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- Papa a sacerdotes: maior dedicação à penitência e à direção espiritual
Formar a consciência dos fiéis retamente, «prioridade pastoral» Por Inma Álvarez CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 16 de março de 2009 (ZENIT.org).- O Papa exortou os sacerdotes a cuidarem especialmente da formação de uma reta consciência nos fiéis, através sobretudo do sacramento da Penitência e da direção espiritual. Em uma mensagem aos participantes do curso sobre o «Fórum Interno», organizado pelo tribunal da Penitenciaria Apostólica, que a Santa Sé divulgou no sábado passado (14 de março), o Papa afirma que esta questão é «prioritária». «Neste novo tempo, constitui sem dúvida uma de nossas prioridades pastorais formar retamente as consciências dos crentes – explicou o Papa – estimulando-as a perceber cada vez melhor o sentido do pecado.» Este sentido do pecado, acrescentou, «hoje, em parte, está o perdido ou, pior ainda, obscurecido por um modo de pensar e viver etsi Deus non daretur, segundo a conhecida expressão de Grócio, que está agora de grande atualidade, e que denota um relativismo fechado ao verdadeiro sentido da vida». Contudo, este obscurecimento do sentido do pecado provocou um aumento dos «sentimentos de culpa, que se quiseram eliminar com remédios paliativos insuficientes», acrescenta. Diante disso, propõe a necessidade de uma maior dedicação dos sacerdotes a este campo, especialmente através da catequese, da homilia e da direção das almas na confissão. Hoje mais que nunca, afirma, precisamos «de mestres de espírito sábios e santos: um importante serviço eclesial, para o que é necessária sem dúvida uma vitalidade interior que deve implorar-se como dom do Espírito Santo mediante a oração prolongada e intensa e uma preparação específica que se adquiri com cuidado». «Nos diversos contextos em que se encontrarão vivendo e trabalhando, procurem manter sempre viva em si mesmos a consciência de dever ser dignos ministros da misericórdia divina e educadores responsáveis das consciências.» A respeito disso, propôs como modelo o Cura d’Ars, São João Maria Vianney, agora no 150º aniversário de sua morte. Dele se escreveu que «na catequese que ministrava cada dia a crianças e a adultos, na reconciliação que administrava aos penitentes e nas obras impregnadas dessa caridade ardente, que ele obtinha da santa Eucaristia como de uma fonte, avançou até tal ponto que difundiu em todo lugar seu consenso e aproximou muitos sabiamente de Deus», recorda o Papa. Por outro lado, afirma que neste campo, a pregação, mais concretamente as homilias, são um veículo muito importante de formação dos fiéis. «A homilia, que, com a reforma querida pelo Concílio Vaticano II, voltou a adquirir seu papel sacramental dentro do único ato de culto constituído pela liturgia da Palavra e pela da Eucaristia, é sem dúvida a forma de pregação mais difundida, com a qual cada domingo se educa a consciência de milhões de fiéis», afirma. É necessário, adverte, adaptar a pregação à mentalidade contemporânea. Também aconselha, no campo da catequese, não deixar de utilizar os meios telemáticos necessários, pois «oferecem oportunidades providenciais para anunciar, de forma nova e mais próxima das sensibilidades contemporâneas, a perene e imutável Palavra de verdade que o Divino mestre confiou à sua Igreja». #penitência #confissão #relativismo #sacramento #Verdade #Deus #Maria #vaticanoii #Misericórdia #SantaSé #Eucaristia #Sacerdotes #ConcílioVaticano #Espírito #reconciliação #Homilia #Liturgia #Pastoral #ConcílioVaticanoII #Vaticano #EspíritoSanto #adultos #adverte
- Bento XVI anuncia que Igreja vai realizar um Ano Sacerdotal
Rádio Vaticano Por ocasião dos 150 anos da morte do Santo Cura d’Ars, João Maria Vianney, Bento XVI anunciou esta manhã que, de 19 de junho de 2009 a 19 de junho de 2010, se realizará um especial Ano Sacerdotal, que terá como tema: “Fidelidade de Cristo, fidelidade do sacerdote”. Segundo comunicado divulgado pela Sala de Imprensa da Santa Sé, o Santo Padre abrirá este Ano presidindo a celebração das Vésperas, em 19 de junho, solenidade do Santíssimo Coração de Jesus e Dia de santificação sacerdotal, na presença da relíquia de Cura d’Ars trazida pelo Bispo de Belley-Ars. Bento XVI encerrará o Ano em 19 de junho de 2010, participando de um “Encontro Mundial Sacerdotal” na Praça S. Pedro. Ainda de acordo com o comunicado, durante este Ano jubilar, Bento XVI proclamará São João Maria Vianney “Padroeiro de todos os sacerdotes do mundo”. Além disso, será publicado o “Diretório para os Confessores e os Diretos Espirituais”, junto a uma coletânea de textos do Santo Padre sobre temas essenciais da vida e da missão sacerdotal na época atual. A Congregação para o Clero, em parceria com os Ordinários diocesanos e os Superiores dos Institutos religiosos, será o encarregado de promover e coordenar as várias iniciativas espirituais e pastorais. A finalidade deste Ano é ressaltar sempre a importância do papel e da missão do sacerdote na Igreja e na sociedade contemporânea, como também a necessidade de potencializar a formação permanente dos sacerdotes, relacionado-a com a dos seminaristas. #coração #celebração #Santíssimo #formação #Vésperas #missão #relíquia #Santo #santificação #Vianney #Solenidade #Igreja #fidelidade #Jesus #Espirituais #Bento
- Carta papal sobre levantamento de excomunhões: Evangelho no centro
Comentário do Pe. Federico Lombardi, S.J. CIDADE DO VATICANO, domingo, 15 de março de 2009 (ZENIT.org).- A carta de Bento XVI enviou na última quinta-feira aos bispos do mundo inteiro, para explicar o levantamento da excomunhão dos bispos ordenados ilegitimamente em 1988 por Dom Marcel Lefebvre, coloca o Evangelho no centro da vida da Igreja, explica seu porta-voz. O Pe. Federico Lombardi, S.J., diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, analisou este documento, que qualifica de «original, de estilo sucinto e pessoal», no último editorial de Octava Dies, semanário do Centro Televisivo Vaticano, que ele também dirige. «A ocasião – como se sabe – são as discussões suscitadas pela decisão de levantar a excomunhão dos quatro bispos que haviam sido ordenados por Dom Lefebvre, medida cuja natureza, limite e intenção o Papa explica claramente. Isto é, a busca da unidade também quando é difícil.» Mas este documento «tem um significado muito mais amplo, porque se torna testemunho firme das prioridades e dos critérios de Bento XVI em seu serviço de governo da Igreja». O Papa reitera as grandes prioridades do seu pontificado: «conduzir os homens a Deus, ao Deus que se revelou na Bíblia e em Cristo; a unidade dos cristãos e o ecumenismo; o diálogo entre os crentes em Deus, isto é, o diálogo inter-religioso para impulsionar a paz no mundo e a dimensão social da caridade cristã». «São as prioridades que conhecemos muito bem desde o primeiro discurso de Bento Xvi na Capela Sistina. Prioridades que ele traduziu fielmente na prática de cada dia, com suas palavras e obras.» «Além disso, o Papa destaca com firmeza o critério que guia o seu governo e o espírito que o anima.» «É o Evangelho, a lei nova em Cristo. Se ele se empenha e se expõe em um caminho de reconciliação que suscita tantas resistências, é porque o Senhor nos disse que se o nosso ‘irmão tem algo contra nós’, devemos deixar a oferta diante do altar e ir antes reconciliar-nos com ele.» «E o Evangelho deve ser levado a sério – conclui o porta-voz. O mandamento do amor é exigente. Damos graças ao Papa por ter testemunhado, mais uma vez, com tanta eficácia à Igreja e ao mundo que Deus está em primeiro lugar e que o melhor caminho para ir a Ele é o Evangelho de Jesus.» #excomunhão #Lombardi #Cristo #Sistina #Evangelho #Deus #Espírito #reconciliação #Televisivo #ilegitimamente #testemunho #Bíblia #Igreja #Marcel #Amor #Jesus #ecumenismo #Capela
- Papa convida a redescobrir presença de Cristo na Eucaristia
Recebe em audiência os membros da Congregação para o Culto Divino Por Inma Álvarez CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 13 de março de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI sublinhou nesta quinta-feira a importância de aprofundar no mistério da Eucaristia, aumentando a consciência dos fiéis, especialmente dos futuros sacerdotes, sobre a Presença Real de Cristo nas espécies eucarísticas. Esta preocupação foi o tema central de seu discurso aos participantes na plenária da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, que dedicaram o tema de sua reunião à prática da adoração eucarística. O Papa agradeceu neste sentido que para o dicastério atualmente presidido pelo cardeal Antonio Cañizares, administrador apostólico de Toledo, «a insistência sobre o tema da Eucaristia como fonte inextinguível de santidade foi uma urgência de primeira ordem». Na atualidade é necessário, sublinhou o Papa, «promover a fé na presença real do Senhor na Santa Eucaristia e assegurar na celebração da Santa Missa toda a dimensão da adoração», para o qual a prática da adoração eucarística supõe um recurso pastoral importante. Este esclarecimento é importante, sublinhou, sobretudo pelos «desvios que talvez contaminaram a renovação litúrgica pós-conciliar, revelando uma compreensão reducionista demais do mistério eucarístico». Esta preocupação esteve muito presente no Sínodo de 2005, no qual «os padres sinodais não haviam deixado de manifestar preocupação por certa confusão gerada depois do Concílio Vaticano II, sobre a relação entre Missa e adoração do Santíssimo Sacramento», explicou o Papa. Diante disto, o Papa recorda que a doutrina da transubstanciação do pão e do vinho e da presença real «são verdades de fé evidentes já na própria Sagrada Escritura e confirmadas depois pelos padres da Igreja». Adoração de amor O pontífice quis também especificar o sentido que o termo «adoração» deve ter para os cristãos, e que não é o da mera submissão, mas que «a palavra latina ad-oratio, ao contrário, denota o contato físico, o beijo, o abraço, que está implícito na idéia do amor». «O aspecto da submissão prevê uma relação de união, porque aquele a quem nos submetemos é Amor. De fato, na Eucaristia a adoração deve converter-se em união: união com o Senhor vivo e depois com seu Corpo místico», explica. Recordou suas próprias palavras na esplanada de Marienfeld, durante a Jornada Mundial da Juventude de Colônia: na Eucaristia se vive a «profunda transformação da violência em amor, da morte em vida; ela arrasta consigo as demais transformações. Pão e vinho se convertem em seu Corpo e Sangue». «Este aprofundamento será possível só através de um maior conhecimento do mistério em plena fidelidade à sagrada Tradição, e aumentando a vida litúrgica dentro de nossas comunidades», acrescenta o Papa, citando a Spiritus et Sponsa de João Paulo II. Neste sentido, animou também a redescobrir outras práticas ligadas à Eucaristia, como o jejum, especialmente nesta Quaresma, «não só como prática ascética, mas também como preparação para a Eucaristia e como arma espiritual para lutar contra todo eventual apego desordenado a nós mesmos». «Que este período intenso da vida litúrgica nos ajude a afastar tudo aquilo que distrai o espírito e a intensificar o que nutre a alma, abrindo-a ao amor a Deus e ao próximo», concluiu. #celebração #Quaresma #Cristo #Santíssimo #AdoraçãoEucarística #litúrgica #Espiritual #Senhor #JoãoPauloII #Eucaristia #CultoDivino #ConcílioVaticano #Espírito #Papa #BentoXVI #hóstia #VerbodeDeus #Igreja #Alma #Vaticano #Amor #adoração #Consagração #Jesus #Missa #Renovação #Cardeal
- Evangelize pela internet enviando versículos ao Twitter.
O Twitter é um serviço de “microbloging” muito usado na atualidade. Provavelmente você tem uma conta no Twitter ou esta para cria-la. Se você já tem uma conta, que tal enviar versículos bíblicos e evangelizar seus amigos? Para fazer isso é muito simples. Agora ao passar o mouse sobre qualquer versículo será exibido um icone no canto direito. Basta clicar este icone e você será redirecionado para o Twitter e a pagina será carregada já com o versículo escolhido. Ai é só postar! 😉 #Cristo #evangelizar #versículo #Evangelize #atualidade #Twitter #postar #serviço #Bíblia #Internet #redirecionado #Igreja #Mouse #Jesus
- Fraternidade São Pio X mostra disposição para debater sobre Concílio Vaticano II
Comunicado de Dom Fellay em resposta à carta do Papa MENZINGEN, sexta-feira, 13 de março de 2009 (ZENIT.org).- O superior da Fraternidade Sacerdotal de São Pio X agradeceu Bento XVI pela carta que publicou nesta quinta-feira sobre a remissão da excomunhão aos quatro bispos seguidores de Dom Marcel Lefebvre, porque permite reconduzir o debate aos temas doutrinais. Assim manifestou o superior da Fraternidade, Dom Bernard Fellay, em um comunicado. «A Fraternidade Sacerdotal de São Pio X assegura a Bento XVI sua vontade de abordar os debates doutrinais considerados ‘necessários’ pelo Decreto de 21 de janeiro.» Dom Fellay agradece ao Papa que, «após a recente avalanche de protestos, tenha devolvido o debate à altura em que deve estar, a da fé», e coincide com ele em que a primeira preocupação é «a pregação em nossa época, na qual em regiões vastas da terra a fé corre o perigo de ser apagada como uma chama que não encontra onde alimentar-se». Desta forma, afirma sua vontade de enfrentar o diálogo previsto pelo Papa sobre a questão do Concílio. «Longe de querer deter a Tradição a 1962, desejamos considerar o Concílio Vaticano II e o ensinamento pós-conciliar à luz desta Tradição – afirma o prelado –, sem ruptura e em um desenvolvimento perfeitamente homogêneo.» #excomunhão #homogêneo #debater #enfrentar #PapaBentoXVI #comunicado #reconduzir #Avalanche #decreto #sacerdotal #desenvolvimento #Marcel #MENZINGEN #Fraternidade #Fellay #FraternidadeSacerdotaldeSãoPioX
- Cardeal Cañizares: «adorar Deus é o que muda a vida dos cristãos»
A Congregação para o Culto Divino refletirá sobre a importância da adoração eucarística CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 10 de março de 2009 (ZENIT.org).- Nesta época de secularização, é conveniente, seguindo o exemplo do próprio Papa Bento XVI, recuperar a prática da adoração eucarística. Assim deu a entender hoje o prefeito da Congregação para o Culto Divino, cardeal Antonio Cañizares, a propósito da plenária que seu dicastério realiza esta semana. Em declarações à Rádio Vaticano, o purpurado explicou que a adoração eucarística será o tema central da reunião plenária, que acontecerá na Santa Sé até a próxima sexta-feira. «A liturgia é antes de tudo adoração – explicou. A Igreja é obra de Deus, é ação de Deus, é reconhecimento do que Deus faz em favor dos homens. E a adoração que a liturgia expressa, sobretudo a Eucaristia, é o reconhecimento de Deus, de que tudo vem d’Ele, de que tudo o que nos pertence deve chegar a Ele.» Precisamente no atual contexto de secularização, em que «se tende a esquecer Deus, a considerá-lo pouco importante para a vida», acrescentou o cardeal Cañizares, é oportuno «reafirmar que Deus é o primeiro». «Isso é o que mudará a vida dos cristãos e da Igreja», acrescentou. Quando a Igreja «esquece que Deus é o centro de tudo, converte-se em uma instituição meramente humana». Uma prática secular Ainda que a devoção eucarística tenha sido de grande importância desde os primeiros séculos do cristianismo, a adoração fora da Missa começa a ser configurada desde o século XI, e sobretudo após a afirmação da presença real de Cristo pelos concílios romanos de 1059 e de 1079. A adoração eucarística recebeu um forte impulso entre os séculos XIII e XIV, com o estabelecimento da festa de Corpus Christi em todo o mundo cristão, uma devoção que em oito séculos aumentou enormemente, especialmente após o Concílio de Trento, na Espanha, na Itália e nos países latino-americanos. Ao longo da história, surgiram muitas associações dedicadas à veneração do Santíssimo Sacramento. A mais estendida atualmente é a Adoração Noturna, que em sua forma atual procede da associação fundada por Hermann Cohen em Paris, em 1848. #Cristo #Santíssimo #sacramento #AdoraçãoEucarística #Deus #Trento #veneração #Adorar #Senhor #história #Eucaristia #purpurado #Igreja #Noturna #adoração #Corpus #Jesus #Concílio #Missa #CorpusChristi
- Caso da menina violentada no Brasil: «por que chegamos a isso?»
