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- Bispo de Lorena (SP) denuncia: poder executivo vem sendo o atalho para a promoção do aborto no Brasi
O prelado inicia seu artigo recordando: “nosso povo brasileiro é defensor da vida”. “Entretanto – afirma – podemos “constatar” a “pressão para que o aborto seja legalizado no Brasil”. Dom Beni recorda que o projeto abortista no Brasil vem de longa data, desde o início dos anos 90, porém constantemente os abortistas se viram derrotados nas votações realizadas pelos legítimos representantes do povo brasileiro, e agora estão criando “atalhos” para lograr o êxito da sua agenda. “Recordamos que, em Abril deste ano, o Supremo Tribunal Federal julgou constitucional o aborto de crianças portadores de meroanencefalia. Esse, infelizmente, foi o marco no Brasil para o aborto eugênico. Uma vez que, no Poder Judiciário, não existe participação direta do povo, todos pudemos acompanhar, atônitos, os mais inacreditáveis pareceres dos Ministros do STF favoráveis ao aborto”, afirmou Dom Beni. O bispo de Lorena denuncia a estratégia da “promoção da prática do aborto através do Poder Executivo” e critica o Secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Magalhães que em entrevista aos meios de comunicação afirmou que este órgão do governo se prepara para lançar uma Norma Técnica para o oferecer “Aborto Seguro”, sob o eufemismo de política de “redução de danos”. Dom Benedito recorda os três “pilares” desta estratégia: – a criação de centros de aconselhamento à gestante sobre como interromper a gravidez indesejada. – a venda de abortivos nas farmácias conveniadas ao SUS – a produção de uma cartilha sobre como se utiliza estas drogas e se termina o processo de aborto iniciado pelo seu uso. O bispo critica ainda a atitude da Ministra Eleonora Menicucci que afirmou em entrevista que “não seria crime explicar a uma mulher como fazer o aborto em si mesmo: crime seria fazer o aborto nela”. Diante destes fatos urgentes e gravíssimos, Dom Beni pede aos homens e mulheres de sua diocese que “se façam ouvir”. “Em uma democracia, o poder é exercido pelo povo e em nome do povo. Manifestem-se junto ao Ministério de Saúde dizendo que esta medida fere a consciência e os reais anseios da população brasileira”. “Dirijam-se também à Presidência da República através de telefones e endereços eletrônicos disponíveis no site do Governo Federal. Digam que a Presidente precisa honrar sua promessa eleitoral de não avançar na promoção do aborto durante seu governo”, exortou. O apelo de Dom Benedito Beni vem unir-se ao pedido e críticas de outros nove prelados brasileiros que recentemente se pronunciaram contra a promoção da agenda anti-vida e anti-família que vem sendo imposta no Brasil sem a participação dos representantes do povo. Os outros bispos que alçaram suas vozes contra o abortismo do atual governo brasileiro foram: Dom Benedito Simão, bispo de Assis (SP), Dom Henrique Soares da Costa, auxiliar de Aracaju (SE), Dom Antonio Keller, bispo de Federico Westphalen (RS), Dom Antonio Augusto Duarte, auxiliar do Rio de Janeiro (RJ), Dom Eduardo Benes, Arcebispo de Sorocaba (SP), Dom Aldo Pagotto, Arcebispo da Paraíba (PB), Dom Ottorino Assolari, Bispo de Serrinha (BA), Dom Caetano Ferrari, Bispo de Bauru (SP) e Dom Fernando Rifan, Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney, em Campos (RJ). #viram #dest #dosanos #povobrasileiro #dombeni #ACI #aprovar #anencefalia #eagora #noticiasem #ewtn #lorena #benedito #anos90 #defensor #governobrasileiro #longa #fetos #STF #supremotribunalfederal
- Exorcista adverte que usar magia é confiar mais no demônio que em Deus
O exorcista canadense, Pe. Françoise-Marie Dermine, advertiu aos católicos que acreditar em superstições e usar a magia para solucionar os problemas, é no fundo confiar mais no demônio que na Providência de Deus. “A superstição abre as portas à magia, e a magia abre as portas ao demônio, porque quando uma pessoa recorre à magia, não tem confiança em Deus, pensa que Ele não pode conceder-lhe o que precisa, então vai aos bruxos para obtê-lo”, expressou em uma entrevista dada ao Sistema Informativo da Arquidiocese do México (SIAME). “O que não sabem -acrescentou o sacerdote exorcista- é que o bruxo realiza ritos e usa sinais dos quais o demônio se serve para fazer a sua vontade”. O sacerdote, que chegou para participar do IX Congresso de Exorcistas da Arquidiocese do México, explicou que a superstição nasce da falta de fé, mas “também pode nascer de causas psicológicas ocasionadas por carências afetivas na infância, porque quando uma pessoa não se sente amada pelos seus pais, começa a procurar proteção no mundo mágico”. Entretanto, advertiu que “a magia sempre é magia e tem cumplicidade com o demônio, sempre intervém uma potência externa que não é Deus, e isto não traz nada bom, é contraproducente porque provavelmente a pessoa vai conseguir o que quer, mas há um depois, e o demônio vai cobrar o que lhe foi pedido”. Do mesmo modo, indicou que uma superstição é também outorgar ao outro mais poder que a Deus, por exemplo, “quando uma pessoa acende uma vela a São Bento e carrega como amuleto uma medalha com a sua imagem, mas continua vivendo uma vida desordenada, isso não serve de nada”. Segundo o SIAME, o exorcista explicou que há superstições passivas e ativas, que são mais graves porque têm o propósito de provocar um efeito, como acreditar em ídolos, atribuir ao demônio o mesmo poder de Deus ou acreditar que o diabo é a causa ordinária e constante dos fenômenos que não podemos compreender. O Pe. Dermine também advertiu aos católicos que os bruxos ao utilizarem imagens de Santos ou da Virgem de Guadalupe para tranquilizar as pessoas que chegam para solicitar seus serviços estão cometendo um grande engano. Finalmente, exortou aos católicos a estar em guarda e não acreditar em amuletos, pois “se tivessem fé, mais confiança em Deus, tudo isto não existiria… Jesus fala de que nesta vida vamos ter tribulações, dificuldades e que temos que carregar a cruz”. Mas ao mesmo tempo, explica o sacerdote, Jesus “nos diz que ter confiança em que Deus está presente, nos dá a força espiritual para enfrentar qualquer dificuldade”. #mesmo #osproblemas #Sistema #Set #acrescentou #oexorcista #Providência #então #sinais #Deus #Ele #ter #quais #serve #ACI #Informativo #demônio #vai #ritos #também #sempre #tem #Marie #expressou #Confiança #nada #sua #Notícias #pode #ewtn #mundomágico #São #sabem #aos #não #bruxo #advertiu #pessoa #explicou #magia #canadense #acreditar #portas #Arquidiocese #usa #uma #Congresso #sacerdote #SIAME #Françoise #Dermine #precisa #México #com #Jesus #confiar #pensa #isto #Exorcista #superstição #quando
- O fundamentalismo é sempre uma falsificação da religião, afirma Bento XVI em entrevista no avião Pap
Na 24ª viagem apostólica fora da Itália desde sua eleição como Papa, durante o voo queo levou para o Líbano, o Santo Padre Bento XVI falou com os jornalistas a bordo para a tradicional coletiva de imprensa e enfatizou que o fundamentalismo é falsificação da verdadeira relgiosidade. Segundo informou o boletim em português da Radio Vaticano, durante a coletiva o Papa tratou de temas fortes como o diálogo com o Islã, a primavera árabe, os temores pela situação dos cristãos na Síria e no Oriente Médio, e ainda sobre a ajuda que as Igrejas e que os católicos do Ocidente podem dar. “Ninguém jamais me aconselhou a renunciar a esta viagem e jamais contemplei essa hipótese, porque sei que quando a situação se complica ainda mais, é aí então que se faz mais necessário um sinal de fraternidade, de encorajamento e de solidariedade”, afirmou o Papa aos jornalistas. Com essas palavras – respondendo em francês e em italiano às perguntas–, Bento XVI resumiu os sentimentos com os quais faz essa viagem apostólica ao Líbano, cujo objetivo, acrescentou, num país que já representa uma mensagem de encontro inter-religioso, é, portanto, “convidar ao diálogo, à paz contra a violência, a caminhar juntos para encontrar a solução dos problemas”. Respondendo a uma pergunta sobre o imperativo do diálogo com o Islã, hoje num momento de crescimento do extremismo, o Papa ressaltou que “o fundamentalismo é sempre uma falsificação da religião” que, ao invés, convida a difundir a paz de Deus. “O empenho da Igreja e das religiões”, observou o Pontífice, “é realizar uma purificação dessas tentações, iluminar as consciências e fazer de modo que cada um tenha uma imagem clara de Deus”. Em seguida, fez um premente convite ao respeito recíproco, vez que cada um é “imagem de Deus”. Assim Bento XVI lançou um grande convite também à liberdade religiosa. A propósito da primavera árabe e da questão da sobrevivência dos cristãos, minorias naquelas áreas, Bento XVI quis ressaltar que um desejo de maior democracia, de liberdade, de cooperação é por si positivo, é um “progresso”, mas que se pode crescer somente na partilha, no viver juntos com determinadas regras. Devemos fazer tudo o que for possível para que “o conceito de liberdade, o desejo de liberdade caminhe na direção justa e não se esqueça a tolerância e a reconciliação, que são elementos fundamentais da própria liberdade”, afirmou o Papa nas declarações reunidas pela Radio Vaticano. Em relação à situação na Síria, o Papa ressaltou que é necessário promover todos os gestos possíveis, inclusive materiais, para favorecer o fim da guerra e da violência. O perigo de os cristãos irem embora destas terras é “grande”, observou, embora fujam também muçulmanos. Nesse sentido, “o cessar da violência seria a ajuda essencial”, acrescentou. O Papa afirmou reiteradas vezes que o papel da Igreja é a difusão da mensagem da paz, o empenho em evidenciar que a violência não resolve os problemas. Em seguida, o Santo Padre fez um apelo: “ao invés de importar armas, que é um pecado grave, devemos importar as ideias, a paz, a criatividade, aceitar os outros nas adversidades, tornar visível o respeito recíproco das religiões, o respeito pelo homem como criatura de Deus, o amor pelo próximo como elemento fundamental para todas as religiões”. #podem #SantoPadre #Deus #pela #ACI #RádioVaticano #voo #aos #Viagem #ao #BentoXVI #hoje #bordo #fundamentalismo
- Hino Oficial JMJ Rio2013 “Esperança do Amanhecer”
(Hino Oficial da JMJ Rio2013) Sou marcado desde sempre com o sinal do Redentor, que sobre o monte, o Corcovado, abraça o mundo com Seu amor. (Refrão) Cristo nos convida: “Venham, meus amigos!” Cristo nos envia: “Sejam missionários!” Juventude, primavera: esperança do amanhecer; quem escuta este chamado acolhe o dom de crer! Quem nos dera fosse a terra, fosse o mundo todo assim! Não à guerra, fora o ódio, Só o bem e paz a não ter fim. Do nascente ao poente, nossa casa não tem porta, nossa terra não tem cerca, nem limites o nosso amor! Espalhados pelo mundo, conservamos o mesmo ardor. É Tua graça que nos sustenta nos mantém fiéis a Ti, Senhor! Atendendo ao Teu chamado: “Vão e façam, entre as nações, um povo novo, em unidade, para mim seus corações!” Anunciar Teu Evangelho a toda gente é transformar o velho homem em novo homem em mundo novo que vai chegar. #quemnos #primavera #poente #Cristo #Homem #Oficial #seu #ódio #terra #ter #acolhe #sou #Nossa #fosse #limites #fora #Fim #Senhor #Bem #Youtube #amanhecer #crer #sempre #tem #nem #Chamado #Refrão #escuta #marcado #abraça #teu #Novo #Venham #convida #Dom #RIO #Sejam #não #esperança #sinal #pelo #quem #Redentor #envia #nascente #ardor #omundo #juventude #dera #hino #nosso #meusamigos #Espalhados #porta #com #JMJ #Corcovado #assim
- Bento XVI: A loucura da Cruz é converter o sofrimento em grito de amor a Deus
Na Basílica grego-melquita de São Paulo de Harissa o Santo Padre assinou o chamado documento, fruto da Assembleia Especial para o Médio Oriente do Sínodo dos Bispos, realizado em outubro de 2010. Em seu discurso ante as autoridades da Igreja Maronita (católica) no Líbano e em meio da alegria dos fiéis presentes fora e dentro da Basílica, o Papa disse que “agora é precisamente quando temos que celebrar a vitória do amor sobre o ódio, do perdão sobre a vingança, do serviço sobre o domínio, da humildade sobre o orgulho, da unidade sobre a divisão”. “À luz da festa de hoje e tendo em vista uma aplicação frutuosa da Exortação, convido todos a que não tenham medo, permaneçam na verdade e a cultivem na pureza da fé. Esta é a linguagem da Cruz gloriosa”. O Papa ressaltou que “Esta é a loucura da Cruz: a de saber converter os nossos sofrimentos em grito de amor a Deus e de misericórdia para com o próximo;e a de saber também transformar, seres atacados e feridos na sua fé e identidade, em vasos de barro prontos a serem cumulados pela abundância dos dons divinos mais preciosos que o ouro”. Sobre o documento que acaba de assinar, Bento XVI indicou que este “quer ajudar cada um dos discípulos do Senhor a viver plenamente e a transmitir realmente aquilo que ele mesmo se tornou pelo batismo: um filho da Luz, um ser iluminado por Deus, uma lâmpada nova na escuridão tenebrosa do mundo para que das trevas brilhe a luz”. “Este documento quer contribuir para despojar a fé daquilo que a ensombra, de tudo o que pode ofuscar o esplendor da luz de Cristo. Assim a comunhão é uma autêntica adesão a Cristo, e o testemunho é uma irradiação do mistério pascal que dá um sentido pleno à Cruz gloriosa. Nós seguimos e proclamamos Cristo crucificado (…) poder de Deus e sabedoria de Deus`”. O Papa sublinhou também que “Ecclesia in Medio Oriente oferece elementos que podem ajudar a um exame de consciência pessoal e comunitário, uma avaliação objetiva do compromisso e desejo de santidade de cada discípulo de Cristo. A Exortação abre ao verdadeiro diálogo inter-religioso fundado na fé em Deus Uno e Criador”. “Quer também contribuir para um ecumenismo repleto de ardor humano, espiritual e caritativo, na verdade e amor evangélicos, que vai buscar a sua força ao mandato do Ressuscitado: ‘Ide, pois, fazei discípulos de todos os povos, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a cumprir tudo quanto vos tenho mandado. E sabei que Eu estarei sempre convosco até o fim dos tempos`”. Bento XVI comentou logo que “É providencial que este ato tenha lugar precisamente no dia da Festa da Exaltação da Santa Cruz, cuja celebração nasceu no Oriente em 335, na sequência da Dedicação da Basílica da Ressurreição sobre o Gólgota e o sepulcro de Nosso Senhor construída pelo imperador Constantino, o Grande, que venerais como santo”. “Dentro de um mês, celebrar-se-ão os 1700 anos da aparição que lhe fez ver, na noite simbólica da sua incredulidade, o monograma cintilante de Cristo enquanto uma voz lhe dizia: «Por este sinal, vencerás!». Mais tarde, Constantino assinou o Édito de Milão e deu o seu nome a Constantinopla. Parece-me que a Exortação pós-sinodal pode ser lida e interpretada à luz da festa da Exaltação da Santa Cruz”, afirmou o Santo Padre. Essa leitura, explicou o Papa, “conduz a uma descoberta autêntica da identidade do batizado e da Igreja e, ao mesmo tempo, constitui como que um apelo ao testemunho na comunhão e pela comunhão”. “Porventura a comunhão e o testemunho cristãos não estão fundados no mistério pascal, na crucifixão, morte e ressurreição de Cristo? Não é aqui que encontram a sua plena realização? Existe um vínculo indivisível entre a Cruz e a Ressurreição, que não pode ser esquecido pelo cristão; sem este vínculo, exaltar a Cruz significaria justificar o sofrimento e a morte vendo neles apenas uma fatalidade”. “Para um cristão, exaltar a Cruz quer dizer entrar em comunhão com a totalidade do amor incondicional de Deus pelo homem; é fazer um ato de fé. Exaltar a Cruz, na perspectiva da Ressurreição, é desejar viver e manifestar a totalidade deste amor; é fazer um ato de amor. Exaltar a Cruz leva ao compromisso de ser arauto da comunhão fraterna e eclesial, fonte do verdadeiro testemunho cristão; é fazer um ato de esperança.”. O Papa disse também que a Exortação procura ser um chamado para que, em meio das dificuldades e da dor na região, se possa vencer a “tentação de ignorar ou esquecer a cruz gloriosa”. Para concluir, Bento XVI fez um claro chamado aos católicos do Médio Oriente a vencer o temor: “Não temais, porque a Igreja universal vos acompanha com a sua solidariedade humana e espiritual”. “Por intercessão da Virgem Maria, a Theotókos, invoco com grande afeto a abundância dos dons divinos sobre todos vós. Deus conceda a todos os povos do Médio Oriente viverem na paz, na fraternidade e na liberdade religiosa! Deus vos abençoe a todos”, terminou. #serem #Verdade #loucura #SantoPadre #Deus #tendo #ACI #fruto #ewtn #Ecclesia #daluz #linguagem #ochamado #meio #DeCristo #alegria #Assembléia #ouro #nosso #harissa
- O inferno? Quase ninguém mais acredita nele!
Autor: Dom Estevão Bettencourt A razão por que muitos em nossos tempos não acreditam no inferno, é que nunca tiveram explicação exata do que ele significa: é frequente conceber-se o inferno como castigo que Deus inflige de maneira mais ou menos arbitrária, como se desejasse impor-se vingativamente como Soberano Senhor; o réprobo seria atormentado maldosamente por demônios de chifres horrendos, em meio a um incêndio de chamas, etc. — Não admira que muitos julguem tais concepções inventadas apenas para incutir medo ; não seriam compatíveis com a noção de um Deus Bom. Na verdade, o inferno não é mais do que a consequência lógica de um ato que o homem realiza de maneira consciente e deliberada aqui na terra; é o indivíduo quem se coloca no inferno (este vem a ser primàriamente um estado de alma; vão seria preocupar-se com a sua topografia) ; não é Deus quem, por efeito de um decreto arbitrário, para lá manda a criatura, É o que passamos a ver. Admitamos que um homem nesta vida conceba ódio a Deus (ou ao Bem que ele julgue ser o Fim último, Deus) e O ofenda em matéria grave, empenhando toda a sua personalidade (pleno conhecimento de causa e liberdade de arbítrio); essa criatura se coloca num estado de habitual aversão ao Senhor. Caso morra nessas condições, sem retratar, nem mesmo no seu íntimo, o ódio ao Sumo Bem, que sorte lhe há de tocar ? A morte confirmará definitivamente nessa alma o ódio de Deus, pois a separará do corpo, que é o instrumento mediante o qual ela, segundo a sua natureza, concebe ou muda suas disposições. Depois da morte, tal criatura de modo nenhum poderá desejar permanecer na presença de Deus; antes espontaneamente pedirá afastar-se d’Ele. Não será necessário que, para isto, .o Juiz supremo pronuncie alguma sentença; o Senhor apenas reconhecerá, da sua parte, a opção tomada pela criatura ; Ele a fez livre e respeitará esta dignidade, em hipótese nenhuma forçando ou mutilando o seu alvitre. Eis, porém, que desejar afastar-se de Deus e permanecer de fato afastada, vem a ser, para a alma humana, o mais cruciante dos tormentos. Com efeito, toda criatura é essencialmente dependente do Criador, do qual reflete uma imagem ou semelhança ; por conseguinte, ela tende por sua própria essência a se conformar ao seu Exemplar (é a natureza quem o pede, antecedentemente a qualquer opção da vontade livre); caso o homem siga esta propensão, ele obtém a sua perfeição e felicidade. Dado, porém, que se recuse, a fim de servir a si mesmo, não pode deixar de experimentar os protestos espontâneos e veementíssimos da natureza violentada. A existência humana torna-se então dilacerada : o pecador sente, até nas mais recônditas profundezas do seu ser, o brado para Deus ; esse brado, porém, ele o sufocou e sufoca, para aderir a um fim inadequado, fim que, em absoluto, ele não quer largar apesar do terrível tormento que a sua atitude lhe causa. — Na vida presente, a dor que o ódio ao Sumo Bem acarreta, pode ser temperada pela conversão a bens aparentes, mas precários…, pela auto-ilusão ; na vida futura, porém, não haverá possibilidade de engano! É nisto que consiste primariamente o inferno. Vê-se que se trata de uma pena infligida pela ordem mesma das coisas, não de uma punição especialmente escolhida , entre muitas outras por um Deus que se quisesse “vingar” da criatura. Em última análise, dir-se-á que no inferno só há indivíduos que nele querem permanecer. — A este tormento espiritual se acrescenta no inferno uma pena física, geralmente designada pelo nome de fogo; certamente não se trata de fogo material, como o da terra, mas de um sofrimento que as demais criaturas acarretam para o réprobo, e acarretam muito naturalmente. Sim; quem se incompatibiliza com o Criador não pode deixar de se incompatibilizar com as criaturas, mesmo com as que igualmente se afastaram de Deus (o pecador é essencialmente egocêntrico), de sorte que os outros seres criados postos na presença do réprobo vêm a constituir para este uma autêntica tortura (não se poderia, porém, precisar em que consiste tal tormento). Por último, entende-se que o inferno não tenha fim ; há de ser tão duradouro quanto a alma humana, a qual por sua natureza é imortal; Deus não lhe retira a existência que lhe deu e que, em si considerada, é grande perfeição. Embora infeliz, o réprobo não destoa no conjunto da criação, pois por sua dor mesma ele proclama que Deus é a Suma Perfeição, da qual ele se alheou (é preciso, nos lembremos bem de que Deus, e não o homem, é o centro do mundo). Não se pense em nova “chance” ou reencarnação neste mundo. Esta, de certo modo, suporia que Deus não leva a sério as decisões que o homem toma, empenhando toda a sua personalidade; o Senhor não trata o homem como criança que não merece respeito. De resto, a reencarnação é explicitamente excluída por textos da Sagrada Escritura como os que se acham citados sob o no 8 deste fascículo. Eis a autêntica noção do inferno, que às vezes é encoberta por descrições demasiado infantis e fantasistas. Veja a propósito E. Bettencourt, A vida que começa com a morte (ed. AGIR) Cap. VI. #Deus #Senhor #nem #pecado #tempos #nessa #eis #quem #bettencourt #Igreja #medo #Alma #Castigo #Inferno #ela
- Bento XVI: os 10 Mandamentos da Lei de Deus encorajam à vivência da verdadeira liberdade e do amor a
Na mensagem, o Papa pergunta: “Qual é o desempenho destas 10 palavras, no contexto cultural de hoje no qual o secularismo e o relativismo podem tornar-se os critérios para cada eleição e em nossa sociedade que parece viver como se Deus não existisse? Respondemos que Deus nos deu os mandamentos para nos educar para a verdadeira liberdade e o amor verdadeiro, para que possamos ser verdadeiramente felizes”. Bento XVI também observa que os Mandamentos “são um sinal do amor de Deus, do seu desejo de ensinar o discernimento adequado entre o bem e o mal, entre a verdade e a mentira, entre o certo e o errado.” Os Mandamentos da Lei de Deus, diz o Santo Padre, “são compreensíveis para todos, precisamente porque estabelecem os valores fundamentais em normas e regras”. “Quando o homem põe em prática pode caminhar rumo à verdadeira liberdade (…) que conduz à vida e à felicidade”. Pelo contrário, diz o Papa, “quando, na sua existência, o ser humano ignora os mandamentos, não só se afasta de Deus e abandona a aliança com ele: também se afasta da vida e da felicidade duradoura”. “O homem deixado a si mesmo, indiferente a Deus, orgulhoso de sua autonomia absoluta, acaba seguindo os ídolos do egoísmo, do poder, da dominação, contaminando a relação consigo mesmo e com os demais percorrendo, não os caminhos da vida mas da morte”. Bento XVI disse que “as tristes experiências da história, especialmente do século passado, são um aviso para toda a humanidade (…). Jesus leva à plenitude o caminho dos mandamentos com a sua Cruz e Ressurreição, leva à superação radical do egoísmo, do pecado, e da morte, com o dom de si mesmo por amor”. “Somente a acolhida do infinito amor de Deus, a confiança n’Ele, o seguir o caminho que ele traçou, dão um significado mais profundo à vida e inauguram um futuro de esperança”, concluiu a vídeo-mensagem do Papa. #mesmo #Tratase #ohomem #Set #exibida #Homem #sábado #qual #Verdade #certo #plenitude #Deus #Ele #ACI #desempenho #Dez #também #vídeo #felicidade #liberdade #Padre #promovido #leva #ocasião #XVI #sua #Espírito #Notícias #ewtn #São #Santo #afasta #não #regras #afirmou #desejo #evento #uma #diz #secularismo #oscaminhos #Popolo #Praças #Lei #Mandamentos #Série #mentira #Vaticano #verdadeira #caminho #com #Piazza #evangelização #egoísmo #Movimento #morte #Renovação #assim #mensagem #Bento #dezmandamentos #quando
- Universidade rejeita acusações contra estudo que revela drama da “paternidade” gay
O responsável de integridade da pesquisa da universidade, Robert Peterson, indicou que “revisou cuidadosamente” toda a informação disponível, e discutiu o caso com outros membros da mesa de pesquisa. “Concluí que o professor Regnerus não cometeu má conduta científica”, assinalou em um memorando dirigido às autoridades da universidade, em 24 de agosto. O estudo de Regnerus recolheu informação do Estudo de Novas Estruturas Familiares, que examinou os resultados da vida de 3000 americanos entre 18 e 39 anos. Regnerus encontrou que os lares encabeçados por pais de qualquer sexo, que estão comprometidos em relações homossexuais, mostram grande instabilidade. O estudo descobriu diferenças “estatisticamente significativas” em 25 dos 40 resultados, entre crianças que cresceram com pais casados, de sexos opostos, e aquelas que cresceram com uma relação que tinha uma mãe envolvida em uma relação homossexual. As crianças de lares com relações homossexuais femininas mostraram mais problemas de saúde física e mental, mais instabilidade nas relações românticas, e uma média inferior de ganhos econômicos ao alcançar a vida adulta. Estas pessoas também mostraram altos níveis de desemprego, vício ao cigarro, necessidade de assistência pública e vinculação em crimes. O ativista e blogueiro Scott Rose denunciou a Regnerus por supostas violações éticas, em uma carta remetida ao presidente da Universidade do Texas, Bill Powers. As autoridades universitárias se reuniram com Rose para dialogar sobre suas acusações. Entretanto, Robert Peterson assinalou que “nenhuma das acusações de má conduta científica realizadas por Rose foi fundamentada, já seja por informação física, materiais escritos ou informação provida durante as entrevistas”. “Muitas das acusações estiveram expressamente fora do âmbito da pesquisa”, indicou. Peterson disse que Rose achava que a pesquisa de Regnerus tinha “graves deficiências” e “inferiu que poderia haver má conduta científica”. “De qualquer forma, não há evidencia para apoiar essa inferência”, indicou. Peterson acrescentou que qualquer problema com a pesquisa e a análise de Regnerus deveria ser deixado aos debates acadêmicos e futuras pesquisas. Por sua parte, David Hacker, advogado principal do grupo de liberdade religiosa Alliance Defending Freedom, elogiou o resultado da pesquisa. “As universidades dos Estados Unidos devem servir sempre para buscar a verdade, mercados de ideias livres”, disse em 29 de agosto. “Discrepar com as conclusões de um estudo não é campo para denúncias de má conduta científica; portanto não estamos surpreendidos de que essas acusações fossem declaradas sem fundamento”. A pesquisa envolveu um tempo e esforço significativo. Toda a informação dos computadores de Regnerus, incluindo seu correio eletrônico e documentos foram sequestrados. A universidade criou um grupo de membros principais da faculdade para assessorar o processo de pesquisa, e a universidade manteve um consultor experiente independente, para monitorar a pesquisa. As autoridades pesquisadoras entrevistaram tanto a Regnerus como a Rose. As entrevistas foram gravadas e transcritas por um jornalista da corte, revelou o memorando do Peterson. O diretor e vice-presidente da Universidade, Steven Leslie, disse que aceitou a conclusão de Peterson, de que não há evidência de má conduta, em um memorando de 28 de agosto. “Consequentemente, o caso está fechado”, disse Leslie. O relatório inicial sobre as descobertas de Regnerus gerou a reação do lobby gay. A Campanha de Direitos Humanos e a Aliança de Gays e Lésbicas contra a Difamação criticaram o relatório da pesquisa. Um grupo de 18 cientistas sociais assinaram uma declaração de apoio a Regnerus em junho. Eles admitiram que seu estudo tem limitações, mas eles consideraram que muitas das críticas contra ele eram “injustificadas”. Em uma entrevista dada a EWTN News em 12 de junho, Regnerus disse que começou seu projeto “sem ideia do que a informação revelaria”. Em seu anúncio da pesquisa em junho, Regnerus disse que sua descoberta “mais significativa” é “discutivelmente que as crianças parecem mais aptas para ter êxito como adultos quando passam suas vidas com seu pai e mãe casados, e especialmente quando os pais permanecem casados até a atualidade”. #pesquisa #americanos #crimes #em25 #ACI #ewtn #robertpeterson #eram #adulta #uma #pessoas #universidade #sociologia
