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- Convertidos ao catolicismo do mundo inteiro encontram-se no México
12º Congresso «Caminho para Roma» CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 24 de outubro de 2007 (ZENIT.org–El Observador).- De 2 a 4 de novembro se levará a cabo, na capital do país asteca, o 12º do Congresso Internacional «Caminho para Roma». Podem participar aquelas pessoas que desejam aprofundar sua fé escutando os testemunhos de conversos mundialmente famosos. Nesta ocasião, estarão presentes a arquiduquesa Alexandra da Áustria; John Gummer, do Parlamento inglês, converso do anglicanismo; Victor R. Claveau, MJ, católico reconciliado que hoje é evangelizador; Hanzel Carlos Cardoso Lima, converso da Igreja Evangélica, Kristine e Martin Franklin, ex-missionários protestantes na América Latina, assim como Miguel Rivera e Constantino Raúl Vargas Álvares, conversos dos Testemunhas de Jeová, entre outros. O Encontro, segundo assinalaram os organizadores, contará também com a presença dos cardeais Francis Arinze, prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos; Dario Castrillón Hoyos, prefeito da Comissão Pontifícia Ecclesia Dei, e Norberto Rivera Carrera, arcebispo primaz do México; assim como Dom Jonas Guerrero, bispo auxiliar do México, e Dom Kevin Vann, bispo de Fort Worth, Texas. Há doze anos, a Associação Católica Internacional «Miles Jesu» iniciou os congressos internacionais «Caminho para Roma», nos quais se convida como conferencistas uma série de personalidades, conversos, sobressalentes no amor a Cristo e à sua Igreja, entre os quais, como explicam os organizadores, «não há um ‘sim’, um ‘mas’ ou ‘talvez’, mas uma total lealdade à Igreja». «Mas isso não é uma lealdade cega – acrescentam. Este não é um congresso de emoções com ênfase nos sentimentos. A fé dos conferencistas não é uma fé de sentimentos, mas de graça, profundamente baseada no estudo intelectual da história da Igreja, de seus dogmas e de sua moral.» Mais informação: http://www.caminoaroma.com. #Internacional #catolicismo #américalatina #prefeito #converso #uma #Congresso #Igreja #Bispo #Amor #caminho #México #América #Rivera
- Abortando a fé
Por Silvio L. Medeiros Recebí por email um trecho de uma entrevista feita pelo jornal Folha de São Paulo ao fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, Edir Macedo, onde este opina favorávelmente pela legalização do aborto. É uma resposta de ante-mão inusitada para alguém que assume para sí o título de bispo e pautado por princípios evangélicos. Agora, ainda mais inusitado é o instrumento lançado para a fundamentação de tal posicionamento: a bíblia. Já se ouviu argumentos filosóficos, materialistas, sociológicos, feministas etc, para a defesa do aborto, mas exegéticos, teológicos, isso sim é novidade. A impressão sincera que temos é que o desejo de se opor a Igreja Católica sobre assuntos controversos no afã de ganhar simpatizantes é tão grande, tão grande, que a própria razão fica para segundo plano, subordinada a uma estratégia competitiva de marketing. Primeiro se decide pela diferenciação do “concorrente”, depois nos benefícios de comunicação, e então lá por último pensa-se no porquê das coisas. E desta vez ficou claro que a mais simples reflexão foi posta de lado, ignorado, subjugado sem qualquer escrúpulo. Eis a defesa do bispo: “O que a Bíblia ensina é que se alguém gerar cem filhos e viver muito anos, até avançada idade, e se a sua alma não se fartar do bem, e além disso não tiver sepultura, digo que um aborto é mais feliz do que ele (Eclesiastes 6.3). Não acredito que algo, ainda informe, seja uma vida.” Na verdade o que diz o trecho citado é o que se segue: “Um homem, embora crie cem filhos, viva numerosos anos e numerosos dias nesses anos, se não pôde fartar-se de felicidade e não tiver tido sepultura, eu digo que um aborto lhe é preferível.“ Aqui Edir Macedo demonstra rasteiramente a sola scriptura, princípio de Lutero que defende o uso das escrituras como único ponto genuíno de fé, incluindo a livre interpretação. E eis o grande problema, a palavra aborto citada no livro de Eclesiastes provém do hebreu nephel que tem sua raiz na palavra num-peh-lamed, “aquilo que cai”, e na verdade significa uma pessoa que não chega a nascer. Acontece que em algumas línguas, como a portuguesa, a mesma palavra, aborto, é usada para traduzir tanto um abortamento espontâneo como um provocado. É ambígua. Mas em outras línguas, como as anglo-saxônicas por exemplo, que possuem palavras e expressões distintas para expressar diferentes tipos de aborto, acaba-se traduzindo a palavra nephel justamente para seus correspondentes de aborto espontâneo ou de complicação de parto. É o que nos mostra abaixo o trecho de Eclesiastes retirado da bíblia em língua inglesa e em castelhano: “I say, that an untimely birth is better than he” (Inglês – King James Version). “En ese caso digo que un recién nacido fallecido es más feliz que él” (Castelhano – Bíblia Latinoamericana) Ou seja, a bíblia não só não defende o aborto provocado (ver Êx 21:22, Jr 1:5, Sl 22: 10-11, Sl 71: 6, Sl 138, Sl 139, Ecle 8:8, Jó 10: 8-12), como o bispo dá a entender, como na verdade quer é incentivar o leitor a uma vida de felicidade, de bem-aventurança, de amizade de Deus. Esta é a mensagem real do trecho e o seu verdadeiro contexto, deixado de lado pelo empresário: uma vida sem Deus é vazia de sentido a ponto de ser tão inútil quanto a própria inexistência. Ainda um outro ponto a ser considerado é que mesmo na ausência da devida contextualização e análise, a mera letra do argumento não se sustenta a menor reflexão: Cristo nem gerou nenhum filho, nem viveu muitos anos, nem teve uma vida cheia de felicidade, pelo contrário, padeceu um sofrimento constante do início de sua vida (nascendo num estábulo e fugindo ainda recém-nascido para o Egito) até o fim (flagelado e nu numa cruz), e muito menos teve uma sepultura própria sendo esta inclusive emprestada (Mt 27-60). E então? Seria preferível que Maria tivesse abortado Jesus Cristo? É que a defesa pró-escolha feita pelo líder religioso/empresário abre um critério tão vasto e subjetivo para a aplicação do abortamento, que mesmo o Deus que a sua “igreja” professa não escaparia. Acrescente o fato de a mãe de Jesus não ter planejado a sua gravidez, de não ter marido, de ser pobre e de pelas leis da época correr perigo real de apedrejamento. Para a Igreja que se diz do Reino de Deus, um aborto neste caso seria perfeitamente justificável. A esta altura resta lamentar que um homem reconhecido em seu meio como o “maior evangelizador do século” seja também capaz de difundir com a mesma ânsia a leviandade, a malícia e a insensatez a uma legião de singelos fiéis honestos, e que certamente darão muito mais ouvidos ao fundador de sua igreja do que a voz do bom-senso. A pergunta que fica é: e se aqueles que ainda não nasceram pagassem o dízimo, haveria uma reconsideração? Fonte: Veritatis Splendor #Deus #Aborto #Bíblia #Igreja #Bispo #Alma #defesa #Jesus #Palavra
- Dalvimar Gallo – Depoimento
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- O Papa anunciaria amanhã criação de novos cardeais
ACI).- Fontes vaticanos informaram à ACI Digital que o Papa Bento XVI anunciaria amanhã quarta-feira, durante a habitual Audiência Geral, a celebração de um consistório para criar novos cardeais em novembro. Em agosto passado, o jornal italiano Il Messaggero antecipou que o Pontífice anunciaria o segundo consistório de criações cardinalícias em 24 de outubro. Il Messaggero assinalou que o Pontífice tem previsto nomear pelo menos a 17 novos cardeais menores de 80 anos, os que faltam para completar o total de 120 eleitores. Este mês, fazem 80 anos o Ex-secretário de Estado e Decano do Colégio Cardinalício, Cardeal Angelo Sodano e o americano Edmund Casimir Szoka. Entre os possíveis candidatos a receber o capelo cardinalício, segundo o jornal italiano, figuram arcebispos previsíveis pelo cargo que ostentam, entre eles os Arcebispos de São Paulo, Dom Odilo Scherer; Paris, Dom André Vingt-Trois; Washington DC, Dom Donald William Wuerl; Varsóvia, Dom Kazimierz Nycz; e de Gênova -atual Presidente da Conferência Episcopal Italiana- Dom Angelo Bagnasco. No Vaticano corresponderia por tradição o capelo cardinalício ao Arcebispo Leonardo Sandri, atual Prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, ao Arcipreste da Basílica de São Pedro, Dom Angelo Comastri; ao Governador do Estado do Vaticano Dom Giovanni Lajolo, e ao responsável pela Biblioteca Vaticano, Dom Raffaele Farina. Também corresponderia o capelo por tradição a outro americano, o Arcebispo John Patrick Foley, atual Grão Mestre da Ordem Eqüestre do Santo Sepulcro de Jerusalém. Segundo Il Messaggero, também estariam na lista de cardeais do Santo Padre o Arcebispo polonês Stanislaw Rylko, Presidente do Pontifício Conselho para os Laicos, e o Arcebispo alemão Paul Joseph Cordes, Presidente do Pontifício Conselho Cor Unum. #cardinalício #Presidente #jornal #pontífice #Angelo #consistório #Arcebispo #alemão
- Santíssima Trindade dá significado e luz às Aparições em Fátima, afirma cardeal Bertone
