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- A BUSCA PELO SUCESSO E A RENÚNCIA DE SI MESMO
Os primeiros Padres da Igreja – falo do século terceiro, mais ou menos ano 200, 300 – diziam uma palavra forte: ‘O dinheiro é o esterco do diabo’. Porque nos faz idolatrar e adoece a nossa mente com o orgulho, e nos torna maníacos de questões ociosas que nos afasta da fé e corrompe. Não se pode servir a Deus e ao dinheiro. Não dá: ou um ou outro! O que acontece com o dinheiro? O dinheiro oferece um certo bem-estar no início. Isso é bom, mas depois faz com que você se sinta um pouco importante, e chega a vaidade. Lemos isso no Salmo. Essa vaidade que não serve, mas que faz sentir uma pessoa importante: esta é a vaidade, que depois leva à soberba e ao orgulho. São três degraus: a riqueza, a vaidade e o orgulho” A humanidade possui hoje, instrumento de incrível poder: “pode fazer desse mundo um jardim, ou reduzi-lo a um amontoado de escombros” – (Papa São João Paulo II). Infelizmente, a humanidade afastou-se de Deus e se encontra na estrada que conduz aos escombros. Tornou-se vítima do ateísmo e do materialismo. No lugar de Deus, construiu ídolos para adorar. Hoje, os novos deuses chamam-se dinheiro, prazer, orgulho, impureza, divertimento, poder, fama. Ninguém, nem a posse de algo material, pode concorrer com Deus e ocupar Seu lugar em nosso coração, não podemos adorar outros deuses além dEle, não devemos nos apaixonar pelas futilidades deste mundo. Se o verdadeiro Deus não for o centro da nossa vida, esses ídolos lançam mão sobre nós, passam a nos dominar e nos escravizam . A busca compulsiva pelo sucesso, pelo poder e pelo prazer faz com que o homem deixe de contemplar seu Criador e passe a idolatrar a si mesmo, violando com escandalosa facilidade as Leis de Deus. Neste estágio o homem, escravizado pelos novos tiranos, vive a ilusão de que é auto suficiente e se julga “dono do mundo”, e assim, orgulhoso de si e sem dignidade de vida, escolhe seguir o caminho da perdição, renunciando e desprezando Deus explicitamente. Passa a viver na sombra da morte. As coisas do mundo o seduzem tanto que ele prefere continuar vivendo suas fraquezas e limitações do que sua verdadeira liberdade com Deus. Quando o homem se vende a Satanás segundo sua própria vontade, ele deixa automaticamente de temer a Deus, ofendendo seu Criador e desrespeitando seu maior Mandamento: “Amar a Deus sobre todas as coisas” Mas diante da ira de Deus tudo estremece e treme. Os novos ídolos tendem a nos escravizar, mas é Deus quem nos garante a genuína liberdade. Ele nos livra de cairmos em tentação e dependências. Precisamos ter clareza interior sobre a quem queremos pertencer: Á Deus ou ao mundo? Quando Nosso Senhor não é o centro da nossa vida, milhares de ídolos invadem o espaço de Deus, que continua vazio. Enquanto que se deixarmos Deus existir em nós, Ele intervém a nosso favor para nos libertar dos falsos deuses e preencher o espaço vazio, colocando ordem na nossa vida. O homem sensato é aquele que teme a Deus e O ama sobre todas as coisas. “Caiu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram contra aquela casa; ela, porém, não caiu, porque estava edificada na rocha” – Mt 7,25. O homem sensato é aquele que a estrutura da sua vida é construída sobre uma base sólida, que não desabará nunca. “A tática que Satanás empregou e que continua a empregar consiste em não se revelar, para que o mal que difundiu desde as origens se desenvolva por ação do próprio homem, por meio dos sistemas e das relações entre os homens, entre as classes sociais e entre as nações, para que o mal se transforme cada vez mais num pecado “estrutural” e cada vez menos se possa identificá-lo como pecado “pessoal” – (Papa São João Paulo II) Dessa maneira, o homem se habitua a viver no pecado e numa falsa paz, levando uma vida medíocre e mundana, sob o domínio de Satanás. E mesmo diante das dificuldades e dos obstáculos que aparecem na vida da humanidade, através da dor, do sofrimento, do desânimo, da dúvida…, o homem não consegue se aproximar de Deus, porque ele não entende que a cruz faz parte dos planos de Deus para a salvação da humanidade. Sua falta de fé e de esperança o deixa fraco e sem forças para suportar o peso da cruz e muitas vezes, revoltado e com medo, ele se vira contra Deus e se vê no “fundo do poço”, sem condições de se reerguer sozinho. Mas o homem tem necessidade da Luz, para clarear a escuridão da sua vida e para derreter o gelo que o envolve. Decidi então, ir sozinho em busca de respostas e soluções para seus problemas, seguindo caminhos tortuosos, que apresentam respostas rápidas, imediatas e confortantes, mas que não apresentam a Verdadeira solução, ao invés de recorrer ao remédio que a Misericórdia de Jesus nos preparou, através do sacramento da Reconciliação. Quando o homem levanta os olhos para o céu, abre seu coração e se entrega nos braços de Jesus, Deus se manifesta na sua vida, salvando-o da morte eterna consolando os que sofrem, amparando os fracos, levantando os caídos, convertendo os pecadores, curando os doentes, dando esperança aos desanimados. “Eu te arrebatarei da mão dos maus e te libertarei do poder dos violentos” – Jeremias 15,21. O sim a Deus e a conversão o salvam do abismo e o coloca em comunhão com seu Senhor. Deus liberta o homem da escravidão de Satanás e do pecado; purifica seu coração pela força do Seu amor; abre sua mente ao dom da Sua Palavra; cura sua alma com a paz do Seu Espírito e seu corpo com Sua Divina Imortalidade. “Aquele que pratica a verdade vem para a luz. Torna-se assim claro que as suas obras são feitas em Deus” – João 3,21. Que a fé seja a única luz que vos ilumine neste tempo de grande escuridão. RENUNCIAR A NÓS MESMOS E SEGUIR CRISTO PELA CRUZ! A porta que nos leva ao céu realmente é estreita em relação a que nos conduz ao inferno, parem para pensar e reflitam se não é verdade. E Jesus nos alerta para isso, pois a felicidade está naquilo que é eterno, e por isso, deve ser batalhado pra conseguir, ou seja, devemos ser provados a fogo (como diz a Palavra) pra sermos aptos a vida eterna. Em contra partida, a vida de pecado as portas estão escancaradas, nem precisa de convite a entrar praticamente, pois nós mesmos nas nossas fraquezas já adentramos e nos contaminamos iludidos pelas seduções de vida fácil, felicidade que julgávamos real e verdadeira, mas que no fim de tudo nada mais é do que a porta da perdição que Jesus nos alerta. As pessoas hoje em dia estão tão mal acostumadas no “bem e bom”, que de provação querem distância, e quando Deus prova essa pessoa, ela acaba por achar que está sofrendo injustamente saindo desse caminho estreito (de Deus) e entrando pela porta larga, do pecado, uma porta que nos leva a um caminho que não é de Deus. Mas não devemos desanimar de forma alguma, e devemos estar sempre firmes em Deus, construir nossa casa na rocha (em Deus), pois só com a graça do Divino Espírito Santo nos conseguiremos passar a prova, e passar pela porta estreita, e caminhar no caminho da salvação, no caminho da Santa Igreja que é Católica Apostólica Romana. Sempre encontraremos dificuldades, nunca prometeram facilidades na Igreja, cuidado com seduções que prometem o contrário disso. Os pecados e erros vão existir? Lógico que sim: “Se dissermos que não temos pecado nenhum, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós” (1 João 1:8). Mas o texto continua dizendo que: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.” (1 João 1:9,10). Pecaremos com certeza, teremos o perdão também com certeza, ao confessá-los verdadeiramente arrependidos, porém o pecado deve ser, em nossas vidas, inaceitável, simplesmente inaceitável. Qualquer outro padrão que aceite o pecado não faz parte da porta estreita, não conduz à salvação. O mundo é largo, porém a porta é estreita. O pecado é largo e fácil, a santidade em contrapartida é estreita e difícil, porém, com Deus totalmente possível. Tudo que não vem de Deus é vão e passageiro, por isso é largo, por isso é lixo; só Deus é tudo, só Deus na porta do nosso coração! Toda árvore que não produz bons frutos é cortada e lançada ao fogo. Assim, pelos seus frutos vocês os reconhecerão!
- SE DEUS NÃO EXISTE, TUDO É PERMITIDO
“Os irmãos Karamazov” é o último romance do grande escritor russo Dostoievsky (nascido em 1821 e morto em 1881). Junto com Tchekhov, Gogol, Tolstói e Turguenev, o romancista Dostoievsky compôs esse maravilhoso time dos clássicos da literatura russa, talvez a mais densa literatura de ficção do século XIX, em todo o mundo ocidental. O romance “Os irmãos Karamazov” foi publicado um ano antes da morte de seu autor. Seria a primeira parte de uma extensa biografia ficcional do mais novo dos irmãos Karamazov, o padre Aliocha. A morte, porém, frustrou os planos do escritor. Na verdade, “Os irmãos Karamazov” conta a história de uma família russa, ambientada em pequena cidade do interior, com o difícil relacionamento entre o pai Fiodor Karamazov (que se comportava de maneira imprópria a um chefe de família) e seus quatro filhos: o hedonista Dímitri, o intelectual Ivan, o monge Aliocha e o ressentido Smerdjakov, filho não assumido, que vivia em casa como empregado do pai. A inimizade entre pai e filhos é o grande pano de fundo da obra. Mas é um romance em que há de tudo o que possa haver entre o céu e a terra, uma verdadeira suma da condição humana: pai e filho brigando pela mesma mulher; irmãos odiando-se pela mesma e feminina razão; grandes maldades e grandes generosidades; luxúria, vingança, orgulho, ressentimento, desespero, remorso; discussões sobre as consequências de crer ou não crer em Deus. Há uma idéia no livro, defendida pelo ateu Ivan, que se tornou célebre: “Se Deus não existe, não há virtude. Tudo é permitido.” O meio irmão de Ivan, o ressentido Smerdjakov, tanto a ouviu que a transformou em princípio de vida: decidiu matar o próprio pai, a quem odiava profundamente. Foi um assassinato meticulosamente preparado, de modo que inculpasse o irmão Dímitri que, em momento de ira e ciúmes, havia prometido matar o velho Fiodor, com quem disputava a volúvel Grusenka. Dímitri talvez seja o personagem mais interessante da obra: era um homem impulsivo, agitado por sentimentos opostos, em que se alternavam momentos de crueldade e mansidão, luxúria e sacrifício, egoísmo e desprendimento. Quando a verdade veio à tona, Ivan reconheceu que sua pregação ateísta tinha sido responsável pelo ato inadmissível de Smerdjakov, o mais inadmissível de todos os atos humanos: o parricídio. O próprio ateu Ivan ficou terrificamente abalado com a solução que ele mesmo admitia, como conclusão lógica do ateísmo. Percebeu, porém, que nem tudo era permitido. Portanto, se nem tudo era permitido, sob pena de tornar impossível a vida dos homens neste mundo, a conclusão só podia ser uma: Deus existia. Era Ele o nexo necessário que dava sentido à vida moral. O grande tema da obra é a prova prática de que Deus não está morto (o romance termina com um belo ato de fé na ressurreição dos mortos). Era um assunto, no entanto, que batia de frente com a decisão do homem contemporâneo de afastar-se de Deus, teoricamente desinteressante às pessoas que, na modernidade, estavam se despedindo do cristianismo e partindo para a sua própria experiência de deserto espiritual e existencial. A obra fez, no entanto, grande sucesso. É um dos romances mais lidos dos últimos cem anos. Aqueles quatro irmãos — o ressentido Smerdjakov, o hedonista Dímitri, o intelectual Ivan e o religioso Aliocha —, se transformaram em quatro caminhos possíveis para o homem moderno, que preferiu, no entanto, desgraçadamente, a solução de Dímitri (viver a vida sem limites) entregar-se à soberba intelectual como Ivan (que só acreditava nas verdades provisórias da ciência) ou a decisão de Smerdjakov, que viu no homicídio a saída para os seus problemas (pensemos nos milhões de mortos produzidos pelo ódio comunista e nazista, e nos milhões de abortos cometidos, nas últimas décadas, em nossas democracias ocidentais). “O Ocidente perdeu o Cristo e por isso decai”, diria o mesmo Dostoievsky, antecipando profeticamente o que estamos vivendo hoje. (Publicado originalmente em http://www.jczamboni.com.br)
- Bem-vindos!
Sejam muito bem-vindos ao blog da página O Caminho Esse blog foi criado com o intuito de espalhar bom conteúdo cristão na internet e servir de ajuda à aqueles que estão buscando compreender melhor a fé cristã. Passei boa parte da vida lutando com as minhas dúvidas, caminhando entre o ateísmo, agnosticismo e a pura indiferença. Mas Deus teve misericórdia de mim e me resgatou desse fundo de poço espiritual. Isso não significa que todas as dúvidas desapareceram, mas pude perceber que elas eram irrelevantes diante da glória de Deus. Que todo o conteúdo aqui disponível possa ser útil de alguma forma a levar ao fortalecimento na fé em Jesus Cristo. A Fique a vontade para ler, compartilhar, comentar, criticar, elogiar e sugerir…O blog foi criado para servir a causa de Deus e ajudar as pessoas. Não deixem de curtir e acompanhar nossa página do Facebook e não percam nenhuma postagem.
- Homilia do 12º Domingo do Tempo Comum
Leia o Evangelho deste domingo e em seguida escute a homilia do 12º Domingo do Tempo Comum. Anúncio do Evangelho (Mt 10,26-33) — O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus. — Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, disse Jesus a seus apóstolos: 26“Não tenhais medo dos homens, pois nada há de encoberto que não seja revelado, e nada há de escondido que não seja conhecido. 27O que vos digo na escuridão dizei-o à luz do dia; o que escutais ao pé do ouvido, proclamai-o sobre os telhados! 28Não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma! Pelo contrário, temei aquele que pode destruir a alma e o corpo no inferno! 29Não se vendem dois pardais por algumas moedas? No entanto, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do vosso Pai. 30Quanto a vós, até os cabelos da vossa cabeça estão contados. 31Não tenhais medo! Vós valeis mais do que muitos pardais. 32Portanto, todo aquele que se declarar a meu favor diante dos homens, também eu me declararei em favor dele diante do meu Pai que está nos céus. 33Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante do meu Pai que está nos céus. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.
- Homilia do 12º Domingo do Tempo Comum
Leia o Evangelho deste domingo e em seguida escute a homilia do 12º Domingo do Tempo Comum. Anúncio do Evangelho (Mt 10,26-33) — O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus. — Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, disse Jesus a seus apóstolos: 26“Não tenhais medo dos homens, pois nada há de encoberto que não seja revelado, e nada há de escondido que não seja conhecido. 27O que vos digo na escuridão dizei-o à luz do dia; o que escutais ao pé do ouvido, proclamai-o sobre os telhados! 28Não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma! Pelo contrário, temei aquele que pode destruir a alma e o corpo no inferno! 29Não se vendem dois pardais por algumas moedas? No entanto, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do vosso Pai. 30Quanto a vós, até os cabelos da vossa cabeça estão contados. 31Não tenhais medo! Vós valeis mais do que muitos pardais. 32Portanto, todo aquele que se declarar a meu favor diante dos homens, também eu me declararei em favor dele diante do meu Pai que está nos céus. 33Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante do meu Pai que está nos céus. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.
- Por quanto tempo Jesus está presente em nós depois da Comunhão?
“Temos de prestar o devido respeito a Nosso Senhor na Eucaristia” O grande tesouro da Igreja Católica é a Eucaristia – o próprio Jesus escondido sob as aparências do pão e do vinho. Cremos, como diz o Catecismo, que “no sacramento mais abençoado da Eucaristia” o corpo e o sangue, juntamente com a alma e a divindade, de nosso Senhor Jesus Cristo e, portanto, todo o Cristo é verdadeiramente, realmente e substancialmente Contido. (CCC 1374). Além disso, esta Presença Real de Cristo na Eucaristia não termina imediatamente quando o recebemos na hora da Comunhão. O Catecismo prossegue explicando como “a presença eucarística de Cristo começa no momento da consagração e perdura enquanto a espécie eucarística subsistir” (CCC 1377). O que isso significa quando o recebemos em nossas bocas? Quanto tempo permanece a Presença Real de Jesus em nossos corpos? Há uma história famosa da vida de Saint Philip Neri que ajuda a responder a essa pergunta. Um dia, enquanto celebrava a Missa, um homem recebeu a Sagrada Comunhão e deixou a igreja cedo. O homem parecia não ter respeito pela Presença dentro dele e assim Philip Neri decidiu usar esta oportunidade como um momento de ensino. Ele enviou dois coroinhas com velas acesas para seguir o homem fora da igreja. Depois de um tempo andando pelas ruas de Roma, o homem se virou para ver os coroinhas ainda seguindo-o. Confuso, o homem voltou à igreja e perguntou a Philip Neri por que mandou os coroinhas. São Filipe Neri respondeu dizendo: “Temos que prestar o devido respeito a Nosso Senhor, que você está levando com você. Desde que você negligencia adorá-Lo, mandei dois acólitos para tomar seu lugar.” O homem ficou atordoado com a resposta e resolveu estar mais consciente da presença de Deus no futuro. Leia também: ATENÇÃO TODOS OS CATÓLICOS QUE RECEBEM A SANTÍSSIMA EUCARISTIA NA MISSA É geralmente assumido que a espécie eucarística de pão permanece por cerca de 15 minutos após a recepção. Isso se baseia na biologia simples e reflete a afirmação do Catecismo de que a presença de Cristo “permanece enquanto persistir a espécie eucarística”. É por isso que muitos santos recomendaram oferecer 15 minutos de oração depois de receber a Eucaristia como uma ação de graças a Deus. Isso permite à alma saborear a presença de Deus e ter um verdadeiro “coração-a-coração” com Jesus. Em nosso mundo, muitas vezes é difícil permanecer muito tempo depois da Missa, mas isso não significa que não possamos pelo menos orar uma breve oração de agradecimento. O ponto principal é que precisamos lembrar que a presença de Jesus na Eucaristia permanece conosco por vários minutos e nos apresenta um momento especial quando podemos comungar com o Senhor e sentir seu amor dentro de nós. Se um dia você esquecer, não se surpreenda se o seu pároco enviar servidores de altar para segui-lo ao seu carro quando você sair da missa cedo! Fonte: Aleteia #Comunhão #Eucaristia
- Por quanto tempo Jesus está presente em nós depois da Comunhão?
“Temos de prestar o devido respeito a Nosso Senhor na Eucaristia” O grande tesouro da Igreja Católica é a Eucaristia – o próprio Jesus escondido sob as aparências do pão e do vinho. Cremos, como diz o Catecismo, que “no sacramento mais abençoado da Eucaristia” o corpo e o sangue, juntamente com a alma e a divindade, de nosso Senhor Jesus Cristo e, portanto, todo o Cristo é verdadeiramente, realmente e substancialmente Contido. (CCC 1374). Além disso, esta Presença Real de Cristo na Eucaristia não termina imediatamente quando o recebemos na hora da Comunhão. O Catecismo prossegue explicando como “a presença eucarística de Cristo começa no momento da consagração e perdura enquanto a espécie eucarística subsistir” (CCC 1377). O que isso significa quando o recebemos em nossas bocas? Quanto tempo permanece a Presença Real de Jesus em nossos corpos? Há uma história famosa da vida de Saint Philip Neri que ajuda a responder a essa pergunta. Um dia, enquanto celebrava a Missa, um homem recebeu a Sagrada Comunhão e deixou a igreja cedo. O homem parecia não ter respeito pela Presença dentro dele e assim Philip Neri decidiu usar esta oportunidade como um momento de ensino. Ele enviou dois coroinhas com velas acesas para seguir o homem fora da igreja. Depois de um tempo andando pelas ruas de Roma, o homem se virou para ver os coroinhas ainda seguindo-o. Confuso, o homem voltou à igreja e perguntou a Philip Neri por que mandou os coroinhas. São Filipe Neri respondeu dizendo: “Temos que prestar o devido respeito a Nosso Senhor, que você está levando com você. Desde que você negligencia adorá-Lo, mandei dois acólitos para tomar seu lugar.” O homem ficou atordoado com a resposta e resolveu estar mais consciente da presença de Deus no futuro. Leia também: ATENÇÃO TODOS OS CATÓLICOS QUE RECEBEM A SANTÍSSIMA EUCARISTIA NA MISSA É geralmente assumido que a espécie eucarística de pão permanece por cerca de 15 minutos após a recepção. Isso se baseia na biologia simples e reflete a afirmação do Catecismo de que a presença de Cristo “permanece enquanto persistir a espécie eucarística”. É por isso que muitos santos recomendaram oferecer 15 minutos de oração depois de receber a Eucaristia como uma ação de graças a Deus. Isso permite à alma saborear a presença de Deus e ter um verdadeiro “coração-a-coração” com Jesus. Em nosso mundo, muitas vezes é difícil permanecer muito tempo depois da Missa, mas isso não significa que não possamos pelo menos orar uma breve oração de agradecimento. O ponto principal é que precisamos lembrar que a presença de Jesus na Eucaristia permanece conosco por vários minutos e nos apresenta um momento especial quando podemos comungar com o Senhor e sentir seu amor dentro de nós. Se um dia você esquecer, não se surpreenda se o seu pároco enviar servidores de altar para segui-lo ao seu carro quando você sair da missa cedo! Fonte: Aleteia #Comunhão #Eucaristia
- Ainda há espaço para o “SILÊNCIO” na Santa Missa?
SOBRE O SILÊNCIO NA MISSA Pe. Daniel Pinheiro, IBP O silêncio na Santa Missa coloca Deus no centro e nos mortifica. Ele também nos ensina a rezar. O fato é que, durante o silêncio, não há alternativa: ou a pessoa reza ou ela se distrai. Aceitar a distração seria um pecado, ainda que leve muitas vezes. A pessoa precisa, então, rezar, e rezar sozinha. O silêncio nos ensina o valor da oração individual, nos ensina a rezar e nos faz buscar o melhor meio para nos unirmos ao Sacrifício de Cristo, renovado diante de nós. O silêncio, mortificando os sentidos, nos ajuda muito a considerar com a inteligência o que realmente importa durante a Santa Missa. O silêncio favorece o progresso na oração, nos conduzindo além da oração simplesmente oral. O silêncio nos permite considerar as verdades eternas e tomar a resolução, com o auxílio divino, de ajustar nossa vida a essas verdades. Em resumo, o silêncio favorece a meditação, meditação católica. Cada vez mais no mundo o silêncio é raro. Aonde vamos há alguma espécie de barulho de música, de televisão, de rádio, ou algo para ocupar nossa imaginação e inteligência com coisas sem importância. Todo mundo anda com seu fone de ouvido. Ora, sem silêncio não pensamos devidamente e, se não pensamos, não podemos aderir com firmeza a Deus. Esse barulho entrou também na Igreja, no centro da vida da Igreja que é a liturgia, infelizmente. O silêncio é necessário para a nossa vida espiritual e a Missa tradicional o favorece. Ainda há espaço para o “SILÊNCIO” na Santa Missa? Cardeal Robert Sarah “Atualmente também deveria ser redescoberta e valorizada a obediência às normas litúrgicas como reflexo e testemunho da igreja, una e universal, que se torna presente em cada celebração da eucaristia. O sacerdote, que celebra fielmente a missa segundo as normas litúrgicas, e a comunidade, que às mesmas adere, demonstram de modo silencioso, mas expressivo o seu amor à igreja. (…) a ninguém é permitido aviltar este mistério que está confiado às nossas mãos: é demasiado grande para que alguém possa permitir-se de tratá-lo a seu livre arbítrio, não respeitando o seu caráter sagrado nem a sua dimensão universal. Ir à missa , quer dizer ir ao calvário , para encontrar-nos com cristo , o nosso redentor . Um encontro de amor e de dor com Jesus crucificado: isto é que é participar da santa missa” – (Papa João Paulo II, Ecclesia de Eucharistia, n. 52 – destaque) De acordo com o atual prefeito da Congregação para o Culto Divino, Cardeal Robert Sarah, o silêncio é uma condição necessária para o aprofundamento da fé, para uma oração contemplativa e se trata de um componente importantíssimo da Liturgia, comenta em uma coluna para o L’Osservatore Romano. Ainda mais, o Cardeal Sarah exortou os fiéis católicos a buscarem o recolhimento interior durante a Celebração Eucarística, como condição para que Deus manifeste “sua presença em nossas almas, irrigando-as com seu amor trinitário”. Neste sentido, para melhor compreender o problema abordado, é preciso retroceder alguns anos no tempo. No período anterior à reforma litúrgica do Beato Paulo VI, quando ainda se celebrava a Missa de São Pio V, iniciou-se um intenso movimento de renovação para que, os fiéis leigos participassem do “santo sacrifício eucarístico, não com assistência passiva, negligente e distraída, mas com tal empenho e fervor” que os colocassem em contato íntimo com o sumo sacerdote, o Nosso Senhor Jesus Cristo. Então, de Pio XII veio o impulso oficial para tal renovação por meio da encíclica Mediator Dei, o Santo Padre esclareceu o modo pelo qual os fiéis também oferecem o sacrifício eucarístico, embora seja de maneira inferior à do sacerdote. Leia também: Cardeal Sarah: “Comunhão na Mão é um ataque de Satanás à Eucaristia” Nas pegadas de Pio XII, o Concílio Vaticano II introduziu o conceito de “participação ativa” na celebração dos mistérios sagrados, determinando, por meio da Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium que, na ação litúrgica, os “pastores de almas” não só zelassem pela observância das “leis que regulam a celebração válida e lícita”, mas também para que os fiéis participassem nela “consciente, ativa e frutuosamente” (n. 11). Com efeito, “faz-nos bem a todos conservar as riquezas que foram crescendo na fé e na oração da Igreja, dando-lhes o justo lugar’’ e “aquilo que para as gerações anteriores era sagrado, permanece sagrado e grande também para nós”. Nessa perspectiva, se insere o artigo do Cardeal Robert Sarah e toda sua defesa do que ele chama de “silêncio místico”. Esse silêncio faz parte do grande patrimônio da espiritualidade cristã que deve ser conservado como elemento imprescindível à comunhão com Deus. #Liturgia
- Ainda há espaço para o “SILÊNCIO” na Santa Missa?
SOBRE O SILÊNCIO NA MISSA Pe. Daniel Pinheiro, IBP O silêncio na Santa Missa coloca Deus no centro e nos mortifica. Ele também nos ensina a rezar. O fato é que, durante o silêncio, não há alternativa: ou a pessoa reza ou ela se distrai. Aceitar a distração seria um pecado, ainda que leve muitas vezes. A pessoa precisa, então, rezar, e rezar sozinha. O silêncio nos ensina o valor da oração individual, nos ensina a rezar e nos faz buscar o melhor meio para nos unirmos ao Sacrifício de Cristo, renovado diante de nós. O silêncio, mortificando os sentidos, nos ajuda muito a considerar com a inteligência o que realmente importa durante a Santa Missa. O silêncio favorece o progresso na oração, nos conduzindo além da oração simplesmente oral. O silêncio nos permite considerar as verdades eternas e tomar a resolução, com o auxílio divino, de ajustar nossa vida a essas verdades. Em resumo, o silêncio favorece a meditação, meditação católica. Cada vez mais no mundo o silêncio é raro. Aonde vamos há alguma espécie de barulho de música, de televisão, de rádio, ou algo para ocupar nossa imaginação e inteligência com coisas sem importância. Todo mundo anda com seu fone de ouvido. Ora, sem silêncio não pensamos devidamente e, se não pensamos, não podemos aderir com firmeza a Deus. Esse barulho entrou também na Igreja, no centro da vida da Igreja que é a liturgia, infelizmente. O silêncio é necessário para a nossa vida espiritual e a Missa tradicional o favorece. Ainda há espaço para o “SILÊNCIO” na Santa Missa? Cardeal Robert Sarah “Atualmente também deveria ser redescoberta e valorizada a obediência às normas litúrgicas como reflexo e testemunho da igreja, una e universal, que se torna presente em cada celebração da eucaristia. O sacerdote, que celebra fielmente a missa segundo as normas litúrgicas, e a comunidade, que às mesmas adere, demonstram de modo silencioso, mas expressivo o seu amor à igreja. (…) a ninguém é permitido aviltar este mistério que está confiado às nossas mãos: é demasiado grande para que alguém possa permitir-se de tratá-lo a seu livre arbítrio, não respeitando o seu caráter sagrado nem a sua dimensão universal. Ir à missa , quer dizer ir ao calvário , para encontrar-nos com cristo , o nosso redentor . Um encontro de amor e de dor com Jesus crucificado: isto é que é participar da santa missa” – (Papa João Paulo II, Ecclesia de Eucharistia, n. 52 – destaque) De acordo com o atual prefeito da Congregação para o Culto Divino, Cardeal Robert Sarah, o silêncio é uma condição necessária para o aprofundamento da fé, para uma oração contemplativa e se trata de um componente importantíssimo da Liturgia, comenta em uma coluna para o L’Osservatore Romano. Ainda mais, o Cardeal Sarah exortou os fiéis católicos a buscarem o recolhimento interior durante a Celebração Eucarística, como condição para que Deus manifeste “sua presença em nossas almas, irrigando-as com seu amor trinitário”. Neste sentido, para melhor compreender o problema abordado, é preciso retroceder alguns anos no tempo. No período anterior à reforma litúrgica do Beato Paulo VI, quando ainda se celebrava a Missa de São Pio V, iniciou-se um intenso movimento de renovação para que, os fiéis leigos participassem do “santo sacrifício eucarístico, não com assistência passiva, negligente e distraída, mas com tal empenho e fervor” que os colocassem em contato íntimo com o sumo sacerdote, o Nosso Senhor Jesus Cristo. Então, de Pio XII veio o impulso oficial para tal renovação por meio da encíclica Mediator Dei, o Santo Padre esclareceu o modo pelo qual os fiéis também oferecem o sacrifício eucarístico, embora seja de maneira inferior à do sacerdote. Leia também: Cardeal Sarah: “Comunhão na Mão é um ataque de Satanás à Eucaristia” Nas pegadas de Pio XII, o Concílio Vaticano II introduziu o conceito de “participação ativa” na celebração dos mistérios sagrados, determinando, por meio da Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium que, na ação litúrgica, os “pastores de almas” não só zelassem pela observância das “leis que regulam a celebração válida e lícita”, mas também para que os fiéis participassem nela “consciente, ativa e frutuosamente” (n. 11). Com efeito, “faz-nos bem a todos conservar as riquezas que foram crescendo na fé e na oração da Igreja, dando-lhes o justo lugar’’ e “aquilo que para as gerações anteriores era sagrado, permanece sagrado e grande também para nós”. Nessa perspectiva, se insere o artigo do Cardeal Robert Sarah e toda sua defesa do que ele chama de “silêncio místico”. Esse silêncio faz parte do grande patrimônio da espiritualidade cristã que deve ser conservado como elemento imprescindível à comunhão com Deus. #Liturgia
- The Powerful Protection of these Supernatural Allies
Among the many instances of pious munificence which the life of Eusebius, Duke of Sardinia, presents, it is recorded that he devoted the revenues of one of his richest cities to the benefit of the suffering souls in purgatory. But his powerful neighbour, the King of Sicily, panting for military glory, and even more eager for plunder, declared war against him, and appearing unexpectedly before this very city with a formidable army made himself master of it. This loss was more keenly felt by Eusebius than would have been the loss of half his dukedom. Determined, therefore, on defending his rights, he assembled his troops without delay. Notwithstanding his great inferiority in part of numbers, he boldly marched against the usurper, relying on the hope that the justice of his cause would supply for the inequality. On the day of battle, while both sides were preparing for attack, it was announced to Eusebius that, besides that of his rival, another army was descried approaching, whose banners and uniform were completely white. This unforseen events at first disconcerted him, and suspending his preparations, he sent forward two heralds on horseback to demand whether they were friends or enemies. But lo, from the ranks of the unknown army, four cavaliers advanced, and announced that they belonged to the heavenly hosts and had come to recover the city of suffrage! The allies then united and advanced against the common enemy. Losing courage at seeing himself opposed by two armies, and having learned whence the new auxillaries had come, the King of Sicily at once sued for peace, offering to restore the conquered city, and to make, moreover, twofold compensation for the injury he had done. These terms were accepted. When Eusebius turned to thank his supernatural allies, the Chief explained to him that their ranks were exclusively composed of those who had been free from purgatory through this means, and they watched unceasingly for its welfare. The good Duke took occasion from this to become more than ever devoted to the souls in purgatory, whose powerful protection he experienced at the last.
- O Sacramento da Comunhão para quem vive a segunda união.
