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  • Atriz americana de filme pró-vida consegue bolsa de estudos para mulheres grávidas

    Unplanned Movie Scholarship dará US$ 5.000 anualmente para uma mulheres que enfrentam uma gravidez não planejada . Ashley Bratcher, atriz principal do filme pró-vida “Unplaneed” ( não planejado ), ajudou a estabelecer uma bolsa de estudos para mulheres que buscam educação durante uma gravidez inesperada. “As mulheres podem seguir suas carreiras, viver seus sonhos e ter vidas mais ricas e gratificantes enquanto equilibram a maternidade. Às vezes, basta uma pequena ajuda ”, disse Bratcher em um comunicado de imprensa recente da Heartbeat International. “Eu queria ser capaz capacitar as mães para perseguir seus sonhos e fornecer um meio para aqueles que escolhem a vida para continuar seus estudos.” A bolsa de estudos, chamada de “ Unplanned Movie Scholarship ( Bolsa de estudos – filme Não Planejado ), dará US $ 5.000 anualmente para uma mulher que esteja passando por uma gravidez não planejada. Pode ir para oportunidades de educação educacional, incluindo faculdade ou escola de comércio. O projeto é apoiado pela Heartbeat International, uma agência pró-vida que fornece recursos para mulheres grávidas em mais de 2.000 locais em todo o mundo. “A bolsa de estudos apoiará, não apenas financeiramente a decisão das mães de continuar sua educação, mas também as conectará a uma organização que as apoiarão durante toda a gravidez e além”, acrescentou Bratcher. Jor-El Godsey, presidente da Heartbeat International, disse que a bolsa ajudará as mães a adotarem a educação e a vida. “Escondido no Unplanned está um lembrete vivo de que a educação pode representar um obstáculo para aceitar a nova vida dentro”, disse Godsey. Leia também: Glória Polo: “Fui julgada e condenada, mas Deus me deu uma segunda chance!” “A bolsa de estudos será uma tábua de salvação para o futuro de uma jovem mãe, pois ela faz a escolha corajosa para abraçar a maternidade.” Bratcher interpretou Abby Johnson no filme “Unplanned”. A história segue a vida de Johnson, ex-diretor de clínica da Planned Parenthood, que teve uma experiência de conversão depois de testemunhar os horrores do aborto. Hoje, Johnson é um defensor pró-vida e diretor do “And Then There Were None”, um ministério que ajuda outros trabalhadores do aborto a deixar o setor. Após o lançamento do filme, muitas mulheres entraram em contato com Bratcher para compartilhar suas histórias de situações difíceis na gravidez. Andrea Trudden, diretora de comunicações da Heartbeat International, disse à CNA que muitas mulheres compartilhavam um conflito comum – elas precisavam de apoio financeiro para concluir sua educação. Assista ao trailer do filme “Unplanned” ( Não Planejado ): “Depois do lançamento de ‘Unplanned’, Ashley teve muitas perguntas diferentes de mães que estavam compartilhando suas histórias sobre suas gestações não planejadas”, disse ela. “O aspecto da educação costumava ser um dos obstáculos”. Trudden disse que o desenvolvimento da bolsa ainda está em andamento. Ela disse que os candidatos serão recomendados a partir de um dos centros de ajuda da agência, onde as necessidades das mães serão melhor atendidas. “[Centros de gravidez] oferecem aulas para pais e classes financeiras. Somos capazes de unir o que fazemos através dessas organizações de saúde da gravidez com a mulher que quer continuar sua educação ”, disse ela. Veja também: Contra o aborto: assista o documentário “Pela Vida” “Estamos realmente olhando exatamente como fazer parceria com nossas organizações de ajuda na gravidez, a fim de fornecer os fundos para as mulheres.” Ela disse que a bolsa começará a aceitar candidatos no final deste ano, depois que a organização receber fundos suficientes. Agora a bolsa está aceitando doações em www.UnplannedMovieScholarship.com . Trudden disse que a oportunidade dará às mulheres o apoio de que precisam para continuarem sua educação, mas também apresenta uma mensagem maior. “As mulheres podem ter carreiras, podem ter uma vida plena e ser mães. Não é uma situação ou – disse ela. “Queremos fazer tudo o que pudermos para apoiar as mães durante essas decisões difíceis, ajudar a prepará-la para a maternidade e … [fornecer a ela] tudo que ela precisa para passar pela gravidez de uma maneira amorosa e carinhosa para que ela possa fazer escolhas positivas. a vida dela.” Perry West/CNA | Tradução: Equipe Templário de Maria

  • Atriz americana de filme pró-vida consegue bolsa de estudos para mulheres grávidas

    Unplanned Movie Scholarship dará US$ 5.000 anualmente para uma mulheres que enfrentam uma gravidez não planejada . Ashley Bratcher, atriz principal do filme pró-vida “Unplaneed” ( não planejado ), ajudou a estabelecer uma bolsa de estudos para mulheres que buscam educação durante uma gravidez inesperada. “As mulheres podem seguir suas carreiras, viver seus sonhos e ter vidas mais ricas e gratificantes enquanto equilibram a maternidade. Às vezes, basta uma pequena ajuda ”, disse Bratcher em um comunicado de imprensa recente da Heartbeat International. “Eu queria ser capaz capacitar as mães para perseguir seus sonhos e fornecer um meio para aqueles que escolhem a vida para continuar seus estudos.” A bolsa de estudos, chamada de “ Unplanned Movie Scholarship ( Bolsa de estudos – filme Não Planejado ), dará US $ 5.000 anualmente para uma mulher que esteja passando por uma gravidez não planejada. Pode ir para oportunidades de educação educacional, incluindo faculdade ou escola de comércio. O projeto é apoiado pela Heartbeat International, uma agência pró-vida que fornece recursos para mulheres grávidas em mais de 2.000 locais em todo o mundo. “A bolsa de estudos apoiará, não apenas financeiramente a decisão das mães de continuar sua educação, mas também as conectará a uma organização que as apoiarão durante toda a gravidez e além”, acrescentou Bratcher. Jor-El Godsey, presidente da Heartbeat International, disse que a bolsa ajudará as mães a adotarem a educação e a vida. “Escondido no Unplanned está um lembrete vivo de que a educação pode representar um obstáculo para aceitar a nova vida dentro”, disse Godsey. Leia também: Glória Polo: “Fui julgada e condenada, mas Deus me deu uma segunda chance!” “A bolsa de estudos será uma tábua de salvação para o futuro de uma jovem mãe, pois ela faz a escolha corajosa para abraçar a maternidade.” Bratcher interpretou Abby Johnson no filme “Unplanned”. A história segue a vida de Johnson, ex-diretor de clínica da Planned Parenthood, que teve uma experiência de conversão depois de testemunhar os horrores do aborto. Hoje, Johnson é um defensor pró-vida e diretor do “And Then There Were None”, um ministério que ajuda outros trabalhadores do aborto a deixar o setor. Após o lançamento do filme, muitas mulheres entraram em contato com Bratcher para compartilhar suas histórias de situações difíceis na gravidez. Andrea Trudden, diretora de comunicações da Heartbeat International, disse à CNA que muitas mulheres compartilhavam um conflito comum – elas precisavam de apoio financeiro para concluir sua educação. Assista ao trailer do filme “Unplanned” ( Não Planejado ): “Depois do lançamento de ‘Unplanned’, Ashley teve muitas perguntas diferentes de mães que estavam compartilhando suas histórias sobre suas gestações não planejadas”, disse ela. “O aspecto da educação costumava ser um dos obstáculos”. Trudden disse que o desenvolvimento da bolsa ainda está em andamento. Ela disse que os candidatos serão recomendados a partir de um dos centros de ajuda da agência, onde as necessidades das mães serão melhor atendidas. “[Centros de gravidez] oferecem aulas para pais e classes financeiras. Somos capazes de unir o que fazemos através dessas organizações de saúde da gravidez com a mulher que quer continuar sua educação ”, disse ela. Veja também: Contra o aborto: assista o documentário “Pela Vida” “Estamos realmente olhando exatamente como fazer parceria com nossas organizações de ajuda na gravidez, a fim de fornecer os fundos para as mulheres.” Ela disse que a bolsa começará a aceitar candidatos no final deste ano, depois que a organização receber fundos suficientes. Agora a bolsa está aceitando doações em www.UnplannedMovieScholarship.com . Trudden disse que a oportunidade dará às mulheres o apoio de que precisam para continuarem sua educação, mas também apresenta uma mensagem maior. “As mulheres podem ter carreiras, podem ter uma vida plena e ser mães. Não é uma situação ou – disse ela. “Queremos fazer tudo o que pudermos para apoiar as mães durante essas decisões difíceis, ajudar a prepará-la para a maternidade e … [fornecer a ela] tudo que ela precisa para passar pela gravidez de uma maneira amorosa e carinhosa para que ela possa fazer escolhas positivas. a vida dela.” Perry West/CNA | Tradução: Equipe Templário de Maria

  • Atrizes pedem dinheiro para o Criança Esperança mas defendem o assassinato de bebês

    Pelo segundo ano consecutivo a atriz Leandra Leal é mobilizadora do Criança Esperança, campanha de arrecadação de fundos para projetos sociais realizada em uma parceria entre a Rede Globo e o Unicef. Paradoxalmente a atriz que faz campanha a favor das crianças defende indiscriminadamente o aborto. Em 2014 a atriz protagonizou uma campanha na Revista TRIP defendendo o aborto. “Precisamos falar sobre o aborto”, dizia a atriz à época. Segundo Leal, a mulher tem o direito sobre seu corpo em todos os aspectos. “Temos o direito de decidir”, afirma se referindo ao aborto, que é a morte deliberada de bebês no ventre realizada com o consentimento da mãe. Leandra Leal: mobilizadora do Criança Esperança e defensora do aborto Em maio deste ano, o site TV Foco, repercutiu a opinião da atriz apresentadora do Criança Esperança favorável ao assassinato de bebês. “Não PL 1316 da Alerj que obriga médicos e agentes de saúde a notificarem a polícia quando uma mulher chegar com complicações pós-aborto. Aborto NÃO É caso de polícia! #foraPL1316″. Quem também defendeu com veemência o direito de mães porem fim à vida do nascituro em seus ventres foi a atriz Julia Lemmertz. Em novembro do ano passado a atriz protagonizou um vídeo que além da defesa do aborto ridicularizava a gravidez virginal de Maria, Mãe de Jesus. A atriz participou mais uma vez do Criança Esperança deste ano. Lembre do vídeo em que atores da globo fazem campanha pela promoção do assassinato de bebês: Leia também: Assistir novelas é ajudar a promover a destruição das Famílias e o Aborto Apoio ao aborto O blog do prof. Felipe Aquino exortou que o Unicef, órgão a que está ligado a Unesco, também financia projetos de aborto a meninas da África. O Unicef é quem administra todo dinheiro arrecadado pela Campanha Criança Esperança. O Instituto Católico para a Família e os Direitos Humanos (C – FAM) denunciou que o UNICEF (Fundo da ONU para a Infância) financia uma organização sul-africana que induz as meninas a manter um comportamento sexual e homossexual e a praticar abortos sem o consentimento de seus pais. A organização abortista denominada“Lovelife” (Amor e Vida) assegura em sua página na Internet que o UNICEF  é a que “maiores fundos provê” para a realização desses programas. Segundo a C-FAM “a organização parece muito ansiosa para empurrar as meninas para o assassinato de bebês, já que lhes indica as clínicas abortivas como a Marie Stopes International, (MSI), totalmente grátis, entre outras coisas”. Mediante a a campanha “Lovelife” difunde entre as meninas idéias como estas: “Vocês têm direito a consultar a conselheiros em matéria sexual. Têm direito a praticar um aborto. Se as pessoas não querem ajudá-las, não desanimem. Sigam tentando. Vocês não necessitam de permissão de ninguém para fazer um aborto”. Via Vanderlúcio Souza | Blogs O Povo

  • Atrizes pedem dinheiro para o Criança Esperança mas defendem o assassinato de bebês

    Pelo segundo ano consecutivo a atriz Leandra Leal é mobilizadora do Criança Esperança, campanha de arrecadação de fundos para projetos sociais realizada em uma parceria entre a Rede Globo e o Unicef. Paradoxalmente a atriz que faz campanha a favor das crianças defende indiscriminadamente o aborto. Em 2014 a atriz protagonizou uma campanha na Revista TRIP defendendo o aborto. “Precisamos falar sobre o aborto”, dizia a atriz à época. Segundo Leal, a mulher tem o direito sobre seu corpo em todos os aspectos. “Temos o direito de decidir”, afirma se referindo ao aborto, que é a morte deliberada de bebês no ventre realizada com o consentimento da mãe. Leandra Leal: mobilizadora do Criança Esperança e defensora do aborto Em maio deste ano, o site TV Foco, repercutiu a opinião da atriz apresentadora do Criança Esperança favorável ao assassinato de bebês. “Não PL 1316 da Alerj que obriga médicos e agentes de saúde a notificarem a polícia quando uma mulher chegar com complicações pós-aborto. Aborto NÃO É caso de polícia! #foraPL1316″. Quem também defendeu com veemência o direito de mães porem fim à vida do nascituro em seus ventres foi a atriz Julia Lemmertz. Em novembro do ano passado a atriz protagonizou um vídeo que além da defesa do aborto ridicularizava a gravidez virginal de Maria, Mãe de Jesus. A atriz participou mais uma vez do Criança Esperança deste ano. Lembre do vídeo em que atores da globo fazem campanha pela promoção do assassinato de bebês: Leia também: Assistir novelas é ajudar a promover a destruição das Famílias e o Aborto Apoio ao aborto O blog do prof. Felipe Aquino exortou que o Unicef, órgão a que está ligado a Unesco, também financia projetos de aborto a meninas da África. O Unicef é quem administra todo dinheiro arrecadado pela Campanha Criança Esperança. O Instituto Católico para a Família e os Direitos Humanos (C – FAM) denunciou que o UNICEF (Fundo da ONU para a Infância) financia uma organização sul-africana que induz as meninas a manter um comportamento sexual e homossexual e a praticar abortos sem o consentimento de seus pais. A organização abortista denominada“Lovelife” (Amor e Vida) assegura em sua página na Internet que o UNICEF  é a que “maiores fundos provê” para a realização desses programas. Segundo a C-FAM “a organização parece muito ansiosa para empurrar as meninas para o assassinato de bebês, já que lhes indica as clínicas abortivas como a Marie Stopes International, (MSI), totalmente grátis, entre outras coisas”. Mediante a a campanha “Lovelife” difunde entre as meninas idéias como estas: “Vocês têm direito a consultar a conselheiros em matéria sexual. Têm direito a praticar um aborto. Se as pessoas não querem ajudá-las, não desanimem. Sigam tentando. Vocês não necessitam de permissão de ninguém para fazer um aborto”. Via Vanderlúcio Souza | Blogs O Povo

  • Bispo alemão adverte que a Igreja Católica na Alemanha pode acabar sendo protestante

    O bispo de Regensburg, Mons. Rudolf Voderholzer, advertiu que o caminho sinodal assumido pela Igreja Católica na Alemanha pode acabar tornando-o protestante “Existem questões que não podem ser discutidas.” (Die Tagespot / InfoCatólica) O Bispo de Regensburg refletiu sobre a tendência tomada pela Igreja na Alemanha durante sua homilia na Abadia de Rohr, na Baixa Baviera, o dia da Assunção da Virgem. Os temas que foram propostos para a agenda do caminho sinodal, recorda o Bispo Voderholzer, são a “liberalização da moral sexual, o reconhecimento das uniões homossexuais, a sinodalização da liderança da igreja”, o que implica uma aproximação do Igreja às comunidades eclesiais protestantes, que atualmente debatem se devem ou não manter a obrigação de ir aos cultos dominicais e dizer adeus ao evangelho. Leia também: Veja o que cardeais, bispos e teólogos importantes estão falando sobre o Sínodo da Amazônia Segundo o bispo, há questões sobre as quais, como comunidade cristã “invocando o Novo Testamento”, não é possível discutir “abertamente”. Por infocatolica.com #Crisenaigreja #Notícia #SínododaAmazônia

  • Bispo alemão adverte que a Igreja Católica na Alemanha pode acabar sendo protestante

    O bispo de Regensburg, Mons. Rudolf Voderholzer, advertiu que o caminho sinodal assumido pela Igreja Católica na Alemanha pode acabar tornando-o protestante “Existem questões que não podem ser discutidas.” (Die Tagespot / InfoCatólica) O Bispo de Regensburg refletiu sobre a tendência tomada pela Igreja na Alemanha durante sua homilia na Abadia de Rohr, na Baixa Baviera, o dia da Assunção da Virgem. Os temas que foram propostos para a agenda do caminho sinodal, recorda o Bispo Voderholzer, são a “liberalização da moral sexual, o reconhecimento das uniões homossexuais, a sinodalização da liderança da igreja”, o que implica uma aproximação do Igreja às comunidades eclesiais protestantes, que atualmente debatem se devem ou não manter a obrigação de ir aos cultos dominicais e dizer adeus ao evangelho. Leia também: Veja o que cardeais, bispos e teólogos importantes estão falando sobre o Sínodo da Amazônia Segundo o bispo, há questões sobre as quais, como comunidade cristã “invocando o Novo Testamento”, não é possível discutir “abertamente”. Por infocatolica.com #Crisenaigreja #Notícia #SínododaAmazônia

  • “Maconha” e “Aborto” promovidos por uma paróquia católica? Como assim?

    Pois é, parece absurdo falar sobre maconha e aborto relacionados a uma paróquia católica, mas ultimamente estamos testemunhando muitos absurdos, inclusive relacionados a pessoas de dentro da Igreja. Este é um assunto grave que aconteceu na Diocese de São Miguel Paulista e vamos apresentar todos os detalhes desta polêmica que já tomou até os grandes meios de comunicação. Infelizmente, nunca se relativizou tanto as coisas como presenciamos agora. Até mesmo a Santa Igreja, que sempre foi referência de tradição e confiança, está sofrendo com estes ataques contra as verdades fundamentais e a relativização do sagrado. Não há como negar “que o ateísmo fez naufragar na fé grande número de fiéis, de que a dessacralização entrou no templo santo de Deus, não poupando nem sequer bom número de nossos irmãos Sacerdotes, e de que o mal e o pecado inundam cada vez mais o mundo.” Trecho do ato de consagração ao Imaculado Coração de Maria (MSM) Assista ao vídeo abaixo e entenda o “fuzuê” que está acontecendo em uma paróquia da diocese de São Miguel Paulista, onde o Padre Ticão, que é conhecido por defender o uso da Canabis (maconha medicinal), permitiu que acontecesse um evento cujo tema era Ideologia de Gênero e quem ministraria esta palestra seriam membros de uma ONG feminista pró-aborto. Depois de assistir ao vídeo, visite nosso artigo que conta mais detalhes sobre tudo que você precisa saber sobre sobre o que está acontecendo nesta paróquia, clicando neste link: Tudo que você precisa saber sobre os protestos contra ONG pró-aborto em uma paróquia católica. Leia também: Porque muitos, mesmo dentro da Igreja, estão a caminho do inferno

  • “Maconha” e “Aborto” promovidos por uma paróquia católica? Como assim?

    Pois é, parece absurdo falar sobre maconha e aborto relacionados a uma paróquia católica, mas ultimamente estamos testemunhando muitos absurdos, inclusive relacionados a pessoas de dentro da Igreja. Este é um assunto grave que aconteceu na Diocese de São Miguel Paulista e vamos apresentar todos os detalhes desta polêmica que já tomou até os grandes meios de comunicação. Infelizmente, nunca se relativizou tanto as coisas como presenciamos agora. Até mesmo a Santa Igreja, que sempre foi referência de tradição e confiança, está sofrendo com estes ataques contra as verdades fundamentais e a relativização do sagrado. Não há como negar “que o ateísmo fez naufragar na fé grande número de fiéis, de que a dessacralização entrou no templo santo de Deus, não poupando nem sequer bom número de nossos irmãos Sacerdotes, e de que o mal e o pecado inundam cada vez mais o mundo.” Trecho do ato de consagração ao Imaculado Coração de Maria (MSM) Assista ao vídeo abaixo e entenda o “fuzuê” que está acontecendo em uma paróquia da diocese de São Miguel Paulista, onde o Padre Ticão, que é conhecido por defender o uso da Canabis (maconha medicinal), permitiu que acontecesse um evento cujo tema era Ideologia de Gênero e quem ministraria esta palestra seriam membros de uma ONG feminista pró-aborto. Depois de assistir ao vídeo, visite nosso artigo que conta mais detalhes sobre tudo que você precisa saber sobre sobre o que está acontecendo nesta paróquia, clicando neste link: Tudo que você precisa saber sobre os protestos contra ONG pró-aborto em uma paróquia católica. Leia também: Porque muitos, mesmo dentro da Igreja, estão a caminho do inferno