Na dedicação da nova igreja do Santuário FÁTIMA, sexta-feira, 12 de outubro de 2007 (ZENIT.org).- Na homilia da missa de dedicação da igreja da Santíssima Trindade, esta sexta-feira, em Fátima, o cardeal Tarcisio Bertone afirmou que «a Santíssima Trindade dá significado e luz a vários elementos que foram sobressaindo nas sucessivas Aparições» de Nossa Senhora. Segundo informa Agência Ecclesia, do episcopado de Portugal, o cardeal citava uma visão recebida pela Irmã Lúcia a 13 de junho de 1929. «Dir-se-ia que a Santíssima Trindade aguardava em Fátima por este tributo de gratidão e louvor pela sua incessante ação salvífica na história», acrescentou. Antes, o reitor do Santuário, mons. Luciano Guerra, apresentou a nova igreja dizendo que «Fátima torna-se, desde hoje, de modo bem mais explícito, Santuário da Santíssima Trindade». Na abertura da Peregrinação de Outubro, o Bispo local, D. António Marto, deu especial destaque à inauguração e dedicação da nova igreja que, «com a sua denominação e toda a sua simbólica, dá corpo visível a esta dimensão da Mensagem e que perdurará no tempo como um Hino à Santíssima Trindade e ao seu Amor compassivo e misericordioso». Inaugurada esta sexta-feira, a igreja da Santíssima Trindade ergue-se como o maior recinto público fechado de Portugal. Tem forma circular, com 125 metros de diâmetro, um volume de quase 130 000 metros cúbicos e uma altura média de 15 metros. A nova igreja de Fátima tem uma nave central de nove mil lugares sentados. O projeto é do arquiteto greco-ortodoxo Alexandros N. Tombazis. #Aparições #Bertone #Fátima #Santuário #Trindade #Igreja #Amor #Santíssima #Cardeal
- Igreja defende evangelização via web
Uso da web foi defendido durante encontro da Igreja Católica, em Honduras. Para cardeal, igreja deve usar a internet ‘sem medo’. A Igreja Católica considera que a internet e outras tecnologias da comunicação são fundamentais para promover seu trabalho pastoral, afirmaram nesta terça-feira (18) os participantes da X Reunião da Rede Informática da América Latina (RIIAL), em Honduras. A reunião, com a presença de bispos do Conselho Episcopal Latino-americano (Celam), debateu a relação entre a Igreja com o ciberespaço, segundo os organizadores. O chefe dos programas de Comunicação Social do Vaticano, monsenhor Claudio Maria Celli, afirmou que evangelizar através de internet é possível, da mesma forma como a rede ajuda a estabelecer amizades e até casamentos. O arcebispo de Tegucigalpa, Óscar Andrés Rodríguez, afirmou que Deus “não está ausente da internet” e que a Igreja Católica se propõe a evangelizar utilizando esta tecnologia. Na reunião, que começou na segunda-feira, o cardeal ressaltou que a Igreja deve usar a internet sem medo. “Ela nos dá uma grande oportunidade para evangelizar e milhões de pessoas podem conhecer Jesus assim”, observou. Rodríguez disse que não sabe quantas pessoas podem ser evangelizadas pela internet. Mas, mesmo assim, a igreja fará uso desse recurso. O RIIAL procura criar novas formas de presença e serviços da rede na América Latina, aproveitando ao máximo o novo panorama tecnológico e cultural multimídia caracterizado pela internet, informaram os representantes da Igreja Católica na capital hondurenha. Durante o encontro, que vai até próximo sábado, será apresentado o programa “Office Eclesial”, desenvolvido pela RIIAL, para a implementação das Redes Diocesanas. A RIIAL, que se define como uma equipe especializada em tecnologia para a evangelização, se dedica à formação e assessoria dos agentes pastorais. Fonte: Portal G1 #Rede #Reunião #evangelizar #encontro #américalatina #web #Catolica #Internet #Igreja #Jesus #evangelização #América #Cardeal
- Santa Sé a ONU: Origem dos conflitos é falta de respeito à dignidade humana
ACI).- O secretário para as Relações da Santa Sé com os Estados, Dom Dominique Mamberti, recordou à Organização das Nações Unidas (ONU) que “o esquecimento ou a aceitação parcial ou seletiva” do princípio do respeito da dignidade humana “é a origem dos conflitos, da degradação do meio ambiente e das injustiças sociais e econômicas”. Ao intervir no debate geral da 62º sessão da Assembléia Geral da ONU que se celebra em Nova Iorque, Dom Mamberti recordou que no ano 2008 se comemorará o 60º aniversario da Declaração Universal dos Direitos Humanos e “a parte mais importante de nosso trabalho neste contexto consiste em assegurar que o direito à vida seja respeitado em todas as partes”. “Temos que fazer o possível para frear e mudar a cultura da morte, aceita por alguma estrutura sociais e jurídicas, que tratam de fazer plausível a supressão da vida como se fora um serviço médico ou social. Neste sentido, a abolição da pena de morte deveria ser considerada uma conseqüência do pleno respeito do direito à vida”, indicou. Do mesmo modo, saudou em nome da Santa Sé “a iniciativa de sustentar o Diálogo de Alto Nível sobre a Compreensão e Cooperação Inter-religiosa e Intercultural para a Paz que vai se posto em ação dentro de pouco. Em realidade, o diálogo entre os povos de diferentes culturas e religiões não é uma opção; é algo indispensável para a paz e para a renovação da vida internacional”. Referindo-se à prevenção dos conflitos e à manutenção e consecução da paz, o secretário para as Relações com os Estados assegurou que a Santa Sé “espera com impaciência o dia em que os esforços por manter a paz em Darfur sejam plenamente ativos”. Também assinalou que é necessário “um compromisso renovado por parte de todos os Estados membros na pacificação e reconstrução do Iraque, que segue sofrendo tanto” e na “busca de uma solução, por meio do diálogo, do conflito entre israelenses e palestinos”. Dom Mamberti pediu um compromisso renovado “para assegurar que o Líbano siga sendo um país livre e independente” e falando da situação em Mianmar reiterou a chamada de Bento XVI do domingo passado: “Que através do diálogo, a boa vontade e um espírito de humanidade, ache-se uma solução à crise”. #respeito #Santa #dignidade #Relações #conflitos #secretário #diálogo
- Pregador do Papa: "Deus quer salvar os ricos de sua riqueza"
Comentário do padre Cantalamessa à liturgia do próximo domingo ROMA, sexta-feira, 28 de setembro de 2007 (ZENIT.org).-Publicamos o comentário do Pe. Raniero Cantalamessa, ofmcap. – pregador da Casa Pontifícia – à liturgia do próximo domingo, XXVI do tempo comum. * * * XXVI Domingo do tempo comum [C] Amós 6, 1. 4-7; I Timóteo 6, 11-16; Lucas 16, 19-31 Um homem rico vestido de púrpura e linho O tema principal que se deve trazer à luz, a propósito da parábola do rico que se lê no Evangelho do próximo domingo, é sua atualidade, isto é, como a situação se repete hoje, entre nós, tanto no âmbito mundial como no local. No âmbito mundial, os dois personagens são os dois hemisférios: o rico representa o hemisfério norte (Europa ocidental, América, Japão); o pobre Lázaro, com poucas exceções, o hemisfério sul. Dois personagens, dois mundos: o primeiro mundo e o «terceiro mundo». Dois mundos de desigual tamanho: o que chamamos «terceiro mundo» representa de fato «dois terços do mundo». Está se afirmando o costume de chamá-lo precisamente assim: não de «terceiro mundo» (Third world), mas de «dois terços do mundo» (two-third world). O mesmo contraste entre o rico e o pobre Lázaro se repete dentro de cada uma das duas agrupações. Há ricos que vivem lado a lado com pobres Lázaros nos países do terceiro mundo (aqui, de fato, seu luxo solitário resulta ainda mais estridente em meio à miséria geral das massas), e há pobres Lázaros que vivem lado a lado com ricos nos países do primeiro mundo. Em todas as sociedades chamadas «do bem-estar», algumas pessoas do espetáculo, do esporte, do setor financeiro, da indústria, do comércio, contam seus rendimentos e seus contratos de trabalho só em bilhões, e tudo isso ante o olhar de milhões de pessoas que não sabem como chegar com seu escasso salário ou seguro-desemprego para pagar o aluguel, os remédios, os estudos de seus filhos. A coisa mais horrível, na história relatada por Jesus, é a ostentação do rico, que este faça alarde de sua riqueza sem olhar para o pobre. Seu luxo se manifestava sobretudo em dois âmbitos, a comida e a roupa: o rico celebrava grandes banquetes e se vestia de púrpura e linho, que eram, naquele tempo, tecidos de rei. O contraste não existe só entre quem reinventa de comida e quem morre de fome, mas também entre quem troca de roupa diariamente e quem não tem um farrapo de roupa. Aqui, em um desfile de modas, apresentou-se uma vez um vestido feito de lâminas de ouro; custava bilhões das antigas liras. Temos de dizer-lhes sem reticências: o êxito mundial da moda italiana e o negócio que determina nos afetaram; já não prestamos atenção a nada. Tudo o que se faz neste setor, também os excessos mais evidentes, gozam de uma espécie de trato especial. Os desfiles de moda que em certos períodos enchem os noticiários vespertinos à custa de notícias muito mais importantes, são como representações da parábola do rico. Mas até aqui não há, no fundo, nada de novo. A novidade e aspecto único da denúncia evangélica dependem do todo desde o ponto de vista de observação do sucesso. Tudo, na parábola do rico, se contempla retrospectivamente, desde o epílogo da história: «Um dia o pobre morreu e foi levado pelos anjos ao seio de Abraão. Morreu também o rico e foi sepultado». Se fôssemos levar a história à tela, bem se poderia partir (como se faz freqüentemente nos filmes) deste final de ultratúmulo e mostrar toda a história em flashback. Fizeram-se muitas denúncias similares da riqueza e do luxo ao longo dos séculos, mas hoje todas parecem retóricas ou superficiais, anacrônicas. Esta denúncia, depois de dois mil anos, conserva intacta sua carga negativa. O motivo é que quem a pronuncia não é um homem que defende os ricos ou pobres, mas que está acima das partes e se preocupa tanto com os ricos quanto com os pobres, inclusive talvez mais com os primeiros que com os segundos (a estes ele sabe que estão menos expostos ao perigo!). A parábola do rico não se sugere pelo ódio aos ricos ou pelo desejo de ocupar seu lugar, como tantas denúncias humanas, mas por uma preocupação sincera por sua salvação. Deus quer salvar os ricos de sua riqueza. [Tradução realizada por Zenit] #história #próximo #luxo #Cantalamessa #riqueza #Papa #Liturgia #parábola #Jesus #América
