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  • O amor que devemos ter pela cruz de Jesus.

    A tentação de apresentar um cristianismo sem cruz revela-se, aos poucos, decepcionante, porque é somente na cruz que se descobre o amor de Deus. A cruz possui um significado inegociável para o cristianismo. É somente por meio do Cristo crucificado que se pode compreender “o poder de Deus” – (1Cor 1, 24) e a sua ação salvífica entre os homens. Por isso, na pregação evangélica de Jesus, tudo se resume a esta exortação: “Se alguém quiser vir comigo, renuncie-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me” – (Mt 16, 24). Não se trata de mera retórica, mas da apresentação de um dado incontestável: Não há redenção sem Cruz. O homem que quiser se salvar, deverá, necessariamente, apegar-se às cruzes do dia a dia, renunciando-se a si mesmo, tal qual o Filho do Homem fez no lenho da salvação. A Igreja deve seguir o caminho do Esposo. Renegar a cruz seria como que um adultério. A tentação de apresentar um cristianismo sem cruz, no intuito de satisfazer o gosto da clientela, aos poucos, mostra-se frustrante. Sem o Cristo crucificado se perde o dom gratuito do Pai que, amando o mundo de tal maneira, entrega Seu Filho único em holocausto. É nisto que conhecemos o amor. Não há mensagem mais urgente, mais necessária, mais imprescindível para o homem que a mensagem do amor de Deus. Nenhum esforço humano, nenhuma sabedoria humana, nenhuma teologia da “libertação” ou da “prosperidade” é realmente capaz de libertar o homem e fazer com que ele progrida na santidade. É Cristo crucificado que nos traz a redenção, porque foi para isto que Ele se manifestou: “para destruir as obras do demônio”– (1 Jo 3, 8). É, portanto, na morte crucificada, que se encontra a verdadeira vida. Publico abaixo, um texto de Santo Afonso Maria de Ligório, em que ele faz uma reflexão da Paixão de Jesus sob a perspectiva da Cruz. As palavras da Tradição da Igreja são sempre importantes quando falamos dos mistérios da nossa fé, ainda mais desse nobre doutor da Igreja, Santo Afonso! Ele expõe de maneira clara nesse texto, o amor que todo cristão deve ter pela Cruz de Jesus. Diz o Santo: “Jesus Cristo quis morrer crucificado para nos livrar do amor ao mundo perverso. Tendo-nos chamado ao seu amor, quer que nos coloquemos acima das promessas e ameaças do mundo. Quer que não façamos caso nem das censuras do mundo nem das suas aprovações, e nos alegremos por sermos odiados e perseguidos como o próprio Jesus. Para alcançarmos um fim tão elevado, habituemo-nos a prever já de manhã as contrariedades e os desprezos que nos possam vir do correr do dia, e preparemo-nos para os sofrer com paciência. Quem ama a Jesus Cristo com amor verdadeiro, alegra-se quando se vê tratado pelo mundo assim como foi tratado Jesus Cristo, que por ele foi odiado, vituperado e perseguido até morrer de dor, suspenso num patíbulo infame. – O mundo é diametralmente oposto a Jesus Cristo: e por isso, odiando a Jesus, odeia a todos os que o servem. Pelo que o Senhor animava os seus discípulos a sofrerem com paz as perseguições, dizendo-lhes que, já que tinham abandonado o mundo, não podiam deixar de ser dele odiados – (Io. 15, 19). Ora, como as almas amantes de Deus são para o mundo objeto de ódio, assim o mundo deve ser objeto de ódio para quem ama a Deus. Dizia São Paulo: “Esteja longe de mim o gloriar-me senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, por quem o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo“. O mundo abominava o Apóstolo, assim como se abomina um homem condenado e morto na cruz; mas de igual maneira São Paulo abominava o mundo. Jesus quis morrer crucificado pelos nossos pecados, para livrar-nos do amor ao mundo perverso – (Gal. 1, 4). Já que Jesus nos chamou ao seu amor, quer que nos coloquemos acima das promessas e das ameaças do mundo. Quer que não façamos mais caso nem de suas censuras, nem de suas aprovações. A fim de chegarmos ali, representemo-nos, na nossa meditação, todos os desprezos, contrariedades e perseguições que nos possam sobrevir, e ofereçamo-nos com grande coragem a sofrê-los por amor de Jesus Cristo, não somente em paz, mas também com alegria de espírito. Procedendo desta maneira, estaremos na ocasião mais dispostos a aceitá-los. Mas sobretudo devemos pedir a Deus, que nos faça esquecer inteiramente o mundo, e alegrarmo-nos quando nos virmos rejeitados pelo mundo. Para que sejamos inteiramente de Deus, não basta que nós abandonemos o mundo; é além disso mister desejarmos que o mundo nos abandone e nos esqueça de todo. Alguns abandonam o mundo, mas não deixam de querer ser por ele louvados, ainda que seja só pelo terem abandonado. Alimentado este desejo de serem estimados pelo mundo, fazem com que o mundo ainda viva neles. Como o mundo odeia os servos de Deus, e odeia por isso os seus bons exemplos e máximas santas, assim nós devemos odiar todas as máximas do mundo, como sejam: bem-aventurado o rico; bem-aventurado o que não sofre e se diverte, infeliz o que é maltratado e perseguido dos outros! Numa palavra, se desejamos agradar a Deus só, devemos viver em contínua desavença com o mundo, que, na palavra do Apóstolo, não pode deixar de ser inimigo de Deus – (Rom. 8, 7). Oh! Como a vista de Jesus crucificado afugenta de nossas mentes todos os desejos de honras mundanas, das riquezas da terra e dos prazeres dos sentidos! Daquela cruz emana uma vibração celeste, que docemente nos desprende dos objetos terrenos e acende em nós um santo desejo de sofrer e morrer por amor daquele que quis sofrer tanto e morrer por amor de nós. Que vergonha para nós. Quantas tenras virgenzinhas renunciaram a casamentos principescos, riquezas reais e todas as delícias terrenas e voluntariamente sacrificaram sua vida para testemunhar qualquer gratidão pelo amor que lhes demonstrou este Deus crucificado. Sim, meu Jesus crucificado e morto por mim, só a Vós quero agradar. Que mundo, que riquezas, que dignidades! Quero que Vós, meu Redentor, sejais todo o meu tesouro; a minha riqueza é o amar-Vos. Se me quereis pobre, quero ser pobre; se me quereis humilhado, enfermo e desprezado de todos, aceito tudo de vossas mãos; a vossa vontade será sempre a minha única consolação. Mas eis aqui a graça que Vos peço: fazei que em tudo quanto me acontecer, eu me não afaste, nem sequer uma linha, da vossa santa vontade, e Vos ame de todo o meu coração. Sei que não mereço esta graça depois de Vos ter virado tantas vezes as costas pelo amor das criaturas, mas, meu Senhor, Vós dissestes que não sabeis desprezar um coração contrito e humilhado, e eu arrependo-me de todo o coração e quisera morrer de dor. – Atendei-me, meu Jesus, fazei que nunca me afaste da vossa santa vontade e Vos ame de todo o coração. Esta mesma graça vos peço, ó grande Mãe de Deus e minha Mãe, Maria (II 282) – (Fonte: Meditações: Para todos os Dias e Festas do Ano: Tomo II – Santo Afonso Maria de Ligório) Devemos de antemão, nos lembrar que o Mistério de Cristo, é inseparável do mistério da Cruz. Após Pedro responder que Jesus é o Messias (Mc 8,29); e para este título não se limitar a um triunfalismo imediato e próprio, Jesus acrescenta: “O Filho do homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos chefes dos sacerdotes e pelos escribas, ser morto e depois de três dias ressuscitar” – (Mc 8,320). Um mundo sem Cruz sem o sinal da Cruz Salvadora de Jesus cairá facilmente numa idéia distorcida do cristianismo. Tornar-se-á em um cristianismo hedonista, e o Cristo tornar-se-á em um Cristo do prazer. Diz a Sagrada Escritura: “Ó Gálatas insensatos, quem vos fascinou, a vós ante olhos foi desenhada a imagem de Jesus Cristo crucificado?… sois tão insensatos que, tendo começado pelo espírito, agora acabais na carne?” – (Gl 3,1-3). Infelizmente, temos que comprovar que hoje, estão renegando a CRUZ DE CRISTO, para trazer a “todos”, um Cristo moderno sem Cruz. Um Cristo suspenso no ar, mas sem o símbolo máximo da fé cristã, a SANTA CRUZ. Duas as experiência pelas quais Jesus passa: morte de Cruz e a ressurreição. Uma não existe sem a outra. A Igreja, nós Católicos, não deve esconder o crucificado, sem incorrer na acusação de sentir vergonha da Cruz do Senhor, e quem tem vergonha da Cruz de Cristo se torna seu inimigo. “Pois há muitos dos quais muitas vezes vos disse e agora repito, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo” – (Fl 3,18). São Paulo afirma que sem ressurreição “a nossa fé seria vã”, porém, sem a Cruz ela nem existiria. Pois sem a Cruz não haveria nem salvação nem a aurora da ressurreição. O anúncio de uma ressurreição que não passasse pela Cruz seria vazio. O túmulo está vazio, porque antes alguém esteve lá dentro. Sem a Cruz o Senhor não teria vencido a morte, o inferno, o mundo, o pecado e o medo. Portanto, “O Gólgota é a passagem obrigatória rumo à Ressurreição”. No momento em que se rejeita e se esconde a Jesus Crucificado, que é o símbolo maior do Amor de Deus pela humanidade, está-se deixando de pertencer a Igreja Católica, para fundar uma nova seita com alguns atributos católicos. Ora, a Cruz não é o “Fracasso de Cristo”. Afirmar isso é uma blasfêmia. Antes, ela é, isso sim, único caminho possível de se chegar ao Céu, pois é esse o caminho que Nosso Senhor nos deixou para segui-Lo… a Cruz!! Ofender ou renegar a Cruz, é ofender o símbolo mais sagrado da fé Católica, e da Igreja fundada por Cristo. É lamentável ver que o cenário do mundo moderno ameaça de modo nunca antes visto o cristianismo e os valores nos quais a moral cristã está alicerçada. A tendência construída pelo ateísmo ao secularismo anti-religioso constrói um ambiente nocivo e perigoso para as nossas famílias e para todas aquelas pessoas que olham para Cristo como exemplo de vida, doação e sacrifício. Estamos diante duma sociedade que massacra de maneira horrenda os princípios mais nobres da nossa fé. Primeiro, vemos um relativismo que nada estabelece como certo, para o qual – como a própria expressão já diz – “tudo é relativo”. Nesse abismo de incompreensão e dúvida, o homem cai na rede da sua própria ignorância e acaba por ofender a Deus com seus pecados. É um ataque visível à Cruz de Cristo. A nossa sociedade moderna está olhando para Jesus crucificado, no alto do Calvário, e, não obstante observe sua tristeza e suas dores, prefere lhe dizer que não crê na sua Verdade e que tudo aquilo que Ele sofreu por nós não passa de fábula ou história barata.Quando o Salvador do mundo foi crucificado no Monte Calvário, apenas um pequeno resto permaneceu fiel aos pés da Cruz. Em uma declaração triste, São João nos diz: “Estavam junto à cruz de Jesus, Sua Mãe, a irmã de sua Mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena”. Todos os demais estavam ausentes. E lá embaixo, no vale, podiam-ser ouvir as blasfêmias e os insultos das multidões massificadas. Poderíamos enumera aqui, cada uma das bênçãos que Nosso Senhor trouxe à humanidade, com sua morte na Cruz, bênçãos que, infelizmente, foram e são retribuídas, apenas por ingratidão, insultos, blasfêmias, sacrilégios, e até mesmo perseguição. Dois mil anos se passaram desde esses eventos memoráveis em Jerusalém. E, hoje a história está se repetindo, com Jesus sendo crucificado todos os dias, por ser tão desprezado e blasfemado. Dizem: “Fora com Ele, fora com Sua Mãe, fora com a Sua Igreja, fora com Seus ensinamentos e mandamentos…fora com Sua Cruz.” E junto à cruz, estava sua Sua Mãe. que não desvaneceu ou desmaiou – cheia de coragem, de confiança e de reparação. Ela viu e sabia que estavam fazendo com o seu Filho. Mas ela não O deixou. Não! Antes, ofereceu todas estas blasfêmias, em reparação a Deus, embora ela pudesse muito bem dizer: “Todos vós que passais pelo caminho, assisti e vede se há dor semelhante à minha dor”. “A cruz salvou e transformou o mundo, expulsou o erro, introduziu a verdade, tornou a terra em céu e os homens como anjos”, disse São João Crisóstomo (347-407) Bispo e Doutor da Igreja. Diz São Boaventura que, depois da sepultura de Jesus, as mulheres piedosas velaram a Bem aventurada Virgem com um manto lúgubre, que lhe cobria todo o rosto. Acrescenta São Bernardo, que na volta do sepulcro para sua casa, a pobre Mãe andava tão aflita e triste, que comovia muitos a chorarem, ainda que involuntariamente. De modo que, por onde passava, todos aqueles que a encontravam, não podiam conter as lágrimas. Os santos discípulos e as mulheres que a acompanhavam, quase que choravam mais as penas de Maria do que a perda de seu Salvador. Quando a Virgem passou por diante da Cruz, banhada ainda com o sangue do seu Jesus, foi a primeira a adorá-la. Ó Santa Cruz, disse então, eu te beijo e te adoro, já que não és mais madeiro infame, mas trono de amor e altar de misericórdia. Consagrado com o sangue do Cordeiro divino, quem em ti foi imolado pela salvação do mundo. a aflita Mãe volve os olhos em torno, e não vê mais o seu Jesus; em vez da presença do querido Filho, apresentam-lhe aos olhos todas as recordações da sua bela vida e da sua desapiedada morte. Recorda-se dos abraços dados ao Filho no presépio de Belém, da conversação com ele por trinta anos na casa de Nazaré; Recorda-se dos mútuos afetos, dos olhares cheios de amor, das palavras de vida de vida eterna saídas daquela boca divina e depois se lhe representa a cena funesta presenciada naquele mesmo dia; Veem-lhe à memória os cravos, os espinhos, as carnes dilaceradas do Filho, as chagas profundas, os ossos descarnados, a boca aberta, os olhos escurecidos. E com tão funesta recordação, quem poderá dizer qual tenha sido a dor, a desolação de Maria? E tu? Por que não choras? Ah, que noite de dor foi para a Bem aventurada Virgem aquela que se seguiu à sepultura do seu divino Filho! Voltando-se a dolorosa Mãe para São João, perguntou-lhe com voz triste: Ah! Filho, onde está o teu mestre? Depois perguntou a Magdalena: Filha, dize-me, onde está o teu dileto? Ó Deus! Quem no-lo tirou? Chora Maria, e todos os que estão com ela choram também. E tu, minha alma, não choras? – Ah! Volta-te a Maria, e roga-lhe que te admita consigo a chorar. Ela chora por amor, e tu, chora pela dor de teus pecados. Todos os exercícios, todas as devoções e todas as homenagens, não podem igualar o sublime Sacrifício eucarístico, a Santa Missa, que atualiza, duma maneira não cruenta, mas com o mesmo valor real, o Sacrifício de CRISTO na CRUZ. Na Santa Missa, DEUS PAI é honrado, solicitado a perdoar, e obtém-se a reconciliação, pelo Sangue preciosíssimo do Cordeiro, porque o Cordeiro possui uma dignidade e um poder infinitos. Se o ateísmo, o esquecimento e desprezo a DEUS são cruéis ultrajes que pesam sobre o nosso século e provocam a ira divina, podemos reparar este horrível sacrilégio pela fonte de Sangue redentor que encerra o cálice da Nova e Eterna Aliança. Assistamos todos os dias, se possível, à Santa Missa, e, unindo-nos ao sacerdote, ao Cordeiro imolado e à Mãe Dolorosa, ofereçamo-nos com Eles ao Eterno PAI, suplicando-Lhe “graça e misericórdia” para com os pecadores e para o Mundo em geral. Esperamos, sinceramente que todos os Católicos, verdadeiramente compreendam, o que significa a Cruz: é o símbolo sob o qual a Europa se prostrou, é a imagem sob a qual a América foi colonizada; é o Amor ao qual o mundo se rendeu. Não desprezemos mais esse Amor. Pelo contrário, vivamo-Lo. Que a Virgem Santíssima interceda pela humanidade nesse momento difícil de sua existência. Nesta “hora de trevas”, um resto mantém-se vigilante sob a Cruz, resto este que não prosseguirá por muito tempo sendo a Igreja do Silêncio, perseguida e caluniada. Este resto surgirá como o primeiro remanescente; crescerá com velocidade milagrosa e, purificado, tornar-se-á a Igreja. Pois a verdade é poderosa e prevalecerá. “Ainda que andemos no meio da sombra da morte, não temeremos nenhum mal, porque Tu estás conosco”. “E se Deus é por nós, quem será contra nós?”. O Rei da história já está vindo a nosso encontro, através das ondas furiosas, trazendo-nos a mensagem encorajadora: “Não temais, pequeno rebanho, porque aprouve a vosso Pai dar-vos um reino”. Vede a miséria, vede a pobreza e a indigência, vede a opressão e o cativeiro; ide para onde o alimento é escasso e a moradia insalubre. Considerai a dor e o sofrimento, as doenças longas ou agudas, tudo o que é pavoroso e repugnante. Quereis saber que peso têm todas essas coisas? Olhai para a Cruz. Por isso, todas as coisas convergem para a Cruz – e para Aquele que dela pende –; todas as coisas lhe estão subordinadas, todas as coisas necessitam dela. É o seu centro e a sua interpretação. Pois Ele foi levantado sobre ela para que pudesse atrair a si todos os homens e todas as coisas! A Igreja militante, é a Igreja da Cruz, do combate e da luta. A Igreja gloriosa nos espera para além deste mundo. Que possamos, guiador pelo mesmo amor com que Santo Afonso Maria de Ligório amava essa Cruz Sagrada, trilhar o caminho de Jesus, achegando-nos a Ele por meio do sofrimento e das dificuldades. No fim, alcançaremos a vitória! Equipe Padre Rodrigo Maria

  • O amor que devemos ter pela cruz de Jesus.