- Exigem censura a colunista defensor da família no Brasil
ACI).- Cerca de 3.800 pessoas assinaram petição eletrônica exigindo que o maior jornal do Paraná, Gazeta do Povo, censure o filósofo e colunista semanal, professor Carlos Ramalhete, por publicar opinião contrária à recente sentença do Tribunal de Justiça do Paraná que autorizou, sem qualquer restrição, a adoção de um menino por dois homossexuais, cujos nomes constam como pais biológicos na nova certidão de nascimento da criança. Em seu mais recente artigo, “Perversão da Adoção”, publicado na última quinta-feira, 30, Ramalhete acusou o Estado Brasileiro de cometer abuso de poder ao permitir que uma criança adotada tenha certidão de nascimento com registro de “dupla paternidade”, a exemplo da recente decisão do TJ do Paraná. O artigo de Ramalhete foi reprovado pelo Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRP-PR) que, em nota no site oficial da categoria, afirmou que o colunista “fere a dignidade do indivíduo e ultrapassa qualquer espaço de expressão que possa ser alegado”. O CRP-PR foi a única entidade representativa a fazer eco às manifestações de centenas de pessoas que desde a publicação do artigo encontraram, na página do colunista, no Facebook, espaço para acusá-lo de incitar ódio e discriminação contra minorias. Posteriormente o acesso à página foi restringido apenas a seus administradores – auxiliares do colunista -, devido ao crescente número de ofensas e ameaças ao autor do artigo. “Recebi mais de mil mensagens com ameaças e ofensas por ter afirmado o evidente: que o lugar de uma criança é com um pai e uma mãe. A defesa da família, no Brasil de hoje, tornou-se motivo para ódio e ameaças de morte. É a voz da maioria silenciosa sendo calada e tendo calado o seu direito de cidadania, é a imposição pela força dos tribunais da opinião de uma minoria”, afirmou Carlos Ramalhete à ACI Digital. Contra a censura ao colunista, um grupo de leitores criou a página Ramalhete Livre (http://www.facebook.com/Ramalhetelivre), no Facebook, que conta com mais de 100 mil pessoas alcançadas, de acordo com seus administradores ouvidos por ACI Digital. A página reúne argumentos em prol da liberdade de expressão e denuncia suposta tentativa de grupos de interesse em criminalizar a opinião, de forma especial a opinião contrária à desconstrução da família. O jornal Gazeta do Povo se pronunciou sobre a polêmica, afirmando que a opinião de seus colunistas não necessariamente refletem a opinião do veículo e, até o momento, não se manifestou sobre o destino de Ramalhete que, semanalmente, tem seus artigos publicado sempre às quintas-feiras no jornal. #filósofo #Set #sendo #Cerca #seu #nascimento #sentença #ódio #professor #publicado #exigindo #tendo #Tribunal #ter #contrária #pela #administradores #eletrônica #ACI #Direito #assinaram #gazeta #censura #artigo #página #autorizou #restrição #colunista #riodejaneiro #recente #família #opinião #Paraná #calada #Facebook #Carlos #RIO #petição #não #minoria #sem #adoção #CRPPR #afirmou #certidão #jornal #espaço #foi #mensagens #censure #uma #maior #janeiro #qualquer #expressão #Ramalhete #Digital #ofilósofo #justiça #povo #com #criança #acidigital #cidadania #acesso
- A reforma liturgica de Bento XVI
A melhor catequese é a liturgia bem celebrada. A grande confusão na cabeça de muitos fiéis é reflexo da grande confusão litúrgica e doutrinária que eles presenciam. Não parece haver caminho mais seguro e acertado para remediar a liturgia: a observância das normas, o esforço por celebrar bela e dignamente os sagrados mistérios. A liturgia é o rosto da Igreja, sua fonte de vida, seu vigor. Salvando a liturgia, a Igreja terá forças para salvar o mundo. [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=3gwL-2Pm7uU[/youtube] [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=S4MdveoTxeE[/youtube] #rosto #terá #fonte #seu #litúrgica #haver #normas #suafonte #doutrinária #dignamente #Bem #Youtube #observância #esforço #XVI #sua #remediar #confusão #melhor #cabeça #reflexo #httpwwwyoutube #não #BentoXVI #catequese #vigor #omundo #Igreja #bela #Salvando #caminho #reforma #Bento #presenciam
- A Nova Estratégia Mundial do Aborto
Versão áudio: Padre Paulo Ricardo apresentou, no dia 28 de agosto, em primeira mão, o documento intitulado “A Nova Estratégia Mundial do Aborto”. Este documento informa, de forma sistemática, todos as ações dos governos da América Latina, combinados com as grandes fundações internacionais para implantar a Cultura da Morte. Nesta aula, Padre Paulo apresenta o documento e fala sobre estas ações. O documento está disponível no site para estudo e divulgação. Ajude-nos a divulgar esta aula. Convide seus amigos, utilize suas redes sociais. Precisamos nos mobilizar para impedir que essa catástrofe se abata sobre o nosso continente. Clique aqui para baixar o documento “A nova estratégia mundial do aborto”. Documento de autoria da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul-1 da CNBB #apresenta #regional #Ajudenos #cliqueaquipara #Mundial #aqui #mão #Clique #apresentou #Cultura #Precisamos #Youtube #site #versão #américalatina #baixar #Padre #Comissão #Aborto #intitulado #estudo #aula #divulgar #disponível #Vida #áudio #Convide #redes #está #essa #documento #abata #estratégia #Latina #dia #Paulo #Ricardo #catástrofe #utilize #nova #mobilizar #nosso #sistemática #primeira #com #defesa #pauloricardo #América #morte #divulgação #autoria #nesta #fala #implantar
- Sacerdotes católicos unem-se a líderes evangélicos na defesa dos valores cristãos e do povo brasilei
Além de participar da seção pública e falar ao Senador Pedro Taques (PDT-MT), Padre Paulo Ricardo e os demais reuniram-se também com o Senador Gim Argello, líder do PTB e o Senador Renan Calheiros, líder do PMDB, entre outros senadores. A eles, expuseram a impossibilidade de uma apreciação digna e de uma votação condizente com a vontade da população brasileira das propostas para o novo Código Penal no prazo exíguo de trinta dias, além de outros pontos específicos que causam estranheza e rejeição, como a descriminalização do aborto, a liberação da maconha, o consentimento sexual a partir dos 12 anos de idade (que liberaria a pedofilia), entre outros. O encontro foi articulado pela chamada Bancada Parlamentar Evangélica e conseguiu ao menos um ponto positivo: a prorrogação do prazo para análise das propostas em mais trinta dias. Ao final, o Padre Paulo e o Sr. Paulo Fernando concederam uma entrevista para o Portal Fé em Jesus, que pode ser assistida aqui: #padreberardo #lodi #PMDB #umaentrevista #proffelipe #Prof #além #esteve #trinta #vontade #falar #Janaína #PTB #expuseram #líder #população #Calheiros #Fim #Graz #também #partirdos #luiscarlos #Padre #votação #Fernando #juntamente #PDTMT #apreciação #Senado #Pedro #mudança #Novo #Seção #Carlos #senador #ao #Luis #Penal #Argello #nery #maconha #Gim #condizente #eles #uma #Renan #prazo #impossibilidade #dia #Federal #Paulo #Ricardo #Código #com #Jesus #pauloricardo #Taques #Berardo #pública #pedrotaques #Profª #senadofederal
- Escravos por amor a Jesus Cristo
A Virgem Maria nos ensina como servir o Senhor.Estas palavras de Jesus nos colocam diante de uma realidade fundamental acerca de nossa vocação. Como cristãos, somos chamados a acolher a cruz de Cristo em nossas vidas. Ele se humilhou assumindo a condição de um escravo, cuja vida não pertence a si mesmo, mas ao seu senhor. Como Ele, somos chamados a assumir o ser servo. Para refletir sobre este tema, é muito importante olharmos para a Mãe do Servo Sofredor, para a Virgem Maria. Na Anunciação de que Nossa Senhora seria a Mãe de Jesus (cf. Lc 1, 31), ela responde ao Anjo: “Eis aqui a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a vossa palavra” (Lc 1, 38). Maria não somente se disse serva, mas colocou-se a serviço de sua prima Isabel. Depois da resposta de Maria ao anúncio do Anjo, ela visitou sua prima, que estava grávida de João Batista. Ao ouvir a saudação de Maria, Isabel ficou cheia do Espírito Santo e disse: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre!” (Lc, 1, 42b). Maria tinha acabado de chegar, nem mesmo havia se colocado a serviço, e foi exaltada pela saudação de Isabel. Ela declara Maria como bem-aventurada, como realizada, somente pelo fato dela ter acreditado no anúncio do Anjo: “Feliz aquela que acreditou, pois o que lhe foi dito da parte do Senhor será cumprido!” (Lc 1, 45). Mais ainda, Isabel profetiza o cumprimento da Anunciação feita pelo Anjo. Depois das palavras inspiradas de Isabel, em Nossa Senhora, no cântico do “Magnificat”, se realiza a profecia de Isabel. Maria experimenta, naquele momento, a exaltação de Deus: “A minha alma engrandece o Senhor, e meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, porque ele olhou para a humildade de sua serva” (Lc 1, 47-48a). Maria foi exaltada logo depois no anúncio do Anjo porque se fez humilde, se fez serva do Senhor. Cheia do Espírito, Maria profetiza a exaltação que lhe será dada até o fim dos tempos: “Todas as gerações, de agora em diante, me chamarão feliz” (Lc 1, 48b). Como a Virgem Maria, que se fez serva, se fez escrava do Senhor, somos chamados também a nos fazer servos, escravos por amor do Senhor. Acolhendo com humildade o desígnio de Deus para nós, o Senhor nos promete que seremos exaltados: “quem se humilhar será exaltado” (Mt 23, 12). Certamente, esta exaltação acontece aqui, ainda que não conforme a nossa vontade, e acontecerá plenamente na glória da Jerusalém celeste, onde estaremos na comunhão definitiva com a Santíssima Trindade, a Virgem Maria, os anjos e os santos. Fonte: Todo de Maria #mesmo #fez #Senhora #fonte #Cristo #realidade #disse #isabelmaria #aqui #Deus #Ele #Maria #ter #humilhar #Nossa #virgem #Senhor #Isabel #exaltar #humilhado #saudação #exaltada #CruzdeCristo #anúncio #experimenta #ensina #exaltado #sua #Espírito #ainda #humildade #meu #não #serviço #Anunciação #quem #Servo #foi #Batista #colocam #uma #mariaisabel #resposta #profetiza #diante #lhe #somente #dito #minhaalma #será #Exaltação #cheia #Depois #Mulheres #Anjo #com #Jesus #bendito #serva #mãe #Palavra #lc1 #fato #ela
- Padre Paulo Ricardo – Qual é a diferença da bíblia católica para a bíblia protestante?
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- Pesquisador perde emprego por negar-se a investigar células de bebês assassinados em aborto
ACI).- O Dr. Thomas Sardella, especialista em Ciências Biológicas, licenciado na Universidade de Roma – Tor Vergata, perdeu seu emprego na Universidade de Glasgow (Reino Unido) como assistente de pesquisa, depois de negar-se a participar de um estudo que usava células de uma criança abortada. Em uma entrevista realizada pelo John Smeaton a Sociedade para a Proteção dos Nascituros (SPUC, por suas siglas em inglês), publicada em 17 de agosto, o Dr. Sardella assinalou que ante o requisito de utilizar o tecido de crianças abortadas na oitava semana para um estudo científico, “decidi perder meu emprego”. “Como podia me convencer que estes seres humanos de oito semanas não tinham o direito de viver, e que minha carreira, meu salário e minha família eram mais importantes que suas vidas?” questionou-se. Depois de um corte no pressuposto, o grupo do Dr. Sardella se uniu a outra equipe de pesquisa de San Diego (Estados Unidos). O estudo conjunto daria ao cientista mais seis meses de estabilidade trabalhista. “Ainda me lembro de quando li o e-mail enviado de San Diego sobre o requisito do aborto humano nesta colaboração. Sentei-me na cadeira com um sentimento de repulsa e me disse a mim mesmo que não podia fazer isto nem o faria”, disse o cientista a John Smeaton. O Dr. Sardella assinalou que ele “não ia estar diretamente envolvido no aborto, mas como ia poder olhar pelo microscópio esquecendo que essas células foram tiradas de uma criança junto com a vida dele ou dela?”. O médico recordou que na tarde do dia em que recebeu a informação sobre o que seria a pesquisa conjunta com o grupo americano, consultou a sua esposa, que estudou Bioética e textos a respeito e confirmou que sua posição estava certa. “Consultamos livros italianos de bioética que asseguravam que se ajudasse na pesquisa seria colaborador passivo e remoto do procedimento abortivo; por isso não conseguia deixar de me sentir tão mal”, assinalou. “Se estamos de acordo que está mal matar a um ser humano, um membro da espécie homo sapiens, então temos que nos perguntar quando é que nos fazemos homo sapiens. Para cada organismo do reino animal é a mesma resposta: quando uma célula de esperma fertiliza ao óvulo da mesma espécie, qualquer zoólogo ou embriologista afirmará que um novo organismo é concebido”, disse. O cientista explicou que “quando um óvulo humano é fertilizado por uma célula de esperma humana não podemos fazer mais nada para parar ao novo embrião de ser parte de nossa espécie. O novo indivíduo deve ser considerado um ser humano”. Depois de perder seu emprego, o Dr. Sardella se dedicou a dar palestras em distintos âmbitos sobre a realidade do aborto, e se surpreendeu que muitos jovens “verdadeiramente não tinham nem ideia do que é um aborto e de como se faz”. “Alguns alunos também vieram me falar que a sua opinião sobre o aborto mudou totalmente, assim que, me disse a mim mesmo que ‘se perdi o emprego para salvar uma vida, então valeu a pena’”, assinalou. O cientista lamentou que muitas pessoas, incluindo colegas deles, “consideram à ciência como uma entidade superior e motor immobilis que guia as decisões do gênero humano”. “Ciência é somente uma palavra, do latim scientia que significa conhecimento. O conhecimento não possui uma consciência. É o cientista o que tem uma consciência e uma ética que guia seus pensamentos e decisões”, sublinhou. O Dr. Sardella sublinhou que “primeiro vem a vida, e depois em segundo lugar vêm as melhorias à mesma. É inadmissível considerar uma vida humana como um produto e utilizá-la em programas de investigação para o hipotético melhoramento das vidas de outros”. O cientista, emocionado, assegurou que apesar das dificuldades econômicas que enfrentaram, “uma simples eleição foi uma revisão da minha vida e das minhas crenças, um momento de verdadeira unidade com minha esposa e família”. “Se a gente escolhe branco, embora pereça irracional nesse momento, embora a montanha que a gente tenha que escalar pareça tão alta, a gente está abrindo os braços a uma felicidade muitíssimo maior do que a que poderia planejar”. #dele #suas #spuc #glasgow #ACI #americano #Palestra #johnsmeaton #nem #sandiego #emprego #colaborador #sardella #torvergata #email #drthomas #estes #17deagosto
- Catecismo é a pedra angular que nos mantém enraizados na fé
VATICANO, 20 Ago. 12 / 02:29 pm (ACI/EWTN Noticias).- Com motivo da proximidade do Ano da Fé, proclamado pelo Papa Bento XVI, o historiador da Igreja e consultor de vários dicastérios, Dom Wilhelm Imkamp, afirmou que o Catecismo é a pedra angular que nos mantém enraizados à fé. O Ano da Fé, proclamado pelo Papa Bento XVI, começará no dia 11 de outubro de 2012, no 50° aniversário da inauguração do Concílio Vaticano II e terminará em 24 de novembro de 2013, na Solenidade de Cristo Rei do Universo, também se comemorará o 20º aniversário da publicação do Catecismo da Igreja Católica. Em uma entrevista concedida ao jornal Avvenire, Dom Imkamp recordou que “sem a assimilação do catecismo, a fé se evapora, se desvanece”, mas “existe a esperança de uma correção como são, por exemplo projetos como os do YouCat”, o catecismo para jovens elaborado principalmente na Alemanha e distribuído pela primeira vez entre os jovens durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Madri 2011. O Prelado ressaltou que a sociedade de hoje, necessita uma verdadeira recepção do Catecismo e que este se converta em um fundamento para a transmissão dos conteúdos da fé. Isto “servirá para a preparação para os sacramentos, para o plano de formação e para os programas didáticos dos professores de religião, obviamente até para a preparação dos sacerdotes”, indicou. Dom Imkamp, que também é reitor do Santuário de Maria Versperbild na Bavaria (Alemanha), assinalou que com ocasião da chegada do Ano da Fé no mês de outubro Maria é “a porta da fé e por isso também a porta do Céu”. Explicou que embora na Alemanha a Igreja seja pouco convincente para os jovens, as Jornadas Mundiais da Juventude e os novos movimentos eclesiais, poderiam mudar as coisas: “a contribuição eclesial com seu complicado sistema de comissões e de conselhos não é percebido na sua grandeza espiritual, mas sim como um simples ente de direito público que se esforça em todos os sentidos para ter importância social”, lamentou. Finalmente, explicou que é urgente preparar aos jovens para os sacramentos, já que “são um tesouro a ser descobertos e para oferecer”. O Catecismo fonte de fé assistida pelo Espírito Santo A Igreja considera como propulsor do Catecismo ao Beato João Paulo II, quem em 1985, pediu a criação do Catecismo durante o vigésimo aniversário da clausura do Concílio Vaticano II em uma sessão extraordinária do Sínodo dos bispos para agradecer a Deus os enormes frutos espirituais nascidos do Concílio. O Catecismo da Igreja Católica é a exposição da fé da Igreja e da doutrina católica, iluminadas pelas Sagradas Escrituras, pela Tradição apostólica e pelo Magistério eclesiástico fruto da renovação iniciada no Concílio Vaticano II. Sua redação junto à elaboração do novo Código de Direito Canônico, o Código de Direito das Iglesias Orientais católicas, o Compêndio de Doutrina Social da Igreja católica e o Diretório Catequético General se converteu no ponto de referência oficial para o ressurgimento da Igreja e para redação dos catecismos católicos do mundo inteiro. #Imkamp #Universo #Cristo #primeiravez #REDAÇÃO #PapaBentoXVI #Maria #vaticanoii #Rei #pela #ACI #Direito #começará #Alemanha #mantém #também #Consultor #angular #terminará #cristorei #Sacerdotes #proclamado #novembro #XVI #outubro #sua #Ago #Notícias #historiador #Doutrina #ewtn #São #aniversário #Wilhelm #jornadamundial #Dom #avvenire #inauguração #mundialdajuventude #ano #afirmou #explicou #Catolica #Solenidade #uma #Madri #dia #juventude #Igreja #DeCristo #porisso #Código #Vaticano #fundamento #preparação #porta #osnovos #com #dosprofessores #JMJ #Concílio #Catecismo #Pedra #Bento #proximidade
- Por que batizar crianças e bebês?
Batismo Cristão – Uma doutrina ensinada aos primeiros cristão pelos santos apóstolos As Escrituras dizem que o batismo “lava os nossos pecados” (Atos 2:38, 1 Pedro 3:21, Heb. 10:22-23 e outros), assim as crianças e bebês católicos são batizados, para que possam ser lavados da mancha do pecado original. Depois do pecado de Adão e Eva no jardim do Éden, todas as pessoas nascem com o pecado original. Através do dom da graça no Batismo, Deus lava essa mancha do pecado original e nos torna parte de Sua família e oferece-nos a vida eterna. Eis que eu nasci na culpa, e minha mãe já me concebeu pecador. (Salmo 51,5) Os católicos acreditam que o nosso amoroso Pai Eterno não pretende negar o Seu amor e graça a quem quer que seja, inclusive às crianças. O batismo, ao contrário do que ensinam algumas denominações protestantes, simplesmente requer receptividade, nem que seja por parte dos pais. Por isso, Jesus disse sobre as crianças: “Deixai as crianças virem a mim, e não as impeçais, porque o Reino dos céus pertence a tais como estes.” (Mt 19:14, Marcos 10:14 e Mateus. 18:2-5) O texto grego de Atos 2:38, diz: “Metanoesate kai bapistheto hymon hekastos.” A tradução disto é: “Se vos arrependerdes, então cada um que faz parte de vós deve ser batizado.” a Ao afirmar “cada um que faz parte de vós”, esta passagem está realmente nos dizendo que as crianças ou filhos, que fazem parte de seus pais, devem ser batizadas, assim como seus pais. Este ensinamento é ecoado pelo apóstolo Pedro em Atos 2:39. Pedro respondeu: “Arrependei-vos cada um de vós e sede batizado, em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados. E recebereis o dom do Espírito Santo. A promessa é para vós e vossos FILHOS e para todos os que estão longe, para todos aqueles que o Senhor nosso Deus chamar.” Do mesmo modo São Paulo faz referência ao batismo como “a nova circuncisão” dos crentes em Cristo: Nele também vocês foram circuncidados, no adiamento da natureza pecaminosa, não com uma circuncisão feita por mãos de homens, mas com a circuncisão feita por Cristo, tendo sido sepultados com ele no batismo e ressuscitados pela fé no seu poder de Deus, que o ressuscitou dentre os mortos. (Colossenses 2:11-12) Quando Pedro diz em Atos 2:38-39, que a promessa do batismo é “para você e seus filhos, e aqueles muito longe.” A palavra grega para “filhos” é teknon. Esta é a mesma palavra usada em Atos 21:21 para descrever crianças de oito dias de idade. Sendo assim, Pedro afirma que o batismo é tanto para crianças quanto para adultos. Além disso, em Atos 16:15, lemos que Lidia e “sua casa ou lar” foram batizados. A palavra para ” casa ou lar” éoikos, e sua definição incluía lactentes e crianças. Veja também 1 Coríntios 1:16, Atos 16:33, 10:47-48 – outros exemplos onde “oikos” é usado. Lembre-se que a Antiga Aliança incluída crianças, que por sua vez se tornariam membros da família de Deus aos oito dias de idade, quando eram circuncidados. Por isso, como afirmado acima, Paulo chama o batismo de “a nova circuncisão” em Colossenses 2:11-12. Assim, o apóstolo Paulo ensinava que o batismo na Nova Aliança deve incluir as crianças, assim como Deus as incluiu na Antiga Aliança. Se Deus tivesse excluído as crianças de sua Nova Aliança, os judeus convertidos à Cristo teriam considerado a Nova Aliança inferior ou falha, ao compara-la com a Antiga Aliança. Quando colocamos todas essas peças juntos, fica claro que o batismo infantil não é uma “tradição” não-bíblica adotada pelos católicos, mas uma doutrina aceita pelos apóstolos de Jesus Cristo. A evidência bíblica para a entendimento católico é perfeitamente confirmada nos escritos dos primeiros cristãos, por exemplo, neste texto de Orígenes, apenas alguns anos depois de Cristo: “A Igreja recebeu dos Apóstolos a tradição do batismo dado mesmo para crianças. Os apóstolos, aos quais foram confiados os ensinamentos dos Evangelho de Cristo, sabiam que existe em todos nós as manchas do pecado inato, que é lavada pela água e pelo Espírito “(Orígenes, 248 dC – Comentários sobre Romanos 5:9). Por Hellen Cristine Walker – Pertencente ao Apostolado Spiritus Paraclitus e Criadora do Blog Ecclesia Militans #Mateus #batismoinfantil #pecadooriginal #pecados #adãoeeva #salmo51 #partedos #Deus #lava #sacramentodobatismo #amoroso #JesusCristo #Escrituras #batismo #Batismodecrianças #nasci #tais #grego #porisso #culpa #nosso #fazparte #Pai #estes
- Saiba o como provar a doutrina do Purgatório a um Cristão Evangélico