- Frente à mudança climática, Santa Sé exige medidas sérias
Nas Nações Unidas NOVA YORK, terça-feira, 25 de setembro de 2007 (ZENIT.org).- A Santa Sé tomou a palavra nas Nações Unidas para fazer um chamado a tomar medidas sérias ante a mudança climática. A voz da Igreja ressoou nesta segunda-feira no «palácio de cristal» de Nova York pela boca de Dom Pietro Parolin, subsecretário para as Relações com os Estados. «O futuro está em nossas mãos: como enfrentar o desafio da mudança climática» era o tema sobre o qual discutia na sessão da Assembléia Geral da ONU. Com esta iniciativa, pretende-se promover um debate sobre quais são os possíveis modos de induzir a comunidade internacional a negociar um novo acordo global sobre o clima. «A mudança climática é uma séria preocupação e uma responsabilidade iniludível para cientistas e outros especialistas, para líderes políticos e governamentais, para administradores locais e organizações internacionais, assim como para todo setor da sociedade humana e para cada pessoa», afirmou o sacerdote italiano. «Minha delegação – indicou – deseja sublinhar o imperativo moral segundo o qual todos, sem exceção, têm a grave responsabilidade de proteger o ambiente.» Parolin convidou a estudar mais a fundo as avaliações sobre a possível intervenção do ser humano nas mudanças climáticas, «para dar uma base série à crescente preocupação e para tomar decisões efetivas». «Dado que nenhum país pode resolver por si mesmo os problemas relacionados com nosso meio ambiente, devemos antepor a ação coletiva ao interesse pessoal», reconheceu. «Para a comunidade internacional, isso supõe a adoção de uma estratégia política coordenada e eficaz, capaz de responder a esta complexa questão», continuou dizendo. Dessa forma, propôs «prestar atenção à educação, em especial à dos jovens, para mudar atitudes inatas e egoístas de consumo e abuso dos recursos naturais». Após pedir incentivos e ajudas financeiras para enfrentar o desafio, pediu aos Estados que aproveitem «a oportunidade que lhes será apresentada dentro de pouco com a próxima Conferência sobre a Mudança Climática que se celebrará em Bali», Indonésia, no próximo mês de dezembro. #enfrentar #preocupação #Santa #Nações #Parolin #comunidade #responsabilidade
- Hábito da leitura diária da Bíblia é "inestimável fonte de consolação", diz cardeal
Dom Eugenio de Araújo Sales destaca importância do Magistério eclesiástico RIO DE JANEIRO, segunda-feira, 24 de setembro de 2007 (ZENIT.org).- Segundo o arcebispo emérito do Rio de Janeiro, o hábito da leitura diária da Bíblia é uma «inestimável fonte de consolação nos sofrimentos e angústias». Em mensagem aos fiéis difundida pelo site de sua arquidiocese, o cardeal Eugenio de Araújo Sales destaca também que a leitura assídua da Palavra de Deus é um «precioso elemento formador da vida cristã e sustentáculo na luta pela fidelidade aos ensinamentos salvíficos que nos vêm de Jesus Cristo». Neste último domingo de setembro, celebra-se no Brasil o Dia da Bíblia. Nesse contexto, o cardeal Araújo Sales recorda que o texto bíblico, por sua riqueza e complexidade, merece sempre comentário criterioso e autorizado. «Variadas correntes de pensamento buscam apoio em citações bíblicas. Às vezes, a tradução é exata, mas o leitor é levado a desvios doutrinários, com afirmações alheias ao verdadeiro objetivo para o qual foram escritos os livros sagrados», afirma. De acordo com o cardeal, «é necessária uma constante cautela, para não sermos conduzidos a ensinamentos que nos afastem de Cristo e sua Igreja». «Esse perigo já existia na antiguidade e mereceu de São Pedro, em sua segunda Epístola, uma advertência: “(…) como nosso caríssimo irmão Paulo vos escreveu (…). Nelas há algumas passagens difíceis de entender, cujo sentido os espíritos ignorantes ou pouco fortalecidos deturpam (…)” (2Pd 3,16).» Dom Eugenio afirma que nem sempre tem sido fácil o cumprimento dessa orientação. «Lemos em S. Lucas (cap. 24) um caso típico: os discípulos de Emaús, desanimados, sofrem uma admirável transformação quando Jesus lhes explica o exato sentido dos textos sagrados. De derrotados tornam-se vitoriosos e retornam a Jerusalém como testemunhas da ressurreição». «Hoje, também, o Espírito Santo age em nós, de modo particular, através do Magistério eclesiástico, esclarecendo-nos, animando-nos, para que a Sagrada Escritura produza seus admiráveis resultados em nossa vida.» O arcebispo emérito do Rio de Janeiro explica que, no Dia da Bíblia, considera-se a grande importância da meditação da Palavra de Deus e que o crescimento da vida cristã está vinculado à reflexão sobre esses escritos. «Os Círculos Bíblicos proporcionam abundantes frutos aos que deles participam. Uma pequena comunidade se reúne em torno do Livro. Lidos seus ensinamentos, são aplicados, após reflexão, à vida individual e social», afirma. Segundo o cardeal Araújo Sales, hoje, são muitas as facilidades para o aprofundamento bíblico, através de cursos. «A Escola “Mater Ecclesiae”, fundada, em 1964, pelo cardeal Dom Jaime de Barros Câmara, então arcebispo do Rio, já formou milhares de estudantes da Bíblia em suas salas de aula. Além disto, ministra cursos por correspondência, estes desde 1984, abrangendo não somente as Sagradas Escrituras, mas também as demais disciplinas teológicas. Atendeu a milhares de alunos no Brasil e no exterior nos 23 anos de sua existência. Os benefícios espirituais são muitos», destaca. «No Domingo da Bíblia, reanimemos nosso amor à Sagrada Escritura. Ao mesmo tempo, a gratidão pela presença do Senhor, através de Sua mensagem salvífica. E, em conseqüência, a fidelidade em seguir os rumos aí traçados. Eles nos conduzem a Deus», afirma o arcebispo emérito. #bibliasagrada #leitura #Sales #advertência #bíbliavivaonline #Bíblia #NovoTestamento #Amor #Jesus #Arcebispo #Cardeal
- Atriz de "O Exorcista” revela que submeter-se a um aborto foi a pior coisa de sua vida
ACI).- Ellen Burstyn, conhecida por seu papel de angustiada mãe em “O Exorcista”, revelou em uma recente entrevista que o pior momento de sua vida foi submeter-se a um aborto quando era muito jovem. Burstyn, que acaba de publicar suas memórias em um livro, conversou com a rádio CFRB de Toronto sobre sua publicação “Lessons of Becoming Myself” e narrou episódios de sua longa e bem-sucedida carreira no cinema. A Burstyn, de 74 anos de idade, perguntaram-lhe qual foi o momento “mais baixo” de sua vida e o entrevistador lhe mencionou o fato de ter sido mãe solteira, as brigas com seu filho e outros dramas. A atriz disse: “Sabe, ódio falar disto no ar, mas foi me submeter a um aborto. Foi uma experiência extremamente dolorosa“. O entrevistador lhe perguntou se sentiu que não tinha outra opção. “Nesse momento era apenas jovem e tola, realmente não queria ter um bebê nesse momento. Foi incorreto fazê-lo e realmente não o compreendi até depois. Isso foi muito doloroso, provavelmente o pior”, respondeu Burstyn. #Aborto #Atriz #Exorcista #jovem
- O Papa destaca que a boa preparação do casal fecha o caminho ao divórcio