    A tentação de apresentar um cristianismo sem cruz revela-se, aos poucos, decepcionante, porque é somente na cruz que se descobre o amor de Deus. A cruz possui um significado inegociável para o cristianismo. É somente por meio do Cristo crucificado que se pode compreender “o poder de Deus” – (1Cor 1, 24) e a sua ação salvífica entre os homens. Por isso, na pregação evangélica de Jesus, tudo se resume a esta exortação: “Se alguém quiser vir comigo, renuncie-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me” – (Mt 16, 24). Não se trata de mera retórica, mas da apresentação de um dado incontestável: Não há redenção sem Cruz. O homem que quiser se salvar, deverá, necessariamente, apegar-se às cruzes do dia a dia, renunciando-se a si mesmo, tal qual o Filho do Homem fez no lenho da salvação. A Igreja deve seguir o caminho do Esposo. Renegar a cruz seria como que um adultério. A tentação de apresentar um cristianismo sem cruz, no intuito de satisfazer o gosto da clientela, aos poucos, mostra-se frustrante. Sem o Cristo crucificado se perde o dom gratuito do Pai que, amando o mundo de tal maneira, entrega Seu Filho único em holocausto. É nisto que conhecemos o amor. Não há mensagem mais urgente, mais necessária, mais imprescindível para o homem que a mensagem do amor de Deus. Nenhum esforço humano, nenhuma sabedoria humana, nenhuma teologia da “libertação” ou da “prosperidade” é realmente capaz de libertar o homem e fazer com que ele progrida na santidade. É Cristo crucificado que nos traz a redenção, porque foi para isto que Ele se manifestou: “para destruir as obras do demônio”– (1 Jo 3, 8). É, portanto, na morte crucificada, que se encontra a verdadeira vida. Publico abaixo, um texto de Santo Afonso Maria de Ligório, em que ele faz uma reflexão da Paixão de Jesus sob a perspectiva da Cruz. As palavras da Tradição da Igreja são sempre importantes quando falamos dos mistérios da nossa fé, ainda mais desse nobre doutor da Igreja, Santo Afonso! Ele expõe de maneira clara nesse texto, o amor que todo cristão deve ter pela Cruz de Jesus. Diz o Santo: “Jesus Cristo quis morrer crucificado para nos livrar do amor ao mundo perverso. Tendo-nos chamado ao seu amor, quer que nos coloquemos acima das promessas e ameaças do mundo. Quer que não façamos caso nem das censuras do mundo nem das suas aprovações, e nos alegremos por sermos odiados e perseguidos como o próprio Jesus. Para alcançarmos um fim tão elevado, habituemo-nos a prever já de manhã as contrariedades e os desprezos que nos possam vir do correr do dia, e preparemo-nos para os sofrer com paciência. Quem ama a Jesus Cristo com amor verdadeiro, alegra-se quando se vê tratado pelo mundo assim como foi tratado Jesus Cristo, que por ele foi odiado, vituperado e perseguido até morrer de dor, suspenso num patíbulo infame. – O mundo é diametralmente oposto a Jesus Cristo: e por isso, odiando a Jesus, odeia a todos os que o servem. Pelo que o Senhor animava os seus discípulos a sofrerem com paz as perseguições, dizendo-lhes que, já que tinham abandonado o mundo, não podiam deixar de ser dele odiados – (Io. 15, 19). Ora, como as almas amantes de Deus são para o mundo objeto de ódio, assim o mundo deve ser objeto de ódio para quem ama a Deus. Dizia São Paulo: “Esteja longe de mim o gloriar-me senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, por quem o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo“. O mundo abominava o Apóstolo, assim como se abomina um homem condenado e morto na cruz; mas de igual maneira São Paulo abominava o mundo. Jesus quis morrer crucificado pelos nossos pecados, para livrar-nos do amor ao mundo perverso – (Gal. 1, 4). Já que Jesus nos chamou ao seu amor, quer que nos coloquemos acima das promessas e das ameaças do mundo. Quer que não façamos mais caso nem de suas censuras, nem de suas aprovações. A fim de chegarmos ali, representemo-nos, na nossa meditação, todos os desprezos, contrariedades e perseguições que nos possam sobrevir, e ofereçamo-nos com grande coragem a sofrê-los por amor de Jesus Cristo, não somente em paz, mas também com alegria de espírito. Procedendo desta maneira, estaremos na ocasião mais dispostos a aceitá-los. Mas sobretudo devemos pedir a Deus, que nos faça esquecer inteiramente o mundo, e alegrarmo-nos quando nos virmos rejeitados pelo mundo. Para que sejamos inteiramente de Deus, não basta que nós abandonemos o mundo; é além disso mister desejarmos que o mundo nos abandone e nos esqueça de todo. Alguns abandonam o mundo, mas não deixam de querer ser por ele louvados, ainda que seja só pelo terem abandonado. Alimentado este desejo de serem estimados pelo mundo, fazem com que o mundo ainda viva neles. Como o mundo odeia os servos de Deus, e odeia por isso os seus bons exemplos e máximas santas, assim nós devemos odiar todas as máximas do mundo, como sejam: bem-aventurado o rico; bem-aventurado o que não sofre e se diverte, infeliz o que é maltratado e perseguido dos outros! Numa palavra, se desejamos agradar a Deus só, devemos viver em contínua desavença com o mundo, que, na palavra do Apóstolo, não pode deixar de ser inimigo de Deus – (Rom. 8, 7). Oh! Como a vista de Jesus crucificado afugenta de nossas mentes todos os desejos de honras mundanas, das riquezas da terra e dos prazeres dos sentidos! Daquela cruz emana uma vibração celeste, que docemente nos desprende dos objetos terrenos e acende em nós um santo desejo de sofrer e morrer por amor daquele que quis sofrer tanto e morrer por amor de nós. Que vergonha para nós. Quantas tenras virgenzinhas renunciaram a casamentos principescos, riquezas reais e todas as delícias terrenas e voluntariamente sacrificaram sua vida para testemunhar qualquer gratidão pelo amor que lhes demonstrou este Deus crucificado. Sim, meu Jesus crucificado e morto por mim, só a Vós quero agradar. Que mundo, que riquezas, que dignidades! Quero que Vós, meu Redentor, sejais todo o meu tesouro; a minha riqueza é o amar-Vos. Se me quereis pobre, quero ser pobre; se me quereis humilhado, enfermo e desprezado de todos, aceito tudo de vossas mãos; a vossa vontade será sempre a minha única consolação. Mas eis aqui a graça que Vos peço: fazei que em tudo quanto me acontecer, eu me não afaste, nem sequer uma linha, da vossa santa vontade, e Vos ame de todo o meu coração. Sei que não mereço esta graça depois de Vos ter virado tantas vezes as costas pelo amor das criaturas, mas, meu Senhor, Vós dissestes que não sabeis desprezar um coração contrito e humilhado, e eu arrependo-me de todo o coração e quisera morrer de dor. – Atendei-me, meu Jesus, fazei que nunca me afaste da vossa santa vontade e Vos ame de todo o coração. Esta mesma graça vos peço, ó grande Mãe de Deus e minha Mãe, Maria (II 282) – (Fonte: Meditações: Para todos os Dias e Festas do Ano: Tomo II – Santo Afonso Maria de Ligório) Devemos de antemão, nos lembrar que o Mistério de Cristo, é inseparável do mistério da Cruz. Após Pedro responder que Jesus é o Messias (Mc 8,29); e para este título não se limitar a um triunfalismo imediato e próprio, Jesus acrescenta: “O Filho do homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos chefes dos sacerdotes e pelos escribas, ser morto e depois de três dias ressuscitar” – (Mc 8,320). Um mundo sem Cruz sem o sinal da Cruz Salvadora de Jesus cairá facilmente numa idéia distorcida do cristianismo. Tornar-se-á em um cristianismo hedonista, e o Cristo tornar-se-á em um Cristo do prazer. Diz a Sagrada Escritura: “Ó Gálatas insensatos, quem vos fascinou, a vós ante olhos foi desenhada a imagem de Jesus Cristo crucificado?… sois tão insensatos que, tendo começado pelo espírito, agora acabais na carne?” – (Gl 3,1-3). Infelizmente, temos que comprovar que hoje, estão renegando a CRUZ DE CRISTO, para trazer a “todos”, um Cristo moderno sem Cruz. Um Cristo suspenso no ar, mas sem o símbolo máximo da fé cristã, a SANTA CRUZ. Duas as experiência pelas quais Jesus passa: morte de Cruz e a ressurreição. Uma não existe sem a outra. A Igreja, nós Católicos, não deve esconder o crucificado, sem incorrer na acusação de sentir vergonha da Cruz do Senhor, e quem tem vergonha da Cruz de Cristo se torna seu inimigo. “Pois há muitos dos quais muitas vezes vos disse e agora repito, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo” – (Fl 3,18). São Paulo afirma que sem ressurreição “a nossa fé seria vã”, porém, sem a Cruz ela nem existiria. Pois sem a Cruz não haveria nem salvação nem a aurora da ressurreição. O anúncio de uma ressurreição que não passasse pela Cruz seria vazio. O túmulo está vazio, porque antes alguém esteve lá dentro. Sem a Cruz o Senhor não teria vencido a morte, o inferno, o mundo, o pecado e o medo. Portanto, “O Gólgota é a passagem obrigatória rumo à Ressurreição”. No momento em que se rejeita e se esconde a Jesus Crucificado, que é o símbolo maior do Amor de Deus pela humanidade, está-se deixando de pertencer a Igreja Católica, para fundar uma nova seita com alguns atributos católicos. Ora, a Cruz não é o “Fracasso de Cristo”. Afirmar isso é uma blasfêmia. Antes, ela é, isso sim, único caminho possível de se chegar ao Céu, pois é esse o caminho que Nosso Senhor nos deixou para segui-Lo… a Cruz!! Ofender ou renegar a Cruz, é ofender o símbolo mais sagrado da fé Católica, e da Igreja fundada por Cristo. É lamentável ver que o cenário do mundo moderno ameaça de modo nunca antes visto o cristianismo e os valores nos quais a moral cristã está alicerçada. A tendência construída pelo ateísmo ao secularismo anti-religioso constrói um ambiente nocivo e perigoso para as nossas famílias e para todas aquelas pessoas que olham para Cristo como exemplo de vida, doação e sacrifício. Estamos diante duma sociedade que massacra de maneira horrenda os princípios mais nobres da nossa fé. Primeiro, vemos um relativismo que nada estabelece como certo, para o qual – como a própria expressão já diz – “tudo é relativo”. Nesse abismo de incompreensão e dúvida, o homem cai na rede da sua própria ignorância e acaba por ofender a Deus com seus pecados. É um ataque visível à Cruz de Cristo. A nossa sociedade moderna está olhando para Jesus crucificado, no alto do Calvário, e, não obstante observe sua tristeza e suas dores, prefere lhe dizer que não crê na sua Verdade e que tudo aquilo que Ele sofreu por nós não passa de fábula ou história barata.Quando o Salvador do mundo foi crucificado no Monte Calvário, apenas um pequeno resto permaneceu fiel aos pés da Cruz. Em uma declaração triste, São João nos diz: “Estavam junto à cruz de Jesus, Sua Mãe, a irmã de sua Mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena”. Todos os demais estavam ausentes. E lá embaixo, no vale, podiam-ser ouvir as blasfêmias e os insultos das multidões massificadas. Poderíamos enumera aqui, cada uma das bênçãos que Nosso Senhor trouxe à humanidade, com sua morte na Cruz, bênçãos que, infelizmente, foram e são retribuídas, apenas por ingratidão, insultos, blasfêmias, sacrilégios, e até mesmo perseguição. Dois mil anos se passaram desde esses eventos memoráveis em Jerusalém. E, hoje a história está se repetindo, com Jesus sendo crucificado todos os dias, por ser tão desprezado e blasfemado. Dizem: “Fora com Ele, fora com Sua Mãe, fora com a Sua Igreja, fora com Seus ensinamentos e mandamentos…fora com Sua Cruz.” E junto à cruz, estava sua Sua Mãe. que não desvaneceu ou desmaiou – cheia de coragem, de confiança e de reparação. Ela viu e sabia que estavam fazendo com o seu Filho. Mas ela não O deixou. Não! Antes, ofereceu todas estas blasfêmias, em reparação a Deus, embora ela pudesse muito bem dizer: “Todos vós que passais pelo caminho, assisti e vede se há dor semelhante à minha dor”. “A cruz salvou e transformou o mundo, expulsou o erro, introduziu a verdade, tornou a terra em céu e os homens como anjos”, disse São João Crisóstomo (347-407) Bispo e Doutor da Igreja. Diz São Boaventura que, depois da sepultura de Jesus, as mulheres piedosas velaram a Bem aventurada Virgem com um manto lúgubre, que lhe cobria todo o rosto. Acrescenta São Bernardo, que na volta do sepulcro para sua casa, a pobre Mãe andava tão aflita e triste, que comovia muitos a chorarem, ainda que involuntariamente. De modo que, por onde passava, todos aqueles que a encontravam, não podiam conter as lágrimas. Os santos discípulos e as mulheres que a acompanhavam, quase que choravam mais as penas de Maria do que a perda de seu Salvador. Quando a Virgem passou por diante da Cruz, banhada ainda com o sangue do seu Jesus, foi a primeira a adorá-la. Ó Santa Cruz, disse então, eu te beijo e te adoro, já que não és mais madeiro infame, mas trono de amor e altar de misericórdia. Consagrado com o sangue do Cordeiro divino, quem em ti foi imolado pela salvação do mundo. a aflita Mãe volve os olhos em torno, e não vê mais o seu Jesus; em vez da presença do querido Filho, apresentam-lhe aos olhos todas as recordações da sua bela vida e da sua desapiedada morte. Recorda-se dos abraços dados ao Filho no presépio de Belém, da conversação com ele por trinta anos na casa de Nazaré; Recorda-se dos mútuos afetos, dos olhares cheios de amor, das palavras de vida de vida eterna saídas daquela boca divina e depois se lhe representa a cena funesta presenciada naquele mesmo dia; Veem-lhe à memória os cravos, os espinhos, as carnes dilaceradas do Filho, as chagas profundas, os ossos descarnados, a boca aberta, os olhos escurecidos. E com tão funesta recordação, quem poderá dizer qual tenha sido a dor, a desolação de Maria? E tu? Por que não choras? Ah, que noite de dor foi para a Bem aventurada Virgem aquela que se seguiu à sepultura do seu divino Filho! Voltando-se a dolorosa Mãe para São João, perguntou-lhe com voz triste: Ah! Filho, onde está o teu mestre? Depois perguntou a Magdalena: Filha, dize-me, onde está o teu dileto? Ó Deus! Quem no-lo tirou? Chora Maria, e todos os que estão com ela choram também. E tu, minha alma, não choras? – Ah! Volta-te a Maria, e roga-lhe que te admita consigo a chorar. Ela chora por amor, e tu, chora pela dor de teus pecados. Todos os exercícios, todas as devoções e todas as homenagens, não podem igualar o sublime Sacrifício eucarístico, a Santa Missa, que atualiza, duma maneira não cruenta, mas com o mesmo valor real, o Sacrifício de CRISTO na CRUZ. Na Santa Missa, DEUS PAI é honrado, solicitado a perdoar, e obtém-se a reconciliação, pelo Sangue preciosíssimo do Cordeiro, porque o Cordeiro possui uma dignidade e um poder infinitos. Se o ateísmo, o esquecimento e desprezo a DEUS são cruéis ultrajes que pesam sobre o nosso século e provocam a ira divina, podemos reparar este horrível sacrilégio pela fonte de Sangue redentor que encerra o cálice da Nova e Eterna Aliança. Assistamos todos os dias, se possível, à Santa Missa, e, unindo-nos ao sacerdote, ao Cordeiro imolado e à Mãe Dolorosa, ofereçamo-nos com Eles ao Eterno PAI, suplicando-Lhe “graça e misericórdia” para com os pecadores e para o Mundo em geral. Esperamos, sinceramente que todos os Católicos, verdadeiramente compreendam, o que significa a Cruz: é o símbolo sob o qual a Europa se prostrou, é a imagem sob a qual a América foi colonizada; é o Amor ao qual o mundo se rendeu. Não desprezemos mais esse Amor. Pelo contrário, vivamo-Lo. Que a Virgem Santíssima interceda pela humanidade nesse momento difícil de sua existência. Nesta “hora de trevas”, um resto mantém-se vigilante sob a Cruz, resto este que não prosseguirá por muito tempo sendo a Igreja do Silêncio, perseguida e caluniada. Este resto surgirá como o primeiro remanescente; crescerá com velocidade milagrosa e, purificado, tornar-se-á a Igreja. Pois a verdade é poderosa e prevalecerá. “Ainda que andemos no meio da sombra da morte, não temeremos nenhum mal, porque Tu estás conosco”. “E se Deus é por nós, quem será contra nós?”. O Rei da história já está vindo a nosso encontro, através das ondas furiosas, trazendo-nos a mensagem encorajadora: “Não temais, pequeno rebanho, porque aprouve a vosso Pai dar-vos um reino”. Vede a miséria, vede a pobreza e a indigência, vede a opressão e o cativeiro; ide para onde o alimento é escasso e a moradia insalubre. Considerai a dor e o sofrimento, as doenças longas ou agudas, tudo o que é pavoroso e repugnante. Quereis saber que peso têm todas essas coisas? Olhai para a Cruz. Por isso, todas as coisas convergem para a Cruz – e para Aquele que dela pende –; todas as coisas lhe estão subordinadas, todas as coisas necessitam dela. É o seu centro e a sua interpretação. Pois Ele foi levantado sobre ela para que pudesse atrair a si todos os homens e todas as coisas! A Igreja militante, é a Igreja da Cruz, do combate e da luta. A Igreja gloriosa nos espera para além deste mundo. Que possamos, guiador pelo mesmo amor com que Santo Afonso Maria de Ligório amava essa Cruz Sagrada, trilhar o caminho de Jesus, achegando-nos a Ele por meio do sofrimento e das dificuldades. No fim, alcançaremos a vitória! Equipe Padre Rodrigo Maria

  • A EXISTÊNCIA DO DEMÔNIO

    Declarou o Papa São Félix III: “Não se opor a um erro é aprová-lo. Não defender a verdade é suprimi-la”. Em uma recente entrevista ao jornal espanhol ‘El Mundo’, o Padre Arturo Sosa assinalou que “fizemos figuras simbólicas, como o diabo, para expressar o mal”. Recordemos, que o IV Concílio Ecumênico Lateranense, em 1215, declarou que nós cristãos “firmemente cremos e simplesmente confessamos” que Deus criou “do nada uma e outra criatura, espiritual e corporal, ou seja, a angelical e a mundana, e depois a humana”. “O diabo e os outros demônios”, e continua o texto conciliar: “por Deus, certamente foram criados bons por natureza; mas eles, por si mesmos se converteram em maus”. Em 29 de junho de 1972, assinalou, Paulo VI, em sua homilia, afirmou ter a sensação de que, “por alguma fissura entrou a fumaça de Satanás no templo de Deus. Há a dúvida, a incerteza, os problemas, a inquietação, a insatisfação, o confronto”. Nesse mesmo ano, em 15 de novembro, Paulo VI advertiu que “uma das maiores necessidades da Igreja, é nos defender do Demônio”. Quando pedimos “livrai-nos do mal” na oração do Pai Nosso, assinalamos que nesta petição, o Mal não é uma abstração, mas designa uma pessoa, Satanás, o Maligno, o anjo que se opõe a Deus. O ‘Diabo’ (dia-bolos) é aquele que ‘se atravessa’ no desígnio de Deus e na sua obra de salvação realizada em Cristo. Disse certa vez o falecido Exorcista, padre Gabriele Amorth: “O demônio está instalado no coração da Igreja”. Essa frase, corrobora e confirma, as palavras de Paulo VI, que falou sobre a invasão da Fumaça de satanás. Para o exorcista, há sinais de que o Anticristo está vencendo a batalha contra a Santa Sé. De acordo com Amorth, as evidências são irrefutáveis. Ele ainda disse que, “na alta hierarquia Católica, há cardeais que não acreditam em Jesus, e bispos que estão ligados ao demônio”. Devemos lembrar as aparições da Virgem em Akita, no Japão, reconhecida pela Igreja, e seu conteúdo e aviso são similares à mensagem de Fátima. Nossa Senhora disse: “O Diabo se infiltrará até mesmo na Igreja de tal um modo que haverá cardeais contra cardeais, e bispos contra bispos. Serão desprezados os padres que me veneram e terão opositores em todos os lugares. Haverá vandalismo nas Igrejas e altares. A Igreja estará cercada de asseclas do demônio que conduzirá muitos padres a lhe consagrar a alma e abandonar o serviço do Senhor. O demônio especialmente dirigirá sua ira contra almas consagradas a Deus. O pensamento da perda de tantas almas é a causa de minha tristeza. Se os homens aumentarem ainda mais seus pecados em número e gravidade, já não haverá nenhum perdão para eles”. Fortes e contundentes palavras da Mãe de Deus. Muitos cristãos não acreditam no diabo, chegando a dizer que “Isso não é nada além de superstição”. Existe neste pensamento herético, uma certa “lógica”. Pois se “fecharam” as portas do inferno, dizendo e ensinando que ele não existe, seria lógico e conseguente, também dizer que o demônio é uma fábula, e que ele simplesmente não existe. “Não servirei!!” Este odioso brado de revolta ― inspiração de todos os gritos de insubmissão da História ― fez-se ouvir no Céu. Era Lúcifer, o anjo que portava a luz. Tal era sua excelência que a Igreja aplica a ele as palavras de Ezequiel: “Tu és o selo de semelhança de Deus, cheio de sabedoria e perfeito na beleza; tu vivias nas delícias do paraíso de Deus e tudo foi empregado para realçar a tua formosura!” – (Ez 28, 12-12). Arrastando consigo a terça parte dos anjos, Lúcifer foi precipitado no inferno, tornando-se o príncipe das trevas. O mundo está sob ataque de Satanás, conforme Nosso Senhor disse que seria (1 Pedro 5: 8-14), e esta batalha está ocorrendo dentro da própria Igreja, e a devastação é muito evidente. Na Igreja, hoje, muitos Católicos estão perplexos, porque estão vendo e ouvindo coisas jamais vistas. Ouvimos vindo da Hierarquia da Igreja, frases que na boca de qualquer outra pessoa, seria considerado blasfêmia. Até que ponto a fumaça de satanás penetrou no seio da Igreja? E até onde vai sua demolição? Tudo se derruba à nossa volta, tudo se questiona, a fé católica está desfigurada e questionada e, quem tem a sagrada obrigação de nos confirmar na fé, nos ensina o erro, fala pensando na reação que terão suas palavras, em agradar aos homens, razão pela qual suavizam a palavra de Deus, ou simplesmente a calam e adulteram. Santa Francisca Romana (1384-1440), teve singulares, estupendas, e as mais estarrecedoras visões do inferno e de seus demônios. Ela descreveu o inferno, onde reina uma ordem às avessas, a desordem como o princípio constitutivo da anti-ordem de satanás: O que é uma pessoa passar uma hora com ouro ou prata derretidos e quentes dentro da garganta, sem anestésicos, sem os mil cuidados dos nossos hospitais? Então, imaginem o que é passar a eternidade com ouro e prata derretidos na garganta. Querer engolir e não poder, queimaduras horrorosas, sensações atrozes. Tudo isto foi mostrado à Santa Francisca Romana. Viu as hierarquias de demônios, suas funções, seus suplícios e os crimes a que eles presidem. Viu Lúcifer, consagrado ao orgulho, chefe geral dos orgulhosos, rei de todos os demônios e de todos os condenados. E Santa Francisca Romana relata: “Uma parte dos demônios fica no inferno; outra reside no ar e outra reside entre os homens, buscando a quem devorar. Os que ficam no inferno dão as suas ordens e enviam seus deputados; os que residem no ar agem fisicamente sobre as perturbações atmosféricas e telúricas, lançam por toda parte influências más, empestam o ar física e moralmente”, finaliza, mais uma vez confirmando sim, a existência do demônio. Os demônios sofrem terrivelmente vendo um ato público de virtude. Porque eles sofrem mais em ver o bem, do que em todos os tormentos do inferno. O homem que faz o bem, que vive e respeita os Mandamento e as Leis de Deus, que tem fidelidade à Sua Doutrina, ao Seu Magistério e aos seus ensinamentos, inflige ao demônio uma tortura tremenda. Devemos pedir a Santa Francisca Romana, que ela nos dê o suficiente discernimento para compreendermos quais ações são do demônio, para odiá-las e talhá-las logo que se iniciam. Muitas vezes o demônio se apresenta por vias indiretas, sugere-nos coisas que parecem insignificantes, uma pequena ideia fixa a respeito de uma ninharia. É a ação do demônio… E o que fazer nesta hora? Corta essas coisas no começo! Há um princípio de sabedoria que diz “principia obstat”, corte no começo! Vamos pedir que Santa Francisca Romana nos dê o discernimento de tudo isto, e nos faça compreender como o católico precisa estar preparado para lutar contra essa pluralidade de influências, ensinamentos e pensamentos nefastos. E nos previna contra uma doutrina errada, mas tão frequente, de que a tentação do demônio seja apenas uma superstição. Vamos pedir a Santa Francisca Romana que nos dê uma clara e lúcida visão dessas verdades. Diz na Sagrada Escritura: “Na hora, porém, em que os homens repousavam, veio o seu inimigo, semeou joio no meio do trigo e partiu” – (São Mateus 13, 25). Ante o crescimento de um culto materialista, um culto ao homem no lugar de Deus, a entidades maternas pagãs, é preciso lembrar que a verdadeira mãe da humanidade, é aquela cujo fruto nos alimenta para a eternidade, a Santíssima Virgem Maria, mãe de Deus e nossa mãe. O dogma da maternidade divina de Maria está ligado a um artigo inegociável do credo cristão: a encarnação do Verbo. Na hora derradeira, Jesus entregou Sua mãe para toda a humanidade, na pessoa do apóstolo amado – (Jo 19, 25-26). Maria é, pois, a mãe que nos dá o verdadeiro alimento que salva: o pão vivo descido do céu. Infelizmente, assistimos a uma nova onda de paganismo, a qual tem minimizado a importância da fé cristã em nossa sociedade, para ressaltar os novos deuses dos tempos modernos. A maternidade de Maria é posta de lado — por vezes, até ridicularizada —, ao passo que a nova mãe do mundo, a Gaia, como dizem alguns, ganha o espaço que antes era da Mãe de Deus. Isso explica o porquê de as igrejas estarem vazias, na virada do ano, e as praias estarem cheias: as luzes efêmeras dos fogos de artifício têm mais valor que a Luz perene irradiada por Cristo. Uma sociedade materialista moldará deuses materialistas. Por isso, prefere-se cultuar a mãe que dá o alimento que passa, do que a Mãe que introduz na vida eterna. Mas esse culto à Mãe da Terra e ao mundo, longe de trazer libertação, prende o ser humano nos vícios da carne, nas paixões mundanas e no próprio egoísmo. O homem esquece-se de sua finalidade, que é o Céu, para concentrar esforços numa jornada sem propósito: este mundo mesmo “onde a ferrugem e as traças corroem” – (Mt 6, 19). Quantos têm desperdiçado este auxílio precioso por culpa ora de más teologias, ora do paganismo e das heresias que se propaga hoje em dia. É uma ótima oportunidade para redescobrirmos o valor da espiritualidade mariana, lembrando-nos dos pedidos que a Senhora fez à humanidade: oração e mortificação pela paz no mundo e pela salvação dos povos. Enquanto alguns fazem troça desses pedidos, os verdadeiros católicos, têm o dever de ecoar pelos quatro cantos da Terra a mensagem daquela cujo coração triunfará no último dia. Equipe Templário de Maria #Demônio