Desta vez atenho-me em compartilhar esse brilhante testemunho que evidencia os frutos da obediência que colhem aqueles que seguem a risca os ensinamentos de Jesus Cristo conservados pela Igreja desde sempre e para sempre. Como disse o Papa Pio XII: “O matrimônio entre batizados validamente contraído e consumado não pode ser dissolvido por nenhum poder sobre a terra, nem mesmo pela Suprema Autoridade eclesiástica”. Testemunho: Foi na década de 1940 que o primeiro matrimônio de Peter chegou ao fundo do poço, e terminou com a sua esposa o abandonando. Apesar de saber que um novo casamento o distanciaria de Deus e da Igreja – Peter não só era católico, como apreciava a leitura de G. K. Chesterton e John Henry Newman, beato, ele casou-se novamente, no civil com Anne, que, à época, era uma espécie de católica não praticante. Quando seu filho, Peter Jr. nasceu, em 1950, o casal decidiu colocá-lo em uma escola católica. Durante o seu segundo ano de preparação para receber os sacramentos da Confissão e da Comunhão, a vida de fé dos Stravinskas recebeu um impulso inesperado. O padre conta como aconteceu: “Cheguei em casa da escola um dia e disse: ‘Mãe, eu te amo muito’. ‘Eu também te amo’, ela respondeu. ‘Mãe, quando eu morrer, quero ir para o Céu!’ ‘É claro, todos nós queremos’, ela disse. ‘Bem, nós temos um problema. Se eu morrer e for para o Céu, e você e o papai não estiverem lá, continuará sendo Céu?’ ‘Ué, por que papai e eu não estaríamos lá?’ “Porque a irmã Rita Gertrude disse hoje na aula que pessoas que não vão à Missa no Domingo vão ao inferno quando morrem” Sua mãe imediatamente encerrou a conversa. Mais tarde, naquela noite, quando seu pai voltou do trabalho, Peter Jr. foi mandado para o seu quarto, enquanto os seus pais discutiam sobre a conversa que fôra mantida mais cedo. Peter lembra bem as palavras que ele ouviu enquanto se escondia atrás da porta: “Temos um problema com o nosso filho’, disse a mãe. ‘O que é?’, perguntou o pai. ‘Aquela irmã louca da escola está nos causando problema. Ela disse ao Peter hoje que nós vamos ao inferno porque não vamos à Missa aos domingos’. ‘Bem, o que você esperava que ela dissesse?’ ‘Quando for a escola amanhã para ajudar com o trabalho voluntário, vou mandá-la cuidar da própria vida e ficar fora da nossa casa’ ‘Bem, você pode fazer isso – o marido replicou. Só não sei se vai servir para alguma coisa” Depois disso, Peter lembra de uma breve pausa antes de ouvir seu pai acrescentar: “Eu acho que há provavelmente uma solução mais simples. Talvez seria mais fácil para nós começarmos a ir à Missa aos domingos. Assim, convenceríamos a irmã de que não iremos para o inferno” No domingo seguinte, toda a família Stravinskas assistia à Missa unida, pela primeira vez. O que começou a incomodar Anne foi o fato de que, no momento da Missa em que as pessoas iam receber a Sagrada Comunhão, ela não estava apta a participar. Mesmo desejando receber Jesus, ela sabia que viver com um homem que, aos olhos da Igreja, era casado com uma outra mulher, a impedia de receber Jesus em sua alma. O filho Peter Jr. Stravinskas, hoje sacerdote de Cristo (na foto abaixo, quando no seminário), lembra de ouvir a sua mãe dizer uma vez: “Eu não sei por que vou à Missa afinal, se eu não posso receber a Sagrada Comunhão” O casal eventualmente trouxe essa dificuldade para o pároco da sua comunidade. Ele disse aos dois que uma maneira de proceder seria pedir às autoridades da Igreja em Roma que examinassem a primeira união de Peter, para determinar se ela realmente havia existido. Se o matrimônio fosse declarado inválido, Peter e Anne estariam livres para casar e ajustar o seu relacionamento aos olhos de Deus e da Igreja, pavimentando o caminho para que eles pudessem receber a Comunhão. Mas o padre os advertiu também que o processo de nulidade não só era demorado, como custava caro. O bom padre, então, apresentou ao casal uma solução muito mais simples. “Ele disse que a solução mais fácil para que eles participassem integralmente na fé católica seria abster-se de relações sexuais, e viver como irmão e irmã”. “Daquele momento em diante, foi o que eles fizeram”, relata Padre Peter. Foi só nos seus anos de colégio, discutindo com o seu pai sobre a doutrina católica em relação ao matrimônio, que o padre Stravinskas descobriu a verdade sobre a decisão de seus pais. “Bem, é verdade, situações irregulares acontecem”, disse-lhe o seu pai. “Mas, para sermos fiéis a Cristo, sua mãe e eu temos vivido como irmão e irmã por 10 anos até agora” “E eles viveram assim até o fim do seu matrimônio”, conta o padre. Peter faleceu em 1983, com 71 anos. Anne viveu até os 87, morrendo em 2005. O padre Stravinskas alertou para o perigo de que se introduza um pensamento mundano dentro da Igreja, como uma espécie de “cavalo de troia”. “Se é verdade que uma pessoa permanece ligada ao seu cônjuge, ainda que o seu matrimônio fracasse, isso significa que qualquer atividade sexual subsequente em que a pessoa se envolva é pecado de adultério. Foi o que Jesus disse nos Evangelhos”, ele diz. Segundo o padre, “quem discorda desse ensinamento tem um problema com Deus, não com a Igreja. Quando as pessoas me dizem que não aceitam a doutrina da Igreja sobre o divórcio e as novas uniões, eu digo a elas: ‘Vamos fazer a sua afirmação mais precisa. O que você está realmente dizendo é que você não aceita o ensinamento da Segunda Pessoa da Santíssima Trindade sobre esse assunto’. (…) Esse ensinamento sobre o divórcio e as novas uniões não compete à Igreja mudar. Vem do próprio Deus. A Igreja levou tão a sério essa doutrina que chegou a perder toda a Igreja na Inglaterra nos anos 1530, por causa da sua fé na indissolubilidade do matrimônio”. O padre Stravinskas também explica por que é gravemente errado para católicos divorciados em segunda união se apresentarem para receber a Sagrada Comunhão. “É o pecado do sacrilégio. Aproximar-se indignamente do mais santo dos Sacramentos. São Paulo é muito claro sobre isso em sua Epístola aos Coríntios. Ele diz que uma pessoa deve examinar a si mesmo antes e, se não estiver preparada, não deve receber o corpo e sangue do Senhor. Se ele o faz – e aqui está a pena – ele come e bebe a própria condenação”, afirma. Na Familiaris consortio, o Papa João Paulo II escreve: “A Igreja, no entanto, com base nas Escrituras reafirma a sua prática de não admitir à comunhão eucarística para os divorciados que se casam novamente. São eles os que não podem ser admitidos, uma vez que o seu estado e situação de vida contradizem objetivamente a união de amor entre Cristo e a Igreja, que é significada e realizada na Eucaristia”. Por fim, o testemunho da família Stravinskas é bastante pertinente: mostra como, mesmo sendo difícil, a castidade é acessível a todos, por mais difícil que seja a sua situação. Nossa fé nos ensina que Deus dá a todos a graça para evitar o pecado. No testemunho desta família reconhecemos nitidamente os frutos da obediência e a resposta para questão sem por e nem tirar uma vírgula sequer! Equipe Padre Rodrigo Maria
- O Sacramento da Comunhão para quem vive a segunda união.
Desta vez atenho-me em compartilhar esse brilhante testemunho que evidencia os frutos da obediência que colhem aqueles que seguem a risca os ensinamentos de Jesus Cristo conservados pela Igreja desde sempre e para sempre. Como disse o Papa Pio XII: “O matrimônio entre batizados validamente contraído e consumado não pode ser dissolvido por nenhum poder sobre a terra, nem mesmo pela Suprema Autoridade eclesiástica”. Testemunho: Foi na década de 1940 que o primeiro matrimônio de Peter chegou ao fundo do poço, e terminou com a sua esposa o abandonando. Apesar de saber que um novo casamento o distanciaria de Deus e da Igreja – Peter não só era católico, como apreciava a leitura de G. K. Chesterton e John Henry Newman, beato, ele casou-se novamente, no civil com Anne, que, à época, era uma espécie de católica não praticante. Quando seu filho, Peter Jr. nasceu, em 1950, o casal decidiu colocá-lo em uma escola católica. Durante o seu segundo ano de preparação para receber os sacramentos da Confissão e da Comunhão, a vida de fé dos Stravinskas recebeu um impulso inesperado. O padre conta como aconteceu: “Cheguei em casa da escola um dia e disse: ‘Mãe, eu te amo muito’. ‘Eu também te amo’, ela respondeu. ‘Mãe, quando eu morrer, quero ir para o Céu!’ ‘É claro, todos nós queremos’, ela disse. ‘Bem, nós temos um problema. Se eu morrer e for para o Céu, e você e o papai não estiverem lá, continuará sendo Céu?’ ‘Ué, por que papai e eu não estaríamos lá?’ “Porque a irmã Rita Gertrude disse hoje na aula que pessoas que não vão à Missa no Domingo vão ao inferno quando morrem” Sua mãe imediatamente encerrou a conversa. Mais tarde, naquela noite, quando seu pai voltou do trabalho, Peter Jr. foi mandado para o seu quarto, enquanto os seus pais discutiam sobre a conversa que fôra mantida mais cedo. Peter lembra bem as palavras que ele ouviu enquanto se escondia atrás da porta: “Temos um problema com o nosso filho’, disse a mãe. ‘O que é?’, perguntou o pai. ‘Aquela irmã louca da escola está nos causando problema. Ela disse ao Peter hoje que nós vamos ao inferno porque não vamos à Missa aos domingos’. ‘Bem, o que você esperava que ela dissesse?’ ‘Quando for a escola amanhã para ajudar com o trabalho voluntário, vou mandá-la cuidar da própria vida e ficar fora da nossa casa’ ‘Bem, você pode fazer isso – o marido replicou. Só não sei se vai servir para alguma coisa” Depois disso, Peter lembra de uma breve pausa antes de ouvir seu pai acrescentar: “Eu acho que há provavelmente uma solução mais simples. Talvez seria mais fácil para nós começarmos a ir à Missa aos domingos. Assim, convenceríamos a irmã de que não iremos para o inferno” No domingo seguinte, toda a família Stravinskas assistia à Missa unida, pela primeira vez. O que começou a incomodar Anne foi o fato de que, no momento da Missa em que as pessoas iam receber a Sagrada Comunhão, ela não estava apta a participar. Mesmo desejando receber Jesus, ela sabia que viver com um homem que, aos olhos da Igreja, era casado com uma outra mulher, a impedia de receber Jesus em sua alma. O filho Peter Jr. Stravinskas, hoje sacerdote de Cristo (na foto abaixo, quando no seminário), lembra de ouvir a sua mãe dizer uma vez: “Eu não sei por que vou à Missa afinal, se eu não posso receber a Sagrada Comunhão” O casal eventualmente trouxe essa dificuldade para o pároco da sua comunidade. Ele disse aos dois que uma maneira de proceder seria pedir às autoridades da Igreja em Roma que examinassem a primeira união de Peter, para determinar se ela realmente havia existido. Se o matrimônio fosse declarado inválido, Peter e Anne estariam livres para casar e ajustar o seu relacionamento aos olhos de Deus e da Igreja, pavimentando o caminho para que eles pudessem receber a Comunhão. Mas o padre os advertiu também que o processo de nulidade não só era demorado, como custava caro. O bom padre, então, apresentou ao casal uma solução muito mais simples. “Ele disse que a solução mais fácil para que eles participassem integralmente na fé católica seria abster-se de relações sexuais, e viver como irmão e irmã”. “Daquele momento em diante, foi o que eles fizeram”, relata Padre Peter. Foi só nos seus anos de colégio, discutindo com o seu pai sobre a doutrina católica em relação ao matrimônio, que o padre Stravinskas descobriu a verdade sobre a decisão de seus pais. “Bem, é verdade, situações irregulares acontecem”, disse-lhe o seu pai. “Mas, para sermos fiéis a Cristo, sua mãe e eu temos vivido como irmão e irmã por 10 anos até agora” “E eles viveram assim até o fim do seu matrimônio”, conta o padre. Peter faleceu em 1983, com 71 anos. Anne viveu até os 87, morrendo em 2005. O padre Stravinskas alertou para o perigo de que se introduza um pensamento mundano dentro da Igreja, como uma espécie de “cavalo de troia”. “Se é verdade que uma pessoa permanece ligada ao seu cônjuge, ainda que o seu matrimônio fracasse, isso significa que qualquer atividade sexual subsequente em que a pessoa se envolva é pecado de adultério. Foi o que Jesus disse nos Evangelhos”, ele diz. Segundo o padre, “quem discorda desse ensinamento tem um problema com Deus, não com a Igreja. Quando as pessoas me dizem que não aceitam a doutrina da Igreja sobre o divórcio e as novas uniões, eu digo a elas: ‘Vamos fazer a sua afirmação mais precisa. O que você está realmente dizendo é que você não aceita o ensinamento da Segunda Pessoa da Santíssima Trindade sobre esse assunto’. (…) Esse ensinamento sobre o divórcio e as novas uniões não compete à Igreja mudar. Vem do próprio Deus. A Igreja levou tão a sério essa doutrina que chegou a perder toda a Igreja na Inglaterra nos anos 1530, por causa da sua fé na indissolubilidade do matrimônio”. O padre Stravinskas também explica por que é gravemente errado para católicos divorciados em segunda união se apresentarem para receber a Sagrada Comunhão. “É o pecado do sacrilégio. Aproximar-se indignamente do mais santo dos Sacramentos. São Paulo é muito claro sobre isso em sua Epístola aos Coríntios. Ele diz que uma pessoa deve examinar a si mesmo antes e, se não estiver preparada, não deve receber o corpo e sangue do Senhor. Se ele o faz – e aqui está a pena – ele come e bebe a própria condenação”, afirma. Na Familiaris consortio, o Papa João Paulo II escreve: “A Igreja, no entanto, com base nas Escrituras reafirma a sua prática de não admitir à comunhão eucarística para os divorciados que se casam novamente. São eles os que não podem ser admitidos, uma vez que o seu estado e situação de vida contradizem objetivamente a união de amor entre Cristo e a Igreja, que é significada e realizada na Eucaristia”. Por fim, o testemunho da família Stravinskas é bastante pertinente: mostra como, mesmo sendo difícil, a castidade é acessível a todos, por mais difícil que seja a sua situação. Nossa fé nos ensina que Deus dá a todos a graça para evitar o pecado. No testemunho desta família reconhecemos nitidamente os frutos da obediência e a resposta para questão sem por e nem tirar uma vírgula sequer! Equipe Padre Rodrigo Maria
- O verdadeiro ecumenismo se faz pela Total Consagração à Virgem Maria.
Ecumênico é tradicionalmente sinônimo de universal. Daí, por exemplo, denominar-se Concílios Ecumênicos os concílios que, presididos pelo Papa, se fazem com todos os bispos católicos do mundo. Distinguem-se dos concílios diocesanos ou regionais. Nesse sentido, está na missão da Igreja Católica trabalhar ardentemente por um são ecumenismo, e os católicos devem desejar de todo coração a conversão do maior número de almas, de maneira que haja “um só rebanho e um só Pastor”. Porém, o termo “ecumenismo” passou por transformações, e não raro, hoje em dia, acabou designando uma espécie de compromisso entre a verdade e o erro, inaceitável para um católico. Os adeptos desse novo “ecumenismo” colocam todo seu empenho em reduzir à mínima expressão as verdades católicas. Assim, seu principal esforço parece ser o de adaptar os ensinamentos evangélicos às máximas do mundo, ás teorias de seitas heréticas. Em seu método de “apostolado”, tais elementos também fazem todo o possível para subestimar o que separa a Igreja da heresia e hipervalorizar o que, segundo eles, as une. É verdade que a Palavra de Deus vai ser dita por São Paulo que “[…]Deus, nosso salvador, o qual deseja que todos os homens se salvem…” (Cf. 1Timóteo 2,4). Alguns podem usar deste versículo para dizer que em qualquer religião se salva. Porém o mesmo versículo completa “…e cheguem ao conhecimento da verdade” E quem é a Verdade? A verdade é Cristo! Quando alguém torna-se protestante, deveríamos rezar o rosário por exemplo, para que essa pessoa seja iluminada por Cristo e retorne ao seio da Igreja Católica. Mas é isso que acontece? Não! A gente diz que ninguém pode julgar, ou fica quieto e não faz absolutamente nada. O verdadeiro ecumenismo leva a uma compreensão das diferenças e nunca vem ao custo da Verdade; o falso ecumenismo que predomina leva a um enfraquecimento das práticas católicas, indiferentismo herético, e de escândalos a outros, como as reuniões ecumênicas em lugares Católicos, ou dito Católicos! O concílio que condenou o protestantismo foi o Sacrosanto Concílio de Trento, denominado assim pela cidade onde foi celebrado. Ferido com esta condenação, o protestantismo (…) encerra um apinhamento, o mais monstruoso, de erros privados e individuais, recolhe todas as heresias e representa todas as formas de rebelião contra a Santa Igreja Católica. Seguindo o exemplo dos Apóstolos, a Igreja sempre condenou as heresias e expulsou de seu seio os hereges. Nada de “louvar a unidade na legítima diversidade” do falso ecumenismo. O verdadeiro ecumenismo, a verdadeira caridade com os que estão no erro, é mostrar-lhes a verdade plena, e rezar por eles para que se convertam à verdadeira fé, tal e como rezava toda a santa Igreja na sagrada liturgia da Sexta-feira Santa: “Oremos também pelos hereges e cismáticos, para que Deus nosso Senhor os tire de todos os seus erros, e se digne trazê-los à santa Madre Igreja Católica e Apostólica” “Não há maior inimigo da Imaculada e de Seu Reinado que o ecumenismo de hoje, o qual todo Cavaleiro da Imaculada, deve não só combater, mas também neutralizar, por uma ação diametralmente oposta” – (São Maximiliano Maria Kolbe). Diga-se com todas as letras: “Não é lícito promover a união dos cristãos de outro modo senão promovendo o retorno dos dissidentes à única verdadeira Igreja de Cristo, dado que outrora, infelizmente, eles se apartaram dela. Acreditamos, pois, que os que afirmam serem cristãos, não possam fazê-lo sem crer que uma Igreja, e uma só, foi fundada por Cristo. Aos católicos, de nenhum modo é lícito aprovar ou contribuir para estas iniciativas: se o fizerem concederão autoridade a uma falsa religião cristã, sobremaneira alheia à única igreja de Cristo” – (Papa Pio XI, Carta encíclica Mortalium Animos, 6 de janeiro de 1928, n. 16) Vejamos o que diz a Santa Sé: A doutrina tradicional do ecumenismo esta estabelecida na Instrução Sobre o movimento ecumênico promulgada pelo Santo Oficio em 20 de dezembro de 1949 (no AAS, 31 de Janeiro de 1950), que retoma o ensinamento de Pio XI na encíclica Mortalium animos. Se estabelece que então: Primeiro: “A igreja Católica possui a plenitude de Cristo” e não tem que aperfeiçoa-la por obra de outras confissões. Segundo: Não se deve perseguir a união por meio de uma progressiva assimilação das diversas confissões de fé, nem mediante uma acomodação do dogma católico a outro dogma. Terceiro: A única verdadeira unidade das Igrejas pode realizar-se somente com o retorno (per reditum) dos irmãos separados à verdadeira Igreja de Deus. Quarto: Os separados que retornam a Igreja Católica não perdem nada de substancial de quanto pertence a sua profissão particular, antes o reencontram idêntico em uma dimensão completa e perfeita (“completum atque absolutum”) “O perene anúncio missionário da Igreja é hoje posto em causa por teorias de índole relativista, que pretendem justificar o pluralismo religioso, não apenas de fato, mas também de iure (ou de principio)” – (Declaração Dominus Iesus, 4) Unicidade e unidade da Igreja: “Assim, e em relação com a unicidade e universalidade da mediação salvífica de Jesus Cristo, deve crer-se firmemente como verdade de fé católica a unicidade da Igreja por Ele fundada. Como existe um só Cristo, também existe um só seu Corpo e uma só sua Esposa: ‘uma só Igreja católica e apostólica” – (Congregação para a doutrina da fé, Declaração Dominus Jesus, de 6-8-2000, nº 5 e 16. Joseph Card. Ratzinger, Prefeito; Tarcísio Bertone, S.D.B., Arcebispo emérito de Vercelli, Secretário) Ademais, como diz uma fórmula antiga, Maria é a inimiga de todas as heresias. O auxílio da Virgem Santíssima no combate às insídias do demônio tornou-o consciente de que aquela expressão conciliar “não se tratava de exageros de devotos, mas de verdades hoje mais do que nunca válidas” A Igreja afirma o título de Maria como “advogada, auxiliadora, socorro e medianeira” Não seria por desejo divino, destarte, que a graça da unidade dos cristãos se operasse por meio da Mãe de Jesus? Essa é a pergunta que o “movimento ecumênico” se deve fazer todas as vezes em que for questionada a oportunidade de se falar de Nossa Senhora no diálogo com os protestantes. Vale a pena repetir: de Maria nunquam satis – de Maria nunca se dirá o suficiente. Assim enfatizou o Papa Bento XVI “é preciso retornar a Maria, se quisermos retornar àquelas verdades sobre Jesus Cristo, sobre a Igreja e sobre o homem” – (RATZINGER; MESSORI, Joseph; Vitorio. A fé em crise? O cardeal Ratzinger se interroga. São Paulo: EPU, 1985, pág. 77) Ou seja, o melhor caminho para se alcançar a unidade dos cristãos é a TOTAL CONSAGRAÇÃO A VIRGEM MARIA. Assim como a Igreja nascente justamente se uniu na oração a Virgem Santíssima – a mais nobre fautora e guardiã da unidade – o mais possível oportuno é que outros tantos façam, nos nossos dias, os católicos, a total consagração a Ela, para implorar o auxílio dela nas presentes angústias da Igreja. Acenda-se, pois, por toda parte o ardor por esta total consagração, com a finalidade precípua de através santidade alcançarmos a unidade. Nada poderá ser mais eficaz que isto. Unida intimamente a Cristo, ela deseja sobretudo e quer que aqueles que receberam o dom do mesmo batismo, por Ele instituído, sejam santos e estejam também unidos, por uma mesma fé e por uma perfeita caridade, com Cristo e entre si mesmos. Através da total consagração a Santíssima Virgem Maria confirmamos os votos batismais com o intuito sobremaneira de correspondermos a nossa vocação à santidade. Sendo por este meio o modo pelo qual combateremos todas as heresias e cismas. Atraindo de volta ao seio da Santa Madre Igreja depósito único da Verdade, tanto os hereges como também os demais, sejam estes pagãos, judeus, maometanos e etc. É a CONVERSÃO de judeus, maometanos e pagãos; e o RETORNO de hereges e cismáticos que almejamos realizar através do ecumenismo e não outra coisa. Esta sim é a fé da Igreja Católica Apostólica Romana. Que a Virgem Maria, Rainha dos Corações, nos conserve sempre na Verdade e atraia a todos para a verdadeira unidade. Sendo Ela mesma quem profetizou o Triunfo do Seu Imaculado Coração. Também revelou o meio pelo qual esse Triunfo se daria, e que O mesmo, necessariamente levaria ao Reinado de Jesus Cristo no mundo. Este meio escolhido pela Providência de Deus é como revela a própria Senhora, a Devoção ao Seu Imaculado Coração, traduzida de modo perfeito, na total consagração ensinada por São Luis Maria Grignion de Montfort no Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem. (Catecismo da Total Consagração a Santíssima Virgem) É acertado dizer que todo católico tem o DEVER de corresponder a este pedido feito por Jesus através da Virgem Maria nas suas Aparições em Fátima/Portugal no ano de 1917. E aquele não o fizer, falta não somente com a devida obediência a Cristo, mas além disso se opõe ao projeto de Deus para a salvação das Almas. Como enfatizou a Santíssima Virgem: “Se fizerem o que Eu vos disser, salvar-se-ão muitas almas e terão paz” Como disse São Luis Grignion de Montfort: Ut adveniat regunum tuum, adveniat regnum Mariae (Que venha o Reino de Maria, para que assim venha o Reino de Jesus Cristo)! Equipe Padre Rodrigo Maria
- O verdadeiro ecumenismo se faz pela Total Consagração à Virgem Maria.
Ecumênico é tradicionalmente sinônimo de universal. Daí, por exemplo, denominar-se Concílios Ecumênicos os concílios que, presididos pelo Papa, se fazem com todos os bispos católicos do mundo. Distinguem-se dos concílios diocesanos ou regionais. Nesse sentido, está na missão da Igreja Católica trabalhar ardentemente por um são ecumenismo, e os católicos devem desejar de todo coração a conversão do maior número de almas, de maneira que haja “um só rebanho e um só Pastor”. Porém, o termo “ecumenismo” passou por transformações, e não raro, hoje em dia, acabou designando uma espécie de compromisso entre a verdade e o erro, inaceitável para um católico. Os adeptos desse novo “ecumenismo” colocam todo seu empenho em reduzir à mínima expressão as verdades católicas. Assim, seu principal esforço parece ser o de adaptar os ensinamentos evangélicos às máximas do mundo, ás teorias de seitas heréticas. Em seu método de “apostolado”, tais elementos também fazem todo o possível para subestimar o que separa a Igreja da heresia e hipervalorizar o que, segundo eles, as une. É verdade que a Palavra de Deus vai ser dita por São Paulo que “[…]Deus, nosso salvador, o qual deseja que todos os homens se salvem…” (Cf. 1Timóteo 2,4). Alguns podem usar deste versículo para dizer que em qualquer religião se salva. Porém o mesmo versículo completa “…e cheguem ao conhecimento da verdade” E quem é a Verdade? A verdade é Cristo! Quando alguém torna-se protestante, deveríamos rezar o rosário por exemplo, para que essa pessoa seja iluminada por Cristo e retorne ao seio da Igreja Católica. Mas é isso que acontece? Não! A gente diz que ninguém pode julgar, ou fica quieto e não faz absolutamente nada. O verdadeiro ecumenismo leva a uma compreensão das diferenças e nunca vem ao custo da Verdade; o falso ecumenismo que predomina leva a um enfraquecimento das práticas católicas, indiferentismo herético, e de escândalos a outros, como as reuniões ecumênicas em lugares Católicos, ou dito Católicos! O concílio que condenou o protestantismo foi o Sacrosanto Concílio de Trento, denominado assim pela cidade onde foi celebrado. Ferido com esta condenação, o protestantismo (…) encerra um apinhamento, o mais monstruoso, de erros privados e individuais, recolhe todas as heresias e representa todas as formas de rebelião contra a Santa Igreja Católica. Seguindo o exemplo dos Apóstolos, a Igreja sempre condenou as heresias e expulsou de seu seio os hereges. Nada de “louvar a unidade na legítima diversidade” do falso ecumenismo. O verdadeiro ecumenismo, a verdadeira caridade com os que estão no erro, é mostrar-lhes a verdade plena, e rezar por eles para que se convertam à verdadeira fé, tal e como rezava toda a santa Igreja na sagrada liturgia da Sexta-feira Santa: “Oremos também pelos hereges e cismáticos, para que Deus nosso Senhor os tire de todos os seus erros, e se digne trazê-los à santa Madre Igreja Católica e Apostólica” “Não há maior inimigo da Imaculada e de Seu Reinado que o ecumenismo de hoje, o qual todo Cavaleiro da Imaculada, deve não só combater, mas também neutralizar, por uma ação diametralmente oposta” – (São Maximiliano Maria Kolbe). Diga-se com todas as letras: “Não é lícito promover a união dos cristãos de outro modo senão promovendo o retorno dos dissidentes à única verdadeira Igreja de Cristo, dado que outrora, infelizmente, eles se apartaram dela. Acreditamos, pois, que os que afirmam serem cristãos, não possam fazê-lo sem crer que uma Igreja, e uma só, foi fundada por Cristo. Aos católicos, de nenhum modo é lícito aprovar ou contribuir para estas iniciativas: se o fizerem concederão autoridade a uma falsa religião cristã, sobremaneira alheia à única igreja de Cristo” – (Papa Pio XI, Carta encíclica Mortalium Animos, 6 de janeiro de 1928, n. 16) Vejamos o que diz a Santa Sé: A doutrina tradicional do ecumenismo esta estabelecida na Instrução Sobre o movimento ecumênico promulgada pelo Santo Oficio em 20 de dezembro de 1949 (no AAS, 31 de Janeiro de 1950), que retoma o ensinamento de Pio XI na encíclica Mortalium animos. Se estabelece que então: Primeiro: “A igreja Católica possui a plenitude de Cristo” e não tem que aperfeiçoa-la por obra de outras confissões. Segundo: Não se deve perseguir a união por meio de uma progressiva assimilação das diversas confissões de fé, nem mediante uma acomodação do dogma católico a outro dogma. Terceiro: A única verdadeira unidade das Igrejas pode realizar-se somente com o retorno (per reditum) dos irmãos separados à verdadeira Igreja de Deus. Quarto: Os separados que retornam a Igreja Católica não perdem nada de substancial de quanto pertence a sua profissão particular, antes o reencontram idêntico em uma dimensão completa e perfeita (“completum atque absolutum”) “O perene anúncio missionário da Igreja é hoje posto em causa por teorias de índole relativista, que pretendem justificar o pluralismo religioso, não apenas de fato, mas também de iure (ou de principio)” – (Declaração Dominus Iesus, 4) Unicidade e unidade da Igreja: “Assim, e em relação com a unicidade e universalidade da mediação salvífica de Jesus Cristo, deve crer-se firmemente como verdade de fé católica a unicidade da Igreja por Ele fundada. Como existe um só Cristo, também existe um só seu Corpo e uma só sua Esposa: ‘uma só Igreja católica e apostólica” – (Congregação para a doutrina da fé, Declaração Dominus Jesus, de 6-8-2000, nº 5 e 16. Joseph Card. Ratzinger, Prefeito; Tarcísio Bertone, S.D.B., Arcebispo emérito de Vercelli, Secretário) Ademais, como diz uma fórmula antiga, Maria é a inimiga de todas as heresias. O auxílio da Virgem Santíssima no combate às insídias do demônio tornou-o consciente de que aquela expressão conciliar “não se tratava de exageros de devotos, mas de verdades hoje mais do que nunca válidas” A Igreja afirma o título de Maria como “advogada, auxiliadora, socorro e medianeira” Não seria por desejo divino, destarte, que a graça da unidade dos cristãos se operasse por meio da Mãe de Jesus? Essa é a pergunta que o “movimento ecumênico” se deve fazer todas as vezes em que for questionada a oportunidade de se falar de Nossa Senhora no diálogo com os protestantes. Vale a pena repetir: de Maria nunquam satis – de Maria nunca se dirá o suficiente. Assim enfatizou o Papa Bento XVI “é preciso retornar a Maria, se quisermos retornar àquelas verdades sobre Jesus Cristo, sobre a Igreja e sobre o homem” – (RATZINGER; MESSORI, Joseph; Vitorio. A fé em crise? O cardeal Ratzinger se interroga. São Paulo: EPU, 1985, pág. 77) Ou seja, o melhor caminho para se alcançar a unidade dos cristãos é a TOTAL CONSAGRAÇÃO A VIRGEM MARIA. Assim como a Igreja nascente justamente se uniu na oração a Virgem Santíssima – a mais nobre fautora e guardiã da unidade – o mais possível oportuno é que outros tantos façam, nos nossos dias, os católicos, a total consagração a Ela, para implorar o auxílio dela nas presentes angústias da Igreja. Acenda-se, pois, por toda parte o ardor por esta total consagração, com a finalidade precípua de através santidade alcançarmos a unidade. Nada poderá ser mais eficaz que isto. Unida intimamente a Cristo, ela deseja sobretudo e quer que aqueles que receberam o dom do mesmo batismo, por Ele instituído, sejam santos e estejam também unidos, por uma mesma fé e por uma perfeita caridade, com Cristo e entre si mesmos. Através da total consagração a Santíssima Virgem Maria confirmamos os votos batismais com o intuito sobremaneira de correspondermos a nossa vocação à santidade. Sendo por este meio o modo pelo qual combateremos todas as heresias e cismas. Atraindo de volta ao seio da Santa Madre Igreja depósito único da Verdade, tanto os hereges como também os demais, sejam estes pagãos, judeus, maometanos e etc. É a CONVERSÃO de judeus, maometanos e pagãos; e o RETORNO de hereges e cismáticos que almejamos realizar através do ecumenismo e não outra coisa. Esta sim é a fé da Igreja Católica Apostólica Romana. Que a Virgem Maria, Rainha dos Corações, nos conserve sempre na Verdade e atraia a todos para a verdadeira unidade. Sendo Ela mesma quem profetizou o Triunfo do Seu Imaculado Coração. Também revelou o meio pelo qual esse Triunfo se daria, e que O mesmo, necessariamente levaria ao Reinado de Jesus Cristo no mundo. Este meio escolhido pela Providência de Deus é como revela a própria Senhora, a Devoção ao Seu Imaculado Coração, traduzida de modo perfeito, na total consagração ensinada por São Luis Maria Grignion de Montfort no Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem. (Catecismo da Total Consagração a Santíssima Virgem) É acertado dizer que todo católico tem o DEVER de corresponder a este pedido feito por Jesus através da Virgem Maria nas suas Aparições em Fátima/Portugal no ano de 1917. E aquele não o fizer, falta não somente com a devida obediência a Cristo, mas além disso se opõe ao projeto de Deus para a salvação das Almas. Como enfatizou a Santíssima Virgem: “Se fizerem o que Eu vos disser, salvar-se-ão muitas almas e terão paz” Como disse São Luis Grignion de Montfort: Ut adveniat regunum tuum, adveniat regnum Mariae (Que venha o Reino de Maria, para que assim venha o Reino de Jesus Cristo)! Equipe Padre Rodrigo Maria
- São Paulino de Nola, bispo – 22 de Junho