  • O Filioque: Parte II — Apologistas da Fé Católica

    https://apologistasdafecatolica.com.br/o-filioque-parte-ii/

  • O Filioque: Parte I — Apologistas da Fé Católica

    https://apologistasdafecatolica.com.br/o-filioque-parte-i/

  • DUAS EXPRESSÕES DO ESPÍRITO TOTALITÁRIO [Stalin e Hitler] – Nicolas Boer

    [Nicolas Boer (1914-1987), húngaro de nascimento, é um fugitivo do comunismo. Chegou no Brasil em 1950, fez carreira universitária na USP e foi comentarista internacional de O Estado de S. Paulo. Tem vários livros publicados. Este blog já publicou um ensaio do professor Boer sobre a teologia da libertação.] Adolf Hitler e Joseph Stalin, os dois homens que mais decisivamente influenciaram os rumos da História do século XX, foram ambos idolatrados em vida e abominados após a morte. Stalin, que no ápice da glória (quando todos esquecem os métodos aos quais devem seus êxitos) foi chamado de “guia genial dos povos”, nasceu há cem anos, 21 de dezembro de 1879, em Gori, Geórgia, Transcaucásia. Dez anos mais moço, Hitler que, ainda em setembro de 1942 (quando se começava a prever seu vertiginoso declínio), confundia “sua obra com o destino do Reich”, nasceu a 20 de abril de 1889, na pequena cidade austríaca Braunau Am Inn, nas fronteiras de Baviera. O centenário do nascimento de Stalin e o nonagésimo aniversário de Hitler dão aos analistas, interessados em descobrir o segredo destas duas fulgurantes carreiras, o ensejo de procurar estabelecer uma comparação do perfil psicológico dos dois líderes que manifestaram mutuamente um ódio visceral e, ao mesmo tempo, uma admiração às vezes confessada, às vezes disfarçada. Alternadamente aliados e adversários, irmãos gêmeos da família dos Leviatãs, monstros da crueldade bárbara e refinada, transformaram o genocídio institucionalizado em “razão de Estado” e erigiram a egolatria a dimensões antes desconhecidas, a pretexto da idolatria do mito ou, se quiserem, da utopia da Raça e da Classe. Aspectos particulares, o biológico e o social, hipostasiados, apontados como raiz única da existência e da cultura, que só podemos conceber em termos globais do consenso social comtiano e do pluricausalismo, nunca, porém, do unicausalismo determinante. O que mais repugna no totalitarismo é que procura degradar o indivíduo, a quem atribuímos a dignidade de pessoa (Boécio: “individualis naturae spiritualis substancia”, “A pessoa é uma substância individual de natureza racional”), à condição de átomo da nação hipertrofiada e estatizada (fascismo), de uma gota de sangue do organismo racial politizado (nacional-socialismo) ou de um dente a mais nas rodas de engrenagem do Grande Trator proletário (comunismo). Hitler e Stalin foram no fundo irmãos gêmeos. O conteúdo do seu credo político e ideológico era diferente, e até antagônico. Sua psicologia tinha duas direções, a de Hitler, intuitiva, irracional, e a de Stalin, racional e dialética. Nenhum deles possuía escrúpulos. Só após a morte separaram-se definitivamente os seus caminhos. A Segunda Guerra Mundial, que marca ainda o destino da humanidade, foi obra da cumplicidade dos dois. Hitler agiu sob o impulso da intuição imediatista ao passo que Stalin o fez calculando racional e dialeticamente as consequências da violação das regras do jogo, consagradas pela história europeia. A Rússia, mesmo depois da Revolução de Outubro, era parte integrante do sistema europeu de Estados que se formou a partir do momento em que os Estados nacionais emergiram da ordem universal do “mundus christianus” medieval, o qual só se desintegrou no fim da Segunda Guerra Mundial. Se a intuição alertou Hitler para a necessidade da proteção de retaguarda que Stalin poderia oferecer-lhe para romper o equilíbrio europeu, o líder russo, por sua vez, sabia que assim como o Führer necessitava da sua ajuda para romper o equilíbrio, também as potências ocidentais dela precisariam para restaurá-lo. Dessa forma, o rompimento do “status quo” europeu, promovido por Hitler, com violência sem par sob a instigação e o auxílio de Stalin, resultou no aniquilamento do cordon sanitaire construído após a Primeira Guerra Mundial em torno da União Soviética e abriu a porta através da qual Stalin pôde entrar na Europa. A guerra total, então iniciada, que só poderia terminar com a capitulação de um grupo das potências beligerantes, não permitiu que a porta, uma vez aberta, fosse de novo fechada. Stalin, desde o começo, estava perfeitamente consciente das enormes vantagens que poderia tirar, não apenas do rompimento do status quo europeu, mas também do desfecho da guerra, qualquer que fosse a parte que dela saísse vitoriosa. Por isso, sempre fez seu próprio jogo, procurando preservar sua relativa liberdade de movimento diplomático, não obstante as alianças políticas e militares contraídas sucessivamente com as duas partes beligerantes do “campo capitalista”, visando obter, por meio delas, antes a realização dos seus fins específicos do que a vitória da causa comum. Seu objetivo específico certamente não era o restabelecimento do equilíbrio europeu, mas sim a criação, na Europa, de um estado permanente de desequilíbrio, graças ao qual pôde expandir-se e consolidar suas novas posições de poder. Stalin obteve dos aliados democráticos a incorporação de onze Estados da Europa Central e Oriental ao seu Império. Foi o preço que Hitler não quis pagar-lhe, quando Stalin, a 25 de novembro de 1940, atendendo ao convite do Führer, manifestou sua disposição de aderir ao Pacto Tripartite, condicionando a sua entrada neste Pacto Anticomintern (!) à extensão da sua zona de influência a todas as regiões da Europa, que seus aliados ocidentais democráticos lhe entregaram em Ialta e Potsdam. Em 1941, diante das condições de Stalin, com a mesma impulsividade com que propôs e assinou o Pacto Ribbentrop-Molotov, a 23 de agosto de 1939, que constituiu flagrante violação dos seus propósitos confessados no Mein Kampf de promover uma cruzada anticomunista e antissoviética, Hitler resolveu agredir a Rússia, denegando o voto solene que fez no mesmo livro de não permitir que a Alemanha se empenhasse mais uma vez numa guerra de duas frentes. O traço comum aos dois ditadores, não obstante as diferenças de temperamento entre um e outro, é que, ao tomar suas decisões na guerra, não se deixaram em nenhum momento, influenciar por conceitos, preconceitos e pretextos ideológicos. Hitler perdeu e Stalin ganhou. Adolf Hitler, Führer e Reichskanzler, suicidou-se a 30 de abril de 1945. Seu corpo foi queimado no jardim da Reichskanzler. Não se sabe se suas cinzas foram recolhidas por mãos ainda devotas numa urna ou se foram levadas pelo vento. A maioria dos alemães hoje desejaria, com certeza, que sua memória tivesse sido dispersa pelo vento. Stalin morreu a 5 de março de 1953 de hemorragia cerebral. Sua memória, sobretudo após as revelações secretas de Kruschev no XX Congresso do PCUS, ficou desmoralizada. Quando ainda vivia, a Grande Enciclopédia Soviética publicou-lhe o retrato em página inteira, tendo o verbete a ele dedicado dezenas de páginas em que sua vida e obra eram analisadas em forma de panegírico, cheio de adjetivos superlativos e aduladores. Mas a história do partido está sendo reescrita anualmente de forma que hoje a mesma enciclopédia lhe dedica no máximo uma página com ou sem fotografia do tamanho de um selo. Mas o efeito de seus atos permanece e, apesar dos processos alternados de destalinização e reestalinização, não é possível extirpar da história da Revolução Russa a essência do stalinismo simplesmente porque os 62 anos da história da União Soviética e do Partido Comunista, ficaram indelevelmente marcados pelo reinado de Stalin. Um reinado que durou 30 anos, ao preço de 60 milhões de vidas exterminadas no imenso campo concentracionário do Arquipélago Gulag. As diplomacias dos dois ditadores, impostores do ponto de vista moral e manipuladores do moderno imperialismo, também ostentam a marca da sua personalidade: irrealista e irracional, de Hitler, e realista e racional, de Stalin. O que é comum aos dois é a brutalidade com que praticaram a política de poder, sem escrúpulos e sem remorsos. Uma rápida comparação da política diplomática dos dois tiranos, revela sua personalidade. Hitler primeiro expôs, em seu Mein Kampf, a totalidade do seu programa e depois procurou realizá-lo por etapas. Longe de pedir mais para obter menos, o Führer procurava fazer seus interlocutores acostumarem-se às suas exigências, no início relativamente modestas, depois mais ambiciosas. Embora consciente de sua fraqueza, nunca se afastou das metas que se havia proposto, nem mesmo no que diz respeito às datas (em abril de 1938 fixou para 1º de outubro a anexação do país dos Sudetos e, em abril de 1939, fixou para 1º de setembro a invasão da Polônia). As negociações intermediárias não tinham outro objetivo a não ser o de obter pacificamente o que pretendia realizar de qualquer modo. No famoso Protocolo Hossbach, de 5 de novembro de 1937 (Akten zur deutschen Auswaertigenpolitik), mostrara ele que a realização do seu plano implicava em violência e que “a violência não se aplica sem riscos”. Stalin jamais precisava expor seus planos publicamente, além de jamais deixar qualquer dúvida de que permaneceria sempre, em toda a sua conduta diplomática, fiel à ideia de que o comunismo deveria finalmente triunfar no planeta inteiro. Esta atitude mais sutil permitiu-lhe empreender, quando as relações de força internacional assim o exigiram, recuos considerados, porém, temporários, como aconteceu no caso de Azerbaijão, em dezembro de 1946, no da guerra civil da Grécia (1947) e no do bloqueio de Berlin (1948-1949). Mais diplomático do que Hitler, sabia levar avante seus planos imperialistas dando a impressão de certa moderação e alcançando assim, com seu aparente tato, mais do que a que ele fez jus. Em Dumbarton Oaks, por exemplo, reclamou dezesseis votos para a URSS na ONU e em Ialta obteve três. Em todo caso, é uma característica da diplomacia soviética — manobrada então por Stalin — contentar-se, pelo menos provisoriamente, sobretudo quando suas exigências se chocam com a firmeza decidida do interlocutor, com o mínimo, apos ter exigido o máximo, sem excluir, porém, a constante e progressiva expansão de suas posições. Em Cuba, após duas tentativas frustradas, pela terceira vez conseguira instalar suas tropas e armas de combate. Onde, porém, não encontra nenhuma resistência (Angola, Etiópia, Iêmen e Afeganistão) procede tranquilamente a obra de conquista “manu militari”. Ao passo que Stalin, nas horas de grande perigo, sabia fazer concessões, embora por motivos táticos, às oposições internas, procurando conciliar sua política com o sentimento nacional e a ortodoxia russa, Hitler, nos momentos decisivos quando seu prestígio começou a ficar abalado, na frente de batalha e no controle dos mecanismos do poder, tomado de insensatez, procedeu ao extermínio maciço dos que considerou os maiores inimigos da raça alemã, os judeus, ciganos, conservadores e liberais e os membros da resistência dos países ocupados. Reagiu com a instintiva e incontrolável brutalidade de uma fera ferida. Sabiamente, a conduta de Stalin durante a Segunda Guerra Mundial foi caracterizada pelo forte apelo ao patriotismo, nacionalismo e tradicionalismo russo (e não soviético). Evocando as memórias de 1812, bem como os grandes heróis da Mãe-Russa e as tradições militares de Pedro, O Grande, Suvurov e Kutuzov, descreveu o conflito com a Alemanha de Hitler, não como uma luta de vida e morte contra o racismo e reacionarismo, mas sim como a Grande Guerra Patriótica. Reabilitou a Igreja Ortodoxa, Igreja Russa, e dissolveu a Internacional Comunista. Estes movimentos, de certo, foram ditados por imposições da política doméstica, mas visaram ao mesmo tempo à consolidação da aliança com o Ocidente democrático, dando à guerra um sentido patriótico e não revolucionário. Stalin entendeu, contrariamente à concepção de Trotsky, que a consolidação do socialismo num só país é a condição e a melhor garantia da revolucionarização do mundo inteiro. A História, por enquanto, parece dar-lhe razão. Embora a perseguição dos judeus, apontados no Mein Kampf como os “piores inimigos da Humanidade”, tenha sido iniciada logo após a tomada de poder por Hitler (30 de janeiro de 1933), ela se desenvolveu em etapas de crescente intensidade e brutalidade, para chegar a assumir as proporções de verdadeiro genocídio a partir da invasão da URSS pelas tropas de Hitler, em junho de 1941, sendo institucionalizada na primavera europeia de 1942. Cabe, neste contexto, mencionar apenas as fases principais desta perseguição genocida que atingia, no fim, todos os judeus, não apenas dos países ocupados, mas também aqueles que permaneceram até esta data na Alemanha, exterminados nas câmaras de gás dos campos de concentração de Auschwitz, Mauthausen, Treblinka, Belzec, Maidanek.etc. As etapas anteriores e preparatórias para o genocídio coletivo foram as Leis de Nuremberg (1935), a Noite de Cristal (8/11/1938). Mas nas câmaras de gás foram incinerados 72% dos 8,3 milhões de judeus que viviam nos territórios europeus ocupados pelos nazistas. Dos 7,2 milhões de incluídos nestes campos de extermínio, apenas meio milhão sobreviveu à fúria genocida da SS. A “valorização” dos cadáveres (cabelos, ossos, dentes de ouro e as remanescentes pequenas propriedades) cabia ao Ofício de Administração Econômica da SS em Berlim. Não cabe neste breve ensaio comparativo dar conta completa dos crimes cometidos pelo nazismo, sob a ordem direta de Hitler. Para ter uma ideia da agressividade e destrutibilidade do líder nazista — que Erich Fromm (The anatomy of human destructiveness) chama de necrófilas —, basta atentar para o fato de que os crimes inauditos cometidos em segredo mantido pela censura, costumeira no regime totalitário e justificada pela necessidade da guerra, chegaram a incluir o assassínio de 70.000 doentes mentais na Alemanha, isso sem contar o número espantoso de presos nos campos de concentração submetidos a experiências médicas (vivissecção), a deportação de centenas de milhares de prisioneiros para trabalho forçado na Alemanha, a germanização de poloneses de nome alemão, bem como de órfãos dos territórios ocupados, em lares especializados. Erich Fromm, no livro acima mencionado, dedica capítulos especiais à análise do caráter psicopatológico de Hitler. O capítulo mais importante: “Agressividade maligna: Adolf Hitler, um caso clínico de Necrofilia” (p.369-435). A inclinação de Hitler à destruição (sobretudo de cidades e de povos), nascida de ódio irracional não apenas dos judeus, dos poloneses, dos russos e dos próprios alemães (que não mereceriam sobreviver como nação se não ganhassem a guerra, ou seja, se não se mostrassem mais fortes do que os outros) e até de si mesmo, assume formas de sadismo necrófilo. O necrofilismo se define em relação ao darwinismo social, pois este se contenta com a afirmação de que na competição só os mais fortes vão e merecem sobreviver, enquanto a agressividade maligna e doentia de Hitler levou-o a desejar o aniquilamento dos racialmente inferiores ou não suficientemente fortes e não apenas a desejá-lo, mas também a encarregar-se de executar este aniquilamento, na consciência sádica e narcisicamente deformada de executar as leis da História (no vocabulário dele: providência) e a vontade das massas. Conviria dizer uma palavra desta identificação de Hitler com as massas — a concepção do Führer como o virtuose que conscientiza os anseios inconscientes do Homem-Massa — mas neste contexto basta transcrever com Fromm uma frase de Hitler que realça os aspectos sádicos e necrófilos da sua agressividade: “O que elas (as massas) querem é a vitória do mais forte e o aniquilamento ou a capitulação incondicional do mais fraco”. E, segundo Fromm, o sadista exigiria capitulação, o necrófilo exige o aniquilamento. O sadismo é a paixão de adquirir poder ilimitado sobre um ser sensível, a necrofilia é a paixão de destruir vida e a atração que se sente por tudo o que é morto. Segundo Fromm, Stalin apresenta o caso clínico de sadismo mórbido. Foi Stalin o primeiro entre os líderes da Revolução de Outubro a aplicar a tortura. Sob o seu reinado, os métodos de tortura dos prisioneiros políticos institu-cionalizados pela polícia secreta ultrapassaram passaram, quanto à crueldade e ao refinamento, tudo que a polícia czarista podia conceder e aplicar. O sadismo mental de Stalin é característico: um dos seus maiores prazeres consistia em garantir às pessoas que gozavam de segurança e prendê-las um dia depois [sic]. Prendia as esposas e às vezes as crianças de altos funcionários e internava-as em campos de trabalho, enquanto os maridos e pais tinham de continuar a trabalhar em seus ofícios e, quando admitidos à presença do tirano, a adulá-lo. Neste ponto, Stalin se compara ao Calígula de Albert Camus, que é também um tipo extremo de controle sádico que se define como o desejo de onipotência. “O controle das consciências é uma meta e característica de todos os regimes totalitários, que, porém, foi conseguido por Stalin, ainda antes da institucionalização dos manicômios destinados a reeducar ou simplesmente: castigar inconformistas e desviacionistas ou suspeitos de inconformismo e desvio ideológico o, como ilustra a novela de Koestler, O zero e o infinito. A psicopatia é um dos aspectos mais característicos dos ditadores totalitários: a inclinação a forçar suas vítimas a suportar dores e humilhações sem serem capazes de se defender. Isto faz parte também dos métodos tradicionais de governo na Rússia, que os czares herdaram dos mongóis que os mantiveram sob seu domínio durante dois séculos. Robert Conquest (The great terror) cita Tolstoi que em sua novela Hadji Murad descreve como o czar Nicolas I determinou que um estudante polonês fosse punido por ter atacado e levemente ferido seu professor: “Pegou o relatório e com próprio punho, com letras grandes e com três erros ortográficos, escreveu na sua margem: ‘Merece a morte, mas graças a Deus, não temos pena capital e não sou eu quem deva introduzi-la. Façam-no correr pelas varas de mil homens doze vezes’ — Nicolas”. Nicolas sabia, perfeitamente que doze mil flagelos com as varas militares não somente significava morte certa com tortura, mas também era crueldade supérflua, porque cinco mil golpes eram suficientes para matar o homem mais forte. Todavia deu-lhe prazer ser cruel desapiedadamente e, ao mesmo tempo, gabar-se do fato de que havíamos abolido a pena de morte na Rússia”. Robert Conquest continua afirmando que “existe ainda um outro aspecto extravagante com que se defronta, às vezes, não só dentro do aparato comunista, mas também em relação com os velhos admiradores de Stalin no Ocidente. Os assassinatos em massa parecem convencer a gente da gravidade da causa e por isto são justificados.” De maneira semelhante Arthur Koestler em seu O Zero e o infinito dá na boca do investigador Gletkin a afirmação de que “é a disposição stalinista de enfrentar os horrores e as depravações do processo histórico que assegura a superioridade do regime sobre o humanismo sentimental”. Isaac Deutscher em seu Stalin, a political biography faz comparações entre Robespierre e Stalin, entre a revolução jacobina, que introduziu o domínio da guilhotina na França e a época stalinista dos grandes expurgos que fez dominar o terror na Rússia. O que é comum a estes dois episódios históricos são a crueldade irracional e horror mitológico com que a revolução devora seus próprios filhos. Mais interessante ainda, quando Deutscher afirma que Lenin, analisando o caráter de Stalin, só viu o início dos processos pelo qual a Rússia czarista derrotada ia impor seus próprios padrões ao bolchevismo vitorioso. A História, sobretudo de Roma e Hélade, tem muitos exemplos de que o país militarmente derrotado impõe sua cultura ao império vitorioso. “Este processo histórico inevitável foi refletido pelas expressões mutáveis da fisiognominia política de Stalin: os traços não de um mas de muitos grandes czares pareciam reaparecer na figura deste bolchevique georgiano que agora reinou no Kremlin. Em um tempo ele mostrou os traços de parentesco familiar do czar de ferro, Nicolas I. Em outro ele se assemelhou mais a um descendente de Pedro, o Grande: não construiu ele a Rússia Industrial, como Pedro, o Grande construiu seu Petersburgo nos pântanos e à custa da vida dos operários? Nos anos da Segunda Guerra Mundial ele iria assumir as posturas e imitar os gestos de Alexandre I. E, então, no período dos grandes expurgos, ao exterminar seus oposicionistas, assemelhou-se mais a Ivã, o Terrível, enfuriado contra seus boyars [membros da aristocracia russa]. Sua polícia política, encarregada das empresas industriais e das prisões, não foi diferente da prichnina, a guarda pretoriana proprietária rural, por meio da qual Ivã, o Terrível assegurou seu domínio. Em sua disputa com Trotsky pode-se descobrir ecos lânguidos da controvérsia feroz entre lvã, o Terrível e o príncipe Kurbsky, o líder revoltoso dos boyars. Como no século XVI, o povo de Moscou “rezou no terror, pedindo que o dia passasse sem execução”… A crueldade com que o passado oprimiu o presente foi proporcional à determinação com que a revolução se empenhou em repudiar o passado. Eis uma das diferenças entre Hitler e Stalin. Hitler, só houve um na história alemã. Havia muitos Stalins na história da Rússia. (In: “Suplemento cultural” nº 163, jornal O Estado de São Paulo, 16/12/1979)

  • A GRAÇA ME FEZ CATÓLICO

    A GRAÇA ME FEZ CATÓLICO A GRAÇA A lei da graça é como a atmosfera que dá oxigênio a toda a teologia católica; mais: o próprio conceito de teologia inclui o da graça, porque o cristianismo é uma religião revelada produto da razão humana, mas um dom de Deus comunicado ao homem para lhe confidenciar Sua vontade misericordiosa. A teologia cristã, propriamente dita, nasce do estudo da Revelação, isto é, do debruçar-se sobre o que Deus revelou, de modo inteiramente gratuito, sobre Si mesmo, sobre o homem, sobre seu destino e do mundo. Sem esta Mensagem vinda dos céus, e portanto sem a graça, é inconcebível a existência da teologia cristă, porque a a Revelação, a que deve corresponder, da parte do homem, a humilde aceitação dos mistérios da Fé, é um conhecimento sobrenatural que eleva a humanidade a um novo modo de existir superior, intangível só por seus recursos naturais. E a Revelação que nos diz o que Deus quis ser para o homem para Ele: um amigo pessoal e próximo,. que se comunica no amor e na familiaridade recíproca, que Se dá ao homem numa doação absolutamente insuspeitada que penetra até o íntimo da natureza humana para elevá-lo às alturas inacessíveis em que habita a Trindade, onde então participará eternamente de uma vida semelhante à de Deus. Esta antropologia cristã é ensinada pela Sagrada Escritura quando narra que o homem foi constituído na justiça original, mas que a perdeu pelo pecado. Sem a noção da graça é impossível compreender esta antropologia e os problemas que Ihe são inerentes na dialética cristã do natural- sobrenatural, da natureza-graça, próximo, que Se comunica no amor e na, muito menos ainda se pode compreender o que seja o pecado como ruptura transcendental das relações de amizade com um Deus que Se tinha dado gratuitamente ao homem. O Deus que infunde a graça não é, porém, um ser abstrato, um motor imóvel: é o único Deus verdadeiro e pessoal: Pai, Filho e Espirito Santo. Donde se conclui que a graça traz consigo a vida íntima do grande mistério da Trindade, porque ela é, na sua essência profunda, a doação das três Pessoas divinas que penetram no homem transformando-o num templo. O pecado rompe esta comunhão sobrenatural com Deus: consumado o pecado, jamais poderia o homem, por suas próprias forças, restabelecer uma uma relação a que não tinha direito e por culpa sua perdeu, tanto para si como para os seus descendentes. Por isso, já desde o início dos tempos se delineia a expectativa de um Salvador, que outro não é senao o próprio Filho de Deus, que Se encarna para reintegrar a humanidade na intimidade com Deus por meio de Sua morte e ressurreição: “Mas quando chegou plenitude dos tempos Deus enviou Seu Filho […] para que recebêssemos a adoção de filhos” (Gl 4, 4.5). A graça toma assim uma coloração essencialmente cristológica e, desde as origens da humanidade, é conexa com a Obra de Cristo Salvador. Outra finalidade não tem qualquer ação de Jesus senão o superabundante restabelecimento da primitiva comunhão sobrenatural com Deus: “mas onde abundou o pecado superabundou a graça” (Rm 5, 20). Consuma-se a doação de Deus por meio da doação filial do Verbo Encarnado, o primeiro de uma multidão de irmãos que constituem a grande família dos filhos de Deus, da qual Ele é a Cabeça: constituída visivelmente, esta é a Igreja, povo de Deus, em que se desenrola a vida humana, mas ao mesmo tempo instrumento eficaz da graça divina, que é, na realidade, graça de Cristo. Jesus fundou a Igreja dando-lhe o caráter sacramental, capaz de alcançar o homem em cada instante de sua vida: tais são os sacramentos. Os santos que a Igreja venera são pessoas que foram dóceis ao dom de Deus: neles se contempla o modelo original do que pode ser a alma humana que não interpõe obstáculos à graça, porque a santidade, a que todos são chamados, outra coisa não é senão o fruto pleno da graça, que no seu desenvolvimento harmônico alicerça as grandes virtudes cristas. Finalmente, a graça tem uma consumação final, individual, social e até cósmica na vida sem fim e na bem-aventurança eterna, com a dimensão corporal na ressurreição da carne. A graça, portanto, envolve toda a história da salvação, que conhecemos pela Revelaçao; ao mesmo tempo pressupõe a colaboração do homem: aqui nascem os delicados problemas do harmonioso equilibrio que protege a liberdade humana. Surge também a questão de saber se o homem pode chegar, por si so, a estes fins sobrenaturais: “E se foi pela graça, não foi pelas obras; do contrário, a graça já não seria graça” (Rm 11, 6). Por tudo isso, voltamos à verdade inicialmente afirmada: a teologia católica respira inteiramente numa atmosfera de graça. A EXISTÊNCIA HUMANA ENTRE PECADO E GRAÇA sob o domínio do pecado e da morte O pecado como oposição à condição de criatura do ser humano “O pecado de Adão, que é um só quanto a origem” (DH) A partir da história da perdição real da humanidade pode medir-se, do alto do mistério da redenção em Cristo, o abismo inteiro, ou seja, de que é evidente que o “primeiro ser humano” como expoente da humanitas originans) categorializou de maneira negativa sua liberdade apriorista e aberta para Deus em face da oferta do amor e da graça. Assim, o “principio da história” é determinado pela contradição do ser humano com sua condição de criatura e sua constituição em “santidade e justiça”. A incipiente história da liberdade iniciante se transformou por meio do pecado original numa história da perdição. Se a autorrevelação de Deus como criador e a comunicação de sua vida divina alguma vez se tornou concreta no modus da livre recepção no mundo ou se ela se apresentou na autorreflexão espiritual como a livre auto-oferta de Deus dada com sua existência espiritual, é uma questão que permanece em aberto na teologia. numa história da perdição. Isto se aplica também à questão do intervalo temporal entre a constituição no estado original e o pecado original. O conceito do pecado original não pode ser considerado no sentido de uma ação pecaminosa, uma transgressão dos mandamentos de Deus. O “verdadeiro e próprio caráter de pecado” (DH 1515) se refere, formalmente, no caso do pecado original, à livre recusa, realizada em vista da graça, da condição de criatura como a relação transcendental fundamental com Deus. Ainda que, na linguagem figurada, o pecado original possa ser designado “transgressão de um preceito” (Rm 5,14), no caso da proibição de “comer do fruto da árvore, que está no meio do jardim” (Gn 3,3), contudo, é evidente que não se trata de um preceito concreto da legislação moral, mas do respeito aos limites do ser humano em relação a Deus, que lhe são impostos por meio de sua condição de criatura. (Por isso, também a história da queda no pecado nada tem a ver com a antiga noção de um furto de uma fruta, ao que Deus teria imposto um castigo absolutamente desproporcional.) A natureza do pecado original se aclara a partir da tentadora intenção de tornar-se “como Deus” e pretender um poder de disposição sobre o “conhecimento do bem e do mal” igual ao de Deus (Gn 3,5). O núcleo do pecado original consiste, portanto, em que “pela desobediência de um só homem todos se fizeram pecadores” (cf. Rm 5,19). “Desobediência” não significa aqui a falta de obediência dos filhos diante dos pais ou o não cumprimento da ordem de um superior. Significa, antes, a negação da autotranscendência natural da vontade criada para a unidade com Deus, seu criador, do encontro com Ele como a origem da vida e do amor (cf. Rm 5,21; 8,39 e outros), portanto, a perversão da capacidade positiva de escutar (da potentia oboedientialis activa) que visa à consumação pessoal. O pecado original é, em suma, o ato espiritual interior que reconhece a referência da criatura a Deus e, em oposição estrita a ela, Deus. Por isso, o pecador não só incorre numa oposição a Deus, mas também numa insolúvel oposição a si mesmo. O afastamento de Deus torna o ser humano um pecador e o entrega à corrupção, à escravidão, à perdição (Rm 8,19-21) e à morte, que é o salário do pecado (Rm 6,23). Está dominado pela “lei do pecado e da morte” (Rm 8,2). As consequências do pecado original Como consequência fundamental do pecado de Adão aparece a expulsão do ser humano do paraíso, ou seja, a perda das relações de confiança do ser humano com Deus (Gn 3,23s.). O ser humano não tem mais acesso à “árvore da vida” e, assim, está sujeito ao poder da morte com sua finitude (Sb 2,23s.). A sentença pronunciada contra a mulher e contra Adão tem como consequência uma dificuldade maior na realização das tarefas naturais estabelecidas para o ser humano, ou seja, a paternidade e o cultivo, mediante o trabalho, de seu espaço vital, bem como uma desestabilização das relações inter-humanas (Gn 3,14-19; 4-11). Paulo descreve, sobretudo na Carta aos Romanos, a consequência do pecado original como a “perda da glória de Deus” (Rm 1,22-24; 3,3) que atinge todos os seres humanos. Por isso, todos atraíram sobre si a “ira de Deus” Rm 1,18; 2,5), isto é, seu justo juízo sobre os pecados. A “ira” de Deus não significa, contudo, que Deus estaria dominado por sentimentos e desejos de vingança ou pelo afa de desforra. Na “ira”, Deus revela que todos os seres humanos dependem e necessitam do perdão dos pecados. A “ira de Deus” é a revelação de sua glória em oposição do pecado e, assim, o primeiro chamado à conversão e ao arrependimento (metanoia). No lugar da “justiça e santidade” originais, encontra-se no pecador agora a “impiedade e a injustiça” (Rm1,18). Aquele ser humano, amigo e filho, tornou-se um “inimigo de Deus” (Rm 5,10). A liberdade e a glória originais dos filhos de Deus (Rm 8,21) se degenerou na perdição e na servidão do pecador. Se, originalmente, fora concedidos ao ser humano os dons da glória, da honra, da incorrupção e da paz (Rm 2,6; 1Cor 15,49; Sb 2,23), agora só se lhe concede a necessidade e dificuldade, porque ele faz o mal (Rm 2,6; cf. Tb 12,10: “Aqueles que cometem pecado e injustiça são inimigos de si mesmos.”). Se a dádiva de Deus é a vida eterna em Cristo, o salário do pecado é a morte (Rm 6,23), O ser humano sob a lei do pecado deve considerar a morte como o último e mais funesto inimigo (1Cor 15,26). Deus não aplica ao pecador sanções exteriores ou castigos humilhantes (pena vindicativa). Deus simplesmente o abandona às consequências negativas interiores do pecado. Ele “os entregou aos desejos do coração, à impureza” (Rm 1,24) ou ao seu “sentimento depravado”, que os leva a cometer “injustiça, malícia, avareza e maldade, inveja, homicidio, discórdias, fraudes e malvadezas” e faz com que sejam murmuradores, caluniadores, inimigos de Deus, insolentes, soberbos, fanfarrões, maquinadores do mal, rebeldes contra os pais, insensatos, desleais, sem coração nem misericórdia” (Rm 1,28-31). Isto tem o sentido de “encerrar a todos na desobediência para usar com todos de misericórdia” (Rm 11,32). A nova existência no Espírito de Deus e de Cristo conduz, por outro lado, à vida. Onde Jesus Cristo condena em sua carne, o pecado e rompeu com seu poder, superou também o poder da “carne”, ou seja, a autorreferência alienada de Deus. “Ora, a tendência da carne é a morte, enquanto a tendência do espírito é a vida e a paz. Pois o desejo da carne é hostil a Deus. A carne não se sujeita nem pode sujeitar-se à Lei de Deus” (Rm 8,6s.). Recorrendo ao Concílio de Cartago, do ano de 418 (DH 222-224), ao Indiculus (DH 239) e ao II Concílio de Orange, do ano de 529 (DH 371s.), o Concílio de Trento, no cânon 1 do Decreto sobre o pecado original, ensina: “Se alguém não admite que o primeiro homem, Adão, tendo transgredido no paraíso a ordem de Deus, perdeu imediatamente a santidade e a justiça nas quais tinha sido constituído (constitulus), e que, por este pecado de prevaricação, incorreu na ira e na indignação de Deus e, por isso, na morte com que Deus o havia ameaçado anteriormente, e, com a morte, na escravidão sob o poder daquele que depois ’teve o domínio da morte’ (Hb 2,14), isto é, o diabo; e que o Adão inteiro por aquele pecado de prevaricação mudou para pior, tanto no corpo como na alma (secundum corpus et animam in deterius com commutatum), seja anátema (DH 1511) Dh Cân. 7. Igualmente foi decidido: Quem afirmar que os santos, quando na oração do Senhor dizem: “Perdoa-nos as nossas dívidas” [Mt 6,12), o digam não em favor de si mesmos, já que para eles esta oração já não é necessária, mas pelos outros de seu povo, que são pecadores; e que cada santo não diz: “Perdoa-me os meus pecados”, mas “Perdoa-nos os nossos pecados”, para que se compreenda que o justo pede isto antes pelos outros que para si mesmo, seja anátema. Santo e justo era de fato o Apóstolo Tiago quando dizia: “Em muitas coisas todos nós erramos” [Tg 3,2]. Pois por qual motivo foi acrescentado “todos”, senão porque com esta afirmaçao está de acordo também o Salmo onde se lê: “Nao entres em juízo com teu servo, porque diante de tua face nenhum vivente será justificado” [Sl 143,2]? E na oração do sapientíssimo Salomão: “Não há ser humano que não tenha pecado” {IRs 8,46]. E no livro do santo Jó: “Na mão de cada homem põe uma marca, para que cada um conheça sua fraqueza” (Jó 37,7). Por isso, também o santo e justo Daniel diz, na oração em forma plural: “Pecamos, cometemos iniquidade” [Dn 9,5.15] ele confessa com veracidade e humildade; para que não se pensasse, como alguns entendem, que o tivesse dito dos seus pecados e não dos do povo, diz mais adiante: “Enquanto eu confessava os meus pecados e os pecados do meu povo” [Dn 9,20] ao Senhor meu Deus; não quis dizer “os nossos pecados”, mas falou dos pecados do seu povo e dos seus, pois como profeta previu que haveria quem o entendesse mal. Conclusão Em uma audiência em 2014 o Papa Francisco falou com muita clareza sobre a Santidade. “Um grande dom do Concílio Vaticano II foi ter recuperado uma visão de Igreja fundada na comunhão e ter voltado a entender também o princípio da autoridade e da hierarquia em tal perspectiva. Isto ajudou-nos a compreender melhor que, enquanto baptizados, todos os cristãos têm igual dignidade diante do Senhor e são irmanados pela mesma vocação, que é a santidade (cf. Const. Lumen gentium, 39-42). Agora, interroguemo-nos: em que consiste esta vocação universal a sermos santos? E como a podemos realizar? Antes de tudo, devemos ter bem presente que a santidade não é algo que nos propomos sozinhos, que nós obtemos com as nossas qualidades e capacidades. A santidade é um dom, é a dádiva que o Senhor Jesus nos oferece, quando nos toma consigo e nos reveste de Si mesmo, tornando-nos como Ele é. Na Carta aos Efésios, o apóstolo Paulo afirma que «Cristo amou a Igreja e se entregou por ela para a santificar» (Ef 5, 25-26). Eis que, verdadeiramente, a santidade é o rosto mais bonito da Igreja, o aspecto mais belo: é redescobrir-se em comunhão com Deus, na plenitude da sua vida e do seu amor. Então, compreende-se que a santidade não é uma prerrogativa só de alguns: é um dom oferecido a todos, sem excluir ninguém, e por isso constitui o cunho distintivo de cada cristão.