  • A EXISTÊNCIA DO DEMÔNIO

    Declarou o Papa São Félix III: “Não se opor a um erro é aprová-lo. Não defender a verdade é suprimi-la”. Em uma recente entrevista ao jornal espanhol ‘El Mundo’, o Padre Arturo Sosa assinalou que “fizemos figuras simbólicas, como o diabo, para expressar o mal”. Recordemos, que o IV Concílio Ecumênico Lateranense, em 1215, declarou que nós cristãos “firmemente cremos e simplesmente confessamos” que Deus criou “do nada uma e outra criatura, espiritual e corporal, ou seja, a angelical e a mundana, e depois a humana”. “O diabo e os outros demônios”, e continua o texto conciliar: “por Deus, certamente foram criados bons por natureza; mas eles, por si mesmos se converteram em maus”. Em 29 de junho de 1972, assinalou, Paulo VI, em sua homilia, afirmou ter a sensação de que, “por alguma fissura entrou a fumaça de Satanás no templo de Deus. Há a dúvida, a incerteza, os problemas, a inquietação, a insatisfação, o confronto”. Nesse mesmo ano, em 15 de novembro, Paulo VI advertiu que “uma das maiores necessidades da Igreja, é nos defender do Demônio”. Quando pedimos “livrai-nos do mal” na oração do Pai Nosso, assinalamos que nesta petição, o Mal não é uma abstração, mas designa uma pessoa, Satanás, o Maligno, o anjo que se opõe a Deus. O ‘Diabo’ (dia-bolos) é aquele que ‘se atravessa’ no desígnio de Deus e na sua obra de salvação realizada em Cristo. Disse certa vez o falecido Exorcista, padre Gabriele Amorth: “O demônio está instalado no coração da Igreja”. Essa frase, corrobora e confirma, as palavras de Paulo VI, que falou sobre a invasão da Fumaça de satanás. Para o exorcista, há sinais de que o Anticristo está vencendo a batalha contra a Santa Sé. De acordo com Amorth, as evidências são irrefutáveis. Ele ainda disse que, “na alta hierarquia Católica, há cardeais que não acreditam em Jesus, e bispos que estão ligados ao demônio”. Devemos lembrar as aparições da Virgem em Akita, no Japão, reconhecida pela Igreja, e seu conteúdo e aviso são similares à mensagem de Fátima. Nossa Senhora disse: “O Diabo se infiltrará até mesmo na Igreja de tal um modo que haverá cardeais contra cardeais, e bispos contra bispos. Serão desprezados os padres que me veneram e terão opositores em todos os lugares. Haverá vandalismo nas Igrejas e altares. A Igreja estará cercada de asseclas do demônio que conduzirá muitos padres a lhe consagrar a alma e abandonar o serviço do Senhor. O demônio especialmente dirigirá sua ira contra almas consagradas a Deus. O pensamento da perda de tantas almas é a causa de minha tristeza. Se os homens aumentarem ainda mais seus pecados em número e gravidade, já não haverá nenhum perdão para eles”. Fortes e contundentes palavras da Mãe de Deus. Muitos cristãos não acreditam no diabo, chegando a dizer que “Isso não é nada além de superstição”. Existe neste pensamento herético, uma certa “lógica”. Pois se “fecharam” as portas do inferno, dizendo e ensinando que ele não existe, seria lógico e conseguente, também dizer que o demônio é uma fábula, e que ele simplesmente não existe. “Não servirei!!” Este odioso brado de revolta ― inspiração de todos os gritos de insubmissão da História ― fez-se ouvir no Céu. Era Lúcifer, o anjo que portava a luz. Tal era sua excelência que a Igreja aplica a ele as palavras de Ezequiel: “Tu és o selo de semelhança de Deus, cheio de sabedoria e perfeito na beleza; tu vivias nas delícias do paraíso de Deus e tudo foi empregado para realçar a tua formosura!” – (Ez 28, 12-12). Arrastando consigo a terça parte dos anjos, Lúcifer foi precipitado no inferno, tornando-se o príncipe das trevas. O mundo está sob ataque de Satanás, conforme Nosso Senhor disse que seria (1 Pedro 5: 8-14), e esta batalha está ocorrendo dentro da própria Igreja, e a devastação é muito evidente. Na Igreja, hoje, muitos Católicos estão perplexos, porque estão vendo e ouvindo coisas jamais vistas. Ouvimos vindo da Hierarquia da Igreja, frases que na boca de qualquer outra pessoa, seria considerado blasfêmia. Até que ponto a fumaça de satanás penetrou no seio da Igreja? E até onde vai sua demolição? Tudo se derruba à nossa volta, tudo se questiona, a fé católica está desfigurada e questionada e, quem tem a sagrada obrigação de nos confirmar na fé, nos ensina o erro, fala pensando na reação que terão suas palavras, em agradar aos homens, razão pela qual suavizam a palavra de Deus, ou simplesmente a calam e adulteram. Santa Francisca Romana (1384-1440), teve singulares, estupendas, e as mais estarrecedoras visões do inferno e de seus demônios. Ela descreveu o inferno, onde reina uma ordem às avessas, a desordem como o princípio constitutivo da anti-ordem de satanás: O que é uma pessoa passar uma hora com ouro ou prata derretidos e quentes dentro da garganta, sem anestésicos, sem os mil cuidados dos nossos hospitais? Então, imaginem o que é passar a eternidade com ouro e prata derretidos na garganta. Querer engolir e não poder, queimaduras horrorosas, sensações atrozes. Tudo isto foi mostrado à Santa Francisca Romana. Viu as hierarquias de demônios, suas funções, seus suplícios e os crimes a que eles presidem. Viu Lúcifer, consagrado ao orgulho, chefe geral dos orgulhosos, rei de todos os demônios e de todos os condenados. E Santa Francisca Romana relata: “Uma parte dos demônios fica no inferno; outra reside no ar e outra reside entre os homens, buscando a quem devorar. Os que ficam no inferno dão as suas ordens e enviam seus deputados; os que residem no ar agem fisicamente sobre as perturbações atmosféricas e telúricas, lançam por toda parte influências más, empestam o ar física e moralmente”, finaliza, mais uma vez confirmando sim, a existência do demônio. Os demônios sofrem terrivelmente vendo um ato público de virtude. Porque eles sofrem mais em ver o bem, do que em todos os tormentos do inferno. O homem que faz o bem, que vive e respeita os Mandamento e as Leis de Deus, que tem fidelidade à Sua Doutrina, ao Seu Magistério e aos seus ensinamentos, inflige ao demônio uma tortura tremenda. Devemos pedir a Santa Francisca Romana, que ela nos dê o suficiente discernimento para compreendermos quais ações são do demônio, para odiá-las e talhá-las logo que se iniciam. Muitas vezes o demônio se apresenta por vias indiretas, sugere-nos coisas que parecem insignificantes, uma pequena ideia fixa a respeito de uma ninharia. É a ação do demônio… E o que fazer nesta hora? Corta essas coisas no começo! Há um princípio de sabedoria que diz “principia obstat”, corte no começo! Vamos pedir que Santa Francisca Romana nos dê o discernimento de tudo isto, e nos faça compreender como o católico precisa estar preparado para lutar contra essa pluralidade de influências, ensinamentos e pensamentos nefastos. E nos previna contra uma doutrina errada, mas tão frequente, de que a tentação do demônio seja apenas uma superstição. Vamos pedir a Santa Francisca Romana que nos dê uma clara e lúcida visão dessas verdades. Diz na Sagrada Escritura: “Na hora, porém, em que os homens repousavam, veio o seu inimigo, semeou joio no meio do trigo e partiu” – (São Mateus 13, 25). Ante o crescimento de um culto materialista, um culto ao homem no lugar de Deus, a entidades maternas pagãs, é preciso lembrar que a verdadeira mãe da humanidade, é aquela cujo fruto nos alimenta para a eternidade, a Santíssima Virgem Maria, mãe de Deus e nossa mãe. O dogma da maternidade divina de Maria está ligado a um artigo inegociável do credo cristão: a encarnação do Verbo. Na hora derradeira, Jesus entregou Sua mãe para toda a humanidade, na pessoa do apóstolo amado – (Jo 19, 25-26). Maria é, pois, a mãe que nos dá o verdadeiro alimento que salva: o pão vivo descido do céu. Infelizmente, assistimos a uma nova onda de paganismo, a qual tem minimizado a importância da fé cristã em nossa sociedade, para ressaltar os novos deuses dos tempos modernos. A maternidade de Maria é posta de lado — por vezes, até ridicularizada —, ao passo que a nova mãe do mundo, a Gaia, como dizem alguns, ganha o espaço que antes era da Mãe de Deus. Isso explica o porquê de as igrejas estarem vazias, na virada do ano, e as praias estarem cheias: as luzes efêmeras dos fogos de artifício têm mais valor que a Luz perene irradiada por Cristo. Uma sociedade materialista moldará deuses materialistas. Por isso, prefere-se cultuar a mãe que dá o alimento que passa, do que a Mãe que introduz na vida eterna. Mas esse culto à Mãe da Terra e ao mundo, longe de trazer libertação, prende o ser humano nos vícios da carne, nas paixões mundanas e no próprio egoísmo. O homem esquece-se de sua finalidade, que é o Céu, para concentrar esforços numa jornada sem propósito: este mundo mesmo “onde a ferrugem e as traças corroem” – (Mt 6, 19). Quantos têm desperdiçado este auxílio precioso por culpa ora de más teologias, ora do paganismo e das heresias que se propaga hoje em dia. É uma ótima oportunidade para redescobrirmos o valor da espiritualidade mariana, lembrando-nos dos pedidos que a Senhora fez à humanidade: oração e mortificação pela paz no mundo e pela salvação dos povos. Enquanto alguns fazem troça desses pedidos, os verdadeiros católicos, têm o dever de ecoar pelos quatro cantos da Terra a mensagem daquela cujo coração triunfará no último dia. Equipe Templário de Maria #Demônio

  • Enquanto a modéstia não for colocada em prática, a sociedade vai continuar a degradar – Papa P

    Disse Nossa Senhora, em Fátima, 1917: “Serão introduzidas certas modas que ofenderão muito Nosso Senhor”. Ante o crescimento de um culto materialista a entidades maternas pagãs, é preciso lembrar que a verdadeira mãe da humanidade é aquela cujo fruto nos alimenta para a eternidade. São Padre Pio de Pietrelcina dizia sobre a modéstia: “As mulheres que procuram vaidade no vestuário, nunca poderão vestir a vida de Jesus Cristo, pois logo que nesse ídolo entra em seus corações, perdem cada um dos ornamentos da alma. Eu quero que todos vocês, meus queridos filhos espirituais, combatam com o exemplo, e sem respeito humano, uma Santa batalha contra a moda indecente”. Hoje, infelizmente, essas advertências foram mutiladas. Embora seja repetitivo, vale a pena lembrar estas verdades à alma adormecida dos católicos modernos e comodistas, que caminham a passos largos para a total apostasia. Após a revolução sexual, foram diversas rebeliões para mudar os costumes e a moral da sociedade. A mulher objeto é o modelo oposto da mãe cristã modesta, que é a Santíssima Virgem como referência. A engenharia social também converteu o homem em objeto de desejo, afeminando-o e aficionando-o a cremes, dietas, depilação. Este processo de degeneração no vestir tem crescido de forma constante no século XXI. Em qualquer cidade ocidental, desapareceu totalmente a modéstia no vestir, especialmente no verão. Esta é a fonte de muitos pecados e ocasiões de pecado. Todo mundo que se veste provocativamente, no Dia do Juízo, vai dar contas a Deus deste mal e dos pecados de todas as pessoas que fizeram cair. Diz a Sagrada Escritura: “Inevitavelmente haverá escândalos, mas, ai de quem eles vêm! Seria melhor que ele tivesse uma pedra amarrada no pescoço e fossem precipitados ao mar, ao invés de escandalizar um destes pequeninos” – (Lucas 17: 1). É dever de zelo católico, advertir o pastor e, se necessário, o prelado, desses dolorosos abusos e corrigir as pessoas mal vestidas no templo. Claramente, se percebe que se ofende cada vez mais e muito à Nosso Senhor, pela falta de respeito nas modas e os pecados de impureza. Igualmente grave é o dever de pastores e catequistas garantirem que os jovens se vistam e se comportem como verdadeiros Católicos. Quem dera as roupas que as pessoas usam em nossos dias tivessem um toque de modéstia, o respeito pela dignidade humana. Aqueles que aparecem vestidos indecentemente são um incentivo ao pecado, e por isso são responsáveis não só por seus próprios pecados, mas também por aqueles que outros podem cometer por causa deles. Deus não nos deu a roupa como um adorno para alimentar nossa vaidade humana e frivolidade. Não! Ele deu-nos como uma proteção contra o pecado. Por esta razão, todos temos de nos vestir decentemente, modestamente e com dignidade. O vestuário modesto com o qual devemos nos cobrir, é uma marca distintiva que nos diferencia no fluxo de imoralidade, e nos capacita a ser, para o mundo, verdadeiras testemunhas de Cristo. Lembrando as fortíssimas Palavras de Nossa Senhora do Bom Sucesso, a Madre Mariana de Jesus Torres, no Convento da Imaculada Conceição, em Quito, no Equador, em 02 de fevereiro de 1634: “Naqueles dias, o espírito de impureza como um dilúvio de imundície vai inundar as ruas, praças e locais públicos. A depravação será tal que não haverá mais almas virgens no mundo”. Pais e mães, deveis ter cuidado antes de tudo da alma, e depois do corpo dos filhos, educando-os segundo às Leis de Deus. Deveis guiá-los especialmente na adolescência e na juventude, com o exemplo e a palavra, com a vigilância e a prece, com o amor, e às vezes com a vara. Ai daquele que dá escândalo aos filhos! E ai de vós genitores, se permitis aos filhos, dar escândalo em presença da sociedade! É a má conduta das vossas filhas e filhos, que deve pesar fortemente sobre a vossa consciência, se não tiverdes feito o possível para impedir-lhe a moda má! Pais, refleti sobre esta verdade: é responsável pelo pecado aquele quem o faz e quem devia impedi-lo e culpavelmente não o impede. Permitindo a moda livre e provocante, vós não amais as vossas filhas, antes quereis o seu mal, porque a colocais na estrada da condenação eterna. Haverá instruções para nos vestirmos decentemente? A moral social e as regras de vestir sofreram uma derrocada. Mas nós havemos de responder perante Deus pelas nossas ações, inevitavelmente. Lamentavelmente, as pessoas desconhecem totalmente a doutrina e a moral católica, bem como escritos dos grandes santos, papas e cardeais sobre o assunto. Sim, grandes santos, doutores e Papas, escreveram sobre a modéstia. O Venerável Papa Pio XII, diz:“Enquanto a modéstia não for colocada em prática, a sociedade vai continuar a degradar. A sociedade revela o que é pelas roupas que veste”. Também Santo Afonso Maria de Ligório afirma que: “O exterior é sim muito importante, e mais ainda, o exterior é o REFLEXO do nosso interior. Interiormente devemos arder em amor divino; exteriormente, alumiar, pela nossa modéstia, a todos os que o vêem“ – (Fonte: Escola da Perfeição Cristã). E também o doutor Angélico, Grande São Tomás de Aquino, na Suma Teológica diz: “O vestuário externo deve ser consistente com o estado da pessoa, segundo o costume geral. Por isso, é em si pecaminoso para uma mulher vestir roupas de homem, ou vice-versa, especialmente se isso for causa de prazer sensual, e é expressamente proibido pela Lei (Dt 22)” – (Fonte: Summa Theologica II, II, questão 169, artigo 2, a resposta à objeção 3). Se pretende ser Cristã de fato e não apenas de nome, se quer ajudar, e não impedir a ação da Graça para reformar as consciências, se amanhã não quer sentir remorsos nem o peso da culpa, então redobre os esforços para se vestir segundo a modéstia mariana. Lembremos sempre do alerta de Nossa Senhora em Fátima, sobre as modas mundanas, que foram, são, e serão, a causa da perdição de muitas e muitas almas no inferno. Vejam o que o demônio diz, em um exorcismo, a sobre as saias curtas: “Com elas agarro os homens e mulheres e encho o meu reino. [gargalhada longa e estridente] que satisfação, que alegria, que contentamento” – (Fonte: PELLEGRINO ERNETTI. Livro “Estratégias de Satanás: O Demônio existe! A era de Satanás: a nossa!”, página 19). Se por um lado, a falta de modéstia e a imoralidade no vestir desagradam e ofendem Deus, estas causam satisfação, alegria, contentamento, em Satanás. Como bons Católicos, não deixemos que o espírito do mundo entre em nossas vidas, inclusive, em nosso modo de nos vestir. Tertuliano estava certo em dizer que do sangue dos mártires nascem cristãos; não vamos fazer mártires; mas vamos popularizar o vício entre as multidões; que eles possam respirar isso por meio de seus cinco sentidos; que eles possam beber e ficar saturados. Faça corações perversos e não haverá mais católicos. É a corrupção em grande escala que empreendemos, a corrupção que deve um dia permitir-nos conduzir a Igreja à sua sepultura. Ultimamente, eu ouvi um dos nossos amigos rindo filosoficamente sobre nossos projetos, dizendo: ‘Para destruir o catolicismo, devemos acabar com as mulheres’. A ideia é boa de certa forma, mas já que não se consegue se livrar das mulheres, vamos corrompê-las com a Igreja. Corruptio optimi, pessima. A melhor adaga para atacar a Igreja é a corrupção” – (Fonte: BENEDITINOS. Nossa Senhora e a Modéstia. Citação da Carta de Vindice para Nubius; [pseudônimos dos 2 líderes da Alta Venda Italiana] datada de 09 de agosto de 1838). A modéstia, de fato, é uma bela e grande virtude! Lembramos também, o Papa Pio XII, en sua Sacra Virginitas, n. 56; 25 de março de 1954: “Bem melhor fariam os educadores da juventude clerical, inculcando-lhe as normas do pudor cristão, que tanto contribui para manter incólume a virgindade, e bem pode chamar-se a prudência da castidade. O pudor adivinha o perigo, obsta a que se afronte, e leva a evitar aquelas mesmas ocasiões de que não se acautelam os menos prudentes. Ao pudor não agradam as palavras torpes ou menos honestas, e aborrece-lhe a mais leve imodéstia. Ele afasta-se da familiaridade suspeita com pessoas do outro sexo, porque enche a alma de profundo respeito pelo corpo, membro de Cristo (cf. l Cor 6, 15), e templo do Espírito Santo (l Cor 6, 19). A alma cristãmente pudica tem horror de qualquer pecado de impureza e retira-se ao primeiro assomo da sedução” O que faz a graça à nossa natureza humana? Em primeiro lugar, faz do corpo um templo de Deus. Esta é uma das razões a favor da pureza. O que é um templo? Um templo é um local onde habita Deus. Recordemos que, quando Jesus foi ao templo de Jerusalém e os Fariseus pediram um sinal, e Nosso Senhor disse: ‘Destruí este templo e reconstruí-lo-ei em três dias’. Não estava a falar daquele templo terreno; estava a falar do templo do Seu corpo, porque Deus habitava naquela natureza humana de Cristo. Pela nossa participação naquela vida divina, Ele habita em nós. É por isso que o corpo é sagrado. É por isso que lhe devemos reverência. O corpo não é um verme, algo de desprezível. É o Seu templo, e um dia também será glorificado. Se tivermos atenção a estas coisas por amor de Deus, ofereceremos a Ele, um templo puro e belo, onde Ele poderá residir. #Modéstia

  • Enquanto a modéstia não for colocada em prática, a sociedade vai continuar a degradar – Papa P

    Disse Nossa Senhora, em Fátima, 1917: “Serão introduzidas certas modas que ofenderão muito Nosso Senhor”. Ante o crescimento de um culto materialista a entidades maternas pagãs, é preciso lembrar que a verdadeira mãe da humanidade é aquela cujo fruto nos alimenta para a eternidade. São Padre Pio de Pietrelcina dizia sobre a modéstia: “As mulheres que procuram vaidade no vestuário, nunca poderão vestir a vida de Jesus Cristo, pois logo que nesse ídolo entra em seus corações, perdem cada um dos ornamentos da alma. Eu quero que todos vocês, meus queridos filhos espirituais, combatam com o exemplo, e sem respeito humano, uma Santa batalha contra a moda indecente”. Hoje, infelizmente, essas advertências foram mutiladas. Embora seja repetitivo, vale a pena lembrar estas verdades à alma adormecida dos católicos modernos e comodistas, que caminham a passos largos para a total apostasia. Após a revolução sexual, foram diversas rebeliões para mudar os costumes e a moral da sociedade. A mulher objeto é o modelo oposto da mãe cristã modesta, que é a Santíssima Virgem como referência. A engenharia social também converteu o homem em objeto de desejo, afeminando-o e aficionando-o a cremes, dietas, depilação. Este processo de degeneração no vestir tem crescido de forma constante no século XXI. Em qualquer cidade ocidental, desapareceu totalmente a modéstia no vestir, especialmente no verão. Esta é a fonte de muitos pecados e ocasiões de pecado. Todo mundo que se veste provocativamente, no Dia do Juízo, vai dar contas a Deus deste mal e dos pecados de todas as pessoas que fizeram cair. Diz a Sagrada Escritura: “Inevitavelmente haverá escândalos, mas, ai de quem eles vêm! Seria melhor que ele tivesse uma pedra amarrada no pescoço e fossem precipitados ao mar, ao invés de escandalizar um destes pequeninos” – (Lucas 17: 1). É dever de zelo católico, advertir o pastor e, se necessário, o prelado, desses dolorosos abusos e corrigir as pessoas mal vestidas no templo. Claramente, se percebe que se ofende cada vez mais e muito à Nosso Senhor, pela falta de respeito nas modas e os pecados de impureza. Igualmente grave é o dever de pastores e catequistas garantirem que os jovens se vistam e se comportem como verdadeiros Católicos. Quem dera as roupas que as pessoas usam em nossos dias tivessem um toque de modéstia, o respeito pela dignidade humana. Aqueles que aparecem vestidos indecentemente são um incentivo ao pecado, e por isso são responsáveis não só por seus próprios pecados, mas também por aqueles que outros podem cometer por causa deles. Deus não nos deu a roupa como um adorno para alimentar nossa vaidade humana e frivolidade. Não! Ele deu-nos como uma proteção contra o pecado. Por esta razão, todos temos de nos vestir decentemente, modestamente e com dignidade. O vestuário modesto com o qual devemos nos cobrir, é uma marca distintiva que nos diferencia no fluxo de imoralidade, e nos capacita a ser, para o mundo, verdadeiras testemunhas de Cristo. Lembrando as fortíssimas Palavras de Nossa Senhora do Bom Sucesso, a Madre Mariana de Jesus Torres, no Convento da Imaculada Conceição, em Quito, no Equador, em 02 de fevereiro de 1634: “Naqueles dias, o espírito de impureza como um dilúvio de imundície vai inundar as ruas, praças e locais públicos. A depravação será tal que não haverá mais almas virgens no mundo”. Pais e mães, deveis ter cuidado antes de tudo da alma, e depois do corpo dos filhos, educando-os segundo às Leis de Deus. Deveis guiá-los especialmente na adolescência e na juventude, com o exemplo e a palavra, com a vigilância e a prece, com o amor, e às vezes com a vara. Ai daquele que dá escândalo aos filhos! E ai de vós genitores, se permitis aos filhos, dar escândalo em presença da sociedade! É a má conduta das vossas filhas e filhos, que deve pesar fortemente sobre a vossa consciência, se não tiverdes feito o possível para impedir-lhe a moda má! Pais, refleti sobre esta verdade: é responsável pelo pecado aquele quem o faz e quem devia impedi-lo e culpavelmente não o impede. Permitindo a moda livre e provocante, vós não amais as vossas filhas, antes quereis o seu mal, porque a colocais na estrada da condenação eterna. Haverá instruções para nos vestirmos decentemente? A moral social e as regras de vestir sofreram uma derrocada. Mas nós havemos de responder perante Deus pelas nossas ações, inevitavelmente. Lamentavelmente, as pessoas desconhecem totalmente a doutrina e a moral católica, bem como escritos dos grandes santos, papas e cardeais sobre o assunto. Sim, grandes santos, doutores e Papas, escreveram sobre a modéstia. O Venerável Papa Pio XII, diz:“Enquanto a modéstia não for colocada em prática, a sociedade vai continuar a degradar. A sociedade revela o que é pelas roupas que veste”. Também Santo Afonso Maria de Ligório afirma que: “O exterior é sim muito importante, e mais ainda, o exterior é o REFLEXO do nosso interior. Interiormente devemos arder em amor divino; exteriormente, alumiar, pela nossa modéstia, a todos os que o vêem“ – (Fonte: Escola da Perfeição Cristã). E também o doutor Angélico, Grande São Tomás de Aquino, na Suma Teológica diz: “O vestuário externo deve ser consistente com o estado da pessoa, segundo o costume geral. Por isso, é em si pecaminoso para uma mulher vestir roupas de homem, ou vice-versa, especialmente se isso for causa de prazer sensual, e é expressamente proibido pela Lei (Dt 22)” – (Fonte: Summa Theologica II, II, questão 169, artigo 2, a resposta à objeção 3). Se pretende ser Cristã de fato e não apenas de nome, se quer ajudar, e não impedir a ação da Graça para reformar as consciências, se amanhã não quer sentir remorsos nem o peso da culpa, então redobre os esforços para se vestir segundo a modéstia mariana. Lembremos sempre do alerta de Nossa Senhora em Fátima, sobre as modas mundanas, que foram, são, e serão, a causa da perdição de muitas e muitas almas no inferno. Vejam o que o demônio diz, em um exorcismo, a sobre as saias curtas: “Com elas agarro os homens e mulheres e encho o meu reino. [gargalhada longa e estridente] que satisfação, que alegria, que contentamento” – (Fonte: PELLEGRINO ERNETTI. Livro “Estratégias de Satanás: O Demônio existe! A era de Satanás: a nossa!”, página 19). Se por um lado, a falta de modéstia e a imoralidade no vestir desagradam e ofendem Deus, estas causam satisfação, alegria, contentamento, em Satanás. Como bons Católicos, não deixemos que o espírito do mundo entre em nossas vidas, inclusive, em nosso modo de nos vestir. Tertuliano estava certo em dizer que do sangue dos mártires nascem cristãos; não vamos fazer mártires; mas vamos popularizar o vício entre as multidões; que eles possam respirar isso por meio de seus cinco sentidos; que eles possam beber e ficar saturados. Faça corações perversos e não haverá mais católicos. É a corrupção em grande escala que empreendemos, a corrupção que deve um dia permitir-nos conduzir a Igreja à sua sepultura. Ultimamente, eu ouvi um dos nossos amigos rindo filosoficamente sobre nossos projetos, dizendo: ‘Para destruir o catolicismo, devemos acabar com as mulheres’. A ideia é boa de certa forma, mas já que não se consegue se livrar das mulheres, vamos corrompê-las com a Igreja. Corruptio optimi, pessima. A melhor adaga para atacar a Igreja é a corrupção” – (Fonte: BENEDITINOS. Nossa Senhora e a Modéstia. Citação da Carta de Vindice para Nubius; [pseudônimos dos 2 líderes da Alta Venda Italiana] datada de 09 de agosto de 1838). A modéstia, de fato, é uma bela e grande virtude! Lembramos também, o Papa Pio XII, en sua Sacra Virginitas, n. 56; 25 de março de 1954: “Bem melhor fariam os educadores da juventude clerical, inculcando-lhe as normas do pudor cristão, que tanto contribui para manter incólume a virgindade, e bem pode chamar-se a prudência da castidade. O pudor adivinha o perigo, obsta a que se afronte, e leva a evitar aquelas mesmas ocasiões de que não se acautelam os menos prudentes. Ao pudor não agradam as palavras torpes ou menos honestas, e aborrece-lhe a mais leve imodéstia. Ele afasta-se da familiaridade suspeita com pessoas do outro sexo, porque enche a alma de profundo respeito pelo corpo, membro de Cristo (cf. l Cor 6, 15), e templo do Espírito Santo (l Cor 6, 19). A alma cristãmente pudica tem horror de qualquer pecado de impureza e retira-se ao primeiro assomo da sedução” O que faz a graça à nossa natureza humana? Em primeiro lugar, faz do corpo um templo de Deus. Esta é uma das razões a favor da pureza. O que é um templo? Um templo é um local onde habita Deus. Recordemos que, quando Jesus foi ao templo de Jerusalém e os Fariseus pediram um sinal, e Nosso Senhor disse: ‘Destruí este templo e reconstruí-lo-ei em três dias’. Não estava a falar daquele templo terreno; estava a falar do templo do Seu corpo, porque Deus habitava naquela natureza humana de Cristo. Pela nossa participação naquela vida divina, Ele habita em nós. É por isso que o corpo é sagrado. É por isso que lhe devemos reverência. O corpo não é um verme, algo de desprezível. É o Seu templo, e um dia também será glorificado. Se tivermos atenção a estas coisas por amor de Deus, ofereceremos a Ele, um templo puro e belo, onde Ele poderá residir. #Modéstia

  • Dialogue With A Cistercian Monk

    “There is a great deal of what is good and pure and holy amongst the catholics of the day, but we want the trumpet blast of a Tertullian to awaken us to higher things for the old cry, ‘can anything good come out of Nazareth?’ is in the hearts of worldly catholics today, although it is not on their lips. They are prepared to admire everything, provided it is not introduced to their notice under the church’s sanction. They will go hundreds of miles to hear a Mass, but it must be sung in a public hall by herectical or perhaps infidel artistes. The music of the Church is the ‘barbarous jargon of Philistines.’ In philosophy you are called to admire Plato, but not St. John. Porphyry and Plotinus we know, but who was St. Justin? The hybrid greek of Lucian we admire, but what of Clement or Origen? We are told there are hidden beauties in Plautus and Tibullus, Bion and Moschus, but who ever heard of Ephrem the Syrian? We know all about Giordano Bruno; what of St. Thomas? We call Kant and Fichte and Spinoza the demigods of science; what of Suarez and Vasquez? For one Catholic who has heard of great apologists like Abbe Moigno, a hundred have heard of men like Spencer and Darwin. We are ashamed of our immortals; we are proud of the parvenue of science. And yet what a glorious beadroll of illustrious names illumines the history of the Church! Even in modern times, what a litany one may sing of Tycho-Brahe, Corpernicus, Descartes, Galileo, Leibniz, Paschal, Bossuet, Gerdil, Malebranche! In oratory, what a galaxy of French and Italian genuises. In science, three-fourths of the world inventions sprang from children of the church – from the discovery of gunpowder down to the discovery of dynamic electricity. All the great composers where Catholics. And yet your boys know nothing of names that made the pulses of other generations beat more quickly… We conquer the world, and bow down before its idols; we lead the world, and suffer to be harnessed to its triumphal car… you know all things but your religion.”