SANTO DO DIA – 22 DE JUNHO – SÃO PAULINO DE NOLA Bispo (354-431) Paulino nasceu no ano de 354, na cidade de Bordeaux, na França. Seu pai era um alto funcionário imperial e toda a família ocupava posição de destaque na economia e na corte. Antes de tornar-se religioso, o próprio Paulino foi cônsul e substituiu o governador da Campânia. Nessa posição, manteve contato com o bispo Ambrósio, de Milão, bem como com o jovem Agostinho, que se tornara bispo de Hipona, os quais o encaminharam à conversão. Assim, aos vinte e cinco anos de idade Paulino foi batizado. Um ano antes tinha se casado com Terásia, uma cristã espanhola que também o influenciou a aprofundar-se nos ensinamentos do Evangelho. Quando perderam, ainda criança, o único filho, Celso, os dois resolveram abandonar de vez a vida social e abraçar a vida monástica. De comum acordo, dividiram as grandes riquezas que possuíam com os pobres e as obras de caridade voltadas para o atendimento de doentes e desamparados e se dirigiram para a Catalunha, na Espanha. Pouco tempo depois, Paulino, que se tornara conhecido e estimado por todo o povo, encaminhou ao bispo um pedido para que este o ordenasse sacerdote. O que aconteceu, além de ser convidado a participar do clero local ou, se preferisse, ingressar no de Milão, mas recusou a ambos. Queria, de verdade, uma vida de monge recluso, por isso mudou-se para a Campânia, onde a família ainda tinha como propriedade o túmulo de um mártir, são Félix. Paulino começou a construir ali um santuário para o santo, e ao mesmo tempo fez levantar uma hospedaria para os peregrinos pobres. Em seguida, transformou um dos andares em mosteiro e deu início a uma comunidade religiosa formada por ele, a esposa e alguns amigos. A principal característica desses monges era a comunicação feita somente por meio de correspondência escrita. Foram cinquenta e uma cartas dirigidas aos amigos e personalidades do mundo cristão, entre eles Agostinho, o bispo de Hipona. Paulino revelou-se um grande poeta, escritor e pregador, foi uma figura tão brilhante quanto humilde. Entretanto a vida calma que almejara quando abdicou de sua condição de herdeiro político de bons cargos no Império Romano para levar uma vida pobre em dinheiro e poder, mas rica em fé e dignidade, terminaria em 409. Na ocasião, foi eleito e consagrado bispo de Nola, diocese de Nápoles, cargo que ocupou até morrer no ano 431, um ano após a morte do amigo e companheiro Agostinho, hoje também santo e doutor da Igreja. Conheça mais sobre São Paulino de Nola Santo Agostinho não era ainda mais que sacerdote, quando recebeu uma carta encantadora de suavidade, elegância, amizade e louvores, da parte de ilustre senador e cônsul romano, que, com a mulher, acabava de abraçar a vida monástica. A carta estava acompanhada de um pão bento, em sinal de união. No cabeçalho estava escrito: Ao Senhor Agostinho, irmão unânime e venerável, Paulino e Teresa, pecadores. Tratava-se de São Paulino, nascido em Bordéus, em 353. Contava uma longa lista de senadores na família, tanto do lado paterno como do lado materno. Seu pai, Pôncio Paulino, era prefeito do pretório nas Gálias, e primeiro magistrado do império do Oriente. A esta nobre nascença Paulino ajuntava um espírito elevado e penetrante, um gênio rico e fecundo, uma facilidade maravilhosa de exprimir-se. Cultivou tais predicados desde a infância, por um estudo assíduo dos diferentes ramos da literatura. Teve por mestre de eloqüência e de poesia o célebre Ausono, que foi cônsul em 379. Foi elevado, conquanto jovem aindam às mais altas dignidades, e declarado cônsul antes de Ausono, seu mestre. Desposou uma espanhola chamada Tereásia ou Teresa, que lhe trouxe vultuosos bens, que era sobretudo distinta pelo mérito pessoal e pela piedade. Fez grande número de amigos na Itália, na Espanha e nas Gálias, onde havia exercido durante o espaço de quinze anos os seus raros talentos e a maravilhosa capacidade para administração dos negócios, tanto públicos como particulares. Mas a morte de um irmão, as revoluções políticas que se seguiram ao assassínio do imperador Graciano, e mais ainda os entretenimentos que teve com Santo Ambrósio de Milão, com São Martinho de Tours, com São Victrício de Touen, com o Santo Delfim de Bordéus, da mão do qual recebeu o batismo pelo ano de 380, deram-lhe gosto pelo retiro e inspiraram nele o desejo sincero de levar uma vida mais cristã. Enfim, encorajado pela mulher, retiraram-se ambos para uma pequena propriedade que tinham na Espanha e ocuparam-se unicamente de sua santificação, desde o ano de 390 até 394. Foi lá que perderam o filho único que Deus lhes havia dado. Enterraram-no em Alcala, junto dos santos mártires Justo e Pastor. Desde esse tempo obrigaram-se, com sentimento mútuo, a viver em continência perpétua. Em breve, Paulino mudou o hábito, a fim de anunciar ao mundo a resolução de abandonar o senado, os pais, os bens, e ir sepultar-se num mosteiro ou no deserto. Os bens deviam ser consideráveis, pois Ausono testemunhou o pesar que sentia de ver partilhar entre cem pessoas diferentes os reinos de Paulino, seu pai. O santo vendeu todas as possessões e distribuiu o preço entre os infelizes. Abriu os celeiros e paióis a todos os necessitados. Não contente com aliviar os pobres da vizinhança, chamou-os de todas as partes para nutri-los e vesti-los. Resgatou uma infinidade de cativos e de pobres devedores reduzidos à escravidão por não terem o que pagar. Vendeu igualmente os bens da mulher, que não aspirava com menos fervor à prática da pobreza voluntária. Tal ação foi louvada e admirada por todos os santos que se viam então na Igreja. Mas asa pessoas do mundo tachavam-na de loucura. Paulino foi abandonado por todos, mesmo pelos parentes e escravos, que recusavam prestar-lhe os serviços mais comuns da humanidade. Ausono, seu mestre, que era cristão, mas apenas o suficiente para não ser pagão, queixou-se da transformação, por várias cartas em verso. O santo respondeu-lhe por diversos pequenos poemas transudando urbanidade delicada, onde lhe assegura que a sua conversão a Deus não fazia senão tornar mais íntima a antiga amizade. Todavia, em meio a essa censura geral, viu dois de seus mais ilustres amigos seguirem-lhe o exemplo. O primeiro foi Sulpício; o segundo Santo Aper, vulgarmente Santo Evre, que foi bispo de Toul. O propósito de Paulino, renunciando ao mundo era ir passar os dias num ermo próximo de Nola, na Campanha, e servir Jesus Cristo na tumba de São Félix, ser o porteiro da igreja, varrer o pavimento todas as manhãs, vigiar à noite para guardá-la, e terminar a vida no trabalho. Mas o povo de Barcelona, edificado com a pureza de seus costumes, apoderou-se dele no Natal de 393, e pediu com insistente calor que se tornasse sacerdote. Ele defendeu-se como lhe foi possível, e não consentiu na ordenação senão com a condição de que seria livre de ir para onde quisesse. Era contrário às regras da Igreja; mas se passava por vezes por cima delas. Após a Páscoa do ano seguinte, 394 abandonou a Espanha para ir à Itália. Em Milão vivia Santo Ambrósio, que o recebeu com muitas honras e o agregou ao seu clero. Continuando a viagem, foi até Roma, onde melhor o recebeu o povo do que o clero. Alguns eclesiásticos e o Papa não queriam relações com ele. Paulino cedeu à inveja e retirou-se; mas escrevendo a seu amigo Sulpício Severo, não pode deixar de queixar-se. Talvez o Papa, que tinha muito zelo pela observância das regras da Igreja, não achava bom que, contrariando tais regras, Paulino houvesse sido ordenado sacerdote sendo neófito leigo, e sem estar unido a uma igreja particular. Seja o que for, Paulino apressou-se em deixar Roma para dirigir-se a Nola, onde tinha escolhido o retiro junto da tumba de São Félix, que ficava a alguns passos da cidade. Haviam construído uma igreja sobre a sepultura; ao pé da igreja havia uma construção muito longa de dois andares com uma galeria dividida em celas, das quais Paulino se servia para receber eclesiásticos que iam visitá-lo. Do outro lado havia um alojamento para pessoas do mundo, e também um pequeno jardim. Muitas pessoas piedosas tinham-se unido a ele, que formou então uma sociedade chamada companhia de monges. Todos se sujeitavam a uma regra, e praticavam diversas austeridades. Cada dia Paulino rendia a São Félix toda a honra de era capaz; mas tentava ultrapassar-se no dia de sua festa. Todos os anos lhe celebrava os louvores com um poema, que chamava de tributo de sua homenagem voluntária. Temos ainda hoje quinze desses poemas, o primeiro dos quais foi composto na Espanha. Paulino morreu em 431. Tinha sido eleito bispo de Nola em 409 e, nesse cargo, não procurou jamais fazer-se temido, mas amado de todos. Nos julgamentos, examinava com rigor e decidia com doçura. Conquanto houvesse distribuído tão liberalmente os bens, outrora, tomava grande cuidado dos da igreja para despendê-los fielmente. Dava a todos, perdoava, consolava, edificava uns pelas palavras, e pelas cartas, outros pelos exemplos. A reputação estendia-se-lhe por todo o império, e também entre os bárbaros. Feito prisioneiro dos godos, que devastavam a Itália em 410, disse a Deus com confiança: “Não permitais, Senhor, que me torturem pelo ouro e pela prata; sabeis onde coloquei tudo o que me destes”. Sua prece foi ouvida: os bárbaros não o torturaram, e também não os que haviam tudo abandonado por Jesus Cristo. Em seguida, nada mais tendo a dar, tornou-se escravo para resgatar os filhos de uma viúva, aprisionados na África pelos vândalos, depois de estes haverem devastado a Campanha. Tinha a idade, como se crê, de setenta e oito anos, quando caiu enfermo de uma dor do lado; e como haviam desesperado da cura, dois bispos foram visitá-lo. Sua chegada proporcionou-lhe tanta alegria, que parecia ter esquecido a doença; e, estando prestes a entregar a alma a Deus, mandou trazer diante do leito os vasos sagrados, a fim de oferecer, com os bispos, o sacrifício , para recomendar a alma a Deus e restituir a paz aos que havia separado do santo ministério, segundo a disciplina da Igreja. Após haver cumprido tudo com alegria, disse repentinamente, em voz alta: – Onde estão meus irmãos: Um dos assistentes, persuadido de que falava dos bispos que estavam presentes, disse: Ei-los! São Paulino replicou: – Refiro-me a meus irmãos Janeiro e Martinho, que acabam de falar-me, e que me disseram que vinham buscar-me. Ouvia São Janeiro, bispo de Cápua e Mártir, cujas relíquias estavam então em Nápoles, e São Martinho de Tours, que lhe tinham aparecido. Em seguida, estendeu as mãos ao céu e cantou o salmo: Elevei as mãos às montanhas, e terminou por uma oração. O sacerdote Postumiano advertiu-o de que devia quarenta moedas de outro pelas vestes que havia daod aos pobres. São Paulino respondeu sorrindo: Meu filho, não te preocupes, encontrar-se-á alguém que liquidará a dívida dos pobres. Pouco depois, entrou um sacerdote vindo de Lucânia, enviado pelo bispo Exuperâncio e seu irmão Ursaco, homens eminentíssimos, que lhe trouxeram cinqüenta moedas de ouro como presente; São Paulino recebeu-as e disse: Rendo-vos graças, senhor, de não ter abandonado i que em vós espera. Deu duas moedas de ouro ao sacerdote que as havia trazido, e ordenou fosse o resto pago aos mercadores que haviam dado as vestes aos pobres. Caindo a noite, repousou até meia-noite, depois a dor de lado recrudesceu com violência, sem contar o mal que lhe haviam feito os médicos, aplicando-lhe fogo diversas vezes, inutilmente. Sofreu também muito de opressão do peito, até uma hora da madrugada. Ao romper da aurora, segundo o seu costume, acordou todos, e rezou as matinas, ou melhor, as laudes, como de ordinário; clareando o dia, falou aos sacerdotes, aos diáconos e a todo o clero, exortando-os à paz, ficando depois sem falar até a tarde. Em seguida, como que despertando, lembrou-se de que Ra tempo do ofício das lâmpadas, vale dizer, das vésperas e, estendendo as mãos, cantou lentamente: Preparei uma lâmpada ao meu Cristo. Após algum tempo de silêncio, pela quarta hora da noite, vale dizer dez horas, todos os assistentes estavam bem acordados, foi a cela sacudida por um tremor tão grande de terra, que se prostraram a rezar atemorizados, sem que os que estavam fora do quarto de algo se apercebessem. Ele entregou a alma, e o semblante e todo corpo pareceram brancos como a neve. Era o dia 22 de Junho de 431, dia em que a Igreja lhe honra ainda a memória. As circunstâncias de sua morte foram escritas por um sacerdote chamado Urânio, que a havia presenciado. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XI, p. 94 à 100)
- São Paulino de Nola, bispo – 22 de Junho
SANTO DO DIA – 22 DE JUNHO – SÃO PAULINO DE NOLA Bispo (354-431) Paulino nasceu no ano de 354, na cidade de Bordeaux, na França. Seu pai era um alto funcionário imperial e toda a família ocupava posição de destaque na economia e na corte. Antes de tornar-se religioso, o próprio Paulino foi cônsul e substituiu o governador da Campânia. Nessa posição, manteve contato com o bispo Ambrósio, de Milão, bem como com o jovem Agostinho, que se tornara bispo de Hipona, os quais o encaminharam à conversão. Assim, aos vinte e cinco anos de idade Paulino foi batizado. Um ano antes tinha se casado com Terásia, uma cristã espanhola que também o influenciou a aprofundar-se nos ensinamentos do Evangelho. Quando perderam, ainda criança, o único filho, Celso, os dois resolveram abandonar de vez a vida social e abraçar a vida monástica. De comum acordo, dividiram as grandes riquezas que possuíam com os pobres e as obras de caridade voltadas para o atendimento de doentes e desamparados e se dirigiram para a Catalunha, na Espanha. Pouco tempo depois, Paulino, que se tornara conhecido e estimado por todo o povo, encaminhou ao bispo um pedido para que este o ordenasse sacerdote. O que aconteceu, além de ser convidado a participar do clero local ou, se preferisse, ingressar no de Milão, mas recusou a ambos. Queria, de verdade, uma vida de monge recluso, por isso mudou-se para a Campânia, onde a família ainda tinha como propriedade o túmulo de um mártir, são Félix. Paulino começou a construir ali um santuário para o santo, e ao mesmo tempo fez levantar uma hospedaria para os peregrinos pobres. Em seguida, transformou um dos andares em mosteiro e deu início a uma comunidade religiosa formada por ele, a esposa e alguns amigos. A principal característica desses monges era a comunicação feita somente por meio de correspondência escrita. Foram cinquenta e uma cartas dirigidas aos amigos e personalidades do mundo cristão, entre eles Agostinho, o bispo de Hipona. Paulino revelou-se um grande poeta, escritor e pregador, foi uma figura tão brilhante quanto humilde. Entretanto a vida calma que almejara quando abdicou de sua condição de herdeiro político de bons cargos no Império Romano para levar uma vida pobre em dinheiro e poder, mas rica em fé e dignidade, terminaria em 409. Na ocasião, foi eleito e consagrado bispo de Nola, diocese de Nápoles, cargo que ocupou até morrer no ano 431, um ano após a morte do amigo e companheiro Agostinho, hoje também santo e doutor da Igreja. Conheça mais sobre São Paulino de Nola Santo Agostinho não era ainda mais que sacerdote, quando recebeu uma carta encantadora de suavidade, elegância, amizade e louvores, da parte de ilustre senador e cônsul romano, que, com a mulher, acabava de abraçar a vida monástica. A carta estava acompanhada de um pão bento, em sinal de união. No cabeçalho estava escrito: Ao Senhor Agostinho, irmão unânime e venerável, Paulino e Teresa, pecadores. Tratava-se de São Paulino, nascido em Bordéus, em 353. Contava uma longa lista de senadores na família, tanto do lado paterno como do lado materno. Seu pai, Pôncio Paulino, era prefeito do pretório nas Gálias, e primeiro magistrado do império do Oriente. A esta nobre nascença Paulino ajuntava um espírito elevado e penetrante, um gênio rico e fecundo, uma facilidade maravilhosa de exprimir-se. Cultivou tais predicados desde a infância, por um estudo assíduo dos diferentes ramos da literatura. Teve por mestre de eloqüência e de poesia o célebre Ausono, que foi cônsul em 379. Foi elevado, conquanto jovem aindam às mais altas dignidades, e declarado cônsul antes de Ausono, seu mestre. Desposou uma espanhola chamada Tereásia ou Teresa, que lhe trouxe vultuosos bens, que era sobretudo distinta pelo mérito pessoal e pela piedade. Fez grande número de amigos na Itália, na Espanha e nas Gálias, onde havia exercido durante o espaço de quinze anos os seus raros talentos e a maravilhosa capacidade para administração dos negócios, tanto públicos como particulares. Mas a morte de um irmão, as revoluções políticas que se seguiram ao assassínio do imperador Graciano, e mais ainda os entretenimentos que teve com Santo Ambrósio de Milão, com São Martinho de Tours, com São Victrício de Touen, com o Santo Delfim de Bordéus, da mão do qual recebeu o batismo pelo ano de 380, deram-lhe gosto pelo retiro e inspiraram nele o desejo sincero de levar uma vida mais cristã. Enfim, encorajado pela mulher, retiraram-se ambos para uma pequena propriedade que tinham na Espanha e ocuparam-se unicamente de sua santificação, desde o ano de 390 até 394. Foi lá que perderam o filho único que Deus lhes havia dado. Enterraram-no em Alcala, junto dos santos mártires Justo e Pastor. Desde esse tempo obrigaram-se, com sentimento mútuo, a viver em continência perpétua. Em breve, Paulino mudou o hábito, a fim de anunciar ao mundo a resolução de abandonar o senado, os pais, os bens, e ir sepultar-se num mosteiro ou no deserto. Os bens deviam ser consideráveis, pois Ausono testemunhou o pesar que sentia de ver partilhar entre cem pessoas diferentes os reinos de Paulino, seu pai. O santo vendeu todas as possessões e distribuiu o preço entre os infelizes. Abriu os celeiros e paióis a todos os necessitados. Não contente com aliviar os pobres da vizinhança, chamou-os de todas as partes para nutri-los e vesti-los. Resgatou uma infinidade de cativos e de pobres devedores reduzidos à escravidão por não terem o que pagar. Vendeu igualmente os bens da mulher, que não aspirava com menos fervor à prática da pobreza voluntária. Tal ação foi louvada e admirada por todos os santos que se viam então na Igreja. Mas asa pessoas do mundo tachavam-na de loucura. Paulino foi abandonado por todos, mesmo pelos parentes e escravos, que recusavam prestar-lhe os serviços mais comuns da humanidade. Ausono, seu mestre, que era cristão, mas apenas o suficiente para não ser pagão, queixou-se da transformação, por várias cartas em verso. O santo respondeu-lhe por diversos pequenos poemas transudando urbanidade delicada, onde lhe assegura que a sua conversão a Deus não fazia senão tornar mais íntima a antiga amizade. Todavia, em meio a essa censura geral, viu dois de seus mais ilustres amigos seguirem-lhe o exemplo. O primeiro foi Sulpício; o segundo Santo Aper, vulgarmente Santo Evre, que foi bispo de Toul. O propósito de Paulino, renunciando ao mundo era ir passar os dias num ermo próximo de Nola, na Campanha, e servir Jesus Cristo na tumba de São Félix, ser o porteiro da igreja, varrer o pavimento todas as manhãs, vigiar à noite para guardá-la, e terminar a vida no trabalho. Mas o povo de Barcelona, edificado com a pureza de seus costumes, apoderou-se dele no Natal de 393, e pediu com insistente calor que se tornasse sacerdote. Ele defendeu-se como lhe foi possível, e não consentiu na ordenação senão com a condição de que seria livre de ir para onde quisesse. Era contrário às regras da Igreja; mas se passava por vezes por cima delas. Após a Páscoa do ano seguinte, 394 abandonou a Espanha para ir à Itália. Em Milão vivia Santo Ambrósio, que o recebeu com muitas honras e o agregou ao seu clero. Continuando a viagem, foi até Roma, onde melhor o recebeu o povo do que o clero. Alguns eclesiásticos e o Papa não queriam relações com ele. Paulino cedeu à inveja e retirou-se; mas escrevendo a seu amigo Sulpício Severo, não pode deixar de queixar-se. Talvez o Papa, que tinha muito zelo pela observância das regras da Igreja, não achava bom que, contrariando tais regras, Paulino houvesse sido ordenado sacerdote sendo neófito leigo, e sem estar unido a uma igreja particular. Seja o que for, Paulino apressou-se em deixar Roma para dirigir-se a Nola, onde tinha escolhido o retiro junto da tumba de São Félix, que ficava a alguns passos da cidade. Haviam construído uma igreja sobre a sepultura; ao pé da igreja havia uma construção muito longa de dois andares com uma galeria dividida em celas, das quais Paulino se servia para receber eclesiásticos que iam visitá-lo. Do outro lado havia um alojamento para pessoas do mundo, e também um pequeno jardim. Muitas pessoas piedosas tinham-se unido a ele, que formou então uma sociedade chamada companhia de monges. Todos se sujeitavam a uma regra, e praticavam diversas austeridades. Cada dia Paulino rendia a São Félix toda a honra de era capaz; mas tentava ultrapassar-se no dia de sua festa. Todos os anos lhe celebrava os louvores com um poema, que chamava de tributo de sua homenagem voluntária. Temos ainda hoje quinze desses poemas, o primeiro dos quais foi composto na Espanha. Paulino morreu em 431. Tinha sido eleito bispo de Nola em 409 e, nesse cargo, não procurou jamais fazer-se temido, mas amado de todos. Nos julgamentos, examinava com rigor e decidia com doçura. Conquanto houvesse distribuído tão liberalmente os bens, outrora, tomava grande cuidado dos da igreja para despendê-los fielmente. Dava a todos, perdoava, consolava, edificava uns pelas palavras, e pelas cartas, outros pelos exemplos. A reputação estendia-se-lhe por todo o império, e também entre os bárbaros. Feito prisioneiro dos godos, que devastavam a Itália em 410, disse a Deus com confiança: “Não permitais, Senhor, que me torturem pelo ouro e pela prata; sabeis onde coloquei tudo o que me destes”. Sua prece foi ouvida: os bárbaros não o torturaram, e também não os que haviam tudo abandonado por Jesus Cristo. Em seguida, nada mais tendo a dar, tornou-se escravo para resgatar os filhos de uma viúva, aprisionados na África pelos vândalos, depois de estes haverem devastado a Campanha. Tinha a idade, como se crê, de setenta e oito anos, quando caiu enfermo de uma dor do lado; e como haviam desesperado da cura, dois bispos foram visitá-lo. Sua chegada proporcionou-lhe tanta alegria, que parecia ter esquecido a doença; e, estando prestes a entregar a alma a Deus, mandou trazer diante do leito os vasos sagrados, a fim de oferecer, com os bispos, o sacrifício , para recomendar a alma a Deus e restituir a paz aos que havia separado do santo ministério, segundo a disciplina da Igreja. Após haver cumprido tudo com alegria, disse repentinamente, em voz alta: – Onde estão meus irmãos: Um dos assistentes, persuadido de que falava dos bispos que estavam presentes, disse: Ei-los! São Paulino replicou: – Refiro-me a meus irmãos Janeiro e Martinho, que acabam de falar-me, e que me disseram que vinham buscar-me. Ouvia São Janeiro, bispo de Cápua e Mártir, cujas relíquias estavam então em Nápoles, e São Martinho de Tours, que lhe tinham aparecido. Em seguida, estendeu as mãos ao céu e cantou o salmo: Elevei as mãos às montanhas, e terminou por uma oração. O sacerdote Postumiano advertiu-o de que devia quarenta moedas de outro pelas vestes que havia daod aos pobres. São Paulino respondeu sorrindo: Meu filho, não te preocupes, encontrar-se-á alguém que liquidará a dívida dos pobres. Pouco depois, entrou um sacerdote vindo de Lucânia, enviado pelo bispo Exuperâncio e seu irmão Ursaco, homens eminentíssimos, que lhe trouxeram cinqüenta moedas de ouro como presente; São Paulino recebeu-as e disse: Rendo-vos graças, senhor, de não ter abandonado i que em vós espera. Deu duas moedas de ouro ao sacerdote que as havia trazido, e ordenou fosse o resto pago aos mercadores que haviam dado as vestes aos pobres. Caindo a noite, repousou até meia-noite, depois a dor de lado recrudesceu com violência, sem contar o mal que lhe haviam feito os médicos, aplicando-lhe fogo diversas vezes, inutilmente. Sofreu também muito de opressão do peito, até uma hora da madrugada. Ao romper da aurora, segundo o seu costume, acordou todos, e rezou as matinas, ou melhor, as laudes, como de ordinário; clareando o dia, falou aos sacerdotes, aos diáconos e a todo o clero, exortando-os à paz, ficando depois sem falar até a tarde. Em seguida, como que despertando, lembrou-se de que Ra tempo do ofício das lâmpadas, vale dizer, das vésperas e, estendendo as mãos, cantou lentamente: Preparei uma lâmpada ao meu Cristo. Após algum tempo de silêncio, pela quarta hora da noite, vale dizer dez horas, todos os assistentes estavam bem acordados, foi a cela sacudida por um tremor tão grande de terra, que se prostraram a rezar atemorizados, sem que os que estavam fora do quarto de algo se apercebessem. Ele entregou a alma, e o semblante e todo corpo pareceram brancos como a neve. Era o dia 22 de Junho de 431, dia em que a Igreja lhe honra ainda a memória. As circunstâncias de sua morte foram escritas por um sacerdote chamado Urânio, que a havia presenciado. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XI, p. 94 à 100)
- A Intercessão da Virgem Maria é necessária para nossa Salvação.
A Santíssima Virgem é co-redentora da Humanidade, e por isso é necessária a intercessão dela para a salvação de sua alma. A intercessão de Maria Santíssima é necessária para a nossa Salvação. Por quê? Veja aqui: Uma sentença de São Bernardo diz: Cooperam para nossa ruína um homem e uma mulher. Convinha, pois, que outro homem e outra mulher cooperassem para a nossa reparação. E estes foram Jesus e Maria, sua Mãe. Não há dúvida, diz o Santo, Jesus Cristo, só, foi suficientíssimo para remir-nos. Mas conveniente era, entretanto, que para nossa reparação servissem ambos os sexos, assim como haviam cooperado ambos para a nossa ruína. Pelo que Santo Alberto chamou a Maria cooperadora da redenção. A própria Virgem revelou a Santa Brígida que assim como Adão e Eva por um pomo venderam o mundo, assim também ela e seu Filho com um coração o resgataram. Do nada pode Deus criar o mundo, observa Santo Anselmo, mas não quis repará-lo sem a cooperação de Maria. De três modos, cooperou a divina Mãe para a nossa salvação. Primeiro, merecendo com merecimento de côngruo a Encarnação do Verbo. Segundo, rogando muito a Deus por nós, enquanto esteve no mundo. Terceiro, sacrificando com boa vontade a Deus a vida do Filho para a nossa salvação. Tendo, pois, Maria cooperado para a redenção com tanto amor pelos homens e tanto zelo pela glória divina, com razão determinou o Senhor que todos nos salvemos por intermédio de sua intercessão. Maria é chamada cooperadora de nossa justificação, diz Bernardino de Busti, porque Deus lhe entregou as graças todas que nos quer dispensar. Por isso, no dizer de São Bernardo, todas as gerações, passadas, presentes e futuras, devem considerar Maria como medianeira e advogada da salvação de todos os séculos. Garante-nos Jesus Cristo, que ninguém pode vir a ele, a não ser que o Pai o traga. “Ninguém pode vir a mim, se o Pai não o atrair” (Jo. 6, 44). O mesmo também, no sentir de Ricardo de S. Lourenço, diz Jesus de sua Mãe. Ninguém pode vir a mim, se minha Mãe o não atrair com suas preces. Jesus foi o fruto de Maria, como diz S. Isabel (Lc, 1, 42). Quem quer o fruto deve querer também a árvore. Quem, pois, quer a Jesus, deve procurar Maria; e quem acha Maria, certamente acha também Jesus. Vendo Isabel a Santíssima Virgem que a fora visitar em sua casa, e não sabendo como lhe agradecer, exclamou cheia de humildade: E donde a mim está dita, que venha visitar-me a Mãe do meu Senhor? (Lc 1, 43). Mas como assim pergunta? Não sabia já Isabel que não só Maria, como também Jesus tinha vindo à sua casa? Por que, pois, se declara indigna de receber a Mãe, em vez de confessar-se indigna de ver o Filho vir a seu encontro? Ah! É porque bem entendia a Santa que Maria vem sempre com Jesus e que, portanto, lhe bastava agradecer à Mãe sem nomear o Filho. No livro dos Provérbios (31, 14), diz-se da mulher prudente: Fez-se como a nau do negociante, que traz de longe o seu pão. Maria foi esta ditosa nau, que do céu nos trouxe Jesus Cristo, pão vivo descido do céu para dar-nos a vida eterna, como ele diz: Eu sou o pão vivo, que desci do céu; se alguém comer deste pão, viverá eternamente (Jo. 6, 51). Daí concluiu Ricardo de S. Lourenço que no mar deste mundo, todos se perdem, quantos não se tiverem recolhido a esta nau, isto é, que não forem protegidos de Maria. Sempre, portanto, continua ele, que estivermos em perigo de nos perdermos pelas tentações ou paixões desta vida: urge recorrer a Maria, clamando: Depressa, Senhora, ajudai-nos, salvai-nos, se não quereis ver-nos perdidos. E note-se aqui, de passagem, que o sobredito autor não se faz escrúpulo de dizer a Maria: Salvai-nos que perecemos! Não imita, por conseguinte, o autor mencionado no parágrafo anterior, o qual nos proíbe que peçamos à Virgem salvação, porquanto no seu parecer só de Deus devemos esperá-la. Bem que pode um condenado à morte dizer a algum valido rei que o salvem pedindo ao príncipe indulto para a sua vida. Mas por que então não poderemos nós dizer à Mãe de Deus que nos salve, impetrando-nos a graça da vida eterna? São João Damasceno sem dificuldade dizia à Virgem Santíssima: Rainha pura e imaculada, salvai-me, livrai-me da condenação eterna! São Boaventura saúda-a como “salvação dos que a invocam”. A Santa Igreja aprova o chamar-lhe “saúde dos enfermos”. E teremos nós escrúpulos de pedir-lhes que nos salve, quando um escritor afirma que ninguém se salva senão por ela? (Fonte: retirado do livro “Glórias de Maria” de Santo Afonso Maria de Ligório) Equipe Padre Rodrigo Maria
- A Intercessão da Virgem Maria é necessária para nossa Salvação.
A Santíssima Virgem é co-redentora da Humanidade, e por isso é necessária a intercessão dela para a salvação de sua alma. A intercessão de Maria Santíssima é necessária para a nossa Salvação. Por quê? Veja aqui: Uma sentença de São Bernardo diz: Cooperam para nossa ruína um homem e uma mulher. Convinha, pois, que outro homem e outra mulher cooperassem para a nossa reparação. E estes foram Jesus e Maria, sua Mãe. Não há dúvida, diz o Santo, Jesus Cristo, só, foi suficientíssimo para remir-nos. Mas conveniente era, entretanto, que para nossa reparação servissem ambos os sexos, assim como haviam cooperado ambos para a nossa ruína. Pelo que Santo Alberto chamou a Maria cooperadora da redenção. A própria Virgem revelou a Santa Brígida que assim como Adão e Eva por um pomo venderam o mundo, assim também ela e seu Filho com um coração o resgataram. Do nada pode Deus criar o mundo, observa Santo Anselmo, mas não quis repará-lo sem a cooperação de Maria. De três modos, cooperou a divina Mãe para a nossa salvação. Primeiro, merecendo com merecimento de côngruo a Encarnação do Verbo. Segundo, rogando muito a Deus por nós, enquanto esteve no mundo. Terceiro, sacrificando com boa vontade a Deus a vida do Filho para a nossa salvação. Tendo, pois, Maria cooperado para a redenção com tanto amor pelos homens e tanto zelo pela glória divina, com razão determinou o Senhor que todos nos salvemos por intermédio de sua intercessão. Maria é chamada cooperadora de nossa justificação, diz Bernardino de Busti, porque Deus lhe entregou as graças todas que nos quer dispensar. Por isso, no dizer de São Bernardo, todas as gerações, passadas, presentes e futuras, devem considerar Maria como medianeira e advogada da salvação de todos os séculos. Garante-nos Jesus Cristo, que ninguém pode vir a ele, a não ser que o Pai o traga. “Ninguém pode vir a mim, se o Pai não o atrair” (Jo. 6, 44). O mesmo também, no sentir de Ricardo de S. Lourenço, diz Jesus de sua Mãe. Ninguém pode vir a mim, se minha Mãe o não atrair com suas preces. Jesus foi o fruto de Maria, como diz S. Isabel (Lc, 1, 42). Quem quer o fruto deve querer também a árvore. Quem, pois, quer a Jesus, deve procurar Maria; e quem acha Maria, certamente acha também Jesus. Vendo Isabel a Santíssima Virgem que a fora visitar em sua casa, e não sabendo como lhe agradecer, exclamou cheia de humildade: E donde a mim está dita, que venha visitar-me a Mãe do meu Senhor? (Lc 1, 43). Mas como assim pergunta? Não sabia já Isabel que não só Maria, como também Jesus tinha vindo à sua casa? Por que, pois, se declara indigna de receber a Mãe, em vez de confessar-se indigna de ver o Filho vir a seu encontro? Ah! É porque bem entendia a Santa que Maria vem sempre com Jesus e que, portanto, lhe bastava agradecer à Mãe sem nomear o Filho. No livro dos Provérbios (31, 14), diz-se da mulher prudente: Fez-se como a nau do negociante, que traz de longe o seu pão. Maria foi esta ditosa nau, que do céu nos trouxe Jesus Cristo, pão vivo descido do céu para dar-nos a vida eterna, como ele diz: Eu sou o pão vivo, que desci do céu; se alguém comer deste pão, viverá eternamente (Jo. 6, 51). Daí concluiu Ricardo de S. Lourenço que no mar deste mundo, todos se perdem, quantos não se tiverem recolhido a esta nau, isto é, que não forem protegidos de Maria. Sempre, portanto, continua ele, que estivermos em perigo de nos perdermos pelas tentações ou paixões desta vida: urge recorrer a Maria, clamando: Depressa, Senhora, ajudai-nos, salvai-nos, se não quereis ver-nos perdidos. E note-se aqui, de passagem, que o sobredito autor não se faz escrúpulo de dizer a Maria: Salvai-nos que perecemos! Não imita, por conseguinte, o autor mencionado no parágrafo anterior, o qual nos proíbe que peçamos à Virgem salvação, porquanto no seu parecer só de Deus devemos esperá-la. Bem que pode um condenado à morte dizer a algum valido rei que o salvem pedindo ao príncipe indulto para a sua vida. Mas por que então não poderemos nós dizer à Mãe de Deus que nos salve, impetrando-nos a graça da vida eterna? São João Damasceno sem dificuldade dizia à Virgem Santíssima: Rainha pura e imaculada, salvai-me, livrai-me da condenação eterna! São Boaventura saúda-a como “salvação dos que a invocam”. A Santa Igreja aprova o chamar-lhe “saúde dos enfermos”. E teremos nós escrúpulos de pedir-lhes que nos salve, quando um escritor afirma que ninguém se salva senão por ela? (Fonte: retirado do livro “Glórias de Maria” de Santo Afonso Maria de Ligório) Equipe Padre Rodrigo Maria
- The Last Days of Henry VIII
Death, at last, was about to put an end to Henry’s crimes; he was now fifty-seven years of age, and had grown to such an enormous size that he could not pass through the doorway of his palace, and was obliged to be carried by servants up and down stairs. A deep-rooted sadness and remorse now seize him; all his crimes, sacrileges, and scandals stared at him in the face. To establish the sacrilegious doctrine of his primacy over the English church, he had put to death two Cardinals, three Archbishops, eighteen Bishops and Archdeacons, five hundred priests, sixty superiors of religious houses, fifty canons, twenty-nine peers, three hundred and sixty-six knights, and an immense number of both the gentry and people. Ulcers in one of his legs, together with fever, now plainly told him that his end was nigh. All dreaded his anger; and none was willing to brave the danger of death, by plainly telling him that his only chance of salvation was to repent of his evil deeds – to repair the scandal he had given – and humbly return to the church he had abandoned. One alone suggested to him that he ought to convoke a parliament…to set things right. He ordered, it is said, the secretaries of state to convoke it, but they feared they should be obliged to disgorge the plunder of the church, and put off the convocation, and thus he left the church in the greatest confusion; and soon, as we shall see, irreparable ruin overtook it. Just before his death, he opened a church belonging to the Franciscans, and had Mass again said in it, but this was a little reparation for so much mischief … He caused Mass to be celebrated several times in his chamber, and wished that the viaticum would be administered to him in the one kind alone. When the viaticum was brought in, he received it kneeling, and when it was told him, that, considering the state he was in, that was unnecessary, he said: “If I could bury myself under the earth, I could not show sufficient respect to the God I am about to receive.” How could he however, expect to please the Almighty by such acts of reverence, after trampling on his church, and dying out of her communion? He endeavoured, by these external acts, to quiet that remorse of conscience he felt, but, withal, he could not recover the Divine grace, nor the peace he sought. He called for some religious to attend to him at his last moments, after banishing them out of the kingdom; he next called for something to drink, and having tasted it. He said to those around him, in a loud tone, “so this is the end of it, and all is lost for me,” and immediately expired. (An extract from “The History of Heresies” by St.Alphonsus d’Liguori)
- O Santo Rosário é a mais poderosa das orações depois da Santa Missa.
