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- Os cristãos devem assumir as consequências do seu Batismo, recorda o Papa Francisco
VATICANO, 18 Abr. 13 / 03:25 pm (ACI/EWTN Noticias).- Ao celebrar na manhã de ontem a Missa cotidiana na casa Santa Marta junto aos trabalhadores do Vaticano, o Papa Francisco recordou que os cristãos devem assumir as consequências do seu Batismo e anunciar a Cristo porque sem este compromisso a Igreja deixa de ser mãe. Quando deixamos de anunciar a Cristo “a Igreja deixa de ser mãe, converte-se em uma babá, que cuida das crianças para fazer com que elas durmam. É uma Igreja em estado latente”, assim “pensemos em nosso batismo, na responsabilidade do nosso batismo”, explicou. O Santo Padre recordou que “ser cristão não é estudar uma carreira para converter-se em um advogado ou em um médico cristão, não. Ser cristão é um dom que nos impulsiona para ir para frente com a força do Espírito para anunciar a Jesus Cristo”. “Há uma grande responsabilidade para nós os batizados: anunciar a Cristo, levar adiante a Igreja, esta maternidade fecunda da Igreja”, insistiu o Papa. “Às vezes pensamos: ‘Não, mas se eu sou cristão. Fui batizado, fiz a crisma, a primeira comunhão… e pronto’. E agora, posso dormir tranquilamente, sou um cristão. Mas… Onde está o poder do Espírito que te leva a caminhar?”, questionou. “Faz falta ser fiéis ao Espírito para anunciar a Jesus com nossa vida, com nosso testemunho e com nossas palavras”. O Pontífice recordou as perseguições no Japão no século XVII, quando os missionários católicos foram expulsos e as comunidades cristãs se mantiveram por 200 anos sem sacerdotes. Quando voltaram, os missionários encontraram “todas as comunidades em seu lugar, todos batizados, catequizados, todos se casaram na Igreja”, e isso se deu “graças ao trabalho dos batizados”. Durante a perseguição dos primeiros cristãos –recordou o Papa-, Maria “orava muito”, e alentou os batizados para que sigam adiante com valentia diante da violenta perseguição que começou depois do martírio de São Estevão. “Isto é um pouco o estilo de vida da Igreja: entre a paz da caridade e a perseguição”. É o que ocorre sempre na história “porque é o estilo de Jesus”, disse. Com a perseguição, muitos fiéis fugiram e ficaram sozinhos no anúncio do Evangelho, sem sacerdotes, abandonaram sua casa, não tinham nada, estavam em perigo, mas caminharam de lugar em lugar, anunciando a Palavra. “Levavam com eles a riqueza que tinham: a fé. A riqueza que o Senhor lhes tinha dado… Mas tinham o valor de caminhar e anunciar. E acreditavam neles! E faziam milagres!”, exclamou Francisco. “Estes primeiros cristãos, que só tinham o poder do batismo, o que lhes deu a valentia apostólica, a força do Espírito, faz-me pensar em nós, batizados. E me pergunto se temos esta força e penso: Mas realmente acreditamos que com o batismo basta, que é suficiente para evangelizar?”. “Peçamos ao Senhor a graça de ser batizados valentes e confiados no Espírito que temos em nós, recebido no batismo, que sempre nos anima a proclamar a Jesus Cristo em nossa vida, através de nosso testemunho e também com nossas palavras”, concluiu. #elas #Nossa #ACI #JesusCristo #Sacerdotes #ewtn #ao #sem #foram #Advogado #Missa #casasantamarta #assim
- Papa Francisco na Audiência geral: No Céu Jesus é sempre nosso defensor!
Vaticano, 17 Abr. 13 / 10:44 am (ACI).- Diante dos milhares de peregrinos que encheram na manhã desta quarta-feira 17 de abril, o Papa Francisco, continuando as catequeses sobre o Credo falou da parte que toca a Ascensão de Jesus ao Céu. Primeiramente Francisco explicou que no Credo, encontramos a afirmação de que Jesus “subiu aos céus e está sentado à direita do Pai”. “A vida terrena de Jesus culmina no evento da Ascensão, que é quando ele passar deste mundo para o Pai, e é elevado à sua direita. Qual é o significado deste evento? Quais são as consequências para a nossa vida?”. “O Catecismo da Igreja Católica afirma que “a elevação na cruz significa e anuncia a elevação da ascensão ao céu” (n. 661). Também devemos ser claros em nossa vida cristã, que entrar na glória de Deus requer fidelidade quotidiana à sua vontade, mesmo quando exige sacrifício, ele exige tempo para mudar nossos planos”, explicitou. O Santo Padre destacou que “a Ascensão de Jesus realmente aconteceu no Monte das Oliveiras, perto do lugar onde ele se retirou em oração antes de sua paixão para ficar em profunda união com o Pai, mais uma vez, vemos que a oração nos dá a graça de viver fiel ao projeto Deus.” Não tenhamos medo de nos dirigir ao Senhor e pedir perdão, bênçãos e misericórdia. Ele nos perdoa sempre. Deus é o nosso advogado. Ele nos defende sempre! Não se esqueçam disso.” Na narração que São Lucas faz do acontecimento, dois elementos chamam a atenção: enquanto era elevado, Jesus abençoava os discípulos que se prostraram diante dele; em seguida, estes voltaram para Jerusalém cheios de alegria. “No final do seu Evangelho, São Lucas narra o evento da Ascensão muito brevemente. Jesus levou os discípulos “para fora, até Betânia e, levantando as mãos, os abençoou. Enquanto os abençoava, apartou-se deles e foi elevado ao céu. E prostraram-se diante dele, e depois voltaram para Jerusalém com grande alegria, e estavam continuamente no templo, bendizendo a Deus”. “Eu gostaria de salientar –prosseguiu o Papa- dois elementos da narração. Primeiro, durante a Ascensão de Jesus cumpriu o gesto de bênção sacerdotal e, certamente, os discípulos expressaram a sua fé com a prostração, de joelhos, inclinando a cabeça. Este é um primeiro ponto importante: Jesus é o único e eterno Sacerdote, que com sua paixão atravessou a morte e o túmulo e ressuscitou e subiu aos céus está com Deus Pai, intercedendo para sempre em nosso favor (cf. Hb 9:24)”. “Como diz São João em sua Primeira Epístola Ele é o nosso advogado, que bom ouvir isso! Quando alguém é chamado pelo tribunal ou ser causa, a primeira coisa que ele faz é procurar um advogado para defendê-lo. Nós não temos um, que sempre defende, protege-nos das ciladas do demônio, nos defende de nós mesmos, de nossos pecados! ” Um segundo elemento: São Lucas menciona que os apóstolos, depois de verem Jesus subir ao céu voltaram para Jerusalém “com grande alegria”. Isto parece um pouco estranho. Normalmente, quando estamos separados de nossas famílias, nossos amigos, e na partida final, principalmente por causa da morte, há em nós uma tristeza natural, porque nós não vamos ver seu rosto, não ouviremos a sua voz mais, não podemos desfrutar mais do seu carinho, sua presença. Em vez disso, o evangelista ressalta a profunda alegria dos Apóstolos. Mas por quê? Porque, com os olhos da fé, eles entendem que, apesar de retirado dos seus olhos, Jesus permanece com eles para sempre, não os abandona, e para a glória do Pai, os os apoia, orienta e intercede por eles”. “Queridos irmãos e irmãs, temos este advogado: não temos medo de ir até ele para pedir perdão, para pedir a bênção, para pedir por misericórdia! Ele sempre nos perdoa, é o nosso advogado nos defende sempre! Por isso, ao professar no Credo que Jesus “subiu aos Céus, onde está sentado à direita do Pai”, estamos afirmando que Jesus continua no nosso meio, mas de um modo novo. Cristo, junto do Pai, transcende o espaço e o tempo, e por isso pode estar junto de cada um de nós”, afirmou o Santo Padre. “Na nossa vida nunca estamos sós: o Senhor Crucificado e Ressuscitado nos guia”, concluiu. Após a catequese o Papa Francisco saudou as dezenas de milhares de peregrinos nas várias línguas, incluindo a língua portuguesa: “Queridos peregrinos de língua portuguesa: sede bem-vindos! Saúdo aos grupos vindos de Brasília, Uberlândia e São Paulo. Lembrai-vos que nunca estais sós: o Senhor crucificado e ressuscitado vos guia, em casa com as vossas famílias e no trabalho, nas dificuldades e nas alegrias, para que leveis ao mundo a primazia do amor de Deus. Obrigado pela vossa presença!” #SãoLucas #quartafeira #Evangelho #Deus #Ele #Nossa #quais #fora #narra #deste #evento #passar #Tempo #Jesus #Catecismo #estes
- Papa Francisco e o milagre eucarístico de Buenos Aires
O atual Papa Francisco conduziu investigação para comprovar um dos maiores milagres eucarísticos da história recente, ocorrido em Buenos Aires em 1996. Foi o chamado Milagre Eucarístico de Buenos Aires, onde uma Hóstia Consagrada tornou-se Carne e Sangue. O Cardeal Jorge Bergoglio, Arcebispo de Buenos Aires, hoje Papa Francisco, ordenou que se chamasse um fotógrafo profissional para tirar fotos do acontecimento para que os fatos não se perdessem. Depois foram conduzidas pesquisas de laboratório coordenadas pelo Dr. Castanon. Os Estudos mostraram que a matéria colhida da Hóstia era uma parte do ventrículo esquerdo, músculo do coração de uma pessoa com cerca de 30 anos, sangue tipo AB de uma pessoa que tivesse sofrido muito com a morte, tendo sido golpeado e espancado. Os cientistas que realizaram o exame e os estudos não sabiam que era material proveniente de uma Hóstia Consagrada, isso só lhes foi revelado após a análise, e foram surpreendidos porque haviam encontrado glóbulos vermelhos, glóbulos brancos pulsando durante a análise, como se o material tivesse sido colhido direto de um coração ainda vivo. A Hóstia Consagrada tornou-se Carne e Sangue Às 19h de 18 de agosto de 1996, o Padre Alejandro Pezet celebrava a Santa Missa em uma igreja no centro comercial de Buenos Aires. Como estava já terminando a distribuição da Sagrada Comunhão, uma mulher veio até a ele e informou que tinha encontrado uma hóstia descartada em um candelabro na parte de trás da igreja. Chegando ao lugar indicado, o Padre Alejandro Pezet viu a hóstia profanada. Como ele não pudesse consumi-la, colocou-a em uma tigela com água, como manda a norma local, e colocou-a no Santuário da Capela do Santíssimo Sacramento, aguardando que dissolvesse na água. Na segunda-feira, 26 de agosto, ao abrir o Tabernáculo, viu com espanto que a Hóstia havia se tornado uma substância sangrenta. Relatou o fato então ao Arcebispo local, Cardeal Dom Jorge Bergoglio, que determinou que a Hóstia fosse fotografada profissionalmente. As fotos foram tiradas em 6 de setembro de 1996. Mostram claramente que a Hóstia, que se tornou um pedaço de Carne sangrenta, tinha aumentado consideravelmente de tamanho. Análises Clínicas Durante anos, a Hóstia permaneceu no Tabernáculo e o acontecimento foi mantido em segredo estrito. Desde que a Hóstia não sofreu decomposição visível, o Cardeal Bergoglio decidiu mandar analisá-la cientificamente. Uma amostra do Tecido foi enviado para um laboratório em Buenos Aires. O laboratório relatou ter encontrado células vermelhas e brancas do sangue e do tecido de um coração humano. O laboratório também informou que a amostra de Tecido apresentava características de material humano ainda vivo, com as células pulsantes como se estivessem em um coração. Testes e análises clínicas: “Não há explicação científica” Em 1999, foi solicitado ao Dr. Ricardo Castañón Gomez que realizasse alguns testes adicionais. Em 5 de outubro de 1999, na presença de representantes do Cardeal Bergoglio, o Dr. Castañón retirou amostras do tecido ensanguentado e enviou a Nova York para análises complementares. Para não prejudicar o estudo, propositalmente não foi informado à equipe de cientistas a sua verdadeira origem. O laboratório relatou que a amostra foi recebida do tecido do músculo do coração de um ser humano ainda vivo. Cinco anos mais tarde (2004), o Dr. Gomez contatou o Dr. Frederic Zugibe e pediu para avaliar uma amostra de teste, novamente mantendo em sigilo a origem da amostra. Dr. Zugibe, cardiologista renomado, determinou que a matéria analisada era constituída de “carne e sangue” humanos. O médico declarou o seguinte: “O material analisado é um fragmento do músculo cardíaco que se encontra na parede do ventrículo esquerdo, músculo é responsável pela contração do coração. O ventrículo cardíaco esquerdo bombeia sangue para todas as partes do corpo. O músculo cardíaco tinha uma condição inflamatória e um grande número de células brancas do sangue, o que indica que o coração estava vivo no momento da colheita da amostra, já que as células brancas do sangue morrem fora de um organismo vivo. Além do mais, essas células brancas do sangue haviam penetrado no tecido, o que indica ainda que o coração estava sob estresse severo, como se o proprietário tivesse sido espancado.” Evidentemente, foi uma grande surpresa para o cardiologista saber a verdadeira origem do tecido. Dois cientistas australianos, o cientista Mike Willesee e o advogado Ron Tesoriero, testemunharam os testes. Ao saberem de onde a amostra tinha sido recolhida, demonstraram grande surpresa. Racional, Mike Willesee perguntou ao médico por quanto tempo as células brancas do sangue teriam permanecido vivas se tivessem vindo de um pedaço de tecido humano que permaneceu na água. “Elas deixariam de existir em questão de minutos”, disse o Dr. Zugibe. O médico foi então informado que a fonte da Amostra fora inicialmente deixada em água durante um mês e, em seguida, durante três anos em um recipiente com água destilada, sendo depois retirada para análise. Dr. Mike Willesee Zugibe declarou que não há maneira de explicar cientificamente este fato: “Como e por que uma Hóstia Consagrada pode mudar e tornar-se Carne e Sangue humanos? Permanece um mistério inexplicável para a ciência, um mistério totalmente fora da minha jurisdição”. Abaixo, um vídeo com o depoimento do Dr. Castañón e imagens do Milagre. [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=qbg_dhI4XCs[/youtube] #pezet #veio #Fotos #ao #centrocomercial #norma #tornado #jorgebergoglio #ochamado #hoje #Milagres #26deagosto #Missa #Cardeal
- A calúnia destrói a obra de Deus e nasce do ódio, adverte o Papa Francisco
VATICANO, 15 Abr. 13 / 02:15 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco refletiu em sua homilia desta manhã no Domus Santa Marta sobre a força destruidora da calúnia, a que considerou “pior” do que um pecado porque nasce do ódio e busca destruir a obra de Deus. O Papa comentou as leituras de hoje e destacou o episódio de São Estevão, o primeiro mártir da Igreja, que foi levado ante o Sinédrio por causa do seu testemunho do Evangelho. O Pontífice explicou que Estevão foi uma vítima da calúnia. É acusado de “falso testemunho” e não protagoniza uma “luta justa, entre homens de bem” porque seus inimigos escolheram o caminho de uma luta suja, “o caminho da calúnia”. Adicionou que a calúnia é pior que o pecado – uma expressão direta de Satanás. “Todos somos pecadores, todos cometemos pecados, mas a calúnia é outra coisa. É obvio que também é um pecado, mas é algo mais. A calúnia quer destruir a obra de Deus, e nasce de uma coisa muito ruim: nasce do ódio e o ódio é a obra de Satanás. A calúnia destrói a obra de Deus nas pessoas, em suas almas”. “Onde há calúnia, está o mesmo Satanás”, adicionou. Fazendo referência ao relato bíblico, o Papa recordou que Estevão não mentiu para salvar-se. “Ele olhou para o Senhor e obedeceu a lei” e considerou isto que é o que ocorre com a história da Igreja porque desde o primeiro mártir até hoje, há numerosos exemplos de valentes testemunhas do Evangelho. “Mas o tempo dos mártires não terminou, até hoje podemos dizer com verdade, que a Igreja tem agora mais mártires que nos primeiros séculos. A Igreja tem muitos homens e mulheres que são caluniados, que são perseguidos, que são assassinados por ódio a Jesus, por ódio à fé: alguns são assassinados porque ensinam o catecismo, outros são assassinados por carregar a cruz. Hoje, em muitos países, são difamados, são perseguidos. São nossos irmãos e irmãs que sofrem hoje neste tempo de mártires”, afirmou. Para o Papa, esta é um “tempo de grande confusão espiritual” e evocou um antigo ícone russo que apresenta à Virgem Maria cobrindo o povo de Deus com seu manto. “Peçamos a Nossa Senhora que nos proteja, e em tempos de turbulência espiritual o lugar mais seguro é debaixo do manto de Nossa Senhora. Ela é a mãe que cuida da Igreja, E neste tempo de mártires, ela é a protagonista, a protagonista da proteção. Ela é a Mãe (…) Digamos com fé: Mãe, a Igreja está sob sua proteção. Cuida da Igreja”. #Relato #domus #Deus #ACI #otempo #desta #ewtn #ao #Ágora #santamarta #Jesus #Catecismo
- Razões a favor do aborto
O aborto seria aprovável até a 12.ª semana de gestação porque o tubo neural do feto ainda não se formou? Assim, a sua condição equivaleria à de um morto cerebral? Mas se assim fosse, como justificar os estudos e práticas de psicologia e de psiquiatria que se ocupam da vida humana desde uma fase bem anterior a 12 semanas de gestação? A condição de um morto cerebral nunca pode ser equiparada à de um feto, que está em plena dinâmica vital. Na vida humana, não se pode estabelecer uma fase que já não seja humana desde o seu primeiro início, na fecundação. Aquilo que aparece na 13.ª semana já existia também desde a primeira semana de gestação: um ser humano vivo. Embora ainda não esteja completo, ele já existe em sua identidade humana, que não se inicia somente na 13.ª semana de gestação. Legalizar o aborto valorizaria a autonomia da mulher e o respeito pela sua decisão livre? A questão não está bem colocada. A decisão não envolve exclusivamente a mulher, mas também a vida de mais um ser humano; e a liberdade de um não pode prejudicar o direito do outro. O feto ou bebê, enquanto é gerado, não é parte do corpo da mulher, mas já é um outro ser humano, que tem o direito de viver e de ser amado. O aborto implica a supressão da vida de um ser humano e esse ato não pode ser considerado um direito de ninguém, nem valorizaria a dignidade da mulher. Sabe-se quantas consequências e quantos sofrimentos, inclusive psíquicos, esse ato causa à mulher. O sofrimento de uma gravidez indesejada ou difícil pode ser aliviado e não pode ser equiparado ao dano causado por um aborto, sobretudo porque se trata de uma vida suprimida. Afirma-se que o Estado brasileiro é laico e não deveria levar em conta argumentos de tipo religioso. Esse é um sofisma frequente e mal esconde uma discriminação religiosa contra o direito à livre manifestação dos cidadãos. Além disso, os direitos humanos independem de religião e valem para todos, tanto como benefício quanto como imperativo ético. No caso do aborto, não se trata de questão religiosa, mas do mais elementar direito humano à vida. Países desenvolvidos seriam favoráveis ao aborto e só os obscurantistas, fundamentalistas e fanáticos seriam contrários à sua aprovação. Será mesmo? Dar aos adultos e fortes a possibilidade de dispor da vida de indefesos e inocentes, até ao ponto de suprimi-los, não parece um sinal de verdadeiro desenvolvimento, mas de retorno à lei da selva. O bem da sociedade justificaria a eliminação dos indesejados, dos defeituosos e doentes, das “vidas inviáveis” antes mesmo de nascerem? Foi com semelhantes raciocínios, habilmente apresentados, que regimes totalitários, cruéis e desumanos eliminaram milhões de seres humanos considerados inferiores ou não dignos de viver. A maioria das pessoas seria favorável ao aborto? Isso requer uma verificação séria, pois não parece verdade. Mesmo se fosse, o direito de matar pessoas não pode ser submetido à vontade da maioria; há coisas que independem de consenso por serem verdades ou direitos inalienáveis. Ninguém pensaria em submeter a uma decisão consensual o direito a respirar, comer ou dormir. Muito menos ainda, o direito de viver! A violência sexual, que viola a “dignidade sexual” da mulher, ou certas situações de injustiça social, que dão origem à pobreza, legitimariam, talvez, o aborto? O problema é que, dessa forma, se decretaria de maneira simplista a pena de morte contra um ser humano inocente e indefeso, em vez de atingir os verdadeiros culpados por injustiças e violências. Fala-se que há males que vêm para bem. Assim, mesmo admitindo que o aborto seja um mal, considera-se que dele resultaria um bem, pois se evitariam os sofrimentos de “vidas inúteis”, o fardo social de seres humanos improdutivos, o aumento da pobreza e a temida explosão demográfica. É preciso lembrar, contudo, que os fins não justificam os meios. Os males sociais e os da saúde precisam ser enfrentados, mas jamais mediante a negação do direito à vida das pessoas. Diz-se ainda que os países mais desenvolvidos já liberaram o aborto e a não legalização dessa prática seria um sinal de atraso. Por certo, o descontrole na prática do aborto em clínicas especializadas, ou por mãos inexperientes, é um sinal de atraso e de pouco respeito à vida humana ou à lei que a protege. A solução seria, então, a legalização do aborto? Não o seria, antes, mediante uma atenção maior à saúde das gestantes e à educação para comportamentos sexuais dignos e responsáveis, sem o recurso à fórmula simplista e inaceitável da supressão de vidas indefesas e inocentes? Não é por demais inglório manifestar-se sobre essa questão antipática, recebendo o carimbo de “conservador” e “mente fechada”? Dia mais, dia menos, o aborto será aprovado; existem pressões muito fortes sobre os legisladores e diversos interesses estão em jogo. Vale mesmo a pena? Eis o problema. A questão delicada da dignidade humana e do direito à vida é demasiado séria para ficar refém da pressão ideológica. Não é questão religiosa, mas de direitos humanos. Só haveria uma maneira de mudar essa visão: se fosse provado, de maneira convincente, que o feto ou o bebê ainda não nascido não é um ser humano. Mas esse é um outro discurso, longo e complexo. Afirmamos que é um ser humano e, portanto, seu mais elementar direito, que é viver, não lhe deve ser negado. Publicado em O ESTADO DE S.PAULO ed. 13/4/2013 Cardeal dom Odilo Scherer #respeito #envolve #aparece #Aborto #somente #Humana #autonomia
- Podemos viver como filhos Deus em autêntica liberdade, exclama o Papa em sua catequese