Ciclo de catequese sobre os Padres Apostólicos: São João Crisóstomo ACI).- Ao apresentar durante a Audiência Geral celebrada esta manhã na Praça de São Pedro a figura e pensamento de São João Crisóstomo, o Papa Bento XVI destacou que ao referir-se ao noivado e ao matrimônio, este “Mestre da fé” assegurava que “os casais bem preparados fecham o caminho ao divórcio“. Depois de sua chegada em helicóptero ao Vaticano desde sua residência estival de Castel Gandolfo, a 20 quilômetros de Roma, o Santo Padre presidiu em recinto vaticano ante milhares de paroquianos o costumeiro encontro das quartas-feiras onde prosseguiu com o ciclo de catequese sobre os Padres Apostólicos. O Pontífice recordou que este ano se cumpre o décimo sexto centenário da morte de São João Crisóstomo, nascido em 349 na Antioquia da Síria, ao sul da atual Turquia. “Chamado Crisóstomo, que quer dizer, ‘Boca de ouro’ por sua eloqüência, pode-se dizer que vive ainda hoje através de suas obras“. Este santo presbítero, célebre pregador nas Igrejas de sua cidade, assinalou o Papa, é “um dos Padres mais prolíficos” por seus numerosos tratados, homilias –mais de 700–, comentários e cartas. “Não foi um teólogo especulativo. Transmitiu a doutrina tradicional e segura da Igreja em uma época de controvérsias teológicas suscitadas sobre tudo pelo arianismo, quer dizer, a negação da divindade de Cristo”, explicou o Pontífice. Depois de destacar que “sua teologia era excelentemente pastoral“, pois nela era constante “a preocupação pela coerência entre o pensamento expresso pela palavra e o que se vive”, o Santo Padre afirmou este santo se preocupou deste modo em “acompanhar com seus escritos o desenvolvimento integral da pessoa, nas dimensões física, intelectual e religiosa”. Antídoto contra o divórcio Mais adiante, o Papa destacou o pensamento de Crisóstomo em relação às etapas da vida do ser humano, ressaltando a vigência e atualidade de suas idéias. São João destacava a importância da infância, “porque é quando se manifestam as inclinações ao vício e à virtude e, por isso, é nesta idade quando a lei de Deus tem que ser gravada do início na alma ‘como sobre uma tabela de cera’”. A esta etapa “segue o mar da adolescência, onde os ventos sopram violentos, porque é quando cresce a concupiscência”. Em seus escritos, este Padre da Igreja aborda o período do noivado e o matrimônio e afirma que “os maridos bem preparados fecham o caminho ao divórcio. Tudo se desenvolve com alegria e se pode educar aos filhos na virtude. Depois, quando nasce a primeira criança se forma uma ponte; os três se convertem em uma só carne, porque o filho une as duas partes e os três constituem ‘uma família, uma pequena Igreja’”. Ao final da catequese, Bento XVI recordou que São João Crisóstomo também se dirige em seus escritos aos fiéis laicos, que “com o Batismo assumem o ofício sacerdotal, real e profético. Esta lição de Crisóstomo sobre a presença autenticamente cristã dos fiéis laicos na família e na sociedade segue sendo ainda hoje mais atual que nunca”. Concluída a audiência, o Santo Padre retornou a Castel Gandolfo. #Padres #pensamento #adolescência #Padre #divórcio #adiante #catequese #Alma #João #alegria
- Relíquias de Santa Margarida Maria Alacoque chegam a Brasília
Peregrinação vem percorrendo diversos países BRASÍLIA, terça-feira, 18 de setembro de 2007 (ZENIT.org).- Sob a aclamação dos fiéis que entoavam cânticos ao Sagrado Coração de Jesus, chegaram nesse sábado, dia 15 de setembro, em Brasília, às 12h30, as relíquias de Santa Margarida Maria Alacoque. As relíquias – um ossário que contém vários fragmentos de ossos e uma parte do tecido cerebral, que se conserva incorrupto, por mais de 300 anos – foram recepcionadas pelo arcebispo emérito de Brasília, cardeal José Freire Falcão e pelos fiéis da arquidiocese. Do Aeroporto Internacional de Brasília as relíquias seguiram no papa-móvel para a Paróquia Nossa Senhora das Dores, localizada no Cruzeiro Velho. A peregrinação que vem percorrendo diversos países partiu do Mosteiro das Visitandinas de Paray-le-Monial, na França, onde Jesus apareceu à Santa, no século XVII.De acordo com os organizadores «as peregrinações contribuem para fazer conhecer a mensagem do Coração de Jesus no mundo, que é uma mensagem de paz, amor e reconciliação, além de reavivar a fé dos cristãos no profundo Amor do Divino Coração pela humanidade». A peregrinação no Brasil segue até o final do mês de outubro deste ano. Santa Margaria Maria Alacoque era francesa, nasceu em 1647 e morreu em 1690, aos 43 anos. Entrou para o mosteiro das visitandinas ainda criança e fez profundas experiências místicas com o Coração de Jesus, através da Sagrada Eucaristia. O cardeal José Freire Falcão explicou ao site da arquidiocese de Brasília que o objetivo da peregrinação das relíquias é despertar a devoção ao coração de Jesus. «O Sagrado Coração de Jesus é o símbolo, não só o símbolo mais do que isso, é o curriculum do amor misericordioso de Deus que tem sua expressão em seu filho Jesus Cristo, ao sofrer e derramar seu sangue na cruz por nós, Ele testemunhou esse amor imenso de Deus por cada criatura humana.» «Foi Santa Margarida Maria Alacoque quem difundiu essa devoção ao Coração de Jesus, a partir do século XVII, período em que ela viveu. Daí a finalidade desta peregrinação: aprofundar ainda mais a fé cristã, fé em Jesus Cristo, mas sobretudo a devoção ao Coração de Jesus. O mundo está muito necessitado deste amor misericordioso do Pai em seu Filho Jesus Cristo», disse. Segundo o cardeal, as relíquias são símbolos. «A vida humana tem essa dimensão simbólica que a gente não pode dispensar. Às vezes é mais importante do que os objetos materiais. São sinais que lembram outra realidade que são invisíveis aos nossos olhos». «As relíquias de Santa Margarida Maria Alacoque nos levam a essa grande santa, o seu testemunho de santidade, do amor ao coração de Jesus. Nesse sentido, as relíquias têm grande importância para fazer crescer a fé. Não é que sejam objetos de adoração aos santos, absolutamente. É um culto no sentido de respeito, mas sobretudo nos lembram outra realidade, pois é ao Sagrado Coração de Jesus a quem se dirige o nosso amor», afirmou o cardeal. #coração #Cristo #Alacoque #devoção #Peregrinação #Maria #Santa #Sagrado #Brasília #Amor #adoração #Jesus #aeroporto #Cardeal
- Bispo argentino denuncia aos que criam ódio contra a Igreja
Os Santos fazem crescer a Igreja; seus inimigos, ficarão “alagados pelo silêncio estremecedor da história” ACI).- O Arcebispo de Corrientes, Dom Domingo Castagna, denunciou que os habituais inimigos da Igreja Católica reeditam “velhas objeções para criar um verdadeiro ódio contra seus pastores e firmes doutrinas”, em temas como a vida, a família, o amor e os direitos humanos. “Cada dia se escutam afirmações fáceis sobre temas considerados de enorme gravidade pela Igreja Católica: a vida, a justiça, a família, o amor, os direitos humanos e a responsabilidade cidadã. Seus inimigos habituais reeditam velhas objeções para criar um verdadeiro ódio contra seus pastores e firmes doutrinas”, denunciou o Prelado em seu discurso breve radial. depois de reconhecer que “muitos homens da Igreja cometeram pecados, também de omissão, no correr de sua multissecular historia”, considerou que “são poucos, embora arteiramente publicados, comparados com a multidão de seus santos e heróicos pastores, consagrados e laicos”. “Afirma-se –dos poucos– algo contra os restantes e a instituição que os reúne e anima. Não é justo. A Deus graças o povo singelo não se deixa seduzir pela enxurrada de ataques contra sua Igreja e seus ministros“. O Arcebispo advertiu a necessidade de “não deixar-se distrair no exercício da missão pastoral. A promovida animadversão contra a Igreja e seus pastores se remonta ao tempo dos Apóstolos. Eles não afrouxaram na missão que o próprio Jesus lhes encomendou”. Finalmente, Dom Castagna recordou que “os Santos contribuíram ao crescimento e purificação da Igreja, em troca, seus reaparecidos e insistentes inimigos, ficaram alagados pelo silêncio estremecedor da história. Assim ocorrerá amanhã com os atuais”. #ódio #história #denunciou #família #advertiu #Catolica #Igreja #Amor #verdadeiro #Jesus #Arcebispo
- Perdão de Deus restitui dignidade humana, afirma Bento XVI
CASTEL GANDOLFO, domingo, 16 de setembro de 2007 (ZENIT.org).- O perdão de Deus restitui ao homem sua dignidade plena, afirmou Bento XVI neste domingo, por ocasião da oração mariana do Ângelus, recitada no Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, onde está transcorrendo esses últimos dias do verão boreal. A liturgia de hoje propõe o capítulo 15 do Evangelho de Lucas, «uma das páginas mais profundas e comoventes de toda Sagrada Escritura». São propostas, recordou o Papa, três parábolas sobre a misericórdia divina: as duas mais breves – em comum com os Evangelhos de Mateus e Marcos – são aquelas da ovelha desgarrada e da moeda perdida; a terceira, «longa, articulada» e trazida só por Lucas, é a famosa parábola do Pai misericordioso, conhecida habitualmente como a do «filho pródigo». «Nesta página evangélica – recordou o Pontífice – parece quase se sentir a voz de Jesus, que nos revela o rosto de seu Pai e nosso Pai.» É por isso, explicou, que Cristo veio ao mundo: «para falar-nos do Pai; para dá-lo a conhecer a nós, filhos desgarrados, e ressuscitar em nossos corações a alegria de pertencer-lhe, a esperança de ser perdoados e restituídos à nossa plena dignidade, o desejo de habitar para sempre em sua casa, que é também nossa casa». «Deus não quer que se perca nenhum de seus filhos e transborda de alegria quando um pecador se converte», observou Bento XVI. «A verdadeira religião consiste agora em entrar em sintonia com esse Coração ‘rico de misericórdia’, que nos pede para amar todos, também os distantes e os inimigos, imitando o Pai celeste que respeita a liberdade de todos e atrai todos a si com a força invencível de sua fidelidade.» É este, prosseguiu o Bispo de Roma, «o caminho que Jesus mostra aos que querem ser seus discípulos»: «Não julgueis… Não condeneis… Perdoai e vos será perdoado; dai e vos será dado… Sede misericordiosos como vosso Pai é misericordioso» (Lc 6, 36-38). Nestas palavras, «encontramos indicações muito concretas para o nosso comportamento diário de crentes». Segundo o Papa, em nossa época «a humanidade necessita que a misericórdia de Deus seja proclamada e testemunhada com vigor». «Quem intuiu esta urgência pastoral, de modo profético», foi João Paulo II, «grande apóstolo da divina Misericórdia», e por isso foi, durante todo o seu pontificado, um «missionário do amor de Deus a todos os povos». O falecido pontífice, depois dos trágicos acontecimentos de 11 de setembro de 2001, «que obscureceram o alvorecer do terceiro milênio, convidou os cristãos e os homens de boa vontade a crer que a Misericórdia de Deus é mais forte que todo mal, e que só na Cruz de Cristo se encontra a salvação do mundo», recordou o Papa. «Que a Virgem Maria, Mãe de Misericórdia, que ontem contemplamos como Nossa Senhora das Dores aos pés da Cruz, nos obtenha o dom de confiar sempre no amor de Deus e nos ajude a ser misericordiosos como o nosso Pai que está nos céus», concluiu. #Deus #dignidade #Misericórdia #BentoXVI #Amor #alegria #Jesus #Pai #perdão