Há várias passagens que nos indicam a existência desse tal lugar de purificação, mas vamos dar uma olhada em 1 Coríntios 3:12-15, que ao contrário de outras referências bíblicas sobre o purgatório, não pode ser refutada por protestantes evangélicos. Vamos analisar um trecho da versão O Livro, uma popular tradução da Bíblia protestante. 12 E, se alguém sobre este fundamento levanta um edifício de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha, 13 a obra de cada um se manifestará; pois aquele dia a demonstrará, porque será revelada no fogo, e o fogo testará qual seja a obra de cada um. 14 Se permanecer a obra que alguém sobre ela edificou, esse receberá *galardão. ( s.m. *Recompensa ou prêmio por serviços valiosos prestados. Honra, glória) 15 Se a obra de alguém se queimar, ele sofrerá prejuízo; mas o tal será salvo todavia como que pelo fogo. Quando lemos essa passagem no contexto do capítulo 3, vamos notar que São Paulo se dirige a uma porção da Igreja de Cristo. Ele repreende os fiéis coríntios sobre suas ações pecaminosas, tais como divisões e ciúme, etc. No capítulo 3, São Paulo não só afirma que nossas obras são recompensadas, mas ele também lida com a qualidade das obras do homem, pelas quais cada um de nós seremos recompensados ou punidos. O que planta ou o que rega são iguais; cada um receberá a sua recompensa, segundo o seu trabalho. 1 Cor3: 8 Se analisarmos o versículo 15 do mesmo capítulo, temos um exemplo de uma pessoa cujas obras já foram julgadas e queimadas, portanto ela “sofrerá prejuízo”, mas será finalmente salva pelo fogo. A fim de esclarecer o que isso significa, precisamos definir o que “sofrer prejuízo” representa. A expressão “sofrer prejuízo” provém de uma forma da palavra grega Zemio. Lembre-se que o grego é o idioma original dos textos bíblicos. Outras formas dessa mesma palavra grega também aparecem no Antigo Testamento com o significado de “castigo” [Exodus 21:21, Provérbios 17:26 e 19:19, etc ..]. Isso significa que Zemio foi traduzido em 1 Cor 3:15 como “sofrer prejuízo”, mas também quer dizer punição ou castigo. Portanto, a passagem 1 Cor3:12-15 nos dá uma descrição clara do Purgatório, pois é a isso que São Paulo se refere. São Paulo faz uma analogia sobre a qualidade dos nossos trabalhos usando materiais como ouro, prata, pedras preciosas para representar uma adesão mais perfeita ao Evangelho de Cristo, e madeira, palha e restolho, que serão queimados e, pelos quais o homem “sofrerá prejuízo” ou “punição” mas no fim ele, o homem, será salvo, todavia como que pelo fogo. Assim, em 1 Coríntios 3:12, a madeira, feno e palha (que são queimados) significam as obras de um homem que morreu em estado de justificação e foi perdoado de qualquer pecado mortal que ele possa ter cometido. Ele é, portanto, salvo, mesmo que não tenha feito reparação por todos seus pecados cometidos depois do batismo. O senhor se irritou e mandou entregar aquele servo aos carrascos, ATÉ QUE PAGASSE toda a sua dívida. É ASSIM que o meu Pai que está nos céus FARÁ convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão.” Mateus 18: 34-35 Procura reconciliar-te com teu adversário, enquanto ele caminha contigo para o tribunal. Senão o adversário te entregará ao juiz, o juiz te entregará ao oficial de justiça, e tu serás jogado na prisão. Em verdade, te digo: dali não sairás, enquanto não pagares o último centavo. Mateus 5:25-26 Ou seja, em ambas passagens vemos uma referência implícita ao lugar de expiação o qual a Igreja chama Purgatório. Enquanto estamos à caminho do tribunal, uma alusão ao julgamento individual depois da morte, somos obrigados a nos reconciliar, pois adversário ( Satanás, o acusador) nos condenará diante do Juiz (Cristo Nosso Senhor) que por sua vez nos fará justiça, e seremos jogados na prisão (purgatório), até que nossas dívidas (cada pecado cometido e não expiado) sejam pagas. Essas passagens são referências ao purgatório e não ao inferno, como alguns alegam, pois afirmam que uma vez que as dívidas são pagas, o devedor ( pecador) sairá da prisão. Como sabemos, uma vez condenado, ninguém sai do inferno. Enquanto as almas do purgatório, uma vez purificadas, ascendem ao céu. A Posição da Igreja Neste contexto se encaixa perfeitamente a doutrina católica sobre o Purgatório. O Concílio Católico de Lyon II, definiu Purgatório da seguinte forma: Papa Gregório X – Concílio de Lyon II, 1274: “Porque se eles morrem na caridade verdadeiramente arrependidos antes que eles tenham feito satisfação através de dignos frutos de penitência pelos pecados cometidos e omitidos, suas almas são purificadas depois da morte por punições purgatóriais ou depurantes…” (Denzinger 464) Um grande exemplo de um homem que foi perdoado de seus pecados graves, mas não fez reparação por eles, é encontrado no caso de Davi. Em 2 Samuel 11 (2 Reis 11 na Douay-Rheims Bíblia católica), lemos que o Rei Davi cometeu adultério com Bate-Seba. David também mandou matar o marido de Bate-Seba. Estes são os pecados mortais. Se Davi tivesse morrido naquele estado, ele teria ido para o inferno, pois 1 Coríntios 6:9 nos mostra que nenhum adúltero ou assassinos entrarão no céu. Mas Davi se arrependeu do seus pecados, quando condenados por Natã, em 2 Samuel 12. 2 Samuel 12:13 – “E disse Davi a Natã: Pequei contra o Senhor. E disse Natã a Davi, o Senhor perdoou de teu pecado, não morrerás. O Senhor levou o pecado de Davi, e Natã, o disse que não iria morrer. ‘Morrer’ nesse contexto significa que ele não iria morrer eternamente, ou seja, perecer no inferno. A culpa do pecado foi perdoada porque Davi se arrependeu verdadeiramente e se transformou a partir dai. Mas isso significa que tudo foi acertado? Não, pois plena satisfação por seu pecado mortal não tinham sido feitas. Lemos em 2 Samuel 12:14-15 que Davi teve de sofrer a perda de seu próprio filho para fazer satisfação por seu pecado, um pecado que já havia sido perdoado. 2 Samuel 12:14-15 “… Todavia, como desprezaste o Senhor com essa ação, morrerá o filho que te nasceu. E Natã voltou para sua casa. O Senhor feriu o menino que a mulher de Urias tinha dado a Davi, e ele adoeceu gravemente.” Isto fornece prova inegável de que a culpa de um pecado de um crente pode ser perdoada sem que a completa punição seja levada apenas pelo arrependimento. O Concílio de Trento colocou a questão desta forma: Papa Júlio III, Concílio de Trento, sobre o Sacramento da Penitência, Sess. 14, cap. 8, 25 de novembro de 1551 – “… é absolutamente falsa e contrária à Palavra de Deus que a culpa [do pecado] nunca é perdoada pelo Senhor, sem que a devida punição também receba remissão. Pois exemplos claros e ilustres encontram-se nos Escritos Sagrados [cf. Gênesis 3:16 f; Num. 12:14; Nm 20:11; II Reis 12:13 ss; etc].” (Denzinger 904). Há várias referências à existência do purgatório no Antigo Testamento, bem como outras referências no Novo Testamento, mas, como visto em 1 Coríntios 3:12-15, o conceito de Purgatório é ensinado nas Escrituras e foi aceito pelos primeiros cristãos. Mas por que os antigos cristãos acreditam no purgatório e até oravam para os mortos? Faziam-no, obviamente, porque não se trata de uma doutrina inventada pelos homens, mas de uma noção claramente ensinada nas Escrituras, e também porque esse ensinamento fazia parte da tradição recebida dos Apóstolos. Por Ellen Cristine Walker – Pertencente ao Apostolado Paraclitus e Criadora do Blog Igreja Militans #feno #pedraspreciosas #lida #SãoPaulo #Fogo #Escrituras #qualidade #madeira #danielnegreanu #recompensa #Protestante #DeCristo #contexto #planta #defato #jushuajudgesruth #Palavra
- Cardeal Burke: os sacerdotes não devem mudar as orações da Missa
O Cardeal americano Raymond Burke, Presidente da Corte Suprema do Vaticano, a chamada Assinatura Apostólica, explicou que os sacerdotes não devem mudar as orações da Missa posto que eles não são os protagonistas da liturgia, mas sim o próprio Cristo. Em entrevista concedida ao grupo ACI em Roma, o cardeal explicou que o sacerdote não deve modificar ou acrescentar palavras às orações da Missa considerando que todo presbítero é “um servidor do rito” e “não o protagonista”. O Protagonista, nas palavras do Cardeal Burke “é o próprio Jesus Cristo”. “Então está totalmente equivocado que um sacerdote pense ‘como posso tornar isto (a liturgia) mais interesante?’ ou ‘como posso fazê-lo melhor’?” O Cardeal norte-americano, um dos colaboradores mais próximos ao Papa Bento XVI, recordou que o Código de Direito Canônico assinala que o sacerdote deve “com precisão e devotamente observar o que está escrito nos livros litúrgicos e assim tomar cuidado para não acrescentar outras cerimônias ou orações de acordo ao seu próprio juízo”. O Cardeal explicou logo que o Código de 1917, modificado pelo de 1983, estabelece que um sacerdote em pecado mortal não deve celebrar Missa “sem antes aceder à confissão sacramental” ou o mais breve possível “no caso de não contar com um confessor”, quando a Missa seja “muito necessária” e tenha feito um ato de contrição perfeito. “Parece-me que esse cânon de 1917 foi eliminado, mas acredito que deve ser reintroduzido, porque a idéia de dignidade está bem de maneira preeminente para um sacerdote que está oferecendo o sacrifício”, disse. O Cardeal de 64 anos de idade também disse ao grupo ACI que é preciso uma reforma da sagrada liturgia, seguindo o estabelecido pelo Papa Bento XVI e “enraizada nos ensinos do Concílio Ecumênico Vaticano II” assim como “adequadamente conectada com a tradição”. Em sua opinião, isto significa evitar diversas inovações como os “serviços de comunhão” liderados por leigos ou religiosos quando existe uma paróquia sem sacerdote para presidir a Eucaristia dominical. “Não é bom para o povo participar repetidamente nestes tipos de serviços aos domingos porque perdem o sentido do Santíssimo Sacramento”, precisou. O excesso deste tipo de serviços, acrescentou, pode ser também algo que desalente as ordenações sacerdotais porque com estes serviços um jovem com vocação ao sacerdócio “já não vê ante seus olhos a identidade da vocação à qual está chamado”. Na entrevista com o grupo ACI, o Presidente da Assinatura Apostólica se referiu também à ” dúvida” na aplicação de penas canônicas nas décadas recentes e aos “abusos e violações da lei eclesiástica” que se dão no âmbito litúrgico. Tais sanções, disse o Cardeal Burke, são “primeiramente medicinais” e procuram “chamar a atenção da pessoa sobre a gravidade do que está fazendo para que não o faça mais”. “As sanções são necessárias”, acrescentou. “Se em 20 séculos da vida da Igreja foram necessárias sanções, por que em nosso século de repente devemos pensar que elas não são necessárias? Isso também é absurdo”, concluiu. #norteamericano #PapaBentoXVI #sim #ACI #dublin #JesusCristo #Protagonista #seja #ao #sem #Liturgia #confessor #uma #sacerdote #mudar #rito #Missa #Cardeal
- ONU “matou” 200 mil brasileiras
Em 2010, morreram 66.323 mulheres em idade fértil, por TODAS AS CAUSAS, de acordo com o DATASUS – a fonte oficial de dados da saúde, no Brasil. Apesar disso, a ONU cobra o Brasil por óbitos ANUAIS de 200 mil mulheres em decorrência de abortos de risco. Vamos lá! Somando todas as causa de morte de mulheres em idade fértil, em 2010, temos o registro do óbito de 66 MIL mulheres (somando tudo que leva à morte). Ok? Então… Que 200 mil mulheres mortas são essas que os peritos da ONU encontraram no Brasil em um único ano? 200 mil mulheres mortas SOMENTE por causa do aborto!! COMO? Não se sabe. O blog Contra o Aborto publicou a seguinte tabela do DATASUS sobre óbitos maternos: “De 1996 a 2007, a média é de 10 mortes maternas anuais. Milhares? Nem perto disto…”, conta o blog do William Murat. Ele lembra que mesmo que o número de mortes de mulheres por causa de “abortos de risco” fosse verdadeiro – e não é!!! -, ainda assim seria impossível ignorar que a cada aborto “bem feito” o que é eliminado é sempre uma vida humana. #mesmo #decorrência #número #fonte #então #fértil #Somando #William #ANUAIS #tabela #Ele #Como #disso #fosse #Blog #conta #TODAS #seguinte #mortes #ONU #nem #morreram #Aborto #leva #Saúde #Milhares #São #Media #publicou #ano #registro #não #encontraram #Apesar #disto #acordo #único #uma #perto #óbito #somente #risco #Causas #lembra #tudo #verdadeiro #murat #com #Humana #Idade #MIL #morte #DATASUS #cobra
- O Significado da Missa
Nesta pregação, ao mesmo tempo profunda e didática, D. Fulton Sheen fala sobre os “três atos” que compõem a missa e a função de cada um deles na reencenação ritual da morte de Cristo, e nos ensina, ainda, como participar desse ritual de modo que o nosso encontro com Cristo na Eucaristia seja, de fato, verdadeiro. [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=tgd_MvJfAQg[/youtube] [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=qRwEe84w1k8[/youtube] #Cristo #encontro #Sheen #pregação #Significado #Youtube #didática #Eucaristia #ensina #compõem #ainda #reencenação #Fulton #DeCristo #função #verdadeiro #morte #Missa #fultonsheen #nossoencontro
- O padre Georges Lemaître viu bem mais que a teoria do Big Bang
Até bem pouco tempo atrás, fora dos círculos especializados era difícil encontrar quem soubesse que o primeiro a propor a teoria do Big Bang foi um padre: o jesuíta belga Georges Lemaître (1894-1966) – ainda hoje, na verdade, esse não é um fato tão conhecido. Quando muito, ficamos sabendo que Lemaître foi o primeiro a propor, em 1927, o modelo teórico do Big Bang, que seria confirmado dois anos depois pelas observações do norte-americano Edwin Hubble (1889-1953); nas décadas seguintes, outros físicos, como George Gamow, aprofundariam o modelo do Big Bang. A participação de Hubble na história do Big Bang consistiu em medir as distâncias e velocidades de galáxias; ele verificou que havia uma relação entre essas duas grandezas: quanto mais distante de nós a galáxia, mais rapidamente ela se afastava da Terra, o que levou Hubble a concluir que o universo está em expansão. Daí para comprovar a teoria de Lemaître era um pulo: se as galáxias estavam se afastando umas das outras, era porque um dia estiveram muito juntas. Mesmo assim, levou tempo para que essa se estabelecesse definitivamente como a melhor hipótese para o início do universo: o termo “Big Bang” foi criado 20 anos depois das observações de Hubble, e por um opositor da teoria, o britâico Fred Hoyle. Ele queria ridicularizar a teoria, mas o nome acabou colando. Hubble é, hoje, bem mais famoso que Lemaître. Mas alguns autores vêm argumentando que o padre belga viu muito mais que apenas a noção do Big Bang: ele teria, dois anos antes de Hubble, os números e observações que comprovariam a expansão do universo, embora hoje o crédito seja todo dado ao norte-americano. O Alexandre Zabot me mostrou esse paper de David Block, de uma universidade sul-africana; Block se baseia em um livro de 2009 para mostrar que o artigo original de Lemaître, publicado em francês nos Anais da Sociedade Científica de Bruxelas, foi retalhado ao ser traduzido para o inglês – este outro paper dá mais alguns detalhes: a publicação em inglês ocorreu em 1931, nos Monthly Notices da Real Sociedade de Astronomia britânica. Segundo Block, a versão em inglês omitiu praticamente toda a parte que menciona as observações de 42 galáxias feitas por Lemaître, chegando ao ponto de recortar uma equação, a 24, na qual se encontraria a primeira “prévia” (digamos assim) do que hoje é conhecido como “constante de Hubble” (que determina a proporção entre a velocidade e a distância de uma galáxia; em outras palavras, o ritmo de expansão do universo): 625 (km/s)/Megaparsec. No seu texto de 1929, Hubble teria chegado a um valor um pouco menor, na casa dos 500 (km/s)/Mpc; nas décadas seguintes, medições mais precisas (e com melhor instrumentação) levaram a constante a valores na casa dos 70 (km/s)/Mpc. Ou seja, será que a “lei de Hubble” e a “constante de Hubble” não deveriam levar o nome de Lemaître? Em seu paper, Block faz outros comentários sobre Hubble, e menciona um caso em que o norte-americano teria praticamente se apropriado do trabalho de um colega, o britânico John Reynolds, referente a uma classificação de galáxias (outro tema intimamente ligado ao nome de Hubble). No entanto, não é o propósito desse post discutir o caráter do norte-americano. Na melhor das hipóteses, o padre Lemaître e Hubble estariam trabalhando ao mesmo tempo em observações semelhantes (no melhor estilo Darwin e Wallace), e o belga publicou suas conclusões antes. Na pior das hipóteses, realmente houve caso de censura e plágio. Também não se sabe o que motivou o corte deliberado de vários trechos do paper de Lemaître na tradução para o inglês. Mas o que se pretende aqui é ressaltar a grandiosidade do trabalho desse padre-cientista. É uma questão de justiça – ainda mais em 2011, quando se completa o 80.º aniversário da publicação do texto em inglês de Lemaître, esse que foi cortado – mostrar que ele foi muito além daquilo que hoje lhe é atribuído na história da Astronomia. Fonte: Tubo de ensaio #Universo #edwinhubble #outro #criado #bruxelas #doisanos #fora #queria #belga #termo #seja #opositor #fredhoyle #georgegamow #quem #zabot #hoje #20anos #teria #pelas
- “O maligno semeia guerra; Deus cria paz”
As palavras de Bento XVI durante o Angelus em Castel Gandolfo Castel Gandolfo, domingo, 22 de julho de 2012(ZENIT.org) – Apresentamos as palavras do Papa Bento XVI que precederam a tradicional oração do Angelus, dirigidas aos fiéis e peregrinos reunidos no pátio interno de sua Residência Apostólica de verão em Castel Gandolfo. Queridos irmãos e irmãs! A palavra de Deus deste domingo nos propõe novamente um tema fundamental e sempre fascinante da Bíblia: recorda-nos que Deus é o Pastor da humanidade. Isto significa que Deus quer para nós a vida, quer guiar-nos para bons prados, onde poderemos nos alimentar e repousar; não quer que nos percamos e morramos, mas que cheguemos à meta de nosso caminho, que é exatamente a plenitude da vida. É isto que deseja todo pai e mãe para os próprios filhos: o bem, a felicidade, a realização. No Evangelho de hoje Jesus se apresenta como Pastor das ovelhas perdidas da casa de Israel. O seu olhar para as pessoas é um olhar como se fosse ‘pastoral’. Por exemplo, o Evangelho deste domingo, diz que ‘Ele desembarcou, viu uma grande multidão e ficou tomado de compaixão por eles, pois estavam como ovelhas sem pastor. E começou a ensinar-lhes muitas coisas’(Mc 6,34). Jesus encarna Deus Pastor em seu modo de pregar e com as suas obras, cuidando dos doentes e dos pecadores, daqueles que estão ‘perdidos’ (cfr Lc 19, 10), para reconduzi-los em segurança, na misericórdia do Pai. Entre as ‘ovelhas perdidas’ que Jesus trouxe em seguro, está uma mulher de nome Maria, originária do vilarejo de Magdala, no Mar da Galileia, e por isso Madalena. Hoje é sua memória litúrgica no calendário da Igreja. Diz o Evangelista Lucas que dela Jesus fez sair sete demônios (cfr Lc8,2), ou seja, a salvou de uma total escravatura do mal. Em que consiste esta cura profunda que Deus realiza através de Jesus? Consiste em uma paz verdadeira, completa, fruto da reconciliação da pessoa consigo mesma e em todas as suas relações: com Deus, com os outros, com o mundo. De fato, o maligno procura sempre destruir a obra de Deus, semeando divisão no coração do homem, entre o corpo e a alma, entre o homem e Deus, nas relações interpessoais, sociais, internacionais, e também entre o homem e a criação. O maligno semeia guerra; Deus cria paz. Com efeito, como afirma São Paulo, Cristo ‘é a nossa paz: de ambos os povos fez um só, tendo derrubado o muro de separação e suprimido em sua carne a inimizade’( Ef 2, 14). Para realizar esta obra de reconciliação radical Jesus, o Bom Pastor precisou tornar-se Cordeiro, ‘o Cordeiro de Deus… que tira o pecado do mundo’(Jo1, 29). Somente assim pode realizar a maravilhosa promessa do Salmo: ‘Sim, felicidade e amor me seguirão todos os dias da minha vida;minha morada é a casa de Iahweh por dias sem fim’ (22/23, 6). Queridos amigos, estas palavras faz vibrar o coração, porque exprimem nosso desejo mais profundo, dizem para o que fomos feitos: a vida, a vida eterna! São palavras daqueles que, como Maria Madalena, experimentaram Deus na própria vida e conhecem a sua paz. Palavras mais verdadeiras do que nunca na boca da Virgem Maria, que já vive para sempre nos prados do céu, onde a conduziu o Cordeiro Pastor. Maria, Mãe de Cristo nossa paz, rogai por nós! (Após o Angelus) Queridos irmãos e irmãs! Entre alguns dias terá início, em Londres, a XXX edição dos Jogos Olímpicos. As Olimpíadas são o maior evento esportivo mundial, do qual participam atletas de muitas nações e, como tal se reveste de um forte valor simbólico. Por isso a Igreja Católica o vê com particular simpatia e atenção. Rezemos para que, segundo a vontade de Deus, os Jogos de Londres sejam uma verdadeira experiência de fraternidade entre os povos da Terra. Em seguida concedeu a todos a sua Benção Apostólica. #CastelGandolfo #cfr #PapaBentoXVI #plenitude #Deus #opastor #felicidade #fruto #Filhos #Israel #meta #pessoa #encarna #porisso #coisas #mesma #sair #Jesus #nome #umamulher
- O Cristo sem Cruz, o Cristo voador, o Cristo sem Cruz nas Igrejas “nova moda”
Pe. Juvan Celestino da Silva Devemos de antemão nos lembrar que o Mistério de Cristo é inseparável do mistério da Cruz. Após Pedro responder que Jesus é o Messias (Mc 8,29); e para este título não se limitar a um triunfalismo imediato e próprio, Jesus acrescenta: “O Filho do homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos chefes dos sacerdotes e pelos escribas, ser morte e depois de três dias ressuscitar” (Mc 8,320) Um mundo sem Cruz sem o sinal da Cruz Salvadora de Jesus cairá facilmente numa idéia distorcida do cristianismo. Tornar –se – á em um cristianismo hedonista, e o Cristo tornar-se-á em um Cristo do prazer, um Cristo fashion. Quanto a este perigo o Apóstolo Paulo dá uma dura nos cristãos da comunidade de gálatas: “Ó Gálatas insensatos, quem vos fascinou, a vós ante olhos foi desenhada a imagem de Jesus Cristo crucificado?… sois tão insensatos que, tendo começado pelo espírito, agora acabais na carne?” (Gl 3,1-3) Substituindo em nossas Igrejas a imagem do Crucificado por um Cristo triunfante, glorioso e sem a Cruz, corremos o risco de cairmos em uma heresia disfarçada que se nega a humanidade do Verbo Encarnado. Uma Igreja sem Cruz é uma Igreja herética, uma Igreja “protestantizada”. Devemos reconhecer com pesar que vivemos uma verdadeira crise na teologia da Cruz. Já imaginaram celebrarmos uma Semana Santa sem Cruz? O que faremos na sexta-feira santa? O que apresentaremos ao povo do Cordeiro Imolado? Pois na sexta-feira santa temos a adoração da Cruz, sim, por mais que nos soe estranho a Igreja diz: “A Adoração da santa Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo” (Cf.: Missal Romano) Portanto, a Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo “é a única Cruz digna de adoração…” Na verdade esta imagem, até deve ser apresentada no Domingo da Ressurreição, mas não serve para está no lugar do Cordeiro Imolado. São duas as experiência pelas quais Jesus passa: morte de Cruz e a ressurreição. Uma não existe sem a outra. O “Cristo voador” é um Cristo suspenso no ar, sem cruz sem razão de ser. Na verdade por mais que queiram representar o Cristo ressuscitado, a imagem foge totalmente da verdadeira experiência do cristão. Pois sem a Cruz na há salvação e como diz a carta aos hebreus: “Segundo a Lei, quase todas as coisas se purificam com sangue; e sem efusão de sangue não há remissão” (Hb 9,22) O “Cristo voador” que estão pendurando no presbitério em algumas Igrejas é um Cristo lavado e sem sangue, um Cristo enxuto, uma imagem sem graça, sem gosto, ou melhor, de mau gosto, porque está no lugar errado e na hora errada. Pois sabemos que a Igreja militante, é a Igreja da Cruz, do combate… da luta. A Igreja gloriosa nos espera para além deste mundo. Além do mais, a Cruz não é o lugar do Cristo glorioso, a experiência gloriosa da ressurreição se deu no sepulcro, e o Cristo glorioso é o Cristo da ascensão, a Cruz é o lugar do martírio, e por sinal um lugar desconfortante, é um “caminho contra a corrente” do mundo. Embora saibamos pela fé, que a ressurreição aconteceu, ninguém a testemunhou, só o santo sudário guardou o momento exato da ressurreição do Senhor, a experiência cristã é a da aparição do ressuscitado, que fora crucificado. Então pintar um Cristo voador e querer compará-lo ao Cristo ressuscitado é no mínino fantasioso, para não dizer folclórico. Embora alguns querem associá-lo à ascensão. Este Cristo voador que estão colocando em algumas Igrejas é algo ridículo, um passo a mais para se eliminar o símbolo da Cruz das Nossas Igrejas e das nossas vidas, pois das escolas e ambiente públicos aos poucos já estão tirando. O modismo do Cristo voador é um perigo para a fé. A Igreja não deve esconder o crucificado, sem incorrer na acusação de sentir vergonha da Cruz do Senhor, e quem tem vergonha da Cruz de Cristo se torna seu inimigo. “Pois há muitos dos quais muitas vezes vos disse e agora repito, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo” (Fl 3,18) São Paulo afirma que sem ressurreição “a nossa fé seria vã”, porém, sem a Cruz ela nem existiria. Pois sem a Cruz não haveria nem salvação nem a aurora da ressurreição. O anúncio de uma ressurreição que não passasse pela Cruz seria vazio. O túmulo está vazio, porque antes alguém esteve lá dentro. Sem a Cruz o Senhor não teria vencido a morte, o inferno, o mundo, o pecado e o medo. Portanto, “o Gólgota é a passagem obrigatória rumo à Ressurreição”. #crise #JesusCristo #Senhor #Celestino #soe #prazer #Ecclesia #Messias #SextaFeiraSanta #teologia #dasilva #SemanaSanta #DeCristo #risco #pelas #salvadora #juvan #pedroresponder #sinaldacruz #Missal
- Por que a Igreja não vende tudo o que tem para ajudar aos pobres?
Fonte: Apostolado Spiritus Paraclitus Está é uma pergunta bastante pertinente e apesar de antiga, nunca deixou de ser atual, aliás, ultimamente, com o apetite cada vez mais voraz que a mídia secular demonstra ter para escornear a Igreja Católica, ela torna-se ainda mais relevante. Sendo assim, vamos direto aos fatos, porque apesar de haver um grande número de “bem-intencionados” Judas Iscariotes,, sejamos francos, dentre eles são poucos os que são dados à leitura e à pesquisa. Assim, não é prudente que me extenda muito. Mas Judas Iscariotes, um dos seus discípulos, aquele que o havia de trair disse. Por que não se vendeu este bálsamo por trezentos denários e não se deu aos pobres? (João 12,4-5) A igreja Católica é a instituição mais antinga da terra. Se fosse uma empresa privada, seria a maior do mundo, não apenas em tamanho mas em termos de volume do seu patrimônio e sua riqueza e por sua presença em quase todo o país do mundo. Sua importância, porém, não se restringe ao seu tamanho e número de fiéis batizados. Foi a Igreja Católica que criou, por exemplo, o sistema universitário, os métodos de pesquisa científica ou a filantropia instituicional, sem a qual a palavra caridade, que significa amor, não teria sequer o sentido que têm hoje nas sociedade ocidentais. Contudo, apesar de inúmeros outros feitos de valor, o mais nótorio deles: a caridade da Igreja Católica, é infelizmente, ignorada tanto pelos católicos como não-católicos. Assim, a Igreja Católica é sistematicamente cristicada por sua riqueza. Deus Caritas Est – Deus é Amor “Mas se a Igreja é tão rica e poderosa, por que não vende tudo o que possui para ajudar aos necessitados?” Vamos ao números e fatos: A Igreja Católica mantém na Ásia: 1.076 hospitais; 3.400 dispensários; 330 leprosários; 1.685 asilos; 3.900 orfanatos; 2.960 jardins de infância. Na África: 964 hospitais; 5.000 dispensários; 260 leprosários; 650 asilos; 800 orfanatos; 2.000 jardins de infância. Na América: 1.900 hospitais; 5.400 dispensários; 50 leprosários; 3.700 asilos; 2.500 orfanatos; 4.200 jardins de infância. Na Oceania: 170 hospitais; 180 dispensários; 1 leprosário; 360 asilos;60 orfanatos; 90 jardins de infância. Na Europa: 1.230 hospitais; 2.450 dispensários; 4 Leprosários; 7.970 asilos;2.370 jardins de infância. No Brasil, podemos seguramente dizer que a contribuição da Igreja Católica para a Saúde pública foi mais valiosa do que a de qualquer outro governo já existente no país. Na década de 50, quando a rede pública de saúde ainda não contava com uma capacidade operacional expressiva, eram as casas de caridade da Igreja Católica que cuidavam das pessoas que não tinham condições de se tratarem em um hospital. As Santas Casas de Misericórdia e Sanatórios eram e continuam a ser dirigidos e subsidiados pela Igreja Católica, e têm as freiras e religiosos católicos como sua principal fonte de recursos humanos. Seria quase impossível listar e numerar as atividade e contribuições da Igreja Católica no campo da caridade. O vídeo abaixo mostra algumas maneiras pelas quais a Santa Igreja tem, ao longo dos séculos, posto em prática as palavras de Cristo sobre a caridade e o amor ao próximo. “Tudo o que fizerdes ao mais pequeninos dos Meus irmãos, o fazeis a Mim.” (Mt 25:40) [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=jZeH9OQkFlY[/youtube] #dispensários #bens #Padres #Ajuda #Deus #ter #orfanatos #pobres #religiosos #Judas #asilos #leprosários #caridade #pequeninos #freiras #jardinsdeinfância #Igreja #Irmãos #Amor #hospitais #IgrejaCatólica #Jesus
- Jesus teve mais irmãos?