  • Leonardo Boff: o teólogo do Sínodo da Amazônia

    Ex-padre, Leonardo Boff promove teologia da libertação e neopaganismo . Dois meses após o lançamento do documento de trabalho do Sínodo da Amazônia, as visões neopagãs de um de seus principais arquitetos estão entrando em foco. O ex-padre brasileiro Leonardo Boff foi identificado como o teólogo de referência para o Instrumentum Laboris do Sínodo . Nós excedemos os limites da Terra; já não tem a capacidade biológica nem a força para produzir e produzir a vida como costumava. Leonardo Boff Em 1992, Boff deixou o sacerdócio e se casou com um ativista marxista depois de ter sido silenciado por Joseph Ratzinger por promover a teologia da libertação. Mas ele continua a impulsionar sua visão radical pelo mundo afora. Assista: “Ultrapassamos os limites da Terra; ela não tem mais capacidade biológica nem força para produzir e produzir vida como costumava”, diz Boff. O documento de trabalho do Sínodo é extraído de seu livro de 1995, Cry of the Earth, Cry of the Poor. Nele, Boff bate o homem como um parasita – em suas palavras, “um verdadeiro Satã da Terra” – e pede-lhe para recuperar o que ele chama de “o aspecto da verdade no paganismo”. Boff pede uma nova ordem mundial em que todos os seres, humanos e não humanos, sejam considerados cidadãos. Ele também defende o estabelecimento de um governo global guiado por uma nova religião universal. O documento de trabalho do Sínodo foi batido pelo  Cdl. Gerhard Müller  como “uma reviravolta radical na teologia católica” e pelo  Cdl. Walter Brandmüller  como “herético” e “apóstata”. O Sínodo Amazônico será realizado em Roma de 6 a 27 de outubro. Stephen Wynne • ChurchMilitant.com | Tradução: Equipe Templário de Maria Leia também: Veja o que cardeais, bispos e teólogos importantes estão falando sobre o Sínodo da Amazônia Cinco maneiras de se preparar para o Sínodo da Amazônia Quem melhor para ajudar a prepará-lo para o Sínodo do que o eco-teólogo Leonardo Boff, que gosta de se gabar de que o Papa Francisco usou seu material para o Laudato Si ? (“Espere, esse é Boff!” Várias pessoas lhe disseram depois de ler a encíclica.) Boff – que deixou o sacerdócio para entrar em um relacionamento conjugal com um ativista marxista depois de ter sido silenciado pela CDF nos anos 80 – é também o aparente “ teólogo de referência ” para o Instrumentum Laboris do Sínodo da Amazônia , como Roberto de Mattei demonstrou. É mesmo que suspeitava que Boff pode ter oferecido conselhos durante elaboração do texto. Então, aqui estão cinco maneiras de se inspirar em Boff para se preparar para o sínodo da Amazônia, compilado do livro que Laudato Si e o Instrumentum Laboris adoram citar: O Grito da Terra de Boff , Cry of the Poor . 1. Pense em você como a Terra . Ame a si mesmo como a Terra. Quer ser capaz de dizer, com os povos indígenas citados no Instrumentum Laboris do Sínodo , “Somos água, ar, terra e vida do meio ambiente”? Apenas pare de pensar na Terra como um objeto – e comece a se amar como a Terra. “O amor nos leva a nos identificar cada vez mais com a Terra”, explica Boff. “Devemos nos considerar como a Terra, nos sentir como a Terra, nos amar como a Terra. A Terra é o grande sujeito vivo, amando, pensando e através de nós, sabendo que pensa, ama e sente ”. “Então podemos ser montanha, mar, ar, estrada, árvore, animal”, promete Boff. 2. Aprenda sobre a “nova ordem mundial” e a nova “religião universal”. Para garantir a salvação do planeta, Boff propõe uma “nova ordem mundial” ousada na qual a Terra é “Gaia” e todos os seres na natureza – montanhas, plantas, a atmosfera – são cidadãos de uma “democracia sociocósmica”. Ele sugere um “ governo central ”para“ administrar assuntos relacionados a toda a humanidade ”- e uma“ religião universal ”para participar. “O novo paradigma que está chegando ao nascimento – o da conectividade – será a base de uma religião universal que só será verdadeiramente universal se buscar convergências na diversidade religiosa”, explica Boff. Ele diz que o “valor supremo” da religião universal convergente será a preservação do planeta Terra. Você já reparou quantas vezes Laudato Si e o Instrumentum Laboris do Sínodo amazônico denunciam formas de “antropocentrismo”, exigem um “novo paradigma” e dizem “tudo está conectado”? Esses temas vêm diretamente de Boff – e eles são instigadores dessa “revolução espiritual”. Então os princípios ecológicos em Laudato Si e no Sínodo da Amazônia poderiam estar pavimentando o caminho para uma “rendição mais cedo ou mais tarde” à proibição da contracepção? “Se aceitarmos como um fato que a presença humana e atividade é prejudicial ao meio ambiente e coloca em risco a própria sobrevivência do planeta … nós devemos, mais cedo ou mais tarde, aceitar medidas emergenciais para deter a atividade humana, como contracepção”, diz um crítico de Laudato Si e o sínodo amazônico. Boff, por sua vez, critica ferozmente o antropocentrismo “arrogante” incorporado em Gen. 1:28: “Ser fértil e multiplicar-se; encha a terra e subjugue-a ”. “Esses textos apresentam um claro apelo ao crescimento demográfico ilimitado e ao domínio do domínio irrestrito ”, adverte. 3 . Reconheça que nossa espécie é o “verdadeiro satã da terra”. “Nossa espécie é uma ameaça para todas as outras espécies; é terrivelmente agressivo e está provando ser um geocídio, um ecocídio e um verdadeiro Satã da Terra ”, adverte Boff. O ecologista prediz assustadoramente que “como resultado do excesso de clorofluorcarbonos (CFC) e outros ingredientes poluentes, o superorganismo da Terra pode estar prestes a criar novas adaptações, que não serão necessariamente fáceis para a espécie humana”. “Gaia pode eliminar [nossa espécie], muito dolorosamente, a fim de permitir que o equilíbrio geral permaneça e para que outras espécies possam viver e continuar o impulso cósmico da evolução”, diz Boff. Ele se pergunta se, depois de milhões de anos, novos seres complexos – “novos” humanos “com uma verdadeira devoção a Gaia – podem substituir nossas espécies” arrogantes “. Claramente, “a grande emergência” é ainda pior do que você imaginava. 4. Reconhecer “a verdade secreta do politeísmo religioso” e o “valor permanente” do animismo. Como será a nova religião universal? De acordo com Boff, precisamos recuperar “o aspecto da verdade no paganismo, com seu rico panteão de divindades habitando todos os espaços da natureza”. “Para curar a humanidade de seu politeísmo, o cristianismo primitivo sujeitou os fiéis a uma medicação violenta e dura. Com a existência dos deuses negados, muitas portas da alma foram fechadas ”, lamenta Boff. Boff diz que também precisamos reconhecer o “valor permanente” do animismo. “Nós, os modernos, somos também animistas, na medida em que nos sentimos parte de um todo vivo em que estamos envolvidos”, explica ele. “Tudo nos envia uma mensagem; tudo fala ou pode falar: árvores, cores, vento, animais, estradas, pessoas e coisas domésticas. ” “O xamanismo surge dessa interpretação da realidade”, continua o ecologista. Os xamãs usam “gestos, danças e ritos” para colocar “as energias à disposição dos seres humanos à medida que buscam equilíbrio com a natureza e consigo mesmos”. “Todos devem despertar dentro de si essa dimensão xamanística”, diz Boff. Felizmente para Boff, o Instrumentum Laboris valoriza os rituais pagãos (n. 87), o “diálogo com os espíritos” (n. 75), a conexão com “as várias forças espirituais” (n. 13) e as “crenças e ritos” indígenas sobre o ações dos espíritos, da divindade de muitos nomes atuando com e no território ”(n. 25). Os povos nativos idolatrados pelo Instrumentum Laboris “foram libertados do monoteísmo e ter restaurado o animismo e o politeísmo”, como de Mattei coloca . “Nem mesmo bruxaria é deixada de lado” no Instrumentum Laboris, outros notam . 5. Abrace o ecofeminismo e lute contra o patriarcado. Escusado será dizer que o novo paradigma implantará o ecofeminismo contra toda opressão patriarcal. Boff diz que o mérito do ecofeminismo reside no desenvolvimento de um “novo padrão de relacionamento com a natureza” – “contra o racionalismo, o autoritarismo, a compartimentalização e a vontade de poder, que são expressões históricas do androcentrismo e do patriarcalismo”. “[Nas escrituras] até Deus é apresentado como Pai e Senhor absoluto. As características femininas, especialmente maternas, das divindades pré-neolíticas, que tendem a ser matriarcais, são deslegitimadas ”, lamenta Boff, que promove os pronomes femininos para Deus e a ordenação de mulheres em A face materna de Deus e eclesiogênese . Daí o louvor do sínodo amazônico pela “fé no Deus Criador Pai-Mãe” (n. 121) e sua agenda para aprovar um diaconato feminino. Daí a descrição do bispo Athanasius Schneider de uma “seita“ católica amazônica ”que“ pratica a adoração da natureza e que terá um sacerdócio feminino ”. * * * “Não será fácil controlar essa bola de demolição”, diz o cardeal Müller, do Sínodo da Amazônia e o caminho sinodal “ligado” dos alemães. “Depois, nada mais será como antes, e foi dito que ninguém mais reconhecerá a Igreja depois”, adverte. Portanto, devemos nos preparar com força para o Sínodo em outras cinco maneiras: Orar. Rápido. Faça reparação. Organizar. Fala. #Crisenaigreja #SínododaAmazônia

  • Leonardo Boff: o teólogo do Sínodo da Amazônia

    Ex-padre, Leonardo Boff promove teologia da libertação e neopaganismo . Dois meses após o lançamento do documento de trabalho do Sínodo da Amazônia, as visões neopagãs de um de seus principais arquitetos estão entrando em foco. O ex-padre brasileiro Leonardo Boff foi identificado como o teólogo de referência para o Instrumentum Laboris do Sínodo . Nós excedemos os limites da Terra; já não tem a capacidade biológica nem a força para produzir e produzir a vida como costumava. Leonardo Boff Em 1992, Boff deixou o sacerdócio e se casou com um ativista marxista depois de ter sido silenciado por Joseph Ratzinger por promover a teologia da libertação. Mas ele continua a impulsionar sua visão radical pelo mundo afora. Assista: “Ultrapassamos os limites da Terra; ela não tem mais capacidade biológica nem força para produzir e produzir vida como costumava”, diz Boff. O documento de trabalho do Sínodo é extraído de seu livro de 1995, Cry of the Earth, Cry of the Poor. Nele, Boff bate o homem como um parasita – em suas palavras, “um verdadeiro Satã da Terra” – e pede-lhe para recuperar o que ele chama de “o aspecto da verdade no paganismo”. Boff pede uma nova ordem mundial em que todos os seres, humanos e não humanos, sejam considerados cidadãos. Ele também defende o estabelecimento de um governo global guiado por uma nova religião universal. O documento de trabalho do Sínodo foi batido pelo  Cdl. Gerhard Müller  como “uma reviravolta radical na teologia católica” e pelo  Cdl. Walter Brandmüller  como “herético” e “apóstata”. O Sínodo Amazônico será realizado em Roma de 6 a 27 de outubro. Stephen Wynne • ChurchMilitant.com | Tradução: Equipe Templário de Maria Leia também: Veja o que cardeais, bispos e teólogos importantes estão falando sobre o Sínodo da Amazônia Cinco maneiras de se preparar para o Sínodo da Amazônia Quem melhor para ajudar a prepará-lo para o Sínodo do que o eco-teólogo Leonardo Boff, que gosta de se gabar de que o Papa Francisco usou seu material para o Laudato Si ? (“Espere, esse é Boff!” Várias pessoas lhe disseram depois de ler a encíclica.) Boff – que deixou o sacerdócio para entrar em um relacionamento conjugal com um ativista marxista depois de ter sido silenciado pela CDF nos anos 80 – é também o aparente “ teólogo de referência ” para o Instrumentum Laboris do Sínodo da Amazônia , como Roberto de Mattei demonstrou. É mesmo que suspeitava que Boff pode ter oferecido conselhos durante elaboração do texto. Então, aqui estão cinco maneiras de se inspirar em Boff para se preparar para o sínodo da Amazônia, compilado do livro que Laudato Si e o Instrumentum Laboris adoram citar: O Grito da Terra de Boff , Cry of the Poor . 1. Pense em você como a Terra . Ame a si mesmo como a Terra. Quer ser capaz de dizer, com os povos indígenas citados no Instrumentum Laboris do Sínodo , “Somos água, ar, terra e vida do meio ambiente”? Apenas pare de pensar na Terra como um objeto – e comece a se amar como a Terra. “O amor nos leva a nos identificar cada vez mais com a Terra”, explica Boff. “Devemos nos considerar como a Terra, nos sentir como a Terra, nos amar como a Terra. A Terra é o grande sujeito vivo, amando, pensando e através de nós, sabendo que pensa, ama e sente ”. “Então podemos ser montanha, mar, ar, estrada, árvore, animal”, promete Boff. 2. Aprenda sobre a “nova ordem mundial” e a nova “religião universal”. Para garantir a salvação do planeta, Boff propõe uma “nova ordem mundial” ousada na qual a Terra é “Gaia” e todos os seres na natureza – montanhas, plantas, a atmosfera – são cidadãos de uma “democracia sociocósmica”. Ele sugere um “ governo central ”para“ administrar assuntos relacionados a toda a humanidade ”- e uma“ religião universal ”para participar. “O novo paradigma que está chegando ao nascimento – o da conectividade – será a base de uma religião universal que só será verdadeiramente universal se buscar convergências na diversidade religiosa”, explica Boff. Ele diz que o “valor supremo” da religião universal convergente será a preservação do planeta Terra. Você já reparou quantas vezes Laudato Si e o Instrumentum Laboris do Sínodo amazônico denunciam formas de “antropocentrismo”, exigem um “novo paradigma” e dizem “tudo está conectado”? Esses temas vêm diretamente de Boff – e eles são instigadores dessa “revolução espiritual”. Então os princípios ecológicos em Laudato Si e no Sínodo da Amazônia poderiam estar pavimentando o caminho para uma “rendição mais cedo ou mais tarde” à proibição da contracepção? “Se aceitarmos como um fato que a presença humana e atividade é prejudicial ao meio ambiente e coloca em risco a própria sobrevivência do planeta … nós devemos, mais cedo ou mais tarde, aceitar medidas emergenciais para deter a atividade humana, como contracepção”, diz um crítico de Laudato Si e o sínodo amazônico. Boff, por sua vez, critica ferozmente o antropocentrismo “arrogante” incorporado em Gen. 1:28: “Ser fértil e multiplicar-se; encha a terra e subjugue-a ”. “Esses textos apresentam um claro apelo ao crescimento demográfico ilimitado e ao domínio do domínio irrestrito ”, adverte. 3 . Reconheça que nossa espécie é o “verdadeiro satã da terra”. “Nossa espécie é uma ameaça para todas as outras espécies; é terrivelmente agressivo e está provando ser um geocídio, um ecocídio e um verdadeiro Satã da Terra ”, adverte Boff. O ecologista prediz assustadoramente que “como resultado do excesso de clorofluorcarbonos (CFC) e outros ingredientes poluentes, o superorganismo da Terra pode estar prestes a criar novas adaptações, que não serão necessariamente fáceis para a espécie humana”. “Gaia pode eliminar [nossa espécie], muito dolorosamente, a fim de permitir que o equilíbrio geral permaneça e para que outras espécies possam viver e continuar o impulso cósmico da evolução”, diz Boff. Ele se pergunta se, depois de milhões de anos, novos seres complexos – “novos” humanos “com uma verdadeira devoção a Gaia – podem substituir nossas espécies” arrogantes “. Claramente, “a grande emergência” é ainda pior do que você imaginava. 4. Reconhecer “a verdade secreta do politeísmo religioso” e o “valor permanente” do animismo. Como será a nova religião universal? De acordo com Boff, precisamos recuperar “o aspecto da verdade no paganismo, com seu rico panteão de divindades habitando todos os espaços da natureza”. “Para curar a humanidade de seu politeísmo, o cristianismo primitivo sujeitou os fiéis a uma medicação violenta e dura. Com a existência dos deuses negados, muitas portas da alma foram fechadas ”, lamenta Boff. Boff diz que também precisamos reconhecer o “valor permanente” do animismo. “Nós, os modernos, somos também animistas, na medida em que nos sentimos parte de um todo vivo em que estamos envolvidos”, explica ele. “Tudo nos envia uma mensagem; tudo fala ou pode falar: árvores, cores, vento, animais, estradas, pessoas e coisas domésticas. ” “O xamanismo surge dessa interpretação da realidade”, continua o ecologista. Os xamãs usam “gestos, danças e ritos” para colocar “as energias à disposição dos seres humanos à medida que buscam equilíbrio com a natureza e consigo mesmos”. “Todos devem despertar dentro de si essa dimensão xamanística”, diz Boff. Felizmente para Boff, o Instrumentum Laboris valoriza os rituais pagãos (n. 87), o “diálogo com os espíritos” (n. 75), a conexão com “as várias forças espirituais” (n. 13) e as “crenças e ritos” indígenas sobre o ações dos espíritos, da divindade de muitos nomes atuando com e no território ”(n. 25). Os povos nativos idolatrados pelo Instrumentum Laboris “foram libertados do monoteísmo e ter restaurado o animismo e o politeísmo”, como de Mattei coloca . “Nem mesmo bruxaria é deixada de lado” no Instrumentum Laboris, outros notam . 5. Abrace o ecofeminismo e lute contra o patriarcado. Escusado será dizer que o novo paradigma implantará o ecofeminismo contra toda opressão patriarcal. Boff diz que o mérito do ecofeminismo reside no desenvolvimento de um “novo padrão de relacionamento com a natureza” – “contra o racionalismo, o autoritarismo, a compartimentalização e a vontade de poder, que são expressões históricas do androcentrismo e do patriarcalismo”. “[Nas escrituras] até Deus é apresentado como Pai e Senhor absoluto. As características femininas, especialmente maternas, das divindades pré-neolíticas, que tendem a ser matriarcais, são deslegitimadas ”, lamenta Boff, que promove os pronomes femininos para Deus e a ordenação de mulheres em A face materna de Deus e eclesiogênese . Daí o louvor do sínodo amazônico pela “fé no Deus Criador Pai-Mãe” (n. 121) e sua agenda para aprovar um diaconato feminino. Daí a descrição do bispo Athanasius Schneider de uma “seita“ católica amazônica ”que“ pratica a adoração da natureza e que terá um sacerdócio feminino ”. * * * “Não será fácil controlar essa bola de demolição”, diz o cardeal Müller, do Sínodo da Amazônia e o caminho sinodal “ligado” dos alemães. “Depois, nada mais será como antes, e foi dito que ninguém mais reconhecerá a Igreja depois”, adverte. Portanto, devemos nos preparar com força para o Sínodo em outras cinco maneiras: Orar. Rápido. Faça reparação. Organizar. Fala. #Crisenaigreja #SínododaAmazônia

  • ASSUNÇÃO DA VIRGEM MARIA – Scott Hahn

    O mais recente dos dogmas marianos é a Assunção, pronunciada pelo papa Pio XII em 1950. Esse dogma afirma que, cumprido o seu tempo na terra, a Virgem Maria foi levada de corpo e alma para o céu. Como a Imaculada Conceição, a Assunção não é um evento registrado nas Escrituras. De fato, a última menção à Virgem Maria na narrativa bíblica se dá no contexto da Igreja primitiva, nos dias entre a Ascensão e Pentecostes (Atos 1:14). Mas na constituição apostólica Munificentissimus Deus (“Um Deus muito generoso”), Pio XII apontou para a longa herança de crença na Assunção, uma antiga tradição expressa em homilias, orações, dedicação de igrejas e celebração de liturgias. Subjacente a essa tradição estava um rico veio de meditação e interpretação bíblica. E, no centro dessa tradição, está a visão misteriosa de Apocalipse 12: a Rainha-Mãe celestial retratada nesta visão é tanto um símbolo da Virgem Maria como um símbolo da Igreja. Nesta lição, queremos olhar mais de perto para esta visão. Vamos examinar como ela sustenta o dogma da Assunção. E, através de um estudo detalhado do texto, também veremos como essa visão reúne muitas das figuras do Antigo Testamento usadas para descrever a Virgem Maria e seu lugar central no plano de salvação de Deus. A interpretação da Igreja desses textos bíblicos pode ser encontrada nas leituras da Missa para a Festa da Assunção e para a Vigília da Assunção, de 14 a 15 de agosto. A vigília para a festa começa com uma leitura do primeiro livro de Crônicas (1 Crônicas 15: 3-4, 15-16; 16: 1-2), sobre Davi trazendo “a arca do Senhor para o lugar que havia preparado para isso”. O salmo para a Vigília celebra igualmente esse evento: “Levantai-vos, Senhor, para vir ao vosso repouso, vós e a arca de vossa majestade.” A epístola agradece pela vitória sobre a morte que Cristo nos conquistou (1 Coríntios 15: 54-57). O evangelho celebra a Virgem Maria como não apenas a mãe de Cristo, mas como alguém que ouviu a palavra de Deus e acreditou (Lucas 11: 27-28). A Missa para a Festa da Assunção começa com uma leitura do Apocalipse e uma visão da arca no templo celestial (Apocalipse 11: 19-12: 1-6, 10). O salmo representa uma rainha à direita do rei (Salmo 45), enquanto a epístola visualiza Cristo como o Rei, colocando Seus inimigos sob Seus pés – inclusive a morte, o último inimigo (1 Coríntios 15: 20-27). Finalmente, o evangelho da festa é a visita da Virgem Maria a Isabel (Lucas 1: 39-56), que descreve Maria como a Arca da Aliança. Portanto, nas liturgias da Assunção vemos a Igreja identificando-se a si mesma como o cumprimento de numerosas figuras do Antigo Testamento. A Virgem Maria é mostrada como a Arca da Aliança, conduzindo a presença do Senhor. E nós a vemos descrita como a Filha de Sião, a nova Eva e a Rainha do Céu. Também a vemos como um símbolo de todo o povo de Deus. O Apocalipse descreve seus descendentes como aqueles que guardam os mandamentos de Deus e possuem o testemunho de Jesus (Apocalipse 12, 17). Ela é saudada pelo próprio Jesus, na liturgia, como “abençoada”, pois ouviu a Palavra de Deus e a pôs em prática (Lucas 11: 27-28). Retratada nas Escrituras como o modelo dos crentes e como a nova Eva, é apropriado que o dogma e a veneração da Igreja associem a Virgem Maria à vitória de Cristo sobre a morte, que veio ao mundo através do primeiro Adão e da primeira Eva (1 Coríntios 15: 20-27). https://stpaulcenter.com/holy-queen-lesson-6-3/

  • Há alguns cardeais que defendem a Doutrina da Igreja, apenas “alguns”

    Na última quinta-feira (15), Solenidade da Assunção da Virgem Santíssima, há menos de dois meses do Sínodo da Pan-Amazônico, testemunhamos um pensamento, que na verdade é um posicionamento ideológico, protagonizado pelo Padre Zezinho, que deturpa os fatos e transmite total insegurança aos católicos. O sacerdote conhecido nacionalmente, e tido como referência por muitos católicos, apresentou uma “fake news” através das redes sociais, dizendo que há alguns cardeais contra o Papa Francisco. pic.twitter.com/l700YsSxZ9 — padrezezinhoscj (@padrezezinhoscj) 15 de agosto de 2019 Não é novidade que, assim como em diversos setores da sociedade, o marxismo cultural conseguiu invadir também um dos ambientes filosóficos mais confiáveis, que outrora era referência de solidez e verdade para toda a humanidade, a Santa Igreja Católica. É possível perceber claramente que muitos seminaristas entram nos seminários com fé, e uma grande vontade de viver a Doutrina da Santa Igreja, mas quando saem, a maioria está doutrinado pela chamada Teologia da Libertação, o que faz com que haja muitos representantes da Igreja que enxerguem os fatos de maneira distorcida. Um exemplo é o que está acontecendo claramente nos meses que antecedem o Sínodo da Amazônia. Alguns cardeais e bispos conscientes e corajosos, estão se apresentando ao povo e o restante do clero para demonstrar de maneira clara e objetiva os possíveis erros que possam surgir a partir do Sínodo para a região amazônica, e que já estão até previstos nos documentos preparatórios. Em resposta ao padre que disse de maneira muito equivocada que “há alguns cardeais frontalmente contra o Papa Francisco. São apenas “alguns”. Não chegam a 1%”. O Padre Gabriel Vila Verde fez um vídeo esclarecendo, apontando os erros presentes nesta afirmação e ainda dando um panorama sobre os alertas contra o sínodo da amazônia. Assista abaixo. Após assistir o vídeo, conheça os cardeais que alertaram o povo e o restante do clero acerca dos perigos provenientes do Sínodo da Amazônia. Acesse nossas últimas notícias contendo as denúncias de cada um dos cardeais referenciados pelo Padre Zezinho. A situação é alarmante, por isso precisamos rezar ainda mais pela Santa Igreja e lembrar das palavras consoladoras do Papa Bento XVI, enquanto ainda era cardeal: “A Igreja diminuirá de tamanho. Mas dessa provação sairá uma Igreja que terá extraído uma grande força do processo de simplificação que atravessou, da capacidade renovada de olhar para dentro de si. Porque os habitantes de um mundo rigorosamente planificado se sentirão indizivelmente sós. E descobrirão, então, a pequena comunidade de fiéis como algo completamente novo. Como uma esperança que lhes cabe, como uma resposta que sempre procuraram secretamente…” Joseph Aloisius Ratzinger #Crisenaigreja #SínododaAmazônia

  • Há alguns cardeais que defendem a Doutrina da Igreja, apenas “alguns”

    Na última quinta-feira (15), Solenidade da Assunção da Virgem Santíssima, há menos de dois meses do Sínodo da Pan-Amazônico, testemunhamos um pensamento, que na verdade é um posicionamento ideológico, protagonizado pelo Padre Zezinho, que deturpa os fatos e transmite total insegurança aos católicos. O sacerdote conhecido nacionalmente, e tido como referência por muitos católicos, apresentou uma “fake news” através das redes sociais, dizendo que há alguns cardeais contra o Papa Francisco. pic.twitter.com/l700YsSxZ9 — padrezezinhoscj (@padrezezinhoscj) 15 de agosto de 2019 Não é novidade que, assim como em diversos setores da sociedade, o marxismo cultural conseguiu invadir também um dos ambientes filosóficos mais confiáveis, que outrora era referência de solidez e verdade para toda a humanidade, a Santa Igreja Católica. É possível perceber claramente que muitos seminaristas entram nos seminários com fé, e uma grande vontade de viver a Doutrina da Santa Igreja, mas quando saem, a maioria está doutrinado pela chamada Teologia da Libertação, o que faz com que haja muitos representantes da Igreja que enxerguem os fatos de maneira distorcida. Um exemplo é o que está acontecendo claramente nos meses que antecedem o Sínodo da Amazônia. Alguns cardeais e bispos conscientes e corajosos, estão se apresentando ao povo e o restante do clero para demonstrar de maneira clara e objetiva os possíveis erros que possam surgir a partir do Sínodo para a região amazônica, e que já estão até previstos nos documentos preparatórios. Em resposta ao padre que disse de maneira muito equivocada que “há alguns cardeais frontalmente contra o Papa Francisco. São apenas “alguns”. Não chegam a 1%”. O Padre Gabriel Vila Verde fez um vídeo esclarecendo, apontando os erros presentes nesta afirmação e ainda dando um panorama sobre os alertas contra o sínodo da amazônia. Assista abaixo. Após assistir o vídeo, conheça os cardeais que alertaram o povo e o restante do clero acerca dos perigos provenientes do Sínodo da Amazônia. Acesse nossas últimas notícias contendo as denúncias de cada um dos cardeais referenciados pelo Padre Zezinho. A situação é alarmante, por isso precisamos rezar ainda mais pela Santa Igreja e lembrar das palavras consoladoras do Papa Bento XVI, enquanto ainda era cardeal: “A Igreja diminuirá de tamanho. Mas dessa provação sairá uma Igreja que terá extraído uma grande força do processo de simplificação que atravessou, da capacidade renovada de olhar para dentro de si. Porque os habitantes de um mundo rigorosamente planificado se sentirão indizivelmente sós. E descobrirão, então, a pequena comunidade de fiéis como algo completamente novo. Como uma esperança que lhes cabe, como uma resposta que sempre procuraram secretamente…” Joseph Aloisius Ratzinger #Crisenaigreja #SínododaAmazônia

  • O Inferno existe! Por que padres e bispos que não advertem mais sobre ele?

    Em nossos dias há muitos padres, bispos e pregadores que se esforçam para negar ou omitir a realidade do inferno e da condenação eterna… dizem que não devemos ser negativistas nem assustar as pessoas… que isso pode causar medo, etc, etc, etc…. Ora, na Bíblia quem mais falou do inferno foi Jesus Cristo, nos advertindo justamente porque nos ama e não quer que nos condenemos. É uma grandíssima falta de caridade omitir a verdade e deixar de alertar os fiéis acerca dessa realidade. Se vemos alguém caminhando para o precipício temos o dever moral de alertar e tentar fazer ver o perigo de se continuar na direção errada. É falta de amor ver tantas pessoas vivendo em pecado mortal, longe da graça de Deus e nada dizer ou fazer para alertá-las, a pretexto de não incomodá-las… Os pastores de almas que não advertem suas ovelhas acerca das consequências de uma vida no pecado, que não lhes fazem entender que quem morre em pecado grave vai para o inferno, está faltando com a justiça e com a verdadeira caridade. Quem ama corrige, adverte, exorta sobre o caminho e a porta estreita e ajuda as ovelhas a trilhá-lo, pois ali se encontra a verdadeira felicidade. Antes de continuar a leitura, assista ao vídeo: Leia também Porque muitos, mesmo dentro da Igreja, estão a caminho do inferno? Por um instante de prazer, uma eternidade de suplícios. (Pensamentos do Cura d”Ars – São João Maria Vianney) Meus, filhos, nós temos medo da morte, bem o creio. É o pecado que nos faz ter medo da morte. É o pecado que torna a morte horrorosa, tremenda. É o pecado que apavora o mau na hora do terrível trânsito para a eternidade. Ai, meu Deus, há realmente de que ficar apavorado: pensar que se é amaldiçoado! Amaldiçoado por Deus, isto faz tremer. Maldito de Deus! E por quê? Por que os homens expõem-se a ser amaldiçoados por Deus? Por uma blasfêmia, por um mau pensamento, por uma garrafa de vinho, por dois minutos de prazer perder a Deus, a própria alma, perder o céu para sempre. Ver-se-á subir ao céu em corpo e alma, esse pai, essa mãe, essa irmã, esse vizinho, que estavam lá junto de nós, com quem havíamos vivido, mas a quem não imitamos, ao passo que nós desceremos em corpo e alma ao inferno par aí ardermos. Os demônios rolarão sobre nós. Todos aqueles cujos conselhos houvermos seguido virão atormentar-nos. Meus filhos, se vísseis um homem erguer uma grande fogueira, amontoar gravetos uns sobre os outros e, perguntando-lhe o que faz ele, vos respondesse: “Estou preparando o fogo que me há de queimar” que pensaríeis? E se vísseis esse mesmo homem aproximar-se à chama da fogueira e, quando estivesse acessa, precipitar-se dentro, que diríeis? Cometendo o pecado, é assim que fazemos. Não é Deus que nos lança no inferno, somos nós que nos lançamos nele pelos nossos pecados. O condenado dirá; “Perdi Deus, minha alma e o céu. Foi por minha culpa, por minha culpa, por minha máxima culpa.” Não, verdadeiramente, se os pecadores pensassem na eternidade, nesse terrível SEMPRE, converter-se-iam in continenti. Faz perto de seis mil anos que Caim está no inferno, e parece que acabou de entrar nele. São João Maria Vianney Leia também O incrível relato da Visão do Inferno por Dom Bosco #Crisenaigreja #FormaçõesCatólicas #Inferno

  • O Inferno existe! Por que padres e bispos que não advertem mais sobre ele?