Questiona o novo arcebispo do Rio de Janeiro Por Alexandre Ribeiro BRASÍLIA, terça-feira, 10 de março de 2009 (ZENIT.org).- O novo arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, considera que uma pergunta não foi feita no caso da menina brasileira de nove anos estuprada pelo padrasto, tendo ficado grávida e os fetos submetidos a aborto: «por que chegamos a isso?». Antes de desenvolver o artigo em que comenta o caso –texto difundido ontem pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil)–, o arcebispo chama a atenção para o fato de que muito do destaque da mídia brasileira ao episódio foi dado por emissoras de comunicação «mandadas por grupos religiosos independentes». Ao prosseguir seu artigo, Dom Orani questiona: «quando uma pessoa que, tendo seus desequilíbrios emocionais, é capaz de usar sexualmente e brutalmente de uma criança a sociedade deveria se perguntar: “por que chegamos a isso?”». «Do modo que coisas se movem no mundo, é bem capaz que o que hoje é crime amanhã seja virtude, como já aconteceu em muitas outras situações – veja-se nesse caso toda a campanha pró-aborto.» No caso da gravidez da menina, Dom Orani considera que «a magistratura só soube oferecer um tipo de ajuda: a de matar a criança por nascer e ainda ameaçando a mãe da menor que estava nessa situação. Fala-se tanto de direitos para todos e critica-se a Igreja por defender a todos». «Interessante é o depoimento da mãe da adolescente, que testemunhou que o único lugar em que não foi maltratada e sim respeitada foi o escritório da Caritas. Em todos os demais lugares só recebeu acusações e maus-tratos», escreve. Mas –prossegue Dom Orani– «a pergunta ainda continua: por que essas coisas acontecem? A nossa resposta está na mudança de época e de cultura que ora vivemos». «A desvalorização da vida, da família, dos valores, da fé acabou conduzindo-nos a um estilo de vida hedonista, subjetivista, consumista e laxista, que parece não ter volta.» «Mas nós acreditamos que o nosso mundo tem jeito! É essa nossa esperança e nossa luta!», escreve. «As situações degradantes e complexas irão aumentar enquanto não avançarmos para uma sociedade moderna, onde as pessoas se respeitam, respeitam a vida e sabem cultivar valores.» «Enquanto vivermos na “idade da pedra”, resolvendo as coisas matando os inocentes e criando violência em nossa frágil sociedade, o homem sempre terá saudade da utopia do “mundo novo”», afirma o arcebispo. Dom Orani convida os católicos a pensarem «sobre esses caminhos por onde hoje andamos enquanto vivemos a Quaresma e a Campanha da Fraternidade, que questiona justamente as bases de nossa sociedade», ao discutir a questão da violência e da segurança pública. «Da resposta que dermos a essas interrogações dependerá o nosso futuro», afirma. #excomunhão #CNBB #Quaresma #comunicação #Cáritas #adolescente #religiosos #Católico #Brasil #Aborto #esperança #época #virtude #menina #sociedade #bispos #Orani #grávida #Igreja #Alexandre #Fraternidade #criança #excomungado
- Bispos do mundo inteiro analisam Facebook e redes sociais
Convocados em Roma pelo Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais Por Jesús Colina CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 9 de março de 2009 (ZENIT.org).- O Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais convocou em Roma cerca de 75 bispos e vários sacerdotes em representação de 82 países para analisar os desafios e possibilidades propostos à evangelização pelos novos meios de comunicação digitais. O dicastério da Santa Sé, presidido pelo arcebispo Claudio Maria Celli, propôs começar este encontro, que será concluído em 13 de março, com uma visão da evolução que a internet experimentou nos últimos anos: das páginas web e dos blogs às redes sociais (Facebook, Youtube, Flikr, Twitter etc.). Navegando na internet junto à professora Nicoletta Vittadini, do Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade Católica de Milão, bispos de todos os continentes descobriram ou redescobriram na manhã desta segunda-feira estes lugares de encontro, especialmente para jovens e adolescentes. Posteriormente, o professor Francesco Casetti, diretor do Departamento de Comunicação da Universidade Católica, refletiu junto aos prelados sobre as implicações antropológicas destas novas realidades. O congresso, que conta também com a orientação de professores da Universidade Pontifícia Salesiana e da Universidade Pontifícia da Santa Cruz, está analisando de maneira inédita a mensagem que Bento XVI escreveu para a Jornada Mundial das Comunicações Sociais de 2009 sobre o tema «Novas tecnologias, novas relações. Promover uma cultura de respeito, de diálogo, de amizade». Ao começar o congresso, Dom Celli explicou aos jornalistas: «Nós nos perguntaremos qual é a posição da Igreja, que o que a Igreja tem de fazer, porque é inegável, vê-se cada vez mais, e se pode ver na mensagem do Papa, que as novas tecnologias não são somente instrumentos, mas que estes instrumentos criam uma nova cultura digital». «O grande problema do nosso congresso será ver como a Igreja está presente nesta nova cultura, oferecendo sua própria contribuição. É um tema sumamente delicado.» Por este motivo, explica o arcebispo italiano, este congresso quer oferecer dicas para a pastoral da Igreja no mundo, que deverão concretizar-se em um novo documento vaticano. «O documento que fundamenta nossa ação é Inter mirifica, do Concílio Vaticano II. Depois, o Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais publicou um documento muito importante, Aetatis Nova, de 1992. Pensamos que desde então passou muito tempo e que as novas tecnologias propõem novas perguntas, novos interesses, novas emergências pastorais.» «A ideia deste congresso consiste em ver, junto aos bispos, quais são as orientações de uma nova pastoral da Igreja no campo dos meios de comunicação social. Depois, o Conselho, junto a cardeais, bispos e consultores, se empenhará na redação de um novo documento.» No diálogo com os bispos, Dom Celli reconheceu que o grande desafio para eles é o fato de não terem nascido na era digital, o que implica que, diferentemente dos jovens, ela tem de ser aprendida. Um jovem bispo, procedente da Nigéria, comentou que, neste sentido, os bispos têm a tarefa de aprender dos jovens, algo ao qual não estão acostumados. Dom Celli insistiu no exemplo que Bento XVI deu ao decidir estar presente com um canal oficial no Youtube (www.youtube.com/vatican). O prelado revelou que um jornalista lhe perguntou como é possível que um Papa se «rebaixe» para estar presente em uma realidade como essa, na qual aparece todo tipo de vídeos. O presidente do dicastério vaticano explicou que Cristo também se «rebaixou» para assumir a natureza humana, e explicou que a intenção de Bento XVI é estar «onde as pessoas se encontram». Vários cardeais já estão presentes no Facebook, pelo que o cardeal Celli propôs a pergunta sobre se o Papa também estará nessa comunidade virtual. A resposta de Dom Celli foi prudente: não se está pensando nisso, ao menos de maneira imediata. #AetatisNova #PapaBentoXVI #Youtube #Twitter #Nigéria #Facebook #IgrejaCatólica
- Quaresma: tomar em mãos um bom livro, abrir o Evangelho, indica cardeal
É tempo de reflexão, afirma Dom Geraldo Agnelo SALVADOR, quarta-feira, 4 de março de 2009 (ZENIT.org).- A Quaresma «é tempo de reflexão, porque o cristão é alguém que pensa», afirma o cardeal Geraldo Majella Agnelo. Ao comentar o sentido da Quaresma em artigo enviado a Zenit hoje, o arcebispo de Salvador (Bahia, nordeste do Brasil) recorda que os primeiros cristãos «acreditaram que também eles tinham necessidade de tomar para si, cada ano, quarenta dias, para meditar sobre o mistério de Jesus morto e ressuscitado». «Assim nasceu a Quaresma. Quaresma, em latim Quadragésima, significa quadragésimo dia. De quarta feira de cinzas até começar a Semana Santa são quarenta dias.» «O que fazer nesse tempo? –questiona o arcebispo–. Os evangelistas nos apresentam Jesus como pessoa reflexiva que amava o recolhimento, a meditação, a oração.» Segundo Dom Geraldo Agnelo, seguindo o exemplo de Jesus, «somos convidados a criar também para nós este clima de seriedade e de empenho». «Ser capazes de algumas vezes desligar o rádio e o televisor em nossa casa. Tomar em mãos um bom livro, abrir o Evangelho: ler, refletir, pensar em nossa vida, em nossos projetos, o que estamos preparando», indica. Afirma também que é preciso «pensar nos que nos são caros, no significado de nossa presença em seu meio. Enfim no que pensamos fazer sob o olhar do Senhor». «Quaresma é tempo de reflexão, porque o cristão é alguém que pensa. É preciso aprofundar, compreender: uma frase, por exemplo, do evangelho de hoje.» «Jesus depois de quarenta dias voltou para o meio da gente e começou a pregar: “O tempo chegou, o reino de Deus está próximo, convertei-vos e crede no Evangelho”. São palavras sérias e comprometedoras», destaca. O cardeal Agnelo enfatiza que este é um momento «de recolher-se em oração, fazer deserto. Aprender de Jesus, que se retirava de bom grado nos lugares solitários». «Um pouco de escuta, de reflexão, de troca de ideias. Depois a volta à vida de todos os dias. Eis a surpresa: tornou-se diverso. Mudou-se por dentro», afirma. #Quaresma #Evangelho #Ressuscitado #Deus #Geraldo #Senhor #Evangelistas #salvadorbahia #Cristãos #Majella #oração #Evangelista #SemanaSanta #meditação #Bispo #geraldomajellaagnelo #Latim #Jesus #ReinodeDeus #Palavra #Cardeal
- Cultura católica deve influenciar indústrias de formação cultural
Fala o Prof. Jeffrey J. Langan na Santa Croce ROMA, segunda-feira, 2 de março de 2009 (ZENIT.org).- «É necessário uma cultura católica que possa influenciar de alguma forma o processo de financiamento, produção e distribuição das notícias, informações, arte, espetáculos e esportes, com o fim de reordenar todos estes setores com a retidão da ordem moral», afirmou o professor Jeffrey J. Langan (Holy Cross College of the University of Notre Dame) ao intervir na sexta-feira passada no Congresso «A fé e a razão na Universidade Pontifícia da Santa Cruz (Roma). O especialista, que ministrou uma conferência com o tema «A fé em uma cultura de livre mercado», partiu da consciência de que hoje está em curso «um verdadeiro e autêntico conflito cultural reduzido a elementos essenciais de identidade» e que «não parece haver nenhuma dúvida de que, entre todos, um grupo em particular se encontra hoje exercendo o poder de forma dominante». Referindo-se depois às maiores indústrias de formação cultural, Langan revelou que «estes setores vitais parecem ser controlados, pelo menos no mundo ocidental, por interesses alheios ao catolicismo», ainda que os que participam deles sejam católicos, os quais contudo «devem enfrentar o perigo de ver a informação distorcida pelas perspectivas de outros, além das que lhes são impostas pela necessidade de comprometer, adotar e fazer própria uma visão cultural antitética à ordem moral». Dirigindo-se depois à internet, o professor da Holy Cross College constatou que se dão «os mesmos problemas». Ainda que a «quase totalidade de organismos e grupos de informação, emissoras de televisão, promotores esportivos, diretores, empresários de alto nível e políticos vejam a internet como forma de comunicação nova e promissora para o desenvolvimento e a promoção da cultura», contudo, «em ausência de sanções dirigidas a fazer valer um conjunto de normas morais, também a internet acabará caindo sob o domínio dos plutocratas e das oligarquias». Isso acontece porque «a liberdade precisa de certo grau de proteção, do contrário se encontrará sempre à mercê das paixões dominantes». A resposta a estas problemáticas se encontraria «na reconstrução das bases filosóficas do sistema educativo», através das quais «as famílias ou as diversas associações existentes na sociedade» poderão «valer-se dos critérios-guia morais na hora de avaliar o próprio ambiente cultural». #Sistema #enfrentar #Mundo #Verdade #comunicação #professor #católicos #formação #Cultura #catolicismo #desenvolvimento #sociedade #Internet #SantaCruz #universidade #problemática #Famílias
- O que é Missa?
Por que o Sagrado Sacrifício Eucarístico é chamado Missa? Saiba aqui ouvindo este interessante aúdio de narração de um texto extraído do livro “Os Sacramentos trocados em miúdos”, de José Ribolla. Narrador: Emerson H. de Oliveira. Fonte: Veritatis Splendor Media #Sacramentos #Veritatis #Splendor #eucarístico #Sagrado #EmersonHdeOliveira #áudio #sacrifício #VeritatisSplendor #JoséRibolla #Podcast #Ribolla #Emerson #Missa
- O falacioso Protestantismo
Fonte: Veritatis Splendor Por Pedro Ravazzano “Quanto a mim, não acreditaria no Evangelho se não me movesse a isso a autoridade da Igreja católica”. Santo Agostinho O protestantismo vive num círculo vicioso. Vejamos, se hoje os Pais da Reforma ressuscitassem milagrosamente cairiam para trás ao ver a situação das igrejas por eles criadas e, muito provavelmente, seriam chamados de idólatras e pagãos por seus irmãos e filhos. Na verdade não precisamos ir tão longe na imaginação; comparem uma igreja metodista, anglicana, calvinista, luterana dos EUA, da Europa e do Brasil! Os metodistas ingleses e americanos usam imagens – ou ao menos usá-las não é motivo de discussão -, fazem igrejas em estilos góticos, gostam de cantos sacros e apreciam a piedosa devoção. Anglicanos invocam os santos, usam turibulo, seus líderes se paramentam como os Sacerdotes e Bispos católicos, constroem igrejas extremamente belas, usam velas, incensos etc. Já a Catedral Calvinista de Genebra honra a São Pedro, era lá onde Calvino pregava, fica ao lado do Museu da Reforma, quase um Vaticano protestante. Os luteranos do hemisfério norte também seguem diversas tradições católicas que eram respeitadas até mesmo pelos reformadores, se assemelham aos anglicanos quanto a isso. Eu apenas abordei pontos externos, se fosse fazer uma análise teológica as diferenças entre as denominações seriam gritantes. Os Pais da Reforma eram homens, em sua maioria, doutos e cultos, tinham acesso a obras de grande peso na cristandade, dominavam línguas, tinham uma cultura destacada; Lutero era um teólogo com relevo no cenário alemão, Calvino tinha uma formação clássica, Wesley, que apareceu séculos mais tarde, se educou na prestigiosa Universidade de Oxford. A questão que aparece é a seguinte, se esses homens estavam errados na sua hermenêutica bíblica, na compreensão do tal cristianismo primitivo, por que raios um pastor qualquer em pleno mundo moderno se colocaria como o descobridor da verdade cristã? Qual a autoridade que ele usa? Os Pais da Reforma se diziam inspirados pelo Espírito Santo, iluminados por Deus, o mesmo Espírito Santo e o mesmo Deus que “inspira” e “ilumina” os homens que hoje fazem interpretações e chegam a conclusões diferentes das obtidas pelos Luteros e Calvinos da vida – conclusões essas que na época da reforma já não eram nada parecidas! E, muito provavelmente, esses mesmos pastores serão refutados no futuro por outros irmãos seus que enxergaram diferentes verdades na Sagrada Escritura. O mais irônico de tudo isso é que uma das bases fundamentais usadas por eles para endossar essas novas compreensões a respeito do cristianismo e da Bíblia são conhecimentos científicos, ou seja, um respaldo extra-bíblico que influencia no estudo e na hermenêutica dos textos da Sagrada Escritura. Onde foi parar a Sola Scriptura? Os protestantes consideram a Bíblia auto-sustentável, ou seja, a chave da correta hermenêutica se encontra na própria Escritura. Pois bem, isso deveria confirmar que a hermenêutica bíblica, seja lá de qual tempo, é contínua e inerrante, já que interpreta um Livro eterno e também inerrante, mas não é isso que enxergamos dentro do protestantismo. Existe uma diversidade de análises, uma grande confusão na exegese, na forma de compreender a formação do texto, uma miscelânea de doutrinas oriundas de interpretações bem distintas. Se a Bíblia é auto-sustentável as descobertas históricas e arqueológicas, usadas pelos protestantes atuais como base para um novo olhar – como a defesa do tal cristianismo primitivo -, não se mantém, afinal a ortodoxa hermenêutica independe de fatores externos, se encontra na própria Escritura (Sola Scriptura). Com isso pouco importa se os Pais da Reforma viviam no séc. XVI e hoje vivemos no séc. XXI. Se a Bíblia é de inspiração divina, um Livro Sobrenatural, sua mensagem é para sempre, sua correta interpretação é a mesma ao longo dos séculos, afinal o que muda não é eterno, e o que não é eterno não é divino. Ou seja, um livro escrito por Deus só pode ser compreendido com a assistência de Deus, a ciência humana não seria capaz de entender a riqueza contida nas suas linhas. Ora, sem essa inspiração interpretar a Bíblia é quase como um jogo de sorte. Aí entra um ponto crucial; como conciliar, dentro do protestantismo, diversas interpretações de um único texto? Se a Escritura é divina ela não erra nem se contradiz – ou se descansa no sábado ou no domingo, ou se batiza crianças ou não, ou se usa imagens ou as considera idolatria, ou acredita nos santos ou acha que são deuses pagãos etc etc etc. Não pode haver uma diversidade hermenêutica para uma mesma frase contida no texto bíblico! Percebam que no protestantismo não há uma continuidade na vivência da mensagem cristã interpretada pelos seus pastores, bispos, reverendos, missionários, apostólos e “bispas”, a todo o momento há ruptura e o surgimento de novas óticas, óticas essas que, como já foi dito, lançam mão de conteúdos extra-bíblicos, colocando de lado um dos pontos essenciais da Reforma Protestante; Somente a Escritura. Talvez a saída mais natural do protestantismo tenha sido o desenvolvimento de doutrinas liberais, que depois deram origem ao modernismo. Considerar a Escritura um livro Sobrenatural pede, da mesma forma, uma interpretação sobrenatural, ou seja, uma interpretação inspirada. Como haver inspiração quando pululam o número de hermenêuticas tão diferentes e contraditórias? Esse foi o motivo que ajudou, entre alguns outros, na consolidação da corrente liberal dentro do pensamento reformado; se baseiam num arcabouço histórico, arqueológico, literário e filológico para compreender o texto bíblico, execrando tudo que seja contrário ao entendimento da razão humana. De uma maneira ou de outra esse método cria uma hermenêutica mais homogênea, já que acaba com a argumentação de inspiração divina; a medida é a ciência, se passou dela não serve. Entretanto dois problemas surgem; a destruição da origem Divina do texto – ele fica preso aos conhecimentos humanos – e a oposição a Sola Scriptura – na verdade não é lá da preocupação desses protestantes a fidelidade a nada. Ademais, a ciência nessa caso ocupa o espaço que todas as igrejas de origem apostólica dão ao que se chama Tradição, de origem divina e em plena sintonia com a Revelação contida na Escritura. Um dos fundamentos básicos, quiçá o maior, que distancia o protestantismo da verdadeira religião é a não-aceitação da Sagrada Tradição. Os “reformados” acreditam que a Sagrada Escritura é a única regra da fé, não sendo necessária nenhum outra para viver de forma plena os ensinamentos cristãos, conhecer todo o legado deixado por Nosso Senhor Jesus Cristo. Antes de algum Evangelista pensar em escrever, sob a inspiração do Espírito Santo, os Apóstolos já pregavam e difundiam a Boa Nova. Foram necessárias décadas, depois do Pentecostes, para se iniciar a redação dos livros do Novo Testamento! Como havia comunidades cristãs num período onde não havia a Bíblia? Simples, por meio da pregação oral que trazia consigo a Tradição cristã. Como disse David Goldstein, judeu convertido ao catolicismo “S. Pedro converteu 3000 judeus; o Concílio de Jerusalém foi reunido e a lei judaica foi ab-rogada, antes que uma única linha do Novo Testamento fosse escrita. Antes que S. João escrevesse seu Evangelho, a Igreja católica celebrou seu jubileu de ouro; e S. Paulo poderia dizer que a fé de Cristo tinha sido proclamada por toda