O Rosário é a Melhor das devoções, depois da Santa Missa. Isso quem diz é São Luís Maria de Montfort: “O Rosário completo é, pois, uma grande coroa de rosas e o Terço de cinco dezenas é uma pequena coroa de flores ou uma pequena coroa de rosas celestiais que colocamos nas cabeças de JESUS e Maria. A rosa é a rainha das flores, e o Rosário, depois da Santa Missa é a melhor das devoções” E continua: “Não é possível para mim expressar em palavras o quanto Nossa Senhora pensa a respeito do Santo Rosário e de como ela imensamente o prefere em relação a todas as outras devoções. Nem posso eu me expressar de maneira suficiente o quanto ela recompensa aqueles que trabalham, a fim de propagar esta devoção a fim de estabelecê-la e divulgá-la, nem por outro lado, o quanto ela pune aqueles que trabalham contra esta devoção”. O Rosário é uma oração perfeita. É perfeita por que engloba tudo o que é de mais agradável a Deus e Nossa Senhora. Ele possui todas as orações mais agradáveis aos olhos de Deus, segue descrito a seguir: 1 – Possui o símbolo de Nossa Fé. “O Credo ou o Símbolo dos Apóstolos que é rezada no crucifixo do Rosário é um santo sumário de todas as verdades cristãs. É uma oração que possui grande mérito porque a fé é a raiz, a base e o começo de todas as virtudes cristãs, de todas as virtudes eternas e também de todas orações que são do agrado do DEUS Todo-Poderoso.” (São Luis Maria de Montfrot) 2 – Possui a oração do Pai Nosso, que foi ensinada diretamente por Jesus Cristo. “O PAI Nosso ou a oração do SENHOR possui grande valor acima de tudo por causa de sua Autoria que não é nem humana nem angélica, mas do Reis dos Anjos e dos homens, Nosso Senhor e Salvador JESUS CRISTO. São Cipriano disse que parecia certo que Nosso SENHOR, por quem nascemos para a vida da graça, veio para ser o nosso Mestre celestial e os ensinar a orar” (São Luis Maria de Montfort). 3 – Possui a saudação Angélica, ou Ave Maria. Assim diz São Luis Maria de Montfort: “A Saudação Angélica é o mais ocioso sumário que toda a teologia Católica nos ensina a respeito da Virgem Santíssima. Ela é dividida em duas partes, uma de louvor e a outra de petição: a primeira mostra tudo quanto constitui a verdadeira grandeza de Maria e tudo que necessitamos pedir a ela e tudo o que podemos esperar receber de sua bondade. (…) Através da Saudação Angélica, DEUS se tornou Homem, uma virgem se tornou Mãe de DEUS, as almas dos justos foram libertadas do Limbo, enchendo, no Céu, os tronos vazios. Além disto, o pecado foi perdoado, a graça nos foi dada, os doentes foram curados, os mortos ressuscitaram, os exilados foram trazidos de volta ao seu lar, a ira da SANTÍSSIMA TRINDADE foi apaziguada e os homens obtiveram a vida eterna. Finalmente, a ‘Saudação Angélica é um arco-íris nos céus, um sinal de misericórdia e graça que DEUS dá ao Mundo’.” (Bem-aventurado Alano de La Roche) Não há nada que agrade mais a nossa Mãe, que recitar a Ave Maria, é como oferecer uma rosa a Nossa Senhora, como foi dito acima. Leia também: O que é a Santa Escravidão de Amor? 4 – Possui os Mistérios da vida de Jesus e de Maria: “Um mistério é uma realidade sagrada que é difícil de compreender. As obras de Nosso Senhor JESUS CRISTO são todas sagradas e divinas, porque Ele é DEUS e Homem ao mesmo tempo (…)” [1] “São Domingos dividiu a vida de Nosso SENHOR e Nossa Senhora em quinze mistérios que lembram suas virtudes e ações mais importantes. São quinze quadros, cujas cenas devem servir-nos de normas e exemplos de fogo que guiam nossos passos nesta vida terrena”. 5 – Possui a Meditação da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é o que mais agrada a Deus. Lhe agrada muito meditar o quanto Ele sofreu por nós. E isto novamente, não sou eu quem digo: A Virgem Maria ensinou ao Bem-aventurado Alano de La Roche e disse-lhe em uma visão: “Quando os fiéis rezem as Cento e cinquenta Ave Marias e os e os Quinze PAI Nossos, muito me agradam e esta devoção é eficaz para se obter graças. Mas a eficácia aumenta muito mais e me agradarão mais ainda se, enquanto se rezar, meditar na Vida, Paixão, Morte e Ressurreição de JESUS CRISTO, pois a meditação é a alma desta devoção” 6 – O Rosário é uma oração perfeita por que por ele pedimos a intercessão da Mãe de Deus: Não há no céu nem na terra maior Intercessora que Nossa Senhora, e no rosário nós colocamos tudo nas mãos de Maria, e confiamos a ela nossa oração. Jesus nada nega a sua mãe. 7 – O Rosário é uma oração perfeita também, por que nele pedimos a intercessão dos Santos que estão no céu, para que roguem por nós Considerações finais: Depois dos motivos expostos acima, creio que o leitor possa refletir: O que faltou na oração do rosário? Nada. O Rosário é uma oração completa e a mais perfeita, por isso Nossa Senhora tanto insistiu em todas suas aparições, que rezemos ao menos o terço todos os dias. Nada pode ser substituído pela oração do rosário. Como disse São Luís Maria de Montfort, no livro [O Segredo do Rosário], não peca quem reza de outra forma, porém, nada neste mundo, nem uma outra oração é tão grande em méritos e tão querida por nosso Senhor. Equipe Templário de Maria Leia também: “Aqueles que morrerem com este Escapulário não padecerão o fogo do Inferno” – Nossa Senhora do Carmo – 16 de Julho #NossaSenhora #Oração #SantíssimaVirgem
- O Santo Rosário é a mais poderosa das orações depois da Santa Missa.
O Rosário é a Melhor das devoções, depois da Santa Missa. Isso quem diz é São Luís Maria de Montfort: “O Rosário completo é, pois, uma grande coroa de rosas e o Terço de cinco dezenas é uma pequena coroa de flores ou uma pequena coroa de rosas celestiais que colocamos nas cabeças de JESUS e Maria. A rosa é a rainha das flores, e o Rosário, depois da Santa Missa é a melhor das devoções” E continua: “Não é possível para mim expressar em palavras o quanto Nossa Senhora pensa a respeito do Santo Rosário e de como ela imensamente o prefere em relação a todas as outras devoções. Nem posso eu me expressar de maneira suficiente o quanto ela recompensa aqueles que trabalham, a fim de propagar esta devoção a fim de estabelecê-la e divulgá-la, nem por outro lado, o quanto ela pune aqueles que trabalham contra esta devoção”. O Rosário é uma oração perfeita. É perfeita por que engloba tudo o que é de mais agradável a Deus e Nossa Senhora. Ele possui todas as orações mais agradáveis aos olhos de Deus, segue descrito a seguir: 1 – Possui o símbolo de Nossa Fé. “O Credo ou o Símbolo dos Apóstolos que é rezada no crucifixo do Rosário é um santo sumário de todas as verdades cristãs. É uma oração que possui grande mérito porque a fé é a raiz, a base e o começo de todas as virtudes cristãs, de todas as virtudes eternas e também de todas orações que são do agrado do DEUS Todo-Poderoso.” (São Luis Maria de Montfrot) 2 – Possui a oração do Pai Nosso, que foi ensinada diretamente por Jesus Cristo. “O PAI Nosso ou a oração do SENHOR possui grande valor acima de tudo por causa de sua Autoria que não é nem humana nem angélica, mas do Reis dos Anjos e dos homens, Nosso Senhor e Salvador JESUS CRISTO. São Cipriano disse que parecia certo que Nosso SENHOR, por quem nascemos para a vida da graça, veio para ser o nosso Mestre celestial e os ensinar a orar” (São Luis Maria de Montfort). 3 – Possui a saudação Angélica, ou Ave Maria. Assim diz São Luis Maria de Montfort: “A Saudação Angélica é o mais ocioso sumário que toda a teologia Católica nos ensina a respeito da Virgem Santíssima. Ela é dividida em duas partes, uma de louvor e a outra de petição: a primeira mostra tudo quanto constitui a verdadeira grandeza de Maria e tudo que necessitamos pedir a ela e tudo o que podemos esperar receber de sua bondade. (…) Através da Saudação Angélica, DEUS se tornou Homem, uma virgem se tornou Mãe de DEUS, as almas dos justos foram libertadas do Limbo, enchendo, no Céu, os tronos vazios. Além disto, o pecado foi perdoado, a graça nos foi dada, os doentes foram curados, os mortos ressuscitaram, os exilados foram trazidos de volta ao seu lar, a ira da SANTÍSSIMA TRINDADE foi apaziguada e os homens obtiveram a vida eterna. Finalmente, a ‘Saudação Angélica é um arco-íris nos céus, um sinal de misericórdia e graça que DEUS dá ao Mundo’.” (Bem-aventurado Alano de La Roche) Não há nada que agrade mais a nossa Mãe, que recitar a Ave Maria, é como oferecer uma rosa a Nossa Senhora, como foi dito acima. Leia também: O que é a Santa Escravidão de Amor? 4 – Possui os Mistérios da vida de Jesus e de Maria: “Um mistério é uma realidade sagrada que é difícil de compreender. As obras de Nosso Senhor JESUS CRISTO são todas sagradas e divinas, porque Ele é DEUS e Homem ao mesmo tempo (…)” [1] “São Domingos dividiu a vida de Nosso SENHOR e Nossa Senhora em quinze mistérios que lembram suas virtudes e ações mais importantes. São quinze quadros, cujas cenas devem servir-nos de normas e exemplos de fogo que guiam nossos passos nesta vida terrena”. 5 – Possui a Meditação da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é o que mais agrada a Deus. Lhe agrada muito meditar o quanto Ele sofreu por nós. E isto novamente, não sou eu quem digo: A Virgem Maria ensinou ao Bem-aventurado Alano de La Roche e disse-lhe em uma visão: “Quando os fiéis rezem as Cento e cinquenta Ave Marias e os e os Quinze PAI Nossos, muito me agradam e esta devoção é eficaz para se obter graças. Mas a eficácia aumenta muito mais e me agradarão mais ainda se, enquanto se rezar, meditar na Vida, Paixão, Morte e Ressurreição de JESUS CRISTO, pois a meditação é a alma desta devoção” 6 – O Rosário é uma oração perfeita por que por ele pedimos a intercessão da Mãe de Deus: Não há no céu nem na terra maior Intercessora que Nossa Senhora, e no rosário nós colocamos tudo nas mãos de Maria, e confiamos a ela nossa oração. Jesus nada nega a sua mãe. 7 – O Rosário é uma oração perfeita também, por que nele pedimos a intercessão dos Santos que estão no céu, para que roguem por nós Considerações finais: Depois dos motivos expostos acima, creio que o leitor possa refletir: O que faltou na oração do rosário? Nada. O Rosário é uma oração completa e a mais perfeita, por isso Nossa Senhora tanto insistiu em todas suas aparições, que rezemos ao menos o terço todos os dias. Nada pode ser substituído pela oração do rosário. Como disse São Luís Maria de Montfort, no livro [O Segredo do Rosário], não peca quem reza de outra forma, porém, nada neste mundo, nem uma outra oração é tão grande em méritos e tão querida por nosso Senhor. Equipe Templário de Maria Leia também: “Aqueles que morrerem com este Escapulário não padecerão o fogo do Inferno” – Nossa Senhora do Carmo – 16 de Julho #NossaSenhora #Oração #SantíssimaVirgem
- O Sacerdote no altar, deve unir-se a Virgem Maria no Calvário
Tu és o meu Filho e hoje te gerei (Sl 2,7) diz o Salmista, mas podemos colocar estas palavras nos lábios da Virgem Santíssima, que dirige-as continuamente ao seu Filho Jesus. O título de “corredentora” que é aplicado única e exclusivamente à Maria Santíssima alcança horizontes que vão além do que o entendimento humano pode alcançar, um título que desde toda a eternidade esteve reservado especialmente à esta Virgem e que atingiu o seu cume ao lado do Verbo de Deus pregado no alto da Cruz. “At ubi venit plenitudo temporis misit Deus Filium suum factum ex muliere”, “e na plenitude dos tempos Deus enviou o seu Filho para que nascesse de uma Mulher”. Esta mulher foi Maria, que foi prevenida do pecado original já em vista dos merecimentos de Cristo na Cruz, e sendo este um privilégio único para que assim pudesse Ela ser a Mãe do Filho de Deus, Aquele que viria a ser o Sumo e Eterno Sacerdote da nova e eterna aliança. Segundo Santo Afonso de Ligório, quando a Santíssima Virgem ofereceu o seu Divino Filho no templo, Ela o fez de forma diferente das outras mães que realizavam tal oferecimento a Deus como uma simples cerimônia da lei, enquanto Maria realmente ofereceu o seu Filho a Deus, e, sabia Ela, que O oferecia à morte. Sabia Ela que esta oferenda do Filho de Deus iria se consumar no altar da Cruz. De forma análoga, na Santa Missa, o sacerdote oferece a Deus o pão e o vinho como oblação, que tornar-se-ão o Corpo e Sangue do próprio Filho de Deus pelo perdão dos pecados e salvação nossa. Da mesma forma ocorreu com Maria, que dentro do seu ventre imaculado gerou o Filho de Deus; com a sua ilibada carne e com o seu puríssimo sangue deu forma e alimentou o Verbo Encarnado, o Deus humanado. Maria Santíssima ofereceu a Deus uma parte de si, ofereceu a carne da sua carne e o sangue do seu sangue, o seu Bem maior e o grande amor de sua vida, Aquele a quem Deus Pai confiou os cuidados maternos e a autoridade plena; Ela, por sua vez, ofereceu o mesmo no Calvário como sacrifício de expiação por nossos pecados. Desde o momento da Encarnação do Verbo, Maria tornou-se a Mãe Corredentora Aquela que contribuiu indescritivelmente pela redenção da humanidade, já que Deus Pai, o Criador de Tudo, que não possui a necessidade de sujeitar-se a alguém, quis submeter todo o seu plano de redenção a uma jovem de Nazaré. E da mesma forma com que Deus quis o seu consentimento para que o seu Filho se encarnasse em seu ventre virginal, também quis Deus que Maria consentisse com o sacrifício do seu Filho em vista da redenção dos homens. A entrega de Maria foi completa e total: ela deu o seu maior amor, Jesus Cristo, e esta entrega foi plenificada na Cruz, e, segundo o Abade Arnoldo de Chartres, Maria, na morte de seu Filho, uniu-se de tal modo sua vontade à do seu Filho, que ambos ofereceram um só e mesmo sacrifício, por isso ambos operaram a humana redenção e obtiveram a eterna salvação aos homens. Se, segundo o magistério da Santa Igreja, a Santa Missa é o Calvário e a renovação do Sacrifício de Cristo na Cruz – mas de forma incruenta -, Maria Santíssima, da mesma forma em que esteve presente ao lado do seu filho durante sua crucifixão, também está presente ao lado do altar durante a celebração do Sacrifício do Altar, já que o mesmo Deus é imolado pelo perdão dos nossos pecados nas mãos do sacerdote. Enquanto Maria Santíssima deu à luz o Filho de Deus de uma vez por todas, o sacerdote pode fazê-lo quantas vezes quiser; seja um sacerdote que viva como um anjo, seja um sacerdote que viva como um demônio. Se Maria tivesse cometido um único pecado em toda sua vida, mesmo que venial, não seria Ela digna de ser a Mãe de Deus, ao passo que o sacerdote, sendo um homem manchado pelo Pecado Original, está sujeito a todos os tipos de pecados, mas que mesmo assim, não importando em que estado se encontre a sua alma, Jesus Cristo sempre se fará presente na hóstia quando forem pronunciadas estas palavras que fazem tremer a abóbadas do Céu: “Este é o Meu Corpo” Assim como Maria que também fez uma oblação de si mesma a Deus em perfeita união com o oferecimento que fez do seu Filho no templo e plenificado no alto da Cruz em favor da humanidade, o Sacerdote deve portanto buscar emular a imagem de Maria Santíssima durante a Santa Missa, oferecendo-se sem cessar a Deus como vítima que se une ao Cordeiro que está sendo oferecido em suas mãos sacerdotais. Assim como Maria Santíssima levou em seus braços o Divino Menino até o templo em que realizou a solene oferta do seu querido Filho em sacrifício, e já tendo em vista a redenção que ainda viria, o sacerdote, enquanto se encontrar diante do altar, deve realizar o mesmo ato de oblação e com as mesmas intenções que teve a Dolorosa Mãe Corredentora : oferecendo-se a si mesmo como vítima em expiação dos pecados da humanidade e de forma mais excelente quando erguer até o alto a Sagrada Eucaristia logo após ter proferido aquelas palavras que são, de certa forma, uma ordem ao Senhor dos senhores, para que Ele se faça presente da mesma maneira altíssima e gloriosa em que Ele se encontra no Céu: em um simples pedaço de pão. Durante a Missa, as mãos do sacerdote tornam-se, se assim podemos dizer, o ventre Imaculado de Maria, pois, da mesma forma que somente do puríssimo ventre de Maria poderia ser gerada a carne do Filho de Deus, somente nas mãos ungidas do sacerdote pode fazer-se presente o Altíssimo e glorioso Rei dos reis. Também como Maria, que no Calvário plenificou a sua entrega total a Deus, tornando-se a Mulher Corredentora do gênero humano, o sacerdote, no altar, torna-se uma espécie de “corredentor”, no sentido espiritual da palavra, já que Ele exerce o ofício de Sacerdote do Altíssimo, um ofício de um outro Cristo, já que o sacerdote diz In Persona Christi, na pessoa de Cristo, “hoc est enim Corpus Meum” “Isto é o meu corpo” – Mt. 26, 26, mas que obviamente não refere-se a si mesmo, mas obedece ao mandamento que o Eterno Sacerdote decretou na Última Ceia: “Todas as vezes que fizerdes isto, fazei-o em memória de mim” – Lc 22, 19.
- O Sacerdote no altar, deve unir-se a Virgem Maria no Calvário
Tu és o meu Filho e hoje te gerei (Sl 2,7) diz o Salmista, mas podemos colocar estas palavras nos lábios da Virgem Santíssima, que dirige-as continuamente ao seu Filho Jesus. O título de “corredentora” que é aplicado única e exclusivamente à Maria Santíssima alcança horizontes que vão além do que o entendimento humano pode alcançar, um título que desde toda a eternidade esteve reservado especialmente à esta Virgem e que atingiu o seu cume ao lado do Verbo de Deus pregado no alto da Cruz. “At ubi venit plenitudo temporis misit Deus Filium suum factum ex muliere”, “e na plenitude dos tempos Deus enviou o seu Filho para que nascesse de uma Mulher”. Esta mulher foi Maria, que foi prevenida do pecado original já em vista dos merecimentos de Cristo na Cruz, e sendo este um privilégio único para que assim pudesse Ela ser a Mãe do Filho de Deus, Aquele que viria a ser o Sumo e Eterno Sacerdote da nova e eterna aliança. Segundo Santo Afonso de Ligório, quando a Santíssima Virgem ofereceu o seu Divino Filho no templo, Ela o fez de forma diferente das outras mães que realizavam tal oferecimento a Deus como uma simples cerimônia da lei, enquanto Maria realmente ofereceu o seu Filho a Deus, e, sabia Ela, que O oferecia à morte. Sabia Ela que esta oferenda do Filho de Deus iria se consumar no altar da Cruz. De forma análoga, na Santa Missa, o sacerdote oferece a Deus o pão e o vinho como oblação, que tornar-se-ão o Corpo e Sangue do próprio Filho de Deus pelo perdão dos pecados e salvação nossa. Da mesma forma ocorreu com Maria, que dentro do seu ventre imaculado gerou o Filho de Deus; com a sua ilibada carne e com o seu puríssimo sangue deu forma e alimentou o Verbo Encarnado, o Deus humanado. Maria Santíssima ofereceu a Deus uma parte de si, ofereceu a carne da sua carne e o sangue do seu sangue, o seu Bem maior e o grande amor de sua vida, Aquele a quem Deus Pai confiou os cuidados maternos e a autoridade plena; Ela, por sua vez, ofereceu o mesmo no Calvário como sacrifício de expiação por nossos pecados. Desde o momento da Encarnação do Verbo, Maria tornou-se a Mãe Corredentora Aquela que contribuiu indescritivelmente pela redenção da humanidade, já que Deus Pai, o Criador de Tudo, que não possui a necessidade de sujeitar-se a alguém, quis submeter todo o seu plano de redenção a uma jovem de Nazaré. E da mesma forma com que Deus quis o seu consentimento para que o seu Filho se encarnasse em seu ventre virginal, também quis Deus que Maria consentisse com o sacrifício do seu Filho em vista da redenção dos homens. A entrega de Maria foi completa e total: ela deu o seu maior amor, Jesus Cristo, e esta entrega foi plenificada na Cruz, e, segundo o Abade Arnoldo de Chartres, Maria, na morte de seu Filho, uniu-se de tal modo sua vontade à do seu Filho, que ambos ofereceram um só e mesmo sacrifício, por isso ambos operaram a humana redenção e obtiveram a eterna salvação aos homens. Se, segundo o magistério da Santa Igreja, a Santa Missa é o Calvário e a renovação do Sacrifício de Cristo na Cruz – mas de forma incruenta -, Maria Santíssima, da mesma forma em que esteve presente ao lado do seu filho durante sua crucifixão, também está presente ao lado do altar durante a celebração do Sacrifício do Altar, já que o mesmo Deus é imolado pelo perdão dos nossos pecados nas mãos do sacerdote. Enquanto Maria Santíssima deu à luz o Filho de Deus de uma vez por todas, o sacerdote pode fazê-lo quantas vezes quiser; seja um sacerdote que viva como um anjo, seja um sacerdote que viva como um demônio. Se Maria tivesse cometido um único pecado em toda sua vida, mesmo que venial, não seria Ela digna de ser a Mãe de Deus, ao passo que o sacerdote, sendo um homem manchado pelo Pecado Original, está sujeito a todos os tipos de pecados, mas que mesmo assim, não importando em que estado se encontre a sua alma, Jesus Cristo sempre se fará presente na hóstia quando forem pronunciadas estas palavras que fazem tremer a abóbadas do Céu: “Este é o Meu Corpo” Assim como Maria que também fez uma oblação de si mesma a Deus em perfeita união com o oferecimento que fez do seu Filho no templo e plenificado no alto da Cruz em favor da humanidade, o Sacerdote deve portanto buscar emular a imagem de Maria Santíssima durante a Santa Missa, oferecendo-se sem cessar a Deus como vítima que se une ao Cordeiro que está sendo oferecido em suas mãos sacerdotais. Assim como Maria Santíssima levou em seus braços o Divino Menino até o templo em que realizou a solene oferta do seu querido Filho em sacrifício, e já tendo em vista a redenção que ainda viria, o sacerdote, enquanto se encontrar diante do altar, deve realizar o mesmo ato de oblação e com as mesmas intenções que teve a Dolorosa Mãe Corredentora : oferecendo-se a si mesmo como vítima em expiação dos pecados da humanidade e de forma mais excelente quando erguer até o alto a Sagrada Eucaristia logo após ter proferido aquelas palavras que são, de certa forma, uma ordem ao Senhor dos senhores, para que Ele se faça presente da mesma maneira altíssima e gloriosa em que Ele se encontra no Céu: em um simples pedaço de pão. Durante a Missa, as mãos do sacerdote tornam-se, se assim podemos dizer, o ventre Imaculado de Maria, pois, da mesma forma que somente do puríssimo ventre de Maria poderia ser gerada a carne do Filho de Deus, somente nas mãos ungidas do sacerdote pode fazer-se presente o Altíssimo e glorioso Rei dos reis. Também como Maria, que no Calvário plenificou a sua entrega total a Deus, tornando-se a Mulher Corredentora do gênero humano, o sacerdote, no altar, torna-se uma espécie de “corredentor”, no sentido espiritual da palavra, já que Ele exerce o ofício de Sacerdote do Altíssimo, um ofício de um outro Cristo, já que o sacerdote diz In Persona Christi, na pessoa de Cristo, “hoc est enim Corpus Meum” “Isto é o meu corpo” – Mt. 26, 26, mas que obviamente não refere-se a si mesmo, mas obedece ao mandamento que o Eterno Sacerdote decretou na Última Ceia: “Todas as vezes que fizerdes isto, fazei-o em memória de mim” – Lc 22, 19.
- Execution of St. John Fisher
While Bishop Fisher was in prison, he was appointed cardinal by Paul III, which when Henry VIII heard, he at once had him condemned to death. It is related of this holy Bishop, that when he was about to be taken to the place of execution, he dressed himself in the best clothes he could procure, as that was, he said, the day of marriage, and as, on account of his age and his sufferings in prison, he was so weak, that he was obliged to lean on a staff, when he came in sight of the scaffold he cast it away and cried out: “Now, my feet, do your duty, you have now but a little way to carry me.” Now when he mounted the scaffold he entoned the Te Deum, and thanked the Almighty for permitting him to die for the faith, he laid his head on the block. His head was exposed on London Bridge, and it is said, appeared quite florid, and more like the head of the living than a dead person, so it was ordered to be taken down again.
- SOBRE A NOSSA VIDA DE ORAÇÃO: QUEM NÃO REZA, SE CONDENA.
Este trecho do Catecismo escrito pelo grande Papa São Pio X, nos leva, obrigatoriamente, a ter uma profunda vida de oração, 24 horas por dia. Estarmos sempre ao lado de Nosso Senhor, e de sua mãe, a Santíssima Virgem Maria. Vida está de oração diária, que tem como fim maior e mais sublime, a participação no Santo Sacrifício da Missa. Outro grande santo, Santo Afonso Maria de Ligório, também escreveu em seu livro “A Oração” sobre a necessidade que temos de ter uma profunda vida de oração, chegando o santo a afirmar que: “Quem reza se salva, e quem não reza, se condena”. Ele traça uma vida de oração e regras de vida Cristã, a fim de que sirva de inspiração para muitas pessoas que precisem vencer a tibieza e a aridez espiritual, bem como melhorar as orações do nosso dia a dia. Aconselho fortemente aos que puderem, a comprar o livro, se desejarem saber mais sobre a oração. O livro é um tesouro, realmente vale a pena comprá-lo para a edificação de nossa vida espiritual. Vou fazer abaixo, um brevíssimo resumo, sobre a importância da oração, como descreve Santo Afonso em seu livro: 1-Primeiramente devemos rezar por nós, e pela nossa salvação, quando Cristo falou no evangelho: “Tudo o que pedirdes ao Pai em meu nome, vo-lo farei – (São João 14, 13), Nosso Senhor se referia graças referente à nossa salvação. Portanto devemos rezar para pedir virtudes que ainda não temos, isso Deus nunca irá nos negar. Quando pedimos bens temporais, nem sempre Deus nos atenderá, pois pode ser algo que venha a prejudicar a nossa salvação. 2- A Meditação (oração mental) NÃO tem valor algum, e até se torna perigosa, se nós não praticamos de alguma forma aquilo que meditamos. Por exemplo, meditamos sobre a Humildade, portanto é necessário praticar a humildade durante aquele dia para que a meditação tenha algum valor para nós. Meditar e achar que tá tudo bem (sem praticar), faz a gente achar que aderimos aquele ensinamento, e que não precisamos melhorar n´Ele. E também, por que quando mais conhecemos sobre as virtudes e as verdades de nossa fé, mais seremos cobrados. Exemplificando então: meditamos de manhã sobre a humildade, o dia todo praticamos a humildade, e a noite pedimos a Deus que ele NOS DÊ mais humildade. Nisto consiste a oração que agrada a Deus. Pois todos os nossos pedidos a Deus, antes de qualquer coisa deve ser em vista de nossa salvação. 3- Devemos orar pelos outros, principalmente a família. A oração para conversão dos outros, é a que MAIS AGRADA A DEUS, e se pedirmos com FÉ, Deus NUNCA vai nos negar, se ele não ouviu é por que pedimos mal. 4-Também devemos rezar por todas as pessoas do purgatório, Santo Afonso diz que se rezarmos pelas almas do purgatório, quando estivermos todos no céu, seremos saldados por elas “Obrigado, foi por tuas orações, que eu me salvei”. E também, Deus permitirá que pessoas rezem por nossa alma quando também estivermos lá. Santo Afonso traça um “manual” de como rezar bem, e é necessário que comecemos aos poucos. Se você leitor, quiser fazer tudo o que está descrito aqui de um dia para o outro, corre sério risco de fazer um dia ou dois, e abandonar tudo, por se tratar de uma vida de oração muito rígida e que muitas pessoas não estão acostumadas. Portanto aconselho a iniciar aos poucos. A Primeira oração que um Católico deve fazer todos os dias é rezar o Santo Rosário. Isso é nosso dever rezar todos os dias, em segundo lugar vem a meditação (oração mental). O resto será acrescentado depois (novenas, orações, ladainhas, devoções etc). Depois destas ressalvas, vamos á um pequeno texto retirado aleatoriamente do livro, escrito inteiramente por Santo Afonso Maria de Ligório. Acompanhem: “Todos os dias fazer meia hora de oração mental e pelo menos um quarto de hora de leitura de algum livro espiritual. Participar da Santa Missa . Fazer visita ao Santíssimo Sacramento e à Mãe de Deus. Rezar o Rosário. À noite, fazer o exame de consciência, ato de arrependimento, os atos cristãos e rezar a Ladainha de Nossa Senhora . Confessar-se e comungar se possível diariamente .Escolher um bom confessor, instruído e piedoso; seguir suas orientações tanto no tocante aos atos de devoção, como nas questões importantes; não abandoná-lo sem motivo grave. Evitar a ociosidade, as más companhias, as conversas inconvenientes e, principalmente, as ocasiões de pecado, especialmente quando há perigo para a castidade. Nas tentações, principalmente nas impuras, fazer logo o sinal da Cruz e invocar os nomes de Jesus e Maria, enquanto durar a tentação . Se cometer algum pecado , arrepender-se logo e resolver emendar-se. Se o pecado for grave, confessar-se o quanto antes. Sempre que possível ouvir as pregações; pertencer a alguma irmandade ou grupo, ali procurando apenas a salvação eterna. Nas situações desagradáveis, doenças, perdas, perseguições, conformar-se com a vontade de Deus e ficar em paz, dizendo: “Assim Deus quer, assim seja!”. Todos os anos fazer os Exercícios Espirituais em alguma casa religiosa ou algum lugar retirado. Ou pelo menos, fazê-lo em casa mesmo, dedicando-se o mais possível à oração, às leituras e ao silêncio. Do mesmo modo fazer um dia de retiro, cada mês, evitando as conversas e recebendo a eucaristia. Modo Prático de fazer a oração mental: Como preparação diga : I. Meu Deus, creio que estais aqui presente. Eu vos adoro com todo o meu ser ; II. Senhor mereceria estar agora no inferno; arrependo-me de vos haver ofendido; perdoai-me ; III. Pai Eterno, por amor de Jesus e de Maria, iluminai-me. Depois recomende-se a São José, ao Anjo da Guarda, ao Santo Padroeiro. De manhã ao levantar-se tendo feito o sinal da Cruz, faça os seguintes atos de adoração, de amor, de agradecimento, de propósito e de súplica : Meu Deus, eu vos adoro e vos amo com todo o meu ser ; Agradeço todos os vossos benefícios, especialmente o de me terdes conservado nesta noite ; Eu vos ofereço as minhas ações, os meus sofrimentos deste dia, em união com as ações e os sofrimentos de Jesus e de Maria, com a intenção de ganhar todas as indulgências que puder; Proponho-me a fugir de todos os pecados, (é bom fazer um propósito particular, quanto ao defeito em que mais se cai). Nos contratempos quero conformar-me sempre à vossa vontade. Meu Jesus guardai-me; Maria, protegei-me sob vosso manto. Pai eterno, ajudai-me por amor de Jesus e de Maria. Meu anjo da guarda, meus Santos padroeiros, acompanhai-me. Reze depois o Pai Nosso, a Ave Maria, o Credo e três Aves Marias em honra e pureza de Nossa Senhora. Faça atos de humildade, de agradecimento e, principalmente, de arrependimento e amor. Diga: “Senhor, fazei de mim o que quiserdes, ajudai-me a conhecer o que quereis de mim; quero fazer o que vos agrada.” Ore muito pedindo a Deus a perseverança, o amor, a luz, a força para fazer sempre a vontade divina, a graça de orar sempre. Antes de terminar a oração, faça um propósito particular, de evitar alguma falha mais frequente. Nunca deixe de recomendar a Deus as almas do Purgatório e os pecadores” – (Fonte: Santo Afonso Maria de Ligório, livro “A Oração”. Comentário: Com a crise em que a Igreja se encontra, é muito difícil encontrar um bom diretor espiritual. Temos que tomar muito cuidado com o sacerdote que escolhemos para ser nosso diretor, pois como bem disse Santo Afonso, “Deve ser douto e piedoso, e fiel a tradição”. Não é nenhum pouco aconselhável ter um sacerdote modernista para nos ajudar, muito menos da teologia da libertação que é o que muito vemos hoje em dia. Portanto, busquemos um bom padre. E também, não esquecer de pedir a Deus está graça como fez Santa Faustina. Na falta de um bom sacerdote, podemos rezar com amigos próximos, e familiares. Santo Afonso aconselha também fazer retiros tendo em vista o SILÊNCIO. Digo isso e fiz questão de grifar esta parte, pois o silêncio é o que menos encontramos em retiros hoje em dia. Infelizmente o que vemos nos retiros hoje não são nada edificantes: músicas protestantes, muito barulho, e o necessaríssimo silêncio não existe. Essa parte pode ser omitida, se por acaso não encontrarmos um bom lugar, fiel as doutrinas e aos ensinamentos católicos em nossa cidade. Podemos no lugar, tentar ficar em silêncio em casa, e intensificar as nossas orações. Equipe Padre Rodrigo Maria
- SOBRE A NOSSA VIDA DE ORAÇÃO: QUEM NÃO REZA, SE CONDENA.