Autor: Padre Alberto Gambarini l.° — Entre o Povo Judeu, a palavra «irmão» era usada para. designar, também, os parentes próximos, como sobrinhos, primos, etc. Já no Antigo Testamento, o tio e o sobrinho são chamados «irmãos». Como vemos, por exemplo no diálogo entre Abraão e Lot em Gn 13,8 ( Abraão era tio de Lot) “Abrão disse a Lot: “Rogo-te que não haja discórdia entre mim e ti, nem entre nossos pastores, pois somos irmãos.” O mesmo sucede com Jacó e Labão (cf. Génesis 29,10 com 29,15). Também primos também são chamados «irmãos», como lemos em 1Cro 23,22 (Bíblia de Jerusalém): “Eleazar morreu sem ter filhos, mas teve filhas que foram desposadas pelos filhos de Cis, seus irmãos.” Eleazar e Cis eram irmãos, logo as filhas do primeiro eram primas dos filhos de Cis. Ainda hoje, em muitos povos, a palavra «irmão» é usada para designar os primos e qualquer parente. 2.° — Na Bíblia, são indicados como «irmãos» de Jesus, Tiago, José, Judas, Simão (cf. Marcos 6,3). Mas nós sabemos, pelo Evangelho de S. João, que a Mãe de Jesus tinha uma irmã (ou prima) também chamada Maria e que era mulher da Cléofas, João 19,25 lemos claramente: “Junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena.” Sabemos, também, que Maria, mãe de Tiago, o menor ,e de José, não é a Mãe de Jesus (cf. Marcos 15,40; Mateus 27,56). A mãe de Tiago e de José é «outra Maria», irmã ou prima da Mãe de Jesus. Foi esta «outra Maria», que, no «primeiro dia da semana», logo de manhã cedo, foi visitar o sepulcro de Jesus, como lemos em Mateus 28,1: “Depois do sábado, quando amanhecia o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o túmulo.” S. Marcos confirma que esta «outra Maria» é, de fato, a mãe de Tiago (Marcos 16,1). S. Lucas diz o mesmo (Lucas 24,10). Portanto, S. Tiago, que foi Bispo de Jerusalém e é chamado o «irmão do Senhor» (cf Gálatas 1,19), não é realmente irmão de Jesus, mas primo. O outro Tiago, de que fala o Novo Testamento, é irmão de João e filho de Zebedeu (Mateus 4,21). Por seu lado, Judas (o santo) apresenta-se como irmão de Tiago (Judas 1,1). Conclusão: Os «irmãos» e «irmãs» de Jesus, de que fala o Novo Testamento, não são irmãos no sentido verdadeiro, mas primos. 3.° — A Família de Nazaré aparece sempre com 3 pessoas: Jesus, Maria, José, Quando, aos 12 anos, Jesus vai a Jerusalém com Maria e José, para a festa da Páscoa, só aparece Jesus como único filho de Maria (cf Lucas 2,41-52). 4.° — Se Maria tivesse mais filhos, não se compreenderia como é que Jesus, ao morrer, deu ao Apóstolo João, como filho, a Maria, para que cui-dasse d’Ela (cf João 19,26-27). E o Apóstolo João era da família de Zebedeu (cf. Mateus 4,21; 10,3; 27,56; etc). Nem sequer era parente de Jesus. Por certo, Jesus não entregaria a sua Mãe a um estranho, se Ela tivesse outros filhos. #AntigoTestamento #pois #ter #tinha #sucede #Judas #sepulcrodejesus #Pastores #cedo #nem #padrealberto #opovo #MãeMaria #tio #sem #eleazar #confirma #Tiago #MariaMadalena #oprimeirodia
- Sabedoria 2, 12-20: A profecia cumprida em Jesus Cristo
Fonte: Apologistas Católicos Ron Rhodes, em seu livro, “Reasoning from the Scriptures with Catholics”, p. 33 escreve: “Além disso, nenhum livro apócrifo foi escrito por um verdadeiro profeta ou apóstolo de Deus … Além disso, nenhum livro apócrifo contém profecia preditiva, que teria servido para confirmar a inspiração divina.” Norman Geisler e Ralph E. em “Roman Catholics and Evangelicals: Agreements and Differences” p. 167, escreve: “Há fortes evidências de que os livros apócrifos não são proféticos. Mas desde que profecia é o teste para canonicidade, isso elimina os apocrifos do cânon” É bem dificil acreditar que qualquer um deles tenha estabelecido o cânon das escrituras, usando o teste de que para que um livro fosse inspirado, tivesse que conter uma profecia, primeiro eles teriam que provar que profecia o livro de Ester, Rute e etc.. contém. No entanto, apesar da alegaçào protestante no Livro da Sabedoria capítulo 2 versículos de 12-20 é uma das mais claras passagens que contem uma profecia e apontam para uma pessoa que iria chamar-se Filho de Deus, que seria condenado à morte por pessoas invejosas. O texto diz: “12. Cerquemos o justo, porque nos incomodai e se opõe às nossas ações, nos censura as faltas contra a Lei, nos acusa de faltas contra a nossa educação. 13. Declara ter o conhecimento de Deus e se diz filho do Senhor;14. ele se tornou acusador de nossos pensamentos, basta vê-lo para nos importunarmos; 15. sua vida se distingue da dos demais e seus caminhos são todos diferentes.16. Ele nos tem em conta de bastardos; de nossas vias se afasta, como se contaminassem. Proclama feliz o destino dos justos e se gloria de ter a Deus por pai. 17. Vejamos se suas palavras são verdadeiras, experimentemos o que será do seu fim.18. Pois se o justo é filho de Deus, Ele o assistirá e o libertará das mãos de seus adversários. 19. Experimentemo-lo pelo ultraje e pela tortura para apreciar a sua serenidade e examinar a sua resignação. 20. Condenemo-lo a uma morte vergonhosa, pois diz que há quem o visite.” (Sabedoria 2, 12 – 20) Estas profecias acima só são encontradas no capítulo 2 da Sabedoria. Vamos verso a verso, cameçando pelo versículo 12: “Cerquemos o justo, porque nos incomodai e se opõe às nossas ações, nos censura as faltas contra a Lei, nos acusa de faltas contra a nossa educação.” (Sabedoria 2, 12) Um homem justo que censurar os líderes e sua educação. Vejamos como isso se cumpre em Jesus: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, que pagais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, mas omitis as coisas mais importantes da lei: a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Importava praticar estas coisas, mas sem omitir aquelas […] Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Sois semelhantes a sepulcros caiados, que por fora parecem bonitos, mas por dentro estão cheios de ossos de mortos e de toda podridão. Assim também vós: por fora pareceis justos aos homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e de iniqüidade.” (Mateus23, 23.27-28) “Moisés não vos deu a Lei? No entanto, nenhum de vós pratica a Lei. Por que procurais matar-me?” A multidão respondeu: “‘Tens um demônio. Quem procura matar-te?’” (João 7, 19-20) Jesus, como em Sabedoria 2, 12, é um homem justo, na verdade, perfeitamente justo. Ele condena os escribas como infratores da lei, os chama de hipocritas e ‘repreendeu-os por suas faltas conta a lei’ como em Mateus 23, 27-28. Ele os chama de infratores, e ele diz que tentarão matá-lo… Sabedoria 2, 12, fala também de homens à espreita para pegar o justo e em Mateus 26, 3 – 4 vemos os sumos sacerdotes e os anciãos fazendo o seguinte: “Então os chefes dos sacerdotes e os anciãos do povo congregaram-se no pátio do Sumo Sacerdote, que se chamava Caifás, e decidiram juntos que prenderiam a Jesus por um ardil e o matariam.” (Mateus 26, 3-4) Ele foi recebido como um rei pelo povo (João 12, 12-15) e por isso os governantes não poderiam fazer isso durante o dia. Jesus repreendeu-os pela quebra da lei, e os acusou de hipocrisia, então os líderes religiosos se ofenderam. O que Jesus faz para os deixarem assim? Ele expôs a sua hipocrisia. Ele os chama de infratores da lei, e que não mantem o coração da lei, como as passagens acima mostram. Vejamos o versículo seguinte, Sabedoria 2, 13: “Declara ter o conhecimento de Deus e se diz filho do Senhor;” (Sabedoria 2, 13) O homem justo afirma ter conhecimento de Deus, e de fato ele tem o conhecimento exclusivo de Deus. Ele professa ser um filho de Deus. Vejamos o que diz o evangelho: “e vós não o conheceis, mas eu o conheço; e se eu dissesse ‘Não o conheço’, seria mentiroso, como vós. Mas eu o conheço e guardo sua palavra” (João 8, 55) Jesus conhece o Pai, de uma maneira única, o conhece melhor do que seus adversários, e também os chama de seguidores do diabo (Jo 8, 44). Como mostra a Sabedoria 2, 13, ele diz ser filho de Deus, como ele se refere a Seu Pai. Jesus se refere a seu Pai, muitas vezes, como “Meu Pai” (Ver João 8, 38, 49, 54, 10, 19, 25, 29, etc), significando uma relação especial com Deus, o Pai. Ele chama a si mesmo de Filho de Deus , João 3, 18: “Quem nele crê não é julgado; quem não crê, já está julgado, porque não creu no Nome do Filho único de Deus.” (João 3, 18) Vejamos também como ele se refere a si mesmo como o Filho de Deus em João 5, 25 “Em verdade, em verdade, vos digo: vem a hora — e é agora — em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que o ouvirem, viverão.” (João 5, 25) Ele se auto denomina Filho de Deus, justamente como a Sabedoria 2, 13 predisse. Vamos ao próximo versículo em Sabedoria 2, 14: “ele se tornou acusador de nossos pensamentos…”(Sabedoria 2, 14) O novo testamento relata: “Mas Jesus, conhecendo os seus pensamentos, disse: ‘Por que tendes esses maus pensamentos em vossos corações?’” (Mateus 9, 4) “Os escribas e os fariseus observavam-no para ver se ele o curaria no sábado, e assim encontrar com que o acusar. Ele, porém, percebeu seus pensamentos e disse ao homem da mão atrofiada: ‘Levanta-te e fica de pé no meio de todos’. Ele se levantou e ficou de pé. Jesus lhes disse: ‘Eu vos pergunto se, no sábado, é permitido fazer o bem ou o mal, salvar uma vida ou arruiná-la’. Correndo os olhos por todos eles, disse ao homem: ‘Estende a mão’. Ele o fez, e a mão voltou ao estado normal. Eles, porém, se enfureceram e combinavam o que fariam a Jesus.” (Lucas 6, 7-11) Jesus leu os pensamentos de seus acusadores, repreendeu-os por esses pensamentos, e eles reagiram conspirarando para destruir Jesus. Vamos dar uma olhada no próximo versículo Sabedoria 2, 15: “… basta vê-lo para nos importunarmos; sua vida se distingue da dos demais e seus caminhos são todos diferentes.” O homem justo não fará como outros líderes “religiosos” fizeram. Vejamos o evangelho: “Nesse tempo, chegaram-se a Jesus fariseus e escribas vindos de Jerusalém e disseram: “Por que os teus discípulos violam a tradição dos antigos? Pois que não lavam as mãos quando comem”. Ele respondeu-lhes: ‘E vós, por que violais o mandamento de Deus por causa da vossa tradição? Com efeito, Deus disse: Honra pai e mãe e Aquele que maldisser pai ou mãe certamente deve morrer. Vós, porém, dizeis: Aquele que disser ao pai ou à mãe ‘Aquilo que de mim poderias receber foi consagrado a Deus’, esse não está obrigado a honrar pai ou mãe. E assim invalidastes a Palavra de Deus por causa da vossa tradição.” Como a Sabedoria 2 previa, ele não seguiu a falsa tradição dos fariseus, e eles viram suas ações como estranhas. Ele curou no sábado, e que foi ‘estranho’ a eles: “E entrou de novo na sinagoga, e estava ali um homem com uma das mãos atrofiada. E o observavam para ver se o curaria no sábado, para o acusarem. Ele disse ao homem da mão atrofiada: “Levanta-te e vem aqui para o meio”. E perguntou-lhes: “É permitido, no sábado, fazer o bem ou fazer o mal? Salvar a vida ou matar?” Eles, porém, se calavam. Repassando estão sobre eles um olhar de indignação. E entristecido pela dureza do coração deles, disse ao homem: “Estende a mão”. Ele a estendeu, e sua mão estava curada. Ao se retirarem, os fariseus com os herodianos imediatamente conspiraram contra ele sobre como o destruiriam.” (Marcos 3, 1-6) Novamente, eles procuram destruí-lo, como mencionado em Sabedoria 2, 12, e consideraram como “estranho” ele curar no sábado. “Os escribas e os fariseus começaram a raciocinar: ‘Quem é este que diz blasfêmias? Não é só Deus que pode perdoar pecados?’ Jesus, porém, percebeu seus raciocínios e respondeu-lhes: ‘Por que raciocinais em vossos corações? Que é mais fácil dizer: Teus pecados estão perdoados, ou: Levanta-te e anda? Pois bem! Para que saibais que o Filho do Homem tem o poder de perdoar pecados na terra, eu te ordeno — disse ao paralítico — levanta-te, toma tua maca e vai para tua casa’. E no mesmo instante, levantando-se diante deles, tomou a maca onde estivera deitado e foi para casa, glorificando a Deus. O espanto apoderou-se de todos e glorificavam a Deus. Ficaram cheios de medo e diziam: ‘Hoje vimos coisas estranhas!’” (Lucas 5, 21-26) Foi estranho para os fariseus Jesus ter alegado a autoridade para perdoar pecados. E o que o povo assistiu foi ‘estranho’, ‘diferentr’. Esta é uma realização da Sabedoria 2, 15. Vamos ao próximo versículo Sabedoria 2, 16: “Ele nos tem em conta de bastardos; (1) de nossos caminhos se afasta, como se contaminassem. (2) Proclama feliz o destino dos justos e se gloria de (3) ter a Deus por pai.” Vamos analisar cada uma destas três características neste verso: Então, o justo irá considerar seus adversários maus, e evitará o seus caminhos. Ele se chamará o o caminho do justo de feliz, e chamará a Deus por Pai. Foram destacas essas 3 coisas específicas. Ele evita os seus caminhos como impuros, ele chama feliz o caminho do justo, e chama a Deus por Pai. “O Senhor, porém, lhe disse: ‘Agora vós, ó fariseus! Purificais o exterior do copo e do prato, e por dentro estais cheios de rapina e de perversidade! Insensatos! Quem fez o exterior não fez também o interior? Antes, dai o que tendes em esmola e tudo ficará puro para vós!’” (Lucas 11, 39-41) 1) Vemos nesta passagem que Jesus se refere o caminho dos fariseus como imundos, e como eles são hipócritas. Estão cheio de rapina e perversidade, eles são impuros. Jesus nos diz para sermos limpo, dando esmolas e sendo justos. Então Jesus diz às pessoas para evitarem os seus caminhos, porque eles são hipocritas. Isso se encaixa com a profecia da Sabedoria 2. Vejamos a parte 2 da realização da Sabedoria 2, 16, Mateus 5, 10: “Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus.” (Mateus 5, 10) 2) Jesus ensina que aqueles que os que buscam a justiça serão felizes, e como eles estarão no reino de Deus, como previsto em Sabedoria 2, 16. “Tudo me foi entregue por meu Pai e ninguém conhece quem é o Filho senão o Pai, e quem é o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar”. (Lucas 10, 22) 3) Jesus chama a Deus como seu Pai, assim como Sabedoria 2, 16 preveu. Assim, vemos três idéias neste versículo, cumpridas na vida de Cristo nos evangelhos. Vejamos as passagens finais desta seção, Sabedoria 2, 17-20. “Vejamos se suas palavras são verdadeiras, experimentemos o que será do seu fim. Pois se o justo é filho de Deus, Ele o assistirá e o libertará das mãos de seus adversários. Experimentemo-lo pelo ultraje e pela tortura para apreciar a sua serenidade e examinar a sua resignação. Condenemo-lo a uma morte vergonhosa, pois diz que há quem o visite.” (Sabedoria 2, 17-20) Agora, vamos comparar com o evangelho. Agora, em Mateus 27, 41-43, vemos o seguinte: “Do mesmo modo, também os chefes dos sacerdotes, juntamente com os escribas e anciãos, caçoavam dele: ‘A outros salvou, a si mesmo não pode salvar! Rei de Israel que é, que desça agora da cruz e creremos nele! Confiou em Deus: pois que o livre agora, se é que se interessa por ele! Já que ele disse: Eu sou filho de Deus’”. (Mateus 27, 41-43) Sabedoria 2, 17 diz que eles verão se suas palavras são verdadeiras, no final de sua vida. Os adversários de Jesus tiveram a idéia que se ele estivesse dizendo a verdade, ele desceria da cruz e Mt. 27, 42 diz: “desça agora da cruz e nós creremos nele!” Sabedoria 2, 18 diz que se ele realmente é o Filho de Deus, Deus vai livrá-lo,e Mateus. 27, 43 diz que se ele é o Filho de Deus, ele vai livra-lo: “Confiou em Deus, Deus o livre agora, se o ama, porque ele disse: Eu sou o Filho de Deus!”(Mateus 27, 43) Agora, nesta passagem, alguém verá em uma Bíblia protestante, uma referência de Mateus 27:43 ao Salmo 22, 8. Isso é porque há uma menção de “bem, se Deus está com ele, ele vai livrá-lo”(Salmo. 22, 8). Não há dúvida que também é uma referência a este Salmo, no entanto, não é uma referência completa. Apenas em Sabedoria 2, 18, vemos onde, especificamente, disse que “Pois se o justo é filho de Deus, Ele o assistirá e o libertará das mãos de seus adversários.”. Essa é uma referência muito mais completa. Sabedoria 2, 19 relata que ele será insultado, eles zombam dele, já em Mateus 27, 43 e em verso semelhante em Lucas 23, 35-37, lemos: “O povo permanecia lá, a olhar. Os chefes, porém, zombavam e diziam: ‘A outros salvou, que salve a si mesmo, se é o Cristo de Deus, o Eleito!’. Os soldados também caçoavam dele; aproximando-se, traziam-lhe vinagre, e diziam: ‘Se és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo’.” (Lucas 23, 35-37) Eles insultam e zombam dele, tal como previsto em Sabedoria 2, 19. Finalmente, Sabedoria 2, 20 indica que ele será condenado à morte. Ele é condenado à morte na cruz, como se fosse um criminoso comum. Dois criminosos morrem com ele, um à esquerda e um à sua direita. Podemos ver nessa passagem de Sabedoria 2, 12-20, uma das razões por que os judeus decidiram, em Jâmnia em 90 d.C, não permitir os livros deuterocanônicos. Esta passagem em Sabedoria 2 tem muitas facetas que são cumpridas em Jesus Cristo. Ele era um homem justo. Ele conhecia Deus de uma maneira especial. Ele foi um dos que condenou os líderes religiosos da época, que procuraram em segredo prender Jesus. Ele chamou a Deus por Pai. Chamou os fariseus de hipocritas. Seus caminhos eram “estranhos”. Ele leu seus pensamentos. Ele afirmava ser filho de Deus. Ele foi ridicularizado e torturado, e foi condenado à morte como um criminoso comum, e hostilizado por seus adversários. Esta passagem é cumprida de muitas maneiras em Jesus Cristo. E somente em Jesus Cristo. Sabedoria 13 é também usada por Paulo em seus escritos em Romanos 1, 18-23. Existem outras alusões à Sabedoria em outras partes do Novo Testamento. No entanto, esta profecia de Sabedoria 2 da vida e morte de Jesus é um testemunho mais poderoso da verdade de quem é Jesus. Isso é muita coisa para qualquer idéia de que não há profecias contidas nos livros deuterocanônicos. Para Citar: Matt. Apologistas Católicos. Sabedoria 2, 12-20: A profecia cumprida em Jesus Cristo. Disponível em: . Desde 28/06/2012. #distingue #bibliasagrada #demais #Caminhos #Deus #glória #ter #Nossa #suavida #censura #Escrituras #romancatholics #bíbliavivaonline #ronrhodes #reasoningfromthescriptures #NovoTestamento #Protestante #reasoningfromthescriptureswithcatholics #sabedoria #normangeisler
- Governo se prepara para implantar o aborto no Brasil
O que é possível fazer para conscientizar as pessoas do perigo que está rondando o país? Divulgue para todos de sua lista e-mail esse vídeo explicativo. Toda a sua rede de amigos deve ser mobilizada em favor desse movimento contra a implantação do aborto no Brasil. Contatando a sua lista de endereços, indicando esse vídeo no site padrepauloricardo.org todos encontrarão um extenso material comprovando o que aqui foi dito e que deverá ser estudado para que se ter subsídios, argumentos para informar e discutir. Se você é cristão entre em contato com seu Bispo, com seu Pastor, com seu líder religioso. Estamos juntos nesta batalha contra o aborto. Faça o download do documento com todo o histórico dos fatos, imprima e informe os superiores do que está acontecendo e peça um posicionamento. Entre em contato com o Congresso Nacional, escreva para o seu Deputado, nos endereços abaixo mencionados fazendo duas solicitações: Que detenha o Executivo na implantação das normas técnicas que vão contra a legislação em vigor; Que se posicione contra o ativismo judicial e o informe de que você (eleitor) apóia os Recursos nº 147/2012 e 148/2012 que visam deter justamente o ativismo judicial; Entre em contato com a Casa Civil e o Ministério da Saúde, mostrando o seu descontentamento para com o Executivo, explicando que sabe o que está acontecendo e que quer que sejam tomadas as seguintes providências, de forma urgente: Que seja demitida imediatamente a Ministra da Saúde, sra. Eleonora Menicucci, defensora confessa do aborto; Que seja demitido imediatamente o Secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, o Sr. Helvécio Magalhães; Que o Governo cancele imediatamente os convênios que o Ministério da Saúde tem com os grupos de estudos para a implantação do aborto no Brasil. Que Deus nos abençoe a todos nesta luta contra a praga do aborto que insiste em assolar o nosso país, nossas famílias, nossa legislação e os poderes que compõe a soberania dessa Nação. Vamos à luta! #Contatando #cristão #estudado #Rede #mobilizada #seu #implantação #aqui #Deus #duas #possível #deve #ter #comprovando #ministério #legislação #informe #ministériodasaúde #Governo #conscientizar #deverá #lutacontra #Youtube #site #acontecendo #vídeo #informar #listaemail #Aborto #você #confessa #fatos #Saúde #sua #contato #perigo #Executivo #seja #luta #cancele #esse #rondando #indicando #padrepauloricardo #congressonacional #fazer #foi #eleonora #está #vigor #normastécnicas #Divulgue #e148 #ativismo #desse #dito #imediatamente #org #encontrarão #praga #com #Movimento #nesta #explicativo
- MDV denuncia: governo brasileiro se prepara para implantar o aborto no Brasil através do Ministério
RIO DE JANEIRO, 03 Jul. 12 / 12:39 pm (ACI).- Em um recente envio do seu boletim eletrônico, o Movimento em Defesa da Vida no Brasil (MDV), denunciou que o governo brasileiro apesar das promessas realizadas no período eleitoral de 2010, prepara-se para desencadear uma nova investida para implantar o aborto no país. Desta vez a estratégia é aprovar uma norma técnica para os profissionais da área da saúde orientando as mulheres a praticarem o aborto sem serem punidas pelo delito. Ampla documentação, encontrada no Diário Oficial da União e outros jornais, mostra que o governo Dilma, através do Ministério da Saúde, em convênio com a Fundação Oswaldo Cruz, está dando continuidade a novas iniciativas para implantar o aborto no Brasil iniciadas já no governo Lula, denunciou o MDV. Os jornais Folha de São Paulo, Estado de São Paulo e Correio Braziliense noticiaram recentemente que o governo Rousseff, quebrando todas as promessas que havia feito durante as eleições de 2010, estaria prestes a implantar, através do Ministério da Saúde e dentro do prazo de um mês, o aborto no Brasil: A Folha de S. Paulo afirmou que, segundo o secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães, o governo utilizará o Ministério da Saúde para preparar uma Norma Técnica pela qual “o sistema de saúde brasileiro passará a acolher as mulheres que desejam fazer aborto e orientá-las sobre como usar corretamente os métodos existentes para abortar. Centros de aconselhamento indicarão quais são, em cada caso, os métodos abortivos mais seguros do que outros”. Depois de orientada sobre como praticar o aborto, uma vez consumado o delito, a mulher passaria por uma nova consulta para evitar maiores consequencias pós aborto. Trata-se uma estratégia inteiramente nova para os padrões brasileiros, que começou a ser elaborada internacionalmente, nos anos 90, pelo IPAS, e aperfeiçoada, nesta primeira década do século XXI, pelas organizações Rockefeller, denunciam os membros do MDV. Uma semelhante estratégia foi usada no Uruguai denunciam também os pró-vidas brasileiros. “A história completa do que está por trás das novas iniciativas do governo é repleta de irregularidades. É necessário conhecer todo este histórico para entender a extensão do que está acontecendo e poder atuar eficazmente contra a nova estratégia da Cultura da Morte”, destaca o boletim. Vale lembrar que a presidente Dilma Rousseff, no dia 16 de outubro de 2010, durante as eleições presidenciais, assinou uma carta de compromisso na qual afirmava: “Sou pessoalmente contra o aborto e defendo a manutenção da legislação atual sobre o assunto. Eleita presidente da república, não tomarei a iniciativa de propor alterações de pontos que tratem da legislação do aborto e de outros temas concernentes à família e à livre expressão de qualquer religião no país. […] Com estes esclarecimentos, espero contar com você para deter a sórdida campanha de calúnias contra mim orquestrada”. Nesta quinta feira, dia 29 de junho, uma comissão de 27 deputados da Câmara Federal protocolou dois requerimentos oficiais que exigem, do Ministério da Saúde, sob pena de crime de responsabilidade, explicações oficiais sobre os programas do atual governo destinados a implantar o aborto no Brasil. Coincidentemente, no mesmo dia, o sacerdote da diocese de Cuiabá e defensor da vida no Brasil, Pe. Paulo Ricardo de Azevedo divulgou um vídeo denunciando claramente as atividades e irregularidades do governo que pode ser visto em: [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=YHx3e9HYzJI[/youtube] Por sua parte o bispo de Frederico Westphalen, Dom Antonio Keller, também fez uma denúncia em um recente artigo sobre as novas tentativas do governo brasileiro de implantar o aborto legalizado no país. “Apesar de todas as negativas e desculpas, o que se vê, concretamente, é um encaminhamento por baixo dos panos de medidas que visam pura e simplesmente, a prática livre do aborto, já que o grupo que está elaborando, junto com o Ministério da Saúde a nova Norma Técnica que pretende criar em todo o país centros de orientação sobre o aborto, liberalizar a venda de drogas abortivas na rede nacional de farmácias e difundir uma cartilha que ensine as mulheres como e onde praticarem o aborto é exatamente o mesmo Grupo de Estudos sobre o Aborto, coordenado pelo mesmo médico Thomas Gollop, cujo convênio com o Ministério da Saúde estava sendo contratado pelo governo enquanto a atual presidente, na época candidata garantia que jamais promoveria o aborto no Brasil”, asseverou Dom Keller. “Ou seja, hoje, em nossa Pátria está acontecendo na prática um verdadeiro ataque que visa obter à revelia da atual legislação e da imensa maioria do povo brasileiro, a pura e simples liberalização do aborto”, denunciou o prelado. O bispo, não só realizou a denúncia como também deixou indicações práticas importantes aos fiéis visando deter as iniciativas que condenariam à morte crianças nos ventres de suas mães. Para isto Dom Keller recomenda: “Telefonar, enviar fax e mensagens ao Ministério da Saúde e à Casa Civil da Presidência, mostrando com clareza, ao Ministério da Saúde e à Casa Civil da Presidência que o povo brasileiro compreende exatamente o que nosso governo está fazendo e não está de acordo com a implantação do aborto no país. Finalmente o prelado afirma que os brasileiros podem pedir “a demissão imediata da ministra Eleonora Menicucci (conhecida defensora da causa do aborto no Brasil) da secretaria das mulheres, a demissão imediata do secretário de atenção à saúde do ministério da saúde, Helvécio Magalhães e o rompimento imediato dos convênios do ministério da saúde com o grupo de estudo e pesquisa sobre o aborto no Brasil”. Os endereços dos órgãos em Brasília que devem ser contatados para os pedidos a favor da vida são: Casa Civil (Ministra Gleisi Helena Hoffmann): casacivil@presidencia.gov.br Ministério da Saúde (Ministro Alexandre Padilha): ministro@saude.gov.br Secretaria de Atenção à Saúde (Secretário Helvécio Miranda Magalhães): helvecio.junior@saude.gov.br Para ler na íntegra a nota de Dom Keller, visite: http://www.diocesefw.com.br/new/bispo/notaspastorais.php?id=13 #mulher #folhadespaulo #aprovar #dilma #desta #mdv #riodejaneiro #fundaçãooswaldocruz #diáriooficialdaunião #pelo #norma #feito #folhadesãopaulo #governobrasileiro #umavez #defesa #governolula #Movimento #nesta #osprofissionais
- A falsidade do livre exame