parte no mundo” A primeira referência ao cânon bíblico, como o temos hoje, foi em 367 d.C, numa epístola de Santo Atanásio de Alexandria; santo que escreveu o credo que leva seu nome – credo atanasiano – reconhecido até mesmo por Lutero como grande autoridade doutrinal e incluído pela Igreja Anglicana no ‘Livro de Oração Comum’. Até o séc. IV não havia a mínima concordância de quais seriam os Livros inspirados. Os verdadeiros Evangelhos dividiam espaço com textos gnósticos e heréticos. Além disso raras eram as comunidades que tinham acesso a esses documentos. Todos se confirmavam na fé por meio da adesão oral, conheciam a doutrina cristã através dos ensinamentos proferidos pelos Apóstolos e seus sucessores. Quais os livros eram legitimamente cristãos? Dependiam de onde estivessem. As localidades divergiam na definição das escrituras, algumas acreditavam em livros que depois foram vistos como apócrifos, outras sequer tinham textos dos livros hoje considerados canônicos. Quem duvidaria da apostolicidade e inspiração divina do Pastor de Hermas, Epístola de Barnabé e da Didaché? A leitura desses livros, e de vários outros não-canônicos, era muito comum nas assembléias e nas pregações. Ora, como então se definiu, se atestou, quais livros eram, de fato, inspirados? Foi uma autoridade externa e extra-bíblica. A lista definitiva dos livros canônicos apareceu no Concílio de Roma (382) e, posteriormente, confirmada nos Concílios de Hipona (393) e Cartago (397). A Sagrada Escritura não veio com um índice, nem o surgimento do seu cânon foi um ato de milagre divino. Os Padres conciliares apenas lançaram mão da Tradição apostólica, aquela que já confirmava os cristãos na fé, a usando como a medida para que assim pudessem endossar a inspiração dos escritos, ao mesmo tempo em que rechaçavam aqueles livros que contradiziam os ensinamentos orais. O próprio Lutero confirmou: “Somos obrigados a reconhecer muitas coisas aos católicos – (como por exemplo), que eles possuem a Palavra de Deus, que nós recebemos deles; de outro modo, não saberíamos nada sobre ela.” [1] Nosso Senhor nos ensinou “Ide, e pregai o Evangelho a toda criatura” (cf. Mt 28,19-20) e não “Ide e difundi as Escrituras”. Prof. Alessandro Lima, no seu livro Cânon Bíblico, falou que a “atribuição de autoridade divina a um livro, isto é, a definição de sua canonicidade sempre dependeu da autoridade de algo que é exterior ao livro: a Tradição que lhe deu origem (e que portanto lhe é anterior) e o Magistério legitimamente estabelecido por Deus, reconhecido como seu legítimo guardião e difusor.” [2] De fato, o que os protestantes esquecem é que a Sagrada Escritura não fez o cristianismo, foi a Igreja, inspirada pelo Espírito Santo, que criou a Sagrada Escritura. Assim como os israelitas escreviam os textos sagrados quando já viviam a fé monoteísta, os cristãos escreveram os Evangelhos quando já eram crentes. Corinto e Tessalônica já eram cristãs quando São Paulo escreveu suas cartas, Teófilo já professava a fé em Nosso Senhor quando São Lucas o endereçou o Evangelho. A equação feita pelos protestantes é contrária; não foi a Bíblia que criou o cristianismo – afinal quando ainda não havia Escritura já havia fé cristã – mas foi o cristianismo, iluminado com as bençãos do Senhor, que escreveu a Bíblia. A Bíblia não caiu do céu; os livros do Novo Testamento foram escolhidos num Concílio da Igreja Católica, poder magisterial, composto por Padres que acreditavam na Tradição. Os protestantes aceitam esse cânon do Novo Testamento e seguem o cânon do Antigo Testamento definido por um sínodo de fariseus depois da morte de Cristo. Existem dois grandes intervalos nos primórdios do cristianismo que devem ser levados em conta: 1 – Da ascensão de Cristo aos Céus até o fim da redação da Escritura 2 – Do fim da redação da Escritura até a estruturação do cânon bíblico No primeiro momento transcorreram 65 anos para que o último livro da Bíblia fosse acabado em meados do ano 100 d.C. Cristo morreu e ressuscitou por volta do ano 30, já os livros do Novo Testamento foram escritos bem depois; o Evangelho de São Marcos no ano 64; o Evangelho de São Lucas e de São Mateus entre os anos 65 e 80; as cartas de São Paulo entre os anos 51 e 67; o Apocalipse entre os anos 70 e 95. Como os cristãos teriam se mantido até lá? Ademais, mesmo que houvesse Evangelho seria humanante impossível, dentro da realidade tecnológica da época, fazer com que todas as comunidades cristãs – que já existiam mesmo sem Bíblia – tivessem acesso aos textos. O que manteve a fé desse povo senão a Tradição oral? A outra lacuna ainda é maior. Se trata de uma período de séculos onde textos inspirados dividiam espaço com outros que eram produtos da gnose e da heresia. Até mesmo pensadores do quilate de Santo Atanásio (297-373), São Jerônimo (342-420) e Santo Agostinho (354-430) se fiavam em listas de canonicidade que partiam das crenças especificas de suas localidades – claro que até a definição magisterial. Ou seja, houve uma confusão instaurada na Igreja primordial a respeito da inspiração dos textos. Se a Sagrada Escritura se mantém por si mesma por que a disputa, por que a definição do cânon não ocorreu logo no início, desde que o último texto inspirado foi escrito? Simples, a Sagrada Escritura não era auto-autenticável! Não havia nada nela que sancionasse quais os livros que eram inspirados ou não. Nem mesmo havia assinatura nos Evangelhos. Por exemplo, como saber que foi São Mateus quem escreveu o seu Evangelho? Para nós católicos a Tradição sempre nos informou dessa verdade, por isso sempre acreditamos. Protestantes não só rejeitam a Tradição como acreditam na Sola Scriptura. Ora, apenas a Tradição ou o estudo bíblico-histórico poderiam afirmar que Mateus foi o redator do Evangelho que leva seu nome. As duas formas tratam de conclusões extra-bíblicas e, logicamente, se opõe a doutrina da Sola Scriptura. O fato é que, na ausência da Tradição e do Magistério, simplesmente não há limites para a imaginação no que concerne à interpretação da Bíblia. Se não existe nenhuma autoridade, para além do indivíduo, que estabeleça qual o verdadeiro sentido e qual a verdadeira interpretação da Escritura Sagrada, então é instaurado o “vale tudo”. Em outras palavras, a teologia liberal (da qual o maior expoente foi o alemão Rudolf Bultmann) é uma conseqüência natural do Sola Scriptura. A pessoa, diante do texto bíblico, na prática se sente à vontade para seguir a interpretação que mais lhe aprouver. E quando perguntamos, por exemplo, a um calvinista “por que é assim e não assado, como ensinam os luteranos?”, ficamos sem resposta… Mas nós podemos dizer, como S. Agostinho diria: “É assim porque a Igreja Católica, com a autoridade que recebeu de Seu Fundador, Nosso Senhor Jesus Cristo, nos ensina que é assim!”. Não é a minha interpretação, nem a de fulano, nem a de beltrano que importa. É a interpretação da Igreja! Como foi dito no começo do texto, a Sola Scriptura descamba para a teologia liberal, afinal a diversidade de interpretações e compreensões do texto bíblico é incompatível com o caráter inerrante e eterno da própria Escritura. Ora, o relevo que hoje os protestantes dão a ciência é o resultado da incapacidade de estipular uma hermenêutica comum. E por que? Simplesmente a Sagrada Escritura não se sustenta sozinha, a Tradição é essencial para o conhecimento pleno da revelação cristã e para a compreensão dos verdadeiros e perenes ensinos contidos no texto sagrado. O Magistério, por sua vez, tem a incumbência de, sustentado na Sagrada Escritura e na Sagrada Tradição, indicar a única e infalível interpretação da Bíblia. Sem a Tradição a Escritura fica confusa e sem o Magistério seu entendimento é impossível. O protestantismo acreditou na Sola Scriptura como forma de renegar a Tradição, colocaram no lugar desses valiosos e preciosos ensinamentos de Cristo o entendimento humano, com isso carrega em seu âmago um princípio genuinamente subjetivo e individual, desde já fadado ao erro e a confusão. A teologia liberal, se sustentando na ciência e renegando a sobrenaturalidade da Bíblia, apenas surge por ser fruto da Sola Scriptura! Com isso concluímos que o protestantismo, desde as suas origens, fincou as bases do relativismo hermenêutico, relativismo esse que é incompatível com um Livro de caráter Divino e, conseqüentemente, eterno e imutável; o triunfo da interpretação individual, no pensamento reformado, se opõe drasticamente a perenidade da mensagem cristã. O que cremos hoje é o que foi crido ontem e é o que será crido amanhã! No protestantismo o que é crido hoje é diferente do que foi crido ontem e é diferente do que será crido amanhã – além, é claro, das diversas formas de se entender o que crê e no que se crê. [1] 21. Commentary on John, cap. 16, como citado em Paul Stenhouse, Catholic Ansewrs to “Bible” Christians (Kensington: Chevalier Press, 1993), p. 31. [2] LIMA, Alessandro. O Cânon Bíblico – A Origem da Lista dos Livros Sagrados. São José dos Campos-SP: Editora COMDEUS, 2007, p. 17 Catedral Anglicana de Cristo e de Santa Maria, em Liverpool, Reino Unido Visão externa Nave Altar-mor, com muitas imagens e santos Detalhe do altar-mor, em destaque a imagem de Cristo na Última Ceia Catedral Calvinista de São Pedro, Genebra, Suíça Visão externa Vitrais com imagens de santos Nave Catedral de Santo Egídio Igreja Mãe do Presbiterianismo, Edimburgo, Reino Unido Visão externa Nave Vitral com imagens de santos Imagens no pórtico de entrada; santos, heróis e reformadores Detalhe das imagens Imagem de John Knox Imagem de um anjo segurando água benta Catedral Luterana de São Nicolau, Helsinque, Finlândia Visão externa Detalhe das imagens dos Apostólos Imagem de Lutero Altar da Catedral Catedral Metodista de São Paulo, Houston, EUA Visão externa Imagem de Cristo Qual é o verdadeiro protestantismo vindo da verdadeira hermenêutica bíblica? O protestantismo que usa imagens ou o que as considera idolatria? O protestantismo que venera os santos ou o que acha que são deuses pagãos? O protestantismo que celebra a Ceia – mesmo que simbólica – ou o que acredita que não passa de invenção romana? O protestantismo que valoriza algumas tradições ou aquele que diz vivenciar o tal cristianismo primitivo? São muitos protestantismos originados de um mesmo Livro, um Livro eterno e inerrante que não pode ser interpretado, em hipótese alguma, de diversas maneiras. A Verdade é única, se é contraditória não é Verdade, e se não é Verdade não é Deus! #Católicas #Evangelhos #AntigoTestamento #Cristo #bibliasagrada #autoridade #inspiração #Evangelho #pregação #Cristianismo #católicos #SolaScriptura #JesusCristo #Alexandria #catolicismo #bíbliavivaonline #apócrifos #Doutrina #Igrejas #histórica #Bíblia #SagradaEscritura #Alessandro #NovoTestamento #VeritatisSplendor #SãoJerônimo #Igreja #PalavradeDeus #Protestantismo #EspíritoSanto #LivrosSagrados #Jesus #Agostinho #alemão
- Uganda: cristãos jejuam para que acabem sacrifícios de crianças
Por ocasião da quaresma KAMPALA, sexta-feira, 26 de fevereiro de 2009 (ZENIT.org).- Cristãos de todas as confissões da Uganda se uniram para dedicar o jejum e a oração quaresmais ao fim da prática do sacrifício humano, especialmente de crianças, segundo informa a agência católica africana CISA. A campanha de oração começou na Quarta-Feira de Cinzas e durará até a Semana Santa. A proposta partiu do arcebispo anglicano Henri Orombi, representante da confissão majoritária do país, que em uma carta publicada pelo jornal Monitor, advertia que o aumento destes macabros rituais está semeando o terror. O último caso, que comoveu o país, aconteceu há poucos dias, com o descobrimento do cadáver de uma menor brutalmente mutilada, no distrito de Kibaale. «Há um grito em nossa terra – afirma o arcebispo Orombi. Este grito é tão forte, que as Igrejas – independentemente de sua denominação – declararam conjuntamente uma campanha nacional contra o mal da bruxaria e dos sacrifícios humanos.» Os cristãos, agrega o prelado, condenam «fortemente e de forma inequívoca esta prática depravada, que não só profana a santidade da vida humana, mas que revela também o grau de degeneração ao qual nossa sociedade está chegando pela avareza, pelo ateísmo e pela corrupção moral». O prelado faz um convite aos fiéis de todas as Igrejas do país ao arrependimento da falta de moral que «precipitou a maldade do sacrifício humano, que os que praticam a bruxaria ou equivocadamente confiam nela utilizam para atrair riquezas rapidamente». «O sacrifício humano é mau e demoníaco. Trata-se claramente de um problema espiritual, que precisa de uma solução espiritual. Os demônios que exigem o sangue do inocente de nossa terra devem ser silenciados, expulsos e destruídos, para que nosso querido país fique limpo e curado deste mal», conclui. #Quaresma #confissão #sangue #demônio #Igrejas #anglicano #oração #sacrifício #sociedade #crianças #Igreja #criança #Grito #Arcebispo
- O Papa Bento XVI lembra primazia da Igreja em Roma
ACI).- Milhares de fiéis e originais se reuniram na Praça de São Pedro este meio-dia para rezar o Ângelus dominical com o Papa Bento XVI, quem introduzindo a oração Mariana lembrou a primazia da Igreja em Roma, e que a cura física é sinal da cura espiritual que produz o perdão de Jesus. Ao explicar o episódio da cura do paralítico, o Papa definiu o pecado como “uma sorte de paralisia do espírito da qual somente a potência do amor misericordioso de Deus nos pode liberar, permitindo que nos ponhamos de pé e retomemos o caminho do bem”. Deste modo o Pontífice fez referência à festa da Cadeira de São Pedro, que “simboliza a autoridade do Bispo de Roma, chamado a realizar um peculiar serviço frente ao inteiro Povo de Deus. Depois do martírio dos Santos Pedro e Paulo, à Igreja de Roma lhe era reconhecida o rol primitivo em toda a comunidade católica, rol conferido no II século por Santo Inácio de Antioquia e por São Ireneu de Lyon”. “Este singular e específico ministério do Bispo de Roma –continuou– foi ressaltado pelo Concílio Vaticano II: ‘na comunhão eclesiástica existem Igrejas particulares, que gozam de tradições próprias, permanecendo íntegro o primado da Cadeira do Pedro, que preside todo o conjunto da caridade, defende as legítimas variedades e ao mesmo tempo procura que estas particularidades não só não prejudiquem à unidade, mas também inclusive cooperem nela’”. O Papa aproveitou tal celebração para pedir orações por sua missão, e possa assim “cumprir fielmente a alta tarefa que a Providência divina me confiou como Sucessor do Apóstolo Pedro”. “Invoquemos por isso à Virgem Maria, que nos ajude a ingressar com a devida atitude interior ao tempo da Quaresma, que se iniciará esta quarta-feira com o sugestivo Rito das Cinzas. Que Maria nos abra o coração à conversão e à escuta dócil da Palavra de Deus”. #PapaBentoXVI #apostolo #comunhão #Antioquia #eclesiástica #Espírito #Pedro #misericordioso #SãoPedro #pontífice #sucessor #Igreja #Paulo #Lyon #Bispo #Vaticano #Amor #Roma #Jesus #Concílio
- «Lembra-te que és pó…»
Por Mario J. Paredes, presidente da Associação Católica de Líderes Latinos NOVA YORQUE, terça-feira, 24 de fevereiro de 2009 (ZENIT.org).- Publicamos a reflexão de Quaresma escrita por Mario J. Paredes, presidente da Associação Católica de Líderes Latinos (CALL) dos Estados Unidos, membro do comitê presidencial de enlace da Sociedade Bíblica dos Estados Unidos com a Igreja Católica, que representou esta instituição no Sínodo dos Bispos sobre a Palavra, realizado em outubro de 2008 no Vaticano. * * * A cada ano, com a chamada «Quarta-Feira de Cinzas», os católicos iniciam o tempo da Quaresma, tempo no qual a liturgia da Igreja Católica nos convida a uma reflexão e atuação sobre nossas vidas, sobre seu sentido, sua origem, sua missão, seu destino último. Trata-se, portanto, de um tempo «forte» para a metanoia ou «conversão» que – em teologia e vida cristã – significa uma adequação de nosso ser, existir e atuar à própria vida de Jesus Cristo, a seu evangelho, a seus valores, a suas convicções, à sua proposta de vida: gastar a vida ao serviço do evangelho, ou seja, a favor dos outros, especialmente dos mais necessitados, para obter a vida eterna, a vida feliz, a vida plena. Por isso, a Quaresma é um caminho bíblico, pastoral, litúrgico e existencial, para cada crente pessoalmente e para a comunidade cristã em geral, que começa com as cinzas e conclui com a noite da luz, a noite do fogo e da luz: a noite santa da Páscoa de Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. A Quaresma simboliza, assinala e recorda um «passo», uma páscoa, um itinerário a seguir de maneira permanente: a passagem do nada à existência, das trevas à luz, da morte à vida, do insignificante à vida abundante em Deus, por meio de seu Filho Jesus Cristo. E é que converter-nos significa destruir, deixar para trás, queimar, tornar cinzas o «homem velho», o homem-sem-Cristo, para revestir-nos do homem «novo», o homem-no-espírito, que é fogo novo no mundo. Na quarta-feira de Cinzas, enquanto o ministro impõe as cinzas ao penitente, diz estas duas expressões alternativamente: «Convertei-vos e crede no Evangelho» e/ou «Lembra-te que és pó e ao pó hás de voltar». Sinal e palavras que expressam muito adequadamente nossa «criaturalidade», nossa absoluta dependência de Deus, nosso peregrinar rumo a uma pátria definitiva, nossa caducidade. Quarta-Feira de Cinzas em particular e Quaresma em geral são um tempo litúrgico e um convite a voltar nosso olhar e vida a Deus e aos princípios do Evangelho. Assim, se Quaresma é tempo para a conversão, para melhorar no processo de humanização pessoal e comunitário, então a Quaresma coincide com a própria vida de todo crente, com o ser e missão de toda a Igreja e com a vocação da comunidade humana inteira. Quaresma é um convite a mudar aquilo que temos de mudar na busca de ser melhores e mais felizes, um convite a construir em vez de destruir e a olhar e voltar para formas de vida mais justas, mais solidárias, mais humanas. Quaresma é um convite a buscar diligentemente novas formas de ser e fazer Igreja, sendo melhores e mais autênticos discípulos do Crucificado Ressuscitado. O tempo litúrgico da Quaresma – como nossa própria existência – é percorrido com o olhar dirigido à Páscoa da Ressurreição e à Páscoa definitiva em Deus. Páscoa de vida abundante que se opõe a toda forma de discriminação e de envelhecimento do ser humano, de sua dignidade, a toda forma de atropelo e violência, a toda forma de mentira, maldade e morte, a toda forma de corrupção e divisão, a toda forma de marginalização e opressão. Porque a Páscoa, como ponto de chegada, cume e superação da Quaresma, é absoluta novidade de vida, da vida abundante que Deus nos oferece e à qual Deus nos convida neste tempo e em todo momento. #Quaresma #conversão #Cristo #Mundo #Evangelho #Eva #Ressuscitado #Deus #católicos #JesusCristo #VidadeJesus #Espírito #passagem #NossoSenhor #Crucificado #reflexão #Pastoral #Igreja #Bíblico #Criatura #IgrejaCatólica #Jesus #morte #Mel #Ressurreição
- “Tornei-me, acaso, vosso inimigo, porque vos disse a Verdade?” (Gálatas 4,16)
