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- “Países que legalizam aborto não têm moral nenhuma pra falar de árvores.” diz filósofo c
Autor dos livros “A Imaginação Totalitária” e “Contra o Aborto”, Francisco Razzo criticou o oportunismo estrangeiro na questão da Amazônia. Mestre em Filosofia pela Universidade São Paulo e autor dos livros “A Imaginação Totalitária” e “Contra o Aborto”, o filósofo e professor Francisco Razzo usou suas redes sociais para criticar o oportunismo estrangeiro ao tratar dos incêndios na Amazônia. Continua depois da publicidade “Com todo respeito, mas países que legalizam aborto não têm moral nenhuma pra falar de árvores”, postou Razzo, destacando em particular a manifestação do presidente francês, Emmanuel Macron, dizendo que ele “não é um idiota”, como sugeriu o deputado Eduardo Bolsonaro, “mas um oportunista”. Com todo respeito, mas países que legalizam aborto não têm moral nenhuma pra falar de árvores. — Francisco Razzo (@franciscorazzo) 23 de agosto de 2019 No livro “A Imaginação Totalitária”, lançado em 2016, Francisco Razzo aborda justamente o caráter autoritário das ideologias políticas, tanto da esquerda como da direita, destacando a necessidade de ruptura com esse viés dualista, visto pelo autor como algo capaz de levar aos extremos. Leia também: “Eu não odiava os outros presidentes e não odeio Bolsonaro” Padre Zezinho, scj Às declarações intimidatórias de países como a França e a Alemanha contra o Brasil, por exemplo, por causa da Amazônia, seriam exemplos desses extremismos, neste caso motivados pela narrativa ambientalista. Por: Will R. Filho | Opinião Crítica #Aborto
- “Países que legalizam aborto não têm moral nenhuma pra falar de árvores.” diz filósofo c
Autor dos livros “A Imaginação Totalitária” e “Contra o Aborto”, Francisco Razzo criticou o oportunismo estrangeiro na questão da Amazônia. Mestre em Filosofia pela Universidade São Paulo e autor dos livros “A Imaginação Totalitária” e “Contra o Aborto”, o filósofo e professor Francisco Razzo usou suas redes sociais para criticar o oportunismo estrangeiro ao tratar dos incêndios na Amazônia. Continua depois da publicidade “Com todo respeito, mas países que legalizam aborto não têm moral nenhuma pra falar de árvores”, postou Razzo, destacando em particular a manifestação do presidente francês, Emmanuel Macron, dizendo que ele “não é um idiota”, como sugeriu o deputado Eduardo Bolsonaro, “mas um oportunista”. Com todo respeito, mas países que legalizam aborto não têm moral nenhuma pra falar de árvores. — Francisco Razzo (@franciscorazzo) 23 de agosto de 2019 No livro “A Imaginação Totalitária”, lançado em 2016, Francisco Razzo aborda justamente o caráter autoritário das ideologias políticas, tanto da esquerda como da direita, destacando a necessidade de ruptura com esse viés dualista, visto pelo autor como algo capaz de levar aos extremos. Leia também: “Eu não odiava os outros presidentes e não odeio Bolsonaro” Padre Zezinho, scj Às declarações intimidatórias de países como a França e a Alemanha contra o Brasil, por exemplo, por causa da Amazônia, seriam exemplos desses extremismos, neste caso motivados pela narrativa ambientalista. Por: Will R. Filho | Opinião Crítica #Aborto
- Exorcistas respondem superior geral dos Jesuítas: Satanás é real
Cidade do Vaticano, 23 de agosto de 2019 / 11:49 am ( CNA ) .- Em resposta à polêmica afirmação do superior geral dos Jesuítas, Arturo Sosa, SJ, uma organização internacional de exorcistas católicos disse na quinta-feira que a existência de Satanás, como um ser real e pessoal, é uma verdade da doutrina de Cristo. “A existência real do diabo, como um sujeito pessoal que pensa e age e fez a escolha da rebelião contra Deus, é uma verdade de fé que sempre fez parte da doutrina cristã”, disse a Associação Internacional de Exorcistas em agosto. 22 comunicado de imprensa . O lançamento da organização veio em resposta às recentes observações sobre o demônio do superior geral jesuíta pe. Arturo Sosa, SJ, que a organização chamou de “grave e confuso”. Os exorcistas disseram que divulgaram sua declaração para fornecer “esclarecimento doutrinário”. Sosa fez manchetes no início desta semana quando disse à revista italiana Tempi que “o diabo existe como uma realidade simbólica, não como uma realidade pessoal“. O diabo “existe como personificação do mal em diferentes estruturas, mas não em pessoas, porque não é uma pessoa, é uma maneira de agir mal. Ele não é uma pessoa como uma pessoa humana. É um caminho do mal estar presente na vida humana ”, disse Sosa, superior geral dos Jesuítas. Citando uma longa história de ensinamentos da Igreja sobre a natureza de Satanás, incluindo várias citações do Papa Francisco e seus recentes predecessores, a organização dos exorcistas disse que os católicos são obrigados a acreditar que Satanás é um ser real e pessoal, um anjo caído. “A Igreja, fundada na Sagrada Escritura e na tradição apostólica, ensina oficialmente que o diabo é uma criatura e um ser pessoal, e adverte aqueles que, como o padre Sosa, o consideram apenas um símbolo.” Os comentários de Sosa estão “fora do magistério ordinário e extraordinário solene” da Igreja, disseram os exorcistas. A Associação Internacional de Exorcistas é uma “associação de fiéis” formalmente aprovada pela Congregação para o Clero do Vaticano em 2014. Entre seus fundadores estava o conhecido exorcista pe. Gabrele Amorth , que morreu em 2016. Sosa, 70 anos, foi eleito superior geral da Companhia de Jesus em 2016. Um venezuelano, tem uma licenciatura pontifícia em filosofia e um doutorado em ciência política. Ele serviu como superior provincial jesuíta na Venezuela de 1996 a 2004, e em 2014 iniciou um papel administrativo na cúria geral dos jesuítas em Roma. Leia também: Superior Geral dos Jesuítas afirma que o demônio não existe Sosa ofereceu comentários controversos sobre Satanás no passado. Em 2017, ele disse ao El Mundo que “formamos figuras simbólicas como o Diabo para expressar o mal”. Depois que sua observação de 2017 gerou controvérsia, um porta-voz de Sosa disse ao Catholic Herald que “como todos os católicos, o padre Sosa professa e ensina o que a Igreja professa e ensina. Ele não possui um conjunto de crenças separadas do que está contido na doutrina da Igreja Católica. “ Comunicado de imprensa à IEA sobre a declaração do padre Arturo Sosa Abascal na reunião de Rimini Associação Internacional de Exorcistas [AIE] Roma, 22 de agosto de 2019 Comunicado de Imprensa da Associação Internacional de Exorcistas A Associação Internacional de Exorcistas (IEA) neste comunicado de imprensa segue declarações feitas pelo Superior Geral da Companhia de Jesus Padre Arturo Sosa Abascal durante uma entrevista publicada na revista online “Tempi.it” ( Encontro. “O diabo existe apenas como realidade simbólica “ , 21 de agosto de 2019). Uma das questões abordadas na entrevista com os religiosos, convidados a Rimini para o Encontro de Comunhão e Libertação para realizar uma reunião sobre o tema “Aprendendo a olhar o mundo através dos olhos do Papa Francisco”, teve como objeto a existência do demônio. Entre outras coisas, o padre Sosa Abascal declarou: “Existe como o mal personificado em diferentes estruturas, mas não nas pessoas, porque não é uma pessoa, é uma forma de implementar o mal. Ele não é uma pessoa como uma pessoa humana. É um caminho do mal estar presente na vida humana. O bem e o mal estão em permanente luta na consciência humana e temos maneiras de indicá-los. Nós reconhecemos Deus como bom, inteiramente bom. Os símbolos fazem parte da realidade e o diabo existe como realidade simbólica e não como realidade pessoal “. Diante dessas graves e confusas declarações, já expressas no passado pelo padre Sosa Abascal ao suplemento El Mundo , são necessários alguns esclarecimentos doutrinários à luz do magistério, inclusive do atual Pontífice. Se é verdade que em relação ao magistério ordinário é necessário tratar do “respeito pelo intelecto e pela vontade”, deve-se considerar, de fato, que o magistério solene expresso no IV Concílio de Latrão sobre anjos e demônios implica uma adesão obrigatória da fé. A posição de Abascal, portanto, é colocada fora do magistério ordinário e extraordinariamente solene. A real existência do diabo, como sujeito pessoal que pensa e age e que fez a escolha da rebelião contra Deus, é uma verdade de fé que sempre fez parte da doutrina cristã. Esta verdade é confirmada por um documento da Congregação da Fé, publicado pelo L’Osservatore Romano em 26 de junho de 1975. O texto examina em detalhes a declaração do IV Concílio de Latrão, do qual reconhece a importância teológica, também em relação ao o diabo e os demônios: “A afirmação que os preocupa é apresentada como uma afirmação indiscutível da consciência cristã”. De fato, ela está inserida no símbolo da fé, que o conselho re-propôs a toda a Igreja e, portanto, pertence à regra universal da fé. Além disso, este ensinamento corresponde a toda a tradição dos Padres da Igreja e dos Papas. Anteriormente, Paulo VI, em 15 de novembro de 1972, durante a audiência geral de quarta-feira, abordou a questão em questão. A partir do mal existente no mundo, ele declara que é “a ocasião e o efeito de uma intervenção em nós e em nosso mundo de um agente obscuro e inimigo, o diabo”. O mal não é mais apenas uma deficiência, mas um ser vivo, espiritual, pervertido e pervertido. Realidade terrível. Misterioso e medroso ». Ele prossegue afirmando firmemente a necessidade de acreditar que o diabo é um ser criado por Deus (que, posteriormente, com livre arbítrio, radicalmente e irrevogavelmente recusou Deus e seu Reino) e não como um princípio absoluto independente ou como um simples símbolo do mal: da estrutura do ensino bíblico e eclesiástico que se recusa a reconhecer “a realidade do diabo”. Em apoio a esta tese, há numerosas citações bíblicas, após as quais o Papa reitera que o diabo “é o inimigo número um, ele é o tentador por excelência”. Sabemos que esse ser obscuro e perturbador realmente existe ”. O papa Francisco, após sua eleição ao trono papal (2013), sob várias circunstâncias insistiu e reafirmou fortemente a realidade do diabo. Em sua Exortação Apostólica Gaudete e exultam(19 de março de 2018) ele falou longamente sobre o tema demoníaco, apontando para o cap. 5 algumas explicações breves mas incisivas. O pontífice parte do fato de que a vida cristã, a caminho da santidade, é uma luta permanente (n.158), onde força e coragem são necessárias para resistir às tentações do diabo. Isto constitui o fato concreto que não se pode negligenciar, mas forma as condições para fortalecer a própria configuração espiritual (n.159). O Papa especifica que quando se fala da luta contra o diabo, não é um contraste com a mentalidade mundana ou com inclinações pessoais para o mal, mas mais precisamente se refere a uma luta contra um ser real “, que é o príncipe do mal ». Com esta expressão é sublinhada a dimensão do sujeito ou pessoa na sua concretude, isto é, uma entidade subsistente real, que é chamada e é a Maligna. O próprio Jesus o derrotou e se alegrou (Lc 10,18). O Papa explica que nos tempos de Jesus se poderia entender uma doença, como a epilepsia, como uma ação demoníaca, porém deve-se reconhecer que Jesus fez múltiplas liberações dos obcecados. A ação diabólica confirma a existência real do diabo e sua presença constante, desde o início da criação, como mostrado nas primeiras páginas das Escrituras, em referência à história da gênese da sedução da serpente do primeiro casal humano, Adão e Eva. Portanto, não se pode sustentar que “o diabo não existe ou não age”. O pontífice diz que o próprio Jesus, quando ensinou aos discípulos a oração do Padrenostro, perguntou como o último pedido para se libertar do mal: “A expressão que é usada ali não se refere ao mal no abstrato”, mas propriamente e concretamente sim indica o Maligno, que é um ser pessoal, O Papa faz referência aos erros que se espalham em torno da figura de Satanás (n.161): “Não pensamos, portanto, que é um mito, uma representação, um símbolo, uma figura ou uma idéia. Esse engano nos leva a baixar nossa guarda, a negligenciar e a permanecer mais expostos “. A declaração é clara e não admite dúvidas ou discussões sobre a real existência de Satanás. É parte da doutrina da Igreja que deve ser aceita e crida. Se alguém negar essa verdade, o papa continua, facilmente cai sob as garras do diabo, que “como um leão que ruge, sai em busca de alguém para devorar” (1 Pd 5, 8). Assim, a Igreja, fundada na Sagrada Escritura e na Tradição Apostólica, ensina oficialmente que o diabo é uma criatura e um ser pessoal, e adverte contra aqueles que, como o padre Sosa, o consideram apenas um símbolo. Como uma Associação Internacional Exorcista, gostaríamos de finalizar relatando o que foi declarado pela Conferência Episcopal Italiana no n. 5 da Apresentação da versão italiana do novo Ritual dos Exorcismos, promulgada pela Santa Sé em 22 de novembro de 1998 (De exorcismis et supplicationibus quibusdam): “O discípulo de Cristo, à luz do Evangelho e do ensinamento da Igreja, acredita que o Maligno e os demônios existem e atuam na história pessoal e comunitária dos homens. O Evangelho, de fato, descreve a obra de Jesus como luta contra Satanás (cf. Mc 1,23-28; 32-34; 39; 3, 22-30 e passim). Até mesmo a vida de seus discípulos implica uma batalha que “não é contra criaturas feitas de carne e sangue, mas contra os principados e potestades, contra os governantes deste mundo de trevas, contra os espíritos do mal” (Ef 6, 12). ». Finalmente, além de tomar nota da clara posição do Papa Francisco expressa nas saudações enviadas aos participantes nas Conferências Internacionais dos Exorcistas, aprofundar o conhecimento do ensinamento das Sagradas Escrituras e do Magistério da Igreja sobre a real existência e atividade do mundo demoníaco, recomendamos lendo os seguintes relatos no blog da Associação Internacional de Exorcistas: aiepressoffice.com O ensinamento sobre o diabo no Catecismo da Igreja Católica (CCC) Relatório do Bispo Dom Raffaello Martinello. A extraordinária ação de Satanás no mundo: aspectos teológicos e magisteriais Relatório do Bispo Giovanni Rinaldi. Exorcismo na Pastoral Ordinária da Igreja Relatório do Cardeal Salvatore De Giorgi. A origem do mal no universo criado bem por Deus Estudo da Associação Internacional Exorcista. São Martinho de Tours, bispo exorcista Tradução do Artigo da Associação Internacional Exorcista. #Crisenaigreja #Demônio
- Exorcistas respondem superior geral dos Jesuítas: Satanás é real
Cidade do Vaticano, 23 de agosto de 2019 / 11:49 am ( CNA ) .- Em resposta à polêmica afirmação do superior geral dos Jesuítas, Arturo Sosa, SJ, uma organização internacional de exorcistas católicos disse na quinta-feira que a existência de Satanás, como um ser real e pessoal, é uma verdade da doutrina de Cristo. “A existência real do diabo, como um sujeito pessoal que pensa e age e fez a escolha da rebelião contra Deus, é uma verdade de fé que sempre fez parte da doutrina cristã”, disse a Associação Internacional de Exorcistas em agosto. 22 comunicado de imprensa . O lançamento da organização veio em resposta às recentes observações sobre o demônio do superior geral jesuíta pe. Arturo Sosa, SJ, que a organização chamou de “grave e confuso”. Os exorcistas disseram que divulgaram sua declaração para fornecer “esclarecimento doutrinário”. Sosa fez manchetes no início desta semana quando disse à revista italiana Tempi que “o diabo existe como uma realidade simbólica, não como uma realidade pessoal“. O diabo “existe como personificação do mal em diferentes estruturas, mas não em pessoas, porque não é uma pessoa, é uma maneira de agir mal. Ele não é uma pessoa como uma pessoa humana. É um caminho do mal estar presente na vida humana ”, disse Sosa, superior geral dos Jesuítas. Citando uma longa história de ensinamentos da Igreja sobre a natureza de Satanás, incluindo várias citações do Papa Francisco e seus recentes predecessores, a organização dos exorcistas disse que os católicos são obrigados a acreditar que Satanás é um ser real e pessoal, um anjo caído. “A Igreja, fundada na Sagrada Escritura e na tradição apostólica, ensina oficialmente que o diabo é uma criatura e um ser pessoal, e adverte aqueles que, como o padre Sosa, o consideram apenas um símbolo.” Os comentários de Sosa estão “fora do magistério ordinário e extraordinário solene” da Igreja, disseram os exorcistas. A Associação Internacional de Exorcistas é uma “associação de fiéis” formalmente aprovada pela Congregação para o Clero do Vaticano em 2014. Entre seus fundadores estava o conhecido exorcista pe. Gabrele Amorth , que morreu em 2016. Sosa, 70 anos, foi eleito superior geral da Companhia de Jesus em 2016. Um venezuelano, tem uma licenciatura pontifícia em filosofia e um doutorado em ciência política. Ele serviu como superior provincial jesuíta na Venezuela de 1996 a 2004, e em 2014 iniciou um papel administrativo na cúria geral dos jesuítas em Roma. Leia também: Superior Geral dos Jesuítas afirma que o demônio não existe Sosa ofereceu comentários controversos sobre Satanás no passado. Em 2017, ele disse ao El Mundo que “formamos figuras simbólicas como o Diabo para expressar o mal”. Depois que sua observação de 2017 gerou controvérsia, um porta-voz de Sosa disse ao Catholic Herald que “como todos os católicos, o padre Sosa professa e ensina o que a Igreja professa e ensina. Ele não possui um conjunto de crenças separadas do que está contido na doutrina da Igreja Católica. “ Comunicado de imprensa à IEA sobre a declaração do padre Arturo Sosa Abascal na reunião de Rimini Associação Internacional de Exorcistas [AIE] Roma, 22 de agosto de 2019 Comunicado de Imprensa da Associação Internacional de Exorcistas A Associação Internacional de Exorcistas (IEA) neste comunicado de imprensa segue declarações feitas pelo Superior Geral da Companhia de Jesus Padre Arturo Sosa Abascal durante uma entrevista publicada na revista online “Tempi.it” ( Encontro. “O diabo existe apenas como realidade simbólica “ , 21 de agosto de 2019). Uma das questões abordadas na entrevista com os religiosos, convidados a Rimini para o Encontro de Comunhão e Libertação para realizar uma reunião sobre o tema “Aprendendo a olhar o mundo através dos olhos do Papa Francisco”, teve como objeto a existência do demônio. Entre outras coisas, o padre Sosa Abascal declarou: “Existe como o mal personificado em diferentes estruturas, mas não nas pessoas, porque não é uma pessoa, é uma forma de implementar o mal. Ele não é uma pessoa como uma pessoa humana. É um caminho do mal estar presente na vida humana. O bem e o mal estão em permanente luta na consciência humana e temos maneiras de indicá-los. Nós reconhecemos Deus como bom, inteiramente bom. Os símbolos fazem parte da realidade e o diabo existe como realidade simbólica e não como realidade pessoal “. Diante dessas graves e confusas declarações, já expressas no passado pelo padre Sosa Abascal ao suplemento El Mundo , são necessários alguns esclarecimentos doutrinários à luz do magistério, inclusive do atual Pontífice. Se é verdade que em relação ao magistério ordinário é necessário tratar do “respeito pelo intelecto e pela vontade”, deve-se considerar, de fato, que o magistério solene expresso no IV Concílio de Latrão sobre anjos e demônios implica uma adesão obrigatória da fé. A posição de Abascal, portanto, é colocada fora do magistério ordinário e extraordinariamente solene. A real existência do diabo, como sujeito pessoal que pensa e age e que fez a escolha da rebelião contra Deus, é uma verdade de fé que sempre fez parte da doutrina cristã. Esta verdade é confirmada por um documento da Congregação da Fé, publicado pelo L’Osservatore Romano em 26 de junho de 1975. O texto examina em detalhes a declaração do IV Concílio de Latrão, do qual reconhece a importância teológica, também em relação ao o diabo e os demônios: “A afirmação que os preocupa é apresentada como uma afirmação indiscutível da consciência cristã”. De fato, ela está inserida no símbolo da fé, que o conselho re-propôs a toda a Igreja e, portanto, pertence à regra universal da fé. Além disso, este ensinamento corresponde a toda a tradição dos Padres da Igreja e dos Papas. Anteriormente, Paulo VI, em 15 de novembro de 1972, durante a audiência geral de quarta-feira, abordou a questão em questão. A partir do mal existente no mundo, ele declara que é “a ocasião e o efeito de uma intervenção em nós e em nosso mundo de um agente obscuro e inimigo, o diabo”. O mal não é mais apenas uma deficiência, mas um ser vivo, espiritual, pervertido e pervertido. Realidade terrível. Misterioso e medroso ». Ele prossegue afirmando firmemente a necessidade de acreditar que o diabo é um ser criado por Deus (que, posteriormente, com livre arbítrio, radicalmente e irrevogavelmente recusou Deus e seu Reino) e não como um princípio absoluto independente ou como um simples símbolo do mal: da estrutura do ensino bíblico e eclesiástico que se recusa a reconhecer “a realidade do diabo”. Em apoio a esta tese, há numerosas citações bíblicas, após as quais o Papa reitera que o diabo “é o inimigo número um, ele é o tentador por excelência”. Sabemos que esse ser obscuro e perturbador realmente existe ”. O papa Francisco, após sua eleição ao trono papal (2013), sob várias circunstâncias insistiu e reafirmou fortemente a realidade do diabo. Em sua Exortação Apostólica Gaudete e exultam(19 de março de 2018) ele falou longamente sobre o tema demoníaco, apontando para o cap. 5 algumas explicações breves mas incisivas. O pontífice parte do fato de que a vida cristã, a caminho da santidade, é uma luta permanente (n.158), onde força e coragem são necessárias para resistir às tentações do diabo. Isto constitui o fato concreto que não se pode negligenciar, mas forma as condições para fortalecer a própria configuração espiritual (n.159). O Papa especifica que quando se fala da luta contra o diabo, não é um contraste com a mentalidade mundana ou com inclinações pessoais para o mal, mas mais precisamente se refere a uma luta contra um ser real “, que é o príncipe do mal ». Com esta expressão é sublinhada a dimensão do sujeito ou pessoa na sua concretude, isto é, uma entidade subsistente real, que é chamada e é a Maligna. O próprio Jesus o derrotou e se alegrou (Lc 10,18). O Papa explica que nos tempos de Jesus se poderia entender uma doença, como a epilepsia, como uma ação demoníaca, porém deve-se reconhecer que Jesus fez múltiplas liberações dos obcecados. A ação diabólica confirma a existência real do diabo e sua presença constante, desde o início da criação, como mostrado nas primeiras páginas das Escrituras, em referência à história da gênese da sedução da serpente do primeiro casal humano, Adão e Eva. Portanto, não se pode sustentar que “o diabo não existe ou não age”. O pontífice diz que o próprio Jesus, quando ensinou aos discípulos a oração do Padrenostro, perguntou como o último pedido para se libertar do mal: “A expressão que é usada ali não se refere ao mal no abstrato”, mas propriamente e concretamente sim indica o Maligno, que é um ser pessoal, O Papa faz referência aos erros que se espalham em torno da figura de Satanás (n.161): “Não pensamos, portanto, que é um mito, uma representação, um símbolo, uma figura ou uma idéia. Esse engano nos leva a baixar nossa guarda, a negligenciar e a permanecer mais expostos “. A declaração é clara e não admite dúvidas ou discussões sobre a real existência de Satanás. É parte da doutrina da Igreja que deve ser aceita e crida. Se alguém negar essa verdade, o papa continua, facilmente cai sob as garras do diabo, que “como um leão que ruge, sai em busca de alguém para devorar” (1 Pd 5, 8). Assim, a Igreja, fundada na Sagrada Escritura e na Tradição Apostólica, ensina oficialmente que o diabo é uma criatura e um ser pessoal, e adverte contra aqueles que, como o padre Sosa, o consideram apenas um símbolo. Como uma Associação Internacional Exorcista, gostaríamos de finalizar relatando o que foi declarado pela Conferência Episcopal Italiana no n. 5 da Apresentação da versão italiana do novo Ritual dos Exorcismos, promulgada pela Santa Sé em 22 de novembro de 1998 (De exorcismis et supplicationibus quibusdam): “O discípulo de Cristo, à luz do Evangelho e do ensinamento da Igreja, acredita que o Maligno e os demônios existem e atuam na história pessoal e comunitária dos homens. O Evangelho, de fato, descreve a obra de Jesus como luta contra Satanás (cf. Mc 1,23-28; 32-34; 39; 3, 22-30 e passim). Até mesmo a vida de seus discípulos implica uma batalha que “não é contra criaturas feitas de carne e sangue, mas contra os principados e potestades, contra os governantes deste mundo de trevas, contra os espíritos do mal” (Ef 6, 12). ». Finalmente, além de tomar nota da clara posição do Papa Francisco expressa nas saudações enviadas aos participantes nas Conferências Internacionais dos Exorcistas, aprofundar o conhecimento do ensinamento das Sagradas Escrituras e do Magistério da Igreja sobre a real existência e atividade do mundo demoníaco, recomendamos lendo os seguintes relatos no blog da Associação Internacional de Exorcistas: aiepressoffice.com O ensinamento sobre o diabo no Catecismo da Igreja Católica (CCC) Relatório do Bispo Dom Raffaello Martinello. A extraordinária ação de Satanás no mundo: aspectos teológicos e magisteriais Relatório do Bispo Giovanni Rinaldi. Exorcismo na Pastoral Ordinária da Igreja Relatório do Cardeal Salvatore De Giorgi. A origem do mal no universo criado bem por Deus Estudo da Associação Internacional Exorcista. São Martinho de Tours, bispo exorcista Tradução do Artigo da Associação Internacional Exorcista. #Crisenaigreja #Demônio
- HOUVE ALGUMA REFORMA LITÚRGICA ANTES DE PAULO VI? – Monsenhor Klaus Gamber
[Padre Klaus Gamber (1919-1989) foi um liturgista católico alemão. Autor de A reforma da liturgia romana, foi um dos principais críticos das reformas litúrgicas ocorridas após o Concílio Vaticano II. Admirava-o o Papa Bento XVI, sendo uma das fontes inspiradoras do motu proprio Summorum Pontificum, de 2007, que veio para estimular a celebração da Missa antiga.] No artigo “Quatrocentos anos de Missa Tridentina”, publicado em diversas revistas religiosas, o professor Rennings se aplicou a apresentar o novo missal, ou seja, o Ritus Modernus, como derivação natural e legítima da liturgia romana. Segundo o mencionado professor, a Missa de São Pio V teria existido por unicamente cento e trinta e quatro anos, ou seja, de 1570 a 1704, ano no qual apareceu com as modificações desejadas pelo Romano Pontífice de então. Continuando com tal modo de proceder, Paulo VI, segundo Rennings, teria por sua vez reformado o Missale romanum para permitir aos fiéis conhecer um pouco mais da inconcebível grandeza que o Senhor concedeu à sua Igreja através da Eucaristia. Em seu artigo, Rennings habilmente se aferrou a um ponto fraco dos tradicionalistas: a expressão Missa Tridentina ou Missa de São Pio V. Propriamente falando, nunca existiu uma Missa Tridentina ou de São Pio V, já que, seguindo as instâncias do Concílio de Trento, não foi formado um Novus Ordo Missae: o Missale sancti Pii V não é mais que o Missal da Cúria Romana, que foi se formando em Roma muitos séculos antes, e difundido, especialmente pelos franciscanos, em numerosas regiões do Ocidente. As modificações efetuadas em sua época por São Pio V são tão pequenas, que são perceptíveis tão somente pelo olhar dos especialistas. Agora, um dos expedientes a que recorre Rennings consiste em confundir o Ordo Missae com o Proprium das missas dos diferentes dias e das diferentes festas. Os Papas, até Paulo VI, não modificaram o Ordo Missae, mesmo introduzindo novos próprios para novas festas, o que não destrói a chamada Missa Tridentina mais do que os acréscimos ao Código Civil destruiriam o mesmo. Deixando, portanto, de lado a expressão imprópria de Missa Tridentina, falamos mais propriamente de um Ritus Romanus. O rito romano remonta, em suas partes mais importantes, pelo menos ao século V, mais precisamente ao Papa São Dâmaso (366-384). O Canon Missae, com exceção de alguns retoques efetuados por São Gregório Magno (590-604), alcançou com São Gelásio (492-496) a forma que conservou até há pouco. A única coisa sobre a qual os Romanos Pontífices não cessaram de insistir, do século V em diante, foi sobre a importância para todos de adotar o Canon Missae Romanae, que remonta nada menos que ao próprio Apóstolo Pedro. Respeitaram o uso das Igrejas locais tanto no que concerne às outras partes do Ordo, como no Proprium das várias Missas. Até São Gregório Magno (590-604) não existiu um missal oficial com o Proprium das várias Missas do ano. O Liber Sacramentorum foi redigido a pedido de São Gregório, no princípio de seu pontificado, para serviço e uso das Stationes que tinham lugar em Roma, ou seja, para a liturgia pontifical. São Gregório não teve nenhuma intenção de impor o Proprium do dito missal a todas as Igrejas do Ocidente. Se, posteriormente, o dito missal se converteu no próprio esboço do Missale Romanum de São Pio V, deve-se a uma série de fatores dos quais não podemos tratar agora. É interessante notar que, quando se interrogou a São Bonifácio (672-754), que se encontrava em Roma, a respeito de algum detalhe litúrgico, como o uso dos sinais da cruz a serem feitos durante o cânon, este não se referiu ao sacramentário de São Gregório, mas ao que era usado pelos Anglo-saxões, cujo cânon estava totalmente de acordo com aquele da Igreja de Roma. Na Idade Média, as dioceses e as igrejas que não tinham adotado, espontaneamente, o Missal utilizado em Roma, usavam um próprio; por isto, nenhum Papa manifestou surpresa ou desagrado. Mas quando a defesa contra o protestantismo tornou necessário um Concílio, o Concílio de Trento encarregou o Papa de publicar um missal corrigido e uniforme para todos. Assim, eu não posso, mesmo com a melhor boa vontade do mundo, encontrar em tal deliberação do Concílio o ecumenismo enxergado por Rennings. O que fez São Pio V? Como já dissemos, tomou o missal em uso em Roma e em tantos outros lugares, dando-lhe alguns retoques, especialmente reduzindo o número das festas dos Santos que continha. Tornou-o obrigatório para toda a Igreja? Em absoluto! Respeitou até as tradições locais que pudessem se gloriar de ter, pelo menos, duzentos anos de idade. Ou seja: era suficiente que o missal estivesse em uso por, pelo menos, duzentos anos, para que pudesse continuar em uso, em vez daquele publicado por São Pio V. O fato de que o Missale Romanum tenha se difundido tão rapidamente, e espontaneamente adotado até em dioceses que já tinham o próprio mais que bicentenário, deve-se a outras causas; não, certamente, por pressão vinda de Roma. Roma não exerceu sobre elas nenhuma pressão, e isto numa época em que, bem diferente do que ocorre hoje, ainda não se falava de pluralismo, nem de tolerância. O primeiro Papa que ousou inovar o Missal tradicional foi Pio XII, quando modificou a liturgia da Semana Santa. Seja-nos permitido observar, a respeito, que nada impedia de restabelecer a Missa do Sábado Santo no decorrer da noite de Páscoa, ainda que sem modificar o rito. João XXIII o seguiu por este caminho, retocando as rubricas. Mas nem um nem o outro ousaram inovar sobre o Ordo Missae, que continuou invariável. Contudo, a porta já tinha sido aberta, e por ela entraram aqueles que queriam uma substituição radical da liturgia tradicional — e conseguiram. Nós, que assistimos com espanto a esta resolução, contemplamos agora diante de nós as ruínas, não da Missa Tridentina, mas da antiga e tradicional Missa Romana, que se tinha aperfeiçoado através dos séculos, até alcançar a sua maturidade. Não era perfeita ao ponto de não poder ser posteriormente aperfeiçoável; no entanto, para adaptá-la ao homem de hoje, não havia necessidade de substituí-la: bastavam alguns pequeníssimos retoques, deixando a salvo e imutável todo o resto. Ao contrário, quiseram suprimi-la e substituí-la com uma liturgia nova, preparada com precipitação e, diríamos nós, artificialmente, com o Ritus Modernus. Como vai ficando evidente, de modo sempre mais claro e alarmante, o oculto fundo teológico desta reforma! Era fácil obter uma mais ativa participação dos fiéis nos santos mistérios, segundo as disposições conciliares, sem necessidade de transformar o rito tradicional. Contudo, a meta dos reformadores não era obter uma tal e mais ativa participação dos fiéis, senão fabricar um rito que expressasse a sua nova teologia, aquela mesma que está na base dos novos catecismos escolares. Já se veem, agora, as consequências desastrosas que só se revelarão, plenamente, daqui uns cinquenta anos. Para atingir seus objetivos, os progressistas souberam explorar, muito habilmente, a obediência às prescrições romanas dos sacerdotes e dos féis mais dóceis. A fidelidade e o respeito, devidos ao Pai da Cristandade, não chegam ao ponto de exigir uma aceitação, desprovida do necessário senso crítico, de todas as novidades introduzidas em nome do Papa. A fidelidade à Fé, antes de tudo! E é a Fé, parece-me, que se encontra em perigo com a nova liturgia, ainda que não me atreva a declarar inválida a Missa celebrada segundo o Ritus Modernus. Será que ainda veremos a Cúria Romana e certos bispos – aqueles mesmos que nos querem obrigar, com suas ameaças, a adotar o Ritus Modernus – descuidar de seu próprio e específico dever de defensores da Fé, permitindo que certos professores de teologia enterrem os dogmas mais fundamentais de nossa Fé, e aos discípulos dos mesmos propagar ditas opiniões heréticas em periódicos, livros e catecismos? O Ritus Romanus permanece como o último rochedo em meio à tempestade. Os inovadores sabem muito bem disso. É daqui que parte o seu ódio furioso contra o Ritus Romanus, que combatem sob o pretexto de combater uma jamais existente Missa Tridentina. Conservar o Ritus Romanus não é uma questão de estética; para nossa Santa Fé, é uma questão de vida ou morte. Click to access reformaliturgia.pdf
- Pais, não podemos esperar que nossos filhos se tornem homens se não lhes ensinarmos como
Pais, não podemos esperar que nossos filhos se tornem homens de verdade se não lhes ensinarmos como! Assista ao vídeo antes de a leitura: Leia o artigo publicado por Matt Walsh: Confesso que normalmente não acompanho as campanhas de marketing das empresas de maquiagem, mas algumas das mais recentes foram difíceis de perder. Primeiro, foi anunciado que a nova Cover Girl seria uma pessoa chamada James Charles, que de fato não é uma garota. Sentindo-se de fora, Maybelline respondeu nomeando Manny Gutierrez como seu embaixador da marca. Também não é uma garota. O país se prepara para o dia em que Tampax se junta à briga Deve ser esclarecido – porque este é o tipo de coisa que precisa ser esclarecida ultimamente – que James e Manny não se identificam como mulheres. Não há risco de serem nomeadas mulheres do ano como Glamour Magazine fez para Bruce Jenner. Mas eles e as empresas que eles representam cooptaram a feminilidade de uma forma muito semelhante, transformando-a em um tipo de máscara grotesca, algo que pode ser usado quando o clima é afetado e removido com a mesma rapidez. O anúncio de Maybelline vem logo após a infame reportagem de capa da National Geographic sobre o jovem rapaz abusado que “desistiu de fingir ser um menino” para poder assumir sua “verdadeira identidade” quando menina. Seus pais decidiram desfilá-lo como um espetáculo de espetáculos circenses, garantindo que a crise psicológica do seu pobre filho seja testemunhada por uma multidão grande e de aprovação. E isso tudo aconteceu nas últimas semanas. O ataque à ciência, à razão, à masculinidade e à feminilidade continua ganhando força. (James Charles/Maquiagem) Enquanto eu assisto a tudo isso, um ponto especialmente vem à mente, óbvio que deveria ser: é por isso que os meninos precisam de pais. Eu não conheço a história da vida de nossos amigos James e Manny. Soube que pelo menos um deles vem de uma família intacta, onde um pai estava presente e ativo em casa. Talvez esse seja realmente o caso. É certamente possível – embora improvável, eu pensaria – que um garoto possa ter o melhor pai do mundo e ainda se transformar em um modelo de maquiagem. As crianças têm um testamento e uma identidade própria, afinal, e há muito o que podemos fazer para moldá-lo. Mas, de modo geral, o que estamos vendo acontecer em nossa cultura é, em grande parte, o resultado de pais que não fizeram muito no sentido de moldar seus filhos. Não acho que seja coincidência que, em um país onde lares desfeitos e sem pai sejam endêmicos, tantos jovens tenham misteriosamente descoberto sua mulher interior. Isto é o que acontece em uma sociedade perdida, não em um iluminado. E nós estamos perdidos principalmente porque nossas famílias estão perdidas, e nossas famílias estão perdidas muitas vezes porque nossos homens não estão conduzindo-as bem – se estão mesmo liderando. Aqui está o que qualquer pai decente de meio caminho sabe: os meninos devem ser ensinados a se tornarem homens de verdade, assim como as meninas devem ser ensinadas a se tornarem mulheres de verdade. Sem quaisquer distrações ou influências nefastas, talvez os meninos se tornassem homens e meninas bem ajustados em mulheres bem ajustadas, puramente pela força da natureza. Mas nosso ambiente não permite mais isso. Vivemos em uma cultura com a intenção de subverter e perverter nossa natureza. Sim, os meninos são naturalmente inclinados para o masculino e as meninas para o feminino, mas muitas forças poderosas estão trabalhando para usurpar o processo e semear confusão nas mentes de nossos filhos. Essas campanhas de marketing e capas de revistas “transgênero” são exemplos – e resultados – de seus esforços. Portanto, um dos nossos principais deveres como pais deve ser mostrar aos nossos filhos o que a verdadeira masculinidade parece e age. Estou muito ciente dessa responsabilidade em relação aos meus próprios filhos. Eu penso constantemente em quão rapidamente eles podem sair do curso à medida que envelhecem, se eu não levar a sério este aspecto do meu dever paternal. Não é suficiente simplesmente dizer-lhes que devem ser homens. Eu tenho que fornecer para eles uma demonstração diária, de hora em hora, minuto a minuto. “Isto é o que um homem é. Isto é o que ele faz. É assim que ele se comporta. É assim que ele se comporta. É assim que ele se veste. É assim que ele fala.” Meus filhos aprenderão essas lições com alguém , de uma forma ou de outra. Isso é certo. Então, se não for eu, quem será? Bem, sabemos que a mídia está mais do que disposta a intervir em meu nome, muito generosamente eu poderia acrescentar, junto com a academia, Hollywood, seus pares e o governo. Vimos o que acontece quando essas entidades podem ser substitutas dos nossos filhos. De fato, muito do que agora chamamos de “transgenerismo” e “não-conformidade de gênero” e qualquer outra coisa pode ser explicada de maneira muito simples: papai não fez o seu trabalho. Como eu disse, tenho certeza de que isso não se aplica em todos os casos, mas geralmente acontece. E isso certamente se aplica nos casos extremos em que meninos muito jovens estão abertamente “vivendo como meninas”. Isso só pode acontecer se os pais permitirem que isso aconteça. Nenhuma criança na Terra escolhe seu próprio estilo de vida. Tampouco qualquer criança entende o que significa ser seu próprio gênero, muito menos o que significa ser diferente. Um menino não pode vir a “identificar-se como uma menina” porque ele realmente não sabe o que é uma garota ou o que ele é. Ele não entende nada sobre o gênero que ele está assumindo ou o que ele está rejeitando. Se ele se entendesse e se amasse, não se rejeitaria. Se ele está se rejeitando, isso provavelmente significa que ele não foi ensinado a amar ou entender a si mesmo. Um verdadeiro apreço por sua própria natureza masculina não foi instilado. E qualquer apreço que ele possuísse naturalmente não era protegido e sustentado. Nós não esperamos que nossos meninos aprendam a ler ou fazer aritmética ou jogar beisebol sem qualquer tipo de instrução. Por que, então, esperamos que eles aprendam a ser homens inteiramente por conta própria, especialmente em uma sociedade que está decidida a interferir no processo? Como já vimos um milhão de vezes, se um menino é deixado para aprender sobre a masculinidade sozinho nas florestas da sociedade moderna, ele chegará à conclusão de que a masculinidade é tóxica ou inexistente. Ele determinará que a melhor coisa que um homem pode fazer é rejeitar o que é único para os homens e começar a imitar o estilo, os maneirismos e o comportamento das mulheres. Ele aprenderá, em outras palavras, que o melhor tipo de homem é uma mulher. Ele absorverá esta lição mesmo quando as meninas aprenderem que o melhor tipo de mulher é um homem. Como pais individuais, não podemos salvar toda uma geração de crianças sozinhas. Mas esperamos poder salvar o nosso. É nossa obrigação tentar, de qualquer maneira, o que é mais do que alguns de nós fizeram até agora. Matt Walsh | Tradução: Equipe Templário de Maria