  • DISCURSO NA PONTIFÍCIA ACADEMIA DAS CIÊNCIAS – Papa Bento XVI

    Excelências, ilustres Senhores e Senhoras, Saúdo os membros da Pontifícia Academia das Ciências por ocasião desta Assembleia Plenária e expresso a minha gratidão ao vosso presidente, professor Werner Arber, pelas cordiais palavras de saudação que me dirigiu em vosso nome. Tenho o prazer de cumprimentar o Bispo Marcel Sánchez Sorondo, vosso Chanceler, e agradeço-lhe pelo importante trabalho que faz para vós. A presente sessão plenária sobre «Complexity and Analogy in Science: Theoretical, Methodological and Epistemological Aspects» (Complexidade e analogia na ciência: aspectos teoréticos, metodológicos e epistemológicos), enfrenta um tema importante que revela uma série de perspectivas que apontam para uma nova visão da unidade das ciências. Com efeito, as importantes descobertas e os progressos dos últimos anos convidam-nos a examinar a grande analogia entre física e biologia, que se manifesta claramente sempre que obtemos uma compreensão mais profunda da ordem natural. Se é verdade que alguns dos novos conceitos obtidos deste modo podem permitir que tiremos conclusões sobre os processos do passado, esta extrapolação realça também a grande unidade da natureza na complexa estrutura do universo e o mistério do lugar que o homem ocupa nele. A complexidade e a grandeza da ciência contemporânea em tudo o que consente que o homem saiba sobre a natureza têm repercussões diretas sobre os seres humanos. Só o homem pode ampliar constantemente o próprio conhecimento da verdade e ordená-la sabiamente para o bem próprio e do seu contexto. Nos vossos debates tentastes examinar, por um lado, a dialética em curso sobre a expansão constante da pesquisa científica, dos métodos e das especializações e, por outro, a busca de uma visão global deste universo no qual os seres humanos, dotados de inteligência e liberdade, são chamados a compreender, amar, viver e trabalhar. Atualmente, a disponibilidade de instrumentos poderosos de pesquisa e o potencial para realizar experiências altamente complexas e precisas permitiram que as ciências naturais se aproximassem dos próprios fundamentos da realidade material, mesmo sem conseguir compreender totalmente a sua estrutura unificadora e a sua realidade última. A sucessão infinita e a integração paciente de diversas teorias, onde os resultados obtidos servem, por sua vez, como pressuposto para novas pesquisas, confirmam quer a unidade do processo científico quer o impulso constante dos cientistas em direção a uma compreensão mais apropriada da verdade da natureza e de uma visão mais inclusiva da mesma. Podemos pensar aqui, por exemplo, nos esforços da ciência e da tecnologia para reduzir as diversas formas de energia a uma força elementar fundamental, que agora parece ser expressa melhor na abordagem emergente da complexidade como base para modelos explicativos. Se esta força fundamental já não parece ser tão simples, isso desafia os pesquisadores a elaborar uma formulação mais ampla, capaz de abranger tanto os sistemas mais simples quanto os mais complexos. Esta abordagem interdisciplinar da complexidade demonstra inclusive que as ciências não são mundos intelectuais separados uns dos outros e da realidade, mas ao contrário estão interligados e orientados para o estudo da natureza como realidade unificada, inteligível e harmoniosa na sua indubitável complexidade. Esta visão tem pontos de encontro fecundos com a visão do universo adoptada pela filosofia e pela teologia cristãs, com a noção de ser participado, no qual cada criatura, dotada da própria perfeição, participa também numa natureza específica, e isto no seio de um universo ordenado que tem origem na Palavra criadora de Deus. É precisamente esta organização intrínseca «lógica» e «analógica» da natureza que incentiva a pesquisa científica e leva a mente humana a descobrir a comparticipação horizontal entre os seres e a participação transcendente da parte do Primeiro Ser. O universo não é caos ou resultado do caos, mas parece cada vez mais claramente uma complexidade organizada que nos permite elevar-nos, através da análise comparativa e da analogia, da especialização para um ponto de vista mais universalizante e vice-versa. Enquanto os primeiros instantes do cosmos e da vida eludem ainda a observação científica, a ciência reflete sobre um grande número de processos que revela uma ordem de constantes e correspondências evidentes e serve como componente essencial da criação permanente. É neste contexto mais amplo que gostaria de observar quanto se demonstrou fecundo o uso da analogia na filosofia e na teologia, não só como instrumento de análise horizontal das realidades da natureza, mas também como estímulo para a reflexão criativa num plano transcendente mais elevado. Precisamente graças ao conceito da criação o pensamento cristão utilizou a analogia não só para investigar a realidade terrena, mas também como meio para passar da ordem criada à contemplação do seu Criador, com a devida consideração do princípio segundo o qual a transcendência de Deus implica que cada semelhança com as suas criaturas necessariamente comporta uma maior dessimilaridade: enquanto a criatura é estruturalmente um ser por participação, Deus é um ser por essência, ou Esse subsistens. No grande empreendimento humano de tentar trazer à luz os mistérios do homem e do universo, estou convicto da necessidade urgente de diálogo constante e de cooperação ente os mundos da ciência e da fé para edificar uma cultura de respeito da dignidade e liberdade do homem, do futuro da nossa família humana e do desenvolvimento sustentável a longo prazo do nosso planeta. Sem esta interação necessária, as grandes questões da humanidade deixam o âmbito da razão e da verdade, e são abandonadas ao irracional, ao mito ou à indiferença, com grande desvantagem para a humanidade, para a paz no mundo e para o nosso destino último. Queridos amigos, ao concluir estas reflexões, gostaria de chamar a vossa atenção para o Ano da fé que a Igreja está a celebrar para comemorar o cinquentenário do concílio Vaticano II. Agradecendo-vos pelo contributo específico da Academia para o fortalecimento da relação entre razão e fé, garanto-vos o meu interesse profundo pelas vossas atividades e as minhas orações por vós e vossas famílias. Invoco sobre todos as bênçãos de Deus Todo-Poderoso da sabedoria, da alegria e da paz. (Sala Clementina, Quinta-feira, 8 de Novembro de 2012)

  • “Pray, pray, Sir that God may not take me in my sins.”

    I was turning a corner to escape some pleasant comments made on my own personal appearance, when a man in a frightful hurry ran full tilt against me. “What the devil -” I was just saying, when he stopped me. “I most humbly beg your pardon, Sir,” he said, “if I have hurt you.” “Never mind, my poor fellow,” I said, as I saw him wipe the blood from his nose; “but you were in a mighty hurry. What’s up?” “It’s my wife that’s dying, sir,” he said,”and I was flying for the priest and doctor.” He could not go much further now. He was bleeding profusely. “Look here,” I said with a sudden impulse, “let me know where you live, and I will do all in my power for her until you return.” “You Sir,” he cried, looking me all over,” what would the likes of you be doing in such a place?” “Never mind,” I said, “I suppose there are some women with her. And I may be of some assistance.” “There’s no one with her, Sir,” he said, “but the great God.” “Then all the more necessary,” I cried, ” for some one to keep her company till you return. Now, come along, and show me the way.” He led me through narrow streets, dimly lighted, then turned suddenly through an archway into a yard. We entered a dark stable together, and climbing a rough ladder, we found ourselves in a room, with open rafters across the roof, and absolutely devoid of all furniture, if we except the straw on which the young dying mother lay. Close beside her, and covered with only a piece of torn flannel, was the dead child, a waxen bambino, sent from God that night to symbolise to this wretched pair, some lofty mystery, beyond their comprehension, but not beyond their faith. All around the floor was wet and I pointed it out. “Yes,” the poor fellow answered,”the mother insisted that I should baptize the child; and she gave me directions.” The young mother lay back on the straw pallet, wondering, and dreaming who the stranger was. “The doctor?” She faintly whispered. “No. He is coming.” Her face was very white; her lips whiter. The Angel of death hung over her. I knelt down and put water on her lips. “Is the Priest coming?” “Yes, he’ll be here soon.” “Pray, pray, Sir, that God may not take me in my sins.” I did. Nay, I went farther. I took up her beads and whispered the Rosary, bead by bead in her ear. I ransacked my memory, and thought of every sweet prayer that had ever softened my heart in the days when – well, never mind; and I repeated, I suppose twenty times, the marvellous prayer of St. Bernard known as the “memorare”. I sang through the glorious Litanies, and sent acts of charity throbbing through her ears. And when the priest arrived, and I retired to make way for him, she murmured – “May God bless you, Sir, and never forget this night’s work for you!” Was I rewarded? Yes, a hundred fold. I went down into the darkness of the stable and thought – “Now, Goff, supposing that you had poured into that dying woman’s ears, all that you ever read from greek poets and philosophers, what consolation would it have brought to her? What mockery, wicked and inhuman, would your unintelligible jargon have appeared to her! One ‘Our Father’ is a million times better than all the heavy, undiluted speculations of academical loungers and cloistered dilettanti!” The Priest came slowly down the rough ladder, the husband of the dying woman holding the lantern over his head. He looked strangely at me… “If I had,” he said, “a hundred young fellows like you in my district, I would soon stamp out vice and misery. Imagine, I have a population of five thousand souls in my district to look after. Why, the thing is an impossibility. And no help, no succour, no assistance of any kind. And people have no idea of what we have to contend against. Everything is against us! Human nature, organized vice, ignorance, music halls – pah! I am often tempted to fling up the whole thing in despair. But give me a hundred young fellows like you, full of faith and piety, I would revolutionize this city in 12 months.” ( Culled from “Triumph of Failure” by Canon Sheehan D.D.)

  • Diary Of A Dying Man – 3

    En route, September 1st. Two fellows(french) with their legs rolled up under them, discussed with much animation today the mystery of the Trinity and Incarnation. It was infinitely amusing. “Comment? Il n’est pas possible – Les termes se contredisent,” &c.,&c. Imagine two ants discussing with their antennae the mind of Shakespeare. I wonder when will this very finite creature, called man, cease measuring himself with the Infinite. Is there not something in the cry of the heart which said: “Happy the sailor of the faith whom the storms of controversy have landed in the harbour of silence! Happy is he who is mute when men are discussing Thy generation, but ringing as a trumpet, they adore it. Happy they who know how difficult it is to understand, how sweet it is to praise Thee! Happy he who has not tasted the wisdom of the Greeks nor lost the simplicity of the apostles! Ah me! How far have I drifted under the rays of the Star of the Sea? Twelve months ago, what would have been my comment if anyone had quoted these things to me?

  • Sabedoria de Salomão

    “Pois que homem conhece os desígnios de Deus? Quem pode conhecer o que deseja o Senhor? Os pensamentos dos mortais são tímidos e falíveis os nossos raciocínios; Um corpo corruptível pesa sobre a alma e esta tenda de argila faz o espírito pesar com muitas preocupações.” A custo conjeturamos o terrestre, com trabalho encontramos o que está à mão; mas quem rasteará o que há nos céus? Quem conhecerá tua vontade, se não lhe deste Sabedoria e não criaste do alto do teu Espírito Santo? Somente assim foram retos os caminhos dos terrestres e os homens aprenderam o que te agrada e a Sabedoria os salvará. A sabedoria infusa é o que almejo. A ciência humana é incompleta e não pode resolver os mistérios que existem no universo. Os humanos são limitados na sua razão e não é pela razão que atingirão a sabedoria. A sabedoria vem por outro caminho e nos atinge na forma de intuições, revelações, sonhos, inspirações inexplicáveis do ponto de vista da razão. Não é racional a emoção que sentimos ante um ato puro de bondade; não é racional a conexão que o amor nos proporciona; não é racional a admiração que nos escraviza ante a beleza da natureza. O homem, além de racional, é um ser sobrenatural pois carrega em sí o Espírito Santo, emanação divina que nos orienta e inspira. Ó Deus, Criador do céu e da terra, Ato perfeito, pureza perfeita. Sabedoria infinita que nos orienta, que nos guia na curta existência terrena. Ó Deus, Que é causa e efeito de tudo o que existe e existirá. Em tí nada falta, Tudo abunda na sua perfeição. Ó Deus, Eu que sou o oposto de ti, Criatura em que tudo falta, Em que tudo é potência à espera de atualização, Rogo-te: Dai-me sabedoria, inspiração, inteligência para que possa compreender e realizar teus desígnios.

  • God, A Hound?

    The Rev. Mark J. McNeal S.J., who was one of the successors of Lafcadio Hearn in the Chair of English Literature at the Tokyo Imperial University, in an interesting article recounts the following incident of his experience in that institution. “I was seated on the examining board with professor Ichikawa, the dean of the English department….There entered the room a student whom I recognised as among the best in the class, a sharp young chap with Mongolian eyes, and one who had never, to my knowledge, given any hint or even a leaning toward Christianity. I remembered, however, that his thesis submitted for a degree had been a study of Francis Thompson. Following the usual custom, I began to question him about his thesis. “‘Why did you choose Thompson?’ “‘Well, he is quite a famous poet.’ “‘What kind of poet is he?’ “‘We might call him a mystic.’ “‘Is he a mystic of the orthodox sort, like cynewulf or crashaw; or an unorthodox mystic, like Blake or Shelley?’ “‘Oh, he’s orthodox.’ “‘Well, now, what do you consider his greatest production?’ “‘Why, I should say “The Hound of Heaven.’ “‘Well, what on earth does Thompson mean by that Hound?’ “‘He means God.’ “‘But is not that a rather irreverent way for Thompson to be talking about God, calling Him a hound? What does he mean by comparing God to a hound?’ “‘Well, he means the pursuit of God.’ “‘Oh, I see, Thompson is pursuing God, is he? “‘Oh no. He is rather running away from God.’ “‘Well, then, God is pursuing Thompson, is that it?’ “‘Yes, that’s it?’ “‘But, see here; according to Thompson’s belief, God is everywhere, isn’t He.’ “Yes.’ “‘Well then, how can God be going after Thompson? Is it a physical pursuit?’ “‘No. It is a moral pursuit.’ “‘A moral pursuit! What’s that? What is God after?’ “‘He is after Thompson’s Love.’

  • CAMPANHA CONTRA OS SACRILÉGIOS E PROFANAÇÕES AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO

    CAMPANHA CONTRA OS SACRILÉGIOS E PROFANAÇÕES AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO Iniciemos uma grande campanha junto aos fiéis e também aos sacerdotes para honrar Nosso Senhor no Santíssimo Sacramento do Altar, incentivando a comunhão na boca e o tanto quanto possível, de joelhos. E dessa forma, possamos evitar muitos sacrilégios e roubos à Santíssima Eucaristia. Aconselhamos todos a acolherem a orientação da Igreja que diz: “Onde houver perigo de profanação NÃO se dê a Comunhão na mão”. A exemplo do que ensinou o anjo de Portugal, por ocasião das aparições de Nossa Senhora em Fátima, quando se prostrou por terra diante do Santíssimo Corpo e Sangue de Deus ensinando as crianças a fazer o mesmo, procuremos tratar Jesus com todo, respeito reverência e adoração. Procuremos seguir o que diz a Palavra de Deus: “Diante do nome de Jesus, todo joelho se dobre…” Assista também: Veja Também: Orações importantes para após a Comunhão Oração para Comunhão Espiritual

  • CAMPANHA CONTRA OS SACRILÉGIOS E PROFANAÇÕES AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO

    CAMPANHA CONTRA OS SACRILÉGIOS E PROFANAÇÕES AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO Iniciemos uma grande campanha junto aos fiéis e também aos sacerdotes para honrar Nosso Senhor no Santíssimo Sacramento do Altar, incentivando a comunhão na boca e o tanto quanto possível, de joelhos. E dessa forma, possamos evitar muitos sacrilégios e roubos à Santíssima Eucaristia. Aconselhamos todos a acolherem a orientação da Igreja que diz: “Onde houver perigo de profanação NÃO se dê a Comunhão na mão”. A exemplo do que ensinou o anjo de Portugal, por ocasião das aparições de Nossa Senhora em Fátima, quando se prostrou por terra diante do Santíssimo Corpo e Sangue de Deus ensinando as crianças a fazer o mesmo, procuremos tratar Jesus com todo, respeito reverência e adoração. Procuremos seguir o que diz a Palavra de Deus: “Diante do nome de Jesus, todo joelho se dobre…” Assista também: Veja Também: Orações importantes para após a Comunhão Oração para Comunhão Espiritual

  • Aprenda a rezar a oração para Comunhão Espiritual

    A Comunhão Espiritual é o caminho para que as pessoas que não estão em estado de graça ou que por algum motivo não podem recebê-Lo sacramentalmente na Missa, possam recebê-lo espiritualmente. Podem rezar esta oração quando estiverem em casa, no trabalho ou em situações de dificuldade. Qualquer pessoa pode fazer a Comunhão Espiritual. O que requer é o profundo desejo da pessoa em usufruir da Misericórdia de Deus, infinitamente maior do que todos os nossos pecados e do que todos os empecilhos. Deus vê o nosso coração, o nosso interior, e nos julga pelo amor que temos por Ele. Oração para Comunhão Espiritual : Oh meu Jesus, eu creio que estás presente no Santíssimo Sacramento. Amo-Vos sobre todas as coisas e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora, de maneira Sacramental, vinde ao menos espiritualmente ao meu coração. (pausa) Abraço-me convosco, uno-me a Vós inteiramente. Não permitais que eu me separe de Vós. Oh Jesus, sumo bem e doce amor meu, vulnerai e inflamai o meu coração, a fim de que esteja abrasado em Vosso amor para sempre. Amém. Leia também: Orações importantes para após a Comunhão Assista: https://templariodemaria.com.br/padre-paulo-ricardo-inicia-uma-serie-de-videos-especiais-sobre-covid-19/ #Comunhão #Oração #Santidade

  • Aprenda a rezar a oração para Comunhão Espiritual

    A Comunhão Espiritual é o caminho para que as pessoas que não estão em estado de graça ou que por algum motivo não podem recebê-Lo sacramentalmente na Missa, possam recebê-lo espiritualmente. Podem rezar esta oração quando estiverem em casa, no trabalho ou em situações de dificuldade. Qualquer pessoa pode fazer a Comunhão Espiritual. O que requer é o profundo desejo da pessoa em usufruir da Misericórdia de Deus, infinitamente maior do que todos os nossos pecados e do que todos os empecilhos. Deus vê o nosso coração, o nosso interior, e nos julga pelo amor que temos por Ele. Oração para Comunhão Espiritual : Oh meu Jesus, eu creio que estás presente no Santíssimo Sacramento. Amo-Vos sobre todas as coisas e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora, de maneira Sacramental, vinde ao menos espiritualmente ao meu coração. (pausa) Abraço-me convosco, uno-me a Vós inteiramente. Não permitais que eu me separe de Vós. Oh Jesus, sumo bem e doce amor meu, vulnerai e inflamai o meu coração, a fim de que esteja abrasado em Vosso amor para sempre. Amém. Leia também: Orações importantes para após a Comunhão Assista: https://templariodemaria.com.br/padre-paulo-ricardo-inicia-uma-serie-de-videos-especiais-sobre-covid-19/ #Comunhão #Oração #Santidade

  • Orações importantes para após a Comunhão

    Dentro da Santa Missa o momento mais importante dentre todos é o momento que recebemos Jesus em nós. Neste momento tão importante nada deveria impedir de fazer uma boa ação de graças. Infelizmente a música e até mesmo os avisos podem nos desconcentrar, mas devemos fazer o possível não desviar nossa atenção neste momento tão especial, mesmo que seja preciso continuar de joelhos, rezando em silêncio, durante os avisos ou até mesmo após a benção final. Para melhor aproveitar esse momento tão importante, separamos algumas orações que podem nos ajudar a mergulhar ainda mais neste mistério de adoração. Aprenda as orações logo abaixo: Leia também Sugestão de oração para Comunhão Espiritual 🕯️Ato de Adoração, Amor e Reparação ensinada pelo Anjo de Portugal Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, adoro-vos profundamente e ofereço-vos o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-vos a conversão dos pobres pecadores. Meu Deus eu creio, adoro, espero e amo-vos. Peço-vos perdão para os que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam. (3 vezes) 👼 Oração ao Santo Anjo Santo Anjo de minha guarda, e todos os Santos Anjos presentes neste Santo Sacrifício, recolhei todas as partículas consagradas que possam ter se perdido nesta celebração e em todas as celebrações realizadas hoje no mundo inteiro. 👑 Oração de união à Jesus Eucarístico por Maria Oh Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, permanecei em meu coração por meio do Coração Imaculado da Santíssima Virgem até a próxima comunhão. Ave-Maria, cheia de graça… ⚜️ Alma de Cristo Alma de Cristo, santificai-me. Corpo de Cristo, salvai-me. Sangue de Cristo, inebriai-me. Água do lado de Cristo, lavai-me. Paixão de Cristo, confortai-me. Ó bom Jesus, ouvi-me. Dentro das Vossas Chagas, escondei-me. Não permitais que de Vós me separe. Do espírito maligno, defendei-me. Na hora da minha morte, chamai-me. E mandai-me ir para Vós, para que Vos louve com os Vossos Santos, por todos os séculos. Amém. Leia também ATENÇÃO TODOS OS CATÓLICOS QUE RECEBEM A SANTÍSSIMA EUCARISTIA NA MISSA

  • Orações importantes para após a Comunhão

    Dentro da Santa Missa o momento mais importante dentre todos é o momento que recebemos Jesus em nós. Neste momento tão importante nada deveria impedir de fazer uma boa ação de graças. Infelizmente a música e até mesmo os avisos podem nos desconcentrar, mas devemos fazer o possível não desviar nossa atenção neste momento tão especial, mesmo que seja preciso continuar de joelhos, rezando em silêncio, durante os avisos ou até mesmo após a benção final. Para melhor aproveitar esse momento tão importante, separamos algumas orações que podem nos ajudar a mergulhar ainda mais neste mistério de adoração. Aprenda as orações logo abaixo: Leia também Sugestão de oração para Comunhão Espiritual 🕯️Ato de Adoração, Amor e Reparação ensinada pelo Anjo de Portugal Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, adoro-vos profundamente e ofereço-vos o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-vos a conversão dos pobres pecadores. Meu Deus eu creio, adoro, espero e amo-vos. Peço-vos perdão para os que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam. (3 vezes) 👼 Oração ao Santo Anjo Santo Anjo de minha guarda, e todos os Santos Anjos presentes neste Santo Sacrifício, recolhei todas as partículas consagradas que possam ter se perdido nesta celebração e em todas as celebrações realizadas hoje no mundo inteiro. 👑 Oração de união à Jesus Eucarístico por Maria Oh Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, permanecei em meu coração por meio do Coração Imaculado da Santíssima Virgem até a próxima comunhão. Ave-Maria, cheia de graça… ⚜️ Alma de Cristo Alma de Cristo, santificai-me. Corpo de Cristo, salvai-me. Sangue de Cristo, inebriai-me. Água do lado de Cristo, lavai-me. Paixão de Cristo, confortai-me. Ó bom Jesus, ouvi-me. Dentro das Vossas Chagas, escondei-me. Não permitais que de Vós me separe. Do espírito maligno, defendei-me. Na hora da minha morte, chamai-me. E mandai-me ir para Vós, para que Vos louve com os Vossos Santos, por todos os séculos. Amém. Leia também ATENÇÃO TODOS OS CATÓLICOS QUE RECEBEM A SANTÍSSIMA EUCARISTIA NA MISSA

  • St. Vincent Ferrer on Adulteration

    A tavern keeper came to beg the support of St. Vincent’s preaching on the duty of paying debts, for the man had sold some wine on credit and could not get his money. ‘Very good,’ answered the Saint, ‘I shall say how guilty those people are who keep their neighbour’s goods. But I should like to know what sort of wine it is that you sell.’ The Publician fetched a bottle, saying, ‘Taste and see how good it is.’ ‘Pour some of it on my scapular.’ ‘But I shall spoil it.’ ‘That is my affair. Do as I tell you.’ He did so. To the Publicians great astonishment, the bottle produced wine and water: the wine fell on the ground, whilst the water remained on the scapular. Then Vincent remonstrated strongly with the man for his unjust adulteration, and the Publician, touched with contrition, made good his cheating, and entered the Saint’s company.