Por Bob Stanley Fonte: Veritatis Splendor “A Verdade sempre incomodou as pessoas e nunca é confortável.” (Cardeal Ratzinger, 9 de outubro de 2000) “O Novo Testamento está escondido no Antigo, e o Antigo é revelado no Novo.” (Santo Agostinho) A Bíblia é composta de muitos livros e, ao mesmo tempo, é um livro só. Tem muitas histórias e, ao mesmo tempo, uma só história. É a história da História da Salvação do Homem por DEUS. Usando tipologia, uma ferramenta muito útil para a exegese bíblica, tantas prefiguras ou símbolos, no Antigo Testamento, apontam para realidades do Novo Testamento. Regras estritas devem ser seguidas e uma delas é que a prefigura do Antigo Testamento é sempre inferior à realidade do Novo Testamento. Outra regra é que um símbolo do Antigo Testamento nunca aponta para outro símbolo do Novo Testamento, mas sempre para uma realidade muito maior. Salmos 127,1, uma prefigura: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a constroem. Se o Senhor não guardar a cidade, debalde vigiam as sentinelas.” Só existe uma Igreja de DEUS. Todo as restantes foram construídas pelo homem. Todas as igrejas na terra – a não ser uma! – são negadas pelo versículo. Então parece que, a menos que você possa provar que Jesus Cristo fundou a sua igreja, você tem trabalhado em vão. 1Timóteo 3,15, a realidade: “Todavia, se eu tardar, quero que saibas como deves portar-te na casa de Deus, que é a Igreja de Deus vivo, coluna e sustentáculo da verdade.” A casa citada no Salmo 127,1 está explicada aqui. Perceba que a palavra usada neste versículo é “Igreja” e não “igrejas”. Note também que a Bíblia diz que é a Igreja que é a coluna e sustentáculo da verdade. Não-Católicos parecem ignorar este versículo, pois quando pergunto a eles, a resposta que me dão é que “a coluna e o sustentáculo da verdade é a Bíblia”. Agora a maior e mais importante pergunta é: “Qual é essa Igreja?” Não tema, pois a Bíblia nos diz qual é a Igreja, se seguimos e acreditamos na Palavra de DEUS. Mateus 16,18-19: “E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.” Jesus Cristo fundou uma Igreja. Note que Ele realmente disse “Igreja” (no singular) e não “igrejas” [no plural]. As portas do inferno não prevalecerem é uma promessa que aponta que a Sua Igreja será protegida por Ele Mesmo, por dentro e por fora, por toda a eternidade. Para aqueles que insistem que a Igreja que Jesus Cristo fundou apostatou logo depois da morte do último Apóstolo, estão realmente dizendo que as portas do inferno prevaleceram contra ela, e desta maneira eles O chamam de mentiroso por esta Sua promessa. Mateus 28,18-20: “Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo.” Esta é a promessa feita por Jesus Cristo de estar com Sua Igreja todos os dias, em todos os séculos, até o fim do mundo; e sem 1500 anos de intervalos, nem mesmo de um só dia. Aqueles que alegam que a Igreja que Jesus Cristo fundou apostatou logo depois que o último Apóstolo morreu, O chamam de mentiroso por esta Sua promessa. João 14,16-17: “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Paráclito, para que fique eternamente convosco. É o Espírito da Verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece, mas vós o conhecereis, porque permanecerá convosco e estará em vós.” Aqui está a promessa de que o Espírito Santo estará para sempre com a única Igreja que Jesus Cristo fundou. Aqueles que alegam que a Igreja que Jesus Cristo fundou apostatou logo após a morte do último Apóstolo, mais uma vez O chamam de mentiroso por esta Sua promessa. João 16,2-13, e João 14,26: “Muitas coisas ainda tenho a dizer-vos, mas não as podeis suportar agora. Quando vier o Paráclito, o Espírito da Verdade, ensinar-vos-á toda a verdade, porque não falará por si mesmo, mas dirá o que ouvir, e anunciar-vos-á as coisas que virão.” Perceba o tempo futuro em: “[Ele] ensinar-vos-á” e “anunciar-vos-á as coisas que virão”. Aqueles que dizem que a Igreja que Jesus Cristo fundou apostatou logo depois que o último Apóstolo morreu, O chamam de mentiroso ainda mais uma vez por esta Sua promessa. Efésios 3,20-21: “Àquele que, pela virtude que opera em nós, pode fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedirmos ou entendemos, a ele seja dada glória na Igreja, e em Cristo Jesus, por todas as gerações de eternidade. “ Aqui está ainda outra promessa da Sagrada Escritura de que a Igreja que Jesus Cristo fundou duraria para sempre. Aqueles que dizem que a Igreja que Jesus Cristo fundou apostatou logo depois que o último Apóstolo morreu estão julgando a Santa Palavra de DEUS e, portanto, julgando também ao Próprio DEUS. 1João 5,10: “Aquele que não crê em Deus, o faz mentiroso, porque não crê no testemunho que DEUS deu a respeito de seu Filho.” Se você não acredita nesses versículos das promessas de Jesus Cristo e de Paulo, conforme listado acima, então você chama a ambos de mentirosos. Efésios 5,23: “As mulheres sejam submissas a seus maridos, como ao Senhor, pois o marido é o chefe da mulher, como Cristo é o chefe da Igreja, seu corpo, da qual ele é o Salvador.” Já que a Igreja que Jesus Cristo fundou é Seu Corpo (Efésios 1,22-23), então Ele é o Salvador de Seu Corpo. É por isso que a única Igreja que Ele fundou ainda está aí depois de 2000 anos de ataques incessantes, vindos tanto de dentro quanto de fora. Atos 5,38-39: “Agora, pois, eu vos aconselho: não vos metais com estes homens. Deixai-os! Se o seu projeto ou a sua obra provém de homens, por si mesma se destruirá; mas se provier de Deus, não podereis desfazê-la. Vós vos arriscaríeis a entrar em luta contra o próprio Deus!” Aqui está ainda outra razão pela qual a única Igreja que Jesus Cristo fundou ainda está conosco depois de 200 anos de ataques constantes. Aqueles que não acreditam na Sua palavra não estão “lutando contra Deus”, conforme mostrei aqui? Aqueles que atacam a única Igreja que Jesus Cristo fundou, deveriam perceber que quando a atacam, eles atacam o Próprio Jesus Cristo. É exatamente como mostrado em Atos 9,4, quando Jesus disse a Saulo, que vinha perseguindo sua Igreja: “Saulo, Saulo, por quê me persegues?” Se você ler os capítulos 7 e 8 dos Atos dos Apóstolos, vai ver que Saulo perseguia sem piedade a recém-fundada Igreja Cristã, enviando Cristãos para a prisão e até mesmo assassinando Santo Estêvão (Atos 7,58-59). Por que Jesus Cristo não disse então: “Por que persegues a Minha Igreja”? Então a grande questão é “Qual é essa Igreja?” Há literalmente dezenas de milhares[*] de seitas diferentes atualmente no mundo para escolher. Para eliminar todas as seitas e encontrar a verdadeira Igreja, por que então você simplesmente não faz um teste? Aqui está o teste do bom senso, histórico, e “o que a Sagrada Escritura nos diz, ou não nos diz”: 1. A Sagrada Escritura nos diz que tinha que ser fundada por DEUS. “Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a constroem. Se o SENHOR não guardar a cidade, debalde vigiam as sentinelas.” (Salmo 127,1) “E Eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” (Mateus 16,18) 2. A Sagrada Escritura nos diz que só há uma igreja: Salmos 127,1, Efésios 1,22-23; 4,3-6. 3. O bom senso nos diz que ela ainda tem que estar aqui hoje, pois foi promessa de Jesus ficar com Sua Igreja todos os dias, de todos os séculos, até o fim dos tempos, conforme indicado em Mateus 28,20. 4. O bom senso nos diz que tem que ser capaz de fornecer documentos históricos genuínos atestando sua existência e continuidade em cada século pelos últimos 20 séculos. Por quê tantos se recusam a até mesmo ler esses documentos ou então negam que eles existam? Eles têm medo do que podem encontrar? “Aprofundar-se na história é cessar de ser Protestante”, disse o Cardeal John Henry Newman, ex-protestante… Aqueles que se recusam a aprender com os erros da história estão condenados a repetí-los novamente! 5. O bom senso nos diz que tem que ser capaz de fornecer uma linha ininterrupta de liderança hierárquica pelos últimos 20 séculos. Somente UMA Igreja pode fornecer isto. 6. O bom senso nos diz que tem que ser capaz de encontrar sua imagem na Sagrada Escritura. 7. A Sagrada Escritura nos diz que o Espírito Santo estará com Sua Igreja para sempre: João 14,16-17. 8. A Escritura nos diz que o Espírito Santo ensinará toda a verdade com o tempo: João 16,12-13. 9. O bom senso e a Sagrada Escritura nos dizem que o Espírito Santo não poderia estar ensinando e guiando uma igreja que não aquela que Jesus Cristo fundou. Simplesmente porque a verdade é uma só e aquelas seitas que não foram fundadas pelo Senhor têm todas pontos de vista conflitantes entre si. Excetuando a existência de DEUS, toda doutrina ensinada por uma é negada por outra. Seus ensinamentos são baseados apenas em opiniões pessoais, que não têm nenhum peso na verdade doutrinal. DEUS não quer saber da opinião pessoal do homem, mas somente da verdade doutrinal: “Aproximaram-se dele e disseram-lhe: Mestre, sabemos que és sincero e que não te preocupas com a opinião de ninguém; porque não não olhas para as aparências dos homens, mas ensinas o caminho de Deus segundo a verdade.” (Marcos 12,14, Mateus 22,16). São Pedro enfatizou a rejeição da opinião pessoal quando ele respondeu ao sumo sacerdote dizendo: “Importa obedecer antes a Deus do que aos homens.” (Atos 5,29) Os fatos falam por si próprios, sem deixar lugar para opiniões pessoais conflitantes: “Rogo-vos, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que todos estejais em pleno acordo e que não haja entre vós divisões. Vivei em boa harmonia, no mesmo espírito e no mesmo sentimento.” (1Coríntios 1,10) Como podem dezenas de milhares de seitas individuais com milhões de membros não entenderem este versículo tão claro e simples? Aqui está outro do mesmo tema, também ignorado por tantos: “Se me é possível, pois, alguma consolação em Cristo, algum caridoso estímulo, alguma comunhão no Espírito, alguma ternura e compaixão, completai a minha alegria permanecendo unidos. Tende um mesmo amor, uma só alma e os mesmos pensamentos.” (Filipenses 2,1-2. Leia também Filipenses 1,27.) É razoável pensar que se todas aquelas várias seitas ensinassem a mesma coisa, então só haveria uma igreja, exatamente como a Sagrada Escritura ordena. “Tenho ainda outras ovelhas que não são deste aprisco. Preciso conduzí-las também, e ouvirão a minha voz e haverá um só rebanho e um só pastor.” (João 10,16) “E Eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro Paráclito, para que fique eternamente convosco. É o Espírito da Verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece, mas vós o conhecereis, porque permanecerá convosco e estará em vós.” (João 14,16-17. Leia também Atos 20,28) O que significa que o mundo não pode receber? A quem Jesus dirige estas palavras? Está claro que o Espírito Santo está guiando a única Igreja que Jesus Cristo fundou. 10. A Sagrada Escritura nos diz que haverá muitas facções dentro da única Igreja de DEUS. “Em primeiro lugar, ouço dizer que, quando se reúne a vossa assembléia, há desarmonias entre vós. E em parte eu acredito. É necessário que entre vós haja partidos para que possam manifestar-se os que são realmente virtuosos.” (1Coríntios 11,18-19). O fato de que existem facções (seitas), faz com que aqueles que têm a luz da verdade brilhem em separado daqueles que estão em erro. Aqueles que pertencem à única Igreja que Jesus Cristo fundou têm a luz da verdade. 11. A Sagrada Escritura nos diz que a única Igreja que Jesus Cristo fundou será submissa a Cristo e somente a Ele. A Escritura não diz que Sua Igreja se sujeitará ao homem. Isso a torna uma teogracia governada por uma hierarquia. O regulamento vem de cima para baixo e não de baixo para cima como numa democracia. Quantas seitas são controladas pela vontade coletiva das pessoas? Na Igreja que Jesus Cristo fundou, se 99% das pessoas quisessem que algo mudasse não seria e nem poderia ser mudado a menos que fosse pela vontade de DEUS. Atos 5,29, Efésios 5,24-25.29, Colossences 1,18 12. A Escritura nos diz que a Sua Igreja permanecerá para sempre: Efésios 3,21, e Mateus 28,20. Por que, então, alguns dizem que ela apostatou num ponto ou noutro, mesmo que não consigam indicar o tempo exato, nem o lugar, nem fornecer documentação autêntica como “prova” da tal apostasia? 13. A Sagrada Escritura nos diz que é a Igreja e não a Bíblia que é a coluna e o sustentáculo da verdade. 1Timóteo 3,15. Veja também Efésios 3,10. Por que, então, alguns dizem que é a Bíblia e não a Igreja? Onde isto está dito na Escritura? 14. A Sagrada Escritura nos diz que foi dada à Igreja de Cristo o encargo de guardar aquela verdade: “Guarda o precioso depósito, pela virtude do Espirito Santo que habita em nós.” (2Timóteo 1,14) A verdade ficou sem quem a guardasse por 1500 anos até que Martinho Lutero aparecesse? 15. A Sagrada Escritura nos diz que a Tradição Apostólica será transferida de geração a geração. 2Tessalonicenses 2,15. 16. A Sagrada Escitura nos diz que a Igreja que Jesus Cristo fundou é a autoridade na terra. Mateus 18,15-18. 17. A Sagrada Escritura nos diz que a Igreja verdadeira não aceitará nenhuma interpretação privada da Sagrada Escritura. Atos 8,26-35, 2Pedro 1,20-21. 18. A Sagrada Escritura nos diz que a Igreja verdadeira deve ser encontrada no mundo inteiro. Malaquias 1,11, Mateus 28,19, Atos 1,8. 19. A Sagrada Escritura nos diz que a verdadeira Igreja oferecerá sacrifício, uma oblação pura, todos os dias em todo lugar, Malaquias 1,11. Uma oblação pura não poderia de jeito nenhum significar os sacrifícios sangrentos de animais do Antigo Testamento, mas o sacrifício Santo Eucarístico conforme Jesus ordenou quando disse: “Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim” (Lucas 22,19). Qual das dezenas de milhares de seitas oferece sacrifício todo dia, ou toda semana, ou todo mês, ou de quinze em quinze dias, ou anualmente, ou não oferece nunca? A Escritura diz claramente para oferecer uma oblação pura todo dia: “O pão nosso de cada dia nos dai hoje.” (Mateus 6,11) “Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão, que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do mundo.” (João 6,51) Qual das milhares de seitas, se existir alguma, é fiel a estas Palavras de DEUS? A verdadeira Igreja que Jesus Cristo fundou é fiel. 20. É a Igreja que Jesus Cristo fundou que deu a Bíblia ao mundo. 21. Bom senso, história, e a Sagrada Escritura nos dizem que há mais de 135 fatos bem fundamentados que apontam para a única Igreja verdadeira que Jesus Cristo fundou, e para nenhuma outra. 22. Onde está a autoridade? A Sagrada Escritura silencia quando uma pessoa procura por um versículo nela que lhe dê autoridade para fundar uma outra igreja diferente daquela que Jesus Cristo fundou. Ninguém pode simplesmente erguer uma Bíblia e dizer “Esta é a minha autoridade”, se eles não podem encontrar o versículo que os autoriza a dar esta declaração. A falta de autoridade Bíblica, junto com o Salmo 127,1 negam todas as igrejas na terra, salvo uma: a única fundada por DEUS. Aqui está onde Jesus deu autoridade à Sua única Igreja: “Quem vos ouve, a mim ouve; e quem vos rejeita, a mim rejeita; e quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou.” (Lucas 10,16). “Jesus disse a eles novamente: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós.” E quando ele disse isso, soprou sobre eles e lhes disse: “Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhe-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhe-ão retidos.” (João 20,20-23, veja também Mateus 16,18-19; 18,15-18; 28,18-20). 23. A Sagrada Escrituda nos diz que as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Entretanto, hereges, tanto de dentro quanto de fora, de todos os tipos, têm tentado derrubá-la por quase 2000 anos (Gálatas 1,13, Filipenses 3,6), e todos falharam. Nenhum deles percebeu que a razão de sua derrota é porque Sua Igreja é protegida pelo Próprio Jesus Cristo, que é o Salvador de Seu Corpo: Efésios 5,23, Atos 5,38-39. Agora é a sua vez de dar o nome de uma igreja que se encaixe em todos os critérios perfeitamente. Você sabe que ela tem que estar ainda aqui, conforme a promessa Dele. Aqueles que não acreditam no que Ele disse O chamam de mentiroso: 1João 5,10. “Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; quem não crê no Filho não verá a vida, mas sobre ele pesa a ira de Deus.” (João 3,36). Só há uma Igreja na terra que cumpre TODAS as condições acima. De mais de 33.820[**] seitas não-Católicas no mundo hoje em dia, pouquíssimas podem cumprir até mesmo SÓ UM desses critérios. “Pois a ira de Deus se manifesta do alto do céu contra toda a impiedade e perversidade dos homens, que pela injustiça aprisionam a verdade de DEUS.” (Romanos 1,18). “Ele retribuirá a cada um segundo as suas obras: a vida eterna aos que, perseverando em fazer o bem, buscam a glória, a honra e a imortalidade; mas ira e indignação aos contumazes, rebeldes à verdade e seguidores do mal.” (Romanos 2,6-8). “A manifestação do ímpio será acompanhada, graças ao poder de Satanás, de toda a sorte de portentos, sinais e prodígios enganadores. Ele usará de todas as seduções do mal com aqueles que se perdem, por não terem cultivado o amor à verdade que os teria podido salvar. Por isso, Deus lhes enviará um poder que os enganará e os induzirá a acreditar no erro. Desse modo, serão julgados e condenados todos os que não deram crédito à veredade, mas consentiram no mal. Nós, porém, sentimo-nos na obrigação de incessantemente dar graças a Deus a respeito de vós, irmãos queridos de Deus, porque desde o princípio vos escolheu Deus para vos dar a salvação, pela santificação do Espírito e pela fé na verdade.” (2Tessalonicenses 2,9-13). “Quem ensina de outra forma e discorda das salutares palavras de nosso Senhor Jesus Cristo , bem como da doutrina conforme à piedade, é um obcecado pelo orgulho, um ignorante ; doentio por questões ociosas e contendas de palavras. Daí se originam a inveja, a discórdia, os insultos, as suspeitas injustas, os vãos conflitos entre homens de coração corrompido e privados da verdade, que só vêem na piedade uma fonte de lucro.” (1Timóteo 6,3-6). “Aquele que não raciocina é um intolerante. Aquele que não pode raciocinar é um tolo. Aquele que não ousa raciocinar é um escravo.” (William Drummond). Notas: [*] Enciclopédia Cristã Mundial, abril de 2003 (uma publicação protestante). [**] Enciclopédia Cristã Mundial, abril de 2001 (uma publicação Protestante). #Mateus #Católicas #AntigoTestamento #Cristo #autoridade #Escritura #Deus #católicos #comunhão #JesusCristo #ChavesdoReino #seitas #Espírito #Pedro #Doutrina #Igrejas #NossoSenhor #sacrifício #acreditar #VerdadeiraIgreja #Bíblia #IgrejadeCristo #sacerdote #NovoTestamento #VeritatisSplendor #autêntica #Protestante #interpretação #Igreja #Alma #PalavradeDeus #herege #João #Amor #Ratzinger #alegria #SantoAgostinho #EspíritoSanto #IgrejaCatólica #Jesus #Missa #Agostinho
- Santa Sé: bispos «lefebvristas» ainda não estão em «plena comunhão»
A Secretaria de Estado publica uma Nota sobre o levantamento da excomunhão CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009 (ZENIT.org).- Oferecemos a seguir o texto do comunicado divulgado nesta quarta-feira pela Secretaria de Estado vaticana, a propósito da polêmica gerada pelo levantamento da excomunhão aos quatro bispos seguidores de Dom Marcel Lefebvre, que aconteceu em 24 de janeiro passado. * * * 1. Remissão da excomunhão Como já foi publicado anteriormente, o Decreto da Congregação para os Bispos, dado em 21 de janeiro de 2009, foi um ato com o qual o Santo Padre vai benignamente ao encontro das reiteradas petições por parte do superior geral da Fraternidade São Pio X. Sua Santidade quis tirar um impedimento que prejudicava a abertura de uma porta ao diálogo. Agora espera que a mesma disponibilidade seja expressa pelos quatro bispos, em total adesão à doutrina e à disciplina da Igreja. A gravíssima pena da excomunhão latae sententiae, na qual tais bispos haviam incorrido em 30 de junho de 1988, declarada depois formalmente em 1º de julho do mesmo ano, era uma consequência de sua ordenação ilegítima por parte de Dom Marcel Lefebvre. O levantamento da excomunhão libertou os quatro bispos de uma pena canônica gravíssima, mas não mudou a situação jurídica da Fraternidade São Pio X, que por enquanto não goza de reconhecimento algum na Igreja Católica. Tampouco os quatro bispos, ainda que liberados da excomunhão, têm uma função canônica na Igreja, e não exercem licitamente um ministério nela. 2. Tradição, doutrina e Concílio Vaticano II Para um futuro reconhecimento da Fraternidade São Pio X, é condição indispensável o reconhecimento pleno do Concílio Vaticano II e do Magistério dos Papas João XXIII, Paulo VI, João Paulo I, João Paulo II e do próprio Bento XVI. Como já se afirmou no Decreto de 21 de janeiro de 2009, a Santa Sé não deixará, da forma que julgar oportuna, de aprofundar com os interessados nas questões ainda abertas, de modo que se possa chegar a uma plena e satisfatória solução dos problemas que deram origem a esta dolorosa fratura. 3. Declarações sobre a Shoá As posturas de Dom Williamson sobre a Shoá são absolutamente inaceitáveis e firmemente rejeitadas pelo Santo Padre, como ele mesmo recordou em 28 de janeiro passado, quando, referindo-se àquele selvagem genocídio, reafirmou sua plena e indiscutível solidariedade com nossos irmãos destinatários da Primeira Aliança, e afirmou que a memória daquele terrível genocídio deve induzir a «humanidade a refletir sobre o poder imprevisível do mal quando conquista o coração do homem», acrescentando que a Shoá permanece «para todos como advertência contra o esquecimento, contra a negação ou o reducionismo, porque a violência feita contra um só ser humano é violência contra todos». O bispo Williamson, para ser admitido nas funções episcopais na Igreja, deverá também tomar, de modo absolutamente inequívoco e público, distância de suas posturas sobre a Shoá, desconhecidas pelo Santo Padre no momento da remissão da excomunhão. O Santo Padre pede o acompanhamento, na oração, de todos os fiéis, para que o Senhor ilumine o caminho da Igreja. Que cresça o empenho dos pastores e de todos os fiéis em apoio à delicada e pesada missão do sucessor do apóstolo Pedro como «guardião da unidade» da Igreja. No Vaticano, a 4 de fevereiro de 2009 #excomunhão #lataesententiae #SantoPadre #PapaBentoXVI #vaticanoii #advertência #JoãoPauloII #Aliança #Pedro #ConcílioVaticanoII #Marcel #polêmica #Concílio #JoãoPauloI
