-feminino] e obcecadas pela toxicidade intrínseca do macho branco. Jeanne la pucelle [Joana a virgem, de 1994, sobre Santa Joana d’Arc] é substituída por uma Angelina Jolie lésbica e “poliamorosa”. Outra época, outros padrões… Esta veleidade de marginalizar os homens, em tais feministas cegas em seu ódio pelo macho branco e católico, se traduz felizmente por uma contra reação: a de mulheres que se recusam a ver seus “homens” e seus filhos tratados com desprezo tão evidente, porque a promoção irracional de uma ideologia societária se choca sempre com as lições do mundo real — esse real trágico, sem disfarce nem maquiagem, em que os heróis masculinos que foram morrer em combate raramente respeitaram a paridade de gêneros. https://www.lesalonbeige.fr/feminisme-et-cinema/

  • Livro de Sarah e Bento XVI sobre celibato seria um ataque ao Papa Francisco?

    Assim que foi anunciado que Bento XVI e do Cardeal Robert Sarah tinha publicado um livro defendendo o celibato sacerdotal, eles foram acusados de atacar o papa Francis. Em seu rosto, era uma acusação estranha. O próprio Papa Francisco defendeu a norma do celibato, enquanto se pergunta se são possíveis exceções ampliadas. E longe de criticar Francisco, Bento e Sarah escrevem “em espírito de obediência filial, ao Papa Francisco”. Mas na Igreja de hoje, qualquer afirmação clara da ortodoxia é interpretada como um desafio à autoridade do Papa Francisco. Esse é um fato preocupante, do qual Benedict e Sarah estão bem cientes. “Queremos manter-nos afastados de tudo o que possa prejudicar a unidade da Igreja”, escrevem eles na introdução Das profundezas de nossos corações: Sacerdócio, Celibato e Crise na Igreja Católica . “Brigas pessoais, manobras políticas, peças de poder, manipulações ideológicas e críticas cheias de amargura fazem o jogo do diabo – o divisor, o pai da mentira.” Mesmo enquanto sinalizam sua obediência, tanto Bento como Sarah sugerem que esse momento extraordinário exige uma resposta extraordinária dos leigos. Sarah observa com aprovação o exemplo de Santa Catarina de Siena. “Anteriormente, a fala era mais livre do que é hoje”, ele escreve. “É bom lembrar, a título de exemplo, a advertência enviada por Catarina de Siena a Gregório XI. … Que bispo, que papa se deixaria desafiar hoje com tanta veemência? Hoje, vozes ansiosas por polêmicas descreveriam imediatamente Catarina de Siena como inimiga do Papa ou como líder de seus oponentes. ” Bento e Sarah consideram seu “dever sagrado recordar a verdade sobre o sacerdócio católico. Por isso, toda a beleza da Igreja está sendo posta em causa. ”Este dever solene se estende a todos os cristãos. “É urgente e necessário que todos – bispos, padres e leigos – parem de se deixar intimidar pelos apelos mal feitos, pelas produções teatrais, pelas mentiras diabólicas e pelos erros da moda que tentam derrubar o celibato sacerdotal”, eles escrever. “Vamos falar com ousadia para professar a fé sem medo de sermos caridosos.” Isso nada mais é do que um chamado às armas – não pegar em armas mundanas, nem fraturar a unidade cristã com palavras amargas, mas manejar a espada do Espírito, que é a palavra de Deus. Portanto, o livro é dedicado a um conjunto de reflexões teológicas e pastorais, divididas em quatro partes: uma carta de Bento, uma carta de Sarah e uma introdução e conclusão em co-autoria. Bento, em sua carta, atribui o ataque ao celibato a um desprezo pela própria idéia do sacerdócio, inseparável de uma rejeição marcionita do Antigo Testamento. Em sua inimitável prosa lúcida, ele descreve como os costumes que envolviam a abstinência sexual no sacerdócio Aarônico prefiguravam a própria compreensão da Igreja sobre o celibato sacerdotal:Essa prefiguração do Antigo Testamento é cumprida nos sacerdotes da Igreja de uma maneira nova e mais profunda: eles devem viver apenas por Deus e por ele. São Paulo explica claramente o que isso implica concretamente. O apóstolo vive do que as pessoas lhe dão, porque ele mesmo lhes dá a Palavra de Deus, que é nosso pão autêntico e nossa verdadeira vida. No Antigo Testamento, os levitas renunciam à posse de terra. No Novo Testamento, essa privação é transformada e renovada: os padres, porque são radicalmente consagrados a Deus, renunciam ao casamento e à família. Leia também: O que um Católico sincero deve pensar sobre o pontificado do Papa Francisco? Bento também lembra comovente quando recebeu a tonsura. Nesse momento, ele deixou de ser leigo e se tornou um clérigo. Como parte do ritual, ele recitou as palavras Dominus pars hereditatis meae et calicis mei , um lembrete de que Deus – não terra, nem família – é a porção e o copo do sacerdote. O cardeal Sarah, aproveitando sua própria experiência de ministrar a vilarejos remotos que foram privados de padres sob a perseguição de Sékou Touré, conclui que “ordenar homens casados ​​seria uma catástrofe pastoral, levaria a confusão eclesiológica e obscureceria nossa compreensão do sacerdócio. Ele acredita que fornecer sacerdotes às aldeias carentes, ordenando homens casados, seria um ato de condescendência, privando-os do testemunho radical de um homem entregue inteiramente a Deus. “Imagino como teria sido a evangelização da minha aldeia se eles tivessem ordenado um homem casado como sacerdote”, escreve ele. “Certamente não seria padre hoje, porque o caráter radical da vida dos missionários é o que me atraiu.” Na opinião de Sarah, muitos padres católicos “se tornaram especialistas nos campos da atividade social, política ou econômica”, fornecendo o material e não as necessidades espirituais de suas acusações. “Tenho vergonha de admitir isso”, escreve ele, “mas os protestantes evangélicos às vezes são mais fiéis a Cristo do que nós”. Sarah ressalta que em seu próprio país, como no Japão depois que os missionários foram martirizados ou expulsos, os catequistas leigos preservaram a fé. E um elemento da fé que eles preservaram foi o sacerdócio celibatário. Os cristãos japoneses foram ensinados a procurar três sinais pelos quais conheceriam seus sacerdotes: “Eles serão celibatários, terão uma estátua de Maria, obedecerão ao Papa de Roma”. Este último ponto não se perde para Sarah, que não apenas mostra respeito por Francisco, mas (posso dizer por experiência própria) exorta os que o procuram com dúvidas e preocupações a fazer o mesmo. O celibato está sob ataque. Aqueles que procuram elevar a disciplina do celibato clerical citam exceções anteriores à regra como precedentes para suas demandas, mas, na verdade, esperam ir muito além . Sob seu esquema, a ordenação de homens casados ​​não seria a exceção, mas a norma. As reflexões de Bento demonstram que esse movimento carece de mandado teológico. As reflexões de Sarah mostram que falta justificativa pastoral. O que, então, pode estar motivando a mudança proposta? Vivemos não tanto em um mundo não-cristão como em um mundo pós-cristão, cheio de homens que se ressentem da Igreja por lembrá-los das verdades que abandonaram. Muitos clérigos ficam envergonhados com essa situação e procuram ocasiões para sinalizar seu desejo de que a Igreja rejeite seu ensino sexual, sua disciplina sobre o celibato e qualquer outra coisa que ofenda. Os oponentes da disciplina do celibato estão atendendo tanto a uma necessidade pastoral quanto a um desejo clerical – de paz com o mundo, nos termos do mundo. Como o mundo quer que obedeçamos a seus principados e poderes, ele odeia o celibato, um sinal de obediência radical a Deus. De maneiras diferentes, Bento e Sarah reconhecem que o celibato clerical não é uma disciplina arbitrária. É um sinal de que a Igreja se recusa a seguir a lógica deste mundo e, em vez disso, segue a lógica de um mundo em que os homens não se casam. Enquanto os cristãos forem tentados a idolatrar os poderes terrestres – partido, nação e mercado – não podemos dispensar esse sinal de lealdade à cidade celestial. Por Matthew Schmitz | First Things Leia também: O que um Católico sincero deve pensar sobre o pontificado do Papa Francisco? #CardealSarah #PapaBentoXVI #papafrancisco

  • Livro de Sarah e Bento XVI sobre celibato seria um ataque ao Papa Francisco?