- Pais, não podemos esperar que nossos filhos se tornem homens se não lhes ensinarmos como
Pais, não podemos esperar que nossos filhos se tornem homens de verdade se não lhes ensinarmos como! Assista ao vídeo antes de a leitura: Leia o artigo publicado por Matt Walsh: Confesso que normalmente não acompanho as campanhas de marketing das empresas de maquiagem, mas algumas das mais recentes foram difíceis de perder. Primeiro, foi anunciado que a nova Cover Girl seria uma pessoa chamada James Charles, que de fato não é uma garota. Sentindo-se de fora, Maybelline respondeu nomeando Manny Gutierrez como seu embaixador da marca. Também não é uma garota. O país se prepara para o dia em que Tampax se junta à briga Deve ser esclarecido – porque este é o tipo de coisa que precisa ser esclarecida ultimamente – que James e Manny não se identificam como mulheres. Não há risco de serem nomeadas mulheres do ano como Glamour Magazine fez para Bruce Jenner. Mas eles e as empresas que eles representam cooptaram a feminilidade de uma forma muito semelhante, transformando-a em um tipo de máscara grotesca, algo que pode ser usado quando o clima é afetado e removido com a mesma rapidez. O anúncio de Maybelline vem logo após a infame reportagem de capa da National Geographic sobre o jovem rapaz abusado que “desistiu de fingir ser um menino” para poder assumir sua “verdadeira identidade” quando menina. Seus pais decidiram desfilá-lo como um espetáculo de espetáculos circenses, garantindo que a crise psicológica do seu pobre filho seja testemunhada por uma multidão grande e de aprovação. E isso tudo aconteceu nas últimas semanas. O ataque à ciência, à razão, à masculinidade e à feminilidade continua ganhando força. (James Charles/Maquiagem) Enquanto eu assisto a tudo isso, um ponto especialmente vem à mente, óbvio que deveria ser: é por isso que os meninos precisam de pais. Eu não conheço a história da vida de nossos amigos James e Manny. Soube que pelo menos um deles vem de uma família intacta, onde um pai estava presente e ativo em casa. Talvez esse seja realmente o caso. É certamente possível – embora improvável, eu pensaria – que um garoto possa ter o melhor pai do mundo e ainda se transformar em um modelo de maquiagem. As crianças têm um testamento e uma identidade própria, afinal, e há muito o que podemos fazer para moldá-lo. Mas, de modo geral, o que estamos vendo acontecer em nossa cultura é, em grande parte, o resultado de pais que não fizeram muito no sentido de moldar seus filhos. Não acho que seja coincidência que, em um país onde lares desfeitos e sem pai sejam endêmicos, tantos jovens tenham misteriosamente descoberto sua mulher interior. Isto é o que acontece em uma sociedade perdida, não em um iluminado. E nós estamos perdidos principalmente porque nossas famílias estão perdidas, e nossas famílias estão perdidas muitas vezes porque nossos homens não estão conduzindo-as bem – se estão mesmo liderando. Aqui está o que qualquer pai decente de meio caminho sabe: os meninos devem ser ensinados a se tornarem homens de verdade, assim como as meninas devem ser ensinadas a se tornarem mulheres de verdade. Sem quaisquer distrações ou influências nefastas, talvez os meninos se tornassem homens e meninas bem ajustados em mulheres bem ajustadas, puramente pela força da natureza. Mas nosso ambiente não permite mais isso. Vivemos em uma cultura com a intenção de subverter e perverter nossa natureza. Sim, os meninos são naturalmente inclinados para o masculino e as meninas para o feminino, mas muitas forças poderosas estão trabalhando para usurpar o processo e semear confusão nas mentes de nossos filhos. Essas campanhas de marketing e capas de revistas “transgênero” são exemplos – e resultados – de seus esforços. Portanto, um dos nossos principais deveres como pais deve ser mostrar aos nossos filhos o que a verdadeira masculinidade parece e age. Estou muito ciente dessa responsabilidade em relação aos meus próprios filhos. Eu penso constantemente em quão rapidamente eles podem sair do curso à medida que envelhecem, se eu não levar a sério este aspecto do meu dever paternal. Não é suficiente simplesmente dizer-lhes que devem ser homens. Eu tenho que fornecer para eles uma demonstração diária, de hora em hora, minuto a minuto. “Isto é o que um homem é. Isto é o que ele faz. É assim que ele se comporta. É assim que ele se comporta. É assim que ele se veste. É assim que ele fala.” Meus filhos aprenderão essas lições com alguém , de uma forma ou de outra. Isso é certo. Então, se não for eu, quem será? Bem, sabemos que a mídia está mais do que disposta a intervir em meu nome, muito generosamente eu poderia acrescentar, junto com a academia, Hollywood, seus pares e o governo. Vimos o que acontece quando essas entidades podem ser substitutas dos nossos filhos. De fato, muito do que agora chamamos de “transgenerismo” e “não-conformidade de gênero” e qualquer outra coisa pode ser explicada de maneira muito simples: papai não fez o seu trabalho. Como eu disse, tenho certeza de que isso não se aplica em todos os casos, mas geralmente acontece. E isso certamente se aplica nos casos extremos em que meninos muito jovens estão abertamente “vivendo como meninas”. Isso só pode acontecer se os pais permitirem que isso aconteça. Nenhuma criança na Terra escolhe seu próprio estilo de vida. Tampouco qualquer criança entende o que significa ser seu próprio gênero, muito menos o que significa ser diferente. Um menino não pode vir a “identificar-se como uma menina” porque ele realmente não sabe o que é uma garota ou o que ele é. Ele não entende nada sobre o gênero que ele está assumindo ou o que ele está rejeitando. Se ele se entendesse e se amasse, não se rejeitaria. Se ele está se rejeitando, isso provavelmente significa que ele não foi ensinado a amar ou entender a si mesmo. Um verdadeiro apreço por sua própria natureza masculina não foi instilado. E qualquer apreço que ele possuísse naturalmente não era protegido e sustentado. Nós não esperamos que nossos meninos aprendam a ler ou fazer aritmética ou jogar beisebol sem qualquer tipo de instrução. Por que, então, esperamos que eles aprendam a ser homens inteiramente por conta própria, especialmente em uma sociedade que está decidida a interferir no processo? Como já vimos um milhão de vezes, se um menino é deixado para aprender sobre a masculinidade sozinho nas florestas da sociedade moderna, ele chegará à conclusão de que a masculinidade é tóxica ou inexistente. Ele determinará que a melhor coisa que um homem pode fazer é rejeitar o que é único para os homens e começar a imitar o estilo, os maneirismos e o comportamento das mulheres. Ele aprenderá, em outras palavras, que o melhor tipo de homem é uma mulher. Ele absorverá esta lição mesmo quando as meninas aprenderem que o melhor tipo de mulher é um homem. Como pais individuais, não podemos salvar toda uma geração de crianças sozinhas. Mas esperamos poder salvar o nosso. É nossa obrigação tentar, de qualquer maneira, o que é mais do que alguns de nós fizeram até agora. Matt Walsh | Tradução: Equipe Templário de Maria
- Corajoso arcebispo do Canadá lidera católicos contra Missa Satânica
Arcebispo Prendergast: práticas ocultas abrem portas espirituais para o mal . OTTAWA, Ontário ( ChurchMilitant.com ) – O arcebispo de Ottawa, Ontário, liderou sacerdotes e leigos na luta contra o mal decorrente de uma “Missa Negra” satânica que aconteceu em um bar de Ottawa. O Templo Satânico no Canadá (ST) realizou seu primeiro ritual público de “Missa Negra” e o chamado “ ritual de desbatismo” em Ottawa, no bar Koven, na noite de sábado. Nicholas Marc, diretor nacional do ST e organizador do evento, disse que a maioria dos membros do grupo são ateus e não acreditam que Satanás seja real. “Há o uso de símbolos e textos em latim, mas não acreditamos em quais quer danos decorrentes”, disse Marc. O Arcebispo de Ottawa Terrence Prendergast, no entanto, vê um verdadeiro perigo espiritual para o seu rebanho devido à cerimônia satânica. O diretor de comunicações de Ottawa, Robert Du Broy, explicou as preocupações do arcebispo ao Church Militant. “O arcebispo Prendergast escreveu: ‘ Para adulterar e zombar da Missa – que é o que esse ritual satânico faz – é odioso e afetará mais do que aqueles que participam dele ‘”, disse Du Broy. Citando Prendergast, Du Broy transmitiu que os católicos devem enfrentar este mal ou correr o risco de ser superado por ele: Para nós, católicos, não fazer nada tem o potencial de abrir uma porta espiritual para o reino do mal – dando permissão aos espíritos demoníacos, em outras palavras – para infestar nossa cidade com energias negativas e malignas… Qualquer manipulação das práticas ocultas tem o potencial de abrir uma porta espiritual para o reino do mal, dando permissão aos demônios. Convida espíritos ruins para prejudicar indivíduos e comunidades inteiras. Assista ao momento de oração, que ocorreu no mesmo momento em que acontecia a missa satânica, para combater as forças do mal: Vários padres, uma comunidade religiosa e cerca de 200 católicos corajosos reuniram-se com o arcebispo na noite de sábado na Catedral de Notre Dame em Ottawa, a poucos quarteirões de distância da cerimônia blasfema. Seu objetivo era orar pela conversão daqueles que participaram do ritual e da proteção espiritual para si e para todo o Canadá. O arcebispo abençoou o grupo e sete sacerdotes, que foram enviados com mais de cem católicos para rezar do lado de fora de Koven durante a cerimônia que começou às dez da noite. Ele e o Auxiliar Bispo Guy Desrochers da diocese de Alexandria-Cornwall permaneceu rezando com os demais católicos da catedral. O padre Mark Goring, que é seguido por muitos fiéis católicos nas redes sociais, fazia parte do grupo que rezava fora de Koven. Goring explicou à Church Militant o que passava pela sua mente naquela noite: O que passa pela mente e pelo coração de um padre é: se as minhas ovelhas vão enfrentar os lobos, é melhor acreditar que o pastor estará lá. Ao orarmos pela noite, tornou-se óbvio para mim que o Senhor está treinando Seus soldados para a batalha. A maioria dos católicos é inexperiente na guerra espiritual. Os membros do ST, no entanto, não vêem nenhum dano espiritual naquilo que fazem. Eles olham para a blasfêmia como simplesmente uma expressão de liberdade pessoal.”Essa expressão libertadora é encontrada na blasfêmia”, disse Marc. Convida espíritos ruins para prejudicar indivíduos e comunidades inteiras. Tweet John Pacheco, um dos católicos que rezava fora de Koven no sábado, acredita que o que ST está fazendo equivale a discurso de ódio:É um ato blasfemo e o organizador deste evento disse que é uma blasfêmia de sua própria boca, que é uma forma de ódio. É uma forma de ódio contra a nossa fé, é um ódio contra a cultura que construiu o nosso país, e é por isso que estamos aqui para mostrar a nossa oposição e também o nosso amor e o nosso testemunho para as pessoas que estão entrando.Prendergast concorda. “Este é claramente um ataque à religião e uma expressão de discurso de ódio”, disse Prendergast em uma declaração antes do evento. O arcebispo também diz que esta batalha está longe de terminar. Du Broy transmitiu à Igreja Militant as seguintes diretrizes do arcebispo para os católicos em sua contínua luta contra esse mal: Sua Graça escreveu: “Peço aos grupos de oração intercessores que orem por aqueles que planejam participar deste evento, para que se desviem do caminho das trevas e se voltem para a luz da fé. Precisamos orar em reparação pelo dano espiritual que está sendo planejado, e que Deus transformaria este projeto blasfemo em uma ocasião de graça “. Além disso, pediu aos sacerdotes que “invocassem a intercessão da Santíssima Virgem, de São José e de São Miguel Arcanjo. Ofereça missas, horários sagrados, Rosários, velas votivas e atos de reparação para essas intenções”. #Demônio
- Corajoso arcebispo do Canadá lidera católicos contra Missa Satânica
Arcebispo Prendergast: práticas ocultas abrem portas espirituais para o mal . OTTAWA, Ontário ( ChurchMilitant.com ) – O arcebispo de Ottawa, Ontário, liderou sacerdotes e leigos na luta contra o mal decorrente de uma “Missa Negra” satânica que aconteceu em um bar de Ottawa. O Templo Satânico no Canadá (ST) realizou seu primeiro ritual público de “Missa Negra” e o chamado “ ritual de desbatismo” em Ottawa, no bar Koven, na noite de sábado. Nicholas Marc, diretor nacional do ST e organizador do evento, disse que a maioria dos membros do grupo são ateus e não acreditam que Satanás seja real. “Há o uso de símbolos e textos em latim, mas não acreditamos em quais quer danos decorrentes”, disse Marc. O Arcebispo de Ottawa Terrence Prendergast, no entanto, vê um verdadeiro perigo espiritual para o seu rebanho devido à cerimônia satânica. O diretor de comunicações de Ottawa, Robert Du Broy, explicou as preocupações do arcebispo ao Church Militant. “O arcebispo Prendergast escreveu: ‘ Para adulterar e zombar da Missa – que é o que esse ritual satânico faz – é odioso e afetará mais do que aqueles que participam dele ‘”, disse Du Broy. Citando Prendergast, Du Broy transmitiu que os católicos devem enfrentar este mal ou correr o risco de ser superado por ele: Para nós, católicos, não fazer nada tem o potencial de abrir uma porta espiritual para o reino do mal – dando permissão aos espíritos demoníacos, em outras palavras – para infestar nossa cidade com energias negativas e malignas… Qualquer manipulação das práticas ocultas tem o potencial de abrir uma porta espiritual para o reino do mal, dando permissão aos demônios. Convida espíritos ruins para prejudicar indivíduos e comunidades inteiras. Assista ao momento de oração, que ocorreu no mesmo momento em que acontecia a missa satânica, para combater as forças do mal: Vários padres, uma comunidade religiosa e cerca de 200 católicos corajosos reuniram-se com o arcebispo na noite de sábado na Catedral de Notre Dame em Ottawa, a poucos quarteirões de distância da cerimônia blasfema. Seu objetivo era orar pela conversão daqueles que participaram do ritual e da proteção espiritual para si e para todo o Canadá. O arcebispo abençoou o grupo e sete sacerdotes, que foram enviados com mais de cem católicos para rezar do lado de fora de Koven durante a cerimônia que começou às dez da noite. Ele e o Auxiliar Bispo Guy Desrochers da diocese de Alexandria-Cornwall permaneceu rezando com os demais católicos da catedral. O padre Mark Goring, que é seguido por muitos fiéis católicos nas redes sociais, fazia parte do grupo que rezava fora de Koven. Goring explicou à Church Militant o que passava pela sua mente naquela noite: O que passa pela mente e pelo coração de um padre é: se as minhas ovelhas vão enfrentar os lobos, é melhor acreditar que o pastor estará lá. Ao orarmos pela noite, tornou-se óbvio para mim que o Senhor está treinando Seus soldados para a batalha. A maioria dos católicos é inexperiente na guerra espiritual. Os membros do ST, no entanto, não vêem nenhum dano espiritual naquilo que fazem. Eles olham para a blasfêmia como simplesmente uma expressão de liberdade pessoal.”Essa expressão libertadora é encontrada na blasfêmia”, disse Marc. Convida espíritos ruins para prejudicar indivíduos e comunidades inteiras. Tweet John Pacheco, um dos católicos que rezava fora de Koven no sábado, acredita que o que ST está fazendo equivale a discurso de ódio:É um ato blasfemo e o organizador deste evento disse que é uma blasfêmia de sua própria boca, que é uma forma de ódio. É uma forma de ódio contra a nossa fé, é um ódio contra a cultura que construiu o nosso país, e é por isso que estamos aqui para mostrar a nossa oposição e também o nosso amor e o nosso testemunho para as pessoas que estão entrando.Prendergast concorda. “Este é claramente um ataque à religião e uma expressão de discurso de ódio”, disse Prendergast em uma declaração antes do evento. O arcebispo também diz que esta batalha está longe de terminar. Du Broy transmitiu à Igreja Militant as seguintes diretrizes do arcebispo para os católicos em sua contínua luta contra esse mal: Sua Graça escreveu: “Peço aos grupos de oração intercessores que orem por aqueles que planejam participar deste evento, para que se desviem do caminho das trevas e se voltem para a luz da fé. Precisamos orar em reparação pelo dano espiritual que está sendo planejado, e que Deus transformaria este projeto blasfemo em uma ocasião de graça “. Além disso, pediu aos sacerdotes que “invocassem a intercessão da Santíssima Virgem, de São José e de São Miguel Arcanjo. Ofereça missas, horários sagrados, Rosários, velas votivas e atos de reparação para essas intenções”. #Demônio
- Superior Geral dos Jesuítas afirma que demônio não existe
Superior dos jesuítas insiste em negar a existência do diabo Segundo o ACI (22/08/2019), o Superior Geral da Companhia de Jesus, Pe. Arturo Sosa, afirmou em uma entrevista publicada em 21 de agosto que “o diabo existe como uma realidade simbólica” e “não como uma realidade pessoal”. Pe. Sosa disse estas palavras em uma entrevista concedida à revista ‘Tempi’, do Movimento Comunhão e Libertação, por ocasião de sua participação no Meeting de Rimini, realizado na Itália, onde deu sua conferência “Aprendendo a olhar o mundo através dos olhos do Papa Francisco”. O superior dos jesuítas foi perguntado se “o diabo existe”, ao que respondeu: “de várias maneiras”. “É necessário entender os elementos culturais para se referir a esse personagem. Na linguagem de Santo Inácio, é o espírito maligno que leva você a fazer as coisas que vão contra o espírito de Deus. Existe como mal personificado em várias estruturas, mas não nas pessoas, porque não é uma pessoa, é uma forma de executar o mal”. “Não é uma pessoa como a pessoa humana. É uma forma do mal estar presente na vida humana. O bem e o mal estão em luta permanente na consciência humana e nós temos os meios para indicá-los. Reconhecemos Deus como bom, inteiramente bom. Os símbolos são parte da realidade e o diabo existe como uma realidade simbólica, não como uma realidade pessoal”, disse. O superior dos jesuítas reiterou assim as suas declarações de maio de 2017, quando disse ao jornal espanhol ‘El Mundo’ que “fizemos figuras simbólicas, como o diabo, para expressar o mal”. “No meu ponto de vista, o mal faz parte do mistério da liberdade. Se o ser humano é livre, pode escolher entre o bem e o mal. Nós, cristãos, acreditamos que fomos criados a imagem e semelhança de Deus, portanto Deus é livre, mas Deus sempre escolhe fazer o bem, porque é todo bondade. Fizemos figuras simbólicas, como o diabo, para expressar o mal. Os condicionamentos sociais também representam essa figura, pois algumas pessoas agem assim porque estão em um ambiente onde é muito difícil fazer o contrário”, expressou em 2017. Estas palavras foram criticadas nas redes sociais e refutadas pelo sacerdote italiano Sante Babolin, conhecido como o “exorcista de Pádua”, que lembrou ao Padre Sosa que a doutrina da Igreja ensina que “o mal não é uma abstração” e que o diabo, Satanás, existe. Uma semana depois de suas declarações, um porta-voz de Pe. Sosa afirmou a ‘The Catholic Herald’ que os comentários do superior geral dos jesuítas deveriam ser lidos no contexto. Disse que a frase “nós fizemos” não deveria ser tirada do contexto. “Penso que não é correto isolar frases particulares da resposta total sobre a questão do diabo”, expressou. “Pediu-se ao Pe. Sosa que comentasse a questão do mal. Em sua resposta, assinalou que o mal é parte do mistério da liberdade. Ressaltou que, se o ser humano é livre, isso significa que pode fazer o bem ou o mal; caso contrário, não seria livre”. “A linguagem humana usa símbolos e imagens. Deus é amor. Dizer que Deus simboliza o amor não é negar a existência de Deus, o diabo é mal. Da mesma forma, dizer que o demônio simboliza o mal não é negar a existência do demônio”, disse o porta-voz. Assim, assegurou que, “como todos os católicos, o Padre Sosa professa e ensina o que a Igreja professa e ensina. Ele não tem um conjunto de crenças separadas do que está contido na doutrina da Igreja Católica”. A mídia britânica perguntou ao porta-voz se Pe. Sosa acredita que o diabo é um indivíduo com alma, intelecto e livre arbítrio. O porta-voz respondeu: “Como disse em minha resposta ontem, o Padre Geral Arturo Sosa acredita e ensina o que a Igreja acredita e ensina. Ele não tem outro conjunto de crenças além do que está contido na doutrina da Igreja Católica”. No numeral 391 do Catecismo, a Igreja Católica afirma a existência do diabo ao ensinar que Satanás é “um anjo destronado” que tentou “nossos primeiros pais”. “A Igreja ensina que ele tinha sido anteriormente um anjo bom, criado por Deus”. Da mesma forma, o numeral 395 afirma que “o poder de Satanás não é infinito. Ele não passa de uma criatura, poderosa pelo fato de ser puro espírito, mas sempre criatura: não é capaz de impedir a edificação do Reino de Deus”. Esta não é a primeira vez que Pe. Sosa dá declarações controversas. Em fevereiro de 2017, o sacerdote colocou em dúvida a veracidade dos evangelhos. Na entrevista publicada em 18 de fevereiro pelo meio italiano ‘Rossoporpora’, o religioso – ao falar sobre a indissolubilidade do matrimônio – disse que, embora ninguém possa mudar a palavra de Cristo, deve-se refletir “sobre o que Jesus realmente disse” e colocá-las no contexto, porque “naquela época ninguém tinha um gravador para registrar suas palavras”. Fonte: https://www.acidigital.com/noticias/superior-dos-jesuitas-insiste-em-negar-a-existencia-do-diabo-16427 #Demônio
- Superior Geral dos Jesuítas afirma que demônio não existe
Superior dos jesuítas insiste em negar a existência do diabo Segundo o ACI (22/08/2019), o Superior Geral da Companhia de Jesus, Pe. Arturo Sosa, afirmou em uma entrevista publicada em 21 de agosto que “o diabo existe como uma realidade simbólica” e “não como uma realidade pessoal”. Pe. Sosa disse estas palavras em uma entrevista concedida à revista ‘Tempi’, do Movimento Comunhão e Libertação, por ocasião de sua participação no Meeting de Rimini, realizado na Itália, onde deu sua conferência “Aprendendo a olhar o mundo através dos olhos do Papa Francisco”. O superior dos jesuítas foi perguntado se “o diabo existe”, ao que respondeu: “de várias maneiras”. “É necessário entender os elementos culturais para se referir a esse personagem. Na linguagem de Santo Inácio, é o espírito maligno que leva você a fazer as coisas que vão contra o espírito de Deus. Existe como mal personificado em várias estruturas, mas não nas pessoas, porque não é uma pessoa, é uma forma de executar o mal”. “Não é uma pessoa como a pessoa humana. É uma forma do mal estar presente na vida humana. O bem e o mal estão em luta permanente na consciência humana e nós temos os meios para indicá-los. Reconhecemos Deus como bom, inteiramente bom. Os símbolos são parte da realidade e o diabo existe como uma realidade simbólica, não como uma realidade pessoal”, disse. O superior dos jesuítas reiterou assim as suas declarações de maio de 2017, quando disse ao jornal espanhol ‘El Mundo’ que “fizemos figuras simbólicas, como o diabo, para expressar o mal”. “No meu ponto de vista, o mal faz parte do mistério da liberdade. Se o ser humano é livre, pode escolher entre o bem e o mal. Nós, cristãos, acreditamos que fomos criados a imagem e semelhança de Deus, portanto Deus é livre, mas Deus sempre escolhe fazer o bem, porque é todo bondade. Fizemos figuras simbólicas, como o diabo, para expressar o mal. Os condicionamentos sociais também representam essa figura, pois algumas pessoas agem assim porque estão em um ambiente onde é muito difícil fazer o contrário”, expressou em 2017. Estas palavras foram criticadas nas redes sociais e refutadas pelo sacerdote italiano Sante Babolin, conhecido como o “exorcista de Pádua”, que lembrou ao Padre Sosa que a doutrina da Igreja ensina que “o mal não é uma abstração” e que o diabo, Satanás, existe. Uma semana depois de suas declarações, um porta-voz de Pe. Sosa afirmou a ‘The Catholic Herald’ que os comentários do superior geral dos jesuítas deveriam ser lidos no contexto. Disse que a frase “nós fizemos” não deveria ser tirada do contexto. “Penso que não é correto isolar frases particulares da resposta total sobre a questão do diabo”, expressou. “Pediu-se ao Pe. Sosa que comentasse a questão do mal. Em sua resposta, assinalou que o mal é parte do mistério da liberdade. Ressaltou que, se o ser humano é livre, isso significa que pode fazer o bem ou o mal; caso contrário, não seria livre”. “A linguagem humana usa símbolos e imagens. Deus é amor. Dizer que Deus simboliza o amor não é negar a existência de Deus, o diabo é mal. Da mesma forma, dizer que o demônio simboliza o mal não é negar a existência do demônio”, disse o porta-voz. Assim, assegurou que, “como todos os católicos, o Padre Sosa professa e ensina o que a Igreja professa e ensina. Ele não tem um conjunto de crenças separadas do que está contido na doutrina da Igreja Católica”. A mídia britânica perguntou ao porta-voz se Pe. Sosa acredita que o diabo é um indivíduo com alma, intelecto e livre arbítrio. O porta-voz respondeu: “Como disse em minha resposta ontem, o Padre Geral Arturo Sosa acredita e ensina o que a Igreja acredita e ensina. Ele não tem outro conjunto de crenças além do que está contido na doutrina da Igreja Católica”. No numeral 391 do Catecismo, a Igreja Católica afirma a existência do diabo ao ensinar que Satanás é “um anjo destronado” que tentou “nossos primeiros pais”. “A Igreja ensina que ele tinha sido anteriormente um anjo bom, criado por Deus”. Da mesma forma, o numeral 395 afirma que “o poder de Satanás não é infinito. Ele não passa de uma criatura, poderosa pelo fato de ser puro espírito, mas sempre criatura: não é capaz de impedir a edificação do Reino de Deus”. Esta não é a primeira vez que Pe. Sosa dá declarações controversas. Em fevereiro de 2017, o sacerdote colocou em dúvida a veracidade dos evangelhos. Na entrevista publicada em 18 de fevereiro pelo meio italiano ‘Rossoporpora’, o religioso – ao falar sobre a indissolubilidade do matrimônio – disse que, embora ninguém possa mudar a palavra de Cristo, deve-se refletir “sobre o que Jesus realmente disse” e colocá-las no contexto, porque “naquela época ninguém tinha um gravador para registrar suas palavras”. Fonte: https://www.acidigital.com/noticias/superior-dos-jesuitas-insiste-em-negar-a-existencia-do-diabo-16427 #Demônio
- A Fabulosa fé dos ateus
Os adoradores do Acaso Poucas coisas me admiram mais, neste mundo, do que a assombrosa fé dos ateus. Eles não acreditam em Deus, mas acreditam cegamente no Acaso. Se você lhes perguntar: “Como surgiu o mundo? Como apareceu a vida? Como se processaram as coisas para que se desse algo de tão extraordinariamente complexo, preciso, ordenado e fantástico como é o organismo de um besouro ou de uma gazela? Como se produziu a maravilha extasiante de um olho: o cristalino, a córnea, a retina, a íris, o seu funcionamento harmônico em precisa conexão com o sistema nervoso, com o cérebro, com o sistema circulatório…?”, invariavelmente o ateu responderá: “Foi por Acaso”. Você pode perguntar: “Um acaso só?” Ele sorrirá com ar de suficiência e esclarecerá, como se segredasse a sabedoria aos ignorantes: “Milhões, milhões de Acasos, meu amigo, ao longo de milhões de anos”. E a palavra milhões — que não explica, sozinha, absolutamente nada — o deixará perfeitamente satisfeito, como se fosse a explicação genial, “racional” e completa de toda a questão. No entanto, os que se têm dado ao trabalho de analisar cientificamente as possibilidades de que apenas duas dúzias desses milhões de acasos se produzissem, chegam à conclusão de que, pelo cálculo de probabilidades, essa conjunção de eventos fortuitos, perfeitamente concatenados, é tão improvável que, na prática, fica sendo impossível. Não há probabilidade alguma que consiga explicar satisfatoriamente como, do nada, possa surgir algo; ou que, da matéria inerte — numa cadeia de mirabolantes casualidades — venham a brotar a paineira, a onça, o dourado e o gavião. E, já que falamos em bichos, talvez o leitor ache interessante uma afirmação feita por um cientista da NASA, altamente qualificado nesses assuntos. É muito mais provável — dizia este professor — que uma lagartixa, um camundongo e um pardal façam por acaso (só passeando, arrastando e deixando à toa pedacinhos de metal, areia, etc.) um computador de última geração, do que o pretenso surgimento do universo — desde as galáxias até às borboletas — sem que tenha havido como causa de tudo uma Inteligência suprema, criadora, ordenadora e providente, ou seja, sem Deus. Só pelo raciocínio, sem necessidade de fé, grandes filósofos pagãos como Platão e Aristóteles — não superados em muitas das suas idéias — chegaram à conclusão de que o mundo postula, racionalmente, a existência de um Criador, que é pura Inteligência e puro Poder. Qualquer cristão bem formado sabe, de fato, que não precisa da fé para chegar ao conhecimento da existência de Deus e dos seus atributos (inteligência, poder, bondade, etc.), porque, para isso, basta a razão. Aqueles que o ateu julga “crédulos”, neste ponto são muito mais racionais do que ele. Qual é a pauta da “vida boa”? O que acabamos de considerar tem enorme importância quando se pensa na qualidade moral da nossa vida. Quando e por que podemos dizer que agimos bem ou que agimos mal? Quando se pode afirmar que fizemos o certo ou que fizemos o errado? Há, por acaso, algum princípio, algum valor seguro, alguma pauta clara que permita avaliar a bondade ou a malícia dos nossos pensamentos, palavras e ações? Talvez alguém diga: “Sim, a pauta é a nossa consciência”. Quem diz isso está afirmando que o que fazemos de acordo com o que a nossa consciência sente é bom, e o que fazemos contra a voz íntima da consciência é errado. A resposta parece boa —e está certa, sem dúvida, a segunda parte —, mas talvez não reparemos que dizer que é bom o que fazemos de acordo com a nossa consciência — sem mais — é uma afirmação equivalente a dizer que termos olhos é sempre o meio certo para enxergar a estrada que devemos seguir com o carro, ou com os nossos pés. De acordo com misso, se perguntarmos: “Há algo que nos permita afirmar se o dia é claro ou escuro, se perto de nós há gente ou não, se pela rua vem vindo carros, se alguém nos aponta uma arma?”, a resposta deverá ser sempre: “Sim, a nossa vista”. Só que essa resposta, enunciada de maneira tão simplista, é uma estupidez. Todos sabemos que a vista pode ser boa ou má, sadia ou doente, nítida ou confusa, ou até cega e nula. Uma má vista pode confundir uma janela do vigésimo andar com a porta de acesso à escada do prédio e levar a pessoa de boa fé a despencar e morrer. Exatamente a mesma coisa acontece com a consciência. Em princípio, poderia e deveria enxergar o bem, o justo, o certo, mas para isso precisaria estar sadia, e não moralmente doente. Infelizmente, a consciência não é Deus, nem é uma voz pura e infalível (por exemplo, Hitler, Goering e Goebbels acreditavam firmemente que a monstruosidade de eliminar os judeus era um dever de consciência para o bem do mundo; e em consequência, enchiam de vítimas as câmaras de gás, seguindo fielmente essa sua “consciência” desvairada) . Tal como a vista, é evidente que a consciência pode estar doente, gravemente doente, e ter, então, erros fatais de avaliação e, portanto, de conduta moral. Não nos esqueçamos de que, afinal, a consciência é um juiz, que avalia uma decisão a tomar, uma conduta, uma omissão, e diz: “Isto está certo”, “Isto não tem nada demais”, “Isto está errado”. Mas, nesta avaliação, o que é absolutamente decisivo é saber qual é o referencial, a “norma de valor” que permite julgar o certo e o errado. Por que você diz “isto está certo”? Com base em quê? Há ou não há “valores”, “verdades” morais que iluminem sem erro a nossa consciência? Há valores que permitam dizer, com lucidez e segurança: “Isto está bem, isto está mal”? Há, enfim, normas que sinalizem e balizem sem engano o caminho da vida, da “vida boa”, certa e honesta? Nesta matéria, tudo depende da posição que se adote. Se é a dos que só acreditam no Acaso, a “pauta”, a “norma” moral terá umas características (ou nenhuma, como veremos); se é a dos que sabem que existe um Deus criador e ordenador do universo, terá outras.Tudo é permitido? Justamente pela relação que tem com este assunto, vem a propósito lembrar um bem conhecido episódio do romance de Dostoiévski, Os Irmãos Karamázov. Os três irmãos estão no centro do enredo, juntamente com um criado do pai, filho bastardo deste e, portanto, meio-irmão dos três. O intelectual da família, Ivã Karamazov, repete filosoficamente a famosa frase: “Se Deus não existe, tudo é permitido”. Essas palavras gravam-se na mente doentia e descrente do meio-irmão, Smerdiákov, e levam-no a assassinar, por ódio e cobiça, o pai. No final do romance, o parricida justifica-se cinicamente perante Ivã, dizendo que nada mais fez do que aplicar a filosofia deste: dado que para ele — ateu como Ivã — Deus não existia, nada o impedia, moralmente falando, de matar o pai. E não deixava de ter a sua razão. Com efeito, se Deus não existe, se tudo apareceu por uma conjunção fortuita de acasos, se não passamos todos do resultado de muitas cegas coincidências sem sentido nem orientação, se somos apenas matéria que, por mera ciranda de casualidades, deu de ter dois braços, duas pernas, dois olhos e a capacidade de ser consciente — se as coisas são mesmo assim, então, que sentido tem falar do bem, do mal e dos valores morais? Esses pedaços de matéria pensante que seríamos nós, jogados sem nenhuma explicação nem finalidade sobre a terra, por que haveriam de ter mais lei do que a da bruta matéria sem alma, por que não se ocupariam exclusivamente, com feroz voracidade, de aproveitar-se ao máximo de tudo, e de defender-se ao máximo de tudo e de todos os que incomodassem? Sem lei nem rei É impossível falar em bem e mal, em verdades morais que sejam normativas, em valores válidos e estáveis num mundo assim; isso seria tão absurdo como falar da rota certa de um barco que não tem rumo predeterminado, nem bússola, nem carta de navegação, e se limita a rodopiar loucamente no centro de um redemoinho. Se não se admite a existência de Deus criador, não há modo de encontrar uma base sólida, um fundamento firme para uma lei moral digna de ser tomada em consideração pela nossa consciência. E, realmente, até agora, todas as tentativas de elaborar uma ética sem Deus têm sido falhas. Quando muito, o ateu pode chegar a “fabricar” uma moral de puras convenções, de acordos passageiros e arranjos circunstanciais, mas essa “moral” não tem referenciais claros que delimitem a fronteira entre o bem e o mal; então, torna-se uma farsa e, no meio dessa comédia, a consciência não passa de uma bailarina esquizofrênica. Não pode ser séria a consciência que dança como um urso domesticado, conforme o pandeiro que, a cada momento, tocam as eventuais conveniências e os arranjos interesseiros. Deste modo, sendo tudo relativo, chega-se a aberrações como as que o nosso século vem contemplando: hoje o racismo é um mal abominável — e é mesmo, aos olhos de Deus —, mas já foi julgado um bem gloriosíssimo em vários países, em pleno século XX (veja-se o Terceiro Reich, a África do Sul e parte sensível da população da América do Norte); hoje, matar crianças não-nascidas e acabar com velhos e doentes incômodos (eutanásia) é considerado um bem, um avanço das sociedades “progressistas”, mas, durante milênios, foi julgado um assassinato covarde e vil. Se Deus não existe, tudo fica no ar, tudo é relativo: vale qualquer coisa, ou seja, impera o caos. No epicentro do caos, que espécie de consciência terá a possibilidade de julgar? Pensando nisto, talvez Riobaldo, o jagunço protagonista de Grande Sertão: Veredas de Guimarães Rosa, tenha tanta razão como Ivã Karamazov. O nosso sertanejo diz, a certa altura: “Se não tem Deus, então, a gente não tem licença de coisa nenhuma”. Sábio Riobaldo! Sim. O que se pode fazer, se nada tem sentido, se nada tem valor, se nada vale nada, se nada leva a nada? Assim não se pode viver. Ciência ou conto de fadas? No meio desta barafunda, o curioso é que o descrente, depois de ter minado as bases da moral, não se resigna a viver sem moral. Gosta de falar da sua “consciência” e da sua “moralidade”; adora ser considerado “honesto”, “correto”, “cumpridor do dever” e “ilibado”. Indigna-se de ser chamado corrupto. Como conseguir isso “nas areias movediças de um relativismo total”, onde “tudo é convencional, tudo é negociável”? (João Paulo II: Encíclica Evangelium vitæ, n. 20). A solução, para o materialista ateu ou agnóstico— ou para o seu equivalente, o cristão sem fé nem convicções — é relativamente simples. Ou, por outra, as soluções são simples, porque, no mínimo, são duas. A primeira consiste em tergiversar, em esvaziar de sentido e de conteúdo os valores morais autênticos (os que o crente vê contidos na lei de Deus: a justiça, o amor, a sinceridade, a fraternidade…) e embutir neles um novo sentido deturpado. A bela palavra, porém, continua a ser mantida e valorizada, pelo seu magnetismo e o seu prestígio moral. “Amor”, por exemplo, que bela palavra! Tem ainda muito prestígio? Então, conserva-se e até se apresenta como sagrada e intocável; mas muda-se-lhe o sentido: emprega-se agora exclusivamente para designar o sexo descomprometido, egoísta e animalizado. A mesma coisa se faz com os “derivados” do amor e, assim, ao adultério chama-se “namoro”; à garota de programa e à prostituta cara “namoradas”; à licenciosidade, “liberdade”. E a palavra “família”, libertada da sua “ridícula” acepção “convencional” (pai, mãe e filhos) passa a aplicar-se a um rancho abagunçado de mulher com o seu “namorado” de turno, mais três ou quatro ex-maridos — os tios —, e vários filhos, que já são incapazes de identificar o seu próprio pai; ou, então, de pares ou “casais” das mais variadas espécies, gêneros e combinações. O segundo expediente do materialista consiste em fazer moral na base de afirmações gratuitas, autênticos “dogmas de fé” proclamados com o aprumo de quem possui o carisma de infalibilidade. Temos que aguentar tais afirmações, monotonamente repetidas, por exemplo, na questão do aborto. Com incansável perseverança, um punhado de deputados federais, adeptos de uma ideologia política relativista, laicista e ateia, proclama, com a solenidade de quem define um dogma, que a lei deveria permitir o aborto até aos três meses, ou seis, ou nove meses de gravidez, pois até esse limite de tempo o feto não é ainda ser humano. Novidade? Não, velharia. Mas afirmada e repisada com majestosa empáfia. Caso perguntemos as “razões”, o fundamento racional para esse conceito e essa lei, a resposta será o silêncio, simplesmente um “porque sim”, “porque estamos de acordo em afirmar isso”, uma vez que não há razão nenhuma filosófica, antropológica, biológica, etc. —, que permita dizer que somos seres humanos noventa dias depois de sermos concebidos e não o somos aos oitenta e nove dias. Por que não noventa e um ou cento e três? Ninguém sabe responder. A moral relativista só é capaz de “convenções” — “é assim porque convencionamos que assim fosse”— , nunca de “convicções” e, menos ainda, de “verdades”. À falta de verdade racional, precisa de inventar o dogma laicista, a “fé irracional”. Isto é o que faz o descrente e os seus congêneres. Pratica constantemente o que ele acusa os cristãos de fazer: — “Vocês querem impor crenças, convicções de sua fé à legislação de um país laico, não-confessional. Isto é intolerável!”