- Vaticano vai debater evolucionismo
Cientistas, filósofos e teólogos se reunirão no Vaticano para discutir teorias do evolucionismo a partir da paleontologia, da biologia molecular e da classificação das espécies, com atenção especial à origem do homem. O Congresso Internacional “Evolução biológica: fatos e teorias” é promovido pela Pontifícia Universidade Gregoriana e será realizado de 3 a 7 de março, com o patrocínio do Pontifício Conselho para a Cultura. Um comunicado emitido pela Universidade Gregoriana afirma: “A exigência de um confronto entre vários pontos de vista nasceu neste momento em que há uma grande confusão no debate sobre a evolução. O objetivo do encontro não é oferecer respostas definitivas, mas encontrar-se para ver juntos como atuar neste campo delicado, distinguir e articular racionalmente os vários níveis”. Terça-feira, 10 de fevereiro, Dom Gianfranco Ravasi, Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, apresentará o tema e o programa do Congresso numa coletiva de imprensa na Sala de Imprensa do Vaticano. Fonte: Canção Nova #filósofo #evolução #debater #cientistas #Origem #GianfrancoRavasi #evolucionismo #Congresso #grego #universidade #Vaticano #Ravasi #Imprensa
- Papa viverá aniversário da morte de João Paulo II com jovens
Em 2 de abril, ao anoitecer CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI viverá neste ano o 4º aniversário do falecimento de João Paulo II junto a milhares de jovens, segundo o calendário das celebrações presididas pelo Santo Padre publicado nesta quinta-feira. Ele o fará presidindo em 2 de abril, às 18h, na basílica vaticana, uma santa missa à qual estão convidados em particular os jovens de Roma. Será ao mesmo tempo o tradicional encontro que o Papa tem todos os anos com os jovens de sua diocese em preparação da Jornada Mundial da Juventude, que este ano se viverá no âmbito local, nas dioceses três dias depois, no Domingo de Ramos. Bento XVI reviverá a noite de 4 anos atrás, na qual os fiéis que lotavam a Praça de São Pedro, muitos deles jovens, acompanharam a morte de Karol Wojtyla com a oração. Trata-se de uma das celebrações destacadas no calendário do Papa previsto para o mês de fevereiro até abril, que se caracteriza também por sua primeira viagem à África. Em 21 de fevereiro, o calendário prevê que às 11h, na Sala Clementina do Palácio Apostólico Vaticano, aconteça um consistório para algumas causas de canonização. Em 25 de fevereiro, Quarta-feira de Cinzas, o Papa participará, na basílica de Santo Anselmo, às 16h30, da procissão penitencial. Às 17h, na basílica de Santa Sabina, presidirá a santa missa, com a benção e imposição da cinzas. Em 1º de março, primeiro domingo da Quaresma, na capela Redemptoris Mater do Vaticano, o Papa começará junto à Cúria Romana, às 18h, os Exercícios Espirituais. Concluirá às 9h de 7 de março. Como já se anunciou, de 17 a 23 de março, o pontífice realizará sua viagem apostólica a Camarões e Angola. Em 29 de março, V Domingo de Quaresma, o bispo de Roma realizará uma visita pastoral à paróquia romana da Santa Face de Jesus, no bairro popular da Magliana. Três dias depois da celebração do aniversário de falecimento de João Paulo II, em 5 de abril, Domingo de Ramos, na Praça de São Pedro, às 9h30, o Papa abençoará as palmas e presidirá a procissão e a santa missa. Como é tradição, em 9 de abril, Quinta-Feira Santa, às 9h30, na basílica vaticana, concelebrará a Santa Missa do Crisma com os sacerdotes e bispos presentes na Cidade Eterna. Às 17h30, na basílica de São João de Latrão, catedral do Papa, ele dará início ao tríduo pascal, celebrando a Santa Missa da Ceia do Senhor. Em 10 de abril, Sexta-feira Santa, às 17h, na basílica vaticana, participará da celebração da Paixão do Senhor. Às 21h15, no Coliseu, Via Sacra. Em 11 de abril, Sábado Santo, às 21h, na basílica vaticana, o Papa dará início à Vigília Pascal da Noite Santa. No Domingo de Páscoa, às 10h30, na Praça de São Pedro, celebrará a santa missa do Dia de Ressurreição. Às 12h, desde o balcão central da basílica, enviará a benção Urbi et Orbi, acompanhada ao vivo por canais de televisão do mundo inteiro. #PapaJoãoPauloII #PapaBentoXVI #urbietorbi #JoãoPauloII #Clementina #Jovens #aniversário #SãoPedro #KarolWojtyla #Apostólico #Palácio #Vaticano #Jesus #morte #Ressurreição
- Papa reconhece e condena holocausto
Declaração vaticana à chanceler alemã Angela Merkel CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 3 de fevereiro de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI reconhece e condena o holocausto do povo judeu na época do nazismo, esclareceu o porta-voz da Santa Sé em resposta a declarações da chanceler alemã. O Pe. Federico Lombardi S.J., diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, respondeu aos novos pedidos de esclarecimento sobre a posição do Papa e da Igreja Católica, apresentados por Angela Merkel, citando as condenações públicas da Shoá que o Papa pronunciou neste pontificado. A chanceler havia pedido «clareza» ao Papa e à Santa Sé sobre a controvérsia surgida ao levantar-se a excomunhão de quatro bispos tradicionalistas, entre os quais se encontra o bispo Dom Richard Williamson. «Se uma decisão do Vaticano dá a impressão de que se pode negar o holocausto – afirmou nesta terça-feira a chefe do governo de Berlim em um encontro com os jornalistas –, esta deve ser esclarecida. Por parte do Vaticano e do Papa, é preciso afirmar muito claramente que não se pode dar nenhuma negação.» O Pe. Lombardi explicou que «o pensamento do Papa sobre o holocausto foi exposto com muita clareza na Sinagoga de Colônia, em 19 de agosto de 2005, no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, em 28 de maio de 2006, na sucessiva audiência geral de 31 de agosto de 2006, e mais recentemente no final da audiência geral de 28 de janeiro passado, com palavras que não dão lugar a equívocos». Em particular, o porta-voz repete as palavras pronunciadas nessa última ocasião pelo Papa: «Enquanto renovo com afeto a expressão de minha total e indiscutível solidariedade com nossos irmãos destinatários da Primeira Aliança, desejo que a memória da Shoá induza a humanidade a refletir sobre o imprevisível poder do mal quando conquista o coração do homem. Que a Shoá seja para todos advertência contra o esquecimento, contra a negação ou o reducionismo». Segundo o Pe. Lombardi, «a condenação das declarações negacionistas do holocausto não podia ser mais clara, e pelo contexto é evidente que se referia também às posições de Dom Williamson e a todas as posições análogas». «Nessa mesma ocasião, o Papa explicou claramente também que a revogação da excomunhão não tem a ver com uma legitimação de posições negacionistas do holocausto, que, como se pode ver, ele condenou claramente», conclui. #excomunhão #equívoco #Richard #Lombardi #AIS #William #advertência #comunhão #controvérsia #SantaSé #solidariedade #Auschwitz #jornalista #Aliança #FedericoLombardi #bispos #declaração #Igreja #Imprensa #Humanidade
- Bento XVI: Jesus tinha um segredo
Palavras antes do Ângelus de hoje CIDADE DO VATICANO, domingo, 1º de fevereiro de 2009 (ZENIT.org).- Publicamos as palavras que Bento XVI dirigiu neste domingos ao rezar a oração mariana do Ângelus junto a milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro. * * * Caros irmãos e irmãs! Este ano, nas celebrações dominicais, a liturgia propõe para a nossa meditação o Evangelho de São Marcos, do qual uma singular característica é o assim chamado «segredo messiânico», o fato de Jesus não querer que por enquanto se saiba, fora do grupo restrito dos discípulos, que Ele é o Cristo, o Filho de Deus. Eis, então, que sempre volta a exortar, seja os apóstolos, seja os doentes, que cuidem para não revelar a ninguém sua identidade. Por exemplo, o trecho evangélico deste domingo (Mc 1, 21-28) narra um homem possuído pelo demônio, que de repente começa a gritar: «Que queres de nós, Jesus Nazareno? Vieste nos arruinar? Sei quem és: o santo de Deus!». E Jesus o intima: «Cala-te! Sai dele!». E rapidamente, nota o evangelista, o espírito maligno, com gritos agonizantes, sai daquele homem. Jesus não só expulsa os demônios das pessoas, libertando-as das piores escravidões, mas impede aos próprios demônios de revelarem sua identidade. E insiste sobre este «segredo» porque está em jogo o sucesso de sua missão, da qual depende nossa salvação. Sabe, de fato, que para libertar a humanidade do domínio do pecado, Ele deverá ser sacrificado sobre a cruz como verdadeiro cordeiro pascal. O diabo, por sua vez, busca dissuadir-lhe para derrotá-lo sob a lógica humana de um Messias poderoso e cheio de sucesso. A cruz de Cristo será a ruína do demônio, e é para isso que Jesus não deixa de ensinar aos seus discípulos que, para entrar na sua glória, Ele deve padecer muito, ser rejeitado, condenado e crucificado (cf. Lc 24, 26), pois o sofrimento faz parte de sua missão. Jesus sofre e morre na cruz por amor. Desse modo, Ele deu sentido ao nosso sofrimento, um sentido que muitos homens e mulheres de todas as épocas entenderam e tornaram seu, experimentando serenidade profunda também no amargor de duras provas físicas e morais. E justamente «a força da vida no sofrimento» é o tema que os bispos italianos escolheram para a conhecida Mensagem por ocasião da atual Jornada pela Vida. Uno-me de coração às suas palavras, nas quais se vê o amor dos pastores pelo povo, e à coragem de anunciar a verdade, a coragem de dizer com clareza, por exemplo, que a eutanásia é uma falsa solução para o drama do sofrimento, uma solução indigna do homem. A verdadeira resposta não pode ser a da morte, por mais que seja «doce», e sim o testemunho do amor que ajuda a enfrentar a dor e a agonia de forma humana. Tenhamos certeza de uma coisa: nenhuma lágrima, nem de quem sofre, nem de quem lhe está próximo, se perde diante de Deus. A Virgem Maria guardou em seu coração de mãe o segredo de seu Filho; compartilhou com ele a hora dolorosa da paixão e da crucifixão, apoiada na esperança da ressurreição. A Ela confiamos as pessoas que estão em sofrimento e quem se esforça todos os dias por seu sustento, servindo a vida em todas as suas fases: genitores, agentes da saúde, sacerdotes, religiosos, pesquisadores, voluntários e muitos outros. Rezamos por todos eles. [Tradução: José Caetano. Revisão: Aline Banchieri. © Copyright 2009 – Libreria Editrice Vaticana] #coração #Cristo #Cordeiro #VirgemMaria #Apóstolos #Deus #paixão #Senhor #Homens #Poderoso #Vaticana #Messias #Pastor #oração #Liturgia #FilhodeDeus #BentoXVI #Peregrino #Amor #Mulheres #Jesus #segredo #mãe #Ressurreição #tradução
- Bento XVI defende Concílio Vaticano II e condena negacionismo antissemita
O jornal vaticano esclarece informações sobre a renovação das excomunhões CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 26 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- O compromisso de Bento XVI na aplicação do Concílio Vaticano II não muda pelo fato de ter levantado as excomunhões de quatro bispos consagrados por Dom Marcel Lefebvre em 1988, esclarece o jornal da Santa Sé, constatando a criação de um «caso de mídia». Carlo Di Cicco, subdiretor do L’Osservatore Romano, considera que nestes dias os meios de comunicação se equivocaram quando, «com precipitação, culparam Bento XVI não só de ter cedido a posições anticonciliares, mas inclusive de cumplicidade ou ao menos imprudência ao apoiar teses negacionistas sobre a Shoá», o Holocausto judaico. O jornal vaticano se referia à polêmica surgida horas antes de a Santa Sé anunciar a revogação da excomunhão, quando meios de comunicação republicaram declarações que havia pronunciado em novembro à televisão sueca um dos bispos da Fraternidade Sacerdotal São Pio X reabilitados, Dom Richard Williamson, adotando pessoalmente teses «negacionistas». Imediatamente depois, a Rádio Vaticano declarou que se tratava de «posições pessoais, que não podem ser compartilhadas e que não afetam o Magistério pontifício nem as posições da Igreja solenemente enunciadas em várias ocasiões». Segundo o L’Osservatore Romano, a atribuição ao Papa dessas declarações que não lhe correspondem foi desmentida por ele mesmo neste domingo, jornada de encerramento da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos e por ocasião do Ângelus. Bento XVI afirmou que «entre nós, os idosos certamente não esquecem» o primeiro anúncio do Concílio Vaticano II feito por João XXIII, em 25 de janeiro de 1959, há exatamente 50 anos, um gesto que o Papa definiu como «decisão sábia» sugerida pelo Espírito Santo. Precisamente, declara o jornal vaticano, a revogação da excomunhão deve ser entendida como um gesto que se enquadra no espírito do Concílio Vaticano II. «A reforma do Concílio não se aplicou totalmente, mas já está tão consolidada na Igreja Católica que não pode entrar em crise por um gesto magnânimo de misericórdia, inspirado, também, no novo estilo de Igreja promovido pelo Concílio, que prefere o remédio da misericórdia ao da condenação», explica o subdiretor. «A revogação que suscitou tantos alarmes não conclui um caso doloroso como o cisma lefebvriano – declara o jornal. Com ela, o Papa elimina pretextos para infinitas polêmicas, enfrentando o autêntico problema: a aceitação plena do magistério, inclusive, obviamente, o Concílio Vaticano II.» «Ainda que seja verdade que a Igreja Católica não nasce com o Concílio, é verdade também que a Igreja, renovada pelo Concílio, não é uma Igreja diferente, mas a mesma Igreja de Cristo, fundada sobre os apóstolos, garantida pelo sucessor de Pedro e, portanto, parte viva da tradição.» «Com o anúncio do Papa João, a tradição não desaparece, mas continua ainda hoje segundo as formas próprias de uma pastoral e de um magistério atualizado pelo último grande Concílio.» L’Osservatore Romano considera que tampouco é justo dizer que o Papa «não está convencido do caminho ecumênico e do diálogo com os judeus. Os compromissos estratégicos de seu pontificado estão à luz do sol e cada um dos atos pastorais e de magistério avançam claramente na aplicação da estratégia anunciada no momento de sua eleição». «O diálogo é parte constitutiva da Igreja conciliar e Bento XVI repetiu em várias ocasiões, e agora voltaram a fazê-lo, que o ecumenismo exige a conversão de todos – também da Igreja Católica – a Cristo. Em uma Igreja convertida, ‘as diversidades deixarão de ser um obstáculo que nos separa e passarão a ser uma riqueza na multiplicidade das expressões da fé comum’.» «A revogação da excomunhão não significa ainda a plena comunhão – acrescenta o jornal. O caminho de reconciliação com os tradicionalistas é uma opção colegial já conhecida pela Igreja de Roma, e não um gesto repentino e imprevisto de Bento XVI.» «Da aceitação do Concílio se deriva necessariamente também a clara posição sobre o negacionismo. A declaração Nostra aetate, o mais autorizado giro católico com relação ao judaísmo, deplora ‘os ódios, perseguições e manifestações de antissemitismo de qualquer tempo e pessoa contra os judeus’.» #excomunhão #AIS #PapaBentoXVI #Apóstolos #vaticanoii #Católico #SantaSé #sacerdotal #ConcílioVaticanoII #EspíritoSanto #judaísmo #Meiosdecomunicação #SOS #IgrejaCatólica
- Papa anula excomunhão de bispos ordenados por D. Lefebvre
DECRETO DA CONGREGAÇÃO PELOS BISPOS Por meio da carta do dia 15 de dezembro de 2008, dirigida à Sua Eminência, Cardeal Dario Castrillón Hoyos, o presidente da Comissão Pontifical Ecclesia Dei, Dom Bernard Fellay em nome próprio e em nome dos outros três bispos sagrados no dia 30 de junho de 1988, solicitava novamente o levantamento da excomunhão latae sententiae formalmente declarada pelo Decreto do Prefeito desta mesma Congregação para os Bispos na data de 1 de julho de 1988. Na carta anteriormente mencionada, Dom Fellay afirmava, entre outras coisas: “Nós estamos também aferrados à vontade de permanecer católicos e de pôr todas as nossas forças a serviço da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é a Igreja Católica Apostólica Romana. Nós aceitamos seus ensinamentos filialmente. Nós cremos firmemente no Primado de Pedro e nas suas prerrogativas e é por isso que a situação atual nos faz sofrer tanto”. Sua Santidade Bento XVI – paternalmente sensível ao mal estar espiritual manifestado pelos interessados por causa da sanção de excomunhão e confiando no compromisso expressado por eles na carta citada de não poupar nenhum esforço para aprofundar nas necessárias conversações com as Autoridades da Santa Sé sobre as questões ainda abertas, e de poder deste modo chegar rapidamente à uma plena e satisfatória solução do problema posto na origem – decidiu reconsiderar a situação canônica dos Bispos Bernard Fellay, Bernard Tissier de Mallerais, Richard Williamson e Alfonso de Galarreta relativa à sua sagração episcopal. Este ato expressa o desejo de consolidar as relações recíprocas de confiança, de intensificar e de tornar estáveis as relações da Fraternidade São Pio X com a Sé Apostólica. Este dom de paz, no fim das celebrações do Natal, quer ser também um sinal para promover a unidade na caridade da Igreja Universal e, deste modo, retirar o escândalo da divisão. Desejando que este passo seja seguido sem demora da pela comunhão com a Igreja de toda a Fraternidade São Pio X, em testemunho de uma verdadeira fidelidade e de um verdadeiro reconhecimento do Magistério e da autoridade do Papa pela prova de uma unidade visível. Conforme as faculdades que me foram expressamente concedidas pelo Santo Padre o Papa Bento XVI, em virtude do presente Decreto, eu levanto aos Bispos Bernard Fellay, Bernard Tissier de Mallerais, Richard Williamson e Alfonso de Galarreta a censura de excomunhão latae sententiae declarada por esta Congregação no dia 1 de julho de 1988, do mesmo modo que declaro sem efeitos jurídicos, a partir de hoje, o Decreto publicado naquela época. Roma, da Congregação para os Bispos, dia 21 de janeiro de 2009 Card. Giovanni Battista Re Prefeito da Congregação pelos Bispos Texto original: Italiano, traduçao DICI http://www.dici.org Fonte: site do Vaticano em http://212.77.1.245/news_services/bulletin/news/23251.php?index=23251&lang=it ] #excomunhão #Richard #lataesententiae #santidade #Magistério #Romana #comunhão #JesusCristo #Senhor #Comissão #escândalo #Ecclesia #latae #PrimadodePedro #Catolica #bispos #Unidade #Apostólica #Giovanni #divisão #ecclesiadei #fidelidade #Vaticano #Fraternidade #Jesus #Cardeal
- Diálogo com anglicanos e metodistas continua apesar das dificuldades
