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- Por que o ateísmo é tão comum nas universidades?
Versão áudio Antes de a pergunta: “por que o ateísmo é tão comum nas universidades” ser respondida é preciso definir qual o significado da palavra “ateísmo”. Muitas pessoas detém-se na definição etimológica dela, ou seja, a-teísmo quer dizer não-deus. O ateu, portanto, é aquela pessoa que diz que Deus não existe. Todavia, segundo o Catecismo da Igreja Católica, o ateísmo é algo bastante complexo, com inúmeras facetas. Vejamos: “Muitos de nossos contemporâneos não percebem de modo algum esta união íntima e vital com Deus, ou explicitamente a rejeitam, a ponto de o ateísmo figurar entre os mais graves problemas do nosso tempo. O termo ateísmo abrange fenômenos muitos diversos. Uma forma frequente é o materialismo prático, de quem limita suas necessidades e suas ambições ao espaço e ao tempo. O humanismo ateu considera falsamente que o homem é ‘seu próprio fim e o único artífice e demiurgo de sua própria história’. Outra forma de ateísmo contemporâneo espera a libertação do homem pela via econômica e social, sendo que a ‘religião, por sua própria natureza, impediria esta libertação, na medida em que, ao estimular a esperança do homem numa quimérica vida futura, o desviaria da construção da cidade terrestre.” (2123-2124) Como se vê, a definição etimológica não é suficiente, pois o sentido da palavra é muito mais amplo. Coligindo os vários tipos de ateísmo é possível perceber que todos eles terminam numa atitude fundamental: o homem declara-se autônomo, ou seja, não depende mais de Deus para nada. Adotar a atitude de autonomia perante Deus significa tão somente colocar-se no lugar Dele. Portanto, o que existe não é ateísmo, mas idolatria. O homem que se autodiviniza. Seja o homem individual, seja a coletividade do ser humano que passa a determinar o que é certo e o que é errado. Muitas pessoas creem que Deus é uma realidade irrelevante para vida, que existindo ou não nada muda na vida de cada um. Mas isso não verdadeiro, pois, se existe um Deus, o homem não se pertence. Se existe um Deus, o homem é para ele. Se Ele é criador, o homem é criatura. Ele é o oleiro, o homem o barro, que deve se deixar modelar por Ele. É o homem que deve se adequar ao plano de seu criador. E, sendo assim, a perspectiva do homem muda completamente. O início da vida acadêmica marca também o início do conhecimento do liberalismo moral. Estatisticamente já foi comprovado que o público acadêmico é muito mais liberal moralmente que as pessoas que não fazem parte desse ambiente. E é justamenteo liberalismo moral que faz com que os jovens deslizem na direção do ateísmo. Isso se dá porque o jovem começa a pecar, seja frequentando as chamadas “baladas” ou mesmo seja cometendo pecados sexuais, transgressões diversas. Ora, para um jovem com alguma noção religiosa trazida da família, isto traz conflitos internos. Neste momento, o que acontece é que tanto os professores da Universidade quanto os próprios colegas desse jovem oferecem uma solução mágica para o seu drama de consciência: a relativização do certo e do errado e decretação da autonomia do homem (ateísmo). Assim, a pessoa é introduzida no relativismo moral, quando não existe uma verdade, mas variantes, de acordo com o entendimento de cada um. Sendo assim, todas as opiniões são válidas. Ousar discordar ou afirmar que existe uma só verdade torna o indivíduo um ditador, pois estará querendo impor a sua própria moral. O indivíduo se torna um imperalista moral! Este fenômeno é o que o Papa Emérito Bento XVI chamava de “ditadura do relativismo”: “Enquanto o relativismo, isto é, deixar-se levar “aqui e além por qualquer vento de doutrina”, aparece como a única atitude à altura dos tempos hodiernos. Vai-se constituindo uma ditadura do relativismo que nada reconhece como definitivo e que deixa como última medida apenas o próprio eu e as suas vontades.” (Missa pro eligendo Pontífice, 18/04/2005) [1] Nesse sentido, o homem toma o lugar de Deus e o campus universitário pode ser comparado com o lugar onde o homem colhe o fruto da árvore proibida, da árvore do bem e do mal e torna-se um homem ‘para além do bem e do mal’[2], numa independência total, na qual se pode afirmar: “eu sou Deus, eu determino o que é o bem, eu determino o que é o mal”. A ideia de haver um criador é absurda, pois é o próprio homem quem tudo define e determina. O filósofo ateu Friedrich Nietzsche, morto no ano de 1900, é o porta-voz dessa mentalidade que se instalou nas universidades. Em seu livro “Assim falava Zaratrusta”, no capítulo chamado “Ilhas Bem-Aventuradas”, ele profere o seguinte aforismo: “Meus irmãos, eu irei abrir-vos claramente a minha consciência: se existissem deuses, como suportaria eu não ser um deus? Logo, os deuses não existem.” Ora, esse raciocínio de Nietzsche não tem nada de científico, é uma falácia total. É algo que não se sustenta, mas, infelizmente, convence interiormente quem vive o drama de sua consciência. Então, se o jovem sente o peso de sua consciência é muito mais difícil ir a um confessionário e fazer o propósito de emendar-se. Mais fácil é, com uma canetada, tirar Deus da lista e atribuir aqueles sentimentos a uma educação retrógrada, conservadora, ultrapassada. Os tempos são outros, modernos, o pecado é coisa de antigamente, agora, cada geração, cada sociedade determina o que é bem, o que é mal. Melhor ainda, cada pessoa pode fazer a sua própria lei, de acordo com as suas próprias convicções e vontades. Tudo é relativo. Sendo assim, o homem se torna deus, se coloca no lugar de Deus. É por isso que nas universidades o que se tem não é um crescente ateísmo, mas sim, uma crescente idolatria. Elas são especialistas, em seu ambiente, em amordaçar a voz da consciência, inserindo os jovens na chamada “ditadura do relativismo”. O preço que se paga por isso é muito alto, pois as pessoas, ao se declararem autônomas, independentes de Deus imaginam que se tornam livres. Mas, não é isso que acontece, pelo contrário, elas se tornam escravas da tristeza, do vazio, do pecado. No ambiente universitário não é diferente. A virtude, por sua vez, não vicia. Jamais se ouvirá dizer que alguém está viciado na generosidade, já na avareza sim. Uma pessoa não é viciada na castidade, mas na luxúria, no sexo desregrado, sim. Outra não pode ser viciada na sobriedade, mas na droga, no álcool, sim. Portanto, o homem, ao querer se libertar de Deus, escraviza-se, descendo abaixo de sua própria natureza. Deus não dificulta a autonomia humana, pelo contrário, Ele liberta. “A verdade vos libertará”, disse Jesus Cristo. Os ambientes universitários deveriam ser lugares em que se busca a Verdade e ela, ao ser encontrada, deveria transformar a todos em pessoas que se põe a serviço do conhecimento e da ciência. Esta deveria ser a vocação de todo universitário. Referências Santa Missa «Pro Eligendo Romano Pontifice» homilia do Cardeal Joseph Ratzinger decano do colégio cardinalício Alusão ao livro “Para Além do Bem e do Mal”, de Friedrich Nietzsche. #dele #catecismodaigreja #humanismo #pois #universidades #ateu #Deus #pela #nada #Tempo #pessoas #natureza #Palavra
- Atriz de Bollywood se suicida ao não poder superar depressão por aborto e abusos
LONDRES, 14 Jun. 13 / 01:37 pm (ACI/EWTN Noticias).- A atriz britânico-índia Jiah Khan, que participou de importantes filmes de Bollywood, o Hollywood da Índia, cometeu suicídio enforcando-se no dia 2 de junho em Mumbai (Índia), depois de não poder superar a depressão pelo aborto de seu bebê e supostos abusos do seu companheiro. Em uma carta em que explicava as razões do seu suicídio, dirigida ao seu namorado, Suraj Pancholi, a jovem de 25 anos escreveu “abortei o nosso bebê”, o que “me magoou profundamente”. “Tinha medo de ficar grávida, mas me entreguei completamente a ti”, escreveu em sua carta a atriz, assegurando ao seu namorado que “a dor que me causaste todos os dias destruiu cada pedacinho de mim, destruiu a minha alma”. “Não posso comer nem dormir ou pensar ou funcionar”, disse, explicando seu suicídio ao escrever que “estou escapando de tudo. Depois de toda dor, do estupro, do abuso, da tortura que vi anteriormente, não merecia isto”. A carta foi encontrada pela irmã caçula da atriz em uma bolsa, e foi difundida pela mãe de Jiah com a intenção de desmentir as especulações da imprensa local, que assegurava que o suicídio estava relacionado com a carreira de Jiah. As autoridades policiais confirmaram que, tal como escreveu em sua carta, Jiah se submeteu a um aborto a inícios de 2013, o qual, de acordo à declaração do médico que a atendeu, realizou-se com pílulas. A síndrome pós-aborto é um tipo de transtorno por estresse pós-traumático reconhecido pela ciência, e que implica sintomas como pesadelos, insônia, alcoolismo, agressividade ou depressão, psicose e suicídio. A maior organização abortista transnacional do mundo, a International Planned Parenthood Federation reconheceu em seu Plano Trienal de Programa de Objetivos a longo prazo 1990-1993 que “a incidência do trauma pós-aborto para clientes de abortos cirúrgicos pode chegar a alcançar até o 91% dos casos”. Um estudo realizado em 1996 na Finlândia, publicado no British Medical Journal, revelou que a taxa de suicídios era seis vezes mais alta entre as mulheres que abortaram que entre aquelas que deram a luz. #longo #internationalplannedparenthood #Hollywood #pela #ACI #trauma #plannedparenthood #ewtn #ao #suraj #minhaalma #todosos #nosso #jiahkhan #plannedparenthoodfederation
- Papa afirma que terminará a Encíclica iniciada por Bento XVI
VATICANO, 13 Jun. 13 / 06:04 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa recebeu nesta manhã em audiência aos membros do 13º Conselho Ordinário da Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos e lhes anunciou que terminará a Encíclica sobre a fé que Bento XVI tinha começado a escrever. Esta é a primeira vez que o Santo Padre confirma publicamente que concluirá esta encíclica sobre a fé. Faz uns dias o Bispo de Molfetta-Ruvo-Giovinazzo-Terlizzi (Itália), Dom Luigi Martella, assinalou que o Papa Francisco está preparando esta encíclica e outra mais sobre os pobres que poderia titular-se “Beati pauperes”. Em seu discurso de hoje, o Papa refletiu com a Secretaria do Sínodo sobre a nova Evangelização para a transmissão da fé. “Entre estes dois elementos -disse o Pontífice- há uma estreita conexão: a transmissão da fé cristã é o objetivo da nova evangelização e de toda a obra evangelizadora da Igreja, que existe, justamente, para isso”. “A frase ‘nova evangelização’ ressalta, ademais, a certeza cada vez mais clara de que, também nos países de antiga tradição cristã, é necessário um anúncio renovado do Evangelho que volte a levar a um encontro com Cristo que transforme realmente a vida e não seja superficial e rotineiro. E isto repercute na ação pastoral”. O Santo Padre citou logo as palavras de Paulo VI em seu discurso ao Colégio Cardenalício em 1973: “as condições da sociedade nos obrigam a revisar os métodos, a tentar com todos os meios estudar como levar ao homem de nossos dias a mensagem cristã, pois somente com ela pode encontrar a resposta a suas interrogantes e a força para seu compromisso de solidariedade humana”. “Quero alentar a toda a comunidade eclesial -acrescentou o Papa Francisco- a que não tenha medo de ‘sair’ dela mesma para anunciar, confiando sobretudo na presença misericordiosa de Deus que nos guia. Efetivamente, as técnicas são importantes mas nem sequer a mais perfeita delas poderia substituir à ação discreta mas eficaz do ator principal da evangelização: o Espírito Santo”. Francisco ressaltou que “é necessário deixar-se conduzir por Ele, embora nos leve por caminhos novos; é necessário deixar-se transformar por Ele para que nosso anúncio seja sempre o da palavra acompanhada pela simplicidade de vida, do espírito de oração, da caridade para todos, especialmente os pequenos e os pobres; da humildade e do desapego de si mesmo, da santidade de vida.”. O Sínodo dos Bispos “foi um dos frutos do Concílio Vaticano II” e “graças a Deus, nestes cinquenta anos se sentiram os benefícios desta instituição que, de forma permanente, está a serviço da missão e da comunhão da Igreja, como expressão da colegialidade”. “Abertos à graça do Espírito Santo, que é a alma da Igreja, confiamos em que o Sínodo melhorará ainda mais para favorecer o diálogo e a colaboração entre os bispos e entre eles com o Bispo de Roma”, concluiu o Santo Padre. O Papa também respondeu algumas perguntas dos presentes. Ali anunciou que terminará a encíclica iniciada por Bento XVI e se referiu à importância de temas como a família, a dignidade humana e a tecnologia em vistas aos 50 anos (em 2015) do documento Gaudium et Spes do Concílio Vaticano II. O Santo Padre criticou que muita gente considere atualmente o matrimôniocomo algo “provisório” e se referiu ao tema da ecologia, em particular a ecologia humana. O Pontífice falou também do laicismo e agradeceu a todos os presentes os esforços por responder a este e outros desafios. #discurso #giovinazzo #frase #Deus #ACI #depaulo #ewtn #certeza #ruvo #Luigi #resposta #demolfetta #hoje #martella #Humana #dois #danova #terlizzi #estes #nesta
- Deus é mais forte que o mal e o diabo, diz o Papa Francisco
VATICANO, 12 Jun. 13 / 02:26 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em sua habitual catequese das quartas-feiras na audiência geral, o Papa Francisco refletiu sobre a Igreja como Povo de Deus e explicou que o Senhor é mais forte que o mal e o demônio; e que a vida de cada fiel deve ser como a luz de Cristo que ilumina a escuridão do mundo. Ante os milhares de fiéis reunidos na Praça de São Pedro, o Papa explicou que a missão do povo de Deus, de todos os cristãos é “levar ao mundo a esperança e a salvação de Deus: ser sinal do amor de Deus que chama todos à amizade com Ele; ser fermento que faz fermentar a massa, sal que dá o sabor e que preserva da corrupção, ser uma luz que ilumina. Ao nosso redor, basta abrir um jornal – como disse – e vemos que a presença do mal existe, o Diabo age”. “Mas gostaria de dizer em voz alta: Deus é mais forte! Vocês acreditam nisso: que Deus é mais forte? Mas o digamos juntos, digamos juntos todos: Deus é mais forte! E sabem por que é mais forte? Porque Ele é o Senhor, o único Senhor. E gostaria de acrescentar que a realidade às vezes escura, marcada pelo mal, pode mudar”. O Santo Padre fazendo gala do seu amor pelo futebol, disse logo: “se em um estádio, pensemos aqui em Roma no Olímpico, ou naquele de São Lourenço em Buenos Aires, em uma noite escura, uma pessoa acende uma luz, será apenas uma luz, mas se os outros setenta mil expectadores acendem cada um a própria luz, o estádio se ilumina.? Façamos que a nossa vida seja uma luz de Cristo; juntos levaremos a luz do Evangelho a toda a realidade.”. “O que significa dizer ser ‘Povo de Deus’? Antes de tudo quer dizer que Deus não pertence propriamente a algum povo; porque Ele nos chama, convoca-nos, convida-nos a fazer parte do seu povo, e este convite é dirigido a todos, sem distinção, porque a misericórdia de Deus ‘quer a salvação para todos’. Jesus não diz aos Apóstolos e a nós para formarmos um grupo exclusivo, um grupo de elite. Jesus diz: ide e fazei discípulos todos os povos. São Paulo afirma que no povo de Deus, na Igreja, ‘não há judeu nem grego… pois todos vós sois um em Cristo Jesus’”. O Papa disse logo àqueles que “se sentem distante de Deus e da Igreja, a quem está temeroso ou indiferente, a quem pensa não poder mais mudar: o Senhor chama também você a fazer parte do seu povo e o faz com grande respeito e amor! Ele nos convida a fazer parte deste povo, povo de Deus”. Francisco explicou que a pessoa se torna membro do povo de Deus com oBatismo e questionou: “como faço crescer a fé que recebi no Batismo? Como faço crescer esta fé que eu recebi e que o povo de Deus possui?”. Depois de assinalar que a lei do povo de Deus é o amor, o Papa disse “quando nós olhamos para os jornais ou para a televisão tantas guerras entre cristãos, mas como pode acontecer isso? Dentro do povo de Deus, quantas guerras! Nos bairros, nos locais de trabalho, quantas guerras por inveja, ciúmes! Mesmo na própria família, quantas guerras internas! Nós precisamos pedir ao Senhor que nos faça entender bem esta lei do amor. Quanto é belo amar-nos uns aos outros como verdadeiros irmãos. Como é belo!”. “Façamos uma coisa hoje. Talvez todos tenhamos simpatias e antipatias; talvez tantos de nós estamos um pouco irritados com alguém; então digamos ao Senhor: Senhor, eu estou irritado com esta pessoa ou com esta; eu rezo ao Senhor por ele e por ela. Rezar por aqueles com os quais estamos irritados é um belo passo nesta lei do amor. Vamos fazer isso? Façamos isso hoje!”. Para concluir o Papa exortou “que a Igreja seja um lugar da misericórdia e da esperança de Deus, onde cada um possa sentir-se acolhido, amado, perdoado, encorajado a viver segundo a vida boa do Evangelho. E para fazer o outro sentir-se acolhido, amado, perdoado, encorajado, a Igreja deve estar com as portas abertas, para que todos possam entrar. E nós devemos sair destas portas e anunciar o Evangelho. Muito obrigado!”. #apenasuma #SantoPadre #osoutros #Deus #elite #Nossa #ilumina #diabo #ACI #pode #ewtn #seja #ao #SãoPedro #DeCristo #mudar #Jesus
- As obras da Igreja devem ser feitas com coração de pobreza, afirma o Papa
VATICANO, 11 Jun. 13 / 02:54 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em sua homilia naMissa celebrada nesta manhã na Capela da Casa Santa Marta, o Papa Francisco remarcou que as obras da Igreja, embora algumas sejam um pouco complexas, devem-se realizar “com coração de pobreza, não com coração de investimento ou de empresário”. O Santo Padre sublinhou que “o anúncio do Evangelho deve ser feito no caminho da pobreza. O testemunho desta pobreza: não tenho riquezas, a minha riqueza é somente o dom que recebi, Deus”. “A gratuidade: esta é a nossa riqueza! E esta pobreza nos salva do nos tornarmos organizadores, empresários”. O Papa sublinhou o mandamento de Jesus “recebestes de graça, de graça dai!”, e advertiu que “quando nós pretendemos fazer isso de tal forma que deixamos a graça de lado, o Evangelho não é eficaz”. “A pregação evangélica nasce da gratuidade, da surpresa da salvação. E aquilo que eu recebi gratuitamente, devo dar gratuitamente”, disse o Papa, assinalando que os apóstolos “atuaram assim desde o início”. “São Pedro não tinha uma conta bancária, e quando teve que pagar os impostos, o Senhor o enviou ao mar para pescar um peixe e encontrar a moeda dentro do peixe para pagar. Felipe, quando encontrou o ministro da economia da rainha Candace, não pensou: ‘Ah, bem, façamos uma organização para sustentar o Evangelho…’ Não! Não fez um ‘negócio’ com ele: anunciou, batizou e foi embora”. Francisco indicou que “a Igreja não é uma ONG. É outra coisa, mais importante, e nasce desta gratuidade. Recebida e anunciada”. A pobreza “é um dos sinais desta gratuidade”, ao tempo que o outro sinal é “a capacidade de louvor. Quando um apóstolo não vive esta gratuidade, perde a capacidade de louvar o Senhor”. Louvar o Senhor, disse o Papa, “é essencialmente gratuito, é uma oraçãogratuita: não pedimos, só louvamos”. O Reino de Deus, assinalou o Santo Padre, “é um dom gratuito” e advertiu que desde as origens da comunidade cristã existiu “a tentação de buscar força para além da gratuidade”, o que cria confusão, pois nesses casos “o anúncio parece proselitismo, e por esse caminho não se avança”. Entretanto, remarcou, “nossa força é a gratuidade do Evangelho”, pois o Senhor “nos convidou a anunciar, não a fazer partidários”. Citando Bento XVI, Francisco sublinhou que “a Igreja cresce não por proselitismo, mas sim por atração, e essa atração vem do testemunho daqueles que desde a gratuidade anunciam a gratuidade da salvação”. “Quando encontramos apóstolos que querem fazer uma Igreja rica e uma Igreja sem a gratuidade do louvor, a Igreja envelhece, a Igreja se converte em uma ONG, a Igreja não tem vida“, advertiu. O Santo Padre exortou os fiéis pedir ao Senhor “a graça de reconhecer esta gratuidade: ‘recebestes de graça, de graça dai. Reconhecer esta gratuidade, este dom de Deus. E também nós prosseguirmos na pregação evangélica com esta gratuidade”. #devo #SantoPadre #Deus #ACI #Senhor #desta #riqueza #Rainha #ewtn #riquezas #ao #aquilo #SãoPedro #Tempo #somente #candace #Jesus #moeda #casasantamarta #assim
- Que a Santa Missa não caia para nós na rotina superficial, exorta o Papa Francisco
VATICANO, 11 Jun. 13 / 08:11 am (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco exortou os católicos a que a “Santa Missa não caia para nós na rotina superficial”. Assim o indicou em sua mensagem lida neste Domingo, no início da Eucaristia de encerramento do Congresso Eucarístico Nacional em Colônia, Alemanha, que se centrou sobre o tema “Senhor, a quem iremos?”, e no qual participaram também fiéis de outros países vizinhos. Presidiu a Missa o Cardeal Paul Josef Cordes, Presidente Emérito do Pontifício Conselho “Cor Unum”, em sua qualidade de enviado especial do Santo Padre. “Senhor, a quem iremos?” pergunta o Apóstolo Pedro, porta-voz dos seguidores fiéis, ante a incompreensão de muitas das pessoas que escutavam Jesus, e que teriam querido aproveitar-se egoistamente Dele. O Papa Francisco escreveu em sua mensagem que ao fazer-nos esta pergunta, “também nós somos membros da Igreja de hoje”, e embora a pergunta seja “talvez mais titubeante na nossa boca que nos lábios de Pedro, a nossa resposta, como aquela do Apóstolo, pode ser somente a pessoa de Jesus”, que “viveu há dois mil anos. Porém nós podemos encontrá-Lo no nosso tempo quando escutamos a sua Palavra e estamos próximos a Ele, de modo único, na Eucaristia”. Daqui o convite de Francisco: “Que a Santa Missa não caia para nós na rotina superficial! Que atinjamos sempre mais a sua profundidade!”. O Santo Padre explicou que é precisamente a sua profundidade que nos insere na imensa obra de salvação de Cristo, para aguçar nossa “visão espiritual” para o seu amor. E acrescenta que é preciso “aprender a viver a Santa Missa”, como o pedia o Beato João Paulo II, recordando que “nisto nos ajuda, nos introduz, o fato de parar e ficar em adoração diante do Senhor eucarístico no tabernáculo e o receber o Sacramento da Reconciliação”. O Papa Francisco observa deste modo que a mesma pergunta “Senhor, a quem iremos?”, “a expõem alguns contemporâneos que –lucidamente ou com um obscuro pressentimento– estão ainda em busca do Pai de Jesus Cristo”. E acrescenta que o “Redentor quer vir ao encontro através de nós, que, graças ao Batismo, transformamo-nos em seus irmãos e irmãs e que, na Eucaristia, recebemos a força de levar juntos com Ele a sua missão de salvação”. Daí que o Santo Padre acrescente que “todos nós, bispos, sacerdotes, diáconos, religiosos e leigos temos o compromisso de levar Deus ao mundo e o mundo a Deus”. De uma vez que conclui afirmando que “encontrar Cristo, confiar em Cristo, anunciar Cristo, são os pilares da nossa fé que se concentram, sempre de novo, no ponto focal da Eucaristia”. #obeato #SantoPadre #joãopaulo #convite #obscuro #caia #Eucaristia #pessoa #nossotempo #corunum #viver #DeCristo #pauljosefcordes #pedia #pedroporta #dois #Missa #fato #Cardeal #nestedomingo
- Falar do inferno é um ato de amor, diz Bispo paraguaio
ASSUNÇÃO, 10 Jun. 13 / 12:21 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Bispo de Cidade do Leste (Paraguai), Dom Rogelio Livieres, escreveu faz uns dias que “falar do inferno é um ato de caridade”, de amor para com os homens, já que no mundo de hoje a existência do inferno é algo que se silencia sistematicamente. Em um post do seu blog “Firmes na fé” publicado em 6 de junho, o Prelado assinala que “existe um tema que deve nos interpelar fortemente, tanto aos consagrados quanto aos leigos, e é o silenciamento sistemático de uma verdade fundamental de nossa fé: a existência do inferno”. Dom Livieres escreve logo que “não podemos justificar nosso silêncio sobre este tema tão importante dizendo que é uma verdade aceita por todos ou recorrendo ao absurdo: ‘o inferno espanta as pessoas, por isso, é melhor não falar dele’. Não podemos separar a misericórdia de Deus de sua inexorável justiça, porque seria enganar o povo que nos foi confiado por Nosso Senhor, e ao mesmo tempo, estaríamos negando na prática esta verdade de fé por meio do constante e sistemático silenciamento”. O Prelado assegura logo que “é um imperativo moral falar sobre este tema, não para assustar e obrigar as pessoas a ter temor de Deus, mas sim porque sua omissão consiste em certo modo em uma falta de caridade para com os homens. Não dizer a verdade, neste ponto, é não amar os homens. Em positivo, falar do inferno é um ato de amor para os homens”. O Bispo explica que fazer isto obedece a duas razões: a primeira é recordar que sim existe a possibilidade da condenação eterna, como assinala o Catecismo da Igreja e o mesmo Jesus; e o segundo é que a pregação alimenta a fé do povo. Dom Livieres recorda ademais que o sacerdote é o encarregado desta pregação e que deve acreditar naquilo que prega, “do contrário terminará criando um povo ignorante com um desenlace final nefasto no pior dos casos, e esta consequência será compartilhada em primeiro grau pelo sacerdote que esteve encarregado de alimentar a fé desse determinado povo”. #catecismodaigreja #temor #pior #Deus #sim #ter #ACI #ewtn #silencia #firmes #sacerdote #Tempo #porisso #Inferno #Jesus
- Como não ser esmagado pela cruz do dia a dia?
