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- Características das Heresias
Fonte: Veritatis Splendor O gênio divisionista de Marcião criou uma nova doutrina pseudocristã, modificando a História Sagrada e publicando um cânon próprio das Escrituras. Isto que hoje nos parece tão familiar – depois de tantos séculos de Bíblias cerceadas, lendas negras e traduções deturpadas da Escritura – era então uma assombrosa novidade que cativou a muitos. Marcião sustentava, como muitos vieram a fazer desde então, que o Deus do Antigo Testamento era vingativo e colérico, que não podia corresponder à mansa e amorosa pessoa de Jesus. A partir de então, desenvolveu uma doutrina dualista que sustentava a existência de duas divindades, uma má (a do Antigo Testamento) e outra boa (a do Novo Testamento). Ao iniciar uma nova igreja, sempre se tropeça com este problema: o que fazer com a Igreja Católica? Marcião não podia destruir a Igreja de Cristo, porém, podia desqualificá-la. Para isso, teve uma idéia que para nós parece bem desgastada, mas que era muito original naquela época: usar as Escrituras para impugnar a veracidade da doutrina católica. O problema de usar essa estratégia é que as Escrituras do Antigo Testamento – inspiradas por um “deus mau”, segundo Marcião – ofereciam amplo e suficiente testemunho da futura vinda de Jesus. Essa “pequena” inconsistência não foi grande problema para o líder herege, que declarou nulo todo o Antigo Testamento. Ao fazer isto, Marcião estabeleceu outro grande princípio, que quase todo movimento herético seguiria no futuro: eliminar as partes da Bíblia que não convenham à nova doutrina enquanto que, ao mesmo tempo, se exalta a Escritura (modificada) como a autoridade sobre a qual o novo grupo eclesial é fundado. Recordemos que Marcião apareceu no cenário cristã menos de cinco décadas depois de ter falecido o último Apóstolo de Cristo. A Igreja de então suportava frequentes perseguições, algumas locais e outras mais estendidas. Os Evangelhos e os demais escritos cristãos circulavam sem que houvesse um cânon definido e universal. A Bíblia da Igreja Católica desses anos era a versão dos LXX (ou Septuaginta Alexandrina), que consistia basicamente dos livros que hoje encontramos no Antigo Testamento da Bíblia Católica. As razões para a ausência de um cânon cristão eram várias, principalmente as constantes perseguições que tornavam impossível aos bispos se reunirem em sínodos gerais, os quais seriam muito perigosos por razões óbvias. Passariam-se quase três séculos até que se apagassem as perseguições imperiais e os bispos pudessem se reunir livremente para considerar quais escritos deveriam ser aprovados para sua inclusão no Novo Testamento. Uma das boas coisas que ocorreu por consequência da heresia marcionita foi justamente isto: a Igreja Católica tomou consciência da importância de possuir uma lista ordenada de escritos cristãos autorizados. Antes que a Igreja pudesse produzir tal lista, Marcião criou um “evangelho” de sua própria lavra. Nele declarava que o invisível, indescritível e benévolo Deus (aoratos akatanomastos agathos theos) teria se apresentado entre os judeus pregando no dia de sábado. O pseudo-evangelho de Marcião era uma versão modificada do Evangelho de Lucas, editado para apoiar as doutrinas dualistas do fundador da seita. A esta altura, encontramos no movimento marcionista as características que logo se repetem nas heresias surgidas posteriormente: 1. A base da doutrina é um texto – a Escritura – e não o Depósito da Fé recebido por toda a comunidade, como na Igreja Católica. 2. O texto da Escritura é alterado ou redigido para afirmar as doutrinas do novo grupo, criando assim uma nova e distinta tradição. O oposto ocorre na Igreja Católica, que preserva cuidadosamente e exalta o papel da Escritura dentro do contexto da Sagrada Tradição. 3. Altera-se o contexto histórico ou até a própria História. Isto é feito com o duplo sentido de afirmar a própria doutrina e, ao mesmo tempo, impugnar a Igreja Católica, acusando-a de ser ela quem “conta a História à sua maneira”. Curiosamente, estas acusações tão imaturas imprimiram na Igreja o costume de documentar o desenvolvimento da sua própria doutrina na História. Na Igreja Católica a História, as Escrituras e a Doutrina da Igreja devem estar obrigatoriamente de acordo, sempre sem deixar espaço para dúvidas. É por isso que sabemos com certeza que hoje cremos na mesma fé declarada por Cristo e pelos Apóstolos. Consequentemente, um dos testemunhos mais fortes que pode ser oferecido em favor do Catolicismo é a sua consistência e coerência durante vinte [e um] séculos de História. O mesmo não ocorreu com os marcionitas, que se dividiram em diversas seitas e, de uma espécie de puritanismo original, logo passaram para o Gnosticismo e, depois, para o Maniqueísmo, movimento que acabou absorvendo o Marcionismo por completo. Disto podemos deduzir uma quarta característica das heresias: sua instabilidade. 4. A instabilidade doutrinária e sua consequência (as divisões sectárias), identificam todas as heresias. Seguindo o ditado de “quem com o ferro mata, pelo ferro morrerá”, os criadores de divisões na Igreja logo recebem na própria carne o seu amargo remédio. Podemos afirmar, sem medo de errar, que todos os movimentos dissidentes do Cristianismo que se afastaram da Igreja Católica possuem estas quatro características em menor ou maior grau. Quando Cristo pregou a parábola da videira, disse assim: “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador. Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto. Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado. Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim. Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem. Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito. Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos. Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor. Tenho-vos dito isto, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo. O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando” (João 15,1-14). É inegável a importância destas palavras de Cristo. A Igreja deve operar em união com Cristo e em unidade interna. É a única maneira de produzir “fruto”, isto é, a salvação das almas. Quem espera agir fora desta ordem que Cristo estabeleceu deixa de permanecer em Seu amor. Para permanecer no amor de Cristo, entende-se que devemos guardar os Seus mandamentos. Nesta simples parábola, Cristo resumiu as qualidades da Igreja que deverá durar até o fim do mundo. Todas elas provêm do amor cristão: – A primeira qualidade é a humildade. Cristo é a videira, a plenitude da fé e o todo da Igreja, enquanto que seus discípulos são os ramos que se nutrem Dele. Não existe outra ordem pela qual algum dos ramos possa dar origem a outra videira distinta. – A segunda qualidade é a obediência. Somos amigos de Cristo se fizermos o que Ele nos diz. Não há outra opção se O amamos. – A terceira qualidade é consequência das outras duas: a união. A indivisibilidade da planta produz fruto que dá glória a Deus em Cristo. Essa união é o resultado visível do amor que começa em Cristo e se multiplica nos discípulos. Como não ocorre – nem nunca ocorrerá – entre aqueles que se separam da Igreja Católica, estas três qualidades distintas produzem o milagre da duração da Igreja na História, que é por si mesma um poderoso testemunho da verdade do Evangelho. Quando Cristo nos adverte que sem Ele não podemos fazer nada, também agrega que nossa relação com Ele só pode ser frutífera. Sem Cristo, os ramos morrem sem dar fruto; com Cristo, a Igreja continua no mundo e na História, dando testemunho do Seu amor em perfeita união. Este é o fruto cristão por excelência! Tendo comparado as qualidades próprias das heresias e da Igreja, não nos surpreende que as Palavras de Cristo se cumpram na História. Apenas a Igreja fundada por Cristo sobrevive dando testemunho ao longo dos séculos e ao mundo inteiro com a doutrina integral recebida de Cristo. Não importa quão numerosos sejam os membros de uma seita; sabemos que passarão enquanto que a Igreja continuará sua missão até que Jesus retorne. Os poderes malignos continuarão criando divisões, pois isto é da sua natureza; mesmo assim, não prevalecerão contra toda a Igreja (Mateus 16,13-20). A Igreja já viu passar centenas de seitas, movimentos dissidentes, heresias crassas e toda espécie de inimigos. O testemunho da História é apenas um: a Igreja SEMPRE permanece e seus inimigos SEMPRE passam, pouco importando quão forte ou astuto tenham sido seus adversários. Aquele que a sustenta nunca dorme e Seu braço protetor jamais descansa! Tradução: NABETO, Carlos Martins. Blog Veritas Ipsa. [texto original em: http://www.prodigos.org]. Disponivel em: http://veritasipsa.blogspot.com/ Acesso em: 17 abril 2011. #boa #Deus #dias #ano #Tempo #VeritatisSplendor #DeCristo #testa #Jesus
- 24 – A Resposta Católica: “Como saber se um fato pertence a Tradição?”
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- 23 – A Resposta Católica: “Camisinha e Método Billings”
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- Autoridades dos EUA: Resolução pró-gay da ONU é “vitória” de Obama
ACI/EWTN Noticias) Diversos representantes do governo dos Estados Unidos assinalaram que a resolução pró-gay da ONU, divulgada nesta sexta-feira 17 de junho, constitui uma “vitória” para a política internacional da administração do Presidente Barack Obama. Diante das informações dos meios seculares que qualificaram de “histórica” e “sem precedentes” a resolução, o texto em realidade só pede a realização de um estudo sobre “as leis discriminatórias e as práticas de violência contra indivíduos por causa da orientação sexual e a identidade de gênero”. O estudo, assinala a resolução, determinará como “as leis sobre direitos humanos internacionais podem ser usadas para pôr fim a esta violência”. Um painel debaterá os resultados uma vez que a análise seja concluída. “Este é realmente um exemplo paradigmático sobre como deve ser usado o sistema da ONU para avançar em uma das prioridades do Presidente Obama”, disse Suzanne Nossel, subsecretária de estado para assuntos internacionais ao conhecer a resolução. Em conferencia de imprensa na sexta-feira 17, o subsecretário para a democracia, direitos humanos e trabalho, Dan Baer, também ressaltou o papel da Secretária de Estado, Hillay Clinton, na decisão tomada pela ONU na sede de Genebra (Suíça). “Ambos, o Presidente e a Secretária de Estado têm feito dos direitos humanos da comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) uma prioridade”, disse. Para Nossel esta resolução inicia um processo “irreversível” para uma declaração oficial internacional, como a dos direitos humanos. As diversas propostas na ONU para colocar a “orientação sexual” e a “identidade de gênero” ao mesmo nível que a raça, a religião ou o sexo das pessoas, encontraram oposição por parte dos países muçulmanos, da Rússia, da Moldávia, assim como do Vaticano. Em total 23 países votaram a favor da resolução e 19 contra. Embora a missão permanente da Santa Sé em Genebra não tenha emitido um pronunciamento oficial ainda, o Vaticano chamou constantemente a uma aproximação de respeito para com os direitos humanos de todas as pessoas, sem uma falsa equiparação entre a conduta heterossexual e homossexual. Por exemplo, em 2008 a Santa Sé precisou que sempre se opôs, se opõe e se oporá “à discriminação injusta para as pessoas homossexuais”, ao mesmo tempo em que objetou as categorias de “orientação sexual” e “identidade de gênero” promovidas pela ideologia de gênero para impor uma perspectiva da sexualidade oposta à natureza humana. Estas duas categorias podem “criar inexatidões na lei” em relação a importantes temas como o matrimônio, a adoção e os direitos das organizações religiosas. Em março de 2011, o Observador permanente da Santa Sé perante o Conselho de Direitos humanos, Arcebispo Silvano Tomasi, explicou que o conceito de “orientação sexual” é manipulado por alguns para atacar aqueles que não compartilham a ideologia de gênero. Um estado, afirmou, “jamais deve castigar uma pessoa por exercer um direito humano, apoiando-se nos sentimentos e pensamentos, incluindo os sexuais. Mas os estados devem e têm que regular condutas, incluindo algumas condutas sexuais. Em todo mundo, existe um consenso de certas condutas sexuais que devem ser proibidas pela lei como a pedofilia e o incesto”. A ideologia de gênero, explicou o jornal vaticano L’Osservatore Romano em sua edição de hoje, nasceu nos Estados Unidos há 30 anos, desenvolveu-se logo na Europa seguindo “linhas particulares do primeiro feminismo e logo do pensamento homossexual”. Esta ideologia, segundo o LOR, “pretende afirmar que no mundo moderno a diferença entre homem e mulher é um fato social (uma ‘construção’) antes que algo biológico. Dessa forma a orientação sexual –e com isso a identidade de gênero e o papel do gênero– contaria mais que o sexo biológico”. O ensino católico em relação à homossexualidade está resumida em três artigos do Catecismo da Igreja Católica; 2357, 2358 e 2359. Nestes artigos a Igreja ensina que os homossexuais “devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta”. A homossexualidade, como tendência é “objetivamente desordenada”, o que “constitui para a maioria deles (os homossexuais) uma autêntica prova”. Apoiado na Sagrada Escritura “a Tradição declarou sempre que os atos homossexuais são intrinsecamente desordenados”, “não procedem de uma verdadeira complementaridade afetiva e sexual” e portanto “não podem receber aprovação em nenhum caso”. “As pessoas homossexuais estão chamadas à castidade” e “mediante o apoio de uma amizade desinteressada, da oração e a graça sacramental, podem e devem aproximar-se gradual e resolutamente à perfeição cristã” #Democracia #direitoshumanos #BarackObama #partedos #Sextafeira #ACI #ONU #ewtn #baer #ao #trabalho #sexo #pessoas #washingtondc #hillayclinton
- 22 – A Resposta Católica: “No fim não serão todos salvos?”
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- 21 – A Resposta Católica: “Todos podem ler a Bíblia?”
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- Gramsci, lavagem cerebral e o aborto
O filósofo marxista Antonio Gramsci (1891-1937) foi uma das referências essenciais do pensamento da esquerda no século XX e um dos fundadores do Partido Comunista Italiano. Entre suas obras de maior relevância encontra-se Maquiavel, a política e o Estado moderno, um clássico do pensamento da esquerda no século XX. Em 1926 ele foi preso acusado de participar de atos subversivos contra o governo fascista. implantado na Itália, sua terra natal, e só foi libertado oito anos depois em 1934. Durante o período em que esteve preso Gramsci, como é mais conhecido, escreveu mais de 30 cadernos de história e análise sócio-cultural. Estes cadernos ficaram conhecidos como Cadernos do Cárcere e Cartas do Cárcere. Nos Cadernos do Cárcere, uma obra monumental que foi editada em seis volumes, Gramsci descreve como foi sua dura vida nas prisões do regime fascista na Itália. Entretanto, estes Cadernos tornaram-se famosos por outro motivo. O fato é que neles Gramsci desenvolve técnicas para que a esquerda pudesse conquistar o poder. Ele não abandona as tradicionais táticas de terrorismo empregadas pela esquerda, tais como: seqüestro de empresários, assassinato de políticos e altos funcionários públicos e destruição do patrimônio público. Entretanto, ele introduz uma nova e sofisticada técnica para conquistar o poder. Essa técnica é a lavagem cerebral. Segundo ele, ao invés da esquerda lutar diretamente contra o Estado e a sociedade, ela deve procurar convencer as pessoas que sua ideologia está correta e é a única possibilidade da espécie humana atingir a prosperidade e a felicidade. Para tanto, deve apresentar suas idéias, por mais absurdas e desumanas que sejam, de forma atraente e procurar, sempre que possível, desqualificar as idéias dos oponentes. Ele recomenda que se use a técnica de modificar o sentido original das palavras. Dessa forma, algo que é ruim pode passar a ser bom e algo bom passar a ser visto como ruim. Essa técnica deve ser utilizada em toda a população, mas principalmente dentro das escolas e com o púbico jovem. Justamente o jovem que ainda está formando o seu caráter e conhecendo as normas e o funcionamento correto da vida social. Em outras palavras, o que Gramsci propõe, nos Cadernos do Cárcere, é que seja utilizada em ampla escala dentro da sociedade o processo de lavagem cerebral. Só assim o que antes era percebido como negativo, ruim, mau, pecaminoso e odioso, pode passar a ser percebido como positivo, bom, agradável e saudável. De acordo com o jornalista italiano Alex Sardenha, que escreveu um livro chamado Gramsci: uma biografia, “Gramsci promoveu o casamento das idéias de Marx com as de Maquiavel, considerando o Partido Comunista o novo “Príncipe”, a quem o pensador florentino renascentista dava conselhos para tomar e permanecer no poder. Para Gramsci, mais ainda do que para Maquiavel, os fins justificam os meios e qualquer ato só pode ser julgado a partir de sua utilidade para a revolução comunista. Nesse sentido, certamente, Gramsci é um dos maiores teóricos do totalitarismo [do regime político autoritário] de todos os tempos”. Como é público a esquerda totalitária e autoritária representada por Gramsci nunca conseguiu impor sua ideologia ao mundo. Essa ideologia é o regime socialista. Entretanto, apesar do fracasso da ideologia do socialismo as idéias de Gramsci continuam obtendo adeptos em todo mundo. Na sociedade contemporânea a mídia é um desses adeptos. Constantemente ela utiliza as técnicas de lavagem cerebral desenvolvidas por Gramsci para conseguir vender produtos, idéias e serviços que, a princípio, a população considera ruim, de baixa qualidade e desnecessários. Outra corrente adepta das idéias de Gramsci é o movimento favorável ao aborto ou pró-aborto, ou seja, o movimento que defende que um feto, um bebê ainda no ventre da mãe seja assassinado. A idéia de assassinar um feto é terrível. Dificilmente um cidadão, gozando de suas plenas faculdades mentais, concordaria com ela. O mesmo se dá com a sociedade. Ela tende a rejeitar totalmente essa idéia. Para tornar essa macabra idéia agradável e aceitável, tanto pelo cidadão como também pela sociedade, entra em cena, mais uma vez, as técnicas de lavagem cerebral de Gramsci. O movimento favorável ao aborto ou pró-aborto se utiliza, basicamente, de duas grandes técnicas desenvolvidas por Gramsci. A primeira técnica é o esquecimento. Essa técnica se dá da seguinte forma: como esse movimento possui alta penetração na mídia, ele consegue lentamente retirar a imagem da gravidez e do feto de circulação. Nos diversos meios de comunicação como, por exemplo, TV, cinema, jornal e revistas, a imagem da gravidez e do feto está, cada vez mais, desaparecendo. É comum aparecer apenas indivíduos adultos. Se um extraterrestre chegasse ao planeta terra e tivesse contato com a programação da mídia, pensaria que os seres humanos nascem todos adultos e que são gerados