Vaticano, 10 Abr. 13 / 11:25 am (ACI).- Na Audiência Geral desta Quarta-feira, o Papa Franciscomeditou sobre a esperança cristã e a relação de filhos, que graças à vitória deCristo sobre a morte, podemos ter com Deus, somos realmente capazes de viver àaltura desta dignidade, e devemos nutrir esta relação com a Palavra de Deus e ossacramentos vivendo assim uma vida na qual Deus é o centro. “Na cruz, Jesus ofereceu-Se a Si mesmo, tomando sobre Si osnossos pecados, mas, na ressurreição, venceu-os, libertou-nos deles e abriu-nosa estrada para a nova condição de filhos de Deus. Esta é o maior dom querecebemos do mistério pascal de Jesus. E a nossa vida será nova, se noscomportarmos como verdadeiros filhos (…), disse o Papa. “Devemos ter a coragem da fé, não nos deixando levar pelamentalidade que afirma: «Deus não é solução, não tem nada de importante parati». Na verdade é precisamente o contrário! Por exemplo, a ressurreição deJesus é tão importante, que, «se Cristo não ressuscitou – escreve São Paulo –,é vã a nossa fé». Na verdade, a nossa fé apoia-se sobre a morte e ressurreiçãode Cristo, como uma casa está apoiada sobre os alicerces: se estes cedem, cai acasa”, ressaltou. Falando que no batismo, chegamos, graças à Ressurreição deCristo, a ter uma relação filial com Deus, o Papa Francisco afirmou que esta “écomo um tesouro guardado em um lugar de nossas vidas, mas que deve crescer, seralimentada todos os dias ouvindo a Palavra de Deus, com a oração, aparticipação nos sacramentos, especialmente os da Penitência e daEucaristia ecaridade. “Nós podemos viver como filhos! E esta é a nossa dignidade -nós temos a dignidade dos filhos, (…) isto significa que a cada dia devemosdeixar que Cristo nos transforme e nos faça como Ele, significa para tentarviver como cristãos, para tentar segui-lo, mesmo vendo as nossas limitações enossas fraquezas. A tentação de deixar Deus de lado para nos colocarmos nocentro está sempre à mão e a experiência do pecado fere a nossa vida cristã, anossa condição de filhos de Deus”, acrescentou o Pontífice. “Queridos irmãos e irmãs, é preciso primeiro ter firmementea esperança e devemos ser um sinal visível, claro, brilhante para todos. OSenhor Ressuscitado é a esperança que nunca falha, que não decepciona (Rm 5:5).A esperança não decepciona”, asseverou. “Quantas vezes, na esperança de nossa vida a esperança desaparece,como muitas vezes as expectativas que levamos no nosso coração não se realizam!A esperança dos cristãos é forte, segura e sólida nesta terra, onde Deus noschamou a caminhar, e está aberta à eternidade, porque está fundada em Deus, queé sempre fiel. Não devemos esquecer: Deus é sempre fiel”. “Queridos irmãos e irmãs, para aqueles que pedem razão daesperança que está em nós (cf. 1 Pd 3,15), assinalamos o Cristo Ressuscitado. (…)Mostramos a alegria de ser filhos de Deus, que nos dá a liberdade de viver emCristo, que é a verdadeira liberdade que nos salva da escravidão do mal, dopecado e da morte!”, exclamou. No final saudou Francisco saudou os peregrinos de língua portuguesa: Saúdo cordialmente os peregrinos de língua portuguesa, emparticular os grupos vindos de Coimbra e de São José do Rio Preto. A todosagradeço pela presença, desejando a cada um que possa crescer sempre mais navida nova de ressuscitados que Cristo nos conquistou. Que Deus vos abençoe! #Feira #Deus #Ele #ter #SãoPaulo #Nossa #pascal #desta #cadadia #nada #parati #todosos #Jesus #assim #estes
- Google difundirá grátis conteúdos de revista católica jesuíta
Roma, 08 Abr. 13 / 10:34 am (ACI/EWTN Noticias).- O gigante da internet Google entrou em contato com a Companhia de Jesus para incluir em seu serviço de livros gratuitos todos os números e fascículos publicados desde 1850 até 2007 pela revista “Civiltà Cattolica”, “Civilização Católica”, a revista dos Jesuítas. Para o Google, a revista jesuíta “contribui com valores à discussão no mundo virtual e na vida real, porque fala de temas de cultura geral a um nível mundial”, disse em uma entrevista concedida ao grupo ACI em 5 de abril, Giorgia Abeltino, a conselheira de Política Pública do Google na Itália. Abeltino, que é responsável pelas relações institucionais do Google na Itália, entre as que se incluem diversos projetos culturais sem fins lucrativos, assinalou que “é uma honra colaborar com uma revista tão conhecida como Civiltà Cattolica”. Conforme explica, a ideia de colaborar com uma revista católica nasceu do projeto “Google Livros”, a ferramenta do Google que permite descarregar de maneira gratuita os principais livros – sem direitos autorais-, das bibliotecas mundiais. Google se deu conta de que a revista dos jesuítas aparecia em um grande número de bibliotecas e esse foi o fator principal para entrar em contato com eles. “Chamou-nos muito a atenção”, afirma. Para colaborar com o Google, os jesuítas tiveram que eliminar os direitos autorais de muitos dos seus conteúdos, um gesto, que para o Google “foi realmente importante… –a revista católica- sempre manteve sua política de intercâmbio, diálogo, colaboração e de partilha”. “Compartilhar, a final das contas, é o que caracteriza o mundo virtual, assim que sua contribuição é fantástica para nós”. Ao falar da presença do conteúdo católico no mundo da Web, a representante do Google, explicou que ficou impressionada com o crescimento particular da circulação no canal de vídeo do Vaticano no YouTube. “É realmente incrível o número de visualizações que tiveram no último mês, assim como a participação, o intercâmbio e os comentários, significam que o mundo quer estar presente!”, exclamou. “Como não podem estar fisicamente presente, estão através da rede, e isto levou a um crescimento das buscas”, concluiu. A revista Civiltà Cattolica se pode encontrar na Web em língua italiana. No futuro se espera sua tradução a outros idiomas. Nela, os jesuítas escrevem de diversos temas como cultura, teologia, filosofia, história, sociologia, economia, política, ciência, literatura, arte e cinema. #projetos #pela #ACI #Youtube #Google #ferramenta #daweb #omundo #fins #Jesus #idéia #assim #civiltàcattolica #internetgoogle
- O mundo de cabeça para baixo: corte holandesa aprova Associação de Pedófilos
MADRI, 05 Abr. 13 / 02:06 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em uma decisão controvertida, um Tribunal de recurso na Holanda aprovou a existência de uma associação de pedófilos, que, em primeira instância, havia sido dissolvido no ano passado, considerando que esta não seria “uma ameaça para a desintegração da sociedade”. De acordo com o jornal ABC de Madri, a associação Martijn, que defende o sexo consensual entre crianças e adultos, poderá continuar suas funções, uma vez que o Tribunal de apelação de Arnhem, Leeuwarden, salientou que “o trabalho da associação é contrário à ordem pública, mas não há uma ameaça de desintegração da sociedade”. Apelando para a “liberdade de expressão”, o Presidente da Associação Martijn Uittenbogaard, apelou a decisão de um tribunal em Assen, que ordenou a dissolução do grupo de pedófilos em junho de 2012. Fundada em 1982, a associação Martijn, cuja sede era no distrito judicial de Arnhem, Leeuwarden, diz que ele é a favor da aceitação do sexo consentido entre adultos e crianças, mas indica que eles são contra qualquer tipo de abuso sexual. O recurso levantado contra a associação afirmava que os antecedentes criminais de alguns membros do abuso sexual poderiam estar relacionados com a associação, mas que eles nunca haviam cometido um crime tipificado como pedofilia. “O texto e imagens publicadas no site de Martijn são legais e nunca estimularam adultos a terem relações sexuais com crianças”, acrescenta o Tribunal que proferiu a controvertida decisão. O Tribunal porém assinalou que a associação é contrária a certos princípios da lei dos Países Baixos, porque “banaliza os perigos do contato sexual com crianças e fala bem destes contatos”. Por sua parte, o Presidente da associação, através de sua conta no Twitter, escreveu que “ainda existem sábios juízes, felizmente”. No dia 21 de novembro de 2011, o Tribunal de Leeuwarden rejeitou abrir um processo contra a associação. No entanto, o ex-presidente do mesma entidade, Ad van den Berg, foi condenado em 18 de outubro de 2011 na cidade de Haarlem a três anos de prisão, por posse de fotografias, filmes e revistas de pornografia infantil. #abc #terem #Tribunal #contatos #ACI #ojornal #ewtn #Imagens #pedofilia #baixos #certos #fala
- Milhares de franceses protestam contra “casamento” gay
As ruas de Paris voltaram a ser palco de uma mobilização contrária à política socialista do presidente François Hollande, que pretende legitimar o “casamento” gay na França até junho deste ano. Cerca de 1,4 milhão de pessoas (algumas informações defendem 300 mil) marcharam à frente da Torre Eiffel para dizer um forte “não” à equiparação dos relacionamentos homossexuais à família natural. Em meio a um público de diferentes idades e credos, a ocasião foi também uma oportunidade para unir católicos, protestantes e até muçulmanos em torno da defesa da família. E, para desespero dos militantes esquerdistas, a manifestação que aconteceu no último domingo, 24/03, contou com o apoio de vários homossexuais, sobretudo dos membros da Homovox, a maior associação homossexual do país. Essa é a terceira vez em que os franceses saem às ruas para repudiar o projeto da Ministra da Justiça francesa, Christiane Taubira, que busca a regularização da união civil entre pessoas do mesmo sexo. Em janeiro de 2013, a marcha teve o apoio de centenas de associações e grupos de diferentes credos que marcaram presença durante o ato para exigir do presidente François Hollande um referendo sobre o assunto. Embora a maioria dos franceses apoiem a proposta, a porcentagem dos que são contrários vêm crescendo dia após dia, em grande parte, devido a esses protestos. Foram as maiores manifestações públicas do país desde que a população resolveu protestar contra a reforma educacional em 1984. As lideranças gays, numa tentativa fracassada de fazer oposição às marchas em defesa da família, também se organizaram em manifestações. No entanto, apesar de todo o aparato da mídia progressista e do lobby de outras organizações, o número de participantes ficou muito aquém daquele presente nas manifestações rivais. Uma derrota vergonhosa para a ideologia de gênero e seus promotores. Quem achava que a família natural poderia ser subvertida mediante uma simples canetada do presidente percebeu que estava errado. Fator que só tende a reforçar o incisivo ensinamento da Igreja de que, nas palavras do Cardeal Joseph Ratzinger, “[n]enhuma ideologia pode cancelar do espírito humano a certeza de que só existe matrimônio entre duas pessoas de sexo diferente”. Se por um lado o governo já declarou que não tem a intenção de voltar atrás no projeto, por outro, a situação é uma ótima oportunidade para os franceses perceberem a farsa do discurso socialista e o pouco caso dessa ideologia em relação aos termos democráticos. Não importa que a lei natural diga que dois homens não são capazes de gerar um filho, não importa que a população se mostre contrária à proposta. A única coisa que importa para políticos dessa estirpe é fazer prevalecer seus ideais delirantes e imorais. Nem que para isso eles tenham que perseguir, condenar ou fazer uso das famosas guilhotinas de Robespierre e Napoleão. A criação de um “Observatório Nacional da Laicidade” para combater o que eles chamam de “patologia religiosa” já é um primeiro passo nesta direção. Uma coisa é certa, a histórica manifestação dos franceses não deixará indiferente a consciência da população, muito menos a de seus governantes. Prova disso vê-se na preocupação dos socialistas em relação à crescente atuação da Igreja no espaço do debate público. Mesmo que a absurda lei do “casamento” gay venha a ser aprovada, o presidente François Hollande não ficará imune à reprovação do país, algo que poderá se refletir nas próximas eleições. Há um despertar da fé no povo francês, isso é notório. E esse despertar é o que ajudará os franceses a perceberem que, no debate acerca da união entre pessoas do mesmo sexo, o que se está em jogo não são apenas convicções religiosas, como alguns querem fazer crer, mas a própria natureza e identidade do ser humano. Por: Equipe Christo Nihil Praeponere #ruas #ato #terceiravez #proposta #desespero #Paris #christianetaubira #apoio #crescendo #reformaeducacional #deste #relacionamentos #grandeparte #foram #projeto #defesa #torreeiffel
- O Papa exorta a meditar nesta Semana Santa na infinita paciência de Deus conosco
VATICANO, 26 Mar. 13 / 09:29 am (ACI/EWTN Noticias).- Nesta Segunda-feira Santa, o Papa Francisco fez um chamado a que, nesta Semana Santa, os católicos meditem na paciência que Deus tem com os pecados e as debilidades de cada um, pois seu amor é sempre superior a eles. Assim o indicou o Santo Padre em uma breve homilia na Missa que celebrou ontem na Casa Santa Marta, em que meditou sobre a paciência a partir da passagem evangélica em que Judas critica a Maria por ungir os pés de Jesus com perfume. A paciência “infinita” de Deus está refletida nesta passagem na qual Jesus é paciente com Judas. São João destaca no Evangelho que Judas não se preocupava com os pobres, mas se preocupava com o dinheiro que roubava. Jesus não lhe diz “você é um ladrão”, mas com seu amor “foi paciente com Judas, procurando atrai-lo a si com sua paciência, com seu amor”. “Fará bem para nós pensar nesta Semana Santa na paciência de Deus, naquela paciência que o Senhor tem conosco, com nossas debilidades, com nossos pecados”, exortou o Pontífice. “Quando pensamos na paciência de Deus. Isso é um mistério!”, exclamou o Papa. “Esta paciência que Ele tem conosco! Fazemos tantas coisas, mas Ele é paciente”. “É paciente como o pai que no Evangelho viu o filho de longe, aquele filho que foi embora com todo o dinheiro da herança”. E por que pôde vê-lo de longe? Pergunta-se o Papa: “porque, todos os dias, ia ao alto para olhar se o filho voltava”. Esta, disse Francisco, “é a paciência de Deus, esta é a paciência de Jesus”. “Pensemos em uma relação pessoal, nesta Semana: como foi na minha vida a paciência de Jesus comigo? Sobretudo isto. E logo sairá de nosso coração uma só palavra: ‘obrigado, Senhor, obrigado pela sua paciência!’” #Evangelho #Deus #Judas #minhavida #Homilia #passagem #ao #perfume #eles #osdias #nestasegunda #SemanaSanta #segundafeira #atrai #Vaticano #coisas #Jesus #meditar #Missa #assim
- Papa recorda a Alegria, o Mistério da Cruz e os Jovens em sua homilia de Domingo de Ramos
VATICANO, 24 Mar. 13 / 03:25 pm (ACI).- Em sua primeira Missa de Domingo de Ramos como Sumo Pontífice o Papa Francisco falou sobre o mistério da cruz e recordou a Jornada Mundial da Juventude, celebrada anualmente em Roma e em outras dioceses do mundo nesta data litúrgica e que a cada 3 ou 2 anos também se realiza em algum país eleito pelo próprio Santo Padre. Francisco falou também sobre a edição do evento que se realiza este ano no Brasil. Falando inicialmente da multidão que louva Jesus em sua entrada a Jerusalém cantando “Hosana ao Filho de Davi”, o Papa Francisco afirmou: “No início da Missa, também nós o repetimos. Agitamos os nossos ramos de palmeira e de oliveira. Também nós acolhemos Jesus; também nós expressamos a alegria de acompanhá-Lo, de senti-Lo perto de nós, presente em nós e em meio a nós, como um amigo, como um irmão, também como rei, isto é, como farol luminoso da nossa vida. Jesus é Deus, mas se abaixou para caminhar conosco”. “É o nosso amigo, o nosso irmão. Quem nos ilumina no caminho. E assim O acolhemos. E esta é a primeira palavra que gostaria de dizer a vocês: alegria! Nunca sejam homens e mulheres tristes: um cristão não pode nunca sê-lo! Não vos deixeis invadir pelo desânimo! A nossa não é uma alegria que nasce do fato de possuirmos muitas coisas, mas de termos encontrado uma Pessoa: Jesus, que está em meio a nós; nasce do saber que com Ele nunca estamos sozinhos, mesmo nos momentos difíceis, mesmo quando o caminho da vida é confrontado com problemas e obstáculos que parecem insuperáveis, e há tantos!”, exortou o Papa. O Papa recordou aos presentes que “Jesus não entra na Cidade Santa para receber as honras reservadas aos reis terrenos, a quem tem poder, a quem domina; entra para ser flagelado, insultado e ultrajado, como preanuncia Isaías na Primeira Leitura (cf. Is 50, 6); entra para receber uma coroa de espinhos, uma vara, um manto de púrpura, a sua realeza será objeto de escárnio; entra para subir ao Calvário carregado em uma madeira”. “Jesus entra em Jerusalém para morrer na Cruz”, recalcou o Santo Padre. “E é precisamente aqui que brilha o seu ser Rei segundo Deus: o seu trono real é o madeiro da Cruz! Penso naquilo que Bento XVI dizia aos Cardeais: vós sois príncipes, mas de um Rei crucificado. Aquele é o trono de Jesus. Jesus toma sobre si… Por que a Cruz? Porque Jesus toma sobre si o mal, a sujeira, o pecado do mundo, também o nosso pecado, de todos nós, e o lava, o lava com o seu sangue, com a misericórdia, com o amor de Deus”, completou. Francisco recordou também que “há 28 anos o Domingo de Ramos é o Dia da Juventude!” “Queridos jovens, eu os vi na procissão, quando vocês entraram; imagino-vos fazendo festa ao redor de Jesus, agitando os ramos de oliveira; imagino-vos gritando o seu nome e expressando a vossa alegria por estardes com Ele! Vós tendes uma parte importante na festa da fé! Vós nos trazeis a alegria da fé e nos dizeis que devemos viver a fé com um coração jovem, sempre: um coração jovem, mesmo aos setenta, oitenta anos! Coração jovem! Com Cristo o coração não envelhece nunca!”, disse o Papa aos milhares de jovens presentes na celebração realizada na Praça de São Pedro. “Entretanto, todos sabemos e vós o sabeis bem, que o Rei que seguimos e que nos acompanha é muito especial: é um Rei que ama até à cruz e nos ensina a servir, a amar. E vós não tendes vergonha da sua Cruz! Antes, abraçam a Cruz, porque compreendem que é na doação de si mesmo, na doação de si mesmo, no sair de si mesmo, que se alcança a verdadeira alegria e que com o amor de Deus Ele venceu o mal. Vós levais a Cruz peregrina por todos os continentes, pelas estradas do mundo! Vocês a levaram respondendo ao convite de Jesus “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (cf. Mt 28, 19), que é o tema da Jornada da Juventude deste ano. Vocês a levam para dizer a todos que, na cruz, Jesus abateu o muro da inimizade, que separa os homens e os povos, e trouxe a reconciliação e a paz”, completou o Papa Francisco ao dirigir-se aos jovens. Por último, o Papa Francisco falou sobre a Jornada Mundial da Juventude que este ano será celebrada no Rio de Janeiro entre os dias 23 e 28 de julho. “Olho com alegria para o próximo mês de Julho, no Rio de Janeiro! Vinde! Encontramo-nos naquela grande cidade do Brasil! Preparai-vos bem, sobretudo espiritualmente, nas vossas comunidades, para que este Encontro seja um sinal de fé para o mundo inteiro. Os jovens devem dizer ao mundo: é bom seguir Jesus; é bom caminhar com Jesus; é boa a mensagem de Jesus; é bom sair de si mesmo, às periferias do mundo e da existência para levar Jesus! Três palavras: alegria, cruz, jovens”. “Peçamos a intercessão da Virgem Maria. Que Ela nos ensine a alegria do encontro com Cristo, o amor com que O devemos contemplar ao pé da cruz, o entusiasmo do coração jovem com que O devemos seguir nesta Semana Santa e por toda a nossa vida. Assim seja”, concluiu o Santo Padre. #quemnos #SantoPadre #reis #Deus #Nossa #farol #domingoderamos #PapaFrancisco #Ramos #jornadamundial #mundialdajuventude #aos #ao #louva #Vaticano #cf #Roma #Davi #Sumo #Jesus #Missa #nesta
- O Papa na Missa inaugural de seu pontificado: O verdadeiro poder é o serviço
VATICANO, 19 Mar. 13 / 03:27 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em sua homilia pela Missa de inauguração de seu pontificado, celebrada na manhã de hoje na Praça de São Pedro ante centenas de milhares de fiéis, o Papa Francisco assegurou que “o verdadeiro poder é o serviço”. Ante os fiéis reunidos na Praça de São Pedro, o Santo Padre assinalou que “é certo que Jesus Cristo deu um poder a Pedro, mas de que poder se trata? À tríplice pergunta de Jesus a Pedro sobre o amor, segue-se o tríplice convite: apascenta os meus cordeiros, apascenta as minhas ovelhas”. “Não esqueçamos jamais que o verdadeiro poder é o serviço, e que o próprio Papa, para exercer o poder, deve entrar sempre mais naquele serviço que tem o seu vértice luminoso na Cruz”. O Papa, disse o Santo Padre, “deve olhar para o serviço humilde, concreto, rico de fé, de São José e, como ele, abrir os braços para guardar todo o Povo de Deus e acolher, com afeto e ternura, a humanidade inteira, especialmente os mais pobres, os mais fracos, os mais pequeninos”. Os mais pequeninos e débeis, indicou, são os que “Mateus descreve no Juízo final sobre a caridade: quem tem fome, sede, é estrangeiro, está nu, doente, na prisão. Apenas aqueles que servem com amor capaz de proteger”. Refletindo sobre a Solenidade de São José, que a Igreja celebra hoje, o Papa Francisco recordou ao Bispo Emérito de Roma Bento XVI, assinalando que “é também o onomástico do meu venerado Predecessor: acompanhamo-lo com a oração, cheia de estima e gratidão”. O Papa refletiu sobre o Evangelho de Mateus, no qual se relata que “José fez como lhe ordenou o anjo do Senhor e recebeu sua esposa”. “Nestas palavras, encerra-se já a missão que Deus confia a José: ser?custos, guardião. Guardião de quem? De Maria e de Jesus, mas é uma guarda que depois se alarga à Igreja”. O Santo Padre assinalou que José exerce esta custódia “com discrição, com humildade, no silêncio, mas com uma presença constante e uma fidelidade total, mesmo quando não consegue entender”. José, indicou o Papa, “desde o casamento com Maria até ao episódio de Jesus, aos doze anos, no templo de Jerusalém, acompanha com solicitude e amor cada momento”. “Como vive José a sua vocação de guardião de Maria, de Jesus, da Igreja? Numa constante atenção a Deus, aberto aos seus sinais, disponível mais ao projeto d’Ele que ao seu”. O Santo Padre sublinhou que José é guardião “porque sabe ouvir a Deus, deixa-se guiar pela sua vontade e, por isso mesmo, se mostra ainda mais sensível com as pessoas que lhe estão confiadas, sabe ler com realismo os acontecimentos, está atento àquilo que o rodeia, e toma as decisões mais sensatas”. “Nele, queridos amigos, vemos como se responde à vocação de Deus: com disponibilidade e prontidão; mas vemos também qual é o centro da vocação cristã: Cristo. Guardemos Cristo na nossa vida, para guardar os outros, para guardar a criação!”. Fundamentalmente, assinalou o Papa, “tudo está confiado à guarda do homem, e é uma responsabilidade que nos diz respeito a todos. Sede guardiões dos dons de Deus!”. “Quando o homem falha nesta responsabilidade, quando não cuidamos da criação e dos irmãos, então encontra lugar a destruição e o coração fica ressequido. Infelizmente, em cada época da história, existem “Herodes” que tramam desígnios de morte, destroem e deturpam o rosto do homem e da mulher”. O Santo Padre pediu “a todos os que ocupam cargos de responsabilidade em âmbito econômico, político ou social, a todos os homens e mulheres de boa vontade: sejamos “guardiões” da criação, do desígnio de Deus inscrito na natureza, guardiões do outro, do ambiente”. “Não deixemos que sinais de destruição e morte acompanhem o caminho deste nosso mundo!”. Mas, para guardar, advertiu, “devemos também cuidar de nós mesmos. Lembremo-nos de que o ódio, a inveja, o orgulho sujam a vida;”. “Guardar quer dizer então vigiar sobre os nossos sentimentos, o nosso coração, porque é dele que saem as boas intenções e as más: aquelas que edificam e as que destroem. Não devemos ter medo de bondade, ou mesmo de ternura”, assegurou. O Santo Padre indicou que “nos Evangelhos, São José aparece como um homem forte, corajoso, trabalhador, mas, no seu íntimo, sobressai uma grande ternura, que não é a virtude dos fracos, antes pelo contrário denota fortaleza de ânimo e capacidade de solicitude, de compaixão, de verdadeira abertura ao outro, de amor. Não devemos ter medo da bondade, da ternura!”. O Papa pediu aos fiéis “guardar Jesus com Maria, guardar a criação inteira, guardar toda a pessoa, especialmente a mais pobre, guardarmo-nos a nós mesmos”. “Eis um serviço que o Bispo de Roma está chamado a cumprir, mas para o qual todos nós estamos chamados, fazendo resplandecer a estrela da esperança: Guardemos com amor aquilo que Deus nos deu!”. Ao concluir sua homilia, Francisco implorou “a intercessão da Virgem Maria, de São José, dos Apóstolos São Pedro e São Paulo, de São Francisco, para que o Espírito Santo acompanhe o meu ministério, e a todos vós, digo: rezai por mim. Amém”. #Deus #pela #ACI #JesusCristo #segue #PapaFrancisco #noticiasem #ewtn #Homilia #opovo #SãoPedro #fome #Vaticano #Predecessor #deu #Missa