Versão áudio A vida do homem sobre a Terra é marcada por dificuldades. Com os cristãos não é diferente. A cruz do dia a dia parece, às vezes, ser muito pesada e, para não ser esmagado por ela, é preciso mudar a perspectiva em relação à própria vida. É preciso ter uma visão sobrenatural da própria existência. Na vida espiritual não é incomum ocorrer uma certa ondulação, ou seja, alternar períodos de grandes consolações com períodos de aridez espiritual. O problema se dá quando as alterações são muito bruscas, elas denotam uma visão carnal da vida. É preciso, então, olhar para a própria vida com o olhar de Deus. Perceber, nas mais diferentes situações da vida, mesmo aquelas injustas, inesperadas, dolorosas, a ação de Deus ou uma oportunidade de oferecer o sofrimento a Ele. A perspectiva da salvação das almas, da eternidade muda completamente o modo de avaliar os acontecimentos. Uma injustiça que esteja acontecendo pode ser encarada de duas maneiras por aqueles que possuem a visão transcendente: se existe solução, por meio da luta, a ação; mas, se não existe, a aceitação, a resignação, fazendo uma leitura espiritual, enxergando tudo a partir de Deus. Viktor Frankl, médico psiquiatra judeu, fundador da Logoterapia, enxergou uma realidade que a Igreja Católica conhece há muitos séculos: quando uma pessoa é visitada pelo sofrimento e infere a ele um sentido, torna-se mais fácil suportá-lo. Dar um sentido sobrenatural às situações adversas torna-as aceitáveis, pois retira delas o absurdo. É o que diz Santo Agostinho: “Deus onipotente, sendo sumamente bom, não deixaria mal algum em sua obra, se não fosse tão poderoso e bom que pudesse tirar até do mal o bem…” (conf. Enchir. 11,3). Assim, de cada cruz que visita o homem advém uma ressurreição. Depende apenas do modo como percebemos as situações. O transcendente faz com que não se enxergue apenas o prejuízo de uma realidade adversa. Quando se olha para os fatos da vida sob a perspectiva divina, tudo se inverte, tudo muda e, assim, de vítima, o homem se torna vencedor, como experimentou São Paulo quando afirmou: “em Cristo somos mais que vencedores.” (conf. Rm 8, 37) Por: Equipe Christo Nihil Praeponere #delas #ohomem #psiquiatra #bom #sendo #pois #Deus #ter #faz #almas #quediz #diaadia #uma #fundador #viktorfrankl #SantoAgostinho #sobrenatural #perspectiva
- Mais difícil do que amar a Deus é deixar-se amar por Ele, diz o Papa Francisco
VATICANO, 07 Jun. 13 / 02:38 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco disse na Missa desta manhã na capela da Casa Santa Marta, no marco da solenidade do Sagrado Coração de Jesus, que o mais difícil é deixar-se amar por Deus. O Pontífice destacou que Jesus nos amou não com palavras, mas com obras e com sua vida, e definiu que esta solenidade é “a festa do amor” de um “coração que amou tanto”. Em outra passagem, expressou: “Esta pode parecer uma heresia, mas é a verdade maior: Mais difícil do que amar a Deus é deixar-se amar por Ele!”. “Deixar-se amar com ternura pelo Senhor é difícil, mas é o que devemos pedir a Deus”, expressou o Papa. Disse também que o amor de Cristo “é um amor que se manifesta mais nas obras do que nas palavras e é, sobretudo, mais dar do que receber”, expressou o Santo Padre, que também ressaltou que estes dois critérios –o dar e o receber– são como as colunas do verdadeiro amor. “E é o Bom Pastor quem em tudo representa o amor de Deus. Ele conhece suas ovelhas uma a uma, porque o amor não é um amor abstrato ou geral: é amor para cada um”, expressou. O Papa insistiu em que Deus se faz próximo por amor, caminha com seu povo e este caminhar chega a um ponto que é inimaginável: “é difícil imaginar que o mesmo Senhor se faz um de nós e caminha conosco, fica conosco, fica com sua Igreja, fica na Eucaristia, fica na sua Palavra, fica nos pobres, fica conosco caminhando. Esta é a proximidade: o pastor próximo ao seu rebanho, próximo a suas ovelhas, que conhece uma a uma”. Citando uma passagem do livro do profeta Ezequiel, ressaltou outro aspecto do amor de Deus. Francisco enfocou sua reflexão no cuidado pela ovelha perdida e por aquela ferida e doente: “Ternura! O Senhor nos ama com ternura. O Senhor conhece aquela bela ciência dos carinhos, a ternura de Deus. Não nos ama com as palavras. Ele se aproxima e nos dá o amor com ternura”. “Proximidade e ternura! –continuou–. Estas duas formas de amor do Senhor que se faz próximo e dá todo seu amor também nas pequenas coisas: com a ternura. E este é um amor forte, porque proximidade e ternura nos fazem ver a fortaleza do amor de Deus”. “Vocês amam como eu vos amei?”, perguntou aos presentes. Francisco sublinhou que o amor deve fazer-se próximo do outro, “como o amor do bom samaritano”, e particularmente sob o sinal da proximidade e da ternura. Como restituir o amor do Senhor pelos homens? A fórmula que deu o pontífice foi: “Amando-o, fazendo-se próximo a Ele, sendo terno com Ele”. Não obstante, adicionou que isto não é suficiente: “Esta pode parecer uma heresia, mas é a verdade maior: mais difícil do que amar a Deus é deixar-se amar por Ele!”. Francisco assinalou que a maneira de retribuir tanto amor “é abrir o coração e deixar-se amar”, e assim, deixar que Deus se faça próximo de nós: “deixar que Ele se faça terno, que nos acaricie. É tão difícil deixar-nos amar por Ele. Talvez isso seja o que devemos pedir hoje na Missa”. Francisco concluiu convidando os presentes a rezar por meio de suas palavras: “Senhor, eu quero te amar, mas ensina-me a difícil ciência, o difícil hábito de me deixar amar por Ti, de te sentir próximo e de te sentir terno! Que o Senhor nos dê esta graça!”. #odar #Festa #Deus #outro #opastor #fica #suavida #ACI #desta #Amã #CoraçãodeJesus #ewtn #amordecristo #SagradoCoraçãodeJesus #bela #dois #Missa #Capela #estes
- É dever cristão envolver-se com a política embora seja “muito suja”, assegura o Papa
VATICANO, 07 Jun. 13 / 02:20 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco explicou nesta manhã que é um dever, uma obrigação do cristão, envolver-se com a política embora seja “muito suja”, porque estando nesse âmbito se pode trabalhar pelo bem comum. Assim o explicou o Santo Padre ao responder uma das perguntas feitas por um dos jovens que recebeu na Sala Paulo VI, no encontro de alunos e ex-alunos dos colégios jesuítas da Itália e Albânia com o Pontífice. No encontro, Francisco decidiu não ler o discurso que tinha preparado para a ocasião e dialogar espontaneamente com os assistentes o que gerou um clima de maior alegria e festa. Sobre o tema da participação dos leigos na esfera pública, o Papa explicou que “envolver-se na política é uma obrigação para um cristão. Nós não podemos fazer como Pilatos e lavar as mãos, não podemos”. “Devemos participar na vida política porque a política é uma das formas mais altas da caridade, porque busca o bem comum. E os leigos cristãos devem trabalhar na política”, assegurou o Santo Padre ante os milhares de crianças e jovens presentes. “Alguém me dirá: ‘mas não é fácil’. Tampouco é fácil chegar a ser sacerdote. Não são coisas fáceis porque a vida não é fácil. A política é muito suja, mas eu me pergunto: Por que é suja? Por que os cristãos não estão revestidos do espírito evangélico”. O Santo Padre assinalou também que “é fácil dizer ‘a culpa é dele’… mas e eu, o que faço? É um dever! Trabalhar pelo bem comum é dever de um cristão! E muitas vezes para trabalhar o caminho a seguir é a política”. #dever #SantoPadre #ACI #ewtn #ao #paulovi #uma #sacerdote #culpa #assim #nesta
- Confessor do Papa: Francisco pede orações porque sabe que o tentador não dorme
BUENOS AIRES, 06 Jun. 13 / 01:28 pm (ACI/EWTN Noticias).- O sacerdote franciscano Frei Berislao Ostojic, confessor na Argentina do então Cardeal Jorge Bergoglio, disse que o Papa Francisco é um homem que tem os pés no chão e que pede que rezem por ele porque sabe que “o tentador não dorme”. O sacerdote disse isto na carta que enviou ao seu irmão Mario Marcos, que nasceu na Argentina, mas que atualmente mora na Croácia. A missiva foi difundida por um portal croata e nesta se oferece uma visão particular do papa Francisco. No texto, Frei Ostojic se refere ao permanente pedido do Santo Padre “reze por mim”. Recentemente, recorda, o Papa pediu “rezem por mim, para que não me sinta melhor que ninguém”. Neste simples pedido, diz o Pe. Ostojic, “está o seu conceito de autoridade, que é serviço. E como tem os pés no chão e não vive de ilusões, sabe muito bem que o tentador não dorme e que os tesouros de graça se levam em vasos de barro. Isto é puro realismo humano e espiritual”. Do mesmo modo, advertiu que mesmo que atualmente os meios de comunicação “exaltem ao novo Papa”, os fiéis devem “evitar entusiasmos ingênuos”, já que “a experiência nos ensina que, com frequência, quem hoje exalta, amanhã, por razões ideológicas, tranquilamente estarão na ‘calçada’ oposta”. “Basta pensar o que acontecerá quando o Santo Padre reafirme o valor de toda vida humana e pronuncie um claro ‘não’ ao aborto, e o que se dirá quando ratificar o matrimônio entre um homem e uma mulher”, e muitas outras questões sensíveis. Então “muitos entusiastas superficiais mudarão de ‘calçada’, e farão com que o Papa sinta o peso da cruz que não se negocia em detrimento da verdade do Evangelho”, assinalou. O frade também destacou a capacidade do Papa “de estar frente ao Sacrário e beber na intimidade com Cristo as riquezas com as que Jesus enche os corações que lhe abrem para que os ilumine e os fortaleça”. Nesse sentido, recordou a homilia do então Cardeal Bergoglio quando ordenou Dom Salaberry, jesuíta, e abordou as dificuldades que se apresentariam ao novo bispo. O Arcebispo lhe disse que “quando tudo parecer escuro”, “aprenda a gastar os joelhos ante o Sacrário. Ele, Jesus, jamais defrauda”. #dorme #SantoPadre #ACI #Argentina #Mario #reze #ewtn #Homilia #mim #jorgebergoglio #confessor #hoje #Jesus #Humana #refere #novopapa
- A guerra dos Papas contra o diabo
O suposto exorcismo feito pelo Papa Francisco serviu para reacender na memória das pessoas a existência do diabo A expressão de Leão XIII era incomum. Os que o conheciam sabiam que algo acontecera. O olhar de perplexidade e de espanto do Santo Padre, fixado acima da cabeça do celebrante da Missa a qual assistia, denunciava a visão. Tratava-se do Maligno. O episódio ocorreu numa manhã comum, quando o pontífice participava de uma Celebração Eucarística em ação de graças à celebrada por ele anteriormente, como fazia de costume. Imediatamente após o susto, o Papa se levantou e se dirigiu com pressa ao seu escritório particular. Meia hora depois, pediu para que chamassem o Secretário da Congregação de Ritos. O que pretendia Leão XIII? Ordenar que se rezasse todos os dias ao término da Missa a popular oração de invocação a São Miguel Arcanjo e súplica à Virgem Maria para que Deus precipite Satanás ao inferno. Segundo testemunho do Cardeal Natalli Rocca, em 1946, foi o próprio Leão XIII quem a redigiu. O homem, de 49 anos, que aparece nas imagens que correram o mundo chama-se Angelo V. Casado e pai de dois filhos, há 14 anos ele é vítima de possessões demoníacas. Conforme relato prestado ao jornal espanhol El Mundo, a experiência demoníaca começou em 1999, durante uma viagem de ônibus para casa, no estado mexicano de Michoacán. “Senti que uma energia estranha entrava no ônibus… tive a sensação de que estava abrindo minhas costelas. Pensei que fosse um ataque do coração”, explicou. Possuído por quatro demônios, Angelo resolveu romper o silêncio devido ao ceticismo com que as pessoas reagem a esses casos: “há sacerdotes que não creem na possessão diabólica, que consideram um problema psiquiátrico. Há muitos possuídos que terminam em manicômios e morrem sem saber o que se passava”. Angelo V. explicou que decidiu se encontrar com o Papa Francisco após um sonho com o Pontífice, no qual ele aparecia com uma casula vermelha, segurando um turíbulo e rodeado por cardeais. A princípio não deu muita atenção ao sonho, até que assistiu a uma Missa do Santo Padre em que ele aparecia exatamente como na visão. “Passou-me pela cabeça: tenho que ir a Roma. Ademais, naquela época estava lendo um livro do Padre Gabriele Amorth no qual ele dizia que Bento XVI e João Paulo II haviam feito exorcismos em possuídos”. Os exorcismos feitos por Bento XVI e João Paulo II também repercutirem na mídia. No caso do Papa polonês, teriam sido três, sendo um deles poucos anos antes de sua morte, em 2005. Apesar do peso dos 80 anos e da doença de Mal de Parkinson, o embate entre o Santo Padre e o demônio teria ocorrido na tarde de 6 de setembro de 2002. A vítima seria uma italiana de 19 anos. Já Bento XVI teria confrontado o ódio do diabo numa das tradicionais Assembleias gerais de quarta-feira. Segundo o relato do Padre Gabriele Amorth, ao perceber a agitação dos endemoniados, o Papa alemão fitou-os e os abençoou. “Para os possessos isso funcionou como um soco em seus corpos por inteiro”, conta o exorcista em seu livro “O último exorcista”. O flagelo do diabo imposto a Angelo já lhe causou grandes dramas. “Por sorte, meus filhos nunca me viram em transe, mas sabem que estou doente”, lamentou ao El Mundo. Ele confessou que “há momentos em que os demônios parecem que vão sair, mas nunca se vão”. Em um mundo cada vez mais dilacerado pelo materialismo, a história de Angelo é uma pedra de tropeço, que revela a existência do Mal e sua antiga batalha contra o Vigário de Cristo. E como ficou claro desde a sua primeira homilia, no que depender de Francisco, essa luta ainda perdurará por muitos anos. Oração a São Miguel Arcanjo “São Miguel Arcanjo, defendei-nos neste combate; sede nosso auxílio contra as maldades e ciladas do demônio, instante e humildemente vos pedimos que Deus sobre ele impere e vós, Príncipe da milícia celeste, com esse poder divino precipitai no inferno a Satanás e aos outros espíritos malignos que vagueiam pelo mundo para perdição das almas. Amém.” Por: Equipe Christo Nihil Praeponere #PapaJoãoPauloII #Satanás #PapaBentoXVI #Exorcismo #diabo #PapaLeãoXIII #Vigilantes #PapaFrancisco
- O Papa exorta erradicar as idolatrias sutis e escondidas na própria vida
VATICANO, 06 Jun. 13 / 02:35 pm (ACI/EWTN Noticias).- Cada um de nós vive com pequenas ou grandes idolatrias, mas o caminho que nos leva a Deus passa por um amor que é exclusivo a Ele, como Jesus nos ensinou. Afirmou assim nesta quinta-feira o Papa Francisco na missa matutina da Casa Santa Marta. Quando o escriba se aproximou de Jesus para perguntar-lhe qual era, segundo ele, “o primeiro de todos os mandamentos”, provavelmente sua intenção não era tão inocente. Foi assim que o papa Francisco iniciou a sua homilia, avaliando o comportamento do homem que, na narração evangélica da liturgia de hoje, se dirige a Cristo dando a impressão de “coloca-lo a prova”, ou de “fazê-lo cair na armadilha”. E quando o escriba responde aprovando a passagem bíblica de Jesus: “o Senhor nosso Deus é o único Senhor”, o Papa chamou atenção sobre o comentário de Cristo: “Não estás longe do Reino de Deus”. Essencialmente, disse Francisco, com o “não estás longe”, Jesus queria dizer ao escriba: “sabes muito bem a teoria”, mas “ainda te falta um longo caminho para o Reino de Deus”, ou seja, deves caminhar para transformar em “realidade este mandamento”, já que “a confissão de Deus” se faz no “caminho da vida“. O Santo Padre acrescentou que “não é suficiente dizer: ‘Mas eu acredito em Deus, Deus é o único Deus’. Está bem, mas como você vive este caminho devida? Porque podemos dizer: ‘O Senhor é o único Deus e não existe outro’, mas ao mesmo tempo viver como se Ele não fosse o único Deus e ter outras deidades a nossa disposição. É o perigo da idolatria: a idolatria que chega a nós com o espírito do mundo. E Jesus, nisto, era claro: o espírito do mundo, não. E na última ceia Jesus pede ao Pai que nos defenda do espírito do mundo, porque o espírito do mundo nos conduz à idolatria”. “A idolatria é sutil”, todos nós “temos nossos ídolos escondidos” e “o caminho da vida para chegar, para não estar longe do Reino de Deus”, implica “descobrir os ídolos escondidos”. Um comportamento que já se encontra naBíblia -recorda-, lê-se no episódio no qual Raquel, mulher de Jacó, finge não ter ídolos consigo, os quais levou da casa do seu pai e os escondeu atrás do seu cavalo. Também nós, disse Francisco, “os escondemos em um cavalo, mas temos que buscá-los e destrui-los”, porque a única maneira de seguir a Deus é a de um amor baseado na “lealdade”. “E a lealdade -prosseguiu-, nos pede que espantemos os ídolos, descobri-los: estão escondidos na nossa personalidade, na nossa forma de vida. Mas estes ídolos escondidos fazem que não sejamos fiéis no amor. O apóstolo São Tiago, quando diz: ‘Quem é amigo do mundo, é inimigo de Deus’, começa dizendo: ‘Vocês adúlteros!’. Reprova-nos, mas com o adjetivo: adúlteros! Por que? Porque quem é “amigo” do mundo é um idólatra, não é fiel ao amor de Deus! O caminho para não estar longe, para avançar no Reino de Deus, é um caminho de lealdade que se assemelha ao do amor nupcial”. Enquanto que “com as pequenas idolatrias que temos”, como é possível, não ser fiel “a um amor tão grande?”. Para isso, é necessário confiar em Cristo, que é “fidelidade plena” e que “tanto nos ama”. “Podemos dizer agora a Jesus: ‘Senhor, você que é tão bom, ensina-me o caminho para estar cada dia menos longe do Reino de Deus, aquela forma de espantar todos os ídolos’. É difícil, mas temos que começar… Os ídolos escondidos nos muitos cavalos que temos na nossa personalidade, na nossa forma de vida: mandar para longe o ídolo do mundano, que nos leva a converter-nos em inimigos de Deus. Peçamos esta graça em Jesus, hoje.” Concelebraram com o papa o arcebispo de Curitiba (Brasil), Dom José Vitti; e os bispos de Ibiza (Espanha), Dom Juan Segura, e de Sagar (Índia), Dom Chirayath Anthony. Conforme informou a Rádio Vaticano, também assistiram empregados da Biblioteca Apostólica Vaticano, acompanhados pelo vice-prefeito Ambrogio Paizzoni, e por um grupo do pessoal da Universidade Lateranense, acompanhados pelo vice-reitor, Dom Patrick Valdrini. #cair #Deus #ACI #quintafeira #foiassim #Senhor #escondidos #matutina #prova #ewtn #perigo #Homilia #passagem #deidades #Ceia #lhe #DeCristo #nosso #Missa #casasantamarta
- A hipocrisia é a linguagem da corrupção, diz o Papa Francisco
VATICANO, 05 Jun. 13 / 10:00 am (ACI/EWTN Noticias).- Na Missa que presidiu na manhã de ontem na Casa Santa Marta, o Papa Francisco assinalou que os cristãos não utilizam uma “linguagem socialmente educada”, propensa à hipocrisia, mas são porta-vozes da verdade do Evangelho com a mesma transparência das crianças. A hipocrisia é a linguagem preferida dos corruptos. A cena evangélica do tributo a César, e a pergunta trapaceira dos fariseus e dos partidários de Herodes a Cristo sobre a legitimidade daquele tributo, deu ao Papa motivo para sua reflexão de hoje em continuidade com a homilia da segunda-feira. A intenção com a que se aproximam de Jesus, afirmou, é a de fazê-lo “cair na armadilha”. A pergunta se é lícito ou não pagar o imposto a Cesar é exposta “com palavras suaves, com palavras belas, com palavras ‘adocicadas’”. “Pretendem –adicionou– mostrar-se amigáveis”. Mas tudo é falso. Porque, explicou Francisco, “eles não amam a verdade, mas somente a si mesmos e assim tentam enganar, envolver os outros na mentira. Têm o coração mentiroso, não podem dizer a verdade”. “A hipocrisia é precisamente a linguagem da corrupção. Quando Jesus fala a seus discípulos diz que seu modo de falar deve ser ‘sim, sim’ ou ‘não, não’. Porque a hipocrisia não fala a verdade, porque a verdade não está nunca sozinha: está sempre com o amor. Não há verdade sem amor. O amor é a primeira verdade. Se não houver amor, não há verdade. Estes querem uma verdade escrava dos próprios interesses. Podemos dizer que há um amor: mas é o amor de si mesmos, o amor a si mesmos. Aquela idolatria narcisista que os leva a trair os outros, os leva aos abusos da confiança”. A linguagem que parece ser “persuasiva”, insistiu o Bispo de Roma, leva “ao erro e à mentira”. O Pontífice fez notar que aqueles que “pareciam tão amáveis com Jesus, foram os mesmos que na quinta-feira à noite o capturaram no Horto das Oliveiras, e na sexta-feira o levaram ante Pilatos”. Jesus pede aos que o seguem exatamente o contrário, a linguagem do “sim, sim, não, não”, uma “palavra de verdade e com amor”: “E a mansidão que Jesus quer de nós não tem nada a ver com esta adulação, nada a ver com esta forma “açucarada” de avançar. Nada! A mansidão é simples; é como aquela de uma criança. E uma criança não é hipócrita, porque não é corrupta. Quando Jesus nos diz: Quando disserem «sim», que seja sim, e quando disserem «não», que seja não! com espírito de crianças, refere-se ao contrário da forma de falar destes”. A última consideração do Santo Padre se referiu a uma “certa fraqueza interior”, estimulada pela “vaidade”, que faz com que, constatou, “gostemos que digam coisas boas de nós”. Os “corruptos sabem disso e tentam nos enfraquecer com essa linguagem”. “Pensemos bem: qual é a nossa linguagem hoje? Falamos com verdade, com amor, ou falamos um pouco com aquela linguagem social de seres educados, também dizendo coisas belas, mas que não sentimos? Que nosso falar seja evangélico, irmãos! Estes hipócritas que começam com a adulação acabam procurando falsas testemunhas para acusar aqueles que tinham adulado. Peçamos hoje ao Senhor que o nosso modo de falar seja simples como o das crianças, como o dos filhos de Deus, falar na verdade do amor”, concluiu o Santo Padre. Concelebrou com o Papa o Padre Hans Zollner, do Instituto de Psicologia da Universidade Gregoriana, presidente do comitê organizador do Simpósio “Para a cura e a renovação” (2012) e um dos fundadores do Centro para a Proteção de Menores que a Pontifícia Universidade Gregoriana instituiu em Múnich, Alemanha. Ao final da Missa, Francisco encontrou com o Padre Zollner e reiterou o seu desejo que se continue a luta contra os abusos na Igreja. #simsim #pi #podem #Sextafeira #notar #horto #mastudo #ao #eles #foram #segundafeira #porta #motivo #mesma #Jesus #deu #Missa #casasantamarta #estes