    Assim que foi anunciado que Bento XVI e do Cardeal Robert Sarah tinha publicado um livro defendendo o celibato sacerdotal, eles foram acusados de atacar o papa Francis. Em seu rosto, era uma acusação estranha. O próprio Papa Francisco defendeu a norma do celibato, enquanto se pergunta se são possíveis exceções ampliadas. E longe de criticar Francisco, Bento e Sarah escrevem “em espírito de obediência filial, ao Papa Francisco”. Mas na Igreja de hoje, qualquer afirmação clara da ortodoxia é interpretada como um desafio à autoridade do Papa Francisco. Esse é um fato preocupante, do qual Benedict e Sarah estão bem cientes. “Queremos manter-nos afastados de tudo o que possa prejudicar a unidade da Igreja”, escrevem eles na introdução Das profundezas de nossos corações: Sacerdócio, Celibato e Crise na Igreja Católica . “Brigas pessoais, manobras políticas, peças de poder, manipulações ideológicas e críticas cheias de amargura fazem o jogo do diabo – o divisor, o pai da mentira.” Mesmo enquanto sinalizam sua obediência, tanto Bento como Sarah sugerem que esse momento extraordinário exige uma resposta extraordinária dos leigos. Sarah observa com aprovação o exemplo de Santa Catarina de Siena. “Anteriormente, a fala era mais livre do que é hoje”, ele escreve. “É bom lembrar, a título de exemplo, a advertência enviada por Catarina de Siena a Gregório XI. … Que bispo, que papa se deixaria desafiar hoje com tanta veemência? Hoje, vozes ansiosas por polêmicas descreveriam imediatamente Catarina de Siena como inimiga do Papa ou como líder de seus oponentes. ” Bento e Sarah consideram seu “dever sagrado recordar a verdade sobre o sacerdócio católico. Por isso, toda a beleza da Igreja está sendo posta em causa. ”Este dever solene se estende a todos os cristãos. “É urgente e necessário que todos – bispos, padres e leigos – parem de se deixar intimidar pelos apelos mal feitos, pelas produções teatrais, pelas mentiras diabólicas e pelos erros da moda que tentam derrubar o celibato sacerdotal”, eles escrever. “Vamos falar com ousadia para professar a fé sem medo de sermos caridosos.” Isso nada mais é do que um chamado às armas – não pegar em armas mundanas, nem fraturar a unidade cristã com palavras amargas, mas manejar a espada do Espírito, que é a palavra de Deus. Portanto, o livro é dedicado a um conjunto de reflexões teológicas e pastorais, divididas em quatro partes: uma carta de Bento, uma carta de Sarah e uma introdução e conclusão em co-autoria. Bento, em sua carta, atribui o ataque ao celibato a um desprezo pela própria idéia do sacerdócio, inseparável de uma rejeição marcionita do Antigo Testamento. Em sua inimitável prosa lúcida, ele descreve como os costumes que envolviam a abstinência sexual no sacerdócio Aarônico prefiguravam a própria compreensão da Igreja sobre o celibato sacerdotal:Essa prefiguração do Antigo Testamento é cumprida nos sacerdotes da Igreja de uma maneira nova e mais profunda: eles devem viver apenas por Deus e por ele. São Paulo explica claramente o que isso implica concretamente. O apóstolo vive do que as pessoas lhe dão, porque ele mesmo lhes dá a Palavra de Deus, que é nosso pão autêntico e nossa verdadeira vida. No Antigo Testamento, os levitas renunciam à posse de terra. No Novo Testamento, essa privação é transformada e renovada: os padres, porque são radicalmente consagrados a Deus, renunciam ao casamento e à família. Leia também: O que um Católico sincero deve pensar sobre o pontificado do Papa Francisco? Bento também lembra comovente quando recebeu a tonsura. Nesse momento, ele deixou de ser leigo e se tornou um clérigo. Como parte do ritual, ele recitou as palavras Dominus pars hereditatis meae et calicis mei , um lembrete de que Deus – não terra, nem família – é a porção e o copo do sacerdote. O cardeal Sarah, aproveitando sua própria experiência de ministrar a vilarejos remotos que foram privados de padres sob a perseguição de Sékou Touré, conclui que “ordenar homens casados ​​seria uma catástrofe pastoral, levaria a confusão eclesiológica e obscureceria nossa compreensão do sacerdócio. Ele acredita que fornecer sacerdotes às aldeias carentes, ordenando homens casados, seria um ato de condescendência, privando-os do testemunho radical de um homem entregue inteiramente a Deus. “Imagino como teria sido a evangelização da minha aldeia se eles tivessem ordenado um homem casado como sacerdote”, escreve ele. “Certamente não seria padre hoje, porque o caráter radical da vida dos missionários é o que me atraiu.” Na opinião de Sarah, muitos padres católicos “se tornaram especialistas nos campos da atividade social, política ou econômica”, fornecendo o material e não as necessidades espirituais de suas acusações. “Tenho vergonha de admitir isso”, escreve ele, “mas os protestantes evangélicos às vezes são mais fiéis a Cristo do que nós”. Sarah ressalta que em seu próprio país, como no Japão depois que os missionários foram martirizados ou expulsos, os catequistas leigos preservaram a fé. E um elemento da fé que eles preservaram foi o sacerdócio celibatário. Os cristãos japoneses foram ensinados a procurar três sinais pelos quais conheceriam seus sacerdotes: “Eles serão celibatários, terão uma estátua de Maria, obedecerão ao Papa de Roma”. Este último ponto não se perde para Sarah, que não apenas mostra respeito por Francisco, mas (posso dizer por experiência própria) exorta os que o procuram com dúvidas e preocupações a fazer o mesmo. O celibato está sob ataque. Aqueles que procuram elevar a disciplina do celibato clerical citam exceções anteriores à regra como precedentes para suas demandas, mas, na verdade, esperam ir muito além . Sob seu esquema, a ordenação de homens casados ​​não seria a exceção, mas a norma. As reflexões de Bento demonstram que esse movimento carece de mandado teológico. As reflexões de Sarah mostram que falta justificativa pastoral. O que, então, pode estar motivando a mudança proposta? Vivemos não tanto em um mundo não-cristão como em um mundo pós-cristão, cheio de homens que se ressentem da Igreja por lembrá-los das verdades que abandonaram. Muitos clérigos ficam envergonhados com essa situação e procuram ocasiões para sinalizar seu desejo de que a Igreja rejeite seu ensino sexual, sua disciplina sobre o celibato e qualquer outra coisa que ofenda. Os oponentes da disciplina do celibato estão atendendo tanto a uma necessidade pastoral quanto a um desejo clerical – de paz com o mundo, nos termos do mundo. Como o mundo quer que obedeçamos a seus principados e poderes, ele odeia o celibato, um sinal de obediência radical a Deus. De maneiras diferentes, Bento e Sarah reconhecem que o celibato clerical não é uma disciplina arbitrária. É um sinal de que a Igreja se recusa a seguir a lógica deste mundo e, em vez disso, segue a lógica de um mundo em que os homens não se casam. Enquanto os cristãos forem tentados a idolatrar os poderes terrestres – partido, nação e mercado – não podemos dispensar esse sinal de lealdade à cidade celestial. Por Matthew Schmitz | First Things Leia também: O que um Católico sincero deve pensar sobre o pontificado do Papa Francisco? #CardealSarah #PapaBentoXVI #papafrancisco

  • Carta secreta do Vaticano aos bispos: documento final do Sínodo Amazônico dentro de um mês

    A Exortação Apostólica deve ter o mesmo nome que o documento preparatório para o Sínodo: ‘Novos Caminhos para a Igreja e para uma Ecologia Integral’. ( LifeSiteNews ) – O papa quer publicar um documento final sobre o Sínodo Amazônico no início de fevereiro, se não no final de janeiro, de acordo com uma carta confidencial do Vaticano enviada aos bispos do mundo em 13 de janeiro de 2020 . A carta, que vazou para o LifeSiteNews e confirmada como autêntica, foi assinada pelo cardeal Claudio Hummes, relator geral do Sínodo na Amazônia. Informa aos prelados que outra carta chegará a eles dentro de 10 dias com mais instruções e que eles receberão uma cópia embargada da exortação antes de sua divulgação pública. A Exortação Apostólica deve ter o mesmo nome que o documento preparatório para o Sínodo: Novos Caminhos para a Igreja e para uma Ecologia Integral. A carta indica o conteúdo do documento final, fornecendo leitura para se preparar para a apresentação do documento. Sugere que uma conferência de imprensa com o bispo sobre a nova exortação inclua “um porta-voz indígena, se relevante em sua área, um líder pastor experiente (ordenado ou religioso, leigo ou leigo), um especialista em clima ou ecologia e um jovem envolvido no ministério de pares. ” Além disso, a carta também sugere preparação por meio da leitura de documentos, incluindo: Sínodo Especial sobre a Amazônia, DOCUMENTO FINAL , 26.10.2019 Papa Francisco, ENCONTRO COM PESSOAS INDÍGENAS DA AMAZÔNIA , Puerto Maldonado, 19.1.2018 Papa Francisco, ABERTURA DAS OBRAS DA ASSEMBLEIA ESPECIAL , 10.10.2019 Cardeal Cláudio Hummes, RELATÓRIO INTRODUTÓRIO do Relator Geral no Sínodo, 10.10.2019 Papa Francisco, discurso final ao Sínodo, 26.10.2019 Papa Francisco, LAUDATO SI ‘ , 2015, especialmente o capítulo 5, “Linhas de abordagem e ação” e o capítulo 6, “Educação ecológica e espiritualidade”

  • Carta secreta do Vaticano aos bispos: documento final do Sínodo Amazônico dentro de um mês

    A Exortação Apostólica deve ter o mesmo nome que o documento preparatório para o Sínodo: ‘Novos Caminhos para a Igreja e para uma Ecologia Integral’. ( LifeSiteNews ) – O papa quer publicar um documento final sobre o Sínodo Amazônico no início de fevereiro, se não no final de janeiro, de acordo com uma carta confidencial do Vaticano enviada aos bispos do mundo em 13 de janeiro de 2020 . A carta, que vazou para o LifeSiteNews e confirmada como autêntica, foi assinada pelo cardeal Claudio Hummes, relator geral do Sínodo na Amazônia. Informa aos prelados que outra carta chegará a eles dentro de 10 dias com mais instruções e que eles receberão uma cópia embargada da exortação antes de sua divulgação pública. A Exortação Apostólica deve ter o mesmo nome que o documento preparatório para o Sínodo: Novos Caminhos para a Igreja e para uma Ecologia Integral. A carta indica o conteúdo do documento final, fornecendo leitura para se preparar para a apresentação do documento. Sugere que uma conferência de imprensa com o bispo sobre a nova exortação inclua “um porta-voz indígena, se relevante em sua área, um líder pastor experiente (ordenado ou religioso, leigo ou leigo), um especialista em clima ou ecologia e um jovem envolvido no ministério de pares. ” Além disso, a carta também sugere preparação por meio da leitura de documentos, incluindo: Sínodo Especial sobre a Amazônia, DOCUMENTO FINAL , 26.10.2019 Papa Francisco, ENCONTRO COM PESSOAS INDÍGENAS DA AMAZÔNIA , Puerto Maldonado, 19.1.2018 Papa Francisco, ABERTURA DAS OBRAS DA ASSEMBLEIA ESPECIAL , 10.10.2019 Cardeal Cláudio Hummes, RELATÓRIO INTRODUTÓRIO do Relator Geral no Sínodo, 10.10.2019 Papa Francisco, discurso final ao Sínodo, 26.10.2019 Papa Francisco, LAUDATO SI ‘ , 2015, especialmente o capítulo 5, “Linhas de abordagem e ação” e o capítulo 6, “Educação ecológica e espiritualidade”

  • Cardeal Sarah divulga comunicado sobre polêmica de livro com Papa Bento XVI

    “Afirmo solenemente que Bento XVI sabia que o nosso projeto tomaria a forma de um livro. Posso dizer que trocamos várias provas para estabelecer as correções. Vou postar esta manhã um comunicado mais detalhado para restaurar a verdade.” Entenda o que está acontecendo, assista este vídeo: Leia o comunicado na Íntegra Comunicado de Sua Eminência o Senhor Cardeal Robert SARAH 14 de janeiro de 2020 No último dia 5 de setembro, após uma visita ao mosteiro Mater Ecclesiae, onde vive Bento XVI, escrevi ao Papa emérito para lhe pedir se possível que escrevesse um texto sobre o sacerdócio católico, com uma atenção particular a respeito do celibato. Expliquei-lhe que eu mesmo havia começado uma reflexão, em oração. E adicionei: “Imagino que o senhor pensaria que as suas reflexões poderiam não ser oportunas por conta das polêmicas que elas provocariam, talvez nos jornais, mas estou convencido que toda a Igreja tem necessidade deste dom, que poderia ser publicado no Natal ou no início do ano de 2020” Em 20 de setembro, o Papa emérito me agradeceu, ao me escrever que ele também, por sua vez, antes mesmos de ter recebido a minha carta, havia começado a escrever um texto a este respeito, mas que suas forças não lhe permitiriam mais redigir um texto teológico. Não obstante, minha carta o encorajava a retomar esse longo trabalho. Ele acrescentou que transmitiria o texto a mim assim que a tradução em língua italiana estivesse pronta. Em 12 de outubro, durante o sínodo dos bispos sobre a Amazônia, o Papa emérito me enviou sob confidencialidade um longo texto, fruto de seu trabalho meses. Ao constatar a amplitude deste escrito, tanto sobre o conteúdo quanto à forma, eu imediatamente considerei que ele não seria de se propor a um jornal ou a uma revista, tanto por seu volume como por sua qualidade. Então, imediatamente propus ao Papa emérito a publicação de um livro que seria um imenso bem para a Igreja, integrando o seu próprio texto e o meu. APós diversos intercâmbios em vista da elaboração do livro, eu, finalmente, enviei, em 19 de novembro, um manuscrito completo ao Papa emérito contendo, como havíamos decidido em comum acordo, a capa, uma introdução e uma conclusão comuns, o texto de Bento XVI e o meu próprio texto. Em 25 de novembro, o Papa emérito exprimiu sua grande satisfação a respeito dos textos redigidos em comum e adicionou isto: “De minha parte, estou de acordo de que o texto seja publicado na forma que o senhor previu”. Em 3 de dezembro, dirigi-me ao Mosteiro Mater Ecclesiae para agradecer mais uma vez o Papa emérito de me conceder tão grande confiança. Eu lhe expliquei que nosso livro seria impresso durante as férias de Natal, que seria lançado na quarta-feira, 15 de janeiro, e que, consequentemente, eu viria lhe trazer a obra no início de janeiro, após retornar de uma viagem ao meu país natal. A polêmica que visa há várias horas me manchar, ao insinuar que Bento XVI não fora informado da publicação do livro “Do mais profundo de nossos corações”, é profundamente abjeta. Eu perdoo sinceramente a todos que me caluniam ou que querem me opor ao Papa Francisco. Minha ligação com Bento XVI permanece intacta e minha obediência filial ao Papa Francisco absoluta. #CardealSarah #PapaBentoXVI