- Confirmada visita do Papa Francisco ao Brasil em julho para a JMJ Rio 2013
ROMA, 18 Mar. 13 / 07:12 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Cardeal Raymundo Damasceno Assis, confirmou que o Papa Francisco viajará ao Brasil em julho para participar da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio 2013. As declarações do também Arcebispo de Aparecida estão em consonância com o que afirmou dias antes o Arcebispo do Rio que indicou que o Bispo Emérito de Roma, Bento XVI, havia dito que ele ou seu sucessor estariam presentes no grande evento eclesial. O Cardeal Damasceno, desde Roma onde participou do Conclave, disse em recentes declarações que “tive a oportunidade de falar com o Bergoglio (o Papa Francisco) e me disse que sim vai ao Brasil”. “Eu o conheço muito bem. E trabalhamos juntos em Aparecida. Foi uma grande escola”, disse o Cardeal recordando a V Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe que se realizou nesta cidade brasileira em maio de 2007, onde está o Santuário dedicado à Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida. No evento, o então Cardeal Jorge Mario Bergoglio foi presidente do Comitê de Redação do documento final que escreveram os bispos e que foi logo enviado ao Vaticano para sua posterior revisão e publicação. O Cardeal Damasceno comentou também que durante o Conclave o Papa Francisco foi ganhando votos pouco a pouco, embora não fosse um favorito: “Bergoglio veio surgindo. E foi uma bela surpresa”, concluiu. A JMJ Rio 2013 se realizará do 23 ao 28 de julho no Rio do Janeiro e se espera a assistência de uns quatro milhões de jovens de todo o mundo. #sim #conclave #ACI #jorgemariobergoglio #NossaSenhora #riodojaneiro #Mario #ewtn #dias #jornadamundial #mundialdajuventude #senhoraaparecida #Latinoamericano #uma #omundo #bela #Vaticano #Roma #JMJ #Cardeal
- Papa Francisco aos cardeais: Se confessarmos um Cristo sem a Cruz, não somos discípulos do Senhor
Vaticano, 14 Mar. 13 / 04:15 pm (ACI/EWTN Noticias).- Ao presidir a Missa de Ação de Graças por sua eleição como novo Pontífice diante de todos oscardeais eleitores, o Papa Francisco pronunciou sua primeira homilia e explicou que “se não confessamos Jesus Cristo, as coisas não avançam”. O Papa também recordou que não se pode anunciar Jesus Cristo sem a cruz, pois sem ela não podemos ser discípulos do Senhor. Na Capela Sistina, local onde ontem foi eleito como o Pontífice número 266 daIgreja Católica, o Papa Francisco refletiu sobre as leituras da liturgia de hoje e disse com claridade, citando o converso francês Leon Bloy, que “quem não prega o Senhor prega o Diabo”. O Santo Padre, em uma breve homilia espontânea que durou aproximadamente 7 minutos, assinalou que “podemos caminhar o que quisermos, podemos edificar muitas coisas, mas a não ser confessamos Jesus Cristo, ass coisa não avançam. Converteremo-nos em uma ONG que dá pena, mas não na Igreja, esposa do Senhor”. “Quando não se caminha, se detém. Quando não se edifica sobre pedras, o que acontece? Acontece o que acontece às crianças na praia quando fazem castelos de areia, tudo cai e não há consistência”. O Papa, relacionando as três leituras de hoje, disse que o que as une “é o movimento. Na primeira leitura o movimento é o caminho, na segunda leitura, o movimento é a edificação da Igreja, na terceira, o Evangelho, o movimento está na confissão. Caminhar, edificar, confessar”. “Nossa vida é um caminho. Quando nos detemos, não avançamos. Caminhar sempre, em presença do Senhor, na luz do Senhor, procurando viver de modo irrepreensível é o que Deus pede a Abraão em sua promessa”. Sobre a ação de edificar, o Papa disse que ao falar sobre “edificar a Igreja se fala de pedras: as pedras têm consistência, mas são pedras vivas, ungidas pelo Espírito Santo. Edificar a Igreja, a Esposa de Cristo, sobre esta pedra angular que é o mesmo Senhor”. O Santo Padre alentou então a “caminhar, edificar-construir, confessar”. “Mas a coisa não é tão fácil, porque ao caminhar, ao construir, ao confessar nestes tempos tão agitados, há movimentos que não são propriamente movimentos do caminho: são movimentos que nos jogam para trás”. O Papa Francisco disse ainda que “quando caminhamos sem a Cruz, quando edificamos sem a Cruz e quando confessamos a um Cristo sem Cruz, não somos discípulos do Senhor, somos mundanos: somos bispos, sacerdotes, cardeais, papas, mas não discípulos do Senhor”. “Queria que todos, logo depois destes dias de graça, tenhamos a coragem de caminhar em presença do Senhor, com a Cruz do Senhor, de edificar a Igreja sobre o sangue do Senhor, que está sobre a Cruz, e de confessar a única glória, Cristo crucificado. E assim a Igreja irá adiante”, sublinhou. Ao concluir, fez votos para que “o Espírito Santo, a oração da Virgem, nossa Mãe, nos conceda esta graça: caminhar, edificar, confessar Jesus Cristo crucificado. Assim seja”. #Cristo #pois #Deus #Nossa #Francisco #ACI #JesusCristo #PapaFrancisco #pode #ewtn #converso #ao #sem #primeiraleitura #Liturgia #prega #hoje #Cardeais #DeCristo #Vaticano #coisas #Movimento #Missa #ela
- Habemus Papa – Francisco I (Jorge Bergoglio) é Argentino
Habemus papam”! Coube ao protodiácono, o cardeal francês Jean-Louis Tauran, fazer o anúncio oficial. Foi eleito Jorge Mario Bergoglio, de 76 anos, arcebispo emérito de Buenos Aires, que será desiganado Francisco I. Às 19.14 horas da varanda da Basílica de S. Pedro foi anunciada oficialmente a eleição do sucessor de Bento XVI. Habemus papam”! Coube ao protodiácono, o cardeal francês Jean-Louis Tauran, fazer o anúncio oficial. Foi eleito Jorge Mario Bergoglio, de 76 anos, arcebispo emérito de Buenos Aires, que será desiganado Francisco I. Às 19.14 horas da varanda da Basílica de S. Pedro foi anunciada oficialmente a eleição do sucessor de Bento XVI. O argentino Jorge Mario Bergoglio, arcebispo emérito de Buenos Aires, Argentina, é um sacerdote de origem jesuíta. As suas primeiras palavras na varanda da basílica de S. Pedro simples: “Os cardeais foram buscar-me ao fim do mundo”. De seguida dirigiu palavras de saudação a Bento XVI. Antes da benção “urbi et orbi”, Francisco I pediu um período de silêncio, “um favor”, para que o povo pedisse que o Senhor o abençoasse e dirigiu um apelo à fraternidade no seio da Igreja. A fumaça branca saiu da chaminé da Capela Sistina à 19.07 horas (hora de Portugal continental) assinalando a eleição de um novo papa pelos 115 cardeais eleitores para suceder a Bento XVI. Para conhecer o nome do novo Papa foi necessário esperar que o novo líder da Igreja Católica aceitasse a nomeação e escolhesse um nome antes que o protodiácono, o cardeal francês Jean-Louis Tauran, se apresentasse para o anúncio oficial (“habemus papam”). Só então o novo Papa se apresenta na varanda da Basílica de S. Pedro. O sinal de fumaça branca foi aclamado após alguns instantes de hesitação pela multidão que enche a Praça de S. Pedro, no Vaticano, já que inicialmente a fumaça não era suficientemente branca. #onovopapa #jorgemariobergoglio #Youtube #HabemusPapam #pelos #CapelaSistina #Mario #ao #fazer #foi #jorgebergoglio #tauran #BentoXVI #varanda #branca #habemuspapa #Portugal #buenosairesargentina #Cardeal
- Funcionários do Vaticano jurarão “segredo absoluto” sobre o Conclave
VATICANO, 10 Mar. 13 / 02:39 pm (ACI/EWTN Noticias).- Nesta segunda-feira 11 de março, às 17:30h (hora de Roma), os funcionários e empregados da Santa Sé que por diversos motivos estarão relacionados ao Conclave, jurarão guardar “segredo absoluto”, perante o Cardeal Camerlengo Tarcisio Bertone e, como testemunhas, dois Protonotários Apostólicos. O juramento a ser realizado na Capela Paulina, de acordo aos numerais 46 e 47 da Constituição Apostólica Universi Dominici Gregis, será presidido pelo Secretário do Colégio Cardinalício, o Mestre das Celebrações Litúrgicas Pontifícias e um eclesiástico eleito pelo Cardeal que preside o Conclave para ajudá-los em seus trabalhos. Também serão juramentados os religiosos homens e mulheres da Sacristia Pontifícia, sacerdotes de várias línguas para as confissões, médicos e enfermeiras, assim como as pessoas responsáveis pelos elevadores do Palácio Pontifício. Além disso, o pessoal de serviços do refeitório e da limpeza, encarregados do transporte dos Cardeais eleitores da Casa da Santa Marta ao Palácio Apostólico, o coronel e um comandante da Guarda a Suíça e o diretor dos Serviços de Segurança e Defesa Civil, junto a alguns de seus colaboradores, pronunciarão o juramento. O juramento que pronunciarão se encontra no numeral 48 da Universi Dominici Gregis, no qual lê-se o seguinte: “Eu, N. N., prometo e juro observar o segredo absoluto e com toda a pessoa que não fizer parte do Colégio dos Cardeais eleitores, e isto perpetuamente, a não ser que receba especial faculdade dada expressamente pelo novo Pontífice eleito ou pelos seus sucessores, acerca de tudo aquilo que concerne directa ou indirectamente às votações e aos escrutínios para a eleição doSumo Pontífice. De igual modo, prometo e juro de me abster de fazer uso de qualquer instrumento de gravação, de audição, ou de visão daquilo que, durante o período da eleição, se realizar dentro dos confins da Cidade do Vaticano, e particularmente de quanto, directa ou indirectamente, tiver a ver, de qualquer modo, com as operações ligadas à própria eleição. Declaro proferir este juramento, consciente de que uma infracção ao mesmo comportará para a minha pessoa aquelas sanções espirituais e canónicas que o futuro Sumo Pontífice (cf. cân. 1399 do Código de Direito Canónico), julgar dever adoptar. Assim Deus me ajude e estes Santos Evangelhos, que toco com a minha mão”. #universidominicigregis #Bertone #conclave #ACI #pelos #osegredo #Mestre #ewtn #prometo #pelo #TarcisioBertone #nestasegunda #segundafeira #defesacivil #Vaticano #santamarta #juro #camerlengo #pessoal #Cardeal
- Horários das votações do Conclave anunciados pelo Vaticano
VATICANO, 10 Mar. 13 / 02:32 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, anunciou neste sábado, 09 de março, os horários de votação decididos pelos Cardeais para o Conclave que começará na terça-feira 12 de março. A decisão foi tomada na nona Congregação Geral dos purpurados em Roma. O Pe. Lombardi assegurou que decidiram por maioria que o traslado dos Cardeais à residência Santa Marta, onde se hospedarão durante todo o Conclave, “será na terça-feira pela manhã, a partir das 7” da manhã, hora de Roma. Esse mesmo dia será inaugurado o Conclave, com a celebração da Missa “Pro eligendo Romano Pontífice”, que será realizada às 10:00h. (hora de Roma, 6h horário de Brasília), na Praça de São Pedro, e que será presidida pelo Decano do Colégio Cardinalício, Angelo Sodano. Na terça-feira, disse o Pe. Lombardi, os Cardeais se transladam às 15:45h da Casa Santa Marta à Capela Paulina, para logo, às 16:30h , dirigir-se à Capela Sistina onde ocorre a votação. Às 16:45 p.m. os Cardeais pronunciarão o juramento solene de segredo, depois do qual se pronuncia o “extra omnes” (“fora todos”) e se fecha a Capela Sixtina, ficando somente os Cardeais eleitores no interior. Os Cardeais escutarão a meditação do Cardeal Prosper Grech, e procederão à primeira votação. Às 7:00 p.m. os Cardeais rezarão as vésperas e às 7:30 p.m. retornarão à Casa Santa Marta. O Pe. Lombardi assinalou que a partir da quarta-feira 13 de março, os Cardeais se transladarão da Casa Santa Marta à Capela Paulina às 7:45h, onde às 8:15h celebrarão Missa. Os Cardeais ingressarão na Capela Sixtina às 9:30 a.m., onde rezarão a Hora Intermédia, antes de proceder à votação. Entre 12 e 12:30, retornarão à Casa Santa Marta para o almoço, e retornam à Capela Sistina às 16:00h. Já na Capela rezarão brevemente, para reatar a votação às 19:00h, indicou. O Pe. Lombardi também explicou à imprensa que “as fumatas”, produzem-se com a queima das papeletas da votação final da manhã e da tarde. Isto será, indicou, ao redor das 12h (hora de Roma) caso haja um resultado na primeira votação, ou às 19:00h, caso o resultado seja obtido no segundo voto do dia. “Se a eleição ocorre em uma votação intermédia, a ‘fumata’ sairia à metade da manhã ou da tarde”, disse. O Diretor da Sala de Imprensa assinalou ademais que, se não se for escolhido um Papa durante os primeiros quatro dias de votação, no quinto haverá uma pausa de oração e livre conversa dos Cardeais. Os escrutínios serão retomados nos mesmos horários durante os dois dias seguintes, intercalando sempre uma pausa para a oração, até chegar ao décimo primeiro dia e o 34º escrutínio. Nesse caso se aplica o novo art. 75 da Constituição Apostólica “Universi Dominici Gregis”, modificado por Bento XVI com o recente “Motu Proprio”, que estabelece que “também nestas votações para a validez da eleição requer-se a maioria qualificada de pelo menos dois terços dos sufrágios dos Cardeais presentes e votantes”. “Nestas votações, os dois nomes que têm voz passiva carecem de voz ativa”, o que significa que os dois candidatos com o maior número de votos poderão ser votados, mas não poderão votar. O Pe. Lombardi indicou que os outros temas tratados na congregação geral do sábado pelos Cardeais “foram as expectativas sobre o novo Papa, as atividades da Santa Sé, seus dicasterios e a melhora da Cúria”. “Também falou-se sobre a situação da Igreja nas grandes áreas do mundo. Em total as intervenções até agora foram 133 e, tendo em conta que na segunda-feira haverá também congregação geral, provavelmente cheguem a 150”, indicou. #Solene #pela #conclave #ACI #extraomnes #CapelaSistina #ewtn #CapelaSixtina #SãoPedro #juramento #FedericoLombardi #AngeloSodano #Vaticano #Roma #Imprensa #Missa #casasantamarta
- Vaticano transmitirá ao vivo o último dia do pontificado do Papa Bento XVI
VATICANO, 21 Fev. 13 / 01:11 pm (ACI/EWTN Noticias).- O último dia do pontificado do Papa Bento XVI, em 28 de fevereiro, será filmado ao vivo pela televisão. Serão suas últimas horas de permanência no Vaticano antes de partir para Castel Gandolfo. Assim o indicou Monsenhor Edoardo María Viganó, diretor do Centro Televisivo Vaticano (CTV). Mons. Viganó explicou que o embarque do Papa no helicóptero “será um momento histórico”. E para transmitir ao vivo os momentos da partida a Rádio e Televisão Italiana (RAI) também estão se preparando. As imagens serão transmitidas aos cinco continentes. O CTV, além disso, terá 26 câmeras para acompanhar o conclave e a apresentação do futuro pontífice. “Estamos pensando em relatar estes momentos respeitando a pessoa do Papa e informando aos fiéis que querem acompanhar Bento XVI neste momento tão importante”. As câmeras, portanto, estarão no Palácio Apostólico e acompanharão o Papa até as 17 horas, momento em que o pontífice subirá ao helicóptero para partir para Castel Gandolfo, onde três horas depois entrará em vigor sua renúncia e se iniciará o período de Sede Vacante. Até que ponto as câmeras conseguirão filmar o Santo Padre sem invadir sua privacidade? Monsenhor Viganó, em declarações à agência de notícias ANSA, indicou que, “os detalhes não estão definidos ainda”, embora queira cobrir o máximo possível, passo a passo. O diretor do CTV, explicou que no domingo passado pela primeira vez uma câmera entrou no estúdio do Papa durante a oração do Ângelus. Este domingo, “conseguimos filmar Bento XVI por trás”, indicou. “Conseguimos com as imagens passar a ideia do grande abraço entre o Papa e a multidão reunida na praça de São Pedro”. Além de serem passadas ao vivo, as imagens também estarão disponíveis para distribuição. O encarregado explicou que se reunirá uma documentação histórica extraordinária sobre o último dia do pontificado que poderá ser utilizada por estudiosos, pesquisadores e documentários das redes televisivas. #CastelGandolfo #ansa #primeiravez #preparando #trêshoras #SantoPadre #embora #PapaBentoXVI #passo #conclave #ACI #ewtn #passado #SãoPedro #pessoa #ctv #vigor #cincocontinentes #Mons #estes
- Bento XVI: Não tenhamos medo de combater o mal com Jesus
VATICANO, 17 Fev. 13 / 12:18 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em suas palavras prévias à oração do Ângelus, na Praça de São Pedro, o Papa Bento XVIexortou aos fiéis a não temerem o enfrentamento contra o espírito do mal, junto a Cristo, “o Vencedor”. O Santo Padre pediu aos fiéis “que não tenhamos medo de confrontar, também nós, o combate contra o espírito do mal: o importante é que o façamos com Ele, com Cristo, o Vencedor”. Ao recordar que na quarta-feira passada “com o tradicional Rito das Cinzas, entramos na Quaresma, tempo de conversão e de penitência em preparação à Páscoa”, o Papa assinalou que “a Igreja, que é mãe e mestra, chama todos seus membros a renovar-se no espírito, a reorientar-se decididamente para Deus, renegando o orgulho e o egoísmo para viver no amor”. “Neste Ano da fé, a Quaresma é um tempo favorável para redescobrir a fé em Deus como apoio de nossa vida e da vida da Igreja. Isto implica sempre uma luta, um combate espiritual, porque o espírito do mal, naturalmente, opõe-se à nossa santificação, e tenta desviar-nos do caminho de Deus”. Essa é a razão, explicou, pela qual “no primeiro domingo de Quaresma se proclama cada ano o Evangelho das tentações de Jesus no deserto”. “Jesus, depois de ter recebido ‘investidura’ como Messias – ‘Ungido’ do Espírito Santo – no batismo no Jordão, foi conduzido pelo mesmo Espírito ao deserto para ser tentado pelo diabo”, recordou o Papa. Bento XVI sublinhou que “no momento em que inicia seu ministério público, Jesus teve que desmascarar e rechaçar as falsas imagens do Messias que o tentador lhe propunha. Mas estas tentações também são falsas imagens do homem, que em todo tempo insidiam a consciência, disfarçando-se como propostas convincentes e eficazes, e inclusive boas”. “Os evangelistas Mateus e Lucas apresentam três tentações de Jesus, que se diversificam parcialmente apenas pela ordem. Seu núcleo central consiste sempre em instrumentalizar Deus para os próprios fins, dando mais importância ao êxito ou aos bens materiais”. O Papa remarcou que “o tentador é falso: não induz diretamente para o mal, mas para um falso bem, fazendo acreditar que as realidades verdadeiras são o poder e o que satisfaz as necessidades primárias”. “Deste modo, Deus se torna secundário, reduz-se a um meio, em definitiva se faz irreal, não conta mais, desvanece”. O Santo Padre advertiu que “nas tentações está em jogo a fé, porque Deus está em jogo”. O Papa assinalou que “nos momentos decisivos da vida, se vemos bem, em todo momento encontramo-nos frente a uma encruzilhada: Queremos seguir a nós mesmos ou a Deus? Ao interesse individual ou ao verdadeiro Bem, o que realmente é bem?”. Bento XVI assinalou que tal como nos ensinam os Padres da Igreja, as tentações formam parte da ‘descida’ de Jesus à nossa condição humana, ao abismo do pecado e de suas consequências”. “Um ‘descenso” que Jesus percorreu até o final, até à morte de cruz e até o inferno da extrema distância de Deus”. Por isso, disse o Papa, Jesus “é a mão que Deus estendeu ao homem, à ovelha perdida, para salvá-la. Como ensina Santo Agostinho, Jesus tomou de nós as tentações, para dar-nos sua vitória”. Ao concluir o penúltimos ângelus do seu pontificado, o Santo Padre pediu que para estar junto ao Jesus “nos dirijamos à Mãe, Maria: invoquemo-la com confiança filial na hora da prova, e ela nos fará sentir a poderosa presença de seu Filho divino, para rechaçar as tentações com a Palavra de Cristo, e deste modo voltar a colocar Deus no centro de nossa vida”. #Mateus #Evangelho #Deus #Ele #ter #pela #diabo #ACI #batismo #deserto #ewtn #ovencedor #Imagens #aos #SãoPedro #pelo #Tempo #lhe #rito #Jesus
- A renúncia do Papa e os oportunistas da imprensa secular
Fonte: Padre Paulo Ricardo Logo após o anúncio da decisão do Santo Padre, publicou-se na imprensa do mundo todo que a ação de Bento XVI causaria uma “revolução” sem precedentes na doutrina da Igreja. Uma atrapalhada correspondente de uma emissora brasileira afirmou que a renúncia do papa abriria caminho para as “reformas” do Concílio Vaticano II e que isso daria mais poderes aos bispos. Já outros declaravam que os recentes fatos colocavam em xeque o dogma da “Infalibilidade Papal”, proclamado pelo Concílio Vaticano I. Nada mais fantasioso. É verdade que uma renúncia tal qual a de Bento XVI nunca houve na história da Igreja. A última resignação de um papa aconteceu ainda na Idade Média e em circunstâncias bem diversas. Todavia, isso não significa que o Papa Ratzinger tenha modificado ou inventado qualquer novo dogma ou lei eclesiástica. O direito à renúncia do ministério petrino já estava previsto no Código do Direito Canônico, promulgado pelo Beato João Paulo II em 1983. Portanto, de modo livre e consciente – como explicou no seu discurso – Bento XVI apenas fez uso de um direito que a lei canônica lhe dava e nada nos autoriza a pensar que fora diferente. Usar desse pretexto para fazer afirmações tacanhas sobre dogmas e reformas na Igreja é simplesmente ridículo. Quem faz esses comentários carece de profundos conhecimentos sobre a doutrina católica, sobretudo a expressa no Concílio Vaticano II. Outros comentaristas foram mais longe nas especulações e atestaram que a renúncia do Papa devia-se às pressões internas que ele sofria por seu perfil tradicionalista e conservador. Além disso, as crises pelos escândalos de pedofilia e vazamentos de documentos internos também teriam pesado na decisão. Não obstante, quem conhece o pensamento de Bento XVI sabe que ele jamais tomaria essa decisão se estivesse em meio a uma crise ou situação que exigisse uma particular solicitude pastoral. E isso ficou muito bem expresso na sua entrevista com o jornalista Peter Seewald – publicada no livro Luz do Mundo – na qual o Papa explica que em momentos de dificuldades, não é possível demitir-se e passar o problema para as mãos de outro. Mas de todas as notícias veiculadas por esses jornais, certamente as mais esdrúxulas foram as que fizeram referência às antigas “profecias” apocalípiticas que prediziam o fim da Igreja Católica. Numa dessas reportagens, um notório jornal do Brasil dizia: “O anúncio da renúncia do papa Bento 16 fez relembrar a famosa “Profecia de São Malaquias”, que anuncia o fim da Igreja e do mundo”. É curioso notar o repentino surto de fé desses reconhecidos laicistas logo em teorias que proclamam o fim da Igreja. Isso tem muito a dizer a respeito deles e de suas intenções. Por fim, também não faltaram os especialistas de plantão e teólogos liberais chamados pelas bancadas dos principais jornais do país para pedir a eleição de um papa “mais aberto”. Segundo esses doutos senhores, a Igreja deveria ceder em assuntos morais, permitindo o uso da camisinha, do aborto e casamento gay para conter o êxodo de fiéis para as seitas protestantes. A essas pretensões deve-se responder claramente: A Igreja jamais permitirá aquilo que vai contra a vontade de Deus e nenhum Papa tem o poder de modificar isso. A doutrina católica é imutável. Ademais, os fiéis jovens da Igreja têm se mostrado cada vez mais conservadores e avessos à moral liberal. Inovações liberais para atrair fiéis nunca deram certo e os bancos vazios da Igreja Anglicana são a maior prova disso. O comportamento vil da mídia secular leva-nos a fazer sérios questionamentos sobre a credibilidade e idoneidade dos chefes de redações que compõem as mesas desses jornais. Das duas, uma: ou esses senhores carecem de formação adequada e por isso seus textos são recheados de ignorâncias e nonsenses, ou então, esses doutos jornalistas têm um sério compromisso com a desinformação e a manipulação dos fatos, algo que está diametralmente oposto ao Código de Ética do Jornalismo. Se fôssemos seguir a cartilha desses órgãos de imprensa, hoje seríamos obrigados a crer que Bento XVI liberou a camisinha, excomungou o boi e o jumento do presépio, acobertou padres pedófilos e mais uma série de disparates que uma simples leitura correta dos fatos seria o suficiente para derrubar a mentira. Na sua mensagem para o Dia Mundial da Comunicação de 2008, o Papa Bento XVI alertou para os riscos de uma mídia que não está comprometida com a reta informação. “Constata-se, por exemplo, que em certos casos as mídias são utilizadas, não para um correcto serviço de informação, mas para «criar» os próprios acontecimentos”, denunciou o Santo Padre. Bento XVI assinalou que os meios de comunicação devem estar ordenados para a busca da verdade e a sua partilha. Pelo jeito, a imprensa secular ainda tem muito a aprender com o Santo Padre. #manchetes #fonte #leitura #respeito #SantoPadre #PapaBentoXVI #Isso #ter #vaticanoii #senhores #joãopaulo #dogma #fazer #uma #meio #Ratzinger #IgrejaCatólica #pauloricardo #Imprensa #houve #reina