por árvores ou algum outro objeto. Este extraterrestre jamais pensaria que um ser humano nasce de outro ser humano e que leva nove meses para crescer no ventre de sua mãe antes de nascer. Atualmente, existe em curso um grande processo que tem por objetivo fazer a população esquecer que existe a gravidez e o feto, ou seja, o bebê no ventre da mãe. A gravidez e o feto estão deixando de ser algo natural, para se transformar em algo estranho e desconhecido pelas pessoas. A segunda técnica utilizada é procurar modificar o sentido original das palavras. Uma palavra que antes tinha um sentido positivo, após passar pela técnica de lavagem cerebral torna-se negativa e ruim. Para tanto, utiliza-se do procedimento de substituição de palavras. Uma palavra “X” passa a ser substituída por outra “Y”. O movimento favorável ao aborto ou pró-aborto se utiliza largamente dessa técnica. Por essa técnica a palavra “feto”, o bebê no ventre da mãe, justamente uma palavra carregada de sentidos positivos e otimistas passa a ser substituída por palavras que tenham sentidos contrários, ou seja, negativos e pessimistas. Entre as palavras que o movimento favorável ao aborto ou pró-aborto utiliza para substituir a palavra “feto” encontram-se “amontoado de células”, “indesejado”, “pedaço de carne”, “massa”, “bife”, “alienígena”, “tumor”, “estrangeiro”, “estranho”, “monstro”, “vírus”, “doença”, “erro”, “resto”, “sobra”, “castigo” e “pacote”. Já imaginou o estrago mental que ocorre na consciência de uma adolescente quando ela ouve na escola, na TV ou em qualquer ambiente social que um feto é um “amontoado de células”, um ser “indesejado”, um “erro”, um “tumor”, um “pedaço de carne” ou qualquer uma das palavras acima citadas? Além da palavra “feto” o movimento favorável ao aborto ou pró-aborto procura modificar o sentido de outras palavras. Entre elas estão à palavra “gravidez”, “casamento”, “aborto” e as expressões “movimento favorável ao aborto ou pró-aborto” e “movimento em defesa da vida e contra o aborto”. No tocante a palavra “gravidez” o movimento favorável ao aborto ou próaborto procura modificá-la para “imprevisto”, “inconveniente”, “doença”, “erro”, “acidente”, “punição” e “irregularidade”. Imagine o estrago causado na consciência de uma jovem ao saber que gravidez é um “acidente”, um “inconveniente”, uma “irregularidade” ou uma “punição”? Já a palavra “casamento”, uma das mais odiadas pelo movimento favorável ao aborto ou pró-aborto, é substituída pela palavra “morte”, “sepultura”, “tumulo”, “depressão”, “decadência”, “submissão”, “infelicidade”, “erro”, “prisão” e “castigo” Além dessas palavras são utilizadas as seguintes expressão para se referir ao casamento: “instituição social”, “valor masculino e machista”, “valor social superado” e “punição social”. Imagine um jovem casal de namorados após ter contato com essas palavras e expressões, esse casal vai querer se casar e ter filhos(as)? Uma adolescente vai querer se casar e ter filhos(as)? A expressão “movimento favorável ao aborto ou pró-aborto” é substituída por palavras e expressões, tais como: “inovador”, “consciente”, “liberal”, “livre escolha”, “transgressor”, “transformador” e “libertador”. Qual é o jovem ou o cidadão que após anos ouvindo essas palavras e expressões vai pensar que o movimento favorável ao aborto ou pró-aborto é um movimento que defende o assassinato em massa de fetos? É um movimento que promove o genocídio de fetos? Já a expressão “movimento em defesa da vida e contra o aborto” é ridicularizada e sofre todas as formas de preconceito. Isso fica patente nas palavras e expressões que são atribuídas a esse movimento. Entre elas citam-se: “conservador”, “antiquado”, “alienado”, “quadrado”, “ignorante”, “analfabeto”, “iletrado”, “defensor de valores sociais superados”, “submisso”, “infeliz”, “selvagem”, “retrogrado” e “superado”. Qual é o cidadão que vai querer aderir a um movimento social que possua características tão negativas? Como se pode ver a técnica da substituição de palavras é muito eficiente. Outra palavra que o movimento favorável ao aborto ou pró-aborto procura desesperadamente substituir é a palavra “aborto”, ou seja, o assassinato do feto ainda no ventre da mãe. Historicamente, a palavra “aborto” tem um forte teor negativo. Em algumas regiões do planeta ela é até proibida de ser pronunciada. Entretanto, o movimento favorável ao aborto ou pró-aborto procura lhe dá um sentido positivo, afável e agradável. Para tanto, propõe substituir a palavra “aborto” por “esvaziamento do conteúdo do útero” (Qual é o conteúdo do útero, senão a criança por nascer?), “antecipação terapêutica do parto”, “terapia”, “regulação menstrual” (Aborto nos primeiros dias de gravidez. Este tipo de aborto geralmente é feito por aspiração), “livre escolha”, “ato de liberdade”, “cura de uma doença”, “libertação social”, “ato transformador”, “independência da mulher”, “proteção social”, “avanço social” e “projeto de sociedade”, “qualidade de vida” e “bem-estar”. Qual é a pessoa que após anos ouvindo na TV, lendo nos jornais e tendo contato, em diversos ambientes sociais, com essas palavras e expressões vai pensar que por traz de um sentido tão positivo e otimista há em curso um massacre de fetos? Um genocídio de fetos? Quem pensará o contrário? Quem pensará que por traz da palavra ou expressão como, por exemplo, “terapia”, “antecipação terapêutica do parto”, “esvaziamento do conteúdo do útero”, “livre escolha” e “ato de liberdade” encontra-se o assassinato de bebês inocentes? É possível ter uma visualização melhor da técnica de substituição de palavras no quadro que se encontra logo abaixo, cujo título é: “Lavagem cerebral. Técnica de substituição de palavras”. * fragmento da obra Aborto: discursos filosóficos / Ivanaldo Santos. – João Pessoa: Idéia, 2008. Disponível em www.providafamilia.org.br%2Fsite%2F_arquivos%2F2008%2F370__aborto_-_discursos_filosoficos.pdf. Fonte: Veritatis Splendor #lutar #Governo #Lavagemcerebral #ao #uma #VeritatisSplendor #marxista #antoniogramsci #regimefascista #ofilósofo #Humana #oitoanos #estes #ela
- Famoso socialista francês ateu fez que seu filho estudasse religião
O político socialista e ateu Jean Jaurès, fundador do jornal francês L’Humanité, buscou que seu filho recebesse uma educação cristã já que segundo ele, uma instrução e educação nunca “seriam completas sem um estudo sério da religião”. Em uma carta escrita e publicada por Jaurès em seu próprio jornal e da que se desconhece a data, o escritor declarado abertamente ateu, nega rotundamente ao seu filho a dispensa de uma justificativa que solicitou o jovem para ser eximido da educação religiosa. “Esta justificativa querido filho, não a envio, nem a enviarei jamais”, indicou. “Como seria completa sua instrução sem um conhecimento suficiente das questões religiosas sobre as quais todo mundo discute? Você quer, por sua ignorância voluntária, não poder dizer uma palavra sobre estes assuntos sem se expor a soltar um disparate?”, questiona o pensador francês. “É preciso confessá-lo –diz o texto- a religião está intimamente unida a todas as manifestações da inteligência humana; é a base da civilização e é ficar fora do mundo intelectual e condenar-se a uma manifesta inferioridade não querer conhecer uma ciência que estudaram e que possuem em nossos dias tantas inteligências preclaras”. “Não é porque deseje que seja clerical, apesar de que não há nisto nenhum perigo, nem o há tampouco em que professe as crenças que te exponha o professor”, mas “tenho empenho decidido em que sua instrução e sua educação sejam completas, e não o seriam sem um estudo sério da religião”. O político assinala que é necessário “conhecer as convicções e os sentimentos das pessoas religiosas”, e ao menos “compreendê-las para poder guardar-lhes o respeito, as considerações e a tolerância que lhes são devidas. Ninguém será jamais delicado, fino, nem sequer apresentável sem noções religiosas”. Ao mesmo tempo, Jaurès recorda que a compreensão da religião é fundamental para certificar-se completamente do mundo que nos rodeia “o que você entenderia desde a história da Europa e do mundo inteiro depois de Jesus Cristo, sem conhecer a religião, que mudou a face do mundo e produziu uma nova civilização?”. Na arte “o que serão para ti as obras primas da Idade Média e dos tempos modernos, se não conhecer o motivo que as inspirou e as idéias religiosas que elas contêm?”. Nas letras “pode deixar de conhecer não só a Bossuet, Fenelón, Lacordaire, De Maistre, Veuillot e tantos outros que se ocuparam exclusivamente de questões religiosas, mas também a Corneille, Racine, Hugo, em uma palavra a todos estes grandes professores que deveram ao cristianismo suas mais belas inspirações?”. Quanto a ao direito, a filosofia ou a moral “pode ignorar a expressão mais clara do Direito Natural, a filosofia mais estendida, a moral mais sábia e mais universal?”, “este é o pensamento do Jean Jacobe Rousseau”, sublinha. O pensador ateu assinala ademais que até nas ciências naturais e as matemática “encontrará a religião: Pascal e Newton eram cristãos ferventes”, “Ampere era piedoso”, e “Pasteur provava a existência de Deus e dizia ter recuperado pela ciência a fé”. Quanto à liberdade de consciência “muitos anti-católicos conhecem pelo menos medianamente a religião; outros receberam educação religiosa”, e portanto “sua conduta prova que conservaram toda sua liberdade”. “Você se surpreenderá com esta carta, mas você precisa meu filho, que um pai diga sempre a verdade a seu filho. Nenhum compromisso poderia me eximir dessa obrigação”, conclui o escrito. A íntegra foi publicado pela revista cristã Igreja Viva, no número 219 do terceiro trimestre de 2004. Jean Jaurès Jean Jaurès, cujo nome completo era Auguste Marie Joseph Jean Léon Jaurès foi um político socialista ateu francês nascido no dia 3 de setembro de 1859 em Castres, França. Foi deputado pela Partido Operário Francês em 1889, mantendo-se como parlamentar até 1898. Posteriormente foi eleito também nas eleições de 1902, 1906, 1910 e 1914. Em 1904 fundou o periódico L’Humanité, e em 1905 conseguiu unir sob sua liderança aos socialistas franceses, formando a Seção Francesa da Internacional Operária. Jaurés foi assassinado em Paris em 31 de julho de 1914, em vésperas do começo da primeira guerra mundial. #religião #jeanjaurès #anticatólicos #Lacordaire #Fenelón #ateu #Bossuet #Socialista
- Católicos podem e devem participar da política para servir o povo, assinala Prof. Felipe Aquino
SÃO PAULO, 14 Jun. 11 / 09:40 am (ACI) Em um artigo escrito este último 12 de junho, o conhecido blogger, escritor e apresentador do canal Católico Canção Nova, o Prof. Felipe Aquino, ecoou o pedido do Papa para que os católicos participem da vida pública e assinalou que o Brasil necessita uma nova geração de políticos para confrontar a crise que vem gerando propostas de lei cada vez menos humanas. De maneira especial o autor urgiu os leigos católicos à participação na política para a caridade e para o bem do povo. No seu artigo o Prof. Aquino recorda que “no dia 26 de maio último o Papa Bento XVI, falando aos bispos italianos, na Basílica de Santa Maria Maior, fez um apelo para que os bispos encorajem os católicos a participar da vida pública”. As palavras do Papa naquela ocasião foram: “A fé, de fato, não é alienação: são outras as experiências que contaminam a dignidade do homem e a qualidade da convivência social”. “O Papa pediu aos bispos que estimulem os fiéis leigos a “vencer todo espírito de fechamento, distração e indiferença, e a participar em primeira pessoa na vida pública”, para construir uma sociedade que respeite plenamente a dignidade humana”, recordou o Prof. Felipe. “Hoje a dignidade humana é altamente desrespeitada, a imagem e semelhança de Deus no rosto humano é desfigurada, especialmente porque faltam bons cristãos na política,na mídia e nos cargos públicos”, assinalou o pensador católico brasileiro. “Sabemos que a política é uma atividade boa, que visa o bem comum, a caridade; o que não presta é a politicagem dos politiqueiros que usam da política para os seus interesses egoístas e o desejo de poder. Por isso, a maioria boa acaba ficando com medo de entrar na política e na vida pública, deixando o campo aberto a muitos maus, corruptos e imorais”, afirmou. “A atual situação do Brasil mostra quanto é necessário uma reforma política, trabalhista, tributária, etc., mas sabemos que nada acontece porque não é de interesse de quem faz uso da política para seu benefício e não do povo. Nossas instituições democráticas estão fragilizadas ameaçando-se o Estado de Direito. O poder legislativo está acuado pelo executivo e o judiciário nem sempre está livre para fazer valer a lei maior”, denunciou também o Prof. Aquino. O professor e escritor católico lamenta que “grande parte dos políticos hoje eleitos em todos os níveis consegue se eleger porque são bancados financeiramente por instituições poderosas, ou por entidades corporativistas, ou por partidos políticos criados para isso, e depois de eleitos vão trabalhar para essas instituições e não para o povo, não para o bem comum”. “Isso precisa mudar urgentemente”, ressaltou. “Então é preciso que novos políticos, imaculados, se disponham a entrar na vida pública não para trabalhar para si mesmos e suas famílias, e nem mesmo pela Igreja, que não pede isso, mas para a caridade, para o bem do povo”, assinalou Felipe Aquino. Depois de lamentar os últimos escândalos de corrupção e má administração do dinheiro público o Prof. Felipe Aquino denuncia também como “projetos anticristãos são aprovados, como a legalização da estabilidade da união homossexual, o uso de embriões humanos para pesquisa, a legalização da prostituição, a tentativa de se impedir a Igreja de pregar os valores evangélicos, a deseducação sexual das crianças nas escolas com cartilhas e kits obscenos, a distribuição farta da camisinha até nas escolas, a destruição da língua portuguesa com a desculpa de “discriminação lingüística”, a tentativa permanente de aprovar o aborto”. “A Lei de Cristo e da Igreja vai sendo calcada aos pés. Até quando?”, indaga o autor. “Como o nosso Brasil era majoritariamente católico até uns quarenta anos atrás, e nossos homens públicos e as nossas leis eram católicas, o povo cristão não aprendeu a se mobilizar e lutar por leis católicas; não era preciso. Mas hoje tudo mudou; hoje há a necessidade da aprendermos o que significa MOBILIZAÇÃO, que as minorias gritantes fazem bem”, asseverou. “Infelizmente nós católicos ficamos chorando nos ombros uns dos outros, mas ainda não nos unimos e agimos; por ora estamos apenas em nossas “equipes de consolo mútuo”, sem resultados. Sabemos que o mal se agiganta quando o bem se omite”. “Leão XIII já dizia que a audácia dos maus cresce com a omissão dos bons. Um terreno abandonado não produz couve, alface, chicória, rabanete, etc., não, só produz mato, espinho, abrolhos, ratos, lagartos, cobras e lixo. Assim fica a sociedade se não sofrer a ação dos cristãos”, afirmou. “Como o Papa está pedindo, os católicos precisam entrar na política, mas de maneira organizada, preparados, para atuarem de maneira correta. Hoje precisamos de Associações cristãs que preparem e lancem candidatos políticos a todos os cargos eletivos. Precisamos urgentemente de “instrumentos de mobilização” política para formar homens e mulheres públicos preparados, com acompanhamento, assessoramento para exercer bem os seus mandatos”, assinalou o autor. “E sabemos que isso é papel de nós leigos e não do clero”, conclui o Prof. Aquino. Para mais artigos do Prof. Felipe, visite o seu blog em: http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/ #proffelipe #Homem #boa #PapaBentoXVI #Deus #blogger #SãoPaulo #escritor #usam #14jun #rostohumano #junho #qualidade #aos #italianos #hoje #demaio #brasilmostra #Humana #SantaMaria
- França rejeita o “matrimônio” gay
ACI/Europa Press) A Assembléia Nacional francesa rechaçou esta terça-feira 14 de junho uma proposta de lei exposta pela Partido Socialista para aprovar o “matrimônio” homossexual, depois que o de centro-direita fez valer sua maioria na câmara. A iniciativa obteve 222 votos a favor e 293 em contra, o que confirmou um resultado antecipado da semana passada, quando foi apresentada a proposta. Não obstante, vários deputados do partido governante União por um Movimento Popular (UMP) votaram a favor. O representante do Partido Socialista encarregado de defender o texto, Patrick Bloche, defendeu a lei porque se trata de “derrubar uma discriminação”. Neste sentido, pediu à direita que se unisse à proposta e levasse a França a “uma nova etapa na igualdade de direitos”. Uma das vozes contrárias ao documento, o deputado da UMP Michel Diefenbacher, esclareceu que a formação está “contra a homofobia”, mas que não por isso querem mudar “a imagem e a função do matrimônio”, que definiu como “uma instituição” encarregada “do amparo do mais fraco, começando pela mulher”. Mais crítico se mostrou o deputado Christian Vanneste, conhecido por suas declarações críticas à comunidade gay e que qualificou de “aberração antropológica” o matrimônio homossexual, porque o objetivo destas uniões é que “a sociedade deva assegurar sua continuidade”. Tudo o que não seja condizente com este objetivo, acrescentou, é “uma questão de moda”. A líder do ultradireitista Frente Nacional, Marine Le Pen, uma das firmes opositoras ao “matrimônio” gay, chegou a compará-lo com a poligamia, conforme informa o periódico Libération. #Feira #fez #Iniciativa #exposta #obstante #Popular #pela #União #Direitos #ACI #aprovar #proposta #matrimônio #confirmou #ump #Paris #pediu #14jun #encarregado #junho #maioria #sua #Patrick #homossexual #governante #patrickbloche #valer #França #ao #não #antecipado #firmes #Bloche #apresentada #derrubar #europapress #foi #defendeu #uma #votaram #Nacional #gay #Lei #obteve #neste #deputado #poligamia #informa #Assembléia #rechaçou #Câmara #com #Movimento #Partido #paris14 #discriminação #marinelepen #Press #Jun #Socialista #passada #quando
- O Fogo do Espírito em Pentecostes inflama os corações para anunciar a Cristo, afirma o Papa