    Em nossos dias há muitos padres, bispos e pregadores que se esforçam para negar ou omitir a realidade do inferno e da condenação eterna… dizem que não devemos ser negativistas nem assustar as pessoas… que isso pode causar medo, etc, etc, etc…. Ora, na Bíblia quem mais falou do inferno foi Jesus Cristo, nos advertindo justamente porque nos ama e não quer que nos condenemos. É uma grandíssima falta de caridade omitir a verdade e deixar de alertar os fiéis acerca dessa realidade. Se vemos alguém caminhando para o precipício temos o dever moral de alertar e tentar fazer ver o perigo de se continuar na direção errada. É falta de amor ver tantas pessoas vivendo em pecado mortal, longe da graça de Deus e nada dizer ou fazer para alertá-las, a pretexto de não incomodá-las… Os pastores de almas que não advertem suas ovelhas acerca das consequências de uma vida no pecado, que não lhes fazem entender que quem morre em pecado grave vai para o inferno, está faltando com a justiça e com a verdadeira caridade. Quem ama corrige, adverte, exorta sobre o caminho e a porta estreita e ajuda as ovelhas a trilhá-lo, pois ali se encontra a verdadeira felicidade. Antes de continuar a leitura, assista ao vídeo: Leia também Porque muitos, mesmo dentro da Igreja, estão a caminho do inferno? Por um instante de prazer, uma eternidade de suplícios. (Pensamentos do Cura d”Ars – São João Maria Vianney) Meus, filhos, nós temos medo da morte, bem o creio. É o pecado que nos faz ter medo da morte. É o pecado que torna a morte horrorosa, tremenda. É o pecado que apavora o mau na hora do terrível trânsito para a eternidade. Ai, meu Deus, há realmente de que ficar apavorado: pensar que se é amaldiçoado! Amaldiçoado por Deus, isto faz tremer. Maldito de Deus! E por quê? Por que os homens expõem-se a ser amaldiçoados por Deus? Por uma blasfêmia, por um mau pensamento, por uma garrafa de vinho, por dois minutos de prazer perder a Deus, a própria alma, perder o céu para sempre. Ver-se-á subir ao céu em corpo e alma, esse pai, essa mãe, essa irmã, esse vizinho, que estavam lá junto de nós, com quem havíamos vivido, mas a quem não imitamos, ao passo que nós desceremos em corpo e alma ao inferno par aí ardermos. Os demônios rolarão sobre nós. Todos aqueles cujos conselhos houvermos seguido virão atormentar-nos. Meus filhos, se vísseis um homem erguer uma grande fogueira, amontoar gravetos uns sobre os outros e, perguntando-lhe o que faz ele, vos respondesse: “Estou preparando o fogo que me há de queimar” que pensaríeis? E se vísseis esse mesmo homem aproximar-se à chama da fogueira e, quando estivesse acessa, precipitar-se dentro, que diríeis? Cometendo o pecado, é assim que fazemos. Não é Deus que nos lança no inferno, somos nós que nos lançamos nele pelos nossos pecados. O condenado dirá; “Perdi Deus, minha alma e o céu. Foi por minha culpa, por minha culpa, por minha máxima culpa.” Não, verdadeiramente, se os pecadores pensassem na eternidade, nesse terrível SEMPRE, converter-se-iam in continenti. Faz perto de seis mil anos que Caim está no inferno, e parece que acabou de entrar nele. São João Maria Vianney Leia também O incrível relato da Visão do Inferno por Dom Bosco #Crisenaigreja #FormaçõesCatólicas #Inferno

  • Motorista de ônibus é suspenso por resistir à propaganda LGBT

    NORWICH, Inglaterra, 16 de agosto de 2019 ( LifeSiteNews ) – Na Inglaterra, mais de 20.000 pessoas assinaram uma petição insistindo que o empregador de um motorista de ônibus inglês fique ao seu lado depois que ele se recusou a dirigir um ônibus promovendo cores da “bandeira do orgulho” LGBT. A CitizenGo lançou a petição em nome do motorista da empresa KonectBus, suspenso depois que um estudante universitário o denunciou na semana passada por se recusar a dirigir um ônibus que trazia os números decorados com as cores da “bandeira do orgulho” LGBT. “Até agora, depois de 72 horas desde que fomos colocados online, mais de 20.000 pessoas assinaram nossa petição pedindo que o motorista do ônibus seja reintegrado”, disse Caroline Farrow, porta-voz da CitizenGo, à LifeSiteNews. “Isso demonstra duas coisas”, ela continuou. “Primeiramente, o público britânico sente fortemente que ninguém deve ser forçado por seu empregador a apoiar e promover princípios que vão contra suas crenças pessoais.” Ela disse que a “resposta avassaladora” também mostra que as pessoas comuns estão fartas da onipresente bandeira do arco-íris e ressentem o modo pelo qual várias corporações e instituições públicas estão usando o “símbolo político” para coagir “o público a uma aceitação acrítica”. ideologia questionável ”. Leia também: Pode uma pessoa com tendências homossexuais ser um bom católico? A informante, Rebecca Sears, 19, ficou chateada porque o motorista expressou suas objeções aos dígitos coloridos e politizados. “Hoje eu estava esperando o ônibus 501 para Thickthorn e o motorista nos disse que precisávamos esperar até que ele trocasse de ônibus, já que ‘este ônibus promove a homossexualidade e eu me recuso a dirigi-lo’, devido ao número multicolorido ‘501’” ela escreveu no Twitter , postando uma foto do motorista. “Norwich não aprecia a homofobia”, acrescentou, presumindo falar pelos 132.512 habitantes da cidade antiga. “Estou ciente de que todos têm direito a seus próprios pontos de vista. No entanto, se você não puder fazer o seu trabalho corretamente por causa de sua intolerância, talvez precise repensar suas escolhas. ” O motorista, cujo nome ainda é desconhecido, acredita-se que tenha cinquenta anos. A Sears também divulgou no Twitter que relatou o motorista da Konectbus para os funcionários da rodoviária, que lhe assegurou que eles já estavam cientes do incidente. Em resposta, a empresa controladora do Konectbus garantiu à adolescente que seu empregado havia sido suspenso. “Go East Anglia se orgulha de valores que apóiam a diversidade e inclusão e tem sido um campeão da Norwich Pride desde 2017”, afirmou na quarta-feira. “Nós particularmente queremos que todos os clientes de qualquer formação ou orientação sexual se sintam confortáveis ​​em nossos serviços”, continuou. “Como empresa, não toleramos nenhum este tipo de comportamento por parte de nossos motoristas. O motorista envolvido neste incidente foi suspenso e uma investigação completa está em andamento. ” Os “orgulho” LGBT acontecem em todo o Reino Unido durante os meses de verão, e não apenas os ônibus, mas trens, bancos e outras empresas comerciais exibem com destaque as cores do arco-íris LGBT. CitizenGo considerou o lealista LGBT “intolerante” e afirmou que foi o tweet do adolescente que fez com que o motorista fosse suspenso. “… [N] satisfeito em reportar o homem à recepção, [Sears] começou a tirar uma foto dele e escalou a situação nas mídias sociais, resultando em sua suspensão do trabalho. Isso poderia levar a represálias para ele e sua família ”, escreveu o grupo em sua petição. O grupo observou que a estudante não tinha twittado porque sua jornada havia sido impedida ou porque ela havia sofrido um pequeno atraso, mas porque o motorista expressou uma opinião. “O motorista não estava expressando qualquer ódio ou ofensiva contra a comunidade LGBT ou qualquer indivíduo, mas simplesmente exercendo seus próprios direitos de consciência quando se trata de ser forçado a promover uma ideologia política com a qual ele discorda”, diz a petição. A CitizenGo questionou o direito dos empregadores de forçar os funcionários a promover ideologias políticas com as quais eles discordam e ressaltaram o fato de que o “orgulho” é um movimento político. “A bandeira do arco-íris é um símbolo político, de apoiadores que promovem uma série de práticas éticas preocupantes, como ideologia de gênero e sub-rogação”, disse. “Quando uma empresa opta por adotar uma causa política, seus funcionários são automaticamente associados a essa causa e, muitas vezes, como no caso do motorista de ônibus, são forçados a promovê-la.” “Forçar um funcionário a promover valores que vão contra sua consciência ou fé religiosa é violação da Convenção Européia sobre Direitos Humanos.” A CitizenGo revelou que um colega do motorista do ônibus “se regozijou” nas mídias sociais dizendo que o motorista com certeza será demitido porque seu empresário é gay. “Isso implica que o homem poderia ser negado a ter um processo justo e estaria sujeito a uma investigação tendenciosa.” Isso também implica que o colega vangloriador acredita que as pessoas LGBT são necessariamente vingativas e mesquinhas quando se trata de liberdade de expressão. O usuário do Twitter Pàdair perguntou a Jamie Wood: “Você está sugerindo que o Gerente de RH será tendencioso em sua abordagem a isso porque ele é gay? Eu não acho que ele ficaria feliz com isso, não é?” LifeSiteNews.com | Tradução: Equipe Templário de Maria #homossexualidade #LGBT

  • Motorista de ônibus é suspenso por resistir à propaganda LGBT

    NORWICH, Inglaterra, 16 de agosto de 2019 ( LifeSiteNews ) – Na Inglaterra, mais de 20.000 pessoas assinaram uma petição insistindo que o empregador de um motorista de ônibus inglês fique ao seu lado depois que ele se recusou a dirigir um ônibus promovendo cores da “bandeira do orgulho” LGBT. A CitizenGo lançou a petição em nome do motorista da empresa KonectBus, suspenso depois que um estudante universitário o denunciou na semana passada por se recusar a dirigir um ônibus que trazia os números decorados com as cores da “bandeira do orgulho” LGBT. “Até agora, depois de 72 horas desde que fomos colocados online, mais de 20.000 pessoas assinaram nossa petição pedindo que o motorista do ônibus seja reintegrado”, disse Caroline Farrow, porta-voz da CitizenGo, à LifeSiteNews. “Isso demonstra duas coisas”, ela continuou. “Primeiramente, o público britânico sente fortemente que ninguém deve ser forçado por seu empregador a apoiar e promover princípios que vão contra suas crenças pessoais.” Ela disse que a “resposta avassaladora” também mostra que as pessoas comuns estão fartas da onipresente bandeira do arco-íris e ressentem o modo pelo qual várias corporações e instituições públicas estão usando o “símbolo político” para coagir “o público a uma aceitação acrítica”. ideologia questionável ”. Leia também: Pode uma pessoa com tendências homossexuais ser um bom católico? A informante, Rebecca Sears, 19, ficou chateada porque o motorista expressou suas objeções aos dígitos coloridos e politizados. “Hoje eu estava esperando o ônibus 501 para Thickthorn e o motorista nos disse que precisávamos esperar até que ele trocasse de ônibus, já que ‘este ônibus promove a homossexualidade e eu me recuso a dirigi-lo’, devido ao número multicolorido ‘501’” ela escreveu no Twitter , postando uma foto do motorista. “Norwich não aprecia a homofobia”, acrescentou, presumindo falar pelos 132.512 habitantes da cidade antiga. “Estou ciente de que todos têm direito a seus próprios pontos de vista. No entanto, se você não puder fazer o seu trabalho corretamente por causa de sua intolerância, talvez precise repensar suas escolhas. ” O motorista, cujo nome ainda é desconhecido, acredita-se que tenha cinquenta anos. A Sears também divulgou no Twitter que relatou o motorista da Konectbus para os funcionários da rodoviária, que lhe assegurou que eles já estavam cientes do incidente. Em resposta, a empresa controladora do Konectbus garantiu à adolescente que seu empregado havia sido suspenso. “Go East Anglia se orgulha de valores que apóiam a diversidade e inclusão e tem sido um campeão da Norwich Pride desde 2017”, afirmou na quarta-feira. “Nós particularmente queremos que todos os clientes de qualquer formação ou orientação sexual se sintam confortáveis ​​em nossos serviços”, continuou. “Como empresa, não toleramos nenhum este tipo de comportamento por parte de nossos motoristas. O motorista envolvido neste incidente foi suspenso e uma investigação completa está em andamento. ” Os “orgulho” LGBT acontecem em todo o Reino Unido durante os meses de verão, e não apenas os ônibus, mas trens, bancos e outras empresas comerciais exibem com destaque as cores do arco-íris LGBT. CitizenGo considerou o lealista LGBT “intolerante” e afirmou que foi o tweet do adolescente que fez com que o motorista fosse suspenso. “… [N] satisfeito em reportar o homem à recepção, [Sears] começou a tirar uma foto dele e escalou a situação nas mídias sociais, resultando em sua suspensão do trabalho. Isso poderia levar a represálias para ele e sua família ”, escreveu o grupo em sua petição. O grupo observou que a estudante não tinha twittado porque sua jornada havia sido impedida ou porque ela havia sofrido um pequeno atraso, mas porque o motorista expressou uma opinião. “O motorista não estava expressando qualquer ódio ou ofensiva contra a comunidade LGBT ou qualquer indivíduo, mas simplesmente exercendo seus próprios direitos de consciência quando se trata de ser forçado a promover uma ideologia política com a qual ele discorda”, diz a petição. A CitizenGo questionou o direito dos empregadores de forçar os funcionários a promover ideologias políticas com as quais eles discordam e ressaltaram o fato de que o “orgulho” é um movimento político. “A bandeira do arco-íris é um símbolo político, de apoiadores que promovem uma série de práticas éticas preocupantes, como ideologia de gênero e sub-rogação”, disse. “Quando uma empresa opta por adotar uma causa política, seus funcionários são automaticamente associados a essa causa e, muitas vezes, como no caso do motorista de ônibus, são forçados a promovê-la.” “Forçar um funcionário a promover valores que vão contra sua consciência ou fé religiosa é violação da Convenção Européia sobre Direitos Humanos.” A CitizenGo revelou que um colega do motorista do ônibus “se regozijou” nas mídias sociais dizendo que o motorista com certeza será demitido porque seu empresário é gay. “Isso implica que o homem poderia ser negado a ter um processo justo e estaria sujeito a uma investigação tendenciosa.” Isso também implica que o colega vangloriador acredita que as pessoas LGBT são necessariamente vingativas e mesquinhas quando se trata de liberdade de expressão. O usuário do Twitter Pàdair perguntou a Jamie Wood: “Você está sugerindo que o Gerente de RH será tendencioso em sua abordagem a isso porque ele é gay? Eu não acho que ele ficaria feliz com isso, não é?” LifeSiteNews.com | Tradução: Equipe Templário de Maria #homossexualidade #LGBT

  • A CAMINHO DO SÍNODO DA AMAZÔNIA, COM “BÊNÇÃO” DE UM FEITICEIRO

    “Esta foto está girando ao redor do mundo, mostrando um feiticeiro amazônico dando uma bênção a homens e mulheres religiosos durante o terceiro fórum para a preparação do Sínodo da Amazônia, realizado em Bogotá, na sede da Conferência Episcopal Colombiana. A foto mostra uma nova Igreja, na qual reinam o panteísmo, o animismo, o espiritismo, a nova era, o xamanismo, a bruxaria, os rituais Quechua reinam. Uma Igreja sem Deus, sem uma cruz, com hóstias de farinha de yucca, relativista e satânica.” (Em: http://lanuovabq.it/it/verso-il-sinodo-con-la-benedizione-dello-stregone)

  • Tudo que precisa saber sobre os protestos contra a ONG pró-aborto em uma Paróquia Católica

    Se já não fosse absurdo suficiente uma ONG pró-aborto palestrar dentro de uma paróquia católica, os acontecimentos que sucederam demonstraram ser mais absurdos ainda. Realmente vivemos em uma época que o “poste tá mijando no cachorro”. Para você que perdeu algum detalhe, reunimos aqui as informações, até agora, dos acontecimentos e protestos ocorridos contra o evento promovido pela ONG feminista e pró-aborto “católicas pelo direito de decidir” na Paróquia São Francisco de Assis em Ermelino Matarazzo, diocese de São Miguel Paulista. Paróquia São Francisico de Assis Entenda No início do mês de agosto aconteceu na Paróquia São Francisco de Assis em Ermelino Matarazzo, diocese de São Miguel Paulista, uma semana da Juventude com palestras e debates de diversos temas. Uma dessas palestras gerou desconforto entre os católicos pelo fato de apresentar um tema já definido como oposto à doutrina da Igreja Católica: a Ideologia de Gênero, direitos sexuais e direitos reprodutivos, e também pelas palestrantes convidadas serem de uma organização feminista chamada “Católicas pelo direito de Decidir”, que entre suas pautas estão diversos temas contrários à doutrina da Santa Igreja, e o principal deles é o aborto. ONG Pró-Aborto – “Católicas pelo Direito de Decidir” O Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz encarregado de um dos apostolados pró-vida mais exitosos no Brasil, aponta que é impossível que os católicos apoiem o aborto, do que se deduz que as “católicas pelo direito de decidir” é uma organização que não representa os católicos, e por isso nem deveriam se chamar “católicas”. A organização financia suas atividades com milhões de dólares recebidos de grupos norte-americanos abertamente anti-vida como a Fundação Ford. Nos Estados Unidos os bispos norte-americanos rejeitaram publicamente o movimento e novamente os desautorizaram. A CNBB também já se manifestou através de uma nota oficial acerca das Católicas pelo Direito de Decidir, esclarecendo que não são uma organização católica, e não podem falar pela Igreja Católica conclamando os católicos a se unirem em defesa da vida, e contra a cultura da morte. Denúncia Munidos de autoridade, e pela defesa da santa doutrina, diversos católicos se uniram denunciando o evento e fazendo protestos. Alguns jovens estiveram no dia do evento. E também organizaram um Santo Terço em desagravo ao acontecimento e contra a luta pró-aborto dos organizadores. Jovens rezando o Terço em ato em desagravo e contra o aborto Infelizmente, com a ajuda milicianos pró-esquerda, o Terço em desagravo não correu em plena paz, como era o programado, pois um grupo opositor e em defesa dos acontecimentos e do Padre ‘Ticão’ esteve presente no dia e tumultuou aquilo que deveria acontecer de maneira pacifica, havendo até agressão a alguns dos jovens que estavam rezando na igreja. O site Gazeta Conservadora noticiou que um grupo de Milicianos do PSOL fez parte do grupo opositor. É possível ver mais detalhes do que aconteceu no relato de um dos jovens presentes no Santo Terço de Desagravo. No canto inferior direito, a Deputada Estadual Isa Penna, ao lado de um rapaz de boné preto. “Ameaçado de morte” Um fator que colocou fogo nas discussões foi o envolvimento da grande mídia, que apresentou uma imagem deturpada dos fatos, como Folha de São Paulo, Jornalismo SBT, e outros sites como Catraca Livre que replicaram a notícia de que o Padre ‘Ticão’, conhecido por defender o uso da Canabis (maconha) medicinal, administrador da paróquia, estava sendo ameaçado de morte por católicos extremistas, pelo fato de apoiar posições contrárias à Igreja. Assista abaixo a reportagem do SBT: Os próprios membros do grupo Renovação Jovem, responsáveis pela organização da semana da Juventude, divulgaram uma nota na qual assumem que que se consideram cristãos, mas “pensam diferente e seguem caminhos de atuação diferentes” da Doutrina da Igreja. Processo A paróquia se manifestou publicamente através de uma nota nas redes sociais informando que pretende processar os envolvidos sob a acusação de intolerância religiosa, difamação e calúnia e apologia ao crime. Durante a semana o padre Ticão participou de uma transmissão ao vivo na qual, entre outros temas, falou sobre os protestos da paróquia e durante o vídeo demonstrou ser favorável à descriminalização do aborto, como é possível assistir aqui. Notas de Repúdio e Esclarecimento Algumas pessoas e grupos se envolveram de maneira mais incisiva na defesa da doutrina, na denúncia contra a realização do evento e também no Santo Terço em Desagravo que aconteceu após o evento. Alguns grupos divulgaram notas de repúdio e esclarecimento sobre a motivação que os levaram a tomarem esta atitude corajosa. Assista ao vídeo divulgado pelo Centro Dom Bosco, onde dois jovens comentam os detalhes dos fatos, exercendo o direito de resposta pelas injustiças sofridas por nossos irmãos, e informar a todos o que aconteceu realmente. Sobretudo rebater as mentiras espalhadas por alguns veículos de comunicação e outras pessoas mal informadas ou mal intencionadas: Segue a nota divulgada pela página Salve Roma: NOTA OFICIAL Em decorrência da repercussão pública que nossas denúncias tiveram contra a palestra do grupo feminista e pró-legalização do aborto “Católicas pelo Direito de Decidir” na Paróquia São Francisco de Assis – Ermelino Matarazzo (SP), dia 01 de Agosto, viemos a público prestar os seguintes esclarecimentos: I. REPUDIAMOS, qualquer incentivo a violência ou ameaça de qualquer tipo aos jovens, palestrantes e organizadores do evento. II. A ONG feminista Católicas pelo Direito de Decidir, que foi autorizada a palestrar na Paróquia São Francisco de Assis pelo sacerdote Antônio Luís Marchioni – popularmente conhecido como “Padre Ticão” – não somente não é reconhecida como uma instituição católica por parte da hierarquia da Igreja, como também acumula uma série de condenações por parte de diversas Conferências Episcopais ao redor do mundo [1]. A CNBB, por exemplo, afirma claramente sobre a organização em seu site: “Têm chegado à sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB – inúmeras consultas sobre a ONG denominada “Católicas pelo Direito de Decidir”, uma vez que em seus pronunciamentos HÁ VÁRIOS PONTOS CONTRÁRIOS À DOUTRINA E À MORAL CATÓLICAS. Esclarecemos que se trata de uma entidade feminista, constituída no Brasil em 1993, e que atua em articulação e rede com vários parceiros no Brasil e no mundo, em particular com uma organização norte-americana intitulada “Catholics for a Free Choice”. Sobre esta última, a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos já fez várias declarações, destacando que o grupo tem defendido publicamente o aborto e DISTORCIDO o ensinamento católico sobre o respeito e a proteção devidos à vida do nascituro indefeso; é contrário a muitos ensinamentos do Magistério da Igreja; NÃO É UMA ORGANIZAÇÃO CATÓLICA E NÃO FALA PELA IGREJA CATÓLICA. Essas observações se aplicam, também, AO GRUPO QUE ATUA EM NOSSO PAÍS.” [2]. III. Ora, mesmo com todas as condenações por parte de diversas Conferências Episcopais sobre o referido grupo feminista – incluindo a nossa – e sendo pública a opinião da mesma entidade acerca da legalização do aborto e demais pautas feministas condenadas pela Igreja (como a malfadada “teoria” ou ideologia de gênero), o chamado Padre “Ticão” permitiu que a mesma palestrasse aos jovens de sua Paróquia como se fossem um verdadeiro grupo católico, sendo, portanto, motivo de escândalo aos mesmos (cf. Mt 18:6-7). IV. Não é lícito aos católicos promoverem “discussões” que questionem “princípios não-negociáveis” da Igreja, como, por exemplo, sua posição favorável a vida desde a concepção e contrária a legalização de qualquer tipo de aborto em qualquer estágio da gravidez. Assim afirma, por exemplo, o Papa Bento XVI: “No que se refere à Igreja Católica, o interesse principal das suas intervenções no campo público é a tutela e a promoção da dignidade da pessoa e, por conseguinte, ela chama conscientemente a uma particular atenção aos PRINCÍPIOS QUE NÃO SÃO NEGOCIÁVEIS. Entre eles, hoje emergem os seguintes: TUTELA DA VIDA EM TODAS AS SUAS FASES, DESDE O PRIMEIRO MOMENTO DA CONCEPÇÃO ATÉ À MORTE NATURAL; reconhecimento e promoção da estrutura natural da família, como união entre um homem e uma mulher baseada no matrimónio, e a sua defesa das tentativas de a tornar juridicamente equivalente a formas de uniões que, na realidade, a danificam e contribuem para a sua desestabilização, obscurecendo o seu carácter particular e o seu papel social insubstituível; tutela do direito dos pais de educar os próprios filhos.” [3] Ora, ao permitir a palestra de um grupo anti-católico já condenado pela Hierarquia da Igreja diversas vezes e que publicamente questiona o ensinamento católico acerca de – como disse o Papa Bento XVI – “princípios não-negociáveis”, o sacerdote incorreu em falta grave para com Deus, a Igreja e seu ofício. Assim também ensina o Venerável Papa Pio XII: “O que não corresponde à verdade e à Lei Moral não tem objetivamente nenhum direito de existência, NEM DE PROPAGANDA, nem de ação”[4]. V. O Código de Direito Canônico no cânon 212, deixa claro que: “§ 3. Os fiéis, segundo a ciência, a competência e a proeminência de que desfrutam, têm o direito e mesmo por vezes o dever, de manifestar aos sagrados Pastores a sua opinião acerca das coisas atinentes ao bem da Igreja, e de a exporem aos restantes fiéis, salva a integridade da fé e dos costumes, a reverência devida aos Pastores, e tendo em conta a utilidade comum e a dignidade das pessoas.”[5]. Esta é a razão pela qual incentivamos publicamente a denunciar o evento ocorrido primeiramente aos padres que o permitiram (e que, infelizmente, se obstinaram no erro mesmo após as denúncias); depois, ao bispo diocesano responsável por estes padres (Dom Manuel Parrado Carral); e, agora, o fazemos pedindo que tais sacerdotes sejam denunciados à Nunciatura Apostólica, para que lhes seja aplicada as devidas sanções. VI. Nosso grupo, formado por católicos romanos fiéis ao Magistério Infalível da Igreja e ao Santo Padre, o Papa Francisco, não abriremos mão de nosso dever moral em condenar abertamente as ações escandalosas promovidas pela Paróquia em questão, mas, pelo contrário, seguiremos o ensinamento de São Paulo: “não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente.” (Efésios 5:11). Os valores morais dos católicos não serão vilipendiados por ninguém. Afinal, como dizia Santo Tomás de Aquino, Doutor Comum da Igreja: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é negá-la.”. Dos administradores da página Salve Roma, Lucas & Gabriel Klautau. REFERÊNCIAS [1] http://www.usccb.org/news/2000/00-123.cfm [2] http://www.cnbb.org.br/nota-da-cnbb-sobre-as-catolicas-pelo-direito-de-decidir/ [3] https://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/speeches/2006/march/documents/hf_ben-xvi_spe_20060330_eu-parliamentarians.html [4] Papa Pio XII, Ci riesce, 06.12.1953. in “Documents pontificaux’, ano de 1953, p. 616. [5] http://www.vatican.va/archive/cod-iuris-canonici/portuguese/codex-iuris-canonici_po.pdf NOTA DE REPÚDIO À PALESTRA DA ONG FEMINISTA ‘CATÓLICAS PELO DIREITO DE DECIDIR’ NA PARÓQUIA SÃO FRANCISCO DE ASSIS – ERMELINO MATARAZZO (SP) O Centro Cultural Ávila vêm a público manifestar seu repúdio à palestra do grupo feminista “Católicas pelo Direito de Decidir” na Paróquia São Francisco de Assis – Ermelino Matarazzo (SP), ocorrida no dia 01 de Agosto de 2019 em um evento denominado “36ª Semana da Juventude”, organizado pelo grupo “Renovação Jovem” sob a permissão do Padre Antônio Luís Marchioni (popularmente conhecido como “Padre Ticão”). No evento, a entidade feminista em questão – que defende publicamente posições contrárias à Doutrina da Igreja como a legalização do aborto e a ideologia de gênero -, não só foi autorizada pelo referido sacerdote a palestrar sobre “Gênero, direitos sexuais, direitos reprodutivos e religião” em sua Paróquia, como também se apresentou como uma legítima entidade católica, sendo motivo de escândalo para os fiéis da comunidade, uma vez que, de acordo com a CNBB, o grupo “não é uma organização católica e não fala pela Igreja Católica” [1], tendo sido condenado por diversas Conferências Episcopais além da CNBB [2]. Na tarde do dia em que estava programado para acontecer o evento, páginas católicas do Facebook – em especial, a página “Salve Roma” – denunciaram a palestra da ONG feminista em seus perfis nas redes sociais, exortando seus seguidores a denunciar o evento para a Diocese de São Miguel Paulista (SP), onde ocorreria a palestra e cujo bispo é Dom Manuel Parrado Carral. A Diocese e a Paróquia em questão, então, recebeu ligações de todo o Brasil pedindo para que se cancelasse o evento. Infelizmente, no entanto, o evento ocorreu às 19:30h do mesmo dia. Na palestra, houve resistência da parte de jovens católicos fiéis a Doutrina e ao Magistério da Igreja contra a palestrante feminista que se apresentava. Em um vídeo que viralizou nas páginas e meios católicos virtuais, um jovem clamou em alta voz enquanto ocorria a palestra: “Tenha respeito à vida! Tenha respeito à Igreja!”. Os defensores da ativista, no entanto, alegavam que “o espaço da Igreja” era simplesmente “aberto” a todos e deixaram a palestra anti-católica continuar. Alguns dias depois, grupos verdadeiramente católicos se reuniram novamente na frente da Paróquia em questão para fazer um ato de desagravo pelo sacrilégio organizado pelo grupo “Renovação Jovem”, e, é claro, autorizado pelo Padre “Ticão” mesmo após diversas denúncias. Insatisfeito com a oposição a seu evento, o Padre “Ticão” não parou por aí. Resolveu denunciar as “mensagens ofensivas” e “telefonemas anônimos” que teria recebido com ao menos quatro B.O.s (Boletins de Ocorrência) no 62º DP (Distrito Policial), que está responsável pelas investigações. As ocorrências tratam de ameaça, injúria, difamação e falsidade ideológica, de acordo com o advogado Eduardo Fonseca, que atua junto do padre. A mídia (representada principalmente por uma matéria publicada no jornal “Folha de São Paulo”), por sua vez, não só defendeu o padre como também denunciou as páginas católicas que denunciaram o evento como “radicais” e “fundamentalistas”, afirmando que o padre recebeu diversas “mensagens de ódio”, “ameaças”, e, inclusive, “ameaças de morte”. Nós, do Centro Cultural Ávila, consideramos ser inadmissível o comportamento do referido sacerdote e demais grupos organizadores ao permitir que uma ONG feminista condenada pela Hierarquia da Igreja [3] se apresentasse em sua paróquia como uma legítima entidade católica para “discutir” um princípio que, de acordo com o Papa Bento XVI, é um “princípio não-negociável” da Igreja, isto é, a defesa jurídica da família natural e da vida desde a concepção [4], e, portanto, não passível de “discussão”. Afinal, como ensina o Venerável Papa Pio XII: “O que não corresponde à verdade e à Lei Moral não tem objetivamente nenhum direito de existência, nem de propaganda, nem de ação”[5]. Os jovens que denunciaram o evento, assim como a página “Salve Roma”, não agiram de maneira alguma de modo criminal, mas simplesmente seguiram o que ensina o Código de Direito Canônico: “Os fiéis, segundo a ciência, a competência e a proeminência de que desfrutam, têm o direito e mesmo por vezes o dever, de manifestar aos sagrados Pastores a sua opinião acerca das coisas atinentes ao bem da Igreja, e de a exporem aos restantes fiéis, salva a integridade da fé e dos costumes, a reverência devida aos Pastores, e tendo em conta a utilidade comum e a dignidade das pessoas.” (Código de Direito Canônico, cânon 212, § 3). Esperamos que, diante da repercussão pública dos acontecimentos, o Padre supracitado e os organizadores do evento não permaneçam impunes, mas que o bispo Dom Manuel Parrado Carral, os aplique as devidas sanções. REFERÊNCIAS [1] http://www.cnbb.org.br/nota-da-cnbb-sobre-as-catolicas-pelo-direito-de-decidir/ [2] http://www.usccb.org/news/2000/00-123.cfm [3] Cf. http://www.cnbb.org.br/nota-da-cnbb-sobre-as-catolicas-pelo-direito-de-decidir/ [4] https://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/speeches/2006/march/documents/hf_ben-xvi_spe_20060330_eu-parliamentarians.html [5] Papa Pio XII, Ci riesce, 06.12.1953. in “Documents pontificaux’, ano de 1953, p. 616.