Este trecho do Catecismo escrito pelo grande Papa São Pio X, nos leva, obrigatoriamente, a ter uma profunda vida de oração, 24 horas por dia. Estarmos sempre ao lado de Nosso Senhor, e de sua mãe, a Santíssima Virgem Maria. Vida está de oração diária, que tem como fim maior e mais sublime, a participação no Santo Sacrifício da Missa. Outro grande santo, Santo Afonso Maria de Ligório, também escreveu em seu livro “A Oração” sobre a necessidade que temos de ter uma profunda vida de oração, chegando o santo a afirmar que: “Quem reza se salva, e quem não reza, se condena”. Ele traça uma vida de oração e regras de vida Cristã, a fim de que sirva de inspiração para muitas pessoas que precisem vencer a tibieza e a aridez espiritual, bem como melhorar as orações do nosso dia a dia. Aconselho fortemente aos que puderem, a comprar o livro, se desejarem saber mais sobre a oração. O livro é um tesouro, realmente vale a pena comprá-lo para a edificação de nossa vida espiritual. Vou fazer abaixo, um brevíssimo resumo, sobre a importância da oração, como descreve Santo Afonso em seu livro: 1-Primeiramente devemos rezar por nós, e pela nossa salvação, quando Cristo falou no evangelho: “Tudo o que pedirdes ao Pai em meu nome, vo-lo farei – (São João 14, 13), Nosso Senhor se referia graças referente à nossa salvação. Portanto devemos rezar para pedir virtudes que ainda não temos, isso Deus nunca irá nos negar. Quando pedimos bens temporais, nem sempre Deus nos atenderá, pois pode ser algo que venha a prejudicar a nossa salvação. 2- A Meditação (oração mental) NÃO tem valor algum, e até se torna perigosa, se nós não praticamos de alguma forma aquilo que meditamos. Por exemplo, meditamos sobre a Humildade, portanto é necessário praticar a humildade durante aquele dia para que a meditação tenha algum valor para nós. Meditar e achar que tá tudo bem (sem praticar), faz a gente achar que aderimos aquele ensinamento, e que não precisamos melhorar n´Ele. E também, por que quando mais conhecemos sobre as virtudes e as verdades de nossa fé, mais seremos cobrados. Exemplificando então: meditamos de manhã sobre a humildade, o dia todo praticamos a humildade, e a noite pedimos a Deus que ele NOS DÊ mais humildade. Nisto consiste a oração que agrada a Deus. Pois todos os nossos pedidos a Deus, antes de qualquer coisa deve ser em vista de nossa salvação. 3- Devemos orar pelos outros, principalmente a família. A oração para conversão dos outros, é a que MAIS AGRADA A DEUS, e se pedirmos com FÉ, Deus NUNCA vai nos negar, se ele não ouviu é por que pedimos mal. 4-Também devemos rezar por todas as pessoas do purgatório, Santo Afonso diz que se rezarmos pelas almas do purgatório, quando estivermos todos no céu, seremos saldados por elas “Obrigado, foi por tuas orações, que eu me salvei”. E também, Deus permitirá que pessoas rezem por nossa alma quando também estivermos lá. Santo Afonso traça um “manual” de como rezar bem, e é necessário que comecemos aos poucos. Se você leitor, quiser fazer tudo o que está descrito aqui de um dia para o outro, corre sério risco de fazer um dia ou dois, e abandonar tudo, por se tratar de uma vida de oração muito rígida e que muitas pessoas não estão acostumadas. Portanto aconselho a iniciar aos poucos. A Primeira oração que um Católico deve fazer todos os dias é rezar o Santo Rosário. Isso é nosso dever rezar todos os dias, em segundo lugar vem a meditação (oração mental). O resto será acrescentado depois (novenas, orações, ladainhas, devoções etc). Depois destas ressalvas, vamos á um pequeno texto retirado aleatoriamente do livro, escrito inteiramente por Santo Afonso Maria de Ligório. Acompanhem: “Todos os dias fazer meia hora de oração mental e pelo menos um quarto de hora de leitura de algum livro espiritual. Participar da Santa Missa . Fazer visita ao Santíssimo Sacramento e à Mãe de Deus. Rezar o Rosário. À noite, fazer o exame de consciência, ato de arrependimento, os atos cristãos e rezar a Ladainha de Nossa Senhora . Confessar-se e comungar se possível diariamente .Escolher um bom confessor, instruído e piedoso; seguir suas orientações tanto no tocante aos atos de devoção, como nas questões importantes; não abandoná-lo sem motivo grave. Evitar a ociosidade, as más companhias, as conversas inconvenientes e, principalmente, as ocasiões de pecado, especialmente quando há perigo para a castidade. Nas tentações, principalmente nas impuras, fazer logo o sinal da Cruz e invocar os nomes de Jesus e Maria, enquanto durar a tentação . Se cometer algum pecado , arrepender-se logo e resolver emendar-se. Se o pecado for grave, confessar-se o quanto antes. Sempre que possível ouvir as pregações; pertencer a alguma irmandade ou grupo, ali procurando apenas a salvação eterna. Nas situações desagradáveis, doenças, perdas, perseguições, conformar-se com a vontade de Deus e ficar em paz, dizendo: “Assim Deus quer, assim seja!”. Todos os anos fazer os Exercícios Espirituais em alguma casa religiosa ou algum lugar retirado. Ou pelo menos, fazê-lo em casa mesmo, dedicando-se o mais possível à oração, às leituras e ao silêncio. Do mesmo modo fazer um dia de retiro, cada mês, evitando as conversas e recebendo a eucaristia. Modo Prático de fazer a oração mental: Como preparação diga : I. Meu Deus, creio que estais aqui presente. Eu vos adoro com todo o meu ser ; II. Senhor mereceria estar agora no inferno; arrependo-me de vos haver ofendido; perdoai-me ; III. Pai Eterno, por amor de Jesus e de Maria, iluminai-me. Depois recomende-se a São José, ao Anjo da Guarda, ao Santo Padroeiro. De manhã ao levantar-se tendo feito o sinal da Cruz, faça os seguintes atos de adoração, de amor, de agradecimento, de propósito e de súplica : Meu Deus, eu vos adoro e vos amo com todo o meu ser ; Agradeço todos os vossos benefícios, especialmente o de me terdes conservado nesta noite ; Eu vos ofereço as minhas ações, os meus sofrimentos deste dia, em união com as ações e os sofrimentos de Jesus e de Maria, com a intenção de ganhar todas as indulgências que puder; Proponho-me a fugir de todos os pecados, (é bom fazer um propósito particular, quanto ao defeito em que mais se cai). Nos contratempos quero conformar-me sempre à vossa vontade. Meu Jesus guardai-me; Maria, protegei-me sob vosso manto. Pai eterno, ajudai-me por amor de Jesus e de Maria. Meu anjo da guarda, meus Santos padroeiros, acompanhai-me. Reze depois o Pai Nosso, a Ave Maria, o Credo e três Aves Marias em honra e pureza de Nossa Senhora. Faça atos de humildade, de agradecimento e, principalmente, de arrependimento e amor. Diga: “Senhor, fazei de mim o que quiserdes, ajudai-me a conhecer o que quereis de mim; quero fazer o que vos agrada.” Ore muito pedindo a Deus a perseverança, o amor, a luz, a força para fazer sempre a vontade divina, a graça de orar sempre. Antes de terminar a oração, faça um propósito particular, de evitar alguma falha mais frequente. Nunca deixe de recomendar a Deus as almas do Purgatório e os pecadores” – (Fonte: Santo Afonso Maria de Ligório, livro “A Oração”. Comentário: Com a crise em que a Igreja se encontra, é muito difícil encontrar um bom diretor espiritual. Temos que tomar muito cuidado com o sacerdote que escolhemos para ser nosso diretor, pois como bem disse Santo Afonso, “Deve ser douto e piedoso, e fiel a tradição”. Não é nenhum pouco aconselhável ter um sacerdote modernista para nos ajudar, muito menos da teologia da libertação que é o que muito vemos hoje em dia. Portanto, busquemos um bom padre. E também, não esquecer de pedir a Deus está graça como fez Santa Faustina. Na falta de um bom sacerdote, podemos rezar com amigos próximos, e familiares. Santo Afonso aconselha também fazer retiros tendo em vista o SILÊNCIO. Digo isso e fiz questão de grifar esta parte, pois o silêncio é o que menos encontramos em retiros hoje em dia. Infelizmente o que vemos nos retiros hoje não são nada edificantes: músicas protestantes, muito barulho, e o necessaríssimo silêncio não existe. Essa parte pode ser omitida, se por acaso não encontrarmos um bom lugar, fiel as doutrinas e aos ensinamentos católicos em nossa cidade. Podemos no lugar, tentar ficar em silêncio em casa, e intensificar as nossas orações. Equipe Padre Rodrigo Maria
- A origem traumática da homossexualidade masculina – Por Joseph Nicolosi
Como um psicólogo que trata homens de orientação homossexual, assisto com desânimo o movimento LGBT convencer o mundo que a palavra ‘gay’ precisa de uma revisão da compreensão da pessoa humana. A profissão da psicologia tem muita culpa nessa mudança. Uma vez, era geralmente consenso que a normalidade é “aquilo que funciona de acordo com seu propósito. ” Não havia algo como “uma pessoa gay”, porque a humanidade era reconhecida como naturalmente e fundamentalmente heterossexual. Nos meus mais de 30 anos de prática clínica, eu pude ver como é verdade esse entendimento antropológico inicial. Homossexualidade é, na minha opinião, primariamente um sintoma de trauma de gênero. Apesar de que algumas pessoas podem ter nascido com algum condicionamento biológico (influência de hormônios pré-natais, sensitividade emocional interna) que as tornaria especialmente vulneráveis a este trauma, o que distingue a condição homossexual humana é que houve uma interrupção no processo natural de identificação masculina. O comportamento homossexual é uma tentativa sintomática de “reparar” a ferida original que deixou o menino alienado de sua masculinidade inata que ele falhou em reclamar. Isso o diferencia da heterossexualidade, que surge naturalmente no desenvolvimento imperturbado da identidade de gênero. O conflito básico na maioria da homossexualidade é a seguinte: o menino – normalmente uma criança sensível, mais inclinada que a maioria à feridas emocionais – deseja o amor e aceitação do seu progenitor de mesmo sexo, mas sente frustração e raiva contra ele porque esse progenitor é tido por essa criança em especial como abusivo ou insensível. (Vale notar que essa criança pode ter irmão que experiencia o mesmo progenitor de maneira diferente). A atividade homossexual pode ser uma encenação erótica desse relacionamento de amor e ódio. Como todas as “perversões” – e eu uso esse termo não para ser rude, mas no sentido de que o desenvolvimento homossexual “perverte”, ou “distancia a pessoa de”, seu biologicamente apropriado objeto de ligação erótica – o eroticismo ao mesmo sexo contém uma dimensão de hostilidade intrínseca. Assim, a homossexualidade é inerentemente enraizada em conflito: conflito de aceitação do gênero natural de uma pessoa, conflito no relacionamento pai e filho, e geralmente, conflito em relação ao ostracismo por pares do mesmo sexo. Isso significa que observamos o surgimento de temas de submissão/dominação contaminando os relacionamentos homossexuais. Para os homens de orientação homossexual, sexualidade é uma tentativa de incorporar, “acolher”, e “dominar” outro homem. Funciona como uma “possessão” simbólica da outra pessoa que é geralmente mais agressiva do que carinhosa. Um cliente descreveu sua sexualização de homens que provocam medo como “a vitória do orgasmo”. Outro, como “analgésico orgásmico”. Existem algumas exceções para o modelo traumático do desenvolvimento homossexual. Temos encontrado em nossa clínica uma outra forma de homossexualidade que é caracterizada como apego mútuo, afetivo, normalmente observado mais comumente em nossos clientes adolescentes e adultos imaturos. Nesse tipo de atração homossexual não há características dependentes de hostilidade, mas de uma qualidade romântica adolescente – um entusiasmo que tem uma manifestação sexual. Tais ligações podem ocorrer por períodos de meses ou anos e então serem abandonadas, para nunca mais serem retomadas, por essa fase de atração passar. Ainda assim, a regra geral permanece: Se uma criança é traumatizada de uma forma particular que afeta o gênero, ele se tornará homossexual, e se não se traumatiza essa criança dessa maneira particular, o processo natural de desenvolvimento heterossexual se manifesta. Muitos homossexuais (homens) reportam abusos sexuais por parte de pessoas do mesmo sexo durante sua infância. Molestação sexual é abuso, porque acontece disfarçada de amor. Aqui está um relato de um cliente sobre um adolescente mais velho que o molestou: Eu queria amor e atenção, e isso se misturou com o sexo. Aconteceu em uma época em que eu realmente não tinha interesse sexual em outros meninos… Eu pensei que ele (o abusador) era descolado. Ele nunca me dava atenção a não ser que quisesse investir sexualmente. Quando se tornava sexual, parecia especial… Era excitante e intenso, alguma coisa entre a gente, um segredo compartilhado. Eu não tinha outros amigos e meu relacionamento com meu pai não ajudou. Eu estava procurando amizade…. [mas] a intensidade da memória… Eu a odiava. Toda a coisa é nojenta, perturbador… Essa é a raiz da minha atração pelo mesmo sexo. Esse cliente fez a seguinte associação: “Para receber o benefício: i.e. ‘amor’ e ‘atenção’, eu preciso aceitar a mim mesmo como vergonhoso e mau: engajar em uma atividade que é ‘assustadora’, ‘proibida’, ‘suja’ e ‘nojenta’”. Em terapia, enquanto esse cliente prestava atenção nas sensações de seu corpo durante um momento não desejado de excitação homossexual, ele descobriu que antes de ter um sentimento homossexual, ele invariavelmente experimentava um sentimento como o de ter sido envergonhado por outro homem. Em uma reencenação de seu abuso na infância, o “eu envergonhado” provou-se um pré-requisito necessário para sua excitação homossexual. A relação entre o abuso passado deste cliente e sua atuação homossexual atual é um exemplo de uma compulsão de repetição. Em sua busca para encontrar amor e aceitação, ele se enreda em repetir um comportamento autodestrutivo e autopunitivo, através do qual ele busca inconscientemente obter a vitória final e resolver sua ferida central. Compulsão de repetição contém 3 elementos: (1) tentativa de autodomínio, (2) uma forma de autopunição, (3) evitar o conflito subjacente. Para esses homens, a procura por realização através do eroticismo com o mesmo sexo é estimulado pela antecipação temerosa de que sua autoafirmação masculina irá inevitavelmente falhar e resultar em humilhação. Eles optam por uma reencenação ritualizada com a esperança que, diferentemente de todas as ocasiões passadas, “Dessa vez, eu definitivamente vou conseguir o que eu quero; com esse homem, encontrarei poder masculino para mim,” e “dessa vez, o sentido cicatrizado de vazio interior irá finalmente desaparecer.” No entanto, ele acaba de dar a mais uma pessoa o poder de rejeitá-lo, envergonhá-lo, e fazê-lo se sentir sem valor. Quando o cenário produtor de humilhação é repetidamente realizado, isso somente reforça sua convicção de que ele realmente é uma vítima sem esperança e, finalmente, indigno de amor. Homens gays frequentemente relatam um “tiro de adrenalina” acentuado pelo elemento do medo bruto. Existe entre gays uma subcultura de sexo público, que festeja na emoção de encenar em lugares como parques, banheiros públicos e paradas de caminhões, e é eroticamente dirigido pelo medo de ser descoberto e exposto. O próprio ato de sodomia é intrinsecamente masoquista. Sexo anal, como uma violação do design corporal, é insalubre e anatomicamente destrutivo, prejudicando o reto e espalhando doença porque os tecidos retais são frágeis e porosos. Psicologicamente, o ato humilha e degrada a dignidade e masculinidade do homem. Encenação sexual compulsiva – com seu super drama e a promessa de gratificação – mascara o caminho oculto, mais profundo e saudável de ganhar afeto autêntico. A disfunção do mundo gay masculino é inegável. Estudos científicos nos oferecem evidências para as tristes comparações a seguir: Compulsão sexual é mais de seis vezes maior entre homens gays. Homens gays participam de violência interpessoal com o parceiro três vezes mais do que heterossexuais. Homens gays participam das práticas sadistas em taxas muito maiores do que heterossexuais. A incidência de transtornos de humor e transtornos de ansiedade é quase três vezes maior entre homens gays. A síndrome do pânico é mais de quatro vezes maior do que em homens heterossexuais. A bipolaridade é mais de cinco vezes maior do que em heterossexuais. O transtorno de conduta é quase quatro vezes maior (3,8) do que em heterossexuais. Agorafobia (medo de estar em lugares públicos) é mais de seis vezes maior do que entre homens heterossexuais. Transtorno obsessivo-compulsivo é mais de 7 vezes maior (7,8) do que em heterossexuais. Autoflagelo deliberado (suicídio) é de mais de 2 vezes (2.58) a mais de 10 vezes (10.23) maior do que entre homens heterossexuais. Dependência em nicotina é cinco vezes maior do que em homens heterossexuais. Dependência do álcool é perto de três vezes maior do que entre homens heterossexuais. Dependência de outras drogas é mais de quatro vezes maior do que em homens heterossexuais A promiscuidade é bem ilustrada na pesquisa clássica de McWhirter e Mattison, dois homens gays que relataram em seu livro O Casal Masculino (The Male Couple – 1984), que de 165 relacionamentos estudados por eles, nenhum único par foi capaz de manter fidelidade por mais de cinco anos. Os autores – eles mesmos um casal gay – ficaram surpresos ao descobrirem que casos extraconjugais não apenas não prejudicavam o relacionamento, quanto eram na verdade essenciais para sua própria sobrevivência. Eles concluem: “O único e mais importante fator que mantém casais juntos além da marca de dez anos é a falta de possessividade que eles sentem” (p. 256). Ao reconhecer a dimensão de amor-ódio nas atividades homoeróticas, podemos simpatizar com a tentativa reparadora do homossexual na resolução de seu trauma de infância. Isso nos oferece uma janela de entendimento acerca de por que continua a existir a profunda insatisfação na comunidade gay apesar de ganhos sem precedentes em sua aceitação social. Homossexualidade não tem significância no mundo natural além de um mero sintoma, uma consequência de eventos trágicos. De outra maneira é transcendental, uma imaginação feita de fantasia e desejo. Mas através da ajuda das mídias sociais, Hollywood e forças políticas (mais recentemente a administração de Obama), uma nova definição da pessoa humana foi inventada. Este truque linguístico criou uma invenção da imaginação, uma ilusão erótica que sequestrou a realidade. A antropologia clássica teve sua mente transformada e um novo tipo de homem foi inventado. Quando uma pessoa se rotula “gay”, ele se move para fora da esfera natural e se desqualifica da completa participação no destino humano. De pai para filho para neto para bisneto, a semente do homem é sua semente para as gerações. Através de seu DNA, ele vive em outras vidas. Quando implantado no útero da mulher, sua semente produz vida humanada. Mas no sexo homossexual, a semente do homem só pode resultar em decadência e morte. Na relação sexual natural, a raça humana é preservada, e o homem vive através de gerações futuras. Mas no sexo traumatizado que viola o propósito do nosso corpo, seu poder produtor gera morte e aniquilação. E então a sabedoria do corpo apresenta seu contraste: Nova vida vs. decadência e morte. Não nos admira que vejamos tanta insatisfação no mundo homossexual; não somente por causa da desaprovação da sociedade, mas porque o homem que vive naquele mundo, sente a futilidade de uma identidade homossexual. Ela representa o término da longa linha de seus ancestrais que eram antes conectados, através do tempo, no casamento natural. No mundo real, uma identidade gay não faz sentido. Unicamente como sintoma, como uma reparação erotizada da falta de afeto, a homossexualidade tem sentido.00 Fonte: Caritatem Artigo original: http://www.crisismagazine.com/2016/traumatic-foundation-male-homosexuality Tradução: Jonatas Figueiredo e Sara Revisão: Jonatas Figueiredo #homossexualidade #Homossexualismo
- A origem traumática da homossexualidade masculina – Por Joseph Nicolosi
Como um psicólogo que trata homens de orientação homossexual, assisto com desânimo o movimento LGBT convencer o mundo que a palavra ‘gay’ precisa de uma revisão da compreensão da pessoa humana. A profissão da psicologia tem muita culpa nessa mudança. Uma vez, era geralmente consenso que a normalidade é “aquilo que funciona de acordo com seu propósito. ” Não havia algo como “uma pessoa gay”, porque a humanidade era reconhecida como naturalmente e fundamentalmente heterossexual. Nos meus mais de 30 anos de prática clínica, eu pude ver como é verdade esse entendimento antropológico inicial. Homossexualidade é, na minha opinião, primariamente um sintoma de trauma de gênero. Apesar de que algumas pessoas podem ter nascido com algum condicionamento biológico (influência de hormônios pré-natais, sensitividade emocional interna) que as tornaria especialmente vulneráveis a este trauma, o que distingue a condição homossexual humana é que houve uma interrupção no processo natural de identificação masculina. O comportamento homossexual é uma tentativa sintomática de “reparar” a ferida original que deixou o menino alienado de sua masculinidade inata que ele falhou em reclamar. Isso o diferencia da heterossexualidade, que surge naturalmente no desenvolvimento imperturbado da identidade de gênero. O conflito básico na maioria da homossexualidade é a seguinte: o menino – normalmente uma criança sensível, mais inclinada que a maioria à feridas emocionais – deseja o amor e aceitação do seu progenitor de mesmo sexo, mas sente frustração e raiva contra ele porque esse progenitor é tido por essa criança em especial como abusivo ou insensível. (Vale notar que essa criança pode ter irmão que experiencia o mesmo progenitor de maneira diferente). A atividade homossexual pode ser uma encenação erótica desse relacionamento de amor e ódio. Como todas as “perversões” – e eu uso esse termo não para ser rude, mas no sentido de que o desenvolvimento homossexual “perverte”, ou “distancia a pessoa de”, seu biologicamente apropriado objeto de ligação erótica – o eroticismo ao mesmo sexo contém uma dimensão de hostilidade intrínseca. Assim, a homossexualidade é inerentemente enraizada em conflito: conflito de aceitação do gênero natural de uma pessoa, conflito no relacionamento pai e filho, e geralmente, conflito em relação ao ostracismo por pares do mesmo sexo. Isso significa que observamos o surgimento de temas de submissão/dominação contaminando os relacionamentos homossexuais. Para os homens de orientação homossexual, sexualidade é uma tentativa de incorporar, “acolher”, e “dominar” outro homem. Funciona como uma “possessão” simbólica da outra pessoa que é geralmente mais agressiva do que carinhosa. Um cliente descreveu sua sexualização de homens que provocam medo como “a vitória do orgasmo”. Outro, como “analgésico orgásmico”. Existem algumas exceções para o modelo traumático do desenvolvimento homossexual. Temos encontrado em nossa clínica uma outra forma de homossexualidade que é caracterizada como apego mútuo, afetivo, normalmente observado mais comumente em nossos clientes adolescentes e adultos imaturos. Nesse tipo de atração homossexual não há características dependentes de hostilidade, mas de uma qualidade romântica adolescente – um entusiasmo que tem uma manifestação sexual. Tais ligações podem ocorrer por períodos de meses ou anos e então serem abandonadas, para nunca mais serem retomadas, por essa fase de atração passar. Ainda assim, a regra geral permanece: Se uma criança é traumatizada de uma forma particular que afeta o gênero, ele se tornará homossexual, e se não se traumatiza essa criança dessa maneira particular, o processo natural de desenvolvimento heterossexual se manifesta. Muitos homossexuais (homens) reportam abusos sexuais por parte de pessoas do mesmo sexo durante sua infância. Molestação sexual é abuso, porque acontece disfarçada de amor. Aqui está um relato de um cliente sobre um adolescente mais velho que o molestou: Eu queria amor e atenção, e isso se misturou com o sexo. Aconteceu em uma época em que eu realmente não tinha interesse sexual em outros meninos… Eu pensei que ele (o abusador) era descolado. Ele nunca me dava atenção a não ser que quisesse investir sexualmente. Quando se tornava sexual, parecia especial… Era excitante e intenso, alguma coisa entre a gente, um segredo compartilhado. Eu não tinha outros amigos e meu relacionamento com meu pai não ajudou. Eu estava procurando amizade…. [mas] a intensidade da memória… Eu a odiava. Toda a coisa é nojenta, perturbador… Essa é a raiz da minha atração pelo mesmo sexo. Esse cliente fez a seguinte associação: “Para receber o benefício: i.e. ‘amor’ e ‘atenção’, eu preciso aceitar a mim mesmo como vergonhoso e mau: engajar em uma atividade que é ‘assustadora’, ‘proibida’, ‘suja’ e ‘nojenta’”. Em terapia, enquanto esse cliente prestava atenção nas sensações de seu corpo durante um momento não desejado de excitação homossexual, ele descobriu que antes de ter um sentimento homossexual, ele invariavelmente experimentava um sentimento como o de ter sido envergonhado por outro homem. Em uma reencenação de seu abuso na infância, o “eu envergonhado” provou-se um pré-requisito necessário para sua excitação homossexual. A relação entre o abuso passado deste cliente e sua atuação homossexual atual é um exemplo de uma compulsão de repetição. Em sua busca para encontrar amor e aceitação, ele se enreda em repetir um comportamento autodestrutivo e autopunitivo, através do qual ele busca inconscientemente obter a vitória final e resolver sua ferida central. Compulsão de repetição contém 3 elementos: (1) tentativa de autodomínio, (2) uma forma de autopunição, (3) evitar o conflito subjacente. Para esses homens, a procura por realização através do eroticismo com o mesmo sexo é estimulado pela antecipação temerosa de que sua autoafirmação masculina irá inevitavelmente falhar e resultar em humilhação. Eles optam por uma reencenação ritualizada com a esperança que, diferentemente de todas as ocasiões passadas, “Dessa vez, eu definitivamente vou conseguir o que eu quero; com esse homem, encontrarei poder masculino para mim,” e “dessa vez, o sentido cicatrizado de vazio interior irá finalmente desaparecer.” No entanto, ele acaba de dar a mais uma pessoa o poder de rejeitá-lo, envergonhá-lo, e fazê-lo se sentir sem valor. Quando o cenário produtor de humilhação é repetidamente realizado, isso somente reforça sua convicção de que ele realmente é uma vítima sem esperança e, finalmente, indigno de amor. Homens gays frequentemente relatam um “tiro de adrenalina” acentuado pelo elemento do medo bruto. Existe entre gays uma subcultura de sexo público, que festeja na emoção de encenar em lugares como parques, banheiros públicos e paradas de caminhões, e é eroticamente dirigido pelo medo de ser descoberto e exposto. O próprio ato de sodomia é intrinsecamente masoquista. Sexo anal, como uma violação do design corporal, é insalubre e anatomicamente destrutivo, prejudicando o reto e espalhando doença porque os tecidos retais são frágeis e porosos. Psicologicamente, o ato humilha e degrada a dignidade e masculinidade do homem. Encenação sexual compulsiva – com seu super drama e a promessa de gratificação – mascara o caminho oculto, mais profundo e saudável de ganhar afeto autêntico. A disfunção do mundo gay masculino é inegável. Estudos científicos nos oferecem evidências para as tristes comparações a seguir: Compulsão sexual é mais de seis vezes maior entre homens gays. Homens gays participam de violência interpessoal com o parceiro três vezes mais do que heterossexuais. Homens gays participam das práticas sadistas em taxas muito maiores do que heterossexuais. A incidência de transtornos de humor e transtornos de ansiedade é quase três vezes maior entre homens gays. A síndrome do pânico é mais de quatro vezes maior do que em homens heterossexuais. A bipolaridade é mais de cinco vezes maior do que em heterossexuais. O transtorno de conduta é quase quatro vezes maior (3,8) do que em heterossexuais. Agorafobia (medo de estar em lugares públicos) é mais de seis vezes maior do que entre homens heterossexuais. Transtorno obsessivo-compulsivo é mais de 7 vezes maior (7,8) do que em heterossexuais. Autoflagelo deliberado (suicídio) é de mais de 2 vezes (2.58) a mais de 10 vezes (10.23) maior do que entre homens heterossexuais. Dependência em nicotina é cinco vezes maior do que em homens heterossexuais. Dependência do álcool é perto de três vezes maior do que entre homens heterossexuais. Dependência de outras drogas é mais de quatro vezes maior do que em homens heterossexuais A promiscuidade é bem ilustrada na pesquisa clássica de McWhirter e Mattison, dois homens gays que relataram em seu livro O Casal Masculino (The Male Couple – 1984), que de 165 relacionamentos estudados por eles, nenhum único par foi capaz de manter fidelidade por mais de cinco anos. Os autores – eles mesmos um casal gay – ficaram surpresos ao descobrirem que casos extraconjugais não apenas não prejudicavam o relacionamento, quanto eram na verdade essenciais para sua própria sobrevivência. Eles concluem: “O único e mais importante fator que mantém casais juntos além da marca de dez anos é a falta de possessividade que eles sentem” (p. 256). Ao reconhecer a dimensão de amor-ódio nas atividades homoeróticas, podemos simpatizar com a tentativa reparadora do homossexual na resolução de seu trauma de infância. Isso nos oferece uma janela de entendimento acerca de por que continua a existir a profunda insatisfação na comunidade gay apesar de ganhos sem precedentes em sua aceitação social. Homossexualidade não tem significância no mundo natural além de um mero sintoma, uma consequência de eventos trágicos. De outra maneira é transcendental, uma imaginação feita de fantasia e desejo. Mas através da ajuda das mídias sociais, Hollywood e forças políticas (mais recentemente a administração de Obama), uma nova definição da pessoa humana foi inventada. Este truque linguístico criou uma invenção da imaginação, uma ilusão erótica que sequestrou a realidade. A antropologia clássica teve sua mente transformada e um novo tipo de homem foi inventado. Quando uma pessoa se rotula “gay”, ele se move para fora da esfera natural e se desqualifica da completa participação no destino humano. De pai para filho para neto para bisneto, a semente do homem é sua semente para as gerações. Através de seu DNA, ele vive em outras vidas. Quando implantado no útero da mulher, sua semente produz vida humanada. Mas no sexo homossexual, a semente do homem só pode resultar em decadência e morte. Na relação sexual natural, a raça humana é preservada, e o homem vive através de gerações futuras. Mas no sexo traumatizado que viola o propósito do nosso corpo, seu poder produtor gera morte e aniquilação. E então a sabedoria do corpo apresenta seu contraste: Nova vida vs. decadência e morte. Não nos admira que vejamos tanta insatisfação no mundo homossexual; não somente por causa da desaprovação da sociedade, mas porque o homem que vive naquele mundo, sente a futilidade de uma identidade homossexual. Ela representa o término da longa linha de seus ancestrais que eram antes conectados, através do tempo, no casamento natural. No mundo real, uma identidade gay não faz sentido. Unicamente como sintoma, como uma reparação erotizada da falta de afeto, a homossexualidade tem sentido.00 Fonte: Caritatem Artigo original: http://www.crisismagazine.com/2016/traumatic-foundation-male-homosexuality Tradução: Jonatas Figueiredo e Sara Revisão: Jonatas Figueiredo #homossexualidade #Homossexualismo
- O TEMPO, E O SACRAMENTO DA CONFISSÃO
“Filho, aproveita o tempo” – (Eclo 4, 23). O sacramento da confissão é uma grande graça que Deus nos dá e não podemos viver esse sacramento de qualquer maneira. É preciso se abrir a essa graça. E nós, temos buscado esse sacramento? Já paramos para pensar, se sabemos realmente nos confessar? É claro que não é uma tarefa muito fácil, mas é fundamental, é uma questão de sobrevivência, afinal é o que nos permite aproximar do amor de Deus, da sua misericórdia, e salvar nossa pobre alma, pois quando lutamos contra o pecado colocamos Deus em primeiro lugar na nossa vida.Precisamos acordar e rever nossa vida, termos em mente que o maior pecado de hoje é a perda do sentido do pecado. Não há mais temor, por isso quando nos preparamos para uma confissão, precisamos pedir ao Espírito Santo para nos iluminar e para termos temor em tudo o que fizermos, e principalmente clarear nossos pensamentos para que possamos fazer um verdadeiro exame de consciência, para que a vergonha dê lugar à verdade, para que possamos nos abrir verdadeiramente arrependidos para esse amor de Deus que nos perdoa através do sacerdote, que se torna o próprio Cristo. É preciso ter a coragem e força para negarmos o pecado, mas, se cairmos nele, precisamos ter mais coragem ainda de nos acusarmos e confessarmos arrependidos. Não percamos essa graça! Tenhamos coragem, tenhamos fé, nos confessemos de verdade, tenhamos temor, de ofender a Deus, e de merecer o inferno por nossos pecados. Diz a Sagrada Escritura: “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo, que já é hora de despertardes do sono, porque a nossa salvação está agora mais perto do que quando no princípio cremos”…“E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um, segundo as suas obras” – (Romanos 13:11, Apocalipse 22:12). E então, penso e pergunto: quanto tempo temos ainda, para nos arrependermos, verdadeiramente, de nossos inúmeros e graves pecados, e buscar a reconciliação com Deus? Dez anos? Um ano? Um mês? Um dia? um minuto? O tempo é um tesouro que só se acha nesta vida, mas não na outra, nem no céu, nem no inferno. É este o grito dos condenados: Oh! Se tivéssemos uma hora! Por que sempre adiamos para amanhã nossa confissão, se podemos fazê-la hoje? Reflitamos que o tempo passado desapareceu, e já não nos pertence; que o futuro não depende de nós. Só dispomos do tempo presente para agir. Então, que seja hoje, que seja agora. Santo Agostinho, doutor da Igreja, nos adverte com estas contundentes palavras: “Como te podes prometer o dia de amanhã, se você não dispõe sequer, de uma hora de vida?”. São Bernardo, diz: “passam rapidamente os dias de salvação, e ninguém reflete que esses dias desaparecem e jamais voltam”. Pobres cegos, que assim vão perdendo tantos dias, dias que nunca mais voltam. O tempo é desprezado, e será a coisa que os mundanos mais desejarão na hora da morte. Diz a Sagrada Escritura: “Queremos então dispor de mais um ano, mais um mês, mais um dia; mas não o terão, e ouvirão dizer que já não haverá mais tempo” – (Apocalipse 10,6). O que não daria então cada um deles, para ter mais uma semana, um dia de vida, a fim de poder melhor ajustar as contas da alma. Exorta o profeta, a que nos lembremos de Deus e procuremos sua graça antes que a luz se nos extinga – (Eclo 12,1-2). “Virá a noite em que ninguém poderá fazer mais nada” – (João 9,4). Então, o momento da morte será para nós, o tempo da noite, em que nada mais poderá fazer. A consciência nos recordará todo o tempo que tivemos, e que empregamos em prejuízo de nossa alma; todas as graças que recebemos de Deus para nos santificar, e de que não quisemos aproveitar. Sabemos com certeza, que muito brevemente, no momento em que menos esperarmos, se há de julgar a causa do maior negócio que temos, isto é, do negócio de nossa salvação eterna, e ainda perdemos tempo? Continuamos a acumular pecado sobre pecado, não nos arrependemos, e não buscamos o sacramento da confissão? Como somos insensatos, quanta falta de fé!! Diremos talvez: “Sou ainda moço; mais tarde me converterei a Deus”. Pois tenhamos consciência, que o redentor amaldiçoa, a quem ele chama e lhe resiste. Ao demônio parece breve a duração de nossa vida, e é por isso que ele não deixa escapar ocasião de nos tentar. “Desceu a vós o demônio, com grande ira, sabendo que lhe resta pouco tempo” – (Ap 12,12). Todo o tempo que não é empregado para Deus, é tempo perdido. A venerável irmã Joana da Santíssima Trindade, filha de Santa Teresa, dizia que “Na vida dos santos não há dia de amanhã; só o há na vida dos pecadores, que dizem sempre mais tarde, mais tarde, e é assim que chegam à morte”, finaliza irmã Joana. “É agora o tempo favorável” – (2 Cor 6,2). “Se hoje ouvirdes a sua voz, não queirais endurecer vossos corações” -(Sl 94,8). Hoje Deus nos chama a fazer o bem; faze-o hoje mesmo, porque amanhã talvez já não tenhamos mais tempo, ou Deus não mais nos chamará. E, se por desgraça, na vida passada empregamos o tempo em ofender a Deus, procuremos agora, expiar essa falta no resto de nossa vida mortal, como resolveu fazer o rei Ezequias: “Repassarei diante de ti todos os meus anos com a amargura de minha alma” – (Is 38,15). Deus nos prolonga a vida, para nos arrependermos, nos confessarmos, e para que resgatemos o tempo perdido. O que podemos fazer hoje, não digamos que o faremos amanhã, porque o dia de hoje se perderá, e não mais voltará, e não sabemos se teremos o dia de amanhã. “O tempo se fez curto!” – (1 Cor 7, 29). Que breve é a nossa passagem pela terra! Diz um grande santo, São Leonardo de Porto Maurício: “Se você considerar o sacramento da penitência, há tantas confissões distorcidas, tantas desculpas esfarrapadas, tantos arrependimentos fraudulentos, tantas falsas promessas, tantas resoluções ineficazes, tantas absolvições inválidas! Será que você considera como válida a confissão de alguém que se acusa de pecados de impureza e ainda guarda a ocasião deles? Ou alguém que se acusa de injustiças óbvias, sem a intenção de fazer qualquer reparação que seja para elas? Ou alguém que cai de novo na mesma iniquidade imediatamente após sair da confissão? Oh, abusos horríveis de tão grande sacramento! Uns confessam para evitar a excomunhão, outros para ter uma reputação como um penitente. Uns livram-se de seus pecados para acalmar seus remorsos, outros esconde-os de vergonha. Uns acusam-se de forma imperfeita por má intenção, outros expõem-se por força do hábito. Uns não têm a verdadeira finalidade do sacramento em mente, a outros estão faltando a tristeza necessária, e para outros, ainda, o propósito firme. Pobres confessores, quais esforços vocês fazem para trazer o maior número de penitentes a estas resoluções e atos, sem os quais a confissão é um sacrilégio, absolvição uma condenação e a penitência uma ilusão? ”, finaliza o santo. Um dia Santa Teresa viu muitas almas a cair no inferno. Ela perguntou a jesus porque tantas almas caíam no inferno. Jesus respondeu: “Por causa das confissões mal feitas”. Então Santa Teresa escreveu logo a um padre: “Padre, pregue muitas vezes contra as confissões mal feitas, porque esse é um dos laços do demônio, para pegar muitas almas”, finaliza São Leonardo. Cito novamente Santo Agostinho, que diz: “Aquele que não abandona o pecado antes que o pecado abandone a ele, dificilmente poderá na hora da morte detestá-lo como é devido, pois tudo o que fizer nessa emergência, o fará obrigadamente, e não verdadeiramente arrependido” Para seu justo castigo, o moribundo pecador achar-se-á neste estado, na hora da morte, às portas da eternidade. “O coração duro será oprimido de males no fim”, porque, mesmo que a ele se dirijam, não será com verdadeira disposição de se converterem. Por amor às criaturas — disse o Senhor — os pecadores me voltaram as costas. À hora da morte recorrerão a Deus, e Deus lhes dirá: “Agora recorreis a mim? Pedi socorro às criaturas, já que foram elas, os vossos deuses” – (Jr 2,27). Nos aproximemos do tribunal da penitência, em cada ocasião, como se aquela fosse a última confissão de nossa vida, como preparação imediata para o viático e o juízo de Deus. Deve-se combater com energia o espírito de rotina, não nos confessando por mero costume de fazê-lo a cada tantos dias, mas empregando o máximo empenho em conseguir, com a graça de Deus, um verdadeiro arrependimento, uma verdadeira conversão, e a renovação de nossa alma. Existem, por fim, cinco passos para uma boa confissão, e são eles: a) exame de consciência bem feito (isto é, rezar e pensar nos pecados cometidos por pensamentos, palavras, atos e omissões); b) arrependimento sincero dos pecados cometidos (também dos já perdoados); c) propósito de nunca mais pecar (antes morrer do que tornar a pecar); d) confissão individual com o sacerdote (isto é, contar aos pecados ao confessor em espécie, número e circunstâncias); e) satisfação (isto é, execução da penitência imposta pelo confessor, se possível imediatamente). Quem sofre a tentação de ocultar os pecados na confissão, pondere, que deste modo, muda em veneno o sangue de jesus cristo, e agrava a sua alma de sacrilégios horrorosos. Diz santo Afonso Maria de Ligório, bispo e doutor da Igreja: “Não vês que todas as tuas confissões foram nulas, pois foram feitas sem contrição, sem propósito de emenda, e sem arrependimento sincero?”. Antes de nos confessar, examinemos bem a nossa consciência. Em seguida, digamos ao sacerdote, que pecados específicos cometemos, e, com a maior exatidão possível, quantas vezes os cometemos desde a sua última boa confissão. Só se é obrigado a confessar os pecados mortais, visto que, podemos obter o perdão dos pecados veniais, através de sacrifícios e atos de caridade. Se estivermos em dúvida, sobre se um pecado é mortal ou venial, mencionemos ao confessor a nossa dúvida. A alma deve evitar todos os pecados veniais, pois eles abrem caminho ao pecado mortal. Esconder deliberadamente um pecado mortal invalida a confissão, e é igualmente pecado mortal. Lembre-se que a confissão é privada e sujeita ao sigilo da confissão, o que quer dizer que é pecado mortal um sacerdote revelar a quem quer que seja a matéria de uma confissão. Não tenhamos receio de confessar ao sacerdote qualquer pecado impuro que tenhamos cometido. Não escondamos ou tentemos disfarçá-lo. O sacerdote está ali para nos ajudar e perdoar. Nada do que possamos dizer o escandalizará; por isso, não tenhamos medo, por mais envergonhado que estejamos. Lembre-se de confessar os seus pecados com arrependimento sobrenatural, tendo uma resolução firme de não tornar a pecar e de evitar situações que levem ao pecado. Peçamos ao nosso confessor, que nos ajude a superarmos alguma dificuldade que tenhamos em fazer uma boa confissão. Cumpramos prontamente a nossa penitência. Ao nos depararmos com a gravidade da ofensa que cometemos, com o grande amor com que Deus nos amou, derramando o seu próprio sangue para salvar-nos, é preciso que nos comovamos e verdadeiramente nos envergonhemos. Mas, que a causa da nossa vergonha seja o pecado! E que essa mesma vergonha nos leve a um propósito firme e sério de não mais ofender a Deus! Caso contrário, será uma vergonha estéril e sem nenhuma serventia. Transformemos, por fim, a “falsa vergonha” da confissão, em disposição para servir a Deus, porque o arrependimento não consiste em grandes sentimentos ou em prantos efusivos, mas em uma resoluta vontade de amar e ser fiel à Nosso Senhor, às suas leis, pois nisto consiste a verdadeira caridade: cumprir as leis divinas. E como ensina Santa Teresa: “Consiste o amor, numa total determinação e desejo de contentar a Deus em tudo, em procurar, o quanto pudermos, não ofendê-lo e rogar-lhe pelo aumento contínuo da honra e glória de seu Filho, e pela prosperidade da Igreja Católica”. Equipe Padre Rodrigo Maria #SacramentodaConfissão