ACI/EWTN Noticias) Ao presidir a oração do Regina Caeli este domingo após ter celebrado a Missa pela Solenidade de Pentecostes, o Papa Bento XVI assinalou que neste dia os corações dos cristãos recebem o fogo do Espírito Santo para anunciar que “Cristo é o Senhor”. Em suas palavras prévias à oração Mariana na Praça de São Pedro, o Papa recordou que o Pentecostes, além de marcar a conclusão do tempo da Páscoa, constitui “o ‘batismo’ da Igreja, batismo no Espírito Santo”. “Conforme narram os Atos dos Apóstolos, – recordou Bento XVI na nota divulgada pela Rádio Vaticano- na manhã da festa de Pentecostes, um fragor como de vento atingiu o Cenáculo e sobre cada um dos discípulos desceram como línguas de fogo. São Gregório Magno comenta: “Hoje, o Espírito Santo desceu com um som repentino sobre os discípulos e mudou as suas mentes de seres carnais e enquanto fora apareciam línguas de fogo, dentro os corações tornaram-se flamejantes, pois, acolhendo Deus na visão do fogo, suavemente arderam por amor”. “A voz de Deus diviniza a linguagem humana dos Apóstolos, que se tornam capazes de proclamar de modo “polifônico” o único Verbo divino. O sopro do Espírito Santo enche o universo, gera a fé, arrasta a verdade, estabelece a unidade entre os povos”. O Bem-aventurado Antonio Rosmini, – continuou o Santo Padre – explica que “no dia de Pentecostes dos cristãos, Deus promulgou… a sua lei de caridade, escrevendo-a através do Espírito Santo não em tábuas de pedra mas no coração dos Apóstolos, e através dos Apóstolos, comunicando-a depois a toda a Igreja”. “O Espírito Santo, “que é Senhor, e dá a vida” – como dizemos no Credo – procede do Pai e do Filho e completa a revelação da Santíssima Trindade. Provém de Deus como o sopro da sua boca e tem o poder de santificar, abolir as divisões, dissolver a confusão causada pelo pecado”. Seguidamente, indica a nota de Rádio Vaticano, o Papa explicou que o Espírito Santo, “imaterial e incorpóreo, concede os bens divinos, sustenta os seres vivos, para que atuem em conformidade ao bem. Como luz inteligível dá sentido à oração. Dá vigor à missão evangelizadora, faz arder os corações daqueles que ouvem a boa notícia, inspira a arte cristã e a melodia litúrgica”. O Papa, assinala a RV, afirmou que o Espírito Santo, que gera a fé em nós no momento do nosso batismo, nos permite viver como filhos de Deus, conscientes e dispostos, segundo a imagem do Filho Unigênito. Também o poder de perdoar os pecados é um dom do Espírito; de fato, aparecendo aos Apóstolos na noite de Páscoa, Jesus soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. Os pecados daqueles que vocês perdoarem, serão perdoados. O Santo Padre concluiu a oração mariana confiando à Virgem Maria, templo do Espírito Santo, a Igreja, para que viva sempre de Jesus Cristo, da sua Palavra, dos Seus mandamentos, e sob a ação constante do Espírito Paráclito anuncie a todos que “Jesus é o Senhor” . #Praça #Regina #além #Universo #Cristo #anunciar #Pentecostes #Verdade #Apóstolos #Deus #antoniorosmini #ter #rádio #vento #boca #pela #Fogo #presidir #Caeli #ACI #Senhor #batismo #enche #constitui #Padre #Atos #recordou #XVI #sua #Espírito #Notícias #Pedro #ewtn #sopro #São #Santo #ao #linguagem #SãoPedro #oração #Filho #narram #mariana #Solenidade #ReginaCaeli #Tempo #celebrado #dia #Igreja #neste #gera #assinalou #Vaticano #Conforme #Jesus #Humana #Páscoa #Missa #conclusão #ospovos #Bento #Jun #recebem
- Amor divino faz perdurar a relação homem-mulher
Entrevista com Roberto Esteban, autor de “A verdade do amor” MADRI, sexta-feira, 10 de junho de 2011 (ZENIT.org) – Roberto Esteban Duque é sacerdote, teólogo especializado em matrimônio e família e doutor em teologia moral. Acaba de escrever um ensaio intitulado “A verdade do amor”. Nesta entrevista, ele analisa a ideologia dominante no campo da manipulação da vida e dos pilares da identidade do ser humano. Roberto Esteban Duque nasceu em Mira (Espanha), em 1963. Foi ordenado pelo bispo José Guerra Campos, em 1991. Cursou teologia na Universidade São Vicente Ferrer de Valência, com especialização em matrimônio e família pela Universidade Pontifícia Lateranense de Roma. É doutor em teologia moral pela faculdade de São Dâmaso de Madri. ZENIT: O senhor fala em seu livro sobre “bioideologias”. Poderia nos explicar em que consistem e suas consequências para a pessoa humana? Roberto Esteban Duque: As bioideologias são moralismos que buscam o poder para fazer com outros homens o que lhes compraz. O adversário é a religião tradicional, que pressupõe a existência de uma natureza humana comum, fixa e universal; daí a necessidade de substituir tal religião pela educação. A isso aponta a lei de 2007 de Educação para a Cidadania, aprovada na Espanha. Interessa-lhes mais a modificação da consciência através da cultura que a mudança das estruturas. São aparentemente resíduos das ideologias, mas se diferenciam delas porque sustentam a inexistência de uma natureza humana ou, pelo menos, sua completa modelabilidade,, tanto no humano quanto no natural. Aqui já se pode advertir uma contradição: enquanto a natureza humana não é algo evidente para a opinião pública, exige-se uma quantidade imensa de direitos, apoiando-se nos direitos humanos. O que as bioideologias apresentam é a construção a la carte da identidade humana. Aqui reside seu êxito. O homem é produto da evolução, muda segundo as circunstâncias e é possível fazê-lo evoluir no sentido desejado. Seus meios preferidos são a reivindicação de direitos, a engenharia educativa e a propaganda, apoiados pela engenharia médica e genética. As bioideologias adotam o papel do vitimismo, a “cultura da reclamação”, muito útil para a propaganda, sendo a discriminação um dos seus conceitos centrais. O ódio e o ressentimento são seus sentimentos básicos, ainda que contem também com seus fins lucrativos. Outro denominador comum é a eugenesia, que assemelha a natureza humana à natureza animal. Daqui se chega a solicitar a morte por motivos humanitários: aborto, eutanásia, contracepção artificial. Da mesma forma, reivindica-se o “direito” à autodeterminação de quem se considera diferente, acentuando o igualitarismo até limites insuspeitados, como negar as diferenças naturais e biológicas (heterossexuais e homossexuais, idades naturais), exaltando o desvio natural e o patológico, como a homossexualidade e a pedofilia. Seu último fundamento é o emocional: os desejos e os caprichos, produto da moral hedonista. Nega-se a vida natural (desconstrução da natureza humana histórica) e se pretende, a partir de um notável sectarismo, que se aceitem seus preconceitos como verdades irrefutáveis, assumindo um caráter individualista em sua pretensão de libertar o homem das suas ataduras naturais e físicas. As consequências para a pessoa, como podemos perceber, são múltiplas. Socavam o consenso social e o ethos, levando à ditadura do relativismo e à indiferença, exaltando o igualitarismo, ainda que discriminado aos que não são do grupo. Acreditam que se podem alterar não somente as leis humanas positivas – como as que regem o casamento e a família -, mas as próprias leis da natureza – como a diferença de sexos e as leis que regem a mudança climática. São formas da contracultura, reações intelectuais astênicas contra as normas culturais. Devem sua força à persistência do modo de pensamento ideológico que impregna a cultura dos meios de comunicação, intelectuais e políticos. Apelam à ciência para justificar seus desejos. São meros grupos de pressão que agem na mídia e na cultura, sendo parte do suculento negócio da contracultura. Se não existe uma natureza humana, tudo depende finalmente da vontade de poder. O ecologismo, a homossexualidade e o feminismo são algumas conhecidas bioideologias. Mas seria bom notar que as bioideologias da saúde atemorizam as pessoas, estendendo o conceito de doença ao que impede a satisfação do desejo. Consideram a gravidez como um mal – daí a distribuição gratuita de anticoncepcionais e a defesa do aborto -, mas consideram a impossibilidade de satisfazer o desejo de ter filhos como equivalente a uma doença e, portanto, esse desejo deve ser satisfeito como problema público, como o caso da reprodução assistida artificial. A demagogia compassiva dos governos intervencionistas, apoiando-se no humanitarismo, faz sua esta bioideologia, justificando o genocídio do aborto e da eutanásia. ZENIT: O que o senhor pode dizer do atual anteprojeto de lei que neste mês irá a conselho de ministros sobre os direitos do paciente no final da vida? A lei exclui o direito à objeção de consciência dos profissionais da saúde. Roberto Esteban Duque: A lei da “morte digna” é uma má lei. Por que não se impediu que tirassem a sonda que mantinha com vida Eluana Englaro, em 9 de fevereiro de 2009, fazendo-a morrer por inanição três dias depois, a pedido do pai e com o consentimento posterior da justiça? Esta falta absoluta de amor, que é sempre a matéria pendente, será legalizada na Espanha. Está demonstrado que, nos poucos países em que se aprovou uma lei semelhante, a eutanásia se incrementou de maneira alarmante. O cardeal Rouco Varela, que reconhece não ter lido o texto aprovado pelo governo, considera que “não é uma lei de eutanásia”. E o cardeal tem razão: não é abertamente uma lei de eutanásia. No entanto, possui uma clara vocação eutanásica, se levarmos em conta que ela considera como cuidados extraordinários a alimentação e a hidratação, o que suporia deixar um paciente morrer de fome e de sede. O caso de Terri Schiavo, privada de hidratação e alimentação por ordem judicial, contra a vontade dos seus pais, que desejavam cuidar dela até o final, é um caso paradigmático dessa má lei. Por outro lado, a lei permite que o paciente e a família obriguem o médico a proporcionar tratamentos contraindicados, como no caso de uma sedação. A única morte digna é aquela que acontece cercada de amor. Não há segredos nem terapias estranhas, não existe melhor analgésico nem maior excelência no ser humano que amar os moribundos, uma vida entregue, a compaixão e a presença silenciosa, mas habitada pelo milagre do amor, com o fim de permitir viver o tempo que resta da melhor maneira possível, respeitando a autonomia e dignidade do doente. Os instantes últimos da vida podem tornar-se o momento da realização pessoal, o da transformação do ambiente, outorgando assim um sentido humano à vida. Um sofrimento de cruz deveria constituir uma experiência de graça, um caminho de luz e de esperança. Da mesma forma, duvido que uma lei que pretende impedir que a equipe de saúde exerça a objeção de consciência seja uma melhoria nos cuidados paliativos. Não sabemos ainda por que, nesta declaração, se exclui este direito dos profissionais de saúde, a não ser porque, em efeito, se trata de uma má lei que introduz más práticas. ZENIT: O senhor acusa duramente todos os feminismos. Não há matizes? De fato, na década de 20 e 30, na Espanha, houve feminismos católicos. Não é verdade que, graças à ação em prol dos direitos de muitas mulheres, hoje a família é mais uma comunidade na qual todos contam, do que uma instituição patriarcal na qual a mulher casada seria considerada menor de idade e precisaria da autorização do marido para uma série de decisões de cunho legal ou profissional? Roberto Esteban Duque: Você acha que sou duro? Eu só me limito a constatar que a Espanha está encabeçando políticas feministas radicais. Que outra coisa seria a “ideologia de gênero”? As políticas do atual governo da Espanha são paradigmáticas quando às reivindicações feministas na relativização dos papéis sexuais, como o casamento homossexual, a impregnação “de gênero” da educação, como a Educação para a Cidadania, e o favorecimento da promiscuidade sexual, com a distribuição da pílula abortiva. Naturalmente, existiu um feminismo compatível com o catolicismo, um feminismo clássico, que se limita a estender o princípio da igualdade do sexo feminino perante a lei. Mas logo depois, nos anos 60, politizou-se o âmbito familiar: as fontes de opressão sexual já não são as leis discriminatórias, mas a função de mãe e esposa. A deriva do feminismo rumo à liberdade sexual e a cultura da morte, a anticoncepção e o aborto livre serão seus sinais mais característicos. O que acontece desde os anos 90? Simples: substitui-se o conceito de sexo (determinação biológica) pelo de gênero (construção cultural), acudindo à demagogia do aprofundamento da democracia e a extensão ou ampliação de direitos, com o fim de politizar o âmbito familiar. São estas as propostas progressistas de que uma nação precisa? Realmente os católicos podem se permitir o luxo de permanecer de braços cruzados e não opor resistência ao que poderíamos chamar de “hegemonia cultural progressista”? ZENIT: É interessante apresentar as diferentes manifestações de amor através dos clássicos da literatura. Parece que você fica com Rilke. Por que deixar de lado o poeta Karol Wojtyla? Roberto Esteban Duque: Desconheço os textos de Wojtyla poeta, lamentavelmente. No entanto, estudei seu magistério. Em meu livro sublinho sua norma personalista do amor, sua ideia de pessoa como “um ser para quem a única dimensão adequada é o amor”. Por outro lado, considero necessário o percurso que faço sobre o conhecimento do amor através das linhas de Goethe, Stendhal, Dostoievski ou Proust, entre outros, porque a literatura é um reflexo da realidade, um verdadeiro prolongamento de nossa experiência, estimulando-nos a compreender e desenvolver nossas respostas cognitivas e passionais. Rainer María Rilke é um poeta intimista e profundo. Comecei a lê-lo quando ingressei no seminário maior de Cuenca. Desde então, não pude me separar dele. A proposta de Rilke é insubstituível: só o Amor, que é Deus, alcançará que a finitude do amor dos infinitos enamorados chegue a sua plenitude e se converta em infinitude em um terceiro termo amoroso. Dito de outro modo, há um “amor maior”, que é Deus, que constitui a verdade da relação amorosa. Só quando o Amor fica inserido na relação entre um homem e uma mulher, o amor permanece. (Por Nieves San Martín) #aparentemente #ohomem #Verdade #buscam #Isso #Sextafeira #Homens #pode #sãovicenteferrer #pessoa #pelo #zenit #sacerdote #universidade #parafazer #estruturas #Humana #dospilares
- Clamor entre clamores
Por Dom Walmor Oliveira de Azevedo Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte BELO HORIZONTE, sexta-feira, 10 de junho de 2011 (ZENIT.org) – O livro do Êxodo, no capítulo três, narra que Moisés, pastor de ovelhas, teve um encontro com Deus e no centro dessa experiência, Deus lhe diz que tinha visto a opressão do seu povo no Egito. Ouvira o grito de aflição diante dos opressores e tomou conhecimento dos seus sofrimentos. A escuta desses clamores configura o caminho e a relação entre Deus e seu povo. A fé é um diálogo que inclui a escuta de clamores. Um caminho novo é iniciado com a força dialogal, que nasce e se sustenta nos ecos dos clamores do povo no coração de Deus. Remete ao chão da realidade e alarga o horizonte dessa presença, que é fonte inesgotável de sentido e de referência. O apóstolo Paulo escrevendo aos romanos (8,22-23) sublinha que “toda a criação, até o presente, está gemendo como que em dores de parto; e não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, gememos em nosso íntimo, esperando a condição filial, a redenção de nosso corpo”. Esse clamor revela a premência da esperança intrínseca à criação de ser libertada da corrupção. O Documento de Puebla, fruto da terceira conferência dos bispos latino-americanos, em 1979, faz referência ao clamor dos pobres, que pode ter parecido um clamor surdo, e que agora é crescente, impetuoso e, em alguns casos, ameaçador. Na verdade, há uma avalanche de clamores neste tempo de muitos avanços, envolvendo todos os aspectos da vida. Clamores que exigem mudança substancial e, até mesmo radical, de estilos de vida, para deter a onda de prejuízos que solapam a integridade da vida e emolduram de selvagerias o cotidiano. Isso, por falta da sensibilidade indispensável que permite ecoar na consciência os apelos de todos. É comprometedora a incapacidade de escuta pela prática insipiente do diálogo, alavancada pela cultura da informação em detrimento da dinâmica da partilha, do intercâmbio e da compreensão dos valores como tesouro primeiro da vida em sociedade, em família e nas relações interpessoais. São incontáveis os clamores vindos dos cenários comprometidos pela exclusão social. Um absurdo nas circunstâncias de um tempo que já mudou tanto, perpetuando a vergonha de uma sociedade que retarda a solução de problemas que afligem os pobres, como habitação, trabalho e participação cidadã. Retardamento devido ao exercício equivocado do poder e marcado pela ganância que gera corrupção. Endemia que impede consertos urgentes nos funcionamentos públicos e governamentais, nos âmbitos da vida privada e em questões de interesse comum. Há, no entanto, sinal evidente de um clamor, talvez ainda surdo, por uma vida pautada em valores éticos e sustentada pela moralidade que afiança o prosseguimento da vida na direção certa. Garantia de conquistas e rumos que permitam avanços na cultura da justiça, da paz e da solidariedade. Merecem atenção especial os ecos que precisam soar no mais profundo da consciência cidadã, quando se considera o quanto é insuportável a presença de fichas-sujas – por exemplo, entre os servidores públicos – impulsionando avanços na direção de procedimentos legais que impeçam práticas que já corroeram o erário público, a honradez na vida pública, tocando outros âmbitos de extrema importância no conjunto da vida social e política. Trata-se, na verdade, de um percurso desafiador, com força de reconfiguração necessária e urgente de dinâmicas e funcionamentos, cuja alavanca está no despertar pela ética. O interesse pela ética não pode se resumir a uma bandeira cujo tremular apenas venta sobre temas importantes como responsabilidade social, honradez, respeito aos direitos e exercício do poder como serviço. É preciso considerar o tesouro da ética como fenômeno. Basta pensar, no quadro dessa iluminação, a diferença e a incidência quando se assume determinado princípio ético, por formação e com profunda convicção, a diferença que faz com consequências determinantes. Um princípio ético, ou o oposto, tem influências determinantes no andamento e no horizonte da sociedade e de suas instituições. É diferente, quando a vida é marcada pelo altruísmo em contraposição ao egoísmo. Aristóteles, em sua obra Ética a Nicômaco, quando aborda o fim que a política deve perseguir e qual o sumo bem na ação, aponta o quanto é urgente e indispensável incluir na prática diária e na condução da vida social, educativa e cultural, o zelo pela permanente procura e descoberta em que consiste exatamente o bem. Esse é um longo caminho com complexidades variadas, insubstituível como garantia para que a vida não seja só um dia após o outro, mas uma construção com base na verdade e no amor. Dom Walmor Oliveira de Azevedo é arcebispo metropolitano de Belo Horizonte #estilosdevida #belohorizonte #Deus #Isso #Egito #Sextafeira #documentodepuebla #Avalanche #ogrito #fruto #desses #configura #podeter #aos #terceira #Romanos #Tempo #cotidiano #clamor
- Ex-pastores anglicanos serão ordenados sacerdotes católicos na Inglaterra em Pentecostes
LONDRES, 08 Jun. 11 / 05:35 pm (ACI) Na solenidade de Pentecostes, cerca de 60 pastores anglicanos serão ordenados sacerdotes católicos no Reino Unido. Eles devem servir no Ordinariato pessoal de Nossa Senhora de Walsingham, como previsto na Constituição apostólica “Anglicanorum Coetibus”, publicada pelo papa para atender ao anseio de alguns anglicanos de entrar em plena comunhão com Roma. Os pastores, informou a Rádio Vaticano, frequentaram um programa de formação de 3 meses e meio e uma vez por semana passavam o dia no seminário de Allen Hall, em Chelsea. O Ordinariato permite a seus membros anglicanos tornarem-se católicos mantendo algumas formas e tradições da liturgia anglicana. Ele foi instituído com um decreto em janeiro passado, quando foi também anunciado o nome do responsável, Keith Newton. Os primeiros a ingressarem no Ordinariato são três ex-bispos anglicanos que foram ordenados sacerdotes para a Igreja Católica em janeiro passado e receberam o título de Monsenhor. #serão #Senhora #Pentecostes #newtonos #Newton #ingressarem #Constituição #Ele #Unido #rádio #informou #Nossa #ACI #instituído #comunhão #formação #também #Pastores #decreto #atender #Sacerdotes #LONDRES #responsável #devem #Hall #Papa #passado #Anglicana #Allen #Keith #reinounido #pelo #passavam #Liturgia #odia #foi #Solenidade #eles #uma #meio #ordinariato #Apostólica #anseio #janeiro #frequentaram #dia #Chelsea #keithnewton #Coetibus #Seminário #com #mantendo #walsingham #nome #Anglicanorum #pessoal #Jun #quando