- Consultor da Santa Sé analisa «Ditadura do relativismo»
Stefano Fontana, no encerramento do Curso de Doutrina Social da Igreja MADRI, quinta-feira, 13 de setembro de 2007 (ZENIT.org–Veritas).- Um consultor do Conselho Pontifício Justiça e Paz e diretor do Observatório Internacional Cardeal Van Thuan, Stefano Fontana, encerrou nesta quinta-feira o XVI Curso de Doutrina Social da Igreja, com uma palestra titulada «O relativismo ocidental como questão ética e política. Resposta da fé cristã». O palestrante fez um percurso pelo pensamento moderno até a ditadura do relativismo e expressou que «a única verdade do moderno racionalismo consiste em que não existe nenhuma verdade», sublinhando que «ao cristianismo corresponde propriamente salvar a humanidade do homem; à fé, salvar a razão; e à caridade, salvar a justiça». O consultor do Conselho vaticano abordou a situação atual da ditadura do relativismo e expressou que «a absolutização da razão, privada da purificação da fé, converte-se inevitavelmente em niilismo e em cultura da morte». Segundo Fontana, «o racionalismo é uma fé, porque crê que a razão não está corrompida; a laicidade da modernidade é uma fé, porque crê firmemente que pode construir-se por si mesma; o gnosticismo é uma fé, porque crê sem duvidar que o conhecimento pode salvar e salvar por si só». Fontana comparou a cultura dos direitos com uma «cultura dos deveres» que permita a abertura ao transcendente: «a estação dos direitos terminou e agora é necessária uma nova cultura e uma política dos deveres que reabra espaço à indispensabilidade, não só à utilidade». #relativismo #Consultor #Palestra #Conselho #Doutrina #Social #Stefano #Igreja #justiça
- Cura-me, Senhor Jesus! – Anjos de Resgate
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- Bento XVI afirma que tortura nunca pode ser aplicada
Indicações a capelães de prisões CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 11 de setembro de 2007 (ZENIT.org).- Bento XVI convidou a descobrir em toda prisão o rosto de Cristo e confirmou que a tortura não pode ser aplicada em nenhuma circunstância. «Quando as condições ns prisões são obstáculos para o processo de recuperação da auto-estima e a aceitação dos deveres relacionados com ela, estas instituições deixam de cumprir com seus objetivos essenciais», afirma. O Papa aconselha às autoridades públicas que estejam atentas, «evitando todos os meios de castigo ou correção que degradam a dignidade humana do detido». «Neste sentido, reitero que a proibição da tortura não pode ser infringida em nenhuma circunstância», afirma. Estas foram algumas das mensagens que deixou aos participantes no XII Congresso Mundial da Comissão Internacional da Pastoral nas Prisões, com quem se reuniu em 6 de setembro. O tema do Congresso era «Descobrir o rosto de Cristo em cada detido» (cf. Mateus 25, 36). «Vosso ministério exige muita paciência e perseverança – reconheceu o Papa. Com freqüência experimentais desilusões e frustrações.» «Os detidos – constatou – podem facilmente deixar-se afastar por sentimentos de isolamento, de vergonha e rejeição que correm o risco de tornar fracas suas esperanças e suas aspirações para o futuro.» «Neste contexto, os capelães e seus colaboradores estão chamados a ser arautos da compaixão e do perdão infinitos de Deus», assegurou. Para o Papa, a prisão e todas as pessoas envolvidas nela, têm «a difícil tarefa de ajudar os detidos a redescobrir o sentido para suas vidas, de maneira que, com a graça de Deus, possam transformar sua própria vida, reconciliar-se com suas famílias e amigos». «Na medida do possível, assegurou, devem ajudar os detidos a assumir a responsabilidade e os deveres que lhes permitam levar uma vida honesta e reta no seio da sociedade». «Por sua própria natureza, portanto, estas instituições têm de contribuir para a reabilitação de quem cometeu o crime, facilitando a passagem da desesperança à esperança, da irresponsabilidade à responsabilidade», concluiu. #BentoXVI #Cristo #descobrir
- Bento XVI: Pavarotti «honrou o dom divino da música»
MÓDENA, domingo, 9 de setembro de 2007 (ZENIT.org).- Bento XVI quis se fazer presente no funeral do grande tenor italiano Luciano Pavarotti, com uma mensagem na qual reconhece que ele «honrou o dom divino da música». Estas palavras aparecem no telegrama firmado em seu nome pelo cardeal Tarcisio Bertone, secretário, lido ao começar o funeral na catedral de Módena, celebrado pelo arcebispo da cidade, Dom Benito Cocchi. «Recebida a notícia do falecimento do tenor Luciano Pavarotti, o Sumo Pontífice expressa seus pêsames pelo falecimento do grande artista que, com seu extraordinário talento interpretativo, honrou o dom divino da música», explica a mensagem. O telegrama explica que, «encomendando à misericórdia de Deus sua alma, o Santo Padre invoca para os familiares e entes queridos o apoio da esperança cristã, a única que pode aliviar a dor pela grave perda». Paravortti faleceu em 6 de setembro, de câncer, aos 71 anos. #Luciano #música #BentoXVI #Alma #mensagem
- Aborto, «profunda ferida social», assegura Papa
Perante políticos austríacos VIENA, sexta-feira, 7 de setembro de 2007 (ZENIT.org).- Bento XVI considera que o aborto é uma «profunda ferida social» na Europa hoje. Em seu discurso de sexta-feira pela tarde, na esplêndida residência imperial de Hofburg, durante o encontro com os dirigentes políticos austríacos e com o Corpo Diplomático, o Santo Padre fez um chamado à defesa dos direitos humanos. «O direito humano fundamental, o pressuposto para todos os demais direitos, é o direito à própria vida», declarou o pontífice perante boa parte dos membros do parlamento austríaco e do mundo da cultura. «Isto deve aplicar-se à vida desde a concepção até seu ocaso natural. O aborto, portanto, não pode ser um direito humano, é seu contrário». «É uma “profunda ferida social”», disse, recordando uma famosa expressão do cardeal Franz Konig, falecido arcebispo de Viena. «Ao dizer isto, não expresso um interesse especificamente eclesial – reconheceu. Mais, me faço advogado de um pedido profundamente humano e me sinto porta-voz dos que ainda não nasceram e não têm voz». «Não fecho os olhos ante os problemas e os conflitos de muitas mulheres – assegurou – e me dou conta de que a credibilidade de nossa mensagem depende também do que faz a própria Igreja para ajudar as mulheres afetadas». «Faço um chamado portanto aos responsáveis pela política para que não permitam que os filhos sejam considerados como casos de enfermidade, nem se tire a qualificação de injustiça atribuída em vosso sistema jurídico ao aborto», declarou. O Papa fez também referência à «ajuda ativa a morrer». «É de temer que um dia possa exercer-se uma pressão não declarada ou inclusive explícita a pessoas gravemente enfermas ou anciãs para que peçam a morte ou se a imponham por sua conta», advertiu. #ferida #direitoshumanos #Direito #Aborto #austríacos #advertiu #Advogado
- Por que não é possível dizer "Cristo sim, Igreja não"