  • Cardeal Sarah divulga comunicado sobre polêmica de livro com Papa Bento XVI

    “Afirmo solenemente que Bento XVI sabia que o nosso projeto tomaria a forma de um livro. Posso dizer que trocamos várias provas para estabelecer as correções. Vou postar esta manhã um comunicado mais detalhado para restaurar a verdade.” Entenda o que está acontecendo, assista este vídeo: Leia o comunicado na Íntegra Comunicado de Sua Eminência o Senhor Cardeal Robert SARAH 14 de janeiro de 2020 No último dia 5 de setembro, após uma visita ao mosteiro Mater Ecclesiae, onde vive Bento XVI, escrevi ao Papa emérito para lhe pedir se possível que escrevesse um texto sobre o sacerdócio católico, com uma atenção particular a respeito do celibato. Expliquei-lhe que eu mesmo havia começado uma reflexão, em oração. E adicionei: “Imagino que o senhor pensaria que as suas reflexões poderiam não ser oportunas por conta das polêmicas que elas provocariam, talvez nos jornais, mas estou convencido que toda a Igreja tem necessidade deste dom, que poderia ser publicado no Natal ou no início do ano de 2020” Em 20 de setembro, o Papa emérito me agradeceu, ao me escrever que ele também, por sua vez, antes mesmos de ter recebido a minha carta, havia começado a escrever um texto a este respeito, mas que suas forças não lhe permitiriam mais redigir um texto teológico. Não obstante, minha carta o encorajava a retomar esse longo trabalho. Ele acrescentou que transmitiria o texto a mim assim que a tradução em língua italiana estivesse pronta. Em 12 de outubro, durante o sínodo dos bispos sobre a Amazônia, o Papa emérito me enviou sob confidencialidade um longo texto, fruto de seu trabalho meses. Ao constatar a amplitude deste escrito, tanto sobre o conteúdo quanto à forma, eu imediatamente considerei que ele não seria de se propor a um jornal ou a uma revista, tanto por seu volume como por sua qualidade. Então, imediatamente propus ao Papa emérito a publicação de um livro que seria um imenso bem para a Igreja, integrando o seu próprio texto e o meu. APós diversos intercâmbios em vista da elaboração do livro, eu, finalmente, enviei, em 19 de novembro, um manuscrito completo ao Papa emérito contendo, como havíamos decidido em comum acordo, a capa, uma introdução e uma conclusão comuns, o texto de Bento XVI e o meu próprio texto. Em 25 de novembro, o Papa emérito exprimiu sua grande satisfação a respeito dos textos redigidos em comum e adicionou isto: “De minha parte, estou de acordo de que o texto seja publicado na forma que o senhor previu”. Em 3 de dezembro, dirigi-me ao Mosteiro Mater Ecclesiae para agradecer mais uma vez o Papa emérito de me conceder tão grande confiança. Eu lhe expliquei que nosso livro seria impresso durante as férias de Natal, que seria lançado na quarta-feira, 15 de janeiro, e que, consequentemente, eu viria lhe trazer a obra no início de janeiro, após retornar de uma viagem ao meu país natal. A polêmica que visa há várias horas me manchar, ao insinuar que Bento XVI não fora informado da publicação do livro “Do mais profundo de nossos corações”, é profundamente abjeta. Eu perdoo sinceramente a todos que me caluniam ou que querem me opor ao Papa Francisco. Minha ligação com Bento XVI permanece intacta e minha obediência filial ao Papa Francisco absoluta. #CardealSarah #PapaBentoXVI

  • Cardeal Sarah sofre campanha de difamação após anúncio de livro com Bento XVI

    Após espalharem a informação, baseadas em fontes anônimas, que o Cardeal Sarah inventou que o papa Emérito Bento XVI é o co-autor do livro em defesa do celibato, o cardeal veio a público através de suas redes sociais apresentar provas, incluindo cartas enviadas pelo pontífice alemão sobre o assunto. (InfoCatólica) Embora Andrea Tornielli , diretora editorial do Dicastério para a Comunicação da Santa Sé, tenha assumido ontem que o livro  “Do fundo do coração” foi co-autor dos cardeais Robert Sarah e Bento XVI , Ele lançou uma campanha na mídia para garantir que o Papa Emérito não escrevesse ou aprovasse a publicação do trabalho. A campanha foi realizada no campo da língua espanhola, entre outros, pelos responsáveis ​​pela informação religiosa do jornal espanhol Abc , Juan Vicente Boo: Benedicto XVI nunca vio ni aprobó el libro que el cardenal Sarah presenta como de ambos https://t.co/iaD8xl9Z8G vía @ABC_Conocer — Juan Vicente Boo (@juanvicenteboo) 13 de janeiro de 2020 Do jornal argentino La Nación , Elisabetta Piqué: Una fuente muy cercana a #BenedictoXVI asegura que él no ha escrito el libro “a 4 manos” junto al cardenal Sarah y que no ha dado su autorización a que se publicara. Tan sólo le facilitó un escrito sobre el sacerdocio en el que estaba trabajando. Lo contamos en @linternacope pic.twitter.com/lq1mPLow6g — Eva Fernández (@evaenlaradio) 13 de janeiro de 2020 E Eva Fernández, correspondente no Vaticano da cadeia Cope , metade pertencente à Conferência Episcopal Espanhola: Una fuente muy cercana a #BenedictoXVI asegura que él no ha escrito el libro “a 4 manos” junto al cardenal Sarah y que no ha dado su autorización a que se publicara. Tan sólo le facilitó un escrito sobre el sacerdocio en el que estaba trabajando. Lo contamos en @linternacope pic.twitter.com/lq1mPLow6g— Eva Fernández (@evaenlaradio) 13 de janeiro de 2020 O correspondente da American Magazine no Vaticano, que foi a primeira mídia a sugerir uma farsa do cardeal Sarah, disse ontem que iria relatar brevemente a questão . Assim, Gerard O’Connell publica na America Magazine ( Revista Jesuíta) o primeiro fragmento da história que mais tarde foi reproduzido em diferentes mídias. As notícias da publicação iminente do livro surpreenderam o Vaticano, e ainda não se sabe se os autores haviam informado o Papa Francisco antes de seu projeto. Uma fonte do Vaticano (que pediu anonimato) disse aos Estados Unidos que ficou muito surpresa porque sabia que Bento XVI não é mais capaz de escrever fisicamente. Outra fonte (que também pediu para não ser identificada) disse que havia visitado o papa emérito nos últimos meses e observou que, embora a mente de Bento XVI esteja clara, ainda assim é difícil para ele iniciar uma conversa que dura mais de 15 minutos. Essas fontes se perguntaram como esse livro foi escrito. As notícias da publicação iminente do livro surpreenderam o Vaticano, e ainda não se sabe se os autores haviam informado o Papa Francisco antes de seu projeto. Uma fonte do Vaticano (que pediu anonimato) disse aos Estados Unidos que ficou muito surpreso porque sabia que Bento XVI não pode mais escrever fisicamente. Outra fonte (que também pediu para não ser identificada) disse que visitou o papa Emérito nos últimos meses e observou que, embora a mente de Bento XVI seja clara, é difícil para ele iniciar uma conversa que dura mais de 15 minutos. Essas fontes se perguntaram como este livro foi escrito. Horas depois, Juan Vicente Boo, no ABC, avança a primeira crônica passando a mesma informação que sua O livro de 175 páginas, intitulado “Das profundezas de nossos corações”, não só pegou o Vaticano de surpresa, como também é muito desconcertante porque, por mais de seis meses, Bento XVI não foi capaz de escrever e apenas falar como eles fizeram. pessoas verificadas que o visitam. Embora seja possível que ele mantenha a extraordinária lucidez mental que o caracterizou ao longo da vida, conversas imprecisas não costumam exceder dez minutos. As razões pelas quais Boo reduziu o tempo de atenção de 15 minutos de Bento XVI indicado por O’Connell para apenas 10 são desconhecidas. Seguindo o mesmo padrão, o jornalista de informação religiosa do jornal ABC e colaborador do jornal da diocese de Madri, Alfa e Omega prepara a segunda peça informativa citando “fontes [anônimas] muito próximas de Joseph Ratzinger”, assim como outras Meios de informação Diante de tudo isso, o cardeal Sarah divulgou ontem no Twitter parte da correspondência que Bento XVI lhe enviou em outubro e novembro passado e garante que amanhã (por hoje) ele falará, se necessário, para se defender da difamação que está sofrendo: Des attaques semblent insinuer un mensonge de ma part. Ces diffamations sont d’une gravité exceptionnelle. Je donne dès ce soir les premières preuves de ma proche collaboration avec Benoît XVI pour écrire ce texte en faveur du célibat. Je m’exprimerai demain si nécessaire. +RS pic.twitter.com/L8Q6NmkXKE — Cardinal R. Sarah (@Card_R_Sarah) 13 de janeiro de 2020 Os ataques parecem implicar uma mentira da minha parte. Essas difamações são de gravidade excepcional. Hoje à noite, dou a primeira evidência de minha estreita colaboração com Bento XVI para escrever este texto em favor do celibato. Falarei amanhã, se necessário. RS