- Matrimônio é união de amor entre homem e mulher para a vida toda, afirma o Papa
ACI/EWTN Noticias) Ao presidir a audiência geral desta quarta-feira, o Papa Bento XVI recordou sua recente viagem à Croácia no dias 4 e 5 de junho, e explicou que “o Matrimônio por aquilo que é, isto é, a união de um homem e de uma mulher que, com a graça de Cristo, amam-se e ajudam-se por toda a vida, na alegria e na dor, na saúde e na doença”. O Santo Padre recordou que a ocasião principal desta visita era ” a 1ª Jornada Nacional das famílias croatas, culminada na Concelebração eucarística do domingo pela manhã, que teve a participação, na área do Hipódromo de Zagreb, de uma grande multidão de fiéis. Foi, para mim, muito importante confirmar na fé, sobretudo as famílias, que o Concílio Vaticano II chamou de “igrejas domésticas”. “Na Europa de hoje, as Nações de sólida tradição cristã tem uma especial responsabilidade em defender e promover o valor da família fundada no matrimônio, que permanece sendo decisiva tanto no campo educativo quanto no social. Essa mensagem tinha, portanto, uma particular relevância para a Croácia, que, rica pelo seu patrimônio espiritual, ético e cultural, está próximo a entrar na União Europeia”. Na Missa para as famílias, continuou o Papa, “destaquei o dom e o compromisso da comunhão na Igreja, bem como de encorajar os cônjuges na sua missão. Em nossos dias, enquanto infelizmente se constata o multiplicar-se das separações e dos divórcios, a fidelidade dos cônjuges tornou-se por si mesma um testemunho significativo do amor de Cristo, que permite viver o Matrimônio por aquilo que é, isto é, a união de um homem e de uma mulher que, com a graça de Cristo, amam-se e ajudam-se por toda a vida, na alegria e na dor, na saúde e na doença”. “A fé em Deus que é Amor transmite-se antes de tudo com o testemunho de uma fidelidade ao amor conjugal, que se traduz naturalmente em amor pelos filhos, fruto dessa união. Mas essa fidelidade não é possível sem a graça de Deus, sem o sustento da fé e do Espírito Santo”. Bento XVI se referiu logo à vigília com os jovens, na tarde do sábado, aos quais disse que “Deus lhes busca primeiro e mais do que eles mesmos buscam a Ele. É essa a alegria da fé: descobrir que Deus nos ama por primeiro! É uma descoberta que nos mantêm sempre discípulos, e, portanto, sempre jovens no espírito!”. O Papa recordou logo as Vésperas na Catedral de Zagreb com os bispos, sacerdotes, religiosos e seminaristas, aonde está “a monumental tumba do Beato Cardeal Alojzije Stepinac, Bispo e Mártir. Ele, em nome de Cristo, opôs-se com coragem primeiro aos abusos do nazismo e do fascismo e, depois, àqueles do regime comunista”. O Santo Padre disse que no encontro com representantes da sociedade civil e do mundo político, acadêmico, cultural e empresarial, e com o corpo diplomático e os representantes religiosos, no Teatro Nacional de Zagreb, pôde “homenagear a grande tradição cultural croata, inseparável da sua história de fé e da presença viva da Igreja, promotora ao longo dos séculos de múltiplas instituições e, sobretudo, formadora de ilustres buscadores da verdade e do bem comum”. “Mais uma vez, tornou-se evidente a todos nós a profunda vocação da Europa, que é aquela de custodiar e renovar um humanismo que tem raízes cristãs e que se pode definir “católico”, isto é, universal e integral”. Um humanismo, explicou, “que coloca ao centro a consciência do homem, a sua abertura ao transcendente e, ao mesmo tempo, a sua realidade histórica, capaz de inspirar projetos políticos diversificados mas convergentes na construção de uma democracia substancial, fundada sobre valores éticos enraizados na própria natureza humana”. Finalmente o Papa agradeceu a todos os que rezaram por sua viagem e pediu que “por intercessão da Virgem Maria, Rainha dos Croatas, que tudo quanto eu pude semear produza frutos abundantes para as famílias croatas, para toda a Nação e para toda a Europa”. Em sua saudação os peregrinos de língua portuguesa, o Papa disse: “sede bem-vindos! A todos saúdo com grande afeto e alegria, de modo especial a quantos vieram de Portugal e do Brasil com o desejo de encontrar o Sucessor de Pedro. Desça a minha bênção sobre vós, vossas famílias e comunidades. Ide em paz!” #teve #quartafeira #Deus #vaticanoii #pela #ACI #fruto #pelos #ewtn #Filhos #amordecristo #ao #BentoXVI #hoje #papabento #Missa
- Cristãos brasileiros devem unir-se para lutar contra a corrente anti-cristã, afirma Prof. Aquino
ACI) Em um artigo publicado este 1 de junho, o conhecido autor e apresentador da Canção Nova, Prof. Felipe Aquino, realizou um apelo a todos os cristãos do Brasil a lutar pela família, e mais concretamente, alertou para os perigos do Projeto de Lei 122 que criminaliza a discordância com a homossexualidade e fere a liberdade de expressão. “Mais do que nunca hoje é preciso esta união, pois forças gigantescas se movem contra a fé cristã”, recordou o Prof. Aquino lembrando a recente Marcha pela Família em Brasilia que reuniu milhares de cristãos brasileiros para protestar contra o projeto. No seu artigo, o Prof. Aquino destaca a chamada de João Paulo II na sua Encíclica “Ut Unum Sint” a todos os cristãos na qual o agora beato “lembra que os cristãos (católicos, ortodoxos e protestantes) precisam se unir para enfrentar a atual “corrente anticristã””. Citando a mencionada Encíclica o autor católico sublinha as palavras de João Paulo II: “unidos na esteira dos mártires, os crentes em Cristo não podem permanecer divididos. Se querem verdadeira e eficazmente fazer frente à tendência do mundo a tornar vão o Mistério da Redenção, os cristãos devem professar juntos a mesma verdade sobre a Cruz”. “Mais do que nunca hoje é preciso esta união, pois forças gigantescas se movem contra a fé cristã. Nesta quarta feira (1/6/2011) cerca de cinqüenta mil cristãos (católicos e protestantes) se uniram em manifestação pública em Brasilia para contestar o projeto de Lei 122 que criminaliza quem discordar da prática homossexual, que o Catecismo da Igreja chama de “depravação grave” (§2375)”, afirmou também o Prof. Felipe. “O projeto é malicioso e maldoso; vai contra o Artigo 5º da Constituição Federal que defende a livre expressão. Já existem leis para coibir quem ofende, discrimina ou zomba de qualquer pessoa, seja homossexual ou não; mas o que o projeto visa é muito mais: é impedir que se pregue contra o pecado; é colocar na cadeia quem se posicionar contra a prática homossexual (não contra a tendência)”. “O que se deseja com este Projeto é estimular a prática homossexual mais do que garantir o direito da pessoa assumir esta opção”, asseverou o blogger e apresentador da Canção Nova. Insistindo que jamais se deve discriminar os homossexuais, o autor afirma também que “não podemos negar a Lei de Deus e o ensino da Igreja sobre a prática homossexual, como pecado grave (sodomia)”. “A posição da Igreja não muda. Portanto, é hora de união de todos os cristãos, deixando de lado o que nos divide, e deixando de nos ferirmos mutuamente, para defender a Lei santa de Deus”, afirmou o pensador católico chamando à união dos cristãos contra a corrente que busca impor a ideologia de gênero e fazer uma apologia do homossexualismo, promovendo estes anti-valores até mesmo entre crianças de idade escolar como no caso do kit gay, que segundo grupos e peritos em temas de família, sob o pretexto de educar as crianças contra a homofobia na verdade estimula à prática homossexual. “Precisamos exigir dos parlamentares (por carta, email, telefone, manifestação pública, etc.) que este maldoso e disfarçado Projeto seja arrancado desde as raízes, enquanto é tempo. Depois não adiantará chorar. Não podemos ficar em nossas grupos de “consolo mútuo”, onde cada um chora no ombro do outro e não faz nada. “Cristãos unidos jamais serão vencidos”, como no primeiro século da Igreja”, afirmou o Prof. Aquino. Por último, o autor assevera que “todos precisamos nos manifestar, especialmente o clero em suas homilias, pregações, sites, etc., como muitos já estão fazendo graças a Deus”. O artigo completo do Prof. Aquino pode ser visto no seu blog em: http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/ #proffelipe #quartafeira #Verdade #SãoPaulo #visa #Unum #joãopaulo #junho #chamada #homossexual #constituiçãofederal #todosos
- A Virgem Maria e o Concílio Vaticano II
Entrevista com o Secretário da Academia Pontifícia “Mariana Internationalis” ROMA, sexta-feira, 3 de junho de 2011 (ZENIT.org) – Neste sábado, 4 de junho, a Academia Pontifícia Mariana Internationalis organiza um seminário de estudos para preparar o 23º Congresso Mariológico Mariano Internacional, sobre “A mariologia a partir do Concílio Vaticano II: recepção, balanço e perspectivas”. Considerando o grande interesse por Nossa Senhora que existe entre os cristãos e mesmo entre os não cristãos, ZENIT entrevistou o padre Stefano Cecchin O.F.M., Secretário da Academia Pontifícia Mariana Internationalis (http://accademiamariana.org). ZENIT: Quem era Maria e qual era o papel dela na história da salvação, segundo a religião cristã? Padre Cecchin: Maria era a mãe de Jesus. Mas, por explícito desejo de Cristo, manifestado na cruz, ela é a mãe de todas as pessoas que se converteram a Cristo: é a mãe dos verdadeiros discípulos de Jesus. O papel fundamental de Maria na história da salvação foi dizer “sim”. Então Cristo se encarnou, e foi por meio da encarnação que nós fomos salvos. Foi graças a ela que o Filho de Deus se tornou nosso irmão. ZENIT: Apesar da natureza humana de Maria, os cristãos a colocam numa dimensão que vai além da santidade. Ela é invocada como a intercessora mais influente junto a Jesus. Por quê? Padre Cecchin: A santidade está ligada à proximidade com Deus. E quem está mais perto de Deus do que ela? Ela carregou no ventre, durante nove meses, Aquele que vivia no seio do Pai (Jo 1,18)! Ou, como dizem os Padres da Igreja, “ela conteve em si mesma Aquele que nem os céus podem conter”. Então a santidade de Maria é considerada a maior, porque é a mais próxima de Deus, a mais íntima, porque “a carne de Cristo é a carne de Maria” (Santo Agostinho). Jesus e Maria viveram unidos não só no sangue, mas também nos sentimentos, na fé, na vida, na morte. Ela foi assunta na glória com o Filho e ao lado dele. Quem pode apresentar as nossas necessidades a Jesus melhor do que ela? O amor que temos pela mãe de Jesus nos infunde a confiança de que ela não pode deixar de ouvir as nossas orações, e que, estando ao lado de Jesus, a nossa prece será ouvida por ele com certeza. ZENIT: Como é que Maria pode ser um exemplo de virtude para o nosso tempo? Muitas mulheres dizem que Maria está longe demais da realidade terrena. Padre Cecchin: A devoção do passado revestia Maria com mantos preciosíssimos, coroas… esquecia pouco a pouco a humanidade dela. A reviravolta antropológica do Concílio Vaticano II nos fez redescobrir “a mulher de Nazaré” na sua plena humanidade. Encontramos nela, ao lado de Jesus, uma mulher plenamente realizada, mas só depois de ter aceitado a vontade de Deus, que se revelava a ela no seu constante caminho de fé, que a torna verdadeira discípula de Cristo. Em Maria nós achamos todas as expressões da humanidade que acolhe um filho, que a enche de responsabilidade, que o faz crescer, que o educa… Ela fica viúva, vê o filho sair de casa, ser amado mas incompreendido até chegar à cruz. O que pode ser mais terrível para uma mãe do que ver um filho inocente morrendo assim? Redescobrir a humanidade de Maria, a missão de educadora do homem Jesus, com todas as suas características psicológicas, nos faz confiar nela não só como uma amiga que entende a nossa situação humana, mas também como um modelo que nos mostra que é possível viver o evangelho em plenitude. ZENIT: São inumeráveis os fenômenos de devoção a Nossa Senhora. Milhões de pessoas rezam a ela todo dia. Como o senhor encara fenômenos como o de Medjugorje? Padre Cecchin: Todo dom de Deus é graça. Mas não pode ser um acréscimo ao dom da Revelação, que já está contido nas Sagradas Escrituras e que é retamente interpretado pela Igreja. Pessoalmente, eu encontro a Deus, Maria e os santos na liturgia da Igreja, que muitos deveriam descobrir como lugar normal em que Deus se manifesta! Depois, eu também amo os santuários, lugares de peregrinação que fazem muito bem para o espírito. ZENIT: A sua academia está preparando o 23º Congresso Mariológico Mariano Internacional sobre a mariologia a partir do ConcílioVaticano II. Pode nos falar dos conteúdos e da finalidade? Padre Cecchin: Neste dia 4 de junho vamos ter um seminário na Universidade Pontifícia Antonianum (Via Merulana, 124, Roma), como preparação para esse evento, que é chamado também de “Concílio dos peritos em mariologia”. A cada quatro anos, os mariólogos do mundo inteiro se encontram nesse congresso para juntar os resultados dos seus estudos sobre a Virgem Maria. Neste seminário nós vamos preparar o tema e o foco, para delinear os campos de estudo futuro da mariologia. Antonio Gaspari #mariologia #conter #Deus #elaela #Sextafeira #sangue #Academia #organiza #ventre #Stefano #zenit #quem #desejo #mariana #Congresso #DeCristo #SantoAgostinho #salvos #perspectivas #seio
- 20 – A Resposta Católica: “Culto aos santos e suas imagens”
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- 19 – A Resposta Católica: “Como é ação de Satanás no mundo?”
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- 18 – A Resposta Católica: “Intercessão dos Santos”
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- Súplica ao Santo Padre, o Papa Bento XVI, pela graça de um Ano Mariano em 2012-2013
Para assinar a petição online acesse http://www.anomariano.com Súplica ao Santo Padre, o Papa Bento XVI, pela graça de um Ano Mariano em 2012-2013, recordando os 25 anos do último ano mariano proclamado pelo Servo de Deus o Papa João Paulo II e comemorando os 300 anos do “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem” de São Luis Maria Montfort. #sãoluis #acesse #SantoPadre #devoção #assinar #Deus #comemorando #Maria #recordando #pela #virgem #montfort #Online #Youtube #joãopaulo #Padre #proclamado #XVI #Tratado #súplica #São #último #Santo #graça #ano #petição #ao #Luis #pelo #mariano #Servo #Paulo #João #verdadeira #Santíssima #Bento #luismaria
- Sacerdote do Altíssimo
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- Já são 400 mil inscritos na Jornada Mundial da Juventude
Cardeal Rouco: oportunidade de descobrir os fundamentos da vida MADRI, sexta-feira, 27 de maio de 2011 (ZENIT.org) – Nesta quinta-feira, o cardeal arcebispo de Madri, Antonio María Rouco Varela, presidente do comitê organizador local da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), pronunciou a conferência “A três meses da Jornada Mundial da Juventude”, no Fórum da Nova Sociedade. Já há 400 mil inscritos no evento, de 182 países. “Os jovens têm ‘toda uma vida adiante’ e a JMJ é uma oportunidade para que se deixem iluminar por Cristo e, no fundo do seu coração e em seus sentimentos de entrega e solidariedade, podem descobrir os fundamentos da sua vida”, explicou. “Os frutos de entrega das JMJ podem ser observados claramente: são muitas as vocações ao sacerdócio, à vida consagrada, ao matrimônio, que surgem de da JMJ. Mas também, a longo prazo, supõem uma contribuição para a sociedade atual: energia para resolver a crise e fortalecer o caminho da paz”, destacou. “Os problemas dos jovens estão nas situações de desemprego, mas sobretudo em seu coração, e este é o único lugar em que podem ser solucionados. A democracia vive de pressupostos que ela mesma não se pode dar. Deve beber de outras fontes de humanidade”, sublinhou. O cardeal de Madri utilizou a comparação de uma casa em chamas com a situação atual: “Se estamos nesta situação, o importante é chamar os bombeiros, mas sobretudo, o mais importante é agir para que isso não volte a ocorrer e, para isso, é preciso algo mais do que soluções técnicas”. As JMJ “são uma iniciativa pessoal de João Paulo II, que apostou em uma nova geração de jovens de 2000. Agora, Bento XVI retoma este legado. É o Papa quem convoca e atrai os jovens. Em sua última encíclica, Caritas in Veritate, ele aborda muitos problemas da sociedade atual, mas sempre há um ponto de referência: a entrega, a solidariedade, a caridade”, recordou. “Não podemos nos esquecer de que a escolha da Espanha não foi por acaso, mas tem a ver com a projeção de riqueza espiritual da história deste país na história da Igreja e na cultura do Ocidente. Basta ver o selo espiritual dos padroeiros da JMJ: Inácio de Loyola, Teresa de Ávila, Rosa de Lima, Francisco Xavier”, destacou. “A imagem de Madri mudará durante os dias da JMJ, pois este acontecimento é da Igreja universal, mas também um grande encontro para a sociedade e a cidade que o acolhe”, destacou. Na JMJ, além dos atos com o Papa, haverá todo um rico e polifacético programa de atividades culturais. O cardeal de Madri agradeceu pelo apoio de todas as pessoas e empresas sem as quais não seria possível este acontecimento: “Agradeço às administrações públicas, que estão colaborando sem reservas, a toda a comunidade de Madri, às paróquias e movimentos, às comunidades de vida contemplativa, que nos apoiam com a sua oração, e muito especialmente aos milhares de voluntários da JMJ de todas as nacionalidades, que formam uma ‘ONU’ muito especial”. #coração #osproblemas #Fórum #Rouco #Varela #Cristo #sobretudo #Iniciativa #seu #podem #crise #Cáritas #Mundial #Ele #Maria #Isso #suavida #Sextafeira #desemprego #atual #situação #descobrir #deixem #também #história #joãopaulo #muito #Conferência #tem #nestaquinta #solidariedade #sua #adiante #Comitê #São #Jornada #organizador #ao #não #sem #estão #zenit #quem #sociedade #evento #uma #Madri #pronunciou #maio #iluminar #Fundo #juventude #Igreja #atrai #nova #org #oportunidade #destacou #com #claramente #JMJ #danova #acontecimento #pessoal #nesta #Arcebispo #Cardeal
- 17 – A Resposta Católica: “Fecundação In Vitro”
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- 16 – A Resposta Católica: “Qual a diferença entre corpo, alma e espírito?”
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- 15 – A Resposta Católica: “Orientação a um homossexual”
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- 14 – A Resposta Católica: “Por que os padres jovens entram em crise?”