- A lógica do casamento gay foi criada pelos heterossexuais
Versão áudio Segundo as premissas aceitas pela sociedade atual, os homossexuais não estão errados em reivindicarem os mesmos direitos que os heterossexuais, a conclusão não pode ser outra: eles, de fato, têm os mesmos direitos. Mas, quais são essas premissas falsas? E como chegaram a ser assumidas? É o que Padre Paulo Ricardo explica neste Parresía. Por: Equipe Christo Nihil Praeponere #pela #Youtube #foi #neste #pauloricardo
- Organizações pró-vida denunciam tentativa de aprovar ideologia gay e aborto na Assembleia Geral da O
GUATEMALA, 05 Jun. 13 / 08:58 am (ACI/EWTN Noticias).- Organizações defensoras da vida e da família da Guatemala denunciaram em um comunicado que no marco da 43ª Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), que se realiza nestes dias nesse país, estão tentando aprovar a ideologia gay e o aborto. Entre as 36 organizações assinantes figuram a Associação Vida e Dignidade Humana, a Associação “Sim à Vida”, a Fundação Alive, Enfoque Familiar, a Associação de Médicos pelos Direitos humanos, e a Comissão Defensora do Direito a Nascer, entre outros. Conforme explicaram em um comunicado enviado ontem ao grupo ACI, “estamos informados que em documentos previamente elaborados que como simples formalidade serão apresentados à Assembleia Geral da OEA, pretende-se impulsionar políticas perversas para a destruição da moral pública e da instituição familiar”. Estas políticas se tentariam aprovar “sob as sutis mas cada vez mais agressivas políticas de equidade, identidade e expressão de gênero e não discriminação por preferências sexuais; saúde sexual e reprodutiva; direitos sexuais e reprodutivos”. “Estas políticas parecem ter fins louváveis e benefícios para a sociedade, mas o que realmente procuram é institucionalizar como legalmente válidas e aceitáveis as uniões de pessoas homossexuais lhes outorgando a categoria de ‘matrimônio’, por uma parte; e, por outra, despenalizar ou legalizar o aborto para que passe a ser considerado não mais como um crime, mas como ‘um direito’ que a mulher tem sobre seu próprio corpo”. As organizações assinantes assinalaram que “estamos a favor de reconhecer a igualdade de direitos a homens e mulheres, que estamos contra a violência à mulher e afirmamos que tal violência deve ser prevenida, sancionada e erradicada; que respeitamos aqueles que têm uma orientação sexual distinta a de seu sexo natural; mas esses nobres ideais não devem utilizar-se indevidamente para promover como ‘direitos’ condutas que são contrárias à natureza do ser humano”. Os projetos que tentam aprovar na OEA, criticaram, são apresentados “com atrativa vestimenta de nobres e bondosos propósitos que na verdade são grotescos disfarces de condutas impróprias à imensa maioria de nossa população, às mais vulneráveis, que são às que costumam estar destinadas”. Ante esta situação, as organizações defensoras da vida e da família alertaram “o nosso povo a não permitir que se vulnerem seus mais elementares direitos, seus princípios e valores”. Além disso, pediram ao presidente da Guatemala, Otto Fernando Pérez Molina, que “fazendo honra ao seu juramento de defender a Constituição Política da República da Guatemala, instrua os funcionários de seu governo que estarão presentes nesta assembleia que assumam uma atitude digna e de acordo com a nossa Constituição e nossas leis, rechaçando sua adesão e/ou apoio a instrumentos como os denunciados”. “O povo da Guatemala está vigilante do atuar do governo, porque não podemos permitir que se continue atropelando nossa dignidade”, assinalaram. Os assinantes também exigiram “que as delegações oficiais dos países americanos que nos visitam, revisem cuidadosamente as intenções ocultas em cada um desses projetos, para rechaçá-los com energia e manifestar as reservas do caso, onde seja necessário, por contrariar os únicos e verdadeiros direitos humanos: os que são inerentes à natureza de toda pessoa e que não precisam nem da validação nem formalidade de uma declaração oficial de um governo ou de um conjunto de governos”. “Se é critério generalizado opor-se à despenalização das drogas porque as mesmas atentam contra o direito à saúde das pessoas, por que não vamos nos opor com maior energia ainda à despenalização do aborto que atenta contra o direito à vida desde o momento da concepção, que é, por natureza, o primeiro de todos os direitos humanos?”, questionaram. Os assinantes remarcaram seu respeito “a todos os seres humanos que assumem uma orientação sexual distinta a de seu sexo biológico natural. Não somos homofóbicos, não os discriminamos nem negamos seus direitos; os consideramos seres humanos com dignidade e valores”. “Mas deve ficar claro que pelo lamentável drama que eles sofrem, não podemos permitir que se impulsionem projetos contra a natureza do ser humano, homem e mulher, tal como fomos criados”, concluíram. #Geral #guatemala #sim #ter #oea #ACI #Aborto #ao #corpo #sexonatural #Assembléia #fins #perversas #Humana #nascer #distinta
- A ação de Satanás e o exorcismo explicados por um padre exorcista
Exorcista descreve o ritual de exorcismo, explica como Satanás age cotidianamente e o que fazer para proteger-se Após a cena protagonizada pelo Papa Francisco e um endemoninhado na Praça de São Pedro, na Festa de Pentecostes, reacendeu no mundo o interesse pela figura do “exorcista”, porém, a visão desse ministério está contaminada por resquícios de Hollywood, ou seja, a opinião corrente é que os exorcismo são como aqueles mostrados nos filmes. O Padre Duarte Sousa Lara é um sacerdote exorcista e durante muito tempo acompanhou o Pe. Gabriele Amorth, renomado exorcista da diocese de Roma. Neste vídeo, ele fala de como se dá a ação do Satanás e seus demônios na vida das pessoas, como ele age cotidianamente e o que fazer para evitar as suas armadilhas. Por: Equipe Christo Nihil Praeponere #Satanás #Satan #Hollywood #Exorcismo #pela #sousa #Youtube #gabrieleamorth #nihil #SãoPedro #pelo #duarte #Tempo #pessoas #Exorcista
- O projeto anti-cristão da agenda gay
A inversão de valores propagada pela mídia revela um projeto incisivo de destruição da moral cristã Os noticiários não falam de outra coisa. O liberalismo sexual, no qual se inclui a causa gay, ganhou de vez as manchetes dos principais jornais do país, numa avalanche que parece não ter mais freio. A unanimidade da imprensa em decretar o novo padrão de moralidade é tão eloquente que os mais desavisados sentem-se quase que impelidos a concordar com ele, mesmo que a contragosto. Mas enganam-se aqueles que, ingenuamente, atribuem essas movimentações ao curso natural da história. Trata-se, pelo contrário, de uma agenda compacta, determinada e amplamente financiada, cuja única meta é: minar os fundamentos da sociedade ocidental – o direito romano, a filosofia grega e a moral judaico-cristã – e, em última análise, a natureza humana. Não é mais segredo para ninguém a hostilidade com que inúmeras nações se referem ao cristianismo. Praticamente todos os programas de governos atuais têm por política o combate aos últimos resquícios de fé católica que ainda restam na sociedade. E essa agenda ideológica encontra eco sobretudo nas Organizações das Nações Unidas, logicamente, a mais interessada na chamada “Nova Ordem Mundial”. Essa perseguição sistemática à religião cristã e, mais especificamente à Igreja Católica, se explica pelo fato de ela ser única a levantar a bandeira da lei natural, que é a pedra no sapato dos interesses globalistas. Em linhas gerais, o direito natural refere-se ao que está inscrito no próprio ser da pessoa. Isso supõe uma ponte de acesso a uma moral humana já pré-estabelecida, com direitos e deveres naturais, conforme a ordem da criação. Não corresponde a um direito revelado, mas a uma verdade originária do ser humano, que através da razão indica aquilo que é justo ou não. Essa defesa do direito natural foi o grande diferencial do cristianismo em relação às demais religiões no início do primeiro milênio, como assinala o Papa Emérito Bento XVI ao Parlamento Alemão, em um dos discursos mais importantes de seu pontificado: “Ao contrário doutras grandes religiões, o cristianismo nunca impôs ao Estado e à sociedade um direito revelado, nunca impôs um ordenamento jurídico derivado duma revelação. Mas apelou para a natureza e a razão como verdadeiras fontes do direito; apelou para a harmonia entre razão objectiva e subjectiva, mas uma harmonia que pressupõe serem as duas esferas fundadas na Razão criadora de Deus”, (Cf. Bento XVI ao Parlamento Federal da Alemanha em 2011). A partir do último meio século, ressalta o Santo Padre, o direito natural passou a ser menosprezado, em grande parte, devido à razão positivista. Passou-se a considerá-lo como “uma doutrina católica bastante singular, sobre a qual não valeria a pena discutir fora do âmbito católico, de tal modo que quase se tem vergonha mesmo só de mencionar o termo”. Com efeito, para o teórico positivista Hans Kelsen, a ética deveria ser posta no âmbito do subjetivismo e, por conseguinte, o conceito de justiça. Criou-se, portanto, uma situação perigosa da qual o próprio Kelsen foi vítima posteriormente, quando perseguido pelo regime nazista por ser judeu. A justiça e a ética caíram no relativismo. Cada um julga-se a si mesmo, julga-se o conhecedor do bem e do mal. E “quando a lei natural e as responsabilidades que implica são negadas, – alerta outra vez Bento XVI em uma catequese sobre Santo Tomás de Aquino – abre-se dramaticamente o caminho para o relativismo ético no plano individual e ao totalitarismo de Estado no plano político”. Como condenar os regimes nazistas, fascistas e comunistas por suas atrocidades se a justiça é um conceito relativo a cada um? A Igreja condena a perversidade do relativismo justamente por essa falsa sensação de liberdade propagandeada por ele. É a mesma liberdade oferecida pela serpente do Éden à Eva, a falsa beleza que, na verdade, é escravidão. Quando exposta em termos claros e diretos, a lei natural se torna evidente e com ela, todo o arcabouço que a sustenta: o direito romano, a filosofia grega e a moral judaico-cristã. A lei natural encontra apelo no ser humano justamente por ser verdade e estar de acordo com a razão criadora, o Creator Spiritus. O Magistério Católico é, neste sentido, um dos únicos baluartes da justiça e da dignidade da pessoa humana, por falar quase que solitário em defesa da lei natural. O trabalho da elite globalista – diga-se ONU, imprensa, ONGs esquerdistas e etc – consiste, neste sentido, única e exclusivamente na destruição desses pilares da lei natural. Assim, sepultam-na numa espiral do silêncio, enquanto reproduzem na mídia uma moral totalmente avessa e contrária à família. Desse modo, abrem espaço para a educação das crianças pelo Estado conforme a cartilha ideológica que defendem. É um programa totalmente voltado para a subversão e o controle comportamental que está sendo colocado em prática, descaradamente, por países como Estados Unidos, França, Suécia, Holanda e até mesmo o Brasil. Neste momento, em que a Igreja vê-se atacada por todos os lados e se joga com a vida humana como se fosse algo qualquer e sem valor, urge o despertar de pessoas santas, imbuídas por uma verdadeira paixão à Verdade. Todas as grandes crises pelas quais a Igreja passou nos últimos séculos foram enfrentadas por santos de grande valor: São Luís Maria Grignion de Montfort, São João Maria Vianney, Santa Catarina de Sena, São Pio X… E essa crise atual requer a mesma fibra, o mesmo destemor e parresia com os quais aqueles santos estavam dispostos a entregar suas vidas, suas fortunas e até mesmo os seus nomes, sem medo da humilhação, firmes na Providência Divina e na certeza de que no alvorecer do novo dia será de Deus a última e definitiva palavra. Por: Equipe Christo Nihil Praeponere #manchetes #filosofiagrega #demais #Verdade #deveres #Isso #ter #Direitos #sapato #Avalanche #pessoa #foi #coisa #eco #falam #direitoromano #Humana #ocidental #natureza #refere
- Possesso pelo qual o Papa Francisco rezou, conta a sua história: 10 exorcistas e anos de sofrimento
ROMA, domingo, 28 de maio. 13 / 12:19 (ACI / EWTN Notícias) -. Angel, 43 anos de idade, mexicano no qual o Papa Francisco realizou uma “oração de libertação” após a conclusão da missa de Pentecostes, na Praça de São Pedro, em 19 de Maio, contou sua história e revelou que há mais de dez anos, ele foi possuído por quatro demônios e que em um sonho levou-o a viajar para Roma para encontrar o Papa. Em entrevista publicada pelo jornal espanhol El Mundo, Angel lembrou que tudo começou em 1999, “um dia retornando em um ônibus da Cidade do México para minha cidade natal em Michoacan, senti que uma energia que entrou no ônibus. Não vi, mas perceptível”. “Percebi que se aproximou de mim e parou na minha frente. E, de repente, eu me senti como se alguém tivesse me esfaqueado no peito e depois, pouco a pouco, a sensação de que eles estavam me abrindo às costelas”, disse. Inicialmente, Angel pensou que era um ataque cardíaco, mas não morreu e seu estado de saúde agravou-se, porque “tudo o que eu comia vomitava. Havia picadas por todo o meu corpo, como se fosse cheio de agulhas”. “Até as folhas me machucavam. Comecei a não me sentir capaz de andar”, lembrou. Logo começaram os transes em que proferiram blasfêmias e falavam em línguas sem médicos que o assistissem para explicar o que estava acontecendo. Sua saúde tornou-se delicada “no total já me deram quatro vezes a Unção dos Enfermos”, diz ele. Esse sacramento trouxe uma melhoria na sua saúde, por isso que Angel começou a orar, com uma especial devoção ao Senhor da Misericórdia. Em 2004, Angel assistiu a uma palestra de um padre ucraniano na cidade mexicana de Morelia, que explicou o seu caso. “Eu disse a ele o que estava acontecendo comigo, como me senti mal. Ele me colocou no peito uma relíquia do Padre Pio e então eu vi uma luz especial que me rodeava, senti uma grande paz. Mas, ao mesmo tempo, notei algo que começando a me arranhar dentro de mim. Isso é algo que me derrubou e começou a se manifestar. Vi que eu não podia fazer nada, que a presença era mais forte do que eu, me dominada “, disse ele. Naquele dia, ficou claro que ele estava possuído e praticou seu primeiro exorcismo. Sabendo que ele estava possuído, confessou Angel, “me deu muito medo. E eu me senti muito sujo em pensar que dentro de mim havia um ser maléfico”. “A minha família reagiu primeiro com incredulidade e, de fato, entre meus irmãos, há alguns que ainda estão céticos que acreditam que o que eu tenho é o resultado de um desequilíbrio psicológico”. Angel expressou sua proximidade com as pessoas ao redor do mundo passando por algo semelhante e ele “se sente incompreendido por sua família, amigos e às vezes até pela própria Igreja, porque nem todas as dioceses tem exorcistas”. “Além disso, porque há padres que não acreditam em possessão demoníaca, eles consideram que são problemas psiquiátricos. Há muitos que acabam em asilos e morrem sem saber o que aconteceu”, lamentou. Inicialmente, um sacerdote na Cidade do México realizou quatro ou cinco exorcismos, durante um dos quais “o padre perguntou como o demônio tinha entrado em mim e ele disse que era por causa de uma maldição que me fez uma pessoa”. Eventualmente, aconselhou-o a recorrer ao famoso exorcista padre espanhol José Antonio Fortea, que em uma viagem para o México, há três anos, eu conheci e tinha avisado ele. Angel tem uma licenciatura em Marketing pela Universidade de Guadalajara (México), e teve sua própria empresa de publicidade, que teve que fechar, porque “a minha saúde não me deixava trabalhar”. “A fim de sustentar a minha família eu tive que vender a minha casa e um apartamento que tínhamos. Agora moro em uma casa que a minha mãe nos deu. Felizmente, eu não estou em dificuldades financeiras, com a venda das duas casas dá para viver”, disse ele. No entanto, Angel anseia por “uma vida normal. Especialmente para minha esposa e meus filhos, com idades entre seis e onze anos. Felizmente os meus dois filhos nunca me viram possesso. Mas eles sabem que eu estou doente”, disse em meio a lágrimas. Mas, recentemente, Angel teve um sonho que daria uma grande mudança no seu caso e que o seu testemunho acabaria por chegar a todo o mundo. “Eu vi o Santo Padre Francisco vestindo vermelho e orando com um incensário na mão e rodeado por bispos e cardeais. Não dei importância, mas quando acordei, liguei a TV e vi uma missa do Papa, vestindo vermelho e com um incensário na mão, rodeado de bispos e cardeais e passou pela minha cabeça uma ideia: eu tenho que ir a Roma “, disse. “Por esse tempo, ele lembrou, estava lendo o livro “O Último Exorcista”, o famoso exorcista da diocese de Roma (Itália), Gabriele Amorth”, que afirma que tanto a Bento XVI e João Paulo II havia realizado exorcismos e orações libertadora para possuído”. Angel não hesitou o suficiente em viajar para Roma, porque “era muito ruim, eu tinha medo de morrer longe dos meus filhos, minha família.” No final, com Juan Rivas, um sacerdote mexicano Legionários de Cristo, a quem conheceu há dois anos viajaram para Roma. “Depois de tentar três vezes saudar o papa, sem sucesso”, Domingo de Pentecostes “a providência divina lhe ajudou e finalmente conseguiu encontrá-lo e recebeu dele uma oração”, disse o padre Rivas. O dia depois da oração do Papa em Angel, padre Amorth viu e disse que “não há dúvida de que ele está possuído”. Em entrevista à ACI DIGITAL em 22 de maio, o padre disse que naquele dia “o Papa veio e deu-lhe uma forma de oração de exorcismo e de libertação, e não o exorcismo clássico que é feito com o livro.” O mexicano, Amorth disse, “é realmente uma alma de Deus, que o Senhor usa para censurar o México em relação à legalização do aborto”. Traduzido por Tiago Rodrigo da Silva – Apostolado Spiritus Paraclitus #28demaio #Pentecostes #Senhor #Palestra #Angel #jornalespanhol #sem #SãoPedro #pelo #uma #diz #sonho #Tempo #Roma #tudo #Missa
- Francisco exorta viver a autêntica comunhão e solidariedade que nasce da Eucaristia
VATICANO, 31 Mai. 13 / 01:26 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco presidiu nesta quinta-feira a Missa pela Solenidade do Corpus Christi no átrio da Basílica São João de Latrão, de onde chamou os católicos a viver a autêntica comunhão e solidariedade que nasce da Eucaristia, sacramento “que nos faz sair do individualismo para viver juntos o seguimento, a fé nele”. Ante os milhares de fiéis que se aproximaram da basílica romana, o Santo Padre refletiu sobre o Evangelho da multiplicação dos pães e peixes, onde “há uma expressão de Jesus que me surpreende sempre: ‘dai-lhes vós mesmos de comer’. Partindo desta frase, deixo-me guiar por três palavras: seguimento, comunhão, partilha”. O Papa explicou que a multidão se congregou ao redor de Cristo porque sabem que “Jesus fala e age de modo novo, com a autoridade de quem é autêntico e coerente, de quem fala e age com verdade, de quem doa a esperança que vem de Deus”. Agora, disse Francisco, “nós somos a multidão do Evangelho, também nós tentamos seguir Jesus para escutá-lo, para entrar em comunhão com Ele na Eucaristia, para acompanhá-lo e para que nos acompanhe. Perguntemo-nos: como eu sigo Jesus? Jesus fala em silencio no Mistério da Eucaristia e toda vez nos recorda que segui-lo significa sair de nós mesmos e fazer de nossavida não uma posse nossa, mas um dom para Ele e para os outros”. Por isso questionou a atitude dos apóstolos de despedir à multidão para que fosse procurar alimentos e pousada por que já era tarde. “Esta é a solução dos apóstolos: que cada um pense em si mesmo: despedir à multidão! Quantas vezes nós cristãos temos esta tentação! Não assumimos a necessidade dos outros, despedindo-os com um piedoso: ‘Que Deus lhes ajude!’”. “A solução de Jesus vai para outra direção, uma direção que surpreende aos discípulos: ‘dai-lhes vós mesmos de comer. Mas como é possível que nós sejamos os que demos de comer a uma multidão? ‘Não temos mais que cinco pães e dois peixes; a não ser que fôssemos comprar alimentos para todo este povo’. Mas Jesus não se desanima” -recorda o Papa-, e depois de fazer sentar às pessoas, abençoa os pães para que sejam distribuídos pelos discípulos. “É um momento de profunda comunhão: a multidão saciada com a palavra do Senhor, é agora alimentada com seu pão de vida. E todos foram saciados”, expressou o Santo Padre. Nesse sentido, Francisco explicou que escutando a Palavra e nutrindo-se da Eucaristia, os fiéis passam de “ser multidão a ser comunidade”. “A Eucaristia é o Sacramento da comunhão, que nos faz sair do individualismo para viver juntos o seguimento, a fé nele”. “Como vivo a Eucaristia? A vivo de modo anônimo ou como um momento de verdadeira comunhão com o Senhor, bem como com tantos irmãos e irmãs que compartilham esta mesma mesa? Como são as nossas celebrações eucarísticas?”, perguntou o Papa. Seguidamente, o Santo Padre assinalou que ao multiplicar os poucos pães e peixes, Cristo chama os cristãos à solidariedade, pondo “a disposição de Deus aquilo que temos, as nossas humildes capacidades, porque somente na partilha, na doação a nossa vida será fecunda, dará frutos. Solidariedade: uma palavra que não é bem vista pelo espírito mundano!”. Com a Eucaristia, explicou, o homem experimenta a “solidariedade de Deus”. “Jesus se doa a nós na Eucaristia, partilha nosso mesmo caminho, aliás, se faz alimento, o verdadeiro alimento que sustenta nossa vida, também nos momentos em que o caminho se faz duro”. “Seguimento, comunhão, partilha. Oremos para que a participação na Eucaristia nos provoque sempre: a seguir o Senhor todos os dias, a ser instrumentos de comunhão, a partilhar com Ele e com nosso próximo aquilo que somos. Então nossa existência será verdadeiramente fecunda”, culminou. Ao culminar a Missa, milhares de pessoas acompanharam o Papa na procissão que levou o Santíssimo Sacramento até a Basílica Santa Maria Maior. #frase #Evangelho #SantoPadre #osoutros #Deus #Isso #pela #atitude #ACI #quintafeira #jesusjesus #nestaquinta #ewtn #viver #DeCristo #Missa #CorpusChristi
- Amparo, ex-revolucionária e funcionária da ONU: «Meu trabalho era destruir a fé dos católicos».