O ano de 2008 foi importante em contatos bilaterais CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 23 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- Continua, apesar das dificuldades, o difícil diálogo com as confissões anglicana e metodista. Assim confirma o encarregado do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, Mark Langham, em artigos publicados esta semana pelo L’Osservatore Romano. Estes artigos fazem parte de uma série publicada ao longo desta semana pelo jornal vaticano por ocasião da Semana de Oração pela unidade dos Cristãos, que concluirá no próximo domingo. Langham explica que 2008 foi significativo em ambos os casos pelo estabelecimento de contatos de tipo informal com destacados membros das duas confissões. No caso dos anglicanos, explica, foi muito significativa a participação de uma delegação católica, encabeçada pelo cardeal Kasper, presidente do Conselho Pontifício para a promoção da Unidade dos Cristãos, na Conferência de Lambeth, o encontro que reúne a Comunhão Anglicana a cada dez anos. Esta participação foi muito importante, dado que o diálogo entre as duas confissões se havia praticamente congelado em 2003, ao ter sido nomeado bispo da Igreja Episcopaliana de New Hampshire (EUA) um candidato abertamente homossexual. Esta decisão havia provocado também uma forte ruptura interna na Comunhão Anglicana. Em Lambeth, explica Langham, o cardeal Kasper «pôde falar francamente sobre o doloroso impacto que este e outros acontecimentos (a ordenação de mulheres) provocaram no diálogo ecumênico». Outras intervenções trataram também sobre a questão ecumênica, ainda que inicialmente não era o tema da conferência. Ainda que não tenham adotado resoluções ao respeito, explica Langham, isso foi importante frente às reuniões informais (informal talks) realizadas este ano, especialmente através do Centro Anglicano de Roma. Assegurar a unidade e a integridade da doutrina anglicana será o ponto fundamental que permitirá a reativação do diálogo oficial. Com relação ao diálogo com os metodistas, Langham explica que durante este ano «continuaram os encontros cordiais», e assinalou especialmente o que aconteceu em novembro, em Dublin, entre o reverendo Geoffrey Wainwright e Dom Michael Ernest Putney, bispo católico de Townsville (Austrália). Nesse encontro se aprovou o documento conjunto Together in Holliness (Juntos em santidade), que explica os passos dados durante os 40 anos de duração do diálogo metodista-católico. Apesar dos grandes desencontros em matéria doutrinal, ambas as partes se preparam para enfrentar uma nova etapa, de elaboração de um documento conjunto que será apresentado ao Conselho Metodista Mundial em sua próxima reunião de Durban (Austrália), em 2011. #Anglicanos #comunhão #Anglicana #Austrália #Dificuldades
- Propaganda contra Deus nos ônibus urbanos: «uma ofensa contra os crentes»
Afirmam os bispos espanhóis MADRI, sexta-feira, 23 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- Os bispos espanhóis divulgaram hoje uma nota na qual afirmam que a propaganda sobre a inexistência de Deus nos ônibus urbanos públicos de Madri «lesa» o direito à liberdade religiosa e é uma «ofensa» contra os crentes. Criticam assim oficialmente a iniciativa de colocar nos ônibus urbanos de Madri, como se fez em outras cidades européias, o slogan «Deus provavelmente não existe. Deixe de se preocupar e curta a vida». Os prelados insistem em que «a liberdade de expressão é um direito fundamental» que deve «ser exercido por meios lícitos», mas argumentam que «os espaços públicos que devem ser utilizados de modo obrigatório pelos cidadãos não devem ser empregados para divulgar mensagens que ofendem as convicções religiosas de muitos deles». «Insinuar que Deus provavelmente seja uma invenção dos crentes e afirmar também que não lhes deixa viver em paz nem desfrutar a vida é objetivamente uma blasfêmia e uma ofensa aos que crêem», afirma a nota. Esta iniciativa «lesa o direito ao exercício livre da religião, que deve ser possível sem que ninguém se veja necessariamente menosprezado ou atacado», acrescentam os bispos. Contudo, afirmam que os católicos «respeitarão o direito de todos de expressar-se e estarão dispostos a atuar, com serenidade e mansidão frente às injúrias, e com fortaleza e valentia no amor e na defesa da verdade». A nota pede que as autoridades «velem pelo exercício pleno do direito de liberdade religiosa», compaginando-o com a liberdade de expressão, e propõem que se adotem alternativas como as levadas a cabo em Milão, Roma e Zaragoza. Nestas cidades não se permitiu o uso de espaços publicitários públicos para a campanha. #serenidade #Deus #liberdade #crêem #Milão #necessariamente #Propaganda #campanha #expressão #Amor #blasfêmia #defesa
- Católicos e ortodoxos tentarão chegar a acordo sobre primado do Papa
O debate sobre este tema centrará os trabalhos conjuntos durante 2009 Por Inma Álvarez CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 20 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- Apesar das dificuldades, o diálogo entre as Igrejas Católica e Ortodoxa avança positivamente, tanto no diálogo teológico como nas relações fraternas. Assim constatou o subsecretário do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos, Dom Eleuterio F. Fortino, em um breve informe sobre a situação dos trabalhos da Comissão Mista, publicado por L’Osservatore Romano em sua edição de ontem. Para o especialista, é significativo o desenvolvimento, nos últimos anos, de «relações construtivas» entre Roma e Constantinopla, mas também «com o Patriarcado de Moscou e outras Igrejas», como mostra o recente intercâmbio de visitas entre patriarcas e cardeais, assim como a participação, pela primeira vez na história, do Patriarca de Constantinopla na Assembléia do Sínodo dos Bispos. Com relação ao diálogo teológico, Dom Fortino explica que a Comissão está atualmente revisando a questão de como se entendia o primado do bispo de Roma, prima sedes, no primeiro milênio do cristianismo, quando ambas as Igrejas estavam em comunhão apesar das dificuldades. Para facilitar os trabalhos, a Comissão de dividiu em duas subcomissões, uma de língua inglesa e outra francesa, que estudam os documentos eclesiais em que se trata desta questão, como as cartas apostólicas dos primeiros séculos ou os Padres da Igreja. Também se estuda o papel dos Papas na refutação de heresias como o arianismo, o monofisismo etc., em particular na condenação das heresias iconoclastas (Concílio de Nicéia II, ano 787) que tanta transcendência teve para as igrejas orientais. A questão, explica Dom Fortino, não é tanto a do primado de Roma em si, que ambas as Igrejas aceitam, tal como mostra o documento conjunto de Ravena (assinado em 2007), mas a interpretação do conteúdo do primado, sobre a qual ainda existem grandes diferenças. Para isso, acrescentam, a chave está em «chegar a uma leitura comum dos fatos históricos, uma hermenêutica comum na interpretação dos dados da Escritura e das opções teológicas». Outra das questões que deverá ser estudada é como o conteúdo deste primado evoluiu no segundo milênio, após a ruptura entre as duas confissões, e qual é a situação atual após os Concílios Vaticano I e II, que tentam recuperar a visão de comunhão que existia no primeiro milênio. Em resumo, explica Fortino, o diálogo «continua aberto em uma nova fase e em uma perspectiva positiva», apesar das «dificuldades permanentes e novas». #Constantinopla #PapaBentoXVI #Kephas #católicos #ortodoxos #Kefa #Kepha #Pedro #Papa #PrimadodePedro #acordo #Roma
- Conversão de Pastor Protestante pelo Imaculado Coração
Parte 1 [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=iK2egDDiQzY[/youtube] Parte 2 [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=LI2mrj-3uyI[/youtube] Parte 3 [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=36bcdyIdlLg[/youtube] Parte 4 [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=FzDEW7GtPXc[/youtube] Parte 5 [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=uqW-8099XbA[/youtube] #conversão #Maria #ExPastor #milagre #Protestante #ImaculadoCoração #Jesus
- Papa fala da música sacra como «experiência da alegria de Deus»
Recordou o impacto que teve para ele e seu irmão escutar a Missa em Dó menor de Mozart Por Inma Álvarez CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 19 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- O Papa Bento XVI aproveitou o concerto oferecido na Capela Sistina, no sábado passado, 17 de janeiro, por ocasião do 85º aniversário de seu irmão, mons. Georg Ratzinger, para falar sobre a «experiência espiritual» que a música sacra pode oferecer, ao transmitir a «alegria de Deus». Por ocasião deste aniversário, o coro Domspatzen, da catedral de Ratisbona, do qual Georg Ratzinger foi maestro de capela durante 30 anos, executou uma peça muito significativa na vida dos irmãos, a Missa em Dó menor de Wolfgang Amadeus Mozart. Em sua intervenção, quase toda em alemão, o Papa recordou uma viagem junto a seu irmão a Salzburgo, em 1941, na qual tiveram a oportunidade de escutar esta peça de música sacra, e que, afirmou o Papa, supôs para ambos «algo diferente de um simples concerto». «Havia sido música em oração, ofício divino, no qual havíamos podido captar algo da magnificência e da beleza do próprio Deus, e nos havia impressionado», acrescentou. O Papa explicou que a gratidão expressada nesta Missa «não é gratidão superficial de um homem do Rococó, mas que nesta Missa encontra expressão também toda a intensidade de sua luta interior, de sua busca do perdão, da misericórdia de Deus e depois, dessas profundezas se eleva radiante mais que nunca a alegria em Deus». Em uma emocionada lembrança da vida de seu irmão, presente durante sua intervenção, Bento XVI afirmou que, como maestro da capela do coro de igreja mais antigo do mundo (o Domspatzen tem mais de mil anos), Georg Ratzinger pôde «servir sacerdotalmente a música e transmitir ao mundo e à humanidade a alegria pela existência de Deus através da beleza da música e do canto». Finalmente, o Papa desejou aos presentes que esta música «contribua para aprofundar nossa relação com Deus, sirva para reavivar em nosso coração a alegria que brota da fé, para que cada um chegue a ser testemunha convencida em seu próprio ambiente cotidiano». #Intervenção #Deus #Misericórdia #canto #música #beleza #Ratzinger #alegria #sacra #Missa #Humanidade #alemão
- Papa pede cultura e política da família
Mensagem ao Encontro Mundial das Famílias no México CIDADE DO VATICANO, domingo, 18 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI pediu mobilização social para promover «uma cultura e uma política da família» na videomensagem dirigida ao evento festivo e testemunhal do Encontro Mundial das Famílias, celebrado no México. É necessário, assegura o pontífice, «desenvolver uma cultura e uma política da família que sejam impulsionadas também de maneira organizada pelas próprias famílias». Com suas palavras, o Papa alentou «a unir-se às associações que promovem a identidade e os direitos da família, segundo uma visão antropológica coerente com o Evangelho», e convidou «tais associações a coordenar-se e a colaborar entre elas para que sua atividade seja mais incisiva». O intento frio e a chuva que açoitou nesse sábado à noite o nordeste da cidade do México impediram a transmissão da videomensagem na grande explanada da Basílica de Guadalupe ao final do evento festivo das famílias, segundo estava previsto. A mensagem foi transmitida a todos os participantes na missa de encerramento deste domingo, que foi presidida pelo cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado, e na qual o Papa esteve conectado graças às novas tecnologias da comunicação. O bispo de Roma recordou que a família é «célula vital da sociedade, o primeiro e decisivo recurso para seu desenvolvimento, e tantas vezes o último amparo das pessoas às quais as estruturas estabelecidas não chegam a cobrir satisfatoriamente em suas necessidades». «Por sua função essencial – acrescentou –, a família tem direito a ser reconhecida em sua própria identidade e a não ser confundida com outras formas de convivência, assim como a poder contar com a devida proteção cultural, jurídica, econômica, social, de saúde e, muito particularmente, com um apoio que, tendo em conta o número dos filhos e os recursos econômicos disponíveis, seja suficiente para permitir a liberdade de educação e de eleição da escola». A família, «Evangelho vivo» que todos podem ler O Santo Padre considerou que a família cristã, «vivendo a confiança e a obediência filial a Deus, a fidelidade e a acolhida generosa dos filhos, o cuidado dos mais fracos e a prontidão para perdoar, se converte em um Evangelho vivo que todos podem ler, um sinal de credibilidade talvez mais persuasivo e capaz de interpelar o mundo de hoje». Neste contexto, o Papa deixou à família a tarefa de apresentar «seu testemunho de vida e sua explícita profissão de fé aos diversos âmbitos de seu meio, como a escola e as diversas associações». Desta forma, pediu às famílias que se comprometam «na formação catequética de seus filhos e nas atividades pastorais de sua comunidade paroquial, especialmente aquelas relacionadas com a preparação ao matrimônio ou dirigidas especificamente à vida familiar». «Trabalhar pela família é trabalhar pelo futuro digno e luminoso da humanidade e pela edificação do Reino de Deus». A família, concluiu, está chamada «a ser evangelizada e evangelizadora, humana e humanizadora». O evento testemunhal e festivo, também presidido pelo cardeal Bertone, legado pontifício, girou em torno da oração do Rosário, cujos mistérios gozosos estiveram intercalados pelos testemunhos de famílias dos cinco continentes. A cerimônia foi animada por música de reconhecidos artistas tanto mexicanos como de outros países. O evento no qual participaram cerca de 20 mil pessoas concluiu com um espetáculo de fogos de artifício. #Mundo #acolhida #Evangelho #Eva #comunicação #Paroquial #Deus #formação #matrimônio #Unção #Domingo #desenvolvimento #Papa #oração #TarcisioBertone #testemunho #sociedade #pontífice #BentoXVI #política #Vaticano #ReinodeDeus #Humanidade #Palavra
- Meios de comunicação, novos (des)educadores
Conferência de Norberto González no Congresso da família CIDADE DO MÉXICO, quinta-feira, 15 de janeiro de 2009 (ZENIT.org-El Observador).- O trabalho educativo da família está sendo suplantado ou complementado cada vez mais pelos meios de comunicação, explicou Norberto González Gaitano, doutor em jornalismo, no segundo dia do Congresso Teológico Pastoral do VI Encontro Mundial das Famílias. O antigo decano da Faculdade de Comunicação Institucional da Universidade Pontifícia da Santa Cruz, em Roma, dedicou sua intervenção ao tema “A família e os meios de comunicação”. A análise do professor de Opinião Pública serviu para fundamentar sensações dos participantes no congresso: a decisiva influência que os meios de comunicação têm na educação das crianças e jovens. Chegou a uma conclusão clara: não se trata de condenar a mídia, mas de aprender a discernir. O catedrático iniciou sua exposição constatando que uma criança norte-americana vê quase oito horas diárias de televisão. A respeito dos novos meios que a tecnologia oferece (desde a web e o ipod, iphone, skype…) esclareceu que “em si mesmos, não são bons nem maus, mas cada novo meio de comunicação introduz uma ganância cultural e implica simultaneamente uma perda, como mostrou Marshall McLuhan”. Assim, por exemplo, disse, “a imprensa levou a leitura a todos os extratos sociais e possibilitou o ensino universal obrigatório; por sua vez, obscureceu toda uma cultura oral com sua enorme riqueza; a televisão mudou o modo de imaginar, de aprender e de pensar da geração audiovisual; assim como a internet está mudando os hábitos de consumo dos meios e os circuitos mentais da geração digital”, explicou o professor. Constatou como “cada geração tem de aprender a incorporar estes avanços, ainda que às vezes paguem um alto preço, como nos EUA, onde as crianças diagnosticadas com desordem de déficit de atenção eram 150 mil em 1970 e em 2000 eram 6 milhões”. “Se bem que a televisão não é a única responsável pela mudança, pois também influem outros fatores, como a desestruturação da família (aumento de divórcios, trabalho fora do lar dos cônjuges, etc.), o certo é que os pediatras e especialistas que aconselham pouca ou nenhuma televisão obtêm melhoras notáveis na conduta dos pequenos acometidos dessas disfunções”, afirmou o especialista espanhol. Gaitano mostrou como os conteúdos de violência promovem comportamentos violentos, e propôs ao auditório numerosos exemplos extraídos de pesquisas acadêmicas. “A nova identidade cultura que a mídia está propagando se caracteriza pela banalização da morte e da sexualidade, assim como pela comercialização do erotismo”, afirmou. Diante desse panorama, o professor questionou se a mídia vai procurar um mundo feliz, e respondeu citando uma frase de Albert Einstein: “o problema não é a bomba atômica, o problema é o coração dos homens”. “Não se trata –assegurou– de condenar os meios de comunicação, mas de aprender a discernir acerca deles”. Finalizou dizendo que o desafio para os pais de família encontra-se em responder à emergência educativa de que fala Bento XVI. Cada geração apresenta um novo desafio para a família. Nesta geração, o desafio está em ensinar a discernir frente à poderosa maquinaria dos meios de comunicação de massa, afirmou. #emergência #educadores #banalização #violência #AlbertEinstein #Meiosdecomunicação #iphone
- Papa explica que quem está em Cristo «não tem medo de nada nem de ninguém»
O senhorio de Cristo sobre o cosmos é a «chave» para uma relação correta com o Criador Por Inma Álvarez CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 14 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- O cristão «não tem medo de nada nem de ninguém», pois Cristo, cabeça da Igreja, é o Senhor do cosmos, assegurou Bento XVI nesta quarta-feira, durante a audiência geral realizada na Sala Paulo VI. Continuando com o ciclo sobre São Paulo, no bimilênio de seu nascimento, o Papa explicou um aspecto da doutrina paulina contido nas cartas aos Colossenses e aos Efésios – duas cartas «quase gêmeas», explicou – que é a consideração de Cristo como «cabeça» da Igreja e de todo o cosmos, e as implicações que isso tem para a vida dos cristãos. Este «senhorio de Cristo» sobre «as potências celestes e o cosmos inteiro» constitui «uma mensagem altamente positiva e fecunda» para o homem pagão de ontem e de hoje, explicou aos mais de quatro mil peregrinos que participaram do encontro. «Para o mundo pagão, que acreditava em um mundo cheio de espíritos, em grande parte perigosos e contra os quais era preciso defender-se, aparecia como uma verdadeira libertação o anúncio de que Cristo era o único vencedor e de que quem estava com Cristo não tinha que temer ninguém.» O Papa acrescentou que «o mesmo vale para o paganismo de hoje, porque também os atuais seguidores destas ideologias veem o mundo cheio de poderes perigosos. A estes é necessário anunciar que Cristo é vencedor, de modo que quem está com Cristo, quem permanece unido a Ele, não deve temer nada nem ninguém». Iswo é importante também para os cristãos, acrescentou: «devemos aprender a enfrentar todos os medos, porque Ele está acima de toda dominação, é o verdadeiro Senhor do mundo». Cristo, explicou o Papa, «não tem que temer nenhum eventual competidor, porque é superior a qualquer forma de poder que tentar humilhar o homem. Só Ele ‘nos amou e entregou a si mesmo por nós’ (Ef 5, 2). Por isso, se estamos unidos a Cristo, não devemos temer nenhum inimigo e nenhuma adversidade; mas isso significa também que devemos permanecer bem unidos a Ele, sem soltar!». Isso tem outra implicação, assinalou, e é que o cosmos «tem sentido»: «não existe, por uma parte, o grande mundo material e por outra esta pequena realidade da história da nossa terra, o mundo das pessoas: tudo é um em Cristo». Esta visão não só é «racional», mas é inclusive «a mais universalista»: «a Igreja reconhece que Cristo é maior que ela, dado que seu senhorio se estende também além de suas fronteiras». «Tudo isso significa que devemos positivamente considerar as realidades terrenas, porque Cristo as recapitula em si, e ao mesmo tempo, devemos viver em plenitude nossa identidade específica eclesial, que é a mais homogênea à identidade do próprio Cristo», acrescentou o Papa. Desta consciência vem aos cristãos «a força de atuar de forma reta», tanto diante dos demais como com a criação, explicou. «Estas duas cartas são uma grande catequese, da qual podemos aprender não só como ser bons cristãos, mas também como chegar a ser realmente homens. Se começamos a entender que o cosmos é a marca de Cristo, aprendemos nossa relação reta com o cosmos, com todos os problemas de sua conservação.» Assim também «aprendemos a vê-los com a razão, mas com uma razão movida pelo amor, e com a humildade e o respeito que permitem atuar de forma correta», acrescentou. Por outro lado, «se pensamos que a Igreja é o Corpo de Cristo, que Cristo se deu a si mesmo por ela, aprendemos como viver com Cristo o amor recíproco, o amor que nos une a Deus e que nos faz ver ao outro como imagem de Cristo, como Cristo mesmo». Diante deste «mistério de Cristo», afirmou o Papa, «as meras categorias intelectuais são insuficientes». «Reconhecendo que muitas coisas estão além de nossas capacidades racionais, devemos confiar na contemplação humilde e gozosa não só da mente, mas também do coração. Os pais da Igreja, por outro lado, nos dizem que o amor compreende muito mais que a razão apenas», concluiu. #coração #cristão #Cristo #anunciar #Deus #SãoPaulo #Senhor #Eclesia #Peregrinos #Espírito #Doutrina #criação #CabeçadaIgreja #oração #BentoXVI #Igreja #DeCristo #medo #Vaticano #Amor #verdadeiro