Fonte: Apostolado Spiritus Paraclitus Liberdade de interpretar a Bíblia, cada qual por si mesmo, contando com a iluminação pessoal e direta do Espírito Santo. Nada de Papa ou de palavra definitiva do Magistério, o que configura uma suma subjetividade. Inventor de tal absurdo, Martinho Lutero, (1483-1546). A Subjetividade iniciada por Lutero e propagada por seus insanos adeptos ainda hoje continua a fazer suas vítimas, a falta de uma referência de unidade causa, no protestantismo, uma composição variada de propostas ridículas acerca da Verdade Revelada de Nosso Senhor e o Reino de Deus. Com alegações bizarras e totalmente sem fundamentos tentam submeter o maior número que podem aos seus pérfidos desejos e conveniências, se utilizando sempre da “autoridade” interpretativa isolada das Sagradas Escrituras. Alguns destes se utilizam do fato de toda a Igreja, por ser assistida pelo Espírito Santo, ser infalível (isso quando ligada diretamente à subordinação do Sucessor de Pedro) e, portanto passível a tal interpretação de maneira contextualizada e verídica. Outros, por sua vez, alegam que o próprio Cristo foi inventor do Livre Exame ao dizer: “Examinai as Escrituras (Cf. Jo 5,39)”, e fazem disso uma “salada” de idéias totalmente distorcidas e imbuídas de meras especulações descontextualizadas. Para entender-se melhor o perigo causado pela subjetividade da Verdade Revelada explicaremos melhor o que significa subjetividade. SUBJETIVISMO “Subjetivismo é um sistema filosófico que não admite outra realidade se não a realidade do ser pensante. O subjetivismo acredita que a realidade não é o que pensamos, acredita que vai além disso. Em ciências sociais, modo de pensar que enfatiza ou leva em conta exclusivamente os aspectos subjetivos (como intenção, ação, consciência, etc.) daquilo que é estudado ou daquele que estuda ou interpreta qualquer coisa. O subjetivismo é a doutrina fílosófica que afirma que a verdade é individual. Cada sujeito teria a sua verdade. A idéia do sujeito é que projetaria o objeto . A doutrina católica do conhecimento da realidade é objetivista : é do objeto conhecido que a inteligência abstrai a idéia. Para o objetivismo, a verdade é a correspondência ou adequação entre a idéia do sujeito conhecedor e o objeto conhecido. A verdade , por isso, é objetiva e não pessoal, nem subjetiva. O subjetivismo atribui a fonte da verdade ao sujeito. O subjetivismo atribui a fonte da verdade ao sujeito. Essa doutrina, desgraçadamente, triunfou e se espalhou pelo mundo graças ao triunfo da Revolução Francesa, transformando o mundo num hospício, onde ninguém se entende. Pois, se cada um tem a sua própria verdade, fica impossível haver entendimento. Tal qual na torre de Babel. Tal qual num hospício.” (Fonte: http://www.dicionarioinformal.com.br/subjetivismo/ Acesso em: 13 de Maio de 2012) O que Lutero fez foi explodir uma “bomba” que atirou estardalhaços para todos os cantos e de todas as formas. Ao “retirar”, de certa forma, a autoridade Magisterial da Igreja sobre a interpretação das Sagradas Escrituras e incentivar para que cada um pudesse retirar a sua “verdade” sobre tais palavras ele ocasionou consequências que jamais iriam novamente ter um retorno positivo, já naquele tempo ele mesmo reconheceu a insanidade que ele havia causado: “Há tantas seitas e crenças como cabeças.” – disse em 1525, cinco anos após o seu desligamento da Igreja Católica. “Este nega o batismo, aquele os sacramentos, aquele outro crê que há um terceiro mundo, entre este e o dia do julgamento final. Uns dizem que Cristo não é Deus; uns dizem uma coisa aqueles dizem outra . Não há rústico, por mais rude que seja que não sonhe ou imagine de ser inspirado pelo Espíritos Santo e se não se tenha por profeta.” (Grisar: Luther IV, 386-407) Como o Grande Santo Agostinho dizia: “As pessoas costumam amar a verdade quando esta as ilumina, porém tendem a odiá-la quando as confrontam.” O orgulho protestante permitiu que esta situação, iniciada por Lutero, chegasse aos patamares que hoje evidenciamos, logo era nítido que o intuito nuca foi de boa análise muito menos de boa intenção. Obviamente já era tarde demais, o estrago já estava feito. Não disse Jesus pelos frutos conhecereis a árvore? (Cf. Mateus 7,18). Vejamos então, os frutos do Livre Exame: se eles correspondem à vontade do Pai (Mateus 7,21), pois não basta invocar o mesmo Jesus, para entrar no Reino dos Céus. Ora Jesus nos Revelou que esta vontade é a unidade: “Para que todos sejam um, assim como tu, Pai, estás em mim e eu em ti… para que o mundo creia que tu me enviaste.” (Cf. João 17,2) “Muito lamentável é ver até onde se atiram os delírios da razão humana, quando o homem corre após as novidades e, contra as admoestações de São Paulo, se empenha em saber mais do que convém e, confiando demasiado em si, pensa que deve procurar a verdade fora da Igreja Católica, onde ela se acha sem a menor sombra de erro.” Santo Padre Gregório XVI Ora, a árvore do Livre Exame produziu o fruto da unidade? Pelo contrário, depois de adotado o Li Exame, nenhum livro dividiu tanto os homens como a Bíblia. Logo a árvore do Livre Exame não presta. Resumindo de uma forma bem simples, o subjetivismo colocado pelo insano Lutero sobre a interpretação das Sagradas Escrituras incentivou as pessoas a acharem suas “verdades” dentro do Livro Sagrado e depois adaptassem com, as palavras mais bizarras e cheia de sandices nos seus discursos sobre púlpitos levando uma multidão de ignorantes e sem senso crítico a condições de pura manipulação. Toda a objetividade existente na Verdade Revelada foi suprimida por um individualismo doentio e exacerbado que culminou em divisões na história da humanidade, no meio protestante, que ainda é visivelmente perceptível. “O subjetivismo e o relativismo moral produzem no homem contemporâneo uma grande crise e confusão de consciência, com a conseqüente desvalorização da ordem moral objetiva e a valorização excessiva da subjetividade pessoal. Essas características levam a uma perda do sentido do pecado.” Instrumentum Laboris, Cidade do Vaticano 1997 A Santa Igreja Católica, em assuntos de Fé e Moral, sempre pensou com uma só cabeça, numa unidade singular e perfeita: com a cabeça do Papa. Isso é Unidade. É o que explicaremos a seguir. UNA, SANTA, CATÓLICA E APOSTÓLICA – SAGRADAS ESCRITURAS O CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA já nos ressalta, exorta e previne a respeito de como preservarmos nossa unidade, sobretudo na matéria Magisterial: 84. O depósito da fé (49) («depositum fidei»), contido na Tradição sagrada e na Sagrada Escritura, foi confiado pelos Apóstolos ao conjunto da Igreja. «Apoiando-se nele, todo o povo santo persevera unido aos seus pastores na doutrina dos Apóstolos e na comunhão, na fração do pão e na oração, de tal modo que, na conservação, atuação e profissão da fé transmitida, haja uma especial concordância dos pastores e dos fiéis». Desta forma, há uma concordância sempre unificada, não como uma forma de simples aceitação mas, de na fé de sempre acreditar fielmente que pela Igreja Fundada por Cristo temos fielmente resguardado todos os meios necessários para nossa salvação, inclusive o de interpretar-se corretamente o Livro Sagrado: 85. «O encargo de interpretar autenticamente a Palavra de Deus, escrita ou contida na Tradição, foi confiado só ao Magistério vivo da Igreja, cuja autoridade é exercida em nome de Jesus Cristo, isto é, aos bispos em comunhão com o sucessor de Pedro, o bispo de Roma. (CIC) 86. «Todavia, este Magistério não está acima da Palavra de Deus, mas sim ao seu serviço, ensinando apenas o que foi transmitido, enquanto, por mandato divino e com a assistência do Espírito Santo, a ouve piamente, a guarda religiosamente e a expõe fielmente, haurindo deste depósito único da fé tudo quanto propõe à fé como divinamente revelado». (CIC) 87. Os fiéis, lembrando-se da palavra de Cristo aos Apóstolos: «Quem vos escuta escuta-me a Mim» (Lc 10, 16), recebem com docilidade os ensinamentos e as diretrizes que os seus pastores lhes dão, sob diferentes formas. (CIC) Portanto é visivelmente prejudicial separar Magistério das Sagradas Escrituras, pois a mesma depende – não por ser menos importante que o Magistério da Igreja – de uma autêntica interpretação e verídica cumplicidade com a Igreja de 2000 anos que subsiste tão somente na Igreja Católica: 95. «É claro, portanto, que a sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e o Magistério da Igreja, segundo um sapientíssimo desígnio de Deus, estão de tal maneira ligados e conjuntos, que nenhum pode subsistir sem os outros e, todos juntos, cada um a seu modo, sob a ação do mesmo Espírito Santo, contribuem eficazmente para a salvação das almas». (CIC) A alegação então, que por muitas vezes é usada no meio protestante de que qualquer um pode interpretar a seu bel prazer as Escrituras, negando assim a autoridade da Igreja é contraditória e mortal: “Nenhum Protestante deveria citar a Escritura, porque ele não tem meios de saber quais são os livros inspirados; a menos que, é claro, queira aceitar a autoridade da Igreja Católica com relação à essa questão.” Frei William Most. O CÓDIGO DE DIREITO CANÔNICO também traz luz a essa maneira lúcida que a Igreja de sempre nos ensina, quando sob inspiração do Espírito Santo de Deus nos dá também a plena convicção de onde vem nossa terna unidade de vida e convivência com a Verdade Revelada: Cân. 747 § 1. A Igreja, a quem Cristo Senhor confiou o depósito da fé, para que, com a assistência do Espírito Santo, ela guardasse santamente a verdade revelada, a perscrutasse mais profundamente, anunciasse e expusesse com fidelidade, compete o dever e o direito originário de pregar o Evangelho a todos os povos, independentes de qualquer poder humano, mesmo usando de seus próprios meios de comunicação social. A isso resguardamos com afinco a mais de 20 séculos, nossa Tradição e Magistério nos dá uma só reta, o único e indizível caminho: “A Igreja, apesar de estar espalhada por todo o mundo, conserva com solicitude [a fé dos Apóstolos], como se habitasse numa só casa; ao mesmo tempo crê nestas verdades, como se tivesse uma só alma e um só coração; em plena sintonia com estas verdades proclama, ensina e transmite, como se tivesse uma só boca. As línguas do mundo são diversas, mas o poder da tradição é único e é o mesmo: as Igrejas fundadas nas Alemanhas não receberam nem transmitiram uma fé diversa, nem as que foram fundadas nas Espanhas ou entre os Celtas ou nas regiões orientais ou no Egito ou na Líbia ou no centro do mundo.” Santo Irineu (130-202) – Adversus Haresis (1, 10, 1-2) Essa é a Fé da Igreja de Cristo, a Santa Igreja Católica Mãe e Mestra, que nos purifica no ensinamento e administração de todos os meios salvíficos necessários para nossa entrada no Reino de Deus. A Sagrada Escritura deve ser lida e interpretada com a ajuda do Espírito Santo e sob a guia do Magistério da Igreja, segundo três critérios: l) atenção ao conteúdo e à unidade de toda a Escritura; 2) leitura da Escritura na Tradição viva da Igreja; 3) respeito à analogia da fé, ou seja, à coesão das verdades da fé entre si. Assim nos resguardaremos de todo e qualquer sentimento de divisão, estaremos corretamente no Caminho, Verdade e Vida que nos foi preparado e não nos apegaremos as conveniências muito menos aos atalhes facilitadores, mas permaneceremos na Comunhão com a Igreja de Cristo e ainda mais na união com o Céu aonde adentraremos pela sã Doutrina entregue somente a Igreja Católica. Na Igreja Católica as seitas não tem lugar: quem discorda cai fora, não é um novo ramos que brota e sim um ramo que seca e se desprende do tronco. “Eu não deveria acreditar no Evangelho a não ser que este seja movido pela autoridade da Igreja Católica.” Santo Agostinho de Hipona, Contra a Carta de Mani, 397 D.C. #lion #Deus #Isso #pela #SagradasEscrituras #nada #perigo #foi #inventor #DeCristo #subjetivismo #cf
- Santo Padre dá novo sinal à reconciliação com a Fraternidade São Pio X
ACI) O Papa Bento XVI nomeou o Arcebispo Augustine Di Noia como novo Vice-presidente da Pontifícia Comissão “Ecclesia Dei”, a designação foi considerada pela Congregação para a Doutrina da Fé como um sinal do forte desejo do Santo Padre por chegar à reconciliação com a Fraternidade Sacerdotal São Pio X. “A nomeação de um prelado de alto nível neste posto é um sinal da solicitude pastoral do Santo Padre pelos católicos tradicionalistas em comunhão com a Santa Sé e de seu forte desejo de reconciliação com aquelas comunidades tradicionalistas que não estão em comunhão com a Sé de Pedro. O presidente da Comissão, é o Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, o Cardeal William J. Levada”, indicou o dicasterio em uma nota divulgada esta terça-feira pelo Vatican Information Service. A nota recordou que a Pontifícia Comissão “Ecclesia Dei” foi fundada em 1988 pelo Beato João Paulo II para “facilitar a ‘plena comunhão eclesiástica de sacerdotes, seminaristas, comunidades religiosas ou indivíduos até agora ligados de distintas formas com a Fraternidade fundada pelo arcebispo Lefebvre’ e para promover a atenção pastoral dos fiéis que seguem a antiga tradição litúrgica latina da Igreja Católica“. “Em 2009, a Pontifícia Comissão se vinculou estruturalmente com a Congregação para a Doutrina da Fé para tratar as questões doutrinais no diálogo permanente entre a Santa Sé e a Fraternidade Sacerdotal São Pio X”. “O arcebispo Di Noia, respeitado teólogo dominicano, dedicou muita atenção a estas questões doutrinais, assim como à prioridade da hermenêutica da continuidade e a reforma na correta interpretação do Concílio Vaticano II; uma área de importância crítica no diálogo entre o Santa Sé e a Fraternidade Sacerdotal. Sob a direção do Cardeal Levada, com a assistência de Dom Guido Pozzo, secretário da Pontifícia Comissão, este diálogo tem sido constante durante os últimos três anos”. “Previamente, o arcebispo Di Noia havia sido secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, na qual junto com o prefeito, o cardeal Antonio Cañizares, supervisou a reorganização do dicasterio e a preparação de um novo ‘Regolamento’ seguindo as indicações do motu proprio ‘Quaerit Semper’ de Bento XVI (30 de agosto de 2011)”. “A experiência e a contínua colaboração do arcebispo Di Noia com a Congregação para o Culto Divino facilitará o desenvolvimento de determinadas disposições litúrgicas durante a celebração segundo o ‘Missale Romanum’ de 1962”. Do mesmo modo, a nota aparecida hoje no Vatican Information Service indica que “o amplo respeito de que goza o arcebispo Di Noia na comunidade judia contribuirá a solucionar alguns problemas que surgiram no âmbito das relações católico-judias durante os progressos do caminho para a reconciliação das comunidades tradicionalistas”. #Feira #nomeou #designação #SantoPadre #vatican #PapaBentoXVI #vaticanoii #Santa #pela #ACI #comunhão #Congregação #dicastério #fundada #joãopaulo #Padre #Comissão #pelos #sacerdotal #Augustine #XVI #prefeito #chegar #Culto #reconciliação #antiga #VaticanInformationService #Doutrina #Novo #São #Ecclesia #Santo #Service #pozzo #guido #solicitude #Pio #sinal #pelo #desejo #Vicepresidente #Pastoral #foi #uma #secretário #Information #Pontifícia #Dei #Vaticano #nomeação #forte #Divino #piox #Fraternidade #atenção #com #levada #reforma #diálogo #assim #Bento #Noia #Jun #Arcebispo #Cardeal
- “Se você quer admirar uma dança, sabe aonde ir… Mas não na Missa!” (Cardeal Arinze)
Fonte: O Catequista Em 2002, na Cidade do México, durante a Missa que celebrou a canonização de Juan Diego, índios realizaram danças diante do Papa João Paulo II. Deem uma olhada no vídeo, que pitoresco! [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=EvfdaiS0Ac4[/youtube] E aí, o que vocês acharam da dança e dos trajes do corpo de baile indígena? Eu achei o máximo, lindíssimos. Só me incomodei com um detalhe: os dançarinos estavam na hora e no lugar errados. O templo de Deus – no caso, a Basílica da Virgem de Guadalupe – não é lugar para esse tipo de coisa, muito menos durante uma Missa. Além do mais, a apresentação lembra muito mais um ritual pagão (se é que não o foi, de fato) do que um rito cristão. Eventos como esse acabaram por abrir um precedente desastroso. Milhares de sacerdotes e leigos em todo o mundo se acharam no direito de inserir os mais variados e bizarros remelexos na liturgia. Já ouvi falar de gente fazendo dança do ventre na Missa e já vi jovens de mini-saia sambando em frente ao altar (ué, se os dançarinos mexicanos podem exibir coxas e barrigas na igreja, porque não elas?). Em um post sobre as “missas avacalhadas“, mostramos um vídeo em que um casal com pouca roupa requebra em uma Missa ao som de “Pérola Negra”, de Daniela Mercury. Diante de tanta zona, é um alento ter acesso às orientações do Cardeal Francis Arinze, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos entre 2002 e 2008. Em um evento, ele respondeu com muito bom-humor a perguntas sobre a “dança litúrgica”. No vídeo, que vimos no blog Missa aos Domingos, o Cardeal nigeriano enfatiza que “A dança é algo estranho ao rito latino da Missa”, e não deve ser realizada em nenhum momento da liturgia. Ele pondera, porém, que os povos de cultura asiática e africana podem realizar alguns movimentos refinados, típicos de sua cultura, no momento do ofertório, por exemplo. MAS ATENÇÃO: o cardeal falou que os bispos – em especial aqueles dos países africanos e asiáticos – devem avaliar a possibilidade de autorizar movimentos REFINADOS na Missa, não danças. NÃO É PRA DANÇAR NUNCA! [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=-qunILnfndY[/youtube] O Papa Bento XVI, em seu livro “El espíritu de la liturgia – Una introdución”, já havia esclarecido esta questão (tradução e grifos nossos): “A dança não é uma forma de expressão da liturgia cristã. Houve círculos docéticos-gnósticos que pretenderam introduzí-la na liturgia cristã, por volta do século III. Para eles, a crucificação era só aparência (…), de tal maneira que o baile podia ocupar o lugar da liturgia da cruz (…). As danças cultuais das diversas religiões têm finalidades diversas: encantamento, magia analógica, êxtase místico; nenhuma destas figuras corresponde à orientação interior da liturgia do ‘sacrifício da palavra’. “O que é completamente absurdo é quando, com a intenção de fazer com que a liturgia que seja mais ‘atrativa’, se introduzem pantomimas [gestos teatrais] em forma de dança. Quando é possível, se realizam inclusive com grupos de dança profissionais que, frequentemente, terminam com aplausos (…). Quando se aplaude pela obra humana dentro da liturgia, nos encontramos diante de um sinal claro de que se perdeu totalmente a essência da liturgia, que foi susbstituída por uma espécie de entretenimento de inspiração religiosa.” Na contramão das orientações do Papa, sacerdotes e leigos, por orgulho, por vaidade ou por pura desinformação, continuam a promover essa porcaria chamada “dança litúrgica”, que só serve para transformar o templo de Deus num circo de bizarrices ou num arremedo de culto pagão. Pior ainda é quando o presbitério vira um cabaré de carolas, onde rapazes saradinhos aproveitam a desculpa da “arte” para fazer performances sem camisa e moças fazem movimentos sensuais com roupas colantes. É preciso considerar que, muitas vezes, os realizadores desse tipo de abuso não o fazem por maldade; há entre eles cristãos sinceros e bem intecionados. Porém, isso não anula o fato de estarem incorrendo em um grave erro, que fere a dignidade do templo e a sacralidade da liturgia. É preciso mostrar a estas pessoas o seu engano, e ajudá-las a compreender mais a fundo o significado sacrificial da missa. É preciso fazê-las entender que a “liturgia da cruz” não suporta esse tipo de firulas. Muitos católicos estão com um pé no paganismo; se ninguém fizer nada, não tardarão a enfiar os dois pés. Os grupo de dança paroquiais podem ser muito bons e úteis, desde que saibam o seu lugar. Podem atuar nos salões paroquiais, como disse o Cardeal Arinze, mas não devem continuar a fazer o presbitério de palco. O Senhor derrama Seu precioso Sangue sobre o altar a cada Missa… Será que é tão difícil de entender isso? Os sacerdotes e leigos que desejam ser fiéis ao magistério da Igreja devem se perguntar com honestidade: essa dança ou teatro que estamos planejando é uma expressão autêntica da liturgia cristã, ou não passa de um “entretenimento de inspiração religiosa”, como disse Bento XVI? É preciso ter humildade e amor pela Verdade; assim, poderemos nos desapegar dos nossos gostos e opiniões pessoais sobre a liturgia e ser mais fiéis àquilo que a Santa Igreja determina. Pra encerrar, #ficaadica do Cardeal Arinze pros sacerdotes e leigos membros de “ministérios da dança” espalhados pelo Brasil afora: “As pessoas que estão discutindo dança litúrgica deveriam usar o seu tempo rezando o Rosário, ou (…) lendo um dos documentos do Papa sobre a Sagrada Eucaristia. Nós já temos problemas suficientes. Por que banalizar mais? Por que dessacralizar mais? Já não temos confusão suficiente?” #disciplina #baile #danielamercury #Guadalupe #podem #FrancisArinze #Sacramentos #ter #virgem #achei #Youtube #joãopaulo #Jovens #exibir #Culto #juandiego #omundo #rito #Missa #saia
- Um estudo revela que pessoas criadas por gays têm mais problemas
ACI/EWTN Noticias) O estudo de um perito da Universidade do Texas (Estados Unidos) demonstrou que as crianças criadas por casais homossexuais enfrentam maiores dificuldades quando se tornam adultos, que aqueles criados por uma família estável constituída por um homem e uma mulher. O autor do trabalho científico, Mark Regnerus, disse ao grupo ACI, no dia 12 de junho, que a sua pesquisa revela “diferenças estatísticas significativas entre adultos que foram criados na sua infância com uma mãe que teve uma relação homossexual e aqueles que disseram que sua mãe e seu pai biológico estavam, e ainda estão, casados”. O estudo do Regnerus, que mediu as diferenças em 40 indicadores sociais e pessoais entre 3.000 americanos de idades entre 18 e 39 anos, criados em oito tipos diferentes de lares, foi publicado na edição de julho da revista Social Science Research. De acordo com o documento, as crianças criadas em lares homossexuais têm em média níveis mais baixos de ingressos econômicos quando são adultos, e padecem mais problemas de saúde física e mental, assim como maior instabilidade em suas relações de casal. O estudo revelou que os menores criados neste tipo de ambiente mostraram maiores níveis de desemprego, tabaquismo, necessidade de assistência pública e participação em crimes. Para Regnerus, a instabilidade no lar é “uma marca” entre os lares cujos pais estiveram envolvidos em relações sentimentais homossexuais, já seja que esses lares estivessem “dirigidos por uma mãe ou um pai”. As descobertas do cientista americano desafiam, entre outros, à informação difundida em 2005 pela Associação Americana de Psicologia, que assegurou que “nenhum estudo descobriu que crianças de pais gays ou lésbicas sejam desfavorecidos em nenhum aspecto significativo com respeito a crianças de pais heterossexuais”. Segundo Regnerus, alguns destes influentes estudos foram feitos em poucas ou não representativas mostras de população, enfocando-se em casais homossexuais brancos, com alto nível de educação, para obter conclusões gerais sobre paternidade homossexual. “A maioria das conclusões sobre paternidade homossexual foram obtidas de pequenas e convenientes mostras e ao azar”, disse Regnerus num comunicado publicado pela Universidade do Texas, no dia 11 de junho. Regnerus disse que “os resultados desse enfoque levaram frequentemente aos estudiosos da família a concluir que não há diferenças entre crianças criadas em lares homossexuais e aquelas criadas em outros tipos de famílias. Mas esses estudos anteriores esconderam inadvertidamente a real diversidade entre as experiências de pais gays e lésbicas nos Estados Unidos”. O pesquisador disse ao grupo ACI que ele enfocou o projeto “sem ter ideia sobre as coisas que revelariam os dados”. Sobre a análise, Regnerus disse que “revelou uma instabilidade muito maior nos lares com pais que tiveram relações homossexuais”. Ao anunciar seu estudo, no último dia 10 de junho, Regnerus disse que a sua descoberta mais significativa “é, sem dúvida, que as crianças se mostram mais aptas para ter êxito como adultos quando passam sua infância completa com o pai e a mãe casados, e especialmente quando seus pais permanecem casados até a atualidade”. O sociólogo reconheceu que seu estudo já agitou uma “intensa e frequente” crítica, que ele considera como “desproporcionada em relação às limitações do estudo”. O documento foi atacado pelo Family Equality Council, Human Rights Campaign, Freedom to Marry, e a Aliança Gay e Lésbica contra a Difamação. Regnerus descreveu o ataque como “desafortunado” que seu próprio estudo “é de alta qualidade e está sendo difamado”. O perito assinalou finalmente que seus resultados devem simplesmente sujeitar-se às normas da “ciência normal”, que “exibe desacordos entre os pesquisadores a respeito de como medir isto ou aquilo”. #crimes #ACI #perito #14jun #ewtn #ao #Americana #washingtondc #socialscienceresearch #umamulher #assim
- Cardeal Herranz assegura que há mais mártires atualmente que em qualquer momento da história
ACI/EWTN Noticias) O Presidente Emérito do Pontifício Conselho para os Textos legislativos, Cardeal Julián Herranz Casado, está seguro de que neste momento há mais mártires que em qualquer outra etapa da história da Igreja. Em entrevista concedida ao grupo ACI, o Cardeal Herranz explicou que tem muito presente os países onde a Igreja é perseguida, e em especial guarda uma lembrança preciosa da Igreja na China, “pobre e perseguida, mas cheia de vida“. “Já faz 10 anos, escrevi uma carta ao Papa João Paulo II desde China, na qual lhe dizia que estava emocionado em ver uma Igreja pobre e perseguida, mas cheia de vida, uma Igreja na qual a vida de fé se notava continuamente na forma de comportar-se diante dos sofrimentos, das dificuldades, da profissão da própria fé sem nenhum temor, e com uma vida sacramental muito intensa”. Após celebrar a Santa Missa com motivo da Jornada de Oração pela Igreja na China com alguns membros da China Prayer Group –um grupo nascido para seguir o chamado do Papa Bento XVI a orar pela evangelização e a unidade da Igreja do país–, o Cardeal Herranz indicou que esta oração é uma resposta ao chamado do Papa para “pedir pelos cristãos, pelos católicos que estão sendo perseguidos em muitas nações do mundo”. “É um momento no qual estão havendo mais mártires que em qualquer outro momento da história da Igreja, mártires cuja maioria nem sequer são conhecidos, mas que diante do Senhor estão muito pressente, pois eles receberam a coroa da glória no Céu, e sobre tudo estão dando um testemunho de fortaleza na fé”, explicou. O Cardeal Herranz assinalou que é verdade que a Igreja na China está passando por momentos difíceis; “mas quando a Igreja não passou por momentos difíceis de um tipo ou de outro? Pensando na Igreja dos primeiros tempos, quando estava mais acossada por tantas dificuldades, ali o que faziam os cristãos era ser unânimes na oração, na comunhão -participação do corpo do Senhor-, e na doutrina dos apóstolos”, animou. A autoridade vaticano indicou que Bento XVI fundamentalmente deseja ajudar a população chinesa a crescer na fé. “Se Cristo é caminho, verdade e vida, caminho da Igreja na China, a vida, a força da vida missionária e apostólica que tenham os católicos na China depende muito da amizade que tenham com Cristo, quer dizer, como eles crescem por dentro”. Finalmente, o Cardeal considerou que a situação dos católicos na China está melhorando, “tudo o que tem vida, tudo o que cresce e se expande é bom e os católicos estão num momento de grande crescimento por dentro e por fora, por dentro porque há um grande esforço por melhorar a formação na fé, e por fora porque todos têm, e especialmente os leigos –e me dá muita alegria-, um grande ardor leigo e missionário”. China é um país hostil para os católicos, o Estado só permite o culto católico unicamente à Associação Patriótica Católica Chinesa, ajudante do Partido Comunista da China, e em numerosas ocasiões rechaçou a autoridade do Vaticano. A Igreja Católica, fiel ao Papa e clandestina na China, é perseguida permanentemente. As relações diplomáticas entre a China e o Vaticano se romperam em 1951, dois anos depois da chegada ao poder dos comunistas que expulsaram aos clérigos estrangeiros. Anteriormente, a Igreja Patriótica nomeou alguns bispos sem a permissão do Santo Padre. No ano 2007, Bento XVI escreveu uma Carta aos bispos, presbíteros, pessoas consagradas y fiéis leigos da Igreja Católica da China. Através dela, animou à unidade, o perdão e a reconciliação, o diálogo respeitoso e construtivo entre os fiéis, e exortou às comunidades eclesiásticas e organismos estatais a viver suas relações “na verdade e na caridade”. “As autoridades civis são muito conscientes de que a Igreja, em seu ensino, convida aos fiéis a ser bons cidadãos, colaboradores respeitosos e ativos do bem comum no seu País, mas também está claro que ela pede ao Estado que garanta aos mesmos cidadãos católicos o pleno exercício da sua fé, no respeito de uma autêntica liberdade religiosa”, expressou naquela ocasião. #temor #PapaBentoXVI #pela #ACI #masquando #China #joãopaulo #prayergroup #ali #ewtn #tempos #ao #sem #eles #uma #cheia #orar #motivo #Missa