Fonte: Fratres in Unum Após anos de trabalho para a ONU, ex-agente denuncia estratégia da organização para minar a fé católica e implantar o aborto em todos os países do mundo Amparo entendeu claramente. Era a Virgem Maria quem lhe falava. Tudo aconteceu quando ela recebeu um disparo da polícia em plena batalha. Quando despertou no hospital, decidiu que sua vida devia mudar radicalmente. Sua vida “lamacenta” devia dar uma guinada de 180 graus e deixar de lado o seu servilismo político e sua vida de pecado, e dedicar-se às mulheres e às crianças, buscando seu autêntico bem. Um avô católico Ela havia nascido em uma família muito normal do Equador. Sua fé era tradicional, de Missa dominical e pouco mais. A exceção da regra foi seu avô, que vivia uma autêntica vida cristã. Em certa ocasião, sendo Amparo adolescente e a caminho do ateísmo, seu avô lhe disse umas palavras que não haveria de esquecer nunca. Estavam entrando em uma igreja, e diante de uma imagem da Virgem lhe disse: “Olhe para os seus olhos. Ela é a única que vai te salvar e a que vai te levar à fé”. A coisa parou por aí. O resto foi uma queda livre: foi expulsa do colégio por brigar com uma freira, e um encontro com evangélicos acabou por arrematar seu caminho rebelde e ateu. A revolução e as esquerdas Eram os anos 70 e 80, e a oferta social que Amparo encontrou fora da Igreja era a dos movimentos revolucionários, a teologia da liberação marxista, Che Guevara, os movimentos feministas, abortistas, o indigenismo e esse grande etcétera. Ela se meteu de cabeça nisso tudo. Se há algo que não se pode reprovar em Amparo é dizer que ela não foi uma pessoa coerente com os seus princípios. Ela tomou todas as bandeiras, as abraçou e se dedicou a elas. Ora a encontrávamos em uma confrontação armada ou em uma manifestação antigovernamental, ou ainda em uma campanha a favor dos direitos reprodutivos das mulheres, ou seja, promovendo os contraceptivos e o aborto. Se radicaliza na Espanha Como a situação política no Equador se complicou, seu pai a enviou à Espanha para estudar Pedagogia Social. Neste país ela obteve seu título universitário, porém, também sua radicalização política e o contato com outros movimentos revolucionários, ateus e anticlericais. Sua mentalidade feminista coincidia com a da ONU. Já de volta ao Equador, sua visão feminista e de esquerda combinava perfeitamente bem com as políticas que a ONU levava a cabo na América Latina e, graças a ela e a sua formação, chegou a ser responsável no Equador do programa da UNFPA, isto é, do Fundo de População das Nações Unidas, de onde contava com todos os milhões de dólares que necessitasse para cumprir, ou melhor dizendo, impor os programas contrários à natalidade, a favor do aborto e da anticoncepção. Meu trabalho: retirar a fé dos católicos Amparo explicou na rede católica de televisão EWTN que “os grupos comunistas e socialistas sabem que a única instituição que pode romper as suas mentiras é a Igreja Católica. Então – confessou — a primeira coisa que buscam são argumentos que possam destruir a pouca fé que os católicos têm. Veja as notícias ou vá atrás desse sacerdote que não está vivendo a sua vida na graça com Deus… Publique-os e os lance na imprensa… E – concluiu — é preciso omitir que no Equador, 60% das obras de ajuda às pessoas pobres estão nas mãos da Igreja, pois isso se silencia”. Destruir a Igreja desde dentro O grande problema dos sacerdotes é a sua solidão: “Nós íamos em busca dos sacerdotes abandonados nos povoados e nas montanhas para dizer-lhes que se Deus existia, então por que permitia a pobreza? ‘A única maneira é a revolução. Una-se a nós, e nós vamos te ajudar’. Havia sacerdotes – lamenta agora — que cediam e que pensavam que teriam um grupo que lhe ajudaria, que lhe apoiaria, que estaria com ele… Em certas ocasionesoferecíamos dinheiro aos sacerdotes e às religiosas para que pudessem reconstruir, melhorar seus centros educativos com a única condição de que nos deixassem dar aulas de educação sexual e reprodutiva em seus colégios”. Afastando-se ainda mais de Deus… Em Amparo se cumpre aquela citação de Chesterton que “quando se deixa de crer em Deus, logo se crê em qualquer coisa”. Imersa no ateísmo, não deixada de buscar algum resquício de espiritualidade na leitura de cartas, reiki, yoga…: “Como a vida na luta de esquerda era uma vida de pecado, você não podia se livrar das consequências do pecado. É a morte espiritual. São como pequenos pactos com o demônio. O demônio os cobra – adverte. Assim, comecei a sofrer por conta do dinheiro”. “Alguém me recomendou que eu fizesse uma limpeza de ambiente. Tinha meus próprios mantras… que agora, que pude traduzi-los, dizem ‘eu pertenço a Satanás’. Fiz os mantras nos Estados Unidos e, inclusive, levei meus filhos ao xamã que era um mestre elevado da Religião Universal”. … embora Deus não estivesse distante Em certa ocasião, estando em uma comunidade, Amparo desafiou a Deus. Havia uma mulher rezando, porém, ela começou a repreendê-la severamente e chamá-la de louca. Até o ponto em que acabou rasgando uma imagenzinha que a pobre senhora segurava. À época, sua prepotência de revolucionária não lhe fornecia muitas outras soluções. Pouco depois veio o passo seguinte até a sua conversão. Ferida por uma bala da polícia Amparo havia participando de todo tipo de manifestações e lutas contra o governo. Em ocasiões mobilizando os indígenas e facilitando que estes acorressem armados com lanças. Porém, certo dia, estando em uma delas, foi atingida por uma bala. Quando sentiu o impacto, Amparo recorda de duas coisas: por um lado, seu marido e seus filhos e, por outro lado, uma paz inexplicável, total. Não tinha medo de partir. Tudo era alegria, gozo, paz… Nisso, escutou uma voz que lhe cantava: “Vi uns olhos maravilhosos. Vi o amor. Eram os olhos da Virgem. Eram justamente os olhos da estampa que eu havia rasgado! A estampa da Virgem Milagrosa. Eu a vi como uma adolescente de 15 anos. Com roupas brancas…”. Enquanto ela sangrava, a única coisa que sentia era paz, alegria… Nesse momento a Virgem lhe disse: “Minha pequena, eu te amo”. E lhe pediu que deixasse todas as causas que ela levava e que assumisse a causa de seu Filho. Também se deu conta de que por trás da Virgem havia um senhor mais idoso: era seu avô. E seu marido pensou que ela estivesse louca Quando acordou, narrou toda a experiência a seu marido, Javier. Ele pensou que ela estivesse louca, e não era para menos. Uma ateia convicta, militante anticatólica, e despertando daqueles sonhos… Em seguida, levaram-na para que os altos mestres, psicólogos e peritos da Nova Era a examinassem e a convencessem de que aquelas experiências eram fruto de suas alucinações e dos ferimentos. Sem dúvida, “ninguém podia tirar da minha cabeça que era Deus”. Primeiramente, confessar-se “A primeira coisa que precisava era um sacerdote. Precisava me confessar. A primeira coisa, em primeiro lugar, era a confissão. Eu pedia a Deus que não morresse no caminho, indo para casa, porque iria para o inferno. Na confissão estavam todos os pecados. Os mais horríveis”. Era uma nova etapa, e havia de começar desde o princípio, fazendo tudo bem feito. Assim, a primeira coisa que fiz foi aprender a amar Jesus, a amar os sacerdotes, a amar a Igreja, amar os sacramentos”. Amparo se sentia totalmente enlameada e também convidada a uma nova revolução: “O único que transforma o mundo é Deus. Eu não sou digna. É tão grande o amor de Deus…” A conversão de seu marido Amparo rezou e convidou seu marido Javier à conversão. Com o passar do tempo, Javier, revolucionário como ela, começou a dar provas de mudança por amor a Amparo. Devia ser uma experiência dramática em si mesma pelo único fato de ter que romper com toda uma vida de convicções e luta comprometida. Amparo explica isso dessa maneira: “Meu marido aceitou crer em Deus e na Virgem, porém, não acreditava no sacramento. Todavia, Deus colocou um sacerdote santo em nosso caminho. Por fim, ele se confessou e sua confissão levou horas. Ao sair, sentiu que havia se livrado de toneladas de coisas”. Agora era hora de denunciar as mentiras da ONU A conversão das pessoas, na maioria das vezes, é um processo longo e em etapas. Amparo estava a caminho, mas ainda não renunciara a toda sua vida de pecado. Necessitava de parte dela, pois seu salário das Nações Unidas era uma fonte necessária para a família e seu ritmo de despesas. Tudo aconteceu quando uma amiga sua lhe pediu informações sobre a distribuição da pílula do dia seguinte por parte das Nações Unidas no Equador. Amparo era responsável pela sua importação e distribuição no país. De fato, sua agência das Nações Unidas havia vendido ao Equador 400.000 (quatrocentas mil) doses da pílula do dia seguinte. A ONU em Nova York, a UNFPA no Equador: “Eles nos vendem a 25 centavos de dólar, e nós as vendemos entre 9 e 14 dólares. É um negocio e tanto“. No Equador houve um julgamento em que as Nações Unidas perderam a ação devido à distribuição da pílula e os pró-vidas ganharam, visto que tiveram que reconhecer que ela não é um método contraceptivo, mas sim anti-nidatório, ou seja, abortivo, e que se utiliza quando os métodos contraceptivos falham. O ápice de sua decisão de converter-se e dar um passo definitivo até Deus aconteceu a caminho do tribunal nesse julgamento em que a ONU perdeu: “Quando estávamos levando a informação ao Tribunal, um jornalista me fez uma pergunta que pensei que era Deus quem me a fazia – estás com Deus ou estás com o demônio? –. A pergunta foi: O que eu pensava da pílula do dia seguinte? E, claro, eu continuava trabalhando para as Nações Unidas e apoiava todas as organizações pró-aborto. Nesse momento me dei conta de que era o momento de dizer a verdade e deixar de mentir a mim mesma. Era uma incoerência ser católica e ao mesmo tempo, por dinheiro, continuar apoiando uma organização que vai contra os meus valores. E, claro, disse a verdade e as Nações Unidas me despediram”. O que existe por trás das Nações Unidas? Por trás dos projetos da ONU, atrás das palavras bonitas que usam quando falam de saúde reprodutiva, na realidade, há toda uma promoção do aborto e dos contraceptivos. É o único objetivo para toda América Latina. Na entrevista de Amparo à cadeia de televisão norte-americana EWTN, denunciava que no livro “Cuerpos, tambores y huellas”, editado pelas próprias Nações Unidas, se reconhece a promoção das relações sexuais com crianças desde os 10 anos. E que nele se explica claramente três coisas: que os pais não devem ser informados da educação sexual que seus filhos recebem; – que as escolas devem distribuir contraceptivos a seus alunos sem o conhecimento e consentimento dos pais; – e que se um professor ou médico chegasse a informar aos pais de que seus filhos estão usando contraceptivos, esse professor ou médico deve ser expulso de seu trabalho por romper o sigilo profissional. Amparo, e não só ela, denuncia a existência de um todo um negócio em que não se desperdiça nada: promove-se as relações sexuais entre crianças e adolescentes, e se lhes vendem preservativos. Como estes falham, então se lhes oferece o aborto ou a pílula do dia seguinte. Como o aborto produz restos humanos, estes servem bem para a experimentação ou bem para extrair algumas sustâncias que depois se usam em cremes, xampus, etc. Negócio completo. Assistam a uma conferência de Amparo Medina a seguir: [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=GzJ-Z2rS50I[/youtube] E agora na luta pela vida A realidade foi mais dura do que o previsto em um primeiro momento. O casal perdeu tudo quando saiu da revolução. Eles tiveram que renunciar a muitas coisas, as primeiras foram os bens materiais. Porém, foi “bonito encontrar juntos o amor de Deus e eliminar os mitos relativos aos sacerdotes, à Virgem, à Igreja…” Amparo Medina e seu marido Javier Salazar são pais de três filhos. Ela é Diretora executiva de Ação Pró-vida Equadore, além disso, colabora e assessora outros organismos. Agora também luta pela família, mulheres e crianças, mas a partir da verdade integral das pessoas, e não a partir do negócio econômico. Ameaças de morte Um novo enfoque, sim, mas não isento de perigos. Assim, Amparo tem sofrido ameaças de morte como a que recebeu não faz muito tempo em uma caixa de sapatos, dentro da qual havia uma ratazana morta com a mensagem”morte aos pró-vidas” e “lembre-se que os acidentes existem, lembre-se que as mortes acidentais são o dia a dia deste país, NÃO PROSSIGA COM SUA CAMPANHA ANTI MULHER E HOMOFÓBICA…Morte aos traidores, morte aos anti Pátria, MORTE OU REVOLUÇÃO”. Amparo não se assusta. E continua com sua luta confiante que tem em mãos a possibilidade de defender milhares de vidas humanas. Se desejar ver uma entrevista realizada com Amparo Medina à rede de televisão norte-americana EWTN, pode acompanhar aqui: [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=DpZp8SvF4_4[/youtube] #elas #fratres #sendo #devia #adolescente #virgem #Unum #bandeiras #feministas #radi #quedalivre #resto #quem #teologia #coisa #marxista #lhe #mudar #amparo #claramente #Missa #ela #cheguevara
- A Igreja nos leva a Cristo, recorda o Papa ante aqueles que dizem “Cristo sim, Igreja não̶
VATICANO, 29 Mai. 13 / 02:10 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em meio da chuva que não impediu que cumprimentasse, como sempre faz, a todos os assistentes a audiência geral desta quarta-feira na Praça de São Pedro, o Papa Francisco recordou que a Igreja é a que nos leva a Cristo, a Deus; ante aqueles que afirmam “Cristo sim, Igreja não” ou aqueles que dizem não acreditar nos sacerdotes. Inaugurando um novo ciclo de catequese sobre a Igreja, à luz do Concílio Vaticano II, o Papa explicou que a Igreja é a família de Deus, cujo projeto é fazer “de todos nós uma única família de filhos, em que cada um se sinta próximo e amado por Ele” como na parábola do Filho pródigo ou do Pai misericordioso. “Quando se manifesta a Igreja? Celebramos esse momento há dois domingos. Se manifesta quando o dom do Espírito Santo enche o coração dos Apóstolos e os impele a sair e começar o caminho para anunciar o Evangelho, espalhar o amor de Deus. Mesmo hoje em dia, alguém diz: ‘Cristo sim, a Igreja não’. Como aqueles que dizem ‘eu acredito em Deus, mas não nos sacerdotes’.?Mas é a Igreja que nos leva a Cristo, que nos leva a Deus, a Igreja é a grande família dos filhos de Deus”. O Papa disse também que “a Igreja nasce do desejo de Deus de chamar todo homem à comunhão com Ele, à Sua amizade e a participar como filhos de suavida divina.?A própria palavra ‘Igreja’, do grego ekklesia, significa ‘convocação’: Deus nos chama, nos impulsiona a sair do individualismo, da tendência de nos fechar em nós mesmos e nos chama a fazer parte de sua família”. “E este chamado tem origem na própria criação. Deus nos criou para que vivêssemos em uma relação de profunda amizade com?Ele e até mesmo quando o pecado quebrou esta relação com Deus, com os outros e com a criação, Deus não nos abandonou”. “Toda a história da salvação é a história de Deus que busca o homem, oferece-lhe seu amor, o acolhe.?Ele chamou Abraão para ser o pai de uma multidão, escolheu o povo de Israel para firmar uma aliança que abraçasse todas as nações e enviou, na plenitude dos tempos, seu Filho, para que seu plano de amor e salvação fosse realizado em uma nova e eterna aliança com toda a humanidade”. À pergunta “de onde nasce a Igreja, então?”, Francisco disse que “nasce do supremo ato de amor na Cruz, do lado trespassado de Jesus, de onde jorram sangue e água, símbolo dos sacramentos da Eucaristia e do Batismo. Na família de Deus, na Igreja, a seiva vital é o amor de Deus que se constitui em amá-Lo e amar os outros, todos, sem distinção e medida”. “Claro que há também aspectos humanos, naqueles que a compõem, pastores e fiéis, há defeitos, imperfeições, pecados e o Papa também os tem e são muitos, mas o belo é que, quando nos damos conta de que somos pecadores, encontramos a misericórdia de Deus, que sempre perdoa.?Não se esqueça: Deus sempre perdoa e nos recebe em seu amor de perdão e misericórdia”. O Santo Padre questionou “nos perguntemos hoje: quanto amo a Igreja? Rezo por ela? Eu me sinto parte da família da Igreja? O que faço para que seja uma comunidade onde todos se sintam acolhidos e compreendidos, sintam a misericórdia e o amor de Deus que renova a vida??A fé é um dom e um ato que nos afeta pessoalmente, mas Deus nos chama a viver a nossa fé juntos, como família, como Igreja”. Para concluir alentou pedir ao Senhor “de maneira especial neste Ano da Fé, que as nossas comunidades, toda a Igreja, sejam cada vez mais verdadeiras famílias que vivem e levam o calor de Deus. Obrigado”. #quartafeira #Evangelho #osoutros #Deus #sim #Ele #ACI #enche #noticiasem #ewtn #SãoPedro #individualismo #meio #diz #todosos #EspíritoSanto #sair #hojeemdia #Palavra
- Mais de um milhão protestam contra a lei de “matrimônio” gay na França
PARIS, 28 Mai. 13 / 09:34 am (ACI/Europa Press).- Mais de um milhão de pessoas, segundo os organizadores, ou 150.000 pessoas, segundo a Polícia, saíram neste domingo às ruas de Paris para protestar contra a aprovação domatrimônio homossexual. A marcha culminou ante o Hospital dos Inválidos com uma multidão que abarrotou as zonas ajardinadas que rodeiam o histórico edifício, situado em pleno centro da capital francesa. A campanha foi realizada por organizações de base e contou com o apoio rápido da Igreja Católica. Também se somaram ao protesto destacados políticos de direita, como o líder da União por um Movimento Popular (UMP), o principal partido da oposição, Jean-François Copé, quem realizou um chamado aos jovens a somar-se ao seu partido para manter assim a pressão sobre o governo de centro-esquerda. “O próximo encontro deveria ser nas urnas das eleições municipais”, afirmou Copé em referência aos comícios previstos para o ano que vem e com os que os conservadores esperam rentabilizar estas mobilizações. Enquanto, um grupo de extrema direita entrou na sede do governante Partido Socialista e abriu um cartaz contra o matrimônio gay e exigindo a demissão do presidente François Hollande. A manifestação se desenvolveu em meio de um importante esquema de segurança de 4.500 agentes. O próprio ministro do Interior, Manuel Valls, tinha pedido no sábado que à manifestação não acudissem as famílias comcrianças pequenas ante o risco de violência. Agora, uma vez aprovada a lei na Assembleia Nacional, o movimento procura fortalecer-se para enfrentar-se a possíveis novas iniciativas legislativas do governo socialista, como a que poderia tramitar-se sobre reprodução assistida ou a adoção por parte de casais homossexuais. #ruas #encontro #tinha #françoishollande #Deveria #Governo #ump #urnas #Paris #apoio #manuelvalls #europapress #pessoas #campanha #nestedomingo
- O rei está nu
A agressividade com que o movimento gay reage às críticas de seus opositores não demonstra somente a intolerância do grupo, mas a farsa de suas reivindicações À esquerda, ilustração da fábula da roupa do rei, à direita, a imagem de uma criança durante a marcha em defesa da família, realizada na França. A simples objeção à causa gayzista se tornou sinônimo de “ódio fascista”. Tamanha é a pressão da militância LGBT que é praticamente impossível sair incólume depois de uma crítica às práticas dos sempre “coitadinhos”. Basta se opor à sua agenda para que eles se levantem com uma fúria dantesca a fim de sepultar no ostracismo – e se possível, na cadeia – a criatura que ousou contestá-los. Os exemplos dessa verdadeira caçada homossexual aos seus opositores são tantos, que fica até difícil elencá-los. Vai desde uma campanha virulenta contra um escritor crítico à adoção por pares homossexuais a uma passeata de jovens católicos atacada brutalmente – e com pedradas – por defender a vida dos nascituros e a dignidade da família. Supera o absurdo a arrogância desses grupos que tanto clamam pela “diversidade”, ao mesmo tempo em que perseguem, intimidam e ameaçam aqueles que discordam de suas práticas. Sob o mantra bem arrojado de “Estado Laico”, tentam varrer para esfera privada a fé cristã há tantos séculos presente na cultura geral. Não se dão conta, porém, de que o modus operandi de sua ideologia – a famigerada ideologia de gênero – nada mais é que uma versão moderna do gnosticismo, um velho conhecido do cristianismo, que acreditava ser o homem uma alma presa em um corpo mau, por um castigo divino. Ora, se os cristãos não têm o direito de pautarem o debate público por serem cristãos, quanto menos os propugnadores de um misticismo pagão já há muito tempo desmascarado. A ideia por detrás da ideologia de gênero – a menina dos olhos do movimento LGBT – funda-se na concepção dualista de ser humano, que o vê como uma junção de razão e vontade e relega o corpo à condição de mero instrumento de satisfação. É assim que os seus defensores fingem passar despercebida a diferença existente entre a relação sexual heterossexual e a relação homossexual. A discrepância entre a relação sexual de um homem e uma mulher e a relação de pessoas do mesmo sexo não é uma construção cultural, mas biológica, natural. Negar isso é uma vigarice tremenda. Para fazer valer suas bizarrices, os ideólogos gays precisam, de qualquer maneira, obter a hegemonia da classe falante e rotular seus adversários de opressores e teóricos da conspiração.Funciona mais ou menos como a fábula da roupa do rei, que só podia ser vista pelos “inteligentes”. A farsa caiu quando uma simples criança teve a coragem de dizer: “mamãe, o rei está nu”. E é contra essa criança da história que o movimento LGBT se levanta, é ela que ele procura amordaçar, pois, caso contrário, corre o risco de ser desmascarado em público. O que a causa gay procura esconder? Já foi dito inúmeras vezes que para conhecer uma pessoa não se deve olhar para o que ela defende, mas contra o que ela luta. A chamada cultura gay nada mais é que uma afronta à reta moral da família e da sexualidade, além de um desrespeito à dignidade da pessoa humana, pois a reduz a um objeto de prazer. Os frutos se veem na prática. Após trinta anos da descoberta do vírus do HIV, os grupos homossexuais continuam a ser os mais expostos a essa doença. Segundo dados do Ministério da Saúde, de 2012, na população geral, a cada 200 pessoas, uma é soropositivo, enquanto entre os gays a proporção diminui para um a cada dez.[01] Sim, o rei está nu. O rei está nu quando se sabe que a taxa de depressão entre garotos homossexuais é praticamente o dobro da referente aos que não têm essa tendência. De acordo com dados do estudo “Homossexuality and Hope” da Associação dos Médicos Católicos Norte Americanos, a porcentagem é de 71,4% para homossexuais e de 38,2% para heterossexuais, dentro de um grupo de mil jovens.[02] O rei está nu quando se vê em reportagens televisivas o comportamento imoral de centenas de ativistas homossexuais, que durante as ditas “Paradas do Orgulho Gay”, mantêm relações sexuais em público e, literalmente, na lama. O rei está nu quando a probabilidade de um homossexual adquirir DST é 20 vezes maior do que a de um heterossexual. Tudo isso é uma triste consequência do modo como eles mesmos encaram a sexualidade – tornando-a o centro de toda a sua existência – e não culpa da pseudo “homofobia” daqueles que não aprovam os seus atos. E aí fica a pergunta: será mesmo a Igreja a verdadeira inimiga dos homossexuais por pregar a castidade? Nada é mais óbvio que a verdade moral ensinada pela doutrina católica. Porém, nestes tempos de ditadura do relativismo, faz-se ainda mais necessário o anúncio desses princípios inegociáveis da natureza humana, que são aqueles tão defendidos pelo Papa Emérito Bento XVI: o direito inalienável à vida, o matrimônio entre um homem e uma mulher e o direto dos pais à educação dos filhos. É exatamente por isso que os cristãos não podem cogitar a hipótese de aceitar a barganha proposta pelo movimento gay. Eles querem, sim, modificar a estrutura da família e farão de tudo para conseguir, até mesmo considerar a aprovação do “casamento” gay como um “progresso” inevitável, colocando os cristãos “do lado errado da história”. Todavia, esse determinismo histórico é simplesmente uma falácia com a qual eles tentam desestimular a defesa da família. Não se enganem, essa não é uma luta contra os homossexuais, mas uma luta pela família, primeiro lar e abrigo de todo homem. Por: Equipe Christo Nihil Praeponere #ohomem #suas #serem #esfera #fica #Direito #mantra #comouma #Farsa #aos #Tempo #gay #campanha #Alma #opositores #idéia #Imagem #meninados
- Cultura do bem-estar adormece e não deixa seguir Jesus, alerta o Papa
VATICANO, 27 Mai. 13 / 02:08 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em sua habitual homilia da Missa que celebrou nesta manhã na Casa Santa Marta, o Papa Francisco advertiu que a cultura do bem-estar e do fascínio pelo provisório deixa o homem preguiçoso e pouco corajoso para seguir Jesus. Meditando na passagem do jovem rico, que se entristece porque Jesus lhe pede deixar tudo, o Papa alentou fazer um exame de consciência sobre as “riquezas” que hoje em dia nos impedem de aproximar-nos do Senhor. O Santo Padre disse que “as riquezas são um obstáculo” que “não faz fácil o caminho para o Reino de Deus”. Também advertiu que, “cada um de nós tem suas ‘riquezas’”. Existe sempre, explicou, uma riqueza que nos “impede de nos aproximar de Jesus”. E temos que detectar isto. Todos, continuou, “temos que fazer um exame de consciência sobre quais são as nossas riquezas, porque nos impedem de nos aproximar a Jesus no caminho da vida“. Francisco se referiu a duas “riquezas culturais”: acima de tudo a “cultura do bem-estar, que nos deixa pouco corajosos, preguiçosos e também egoístas”. O bem-estar, constatou o Bispo de Roma, “nos adormece, é uma anestesia”. “‘Não, não, mais de um filho não, porque não poderemos ir de férias, não poderemos ir a tal lugar, não poderemos comprar a casa’. Podemos seguir o Senhor, mas até certo ponto. Isto é o que faz o bem-estar: todos sabemos bem como é o bem-estar, mas isto nos destrói, despoja-nos daquele valor, daquela coragem forte que nos aproxima de Jesus. Esta é hoje a primeira riqueza da nossa cultura, a cultura do bem-estar”. Existe, além disso, “outra riqueza na nossa cultura”, uma riqueza que nos “impede de nos aproximar de Jesus: é a fascinação do provisório”. Nós, observou o Papa, estamos “apaixonados pelo provisório”. As “propostas definitivas” que nos faz Jesus, particularizou, “nós não gostamos”. Em troca nós gostamos do passageiro, porque “temos medo do tempo de Deus” que é definitivo. “Ele é o Senhor do tempo, nós somos os senhores do momento. Por quê? Porque nesse instante somos os que mandam: até aqui sigo o Senhor, depois já veremos… Uma vez, conheci uma pessoa que queria ser sacerdote, mas só por dez anos, não mais… Quantos casais, quantos casais se casam, sem dizê-lo, mas pensando com o coração: ‘até que dure o amor e depois veremos…’ A fascinação do provisório: esta é uma riqueza”. O Papa Francisco afirmou que “devemos nos converter em donos do tempo, fazemos breve o tempo reduzindo-o ao momento. Estas duas riquezas são aquelas que neste momento nos impedem de ir para frente. Penso em tantos, tantos homens e mulheres que deixaram a própria terra para serem missionários por toda a vida: isso é o definitivo!”. “Mas também, assegurou, penso em tantos homens e mulheres que ‘deixaram a própria casa para um matrimônio por toda a vida’; isso é ‘seguir Jesus de perto! É o definitivo!’. O provisório, repetiu o Papa Francisco, ‘é não seguir Jesus’, esse é ‘nosso território’”. “Ante o convite de Jesus, diante destas duas riquezas culturais pensemos nos discípulos: estavam desconcertados. Também nós podemos estar desconcertados por estas palavras de Jesus. Quando Jesus explicava alguma coisa ficavam ainda mais desconcertados”. Para concluir o Santo Padre animou pedir “ao Senhor que nos dê o valor de ir adiante, despojando-nos desta cultura do bem-estar, com a esperança – ao final do caminho, onde Ele nos espera – no tempo. Não com a pequena esperança do momento que não serve mais. Assim seja”. #ohomem #suas #certo #Deus #Ele #Nossa #ACI #faz #Senhor #compraracasa #ewtn #ponto #pede #lhe #tudo #hojeemdia #Jesus #Missa #casasantamarta #nesta
- Como combater as distrações durante a oração?