- O TEMPO, E O SACRAMENTO DA CONFISSÃO
“Filho, aproveita o tempo” – (Eclo 4, 23). O sacramento da confissão é uma grande graça que Deus nos dá e não podemos viver esse sacramento de qualquer maneira. É preciso se abrir a essa graça. E nós, temos buscado esse sacramento? Já paramos para pensar, se sabemos realmente nos confessar? É claro que não é uma tarefa muito fácil, mas é fundamental, é uma questão de sobrevivência, afinal é o que nos permite aproximar do amor de Deus, da sua misericórdia, e salvar nossa pobre alma, pois quando lutamos contra o pecado colocamos Deus em primeiro lugar na nossa vida.Precisamos acordar e rever nossa vida, termos em mente que o maior pecado de hoje é a perda do sentido do pecado. Não há mais temor, por isso quando nos preparamos para uma confissão, precisamos pedir ao Espírito Santo para nos iluminar e para termos temor em tudo o que fizermos, e principalmente clarear nossos pensamentos para que possamos fazer um verdadeiro exame de consciência, para que a vergonha dê lugar à verdade, para que possamos nos abrir verdadeiramente arrependidos para esse amor de Deus que nos perdoa através do sacerdote, que se torna o próprio Cristo. É preciso ter a coragem e força para negarmos o pecado, mas, se cairmos nele, precisamos ter mais coragem ainda de nos acusarmos e confessarmos arrependidos. Não percamos essa graça! Tenhamos coragem, tenhamos fé, nos confessemos de verdade, tenhamos temor, de ofender a Deus, e de merecer o inferno por nossos pecados. Diz a Sagrada Escritura: “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo, que já é hora de despertardes do sono, porque a nossa salvação está agora mais perto do que quando no princípio cremos”…“E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um, segundo as suas obras” – (Romanos 13:11, Apocalipse 22:12). E então, penso e pergunto: quanto tempo temos ainda, para nos arrependermos, verdadeiramente, de nossos inúmeros e graves pecados, e buscar a reconciliação com Deus? Dez anos? Um ano? Um mês? Um dia? um minuto? O tempo é um tesouro que só se acha nesta vida, mas não na outra, nem no céu, nem no inferno. É este o grito dos condenados: Oh! Se tivéssemos uma hora! Por que sempre adiamos para amanhã nossa confissão, se podemos fazê-la hoje? Reflitamos que o tempo passado desapareceu, e já não nos pertence; que o futuro não depende de nós. Só dispomos do tempo presente para agir. Então, que seja hoje, que seja agora. Santo Agostinho, doutor da Igreja, nos adverte com estas contundentes palavras: “Como te podes prometer o dia de amanhã, se você não dispõe sequer, de uma hora de vida?”. São Bernardo, diz: “passam rapidamente os dias de salvação, e ninguém reflete que esses dias desaparecem e jamais voltam”. Pobres cegos, que assim vão perdendo tantos dias, dias que nunca mais voltam. O tempo é desprezado, e será a coisa que os mundanos mais desejarão na hora da morte. Diz a Sagrada Escritura: “Queremos então dispor de mais um ano, mais um mês, mais um dia; mas não o terão, e ouvirão dizer que já não haverá mais tempo” – (Apocalipse 10,6). O que não daria então cada um deles, para ter mais uma semana, um dia de vida, a fim de poder melhor ajustar as contas da alma. Exorta o profeta, a que nos lembremos de Deus e procuremos sua graça antes que a luz se nos extinga – (Eclo 12,1-2). “Virá a noite em que ninguém poderá fazer mais nada” – (João 9,4). Então, o momento da morte será para nós, o tempo da noite, em que nada mais poderá fazer. A consciência nos recordará todo o tempo que tivemos, e que empregamos em prejuízo de nossa alma; todas as graças que recebemos de Deus para nos santificar, e de que não quisemos aproveitar. Sabemos com certeza, que muito brevemente, no momento em que menos esperarmos, se há de julgar a causa do maior negócio que temos, isto é, do negócio de nossa salvação eterna, e ainda perdemos tempo? Continuamos a acumular pecado sobre pecado, não nos arrependemos, e não buscamos o sacramento da confissão? Como somos insensatos, quanta falta de fé!! Diremos talvez: “Sou ainda moço; mais tarde me converterei a Deus”. Pois tenhamos consciência, que o redentor amaldiçoa, a quem ele chama e lhe resiste. Ao demônio parece breve a duração de nossa vida, e é por isso que ele não deixa escapar ocasião de nos tentar. “Desceu a vós o demônio, com grande ira, sabendo que lhe resta pouco tempo” – (Ap 12,12). Todo o tempo que não é empregado para Deus, é tempo perdido. A venerável irmã Joana da Santíssima Trindade, filha de Santa Teresa, dizia que “Na vida dos santos não há dia de amanhã; só o há na vida dos pecadores, que dizem sempre mais tarde, mais tarde, e é assim que chegam à morte”, finaliza irmã Joana. “É agora o tempo favorável” – (2 Cor 6,2). “Se hoje ouvirdes a sua voz, não queirais endurecer vossos corações” -(Sl 94,8). Hoje Deus nos chama a fazer o bem; faze-o hoje mesmo, porque amanhã talvez já não tenhamos mais tempo, ou Deus não mais nos chamará. E, se por desgraça, na vida passada empregamos o tempo em ofender a Deus, procuremos agora, expiar essa falta no resto de nossa vida mortal, como resolveu fazer o rei Ezequias: “Repassarei diante de ti todos os meus anos com a amargura de minha alma” – (Is 38,15). Deus nos prolonga a vida, para nos arrependermos, nos confessarmos, e para que resgatemos o tempo perdido. O que podemos fazer hoje, não digamos que o faremos amanhã, porque o dia de hoje se perderá, e não mais voltará, e não sabemos se teremos o dia de amanhã. “O tempo se fez curto!” – (1 Cor 7, 29). Que breve é a nossa passagem pela terra! Diz um grande santo, São Leonardo de Porto Maurício: “Se você considerar o sacramento da penitência, há tantas confissões distorcidas, tantas desculpas esfarrapadas, tantos arrependimentos fraudulentos, tantas falsas promessas, tantas resoluções ineficazes, tantas absolvições inválidas! Será que você considera como válida a confissão de alguém que se acusa de pecados de impureza e ainda guarda a ocasião deles? Ou alguém que se acusa de injustiças óbvias, sem a intenção de fazer qualquer reparação que seja para elas? Ou alguém que cai de novo na mesma iniquidade imediatamente após sair da confissão? Oh, abusos horríveis de tão grande sacramento! Uns confessam para evitar a excomunhão, outros para ter uma reputação como um penitente. Uns livram-se de seus pecados para acalmar seus remorsos, outros esconde-os de vergonha. Uns acusam-se de forma imperfeita por má intenção, outros expõem-se por força do hábito. Uns não têm a verdadeira finalidade do sacramento em mente, a outros estão faltando a tristeza necessária, e para outros, ainda, o propósito firme. Pobres confessores, quais esforços vocês fazem para trazer o maior número de penitentes a estas resoluções e atos, sem os quais a confissão é um sacrilégio, absolvição uma condenação e a penitência uma ilusão? ”, finaliza o santo. Um dia Santa Teresa viu muitas almas a cair no inferno. Ela perguntou a jesus porque tantas almas caíam no inferno. Jesus respondeu: “Por causa das confissões mal feitas”. Então Santa Teresa escreveu logo a um padre: “Padre, pregue muitas vezes contra as confissões mal feitas, porque esse é um dos laços do demônio, para pegar muitas almas”, finaliza São Leonardo. Cito novamente Santo Agostinho, que diz: “Aquele que não abandona o pecado antes que o pecado abandone a ele, dificilmente poderá na hora da morte detestá-lo como é devido, pois tudo o que fizer nessa emergência, o fará obrigadamente, e não verdadeiramente arrependido” Para seu justo castigo, o moribundo pecador achar-se-á neste estado, na hora da morte, às portas da eternidade. “O coração duro será oprimido de males no fim”, porque, mesmo que a ele se dirijam, não será com verdadeira disposição de se converterem. Por amor às criaturas — disse o Senhor — os pecadores me voltaram as costas. À hora da morte recorrerão a Deus, e Deus lhes dirá: “Agora recorreis a mim? Pedi socorro às criaturas, já que foram elas, os vossos deuses” – (Jr 2,27). Nos aproximemos do tribunal da penitência, em cada ocasião, como se aquela fosse a última confissão de nossa vida, como preparação imediata para o viático e o juízo de Deus. Deve-se combater com energia o espírito de rotina, não nos confessando por mero costume de fazê-lo a cada tantos dias, mas empregando o máximo empenho em conseguir, com a graça de Deus, um verdadeiro arrependimento, uma verdadeira conversão, e a renovação de nossa alma. Existem, por fim, cinco passos para uma boa confissão, e são eles: a) exame de consciência bem feito (isto é, rezar e pensar nos pecados cometidos por pensamentos, palavras, atos e omissões); b) arrependimento sincero dos pecados cometidos (também dos já perdoados); c) propósito de nunca mais pecar (antes morrer do que tornar a pecar); d) confissão individual com o sacerdote (isto é, contar aos pecados ao confessor em espécie, número e circunstâncias); e) satisfação (isto é, execução da penitência imposta pelo confessor, se possível imediatamente). Quem sofre a tentação de ocultar os pecados na confissão, pondere, que deste modo, muda em veneno o sangue de jesus cristo, e agrava a sua alma de sacrilégios horrorosos. Diz santo Afonso Maria de Ligório, bispo e doutor da Igreja: “Não vês que todas as tuas confissões foram nulas, pois foram feitas sem contrição, sem propósito de emenda, e sem arrependimento sincero?”. Antes de nos confessar, examinemos bem a nossa consciência. Em seguida, digamos ao sacerdote, que pecados específicos cometemos, e, com a maior exatidão possível, quantas vezes os cometemos desde a sua última boa confissão. Só se é obrigado a confessar os pecados mortais, visto que, podemos obter o perdão dos pecados veniais, através de sacrifícios e atos de caridade. Se estivermos em dúvida, sobre se um pecado é mortal ou venial, mencionemos ao confessor a nossa dúvida. A alma deve evitar todos os pecados veniais, pois eles abrem caminho ao pecado mortal. Esconder deliberadamente um pecado mortal invalida a confissão, e é igualmente pecado mortal. Lembre-se que a confissão é privada e sujeita ao sigilo da confissão, o que quer dizer que é pecado mortal um sacerdote revelar a quem quer que seja a matéria de uma confissão. Não tenhamos receio de confessar ao sacerdote qualquer pecado impuro que tenhamos cometido. Não escondamos ou tentemos disfarçá-lo. O sacerdote está ali para nos ajudar e perdoar. Nada do que possamos dizer o escandalizará; por isso, não tenhamos medo, por mais envergonhado que estejamos. Lembre-se de confessar os seus pecados com arrependimento sobrenatural, tendo uma resolução firme de não tornar a pecar e de evitar situações que levem ao pecado. Peçamos ao nosso confessor, que nos ajude a superarmos alguma dificuldade que tenhamos em fazer uma boa confissão. Cumpramos prontamente a nossa penitência. Ao nos depararmos com a gravidade da ofensa que cometemos, com o grande amor com que Deus nos amou, derramando o seu próprio sangue para salvar-nos, é preciso que nos comovamos e verdadeiramente nos envergonhemos. Mas, que a causa da nossa vergonha seja o pecado! E que essa mesma vergonha nos leve a um propósito firme e sério de não mais ofender a Deus! Caso contrário, será uma vergonha estéril e sem nenhuma serventia. Transformemos, por fim, a “falsa vergonha” da confissão, em disposição para servir a Deus, porque o arrependimento não consiste em grandes sentimentos ou em prantos efusivos, mas em uma resoluta vontade de amar e ser fiel à Nosso Senhor, às suas leis, pois nisto consiste a verdadeira caridade: cumprir as leis divinas. E como ensina Santa Teresa: “Consiste o amor, numa total determinação e desejo de contentar a Deus em tudo, em procurar, o quanto pudermos, não ofendê-lo e rogar-lhe pelo aumento contínuo da honra e glória de seu Filho, e pela prosperidade da Igreja Católica”. Equipe Padre Rodrigo Maria #SacramentodaConfissão
- Ser Pró-Vida é estar em favor da mulher também.
Os abortistas acusam os pró-vida de que nós não nos preocupamos com a mulher e com a vida dela, apenas com o bebê que ainda não nasceu. Mas como sempre estão completamente equivocados, pois é justamente por também sabermos como são os métodos de realização do aborto, que nos preocupamos não só com a vida do bebê mas da mulher também. Direi abaixo as seguintes modalidades principais de métodos abortistas e suas consequências: 1) Aborto por envenenamento salino — Extrai-se o líquido amniótico de dentro da bolsa que protege o bebê; introduz-se uma longa agulha através do abdômen da mãe, até a bolsa amniótica, e injeta-se em seu lugar uma solução salina concentrada; o bebê ingere esta solução, que lhe causará a morte em 12 horas por envenenamento, desidratação, hemorragia do cérebro e de outros órgãos. A solução salina produz queimaduras graves na pele do bebê. Algumas horas mais tarde inicia-se “o parto”, e a mulher dá à luz um bebê morto ou moribundo, muitas vezes ainda com movimentos. Consequências: – retenção da placenta e hemorragia (50% necessitam de curetagem). As mesmas complicações que uma curetagem pode produzir, com o agravante de uma possível perfuração do útero e da formação de aderências; – infecção e endometrite (inflamação da mucosa do útero); – hemorragia; – coagulopatia e hemorragia abundante; – intoxicação por retenção de água; efeitos secundários do soro salino e da pituita que podem causar falhas de funcionamento do coração e morte; – perigo de entrada de solução salina na corrente sanguínea da mãe com efeitos mortais; – possibilidade de gravidez mais avançada do que a informada pela mãe e, na ausência de um exame sério, poderia abortar uma criança de 2 quilos ou 2 quilos e meio. Esse tipo de aborto apresenta um perigo dez vezes superior à curetagem. A mortalidade vai de 4 a 22 por mil. 2) Aborto por sucção — Insere-se no útero um tubo com uma ponta afiada. Uma forte sucção (28 vezes mais forte que a de um aspirador doméstico) despedaça o corpo do bebê que estava se desenvolvendo, assim como a placenta, e absorve “o produto da gravidez”. A placenta é um órgão localizado no útero e que estabelece, através do cordão umbilical, a 17 comunicação biológica entre a mãe e o filho. O crânio, que costuma não sair pelo tubo de sucção, é extraído por meio de uma pinça. Partes menores do corpo do bebê podem algumas vezes ser identificadas no material succionado. Quase 95% dos abortos, nos países desenvolvidos, são realizados desta forma. Consequência: – insuficiência do colo uterino, favorecendo abortos sucessivos no primeiro e no segundo trimestre (10% das pacientes); – partos prematuros, na 20ª ou 30ª semana de gestação. 3) Aborto por curetagem e dilatação — Neste método é utilizada uma cureta (tipo de faca, provida na sua ponta com uma colher de bordas afiadas), com a qual se vai cortando o bebê em pedaços para permitir a sua extração. Durante o segundo e terceiro trimestres da gestação, o bebê já é grande demais para ser extraído por sucção, então utiliza-se este método. A cureta é empregada para desmembrar o bebê, tirando-se em seguida os pedaços com ajuda de um fórceps para dilatar o colo uterino. Este método está se tornando mais usual. Consequência: – infecção e obstrução das trompas, provocando esterilidade; – intervenção para estancar a hemorragia produzida; – perigo de lesão no intestino, na bexiga ou nas trompas; – a artéria do útero, nesses casos, freqüentemente, é atingida, criando a necessidade de histerectomia (extirpação do útero), se não for possível estancar a hemorragia. 4) Aborto por “nascimento parcial” — Costuma ser designado como aborto por D&X, e é usado a partir da 32ª semana. Este é o método mais espantoso de todos. Costuma ser feito quando o bebê se encontra já muito próximo de seu nascimento. Depois de ter dilatado o colo uterino durante três dias, e guiando-se por ecografia, o executante do aborto introduz algumas pinças que agarram uma perninha do bebê, depois a outra, em seguida o corpo, até chegar aos ombros e braços. Assim se extrai parcialmente o corpo do bebê, como se este fosse nascer, deixando-se a cabeça dentro do útero. Como a cabeça é grande demais para ser extraída intacta, introduzem-se tesouras na base do crânio do bebê, ainda vivo, e com elas se abre um orifício que dá acesso ao interior do crânio. Então se insere um cateter para succionar o cérebro. Este procedimento faz com que o 18 bebê morra e sua cabeça desabe. Em seguida extrai-se o que resta do bebê, e lhe é cortada a placenta. Consequências: Pode ocorrer que fique preso tornando-se necessária uma extração do útero. – infecções graves por causa da presença de corpo estranho. 5) Aborto por operação cesárea ou histerotomia — Este método é exatamente igual a uma operação cesárea até o momento em que se corta o cordão umbilical; porém, em vez dar os devidos cuidados à criança extraída, deixa-se que ela morra. A cesárea, neste caso, não tem, pois, o objetivo de extrair a criança viva, mas sim de matá-la. Consequência: Os mesmos perigos e complicações de toda cirurgia intra-abdominal: hemorragia, infecção, peritonite, lesões da bexiga e dos ureteres. Complicações variadas em 38 a 61 por mil. 6) Aborto com o uso de prostaglandinas — Esta droga provoca um parto prematuro em qualquer etapa da gravidez. É usado para produzir o aborto desde a metade da gravidez até suas últimas etapas. A principal “complicação” é que às vezes o bebê sai vivo… Também pode causar graves danos à mãe. Recentemente as prostaglandinas têm sido usadas com a RU-486, para aumentar a “eficácia” destas. 7) Aborto por pílula RU-486 — Trata-se de uma pílula abortiva — a RU-486 — empregada conjuntamente com uma prostaglandina, que é eficiente se for empregada entre a primeira e a terceira semana depois de faltar a primeira menstruação da mãe. Por este motivo é conhecida também como pílula do dia seguinte. Essa pílula age evitando que o embrião se instale no útero materno, matando-o de fome por privá-lo de um elemento vital, o hormônio progesterona. O aborto acontece depois de vários dias de dolorosas contrações COMPLICAÇÕES TARDIAS DO ABORTO 1 – Insuficiência ou incapacidade do colo uterino. 2 – Aumento da taxa de nascimentos por cesariana (para permitir que o bebê consiga viver mesmo que prematuro). 3 – Danos causados às trompas por possível infecção pós-aborto, causando infertilidade (em 18 % das pacientes). Maior número de complicações em mulheres grávidas que anteriormente provocaram aborto (67,5% entre as que abortaram e 13,4 entre as que não abortaram). Dentre todas as complicações, a mais grave é a hemorragia, que transforma a nova gravidez em gravidez de alto risco. 4 – O aborto pode provocar complicações placentárias novas (placenta prévia), tornando necessária uma cesariana, para salvar a vida da mãe e da criança. 5 – O aborto criou novas enfermidades: síndrome de ASHERMAN e complicações tardias, que poderão provocar necessidade de cesariana ou de histerectomia. 6 – Isoimunização em pacientes Rh negativo. Aumento, consequentemente, do número de gravidez de alto risco. 7 – Partos complicados. Aumento do percentual de abortos espontâneos nas pacientes que já abortaram. Consequências psicológicas a) Para a mãe: – queda na autoestima pessoal pela destruição do próprio filho; – frigidez (perda do desejo sexual); – aversão ao marido ou ao amante; – culpabilidade ou frustração de seu instinto materno; – desordens nervosas, insônia, neuroses diversas; – doenças psicossomáticas; – depressões; – Remorso o que pode levar a um suicídio; O período da menopausa é um período crucial para a mulher que provocou aborto. Portanto, quando se trata em estar a favor da mulher, não pode-se nunca pensar que o aborto seja uma instrumento para isto, visto o quadro apresentado acima, fica claro que o caminho deva ser outro! Longe de ficarmos só na teoria. Precisamos lutar em todos os campos possíveis, seja em Brasília, seja acompanhando, orientando e acolhendo gestantes em situação de vulnerabilidade social, é preciso por a mão na massa para proteger de fato a vida dos bebês e de suas mães até o fim. #Aborto #próvida
- Ser Pró-Vida é estar em favor da mulher também.
Os abortistas acusam os pró-vida de que nós não nos preocupamos com a mulher e com a vida dela, apenas com o bebê que ainda não nasceu. Mas como sempre estão completamente equivocados, pois é justamente por também sabermos como são os métodos de realização do aborto, que nos preocupamos não só com a vida do bebê mas da mulher também. Direi abaixo as seguintes modalidades principais de métodos abortistas e suas consequências: 1) Aborto por envenenamento salino — Extrai-se o líquido amniótico de dentro da bolsa que protege o bebê; introduz-se uma longa agulha através do abdômen da mãe, até a bolsa amniótica, e injeta-se em seu lugar uma solução salina concentrada; o bebê ingere esta solução, que lhe causará a morte em 12 horas por envenenamento, desidratação, hemorragia do cérebro e de outros órgãos. A solução salina produz queimaduras graves na pele do bebê. Algumas horas mais tarde inicia-se “o parto”, e a mulher dá à luz um bebê morto ou moribundo, muitas vezes ainda com movimentos. Consequências: – retenção da placenta e hemorragia (50% necessitam de curetagem). As mesmas complicações que uma curetagem pode produzir, com o agravante de uma possível perfuração do útero e da formação de aderências; – infecção e endometrite (inflamação da mucosa do útero); – hemorragia; – coagulopatia e hemorragia abundante; – intoxicação por retenção de água; efeitos secundários do soro salino e da pituita que podem causar falhas de funcionamento do coração e morte; – perigo de entrada de solução salina na corrente sanguínea da mãe com efeitos mortais; – possibilidade de gravidez mais avançada do que a informada pela mãe e, na ausência de um exame sério, poderia abortar uma criança de 2 quilos ou 2 quilos e meio. Esse tipo de aborto apresenta um perigo dez vezes superior à curetagem. A mortalidade vai de 4 a 22 por mil. 2) Aborto por sucção — Insere-se no útero um tubo com uma ponta afiada. Uma forte sucção (28 vezes mais forte que a de um aspirador doméstico) despedaça o corpo do bebê que estava se desenvolvendo, assim como a placenta, e absorve “o produto da gravidez”. A placenta é um órgão localizado no útero e que estabelece, através do cordão umbilical, a 17 comunicação biológica entre a mãe e o filho. O crânio, que costuma não sair pelo tubo de sucção, é extraído por meio de uma pinça. Partes menores do corpo do bebê podem algumas vezes ser identificadas no material succionado. Quase 95% dos abortos, nos países desenvolvidos, são realizados desta forma. Consequência: – insuficiência do colo uterino, favorecendo abortos sucessivos no primeiro e no segundo trimestre (10% das pacientes); – partos prematuros, na 20ª ou 30ª semana de gestação. 3) Aborto por curetagem e dilatação — Neste método é utilizada uma cureta (tipo de faca, provida na sua ponta com uma colher de bordas afiadas), com a qual se vai cortando o bebê em pedaços para permitir a sua extração. Durante o segundo e terceiro trimestres da gestação, o bebê já é grande demais para ser extraído por sucção, então utiliza-se este método. A cureta é empregada para desmembrar o bebê, tirando-se em seguida os pedaços com ajuda de um fórceps para dilatar o colo uterino. Este método está se tornando mais usual. Consequência: – infecção e obstrução das trompas, provocando esterilidade; – intervenção para estancar a hemorragia produzida; – perigo de lesão no intestino, na bexiga ou nas trompas; – a artéria do útero, nesses casos, freqüentemente, é atingida, criando a necessidade de histerectomia (extirpação do útero), se não for possível estancar a hemorragia. 4) Aborto por “nascimento parcial” — Costuma ser designado como aborto por D&X, e é usado a partir da 32ª semana. Este é o método mais espantoso de todos. Costuma ser feito quando o bebê se encontra já muito próximo de seu nascimento. Depois de ter dilatado o colo uterino durante três dias, e guiando-se por ecografia, o executante do aborto introduz algumas pinças que agarram uma perninha do bebê, depois a outra, em seguida o corpo, até chegar aos ombros e braços. Assim se extrai parcialmente o corpo do bebê, como se este fosse nascer, deixando-se a cabeça dentro do útero. Como a cabeça é grande demais para ser extraída intacta, introduzem-se tesouras na base do crânio do bebê, ainda vivo, e com elas se abre um orifício que dá acesso ao interior do crânio. Então se insere um cateter para succionar o cérebro. Este procedimento faz com que o 18 bebê morra e sua cabeça desabe. Em seguida extrai-se o que resta do bebê, e lhe é cortada a placenta. Consequências: Pode ocorrer que fique preso tornando-se necessária uma extração do útero. – infecções graves por causa da presença de corpo estranho. 5) Aborto por operação cesárea ou histerotomia — Este método é exatamente igual a uma operação cesárea até o momento em que se corta o cordão umbilical; porém, em vez dar os devidos cuidados à criança extraída, deixa-se que ela morra. A cesárea, neste caso, não tem, pois, o objetivo de extrair a criança viva, mas sim de matá-la. Consequência: Os mesmos perigos e complicações de toda cirurgia intra-abdominal: hemorragia, infecção, peritonite, lesões da bexiga e dos ureteres. Complicações variadas em 38 a 61 por mil. 6) Aborto com o uso de prostaglandinas — Esta droga provoca um parto prematuro em qualquer etapa da gravidez. É usado para produzir o aborto desde a metade da gravidez até suas últimas etapas. A principal “complicação” é que às vezes o bebê sai vivo… Também pode causar graves danos à mãe. Recentemente as prostaglandinas têm sido usadas com a RU-486, para aumentar a “eficácia” destas. 7) Aborto por pílula RU-486 — Trata-se de uma pílula abortiva — a RU-486 — empregada conjuntamente com uma prostaglandina, que é eficiente se for empregada entre a primeira e a terceira semana depois de faltar a primeira menstruação da mãe. Por este motivo é conhecida também como pílula do dia seguinte. Essa pílula age evitando que o embrião se instale no útero materno, matando-o de fome por privá-lo de um elemento vital, o hormônio progesterona. O aborto acontece depois de vários dias de dolorosas contrações COMPLICAÇÕES TARDIAS DO ABORTO 1 – Insuficiência ou incapacidade do colo uterino. 2 – Aumento da taxa de nascimentos por cesariana (para permitir que o bebê consiga viver mesmo que prematuro). 3 – Danos causados às trompas por possível infecção pós-aborto, causando infertilidade (em 18 % das pacientes). Maior número de complicações em mulheres grávidas que anteriormente provocaram aborto (67,5% entre as que abortaram e 13,4 entre as que não abortaram). Dentre todas as complicações, a mais grave é a hemorragia, que transforma a nova gravidez em gravidez de alto risco. 4 – O aborto pode provocar complicações placentárias novas (placenta prévia), tornando necessária uma cesariana, para salvar a vida da mãe e da criança. 5 – O aborto criou novas enfermidades: síndrome de ASHERMAN e complicações tardias, que poderão provocar necessidade de cesariana ou de histerectomia. 6 – Isoimunização em pacientes Rh negativo. Aumento, consequentemente, do número de gravidez de alto risco. 7 – Partos complicados. Aumento do percentual de abortos espontâneos nas pacientes que já abortaram. Consequências psicológicas a) Para a mãe: – queda na autoestima pessoal pela destruição do próprio filho; – frigidez (perda do desejo sexual); – aversão ao marido ou ao amante; – culpabilidade ou frustração de seu instinto materno; – desordens nervosas, insônia, neuroses diversas; – doenças psicossomáticas; – depressões; – Remorso o que pode levar a um suicídio; O período da menopausa é um período crucial para a mulher que provocou aborto. Portanto, quando se trata em estar a favor da mulher, não pode-se nunca pensar que o aborto seja uma instrumento para isto, visto o quadro apresentado acima, fica claro que o caminho deva ser outro! Longe de ficarmos só na teoria. Precisamos lutar em todos os campos possíveis, seja em Brasília, seja acompanhando, orientando e acolhendo gestantes em situação de vulnerabilidade social, é preciso por a mão na massa para proteger de fato a vida dos bebês e de suas mães até o fim. #Aborto #próvida
- A ÉTICA CATÓLICA DO TRABALHO – Scott Hahn