  • Tudo que precisa saber sobre os protestos contra a ONG pró-aborto em uma Paróquia Católica

    Se já não fosse absurdo suficiente uma ONG pró-aborto palestrar dentro de uma paróquia católica, os acontecimentos que sucederam demonstraram ser mais absurdos ainda. Realmente vivemos em uma época que o “poste tá mijando no cachorro”. Para você que perdeu algum detalhe, reunimos aqui as informações, até agora, dos acontecimentos e protestos ocorridos contra o evento promovido pela ONG feminista e pró-aborto “católicas pelo direito de decidir” na Paróquia São Francisco de Assis em Ermelino Matarazzo, diocese de São Miguel Paulista. Paróquia São Francisico de Assis Entenda No início do mês de agosto aconteceu na Paróquia São Francisco de Assis em Ermelino Matarazzo, diocese de São Miguel Paulista, uma semana da Juventude com palestras e debates de diversos temas. Uma dessas palestras gerou desconforto entre os católicos pelo fato de apresentar um tema já definido como oposto à doutrina da Igreja Católica: a Ideologia de Gênero, direitos sexuais e direitos reprodutivos, e também pelas palestrantes convidadas serem de uma organização feminista chamada “Católicas pelo direito de Decidir”, que entre suas pautas estão diversos temas contrários à doutrina da Santa Igreja, e o principal deles é o aborto. ONG Pró-Aborto – “Católicas pelo Direito de Decidir” O Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz encarregado de um dos apostolados pró-vida mais exitosos no Brasil, aponta que é impossível que os católicos apoiem o aborto, do que se deduz que as “católicas pelo direito de decidir” é uma organização que não representa os católicos, e por isso nem deveriam se chamar “católicas”. A organização financia suas atividades com milhões de dólares recebidos de grupos norte-americanos abertamente anti-vida como a Fundação Ford. Nos Estados Unidos os bispos norte-americanos rejeitaram publicamente o movimento e novamente os desautorizaram. A CNBB também já se manifestou através de uma nota oficial acerca das Católicas pelo Direito de Decidir, esclarecendo que não são uma organização católica, e não podem falar pela Igreja Católica conclamando os católicos a se unirem em defesa da vida, e contra a cultura da morte. Denúncia Munidos de autoridade, e pela defesa da santa doutrina, diversos católicos se uniram denunciando o evento e fazendo protestos. Alguns jovens estiveram no dia do evento. E também organizaram um Santo Terço em desagravo ao acontecimento e contra a luta pró-aborto dos organizadores. Jovens rezando o Terço em ato em desagravo e contra o aborto Infelizmente, com a ajuda milicianos pró-esquerda, o Terço em desagravo não correu em plena paz, como era o programado, pois um grupo opositor e em defesa dos acontecimentos e do Padre ‘Ticão’ esteve presente no dia e tumultuou aquilo que deveria acontecer de maneira pacifica, havendo até agressão a alguns dos jovens que estavam rezando na igreja. O site Gazeta Conservadora noticiou que um grupo de Milicianos do PSOL fez parte do grupo opositor. É possível ver mais detalhes do que aconteceu no relato de um dos jovens presentes no Santo Terço de Desagravo. No canto inferior direito, a Deputada Estadual Isa Penna, ao lado de um rapaz de boné preto. “Ameaçado de morte” Um fator que colocou fogo nas discussões foi o envolvimento da grande mídia, que apresentou uma imagem deturpada dos fatos, como Folha de São Paulo, Jornalismo SBT, e outros sites como Catraca Livre que replicaram a notícia de que o Padre ‘Ticão’, conhecido por defender o uso da Canabis (maconha) medicinal, administrador da paróquia, estava sendo ameaçado de morte por católicos extremistas, pelo fato de apoiar posições contrárias à Igreja. Assista abaixo a reportagem do SBT: Os próprios membros do grupo Renovação Jovem, responsáveis pela organização da semana da Juventude, divulgaram uma nota na qual assumem que que se consideram cristãos, mas “pensam diferente e seguem caminhos de atuação diferentes” da Doutrina da Igreja. Processo A paróquia se manifestou publicamente através de uma nota nas redes sociais informando que pretende processar os envolvidos sob a acusação de intolerância religiosa, difamação e calúnia e apologia ao crime. Durante a semana o padre Ticão participou de uma transmissão ao vivo na qual, entre outros temas, falou sobre os protestos da paróquia e durante o vídeo demonstrou ser favorável à descriminalização do aborto, como é possível assistir aqui. Notas de Repúdio e Esclarecimento Algumas pessoas e grupos se envolveram de maneira mais incisiva na defesa da doutrina, na denúncia contra a realização do evento e também no Santo Terço em Desagravo que aconteceu após o evento. Alguns grupos divulgaram notas de repúdio e esclarecimento sobre a motivação que os levaram a tomarem esta atitude corajosa. Assista ao vídeo divulgado pelo Centro Dom Bosco, onde dois jovens comentam os detalhes dos fatos, exercendo o direito de resposta pelas injustiças sofridas por nossos irmãos, e informar a todos o que aconteceu realmente. Sobretudo rebater as mentiras espalhadas por alguns veículos de comunicação e outras pessoas mal informadas ou mal intencionadas: Segue a nota divulgada pela página Salve Roma: NOTA OFICIAL Em decorrência da repercussão pública que nossas denúncias tiveram contra a palestra do grupo feminista e pró-legalização do aborto “Católicas pelo Direito de Decidir” na Paróquia São Francisco de Assis – Ermelino Matarazzo (SP), dia 01 de Agosto, viemos a público prestar os seguintes esclarecimentos: I. REPUDIAMOS, qualquer incentivo a violência ou ameaça de qualquer tipo aos jovens, palestrantes e organizadores do evento. II. A ONG feminista Católicas pelo Direito de Decidir, que foi autorizada a palestrar na Paróquia São Francisco de Assis pelo sacerdote Antônio Luís Marchioni – popularmente conhecido como “Padre Ticão” – não somente não é reconhecida como uma instituição católica por parte da hierarquia da Igreja, como também acumula uma série de condenações por parte de diversas Conferências Episcopais ao redor do mundo [1]. A CNBB, por exemplo, afirma claramente sobre a organização em seu site: “Têm chegado à sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB – inúmeras consultas sobre a ONG denominada “Católicas pelo Direito de Decidir”, uma vez que em seus pronunciamentos HÁ VÁRIOS PONTOS CONTRÁRIOS À DOUTRINA E À MORAL CATÓLICAS. Esclarecemos que se trata de uma entidade feminista, constituída no Brasil em 1993, e que atua em articulação e rede com vários parceiros no Brasil e no mundo, em particular com uma organização norte-americana intitulada “Catholics for a Free Choice”. Sobre esta última, a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos já fez várias declarações, destacando que o grupo tem defendido publicamente o aborto e DISTORCIDO o ensinamento católico sobre o respeito e a proteção devidos à vida do nascituro indefeso; é contrário a muitos ensinamentos do Magistério da Igreja; NÃO É UMA ORGANIZAÇÃO CATÓLICA E NÃO FALA PELA IGREJA CATÓLICA. Essas observações se aplicam, também, AO GRUPO QUE ATUA EM NOSSO PAÍS.” [2]. III. Ora, mesmo com todas as condenações por parte de diversas Conferências Episcopais sobre o referido grupo feminista – incluindo a nossa – e sendo pública a opinião da mesma entidade acerca da legalização do aborto e demais pautas feministas condenadas pela Igreja (como a malfadada “teoria” ou ideologia de gênero), o chamado Padre “Ticão” permitiu que a mesma palestrasse aos jovens de sua Paróquia como se fossem um verdadeiro grupo católico, sendo, portanto, motivo de escândalo aos mesmos (cf. Mt 18:6-7). IV. Não é lícito aos católicos promoverem “discussões” que questionem “princípios não-negociáveis” da Igreja, como, por exemplo, sua posição favorável a vida desde a concepção e contrária a legalização de qualquer tipo de aborto em qualquer estágio da gravidez. Assim afirma, por exemplo, o Papa Bento XVI: “No que se refere à Igreja Católica, o interesse principal das suas intervenções no campo público é a tutela e a promoção da dignidade da pessoa e, por conseguinte, ela chama conscientemente a uma particular atenção aos PRINCÍPIOS QUE NÃO SÃO NEGOCIÁVEIS. Entre eles, hoje emergem os seguintes: TUTELA DA VIDA EM TODAS AS SUAS FASES, DESDE O PRIMEIRO MOMENTO DA CONCEPÇÃO ATÉ À MORTE NATURAL; reconhecimento e promoção da estrutura natural da família, como união entre um homem e uma mulher baseada no matrimónio, e a sua defesa das tentativas de a tornar juridicamente equivalente a formas de uniões que, na realidade, a danificam e contribuem para a sua desestabilização, obscurecendo o seu carácter particular e o seu papel social insubstituível; tutela do direito dos pais de educar os próprios filhos.” [3] Ora, ao permitir a palestra de um grupo anti-católico já condenado pela Hierarquia da Igreja diversas vezes e que publicamente questiona o ensinamento católico acerca de – como disse o Papa Bento XVI – “princípios não-negociáveis”, o sacerdote incorreu em falta grave para com Deus, a Igreja e seu ofício. Assim também ensina o Venerável Papa Pio XII: “O que não corresponde à verdade e à Lei Moral não tem objetivamente nenhum direito de existência, NEM DE PROPAGANDA, nem de ação”[4]. V. O Código de Direito Canônico no cânon 212, deixa claro que: “§ 3. Os fiéis, segundo a ciência, a competência e a proeminência de que desfrutam, têm o direito e mesmo por vezes o dever, de manifestar aos sagrados Pastores a sua opinião acerca das coisas atinentes ao bem da Igreja, e de a exporem aos restantes fiéis, salva a integridade da fé e dos costumes, a reverência devida aos Pastores, e tendo em conta a utilidade comum e a dignidade das pessoas.”[5]. Esta é a razão pela qual incentivamos publicamente a denunciar o evento ocorrido primeiramente aos padres que o permitiram (e que, infelizmente, se obstinaram no erro mesmo após as denúncias); depois, ao bispo diocesano responsável por estes padres (Dom Manuel Parrado Carral); e, agora, o fazemos pedindo que tais sacerdotes sejam denunciados à Nunciatura Apostólica, para que lhes seja aplicada as devidas sanções. VI. Nosso grupo, formado por católicos romanos fiéis ao Magistério Infalível da Igreja e ao Santo Padre, o Papa Francisco, não abriremos mão de nosso dever moral em condenar abertamente as ações escandalosas promovidas pela Paróquia em questão, mas, pelo contrário, seguiremos o ensinamento de São Paulo: “não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente.” (Efésios 5:11). Os valores morais dos católicos não serão vilipendiados por ninguém. Afinal, como dizia Santo Tomás de Aquino, Doutor Comum da Igreja: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é negá-la.”. Dos administradores da página Salve Roma, Lucas & Gabriel Klautau. REFERÊNCIAS [1] http://www.usccb.org/news/2000/00-123.cfm [2] http://www.cnbb.org.br/nota-da-cnbb-sobre-as-catolicas-pelo-direito-de-decidir/ [3] https://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/speeches/2006/march/documents/hf_ben-xvi_spe_20060330_eu-parliamentarians.html [4] Papa Pio XII, Ci riesce, 06.12.1953. in “Documents pontificaux’, ano de 1953, p. 616. [5] http://www.vatican.va/archive/cod-iuris-canonici/portuguese/codex-iuris-canonici_po.pdf NOTA DE REPÚDIO À PALESTRA DA ONG FEMINISTA ‘CATÓLICAS PELO DIREITO DE DECIDIR’ NA PARÓQUIA SÃO FRANCISCO DE ASSIS – ERMELINO MATARAZZO (SP) O Centro Cultural Ávila vêm a público manifestar seu repúdio à palestra do grupo feminista “Católicas pelo Direito de Decidir” na Paróquia São Francisco de Assis – Ermelino Matarazzo (SP), ocorrida no dia 01 de Agosto de 2019 em um evento denominado “36ª Semana da Juventude”, organizado pelo grupo “Renovação Jovem” sob a permissão do Padre Antônio Luís Marchioni (popularmente conhecido como “Padre Ticão”). No evento, a entidade feminista em questão – que defende publicamente posições contrárias à Doutrina da Igreja como a legalização do aborto e a ideologia de gênero -, não só foi autorizada pelo referido sacerdote a palestrar sobre “Gênero, direitos sexuais, direitos reprodutivos e religião” em sua Paróquia, como também se apresentou como uma legítima entidade católica, sendo motivo de escândalo para os fiéis da comunidade, uma vez que, de acordo com a CNBB, o grupo “não é uma organização católica e não fala pela Igreja Católica” [1], tendo sido condenado por diversas Conferências Episcopais além da CNBB [2]. Na tarde do dia em que estava programado para acontecer o evento, páginas católicas do Facebook – em especial, a página “Salve Roma” – denunciaram a palestra da ONG feminista em seus perfis nas redes sociais, exortando seus seguidores a denunciar o evento para a Diocese de São Miguel Paulista (SP), onde ocorreria a palestra e cujo bispo é Dom Manuel Parrado Carral. A Diocese e a Paróquia em questão, então, recebeu ligações de todo o Brasil pedindo para que se cancelasse o evento. Infelizmente, no entanto, o evento ocorreu às 19:30h do mesmo dia. Na palestra, houve resistência da parte de jovens católicos fiéis a Doutrina e ao Magistério da Igreja contra a palestrante feminista que se apresentava. Em um vídeo que viralizou nas páginas e meios católicos virtuais, um jovem clamou em alta voz enquanto ocorria a palestra: “Tenha respeito à vida! Tenha respeito à Igreja!”. Os defensores da ativista, no entanto, alegavam que “o espaço da Igreja” era simplesmente “aberto” a todos e deixaram a palestra anti-católica continuar. Alguns dias depois, grupos verdadeiramente católicos se reuniram novamente na frente da Paróquia em questão para fazer um ato de desagravo pelo sacrilégio organizado pelo grupo “Renovação Jovem”, e, é claro, autorizado pelo Padre “Ticão” mesmo após diversas denúncias. Insatisfeito com a oposição a seu evento, o Padre “Ticão” não parou por aí. Resolveu denunciar as “mensagens ofensivas” e “telefonemas anônimos” que teria recebido com ao menos quatro B.O.s (Boletins de Ocorrência) no 62º DP (Distrito Policial), que está responsável pelas investigações. As ocorrências tratam de ameaça, injúria, difamação e falsidade ideológica, de acordo com o advogado Eduardo Fonseca, que atua junto do padre. A mídia (representada principalmente por uma matéria publicada no jornal “Folha de São Paulo”), por sua vez, não só defendeu o padre como também denunciou as páginas católicas que denunciaram o evento como “radicais” e “fundamentalistas”, afirmando que o padre recebeu diversas “mensagens de ódio”, “ameaças”, e, inclusive, “ameaças de morte”. Nós, do Centro Cultural Ávila, consideramos ser inadmissível o comportamento do referido sacerdote e demais grupos organizadores ao permitir que uma ONG feminista condenada pela Hierarquia da Igreja [3] se apresentasse em sua paróquia como uma legítima entidade católica para “discutir” um princípio que, de acordo com o Papa Bento XVI, é um “princípio não-negociável” da Igreja, isto é, a defesa jurídica da família natural e da vida desde a concepção [4], e, portanto, não passível de “discussão”. Afinal, como ensina o Venerável Papa Pio XII: “O que não corresponde à verdade e à Lei Moral não tem objetivamente nenhum direito de existência, nem de propaganda, nem de ação”[5]. Os jovens que denunciaram o evento, assim como a página “Salve Roma”, não agiram de maneira alguma de modo criminal, mas simplesmente seguiram o que ensina o Código de Direito Canônico: “Os fiéis, segundo a ciência, a competência e a proeminência de que desfrutam, têm o direito e mesmo por vezes o dever, de manifestar aos sagrados Pastores a sua opinião acerca das coisas atinentes ao bem da Igreja, e de a exporem aos restantes fiéis, salva a integridade da fé e dos costumes, a reverência devida aos Pastores, e tendo em conta a utilidade comum e a dignidade das pessoas.” (Código de Direito Canônico, cânon 212, § 3). Esperamos que, diante da repercussão pública dos acontecimentos, o Padre supracitado e os organizadores do evento não permaneçam impunes, mas que o bispo Dom Manuel Parrado Carral, os aplique as devidas sanções. REFERÊNCIAS [1] http://www.cnbb.org.br/nota-da-cnbb-sobre-as-catolicas-pelo-direito-de-decidir/ [2] http://www.usccb.org/news/2000/00-123.cfm [3] Cf. http://www.cnbb.org.br/nota-da-cnbb-sobre-as-catolicas-pelo-direito-de-decidir/ [4] https://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/speeches/2006/march/documents/hf_ben-xvi_spe_20060330_eu-parliamentarians.html [5] Papa Pio XII, Ci riesce, 06.12.1953. in “Documents pontificaux’, ano de 1953, p. 616.

  • Padres católicos se unirão aos leigos em oração fora do bar durante a missa negra satânica em Ottawa

    OTTAWA, 15 de agosto de 2019 ( LifeSiteNews ) – Pelo menos quatro padres católicos da arquidiocese de Ottawa planejam se unir a um grupo de católicos para rezar do lado de fora do bar de heavy metal The Koven neste sábado à noite enquanto uma missa negra satânica acontece dentro. “Estaremos lá para orar e interceder, para ser um sinal visível da liderança da Igreja”, disse um dos padres, que preferiu não dar seu nome, à LifeSiteNews. PETIÇÃO: Pare com a missa negra satânica em Ottawa! Assine a petição aqui. “Nós não temos intenção de interagir com nenhum dos patronos… certamente nenhuma intenção de causar qualquer confronto ou comoção, mas simplesmente estar lá como líderes espirituais na comunidade, para abençoar as pessoas que vão estar lá em suas orações e intercessões. , para que eles sejam protegidos pelas bênçãos e graças do Senhor ”, disse o padre. Ele espera que outros padres também participem, já que o arcebispo de Ottawa, Terrence Prendergast condenou o evento , e enviou um memorando a todos os “padres de nós, pessoalmente”, convidando-os a orar em resposta ao evento blasfemo, disse o padre. O arcebispo “deu sua orientação e suas bênçãos para que orássemos”, disse ele ao LifeSiteNews. “Certamente isso era algo que estava se movendo em nossos corações também.” Terrence denunciou publicamente o evento blasfemo como odioso e pediu a todos os católicos que rezem em reparação pelo dano espiritual que está sendo planejado. “Violar e zombar da missa – que é o que esse ritual satânico faz – é odioso e afetará mais do que aqueles que participam dele”, disse ele ao Catholic Register . “Eu estou pedindo aos grupos de oração intercessores que orem por aqueles que planejam participar deste evento [de massa negra] para que eles se afastem do caminho das trevas e se voltem para a luz da fé”, disse ele. O arcebispo vai oferecer missa em uma igreja paroquial na manhã de 17 de agosto “em reparação pelos danos que ocorrerão no sábado à noite”, disse ele. A missa negra está sendo organizada por Nicholas Marc, diretor nacional do Templo Satânico do Canadá, e será realizada no The Koven, na 93 Murray Street, às 22h do dia 17 de agosto. Marc disse ao Global News que esta será a primeira missa negra pública no Canadá. Em resposta às perguntas da arquidiocese e LifeSiteNews, ele disse que o ritual envolverá blasfêmia, mas que um anfitrião consagrado não será usado. Orações fora do Koven para ‘consolar nosso Senhor’ Os padres serão acompanhados no sábado à noite por leigos católicos em oração silenciosa em frente ao Koven, em uma reunião organizada por Michael Dopp, da Paróquia de St. Maurice, em Nepean, junto com seu colega paroquiano, John Pacheco. Dopp ouviu falar pela primeira vez sobre a missa negra depois que seu padre mencionou a missa na terça-feira, a qual sua esposa compareceu. “No dia seguinte, minha esposa pensou que ela deveria descer e estar presente ali, e a imagem que se aproximava dela era a imagem da cruz, onde Maria e os discípulos estavam ao pé da cruz para servir de consolo a Nosso Senhor. como Ele foi crucificado ”, disse Dopp à LifeSiteNews. “Aqui também, neste evento perverso, Nosso Senhor está sendo ridicularizado e blasfemado e ela queria estar presente a Ele em consolação.” Dopp enviou um e-mail pedindo que as pessoas se juntassem a eles. Enquanto muitos católicos estarão orando em suas paróquias, “peço-lhes, no entanto, que considerem fazer um testemunho público de nossa fé e que estejam comigo no local deste mal”, escreveu ele. “É hora de ser corajoso.” Ele também pediu que as pessoas permanecessem em oração até que o bar fechasse. “Será uma noite tardia, longa e difícil. Mas também será uma noite de muitas graças ”, escreveu Dopp. PETIÇÃO: Pare com a missa negra satânica em Ottawa! Assine a petição aqui. O grupo se encontrará nos degraus da Catedral de Notre Dame às 21h30 e prosseguirá até o The Koven, a cerca de cinco minutos a pé. De acordo com o padre que falou ao LifeSiteNews, é “o desejo” do Arcebispo Terrence estar na própria Catedral de Notre Dame “abençoar realmente as pessoas no caminho até lá, enquanto ele dedica tempo para interceder com o resto do povo no Catedral ”, onde também será realizada uma vigília de oração. Ele e seus irmãos sacerdotes “farão orações de proteção para o povo. Se alguém quiser alguma água benta ou sal abençoado, devidamente abençoado e exorcizado, nós levaremos nossos livros para esse propósito. ” Dopp disse à LifeSiteNews que, enquanto outros grupos estarão “fazendo coisas diferentes”, o “único objetivo é estarmos lá para orar, para todos os envolvidos, aqueles na cidade, para orar contra o mal que está sendo cometido”. “Estaremos circulando em volta do quarteirão do pub … Apenas saindo de dois em dois circulando o quarteirão, rezando nosso rosário em silêncio, por essa intenção em particular, orando de alguma forma para conter o mal.” Os sacerdotes estarão orando “em frente ou muito perto da entrada do pub com um crucifixo e eu acho que eles farão orações mais audíveis”, disse Dopp. Calendário do ritual blasfemo “curioso” “Os principais objetivos da reunião [católica] são honrar a Jesus, por reparação por essa blasfêmia, e testemunhar às almas perdidas e confusas que estão participando dela”, disse Pacheco à LifeSiteNews. “Embora os organizadores [da massa negra] afirmem que é apenas uma expressão de liberdade e liberdade pessoal, na realidade é exatamente o oposto, é uma escravidão ao diabo que é realmente real”, disse ele. Além disso, enquanto os organizadores da missa negra “afirmaram que um anfitrião consagrado não será usado … dificilmente podemos adotar a palavra deles para isso”, acrescentou Pacheco. “Sabemos que a Eucaristia é usada em missas negras convencionais e sua profanação representa a exata inversão do que os católicos fazem: adorar e adorar Jesus no Santíssimo Sacramento. É por isso que é ainda mais necessário que nos mostremos e nos oponemos a essa profanação perto do lugar em que está acontecendo, como sinal de reparação e resistência ”. Pacheco disse que acha “curioso” que o evento blasfemo “caia em dois dias de festa mariana” – 15 de agosto, a Assunção, e 22 de agosto, a Rainha de Maria. “Quando ouvi pela primeira vez sobre a missa negra, a primeira coisa que veio à minha cabeça foi o Rosary Bowl ”, que aconteceu no Lansdowne Park, em Ottawa, em 22 de agosto, ele disse ao LifeSiteNews. “O momento é coincidência demais.” Ele pediu aos católicos que frequentassem o Rosary Bowl, o primeiro no Canadá, “para apressar a vitória de Nossa Senhora sobre o diabo, tornando conhecida sua poderosa intercessão diante de Deus”. “À medida que os ataques espirituais aumentam, os católicos precisam se tornar cada vez mais publicamente engajados em sua fé para evangelizar e reintroduzir os canadenses em sua herança cristã e católica”. Lianne Laurence | Tradução: Equipe Templário de Maria

  • Padres católicos se unirão aos leigos em oração fora do bar durante a missa negra satânica em Ottawa

    OTTAWA, 15 de agosto de 2019 ( LifeSiteNews ) – Pelo menos quatro padres católicos da arquidiocese de Ottawa planejam se unir a um grupo de católicos para rezar do lado de fora do bar de heavy metal The Koven neste sábado à noite enquanto uma missa negra satânica acontece dentro. “Estaremos lá para orar e interceder, para ser um sinal visível da liderança da Igreja”, disse um dos padres, que preferiu não dar seu nome, à LifeSiteNews. PETIÇÃO: Pare com a missa negra satânica em Ottawa! Assine a petição aqui. “Nós não temos intenção de interagir com nenhum dos patronos… certamente nenhuma intenção de causar qualquer confronto ou comoção, mas simplesmente estar lá como líderes espirituais na comunidade, para abençoar as pessoas que vão estar lá em suas orações e intercessões. , para que eles sejam protegidos pelas bênçãos e graças do Senhor ”, disse o padre. Ele espera que outros padres também participem, já que o arcebispo de Ottawa, Terrence Prendergast condenou o evento , e enviou um memorando a todos os “padres de nós, pessoalmente”, convidando-os a orar em resposta ao evento blasfemo, disse o padre. O arcebispo “deu sua orientação e suas bênçãos para que orássemos”, disse ele ao LifeSiteNews. “Certamente isso era algo que estava se movendo em nossos corações também.” Terrence denunciou publicamente o evento blasfemo como odioso e pediu a todos os católicos que rezem em reparação pelo dano espiritual que está sendo planejado. “Violar e zombar da missa – que é o que esse ritual satânico faz – é odioso e afetará mais do que aqueles que participam dele”, disse ele ao Catholic Register . “Eu estou pedindo aos grupos de oração intercessores que orem por aqueles que planejam participar deste evento [de massa negra] para que eles se afastem do caminho das trevas e se voltem para a luz da fé”, disse ele. O arcebispo vai oferecer missa em uma igreja paroquial na manhã de 17 de agosto “em reparação pelos danos que ocorrerão no sábado à noite”, disse ele. A missa negra está sendo organizada por Nicholas Marc, diretor nacional do Templo Satânico do Canadá, e será realizada no The Koven, na 93 Murray Street, às 22h do dia 17 de agosto. Marc disse ao Global News que esta será a primeira missa negra pública no Canadá. Em resposta às perguntas da arquidiocese e LifeSiteNews, ele disse que o ritual envolverá blasfêmia, mas que um anfitrião consagrado não será usado. Orações fora do Koven para ‘consolar nosso Senhor’ Os padres serão acompanhados no sábado à noite por leigos católicos em oração silenciosa em frente ao Koven, em uma reunião organizada por Michael Dopp, da Paróquia de St. Maurice, em Nepean, junto com seu colega paroquiano, John Pacheco. Dopp ouviu falar pela primeira vez sobre a missa negra depois que seu padre mencionou a missa na terça-feira, a qual sua esposa compareceu. “No dia seguinte, minha esposa pensou que ela deveria descer e estar presente ali, e a imagem que se aproximava dela era a imagem da cruz, onde Maria e os discípulos estavam ao pé da cruz para servir de consolo a Nosso Senhor. como Ele foi crucificado ”, disse Dopp à LifeSiteNews. “Aqui também, neste evento perverso, Nosso Senhor está sendo ridicularizado e blasfemado e ela queria estar presente a Ele em consolação.” Dopp enviou um e-mail pedindo que as pessoas se juntassem a eles. Enquanto muitos católicos estarão orando em suas paróquias, “peço-lhes, no entanto, que considerem fazer um testemunho público de nossa fé e que estejam comigo no local deste mal”, escreveu ele. “É hora de ser corajoso.” Ele também pediu que as pessoas permanecessem em oração até que o bar fechasse. “Será uma noite tardia, longa e difícil. Mas também será uma noite de muitas graças ”, escreveu Dopp. PETIÇÃO: Pare com a missa negra satânica em Ottawa! Assine a petição aqui. O grupo se encontrará nos degraus da Catedral de Notre Dame às 21h30 e prosseguirá até o The Koven, a cerca de cinco minutos a pé. De acordo com o padre que falou ao LifeSiteNews, é “o desejo” do Arcebispo Terrence estar na própria Catedral de Notre Dame “abençoar realmente as pessoas no caminho até lá, enquanto ele dedica tempo para interceder com o resto do povo no Catedral ”, onde também será realizada uma vigília de oração. Ele e seus irmãos sacerdotes “farão orações de proteção para o povo. Se alguém quiser alguma água benta ou sal abençoado, devidamente abençoado e exorcizado, nós levaremos nossos livros para esse propósito. ” Dopp disse à LifeSiteNews que, enquanto outros grupos estarão “fazendo coisas diferentes”, o “único objetivo é estarmos lá para orar, para todos os envolvidos, aqueles na cidade, para orar contra o mal que está sendo cometido”. “Estaremos circulando em volta do quarteirão do pub … Apenas saindo de dois em dois circulando o quarteirão, rezando nosso rosário em silêncio, por essa intenção em particular, orando de alguma forma para conter o mal.” Os sacerdotes estarão orando “em frente ou muito perto da entrada do pub com um crucifixo e eu acho que eles farão orações mais audíveis”, disse Dopp. Calendário do ritual blasfemo “curioso” “Os principais objetivos da reunião [católica] são honrar a Jesus, por reparação por essa blasfêmia, e testemunhar às almas perdidas e confusas que estão participando dela”, disse Pacheco à LifeSiteNews. “Embora os organizadores [da massa negra] afirmem que é apenas uma expressão de liberdade e liberdade pessoal, na realidade é exatamente o oposto, é uma escravidão ao diabo que é realmente real”, disse ele. Além disso, enquanto os organizadores da missa negra “afirmaram que um anfitrião consagrado não será usado … dificilmente podemos adotar a palavra deles para isso”, acrescentou Pacheco. “Sabemos que a Eucaristia é usada em missas negras convencionais e sua profanação representa a exata inversão do que os católicos fazem: adorar e adorar Jesus no Santíssimo Sacramento. É por isso que é ainda mais necessário que nos mostremos e nos oponemos a essa profanação perto do lugar em que está acontecendo, como sinal de reparação e resistência ”. Pacheco disse que acha “curioso” que o evento blasfemo “caia em dois dias de festa mariana” – 15 de agosto, a Assunção, e 22 de agosto, a Rainha de Maria. “Quando ouvi pela primeira vez sobre a missa negra, a primeira coisa que veio à minha cabeça foi o Rosary Bowl ”, que aconteceu no Lansdowne Park, em Ottawa, em 22 de agosto, ele disse ao LifeSiteNews. “O momento é coincidência demais.” Ele pediu aos católicos que frequentassem o Rosary Bowl, o primeiro no Canadá, “para apressar a vitória de Nossa Senhora sobre o diabo, tornando conhecida sua poderosa intercessão diante de Deus”. “À medida que os ataques espirituais aumentam, os católicos precisam se tornar cada vez mais publicamente engajados em sua fé para evangelizar e reintroduzir os canadenses em sua herança cristã e católica”. Lianne Laurence | Tradução: Equipe Templário de Maria

  • Candidato presidencial esquerdista da Argentina promete legalizar o aborto

    BUENOS AIRES ( Reuters ) – O candidato presidencial à esquerda da Argentina, Alberto Fernández, que venceu as eleições primárias do país no fim de semana, declarou que irá “descriminalizar e legalizar” o aborto, se eleito em outubro. Fernández e sua companheira de chapa, a ex-presidente Cristina de Kirchner, venceram a corrida principal no domingo e se tornaram candidatos do partido TODOS, um partido de esquerda que tem seus antecedentes no movimento peronista herdado do ditador fascista Juan Perón, de 1940. Falando à Net TV da Argentina, Fernandez disse em referência ao aborto: “ “Eu não quero que outra mulher morra. Deve ser descriminalizado imediatamente.” Fernandez acrescentou: “Tomei a decisão política de descriminalizar e legalizar o aborto porque não quero que outra mulher morra. Primeiro, deve ser descriminalizado para acabar com o aborto clandestino. Não devemos ignorar o que está acontecendo. É um problema de saúde pública”. Hace 20 años predico en la UBA la necesidad de legalizar el aborto. Es un problema de salud pública y desde el punto de vista de la política criminal el castigo se mostrado absolutamente incomducente — Alberto Fernández (@alferdez) 9 de agosto de 2018 O aborto na Argentina continua sendo um crime punível, exceto nos casos de estupro, se a vida ou a saúde da mãe estiver em risco, ou se a mulher tiver deficiência mental. Em agosto passado, o Senado da Argentina votou contra a legalização do aborto, apesar de uma votação anterior na Câmara dos Deputados da Argentina em favor da legalização . Fernandez disse que pretende introduzir gradualmente a liberalização do aborto na república sul-americana. “Parece-me que há dois estágios: primeiro, tem que começar com a descriminalização para acabar com o aborto clandestino, para que as mulheres possam ter mais mecanismos para proteger sua saúde”, disse ele. Em julho, no entanto, Fernandez disse durante sua campanha que, uma vez ele se torna presidente, ele quer descriminalizar o aborto “imediatamente”. Leia também: O dia em que Joseph Ratzinger (Bento XVI) ensinou porque é errado votar em políticos pró aborto No domingo, uma contagem de 87,37% dos votos expressos na primeira corrida mostrou que Fernandez e Kirchner obtiveram 47,37% dos votos, contra os 32,30% que votaram no presidente, Mauricio Macri. O spread de 15 pontos fez Wall Street estremecer na segunda-feira, com os acionistas reagindo vendendo títulos argentinos. O Presidente Macri introduziu reformas econômicas e cortou os subsídios populares em um esforço para estabilizar a economia nacional e a moeda. Assim, ele ganhou a ira dos esquerdistas e peronistas que o acusaram de se curvar aos interesses dos Estados Unidos e do Fundo Monetário Internacional. Se os resultados da primária de domingo se repetirem em 27 de outubro, data da eleição geral, Macri certamente perderá na primeira rodada. A única pesquisa presencial realizada por uma agência independente (Celag) descobriu que Fernandez está liderando a Macri em 42,5% a 33,5% nas intenções dos eleitores. #Mundo #Notícia