  • A BATALHA FINAL CONTRA A FAMÍLIA – Entrevista com cardeal Carlo Caffarra

    Sua Eminência, o que o Senhor pode dizer sobre a carta que recebeu da Irmã Lucia enquanto estava trabalhando para fundar o Instituto Pontíficio João Paulo II para Estudos sobre Matrimônio e Família, em Roma? Em 1981 o Papa João Paulo II fundou o Instituto de Estudos sobre o Matrimônio e Família. Os primeiros anos (1983-1984) foram muito difíceis. O Instituto não foi bem quisto. Quem não o queria? Foi desaprovado tanto dentro como fora da Igreja, devido à visão proposta. Eu andava muito preocupado. Sem ter pedido a ninguém, eu pensei: “Vou escrever à Irmã Lúcia.” Como isso lhe veio à mente? Não saberia dizer. Mas como você sabe, desde o início a padroeira do Instituto era Nossa Senhora de Fátima. Estava previsto na Constituição Apostólica, na qual o Papa confiava o Instituto ao patrocínio da Beata Virgem de Fátima. Quem entrava no instituto, ao fim do corredor, via uma estátua de Nossa Senhora de Fátima (espero que ainda esteja assim). A capela do Instituto está dedicada a Nossa Senhora de Fátima. E, então, pensei em escrever à Irmã Lucia. Dizia simplesmente: “O Papa quis este instituto. Estamos passando por um momento muito difícil. Peço as suas orações “. E acrescentei: “Não precisa me responder.” Suas orações teriam sido suficientes. Como você sabe para ter qualquer contato com a Irmã Lúcia, mesmo por carta, era preciso passar para o seu bispo. Então eu mandei uma carta ao bispo, que a enviou à Irmã Lúcia. Para minha surpresa, depois de não mais do que duas ou três semanas, recebi uma resposta. Era uma longa carta escrita à mão. Estávamos em 1983 ou 1984. A carta terminava assim: “Padre, chegará um momento em que a batalha decisiva entre o reino de Cristo e Satanás será sobre o matrimônio e a família. E aqueles que trabalham para o bem da família vão experimentar perseguições e tribulações. Mas não devemos ter medo, pois Nossa Senhora já lhe esmagou a cabeça”. Isto se manteve gravado no meu coração, e em meio a todas as dificuldades que encontramos – e foram muitas – estas palavras sempre me deram uma grande força. Quando o senhor leu as palavras da Irmã Lúcia, pensou que ela estava falando sobre qual momento histórico? Alguns anos atrás eu comecei a pensar, depois de quase trinta anos: “As palavras da Irmã Lúcia estão sendo cumpridas.” Esta batalha decisiva será o tema do meu discurso de hoje. Satanás está construindo um anti-criação. Um anti-criação? Lendo o segundo capítulo do Gênesis, vemos que o edifício da criação é baseada em dois pilares. Primeiro, o homem não é algo; É alguém, e que merece respeito absoluto. O segundo pilar é a relação entre homem e mulher,  que é sagrado. Entre o homem e a mulher. Porque a criação encontra o seu cumprimento quando Deus cria a mulher. A tal ponto que, depois de ter criado a mulher, a Bíblia diz que Deus descansou. O que vemos hoje? Dois eventos terríveis. Em primeiro lugar, a legitimidade do aborto. Ou seja, o aborto tornou-se um direito subjetivo da mulher. O “direito subjetivo” é uma categoria ética, e portanto estamos no bem e do mal; diz-se que o aborto é um bem, que é um direito. A segunda coisa que vemos é a tentativa de equiparar as relações homossexuais e o matrimônio. Satanás está tentando ameaçar e destruir os dois pilares, a fim de forjar uma outra criação. Como se ele estivesse provocando o Senhor, dizendo-lhe: “Eu vou fazer uma outra criação, o homem e a mulher dirão: esta nos agrada muito mais.” As Escrituras dizem que o diabo é o pai da mentira, que se apresenta como um anjo de luz ... Em minha palestra, explicarei as palavras de Jesus sobre Satanás, “Quando ele diz a mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira” (João 8:44). E assim, segundo penso – e não sei se João Paulo II já o tinha previsto – neste tipo de situação, o ser humano que deve ser mais defendido é a mulher. De fato, em seu pontificado escreveu Mulieris dignitatem. Lá, ele queria desenvolver uma teologia da feminilidade, porque ele entendeu que este era um ponto delicado. A mulher é, portanto, o campo de batalha? Na Bíblia há um detalhe que sempre me impressionou. Após o pecado original, Deus se dirige à serpente e diz: “Porei inimizade entre tu e a mulher”. Deus pôs uma particular inimizade entre a mulher e o mal, como se a mulher tivesse uma espécie de instinto para o bem. Deus colocou essa inimizade exatamente entre a mulher e o mal. O texto continua: “Entre a tua descendência e a da serpente”, e aqui os teólogos veem a predição do Filho de Maria. Portanto, a mulher tem um compromisso especial, com consequências para a cultura, a sociedade e a família. Estamos comemorando o centenário das aparições de Nossa Senhora às crianças de Fátima. Qual é a mensagem para os nossos dias? Para mim, a originalidade de Fátima é esta: em Fátima, Nossa Senhora profetizou. Em outras aparições, ele não profetizou, mas exortou. Como em Lourdes: façam penitência, rezem, peçam aos sacerdotes que construam uma capela nesse lugar. Exorta e recorda as fortes exortações de Jesus para a penitência e a oração. Mas em Fátima ela profetiza; isto quer dizer que ela se introduz ns acontecimentos humanos e os interpreta. Nunca tinha feito antes. Até Irmã Lúcia profetizou? Sim, ela situou plenamente a profecia de Nossa Senhora, e ainda nos deixou suas memórias. Algumas são muito inquietantes. Ela sentiu que essa era a tarefa que Nossa Senhora lhe tinha dado, ou seja difundir e interpretar essa profecia. E as palavras da Irmã Lúcia sobre “batalha decisiva” eram uma profecia? Sim, seguramente. O que  Irmã Lúcia escreveu está se cumprindo hoje. (Cardeal Carlo Caffarra é Arcebispo emérito de Bolonha e presidente fundador do Instituto de Estudos sobre o Matrimônio e Família. É atualmente membro do Supremo Tribunal da Sgnatura Apostólica, do Pontifício Conselho para a família e da Pontifícia Academia pela vida. Foi nomeado cardeal pelo Papa Bento XVI, em março de 2006. Participou do Sínodo Ordinário sobre a Família em 2015. Junto com outros três cardeias, Brandmüller, Burke e Meisner, assinou um pedido de esclarecimento, endereçado ao Papa, sobre afirmações ambíguas contidas no documento pós-sinodal Amoris laetitia. Em https://www.corrispondenzaromana.it/notizie-dalla-rete/intervista-esclusiva-al-cardinale-caffarra-quanto-mi-ha-scritto-suor-lucia-si-sta-adempiendo-oggi/).

  • Declarações explosivas de Dom Georg Gänswein: Existe um “ministério expandido” e Bento XVI ainda é P

    O que está por trás de tudo isso? E é isso o que ainda “impede” Bergoglio de dar o golpe definitivo que afundaria a Igreja, induzindo-a a mil ambiguidades? Por Antonio Socci | Tradução: FratresInUnum.com: O mistério continua e – na bandeira do Vaticano – o branco agora está sobressaindo. Na verdade, as declarações feitas ontem por Dom Georg Gäenswein,  sobre o “status” de Bento XVI e Francisco, são perturbadoras (Dom Georg é secretário de um e prefeito da Casa Pontifícia do outro). A essa altura, não dá para entender mais o que aconteceu no Vaticano em fevereiro de 2013 e o que está acontecendo hoje. Antes de ver essas declarações, vou resumir a história que colocou a Igreja em uma situação jamais vista. ESTRANHA RENÚNCIA Depois de anos de ataques duríssimos, no dia 11 de fevereiro de 2013 Bento XVI anunciou sua clamorosa “renúncia”, sobre a qual as verdadeiras razões são ainda motivo de muitas perguntas legítimas (pois ele deu início ao seu pontificado com uma frase retumbante: “Ore por mim, para que eu não fuja para medo dos lobos”). Além disso, depois de três anos e meio de renúncia, ficou claro que não haviam problemas de saúde iminentes, nem de lucidez. Sua “renúncia” foi formalizada com uma “Declaração Final”, em um latim um pouco “frágil” (não escrito por ele) e sem fazer referência- como seria óbvio – ao cânon do Código de Direito Canônico que regula a própria renúncia do Papado. Um descuido? Uma escolha? Não sabemos. Em qualquer caso, a renúncia ao papado não era uma novidade absoluta. Houve outras, em dois mil anos, embora muito raras. O que nunca existiu foi um “papa emérito” porque todos aqueles que saíram regressaram ao seu status precedente. Em vez disso, Bento, cerca de dez dias depois da renúncia, e antes do início da sede vacante, fez saber – desmentindo até mesmo o porta-voz – de que ele se tornaria “papa emérito” e permaneceria no Vaticano. UM ESCRITO CONFIDENCIAL? Tal escolha inédita não foi acompanhada por um ato que definisse e formalizasse  o “papado emérito” do ponto de vista do direito canônico e teológico. E isso é muito estranho. Assim, permaneceu como indefinida uma situação delicadíssima e perturbadora. A menos que haja alguma coisa escrita, que, no entanto, permaneceu confidencial … De resto, de acordo com os especialistas,  a figura do “papado emérito” não tem nada a ver com os bispos aposentados, criados após o Concílio, uma vez que o episcopado é o terceiro grau do sacramento da Ordem, e – quando um bispo de 75 anos renuncia à jurisdição sobre uma diocese – permanece para sempre como bispo (a Igreja codificou precisamente, em um ato oficial, todas as prerrogativas do Episcopado emérito). O papado, por sua vez, não é um quarto grau no sacramento da Ordem e os canonistas sempre defenderam que, ao renunciá-lo, o seu sujeito poderia apenas voltar a ser bispo. (assim tem sido há dois mil anos). Em vez disso, Papa Ratzinger – refinado homem de doutrina – se tornou  “papa emérito” e preservou o nome de Bento XVI do qual se segue o título de “Santo Padre” e até mesmo a insígnia papal no emblema (algo que surpreendeu, porque os símbolos são muito importantes no Vaticano) . E tudo isso não por vaidade pessoal, pois Ratzinger é famoso pelo oposto: ele sempre viveu o cargo como um fardo e fez todo o possível para não ser eleito papa. A questão, portanto, que rola há três anos, no Palácio do Vaticano, é esta: se demitiu ou realmente – por razões desconhecidas — ainda é Papa, mesmo que de uma forma nova? Alimentando o mistério, há também o discurso de despedida que ele fez na audiência, em 27 de fevereiro de 2013, em que – recordando o seu “sim” na “eleição em 2005 – disse que era “para sempre ” e explicou: “O ‘sempre’ também é um “para sempre”- já não há um retorno ao privado. A minha decisão de renunciar ao exercício ativo do ministério não o revoga. “ Eram palavras que deveriam colocar todos a questionar o que estava havendo (se tratava de uma renúncia unicamente ao “exercício ativo” do ministério petrino? Era plausível?). Mas, naquele período de fevereiro a março de 2013, todos evitaram perguntar ao papa o porquê de sua renúncia, o sentido daquelas palavras de 27 de Fevereiro e a definição do cargo de “papa emérito”. DOIS PAPAS? O mesmo Papa Francisco – eleito no dia 13 de março de 2013 – encontrou-se em uma nova situação que, em seguida, ajudou a tornar ainda mais enigmática, desde que na noite da sua eleição, apareceu no balcão da Basílica de São Pedro, sem vestes papais e definindo-se seis vezes como “Bispo de Roma”, mas nunca como Papa (além do mais, não usou o pálio – símbolo coroação papal – no brasão de armas). Como se não bastasse, o próprio Francisco continua a chamar Joseph Ratzinger de “Sua Santidade Bento XVI” Em suma,  havia um papa reinante que não se definia como papa, mas bispo, e que chamava papa aquele que – de acordo com a oficialidade – já não era mais papa, mas havia voltado a ser bispo. Um emaranhado incompreensível. A Igreja, pela primeira vez na história, se encontrava com dois papas: e quem disse isso foi o próprio Bergoglio, em julho de 2013, em um vôo do Brasil que o trouxe de volta para a Itália. Mais tarde, alguém deve tê-lo explicado que – pela constituição divina da Igreja – não pode haver dois papas simultaneamente e, então, ele passou a explicar  em ocasiões posteriores, sua analogia com os “bispos eméritos”. Mas, ele mesmo sabe que não há nenhuma analogia, pelas razões que eu mencionei acima, e porque não há nenhum ato formal de criação do “papado emérito”. HIPÓTESES Alguns canonistas tentaram decifrar – do ponto de vista legal e teológico – a nova e inédita situação. Stefano Violi, estudando a declaração do Papa Bento, conclui: “(Bento XVI) renuncia ao” ministerium”. Não ao Papado, de acordo com o texto da regra de Bonifácio VIII; não ao “munus”segundo o que consta no canon 332 § 2, mas ao ‘ministerium”, ou como ele deixou especificado em sua última audiência, exercício ativo do ministério…”. Violi então continua: “O serviço na Igreja continua com o mesmo amor e a mesma dedicação, mesmo fora do exercício do poder. Objeto de renuncia, irrevogável, é de fato o “executio Muneris” mediante a ação e a palavra (agendo et loquendo), não o “munus” que lhe foi confiado de uma vez por todas”. As consequências de tal fato, no entanto, seriam perturbadoras. Um outra canonista, Valerio Gigliotti, escreveu que a situação de Bento XVI abre uma nova fase, que define “místico-pastoral”, uma “nova configuração da instituição do papado que está atualmente à mercê de uma reflexão canônica”. Isso também é perturbador. A BOMBA DE DOM GEORG Então ontem, Dom Gaenswein, durante a apresentação de um livro sobre Bento XVI, explicou que seu pontificado deve ser lido a partir de sua batalha contra a “ditadura do relativismo”. Depois ele disse literalmente: “Desde a eleição de seu sucessor, Papa Francisco –  no dia 13 de março de 2013 -, não há, portanto, dois Papas, mas na verdade um ministério expandido com um membro ativo e um outro contemplativo. Por este motivo, Bento não renunciou nem ao seu nome e nem à sua batina branca. Por isso, o título próprio pelo qual devemos nos dirigir a ele ainda é “santidade”. Além disso, ele não se retirou para um mosteiro isolado, mas continua dentro do Vaticano, como se tivesse apenas se afastado de lado para dar espaço para seu sucessor e para uma nova etapa na história do Papado que ele, com esse passo, enriqueceu com a centralidade da oração e da compaixão feitas nos jardins do Vaticano”. Trata-se de declarações explosivas, cujo significado dá muito o que entender. Quer dizer que, de fato, desde o dia 13 de março de 2013, há “um ministério (petrino) expandido com um membro ativo e outro contemplativo”? E dizer que Bento XVI “apenas” (enfatizo o “apenas”) deu um passo para o lado para dar espaço ao Sucessor? Chegam mesmo a falar de “uma nova etapa na história do Papado”. E tudo isso – diz Gaenswein – faz entender por que Bento XVI “não desistiu de seu título e nem da batina branca” e por que o título pelo qual devemos nos dirigir a ele ainda é “Santidade”. Uma coisa é certa: é uma situação anormal e misteriosa. E há algo importante que não estão dizendo… Antonio Socci “Libero”, 22 de maio de 2016 #expandido #explosivas #ministério #Declara #Existe #ganswein #georg

  • Diary of a Dying Man (Contd.)

    Lourdes, August 17th. Father F ….., my dear old chaplin, departed today, tears in his eyes and in mine. Ay, Christ is not dead, but liveth in these Christlike men. Where have I seen this thought – You, Kant, where are your children who call themselves by your name, preach your doctrines, follow in practice your life? You, Fichte, Schelling, Spinoza, whose schemes and systems come up, angry and impotent, mounting over and leveling each other like waves of an angry sea and breaking in vapour on the sands of time, where are your followers, your disciples, who would swear by your doctrines, and give their lives for the truth? But the gentle Christ, what awful power He exercises, as the magnetism of His example and the magic of His words stretch down along the centuries and fill today the world’s convents as they filled the Lauras of Nitria, a hundred years after his death. Goodbye, Pere F…., I don’t know what secret influence caused your path to cross mine, but you judged me in your love and revealed your master. (Culled from ‘Triumph of Failure’ by Canon Sheehan)

  • Diary of a Dying Man

    Lourdes, August 15th(feast of Our Lady’s Assumption). Went to Holy Communion this morning. Then wrote a long letter to dear Helen and Alf. A gentler, more loving feeling is creeping over me; and that hideous skeleton phantom is putting on flesh and an angel’s wings. I no longer dread him. I should like to die here and be buried under that grotto. Today, I spent mostly in my dear wood overhanging the cave. A little book, “Abandonment,” was my companion. What a wonderful thing is Catholic Philosophy! You are God’s property. He can do what He pleases with you. It is all His affair, not yours. This removal of all responsibility as to good or evil things of life is infinitely consoling. It removes all remorse about mistakes and failures. What profound philosophers our Catholic Religious are! They give up nothing to gain everything.

  • Absurdity of likening the Rosary to a Pagan Prayer.

    Oftentimes Catholics are accused of being Pagan on account of praying the Rosary. They hold that, first, the Prayer of the Rosary is repetitious, an act similar, according to them, to that of the prophets of Baal who kept saying, “O Baal, answer us.”(see 1 kings 18:26). Secondly, they claim that Christ condemned the use of “phrases” in prayers. (See Matt. 6:7). To the first error, we answer, that the act of repeating a sentence in prayer doesn’t make it pagan. In Matt. 26:44, it was recorded that Jesus Christ, in the garden of Gethsemane, “prayed the third time saying the same thing again.” The Tax Collector in luke 18:13, kept beating his breast, saying, “be merciful unto me, a poor sinner.” What would they say about the four living creatures ( in Rev. 4:8), who never ceased to sing “Holy, Holy, Holy is the Lord God Almighty.” The second error stems from a gross misinterpretation of the aforesaid passage, a problem very common among protestants. In Matt. 6:7, Jesus said, “In prayer, do not heap up empty phrases( babble) like the gentiles (Pagans) do…” Surely, our accusers wouldn’t call The Angelic Salutation, “Hail Mary, full of grace…” an empty phrase; neither would they dare to point out a defect in Our Lord’s Prayer. These prayers and other faultless ones( glory be to the father, etc.) make up the Rosary. On the contrary, the above passage, condemns a particular form of prayer common among protestants and some post-conciliar catholics, which consists of long empty words, bizzare phrases and babblings (or what the call “speaking in tongues”). The Rosary, through the meditation of its mysteries, gives us an insight on the life of Our Lord Jesus Christ and on the actions of our blessed Mother. This prayer, offers a perfect worship to the Triune God and stands as a great devotion to the Blessed Virgin Mary. Bishop Hugh Doyle,on the efficacy of the rosary said, “No one can live continually in sin and continue to say the rosary: either they will give up sin, or they give up sin or they will give up the rosary.” O Lady, Queen of All Saints, Pray for Us.

  • Distinction between Admirable and Imitable in the Lives of Saints by Fredrick Faber

    We must not however forget the distinction between what is admirable and what is imitable in these records of sanctity. Although several actions of the saints cannot absolutely be imitated by such as living in the midst of the world, yet they may be in some degrees followed: for example, you may imitate the solitude of St. Paul, the first hermit, in your spiritual and real retirements; and the extreme poverty of St. Francis by the practices of poverty: and so of the rest. It is true, there are some of their histories that give more light for the conduct of our lives than orders, such as the Lives of the first Jesuits, that of St. Charles Borromeo, St. Louis, St. Bernard and several others. There are others again which contain more matter of admiration than imitation; as the life of St. Mary of Egypt, of St. Simeon Stylites, and the two Sts. Catherine of Siena and Genoa and such like; which nevertheless fail not in general to give us a great relish for the love of God. Queen of All Saints, Pray for Us.

  • Queen Isabella I – The Last Crusader

    Isabella sentenced many of the criminals in person. Riding into a town with some troopers at her heels, she would announce that she had come to hold court, to show how justice could be administered without delay and without cost to the people. She would hear complaints, order reconciliations and restitutions, condemn the guilty to death, and go her way to another place. Corpses had been familiar sights to her from childhood. Many a time in her brother’s reign, she had seen bodies of murdered men by the roadsides. Two years of bitter warfare had made death even more familiar to her. Her soul sickened by it all, cried out within her, night and day, for peace. But peace required order, and order required political unity under a strong hand. Her justice now filled the country with terror by its cold thoroughness? It was the more terrible because it was felt to be impartial and incorruptible. When the Queen held court at Medina del Campo, a poor woman knelt before her, sobbing and begging her protection. Her husband, a notary, had disappeared after a visit to the house of a wealthy noble, Alvar Yanez. Isabella commanded a search. The notary’s body was found buried in the courtyard of Yanez’s home. A brief trial disclosed that after inducing the notary to attest a forged deed to a neighbour’s property, Yanez had murdered him to destroy the evidence of his plot. Confident that his enormous wealth and influence would save him, and calculating shrewdly on the Queen’s piety and her well-known ambition to drive the moors out of Spain, he confessed and offered her 40,000 ducats as a contribution towards the Holy War against the Infidels of Granada. Isabel was advised by some of her council to accept the large gift and pardon the criminal. But Isabel ‘preferred justice to money’ and one of the evils she had resolved to abolish was the bribing of officials, the common expedient of Jews and Conversos. The head of Yanez was struck off that same day. To avoid any imputation of mercenary motives, the Queen ordered the dead man’s property to be distributed among his sons although there were plenty of precedents to justify her in confiscating it, and she needed money. (Isabella of Spain by William Thomas Walsh)

  • Some Motives For Belief In Many Gods – St. Thomas Aquinas

    There are four motives which have led men to believe in a number of gods. First; The dullness of  the human intellect. Dull men, not capable of going beyond sensible things, did not believe anything existed except physical bodies. Hence, they held that the world is disposed and ruled by those bodies that seem most beautiful, and most valuable in this world. And to things such as the sun, moon and stars, they attributed and gave a divine worship. Such men are like to one who, going to a royal court to see the king, believes that whoever is sumptiously dressed or of official position is the king! Second Motive; Human Adulation. Some men, wishing to fawn upon kings and rulers, obey and subject themselves to them and show them honour which is due to God alone. After the death of these rulers, sometimes men make them gods, and sometimes this is done whilst they are living. Third Motive; Human Affection for sons and relatives. Some, because of the excessive love which they had for their family, caused statues of them to be erected after their death, and gradually a divine honour was attached to these statues. Fourth Motive; The Malice of the devil. The devil wished from the beginning to be equal to God…he still entertains this desire. His entire purpose is to bring about that man adore him and offer sacrifices to him; not that he takes delight in dog or cat that is offered to him, he does relish the fact that thereby irreverence is shown to God. Thus he Spoke to Christ: “All these will I give Thee, if falling down, Thou wilt adore me.” St. Thomas Aquinas, Ora Pro Nobis.