Segundo o teólogo Salvador Pie-Ninot em um novo livro BARCELONA, quinta-feira, 6 de setembro de 2007 (ZENIT.org).- Não se trata de falar da Igreja como «sociedade perfeita». A Igreja é comunhão e é sacramentalidade. Um volume do catedrático espanhol de teologia fundamental, Salvador Pie-Ninot, pergunta-se – e responde – por que não é possível dizer «Cristo sim, a Igreja não». O novo volume é «Eclesiologia, a sacramentalidade da comunidade cristã» e foi publicado por Edições «Sígueme», em sua coleção de manuais «Lux Mundi». «Parto da convicção – que deve ser bem entendida – de que o tema da Igreja precisa de um ‘descentramento’ para que possamos concebê-la não tanto como término e objeto da fé, mas como o modo e o âmbito comunitário-sacramental desde onde se professa, se celebra e se testifica a fé cristã, e dessa forma recuperar o poder ‘crer na Igreja’ como um crer eclesialmente», expõe o professor à Zenit. «Com efeito, como diz o Catecismo da Igreja Católica (CIC) no ‘Símbolo dos apóstolos’, fazemos profissão de crer que existe uma Igreja santa, e não de crer na Igreja, para não confundir Deus com suas obras» (CIC 750), precisa. Salvador Pie-Ninot acrescenta que dessa forma fica claro o caráter de «sinal e instrumento» da Igreja, que é o que significa a palavra mais técnica de «sacramento», já que a Igreja está ao serviço e tem seu porquê nestas duas realidades profundas: «a união íntima com Deus –, ou seja, a filiação com Deus para poder invocá-lo como Pai –, e a união de todo o gênero humano – ou seja, a fraternidade em Jesus Cristo, para poder reconhecer todos como verdadeiros irmãos». «Por isso, é importante reafirmar que o centro da fé é Jesus Cristo, e que seu seio materno é a Igreja, que está a seu serviço como seu ‘sacramento’ ou ‘comunidade sacramental’ da salvação (tendo presente que se marginalizarmos a mãe, mais facilmente podemos ‘marginalizar’ o filho)», observa esse professor da Universidade Pontifícia Gregoriana. A obra do teólogo catalão inicia com uma introdução às grandes questões que marcaram a compreensão da Igreja desde seus inícios. «Em seus dois mil anos de história, a Igreja acentuou duas dimensões fundamentais: seu ser ‘comunidade sacramental’ da fé, que foi prioritária no primeiro Milênio até a divisão com as Igrejas Ortodoxas em 1054, e seu ser ‘sociedade organizada’ no mundo, que foi a visão mais elaborada no segundo Milênio eclesial, sintetizada particularmente no Concílio Vaticano I (1870).» «O Concílio Vaticano II (1962-1965) quis realizar uma síntese de ambas perspectivas», afirma. O autor oferece uma fundamentação da Igreja baseada em sua «radicação em Cristo» e também se detém nos distintos nomes que a definem como, por exemplo, «Corpo de Cristo» ou «Povo de Deus». Uma grande parte está dedicada à sacramentalidade (Igreja, sacramento universal da salvação). Pie-Ninot, que também é professor na Faculdade de Teologia da Catalunha, conta à Zenit que a Igreja é um mistério, um paradoxo: «Sabemos que a Igreja como mistério é ‘santa’, graças aos dons santos da palavra de Deus e dos sacramentos, mas por sua vez, que a Igreja tem pecadores em seu seio e por isso sempre está necessitada de purificação». «De fato, o ‘mistério’ da Igreja aparece como um ‘paradoxo’ na história humana, dado que o homem é um paradoxo vivo e a própria Encarnação do Verbo é o paradoxo supremo», reconhece este teólogo. #Cristo #Deus #paradoxo #teólogo #comunidade #Igreja #Jesus #Salvador
- O Concílio de Nicéia
Por Steve Brandt Tradução: Carlos Martins Nabeto Fonte: Steve’s Theology Page O CONCÍLIO Quando Constantino derrotou o imperador Licínio em 323 d.C., ele pôs fim às perseguições promovidas contra a Igreja cristã. Pouco tempo depois, os cristãos passaram a enfrentar um problema vindo de dentro da Igreja: a controvérsia ariana começara e ameaçava dividir a Igreja. O problema iniciara em Alexandria, na forma de um debate entre o bispo Alexandre e o presbítero (padre ou sacerdote) Ário. Ário afirmava que se o Pai gerara o Filho, este necessariamente teve um começo, que houve um tempo em que Ele não existira e que sua substância não se diferenciava do resto da criação. O Concílio de Nicéia, uma assembléia semelhante àquela descrita em Atos 15,4-22, condenou as doutrinas de Ário e redigiu a primeira versão do famoso Credo, proclamando que o Filho era “um em substância com o Pai” mediante o uso do termo grego “homoousius”. QUÃO CONTROVERSA FOI A CONTROVÉRSIA ARIANA? Cerca de trezentos bispos se reuniram então no Concílio de Nicéia, provindos de todas as partes do mundo. Em seus escritos, Eusébio lista vários deles e aponta seus países de origem. Devemos recordar que vários dos presentes, em razão das recentes perseguições, tinham sofrido e visto a morte de perto por causa de sua fé. Não eram, pois, homens oportunistas. Também devemos observar que eles eram extremamente sensíveis aos detalhes da doutrina. Como prova disso, o segundo maior objetivo do Concílio de Nicéia foi discutir calorosamente qual deveria ser o dia apropriado para se celebrar a ressurreição do Senhor.Os bispos do Concílio pararam de ouvir as palavras de Ário e imediatamente rejeitaram suas doutrinas, entendendo que eram distantes e estranhas à fé da Igreja. Eles rasgaram uma carta de Eusébio de Nicomédia contendo o ensinamento de Ário, bem como uma confissão da fé ariana (ver apêndice sobre o Concílio de Nicéia em “História Eclesiástica de Eusébio”, editado pela Baker Book House). Inicialmente, dezessete desses bispos reunidos no Concílio não queriam assinar o Credo proposto pelo Concílio, mas, ao final, todos – com exceção de apenas três – foram convencidos a assinar. Isto torna aparente que os arianos eram uma distinta minoria entre os bispos. No princípio houve alguma resistência em adotar o Credo niceno, não em razão do que ele dizia, mas sim como ele se expressava. Muitos objetavam o uso do termo “homoousias” em um documento oficial, pois ele não era empregado nas Escrituras, embora concordassem com o significado que ele possuía. O Concílio interrogou Ário usando as Escrituras apenas para descobrir o novo modo que ele interpretava todas as passagens que lhe eram apresentadas. Finalmente, eles usaram o argumento de que o ponto de vista de Ário era errado porque se tratava de uma novidade. Atanásio declarou: “Mas quanto às matérias de fé, eles (=os bispos reunidos em Nicéia) não escreveram: ‘Assim foi decidido’, mas: ‘Nisto crê a Igreja Católica’; e imediatamente confessaram como acreditavam. Agiram assim para demonstrar que seu julgamento não tinha uma origem recente, mas que de fato provinha do período Apostólico…” (“A Fé dos Padres Primitivos”, volume 1, p. 338). A este respeito, Atanásio também pergunta retoricamente [a Ário]: “…em quantos Padres (=isto é, nas obras dos primeiros cristãos) você pode encontrar suas frases?” (ibid, p. 325). Devemos concluir, portanto, que a controvérsia ocorria entre uma grande maioria que expressava a crença que a doutrina refletida pelo Credo de Nicéia era antiga e apostólica e uma minoria que acreditava que a nova interpretação da fé promovida por Ário era correta. A PALAVRA “HOMOOUSIOUS” O Credo niceno introduziu a palavra “hommousious” ou “consubstancial”, significando “da mesma substância”. Esta palavra não foi, porém, inventada pelo Concílio. Eusébio escreve que alguns dos mais “letrados e distintos dos antigos bispos fizeram uso do termo consubstancial ao tratar da divindade do Pai e do Filho” (v. documento “E” no apêndice, Baker). Hoje não temos mais as fontes de onde Eusébio registrou o uso desse termo; a única fonte que nos resta é Orígenes, que empregou o termo de modo ortodoxo ao que parece (Johannes Quastren, “Patrologia”, volume 2, p. 78). Contudo, essa frase de Eusébio testemunha a existência de um uso mais extenso. Os bispos reunidos em Nicéia foram cuidadosos ao explicar como usavam o termo e o que ele significava. Isto em razão desse mesmo termo ter sido mal empregado por Paulo de Samósata. A respeito desse emprego não-ortodoxo, Santo Hilário e São Basílio apontaram que um Concílio reunido em Antioquia declarou que o termo era “impróprio para descrever a relação entre o Pai e o Filho” (ibid, p. 14). Aparentemente, Paulo de Samósata aplicava o termo de uma forma que importava na divisão da natureza, assim como várias moedas podem ser feitas a partir de um mesmo metal (Baker, p. 21). O PAPEL DE CONSTANTINO A controvérsia preocupou enormemente o imperador Constantino, que enviou uma carta a Ário e Alexandre na tentativa de persuadi-los a deixarem de lado suas diferenças. Ele escreveu: “Essa divergência não surgiu em decorrência de qualquer mandamento importante da Lei, nem de qualquer opinião introduzida acerca da adoração de Deus. Vocês dois possuem os mesmos sentimentos e, assim, devem estar juntos em uma só comunhão. Isto não é apenas indecoroso, mas também ilegal: que uma grande parcela do povo de Deus deveria estar sendo governada e dirigida por vocês, enquanto que na verdade vocês se encontram contendendo um contra o outro, disputando sobre questões menores e sem importância”. Diz-se que como Constantino se referiu à matéria disputada como algo “sem importância” então ele não a compreendia realmente. Estranhamente, é recordado em uma carta de Eusébio de Cesaréia que o imperador sugeriu a adoção do termo “homoousious” que aparece no Credo de Nicéia. Eusébio afirma que o imperador explicou o termo tão bem que demonstrou a sua diferença quanto ao uso herético feito por Paulo de Samósata. Especulou-se que o imperador fez esta sugestão a pedido de Ósio de Córdova, conselheiro imperial e homem que sofrera a perseguição sob Maximiano. Constantino exerceu um importante papel no Concílio. Eusébio de Cesaréia relata que ele teve uma participação chave em acalmar, convencer e conduzir todos à concórdia nos pontos controversos. O relato de Eusébio joga luz sobre o imperador e o retrata como figura chave. Contudo, em nenhum lugar Eusébio sugere que ele votou juntamente com os bispos, nem que usou qualquer espécie de força para obter certo resultado. Pode ser que a eloqüência e glória do imperador tenham influenciado alguns, porém devemos recordar que Constantino, anos após o Concílio, eventualmente favoreceu os arianos. Alguns anos depois do Concílio de Nicéia, Ário descobriu uma nova forma de interpretar o termo “homoousius” que concordava com as suas doutrinas particulares. Ele, então, pediu para ser readmitido à comunhão, mas a Igreja recusou. Ário então apelou para o imperador. A irmã favorita do imperador, Constância, em seu