- Famoso exorcista Pe. Fortea: Sacerdotes devem vestir-se como tal
ACI/EWTN Noticias) O famoso sacerdote exorcista espanhol José Antonio Fortea remarcou a importância de que os sacerdotes vistam a batina, como um sinal de consagração a Deus e de serviço aos fiéis. Numa entrevista concedida ao grupo ACI, durante sua visita ao Peru, onde participou da solenidade de Corpus Christi na cidade de Trujillo, na costa norte do país, o Pe. Fortea indicou que “os clérigos devem vestir-se da mesma forma que os sacerdotes mais exemplares se vestem nessas terras, porque ir identificado é um serviço”. Depois de destacar que é obrigação da Conferência Episcopal de cada país determinar qual é o melhor sinal sacerdotal, o Pe. Fortea indicou que “a minha recomendação a respeito deste tema é que o sacerdote se identifique como tal”. Em efeito, o Código de Direito Canônico, no artigo 284 indica que “os clérigos têm que vestir um traje eclesiástico digno, segundo as normas dadas pela Conferência Episcopal e segundo os costumes legítimos do lugar”. Por outra parte, a Congregação para o Clero, no seu “Diretório para o ministério e a vida dos presbíteros”, expressou “que o clérigo não use o traje eclesiástico pode manifestar um escasso sentido da própria identidade de pastor, inteiramente dedicado ao serviço da Igreja“. “Numa sociedade secularizada e tendencialmente materialista, onde tendem a desaparecer inclusive os sinais externos das realidades sagradas e sobrenaturais, sente-se particularmente a necessidade de que o presbítero, homem de Deus, dispensador de Seus mistérios, seja reconhecível aos olhos da comunidade, também pela roupa que leva, como sinal inequívoco da sua dedicação e da identidade de quem desempenha um ministério público”, assinala o documento vaticano. O Pe. Fortea destacou que “não vamos identificados porque gostamos. Pode ser que gostemos ou não. Vamos (identificados) porque é um serviço para os fiéis, é um sinal de consagração, ajuda a nós mesmos”. O presbítero reconheceu a dificuldade de que a um sacerdote a quem desde o seminário não lhe ensinou sobre o valor do hábito de usar a batina, mude depois, entretanto precisou que nos últimos isto anos “foi mudando para melhor”. “É fácil mantê-lo (o hábito), é difícil começá-lo. Mas o sacerdote deve ir identificado”, assinalou. Ao ser consultado se o costume de não usar a batina guarda alguma relação com a Teologia Marxista da Libertação, o Pe. Fortea assinalou que “agora as coisas já mudaram”. “Foi nos anos 70, 80, onde todos estes sacerdotes se viam a si mesmos mais como pessoas que ajudavam à justiça social. Ali não tinha sentido o hábito sacerdotal, o hábito sacerdotal tem sentido como sinal de consagração”. Para o famoso exorcista, “agora já passou isso, mas ficou o costume de não vestir-se como tal e claro, é difícil, eu entendo que é difícil. Mas estas coisas estão mudando pouco a pouco”. #Identidade #vistam #Eclesiástico #onde #Episcopal #respeito #participou #REDAÇÃO #Deus #normas #pela #ministério #ACI #Clero #numa #Conferência #CIDADE #Peru #remarcou #fortea #hábito #costumes #sacerdotal #José #importância #sua #devem #Notícias #mudando #pode #ewtn #melhor #não #serviço #presbítero #deste #sinal #quem #foi #Solenidade #Christi #sacerdote #difícil #pouco #Espanhol #assinalou #Ágora #Trujillo #Central #Consagração #Corpus #batina #CorpusChristi #Exorcista #Jun #costume #dadas #Indicou
- Bento XVI: Os católicos devem ser fiéis à Igreja e ao Papa
ACI) O Papa Bento XVI explicou esta manhã que os católicos, especialmente os sacerdotes que servem diretamente a Santa Sé, devem ser sempre fiéis à Igreja e ao Sucessor do Pedro pois colaboram com ele na sua missão. Assim indicou na manhã de hoje o Santo Padre diante dos membros da Pontifícia Academia Eclesiástica pouco antes de concluir o curso desta instituição e antes de que os alunos dali partam para as distintas Representações Pontifícias (nunciaturas) espalhadas pelo mundo. Bento XVI disse que “O Papa conta convosco também, para ser assistido no cumprimento do seu ministério universal. Convido-vos a não ter medo, preparando-vos com diligência e solicitude para a missão que vos espera, confiando na fidelidade d’Aquele que desde sempre vos conhece e chamou à comunhão com o seu Filho Jesus Cristo”. “A fidelidade de Deus é a chave e a fonte da nossa fidelidade. Hoje queria chamar a vossa atenção precisamente para esta virtude, que bem exprime o vínculo muito especial que se cria entre o Papa e os seus colaboradores imediatos, tanto na Cúria Romana como nas Representações Pontifícias: um vínculo que, para muitos, se radica no caráter sacerdotal de que estão investidos e se especifica depois na missão peculiar, que é confiada a cada um, ao serviço do Sucessor de Pedro”. O Papa explicou logo que “no contexto bíblico, a fidelidade é primariamente um atributo divino: Deus dá-Se a conhecer como Aquele que é fiel para sempre à aliança concluída com o seu povo, não obstante a infidelidade deste. Fiel como é, Deus garante que levará a cumprimento o seu desígnio de amor, e por isso Ele é também credível e verdadeiro. Este comportamento divino é que cria no homem a possibilidade de, por sua vez, ser fiel”. “Aplicada ao homem, a virtude da fidelidade está profundamente ligada ao dom sobrenatural da fé, tornando-se expressão daquela solidez própria de quem fundou toda a sua vida em Deus. De fato, a única garantia da nossa estabilidade está na fé (cf. Is 7, 9b), e só a partir dela podemos, por nossa vez, ser verdadeiramente fiéis: primeiro a Deus, depois à sua família, a Igreja, que é mãe e mestra, e nela à nossa vocação, à história na qual o Senhor nos colocou”. “Nesta perspectiva, encorajo-vos, queridos amigos, a viver o vínculo pessoal com o Vigário de Cristo como parte da vossa espiritualidade. Trata-se, sem dúvida, de um elemento próprio de todo o católico, e mais ainda de todo o sacerdote. No entanto, para aqueles que trabalham na Santa Sé, este vínculo assume um carácter particular, já que colocam ao serviço do Sucessor de Pedro boa parte das suas energias, do seu tempo e do seu ministério diário”, animou o Papa. Bento XVI ressaltou que “trata-se de uma grave responsabilidade, mas também de um dom especial, que com o tempo vai desenvolvendo um vínculo afetivo com o Papa, de confiança interior, um idem sentire natural, que se expressa justamente com a palavra ‘fidelidade’”. O Santo Padre afirmou também que essa fidelidade deve dar-se naqueles lugares aonde sejam enviados, já que o trabalho dos representantes pontifícios é “uma preciosa ajuda para o ministério petrino”. “Desta forma, encorajareis e estimulareis também as Igrejas particulares a crescerem na fidelidade ao Romano Pontífice e a encontrarem no princípio da comunhão com a Igreja universal uma orientação segura para a sua peregrinação na história. E, por último mas não menos importante, ajudareis o próprio Sucessor de Pedro a ser fiel à missão recebida de Cristo, permitindo-lhe conhecer mais de perto o rebanho que lhe está confiado e fazer-lhe chegar mais eficazmente a sua palavra, a sua solidariedade, o seu afeto”, prosseguiu o Papa. “Neste momento, penso com gratidão na ajuda que diariamente recebo dos numerosos colaboradores da Cúria Romana e das Representações Pontifícias, bem como no apoio que recebo da oração de inumeráveis irmãos e irmãs de todo o mundo”, afirmou aos presentes. Para concluir o Papa Bento XVI afirmou que “na medida em que fordes fiéis, sereis também credíveis. Aliás, sabemos que a fidelidade que se vive na Igreja e na Santa Sé não é uma lealdade «cega», pois é iluminada pela fé n’Aquele que disse: «Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja».. “Comprometamo-nos todos neste caminho para, um dia, podermos ouvir dirigidas a nós as palavras da parábola evangélica: «Servo bom e fiel, entra na alegria do teu Senhor»”, concluiu o Santo Padre. #distintas #pois #SantoPadre #Deus #ter #suavida #queria #ACI #conta #Academia #JesusCristo #solicitude #dali #pelo #BentoXVI #hoje #contexto #sobrenatural
- Deus proibiu a fabricação de imagens?
Fonte: Apologistas Católicos Uma das “grandes armas” que o protestantismo pensa ter para atacar a Igreja Católica são as imagens. Em qualquer conversa com protestantes a respeito de religião, seja qual assunto for, ele sempre tende que pender para as imagens da Igreja Católica. Quando isso acontece os protestantes sempre aparecem com a famosa passagem da suposta proibição de imagens do livro de Êxodo, ela é: “Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.” (Ex 20, 4) Bem, essa parece ser uma proibição absoluta tanto da fabricação quanto da adoração de imagens. Qualquer um que ler a primeira vista vai tirar esta conclusão. Porém a bíblia não deve ser interpretada em versículos isolados nem em traduções tendenciosas, nem tudo que parece ser, é realmente. Se virarmos algumas páginas depois de Êxodo 20, em Êxodo 25, veremos Deus ordenando Moisés fabricar imagens: “Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório.” (Ex 25,18) Ora, Deus está se contradizendo? Em um lugar ele proibiu a fabricação de imagens e 5 capítulos após, ele mesmo manda fazer imagens? Pode Deus se contradizer? Claro que não! Deus nunca proibiu a fabricação de imagens, o que Ele proibiu foi a fabricação de ídolos. Uma análise bem feita do texto e uma verificação do texto original provarão isso. Se olhar os versículos que antecedem e sucedem a passagem veremos que: “Não terás outros deuses diante de mim.Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta..” (Êxodo 20, 3-5) Pelo próprio contexto vemos que a passagem não se refere a “imagens” e sim a “deuses”, ou seja era a proibição das imagens desses deuses. Acontece que o povo judeu estava saindo Egito e embebido da idolatria pagã egípcia. Os deuses egípcios eram todos representados em imagens e pinturas, daí vem a proibição para que os judeus não mais fizessem as representações destes deuses. Analisando o texto no hebraico encontraremos a palavra “פֶסֶל֙ ” (fessel ou pecel), essa palavra não significa “imagens de escultura” e sim “ídolos”. A Exaustiva concordância Strong (dicionário das linguas bíblicas, e protestante) traduz essa palavra como: 06459 pecelprocedente de 6458; DITAT – 1788a; n. m.1) ídolo, imagem Como vemos a palavra não diz respeito a qualquer imagem, e sim a ídolos esculpidos, ou seja imagens de ídolos. De fato pode ser traduzida como imagem, mas não diz respeito a qualquer imagem e sim especificamente ídolos esculpidos. Dessa forma vemos que a passagem é uma clara referência aos deuses do Egito, como constataremos a baixo: “Não farás para ti ídolos ou coisas alguma que tenha a forma de algo que se encontre no alto do céu…”. (êxodo 20, 4): O que estava no céu, eram os deuses dos ares do Egito: RÁ (ou Rê), o criador dos deuses e da ordem divina egípcia. Foi retratado pela arte egípcia sob muitas formas e denominações e era também representado por um falcão, por um homem com cabeça de falcão ou ainda, mais raramente, por um homem. Quando representado por uma cabeça de falcão estabelecia-se uma identidade com Hórus, outro deus solar adorado em várias partes do país desde tempos remotos. HÓRUS, filho de Isis e Osíris. Ele é representado como um homem com cabeça de falcão ou como um falcão, sempre usando as duas coroas do Alto e Baixo Egito. Na qualidade de deus do céu, Hórus é o falcão cujos olhos são o sol e a lua. TOTH, era o deus-escriba e o deus letrado por excelência. Representado como um íbis ou um homem com cabeça de íbis, ou ainda um babuíno. “…embaixo na terra…”. (Êxodo 20, 4): O que estava na terra eram os deuses e animais terrestres do Egito: ANÚBIS, filho de Seth e Néftis, é o mestre dos cemitérios e o patrono dos embalsamares. É na realidade o primeiro entre eles, a quem se deve o protótipo das múmias, a de Osíris. Todo egípcio esperava beneficiar-se em sua morte do mesmo tratamento e do mesmo renascimento desta primeira múmia. Anúbis também introduz os mortos no além e protege seus túmulos com a forma de um cão, vigilante. KHEPRA, (escaravelho, em egípcio) ou um homem com um escaravelho no lugar da cabeça também representavam o deus-Sol. Nesse caso o besouro simbolizava o deus Khepra e sua função era nada menos que a de mover o Sol, como movia a bolazinha de excremento que empurrava pelos caminhos. Associados à idéia mitológica de ressurreição, os escaravelhos eram motivo freqüente das peças de ourivesaria encontradas nos túmulos egípcios. APÓFIS, a serpente que habitava o além-túmulo, representava as tempestades e as trevas. As serpentes estavam entre os adversários mais perigosos e o demônio líder de todos eles era Apófis a grande serpente. GEB, o deus da Terra é irmão e marido de Nut. É o suporte físico do mundo material, sempre deitado sob a curva do corpo de Nut. Ele é o responsável pela fertilidade e pelo sucesso nas colheitas. Ele estimula o mundo material dos indivíduos e lhes assegura enterro no solo após a morte. Geb umedece o corpo humano na terra e o sela para a eternidade. Nas pinturas é sempre representado com um ganso sobre a cabeça. “…ou nas águas debaixo da terra.”. (Êxodo 20, 4): Por fim o que estava nas águas eram justamente os deuses animais que ficavam nas águas e que eram adorados no Egito: TUÉRIS, (Taueret ) era a deusa-hipopótamo que protegia as mulheres grávidas e os nascimentos. Ela assegurava fertilidade e partos sem perigo. Adorada em Tebas, é representada em inúmeras estátuas e estatuetas sob os traços de um hipopótamo fêmea erguido, com patas de leão, de mamas pendentes e costas terminadas por uma espécie de cauda de crocodilo. Será que é mera coincidência, Deus ter proibído as “imagens” justamente quando os judeus saíram do Egito? E por que esta proibição se assemelha tanto aos deuses do Egito? É apenas uma coincidência? Para que não haja mesmo qualquer dúvida ou questionamento de que Deus se referia aos falsos deuses do Egito, ao pedir que o povo não praticasse idolatria, nem fizesse “imagens”, leremos agora um trecho do livro de Josué, que foi quem substitui Moises: “Agora, pois, temei o Senhor e o servi-o com inteligência e fidelidade. Afastai os deuses aos quais vossos pais serviram do outro lado do rio e no Egito, e servi ao Senhor”. (Josué 24, 14). E para termos ainda mais certeza de que Deus falava claramente dos falsos deuses do Egito, leiamos o que fala também, Ezequiel 8, 8-10: “Filho do homem, disse-me ele, fura a muralha, quando a furei, divisei uma porta. Aproxima-te, diz ele, e contempla as horríveis abominações a que se entregam aqui. Fui até ali para olhar: enxerguei aí toda espécie de imagens de répteis e animais imundos e, pinturas em volta da parede, todos os ídolos da casa de Israel”. O que podemos perceber com essa passagem bíblica? Obviamente que os sacerdotes estavam adorando os falsos deuses em forma de répteis e animais, que Deus havia proibido que fossem adorados. O próprio Josué que condenou as imagens dos ídolos, se prostrou diante das imagens da Arca da Aliança e isso não foi caracterizado como idolatria: “Josué rasgou suas vestes e prostrou-se com a face por terra até a tarde diante da arca do Senhor, tanto ele como os anciãos de Israel, e cobriram de pó as suas cabeças” (Josué 7, 6) Deus nunca iria se contradizer, proibindo e ao mesmo tempo mandando que se fabricassem imagens e permitindo de seus servos se prostrassem diante delas, como podemos ver em diversos versículos. A serpente de Bronze: “E disse o Senhor a Moisés: Faze uma serpente ardente e põe-na sobre uma haste; e será que viverá todo mordido que olhar para ela. E Moisés fez uma serpente de metal e pô-la sobre uma haste; e era que, mordendo alguma serpente a alguém, olhava para a serpente de metal e ficava vivo.” (Nm 21,8-9) A própria serpente de bronze foi uma prefiguração de Cristo e ele próprio confirma isto, ou seja a crucificação de Cristo foi representada com uma imagem de cobra: “Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim deve ser levantado o Filho do Homem,” (João 3, 17) Estaria Moisés cometendo idolatria? O templo de Salomão: “E no oráculo fez dois querubins de madeira de oliveira, cada um da altura de dez côvados.” (I Reis 6, 23) “E revestiu de ouro os querubins. E todas as paredes da casa, em redor, lavrou de esculturas e entalhes de querubins, e de palmas, e de flores abertas, por dentro e por fora.” (I Reis, 6, 28-29) “E sobre as cintas que estavam entre as molduras havia leões, bois, e querubins, e sobre as molduras uma base por cima; e debaixo dos leões e dos bois junturas de obra estendida.” (I Reis 7, 29). “Para o interior do Santo dos Santos, mandou esculpir dois querubins e os revestiu de ouro.” (II Crônicas 3,10) Era neste mesmo templo que os apóstolos e Jesus iam para orar: “Jesus passeava no templo, no pórtico de Salomão.” (João 10,23) “Enquanto isso, realizavam-se entre o povo pelas mãos dos apóstolos muitos milagres e prodígios. Reuniam-se eles todos unânimes no pórtico de Salomão.”(Atos 5, 12) Estariam Jesus e os apóstolos sendo idólatras ao frequentar um templo repletos de imagens de escultura? Fica provado, portanto, que Deus nunca proibiu a fabricação de imagens e sim de ídolos para a adoração, colocando-os no lugar do próprio Deus. Desmascaramos assim mais uma falsa interpretação protestante. Referencias LIMA, Alessandro. Deus proibe a Fabricação de Imagens? Disponível em: . Acesso: 06/06/2012 MAGIA DO ORIENTE. Deuses egípicios. Dsiponível em: . Acesso em: 06/06/2012. Para citar: RODRIGUES, Rafael. Deus proiniu a fabricação de Imagens. Apologistas Católicos. Disponível em: . Desde 06/06/2012. #Armas #fonte #Deus #duas #ter #Senhor #primeiravista #nem #Protestantes #Idolatria #Filhos #Imagens #terceira #uma #cima #falsosdeuses #Igreja #Protestantismo #pensa #ídolos
- Bento XVI: Não há futuro para a humanidade sem a família Constituída sobre o matrimônio entre homem
ACI/EWTN Noticias) Na audiência geral desta quarta-feira, o Papa Bento XVI assinalou que não há futuro para a humanidade sem a família constituída sobre o matrimônio entre um homem e uma mulher, chamada a ser Igreja doméstica e santuário da vida. O Santo Padre recordou assim sua recente viagem a Milão (Itália) para o 7º Encontro Mundial das Famílias celebrado entre os dias 30 de maio e 3 de junho sob o lema “A família, o trabalho e a festa”. Em relação ao evento, Bento XVI afirmou aos presentes: “ainda levo em meus olhos e em meu coração as imagens e as emoções deste evento inesquecível e maravilhoso, que transformou Milão em uma cidade das famílias: famílias provenientes de todo o mundo, unidas pela alegria de acreditar em Jesus Cristo”. Depois de agradecer aos participantes pela sua disposição para serem testemunhas do “Evangelho da Família”, o Papa ressaltou que “não há futuro para a humanidade sem a família; especialmente os jovens, para aprender os valores que dão sentido à existência, têm necessidade de nascer e crescer nessa comunidade de vida e de amor que Deus quis para o homem e a mulher”. Recordando sua visita ao teatro Scala de Milão, o Papa afirmou que “ao final daquele intenso momento artístico e espiritual, quis fazer referência à família do terceiro milênio, recordando que, em família se experimenta pela primeira vez como a pessoa humana não foi criada para viver fechada em si mesma, mas em relação com outros; é em família que se começa a acender no coração a luz da paz para que ela ilumine este nosso mundo”. “No dia seguinte, na catedral cheia de sacerdotes, religiosos e seminaristas, na presença de numerosos cardeais e bispos, vindos a Milão de diversos Países de todo o mundo, celebrei a Hora Média, segundo a liturgia ambrosiana. Ali quis fazer insistência no valor do celibato e da virgindade consagrada, tão queridas ao grande Santo Ambrosio”. O Santo Padre ressaltou que “o celibato e a virgindade na Igreja são um sinal luminoso do amor a Deus e ao próximo, que parte de uma relação sempre mais íntima com Cristo na oração e se expressa no dom total de si mesmo”. O Papa também se referiu a seu encontro com os jovens no estadio Giuseppe Meazza onde se encontrou com os crismandos e os convidou a “dizer um ‘sim’ livre e consciente ao Evangelho de Jesus, aceitando os dons do Espírito Santo, que permitem a formação dos cristãos, a viver o Evangelho e ser membros ativos da comunidade. Animei-os a estarem comprometidos, em particular no estudo e no serviço generoso ao próximo”. Sobre a festa dos testemunhos no Parque Bresso, o Pontífice recordou algumas das palavras que disse sobre temas complicados do nosso tempo como “a crise econômica, a dificuldade de conciliar o tempo do trabalho com o da família, a difusão das separações e divórcios, assim como as interrogantes existenciais que afetam adultos, crianças e jovens”. “Aqui queria recordar o que disse em defesa do tempo para a família, ameaçado por uma espécie de ‘prepotência’ dos compromissos de trabalho: o domingo, o dia do Senhor e do homem, é um dia no qual todos devem ser livres, livres para a família e livres para Deus. Defendendo o domingo, defende-se a liberdade do homem!” Sobre a Missa de encerramento no domingo 3 de junho, Bento XVI recordou que dirigiu um chamado a “construir comunidades eclesiais, que sejam cada vez mais, ‘família’, capazes de refletir a beleza da Santíssima Trindade e de evangelizar, não só com a palavra mas também por ‘irradiação’, com a força do amor vivido, porque o amor é a única força que pode transformar o mundo”. “Além disso, fiz insistência na importância da ‘tríade’ da família, do trabalho e da festa. Três dons de Deus, três dimensões de nossas vidas, que precisam encontrar um equilíbrio harmônico para construir sociedades com um rosto humano”. O Papa sublinhou logo que “o Encontro Mundial de Milão foi uma eloqüente ‘epifania–manifestação’ da família, que se mostrou em suas diversas expressões, assim como também na unicidade de sua identidade substancial: a de uma comunhão de amor, fundada sobre o matrimônio e chamada a ser santuário da vida, pequena Igreja, célula da sociedade”. “Desde Milão foi lançado ao mundo uma mensagem de esperança, substanciada com experiências vividas:que é possível e alegre, embora difícil, experimentar o amor verdadeiro, o amor “para sempre”, aberto à vida; que é possível participar como família na missão da Igreja e na construção da sociedade”. Para concluir o Papa Bento XVI fez votos para que, graças à ajuda de Deus e à especial proteção de Maria Santíssima, Rainha da Família, a experiência vivida em Milão será portadora de frutos abundantes para o caminho da Igreja, e um novo impulso para uma maior atenção à causa da família, que é a causa mesma do homem e da civilização. Obrigado”. Finalmente o Papa saudou os peregrinos em diversas línguas incluindo o português: “Saúdo com grande afeto e alegria todos os peregrinos lusófonos, de modo especial a quantos vieram de Angola e do Brasil com o desejo de encontrar o Sucessor de Pedro. Desça a minha bênção sobre vós, vossas famílias e comunidades ao serviço do menor, dos mais pequeninos e necessitados.” #diaseguinte #SantoPadre #celibato #pela #lema #ACI #JesusCristo #liturgiaambrosiana #desta #teatroscala #ewtn #pessoa #santoambrosio #evento #osdias #omundo #alegria #nosso #Humana #criada
- Deus tem em suas mãos o mundo e a Igreja vive apesar dos adversários, afirma o Papa
ACI/EWTN Noticias) O Papa Bento XVI assinalou que embora pareça que a Igreja está a mercê de adversários difíceis, Deus sempre tem em suas mãos o governo do mundo e o coração dos homens. Assim o indicou o Santo Padre ao concluir ontem o almoço na sede do Arcebispado de Milão (Itália), onde esteve hospedado desde sexta-feira por ocasião do VII Encontro Mundial das Famílias realizado sob o lema: “A família, o trabalho e a festa” no qual participaram pouco mais de um milhão de pessoas de 150 países do mundo inteiro. Em um brevíssimo discurso improvisado, o Papa disse: “queria simplesmente dizer obrigado por tudo o que vivi nestes dias: esta experiência de Igreja viva”. “Se alguma vez se pode pensar que a barca de Pedro está realmente a mercê de adversários difíceis, também é verdade que vemos que o Senhor está presente, vivo, que ressuscitou realmente, e tem em suas mãos o governo do mundo e o coração dos homens”, afirmou. “Esta experiência de Igreja viva, que vive do amor de Deus, que vive por Cristo ressuscitado, é o dom destes dias. Por isso damos graças ao Senhor”, concluiu. Depois disto, o Papa recebeu a saudação do atual Arcebispo de Milão e do Arcebispo Emérito da cidade, Cardeal Angelo Scola e Cardeal Dionigi Tettamanzi, respectivamente. Logo depois das saudações, este último obsequiou ao Santo Padre uma cópia do Evangélico ambrosiano, trabalhado por vários artistas italianos em cuja capa havia um ícone representando o Céu. #coração #discurso #onde #esteve #Festa #almoço #angeloscola #VII #qual #brevíssimo #SantoPadre #embora #encontro #disse #Mundial #Deus #lema #queria #dionigi #ACI #improvisado #Governo #Senhor #Homens #ontem #mercê #inteiro #sempre #tem #pareça #Padre #ocasião #hospedado #XVI #Notícias #família #ewtn #Itália #Santo #sob #Arcebispado #ao #trabalho #disto #Milão #está #omundo #experiência #Igreja #pouco #porisso #assinalou #participaram #obrigadopor #Milhão #assim #Famílias #Bento #Jun #Arcebispo #Indicou #Cardeal
- Andy García: Filme Cristiada é para todos, não é preciso ser católico para vê-lo
WASHINGTON DC, 01 Jun. 12 / 03:16 pm (ACI) O ator cubano Andy García, protagonista de “Cristiada”, filme que estréia nesta sexta-feira 1 de junho nos Estados Unidos, logo depois de ter tido grande acolhido no México em abril, afirmou que não é preciso ser católico para ver o filme. Do êxito de bilheteria neste primeiro fim de semana depende que o filme seja visto na América Latina. Em uma entrevista concedida ao The Associated Press, o ator assinalou que “a gente não tem que ser católico para estar no filme nem para ver o filme, eu fui ver ‘A lista do Schindler’ e não tenho a ninguém que esteve no Holocausto, a fui ver porque uma história importante de conhecer e um grande filme”. No filme, que narra a guerra cristera no México durante a perseguição religiosa da década de 1920, García protagoniza um condecorado geral ateu retirado que aceita a oferta de liderar um grupo de defensores da liberdade religiosa. Embora não compartilhe sua fé, ele o faz para defender o direito básico da liberdade. Como cubano e católico, García reconhece a similitude com a história de seu país natal, onde apesar de haver certo grau de liberdade religiosa, ainda se percebe o controle total que impõe na ilha o regime dos irmãos Castro. Para o ator conhecido por atuações em filmes como “O Poderoso Chefão III” e “Os intocáveis”, é inexplicável “como um episódio tão importante da história mexicana como a Guerra Cristera não é mais conhecido”. “90 mil pessoas morreram em três anos (1926-1929), houve tortura, padres enforcados em postes (…) O curioso é que eu não sabia nada a respeito e quando perguntei a alguns amigos mexicanos eles também não sabiam nada ou diziam que tinham escutado algo a respeito”, assinalou o ator de Hollywood sobre o conflito gerado pela proibição de oficiar missas, o uso de vestimentas sacerdotais em público e a perseguição de católicos por parte do governo. Entretanto, afirmou que essa curiosidade foi em parte a sua motivação para interpretar o papel do general Enrique Gorostieta no filme “Cristiada”, uma “superprodução” dirigida por Dean Wright que o ator comparou com mega produções como “A conquista do oeste”, “Doutor Zhivago” ou “Lawrence de Arábia”. No filme, que em inglês leva o título de “For Greater Glory” (Para Maior Glória), também atuam Eva Longoria, Rubén Blades, Eduardo Verástegui e Peter O’Toole. Veja o trailer do filme em: [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=3KiagxENUv4[/youtube] Site oficial: http://www.forgreaterglory.com/ #conhecer #similitude #cubano #esteve #liberdadereligiosa #estréia #dc01 #Padres #respeito #Washington #embora #êxito #ter #fuiver #pela #ACI #cristera #Católico #Direito #Fim #andygarcía #faz #Unidos #acolhido #também #história #vestimentas #de1920 #ator #tem #abril #liberdade #nem #junho #Cristiada #sua #seja #não #logo #afirmou #tido #bilheteria #uma #Andy #pessoas #primeiro #Associated #Latina #neste #assinalou #gerado #perseguição #conhecido #México #com #América #Schindler #García #tenho #guerracristera #nesta #Press #Jun #ninguém #the
- Os católicos adoram os santos?