  • Gravados secretamente, abortistas falam o que escondem do público

    Fonte: Contra o Aborto O vídeo acima foi gravado pelo Center for Medical Progress (CMP), uma entidade norte-americana dedicada a monitorar questões que envolvam a ética médica. Membros do CMP conseguiram acesso a uma reunião secreta anual que é promovida pelo NAF (National Abortion Federation). Utilizando câmeras escondidas, foram gravados vários depoimentos de lideranças do movimento abortista e também de médicos e representantes de empresas que se dedicam a esta hedionda prática. Não é de forma alguma novidade o que acontece por debaixo dos panos na indústria do aborto e o próprio CMP já divulgou inúmeros vídeos mostrando abortistas friamente comercializando partes de corpos de bebês abortados. A diferença desta vez é que os abortistas, mais do que simplesmente falar com potenciais clientes (que foi o disfarce utilizado pelo CMP em suas primeiras denúncias), agora estavam em um ambiente que julgavam ser freqüentado apenas por seus pares. A reunião secreta, que ocorre sempre no mês de abril, junta a nata do abortismo dos EUA. Metade dos membros e lideranças do NAF são de pessoas ligadas à Planned Parenthood, que é a maior rede de clínicas de aborto dos EUA. Entre as empresas presentes, está a StemExpress, que esteve envolvida, juntamente com a Planned Parenthood no escândalo de comercialização de partes de corpos de bebês abortados. Mas não é apenas a ganância que tira seus lucros através da eliminação de vidas humanas que sobressai na reunião. Há coisas que fariam torturadores de regimes totalitários corar de vergonha. Por exemplo, em dado momento no vídeo, a dra. Uta Landy, que é fundadora do Consórcio de Provedores de Aborto, relata um procedimento em que o globo ocular de um bebê abortado acabou caindo em seu colo. Ela diz “(…) e isto é nojento!”, e a platéia começa a rir do fato. Na mesma conferência, a dra. Lisa Harris, diretora médica da Planned Parenthood de Michigan, diz que suas histórias — ela falava para uma platéia de profissionais da área médica — não têm lugar no discurso e na retórica “pró-escolha”. Isto se deve porque o que eles falam ali não é de forma alguma para chegar aos ouvidos do público em geral. É exatamente esta profunda perversão, esta ganância, este completo descaso com a vida humana frágil e inocente, que é a principal característica da indústria do aborto, que eles mais querem manter longe dos olhos da população. Para exemplificar os “problemas” que eles, profissionais do aborto, enfrentam, a dra. Harris fala logo em seguida: “As cabeças ficam presas, nós não conseguimos removê-las”. E vários dos presentes riem. Em outro trecho do vídeo, a mesma dra. Harris, resume bem sobre de que se trata o trabalho da indústria do aborto. Ao falar sobre a motivação que ela tem para fazer seu trabalho, ela admite tudo o que os pró-vida sempre disseram da indústria do aborto: “Vamos admitir que é violência, que se trata de uma pessoa, que é assassinato. Admitamos isto.” É exatamente isto. E é isto que eles mais querem manter longe dos olhos e dos ouvidos do público. É violência, é assassinato, é negar o direito à existência de um ser humano já concebido. Toda a retórica abortista é pensada para esconder estas verdades que eles mesmos reconhecem quando estão a portas fechadas e pensam que estão falando apenas entre seus semelhantes. Todo aquele papo de “não sabemos quando inicia a vida humana” — o que é uma grande mentira –, toda aquela história de dizer que tudo o que desejam é ajudar mulheres humildes, tudo isto e muito mais é apenas uma fachada, como sempre foi denunciado pelo movimento pró-vida. A verdade nua e crua é que a indústria do aborto é uma indústria da morte, uma indústria composta de gente que é capaz de gargalhar quando o globo ocular de um bebê abortado cai no colo de quem havia acabado de assassiná-lo. É uma gente que é capaz de aplaudir ao ver o vídeo de um aborto por sucção. O vídeo é apenas uma pequena mostra do que o CMP conseguiu gravar no encontro. Provavelmente nos próximos dias outras gravações serão divulgadas ao público. Nada disto será bonito de ver, mas talvez seja esta a única maneira possível para muitos acordarem e finalmente entenderem o que realmente é o aborto. #gravados #público #escondem #falam #secretamente #abortistas

  • A DIREÇÃO DA ALMA – São Boaventura

    I Antes de tudo, minha alma, é necessário que do bom Deus faças uma idéia altíssima, piíssima e santíssima. A isto chegarás por meio de fé inabalável, meditação atenta e lúcida intuição repassada de admiração. Altíssima será a idéia que fazes de Deus se fiel, piedosa e claramente crês, admiras e louvas seu poder imenso, que do nada criou tudo e tudo sustenta; sua sabedoria infinita que tudo dispõe e governa; sua justiça ilimitada que tudo julga e recompensa; e se, saindo de ti e voltando de novo e elevando-te acima de ti, com todas as verdades cantas com o profeta: “Regozijaram-se as filhas de Judá pelos teus juízos, Senhor, porque tu és Senhor altíssimo sobre toda a terra, tu és sobremaneira exaltado sobre todos os deuses” (Salmo 96, 8-9). A idéia que fazes de Deus será piíssima se admiras, abraças e bendizes a sua imensa misericórdia que se mostrou sumamente benigna em tomar a nossa natureza humana e mortalidade, sumamente terna em suportar a cruz e a morte, sumamente liberal em mandar o Espírito Santo e instituir os Sacramentos, principalmente comunicando-se a si mesmo liberalissimamente no Sacramento do altar, para que de coração possas cantar as palavras do salmo: “Suave é o Senhor para com todos e as suas misericórdias são sobre todas as suas obras” (Salmo 144, 9). A idéia que fazes de Deus será santíssima se consideras, admiras e louvas a sua inefável santidade e o proclamas, com os bem-aventurados Serafins: “Santo, santo, santo!” Santo quer dizer, em primeiro lugar, que possui Ele a santidade em grau tão elevado, e com tanta pureza, que Lhe é impossível querer ou aprovar coisa alguma que não seja santa. Santo, em segundo lugar, por Ele amar a santidade nos outros, de forma que Lhe é impossível subtrair os dons da graça ou negar o prêmio da glória aos que na verdade conservam a santidade. Santo, em terceiro lugar, por Ele aborrecer tanto o contrário da santidade, que Lhe é impossível não reprovar os pecados ou deixá-los impunes. Se desta forma pensas de Deus, cantarás com Moisés, o legislador da Antiga lei: “Deus é fiel e sem nenhuma iniqüidade, justo e reto” (Deuteronômio, 32, 4). II Depois, dirige o teu olhar sobre a lei de Deus que te manda oferecer ao Altíssimo um coração humilde, ao Piíssimo um coração devoto, ao Santíssimo um coração ilibado. Um coração humilde deves oferecer ao Altíssimo pela reverência no Espírito, pela obediência nas obras, pela honra nas palavras e nos atos, observando a apostólica regra e doutrina: “Faze tudo para a glória de Deus” (I Cor., 10, 31). Um coração devoto deves oferecer ao Piíssimo, invocando-O em orações fervorosas, saboreando doçuras espirituais, dando muitas graças para que tua alma sempre mais a Deus “ascenda pelo deserto como uma varinha de fumo composto de aromas de mirra e de incenso” (Cântico dos Cânticos, 3, 6). Um coração ilibado deves oferecer ao Esposo santíssimo de maneira que não reine em ti — nem nos sentidos, nem na vontade, nem no afeto — algum prazer em deleites desordenados, desejo de coisas terrenas, nenhum movimento de maldade interna, e assim, livre de toda a mácula de pecado, possas cantar com o salmista: “Seja imaculado o meu coração nas tuas justificações, para que não seja confundido” (Salmo 118, 80). Reflete, pois, diligentemente e vê se tudo isto observaste desde a juventude. Se a consciência to afirmar, não o atribuas a ti mesmo, mas à mercê de Deus e rende-lhe graças. Se, porém, achares que uma ou mais vezes, num ponto ou em alguns, ou talvez em todos eles, faltaste grave ou levemente, por fraqueza, por ignorância ou com pleno conhecimento, procura reconciliar-te com Deus com “gemidos inexplicáveis” (Rom. 8, 26) e, para Lhe mostrar a emenda, reveste-te do Espírito de penitência, para que possas cantar com o salmista penitente: “Porque preparado estou para os açoites, e a minha dor está sempre diante de mim” (Salmo 37, 18). III A dor da alma, porém, deve ter dois companheiros para que a purifiquem e aplaquem a Deus, a saber: o temor do juízo divino e o ardor de interno desejo, afim de que recuperes pelo temor um coração humilde, pelo desejo um coração devoto e pela contrição um coração ilibado. Teme, pois, os juízos divinos que são “um abismo profundo” (Salmo 35, 7). Teme, repito, teme muito para que, embora de algum modo penitente, não desagrades ainda a Deus; teme mais, para que depois não recomeces a ofender a Deus; teme muitíssimo, para que no fim não te afastes de Deus, carecendo sempre de luz, ardendo sempre no fogo, jamais livre do verme. Somente uma vida de verdadeira penitência e uma morte na graça da perseverança pode preservar-te desta infelicidade. Canta, pois, com o profeta: “Trespassa com o teu temor a minha carne, porque temos os teus juízos” (Salmo 118, 120). Arrepende-te e tem cuidado por causa dos pecados cometidos. Arrepende-te, aconselho, arrepende-te muito, porque por eles aniquilaste todo o bem que de Deus recebeste [Nota do tradutor: “Trata-se do pecado mortal, que destrói todos os dons sobrenaturais.”]; arrepende-te mais porque ofendeste a Cristo que por ti nasceu e foi crucificado; arrepende-te muitíssimo porque desprezaste a Deus, cuja majestade desonraste transgredindo as suas leis, cuja verdade negaste, cuja bondade afrontaste. Pelo pecado desonraste, desfiguraste e transtornaste toda a criação; porque pela rebeldia contra os divinos estatutos, mandamentos e juízos, abusaste de todas as coisas que, segundo a vontade de Deus, te deveriam servir: as criaturas, os merecimentos alcançados, as misericórdias de Deus, os dons gratuitamente outorgados, e o prêmio prometido. Depois de atentamente considerar tudo isto, toma luto como por teu filho único, chora amargamente (Jer. 6, 26); Faze correr uma como que corrente de lágrimas de dia e de noite; não te dês descanso algum nem se cale a menina dos teus olhos (Lament. 2, 13). Deseja, contudo, os dons divinos, elevando-te, pela chama do divino amor, até Deus, o qual tão pacientemente te suportou nos teus pecados, tão longanimemente esperou, tão misericordiosamente te reconduziu à penitência, concedendo-te o perdão, infundindo-te a graça, prometendo-te a coroa, enquanto de tua parte Lhe ofertaste — ou antes d’Ele recebeste para Lhe ofertar — o sacrifício de um Espírito atribulado, de um coração contrito e humilhado (Salmo 50, 19) por meio de sentida compunção, confissão sincera e satisfação condigna. Deseja muito a benevolência divina por uma larga comunicação do Espírito Santo, deseja mais a semelhança com Deus por uma imitação exata de Cristo crucificado, deseja muitíssimo a posse de Deus por uma visão clara do Eterno Padre, para que na verdade cantes com o Profeta: “A minha alma arde em sede por Deus forte e vivo; quando irei e aparecerei diante da face de Deus?” (Salmo 41, 3). IV Ora, para conservar em ti este espírito de temor, de dor e de desejo, exerce-te externamente numa perfeita modéstia, justiça e piedade, afim de que, segundo escreve o Apóstolo, “renunciando à impiedade e às paixões mundanas, vivas sóbria, justa e piedosamente neste século” (Tito, 2, 12). Exerce-te numa perfeita modéstia para que, segundo a doutrina do Apóstolo, “a tua modéstia seja conhecida por todos os homens” (Filipenses, 4, 5). Exerce-te primeiro na modéstia da parcimônia no comer e vestir, no dormir e vigiar, no recreio e no trabalho, não excedendo a medida em coisa alguma. Depois exerce-te na modéstia da disciplina, com moderação no silêncio e no falar, na tristeza e na alegria, na clemência e no rigor, conforme as circunstâncias o exigem e a sã razão o prescreve. Finalmente, exerce-te na modéstia da civilidade, regulando, ordenando e compondo as ações, os movimentos, os gestos, as vestes, os membros e os sentidos, conforme o requer a educação moral e o costume na ordem, para que merecidamente pertenças ao número daqueles aos quais o Apóstolo diz: “Faça-se tudo entre vós com decência e ordem” (I Cor. 14, 40). Exerce-te também na justiça para que te sejam aplicáveis as palavras do Profeta: “Reina por meio da verdade, da mansidão e da justiça” (Salmo 44, 5). Na justiça íntegra por zelo pela honra divina, por observância da lei de Deus e por desejo da salvação do próximo. Na justiça regulada pela obediência aos superiores, pela sociabilidade aos iguais, pela punição das faltas dos inferiores. Na justiça perfeita, de forma que aproves toda a verdade, favoreças a bondade, resistas à maldade tanto no Espírito, como nas palavras e obras, não fazendo a ninguém o que não queres que te façam, não negando a ninguém o que dos outros desejas, para que imites com perfeição aqueles a quem foi dito: “Se a vossa justiça não for maior do que a dos escribas e fariseus, não entrareis no reino dos céus” (Mateus 5, 20). Finalmente, exerce-te na piedade, porque, como diz o Apóstolo, “a piedade é útil para tudo, porque tem a promessa da vida presente e futura” (I Tim. 4, 8). Exerce-te na piedade do culto divino recitando as horas canônicas atenta, devota e reverentemente, acusando e chorando as faltas quotidianas, recebendo a seu tempo o Santíssimo Sacramento e ouvindo todos os dias a santa missa. Na piedade, por meio da salvação das almas, auxiliando ora por freqüentes orações, ora por instrutivas palavras, ora pelo estímulo do exemplo, para que quem ouve diga: “Vem!” (Apoc. 22, 17). Isto, porém, cumpre fazer com tanta prudência, que a própria alma não sofra prejuízo. Na piedade, por meio do alívio das necessidades corporais, suportando com paciência, consolando amigavelmente, ajudando com humildade, alegria e misericórdia, para desta forma cumprires o mandamento divino enunciado pelo Apóstolo: “Carregai os fardos uns dos outros, e desta maneira cumprireis a lei de Cristo” (Gal. 6, 2). Para praticares tudo isto, o meio melhor, eu o creio, é a lembrança do Crucificado, afim de que o teu Dileto, como um ramalhete de mirra (Cântico dos Cânticos, 1, 12), descanse sempre junto ao teu coração. Isto te queira prestar Aquele que é bendito por todos os séculos dos séculos. Amém. (Traduzido do latim por um frade da Ordem Franciscana  e editado pela Editora Vozes, Petrópolis, 1921. Segundo o prólogo do códice, conservado no Vaticano, São Boaventura escreveu este tratado para a princesa Branca, filha de São Luiz, rei da França, casada com Fernando, filho de Afonso X da Espanha.)

  • St. Vincent Ferrer and Anti-Pope Benedict XIII

    In 1405, Benedict XIII visited the Genoa and wished that his former confessor(St. Vincent) should be in his company. Vincent made it his primary object during his sojourn there to use strong arguments with Benedict as to the desirability of a resignation. He did not fear to tell his former penitent that, “at the tribunal of Jesus Christ, all the evils of the Church would be laid to the charge of him who believed himself to be its head, if he did not cause those evils to cease in renouncing the papacy, whatever his rights to it might be, because the extinction of the schism depended upon his renunciation. The flock is not for the pastor, but the pastor is for the flock. If he has the charity of Jesus Christ, he ought to be ready to give his life for his sheep…what will his punishment be if, in order to keep a phantom of greatness for himself, he himself is the cause or means of their perdition.” (An extract from “Three Catholic Reformers” by Mary H. Allies) St. Vincent Ferrer, Ora Pro Nobis

  • Reasonableness and Benefits of the Ascension of Christ by St. Thomas Aquinas

    The ascension of Christ into heaven is in accord with reason because; Firstly, heaven was due to Christ by His very nature. It is natural for one to return to that place from whence he takes his origin. The beginning of Christ is from God, who is above all things…The just ascend into heaven, but not in the manner that Christ ascended i.e. by His own power, for they are taken up by Christ. Secondly, Heaven is due to Christ because of His victory. For He was sent into the world to combat the devil, and He did overcame him. Therefore, Christ deserved to be exalted above all things. Thirdly, the ascension is reasonable because of the humility of Christ. There never was humility so great as that of Christ, who, although He was God, yet wished to become man; and although He was the Lord, yet wished to take the form of a servant….and descended even into hell. For this He deserved to be exalted even to heaven and to the throne of God, for humility leads to exaltation. Benefits The Ascension of Christ was very beneficial for us. This is seen in three ways; Firstly, as Our Leader, He ascended inorder to lead us; for we had lost the way, but He has shown it to us. Secondly, that He might draw our hearts to himself: “For where they treasure is, there is thy heart also.” Thirdly, to let us withdraw from worldly things: “Therefore, if you be risen with Christ, seek the things that are above, where Christ is sitting at the right hand of God. Mind the things that are above, not the things that are upon the earth.”(Col. 3 v 2). St. Thomas Aquinas, Ora Pro Nobis

  • POBRES FILHOS DE UMA SOCIEDADE QUE JÁ NÃO RECONHECE O MAL – Dom Luigi Negri

    Quero chamá-los assim, mesmo que não os conheça. Mas, nas longas horas de insônia que seguiram ao anúncio deste terrível ataque, em que muitos de vocês já morreram e muitos ficaram feridos, eu os senti ligados a mim de uma forma especial. Vocês vieram ao mundo, muitas vezes sem ser desejados, e ninguém lhes deu as “razões adequadas para viver”, como dizia o grande Bernanos a seus contemporâneos adultos. Vocês foram entregues ao mundo sob dois grandes princípios: que podiam fazer o que quisessem, pois  cada desejo de vocês é um direito; e a importância de se ter o maior número possível de bens de consumo. Vocês cresceram assim, acreditando que tivessem tudo. E quando vocês tinham algum problema existencial – antigamente se dizia assim – e o comunicavam aos seus pais, aos seus “adultos”, logo tratavam de agendar um psicanalista para resolver o problema. Eles só se esqueciam de dizer a vocês que existia o Mal. E o Mal é uma pessoa, não um conjunto de forças e energias. É uma pessoa. Esta pessoa estava escondida ali, durante o concerto. E a terrível asa  da morte, que a acompanha, se apoderou de vocês. Meus filhos, vocês morreram assim, quase sem razões, do mesmo jeito como viveram. Não se preocupem, afinal ninguém os ajudou a viver; mas farão certamente um belo funeral, no qual se expressará ao máximo esta oca retórica laicista, com todas as autoridades  presentes – incluindo, infelizmente, até os religiosos –, todos de pé, em silêncio. Naturalmente, será um funeral em espaço aberto, mesmo para os que tem fé, já que hoje em dia o único templo é a natureza. Robespierre riria de tudo isso, pois nem mesmo ele teve essa fantasia. Aliás, nas igrejas não se fazem mais funerais, pois, como diz agudamente o cardeal Roberto Sarah, agora nas igrejas católicas só se celebram os funerais de Deus. Os “adultos” não se esquecerão de colocar nas calçadas os seus bichinhos de pelúcia, as memórias de sua infância, de sua primeira juventude. E depois tudo será arquivado na retórica daqueles que não têm nada a dizer sobre tragédias, pois nada tem nada a dizer sobre a vida. Espero que, nesse momento, pelo menos alguns destes gurus – culturais, políticos e religiosos – contenham as palavras e não nos atropelem com os discursos habituais,  dizendo que “não se trata de uma guerra de religião”, que “a religião é, por natureza, aberta ao diálogo e à compreensão”. Espero que haja um instante silencioso de respeito. Antes de tudo, pelas suas vidas, ceifadas pelo ódio do demônio, mas também pela verdade. Pois os “adultos” deviam, antes de tudo, ter respeito pela verdade. Podem não servi-la, mas devem ter respeito por ela. Seja como for, eu que sou um velho bispo que ainda crê em Deus, em Cristo e na Igreja, vou celebrar a missa por  todos vocês no dia do seu enterro, para que do outro lado – quaisquer que tenham  sido suas práticas religiosas – vocês  encontrem o rosto querido de Nossa Senhora, e que, apertando vocês em seu abraço, os console desta vida desperdiçada, não por culpa de vocês, mas por culpa dos seus “adultos”. (Dom Luigi Negri é arcebispo de Ferrara, Itália. Texto publicado no dia 23 de maio de 2017, no jornal italiano Nova Bússola Cotidiana, a propósito do ato terrorista ocorrido na véspera, na Inglaterra. http://lanuovabq.it/it/articoli-poveri-figli-della-societa-che-non-riconosce-il-male-19937.htm)

  • Saved by the Book; Conversion of St. John Colombino

    John Colombino, led a worldly, covetuous, and irreligious life, went home one day from the warehouse more hungry than usual; and because his dinner was a little delayed, he got out of temper and abused both his wife and servant, saying he was in a hurry to go back to his counting-house. “You have too much money and spend too little, John,” said his wife, “why are you putting yourself out in this way? While getting things ready, take this book and read  little;” so saying, she gave him a volume containing some lives of Saints. John, somewhat nettled, took the book and threw it into the middle  of the room, saying,”You think of nothing but legends; I have the warehouse to go to.” Presently however his conscience began to prick him; he took the book from the ground,  and opening it, lighted upon the life of St. Mary of Egypt. Shortly afterwards his wife called him to dinner: “wait awhile,” replied John, forgetting his hunger; and on he went. The legend was long, but, as his biographer observes, there was a celestial melody in it: time sped, his wife looked at him; John was still reading, and what was more, grace was working. There was conversion in the legend of the penitent of Egypt; the story softened his heart; it was his thought by day, and his dream by night; the churlish Giovanni began to give alms, and always just double of what was asked of him; and to that reading was owing the outburst of the love of God which the Blessed Giovanni spread with his “Poor Sheep of Jesus,” the Gesuati, from one end of Italy to the other, from the Pope at Viterbo down to the swine-herd of Sienna. St. John Colombino, Ora Pro Nobis.

  • A Pious Legend Of Our First Parents

    A pious and pleasing legend runs as follows: When our first parents were driven out of paradise, they wandered about full of sadness, and weeping. Before them stretched the earth which was to be the scene of their toil, overgrown with thorns and thistles; in the ears sounded constantly, the terrible sentence pronounced by their Judge:”In the sweat of thy face shalt thou eat bread.” Then they sighed, exclaiming with tears:”Alas! Why did not the angel with the flaming sword put an end to their existence.” Suddenly there breathed forth from paradise a gentle breeze; the shrubs bent their heads, and a tiny cloud, colored with the hues of the dawn, floated down from the hills. From this cloud a voice was heard to speak in accents of encouragement:”Though your eyes will not be able to behold Me, yet unseen by you, I will be your guide through life. I will dwell in your hearts and cheer your path. When thou, O man dost till the ground in the sweat of thy face, I will show thee in the hazy distance waving fields of golden grain and blooming gardens, and thou shalt fancy thyself in paradise. And when thou, O woman, shalt be in pain on account of bearing children, thou shalt behold an angel from heaven in the person of thy child, and shalt weep tears of joy.” “Alas!” groaned the unhappy ones,”wilt thou forsake us when we come to die, o hidden messenger of consolation?” “No,” sounded the voice from the cloud, “most certainly not, but after the darkness of night has passed away, a glorious morning shall dawn upon you. When the hour of your death is drawing near, my cheering light will illumine your soul, causing you to see the celestial portals open to admit you.” “But who then art thou, celestial messenger of consolation?” queried they. “I am Hope,” was the reply,”the daughter of Faith and Love.” Then the cloud descended encircled our first parents, so that they could not see their visitor. But they were comforted and cheered.

  • “It is the will of God that I should leave the world and serve Him alone.” – St. J

    “At that time(1416), the war had broken out between the Malatesta and the Perugians, and I was sent to arrange terms of peace. But, when I came to a certain tower(I was taken prisoner, and) my feet were fettered in irons of forty-two pounds weight, and no other nourishment was allowed me but bread and water. In this unfortunate situation, I began to consider how I could escape death, and calculated the height of the tower. I happened to have a sash which I tore into strips with my teeth for want of a knife, and when I had tied these together and added my hood they were still as high from the ground as St. Christopher’s. “After fixing this rope to the top of the wall, I began to descend; but the hood broke. I fell to the ground, injured my feet, and could go no further. Moreover the guards were aroused by the irons clashing together. I was captured again and imprisoned in the basement of the tower where the water reached half-way up my legs. I was bound with a chain round my waist so that I was compelled to remain standing, and only a crust of bread was given me with a little water daily. “After three days, I fell asleep through weakness. As I slept, it seems to me that a great noise was made, and awakening, I saw a beam of sunlight illuminating the whole tower. Then, as I raised my head to give thanks to God, I saw a Friar Minor, stigmatized in his feet, who disappeared when I tried to embrace him. Bending back my head, I found myself shaven, just as you see me now. I knew for certainty that this friar minor was Our Holy Father St. Francis. At last, I perceived that it was the will of God that I should leave the world and serve him alone. Therefore I applied at once for my liberation, which I purchased at the price of four hundred ducats. At once I ordered all the books and clothing I possessed to be sold, and went back to capistrano because of my betrothed. I made known my fixed purpose and determination to leave the world and serve God. At my entreaty she promised not to marry, but later on she married twice and was at length attacked by leprosy. I returned the dowry to her and to my mother; and when all was paid, I gave what was left to the poor of Jesus Christ. Then returning to Perugia, I put a cap on my head with all my sins written upon it and rode backwards on an ass so as to overcome the miserable world. As I rode thus through the streets of perugia, the children came in crowds and threw mud at me. In this condition of reproach, I went to the friars and put on their habit. Blessed be that day!  I believe I was thirty years old at the time, and now I have been a minor for thirty-one years. May God deign to make us to do His will.” St. John Capistran, Ora Pro Nobis.