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- Os pecados da Igreja
Fonte: Apostolado Spiritus Paraclitus Conta-se que Napoleão, o vencedor de tantas batalhas, após ter mantido o Papa Pio VII prisioneiro em Fontainebleau por longo tempo, queria tomar a Igreja Católica sob a sua tutela para assim alcançar a hegemonia total na Europa. Com isso em mente, redigiu uma Concordata que entregou ao Secretário de Estado, o cardeal Consalvi. O imperador disse ao cardeal que voltaria no dia seguinte e que queria o documento assinado. Após ler a Concordata, Consalvi informou Sua Santidade de que assinar o documento equivaleria a vender a Igreja ao Imperador da França e, por conseguinte, implorou-lhe que não o assinasse. Quando Napoleão voltou, o cardeal informou-o de que o documento não havia sido assinado. O imperador começou então a usar um dos seus conhecidos estratagemas: a intimidação. Teve uma explosão de raiva e gritou: “Se este documento não for assinado, eu destruirei a Igreja Católica Romana”. Ao que Consalvi calmamente retrucou: “Majestade, se os papas, cardeais, bispos e padres não conseguiram destruir a Igreja em dezenove séculos, como Vossa Alteza espera consegui-lo durante os anos da sua vida?” Tenho um motivo real para relatar esse episódio. Consalvi deixa claro que embora existam inumeráveis pecadores no seio da Igreja, também em posições de governo, a Igreja conseguiu subsistir por ser a Esposa Imaculada de Cristo, santa e protegida pelo Espírito Santo. Como disse certa vez Hilaire Belloc, se a Igreja fosse uma instituição simplesmente humana, não teria sobrevivido aos muitos prelados medíocres e irresponsáveis que já a lideraram. Por que a Igreja sobrevive e continuará a sobreviver? A resposta é simples. Cristo nunca disse que daria líderes perfeitos à Igreja. Nunca disse que todos os membros da Igreja seriam santos. Judas era um dos Apóstolos, e todos aqueles que traem o Magistério da Esposa de Cristo tornam-se Judas. O que Nosso Senhor disse foi: As portas do inferno não prevalecerão contra ela (Mt 16, 18). A palavra “Igreja” tem dois sentidos: um sobrenatural e outro sociológico. Para todos os não-católicos e, infelizmente, também para muitos católicos de hoje, a Igreja é uma instituição meramente humana, constituída por pecadores, uma instituição cuja história está carregada de crimes. É preocupante o fato de que o significado sobrenatural da palavra “Igreja” – a saber, a santa e imaculada Esposa de Cristo – seja totalmente desconhecida da esmagadora maioria das pessoas, e até de um alto percentual de católicos cuja formação religiosa foi negligenciada desde o Vaticano II. Por isso, quando o Papa ou algum membro da hierarquia pede perdão pelos pecados dos cristãos no passado, muitas pessoas acabam pensando que a Igreja – a instituição religiosa mais poderosa da terra – está finalmente a admitir as suas culpas e que a sua própria existência foi prejudicial à humanidade. Na realidade, a Esposa de Cristo é a maior vítima dos pecados dos seus filhos; no entanto, é ela que implora a Deus que perdoe os pecados daqueles que pertencem ao seu corpo. É a Santa Igreja que implora a Deus que cure as feridas que esses filhos pecadores infligiram a outros, muitas vezes em nome da mesma Igreja que traíram. Somente Deus pode redimir os pecados; é por isso que a liturgia católica é rica em orações que invocam o perdão de Deus. As vítimas dos pecados podem (e devem) perdoar o mal que sofreram, mas não podem de forma alguma perdoar o mal moral em si, e, caso se recusem a perdoar, movidas pelo rancor e pelo ódio, Deus, que é infinitamente misericordioso, nunca nega o seu perdão àqueles que o procuram de coração contrito. A Santa Igreja Católica não pode pecar; mas muitas vezes é a mãe dolorosa de filhos díscolos e desobedientes. Ela dá-lhes os meios de salvação, dá-lhes o pão puro da Verdade. Mas não pode forçá-los a viver os seus santos ensinamentos. Isto aplica-se tanto a papas e bispos como aos demais membros da Igreja. Cristo foi traído por um dos seus Apóstolos e negado por outro. O primeiro enforcou-se; o segundo arrependeu-se e chorou amargamente. A diferença entre os sentidos sobrenatural e sociológico da Igreja deve ser continuamente enfatizada, pois fatalmente causa confusão quando não é explicitada com clareza. Assim como os judeus que aderem ao ateísmo traem tragicamente o seu título de honra – serem parte do povo escolhido de Deus –, assim os católicos romanos que pisoteiam o ponto central da moralidade – amar a Deus e, por Ele, o próximo –, traem um princípio sagrado da sua fé. Por outro lado, em nome da justiça e da verdade, é forçoso mencionar que os católicos verdadeiros (aqueles que vivem a fé e enxergam a Santa Igreja com os olhos da fé) sempre ergueram a voz contra os pecados cometidos pelos membros da Igreja. São Bernardo de Claraval condenou em termos duríssimos as perseguições que os judeus sofreram na Alemanha do século XII (cf. Ratisbonne, Vida de São Bernardo). Os missionários católicos no México e no Peru protestavam constantemente contra a brutalidade dos conquistadores, geralmente movidos pela ganância. A Igreja deve ser julgada com base naqueles que vivem os seus ensinamentos, não naqueles que os traem. Recordo-me das palavras com que um amigo meu, judeu muito ortodoxo, lamentava o fato de muitos judeus se tornarem ateus: “Se somente um judeu permanecer fiel, esse judeu é Israel”. O mesmo pode ser dito com relação à Igreja Católica; apenas as pessoas fiéis ao ensinamento de Cristo podem falar em seu nome. Ela deve ser julgada de acordo com a santidade que alguns dos seus membros alcançam, não de acordo com os pecados e crimes de inúmeros cristãos que julgam os seus ensinamentos difíceis de praticar e que por isso traem a Deus na sua vida cotidiana. Os pecadores, aliás, estão igualmente distribuídos pelo mundo e não são uma triste prerrogativa da religião católica. Se fosse assim, estaria justificada a afirmação de um dos meus alunos judeus em Hunter, feita diante de uma sala lotada: “Teria sido melhor para o mundo que o cristianismo nunca tivesse existido”. A história julgará se o conflito atual entre judeus e muçulmanos é moralmente justificável. Este modesto comentário foi motivado pelo que disse um rabino à televisão, um dia após o pronunciamento histórico de João Paulo II na Basílica de São Pedro, a 12 de março de 2000, quando o Santo Padre pediu perdão pelos pecados dos cristãos no passado. O rabino não apenas achou o pedido de desculpas de Sua Santidade “incompleto” por não mencionar explicitamente o Holocausto (esquecendo-se de mencionar que os católicos eram e são minoria na Alemanha, país basicamente protestante), como também disse que os pecados cometidos pela Igreja foram freqüentemente endossados pelos seus líderes, dando a entender que o anti-semitismo faria parte da própria natureza da Igreja. É digno de nota que somente o Papa tenha pedido desculpas pelos pecados cometidos pelos membros da Igreja. Não deveriam fazer o mesmo os hindus, por terem praticamente erradicado o budismo da Índia e forçado os seus membros a fugir para o Tibet, a China e o Japão? Não deveriam os anglicanos pedir desculpas por terem assassinado São Thomas More, São John Fisher e São Edmund Campion, para mencionar apenas três nomes? E quanto ao extermínio de um milhão de armênios pelos turcos em 1914? Ninguém fala a respeito desse “holocausto”; ninguém parece saber dele. E o extermínio de cristãos que acontece agora no Sudão? E a Inquisição Protestante ? (Grifos Meu) Tal afirmação deixa claro que o rabino não tem a menor idéia daquilo que os católicos entendem por Esposa Imaculada de Cristo – uma realidade que não pode ser percebida ou compreendida por aqueles que usam os óculos do secularismo. Pergunto-me quando o “mundo” considerará que a Igreja já pediu desculpas suficientes. Por séculos a Igreja tem sido o bode expiatório ideal. O que os seus acusadores fariam se ela deixasse de existir? Aqueles que a acusam de “silêncio” não estão apenas desinformados, mas pressupõem que eles próprios seriam heróicos se estivessem na mesma situação. Como o Papa Pio XII disse a meu marido numa entrevista privada, quando ainda era Secretário de Estado: “Não se obriga ninguém a ser mártir”. Quantas pessoas se julgam heróicas sem nunca terem sido realmente testadas! Quantos judeus arriscariam a vida para salvar católicos perseguidos? Por que esquecem que milhões de católicos também pereceram nos campos de concentração? Se a Gestapo tivesse apanhado o meu marido, considerado o inimigo número um de Hitler em Viena, tê-lo-ia feito em pedaços. Ele lutava contra o nazismo em nome da Igreja e perdeu tudo porque odiava a iniqüidade. Quantas pessoas fariam o mesmo – não na sua imaginação, mas na realidade? Também não devemos esquecer que inúmeros católicos foram (e são) perseguidos por causa da sua fé. Mas um verdadeiro católico não espera desculpas dos seus perseguidores. Perdoa os seus perseguidores, quer eles lhe peçam desculpas, quer não. Reza por eles, ama-os em nome dAquele que padeceu e morreu pelos pecados de todos. É sempre lamentável ouvir um católico dizer: “Fulano e beltrano devem-me desculpas”. Somente a pessoa que enxerga a Santa Igreja Católica (chamada santa cada vez que o Credo é recitado) com os olhos da fé, só essa pessoa compreende com imensa gratidão que a Igreja é a Santa Esposa de Cristo, sem ruga nem mácula, por causa da santidade do seu ensinamento, porque aponta o caminho para a Vida Eterna e porque dispensa os meios da graça, ou seja, os sacramentos. O pecado é uma realidade medonha e que os pecados cometidos por aqueles que se dizem servos de Deus são especialmente repulsivos. Nunca serão excessivamente lamentados, mas devemos ter presente que, apesar de muitos membros da Igreja serem – infelizmente – cidadãos da Cidade dos Homens e não da Cidade de Deus, a Igreja permanece santa. Hildebrand, Alice von. Os pecados da Igreja. Catholic Net. [Traduzido por Silva Mendes]. Disponível em: http://www.catholic.net/rcc/Periodicals/Homiletic/2000-06/vonhildebrand.html #fontainebleau #longo #ter #papapio #suavida #queria #Judas #Senhor #hilairebelloc #quenosso #pelo #Tempo #DeCristo #piovii #Inferno #Humana #seio #assim
- 13 – A Resposta Católica: “Por que existem doenças genéticas?”
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- O Papa recorda João Paulo II e pede que os católicos rezem os mistérios luminosos do Terço
Vaticano, 23 Mai. 11 / 01:17 pm (ACI/EWTN Noticias) Em sua saudação em francês ao concluir a oração do Regina Caeli deste domingo na Praça de São Pedro, o Papa Bento XVI recordou a recente beatificação de João Paulo II e alentou os fiéis a rezar os mistérios luminosos do Rosário, legados à Igreja pelo Pontífice polonês. “No impulso gerado na Igreja pela beatificação do Papa João Paulo II, convido-lhes a rezar o Terço meditando os mistérios luminosos, aos que nos convidou”, disse o Papa. Bento XVI assegurou também que “ao seguir as etapas da missão de Cristo com a Virgem Maria, fazemo-nos capazes, como ela, de ver o amor do Pai feitos obra na vida e o ensinamento do seu Filho”. “Que possamos também nós convertermo-nos em adoradores em espírito e na verdade e em testemunhas! Abençoe-lhes de coração assim como as suas famílias”, concluiu. Os mistérios luminosos para a oração do Rosário são os seguintes: o Batismo de Jesus no rio Jordão, as Bodas de Caná, o anúncio do Reino de Deus convidando à conversão, a Transfiguração e a instituição da Eucaristia. #coração #Praça #Bodas #Regina #Cristo #beatificação #seu #Verdade #Abençoelhes #disse #PapaBentoXVI #assegurou #Deus #Maria #pela #virgem #riojordão #Caeli #ACI #convidou #também #batismo #joãopaulo #alentou #saudação #Eucaristia #recordou #missão #recente #XVI #sua #Espírito #Notícias #Pedro #ewtn #São #deste #SãoPedro #oração #ensinamento #Filho #Terço #pontífice #ReginaCaeli #Igreja #DeCristo #Paulo #gerado #João #meditando #concluiu #Mai #com #Jesus #assim #Pai #Bento #Rosário #ela
- 12 – A Resposta Católica: “Os milagres de Jesus realmente aconteceram?”
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- A Constituição “conforme” o STF
Escrevo este artigo com profundo desconforto, levando-se em consideração a admiração que tenho pelos ministros do Supremo Tribunal Federal brasileiro, alguns com sólida obra doutrinária e renome internacional. Sinto-me, todavia, na obrigação, como velho advogado, de manifestar meu desencanto com a sua crescente atuação como legisladores e constituintes, e não como julgadores. À luz da denominada “interpretação conforme”, estão conformando a Constituição Federal à sua imagem e semelhança, e não àquela que o povo desenhou por meio de seus representantes. Participei, a convite dos constituintes, de audiências públicas e mantive permanentes contatos com muitos deles, inclusive com o relator, senador Bernardo Cabral, e com o presidente, deputado Ulysses Guimarães. Lembro-me que a ideia inicial, alterada na undécima hora, era a de adoção do regime parlamentar. Por tal razão, apesar de o decreto-lei ser execrado pela Constituinte, a medida provisória, copiada do regime parlamentar italiano, foi adotada. Por outro lado, a fim de não permitir que o Judiciário se transformasse em legislador positivo, foi determinado que, na ação de inconstitucionalidade por omissão (art. 103, parágrafo 2º), uma vez declarada a omissão do Congresso, o STF comunicasse ao Parlamento o descumprimento de sua função constitucional, sem, entretanto, fixar prazo para produzir a norma e sem sanção se não a produzisse. Negou-se, assim, ao Poder Judiciário, a competência para legislar. Nesse aspecto, para fortalecer mais o Legislativo, deu-lhe o constituinte o poder de sustar qualquer decisão do Judiciário ou do Executivo que ferisse sua competência. No que diz respeito à família, capaz de gerar prole, discutiu-se se seria ou não necessário incluir o seu conceito no texto supremo -entidade constituída pela união de um homem e de uma mulher e seus descendentes (art. 226, parágrafos 1º, 2º, 3º, 4º e 5º)-, e os próprios constituintes, nos debates, inclusive o relator, entenderam que era relevante fazê-lo, para evitar qualquer outra interpretação, como a de que o conceito pudesse abranger a união homossexual. Aos pares de mesmo sexo não se excluiu nenhum direito, mas, decididamente, sua união não era -para os constituintes- uma família. Aliás, idêntica questão foi colocada à Corte Constitucional da França, em 27/1/2011, que houve por bem declarar que cabe ao Legislativo, se desejar mudar a legislação, fazê-lo, mas nunca ao Judiciário legislar sobre uniões homossexuais, pois a relação entre um homem e uma mulher, capaz de gerar filhos, é diferente daquela entre dois homens ou duas mulheres, incapaz de gerar descendentes, que compõem a entidade familiar. Este ativismo judicial, que fez com que a Suprema Corte substituísse o Poder Legislativo, eleito por 130 milhões de brasileiros -e não por um homem só-, é que entendo estar ferindo o equilíbrio dos Poderes e tornando o Judiciário o mais relevante dos três, com força para legislar, substituindo o único Poder que reflete a vontade da totalidade da nação, pois nele situação e oposição estão representadas. Sei que a crítica que ora faço poderá, inclusive, indispor-me com os magistrados que a compõem. Mas, há momentos em que, para um velho professor de 76 anos, estar de bem com as suas convicções, defender a democracia e o Estado de Direito, em todos os seus aspectos, é mais importante do que ser politicamente correto. Sinto-me como o personagem de Eça, em “A Ilustre Casa de Ramires”, quando perdeu as graças do monarca: “Prefiro estar bem com Deus e a minha consciência, embora mal com o rei e com o reino”. * IVES GANDRA DA SILVA MARTINS, 76, advogado, professor emérito da Universidade Mackenzie, da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército e da Escola Superior de Guerra, é presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomercio. Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2005201107.htm #outrolado #regime #pela #artigo #penso #relator #fere #medidaprovisória #senador #norma #foi #Congresso #lhe #ulysses #renome #parlamento #STF #idéia #deu #supremotribunalfederal
- 11 – A Resposta Católica: “Por que foi necessária a morte de Cristo?”
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- 10 – A Resposta Católica: “Estou condenado a viver sozinho?”
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- Em histórica conexão o Papa conversa com os astronautas da estação espacial sobre a ciência e o futu