. Ora, o que se dá no caso do aborto — e em muitos outros — é exatamente o contrário. Os abortistas descrentes querem impor-nos um ato de fé, muito mais violento que os que eles dizem que a Inquisição requeria: “Creio que só somos homens a partir do terceiro, sexto, sétimo ou nono mês, creio sem prova nenhuma, sem ciência nenhuma, sem razão nenhuma”. Pelo contrário, os que acreditam em Deus são os que, neste caso, em vez de invocarem a fé, apelam apenas para a razão e para a ciência. Porque, cientificamente, está mais do que provado que, desde o primeiro momento da concepção, já existe um ser humano pleno e em marcha, em desenvolvimento, exatamente o mesmo ser humano — geneticamente, biologicamente — que será aos cinco anos, ou aos quinze, ou aos sessenta. Um dos maiores geneticistas modernos, o professor francês Jerôme Lejeune, descobridor da etiologia da síndrome de Down, foi convidado certa vez como perito por um tribunal americano que julgava um crime de aborto: as razões científicas que apresentou em favor do caráter humano do feto foram de tal ordem que reduziu ao silêncio os que as contraditavam. Como vemos, quando os crentes combatem o aborto, estão sendo racionais, e, quando os ateus o defendem, estão fazendo e pretendendo impor — mais uma vez — um incrível ato de fé. Saindo para a luz Mas saber que Deus existe, poder olhar o mundo e a vida a partir dessa certeza, é como sairmos à luz do dia, após termos vagueado, errantes, por um labirinto de sombras que jamais conduzirá à parte nenhuma. Luz solar para a vida é, com efeito, contemplarmo-nos a nós mesmos como aquilo que realmente somos: obra de Deus, feitura de Deus, seus filhos. Deus criador, certamente, não fez o mundo de maneira impensada, como que por um descuido; seria absurdo só imaginar isso. Deus criou o mundo e, dentro dele, o homem, agindo como quem é: a suma Sabedoria, o supremo Amor. Isto significa, para já, que o homem não só não é fruto do acaso, como é o fruto de um pensamento e de um querer divinos. Para expressá-lo com a nossa linguagem comum: o homem — como, de resto, toda a criação — é um projeto idealizado por Deus. Desde sempre, esteve na mente de Deus o modelo ideal do ser humano e, ao mesmo tempo, a ideia exata daquilo que é a verdade e o bem do homem, daquilo que o pode levar à plenitude e à felicidade. Essa ideia do bem do homem, concebida pela Sabedoria de Deus, é precisamente a lei moral, que a teologia cristã chama lei eterna (porque existe eternamente em Deus e é válida eternamente, para todos os seres humanos). Santo Tomás, concisamente, resume a questão dizendo que a lei eterna — norma moral suprema para a consciência do homem — é “a razão da divina Sabedoria que conduz tudo ao devido fim” (Suma Teológica, I-II, quest. 93, art. 1). O que equivale a dizer: a Sabedoria divina “sabe”; a Sabedoria divina conhece a razão por que isto e não aquilo é um bem para o homem. Em suma, só Deus conhece perfeitamente o que o homem é e aquilo que o conduz à sua realização. Essa ideia, esse plano sobre o homem, Deus o descortina nos mandamentos da sua lei: fundamentalmente, nos Dez Mandamentos. É exatamente isso que a Encíclica Veritatis splendor de João Paulo II recorda com limpidez: “Deus, que é o único bom (cf. Mt 19,17), conhece perfeitamente o que é bom para o homem, e, devido ao seu mesmo amor, o propõe nos mandamentos” (n. 35). Nesta última frase aparece uma expressão interessante: “propõe”. Isto quer dizer que os mandamentos “mandam”, certamente, mas não nos são “impostos” à força por Deus. O ser humano foi criado livre; não é pura matéria, cegamente submetida a umas leis físicas às quais não se pode subtrair. Dotado por Deus de uma alma espiritual e imortal — imagem e semelhança de Deus (Gn 1,26) —, o homem é chamado a atingir o seu fim de modo consciente e voluntário, livremente. E é a sua consciência que, conhecendo a lei que lhe propõe o bem, deve julgar se — em conformidade com essa lei — as suas escolhas e as suas ações estão certas ou erradas. “Na intimidade da consciência — lê-se na Constituição Gaudium et spes do Concílio Vaticano II —, o homem descobre uma lei. Ele não a dá a si mesmo. Mas a ela deve obedecer. Chamando-o sempre a amar e a fazer o bem e evitar o mal, no momento oportuno a voz dessa lei soa-lhe nos ouvidos do coração: faze isto, evita aquilo […]. Obedecer a ela é a própria dignidade do homem, que será julgado de acordo com essa lei” (n. 16). Já desde os primórdios do Cristianismo, o ensinamento moral apresentava a decisão livre de obedecer “à voz dessa lei” como absolutamente determinante do significado e do bom termo da existência. A Didaqué ou Doutrina dos doze Apóstolos, um escrito cristão do século I, começa assim: “Há dois caminhos: um da vida e outro da morte. A diferença entre ambos é grande”. O caminho da vida — explica — consiste em amar a Deus e o próximo e observar todos os outros mandamentos. Pelo contrário, quem despreza os mandamentos e se entrega às paixões, hipocrisias, orgulho, adultério, rapinagens, etc., esse envereda pelo caminho da morte. “Filho, fica longe de tudo isso”, exorta o autor anônimo desse antiquíssimo escrito (itens I e II). Se o homem observar, com fé e amor, a santa lei de Deus, andará na verdade (Jo 3,4) e viverá (Lc 10,28). Se optar pela falsa lei do egoísmo e da conveniência, perderá a vida (Mt 16,25-26). O “não” positivo que permite dizer “sim” Não sei se reparou, mas cada proibição da lei de Deus, quando bem entendida, é o não imprescindível para poder dizer um sim amoroso e feliz. Se Deus nos proíbe que odiemos, e nos manda dizer não ao ódio, é para que possamos dizer um sim total ao amor, para que fiquemos liberados para o amor sem fim. Se Deus nos diz: “Não pecarás contra a castidade”, “Não cometerás adultério”, é para que, dizendo não ao sexo egoísta, possamos dizer sim ao amor profundo e fiel, vivido com a alma e com o corpo, dentro do matrimônio santo, generoso e fecundo. Dizer não à devassidão e à impureza é “afirmar jubilosamente” — como dizia São Josemaria Escrivá — que a castidade é própria de enamorados que sabem entregar-se e aprendem a dar-se, iluminando o mundo com o seu “dom” sorridente… Este é um dos preciosos ensinamentos da Encíclica Evangelium vitæ de João Paulo II, que assenta a defesa da vida — contra os crimes do aborto e da eutanásia — sobre as bases firmes do preceito negativo: “Não matarás”. Vale a pena transcrever alguns trechos: “Os mandamentos de Deus ensinam-nos o caminho da vida. Os preceitos morais negativos, isto é, aqueles que declaram moralmente inaceitável a escolha de determinada ação, têm um valor absoluto para a liberdade humana: valem sempre e em todas as circunstâncias sem exceção. Indicam que a escolha de determinado comportamento é radicalmente incompatível com o amor de Deus e com a dignidade da pessoa humana, criada à sua imagem […]. “Já neste sentido, os preceitos morais negativos têm uma função positiva importantíssima: o «não» que exigem incondicionalmente aponta o limite intransponível abaixo do qual o homem livre não pode descer, e simultaneamente indica o mínimo que ele deve respeitar e do qual deve partir para pronunciar inumeráveis «sins», capazes de cobrir progressivamente todo o horizonte do bem, em cada um dos seus âmbitos” (n. 75). Este é o magnífico panorama que a lei divina desvenda à consciência moral. Estando, como estamos, tão propensos a saltar fora do caminho, a afundar no egoísmo, a errar e perder-nos, é natural que o fato de descobrir essas verdades nos mova a elevar a Deus um cântico de agradecimento por ter inscrito nos nossos corações, e ter-nos ensinado tão claramente, pela Revelação divina, o caminho santo da lei: Quanto amo, Senhor, a vossa lei; durante o dia todo eu a medito…; os vossos mandamentos são a verdade; a vossa palavra é um facho que ilumina os meus passos, é uma luz no meu caminho; correrei pelo caminho dos vossos mandamentos, porque sois Vós que dilatais o meu coração (Sl 119,32.97.105.151). (Adaptação de um texto do livro de F. Faus: A voz da consciência) Retirado do site Clerus.org
- A FARSA NO NÚMERO DE ABORTOS
Sabe aquele papo de que o número de abortos não aumenta se ele for liberado? É mentira. A legalização do aborto é incentivada com estratégias mentirosas A primeira coisa a saber, segundo Isabella Mantovani, especialista em Bioética, é que o aborto é uma prática de controle populacional. Esse controle é feito mediante um planejamento e financiamento ao redor do mundo por parte de algumas fundações, entre elas se encontram: Forde, Rockefeller, MacArthur, ONU (Unicef, FNUAP e Unifem), o Programa de DST/AIDS do Ministério da Saúde, SPM (Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres), Global Fund for Women, OAK Fundation. Todas essas instituições têm em comum a ideia de um mundo dominado por poucos. Para que seus objetivos sejam alcançados, elas usam algumas estratégias: legalização do aborto, esterilização, contracepção, cultura de poucos filhos, educação sexual hedonista etc. Para a realização de determinada tarefa, faz-se necessário a utilização de uma ferramenta. Para os idealizadores do aborto, o principal instrumento utilizado por esses grupos é a mentira. Apresento-lhes, pelo menos, cinco mentiras pregadas pelas pessoas e instituições favoráveis à prática do aborto: 1 – São realizados, no Brasil, cerca de um milhão e quinhentos mil abortos por ano Os abortistas falam de um milhão e quinhentos mil por ano. Esse número, segundo Isabella Mantovani, não tem nenhum fundamento científico. Os dados são mensurados mediante as internações hospitalares. O dado real de internações é de aproximadamente cem mil por ano. Vale ressaltar que, esse percentual de abortos são dados mensurados pelos institutos, ligados às fundações que patrocinam o aborto; logo, os números estarão voltados para seus próprios interesses. 2 – Quando o aborto em um país é legalizado, o número de abortos diminui Os fatos mostram exatamente o contrário, pois, em vez de diminuir, o número cresce vertiginosamente. Na Austrália, o aborto é legal desde a década de 1970. Hoje, cem mil crianças são abortadas anualmente. Assim, como na Espanha e em outros países, o número de abortos tem disparado desde que a prática foi legalizada. Em 1985, foram executados, na Austrália, 66 mil abortos. Esse número saltou para 71 mil em 1987; 83 mil em 1991; 92 mil em 1995; 88 mil por ano até 2002. Em 2005, o Ministério da Saúde australiano registrou cerca de 100 mil abortos executados legalmente. Em 1976, foram praticados um milhão de abortos nos Estados Unidos. Em 1977, o número voltou a subir para um milhão e cem mil abortos. Em 1978, esse número subiu para um milhão e duzentos mil; e em 1979, novamente para um milhão e trezentos mil, permanecendo mais ou menos estacionado nesse número até 1988; até que, em 1989, voltou a subir para aproximadamente um milhão e quatrocentos mil abortos por ano; e esse número se manteve estacionado até aproximadamente 1995, quando caiu para um milhão e trezentos mil abortos. 3 – O Brasil tem maior número de aborto que os países que o legalizaram Comparamos os dados com países onde o aborto é legalizado. Vejamos se essa afirmação é verdadeira: Brasil: 100.000 abortos por ano População: 200.000.000 França: 200.000 abortos por ano (10 vezes mais que o Brasil) População: 50.000.000 Suécia: 40.000 (8 vezes mais que o Brasil) População: 10.000.000 Inglaterra: 100.000 (4 vezes mais que o Brasil) População: 50.000 Japão 200.000 (4 vezes mais que o Brasil) População: 100.000.000 4 – O número de abortos tem aumentado no Brasil Isso não é o que os dados têm mostrado. Como visto anteriormente, os dados são obtidos mediante internações hospitalares e curetagens, e o que se tem visto é a diminuição dessa prática. Pesquisas mostram que, mais de 67% dos brasileiros consideram o aborto uma prática moralmente grave. Só 3 % consideram moralmente aceitável a prática do aborto. Em linhas gerais, pode-se dizer que o brasileiro não aceita a legalização do aborto. 5 – Com a legalização do aborto acontece uma diminuição considerável da mortalidade materna Em países com leis extremamente restritas em relação ao aborto, como o Chile, a mortalidade materna é baixa em consideração ao número de sua população. Diminuiu de 275 mortes maternas, em 1960, para 22 óbitos em 2015, a maior redução observada em países da América Latina. Há países onde o aborto é legalizado e a mortalidade materna é alta, como na Índia: 200 mulheres por 100 mil nascidos vivos, em 2010. O que se pode concluir é que, na verdade, o resultado é neutro, tanto pode diminuir quanto pode aumentar com a legalização. O que não pode, de modo algum dizer, é que existe uma diminuição da mortalidade materna. Via Canção Nova Qual o efeito da tutela penal da vida intrauterina no número de abortos praticados? Um dos argumentos mais suscitados contra a tutela penal do direito à vida intrauterina é o de que a criminalização das práticas abortivas seria inócua, irrelevante, ineficiente. A razão apontada é de que, havendo ou não proibição legal, os casais que pretendessem abortar, fariam-no de um modo ou de outro. A “prova” seria que, mesmo sendo o aborto previsto como crime no Brasil, ele não deixa de ocorrer. Bom… de fato, a vedação legal ao aborto não é capaz de evitar todos os casos de abortamento, e assim salvar a vida de todos os seres humanos em fase gestacional. Todavia, se esse fosse um motivo razoável para desacreditar da importância da tutela jurídico-penal da vida intrauterina, todos os delitos deveriam ser revogados. Isso dado que o direito penal também não é capaz de evitar todos os homicídios, estupros, latrocínios etc. Não obstante, o que ocorre é que – ainda que não de modo absoluto – a tutela penal é sim capaz de reduzir o número de práticas previstas como criminosas. Não é à toa que, ao contrário do constantemente propalado, os números demonstram que a criminalização do aborto reduz sua incidência, com consequente preservação de milhares e milhares de vidas. Assista: É verdade que existe uma certa “guerra de números“, em que os defensores do aborto tentam comparar a quantidade de abortamentos em dois grupos de países: 1) aqueles em que o aborto é penalmente vedado; e 2) outras nações em que é permitido. Tentam, então, concluir que, por vezes, neste último grupo há menos casos de aborto. No entanto, essa metodologia é falha por dois motivos: primeiramente não existe certeza do número de abortos nos países em que a conduta é criminalizada, uma vez que praticada na clandestinidade. Isso permite que esses quantitativos sejam artificialmente hipertrofiados. E de fato é o que acontece por parte de grupos militantes. Um exemplo: no Uruguai, antes da liberação do aborto, falava-se em até 55 mil abortamentos por ano. Após, ativistas passaram a trabalhar com o número de 33 mil. Com a legalização, no primeiro ano houve pouco mais de 6 mil. Ou seja: os números chegaram a ser inchados em quase 10x. Em segundo lugar, mesmo que se utilizem dados realistas, essa sistemática pode acabar deixando de lado outras variáveis importantes. O jornal americano esquerdista New York Times publicou matéria em que compara Uganda (onde o aborto é proibido) com os Estados Unidos ou os países da Europa Ocidental. Isso obviamente desfigura a análise, por deixar de lado variáveis como renda, nível educacional, acesso a métodos de evitar gestações indesejadas etc. Por isso, a melhor metodologia para examinar a questão parece ser a seguinte: averigua-se o número de abortos no primeiro ano após sua legalização (primeiro ano em que a prática não ocorrerá na clandestinidade, sendo possível levantar números oficiais); e então observa-se se esse número cresce acima da taxa de crescimento da população nos anos seguintes. Se isso ocorrer, há indícios de que a legislação permissiva acabou impactando e estimulando o comportamento. Pois bem. Utilizando essa metodologia, é perceptível que países que legalizaram a prática tiveram incremento nas taxas de abortos efetuados. Vejamos a seguir alguns exemplos. Uruguai No primeiro ano após a legalização houve pouco mais de 6 mil abortamentos no pais, sendo que no primeiro mês tinham ocorrido apenas 200. No segundo ano, o número já deu um salto de 20%. No terceiro ano, novo aumento de 9% no número de abortos realizados. Ou seja: em um único biênio, houve incremento de quase 1/3 no número de crianças abortadas. Estados Unidos: O aborto foi liberado nacionalmente mediante decisão ativista da Suprema Corte invadindo atribuição dos representantes do povo no Poder Legislativo, no caso Roe Vs. Wade. Mas antes disso, desde 1970, quando o estado de Nova Iorque liberou pela primeira vez o aborto sem exigência de requisitos, mediante simples pedido (até o quinto mês), o número de abortos já vinha crescendo. Em 1970 foram cerca de 190 mil. Em 1973 a trágica marca já atingiu o patamar de mais de 615 mil. O número não parou então de subir, como pode ser visto no gráfico abaixo, em que a coluna da esquerda aponta o ano; a do meio, o número absoluto de abortos; e a da direita, a proporção de abortos para cada mil nascimentos: Center for Disease Control and Prevention: https://www.cdc.gov/mmwr/preview/mmwrhtml/ss5212a1.htm#fig1 Após mais de uma década o número cessou sua trajetória ascendente e ficou quase estagnado. Em 1990, mais um triste recorde em números absolutos, ultrapassando um milhão e quatrocentos mil abortos. Em 1992, a Suprema Corte no caso Casey v. Planned Parenthood decidiu que os estados podiam impor restrições administrativas – embora não penais – a práticas abortivas (como exigência de consentimento esclarecido, com exposição de informações sobre um aborto aos que procurem esse serviço; notificação dos pais caso menores de idade solicitem aborto; imposição de períodos mínimos de espera após o pedido etc.). Desse ano em diante, vários estados passaram a criar e reforçar a aplicação de leis antiaborto, de modo que o número voltou a cair, muito embora sem jamais voltar aos patamares prévios à descriminalização. Austrália: O aborto é liberado na Austrália desde 1970. Em 1985, foram executados na Austrália cerca de 66.000 abortos. Esse numero saltou para 71.000 em 1987; 83.000 em 1991; 92.000 em 1995, e 88.000 por ano até 2002. A mesma tendência pode ser constatada nos exemplos da Espanha, Inglaterra ou Suécia. Imagens extraídas da apresentação de Isabela Mantovani na Comissão de Direitos Humanos do Senado: https://www.senado.gov.br/noticias/TV/Video.asp?v=405297 Após várias décadas, o número de abortamentos acabou se estabilizando e até tendo certa queda em alguns casos, mas nunca retornando ao patamar anterior à legalização. Essa estagnação ou pequena redução muito provavelmente deveu-se à evolução nas outras variáveis mencionadas: renda, escolaridade, acesso a novas tecnologias etc. E não… em regra, não ocorrem no Brasil mais abortos do que em países em que ele é liberado. O Brasil, mesmo tendo outros dados que impactam negativamente (como renda, escolaridade, acesso a tecnologia etc), apresenta proporcionalmente 10x menos abortos do que a França; 8x menos do que a Suécia; e 4x menos do que Inglaterra ou Japão. Ademais, além do empirismo, é possível apontar três razões teóricas pelas quais as práticas abortivas experimentam redução quantitativa quando penalmente proibidas: a) Primeiramente, muitos cidadãos extraem seu código de ética e conduta pública da própria legislação, utilizando-a em grande medida como marco das ações que julga poder ou não fazer. Para esse cidadão que vê no cumprimento da legislação uma virtude cívica e, portanto, uma obrigação moral, a legislação penal acaba bastando por si só para impedir as práticas previstas como criminosas. E por outro lado, a simples liberação legal representa o desaparecimento de um impeditivo de consciência suficiente para que evite determinado comportamento.PUBLICIDADE b) Em segundo lugar, mesmo para o cidadão que não se vê moralmente compelido pela legislação, a possibilidade de punição é vista como um custo para a prática criminosa. Como já demonstrou o economista prêmio Nobel Gary Becker, o cálculo para a realização de uma ação é em grande medida um cálculo racional: as pessoas preveem um benefício de suas ações. E examinam se esse benefício supera os custos. A previsão de algo como crime, e portanto como passível de aplicação de sanções, é uma técnica de elevação desses custos, fazendo com que a conduta seja evitada em maior medida. c) Por fim, a criminalização do aborto ajuda a manter presente a consciência de que o nascituro é um ser humano digno de proteção. Com a descriminalização, a noção da dignidade da vida humana em fase gestacional cai em processo de esvaimento. Com isso, percebe-se que – assim como acontece em relação a outros delitos – a criminalização do aborto, ainda que insuficiente por si só para zerar sua prática, é um instrumento eficiente para reduzi-la. Assista: Em conclusão: a criminalização do aborto é um mecanismo relevante para salvar a vida de seres humanos em gestação. Importante, porém, registrar que a criminalização do aborto não é uma panaceia: é fundamental melhorar o acesso aos serviços de saúde e sua qualidade, bem como prover uma rede adequada de apoio psicológico, legal e material para gestantes. Caso você tenha ficado com alguma dúvida ou tenha algum comentário, por favor, interaja conosco e registre-o abaixo. Também se quiser, curta nossa FanPage no Facebook, nosso canal no Youtube e cadastre seu e-mail na nossa e-mail-list, para receber as atualizações. Por Isabella Mantovani e André Borges Uliano via Instituto Politeia #Aborto #Brasil
- A FARSA NO NÚMERO DE ABORTOS
Sabe aquele papo de que o número de abortos não aumenta se ele for liberado? É mentira. A legalização do aborto é incentivada com estratégias mentirosas A primeira coisa a saber, segundo Isabella Mantovani, especialista em Bioética, é que o aborto é uma prática de controle populacional. Esse controle é feito mediante um planejamento e financiamento ao redor do mundo por parte de algumas fundações, entre elas se encontram: Forde, Rockefeller, MacArthur, ONU (Unicef, FNUAP e Unifem), o Programa de DST/AIDS do Ministério da Saúde, SPM (Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres), Global Fund for Women, OAK Fundation. Todas essas instituições têm em comum a ideia de um mundo dominado por poucos. Para que seus objetivos sejam alcançados, elas usam algumas estratégias: legalização do aborto, esterilização, contracepção, cultura de poucos filhos, educação sexual hedonista etc. Para a realização de determinada tarefa, faz-se necessário a utilização de uma ferramenta. Para os idealizadores do aborto, o principal instrumento utilizado por esses grupos é a mentira. Apresento-lhes, pelo menos, cinco mentiras pregadas pelas pessoas e instituições favoráveis à prática do aborto: 1 – São realizados, no Brasil, cerca de um milhão e quinhentos mil abortos por ano Os abortistas falam de um milhão e quinhentos mil por ano. Esse número, segundo Isabella Mantovani, não tem nenhum fundamento científico. Os dados são mensurados mediante as internações hospitalares. O dado real de internações é de aproximadamente cem mil por ano. Vale ressaltar que, esse percentual de abortos são dados mensurados pelos institutos, ligados às fundações que patrocinam o aborto; logo, os números estarão voltados para seus próprios interesses. 2 – Quando o aborto em um país é legalizado, o número de abortos diminui Os fatos mostram exatamente o contrário, pois, em vez de diminuir, o número cresce vertiginosamente. Na Austrália, o aborto é legal desde a década de 1970. Hoje, cem mil crianças são abortadas anualmente. Assim, como na Espanha e em outros países, o número de abortos tem disparado desde que a prática foi legalizada. Em 1985, foram executados, na Austrália, 66 mil abortos. Esse número saltou para 71 mil em 1987; 83 mil em 1991; 92 mil em 1995; 88 mil por ano até 2002. Em 2005, o Ministério da Saúde australiano registrou cerca de 100 mil abortos executados legalmente. Em 1976, foram praticados um milhão de abortos nos Estados Unidos. Em 1977, o número voltou a subir para um milhão e cem mil abortos. Em 1978, esse número subiu para um milhão e duzentos mil; e em 1979, novamente para um milhão e trezentos mil, permanecendo mais ou menos estacionado nesse número até 1988; até que, em 1989, voltou a subir para aproximadamente um milhão e quatrocentos mil abortos por ano; e esse número se manteve estacionado até aproximadamente 1995, quando caiu para um milhão e trezentos mil abortos. 3 – O Brasil tem maior número de aborto que os países que o legalizaram Comparamos os dados com países onde o aborto é legalizado. Vejamos se essa afirmação é verdadeira: Brasil: 100.000 abortos por ano População: 200.000.000 França: 200.000 abortos por ano (10 vezes mais que o Brasil) População: 50.000.000 Suécia: 40.000 (8 vezes mais que o Brasil) População: 10.000.000 Inglaterra: 100.000 (4 vezes mais que o Brasil) População: 50.000 Japão 200.000 (4 vezes mais que o Brasil) População: 100.000.000 4 – O número de abortos tem aumentado no Brasil Isso não é o que os dados têm mostrado. Como visto anteriormente, os dados são obtidos mediante internações hospitalares e curetagens, e o que se tem visto é a diminuição dessa prática. Pesquisas mostram que, mais de 67% dos brasileiros consideram o aborto uma prática moralmente grave. Só 3 % consideram moralmente aceitável a prática do aborto. Em linhas gerais, pode-se dizer que o brasileiro não aceita a legalização do aborto. 5 – Com a legalização do aborto acontece uma diminuição considerável da mortalidade materna Em países com leis extremamente restritas em relação ao aborto, como o Chile, a mortalidade materna é baixa em consideração ao número de sua população. Diminuiu de 275 mortes maternas, em 1960, para 22 óbitos em 2015, a maior redução observada em países da América Latina. Há países onde o aborto é legalizado e a mortalidade materna é alta, como na Índia: 200 mulheres por 100 mil nascidos vivos, em 2010. O que se pode concluir é que, na verdade, o resultado é neutro, tanto pode diminuir quanto pode aumentar com a legalização. O que não pode, de modo algum dizer, é que existe uma diminuição da mortalidade materna. Via Canção Nova Qual o efeito da tutela penal da vida intrauterina no número de abortos praticados? Um dos argumentos mais suscitados contra a tutela penal do direito à vida intrauterina é o de que a criminalização das práticas abortivas seria inócua, irrelevante, ineficiente. A razão apontada é de que, havendo ou não proibição legal, os casais que pretendessem abortar, fariam-no de um modo ou de outro. A “prova” seria que, mesmo sendo o aborto previsto como crime no Brasil, ele não deixa de ocorrer. Bom… de fato, a vedação legal ao aborto não é capaz de evitar todos os casos de abortamento, e assim salvar a vida de todos os seres humanos em fase gestacional. Todavia, se esse fosse um motivo razoável para desacreditar da importância da tutela jurídico-penal da vida intrauterina, todos os delitos deveriam ser revogados. Isso dado que o direito penal também não é capaz de evitar todos os homicídios, estupros, latrocínios etc. Não obstante, o que ocorre é que – ainda que não de modo absoluto – a tutela penal é sim capaz de reduzir o número de práticas previstas como criminosas. Não é à toa que, ao contrário do constantemente propalado, os números demonstram que a criminalização do aborto reduz sua incidência, com consequente preservação de milhares e milhares de vidas. Assista: É verdade que existe uma certa “guerra de números“, em que os defensores do aborto tentam comparar a quantidade de abortamentos em dois grupos de países: 1) aqueles em que o aborto é penalmente vedado; e 2) outras nações em que é permitido. Tentam, então, concluir que, por vezes, neste último grupo há menos casos de aborto. No entanto, essa metodologia é falha por dois motivos: primeiramente não existe certeza do número de abortos nos países em que a conduta é criminalizada, uma vez que praticada na clandestinidade. Isso permite que esses quantitativos sejam artificialmente hipertrofiados. E de fato é o que acontece por parte de grupos militantes. Um exemplo: no Uruguai, antes da liberação do aborto, falava-se em até 55 mil abortamentos por ano. Após, ativistas passaram a trabalhar com o número de 33 mil. Com a legalização, no primeiro ano houve pouco mais de 6 mil. Ou seja: os números chegaram a ser inchados em quase 10x. Em segundo lugar, mesmo que se utilizem dados realistas, essa sistemática pode acabar deixando de lado outras variáveis importantes. O jornal americano esquerdista New York Times publicou matéria em que compara Uganda (onde o aborto é proibido) com os Estados Unidos ou os países da Europa Ocidental. Isso obviamente desfigura a análise, por deixar de lado variáveis como renda, nível educacional, acesso a métodos de evitar gestações indesejadas etc. Por isso, a melhor metodologia para examinar a questão parece ser a seguinte: averigua-se o número de abortos no primeiro ano após sua legalização (primeiro ano em que a prática não ocorrerá na clandestinidade, sendo possível levantar números oficiais); e então observa-se se esse número cresce acima da taxa de crescimento da população nos anos seguintes. Se isso ocorrer, há indícios de que a legislação permissiva acabou impactando e estimulando o comportamento. Pois bem. Utilizando essa metodologia, é perceptível que países que legalizaram a prática tiveram incremento nas taxas de abortos efetuados. Vejamos a seguir alguns exemplos. Uruguai No primeiro ano após a legalização houve pouco mais de 6 mil abortamentos no pais, sendo que no primeiro mês tinham ocorrido apenas 200. No segundo ano, o número já deu um salto de 20%. No terceiro ano, novo aumento de 9% no número de abortos realizados. Ou seja: em um único biênio, houve incremento de quase 1/3 no número de crianças abortadas. Estados Unidos: O aborto foi liberado nacionalmente mediante decisão ativista da Suprema Corte invadindo atribuição dos representantes do povo no Poder Legislativo, no caso Roe Vs. Wade. Mas antes disso, desde 1970, quando o estado de Nova Iorque liberou pela primeira vez o aborto sem exigência de requisitos, mediante simples pedido (até o quinto mês), o número de abortos já vinha crescendo. Em 1970 foram cerca de 190 mil. Em 1973 a trágica marca já atingiu o patamar de mais de 615 mil. O número não parou então de subir, como pode ser visto no gráfico abaixo, em que a coluna da esquerda aponta o ano; a do meio, o número absoluto de abortos; e a da direita, a proporção de abortos para cada mil nascimentos: Center for Disease Control and Prevention: https://www.cdc.gov/mmwr/preview/mmwrhtml/ss5212a1.htm#fig1 Após mais de uma década o número cessou sua trajetória ascendente e ficou quase estagnado. Em 1990, mais um triste recorde em números absolutos, ultrapassando um milhão e quatrocentos mil abortos. Em 1992, a Suprema Corte no caso Casey v. Planned Parenthood decidiu que os estados podiam impor restrições administrativas – embora não penais – a práticas abortivas (como exigência de consentimento esclarecido, com exposição de informações sobre um aborto aos que procurem esse serviço; notificação dos pais caso menores de idade solicitem aborto; imposição de períodos mínimos de espera após o pedido etc.). Desse ano em diante, vários estados passaram a criar e reforçar a aplicação de leis antiaborto, de modo que o número voltou a cair, muito embora sem jamais voltar aos patamares prévios à descriminalização. Austrália: O aborto é liberado na Austrália desde 1970. Em 1985, foram executados na Austrália cerca de 66.000 abortos. Esse numero saltou para 71.000 em 1987; 83.000 em 1991; 92.000 em 1995, e 88.000 por ano até 2002. A mesma tendência pode ser constatada nos exemplos da Espanha, Inglaterra ou Suécia. Imagens extraídas da apresentação de Isabela Mantovani na Comissão de Direitos Humanos do Senado: https://www.senado.gov.br/noticias/TV/Video.asp?v=405297 Após várias décadas, o número de abortamentos acabou se estabilizando e até tendo certa queda em alguns casos, mas nunca retornando ao patamar anterior à legalização. Essa estagnação ou pequena redução muito provavelmente deveu-se à evolução nas outras variáveis mencionadas: renda, escolaridade, acesso a novas tecnologias etc. E não… em regra, não ocorrem no Brasil mais abortos do que em países em que ele é liberado. O Brasil, mesmo tendo outros dados que impactam negativamente (como renda, escolaridade, acesso a tecnologia etc), apresenta proporcionalmente 10x menos abortos do que a França; 8x menos do que a Suécia; e 4x menos do que Inglaterra ou Japão. Ademais, além do empirismo, é possível apontar três razões teóricas pelas quais as práticas abortivas experimentam redução quantitativa quando penalmente proibidas: a) Primeiramente, muitos cidadãos extraem seu código de ética e conduta pública da própria legislação, utilizando-a em grande medida como marco das ações que julga poder ou não fazer. Para esse cidadão que vê no cumprimento da legislação uma virtude cívica e, portanto, uma obrigação moral, a legislação penal acaba bastando por si só para impedir as práticas previstas como criminosas. E por outro lado, a simples liberação legal representa o desaparecimento de um impeditivo de consciência suficiente para que evite determinado comportamento.PUBLICIDADE b) Em segundo lugar, mesmo para o cidadão que não se vê moralmente compelido pela legislação, a possibilidade de punição é vista como um custo para a prática criminosa. Como já demonstrou o economista prêmio Nobel Gary Becker, o cálculo para a realização de uma ação é em grande medida um cálculo racional: as pessoas preveem um benefício de suas ações. E examinam se esse benefício supera os custos. A previsão de algo como crime, e portanto como passível de aplicação de sanções, é uma técnica de elevação desses custos, fazendo com que a conduta seja evitada em maior medida. c) Por fim, a criminalização do aborto ajuda a manter presente a consciência de que o nascituro é um ser humano digno de proteção. Com a descriminalização, a noção da dignidade da vida humana em fase gestacional cai em processo de esvaimento. Com isso, percebe-se que – assim como acontece em relação a outros delitos – a criminalização do aborto, ainda que insuficiente por si só para zerar sua prática, é um instrumento eficiente para reduzi-la. Assista: Em conclusão: a criminalização do aborto é um mecanismo relevante para salvar a vida de seres humanos em gestação. Importante, porém, registrar que a criminalização do aborto não é uma panaceia: é fundamental melhorar o acesso aos serviços de saúde e sua qualidade, bem como prover uma rede adequada de apoio psicológico, legal e material para gestantes. Caso você tenha ficado com alguma dúvida ou tenha algum comentário, por favor, interaja conosco e registre-o abaixo. Também se quiser, curta nossa FanPage no Facebook, nosso canal no Youtube e cadastre seu e-mail na nossa e-mail-list, para receber as atualizações. Por Isabella Mantovani e André Borges Uliano via Instituto Politeia #Aborto #Brasil
- “Eu não odiava os outros presidentes e não odeio Bolsonaro” Padre Zezinho, scj