  • PSDB CRIA SECRETARIADO LGBT… PORQUE UM CRISTÃO NÃO PODE VOTAR OU APOIAR O PSDB

    PSDB CRIA SECRETARIADO LGBT… PORQUE UM CRISTÃO NÃO PODE VOTAR OU APOIAR O PSDB Embora não apresentasse em seu estatuto, de modo explicito, a defesa do aborto, da agenda LGBT, da Ideologia de Gênero, da liberalização das drogas e outros pautas progressistas (socialistas/marxistas), seus caciques como Fernando Henrique Cardoso, Rute Cardoso, José Serra, Aloísio Nunes já defendiam tais ideias. Agora entretanto o PSDB “sai do armário” e apresenta de modo mais explícito sua face esquerdista e revolucionária, deixando muito clara sua incongruência com os valores cristãos. Assim sendo é preciso deixar muito claro que nenhum cristão que honre esse nome pode apoiar o votar em candidatos desse partido. Os cristãos desavisados que se filiaram a esse partido anti cristão precisam se desfiliar e os políticos desse partido que se digam seguidores de Cristo necessitam também buscar outro partido que não esteja em contradição com a sua fé. Quando alguém apoia ou vota em um partido que defende bandeiras contrárias aos princípios cristãos, torna-se cúmplice de tudo quanto esse partido defende, depondo contra Deus e os ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Que todos saibam que PSDB, tal como PT, PSOL, PC do B e outros partidos revolucionários, marxistas e anti cristãos, combates princípios que para nós são inegociáveis, de modo que se neles votarmos nos tornamos traidores de Cristo e do Santo Evangelho. Ninguém pode ser cristão e socialista/marxista, porque não existe círculos quadrados. Padre Rodrigo Maria, escravo inútil da Santíssima Virgem ASSISTA TAMBÉM AO VÍDEO DO PADRE RODRIGO MARIA FAZENDO UM ALERTA AOS CRISTÃOS EM TEMPO DE ELEIÇÃO:

  • PSDB CRIA SECRETARIADO LGBT… PORQUE UM CRISTÃO NÃO PODE VOTAR OU APOIAR O PSDB

    PSDB CRIA SECRETARIADO LGBT… PORQUE UM CRISTÃO NÃO PODE VOTAR OU APOIAR O PSDB Embora não apresentasse em seu estatuto, de modo explicito, a defesa do aborto, da agenda LGBT, da Ideologia de Gênero, da liberalização das drogas e outros pautas progressistas (socialistas/marxistas), seus caciques como Fernando Henrique Cardoso, Rute Cardoso, José Serra, Aloísio Nunes já defendiam tais ideias. Agora entretanto o PSDB “sai do armário” e apresenta de modo mais explícito sua face esquerdista e revolucionária, deixando muito clara sua incongruência com os valores cristãos. Assim sendo é preciso deixar muito claro que nenhum cristão que honre esse nome pode apoiar o votar em candidatos desse partido. Os cristãos desavisados que se filiaram a esse partido anti cristão precisam se desfiliar e os políticos desse partido que se digam seguidores de Cristo necessitam também buscar outro partido que não esteja em contradição com a sua fé. Quando alguém apoia ou vota em um partido que defende bandeiras contrárias aos princípios cristãos, torna-se cúmplice de tudo quanto esse partido defende, depondo contra Deus e os ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Que todos saibam que PSDB, tal como PT, PSOL, PC do B e outros partidos revolucionários, marxistas e anti cristãos, combates princípios que para nós são inegociáveis, de modo que se neles votarmos nos tornamos traidores de Cristo e do Santo Evangelho. Ninguém pode ser cristão e socialista/marxista, porque não existe círculos quadrados. Padre Rodrigo Maria, escravo inútil da Santíssima Virgem ASSISTA TAMBÉM AO VÍDEO DO PADRE RODRIGO MARIA FAZENDO UM ALERTA AOS CRISTÃOS EM TEMPO DE ELEIÇÃO:

  • Story of Ernest and The Refuge of Sinners

    It is narrated by Belluacensis that in Ridolio, a city in England, in the year 1430, there lived a young nobleman named Ernest, who gave all his patrimony to the poor, and entered a monastery, where he led so holy a life that he was greatly esteemed by his superiors, particularly for his devotion to the most holy Virgin. It happened that a pestilence prevailed in that city and the citizens had recourse to that monastery to ask the prayers of the monks. The abbot ordered Ernest to go and pray before the altar of Mary, and not to quit it until she had given him an answer. The youth remained there three days, and received from Mary, in answer, some prayers, which were to said. They were said, and the plague ceased. It happened afterwards that this youth became less ardent in his devotion to Mary; the devil assailed him with many temptations, especially to impurity, and to a desire to flee the monastery; but passing before an image of the virgin which stood in the corridor, the Mother of God spoke to him, and said: “My Son, why do you leave?” Ernest was overwhelmed with suprise, and filled with compunction, fell on the earth, saying: “My Lady, behold, I have no power to resist, why do you not aid me?” and the madonna replied: “Why have you not invoked me? If you sought my protection, you would not have been reduced to this; from this day commend yourself to me and have confidence.” Ernest returned to his cell; but the temptations were renewed, yet he neglected to call upon Mary for assistance. He finally fled from the monastery, and leading a bad life, he went on from one sin to another, till he became an assassin. He rented an inn, where in the night he murdered unfortunate travellers and stripped them of all they had. One night, among others, he killed the cousin of the governor of the place, who, after examination and trial, condemned him to the gallows. But during the examination, a young traveller arrived at the inn, and the host, as usual, laid his plans and entered his chamber to assassinate him: but an approaching the bed, he finds the youngman gone and a Christ on the cross, covered with wounds, in his place. Our Lord, looking compassionately at him, said: “Is it not enough that I have died for thee? Dost thou wish to slay me again? Do it, then; lift thy hand and kill me!” Then the poor Ernest, covered with confusion, began to weep, and exclaimed:”Oh Lord, behold me ready to return to Thee, who hast shown me so much mercy.” He immediately left the inn to go back to the monastery and do penance; but the officers of justice overtook him on the way, he was carried before the judge, and in his presence confessed all the murders he had committed. He was at once condemned to death, without even being allowed time for confession. He commended himself to Mary. He was hung upon the gallows, but the Virgin prevented his death. She herself released him, and said to him:”Return to the monastery, do penance, and when you shall see in my hand a paper containing the pardon of thy sins, then prepare to die. Ernest returned, and having related all to the abbot, did great penance. After many years, he saw in the hand of Mary the paper containing his pardon; he then prepared for his last end, and died a holy death. Oh Refuge of Sinners, Pray for Us.

  • Homilia do 6º Domingo da Páscoa

    Leia o Evangelho deste domingo e em seguida escute a homilia do 6º Domingo da Páscoa Anúncio do Evangelho (Jo 14,15-21) — O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João. — Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 15Se me amais, guardareis os meus mandamentos, 16e eu rogarei ao Pai, e ele vos dará um outro Defensor, para que permaneça sempre convosco: 17o Espírito da Verdade, que o mundo não é capaz de receber, porque não o vê nem o conhece. Vós o conheceis, porque ele permanece junto de vós e estará dentro de vós. 18Não vos deixarei órfãos. Eu virei a vós. 19Pouco tempo ainda, e o mundo não mais me verá, mas vós me vereis, porque eu vivo e vós vivereis. 20Naquele dia sabereis que eu estou no meu Pai e vós em mim e eu em vós. 21Quem acolheu os meus mandamentos e os observa, esse me ama. Ora, quem me ama será amado por meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.

  • Homilia do 6º Domingo da Páscoa

    Leia o Evangelho deste domingo e em seguida escute a homilia do 6º Domingo da Páscoa Anúncio do Evangelho (Jo 14,15-21) — O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João. — Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 15Se me amais, guardareis os meus mandamentos, 16e eu rogarei ao Pai, e ele vos dará um outro Defensor, para que permaneça sempre convosco: 17o Espírito da Verdade, que o mundo não é capaz de receber, porque não o vê nem o conhece. Vós o conheceis, porque ele permanece junto de vós e estará dentro de vós. 18Não vos deixarei órfãos. Eu virei a vós. 19Pouco tempo ainda, e o mundo não mais me verá, mas vós me vereis, porque eu vivo e vós vivereis. 20Naquele dia sabereis que eu estou no meu Pai e vós em mim e eu em vós. 21Quem acolheu os meus mandamentos e os observa, esse me ama. Ora, quem me ama será amado por meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.

  • ATENÇÃO TODOS OS CATÓLICOS QUE RECEBEM A SANTÍSSIMA EUCARISTIA NA MISSA

    Se comungarmos, devemos fazer ao menos 15 minutos de ação de graças . Se não tiver a intenção de fazer a devida ação de graças após receber a Sagrada Eucaristia, é melhor NÃO comungar. Devemos nos recordar que as espécies eucarísticas (pão e vinho mudados na carne e sangue de Cristo) demoram aproximadamente 15 minutos para se dissolverem em nosso organismo; o que significa que na prática, ao menos por 15 minutos, somos literalmente sacrários vivos , de modo que após recebermos o Santíssimo Sacramento, devemos fazer ao menos 15 minutos de ação de graças e adoração ao Senhor que recebemos. Infelizmente a falta de zelo da maior parte dos sacerdotes não têm ajudado os fiéis a terem consciência da sublimidade desse momento, de modo que não se faz o silêncio necessário após o recebimento da comunhão. Tristemente esse momento é substituído por cânticos, barulhentos, intermináveis avisos paroquiais, campanhas de dízimo, etc…. e o povo mal instruído e desprovido de piedade, tem pressa para que a missa termine logo e assim possam sair para falarem com os amigos, sem se darem conta de que acabou de receber nosso maior de todos os amigos, que é o próprio Deus na Santíssima Eucaristia. Assista a formação antes de continuar a leitura: Leia também: Sugestão de orações para se rezar após a comunhão Olhando para esses fatos que se repetem todos os dias em nossas Igrejas, podemos entender as abundantes lágrimas de São Francisco de Assis que entre soluços exclamava: “O amor não é amado. O amor não é amado.” Se o povo católico que frequenta Igreja tivesse consciência verdadeiramente do que é a Santa Missa e de quem realmente recebemos na SS Eucaristia, se portaria de modo muito diferente do atual. Certamente participaria do Santo Sacrifício do Calvário com profundo respeito, fervor, recolhimento e gratidão; mais… faria e exigiria o silêncio após a comunhão para adorarem o Senhor recebido na SS Eucaristia, ao menos por 15 minutos. São Luís Maria Grignion de Montfort dizia: “Não troco um minuto de ação de graças, nem por um minuto de Céu” . Quão longe a grande maioria de nosso povo está da consciência da sublimidade dos momentos de ação de graças… Leia também: “Comunhão na Mão é um ataque de Satanás à Eucaristia” – Cardeal Sarah Entretanto, ainda que esse momento sublime não seja cultvado pela maior parte dos atuais sacerdotes, cada fiel pode fazer ao menos esses 15 minutos de adoração após receber Jesus Sacramentado. Basta que após comungar se ajoelhe em seu banco, abaixe sua cabeça e adore a Deus . Deixe que corram músicas, avisos ou seja o que for: permaneça com Jesus, sem respeito humano e sem se preocupar com o juízo alheio . A ação de graças após se receber a SS Eucaristia são os mais preciosos momentos que um ser humano pode viver neste mundo, de modo que não devemos negligência-lo ou abrevia-lo por pressa. Não fazer a devida ação de graças, mostra que aquele que comungou não tem consciência do que fez, ou, espantosamente despreza o Deus no qual diz acreditar. Se não somos capazes de corrigir as coisas em nossa paróquia ou comunidade, podemos ao menos nos corrigir e também buscar conscientizar as pessoas da necessidade de se fazer ao menos 15 minutos de ação de graças após Jesus na Comunhão. Templário Maria Leia também: A BANALIZAÇÃO DA SAGRADA COMUNHÃO Por quanto tempo Jesus fica presente na Eucaristia após recebermos a Comunhão? Temos que dar o devido respeito ao Nosso Senhor O grande tesouro da Igreja Católica é a Eucaristia – o próprio Jesus disfarçado sob as aparências do pão e do vinho. Cremos que, como diz o Catecismo, “No santíssimo sacramento da Eucaristia estão ‘contidos verdadeiramente, realmente e substancialmente o Corpo e o Sangue juntamente com a alma e a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo e, por conseguinte, o Cristo todo’ Além disso, esta presença real de Cristo na Eucaristia não termina imediatamente quando o recebemos na hora da Comunhão. O Catecismo prossegue explicando como “a presença eucarística de Cristo começa no momento da consagração e perdura enquanto a espécie eucarística subsistir” Mas o que significa quando recebemos a Comunhão em nossas bocas? Quanto tempo permanece a Presença Real de Jesus em nossos corpos? Há uma história famosa da vida de São Filipe Néri que ajuda a responder a essa pergunta. Um dia, enquanto celebrava a Missa, um homem recebeu a Sagrada Comunhão e deixou a igreja mais cedo. O homem parecia não ter respeito pela Presença dentro dele e, assim, Filipe Néri decidiu usar esta oportunidade como um momento de ensino. Ele enviou dois coroinhas com velas acesas para seguir o homem fora da igreja. Leia também: QUATRO GRAVÍSSIMAS CONSEQUÊNCIAS DA COMUNHÃO NA MÃO Depois de um tempo andando pelas ruas de Roma, o homem se virou para ver os coroinhas que ainda o seguiam. Confuso, o homem voltou à igreja e perguntou a Filipe Néri por que ele tinha mandado os coroinhas atrás dele. São Filipe Néri respondeu dizendo: “Temos que prestar o devido respeito a Nosso Senhor, que você está levando com você. Como você se recusou a adorá-lo, mandei os dois acólitos para fazer isso”. O homem ficou atordoado com a resposta e resolveu, das próximas vezes, ficar mais consciente sobre presença de Deus dentro dele. Considera-se que a espécie eucarística do pão permanece por cerca de 15 minutos em nós, após recebermos a Comunhão. Isso se baseia na biologia simples e reflete a afirmação do Catecismo de que a presença de Cristo “permanece enquanto persistir a espécie eucarística”. É por isso que muitos santos recomendaram oferecer 15 minutos de oração depois de receber a Eucaristia, como uma ação de graças a Deus. Isso permite que a nossa alma saboreie a presença de Deus, e que nós tenhamos um verdadeiro encontro de “coração para coração” com Jesus. Em nosso mundo corrido, muitas vezes é difícil permanecer na Igreja muito tempo depois da Missa. Mas isso não significa que não possamos pelo menos fazer uma breve oração de agradecimento. O ponto principal é que precisamos nos lembrar de que a presença de Jesus na Eucaristia permanece conosco por vários minutos e nos apresenta um momento especial, quando podemos comungar com o Senhor e sentir seu amor dentro de nós. Se um dia você se esquecer disso, não se surpreenda se o seu pároco enviar coroinhas para seguir o seu carro quando você sair da Igreja logo depois de receber a Comunhão! Leia também: CAMPANHA CONTRA OS SACRILÉGIOS E PROFANAÇÕES AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO #Comunhão #Eucaristia #FormaçõesCatólicas #Oração

  • ATENÇÃO TODOS OS CATÓLICOS QUE RECEBEM A SANTÍSSIMA EUCARISTIA NA MISSA

    Se comungarmos, devemos fazer ao menos 15 minutos de ação de graças . Se não tiver a intenção de fazer a devida ação de graças após receber a Sagrada Eucaristia, é melhor NÃO comungar. Devemos nos recordar que as espécies eucarísticas (pão e vinho mudados na carne e sangue de Cristo) demoram aproximadamente 15 minutos para se dissolverem em nosso organismo; o que significa que na prática, ao menos por 15 minutos, somos literalmente sacrários vivos , de modo que após recebermos o Santíssimo Sacramento, devemos fazer ao menos 15 minutos de ação de graças e adoração ao Senhor que recebemos. Infelizmente a falta de zelo da maior parte dos sacerdotes não têm ajudado os fiéis a terem consciência da sublimidade desse momento, de modo que não se faz o silêncio necessário após o recebimento da comunhão. Tristemente esse momento é substituído por cânticos, barulhentos, intermináveis avisos paroquiais, campanhas de dízimo, etc…. e o povo mal instruído e desprovido de piedade, tem pressa para que a missa termine logo e assim possam sair para falarem com os amigos, sem se darem conta de que acabou de receber nosso maior de todos os amigos, que é o próprio Deus na Santíssima Eucaristia. Assista a formação antes de continuar a leitura: Leia também: Sugestão de orações para se rezar após a comunhão Olhando para esses fatos que se repetem todos os dias em nossas Igrejas, podemos entender as abundantes lágrimas de São Francisco de Assis que entre soluços exclamava: “O amor não é amado. O amor não é amado.” Se o povo católico que frequenta Igreja tivesse consciência verdadeiramente do que é a Santa Missa e de quem realmente recebemos na SS Eucaristia, se portaria de modo muito diferente do atual. Certamente participaria do Santo Sacrifício do Calvário com profundo respeito, fervor, recolhimento e gratidão; mais… faria e exigiria o silêncio após a comunhão para adorarem o Senhor recebido na SS Eucaristia, ao menos por 15 minutos. São Luís Maria Grignion de Montfort dizia: “Não troco um minuto de ação de graças, nem por um minuto de Céu” . Quão longe a grande maioria de nosso povo está da consciência da sublimidade dos momentos de ação de graças… Leia também: “Comunhão na Mão é um ataque de Satanás à Eucaristia” – Cardeal Sarah Entretanto, ainda que esse momento sublime não seja cultvado pela maior parte dos atuais sacerdotes, cada fiel pode fazer ao menos esses 15 minutos de adoração após receber Jesus Sacramentado. Basta que após comungar se ajoelhe em seu banco, abaixe sua cabeça e adore a Deus . Deixe que corram músicas, avisos ou seja o que for: permaneça com Jesus, sem respeito humano e sem se preocupar com o juízo alheio . A ação de graças após se receber a SS Eucaristia são os mais preciosos momentos que um ser humano pode viver neste mundo, de modo que não devemos negligência-lo ou abrevia-lo por pressa. Não fazer a devida ação de graças, mostra que aquele que comungou não tem consciência do que fez, ou, espantosamente despreza o Deus no qual diz acreditar. Se não somos capazes de corrigir as coisas em nossa paróquia ou comunidade, podemos ao menos nos corrigir e também buscar conscientizar as pessoas da necessidade de se fazer ao menos 15 minutos de ação de graças após Jesus na Comunhão. Templário Maria Leia também: A BANALIZAÇÃO DA SAGRADA COMUNHÃO Por quanto tempo Jesus fica presente na Eucaristia após recebermos a Comunhão? Temos que dar o devido respeito ao Nosso Senhor O grande tesouro da Igreja Católica é a Eucaristia – o próprio Jesus disfarçado sob as aparências do pão e do vinho. Cremos que, como diz o Catecismo, “No santíssimo sacramento da Eucaristia estão ‘contidos verdadeiramente, realmente e substancialmente o Corpo e o Sangue juntamente com a alma e a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo e, por conseguinte, o Cristo todo’ Além disso, esta presença real de Cristo na Eucaristia não termina imediatamente quando o recebemos na hora da Comunhão. O Catecismo prossegue explicando como “a presença eucarística de Cristo começa no momento da consagração e perdura enquanto a espécie eucarística subsistir” Mas o que significa quando recebemos a Comunhão em nossas bocas? Quanto tempo permanece a Presença Real de Jesus em nossos corpos? Há uma história famosa da vida de São Filipe Néri que ajuda a responder a essa pergunta. Um dia, enquanto celebrava a Missa, um homem recebeu a Sagrada Comunhão e deixou a igreja mais cedo. O homem parecia não ter respeito pela Presença dentro dele e, assim, Filipe Néri decidiu usar esta oportunidade como um momento de ensino. Ele enviou dois coroinhas com velas acesas para seguir o homem fora da igreja. Leia também: QUATRO GRAVÍSSIMAS CONSEQUÊNCIAS DA COMUNHÃO NA MÃO Depois de um tempo andando pelas ruas de Roma, o homem se virou para ver os coroinhas que ainda o seguiam. Confuso, o homem voltou à igreja e perguntou a Filipe Néri por que ele tinha mandado os coroinhas atrás dele. São Filipe Néri respondeu dizendo: “Temos que prestar o devido respeito a Nosso Senhor, que você está levando com você. Como você se recusou a adorá-lo, mandei os dois acólitos para fazer isso”. O homem ficou atordoado com a resposta e resolveu, das próximas vezes, ficar mais consciente sobre presença de Deus dentro dele. Considera-se que a espécie eucarística do pão permanece por cerca de 15 minutos em nós, após recebermos a Comunhão. Isso se baseia na biologia simples e reflete a afirmação do Catecismo de que a presença de Cristo “permanece enquanto persistir a espécie eucarística”. É por isso que muitos santos recomendaram oferecer 15 minutos de oração depois de receber a Eucaristia, como uma ação de graças a Deus. Isso permite que a nossa alma saboreie a presença de Deus, e que nós tenhamos um verdadeiro encontro de “coração para coração” com Jesus. Em nosso mundo corrido, muitas vezes é difícil permanecer na Igreja muito tempo depois da Missa. Mas isso não significa que não possamos pelo menos fazer uma breve oração de agradecimento. O ponto principal é que precisamos nos lembrar de que a presença de Jesus na Eucaristia permanece conosco por vários minutos e nos apresenta um momento especial, quando podemos comungar com o Senhor e sentir seu amor dentro de nós. Se um dia você se esquecer disso, não se surpreenda se o seu pároco enviar coroinhas para seguir o seu carro quando você sair da Igreja logo depois de receber a Comunhão! Leia também: CAMPANHA CONTRA OS SACRILÉGIOS E PROFANAÇÕES AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO #Comunhão #Eucaristia #FormaçõesCatólicas #Oração

  • MUÇULMANOS CRIAM PARTIDO POLÍTICO PARA “ISLAMIZAR” O BRASIL…

    MUÇULMANOS CRIAM PARTIDO POLÍTICO PARA “ISLAMIZAR” O BRASIL… Já faz algum tempo que os aproximados 2 milhões de muçulmanos existentes no Brasil, têm se organizado para levarem adiante seu plano de conquista do país, assim como outros adeptos do Islã têm feito no resto do mundo. Com a aprovação da nova lei de Migração de autoria do Ministro Aloisio Nunes do PSDB, não apenas se abre as fronteiras do Brasil para uma indiscriminada migração em massa de muçulmanos, mas também para que estes formem partidos políticos com vistas a defenderem seus interesses, que aliás são muito claros, uma vez que têm a pretensão de “islamizar” o país e impor a sharia. Para quem pensar que isso é delírio ou “teoria da conspiração”, basta ver o que estão fazendo na Europa e em outros países onde eles têm crescido em número, tornando-se uma grande força política, de forma a influenciar de modo significativo no ordenamento jurídico, conseguindo fazer passar novas leis que respaldem e promovam sua cultura, que é indissociável de sua religião. Em nosso país temos toda razão de pensar que a situação poderá ser mais trágica, devido a deficiente formação cultural e política e religiosa de nosso povo. Some-se a isso a diferença que fará o enorme investimento financeiro que receberão por parte de países islâmicos, os que defenderem ideias de interesse do Islã. Se a Nova lei de Migração não for barrada, em poucos anos poderemos estar reféns, de modo legal, dos conquistadores islâmicos. O MÍNIMO que você precisa saber sobre o ISLAMISMO! Entender o que é sharia e o que é Kafir é fundamental para saber quem são os islâmicos e o que nós somos para eles! O que somos porque, para islamitas, nós ocidentais somos coisas! Islamitas podem estuprar as mulheres e decapitar os homens ocidentais em público. A crença islamita diz para eles fazerem essa maldade! Apesar dos islamitas virem para o nosso país onde temos as nossas leis e costumes, portanto, islamitas são os invasores, eles obedecem à lei sharia e nos consideram kafir, o pior dos animais, o que justifica eles nos assassinarem! O islamismo já assassinou 10 milhões de budistas, 120 milhões de africanos, 139 milhões de cristãos e 400 milhões de hindus além de incrédulos, judeus, apóstatas e muitos outros. São mais de 669 milhões assassinatos http://www.israelislamandendtimes.com/muslims-massacred-669-million-non-muslims-since-622ad Usam a mentira como arma! O vídeo a seguir explica a esquerda ser uma farsa para facilitar o domínio do islamismo https://t.co/Ss2tdfRsdR Sharia, Charia ou Xaria – é o corpo da lei religiosa islâmica. O termo significa “caminho” ou “rota para a fonte de água”, e é a estrutura legal dentro do qual os aspectos públicos e privados da vida dos islâmicos são regulados, para aqueles que vivem sob um sistema legal baseado na fiqh e para todos os muçulmanos onde quer que vivam. A sharia detalha como se comportar frente aos diversos aspectos da vida cotidiana, a política, economia, bancos, negócios, contratos, família, sexualidade, higiene e questões sociais. Kafir (plural, kufar – pronúncia káfir ou cafre, este último usado por Luís de Camões) – termo pejorativo que se refere aos infiéis, quem se recusa a aceitar a Sharia. O Alcorão retira a humanidade do kafir ao dizer que é “a mais vil das criaturas.” Taqiyya (ou Muda’rat) – Conceito teológico islâmico permite ao muçulmano mentir se a mentira ajudar a propagação do islão (ver termos correlatos: kitman, muruna, tawriya, taysir e darura). Suecos em pânico ao receber, em suas caixas de correio, cartas concedendo três dias para converterem-se ao Islã ou serem decapitados. http://www.jewsnews.co.il/2015/12/15/swedish-citizens-in-panic-after-their-mailboxes-are-stuffed-with-letters-giving-them-3-days-to-convert-to-islam-or-be-decapitated.html Estado Islâmico cria leis autorizando o assassinato, como o de crianças com síndrome de Down e outras deficiências. Só nos primeiros meses de 2017, 38 crianças foram mortas com injeção letal ou por sufocamento. http://noticias.r7.com/internacional/estado-islamico-cria-lei-que-autoriza-o-assassinato-de-criancas-com-sindrome-de-down-e-outras-deficiencias-14122015 https://docs.google.com/document/d/12-Ckq52mHHczGjyzJh1Vy1_-5HuxOc7wK2If9nBXTMI/pub O mapa mundial mostra uma dissimulada guerra civil mundial: os Cristãos são perseguidos e assassinados nos países islâmicos enquanto os países cuja maioria ainda é cristã são invadidos e dominados por crescentes levas islamitas incentivados por pretensos humanistas os quais, invariavelmente, só defendem a bandidagem… http://bit.ly/islamis-socialismo Outros links sobre o assunto: http://www.folhapolitica.org/2014/01/muculmanos-p r etendem-fundar-o-pib.html http://portalconservador.com/para-integrar-islamicos-vamos-destruir-igrejas-cristas-e-construir-mesquitas-propoe-arquiteto-alemao/ http://www.conservadorismodobrasil.com.br/2017/05/grupo-lgbt-cancela-manifestacao-contra-homofobia-apos-ameaca-de-muculmanos.html Templário de Maria