  • Cardeal Sarah sofre campanha de difamação após anúncio de livro com Bento XVI

    Após espalharem a informação, baseadas em fontes anônimas, que o Cardeal Sarah inventou que o papa Emérito Bento XVI é o co-autor do livro em defesa do celibato, o cardeal veio a público através de suas redes sociais apresentar provas, incluindo cartas enviadas pelo pontífice alemão sobre o assunto. (InfoCatólica) Embora Andrea Tornielli , diretora editorial do Dicastério para a Comunicação da Santa Sé, tenha assumido ontem que o livro  “Do fundo do coração” foi co-autor dos cardeais Robert Sarah e Bento XVI , Ele lançou uma campanha na mídia para garantir que o Papa Emérito não escrevesse ou aprovasse a publicação do trabalho. A campanha foi realizada no campo da língua espanhola, entre outros, pelos responsáveis ​​pela informação religiosa do jornal espanhol Abc , Juan Vicente Boo: Benedicto XVI nunca vio ni aprobó el libro que el cardenal Sarah presenta como de ambos https://t.co/iaD8xl9Z8G vía @ABC_Conocer — Juan Vicente Boo (@juanvicenteboo) 13 de janeiro de 2020 Do jornal argentino La Nación , Elisabetta Piqué: Una fuente muy cercana a #BenedictoXVI asegura que él no ha escrito el libro “a 4 manos” junto al cardenal Sarah y que no ha dado su autorización a que se publicara. Tan sólo le facilitó un escrito sobre el sacerdocio en el que estaba trabajando. Lo contamos en @linternacope pic.twitter.com/lq1mPLow6g — Eva Fernández (@evaenlaradio) 13 de janeiro de 2020 E Eva Fernández, correspondente no Vaticano da cadeia Cope , metade pertencente à Conferência Episcopal Espanhola: Una fuente muy cercana a #BenedictoXVI asegura que él no ha escrito el libro “a 4 manos” junto al cardenal Sarah y que no ha dado su autorización a que se publicara. Tan sólo le facilitó un escrito sobre el sacerdocio en el que estaba trabajando. Lo contamos en @linternacope pic.twitter.com/lq1mPLow6g— Eva Fernández (@evaenlaradio) 13 de janeiro de 2020 O correspondente da American Magazine no Vaticano, que foi a primeira mídia a sugerir uma farsa do cardeal Sarah, disse ontem que iria relatar brevemente a questão . Assim, Gerard O’Connell publica na America Magazine ( Revista Jesuíta) o primeiro fragmento da história que mais tarde foi reproduzido em diferentes mídias. As notícias da publicação iminente do livro surpreenderam o Vaticano, e ainda não se sabe se os autores haviam informado o Papa Francisco antes de seu projeto. Uma fonte do Vaticano (que pediu anonimato) disse aos Estados Unidos que ficou muito surpresa porque sabia que Bento XVI não é mais capaz de escrever fisicamente. Outra fonte (que também pediu para não ser identificada) disse que havia visitado o papa emérito nos últimos meses e observou que, embora a mente de Bento XVI esteja clara, ainda assim é difícil para ele iniciar uma conversa que dura mais de 15 minutos. Essas fontes se perguntaram como esse livro foi escrito. As notícias da publicação iminente do livro surpreenderam o Vaticano, e ainda não se sabe se os autores haviam informado o Papa Francisco antes de seu projeto. Uma fonte do Vaticano (que pediu anonimato) disse aos Estados Unidos que ficou muito surpreso porque sabia que Bento XVI não pode mais escrever fisicamente. Outra fonte (que também pediu para não ser identificada) disse que visitou o papa Emérito nos últimos meses e observou que, embora a mente de Bento XVI seja clara, é difícil para ele iniciar uma conversa que dura mais de 15 minutos. Essas fontes se perguntaram como este livro foi escrito. Horas depois, Juan Vicente Boo, no ABC, avança a primeira crônica passando a mesma informação que sua O livro de 175 páginas, intitulado “Das profundezas de nossos corações”, não só pegou o Vaticano de surpresa, como também é muito desconcertante porque, por mais de seis meses, Bento XVI não foi capaz de escrever e apenas falar como eles fizeram. pessoas verificadas que o visitam. Embora seja possível que ele mantenha a extraordinária lucidez mental que o caracterizou ao longo da vida, conversas imprecisas não costumam exceder dez minutos. As razões pelas quais Boo reduziu o tempo de atenção de 15 minutos de Bento XVI indicado por O’Connell para apenas 10 são desconhecidas. Seguindo o mesmo padrão, o jornalista de informação religiosa do jornal ABC e colaborador do jornal da diocese de Madri, Alfa e Omega prepara a segunda peça informativa citando “fontes [anônimas] muito próximas de Joseph Ratzinger”, assim como outras Meios de informação Diante de tudo isso, o cardeal Sarah divulgou ontem no Twitter parte da correspondência que Bento XVI lhe enviou em outubro e novembro passado e garante que amanhã (por hoje) ele falará, se necessário, para se defender da difamação que está sofrendo: Des attaques semblent insinuer un mensonge de ma part. Ces diffamations sont d’une gravité exceptionnelle. Je donne dès ce soir les premières preuves de ma proche collaboration avec Benoît XVI pour écrire ce texte en faveur du célibat. Je m’exprimerai demain si nécessaire. +RS pic.twitter.com/L8Q6NmkXKE — Cardinal R. Sarah (@Card_R_Sarah) 13 de janeiro de 2020 Os ataques parecem implicar uma mentira da minha parte. Essas difamações são de gravidade excepcional. Hoje à noite, dou a primeira evidência de minha estreita colaboração com Bento XVI para escrever este texto em favor do celibato. Falarei amanhã, se necessário. RS

  • O que um Católico sincero deve pensar sobre o pontificado do Papa Francisco?

    Assista: Há muito tempo o relativismo vem ganhando cada vez mais espaço na sociedade. O que não era esperado é que houvesse uma guinada tão potente dentro da própria Igreja Católica que é, e sempre será, um refúgio em questões de Fé e Moral. Contudo, estão se tornando cada vez mais raros os seminários que não estejam contaminados com este tipo de pensamento revolucionário, que visa mudar a forma com que a Igreja lida com alguns aspectos doutrinários, afim de conseguir mais aceitação da sociedade. Infelizmente, muitos padres e bispos, impulsionados por este pensamento, muito presente na Teologia da Libertação, se omitem em diversos aspectos doutrinários, ou até mesmo desfiguram o Evangelho, o que tem gerado muita confusão e dúvidas na cabeça dos fiéis católicos, que se sentem como ovelhas sem pastor. Para os católicos, a figura do Sumo Pontífice sempre configurou uma segurança nestas questões doutrinárias e morais, oferecendo luz às questões que frequentemente assolam a Santa Igreja, e com sua autoridade faz valer a Vontade de Deus expressa na Doutrina Católica, preservada nas Sagradas Escrituras, Tradição e Magistério. Recentemente, vivenciamos um fato raro na Santa Igreja, a renúncia de um Papa, o que gerou grande insegurança para boa parte dos católicos, e com essa renúncia, um novo papa foi eleito para governar a Igreja e ser o representante na Terra de Nosso Senhor Senhor Jesus Cristo. O Papa Francisco, desde o início de seu pontificado, foi muito bem acolhido tanto pelos católicos quanto pelo resto do mundo, por possuir posicionamentos e uma forma de se expressar muito peculiar, fazendo com que sua presença fosse notada com frequência nos meios de comunicação. Mesmo sua grande popularidade não foi suficiente para sanar a insegurança ocasionada pela renúncia do papa anterior, e unindo esta insegurança à algumas atitudes e convicções do novo Papa, muitos católicos começaram a questionar a autoridade do Papa, ou mesmo se deveriam concordar com todos os seus posicionamentos. Este vídeo vem apresentar um pouco dessa realidade e tenta mostrar como deve se posicionar um católico sincero acerca do pontificado do Papa Francisco. Nosso posicionamento como católicos deve ser sempre de amar e rezar pelo Santo Padre o Papa, para que ele possa ser, com a ajuda de Deus e a serviço da Igreja, ele possa ser o Doce Cristo sobre a Terra. Preservando a doutrina e as tradições católicas expressas na Sagradas Escrituras e no Magistério. Enfim, devemos atender ao chamado da Santíssima Virgem que nos pediu em Fátima e em diversas outras aparições, que rezemos pelo Papa e pela Santa Igreja. Recentemente, a religiosa que teve visões de Nossa Senhora em Akita, Japão – uma aparição reconhecida como oficial da Igreja – recebeu a mensagem de que devemos nos cobrir de cinzas e rezar o rosário penitente todos os dias. Que devemos nos converterem com a simplicidade das crianças e oferecer sacrifícios todos os dias . Este é um sinal do Céu de que nós temos a obrigação de contribuir para o bem do Mundo e da Santa Igreja que passam por grandes dificuldades. #papafrancisco #Vaticano

  • O que um Católico sincero deve pensar sobre o pontificado do Papa Francisco?

    Assista: Há muito tempo o relativismo vem ganhando cada vez mais espaço na sociedade. O que não era esperado é que houvesse uma guinada tão potente dentro da própria Igreja Católica que é, e sempre será, um refúgio em questões de Fé e Moral. Contudo, estão se tornando cada vez mais raros os seminários que não estejam contaminados com este tipo de pensamento revolucionário, que visa mudar a forma com que a Igreja lida com alguns aspectos doutrinários, afim de conseguir mais aceitação da sociedade. Infelizmente, muitos padres e bispos, impulsionados por este pensamento, muito presente na Teologia da Libertação, se omitem em diversos aspectos doutrinários, ou até mesmo desfiguram o Evangelho, o que tem gerado muita confusão e dúvidas na cabeça dos fiéis católicos, que se sentem como ovelhas sem pastor. Para os católicos, a figura do Sumo Pontífice sempre configurou uma segurança nestas questões doutrinárias e morais, oferecendo luz às questões que frequentemente assolam a Santa Igreja, e com sua autoridade faz valer a Vontade de Deus expressa na Doutrina Católica, preservada nas Sagradas Escrituras, Tradição e Magistério. Recentemente, vivenciamos um fato raro na Santa Igreja, a renúncia de um Papa, o que gerou grande insegurança para boa parte dos católicos, e com essa renúncia, um novo papa foi eleito para governar a Igreja e ser o representante na Terra de Nosso Senhor Senhor Jesus Cristo. O Papa Francisco, desde o início de seu pontificado, foi muito bem acolhido tanto pelos católicos quanto pelo resto do mundo, por possuir posicionamentos e uma forma de se expressar muito peculiar, fazendo com que sua presença fosse notada com frequência nos meios de comunicação. Mesmo sua grande popularidade não foi suficiente para sanar a insegurança ocasionada pela renúncia do papa anterior, e unindo esta insegurança à algumas atitudes e convicções do novo Papa, muitos católicos começaram a questionar a autoridade do Papa, ou mesmo se deveriam concordar com todos os seus posicionamentos. Este vídeo vem apresentar um pouco dessa realidade e tenta mostrar como deve se posicionar um católico sincero acerca do pontificado do Papa Francisco. Nosso posicionamento como católicos deve ser sempre de amar e rezar pelo Santo Padre o Papa, para que ele possa ser, com a ajuda de Deus e a serviço da Igreja, ele possa ser o Doce Cristo sobre a Terra. Preservando a doutrina e as tradições católicas expressas na Sagradas Escrituras e no Magistério. Enfim, devemos atender ao chamado da Santíssima Virgem que nos pediu em Fátima e em diversas outras aparições, que rezemos pelo Papa e pela Santa Igreja. Recentemente, a religiosa que teve visões de Nossa Senhora em Akita, Japão – uma aparição reconhecida como oficial da Igreja – recebeu a mensagem de que devemos nos cobrir de cinzas e rezar o rosário penitente todos os dias. Que devemos nos converterem com a simplicidade das crianças e oferecer sacrifícios todos os dias . Este é um sinal do Céu de que nós temos a obrigação de contribuir para o bem do Mundo e da Santa Igreja que passam por grandes dificuldades. #papafrancisco #Vaticano