- Autoridade vaticana esclarece aos meios sobre uniões homossexuais e recorda que o matrimônio é entre
VATICANO, 07 Fev. 13 / 03:14 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Presidente do Pontifício Conselho para a Família, Dom Vicenzo Paglia, disse que está “surpreendido” pela manipulação que alguns meios de comunicação fizeram de algumas de suas declarações feitas recentemente, apresentando-as como uma suposta “abertura” da Igreja às uniões homossexuais e recordou que omatrimônio é a união entre um homem e uma mulher para formar uma família. A Rádio Vaticano perguntou ontem ao Prelado sobre suas palavras em uma conferência de imprensa feita no dia 4 de fevereiro na qual falou, assinala a emissora, sobre “direitos individuais, em particular em relação aos assuntos patrimoniais. Mas alguns meios disseram que você (Dom Paglia) teria falado sobre o reconhecimento dos direitos dos casais homossexuais. Mas estas afirmações não estão nos seus textos”. Dom Paglia disse a respeito que “obviamente me surpreendi pelo que alguns meios reportaram. Não só não compreenderam minhas palavras –como tampouco entenderam o afeto com o qual foram ditas– mas na verdade, e talvez com consciência, foram ‘descarriladas’”. “Permitam-me esta imagem ferroviária: descarrilaram-se do seu trilho. E tenho certeza de que, quando o trem se descarrila, não encontra a estação, corre o risco de encontrar o precipício. Outra coisa é verificar se nos ordenamentos existentes se podem obter as leis que tutelem os direitos individuais. Isto é muito diferente à aprovação de certas perspectivas”. O Prelado respondeu assim às interpretações de alguns meios que depois da conferência de imprensa informaram sobre o suposto “apoio” do Vaticano às uniões homossexuais. Em L’Osservatore Romano em espanhol de 5 de fevereiro se lê que Dom Paglia, falando sobre a maciça manifestação a favor do matrimônio na França, assinalou que “é decisivo pensar bem antes de tomar decisões que podem ter trágicas consequências. Não se pode ter a pretensão de mudar a cultura mesma com uma lei que não consegue unanimidade”. Nesta linha propôs enfrentar “as questões das uniões entre pessoas do mesmo sexo no âmbito do direito privado, garantindo assim também as questões patrimoniais”. Obviamente, disse, “precisa-se evitar toda discriminação. Todos os filhos de Deus têm igual dignidade e são intocáveis”. O Arcebispo destacou nessa ocasião que “não é possível pensar que o matrimônio esteja justificado por outros afetos que não correspondem à relação entre homem e mulher, que supõe a geração dos filhos. Precisamente o respeito pela verdade põe em guarda ante um igualitarismo doentio que suprime toda diferença”. Nas declarações de hoje à Rádio Vaticano, Dom Paglia também se solidarizou com os Bispos da Inglaterra e Gales, logo depois de que a Câmara dos Comuns aprovasse as uniões de pessoas do mesmo sexo. O Arcebispo recordou que “a doutrina da Igreja sobre isto é muito clara. Para falar a verdade, é clara também uma tradição jurídica de vários milênios, que atravessa, além disso, todas as culturas: o matrimônio é entre um homem e uma mulher para fundar uma família”. “Essa é a razão pela qual acho que desviar-se desta afirmação significa empreender caminhos que realmente não se sabe para onde vão ou, melhor dizendo, sabemos que levam não à estabilidade, mas sim à instabilidade e à desordem da sociedade humana”. Dom Paglia rechaçou qualquer discriminação contra os homossexuais, que também são filhos de Deus, e recordou que em 1986, o então Cardeal Joseph Ratzinger, hoje o Papa Bento XVI, disse que “é deplorável que as pessoas homossexuais tenham sido ou sejam agora objeto de expressões malévolas ou de ações violentas”. “Acho que não se pode dizer nada mais claro que isso. Auguro verdadeiramente que aquele tesouro precioso, o patrimônio da humanidade que é a família, possa ser defendido, sustentado e ajudado sem distorcer seu significado”, concluiu o Arcebispo. #ditas #ACI #podeter #ewtn #ao #uma #foram #losservatoreromano #Espanhol #Casais #Vaticano #teria
- Bento XVI exorta aos jovens a redescobrir a amizade com Cristo para transformar a sociedade
VATICANO, 07 Fev. 13 / 05:13 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Bento XVIfez uma especial exortação aos jovens para que, neste Ano da Fé, as jovens gerações redescubram e fortaleçam a amizade com Cristo, para que dela brote a alegria e o entusiasmo para transformar a sociedade. Assim o indicou nesta manhã o Santo Padre em seu discurso aos participantes na Assembleia Plenária do Pontifício Conselho da Cultura cujo tema é: “As culturas juvenis emergentes”. Bento XVI disse que “apesar de estarmos conscientes de muitas situações problemáticas, que também afetam a área da fé e os membros da Igreja, nós renovamos a nossa fé nos jovens, para reafirmar que a Igreja vê sua condição, sua cultura, como um essencial e inevitável ponto de referência para seu trabalho pastoral”. “A Igreja tem confiança nos jovens, ela espera neles e em suas energias, ela precisa deles e da sua vitalidade, para continuar a viver a missão confiada por Cristo com renovado entusiasmo. Espero sinceramente, portanto, que o Ano da Fé seja, mesmo para as jovens gerações, uma preciosa oportunidade para redescobrir e fortalecer nossa amizade com Cristo, que? traz alegria e entusiasmo para transformar profundamente culturas e sociedade”. O Santo Padre expressou logo sua esperança nos frutos desta Assembleia Plenária, para contribuir assim “ao trabalho da Igreja em relação à realidade juvenil; uma realidade complexa e uma das que não pode ser entendida dentro do contexto de um universo culturalmente homogêneo, mas em um horizonte que pode ser definido como “multiverso”, que é determinado por uma pluralidade de visões, perspectivas e estratégias”. O Pontífice falou depois do “clima de instabilidade que afeta a esfera cultural, política e econômica” –recordando neste último a dificuldade dos jovens para encontrar trabalho– e que repercute no âmbito psicológico e relacional. “A?incerteza e fragilidade que caracterizam tantos jovens frequentemente os empurra para as margens, tornando-os quase invisíveis e ausentes nos processos culturais e históricos das sociedades”. O Papa assinalou também que “as esferas sentimental e emocional, a esfera dos sentimentos, bem como a esfera corporal, são fortemente afetadas por este clima e tempestades culturais que se seguem expressas, por exemplo, em fenômenos aparentemente contraditórios, como o espetáculo da vidaíntima e pessoal e relacionamentos íntimos e o foco individualista e narcisista sobre as necessidades e interesses pessoais. A dimensão religiosa, a experiência de fé e de membros na Igreja são muitas vezes vistas em uma perspectiva privada e emocional”. Entretanto, não faltam os dados positivos, como o voluntariado, “a sincera e profunda experiência de fé de tantos jovens garotos e garotas que alegremente dão testemunho da sua participação nos esforços da Igreja para construir, em muitas partes do mundo, sociedades capazes de respeitar a liberdade e a dignidade de todos, começando com os pequenos e mais indefesos”. O Santo Padre assinalou que “tudo isso nos conforta e nos ajuda a desenhar uma imagem mais precisa e objetiva das culturas juvenis.? Nós não podemos, no entanto, nos contentar com uma visão dos fenômenos da cultura juvenil ditada por paradigmas estabelecidos, que tornaram-se clichês, analisá-los com métodos que não são mais úteis, com ultrapassadas e inadequadas categorias culturais”. “Nós estamos, afinal, diante de uma realidade extremamente complexa, mas fascinante, que precisa ser bem entendida e amada com um grande espírito de empatia, cuja linha de fundo e desenvolvimento nós devemos compreender cuidadosamente”. Falando sobre os jovens do chamado “Terceiro Mundo”, o Pontífice disse que com suas culturas e necessidades constituem “um desafio para a sociedade de consumo global, para a cultura de privilégios estabelecidos, que beneficia um pequeno grupo da população do mundo ocidental”. Em consequência, “as culturas juvenis, como um resultado, ‘emergem’ no sentido de que exibem uma profunda necessidade, um pedido de socorro ou mesmo uma “provocação” que não pode ser ignorada ou negligenciada, seja pela sociedade civil ou pela comunidade eclesiástica”. Bento XVI reiterou sua preocupação pela denominada “emergência educativa”, a que acompanham outras emergências que afetam às diferentes dimensões da pessoa e suas relações fundamentais “como as dificuldades crescentes no campo de trabalho ou o esforço que é necessário para permanecer fiéis às responsabilidades que assumimos ao longo do tempo”. “Um empobrecimento, não somente econômico e social, mas também humano e espiritual poderia seguir, para o futuro do mundo e de toda a humanidade”. O Santo Padre alertou também que “se os jovens não mais têm esperança, se eles não mais progridem, se eles não mais se inserem em dinâmicas históricas com a sua energia, sua vitalidade, suas habilidades para antecipar o futuro, nós encontraríamos uma humanidade voltada para si mesma, sem confiança e uma perspectiva positiva para o futuro”. #ACI #sinceramente #deles #podeser #Jovens #entusiasmo #ewtn #seja #aos #uma #nossaamizade #viver #neste #papabento #oano #nesta
- Lançamento: Manual de Defesa dos Livros Deuterocanônicos
É com grande alegria e entusiasmo que depois de um longo tempo de pesquisa, estudo e reflexão que temos o prazer de lançar o livro Manual de Defesa dos Livros Deuterocanôncos de autoria de Rafael Rodrigues, autor e escritor do site Apologistas católicos. Estrangeira neste mundo, a Igreja de Cristo sempre enfrentou obstáculos que tentaram afligir a sua fé e atacar a sã doutrina conservada através dos séculos. Um dos ataques mais freqüentes, é que ela teria adicionado livros não inspirados a Bíblia para assim tentar provar suas “doutrinas anti-bíblicas”. Diversas são as artimanhas e mentiras usadas para tentar desqualificar estes livros, assim chamados deuterocanônicos, e a autoridade da Igreja de salvaguardar e preservar a Bíblia como ela sempre foi transmitida. Como, pois, é desígnio proceder segundo o título proposto, o autor manifesta essa verdade que a fé professa e a razão descobre, produzindo argumentos demonstrativos e argumentos dos quais são fornecidos pelas próprias Escrituras, obras de Doutores, Santos, Padres da Igreja, médicos, teólogos e historiadores, no intuito de confirmar a verdade do autêntico Cânon Bíblico e dos Livros Deuterocanônicos. Passando depois da analise dos livros e da crença dos primeiros séculos da Igreja, o autor expõe a verdade, refutando os argumentos dos adversários e esclarece toda a verdade de fé a respeito destes Santos Livros tão atacados pelos racionalistas. Dados dos livro: Número de páginas: 275 Edição: 1(2013) Formato: A5 148×210 Coloração: Preto e branco Acabamento: Brochura c/ orelha Tipo de papel: Offset 75g Links para aquisição: CLUBE DOS AUTORES https://www.clubedeautores.com.br/book/140770–Manual_de_Defesa_dos_Livros_Deuterocanonicos AGBOOKS http://www.agbook.com.br/book/140770–Manual_de_Defesa_dos_Livros_Deuterocanonicos ÍNDICE SOBRE O AUTOR PREFÁCIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO I Cânon O Cânon Bíblico Protocanônico & Deuterocanônico Apócrifo A versão da Septuaginta (LXX) Os Manuscritos do Mar Morto O Concílio de Jâmnia CAPÍTULO II Tobias Judite I Macabeus II Macabeus Sabedoria Eclesiástico Baruc Trechos de Ester Trechos de Daniel CAPÍTULO III – Padres da Igreja e os deuterocanônicos Melitão De Sardes (+ 170 d.C) Orígenes De Alexandria (+ 254 d.C) Cirilo De Jerusalém (+ 350 d.C) Hilário De Poitiers (+ 360 d.C) Carta De Atanásio (367 d.C) Gregório De Nazianzo (+ 380 d.C) Anfilóquio De Icônio (+ 380 d.C) Epifânio De Salamina ( + 403 a.C) São Jerônimo (+ 420 d.C) Santo Agostinho (+ 430 d.C) Rufino De Aquileia (+ 400 d.C) Papa Inocêncio I (+ 405 d.C) Decreto De Gelásio (+ 492 d.C) Relatório De Junílio ( + 550 d.C) O Stichometry De Nicéforo (+ 550 d.C). Cassiodório (+ 560 D.C) Isidoro De Sevilha (+ 625 D.C) João De Damasco (+ 730 d.C) Rábano Mauro (+ 780) Barnabé (+ 74 d.C) Clemente Romano (Papa, + 95 d.C) Didaqué (+ 80 d.C) Policarpo de Esmirna (+ 110 d.C) O Pastor De Hermas (+ 140 d.C) Irineu De Lião (+180 d.C) Tertuliano (+ 197 d.C) 181 Clemente De Alexandria (+ 202 d.C) Hipólito (+ 236 d.C) Cipriano De Cartago (+ 248 d.C) Dionísio, O Grande (+ 265 d.C) Lactâncio (+ 310 d.C) Alexandre De Alexandria (+ 324 d.C) Afraates O Sírio (+ 345 d.C) Gregório De Nissa (+ 371 d.C) Ambrósio (+ 378 d.C) 187 Basílio, O Grande (+379 d.C) São João Crisóstomo (+ 387 d.C) João Cassiano (+ 428 d.C) São Vicente De Lerins (+ 434 d.C) Léo O Grande (Papa, + 461 d.C) Gregório O Grande, (Papa, + 604 d.C) Venerável Beda (+ 735 d.C) Conclusão CAPÍTULO IV – Listas Históricas Lista De Cheltenham Ou Mommsen (360 d.C) Os “Cânones Apostólicos” (380 d.C). Lista de Stichometric no Codex Claromontanus (400 d.C). Synopsis Scripturae Sacrae ( 550 d.C). CAPÍTULO V – Concílios e os deuterocanônicos Laodiceia (Regional – 363 d.C) Hipona (Regional – 393 d.C) Cartago III (Regional – 397 d.C) Cartago IV (Regional – 419 d.C) Éfeso (Ecumênico – 431 d.C) Trullo (Regional – 692 d.C) Niceia II (Ecumênico – 787 d.C) Constantinopla IV (Ecumênico – 869 d.C). Laterano IV (Ecumênico – 1215 d.C) Florença (Ecumênico – 1440 d.C) Trento (Ecumênico – 1546 d.C) CAPÍTULO VI – Refutando Acusações O período interbíblico. O historiador Flávio Josefo A suposta divisão da Bíblia Hebraica Lucas 11, 50-51 Romanos 3, 1 – 2 A alegação Sobre I E II Esdras da LXX O Apocalipse de Esdras e o cânon preexistente (IV Esdras) A “Grande Sinagoga de Esdras” Filon de Alexandria e o uso dos deuterocanônicos Thomas de Vio (Cardeal Caetano, + 1534) CAPÍTULO VII – Protestantismo e o cânon bíblico. Lutero e o cânon bíblico Sola Scriptura X Cânon Bíblico Versão do rei Tiago (KJV) e a Versão de Genebra Bíblias protestantes até o século XIX CONCLUSÃO APÊNDICE BIBLIOGRAFIA #provar #bibliasagrada #combr #clubedos #formatoa5 #bíbliavivaonline #análise #Tempo #NovoTestamento #DeCristo #neste #mentiras #estes
- O Papa: Deus cria o homem para o amor e não para o pecado que tudo destrói
VATICANO, 06 Fev. 13 / 03:57 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em sua catequese semanal da Audiência Geral das quartas-feiras, o Papa Bento XVI refletiu novamente sobre o Credo, desta vez sobre Deus criador do céu e da terra, e explicou que o Senhor cria tudo bom e que o ápice desta criação é o homem e a mulher, criados para o amor e não para o pecado que “destrói tudo”. Ante milhares de fiéis presentes na Sala Paulo VI no Vaticano, o Papa sublinhou que “Deus se manifesta como Pai na criação, enquanto origem davida e, ao criar, mostra a sua onipotência. A fé implica, portanto, saber reconhecer o invisível, identificando o seu traço no mundo visível”. “O crente pode ler o grande livro da natureza e entender sua linguagem; mas é necessária a Palavra de revelação, que suscita a fé, para que o homem possa chegar à plena consciência da realidade de Deus como Criador e Pai”. O Papa explicou a importância da criação, relatada no primeiro capítulo do livro do Gênesis onde se pode ver que “a vida surge, o mundo existe, porque tudo obedece à Palavra divina”. “Mas a nossa pergunta hoje é: na época da ciência e da técnica, ainda tem sentido falar de criação? Como devemos compreender as narrações de Gênesis? A Bíblia não quer ser um manual de ciências naturais; quer, em vez disso, fazer compreender a verdade autêntica e profunda das coisas”. O Santo Padre ressaltou logo que “a verdade fundamental que os relatos de Gênesis nos revelam é que o mundo não é um conjunto de forças entre conflitantes, mas tem a sua origem e a sua estabilidade no Logos, na Razão eterna de Deus que continua a sustentar o universo”. “Há um desígnio sobre o mundo que nasce desta Razão, do Espírito criador. Acreditar que na base de tudo esteja isto, ilumina cada aspecto da existência e dá coragem para enfrentar com confiança e com esperança a aventura da vida”. “Então, a escritura nos diz que a origem do ser, do mundo, a nossa origem não é o irracional ou as nossas necessidades, mas a razão e o amor e a liberdade. Disto a alternativa: ou prioridade do irracional, da necessidade, ou prioridade da razão, da liberdade, do amor. Nós acreditamos nesta última posição”. Bento XVI disse que o ápice da criação é o homem e a mulher, o ser humano, criados a imagem e semelhança de Deus por amor e para o amor; que vivem o paradoxo de ser algo pequeno no meio do universo, frente à grandeza do amor eterno que o Senhor quer para todos. O Papa assegurou que a dignidade humana é inviolável porque é imagem e semelhança de Deus, o que “indica, então, que o homem não é fechado em si mesmo, mas tem uma referência essencial em Deus”. Depois de ressaltar que o homem deve cuidar e cultivar a criação de acordo ao plano divino, o Pontífice se referiu à tentação personificada pela serpente no relato do Gênesis: “a serpente levanta a suspeita de que a aliança com Deus seja como uma prisão que une, que priva da liberdade e das coisas mais belas e preciosas da vida”. “A tentação convida a construir sozinho o mundo no qual viver, não aceitar os limites do ser criatura, os limites do bem e do mal, da moralidade; a dependência do amor criador de Deus é visto como um fardo do qual libertar-se. Este é sempre o núcleo da tentação. Mas quando se distorce a relação com Deus, com uma mentira, colocando em seu lugar, todos os outros relacionamentos são alterados”. Então, continuou o Papa, “o outro transforma-se em um rival, em uma ameaça: Adão, depois de ter cedido à tentação, acusa imediatamente Eva; os dois se escondem da vista daquele Deus com o qual conversavam em amizade; o mundo não é mais o jardim no qual viver com harmonia, mas um lugar para desfrutar e no qual se escondem armadilhas; a inveja e o ódio contra a outro entram no coração do homem: a exemplo de Caim que mata o próprio irmão Abel”. “Indo contra o seu criador, na verdade o homem vai contra si mesmo, renega a sua origem e também a sua verdade; e o mal entra no mundo, com a sua penosa prisão de dor e de morte. E assim tudo quanto Deus havia criado era bom, na verdade, muito bom, depois desta livre decisão do homem pela mentira contra a verdade, o mal entra no mundo”. Bento XVI se referiu logo ao pecado, concretamente ao pecado original, e disse que “em primeiro lugar, devemos considerar que nenhum homem é fechado em si mesmo, nenhum pode viver sozinho, por si só; nós recebemos a vida do outro e não somente no momento do nascimento, mas a cada dia”. “O ser humano é relacional: eu sou eu mesmo somente no tu e através do tu, na relação do amor com o Tu de Deus e o tu dos outros. Bem, o pecado é perturbar ou destruir a relação com Deus, esta é a sua essência: destruir a relação com Deus, a relação fundamental, colocar-se no lugar de Deus”. “O Catecismo da Igreja Católica afirma que com o primeiro pecado o homem “fez a escolha de si mesmo contra Deus, contra as exigências da própria condição de criatura e consequentemente contra o próprio bem” (n. 398). Perturbada a relação fundamental, são comprometidos ou destruídos também os outros polos da relação, o pecado arruína as relações, assim arruína tudo, porque nós somos relações”. Ante a realidade do pecado, explica o Santo Padre, “o homem sozinho não pode sair desta situação, não pode redimir-se sozinho; somente o próprio Criador pode restabelecer as relações certas. Somente se Aquele do qual nós fomos desviados vem a nós e nos toma pela mão com amor, as relações corretas podem ser retomadas”. Cristo é o que restaura ao ser humano: “Jesus, o Filho de Deus, está em uma relação filial perfeita com o Pai, reduz-se, transforma-se servo, percorre o caminho do amor humilhando-se até a morte de cruz, para reordenar a relação com Deus. A Cruz de Cristo transforma-se assim na nova árvore da vida”. Para concluir o Papa disse: “Queridos irmãos e irmãs, viver de fé quer dizer reconhecer a grandeza de Deus e aceitar a nossa pequenez, a nossa condição de criatura deixando que o Senhor a transborde com o seu amor e assim cresça a nossa verdadeira grandeza. O mal, com a sua carga de dor e sofrimento, é um mistério que vem iluminado pela luz da fé, que nos dá a certeza de poder ser libertos: a certeza de que é bom ser um homem”. #mulher #ohomem #Geral #Verdade #Logos #PapaBentoXVI #Deus #Nossa #ACI #aventura #feiras #noticiasem #pode #ewtn #ao #fazer #catequese #omundo #Vaticano #dascoisas
- Autoridade vaticana promove as “Twitthomilias”: Ideias para homilias em 140 caracteres