Na tarde desta quinta-feira (22), o Padre Zezinho fez uma postagem no Facebook acerca do tema que está tomando conta das redes sociais, as queimadas na Floresta Amazônica e o ataque ao Presidente Bolsonaro. ESTÃO É BOTANDO FOGO NO BRASIL! “Fiz uma canção sobre a Amazônia e assino em baixo até hoje. Mas sou bem inteligente para saber que estes incêndios já tem mais de 40 anos. Não aconteceram apenas hoje e não é só porque o atual governo não legislou que as chuvas destes períodos apagassem tais incêndios. Há o fenômeno natural da seca nestes meses e há o crime dos que intencionalmente fazem queimadas. Assim como não culpei nem FHC, nem Lula, nem Dilma, nem Alkmin, não culpo Bolsonaro . Eu não odiava os outros presidentes e não odeio Bolsonaro . Esta gritaria mundial é histérica. Não vejo ninguém culpando Trump pelos incêndios na Califórnia, nem o Governo Português pelos incêndios em Portugal . Continuarei a cantar “AMAZÔNIA, É PROIBIDO QUEIMAR E MATAR“ mas sei que tudo não começou apenas há seis meses. Bom senso ajudará a ler a mídia, determinada em arrasar com o Bolsonaro. Todos sabem das dívidas impagáveis de alguns inimigos do atual presidente! Amazônia em chamas (Daniel Beltra/Greenpeace/Divulgação) – Foto ilustrativa de 12 de agosto de 2008 Não votei nele, nem em Haddad, mas se Haddad tivesse ganho, os incêndios continuariam, até porque o país não tem como controlar o clima nem a maioria dos incendiários que querem tudo, menos que a atual democracia dê certo. Querem outro regime político no Brasil . No Congresso e no Judiciário estão alguns dos maiores incendiários” Leia também: Padre Zezinho: Há alguns cardeais que defendem a Doutrina da Igreja, apenas “alguns”
- “Eu não odiava os outros presidentes e não odeio Bolsonaro” Padre Zezinho, scj
Na tarde desta quinta-feira (22), o Padre Zezinho fez uma postagem no Facebook acerca do tema que está tomando conta das redes sociais, as queimadas na Floresta Amazônica e o ataque ao Presidente Bolsonaro. ESTÃO É BOTANDO FOGO NO BRASIL! “Fiz uma canção sobre a Amazônia e assino em baixo até hoje. Mas sou bem inteligente para saber que estes incêndios já tem mais de 40 anos. Não aconteceram apenas hoje e não é só porque o atual governo não legislou que as chuvas destes períodos apagassem tais incêndios. Há o fenômeno natural da seca nestes meses e há o crime dos que intencionalmente fazem queimadas. Assim como não culpei nem FHC, nem Lula, nem Dilma, nem Alkmin, não culpo Bolsonaro . Eu não odiava os outros presidentes e não odeio Bolsonaro . Esta gritaria mundial é histérica. Não vejo ninguém culpando Trump pelos incêndios na Califórnia, nem o Governo Português pelos incêndios em Portugal . Continuarei a cantar “AMAZÔNIA, É PROIBIDO QUEIMAR E MATAR“ mas sei que tudo não começou apenas há seis meses. Bom senso ajudará a ler a mídia, determinada em arrasar com o Bolsonaro. Todos sabem das dívidas impagáveis de alguns inimigos do atual presidente! Amazônia em chamas (Daniel Beltra/Greenpeace/Divulgação) – Foto ilustrativa de 12 de agosto de 2008 Não votei nele, nem em Haddad, mas se Haddad tivesse ganho, os incêndios continuariam, até porque o país não tem como controlar o clima nem a maioria dos incendiários que querem tudo, menos que a atual democracia dê certo. Querem outro regime político no Brasil . No Congresso e no Judiciário estão alguns dos maiores incendiários” Leia também: Padre Zezinho: Há alguns cardeais que defendem a Doutrina da Igreja, apenas “alguns”
- “Nós matamos porque nos importamos”, a falácia do aborto
O argumento dos abortistas é que matam as crianças porque se importam com elas, dizendo que a criança estará mais feliz morta! O egoísmo do ser humano nunca foi expresso de maneira mais “espontânea” do que através deste ato tão cruel chamado aborto, que elimina a vida de outro ser humano para seu próprio bem estar. São muitos os argumentos falaciosos que utilizam para acobertar este egoísmo. Alguns deles convencem muitos, mas não deixam de ser falsos. Assista antes de continuar a leitura: Meu corpo minhas regras O movimento feminista, que carrega a bandeira do aborto, levanta a bandeira de que a mulher tem “direito” de decidir pelo próprio corpo. Entretanto a ciência mostra que uma vida separada é criada na concepção, completa com seu próprio conjunto único de DNA. Não há dúvida de que uma mulher deve ter liberdade de escolha e controle total sobre seu próprio corpo. A questão é, ela está escolhendo apenas para si mesma ou há outro indivíduo afetado por sua escolha? O aborto fere as mulheres. As mulheres não são devidamente informadas sobre os efeitos colaterais prejudiciais do aborto. Existem sérios riscos físicos associados ao aborto, incluindo a impossibilidade de engravidar novamente. Muitas mulheres também sofrem emocionalmente após um aborto. Riscos do Aborto PROCEDIMENTOS DE ABORTO: Aborto Medicinal: Drogas são usadas para esvaziar o útero. Aborto Cirúrgico: Os instrumentos são usados para remover o tecido embrionário / feto e placentário. Aborto por Indução : Uma injeção letal é usada para matar o feto e o parto é induzido a entregar o feto morto. O tipo de procedimento que você receberá depende de quanto tempo você está em sua gravidez. Clique aqui para mais informações sobre os tipos reais de procedimentos de aborto. FISICA Sangramento pesado Infecção Maior risco de nascimentos prematuros para futuras crianças Danos ao colo do útero ou útero, que podem estar associados a infertilidade ou aborto espontâneo Possível ligação ao câncer de mama Morte EMOCIONAL Tristeza Depressão Raiva Culpa Ansiedade Numbing emocional Dor de aniversário Pesadelos ou flashbacks do aborto Maior risco de abuso de álcool e drogas Problemas de relacionamento Pensamentos suicidas “ Não é um bebê, é apenas uma bolha de células” Falso! Os bebês se desenvolvem incrivelmente rapidamente dentro do útero. No momento em que uma mulher descobre que está grávida (geralmente 3 ou 4 semanas após a concepção), o coração do bebê já está batendo. Agora temos a tecnologia para ver bebês dentro do útero. A indústria do aborto promove que “apenas uma gota de células” fique bem na gravidez, porque é muito mais fácil se uma mulher fazendo um aborto não souber que seu bebê é de fato um bebê. Confira a página Life Inside para fotos e vídeos reais de bebês dentro do útero. “As mulheres morrerão de abortos clandestinos inseguros se o aborto for ilegal” Este é um mito inventado pela indústria do aborto. Antes da legalização, em 1969, a maioria dos abortos era realizada em consultórios médicos pelos médicos. O Dr. Bernard Nathansan, co-fundador da Liga Nacional de Ação pelos Direitos do Aborto (NARAL), admite que ele e outros líderes da indústria do aborto inventaram dados para afirmar que “milhares de mulheres estão morrendo anualmente de abortos inseguros”. Eles fizeram isso para conquistar a simpatia do público pela legalização. “O aborto deve ser permitido se o bebê tiver alguma deficiência ou problema médico e não tiver uma boa qualidade de vida” Quem somos nós para fazer essa ligação? As pessoas com deficiências ou problemas médicos não são menos humanas ou menos valiosas do que qualquer outra pessoa. Muitas vezes os diagnósticos foram errados, e as mulheres que foram aconselhadas a abortar deram à luz bebês perfeitamente saudáveis. “Uma Mulher deve poder escolher o aborto nos casos de Estupro ou Incesto” O estupro é um ato horrível de violência contra uma mulher e o estuprador deve ser responsabilizado em toda a extensão da lei. No entanto, o aborto não “desfigura” as mulheres, apenas acrescenta mais violência a um ato já violento. Se uma criança é concebida através de violação, essa criança é inocente e não deve ser punida pelo crime do seu pai. Menos de 1% dos abortos estão nos casos de estupro ou incesto. Assista também: “E quando a vida da mãe está em risco?” É importante lembrar que há duas vidas em jogo: a vida da mãe e a vida do bebê. Tudo deve ser feito para tentar salvar as duas vidas. Em situações trágicas em que não é possível salvar as duas vidas, não há um resultado “bom”. Essas situações precisam ser avaliadas caso a caso e a melhor decisão deve ser tomada para ambos os indivíduos: mãe e bebê. Via Choice42.com Leia também: Contra o aborto: assista o documentário “Pela Vida”
- “Nós matamos porque nos importamos”, a falácia do aborto
O argumento dos abortistas é que matam as crianças porque se importam com elas, dizendo que a criança estará mais feliz morta! O egoísmo do ser humano nunca foi expresso de maneira mais “espontânea” do que através deste ato tão cruel chamado aborto, que elimina a vida de outro ser humano para seu próprio bem estar. São muitos os argumentos falaciosos que utilizam para acobertar este egoísmo. Alguns deles convencem muitos, mas não deixam de ser falsos. Assista antes de continuar a leitura: Meu corpo minhas regras O movimento feminista, que carrega a bandeira do aborto, levanta a bandeira de que a mulher tem “direito” de decidir pelo próprio corpo. Entretanto a ciência mostra que uma vida separada é criada na concepção, completa com seu próprio conjunto único de DNA. Não há dúvida de que uma mulher deve ter liberdade de escolha e controle total sobre seu próprio corpo. A questão é, ela está escolhendo apenas para si mesma ou há outro indivíduo afetado por sua escolha? O aborto fere as mulheres. As mulheres não são devidamente informadas sobre os efeitos colaterais prejudiciais do aborto. Existem sérios riscos físicos associados ao aborto, incluindo a impossibilidade de engravidar novamente. Muitas mulheres também sofrem emocionalmente após um aborto. Riscos do Aborto PROCEDIMENTOS DE ABORTO: Aborto Medicinal: Drogas são usadas para esvaziar o útero. Aborto Cirúrgico: Os instrumentos são usados para remover o tecido embrionário / feto e placentário. Aborto por Indução : Uma injeção letal é usada para matar o feto e o parto é induzido a entregar o feto morto. O tipo de procedimento que você receberá depende de quanto tempo você está em sua gravidez. Clique aqui para mais informações sobre os tipos reais de procedimentos de aborto. FISICA Sangramento pesado Infecção Maior risco de nascimentos prematuros para futuras crianças Danos ao colo do útero ou útero, que podem estar associados a infertilidade ou aborto espontâneo Possível ligação ao câncer de mama Morte EMOCIONAL Tristeza Depressão Raiva Culpa Ansiedade Numbing emocional Dor de aniversário Pesadelos ou flashbacks do aborto Maior risco de abuso de álcool e drogas Problemas de relacionamento Pensamentos suicidas “ Não é um bebê, é apenas uma bolha de células” Falso! Os bebês se desenvolvem incrivelmente rapidamente dentro do útero. No momento em que uma mulher descobre que está grávida (geralmente 3 ou 4 semanas após a concepção), o coração do bebê já está batendo. Agora temos a tecnologia para ver bebês dentro do útero. A indústria do aborto promove que “apenas uma gota de células” fique bem na gravidez, porque é muito mais fácil se uma mulher fazendo um aborto não souber que seu bebê é de fato um bebê. Confira a página Life Inside para fotos e vídeos reais de bebês dentro do útero. “As mulheres morrerão de abortos clandestinos inseguros se o aborto for ilegal” Este é um mito inventado pela indústria do aborto. Antes da legalização, em 1969, a maioria dos abortos era realizada em consultórios médicos pelos médicos. O Dr. Bernard Nathansan, co-fundador da Liga Nacional de Ação pelos Direitos do Aborto (NARAL), admite que ele e outros líderes da indústria do aborto inventaram dados para afirmar que “milhares de mulheres estão morrendo anualmente de abortos inseguros”. Eles fizeram isso para conquistar a simpatia do público pela legalização. “O aborto deve ser permitido se o bebê tiver alguma deficiência ou problema médico e não tiver uma boa qualidade de vida” Quem somos nós para fazer essa ligação? As pessoas com deficiências ou problemas médicos não são menos humanas ou menos valiosas do que qualquer outra pessoa. Muitas vezes os diagnósticos foram errados, e as mulheres que foram aconselhadas a abortar deram à luz bebês perfeitamente saudáveis. “Uma Mulher deve poder escolher o aborto nos casos de Estupro ou Incesto” O estupro é um ato horrível de violência contra uma mulher e o estuprador deve ser responsabilizado em toda a extensão da lei. No entanto, o aborto não “desfigura” as mulheres, apenas acrescenta mais violência a um ato já violento. Se uma criança é concebida através de violação, essa criança é inocente e não deve ser punida pelo crime do seu pai. Menos de 1% dos abortos estão nos casos de estupro ou incesto. Assista também: “E quando a vida da mãe está em risco?” É importante lembrar que há duas vidas em jogo: a vida da mãe e a vida do bebê. Tudo deve ser feito para tentar salvar as duas vidas. Em situações trágicas em que não é possível salvar as duas vidas, não há um resultado “bom”. Essas situações precisam ser avaliadas caso a caso e a melhor decisão deve ser tomada para ambos os indivíduos: mãe e bebê. Via Choice42.com Leia também: Contra o aborto: assista o documentário “Pela Vida”
- Deputados das bancadas Católica, Evangélica e Militar protestaram contra projeto de incesto e poliga
O projeto de lei que cria o Estatuto das Famílias do Século XXI foi retirado da pauta desta quarta-feira (21), da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. O projeto seria votado ontem, mas se tornou alvo de uma polêmica depois que deputados afirmaram que o texto normaliza o incesto e a poligamia. A deputada católica Chris Tonietto, mesmo com a retirada de pauta, manifestou sua indignação e apontou os pontos críticos do projeto. Assista ao vídeo da valente deputada no youtube : https://youtu.be/htsXeJ_oM6c Veja também algumas fotos: Repercussão Nacional / Fake News Diversos jornais da grande mídia classificaram o ocorrido como fake news, e que a retirada de pauta ocorreu em função de boatos. SIM, a lei do PCdoB legalizaria “casamento” poligâmico e entre pais e filhos. É falso o que diz o e-farsas e outros grandes jornais: o texto da lei de Orlando Silva (PCdoB/SP) é explícito ao defender reconhecimento até de poligamia e incesto . Houve uma quizomba nesta semana a respeito do Projeto de Lei 3369/2015 (sim, o 33 69 ) de autoria de Orlando Silva (PCdoB/SP), que “Institui o Estatuto das Famílias do Século XXI’” ( sic ). No texto do PL, lê-se facilmente que os comunistas querem tratar até relações entre pais e filhos e poligâmicas com o status de “casamento”. Agências de Checagem, como a bagaceira e farsesca “e-farsas”, publicou a farsa de que isso seria uma farsa, já que fake news virou o termo da modinha. Orlando Silva ele próprio escreveu que os que afirmam o que diz o seu próprio projeto “serão processados, canalhas!” ( sic ). Nós, que não acreditamos nas farsas do “e-farsas”, tivemos o dificultoso trabalho de ler a porcaria do projeto de Orlando Silva, mesmo sem adicional de insalubridade, para averiguar se os comunistas (do PCdoB ou do e-farsas) estavam falando a verdade. O texto do projeto diz: Art. 2o São reconhecidas como famílias todas as formas de união entre duas ou mais pessoas que para este fim se constituam e que se baseiem no amor, na socioafetividade, independentemente de consanguinidade, gênero, orientação sexual, nacionalidade, credo ou raça, incluindo seus filhos ou pessoas que assim sejam consideradas. – Continua após a publicidade – É meio estranho fazer um “estatuto” para afirmar que uma família independe de “nacionalidade, credo ou raça”, coisas que já estão na lei (no Brasil, não é proibido casar com estrangeiros, nem entre religiões ou cores de pele diferentes – deve ser o que Orlando Silva quer dizer com “raça”, já que se envolver raças caninas, estaremos com um problema ainda maior). Leia também: Governo Bolsonaro corta verbas de filmes e séries LGBT em TVs públicas A novidade, então, está em “reconhecer como famílias todas as formas de união entre… duas ou mais pessoas que para este fim se constituam e que se baseiem no amor, na socioafetividade [ what the fuck does it mean ], independente de consangüinidade, gênero, orientação sexual, incluindo seus filhos ou pessoas que assim sejam consideradas”. Ora, se está se falando da família, ehrr , normal, não é preciso um Estatuto. Mas o Estatuto do PCdoB tem um trecho de zoar o coreto do palhaço: “entre duas ou mais pessoas que, para este fim se constituam ” etc etc. Ora, então, estamos falando de definir como família aqueles que para o fim de formar uma família se unam. E o texto, para os analfabetos do e-farsas, é explícito : fala, sim, “entre duas ou mais pessoas”. Portanto, não se trata de contar pai, mãe e filhos (3 ou mais pessoas), e sim entre duas ou mais pessoas “que, para este fim se constituam” (que tenham um ato de vontade; filhos não nascem porque querem). Ou seja: o projeto de Orlando Silva legalizaria, sim, a poligamia, e as relações polissexuais como “família”, com o mesmo status civil, portanto, de disputas por herança, de definir parentesco em declarações de nacionalidade e afins. Sendo assim, há ainda outro ponto ainda mais descabelante: o projeto fala em “entre duas ou mais pessoas que, para este fim se constituam (…) independentemente de consangüinidade” (o projeto não usa trema, mas nós somos reacionários, ainda usamos trema, tomada de 2 pinos, falamos GLS e aceitamos dinheiro cash). Ora, consangüinidade e família são sinônimos . É meio vergonhoso ter de explicar isso pro povo do e-farsas. Sangue do meu sangue e tal. Tipo sangüíneo O-A-B cai no vestibular. O que o projeto de Orlando Silva explicita é que será reconhecida como família o ato de vontade entre duas ou mais pessoas que, independentemente de já pertencerem à mesma família , desejem criar uma nova, com base em troca de fluídos corporais (deve ser a isso que o comunista se refere como “amor”). Claro, Orlando Silva pode sempre apelar para a própria ignorância e afirmar que era um incapaz, como Adélio Bispo, e fez um Projeto de Lei digno de um mongolóide, e que não pretendia nada disso. Que é, em suma, um analfabeto funcional. Alguém incapaz de ser legislador. Mas, se é assim, deveria ser o primeiro a querer essa excrescência queimada em praça pública. Leia também: Deputada Católica faz discurso histórico e profético, e mostra que ainda há esperanças para o Brasil! Se bem que anda meio complicado esse negócio de comunista abandonar o mandato em troca de outro, né? Portanto, fica provado que o e-farsas é uma farsa, e que o projeto do deputado do PCdoB queria, sim , reconhecer como família até mesmo incesto, poligamia e as relações surubeiras polissexuais, como “famílias do século XXI”. Explicar isso para gringo depois nos transformaria em bonobos de vez. O projeto foi corretamente engavetado. E como se ninguém soubesse que comunistas, seguidores de Karl Marx, sempre quiserem abolir a família e trocá-la por “criações coletivas” dentro de fábricas. Ou vai dizer que Orlando Silva, do PCdoB, não leu o Manifesto Comunista? É curtinho, dá pra ler em umas 5 cagadas. Via Senso Incomum
- Deputados das bancadas Católica, Evangélica e Militar protestaram contra projeto de incesto e poliga
O projeto de lei que cria o Estatuto das Famílias do Século XXI foi retirado da pauta desta quarta-feira (21), da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. O projeto seria votado ontem, mas se tornou alvo de uma polêmica depois que deputados afirmaram que o texto normaliza o incesto e a poligamia. A deputada católica Chris Tonietto, mesmo com a retirada de pauta, manifestou sua indignação e apontou os pontos críticos do projeto. Assista ao vídeo da valente deputada no youtube : https://youtu.be/htsXeJ_oM6c Veja também algumas fotos: Repercussão Nacional / Fake News Diversos jornais da grande mídia classificaram o ocorrido como fake news, e que a retirada de pauta ocorreu em função de boatos. SIM, a lei do PCdoB legalizaria “casamento” poligâmico e entre pais e filhos. É falso o que diz o e-farsas e outros grandes jornais: o texto da lei de Orlando Silva (PCdoB/SP) é explícito ao defender reconhecimento até de poligamia e incesto . Houve uma quizomba nesta semana a respeito do Projeto de Lei 3369/2015 (sim, o 33 69 ) de autoria de Orlando Silva (PCdoB/SP), que “Institui o Estatuto das Famílias do Século XXI’” ( sic ). No texto do PL, lê-se facilmente que os comunistas querem tratar até relações entre pais e filhos e poligâmicas com o status de “casamento”. Agências de Checagem, como a bagaceira e farsesca “e-farsas”, publicou a farsa de que isso seria uma farsa, já que fake news virou o termo da modinha. Orlando Silva ele próprio escreveu que os que afirmam o que diz o seu próprio projeto “serão processados, canalhas!” ( sic ). Nós, que não acreditamos nas farsas do “e-farsas”, tivemos o dificultoso trabalho de ler a porcaria do projeto de Orlando Silva, mesmo sem adicional de insalubridade, para averiguar se os comunistas (do PCdoB ou do e-farsas) estavam falando a verdade. O texto do projeto diz: Art. 2o São reconhecidas como famílias todas as formas de união entre duas ou mais pessoas que para este fim se constituam e que se baseiem no amor, na socioafetividade, independentemente de consanguinidade, gênero, orientação sexual, nacionalidade, credo ou raça, incluindo seus filhos ou pessoas que assim sejam consideradas. – Continua após a publicidade – É meio estranho fazer um “estatuto” para afirmar que uma família independe de “nacionalidade, credo ou raça”, coisas que já estão na lei (no Brasil, não é proibido casar com estrangeiros, nem entre religiões ou cores de pele diferentes – deve ser o que Orlando Silva quer dizer com “raça”, já que se envolver raças caninas, estaremos com um problema ainda maior). Leia também: Governo Bolsonaro corta verbas de filmes e séries LGBT em TVs públicas A novidade, então, está em “reconhecer como famílias todas as formas de união entre… duas ou mais pessoas que para este fim se constituam e que se baseiem no amor, na socioafetividade [ what the fuck does it mean ], independente de consangüinidade, gênero, orientação sexual, incluindo seus filhos ou pessoas que assim sejam consideradas”. Ora, se está se falando da família, ehrr , normal, não é preciso um Estatuto. Mas o Estatuto do PCdoB tem um trecho de zoar o coreto do palhaço: “entre duas ou mais pessoas que, para este fim se constituam ” etc etc. Ora, então, estamos falando de definir como família aqueles que para o fim de formar uma família se unam. E o texto, para os analfabetos do e-farsas, é explícito : fala, sim, “entre duas ou mais pessoas”. Portanto, não se trata de contar pai, mãe e filhos (3 ou mais pessoas), e sim entre duas ou mais pessoas “que, para este fim se constituam” (que tenham um ato de vontade; filhos não nascem porque querem). Ou seja: o projeto de Orlando Silva legalizaria, sim, a poligamia, e as relações polissexuais como “família”, com o mesmo status civil, portanto, de disputas por herança, de definir parentesco em declarações de nacionalidade e afins. Sendo assim, há ainda outro ponto ainda mais descabelante: o projeto fala em “entre duas ou mais pessoas que, para este fim se constituam (…) independentemente de consangüinidade” (o projeto não usa trema, mas nós somos reacionários, ainda usamos trema, tomada de 2 pinos, falamos GLS e aceitamos dinheiro cash). Ora, consangüinidade e família são sinônimos . É meio vergonhoso ter de explicar isso pro povo do e-farsas. Sangue do meu sangue e tal. Tipo sangüíneo O-A-B cai no vestibular. O que o projeto de Orlando Silva explicita é que será reconhecida como família o ato de vontade entre duas ou mais pessoas que, independentemente de já pertencerem à mesma família , desejem criar uma nova, com base em troca de fluídos corporais (deve ser a isso que o comunista se refere como “amor”). Claro, Orlando Silva pode sempre apelar para a própria ignorância e afirmar que era um incapaz, como Adélio Bispo, e fez um Projeto de Lei digno de um mongolóide, e que não pretendia nada disso. Que é, em suma, um analfabeto funcional. Alguém incapaz de ser legislador. Mas, se é assim, deveria ser o primeiro a querer essa excrescência queimada em praça pública. Leia também: Deputada Católica faz discurso histórico e profético, e mostra que ainda há esperanças para o Brasil! Se bem que anda meio complicado esse negócio de comunista abandonar o mandato em troca de outro, né? Portanto, fica provado que o e-farsas é uma farsa, e que o projeto do deputado do PCdoB queria, sim , reconhecer como família até mesmo incesto, poligamia e as relações surubeiras polissexuais, como “famílias do século XXI”. Explicar isso para gringo depois nos transformaria em bonobos de vez. O projeto foi corretamente engavetado. E como se ninguém soubesse que comunistas, seguidores de Karl Marx, sempre quiserem abolir a família e trocá-la por “criações coletivas” dentro de fábricas. Ou vai dizer que Orlando Silva, do PCdoB, não leu o Manifesto Comunista? É curtinho, dá pra ler em umas 5 cagadas. Via Senso Incomum
- A Response to Pontrello’s Attack on Sedevacantism
Pontrello, just like most phony Traditional “Catholics” recognizes that the Vatican II council and its “Popes” taught errors(heresies) or promulgated laws which were harmful to the faith. He also like most “Anti-Sedes” presents the following objection to the Sedevacantist position; “The gates of Hell cannot prevail against the Church, as Christ said(Matthew 16). He said He would be with His Church all the days until the end of the world(Matthew 28). What you are saying is contrary to the promises of Christ.” (The Sedevacantist Delusion: On Indefectibility pgs 53 – 58) The first question is : What exactly is the Sedevacantist position? The Sedevacantists believe (and rightly so) that the Vatican II Church is NOT the Catholic Church, it is a false Church and it’s “Popes” are actually Anti-Popes. This is the ONLY logical position for every Catholic, for anything contrary to this will amount to the denial of the dogma of Papal Infallibility and Indefectibility of the Church. Since the Church possesses indefectibility, a property by which the Church cannot fail, true Catholics(Sedevacantists) CANNOT hold the position that the errors of the Vatican II council were inspired by the Holy Spirit(what an insult to God!); Neither can Catholics, in good conscience, go against Church rules which makes it clear that a heretic CANNOT be Pope. St. Alphonsus Maria de Liguori, Bishop and Doctor of the Church(1787 A.D.) teaches: “If ever a Pope, as a private person fell into heresy, he would at once fall from the pontificate.” St. Francis de Sales (1622 A.D.): “Now when the Pope is explicitly a heretic, he falls ipso facto from his dignity and out of the Church…” St. Robert Bellarmine “A Pope who is a manifest heretic automatically ceases to be Pope and head, just as he ceases automatically to be a christian and a member of the Church… This is the teaching of all the ancient fathers who teach that manifest heretics immediately lose all jurisdiction.” (De Romano Pontifice II.30) Pope Innocent III (1198 – 1216): “Still less can the Roman Pontiff boast, for he can be judged by men or rather, he can be shown to be judged, if he manifestly “loses his savor” in heresy. For he who does not believe is already judged.” (Sermo 4: In Consecrations PL 218:670) And Finally, Pope Paul IV, 1559 Cum Ex Apostolatus Officio : “We enact determine, decree and define, that if ever at anytime it shall appear that the Roman Pontiff prior to his promotion or his elevation as Cardinal or Roman Pontiff, has deviated from the Catholic faith or fallen into some heresy; the promotion or elevation, even if it shall have been uncontested and by unanimous assent of all the Cardinals, shall be null, void and worthless.” The fact remains that it is impossible for a true Pope to embrace the errors of Vatican II council together with the promulgations of Paul VI, without becoming a heretic! Now the next question is, Does the sedevacantist position contradict the promises of Christ as supposed by Pontrello? ABSOLUTELY NOT. To The first promise – “the gates of hell cannot prevail against the Church.” In saying this, Our Lord NEVER promised that His Vicar will ALWAYS be present to guide and guard the flock. There had been times in the past when the “barque of Peter” sailed without a Pope, as history testified especially after the death of Pope Clement IV in 1268. The Church endured three years of great dispute before the election of Blessed Gregory X. We(Sedevacantists) don’t believe that the seat will be forever empty. Oh no! Just for a time… I tell you, just for a time. History and authentic prophecies reveals the possibility. The Church defines “the gates of hell” to be the disputation of heretics as explained by Popes Vigilius and St. Leo IX, and the Angelic Doctor St. Thomas Aquinas. Pope Vigilius, Second Council of Constantinople, 553 A.D.; “… we bear in mind what was promised about the holy Church and Him who said the gates of Hell will not prevail against it (by these we understand the death-dealing tongues of heretics)…” Pope St. Leo IX, Sept. 2, 1053: “The holy Church built upon a rock, that is Christ, and upon Peter … because by the gates of Hell, that is, by the disputations of heretics which lead to the vain to destruction, it would never be overcome.” St. Thomas Aquinas (Intro to Catena Aurea): “Wisdom may fill the hearts of the faithful, and put to silence the dread folly of heretics, fittingly referred to as the gates of Hell.” From their explanation, we can draw the conclusion that those who hold the Vatican II Church to be the true Church of Christ, do not only trample on the dogma of Infallibility and that of Indefectibility; but also preach(whether they know it or not) that the gates of hell has prevailed. To the Second Promise – “I am with you always to the close of the age.” (Matt. 28:20) To claim that the Sedevacantist position contradicts this promise is just absurd. What Pontrello and the phony trads are implying is that there must be a Pope for Christ to be with His Church or the put it the other way round, Christ departs from the Church when there is no Pope! This is insane. Are they saying that Our Lord is absent during the “Sede Vacante” – that period between the death of the Pope and the election of the new one? Or are they implying that all masses and public prayers said within this period are worthless? God Forbid! Generally speaking, Pontrello lacks not only the proper understanding of the Sedevacantist position, but also seem not to know the implication of the character of Indefectibility. You cannot believe that Vatican II erred and still blame the Sedevacantists for turning against this False Church. At some point he wrote : “All sedevacantists deny the possibility of a defection of the Church while simultaneously proposing that a defection has occurred in fact.” Oh C’mon! There is no need trying to present us as being confused over the matter. Our position with regards to Indefectibility is quite clear as expressed by Rev. Anthony Cekada: “…the logic of the faith dictates that we affirm the Indefectibility of the church, and acknowledge the defections of men” (Traditionalists, Infallibility and the Pope). The Popes and Theologians acknowledged the possible defection of men; or else why would they teach that a Pope can become a heretic and fall, not only from his dignity but out of the Church? I conclude with the words of St. Athanasius: “Thus, the more violently they try to occupy the places of worship, the more they separate themselves from the Church. They claim that they represent the Church; but in reality, they are the ones who are expelling themselves from it and going astray. Even if Catholics faithful to Tradition are reduced to a handful, they are the ones who are the true Church of Jesus Christ.” Kyrie Eleison!
- Casal católico faz bela homenagem à filha no dia do seu onomástico
Conheça um pouco do testemunho do casal Júnior e Djaine que, no dia de Santa Clara, fez uma bela homenagem à sua filha a qual leva o nome desta grande santa. “No início vivemos 10 anos de namoro longe do estado de graça… Após este período recebemos nosso primeiro filho (Mateus) em 2015. Só que, miseravelmente, ainda não tínhamos o sacramento do matrimônio e ainda usávamos meios contraceptivos. Em 2016, após o batismo dele, comprei o livro chamado Devocionário , que nos ajudou muito a ter uma rotina de oração, além de outros livros. Nessa época também começamos a assistir, quase que diariamente, as aulas do Padre Paulo Ricado sobre vida espiritual, comunhão, etc. Meses depois tomamos a decisão de seguir a orientação da Santa Igreja e abandonamos o uso dos contraceptivos. Alguns dias depois minha esposa ficou grávida, desta vez a nossa menina. Em 2017 me consagrei a Nossa Senhora pelo método de São Luís Maria Grignion de Montfort através das formações que conseguimos através do Padre Rodrigo Maria e Padre Paulo Ricardo. Neste mesmo ano fomos agraciados com o sacramento do matrimonio, nossa filha nasceu e foi batizada com o nome de Maria Clara, em honra a Santa Clara de Assis. Desde então buscamos viver como uma família católica, conforme orienta a Santa Igreja. Agradecemos por poder testemunhar e talvez ajudar outros casais, e pedimos que rezem por nós, para permanecermos firmes em busca de uma família numerosa e para que Deus nos conceda uma fé vida, uma esperança firme e uma caridade ardente!” Assista ao vídeo:
- Casal católico faz bela homenagem à filha no dia do seu onomástico
Conheça um pouco do testemunho do casal Júnior e Djaine que, no dia de Santa Clara, fez uma bela homenagem à sua filha a qual leva o nome desta grande santa. “No início vivemos 10 anos de namoro longe do estado de graça… Após este período recebemos nosso primeiro filho (Mateus) em 2015. Só que, miseravelmente, ainda não tínhamos o sacramento do matrimônio e ainda usávamos meios contraceptivos. Em 2016, após o batismo dele, comprei o livro chamado Devocionário , que nos ajudou muito a ter uma rotina de oração, além de outros livros. Nessa época também começamos a assistir, quase que diariamente, as aulas do Padre Paulo Ricado sobre vida espiritual, comunhão, etc. Meses depois tomamos a decisão de seguir a orientação da Santa Igreja e abandonamos o uso dos contraceptivos. Alguns dias depois minha esposa ficou grávida, desta vez a nossa menina. Em 2017 me consagrei a Nossa Senhora pelo método de São Luís Maria Grignion de Montfort através das formações que conseguimos através do Padre Rodrigo Maria e Padre Paulo Ricardo. Neste mesmo ano fomos agraciados com o sacramento do matrimonio, nossa filha nasceu e foi batizada com o nome de Maria Clara, em honra a Santa Clara de Assis. Desde então buscamos viver como uma família católica, conforme orienta a Santa Igreja. Agradecemos por poder testemunhar e talvez ajudar outros casais, e pedimos que rezem por nós, para permanecermos firmes em busca de uma família numerosa e para que Deus nos conceda uma fé vida, uma esperança firme e uma caridade ardente!” Assista ao vídeo:
- Ministra Damares encerra comitê Gênero, Diversidade e Inclusão
Colegiados promoviam medidas contra violência de gênero e diversidade sexual dentro do ministério Damares Alves extinguiu seis comitês de seu ministério, incluindo o de Gênero e o de Diversidade e Inclusão. A revogação foi publicada hoje no Diário Oficial . Criado em julho de 2018, o Comitê de Gênero foi nomeado Janaína Romão em homenagem a uma funcionária terceirizada do Ministério dos Direitos Humanos morta pelo ex-marido no Distrito Federal. Cabia ao colegiado propor medidas para prevenir a violência de gênero contra funcionários do ministério e articular medidas da pasta para a igualdade de gênero. Leia também: Chris Tonietto desmascara o PL do “Poliamor” e o repudia em nome de todos os cristãos Já o Comitê de Diversidade e Inclusão tinha como uma de suas finalidades apoiar a “diversidade sexual, com especial proteção às pessoas LGBTI” dentro do ministério. Segundo a portaria, os órgãos que os coordenam passarão a ser responsáveis por suas atribuições. No caso de ambos, a Secretaria Executiva da pasta. Os outros colegiados extintos foram os comitês para a Desburocratização, o de Convênios e Contratos Administrativos, o da Segurança da Informação e Comunicação e o da Agenda de Convergência para a proteção integral dos direitos de crianças e adolescentes impactados por obras ou empreendimentos. Leia também: Governo Bolsonaro corta verbas de filmes e séries LGBT em TVs públicas (Atualização, às 14h40 de 19 de agosto de 2019: O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos entrou em contato com a coluna e afirmou que a portaria publicada nesta segunda-feira trata-se de uma formalização da revogação dos comitês. Diz que os colegiados estavam inoperantes desde a publicação de decreto de abril para extinguir colegiados. Afirma ainda que a medida de hoje “não tem qualquer efeito prático”.)
- Ministra Damares encerra comitê Gênero, Diversidade e Inclusão
Colegiados promoviam medidas contra violência de gênero e diversidade sexual dentro do ministério Damares Alves extinguiu seis comitês de seu ministério, incluindo o de Gênero e o de Diversidade e Inclusão. A revogação foi publicada hoje no Diário Oficial . Criado em julho de 2018, o Comitê de Gênero foi nomeado Janaína Romão em homenagem a uma funcionária terceirizada do Ministério dos Direitos Humanos morta pelo ex-marido no Distrito Federal. Cabia ao colegiado propor medidas para prevenir a violência de gênero contra funcionários do ministério e articular medidas da pasta para a igualdade de gênero. Leia também: Chris Tonietto desmascara o PL do “Poliamor” e o repudia em nome de todos os cristãos Já o Comitê de Diversidade e Inclusão tinha como uma de suas finalidades apoiar a “diversidade sexual, com especial proteção às pessoas LGBTI” dentro do ministério. Segundo a portaria, os órgãos que os coordenam passarão a ser responsáveis por suas atribuições. No caso de ambos, a Secretaria Executiva da pasta. Os outros colegiados extintos foram os comitês para a Desburocratização, o de Convênios e Contratos Administrativos, o da Segurança da Informação e Comunicação e o da Agenda de Convergência para a proteção integral dos direitos de crianças e adolescentes impactados por obras ou empreendimentos. Leia também: Governo Bolsonaro corta verbas de filmes e séries LGBT em TVs públicas (Atualização, às 14h40 de 19 de agosto de 2019: O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos entrou em contato com a coluna e afirmou que a portaria publicada nesta segunda-feira trata-se de uma formalização da revogação dos comitês. Diz que os colegiados estavam inoperantes desde a publicação de decreto de abril para extinguir colegiados. Afirma ainda que a medida de hoje “não tem qualquer efeito prático”.)