  • Candidato presidencial esquerdista da Argentina promete legalizar o aborto

    BUENOS AIRES ( Reuters ) – O candidato presidencial à esquerda da Argentina, Alberto Fernández, que venceu as eleições primárias do país no fim de semana, declarou que irá “descriminalizar e legalizar” o aborto, se eleito em outubro. Fernández e sua companheira de chapa, a ex-presidente Cristina de Kirchner, venceram a corrida principal no domingo e se tornaram candidatos do partido TODOS, um partido de esquerda que tem seus antecedentes no movimento peronista herdado do ditador fascista Juan Perón, de 1940. Falando à Net TV da Argentina, Fernandez disse em referência ao aborto: “ “Eu não quero que outra mulher morra. Deve ser descriminalizado imediatamente.” Fernandez acrescentou: “Tomei a decisão política de descriminalizar e legalizar o aborto porque não quero que outra mulher morra. Primeiro, deve ser descriminalizado para acabar com o aborto clandestino. Não devemos ignorar o que está acontecendo. É um problema de saúde pública”. Hace 20 años predico en la UBA la necesidad de legalizar el aborto. Es un problema de salud pública y desde el punto de vista de la política criminal el castigo se mostrado absolutamente incomducente — Alberto Fernández (@alferdez) 9 de agosto de 2018 O aborto na Argentina continua sendo um crime punível, exceto nos casos de estupro, se a vida ou a saúde da mãe estiver em risco, ou se a mulher tiver deficiência mental. Em agosto passado, o Senado da Argentina votou contra a legalização do aborto, apesar de uma votação anterior na Câmara dos Deputados da Argentina em favor da legalização . Fernandez disse que pretende introduzir gradualmente a liberalização do aborto na república sul-americana. “Parece-me que há dois estágios: primeiro, tem que começar com a descriminalização para acabar com o aborto clandestino, para que as mulheres possam ter mais mecanismos para proteger sua saúde”, disse ele. Em julho, no entanto, Fernandez disse durante sua campanha que, uma vez ele se torna presidente, ele quer descriminalizar o aborto “imediatamente”. Leia também: O dia em que Joseph Ratzinger (Bento XVI) ensinou porque é errado votar em políticos pró aborto No domingo, uma contagem de 87,37% dos votos expressos na primeira corrida mostrou que Fernandez e Kirchner obtiveram 47,37% dos votos, contra os 32,30% que votaram no presidente, Mauricio Macri. O spread de 15 pontos fez Wall Street estremecer na segunda-feira, com os acionistas reagindo vendendo títulos argentinos. O Presidente Macri introduziu reformas econômicas e cortou os subsídios populares em um esforço para estabilizar a economia nacional e a moeda. Assim, ele ganhou a ira dos esquerdistas e peronistas que o acusaram de se curvar aos interesses dos Estados Unidos e do Fundo Monetário Internacional. Se os resultados da primária de domingo se repetirem em 27 de outubro, data da eleição geral, Macri certamente perderá na primeira rodada. A única pesquisa presencial realizada por uma agência independente (Celag) descobriu que Fernandez está liderando a Macri em 42,5% a 33,5% nas intenções dos eleitores. #Mundo #Notícia

  • Local pega fogo mas um cartaz de Nossa Senhora de Nazaré fica intacto

    Um ônibus pega fogo em Belém do Pará, atinge a fachada de uma residência, mas o cartaz do Círio de Nossa Senhora de Nazaré não queimou. O fato ocorreu em uma importante avenida, no bairro do Telégrafo, em Belém-PA. Os passageiros relatam que enquanto o ônibus transportava os passageiros, o ônibus parou repentinamente e todos ouviram um estouro. Logo após o ônibus começou a soltar fumaça e, rapidamente, pegou fogo. “Só houve tempo de descer correndo e não deu tempo de fazer mais nada”. Ele disse também que em apenas dez minutos o ônibus foi tomado pelo fogo, e por sorte ninguém ficou ferido. Entretanto, o fogo cresceu rapidamente e de maneira tão agressiva que o fogo atingiu a fiação no alto dos postes, deixando muitas residências sem energia elétrica, e também uma das fachadas de uma casa vizinha também foi atingida. Cartaz do Círio de Nossa Senhora de Nazaré Um fato que ocorreu no local chamou a atenção dos passageiros do ônibus e das pessoas que passavam no local. A frente de uma casa de madeira que ficava perto do local onde o ônibus pegou fogo foi parcialmente atingida, mas o cartaz com a imagem de Nossa Senhora de Nazaré, que estava na porta, não foi queimado. Os moradores, impressionados, comentaram sobre milagres e exaltaram a Virgem de Nazaré, cujo Círio, este ano, será realizado no dia 13 de outubro. Veja o que disse uma das pessoas no local: “Eu me emocionei mesmo, com esse acontecimento que não queimou o cartaz de Nossa Senhora de Nazaré. Então eu peço para que as pessoas tenham fé, no seu caminho, no seu trabalho. Aqui está, você está vendo, todos estão vendo isso aqui (a porta) queimado, e a Nossa Senhora de Nazaré aqui não queimou o papel, está certinho aqui.” Em entrevista para O Liberal o dono da casa, Otávio Augusto Saldanha, de 24 anos, retirou o cartaz da porta por volta das 14 horas de terça-feira (13). Ele o fez para guardar o cartaz, que deverá ser colocado em uma moldura. E, também, para evitar que o cartaz fosse rasgado ou, então, levado por ele, por causa da repercussão do caso. O cartaz foi afixado na porta da casa em outubro do ano passado. Otávio contou que, logo após o incêndio, alguns vizinhos foram até sua casa. Eles olharam e fotografaram o cartaz. “Vou colocar na moldura e deixar guardado”, afirmou ele. Ontem, circulou a informação de que o cartaz havia sido levado para a Basílica Santuário de Nazaré, o que, porém, não é verdade. Otávio nasceu e se criou na residência, na qual morava com sua mãe, dona Elizabeth, que faleceu em fevereiro deste ano. Ele não tem uma explicação para o fato do cartaz não ter sido queimado pelo fogo.

  • Local pega fogo mas um cartaz de Nossa Senhora de Nazaré fica intacto

    Um ônibus pega fogo em Belém do Pará, atinge a fachada de uma residência, mas o cartaz do Círio de Nossa Senhora de Nazaré não queimou. O fato ocorreu em uma importante avenida, no bairro do Telégrafo, em Belém-PA. Os passageiros relatam que enquanto o ônibus transportava os passageiros, o ônibus parou repentinamente e todos ouviram um estouro. Logo após o ônibus começou a soltar fumaça e, rapidamente, pegou fogo. “Só houve tempo de descer correndo e não deu tempo de fazer mais nada”. Ele disse também que em apenas dez minutos o ônibus foi tomado pelo fogo, e por sorte ninguém ficou ferido. Entretanto, o fogo cresceu rapidamente e de maneira tão agressiva que o fogo atingiu a fiação no alto dos postes, deixando muitas residências sem energia elétrica, e também uma das fachadas de uma casa vizinha também foi atingida. Cartaz do Círio de Nossa Senhora de Nazaré Um fato que ocorreu no local chamou a atenção dos passageiros do ônibus e das pessoas que passavam no local. A frente de uma casa de madeira que ficava perto do local onde o ônibus pegou fogo foi parcialmente atingida, mas o cartaz com a imagem de Nossa Senhora de Nazaré, que estava na porta, não foi queimado. Os moradores, impressionados, comentaram sobre milagres e exaltaram a Virgem de Nazaré, cujo Círio, este ano, será realizado no dia 13 de outubro. Veja o que disse uma das pessoas no local: “Eu me emocionei mesmo, com esse acontecimento que não queimou o cartaz de Nossa Senhora de Nazaré. Então eu peço para que as pessoas tenham fé, no seu caminho, no seu trabalho. Aqui está, você está vendo, todos estão vendo isso aqui (a porta) queimado, e a Nossa Senhora de Nazaré aqui não queimou o papel, está certinho aqui.” Em entrevista para O Liberal o dono da casa, Otávio Augusto Saldanha, de 24 anos, retirou o cartaz da porta por volta das 14 horas de terça-feira (13). Ele o fez para guardar o cartaz, que deverá ser colocado em uma moldura. E, também, para evitar que o cartaz fosse rasgado ou, então, levado por ele, por causa da repercussão do caso. O cartaz foi afixado na porta da casa em outubro do ano passado. Otávio contou que, logo após o incêndio, alguns vizinhos foram até sua casa. Eles olharam e fotografaram o cartaz. “Vou colocar na moldura e deixar guardado”, afirmou ele. Ontem, circulou a informação de que o cartaz havia sido levado para a Basílica Santuário de Nazaré, o que, porém, não é verdade. Otávio nasceu e se criou na residência, na qual morava com sua mãe, dona Elizabeth, que faleceu em fevereiro deste ano. Ele não tem uma explicação para o fato do cartaz não ter sido queimado pelo fogo.

  • QUANDO SCOTT HAHN DESCOBRIU O CAMINHO DE ROMA

    É grande a lista de ilustres intelectuais protestantes que descobriram o caminho de Roma. Entre eles, estão Henry Newman, Robert Hugh Benson, Ronald Knox, Sigrid Undset, Thomas Merton, Julien Green, Malcolm Muggeridge, Chesterton. Veio engrossar a fila, há poucas décadas, o professor Scott Hahn, autor de vários livros, entre os quais Todos os caminhos levam a Roma, editado no Brasil pela editora Cléofas. A obra é composta dos depoimentos entrecruzados de Scott e sua mulher Kimberly, jovem casal protestante dos EUA que, até em meados da década de oitenta, viviam tranquilamente a sua fé presbiteriana: os dois tinham mestrado em teologia presbiteriana, e ele, Scott — inteligente, culto, grande orador —, via abrir-se diante de si uma brilhante carreira universitária. Scott queria especializar-se em Sagradas Escrituras. Como bom protestante, entendia que a Bíblia era a única e principal fonte da doutrina cristã. Pois foi levando a sério as passagens do Novo Testamento em que Jesus instituía a Eucaristia, que o pastor americano compreendeu que, no Pão consagrado, havia um milagre, havia um mistério: a presença real de Cristo. Compreendeu que a comunhão não era somente um ritual simbólico, uma partilha comunitária, mas uma verdadeira refeição divina, a mais completa de todas: Deus Filho oferecendo-se gratuitamente a pecadores arrependidos. Entre o reconhecimento da Eucaristia e a conversão ao catolicismo, Scott Hahn palmilhou um caminho árduo e dramático, em que a percepção das verdades católicas ia lentamente sobrepondo-se ao assédio dos lugares-comuns do protestantismo contra a Igreja de Roma. A luta não foi fácil. Foram sucessivos rounds de avanço e recuo, evidências e preconceitos; no entanto, como era homem honesto, sempre à procura da verdade, acabou cedendo ao que era imperativo: a Igreja Católica é a única religião verdadeira, fundada pelo próprio Cristo sobre a rocha petrina, na sucessão apostólica, na complementariedade das Sagradas Escrituras e da Tradição da Igreja. Nesse ponto é que livro do casal fica interessante. Com a conversão entusiasmada de Scott, a esposa Kimberly entra em depressão, pois a última coisa que faria na vida era ligar-se a um “idólatra”. Percebia, então, que estava casada e tinha filhos com um católico. Como acreditava na indissolubilidade do casamento, restava-lhe aceitar aquela cruz, a mais pesada de todas, até que um dia a graça da conversão chegou e os seus olhos se abriram. Lutero às avessas, Scott Hahn não foi mais um reformado que se converteu ao catolicismo, mas um teólogo presbiteriano que conhecia profundamente a Bíblia. Como biblista, revelou coisas importantes sobre a Missa em seu belo livro O banquete do Cordeiro, sobretudo a presença das Escrituras nas orações da Missa.

  • Cardeal Burke: Documento de trabalho do Sínodo da Amazônia é ‘apostasia’, não pode se tornar um ensi

    ( LifeSiteNews ) – O cardeal Raymond Burke disse que o documento de trabalho usado para o próximo Sínodo Pan-Amazônico, organizado pelo Vaticano a pedido do Papa Francisco, equivale a “apostasia”. O cardeal fez esse comentário quando perguntado em uma entrevista no Youtube em 13 de agosto se o documento de trabalho conhecido como Instrumentum Laboris para o Sínodo de 6 a 27 de outubro pode se tornar definitivo para a Igreja Católica. O cardeal Burke respondeu: “Não pode ser. O documento é uma apostasia. Isso não pode se tornar o ensinamento da Igreja, e se Deus quiser, todo o negócio será interrompido”. Burke fez este comentário em uma ampla entrevista com o apresentador católico Patrick Coffin. Os principais organizadores do Sínodo Amazônico foram criticados por usar o evento para pressionar por diáconos do sexo feminino e padres casados. O cardeal, em uma discussão com o Coffin sobre políticos e outros que se afastam publicamente das crenças básicas defendidas pela Igreja, definiu tanto a heresia quanto a apostasia. “Heresia é a negação, a negação consciente e voluntária de uma verdade da fé. Por exemplo, o sacerdote Ário, que negou as duas naturezas e uma pessoa de nosso Senhor Jesus Cristo. Assim, a heresia é apontada para uma verdade particular que alguém nega, ao passo que a apostasia é uma deserção geral da fé, um afastamento de Cristo de um modo geral e as muitas verdades da fé ”, afirmou. Burke, em uma entrevista diferente, comentou comentários que os organizadores do sínodo fizeram sugerindo um relaxamento do celibato no sacerdócio para a região amazônica, dizendo que isso afetaria toda a Igreja mundial. “Não é honesto” sugerir que a reunião de outubro é “tratar a questão do celibato clerical apenas para aquela região”, disse ele em junho. O Papa Francisco anunciou no ano passado que o Sínodo dos bispos da região Pan-Amazônica de outubro se reuniria em Roma com o propósito de identificar “novos caminhos para a evangelização do povo de Deus naquela região”, especialmente povos indígenas “muitas vezes esquecidos e sem a perspectiva de um futuro sereno”. Os cardeais Walter Brandmuller e Gerhard Muller também condenaram o documento de trabalho do Sínodo da Amazônia.  O cardeal Walter Brandmüller também criticou o documento de trabalho, chamando-o de “herético” e uma “apostasia” da Revelação Divina. Ele chamou a hierarquia para “rejeitá-la” com “toda determinação”. O cardeal Gerhard Mueller denunciou o que ele chama de terminologia ambígua e “ensino falso” do documento. Ele também questionou o que chamou de “hermenêutica invertida” do documento. Perguntando retoricamente se a Igreja é usada nas mãos de bispos e papas para “reconstruir”. “A Igreja como um instrumento” com objetivos seculares “, Mueller disse que o texto” apresenta uma reviravolta radical da hermenêutica da teologia católica “. Em vez de ressaltar os ensinamentos da Igreja ou citar a Sagrada Escritura, Muller escreveu que o Instrumentum Em vez disso, o Laboris gira em torno dos últimos documentos do Magistério do Papa Francisco, com algumas referências a João Paulo II e Bento XVI. Leonardo Boff, um teólogo brasileiro e laico sacerdote que é amplamente reconhecido por ser o “teólogo de referência” para o Sínodo e um importante expoente da teologia da libertação, declarou que vê a eleição do Papa Francisco como uma “primavera” para a Igreja Católica . Em seu livro Francisco de Roma e Francisco de Assis , Boff afirmou sua crença de que o Papa Francisco encarna a teologia da libertação por causa de sua suposta dedicação aos pobres. Ele afirmou que a ordenação de homens casados ​​pode ser um resultado do sínodo. Em uma entrevista com a Deutsche Welt, Boff creditou o pontífice com o início de uma “revolução” na Igreja. A teologia da libertação foi especificamente condenada por São João Paulo II em 1985 por tentar reconciliar os preceitos marxistas com os ensinamentos católicos para o suposto propósito de ajudar os pobres, especialmente na América Latina. O cardeal Burke disse em sua entrevista com Coffin que a mídia secular e alguns meios de comunicação católicos estão “glorificando” em chamar o Papa Francisco de “revolucionário”. Dizendo que o gabinete do papado não é revolucionário, ele disse que sua função primária é “salvaguardar o papado”. doutrina da fé e da disciplina da Igreja, a fim de ser o princípio e fundamento da unidade na Igreja ”. Burke acrescentou: “Se você me disser que o papa é um revolucionário, ficaria muito preocupado, porque isso não tem nada a ver com o papado”. Fonte: Tradução do site LifeSiteNews #heresiasnaigreja #heresianasigrejas #RaymondBurke #SínododaAmazônia #IgrejaCatólicaApostólicaRomana #apostasia #leonardoboff #heresia #IgrejaCatólica #igrejacatolicahistoria

  • Até quando a modéstia será ignorada? Até quando seremos enganadas?

    É extremamente importante a modéstia no vestir das mulheres, muito mais do que muitas mulheres compreendem. De fato, é o ponto de partida obrigatório para uma genuína Cruzada pela Pureza. Foi somente após a introdução em larga escala das modas imodestas na sociedade que as forças de corrupção puderam, com sucesso, inundar o mercado com uma literatura altamente obscena e tumultuar os teatros e as ondas de transmissão com figuras imorais. Como, então, podemos esperar acabar com todas essas coisas se nos falta a coragem de pôr um termo ao fato de que nossas próprias mulheres Católicas marchem no “vergonhoso desfile da carne”? O primeiro passo, pois, para a modéstia social é a modéstia de nossas mulheres. As mulheres estão desprevenidas do mal das modas imodestas? Muitas recusam crer que seus adornos semi-nus sejam a fonte de inúmeras e perigosas tentações para o sexo oposto. Algumas negam qualquer responsabilidade ao levar outros ao pecado por esta via. Outras tentam cobrir sua culpa por meio de insinuações indecentes como: “Ele deve ter uma mente suja”. Como você explica tais atitudes? Algumas mulheres certamente conhecem mais. Ainda assim, muitas outras atualmente desconhecem o fato de que o instinto sexual é mais forte nos homens do que nas mulheres. “Um escasso enfeite em um homem não me afeta em nada”, dizem algumas mulheres, e geralmente com sinceridade. A questão implicada é: “Por que os homens são tentados por um escasso enfeite de uma mulher?” Outra observação impertinente, “Não é mais que pele”, não leva em conta que é precisamente a pele que desperta a concupiscência no homem. Não há nenhuma razão sólida para deixar as mulheres em tal ignorância numa matéria tão séria Alguns homens são afligidos com pensamentos e desejos impuros pelo simples fato de olharem um belo rosto feminino, ainda que uma mulher tenha um comportamento e vestidos modestos. Mas quando o comportamento é imodesto, ela se torna uma tentadora para muitos homens normais, que caem diante de tais seduções: “Todo aquele que lançar um olhar de cobiça para uma mulher, já adulterou com ela em seu coração” (S. Mateus V, 28). As mulheres que são indiretamente imodestas estão incluídas nesta sentença, sendo cooperadoras com os pecados dos homens. Isto não prova que tais homens “têm uma mente suja”? De modo algum. Deus fez com que a mulher fosse bela e atraente ao homem por que assim era conveniente ao Seu projeto de procriação dos homens dentro de um matrimônio legítimo. Como conseqüência do pecado original, o homem deve constantemente lutar para dominar esta atração. Se não o faz, e se não se fortifica por meio da oração, o pecado rapidamente entra em sua alma e o adultério no seu coração. Esta é a razão pela qual os autores ascéticos previnem os homens contra admirar intencionalmente o rosto de uma mulher. O mundo consideraria Santo Afonso um louco por ter feito o voto de jamais olhar na face de uma mulher, incluindo sua própria mãe. Mas Santo Afonso o fez, pois estava determinado a passar por esta vida sem contrair um só pecado mortal: “A vida do homem sobre a terra é um combate” (Jó VII, 1). O mundo, incluindo os Católicos mundanos, ignora as regras sólidas do ascetismo, que sempre foram apresentadas no Antigo Testamento, como: “Não detenhas o olhar sobre uma jovem, para que a sua beleza não venha a causar tua ruína” (Eclo IX, 5). “Muitos pereceram por causa da beleza feminina, e por causa dela inflama-se o fogo do desejo” (Eclo IX, 9). A mulher é, então, considerada como algo mau e que deve ser evitado? Não! Mas esta questão está inteiramente relacionada com o assunto. Seu grau de bondade depende de quão fielmente ela desempenha a função que Deus lhe deu, como auxiliar do homem e não como sua tentadora. Pela sua modéstia ela pode usar seu encanto para domar as paixões do homem; pela imodéstia sua beleza se torna a ruína do homem. Leia também O que aconteceu com a modéstia? Isto torna as mulheres as guardiãs da castidade no mundo Eis porque Deus deu à mulher um senso muito mais delicado de modéstia do que ao homem. Não somente para proteger sua própria integridade, mas também para proteger o homem contra a fúria de suas paixões. Quando a mulher é modesta, o homem será o único culpado se ele cair nas tentações da carne. Mas quando ela decide expor partes do corpo que deveriam estar cobertas se torna uma sedutora, partilhando assim a culpa do homem. De fato, os Teólogos ensinam que o pecado da sedutora é muito maior que o da pessoa seduzida. Por que este senso de modéstia está ausente em tantas mulheres? Elas o perderam. Isso ocorre freqüentemente na infância, quando as mães fazem com que suas crianças considerem normal o uso de vestes curtas. Este senso de culpa ou de vergonha é perceptível, mas em menor grau, no que diz respeito aos outros pecados. Quando uma criança diz sua primeira mentira, ela cora. Após sua centésima mentira, não acontece nada. Assim também, quando uma menina aparece em público pela primeira vez com vestes imodestas, ela experimenta o sentimento de vergonha; o senso de modéstia ainda está presente. Após aparições repetidas este senso de vergonha rapidamente vai embora. Mas Deus plantou este senso de modéstia no coração de cada mulher. Esta perda feminina do senso de modéstia é indicada por Pio XII, que diz: “Quantas jovens há que não vêem nenhuma má ação ao seguirem certos estilos vergonhosos, como se fossem ovelhas. Elas certamente corariam se pudessem adivinhar à impressão que causam e os sentimentos que produzem naqueles que as vêem (17 de julho de 1954).” Leia também “Roupa não define caráter:” resposta para essa e outras afirmações usadas para destruir a modéstia Baixe o Guia mariano de modéstia. Cruzada de Maria Imaculada pela pureza. Via Saia Modesta #Modéstia

  • Até quando a modéstia será ignorada? Até quando seremos enganadas?

    É extremamente importante a modéstia no vestir das mulheres, muito mais do que muitas mulheres compreendem. De fato, é o ponto de partida obrigatório para uma genuína Cruzada pela Pureza. Foi somente após a introdução em larga escala das modas imodestas na sociedade que as forças de corrupção puderam, com sucesso, inundar o mercado com uma literatura altamente obscena e tumultuar os teatros e as ondas de transmissão com figuras imorais. Como, então, podemos esperar acabar com todas essas coisas se nos falta a coragem de pôr um termo ao fato de que nossas próprias mulheres Católicas marchem no “vergonhoso desfile da carne”? O primeiro passo, pois, para a modéstia social é a modéstia de nossas mulheres. As mulheres estão desprevenidas do mal das modas imodestas? Muitas recusam crer que seus adornos semi-nus sejam a fonte de inúmeras e perigosas tentações para o sexo oposto. Algumas negam qualquer responsabilidade ao levar outros ao pecado por esta via. Outras tentam cobrir sua culpa por meio de insinuações indecentes como: “Ele deve ter uma mente suja”. Como você explica tais atitudes? Algumas mulheres certamente conhecem mais. Ainda assim, muitas outras atualmente desconhecem o fato de que o instinto sexual é mais forte nos homens do que nas mulheres. “Um escasso enfeite em um homem não me afeta em nada”, dizem algumas mulheres, e geralmente com sinceridade. A questão implicada é: “Por que os homens são tentados por um escasso enfeite de uma mulher?” Outra observação impertinente, “Não é mais que pele”, não leva em conta que é precisamente a pele que desperta a concupiscência no homem. Não há nenhuma razão sólida para deixar as mulheres em tal ignorância numa matéria tão séria Alguns homens são afligidos com pensamentos e desejos impuros pelo simples fato de olharem um belo rosto feminino, ainda que uma mulher tenha um comportamento e vestidos modestos. Mas quando o comportamento é imodesto, ela se torna uma tentadora para muitos homens normais, que caem diante de tais seduções: “Todo aquele que lançar um olhar de cobiça para uma mulher, já adulterou com ela em seu coração” (S. Mateus V, 28). As mulheres que são indiretamente imodestas estão incluídas nesta sentença, sendo cooperadoras com os pecados dos homens. Isto não prova que tais homens “têm uma mente suja”? De modo algum. Deus fez com que a mulher fosse bela e atraente ao homem por que assim era conveniente ao Seu projeto de procriação dos homens dentro de um matrimônio legítimo. Como conseqüência do pecado original, o homem deve constantemente lutar para dominar esta atração. Se não o faz, e se não se fortifica por meio da oração, o pecado rapidamente entra em sua alma e o adultério no seu coração. Esta é a razão pela qual os autores ascéticos previnem os homens contra admirar intencionalmente o rosto de uma mulher. O mundo consideraria Santo Afonso um louco por ter feito o voto de jamais olhar na face de uma mulher, incluindo sua própria mãe. Mas Santo Afonso o fez, pois estava determinado a passar por esta vida sem contrair um só pecado mortal: “A vida do homem sobre a terra é um combate” (Jó VII, 1). O mundo, incluindo os Católicos mundanos, ignora as regras sólidas do ascetismo, que sempre foram apresentadas no Antigo Testamento, como: “Não detenhas o olhar sobre uma jovem, para que a sua beleza não venha a causar tua ruína” (Eclo IX, 5). “Muitos pereceram por causa da beleza feminina, e por causa dela inflama-se o fogo do desejo” (Eclo IX, 9). A mulher é, então, considerada como algo mau e que deve ser evitado? Não! Mas esta questão está inteiramente relacionada com o assunto. Seu grau de bondade depende de quão fielmente ela desempenha a função que Deus lhe deu, como auxiliar do homem e não como sua tentadora. Pela sua modéstia ela pode usar seu encanto para domar as paixões do homem; pela imodéstia sua beleza se torna a ruína do homem. Leia também O que aconteceu com a modéstia? Isto torna as mulheres as guardiãs da castidade no mundo Eis porque Deus deu à mulher um senso muito mais delicado de modéstia do que ao homem. Não somente para proteger sua própria integridade, mas também para proteger o homem contra a fúria de suas paixões. Quando a mulher é modesta, o homem será o único culpado se ele cair nas tentações da carne. Mas quando ela decide expor partes do corpo que deveriam estar cobertas se torna uma sedutora, partilhando assim a culpa do homem. De fato, os Teólogos ensinam que o pecado da sedutora é muito maior que o da pessoa seduzida. Por que este senso de modéstia está ausente em tantas mulheres? Elas o perderam. Isso ocorre freqüentemente na infância, quando as mães fazem com que suas crianças considerem normal o uso de vestes curtas. Este senso de culpa ou de vergonha é perceptível, mas em menor grau, no que diz respeito aos outros pecados. Quando uma criança diz sua primeira mentira, ela cora. Após sua centésima mentira, não acontece nada. Assim também, quando uma menina aparece em público pela primeira vez com vestes imodestas, ela experimenta o sentimento de vergonha; o senso de modéstia ainda está presente. Após aparições repetidas este senso de vergonha rapidamente vai embora. Mas Deus plantou este senso de modéstia no coração de cada mulher. Esta perda feminina do senso de modéstia é indicada por Pio XII, que diz: “Quantas jovens há que não vêem nenhuma má ação ao seguirem certos estilos vergonhosos, como se fossem ovelhas. Elas certamente corariam se pudessem adivinhar à impressão que causam e os sentimentos que produzem naqueles que as vêem (17 de julho de 1954).” Leia também “Roupa não define caráter:” resposta para essa e outras afirmações usadas para destruir a modéstia Baixe o Guia mariano de modéstia. Cruzada de Maria Imaculada pela pureza. Via Saia Modesta #Modéstia

  • A REVOLUÇÃO CULTURAL EM MARCHA

    Nenhuma revolução se faz sem um pensamento ordenador. A menos que seja mera contestação negativista e niilista, como foi o caso das agitações de 1968 em Nanterre e Paris. Visando a alterar substancialmente uma situação, estabelecendo em seu lugar uma nova ordem de coisas, a revolução obedece a uma diretriz, a um programa pelo menos implícito. Foi o que ocorreu com o movimento libertador de 31 de março, entre nós. Tendo por ponto de partida a “Marcha da Família com Deus pela Liberdade”, aquele movimento iniciou-se com a grande manifestação popular de 19 de março em São Paulo. O simples enunciado da Marcha, através de seus expressivos dizeres, era todo um programa, cujo objetivo imediato estava em depor do poder um governo que fomentava e mesmo promovia a subversão e a corrupção. O que levou às ruas de São Paulo aquela imensa multidão — reproduzindo-se o fato noutras cidades — foi o desejo incontido de ver o Brasil livre da ameaça comunista, a aspiração inabalável de impedir que o nosso país seguisse os caminhos que já vinha trilhando Cuba e que dentro em pouco também seriam os do Chile. Daí muitas consequências deviam ser tiradas no concernente à reorganização política, não apenas por mudança de homens no governo, mas por uma revisão institucional profunda que se impunha. Sabemos que o comunismo internacional atua insidiosamente, penetrando no interior dos países que pretende subjugar, em suas instituições, em seus governos, e sobretudo procurando controlar as escolas, as Universidades e os meios de comunicação de massa. Infiltrando-se até na Igreja! Por isso mesmo, se a revolução de 31 de março — de que mais um aniversário estamos a comemorar — foi  a bem dizer uma “contrarrevolução”, como, com muita exatidão, o fez ver General Lyra Tavares, ela deve voltar-se principalmente contra a “revolução cultural” que o imperialismo vermelho difunde por toda parte. Cumpre, pois, exercer toda a vigilância sobre a atuação das esquerdas, no seu empenho de controlar os meios de informação e de formação cultural, sem falar nas reformas de ensino (médio e superior) de cunho nitidamente massificador. Vem, pois, a propósito evocar um artigo — recheado de inverdades, mas contendo também verdades! — publicado na revista parisiense de Sartre Les Temps Modernes, em seu número de julho de 1970. Intitula-se “Remarques sur la culture et la politique du Brésil – 1964-1969”,  e seu autor é um tal Roberto Schwarz. A certa altura afirma o seguinte (que aos telespectadores brasileiros, aos nossos frequentadores de teatros e de livrarias não deve causar admiração): “Para surpresa de todos, a presença cultural da esquerda não foi liquidada naquela data (1964); mais ainda, não deixou de se desenvolver daí por diante.   Sua produção domina, em alguns setores ela é de uma notável qualidade.   Assim, apesar da ditadura da direita existe uma relativa hegemonia cultural da esquerda no país. É que se pode constatar nas livrarias de São Paulo e do Rio, cheias de publicações marxistas, nas estreias teatrais, incrivelmente entusiásticas e febris, por vezes ameaçadas de invasão policial (?), na agitação dos estudantes ou nas proclamações do clero avançado. Em suma, nos santuários da cultura burguesa a esquerda dá o tom.” É a revolução cultural em marcha. (Publicado na revista Hora presente, nº 14, maio de 1973)