ACI/EWTN Noticias) Em uma comunicação que durou aproximadamente 20 minutos, o Papa Bento XVI conversou hoje com os astronautas da estação espacial internacional do transbordador Endeavour, com quem tratou diversos temas como o aporte da ciência à consecução da paz e o futuro do mundo. Ao iniciar a conexão, o Santo Padre disse: “queridos astronautas, estou muito contente de ter a extraordinária oportunidade de conversar com vocês durante esta missão, e especialmente agradecido de poder falar com vocês presentes na estação espacial neste momento”. Em sua introdução às perguntas, assinala a Rádio Vaticano, Bento XVI assinalou que “a humanidade experimenta um período de rápido progresso nos campos de aplicações técnicas e conhecimentos científicos e que em certo sentido eles neste campo são representantes da humanidade em uma exploração que introduz no conhecimento de novos espaços e possibilidades para o futuro da humanidade que vai além das limitações da existência cotidiana”. “Em um sentido, são nossos representantes: a exploração da humanidade é um ponto de partida para novos espaços e possibilidades para o nosso futuro, que vai além das limitações de nossa existência cotidiana”. O Papa disse logo que “admiramos sua valentia assim como a disciplina e extrema responsabilidade com que se prepararam para cumprir com esta missão. Estamos convencidos de que ela está inspirada por nobres ideais e tem a finalidade de colocar os resultados desta investigação e seus esforços à disposição de toda a humanidade para o bem comum”. Depois de expressar sua curiosidade pelo que os astronautas apreciam do espaço e sobre suas investigações, o Papa fez uma pergunta relacionada com a visão que desde uma estação espacial se tem da terra, aludindo a que se voa sobre as nações e continentes várias vezes ao dia. “Acredito que deve ser evidente para vocês que vivemos todos juntos na terra e quão absurdo seja o lutar e matar a outros”, e expressou a Mark Kelly, um dos astronautas, sua curiosidade por saber se, quando estão contemplando a terra de acima acaso se perguntaram “sobre as Nações e as pessoas que vivem juntas na terra e sobre o modo em que a ciência pode contribuir à causa da paz”. O segundo argumento tratado pelo Santo Padre e dirigido a Ron Garan, tem relação com um tema que se refere à responsabilidade que os humanos têm sobre o futuro do planeta. “Recordo neste momento, os graves riscos que enfrenta o meio ambiente com a sobrevivência das gerações futuras. Os cientistas nos dizem há que tomar cuidado e desde um ponto de vista ético, temos que desenvolver nossa consciência”. E perguntou desde sua perspectiva de observação, extraordinária, sobre o modo em que se percebe a situação na terra, e se forem perceptíveis os sinais ou fenômenos para os que temos que estar mais atentos. Ron Garan respondeu ao Santo Padre: “Sua Santidade, é uma grande honra conversar com você e tem razão: realmente temos um ponto extraordinário de observação aqui em cima. Por um lado, podemos ver quão indescritivelmente formoso é o planeta que nos foi dado, mas por outro, também vemos claramente quão frágil ele é”. O Papa introduziu sua terceira pergunta a Mike Finchke, antepondo sua convicção de que a tripulação presente na Estação Espacial Internacional “vive uma experiência extraordinária e muito importante, sobre tudo se pensamos que terão que retornar à terra e viver como o resto dos seres humanos”. Foi assim observou que certamente, à sua volta, serão admirados e tratados como heróis a quem pedirão falar de suas experiências. Em seguida questionou sobre “quais serão as mensagens mais importantes que gostariam de transmitir especialmente aos jovens que vão viver em um mundo fortemente influenciado por sua experiência e descobertas”. Em sua quarta intervenção dirigida a Roberto Vittori, o Pontífice novamente sublinhou que a exploração espacial é uma fascinante aventura científica e disse: “sei que instalaram novas equipes para seguir a investigação científica e o estudo da radiação procedente do espaço exterior, mas acredito que também é uma aventura do espírito humano, um poderoso estímulo para refletir sobre a origem e o futuro do universo e da humanidade. Freqüentemente os crentes olham o céu ilimitado e meditam sobre o criador de tudo, pensando no mistério de sua grandeza”. O Papa recordou logo que a medalha que entregou a este astronauta italiano tem gravada a representação do fresco de “Criação” do homem, desenhado por Michelangelo na Capela Sixtina. Recordando seu intenso compromisso de trabalho e de investigação perguntou-lhe se existem vezes em que têm que se deter para fazer reflexões parecidas, “e talvez dirigir uma oração ao Criador, ou acaso será mais fácil refletir sobre estas coisas estando de volta e sobre a Terra”. Vittori assinalou em sua resposta que “quando temos um momento para olhar abaixo, a beleza tridimensional de nosso planeta captura nosso coração, captura meu coração. E sim rezo. Rezo por mim, por nossas famílias, por nosso futuro”. A última pergunta de Bento XVI aos astronautas foi em italiano, dirigida ao segundo astronauta desta nacionalidade, Paolo Nespoli. Ele comentou que era ciente que há poucos dias sua mãe havia falecido: “quando dentro de poucos dias você retorne à casa já não a encontrará esperando-te. Todos estamos próximos a ti, rezei também eu por ela”. O Santo Padre dirigiu sua última pergunta para saber se “na estação espacial os astronautas se sentem longínquos e isolados, sofrendo um sentido de separação, ou pelo contrário se sentem unidos entre eles mesmos e portanto membros de uma comunidade que os acompanha com atenção e afeto”. Nespoli respondeu: “Santo Padre, escutei suas orações,eu as senti chegar até aqui: é certo, estamos fora deste mundo, orbitamos em torno da terra e estamos em um ponto de vantagem para olhar a Terra e para escutar tudo ao redor”. Depois de agradecer a proximidade de sua família e sua tripulação frente à distância, o astronauta disse que “senti-me longínquo mas também muito próximo, e certamente o pensamento de sentir a todos próximos neste momento, foi de grande alívio. Agradeço à Agência Espacial Européia e à Agência Espacial americana que puseram a disposição os recursos para que para que eu tenha podido falar com você nestes momentos”. Finalmente o Papa Bento XVI disse aos astronautas que “vocês ajudaram, não somente a mim mas a tantas outras pessoas, a refletir juntas sobre temas importantes para o futuro da humanidade. Expresso os melhores desejos para o desenvolvimento de seu trabalho e pelo resultado desta grande missão ao serviço da ciência, da colaboração internacional, do progresso autêntico e da paz no mundo. Continuarei a segui-los com meu pensamento e minha oração”. #voa #suas #SantoPadre #PapaBentoXVI #ter #Nossa #endeavour #ACI #astronautas #noticiasem #ewtn #ao #eles #uma #hoje #neste #20minutos
- Invocar a João Paulo II é efetivo contra o diabo, diz famoso exorcista
ACI/EWTN Noticias) O Pe. Gabriele Amorth, sacerdote exorcista da diocese de Roma (Itália) e um dos mais conhecidos do ramo, assinalou à agência ACI Prensa que o agora Beato Papa João Paulo II se converteu, nos últimos anos, em um poderoso intercessor na luta contra o demônio. O Pe. Amorth tem 86 anos de idade e 70 000 exorcismos em seu experiência. O primeiro que disse na entrevista é que “o mundo deve saber que Satanás existe”. Em seu pequeno e singelo escritório na zona sudeste de Roma onde realizou milhares de exorcismos, o sacerdote contou que às vezes invoca a ajuda de Santos homens e mulheres, entre os quais destaca João Paulo II, beatificado pelo Papa Bento XVI no último passado 1º de maio em Roma ante um milhão e meio de fiéis. Durante os exorcismos, contou o sacerdote à agência em espanhol do grupo ACI, a ACI Prensa, “perguntei ao demônio mais de uma vez: ‘por que João Paulo II te dá tanto medo?’ E tive duas respostas distintas, ambas interessantes”. “A primeira foi: ‘porque ele desarmou meus planos’. E acredito que com isso se refere à queda do comunismo na Rússia e na Europa do Leste. O colapso do comunismo”. “Outra resposta que o demônio me deu foi ‘porque arrebatou a muitos jovens de minhas mãos’. Há muitos jovens que, graças a João Paulo II, converteram-se. Talvez alguns já eram cristãos mas não praticantes, e logo com João Paulo II voltaram para a prática”. Ao ser perguntado sobre o intercessor mais efetivo de todos, o Pe. Amorth respondeu à ACI Prensa sem duvidar: “é obvio que a Virgem é a mais efetiva. E quando é invocada como Maria!” “Uma vez perguntei a Satanás. ‘mas por que te assusta mais quando invoco a Nossa Senhora que quando invoco a Jesus Cristo?’ Respondeu ‘porque me humilha mais ser derrotado por uma criatura humana que ser derrotado por Ele”. O sacerdote disse também que é importante a intercessão dos que ainda vivem através da oração. Os cristãos podem rezar pela liberação de uma alma, um dos três elementos que ajudam neste processo aos que se somam a fé e o jejum. “O Senhor deu (aos Apóstolos) uma resposta que também é muito importante para nós os exorcistas. Disse que para vencer o demônio se necessita muita fé, muita oração e muito jejum: Fé, oração e jejum”. O Pe. Amorth disse ademais que na luta contra o demônio é necessária “especialmente a fé, necessita-se muita fé. Muitas vezes também nas curas, Jesus não diz no Evangelho sou eu quem te curei. Diz, no entanto, você está curado por sua fé. Quer fé nas pessoas, uma fé forte e absoluta. Sem fé não pode fazer nada”. O sacerdote membro da Sociedade de São Paulo explicou logo à ACI Prensa que “o diabo e os demônios são muitos e têm dois poderes: os ordinários e os extraordinários”. “O poder ordinário é a capacidade de tentar o homem para distanciá-lo de Deus e levá-lo ao inferno. Esta ação se realiza contra todos os homens e as mulheres de todo lugar e religião”. Sobre os poderes extraordinários, o Pe. Amorth indicou que estes se concentram em uma pessoa específica e existem quatro tipos: “A possessão demoníaca para a qual se requer um exorcismo, o vexame demoníaco, como o que sofreu em reiteradas ocasiões o Santo Padre Pio de Pietrelcina que era golpeado fisicamente pelo demônio; as obsessões que levam a pessoa ao desespero; e a infestação, que é quando o demônio ocupa um espaço, um animal ou inclusive um objeto”. O sacerdote alertou que estes fatos são pouco freqüentes mas estão em aumento. Também manifestou à nossa agência ACI Imprensa sua preocupação pela cada vez maior quantidade de jovens que são afetados por Satanás através das seitas, as sessões de espiritismo e as drogas. Apesar disso não se desalenta. “Com Jesus Cristo e Maria, Deus nos prometeu que nunca permitirá tentações maiores que nossas forças”, assinalou. Finalmente na entrevista o Pe. Amorth propôs uma breve guia a ser tomada em conta na luta contra Satanás: “As tentações do demônio são vencidas sobretudo evitando as ocasiões, porque o demônio sempre procura nossos pontos mais fracos. E logo, com a oração. Nós os cristãos temos uma vantagem porque temos a Palavra de Deus, temos a oração e podemos rezar ao Senhor”, concluiu. #aciprensa #pequeno #JesusCristo #joãopaulo #gabrieleamorth #ewtn #pelo #ramo #resposta #sacerdote #BentoXVI #omundo #Ágora #papabento #Humana #Exorcista
- 09 – A Resposta Católica: “Aborto e Excomunhão”
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- Ator de “A Paixão de Cristo” perseguido devido ao filme
O ator norte-americano Jim Caviezel explicou que ter interpretado Jesus no filme A Paixão de Cristo “arruinou” sua carreira mas esclareceu que não se arrepende de tê-lo feito. Em declarações ao Daily Mail, Caviezel de 42 anos explica como logo depois de ter interpretado o papel de Cristo no filme –em cuja filmagem foi atingido por um raio e deslocou um ombro em uma cena da crucificação– as portas de Hollywood foram fechando-se uma atrás da outra para ele. “Fui rechaçado por muitos em minha própria indústria”, indicou. Ante um grupo de fiéis em uma igreja em Orlando, Flórida, onde chegou para promover um livro em áudio da Bíblia, Caviezel -que se declara católico- comentou que era consciente de que isto podia acontecer e não se arrepende de ter atuado como Cristo. Mel Gibson, o diretor da obra, também o advertiu das conseqüências negativas para sua carreira se aceitava o papel. “Disse-me: ´Você nunca voltará a trabalhar nesta cidade (Hollywood) e eu respondi: ‘Todos temos que abraçar nossas cruzes’. Jesus é tão polêmico hoje como sempre foi. As coisas não mudaram muito em dois mil anos”, disse. Caviezel, quem atuou em filmes como O Conde de Montecristo, Olhar de Anjo, e Além da Linha Vermelha era considerado antes da Paixão de Cristo como uma estrela ascendente em Hollywood, mas tudo mudou a partir da produção de 2004 que foi atacada ferozmente pelos meios seculares e pela poderosa Liga Antidifamatória Judia nos Estados Unidos que a considerou anti-semita. Sobre Mel Gibson, Jim Caviezel comenta que “é um pecador horrível, não?, entretanto ele não necessita nosso juízo mas as nossas orações”. O ator afirmou também que sua fé o guia no âmbito pessoal e profissional. Por isso, não acredita que tenha sido uma coincidência que “aos 33 anos pedissem interpretar o papel de Jesus” e brincou sobre o fato de que seus iniciais (JC) fossem as mesmas que as de Jesus Cristo. Em março de 2004, Jim Caviezel foi recebido pelo Papa João Paulo II com quem conversou durante uns dez minutos acompanhado por sua esposa e seus sogros. Esse mesmo mês, o ator concedeu uma interessante entrevista à agência ACI Prensa na que detalhou como o fato de ter interpretado Jesus transformou sua vida e fortaleceu muito sua fé. Naquela ocasião disse: “esta experiência me jogou nos braços de Deus”. Comento: Pois é, meus caros, Jim Caviezel despertou a ira dos poderosos secularistas. Há quem imagine – ingenuamente – que Hollywood seja a máquina de propaganda do imperialismo norte-americano. Tal tolice é repetida por esquerdistas que bem sabem ser a verdade muito diferente. A indústria do cinema norte-americano está completamente corroída pela esquerda, e a entrega da premiação do Oscar não é mais do que o festival do politicamente correto. Não é só a carreira de Jim Caviezel que foi para o brejo depois do filme A Paixão de Cristo. O católico Mel Gibson também se tornou o bode expiatório predileto da imprensa, principalmente depois do filme Apocalypto. Qual o pecado tão tenebroso de Mel Gibson em Apocalypto? O diretor vinvulou a decadência do império maia à degradação moral do seu povo. O problema é que ele colocou como uma das causas dessa degradação o homossexualismo que, na história, se transforma em prática comum entre a população maia. Isso bastou! Depois de A Paixão de Cristo e Apocalypto, Mel Gibson foi praticamente abolido da indústria cinematográfica, e a perseguição teve sérias consequências em sua vida pessoal. O que ninguém diz é que Mel Gibson não inventou a tese do fim de um império como resultado da decadência moral. Os maiores historiadores do Império Romano sempre afirmaram que uma das causas principais da queda de Roma foi a decadência moral de seu povo. Mesmo na tradição hebraica, é conhecidíssima a história de Sodoma e Gomorra, cidades onde o clamor dos pecados conseguiu atrair a atenção de Deus. A questão toda é, afinal, a seguinte: não importa o que Jim Caviezel e Mel Gibson façam ou digam, seu verdadeiro equívoco – aos olhos de Hollywood – é o de serem católicos demais. Se defendessem um assassino como Che Guevara ou Lênin, certamente teriam as portas abertas dentro da indústria. Mas como professaram publicamente a fé em Jesus Cristo, então serão desprezados e perseguidos. Fonte: Apostolado Spiritus Paraclitus #norteamericano #fonte #ter #ACI #dailymail #ator #mastudo #tudomudou #Ascendente #quem #semita #portas #hoje #MelGibson #foram #jimcaviezel #DeCristo #spiritusparaclitus #umaestrela #oconde
- 08 – A Resposta Católica: “Quem morre sem o batismo vai para o inferno?”
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- Acordo para levar Pl122 a vitoria agendada para próximo dia 19
PLC 122: cadeia para quem discordar da sodomia Enquanto militantes gays preparam grande ato na frente da Catedral de Brasília, Marta Suplicy prepara votação do PLC 122 nesta semana Julio Severo ATENÇÃO: Acordo nos bastidores entre governo e militantes gays garante votação do PLC 122 em 19 de maio de 2011! Grupos de militantes gays de todo o Brasil preparam-se para a Marcha pela Aprovação do PLC 122 em Brasília em 18 de maio de 2011. O evento, que também se chama Marcha contra a Homofobia, recebeu impulso importante com a recente decisão do STF de desfigurar a Constituição para favorecer as uniões civis com base na sodomia. Com o governo federal e até o STF se prostrando diante das exigências da ideologia gay, só falta agora o Congresso e o povo. O Congresso não o faz por medo do povo. O povo não o faz porque ainda lhe resta alguns valores morais conservadores — espécies em extinção ou já extintas entre as autoridades. Se o Congresso e o povo não se dobrarem, os ativistas gays e seus aliados contam com o “jeitinho” brasileiro para aprovar o PLC 122, quer a população do Brasil queira ou não. Não fosse por esse “jeitinho”, o STF jamais teria conseguido enxergar na Constituição algo que nunca existiu: a equiparação da união estável homem/mulher com a união estável homem/homem. Se o rolo compressor gay conseguir passar por cima do Congresso, usando o STF ou outro órgão, o povo não terá a mínima chance de escapar de um atropelamento e esmagamento social — a não ser que encare o problema de frente em muitas manifestações nas ruas. Semana passada o Brasil viu o adiamento da votação do PLC 122, graças às pressões de evangélicos e católicos. Mas Marta Suplicy garantiu que nesta semana, que marca o Dia Mundial de Combate à Homofobia (17 de maio), a votação ocorrerá, e os militantes gays já estão se reunindo em Brasília vindos de todo o Brasil para um grande ato pró-PLC 122 na frente da Catedral de Brasília. A pergunta a ser feita agora diante do rolo compressor gay é: O PLC 122 deve ser enfrentado de forma delicada, como apenas uma mera ameaça à liberdade de expressão e opinião? Ou deve ser encarado como um perigo maior? Há uma ideia equivocada de que o PLC 122 seja um projeto de mordaça. Mas, como bem aponta o filósofo Olavo de Carvalho em vídeo editado por mim (http://www.youtube.com/watch?v=jIOOE0n2V5g), classificar o PLC 122 como mordaça é um eufemismo. A proposta do projeto anti-“homofobia” é impor punição e cadeia para todos os que discordarem da sodomia. Até mesmo pessoas não cristãs não escaparão se num momento de descontrole emocional disserem algo, como mostrou cena da novela “Insensato Coração” incluída no vídeo. [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=jIOOE0n2V5g[/youtube] O vídeo também traz entrevista de Marta Suplicy, relatora do PLC 122, dizendo que com a lei anti-“homofobia” aprovada a crítica ao homossexualismo estará oficialmente banida da TV, rádio, internet, jornais e outros meios, sujeitando os infratores à cadeia e igualando-os a estupradores, assassinos, ladrões e outros criminosos. A única isenção que ela propõe é para críticas feitas dentro de templos religiosos. Os demais casos, mesmo de cristãos criticando em programas religiosos, serão tratados com todo o rigor da lei. A homossexualidade estará assim num patamar de sacralidade e intocabilidade semelhante ao dos pecados protegidos na Alemanha nazista e União Soviética. Portanto, Olavo de Carvalho está certo quando diz que a reação anêmica ao PLC 122 mostra que as pessoas estão “sendo vítimas da espiral do silêncio e hipnotizadas pela impressão da força do inimigo”. Dizer que o PLC 122 é um atentado contra a liberdade de expressão é uma maneira muito fraca, segundo ele, de se opor ao projeto de ditadura gay. Atitudes cristãs aguadas acarretam consequências desastrosas e pavimentam o caminho das ditaduras. Basta ver o exemplo dos cristãos da Alemanha nazista e todo o sofrimento que lhes foi imposto por terem, em maioria esmagadora, reagido sem firmeza à ditadura do Partido Nazista, sigla que significa Partido dos Trabalhadores Nacional Socialista — um partido com elevado número de homossexuais. Homossexualismo e fascismo andam de mãos dadas. Os cristãos mais famosos daquela época são o pastor luterano Dietrich Bonhoeffer e o católico Claus von Stauffenberg, que faziam parte de grupos que queriam matar Adolf Hitler, que havia sido democraticamente eleito pelo povo alemão.Hoje, eles são exemplo porque não reagiram de modo fraco diante da ditadura nacional socialista. Que exemplo esperamos deixar para as próximas gerações? Divulgue o vídeo a todos os seus amigos. #homofobia #marca #Homem #aprovar #diamundial #jeitinhobrasileiro #conservadores #nasruas #martasuplicy #governofederal #opovo #Congresso #catedralde #severo #rolo #morais #paraquem #sodomia #chama #nesta
- 07 – A Resposta Católica: “Todas as religiões são igualmente boas?”