  • EXISTÊNCIA HUMANA E TEMPO – Cardeal Carlo Cafarra

    Comecemos com uma experiência muito simples, mas que dá muito o que pensar. Já aconteceu a todos que, quando experimentamos momentos de alegria particularmente intensa, sentimos dentro de nós o medo de que mais cedo ou mais tarde isso termine e, por isso, sentimos dentro de nós o desejo de que o tempo pare. Quem de nós nunca disse: é muito belo para que possa durar? Vamos pensar atentamente sobre essa experiência. A plenitude da alegria da vida é ameaçada pela passagem do tempo: o fato de que nossa vida seja tão dis-tendida no tempo impede-a de ser plena. Vivemos sempre uma “parte” da nossa vida, um “momento” de alegria, um “momento” de … É esse “passar” ou “transcorrer” do tempo que constitui uma ameaça permanente. Sentimos que o tempo é invejoso do nosso ser. Agora vamos tentar fazer um pequeno esforço de imaginação. Vamos imaginar que nossa vida é sempre e exclusivamente essa passagem do tempo, um fluxo sem fim e, portanto, sem um propósito. Acho que ninguém expressou com mais força do que Leopardi essa experiência do homem que se sente prisioneiro do tempo; por exemplo, na “Canção Noturna de um pastor errante da Ásia”. O homem experimentou  essa “maldade do tempo” e todas as religiões tentaram, fora do judaísmo e do cristianismo, libertá-lo. Em que consiste esse projeto de libertação? Em sair do tempo, em fugir do tempo. No fundo, o homem pensava que ser no tempo fosse uma doença incurável. Essa evasão pode ser projetada de dois modos. O primeiro modo é característico das grandes religiões orientais. É necessário se perder a si mesmo, desaparecer em uma unidade informe. Esta é a libertação do místico hindu; essa é a bem-aventurança do budismo. O homem estaria totalmente libertado; estaria libertado porque prescinde de si mesmo; estaria libertado precisamente enquanto o “si mesmo” não fosse mais. A libertação consistiria no desaparecimento da própria individualidade na unidade indiferenciada do todo. Mas não é tanto a este projeto de libertação que quero chamar a atenção. É sobre outro assunto: algo que hoje anda muito difundido, como uma espécie de “atmosfera” (pestilencial) que todos mais ou menos respiramos. E é sobretudo respirada pelos nossos jovens, constituindo um desafio fundamental à  proclamação do Evangelho entre eles. A libertação do tempo parece possível e ao alcance, por assim dizer, de todos, facilmente. Como? Sempre e somente vivendo o momento presente, sem pensar no futuro e tentando esquecer o passado. É como uma espécie de macaqueação  da eternidade: uma eternidade, se assim posso dizer, construída pelo homem à sua medida. Um poeta latino e pagão descreveu admiravelmente essa solução. Horácio, na décima primeira ode do primeiro livro, disse o que segue: “Não tente saber, oh Leuconoe (sabê-lo não é lícito) que fim os deuses reservaram a mim, ou a ti (…) Sê   sábio! (…)   Deixa bem guardadas as tuas grandes esperanças. Enquanto falamos, o minuto já passou, invejoso de nosso prazer. Aproveite o dia de hoje e confie no amanhã o mínimo possível”. O centro desta proposta está, negativamente, naquele corte que deve ser dado à nossa existência (ao nosso desejo de viver) na medida exclusiva do momento presente; positivamente, consiste em viver apenas dentro do momento presente. Tal postura existencial, tal “estilo de vida” impede a pessoa de viver sua existência como história. O que significa viver a própria existência como história? Vamos começar com um exemplo muito simples. O que distingue una narrativa qualquer de um verdadeiro conto? O conto tem uma trama, isto é, uma sucessão ordenada de episódios que, ao se conectarem, levam o leitor a uma conclusão que, de alguma forma, deriva de tudo o que precede. Ou seja: existe uma coerência interna no conto; essa coerência é dada por um fio condutor; a narração vai em direção ao desfecho. Portanto, identificamos pelo menos três elementos que compõem a narração de um conto: coerência, desenvolvimento e conclusão. Da mesma forma acontece na vida. Se nossa vida é a soma de muitos instantes não relacionados entre si, se nossa vida carece de um “fio condutor” nela; se o escorrer do tempo não vai rumo a um certo fim, não tem direção e a vida da pessoa é totalmente desarticulada. Kierkegaard viu nessa postura a própria definição de desespero: desespero, por assim dizer, em estado puro. A liberdade é exercitada como pura possibilidade [cf. A doença mortal]. Mas, acima de tudo, W. Shakespeare expressou com uma força insuperável este modo de vida: “Amanhã, volvendo trás amanhã e trás amanhã de novo. Vai, a pequenos passos, dia a dia, até a última sílaba do tempo inscrito. E todos esses nossos ontens têm alumiado aos tontos que nós somos nosso caminho para o pó da morte. Breve candeia, apaga-te! Que a vida é uma sombra ambulante: um pobre ator que gesticula em cena uma hora ou duas, depois não se ouve mais; um conto cheio de bulha e fúria, dito por um louco, significando nada”. [Macbeth, Ato V, Cena V, trad. de Manuel Bandeira]. Qual é o sinal distintivo dessa condição? A necessidade de evasão. Como esse tipo de vida é verdadeiramente insuportável, é preciso sair dela ao menos por algumas vezes. Por isso, foi construída uma grande “indústria da evasão”. Tomemos, por exemplo, em consideração dois “produtos” dessa indústria do evasionismo, escolhidos não por acaso. Logo ficará claro o motivo. O primeiro desses produtos foi a transformação radical do significado do o domingo. É o momento esperado em que, enfim, se pode esquecer a vida cotidiana, em vez de procurar entender seu significado e vivê-la com mais intensidade e paixão do que antes. E, de fato, quando se recomeça na segunda-feira, fica-se ansioso pela noite da sexta-feira seguinte, quando finalmente se poderá novamente “esquecer”… Dessa maneira, entramos em um  entediado e/ou desesperado retorno de sempre a mesma coisa: evasão para “suportar” o trabalho semanal; trabalho semanal esperando a fuga do fim de semana seguinte. Não importa que se chegue com frequência, no domingo à noite, muito mais cansado do que descansado: o essencial é fugir, esquecer. Qual é o significado da passagem do tempo para quem pensa e vive assim? No fundo, uma maldição da qual, quando possível, escapar. O segundo produto da indústria da evasão, sobre o qual gostaria de chamar a atenção, é a “comercialização do sexo”. Não se pense imediatamente em sua forma macroscópica. Existe uma forma muito sutil. Consiste em reduzir a sexualidade humana a um “bem de consumo”. É o resultado de um processo cultural muito complexo, do qual só podemos lembrar a essência. Foi um processo de sucessivas “separações”: o corpo e a pessoa; a sexualidade e o amor, a sexualidade e o dom da vida. O resultado foi a redução da sexualidade a mero divertimento: hoje é completamente aceitável que sexualidade e casamento possam caminhar separados. A destruição do sentido da sexualidade é um índice da consciência da maldição do tempo, pois, através do dom da vida, o homem sempre procurou, de alguma maneira, a eternidade. Termino este primeiro ponto da minha reflexão. Duas coisas, basicamente, foram destacadas. A primeira: ser no tempo é um fardo insuportável para o homem. A segunda: a única salvação contra o tempo é a fuga, a evasão. Uma fuga e uma evasão que custam um preço muito alto: a perda de si mesmo. http://www.caffarra.it/garda01.php

  • Bento XVI quebra seu silêncio e anuncia novo livro para defender celibato sacerdotal

    O papa emérito Bento XVI co-autor de um novo livro defendendo a prática da Igreja Católica de um sacerdócio celibatário, em um movimento chocante que ocorre quando o papa Francisco está considerando a possibilidade de permitir que homens mais velhos e casados ​​sejam ordenados como padres na região amazônica . De acordo com trechos do volume divulgado em 12 de janeiro pelo conservador francês Le Figaro, o ex-pontífice diz que não pode permanecer calado sobre o assunto, enquanto Francisco está contemplando a mudança, que foi solicitada pelos bispos da Amazônia de nove nações. região na reunião do Sínodo do Vaticano em outubro. O livro é co-escrito com o cardeal Robert Sarah, chefe do escritório de liturgia do Vaticano. Ele será lançado na França em 15 de janeiro e traz o título Des profondeurs de nos cœurs (“Das profundezas de nossos corações). Embora o volume ainda esteja para ser visto na íntegra, parece significar algo ainda inexperiente nos dois milênios da história da Igreja Católica: um papa aposentado pesando abertamente algo atualmente sob consideração de seu sucessor, o pontífice reinante. Um notou que o teólogo chegou logo após o lançamento dos trechos que consideram a decisão de Bento 16 de escrever sobre o assunto uma “violação grave”. “Isso interfere com um processo sinodal que ainda está se desenrolando após o sínodo da Amazônia … e ameaça limitar a liberdade de um único papa”, disse Massimo Faggioli, historiador e teólogo da Universidade Villanova. Receba o melhor da NCR na sua caixa de entrada! Assine aqui Em um resumo que acompanha trechos do novo livro, Le Figaro indica que Benedict e Sarah escreveram partes separadas do volume, mas co-assinaram a introdução e a conclusão. Bento 16, de acordo com os trechos, afirma que o sacerdócio e o celibato estão integralmente ligados. O ex-papa, de 92 anos, também afirma que, embora os padres se casassem no primeiro milênio do cristianismo ocidental, era esperado que aqueles com cônjuges observassem abstinência após a ordenação. Sarah fala mais diretamente a Francisco, pedindo abertamente ao papa que não permita padres casados. “Peço humildemente ao Papa Francisco que … vete qualquer fraqueza da lei do celibato sacerdotal, mesmo limitada a uma ou outra região”, escreve o cardeal. Os 185 membros da reunião de um mês do sínodo de outubro consideraram a questão dos padres casados ​​da perspectiva das necessidades pastorais da região amazônica, onde alguns católicos podem passar meses ou anos sem acesso aos sacramentos devido ao terreno difícil e à escassez de recursos. o número de ministros ativos. Em seu documento final, os membros do Sínodo sugeriram, por uma votação de 128-41, que Francisco permitisse que os bispos da região ordenassem os diáconos atuais casados ​​como sacerdotes, caso as circunstâncias o merecessem. O texto também priorizou o lugar da Eucaristia na vida de um católico. “Há um direito da comunidade à celebração, que deriva da essência da Eucaristia e de seu lugar na economia da salvação”, afirmou. Sabe-se que Francisco está trabalhando em uma exortação apostólica em resposta ao documento do Sínodo, no qual se espera que ele responda ao pedido dos bispos para permitir a ordenação de padres casados. O celibato, que tem sido a norma para os padres na igreja ocidental há cerca de 800 anos, é uma prática e não um dogma revelado. Atualmente, a Igreja Católica permite a ordenação de padres casados ​​em várias circunstâncias diferentes, como quando um ministro de outras denominações cristãs decide se tornar católico. A assessoria de imprensa do Vaticano não respondeu imediatamente a um pedido de comentário sobre o livro de Bento e Sarah. Joshua J. McElwee ( jmcelwee@ncronline.org ) é correspondente da NCR no Vaticano. Tradução de National Catholic Reporter Algumas citações do livro: “Hoje em dia é muito fácil afirmar que o celibato seria apenas a conseqüência de um desprezo pela corporalidade e sexualidade: esse julgamento está errado”. “Sem renunciar a bens materiais, não pode haver sacerdócio. O chamado para seguir Jesus não é possível sem esse sinal de liberdade e sem renunciar a todos os compromissos. O celibato tem um grande significado como renunciar a uma vida familiar terrena.” “O celibato sacerdotal corretamente entendido é uma libertação, embora às vezes seja uma provação. Permite ao sacerdote estabelecer-se em toda a coerência em sua identidade como noivo da Igreja.” “A ordenação de homens casados, mesmo que fossem diáconos permanentes, não é uma exceção, mas uma brecha, uma ferida na coerência do sacerdócio. Falar de uma exceção seria um abuso de linguagem ou uma mentira.” “É urgente e necessário que todos – bispos, padres e leigos – não deixem de se impressionar com argumentos ruins, teatro encenado, mentiras diabólicas e erros da moda que desejam desvalorizar o celibato sacerdotal.” “A possibilidade de ordenar homens casados ​​representaria uma catástrofe pastoral, uma confusão eclesiológica e um obscurecimento da compreensão do sacerdócio.”