Por Alessandro Lima Fonte: Veritatis Splendor “Pela tarde chegaram os dois anjos a Sodoma. Lot, que estava assentado à porta da cidade, ao vê-los, levantou-se e foi-lhes ao encontro e prostrou-se com o rosto por terra” (Gn 19,1). Todo católico já deve ter sido interpelado por um protestante a respeito do uso das imagens na Igreja Católica. Suas perguntas nesta matéria sempre vêm com a acusação de que nós católicos somos idólatras porque fazemos uso das imagens. O mais interessante e também triste é que normalmente essas pessoas se dizem ex-católicas. E não me surpreendo em sempre verificar que foram “católicos” muito mal formados ou totalmente ignorantes da doutrina que dizem ter professado. Será que esses ex-“católicos” já leram no Catecismo da Igreja Católica o ensino da Igreja sobre o uso das imagens? Lá encontramos: 2131. Com base no mistério do Verbo encarnado, o sétimo Concílio ecuménico, de Niceia (ano de 787) justificou, contra os iconoclastas, o culto dos ícones: dos de Cristo, e também dos da Mãe de Deus, dos anjos e de todos os santos. Encarnando, o Filho de Deus inaugurou uma nova «economia» das imagens. 2132. O culto cristão das imagens não é contrário ao primeiro mandamento, que proíbe os ídolos. Com efeito, «a honra prestada a uma imagem remonta (63) ao modelo original» e «quem venera uma imagem venera nela a pessoa representada» (64). A honra prestada às santas imagens é uma «veneração respeitosa», e não uma adoração, que só a Deus se deve: «O culto da religião não se dirige às imagens em si mesmas como realidades, mas olha-as sob o seu aspecto próprio de imagens que nos conduzem ao Deus encarnado. Ora, o movimento que se dirige à imagem enquanto tal não se detém nela, mas orienta-se para a realidade de que ela é imagem» (65).” (Catecismo da Igreja Católica, 2131-2132.) Será mesmo que católicos conhecedores da doutrina da Igreja tornam-se protestantes? Muito difícil que isso aconteça. A regra deste tipo de conversão se dá com católicos ignorantes e mal-formados. Na Sagrada Escritura há outras passagens que condenam a confecção de imagens como, por exemplo: Lv 26,1; Dt 7,25; Sl 97,7 e etc. Mas também há outras passagens que defendem sua confecção como: Ex 25,17-22; 37,7-9; 41,18; Nm 21,8-9; 1Rs 6,23-29.32; 7,26-29.36; 8,7; 1Cr 28,18-19; 2Cr 3,7,10-14; 5,8; 1Sm 4,4 e etc. Pode Deus infinitamente perfeito entrar em contradição consigo mesmo? É claro que não. E como podemos explicar esta aparente contradição na Bíblia? Isto é muito simples de ser explicado. Deus condena a idolatria e não a confecção de imagens. Quando o objetivo da imagem é representar um ídolo que vai roubar a adoração devida somente a Deus, ela é abominável. Porém quando é utilizada ao serviço de Deus, no auxílio à adoração a Deus, ela é uma benção. Estes são alguns dos exemplos em que Deus mandou fazer imagens para o reto uso religioso: “Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório. Farás um querubin na extremidade de uma parte, e outro querubin na extremidade de outra parte; de uma só peça com o propiciatório fareis os querubins nas duas extremidades dele.” (Ex 25,18-19) “E disse o Senhor a Moisés: Faze uma serpente ardente e põe-na sobre uma haste; e será que viverá todo mordido que olhar para ela. E Moisés fez uma serpente de metal e pô-la sobre uma haste; e era que, mordendo alguma serpente a alguém, olhava para a serpente de metal e ficava vivo.” (Nm 21,8-9) “Este [Ezequias] tirou os altos, e quebrou as estátuas, e deitou abaixo os bosques e fez em pedaços a serpente de metal que Moisés fizera, porquanto até aquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso e lhe chamavam Neustã.”(2Rs 18,4). Embora a Bíblia mostre claramente em quais casos a confecção das imagens é permitida, os “leitores da bíblia” proíbem o uso das imagens em qualquer caso, desta forma extrapolando indevidamente o mandamento de Deus. Ajoelhar-se e prostar-se é sempre adoração ou idolatria? Dizem ainda que nós católicos somos idólatras porque nos ajoelhamos diante das imagens dos santos e lhe fazemos pedidos. Esta acusação demonstra uma tremenda ignorância por parte dos protestantes entre o culto de adoração (latria) e o culto de veneração (dulia). A própria Escritura que eles dizem conhecer e seguir dá testemunho da distinção entre as duas coisas. Ajoelhar-se também é um sinal de reverência e veneração. Os súbitos devem prestar veneração pelos Reis, ou por uma autoridade suprema. O filho pelos pais, os alunos pelos professores e os discípulos pelo mestre. Tudo isso está em conformidade com a ordem estabelecida por Deus. Vejamos alguns exemplos na Sagrada Escritura: “Pela terceira vez, mandou o rei [Ocozias da Samaria] um chefe com os seus cinqüenta homens, o qual, chegando aonde estava Elias, pôs-se de joelhos e suplicou-lhe, dizendo: Peço-te, ó homem de Deus, que a minha vida tenha algum valor aos teus olhos e a destes cinqüenta homens teus servos ” (2Rs 1,13). Na passagem acima um mensageiro do Rei Ocozias da Samaria põe-se de joelhos diante do Profeta Elias. Por que faz isso? Para suplicar-lhe que permita viver com seus cinqüenta companheiros de viagem, pois antes Elias mandou vir fogo do céu sobre duas equipes anteriores. O ato de súplica não é um ato de adoração, mas de humildade, de rebaixamento, onde se reconhece no outro sua superioridade ou seu poder de atender-lhe um pedido. Nós católicos quando nos ajoelhamos diante das imagens dos santos e lhe fazemos pedidos, não estamos adorando ídolos, mas dirigindo nossa súplica aos nossos irmãos na fé que representados por suas imagens já se encontram na presença de Deus. O ajoelhar-se do católico aí é um ato de súplica e não de adoração. Com efeito, ensina o Catecismo da Igreja Católica” 956. A intercessão do santos. “Pelo fato de os habitantes do Céu estarem unidos mais intimamente com Cristo, consolidam com mais firmeza na santidade toda a Igreja. Eles não deixam de interceder por nós ao Pai, apresentando os méritos que alcançaram na terra pelo único mediador de Deus e dos homens, Cristo Jesus. Por conseguinte, pela fraterna solicitude deles, nossa fraqueza recebe o mais valioso auxílio” (Lumen Gentium 49) Será que os ex-“católicos” alguma vez leram este parágrafo do Catecismo? Sinceramente, eu duvido… Vejamos outro interessante testemunho da Escritura Sagrada: “Abraão levantou os olhos e viu três homens de pé diante dele. Levantou-se no mesmo instante da entrada de sua tenda, veio-lhes ao encontro e prostrou-se por terra” (Gn 18,2). O texto sagrado testemunha que Abraão prostra-se ao ver os três anjos do Senhor. Devemos acusar o Patriarca de idolatria? Obviamente que Abraão não estava adorando os anjos, pois se fosse este o caso eles o teriam repreendido, como fez o anjo que revelava o apocalipse a S. João (cf. Ap 22,8-9). Entretanto, Abraão estava prestando-lhes culto de reverência, reconhecendo a condição superior dos anjos de Deus. Alguém poderia objetar dizendo: “mas, os santos não são anjos são homens como nós”. Com efeito, são humanos como nós, mas além de estarem no céu podendo levar nossos pedidos a Deus, eles estão em condição superior à nossa, pois já gozam da Glória de Deus, já venceram as batalhas que ainda teremos que vencer. Nesta matéria lembremos de um importante ensinamento de Cristo: “Aquele que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar assim aos homens, será declarado o menor no Reino dos céus. Mas aquele que os guardar e os ensinar será declarado grande no Reino dos céus” (Mt 5,19). Ora, por acaso não são os santos exatamente aquelas pessoas que venceram na fé e que agora podem ser consideradas grandes no Reino dos Céus como ensinou Nosso Senhor? Cabe ainda lembrar que para o Senhor o menor no Reino do Céu é maior do que qualquer um que esteja vivendo na terra (cf. Mt 11,11). Embora os atos de veneração e súplica sejam externamente iguais à reverência que se deve somente a Deus, internamente são coisas bem distintas e a própria Escritura Sagrada distingue bem as duas coisas. Mais alguns exemplos interessantes: “Moisés saiu ao encontro de seu sogro, prostrou-se e beijou-o. Informaram-se mutuamente sobre a sua saúde e entraram na tenda” (Ex 18,7). “Quando Abigail avistou Davi, desceu prontamente do jumento e prostrou-se com o rosto por terra diante dele” (1Sm 25,23). Porém, alguém poderia levantar a seguinte objeção: “mas, os exemplos dados são de pessoas vivas venerando pessoas vivas e não mortas”. Primeiramente, isso não é totalmente verdade já que os anjos do Senhor não podem ser considerados “pessoas vivas”, mas seres espirituais. Em segundo lugar, os santos que estão no céu também são seres espirituais. Em terceiro, a Escritura dá testemunho da veneração do rei Saul ao profeta Samuel já falecido: “Qual é o seu aspecto? É um ancião, envolto num manto. Saul compreendeu que era Samuel, e prostrou-se com o rosto por terra” (1Sm 28,14). Mais sobre atos de veneração podem ser encontrados em Gn 23,12; Gn 33,3; Ex 18,7; 1Sm 25,41; 2Sm 9,6; 14,4. Adorar é reconhecer a divindade e oferecer sacrifício Deus condena a confecção de ídolos, pois o ídolo leva as pessoas a prestarem a ele o culto que só se deve a Deus: o culto de adoração. Adorar um ato de reconhecimento da divindade e oferecimento de sacrifício. Os pagãos realmente adoravam seus ídolos, pois lhes reconheciam a divindade e lhes ofereciam sacrifício: “Habitando os israelitas em Setim, entregaram-se à libertinagem com as filhas de Moab. Estas convidaram o povo aos sacrifícios de seus deuses, e o povo comeu e prostrou-se diante dos seus deuses” (Nm 25,1-2). “Em vão Acaz tinha despojado o templo do Senhor, o palácio real e os príncipes para fazer presentes ao rei da Assíria. Tudo isso de nada lhe valeu. Embora estivesse angustiado, o rei Acaz continuou seus crimes contra o Senhor. Oferecia sacrifícios aos deuses de Damasco, que o tinham derrotado: São, dizia ele, os deuses dos reis da Síria que lhes vêm em auxílio; oferecer-lhes-ei, portanto, sacrifícios para que me ajudem igualmente. Mas foram a causa de sua queda e de todo o Israel” (2Cr 28,21-23). No segundo livro dos Reis encontramos o conceito completo de idolatria por meio de sua condenação: “O Senhor tinha feito com eles uma aliança e lhes tinha dado a seguinte ordem: Não adorareis outros deuses, nem vos prostrareis diante deles; não lhes prestareis culto, e não lhes oferecereis sacrifícios” (2Rs 17,35). Os pagãos prostravam-se diante de seus ídolos não para reconhecerem neles instrumentos e servos de Deus de condição superior a nossa e que são capazes de interceder por nós junto a Deus, mas crendo que eram deuses verdadeiros e portanto capazes de eles mesmos realizarem milagres. Em 2Rs 17,35 Deus apresenta a doutrina em sentido negativo. No versículo seguinte encontramos o conceito da verdadeira adoração: “Mas temei ao Senhor que vos tirou do Egito com o poder de seu braço. A ele temereis, diante dele vos prostrareis e a ele oferecereis os vossos sacrifícios” (2Rs 17,36). Somente a Deus devemos nos prostrar reconhecendo-lhe a divindade e oferecendo-lhe o sacrifício devido. Os verdadeiros idólatras de nosso tempo são aqueles que oferecem sacrifício de animais (geralmente galinhas e carneiros) aos seus falsos deuses. Os protestantes não adoram a Deus, apenas o louvam. Seu culto é apenas um culto de louvor e não de adoração. Só no catolicismo se adora a Deus, pois na Santa Missa é oferecido a Deus o cordeiro imaculado que é Nosso Senhor Jesus Cristo, conforme sua própria prescrição (cf. Mt 14,22-25; Lc 22,17-20; 1Cor 11,23-29). #Ajoelharse #Sagrada #Cristo #Escritura #Deus #católicos #veneração #Adorar #Senhor #Elias #Aliança #Idolatria #reverência #súplica #Moisés #sacrifício #Bíblia #ajoelhar #Santos #Alessandro #serpente #Venerar #acusação #Abraão #Divindade #adoração #Jesus
- Revelações do arquivo secreto vaticano: templários não foram hereges
Ainda que tenham se corrompido, o processo foi manipulado pelo rei da França CASTEL GANDOLFO, sexta-feira, 22 de agosto de 2008 (ZENIT.org).- Os documentos originais do processo contra os templários, encontrados no Arquivo Secreto do Vaticano, demonstra que foram infundadas as acusações de heresia, ainda que constatem que eles viveram um processo de degradação, revelou «L’Osservatore Romano». O jornal da Santa Sé publicou em 21 de agosto um artigo de Bárbara Frale, pesquisadora da Biblioteca Vaticana e autora de vários livros sobre o tema, no qual enfoca a ordem militar mais poderosa da Idade Média. Em sua origem, os templários eram um grupo de voluntários que vivia no Santo Sepulcro, em Jerusalém, oferecendo suas capacidades como guerreiros para defender os peregrinos que viajavam para a Terra Santa. Graças à mediação de São Bernardo de Claraval, o Papa Honório II aprovou a fundação da Ordem Templária no Concílio de Troyes de 1129. «Em 50 anos, o Templo se converteu em uma espécie de rica multinacional ao serviço da cruzada», explica a autora. Apresentando a falsa acusação de heresia, o rei da França, Felipe o Belo, a ponto de falir, buscou apropriar-se dos bens da ordem. Para conseguir seu objetivo, o rei da França, em 1307, apoiou-se na Inquisição da França. «A acusação era de heresia», segundo a ordem de detenção emitida pelo rei. «Os templários praticavam em segredo ritos pagãos e haviam abandonado a fé cristã.» Segundo a pesquisadora, «graças a afortunados descobrimentos das atas conservadas no Arquivo Secreto Vaticano, hoje sabemos que a disciplina primitiva do Templo e seu espírito autêntico se haviam corrompido com o passar do tempo, caindo na decadência e deixando aberta a difusão dos maus costumes». «Mas de nenhum modo se haviam convertido em hereges e o processo foi em definitivo um meio para apropriar-se de seu patrimônio», afirma a autora do artigo. De fato, a detenção por parte de Felipe o Belo «era um ato totalmente ilegal, pois só o Papa tinha faculdade para investigar sobre uma ordem religiosa da Igreja de Roma, como era precisamente a do Templo», indica. O Papa Clemente V (Bertrand de Got, 1305-1314) foi submetido à chantagem do rei, que ameaçou começar um cisma caso não suprimisse a ordem. «O pontífice suprimiu a ordem sem pronunciar uma sentença – declara o jornal vaticano – e no Concílio de Viena de 1312 pediu que se declarasse nas atas que o processo não havia oferecido provas contrárias de heresia contra eles.» «Sobre a história dos templários ainda há verdadeiramente muito que investigar. E o estudo da espiritualidade desta antiga ordem religiosa dará à cultura contemporânea outros novos motivos de discussão», anuncia a pesquisadora. #Osservatore #Hereges #Vaticana #França #Templo #acusação #Vaticano #heresia #Romano #Concílio
- Segredo de uma homilia: pregar «com muita clareza»
«Deve-se poder ouvir Deus através da fala», segundo um artigo de L’Osservatore Romano CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 19 de agosto de 2008 (ZENIT.org).- Coerência na própria vida e a brevidade e concretização na mensagem são aspectos necessários para que uma homilia atinja seu propósito de comunicar: é o conselho que propõe o sacerdote especialista em comunicação Dario Edoardo Viganò, em um artigo publicado em 13 de agosto passado em L’Osservatore Romano. O autor fala da estruturação da homilia a partir do ponto de vista comunicativo, um tema «complexo», já que «não se trata de copiar ou adotar as formas discursivas mais difundidas no panorama da mídia». Não se trata, portanto, de realizar uma classificação de tipos de homilia desde o ponto de vista meramente comunicativo, «desde as homilias ‘spot’ às homilias ‘blog’ (tipo diário), das homilias ‘chakra’ (ou narrações ‘new age’ de sugestões fortes e significados vagos)». Na práxis homilética não estão em jogo aspectos meramente instrumentais, mas «o perfil de uma comunicação que é sacramental», e na qual «se deve poder ouvir Deus que fala». «Falar da homilia, portanto, significa ser conscientes de que ela está feita de complexidade e de beleza. Ainda que tenha sido marginalizada, maltratada, às vezes complicada ou clericalizada, ou às vezes sugestiva e acertada, a homilia representa um verdadeiro eixo essencial e irrenunciável da liturgia.» Viganò explica que a homilia é, antes de tudo, um jogo comunicativo de «complexidade fascinante» e ao mesmo tempo de «cativante excentricidade», sobre o qual seria excessivamente redutivo aplicar a típica tipologia da linguagem. «Não faltam estudos empenhados em desenvolver algo sistemático, quase uma metodologia da homilia», acrescenta. «Existem há muito tempo os dicionários de homilética, textos que sugerem métodos de preparação a partir de diferentes modelos de homilias, inclusive esquemas já preparados.» Apesar disso, não existe, segundo Viganò, um «modelo» de homilia, mas «o jogo da homilia deve ser concebido como a escuta comum e compartilhada da Revelação que chega através da Palavra e da história». «Ainda mais, trata-se de uma grande ocasião de recompor e reconhecer a memória, as identidades pessoais e coletivas e, por outro lado, de orientar os projetos e percursos de ação social.» Alguns conselhos Apesar dessa complexidade, Viganò assinala dois aspectos importantes para que a homilia alcance seu propósito comunicativo: a coerência de vida do pregador e a brevidade e concretização da mensagem. Tomando uma frase de São Bernardino de Sena, padroeiro dos publicitários, Viganò insiste em que a chave está na clareza da homilia: «Que o pregador fale com muita, muita clareza, para que quem escuta fique contente e iluminado, e não deslumbrado». Com relação à coerência, o autor recorda uma frase do filósofo Soren Kierkegaard, que advertia que «a diferença entre um pastor e um ator é precisamente o momento existencial; que o pastor seja pobre quando prega a pobreza, que seja escarnecido quando exorta a suportar o escárnio. Enquanto o ator tem a tarefa de enganar eliminando o momento existencial, o pregador tem precisamente o dever, no sentido mais profundo, de pregar com sua própria vida». Sobre a brevidade, Viganò explica que se trata de evitar tanto as «homilias inexistentes» como as «homilias sem fim». «São Francisco exortava seus frades a que na pregação usassem palavras ponderadas e castas, para utilidade e edificação do povo, anunciando aos fiéis os vícios e as virtudes, a pena e a glória, com discurso breve, porque o Senhor disse na terra palavras breves.» O sacerdote Dario Edoardo Viganò é diretor da revista especializada em cinema Il Cinematografo, presidente do Ente dello spettacolo, fundação italiana dedicada ao cinema, e presidente do Instituto Pontifício Redemptor Hominis, da Universidade Pontifícia Lateranense. #Cristo #Cinema #complexidade #Evangelho #comunicação #Pregador #Deus #Senhor #Osservatore #Homilia #pregar #sacerdote #Jesus #Romano
- Bento XVI exorta a superar racismo e toda divisão entre os seres humanos
ACI).- Este meio-dia milhares de fiéis e peregrinos chegaranm até Castel Gandolfo para rezar o Ângelus dominical com o Papa Bento XVI, quem ao introduzir a oração Mariana exortou aos presentes a trabalhar porque a sociedade supere todo racismo, intolerância e exclusão no respeito da dignidade humana. O Santo Padre animou logo a lembrar a “grande responsabilidade da comunidade eclesiástica, chamada a ser um lar para todos, sinal e instrumento de comunhão para toda a família humana”. “Que importante é, sobre tudo em nossos tempos, que toda comunidade cristã aprofunde cada vez mais esta consciência, para poder assim também ajudar à sociedade civil a superar toda possível tentação de racismo, de intolerância e de exclusão, e a organizar-se com opções respeitosas da dignidade de cada ser humano”, continuou. O Pontífice fez notar que “infelizmente em diversos países se registram novas manifestações preocupantes de este, vinculadas freqüentemente a problemas sociais e econômicos, que não podem justificar o desprezo e a discriminação racial. Oramos para que em todo lugar cresça o respeito por cada pessoa, junto à consciência responsável por que somente na acolhida recíproca de todos é possível construir um mundo assinado por uma justiça autêntica e paz verdadeira”. Responsabilidade de condutores Seguidamente o Papa chamou a atenção sobre os “numerosos e graves acidentes automobilísticos” que ocorrem cada vez com mais freqüência nas estradas do mundo, ressaltando em primeiro lugar que “não devemos nos acostumar a esta triste realidade. Muito precioso é, em efeito, o bem da vida humana e muito indigno do homem é morrer ou encontrar-se inválido por causas que, na maior parte dos casos, poderiam-se evitar”. “É necessário –continuou– um maior sentido de responsabilidade. Acima de tudo por parte dos automobilistas, porque os acidentes se devem freqüentemente ao excesso de velocidade e aos comportamentos imprudentes. Conduzir um veículo pelas vias públicas requer de sentido moral e sentido cívico. Para promocionar este último é indispensável o trabalho constante de prevenção, vigilância e repressão por parte das autoridades competentes”. Depois de ter exortado aos cristãos a fazer “um exame de consciência pessoal sobre a própria conduta de automobilistas” e pedir que “as comunidades eduquem deste modo a todos a considerar o dirigir um carro como um campo onde defender a vida e exercitar concretamente o amor do próximo”, Bento XVI iniciou a reza do Ângelus e terminado este saudou os peregrinos em diversas línguas. #acolhida #PapaBentoXVI #dignidade #eclesiástica #consciência #família #Santo #Gandolfo #sociedade #pontífice #comunidade #mariana #tentação #divisão #responsabilidade #Amor #intolerância #Castel
- Carta a um fundamentalista
Por Steve Ray Tradução: Carlos Martins Nabeto Fonte: Veritatis Splendor Jesus foi judeu. Este fato escapa de alguns leitores ocasionais do Novo Testamento. No entanto, é crucial para entender Jesus e o Livro que foi escrito sobre Ele: a Bíblia. Infelizmente, estamos muito distantes do tempo da antiga cultura e vida de Israel; e, conseqüentemente, de Jesus, o Messias judeu. Permita-me fazer algumas perguntas. Você nasceu e foi criado em Israel? Você estudou a Torah com os rabinos desde a infância? Você atravessou as colinas pedregosas e os caminhos poeirentos para celebrar as festas de guarda em Jerusalém? Você fala hebraico, aramaico e grego? Não encontrei muitos em minha paróquia católica que cumprem estes requisitos. Sem este mínimo de informação estaremos em desvantagem quando estudarmos a Palavra de Deus segundo se encontra na Bíblia. Quando abrimos as páginas da Bíblia em nosso idioma, nos encontramos diante de um livro judaico! As cenas se desenvolvem ao redor de Israel e a adoração de Javé. Com apenas uma única exceção, os quarenta e tantos escritores da Bíblia foram judeus; e a exceção foi muito provavelmente um prosélito judeu (sabe quem é o único autor não-judeu da Bíblia? Darei algumas pistas: era médico, um dos colaboradores de São Paulo e escreveu a primeira História da Igreja). A questão é: Como podemos entender a Bíblia e os ensinamentos que giram em torno de Nosso Senhor Jesus e a salvação sem compreender seu povo, sua cultura e sua identidade judaica? David H. Stern, um judeu-messiânico, escreve: “A morte substituitória do Messias tem suas raízes no sistema sacrificial judaico; a Ceia do Senhor tem suas raízes na Páscoa tradicional judaica; o batismo é uma prática judaica; de fato, em sua totalidade o Novo Testamento encontra-se construído sobre a Bíblia hebraica com suas profecias e sua promessa de uma Nova Aliança. De tal maneira que o Novo Testamento sem o Antigo é tão impossível quanto o segundo andar de uma casa sem o seu primeiro andar. Ainda mais: muito do que está escrito no Novo Testamento é incompreensível quando separado do Judaísmo” (“Restoring the Jewishness of the Gospel”. Jerusalem: Jewish New Testament Publications, 1998, p.62). Ainda que um cético ignorasse a importância dos judeus no plano de Deus para a salvação, o que seria ridículo, isso não mudaria o fato de que a Bíblia é judaica e que o Cristianismo brota de raízes puramente judaicas. O estudo da Bíblia se vivifica quando a brisa fresca do entendimento do judaico sopra sobre as suas páginas. Quando se lê um bom livro, é difícil beneficiar-se de sua leitura se não nos submergimos no ambiente e no espírito do “relato”. Enquanto lêem “E o vento levou…”, os leitores tiram proveito de sua imersão na história, adentrando na cultura e ambiente que rodeia os protagonistas. Ninguém começa a ler o romance a partir do meio porque, se fizer isto, ficará privado da base assentada pelo início do relato, tornando impossível a apreciação do cenário, da trama, do tom e das personagens. O mesmo ocorre quando o Novo Testamento é lido com a falta de familiaridade dos primeiros “capítulos” da história judaica de Deus, que começa vários milênios antes, nos pactos e na vida do Antigo Testamento. Tomemos um exemplo que é muito caro ao coração dos católicos. São Mateus registra uma profunda troca de palavras entre Jesus e Simão, o pescador. Jesus muda o nome deste discípulo de Simão para “Pedra”, o que na tradição judaica significa uma mudança de situação. Para nós, isto não significa muito porque somos ocidentais a mais de dois milênios de distância e não entendemos a importância que os semitas dão ao nome próprio. Entretanto, para o reduzido grupo de discípulos de Jesus, todos descendentes de Abraão, a mudança de nome tem um sentido profundo e comovedor. O próprio Abraão recebera uma mudança de nome da parte de Deus; tal mudança correspondia à ratificação da Antiga Aliança. O nome Abrão (que significa “pai”) foi alterado para Abraão (“pai das nações”), significando uma nova condição ou situação diante de Deus. A mudança do nome de Simão é significativa. Porém, ainda mais importante é aquilo que foi mudado. Um judeu perceberia imediatamente o que a maioria dos leitores [ocidentais] não consegue notar. O nome “Pedro” é a versão portuguesa da palavra grega que significa “pedra”. Jesus falava aramaico e a palavra empregada para atribuir o novo nome a Simão foi a palavra aramaica “kefa”, que também significa “pedra”. É por isso que Simão é chamado de “Cefas” em certas passagens do Novo Testamento (p.ex. João 1,42; 1Coríntios 15,5; Gálatas 1,18). Ninguém fôra chamado “pedra” anteriormente, a não ser Deus (e Abraão). Abraão é referido como a pedra da qual os judeus saíram (Isaías 51,1). No entanto, Deus é o único a ser chamado “pedra”. Pedro agora compartilha este nome. O que pensaria um judeu ao ver que é outorgado semelhante nome a um simples homem? Na mesma passagem encontramos outro exemplo surpreendente da necessidade de se conhecer o espírito judaico da Bíblia. Encontra-se na frase de Mateus 16,19, que menciona as “chaves do Reino”. Em parte, devido à falta de conhecimento da cultura judaica, esta passagem é entendida freqüentemente da forma incompleta, reduzindo-se o conceito das “chaves do Reino” simplesmente à pregação, por parte de Pedro, durante o Pentecostes (outra palavra desconhecida fora da religião judaica), “abrindo com as chaves as portas dos céus”. Muitos protestantes cometem este erro ao tentar compreender esta passagem sem contar com o benefício de um “antecedente judaico”. O que representavam as “chaves” para os judeus que realmente ouviram a Palavra de Deus? Qual interpretação daria um judeu da imagem das chaves que o Rei Jesus entregou a Pedro? Os fariseus memorizavam grandes partes do Antigo Testamento, se é que não memorizavam todo o “Tanakh”. O judeu de conhecimento médio conhecia profundamente as Escrituras. Quando Jesus disse a Pedro que ele receberia as “chaves do Reino dos céus”, os judeus imediatamente recordariam Isaías 22 e o despacho monárquico do Mordomo Real que administrava a casa do Rei. Leia você mesmo a Isaías 22 e pense no cargo do Mordomo Real “da casa” do reino de Davi. Para aqueles judeus que creriam logo da primeira vez em Yeshua, o Messias que logo se sentaria no Trono do Pai Davi e receberia um reino eterno (Daniel 7,13-14; Lucas 1,26-33), estas eram palavras de grande profundidade. Quando fosse entronizado o novo Rei, os súditos judeus não esperariam que o Rei designasse seu Administrador Real? Aleluia! A Simão foi dado [por Jesus] o nome de Pedra, o nome israelita que implicava o poder de Deus, e a ele são confiadas também as chaves do Mordomo Real, para governar o império do Rei Jesus. Ah! Os Judeus compreenderam! E o que podemos dizer dos homens e mulheres do século XX/XXI? Isto não deveria nos dissuadir de ler a Bíblia; pelo contrário, nos deveria estimular a melhorar o nosso conhecimento das Escrituras, seus antecedentes e o mundo do povo judeu. A Igreja cresce a partir da raiz judaica; a Igreja e as Escrituras são judaicas. Que o Deus de Abraão, de Isaac e de Jacó nos ilumine e nos faça amar a Palavra de Deus tal como está nas Escrituras e na Sagrada Tradição da Igreja. —– Observações: [1] Durante o holocausto nazista, para demonstrar sua solidariedade com os judeus, o Papa Pio XII relacionou a fé católica com a fé de “nosso Pai” e em um discurso declarou enfaticamente: “Espiritualmente somos semitas”. A expressão do Papa Pio XII de que “todos nós somos semitas em espírito” tem conotações muito mais profundas do que alguém normalmente possa pensar. Repito: tudo o que existe nas fundamentais, permanentes e constitutivas instituições da Igreja é de origem judaica. Assim como o “Apóstolo” cristão provém diretamente do judaico “Shaliah”, o “Bispo” cristão é herdeiro do “Meqaber” de Qumran e do sumo-sacerdote de Jerusalém. O “Presbítero” cristão se origina do “Presbítero” (Ancião) judaico. O “Diácono” cristão, no “Levita” e “Hyperetes” das sinagogas. Até mesmo o “Leigo” cristão tem fundamento no “sacerdócio” aarônico (Louis Bouyer, The Church of God. Electronic Media: Welcome to the Catholic Church, produzido por Harmony Media, Inc., 1996). [2] “Porque eu mesmo poderia desejar ser anátema de Cristo, por amor de meus irmãos, que são meus parentes segundo a carne; Que são israelitas, dos quais é a adoção de filhos, e a glória, e as alianças, e a lei, e o culto, e as promessas; Dos quais são os pais, e dos quais é Cristo segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito eternamente. Amém” (Romanos 9,3-5). [3] “O Novo Testamento tem que ser lido à luz do Antigo [Testamento]. A catequese dos primeiros cristãos empregava de forma permanente o Antigo Testamento. Como expressa um antigo dito, ‘o Novo Testamento jaz oculto no Antigo Testamento e este se revela no Novo'” (Catecismo da Igreja Católica §129). —– Bibliografia: 1. Jewish New Testament Commentary, David H. Stern. Clarksville, Maryland: Jewish New Testament Publ. 1992. 