VATICANO, 10 Jan. 12 / 06:43 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, Cardeal Gianfranco Ravasi, aplaudiu a iniciativa de um bispo francês que há um ano usa sua conta no Twitter para difundir com o hashtag #twittomelie –que poderia traduzir-se como “twitthomilias”- ideias para refletir sobre o Evangelho diário. Em 7 de janeiro, o Cardeal Ravasi se reuniu com o Bispo do Soissons (França), Dom. Hervé Jean Robert Giraud, criador das Twitthomilías e difundiu em sua conta @CardRavasi uma fotografia do Prelado. O Bispo de Soissons esteve conosco hoje e conseguiu escrever as #twitthomilías!”, escreveu o Cardeal no Twitter, onde tem mais de sete mil seguidores. Semanas atrás, Dom Giraud explicou ao jornal francês Le Monde, que seus “tuits” respeitam os 140 caracteres que estabelece como requisito a rede de microblogging e têm como objetivo “difundir uma gota de espiritualidade nas redes sociais” assim como “convidar as pessoas a lerem a palavra de Deus, uma atividade que sofre hoje em dia um déficit de grande dimensão”. Em novembro do ano passado, durante uma conferência no Centro de São Luis dos Franceses de Roma, o Cardeal Ravasi afirmou que as homilias “estão em risco de converter-se em palavras insignificantes”, e poderiam perder a verdadeira função que devem ter nos fiéis: “estimular, capturar a atenção e fazer refletir”. “A porta à felicidade se abre para fora de modo que se possa fechar só para sair de nós mesmos”, escreveu recentemente Dom Ravasi em sua conta do Twitter. #robertgiraud #Rede #criador #Deus #ter #ACI #Twitter #ewtn #uma #redes #promove #Vaticano #porta #hojeemdia #Ravasi #assim
- Documentário sobre a vida de Padre Pio
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- Fé de jovens católicos surpreende jornais americanos
Fonte: http://padrepauloricardo.org/ A imprensa americana teve de ceder. Diante da estrondosa demonstração de fé e civilidade dos milhares de jovens que participaram da recente “Marcha pela Vida” – considerada a maior de toda a história dos EUA – os jornais do país não tiverem outra alternativa, senão reconhecer a ascensão da Igreja Católica no meio da juventude. Um duro golpe para o establishmentesquerdista e anti-cristão que trabalhou durante anos para perverter o senso crítico das gerações mais jovens e que agora é obrigado a assistir a desastrosa derrocada de suas pretensões. A confirmação vem por meio de um artigo do professor de Ciência Política da Universidade Michigan, Michael J. New, publicado na versão eletrônica da revista National Review. Comentando a cobertura da mídia dada à Marcha pela Vida, o professor descreve a preocupação do movimento abortista em relação à falta de jovens interessados pelo assunto. “Com poucas exceções, a grande mídia parece estar muito pessimista em relação ao movimento pró-escolha”, afirmou New. Apesar da alegria dos abortistas pela eleição de Obama, Michael New declara que isso não foi o suficiente para acabar com o negativismo quanto à causa do aborto. Citando matérias publicadas pelos jornais The New York Times e The Washington Post, o cientista político ressalta que mesmo a famosa feminista Nancy Keenan desabafou, recentemente, seu temor quanto ao futuro dos grupos pró-aborto. McGuire, 26 anos, é uma jovem escritora que se convertou ao catolicismo há apenas cinco anos. Desde então, a moça tem trabalhado intensamente através de seu blog, altcatholicah.com– um site de cunho conservador dedicado especialmente às mulheres – para tornar mais conhecida e atrativa a doutrina da Igreja quanto à “paternidade responsável”. McGuire conta que sua paixão pela Igreja Católica tornou-se maior quando ela finalmente percebeu que os ensinamentos católicos eram os únicos realmente sólidos e com bases milenares. “Alguns católicos, como eu, nos convertemos do protestantismo, ao perceber que a única instituição no mundo que se manteve firme através dos milênios nos assuntos mais importantes da época foi a Igreja Católica”, declarou McGuire. McGuire atribui esse despertar católico no meio da juventude ao sufocamento das gerações anteriores pelas teses liberais e promíscuas. “Nós nascemos num mundo em que milhões de bebês eram abortados a cada ano, onde incontáveis outras crianças que não nasceram estão congeladas em laboratórios para experiências, onde se fala que o gênero é uma opção e que o casamento é amorfo e solúvel. Herdamos o inferno na terra. E achamos que era demais.”, frisou a jovem, que também faz parte da Catholic Association nos Estados Unidos. Testemunhos como esse de Ashley McGuire, a Marcha pela Vida realizada nos Estados Unidos e tantos outros movimentos jovens da Igreja, sobretudo a Jornada Mundial da Juventude, nos dão um alento de esperança e coragem quanto às próximas gerações. E mostram que, mesmo com movimentos contrários, a Igreja Católica vive e tem futuro. Além disso, está disposta a corresponder ao chamado de Jesus Cristo, Aquele que veio para “lançar fogo no mundo” (Lc 12, 49). Dizia o escritor G.K. Chesterton que “somente a ortodoxia católica faz o homem feliz: é como os muros postos ao redor de um precipício onde pode brincar uma porção de crianças”. Os jovens, finalmente, começaram a descobrir esses muros. #queisso #washingtonpost #temor #editora #pela #Palestra #renascer #senso #feminista #pelos #doseua #Ortodoxia #meio #Americana #nancykeenan #juventude #universidade #alegria #NewYorkTimes #Obama #cobertura
- Bento XVI pela Quaresma: Toda a vida cristã consiste em responder ao amor de Deus
VATICANO, 01 Fev. 13 / 02:09 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em sua mensagem para a Quaresma 2013, o Papa Bento XVI explica a estreita relação que existe entre fé e caridade; e alenta a todos os católicos a que reavivem sua fé em Jesus Cristo, para que ingressem no caminho do amor a Deus e aos irmãos e assim obrem de acordo a Ele.No texto titulado “Crer na caridade suscita caridade” que foi apresentado hoje, o Papa assinala que “a celebração da Quaresma, no contexto do Ano da fé, proporciona-nos uma preciosa ocasião para meditar sobre a relação entre fé e caridade: entre o crer em Deus, no Deus de Jesus Cristo, e o amor, que é fruto da ação do Espírito Santo e nos guia por um caminho de dedicação a Deus e aos outros”. Bento XVI explica logo que “a fé constitui aquela adesão pessoal – que engloba todas as nossas faculdades – à revelação do amor gratuito e “apaixonado” que Deus tem por nós e que se manifesta plenamente em Jesus Cristo. O encontro com Deus Amor envolve não só o coração, mas também o entendimento”. O cristão, prossegue, “é uma pessoa conquistada pelo amor de Cristo e movido por este amor –‘caritas Christi urget nos’–, está aberto de modo profundo e concreto ao amor do próximo. Esta atitude nasce, antes de tudo, da consciência de ser amados, perdoados e mesmo servidos pelo Senhor, que se inclina para lavar os pés dos Apóstolos e se entrega a si mesmo na cruz para atrair a humanidade ao amor de Deus”. “Toda a vida cristã consiste em responder ao amor de Deus. A primeira resposta é precisamente a fé como acolhimento, cheio de admiração e gratidão, de uma iniciativa divina inaudita que nos precede e solicita; e o ‘sim’ da fé assinala o início de uma luminosa história de amizade com o Senhor, que enche e dá sentido pleno a toda a nossa vida”. “Mas Deus não se contenta com o nosso acolhimento do seu amor gratuito; não Se limita a amar-nos, mas quer atrair-nos a Si, transformar-nos de modo tão profundo que nos leve a dizer, como São Paulo: Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim. Quando damos espaço ao amor de Deus, tornamo-nos semelhantes a Ele, participantes da sua própria caridade”. “Abrirmo-nos ao seu amor–continuou– significa deixar que Ele viva em nós e nos leve a amar com Ele, n’Ele e como Ele; só então a nossa fé se torna verdadeiramente uma “fé que atua pelo amor” (Gl 5, 6) e Ele vem habitar em nós”. O Papa recorda que “nunca podemos separar e menos ainda contrapor fé e caridade. Estas duas virtudes teologais estão intimamente unidas, e seria errado ver entre elas um contraste ou uma ‘dialética’”. “Na realidade, se, por um lado, é redutiva a posição de quem acentua de tal maneira o carácter prioritário e decisivo da fé que acaba por subestimar ou quase desprezar as obras concretas da caridade reduzindo-a a um genérico humanitarismo, por outro é igualmente redutivo defender uma exagerada supremacia da caridade e sua operatividade, pensando que as obras substituem a fé. Para uma vida espiritual sã, é necessário evitar tanto o fideísmo como o ativismo moralista”. Bento XVI sublinha deste modo que “é importante recordar que a maior obra de caridade é precisamente a evangelização, ou seja, o “serviço da Palavra”. Não há ação mais benéfica e, por conseguinte, caritativa com o próximo do que repartir-lhe o pão da Palavra de Deus, fazê-lo participante da Boa Nova do Evangelho, introduzi-lo no relacionamento com Deus: a evangelização é a promoção mais alta e integral da pessoa humana”. “Tudo parte do Amor e tende para o Amor. O amor gratuito de Deus é-nos dado a conhecer por meio do anúncio do Evangelho. Se o acolhermos com fé, recebemos aquele primeiro e indispensável contato com o divino que é capaz de nos fazer “enamorar do Amor”, para depois habitar e crescer neste Amor e comunicá-lo com alegria aos outros”. O Pontífice escreve também que “a Quaresma, com as indicações que dá tradicionalmente para a vida cristã, convida-nos precisamente a alimentar a fé com uma escuta mais atenta e prolongada da Palavra de Deus e a participação nos Sacramentos e, ao mesmo tempo, a crescer na caridade, no amor a Deus e ao próximo, nomeadamente através do jejum, da penitência e da esmola”. Depois de afirmar que “a fé convida-nos a olhar o futuro com a virtude da esperança, na expectativa confiante de que a vitória do amor de Cristo chegue à sua plenitude”, o Papa remarca que “a caridade faz-nos entrar no amor de Deus manifestado em Cristo, faz-nos aderir de modo pessoal e existencial à doação total e sem reservas de Jesus ao Pai e aos irmãos. Infundindo em nós a caridade, o Espírito Santo torna-nos participantes da dedicação própria de Jesus: filial em relação a Deus e fraterna em relação a cada ser humano”. “A relação entre estas duas virtudes é análoga à que existe entre dois sacramentos fundamentais da Igreja: o Batismo e a Eucaristia. O Batismo (sacramentum fidei) precede a Eucaristia (sacramentum caritatis), mas está orientado para ela, que constitui a plenitude do caminho cristão”. Para concluir, Bento XVI escreve: “Caríssimos irmãos e irmãs, neste tempo de Quaresma, em que nos preparamos para celebrar o evento da Cruz e da Ressurreição, no qual o Amor de Deus redimiu o mundo e iluminou a história, desejo a todos vós que vivais este tempo precioso reavivando a fé em Jesus Cristo, para entrar no seu próprio circuito de amor ao Pai e a cada irmão e irmã que encontramos na nossa vida. Por isto elevo a minha oração a Deus, enquanto invoco sobre cada um e sobre cada comunidade a Bênção do Senhor!” Para ler a mensagem completa ingresse em: http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/messages/lent/documents/hf_ben-xvi_mes_2012101_lent-2013_po.html #oencontro #Quaresma #PapaBentoXVI #Deus #sim #quefoi #Ele #caritaschristi #ACI #JesusCristo #crer #ewtn #amordecristo #hoje #contexto #todosos #meditar
- 650 mil pessoas marcharam pela vida e contra o aborto nos EUA
WASHINGTON DC, 27 Jan. 13 / 04:01 pm (ACI/EWTN Noticias).- Cerca de 650 mil pessoas se congregaram nesta sexta-feira, 25, em Washington D.C. na “Marcha pela Vida”, protestando contra a legalização do aborto nos Estados Unidos sob o lema “40 Anos = 55 milhões de bebês mortos como produto do aborto”. A marcha realizou-se no marco do 40º aniversário de “Roe vs. Wade”, a decisão de 1973 com a que a Corte Suprema dos Estados Unidos legalizou oaborto em todo o país. Centenas de milhares de participantes, em sua maioria jovens, enfrentaram as baixas temperaturas e neve, para comparecer à Marcha pela Vida deste 25 de janeiro. Os milhares de jovens participantes na marcha deste ano expressaram seu entusiasmo e esperança, enquanto defendiam a dignidade de toda vida humana, desde sua concepção até a morte natural. Em declarações ao grupo ACI, Tony Visintainer, um seminarista de 23 anos, assegurou que a marcha deste ano teve “muita energia”. “Não sei se for pelo 40º aniversário”, assinalou, “mas há uma diferença na atmosfera”. Visintainer indicou que a multidão estava cantando e dançando nas ruas da capital dos Estados Unidos. Os manifestantes escutaram os oradores em um ato prévio no National Mall, antes de caminhar rumo à Corte Suprema. Muitos levavam cartazes expressando seu apoio à vida, e rezavam em silêncio. Christy Guillory, estudante na escola secundária St. Emory, do estado de Louisiana, estava “muito emocionada” por estar na marcha pela primeira vez, apesar do clima frio. “A neve é algo novo para mim”, disse, acrescentando que a experiência de estar lá, junto à grande multidão pró-vida era “muito para assimilar”. Guillory disse que assistiu à marcha este ano para “dar testemunho” das vidas dos não nascidos, ecoando os sentimentos de muitos outros participantes. Derek Smith chegou de Chillicothe, no estado de Ohio, com membros da sua paróquia para participar da marcha e dar testemunho. Ele explicou que se converteu à Igreja Católica logo depois de sua primeira participação na Marcha pela Vida, quatro anos atrás. “Realmente, isto é o que me fez me decidir ser católico”, disse Smith, indicando que uma coisa que mudou sua forma de pensar sobre a Igreja foi “o poder atrás da marcha, tanto em orações como na dedicação das pessoas que participam. Algumas mulheres e homens que compareceram à marcha falaram sobre a experiência de dor que o aborto deixou em seus corações e em suas mentes. Josephine Todd, de 59 anos, teve um aborto em 1980, antes de converter-se em pró-vida. Ela assinalou que veio à Marcha pela Vida para “dar meu coração” e defender o que é correto, mostrando “o que nunca devi ter feito”, e alentando outros a não cometerem seu erro. A assistência entre os estudantes universitários também foi alta, com muitas universidades mandando números altos de estudantes à capital dos Estados Unidos para participar da marcha. Grupos pró-vida de várias universidades da Ivy League, entre as que se encontram as de Harvard, Yale e Princeton, reuniram-se para uma foto grupal antes de começar e emprestaram seu apoio à marcha. Caroline Bazinet, uma estudante da Universidade de Princeton, indicou as similitudes entre os movimentos pelos direitos civis e os movimentos pró-vida. Bazinet explicou que é importante ajudar as pessoas manifestando-se pelos membros perdidos de sua geração, para que percebam que a vida de milhões de crianças foram perdidas. Por sua parte, Chrissy Rodriguez, estudante de 20 anos da Universidade de Harvard, disse que confia na habilidade do movimento pró-vida para mudar as coisas. “Sou apenas uma pessoa”, disse, “mas sou uma pessoa que pode gritar ao mundo: É nisto que acredito!”. #primeiravez #pela #Sextafeira #ACI #emory #roevswade #40anos #nasruas #washingtondc #neve #ewtn #christy #deste #temperaturas #chillicothe #pessoas #dereksmith #cortesuprema #Vidas #nesta
- No deserto atual, até mesmo 140 caracteres do Papa são “Uma gota de orvalho”
Entrevista com Mons. Claudio Maria Celli, presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais Jose Antonio Varela Vidal ROMA, Tuesday, 29 January 2013 (Zenit.org). Na semana passada Bento XVI apresentou ao mundo a sua Mensagem para o Dia Mundial das comunicações sociais, que será celebrado no dia 12 de maio, com o tema: “Redes Sociais: portas de verdade e de fé; novos espaços de evangelização”. ZENIT comentou este importante documento com Mons. Claudio Maria Celli, presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais. Na entrevista publicada abaixo, o prelado explicou a relação da Santa Sé com as novas tecnologias para o seu trabalho diário, e apresentou o seu ponto de vista sobre uma série de iniciativas, como o contato Twitter do Papa, que atualmente, há pouco mais de um mês do seu lançamento, superou os dois milhões e meio de contatos. *** ZENIT: Excelência, quais foram as primeiras reações à mensagem do Papa para o 47 º Dia Mundial das Comunicações Sociais? Mons. Celli: Observando a imprensa internacional, parece-me que a mensagem do Papa foi bem recebida em todos os lugares. Eu acho que finalmente se tomou consciência do fato de que as redes sociais precisam de homens e mulheres de boa vontade. Não é um instrumento que o homem liga ou desliga, mas um ambiente no qual se vive efetivamente; como uma grande praça onde estão outras pessoas e onde é possível redescobrir o sentido profundo da própria vida. Acho que esse é um dos grandes desafios que a mensagem do Papa quer enfrentar. Como o Santo Padre escreveu, muitas vezes não é imediatamente percebida a busca da verdade, do sentido da vida, e às vezes as novas tecnologias confundem um pouco as ideias enchendo as pessoas de mensagens, de propostas. Aparece assim um grande problema de discernimento. ZENIT: Na sua opinião, há um “perfil” especial daqueles que querem evangelizar na rede? Mons. Celli: Não, eu diria que não há um perfil específico. Prefiro falar de homens e mulheres do nosso tempo que aceitaram no próprio coração o Senhor Jesus e a sua mensagem e que, portanto, procuram transmití-lo e vivê-lo por meio das redes sociais. Na web existe o contato com outras pessoas, e é por isso que o Santo Padre falou também de autenticidade, de busca da verdade. Como mencionei antes, há um grande risco nas redes sociais: ser submetido a uma enxurrada de mensagens, às vezes negativas, e nem sempre é fácil discernir e compreender. Por isso, agradeço muito o convite do Papa para descobrir quais são os impulsos e as tensões do homem e das mulheres de hoje. Porque, como se lê no texto da Mensagem, “as redes sociais estão ligadas profundamente às preocupações do coração humano”. São um espaço adicional para compreender que o Senhor Jesus está do nosso lado. ZENIT: As redes sociais são, portanto, muito mais do que meros meios de comunicação? Mons. Celli: Não são instrumentos, são ambientes de vida, são realidades onde eu “moro”. Portanto, eu não utilizo as redes sociais só para anunciar o Evangelho, mas morando na rede social, com o meu testemunho, com o meu anúncio, eu comunico Jesus Cristo, a sua palavra, a sua proposta. Numa mensagem há alguns anos, até mesmo o Santo Padre falava de uma “diaconia da cultura digital”, convidando os bispos a formar no seu próprio ambiente um pequeno grupo de padres que pudessem trabalhar na rede e exercitar uma verdadeira e genuína pastoral. ZENIT: Quais são os desafios que emergem deste novo mundo? Mons. Celli: Uma questão muito delicada no campo das novas tecnologias é o da linguagem. No sentido de que é preciso ter a capacidade para utilizar uma linguagem compreensível por todos os homens e mulheres de hoje. De fato, o Papa fala na Mensagem que não espera só uma citação formal da palavra do Evangelho. Não se trata de repetir somente as passagens das Escrituras, mas quem mora na rede tem que dar testemunho com a própria vida de uma relação existencial entre vida e Evangelho. O Santo Padre mesmo nos deu este exemplo entrando no Twitter. O seu desejo era justamente o de estar do lado dos homens e mulheres de hoje, e permanecer do lado deles com a sua palavra. E sim, o Twitter é limitado só a 140 caracteres, porém estas poucas palavras podem ter um conteúdo profundo que pode ajudar o homem a redescobrir o sentido profundo da sua vida. ZENIT: Sobre o Twitter, como avaliar as reações negativas, às vezes ataques reais, das pessoas ao perfil do Papa? Mons. Celli: Nestes tempos eu vi mais reações positivas que negativas. Quando apresentamos o primeiro tweet do Papa, falei de “faíscas de verdade” e “pérolas de sabedoria”. E eis que, nesta “desertificação espiritual” que – como afirma o Papa, está aumentando mais e mais – uma “gota de orvalho”, ainda que breve mas profunda, do Papa pode aliviar a sede do homem e pode favorecer o seu caminho. Por isso, apesar das críticas, dos insultos, e de algumas mensagens até mesmo pesadas recebidas, eu acredito que a decisão do Papa de entrar na rede social é muito positiva. Repito que é preciso estar presente no contexto das redes sociais, não só para vivermos, mas para dar testemunho dos valores em que acreditamos. ZENIT: Muitas vezes o senhor fez uma chamada a “retwitar” as mensagens do Papa… Mons. Celli: Sim, convidei os amigos do Papa a “retwitarem” aos própios amigos toda mensagem do Santo Padre. Se cada usuário enviasse a mensagem do Papa só a dez amigos alcançaríamos já os vinte e cinco milhões de seguidores, a assim por diante… ZENIT: Como é que a comunicação social católica vai colaborar para promover a nova Evangelização? Mons. Celli: Eu acho que a chamada para evangelizar é um convite para todos. Todo discípulo de Jesus Cristo deve assumir esta responsabilidade, que está ligada ao seu batismo, ou seja, de ser anúncio, instrumento, presença, proposta. Este é um ponto de referência fundamental. Este esforço evangelizador ajudará as pessoas a usarem bem tudo o que a tecnologia oferece. ZENIT: Quais são os projetos atuais do Dicastério que o senhor é presidente? Mons. Celli: Neste momento estamos levando adiante a iniciativa do Twitter que cresce a cada dia mais e vê aumentar continuamente os seguidores. E procuramos fazer que o twiter do Santo Padre possa ser difundido o mais possível. Outra iniciativa é news.va, o site que coleta as informações dos diversos órgãos de comunicação da Santa Sé. Hoje news.va é visitado diariamente por 12.000 a 30.000 pessoas. E tenho certeza de que esse número vai aumentar. Para nós é muito importante porque permite-nos estar presente e oferecer diariamente notícias atualizadas mais de três vezes ao dia. ZENIT: Outros planos para o futuro? Mons. Celli: Já já estará operando a aplicação do Papa para os smartphones que permitirá ter imediatamente os vídeos do Papa, ou a transmissão de uma Audiência, do Angelus ou de uma cerimônia em São Pedro. É um projeto em sintonia com o grande e iluminador magistério deste Papa. Para ler o texto integral da Mensagem do Papa Bento XVI para o 47 º Dia Mundial das Comunicações Sociais 2013, clique em: http://beta.zenit.org/pt/articles/redes-sociais-portais-de-verdade-e-de-fe-novos-espacos-de-evangelizacao #novastecnologias #mensagempara #Varela #Rede #boa #SantoPadre #diamundial #29january #ao #Cláudio #ponto #zenit #trabalho #odia #foi #BentoXVI #suamensagem #demaio #Roma
- Ante censura, gestor da fanpage Memes Católicos esclarece que não transgrediu políticas do Facebook