leito de morte, implorou a Constantino para que favorecesse Ário e assim ele agiu. Uma data foi estabelecida para a Igreja readmitir Ário obrigatoriamente, mas enquanto ele aguardava a chegada de Constantino, acabou morrendo (v. “Arianos do Século IV”, capítulo III, seção II, de John Henry Newman). É difícil de imaginar como um homem que supostamente argumentou com eloqüência em favor do Credo niceno e que supostamente formulou o termo chave e o explicou viria depois a abandoná-lo em decorrência de uma mera submissão às palavras de sua irmã e não quanto ao significado do Credo. Também é difícil de imaginar como o relato de Eusébio pode ser reconciliado com uma falha aparente do imperador como aparece na carta que redigiu. É ainda difícil de imaginar como um homem que foi tido como um servo humilde da Igreja em Nicéia tentaria depois forçar a Igreja a aceitar as suas decisões posteriores. Parece razoável supor que Eusébio de Cesaréia redigiu aqui um relato menos fiel, visando reconhecer e agradar ao imperador. Constantino não foi o último imperador a favorecer os arianos. Atanásio fala sobre isto em “A História dos Monges da Impiedade Ariana” (358 d.C.), ao escrever: “Desde quando uma decisão da Igreja recebe sua autoridade do imperador?” e: “Nunca os Padres procuraram o consentimento do imperador para seus [decretos conciliares da Igreja], nem o imperador ocupou-se pessoalmente da Igreja”. E ele avança ainda mais para dizer que os hereges se associaram ao imperador (v. “A Fé dos Padres Primitivos”, volume 1, de William Jurgens). A Igreja esteve disposta a aceitar o auxílio de um imperador, para ouvir o que ele tinha a dizer, mas não para aceitar as sua regras como matérias de fé. Contudo, se alguém aponta que o aludido termo foi indicado por Constantino no Concílio de Nicéia, deve também esse alguém lembrar que o Credo de Nicéia expressou o que a grande maioria dos bispos reunidos naquele Concílio encontraram como tradicional, bíblico e ortodoxo na fé cristã, uma fé, aliás, que eles acreditavam tão firmemente que, pouco tempo antes, durante as perseguições, estiveram dispostos a morrer por ela. Para citar este artigo: BRANDT, Steve. Apostolado Veritatis Splendor: O Concílio de Nicéia. Disponível em: http://www.veritatis.com.br/article/4328. Desde 5/9/2007. #Credo #Alexandria #Nicéia #controvérsia #Filho #Eusébio #Igreja #Alexandre #adoração #Concílio #Pai
- Deus Pai, Filho e Espírito Santo – Novo volume da Série "Citações Patrísticas"
Este volume, com 108 páginas, é dedicado ao tema “Deus Pai, Filho e Espírito Santo” e conta, como o anterior, com aprovação eclesiástica (Nihil Obstat e Imprimatur). Em suma, eis a matéria abrangida por este novo e-book: – Prefácio (prof. Alessandro Ricardo Lima) – Introdução Geral (Carlos Martins Nabeto) – Deus: 1) A Santíssima Trindade: existência – unidade das Pessoas divinas – distinção das Pessoas divinas. 2) Deus Pai: Deus – monoteísmo – o nome de Deus – Deus é todo-poderoso – Deus é justo, sábio e onisciente – Deus se relaciona com o homem – a graça divina – Deus deve ser amado. 3) Jesus Cristo: seu nome – a encarnação do Verbo – verdadeiramente Deus e homem – filho único de Deus – sua primeira vinda – homem sem pecado – novo Adão – Verbo do Pai – amava perfeitamente sua Mãe – não teve irmãos consaguíneos – morreu verdadeiramente – desceu aos infernos – ressuscitou dos mortos – é redentor do gênero humano – seu sangue é valiosíssimo – sua vontade e conhecimento – todo homem deve confessá-lo – ultrajado por judeus e pagãos. 4) O Espírito Santo: terceira Pessoa da Trindade – ação vivificante – procede do Pai e do Filho. Como o volume anterior, a obra está sendo lançada em formato de e-book (PDF) e estará disponível GRATUITAMENTE a todos os interessados que manifestarem o desejo de recebê-la por e-mail. Os leitores que ficarem satisfeitos com o conteúdo da obra são estimulados a procederem uma doação, de QUALQUER QUANTIA, visando a atualização e ampliação dos volumes que compõem a série, bem como para colaborar com os projetos do Autor, como a expansão e manutenção do site COCP-Central de Obras do Cristianismo Primitivo (http://cocp.nabeto.ihshost.com), que disponibiliza escritos da Igreja primitiva em sua íntegra. A série completa, em 6 (seis) volumes, entregará ao leitor mais de 1600 citações patrísticas e estará assim organizada: – Volume 1: A Palavra de Deus e a Profissão de Fé – Volume 2: Deus Pai, Filho e Espírito Santo – Volume 3: Maria, os Santos e os Anjos – Volume 4: A Igreja de Cristo – Volume 5: Os Sete Sacramentos e a Criação – Volume 6: Escatologia e Questões Diversas A obra é recomendada a todos os que amam a única Igreja de Cristo e/ou se interessam pela Patrística, especialmente sacerdotes, religiosos, seminaristas, catequistas e ministros extraordinários, além de estudantes de Teologia e leigos em geral que queiram conhecer a doutrina cristã tal como foi professada pela Igreja primitiva (e continua sendo pelo Catolicismo!). #Cristo #Deus #Espírito #Novo #Santo #Adão #Filho #amado #Alessandro #Igreja #Série #Jesus #Pai
- «Noite escura» da Madre Teresa, uma espécie de «martírio»
Segundo explica o Pe. Raniero Cantalamessa, OFM Cap. CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 28 de agosto de 2007 (ZENIT.org).- A «noite escura» que a Madre Teresa de Calcutá viveu, documentada por um livro recém-publicado, foi uma espécie de «martírio», devido à «presença ausente» de Deus, explica o Pe. Raniero Cantalamessa, OFM Cap. O pregador da Casa Pontifícia comentou a publicação de cartas inéditas da beata, recolhidas no livro «Madre Teresa: venha e seja minha luz» («Mother Teresa: come be my light»), publicado pelo Pe. Brian Kolodiejchuk, postulador da causa de canonização da religiosa, dez anos após seu falecimento. Em uma de suas cartas, a Madre Teresa diz: «Há tanta contradição em minha alma: um profundo anseio de Deus, tão profundo que causa dano; um sofrimento contínuo, e com isso o sentimento de não ser querida por Deus, rejeitada, vazia, sem fé, sem amor, sem céu… O céu não significa nada para mim: parece-me um lugar vazio!». O pregador do Papa, através das ondas da «Rádio Vaticano», declarou que «este sofrimento lacerante, provocado pelo vazio de Deus, é o sinal de que se trata de um fenômeno positivo». «Trata-se de uma presença-ausência – acrescenta o sacerdote capuchinho: Deus está presente, mas não é experimentado.» «Que a Madre Teresa pudesse passar horas ante o Santíssimo [na Eucaristia, ndr.], como dizem as testemunhas que a viram, quase extasiada… e que o fizesse nestas condições demonstra que é um martírio», sublinha. «É um verdadeiro martírio, porque para quem não experimenta Deus e sente esse vazio, estar durante horas quieta ante o Santíssimo significa verdadeiramente estar entre chamas», acrescenta. «É estranho que alguém se escandalize por estes escritos da Madre Teresa ou inclusive que pense que, quem os está publicando, tem de vencer as dúvidas de que as pessoas se escandalizem», confessa. «Para mim, isso torna maior a figura da Madre Teresa, não a diminui», continua reconhecendo Cantalamessa. «Os ateus ‘normais’, comuns, não ficam aflitos pela ausência de Deus; mas, para a Madre Teresa, era a prova mais terrível que podia viver.» «Creio que Madre Teresa tem verdadeiramente a estatura dos grandes da santidade cristã, precisamente por sua capacidade de esconder fenômenos, de vivê-los pessoalmente no íntimo de seu coração.» «Talvez ela o tenha feito precisamente em expiação por esse ateísmo crescente que se dá no mundo de hoje, pois no fundo, a Madre Teresa viveu este viver como se Deus não existisse positivamente, com fé, do lado de Deus», indica. «A noite escura, declara o Pe. Cantalamessa, é muito conhecida na tradição cristã; talvez a novidade foi a maneira em que a Madre Teresa a viveu.» «Pois enquanto a ‘noite do espírito’, de São João da Cruz, é um período geralmente preparatório ao definitivo, que se chama ‘unitivo’, no caso de Madre Teresa parece que foi um estado estável, a partir de um certo momento de sua vida, quando começou sua grande obra de caridade, até o final.» «Desde meu ponto de vista, este prolongamento da ‘noite’ tem também um significado para nós hoje. Creio que a Madre Teresa é a santa da era da comunicação, pois esta ‘noite do espírito’ a protegeu da possibilidade de converter-se em vítima da mídia, ou seja, de que exaltasse a si mesma.» «De fato – conclui o frei capuchinho –, ela mesma dizia que ante as maiores honras e ante o interesse da imprensa, ela não sentia nada, porque vivia este vazio interior. Era uma espécie de escudo protetor para atravessar a era dos meios de comunicação.» #Santíssimo #martírio #MadreTeresa #RádioVaticano #Calcutá #Alma #Amor
- O Papa envia contribuição solidária para vítimas do terremoto no Peru