- Informar ou desinformar sobre a religião
Pontos obscuros e cobertura tendenciosa da mídia Por Pe. John Flynn, L.C. ROMA, terça-feira, 13 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- A exatidão e a objetividade são características que costumam faltar na cobertura que os meios de comunicação fazem das Igrejas e da religião em geral. Um exemplo foi um recente artigo da Newsweek sobre o casamento do mesmo sexo. A revista publicava uma reportagem de capa de Lisa Miller em seu número de 15 de dezembro, em que se afirmava que não podemos tomar a Bíblia como uma fonte confiável sobre como deveria ser o matrimônio. Miller também afirmava que nem a Bíblia nem Jesus definiam explicitamente o matrimônio como a união entre um homem e uma mulher. O artigo de Miller recebeu muitas críticas por suas citações seletivas de passagens bíblicas e por ignorar simplesmente muito do que as Escrituras dizem sobre o matrimônio. A própria Newsweek reconheceu que suas opiniões atraíram milhares de e-mails com críticas. A ignorância exibida no artigo da Newsweek não é um caso isolado. No dia 15 de dezembro, o defensor do leitor do periódico Guardian teve de admitir que haviam confundido a Imaculada Conceição de Maria com o nascimento virginal de Jesus em um artigo publicado nada menos que no dia da Imaculada Conceição. O editor também admitia que, como afirmava um sacerdote que lhes escreveu, este é um erro frequente. De fato, o Guardian teve de publicar retificações sobre este tema em sete ocasiões durante os últimos dez anos. Outro erro chamativo foi cometido no dia 7 de julho, desta vez por FoxNews, quando informava que Webster Cook, estudante na Universidade Central da Flórida, levou escondido uma hóstia consagrada de uma Missa. O jornalista indicou erroneamente que os católicos crêem que a hóstia «simboliza o corpo de Cristo». Os comentaristas apontaram rapidamente que a Igreja Católica não crê que a Eucaristia seja um mero símbolo, mas que é o verdadeiro Corpo de Cristo. FoxNews corrigiu o texto, mas inclusive assim a seguinte versão, ainda que reconhece que os católicos creem que seja o Corpo de Cristo, afirma que isto ocorre quando a hóstia é «abençoada», no lugar do termo correto, «consagrada». Analfabetismo religioso Tentar compreender por que muitos meios de comunicação equivocam-se com tanta frequencia com a religião é o objetivo de uma série de ensaios recentemente publicados: «Blind Spot: When Journalists Don’t Get Religion” (Ângulo cego: quando os jornalistas não acertam com a religião) (Oxford University Press). Editado por Paul Marshall, Lela Gilbert e Roberta Green Ahmanson, o prólogo do livro começa observando que muitos jornalistas são simplesmente analfabetos quando se trata de saber o que a Bíblia contém. Infelizmente, comenta o prólogo, um jornalista com tendências laicistas simplesmente perderá muitos dos mais importantes acontecimentos e tendências de nosso tempo. Em sua contribuição, Allen D. Hertzke, professor de ciências políticas da Universidade de Oklahoma, acusava a maior parte da imprensa de perder um dos maiores desenvolvimentos da política exterior dos últimos tempos. Hertzke explicava que um novo movimento de direitos humanos surgiu em meados dos anos noventa para defender a liberdade religiosa e os direitos humanos. O Congresso dos Estados Unidos aprovou uma importante legislação, que incluía a Lei de Liberdade Religiosa Internacional de 1998. Levou a cabo um profundo estudo da cobertura da mídia durante os anos em que se aprovaram as principais leis e concluiu que o papel da aliança de grupos religiosos que foi a principal força do processo foi com frequencia mal entendida. O professor observava, por exemplo, que o New York Times costumava simplesmente caracterizar o impulso legislativo como uma causa da «Direita Cristã», ignorando assim o papel de toda a diversidade de grupos que vão desde os judeus aos budistas tibetanos. Assim, acrescentava Hertzke, a campanha contra o tráfico de mulheres e de crianças para exploração sexual é outra área onde os grupos religiosos tiveram um papel pioneiro, esquecido com frequencia pela mídia. Informando sobre o Papa A escritora e jornalista católica Amy Welborn dedica um capítulo do livro à cobertura da mídia ao papado. Ela reflete sobre a cobertura da morte de João Paulo II, a eleição de Bento XVI e os primeiros anos do pontificado deste último. Muitas vezes, comenta Welborn, a cobertura da mídia se vê desqualificada por seus defeitos, primeiro, a falta de conhecimento do tema; segundo, confiar em método de informação que marca os acontecimentos em linguagem de categorias políticas contemporâneas. Um perfil de João Paulo II publicado após sua morte pelo Boston Globe descrevia seu magistério como «autoritário e disciplinador». Muitos dos jornalistas, observava Welborn, apresentavam João Paulo II como «conservador» e ignoravam, por exemplo, suas contribuições pioneiras em áreas como a teologia do corpo. Quanto à eleição de Bento XVI, Welborn observava que com muita frequencia a mídia caracterizou o novo Papa como intransigente e disciplinador. Apenas com o tempo, os meios laicos conseguiram apresentar uma imagem mais completa. Welborn reconhecia que informar sobre a Igreja Católica é todo um desafio, dada a profundidade e complexidade histórica do tema em questão. E indicava que aprofundar seu conhecimento da Igreja seria um passo adiante para os jornalistas que cobrem o catolicismo. Isso não significa perder objetividade, mas informar sobre os acontecimentos em seu contexto apropriado. Também seria dar outro passo adiante resistir à tentação de apresentar cada informação relacionada com o Vaticano como uma batalha entre «conservadores e liberais». Ignorância Terry Mattingly, repórter e diretor do Washington Journalism Center no Council for Christian Colleges, escrevia sobre o tema de levar a religião à salas de redação. Também comentava a assombrosa ignorância de alguns dos repórteres que cobrem religião. Mattingly observava que não podia imaginar que erros básicos como os cometidos em informações sobre temas religiosos se pudessem permitir em outras áreas, como a polític. Entre os exemplos dados por Mattingly estavam informações que podiam inclusive não descrever perfeitamente os nomes das Igrejas ou das denominações, etiquetando os diferentes grupos de cristãos como «fundamentalistas» e mal interpretando completamente a terminologia religiosa. Este não é um problema religioso, sustenta Mattingly, mas jornalístico, devido a que as mesas de redação carecem de ouvidos quando se trata de religião –escutando as palavras mas sem compreender a música. Mattingly cita um caso dos editores do Washington Post de 1994, quando puseram um anúncio para um repórter de religião. O candidato «ideal», dizia, «não é necessariamente religioso nem especialista em religião». É certo, reconhece, que um repórter que cobre religião não deve ser escolhido baseando-se em suas crenças religiosas, mas para ser um bom repórter profissional necessita-se conhecer o tema a tratar. Mattingly recomenda algumas coisas que podem ser feitas para melhorar a cobertura da religião. As sugestões vão desde que os editores assegurem que os repórteres recebam uma melhor preparação à necessidade de mais diversidade em termos de procedência e crenças de quem trabalha nas mesas de redação. «É preciso evitar que os meios de comunicação se tornem o megafone do materialismo econômico e do relativismo ético, verdadeiras pragas do nosso tempo», escrevia Bento XVI em sua mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais, celebrado em maio passado. «Pelo contrário, eles podem e devem contribuir para dar a conhecer a verdade sobre o homem, defendendo-a face àqueles que tendem a negá-la ou a destruí-la», animava o Papa. Uma parte essencial da comunicação desta verdade é informar corretamente sobre os fatos básicos da religião e da Igreja. #Cristo #Escritura #contrário #católicos #Bíblicas #Escrituras #JoãoPauloII #Aliança #adiante #oração #Políticas #Bíblia #profundidade #BentoXVI #Igreja #universidade #abençoada #Jesus
- Papa explica importância do Batismo das crianças
«Não são propriedade privada dos pais, estes devem ajudá-las a ser filhas de Deus» Por Inma Alvarez CIDADE DO VATICANO, domingo, 11 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- O Papa explicou a importância do Batismo das crianças, ao batizar hoje 13 bebês na Capela Sixtina, como é tradição na Solenidade do Batismo do Senhor, e afirmou que com ele «restituímos a Deus o que veio d’Ele». «A criança não é propriedade dos pais, mas foi confiada pelo Criador a sua responsabilidade, livremente e de uma forma sempre nova, para que estes as ajudem a ser livres filhas de Deus», explicou o Papa. Sobre estas crianças, afirmou, «pousa hoje a “complacência” de Deus». «Desde quando o Filho unigênito do Pai se fez batizar, o céu se abriu realmente e continua se abrindo, e podemos confiar cada nova vida que nasce às mãos d’Aquele que é mais poderoso que os poderes obscuros do mal», afirmou o Papa. Em primeiro lugar, Bento XVI assinalou a importância de que Deus se tenha feito uma criança pequena, que é precisamente o centro da celebração do tempo litúrgico do Natal, que se encerra com a Solenidade do Batismo do Senhor. «O Criador assumiu em Jesus as dimensões de uma criança, de um ser humano como nós, para poder fazer-se ver e tocar. Ao mesmo tempo, abaixando-se até a impotência inerme do amor, Ele nos mostra o que é a verdadeira grandeza, o que quer dizer ser Deus», afirmou. Agradecendo a oportunidade de poder batizar nesta ocasião, o Papa fez notar sobretudo a importância do papel dos pais e dos padrinhos para fazê-los compreender o sacramento que um dia receberam. «Só se os pais amadurecerem esta consciência conseguirão encontrar o justo equilíbrio entre a pretensão de poder dispor dos próprios filhos como se fossem uma propriedade privada, formando-os em base às próprias idéias e desejos, e a postura libertadora que se expressa em deixá-los crescer em autonomia plena, satisfazendo cada um de seus desejos e aspirações», explicou. Por outro lado, batizar as crianças pequenas, explicou o Papa, não é «fazer uma violência», mas «dar-lhes a riqueza da vida divina na qual se enraíza a verdadeira liberdade que é própria dos filhos de Deus». Esta liberdade, acrescentou, «deverá ser educada e formada com o amadurecer dos anos, para que as faça capazes de eleições pessoais responsáveis». Com respeito à educação na fé dos pequenos, o Papa explicou que «se com este sacramento, o batizando se converte em filho adotivo de Deus, objeto de seu amor infinito que o tutela e defende das forças obscuras do maligno, é necessário ensiná-los a reconhecer a Deus como seu Pai e a saber se relacionar com Deus com atitude de filho». Também, o batismo, afirmou, introduz as crianças em «uma nova família, maior e estável, mais aberta e numerosa que a vossa: refiro-me à família dos crentes, à Igreja, uma família que tem Deus por Pai e na qual todos se reconhecem irmãos em Jesus Cristo». Confiando estas crianças «à bondade de Deus, que é potência de luz e de amor», estas, «ainda nas dificuldades da vida, não se sentirão abandonadas, se permanecerem unidas a Ele». «Preocupados portanto em educá-las na fé, em ensiná-las a rezar e a crescer como fazia Jesus e com sua ajuda, em sabedoria, idade e graça perante Deus e os homens», concluiu. Depois, durante sua alocução no Ângelus, o Papa voltou a assinalar a importância deste sacramento, pelo qual o homem «recebe a vida eterna». «Esta é a estupenda realidade: a pessoa humana, mediante o Batismo, insere-se na relação única e singular de Jesus com o Pai, de forma que as palavras que ressoaram no céu sobre o Filho Unigênito se fazem verdadeiras para cada homem e toda mulher que renasce na água e do Espírito Santo: Tu és meu Filho, o amado», acrescentou. #Alvarez #criador #Deus #Angelus #batismo #Batismodecrianças #CapelaSixtina #Papa #amado #Solenidade #BentoXVI #crianças #Amor #EspíritoSanto #Jesus
- Grã-Bretanha: cristãos cobram de ateus prova de que Deus não existe
Após a campanha em meios de transporte: «provavelmente Deus não existe» LONDRES, sexta-feira, 9 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- Uma organização britânica cristã protestou nesta quinta-feira perante a autoridade que regulamenta a publicidade após o lançamento nos meios de transporte públicos do Reino Unido de uma campanha atéia que proclama «provavelmente Deus não existe» e pediu provas que confirmem tal afirmação. A campanha atéia, exposta em 800 ônibus do país, assim como no Metrô de Londres, foi lançada ao início de janeiro com o apoio da Associação Humanista Britânica (BHA) e foi financiada por mais de 140 mil libras (cerca de 150 mil euros). O slogan completo da campanha, que também deverá ser promovido em menor escala na Espanha, é «Provavelmente Deus não existe. Deixa de te preocupar e desfruta a vida». Stephen Green, diretor nacional da associaçãoChristian voice, apresentou uma denúncia à Advertising Standards Authority (ASA), argumentando que a campanha viola o código da publicidade por ser enganosa, dado que carece de fundamento. Segundo seu regulamento, a ASA estabelece que «a publicidade não pode desorientar os consumidores. Isto significa que os anunciantes devem ter provas que demonstrem o que anunciam sobre seus produtos ou serviços antes de que apareça o anúncio». Segundo Green, esta publicidade viola o código publicitário, «a não ser que os anunciantes demonstrem que provavelmente Deus não existe». Segundo o denunciante, os promotores da campanha não podem desculpar-se dizendo que se trata de uma «questão de opinião», «pois nenhuma pessoa ou entidade firma a declaração. Apresenta-se como uma declaração de fato e isto significa que deve ser capaz de ser provada, do contrário se rompem as normas». Um porta-voz da ASA declarou que a autoridade aceitou a denúncia. «Nós a avaliaremos nos próximos dias e, a partir desta avaliação, decidiremos se é necessário contatar o anunciante», afirmou. #cristã #Deus #Denuncia #britânica #viola #Espanha #Bretanha #declaração #Código #Publicidade #Associação
- «Humanae Vitae»: profecia científica
O presidente dos métodos católicos denuncia os perigos da pílula anticoncepcional Por Antonio Gaspari ROMA, quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- Apesar de ter sido publicada há 40 anos, a encíclica Humanae Vitae ainda suscita um forte debate. Para alguns, inclusive dentro da Igreja Católica, trata-se de um texto inadequado aos tempos e insuficiente nas respostas, enquanto outros sustentam que se trata de uma encíclica «profética». Para estes últimos, o Papa Paulo VI fez bem em advertir contra o uso de anticoncepcionais, já que estes são perigosos para a saúde da mulher e para a relação dentro do casal. Neste contexto, o doutor espanhol José María Simón Castellví, presidente da Federação Internacional das Associações de Médicos Católicos (FIAMC), anunciou um texto em 4 de janeiro passado, com o título «40 anos depois da Encíclica Humanae Vitae, do ponto de vista médico», no qual se ilustram todos os problemas relativos à saúde da mulher, à contaminação ambiental e ao enfraquecimento e banalização das relações de casal que a pílula contraceptiva provocou. Sobre esta questão, o dr. Simón Castellví concedeu esta entrevista à Zenit. – Os críticos da Humanae Vitae sustentam que os anticoncepcionais trouxeram a emancipação feminina, progresso, saúde médica e ambiental. Mas segundo o informe da FIAMC, isso não é verdade. Pode explicar-nos por quê? – Simón Castellví: Os anticoncepcionais não são um verdadeiro progresso nem para as mulheres nem para o planeta. Compreendo e sou solidário com as mulheres que deram a vida a muitos filhos, mas a solução não está na contracepção, e sim na regulação natural da fertilidade. Esta respeita os homens e as mulheres. O estudo que apresentamos é científico e nos diz que a pílula é contaminadora e em muitos casos anti-implantatória, ou seja, abortiva. – O estudo sustenta de fato que a pílula denominada anovulatória, a mais utilizada, que tem como base doses de hormônios de estrogênio e progesterona, funciona em muitos casos com um verdadeiro efeito anti-implantatório. É verdade? – Simón Castellví: É verdade. Atualmente, a pílula anticoncepcional denominada anovulatória funciona em muitos casos com um verdadeiro efeito anti-implantatório, ou seja, abortivo, porque expele um pequeno embrião humano. E o embrião, inclusive em seus primeiros dias, é um pouco diferente de um óvulo ou célula germinal feminina. Sem essa expulsão, o embrião chegaria a ser um menino ou menina. O efeito anti-implantatório destas pílulas está reconhecido na literatura científica. Os investigadores o conhecem, está presente nos prospectos dos produtos farmacêuticos dirigidos a evitar uma gravidez, mas a informação não chega ao grande público. – O estudo em questão sustenta que a grande quantidade de hormônios no ambiente tem um efeito grave de contaminação meio-ambiental que influi na infertilidade masculina. Você poderia nos explicar por quê? – Simón Castellví: Os hormônios têm um efeito nocivo sobre o fígado, e depois se dispersam no ambiente, contaminando-o. Durante anos de utilização das pílulas anticoncepcionais se verteram toneladas de hormônios no ambiente. Diversos estudos científicos indicam que isso poderia ser um dos motivos do aumento da infertilidade masculina. Pedimos que se façam pesquisas mais precisas sobre os efeitos contaminadores desses hormônios. – O estudo elaborado pela FIAMC retoma as preocupações expressas em 29 de julho de 2005 pela Agência Internacional de Pesquisa do Câncer (International Agency for Research on Cancer), a agência da Organização Mundial da Saúde (OMS), segundo a qual os preparados orais de combinados de estrogênio e progesterona podem ter efeitos cancerígenos. Você poderia ilustrar-nos a gravidade destas implicações? – Simón Castellví: É grave que se esteja distribuindo um produto não indispensável para a saúde e que poderia ser cancerígeno. Esta não é uma opinião dos médicos católicos, mas da Agência da OMS que luta contra a difusão do câncer. Nós só citamos suas preocupações ao respeito. – Você e