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- Supremo Absurdo
A Constituição Federal de 1988 reconheceu como entidade familiar a “união estável” entre o homem e a mulher: Art. 226, § 3º. Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento. Conforme reconhece o ministro Ricardo Lewandowski, “nas discussões travadas na Assembleia Constituinte a questão do gênero na união estável foi amplamente debatida, quando se votou o dispositivo em tela, concluindo-se, de modo insofismável, que a união estável abrange, única e exclusivamente, pessoas de sexo distinto”[1]. Logo, sem violar a Constituição, jamais uma lei poderia reconhecer a “união estável” entre dois homens ou entre duas mulheres. De fato, o Código Civil, repetindo quase literalmente o texto constitucional, reconhece a “união estável” somente entre o homem e a mulher: Art. 1.723. É reconhecida como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família. A não ser que se reformasse a Constituição, os militantes homossexualistas jamais poderiam pretender o reconhecimento da união estável entre dois homossexuais ou entre duas lésbicas. Isso é o que diz a lógica e o bom senso. No julgamento ocorrido em 4 e 5 de maio de 2011, no entanto, o Supremo Tribunal Federal, ferindo regras elementares da coerência lógica, reconheceu por unanimidade (!) a “união estável” entre duplas homossexuais. Naqueles dias foram julgadas em conjunto duas ações: a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 132 (ADPF 132) proposta em 2008 pelo governador Sérgio Cabral, do Estado do Rio de Janeiro e a Ação Direta de Inconstitucionalidade 4277 (ADI 4277) proposta em 2009 pela vice-Procuradora Geral da República Débora Duprat, na época exercendo interinamente o cargo de Procuradora Geral da República. O que ambas as ações tinham em comum era o pedido de declarar o artigo 1723 do Código Civil inconstitucional a menos que ele fosse interpretado de modo a incluir as duplas homossexuais na figura da “união estável”. O pedido, por estranho (e absurdo) que fosse, foi acolhido pelo relator Ministro Ayres Britto e por toda a Suprema Corte. Foi impedido de votar o Ministro Dias Toffoli, que já havia atuado no feito como Advogado Geral da União (em defesa da “união” homossexual, é óbvio). Dos dez restantes, todos votaram pela procedência do pedido. Acompanhemos o raciocínio do relator Ayres Britto. Segundo ele, o texto do artigo 1723 do Código Civil admite “plurissignificatividade”[2], ou seja, mais de um significado. O primeiro (e óbvio) significado é que o artigo reconhece como entidade familiar a união estávelsomente entre um homem e uma mulher, excluindo a união de pessoas do mesmo sexo. O segundo significado (contenha-se para não rir) é que o artigo reconhece como entidade familiar a união estável, por exemplo, entre um homem e uma mulher, mas sem excluir as uniões homossexuais. Para Ayres Britto, a primeira interpretação é inconstitucional, por admitir um “preconceito” ou “discriminação” em razão do sexo, o que é vedado pela Constituição Federal (art. 3º, IV). Somente a segunda interpretação, por ele descoberta (ou criada) é constitucional. Concluiu então seu voto dizendo: “dou ao art. 1.723 do Código Civil interpretação conforme à Constituição para dele excluir qualquer significado que impeça o reconhecimento da união contínua, pública e duradoura entre pessoas do mesmo sexo como ‘entidade familiar’, entendida esta como sinônimo perfeito de ‘família’. Reconhecimento que é de ser feito segundo as mesmas regras e com as mesmas consequências da união estável heteroafetiva”[3]. Uma das consequências imediatas do reconhecimento da “união estável” entre pessoas do mesmo sexo é que tal união poderá ser convertida em casamento, conforme o artigo 1726 do Código Civil: “A união estável poderá converter-se em casamento, mediante pedido dos companheiros ao juiz e assento no Registro Civil”. De um só golpe, portanto, o Supremo Tribunal Federal reconhece a “união estável” e o “casamento” de homossexuais! Para se avaliar quão disparatada é essa decisão, observe-se que, embora a “união estável” e o casamento sempre ocorram entre um homem e uma mulher, não ocorrem entre qualquer homem e qualquer mulher. Não pode haver casamento, por exemplo, entre irmão e irmã, entre pai e filha ou entre genro e sogra. Esses impedimentos baseados na consanguinidade e na afinidade (art. 1521, CC) aplicam-se também à “união estável” (art. 1723, § 1º, CC). A diversidade dos sexos é necessária, mas não basta. Não se reconhece “união estável” entre um homem e uma mulher “impedidos de casar” (art. 1727). Será que os Ministros do STF considerariam inconstitucionais estas proibições do casamento de parentes próximos? Em outras palavras: é “preconceituosa” e “discriminatória” a lei que proíbe as uniões incestuosas? Parece que a resposta seria afirmativa. Pois embora o incesto seja uma perversão sexual, ele ainda está abaixo do homossexualismo, que foi admitido pela Suprema Corte como meio de constituição de uma “família”. E quanto à pedofilia? Seria sua proibição um simples “preconceito de idade”? Esse é o argumento da associação NAMBLA de pedófilos dos Estados Unidos[4], que usa a palavra “ageism” (“idadismo” ou etarismo) para criticar a proibição de praticar atos homossexuais com crianças. Andemos adiante. Quando a Constituição fala que “todos são iguais perante a lei” (art. 5º) não diz explicitamente que este “todos” se refere apenas aos seres humanos. Estariam os animais aí incluídos? Seria, portanto, inconstitucional a proibição de uma “união estável” ou de um “casamento” entre uma pessoa e um animal? O bioeticista australiano Peter Singer usa o termo “especismo” para designar o “preconceito” e “discriminação” contra os animais em razão de sua espécie. Num futuro próximo, não só a pedofilia, mas também a bestialidade (prática sexual com animais) poderia ser admitida com base no mesmo argumento que admitiu a “família” fundada no homossexualismo. Discriminação contra os castos Imagine-se que dois amigos compartilhem a mesma habitação a fim de fazerem um curso universitário. Enquanto eles viverem castamente, não terão qualquer direito especial. Se, porém, decidirem praticar entre si o vício contra a natureza de maneira “contínua, pública e duradoura”, constituirão, se quiserem, uma “família”, com todos os direitos a ela anexos. A decisão do STF constitui um privilégio para o vício em detrimento dos que vivem a castidade. Perda da segurança jurídica Com o golpe de 4 e 5 de maio de 2011, o Estado brasileiro perdeu toda a segurança jurídica. Se a Suprema Corte reserva a si o direito não só de legislar (o que já seria um abuso), mas até de reformar a Constituição, mudando o sentido óbvio de seu texto em favor de uma ideologia, todo o sistema jurídico passa a se fundar sobre a areia movediça. A vergonhosa decisão demonstrou que a clareza das palavras da Constituição não impede que os Ministros imponham a sua vontade, quando conflitante com o texto constitucional. A Frente Parlamentar em Defesa da Vida – contra o Aborto – pretende apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acrescente as palavras “desde a concepção” no artigo 5º, caput, que trata da inviolabilidade do direito à vida. Em tese, essa emenda, se aprovada, sepultaria toda pretensão abortista no país. Isso se pudéssemos contar com a seriedade da Suprema Corte. Essa seriedade, porém, foi perdida com a admissão das “uniões” homossexuais. É de se temer que, mesmo diante da expressão “desde a concepção”, alguns Ministros do STF inventem uma peculiar “interpretação” do texto que não exclua o direito ao aborto. Caso inédito A monstruosidade lógica do julgamento da ADPF 132 / ADI 4277 ultrapassa tudo o que se conhece de absurdo em alguma Corte Constitucional. É verdade que a sentença Roe versus Wade, emitida em 22 de janeiro de 1973 pela Suprema Corte dos EUA, declarou inconstitucional qualquer lei que incriminasse o aborto nos seis primeiros meses de gestação. Esse golpe foi dado com base no direito da mulher à privacidade e na negação da personalidade do nascituro. No entanto, a decisão não foi unânime. Dos nove juízes, houve dois que se insurgiram contra ela. No Brasil, porém, para nosso espanto e vergonha, não houve dissidência. Todos os membros do STF admitiram enxergar uma inconstitucionalidade que não existe no artigo 1723 do Código Civil. Isso faz lembrar o conto “A roupa nova do imperador”, cujos tecelões afirmavam que só não era vista pelos tolos. Enquanto o monarca desfilava com camiseta e calça curta, todos – com exceção de uma criança – se diziam admirados com a beleza da inexistente roupa. Desta vez, os Ministros, temerosos de serem considerados não tolos, mas “preconceituosos”, “retrógrados” e “homofóbicos” acabaram todos por enxergar uma inconstitucionalidade inexistente. Espera-se o grito de alguma criança para acabar com a comédia. Anápolis, 9 de maio de 2011. Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz. http://www.providaanapolis.org.br “Coração Imaculado de Maria, livrai-nos da maldição do aborto!” [1] Voto na ADI 4277 e ADPF 132, 05 maio 2011, p. 5. [2] Voto na ADI 4277 e ADPF 132, 04 maio 2011, p. 1. [3] Voto na ADI 4277 e ADPF 132, 04 maio 2011, p. 48-49. [4] Cf. http://www.nambla.org #mulher #ohomem #bom #dispositivo #adpf #Isso #Tribunal #tela #adi #riodejaneiro #quase #sem #lewandowski #pessoas #foram #somente #Mulheres #art1 #dois #defato
- 06 – A Resposta Católica: “Tatuagem & Piercing”
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- A arrogância de um judiciário que esnoba a sociedade
1. Pelo reto ordenamento, a alteração da Constituição compete somente ao Poder Legislativo. Ao Judiciário cabe vigiar pela aplicação plena das leis, sobretudo da Constituição Federal. Ontem, passando por cima do artigo 226 da nossa Carta, o STF jogou na lata do lixo o texto que ele tem por precípua competência salvaguardar! Não se constrói democracia enfraquecendo instituições ou extrapolando competências. Ontem, vergonhosamente, o STF julgou-se no direito de legislar… 2. Quem poderia introduzir mudanças no artigo 226 da Constituição, alterando a definição de família? Somente o Congresso Nacional, que representa o pensar do povo brasileiro. É importante compreender isto: o Legislativo representa o povo e delibera em seu nome (de modo ainda mais específico: os deputados representam o povo brasileiro e os senadores representam os estados da Federação). A confecção e alteração das leis dependem, portanto, do querer da sociedade, da vontade do povo, de quem emana todo poder numa democracia verdadeiramente madura. O Judiciário não representa o povo nem tem compromisso direto com o povo: seu compromisso é com a salvaguarda de lei, sobretudo dos preceitos constitucionais. Com a aberração de ontem, o Supremo passou por cima do sentir do povo brasileiro e de seus legítimos representantes. Sem legitimidade alguma, de modo autoritário e arrogante, a Corte Maior, sem ouvir o povo brasileiro – que não é sua competência – julgando-se iluminada por um saber vindo de preconceitos laicistas e de uma visão imanentista totalmente estranha à imensa maioria do nosso povo, arvorou-se no direito de ser luz para os ignorantes congressistas e para o obtuso povo brasileiro. O ato de ontem merece todo o repúdio de quem ama a liberdade e a democracia. Os togados de Brasília julgaramm-se acima da sociedade, do povo, do bem e do mal e de Deus! Numa corte suprema agindo assim, nossa democracia torna-se menor. Já foi tutelada pelos militares truculentos, por um Executivo ditatorial e, agora, por um Judiciário autossuficiente, que se julga luz da sociedade! 3. Agora, entremos no mérito da questão da união homossexual reconhecida como família. A Igreja não é contra os homossexuais. Também não é contra o direito de duas pessoas do mesmo sexo viverem maritalmente. Cada um faz o que deseja da sua própria vida. Mas a Igreja tem o direito e o dever de afirmar claramente aos seus fieis o que é segundo a vontade de Deus e o que é contrário ao seu desígnio. Segundo a revelação divina, somente a relação marital entre homem e mulher faz parte do plano de Deus e é segundo a sua vontade. A vivência marital entre duas pessoas do mesmo sexo é pecado. A Igreja orienta; cada um faça como deseja… Por que, então, a Igreja se opõe à legalização da união homossexual como família? Porque isto destrói o conceito de família: se tudo é família, nada mais é família; seu conceito, sua realidade, ficam totalmente diluídos! Há muitos modos corretos e aceitáveis de promover os legítimos direitos das pessoas homossexuais! A decisão do STF não é motivada pela serena busca do respeito aos direitos humanos, mas pelos cânones ideológicos do politicamente correto. É só. E isto é muito grave! * o autor é Bispo de Aracaju – SE. Fonte: http://costa_hs.blog.uol.com.br/ #lixo #ato #preceitos #povobrasileiro #Nossa #leis #dequem #numa #reto #opovo #ao #congressonacional #emana #motivos #cima #STF #supremotribunalfederal #madura
- Quem – e como – pode participar da missa no uso “extraordinário”
Detalhes da Instrução ‘Universae Ecclesiae’ CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 13 de maio de 2011 (ZENIT.org) – O mais significativo da Instrução ‘Universae Ecclesiae’, divulgada hoje pela Comissão Pontifícia ‘Ecclesia Dei’, é a normativa aprovada para garantir aos fiéis que desejam poder celebrar segundo o “uso extraordinário”. Estas normas se recolhem nos artigos 12-35 da Instrução, que detalham quem pode celebrar e onde, com que missais e livros litúrgicos, assim como quem é competente para regular os missais e textos utilizados e para dirimir as controvérsias. A primeira questão ratificada pela Instrução, já prevista no Motu Proprio ‘Summorum Pontificum’, é que o órgão competente neste assunto é a Comissão Pontifícia ‘Ecclesia Dei’. ‘Ecclesia Dei’ é portanto a encarregada de aprovar as edições de missais, de garantir a preparação de sacerdotes e de escutar as alegações dos fiéis em caso de conflito com seus bispos. Se houver conflito com a Comissão, o órgão competente de apelação é o Tribunal da Assinatura Apostólica. Direito universal Todo fiel tem direito a poder celebrar em ambos usos do Rito Romano. Por isso, e seguindo o cânon 34 do Código de Direito Canônico, quem deve regular a liturgia na diocese é o bispo. Os bispos são encarregados da tarefa de garantir o direito dos fiéis, assim como vigiar como se celebra, “a fim de garantir o bem comum e para que tudo se faça dignamente, em paz e serenidade na própria Diocese”, em comunhão com a vontade do Papa expressada na ‘Summorum Pontificum’. A Instrução adverte que “os fiéis que pedem a celebração da forma extraordinária não devem apoiar nem pertencer a grupos que se manifestam contrários à validade ou à legitimidade da Santa Missa ou dos Sacramentos celebrados na forma ordinária, nem ser contrários ao Romano Pontífice como Pastor Supremo da Igreja universal”. Quer dizer, os fiéis ou grupos que não estão em comunhão plena com a Igreja católica, ou que rejeitam a reforma litúrgica realizada após o Concílio, não podem em nenhum caso exigir que se lhes deixe utilizar uma paróquia ou lugar de culto. Os fiéis podem pedir que se celebre a forma extraordinária em uma paróquia, ou em um oratório ou capela, ainda que provenham de diferentes paróquias. Os párocos, se chegar a sua paróquia um grupo com um sacerdote para celebrar segundo o rito antigo, deve permitir que se faça, “levando todavia em conta as exigências da programação dos horários das celebrações litúrgicas da igreja em questão”. “A fim de decidir nos casos particulares, o pároco, ou o reitor ou o sacerdote responsável por uma igreja, lançará mão da sua prudência, deixando-se guiar pelo zelo pastoral e por um espírito de generosa hospitalidade.” Se os grupos forem pequenos, o bispo ou ordinário do lugar pode estabelecer uma igreja concreta na qual se celebre esta missa. Também se deveria poder celebrar em santuários e centros de peregrinação. O sacerdote celebrante Todo sacerdote pode celebrar na forma extraordinária, sempre que não esteja impedido canonicamente, entre outros casos, porque sua ordenação não seja legítima ou porque esteja suspenso a divinis ou outros casos previstos pelo Código de Direito Canônico. De novo isso exclui, por exemplo, os sacerdotes da Fraternidade São Pio X e outros grupos sismáticos. Ademais, o sacerdote deve saber suficiente latim para “pronunciar as palavras de modo correto e entender o seu significado”, e deve conhecer o rito na forma extraordinária. Aos bispos se pede que ofereçam a seus sacerdotes e seminaristas a possibilidade de se preparar e formar para poder celebrar no uso antigo. Se uma diocese não tem sacerdotes preparados, pode solicitá-los à Comissão Ecclesia Dei. Outra disposição da Instrução é que se um sacerdote quer celebrar na forma extraordinária, mas sem povo, não precisa pedir permissão ao bispo. Livros litúrgicos Outra das questões de que trata a Instrução é o uso de livros litúrgicos, especialmente do ‘Missale Romanum’ de 1962, pois se trata de rubricas que, por razões óbvias, levam tempo sem se atualizar. Compete novamente à Comissão Ecclesia Dei realizar as atualizações e as reedições desses livros. Uma das instruções é que no Missal de 1962 “deverão inserir-se novos santos e alguns dos novos prefácios, segundo as diretrizes que ainda hão de ser indicadas”. E “que as leituras da Santa Missa do Missal de 1962 podem ser proclamadas ou somente em língua latina, ou em língua latina seguida da tradução em língua vernácula ou ainda, nas missas recitadas, só em língua vernácula”. A respeito de alguns sacramentos, em particular a Confirmação e a Ordem Sacerdotal, a Instrução dá algumas normas específicas. Na Confirmação, recorda que o ‘Summorum Pontificum’ permitia utilizar a antiga fórmula, em lugar da reformada por Paulo VI. Quanto à ordem sacerdotal, “somente aos Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica que dependem da Pontifícia Comissão Ecclesia Dei, e àqueles nos quais se conserva o uso dos livros litúrgicos da forma extraordinária, se permite o uso do Pontifical Romano de 1962 para o conferimento das ordens menores e maiores”. Permite-se a todo sacerdote o uso do ‘Breviarium Romanum’ em vigor em 1962, que se recita todo em língua latina. Permite-se também o uso dos livros litúrgicos próprios das ordens religiosas vigente em 1962. Outra disposição é que o Tríduo Pascal na forma extraordinária possa ser celebrado normalmente se houver um sacerdote idôneo, nas paróquias, ainda que isso signifique uma repetição das celebrações em ambos usos. (Inma Álvarez) #Tribunal #normas #Direito #motupropriosummorumpontificum #IgrejaUniversal #nem #sextafeira13 #empaz #ao #Liturgia #assinatura #porisso #rito #Missa
- Liturgia da Palavra: O Senhor é o pastor que me conduz