- O “SUICÍDIO ASSISTIDO” DA IGREJA E DA SOCIEDADE – Roberto de Mattei
Toda a atenção nos últimos dias, na Itália, está concentrada na crise política. Mas há outra crise, mais séria e mais extensa, que constitui o fundo profundo da crise política: é a crise religiosa e moral do Ocidente. A crise política é visível, penetra através da mídia em nossas casas e até mesmo um olho ou ouvido distraído pode percebê-la. A crise religiosa e moral só pode ser percebida por aqueles que têm uma sensibilidade espiritual desenvolvida. Quem está imerso no materialismo da vida contemporânea pode ter o sofisticadom poder de desfrutar o prazer dos sentidos, mas está espiritualmente obscurecido, se não completamente cego. A crise religiosa e moral é uma crise que ocorre quando o homem perde de vista o seu fim último e os critérios que devem orientar suas ações. A sociedade mergulha no agnosticismo, se dissolve e morre. (…) O suicídio pode ser realizado não só pelos homens, mas também pelas nações, pelas civilizações e até mesmo pela Igreja, considerada na humanidade dos homens que a compõem. A Igreja vive há mais de cinquenta anos um processo suicida que Paulo VI chamou de “autodemolição” (discurso no Seminário Lombardo de Roma de 7 de dezembro de 1968). Esta autodemolição hoje poderia ser chamada de um verdadeiro “suicídio assistido” da Igreja. Assistido porque induzido e favorecido por aqueles poderes fortes que sempre lutaram contra a Igreja. O documento preparatório do Sínodo dos Bispos sobre a Amazônia, com o culto da Natureza substituindo o da Santíssima Trindade, a abolição do celibato eclesiástico e a negação do caráter sacramental e hierárquico do Corpo Místico de Cristo, é o último exemplo deste suicídio assistido causado pelos líderes da Igreja e encorajado por seus inimigos. O Instrumentum laboris sobre a Amazônia, disse o cardeal Walter Brandmüller, “transfere ao sínodo dos bispos e, em última análise, ao papa uma grave violação do” depositum fidei “, o que significa, como consequência, a autodestruição da Igreja”. Os católicos minimalistas propõem como alternativa ao suicídio assistido a sedação profunda através da qual a morte do paciente é alcançada indiretamente, mas igualmente inexorável. Nós não pertencemos a este grupo. Nós não somos capazes, por conta própria, de salvar os doentes, porque há apenas um médico que pode fazê-lo a qualquer momento: Aquele que fundou a Igreja, dirige e prometeu que Ela não perecerá. Esse médico de almas e corpos é Jesus Cristo (Mateus 8, 5-11). A Igreja e a sociedade Lhe pertencem e nenhum renascimento é possível fora do retorno à Sua lei. (Em: https://www.corrispondenzaromana.it/il-suicidio-assistito-della-chiesa-e-della-societa)
- Chris Tonietto desmascara o PL do “Poliamor” e o repudia em nome de todos os cristãos
Mais uma vez a valente deputada católica Chris Tonietto levantou sua voz e, em nome de todos os cristãos, desmascarou a esquerda, demonstrando as verdadeiras intenções do projeto de lei n. 3.369/2015, chamado popularmente como o “PL do Poliamor”. Na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, a deputada católica Chris Tonietto, teve há pouco a oportunidade de manifestar seu mais veemente repúdio – que é o de TODO o povo brasileiro – ao PL do “Estatuto das Famílias do Século XXI” do Deputado Orlando Silva, que pretende, dentre outros absurdos, a abolição das restrições de CONSANGUINIDADE para a realização de união civil! Trata-se de um acinte, uma afronta à dignidade de nossas famílias, e um dos documentos mais esdrúxulos já produzidos na história da atividade legislativa do Brasil! Felizmente, o projeto foi retirado de pauta. Que saia agora de tramitação! Saiba mais sobre o Estatuto das Famílias do Século XXI : Urgente: Casamento entre pais e filhos é nova bandeira da esquerda – Projeto de Lei “Poliamor” Assista ao vídeo da valente deputada no youtube: https://youtu.be/htsXeJ_oM6c E-farsas categorizou a denúncia sobre PL do Poliamor como “Fake News” Checamos os checadores: SIM, a lei do PCdoB legalizaria “casamento” poligâmico e entre pais e filhos. É falso o que diz o e-farsas: o texto da lei de Orlando Silva (PCdoB/SP) é explícito ao defender reconhecimento até de poligamia e incesto Houve uma quizomba nesta semana a respeito do Projeto de Lei 3369/2015 (sim, o 3369) de autoria de Orlando Silva (PCdoB/SP), que “Institui o Estatuto das Famílias do Século XXI’” (sic). No texto do PL, lê-se facilmente que os comunistas querem tratar até relações entre pais e filhos e poligâmicas com o status de “casamento”. Agências de Checagem, como a bagaceira e farsesca “e-farsas”, publicou a farsa de que isso seria uma farsa, já que fake news virou o termo da modinha. Orlando Silva ele próprio escreveu que os que afirmam o que diz o seu próprio projeto “serão processados, canalhas!” (sic). Nós, que não acreditamos nas farsas do “e-farsas”, tivemos o dificultoso trabalho de ler a porcaria do projeto de Orlando Silva, mesmo sem adicional de insalubridade, para averiguar se os comunistas (do PCdoB ou do e-farsas) estavam falando a verdade. O texto do projeto diz: Art. 2o São reconhecidas como famílias todas as formas de união entre duas ou mais pessoas que para este fim se constituam e que se baseiem no amor, na socioafetividade, independentemente de consanguinidade, gênero, orientação sexual, nacionalidade, credo ou raça, incluindo seus filhos ou pessoas que assim sejam consideradas. É meio estranho fazer um “estatuto” para afirmar que uma família independe de “nacionalidade, credo ou raça”, coisas que já estão na lei (no Brasil, não é proibido casar com estrangeiros, nem entre religiões ou cores de pele diferentes – deve ser o que Orlando Silva quer dizer com “raça”, já que se envolver raças caninas, estaremos com um problema ainda maior). Leia também: Governo Bolsonaro corta verbas de filmes e séries LGBT em TVs públicas A novidade, então, está em “reconhecer como famílias todas as formas de união entre… duas ou mais pessoas que para este fim se constituam e que se baseiem no amor, na socioafetividade [what the fuck does it mean], independente de consangüinidade, gênero, orientação sexual, incluindo seus filhos ou pessoas que assim sejam consideradas”. Ora, se está se falando da família, ehrr, normal, não é preciso um Estatuto. Mas o Estatuto do PCdoB tem um trecho de zoar o coreto do palhaço: “entre duas ou mais pessoas que, para este fim se constituam” etc etc. Ora, então, estamos falando de definir como família aqueles que para o fim de formar uma família se unam. E o texto, para os analfabetos do e-farsas, é explícito: fala, sim, “entre duas ou mais pessoas”. Portanto, não se trata de contar pai, mãe e filhos (3 ou mais pessoas), e sim entre duas ou mais pessoas “que, para este fim se constituam” (que tenham um ato de vontade; filhos não nascem porque querem). Ou seja: o projeto de Orlando Silva legalizaria, sim, a poligamia, e as relações polissexuais como “família”, com o mesmo status civil, portanto, de disputas por herança, de definir parentesco em declarações de nacionalidade e afins. Sendo assim, há ainda outro ponto ainda mais descabelante: o projeto fala em “entre duas ou mais pessoas que, para este fim se constituam (…) independentemente de consangüinidade” (o projeto não usa trema, mas nós somos reacionários, ainda usamos trema, tomada de 2 pinos, falamos GLS e aceitamos dinheiro cash). Ora, consangüinidade e família são sinônimos. É meio vergonhoso ter de explicar isso pro povo do e-farsas. Sangue do meu sangue e tal. Tipo sangüíneo O-A-B cai no vestibular. O que o projeto de Orlando Silva explicita é que será reconhecida como família o ato de vontade entre duas ou mais pessoas que, independentemente de já pertencerem à mesma família, desejem criar uma nova, com base em troca de fluídos corporais (deve ser a isso que o comunista se refere como “amor”). Claro, Orlando Silva pode sempre apelar para a própria ignorância e afirmar que era um incapaz, como Adélio Bispo, e fez um Projeto de Lei digno de um mongolóide, e que não pretendia nada disso. Que é, em suma, um analfabeto funcional. Alguém incapaz de ser legislador. Mas, se é assim, deveria ser o primeiro a querer essa excrescência queimada em praça pública. Leia também: Deputada Católica faz discurso histórico e profético, e mostra que ainda há esperanças para o Brasil! Se bem que anda meio complicado esse negócio de comunista abandonar o mandato em troca de outro, né? Portanto, fica provado que o e-farsas é uma farsa, e que o projeto do deputado do PCdoB queria, sim, reconhecer como família até mesmo incesto, poligamia e as relações surubeiras polissexuais, como “famílias do século XXI”. Explicar isso para gringo depois nos transformaria em bonobos de vez. O projeto foi corretamente engavetado. E como se ninguém soubesse que comunistas, seguidores de Karl Marx, sempre quiserem abolir a família e trocá-la por “criações coletivas” dentro de fábricas. Ou vai dizer que Orlando Silva, do PCdoB, não leu o Manifesto Comunista? É curtinho, dá pra ler em umas 5 cagadas. Via Senso Incomum
- Chris Tonietto desmascara o PL do “Poliamor” e o repudia em nome de todos os cristãos
Mais uma vez a valente deputada católica Chris Tonietto levantou sua voz e, em nome de todos os cristãos, desmascarou a esquerda, demonstrando as verdadeiras intenções do projeto de lei n. 3.369/2015, chamado popularmente como o “PL do Poliamor”. Na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, a deputada católica Chris Tonietto, teve há pouco a oportunidade de manifestar seu mais veemente repúdio – que é o de TODO o povo brasileiro – ao PL do “Estatuto das Famílias do Século XXI” do Deputado Orlando Silva, que pretende, dentre outros absurdos, a abolição das restrições de CONSANGUINIDADE para a realização de união civil! Trata-se de um acinte, uma afronta à dignidade de nossas famílias, e um dos documentos mais esdrúxulos já produzidos na história da atividade legislativa do Brasil! Felizmente, o projeto foi retirado de pauta. Que saia agora de tramitação! Saiba mais sobre o Estatuto das Famílias do Século XXI : Urgente: Casamento entre pais e filhos é nova bandeira da esquerda – Projeto de Lei “Poliamor” Assista ao vídeo da valente deputada no youtube: https://youtu.be/htsXeJ_oM6c E-farsas categorizou a denúncia sobre PL do Poliamor como “Fake News” Checamos os checadores: SIM, a lei do PCdoB legalizaria “casamento” poligâmico e entre pais e filhos. É falso o que diz o e-farsas: o texto da lei de Orlando Silva (PCdoB/SP) é explícito ao defender reconhecimento até de poligamia e incesto Houve uma quizomba nesta semana a respeito do Projeto de Lei 3369/2015 (sim, o 3369) de autoria de Orlando Silva (PCdoB/SP), que “Institui o Estatuto das Famílias do Século XXI’” (sic). No texto do PL, lê-se facilmente que os comunistas querem tratar até relações entre pais e filhos e poligâmicas com o status de “casamento”. Agências de Checagem, como a bagaceira e farsesca “e-farsas”, publicou a farsa de que isso seria uma farsa, já que fake news virou o termo da modinha. Orlando Silva ele próprio escreveu que os que afirmam o que diz o seu próprio projeto “serão processados, canalhas!” (sic). Nós, que não acreditamos nas farsas do “e-farsas”, tivemos o dificultoso trabalho de ler a porcaria do projeto de Orlando Silva, mesmo sem adicional de insalubridade, para averiguar se os comunistas (do PCdoB ou do e-farsas) estavam falando a verdade. O texto do projeto diz: Art. 2o São reconhecidas como famílias todas as formas de união entre duas ou mais pessoas que para este fim se constituam e que se baseiem no amor, na socioafetividade, independentemente de consanguinidade, gênero, orientação sexual, nacionalidade, credo ou raça, incluindo seus filhos ou pessoas que assim sejam consideradas. É meio estranho fazer um “estatuto” para afirmar que uma família independe de “nacionalidade, credo ou raça”, coisas que já estão na lei (no Brasil, não é proibido casar com estrangeiros, nem entre religiões ou cores de pele diferentes – deve ser o que Orlando Silva quer dizer com “raça”, já que se envolver raças caninas, estaremos com um problema ainda maior). Leia também: Governo Bolsonaro corta verbas de filmes e séries LGBT em TVs públicas A novidade, então, está em “reconhecer como famílias todas as formas de união entre… duas ou mais pessoas que para este fim se constituam e que se baseiem no amor, na socioafetividade [what the fuck does it mean], independente de consangüinidade, gênero, orientação sexual, incluindo seus filhos ou pessoas que assim sejam consideradas”. Ora, se está se falando da família, ehrr, normal, não é preciso um Estatuto. Mas o Estatuto do PCdoB tem um trecho de zoar o coreto do palhaço: “entre duas ou mais pessoas que, para este fim se constituam” etc etc. Ora, então, estamos falando de definir como família aqueles que para o fim de formar uma família se unam. E o texto, para os analfabetos do e-farsas, é explícito: fala, sim, “entre duas ou mais pessoas”. Portanto, não se trata de contar pai, mãe e filhos (3 ou mais pessoas), e sim entre duas ou mais pessoas “que, para este fim se constituam” (que tenham um ato de vontade; filhos não nascem porque querem). Ou seja: o projeto de Orlando Silva legalizaria, sim, a poligamia, e as relações polissexuais como “família”, com o mesmo status civil, portanto, de disputas por herança, de definir parentesco em declarações de nacionalidade e afins. Sendo assim, há ainda outro ponto ainda mais descabelante: o projeto fala em “entre duas ou mais pessoas que, para este fim se constituam (…) independentemente de consangüinidade” (o projeto não usa trema, mas nós somos reacionários, ainda usamos trema, tomada de 2 pinos, falamos GLS e aceitamos dinheiro cash). Ora, consangüinidade e família são sinônimos. É meio vergonhoso ter de explicar isso pro povo do e-farsas. Sangue do meu sangue e tal. Tipo sangüíneo O-A-B cai no vestibular. O que o projeto de Orlando Silva explicita é que será reconhecida como família o ato de vontade entre duas ou mais pessoas que, independentemente de já pertencerem à mesma família, desejem criar uma nova, com base em troca de fluídos corporais (deve ser a isso que o comunista se refere como “amor”). Claro, Orlando Silva pode sempre apelar para a própria ignorância e afirmar que era um incapaz, como Adélio Bispo, e fez um Projeto de Lei digno de um mongolóide, e que não pretendia nada disso. Que é, em suma, um analfabeto funcional. Alguém incapaz de ser legislador. Mas, se é assim, deveria ser o primeiro a querer essa excrescência queimada em praça pública. Leia também: Deputada Católica faz discurso histórico e profético, e mostra que ainda há esperanças para o Brasil! Se bem que anda meio complicado esse negócio de comunista abandonar o mandato em troca de outro, né? Portanto, fica provado que o e-farsas é uma farsa, e que o projeto do deputado do PCdoB queria, sim, reconhecer como família até mesmo incesto, poligamia e as relações surubeiras polissexuais, como “famílias do século XXI”. Explicar isso para gringo depois nos transformaria em bonobos de vez. O projeto foi corretamente engavetado. E como se ninguém soubesse que comunistas, seguidores de Karl Marx, sempre quiserem abolir a família e trocá-la por “criações coletivas” dentro de fábricas. Ou vai dizer que Orlando Silva, do PCdoB, não leu o Manifesto Comunista? É curtinho, dá pra ler em umas 5 cagadas. Via Senso Incomum
- Aprenda a Oração do Angelus
A oração do Angelus é uma das mais importantes e tradicionais para nós católicos, que relembramos do nascimento de Jesus Cristo, nosso Salvador, e ao mesmo tempo relembramos a fé e humildade de Maria que aceitou o pedido de Deus levado pelo Arcanjo Gabriel. O Nome “Angelus” é dado devido ao Arcanjo Gabriel que trouxe o anúncio de que Nossa Senhora seria a Mãe de Jesus Cristo. O Sim de Maria dá cumprimento ao anúncio dos profetas: “Uma Virgem conceberá e dará à luz o Salvador“. Este é um dos momentos mais importantes para nós pois é um momento crucial na história da salvação trazida por Deus através de seu filho, ou seja, por isso é extremamente importante orarmos o Angelus. Quando o Angelus deve ser orado ? O Angelus é tradicionalmente orado às 6h da manhã, ao meio-dia (12h) e às 18h, sendo muito comum em algumas comunidades católicas os sinos badalarem nestes horários para relembrar do compromisso, com a tradicionalmente conhecida “hora da Ave-Maria”. Como rezar o Angelus ? O Ângelus é composto por três invocações, cada uma com a sua resposta, e as três juntas descrevem o mistério da Encarnação de Jesus Cristo. As invocações são acompanhadas de uma jaculatória, uma breve oração e três Glórias. Oração Invocação: O Anjo do Senhor anunciou a Maria. Resposta (Todos): E Ela concebeu do Espírito Santo. Ave Maria… Invocação: Eis aqui a escrava do Senhor. Resposta (Todos): Faça-se em mim segundo a Vossa Palavra. Ave Maria… Invocação: E o Verbo Divino se fez carne. Resposta (Todos): E habitou entre nós. Ave Maria… Invocação: Rogai por nós Santa Mãe de Deus. Resposta (Todos): Para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Oremos. Infundi, Senhor, como Vos pedimos, a Vossa graça em nossos corações, para que, conhecendo pela mensagem do anjo a encarnação do vosso Filho, cheguemos, por Sua Paixão e Cruz, à glória da Ressurreição. Por Cristo, nosso Senhor. Todos : Amém. Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém. (3x) Reze conosco, todos os dias Orações da Manhã Orações da Noite Santo Terço Terço da Misericórdia Angelus (6h|12h|18h) Coroinha da Santíssima Virgem Via Sacra Comunhão Espiritual Conheça o Devocionário “Quem reza se salva, quem não reza certamente se condena!” Santo Afonso Maria de Ligório #FormaçõesCatólicas #Oração
- Aprenda a Oração do Angelus
A oração do Angelus é uma das mais importantes e tradicionais para nós católicos, que relembramos do nascimento de Jesus Cristo, nosso Salvador, e ao mesmo tempo relembramos a fé e humildade de Maria que aceitou o pedido de Deus levado pelo Arcanjo Gabriel. O Nome “Angelus” é dado devido ao Arcanjo Gabriel que trouxe o anúncio de que Nossa Senhora seria a Mãe de Jesus Cristo. O Sim de Maria dá cumprimento ao anúncio dos profetas: “Uma Virgem conceberá e dará à luz o Salvador“. Este é um dos momentos mais importantes para nós pois é um momento crucial na história da salvação trazida por Deus através de seu filho, ou seja, por isso é extremamente importante orarmos o Angelus. Quando o Angelus deve ser orado ? O Angelus é tradicionalmente orado às 6h da manhã, ao meio-dia (12h) e às 18h, sendo muito comum em algumas comunidades católicas os sinos badalarem nestes horários para relembrar do compromisso, com a tradicionalmente conhecida “hora da Ave-Maria”. Como rezar o Angelus ? O Ângelus é composto por três invocações, cada uma com a sua resposta, e as três juntas descrevem o mistério da Encarnação de Jesus Cristo. As invocações são acompanhadas de uma jaculatória, uma breve oração e três Glórias. Oração Invocação: O Anjo do Senhor anunciou a Maria. Resposta (Todos): E Ela concebeu do Espírito Santo. Ave Maria… Invocação: Eis aqui a escrava do Senhor. Resposta (Todos): Faça-se em mim segundo a Vossa Palavra. Ave Maria… Invocação: E o Verbo Divino se fez carne. Resposta (Todos): E habitou entre nós. Ave Maria… Invocação: Rogai por nós Santa Mãe de Deus. Resposta (Todos): Para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Oremos. Infundi, Senhor, como Vos pedimos, a Vossa graça em nossos corações, para que, conhecendo pela mensagem do anjo a encarnação do vosso Filho, cheguemos, por Sua Paixão e Cruz, à glória da Ressurreição. Por Cristo, nosso Senhor. Todos : Amém. Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém. (3x) Reze conosco, todos os dias Orações da Manhã Orações da Noite Santo Terço Terço da Misericórdia Angelus (6h|12h|18h) Coroinha da Santíssima Virgem Via Sacra Comunhão Espiritual Conheça o Devocionário “Quem reza se salva, quem não reza certamente se condena!” Santo Afonso Maria de Ligório #FormaçõesCatólicas #Oração
- Governo Bolsonaro corta verbas de filmes e séries LGBT em TVs públicas
A família brasileira pode respirar mais uma vez! Bolsonaro mostra mais uma vez que é contra invasão dos lares de milhões de Brasileiros por conteúdos inapropriados ou ideológicos. Infelizmente o que mais vemos em TVs públicas, cujo orçamento é proveniente dos impostos de todos os Brasileiros, são pautas ideológicas, que vão desde feminismo e conteúdo pró LGBT (ideologia de gênero) até pornografia explicita. Após o presidente Jair Bolsonaro criticar séries de temática LGBT pré-selecionadas para um edital para TVs públicas , o governo decidiu suspender o processo de seleção. A portaria assinada pelo ministro da Cidadania , Osmar Terra, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira. Em seu último pronunciamento ao vivo em redes sociais, exibido na quinta-feira (15), Bolsonaro atacou quatro das produções finalistas do edital “RDE/FSA PRODAV” que concorriam pelas categorias “diversidade de gênero” e “sexualidade”. Lançado em 13 de março de 2018, a seleção tem um orçamento total de R$ 70 milhões, provenientes do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). “Confesso que não entendi por que gastar dinheiro público com um filme desse, o que que vai agregar no tocante a nossa cultura, às nossas tradições. Não tô perseguindo ninguém, cada um faz o que bem entender e que vai ser feliz. Agora gastar dinheiro público para esse tipo de filme…” Bolsonaro O chamamento é feito pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) com participação da Agência Nacional de Cinema (Ancine) e da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC). Leia também: O que Cardeal Sarah e Bolsonaro tem em comum? Ideologia de Gênero Segundo a portaria publicada nesta quarta, o edital ficará suspenso pelo prazo de 180 dias, podendo ser prorrogado por igual período. A justificativa da decisão, segundo a publicação do DO da União, é a “necessidade de recompor os membros do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual – CGFSA”. Ainda de acordo com a portaria, após a definição da nova composição do grupo, será “determinada a revisão dos critérios e diretrizes para a aplicação dos recursos do FSA, bem como que sejam avaliados os critérios de apresentação de propostas de projeto”. O Globo #IdeologiadeGênero #LGBT #Notícia
- Governo Bolsonaro corta verbas de filmes e séries LGBT em TVs públicas
A família brasileira pode respirar mais uma vez! Bolsonaro mostra mais uma vez que é contra invasão dos lares de milhões de Brasileiros por conteúdos inapropriados ou ideológicos. Infelizmente o que mais vemos em TVs públicas, cujo orçamento é proveniente dos impostos de todos os Brasileiros, são pautas ideológicas, que vão desde feminismo e conteúdo pró LGBT (ideologia de gênero) até pornografia explicita. Após o presidente Jair Bolsonaro criticar séries de temática LGBT pré-selecionadas para um edital para TVs públicas , o governo decidiu suspender o processo de seleção. A portaria assinada pelo ministro da Cidadania , Osmar Terra, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira. Em seu último pronunciamento ao vivo em redes sociais, exibido na quinta-feira (15), Bolsonaro atacou quatro das produções finalistas do edital “RDE/FSA PRODAV” que concorriam pelas categorias “diversidade de gênero” e “sexualidade”. Lançado em 13 de março de 2018, a seleção tem um orçamento total de R$ 70 milhões, provenientes do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). “Confesso que não entendi por que gastar dinheiro público com um filme desse, o que que vai agregar no tocante a nossa cultura, às nossas tradições. Não tô perseguindo ninguém, cada um faz o que bem entender e que vai ser feliz. Agora gastar dinheiro público para esse tipo de filme…” Bolsonaro O chamamento é feito pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) com participação da Agência Nacional de Cinema (Ancine) e da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC). Leia também: O que Cardeal Sarah e Bolsonaro tem em comum? Ideologia de Gênero Segundo a portaria publicada nesta quarta, o edital ficará suspenso pelo prazo de 180 dias, podendo ser prorrogado por igual período. A justificativa da decisão, segundo a publicação do DO da União, é a “necessidade de recompor os membros do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual – CGFSA”. Ainda de acordo com a portaria, após a definição da nova composição do grupo, será “determinada a revisão dos critérios e diretrizes para a aplicação dos recursos do FSA, bem como que sejam avaliados os critérios de apresentação de propostas de projeto”. O Globo #IdeologiadeGênero #LGBT #Notícia
- OS “SUCESSORES” DE DEUS E OS “SUCESSORES” DE CRISTO: A IGREJA NO MUNDO ATUAL
Quando olhamos para tudo o que acontece ao nosso redor, parece que os homens de hoje descobriram algo extraordinário que nunca haviam pensado antes, pelo menos de uma maneira tão lúcida e “inteligente”: eles não precisam mais ser ateus para poder fazer o que seus instintos e desejos sugerem no momento, tanto em termos de prazer quanto de poder. Por outro lado, se “Deus está morto”, como disse Nietzsche (A gaia ciência, aforismo 125), que necessidade há de negá-lo ou até mesmo de combatê-lo? Não! Basta que se tornem seus “sucessores” e sentem em seu trono, assumindo o comando de tudo. Agora, eles parecem estar dizendo uns aos outros: nós temos o controle da situação, nós somos aqueles que fazem as “leis” que devem regular o nosso comportamento. Finalmente, é hora de mudar tudo, de derrubar as velhas regras “medievais” que nos escravizaram durante séculos e séculos. O homem é o “sucessor” de Deus! Vamos começar a trabalhar para construir o “novo mundo”, o mundo 2.0, para usarmos o jargão do computador. Aquele mundo em que a igualdade reina sobre tudo e as diferenças são apenas aparentes e intercambiáveis: o “pensamento” é “único”, portanto não há discussões desnecessárias e diferenças de opinião; o “poder” é “único” (cultural, político, financeiro, maçônico, …), então não há nacionalismos e diferenças entre estados e governos, mas a “paz” reina em todo lugar; o “gênero” do indivíduo é “único” porque é intercambiável com a necessidade e as diferenças são apenas aparentes, para que todos possam ser o que quiserem ser, com um pouco de ajuda da química, da medicina, da eletrônica. Nesta fase de transição entre o velho mundo 1.0 e o novo mundo 2.0, as “aparências” são fundamentais, porque servem para educar aqueles que ainda não conseguem captar a novidade que está sendo realizada. “Democracia” é uma aparência, porque o mundo 2.0 não precisa mais dela, mas serve para tornar a mudança de mentalidade mais lenta e menos cansativa aos retardatários. A “família” é uma aparência, mas é bom permanecer a ideia, o nome e a palavra para os retardatários, mas ampliando o conceito e esfumaçado a definição. Quem quer que seja refratário à mudança, se encontrará automaticamente isolado, porque não poderá mais falar livremente com quase ninguém. E aqueles que não querem colaborar com o “novo rumo” devem ser privados de todo encargo importante, postos de lado, marginalizados sem muito pedido de desculpas e explicações, já que não poderão encontrar nenhum “tribunal” para ver seus direitos protegidos. Mesmo um tal “tribunal” já terá sido “domesticado”, graças aos homens do mundo 2.0 que assumiram o seu controle. A mesma “evolução” do antigo sistema 1.0 para o novo sistema 2.0 pode e deve ser aplicada de forma útil também à religião, se ela quiser se tornar útil e compreensível no mundo 2.0. Até pouco tempo, pelo menos no nosso mundo 1.0, a verdadeira religião era o cristianismo, e no sentido mais pleno apenas o catolicismo, como a Igreja (a Igreja 1.0) sempre ensinou e praticou. O mundo 2.0 não precisa mais dela, porque o homem é o “sucessor” de Deus e os antigos “mandamentos” foram substituídos por aqueles outros estabelecidos pelo “pensamento único”, que são amplos e alcançáveis, ao alcance de todos, sem o ideal impraticável da santidade. Hoje, a nova santidade 2.0 se reduz ao compromisso político de realizar o “novo mundo”. Eis, aqui, a grande descoberta em matéria de religião e Igreja, que o mundo 2.0 está proclamando em alta voz. Como o homem, ao se descobrir o “sucessor” de Deus, precisa construir o “novo mundo”, o mundo 2.0, então é preciso também construir uma “nova igreja”, uma igreja 2.0, e para isso precisamos de padres e bispos que sejam “sucessores” de Jesus Cristo ”. Não mais “sucessores de Pedro e os Apóstolos” (uma antiga concepção a ser superada), mas ser diretamente “sucessores de Jesus Cristo”. É indispensável poder substituir o antigo, e ultrapassado pela história, Evangelho 1.0, por um novo evangelho 2.0 (não posso escrevê-lo com a inicial maiúscula!), renová-lo completamente, tornando-o compreensível para o mundo 2.0. Para fazer os fiéis digerirem a operação, é suficiente ir mudando as coisas um pouco de cada vez, brincando com a ambigüidade do significado que se atribui a elas, usando slogans cativantes, alargando a malha das velhas regras, em vez de explicar as razões que as motivam, etc. etc. Antigamente, na Romagna anticlerical, dizia-se que a religião era uma invenção dos sacerdotes. Esses profetas anticlericais do passado previram exatamente o que deve acontecer agora. Hoje, o “novo mundo” pede aos “sucessores de Jesus Cristo” que reinventem a Igreja, anunciando, precisamente, uma “nova igreja” (infelizmente, ainda com a minúscula inicial!). Em vez de ser “administradores fiéis” do depositum fidei, eles serão considerados os “donos” que podem fazê-lo e descartá-lo à vontade, de acordo com os ditames do “pensamento único”. Muitos, entre os fiéis, nem o notarão, eoutros até se regozijarão. Muitos entre os eclesiásticos seguirão a “caravana”, outros serão colaboradores ativos, outros sofrerão em silêncio; e aqueles que tentarem resistir por fidelidade à Igreja 1.0 (letra maiúscula), que é a de Cristo, serão expulsos sem explicação, sem mais nem menos, ou com hipócritas justificações de fachada, sem possibilidade de defesa. O destino que tocou nestes dias aos professores do Pontifício Instituto João Paulo II para Estudos sobre Matrimônio e Família, também “atualizado” para a nova versão 2.0, parece ser apenas o mais recente exemplo dessa forma de atuar com um estilo típico de “sucessores de Jesus Cristo”. Quanto durará essa falsificação que o mundo 2.0 exige de uma igreja 2.0, esta apostasia que nos fazer ver roma (minúscula) abandonando Roma (maiúscula)? Tudo está nas mãos de Deus que, em seu tempo, restaurará a Verdade e a Justiça, deixando a obra de Satanás ruir por sua própria inconsistência final. O que é, de fato, a Misericórdia de Deus (a verdadeira e não a falsa, sem arrependimento ou conversão, hoje na moda) se não a “reparação”, oferecida aos homens que querem recebê-la, daquela “justiça original”(justa relação entre o Criador e a criatura) que eles infringiram em suas origens (“pecado original”), preferindo construir um mundo 2.0 — “reparação” que Cristo realizou com Sua Paixão, Morte e Ressurreição? http://www.marcotosatti.com/2019/08/16/i-successori-di-dio-e-i-successori-di-cristo-chiesa-e-mondo-oggi/
- Cardeal Sarah: “Nós não podemos dizer temos fé e viver como ateus!”
Leia o texto da histórica homilia que o Cardeal Sarah entregou aos peregrinos na Catedral de Notre Dame de Chartres no final da peregrinação de Chartres. Os temas da homilia serão familiares para qualquer um que tenha lido seus livros, O Poder do Silêncio e Deus ou Nada: silêncio, devoção à liturgia tradicional, o papel sagrado do clero (mais que os assistentes sociais), o imenso valor dos monásticos a vida e a depravação da sociedade ocidental que rejeitou Deus. Homilia do Card. Robert Sarah na Catedral de Nossa Senhora de Chartres Peregrinação Paris-Chartres 2018 Segunda-Feira de Pentecostes, 21 de maio de 2018 _________ Permitam-me em primeiro lugar agradecer calorosamente a Sua Excelência, Dom Philippe Christory, bispo de Chartres, pelo seu acolhimento nesta maravilhosa Catedral. Queridos peregrinos de Chartres, “A luz veio ao mundo”, diz-nos hoje o Evangelho, “e os homens preferiram as trevas”. E vocês, queridos peregrinos, acolheram a única Luz que não engana? Acolheram a Luz de Deus? Vocês caminharam durante três dias. Rezaram, cantaram, sofreram debaixo do sol e da chuva… Acolheram a Luz em seus corações? Renunciaram realmente às trevas? Escolheram seguir o Caminho, seguindo Jesus, que é a Luz do mundo? Queridos amigos, permitam-me fazer esta pergunta radical, porque, se Deus não é a nossa Luz, todo o resto se torna inútil. Sem Deus, tudo é escuridão. Deus veio até nós e se fez homem. Revelou-nos a única verdade que salva, foi morto para nos resgatar do pecado e, no Pentecostes, nos deu o Espírito Santo e nos ofereceu a Luz da fé. Mas nós preferimos as trevas! Olhemos ao nosso redor! A sociedade ocidental decidiu se organizar sem Deus. Ela está agora entregue às luzes cintilantes e enganadoras da sociedade do consumismo, do lucro a qualquer preço, do individualismo sem medida. Um mundo sem Deus é um mundo de trevas, de mentiras e de egoísmo. Sem a Luz de Deus, a sociedade ocidental se tornou como um barco sem rumo na noite! Ela já não tem amor para receber os filhos, para os proteger desde o seio materno, para os preservar da agressão da pornografia. Privada da Luz de Deus, a sociedade ocidental já não sabe respeitar os seus idosos, nem acompanhar os seus doentes no caminho da morte, nem dar lugar aos mais pobres e aos mais fracos. Ela foi entregue às trevas do medo, da tristeza e do isolamento. Não tem mais do que um vazio e um nada para oferecer. Deixa proliferar as ideologias mais loucas. Uma sociedade ocidental sem Deus pode tornar-se o berço de um terrorismo ético e moral mais viral e mais destrutivo que o terrorismo dos islamistas. Lembrem-se de que Jesus nos disse: “Não temais aqueles que matam o corpo e não podem matar a alma; antes, tenham medo daquele que pode fazer perecer a alma e o corpo no inferno” (Mt 10, 28). Queridos amigos, perdoem-me esta descrição, mas é preciso ser lúcido e realista. Se eu lhes falo assim, é porque, no meu coração de padre e de pastor, eu sinto muito por tantas almas perdidas, tristes, inquietas e sozinhas! Quem as conduzirá rumo à Luz? Quem lhes mostrará o caminho da verdade, o verdadeiro caminho da liberdade, que é o caminho da Cruz? Vamos deixá-las entregar-se ao erro, ao niilismo desesperado ou ao islamismo agressivo sem fazer nada? Nós devemos gritar ao mundo que a nossa esperança tem um nome: Jesus Cristo, o único Salvador do mundo e da humanidade! Queridos peregrinos da França, olhem para esta catedral! Os antepassados de vocês a construíram para proclamar a sua fé! Tudo, na sua arquitetura, na sua escultura, nos seus vitrais, proclama a alegria de ser salvo e amado por Deus. Os seus antepassados não eram perfeitos, não estavam livres de pecado. Mas eles queriam deixar a luz da fé iluminar as suas trevas! Hoje também vocês, povo da França, acordem! Escolham a luz! Renunciem às trevas! Como? O Evangelho nos responde: “Aquele que age segundo a verdade vem para a luz”. Deixemos a Luz do Espírito Santo iluminar as nossas vidas concretamente, simplesmente, até os recônditos mais profundos do nosso ser! Agir segundo a verdade é, em primeiro lugar, colocar Deus no centro da nossa vida, como a Cruz é o centro desta catedral. Meus irmãos, escolhamos voltar-nos a Ele todos os dias! Agora, assumamos o compromisso de reservar todos os dias alguns minutos de silêncio para nos voltarmos a Deus, para dizer a Ele: “Senhor, reina em mim! Eu Te entrego a minha vida!” Queridos peregrinos, sem silêncio não há luz. As trevas se alimentam do barulho incessante do mundo, que nos impede de nos voltarmos para Deus. Tomemos como exemplo a liturgia de hoje. Ela nos leva à adoração, ao temor filial e amoroso perante a grandeza de Deus. Ela culmina na consagração, onde todos juntos, voltados para o altar, de olhar fixo na Eucaristia, na cruz, comungamos em silêncio, no recolhimento e na adoração. Queridos irmãos, amemos essas celebrações litúrgicas que nos fazem saborear a presença silenciosa e transcendente de Deus e nos fazem voltar para o Senhor. Queridos irmãos padres, eu quero me dirigir agora especialmente a vocês. O Santo Sacrifício da Missa é o lugar onde vocês encontrarão a luz para o seu ministério. O mundo em que vivemos pede a nossa atenção sem cessar. Nós estamos constantemente em movimento, sem nos preocuparmos em parar e dedicar um tempo a procurar um lugar deserto para descansar um pouco, na solidão e no silêncio, na companhia do Senhor. Grande seria o perigo de nos tornarmos apenas “trabalhadores sociais”. Se isso acontecesse, nós não daríamos mais a Luz de Deus, mas a nossa própria luz, que não é a Luz que os homens esperam. O que o mundo espera dos padres é Deus e a Luz da Sua Palavra, proclamada sem ambiguidade nem falsificação. Saibamos voltar-nos para Deus numa celebração litúrgica recolhida, cheia de respeito, de silêncio e marcada pela sacralidade. Não inventemos nada na liturgia: recebamos tudo de Deus e da Igreja. Não procuremos nela o espetáculo ou o sucesso. A liturgia nos ensina: ser sacerdote não é, em primeiro lugar, fazer muito, mas sim estar com o Senhor na cruz! A liturgia é o lugar onde o homem encontra Deus cara a cara. A liturgia é o momento mais sublime onde Deus nos ensina a “reproduzir em nós a imagem do Seu Filho Jesus Cristo, para que Ele seja o primogênito de uma multidão de irmãos” (Rm 8, 29). Ela não é nem deve ser uma ocasião de ruptura, de luta ou de disputa. Na forma ordinária, assim como na forma extraordinária do rito romano, o essencial é nos voltarmos à Cruz, a Cristo, nosso Oriente, nosso Tudo e nosso único Horizonte! Seja da forma que for, ordinária ou extraordinária, saibamos sempre celebrar, como neste dia, segundo o que nos ensina o Concílio Vaticano II: com nobre simplicidade, sem sobrecargas inúteis, sem estética fictícia e teatral, mas com o sentido do sagrado, a preocupação primeira da glória de Deus e com verdadeiro espírito de filhos da Igreja de hoje e de sempre! Queridos irmãos sacerdotes, guardem sempre esta certeza: estar com Cristo na cruz, é isto o que o celibato sacerdotal proclama ao mundo! O projeto, de novo proposto por alguns, de desvincular o celibato do sacerdócio, conferindo o sacramento da ordem a homens casados (os viri probati), por, dizem eles, “razões ou necessidades pastorais”, teria graves consequências, na realidade, de romper com a tradição apostólica. Nós fabricaríamos um sacerdócio à nossa medida humana, mas não perpetuaríamos, não prolongaríamos o sacerdócio de Cristo, obediente, pobre e casto. De fato, o sacerdote não é somente “alter Christus”, mas é, verdadeiramente, “Ipse Christus”: o próprio Cristo! E é por isso que o caminho para seguir a Cristo e a Igreja será sempre um sinal de contradição! A vocês, queridos cristãos leigos, comprometidos na vida das cidades, eu quero me dirigir com força: não tenham medo! Não tenham medo de levar a esse mundo a Luz de Cristo! O primeiro testemunho de vocês deve ser sempre o seu exemplo: ajam segundo a verdade! Nas suas famílias, na sua profissão, nas suas realidades sociais, econômicas, políticas, que seja Cristo a sua Luz! Não tenham medo de testemunhar que a sua alegria vem de Cristo! Eu lhes peço, não escondam a fonte da sua esperança! Pelo contrário: proclamem, testemunhem, evangelizem! A Igreja precisa de vocês! Lembrem a todos que somente “Cristo crucificado revela o sentido autêntico da liberdade!” (São João Paulo II, Veritatis Splendor, 85). Com Cristo, libertem a liberdade hoje acorrentada pelos falsos direitos humanos, todos orientados para a autodestruição do homem. A vocês, queridos pais, quero dirigir uma mensagem bem particular. Ser pai e mãe de família no mundo de hoje é uma aventura cheia de sofrimentos, de obstáculos e preocupações. A Igreja lhes diz: obrigada! Sim, obrigada pela doação generosa de vocês mesmos! Tenham a coragem de educar os seus filhos na Luz de Cristo. Vocês terão que lutar, às vezes, contra os ventos dominantes, suportar a zombaria e o desprezo do mundo. “Nós proclamamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os pagãos” (1 Cor 1, 23-23). Não tenham medo! Não renunciem! A Igreja, pela voz dos Papas, especialmente todos desde a encíclica Humanae Vitae, confia a vocês uma missão profética: testemunhar perante todos a nossa alegria e confiança em Deus, que fez de nós guardiões inteligentes da ordem natural. Vocês anunciam aquilo que Jesus nos revelou com a Sua própria vida: a liberdade se realiza no amor, isto é, na doação de si mesmo. Queridos pais e mães de família, a Igreja ama vocês! Amem também vocês a Igreja! Ela é a sua Mãe. Não se misturem com quem dela zomba, porque eles só vêm as rugas do seu rosto envelhecido pelos séculos de sofrimentos e provas. Ainda hoje, ela é bela e brilha de santidade. Por fim, quero agora me dirigir a vocês, os mais jovens, que estão aqui em tão grande número! No entanto, eu peço que vocês escutem um “velho” que tem mais autoridade do que eu: o evangelista São João. Para além do exemplo da sua vida, São João deixou também uma mensagem escrita para os mais jovens. Na sua primeira carta, nós encontramos estas palavras emocionantes de um velho para os jovens das igrejas que ele tinha fundado; escutem a sua voz, cheia de vigor, de sabedoria e de calor: “Jovens, eu vos escrevi porque sois fortes e a palavra de Deus permanece em vós, e vencestes o maligno. Não ameis o mundo, nem as coisas do mundo” (1 Jo 2, 14-15). O mundo que nós não devemos amar, comentava o padre Raniero Cantalamessa na sua homilia da Sexta-Feira Santa de 2018, é aquele ao qual não devemos nos conformar; não é, como sabemos, o mundo criado e amado por Deus, não são as pessoas do mundo a quem devemos sempre nos voltar, especialmente aos pobres e aos últimos dos pobres, para amá-los e servi-los humildemente… Não! O mundo que não devemos amar é outro: o mundo tal como ele se tornou sob o domínio de Satanás e do pecado. O mundo das ideologias que negam a natureza humana e destroem as famílias… As estruturas da ONU, que impõem uma nova ética global, têm um papel decisivo e se tornaram, hoje, um poder avassalador, que chega às massas através das possibilidades ilimitadas da tecnologia. Em muitos países ocidentais, hoje é crime rejeitar submeter-se a essas ideologias horríveis. É isto o que chamamos de adaptação ao espírito do tempo, o conformismo. Um grande e crente poeta britânico do século passado, Thomas Stearns Eliot, escreveu três versos que dizem muito mais do que livros inteiros: “Num mundo de fugitivos, quem vai na direção oposta será visto como desertor”. Queridos jovens cristãos, se é permitido que um “velho”, como foi São João, se dirija diretamente a vocês, também eu os exorto e lhes digo: vocês venceram o maligno. Combatam qualquer lei contrária à natureza que hoje querem lhes impor, oponham-se a toda lei contrária à vida, contrária à família. Sejam aqueles que vão na direção oposta! Atrevam-se a ir contra a corrente! Para nós, cristãos, a direção oposta não é um lugar: é uma Pessoa, é Jesus Cristo, nosso Amigo e nosso Redentor. Uma tarefa é confiada muito particularmente a vocês: salvar o amor humano da trágica deriva em que ele caiu; o “amor” que não é mais a doação de si mesmo, mas a posse do outro, quase sempre violenta e tirânica. Na cruz, Deus Se revelou como “Ágape”, isto é, como Amor que Se entrega a Si mesmo até a morte. Amar verdadeiramente é morrer pelo outro, como aquele jovem policial francês, o coronel Arnaud Beltrame! Queridos jovens, vocês experimentam, sem dúvida, na sua alma, a luta entre as trevas e a Luz. Vocês são, às vezes, seduzidos pelos prazeres fáceis do mundo. De todo o meu coração de padre, eu lhes digo: não fiquem divididos! Jesus lhes dará tudo! Seguindo-o para serem santos, vocês não perdem nada! Vocês ganham a única alegria que não decepciona jamais! Queridos jovens, se hoje Cristo os chama a segui-lo como sacerdotes, religiosos ou religiosas, não hesitem! Digam “fiat”, “faça-se”! Um “sim” entusiasta e sem condições. Deus quer precisar de vocês! Que graça, que alegria! O Ocidente foi evangelizado pelos santos e pelos mártires. Vocês, jovens de hoje, vocês serão os santos e os mártires que as nações esperam para uma nova evangelização! As suas pátrias tem sede de Cristo! Não as decepcionem! A Igreja confia em vocês! Eu rezo para que muitos de vocês respondam, hoje, nesta missa, ao chamamento de Deus a segui-lo, a deixar tudo por Ele, pela Sua Luz. Queridos jovens, não tenham medo! Deus é o único amigo que não faltará nunca. Quando Deus chama, Ele é radical. Isso quer dizer que Ele vai até o fim, até a raiz. Queridos amigos, nós não somos chamados a ser cristãos medíocres! Não, Deus nos chama inteiramente, até o fim, até a doação total, até o martírio do corpo ou do coração. Leia também: “Comunhão na mão, um ataque de satanás contra a Eucaristia” – Cardeal Sarah Querido povo da França, foram os mosteiros que fizeram a civilização do seu país! Foram os homens e mulheres que aceitaram seguir Jesus radicalmente até o fim que construíram uma civilização bela e pacífica, como esta catedral. Povo da França, povos do Ocidente, vocês não encontrarão a paz e a alegria se não buscarem somente a Deus! Voltem à Fonte! Voltem aos mosteiros! Sim, vocês todos, atrevam-se a passar alguns dias num mosteiro! Neste mundo de tumulto, de feiúra e de tristeza, os mosteiros são oásis de beleza e de alegria. Vocês verão que é possível colocar Deus no centro de toda a nossa vida. Vocês experimentarão a alegria que não passa! Queridos peregrinos, renunciemos às trevas. Escolhamos a Luz! Peçamos à Santíssima Virgem Maria que nos ensine a dizer “fiat”, a dizer “sim” plenamente, como ela; que saibamos acolher a Luz do Espírito Santo como ela. Neste dia, em que graças às disposições do Santo Padre, o Papa Francisco, nós festejamos Maria, Mãe da Igreja, peçamos a essa Mãe Santíssima que tenhamos um coração ardente para anunciar aos homens a Boa Nova; um coração generoso, um coração grande, como o de Maria, com as dimensões da Igreja, com as dimensões do Coração de Jesus! Que assim seja. #CardealSarah #Crisenaigreja #Família #Santidade
- Cardeal Sarah: “Nós não podemos dizer temos fé e viver como ateus!”