a associação que você representa sustentam que a Humanae Vitae foi profética ao propor os métodos naturais de regulação da fertilidade. Pode explicar-nos por quê? – Simón Castellví: O Papa Paulo VI foi profético também do ponto de vista científico. Com essa encíclica, ale alertou sobre os perigos da pílula anticoncepcional, como o câncer, a infertilidade, a violação dos direitos humanos, etc. O Papa tinha razão e muitos não quiseram reconhecer isso. Quando se trata de regular a fertilidade, são muito melhores os métodos naturais, que são eficazes e respeitam a natureza da pessoa. – Em um artigo publicado pelo L’Osservatore Romano («L’Humanae vitae. Una profezia scientifica», 4 de janeiro de 2009), você sustenta que os métodos anticoncepcionais violam os direitos humanos. Pode precisar-nos por quê? – Simón Castellví: No 60º aniversário da Declaração dos Direitos do Homem se pode demonstrar que os meios anticoncepcionais violam pelo menos cinco importantes direitos: O direito à vida, porque em muitos casos se trata de pílulas abortivas, e cada vez se elimina um pequeno embrião. O direito à saúde, porque a pílula não serve para curar e tem efeitos secundários importantes sobre a saúde de quem a utiliza. O direito à informação, porque ninguém informa sobre os efeitos reais da pílula. Em particular, não se adverte sobre os riscos para a saúde e a contaminação ambiental. O direito à educação, porque poucos explicam como se praticam os métodos naturais. O direito à igualdade entre os sexos, porque o peso e os problemas das práticas anticoncepcionais recaem quase sempre sobre a mulher. – A Humanae vitae sustenta que os anticoncepcionais influenciam negativamente na relação do casal, separando o ato de amor da procriação. Você poderia explicar-nos, como homem de ciência, esta afirmação? – Simón Castellví: A relação entre os esposos deve ser de total confiança e amor. Excluir com meios impróprios a possibilidade da procriação prejudica a relação de casal. O doar-se um ao outro deveria ser total e enriquecer-se pela capacidade da transmissão da vida. – Substancialmente, a Humanae vitae é um documento que une e reforça os casais; por que então tantas críticas? – Simón Castellví: Muitas das críticas foram sugeridas pelos interesses econômicos que estão por trás da venda da pílula. Outras críticas surgem daqueles que querem reduzir e selecionar a fertilidade e o crescimento demográfico. Finalmente, as críticas procedem também daqueles que querem limitar a autoridade moral da Igreja Católica. – O que teria acontecido se a Igreja não tivesse se oposto à difusão da pílula? – Simón Castellví: Não quero sequer pensar nisso. Só considerando o efeito abortivo das pílulas, a própria Igreja Católica seria hoje menos numerosa. Posso compreender o pensamento de milhões de mulheres que usam a pílula, mas quero sugerir que existe uma antropologia melhor para elas, a que a Igreja Católica propõe. #ambiental #católicos #anticoncepcionais #Denuncia #pílula #profecia #infertilidade #HumanaeVitae #Amor #pílulaanticoncepcional #Câncer #científica #adverte
- Parábola do bom Samaritano
Levantou-se um doutor da lei e, para pô-lo à prova, perguntou: Mestre, que devo fazer para possuir a vida eterna? Disse-lhe Jesus: Que está escrito na lei? Como é que lês? Respondeu ele: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu pensamento (Dt 6,5); e a teu próximo como a ti mesmo (Lv 19,18). Falou-lhe Jesus: Respondeste bem; faze isto e viverás. Mas ele, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: E quem é o meu próximo? Jesus então contou: Um homem descia de Jerusalém a Jericó, e caiu nas mãos de ladrões, que o despojaram; e depois de o terem maltratado com muitos ferimentos, retiraram-se, deixando-o meio morto. Por acaso desceu pelo mesmo caminho um sacerdote, viu-o e passou adiante. Igualmente um levita, chegando àquele lugar, viu-o e passou também adiante. Mas um samaritano que viajava, chegando àquele lugar, viu-o e moveu-se de compaixão. Aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando nelas azeite e vinho; colocou-o sobre a sua própria montaria e levou-o a uma hospedaria e tratou dele. No dia seguinte, tirou dois denários e deu-os ao hospedeiro, dizendo-lhe: Trata dele e, quanto gastares a mais, na volta to pagarei. Qual destes três parece ter sido o próximo daquele que caiu nas mãos dos ladrões? Respondeu o doutor: Aquele que usou de misericórdia para com ele. Então Jesus lhe disse: Vai, e faze tu o mesmo. #coração #morto #maltratado #Doutor #Amarás #Deus #Samaritano #Misericórdia #próximo #compaixão #azeite #Mestre #adiante #Aproximandose #eterna #contou #hospedeiro #Jericó #despojaram #sacerdote #Podcast #Lei #hospedaria #parábola #Alma #Jerusalém #caminho #levita #tratou #Jesus #deitando #montaria
- Rosa de Saron – Te Louvo em Verdade (Acustico e ao Vivo)
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- Parábola do Semeador
Saiu o semeador a semear a sua semente. E ao semear, parte da semente caiu à beira do caminho; foi pisada, e as aves do céu a comeram. Outra caiu no pedregulho; e, tendo nascido, secou, por falta de umidade. Outra caiu entre os espinhos; cresceram com ela os espinhos, e sufocaram-na. Outra, porém, caiu em terra boa; tendo crescido, produziu fruto cem por um. Dito isto, Jesus acrescentou alteando a voz: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça! Os seus discípulos perguntaram-lhe a significação desta parábola. Ele respondeu: A vós é concedido conhecer os mistérios do Reino de Deus, mas aos outros se lhes fala por parábolas; de forma que vendo não vejam, e ouvindo não entendam. Eis o que significa esta parábola: a semente é a palavra de Deus. Os que estão à beira do caminho são aqueles que ouvem; mas depois vem o demônio e lhes tira a palavra do coração, para que não creiam nem se salvem. Aqueles que a recebem em solo pedregoso são os ouvintes da palavra de Deus que a acolhem com alegria; mas não têm raiz, porque crêem até certo tempo, e na hora da provação a abandonam. A que caiu entre os espinhos, estes são os que ouvem a palavra, mas prosseguindo o caminho, são sufocados pelos cuidados, riquezas e prazeres da vida, e assim os seus frutos não amadurecem. A que caiu na terra boa são os que ouvem a palavra com coração reto e bom, retêm-na e dão fruto pela perseverança. #coração #Deus #demônio #semeador #riqueza #mistério #oração #Ouça #Tempo #semente #parábola #PalavradeDeus #alegria #Discípulo #Jesus #ReinodeDeus #Palavra
- Parábola do Fariseu e do Publicano
Subiram dois homens ao templo para orar. Um era fariseu; o outro, publicano. O fariseu, em pé, orava no seu interior desta forma: Graças te dou, ó Deus, que não sou como os demais homens: ladrões, injustos e adúlteros; nem como o publicano que está ali. Jejuo duas vezes na semana e pago o dízimo de todos os meus lucros. O publicano, porém, mantendo-se à distância, não ousava sequer levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem piedade de mim, que sou pecador! Digo-vos: este voltou para casa justificado, e não o outro. Pois todo o que se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado. #Jejuo #peito #Deus #humilhar #Graças #fariseu #exaltar #humilhado #pago #pecador #publicano #exaltado #dízimo #orava #justificado #parábola #piedade #orar #batia
- Parábola do credor incompasivo
Então Pedro se aproximou dele e disse: Senhor, quantas vezes devo perdoar a meu irmão, quando ele pecar contra mim? Até sete vezes? Respondeu Jesus: Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Por isso, o Reino dos céus é comparado a um rei que quis ajustar contas com seus servos. Quando começou a ajustá-las, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos. Como ele não tinha com que pagar, seu senhor ordenou que fosse vendido, ele, sua mulher, seus filhos e todos os seus bens para pagar a dívida. Este servo, então, prostrou-se por terra diante dele e suplicava-lhe: Dá-me um prazo, e eu te pagarei tudo! Cheio de compaixão, o senhor o deixou ir embora e perdoou-lhe a dívida. Apenas saiu dali, encontrou um de seus companheiros de serviço que lhe devia cem denários. Agarrou-o na garganta e quase o estrangulou, dizendo: Paga o que me deves! O outro caiu-lhe aos pés e pediu-lhe: Dá-me um prazo e eu te pagarei! Mas, sem nada querer ouvir, este homem o fez lançar na prisão, até que tivesse pago sua dívida. Vendo isto, os outros servos, profundamente tristes, vieram contar a seu senhor o que se tinha passado. Então o senhor o chamou e lhe disse: Servo mau, eu te perdoei toda a dívida porque me suplicaste. Não devias também tu compadecer-te de teu companheiro de serviço, como eu tive piedade de ti? E o senhor, encolerizado, entregou-o aos algozes, até que pagasse toda a sua dívida. Assim vos tratará meu Pai celeste, se cada um de vós não perdoar a seu irmão, de todo seu coração. #coração #mulher #encolerizado #credor #ordenou #estrangulou #Irmão #compaixão #pago #Pedro #pagarei #serviço #prisão #vendido #companheiro #Servo #prazo #parábola #suplicaste #piedade #perdoei #Jesus #perdoar #incompasivo
- Sobre o Perdão
O que é o perdão? E qual o seu real significado e sua verdadeira dimensão? Uma reflexão sobre um ato de amor. #dimensão #paz #Cristo #ato #Fé #Deus #Maria #Santa #Católico #JesusCristo #Doutrina #Santo #Vida #oração #Filho #reflexão #Reflexões #Catolica #Bíblia #Podcast #franciscano #Igreja #Amor #verdadeira #EspíritoSanto #Jesus #sãofrancisco #Pai #perdão
- Como e quando surgiu o Catolicismo
Os protestantes usam uma falsa expressão de que Constantino oficializou o Catolicismo em 313. Isto não é verdade, pois a palavra Católica, que quer dizer “Universal” aparece no século I nos escritos de Santo Inácio de Antioquia. #Cristo #Universal #Verdade #Deus #surgiu #Antioquia #Senhor #catolicismo #JaimeFranciscodeMoura #Inácio #oficializou #Santo #Catolica #Constantino #Podcast #expressão #Jesus #século #Palavra
- O abismo, a missão e o tesouro…
A mensagem de nossa reflexão de hoje é clara. Quantas vezes nos vimos cansados em meio à caminhada, tentados a desistir da missão de levar o Evangelho a toda criatura? O mundo nos oferece nativas à missão o tempo todo, e o que o mundo nos propõe é realmente atrativo. A satisfação dos sentidos, o prazer, o dinheiro e o luxo. E não são poucos os que param à beira do caminho. Basta olhar ao redor. Todos conhecemos alguém que deixou a Igreja, que abandonou fé. Ou que preferiu uma fé menos comprometida com a doação de si mesmo, procurando uma religião moldada aos seus próprios gostos e aspirações. Autor: Estevan Gracia Gonçalves. Fonte: Veritatis Media #religião #Evangelho #Tesouro #dinheiro #Veritatis #EstevanGraciaGonçalves #desistir #luxo #Satisfação #missão #atrativo #levar #Media #reflexão #moldada #hoje #Podcast #Igreja #Estevan #Doação #caminho
- Porque os Católicos Rezam Pelos Mortos?
Os Protestantes dizem que orar pelos mortos, não está na Bíblia. Eles cometem um grande equívoco, pois ouvindo este áudio você pode conferir nas Sagradas Escrituras que existem várias passagens Bíblicas confirmando a oração pelos falecidos. Além disso, já no primeiro século, a prática de orar pelos falecidos era proclamada pelos cristãos #equívoco #Mortos #católicos #Bíblicas #prática #Escrituras #JaimeFranciscodeMoura #confirmando #Protestantes #ouvindo #Rezam #oração #áudio #Bíblia #proclamada #Podcast #Sagradas #orar #século
- Optando pela missão
Sobre tomar o arado e não olhar para trás. Deixar tudo e seguir em frente. E descobrir a alegria de caminhar. Autor: Estevan Gracia Gonçalves. Fonte: Veritatis Media #Gonçalves #caminhar #Veritatis #EstevanGraciaGonçalves #missão #Media #Gracia #Podcast #Estevan #alegria #Optando
- Imagens: Veneração e não Adoração
Deus proíbe a fabricação de imagens? Não! Isto é o que veremos neste áudio, conforme a Bíblia. As acusações protestantes já estão super ultrapassadas, mas ainda existem muitos Cristãos que caem em suas armadilhas. Escute e tire suas conclusões. #Deus #Escute #veneração #fabricação #JaimeFranciscodeMoura #super #Protestantes #Imagens #Cristãos #Bíblia #proíbe #caem #Podcast #adoração
- Veni Creator Spiritus
Veni, creator Spiritus /mentes tuorum visita, imple superna gratia, /quae tu creasti pectora. Qui diceris Paraclitus, /altissimi donum Dei, fons vivus, ignis, caritas /et spiritalis unctio. Tu septiformis munere, /digitus paternae dexterae tu rite promissum Patris /sermone ditans guttura. Accende lumen sensibus, / infunde amorem cordibus, infirma nostri corporis, /virtute firmans perpeti. Hostem repellas longius /pacemque dones protinus; ductore sic te praevio /vitemus omne noxium. Per te sciamus da Patrem /noscamus atque Filium, te utriusque Spiritum /credamus omni tempore. Deo Patri sit gloria, /et Filio qui a mortuis Surrexit, ac Paraclito, /in saeculorum saecula. Amen. #Paráclito #virtute #Patrem #pectora #saeculorum #Paraclitus #paternae #Hostem #Patri #amorem #Filio #creator #promissum #Veni #Patris #altissimi #Accende #Spiritum #Podcast #gratia #pacemque #Spiritus #Filium
- “Joelhofobia”
No simbolismo litúrgico oficial da Santa Igreja Católica Apostólica Romana, o ato de ajoelhar é o mais significativo gesto corporal de adoração à Nosso Senhor Jesus Cristo, Presente Verdadeiramente no Santíssimo Sacramento do Altar em Corpo, Sangue, Alma e Divindade (Catecismo da Igreja Católica, 1373-1381). Tenho escutado, entretanto, repetidos relatos de situações que fiéis católicos tem passado tanto aqui no Brasil como em outros países, diante de sacerdotes e ministros da comunhão eucarística que tem negado ministrar o Corpo de Nosso Senhor à quem deseja recebê-Lo ajoelhado, muitas vezes determinando que o fiel se levante em plena fila da Sagrada Comunhão, fazendo-o passar por uma situação humilhante e constrangedora e gerando um escândalo enorme. Mas o que diz a lei da Santa Igreja à respeito disso? A este respeito, a Sagrada Congregação para os Sacramentos e Culto Divino publicou, em Julho de 2002 um documento proibindo a atitude de sacerdotes que negam ministrar a Comunhão a quem deseja receber Nosso Senhor ajoelhado. Diz o documento: “A recusa da Comunhão a um fiel que esteja ajoelhado, é grave violação de um dos direitos básicos dos fiéis cristãos. (…) Mesmo naqueles países em que esta Congregação adotou a legislação local que reconhece o permanecer em pé como postura normal para receber a Sagrada Comunhão, ela o fez com a condição de que os comungantes desejosos de se ajoelhar não seria recusada a Sagrada Eucaristia. (…) A prática de ajoelhar-se para receber a Santa Comunhão tem em seu favor uma antiga tradição secular, e é um sinal particularmente expressivo de adoração, completamente apropriado, levando em conta a verdadeira, real e significativa presença de Nosso Senhor Jesus Cristo debaixo das espécies consagradas. (…) Os sacerdotes devem entender que a Congregação considerará qualquer queixa desse tipo com muita seriedade, e, caso sejam procedentes, atuará no plano disciplinar de acordo com a gravidade do abuso pastoral.” (Protocolo no 1322/02/L) Tal intervenção foi reiterada em 2003. Também a instrução Redemptionis Sacramentum, instrução publicada pela mesma congregação em 2004, determina: “Qualquer batizado católico, a quem o direito não o proíba, deve ser admitido à sagrada Comunhão. Assim pois, não é lícito negar a sagrada Comunhão a um fiel, por exemplo, só pelo fato de querer receber a Eucaristia ajoelhado ou de pé.” (RS, 91) Com efeito, a forma tradicional que a Santa Igreja tem de receber o Corpo de Nosso Senhor é de joelhos (e diretamente na boca), em sinal de adoração à Nosso Senhor. Se as normas litúrgicas atualmente permitem que se receba o Corpo de Nosso Senhor em pé, é preciso que tenhamos clareza que, se por um lado a concessão torna isso moralmente lícito, por outro lado isto é uma concessão à regra tradicional, e que aqueles que desejarem receber o Corpo de Nosso Senhor ajoelhados, em sinal de adoração, são livres para fazê-lo. Vejo ainda muitos afirmarem que também na Consagração Eucarística deve-se permanecer em pé e não ajoelhado, e muitos afirmam inclusive que aprenderam isso em Cursos de Liturgia (!). Mas também quanto à isso à lei da Santa Igreja é clara em afirmar na Instrução Geral no Missal Romano determina que os fiéis estejam “de joelhos durante a consagração, exceto se razões de saúde, a estreiteza do lugar, o grande número dos presentes ou outros motivos razoáveis a isso obstarem. Aqueles, porém, que não estão de joelhos durante a consagração, fazem uma inclinação profunda enquanto o sacerdote genuflecte após a consagração.” (IGMR, 43) Temos então, nestas situações em que citamos, algo como se fosse uma “joelhofobia”, em desacordo com o senso litúrgico e em desobediência explícita à lei da Santa Igreja. E escuto para isso argumentações como: “Deve-se estar não de joelhos, mas em pé como sinal de prontidão”; ou “A Eucaristia é banquete e ninguém come ajoelhado”; ou ainda “A Eucaristia é para ser comida, não para ser adorada”. Ora, todas estas argumentações estão equivocadas! A Consagração e a Comunhão Eucarística são, antes de qualquer coisa, momentos sublimes de adoração, pois a Hóstia Consagrada é a Presença Real de Nosso Senhor; já dizia Santo Agostinho, Doutor da Santa Igreja: “Ninguém coma desta Carne se antes não A adorou.” A Santa Missa é a Renovação do Único e Eterno Sacrifício de Nosso Senhor, e embora tenha uma dimensão de banquete e ceia, é um banquete essencialmente sacrifical, que perde totalmente o sentido se não reconhecermos nele a dimensão de Sacrifício. Na Santa Missa não nos alimentamos de uma comida qualquer como em um banquete ou ceia comuns, mas sim do Carne e do Sangue de Nosso Senhor, escondidos sob a aparência do pão e do vinho. Por isso nos ensinou o saudoso Papa João Paulo II que não se pode esquecer que o “banquete eucarístico tem também um sentido primária e profundamente sacrifical” (Mane Nobiscum Domine, 15). Ocorre que, na atual crise doutrinária e litúrgica que vivemos, muitos “católicos” ditos “progressistas” negam ou obscurecem a Presença Real de Nosso Senhor no Santíssimo Sacramento do Altar e o caráter sacrifical da Santa Missa, vivendo-a como se fosse um simples banquete, ceia, festa ou reunião social. Sobre isso, lamenta o saudoso Papa João Paulo II na sua fabulosa encíclica Ecclesia de Eucharistia: “As vezes transparece um compreensão muito redutiva do mistério eucarístico. Despojado do seu valor sacrifical, é vivido como se em nada ultrapassasse o sentido e o valor de um encontro fraterno ao redor da mesma. Além disso, a necessidade do sacerdócio ministerial, que se fundamenta na sucessão apostólica, fica às vezes obscurecida, e a sacramentalidade da Eucaristia é reduzida à simples eficácia do anúncio. (…) Como não manifestar profunda mágoa por tudo isto? A Eucaristia é um Dom demasiadamente grande para suportar ambiguidades e reduções.” (EE 10) Consequência natural disso é a desvalorização e o desaparecimento, em muitos lugares, do sinais e símbolos litúrgicos que expressam a fé católica no que diz respeito ao Santo Sacrifício da Missa, tais como: os paramentos litúrgicos, as velas, o incenso, a genuflexão, o dobrar os joelhos e assim por diante. É necessário uma nova tomada de consciência entre os católicos, para que, em obediência ao Sumo Pontífice Gloriosamente Reinante – o Papa Bento XVI -, o Santo Sacrifício da Missa seja conhecido e valorizado em sua essência, seus sinais e símbolos sejam também valorizados e as leis litúrgicas sejam, de fato, obedecidas, contrapondo-nos à isto que é como se fosse uma “joelhofobia” e à todos os demais abusos litúrgicos, para a Glória de Nosso Senhor Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento. #Ajoelharse #SantaIgrejaCatólica #Cristo #litúrgica #PapaBentoXVI #Direitos #legislação #prática #Litúrgico #JesusCristo #eucarístico #Eucaristia #CatecismodaIgrejaCatólica #CultoDivino #NossoSenhor #Ministros #encíclica #Sacerdócio #Eucarísticos #Liturgia #ajoelhar #hóstia #Ceia #Igreja #litúrgicas #Alma #SantoAgostinho #Divindade #adoração #eucarística #Jesus #Agostinho