  • Bento XVI quebra seu silêncio e anuncia novo livro para defender celibato sacerdotal

    O papa emérito Bento XVI co-autor de um novo livro defendendo a prática da Igreja Católica de um sacerdócio celibatário, em um movimento chocante que ocorre quando o papa Francisco está considerando a possibilidade de permitir que homens mais velhos e casados ​​sejam ordenados como padres na região amazônica . De acordo com trechos do volume divulgado em 12 de janeiro pelo conservador francês Le Figaro, o ex-pontífice diz que não pode permanecer calado sobre o assunto, enquanto Francisco está contemplando a mudança, que foi solicitada pelos bispos da Amazônia de nove nações. região na reunião do Sínodo do Vaticano em outubro. O livro é co-escrito com o cardeal Robert Sarah, chefe do escritório de liturgia do Vaticano. Ele será lançado na França em 15 de janeiro e traz o título Des profondeurs de nos cœurs (“Das profundezas de nossos corações). Embora o volume ainda esteja para ser visto na íntegra, parece significar algo ainda inexperiente nos dois milênios da história da Igreja Católica: um papa aposentado pesando abertamente algo atualmente sob consideração de seu sucessor, o pontífice reinante. Um notou que o teólogo chegou logo após o lançamento dos trechos que consideram a decisão de Bento 16 de escrever sobre o assunto uma “violação grave”. “Isso interfere com um processo sinodal que ainda está se desenrolando após o sínodo da Amazônia … e ameaça limitar a liberdade de um único papa”, disse Massimo Faggioli, historiador e teólogo da Universidade Villanova. Receba o melhor da NCR na sua caixa de entrada! Assine aqui Em um resumo que acompanha trechos do novo livro, Le Figaro indica que Benedict e Sarah escreveram partes separadas do volume, mas co-assinaram a introdução e a conclusão. Bento 16, de acordo com os trechos, afirma que o sacerdócio e o celibato estão integralmente ligados. O ex-papa, de 92 anos, também afirma que, embora os padres se casassem no primeiro milênio do cristianismo ocidental, era esperado que aqueles com cônjuges observassem abstinência após a ordenação. Sarah fala mais diretamente a Francisco, pedindo abertamente ao papa que não permita padres casados. “Peço humildemente ao Papa Francisco que … vete qualquer fraqueza da lei do celibato sacerdotal, mesmo limitada a uma ou outra região”, escreve o cardeal. Os 185 membros da reunião de um mês do sínodo de outubro consideraram a questão dos padres casados ​​da perspectiva das necessidades pastorais da região amazônica, onde alguns católicos podem passar meses ou anos sem acesso aos sacramentos devido ao terreno difícil e à escassez de recursos. o número de ministros ativos. Em seu documento final, os membros do Sínodo sugeriram, por uma votação de 128-41, que Francisco permitisse que os bispos da região ordenassem os diáconos atuais casados ​​como sacerdotes, caso as circunstâncias o merecessem. O texto também priorizou o lugar da Eucaristia na vida de um católico. “Há um direito da comunidade à celebração, que deriva da essência da Eucaristia e de seu lugar na economia da salvação”, afirmou. Sabe-se que Francisco está trabalhando em uma exortação apostólica em resposta ao documento do Sínodo, no qual se espera que ele responda ao pedido dos bispos para permitir a ordenação de padres casados. O celibato, que tem sido a norma para os padres na igreja ocidental há cerca de 800 anos, é uma prática e não um dogma revelado. Atualmente, a Igreja Católica permite a ordenação de padres casados ​​em várias circunstâncias diferentes, como quando um ministro de outras denominações cristãs decide se tornar católico. A assessoria de imprensa do Vaticano não respondeu imediatamente a um pedido de comentário sobre o livro de Bento e Sarah. Joshua J. McElwee ( jmcelwee@ncronline.org ) é correspondente da NCR no Vaticano. Tradução de National Catholic Reporter Algumas citações do livro: “Hoje em dia é muito fácil afirmar que o celibato seria apenas a conseqüência de um desprezo pela corporalidade e sexualidade: esse julgamento está errado”. “Sem renunciar a bens materiais, não pode haver sacerdócio. O chamado para seguir Jesus não é possível sem esse sinal de liberdade e sem renunciar a todos os compromissos. O celibato tem um grande significado como renunciar a uma vida familiar terrena.” “O celibato sacerdotal corretamente entendido é uma libertação, embora às vezes seja uma provação. Permite ao sacerdote estabelecer-se em toda a coerência em sua identidade como noivo da Igreja.” “A ordenação de homens casados, mesmo que fossem diáconos permanentes, não é uma exceção, mas uma brecha, uma ferida na coerência do sacerdócio. Falar de uma exceção seria um abuso de linguagem ou uma mentira.” “É urgente e necessário que todos – bispos, padres e leigos – não deixem de se impressionar com argumentos ruins, teatro encenado, mentiras diabólicas e erros da moda que desejam desvalorizar o celibato sacerdotal.” “A possibilidade de ordenar homens casados ​​representaria uma catástrofe pastoral, uma confusão eclesiológica e um obscurecimento da compreensão do sacerdócio.”

  • Homem joga spray de pimenta durante missa no Santuário Nossa Senhora Desatadora dos Nós em Campinas

    Suspeito deixou o local em seguida e não foi encontrado até esta publicação. Ninguém se feriu, segundo as primeiras informações. Um homem acionou um spray de pimenta dentro do Santuário de Nossa Senhora Desatadora dos Nós, no Jardim Santa Genebra, em Campinas (SP), durante uma missa na manhã deste domingo (12). Muitos fiéis deixaram o local tossindo e houve correria. Não há registro de feridos. A igreja possui dois locais para o público acompanhar a missa. O homem estava assistindo a celebração na parte de cima e, perto do final da eucaristia, desceu a escada soltando o spray. O odor tomou a parte debaixo e ele correu para fora. As pessoas deixaram o local pela saída de emergência e pela porta principal. Houve fumaça e o efeito do spray espalhou para toda a igreja. Mesmo com a situação, o padre pediu calma e retomou a missa para encerrá-la. Até esta publicação, o homem não foi encontrado. A primeira informação é que ele levou o spray.

  • Homem joga spray de pimenta durante missa no Santuário Nossa Senhora Desatadora dos Nós em Campinas

    Suspeito deixou o local em seguida e não foi encontrado até esta publicação. Ninguém se feriu, segundo as primeiras informações. Um homem acionou um spray de pimenta dentro do Santuário de Nossa Senhora Desatadora dos Nós, no Jardim Santa Genebra, em Campinas (SP), durante uma missa na manhã deste domingo (12). Muitos fiéis deixaram o local tossindo e houve correria. Não há registro de feridos. A igreja possui dois locais para o público acompanhar a missa. O homem estava assistindo a celebração na parte de cima e, perto do final da eucaristia, desceu a escada soltando o spray. O odor tomou a parte debaixo e ele correu para fora. As pessoas deixaram o local pela saída de emergência e pela porta principal. Houve fumaça e o efeito do spray espalhou para toda a igreja. Mesmo com a situação, o padre pediu calma e retomou a missa para encerrá-la. Até esta publicação, o homem não foi encontrado. A primeira informação é que ele levou o spray.

  • OS CRISTÃOS SÃO OS UNGIDOS – Scott Hahn medita sobre o Batismo de Jesus

    Jesus se apresenta para o batismo, no Evangelho de hoje, não por ser um pecador, mas para cumprir a palavra de Deus proclamada por Seus profetas. Ele deve ser batizado para revelar que Ele é o Cristo (“o ungido”), o Servo dotado pelo Espírito, prometido por Isaías na Primeira Leitura de hoje. Seu batismo marca o começo de um novo mundo, uma nova criação. Como Isaías profetizou, o Espírito desce sobre Jesus qual uma pomba — como o Espírito pairou sobre a face dos abismos, no início de tudo (Gênesis 1, 2). Como no início, também no Jordão a voz majestosa do Senhor troveja sobre as águas. O Pai abre os céus e declara que Jesus é o Seu “filho amado”. Deus havia preparado longamente os israelitas para a Sua vinda, como diz Pedro na Segunda Leitura de hoje. Jesus foi antecipado no “filho amado” concedido a Abraão (Gênesis 22, 2, 12, 26) e quando o Pai chamou Israel de Seu “filho primogênito” (Êxodo 4, 22-23). Jesus é o filho divino gerado por Deus, o herdeiro eterno prometido ao rei Davi (Salmo 2, 7; 2 Samuel 7,14). Ele é “o centro de aliança do povo [Israel]” e “luz para as nações”, diz Isaías. Pela nova aliança feita em Seu sangue (1 Coríntios 11, 25), Deus reune as ovelhas perdidas de Israel junto com quem o teme, em todas as demais nações. Cristo tornou-se a fonte pela qual Deus derrama Seu Espírito, igualmente, sobre israelitas e gentios (Atos 10,45). No batismo, todos são ungidos com o mesmo Espírito, transformados em filhos e filhas amados de Deus. De fato, somos cristãos, que literalmente significa “ungidos”. Somos os “filhos de Deus” no Salmo de hoje, chamados para dar glória ao Seu nome em Seu templo. Rezemos para permanecer fiéis à vocação de filhos adotivos do Senhor, e para que nosso Pai nos chame da mesma maneira como chama o Seu Filho: “…meu Filho amado, no qual eu pus o meu agrado”. https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/anointed-ones-scott-hahn-reflects-on-the-baptism-of-the-lord/

  • Mais um bispo se manifesta contra Porta dos Fundos: “Liberdade de expressão ou autorização do

    Dom Gílson escreve sobre o “especial de Natal” do grupo Porta dos Fundos: Liberdade de expressão ou autorização do desrespeito? Leia abaixo: Dom Gílson Andrade Liberdade de expressão ou autorização do desrespeito? Quando uma pessoa se sente ofendida por outra, normalmente o suposto ofensor, ao perceber a reação do ofendido, reflete acerca de seus atos e pondera para ver se aquilo que ele fez é proporcional à reação causada. Caso reconheça o exagero de sua ação, é coerente e recomendável que peça perdão pelo ato cometido e não insista na ofensa. Este simples aceno a uma realidade que faz parte do nosso cotidiano pode nos servir, de alguma forma, para nos ajudar a seguir refletindo sobre o que vem sendo objeto de questionamento da parte de muitos cristãos acerca do “especial de Natal” do grupo Porta dos Fundos. As inúmeras publicações e os recursos à justiça, reagindo negativamente à produção, manifestam como as versões sarcásticas de Deus, de Jesus, como também de Maria e São José, apresentadas no “especial de Natal”, feriram o nosso sentimento religioso. Aliás, tem sido recorrente a manipulação da “arte”, em suas múltiplas expressões, para caçoar de elementos sagrados da fé cristã. E quando os cristãos reagem negativamente são taxados de retrógrados, intolerantes, etc. É bem oportuno lembrar o que disse algumas vezes o filósofo Luiz Pondé, colunista da Folha de São Paulo: “o único preconceito considerado ‘científico’ nos jantares inteligentes é o preconceito contra a Igreja Católica”. Na prática, parece funcionar assim: “riam das realidades sagradas dos cristãos e que eles simplesmente se calem”. A meu ver, isso beira à intolerância… Causa-me estranheza que em nome de um legítimo direito, o da liberdade de expressão , se permita veicular produções artísticas que firam o sentimento religioso. Ao dar a liminar, autorizando a exibição do dito “especial de Natal”, o ministro Dias Toffoli alegou que o Supremo Tribunal Federal tem reforçado “a plenitude do exercício da liberdade de expressão como decorrência imanente da dignidade da pessoa humana e como meio de reafirmação/potencialização de outras liberdades constitucionais”. Ora, essa mesma dignidade humana pede que se respeite o sentimento religioso, fruto das convicções religiosas de cada um, independentemente de sua crença. A liberdade de expressão pertence a esse mundo de palavras cotidianas, usadas para muitos fins: comunicação, imprensa, partidos políticos, ONGs, etc. O risco das coisas usadas para muitos fins é precisamente o de esvaziar o seu verdadeiro e próprio sentido. Um exemplo simplório: em nome da liberdade de expressão há quem faça apologia à não vacinação nesse país, e assim assistimos o retorno de epidemias já erradicadas. A liberdade de expressão é um valor indiscutível, mas pode-se abusar dela quando se ferem outros direitos que requerem igual proteção. Não se trata, portanto, de menosprezar esse valor, mas de garantir o legítimo respeito aos sentimentos religiosos. É preciso que se respeite o que as pessoas conhecem e acreditam acerca de suas tradições religiosas e quando isso não acontece, que haja a devida reparação do dano causado. Por outro lado, é bom ressaltar que, nas últimas décadas, tem havido um esforço em muitas direções para favorecer maior conhecimento e respeito recíproco entre os diversos seguimentos religiosos. Quando se autoriza o desrespeito aos sentimentos religiosos estamos colocando em risco o caminho delicado e importante que já foi percorrido. A questão, no entanto, pode suscitar uma interessante reflexão sobre a importância e o valor do sagrado na vida das pessoas e da sociedade, uma vez que a valorização do sagrado e o desenvolvimento das civilizações ao longo da história estiveram sempre juntos. *Dom Gílson Andrade da Silva é bispo da Diocese de Nova Iguaçu