Leia o texto da histórica homilia que o Cardeal Sarah entregou aos peregrinos na Catedral de Notre Dame de Chartres no final da peregrinação de Chartres. Os temas da homilia serão familiares para qualquer um que tenha lido seus livros, O Poder do Silêncio e Deus ou Nada: silêncio, devoção à liturgia tradicional, o papel sagrado do clero (mais que os assistentes sociais), o imenso valor dos monásticos a vida e a depravação da sociedade ocidental que rejeitou Deus. Homilia do Card. Robert Sarah na Catedral de Nossa Senhora de Chartres Peregrinação Paris-Chartres 2018 Segunda-Feira de Pentecostes, 21 de maio de 2018 _________ Permitam-me em primeiro lugar agradecer calorosamente a Sua Excelência, Dom Philippe Christory, bispo de Chartres, pelo seu acolhimento nesta maravilhosa Catedral. Queridos peregrinos de Chartres, “A luz veio ao mundo”, diz-nos hoje o Evangelho, “e os homens preferiram as trevas”. E vocês, queridos peregrinos, acolheram a única Luz que não engana? Acolheram a Luz de Deus? Vocês caminharam durante três dias. Rezaram, cantaram, sofreram debaixo do sol e da chuva… Acolheram a Luz em seus corações? Renunciaram realmente às trevas? Escolheram seguir o Caminho, seguindo Jesus, que é a Luz do mundo? Queridos amigos, permitam-me fazer esta pergunta radical, porque, se Deus não é a nossa Luz, todo o resto se torna inútil. Sem Deus, tudo é escuridão. Deus veio até nós e se fez homem. Revelou-nos a única verdade que salva, foi morto para nos resgatar do pecado e, no Pentecostes, nos deu o Espírito Santo e nos ofereceu a Luz da fé. Mas nós preferimos as trevas! Olhemos ao nosso redor! A sociedade ocidental decidiu se organizar sem Deus. Ela está agora entregue às luzes cintilantes e enganadoras da sociedade do consumismo, do lucro a qualquer preço, do individualismo sem medida. Um mundo sem Deus é um mundo de trevas, de mentiras e de egoísmo. Sem a Luz de Deus, a sociedade ocidental se tornou como um barco sem rumo na noite! Ela já não tem amor para receber os filhos, para os proteger desde o seio materno, para os preservar da agressão da pornografia. Privada da Luz de Deus, a sociedade ocidental já não sabe respeitar os seus idosos, nem acompanhar os seus doentes no caminho da morte, nem dar lugar aos mais pobres e aos mais fracos. Ela foi entregue às trevas do medo, da tristeza e do isolamento. Não tem mais do que um vazio e um nada para oferecer. Deixa proliferar as ideologias mais loucas. Uma sociedade ocidental sem Deus pode tornar-se o berço de um terrorismo ético e moral mais viral e mais destrutivo que o terrorismo dos islamistas. Lembrem-se de que Jesus nos disse: “Não temais aqueles que matam o corpo e não podem matar a alma; antes, tenham medo daquele que pode fazer perecer a alma e o corpo no inferno” (Mt 10, 28). Queridos amigos, perdoem-me esta descrição, mas é preciso ser lúcido e realista. Se eu lhes falo assim, é porque, no meu coração de padre e de pastor, eu sinto muito por tantas almas perdidas, tristes, inquietas e sozinhas! Quem as conduzirá rumo à Luz? Quem lhes mostrará o caminho da verdade, o verdadeiro caminho da liberdade, que é o caminho da Cruz? Vamos deixá-las entregar-se ao erro, ao niilismo desesperado ou ao islamismo agressivo sem fazer nada? Nós devemos gritar ao mundo que a nossa esperança tem um nome: Jesus Cristo, o único Salvador do mundo e da humanidade! Queridos peregrinos da França, olhem para esta catedral! Os antepassados de vocês a construíram para proclamar a sua fé! Tudo, na sua arquitetura, na sua escultura, nos seus vitrais, proclama a alegria de ser salvo e amado por Deus. Os seus antepassados não eram perfeitos, não estavam livres de pecado. Mas eles queriam deixar a luz da fé iluminar as suas trevas! Hoje também vocês, povo da França, acordem! Escolham a luz! Renunciem às trevas! Como? O Evangelho nos responde: “Aquele que age segundo a verdade vem para a luz”. Deixemos a Luz do Espírito Santo iluminar as nossas vidas concretamente, simplesmente, até os recônditos mais profundos do nosso ser! Agir segundo a verdade é, em primeiro lugar, colocar Deus no centro da nossa vida, como a Cruz é o centro desta catedral. Meus irmãos, escolhamos voltar-nos a Ele todos os dias! Agora, assumamos o compromisso de reservar todos os dias alguns minutos de silêncio para nos voltarmos a Deus, para dizer a Ele: “Senhor, reina em mim! Eu Te entrego a minha vida!” Queridos peregrinos, sem silêncio não há luz. As trevas se alimentam do barulho incessante do mundo, que nos impede de nos voltarmos para Deus. Tomemos como exemplo a liturgia de hoje. Ela nos leva à adoração, ao temor filial e amoroso perante a grandeza de Deus. Ela culmina na consagração, onde todos juntos, voltados para o altar, de olhar fixo na Eucaristia, na cruz, comungamos em silêncio, no recolhimento e na adoração. Queridos irmãos, amemos essas celebrações litúrgicas que nos fazem saborear a presença silenciosa e transcendente de Deus e nos fazem voltar para o Senhor. Queridos irmãos padres, eu quero me dirigir agora especialmente a vocês. O Santo Sacrifício da Missa é o lugar onde vocês encontrarão a luz para o seu ministério. O mundo em que vivemos pede a nossa atenção sem cessar. Nós estamos constantemente em movimento, sem nos preocuparmos em parar e dedicar um tempo a procurar um lugar deserto para descansar um pouco, na solidão e no silêncio, na companhia do Senhor. Grande seria o perigo de nos tornarmos apenas “trabalhadores sociais”. Se isso acontecesse, nós não daríamos mais a Luz de Deus, mas a nossa própria luz, que não é a Luz que os homens esperam. O que o mundo espera dos padres é Deus e a Luz da Sua Palavra, proclamada sem ambiguidade nem falsificação. Saibamos voltar-nos para Deus numa celebração litúrgica recolhida, cheia de respeito, de silêncio e marcada pela sacralidade. Não inventemos nada na liturgia: recebamos tudo de Deus e da Igreja. Não procuremos nela o espetáculo ou o sucesso. A liturgia nos ensina: ser sacerdote não é, em primeiro lugar, fazer muito, mas sim estar com o Senhor na cruz! A liturgia é o lugar onde o homem encontra Deus cara a cara. A liturgia é o momento mais sublime onde Deus nos ensina a “reproduzir em nós a imagem do Seu Filho Jesus Cristo, para que Ele seja o primogênito de uma multidão de irmãos” (Rm 8, 29). Ela não é nem deve ser uma ocasião de ruptura, de luta ou de disputa. Na forma ordinária, assim como na forma extraordinária do rito romano, o essencial é nos voltarmos à Cruz, a Cristo, nosso Oriente, nosso Tudo e nosso único Horizonte! Seja da forma que for, ordinária ou extraordinária, saibamos sempre celebrar, como neste dia, segundo o que nos ensina o Concílio Vaticano II: com nobre simplicidade, sem sobrecargas inúteis, sem estética fictícia e teatral, mas com o sentido do sagrado, a preocupação primeira da glória de Deus e com verdadeiro espírito de filhos da Igreja de hoje e de sempre! Queridos irmãos sacerdotes, guardem sempre esta certeza: estar com Cristo na cruz, é isto o que o celibato sacerdotal proclama ao mundo! O projeto, de novo proposto por alguns, de desvincular o celibato do sacerdócio, conferindo o sacramento da ordem a homens casados (os viri probati), por, dizem eles, “razões ou necessidades pastorais”, teria graves consequências, na realidade, de romper com a tradição apostólica. Nós fabricaríamos um sacerdócio à nossa medida humana, mas não perpetuaríamos, não prolongaríamos o sacerdócio de Cristo, obediente, pobre e casto. De fato, o sacerdote não é somente “alter Christus”, mas é, verdadeiramente, “Ipse Christus”: o próprio Cristo! E é por isso que o caminho para seguir a Cristo e a Igreja será sempre um sinal de contradição! A vocês, queridos cristãos leigos, comprometidos na vida das cidades, eu quero me dirigir com força: não tenham medo! Não tenham medo de levar a esse mundo a Luz de Cristo! O primeiro testemunho de vocês deve ser sempre o seu exemplo: ajam segundo a verdade! Nas suas famílias, na sua profissão, nas suas realidades sociais, econômicas, políticas, que seja Cristo a sua Luz! Não tenham medo de testemunhar que a sua alegria vem de Cristo! Eu lhes peço, não escondam a fonte da sua esperança! Pelo contrário: proclamem, testemunhem, evangelizem! A Igreja precisa de vocês! Lembrem a todos que somente “Cristo crucificado revela o sentido autêntico da liberdade!” (São João Paulo II, Veritatis Splendor, 85). Com Cristo, libertem a liberdade hoje acorrentada pelos falsos direitos humanos, todos orientados para a autodestruição do homem. A vocês, queridos pais, quero dirigir uma mensagem bem particular. Ser pai e mãe de família no mundo de hoje é uma aventura cheia de sofrimentos, de obstáculos e preocupações. A Igreja lhes diz: obrigada! Sim, obrigada pela doação generosa de vocês mesmos! Tenham a coragem de educar os seus filhos na Luz de Cristo. Vocês terão que lutar, às vezes, contra os ventos dominantes, suportar a zombaria e o desprezo do mundo. “Nós proclamamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os pagãos” (1 Cor 1, 23-23). Não tenham medo! Não renunciem! A Igreja, pela voz dos Papas, especialmente todos desde a encíclica Humanae Vitae, confia a vocês uma missão profética: testemunhar perante todos a nossa alegria e confiança em Deus, que fez de nós guardiões inteligentes da ordem natural. Vocês anunciam aquilo que Jesus nos revelou com a Sua própria vida: a liberdade se realiza no amor, isto é, na doação de si mesmo. Queridos pais e mães de família, a Igreja ama vocês! Amem também vocês a Igreja! Ela é a sua Mãe. Não se misturem com quem dela zomba, porque eles só vêm as rugas do seu rosto envelhecido pelos séculos de sofrimentos e provas. Ainda hoje, ela é bela e brilha de santidade. Por fim, quero agora me dirigir a vocês, os mais jovens, que estão aqui em tão grande número! No entanto, eu peço que vocês escutem um “velho” que tem mais autoridade do que eu: o evangelista São João. Para além do exemplo da sua vida, São João deixou também uma mensagem escrita para os mais jovens. Na sua primeira carta, nós encontramos estas palavras emocionantes de um velho para os jovens das igrejas que ele tinha fundado; escutem a sua voz, cheia de vigor, de sabedoria e de calor: “Jovens, eu vos escrevi porque sois fortes e a palavra de Deus permanece em vós, e vencestes o maligno. Não ameis o mundo, nem as coisas do mundo” (1 Jo 2, 14-15). O mundo que nós não devemos amar, comentava o padre Raniero Cantalamessa na sua homilia da Sexta-Feira Santa de 2018, é aquele ao qual não devemos nos conformar; não é, como sabemos, o mundo criado e amado por Deus, não são as pessoas do mundo a quem devemos sempre nos voltar, especialmente aos pobres e aos últimos dos pobres, para amá-los e servi-los humildemente… Não! O mundo que não devemos amar é outro: o mundo tal como ele se tornou sob o domínio de Satanás e do pecado. O mundo das ideologias que negam a natureza humana e destroem as famílias… As estruturas da ONU, que impõem uma nova ética global, têm um papel decisivo e se tornaram, hoje, um poder avassalador, que chega às massas através das possibilidades ilimitadas da tecnologia. Em muitos países ocidentais, hoje é crime rejeitar submeter-se a essas ideologias horríveis. É isto o que chamamos de adaptação ao espírito do tempo, o conformismo. Um grande e crente poeta britânico do século passado, Thomas Stearns Eliot, escreveu três versos que dizem muito mais do que livros inteiros: “Num mundo de fugitivos, quem vai na direção oposta será visto como desertor”. Queridos jovens cristãos, se é permitido que um “velho”, como foi São João, se dirija diretamente a vocês, também eu os exorto e lhes digo: vocês venceram o maligno. Combatam qualquer lei contrária à natureza que hoje querem lhes impor, oponham-se a toda lei contrária à vida, contrária à família. Sejam aqueles que vão na direção oposta! Atrevam-se a ir contra a corrente! Para nós, cristãos, a direção oposta não é um lugar: é uma Pessoa, é Jesus Cristo, nosso Amigo e nosso Redentor. Uma tarefa é confiada muito particularmente a vocês: salvar o amor humano da trágica deriva em que ele caiu; o “amor” que não é mais a doação de si mesmo, mas a posse do outro, quase sempre violenta e tirânica. Na cruz, Deus Se revelou como “Ágape”, isto é, como Amor que Se entrega a Si mesmo até a morte. Amar verdadeiramente é morrer pelo outro, como aquele jovem policial francês, o coronel Arnaud Beltrame! Queridos jovens, vocês experimentam, sem dúvida, na sua alma, a luta entre as trevas e a Luz. Vocês são, às vezes, seduzidos pelos prazeres fáceis do mundo. De todo o meu coração de padre, eu lhes digo: não fiquem divididos! Jesus lhes dará tudo! Seguindo-o para serem santos, vocês não perdem nada! Vocês ganham a única alegria que não decepciona jamais! Queridos jovens, se hoje Cristo os chama a segui-lo como sacerdotes, religiosos ou religiosas, não hesitem! Digam “fiat”, “faça-se”! Um “sim” entusiasta e sem condições. Deus quer precisar de vocês! Que graça, que alegria! O Ocidente foi evangelizado pelos santos e pelos mártires. Vocês, jovens de hoje, vocês serão os santos e os mártires que as nações esperam para uma nova evangelização! As suas pátrias tem sede de Cristo! Não as decepcionem! A Igreja confia em vocês! Eu rezo para que muitos de vocês respondam, hoje, nesta missa, ao chamamento de Deus a segui-lo, a deixar tudo por Ele, pela Sua Luz. Queridos jovens, não tenham medo! Deus é o único amigo que não faltará nunca. Quando Deus chama, Ele é radical. Isso quer dizer que Ele vai até o fim, até a raiz. Queridos amigos, nós não somos chamados a ser cristãos medíocres! Não, Deus nos chama inteiramente, até o fim, até a doação total, até o martírio do corpo ou do coração. Leia também: “Comunhão na mão, um ataque de satanás contra a Eucaristia” – Cardeal Sarah Querido povo da França, foram os mosteiros que fizeram a civilização do seu país! Foram os homens e mulheres que aceitaram seguir Jesus radicalmente até o fim que construíram uma civilização bela e pacífica, como esta catedral. Povo da França, povos do Ocidente, vocês não encontrarão a paz e a alegria se não buscarem somente a Deus! Voltem à Fonte! Voltem aos mosteiros! Sim, vocês todos, atrevam-se a passar alguns dias num mosteiro! Neste mundo de tumulto, de feiúra e de tristeza, os mosteiros são oásis de beleza e de alegria. Vocês verão que é possível colocar Deus no centro de toda a nossa vida. Vocês experimentarão a alegria que não passa! Queridos peregrinos, renunciemos às trevas. Escolhamos a Luz! Peçamos à Santíssima Virgem Maria que nos ensine a dizer “fiat”, a dizer “sim” plenamente, como ela; que saibamos acolher a Luz do Espírito Santo como ela. Neste dia, em que graças às disposições do Santo Padre, o Papa Francisco, nós festejamos Maria, Mãe da Igreja, peçamos a essa Mãe Santíssima que tenhamos um coração ardente para anunciar aos homens a Boa Nova; um coração generoso, um coração grande, como o de Maria, com as dimensões da Igreja, com as dimensões do Coração de Jesus! Que assim seja. #CardealSarah #Crisenaigreja #Família #Santidade
- Arcebispo emite nota sobre sequestro a ônibus na ponte Rio-Niterói
Na manhã do dia de hoje o Brasil acordou com um susto. Um ônibus sequestrado estava parado na ponte Rio-Niterói e 37 reféns estavam sob comando de um sequestrador. Após mais de 3 horas de sequestro a ocorrência teve um fim quando um bravo soldado do BOPE abateu o sequestrador. Neste contexto, Dom José Francisco Rezende Dias, Arcebispo de Niterói, emitiu uma nota. Nota de solidariedade do Arcebispo Metropolitano de Niterói “O Senhor para nós é refúgio e vigor, sempre pronto, mostrou-se um socorro na angústia” (Sl 45,2). Amados irmãos e irmãs, Hoje, dia 20 de agosto, a manhã começou com um fato lamentável e triste, que impactou a todos os cidadãos de bem em sua maioria trabalhadores, com o sequestro, na ponte Rio-Niterói, do ônibus que partiu do município de São Gonçalo em direção ao Rio de Janeiro. Queremos manifestar nossa comunhão e solidariedade com o sofrimento dos 37 passageiros que ficaram como reféns, bem como a nossa oração pelo descanso eterno do sequestrador. Em momentos trágicos como esse, é importante buscarmos o refúgio em Deus pela oração e invocar sua misericórdia. Confiando no Deus misericordioso, que se abaixa diante da nossa miséria, pedimos a sua proteção nesses tempos difíceis de violência e também pedimos que nos ajude a ser testemunhas da paz, pois, a violência não é de Deus! Temos consciência de que todos nós, autoridades e povo, somos responsáveis pela construção da paz! Os instrumentos da violência e da morte devem ser transformados em instrumentos de melhores condições de vida para todos. Por isso, proclamamos com Jesus: “ Felizes os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus ” (Mt 5,9). Nós cremos no Deus revelado por Jesus Cristo. Ele é o Deus da Vida e da Paz! Com palavras e gestos, Jesus anunciou o Reino de Deus, posicionou-se com firmeza diante de pessoas e estruturas marcadas pela violência e, por isso, sofreu a morte de cruz. Dando a sua vida livremente, denunciou tudo e todos que promovem a morte. Cremos que o Pai deu a Ele a vitória. E Ele, o Senhor da Paz, nos deu o dom maior de sua ressurreição: o Espírito Santo que gera vida nos corações e no mundo. Leia também: Atirador de Elite abate sequestrador na Ponte Rio-Niterói e reféns são liberados Vamos, então, nos voltar para Deus “ para que Ele nos mostre seus caminhos, e possamos caminhar em suas veredas ”. Vamos em direção à luz de Deus! (cf. Is 2,1-5). Com a minha bênção +Dom José Francisco Rezende Dias – Arcebispo de Niterói Leia também: Buscar a paz não significa ser pacifista
- Arcebispo emite nota sobre sequestro a ônibus na ponte Rio-Niterói
Na manhã do dia de hoje o Brasil acordou com um susto. Um ônibus sequestrado estava parado na ponte Rio-Niterói e 37 reféns estavam sob comando de um sequestrador. Após mais de 3 horas de sequestro a ocorrência teve um fim quando um bravo soldado do BOPE abateu o sequestrador. Neste contexto, Dom José Francisco Rezende Dias, Arcebispo de Niterói, emitiu uma nota. Nota de solidariedade do Arcebispo Metropolitano de Niterói “O Senhor para nós é refúgio e vigor, sempre pronto, mostrou-se um socorro na angústia” (Sl 45,2). Amados irmãos e irmãs, Hoje, dia 20 de agosto, a manhã começou com um fato lamentável e triste, que impactou a todos os cidadãos de bem em sua maioria trabalhadores, com o sequestro, na ponte Rio-Niterói, do ônibus que partiu do município de São Gonçalo em direção ao Rio de Janeiro. Queremos manifestar nossa comunhão e solidariedade com o sofrimento dos 37 passageiros que ficaram como reféns, bem como a nossa oração pelo descanso eterno do sequestrador. Em momentos trágicos como esse, é importante buscarmos o refúgio em Deus pela oração e invocar sua misericórdia. Confiando no Deus misericordioso, que se abaixa diante da nossa miséria, pedimos a sua proteção nesses tempos difíceis de violência e também pedimos que nos ajude a ser testemunhas da paz, pois, a violência não é de Deus! Temos consciência de que todos nós, autoridades e povo, somos responsáveis pela construção da paz! Os instrumentos da violência e da morte devem ser transformados em instrumentos de melhores condições de vida para todos. Por isso, proclamamos com Jesus: “ Felizes os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus ” (Mt 5,9). Nós cremos no Deus revelado por Jesus Cristo. Ele é o Deus da Vida e da Paz! Com palavras e gestos, Jesus anunciou o Reino de Deus, posicionou-se com firmeza diante de pessoas e estruturas marcadas pela violência e, por isso, sofreu a morte de cruz. Dando a sua vida livremente, denunciou tudo e todos que promovem a morte. Cremos que o Pai deu a Ele a vitória. E Ele, o Senhor da Paz, nos deu o dom maior de sua ressurreição: o Espírito Santo que gera vida nos corações e no mundo. Leia também: Atirador de Elite abate sequestrador na Ponte Rio-Niterói e reféns são liberados Vamos, então, nos voltar para Deus “ para que Ele nos mostre seus caminhos, e possamos caminhar em suas veredas ”. Vamos em direção à luz de Deus! (cf. Is 2,1-5). Com a minha bênção +Dom José Francisco Rezende Dias – Arcebispo de Niterói Leia também: Buscar a paz não significa ser pacifista
- Cardeal Sarah: Um profeta dos nossos tempos
O calendário da Igreja inclui os dias festivos de várias das grandes figuras do Antigo Testamento (embora observá-las não sejam obrigatórias): Rei Davi em 29 de dezembro, por exemplo, ou Melchisedek em 26 de agosto. A festa de Abraão cai no mesmo dia de João Henrique Newman’s, 9 de outubro. O dia da festa do Profeta Elias é 20 de julho. Eu sei disso porque é meu aniversário de ordenação sacerdotal. Não posso dizer que detecto muito de Elias em mim mesmo, mas isso pode ser dito de outro padre ordenado naquela data, o cardeal Robert Sarah, que celebra 50 anos de ordenação sacerdotal este ano. (O cardeal Peter Turkson, o outro cardeal da Cúria Africana, também foi ordenado em 20 de julho, mas em 1975, seis anos depois do cardeal Sarah.) Como um jovem arcebispo em sua Guiné nativa, ainda na faixa dos 30 anos, Sarah foi marcado para ser assassinado pelos tiranos que governaram seu país pois o considerou insuficientemente submisso. Como Elias, ele sabe o que significa ser caçado pelo rei. Nos últimos anos, o cardeal Sarah mudou para um modo mais profético, advertindo-nos em uma série de livros e discursos de que uma apostasia está ocorrendo em muitas partes do mundo e em algumas partes da Igreja. Há algo de Elias – falando pela fé em um tempo de infidelidade – nisso também. Ele chocou muitos com seu discurso no sínodo de 2015 sobre a família, quando falou de “Bestas do Apocalipse” em relação à decadência ocidental e ao extremismo jihadista. O cardeal Sarah nunca foi à escola de aperfeiçoamento, onde muitos bispos aprendem a falar sem nunca ofender. Leia também: Cardeal Sarah: “Comunhão na Mão é um ataque de Satanás à Eucaristia” Essa parrhesia (ousadia na fala) poderia tê-lo tornado simpático ao Papa Francisco, que o promoveu do Pontifício Conselho Cor Unum, que dispensa obras corporais de caridade em nome do papa, à Congregação para o Culto Divino. Mas desde a nomeação em 2014, o cardeal Sarah foi marginalizado. O círculo interno em torno do Santo Padre só se preocupa com vozes “proféticas” de um certo tipo, do tipo que, à maneira de ONGs progressistas, lança julgamentos condenatórios em grandes corporações e países ricos. O cardeal Sarah não é desse tipo, pois presta muita atenção à adesão a Deus na casa da fé. Seu livro, afinal, era chamado de Deus ou Nada. Ele não diz o que as vozes no centro pensam, ou o que vozes na periferia deveriam dizer. Ele tem sido bastante inconveniente a esse respeito e quando seu mandato de cinco anos na Congregação para o Culto Divino terminar em novembro, haverá muitos no círculo interno fazendo lobby junto ao Papa Francisco para dar a ele o mesmo tratamento dado aos cardeais Raymond Burke e Gerhard Müller – demissão sem cerimônias. Leia também: Ainda há espaço para o “SILÊNCIO” na Santa Missa? O que seria uma grande pena, prematuramente mandar para a aposentadoria um homem que compreendeu tão bem a missão da Igreja em nosso tempo. Sarah não representa apenas o florescimento dos esforços missionários na África, sendo um dos primeiros padres nativos da Guiné. Ele representa, em termos Churchillianos, a “nova” Igreja vindo em socorro do “velho”. É que o seu serviço na Cúria Romana deu-lhe uma perspectiva única sobre a missão essencial da Igreja. “A natureza mais profunda da Igreja se expressa em sua tripla responsabilidade”, escreveu Bento XVI em sua primeira encíclica, Deus caritas est. “Proclamar a palavra de Deus (kerygma-martyria), celebrar os sacramentos (leitourgia) e exercer o ministério da caridade (diakonia). Esses deveres pressupõem um ao outro e são inseparáveis ”. Sarah foi trazido pela primeira vez a Roma em 2001 por São João Paulo II, que o nomeou secretário da Congregação para a Evangelização dos Povos (Propaganda Fidei), o departamento do Vaticano encarregado de supervisionar a missão ad gentes (às nações), a proclamação de a palavra de Deus. Ele foi então nomeado chefe do Cor Unum por Bento XVI, o conselho que exerce a diaconia do Santo Padre. Finalmente, ele foi promovido pelo Papa Francisco à Congregação para o Culto Divino, onde foi encarregado da leitourgia . Não se deve identificar conduzindo um Bureau com ser apreendido com a missão animar do mesmos, porque há uma abundância dos exemplos ao contrário. Mas, no cardeal Sarah, vemos um modelo claro de homem que viveu – não apenas por nomeação, mas por zelo e devoção – que tríplice múnus da Igreja. Leia também: uma histórica homilia feita pelo Cardeal Sarah – “Nós não podemos dizer temos fé e viver como ateus – atrevam-se ir contra a corrente!” Aos 50 anos, ele está mais próximo do fim do que o começo, mas é de se esperar que ele tenha muitos anos de serviço restantes. Padre Raymond J de Souza é sacerdote da Arquidiocese de Kingston, Ontário, e editor-chefe da convivium.ca
- Cardeal Sarah: Um profeta dos nossos tempos
O calendário da Igreja inclui os dias festivos de várias das grandes figuras do Antigo Testamento (embora observá-las não sejam obrigatórias): Rei Davi em 29 de dezembro, por exemplo, ou Melchisedek em 26 de agosto. A festa de Abraão cai no mesmo dia de João Henrique Newman’s, 9 de outubro. O dia da festa do Profeta Elias é 20 de julho. Eu sei disso porque é meu aniversário de ordenação sacerdotal. Não posso dizer que detecto muito de Elias em mim mesmo, mas isso pode ser dito de outro padre ordenado naquela data, o cardeal Robert Sarah, que celebra 50 anos de ordenação sacerdotal este ano. (O cardeal Peter Turkson, o outro cardeal da Cúria Africana, também foi ordenado em 20 de julho, mas em 1975, seis anos depois do cardeal Sarah.) Como um jovem arcebispo em sua Guiné nativa, ainda na faixa dos 30 anos, Sarah foi marcado para ser assassinado pelos tiranos que governaram seu país pois o considerou insuficientemente submisso. Como Elias, ele sabe o que significa ser caçado pelo rei. Nos últimos anos, o cardeal Sarah mudou para um modo mais profético, advertindo-nos em uma série de livros e discursos de que uma apostasia está ocorrendo em muitas partes do mundo e em algumas partes da Igreja. Há algo de Elias – falando pela fé em um tempo de infidelidade – nisso também. Ele chocou muitos com seu discurso no sínodo de 2015 sobre a família, quando falou de “Bestas do Apocalipse” em relação à decadência ocidental e ao extremismo jihadista. O cardeal Sarah nunca foi à escola de aperfeiçoamento, onde muitos bispos aprendem a falar sem nunca ofender. Leia também: Cardeal Sarah: “Comunhão na Mão é um ataque de Satanás à Eucaristia” Essa parrhesia (ousadia na fala) poderia tê-lo tornado simpático ao Papa Francisco, que o promoveu do Pontifício Conselho Cor Unum, que dispensa obras corporais de caridade em nome do papa, à Congregação para o Culto Divino. Mas desde a nomeação em 2014, o cardeal Sarah foi marginalizado. O círculo interno em torno do Santo Padre só se preocupa com vozes “proféticas” de um certo tipo, do tipo que, à maneira de ONGs progressistas, lança julgamentos condenatórios em grandes corporações e países ricos. O cardeal Sarah não é desse tipo, pois presta muita atenção à adesão a Deus na casa da fé. Seu livro, afinal, era chamado de Deus ou Nada. Ele não diz o que as vozes no centro pensam, ou o que vozes na periferia deveriam dizer. Ele tem sido bastante inconveniente a esse respeito e quando seu mandato de cinco anos na Congregação para o Culto Divino terminar em novembro, haverá muitos no círculo interno fazendo lobby junto ao Papa Francisco para dar a ele o mesmo tratamento dado aos cardeais Raymond Burke e Gerhard Müller – demissão sem cerimônias. Leia também: Ainda há espaço para o “SILÊNCIO” na Santa Missa? O que seria uma grande pena, prematuramente mandar para a aposentadoria um homem que compreendeu tão bem a missão da Igreja em nosso tempo. Sarah não representa apenas o florescimento dos esforços missionários na África, sendo um dos primeiros padres nativos da Guiné. Ele representa, em termos Churchillianos, a “nova” Igreja vindo em socorro do “velho”. É que o seu serviço na Cúria Romana deu-lhe uma perspectiva única sobre a missão essencial da Igreja. “A natureza mais profunda da Igreja se expressa em sua tripla responsabilidade”, escreveu Bento XVI em sua primeira encíclica, Deus caritas est. “Proclamar a palavra de Deus (kerygma-martyria), celebrar os sacramentos (leitourgia) e exercer o ministério da caridade (diakonia). Esses deveres pressupõem um ao outro e são inseparáveis ”. Sarah foi trazido pela primeira vez a Roma em 2001 por São João Paulo II, que o nomeou secretário da Congregação para a Evangelização dos Povos (Propaganda Fidei), o departamento do Vaticano encarregado de supervisionar a missão ad gentes (às nações), a proclamação de a palavra de Deus. Ele foi então nomeado chefe do Cor Unum por Bento XVI, o conselho que exerce a diaconia do Santo Padre. Finalmente, ele foi promovido pelo Papa Francisco à Congregação para o Culto Divino, onde foi encarregado da leitourgia . Não se deve identificar conduzindo um Bureau com ser apreendido com a missão animar do mesmos, porque há uma abundância dos exemplos ao contrário. Mas, no cardeal Sarah, vemos um modelo claro de homem que viveu – não apenas por nomeação, mas por zelo e devoção – que tríplice múnus da Igreja. Leia também: uma histórica homilia feita pelo Cardeal Sarah – “Nós não podemos dizer temos fé e viver como ateus – atrevam-se ir contra a corrente!” Aos 50 anos, ele está mais próximo do fim do que o começo, mas é de se esperar que ele tenha muitos anos de serviço restantes. Padre Raymond J de Souza é sacerdote da Arquidiocese de Kingston, Ontário, e editor-chefe da convivium.ca
- Atirador de Elite abate sequestrador na Ponte Rio-Niterói e reféns são liberados
Segundo o porta-voz da Polícia Militar, Mauro Fliess, sequestro terminou com a ação do atirador de elite, nenhum refém se feriu e sequestrador morreu. ‘Ele estava com uma arma de brinquedo’, disse. Após quatro horas de negociações, o homem que sequestrava um ônibus na ponte Rio-Niterói foi morto pela Polícia Militar. O suspeito fez 37 pessoas reféns em um ônibus durante a manhã desta terça-feira (20). O suspeito havia descido do ônibus e arremessado um objeto em direção aos negociadores, no momento que foi ao chão. Segundo informações da Record TV Rio de Janeiro , o sequestrador, indentifacado apenas como Marcelo, não resistiu aos ferimentos. Não se sabe sobre o estado de saúde dos reféns que ainda estavam no coletivo. Ambulâncias estão no local fazendo atendimento aos passageiros. Múltiplos disparos foram ouvidos por repórteres e motoristas que estavam na ponte. De acordo com o porta-voz da Polícia Militar, coronel Mauro Fliess, Marcelo foi atingido por um disparo feito por um sniper – atirador de elite – posicionado sobre o caminhão do Corpo de Bombeiros. O porta-voz complementou dizendo que o sequestrador usava uma arma de brinquedo e havia espalhado combustível por todo o ônibus. Uma imagem de uma espécie de varal de gasolina foi feita por um dos sequestrados no coletivo. Leia também: DOUTRINA CATÓLICA X DOUTRINA DA CNBB – PORTE DE ARMAS Assista o momento do disparo: https://www.youtube.com/watch?v=DXb6RnnPMWY
- Atirador de Elite abate sequestrador na Ponte Rio-Niterói e reféns são liberados
Segundo o porta-voz da Polícia Militar, Mauro Fliess, sequestro terminou com a ação do atirador de elite, nenhum refém se feriu e sequestrador morreu. ‘Ele estava com uma arma de brinquedo’, disse. Após quatro horas de negociações, o homem que sequestrava um ônibus na ponte Rio-Niterói foi morto pela Polícia Militar. O suspeito fez 37 pessoas reféns em um ônibus durante a manhã desta terça-feira (20). O suspeito havia descido do ônibus e arremessado um objeto em direção aos negociadores, no momento que foi ao chão. Segundo informações da Record TV Rio de Janeiro , o sequestrador, indentifacado apenas como Marcelo, não resistiu aos ferimentos. Não se sabe sobre o estado de saúde dos reféns que ainda estavam no coletivo. Ambulâncias estão no local fazendo atendimento aos passageiros. Múltiplos disparos foram ouvidos por repórteres e motoristas que estavam na ponte. De acordo com o porta-voz da Polícia Militar, coronel Mauro Fliess, Marcelo foi atingido por um disparo feito por um sniper – atirador de elite – posicionado sobre o caminhão do Corpo de Bombeiros. O porta-voz complementou dizendo que o sequestrador usava uma arma de brinquedo e havia espalhado combustível por todo o ônibus. Uma imagem de uma espécie de varal de gasolina foi feita por um dos sequestrados no coletivo. Leia também: DOUTRINA CATÓLICA X DOUTRINA DA CNBB – PORTE DE ARMAS Assista o momento do disparo: https://www.youtube.com/watch?v=DXb6RnnPMWY
- CARLOS MAGNO E AS LETRAS – Ruy Nunes
Não é raro deparar-se com a asserção errônea de que Carlos Magno teria sido um rei analfabeto, ainda que se reconheça o notável impulso que ele soube dar ao renascimento das letras, à criação e à renovação das escolas. Na verdade, ele não foi rei analfabeto mas, bem ao contrário, um imperador letrado, embora possuidor de cultura imperfeita. A errônea afirmação procede ou da repetição irresponsável de erro caduco ou da confusão com a sua reconhecida dificuldade quanto à escrita, que ele nunca pôde dominar a contento. Segundo a Vida de Adelardo, primo de Carlos Magno, este recebeu na escola palatina de Pepino, o Breve, os rudimentos da instrução elementar e de alguma formação literária que não pôde desenvolver por causa da sua existência de guerreiro solicitado por constantes campanhas bélicas que o forçaram, evidentemente, a empunhar mais a espada que a pena. A rainha Bertrada proporcionou ao filho Carlos educação essencialmente religiosa, e entre “os 12 e os 26 anos ele foi iniciado nos problemas administrativos do reino franco de que se tornou o chefe coroado em setembro de 768. Artur Kleinclausz, autor da melhor biografia moderna de Carlos Magno, completa, com o auxílio de outras fontes, os dados sobre a personalidade do grande imperador fornecidos pelo seu primeiro biógrafo e amigo de velha data, Eginhardo. Observa Kleinclausz que a primeira parte da Vida do Imperador Carlos Magno deixa muito a desejar quanto aos dados cronológicos do reino franco. Em compensação, a outra metade da obra, que trata da personalidade o do gênero de vida de Carlos, da sua família e da sua morte, “tem valor incontestável”, e sem ela não se conheceria a personalidade do grande imperador. Ademais, acrescenta Kleinclausz, o livrinho de Eginhardo é o tipo da obra sincera, já que o seu autor não esconde certos fatos prejudiciais à memória do herói. Carlos Magno era homem alto e forte, entusiasta dos exercícios físicos. Gostava de banhos de água quente mas praticava com grande prazer a natação e a equitação e a sua maior paixão era a caça, sem se falar da sua habilidade nas armas. O imperador nutria desmedida afeição pelos parentes e amava ternamente os filhos. Aliás, casou-se cinco vezes. Queria que os três rapazes fossem bons cavaleiros, soldados, caçadores, hábeis nadadores e ainda fossem versados nas sete artes liberais, e que superassem o resto dos homens em todos os campos. As suas lindas filhas foram objetivo dos mesmos cuidados educacionais. Rotruda, a primogênita, cultivou a teologia e morreu enquanto o pai vivia, e as outras cinco foram bem formadas nas artes liberais, assim como nas artes femininas, pois manejavam o fuso e trabalhavam a lã. Carlos Magno obrigou as filhas a ficarem solteiras, pois não podia passar sem a sua presença, tanto lhes queria, o que levou algumas à concubinagem com seus cortesãos, como Berta com Angilberto e Rotruda com Rorgon. Graças à orientação de sua mãe Bertrada, Carlos Magno foi um homem sinceramente piedoso, apesar de várias faltas que lhe possam ser imputadas, tal como o castigo da rebelião chefiada por Widukind que violou o pacto feito com ele que mandou, então, decapitar 4.500 saxões revoltosos. O imperador frequentava as igrejas diariamente, participava da Santa Missa e dos ofícios, cantava junto com os monges e com os simples fiéis, jejuava conforme as leis da Igreja, visitava os santuários famosos e auxiliava generosamente os pobres. No tocante à instrução e às letras podem destacar-se três aspectos da personalidade de Carlos Magno: o seu interesse pessoal no próprio aperfeiçoamento intelectual, a sua argúcia em escolher um círculo de amigos ilustrados junto à docilidade de bem se aconselhar com os doutos e, finalmente, o zelo pela promoção da cultura no império e que se manifestou através da reforma da escrita, da edição de bons textos, da fundação e da renovação das escolas. Consideremos, pois, nessa ordem, os três aspectos da personalidade carolina. Carlos Magno era instruído na Sagrada Escritura, e frequentemente pedia explicações a seu respeito aos homens doutos nas Santas Letras, de regra, monges, e cuidou de defender a pureza da ortodoxia cristã. Além disso, era dotado de notável curiosidade quanto as ciências e às letras. Embora já fosse guerreiro consumado, tornou-se de novo estudante aos quarenta anos. Trouxe da Itália os gramáticos Pedro de Pisa e Paulino de Aquiléia que lhe ensinaram os segredos da arte literária. Em 782 juntou a esses mestres o nobre italiano Paulo Warnefried ou Paulo Díacono, historiador e poeta, exímio cultor das línguas latina e grega. Em 781 encontrou-se em Parma com o monge inglês Alcuíno — cujo nome era mesmo Albino — o grande sábio que se tornou o seu ministro da educação e o animador incansável da vida cultural na corte carolíngia. Eginhardo frisa que o rei Carlos (imperador no ano 800) aprendeu a gramática com Pedro de Pisa — e a gramática naquele tempo era ensinada nas escolas durante quatro anos e equivalia a um curso básico de cultura geral — mas estudou as outras artes liberais, a saber, retórica, dialética, aritmética, geometria, música e principalmente a astronomia, com o próprio Alcuíno que sabia tudo o que um homem do seu tempo podia conhecer. A cabeceira do leito, o rei estudante tinha à mão tabuinhas e folhas, tabulasque et codicellos, nas quais se exercitava na escrita em qualquer tempo disponível. Devido, no entanto, à mão calejada pelo diuturno manejo da espada, apesar dos esforços incessantes, o imperador não conseguiu aprender a escrever com fluência, já que só tardiamente se entregou a esse labor preeposterus ac sero inchoatus. E, assim, “esse bárbaro, diz Kurth na sua obra As Origens da Civilização Moderna (J. II, pág. 252), que não aprendeu a escrever, foi II, pág. 252), que não aprendeu a escrever, foi o diretor dos estudos do seu século e o promotor de copiosa literatura”. Carlos Magno, diz por sua vez Kleinclausz, não foi escritor mas um homem instruído para o seu tempo, um sábio, um “sofista” como se dizia. Falava o latim como a própria língua franca, compreendia o grego, e possuía excelente biblioteca graças à contínua busca de livros e aos presentes dos amigos. No seu testamento ele deixou disposto que a biblioteca devia ser vendida a preço acessível para os amantes dos livros e do saber. Por conseguinte, Carlos Magno não foi rei analfabeto por não saber escrever o latim, pois analfabeto é aquele que não sabe nem o alfa nem o beta, isto é, não sabe o alfabeto e não sabe ler. Ora, como informa Valafrido Estrabão, monge beneditino (806-849), abade de Reichenau em 842, no seu Diário de um Estudante, aprendia-se no currículo da escola monástica primeiro a ler e depois a escrever. O diário de Valafrido estende-se do ano 816 a 825. Antes de empreender o estudo da gramática, aos 10 anos de idade, Valafrido, tendo chegado à escola monástica, aprendeu a ler, e depois começou a traçar em sua tabuinha encerada as letras que começou a conhecer e a enlaçar, tendo aprendido a escrever antes da primavera do ano 816. Carlos Magno teve o suficiente descortino para se fazer rodear por uma plêiade de sábios e de pessoas cultas, clérigos na maioria, teólogos, letrados e poetas. Durante as refeições gostava de ouvir música ou de escutar a leitura de alguns passos de obras de autor antigo “ou de Padre da Igreja, principalmente da Cidade de Deus de Santo Agostinho. Entre os estrangeiros da sua corte estavam o germano Eginhardo, seu futuro biógrafo, o visigodo Teodulfo, o italiano Paulino de Aquiléia, os francos Angilberto e Moduíno, etc. Esses letrados, e vários outros, formavam uma Academia onde cada membro recebia um pseudônimo bíblico ou mitológico. Assim, Eginardo era Bezeleel, Alcuíno era denominado Flaccus, Teodulfo era Píndaro, Paulino era Timóteo, Angilberto e Moduíno chamavam-se de Homero e de Naso, o imperador era Davi, e assim por diante. Na Academia real de Aix-la-Chapelle os letrados compunham poesias, enigmas, panegíricos e epigramas e, desse modo, com o auxílio dos clérigos doutos, Carlos Magno procurava civilizar os aristocratas francos. Esses nobres, todavia, não tinham interesse pela cultura nem atração pelos problemas do espírito e, por isso, alguns anos após a morte de Carlos Magno, os nobres após a morte de Carlos Magno, os nobres guerreiros retornaram à costumeira barbárie, e a sua casta só veio a reaparecer, transformada pelo espírito cavalheiresco, depois do primeiro milênio da era cristã no ambiente social completamente modificado do século XII. O renascimento cultural carolíngio, portanto, gravitava em torno da pujante personalidade do imperador que, feito aluno tardio de tão ilustres mestres, veio a merecer a sua admiração sincera e férvidos elogios. Assim, o poeta anônimo do fragmento Karolus magnus et Leo papa celebrou as habilidades de Carlos na gramática, na retórica, na dialética e nas demais artes, e chamou-o de rei incomparável, summus apex regum, e de o maior sábio do mundo, summus quoque in orbe sophista. Além de apreciar as belas letras e a teologia, o imperador manifestava sumo apreço pelas ciências. Do campo de Herstal, durante a guerra com os Saxões, ele se correspondia com Alcuíno sobre problemas de astronomia, e de tal correspondência restam onze cartas que tratam de assuntos científicos. Na epístola 86, da Patrologia Latina de Migne, (ano 798), Alcuíno discorre sobre a lua cheia e a lua minguante, e nessa mesma carta fala da nova Atenas que podia surgir na França iluminada pelas sete artes e pelos sete dons do Espírito Santo. Após a morte de Alcuíno (ano de 804), o imperador escreveu em 811 ao famoso monge irlandês Dungal a pedir explicação sobre dois eclipses do sol ocorridos no ano anterior. Como se colhe dessas indicações, seria ridículo considerar Carlos Magno um rei analfabeto. Ora, além do mérito pessoal no diuturno esforço por se instruir e aprimorar intelectualmente, é preciso levar em conta as medidas tomadas pelo imperador em prol da cultura. Uma delas foi a edição de bons textos latinos da Escritura e de outras obras, uma vez que inúmeras cópias de manuscritos corriam mundo eivadas de solecismos. Outra, foi a ordenação que promoveu quanto ao canto entoado pelos monges nas igrejas abaciais ou pelos clérigos seculares nas igrejas catedrais ou paroquiais. Medida interessantíssima, e que nos diz respeito bem de perto, foi a adoção oficial da minúscula carolina, a caligrafia dos monges irlandeses, e que se caracterizava pela simplicidade, e pela facilidade do traçado, fato que levou os humanistas do século XV a elegerem tal escrita para os seus caracteres de imprensa, escrita que ainda usamos diariamente nos livros, nas revistas e nos jornais. A medida cultural, entretanto, e de máxima urgência para a época — fim do século VIII e começo do IX — foi a criação de escolas paroquiais, monásticas e episcopais ou a sua renovação. As escolas paroquiais ministravam o ensino elementar, enquanto as outras, destinadas principalmente aos monges e os candidatos ao sacerdócio, proporcionavam o ensino das sete artes liberais e da Sagrada Escritura. No fim do século VIII a ignorância do clero era profunda, e era muito difícil encontrar religiosos capazes de fazer pregações ou de converter pagãos com a luz da doutrina cristã. Por isso, Carlos Magno empenhou-se a fundo em renovar o ensino das escolas existentes nos mosteiros, bispados e paróquias, e passou a criar muitas outras em cidades e aldeias. Algumas das suas capitulares ou decretos reais rezam “que escolas sejam criadas para ensinar a ler às crianças” ou que cada um envie o seu filho para aprender as letras, e este permaneça na escola cercado de cuidados até estar devidamente instruído”. As escolas paroquiais difundiram-se pelo império e nelas se ministrava o ensino da leitura em latim, do cálculo e do canto. Ademais, no próprio palácio real —- móvel como a corte — funcionava uma escola, a palatina, onde estudavam os filhos dos nobres e dos funcionários, de origem aristocrática ou plebeia. Não se deve confundir essa escola elementar palaciana com a Academia palatina onde pontificavam os mentores intelectuais do soberano. Enquanto Carlos Magno fazia a divisão do seu império ou traçava o programa dos estudos nos seus domínios, ele determinava numa capitular as espécies de plantas que se deviam cultivar nos jardins e o modo como os meninos deviam cantar os salmos nas escolas. E pensar que as suas iniciativas culturais e as suas medidas de caráter religioso se mesclavam às empresas bélicas! Durante os quarenta e sete anos de reinado, Carlos Magno promoveu 53 expedições militares, tendo chefiado a sua maior parte. Carlos Magno, o guerreiro sua maior parte. Carlos Magno, o guerreiro piedoso, o imperador letrado! (Em: “Suplemento cultural” nº 125 do jornal O Estado de São Paulo, 25/03/1979)