  • MUÇULMANOS CRIAM PARTIDO POLÍTICO PARA “ISLAMIZAR” O BRASIL…

    MUÇULMANOS CRIAM PARTIDO POLÍTICO PARA “ISLAMIZAR” O BRASIL… Já faz algum tempo que os aproximados 2 milhões de muçulmanos existentes no Brasil, têm se organizado para levarem adiante seu plano de conquista do país, assim como outros adeptos do Islã têm feito no resto do mundo. Com a aprovação da nova lei de Migração de autoria do Ministro Aloisio Nunes do PSDB, não apenas se abre as fronteiras do Brasil para uma indiscriminada migração em massa de muçulmanos, mas também para que estes formem partidos políticos com vistas a defenderem seus interesses, que aliás são muito claros, uma vez que têm a pretensão de “islamizar” o país e impor a sharia. Para quem pensar que isso é delírio ou “teoria da conspiração”, basta ver o que estão fazendo na Europa e em outros países onde eles têm crescido em número, tornando-se uma grande força política, de forma a influenciar de modo significativo no ordenamento jurídico, conseguindo fazer passar novas leis que respaldem e promovam sua cultura, que é indissociável de sua religião. Em nosso país temos toda razão de pensar que a situação poderá ser mais trágica, devido a deficiente formação cultural e política e religiosa de nosso povo. Some-se a isso a diferença que fará o enorme investimento financeiro que receberão por parte de países islâmicos, os que defenderem ideias de interesse do Islã. Se a Nova lei de Migração não for barrada, em poucos anos poderemos estar reféns, de modo legal, dos conquistadores islâmicos. O MÍNIMO que você precisa saber sobre o ISLAMISMO! Entender o que é sharia e o que é Kafir é fundamental para saber quem são os islâmicos e o que nós somos para eles! O que somos porque, para islamitas, nós ocidentais somos coisas! Islamitas podem estuprar as mulheres e decapitar os homens ocidentais em público. A crença islamita diz para eles fazerem essa maldade! Apesar dos islamitas virem para o nosso país onde temos as nossas leis e costumes, portanto, islamitas são os invasores, eles obedecem à lei sharia e nos consideram kafir, o pior dos animais, o que justifica eles nos assassinarem! O islamismo já assassinou 10 milhões de budistas, 120 milhões de africanos, 139 milhões de cristãos e 400 milhões de hindus além de incrédulos, judeus, apóstatas e muitos outros. São mais de 669 milhões assassinatos http://www.israelislamandendtimes.com/muslims-massacred-669-million-non-muslims-since-622ad Usam a mentira como arma! O vídeo a seguir explica a esquerda ser uma farsa para facilitar o domínio do islamismo https://t.co/Ss2tdfRsdR Sharia, Charia ou Xaria – é o corpo da lei religiosa islâmica. O termo significa “caminho” ou “rota para a fonte de água”, e é a estrutura legal dentro do qual os aspectos públicos e privados da vida dos islâmicos são regulados, para aqueles que vivem sob um sistema legal baseado na fiqh e para todos os muçulmanos onde quer que vivam. A sharia detalha como se comportar frente aos diversos aspectos da vida cotidiana, a política, economia, bancos, negócios, contratos, família, sexualidade, higiene e questões sociais. Kafir (plural, kufar – pronúncia káfir ou cafre, este último usado por Luís de Camões) – termo pejorativo que se refere aos infiéis, quem se recusa a aceitar a Sharia. O Alcorão retira a humanidade do kafir ao dizer que é “a mais vil das criaturas.” Taqiyya (ou Muda’rat) – Conceito teológico islâmico permite ao muçulmano mentir se a mentira ajudar a propagação do islão (ver termos correlatos: kitman, muruna, tawriya, taysir e darura). Suecos em pânico ao receber, em suas caixas de correio, cartas concedendo três dias para converterem-se ao Islã ou serem decapitados. http://www.jewsnews.co.il/2015/12/15/swedish-citizens-in-panic-after-their-mailboxes-are-stuffed-with-letters-giving-them-3-days-to-convert-to-islam-or-be-decapitated.html Estado Islâmico cria leis autorizando o assassinato, como o de crianças com síndrome de Down e outras deficiências. Só nos primeiros meses de 2017, 38 crianças foram mortas com injeção letal ou por sufocamento. http://noticias.r7.com/internacional/estado-islamico-cria-lei-que-autoriza-o-assassinato-de-criancas-com-sindrome-de-down-e-outras-deficiencias-14122015 https://docs.google.com/document/d/12-Ckq52mHHczGjyzJh1Vy1_-5HuxOc7wK2If9nBXTMI/pub O mapa mundial mostra uma dissimulada guerra civil mundial: os Cristãos são perseguidos e assassinados nos países islâmicos enquanto os países cuja maioria ainda é cristã são invadidos e dominados por crescentes levas islamitas incentivados por pretensos humanistas os quais, invariavelmente, só defendem a bandidagem… http://bit.ly/islamis-socialismo Outros links sobre o assunto: http://www.folhapolitica.org/2014/01/muculmanos-p r etendem-fundar-o-pib.html http://portalconservador.com/para-integrar-islamicos-vamos-destruir-igrejas-cristas-e-construir-mesquitas-propoe-arquiteto-alemao/ http://www.conservadorismodobrasil.com.br/2017/05/grupo-lgbt-cancela-manifestacao-contra-homofobia-apos-ameaca-de-muculmanos.html Templário de Maria

  • St. Thomas Aquinas and the Young Aspirant

    When in Paris, a young student presented himself, among others, to take the degree of licentiate in theology. The Chancellor of the University, according to custom, presided over the examination. St. Thomas and several Dominicans were present. The aspirant to honors boldly defended a thesis  directly opposed to St. Thomas’ teaching. The saint listened without showing any signs of impatience. But when the examination was over, as he was returning with his fellow Dominicans to their convent, one of them said: “Master, we have been insulted in your person, for the licentiate ought not speak against your opinions, and you ought not to be thus insulted in presence of all the Doctors of Paris.” St. Thomas answered:”My Children, I thought it best to spare the young master in his first public attempt, and not to cover him with confusion in front of all the Doctors. As for my teaching, I do not dread any opposition, for I have always, praised be God, built it upon the authority of the Saints, and sound reasons; if it appears well to my Brothers, I can make up tomorrow for what I have done today.” The next day, when all were assembled in the Bishop’s palace, the candidate again defended his thesis, the angelic Doctor with great calmness and sweetness pointed out his error. Happily the young man was not quite destitute of humility….he asked St. Thomas to instruct him what he ought to hold as truth regarding the matter. All who were present were much edified by his moderation and patience towards the young doctor. St. Thomas Aquinas, Ora Pro Nobis

  • COMO SÃO BENTO PARTIU UM VASO DE VINHO ENVENENADO – São Gregório Magno

    Ora, havia a não grande distância um mosteiro cujo abade falecera. Toda a comunidade foi ter então com o venerável Bento, e instantemente pediu-lhe que ficasse à sua frente. O santo recusou por muito tempo, predizendo que não poderia harmonizar os seus costumes com os daqueles irmãos. Finalmente, vencido pelos rogos, cedeu. Como, porém, fazia prevalecer naquele mosteiro a observância da vida regular e a ninguém permitia, como antes, que se desviasse do caminho monástico por ações ilícitas, os irmãos, que ele aceitara dirigir, encheram-se de fúria e puseram-se primeiro a acusar a si mesmos por terem pedido a Bento que os regesse; sua vida tortuosa ia em oposição à reta norma do abade. Como viam que, sob tal abade, o ilícito já não lhes era permitido, e como lhes doía abandonar os antigos hábitos, achando eles dura a obrigação de meditar coisas novas na sua mente velha, alguns deles — já que aos maus é sempre pesada a vida dos bons — tramaram a morte do abade, e, depois de decisão conjunta, deitaram-lhe veneno ao vinho. Quando apresentaram ao Pai, sentado à mesa, o copo da bebida envenenada para ser abençoado segundo o costume da casa, Bento estendeu a mão e fez o sinal da cruz. A este gesto, o vaso, que estava distante, estalou e fez-se em pedaços, como se naquela taça de morte tivesse dado, em vez da cruz, uma pedrada. Compreendeu logo o homem de Deus que o copo contivera uma bebida mortal, pois não pudera suportar o sinal da vida. Levantou-se no mesmo instante, e, com o rosto plácido, a mente tranqüila, convocou os irmãos, aos quais assim falou: — Deus tenha compaixão de vós, irmãos. Porque me quisestes fazer isto? Não vos disse eu previamente que não se harmonizariam os vossos e os meus costumes? Ide, e procurai para vós um Pai conforme à vossa vida; depois disto, já não me podereis reter. Voltou, então, ao recanto da sua amada solidão, e sozinho, sob os olhares do Contemplador Supremo, pôs-se a viver consigo mesmo. (São Gregório Magno, Vida de São Bento. Em http://cristianismo.org.br/vidabento.htm)

  • Homilia do 5º Domingo da Páscoa

    Leia o Evangelho e em seguida escute a homilia do 5º Domingo da Páscoa. Anúncio do Evangelho (Jo 14,1-12) — O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João. — Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 1”Não se perturbe o vosso coração. Tendes fé em Deus, tende fé em mim também. 2Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fosse, eu vos teria dito. Vou preparar um lugar para vós 3e, quando eu tiver ido preparar-vos um lugar, voltarei e vos levarei comigo, a fim de que onde eu estiver estejais também vós. 4E, para onde eu vou, vós conheceis o caminho”. 5Tomé disse a Jesus: “Senhor, nós não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho?” 6Jesus respondeu: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim. 7Se vós me conhecêsseis, conheceríeis também o meu Pai. E desde agora o conheceis e o vistes”. 8Disse Felipe: “Senhor, mostra-nos o Pai, isso nos basta!” 9Jesus respondeu: “Há tanto tempo estou convosco, e não me conheces, Felipe? Quem me viu, viu o Pai. Como é que tu dizes: ‘Mostra-nos o Pai’? 10Não acreditas que eu estou no Pai e o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo, mas é o Pai, que, permanecendo em mim, realiza as suas obras. 11Acreditai-me: eu estou no Pai e o Pai está em mim. Acreditai, ao menos, por causa destas mesmas obras. 12Em verdade, em verdade vos digo, quem acredita em mim fará as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas. Pois eu vou para o Pai”.

  • Homilia do 5º Domingo da Páscoa

    Leia o Evangelho e em seguida escute a homilia do 5º Domingo da Páscoa. Anúncio do Evangelho (Jo 14,1-12) — O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João. — Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 1”Não se perturbe o vosso coração. Tendes fé em Deus, tende fé em mim também. 2Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fosse, eu vos teria dito. Vou preparar um lugar para vós 3e, quando eu tiver ido preparar-vos um lugar, voltarei e vos levarei comigo, a fim de que onde eu estiver estejais também vós. 4E, para onde eu vou, vós conheceis o caminho”. 5Tomé disse a Jesus: “Senhor, nós não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho?” 6Jesus respondeu: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim. 7Se vós me conhecêsseis, conheceríeis também o meu Pai. E desde agora o conheceis e o vistes”. 8Disse Felipe: “Senhor, mostra-nos o Pai, isso nos basta!” 9Jesus respondeu: “Há tanto tempo estou convosco, e não me conheces, Felipe? Quem me viu, viu o Pai. Como é que tu dizes: ‘Mostra-nos o Pai’? 10Não acreditas que eu estou no Pai e o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo, mas é o Pai, que, permanecendo em mim, realiza as suas obras. 11Acreditai-me: eu estou no Pai e o Pai está em mim. Acreditai, ao menos, por causa destas mesmas obras. 12Em verdade, em verdade vos digo, quem acredita em mim fará as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas. Pois eu vou para o Pai”.

  • COMO O PÃO SE TRANSFORMA EM JESUS – Padre Leo Trese

    Cremos que a substância do pão deixou de existir completa e totalmente, e que a substância do próprio Corpo de Cristo substituiu a substância do pão, que ficou aniquilada. Cremos também que Jesus, pelo seu poder onipotente como Deus, preservou as aparências do pão e do vinho, apesar do fato de as respectivas substâncias terem desaparecido. Por “aparências” de pão e de vinho entendemos todas as formas externas e acidentais que de um modo ou de outro podem ser percebidas pelos sentidos da vista, do tato, do paladar, do ouvido e do olfato. A Sagrada Eucaristia ainda parece pão e vinho, ainda sabe e cheira a pão e vinho, ainda é sensível ao tato como pão e vinho, e, se a partíssemos ou derramássemos, soariam a pão e vinho. Inclusive se a submetêssemos a um exame microscópico, eletrônico ou radiológíco, só poderíamos perceber nela as qualidades do pão e do vinho. Com efeito, a observação humana só pode obter a aparência externa de qualquer coisa. A sua configuração, a sua reação a determinadas circunstâncias, as leis físicas a que parece obedecer, são as únicas questões que a ciência pode investigar. Mas a substância de uma coisa, o que lhe está subjacente, a substância como substância, está fora do alcance dos sentidos e dos instrumentos humanos. Hoje em dia, a ciência da física nuclear teoriza que toda matéria é uma forma de energia; que toda matéria se compõe de partículas em movimento, carregadas eletricamente. A diferença entre um pedaço de madeira e um pedaço de ferro é simplesmente a diferença entre o número, a velocidade e a direção das partículas carregadas eletricamente que compõem os dois materiais. Mas se o físico consegue fotografar com uma câmara eletrônica algumas dessas partículas, ainda continua manejando aparências. A substância como substância, aquilo que faz uma coisa ser o que é e não outra coisa, continua a estar fora do alcance dos cientistas. Todo este tema da relação da “substância” (o que uma coisa é) com os “acidentes” (as qualidades perceptíveis de uma coisa) é uma questão filosófica, e não podemos estender-nos aqui na sua análise. Basta-nos saber, como sabemos, que, pelas palavras da consagração, a substância do corpo de Cristo substitui a substância do pão, e que a substância do sangue de Cristo substitui a substância do vinho, ao mesmo tempo que permanecem as aparências do pão e do vinho. Evidentemente, é um milagre; um milagre contínuo, realizado centenas de milhares de vezes por dia pelo poder infinito de Deus. A bem dizer, é um duplo milagre: é o milagre da transformação do pão e do vinho em Jesus Cristo; e o milagre adicional pelo qual Deus mantém as aparências do pão e do vinho, ainda que a substância subjacente tenha desaparecido, como se o rosto de uma pessoa permanecesse num espelho depois de esta se ter retirado. A mudança operada pelas palavras da consagração é de um tipo especial, e a Igreja teve de cunhar um termo especial para a designar: transubstanciação, que, literalmente, significa a passagem de uma substância para outra; neste caso, uma singular espécie de mudança. Na vida ordinária, estamos acostumados a muitas espécies de mudanças. Às vezes, são mudanças apenas aparentes, como quando a água gela e se torna sólida, ou um pedaço de barro é modelado e se torna um vaso. Vemos também mudanças que afetam tanto a substância como os acidentes, como quando o vinho se transforma em vinagre, ou o carvão sob pressão se torna um diamante. Tem havido mudanças milagrosas deste gênero, como a que Jesus operou em Caná, mudando a água em vinho. No entanto, em lugar nenhum da ordem natural e, pelo que conhecemos, também na ordem sobrenatural, se produzem mudanças semelhantes à que se opera no pão e no vinho pelas palavras da consagração; uma mudança de substância sem mudança de aparências. Por essa razão, a palavra “transubstanciação” se aplica exclusivamente a esse milagre quotidiano. Ainda que, pelas palavras da consagração, o corpo de Jesus se torne presente sob as aparências do pão, e o seu sangue sob as aparências do vinho, sabemos que a Pessoa de Jesus, ressuscitado dentre os mortos, não pode ser dividida. Onde está o seu corpo, deve estar também o seu sangue; e onde estão o seu corpo e o seu sangue, devem estar também a sua alma e a sua natureza divina, a que estão unidos o seu corpo e o seu sangue. Do mesmo modo, onde está o sangue de Jesus, deve estar Jesus inteiro. Em conseqüência, pelas palavras “Isto é o meu corpo”, torna-se presente não só o corpo de Jesus, como também — pelo que os teólogos chamam “concomitância” , quer dizer, por força da sua unidade de Pessoa — o seu sangue, alma e divindade. O mesmo ocorre na consagração do vinho. É por esta razão que não é necessário receber a Comunhão sob as duas espécies de pão e vinho, embora se possa fazê-lo nos casos previstos pelas normas litúrgicas. Se a recebemos sob qualquer das duas, seja pão, seja vinho, recebemos Jesus todo, completo e inteiro. Jesus Cristo, todo e inteiro, está presente na Sagrada Eucaristia sob as aparências do pão e do vinho. Está presente simultaneamente em cada uma das hóstias consagradas de cada altar de todo o mundo e em cada cálice consagrado onde quer que se celebre a Santa Missa. Mais ainda, Jesus todo e inteiro está presente em cada partícula consagrada e em cada gota de vinho consagrado. Se a sagrada hóstia se divide — como o sacerdote faz durante a Missa —, Jesus está totalmente presente em cada uma das partes. Se caísse ao chão uma partícula da hóstia consagrada ou se derramasse uma gota do cálice, Jesus estaria presente todo e inteiro nessa partícula e nessa gota. É por isso que os panos de altar têm que ser lavados com a máxima reverência, porque poderia haver, aderida a eles, uma partícula das Sagradas Espécies. Estes panos de altar compreendem o corporal, sobre o qual se coloca a patena com a hóstia e o cálice consagrados durante a Missa; a pala, o pano quadrado que cobre o cálice durante a Missa; e o sanguíneo, o pano com que o sacerdote enxuga os lábios depois de consumir o precioso Sangue e seca os dedos e o cálice depois de lavar o cálice com vinho e água, ou só com água. Jesus, evidentemente, não deixa o seu lugar no céu, “à direita do Pai”, para se tornar presente na Sagrada Eucaristia. Permanece no céu e está no altar. Quem se faz presente sob as aparências do pão e do vinho é o corpo glorificado de Jesus, o seu corpo tal como está no céu. Na Sagrada Eucaristia, Jesus está presente tal como é no tempo dessa presença. Na Última Ceia, por exemplo, foi o corpo “passível” de Jesus (quer dizer, ainda mortal) que se tornou presente quando pronunciou as palavras da consagração, pois ainda não tinha morrido. Se os Apóstolos tivessem celebrado Missa naquelas horas em que Jesus permaneceu no sepulcro, o que se teria tornado presente seria o seu corpo morto; sob as aparências do pão teria estado o seu corpo sem o sangue, e sob as aparências do vinho, o seu sangue sem o corpo, pois este estava empapando o solo do Calvário. Teria estado presente também a sua natureza divina, visto que corpo e sangue estão inseparavelmente unidos ao Filho; mas teria estado ausente a alma, que se achava no limbo. A presença de Jesus na Eucaristia — sob dimensões tão pequenas e em tantos lugares ao mesmo tempo — parece suscitar duas aparentes dificuldades: 1. Como pode um corpo humano estar presente num espaço tão pequeno? 2. Como pode um corpo humano estar em vários lugares ao mesmo tempo? Estas dificuldades, é claro, são apenas aparentes. Deus assim o fez; portanto, pode ser feito. Deve-se recordar que Deus é o autor da natureza, o amo e o senhor da Criação. As leis físicas do universo foram estabelecidas por Deus, e Ele pode suspender a sua ação se assim o quiser, sem que o seu poder infinito tenha que fazer nenhum esforço. É verdade que, segundo a experiência humana, um corpo deve ter determinada “extensão”, isto é, deve ocupar determinado espaço. Segundo a nossa experiência, um corpo deve estar num só lugar de cada vez. A multilocação (estar em vários lugares ao mesmo tempo) é algo desconhecido para nós. Pode-se, pois, afirmar que um corpo sem extensão no espaço, ou que ocupe vários lugares ao mesmo tempo, é um impossível físico; isto é, impossível para as leis físicas. Mas estes fenômenos não são impossíveis metafisicamente; quer dizer, não há contradição inerente na idéia de um corpo sem extensão ou na idéia da multilocação. Uma contradição inerente os tornaria absolutamente impossíveis; estaria neste caso, por exemplo, a idéia de um círculo quadrado, que é uma contradição nos seus próprios termos. Talvez isto nos arraste excessivamente para o campo da filosofia. Mas os pontos que nos interessa deixar claro são: primeiro, que Jesus não está presente na Eucaristia em miniatura. Está ali na plenitude da sua Pessoa glorificada, de uma maneira espiritualizada, sem extensão nem espaço. Não tem altura, largura ou espessura. O segundo ponto é que Jesus não se multiplica: não passa a haver muitos Jesuses; também não se divide entre as diferentes hóstias. Há um só Jesus, completo e indiviso. A sua multilocação não é resultado de multiplicações ou divisões, mas da suspensão da lei do espaço relativamente ao seu sagrado corpo. É como se estivesse num lugar, e todas as partes do espaço fossem atraídas para Ele. É fácil ver a razão pela qual a Eucaristia é chamada — e é — o sacramento da unidade. Quando comungamos — nós e os nossos companheiros de comunhão do mundo inteiro —, estamos onde Ele está. O espaço se dissolveu para nós, e todos juntos somos um em Cristo. Quanto tempo permanece Jesus na Sagrada Eucaristia? O tempo que permanecem as espécies do pão e do vinho. Se um fogo repentino destruísse as hóstias consagradas do sacrário, Jesus não se queimaria. As aparências do pão e do vinho se transformariam em cinzas, mas Jesus já não estaria lá. Quando, depois de comungarmos, o nosso processo digestivo destrói as aparências do pão, Jesus já não permanece corporalmente em nós; só fica a sua graça. (Capítulo do livro A fé explicada, do padre jesuíta americano Leo Trese, p. 266-270. A obra foi publicada no Brasil pela editora Quadrante. Leo Trese — 1902-1070 — foi um dos padres mais lidos nos EUA, através de livros e artigos jornalísticos largamente difundidos pelo país, graças ao humor e à simplicidade com que expunha os aspectos mais complexos da doutrina católica).

  • Homilia do 4º Domingo da Páscoa

    Leia o Evangelho e em seguida escute a homilia do 4º Domingo da Páscoa Anúncio do Evangelho (Jo 10,1-10) — O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João. — Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, disse Jesus: 1“Em verdade, em verdade vos digo, quem não entra no redil das ovelhas pela porta, mas sobe por outro lugar, é ladrão e assaltante. 2Quem entra pela porta é o pastor das ovelhas. 3A esse o porteiro abre, e as ovelhas escutam a sua voz; ele chama as ovelhas pelo nome e as conduz para fora. 4E, depois de fazer sair todas as que são suas, caminha à sua frente, e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz. 5Mas não seguem um estranho, antes fogem dele, porque não conhecem a voz dos estranhos”. 6Jesus contou-lhes esta parábola, mas eles não entenderam o que ele queria dizer. 7Então Jesus continuou: “Em verdade, em verdade vos digo, eu sou a porta das ovelhas. 8Todos aqueles que vieram antes de mim são ladrões e assaltantes, mas as ovelhas não os escutaram. 9Eu sou a porta. Quem entrar por mim, será salvo; entrará e sairá e encontrará pastagem. 10O ladrão só vem para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.

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