LIMA, 29 Jan. 13 / 09:42 am (ACI).- O criador da página Memes Católicos em espanhol, censurada dias atrás pelo Facebook, declarou ao grupo ACI que nunca transgrediu as políticas desta rede social e lamentou que tenham censurado seu espaço evangelizador. A denúncia do fechamento do fanpage católico, feita pela agência ACI Prensa, do grupo ACI, foi ecoada também pelo Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais na conta de twitter deste dicastério. Na sexta-feira 25 de janeiro, sem dar explicações, Facebook eliminou a página criada pelo jovem peruano Yhonatan Luque e deixou seus mais de 115 mil seguidores sem poder acessar os memes. “Ao querer ingressar na conta para seguir publicando material me dava com a surpresa de que Facebook já não me deixava fazê-lo, que já não tinha essa opção”, afirmou. Em dezembro passado Facebook o notificou que vários usuários denunciaram seu espaço porque supostamente violava o numeral 3.7 da declaração de direitos e responsabilidades do Facebook sobre linguagem que incita ao ódio.? rede social deu-lhe a alternativa de conservá-la colocando a etiqueta [Humor polêmico] por causa do nome “Memes Católicos”. “O numeral 3.7 das políticas de segurança do Facebook diz que está proibido subir material que incite ao ódio, material pornográfico, material que induza à violência, e supostamente para a rede social, mas Memes Católicos não está promovendo este tipo de conteúdos”, explicou Yhonatan. Os “memes” são uma das formas mais populares e singelas para transmitir ideias no Facebook. São usualmente imagens com textos breves que oferecem mensagens concretas sobre distintos temas. Os desenhos de Yhonatan se fizeram muito populares entre os jovens católicos de distintos países da América Latina e em apenas nove meses superou os 115 mil seguidores. Na notificação da sexta-feira passada “davam-me duas possibilidades, uma era que eliminasse eu mesmo a página como administrador, e a outra que envie uma foto escaneada de meu documento de identidade para que eles soubessem quem está por trás de Memes Católicos”. Apesar de que Yhonatan optou pela segunda opção, sua página foi suprimida. “Minha pagina se centra em subir vinhetas para evangelizar, para catequizar, para mostrar o que a Igreja tem que dizer, para mostrar nossa doutrina tal e como ela é”, assegurou. “Subo bastante material sobre apologética, sobre a Bíblia, sobre os documentos da Igreja, tudo em linha com a doutrina da Igreja sem faltar o respeito às demais crenças, nem aos protestantes, nem aos ateus”, acrescentou. “Minha página só se centra em evangelizar a católicos, minhas mensagens são 100 por cento para católicos, nada que possa resultar ofensivo para outras crenças”. Nos últimos dias diversos grupos anti-cristãos convocaram no Facebook campanhas para denunciar a página de Memes Católicos à rede social como “ofensiva”, simplesmente por não estar de acordo com as mensagens divulgadas. A reação do Facebook confirma que cedeu à enganosa campanha. Falsas páginas Yhonatan agradeceu as numerosas mostras de apoio que recebeu nestes dias e esclareceu que ainda não relançou sua iniciativa porque espera que Facebook revise o caso ante as massivas queixas feitas pela retirada da página e assim volte a colocar a página no ar. Entretanto, nos últimos dias surgiram falsas páginas que estão usando seu logotipo, alguns de seus memes e até seu nome sem seu consentimento. #Rede #criador #tinha #Sextafeira #ACI #humor #Twitter #desta #dias #Facebook #ao #linguagem #foi #uma #memes #deu
- Critérios para a escolha dos cânticos liturgicos
Não é qualquer canto que se escolhe para as celebrações. Existem cantos litúrgicos (para as missas) e cantos mensagem (para outras ocasiões, encontros, etc.). As características do Canto litúrgico são: 1) Conteúdo ou inspiração bíblica; 2) Qualquer salmo cantado é litúrgico; 3) Deve ter melodia fácil; 4) Todos os cânticos litúrgicos são personalizados (ritmo próprio, letra própria e momento próprio); 5) Ter cuidado com as músicas destinadas às partes fixas da Celebração (Glória, Santo, Pai Nosso, Cordeiro), pois cada um tem o seu conteúdo próprio e isto é da Tradição da Igreja. As características a serem levadas em consideração são: 1. Canto de entrada: Letra: Deve ser um convite à celebração! Deve falar do motivo da celebração. Música: De ritmo alegre, festivo, que expresse a abertura da celebração. 2. Canto penitencial: De cunho introspectivo, a ser cantado com expressão de piedade. Deve expressar confiança no perdão de Deus. Letra: Deve conter um pedido de perdão, seguindo preferencialmente a fórmula do Missal. Música: Lenta, que leve à introspecção. Sejam usados especialmente instrumentos mais suaves. 3. Canto do glória: Letra: O texto deve seguir o conteúdo próprio da Tradição da Igreja. Música: Festiva, de louvor a Deus. Podem ser usados vários instrumentos. 4. Salmo Responsorial: Letra: Faz parte integrante da liturgia da palavra: tem que ser um salmo. Deve ser cantado, revezando solo e povo, ou, ao menos o refrão. Pode ser trocado pelo próprio salmo cantado, porém nunca por um canto de meditação. Letra: Salmo próprio do dia Música: Mais suave. Instrumentos mais doces. 5. Aclamação ao Evangelho: Letra: Tem que ter ALELUIA (louvor a Deus), exceto na Quaresma. É um convite para ouvir; é o anúncio da Palavra de Jesus. Deve ser curto e tirado do lecionário próprio do dia. Música: De ritmo festivo e acolhedor. Podem ser usados outros instrumentos. 6. Canto das oferendas: É um canto facultativo. A equipe decide e combina com o padre. Caso não seja cantado, é oportuno um fundo musical (exceto Advento e Quaresma), até que as ofertas cheguem ao altar, cessando então, para que se ouça as orações de oferecimento que o padre, então, rezará. Letra: é recomendável que se fale de pão e vinho. Música: Melodia calma, suave. Uso de instrumentos suaves. 7. Santo: É um canto vibrante por natureza. Letra: o texto original indicado pela Tradição da Igreja. Música: Que os instrumentos expressem a exultação desse momento e a santidade de Deus. 8. Doxologia: “Por Cristo, com Cristo e em Cristo” É uma hora muito importante e solene. É o verdadeiro e próprio ofertório da missa. É cantado apenas pelo Sacerdote. O AMÉM conclusivo, aí sim cantado pelo povo, é o mais importante da Missa e deve ser cantado ao menos aos finais de semana. 9. Pai-Nosso: Pode ser cantado, mas desde que com as mesmas e exatas palavras da oração. Não de diz o Amém, mesmo quando cantado. 10. Cordeiro de Deus: Pode ser cantado com melodia não muito rápida e sempre com as mesmas palavras da oração. 11. Canto de Comunhão: É um canto processional, para se cantar andando. Letra: Preferência que tenha sintonia com o Evangelho e que seja “Eucarística”, ou seja, uma ação de graças. Música: Processional 12. Ação de Graças: Se for o caso, se canta dando graças, louvando e agradecendo o encontro com o Senhor e com os irmãos. No entanto, que se tenha tempo de silêncio profundo e de adoração e intimidade com o Senhor. Instrumentos mais doces e melodia lenta e que leve a adoração. 13. Canto final: É para ser cantado após a Bênção Final, enquanto o povo se retira da Igreja: é o canto de despedida. Letra: Deve conter uma mensagem que levaremos para a vida, se possível, preferencialmente sobre o Evangelho do dia. Música: Alegre, vibrante. #responsorial #Cordeiro #pois #serem #Deus #ter #PaiNosso #festiva #Liturgia #parteintegrante #curto #Jesus #isto
- Turba de ativistas homossexuais agride católicos com obscenidades, cusparadas, pedradas: veja o víde
Se a coisa já estava feia para os militantes homossexuais somente com base no vídeo que eles próprios produziram da agressão contra os caravanistas do IPCO que estavam em Curitiba no início da semana passada, agora a coisa ficou ainda mais séria: o Instituto produziu e disponibilizou um vídeo mostrando toda a confusão do ponto de vista dos agredidos. Vejam abaixo: [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=zuxpaE759h8[/youtube] Eis o texto com o qual ele me foi apresentado: Ele demonstra bem para onde caminha nosso país se não fizermos algo contra a perseguição pró-homossexual contra a moral católica. Os defensores do homossexualismo chegaram a jogar uma pedra na cabeça de um dos jovens da caravana, além de provocar, de todas as maneiras possíveis e imagináveis, uma reação violenta dos caravanistas (provavelmente, já organizado com algum elemento da imprensa para causar um escândalo midiático). O Brasil está caminhando para uma intolerância contra a doutrina católica referente ao homossexualismo. Uma situação semelhante ao que ocorreu em alguns países comunistas, onde o regime totalitário podia até aceitar a presença da Igreja (como na Polônia, por exemplo), mas exigia que os Padres e Bispos silenciassem a doutrina contrária ao comunismo. Aqui no Brasil, no “andar da carruagem”, vão permitir que um católico reze dentro do recinto interno das Igrejas e até que seja publicamente católico, desde que não combata o homossexualismo… Espero que esse vídeo ajude a despertar a indignação contra essa onda de lama – verdadeira avalanche – pró-homossexualismo. Uma onda que intimida, processa judicialmente, calunia, persegue de todas as maneiras qualquer um que se levante contra ela. Gostaria de saber como irão se justificar agora as militantes feministas que comemoraram a expulsão da TFP de Curitiba e os comentaristas políticos que ironizaram a agressão sofrida pelos caravanistas, bem como todas as outras pessoas (v.g. o sr. Milton Alves) que dedicaram os últimos dias para louvar a atitude dos ativistas homossexuais baderneiros e para fazer troça dos jovens que estavam, tão-somente, realizando uma manifestação pacífica em defesa dos valores nos quais eles acreditam. “Tolerância” é uma palavra muito bonita nos lábios de alguns, doce até; mas ela de nada vale se o discurso não corresponde ao juízo moral que se faz sobre fatos concretos ou se, hipocritamente, o nobre ideal só se aplica àqueles com os quais se concorda – os demais, é bom que sejam execrados e humilhados, agredidos e escorraçados dos espaços públicos nos quais é inimaginável que eles possam ser suportados. Os membros do IPCO que estavam em Curitibasuportaram heroicamente as maiores provocações: reitero aqui os meus parabéns a estes jovens, pela fortaleza louçã que demonstraram diante da turba raivosa que com tanta virulência se lançava sobre eles. É preciso tomar cuidado com o movimento homossexual! Como vem ficando cada vez mais evidente, a “tolerância” que ele prega é somente da boca pra fora, é só um discurso bonito pra inglês ver: na prática, sempre que ele tem oportunidade, age com a mais cínica violência contra aqueles que discordam (ainda que pacificamente) do seu estilo de vida. Eis aí, sem máscaras, mais uma vez, a verdadeira ameaça à civilização que paira sombria sobre a sociedade brasileira. Que ninguém se engane: tempos terríveis se anunciam, e não por causa dos alcunhados “homofóbicos”. #moralcatólica #algum #regime #elemento #Avalanche #homossexual #httpwwwyoutube #eis #ponto #Comunismo #onda #nossopaís #outras #eles #pessoas #lama #jogar #Imprensa #violenta #Pedra
- Desconstruindo o Zeitgeist
O Cristianismo sempre incomodou. Representa uma pedra de tropeço para muitas ideologias e filosofias. Por tal, várias manobras de desconstrução do cristianismo foram empregadas, tentando caracterizá-lo como apenas mais um mito falando de homens e Deuses. Um dos mais recentes é o filme intitulado “Zeitgeist”, que se dedica a teorias conspiratórias e em especial ao Cristianismo, como a “Maior história já contada”. O Dr. Chris Forbes[1], em pouco mais de seis minutos, questiona de forma veemente os argumentos e fontes utilizadas neste filme. Vale apena ver esta entrevista: [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=a-2HBSfPZpU[/youtube] #drchris #apena #zeitgeist #httpwwwyoutube #chrisforbes #foram #filme #neste #tentando
- EE.UU: Marcha pró-vida no dia 25 de janeiro reunirá mais de cem mil pessoas para pedir o fim do abor
WASHINGTON DC, 22 Jan. 13 / 09:54 am (ACI/EWTN Noticias).- Na próxima sexta-feira 25 de janeiro, a capital do Estados Unidos, Washington D.C., será novamente o cenário onde centenas de milhares de pessoas, em sua maioria jovens, se reunirão para participar da anual “Marcha pela Vida” e exigir a abolição do aborto. Este ano recorda-se o 40ª aniversário da sentença Roe Vs Wade que permitiu a legalização do aborto nos Estados Unidos. Neste contexto, a nova presidenta da “Marcha pela Vida” Jeanne Monahan, disse ao grupo ACI que a manifestação está marcada por muitas mudanças dirigidas especialmente aos jovens e a renovação cultural. “Estamos tentando fazer um bom trabalho de conscientização de que perdemos 55 milhões de vidas nas últimas quatro décadas, mas ao mesmo tempo, capturando o entusiasmo das pessoas e dos jovens na marcha “, indicou. A concentração será ao meio dia no Mall Nacional e às 13:30h a Marcha percorrerá a Avenida da Constituição para o edifício da Corte Suprema no Capitol Hill. A marcha durará apenas uma hora à diferença de outros anos e contará com alguns apresentadores “que conhecem realmente a situação” e os discursos “serão todos vanguardistas no tema pró-vida”, assinalou a organizadora. Monahan estimou que ao redor de 80 por cento dos participantes desta marcha serão jovens, o que representa um indicador esperançoso já que eles são o futuro para o movimento pró-vida e isto causaria grande impacto sobre a cultura. As previsões dos meios de comunicação indicam que a “Marcha pela Vida” poderia superar em número de participantes da toma de posse presidencial de 21 de janeiro. Monahan confirmou ao grupo ACI que “vemos todo tipo de sinais de maior entusiasmo e emoção. Há todo tipo de indicadores que apontam à participação de uma grande multidão. A marcha tem um impacto enorme, mas ainda não podemos medir a magnitude”. Ela explicou que este impacto não será visto apenas no Congresso, mas “também na mensagem que a marcha envia ao mundo e a Washington D.C: Somos pró-vida, respeitamos a vida e queremos protegê-la”. Monahan assinalou que a luta pela vida “é realmente uma batalha espiritual. Esta marcha tem um enorme impacto salvando vidas”. No primeiro aniversário da legalização do aborto nos Estados Unidos, a líder pró-vida Nellie Gray decidiu iniciar na capital do país a “Marcha pela Vida” para protestar contra a lei abortista e em defesa da dignidade do ser humano a partir da concepção. Gray faleceu à idade de 86 anos em 13 de agosto de 2012. Monahan recordou Nellie Gray e disse que “uma coisa que eu admirava muito e aprendi com ela é como ela rezava pelas pessoas e tinha um coração misericordioso para aqueles que participam da indústria do aborto”. #Feira #monahan #pela #roevswade #desta #washingtondc #entusiasmo #presidenta #ao #meiodia #capitolhill #Tempo #washingtondc #neste #cortesuprema #Vidas #magnitude #Movimento
- Mãe de Justin Bieber produz vídeo contra o aborto
LOS ANGELES, 21 Jan. 13 / 02:52 pm (ACI/EWTN Noticias).- A mãe do cantor Justin Bieber, Pattie Malette, que deu a luz ao famoso artista quando ela tinha apenas 18 anos de idade, está produzindo um curtametragem pró-vida e contra o aborto com o qual espera arrecadar dez milhões de dólares para diversos centros materno-infantis ao redor do mundo. Pattie Malette é a produtora do filme “Crescendo” cuja estréia será no próximo 28 de fevereiro. A canadense de 37 anos assinalou em um comunicado que espera que sua participação em Crescendo alente “jovens mulheres de todo o mundo, como eu”, para que “elas saibam que têm um lugar aonde ir, pessoas que cuidarão delas e um lar seguro onde viver se ficarem grávidas pois (muitas) acreditam que não há lugar ao qual acudir”. A mãe de Bieber estará presente em algumas pré-estréias deste curta conforme informou a produtora “Movie to Movement” na sexta-feira 18 de janeiro. Malette tem escrito e falado extensamente sobre o vício das drogas e a vida desordenada que levava antes de ficar grávida de Justin Bieber. Aos 14 anos começou a consumir maconha, LSD e álcool. Aos 15 conheceu Jeremy, o pai do conhecido cantor. No ano seguinte deixou sua casa e se viu obrigada a manter-se com pequenos furtos e venda de drogas. Aos 17 tentou suicidarse jogando-se na frente de um caminhão. No hospital onde foi atendida se converteu ao cristianismo. Em uma entrevista no Today Show em setembro de 2012, Malette se referiu à gravidez adolescente e à sua luta pessoal como mãe. Ela recordou ademais que muitos ao seu redor a pressionaram para que se submetesse a um aborto que ela sempre rechaçou. Como mãe solteira (Jeremy se separou dela 10 meses depois do nascimento de Justin) Malette trabalhou em vários ofícios a tempo parcial. Como não pôde se graduar, uma vizinha cuidou do pequeno durante um ano para que voltasse à escola. Depois, já na universidade estudou, com uma bolsa de estudos, desenho gráfico. Através de sua experiência e com seu testemunho, a mãe do joven cantor canadense quer fazer ver que as jovens que se encontram em uma situação como a que ela viveu há quase duas décadas, que sim existem pessoas e instituições que as podem ajudar. #desenho #pequeno #tinha #ACI #drogas #Aborto #Jovens #bolsadeestudos #pattie #crescendo #ewtn #justinbieber #deualuz #produtora #lsd #apenas18 #omundo #malette #Mulheres #ela
- O Papa supera os 2.5 milhões de seguidores no Twitter e inaugura conta em latim
Roma, 21 Jan. 13 / 04:58 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Bento XVIsuperou entre as distintas contas oficiais que possui na rede de microblogging Twitter os dois milhões e meio de seguidores. Seu primeiro tweet se converteu no quinto mais “retuitado” -compartilhado-, da história do Twitter, com mais de 80 mil retweets por parte dos usuários. Isto ocorreu em 12 de dezembro de 2012, então, sem publicar palavra alguma, já contava com 1,4 milhões de seguidores. O Santo Padre começou enviando suas mensagens em 140 caracteres em 8 idiomas: espanhol, inglês, português, alemão, francês, italiano, árabe e polonês, e a partir deste domingo também em latim. A conta do Twitter do Papa nasceu para dar resposta às perguntas dos fiéis através da rede, e até agora, já publicou 24 “tweets”. Sua primeira aparição dedicou à bênção dos usuários e, no dia 1 de janeiro, em seu primeiro “tweet” do ano, desejou-lhes a proteção de Deus durante o 2013. No dia 7 de janeiro, a conta publicou três mensagens. No primeiro recordou um tema que o preocupa há um bom tempo: a paz em Síria. No segundo, remarcou seu chamado à comunidade internacional para conseguir a paz na Nigéria, onde especialmente os cristãos são alvo de numerosos atentados terroristas. Por último, no terceiro, dedicou “alguns caracteres” à defesa da liberdade religiosa e ao direito à objeção de consciência para aqueles indivíduos e instituições que promovem a liberdade e o respeito de todos. Em sua conta em Latim o Papa escreveu: Unitati christifidelium integre studentes quid iubet Dominus? Orare semper, iustitiam factitare, amare probitatem, humiles Secum ambulare.(Que nos pede o Senhor para fazer pela unidade dos cristãos? Rezar com constância, praticar a justiça, amar a bondade e caminhar com Ele). Até o momento, os usuários de fala inglesa compõem o maior número de seguidores do Papa na rede social, que até o fechamento desta edição superavam 1.4 milhões. “Se tivermos amor ao próximo, conseguiremos descobrir a face de Cristo no pobre, no indefeso, no doente e no atribulado”. Este foi o texto do último tweet da conta do Santo Padre emitido no dia 15 de janeiro. Para ler os tweets do Papa em sua conta oficial em português ingresse em:http://twitter.com/pontifex_pt #Rede #distintas #SantoPadre #partedos #Deus #Rezar #ACI #conta #dominus #Senhor #orare #desta #ewtn #deste #resposta #papabento #isto #contas #tweets #fala
- Cristãos devem percorrer juntos o “caminho estreito” da fidelidade a Deus, afirma o Papa
VATICANO, 18 Jan. 13 / 11:58 am (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Bento XVIassinalou que todos os cristãos devem caminhar juntos pelo “caminho estreito” de fidelidade à vontade soberana de Deus, que quer que todos cheguem à santidade. Assim o indicou o Santo Padre a uma delegação luterana da Finlândia, em ocasião da festa de Santo Enrique de Uppsala, padroeiro desse país. O encontro também aconteceu na véspera da Semana pela Oração da Unidade dos Cristãos cujo tema este ano vem do livro do profeta Miqueias: “Aquilo que o Senhor exige de nós?”. Bento XVI assinalou que “o profeta deixa claro o que o Senhor exige de nós: trata-se de ‘fazer justiça, amar a misericórdia, e caminhar humildemente com nosso Deus’”. “O tempo do Natal que acabamos de celebrar nos recorda que Deus é aquele que desde o início caminhou conosco, e aquele que, na plenitude dos tempos, encarnou-se para nos salvar de nossos pecados e para guiar nossos passos no caminho da santidade, da justiça e da paz”. O Santo Padre ressaltou logo que “caminhar humildemente na presença do Senhor, em obediência à sua palavra de salvação e com a confiança em seu plano de graça, fornece uma imagem vívida não só da vida de fé, mas também de nosso caminho ecumênico para a plena e visível unidade de todos os cristãos”. “Nesta jornada de discipulado, somos chamados a continuar juntos na estrada estreita de fidelidade à vontade soberana de Deus para lidar com quaisquer dificuldades ou obstáculos que possamos encontrar”. Portanto, disse o Papa, “para avançar no caminho da comunhão ecumênica – destacou o pontífice – precisamos estar cada vez mais unidos em oração, cada vez mais comprometidos com a busca da santidade, e cada vez mais empenhados nos âmbitos da pesquisa teológica e cooperação a serviço de uma sociedade justa e fraterna”. “Seguindo este caminho de ecumenismo espiritual, caminhamos verdadeiramente com Deus e uns com outros na justiça e no amor porque, como afirma a Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação: ‘Somos aceitos Por Deus e recebemos o Espírito Santo que renova nossos corações, enquanto nos capacita e chama às boas obras’”. O Papa Bento XVI expressou sua esperança de que a visita a Roma da delegação finlandesa “contribua para fortalecer as relações ecumênicas entre todos os cristãos” neste país. “Vamos agradecer a Deus por tudo que tem sido feito até agora e rezemos para que o Espírito da verdade guie os seguidores de Cristo em vosso país em um amor e uma unidade cada vez mais forte, enquanto se esforçam por viver na luz do Evangelho e iluminar com ela as grandes questões morais que enfrentam nossas sociedades”. “Se percorrermos juntos com humildade o caminho da justiça e da misericórdia que o Senhor nos indicou, os cristãos, não apenas viverão na verdade, como também serão faróis de alegria e de esperança para todos os que buscam um ponto seguro de referência em nosso mundo em constante mudança”, concluiu. #oencontro #pesquisa #Festa #passos #plenitude #Deus #pela #umaimagem #tempos #ano #aquilo #uppsala #Tempo #desse #cujo #Vaticano #todosos #assim
- Lançado concurso de vídeos pró-vida para jovens nos EUA