Fonte: padrepauloricardo.org [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=hvFc7OFtGFo[/youtube] Embora não seja desejável, a distração é uma realidade na vida de todo cristão. Já se sabe que mesmo a oração feita de maneira distraída possui valor diante de Deus. Contudo, ela não propicia que a pessoa avance na vida de santidade e adentre outras moradas. A luta de todos deve ser, portanto, para combater a distração e assim auferir dela a refeição da alma, como ensina Santa Teresa d’Ávila. Em primeiro lugar é preciso definir o que é essa ‘atenção’ que se quer alcançar. Santo Tomás de Aquino ensina que existem três tipos: a. a atenção das palavras; b. a atenção dos sentidos; c. a atenção da presença. A primeira é quando a pessoa pronuncia as palavras com alguma concentração, mas sem se deter no que elas significam. Quando isso acontece, ou seja, quando a pessoa medita no sentido do que está dizendo, é evidente que está no segundo caso. Apesar de já ter sido grande o progresso ainda existe uma outra distração a ser vencida: a do terceiro caso. É preciso estar atento ao fato de que existe uma presença, existe uma Pessoa com a qual se está falando na oração. Se isso não é percebido, a pessoa ainda está dispersa. A distração pode ser voluntária ou involuntária, segundo o frade dominicano Frei Antonio Royo Marin, em sua obra Teologia de la perfeccion cristiana”. A distração involuntária pode ser causada pela própria índole (temperamento) do indivíduo, por fadiga mental, por culpa do diretor espiritual (que pode determinar um tipo de oração para a qual a pessoa ainda não está preparada) e, por fim, por culpa do demônio (nesse caso, o remédio é o uso de água benta durante os momentos de oração). As causas voluntárias da distração, segundo Frei Antonio Royo Marin, são: a. a falta de uma preparação próxima (rezar sem preparar o local, sem determinar o tempo, não ter postura de oração); b. a falta de preparação remota (quando a pessoa vive uma vida dispersa por culpa pessoal). O frade ensina o remédio para lutar contra a distração, salientando que é realmente um combate e esse combate também tem o seu mérito diante de Deus. É um meio de santificação também a luta para a concentração. Se as causas são involuntárias o frade explica que é possível livrar-se dos influxos do temperamento com o uso de alguns auxílios: ler e falar em voz alta, rezar por escrito, fazer atos de devoção (fixar os olhos no sacrário, em uma imagem, etc.), escolher matérias de oração mais concretas e menos abstratas, propiciando o entendimento e a concentração, humilhar-se diante de Deus, quantas vezes forem necessárias. Para as distrações voluntárias os remédios são: a preparação próxima (preparar o local, determinar o tempo e adotar uma postura), e a preparação remota (cultivar o silêncio, fugir da curiosidade vã). O cultivo do silêncio, diz ele, ajuda a ‘ouvir’ melhor a Deus, faz com que a pessoa se encontre consigo mesma, além disso, produz uma higiene (saúde) psíquica. Já a curiosidade vã leva a pessoa a sair do foco da vida e se não tem foco na vida, terá na oração? Dificilmente. Tudo isso pode ser resumido em guardar os sentidos, a imaginação e o coração. O homem não é uma lata de lixo que pode ver tudo, ouvir tudo, experimentar tudo e ainda achar que sairá ileso disso tudo. As imagens e os sons armazenados podem se transformar em lixo. Assim, quando a pessoa se põe em oração é impedida por todo esse lixo que está entulhando o seu coração. A concentração na oração é uma luta, uma batalha. Hoje foram oferecidas algumas dicas, alguma armas para ajudar nesse combate. Mas, mesmo lutando, seja humilde, lembre-se que a oração com distração também tem valor. Não desista de lutar. Deus aprecia todo o esforço. Com a luta o homem pode se tornar mais forte, mais santo, mais filho de Deus. #Deus #ter #Fim #Youtube #frade #otempo #royomarin #seja #santateresa #oprogresso #postura #sentidos #culpa #Alma #benta
- Diretor da TV2000 se desculpa e admite que o Papa não fez exorcismo em São Pedro
Roma, 23 Mai. 13 / 01:18 pm (ACI/EWTN Noticias).- Dino Boffo, o Diretor da TV2000 o canal da Conferência Episcopal Italiana, assinalou que “o Papa não fez um exorcismo“, em referência à oração que realizou o Santo Padre Francisco sobre um possesso mexicano de 43 anos de idade no domingo 19 de maio na Praça de São Pedro ao final da Missa de Pentecostes. As declarações de Boffo foram feitas logo depois que o diretor da Sala de Imprensa do Vaticano, Padre Federico Lombardi se comunicasse com ele e lhe dissesse que o Papa “não tinha a intenção de fazer um exorcismo”. O porta-voz do Vaticano explicou que “o Papa não teve a intenção de fazer um exorcismo, quis rezar por uma pessoa que sofre como faz com todas as pessoas que sofrem que lhe são apresentadas. Neste sentido é necessário ser preciso e respeitoso da intenção do Santo Padre que neste caso não era a de fazer um exorcismo”. A respeito, Boffo reconheceu que “o Papa não fez um exorcismo, mas quis dar uma bênção particular a este moço que vimos que foi apresentado”. O jornalista italiano explicou que teve que admitir esta imprecisão na notícia que difundiu, considerando que foi a TV2000 a fonte da história que deu a volta ao mundo como se se tratasse de um “exorcismo” do Papa em São Pedro. Dino Boffo assinalou que “como diretor, não posso não apelar ao pacto de transparência e confiança que há entre nós e os nossos espectadores. Admito que este episódio criou em mim certo desgosto e tristeza, por haver, involuntariamente, determinado a difusão de uma notícia verdadeira, mas somente em parte, porque o Papa não se reconhece na palavra ‘exorcismo’”. “Não culpo ninguém e assumo a responsabilidade. Além de pedir desculpas por ter confundido a verdade dos fatos e pelas pessoas envolvidas; em particular peço desculpas ao Santo Padre. É claro que não queríamos atribuir-lhe um gesto que não tinha intenção de realizar. Queríamos mostrar o que ele faz pelos pobres, pelos que sofrem”. O diretor de TV2000 disse deste modo que “este episódio, para nada clamoroso, que aparece hoje nos jornais não nos deixa com muito boa imagem, mas nos servirá como lição e nunca voltará a acontecer. Isto é algo que sinto que devo fazer com os espectadores porque eles têm o direito de confiar em nós que somos uma televisão católica”. #voltaaomundo #Episcopal #Verdade #SantoPadre #ter #Boffo #dino #ACI #tv2000 #pelos #fatos #ewtn #ao #SãoPedro #FedericoLombardi #ocanal #Vaticano #porta #pelas #Missa
- Sem o sal de Jesus somos insípidos e nos tornamos cristãos de museu, diz o Papa
VATICANO, 23 Mai. 13 / 01:59 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em sua homilia daMissa celebrada hoje na Casa Santa Marta, o Papa Francisco disse que quando o cristão não é sal de fé, esperança e caridade para os outros, quando não é o sal de Jesus, torna-se insípido e se converte em um “cristão de museu” que não faz nada. O Santo Padre recordou que com sua Ressurreição para nos salvar, Jesus nos deu o sal para dar “sabor” à vida de outros, mas temos que estar atentos para que este sal “não se torne insípido, não perca sua força”. Este sal “não é para conservá-lo, porque o sal que se mantém no saleiro não faz nada, não serve”. O Papa disse também que “o sal tem também outra particularidade: quando o sal se usa bem, não se sente o gosto do sal, seu sabor… Não se sente! Sente-se o sabor de cada prato: o sal ajuda a que o sabor do prato seja melhor, conserve-se melhor, mais saboroso. Esta é a originalidade cristã!”. “Quando anunciamos a fé com este sal, os que recebem o anúncio o recebem segundo sua própria peculiaridade, como os pratos de comida e assim cada um, com sua própria peculiaridade recebe o sal e se torna melhor”. O Papa destacou que “a originalidade cristã não é uma uniformidade! Toma a cada um como é, com sua personalidade, com suas características, com sua cultura e o deixa com isso, porque é uma riqueza. Mas lhe dá mais para ter sabor! Esta originalidade cristã é tão bela que quando se quer a todos uniformes -todos salgados da mesma forma- as coisas se tornam como quando se coloca muito sal e se sente somente esse gosto e não o gosto do prato. A originalidade cristã é justamente isto: cada um é como é, com os dons que o Senhor deu”. Dar este sal aos demais, continuou, significa “sair com a mensagem, sair com esta riqueza que nós temos o sal e dá-lo aos outros”. “Assim o sal se conserva, não perde seu sabor. Com a adoração do Senhor transcendo de mim mesmo ao Senhor e com o anúncio evangélico saio de mim mesmo para dar a mensagem. Mas se não fizermos isto o sal ficará no saleiro e nos converteremos em cristãos de museu”. “Podemos fazer ver o sal: este é meu sal. Que belo que é! Este é o sal que recebi no Batismo, este é o que recebi na Crisma, esta é o que recebi na catequese… mas cuidado: não sejam cristãos de museu! Um sal sem sabor, um sal que não faz nada!” #SantoPadre #osoutros #Isso #ter #ACI #riqueza #nada #ewtn #seja #saio #hoje #bela #lhe #sabor #Jesus #casasantamarta #mensagem #sente
- Satanás, o primeiro abortista
A polêmica em torno do suposto exorcismo feito pelo Papa Francisco, após a missa de Pentecostes, ganha um novo personagem e dados surpreendentes que revelam a ligação íntima do aborto ao satanismo A tensão causada na mídia devido ao suposto exorcismo feito pelo Papa Francisco, na Praça de São Pedro neste domingo, ganhou um personagem interessante. Contrapondo-se ao que disse o porta-voz da Santa Sé, o renomado exorcista da Diocese de Roma, padre Gabriele Amorth, contou aos jornalistas o que realmente teria ocorrido. Segundo o sacerdote, o homem, de fato, era um possesso e esse mal devia-se à aprovação do aborto no México. Polêmicas à parte, salta aos olhos a afirmação do padre Amorth de que essa possessão seria uma manifestação diabólica provocada pela indiferença à questão do aborto. Com essa tese, o exorcista reforça a opinião de que a cultura da morte da qual o movimento abortista faz parte tem profundas raízes satânicas, já que é o demônio “homicida desde o princípio” (Cf. Jo 8, 44). Casos como os do Dr. Kermitt Gosnell, o médico que matava bebês nascidos vivos após abortos mal sucedidos, ajudam a recordar uma verdade já há muito tempo esquecida: sim, o Maligno existe e é atuante! A reprodução da monstruosidade de Gosnell pela imprensa – depois de amplos protestos contra o silêncio dela, vale lembrar – não só horrorizou os pró-vidas, como também os simpatizantes do aborto “legal e seguro”. Os métodos do doutor trouxeram à tona a frieza e a obsessão pela morte presentes nesses verdadeiros casos de assassinato. Eles refletem a debilidade de consciência do homem perante a sua dignidade, pois, como recordou o Concílio Vaticano II, esses atos “ao mesmo tempo que corrompem a civilização humana, desonram mais aqueles que assim procedem, do que os que padecem injustamente”, (Cf. GS 27) Alguns, ingenuamente – e outros nem tanto assim – poderiam contestar dizendo que o aborto é um “caso de saúde pública” e que a tragédia Kermitt Gosnell seria apenas um “fato isolado”. Mas isso está longe de ser a verdade. A cultura da morte não só ceifou inúmeras vidas como entregou os seus próceres a uma ideologia abominável, de modo que é quase possível repetir as palavras de São João: “o mundo inteiro jaz no maligno” (Cf. I Jo 5, 19). É perceptível a ação do demônio sobre a questão do aborto, sobretudo pelos seus frutos. E neste sentido, a interrogação de Madre Tereza de Calcutá ainda ressoa: “Se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo seu próprio filho, como é que nós podemos dizer às outras pessoas para não se matarem?” Para provar que a história de Kermitt Gosnell não é uma exceção, veja-se, por exemplo, os casos apresentados pelo LifeSiteNews, após longa investigação sobre clínicas de aborto espalhadas pelos Estados Unidos. As descobertas foram chocantes. Dentre elas, destaca-se a do Dr. Douglas Karpen, que já está sendo considerado o novo Kermitt Gosnell. Segundo relatórios divulgados pelo movimento pró-vida, Karpen praticava inúmeros infanticídios, provocando a morte de bebês que haviam nascido vivos, mesmo após o procedimento do aborto. Uma planilha com fotos das crianças mortas por Karpen em sua clínica na cidade de Houston, EUA, foi divulgada pelo site lifenews.com. As imagens são estarrecedoras. De acordo com uma série de seis artigos publicados pelo lifesitenews.com, o infanticídio nas clínicas de aborto é cada vez mais comum. Um desses artigos, conta a triste história de “Angele”[01], a mãe que teve de assistir à morte do próprio filho por causa de negligência proposital dos médicos, após uma tentativa frustrada de aborto. Conforme o site, Angele havia solicitado o aborto, mas, ao perceber que seu filho nascera vivo, arrependeu-se e pediu por ajuda médica. No entanto, nada lhe foi oferecido a não ser o pedido pelo corpo do bebê, depois de sua morte. Ora, torna-se evidente diante dos fatos que a luta contra o aborto não é uma simples causa humanitária. O aborto é só a ponta do iceberg. No fundo dessa batalha está a inimizade entre os filhos da luz e os filhos das trevas. A guerra anunciada em Gênesis entre os descendentes da Mulher e os descendentes da Serpente. É a história da salvação e da perdição das almas, da graça de Deus que busca salvar os homens e da tentação demoníaca que procura perdê-los. E nesse meio, cabe ao homem escolher de que lado ficar, do lado da descendência da Mulher, abandonando a tibieza, o comodismo e a covardia, ou do lado dos filhos da serpente, entregando-se ao prejuízo, à mundanidade e à sujeira do mal. A agenda abortista é uma clara afronta à dignidade da pessoa humana e um ataque ao Criador, nosso Deus. A disseminação dessa cultura nefasta na sociedade tende a produzir um sistema cada vez mais corrompido, agressivo e violento. Não se espantem se amanhã outras formas de homicídios forem justificadas como casos de “saúde pública”. Esse será só mais um passo no plano, cujo protagonista, sem dúvida, é o diabo. Assim como ensinava o saudoso Padre Leo, o aborto é simplesmente o autógrafo do demônio nos ventres das mulheres, porque é ele o primeiro abortista. Por: Equipe Christo Nihil Praeponere #oexorcista #abortos #vaticanoii #Exorcismo #gosnell #vivos #tese #Atos #gabrieleamorth #maligno #Fotos #SãoPedro #sacerdote #kermitt #kerm #teria #matava #Movimento #Missa #nestedomingo #padregabrieleamorth
- O Papa Francisco lançou App MISSIO
ROMA, 21 Mai. 13 / 02:32 pm (ACI/EWTN Noticias).- Bastou somente um toque na tela de um iPad para que o Papa Francisco se convertesse no primeiro Pontífice em lançar um novo aplicativo para dispositivos móveis e telefones inteligentes, que procura expandir a marca missionária da Igreja no mundo digital, pondo a disposição as notícias de Roma, como histórias, fotos das atividades missionárias, assim como outros documentos. O lançamento do App MISSIO aconteceu na sexta-feira passada, 17 de maio, na Sala Clementina do Vaticano durante uma reunião que o Papa teve com os 120 diretores nacionais das Obras Missionárias Pontifícias de todo o mundo. Em uma entrevista ao Grupo ACI no mesmo dia do lançamento, o Diretor Nacional dos Estados Unidos, Padre Andrew Small, relatou que “Aperto aqui?” foi a pergunta que o Santo Padre lhe fez depois que ele mostrou o seu iPad explicando o que tinha que fazer. “Eu estava muito ansioso para ter o sinal e que tudo funcione”, contou o sacerdote, “o Santo Padre apertou o botão e apareceu um pequeno aviso na parte superior – chamado notificação de apertar- que dizia: o ‘Papa Francisco lançou App MISSIO’”. O Pontífice “parecia um pouco surpreso”, recordou Pe. Small e assinalou que o lançamento efetivo do aplicativo foi simples. O botão se denomina “Evangelizantur”, que significa “foram evangelizados” em latim. O sacerdote explicou que dado que o aplicativo está disponível em Inglês, espanhol, italiano, alemão, francês, português, chinês e árabe, os que a desenvolveram, decidiram a frase latina para o lançamento. O Pe. Small, além disso, disse que o objetivo do aplicativo é ajudar o Papa e a Igreja a ampliar o alcance de sua mensagem, com uma ênfase particular nos jovens. “Desde a sua eleição, o Papa Francisco chegou muito mais além do Vaticano atingindo a vida das pessoas de maneira simples e significativa”, observou o sacerdote e adicionou que com este aplicativo, o Pontífice põe “o Evangelho missionário nos bolsos de milhões de pessoas, jovens e velhos, ricos e pobres, crentes e na busca de crer”. App MISSIO foi desenvolvido pela empresa Little iAPPS e está disponível de maneira gratuita na iTunes App Store e no Google Play. #frase #umaentrevista #teve #Evangelho #ter #tinha #Sextafeira #ACI #Jovens #ewtn #Fotos #alcance #Missio #fazer #pessoas #omundo #somente #mesmodia #demaio #mundodigital #assim
- Mateus 16, 18: Estudiosos protestantes Adversus protestantes
Fonte: Apologistas Católicos INTRODUÇÃO Como sabemos, é costume protestante afirmar que a Pedra mencionada por Jesus em Mateus 16, 18, não era o próprio apóstolo Pedro. Já vimos aqui em outra matéria a análise grega do texto (ser visto aqui) e a analise de como os primeiros cristãos interpretavam a passagem (Podem ser vistas aqui, aqui e aqui). Apesar disto, muitos protestantes ainda teimam em argumentar que Pedro era um “pedregulho” ou “pedrinha” e não a própria Pedra mencionada por Jesus. Baseado nisto, resolvi não mais usar meus argumentos para mostrar aos protestantes qual a interpretação da passagem, e sim mostrar a interpretação de outros célebres conhecedores do grego, primeiro fizemos de São Jerônimo, um dos mais renomados estudiosos e tradutores do grego da história cristã (pode ser vista aqui), depois partimos para os Padres Gregos (pode ser vista aqui), pois nada é melhor do que mostrar os teólogos que tinha o grego koiné como língua materna, e agora na ultima desta série, partiremos para mostrar aos protestantes o que estudiosos, biblistas e exegetas protestantes tem a dizer. Fiz uma seleção dos mais conhecidos e usados estudiosos protestantes. Vamos então ver o que estes tem a nos dizer do texto grego: “κἀγὼ δέ σοι λέγω ὅτι σὺ εἶ Πέτρος, καὶ ἐπὶ ταύτῃ τῇ πέτρᾳ οἰκοδομήσω μου τὴν ἐκκλησίαν καὶ πύλαι ᾅδου οὐ κατισχύσουσιν αὐτῆς.” ESTUDIOSOS PROTESTANTES SOBRE MATEUS 16, 18 NÃO HÁ DISTINÇÃO ENTRE “PETROS” E “PETRA” Gostaria de mostrar, primeiro, um dos dicionários do Novo Testamento mais conhecidos entre os protestantes da atualidade, o dicionário de James Strong, na sua definição da tradução de PETRA ele diz o seguinte em inglês: “(4073) pe>tra, — pet’-ra; feminine of the same as Pe>tros (4074); a (mass of) rock (literal or figurative): — rock.” Tradução: “(4073) p e t r a, – pet’-ra; feminino do mesmo que P e t r o s, um (massa) rocha (literal ou figurado): – rocha.” Ora, um dos mais renomados dicionários protestantes da atualidade diz que PETRA e PETRUS são a mesma coisa e que petra é o feminino de Petrus e ainda aparecem nos protestantes para dizer-nos que PETRUS é pedrinha? Quem desejar conferir no próprio dicionário protestantes pode acessar este link abaixo e verificar: http://www.htmlbible.com/sacrednamebiblecom/kjvstrongs/FRMSTRGRK40.htm Vamos a mais 5 estudiosos protestantes para mostrar que não há diferença nenhuma entre as palavras. “Em aramaico ‘Pedro’ e ‘Rocha’ são a mesma palavra, em grego (aqui), são termos cognatos que foram usados indistintamente por este período.” (Craig S. Keener, The IVP Bible Background Commentary New Testament, (Downer’s Grove, IL: Intervarsity Press, 1993), 90.) “Embora seja verdade que petros e petra podem significar ‘pedra’ e ‘rocha’, respectivamente, no início grego, a distinção está amplamente confinada à poesia.” – (Frank E. Gaebelein, ed., The Expositor’s Bible Commentary: Volume 8 (Matthew, Mark, Luke), (Grand Rapids, MI: Zondervan, 1984), 368.) “Muitos insistem na distinção entre as duas palavras gregas, ‘Tu és Petros e sobre esta Petra’ sustentando que se a rocha significava Pedro, tanto petros e petra teria que ser usados usado duas vezes, e que petros significa uma pedra ou fragmento quebrado separado, enquanto petra é a rocha maciça, mas essa distinção é quase totalmente confinada a poesia, a palavra comum prosa em vez de petros como sendo lithos; nem é a distinção uniformemente observada.” (John A. Broadus, Commentary on the Gospel of Matthew, (Valley Forge, PA: Judson Press, 1886), 355.) Convido ao leitor protestante a ler este livro de John Broadus sobre o evangelho de Mateus, especificamente tudo o que diz respeito a Mateus 16, 18, é só clicar na referência que poderá ler toda a pagina online. João Calvino contra a interpretação protestante Nada melhor do que mostrar um pai do protestantismo, refutando a interpretação de seus seguidores: “Eu admito que em grego Pedro (Petros) e pedra (petra) significam a mesma coisa, salvo que a primeira palavra é Ático [do antigo dialeto grego clássico da região da Ática], o segundo da língua comum” (John Calvin, Calvin’s New Testament Commentaries: The Harmony of the Gospels Matthew, Mark, and Luke, vol. 2, 188.) Veremos por ultimo agora o que diz o autor protestante Gerhard Friedrich: “O trocadilho óbvio que tem feito o seu caminho para o texto grego também sugere uma identidade material entre petra e Petros, tanto mais que é impossível diferenciar estritamente entre os significados das duas palavras.” (Gerhard Friedrich, ed., and Geoffrey W. Bromley, trans. and ed., Theological Dictionary of the New Testament, vol. VI, (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1968), 98-99.) “ESTA PEDRA” SE REFERE A PEDRO Qualquer estudioso sério reconhece que Pedro é a Pedra mencionada por Jesus, apesar das alegações contrárias, e isso não foi diferente com muitos escritores protestantes que nos relatam as conclusões que veremos a baixo: “Jesus, então, está prometendo a Pedro que ele vai construir sua igreja sobre ele! Eu aceito este ponto de vista.” (William Hendriksen, New Testament Commentary: Exposition of the Gospel According to Matthew, (Grand Rapids, MI: Baker, 1973), 647.) “Hoje em dia um amplo consenso que – de acordo com as palavras do texto – se aplica a promessa a Pedro como uma pessoa. Neste ponto teólogos liberais (HJ Holtzmann, E. Schweiger) e conservadores (Cullmann, Flew) concordam, bem como representantes da exegese católica romana.”. (Gerhard Maier, “The Church in the Gospel of Matthew: hermeneutical Analysis of the Current Debate,” trans. Harold H. P. Dressler, in D. A. Carson, ed., Biblical Interpretation and Church Text and Context, (Flemington Markets, NSW: Paternoster Press, 1984), 58) “Pelas palavras ‘Esta pedra’ Jesus fala não a si mesmo, nem o seu ensino, nem Deus o Pai, nem a confissão de Pedro, mas o próprio Pedro” (J. Knox Chamblin, “Matthew,” in Walter A. Eldwell, ed., Evangelical Commentary on the Bible (Grand Rapids: MI: Baker, 1989), 742) “… Se, então, Mateus 16, 18 nos obriga a assumir uma identidade formal e material entre petra e Petros, isso mostra como integralmente o apostolado, e nela a um grau especial a posição de Pedro, pertence e é essencialmente fechado dentro, a revelação de Cristo. Petros se isoo é petra, e não apenas a sua fé ou a sua confissão.” (Gerhard Friedrich, ed., and Geoffrey W. Bromley, trans. and ed., Theological Dictionary of the New Testament, vol. VI, (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1968), 98-99.) “A expressão ‘esta pedra’ quase certamente se refere a Pedro, seguindo imediatamente após o seu nome, assim como as palavras seguindo ‘o Cristo’ em vs. 16 aplicado a Jesus. O jogo de palavras no grego entre o nome de Pedro (Petros) e a palavra ‘pedra’ (petra) só faz sentido se Pedro for a rocha e se Jesus estivesse prestes a explicar o significado desta identificação.” (Craig L. Blomberg, The New American Commentary: Matthew, vol. 22, (Nashville: Broadman, 1992), 251-252.) “A fundação da comunidade messiânica será Pedro, a rocha, que é o destinatário da revelação e criador da confissão (cf. Ef 2, 20). O papel significativo de liderança de Pedro é uma questão de história sóbria… O sentido claro de toda a declaração de Jesus parece concordar melhor com a visão de que a rocha sobre a qual Jesus edifica a Sua Igreja é Pedro.” (William E. McCumber, “Matthew,” in William M. Greathouse and Willard H. Taylor, eds., Beacon Bible Expositions, vol. 1, (Kansas City, MO: Beacon Hill, 1975), 125.) “‘Tu és Pedra, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja.’ Pedro é aqui retratado como a fundação da igreja.” (M. Eugene Boring, “Matthew,” in Pheme Perkins and others, eds., The New Interpreter’s Bible, vol. 8, (Nashville, TN: Abingdon Press, 1995), 345.) “Deixe-se observar que Jesus não poderia aqui dizer pela rocha, de forma consistentemente com a imagem, porque ele é o construtor. Dizer, ‘Eu construirei’, seria uma imagem muito confusa. A sugestão de alguns expositores que em dizendo: ‘tu és Pedro, e sobre esta pedra’, ele apontou para si mesmo envolve uma artificialidade que para algumas mentes é repulsiva.” (John A. Broadus, Commentary on the Gospel of Matthew, (Valley Forge, PA: Judson Press, 1886), 356.) “Outra interpretação é que a palavra pedra refere-se a si próprio Pedro. Este é o significado óbvio da passagem.” (Albert Barnes, Notes on the New Testament, Robert Fraw, ed., (Grand Rapids, MI: Baker, 1973), 170) “É sobre o próprio Pedro, o confessor de sua messianidade, que Jesus vai edificar a Igreja. O discípulo se torna, por assim dizer, a pedra fundamental da comunidade. Tentar interpretar o ‘pedra’ como algo diferente de Pedro em pessoa (por exemplo, a sua fé, a verdade revelada a ele) são devido ao viés protestante, e apresentam a declaração de um grau de sutileza que é altamente improvável.” (David Hill, “The Gospel of Matthew,” in Ronald E. Clements and Matthew Black, eds., The New Century Bible Commentary, (London: Marshall, Morgan & Scott, 1972), 261) “Alguns intérpretes têm, portanto se referido a Jesus como roccha aqui, mas o contexto é contra isso. Tampouco é provável que a fé de Pedro ou a confissão de Pedro é pretendida. Ela é, sem dúvida, o próprio Pedro, que é para ser a rocha, mas Pedro confessando, fiel e obediente.”- D. Guthrie e outros, The New Bible Commentary, (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1953) [reeditado pela Inter-Varsity Press], 837. “Não há nenhuma boa razão para pensar que Jesus mudou de Petros para petra para mostrar que Ele não estava falando do homem, Pedro, mas de sua confissão como a fundação da Igreja. As palavras ‘sobre esta pedra [petra]; na verdade se referem a Pedro.”.( Herman N. Ridderbos, Bible Student’s Commentary: Matthew, (Grand Rapids, MI: Zondervan, 1987), 303.) “O jogo de palavras e toda a estrutura da passagem exige que este versículo esteja tão ligado declaração de Jesus sobre Pedro como vs. 16 foi a declaração de Pedro a respeito de Jesus. Claro que é com base na confissão de Pedro de que Jesus declara seu papel como a fundação da igreja, mas é para Pedro, e não sua confissão, que a metáfora da rocha é aplicada.” (R. T. France, The Gospel According to Matthew, (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1985), 254.) “As freqüentes tentativas que têm sido feitas, raramente no passado, para negar isso em favor da opinião de que a própria confissão é a rocha (por exemplo, mais recentemente Caragounis) parecem estar em grande parte motivado pelo preconceito protestante contra uma passagem que é usada pelos católicos romanos para justificar o papado.” (Donald A. Hagner, “Matthew 14-28,” in David A. Hubbard and others, eds., World Biblical Commentary, vol. 33b, (Dallas: Word Books, 1995), 470.) Nenhuma palavra é necessária para complementar a conclusão destes autores protestantes. DUAS PALAVRAS DIFERENTES FORAM USADAS POR QUE NÃO SE PODE USAR UM SUBSTANTIVO FEMININO PARA UM HOMEM “O grego faz a distinção entre petros e petra simplesmente porque ele está tentando preservar o trocadilho, e em grego o feminino petra não poderia servir muito bem como um nome masculino”. (Frank E. Gaebelein, ed., The Expositor’s Bible Commentary: Volume 8 (Matthew, Mark, and Luke), (Grand Rapids, MI: Zondervan, 1984), 368.) “Ao usar ambas as formas masculina e feminina da palavra, no entanto, Mateus não estar tentanto distânciar Pedro, Petros, de ‘esta pedra’, petra. Pelo contrário, o evangelista muda os sexos, simplesmente porque Simão, um macho, é dada uma forma masculina do substantivo feminino para o seu novo nome.” (James B. Shelton, letter to the authors, 21 October 1994, 1, in Scott Butler, Norman Dehlgren, and Rev. Mr. David Hess, Jesus Peter and the Keys: A Scriptural Handbook on the Papacy, (Goleta, CA: Queenship, 1996), 23.) “O nome de Pedro (agora não deu em primeiro, mas profeticamente dado por nosso Senhor em sua primeira entrevista com Simão (João 1, 42)), ou Cefas, que significa uma rocha, a rescisão sendo apenas alterada a partir petra a Petros de acordo com a denominação masculina, denota a posição pessoal deste apóstolo na construção da Igreja de Cristo.” (Henry Alford, The New Testament for English Readers, vol. 1, (Grand Rapids, MI: Baker, 1983), 119.) “A explicação mais provável para a mudança da Petros (‘Pedro’) para petra é que petra era a palavra normal para ‘rocha’. Porque a terminação feminina deste substantivo fez inadequada como nome de um homem, no entanto, Simão não foi chamado petra, mas Petros”. (Herman N. Ridderbos, Bible Student’s Commentary: Matthew, (Grand Rapids, MI: Zondervan, 1987), 303.) “A palavra feminina para rocha, petra, é necessariamente alterada para o masculino petros (pedra) para dar o nome de um homem, mas a palavra é inconfundível (e em aramaico seria ainda mais assim, como a mesma forma kepha ocorreria em ambos os lugares).” (R. T. France, The Gospel According to Matthew, (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1985), 254.) CONCLUSÃO Se depois de todas essas matérias ainda há algum protestante que negue que Pedro era a Pedra de Mateus 16, 18, resta-nos apenas seguir o que nos ensina as Escrituras: “Ao homem herege, depois de uma e outra admoestação, evita-o” (Tito 3, 10) BIBLIOGRAFIA http://catholicity.elcore.net/SimonIsTheRock.html http://phatcatholic.blogspot.com.br/2006/09/protestant-scholars-on-mt-1616-19.html PARA CITAR RODRIGUES, Rafael. Mateus 16, 18: Estudiosos protestantes Adversus protestantes. Disponível em: < http://www.apologistascatolicos.com.br/index.php/apologetica/papado/598-mateus-16-18-estudiosos-protestantes-adversus-protestantes >. Desde: 18/05/2013 #bibliasagrada #pois #jamesstrong #Ele #bíbliavivaonline #Protestantes #podeser #nada #passagem #ra #disto #argumentar #uma #tros #diz #NovoTestamento #esim #feminine #estes
- Porta-voz do Vaticano se pronuncia sobre possível exorcismo feito pelo Papa Francisco
Segundo Padre Federico Lombardi, “o Santo Padre não pretendeu fazer nenhum exorcismo” A decisão do Papa Francisco de impôr suas mãos na cabeça de uma pessoa enferma e rezar por ela no Domingo de Pentecostes gerou especulações de que ele poderia ter realizado um exorcismo. O Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, pe. Federico Lombardi, SJ, esclareceu nesta terça-feira que o Santo Padre não realizou um exorcismo na ocasião. “O Santo Padre não pretendia realizar qualquer exorcismo”, disse pe. Lombardi. “Antes”, explicou, “como ele frequentemente faz com os doentes e sofredores que estão em seu caminho, ele pretendia simplesmente rezar por uma pessoa que sofre e que fora trazida diante dele”. Exorcismo é, em senso estrito, a “expulsão” de maus espíritos. O poder de exorcizar foi conferido por Jesus aos apóstolos, e entende-se que este poder passa aos bispos que são sucessores dos apóstolos e a seus padres colaboradores. Dito isso, a Igreja tem — por muitos séculos, acrescente-se — um ritual muito preciso de exorcismo: não há um reavivamento teatral de estilo evangélico, mas atenção cuidadosa e mesmo metódica e fiel seguimento das orações, gestos e uso de sacramentais prescritos, como a água benta e o crucifixo. O Pe. Bernd Hagenkord, SJ, esclarece: CRA: Quem pode realizar exorcismos? BHSJ: Embora todo sacerdote possa realizar exorcismos — de fato, há um exorcismo que é parte do Rito do Batismo, então os padres podem realizar exorcismos regularmente — a lei da Igreja requer que toda diocese tenha ao menos um exorcista especialmente formado, que saiba distinguir os sinais de possessão demoníaca das doenças mentais ou psíquicas. De fato, mesmo hoje, quando algumas vozes afirmam que a possessão demoníaca está numa crescente, o exorcismo permanece muito, muito raro. A vasta maioria dos casos investigados se revelam casos de doenças mentais. CRA: Então, há um ritual prescrito: o exorcismo é um sacramento? BHSJ: Não, o exorcismo indubitavelmente não é um sacramento. CRA: E quanto ao gesto do Papa no domingo? BHSJ: Bem, eu não estava lá, mas posso dizer que a “imposição de mãos” é uma prática antiquíssima. Ela remonta ao Antigo Testamento, onde podia significar a eleição de um herdeiro — pense em Isaac abençoando Jacó, ou ordenação — como quando Moisés ordenou Josué. Na tradição Cristã, ela permanece sendo um ato de benção, e é parte dos ritos de ordenação sacerdotal e episcopal. Ela tem o sentido de um ato de cura — espiritual, fundamentalmente, mas também de cura do corpo (há precedentes de milagres). Novamente, todavia, é algo comumente feito por um padre ou bispo — e “silenciosamente”, se preferir — sem espetáculo. O gesto em si também pode ser usado por pais ao abençoar seus filhos. – Pe. Bernd Hagenkord, SJ, é chefe da sessão alemã da Rádio Vaticano. Ele falou com Chris Altieri, da Rádio Vaticano. Fonte: Radio Vaticano | Tradução: fratresinunum.com #Feira #suas #cra #SantoPadre #ter #exorcism #Exorcismo #numa #faz #exorcismos #FedericoLombardi #gestos #dito #rito #Jesus #Imprensa #nesta
- Papa teria feito exorcismo na Praça de São Pedro
Fonte: Padre Paulo Ricardo Câmeras do Vaticano registram momento em que Papa teria feito a oração de libertação sobre o enfermo O Papa Francisco teria realizado uma oração de exorcismo, ontem, na Praça de São Pedro, impondo as mãos sobre a cabeça de um enfermo, depois de o sacerdote que acompanhava o rapaz ter-lhe revelado que ele sofria de possessões. A cena ocorreu logo após a Missa de Pentecostes celebrada pelo Santo Padre, com a presença de mais de 200 mil pessoas. Segundo os exorcistas do programa “Vade Retro” da TV2000, emissora da Conferência Episcopal Italiana, “não há dúvidas de que se tratou de um exorcismo”. No vídeo é possível ver o Papa Francisco rezando concentrado e com as mãos postas sobre a cabeça do jovem. De uma face serena, o rapaz imediatamente passa a emitir sons estranhos, acompanhado por uma feição que aparenta ódio. Depois de terminar a oração, o Papa segue cumprimentando os demais, enquanto se pode ver o sacerdote que acompanha o rapaz rezando por ele sob os olhares atônitos dos que estão à volta. [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=Fh9jPzK3Vco[/youtube] #fonte #passa #Pentecostes #Episcopal #SantoPadre #postas #ter #Exorcismo #volta #tv2000 #PapaFrancisco #httpwwwyoutube #SãoPedro #pelo #uma #pessoas #pauloricardo #Missa
- O Papa: É a Igreja que me traz e me leva a Cristo, os caminhos paralelos são perigosos
VATICANO, 20 Mai. 13 / 11:39 am (ACI/EWTN Noticias).- Ao celebrar na manhã de ontem a Missa na Solenidade de Pentecostes junto aos movimentos eclesiais dos cinco continentes na Praça de São Pedro, o Papa Francisco afirmou que “é a Igreja que me traz Cristo e me leva a Cristo; os caminhos paralelos são muito perigosos!”. Ante os mais de 200 mil fiéis presentes, o Santo Padre advertiu que “quando alguém se aventura ultrapassando (proagon) a doutrina e a Comunidade eclesial, e deixa de permanecer nelas, não está unido ao Deus de Jesus Cristo. Por isso perguntemo-nos: Estou aberto à harmonia do Espírito Santo, superando todo o exclusivismo? Deixo-me guiar por Ele, vivendo na Igreja e com a Igreja?”. O Papa indicou que “a novidade causa sempre um pouco de medo, porque nos sentimos mais seguros se temos tudo sob controle, se somos nós a construir, programar, projetar a nossa vida de acordo com os nossos esquemas, as nossas seguranças, os nossos gostos”. Isto, advertiu Francisco, “verifica-se também quando se trata de Deus”. “Muitas vezes seguimo-Lo e acolhemo-Lo, mas até um certo ponto; sentimos dificuldade em abandonar-nos a Ele com plena confiança, deixando que o Espírito Santo seja a alma, o guia da nossa vida, em todas as decisões; temos medo que Deus nos faça seguir novas estradas, faça sair do nosso horizonte frequentemente limitado, fechado, egoísta, para nos abrir aos seus horizontes”. Quando Deus se revela, em toda a história da salvação, “aparece sua novidade, transforma e pede para confiar totalmente n’Ele: Noé construiu uma arca, no meio da zombaria dos demais, e salva-se; Abraão deixa a sua terra, tendo na mão apenas uma promessa; Moisés enfrenta o poder do Faraó e guia o povo para a liberdade; os Apóstolos, antes temerosos e trancados no Cenáculo, saem corajosamente para anunciar o Evangelho”. Entretanto, o Santo Padre assinalou que “não se trata de seguir a novidade pela novidade, a busca de coisas novas para se vencer o tédio, como sucede muitas vezes no nosso tempo.?A novidade que Deus traz à nossa vida é verdadeiramente o que nos realiza, o que nos dá a verdadeira alegria, a verdadeira serenidade, porque Deus nos ama e quer apenas o nosso bem”. “Perguntemo-nos hoje a nós mesmos: Permanecemos abertos às “surpresas de Deus”? Ou fechamo-nos, com medo, à novidade do Espírito Santo? Mostramo-nos corajosos para seguir as novas estradas que a novidade de Deus nos oferece, ou pomo-nos à defesa fechando-nos em estruturas caducas que perderam a capacidade de acolhimento?”. O Papa também assinalou que “à primeira vista o Espírito Santo parece criar desordem na Igreja, porque traz a diversidade dos carismas, dos dons. Mas não; sob a sua ação, tudo isso é uma grande riqueza, porque o Espírito Santo é o Espírito de unidade,?que não significa uniformidade, mas a recondução do todo à harmonia”. “Quem faz a harmonia na Igreja é o Espírito Santo”, indicou o Santo Padre, pois “só Ele pode suscitar a diversidade, a pluralidade, a multiplicidade e, ao mesmo tempo, realizar a unidade”. “Em troca, quando somos nós a querer fazer a diversidade fechando-nos nos nossos particularismos, nos nossos exclusivismos, trazemos a divisão; e quando somos nós a querer fazer a unidade segundo os nossos desígnios humanos, acabamos por trazer a uniformidade, a homogeneização”. Se nos deixamos guiar pelo Espírito Santo, disse Francisco, “a riqueza, a variedade, a diversidade nunca dão origem ao conflito, porque Ele nos impele a viver a variedade na comunhão da Igreja”. “O caminhar juntos na Igreja, guiados pelos Pastores – que para isso têm um carisma e ministério especial – é sinal da ação do Espírito Santo; uma característica fundamental para cada cristão, cada comunidade, cada movimento é a eclesialidade”. O Santo Padre assinalou que “o Espírito Santo faz-nos entrar no mistério do Deus vivo e salva-nos do perigo de uma Igreja gnóstica e de uma Igreja narcisista, fechada no seu recinto; impele-nos a abrir as portas e sair para anunciar e testemunhar a vida boa do Evangelho, para comunicar a alegria da fé, do encontro com Cristo”. “O Espírito Santo é a alma da missão.?O sucedido em Jerusalém, há quase dois mil anos, não é um fato distante de nós, mas um fato que nos alcança e se torna experiência viva em cada um de nós”. Francisco indicou que “o Pentecostes do Cenáculo de Jerusalém é o início, um início que se prolonga.?O Espírito Santo é o dom por excelência de Cristo ressuscitado aos seus Apóstolos, mas Ele quer que chegue a todos”. “Jesus, como escutamos no Evangelho, diz: ‘Eu apelarei ao Pai e Ele vos dará outro Paráclito para que esteja sempre convosco’. É o Espírito Paráclito, o “Consolador”, que dá a coragem de levar o Evangelho pelas estradas do mundo!”. Francisco assegurou que “o Espírito Santo ergue o nosso olhar para o horizonte e impele-nos para as periferias da existência a fim de anunciar a vida de Jesus Cristo. Perguntemo-nos, se tendemos a fechar-nos em nós mesmos, no nosso grupo, ou se deixamos que o Espírito Santo nos abra à missão”. “A?liturgia de hoje é uma grande súplica, que a Igreja com Jesus eleva ao Pai, para que renove a efusão do Espírito Santo. Cada um de nós, cada grupo, cada movimento, na harmonia da Igreja, se dirija ao Pai pedindo este dom”. “Também hoje, como no dia do seu nascimento, a Igreja invoca juntamente com Maria: ‘Veni Sancte Spiritus… – Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor’! Amém.”, concluiu. #esquemas #Pentecostes #Evangelho #Deus #Nossa #aparece #JesusCristo #seja #aberto #opovo #HORIZONTE #SãoPedro #meio #pede #oscaminhos #cincocontinentes #Harmonia #Missa #isto #Arca
- “As fofocas destroem a Igreja”, afirma Papa Francisco
Fonte: Rádio Vaticano Francisco destacou que fofocas e invejas fazem muito mal à comunidade cristã e que não se pode “dizer somente a metade que nos convém”. “Que te importa?”: o Papa desenvolveu a sua homilia partindo desta pergunta feita por Jesus a Pedro, que tinha se envolvido na vida de outra pessoa, na vida do discípulo João. Primeiramente, o que perturba é comparação, compararmo-nos com os outros. Com isso, “acabamos na inveja, e a inveja enferruja a comunidade cristã” – disse o Pontífice. Em segundo lugar, o que prejudica são as fofocas: “Quantas fofocas na Igreja! Quanto falamos, nós os cristãos! A fofoca é fazer-nos mal, ferir um ao outro… É como querer diminuir o outro: ao invés de crescer, faço com que o outro fique menor e eu me sinto maior. Isso não é bom. São como as balas de mel. Depois de muitas, vem a dor de barriga. A fofoca é assim. É doce no início e depois destrói, destrói a alma. As fofocas são destrutivas na Igreja!” Ao falar mal dos outros, fazemos três coisas: a desinformação, a difamação e a calúnia. “Todas as três são pecado”, disse o Papa. E o próprio Jesus nos indica o caminho, ao dizer a Pedro: O que te importa? Segue-me: “‘É bela esta palavra de Jesus, tão clara, tão amorosa para nós. A salvação está em seguir Jesus. Peçamos hoje ao Senhor que nos dê esta graça de não nos envolver na vida dos outros e de seguir Jesus e o seu caminho”. (BF) #fofoca #bf #osoutros #outrapessoa #tinha #desta #fofocas #foi #bela #rv #Alma #Vaticano #Jesus #Missa #Capela #Palavra
- Sejam instrumentos da misericórdia e da ternura de Deus para todos, exortou o Papa
VATICANO, 17 Mai. 13 / 02:51 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco alentou os fiéis cristãos a serem instrumentos da misericórdia, ternura e amor que Deus tem por cada homem e mulher, para evangelizar o mundo que precisa encontrar-se com Cristo. Assim o indicou o Santo Padre em seu discurso nesta manhã aos diretores das Obras Missionárias Pontifícias e lhes disse que “isto é o que sempre deve nos alentar: saber que a força da evangelização provém de Deus, que pertence a Ele. Nós estamos chamados a abrir-nos cada vez mais à ação do Espírito Santo, a oferecer nossa completa disponibilidade para sermos instrumentos da misericórdia de Deus, da sua ternura, do seu amor por cada homem e cada mulher, sobretudo aos pobres, aos excluídos, aos afastados”. “E esta para cada cristão e para toda a Igreja não é uma missão facultativa, mas essencial. Como dizia são Paulo ‘Anunciar o Evangelho não é glória para mim; é uma obrigação que se me impõe. Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho!’ A salvação de Deus é para todos!”. O Santo Padre disse também que as Obras Missionárias Pontifícias são “plenamente atuais, mais ainda, necessárias porque há muitos povos que ainda não conheceram nem encontraram Cristo e urge encontrar novas formas e caminhos para que a graça de Deus toque o coração de cada homem e cada mulher e os leve a Ele”. O Papa recordou que estas obras se chamam pontifícias porque “estão à disposição direta do Bispo de Roma com o objetivo específico de atuar para que se ofereça a todos o dom inapreciável do Evangelho”. “Certamente a missão que nos espera é difícil, mas com a guia do Espírito Santo se transforma em uma missão entusiasta… E o que nos tem que dar sempre coragem é saber que a força da evangelização procede de Deus, pertence a Ele”, prosseguiu. O Pontífice repetiu aos diretores gerais o convite que faz quase 50 anos lhes dirigiu Paulo VI: “Protejam com esforço a abertura universal” das Obras Missionárias Pontifícias, e exortou a que “seguindo o sulco de sua tradição secular continuem animando e formando as Igrejas, abrindo-as a uma dimensão ampla da missão evangelizadora”. Embora estas Obras também estejam postas sob a solicitude dos bispos para que se radiquem na vida das Igrejas particulares, “devem converter-se realmente em uma ferramenta privilegiada para a educação no espírito missionário universal e na comunhão e colaboração cada vez mais intensa entre as Igrejas para o anúncio do Evangelho ao mundo”. “Frente à tentação das comunidades de fechar-se em si mesmas, preocupadas com seus problemas -advertiu o Papa- sua tarefa é chamar à “missio ad gente”, de testemunhar profeticamente que a vida das Igrejas é missão e é missão universal”. Neste contexto, o Papa Francisco, chamou a dedicar “uma atenção especial às Igrejas jovens que, frequentemente, vivem em um clima de dificuldade, de discriminação e também de perseguição, para que sejam sustentadas e ajudadas na hora de testemunhar com a palavra e as obras o Evangelho”. Para concluir exortou os diretores das Obras Missionárias Pontifícias a prosseguir seu trabalho “para que as Igrejas locais assumam cada vez com mais generosidade, sua parte de responsabilidade na missão universal da Igreja”. #mulher #Homem #serem #Deus #Nossa #ACI #faz #convite #50anos #urge #quase #ewtn #paulovi #uma #omundo #Roma #EspíritoSanto #assim
- Francisco chama as autoridades a respeitar a liberdade religiosa em todo o mundo
VATICANO, 17 Mai. 13 / 11:03 am (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco fez um chamado às autoridades civis a respeitar a liberdade religiosa em todo o mundo e acolher sem preconceitos as contribuições do cristianismo, ao recordar os 1700 anos do Decreto de Milão que concedeu a liberdade de culto aos cristãos em todo o império romano e pôs fim às perseguições religiosas. O Santo Padre fez este chamado na mensagem que enviou ao Arcebispo de Milão, Cardeal Angelo Scola, para saudar o Patriarca Ecumênico Bartolomeu I, que visita esta cidade italiana com motivo do aniversário deste documento assinado no ano 313 por Constatino e Licinio, imperadores Ocidente e Oriente. No texto, enviado através do Secretário de Estado, Cardeal Tarcisio Bertone, o Papa fez extensiva sua saudação a todos os que participam da comemoração desta histórica decisão que decretou “a liberdade religiosa para os cristãos, abriu novos caminhos ao Evangelho e contribuiu de forma decisiva ao nascimento da civilização europeia”. Nesse sentido, expressou seu desejo de que “hoje como ontem o testemunho comum dos cristãos do Oriente e Ocidente, regida pelo espírito do Ressuscitado, contribua à difusão da mensagem de salvação na Europa e em todo o mundo e que, graças aos propósitos das autoridades civis se respeite em todos os lugares o direito à expressão pública da própria fé e se acolha sem preconceitos a contribuição que o cristianismo continua oferecendo à cultura e à sociedade de nosso tempo”. No momento da promulgação do Decreto de Milão existiam no império romano 1500 sedes episcopais e entre cinco e sete milhões, dos 50 milhões de habitantes, eram cristãos. #liberdadereligiosa #angeloscola #SantoPadre #Bertone #Direito #Fim #ao #sem #pelo #eram #TarcisioBertone #patriarca #Tempo #impérioromano #omundo #todosos
- A Igreja precisa de fervor apostólico e não de cristãos de salão, diz Francisco