- Retrato de uma Família Católica
Pelo fato de ter sido criada pelo próprio Deus, a instituição da família toma um caráter sagrado. E igualmente sagrado é o dever da família: não só gerar novos filhos para Deus, como também a educação dos filhos. Cabe lembrar que essa educação deverá ser, além de moral, principalmente religiosa: “Os pais cristãos compreenderão, além disso, que não são destinados só a propagar e conservar na terra o gênero humano e não só também a formar quaisquer adoradores do verdadeiro Deus, mas a dar filhos à Igreja, a procriar concidadãos dos santos e familiares de Deus (Ef 2, 19), a fim de que o povo dedicado ao culto do nosso Deus e Salvador cresça cada vez mais, de dia para dia.”[1] Segundo a Encíclica Familiaris Consortio , de João PauIo II, a missão da família pode ser resumida em: “1) a formação de uma comunidade de pessoas; 2) o serviço à vida; 3) a participação no desenvolvimento da sociedade; 4) a participação na vida e na missão da Igreja.”.[2] Os pais devem além de gerar novos filhos para Deus, educa-los segundo o ensinamento da Igreja, sendo para eles exemplos de virtudes e imagens do próprio Deus. Esse ensinamento religioso e moral manifestar-se-á na vida social, sendo responsável, dessa forma, pela formação de novos membros da sociedade. Com isso, fica claro o papel que tem a família na construção de uma civilização genuinamente cristã. Por conta de tamanha missão – a de formar novos filhos para Deus e novo indivíduos para a sociedade – a família tem sido alvo de inúmeros ataques vindos de movimentos abortistas, homossexuais, divorcistas, tendo que enfrentar a imoralidade, igualitarismo, etc., que a todo momento tentam novas investidas para destruí-la. Diante de tal situação, é conveniente que fique clara a doutrina católica a respeito da família, para que possamos ver e rejeitar quaisquer sofismas difundidos nos tempos hodiernos. O que diz a doutrina Católica a respeito da família? A doutrina da Igreja referente às funções da família enquanto instituição já foi referida acima. Cabe, agora, dizer algo sobre a função de cada um dos que a constitui. Ao pai, cabeça da família, cumpre o dever de guiá-la, protege-la, sustenta-la, enfim, deverá manter sua esposa e seus filhos em digna condição, espiritual e também material. A presença do pai, na família, é indispensável para um crescimento saudável dos filhos. E isso é devido à sua função, que é de suma importância. A esse respeito, a doutrina católica é clara : “O marido é o chefe da família e a cabeça da mulher; e esta, portanto, porque é carne da sua carne e osso dos seus ossos, não deve sujeitar-se a obedecer ao marido como escrava, mas como companheira, isto é, de tal modo que a sujeição que lhe presta não seja destituída de decoro nem de dignidade. Naquele que governa e naquela que obedece, reproduzindo nele a imagem de Cristo e nela a da Igreja, seja, pois, a caridade divina a perpétua reguladora dos seus deveres”.[3] “Em primeiro lugar deverá, com todo o esforço, realizar-se o que foi já sapientemente decretado pelo Nosso predecessor Leão XIII, isto é, que na sociedade civil as condições econômicas e sociais estejam ordenadas de tal forma, que qualquer pai de família possa merecer e ganhar o necessário ao sustento próprio, da mulher e dos filhos, e conforme às diversas condições sociais e locais, “pois que ao operário é devida a sua recompensa” (Lc 10, 7) e anegar-lhe ou não lhe dar na justa medida é grave injustiça, que pela Sagrada Escritura se enumera entre os maiores pecados, assim como não é lícito ajustar salários a tal ponto diminutos que sejam insuficientes, segundo as circunstâncias, para alimentar a família.”[4] “De fato, se às famílias, e especialmente às que têm numerosa prole, faltam convenientes habitações, se o homem não consegue encontrar oportunidade de arranjar trabalho e alimento, se as coisas necessárias para os usos cotidianos não puderem comprar-se senão a preços exagerados, se, finalmente, as mães de família, com grande prejuízo da economia doméstica, estão sobrecarregadas pela necessidade e pelo gravame de ganhar dinheiro à custa do próprio trabalho, se nos trabalhos ordinários e até nos trabalhos extraordinários da maternidade lhes faltar o alimento conveniente, os remédios, o auxílio de um médico competente e outras coisas semelhantes — não há ninguém que não veja quão difícil se lhes torna a vida doméstica e a observância dos preceitos divinos, e também quão grande perigo daí possa vir para a segurança pública, para a salvação e a vida da própria sociedade civil, se tais homens, nada tendo já que receiem que se lhes possa tirar, forem induzidos a tão grande desespero, que ousem esperar poder conseguir talvez muito da subversão do Estado e de tudo o mais.” [5] “O amor à esposa tornada mãe e o amor aos filhos são para o homem o caminho natural para a compreensão e realização da paternidade. De modo especial onde as condições sociais e culturais constringem facilmente o pai a um certo desinteresse em relação à família ou de qualquer forma a uma menor presença na obra educativa, é necessário ser-se solícito para que se recupere socialmente a convicção de que o lugar e a tarefa do pai na e pela família são de importância única e insubstituível(72). Como a experiência ensina, a ausência do pai provoca desequilíbrios psicológicos e morais e dificuldades notáveis nas relações familiares.”[6] Assista um vídeo do casal Déia e Tiba sobre a família católica: Quanto a mãe, cabe a ela desenvolver as atividades familiares, tais como a educação da prole, a organização do lar, o auxilio ao seu esposo, entre outros pontos. Como nos ensina a Santa Igreja, ensinamento este confirmado pela Lei Natural, a mulher deve guardar submissão e obediência ao marido, não como escrava, mas sim como companheira: “ligada, enfim, com o vínculo desta caridade a sociedade doméstica, florescerá necessariamente aquilo que Santo Agostinho chama a ordem do amor. Essa ordem implica de um lado a superioridade do marido sobre a mulher e os filhos, e de outro a pronta sujeição e obediência da mulher, não pela violência, mas como a recomenda o Apóstolo com estas palavras: – “Sujeitem-se as mulheres aos seus maridos como ao Senhor; porque o homem é cabeça da mulher, como Cristo é cabeça da Igreja” (Ef 5, 22-23).”.[7] “Da observância desta ordem entre o marido e a mulher já falou com muita sabedoria o nosso predecessor Leão XIII, de feliz memória, na Encíclica que já recordamos acerca do Matrimônio Cristão: – “O marido é o chefe da família e a cabeça da mulher; e esta, portanto, porque é carne da sua carne e osso dos seus ossos, não deve sujeitar-se a obedecer ao marido como escrava, mas como companheira, isto é, de tal modo que a sujeição que lhe presta não seja destituída de decoro nem de dignidade. Naquele que governa e naquela que obedece, reproduzindo nele a imagem de Cristo e nela a da Igreja, seja, pois, a caridade divina a perpétua reguladora dos seus deveres” (Encíclica “Arcanum”, 10 de fev. de 1880).”.[8] “Portanto a Igreja pode e deve ajudar a sociedade atual pedindo insistentemente que seja reconhecido por todos e honrado no seu insubstituível valor o trabalho da mulher em casa. Isto é de importância particular na obra educativa.”[9] “Deve além disso superar-se a mentalidade segundo a qual a honra da mulher deriva mais do trabalho externo do que da atividade familiar. Mas isto exige que se estime e se ame verdadeiramente a mulher com todo o respeito pela sua dignidade pessoal, e que a sociedade crie e desenvolva as devidas condições para o trabalho doméstico.”[10] Sobre a falta que a mãe faz numa família, privo-me de dizer muito, pois é evidente as más consequências no crescimento da prole. Leia também: “Famílias numerosas, o Tesouro da Igreja” – Papa Pio XII Enquanto a figura paterna transmite a imagem de justiça e segurança, a materna, comunica bondade e confiança. Deste modo, cada um desempenha a sua maneira, a obrigação de serem imagens do próprio Deus. “Tornando-se pais, os esposos recebem de Deus o dom de uma nova responsabilidade. O seu amor paternal é chamado a tornar-se para os filhos o sinal visível do próprio amor de Deus, «do qual deriva toda a paternidade no céu e na terra.[11] …a família encontra no amor a fonte e o estímulo incessante para acolher, respeitar e promover cada um dos seus membros na altíssima dignidade de pessoas, isto é, de imagens vivas de Deus.”[12] E, aos filhos são lhes devido a obrigação de serem submissos e obedientes aos seus pais, deixando-se guiar e ensinar, para que: “ Deste modo as crianças, ao poderem crescer «em sabedoria, idade e graça diante de Deus e dos homens»(77), darão o seu precioso contributo à edificação da comunidade familiar e à santificação dos pais(78).”[13] Por Italo Nóbrega | IPCO Aproveite para se aprofundar sobre a vida de uma santa mãe católica, cujo esposo foi santo e ambos pais de Santa Teresinha do Menino Jesus: #Família
- Retrato de uma Família Católica
Pelo fato de ter sido criada pelo próprio Deus, a instituição da família toma um caráter sagrado. E igualmente sagrado é o dever da família: não só gerar novos filhos para Deus, como também a educação dos filhos. Cabe lembrar que essa educação deverá ser, além de moral, principalmente religiosa: “Os pais cristãos compreenderão, além disso, que não são destinados só a propagar e conservar na terra o gênero humano e não só também a formar quaisquer adoradores do verdadeiro Deus, mas a dar filhos à Igreja, a procriar concidadãos dos santos e familiares de Deus (Ef 2, 19), a fim de que o povo dedicado ao culto do nosso Deus e Salvador cresça cada vez mais, de dia para dia.”[1] Segundo a Encíclica Familiaris Consortio , de João PauIo II, a missão da família pode ser resumida em: “1) a formação de uma comunidade de pessoas; 2) o serviço à vida; 3) a participação no desenvolvimento da sociedade; 4) a participação na vida e na missão da Igreja.”.[2] Os pais devem além de gerar novos filhos para Deus, educa-los segundo o ensinamento da Igreja, sendo para eles exemplos de virtudes e imagens do próprio Deus. Esse ensinamento religioso e moral manifestar-se-á na vida social, sendo responsável, dessa forma, pela formação de novos membros da sociedade. Com isso, fica claro o papel que tem a família na construção de uma civilização genuinamente cristã. Por conta de tamanha missão – a de formar novos filhos para Deus e novo indivíduos para a sociedade – a família tem sido alvo de inúmeros ataques vindos de movimentos abortistas, homossexuais, divorcistas, tendo que enfrentar a imoralidade, igualitarismo, etc., que a todo momento tentam novas investidas para destruí-la. Diante de tal situação, é conveniente que fique clara a doutrina católica a respeito da família, para que possamos ver e rejeitar quaisquer sofismas difundidos nos tempos hodiernos. O que diz a doutrina Católica a respeito da família? A doutrina da Igreja referente às funções da família enquanto instituição já foi referida acima. Cabe, agora, dizer algo sobre a função de cada um dos que a constitui. Ao pai, cabeça da família, cumpre o dever de guiá-la, protege-la, sustenta-la, enfim, deverá manter sua esposa e seus filhos em digna condição, espiritual e também material. A presença do pai, na família, é indispensável para um crescimento saudável dos filhos. E isso é devido à sua função, que é de suma importância. A esse respeito, a doutrina católica é clara : “O marido é o chefe da família e a cabeça da mulher; e esta, portanto, porque é carne da sua carne e osso dos seus ossos, não deve sujeitar-se a obedecer ao marido como escrava, mas como companheira, isto é, de tal modo que a sujeição que lhe presta não seja destituída de decoro nem de dignidade. Naquele que governa e naquela que obedece, reproduzindo nele a imagem de Cristo e nela a da Igreja, seja, pois, a caridade divina a perpétua reguladora dos seus deveres”.[3] “Em primeiro lugar deverá, com todo o esforço, realizar-se o que foi já sapientemente decretado pelo Nosso predecessor Leão XIII, isto é, que na sociedade civil as condições econômicas e sociais estejam ordenadas de tal forma, que qualquer pai de família possa merecer e ganhar o necessário ao sustento próprio, da mulher e dos filhos, e conforme às diversas condições sociais e locais, “pois que ao operário é devida a sua recompensa” (Lc 10, 7) e anegar-lhe ou não lhe dar na justa medida é grave injustiça, que pela Sagrada Escritura se enumera entre os maiores pecados, assim como não é lícito ajustar salários a tal ponto diminutos que sejam insuficientes, segundo as circunstâncias, para alimentar a família.”[4] “De fato, se às famílias, e especialmente às que têm numerosa prole, faltam convenientes habitações, se o homem não consegue encontrar oportunidade de arranjar trabalho e alimento, se as coisas necessárias para os usos cotidianos não puderem comprar-se senão a preços exagerados, se, finalmente, as mães de família, com grande prejuízo da economia doméstica, estão sobrecarregadas pela necessidade e pelo gravame de ganhar dinheiro à custa do próprio trabalho, se nos trabalhos ordinários e até nos trabalhos extraordinários da maternidade lhes faltar o alimento conveniente, os remédios, o auxílio de um médico competente e outras coisas semelhantes — não há ninguém que não veja quão difícil se lhes torna a vida doméstica e a observância dos preceitos divinos, e também quão grande perigo daí possa vir para a segurança pública, para a salvação e a vida da própria sociedade civil, se tais homens, nada tendo já que receiem que se lhes possa tirar, forem induzidos a tão grande desespero, que ousem esperar poder conseguir talvez muito da subversão do Estado e de tudo o mais.” [5] “O amor à esposa tornada mãe e o amor aos filhos são para o homem o caminho natural para a compreensão e realização da paternidade. De modo especial onde as condições sociais e culturais constringem facilmente o pai a um certo desinteresse em relação à família ou de qualquer forma a uma menor presença na obra educativa, é necessário ser-se solícito para que se recupere socialmente a convicção de que o lugar e a tarefa do pai na e pela família são de importância única e insubstituível(72). Como a experiência ensina, a ausência do pai provoca desequilíbrios psicológicos e morais e dificuldades notáveis nas relações familiares.”[6] Assista um vídeo do casal Déia e Tiba sobre a família católica: Quanto a mãe, cabe a ela desenvolver as atividades familiares, tais como a educação da prole, a organização do lar, o auxilio ao seu esposo, entre outros pontos. Como nos ensina a Santa Igreja, ensinamento este confirmado pela Lei Natural, a mulher deve guardar submissão e obediência ao marido, não como escrava, mas sim como companheira: “ligada, enfim, com o vínculo desta caridade a sociedade doméstica, florescerá necessariamente aquilo que Santo Agostinho chama a ordem do amor. Essa ordem implica de um lado a superioridade do marido sobre a mulher e os filhos, e de outro a pronta sujeição e obediência da mulher, não pela violência, mas como a recomenda o Apóstolo com estas palavras: – “Sujeitem-se as mulheres aos seus maridos como ao Senhor; porque o homem é cabeça da mulher, como Cristo é cabeça da Igreja” (Ef 5, 22-23).”.[7] “Da observância desta ordem entre o marido e a mulher já falou com muita sabedoria o nosso predecessor Leão XIII, de feliz memória, na Encíclica que já recordamos acerca do Matrimônio Cristão: – “O marido é o chefe da família e a cabeça da mulher; e esta, portanto, porque é carne da sua carne e osso dos seus ossos, não deve sujeitar-se a obedecer ao marido como escrava, mas como companheira, isto é, de tal modo que a sujeição que lhe presta não seja destituída de decoro nem de dignidade. Naquele que governa e naquela que obedece, reproduzindo nele a imagem de Cristo e nela a da Igreja, seja, pois, a caridade divina a perpétua reguladora dos seus deveres” (Encíclica “Arcanum”, 10 de fev. de 1880).”.[8] “Portanto a Igreja pode e deve ajudar a sociedade atual pedindo insistentemente que seja reconhecido por todos e honrado no seu insubstituível valor o trabalho da mulher em casa. Isto é de importância particular na obra educativa.”[9] “Deve além disso superar-se a mentalidade segundo a qual a honra da mulher deriva mais do trabalho externo do que da atividade familiar. Mas isto exige que se estime e se ame verdadeiramente a mulher com todo o respeito pela sua dignidade pessoal, e que a sociedade crie e desenvolva as devidas condições para o trabalho doméstico.”[10] Sobre a falta que a mãe faz numa família, privo-me de dizer muito, pois é evidente as más consequências no crescimento da prole. Leia também: “Famílias numerosas, o Tesouro da Igreja” – Papa Pio XII Enquanto a figura paterna transmite a imagem de justiça e segurança, a materna, comunica bondade e confiança. Deste modo, cada um desempenha a sua maneira, a obrigação de serem imagens do próprio Deus. “Tornando-se pais, os esposos recebem de Deus o dom de uma nova responsabilidade. O seu amor paternal é chamado a tornar-se para os filhos o sinal visível do próprio amor de Deus, «do qual deriva toda a paternidade no céu e na terra.[11] …a família encontra no amor a fonte e o estímulo incessante para acolher, respeitar e promover cada um dos seus membros na altíssima dignidade de pessoas, isto é, de imagens vivas de Deus.”[12] E, aos filhos são lhes devido a obrigação de serem submissos e obedientes aos seus pais, deixando-se guiar e ensinar, para que: “ Deste modo as crianças, ao poderem crescer «em sabedoria, idade e graça diante de Deus e dos homens»(77), darão o seu precioso contributo à edificação da comunidade familiar e à santificação dos pais(78).”[13] Por Italo Nóbrega | IPCO Aproveite para se aprofundar sobre a vida de uma santa mãe católica, cujo esposo foi santo e ambos pais de Santa Teresinha do Menino Jesus: #Família
- “Famílias numerosas, o Tesouro da Igreja” – Papa Pio XII
No dia 20 de janeiro de 1958, o Papa dirigiu a palavra a um grupo de dirigentes e membros da Federação Nacional (italiana) das Associações de Famílias Numerosas. 1. Entre as visitas mais agradáveis ao Nosso coração, destacamos a vossa, caros filhos e filhas, dirigentes e representantes das Associações de Famílias Numerosas de Roma e da Itália. Conheceis, com efeito, a viva solicitude que dedicamos à família. Não perdemos nenhuma ocasião de assinalar-lhe a dignidade em seus múltiplos aspectos, de afirmar e defender-lhe os direitos, de inculcar-lhe os deveres, numa palavra, de fazer dela um ponto fundamental de nosso ensinamento pastoral. 2. Em razão dessa solicitude para com a família, consentimos com todo o prazer, quando as ocupações de Nosso cargo a isso não se opõem, em receber, mesmo que seja por breves momentos, os grupos de famílias que vêm até a Nossa residência e mesmo em deixar- Nos fotografar em sua companhia, para perpetuar, de algum modo, a lembrança da Nossa e sua alegria. 3. O Papa no meio de uma família! Não é este um lugar que bem lhe convém? Não é ele próprio, com um significado altamente espiritual, o Pai da família humana regenerada no Cristo e na Igreja? E não é por intermédio do Vigário de Cristo na terra que se realiza o admirável desígnio da Sabedoria criadora, que ordenou toda paternidade humana no sentido de preparar a família eleita dos céus, onde o amor de Deus, Uno e Trino, a envolverá num só e eterno abraço, dando-se a Si mesmo como herança de beatitude? 4. Entretanto não representais apenas a família, mas sois e representais as famílias numerosas, isto é, as que são mais abençoadas por Deus, queridas e estimadas pela Igreja como os tesouros mais preciosos. Destas recebe, com efeito, com mais evidência, um tríplice testemunho, pois ao mesmo tempo em que confirmam aos olhos do mundo a verdade de sua doutrina e a retidão de sua prática, tornam-se, em virtude do exemplo, de grande auxílio para todas as outras famílias e para a própria sociedade civil. Com efeito, quando são encontradas com freqüência, as famílias numerosas atestam a saúde física e moral do povo cristão, a fé viva em Deus e a confiança em sua Providência, a santidade fecunda e feliz do casamento católico. 5. Sobre cada um desses testemunhos queremos dizer-vos algumas breves palavras. Famílias numerosas, garantia da saúde e moral de um povo 6. Entre as aberrações mais prejudiciais da moderna sociedade pagã, deve-se destacar a opinião de alguns que ousam definir a fecundidade dos casamentos como uma “doença social” que os países por ela atingidos deveriam esforçar-se para banir de todos os modos. Daí a propaganda daquilo que se designa como “controle racional dos nascimentos”, sustentado por pessoas e entidades às vezes ilustres por outros títulos, mas infelizmente condenáveis por este. Mas, se é doloroso notar a difusão de tais doutrinas e práticas, mesmo das classes tradicionalmente sãs, é no entanto reconfortante assinalar em vossa pátria os sintomas e os fatos de uma salutar reação, tanto no terreno jurídico como médico. 7. Como se sabe, a Constituição em vigor na República Italiana, para citar apenas uma fonte, concede, no artigo 31, uma “particular proteção às famílias numerosas, enquanto a doutrina mais em voga entre os médicos italianos toma cada dia mais força contra as práticas que limitam os nascimentos. No entanto, não se deve julgar que o perigo cessou e foram destruídos os preconceitos que tendem a sujeitar o casamento e suas sábias normas a culpáveis egoísmos individuais e sociais. Deve-se especialmente lamentar que a imprensa volte, de tempos em tempos, ao problema, com a manifesta intenção de confundir as idéias do povo simples e induzi-lo em erro com documentações falsas, com inquéritos discutíveis e mesmo com declarações deturpadas de tal ou qual eclesiástico. 8. Da parte católica, é preciso insistir para se propagar a convicção, fundamentada na verdade, de que a saúde física e moral da família e da sociedade não se resguarda senão na obediência generosa às leis da natureza, isto é, do Criador, e antes de mais nada no respeito sagrado e interior nutrido por elas. Tudo nesse assunto depende da intenção. Poder-se-iam multiplicar as leis e agravar os sofrimentos, demonstrar por provas irrefutáveis a inanidade das teorias da limitação e os males que decorrem de sua aplicação; mas se faltar a sincera resolução de deixar o Criador realizar livremente a sua obra, o egoísmo humano saberá sempre encontrar novos sofismas e expedientes para fazer calar, se possível, a consciência e perpetuar os abusos. 9. Ora, o valor do testemunho dos pais de famílias numerosas não consiste apenas em rejeitar sem meios- termos e com força dos fatos qualquer compromisso intencional entre a lei de Deus e o egoísmo do homem, mas na prontidão em aceitar com alegria e gratidão os inestimáveis dons de Deus que são os filhos, e no número que Lhe apraz. Esta disposição de espírito, ao mesmo tempo em que liberta os esposos de intoleráveis pesadelos e remorsos, traz consigo, conforme médicos autorizados, as premissas psíquicas mais favoráveis para o são desenvolvimento dos frutos próprios ao casamento, evitando na origem dessas vidas novas os tormentos e angústias que se transformam em taras físicas e psíquicas, tanto na mãe como na prole. 10. Na verdade, exceto casos excepcionais sobre os quais tivemos ocasião de falar de outras vezes, a lei da natureza é essencialmente harmonia e portanto não produz desajustes e contradições senão na medida em que seu curso é perturbado por circunstâncias quase sempre anormais ou pela oposição da vontade humana. Não existe eugenia que saiba fazer melhor do que a natureza e só será salutar na medida em que respeitar as leis desta, após tê-las profundamente conhecido, tanto que em certos casos de pessoas deficientes, é aconselhável dissuadi-las de contrair matrimônio (Cf. Enc. “Casti Connubii”, 31-12-1930 — A. A. S. a. 22, 1930, p. 565). Aliás, sempre e em toda parte, o bom-senso popular viu nas famílias numerosas o sinal, a prova e a fonte da saúde física, enquanto a história não se engana quando aponta o desvio das leis do casamento e da procriação como uma primeira causa da decadência dos povos. 11. As famílias numerosas, longe de serem “doença social”, são a garantia da saúde física e moral de um povo. Nos lares em que sempre há um berço de onde se ouvem vagidos, as virtudes florescem espontaneamente, enquanto o vício se afasta como que expulso pela infância, que aí se renova qual brisa fresca e vivificante da primavera. 12. Que os pusilânimes e egoístas sigam pois o vosso exemplo; que a pátria vos seja grata e tenha predileção por vós, por tantos sacrifícios que assumis criando e educando seus cidadãos; do mesmo modo a Igreja vos deve gratidão, pois, graças a vós e convosco, pode apresentar à ação santificadora do Espírito Santo multidões de almas cada vez mais sãs e numerosas. Famílias numerosas, testemunho da fé viva em Deus e da confiança em Sua Providência 13. No mundo civil moderno a família numerosa vale em geral, não sem razão, como um testemunho da fé cristã vivida, porque o egoísmo de que acabamos de falar como principal obstáculo à expansão do núcleo familiar, não pode ser eficazmente vencido senão recorrendo-se aos princípios ético-religiosos. 14. Recentemente ainda, viu-se que a famosa “política democrática” não obtém mais resultados apreciáveis, seja porque quase sempre o egoísmo individual prevalece sobre o egoísmo coletivo, de que ela é freqüentemente a expressão, seja porque as intenções e os métodos dessa política aviltam a dignidade da família e da pessoa, equiparando-se quase às espécies inferiores. Somente a luz divina e eterna do Cristianismo ilumina e vivifica a família de tal modo que, seja no início, seja no desenvolvimento, a família numerosa é tida quase sempre como sinônimo de família cristã. O respeito às leis divinas lhe deu a exuberância da vida; a fé em Deus concede aos pais a força necessária para enfrentar os sacrifícios e as renúncias exigidas pela educação dos filhos; o espírito cristão do amor vela sobre a ordem e a tranqüilidade, ao mesmo tempo em que prodigaliza, como que as extraindo da natureza, as íntimas alegrias familiares, comum aos pais, aos filhos, aos irmãos. 15. Exteriormente também uma família numerosa bem ordenada é qual um santuário visível: o sacramento do Batismo não é para ela um acontecimento excepcional, mas renova muitas vezes a alegria e a graça do Senhor. Ainda não se encerraram as festivas peregrinações às fontes batismais e já começam, resplandecentes de igual candura, as das crismas e primeiras comunhões. Mal o caçulinha tirou sua pequena veste branca, conservada como a mais cara lembrança de sua vida, e eis que já aparece o primeiro véu nupcial, que reúne aos pés do altar pais, filhos e novos pais. Como primaveras renovadas, suceder-se-ão outros casamentos, outros batizados, outras primeiras comunhões, perpetuando por assim dizer, no lar, as visitas de Deus e de sua graça. 16. Mas Deus também vem às famílias numerosas com a sua Providência, da qual os pais, principalmente os pobres, dão um testemunho evidente, nela colocando toda a sua confiança, quando não são suficientes os meios humanos. Confiança bem fundada e de modo algum vã! A Providência — para nos exprimirmos com conceitos e palavras humanas — não é propriamente o conjunto de atos excepcionais da clemência divina, mas o resultado normal da ação harmoniosa da sabedoria, bondade e onipotência infinita do Criador. Deus não recusa meios de viver àquele que traz à vida. O divino Mestre ensinou explicitamente que “a vida vale mais que o alimento e o corpo mais que a veste” (Cf. Mt 6,25). Se fatos isolados, pequenos e grandes, parecem às vezes provocar o contrário, é sinal de que algum obstáculo foi interposto pelo homem à execução da ordem divina, ou então, em casos excepcionais, que prevalecem desígnios superiores de bondade; mas a Providência é uma realidade, uma necessidade de Deus Criador. 17. Sem dúvida alguma, não é de falta de harmonia ou de inércia da Providência, mas da desordem do homem — em particular do egoísmo e da avareza — que surgiu e permanece ainda sem solução o famoso problema do excesso de população da terra, que em parte existe realmente e em parte irrazoavelmente temido como uma catástrofe iminente da sociedade moderna. Com o progresso da técnica, com a facilidade dos transportes, com as novas fontes de energia, de que apenas se começam a colher os frutos, a terra poderá proporcionar prosperidade a todos que acolher, durante muito tempo ainda. 18. Quanto ao futuro, quem pode prever os outros novos recursos ainda ignorados que encerra o nosso planeta e que surpresas, fora dele, nos reservam talvez as admiráveis realizações da ciência, que apenas começam? E quem pode assegurar para o futuro um ritmo de procriação natural semelhante ao atual? Será impossível a intervenção de uma lei moderadora intrínseca do ritmo de expansão? A Providência reservou para si o futuro do mundo. Na expectativa disso, um fato singular é que, enquanto a ciência converte em realidades úteis o que outrora era considerado como fruto de imaginações fantasistas, o temor de alguns transforma as esperanças bem fundadas de propriedade em espectros de catástrofe. O excesso de população não é, pois, uma razão plausível para difundir os métodos ilícitos do controle dos nascimentos, mas antes pretexto para legitimar a avareza e o egoísmo, seja das nações que, da expansão de outras temem um perigo para sua própria hegemonia política e abaixamento do nível de vida, seja dos indivíduos especialmente dos mais bem providos de meios de fortuna, que preferem o mais amplo gozo dos bens da terra à honra e ao mérito de suscitar novas vidas. Chegam desse modo a violar as leis acertadas do Criador, sob o pretexto de corrigir os erros imaginários de sua Providência. Seria, pelo contrário, mais razoável e útil que a sociedade moderna procurasse mais resoluta e universalmente corrigir sua própria conduta, removendo as causas da fome nas “regiões subdesenvolvidas” ou superpovoadas, por meio do emprego mais ativo, com fins de paz, das descobertas modernas, de uma política mais, ampla de colaboração e intercâmbio, de uma economia mais previdente e menos nacionalista. E, principalmente, reagindo contra as sugestões do egoísmo pela caridade, da avareza pela aplicação mais concreta da justiça. Deus não pedirá aos homens contas do destino geral da humanidade, que é de sua alçada; mas dos atos distintos queridos por eles em conformidade com os ditames de suas consciências ou em oposição aos mesmos. 19. Quanto a vós, pais e filhos de famílias numerosas, continuai a dar com firmeza serena o vosso testemunho da confiança na Providência divina, certos de que ela não deixará de recompensá-los pela prova de sua assistência cotidiana e, se for necessário, por intervenções extraordinárias de que muitos dentre vós tendes a feliz experiência. Famílias numerosas, testemunho da santidade fecunda e feliz do casamento católico 20. E agora, algumas considerações sobre o terceiro testemunho, a fim de apaziguar os inquietos e aumentar vossa coragem. As famílias numerosas são os mais belos ramalhetes do jardim da Igreja; nelas, como em terreno propício, floresce a alegria e amadurece a santidade. Qualquer núcleo familiar, mesmo o mais restrito é, nas intenções de Deus, um oásis de serenidade espiritual. Existe, porém, profunda diferença no lar em que o número de crianças não ultrapassa ao do filho único. Essa intimidade serena, que tem um valor de vida, traz em si qualquer coisa de melancólico e pálido; é de duração mais breve, talvez mais incerta, muitas vezes perturbada por temores e remorsos secretos. Outra é, pelo contrário, a serenidade de espírito dos pais cercados por uma vigorosa florescência de vidas jovens. A alegria, fruto da bênção superabundante de Deus, se manifesta de mil modos, com constância estável e segura. Sobre a fronte desses pais e mães, mesmo quando carregada de cuidados, não há traço dessa sombra interior reveladora de inquietações de consciência ou do temor de uma irreparável volta à solidão. Sua juventude parece nunca ter fim enquanto dura no lar o perfume dos berços, enquanto nas paredes da casa ressoam as vozes argentinas dos filhos e dos netos. As fadigas multiplicadas, os sacrifícios redobrados e as renúncias às distrações dispendiosas são largamente recompensadas, mesmo aqui na terra, pelo mundo inesgotável de afetos e de doces esperanças que lhes invadem o coração, sem todavia oprimi-lo ou cansá-lo. 21. E as esperanças se transformam em breve em realidade, quando a filha mais velha já começa a ajudar a mãe a cuidar do mais novo; quando o filho mais velho volta para casa radiante, pela primeira vez, com seu primeiro salário. Esse dia entre todos será abençoado de modo especial pelos pais, que vêem para sempre afastado o espectro de uma velhice miserável, e sentem a segurança da recompensa de seus sacrifícios. Os filhos numerosos, por sua vez, ignoram asolidão e o mal-estar de serem obrigados a viver no meio de adultos. É verdade que essa companhia numerosa pode às vezes transformar-se numa vivacidade fastidiosa e suas desavenças, em tempestades passageiras; mas quando estas são superficiais e de curta duração, concorrem eficazmente para a formação do caráter. Os filhos das famílias numerosas se educam por assim dizer por si mesmos na vigilância e na responsabilidade de seus atos, no respeito e no auxílio mútuo, na largueza do espírito e na generosidade. A família é para eles um pequeno mundo de experiências antes de enfrentarem o mundo exterior, mais árduo e mais constrangedor. Recomendação final e Bênção Apostólica 22. Todos esses bens e todos esses valores ganham em consistência, intensidade e fecundidade quando a família numerosa coloca, como seu fundamento e regra, o espírito sobrenatural do Evangelho, que tudo eleva acima do humano e tudo perpetua. Nesses casos, aos dons comuns de providência, de paz, de alegria, Deus acrescenta muitas vezes, como a experiência o demonstra, os chamados de predileção, isto é, as vocações ao sacerdócio, à perfeição religiosa e à própria santidade. Mais de uma vez, e não sem razão, salientou-se a prerrogativa das famílias numerosas como viveiros de santos. Citam-se, entre outras, a de São Luís, rei da França, composta de dez filhos; a de Santa Catarina de Sena, de vinte e cinco; a de São Roberto Bellarmino, de doze; a de São Pio X, de dez. Toda vocação é um segredo da Providência; mas no que diz respeito aos pais, esses fatos permitem concluir que o número de filhos não impede sua excelente e perfeita educação; que o número, nesse assunto, não traz desvantagem para a qualidade no que se refere aos valores tanto físicos como espirituais. 23. Uma palavra, finalmente, para vós, dirigentes e representantes das Associações das Famílias Numerosas de Roma e da Itália. Tende o cuidado de imprimir um dinamismo cada vez mais vigilante e ativo à ação que vos propusestes realizar para o bem da dignidade da família numerosa e sua proteção econômica. Quanto à primeira finalidade, conformai-vos aos preceitos da Igreja; quanto à segunda, é preciso sacudir a inércia da porção da sociedade que ainda não se abriu aos deveres sociais. 24. A Providência é uma verdade e uma realidade divina, mas ela se apraz em servir-se da colaboração humana. De ordinário, move-se e acorre quando é chamada e, por assim dizer, conduzida pela mão do homem; gosta de esconder-se por detrás da ação humana. Se é justo reconhecer na legislação italiana posições das mais avançadas no terreno da proteção às famílias, particularmente às famílias numerosas, é preciso não ocultar que ainda existem muitas que se debatem, sem que seja por culpa sua, no meio de dificuldades e privações. Pois bem, vossa ação deve propor-se fazer chegar igualmente a estas a proteção das leis e, nos casos urgentes, a da caridade. Qualquer resultado positivo alcançado nesse terreno é qual uma sólida pedra colocada no edifício da Pátria e da Igreja; e é o melhor que podeis fazer como católicos e como cidadãos. 25. Invocando a proteção divina para as vossas famílias e para as de toda a Itália e colocando-as ainda uma vez sob a égide celestial da Sagrada Família de Jesus, Maria e José, de todo o coração Nós vos concedemos a Nossa paternal Bênção Apostólica. #Família #famíliasnúmerosas