WASHINGTON DC, 18 Jan. 13 / 12:05 pm (ACI).- A Conferência de BisposCatólicos dos Estados Unidos (USCCB, por suas siglas em inglês), convocou jovens do ensino médio e fundamental a participar do concurso de vídeos pró-vida no marco das atividades promovidas no marco dos 40 anos da sentença Roe vs Wade que legalizou o aborto no país. Os estudantes deverão criar um vídeo de 30 a 60 segundos da peregrinação, vigília, ou imagens das diferentes atividades promovidas entre o 19 e 27 de janeiro no qual ocorre uma novena de oração, penitência e peregrinação a favor da vida convocada pelos bispos norte-americanos. O vídeo poderá mostrar o que significa para o estudante o poder participar das atividades destas datas, dando testemunho a favor do valor da vida e da dignidade humana, assim como os esforços para reverter a sentença Roe vs Wade. Do mesmo modo, o estudante deverá mostrar no vídeo, se sua participação nas atividades tem um significado especial neste Ano da Fé. As dioceses de cada cidade estarão encarregadas de fornecer o correio eletrônico ao qual os estudantes que concursam em suas paróquias poderão enviar até o dia 28 de janeiro, os links de seus trabalhados já publicados no Youtube. Os vídeos serão qualificados por cada diocese em base à sua originalidade, conteúdo e como comunicam a mensagem e os dois melhores serão enviados à secretaria pró-vida da USCCB antes do 15 de fevereiro. Os prêmios para os jovens criadores dos vídeos serão de U$300, U$200 e U$100 dólares para o primeiro, segundo e terceiro colocados respectivamente. #osdois #suas #roevswade #pelos #40anos #60segundos #Imagens #odia #washingtondc #norteamericanos #USCCB #Humana
- Autoridade da cúria romana explica por que Bento XVI é um dos grandes pensadores deste tempo
Vaticano, 16 Jan. 13 / 10:47 am (ACI/EWTN Noticias).- O Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Dom Gerhard Ludwig Müller, afirmou que há muito poucas pessoas no mundo que possuam a profundidade de pensamento do Papa Bento XVI e explicou que isto se deve a toda sua experiência de vida. Dom Müller fez estas declarações em uma entrevista concedida à Rádio Vaticano depois de apresentar o livro “Expandindo o horizonte da razão”, uma obra que recolhe os trabalhos e reflexões do Papa Ratizinger ao longo de toda sua vida. “É um dos poucos homens que há com um horizonte tão amplo: conhece o desenvolvimento da filosofia na Europa, desde os gregos, os romanos, e para terminar com os filósofos modernos. Conhece também a história da Igreja, as perguntas e os desafios que se antepõem às ciências naturais de hoje em dia. Conheço poucas pessoas que tenham esta profundidade de pensamento, tão necessário hoje em dia”, disse a autoridade vaticana. Dom Müller, quem também é presidente da Pontifícia Comissão “Ecclesia Dei”, da Comissão Teológica Internacional e da Pontifícia Comissão Bíblica, assinalou também que o Santo Padre é um grande pensador, mas além disso, tem a grande capacidade de falar com um homem simples. “Por isso, é necessário e muito importante que todos os teólogos sejam pastores, que se dirijam a todos os homens, porque Deus não ama só os intelectuais, as pessoas que são grandes gênios, mas todos os homens”, acrescentou. Explicou que o Papa tem feito um comprido caminho em sua vida e em suas reflexões. “Começou aos 15 anos. Hoje tem 85: assim são 70 anos de reflexão profunda e de meditação. houve muitas experiências em sua vida: de jovem viveu a experiência do nacionalismo e do fascismo, da guerra, de vários eventos de sua vida humana… Mas isso, nunca foi um intelectual que vive em sua torre de marfim, se não que tiver presente a vida de todos os homens, e está profundamente inserido na história do século XXI”. “Digamos que Jesus Cristo é o Verbo de Deus, mas quando veio ao mundo falou de maneira muito singela, ao coração de todos os homens. Falou com os fariseus, aos grandes intelectuais de seu mundo, de seu tempo, mas sempre testemunhou o grande respeito que Deus tem por todos os homens”, acrescentou. Por último, em relação à incursão do Santo Padre no mundo das redes sociais, mais concretamente no Twitter –com a conta @Pontifex_pt-, Dom Müller considerou que “assim como a fé e a Revelação são maneiras que Deus usa para comunicar-se conosco. Através destes meios de comunicação podemos comunicar, não de maneira ideológica –quer dizer, querer influenciar às pessoas contra sua razão-, a não ser para ter um diálogo aberto à verdade”. “Só a Verdade, pode salvar os homens, não a propaganda”, concluiu. #longo #Deus #suavida #Amã #desenvolvimento #filosofia #aos #ao #HORIZONTE #quem #feito #pessoas #ecclesiadei #gerhardludwigmüller #Vaticano #todosos #papabento #hojeemdia #Humana #assim
- Facebook é denunciado por permitir campanha de aborto dirigida a jovens britânicas
LONDRES, 11 Jan. 13 / 04:07 pm (ACI/EWTN Noticias).- O jornalista investigativo Willard Foxton denunciou que a rede social Facebook segmentou anúncios de aborto especialmente dirigidos para jovens do Reino Unido, desde inícios deste ano 2013. Em sua denúncia publicada nesta sexta-feira 11 de janeiro através de seu blog do jornal britânico The Daily Telegraph, Foxton assinala que “muitas mulheres britânicas ficaram espantadas quando acordaram no dia 1º de janeiro e se deram conta de que seus perfis do Facebook continham avisos de fornecedores de aborto dirigidos a elas”. O anúncio em questão, assinalou o jornalista, provinha do site de conselheiros de abortos dos Estados Unidos, abortion.com, e simplesmente dizia “Encontre um fornecedor de aborto perto de você”, ao lado de um número telefônico dos Estados Unidos para ligações gratuitas. “Um click levava ao site, principalmente enfocado nos Estados Unidos, que listava um imenso número de fornecedores de aborto em todo o Estados Unidos, e só um fornecedor no Reino Unido, ‘a Rede de apoio ao aborto’”, indicou. Embora algumas mulheres tenham reagido com “humor” aos anúncios, disse Foxton, “muitas das que receberam o anúncio começaram a questionar suas opções de estilo de vida na rede social. O que estavam fazendo para que Facebook pense que estavam interessadas no negócio de um aborto? Qual era seu estilo de vida? Foi algo em suas fotos ou em seus estados o que acionou um interruptor que fez que um algoritmo assuma que estavam grávidas?”. Embora o jornalista britânico não tenha expressado nenhuma objeção aos anúncios publicitários abortistas, assegurou que “pagaria bastante dinheiro para averiguar exatamente que termos de busca ou palavras chave o anúncio do site abortion.com está procurando”. “Infelizmente, eles (abortion.com) recusaram-se a comentar sobre este anúncio quando foram consultados”, disse. Foxton também consultou ao Facebook que também se negou a “oferecer qualquer informação sobre as palavras chaves específicas”. O jornalista assinalou que um porta-voz da rede social lhe disse que “a publicidade de Serviços dos Conselheiros Pós-Concepção (PCAS por suas siglas em inglês), está permitida segundo as regras do Facebook, assim como nos meios impressos e de radiodifusão no Reino Unido. A diferença de outros meios, se as pessoas não gostam do anúncio que veem no Facebook, elas podem retirá-lo ao clicar no ‘X’ localizado na esquina do anúncio”. Willard Foxton admitiu que “é verdade que esses anúncios estão permitidos tanto nos meios impressos como de radiodifusão. As regras são postas pelo Comitê de Prática Publicitária. Em efeito, Facebook tem razão de que as pessoas que veem esses anúncios no Facebook podem retirá-los fazendo click no botão ‘X’, e que podem inclusive especificar a razão pela qual não desejam mais ver esse anúncio; as opções incluem ‘contra minhas ideias’”. “Há também uma opção para esconder um anúncio específico, ou todos os anúncios dessa companhia em particular”, assinalou o jornalista. Entretanto, Foxton questionou “será que isso é suficiente?”, pois “há uma diferença chave. Se vejo um anúncio na televisão, em um outdoor, ou o escuto na rádio, não é pessoal para mim; não chega a mim no que suponho que é um espaço pessoal e seguro”. “Muitas pessoas devem estar seriamente irritadas por este anúncio do Facebook; pois com certeza as mulheres que fizeram abortos não devem querer lembrar disso quando entram na rede social para compartilhar uma foto ou uma atualização de estado”, assegurou. “E isso, inclusive, deixando de lado aos que são pró-vida, ou profundamente religiosos, ou pessoas cujos pais ou namorado veem o anúncio e tiram conclusões erradas”, criticou. Foxton assegurou que “se eu fosse Facebook, faria mais estritas as regras sobre a quem dirigir anúncios tão sensíveis como este”. O jornalista britânico revelou também que um anunciador pode chegar a pagar até 3 libras esterlinas (quase 5 dólares) por cada clique para o termo de busca “aborto” no Reino Unido. O aborto no Reino Unido é legal até a 24ª semana da gravidez para a maioria dos casos, entretanto, em 1990 esta restrição foi eliminada para casos de suposto risco de vida para a mulher, anormalidade fetal, ou lesões graves físicas ou psíquicas para a mãe. A Igreja Católica na Inglaterra celebra anualmente o Dia pela Vida em julho, para recordar a dignidade de toda vida humana frente ao aborto. Em 2004, os bispos católicos da Inglaterra e Gales emitiram um documento titulado “Estimando a vida”, no qual recordaram o ensinamento da Igreja sobre o aborto, a eutanásia, o suicídio assistido, o amor e as relações, os experimentos com embriões e a investigação médica. #elas #Rede #Sextafeira #ACI #willard #humor #Aborto #LONDRES #apoio #ewtn #Facebook #Fotos #deste #foi #chave #dailytelegraph #abortion
- João Paulo II recebeu “ajuda” de mineiro em sua vocação de sacerdote, revela Cardeal Re
ROMA, 10 Jan. 13 / 11:58 pm (ACI).- Um dos colaboradores mais próximos do Beato João Paulo II, o Cardeal Giovanni Battista Re, relatou desde Roma uma anedota pouco conhecida da história da vocação sacerdotal do Beato João Paulo II. O Cardeal Re foi substituto da Secretaria de Estado e posteriormente prefeito da Congregação para os Bispos. Em 9 de janeiro desde o Auditório Conciliazione, durante a apresentação do recital “O Papa e o Poeta”, inspirado na figura de Karol Wojtyla, desvelou um episódio inédito da vida do Pontífice. O Cardeal explicou aos jornalistas que em 1939 o jovem Karol Wojtyla teve que abandonar a universidade e trabalhar em uma pedreira para sobreviver e evitar que o deportassem a Alemanha. “Ali trabalhava com um mineiro que explodia as minas, e este um bom dia lhe disse ‘acho que você será um grande sacerdote’… João Paulo II nos dizia que até aquele momento ele nunca tinha pensado em ser sacerdote. Dizia, este homem com quem eu trabalhava, já me via como sacerdote”, assinalou. Durante sua apresentação, o Cardeal destacou o papel do jovem Wojtyla como filósofo, teólogo, místico, mas especialmente sua faceta como poeta e ator: “A poesia é um elemento interessante que influenciou depois em seu serviço como Papa: muitas temáticas se refletem neste exercício da arte poética e o ajudou na capacidade de chegar às pessoas, de falar com as massas, de captar a atenção”, adicionou. Neste sentido, explicou que na poesia de Wojtyla destacou-se a defesa dos direitos humanos, a temática do homem e da mulher desde o ponto de vista da dignidade humana, assim como o sentimento da irmandade e da solidariedade dentro de uma família universal. “Suas poesias são sempre uma exaltação do homem… que elevam a alma a Deus”, acrescentou. Quanto a possível Canonização do Beato Wojtyla, o Cardeal assinalou que lhe atribuem muitos milagres, e considerou possível esperar sua próxima canonização. Na apresentação também participaram o diretor do recital di Gianfranco Migliorelli, e seu autor, o vaticanista Mimmo Muolo, quem recordou a João Paulo II como um homem “que plantou raízes lá onde se pensava que não poderiam frutificar, sua fé transpassou as montanhas, foi um professor daquela fé que sabe conjugar-se com todas as expressões da vida e, portanto com o teatro também”. O recital “O Papa e o Poeta” mescla música, dança e poesia, e trata de responder ao convite do Papa Bento XVI para introduzir na cultura de hoje os conteúdos da fé, no marco do Ano da Fé, inclusive fazendo uso de outras linguagens específicas como a do teatro. #mulher #suas #direitoshumanos #Deus #ACI #Alemanha #joãopaulo #ali #bomdia #giovannibattista #oponto #KarolWojtyla #sentimento #Alma #neste #opoeta #Roma #defesa #assim #Cardeal
- Atleta espanhol dá lição de honra e esportividade
REDAÇÃO CENTRAL, 10 Jan. 13 / 11:59 pm (ACI).- O atleta espanhol Iván Fernández Anaya deu uma lição de honra e esportividade em Navarra, Espanha ao deixar que ganhasse a competição o africano Abel Mutai, que foi o primeiro durante a corrida e parou a poucos metros de chegar à meta pensando que já tinha concluído o percurso. Em diálogo telefônico com o grupo ACI no dia 10 de janeiro, o jovem atleta de 24 anos de idade recordou o que aconteceu no dia 2 de dezembro na corrida Cross de Burlada na qual ficou em segundo lugar, atrás do Mutai, queniano e medalhista olímpico em Londres 2012. Abel Mutai estava ganhando a corrida e achou que já tinha terminado porque pensou que já havia chegado à meta. Por não saber falar castelhano, não entendia que as pessoas ao seu redor diziam que continuasse porque ainda faltavam vários metros. Fernández o alcançou e em vez de tirar proveito da situação para ganhar a corrida, animou o africano a continuar correndo para obter a vitória. “Faltando 150 metros, ele se distanciou 20 metros de mim e quando vi que ele parou antes da chegada eu fiquei um pouco surpreendido, acho que ele não tinha entendido bem que ainda não tinha chegado e que a meta ainda estava a 50 metros”. Iván Fernández disse ao grupo ACI que Mutai “olhou para trás e via que as pessoas falavam para ele que continuasse, mas como não sabia castelhano, não se dava conta do que estava acontecendo. Então eu vim de trás e o empurrei para a meta”. Ao ser perguntado se eles tinham conversado depois da corrida o atleta espanhol respondeu que “falamos um pouco, mas não nos entendíamos muito bem. Agradeceu-me por tê-lo deixado ganhar”. “Acima de tudo nós treinamos para fazer o melhor possível, treinamos muito duro, eu quero lembrar que antes de vencer e acima de tudo está a personalidade de cada um e a esportividade com os companheiros. Nesta ocasião deixei que ele ganhasse porque meu coração me dizia que ele era o vencedor da corrida”. Embora Fernández não viva uma vida de fé, compartilhou com o grupo ACI que recebeu da sua família uma formação de valores: “venho de uma família estruturada e tive a sorte de ter os meus pais e não me faltou nenhum dos dois”. O atleta mantém uma relação amável e sempre agradecida com público que o segue. Em seu blog narra suas experiências esportivas, compartilha seus sentimentos como ele mesmo o descreve “com um coração aberto”. Quando relatou a história da corrida assinalou que “o que fez com que hoje seja um dia muito especial é fazê-lo compartilhado com todos vocês”. Iván Fernández também saudou seus seguidores pelo Natal, Ano Novo e dia de Reis. Em um de seus posts titulado “Reflexão e adeus ao 2012” afirmou: “agradeço a todos que compartilharam um segundo ao meu lado e me tiraram um sorriso. Agradeço a todos os que me mandaram e-mails, mensagens de apoio e de felicitações durante este último mês. De coração desejo o melhor a todos”. O atleta é natural de Vitória. Dos 6 até os 14 anos esteve na escola de futebol do seu colégio. A partir dos 9 anos combinou o futebol com o atletismo e participava de competições locais. Fernández foi, em várias ocasiões, campeão nacional da Espanha e representou o seu país em campeonatos mundiais de cross (country) e pista. Iván Fernández é formado em manutenção e sistema de regulação e controle. Atualmente estuda mecatrônica. Divide seu tempo entre a faculdade e seus rigorosos treinamentos que realiza nas manhãs e nas tardes. #abel #africano #quefoi #ACI #ovencedor #meta #mutai #embo #elestinham
- Meio milhão de franceses sairão às ruas em defesa do matrimônio
PARIS, 10 Jan. 13 / 11:19 am (ACI/EWTN Noticias).- No próximo dia 13 de janeiro as ruas da França estarão lotadas por 500 mil pessoas em defesa do autêntico matrimônio e que expressarão sua desconformidade com o projeto de lei para legalizar as uniões homossexuais e a adoção por parte destes casais, uma iniciativa promovida pelo presidente Francois Hollande. Em declarações ao grupo ACI, um dos organizadores da chamada “Marcha para todos”, Lionel Lumbroso, assinalou que a marcha representa a grande diversidade da população francesa, porque participarão pessoas de diferentes religiões e crenças políticas “podemos ver que estamos unidos com os valores republicanos”. Pediu-se aos participantes que estejam vestidos com as cores azul, branca ou rosa, como fizeram na marcha de novembro que reuniu em diferentes cidades da França a 250 mil pessoas. A marcha de 13 de janeiro percorrerá três rotas distintas que se unirão em Champs de Mars terminando debaixo da Torre Eiffel. “Quanto mais sejamos, é mais difícil sermos ignorados pelo governo”, disse Lumbroso. Neste contexto, um total de 50 líderes muçulmanos franceses assinaram uma carta onde fazem um chamado urgente a 5 milhões de habitantes dessa religião do país a unir-se à marcha em Paris. “Protestaremos em 13 de janeiro, unindo-nos a esta campanha pluralista para preservar o matrimônio tradicional”, assinalam. O projeto de lei para legalizar as uniões homossexuais na França se debaterá no parlamento em 29 de janeiro, proposta que também pretende permitir a casais do mesmo sexo a que adotem crianças, trocando as palavras “mãe” ou “pai” por “pai 1” e “pai 2”. Em 17 de novembro de 2012, nas principais cidades da França como Paris, Toulouse, Lyon, Marsella, Nantes, Rennes, Metz, Dijon e Burdeos 250 mil pessoas marcharam em defesa do autêntico matrimônio. Derrubando o mito laicista de que a defesa do matrimônio é uma questão confessional, em Lyon marcharam juntos o Arcebispo, Cardeal Philippe Barbarin, e o reitor da mesquita muçulmana da cidade, Kamel Kabtane, quem assinalou que “compartilhamos os mesmos valores fundamentais e esses devemos defendê-los juntos”. #organizadores #ruas #lionel #unindo #marsella #cores #ACI #Rennes #champsdemars #chamada #ewtn #metz #burdeos #phili #paris10 #branca #parlamento #projeto #torreeiffel #Cardeal
- O Papa: Deus se fez homem para curar tudo o que nos separa dele
VATICANO, 09 Jan. 13 / 03:09 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Bento XVIalentou aos fiéis católicos de todo o mundo a recuperar o assombro ante o mistério da Encarnação que ilumina a vida e explicou que Deus assumiu a condição humana para curar “tudo o que nos separa Dele”. Em sua catequese semanal, diante de milhares de fiéis presentes na Sala Paulo VI, o Santo Padre disse que “neste tempo natalício nos concentramos mais uma vez sobre o grande mistério de Deus que desceu do Céu para entrar na nossa carne. Em Jesus, Deus encarnou-se, transformou-se homem como nós, e assim nos abriu o caminho para o seu Céu, para a comunhão plena com Ele”. “Deus assumiu a condição humana para curá-la de tudo aquilo que a separa Dele, para permitir-nos chamá-lo, no seu Filho Unigênito, com o nome de “Abbá, Pai” e ser verdadeiramente filhos de Deus”. O Santo Padre ressaltou que “é importante então recuperar o assombro diante do mistério, deixar-nos envolver pela magnitude deste acontecimento: Deus, o verdadeiro Deus, Criador de tudo, percorreu como homem nossos caminhos, entrando no tempo do homem, para comunicar-nos sua própria vida. E não o fez com o esplendor de um soberano, que sujeita o mundo ao seu poder, mas com a humildade de uma criança”. O Papa disse logo que quando no Evangelho de São João se diz que “O Verbo se fez carne”, esta última palavra, segundo o costume hebraico, “indica o homem na sua integralidade, todo o homem, mas propriamente sobre o aspecto da sua transitoriedade e temporalidade, da sua pobreza e contingência. Isto para nos dizer que a salvação trazida por Deus fazendo-se carne em Jesus de Nazaré toca o homem na sua realidade concreta e em qualquer situação que se encontra”. Bento XVI afirmou logo que a expressão “o Verbo se fez carne” é “uma daquelas verdades à qual nós estamos tão habituados que quase não nos afeta mais a grandeza do evento que essa exprime. E efetivamente neste período natalício, no qual tal expressão retorna sempre na liturgia, às vezes se fica mais atento aos aspectos exteriores, às “cores” da festa, que ao coração da grande novidade cristã que celebramos: algo absolutamente impensável, que somente Deus poderia operar e no qual podemos entrar somente com a fé”. Como segundo ponto de sua catequese o Papa referiu-se aos que se trocam no Natal, destacando que são uma expressão de amor e estima que recorda a entrega total de amor a Deus “para os homens, doou a si mesmo por nós; Deus fez de seu Filho único um presente para nós, assumiu a nossa humanidade para doar-nos a sua divindade”. “Este é o grande presente. Também no nosso presentear não é importante que um presente seja caro ou não; quem não pode doar um pouco de si mesmo, doa sempre muito pouco; na verdade, às vezes busca-se substituir o coração e o compromisso de doação de si com o dinheiro, com coisas materiais”. Bento XVI ressaltou que “o fato da Encarnação, de Deus que se fez homem como nós, nos mostra o realismo sem precedentes do amor divino. O agir de Deus, na verdade, não se limita às palavras, de fato poderíamos dizer que Ele não se contenta em falar, mas se imerge na nossa história e assume para si o cansaço e o peso da vida humana”. “Este modo de agir de Deus é um forte estímulo para nos interrogarmos sobre o realismo da nossa fé, que não deve ser limitado à esfera do sentimento, das emoções, mas deve entrar no concreto da nossa existência, deve tocar, isso é, a nossa vida de cada dia e orientá-la também de modo prático. Deus não parou nas palavras, mas nos indicou como viver, partilhando da nossa própria experiência, exceto no pecado.?”. Citando logo a São João quem recorda algumas passagens do Gênesis sobre a Criação, o Santo Padre disse que “o Evangelista alude claramente à história da criação que se encontra nos primeiros capítulos do Livro de Gênesis, e o lê à luz de Cristo. Este é um critério fundamental na leitura cristã da Bíblia: o Antigo e o Novo Testamento devem sempre ser lidos em conjunto e do Novo se revela o sentido mais profundo também do Antigo”. “Os Padres da Igreja têm aproximado Jesus de Adão, tanto para defini-lo ‘segundo Adão’ ou o Adão definitivo, a imagem perfeita de Deus. Com a Encarnação do Filho de Deus acontece uma nova criação, que dá a resposta completa à pergunta: ‘Quem é o homem?’”. “Somente em Jesus se manifesta plenamente o projeto de Deus sobre o ser humano: Ele é o homem definitivo segundo Deus”. O Papa sublinhou também que “o Concílio Vaticano II o reitera com força: ‘Na realidade, somente no mistério do Verbo encarnado encontra verdadeira luz o mistério do homem …Cristo, novo Adão, manifesta plenamente o homem ao homem e revela a eles a sua vocação’”. “Naquele menino, o Filho de Deus contemplado no Natal, podemos reconhecer a verdadeira face não somente de Deus, mas a verdadeira face do ser humano; e somente abrindo-nos à ação da sua graça e procurando a cada dia segui-Lo nós percebemos o projeto de Deus para nós, para cada um de nós”. “Queridos amigos –concluiu o Papa– neste período meditemos a grande e maravilhosa riqueza do Mistério da Encarnação, para deixar que o Senhor nos ilumine e nos transforme sempre mais à imagem do seu Filho feito homem para nós”. #SantoPadre #Deus #Nossa #ACI #ewtn #aos #ao #paulovi #Tempo #aspecto #omundo #grandeza #neste #Vaticano #papabento #tudo #Jesus #Humana #magnitude