Esse trabalho – humilde, monótono, pequeno – é oração plasmada em obras que te preparam para receber a graça do outro trabalho – grande, vasto e profundo – com que estás sonhando. (São José Maria Escrivá, Caminho, n. 825) Às vezes, a propaganda dá-nos agudas – e dolorosas – percepções da religiosidade popular. Certa vez, vi em uma revista um anúncio que proclamava: “Se o pecado original tivesse sido de preguiça, ainda estaríamos no paraíso”. O publicitário pretendia fazer uma piada, é claro. Mas sabia que roçava um tema poderoso: a noção comum de que a vida ideal consistiria em um ininterrupto tempo de ociosidade e de que o trabalho está para as férias como a vida está para o céu. Nas palavras da canção popular, “todo o mundo trabalha pelo fim de semana”. O reverso dessa noção é bem mais insidioso e ilude muita gente: a crença de que o trabalho é uma punição pelo pecado. Os que sustentam essa teoria costumam invocar a condenação divina de Adão depois do seu pecado: “Maldita seja a terra por tua causa! Tirarás dela com trabalhos penosos o teu sustento todos os dias da tua vida. Ela te produzirá espinhos e abrolhos, e tu comerás a erva da terra. Comerás o teu pão com o suor do teu rosto, até que voltes à terra da qual foste tirado” (Gên 3, 17-19). Esta passagem parece traçar um triste prognóstico de longo prazo para as condições do trabalho humano. E efetivamente retrata a fadiga do trabalho como uma punição pelo pecado. A punição, porém, não está no trabalho em si, mas nas duras condições que o tornam tedioso, frustrante e árduo. O trabalho em si era uma das bênçãos originais de Deus. São Josemaria gostava de ressaltar que, “desde o começo da sua criação, o homem teve que trabalhar […], antes de que o pecado e, como conseqüência dessa ofensa, a morte e as penalidades e misérias entrassem na humanidade (cfr. Rom 5, 12). Deus formou Adão com o barro da terra e criou para ele e para a sua descendência este mundo tão belo, ut operaretur et custodiret illum (Gên 2, 15), para que o trabalhasse e guardasse” (1). Deus fez Adão porque não havia homem que cultivasse a terra (cfr. Gên 2, 5). Ou seja, havia uma vaga de emprego, uma descrição do cargo e uma tarefa a ser executada. O próprio Deus criou o candidato perfeito para esse posto. E devemos lembrar-nos de que tudo isso aconteceu quando o mundo ainda não conhecia o pecado nem a infelicidade. Deus fez o homem e a mulher para o trabalho; em conseqüência, eles não poderiam – e nós não podemos – encontrar a realização fora do trabalho. Porém, mais ainda do que fazer o homem e a mulher por causa do trabalho, fez o trabalho por causa do homem e da mulher – porque era só através do trabalho que eles poderiam tornar-se verdadeiramente semelhantes a Deus. Isto não significa que eles possam merecer a graça da divinização por força do seu trabalho. A graça é um dom e, por isso, não pode ser merecida (2). Antes, é o próprio trabalho que é um dom e torna os homens e as mulheres cada vez mais parecidos com Deus. Com efeito, o Gênesis representa o próprio Deus entregue ao trabalho ao criar o mundo: Tendo Deus terminado no sétimo dia a obra que tinha feito, descansou do seu trabalho (Gên 2, 2). Portanto, o trabalho é em si mesmo algo divino, algo em que o próprio Deus se ocupa; é assim uma atividade divinizante para aqueles que foram feitos à imagem e semelhança de Deus. Quando os seres humanos trabalham, imitam o seu Criador; compartilham a sua vida. Ele fez a terra do nada, mas quis que a criatura a trabalhasse e guardasse. Quis que os seus filhos terrenos conservassem os campos da família e se multiplicassem para assim viverem de modo mais perfeito à imagem do Pai celestial. Quis que o próprio trabalho pudesse tornar-se um ato de cooperação no ato criador, uma co-criação, feita por ambos, o Pai e os seus herdeiros. TERMOS E CONDIÇÕES Deus deu o trabalho à humanidade quando deu a vida a Adão, no tempo da inocência primitiva. O Gênesis conta-nos a história com o máximo laconismo, dando peso a cada palavra. Convém que nos detenhamos um pouco a examinar em que termos Deus nos confiou o trabalho. O preceito de Deus a Adão de cultivar [o jardim] e guardá-lo exprime-se por meio de dois verbos hebraicos: ’abodah e shamar. Ambos são ricos e passíveis de um duplo sentido. Aparecem juntos em outros lugares da Bíblia – e sempre que isso acontece, é para descrever os deveres ministeriais dos levitas, antiga tribo sacerdotal de Israel (cfr. Núm 3, 7-8; 8, 26; 18, 5-6). O verbo ’abodah, freqüentemente traduzido por “servir”, tem no hebraico um duplo significado: pode designar “trabalho manual” ou “ministério sacerdotal” (enquanto “serviço ao culto”), ou pode sugerir os dois ao mesmo tempo. Já o verbo shamar significa “conservar” ou “guardar”, e descreve a proteção que os levitas deviam dispensar ao lugar sagrado, ao tabernáculo, que por eles era guardado e preservado da contaminação. Muitos estudiosos das Escrituras acreditam que o autor do livro do Gênesis pretendeu sugerir tudo isso na história da criação de Adão. Deus fez Adão para que trabalhasse, e Deus o fez para que fosse um sacerdote do templo cósmico. Não eram atividades separadas. No começo, Adão desfrutava de unidade de vida: o seu trabalho estava ordenado para a adoração a Deus e era em si mesmo um ato de adoração. Até a divisão do tempo refletiu esse princípio de ordenação: Deus trabalhou seis dias e no sétimo descansou, santificando-o. Deus plasmou o ritmo sabático na própria estrutura da criação. Nós trabalhamos para podermos adorar de modo mais perfeito. Adoramos enquanto trabalhamos. Quando os primeiros cristãos andaram à busca de uma palavra para descrever a sua adoração, escolheram leitourgía, uma palavra que, como a hebraica ’abodah, podia indicar “adoração ritual”, mas também “serviço público”, como o trabalho dos varredores de rua ou dos homens que em outros tempos acendiam os lampiões de rua à noite. O significado é evidente para aqueles que conhecem as línguas bíblicas, estejam ou não familiarizados com a tradição litúrgica católica. O estudioso bíblico protestante inglês C.F.D. Moule explica bem a questão: “A maneira surpreendente com que palavras «seculares» como leitourgein («prestar um serviço público») são aplicadas também ao «serviço divino» recorda-nos de modo muito salutar que, para uma pessoa verdadeiramente religiosa, adorar a Deus constitui toda a razão e finalidade do trabalho; e que, se distinguimos entre adoração e trabalho, é apenas por causa da fragilidade da natureza humana, que não pode fazer mais do que uma coisa de cada vez. A necessária alternância entre erguer mãos santas em oração e brandir com mãos fortes e dedicadas um machado para a glória de Deus é o sucedâneo humano para aquela vida divina una e simultânea em que o trabalho é adoração e a adoração é a atividade mais elevada possível. E a única palavra «liturgia» do Novo Testamento, tal como a ’abodah – «trabalho» e «serviço» – do Antigo Testamento, cobre os dois significados” (3). Vemos uma vez mais que o trabalho é uma imagem terrena da atividade de Deus e, portanto, o trabalhador é uma imagem (e semelhança) de Deus. Como Deus é eterno, a sua atividade é simples e una. Nós, como vivemos no tempo, temos uma atividade diferenciada – e, com excessiva freqüência, dispersa. Porém, por compartilharmos a vida de Deus, as nossas próprias vidas começam a adquirir uma simplicidade, uma unidade entre trabalho e adoração. No entanto, essa simplicidade muitas vezes confunde os cristãos de hoje, que tendem a pôr o trabalho e a oração em compartimentos separados e estanques. São Josemaria preveniu com freqüência sobre “a tentação […] de levar uma vida dupla: a vida interior, a vida de relação com Deus, por um lado; e por outro, diferente e separada, a vida familiar, profissional e social, cheia de pequenas realidades terrenas”. Teve palavras fortes para essa atitude: “Não, meus filhos! Não pode haver uma vida dupla […]. Há uma única vida, feita de carne e espírito, e essa é que tem de ser – na alma e no corpo – santa e plena de Deus, desse Deus invisível que nós encontraremos nas coisas mais visíveis e materiais”. E prosseguiu falando dessa vida unificada: “Por isso, posso afirmar que a nossa época precisa de devolver à matéria e às situações aparentemente mais vulgares o seu nobre e original sentido: pondo-as ao serviço do Reino de Deus” (4). A PALAVRA EM AÇÃO Nessa tarefa de restauração, Jesus Cristo foi, é claro, o primeiro. Muito simplesmente, Ele trabalhou. Os seus contemporâneos conheceram-no como um trabalhador bem capacitado, em grego um tekton, um artesão. A tradição diz-nos que o seu ofício foi o de carpinteiro. Os seus vizinhos maravilharam-se de que um trabalhador comum pudesse ter estudado as Escrituras, que tivesse adquirido sabedoria e ensinasse com a autoridade com que o fazia. “Não é ele o artesão?”, perguntavam (Mc 6, 3). E, em outro lugar, acrescentaram que era “o filho do carpinteiro” (Mt 13, 55). Mas foi em uma referência ao seu Pai celestial que Cristo disse: “Meu Pai não cessa de trabalhar, e eu também trabalho” (Jo 5, 17). Jesus estava sempre trabalhando e o seu trabalho era uma só coisa com a sua vida divina e com a sua divina adoração. Estava continuamente criando, redimindo e santificando o mundo, e sempre unido ao seu Pai no amor do Espírito Santo. Cada uma das ações da sua vida terrena era uma manifestação terrena dessa atividade celestial una, simples e eterna, ao mesmo tempo serena e dinâmica. Portanto, todas as coisas que fez foram redentoras – não apenas o seu sofrimento e morte na cruz. As horas que gastou na carpintaria tiveram um valor redentor, uma eficácia reparadora. Ofereceu o seu trabalho a Deus, e todos esses seus atos trabalharam para salvar o mundo. Como carpinteiro e cabeça de família, Jesus viveu o sacerdócio que Deus concebera para Adão – e para todos nós, na terra. Nisto, como em todas as coisas, Ele é o nosso modelo. Mas é mais que isso. Pelo Batismo e pela Sagrada Comunhão, está unido a nós. Por isso, não o imitamos apenas, mas participamos da sua vida. Trabalha em nós e nós trabalhamos nEle. Oferecemos o nosso trabalho como uma oferenda sacerdotal, um sacrifício redentor, em benefício dos nossos familiares, vizinhos, colegas de trabalho e amigos. E com Cristo recriamos o mundo por meio dos nossos trabalhos e orações. Não se trata apenas de uma pie in the sky [de um “castelo nas nuvens”]. Trata-se também da pie on the table [da “torta na mesa”], para a mãe que a preparou e ofereceu esse trabalho a Deus; da pie chart [do “diagrama de pizza”], nos slides que o corretor prepara para uma apresentação; do pi na equação (5), para a professora de geometria que prepara os seus planos de aula. Tudo isso, se bem feito e oferecido a Deus, faz avançar a causa da criação divina e alcança a redenção do mundo. E realmente funciona! NA TERRA COMO NO CÉU É razoável perguntar: – Se Jesus restaurou o projeto original para o trabalho, por que o nosso trabalho atual ainda traz as marcas do pecado de Adão? Por que o nosso trabalho tem de ser feito à força de suor, de frustrações, de tédio e de malogros? Por que as minhas costas têm de doer no fim de cada dia de trabalho, quando soa o apito da fábrica? Devemos notar que Jesus não esteve livre do sofrimento na sua própria vida terrena de trabalho. Os seus esforços foram custosos, como os nossos. Além de que Ele sofreu incompreensões, falsas acusações, a inveja de outros mestres e – no Calvário – uma aparente derrota. É correto dizer, como os evangélicos protestantes, que Jesus pagou uma dívida que Ele não tinha porque nós tínhamos uma dívida que não podíamos pagar. Mas Cristo não foi meramente o nosso substituto. Se o tivesse sido, poderíamos perguntar, e com razão, por que ainda temos de carregar com o peso da punição pelo pecado de Adão: por que o nosso trabalho ainda tem de ser custoso? Como nosso substituto, Cristo deveria ter eliminado a necessidade do nosso sofrimento, certo? Errado. Cristo não foi o nosso substituto, mas o nosso representante, e, como a sua paixão salvadora foi em nossa representação, não nos exime do sofrimento, mas confere ao nosso sofrimento uma força divina e um valor redentor. São Paulo disse: Eu, agora, alegro-me nos meus sofrimentos por vós e completo na minha carne o que falta à paixão de Cristo pelo seu corpo, que é a Igreja (Col 1, 24). Que pode faltar ao sofrimento perfeito de Cristo? Somente aquilo que Ele quis que faltasse, porque desejava que fôssemos seus co-redentores, seus co-trabalhadores. Jesus não erradicou o sofrimento, mas tornou-nos capazes de sofrer como Ele sofreu. Dotou o nosso sofrimento de poder divino e de valor redentor. E foi por isso que São Paulo pôde alegrar-se nos seus padecimentos por Cristo! Esta é a profunda fonte bíblica do gozoso espírito de mortificação que São Josemaria pregava, e que suscitou tantas incompreensões: “Abençoada seja a dor – escreveu –. Amada seja a dor. Santificada seja a dor… Glorificada seja a dor!” (6) Não dizia nenhuma tolice inane, como o faria se dissesse que “a dor é boa”; o que dizia é que, através da dor, podemos alcançar um grande bem nas nossas vidas, e, mais ainda, que Deus pode proporcionar-nos uma grande santidade por meio dela. Através da dor, podemos assemelhar-nos mais a Jesus Cristo nos seus sofrimentos. Assim, o nosso trabalho é custoso, mas na realidade o seu custo não sobrepuja os seus benefícios, porque estes são concedidos por Deus todo-poderoso. E são benefícios que podemos aplicar não apenas em favor dos nossos familiares, mas de todas as pessoas das nossas relações e do mundo inteiro, pelos vivos e pelos mortos, pelo eterno descanso dos nossos antepassados e pela perseverança dos nossos descendentes na fé cristã. E podemos viver na alegre esperança de que todas essas pessoas virão igualmente a rezar e oferecer o seu trabalho por nós. O Credo chama a isto “comunhão dos santos”. ABENÇOADO PELO SUCESSO? Quando eu era ministro presbiteriano, orgulhava-me daquilo que os cientistas sociais designaram por “ética protestante do trabalho”. O sociólogo Max Weber cunhou essa frase para descrever uma determinada atitude que observou nos calvinistas. Eles trabalhavam arduamente e procuravam dar sempre o melhor de si no campo profissional. Não é que pensassem que com isso ganhavam um bilhete para o céu. Pelo contrário, acreditavam que todos na terra estavam predestinados ou para o céu ou para o inferno, mas achavam que o sucesso terreno era um sinal providencial do favor divino, de terem sido escolhidos, de estarem destinados ao céu. Weber estava certo, ao menos parcialmente, quando apontava essa ética como a força que movia o dínamo do capitalismo. A ética protestante do trabalho não é um dogma cristão, mas apenas um fenômeno sociológico (embora, efetivamente, poderoso). Já o que vimos no livro do Gênesis é muito mais profundo do que qualquer tendência cultural e não é uma ética do trabalho, e sim algo mais completo e sólido. É uma verdadeira “teologia do trabalho”, uma metafísica do trabalho. Não é apenas a resposta coletiva de alguns fiéis ao Credo, e sim uma verdade inserida no próprio tecido da Criação. Além disso, não depende do sucesso terreno. Como a Bem-aventurada Madre Teresa dizia com freqüência, Deus não nos pede que sejamos bem-sucedidos, mas apenas fiéis. Fidelidade significa que tentaremos sempre fazer o melhor que pudermos. Mas isso não garante que venhamos a receber um aumento, ou a ser promovidos, ou a ganhar as eleições: poderemos até ter o salário diminuído, ser despedidos ou sofrer um acidente de trabalho. Mesmo assim, a teologia do trabalho é uma motivação mais poderosa que qualquer mera ética do trabalho: reivindica audaciosamente que o trabalho que realizamos nos pode levar para o céu – e também redimir muitas outras almas –, não por se tratar do nosso trabalho, mas por ser trabalho de Deus, opus Dei. Se o mundo nos considera um sucesso ou um fracasso, é coisa secundária; desejamos o sucesso unicamente para glorificar a Deus. O que é primordial é que trabalhemos com as mãos de Deus, com a mente de Cristo (cfr. 1 Cor 2, 16). Santa Teresa de Ávila falou da assombrosa dignidade que Cristo nos conferiu ao fazer-nos seus colaboradores no trabalho: “Cristo agora não tem outro corpo senão o vosso, não tem outras mãos nem outros pés na terra senão os vossos. Vossos são os olhos com que Ele olha compassivamente para este mundo. Vossos são os pés com que Ele caminha para fazer o bem. Vossas são as mãos com que Ele abençoa o mundo inteiro” (7). Jesus foi fiel até ao fim, e foi precisamente isso que constituiu o seu sucesso. Cumpriu a vontade de seu Pai e salvou o mundo com o sangue que marcou a sua “derrota”. E continua a operar as maravilhas da redenção através dos seus irmãos e irmãs, dos nossos êxitos e dos nossos malogros, de todo o trabalho que oferecemos com Ele a Deus nosso Pai. Não é preciso dizer que deveríamos sempre trabalhar o melhor que pudermos, porque nada que esteja abaixo disso merece ser colocado no altar de Deus. Leiamos os profetas do Antigo Testamento e meditemos no que aconteceu quando os sacerdotes do Templo se tornaram preguiçosos ou gananciosos e começaram a oferecer a Deus animais defeituosos e com manchas, pois queriam guardar o melhor para si próprios. Nós corremos o risco de fazer o mesmo com o nosso tempo, com a nossa atenção e os nossos esforços. Semelhante egoísmo deu péssimos resultados para Israel e pode dar péssimos resultados também para nós. Se o nosso trabalho é culto a Deus, deve ser perfeito! Uma última palavra: Jesus ensinou-nos, pela palavra e pelo exemplo, a trabalhar muito, mas não a idolatrar o trabalho ou o dinheiro que possamos ganhar trabalhando muito. Quando Deus fez o mundo, dividiu o tempo de tal modo que não pudéssemos esquecer a razão pela qual trabalhamos. Ele trabalhou seis dias para santificar o sétimo. Nós também devemos santificar o dia do Senhor. Os nossos seis dias de trabalho estão ordenados para um sétimo dia dedicado a uma adoração mais pura. Deus fez-nos para esse descanso sabático, e os nossos corpos e o nosso trabalho deixam transparecer esse inteligente desígnio divino. É humano esperar ansiosamente pelo descanso sabático. É humano necessitar do Sabbath. O exército dos Estados Unidos descobriu isso há muito tempo, na década de 1940, e pelo caminho árduo. Visando atingir quotas ambiciosas, o governo pediu às fábricas de munição que estendessem a semana de trabalho a sete dias de vinte e quatro horas. A maior parte das fábricas seguiu essa diretriz, mas algumas não. Curiosamente, as únicas fábricas que cumpriram as suas quotas foram aquelas que fecharam aos domingos. Os seus operários estavam mais descansados e por isso eram mais eficientes e sofriam menos acidentes de trabalho. Como Jesus sublinhou, o sábado foi feito para o homem (Mc 2, 27). Cumpre uma necessidade do corpo, da mente e do espírito. E também nesse sentido o homem foi feito para o sábado. Uns anos depois de me ter feito católico, e uns anos depois de ter entrado no Opus Dei, pude assistir um dia à missa em memória do recém-declarado Beato Josemaria Escrivá. Vibrei ao ouvir a primeira leitura que a Igreja escolheu para essa Missa. Era do livro do Gênesis: O Senhor tomou o homem e o pôs no jardim do Éden para que o cultivasse e guardasse (Gên 2, 15). NOTAS: (1) São Josemaria Escrivá, Amigos de Deus, 2ª ed., Quadrante, São Paulo, 2001, n. 57. (2) A primeira graça, para o pecador, não pode ser merecida; no cristão em estado de graça, porém, os atos bons animados pelo amor (caridade) e feitos com a graça merecem o aumento da graça santificante e o prêmio da vida eterna (N. do T.). (3) C.F.D. Moule, The Birth of the New Testament, Harper & Row, San Francisco, 1981, pág. 43. (4) Questões atuais do cristianismo, n. 114. (5) O número pi, em inglês, pronuncia-se como pie (N. do T.). (6) Caminho, n. 208. (7) “Oração de Santa Teresa”, adaptação musical de John Michael Talbot. In The John Michael Talbot Collection, Sparrow, 1995. Scott Hahn é Professor de Teologia da Sagrada Escritura na Universidade Franciscana de Steubenville e catedrático de Teologia Bíblica e Proclamação Litúrgica no Seminário de São Vicente, na Pensilvânia. É também fundador e presidente do Saint Paul Institute for Biblical Theology, órgão dedicado à interpretação da Bíblia à luz do Magistério da Igreja. É autor de mais de uma dezena de livros, dentre os quais destacamos: “Rome, Sweet Home” (tradução portuguesa: “Todos os caminhos vão dar a Roma”, Diel, Lisboa, 2002), escrito em colaboração com a sua esposa, Kimberly, em que ambos narram a sua conversão ao catolicismo; “The Supper of the Lamb” (tradução portuguesa: “O banquete do Cordeiro”, Loyola, São Paulo, 2003); e “First comes Love” (tradução portuguesa: “Primeiro, é o amor”, Diel, Lisboa, 2006). (Fonte: Trabalho ordinário, graça extraordinária. Quadrante, 2ª edição, São Paulo: 2008. Link: http://www.quadrante.com.br Tradução: Élcio Carillo)
- A IOGA É UMA ATIVIDADE DEMONÍACA – (PE. Gabriele Amorth)
Diversas religiões orientais têm sido introduzidas no Brasil, provocando interesse no público. O bloco mais denso provém da Índia. Traz duas notórias características: o panteísmo (tudo é divindade, e vice-versa) e o reencarnacionismo, doutrina ligada à anterior, pois se não há um Deus distinto do homem, é o homem mesmo quem se salva; se não o consegue numa encarnação, há de consegui-lo em outra, posterior. Uma das práticas orientais mais difundidas no Brasil é a Yoga onde muitos cristãos desavisados fazem uso da mesma e coloca vossas almas em perigo A ioga está baseada em uma filosofia e em uma visão que não são compatíveis com a fé cristã. As seguintes chaves resumem as publicações dos especialistas Joel S. Peters e Pe. James Manjackal a respeito do tema. A ioga é uma disciplina espiritual hindu e não só posturas ou exercícios físicos A palavra ioga deriva da raiz sânscrita “yuj” que significa “união”. O objetivo da ioga é unir o eu transitório (temporal), ou “jiva”, com o (eu eterno) infinito, ou “Brahman”, o conceito hindu de Deus. Este deus não é um deus pessoal, mas uma substância impessoal espiritual que é “um só com a natureza e o cosmos”. Brahman é uma substância impessoal e divina que “impregna, envolve e subjaz em tudo”. A ioga não é apenas um conjunto de posturas e exercícios físicos, mas uma disciplina espiritual que busca levar a alma ao “samadhi”, ou seja, aquele estado no qual o natural e o divino se transformam em um, o homem e Deus chegam a ser um sem nenhuma diferença. É panteísta e, portanto, incompatível com o cristianismo O panteísmo é aquela visão na qual deus e o mundo são um só. No hinduísmo existe uma realidade única e todo o resto é uma ilusão (ou Maya), ou seja, o universo é entendido como uma energia eterna, divina e espiritual, onde todos os indivíduos que existem – inclusive os humanos – são suas extensões. A ioga é o caminho que conduz o praticante (varão=yogi, mulher=yogini) com esta energia cósmica. Por outro lado, no cristianismo, através da revelação contida na Tradição e nas Sagradas Escrituras, conhecemos a verdadeira natureza do homem como criação única de Deus, criado a sua imagem e semelhança; onde nem o homem nem o universo criado são divinos. No hinduísmo, o bem e o mal são ilusórios (Maya) e, portanto, inexistentes; enquanto no cristianismo, o pecado é uma transgressão da lei de Deus e o rechaço de nosso verdadeiro bem. Além disso, é inseparável para nossa fé porque é a razão pela qual necessitamos um Salvador. A Encarnação, a Vida, a Paixão, a Morte e a Ressurreição de Jesus são meios de salvação para os cristãos, ou seja, para nos libertar do pecado e de suas consequências. Não é possível separar a espiritualidade hindu da prática da ioga É um erro acreditar que praticando ioga só conseguirão benefícios corporais sem ser afetado pelo seu fundamento espiritual. Isto acontece porque a ioga não trata essencialmente do relaxamento ou da flexibilidade, mas de utilizar os meios físicos para um fim espiritual. Como explica o apologista Michael Gleghorn, há especialistas em ioga, como Georg Feuerstein e Jeanine Miller, que ao falar sobre as posturas desta prática (asana) e dos exercícios de respiração (pranayama) assinalam-nas como algo mais que simplesmente outra forma de exercício: são “exercícios psicossomáticos”, isto é, que o processo de origem psíquica também influencia no corpo. O reconhecido investigador sobre ioga, Dave Fetcho, também assinala que a filosofia oriental é interdependente com a prática da ioga: “A ioga física, segundo sua definição clássica, é intrínseca e funcionalmente incapaz de ser separada da metafísica das religiões orientais. O praticante ocidental que tentar fazer isto está fazendo com ignorância e em perigo, tanto do ponto de vista do iogue como do ponto de vista cristão. (Ioga; 725:2) A igreja explica que a noção de que os seres humanos se unam “com uma consciência cósmica divina” contradiz os ensinos da Igreja: “Para aproximar-se daquele mistério da união com Deus, que os Padres gregos chamavam divinização do homem, e para compreender com precisão as modalidades segundo as quais ela se realiza, é necessário ter presente, em primeiro lugar, que o homem é essencialmente criatura e tal permanece para sempre, de modo que jamais será possível uma absorção do eu humano pelo Eu divino, nem sequer nos mais elevados graus de graça”. Explica também por que o da ioga não ajuda na oração cristã: “Para os cristãos, a vida espiritual consiste em uma relação com Deus que vai se tornando cada vez mais profunda com a ajuda da graça, em um processo que ilumina também a relação com nossos irmãos. A espiritualidade, para a New Age, significa experimentar estados de consciência dominados por um sentido de harmonia e fusão com o Todo. Assim, ‘mística’ não se refere a um encontro com o Deus transcendente na plenitude do amor, a não ser à experiência provocada por um voltar-se sobre si mesmo, um sentimento exultante de estar em comunhão com o universo, de deixar que a própria individualidade entre no grande oceano do Ser”. Segundo o ACI (16/05/2017), a blogueira católica Jenny Uebbing escreveu um recente artigo no qual afirmou que não é possível praticar a ioga fora da espiritualidade hinduísta, porque esta disciplina contém “potenciais perigos” que são “inerentes”. “O Pe. Michael me perguntou se eu realmente acreditava que as minhas intenções poderiam despojar o significado inerente de alguma coisa. Fez a analogia de ir à Missa como um não crente, imitando as posições de genuflexão ou fazendo o sinal da cruz. ‘Mudaria o que está acontecendo no altar? Não existe alguma realidade espiritual, seja ou não reconhecida pelo crente? ’”, perguntou Uebbing em seu blog “Mama needs coffee” de CNA, agência em inglês do Grupo ACI. Nesse sentido, este sacerdote lhe indicou que “não é possível alterar o significado intrínseco de algo simplesmente por querer que este seja diferente” e recordou que “não existe algo como ioga não espiritual”. “Nossos corpos físicos expressam realidades espirituais, algo que está no coração da mensagem da Teologia do Corpo de São João Paulo II”, destacou o sacerdote. A ioga prejudicando a espiritualidade Em seu blog, a escritora decidiu denunciar o quanto a ioga foi prejudicial depois de uma experiência que marcou a sua vida e a levou a se aproximar de Pe. Michael. Uebbing assegurou que é necessário fazer uma advertência às pessoas que, assim como ela, “nunca tiveram a intenção de adorar falsos deuses ou colocar qualquer coisa em seus corações além de Jesus, e ainda hoje continuam sendo prejudicadas por isso”. Ioga e hinduísmo Uebbing explicou que, historicamente, a ioga é considerada uma disciplina espiritual hinduísta, sobretudo, porque esta religião “popularizou a prática e a considera sua, sendo expressão de culto a várias divindades”. “Há algumas diferenças fundamentais entre o hinduísmo e o cristianismo. Vamos nos concentrar nas maiores. As diferenças básicas são o politeísmo (muitos deuses) contra o monoteísmo (um só Deus); e a aniquilação do eu para a busca da ‘unidade com a criação’ oposta a um Deus que se aniquilou a si mesmo para se entregar totalmente às suas criaturas”. A blogueira indicou que praticar ioga, sendo católico, “não é tentar integrar uma bonita tradição cultural ou forma de arte no culto”, mas “significa a adoração de outros deuses. E existe um só Deus”. “Ele é o Deus de Isaac e Abraão e o seu Filho unigênito é Jesus Cristo. Praticar outra forma de adoração é quebrar o Primeiro Mandamento”, acrescentou. A postura da Igreja Uebbing explicou que a Igreja Católica considera a ioga uma parte da espiritualidade da Nova Era ou New Age. Do mesmo modo, recomendou um documento do Pontifício Conselho para a Cultura e do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso: “Jesus Cristo portador da água da vida”, recomendado pelo então Cardeal Ratzinger, atual Papa Emérito Bento XVI. No documento, na secção 2.1, indica-se que “entre as tradições que confluem na Nova Era, pode-se enumerar: as antigas práticas ocultas do Egito, a cabala, o gnosticismo cristão primitivo, o sufismo, as tradições dos druídas, o cristianismo celta, a alquimia medieval, o hermetismo renascentista, o budismo zen, a ioga etc.”. E novamente na seção 2.134, detalha que “a ioga, o zen, a meditação transcendental e os exercícios tântricos conduzem a uma experiência de plenitude do eu ou iluminação”. Finalmente, Uebbing afirmou ter lido vários comentários (alguns mais confiáveis do que outros) atribuídos ao falecido ex-exorcista da Diocese de Roma, o Pe. Gabriele Amorth, nos quais explicitou a identificação da ioga com a atividade demoníaca. “Eu li esse documento do Vaticano e descobri outras fontes, incluindo este documento do Vaticano de 1989: Carta aos Bispos sobre alguns aspectos da Meditação Cristã, que menciona a ioga em uma nota final”, concluiu. Fontes site http://www.acidigital.com/noticias/existem-perigos-ocultos-ao-praticar-ioga-assegura-blogueira-catolica-62440/ #FalsasDoutrinas #FalsasReligiões #Seitas
- A IOGA É UMA ATIVIDADE DEMONÍACA – (PE. Gabriele Amorth)
Diversas religiões orientais têm sido introduzidas no Brasil, provocando interesse no público. O bloco mais denso provém da Índia. Traz duas notórias características: o panteísmo (tudo é divindade, e vice-versa) e o reencarnacionismo, doutrina ligada à anterior, pois se não há um Deus distinto do homem, é o homem mesmo quem se salva; se não o consegue numa encarnação, há de consegui-lo em outra, posterior. Uma das práticas orientais mais difundidas no Brasil é a Yoga onde muitos cristãos desavisados fazem uso da mesma e coloca vossas almas em perigo A ioga está baseada em uma filosofia e em uma visão que não são compatíveis com a fé cristã. As seguintes chaves resumem as publicações dos especialistas Joel S. Peters e Pe. James Manjackal a respeito do tema. A ioga é uma disciplina espiritual hindu e não só posturas ou exercícios físicos A palavra ioga deriva da raiz sânscrita “yuj” que significa “união”. O objetivo da ioga é unir o eu transitório (temporal), ou “jiva”, com o (eu eterno) infinito, ou “Brahman”, o conceito hindu de Deus. Este deus não é um deus pessoal, mas uma substância impessoal espiritual que é “um só com a natureza e o cosmos”. Brahman é uma substância impessoal e divina que “impregna, envolve e subjaz em tudo”. A ioga não é apenas um conjunto de posturas e exercícios físicos, mas uma disciplina espiritual que busca levar a alma ao “samadhi”, ou seja, aquele estado no qual o natural e o divino se transformam em um, o homem e Deus chegam a ser um sem nenhuma diferença. É panteísta e, portanto, incompatível com o cristianismo O panteísmo é aquela visão na qual deus e o mundo são um só. No hinduísmo existe uma realidade única e todo o resto é uma ilusão (ou Maya), ou seja, o universo é entendido como uma energia eterna, divina e espiritual, onde todos os indivíduos que existem – inclusive os humanos – são suas extensões. A ioga é o caminho que conduz o praticante (varão=yogi, mulher=yogini) com esta energia cósmica. Por outro lado, no cristianismo, através da revelação contida na Tradição e nas Sagradas Escrituras, conhecemos a verdadeira natureza do homem como criação única de Deus, criado a sua imagem e semelhança; onde nem o homem nem o universo criado são divinos. No hinduísmo, o bem e o mal são ilusórios (Maya) e, portanto, inexistentes; enquanto no cristianismo, o pecado é uma transgressão da lei de Deus e o rechaço de nosso verdadeiro bem. Além disso, é inseparável para nossa fé porque é a razão pela qual necessitamos um Salvador. A Encarnação, a Vida, a Paixão, a Morte e a Ressurreição de Jesus são meios de salvação para os cristãos, ou seja, para nos libertar do pecado e de suas consequências. Não é possível separar a espiritualidade hindu da prática da ioga É um erro acreditar que praticando ioga só conseguirão benefícios corporais sem ser afetado pelo seu fundamento espiritual. Isto acontece porque a ioga não trata essencialmente do relaxamento ou da flexibilidade, mas de utilizar os meios físicos para um fim espiritual. Como explica o apologista Michael Gleghorn, há especialistas em ioga, como Georg Feuerstein e Jeanine Miller, que ao falar sobre as posturas desta prática (asana) e dos exercícios de respiração (pranayama) assinalam-nas como algo mais que simplesmente outra forma de exercício: são “exercícios psicossomáticos”, isto é, que o processo de origem psíquica também influencia no corpo. O reconhecido investigador sobre ioga, Dave Fetcho, também assinala que a filosofia oriental é interdependente com a prática da ioga: “A ioga física, segundo sua definição clássica, é intrínseca e funcionalmente incapaz de ser separada da metafísica das religiões orientais. O praticante ocidental que tentar fazer isto está fazendo com ignorância e em perigo, tanto do ponto de vista do iogue como do ponto de vista cristão. (Ioga; 725:2) A igreja explica que a noção de que os seres humanos se unam “com uma consciência cósmica divina” contradiz os ensinos da Igreja: “Para aproximar-se daquele mistério da união com Deus, que os Padres gregos chamavam divinização do homem, e para compreender com precisão as modalidades segundo as quais ela se realiza, é necessário ter presente, em primeiro lugar, que o homem é essencialmente criatura e tal permanece para sempre, de modo que jamais será possível uma absorção do eu humano pelo Eu divino, nem sequer nos mais elevados graus de graça”. Explica também por que o da ioga não ajuda na oração cristã: “Para os cristãos, a vida espiritual consiste em uma relação com Deus que vai se tornando cada vez mais profunda com a ajuda da graça, em um processo que ilumina também a relação com nossos irmãos. A espiritualidade, para a New Age, significa experimentar estados de consciência dominados por um sentido de harmonia e fusão com o Todo. Assim, ‘mística’ não se refere a um encontro com o Deus transcendente na plenitude do amor, a não ser à experiência provocada por um voltar-se sobre si mesmo, um sentimento exultante de estar em comunhão com o universo, de deixar que a própria individualidade entre no grande oceano do Ser”. Segundo o ACI (16/05/2017), a blogueira católica Jenny Uebbing escreveu um recente artigo no qual afirmou que não é possível praticar a ioga fora da espiritualidade hinduísta, porque esta disciplina contém “potenciais perigos” que são “inerentes”. “O Pe. Michael me perguntou se eu realmente acreditava que as minhas intenções poderiam despojar o significado inerente de alguma coisa. Fez a analogia de ir à Missa como um não crente, imitando as posições de genuflexão ou fazendo o sinal da cruz. ‘Mudaria o que está acontecendo no altar? Não existe alguma realidade espiritual, seja ou não reconhecida pelo crente? ’”, perguntou Uebbing em seu blog “Mama needs coffee” de CNA, agência em inglês do Grupo ACI. Nesse sentido, este sacerdote lhe indicou que “não é possível alterar o significado intrínseco de algo simplesmente por querer que este seja diferente” e recordou que “não existe algo como ioga não espiritual”. “Nossos corpos físicos expressam realidades espirituais, algo que está no coração da mensagem da Teologia do Corpo de São João Paulo II”, destacou o sacerdote. A ioga prejudicando a espiritualidade Em seu blog, a escritora decidiu denunciar o quanto a ioga foi prejudicial depois de uma experiência que marcou a sua vida e a levou a se aproximar de Pe. Michael. Uebbing assegurou que é necessário fazer uma advertência às pessoas que, assim como ela, “nunca tiveram a intenção de adorar falsos deuses ou colocar qualquer coisa em seus corações além de Jesus, e ainda hoje continuam sendo prejudicadas por isso”. Ioga e hinduísmo Uebbing explicou que, historicamente, a ioga é considerada uma disciplina espiritual hinduísta, sobretudo, porque esta religião “popularizou a prática e a considera sua, sendo expressão de culto a várias divindades”. “Há algumas diferenças fundamentais entre o hinduísmo e o cristianismo. Vamos nos concentrar nas maiores. As diferenças básicas são o politeísmo (muitos deuses) contra o monoteísmo (um só Deus); e a aniquilação do eu para a busca da ‘unidade com a criação’ oposta a um Deus que se aniquilou a si mesmo para se entregar totalmente às suas criaturas”. A blogueira indicou que praticar ioga, sendo católico, “não é tentar integrar uma bonita tradição cultural ou forma de arte no culto”, mas “significa a adoração de outros deuses. E existe um só Deus”. “Ele é o Deus de Isaac e Abraão e o seu Filho unigênito é Jesus Cristo. Praticar outra forma de adoração é quebrar o Primeiro Mandamento”, acrescentou. A postura da Igreja Uebbing explicou que a Igreja Católica considera a ioga uma parte da espiritualidade da Nova Era ou New Age. Do mesmo modo, recomendou um documento do Pontifício Conselho para a Cultura e do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso: “Jesus Cristo portador da água da vida”, recomendado pelo então Cardeal Ratzinger, atual Papa Emérito Bento XVI. No documento, na secção 2.1, indica-se que “entre as tradições que confluem na Nova Era, pode-se enumerar: as antigas práticas ocultas do Egito, a cabala, o gnosticismo cristão primitivo, o sufismo, as tradições dos druídas, o cristianismo celta, a alquimia medieval, o hermetismo renascentista, o budismo zen, a ioga etc.”. E novamente na seção 2.134, detalha que “a ioga, o zen, a meditação transcendental e os exercícios tântricos conduzem a uma experiência de plenitude do eu ou iluminação”. Finalmente, Uebbing afirmou ter lido vários comentários (alguns mais confiáveis do que outros) atribuídos ao falecido ex-exorcista da Diocese de Roma, o Pe. Gabriele Amorth, nos quais explicitou a identificação da ioga com a atividade demoníaca. “Eu li esse documento do Vaticano e descobri outras fontes, incluindo este documento do Vaticano de 1989: Carta aos Bispos sobre alguns aspectos da Meditação Cristã, que menciona a ioga em uma nota final”, concluiu. Fontes site http://www.acidigital.com/noticias/existem-perigos-ocultos-ao-praticar-ioga-assegura-blogueira-catolica-62440/ #FalsasDoutrinas #FalsasReligiões #Seitas
- The Church – The State – The Burning of Heretics
From time to time, heretics where put to death under the civil law to which they were amenable. The imperial successors of constantine justly considered that they were obliged to have a care for the material welfare of the Church here on earth. It must be clearly born in mind that these herectical bodies were not merely exponents of erroneous religious and intellectual belief, but they were the avowed enemies of the law and order, red-hot anarchists who would stop at nothing to gain their ends. For instance, In 660A.D. arose the Paulicans, a Manichean sect, who rejected the old testament, the sacraments and priesthood. Soon it was realized that this body was politically aimed at revolution and red anarchy. The herectics also operated with two weapons: Terrorism and Secret Murder. In 1199, the Patarini followers, Ermanno of Parma and Gottardo of Marsi, foully assasinated S. Peter Parenzo, the governor of Orvieto. On 6th April, 1252, S. Peter of Verona was struck down by an axe of Carino, a manichean, whilst returning from Como to Milan. These herectics employed a system that was a simultaneous attack on both church and state. The state authorities burning a heretic The crimes of heretics never escaped the notice of authorities. The heretic Mani, was crucified by Brahm I, and his disciples were relentlessly pursued. The pagan Emperor Diocletian, in 287A.D., sent the leaders of manichees to the stake. Valentinian I and his son Gratian passed laws against Manichees. Theodosius I condemned them to death and Valentinian II sent them to exile. In 1022, a number of Manichees were burned alive by order of Robert I. First heretic, Simon Magus The Church, during its first twelve centuries, was loath to deal with heretics save by argument and persuasion; obstinate heretics were excluded from her communion. According to Montague Summers, “S. Augustine, S. John Chrysostom, S. Isidore of Seville and a number of other Doctors and Fathers held that for no cause whatsoever should the Church shed blood.” In 384, Maximus condemned Priscillian, Bishop of Avila, who was found guilty of heresy and sorcery. S. Martin’s indignation was such that for a long while he refused to hold communion with those who had been in any way responsible for the execution. Pope Siricius excommunicated Bishop Felix of Trier for his part in the deed. Pope Pelagius I, merely relegated the recalcitrant bishop, Paulinus of Fossombrone, to a monastery for rejecting his authority and stirring up schism and revolt. Saint Caesarius of Arles held that those who obstinately persevere in overt paganism, should first be remonstrated and reprimanded, if possible be persuaded of their errors; but if they persist certain corporal chastisements should be given; and in extreme cases a course of domestic discipline, the cutting of the hair close as a mark of indignity and confinement within doors under restraint, may be adopted. Felix of Urgel, a prelate, only suffered a short detention in Rome for the heresy of Adoptionism. Gothescalch, a monk of Fulda, obstinately maintained that Christ did not die for all mankind. He was sentenced to flogging and imprisonment, at that time, these were punishments common in monasteries for various infractions of the rule. It is either a silly jest or culpable ignorance to assume that the Church burnt heretics. Our Lady, Seat of Wisdom, Pray for Us.