- “Famílias numerosas, o Tesouro da Igreja” – Papa Pio XII
No dia 20 de janeiro de 1958, o Papa dirigiu a palavra a um grupo de dirigentes e membros da Federação Nacional (italiana) das Associações de Famílias Numerosas. 1. Entre as visitas mais agradáveis ao Nosso coração, destacamos a vossa, caros filhos e filhas, dirigentes e representantes das Associações de Famílias Numerosas de Roma e da Itália. Conheceis, com efeito, a viva solicitude que dedicamos à família. Não perdemos nenhuma ocasião de assinalar-lhe a dignidade em seus múltiplos aspectos, de afirmar e defender-lhe os direitos, de inculcar-lhe os deveres, numa palavra, de fazer dela um ponto fundamental de nosso ensinamento pastoral. 2. Em razão dessa solicitude para com a família, consentimos com todo o prazer, quando as ocupações de Nosso cargo a isso não se opõem, em receber, mesmo que seja por breves momentos, os grupos de famílias que vêm até a Nossa residência e mesmo em deixar- Nos fotografar em sua companhia, para perpetuar, de algum modo, a lembrança da Nossa e sua alegria. 3. O Papa no meio de uma família! Não é este um lugar que bem lhe convém? Não é ele próprio, com um significado altamente espiritual, o Pai da família humana regenerada no Cristo e na Igreja? E não é por intermédio do Vigário de Cristo na terra que se realiza o admirável desígnio da Sabedoria criadora, que ordenou toda paternidade humana no sentido de preparar a família eleita dos céus, onde o amor de Deus, Uno e Trino, a envolverá num só e eterno abraço, dando-se a Si mesmo como herança de beatitude? 4. Entretanto não representais apenas a família, mas sois e representais as famílias numerosas, isto é, as que são mais abençoadas por Deus, queridas e estimadas pela Igreja como os tesouros mais preciosos. Destas recebe, com efeito, com mais evidência, um tríplice testemunho, pois ao mesmo tempo em que confirmam aos olhos do mundo a verdade de sua doutrina e a retidão de sua prática, tornam-se, em virtude do exemplo, de grande auxílio para todas as outras famílias e para a própria sociedade civil. Com efeito, quando são encontradas com freqüência, as famílias numerosas atestam a saúde física e moral do povo cristão, a fé viva em Deus e a confiança em sua Providência, a santidade fecunda e feliz do casamento católico. 5. Sobre cada um desses testemunhos queremos dizer-vos algumas breves palavras. Famílias numerosas, garantia da saúde e moral de um povo 6. Entre as aberrações mais prejudiciais da moderna sociedade pagã, deve-se destacar a opinião de alguns que ousam definir a fecundidade dos casamentos como uma “doença social” que os países por ela atingidos deveriam esforçar-se para banir de todos os modos. Daí a propaganda daquilo que se designa como “controle racional dos nascimentos”, sustentado por pessoas e entidades às vezes ilustres por outros títulos, mas infelizmente condenáveis por este. Mas, se é doloroso notar a difusão de tais doutrinas e práticas, mesmo das classes tradicionalmente sãs, é no entanto reconfortante assinalar em vossa pátria os sintomas e os fatos de uma salutar reação, tanto no terreno jurídico como médico. 7. Como se sabe, a Constituição em vigor na República Italiana, para citar apenas uma fonte, concede, no artigo 31, uma “particular proteção às famílias numerosas, enquanto a doutrina mais em voga entre os médicos italianos toma cada dia mais força contra as práticas que limitam os nascimentos. No entanto, não se deve julgar que o perigo cessou e foram destruídos os preconceitos que tendem a sujeitar o casamento e suas sábias normas a culpáveis egoísmos individuais e sociais. Deve-se especialmente lamentar que a imprensa volte, de tempos em tempos, ao problema, com a manifesta intenção de confundir as idéias do povo simples e induzi-lo em erro com documentações falsas, com inquéritos discutíveis e mesmo com declarações deturpadas de tal ou qual eclesiástico. 8. Da parte católica, é preciso insistir para se propagar a convicção, fundamentada na verdade, de que a saúde física e moral da família e da sociedade não se resguarda senão na obediência generosa às leis da natureza, isto é, do Criador, e antes de mais nada no respeito sagrado e interior nutrido por elas. Tudo nesse assunto depende da intenção. Poder-se-iam multiplicar as leis e agravar os sofrimentos, demonstrar por provas irrefutáveis a inanidade das teorias da limitação e os males que decorrem de sua aplicação; mas se faltar a sincera resolução de deixar o Criador realizar livremente a sua obra, o egoísmo humano saberá sempre encontrar novos sofismas e expedientes para fazer calar, se possível, a consciência e perpetuar os abusos. 9. Ora, o valor do testemunho dos pais de famílias numerosas não consiste apenas em rejeitar sem meios- termos e com força dos fatos qualquer compromisso intencional entre a lei de Deus e o egoísmo do homem, mas na prontidão em aceitar com alegria e gratidão os inestimáveis dons de Deus que são os filhos, e no número que Lhe apraz. Esta disposição de espírito, ao mesmo tempo em que liberta os esposos de intoleráveis pesadelos e remorsos, traz consigo, conforme médicos autorizados, as premissas psíquicas mais favoráveis para o são desenvolvimento dos frutos próprios ao casamento, evitando na origem dessas vidas novas os tormentos e angústias que se transformam em taras físicas e psíquicas, tanto na mãe como na prole. 10. Na verdade, exceto casos excepcionais sobre os quais tivemos ocasião de falar de outras vezes, a lei da natureza é essencialmente harmonia e portanto não produz desajustes e contradições senão na medida em que seu curso é perturbado por circunstâncias quase sempre anormais ou pela oposição da vontade humana. Não existe eugenia que saiba fazer melhor do que a natureza e só será salutar na medida em que respeitar as leis desta, após tê-las profundamente conhecido, tanto que em certos casos de pessoas deficientes, é aconselhável dissuadi-las de contrair matrimônio (Cf. Enc. “Casti Connubii”, 31-12-1930 — A. A. S. a. 22, 1930, p. 565). Aliás, sempre e em toda parte, o bom-senso popular viu nas famílias numerosas o sinal, a prova e a fonte da saúde física, enquanto a história não se engana quando aponta o desvio das leis do casamento e da procriação como uma primeira causa da decadência dos povos. 11. As famílias numerosas, longe de serem “doença social”, são a garantia da saúde física e moral de um povo. Nos lares em que sempre há um berço de onde se ouvem vagidos, as virtudes florescem espontaneamente, enquanto o vício se afasta como que expulso pela infância, que aí se renova qual brisa fresca e vivificante da primavera. 12. Que os pusilânimes e egoístas sigam pois o vosso exemplo; que a pátria vos seja grata e tenha predileção por vós, por tantos sacrifícios que assumis criando e educando seus cidadãos; do mesmo modo a Igreja vos deve gratidão, pois, graças a vós e convosco, pode apresentar à ação santificadora do Espírito Santo multidões de almas cada vez mais sãs e numerosas. Famílias numerosas, testemunho da fé viva em Deus e da confiança em Sua Providência 13. No mundo civil moderno a família numerosa vale em geral, não sem razão, como um testemunho da fé cristã vivida, porque o egoísmo de que acabamos de falar como principal obstáculo à expansão do núcleo familiar, não pode ser eficazmente vencido senão recorrendo-se aos princípios ético-religiosos. 14. Recentemente ainda, viu-se que a famosa “política democrática” não obtém mais resultados apreciáveis, seja porque quase sempre o egoísmo individual prevalece sobre o egoísmo coletivo, de que ela é freqüentemente a expressão, seja porque as intenções e os métodos dessa política aviltam a dignidade da família e da pessoa, equiparando-se quase às espécies inferiores. Somente a luz divina e eterna do Cristianismo ilumina e vivifica a família de tal modo que, seja no início, seja no desenvolvimento, a família numerosa é tida quase sempre como sinônimo de família cristã. O respeito às leis divinas lhe deu a exuberância da vida; a fé em Deus concede aos pais a força necessária para enfrentar os sacrifícios e as renúncias exigidas pela educação dos filhos; o espírito cristão do amor vela sobre a ordem e a tranqüilidade, ao mesmo tempo em que prodigaliza, como que as extraindo da natureza, as íntimas alegrias familiares, comum aos pais, aos filhos, aos irmãos. 15. Exteriormente também uma família numerosa bem ordenada é qual um santuário visível: o sacramento do Batismo não é para ela um acontecimento excepcional, mas renova muitas vezes a alegria e a graça do Senhor. Ainda não se encerraram as festivas peregrinações às fontes batismais e já começam, resplandecentes de igual candura, as das crismas e primeiras comunhões. Mal o caçulinha tirou sua pequena veste branca, conservada como a mais cara lembrança de sua vida, e eis que já aparece o primeiro véu nupcial, que reúne aos pés do altar pais, filhos e novos pais. Como primaveras renovadas, suceder-se-ão outros casamentos, outros batizados, outras primeiras comunhões, perpetuando por assim dizer, no lar, as visitas de Deus e de sua graça. 16. Mas Deus também vem às famílias numerosas com a sua Providência, da qual os pais, principalmente os pobres, dão um testemunho evidente, nela colocando toda a sua confiança, quando não são suficientes os meios humanos. Confiança bem fundada e de modo algum vã! A Providência — para nos exprimirmos com conceitos e palavras humanas — não é propriamente o conjunto de atos excepcionais da clemência divina, mas o resultado normal da ação harmoniosa da sabedoria, bondade e onipotência infinita do Criador. Deus não recusa meios de viver àquele que traz à vida. O divino Mestre ensinou explicitamente que “a vida vale mais que o alimento e o corpo mais que a veste” (Cf. Mt 6,25). Se fatos isolados, pequenos e grandes, parecem às vezes provocar o contrário, é sinal de que algum obstáculo foi interposto pelo homem à execução da ordem divina, ou então, em casos excepcionais, que prevalecem desígnios superiores de bondade; mas a Providência é uma realidade, uma necessidade de Deus Criador. 17. Sem dúvida alguma, não é de falta de harmonia ou de inércia da Providência, mas da desordem do homem — em particular do egoísmo e da avareza — que surgiu e permanece ainda sem solução o famoso problema do excesso de população da terra, que em parte existe realmente e em parte irrazoavelmente temido como uma catástrofe iminente da sociedade moderna. Com o progresso da técnica, com a facilidade dos transportes, com as novas fontes de energia, de que apenas se começam a colher os frutos, a terra poderá proporcionar prosperidade a todos que acolher, durante muito tempo ainda. 18. Quanto ao futuro, quem pode prever os outros novos recursos ainda ignorados que encerra o nosso planeta e que surpresas, fora dele, nos reservam talvez as admiráveis realizações da ciência, que apenas começam? E quem pode assegurar para o futuro um ritmo de procriação natural semelhante ao atual? Será impossível a intervenção de uma lei moderadora intrínseca do ritmo de expansão? A Providência reservou para si o futuro do mundo. Na expectativa disso, um fato singular é que, enquanto a ciência converte em realidades úteis o que outrora era considerado como fruto de imaginações fantasistas, o temor de alguns transforma as esperanças bem fundadas de propriedade em espectros de catástrofe. O excesso de população não é, pois, uma razão plausível para difundir os métodos ilícitos do controle dos nascimentos, mas antes pretexto para legitimar a avareza e o egoísmo, seja das nações que, da expansão de outras temem um perigo para sua própria hegemonia política e abaixamento do nível de vida, seja dos indivíduos especialmente dos mais bem providos de meios de fortuna, que preferem o mais amplo gozo dos bens da terra à honra e ao mérito de suscitar novas vidas. Chegam desse modo a violar as leis acertadas do Criador, sob o pretexto de corrigir os erros imaginários de sua Providência. Seria, pelo contrário, mais razoável e útil que a sociedade moderna procurasse mais resoluta e universalmente corrigir sua própria conduta, removendo as causas da fome nas “regiões subdesenvolvidas” ou superpovoadas, por meio do emprego mais ativo, com fins de paz, das descobertas modernas, de uma política mais, ampla de colaboração e intercâmbio, de uma economia mais previdente e menos nacionalista. E, principalmente, reagindo contra as sugestões do egoísmo pela caridade, da avareza pela aplicação mais concreta da justiça. Deus não pedirá aos homens contas do destino geral da humanidade, que é de sua alçada; mas dos atos distintos queridos por eles em conformidade com os ditames de suas consciências ou em oposição aos mesmos. 19. Quanto a vós, pais e filhos de famílias numerosas, continuai a dar com firmeza serena o vosso testemunho da confiança na Providência divina, certos de que ela não deixará de recompensá-los pela prova de sua assistência cotidiana e, se for necessário, por intervenções extraordinárias de que muitos dentre vós tendes a feliz experiência. Famílias numerosas, testemunho da santidade fecunda e feliz do casamento católico 20. E agora, algumas considerações sobre o terceiro testemunho, a fim de apaziguar os inquietos e aumentar vossa coragem. As famílias numerosas são os mais belos ramalhetes do jardim da Igreja; nelas, como em terreno propício, floresce a alegria e amadurece a santidade. Qualquer núcleo familiar, mesmo o mais restrito é, nas intenções de Deus, um oásis de serenidade espiritual. Existe, porém, profunda diferença no lar em que o número de crianças não ultrapassa ao do filho único. Essa intimidade serena, que tem um valor de vida, traz em si qualquer coisa de melancólico e pálido; é de duração mais breve, talvez mais incerta, muitas vezes perturbada por temores e remorsos secretos. Outra é, pelo contrário, a serenidade de espírito dos pais cercados por uma vigorosa florescência de vidas jovens. A alegria, fruto da bênção superabundante de Deus, se manifesta de mil modos, com constância estável e segura. Sobre a fronte desses pais e mães, mesmo quando carregada de cuidados, não há traço dessa sombra interior reveladora de inquietações de consciência ou do temor de uma irreparável volta à solidão. Sua juventude parece nunca ter fim enquanto dura no lar o perfume dos berços, enquanto nas paredes da casa ressoam as vozes argentinas dos filhos e dos netos. As fadigas multiplicadas, os sacrifícios redobrados e as renúncias às distrações dispendiosas são largamente recompensadas, mesmo aqui na terra, pelo mundo inesgotável de afetos e de doces esperanças que lhes invadem o coração, sem todavia oprimi-lo ou cansá-lo. 21. E as esperanças se transformam em breve em realidade, quando a filha mais velha já começa a ajudar a mãe a cuidar do mais novo; quando o filho mais velho volta para casa radiante, pela primeira vez, com seu primeiro salário. Esse dia entre todos será abençoado de modo especial pelos pais, que vêem para sempre afastado o espectro de uma velhice miserável, e sentem a segurança da recompensa de seus sacrifícios. Os filhos numerosos, por sua vez, ignoram asolidão e o mal-estar de serem obrigados a viver no meio de adultos. É verdade que essa companhia numerosa pode às vezes transformar-se numa vivacidade fastidiosa e suas desavenças, em tempestades passageiras; mas quando estas são superficiais e de curta duração, concorrem eficazmente para a formação do caráter. Os filhos das famílias numerosas se educam por assim dizer por si mesmos na vigilância e na responsabilidade de seus atos, no respeito e no auxílio mútuo, na largueza do espírito e na generosidade. A família é para eles um pequeno mundo de experiências antes de enfrentarem o mundo exterior, mais árduo e mais constrangedor. Recomendação final e Bênção Apostólica 22. Todos esses bens e todos esses valores ganham em consistência, intensidade e fecundidade quando a família numerosa coloca, como seu fundamento e regra, o espírito sobrenatural do Evangelho, que tudo eleva acima do humano e tudo perpetua. Nesses casos, aos dons comuns de providência, de paz, de alegria, Deus acrescenta muitas vezes, como a experiência o demonstra, os chamados de predileção, isto é, as vocações ao sacerdócio, à perfeição religiosa e à própria santidade. Mais de uma vez, e não sem razão, salientou-se a prerrogativa das famílias numerosas como viveiros de santos. Citam-se, entre outras, a de São Luís, rei da França, composta de dez filhos; a de Santa Catarina de Sena, de vinte e cinco; a de São Roberto Bellarmino, de doze; a de São Pio X, de dez. Toda vocação é um segredo da Providência; mas no que diz respeito aos pais, esses fatos permitem concluir que o número de filhos não impede sua excelente e perfeita educação; que o número, nesse assunto, não traz desvantagem para a qualidade no que se refere aos valores tanto físicos como espirituais. 23. Uma palavra, finalmente, para vós, dirigentes e representantes das Associações das Famílias Numerosas de Roma e da Itália. Tende o cuidado de imprimir um dinamismo cada vez mais vigilante e ativo à ação que vos propusestes realizar para o bem da dignidade da família numerosa e sua proteção econômica. Quanto à primeira finalidade, conformai-vos aos preceitos da Igreja; quanto à segunda, é preciso sacudir a inércia da porção da sociedade que ainda não se abriu aos deveres sociais. 24. A Providência é uma verdade e uma realidade divina, mas ela se apraz em servir-se da colaboração humana. De ordinário, move-se e acorre quando é chamada e, por assim dizer, conduzida pela mão do homem; gosta de esconder-se por detrás da ação humana. Se é justo reconhecer na legislação italiana posições das mais avançadas no terreno da proteção às famílias, particularmente às famílias numerosas, é preciso não ocultar que ainda existem muitas que se debatem, sem que seja por culpa sua, no meio de dificuldades e privações. Pois bem, vossa ação deve propor-se fazer chegar igualmente a estas a proteção das leis e, nos casos urgentes, a da caridade. Qualquer resultado positivo alcançado nesse terreno é qual uma sólida pedra colocada no edifício da Pátria e da Igreja; e é o melhor que podeis fazer como católicos e como cidadãos. 25. Invocando a proteção divina para as vossas famílias e para as de toda a Itália e colocando-as ainda uma vez sob a égide celestial da Sagrada Família de Jesus, Maria e José, de todo o coração Nós vos concedemos a Nossa paternal Bênção Apostólica. #Família #famíliasnúmerosas
- Urgente: Casamento entre pais e filhos é nova bandeira da esquerda – Projeto de Lei “Pol
O Projeto de Lei (PL) nº 3369/2015 de Orlando Silva (PCdoB) – apelidado de “Poliamor” – reconhece como família “todas as formas de união entre duas ou mais pessoas“, e “independente de consanguinidade” e será votado em Comissão da Câmara de Deputados em Brasília (DF) na próxima quarta-feira. Atenção: o projeto será votado na próxima quarta-feira (21/08) Por esta regra estariam regulamentados “casamentos” que podem incluir, por exemplo, um pais com seu filho, o pai com a filha, mãe com a filha, mãe com um filho, ou qualquer combinação entre pais e filhos. Mas pode ser ainda mais amplo, incluindo mais pessoas de dentro ou de fora da família, com infinitas possibilidades como casamento do pai várias filhas, filhos e outras pessoas de fora da família, mãe com filhos, filhas e outras pessoas de fora, pessoas de outros parentescos como avós, tios, enteados/enteadas etc. Na prática, qualquer agrupamento de pessoas passa a ser reconhecido como família. O projeto será votado na Comissão de Direitos Humanos e Minoria (CDHM), na Câmara de Deputados em Brasília, na próxima quarta-feira (21/08). O PL pretende instituir o “Estatuto das Famílias do Século XXI”. Leia também: PT E CRISTIANISMO: CASAMENTO IMPOSSÍVEL Esquerda compõe grande parte da Comissão A Comissão de Direitos Humanos e Minoria tem minoria de conservadores e é presidida por Helder Salomão (PT-ES), com três Vice-presidentes, o 1º Vice é Padre João (PT/MG), o 2º é Túlio Gadêlha (PDT-PE) e o 3º vice é Camilo Capiberibe (PSB-AP). Orlando Silva e Túlio Gadelha (marido da Fátima Bernardes) Marcam presença outros cinco deputados do PT, um do PCdoB, um PSDB, um PDT e apenas um do PSL (Filipe Barros). Leia a íntegra do PL. Comissão de Direitos Humanos e Minorias – CDHM Presidente: Helder Salomão (PT/ES) 1º Vice-Presidente: Padre João (PT/MG) 2º Vice-Presidente: Túlio Gadêlha (PDT/PE) 3º Vice-Presidente: Camilo Capiberibe (PSB/AP) TITULARESSUPLENTESPSL/PP/PSD/MDB/PL/REPUBLICANOS/DEM/PSDB/PTB/ PSC/PMNAbílio Santana PL/BA (Gab. 531-IV)Delegado Antônio Furtado PSL/RJ (Gab. 602-IV)Aroldo Martins REPUBLICANOS/PR (Gab. 437-IV)Flordelis PSD/RJ (Gab. 612-IV)Bia Cavassa PSDB/MS (Gab. 448-IV)Guilherme Derrite PP/SP (Gab. 639-IV)Delegado Éder Mauro PSD/PA (Gab. 586-III)João Marcelo Souza MDB/MA (Gab. 506-IV)Filipe Barros PSL/PR (Gab. 745-IV)Julio Cesar Ribeiro REPUBLICANOS/DF (Gab. 471-III)Iracema Portella PP/PI (Gab. 924-IV)Margarete Coelho PP/PI (Gab. 210-IV)Julian Lemos PSL/PB (Gab. 272-III)Milton Vieira REPUBLICANOS/SP (Gab. 344-IV)Lauriete PL/ES (Gab. 223-IV)Policial Katia Sastre PL/SP (Gab. 428-IV)Sóstenes Cavalcante DEM/RJ (Gab. 560-IV)Shéridan PSDB/RR (Gab. 246-IV)(Deputado do PT ocupa a vaga)(Deputado do PT ocupa a vaga)(Deputado do PT ocupa a vaga)1 vaga(s)PDT/PODE/SOLIDARIEDADE/PCdoB/PATRIOTA/ CIDADANIA/PROS/AVANTE/PV/DCEli Borges SOLIDARIEDADE/TO (Gab. 248-IV)Idilvan Alencar PDT/CE (Gab. 737-IV)José Medeiros PODE/MT (Gab. 335-IV)Pr. Marco Feliciano PODE/SP (Gab. 254-IV)Márcio Jerry PCdoB/MA (Gab. 372-III)(Deputado do REDE ocupa a vaga)Túlio Gadêlha PDT/PE (Gab. 360-IV)1 vaga(s)PT/PSB/PSOL/REDECamilo Capiberibe PSB/AP (Gab. 209-IV)Bira do Pindaré PSB/MA (Gab. 480-III)Carlos Veras PT/PE (Gab. 466-III)Frei Anastacio Ribeiro PT/PB (Gab. 442-IV)Erika Kokay PT/DF (Gab. 203-IV) – vaga do MDBJoenia Wapichana REDE/RR (Gab. 231-IV) – vaga do PCDOBHelder Salomão PT/ES (Gab. 573-III)Patrus Ananias PT/MG (Gab. 720-IV)Padre João PT/MG (Gab. 743-IV) – vaga do PPRogério Correia PT/MG (Gab. 614-IV) – vaga do DEM Via estudosnacionais.com Dep. PCdoB e Boatos.org tentam dizer que “todas as formas de união entre duas ou mais pessoas” não é poliamor O deputado Orlando Silva (PCdoB) e o site boatos.org acusam de fake news a notícia publicada por Estudos Nacionais (de onde esta notícia foi retirada) porque o projeto não usa literalmente termos “poliamor”, “casamento”, “casamento entre pais e filhos” ou “incesto”. Mas não conseguem responder o que significa “todas as formas de união entre duas ou mais pessoas” seguida de “incluindo seus filhos”. O texto do PL é curto e de fácil compreensão, mas o site boatos.org conseguiu fazer um artigo, bem maior que o próprio PL, para falaciosamente classificar de fake news ou boato. É boato que o PL é boato. A jurista e deputada Janaina Paschoal também viu no PL a possibilidade de poliamor, ao que tudo indica, e pediu explicações. A jurista também afirmou que teriam ocorrido ameaças de processos. Selo falso de boato atribuído por boatos.org O site Boatos.org inicia seu artigo falando de outra notícia de outro site sobre um tema semelhante, visando contextualizar. Assim, afirma que é 100% invetada (a notícia do outro site). Contudo, em redação confusa, o parágrafo seguinte comete uma imprecisão grave que o torna fake. Boatos.org afirma na sequência que “É justamente o que acontece no caso de hoje”, atribuindo assim, de forma incorreta, o selo de “100% inventado” a notícia relativa ao PL 3369/2015 veiculada por Estudos Nacionais. Ao fazer isso o Boatos.org afirma que o PL não pede a liberação de “casamento entre pais e filhos (incesto) e entre mais de duas pessoas (poliamor)”, apegando-se ao fato do PL não usar esses termos literais. O boatos.org se apega ao conceito de “casamento”, que pode ser, fora de ambientes jurídicos, religiosos e canônicos, sinônimo de união estável. A notícia de Estudos Nacionais usou o termo casamento no título do artigo sem aspas, por ser um título, mas usou aspas quando repetido logo no início do texto da notícia. Assim, é evidente que a notícia não é uma peça canônica, jurídica ou religiosa, portanto, fala do efeito prático dos arranjos familiares que o PL pretende categorizar. As palavras do PL ao tentar regulamentar “todas as formas de união entre duas ou mais pessoas“, e “incluindo seus filhos“, ao final do artigo 2º deixam claro seu objetivo e seu efeito prático. Mas em termos jurídicos é óbvio que podem ser feitas muitas considerações, o que não fará, de forma alguma, com que a notícia seja falsa. O resultado jurídico caso o PL se torne uma lei pode não ser exatamente o caráter jurídico de união estável, até porque estaríamos diante de uma nova realidade jamais vista em termos jurídicos. Todo o direito familiar entraria em colapso diante da regulação de casamento entre pais e filhos e entre mais de duas pessoas. Por isso, é absurdo querer dizer que a noticia é fake por usar os termos “casamento” ou “união estável”. Qualquer termo usado, seja casamento ou união estável, é por aproximação ou analogia, já que esse inusitado arranjo familiar poderia até ter um novo nome. Impossibilidade jurídica ou inconstitucionalidade do PL não faz da notícia dele uma fake news O boatos.org alega ainda que o Código Civil veda o casamento entre pais e filhos. Faltou o boatos.org citar que o PL também seria inconstitucional! Mas nada disso muda o fato do PL ter sido proposto e ele poderia, hipoteticamente, até ser aprovado, mesmo que seja inconstitucional. Caberia ao Supremo julgar se declara ele inconstitucional. Reforçando o que diz o PL: O PL quer definir “a atuação do Poder Público em matéria de relações familiares” (art. 1º) e define (art. 2º) que “são reconhecidas como famílias todas as formas de união entre duas ou mais pessoas que para este fim se constituam e que se baseiem no amor, na socioafetividade, independentemente de consaguinidade, gênero, orientação sexual”, e “incluindo seus filhos ou pessoas que assim sejam consideradas” (grifos nossos, trechos entre aspas significa trecho do PL, que você pode acessar clicando aqui). #Política
- Urgente: Casamento entre pais e filhos é nova bandeira da esquerda – Projeto de Lei “Pol
O Projeto de Lei (PL) nº 3369/2015 de Orlando Silva (PCdoB) – apelidado de “Poliamor” – reconhece como família “todas as formas de união entre duas ou mais pessoas“, e “independente de consanguinidade” e será votado em Comissão da Câmara de Deputados em Brasília (DF) na próxima quarta-feira. Atenção: o projeto será votado na próxima quarta-feira (21/08) Por esta regra estariam regulamentados “casamentos” que podem incluir, por exemplo, um pais com seu filho, o pai com a filha, mãe com a filha, mãe com um filho, ou qualquer combinação entre pais e filhos. Mas pode ser ainda mais amplo, incluindo mais pessoas de dentro ou de fora da família, com infinitas possibilidades como casamento do pai várias filhas, filhos e outras pessoas de fora da família, mãe com filhos, filhas e outras pessoas de fora, pessoas de outros parentescos como avós, tios, enteados/enteadas etc. Na prática, qualquer agrupamento de pessoas passa a ser reconhecido como família. O projeto será votado na Comissão de Direitos Humanos e Minoria (CDHM), na Câmara de Deputados em Brasília, na próxima quarta-feira (21/08). O PL pretende instituir o “Estatuto das Famílias do Século XXI”. Leia também: PT E CRISTIANISMO: CASAMENTO IMPOSSÍVEL Esquerda compõe grande parte da Comissão A Comissão de Direitos Humanos e Minoria tem minoria de conservadores e é presidida por Helder Salomão (PT-ES), com três Vice-presidentes, o 1º Vice é Padre João (PT/MG), o 2º é Túlio Gadêlha (PDT-PE) e o 3º vice é Camilo Capiberibe (PSB-AP). Orlando Silva e Túlio Gadelha (marido da Fátima Bernardes) Marcam presença outros cinco deputados do PT, um do PCdoB, um PSDB, um PDT e apenas um do PSL (Filipe Barros). Leia a íntegra do PL. Comissão de Direitos Humanos e Minorias – CDHM Presidente: Helder Salomão (PT/ES) 1º Vice-Presidente: Padre João (PT/MG) 2º Vice-Presidente: Túlio Gadêlha (PDT/PE) 3º Vice-Presidente: Camilo Capiberibe (PSB/AP) TITULARESSUPLENTESPSL/PP/PSD/MDB/PL/REPUBLICANOS/DEM/PSDB/PTB/ PSC/PMNAbílio Santana PL/BA (Gab. 531-IV)Delegado Antônio Furtado PSL/RJ (Gab. 602-IV)Aroldo Martins REPUBLICANOS/PR (Gab. 437-IV)Flordelis PSD/RJ (Gab. 612-IV)Bia Cavassa PSDB/MS (Gab. 448-IV)Guilherme Derrite PP/SP (Gab. 639-IV)Delegado Éder Mauro PSD/PA (Gab. 586-III)João Marcelo Souza MDB/MA (Gab. 506-IV)Filipe Barros PSL/PR (Gab. 745-IV)Julio Cesar Ribeiro REPUBLICANOS/DF (Gab. 471-III)Iracema Portella PP/PI (Gab. 924-IV)Margarete Coelho PP/PI (Gab. 210-IV)Julian Lemos PSL/PB (Gab. 272-III)Milton Vieira REPUBLICANOS/SP (Gab. 344-IV)Lauriete PL/ES (Gab. 223-IV)Policial Katia Sastre PL/SP (Gab. 428-IV)Sóstenes Cavalcante DEM/RJ (Gab. 560-IV)Shéridan PSDB/RR (Gab. 246-IV)(Deputado do PT ocupa a vaga)(Deputado do PT ocupa a vaga)(Deputado do PT ocupa a vaga)1 vaga(s)PDT/PODE/SOLIDARIEDADE/PCdoB/PATRIOTA/ CIDADANIA/PROS/AVANTE/PV/DCEli Borges SOLIDARIEDADE/TO (Gab. 248-IV)Idilvan Alencar PDT/CE (Gab. 737-IV)José Medeiros PODE/MT (Gab. 335-IV)Pr. Marco Feliciano PODE/SP (Gab. 254-IV)Márcio Jerry PCdoB/MA (Gab. 372-III)(Deputado do REDE ocupa a vaga)Túlio Gadêlha PDT/PE (Gab. 360-IV)1 vaga(s)PT/PSB/PSOL/REDECamilo Capiberibe PSB/AP (Gab. 209-IV)Bira do Pindaré PSB/MA (Gab. 480-III)Carlos Veras PT/PE (Gab. 466-III)Frei Anastacio Ribeiro PT/PB (Gab. 442-IV)Erika Kokay PT/DF (Gab. 203-IV) – vaga do MDBJoenia Wapichana REDE/RR (Gab. 231-IV) – vaga do PCDOBHelder Salomão PT/ES (Gab. 573-III)Patrus Ananias PT/MG (Gab. 720-IV)Padre João PT/MG (Gab. 743-IV) – vaga do PPRogério Correia PT/MG (Gab. 614-IV) – vaga do DEM Via estudosnacionais.com Dep. PCdoB e Boatos.org tentam dizer que “todas as formas de união entre duas ou mais pessoas” não é poliamor O deputado Orlando Silva (PCdoB) e o site boatos.org acusam de fake news a notícia publicada por Estudos Nacionais (de onde esta notícia foi retirada) porque o projeto não usa literalmente termos “poliamor”, “casamento”, “casamento entre pais e filhos” ou “incesto”. Mas não conseguem responder o que significa “todas as formas de união entre duas ou mais pessoas” seguida de “incluindo seus filhos”. O texto do PL é curto e de fácil compreensão, mas o site boatos.org conseguiu fazer um artigo, bem maior que o próprio PL, para falaciosamente classificar de fake news ou boato. É boato que o PL é boato. A jurista e deputada Janaina Paschoal também viu no PL a possibilidade de poliamor, ao que tudo indica, e pediu explicações. A jurista também afirmou que teriam ocorrido ameaças de processos. Selo falso de boato atribuído por boatos.org O site Boatos.org inicia seu artigo falando de outra notícia de outro site sobre um tema semelhante, visando contextualizar. Assim, afirma que é 100% invetada (a notícia do outro site). Contudo, em redação confusa, o parágrafo seguinte comete uma imprecisão grave que o torna fake. Boatos.org afirma na sequência que “É justamente o que acontece no caso de hoje”, atribuindo assim, de forma incorreta, o selo de “100% inventado” a notícia relativa ao PL 3369/2015 veiculada por Estudos Nacionais. Ao fazer isso o Boatos.org afirma que o PL não pede a liberação de “casamento entre pais e filhos (incesto) e entre mais de duas pessoas (poliamor)”, apegando-se ao fato do PL não usar esses termos literais. O boatos.org se apega ao conceito de “casamento”, que pode ser, fora de ambientes jurídicos, religiosos e canônicos, sinônimo de união estável. A notícia de Estudos Nacionais usou o termo casamento no título do artigo sem aspas, por ser um título, mas usou aspas quando repetido logo no início do texto da notícia. Assim, é evidente que a notícia não é uma peça canônica, jurídica ou religiosa, portanto, fala do efeito prático dos arranjos familiares que o PL pretende categorizar. As palavras do PL ao tentar regulamentar “todas as formas de união entre duas ou mais pessoas“, e “incluindo seus filhos“, ao final do artigo 2º deixam claro seu objetivo e seu efeito prático. Mas em termos jurídicos é óbvio que podem ser feitas muitas considerações, o que não fará, de forma alguma, com que a notícia seja falsa. O resultado jurídico caso o PL se torne uma lei pode não ser exatamente o caráter jurídico de união estável, até porque estaríamos diante de uma nova realidade jamais vista em termos jurídicos. Todo o direito familiar entraria em colapso diante da regulação de casamento entre pais e filhos e entre mais de duas pessoas. Por isso, é absurdo querer dizer que a noticia é fake por usar os termos “casamento” ou “união estável”. Qualquer termo usado, seja casamento ou união estável, é por aproximação ou analogia, já que esse inusitado arranjo familiar poderia até ter um novo nome. Impossibilidade jurídica ou inconstitucionalidade do PL não faz da notícia dele uma fake news O boatos.org alega ainda que o Código Civil veda o casamento entre pais e filhos. Faltou o boatos.org citar que o PL também seria inconstitucional! Mas nada disso muda o fato do PL ter sido proposto e ele poderia, hipoteticamente, até ser aprovado, mesmo que seja inconstitucional. Caberia ao Supremo julgar se declara ele inconstitucional. Reforçando o que diz o PL: O PL quer definir “a atuação do Poder Público em matéria de relações familiares” (art. 1º) e define (art. 2º) que “são reconhecidas como famílias todas as formas de união entre duas ou mais pessoas que para este fim se constituam e que se baseiem no amor, na socioafetividade, independentemente de consaguinidade, gênero, orientação sexual”, e “incluindo seus filhos ou pessoas que assim sejam consideradas” (grifos nossos, trechos entre aspas significa trecho do PL, que você pode acessar clicando aqui). #Política
- Filha de santo entra na fila para comunhão e acaba sendo expulsa pelo padre
Um caso gerou repercussão nas redes sociais. Uma “filha de santo” da religião umbanda, acusa uma padre de intolerância religiosa após o o sacerdote pedir para que ela se retirasse da fila da sagrada comunhão. Nota-se que foi fácil para o padre identificar que se tratava de uma filha de santo pois a mesma estava vestida com roupas típicas da sua função na umbanda, assista a reportagem abaixo até o final para ver a explicação: O QUE DIZ A IGREJA A Eucaristia é a suprema demonstração de amor de Deus por nós, que se faz presença no meio de nós sob o véu deste sublime sacramento. Em diversos documentos a Santa Igreja nos orienta sobre como zelar pelo Santíssimo Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo. O cânon 915 estabelece textualmente que “não devem ser admitidos à Sagrada Comunhão os excomungados e os interditados após a imposição ou declaração da pena, e aqueles que obstinadamente persistam num manifesto pecado grave”. O cumprimento desta norma legal provoca debates e até ira na mídia e nos inimigos da Igreja. Também não é bem aceito por religiosos, padres e até bispos da linha “progressista” ou amigos de governos de esquerda, que arguem por vezes um falso senso de caridade ou de misericórdia. Leia também: Porque muitos, mesmo dentro da Igreja, estão a caminho do inferno A doutrina genuína da Igreja responde que negar a Eucaristia àqueles que estão em pecado grave é autêntica caridade, pois impede que o pecador público pratique um sacrilégio merecedor da perdição eterna. Além do mais, afasta o povo cristão do escândalo. VATICANO No Vaticano, o Cardeal Raymond Leo Burke, ex-Prefeito da Signatura Apostólica – máximo órgão de Justiça, comparável ao Supremo Tribunal Federal – também sublinha que negar a Comunhão em tais casos é um ato de “caridade pastoral” pelas razoes expostas. Este cânon era outrora universalmente respeitado, inclusive pelos anticatólicos. Porém, aplicá-lo hoje virou um ato de coragem para bispos e sacerdotes, os quais sofrem até ameaças de destituição do cargo por grupos exaltados ou outros eclesiásticos “progressistas”; são também alvo de pressões políticas da parte de elementos mancomunados com a subversão no seio da Igreja. Leia também: “Comunhão na Mão é um ataque de Satanás à Eucaristia” – Cardeal Sarah Por isso são poucos que seguem a doutrina neste ponto. Mas os que agem corretamente neste ponto são verdadeiros ministros de Jesus Cristo, cheios de amor pelo seu Santíssimo Corpo e pela salvação das almas. E apontam a verdadeira estrada do futuro da Igreja. LifeSiteNews via IPCO
- Filha de santo entra na fila para comunhão e acaba sendo expulsa pelo padre
Um caso gerou repercussão nas redes sociais. Uma “filha de santo” da religião umbanda, acusa uma padre de intolerância religiosa após o o sacerdote pedir para que ela se retirasse da fila da sagrada comunhão. Nota-se que foi fácil para o padre identificar que se tratava de uma filha de santo pois a mesma estava vestida com roupas típicas da sua função na umbanda, assista a reportagem abaixo até o final para ver a explicação: O QUE DIZ A IGREJA A Eucaristia é a suprema demonstração de amor de Deus por nós, que se faz presença no meio de nós sob o véu deste sublime sacramento. Em diversos documentos a Santa Igreja nos orienta sobre como zelar pelo Santíssimo Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo. O cânon 915 estabelece textualmente que “não devem ser admitidos à Sagrada Comunhão os excomungados e os interditados após a imposição ou declaração da pena, e aqueles que obstinadamente persistam num manifesto pecado grave”. O cumprimento desta norma legal provoca debates e até ira na mídia e nos inimigos da Igreja. Também não é bem aceito por religiosos, padres e até bispos da linha “progressista” ou amigos de governos de esquerda, que arguem por vezes um falso senso de caridade ou de misericórdia. Leia também: Porque muitos, mesmo dentro da Igreja, estão a caminho do inferno A doutrina genuína da Igreja responde que negar a Eucaristia àqueles que estão em pecado grave é autêntica caridade, pois impede que o pecador público pratique um sacrilégio merecedor da perdição eterna. Além do mais, afasta o povo cristão do escândalo. VATICANO No Vaticano, o Cardeal Raymond Leo Burke, ex-Prefeito da Signatura Apostólica – máximo órgão de Justiça, comparável ao Supremo Tribunal Federal – também sublinha que negar a Comunhão em tais casos é um ato de “caridade pastoral” pelas razoes expostas. Este cânon era outrora universalmente respeitado, inclusive pelos anticatólicos. Porém, aplicá-lo hoje virou um ato de coragem para bispos e sacerdotes, os quais sofrem até ameaças de destituição do cargo por grupos exaltados ou outros eclesiásticos “progressistas”; são também alvo de pressões políticas da parte de elementos mancomunados com a subversão no seio da Igreja. Leia também: “Comunhão na Mão é um ataque de Satanás à Eucaristia” – Cardeal Sarah Por isso são poucos que seguem a doutrina neste ponto. Mas os que agem corretamente neste ponto são verdadeiros ministros de Jesus Cristo, cheios de amor pelo seu Santíssimo Corpo e pela salvação das almas. E apontam a verdadeira estrada do futuro da Igreja. LifeSiteNews via IPCO


















