- Revista Times: Promotores do aborto têm perdido as batalhas contra os pro-vidas nos EUA
WASHINGTON DC, 04 Jan. 13 / 03:50 pm (ACI/EWTN Noticias).- Na capa de sua edição de janeiro de 2013, a famosa revista americana Times, assegura que embora “40 anos atrás, os ativistas do direito ao aborto obtiveram uma épica vitória com (a sentença da Corte Suprema no caso) Roe vs. Wade”, que permitiu a legalização do aborto nos Estados Unidos, “eles estiveram perdendo desde então” para os pró-vidas. Conforme explica Kate Pickert, autora do artigo de capa, desde que em janeiro de 1973 a Corte Suprema dos Estados Unidos converteu em um direito federal o acesso ao aborto, “o movimento pro-choice (abortista) vem perdendo” as suas lutas. “Em muitas partes do país, atualmente, recorrer a um aborto é mais difícil que em muitos lugares desde a década de 1970”. Pickert assinalou que “há menos médicos dispostos a realizar o procedimento e menos clínicas abortistas no negócio”. “Os ativistas pro-choice (abortistas) foram ultrapassados por seus contrapartes pró-vidas, que pressionaram exitosamente para obter regulações estatais que limitam o acesso” ao aborto, escreveu. “Muitos estados requerem atualmente que as mulheres passem por aconselhamento, períodos de espera ou ultrassons antes de submeter-se a abortos”, indicou. Para a jornalista americana, “a causa pró-vida esteve ganhando a guerra do aborto, em parte, porque buscou uma estratégia organizada e bem executada”. Além disso, reconheceu, “a opinião pública está crescentemente” do lado pró-vida. “Graças ao ultrassom pré-natal e aos avanços da neonatologia, os americanos podem agora saber como se vê um feto e que os bebês nascidos tão prematuramente como às 24 semanas agora podem sobreviver”, assinalou Pickert. A jornalista da Times disse que “apesar de que três quartos dos americanos acreditarem que o aborto deveria ser legal em alguns ou todos os casos, a maioria apoia leis estatais que regulem o procedimento, e cada vez menos se identificam a si mesmos como ‘pro-choice’ nas pesquisas de opinião pública”. Pickert também retratou a divisão geracional que destrói por dentro a causa abortista, pois “os jovens ativistas do direito ao aborto reclamam de que as líderes das organizações feministas”, que tinham 20 ou 30 anos quando se legalizou o aborto nos Estados Unidos, “não estão dispostas a passar a tocha às novas gerações”. Entretanto, para Kate Pickert, um dos principais motivos da derrota dos promotores do aborto é que “em uma democracia dinâmica como os Estados Unidos, defender o status quo é sempre mais difícil que lutar para mudá-lo”. Uma das expressões mais claras do avanço da causa pró-vida nos Estados Unidos é a multitudinária marcha nacional pela defesa da vida que mobilizam centenas de milhares de pessoas, com frequência ignoradas pelos meios, todos os anos em janeiro, no aniversário da sentença de Roe vs. Wade. A última marcha, em 2012, reuniu mais de 400 mil pessoas que durante várias horas suportaram intenso frio, neblina e até chuva enquanto percorriam as principais ruas da capital americana até a sede do Capitólio. #embora #lutas #ACI #Deveria #roevswade #Aborto #ewtn #prochoice #ao #eles #uma #Americana #washingtondc #cortesuprema #acesso
- Gigante da arte e do artesanato nos EUA em pé de luta ante o mandato abortista de Obama
WASHINGTON DC, 08 Jan. 13 / 12:24 am (ACI).- A empresa americana Hobby Lobby, líder na indústria de arte e artesanatos, decidiu não obedecer ao mandato abortista do presidente Barack Obama, e corre o risco de pagar multas diárias de até 1,3 milhões de dólares. A norma do departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (HSS, por suas siglas em inglês), obriga aos empregadores, independentemente de suas convicções religiosas, a outorgar planos de saúde que cubram a esterilização, anticoncepcionais e fármacos abortivos como a pílula do dia seguinte. Hobby Lobby é um dos mais de 100 demandantes em todo o país que decidiram rejeitar esta lei que viola os direitos de liberdade religiosa garantidos na Constituição. Nas redes sociais estão circulando diferentes páginas de apoio a Hobby Lobby. Entre estas iniciativas está um abaixo assinado que já tem mais de 64 mil assinaturas e onde se faz um chamado a que se pronunciem “todos os norte-americanos que valorizam a liberdade religiosa e se opõem ao injusto mandato imposto pelo HSS”. Outra forma proposta para apoiar a Hobby Lobby é a compra de seus produtos de forma virtual ou nos locais da loja. Alguns chegam a comentar coisas como “não preciso de nada daí, mas irei comprar porque estou de acordo com eles”. Em sua página do Facebook o ex-governador de Arkansas, Mike Huckabee, fez um chamado a todos os norte-americanos para que apoiem à companhia, sublinhando que os donos “honram a Deus em sua vida pessoal e em seus negócios”. A companhia está decidida a esgotar todos os meios legais para lutar contra esta norma, inclusive apesar de que recentemente lhe foi negada uma apelação que buscava bloquear a multa que lhe é aplicada diariamente desde o dia 1º de janeiro, conforme assinalou o representante legal da empresa, Kyle Duncan. Duncan precisou que enquanto dure a batalha legal, Hobby Lobby seguirá pagando a todos seus empregados um plano de saúde que não inclui nem a esterilização, nem os anticoncepcionais ou fármacos abortivos. Hobby Lobby tem 525 lojas em mais de 40 estados do país. Foi fundado em Oklahoma por David Green, um cristão evangélico de sólidos princípios morais que explicou que a fé cristã influi em cada aspecto de sua vida, incluindo as decisões trabalhistas. As lojas Hobby Lobby fecham todos os domingos, renunciando ao dinheiro que poderiam arrecadar nesses dias, para que os trabalhadores descansem e compartilhem com suas famílias. Também doam quantidades significativas a obras de caridade ao redor do mundo. #representantelegal #suas #liberdadereligiosa #BarackObama #hobbylobby #Deus #hss #mikehuckabee #viola #Facebook #ao #norma #odia #redes #Americana #dearte #artesanatos #todosos #loja #pessoal
- As vantagens de se receber o Corpo de Nosso Senhor diretamente na boca
Ensina-nos a nossa Santa Mãe Igreja que o Santíssimo Sacramento é a Presença Real de Nosso Senhor Jesus Cristo, em Corpo, Sangue, Alma e Divindade. Por isso, falando a respeito do ato de receber o Corpo de Nosso Senhor diretamente na boca, o Papa Paulo VI, na instrução Memoriale Domini, de 29 de maio 1969 (posterior ao Concílio Vaticano II, portanto), recomenda: “Levando em conta a situação atual da Igreja no mundo inteiro, essa maneira de distribuir a santa comunhão deve ser conservada.” A prática tradicional que a Santa Igreja adota há vários séculos é que os fiéis recebam o Corpo de Nosso Senhor diretamente na boca. Entretanto, existe hoje a concessão para que se receba o Corpo de Nosso Senhor na mão. Assim, em matéria moral, é lícito tanto receber o Corpo de Nosso Senhor na boca como na mão. Porém, a recomendação oficial do Santa Igreja é que se conserve a prática de receber Nosso Senhor na boca. E as normas litúrgicas são bem claras em afirmar que ?os fiéis jamais serão obrigados a adotar a prática da comunhão na mão.” (Notificação da Sagrada Congregação para os Sacramentos e Culto Divino, de Abril de 1985). Não tem, pois, um sacerdote o direito de se negar a ministrar o Corpo de Nosso Senhor na boca. O Papa Paulo VI deixa claro que, se na antiguidade, em algum local foi comum a prática dos fiéis receberem o Corpo de Nosso Senhor na mão, houve nas normas litúrgicas um amadurecimento neste sentido para se passasse a receber o Corpo de Nosso Senhor diretamente na boca. Assim diz Paulo VI: “Com o passar do tempo, quando a verdade e a eficácia do mistério eucarístico, assim como a presença de Cristo nele, foram perscrutadas com mais profundidade, o sentido da reverência devida a este Santíssimo Sacramento e da humildade com a qual ele deve ser recebido exigiram que fosse introduzido o costume que seja o ministro mesmo que deponha sobre a língua do comungante uma parcela do pão consagrado.” Mas quais são as vantagens que há em receber o Corpo de Nosso Senhor diretamente na boca? O Papa Paulo VI fala de duas: a maior reverência à Sua Presença Real e a maior segurança para que não se percam os fragmentos do Seu Corpo. Assim ele se expressa: “Essa maneira de distribuir a santa comunhão deve ser conservada, não somente porque ela tem atrás de si uma tradição multissecular, mas sobretudo porque ela exprime a reverência dos fiéis para com a Eucaristia. Esse modo de fazê-lo não fere em nada a dignidade da pessoa daqueles que se aproximam desse sacramento tão elevado, e é apropriado à preparação requerida para receber o Corpo do Senhor da maneira mais frutuosa possível. Essa reverência exprime bem a comunhão, não ?de um pão e de uma bebida ordinários? (São Justino), mas do Corpo e do Sangue do Senhor, em virtude da qual ?o povo de Deus participa dos bens do sacrifício pascal, reatualiza a nova aliança selada uma vez por todas por Deus com os homens no Sangue de Cristo, e na fé e na esperança prefigura e antecipa o banquete escatológico no Reino do Pai? (Sagr. Congr. dos Ritos, Instrução Eucharisticum Mysterium, n.3) Por fim, assegura-se mais eficazmente que a santa comunhão seja administrada com a reverência, o decoro e a dignidade que lhe são devidos de sorte que seja afastado todo o perigo de profanação das espécies eucarísticas, nas quais, ?de uma maneira única, Cristo total e todo inteiro, Deus e homem, se encontra presente substancialmente e de um modo permanente? (Sagr. Congr. dos Ritos, Instrução Eucharisticum Mysterium, n. 9); e para que se conserve com diligência todo o cuidado constantemente recomendado pela Igreja no que concerne aos fragmentos do pão consagrado.” Em relação à esta maior reverência de que o Papa Paulo VI fala, o senso litúrgico da Santa Igreja tem o ato de evitar tocar no Sagrado como sinal de reverência. No Antigo Testamento, Deus proíbe que se toque na Arca da Aliança que Ele manda fabricar (Ex 25,10-22; 2Sm 6,6-7). A este respeito também que Santo Tomás de Aquino, doutor da Santa Igreja, na Summa Teológica (Summa, III pars, q.82, art. 3), afirma que ?por reverência a este sacramento, nada o toca, a não ser o que é consagrado; portanto, o corporal e o cálice são consagrados, e da mesma forma as mãos do sacerdote, para tocarem este sacramento.” Também o saudoso Papa João Paulo II escreveu: ?Tocar as Sagradas Espécies s e distribui-las com as próprias mãos é um privilegio dos ordenados.” (Dominicae Cenae, 24 de fevereiro de 1980) Por isso, o Sagrado Magistério ordinariamente só permite que os sacerdotes e diáconos toquem no Corpo de Nosso Senhor. Tanto que o Corpo de Nosso Senhor só pode ser recebido na mão como concessão especial, e “o ministro ordinário da Sagrada Comunhão é o Bispo, o Presbítero ou o Diácono” (Código de Direito Canônico, 910); os ministros extroardinários da Sagrada Comunhão só podem atuar quando houver uma necessidade real e extraordinária – como o próprio nome diz. Se na Santa Ceia, Nosso Senhor entregou o Seu Corpo nas mãos dos Santos Apóstolos, não podemos esquecer que eles eram Bispos, e como Sacerdotes que são, tocam ordinariamente o Corpo de Nosso Senhor. Tal ato externo de reverência exprime e testemunha a fé da Santa Igreja, em reconhecer que a hóstia consagrada não é um pãozinho, uma rosquinha ou uma bolacha Trakinas, mas é o Corpo de Nosso Senhor. Se a intimidade a qual Nosso Senhor se entrega a nós no Santo Sacrifício da Missa é verdadeira, também é verdadeira a reverência que devemos à Ele como verdadeiro Deus. A reverência não se opõe à intimidade, nem a intimidade se opõe a reverência. Neste sentido, o saudoso Papa João Paulo II escreve em sua última encíclica: ?Se a idéia de “banquete” inspira familiaridade, a Igreja nunca cedeu à tentação de banalizar esta “intimidade” com seu Esposo, recordando-se que ele é também seu Senhor e que, embora “banquete”, permanece sempre um banquete sacrifical, assinalado com o sangue derramado no Gólgota.” (EE 48) Se nos cultos protestantes se tem o costume tradicional de receber o pão na mão, é porque lá não se acredita na Presença Real de Nosso Senhor no Santíssimo Sacramento – e neste caso é pão mesmo, pois os protestantes romperam com a Sucessão Apostólica, ou seja, lá não há sacerdotes validamente ordenados, e portanto não poderiam celebrar a Santa Missa nem se quisessem. Em ambientes católicos, os teólogos ditos “progressistas” vão na mesma linha e incentivam a prática de receber o Corpo de Nosso Senhor na mão; uma conhecida religiosa brasileira (que aliás, combate explicitamente o ensinamento da Sagrado Magistério ao defender a utopia do sacerdócio feminino) contraria de forma absurda a argumentação de Santo Tomás de Aquino e dos Papas, dizendo: “A comunhão deve ser recebida na mão ou na boca? Na maioria das dioceses, esse problema já foi superado há muito tempo; entendemos que somente crianças muito pequenas necessitam receber comida na boca. E o povo de Deus não quer ser infantilizado por mais tempo.” (Ione Buyst, em “A Missa, memória de Jesus no coração da vida”; p. 139) Que ousadia terrível uma religiosa comparar o Corpo de Nosso Senhor com uma comida qualquer e afirmar que o Sagrado Magistério nos infantiliza ao recomendar reverência à Ele! Aqui, é preciso deixar claro que não podemos condenar a atitude de quem recebe, em determinada situação, o Corpo de Nosso Senhor na mão, por motivos justos. Aqui se enquadra o exemplo de uma pessoa que em determinada situação opta em receber o Corpo de Nosso Senhor na mão de um ministro que se sabe que lhe desagrada ministrar o Corpo de Nosso Senhor diretamente na boca, para evitar conflitos com tal ministro. Porém, tais razões podem ser muito pessoais e subjetivas, por isso aqui não nos cabe julgamento do ato. Além do mais, sempre será mais santa a atitude daquele que recebe o Corpo de Nosso Senhor na mão estando em estado de graça, do que aquele que recebe o Corpo de Nosso Senhor na boca estando em estado de pecado mortal. Porém, não podemos relativizar a questão a tal ponto de ignorarmos as vantagens que há em receber o Corpo de Nosso Senhor na boca. Fonte: Reino da Virgem Mãe de Deus. Fonte 2: Veritatis Splendor. #devida #Domini #respeito #Verdade #Isso #vaticanoii #Nossa #boca #sangue #JesusCristo #Senhor #corpo #diz #nele #foram #DeCristo #Alma #demaio #nosso #PapaPauloVI
- A Cátedra de São Pedro: Trono do Papa e símbolo da infalibilidade
Sentado em uma simples cadeira de carvalho, São Pedro presidia as reuniões da primitiva Igreja. Ao longo dos séculos, essa preciosa relíquia foi crescendo em valor e significado. Entretanto, poucos séculos depois, de todas as partes do mundo acorreriam a essa cidade imperadores, reis, príncipes, potentados e, sobretudo, multidões incontáveis de fiéis para oscular os pés de uma imagem de bronze desse varão até então desconhecido e quase desprezado pela Roma pagã. Pois fora a ele que o próprio Deus dissera: “Tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus” (Mt 16,19). Sim, era o Apóstolo Pedro que retornava à Capital do Império para ali estabelecer o governo supremo da Santa Igreja. “Saudai Prisca e Áquila” Provavelmente o acompanhavam alguns cristãos, entre os quais Áquila e sua esposa Prisca, batizados por ele poucos anos antes. Na Epístola aos Romanos, São Paulo faz a este casal a seguinte referência altamente elogiosa: “Saudai Prisca e Áquila, meus cooperadores em Cristo Jesus; pela minha vida eles expuseram as suas cabeças. E isso lhes agradeço, não só eu, mas também todas as igrejas dos gentios. Saudai também a comunidade que se reúne em sua casa” (Rom 16,3-5). Irrigada pelo sangue dos primeiros mártires, a evangelização deitava fundas raízes nas almas e se difundia rapidamente por todo o orbe. Mas não existiam ainda edifícios sagrados para a celebração do culto divino, de modo que esta se fazia em residências particulares. Assim, Áquila e Prisca tiveram o privilégio incomparável de acolher em seu lar a comunidade cristã. Ali São Pedro pregava, instruía, celebrava a Eucaristia. Dessa modesta casa governava ele a Igreja, por toda parte florescente, apesar dos obstáculos levantados pelos inimigos da Luz. Era uma cadeira simples, de carvalho Tomada de enlevo e veneração pelo Príncipe dos Apóstolos, Prisca reservou para uso exclusivo dele a melhor cadeira da casa. Nela sentava-se o Santo para presidir as reuniões da comunidade. Após a morte do Apóstolo, essa cadeira tornou-se objeto de especial veneração dos cristãos, como preciosa evocação do seu ensinamento. Passaram logo a denominá-la de “cátedra”, termo grego que designa a cadeira alta dos professores, símbolo do magistério. Era primitivamente uma peça bem simples, de carvalho. No correr do tempo, algumas partes deterioradas foram restauradas ou reforçadas com madeira de acácia. Por fim, foi ornada com alto-relevos de marfim, representando diferentes temas profanos. Um altar-relicário Há testemunhos e documentos suficientes para acompanhar sua história desde fins do século II até nossos dias. Tertuliano e São Cipriano atestam que em seu tempo (fim do séc. II e início do séc. III) essa cátedra era conservada em Roma como símbolo da Primazia dos Bispos da urbe imperial. Por volta do século IV, colocada no batistério da Basílica de São Pedro, era exposta à veneração dos fiéis nos dias 18 de janeiro e 22 de fevereiro. Durante toda a Idade Média ela foi conservada na Basílica do Vaticano, sendo usada para a entronização do Soberano Pontífice. Em 1657 o Papa Alexandre VII encomendou ao escultor e arquiteto Bernini um monumento para exaltar tão preciosa relíquia. Empenhando todo o seu gênio, construiu ele o magnífico Altar da Cátedra de São Pedro, considerado por muitos sua obra-prima. Nesse altar cheio de simbolismo, o mármore da Aquitânia e o jaspe da Sicília, sobre os quais se apóia o monumento, representam a solidez e a nobreza dos fundamentos da Igreja. As quatro gigantescas estátuas que sustentam a cátedra – representando Santo Ambrósio, Santo Agostinho, Santo Atanásio e São João Crisóstomo, Padres da Igreja Latina e da Grega – recordam a universalidade da Igreja e a coerência entre o ensinamento dos teólogos e a doutrina dos Apóstolos.No centro do altar foi colocada em 1666 a cátedra de bronze dourado dentro da qual se encerra, como num relicário, a bimilenar cadeira de São Pedro. Símbolo da Infalibilidade papal Afirmaram os Padres do IV Concílio de Constantinopla (ano 859): “A Religião católica sempre se conservou inviolável na Sé Apostólica (…) Nós esperamos conseguir manter-nos unidos a esta Sé Apostólica sobre a qual repousa a verdadeira e perfeita solidez da Religião cristã”. Nessa mesma época o Papa São Nicolau I pôde com inteira razão sustentar que “nos concílios não se reconheceu como válido e com força de lei senão aquilo que foi ratificado pela Sede de São Pedro, não tendo sido tomado em consideração aquilo que ela recusou”. Em uma de suas cartas, São Bernardo usa a expressão “Santa Sé Apostólica” para se referir à pessoa do Papa e afirma que a infalibilidade é privilégio “da Sé Apostólica”. Após a solene definição do dogma da Infalibilidade papal no Concílio Vaticano I, todos os católicos, eclesiásticos ou leigos, são unânimes em proclamar que o Papa é e sempre será isento de erro em matéria de fé e de moral, de acordo com as palavras de Jesus ao Príncipe dos Apóstolos: “Eu roguei por ti a fim de que não desfaleças; e tu, por tua vez, confirma teus irmãos” (Lc 22,32). A Cátedra de Pedro é, o mais eloqüente símbolo dessa Infalibilidade, do Papado, da pessoa do Papa e da própria Santa Igreja de Cristo. Mais ainda, pois na Exortação Apostólica Pastores Gregis, Sua Santidade João Paulo II afirma que nela se encontra “o princípio perpétuo e visível, bem como o fundamento da unidade da fé e da comunhão”. Por este motivo, para ela se volta nossa entusiástica admiração de modo especial no dia de sua Festa litúrgica, 22 de fevereiro. Fonte: Victor Hugo Toniolo; Revista Arautos do Evangelho, Fev/2005, n. 38, p. 32 e 33 #longo #Deus #Isso #meus #orbe #presidia #sangue #faz #almas #ali #crescendo #prisca #SãoPedro #eles #Romanos #fundas #monteaventino #decarvalho #Primitiva #assim
- Religiosas abandonam anglicanismo para entrar na Igreja Católica
LONDRES, 03 Jan. 13 / 03:55 pm (ACI/EWTN Noticias).- Onze religiosas da Comunidade da Santíssima Virgem, uma das primeiras ordens anglicanas criadas depois da separação da Igreja Católica no século XVI, uniram-se ao Ordinariato criado pelo Papa Bento XVI para receber a ex-anglicanos. As tensões ao interior dos anglicanos estão ficando mais fortes a raiz de terem tentado aprovar a ordenação de mulheres bispos, disposição que foi aprovada pelos bispos mas rejeitada pelos leigos em novembro de 2012. A Santa Sé anunciou, em janeiro de 2011, a criação oficial do Ordinariato Pessoal Nossa Senhora de Walsingham para a Inglaterra e Gales, como “uma estrutura canônica que permite uma reunião corporativa de tal modo que os ex-anglicanos possam ingressar na plena comunhão com a Igreja Católica preservando elementos de seu patrimônio anglicano”. As ex-religiosas anglicanas, cujas idades variam entre os 45 e os 83 anos, foram recebidas na Igreja Católica em 1º de janeiro, e serão conhecidas daqui para frente como as Irmãs da Santíssima Virgem Maria. Em sua homilia, o Pe. Daniel Seward, Pároco do Oratório de Oxford (Inglaterra), deu as boas-vindas às religiosas à Igreja Católica, e lhes assegurou que “ao que vocês se estão unindo não é nada estranho ou estrangeiro, mas é o seu próprio patrimônio”. “O gênio espiritual de São Bento, cuja regra vocês vivem, o estudo e a prática da sagrada liturgia, e a veneração e amor à Mãe de Deus, Nossa Senhora de Walsingham, todas estas coisas são parte da antiga glória deste país, que foi uma vez uma ilha de Santos e de Maria”. As religiosas permanecerão em sua atual residência de forma temporária, até que encontrem um lar permanente. #Reunião #Senhora #estrutura #seu #oxford #Anglicanos #terem #Deus #criado #Maria #Santa #Nossa #ordenação #virgem #ACI #comunhão #aprovar #corporativa #separação #rejeitada #ingressar #Onze #LONDRES #novembro #XVI #sua #Notícias #ewtn #criação #São #Homilia #patrimônio #ao #disposição #aprovada #pelo #estão #ordens #SãoBento #Catolica #comunidade #foi #anunciou #uma #ordinariato #janeiro #canônica #possam #ficando #receber #Igreja #jan #tentado #raiz #seward #uniram #Santíssima #Anglicanismo #walsingham #século #deu #Bento #pessoal









