  • Jovem de 15 anos exibe crucifixo e bloqueia marcha LGBT na Polônia

    No dia 10 de agosto de 2019, aconteceu na Pôlonia a primeira marcha do orgulho LGBT, na região de Płock. Porém, o que chamou a atenção de todos foi o ato corajoso de um jovem de 15 anos e seu crucifixo. O jovem Jakub Baryła parou na frente da marcha com um crucifixo e um rosário. O jovem disse a polícia: “Estou aqui para defender a fé católica. Vocês podem me tirar daqui”. Bardzo mocny obrazek z Płocka. Chłopiec (Jakub Baryła) z Krzyżem w ręku spychany przez policje próbuje zablokować marsz LGBT idący przez miasto. Taki właśnie ma być Kościół – pielgrzymujący ale również walczący! pic.twitter.com/4ZnlcR795z — Młodzież Wszechpolska (@MWszechpolska) 11 de agosto de 2019 Em uma declaração para wpolityce.pl, o menino disse que, no início, não queria se levantar contra a marcha do Orgulho LGBT, mas que mudou de ideia quando viu o desfile carregava a imagem blasfema de Nossa Senhora de Częstochowa com auréolas de arco-íris. “Pedi uma cruz do padre de uma paróquia em Plock. O padre temia que os ateus pudessem difamar a Santa Cruz, mas ele ainda me deu um crucifixo. Eu queria que mais pessoas vissem meu gesto. Eu queria que eles reagissem quando falassem sobre isso. https://www.facebook.com/ReconquistaCatholica/videos/363300294350179/ Primeiro, com a cruz na mão, fiquei em frente à linha policial que protegia a marcha. Mais tarde sentei-me na calçada e rezei a Salve Regina em latim. Eu rezei para a Mãe de Deus, o ideal de pureza. Os policiais vieram até mim e me pediram para sair. Eu disse a eles que não poderia fazê-lo porque os participantes da marcha estavam violando minha fé católica e abusando da bandeira polonesa ao desenhar um arco-íris. ” A polícia acabou removendo Baryla da marcha. Leia também: Pode uma pessoa com tendências homossexuais ser um bom católico? Veja algumas fotos Baryla: “Eu quero ser padre” O jovem contou que algumas pessoas disseram que suas ações vão “avançar sua carreira política”. Ele respondeu dizendo que “isso não é verdade”. “Eu não quero ser político. Eu quero ser padre. Não quero reconhecimento no espaço público. Aconteceu naturalmente, mas foi um efeito colateral, não o propósito da minha ação”. Baryla postou no dia 13 de agosto um tweet dizendo que defender a Fé contra ataques é uma necessidade. Supliquemos a Deus coragem e força para defendermos a fé católica como Cristo nos chama! Via churchpop.com

  • Jovem de 15 anos exibe crucifixo e bloqueia marcha LGBT na Polônia

    No dia 10 de agosto de 2019, aconteceu na Pôlonia a primeira marcha do orgulho LGBT, na região de Płock. Porém, o que chamou a atenção de todos foi o ato corajoso de um jovem de 15 anos e seu crucifixo. O jovem Jakub Baryła parou na frente da marcha com um crucifixo e um rosário. O jovem disse a polícia: “Estou aqui para defender a fé católica. Vocês podem me tirar daqui”. Bardzo mocny obrazek z Płocka. Chłopiec (Jakub Baryła) z Krzyżem w ręku spychany przez policje próbuje zablokować marsz LGBT idący przez miasto. Taki właśnie ma być Kościół – pielgrzymujący ale również walczący! pic.twitter.com/4ZnlcR795z — Młodzież Wszechpolska (@MWszechpolska) 11 de agosto de 2019 Em uma declaração para wpolityce.pl, o menino disse que, no início, não queria se levantar contra a marcha do Orgulho LGBT, mas que mudou de ideia quando viu o desfile carregava a imagem blasfema de Nossa Senhora de Częstochowa com auréolas de arco-íris. “Pedi uma cruz do padre de uma paróquia em Plock. O padre temia que os ateus pudessem difamar a Santa Cruz, mas ele ainda me deu um crucifixo. Eu queria que mais pessoas vissem meu gesto. Eu queria que eles reagissem quando falassem sobre isso. https://www.facebook.com/ReconquistaCatholica/videos/363300294350179/ Primeiro, com a cruz na mão, fiquei em frente à linha policial que protegia a marcha. Mais tarde sentei-me na calçada e rezei a Salve Regina em latim. Eu rezei para a Mãe de Deus, o ideal de pureza. Os policiais vieram até mim e me pediram para sair. Eu disse a eles que não poderia fazê-lo porque os participantes da marcha estavam violando minha fé católica e abusando da bandeira polonesa ao desenhar um arco-íris. ” A polícia acabou removendo Baryla da marcha. Leia também: Pode uma pessoa com tendências homossexuais ser um bom católico? Veja algumas fotos Baryla: “Eu quero ser padre” O jovem contou que algumas pessoas disseram que suas ações vão “avançar sua carreira política”. Ele respondeu dizendo que “isso não é verdade”. “Eu não quero ser político. Eu quero ser padre. Não quero reconhecimento no espaço público. Aconteceu naturalmente, mas foi um efeito colateral, não o propósito da minha ação”. Baryla postou no dia 13 de agosto um tweet dizendo que defender a Fé contra ataques é uma necessidade. Supliquemos a Deus coragem e força para defendermos a fé católica como Cristo nos chama! Via churchpop.com

  • + Jesus – Religião ?

    + Jesus – Religião ? Nos últimos anos tem se popularizado um movimento que tem levantado a bandeira de um cristianismo mais “light”, moderno e descontraído. Esse movimento se diz livre das “amarras religiosas”, dos dogmas e da teologia, pois afinal, a letra mata e só causa discórdia. Dizem estar interessados em só amar a Jesus e não seguir sistema religioso. Repudiam a religião como algo dogmático, que só separa as pessoas e causa discórdias. Para eles, Jesus é uma espécie de amigão da faculdade que eles procuram quando querem trocar uma ideia e se divertir. Não é estranho se referirem a Cristo como “cheiroso ou lindo.” Entendo certas críticas, e por vezes de fato vemos a Igreja sendo usada de modo errado por homens com má intenção, que atam fardos pesados as pessoas e negam o evangelho da graça. Mas essa espécie de grupo que surgiu em resposta a isso, estaria fazendo melhor? Ao meu ver, se tornaram piores. O que mais me espanta, é a total incoerência nisso tudo que mal é notada. Ao afirmar que seguem Jesus e não a religião, eu pergunto, qual a definição de Cristo que eles tem e de onde a tiraram? É o Cristo que é um mero profeta do islamismo? Ou o Cristo da alma evoluída do espiritismo? Ou o primeiro da criação do arianismo (e Testemunha de Jeová)? Mas se creem no Cristo da dupla natureza (humana e divina), precisam crer na Bíblia, nos concílios ecumênicos da histórica da igreja e nos grandes teólogos que ajudaram a sistematizar o que foi ensinado nas Escrituras. Esse sentimentalismo moderno é danoso para a fé, pois leva ao subjetivismo das crenças e dos ensinos do próprio Jesus. Cristo falou do inferno, do julgamento, do pecado, mas para esse grupo tais palavras não representam o Deus de amor que eles ouviram falar. Na verdade, eles não acreditam no Deus que os criou a Sua imagem e semelhança, mas no Deus que eles mesmos criaram. Um deus fraco, indolente, permissivo, que mais se parece com um ursinho carinho do que com o Deus soberano sobre todas as coisas. Esse grupo possui uma fé baseada em achismos, um sentimentalismo tóxico que corrompe a verdadeira fé, fazendo ídolos de si mesmo, um culto a vaidade com verniz de piedade, que transforma ignorância em conhecimento. Se colocam acima dos “bitolados e fariseus”, com seu culto a diversidade e igualdade, em nome dos novos tempos. Quando na verdade cultuam o próprio ventre, querem chafurdar na lama da impiedade sem serem incomodados com as duras palavras no nosso Senhor Jesus. Não julgueis é o lema de quem quer pecar de maneira irrestrita. Se eles realmente cressem no julgamento divino, teriam grande temor em saber que Deus os julgaria, e não usariam esse versículo como escudo para suas imoralidades. Não compreendem o amor de Deus, transformam o maravilhoso “Deus é amor”, em o “amor é um deus”, uma idolatria do sentimento subjetivo que busca apenas se satisfazer sem ser incomodado. Pode parecer bonito, moderno e piedoso, mas na verdade é arrogante, infantil e anti-bíblico. Em nenhuma lugar das Escrituras tal prática é aprovada, muito pelo contrário. Cristo Jesus deixou sua glória eterna para se fazer servo, ter uma morte humilhante e dolorosa, carregando sobre os ombros pecados que ele nunca cometeu, para conciliar o homem caído com Deus. Cada gota de sangue derramada teve um alto preço. Não se deixe seduzir por falsos ensinos que corrompem a fé saudável. Uma teologia fraca, produz fé fraca, e fé fraca, produz cristãos fracos. Não é atoa a situação lastimável das nossas igrejas. Seja Luz nesse mundo. Mas não a luz do palco gospel com suas patacoadas, mas a verdadeira Luz de Cristo. Autor: Ramon Serrano

  • Cardeal Burke: Documento de trabalho do Sínodo da Amazônia é ‘apostasia’, não pode se to

    13 de agosto de 2019 ( LifeSiteNews ) – O cardeal Raymond Burke disse que o documento de trabalho usado para o próximo Sínodo Pan-Amazônico, organizado pelo Vaticano a pedido do Papa Francisco, equivale a “apostasia”. O cardeal fez esse comentário quando perguntado em uma entrevista no Youtube em 13 de agosto se o documento de trabalho conhecido como Instrumentum Laboris para o Sínodo de 6 a 27 de outubro pode se tornar definitivo para a Igreja Católica. O cardeal Burke respondeu: “Não pode ser. O documento é uma apostasia. Isso não pode se tornar o ensinamento da Igreja, e se Deus quiser, todo o negócio será interrompido”. Burke fez este comentário em uma ampla entrevista com o apresentador católico Patrick Coffin. Os principais organizadores do Sínodo Amazônico foram criticados por usar o evento para pressionar por diáconos do sexo feminino e padres casados. O cardeal, em uma discussão com o Coffin sobre políticos e outros que se afastam publicamente das crenças básicas defendidas pela Igreja, definiu tanto a heresia quanto a apostasia. “Heresia é a negação, a negação consciente e voluntária de uma verdade da fé. Por exemplo, o sacerdote Ário, que negou as duas naturezas e uma pessoa de nosso Senhor Jesus Cristo. Assim, a heresia é apontada para uma verdade particular que alguém nega, ao passo que a apostasia é uma deserção geral da fé, um afastamento de Cristo de um modo geral e as muitas verdades da fé ”, afirmou. Burke, em uma entrevista diferente, comentou comentários que os organizadores do sínodo fizeram sugerindo um relaxamento do celibato no sacerdócio para a região amazônica, dizendo que isso afetaria toda a Igreja mundial. “Não é honesto” sugerir que a reunião de outubro é “tratar a questão do celibato clerical apenas para aquela região”, disse ele em junho. O Papa Francisco anunciou no ano passado que o Sínodo dos bispos da região Pan-Amazônica de outubro se reuniria em Roma com o propósito de identificar “novos caminhos para a evangelização do povo de Deus naquela região”, especialmente povos indígenas “muitas vezes esquecidos e sem a perspectiva de um futuro sereno “. Os cardeais Walter Brandmuller e Gerhard Muller também condenaram o documento de trabalho do Sínodo da Amazônia. O cardeal Walter Brandmüller também criticou o documento de trabalho, chamando-o de “herético” e uma “apostasia” da Revelação Divina. Ele chamou a hierarquia para “rejeitá-la” com “toda determinação”. O cardeal Gerhard Mueller denunciou o que ele chama de terminologia ambígua e “ensino falso” do documento. Ele também questionou o que chamou de “hermenêutica invertida” do documento. Perguntando retoricamente se a Igreja é usada nas mãos de bispos e papas para “reconstruir”. “A Igreja como um instrumento” com objetivos seculares “, Mueller disse que o texto” apresenta uma reviravolta radical da hermenêutica da teologia católica “. Em vez de ressaltar os ensinamentos da Igreja ou citar a Sagrada Escritura, Muller escreveu que o Instrumentum Em vez disso, o Laboris gira em torno dos últimos documentos do Magistério do Papa Francisco, com algumas referências a João Paulo II e Bento XVI. Leonardo Boff, um teólogo brasileiro e laico sacerdote que é amplamente reconhecido por ser o “teólogo de referência” para o Sínodo e um importante expoente da teologia da libertação, declarou que vê a eleição do Papa Francisco como uma “primavera” para a Igreja Católica . Em seu livro Francisco de Roma e Francisco de Assis , Boff afirmou sua crença de que o Papa Francisco encarna a teologia da libertação por causa de sua suposta dedicação aos pobres. Ele afirmou que a ordenação de homens casados ​​pode ser um resultado do sínodo. Em uma entrevista com a Deutsche Welt, Boff creditou o pontífice com o início de uma “revolução” na Igreja. A teologia da libertação foi especificamente condenada por São João Paulo II em 1985 por tentar reconciliar os preceitos marxistas com os ensinamentos católicos para o suposto propósito de ajudar os pobres, especialmente na América Latina. O cardeal Burke disse em sua entrevista com Coffin que a mídia secular e alguns meios de comunicação católicos estão “glorificando” em chamar o Papa Francisco de “revolucionário”. Dizendo que o gabinete do papado não é revolucionário, ele disse que sua função primária é “salvaguardar o papado”. doutrina da fé e da disciplina da Igreja, a fim de ser o princípio e fundamento da unidade na Igreja ”. Burke acrescentou: “Se você me disser que o papa é um revolucionário, ficaria muito preocupado, porque isso não tem nada a ver com o papado”. Fonte: Tradução do site LifeSiteNews Clique aqui para ler mais artigos sobre o Sínodo Pan-Amazônico #CNBB #Crisenaigreja #SínododaAmazônia #Vaticano

  • Cardeal Burke: Documento de trabalho do Sínodo da Amazônia é ‘apostasia’, não pode se to

    13 de agosto de 2019 ( LifeSiteNews ) – O cardeal Raymond Burke disse que o documento de trabalho usado para o próximo Sínodo Pan-Amazônico, organizado pelo Vaticano a pedido do Papa Francisco, equivale a “apostasia”. O cardeal fez esse comentário quando perguntado em uma entrevista no Youtube em 13 de agosto se o documento de trabalho conhecido como Instrumentum Laboris para o Sínodo de 6 a 27 de outubro pode se tornar definitivo para a Igreja Católica. O cardeal Burke respondeu: “Não pode ser. O documento é uma apostasia. Isso não pode se tornar o ensinamento da Igreja, e se Deus quiser, todo o negócio será interrompido”. Burke fez este comentário em uma ampla entrevista com o apresentador católico Patrick Coffin. Os principais organizadores do Sínodo Amazônico foram criticados por usar o evento para pressionar por diáconos do sexo feminino e padres casados. O cardeal, em uma discussão com o Coffin sobre políticos e outros que se afastam publicamente das crenças básicas defendidas pela Igreja, definiu tanto a heresia quanto a apostasia. “Heresia é a negação, a negação consciente e voluntária de uma verdade da fé. Por exemplo, o sacerdote Ário, que negou as duas naturezas e uma pessoa de nosso Senhor Jesus Cristo. Assim, a heresia é apontada para uma verdade particular que alguém nega, ao passo que a apostasia é uma deserção geral da fé, um afastamento de Cristo de um modo geral e as muitas verdades da fé ”, afirmou. Burke, em uma entrevista diferente, comentou comentários que os organizadores do sínodo fizeram sugerindo um relaxamento do celibato no sacerdócio para a região amazônica, dizendo que isso afetaria toda a Igreja mundial. “Não é honesto” sugerir que a reunião de outubro é “tratar a questão do celibato clerical apenas para aquela região”, disse ele em junho. O Papa Francisco anunciou no ano passado que o Sínodo dos bispos da região Pan-Amazônica de outubro se reuniria em Roma com o propósito de identificar “novos caminhos para a evangelização do povo de Deus naquela região”, especialmente povos indígenas “muitas vezes esquecidos e sem a perspectiva de um futuro sereno “. Os cardeais Walter Brandmuller e Gerhard Muller também condenaram o documento de trabalho do Sínodo da Amazônia. O cardeal Walter Brandmüller também criticou o documento de trabalho, chamando-o de “herético” e uma “apostasia” da Revelação Divina. Ele chamou a hierarquia para “rejeitá-la” com “toda determinação”. O cardeal Gerhard Mueller denunciou o que ele chama de terminologia ambígua e “ensino falso” do documento. Ele também questionou o que chamou de “hermenêutica invertida” do documento. Perguntando retoricamente se a Igreja é usada nas mãos de bispos e papas para “reconstruir”. “A Igreja como um instrumento” com objetivos seculares “, Mueller disse que o texto” apresenta uma reviravolta radical da hermenêutica da teologia católica “. Em vez de ressaltar os ensinamentos da Igreja ou citar a Sagrada Escritura, Muller escreveu que o Instrumentum Em vez disso, o Laboris gira em torno dos últimos documentos do Magistério do Papa Francisco, com algumas referências a João Paulo II e Bento XVI. Leonardo Boff, um teólogo brasileiro e laico sacerdote que é amplamente reconhecido por ser o “teólogo de referência” para o Sínodo e um importante expoente da teologia da libertação, declarou que vê a eleição do Papa Francisco como uma “primavera” para a Igreja Católica . Em seu livro Francisco de Roma e Francisco de Assis , Boff afirmou sua crença de que o Papa Francisco encarna a teologia da libertação por causa de sua suposta dedicação aos pobres. Ele afirmou que a ordenação de homens casados ​​pode ser um resultado do sínodo. Em uma entrevista com a Deutsche Welt, Boff creditou o pontífice com o início de uma “revolução” na Igreja. A teologia da libertação foi especificamente condenada por São João Paulo II em 1985 por tentar reconciliar os preceitos marxistas com os ensinamentos católicos para o suposto propósito de ajudar os pobres, especialmente na América Latina. O cardeal Burke disse em sua entrevista com Coffin que a mídia secular e alguns meios de comunicação católicos estão “glorificando” em chamar o Papa Francisco de “revolucionário”. Dizendo que o gabinete do papado não é revolucionário, ele disse que sua função primária é “salvaguardar o papado”. doutrina da fé e da disciplina da Igreja, a fim de ser o princípio e fundamento da unidade na Igreja ”. Burke acrescentou: “Se você me disser que o papa é um revolucionário, ficaria muito preocupado, porque isso não tem nada a ver com o papado”. Fonte: Tradução do site LifeSiteNews Clique aqui para ler mais artigos sobre o Sínodo Pan-Amazônico #CNBB #Crisenaigreja #SínododaAmazônia #Vaticano

  • HOLLYWOOD SUSPENDE CAÇA AOS CONSERVADORES – Stefano Magni

    Nos Estados Unidos, estava previsto para ser lançado nos cinemas, no próximo mês, um filme pulp, feito para estômagos fortes e amantes do humor negro, intitulado The Hunt. Após os massacres em El Paso e Dayton, foi cancelado. Mas não é só pelos tiroteios e o medo do efeito mimético. Há mais coisas. O filme, que originalmente se chamaria Red State vs. Blue state (o país vermelho, que é o republicano, contra o país azul, o democrata) já despertou, mesmo antes de sair, uma agitação política incrível, que mostra como a sociedade americana se encontra dividida. Livremente adaptado de The most dangerous game (O jogo mais perigoso), romance de Richard Connell publicado em 1924 e filmado em 1933, The Hunt foi dirigido por Craig Zobel e conta a história de um grupo de homens ricos que pagam uma fortuna para participar de uma caçada sádica a seres humanos. Fica bem explícito quem são os bons e os maus no enredo: os maus são os caçadores ricos e perversos, e os bons são as vítimas inocentes que, sequestradas, são levadas para um lugar desconhecido para serem caçadas. É o que se percebe pelo trailer lançado este mês. Onde está o problema de um filme baseado em história de quase um século atrás? Na politização que, a partir de 2016, envolve todas as artes nos EUA. Na verdade, Red State vs. Blue state é sobre a elite liberal globalista caçando deploráveis conservadores pró-Trump”. De acordo com o The Hollywood Reporter, que viu o roteiro, as presas, nesta versão, foram escolhidos por serem racistas, anti-aborto e pró-armas. Portanto, os “deploráveis” que em média votam em Trump. Parece estranho que o escândalo tenha explodido à direita, considerando que no filme, pelo pouco que dele sabemos, as vítimas são os conservadores e os caçadores supermaus e sádicos pertencem à elite (liberal?). O fato é que os conservadores não se importariam em ser representados como caçadores. A Fox News fez campanha contra o filme assim que os primeiros trailers foram lançados. Imediatamente após os massacres no início de agosto, o próprio presidente Donald Trump, sem citar o título do filme, escreveu no Twitter que “A Hollywood liberal é racista nos níveis mais altos e com muita raiva e ódio!” (…) O filme, que está prestes a ser lançado, foi feito para semear e espalhar o caos”. Por fim, o distribuidor, Universal Picture, decidiu cancelar o lançamento do filme. Talvez saia depois; certamente, não em setembro. Mais do que um problema de censura, como certamente será dito nos próximos dias, é um dos muitos casos em que Hollywood decide evitar a liberação de filmes violentos em razão de acontecimentos sanguinosos, para evitar que seja imitado por aí, mas também para salvar a própria pele, defendendo-se de um possível fiasco de bilheteria. Poucas pessoas, na verdade, têm vontade de ver sangue artificial num filme, depois de ver sangue real pelo noticiário, ou de ter experimentado alguma morte violenta na família ou entre amigos. Mas, nesse caso, é um sintoma de algo mais sério: arriscar-se a alimentar a pior das fantasias políticas. É inegável que, por lá, haja um ambiente de forte violência política: oradores conservadores atacados por estudantes (sempre que arranjam um espaço para falar nalguma universidade), ataques a qualquer um que use o boné da Maga (Make America Great Again, “torne a América novamente grande), mendigos que pedem esmola não com a tabuleta de “estou com fome”, mas “me dê um dólar e mato Donald Trump”, as numerosas representações teatrais e televisivas do assassinato de Trump … Embora quase sempre se fale de violência da direita, muitos conservadores realmente se sentem caçados. http://lanuovabq.it/it/hollywood-sospende-la-caccia-ai-conservatori

  • Corpo de Irmã Dulce está ‘incorrupto’ e será exposto em Santuário

    Túmulo foi aberto e revelou surpresa; nesta terça-feira (13) missas homenageiam a santa Era madrugada de 27 de maio de 2000 quando o túmulo de Irmã Dulce foi aberto pela primeira vez. O legista e o postulador do Vaticano, espécie de guia da canonização, mal puderam acreditar na preservação do corpo. Repetiram mais duas vezes a operação. Na última, há um mês, ficaram todos perplexos. Até o final de setembro deste ano, o corpo da baiana que será proclamada santa em outubro ficará exposto, definitivamente, no Santuário, no Largo de Roma. Mais de 27 anos depois de sua morte, todos poderão ver a resistência da santa ao tempo. Os católicos falam num raro caso de incorrupção em Irmã Dulce, para quem é dedicada uma festa litúrgica nesta terça-feira (13). O corpo incorrupto, ou seja, aquele que não se decompôs após a morte, é venerado pela Igreja Católica como um sinal de virtude e graça. A integridade do corpo é diretamente relacionada à integridade da alma. “Se você observar, está tudo igual”, diz o frei Giovanni Messias, reitor do Santuário. O religioso evita falar sobre a última exumação, considerada sigilosa. O padroeiro de Salvador, São Francisco Xavier, é outro santo que passou por um processo semelhante e, até hoje, está exposto numa igreja italiana (veja outros casos abaixo). Na sacristia da Catedral Basílica de Salvador, é possível ver uma gota do que se defende como sangue do religioso destacada em um busto de prata. Corpo de Irma Dulce ficou em exposição em 2010 (Foto: Antônio Queiroz/CORREIO) Urna de vidro O corpo de Dulce será envolto numa urna de vidro e permanecerá no mesmo lugar onde está há nove anos. Antes, em junho de 2010, numa das fases da beatificação, os fiéis também puderam ver Dulce na Capela das Relíquias, na Igreja da Imaculada Conceição da Mãe de Deus. A exumação é um dos processos envolvidos da beatificação à canonização. A realizada em julho deste ano foi a última de três no total. A primeira, ainda na Igreja da Conceição da Praia, onde a religiosa foi sepultada, foi acompanhada por oito pessoas. O procedimento era necessário antes da transferência para a Capela, em 2011. Nenhum mau cheiro se alastrou pelo corredor. “Foi muito surpreendente. O médico e o postulador optaram tecnica e teologicamente em nem mexer em nada”, recorda Osvaldo Gouveia Ribeiro, assessor de memória e cultura da Obras Sociais Irmã Dulce (Osid) e presidente da comissão histórica do processo de canonização. O corpo deve passar por correções artificiais no rosto antes da exposição, como ocorrem em outros casos, como o de Padre Vitor, beato exposto na cidade de Três Pontas, em Minas Gerais. De santa, no entanto, há só Irmã Dulce no Brasil. O arcebispo de Salvador, dom Murilo Krieger, a Osid e o postulado tiveram encontros que resultaram na ideia de deixar Dulce exposta a todos no santuário. No mês passado, segundo a Osid, oito mil pessoas visitaram o local onde está o túmulo de Dulce, guardado por uma vela que simboliza o sagrado. No chão, estão flores e cartas de pedidos. Corpo pode ter passado por mumificação O corpo de Irmã Dulce foi examinado, após a morte, pela legista Maria Thereza de Medeiros Pacheco, ex-diretora do Instituto Médico Legal Nina Rodrigues (IMLNR), falecida em 2010. A reportagem tentou levantar junto ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) detalhes sobre a autopsia, mas não houve retorno até o fechamento desta reportagem. É que a ciência pode ser capaz de justificar a preservação de um corpo, a depender dos materiais utilizados para o embalsamento, técnica para prevenir o apodrecimento. O médico legista Raul Barreto explica que cada caso depende, por exemplo, da quantidade de formol utilizada, dos medicamentos usados antes da morte e das condições ambientais. A ingestão de antibióticos, por exemplo, pode retardar a ação das bactérias que decompõem o corpo num período médio de dois anos. Já a desidratação pode levar a um estado de mumificação, quando as bactérias deixam de atuar por intervenções externas ou naturais. “O corpo perde toda a água e até as bactérias deixam de agir. Hoje, você tem múmias egípcias de três mil anos”, detalha o médico. Os ambientes áridos e secos, a depender do posicionamento do sol em relação à sepultura, também afetam a preservação. E é justamente por isso que os religiosos acreditam num fator divino de preservação. “Aqui é muito úmido, o corpo por si só já fica sob essas condições. É surpreendente que tenha acontecido isso com ela”, reforça o frei Giovanni. Hoje, o corpo já é considerado uma relíquia. Na história da Igreja Católica, objetos e pedaços considerados santos sempre foram venerados. São separados por graus, como enumera o frei. As relíquias de primeira ordem, as mais importantes, incluem ossos e partículas de sangue; os de segunda ordem, objetos que tocaram um corpo santo; e a última ordem é composta por elementos que tiveram contato com esses objetos. A historiadora Luciana Onety afirma que as relíquias sagradas são vistas como portadoras de poderes mágicos, possíveis de curar e proteger. Nas raízes do cristianismo mais primitivo, a igreja já incentivava a veneração dos elementos considerados santos. “Quanto mais relíquias sagradas a igreja tem, mais protegida ela está. Isso se idealizou no pensamento cristão, nas irmandades… Desde o início, as partes do corpo eram veneradas. Não existe atestamento pela ciência, mas é uma questão de fé”. E por falar em fé, todos os meses, há cinco anos, Maria Cláudia, 41, cultua as relíquias de Irmã Dulce após a cura de um câncer. “Eu agradeço muito a ela. Nem conhecia, ouvi no hospital [Aristidez Maltez] e rezo todas as vezes, aqui, para agradecer”, diz Maria, moradora de Olindina, no Nordeste do estado. No Memorial Irmã Dulce, instalado ao lado da Osid, é possível ver o terço e a medalha que se encontravam junto ao corpo de Dulce, a fita e o lacre de seu caixão e uma parte do caixão onde esteve sepultada, na Conceição da Praia, de 1992 a 2000. A oportunidade de ver o corpo santo separado apenas por um vidro, e tão próximo, ainda não foi divulgada oficialmente. Talvez seja a primeira vez de muitos baianos desde o sepultamento, rodeado de mística e curiosidade. No dia do velório na Conceição da Praia, em 13 de março de 1992, por exemplo, a família precisou adiar a cerimônia por 24 horas. A recomendação tinha sido da polícia, que dava como certa a possibilidade de uma invasão à basílica, de tanta comoção ao lado de fora. Na Praça da Inglaterra, milhares de pessoas formaram filas para vê-la. Santos incorruptos São Francisco Xavier O santo considerado padroeiro de Salvador morreu em 1552, na China, e já foi exposto 17 vezes na Basílica do Bom Jesus, do Patriarcado de Goa, na Índia. Padre Pio Padre Pio foi um capuchinho e morreu em 1968, na Igreja de Santa Maria das Graças, localizada em San Giovanni Rotondo, na Itália. Seu corpo foi exumado no início de 2008 e, desde então, se encontra em exposição em uma urna de vidro. Santa Rita de Cássia A santa das causas impossíveis morreu em 1457, e seu corpo incorrupto pode ser visitado na Basílica de Santa Rita em Cascia, na Itália. Santa Catarina de Bolonha Encontra-se até hoje, mais de 500 anos depois de sua morte, na Capela da Ordem das Clarissas da Igreja de Corpus Domini em Bolonha, na Itália, e o seu corpo está protegido por uma redoma vidro. Santa Bernadete de Lourdes O corpo de Santa Bernadete de Lourdes, falecida, passou por três exumações e em todas permanecia preservado. Reportagem: Correio #Corpoincorrupto