  • Mais um bispo se manifesta contra Porta dos Fundos: “Liberdade de expressão ou autorização do

    Dom Gílson escreve sobre o “especial de Natal” do grupo Porta dos Fundos: Liberdade de expressão ou autorização do desrespeito? Leia abaixo: Dom Gílson Andrade Liberdade de expressão ou autorização do desrespeito? Quando uma pessoa se sente ofendida por outra, normalmente o suposto ofensor, ao perceber a reação do ofendido, reflete acerca de seus atos e pondera para ver se aquilo que ele fez é proporcional à reação causada. Caso reconheça o exagero de sua ação, é coerente e recomendável que peça perdão pelo ato cometido e não insista na ofensa. Este simples aceno a uma realidade que faz parte do nosso cotidiano pode nos servir, de alguma forma, para nos ajudar a seguir refletindo sobre o que vem sendo objeto de questionamento da parte de muitos cristãos acerca do “especial de Natal” do grupo Porta dos Fundos. As inúmeras publicações e os recursos à justiça, reagindo negativamente à produção, manifestam como as versões sarcásticas de Deus, de Jesus, como também de Maria e São José, apresentadas no “especial de Natal”, feriram o nosso sentimento religioso. Aliás, tem sido recorrente a manipulação da “arte”, em suas múltiplas expressões, para caçoar de elementos sagrados da fé cristã. E quando os cristãos reagem negativamente são taxados de retrógrados, intolerantes, etc. É bem oportuno lembrar o que disse algumas vezes o filósofo Luiz Pondé, colunista da Folha de São Paulo: “o único preconceito considerado ‘científico’ nos jantares inteligentes é o preconceito contra a Igreja Católica”. Na prática, parece funcionar assim: “riam das realidades sagradas dos cristãos e que eles simplesmente se calem”. A meu ver, isso beira à intolerância… Causa-me estranheza que em nome de um legítimo direito, o da liberdade de expressão , se permita veicular produções artísticas que firam o sentimento religioso. Ao dar a liminar, autorizando a exibição do dito “especial de Natal”, o ministro Dias Toffoli alegou que o Supremo Tribunal Federal tem reforçado “a plenitude do exercício da liberdade de expressão como decorrência imanente da dignidade da pessoa humana e como meio de reafirmação/potencialização de outras liberdades constitucionais”. Ora, essa mesma dignidade humana pede que se respeite o sentimento religioso, fruto das convicções religiosas de cada um, independentemente de sua crença. A liberdade de expressão pertence a esse mundo de palavras cotidianas, usadas para muitos fins: comunicação, imprensa, partidos políticos, ONGs, etc. O risco das coisas usadas para muitos fins é precisamente o de esvaziar o seu verdadeiro e próprio sentido. Um exemplo simplório: em nome da liberdade de expressão há quem faça apologia à não vacinação nesse país, e assim assistimos o retorno de epidemias já erradicadas. A liberdade de expressão é um valor indiscutível, mas pode-se abusar dela quando se ferem outros direitos que requerem igual proteção. Não se trata, portanto, de menosprezar esse valor, mas de garantir o legítimo respeito aos sentimentos religiosos. É preciso que se respeite o que as pessoas conhecem e acreditam acerca de suas tradições religiosas e quando isso não acontece, que haja a devida reparação do dano causado. Por outro lado, é bom ressaltar que, nas últimas décadas, tem havido um esforço em muitas direções para favorecer maior conhecimento e respeito recíproco entre os diversos seguimentos religiosos. Quando se autoriza o desrespeito aos sentimentos religiosos estamos colocando em risco o caminho delicado e importante que já foi percorrido. A questão, no entanto, pode suscitar uma interessante reflexão sobre a importância e o valor do sagrado na vida das pessoas e da sociedade, uma vez que a valorização do sagrado e o desenvolvimento das civilizações ao longo da história estiveram sempre juntos. *Dom Gílson Andrade da Silva é bispo da Diocese de Nova Iguaçu

  • Casais divorciados já comungam na diocese de Leiria-Fátima

    Dois casais e uma mulher, divorciados que vivem em nova união, já completaram o itinerário espiritual de reconciliação, com duração nunca inferior a seis meses, e voltaram a poder comungar a Eucaristia como qualquer cristão da diocese Leiria-Fátima, revelou esta sexta-feira o bispo diocesano, D. António Marto. Confira a matéria do site de Portugal, JN.PT: Segundo o cardeal, que falava na sessão de apresentação do novo Centro de Apoio à Família (CAF), além destes fiéis “readmitidos” ao sacramento da comunhão após uma janela de oportunidade aberta pelo Papa Francisco, através da Amoris Laetitia, “há mais três casais” recasados em processo de discernimento para voltarem a poder comungar, depois de mostrarem “que vivem uma boa relação de fé com Deus”. Para ajudar futuros casais divorciados a concluírem também este processo, ou a evitar que atinjam o ponto de rutura que leve à separação, a diocese de Leiria-Fátima apresentou esta sexta-feira o seu novo serviço diocesano de apoio à família, que é constituído por uma equipa multidisciplinar de 21 pessoas, com capacidade para prestar diversos tipos de apoio, desde o aconselhamento psicológico, médico, jurídico e espiritual. O CAF funciona no Seminário Diocesano de Leiria, está aberto a todas famílias que sintam estar a passar por uma crise, pode ser contactado pessoalmente, por telefone ou email, sendo garantido o respeito “pela intimidade e a reserva da vida privada” dos utentes. Depois do acolhimento e de uma primeira identificação do problema familiar, os casais serão encaminhados para os técnicos especializados e acompanhados espiritualmente até a sua crise seja ultrapassada. Os serviços prestados são gratuitos e assegurados por voluntários não remunerados. “A família é o património imaterial mais belo e valioso da humanidade. Mas é uma peça da sociedade onde se refletem as crises da própria época. E estas crises não podem deixar de interpelar a Igreja, através de uma pastoral inteligente, positiva e propositiva, às famílias feridas”, justificou D. António Marto. Para o coordenador do CAF, padre José Augusto Rodrigues, este serviço pastoral “vem dar resposta a uma procura que já existe”, mas que não está ainda quantificada, apesar de haver a sensação, entre o clero, “que serão muitas” a precisar deste tipo de apoio.

  • Casais divorciados já comungam na diocese de Leiria-Fátima

    Dois casais e uma mulher, divorciados que vivem em nova união, já completaram o itinerário espiritual de reconciliação, com duração nunca inferior a seis meses, e voltaram a poder comungar a Eucaristia como qualquer cristão da diocese Leiria-Fátima, revelou esta sexta-feira o bispo diocesano, D. António Marto. Confira a matéria do site de Portugal, JN.PT: Segundo o cardeal, que falava na sessão de apresentação do novo Centro de Apoio à Família (CAF), além destes fiéis “readmitidos” ao sacramento da comunhão após uma janela de oportunidade aberta pelo Papa Francisco, através da Amoris Laetitia, “há mais três casais” recasados em processo de discernimento para voltarem a poder comungar, depois de mostrarem “que vivem uma boa relação de fé com Deus”. Para ajudar futuros casais divorciados a concluírem também este processo, ou a evitar que atinjam o ponto de rutura que leve à separação, a diocese de Leiria-Fátima apresentou esta sexta-feira o seu novo serviço diocesano de apoio à família, que é constituído por uma equipa multidisciplinar de 21 pessoas, com capacidade para prestar diversos tipos de apoio, desde o aconselhamento psicológico, médico, jurídico e espiritual. O CAF funciona no Seminário Diocesano de Leiria, está aberto a todas famílias que sintam estar a passar por uma crise, pode ser contactado pessoalmente, por telefone ou email, sendo garantido o respeito “pela intimidade e a reserva da vida privada” dos utentes. Depois do acolhimento e de uma primeira identificação do problema familiar, os casais serão encaminhados para os técnicos especializados e acompanhados espiritualmente até a sua crise seja ultrapassada. Os serviços prestados são gratuitos e assegurados por voluntários não remunerados. “A família é o património imaterial mais belo e valioso da humanidade. Mas é uma peça da sociedade onde se refletem as crises da própria época. E estas crises não podem deixar de interpelar a Igreja, através de uma pastoral inteligente, positiva e propositiva, às famílias feridas”, justificou D. António Marto. Para o coordenador do CAF, padre José Augusto Rodrigues, este serviço pastoral “vem dar resposta a uma procura que já existe”, mas que não está ainda quantificada, apesar de haver a sensação, entre o clero, “que serão muitas” a precisar deste tipo de apoio.

  • A MAIS BELA MULTINACIONAL DO MUNDO – Homilia de Pentecostes em Chartres pelo Mons. André Léona