Por Dom Emanuele Bargellini, Prior do Mosteiro da Transfiguração SÃO PAULO, quinta-feira, 12 de maio de 2011 (ZENIT.org) – Apresentamos o comentário à liturgia do IV Domingo da Páscoa – At 2, 14. 36-41; 1 Pd 2, 20b-25; Jo 10, 1-10 – redigido por Dom Emanuele Bargellini, Prior do Mosteiro da Transfiguração (Mogi das Cruzes – São Paulo). Doutor em liturgia pelo ‘Pontificio Ateneo Santo Anselmo’ (Roma), Dom Emanuele, monge beneditino camaldolense, assina os comentários à liturgia dominical, às quintas-feiras, na edição em língua portuguesa da Agência ZENIT. * * * IV DOMINGO DA PÁSCOA Leituras: At 2, 14. 36-41; 1 Pd 2, 20b-25; Jo 10, 1 – 10 O Senhor é o pastor que me conduz; para águas repousantes me encaminha” (Sl 22 – Salmo Responsorial). Com a voz do salmista, a Igreja inteira – que continua celebrando a surpreendente vitória sobre as tribulações e a morte do seu Senhor, crucificado pelos homens mas ressuscitado pelo Pai, segundo o testemunho de Pedro (primeira leitura: At 2, 36) – proclama com alegria e gratidão, neste canto, o âmago da sua nova existência no Senhor. Descobre a si mesma como forte e vencedora dos desafios do mal e dos perseguidores, não por força própria, mas pela força do seu Senhor, que está presente junto dela, guiando-a, como o pastor que guarda e guia o seu rebanho. Quem poderia imaginar que aquele que iria realizar o papel deste pastor, capaz de infundir tamanha segurança e beatitude nas ovelhas do Senhor, seria um cordeiro, ou melhor, “O Cordeiro”? O bom pastor se fez cordeiro, dando a própria vida para que as ovelhas tenham a vida. Este é o paradoxo da Páscoa! Esta é a real perspectiva da história, que à luz da páscoa permite aos discípulos de Jesus vislumbrá-la presente até dentro da própria existência, dando-lhes a força de perseverar na esperança e de enfrentar com alegria as tribulações, suportadas por causa da fidelidade ao Senhor (segunda leitura: 1 Pd 2, 20-21). A visão profética do autor do Apocalipse contempla na sua plenitude a condição de fecundidade e de paz que a Igreja, e cada discípulo e discípula, pode antecipar na esperança. Seguir o caminho de Jesus, partilhar na fé a sorte dele, que por amor se deixou imolar como cordeiro inocente, a fim de resgatar o povo de Deus, disperso pelo pecado como ovelhas desgarradas, significa voltar ao redil do Senhor e encontrar nele segurança, pastagens abundantes e paz. Pedro descreve a mudança de condição da alienação ao encontro, com um novo centro da própria vida em Cristo: “Andáveis como ovelhas desgarradas, mas agora voltastes ao pastor e guarda da vossa fé” (1 Pd 2, 25). Foi o início de uma radical transformação, que João contempla na sua plena florescência: “Esses são os que saíram de uma grande tribulação, lavaram e alvejaram suas vestes no sangue do Cordeiro… Não passarão fome nem sede, o sol não os prejudicará nem o mormaço, porque o Cordeiro que está no trono os apascentará e os guiará a fontes de água viva. E Deus enxugará as lágrimas de seus olhos” (Ap 7, 13-17). Seria uma fuga nos sonhos de um futuro improvável, diante das insuportáveis falhas do presente tão opaco? Os mártires de ontem e de hoje atestam o contrário. Há alguns dias, entrevistado na TV sobre a escassez de missionários na Amazônia e sobre como enfrentar o desafio de um território tão imenso e de condições de vida bastante difíceis, um bispo daquela região, com uma grande serenidade no rosto e a luminosidade nos olhos de quem já viu muitas vezes as maravilhas operadas pelo Senhor, dentro da fragilidade humana e das estruturas, respondeu: “Vinde conosco, a partilhar este maravilhoso desafio da evangelização na Amazônia! Não tenhais medo! Experimentamos todos os dias como o Senhor tem cuidado de nós, nos sustenta, nos guia e nos dá sua paz e alegria!”. “O Senhor é o pastor que me conduz; para águas repousantes me encaminha… Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal eu temerei”. Este bispo humilde e este povo simples e corajoso compuseram seu próprio canto novo ao Senhor bom pastor. Eles nos convidam a nos unirmos a eles e a compormos, nós também, o nosso canto, que proclama a novidade que o Senhor está criando dentro de nós e para nós, acompanhando-nos com alegria e paz, do momento que nos colocamos no seguimento do caminho do Cordeiro que nos precede. Na Amazônia, assim como na paróquia ou na família, ou em qualquer outro lugar e condição de vida onde o Senhor nos coloca, Ele nos chama a segui-lo. Não podemos esquecer que o nome do Cordeiro e o do Pai estão gravados na nossa fronte, desde o dia do nosso batismo, e que por isso pertencemos a ele e a seu rebanho, de quem ele tem fiel cuidado (cf. Ap 14, 1). “Cantam um cântico novo diante do trono, diante dos quatro seres vivos e dos anjos. Ninguém podia aprender o cântico, exceto os cento e quarenta e quatro mil resgatados da terra… Eles acompanham o Cordeiro aonde for. Foram resgatados da humanidade como primícias para Deus e para o Cordeiro” (Ap 14, 3-4). No evangelho de hoje Jesus utiliza a imagem do pastor, bem conhecida na tradição do AT, sobretudo nos profetas (cf. Is 40,11; Jr 23; Ez 34) e nos salmos (cf. 23; 80), e familiar aos seus ouvintes. Com ela Jesus destaca sua tarefa de messias, enviado por Deus em favor de Israel e de todos os povos. Ao redor da imagem do pastor, está gravitando uma série de outras imagens conexas com a atuação do pastor e a vida das ovelhas: a porta do redil, o porteiro que a controla, o estranho que as ovelhas não conhecem, o ladrão que assalta para roubar e matar, o pastor que sai à frente do rebanho para guiá-lo a pastagens seguras, a relação pessoal estabelecida pelo pastor com cada uma das ovelhas. Outras imagens, sobretudo a do mercenário que foge diante da vinda do lobo, e a do pastor autêntico que, ao invés, luta para defender o rebanho até dar a própria vida por ele, são desenvolvidas na segunda parte do capítulo (10, 11-18). Esta parte será proclamada no quarto domingo da Páscoa do Ano B. No centro desta encruzilhada de imagens está a pessoa de Jesus – pastor legítimo e porta do redil –, a sua mediação única e a sua missão, caracterizada pela profunda relação existencial estabelecida por ele com cada uma das ovelhas. Nestas imagens está expressa a história da relação de Deus com o povo de Israel, a experiência pascal do próprio Jesus, e a missão por ele entregue à Igreja, missão a ser desenvolvida no mesmo estilo pascal, de doação de si mesmo e de serviço, doação esta vivenciada pelo próprio Jesus. Ele, o pastor autêntico, teve cuidado do povo que o Pai lhe entregou, até o ponto de doar a própria vida para defender as ovelhas e comunicar-lhes a sua própria vida e a comunhão com o Pai. A vida inteira de Jesus se apresenta como cumprimento da profecia que pré-anuncia o cuidado do povo por parte de Deus e, ao mesmo tempo, seu severo julgamento sobre os falsos pastores. Por isso os gestos e as palavras de Jesus provocam reações contrastantes: alegria nos simples de coração, que reconhecem a presença de Deus em Jesus, violência nos que se sentem questionados: “Estas palavras provocaram nova divisão entre os judeus. Muitos diziam: Está endemoninhado e louco. Porque o escutais? Outros diziam: Essas palavras não são de um endemoninhado; pode um endemoninhado abrir os olhos dos cegos?” (Jo 10, 19-21). “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10, 10). Estas palavras abrem as mais profundas perspectivas do serviço de Jesus pastor. O pastor guia as ovelhas para pastagens que se encontram diante delas, Jesus dá a si mesmo como pão da vida: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede” (Jo 6, 35). O pastor guia o rebanho para as águas da torrente, Jesus desperta naqueles que acreditam nele a fonte inesgotável de água viva, que é o próprio Espírito Santo: “‘Se alguém tem sede, venha a mim e beberá, aquele que crêem em mim!’; conforme a palavra da escritura, ‘De seu seio jorrarão rios de água viva’. Ele falava do Espírito que deviam receber aqueles que haviam crido nele” (Jo 7, 37-39). O caminho a seguir para entrar no redil – que é o Reino de Deus – não está fora, mas dentro de nós: a conversão ao Senhor e a conformação a ele. Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14,6 ). A relação com ele se torna dinâmica e criadora, um caminho sem fim. A Igreja exprime esta consciência nas três orações que acompanharam a celebração eucarística ao longo da semana, mas sobretudo na celebração deste domingo. Com a Oração do dia, a Igreja pede que o próprio Senhor conduza o rebanho até a experiência da comunhão divina, para que “possa atingir, apesar de sua fraqueza, a fortaleza do pastor”. No mesmo espírito, a Oração sobre as oferendas invoca a graça de saber apreciar o dinamismo dos mistérios pascais, “para que nos renovem continuamente e sejam fonte de eterna alegria”. Enquanto a Oração depois da comunhão solicita ao mesmo bom pastor que vele sobre o rebanho a caminho, para que possa chegar a gozar a vida plena, “nos prados eternos, as ovelhas remidas pelo seu sangue”. Nesta base, a relação entre pastor e ovelhas, entre o mestre e o discípulo, não é somente a do ensino iluminador, nem do exemplo divino a seguir, mas relação de recíproco conhecimento, relação íntima, pessoal, única, e transformadora. “Ele chama as ovelhas pelo nome e as conduz para fora… e caminha à sua frente, e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz” (Jo 10, 3-4). Esta relação de intimidade com o Senhor, fruto do seu amor gratuito, é o cume da nova aliança prometida pelo profeta Jeremias (31,31-34), selada pela presença do mesmo Espírito que nos faz nos relacionarmos com Deus como Pai: “Porque sois filhos, enviou Deus aos nossos corações o Espírito do seu filho, que clama: Abba, Pai!” (Gl 4,6). “Procura saber como o homem pode amar a Deus; não encontrarás resposta, a não ser este: Deus o amou primeiro. Deu-se a si mesmo aquele que amamos, deu-nos a capacidade de amar…. pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Santo Agostinho, Sermão 34,1-3; LH, 3ª Semana da páscoa, terça-feira). Jesus, bom pastor, e “pastor supremo” do rebanho de Deus, com sua atitude de dedicação sem reserva e de serviço à vida das ovelhas até o dom de si próprio, é o modelo daqueles que, em seu nome, exercitam o pastoreio e o cuidado generoso e humilde em prol do rebanho do Senhor. É um confronto desafiador, e por isso também única verdadeira medida para individuar o verdadeiro sentido de todo serviço pastoral na Igreja, e para verificar a autenticidade do ministério na Igreja. São Pedro orienta os pastores nesta direção, no fim de sua carta: “Apascentai o rebanho de Deus que vos foi confiado, cuidando dele, não como por coação, mas de livre vontade, como Deus o quer…. Assim quando aparecer o supremo pastor recebereis a coroa imarcescível da glória” ( 1 Pd 5, 2-5). Nós vivemos desde sempre o pecado da divisão do rebanho do Senhor, em nome de chefes, tradições doutrinais, disciplinas eclesiásticas, que ao pretender possuir com exclusividade a verdade do evangelho acabaram por dividir o próprio Senhor (cf. 1 Cor 1, 10-13). O Senhor Jesus assumiu também este pecado dos discípulos de todo tempo, e fez a superação desta negação da sua cruz, a razão da sua intensa e eterna oração ao Pai, para que os discípulos ao fim “sejam um, como nós” (Jo 17, 11). A consciência deste pecado estrutural que nos acompanha e nos fere profundamente, e o empenho para voltar à unidade pela qual Jesus morreu e rezou ao Pai, desde o Concílio (cf. o documento Unitatis Redintegratio) faz parte da nossa identidade irrenunciável de cristãos do século XXI. É nossa maneira de caminhar seguindo o Bom Pastor que nos precede para a casa do Pai, para que esta se torne de verdade a casa comum para todos. #opastor #SãoPaulo #santoanselmo #Beatitude #quintafeira #Senhor #Homens #liturgiadominical #feiras #BomPastor #20b #aos #primeiraleitura #zenit #mogidascruzes #emanuele #Roma #monge #mesma #perspectiva
- Fala último colega de João Paulo II no seminário clandestino
Por Chiara Santomiero ROMA, segunda-feira, 9 de maio de 2011 (ZENIT.org) – “Era agosto de 1944: quando, em Varsóvia, começou a insurreição contra os nazistas, o cardeal Sapieha decidiu reunir os estudantes. Essa foi a primeira vez em que vi Karol Wojtyla.” O Pe. Kazimierz Suder, nascido em 1922, lê com voz tranquila as lembranças anotadas com escrita minuciosa nas folhas brancas apoiadas na frente dele. Do outro lado da mesa, como estudantes à espera de uma prova, estavam os jornalistas que chegaram a Cracóvia para recolher o testemunho do último sobrevivente entre os 8 jovens que compunham o seminário teológico clandestino organizado – quando já estava em curso a guerra – pelo indômito arcebispo de Cracóvia, Adam Sapieha, o último bispo-príncipe da cidade. “Durante a ocupação nazista – explicou o Pe. Suder -, quando um seminarista manifestava ao cardeal a intenção de ser sacerdote, ele recomendava a cada um que estudasse em casa, escondido. Nenhum de nós conhecia os outros.” Era uma medida que tinha se tornado necessária depois de que os nazistas encontraram cinco jovens seminaristas que passavam a noite no seminário fechado por imposição deles: foram presos e fuzilados, enquanto os outros tinham sido deportados a Auschwitz. Por isso, Sapieha tinha decidido manter a clandestinidade total do seminário. João Paulo II “era um bom companheiro – recordou. Não tinha problemas de comunicação; era modesto no falar, enquanto preferia escutar; dava seu parecer sobre as questões, mas não impunha; tentava compreender o outro e não mentia jamais”. O jovem Wojtyla emprestava anotações (cada página dos seus cadernos estava marcada com as iniciais de Jesus e Maria) e ajudava com prazer os colegas no estudo, mas não nas provas; a um colega que lhe havia pedido respostas durante uma prova, respondeu: “Concentre-se um momento, peça ajuda ao Espírito Santo e depois tente dar sozinho as suas respostas”. “Ele tinha um olhar sereno – afirmou o Pe. Suder – e um grande senso de humor; gostava de ouvir piadas.” Fiel à disciplina do seminário, estava muito atento às aulas e era capaz de sintetizar; os professores estavam muito satisfeitos com ele. “Após o fracasso da insurreição de Varsóvia, chegaram ao bispado os sacerdotes que tiveram de fugir das cidades, razão pela qual nós, os seminaristas, tivemos de ceder nossos quartos e dormimos todos juntos na sala das audiências do cardeal, onde também aconteciam as aulas”, prosseguiu o Pe. Suder. Este período de vida estreitamente comum, que se prolongou até a chegada dos russos à cidade, em janeiro de 1945, aproximou muito os jovens: “Eu soube que ele tinha nascido em Wadovice, que tinha chegado a Cracóvia junto a seu pai, após a morte dos seus, e que depois, em 1941, quando seu pai também morreu, ele concluiu que o objetivo da sua vida era o sacerdócio”. Outra característica do jovem Wojtyla que permaneceu viva na memória de seus companheiros de estudo foi “a sensibilidade com relação ao sofrimento humano. Ele entregava aos pobres tudo o que recebia, mas com muita discrição, para não ostentar sua generosidade”. “Sobretudo – recordou Suder -, ele tinha o dom de saber rezar.” Rezava quase sempre de joelhos, com o terço na mão e o escapulário carmelita no pescoço. “Não separava o estudo de teologia da oração: para ele, era tudo uma unidade. Depois da oração da noite, ele ficava na capela com um manual de teologia ou o caderno de anotações; o estudo ligado à oração – e vice-versa – era uma característica sua.” Suder recorda esses anos distantes, a capela da rua Franciszkanska, onde frequentemente à noite os jovens viam o cardeal Sapihea, feroz opositor aos nazistas e catalisador da resistência polonesa, estendido no chão com os braços em forma de cruz; volta a pensar em seu antigo companheiro de estudos, cuja efígie sorri hoje da Basílica de São Pedro, e admite com humildade: “Nunca consegui chegar à sua concentração na oração”. Wojtyla foi ordenado sacerdote em 1º de novembro de 1946; no dia seguinte, celebrou sua primeira Missa na capela de São Leonardo, da Catedral de Wawel, e, em 10 de novembro, na paróquia de Wadowice. “Nessa mesma semana – recordou o Pe. Suder -, Karol partiu para Roma para fazer seu doutorado, depois de apenas dois anos de estudo no seminário.” A grande aventura do homem que contribuiria para a transformação da história do seu país e do mundo tinha começado. #Chiara #primeiravez #osoutros #dava #Auschwitz #prazer #KarolWojtyla #nazista #tornado #segundafeira #porisso #sapieha #suder #Kazimierz
- Já é possível visitar a tumba do Beato João Paulo II desde qualquer lugar do mundo
ACI/EWTN Noticias) Os fiéis de todo o mundo poderão rezar diante da tumba do Papa João Paulo II através do site http://www.vaticanstate.va/IT/Monumenti/webcam/index?cam=webcam2&testo=Tomba%20del%20Beato%20Giovanni%20Paolo%20II que oferece a retransmissão do féretro do beato situado na capela de São Sebastião da Basílica de São Pedro no Vaticano. A imagem oferecida é atualizada a cada dois minutos. As imagens da tumba do beato se somam assim a outras tantas que retransmite o site vaticano, como as da Cúpula de São Pedro, da vista panorâmica de Roma e do Vaticano, do Palácio do Governatorato, da Praça de São Pedro e de Castel Gandolfo. #Praça #capeladesãosebastião #possível #Féretro #somam #Rezar #poderão #ACI #Sebastião #site #joãopaulo #panorâmica #vaticanstate #visitar #Basílica #Notícias #Pedro #ewtn #atualizada #São #cúpula #SãoPedro #Gandolfo #retransmite #retransmissão #diante #Governatorato #omundo #qualquer #Paulo #Palácio #Vaticano #João #Roma #oferece #Mai #Castel #qualquerlugar #Imagem #assim #Capela #oferecida #Beato
- Martinho Lutero sobre os crucifixos, imagens de santos e o Sinal da Cruz
Fonte: Apostolado Spiritus Paraclitus CRUCIFIXOS O costume de segurar um crucifixo diante de uma pessoa que esteja morrendo tem mantido muitos na comunidade Cristã e permitiu-lhes morrer com uma Fé confiante no Cristo crucificado. (Sermão sobre João, Capítulos 1-4, 1539; LW, Vol. XXII, 147) Foi uma prática boa segurar um crucifixo de madeira diante dos olhos dos moribundos ou pressionar nas mãos deles. Isto trouxe o sofrimento e a morte de Cristo a mente, e confortava os moribundos. Mas para os outros, que arrogantemente se basearam em suas boas obras, entraram num céu que continha um fogo crepitante. Pois eles foram afastados de Cristo e falharam em impressionar a Paixão e morte vivificante de Jesus, em seus corações.(Sermão sobre João, Capítulo 6-8, 1532; LW, Vol. XXIII, 360) Quando eu escuto falar de Cristo, uma imagem de um homem pendurado numa cruz toma meu coração, assim como o reflexo de meu rosto aparece naturalmente na água quando eu olho nela. Se não é pecado, mas sim bom em ter uma imagem de Cristo em meu coração, porque deveria ser um pecado de tê-lo em meus olhos? (Contra os Profetas Celestiais, 1525; LW, Vol. 40, 99-100) IMAGENS E ESTATUAS DE SANTOS Agora, nós não pedimos mais do que gentileza em considerar um crucifixo ou a imagem de um santo, como testemunha, para a lembrança, como um sinal, assim como foi lembrado à imagem de César. (Contra os Profetas Celestiais, 1525; LW, Vol. 40, 96) E eu digo desde já que de acordo com a lei de Moises, nenhuma outra imagem é proibida, do que uma imagem de Deus no qual se adora. Um crucifixo, por outro lado, ou qualquer outra imagem santa não é proibida. (Ibid., 85-86) Onde, porém, imagens ou estatuas são produzidas sem idolatria, então a fabricação delas não é proibida. Meus confinadores devem também deixar-me ter, usar, e olhar para um crucifixo ou uma Madonna… Contanto que eu não os adore, mas apenas os tenha como memoriais. (Ibid., 86,88) Porém, imagens para memoriais e testemunho, como crucifixos e imagens de santos, são para ser tolerados… E não são apenas para ser tolerados, mas por causa do memorial e testemunho eles são louváveis e honrados… (Ibid., 91) SINAL DA CRUZ Oração da Manhã De manhã, quando você levantar, faça o sinal da santa cruz e diga: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém… À noite, quando fores dormir, faça o sinal da santa cruz e diga: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém. (Pequeno Catecismo, 1529, Seção II: Como o Chefe da Família Deve Ensinar a Sua Família a Orar Pela Manha e Noite, 22-23) Assim se originou e continua entre nós o costume de dizer a graça e retornando graças às refeições, e outras orações de manhã e à noite. Da mesma fonte veio a prática com crianças de benzer-se a visão ou audição de ocorrências aterrorizantes… (Grande Catecismo, 1529, O Segundo Mandamento, seção 31, p.57) Se o diabo coloca na sua cabeça que em você falta a santidade, a piedade e o merecimento de Davi e por essa razão não podem ter certeza que Deus escutará você, faça o sinal da cruz e diga a si mesmo: “ Deixe ser piedosos e dignos aqueles que serão!! Eu sei com certeza que eu sou uma criatura do mesmo Deus que criou Davi. E Davi, independente de sua santidade, não tem um Deus nem melhor nem maior do que eu.” (Salmo 118, LW, Vol. XIV, 61) Se você tiver um poltergeist ou espírito tocando em sua casa, não vá e discuta sobre isso aqui e ali, mas saiba que não existe um espírito bom ao qual não procede de Deus. Faça o sinal da cruz quietamente e confie em sua fé. (Sermão do Festival da Epifania, LW, Vol. 52, 178-79) BIBLIOGRAFIA E FONTES PRIMÁRIAS Grande Catecismo, 1529, traduzido por John Nicholas Lenker, Mineapolis: Augsburg Publishing House, 1935. Os Trabalhos de Lutero (LW-Luther’s Work), Edição Americana, editado por Jaroslav Pelikan (volumes 1-30) e Helmut T. Lehmann (volumes 31-55), São Luis: Concordia Pub House (volumes 1-30); Filadelfia: Fortress Press (volumes 31-55), 1955. Armstrong, Dave. Martinho Lutero sobre os crucifixos, imagens de santos e o Sinal da Cruz. [Traduzido pela colaboradora Ana Paula Livingston]. Disponível em: http://socrates58.blogspot.com/2008/04/martin-luther-on-crucifixes-images-and.html. #rosto #respeito #falar #ibid #olhos #Deus #ter #aparece #umaimagem #artigo #deles #lw #madeira #Imagens #meu #Moisés #nela #DeCristo #cristocrucificado #isto
- João Paulo II já repousa na capela de São Sebastião
Féretro foi colocado em cerimônia privada CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 3 de maio de 2011 (ZENIT.org) – Os restos mortais do beato João Paulo II já descansam sob o altar da capela de São Sebastião, na Basílica de São Pedro; informou o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi. A partir de agora, os fiéis poderão venerar o papa beato na capela da basílica, e não mais na cripta vaticana, como antes. O féretro com os restos do novo beato foi transferido nessa segunda-feira, após o fechamento da basílica, deixando o altar da Confissão, onde tinha ficado exposto para a veneração de centenas de milhares de fiéis desde a manhã de domingo, depois da cerimônia da beatificação. A procissão foi presidida pelo cardeal Angelo Comastri, arcipreste da basílica, e formada pelo Colégio de Penitenciários, pelo Capítulo da Basílica e por nove cardeais e vários bispos e arcebispos. Entre eles, os cardeais Sodano, decano do Colégio, Bertone, secretário de Estado, Amato, Coppa, Lajolo, Re, Sandri, Macharski e Dziwisz, os arcebispos Filoni, Mamberti e Mokrzycki, o postulador, monsenhor Oder, e a irmã Tobiana, junto com outras freiras que fizeram parte do domicílio pontifício durante o papado de João Paulo II. A procissão parou para rezar diante do altar da Confissão e seguiu até o altar da capela, cantando as ladainhas dos santos pontífices. Depois da invocação Beate Ioanne Paule, repetida três vezes, rezou-se a oração do novo beato e o féretro foi incensado. Os trabalhadores da Fábrica de São Pedro depositaram então a grande lápide de mármore branco, que traz a inscrição Beatus Ioannes Paulus PP. II. O comunicado vaticano termina informando que vários dos presentes fizeram o gesto devocional de beijar a lápide, enquanto a assembleia “se dissolvia com serena comoção”. #devocional #capeladesãosebastião #Lombardi #confissão #onde #Colégio #Diretor #Féretro #tinha #Santa #cerimônia #informou #Bertone #Rezar #poderão #Sala #veneração #fechamento #Sebastião #CIDADE #AngeloComastri #transferido #Vaticana #Basílica #Pedro #Novo #manhã #São #nessa #Papa #gesto #sob #Federico #não #partir #cripta #SãoPedro #pelo #zenit #FedericoLombardi #foi #fizeram #maio #decano #Venerar #segundafeira #Paulo #ficado #Ágora #Vaticano #João #Assembléia #ioannespaulus #org #Procissão #deixando #exposto #com #lápide #descansam #Imprensa #papado #Capela #termina #Beato