- Homilia do 11º Domingo do Tempo Comum
Leia o Evangelho deste domingo e em seguida escute a homilia do 11º Domingo do Tempo Comum. Anúncio do Evangelho (Mt 9,36-10,8) — O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João. — Glória a vós, Senhor. Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, 36vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam cansadas e abatidas como ovelhas que não têm pastor. Então disse a seus discípulos: 37“A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. 38Pedi, pois, ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!” 10,1Jesus chamou os doze discípulos e deu-lhes poder para expulsarem os espíritos maus e para curarem todo tipo de doença e enfermidade. 2Estes são os nomes dos doze apóstolos: primeiro, Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João; 3Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o cobrador de impostos; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu; 4Simão, o zelota, e Judas Iscariotes, que foi o traidor de Jesus. 5Jesus enviou esses doze com as seguintes recomendações: “Não deveis ir aonde moram os pagãos nem entrar nas cidades dos samaritanos! 6Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel! 7Em vosso caminho, anunciai: ‘O reino dos céus está próximo’. 8Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça deveis dar!” — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.
- Homilia do 11º Domingo do Tempo Comum
Leia o Evangelho deste domingo e em seguida escute a homilia do 11º Domingo do Tempo Comum. Anúncio do Evangelho (Mt 9,36-10,8) — O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João. — Glória a vós, Senhor. Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, 36vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam cansadas e abatidas como ovelhas que não têm pastor. Então disse a seus discípulos: 37“A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. 38Pedi, pois, ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!” 10,1Jesus chamou os doze discípulos e deu-lhes poder para expulsarem os espíritos maus e para curarem todo tipo de doença e enfermidade. 2Estes são os nomes dos doze apóstolos: primeiro, Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João; 3Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o cobrador de impostos; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu; 4Simão, o zelota, e Judas Iscariotes, que foi o traidor de Jesus. 5Jesus enviou esses doze com as seguintes recomendações: “Não deveis ir aonde moram os pagãos nem entrar nas cidades dos samaritanos! 6Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel! 7Em vosso caminho, anunciai: ‘O reino dos céus está próximo’. 8Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça deveis dar!” — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.
- Introduction to “Great Catholic Laymen.”
“I believe that it was I who had the good fortune of inspiring the writer with the idea of the necessity in our age of some such catholic biography. For the need never seems to have attracted Catholic writers; or if it did, they must have assured themselves that the time was not ripe for such a publication, or that Catholic sense and intelligence were not ripe enough to demand it…. The great writers, thinkers, and workers of other religions, or no religion, have been glorified by studies, memoirs, biographies, or reminiscences without number. Their reliques, letters – everything pertaining to them have been published, and read eagerly by a public who delight in probing into the secrets of its heroes. Garcia Moreno, the greatest Catholic President. “I cannot recall the name of great Pagan or Protestant, who has been neglected. But what of our catholic writers and workers? You seek their names in vain in encyclpaedia or dictionary or biography. The world has deemed them unworthy of notice; and have accepted the verdict. Hence you will not find in the many volumes that are now published under the title of “Great statesmen,” a notice, much less a life, of Windhorst or O’connell; or if these distinguished men are mentioned, it is to be dismissed in a few, almost contemptuous sentences. Joseph de Maistre. “In a series of philosophical classics, what place is there for an Aquinas or a Suarez? You have kant, and Hegel, and Fichte and Schelling, Hume and Berkeley… but where are Augustine, and St. Thomas, and Bellarmine, and Vasquez? Where are de Maistre or Montalembert? Where are Brownson and Newman? In a cheap reprint of the poets, you will find every name but Coventry Patmore and Aubrey de Vere? And if you seek the details of these men’s lives, where are you to find them? It will be said that hitherto Catholics… have been conspicuously indifferent about the lives and thoughts, or works of those clinging fast to the tenets of their faith, have wrought great deeds either through the emancipation of oppressed creeds and nationalities, or through important additions to literature….And from this indifference there sprang a natural, yet erroneous inference, that outside the domain of theology and philosophy, the Catholic Church has little to show in industry or intelligence of her children.” -Canon Sheehan D.D.
- A imitação de Deus
A perfectibilidade do homem que é a sua capacidade de se contruir, de se tornar melhor a cada dia, é o que nos leva a Deus. Não é Deus que nos torna melhores, somos nós que inspirados pela perfeição Divina devemos nos esforçar para nos aperfeiçoarmos, para nos tornarmos melhores a cada dia, para superarmos nossas fraquezas, nossas debilidades, nossas infelicidades. O amor de Deus não significa o amor ao ídolo, ao ser poderoso e milagroso que pode nos salvar de um golpe. O amor de Deus significa a vontade insuplantável de nos aproximarmos da perfeição Divina, de nos comportarmos com uma centelha de sua bondade absoluta, de nos inspirarmos na sua misericórida incondicional, de particarmos um átomo de sua justiça infalível. O verdadeiro amor a Deus não se realiza no abstrato da oração ou na esterilidade do cristianismo passivo, mas na ação de uma vida virtuosa, nas nossas obras cotidianas, naqueles momentos em que procuramos imitar a Deus por amor a nós mesmos e aos nossos semelhantes. Amar a Deus significa amar incondicionalmente suas virtudes e praticá-las no nosso dia-a-dia. O catolicismo, como religião viva, se faz hoje e agora na vida dos fieis e não nas missas dominicais que devem ser apenas o pináculo, o ponto alto da semana santa que todos nós devemos viver continuamente. As ações humanas inspiradas pelos exemplos que Cristo, Deus encarnado, nos legou, a imitação cotidiana das virtudes Divinas que a vida dos Santos nos revelam é o único caminho que é capaz de nos redimir neste mundo de desespero e caos a que fomos lançados. Desejar, procurar, amar intensamente a Deus significa, a cada dia, imitar suas virtudes. Imitando Deus superaremos nossas fraquezas e construiremos uma vida melhor, um mundo melhor. Este é o único caminho para o verdadeiro cristão.
- Battles of St. Anthony with demons
” St. Anthony had one foe – the arch-enemy of all good. He suggests impure thoughts, but the hero resists the fiend with fastings and faith. Once a dragon, foiled in his attempt to overcome Anthony, gnashed his teeth, and coming out of his body, lay at his feet in the shape of a little black boy. But the hermit was not beguiled into carelessness by this victory. He resolved to chastise himself more severely. So he retired to the tombs of the dead. One dark night, a crowd of demons flogged the Saint until he fell to the ground speechless with torture. Some friends found him the next day, and thinking he was dead, carried him to the village, where his kinsfolk gathered to mourn over his remains. But at midnight he came to himself, and, seeing but one acquaintance awake, he begged that he would carry him back to the tombs, which was done. Unable to move, he prayed prostrate and sang, “If a host be laid against me, yet shall not my heart be afraid.” The enraged devils made at him again. There was a terrible crash; through the walls the fiends came in shapes like beasts and reptiles. In a moment the place was filled with lions roaring at him, bulls thrusting at him with their horns, creeping serpents unable to reach him, wolves held back in the act of springing. There, too, were bears and asps and scorpions. Mid the frightful clamour of roars, growls and hisses, rose the clear voice of the saint, as he triumphantly mocked the demons in their rage. Suddenly, the awful tumult ceased; the wretched beings became invisible and a ray of light pierced the roof to cheer the prostrate hero. His pains ceased. A voice came to him saying, “Thou hast withstood and not yielded. I will always be thy helper, and will make thy name famous everywhere.” Hearing this he rose up and prayed, and was stronger in body than ever before. St. Anthony the Great, Pray for us.
- “Those who live well, die well.” – St. Robert Bellarmine
They also who diligently apply to study, will soon become learned doctors, but they who do not, will be ignorant. But, perhaps, someone may mention, as an objection, the example of the good thief, who lived ill and yet died well. This was not the case; for that good thief led a holy life, and therefore died a holy death. But, even supposing he had spent the greater part of his days in wickedness, yet the other part of his life was spent so well, that he easily repented of his former sins, and gained the greatest graces. For, burning with love of God, he openly defended our saviour from the calumnies of His enemies; and filled with the same charity towards his neighbour, he rebuked and admonished his blaspheming companion, and endeavoured to convert him. He was yet alive when he thus addressed him saying: “Neither dost thou fear God, seeing thou art under the same condemnation? And we indeed justly, for we receive the due rewards of our deeds: but this man hath done no evil.” Neither was he dead when, confessing and calling upon Christ, he uttered these noble words: “Lord, remember me when thou shalt come into thy kingdom.” The good thief then appeared appeared to “have been one of those who came last into the vineyard, and yet received a reward greater than the first. St. Robert Bellarmine, Ora Pro Nobis.
- Sts. John Capistrano and Bernadine defends the veneration of Holy Name of Jesus, the Eternal King
St. Bernardine had incurred the enemity of the followers of Manfred of Vercelli – a goodman, but credulous – who taught that the end of the world was at hand. Bernadine had thought it necessary to preach and write against him, for, with his misplaced zeal he was leading many people astray, causing them to leave their homes and follow him about the country. When Bernadine arrived at Vercelli in 1427, to preach the lenten sermons, he recommended, according to his custom, devotion to the Holy Name of Jesus, exhibiting for their veneration a tablet with the sacred monogram and encouraging the people to put it on their houses. This gave Manfred’s disciples an opportunity for revenge. They sent representatives to the Pope, charging the saint with teaching heresy and idolatry; and so plausibly did they present the accusation that the Pope was deceived. There were many preachers of strange doctrine abroad at the time, and so he was led to believe that Bernadine was one of them. The saint was forthwith summoned to Rome, and, on his arrival, was coldly received by the Pope, ordered to desist from preaching and to remain in the city until the case had been tried. Capistran was at Naples, whither he had gone, at the invitation of Joan II, to preach and to suppress the extortionate practices of the Jews. When the news arrived of his master’s trouble, he interrupted his preaching and started at once for Rome to defend Bernadine and the Veneration of the Holy Name. He, too, in his sermons, had strongly advocated this devotion. He had the sacred monogram, surrounded with rays, painted after the pattern of the one used by Bernadine. At the entrance to the city, where he arrived on the day appointed for the trial, he raised it on a staff and carried it like a banner. Many persons followed him, for the devotion was not unknown to them, and forming a procession, walked through the streets singing hymns in honour of the Holy Name. When the Pope heard the spontaneous outburst of piety on the part of the people, his prejudice was so far shaken that he put off hearing to a later date and authorized capistran to appear in his friend’s defence. The investigation took place in the basilica of St. Peter. There were no fewer than Seventy-two accusers, many of them learned men. Bernadine spoke in his own defence and Capistran followed with a speech so eloquent and closely reasoned that his master was completely exonerated. Next day, the Pope received St. Bernardine in audience and blessed him; and, in renewing his licence to preach, gave him the fullest encouragement to propagate the devotion. Sts. John Capistrano and Bernadine of Siena, Pray for Us.
- Mentiras protestantes – Cânon das Sagradas Escrituras
“Todos os cristãos devem ler a Bíblia com piedade e reverência, rezando para que o Espírito Santo, que inspirou as Escrituras, capacite-os a entendê-las… Os que puderem devem fazer uso da versão latina de São Jerônimo; mas os que não puderem e as pessoas simples, leigos ou do clero … devem ler a versão alemã de que agora se dispõe, e, assim, armarem-se contra o inimigo de nossa salvação”(The publisher of the Cologne Bible [1480] ). O texto acima é uma norma católica de 1480, anterior à Revolta protestante, que por si só, seria suficiente para encerrar a lenda que a Igreja seria contra a Bíblia! EM 1563 – Inventam a mentira que a Igreja teria acrescentado sete livros à Bíblia: era o final do Concílio de Trento, essa mentira foi plantada para desacreditar a Igreja e aquele Concílio feito para enfrentar a rebelião protestante. Sobre a Bíblia, tudo que houve neste concílio foi a pura confirmação do cânon dos 73 livros reafirmados nos concílios anteriores. Para desmascarar os propagadores dessa mentira basta mostrar-lhes que Santo Agostinho, no ano 397, em sua obra “Sobre a Doutrina Cristã, livro 2, cap. 8, 13” já aparece citando o cânon Bíblico de 73 livros. Na verdade os protestantes é que posteriormente arrancaram sete livros da Bíblia, as Bíblias dos reformadores continham os 73 livros, o próprio Lutero os traduziu na sua edição da Bíblia datada de 1534. Foi somente no século XIX que as Sociedades Bíblicas protestantes deixaram de incluir nos seus exemplares da Bíblia os sete livros deuterocanônicos. Para confirmar de vez a mentira e a grave mutilação Bíblica feita pelos protestantes, basta conferir os livros da Bíblia de Gutemberg, impressa antes da reforma protestante e quase um século antes do Concílio de Trento, pois os livros Tobias, Judite, 1 Macabeus, 2 Macabeus, Sabedoria, Eclesiástico e Baruque que eles arrancaram estão lá. Este é o link direto, onde você pode ver escaneados todos os livros da Bíblia de Gutenberg e seu catálogo: http://prodigi.bl.uk/treasures/gutenberg/search.asp Você poderá também, visitar a Biblioteca Nacional – Sede: Av. Rio Branco, 319 – Rio de Janeiro – CEP 20040-009 – Tel.: 55 21 3095 3879. Em 1563 – Chamam “apócrifos” os livros sagrados que excluíram das bíblias protestantes: essa manobra foi feita para justificar a exclusão dos sete livros: Tobias, Judite, Sabedoria, I Macabeus, II Macabeus, Eclesiástico e Baruque, que contrariavam a recém criada religião protestante. Esses livros faziam parte da Bíblia Septuaginta usada pelos apóstolos, e vários destes foram encontrados integrando os escritos cristãos primitivos achados em 1947 no Mar Morto. Ao contrário do que dizem os protestantes, “Apócrifo” sempre significou: escritos de assunto sagrado não incluídos pela Igreja no Cânon das Escrituras autênticas e divinamente inspiradas. (Dicionário Enciclopédia. Encarta 99). Ou seja, “apócrifos” são os livros que ficaram fora do Cânon da Igreja Católica no século 4. Fica evidente que os protestantes para mais uma vez caluniarem a Igreja Católica, simplesmente resolveram chamar de “apócrifos”, os Livros Sagrados que começaram a rejeitar no século 16. Bibliografia: – Adolphe-Charles Siegfried, La Via et le travaux de Pierre-Paul Vergerio. Thése presentée […] pou obtenir le grade de bachelier en théologie à la Faculté de théologie protestante de Strasbourg, Strasbourg, imprimerie de Vve Berger-Levrault, 1857 – Ugo Rozzo (a cura di), Pier Paolo Vergerio Il Giovane, um polemista attaterso l’Europa del Cinquecento, Atti del Convegnho intternazionale di studi, Forum Edizioni,2000.
- Mentiras protestantes – Cânon das Sagradas Escrituras
“Todos os cristãos devem ler a Bíblia com piedade e reverência, rezando para que o Espírito Santo, que inspirou as Escrituras, capacite-os a entendê-las… Os que puderem devem fazer uso da versão latina de São Jerônimo; mas os que não puderem e as pessoas simples, leigos ou do clero … devem ler a versão alemã de que agora se dispõe, e, assim, armarem-se contra o inimigo de nossa salvação”(The publisher of the Cologne Bible [1480] ). O texto acima é uma norma católica de 1480, anterior à Revolta protestante, que por si só, seria suficiente para encerrar a lenda que a Igreja seria contra a Bíblia! EM 1563 – Inventam a mentira que a Igreja teria acrescentado sete livros à Bíblia: era o final do Concílio de Trento, essa mentira foi plantada para desacreditar a Igreja e aquele Concílio feito para enfrentar a rebelião protestante. Sobre a Bíblia, tudo que houve neste concílio foi a pura confirmação do cânon dos 73 livros reafirmados nos concílios anteriores. Para desmascarar os propagadores dessa mentira basta mostrar-lhes que Santo Agostinho, no ano 397, em sua obra “Sobre a Doutrina Cristã, livro 2, cap. 8, 13” já aparece citando o cânon Bíblico de 73 livros. Na verdade os protestantes é que posteriormente arrancaram sete livros da Bíblia, as Bíblias dos reformadores continham os 73 livros, o próprio Lutero os traduziu na sua edição da Bíblia datada de 1534. Foi somente no século XIX que as Sociedades Bíblicas protestantes deixaram de incluir nos seus exemplares da Bíblia os sete livros deuterocanônicos. Para confirmar de vez a mentira e a grave mutilação Bíblica feita pelos protestantes, basta conferir os livros da Bíblia de Gutemberg, impressa antes da reforma protestante e quase um século antes do Concílio de Trento, pois os livros Tobias, Judite, 1 Macabeus, 2 Macabeus, Sabedoria, Eclesiástico e Baruque que eles arrancaram estão lá. Este é o link direto, onde você pode ver escaneados todos os livros da Bíblia de Gutenberg e seu catálogo: http://prodigi.bl.uk/treasures/gutenberg/search.asp Você poderá também, visitar a Biblioteca Nacional – Sede: Av. Rio Branco, 319 – Rio de Janeiro – CEP 20040-009 – Tel.: 55 21 3095 3879. Em 1563 – Chamam “apócrifos” os livros sagrados que excluíram das bíblias protestantes: essa manobra foi feita para justificar a exclusão dos sete livros: Tobias, Judite, Sabedoria, I Macabeus, II Macabeus, Eclesiástico e Baruque, que contrariavam a recém criada religião protestante. Esses livros faziam parte da Bíblia Septuaginta usada pelos apóstolos, e vários destes foram encontrados integrando os escritos cristãos primitivos achados em 1947 no Mar Morto. Ao contrário do que dizem os protestantes, “Apócrifo” sempre significou: escritos de assunto sagrado não incluídos pela Igreja no Cânon das Escrituras autênticas e divinamente inspiradas. (Dicionário Enciclopédia. Encarta 99). Ou seja, “apócrifos” são os livros que ficaram fora do Cânon da Igreja Católica no século 4. Fica evidente que os protestantes para mais uma vez caluniarem a Igreja Católica, simplesmente resolveram chamar de “apócrifos”, os Livros Sagrados que começaram a rejeitar no século 16. Bibliografia: – Adolphe-Charles Siegfried, La Via et le travaux de Pierre-Paul Vergerio. Thése presentée […] pou obtenir le grade de bachelier en théologie à la Faculté de théologie protestante de Strasbourg, Strasbourg, imprimerie de Vve Berger-Levrault, 1857 – Ugo Rozzo (a cura di), Pier Paolo Vergerio Il Giovane, um polemista attaterso l’Europa del Cinquecento, Atti del Convegnho intternazionale di studi, Forum Edizioni,2000.
- Qual idade e disposições para que as crianças recebam os Sacramentos da Confissão e da Comunhão?
Qual idade e disposições ensinadas pela Igreja para que as crianças recebam os Sacramentos da Confissão e da Primeira Comunhão? Gostaria de lembrar a doutrina da Igreja acerca da primeira comunhão das crianças feita na idade em que elas começam a ter o uso da razão, quer dizer, em torno dos sete anos. Relembrarei simplesmente as palavras de São Pio X em seu decreto Quam Singulari de 1910 – recomendo a todos que o leiam – em que esse Papa Santo dá o último golpe contra os erros nessa matéria, em particular quando se exigia um alto nível de instrução das crianças, fazendo-as esperar até os 10, 12, 14 ou mais anos. Infelizmente, o erro que São Pio X combateu se encontra hoje – e já faz algumas décadas – novamente difundido: a primeira comunhão e a primeira confissão se fazem muito tarde. Diz São Pio X em seu decreto: “ Este costume, de receber tardiamente a primeira comunhão que, sob o pretexto de assegurar o respeito devido ao Augusto Sacramento, afasta dele os fiéis, foi causa de males sem conta. “ Sucedia, de fato, que a inocência da criança, arrancada aos afetos de Jesus Cristo, não se alimentava de nenhuma seiva de vida interior; e, consequentemente, a juventude, privada de socorro eficaz e cercada de tantas armadilhas, perdia o candor e caía no vício, antes de ter provado dos Santos Mistérios. E ainda que se preparasse a Primeira Comunhão por uma formação mais diligente e uma Confissão mais cuidadosa, o que, na verdade, não se faz em todo lugar, sempre há um prejuízo para a primeira inocência, prejuízo que talvez pudesse ser evitado, se a Eucaristia fosse recebida em idade mais tenra. O espírito do Concilio Tridentino, ensinou que a Eucaristia é “o antídoto por meio do qual somos liberados das culpas quotidianas e preservados dos pecados mortais.” (Sess. XIII, de Eucharistia). A idade de discrição para comungar é aquela em que a criança sabe distinguir o pão Eucarístico do pão comum e corporal, para poder se aproximar do altar devotamente. Assim, não se requer um conhecimento perfeito das verdades de Fé, pois o conhecimento de alguns elementos basta, e isso é ter um certo conhecimento; nem se requer o uso perfeito da razão, pois basta um uso incipiente, e isso é ter um certo uso da razão. Com tudo isso, adiar a Comunhão, e estabelecer idade mais madura para recebê-la, deve ser algo completamente reprovado. E a Sé Apostólica muitas vezes condenou isso . No final do decreto, o Papa São Pio X, estabelece normas com relação ao assunto: “A idade da discrição tanto para a Confissão quanto para a Comunhão é aquela em que a criança começa a raciocinar, isto é, pelos sete anos, às vezes mais, às vezes menos. Nesse período, começa a obrigação de satisfazer aos dois preceitos da Confissão e da Comunhão; Para a primeira Confissão e primeira Comunhão, não é necessário um pleno e perfeito conhecimento da doutrina cristã. A criança, porém, deverá aprender depois gradativamente todo o catecismo, em conformidade com sua inteligência; O conhecimento da religião que se requer da criança para que ela se prepare convenientemente para a primeira Comunhão é que ela entenda, segundo a sua capacidade, os mistérios necessários por necessidade de meio, a Santíssima Trindade e Encarnação, além da existência de Deus e do fato de que Deus é remunerador na ordem sobrenatural, e diferencie o pão eucarístico do pão comum e corporal, para que se aproxime da Eucaristia com a devoção que sua idade comporta; O costume de não admitir as crianças à Confissão ou de nunca lhes dar a absolvição, embora tenham atingido o uso da razão, deve ser completamente reprovado. Por isso, os Ordinários locais, empregando também os remédios do direito, cuidarão para que tal costume desapareça inteiramente”. Finaliza assim, o Santo Padre. Podemos ver, então, que a comunhão quando a criança atinge o uso da razão – em torno dos sete anos – é de uma necessidade grande para que ela preserve a sua alma pura de todo pecado, para que ela adquira forças para não cair nas inúmeras ciladas do mundo e do demônio, sobretudo em nossa sociedade atual. Equipe Templário de Maria #Eucaristia #Doutrina #Catequese #DecretoQuamSingulari #PrimeiraComunhão
- Qual idade e disposições para que as crianças recebam os Sacramentos da Confissão e da Comunhão?
Qual idade e disposições ensinadas pela Igreja para que as crianças recebam os Sacramentos da Confissão e da Primeira Comunhão? Gostaria de lembrar a doutrina da Igreja acerca da primeira comunhão das crianças feita na idade em que elas começam a ter o uso da razão, quer dizer, em torno dos sete anos. Relembrarei simplesmente as palavras de São Pio X em seu decreto Quam Singulari de 1910 – recomendo a todos que o leiam – em que esse Papa Santo dá o último golpe contra os erros nessa matéria, em particular quando se exigia um alto nível de instrução das crianças, fazendo-as esperar até os 10, 12, 14 ou mais anos. Infelizmente, o erro que São Pio X combateu se encontra hoje – e já faz algumas décadas – novamente difundido: a primeira comunhão e a primeira confissão se fazem muito tarde. Diz São Pio X em seu decreto: “ Este costume, de receber tardiamente a primeira comunhão que, sob o pretexto de assegurar o respeito devido ao Augusto Sacramento, afasta dele os fiéis, foi causa de males sem conta. “ Sucedia, de fato, que a inocência da criança, arrancada aos afetos de Jesus Cristo, não se alimentava de nenhuma seiva de vida interior; e, consequentemente, a juventude, privada de socorro eficaz e cercada de tantas armadilhas, perdia o candor e caía no vício, antes de ter provado dos Santos Mistérios. E ainda que se preparasse a Primeira Comunhão por uma formação mais diligente e uma Confissão mais cuidadosa, o que, na verdade, não se faz em todo lugar, sempre há um prejuízo para a primeira inocência, prejuízo que talvez pudesse ser evitado, se a Eucaristia fosse recebida em idade mais tenra. O espírito do Concilio Tridentino, ensinou que a Eucaristia é “o antídoto por meio do qual somos liberados das culpas quotidianas e preservados dos pecados mortais.” (Sess. XIII, de Eucharistia). A idade de discrição para comungar é aquela em que a criança sabe distinguir o pão Eucarístico do pão comum e corporal, para poder se aproximar do altar devotamente. Assim, não se requer um conhecimento perfeito das verdades de Fé, pois o conhecimento de alguns elementos basta, e isso é ter um certo conhecimento; nem se requer o uso perfeito da razão, pois basta um uso incipiente, e isso é ter um certo uso da razão. Com tudo isso, adiar a Comunhão, e estabelecer idade mais madura para recebê-la, deve ser algo completamente reprovado. E a Sé Apostólica muitas vezes condenou isso . No final do decreto, o Papa São Pio X, estabelece normas com relação ao assunto: “A idade da discrição tanto para a Confissão quanto para a Comunhão é aquela em que a criança começa a raciocinar, isto é, pelos sete anos, às vezes mais, às vezes menos. Nesse período, começa a obrigação de satisfazer aos dois preceitos da Confissão e da Comunhão; Para a primeira Confissão e primeira Comunhão, não é necessário um pleno e perfeito conhecimento da doutrina cristã. A criança, porém, deverá aprender depois gradativamente todo o catecismo, em conformidade com sua inteligência; O conhecimento da religião que se requer da criança para que ela se prepare convenientemente para a primeira Comunhão é que ela entenda, segundo a sua capacidade, os mistérios necessários por necessidade de meio, a Santíssima Trindade e Encarnação, além da existência de Deus e do fato de que Deus é remunerador na ordem sobrenatural, e diferencie o pão eucarístico do pão comum e corporal, para que se aproxime da Eucaristia com a devoção que sua idade comporta; O costume de não admitir as crianças à Confissão ou de nunca lhes dar a absolvição, embora tenham atingido o uso da razão, deve ser completamente reprovado. Por isso, os Ordinários locais, empregando também os remédios do direito, cuidarão para que tal costume desapareça inteiramente”. Finaliza assim, o Santo Padre. Podemos ver, então, que a comunhão quando a criança atinge o uso da razão – em torno dos sete anos – é de uma necessidade grande para que ela preserve a sua alma pura de todo pecado, para que ela adquira forças para não cair nas inúmeras ciladas do mundo e do demônio, sobretudo em nossa sociedade atual. Equipe Templário de Maria #Eucaristia #Doutrina #Catequese #DecretoQuamSingulari #PrimeiraComunhão
- Afflictions – Blessings in disguise
Remember the story of Joseph. Who could be more unfortunate than he was? Sold into slavery by his own brothers, torn away from his native land, though perfectly innocent, accused of a shameful crime, and on account of this, cast into prison! Yet from his prison he was raised to a throne second only to that of the king. Thus did his misfortune prove to be for his good, and not for his good alone, but for that of his country, of his beloved father, and of his brethren. God certainly ordered everything for the best, as far as he was concerned. Yet He brought this about by secret means, in ways unseen by human eyes. Inorder to become ruler over the land of Egypt, Joseph was first made a slave, loaded with fetters, and cast into prison. As St. Jerome says: “What we take to be a poison is in reality a medicine.” Afflictions are blessings in disguise. Our Lady, Seat of Wisdom, Pray for us.
- FALECEU PADRE INGO DOLLINGER
FALECEU PE. DR. INGO DOLLINGER Exemplo do quanto Deus pode fazer através de um sacerdote, quando este simplesmente se deixa usar e se esforçar para cumprir sua função O padre em questão possuía um grandíssimo amor a Jesus e à Santa Igreja. Lutador incansável pela Sã Doutrina, não apenas a defendeu e ensinou, mas também formou centenas de sacerdotes na mais fiel Tradição da Igreja. Por mais de 20 anos foi Reitor do Seminário Maior de Anápolis GO, enquanto aí esteve o santo bispo Dom Manoel Pestana. No seu tempo de reitor, que foi até 2004: 1- Todos os formadores e seminaristas usavam batina preta. 2- Todos os dias tínhamos Meditação, orações da manhã e santa missa celebrada com grande zelo e piedade. 3- Todos os dias tínhamos ainda, a reza do terço, a recitação da liturgia das horas – tal como a Santa Missa – dia em português, dia em Latim, a solene exposição e bênção do Santíssimo Sacramento, em meio ao que, se fazia todos os dia, uma hora de adoração. 4- Não era permitido a ninguém ter computador pessoal nos quartos, nem celulares pessoais. Quando necessário, se podia utilizar os dos seminário. Isso visava ajudar os seminaristas se concentrarem nos estudos, orações e no cumprimento da ordem do dia… e funcionava muitíssimo bem. 5- Não era permitida música mundana no seminário. 6- Tínhamos a Academia Literária para se ajudar a desenvolver a leitura a defesa das ideias. 7- Tínhamos à disposição excelentes sacerdotes para a confissão e direção espiritual. Ali se estudava e rezava, além dos trabalhos de limpeza e o futebol. Os que tiveram como eu, Pe. Rodrigo Maria, a graça de serem formados por este grande homem de Deus testemunham seu zelo pelo sacerdócio, pela verdade e pela Sagrada Liturgia. “A missa celebrada por Pe. Dollinger era maior e melhor formação que tínhamos no Seminário, tal era seu amor e zelo ao celebrar o santo sacrifício do altar” Filho espiritual de São Pio de Pietraltina, Pe. Dollinger, esteve muitas vezes com ele, falando familiarmente com o santo capuchinho. Tinha várias relíquias de seu pai espiritual e chegou mesmo a ter as chaves do quarto de São Pio quando se hospedava em San Giovanni Rotondo para fazer sua direção. Pe. Dollinger foi grande Colaborador de Joseph Ratzinger e trabalhou como secretário na Comissão de estudos sobre a maçonaria, assunto do qual era profundo conhecedor. Pe. Dollinger combateu o bom combate e foi exemplo de sacerdote e de amor a Deus e à Santa Igreja. -Dai-lhe Senhor o descanso eterno. – E que a luz perpétua o ilumine. – Descanse em paz. – Amém.
- FALECEU PADRE INGO DOLLINGER
FALECEU PE. DR. INGO DOLLINGER Exemplo do quanto Deus pode fazer através de um sacerdote, quando este simplesmente se deixa usar e se esforçar para cumprir sua função O padre em questão possuía um grandíssimo amor a Jesus e à Santa Igreja. Lutador incansável pela Sã Doutrina, não apenas a defendeu e ensinou, mas também formou centenas de sacerdotes na mais fiel Tradição da Igreja. Por mais de 20 anos foi Reitor do Seminário Maior de Anápolis GO, enquanto aí esteve o santo bispo Dom Manoel Pestana. No seu tempo de reitor, que foi até 2004: 1- Todos os formadores e seminaristas usavam batina preta. 2- Todos os dias tínhamos Meditação, orações da manhã e santa missa celebrada com grande zelo e piedade. 3- Todos os dias tínhamos ainda, a reza do terço, a recitação da liturgia das horas – tal como a Santa Missa – dia em português, dia em Latim, a solene exposição e bênção do Santíssimo Sacramento, em meio ao que, se fazia todos os dia, uma hora de adoração. 4- Não era permitido a ninguém ter computador pessoal nos quartos, nem celulares pessoais. Quando necessário, se podia utilizar os dos seminário. Isso visava ajudar os seminaristas se concentrarem nos estudos, orações e no cumprimento da ordem do dia… e funcionava muitíssimo bem. 5- Não era permitida música mundana no seminário. 6- Tínhamos a Academia Literária para se ajudar a desenvolver a leitura a defesa das ideias. 7- Tínhamos à disposição excelentes sacerdotes para a confissão e direção espiritual. Ali se estudava e rezava, além dos trabalhos de limpeza e o futebol. Os que tiveram como eu, Pe. Rodrigo Maria, a graça de serem formados por este grande homem de Deus testemunham seu zelo pelo sacerdócio, pela verdade e pela Sagrada Liturgia. “A missa celebrada por Pe. Dollinger era maior e melhor formação que tínhamos no Seminário, tal era seu amor e zelo ao celebrar o santo sacrifício do altar” Filho espiritual de São Pio de Pietraltina, Pe. Dollinger, esteve muitas vezes com ele, falando familiarmente com o santo capuchinho. Tinha várias relíquias de seu pai espiritual e chegou mesmo a ter as chaves do quarto de São Pio quando se hospedava em San Giovanni Rotondo para fazer sua direção. Pe. Dollinger foi grande Colaborador de Joseph Ratzinger e trabalhou como secretário na Comissão de estudos sobre a maçonaria, assunto do qual era profundo conhecedor. Pe. Dollinger combateu o bom combate e foi exemplo de sacerdote e de amor a Deus e à Santa Igreja. -Dai-lhe Senhor o descanso eterno. – E que a luz perpétua o ilumine. – Descanse em paz. – Amém.














