    Todos conhecemos, meus irmãos e irmãs, as multinacionais que fazem comércio pelo mundo inteiro. Eis o grande furo jornalístico: a mais bela multinacional do mundo é a Igreja católica, espalhada por todas as nações! E nós a devemos ao Espírito Santo e a São Pedro, segundo a leitura dos Atos dos Apóstolos de hoje. Pedro foi à casa de Cornélio, um pagão, um militar romano, com toda a sua comitiva; entrou em sua casa – o que é proibido a um judeu! – e, a pedido de Cornélio, ele o evangeliza, fala-lhe de Jesus, verdadeiro Deus, verdadeiro homem, crucificado e ressuscitado. Apenas termina a pregação, vem o Espírito Santo e paira sobre Cornélio e seus familiares. Pedro se vê, então, diante de um problema: se já receberam o sacramento da confirmação, como poderia recusar a eles, agora, a água do batismo? E batizou, então, esses pagãos depois de uma catequese extremamente curta. É graças pois ao Espírito Santo, e graças a Pedro e depois a Paulo, que a Igreja se torna uma verdadeira multinacional da fé, da esperança e da caridade através do mundo. E foi isto que nos permitiu, a nós gauleses, celtas, atuáticos, nérvios e eburões, e outros povos daquela época, entrar finalmente na Igreja católica. Nesta Igreja católica que, como nós ousamos dizer no Credo, é una, santa, católica e apostólica. Ouço às vezes as pessoas dizerem, nos tempos atuais, depois da revelação de tantos escândalos que nos prejudicam: “Ainda podemos dizer que a Igreja é una, santa, católica e apostólica?” E, no entanto, podemos sim: ela é santa, mesmo que seja composta de pecadores (e a prova disto é que nós estamos nela). É, sim, composta de pecadores. Mas é também santa, pois o Santo de Deus, que é Jesus, é sua cabeça; porque o Espírito Santo é a sua alma; porque a Santíssima Virgem Maria é o seu coração; porque, para guiá-la nos caminhos da história, é sustentada pela Santa Tradição que vem dos Apóstolos e iluminada pelas Santas Escrituras; e porque, no coração da vida da Igreja, há isto que estamos fazendo agora: a celebração do Santo Sacramento da Eucaristia. E para a Igreja sobreviver através dos séculos, a partir dos pecadores que a compõem, é capaz de produzir os santos e as santas – que todos nós teremos de ser também, mais cedo ou mais tarde. Para cumprir sua missão, a Igreja dispõe, como fonte de esperança e de paz, daquilo que ouvimos no Evangelho. São os dois versículos mais preciosos de todo o Novo Testamento: “Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo aquele o que Nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus não enviou o Filho ao mundo para condená-lo, mas para que o mundo seja salvo por ele”. É uma grande maravilha! São Paulo a resumiu na segunda Carta aos Coríntios no capítulo 5, versículo 21, quando diz: “Aquele que não conheceu o pecado, o Santo de Deus”. Foi assim que o demônio dirigiu-se a Jesus: “Sabemos quem tu és, Jesus de Nazaré. Tu és o Santo de Deus”. E diz Paulo: “Aquele que não conheceu o pecado, Deus o fez pecado por nós, para que nele nós nos tornássemos justiça de Deus.” É preciso compreender por que Jesus desceu tão baixo, no abismo da solidão e do abandono, do frio e da angústia, sentindo-se abandonado por seus discípulos, e até, aparentemente, abandonado por seu Pai, ao ponto de gritar: “Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste?” Se desceu tão baixo, foi para resgatar todos os homens e mulheres, por mais profunda que tenha sido a sua queda. Aquele que crê nisto, que põe sua fé no Jesus que desceu ao fundo do abismo, é habitado por uma esperança inexaurível e recebe o dom da paz — mas por aquele preço, pago pelo que nos salvou. Na noite da Páscoa, no Evangelho de João, Jesus se dirige duas vezes aos discípulos, dizendo: “A paz esteja convosco”. E mostra-lhes as feridas de suas mãos e a ferida de seu lado: o preço que pagou para, subindo do abismo, nos trazer o dom da paz. É o tema de vossa peregrinação: ser missionário da paz. Mas isso comporta um preço, um preço que nos faz refletir. No Evangelho de João está dito: “Os homens amaram mais as trevas do que a luz”. Devemos escolher a luz e nos conformar à vontade do Senhor a nosso respeito. E isto só se dá por um combate. Jesus veio nos trazer a paz. Ele o diz explicitamente, na noite da Última Ceia: “Eu vos dou a paz, eu vos dou a minha paz. Eu não a dou como o mundo a dá”. E, nos evangelhos sinóticos, Mateus, Marcos, Lucas, ouvimos esta fala um pouco surpreendente: “Não penseis que Eu vim trazer a paz à terra. Não vim trazer a paz, mas a espada”. Meus irmãos e minhas irmãs, missionários da esperança e missionários da paz: um irrecusável combate deverá ser travado. Vivemos atualmente, na Europa, uma grande confusão no plano político. Teremos de travar um combate. Também na Igreja católica há muita confusão atualmente, em pontos importantes, referentes  à indissolubilidade do casamento, a relação entre a Aliança conjugal e a Aliança do sacramento da Eucaristia, o problema das práticas homossexuais, a questão do celibato dos padres na Igreja latina, e muitos outros assuntos. Uma grande confusão, espalhada por todos os lados. Devemos ser gratos quando, sobre certos pontos, o nosso papa atual, papa Francisco, fala de maneira clara: podemos, assim, continuar a nos inspirar nos ensinamentos claríssimos e misericordiosos que nos deu Bento XVI, o papa emérito, e que nos deu São João Paulo II. Combatamos com firmeza e benevolência, com escuta e misericórdia. Mas temos de combater. E Jesus nos preveniu: no mundo tereis de sofrer, mas confiança, eu venci o mundo. Termino com uma pequena palavra. Estou muito impressionado de ver todas as famílias que aqui estão reunidas. Pessoas estabelecidas em seu estado de vida, que são já casadas; ou, ainda, que são celibatários por escolha; ou celibatários em razão das circunstâncias da vida. Há ministros ordenados, há pessoas consagradas, mas também cheios de vida! Então, meus caros jovens aqui presentes, frequentai Jesus de perto; é fonte de paz, mas talvez não seja assim tão fácil. Ele vai pedir à maioria de vós que forme um dia um lar sólido, o que quer dizer um homem com uma mulher e o Senhor no meio: uma bela “ménage à trois”. Um homem, uma mulher… e o Senhor, que é a unidade profunda de um casal. Ele vai pedir a alguns que vivam um celibato voluntário, que não se tenha escolhido por não ter encontrado nunca sua alma-irmã nesta vida. E será preciso que essas pessoas vivam seu celibato na verdade. Mas Ele vai também, certamente, querer encontrar entre vós, moças, que pensem ser Jesus o mais belo de todos; e que, por seus belos olhos, vão abraçar uma forma ou outra de vida consagrada. Estais atentas, e sede acolhedoras, minhas jovens! E, entre os moços, ele vai querer encontrar alguns que aceitem se tornar pastores ao serviço da Igreja. Em todas as dioceses da França e da Europa, começando pela diocese de Chartes, há necessidade de jovens que sejam de tal modo apaixonados por Jesus, que decidam lhe consagrar toda a vida — a Ele, assim como ao povo que Ele ama. Não tenhais medo. No mundo, vós tereis de sofrer e fazer escolhas difíceis. “Mas confiança”, nos diz Jesus, “eu venci o mundo”. Amém, aleluia! https://www.corrispondenzaromana.it/international-news/texte-de-lhomelie-de-mgr-leonard-a-chartres-lundi-de-pentecote-2019-retranscription-integrale/

  • Resposta ao questionamento do Porta dos Fundos: “E se Jesus fosse gay? Qual o problema?”

    Gregório Duvivier, o “astro” da blasfêmia do Porta dos Fundos, está indignado: e se Jesus fosse gay? Qual o problema? Por Bruno Braga. Jesus não foi e não é gay. Jesus é Deus, e por ser o próprio Verbo divino encarnado, não consta na ordem da criação nada relativo a essa tendência comportamental, e sim o homem e a mulher. Jesus se fez homem, porque é homem. O novo Adão, em meio à humanidade marcada pelo pecado, e consequentemente o mundo pela desordem, fez-se verdadeiro homem e permaneceu verdadeiro Deus. Ele foi e é, pois assim subiu ao Céu. No entanto, maconheiros comunistas, como Gregório Duvivier, – e infelizmente até alguns que se dizem “cristãos” – não reconhecem Cristo como o que Ele de fato é, Deus, e o consideram somente um “sábio”. O que é um “sábio”? Sábio, segundo Santo Tomás de Aquino, é aquele que ordena as coisas para o seu fim, pois o seu fim é o bem de cada coisa (“Suma contra os gentios”, I, 1). Não é preciso sequer ter “fé” para reconhecer isso. Nestes termos, cada parte e cada órgão do corpo humano é constituído para uma finalidade, e não é da constituição e da finalidade de um pênis ser introduzido em um ânus, e nem da constituição e da finalidade de um ânus alojar e ser friccionado por um pênis, assim como não é da constituição e da finalidade do ouvido o olfato e nem do nariz a mastigação. Portanto, mesmo que um “sábio” apenas, Jesus não teria nunca sido gay, e nem tomado com “normalidade” alguém que o fosse, pois estaria dando às coisas um fim que elas não têm, no malefício não só do corpo, mas da pessoa como um todo. Mas, como Jesus não foi somente um “sábio”, mas é a própria Sabedoria, Ele não é e nunca foi gay. Concluindo. Gregório Duvivier está revoltado, mas as suas indagações são apenas pose “politicamente correta”, truquezinhos baratos para enganar trouxas e desavisados.

  • Resposta ao questionamento do Porta dos Fundos: “E se Jesus fosse gay? Qual o problema?”

    Gregório Duvivier, o “astro” da blasfêmia do Porta dos Fundos, está indignado: e se Jesus fosse gay? Qual o problema? Por Bruno Braga. Jesus não foi e não é gay. Jesus é Deus, e por ser o próprio Verbo divino encarnado, não consta na ordem da criação nada relativo a essa tendência comportamental, e sim o homem e a mulher. Jesus se fez homem, porque é homem. O novo Adão, em meio à humanidade marcada pelo pecado, e consequentemente o mundo pela desordem, fez-se verdadeiro homem e permaneceu verdadeiro Deus. Ele foi e é, pois assim subiu ao Céu. No entanto, maconheiros comunistas, como Gregório Duvivier, – e infelizmente até alguns que se dizem “cristãos” – não reconhecem Cristo como o que Ele de fato é, Deus, e o consideram somente um “sábio”. O que é um “sábio”? Sábio, segundo Santo Tomás de Aquino, é aquele que ordena as coisas para o seu fim, pois o seu fim é o bem de cada coisa (“Suma contra os gentios”, I, 1). Não é preciso sequer ter “fé” para reconhecer isso. Nestes termos, cada parte e cada órgão do corpo humano é constituído para uma finalidade, e não é da constituição e da finalidade de um pênis ser introduzido em um ânus, e nem da constituição e da finalidade de um ânus alojar e ser friccionado por um pênis, assim como não é da constituição e da finalidade do ouvido o olfato e nem do nariz a mastigação. Portanto, mesmo que um “sábio” apenas, Jesus não teria nunca sido gay, e nem tomado com “normalidade” alguém que o fosse, pois estaria dando às coisas um fim que elas não têm, no malefício não só do corpo, mas da pessoa como um todo. Mas, como Jesus não foi somente um “sábio”, mas é a própria Sabedoria, Ele não é e nunca foi gay. Concluindo. Gregório Duvivier está revoltado, mas as suas indagações são apenas pose “politicamente correta”, truquezinhos baratos para enganar trouxas e desavisados.

  • ALERTA: Netflix exibe Desenho infantil com beijo homossexual entre crianças

    A plataforma de entretenimento Netflix ganhou repercussão no último mês ao ser acusada de promover um programa que vilipendia a fé cristã, o “especial de Natal” do grupo Porta dos Fundos, mas agora outra programação parece estar na lista das polêmicas envolvendo a gigante do streaming. Se trata do desenho “Os 3 Lá Embaixo: Contos da Arcádia”, o qual consta em classificação livre na plataforma, portanto, disponível para crianças de todas as idades. A trama fala sobre a chegada de dois príncipes alienígenas em fuga à Terra, e entre às cenas aparece um beijo homossexual entre duas crianças. “Estava vendo um desenho com meu filho de 4 anos na Netflix, classificado como livre, e teve uma cena de beijo na boca entre duas meninas. (Elas) acham que o mundo vai acabar e decidem se beijar antes que isso aconteça”, disse uma mãe, indignada. “Achei totalmente inapropriado porque está classificado como livre. Entendo que é uma forma de influenciar comportamento. A mente da criança, semelhante ao corpo, está em formação”, completou a mãe. Assim como esta mãe, a maioria dos pais não concordam com a exibição de qualquer cena erótica entre crianças, por mais “inocente” que pareça, como um simples beijo, visto que elas carregam valores nem sempre compatíveis com a educação da família em questão. Em se tratando de beijo homossexual, a reprovação é ainda maior, já que o comportamento homoafetivo ainda é criticado por questões morais, religiosas e até mesmo científicas, não havendo consenso social/acadêmico sobre o tema, especialmente envolvendo crianças e adolescentes. A mãe que preferiu não se identificar endossou esse raciocínio: “Meu filho tem 4 anos. Ele não tem idade suficiente para entender esse tema. Nós somos cristãos e passamos os nossos valores aos nossos filhos. Ele não tem maturidade para assistir esse tipo de cena”, disse ela. Via Pleno News

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