  • Corpo de Irmã Dulce está ‘incorrupto’ e será exposto em Santuário

    Túmulo foi aberto e revelou surpresa; nesta terça-feira (13) missas homenageiam a santa Era madrugada de 27 de maio de 2000 quando o túmulo de Irmã Dulce foi aberto pela primeira vez. O legista e o postulador do Vaticano, espécie de guia da canonização, mal puderam acreditar na preservação do corpo. Repetiram mais duas vezes a operação. Na última, há um mês, ficaram todos perplexos. Até o final de setembro deste ano, o corpo da baiana que será proclamada santa em outubro ficará exposto, definitivamente, no Santuário, no Largo de Roma. Mais de 27 anos depois de sua morte, todos poderão ver a resistência da santa ao tempo. Os católicos falam num raro caso de incorrupção em Irmã Dulce, para quem é dedicada uma festa litúrgica nesta terça-feira (13). O corpo incorrupto, ou seja, aquele que não se decompôs após a morte, é venerado pela Igreja Católica como um sinal de virtude e graça. A integridade do corpo é diretamente relacionada à integridade da alma. “Se você observar, está tudo igual”, diz o frei Giovanni Messias, reitor do Santuário. O religioso evita falar sobre a última exumação, considerada sigilosa. O padroeiro de Salvador, São Francisco Xavier, é outro santo que passou por um processo semelhante e, até hoje, está exposto numa igreja italiana (veja outros casos abaixo). Na sacristia da Catedral Basílica de Salvador, é possível ver uma gota do que se defende como sangue do religioso destacada em um busto de prata. Corpo de Irma Dulce ficou em exposição em 2010 (Foto: Antônio Queiroz/CORREIO) Urna de vidro O corpo de Dulce será envolto numa urna de vidro e permanecerá no mesmo lugar onde está há nove anos. Antes, em junho de 2010, numa das fases da beatificação, os fiéis também puderam ver Dulce na Capela das Relíquias, na Igreja da Imaculada Conceição da Mãe de Deus. A exumação é um dos processos envolvidos da beatificação à canonização. A realizada em julho deste ano foi a última de três no total. A primeira, ainda na Igreja da Conceição da Praia, onde a religiosa foi sepultada, foi acompanhada por oito pessoas. O procedimento era necessário antes da transferência para a Capela, em 2011. Nenhum mau cheiro se alastrou pelo corredor. “Foi muito surpreendente. O médico e o postulador optaram tecnica e teologicamente em nem mexer em nada”, recorda Osvaldo Gouveia Ribeiro, assessor de memória e cultura da Obras Sociais Irmã Dulce (Osid) e presidente da comissão histórica do processo de canonização. O corpo deve passar por correções artificiais no rosto antes da exposição, como ocorrem em outros casos, como o de Padre Vitor, beato exposto na cidade de Três Pontas, em Minas Gerais. De santa, no entanto, há só Irmã Dulce no Brasil. O arcebispo de Salvador, dom Murilo Krieger, a Osid e o postulado tiveram encontros que resultaram na ideia de deixar Dulce exposta a todos no santuário. No mês passado, segundo a Osid, oito mil pessoas visitaram o local onde está o túmulo de Dulce, guardado por uma vela que simboliza o sagrado. No chão, estão flores e cartas de pedidos. Corpo pode ter passado por mumificação O corpo de Irmã Dulce foi examinado, após a morte, pela legista Maria Thereza de Medeiros Pacheco, ex-diretora do Instituto Médico Legal Nina Rodrigues (IMLNR), falecida em 2010. A reportagem tentou levantar junto ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) detalhes sobre a autopsia, mas não houve retorno até o fechamento desta reportagem. É que a ciência pode ser capaz de justificar a preservação de um corpo, a depender dos materiais utilizados para o embalsamento, técnica para prevenir o apodrecimento. O médico legista Raul Barreto explica que cada caso depende, por exemplo, da quantidade de formol utilizada, dos medicamentos usados antes da morte e das condições ambientais. A ingestão de antibióticos, por exemplo, pode retardar a ação das bactérias que decompõem o corpo num período médio de dois anos. Já a desidratação pode levar a um estado de mumificação, quando as bactérias deixam de atuar por intervenções externas ou naturais. “O corpo perde toda a água e até as bactérias deixam de agir. Hoje, você tem múmias egípcias de três mil anos”, detalha o médico. Os ambientes áridos e secos, a depender do posicionamento do sol em relação à sepultura, também afetam a preservação. E é justamente por isso que os religiosos acreditam num fator divino de preservação. “Aqui é muito úmido, o corpo por si só já fica sob essas condições. É surpreendente que tenha acontecido isso com ela”, reforça o frei Giovanni. Hoje, o corpo já é considerado uma relíquia. Na história da Igreja Católica, objetos e pedaços considerados santos sempre foram venerados. São separados por graus, como enumera o frei. As relíquias de primeira ordem, as mais importantes, incluem ossos e partículas de sangue; os de segunda ordem, objetos que tocaram um corpo santo; e a última ordem é composta por elementos que tiveram contato com esses objetos. A historiadora Luciana Onety afirma que as relíquias sagradas são vistas como portadoras de poderes mágicos, possíveis de curar e proteger. Nas raízes do cristianismo mais primitivo, a igreja já incentivava a veneração dos elementos considerados santos. “Quanto mais relíquias sagradas a igreja tem, mais protegida ela está. Isso se idealizou no pensamento cristão, nas irmandades… Desde o início, as partes do corpo eram veneradas. Não existe atestamento pela ciência, mas é uma questão de fé”. E por falar em fé, todos os meses, há cinco anos, Maria Cláudia, 41, cultua as relíquias de Irmã Dulce após a cura de um câncer. “Eu agradeço muito a ela. Nem conhecia, ouvi no hospital [Aristidez Maltez] e rezo todas as vezes, aqui, para agradecer”, diz Maria, moradora de Olindina, no Nordeste do estado. No Memorial Irmã Dulce, instalado ao lado da Osid, é possível ver o terço e a medalha que se encontravam junto ao corpo de Dulce, a fita e o lacre de seu caixão e uma parte do caixão onde esteve sepultada, na Conceição da Praia, de 1992 a 2000. A oportunidade de ver o corpo santo separado apenas por um vidro, e tão próximo, ainda não foi divulgada oficialmente. Talvez seja a primeira vez de muitos baianos desde o sepultamento, rodeado de mística e curiosidade. No dia do velório na Conceição da Praia, em 13 de março de 1992, por exemplo, a família precisou adiar a cerimônia por 24 horas. A recomendação tinha sido da polícia, que dava como certa a possibilidade de uma invasão à basílica, de tanta comoção ao lado de fora. Na Praça da Inglaterra, milhares de pessoas formaram filas para vê-la. Santos incorruptos São Francisco Xavier O santo considerado padroeiro de Salvador morreu em 1552, na China, e já foi exposto 17 vezes na Basílica do Bom Jesus, do Patriarcado de Goa, na Índia. Padre Pio Padre Pio foi um capuchinho e morreu em 1968, na Igreja de Santa Maria das Graças, localizada em San Giovanni Rotondo, na Itália. Seu corpo foi exumado no início de 2008 e, desde então, se encontra em exposição em uma urna de vidro. Santa Rita de Cássia A santa das causas impossíveis morreu em 1457, e seu corpo incorrupto pode ser visitado na Basílica de Santa Rita em Cascia, na Itália. Santa Catarina de Bolonha Encontra-se até hoje, mais de 500 anos depois de sua morte, na Capela da Ordem das Clarissas da Igreja de Corpus Domini em Bolonha, na Itália, e o seu corpo está protegido por uma redoma vidro. Santa Bernadete de Lourdes O corpo de Santa Bernadete de Lourdes, falecida, passou por três exumações e em todas permanecia preservado. Reportagem: Correio #Corpoincorrupto

  • Padre Fábio de Melo anuncia que vai parar de fazer shows no fim do ano

    Quatro dias após abandonar o Twitter, o Padre Fábio de Melo decidiu também que vai parar de fazer shows. O religioso deve fazer sua última apresentação no dia 14 de dezembro em Belo Horizonte (MG). Padre Fábio de Melo decidiu abandonar os palcos devido ao desgaste das viagens. “Ele está muito cansado de estradas, as viagens são muitos desgastantes. O padre está cuidando mais de sua saúde”, informou a assessoria de imprensa. Apesar de anunciar o fim dos shows, o Padre Fábio de Melo deve seguir com a carreira musical e atividades que já mantém atualmente, como sacerdote católico, escritor, professor e apresentador. O primeiro disco do religioso foi lançado em 1997. Atualmente, o padre é vinculado à Diocese de Taubaté. Leia também: Padre Fábio de Melo manifesta repúdio contra Fogaça, apresentador do MasterChef: “Está longe de ser pessoa de bem” Meus queridos, vou ficando por aqui. Tenho uma saúde emocional a ser cuidada. Sei o quanto já provei a solidão provocada pela depressão, pelo pânico. Tomar remédios só faz sentido quando evitamos os gatilhos dos desconfortos. Este lugar deixou de ser saudável pra mim. Obrigado! — padrefabiodemelo (@pefabiodemelo) 9 de agosto de 2019 Saída do Twitter Com sete milhões de fãs na conta, o Padre Fábio de Melo decidiu abandonar o Twitter na última semana. Ele recebeu muitos comentários negativos após criticar a “saidinha” de Dia dos Pais de Alexandre Nardoni. Segundo declarou, a decisão é para preservar sua saúde mental. “Tenho uma saúde emocional a ser cuidada. Sei o quanto já provei a solidão provocada pela depressão, pelo pânico. Tomar remédios só faz sentido quando evitamos os gatilhos dos desconfortos. Este lugar deixou de ser saudável pra mim.” Desde 2017, Fábio de Melo fala sobre o tratamento a depressão e síndrome do pânico. Ele é um dos personagens da nova série do Fantástico sobre o tema, comandada pelo médico Dráuzio Varella. O padre ficou muito famoso na rede social por piadas e memes, mas também por pequenas mensagens de conforto deixadas para os seguidores. Não entendo de leis, mas a “saidinha” deveria ser permitida somente no dia de finados. Para que visitassem os túmulos dos que eles mataram. https://t.co/WnS4Swov6F — padrefabiodemelo (@pefabiodemelo) 8 de agosto de 2019 Fonte: G1

  • Padre Fábio de Melo anuncia que vai parar de fazer shows no fim do ano

    Quatro dias após abandonar o Twitter, o Padre Fábio de Melo decidiu também que vai parar de fazer shows. O religioso deve fazer sua última apresentação no dia 14 de dezembro em Belo Horizonte (MG). Padre Fábio de Melo decidiu abandonar os palcos devido ao desgaste das viagens. “Ele está muito cansado de estradas, as viagens são muitos desgastantes. O padre está cuidando mais de sua saúde”, informou a assessoria de imprensa. Apesar de anunciar o fim dos shows, o Padre Fábio de Melo deve seguir com a carreira musical e atividades que já mantém atualmente, como sacerdote católico, escritor, professor e apresentador. O primeiro disco do religioso foi lançado em 1997. Atualmente, o padre é vinculado à Diocese de Taubaté. Leia também: Padre Fábio de Melo manifesta repúdio contra Fogaça, apresentador do MasterChef: “Está longe de ser pessoa de bem” Meus queridos, vou ficando por aqui. Tenho uma saúde emocional a ser cuidada. Sei o quanto já provei a solidão provocada pela depressão, pelo pânico. Tomar remédios só faz sentido quando evitamos os gatilhos dos desconfortos. Este lugar deixou de ser saudável pra mim. Obrigado! — padrefabiodemelo (@pefabiodemelo) 9 de agosto de 2019 Saída do Twitter Com sete milhões de fãs na conta, o Padre Fábio de Melo decidiu abandonar o Twitter na última semana. Ele recebeu muitos comentários negativos após criticar a “saidinha” de Dia dos Pais de Alexandre Nardoni. Segundo declarou, a decisão é para preservar sua saúde mental. “Tenho uma saúde emocional a ser cuidada. Sei o quanto já provei a solidão provocada pela depressão, pelo pânico. Tomar remédios só faz sentido quando evitamos os gatilhos dos desconfortos. Este lugar deixou de ser saudável pra mim.” Desde 2017, Fábio de Melo fala sobre o tratamento a depressão e síndrome do pânico. Ele é um dos personagens da nova série do Fantástico sobre o tema, comandada pelo médico Dráuzio Varella. O padre ficou muito famoso na rede social por piadas e memes, mas também por pequenas mensagens de conforto deixadas para os seguidores. Não entendo de leis, mas a “saidinha” deveria ser permitida somente no dia de finados. Para que visitassem os túmulos dos que eles mataram. https://t.co/WnS4Swov6F — padrefabiodemelo (@pefabiodemelo) 8 de agosto de 2019 Fonte: G1

  • INTOLERÂNCIA RELIGIOSA: Homem invade igreja e quebra o altar com marreta em Macaé – RJ

    Por volta de 11h desta terça-feira (13), um homem identificado como Leandro Abreu Alves entrou na Igreja Nossa Senhora de Fátima, localizada no centro de Macaé, e quebrou parte do altar de mármore com uma marreta. De acordo com testemunhas, o homem visivelmente alterado, demonstrando um estado de fúria, invadiu o local e cometeu o vandalismo. Entretanto, ainda não há informações do que teria motivado a ação de depredação de uma das igrejas mais tradicionais da comunidade católica macaense. Ninguém se feriu durante o incidente. O rapaz foi contido e amarrado por pessoas que estavam no local. A polícia foi acionada e ele foi encaminhado para a 123 DP. Assista abaixo, o vídeo que mostra o momento da captura: Nota de Esclarecimento. Através das redes sociais a paróquia apresentou a seguinte nota de esclarecimento: ” É com extremo pesar que informamos o ato de vandalismo, ocorrido nesta terça-feira (13) em nossa matriz. Por volta de 10h da manhã, um homem subiu ao presbitério portando uma marreta, vindo a depredar a mesa do altar, e por seguinte o ambão da Palavra. Logo depois, foi contido por algumas pessoas e conduzido a 32º BPM, que está investigando o caso. Informamos ainda a inexistência de feridos, bem como nenhum tipo de ataque ao sacerdote. Contamos com o apoio e orações de todos. Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!” Leia também: Ato em desagravo acontece com confusão em paróquia que promoveu gênero e aborto em São Miguel Paulista #Notícia

  • INTOLERÂNCIA RELIGIOSA: Homem invade igreja e quebra o altar com marreta em Macaé – RJ

    Por volta de 11h desta terça-feira (13), um homem identificado como Leandro Abreu Alves entrou na Igreja Nossa Senhora de Fátima, localizada no centro de Macaé, e quebrou parte do altar de mármore com uma marreta. De acordo com testemunhas, o homem visivelmente alterado, demonstrando um estado de fúria, invadiu o local e cometeu o vandalismo. Entretanto, ainda não há informações do que teria motivado a ação de depredação de uma das igrejas mais tradicionais da comunidade católica macaense. Ninguém se feriu durante o incidente. O rapaz foi contido e amarrado por pessoas que estavam no local. A polícia foi acionada e ele foi encaminhado para a 123 DP. Assista abaixo, o vídeo que mostra o momento da captura: Nota de Esclarecimento. Através das redes sociais a paróquia apresentou a seguinte nota de esclarecimento: ” É com extremo pesar que informamos o ato de vandalismo, ocorrido nesta terça-feira (13) em nossa matriz. Por volta de 10h da manhã, um homem subiu ao presbitério portando uma marreta, vindo a depredar a mesa do altar, e por seguinte o ambão da Palavra. Logo depois, foi contido por algumas pessoas e conduzido a 32º BPM, que está investigando o caso. Informamos ainda a inexistência de feridos, bem como nenhum tipo de ataque ao sacerdote. Contamos com o apoio e orações de todos. Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!” Leia também: Ato em desagravo acontece com confusão em paróquia que promoveu gênero e aborto em São Miguel Paulista #Notícia

  • Partido pró-vida avança para eleições gerais na Argentina – Frente NOS

    Buenos Aires, 13 Ago. 19 / 12:00 pm ( ACI ).-  A Frente NOS, que promove os valores da vida e da família, conseguiu entrar nas eleições gerais argentinas de 27 de outubro, depois de passar pelas primárias no último domingo. Em 11 de agosto, cerca de 24 milhões de eleitores, de um total de 32 milhões, participaram das eleições primárias Abertas, Simultâneas e Obrigatórias (PASO). Segundo a lei argentina, para participar das eleições gerais de outubro, na qual o novo presidente do país e os parlamentares serão eleitos, os partidos precisam ter pelo menos 1,5% dos votos emitidos. A lista 131 da Frente NOS obteve 2,63% dos votos. NOS é um partido que promove os valores da família e da vida e que nasceu da Onda Celeste, movimento cidadão que impediu a descriminalização do aborto na Argentina em agosto de 2018. Esta frente tem como candidato presidencial o ex-diretor das Alfândegas e do Banco Nacional, Juan José Gómez Centurión, e como candidata à vice-presidência, a ex-deputada nacional e representante do partido Valores para o meu País, Cynthia Hotton. Quando as primeiras contagens foram divulgadas, Gómez Centurión agradeceu àqueles que contribuíram “para a mudança da Argentina. Não há outra forma de resgatar a Argentina, apenas com valores”. “A ausência de política é a maneira mais fácil de governar: dividir a população e enfrentá-la” em temas como a “dívida, economia parada, falta de valores, aborto, ideologia de gênero”, refletiu Gómez Centurión sobre a crise do país. “A única proposta que nos propõe um novo projeto de nação somos nós (NOS). Este projeto de nação é baseado nos valores que estão na Constituição”, acrescentou. Da mesma forma, Centurión disse ao jornal ‘MDZol’ que “não somos invisíveis e isso está apenas começando. A Onda Celeste chegou para ficar. É por isso que encorajo todos aqueles que compartilham esses valores a se unirem, a entrar em contato conosco, juntos podemos fazer história e trabalhar pelo país com o qual sonhamos”. Por outro lado, as autoridades eleitorais informaram que, em relação à candidatura presidencial, 47,66% dos votos favoreceram a Frente de Todos, cujos representantes são Alberto Fernández e Cristina Fernández de Kirchner. Desta forma, a frente da ex-presidente Cristina Fernández superou o grupo Juntos pela Mudança, do presidente Mauricio Macri, que obteve 32,09%. Este resultado, não esperado de acordo com pesquisas anteriores, afetou os mercados financeiros. Assim, o peso argentino caiu 16,86%, enquanto o dólar aumentou 33%. Leia também: O que Cardeal Sarah e Bolsonaro têm em comum? Ideologia de Gênero Isso agrava ainda mais a crise econômica da Argentina, já afetada por 35% de pobreza, o maior valor desde 2008, segundo o Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC); e 22,8% de inflação no primeiro semestre do ano, segundo o Instituto de Estatística dos Trabalhadores (IET) da Universidade Metropolitana para a Educação e o Trabalho. Fonte: ACI Digital

  • Partido pró-vida avança para eleições gerais na Argentina – Frente NOS

    Buenos Aires, 13 Ago. 19 / 12:00 pm ( ACI ).-  A Frente NOS, que promove os valores da vida e da família, conseguiu entrar nas eleições gerais argentinas de 27 de outubro, depois de passar pelas primárias no último domingo. Em 11 de agosto, cerca de 24 milhões de eleitores, de um total de 32 milhões, participaram das eleições primárias Abertas, Simultâneas e Obrigatórias (PASO). Segundo a lei argentina, para participar das eleições gerais de outubro, na qual o novo presidente do país e os parlamentares serão eleitos, os partidos precisam ter pelo menos 1,5% dos votos emitidos. A lista 131 da Frente NOS obteve 2,63% dos votos. NOS é um partido que promove os valores da família e da vida e que nasceu da Onda Celeste, movimento cidadão que impediu a descriminalização do aborto na Argentina em agosto de 2018. Esta frente tem como candidato presidencial o ex-diretor das Alfândegas e do Banco Nacional, Juan José Gómez Centurión, e como candidata à vice-presidência, a ex-deputada nacional e representante do partido Valores para o meu País, Cynthia Hotton. Quando as primeiras contagens foram divulgadas, Gómez Centurión agradeceu àqueles que contribuíram “para a mudança da Argentina. Não há outra forma de resgatar a Argentina, apenas com valores”. “A ausência de política é a maneira mais fácil de governar: dividir a população e enfrentá-la” em temas como a “dívida, economia parada, falta de valores, aborto, ideologia de gênero”, refletiu Gómez Centurión sobre a crise do país. “A única proposta que nos propõe um novo projeto de nação somos nós (NOS). Este projeto de nação é baseado nos valores que estão na Constituição”, acrescentou. Da mesma forma, Centurión disse ao jornal ‘MDZol’ que “não somos invisíveis e isso está apenas começando. A Onda Celeste chegou para ficar. É por isso que encorajo todos aqueles que compartilham esses valores a se unirem, a entrar em contato conosco, juntos podemos fazer história e trabalhar pelo país com o qual sonhamos”. Por outro lado, as autoridades eleitorais informaram que, em relação à candidatura presidencial, 47,66% dos votos favoreceram a Frente de Todos, cujos representantes são Alberto Fernández e Cristina Fernández de Kirchner. Desta forma, a frente da ex-presidente Cristina Fernández superou o grupo Juntos pela Mudança, do presidente Mauricio Macri, que obteve 32,09%. Este resultado, não esperado de acordo com pesquisas anteriores, afetou os mercados financeiros. Assim, o peso argentino caiu 16,86%, enquanto o dólar aumentou 33%. Leia também: O que Cardeal Sarah e Bolsonaro têm em comum? Ideologia de Gênero Isso agrava ainda mais a crise econômica da Argentina, já afetada por 35% de pobreza, o maior valor desde 2008, segundo o Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC); e 22,8% de inflação no primeiro semestre do ano, segundo o Instituto de Estatística dos Trabalhadores (IET) da Universidade Metropolitana para a Educação e o Trabalho. Fonte: ACI Digital

  • BIOGRAFIA APONTA FRAUDES DE FREUD E PÕE PSICANÁLISE EM XEQUE – Stefano Pupe

    [Resenha do livro de Frederick Crews, Freud: The Making of an Illusion. New York, Picador, 2018. Esse trabalho, que se baseia em evidências e cartas divulgadas há pouco tempo, poria em xeque a própria psicanálise, ao criticar duramente a imagem mitológica de seu fundador.] Qualquer análise de um fato passa, necessariamente, pelo filtro interpretativo de quem o reporta. Essa observação, popularizada pela psicanálise, também se aplica a seu fundador: o mito de Sigmund Freud foi construído pelo próprio austríaco e por seus admiradores. Ao longo dos anos, Ernest Jones, presidente da Associação Psicanalítica Internacional nas décadas de 1920 e 1930, e Anna Freud, filha e herdeira intelectual do psicanalista, foram responsáveis pela publicação dos documentos pessoais do austríaco, em especial suas cartas. O trabalho biográfico que se seguiu, baseado nesse material, criou para a posteridade a imagem mitológica do gênio incompreendido que, com insights cortantes sobre psicologia, levou a humanidade à descoberta triunfal do inconsciente. Mas Frederick Crews tem um ponto de vista diferente e lançou no ano passado Freud: The Making of an Illusion (Freud: a construção de uma ilusão), ainda sem lançamento previsto no Brasil. Crítico de longa data da psicanálise, Crews fez carreira na literatura — é professor emérito da Universidade da Califórnia em Berkeley—, mas desde cedo se interessou pelo campo psicanalítico. Em 1980, publicou o primeiro artigo no qual rejeitava completamente o legado de Freud, criticando sua metodologia falsa, sua ineficiência terapêutica e o dano causado aos pacientes. Viriam outros ensaios e, finalmente, o influente livro As Guerras da Memória. O Legado de Freud em Xeque (Paz e Terra, 1999), que questiona os pilares da psicanálise e documenta falhas metodológicas de seu fundador. Sua obra mais recente é resultado de anos de pesquisa, mas tem ponto de partida na recente divulgação das versões originais de cartas de Freud inicialmente censuradas por seus biógrafos oficiais. Usando evidências antigas e outras que só se tornaram disponíveis recentemente, Crews faz um ataque incessante à vida pessoal e profissional do “pai da psicanálise”, acusando-o de ser egoísta, preconceituoso, infiel e, acima de tudo, um charlatão que mentiu com freqüência em suas obras. O livro evidencia conhecimento enciclopédico impecável sobre os mínimos detalhes da vida do psicanalista e torna a leitura prazerosa para qualquer apreciador de iconoclastia de alta qualidade, ainda que não tenha interesse em psicanálise. Com foco principal no período de 1884 a 1900, quando Freud iniciava sua carreira como médico e pesquisador em Viena, o autor descreve a trajetória do austríaco como um indivíduo de pouco brilho e nenhum rigor científico. São dessa época as cartas trocadas entre ele e sua noiva, Martha Bernays, com quem se casaria em 1886. A contribuição mais importante de Freud dessa época é um artigo de 1884 sobre cocaína, então novidade na Europa. Crews sustenta que o psicanalista foi usuário da droga por pelo menos 15 anos — período superior ao apontado por seus biógrafos anteriores, que se basearam em cartas censuradas. (Crews acredita, inclusive, que Jones escondeu propositalmente essa informação em suas biografias.) Naquele artigo, o austríaco defendeu as virtudes da cocaína como tratamento possível para a dependência de morfina — isto é, que o uso de uma droga combateria os efeitos da abstinência da outra — baseando-se apenas no caso de seu amigo Ernst Fleischl. Porém, em cartas para a noiva, Freud viria descrever o aprofundamento do problema de Fleischl, que nunca deixou a morfina e ainda passou a usar cocaína compulsivamente. Mesmo assim, o fracasso nunca foi mencionado em artigos posteriores de Freud. Ao contrário, ele repetia que a cocaína não oferecia riscos e seguia proclamando seus efeitos benéficos para tratar sintomas da dependência de morfina. Em sua vida íntima, Freud traía a esposa com sua cunhada Minna Bernays — fato que o livro documenta em abundância por meio de cartas e testemunhos de terceiros. Tudo indica que ele a engravidou em 1900, e o aborto que se seguiu o teria marcado profundamente. Crews traz muitos exemplos da crueldade do psicanalista com pessoas próximas. Era comum que se aproximasse de um colega que supunha ter grande inteligência ou reputação, para posteriormente difamá-lo e renegar a amizade. Um exemplo claro é Wilhelm Fliess, seu melhor amigo e confidente a partir de 1892, a quem dirigiu palavras como “meu amigo amado” e “anos atrás, eu já tinha percebido que era necessário para mim amar você, para enriquecer minha vida”. Crews considera que Freud nutria, de fato, um desejo sexual por Fliess — que contribuiu com muitos conceitos psicanalíticos importantes. No entanto, quando a relação esfriou, o amigo amado foi relegado a notas de rodapé, e Freud contribuiu, inclusive, para que um aluno roubasse o crédito de Fliess sobre sua teoria da bissexualidade. Para Crews, cartas de Freud também demonstram que ele não tinha o bem-estar de seus pacientes em grande estima. Após o suicídio de Viktor Tausk, um promissor estudante que havia se analisado com ele, o psicanalista confessa, em missiva cruel a uma ex-namorada do morto: “Não sinto a falta dele; eu tinha percebido há muito que ele não poderia mais ser útil”. As correspondências apontam, ainda, para o interesse específico do psicanalista em seus pacientes. Ele identifica uma cliente rica como peixe de ouro; escreve que dinheiro é seu gás hilariante; num outro momento, relata que decidiu adiar uma viagem porque uma de suas pacientes mais ricas estava tendo algum tipo de crise nervosa e pode melhorar em sua ausência. Entre os destaques de Crews está o caso de Horace Frink, cujas dificuldades no casamento se deviam, segundo Freud, a desejos homossexuais reprimidos. O psicanalista instigou o paciente a deixar sua esposa e se casar com a amante, uma americana rica e também casada. Em carta a Frink, Freud escreve: “A reclamação de que você não consegue compreender sua homossexualidade sugere que você ainda não está consciente da sua fantasia de me tornar um homem rico. Se as coisas derem certo, no fim, vamos mudar esse presente imaginário e torná-lo uma contribuição real para os fundos psicanalíticos”. O novo matrimônio se mostrou um desastre que logo terminaria em divórcio, e o paciente tentaria se suicidar duas vezes. O conteúdo mais chocante do livro diz respeito à vida profissional de Freud. Há inúmeras evidências de que o austríaco teria fraudado casos notórios. Segundo Crews, documentos mostram que a técnica psicanalítica consistia em nada mais que uma imposição de opiniões aos pacientes e que estudos publicados eram ficção. O famoso “Homem dos Lobos”, por exemplo, foi declarado curado de suas fobias e obsessões após quatro anos e meio. Freud sempre destacou esse como um dos primeiros e maiores sucessos da psicanálise. No entanto, sabe-se hoje que o paciente continuou em tratamento por 60 anos — fato que era do conhecimento de Freud — e declarou que não havia sido curado de nada. Outro caso notório foi o de Emma Eckstein, tratada por Freud como histérica que padecia de “neurose nasal reflexa”. Ele a induziu a fazer cirurgia nasal para curar os sintomas, mas a operação só agravou a situação: a paciente desenvolveu um quadro de infecção e hemorragias, provavelmente causado pelo erro grosseiro de Fliess — como cirurgião, ele deixou um pedaço de gaze de meio metro dentro do nariz da operada. Nem mesmo o erro do médico e amigo impediu Freud de criar outra justificativa para as complicações: “Os seus episódios de sangramento eram histéricos, causados por desejo, e provavelmente ocorreram em períodos sexualmente relevantes”, escreveu meses depois. A verdade é que algumas das transgressões apontadas por Crews já eram conhecidas no meio psicanalítico. Sempre predominou, porém, a idéia de que a falibilidade do fundador não põe em d úvida a credibilidade da técnica como um todo. No entanto, diferentemente do que ocorre com disciplinas científicas como a biologia e a física, a psicanálise depende substancialmente da confiança na figura de Freud. Se amanhã descobríssemos que Charles Darwin forjou a viagem no Beagle, a teoria da evolução permaneceria intacta, pois existem milhares de evidências independentes que a corroboram. Mas a psicanálise carece de evidências científicas que possam ser observadas ou replicadas independentemente. Ela é, antes de tudo, um modo de pensamento autorreferente. Se hoje sabemos que casos famosos foram manipulados e falsificados em vários pontos importantes, como identificar o que é legítimo e verdadeiro no que sobra? Para um campo que ainda trata os textos de Freud como obras praticamente sagradas, a confirmação de que a fraude foi um recurso recorrente de seu fundador cai como uma bomba — pondo em xeque não só a própria figura do austríaco, mas também a técnica psicanalítica como um todo. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2018/02/biografia-aponta-fraudes-de-freud-e-poe-psicanalise-em-xeque.shtml

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