VATICANO, 16 Mai. 13 / 02:29 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco assinalou nesta manhã que a Igreja precisa de cristãos com fervor apostólico e não cristãos de salão que não o vivem, a exemplo de São Paulo que anunciou o Evangelho sempre com coragem. Na Missa, que concelebrou com o Cardeal Peter Turkson e Dom Mario Tusso, presidente e secretário do Pontifício Conselho Justiça e Paz, o Papa recordou que a vida de São Paulo foi “uma batalha campal” e uma “vida com muitas provações” ante as que não se desalenta “porque sempre vê o Senhor ao final pelo que não deixa de ir adiante”. “Paulo incomodava: com sua pregação, com seu trabalho e com o seu comportamento, porque anunciava Jesus Cristo ante nossas comodidades, tantas vezes ante nossas estruturas cômodas, também cristãs. O Senhor quer que nós sigamos adiante, que não nos refugiemos numa vida tranquila, em estruturas caducas”. Depois de assinalar que São Paulo era um homem ardoroso e de grande fervor apostólico, o Papa explicou que este zelo “é algo que vem de dentro, que o mesmo Senhor quer de nós (…) E de onde vem? Vem do conhecimento de Jesus Cristo. Paulo encontrou-se com Jesus, mas não em um conhecimento intelectual ou científico – isso é importante porque nos ajuda – mas encontrou-se com esse conhecimento do coração, do conhecimento pessoal”. O Papa disse logo que “Paulo esteve sempre em problemas, mas não em problemas pelos problemas, mas sim por Jesus” porque anunciá-lo “tem estas consequências”. O fervor apostólico se compreende sozinho “em uma atmosfera de amor”. Este zelo “tem um pouco de loucura, uma loucura espiritual, uma loucura sadia” que São Paulo também tinha. “Existem também os cristãos de salão, né? Aqueles educados, que fazem tudo bem, mas que não sabem fazer filhos da Igreja com o anúncio e com o ardor apostólico. Hoje peçamos ao Espírito Santo que nos dê este fervor apostólico a todos nós e que nos dê a graça de incomodar as coisas que estão muito tranquilas na Igreja, a graça de avançar para as periferias existenciais. A Igreja precisa muito disto!” “Não só em terras longínquas, nas Igrejas jovens, nos povos que ainda não conhecem Jesus Cristo, mas também aqui nas cidades (…) Adiante, como diz o Senhor a Paulo ‘Coragem!’”. #COMPORTAMENTO #Evangelho #sim #SãoPaulo #ACI #numa #JesusCristo #campal #Mario #ewtn #trabalho #batalha #fazer #foi #uma #ardor #fervor #tusso #Missa #Cardeal
- A Armadilha do “Preconceito” e da “Homofobia” – O vocabulário que quer a inversão do que é racional
Fonte: Scutum Fidei Os slogans, as frases feitas e o vocabulário pronto são extremamente corriqueiros. O programa de destruição do cristianismo, quer dizer, da santa Igreja Católica é mestre em bravejar slogans aparentemente inofensivos, mas que tem por objetivo último a completa mudança das mentalidades. Seguindo esse modus operandi, o aborto torna-se interrupção da gestação, por exemplo. A contracepção pode se tornar planejamento familiar. Queremos tratar neste breve artigo, todavia, de dois termos muito empregados atualmente pelo politicamente correto e pelo lobby homossexual para a promoção de comportamentos que se opõem francamente à natureza. São esses termos: preconceito e homofobia. Esses termos são utilizados por eles exatamente porque invertem completamente a realidade da questão. Preconceito e homofobia são expressões muito precisas e que significam algo muito mais sério e profundo do que parece à primeira vista. A intenção com o uso desses termos e pelo próprio sentido deles é afirmar que se opor ao homossexualismo é algo contrário à razão. Convém, para explicitar melhor isso, considerar algumas noções filosóficas. As três operações do intelecto humano O conceito é o fruto da primeira operação do intelecto, que se denomina simplex apprehensio (simples apreensão). O conceito é o entendimento pelo intelecto da essência de um dado ser. O conceito é, então, o primeiro fruto da racionalidade humana, se assim podemos dizer. É somente com a segunda operação do intelecto, denominada compositio et divisio(composição e divisão) que se faz um julgamento, fruto dessa segunda operação. Depois de abstrair a essência dos seres materiais o intelecto é capaz de julgar associando (compositio) ou separando (divisio) conceitos, afirmando ou negando o predicado de um sujeito. Assim, depois de abstrair a essência de homem (animal racional) e a essência de justo (aquele que dá a cada um aquilo que lhe é devido), eu posso dizer que um homem é justo ou injusto, por exemplo. Finalmente, com a terceira operação do intelecto e seu fruto que se chamam ambos raciocínio (ratiocinatio) o homem pode progredir no conhecimento, chegando ao conhecimento de algo novo a partir daquilo que já é conhecido por ele: i) todo homem tem um corpo; ii) Ora, Cristo é verdadeiro Homem; iii) Cristo tem, então, um corpo. Eis as três operações do intelecto humano. Opor-se à prática homossexual é um preconceito? Depois dessa breve análise das operações do intelecto e de seus frutos, podemos compreender aonde se pretende chegar quando se diz que se opor ao homossexualismo é um preconceito. O preconceito consiste, como o próprio nome indica, em uma maneira de agir que é anterior ao conceito. É uma ação sem qualquer indício de racionalidade, pois o preconceituoso se opõe a algo antes de conhecer a essência daquilo a que se opõe. Assim, aquele que é preconceituoso em relação ao homossexualismo agiria sem pensar, quer dizer, antes de saber exatamente o que significa o homossexualismo. Isso significaria, então, que aqueles que se opõem ao homossexualismo não agem segundo a razão, mas como animais, julgando simplesmente segundo sentimentos, paixões[1]. Ou ainda, aqueles que se opõem ao homossexualismo agem de maneira irracional porque agem movidos por razões religiosas. Como a religião é, para os modernos, inconciliável com a razão, aquele que julga por motivos religiosos julga sem ter conceitos racionais formados[2]. O que eles pretendem fazer, então, é informar essas pessoas consideradas por eles como preconceituosas e ignorantes, dizendo a elas o que é verdadeiramente o homossexualismo, para que elas tenham um conceito dele e possam julgá-lo a partir disso. Eles dizem, então, que se trata de “uma expressão legítima de amor”, “algo que faz parte da evolução humana”, “algo que leva certas pessoas à felicidade”, etc. Ao informar as pessoas não dão, então, o conceito correto de homossexualismo – comportamento contra a lei natural[3] e, portanto, irracional, portanto contra a virtude e conducente, como tal, à tristeza. Dão uma definição falsa que apela, sobretudo, aos sentimentos, às paixões. Com essa noção falsa as pessoas passarão a julgar falsamente a homossexualidade, aceitando-a e alguns até mesmo incentivando-a. Notemos que há, assim, uma inversão completa da realidade, pois, na verdade, os que se opõem ao homossexualismo o fazem justamente porque possuem o conhecimento exato da essência do homossexualismo, têm um conhecimento exato de seu conceito, e julgam seguindo a razão, baseada sempre na natureza das coisas. Assim, são contrários ao homossexualismo por que tal conduta, opondo-se à natureza, opõe-se à razão, e opondo-se à razão opõe-se ao bem do próprio homem e da sociedade. Assim, pela simples acusação de preconceito, aqueles que defendem a lei natural – participação da lei eterna em Deus e que pode ser e é conhecida pela razão – tornam-se os irracionais. Por outro lado, aqueles que defendem o homossexualismo, opõem-se, na verdade, à lei natural – sobre a qual deve ser fundada a razão que opera retamente. São os defensores desse comportamento que julgam segundo as paixões e, portanto, de forma irracional, mas, ao acusar os outros de “preconceito” pretendem ser os racionais e os razoáveis. A inversão foi feita com uma só palavra. Com um simples termo – preconceito – a virtude passou a ser o vício e o vício passou a ser virtude. O vício tornou-se um bem e uma condição para a felicidade. O que significa homofobia? Algo semelhante ocorre com o termo homofobia. O termo fobia significa geralmente uma aversão[4] (ou medo) exagerada, desproporcional, enfim irracional, em relação a algo que é considerado como um mal. A essa aversão se segue, em geral, um ódio com relação àquilo que é considerado um mal. Assim, a paixão do apetite concupiscível ou irascível seria tal que a razão deixaria de exercer seu domínio sobre as faculdades inferiores. Vemos claramente isso quando falamos de claustrofobia, que é a aversão irracional a lugares fechados ou agorafobia que é o medo irracional de lugares abertos ou públicos. Em todo o caso, a fobia é uma aversão (ou medo) irracional, que precede qualquer julgamento ou que advém de um julgamento falso: todo lugar fechado é perigoso ou todo lugar público é perigoso e deve ser evitado. Assim, quando se fala de homofobia o que se quer dizer é que existe uma aversão (ou medo) irracional em relação ao homossexualismo devido às paixões que suprimem o uso da razão ou devido ao falso juízo que se faz sobre o homossexualismo, que é, por sua vez, consequência do falso conceito que se tem dele. Voltamos ao mesmo ponto: é preciso informar os homofóbicos da “verdadeira” natureza do homossexualismo. Mais uma vez, com uma só palavra, a inversão completa da realidade foi operada. Aqueles que se opõem ao homossexualismo teriam uma aversão (ou medo) irracional, baseada em paixões que não estão de acordo com a razão. Aqueles que em realidade ordenam suas paixões segundo a razão, sempre com base, portanto, na lei natural, tornam-se os irracionais, enquanto aqueles que agem contra as leis mais básicas e evidentes da natureza e seguem as paixões desordenadas (contrárias à razão), tornam-se os grandes racionais e razoáveis. Revolução operada Vemos, então, como duas palavras aparentemente inofensivas operam uma verdadeira revolução. O racional torna-se irracional. O irracional torna-se racional. A virtude, que consiste justamente em uma disposição bem enraizada e dificilmente removível na alma de agir segundo a razão, torna-se vício. O vício, disposição idêntica à outra, mas contrária à razão, torna-se virtude. Não deixemos que esse vocabulário mais do que tendencioso nos seja imposto, enganando-nos. Aquele que se opõe ao homossexualismo não é preconceituoso nem homofóbico. Ele tem aversão a um mal que reconhece, baseado na realidade das coisas, como profundamente contrário à natureza. Um mal que corrompe a moralidade com a mesma gravidade que a negação dos princípios especulativos (princípio de não contradição, por exemplo) corrompe a razão. O homossexualismo não pode, ademais, levar à felicidade. Ora, o bem de um ser – que é, claro, a sua felicidade – consiste em operar segundo a sua natureza. A natureza do homem é racional. Portanto, a felicidade do homem consiste em agir segundo a razão, conhecendo a verdade, agindo segundo a verdade e deleitando-se nela. Tal felicidade será plena quando atingirmos a Verdade pela visão beatífica e a amarmos em consequência desse conhecimento. Para chegar lá, porém, é preciso desde já agir segundo a razão. A razão nos mostra, por um lado, que o homossexualismo é intrinsecamente mau. Por outro lado, ela nos mostra que devemos aderir plenamente a Deus que se revela – o que pode ser conhecido pelos milagres e profecias, critérios de credibilidade. Ora, o Deus que se revela condenou igualmente o homossexualismo, querendo, porém, a conversão do pecador. É preciso amar as pessoas que possuem a tendência homossexual não para confortá-las em suas tendências, modos ou práticas, mas para desejar-lhes e fazer-lhes o bem, que é viver segundo a lei natural e segundo a lei divina. Conclusão Nosso Senhor falou que se conhece a árvore pelos frutos. Ora, os frutos naturais do homossexualismo não existem, ou se existem são frutos que se rebaixam à pura alegria sentimental e passageira, advinda da satisfação das paixões. Os frutos do casamento, do verdadeiro e único casamento possível, entre um homem e uma mulher, são inúmeros, desde que se evite a contracepção e a mentalidade da contracepção. Aqui a alegria é real, pois se age segundo a natureza humana, segundo a razão. Padre Daniel Pinheiro [1] De fato, quem age por preconceito age de maneira irracional. Assim, julgar moralmente alguém simplesmente pela cor da pele é um verdadeiro preconceito, algo irracional e, portanto, um pecado. Neste caso, faz-se um juízo antes de ter um conceito preciso do que é cor de pele (acidente do tipo qualidade) e antes de estabelecer a relação da cor da pele com a moralidade (acidente do tipo qualidade que não tem nenhuma influência na vida moral). [2] É evidente que a religião não é algo irracional, não é uma superstição nem um salto no escuro, como pretendem muitos. O católico não crê porque é absurdo. Ao contrário, o católico crê porque é razoável crer, porque ele reconhece que Deus existe, reconhece que Deus pode falar e reconhece que Deus falou em virtude dos milagres e profecias, que só podem ter sua origem em Deus e que são, por isso, motivos de credibilidade. A fé é algo em conformidade com a razão, superando-a, mas nunca a contradizendo. Uma religião que contraria a razão é necessariamente uma falsa religião, pois, nesse caso, haveria contradição em Deus, que é o autor tanto da razão quanto da religião. [3] A lei natural é a lei conhecida pela razão em virtude da própria natureza das coisas, tais como elas existem. Ela não pode evoluir nem mudar, pois a natureza das coisas não muda. Querer mudar a lei natural seria, em última instância, querer mudar Deus, pois a natureza das coisas é um reflexo da natureza divina, que não muda. É evidente que a própria natureza do homem mostra que a finalidade primária da união sexual é a procriação e que se o homem possui um apetite com relação a esse hábito é justamente para garantir a conservação da espécie, como lhe foi dado um apetite para se alimentar, a fim de conservar o indivíduo. [4] Estritamente falando, fobia significa medo. Todavia, fobia parece aqui ser usado em sentido mais amplo, abrangendo tanto o medo quanto a aversão. O medo é a paixão (do apetite irascível) face ao mal árduo quando tememos sucumbir, enquanto a aversão ou fuga é simplesmente o desejo de afastar-se de um mal. Quando se trata dessas fobias, pode haver as duas paixões e mesmo a ira, que combate o mal presente. #primeiravista #fruto #frasesfeitas #scutum #slogans #somente #neste #Humana #assim
- Não à manipulação da Santa Missa!
Por Cleiton Robsonn. Lendo alguns textos de Frei Ângelo Bernardo tive a feliz constatação de que não estou sozinho na busca pela preservação do sagrado, das coisas do Senhor. Em uma forma de desabafo, com a autorização expressa do dito Frei, publico parte dos seus textos, em que ele revela a sua indignação pela banalização do Culto Divino, ou como ele mesmo diz, pela “missa que não foi ‘católica’”, isto é, infinitos acréscimos, invenções, cantos, modas, contos e etc. Frei Ângelo Bernardo revelou-se no último ano qual outro Santo Antônio, como um “martelo dos hereges”. Seu artigo mais famoso e publicado em diversos sites, é o “Não, não és franciscano”: uma refutação à entrevista que Leonardo Boff deu à revista IstoÉ em Maio de 2010. No momento, ele está preparando a segunda parte – e última – em que abordará temas como “missas-show”, Padres famosos, pedofilia, dentre outros temas polêmicos. Exímio conhecedor dos documentos do Magistério da Igreja, como um franciscano que é, não deixa de, a exemplo de São Francisco de Assis, querer o melhor para O Senhor e nada para si. Por este motivo, tem preparado muitos artigos que visam alertar o povo de Deus quanto aos “lobos” que o assombra. É Irmão religioso, portanto, não é sacerdote e, por isso mesmo, obviamente, não celebra o Santo Sacrifício da Missa. Segundo ele, prefere ficar no anonimato, para que seja preservada a sua “liberdade de expressão”, assim como o seu colega que anda em sua mesma linha, Frei Clemente Rojão. O texto que segue está sem as suas costumeiras citações documentais; até porque, para saber mais profundamente das coisas que ele fala, aqui mesmo no Salvem existem postagens que tratam dos termos aos quais ele se refere. ******* “Estou cansado de ter que procurar uma Santa Missa, com dignidade e sem modas, como uma agulha no palheiro. Parece até uma sina: onde chego, logo na porta principal da Igreja já está o cartaz com o convite para a “Missa de Cura e Libertação”, com Padre Fulano de Tal… ou pior ainda, quando olho para o outro lado do mural, está agendada a “Missa Sertaneja”; no grupo de oração da semana que vem, “Missa Carismática”… (ah, se Padre Pio ainda vivesse para ouvir o que fizeram com os ‘grupos de oração’…). Por outro lado, quando encontro algumas pessoas que costumam assistir a Santa Missa em sua forma extraordinária ou, vulgarmente chamada de “Tridentina”, chamam-na de “Missa de Sempre”. É que não tenho a pele branca para ver quão vermelho de irritação eu fico quando ouço certos “jargões”. “Missa de Cura e Libertação”, “Missa Sertaneja”, “Missa Carismática”, “Missa de Sempre”… a que ponto chegamos! Manipular o único e eterno memorial do Sacrifício do Calvário… quanto desgosto sinto! Acredito que seja o mesmo que muitos, quando têm que aturar padres (e alguns até ‘muito bem preparados’, academicamente), falando abobrinhas sentimentais… Foi-se o tempo em que o início da Santa Missa era feito pelo Padre e não pelos cantores; foi-se o tempo em que o ato penitencial levava a uma contrição autêntica; foi-se o tempo em que o glória era um louvor ao Pai e ao Cordeiro e não um “hino trinitário”; foi-se o tempo em que o salmo era responsorial e não de “meditação”; foi-se o tempo em que a homilia era o momento de catequese; foi-se o tempo em que o canto do Sanctus proclamava, já antecipadamente, a vinda escatológica Do que vem em nome do Senhor; foi-se o tempo em que, após a consagração, era o momento de olhar o Senhor e adorá-lo e não cantar ou bater palmas, e que apenas ‘quem falava eram os sinos’; foi-se o tempo em que a comunhão era de joelhos e na boca; foi-se o tempo em que se guardava silêncio, mesmo que breve, após a comunhão… enfim, foi-se o tempo de tantas coisas… e estas “tantas coisas” geraram Santos, verdadeiros homens de fé e uma fé madura, não infantilizada, à estatura de NSJC. É certo que a Palavra de Deus é viva e eficaz e que nos toca ao coração. Mas não se trata de banalizar ou denigrir o seu valor. Ela é cortante e penetra o íntimo das nossas almas. A grande questão é o desvio de foco. Se hoje temos concepções de “Missas” como essas, é devido ao subjetivismo de tantos padres, ou seja, eles desviam o foco de NSJC e levam-no para si. Também é certo que o sacerdote age in persona Christi, mas ele deve se re-cordar (= trazer ao coração) sempre o exemplo do Senhor Jesus Cristo que, “embora sendo de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e assemelhando-se aos homens… Por isso, Deus o exaltou soberanamente…” (Fl 2,6-7.9). Mas, o que realmente me deixa consternado é a manipulação da Santa Missa para os gostos pessoais e intimistas de cada padre… E nem adianta dizer que é o povo quem quer assim. Errado! Todo sacerdote (ou presbítero, como queiram chamar), recebeu uma formação específica da Santa Igreja Católica Apostólica e Romana. Ora, se assim o é, então, deve obedecer, como prometeram no dia da sua ordenação a tudo o que está escrito e não transgredir ou inventar ou, pior ainda, modificar, sem poder algum para tal coisa. O povo recebe o que o padre dá. Penso que o dever primeiro de cada sacerdote é a salvação e cura das almas, a começar da sua própria. E rezo para que cada qual tenha consciência do que faz e que temam o juízo. De fato, constato que muitos já não têm mesmo medo da condenação eterna e se afugentam na historinha: ah, o céu ou inferno é aqui e agora… Que Deus lhos perdoe por tanta insanidade e falta de fé. Esta sim é a grande “crise” pela qual muitos deveriam passar. Mas apenas o fazem no sentido mais fraco do termo, que seja, modificação e não no sentido real da palavra, de ‘purificação’. Sim, é necessária uma grande purificação dos pensamentos, palavras, atos e até de omissões! Acredito que muitos dos que lêem o que escrevo fazem apenas com o intuito de criticar ao final das leituras; mas se pararem para “pensar”, isto é, avaliar onde está o ‘peso’ real das coisas, hão de concordar que os erros não estão em quem lhos constatam; antes, estão nos que são os sujeitos das situações, no caso, dos Padres em relação às concepções da Santa Missa. Concluindo esta breve conversa, dirijo-me aos “Ministros do Divino Altar”. Se tiverem consciência de que cada um é realmente “um outro Cristo nesta terra”, começarão a executar os seus ofícios com um gostinho de céu, como uma antecipação já aqui e agora do Reino que pregamos e anunciamos. Espero que ao ensinarem as ovelhas confiadas a cada um, quando falarem em “Missa de Cura e Libertação”, “Missa Sertaneja”, “Missa Carismática”, “Missa de Sempre”, façam com a consciência de que em cada denominação errônea dessas, ainda assim, não desviem o foco: NSJC!” #SãoFranciscodeAssis #partedos #Deus #ter #segue #leonardoboff #prefere #sem #diz #porta #deu #Missa
- O Papa exorta as famílias a rezarem o Terço
VATICANO, 06 Mai. 13 / 11:23 am (ACI/EWTN Noticias).- Em uma mensagem escrita pelo Papa Francisco na rede social Twitter, destacou a importância de rezar o Terço em família especialmente neste mês de maio dedicado à Santa Mãe de Deus. No tweet se lê: “Seria maravilhoso, no mês de maio, rezar juntos em família o Terço. A oração faz com que a vida familiar torne-se ainda mais sólida”. Maio é o mês consagrado a Maria, por ser o mês no que não havia nenhuma festa particular, portanto a Igreja Católica alentou esta devoção à Santíssima Virgem, por duas bulas, uma de 21 de março de 1815 e a outra de 18 de junho de 1822, quando Pio VII concede as indulgências aplicáveis às almas do Purgatório. Neste mês Mariano, lembramos no dia 13 a Festa de Nossa Senhora de Fátima, no dia 24 a festa de Maria Auxiliadora e no dia 31 festejamos aVisitação de Maria a Santa Isabel. Na América Latina se celebra Nossa Senhora de Luján, padroeira da Argentina, terra do Santo Padre. #mariaauxiliadora #Rede #SantoPadre #Deus #virgem #Rezar #dia24 #faz #Argentina #Twitter #torne #SantaIsabel #bulas #piovii
- Não se pode entender a vida cristã sem o Espírito Santo, diz o Papa
VATICANO, 06 Mai. 13 / 02:41 pm (ACI/EWTN Noticias).- Na Missa que celebrou nesta manhã na Casa Santa Marta, o Papa Francisco assinalou que “não se pode entender a vida cristã sem a presença do Espírito Santo” que leva o fiel a Jesus, que o acompanha no caminho e lhe dá a vitalidade que necessita para sustentar-se. Assim o indicou o Santo Padre na homilia da Eucaristia em que estiveram presentes alguns empregados da fábrica de São Pedro. O Papa disse que o Espírito Santo é “justamente Deus, a Pessoa Deus, que dá testemunho de Jesus Cristo em nós” e que “defende-nos” e “sempre está ao nosso lado para nos sustentar”: “Não se pode entender a vida cristã sem a presença do Espírito Santo: não seria cristã. Seria uma vida religiosa, pagã, piedosa, que crê em Deus, mas sem a vitalidade que Jesus quer para seus discípulos. E aquilo que dá a vitalidade é a presença do Espírito Santo em nós”. “O Espírito nos dá testemunho de Jesus para que possamos transmiti-lo aos outros”, precisou Francisco. “A primeira leitura fala de um belo episódio: o de Lídia, a mulher que ouvia Paulo e a quem o Senhor o Senhor abriu o coração para que ouvisse as palavras do Apóstolo. É isto que o Espírito Santo faz: abre nosso coração para conhecermos Jesus. Sem Ele não podemos conhecer Jesus. Nos prepara ao encontro, nos faz caminhar no caminho de Jesus. O Espírito Santo atua em nós durante todo o dia, durante toda nossa vida, como testemunho que nos diz onde está Jesus”. O Papa exortou rezar, como o caminho para ter, em “cada momento”, a graça da “fecundidade da Páscoa“. Uma riqueza possível graças ao Espírito Santo. O Bispo de Roma refletiu deste modo sobre “o exame de consciência”, “que os cristãos realizam com respeito ao dia que viveram”, um “exercício” que “faz bem para nós porque é tomar consciência daquilo que o Senhor fez em nosso coração”. “Peçamos a graça de nos acostumar à presença deste companheiro de caminho, o Espírito Santo, desta testemunha de Jesus que nos diz onde está Jesus, como encontrar Jesus, o que Ele nos fala. Graça de termos uma certa familiaridade com o Espírito Santo que é um amigo. “Porque é uma presença divina que nos ajuda a seguir adiante em nossa vida de cristãos. Peçamos hoje esta graça. E isto fará que, como fazemos naoração, em cada momento tenhamos presente a fecundidade da Páscoa. Assim seja”, concluiu. #Deus #Nossa #Rezar #BELO #ACI #JesusCristo #faz #fiel #Eucaristia #riqueza #leva #ewtn #SãoPedro #quem #odia #Missa #casasantamarta #assim #isto #nesta
- Com o diabo não se pode dialogar, assegura o Papa