2. The IVP Bible Background Commentary: New Testament, Craig Keener. Downer’s Grove, Illinois, InterVarsity Press, 1993. 3. Christianity is Jewish, Edith Schaeffer. Wheaton, Illinois: Tyndale House, Publ. 1981. 4. Ancient Israel: It’s Life and Institutions, Fr. Roland De Vaux. Grand Rapids, Michigan, William B. Eerdmans Publishing Co.). 5. Daily Life in the Times of Jesus, Henri Daniel-Rops. New York: Hawthorn Books, 1962. 6. Commentary on the New Testament from the Talmud and Hebraica, em quatro volumes, John Lightfoot. Peabody, Massachusetts: Hendrickson Publ. 1995. #salvação #Cefas #livro #bibliasagrada #aramaico #Deus #Testamento #Senhor #história #ChavesdoReino #bíbliavivaonline #Kepha #antigo #Aliança #importância #Petra #antiga #lithos #Messias #Papa #Simão #Bíblia #Petros #judaico #NovoTestamento #Judaica #Abraão #judeu #Amor #adoração #Jesus #Pedra #Palavra
- O espírito de Samuel que Saul evocou
Por Anônimo Fonte: Veritatis Splendor “Ora, Samuel tinha morrido e todo Israel o tinha pranteado. Então os filisteus se reuniram e avançaram. Mas quando Saul avistou os filisteus, foi tomado de medo e seu coração tremeu.Saul consultou ao Senhor, mas ele não lhe deu resposta nem por sonhos nem pela sorte e tampouco através dos profetas. Então Saul ordenou aos seus servos: Procurai-me uma mulher entendida em evocar os mortos, pois quero ir a ela e consultá-la.Saul se pôs a caminho com dois homens. Chegaram à casa da mulher de noite. Então ele disse: Por favor, adivinha para mim por meio da necromancia e evoca-me aquele que eu te disser!Então a mulher perguntou: A quem devo evocar? E ele respondeu: Evoca-me a Samuel. Vamos, o que estás vendo? A mulher respondeu a Saul: Estou vendo um deus subindo das profundezas da terra. Ele lhe disse: Qual é a sua aparência? Ela respondeu: É um homem velho que está subindo, envolto num manto. Então Saul reconheceu que era realmente Samuel e caiu com o rosto por terra, prostrando-se para ele.Samuel, porém, disse a Saul: Por que perturbas o meu repouso, evocando-me? Saul respondeu: Vejo-me numa situação desesperada: é que os filisteus me fazem guerra e Deus se retirou de mim, não me tendo respondido nem por boca dos profetas nem por sonhos. Por isso te chamei, para me indicares o que devo fazer.Samuel replicou: Por que ainda me consultas, quando o Senhor se retirou de ti, tornando-se teu adversário? O Senhor cumpriu o que tinha falado por meu intermédio. O Senhor arrancou da tua mão a realeza e a deu ao teu companheiro Davi. Já que não obedeceste ao Senhor e não levaste a cabo a sua cólera ardente contra Amalec, por isso o Senhor hoje te fez isto. O Senhor entregará contigo também a Israel nas mãos dos filisteus, e amanhã tu e teus filhos estareis comigo. O Senhor entregará nas mãos dos filisteus também o exército de Israel.Ao ouvir isto, Saul caiu como fulminado, estatelando-se no chão. É que estava profundamente apavorado com as palavras de Samuel.” (Trechos de 1Sm 28) * * * * * Vemos o Rei Saul inquieto e em grande temor diante do exército dos filisteus, que marchava contra Israel. Ele busca orientação de Deus quanto a estratégia de guerra a usar, mas o Senhor nada responde. Saul, desesperado, busca então uma médium em Endor, para saber o que fazer. A Bíblia narra que Saul pediu para a mulher evocar Samuel, que já havia morrido. Aparecendo, poderia ter-se a falsa impressão que foi Samuel quem se comunicou com Saul. Porém, observe alguns detalhes nesta passagem: Saul não viu nada. A necromante primeiro “viu” um “deus” e depois “viu” um ancião. E Saul deduziu, concluiu, teve uma interpretação subjetiva de que era Samuel. O “espírito” que simulou ser o espírito de Samuel cometeu uma série de erros em suas previsões: Disse que no dia seguinte Saul estaria morto. Saul não morreu no dia seguinte à consulta da necromante, mas vários dias depois (só nas passagens de 1Sm 30,13.17 e 31,1-6, temos 5 dias); Disse que Saul seria entregue nas mãos dos filisteus. Só que Saul se suicidou e foi cremado pelo seu povo. Os filisteus não prenderam, amarraram, mataram, nem enterraram Saul; Disse também que os filhos de Saul seriam mortos e também aí mentiu. Em 2Sm 2,10 vemos o seu filho Isbosete vivo. Em 2Sm 21,8 vemos mais dois de seus filhos vivos: Armoni e Mifiboset. Será que este “espírito de Samuel” mentia? Teria o profeta se pervertido após a morte? A Bíblia diz, em 1Cr 10,13-14, que Saul morreu “porque consultara uma necromante e não o Senhor”. Ora, se Deus permitisse que Samuel se comunicasse com Saul, por que teria ele feito isso com Saul? Ou Deus foi incoerente ou quem se comunicou com Saul não foi Samuel e sim um espírito maligno. Este texto é claro em colocar a situação de escolha: ou você consulta a necromante ou consulta o Senhor. “Não vos dirijais aos espíritas nem aos adivinhos: não os consulteis, para que não sejais contaminados por eles” (Lv 19,31). O contato com os espíritos malignos pode gerar sérios problemas físicos e espirituais: resistência às coisas de Deus; incredulidade; pensamentos, sonhos e desejos de morte, dificuldade de crescimento; doenças sem explicações médicas; desequilíbrios emocionais e psíquicos; perturbações mentais e nervosas; resistência e aversão à fé cristã e às coisas sagradas; morte física, espiritual e eterna. #espiritismo #problemas #Deus #profeta #Senhor #adivinhos #pecado #Espírito #Bíblia #mentiras #morte
- O Papa a católicos da América: O serviço mais importante é o anúncio de Jesus Cristo
ACI).- O Papa Bento XVI enviou uma mensagem ao III Congresso Americano Missionário (CAM 3) que se celebra nesta cidade e lembrou aos católicos que “o serviço mais importante que podemos brindar aos nossos irmãos é o anúncio claro e humilde de Jesus Cristo, que veio a este mundo para que tenhamos vida e a tenhamos em abundância”. “Diante das dificuldades de um ambiente às vezes hostil, da escassez de resultados imediatos e espetaculares ou frente à insuficiência de médios humanos, convido-os a não deixar-se vencer pelo medo, nem se abater pelo desânimo ou arrastar pela inércia”, indicou o Papa. Do mesmo modo, lembrou que “a hora presente é uma ocasião providencial para que, com simplicidade, limpeza de coração e fidelidade, voltemos a escutar como Cristo nos lembra que não somos servos, senão seus amigos”. “Ele nos instrui para que permaneçamos em seu amor sem nos amoldar aos ditados deste mundo. Não sejamos surdos à sua Palavra. Dele aprendamos. Imitemos seu estilo de vida. Sejamos semeadores de sua Palavra. Deste modo, com toda nossa vida, com a alegria de nos experimentar amados por Jesus, a quem podemos chamar irmão, seremos instrumentos válidos para que Ele siga atraindo a todos com a misericórdia que brota de sua Cruz”, adicionou. Bento XVI alentou aos católicos “a compartilhar com outros este tesouro, pois não há riqueza maior do que gozar da amizade de Cristo e caminhar ao seu lado. Vale a pena consagrar a este formoso trabalho nossas melhores energias, sabendo que a graça divina nos precede, sustenta e acompanha em sua realização”. “Encontrem, pois, na oração perseverante, na meditação fervorosa da Palavra de Deus, na obediência ao Magistério da Igreja, na digna celebração dos Sacramentos e no testemunho da caridade fraterna a força necessária para identificar-se com os sentimentos de Cristo e assim ser seus discípulos com coerência e generosidade, proclamando com o próprios exemplo que Cristo é o Filho de Deus, o Redentor do homem e a rocha firme onde cimentar a nossa existência”, indicou. O Santo Padre alentou aos católicos do continente a sentir “o consolo de Cristo e ofereçam o bálsamo de seu amor aos aflitos, aos que andam aflitos pela dor ou ficaram feridos pela frieza do indiferentismo ou pelo flagelo da corrupção. Estes desafios exigem superar o individualismo e o isolamento e reclamam robustecer o sentido de pertença eclesiástica e a colaboração leal com os Pastores, com o fim de formar comunidades cristãs de oração, concordes, fraternas e missionárias”. O CAM 3 começou ontem, 12 de agosto, na cidade de Quito com a participação de mais de três mil delegados. Concluirá este domingo 17 de agosto com o solene início da grande “Missão continental”, que conforme explicou o Papa harmonizará “esforços pastorais e iniciativas evangelizadoras, as distintas Igrejas particulares na América Latina e o Caribe vão intensificar suas tarefas, para que o Senhor seja cada dia mais conhecido, amado, seguido e louvado nessas benditas terras”. #PapaBentoXVI #Deus #JesusCristo #Senhor #américalatina #anúncio #Papa #oração #amado #Congresso #Amor #alegria #abundância #Jesus #América #mensagem #Palavra
- "Quem reza não perde nunca a esperança", lembra Bento XVI
ACI).- O Papa Bento XVI destacou que “quem reza não perde nunca a esperança, ainda quando chegasse a encontrar-se em situações difíceis e inclusive humanamente desesperadas. Isto nos ensinam as Sagrada Escritura e isto testemunha a história da Igreja“, durante a Audiência Geral de hoje. No Palácio Apostólico de sua Residência de Castel Gandolfo, aonde não se celebravam audiências gerais faz 30 anos, o Santo Padre retomou esta habitual atividade das quartas-feiras. Ao dirigir-se aos milhares de peregrinos presentes agradeceu a todos aqueles que o acolheram nos dias recentes na localidade de Bressanone aonde passou alguns dias de descanso. O Pontífice destacou que nesses dias “foram muitíssimos os que me escreveram me pedindo rezar por eles. Manifestavam-me suas alegrias, suas preocupações, seus projetos de vida, assim como seus problemas familiares e de trabalho, suas esperanças que levam no coração, junto às angústias relacionadas com as incertezas que a humanidade vive neste momento”. “Posso assegurar que para todos e cada um tenho uma lembrança, especialmente na cotidiana celebração da Santa Missa e na reza do Santo Rosário. Sei bem que o primeiro serviço que posso dar à Igreja e a humanidade é o da oração, porque rezando ponho nas mãos do Senhor com confiança o ministério que Ele mesmo me confiou, junto à sorte de toda a comunidade eclesiástica e civil”, explicou logo. Seguidamente se referiu ao exemplo de oração esperançada e confiada de dois Santos cuja memória se celebra em 9 e em 14 de agosto, respectivamente: Santa Teresa Benedita da Cruz, judia convertida ao catolicismo e cujo nome originalmente foi Edith Stein; e São Maximiliano Maria Kolbe; ambos assassinados no campo de concentração de Auschwitz. “Aparentemente suas vidas poderiam ser consideradas como uma derrota, mas é justamente em seu martírio que resplandece o fulgor do amor que vence às trevas do egoísmo e do ódio”, disse. Depois de lembrar que Edith Stein foi assassinada em 6 de agosto de 1942, o Papa destacou que “a oração foi o segredo desta Santa Co-padroeira da Europa”. Ao referir-se logo a São Maximiliano Kolbe, o Pontífice indicou que “do amor foi a heróica prova o generoso oferecimento que ele mesmo fez de si ao trocar-se por um companheiro da prisão, oferecimento culminado na morte no bunker da fome em 14 de agosto de 1941”. “‘Ave Maria!’: foi a última invocação dos lábios de São Maximiliano Maria Kolbe enquanto sustentava o braço de quem o matava com uma injeção de ácido fénico. É comovente constatar como o recurso humilde e fiel à Virgem é sempre fonte de valor e serenidade”. Finalmente, Bento XVI alentou a que “enquanto nos preparamos a celebrar a Solenidade da Assunção, que é uma das festividades marianas mais queridas da tradição cristã, renovamos nossa confiança a quem do Céu cuida de nós com amor materno em todo momento. Isto é o que de fato dizemos na familiar oração do Ave Maria, lhe pedindo rezar por nós ‘agora e na hora de nossa morte'”. #PapaBentoXVI #Escritura #Maria #Rezar #história #testemunha #Confiança #reza #esperança #oração #pontífice #Igreja #Amor #orar
- O Papa chama a encontrar-se com Deus no silêncio interior
ACI).- Este meio-dia milhares de fiéis e peregrinos assistiram na Piazza do Duomo de Bressanone para rezar o Ângelus dominical com o Papa Bento XVI, quem introduzindo a oração Mariana recordou que a verdadeira renovação de todo ser humano se dá plenamente na relação com Deus. Depois de anunciar que na segunda-feira deixará a pequena cidade de Bressanone para dirigir-se a Castelgandolfo, o Santo Padre manifestou sua “gratidão ao Senhor que me concedeu este descanso, renovador tanto para o físico como para o espírito” e agradeceu também a todos aqueles que “se tornaram instrumentos laboriosos da Providência divina”. O Pontífice descreveu seu descanso como “o melhor que corresponde a um ministro de Deus” e citou algumas características: “me dedicando à oração, à leitura e à meditação, sem a urgência das cotidianas urgências pastorais… que certamente não esqueci senão, por assim dizer, filtrei mediante um sadio desapego que ajuda a restabelecer as justas proporções: reconhecer que o Senhor é Deus e nós somos somente seus humildes colaboradores pelo serviço da Igreja e pelo bem da humanidade”. Bento XVI compartilhou com os presentes uma reflexão em torno de sua experiência na recente Jornada Mundial da Juventude: “…os jovens foram um sinal de alegria autêntica, às vezes ruidosa entretanto sempre pacífica e positiva. Embora eram muitíssimos, nunca causaram confusões nem fizeram mal a ninguém. Para estar alegres não tiveram a necessidade de recorrer a modos grosseiros e violentos, ao álcool e estupefacientes. Neles estava presente a alegria de reunir-se e de descobrir juntos um mundo novo. Como não fazer uma comparação com seus coetâneos que, em busca de falsas evasões, consomem experiências degradantes que desembocam não raramente em dramáticas tragédias? Este é um típico produto da chamada ‘sociedade do conforto’ que para encher um vazio interior e sem sentido que o acompanha, induz a provar experiências novas, mais emocionantes, mais ‘extremas’”. Seguidamente alertou do risco que correm as férias de “dissipar-se em um vão perseguir ilusões de prazer. Mas desta forma o espírito não descansa, o coração não encontra nem alegria nem paz, porém termina por ficar mais cansado e triste que antes. Referi aos jovens porque são os mais sedentos de vida e de experiências novas e por isso os que correm maior perigo”. “A reflexão vale para todos: a pessoa humana se regenera verdadeiramente e somente na relação com Deus, e Deus se encontra aprendendo a escutar sua voz no interior e no silêncio”, concluiu o Papa. Seguidamente rezou o Ângelus, saudou os presentes em diversas línguas e deu sua Bênção Apostólica. #anunciar #Deus #Senhor #silêncio #Papa #oração #reflexão #mariana #Vaticano #alegria #Piazza #Castelgandolfo #Renovação #gratidão
- Apóstolo São Paulo
Por Papa Bento XVI Fonte: Vaticano Caros irmãos e irmãs Hoje gostaria de começar um novo ciclo de Catequeses, dedicado ao grande Apóstolo São Paulo. A ele, como sabeis, é consagrado este ano, que iniciou na festa litúrgica dos Santos Pedro e Paulo de 29 de Junho de 2008 e terminará com a mesma festa em 2009. O Apóstolo Paulo, figura excelsa e quase inimitável, mas de qualquer maneira estimulante, está diante de nós como exemplo de total dedicação ao Senhor e à sua Igreja, bem como de grande abertura à humanidade e às suas culturas. Portanto, é justo que lhe reservemos um lugar especial, não só na nossa veneração, mas também no esforço de compreender aquilo que ele tem para nos dizer, a nós cristãos de hoje. Neste nosso primeiro encontro, queremos deter-nos para considerar o ambiente em que se encontrou a viver e a agir. Um tema deste género pareceria levar-nos para longe do nosso tempo, visto que devemos inserir-nos no mundo de há dois mil anos. E todavia isto só é verdade aparentemente e, de qualquer forma apenas de modo parcial, porque poderemos constatar que, sob vários aspectos, o contexto sociocultural de hoje não se diferencia muito do de então. Um factor primário e fundamental que se deve ter presente é constituído pela relação entre o ambiente em que Paulo nasce e se desenvolve, e o contexto global em que sucessivamente se insere. Ele vem de uma cultura bem específica a circunscrita, certamente minoritária, que é a do povo de Israel e da sua tradição. No mundo antigo e nomeadamente no âmbito do Império Romano, como nos ensinam os estudiosos da matéria, os judeus deviam representar cerca de 10% da população total; depois em Roma, por volta dos meados do século I o seu número era ainda menor, alcançando ao máximo 3% dos habitantes da cidade. Os seus credos e o seu estilo de vida, como acontece também hoje, distinguiam-nos claramente do ambiente circunstante; e isto podia ter dois resultados: ou a ridicularização, que podia levar à intolerância, ou então a admiração, que se exprimia de várias formas de simpatia, como no caso dos “tementes a Deus” ou dos “prosélitos”, pagãos que se associavam à sinagoga e partilhavam a fé no Deus de Israel. Como exemplos concretos desta dupla atitude podemos citar, por um lado, o juízo pungente de um orador como Cícero, que desprezava a sua religião e até a cidade de Jerusalém (cf. Pro Flacco, 66-69) e, por outro, a atitude da esposa de Nero, Popeia, que é recordada por Flávio Josefo como “simpatizante” dos judeus (cf. Antiguidades judaicas 20, 195.252; Vita 16), sem mencionar que já Júlio César lhes tinha oficialmente reconhecido alguns direitos particulares que nos foram legados pelo mencionado historiador judeu Flávio Josefo (cf. ibid., 14, 200-216). Sem dúvida, o número de judeus, como de resto acontece ainda hoje, era muito maior fora da terra de Israel, ou seja na diáspora, do que no território que os outros chamavam Palestina. Portanto, não admira que o próprio Paulo tenha sido objecto da dupla e contrastante avaliação de que falei. Uma coisa é segura: o particularismo da cultura e da religião judaica encontra tranquilamente lugar no interior de uma instituição tão omnipresente como era o império romano. Mais difícil e sofrida foi a posição do grupo daqueles, judeus ou gentios, que aderiram com fé à pessoa de Jesus de Nazaré, na medida em que se distinguiram quer do judaísmo quer do paganismo imperante. De qualquer forma, dois factores favoreceram o compromisso de Paulo. O primeiro foi a cultura grega, ou melhor helenista, que depois de Alexandre Magno se tinha tornado património comum pelo menos do Mediterrâneo oriental e do Médio Oriente, mesmo que tenha integrado em si muitos elementos das culturas de povos tradicionalmente considerados bárbaros. Um escritor dessa época afirma, a este propósito, que Alexandre “ordenou que todos considerassem como pátria toda a ecumene… e que o Grego e o Bárbaro já não se distinguissem” (Plutarco, De Alexandri Magni fortuna aut virtute 6.8). O segundo factor foi a estrutura político-administrativa do império romano, que garantia paz e estabilidade desde a Britânia até ao Egipto meridional, unificando um território de dimensões nunca vistas. Neste espaço podia-se mover com suficiente liberdade e segurança, usufruindo entre outras coisas de um sistema rodoviário extraordinário, e encontrando em cada ponto de chegada características culturais de base que, sem prejudicar os valores locais, representavam contudo um tecido comum de unificação super partes, a tal ponto que o filósofo judeu Filone Alexandrino, contemporâneo do próprio Paulo, elogia o imperador Augusto, porque “compôs em harmonia todos os povos selvagens… tornando-se guardião da paz” (Legatio ad Caium 146-147). A visão universalista típica da personalidade de São Paulo, pelo menos do Paulo cristão sucessivo ao acontecimento do caminho de Damasco, deve certamente o seu impulso básico à fé em Jesus Cristo, enquanto a figura do Ressuscitado se situa além de qualquer limite particularista; com efeito, para o Apóstolo “já não há judeu nem grego; não há servo nem livre, não há homem nem mulher, pois todos vós sois um só em Cristo” (Gl 3, 28). Todavia, também a situação histórico-cultural do seu tempo e do seu ambiente não deixou de influenciar as escolhas e o seu compromisso. Alguém definiu Paulo “homem de três culturas”, tendo em consideração a sua matriz judaica, a sua língua grega e a sua prerrogativa de “civis romanus”, como atesta também o nome de origem latina. Há que recordar de modo especial a filosofia estóica, que na época de Paulo era predominante e que influiu, embora em medida marginal, também sobre o cristianismo. A este propósito, não podemos deixar de mencionar alguns nomes de filósofos estóicos, como os iniciadores Zenão e Cleante, e depois os que cronologicamente estão mais próximos de Paulo, como Séneca, Musónio e Epicteto: neles encontram-se elevadíssimos valores de humanidade e de sabedoria, que naturalmente serão recebidos no cristianismo. Como escreve de modo excelente um estudioso da matéria, “a Stoa… anunciou um novo ideal, que impunha ao homem deveres em relação ao seu próximo, mas ao mesmo tempo libertava-o de todos os vínculos físicos e nacionais, e dele fazia um ser puramente espiritual” (M. Pohlenz, La Stoa, I, Florença 2 1978, págs. 565 s.). Pensemos, por exemplo, na doutrina do universo entendido como um único grande corpo harmonioso e, consequentemente, na doutrina da igualdade entre todos os homens sem distinções sociais, na equiparação pelo menos de princípio entre o homem e a mulher, e depois no ideal da frugalidade, da justa medida e do domínio de si para evitar qualquer excesso. Quando Paulo escreve aos Filipenses: “Tudo o que é verdadeiro, nobre, justo, puro, amável, honroso, virtuoso ou que de algum modo mereça louvor, é o que deveis ter em mente” (Fl 4, 8), não faz senão retomar uma concepção claramente humanista própria daquela sabedoria filosófica. Na época de São Paulo havia também uma crise da religião tradicional, pelo menos nos seus aspectos mitológicos e também cívicos. Depois que Lucrécio já um século antes, tinha polemicamente asseverado que “a religião conduziu a muitas injustiças” (De rerum natura, 1, 101), um filósofo como Séneca, indo muito além de todo o ritualismo exteriorista, ensinava que “Deus está próximo de ti, está contigo, está dentro de ti” (Cartas a Lucílio, 41, 1). Analogamente, quando Paulo se dirige a um auditório de filósofos epicureus e estóicos no Areópago de Atenas, diz textualmente que “Deus não habita em santuários feitos por mãos humanas… mas nele vivemos, nos movemos e existimos” (Act 17, 24.28). Com isto, ele certamente faz ressoar a fé judaica num Deus não representável em termos antropomórficos, mas põe-se também numa sintonia religiosa que os seus ouvintes conheciam bem. Além disso, temos que ter em conta o facto de que muitos cultos pagãos prescindiam dos templos oficiais da cidade e se realizavam em lugares particulares que favoreciam a iniciação dos adeptos. Por isso, não constituía motivo de admiração, o facto de que também as reuniões cristãs (as Ekklesíai), como nos atestam sobretudo as Cartas paulinas, se realizassem em casas particulares. De resto, nessa época ainda não existia qualquer edifício público. Portanto, as reuniões dos cristãos deviam parecer aos contemporâneos como uma simples variante desta sua prática religiosa mais íntima. De qualquer forma, as diferenças entre os cultos pagãos e o culto cristão não são de pouca monta e dizem respeito tanto à consciência identitária dos participantes como a participação comum de homens e mulheres, a celebração da “ceia do Senhor” e a leitura das Escrituras. Em conclusão, desta rápida série sobre o ambiente cultural do século I da era cristã parece claro que não é possível compreender adequadamente São Paulo sem o inserir no contexto, tanto judaico como pagão, do seu tempo. Deste modo, a sua figura adquire valor histórico e ideal, revelando partilha e ao mesmo tempo originalidade em relação ao ambiente. Mas isto vale analogamente também para o cristianismo em geral, do qual precisamente o Apóstolo Paulo constitui um paradigma de primeira ordem, do qual todos nós temos sempre muito a aprender. Esta é a finalidade do Ano Paulino: aprender de São Paulo, aprender a fé, aprender Cristo e, enfim, aprender o caminho da vida recta. #religião #Deus #apostolo #SãoPaulo #veneração #Paulo #judeu #Alexandre #Jesus #império






