VATICANO, 06 Mai. 13 / 11:24 am (ACI/EWTN Noticias).- Na homilia da missacelebrada neste final de semana na capela da casa Santa Marta, o Papa Francisco assegurou que não se pode dialogar com o diabo, “o príncipe deste mundo”. “Com o príncipe deste mundo não se pode dialogar, que isso esteja claro!” remarcou, e assinalou que “o diálogo vem da caridade, do amor. Mas com esse príncipe é impossível dialogar: só podemos responder com a Palavra de Deus que nos defende”. “Assim como (o diabo) fez com Jesus, ele fará conosco”, indicou o Papa. “’Só olhe’, dirá, ‘faz somente esta pequena fraude… é um assunto pequeno, realmente nada’, e assim ele começa a levar-nos por um caminho que é ligeiramente desviado”, advertiu. Francisco assinalou que a do demônio é uma “mentira piedosa: ‘faz, faz, faz, não tem problema’ e começa pouco a pouco, sempre, não é mesmo?”. “Vocês podem perguntar ‘Padre, qual é a arma para defender-nos contra estas seduções e tentações que o príncipe deste mundo oferece?’. A arma é a mesma arma de Jesus, a Palavra de Deus, não o diálogo, mas sempre a Palavra de Deus, e logo a humildade e a mansidão”. O Santo Padre disse que “pensemos em Jesus, quando lhe dão essa bofetada: que humildade! que mansidão! Ele poderia tê-los insultado”. “Pensemos em Jesus na Sua Paixão. Seu Profeta diz: ‘como um cordeiro levado ao matadouro’. Ele não chora, no absoluto: humildade e mansidão. Estas são as armas que o príncipe e o espírito deste mundo não toleram, porque suas propostas são propostas de poder mundano, propostas de vaidade, propostas de riquezas (…)”. O Papa sublinhou que “hoje Jesus nos recorda este ódio que o mundo tem contra nós, contra os seguidores de Jesus”, porque “Ele nos salvou e redimiu”. O Santo Padre assinalou que devemos permanecer como ovelhas, “porque as ovelhas são mansas e humildes”. Ao terminar sua homilia, o Papa pediu à Virgem Maria que “no ajude a ser mansos e humildes como Jesus”. #humildes #podem #SantoPadre #Deus #Ele #virgem #diabo #faz #pode #deste #arma #uma #conosco #hoje #omundo #lhe #mesma #Jesus #casasantamarta
- Papa Francisco: Deus nos dá a coragem para caminhar contra a corrente
VATICANO, 29 Abr. 13 / 04:30 pm (ACI/EWTN Noticias).- Neste Domingo, ao presidir a Missa na Praça de São Pedro, em que conferiu o Sacramento da Crisma a 44 fiéis de todo o mundo, o Papa Francisco assegurou que Deus “nos dá a coragem para caminhar contra a corrente”, o qual, assegurou “fortalece o coração”. Ante as 70 mil pessoas congregadas na Praça de São Pedro, o Santo Padre assegurou que “Ele nos dá a coragem para caminhar contra corrente.?Sim, jovens; ouvistes bem: ir contra a corrente. Isto fortalece o coração, já que ir contra a corrente requer coragem e Ele nos dá esta coragem”. O Papa assinalou que na segunda leitura de hoje, do livro do Apocalipse, “ouvimos a estupenda visão de São João: um novo céu e uma nova terra e, em seguida, a Cidade Santa que desce de junto de Deus”. “Tudo é novo, transformado em bondade, em beleza, em verdade; não há mais lamento, nem luto… Tal é a ação do Espírito Santo: Ele traz-nos a novidade de Deus; vem a nós e faz novas todas as coisas, transforma-nos”. “A visão de São João”, indicou o Papa, “lembra-nos que todos nós estamos a caminho para a Jerusalém celeste, a novidade definitiva para nós e para toda a realidade, o dia feliz em que poderemos ver o rosto do Senhor – aquele rosto maravilhoso, tão belo do Senhor Jesus –, poderemos estar para sempre com Ele, no seu amor”. Francisco remarcou que “a novidade de Deus não é como as inovações do mundo, que são todas provisórias, passam e procuram-se outras sem cessar”. “A novidade que Deus dá à nossa vida é definitiva; e não apenas no futuro quando estivermos com Ele, mas já hoje: Deus está a fazer novas todas as coisas, o Espírito Santo transforma-nos verdadeiramente e, através de nós, quer transformar também o mundo onde vivemos”. “Abramos a porta ao Espírito, façamo-nos guiar por Ele, deixemos que a ação contínua de Deus nos torne homens e mulheres novos, animados pelo amor de Deus, que o Espírito Santo nos dá”. O Papa também assinalou que “o caminho da Igreja e também o nosso caminho pessoal de cristãos não são sempre fáceis, encontramos dificuldades, tribulações”. “Seguir o Senhor, deixar que o seu Espírito transforme as nossas zonas sombrias, os nossos comportamentos em desacordo com Deus e lave os nossos pecados, é um caminho que encontra muitos obstáculos fora de nós, no mundo, e dentro de nós, no coração”. Entretanto, assinalou, “as dificuldades, as tribulações fazem parte da estrada para chegar à glória de Deus, como sucedeu com Jesus que foi glorificado na Cruz; aquelas sempre as encontraremos na vida. Não desanimeis! Para vencer estas tribulações, temos a força do Espírito Santo”. Ante isto, o Papa convidou os fiéis, tanto os que nesta manhã se crismaram como todos, a que “permanecei firmes no caminho da fé, com segura esperança no Senhor. Aqui está o segredo do nosso caminho”. O Santo Padre assegurou que “não há dificuldades, tribulações, incompreensões que possam meter-nos medo, se permanecermos unidos a Deus como os ramos estão unidos à videira, se não perdermos a amizade com Ele, se lhe dermos cada vez mais espaço na nossa vida”. “Isto é verdade mesmo, e sobretudo, quando nos sentimos pobres, fracos, pecadores, porque Deus proporciona força à nossa fraqueza, riqueza à nossa pobreza, conversão e perdão ao nosso pecado”. O Papa assinalou que “o Senhor é tão misericordioso! Se vamos ter com Ele, sempre nos perdoa”. “Tenhamos confiança na ação de Deus! Com Ele, podemos fazer coisas grandes; Ele nos fará sentir a alegria de sermos seus discípulos, suas testemunhas”. “Apostai pelos grandes ideais, pelas coisas grandes. Nós, cristãos, não fomos escolhidos pelo Senhor para coisinhas pequenas, ide sempre mais além, rumo às coisas grandes. Jovens, jogai a vida por grandes ideais!”, exortou. O Papa pediu aos fiéis abrir “de par em par a porta da nossa vida à novidade de Deus que nos dá o Espírito Santo, para que nos transforme, nos torne fortes nas tribulações, reforce a nossa união com o Senhor, o nosso permanecer firmes n’Ele: aqui está a verdadeira alegria… Assim seja”. #diafeliz #Deus #traz #sim #BELO #ACI #Jovens #ewtn #ao #SãoPedro #odia #omundo #porta #Jesus #Corrente #Missa #isto #nestedomingo
- Envergonhar-se dos pecados com humildade para acolher o perdão de Deus, pede o Papa
VATICANO, 29 Abr. 13 / 03:39 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco assinalou em sua homilia da Missa desta manhã na Santa Marta que o cristão deve ser capaz de envergonhar-se dos seus próprios pecados para acolher com humildade o perdão de Deus. Na Eucaristia que presidiu em presença de alguns empregados vaticanos do Apsa, a Administração do Patrimônio da Sé Apostólica e de um grupo de religiosas, o Santo Padre comentou a primeira Carta de São João, em que se diz que “Deus é luz e Nele não há trevas”. O Papa Francisco sublinhou que “todos nós temos momentos de escuridão navida, momentos onde tudo, também na própria consciência, é escuro, mas isto não significa caminhar nas trevas”. “Caminhar nas trevas significa estar satisfeito de si mesmo; estar convencido de que não precisa de salvação. Essas são as trevas!?Quando entramos neste caminho das trevas, não é fácil voltar atrás”. “Por isso João continua, porque talvez este modo de pensar o tenha feito refletir: ‘Se dissermos estar sem pecado, enganamo-nos a nós mesmos e a verdade não está em nós’. Olhem seus pecados, os nossos pecados: todos somos pecadores, todos. Este é o ponto de partida”. “Mas se confessamos nossos pecados, Ele é fiel, é justo a ponto de nos perdoar os pecados e nos purificar de toda iniquidade. E nos apresenta àquele Senhor tão bom, tão fiel, tão justo que nos perdoa”. O Santo Padre disse também que “quando o Senhor nos perdoa faz justiça, sobretudo a si mesmo, porque Ele veio para salvar-nos e perdoar-nos”, acolhendo-nos com a ternura de um pai para com seus filhos: “o Senhor é terno para com aqueles que o temem, para aqueles que vão para Ele” e com ternura “compreende-nos sempre”, quer doar-nos “aquela paz que somente Ele dá”. “Isto –afirmou– é o que acontece no Sacramento da Reconciliação” embora “tantas vezes pensemos que ir confessar-nos é como ir à lavanderia para limpar a sujeira da nossa roupa”. “Mas o confessionário não é uma lavanderia, é um encontro com Jesus que nos espera como somos. Temos vergonha de dizer a verdade, ‘fiz isso, pensei aquilo’, mas a vergonha é uma virtude verdadeiramente cristã e também humana… a capacidade de vergonhar-se é uma virtude do humilde”. “Não sei se em italiano se diz assim, mas na nossa terra àqueles que não se envergonham os chamamos de ‘sem vergonha’, porque não têm a capacidade de envergonhar-se e envergonhar-se é uma virtude do humilde, daquele homem e daquela mulher que é humilde”. Francisco disse também que é necessário ter confiança porque quando pecamos temos um defensor ante o Pai: “Jesus Cristo, o justo”. E Ele nos defende frente a nossas debilidades. Mas é necessário ficar frente ao Senhor “com nossa verdade de pecadores”, “com confiança, também com alegria, sem nos maquiar”. “Não devemos jamais nos maquiar diante de Deus!”. E a vergonha é uma virtude: “bendita vergonha”. “Esta é a virtude que Jesus nos pede: a humildade e a docilidade”: “Humildade e docilidade são como o marco de uma vida cristã. Um cristão vai sempre assim, na humildade e na docilidade. E Jesus nos espera para nos perdoar. Podemos fazer uma pergunta: então ir confessar não é como ir a uma sessão de tortura? Não! É louvar a Deus, porque eu pecador fui salvo por Ele”. “E Ele me espera para me repreender? Não, com ternura para me perdoar. E se amanhã fizer o mesmo? Confesse-se outra vez, e outra e outra e outra… Ele te espera sempre. Esta ternura do Senhor, esta humildade, esta docilidade”. Depois de assinalar que esta confiança “nos da um respiro”. O Papa fez votos para que “o Senhor nos dê esta graça, esta coragem de procurá-lo sempre com a verdade, porque a verdade é sua luz, e não com as trevas das meias verdades ou das mentiras diante de Deus. Que nos dê esta graça! Assim seja”. #pecados #SantoPadre #Deus #Nossa #terno #ACI #desta #ewtn #Filhos #roupa #nele #santamarta #Missa #isto
- Cardeal Bargnasco: “O protagonista da Liturgia é Cristo, não o homem”
Lembrou o cardeal Bagnasco de Gênova em um congresso Se a liturgia é teologia de vida, você precisa crescer nesta rotina “de acordo com o espírito e as normas de uma celebração correta” e “pensar que o personagem principal da liturgia não é o homem, mas Cristo”. Foi a mensagem do Cardeal Angelo Bagnasco, arcebispo de Gênova e presidente da CEI, concluindo esta manhã na Sala Quadrivium o trabalho da conferência em memória de Dom Ruggero De Mutta, que morreu de repente há um ano e autêntico “especialista” da liturgia, tendo conduzido há mais de 16 anos o escritório diocesano. Bagnasco interveio após o relatório do Bispo Alceste Catella, bispo de Casale Monferrato e presidente da Comissão Litúrgica da Conferência Episcopal, que dedicou grande parte de seu discurso ao Movimento Litúrgico genovês que teve muitos expoentes ilustres e de De Mutta foi um representante valioso. “Invocar o espírito celebrativo da liturgia é muito importante e eu tenho que dizer que nos últimos anos estamos testemunhando uma recuperação neste sentido”, disse, à margem, o cardeal genôves citando o trabalho feito, nesse sentido, pelo Papa Bento XVI e também enfatinzado como tudo isso é feito de forma harmoniosa, bem como no mesmo discurso hoje feito por Angelo Bagnasco foi absolutamente desprovido de qualquer polêmica contra certas distorções advindas da renovação que floresceu no Concílio Vaticano II. Fonte: Vatican Insider, 24 de abril de 2013. #ohomem #fonte #Episcopal #vaticanoii #catella #quadrivium #nesse #celebrativo #angelobagnasco #Protagonista #alceste #cei #pelo #trabalho #feito #casalemonferrato #grandeparte #certas #mensagem #Cardeal
- A novidade de Deus não é como as inovações do mundo
Apresentamos a homilia do Papa Francisco pronunciada na Santa Missa e Crisma neste V Domingo de Páscoa, na Praça de São pedro. Amados irmãos e irmãs! Queridos crismandos! Bem-vindos! Gostaria de vos propor três pensamentos, simples e breves, para a vossa reflexão. 1.Na Segunda Leitura, ouvimos a estupenda visão de São João: um novo céu e uma nova terra e, em seguida, a Cidade Santa que desce de junto de Deus. Tudo é novo, transformado em bondade, em beleza, em verdade; não há mais lamento, nem luto… Tal é a acção do Espírito Santo: Ele traz-nos a novidade de Deus; vem a nós e faz novas todas as coisas, transforma-nos. O Espírito transforma-nos! E a visão de São João lembra-nos que todos nós estamos a caminho para a Jerusalém celeste, a novidade definitiva para nós e para toda a realidade, o dia feliz em que poderemos ver o rosto do Senhor – aquele rosto maravilhoso, tão belo do Senhor Jesus –, poderemos estar para sempre com Ele, no seu amor. Olhai! A novidade de Deus não é como as inovações do mundo, que são todas provisórias, passam e procuram-se outras sem cessar. A novidade que Deus dá à nossa vida é definitiva; e não apenas no futuro quando estivermos com Ele, mas já hoje: Deus está a fazer novas todas as coisas, o Espírito Santo transforma-nos verdadeiramente e, através de nós, quer transformar também o mundo onde vivemos. Abramos a porta ao Espírito, façamo-nos guiar por Ele, deixemos que a acção contínua de Deus nos torne homens e mulheres novos, animados pelo amor de Deus, que o Espírito Santo nos dá. Como seria belo se cada um de vós pudesse, ao fim do dia, dizer: Hoje na escola, em casa, no trabalho, guiado por Deus, realizei um gesto de amor por um colega meu, pelos meus pais, por um idoso. Como seria belo! 2. O segundo pensamento: na Primeira Leitura, Paulo e Barnabé afirmam que «temos de sofrer muitas tribulações para entrarmos no Reino de Deus» (Act 14, 22). O caminho da Igreja e também o nosso caminho pessoal de cristãos não são sempre fáceis, encontramos dificuldades, tribulações. Seguir o Senhor, deixar que o seu Espírito transforme as nossas zonas sombrias, os nossos comportamentos em desacordo com Deus e lave os nossos pecados, é um caminho que encontra muitos obstáculos fora de nós, no mundo, e dentro de nós, no coração. Mas, as dificuldades, as tribulações fazem parte da estrada para chegar à glória de Deus, como sucedeu com Jesus que foi glorificado na Cruz; aquelas sempre as encontraremos na vida. Não desanimeis! Para vencer estas tribulações, temos a força do Espírito Santo. 3. E passo ao último ponto. É um convite que dirijo a todos, mas especialmente a vós, crismandos e crismandas: permanecei firmes no caminho da fé, com segura esperança no Senhor. Aqui está o segredo do nosso caminho. Ele dá-nos a coragem de ir contra a corrente. Sim, jovens; ouvistes bem: ir contra a corrente. Isto fortalece o coração, já que ir contra a corrente requer coragem e Ele dá-nos esta coragem. Não há dificuldades, tribulações, incompreensões que possam meter-nos medo, se permanecermos unidos a Deus como os ramos estão unidos à videira, se não perdermos a amizade com Ele, se lhe dermos cada vez mais espaço na nossa vida. Isto é verdade mesmo, e sobretudo, quando nos sentimos pobres, fracos, pecadores, porque Deus proporciona força à nossa fraqueza, riqueza à nossa pobreza, conversão e perdão ao nosso pecado. O Senhor é tão misericordioso! Se vamos ter com Ele, sempre nos perdoa. Tenhamos confiança na acção de Deus! Com Ele, podemos fazer coisas grandes; Ele nos fará sentir a alegria de sermos seus discípulos, suas testemunhas. Apostai sobre os grandes ideais, sobre as coisas grandes. Nós, cristãos, não fomos escolhidos pelo Senhor para coisinhas pequenas, ide sempre mais além, rumo às coisas grandes. Jovens, jogai a vida por grandes ideais! Novidade de Deus, tribulação na vida, firmes no Senhor. Queridos amigos, abramos de par em par a porta da nossa vida à novidade de Deus que nos dá o Espírito Santo, para que nos transforme, nos torne fortes nas tribulações, reforce a nossa união com o Senhor, o nosso permanecer firmes n’Ele: aqui está a verdadeira alegria. Assim seja. © Copyright 2013 – Libreria Editrice Vaticana (28 de Abril de 2013) © Innovative Media Inc. #noss #diafeliz #Deus #traz #Ele #vossa #BELO #Crisma #pensamento #Homilia #ao #primeiraleitura #SãoPedro #odia #omundo #neste #porta #Jesus #Missa
- Caminho da fé não é alienação, mas uma preparação para a beleza do Céu, diz o Papa
VATICANO, 26 Abr. 13 / 01:40 pm (ACI/EWTN Noticias).- O caminho da fé não é alienação, mas uma preparação cotidiana para a beleza do céu que é o destino definitivo ao que toda pessoa está convidada, explicou o Papa Francisco nesta manhã na homilia da Missa que celebrou na Casa Santa Marta. Ante alguns empregados da Tipografia Vaticano, do Escritório de Trabalho da Sé Apostólica (ULSA) e membros do Corpo de Guardas presentes naEucaristia, Francisco comentou a frase que Jesus diz a seus discípulos no Evangelho de hoje: “Não se perturbe o vosso coração”. “São palavras muito belas. Em um momento de despedida, Jesus fala com o coração na mão. Sabe que seus discípulos estão tristes e começa a falar para eles daquele que será seu destino definitivo, o céu. Diz-lhes ‘Tenham fé em Deus e também em mim’… como se fosse um engenheiro ou um arquiteto diz o que vai fazer: ‘vou preparar um lugar, na casa de meu Pai há muitas moradas’. E Jesus vai preparar-nos um lugar”. O Santo Padre explicou depois que preparar um lugar “é preparar nossa capacidade de desfrutar da possibilidade –nossa possibilidade– de ver, sentir, entender a beleza do que está por vir, dessa pátria para a qual caminhamos”. “Toda a vida cristã é um trabalho de Jesus e do Espírito Santo para nos preparar um lugar, preparar nossos olhos para ver… Os nossos olhos, os olhos de nossa alma, precisam ser preparados para verem o rosto maravilhoso de Jesus. É necessário preparar o nosso ouvido para ouvir as coisas e as palavras bonitas. Mas, principalmente, é preciso preparar o coração para amar, amar ainda mais”. No caminho da vida o Senhor prepara os corações “com provações, consolações, tribulações, com as coisas boas… Toda a viagem da vida é um caminho de preparação”. “Às vezes o Senhor tem que fazê-lo rapidamente, como fez com o bom ladrão: tinha só uns poucos minutos para prepará-lo e o fez. Mas na vida normal é de outra forma não é? É ir preparando-se para chegar a essa pátria, que é a nossa”. Mas alguns podem pensar “que todos estes pensamentos são uma alienação… que a vida é esta, o concreto, e mais para frente não se sabe o que há… Jesus nos diz que não é assim: ‘Tenham fé em Deus e também em mim’, diz. O que te digo é a verdade: eu não faço armadilhas, não te engano”. Finalmente o Papa assegurou que “preparar-se para o céu é começar a saudá-lo de longe. Isto não constitui uma alienação, mas uma verdade, é deixar que Jesus prepare o coração e os olhos para tamanha beleza, para o caminho de retorno à pátria. Que Deus conceda esperança, valor e humildade para deixar que o Senhor nos prepare um lugar!” #rosto #frase #SantoPadre #olhos #Deus #verem #ACI #ewtn #Homilia #Viagem #beleza #boas #guardas #ulsa #coisas #nosso #Missa #casasantamarta #nesta #fala
- O Papa sempre sorriu para mim, lembra uma mendiga em Buenos Aires
Buenos Aires, 25 Abr. 13 / 09:53 am (ACI/EWTN Noticias).- Etelvina Sánchez é uma mulher de 62 anos que sofre de artrose e outras doenças e pede dinheiro na frente da Catedral de Buenos Aires para poder se sustentar e ajudar suas filhas e netos. Ela lembra que o então Cardeal Bergoglio e agora Papa Francisco, “sempre me atendeu com um sorriso”. Em uma entrevista concedida ao grupo ACI, esta humilde senhora que recebe do governo um subsídio de 200 pesos (40 dólares) mensais que não dá para sua subsistência, contou que em muitas ocasiões o agora Papa Francisco se aproximou dela para ajudá-la, conversar e dar consolo. “Ele é muito bom. Sempre me atendeu com bons modos, sempre me atendeu com um sorriso”, recordou. “Eu o conheci quando ele vinha caminhando pela calçada, sempre o cumprimentava. O conheci quando minha filha, Cecilia Andrea, tinha apenas quatro anos, agora ela já tem 21”. Etelvina Sánchez, que sempre está com um terço “embora não sei rezar muito bem” e com o que reza pelo Santo Padre, conta que estava acostumada a conversar com o então Cardeal quando ele passava na frente da Catedral, levando sua maleta, mais ou menos às 10 ou 11 da manhã. “Eu estava aqui sentada. ‘Adeus Padre’, dizia-lhe. E descia para cumprimenta-lo. Daí ele ia embora e sempre me dizia a mesma coisa: ‘Reze por mim’. E agora, ele tem que rezar por nós, não é?”. Sobre como reagiu quando soube que ele tinha sido eleito Papa, esta avó conta que “não sabia se rir ou chorar. Ao princípio fiquei contente e depois muito triste porque me dei conta de que já não ia mais vê-lo”. “Tenho a esperança de que o Papa possa vir algum dia e vou cumprimentá-lo com os braços bem abertos, porque gostei dele como pessoa, sendo sacerdote ou o que seja, sempre me chamou a atenção”. Etelvina conta também que o então Arcebispo de Buenos Aires “nunca passava sério, sempre passava com um sorriso e eu gosto das pessoas que sorriem. No dia 7 de maio vou fazer 63 anos. Espero que o Cardeal (o Papa) me mande um presente de Roma. Espero que se lembre de mim porque eu tenho muito carinho por ele, gosto muito dele”. #dele #sendo #Aires #cecilia #Ele #tinha #voufazer #pela #eagora #reza #filha #consolo #muitobom #vir #algumdia #demaio #Bergoglio #umamulher #maleta #Cardeal
- “Toda ideologia é uma falsificação do Evangelho”
Cidade do Vaticano, 19 de Abril de 2013 (Zenit.org) Luca Marcolivio | 724 visitas A humildade é uma condição necessária se queremos acolher a palavra de Deus e converter-nos. Disse Papa Francisco durante a missa matutina na capela da casa Santa Marta, celebrada desta vez na presença de alguns funcionários da Imprensa Vaticana e do L’Osservatore Romano. Articulando a sua homilia sobre as leituras do dia (Atos 9, 1-20; Jo 6, 52-59), o Santo Padre recordou a história da conversão de São Paulo, que, depois de ter perseguido Jesus, o acolhe, porque, apesar da sua mente estar perplexa, o seu coração está aberto a Cristo. Uma atitude semelhante é a de Ananias, enquanto os doutores da lei respondem a Jesus com total fechamento e hostilidade. A voz de Jesus, disse Francisco, “passa pela nossa mente e vai ao coração, porque Jesus procura a nossa conversão”. Paulo e Ananias, acolhendo a Cristo na sua vida, “respondem como os grandes da história da salvação, com Jeremias, Isaías”. A confusão e a incerteza são típicos de todos os profetas, incluindo Moisés, que se pergunta: “Mas, Senhor, eu não sei falar, como irei dizer isso aos egípcios?” enquanto a Virgem Maria encontra-se a conceber o Filho de Deus, o Salvador da humanidade, sem ser casada, ou “conhecer homem”. O salto de qualidade típico de todos os profetas e santos é a “resposta de humildade”, ou a aceitação da Palavra de Deus “com o coração”. Todo o contrário da lei, que “respondem só com a cabeça” e assim se fazem impermeáveis para qualquer conversão. Atualizando o conceito, Papa Francisco identificou nos “grandes teólogos” do nosso tempo, outra categoria de pessoas que “respondem somente com a cabeça”, e não compreendem que a Palavra de Jesus “vai para o coração porque é Palavra de amor, é palavra bonita e traz o amor, nos faz amar” Quando eles descobrem que quem não comer a carne de Jesus e não beber Seu sangue, não vai ganhar a vida eterna, entram em crise: não conseguem ir além do conceito material e convencional do ato de comer carne. Entra portanto um “problema de intelecto” e quando a ideologia entra “na inteligência do Evangelho, não se entende nada”, observou o Pontífice. Nem mesmo o “moralismo” é uma estrada viável: mesmo quem insiste em ver em Jesus uma mera “estrada do dever”, de fato, cai na armadilha da pretensão de compreender tudo somente “com a cabeça”. Quem tem uma atitude assim carrega tudo “sobre os ombros dos fieis”. Toda ideologia, acrescentou o Papa Francisco, “é uma falsificação do Evangelho” e aqueles que a sustentam são “intelectuais sem talento, eticistas sem bondade”; não entendem nem sequer de beleza. Ao longo da estrada do amor, da beleza e do Evangelho avançam pelo contrário os Santos que, com a humildade da sua conversão, “levam adiante a Igreja”. A oração final do Santo Padre foi portanto por uma Igreja de coração aberto, livre de “qualquer interpretação ideológica” e fundamenta somente no Evangelho “que nos fala do amor e nos leva ao amor” e “nos faz belos”, dando-nos “a beleza da santidade”. [Tradução do Italiano por Thácio Siqueira] (19 de Abril de 2013) © Innovative Media Inc. #passa #Homem #SantoPadre #Deus #ter #Nossa #atitude #matutina #desta #Vaticana #Jeremias #aberto #ananias #zenit #losservatoreromano #Imprensa #Missa #casasantamarta #Capela #seucoração





