ACI).- O Papa Bento XVI, através do Pontifício Conselho Cor Unum, fez chegar uma doação para aliviar as conseqüências do devastador terremoto que golpeou a costa sul do Peru no dia 15 de agosto. O Pontífice enviou uma contribuição de 200.000 dólares norte-americanos “para o socorro urgente das populações golpeados pelo terremoto”, diz o comunicado da Santa Sé; que informa também que Eminentíssimo Cardeal Tarcisio Bertone, Secretário de Estado, partirá para o Peru na próxima semana, para uma viagem programada há algum tempo e, que poderá assim levar, junto ao mencionado testemunho de solidariedade, a expressão de proximidade espiritual do Santo Padre e a segurança de sua oração“. O comunicado assinala que “com este gesto Sua Santidade deseja expressar a preocupação da Igreja Universal pelas pessoas que perderam seus entes queridos e seus pertences, animando todos os fiéis e às organizações de ajuda da Igreja a comprometer-se de toda forma possível de ação coordenada de caridade fraterna para as populações golpeadas, em respeito às prioridades definidas localmente e em sintonia com a Igreja local”. #comunicado #ACI #Peru #contribuição #BentoXVI #Igreja #Vaticano #Pontifício
- Bento XVI transmite sua proximidade ao "Regnum Christi"
Através do cardeal Rodè em um encontro mundial ATLANTA, sexta-feira, 17 de agosto de 2007 (ZENIT.org).- Bento XVI transmitiu sua proximidade ao «Regnum Christi» através do cardeal Franc Rodè, que participou no X Encontro Internacional da Juventude e da Família, organizado por este movimento eclesial em Atlanta (Estados Unidos). Em sua intervenção ante os mais de cinco mil participantes, o prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica reconheceu que «a comunhão com o Papa e com a Igreja é sua garantia de fecundidade apostólica». «Sei quanta alegria isso me dá, mas sobretudo sei quanta alegria dá ao Santo Padre Bento XVI», acrescentou o purpurado de origem eslovena. «Há alguns dias estive em audiência com o Santo Padre e lhe falei deste Encontro – revelou. O Santo Padre está muito satisfeito e expressou uma grande alegria pelo Encontro de Atlanta.» «O Papa sabe que pode contar com vocês, com sua obediência e amor – afirmou. A benedicência que os caracteriza é um testemunho sem preço.» «Seu carisma os situa na medula do cristianismo – declarou. Para vocês, ser cristãos é ter contemplado Cristo que entregou toda sua vida por vós e, com esta convicção e certeza, responder ao amor de Deus com entrega diária, com o apostolado.» «Em outras palavras – declarou –, vocês compartilham a mesma experiência espiritual de seu fundador», o Pe. Marcial Maciel, L.C. O cardeal foi recebido pelo diretor geral dos Legionários de Cristo e do «Regnum Christi», Pe. Álvaro Corcuera, L.C., e pelos mais de cinco mil participantes do Encontro, que se celebrou de 26 a 29 de julho no World Center Congress da cidade norte-americana. Comentando o tema central do encontro, «Amai-vos uns aos outros como eu vos amei», o Pe. Corcuera explicou em uma conferência que «a caridade deve ser a nota distintiva dos membros do ‘Regnum Christi’». Cristo pede frutos diversos, já que cada um tem uma missão específica, indicou; «contudo, temos de dar um fruto comum, sem o qual todo o demais carece de sentido e valor: a caridade». «Jesus Cristo não só disse que pelos frutos nos conhecerão, mas também que seremos reconhecidos como seus discípulos pelo amor que há entre nós», explicou o diretor geral dessa nova realidade eclesial. No Encontro aconteceu a «premier» do filme «Bella» com a presença de seu protagonista e produtor, o ator mexicano Eduardo Verástegui. «Bella», filme premiado no Festival de Cinema de Toronto, segundo Verástegui, «ensina o amor mais forte, que não é só o romântico, mas o que nos leva a sacrificar tudo por outra pessoa». A palestra do cardeal Rodè aos membros do «Regnum Christi» pode ser consultada no site http://www.regnumchristi.org. #Cristo #Palestra #Padre #Santo #Christi #BentoXVI #Amor #alegria #Jesus #Cardeal
- New Age e superstições podem causar possessão diabólicas, diz exorcista
Também a cartomancia, esoterismo, tarô, talismãs e o malefício ACI).- O exorcista e professor da Pontifícia Universidade Regina Apostolorum de Roma, Pe. Francesco Bamonte, assegurou que entre as possíveis causas de possessão diabólica se encontram a assunção de atitudes supersticiosas, praticar o ocultismo ou o esoterismo e envolver-se na corrente neo-pagã do New Age e recorrer à difundida prática da leitura das cartas e do tarô. Assim expressou o sacerdote italiano no mês passado de julho nesta cidade por ocasião do 3° Congresso Nacional de Exorcistas organizado pela Arquidiocese do México entre o dia 16 e 20 de julho passado. “A ação extraordinária do demônio tem três possíveis causas“, explicou o exorcista segundo informação oferecida pela arquidiocese primaz. “A primeira tem a ver com a própria culpa, quando se assumem atitudes supersticiosas, além de exercer práticas de ocultismo, pertencer a seitas satânicas ou esotéricas, envolver-se na corrente do New Age ou acreditar no poder dos talismãs, das pirâmides de energia, a cartomancia ou o tarô”, precisou. A segunda “pode ser causa de um malefício elaborado ou mandado a realizar por uma terceira pessoa, enquanto que a terceira pode ser um chamado especial de Deus para que a pessoa ofereça seu sofrimento nas garras do demônio pela salvação de outras almas”, adicionou. O sacerdote, que dedica grande parte de sua atividade pastoral à ajuda das vítimas da “magia” e dos “operadores do oculto”, advertiu aos sacerdotes participantes do evento que, como muitos dos sinais de possessão podem confundir-se com doenças mentais, é necessária uma avaliação de cada caso “com a maior prudência possível”. Entre os sinais “de uma real possessão diabólica”, assinalou o exorcista, encontram-se o “falar, compreender e escrever e ler idiomas desconhecidos pela pessoa; conhecer circunstâncias que os são impossíveis de saber ao possuído, como pecados do exorcista ou outra pessoa; ter uma força desmedida mas sobre tudo a aversão pelo sagrado: a Deus, à Igreja, etc.”. #acreditar #advertiu #esoterismo #Exorcista
- Bento XVI: Cardeal Lustiger é uma grande figura da Igreja respeitada por todos
ACI).- Em uma mensagem lida na Catedral de Notre Dame durante as exéquias do Arcebispo Emérito de Paris, Cardeal Jean Marie Lustiger, quem falecesse no dia 5 de agosto aos 80 anos, o Papa Bento XVI destacou que o Cardeal francês convertido do judaísmo é “uma grande figura da Igreja, respeitada por todos“. Em uma mensagem lida pelo Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, Cardeal Paul Poupard, o Pontífice destacou que o Cardeal Lustiger “suportou pacientemente” sua dolorosa enfermidade “com grande valor, na fé”. Bento XVI expressou também que, como “pastor apaixonado na busca de Deus e o anúncio do Evangelho” e “homem de grande espiritualidade”, o falecido Arcebispo Emérito de Paris procurou “consolidar a fé e desenvolver o esforço missionários dos fiéis, favorecendo também uma sólida formação dos sacerdotes e laicos”. “Sua preocupação de fazer presente o Evangelho na vida da sociedade o conduziu a encontrar os homens de nosso tempo, levando a luz dos ensinamentos da Igreja sobre as grandes questões” que interpelam a consciência, prosseguiu a mensagem do Santo Padre. “Fiel a sua origem (o Cardeal Lustiger) contribuiu que maneira particularmente significativa ao diálogo fraterno entre os cristãos e os judeus“, concluiu a mensagem. Sobre os funerais, o Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, Cardeal Paul Poupard, manifestou o falecido Arcebispo Emérito de Paris “era uma pessoa de uma só peça, uma pessoa decidida, uma pessoa com uma presença forte também fisicamente, no corpo, no rosto muito aberto, em seus olhos penetrantes”. “Respirava-se, encontrando-o, antes que falasse, uma presença forte, em que se podia descobrir que vivia como São Paulo: ‘Para mim a vida é Cristo’. Poderia resumir tudo assim. Obstinado por Cristo como São Paulo, em toda sua vida de sacerdote, logo depois de Bispo e Arcebispo de Paris, sempre esteve em Cristo”, prosseguiu. O Presidente do Pontifício para a Cultura também disse que o trabalho do diálogo inter-religioso com o judaísmo, foi importante para o Cardeal Lustiger. “Foi um trabalho único”, afirmou. O Cardeal indicou em seguida que o recordado Cardeal “nunca duvidou em dizer uma palavra forte em nome de Cristo, em nome do Evangelho, convertendo-se assim em uma figura mediática, carismática, sempre procurada por todos e escutada com respeito”. Por outro lado, o Arcebispo de Paris, Dom André Vingt-Trois, destacou a “personalidade excepcional” de seu predecessor ao que definiu como “mestre espiritual”. Por sua parte, o Primeiro-ministro francês, François Fillon, comentou em seguida que o Cardeal Lustiger “fez muito pelo diálogo entre as religiões, e também pelo concernente às relações Igreja-Estado“. Nas exéquias estiveram presentes numerosos cardeais e bispos, assim como também o Presidente da França, Nicolas Sarkozy, quem interrompeu suas férias nos Estados Unidos para assistir a esta cerimônia. #Cristo #Presidente #Emérito #BentoXVI #Arcebispo #Cardeal
- Não existe humanismo sem Deus, diz o Papa Bento XVI
Catequese sobre São Gregório Nacianceno ACI).- Ao dedicar a catequese desta quarta-feira à figura de São Gregório Nacianceno, o Papa Bento XVI destacou que sem Deus não existe verdadeiro humanismo. O Pontífice, que se deslocou em helicóptero desde sua residência de verão de Castel Gandolfo para a audiência realizada no Salão Paulo VI, descreveu este santo da região da Capadocia como um “ilustre teólogo, orador e defensor da fé cristã no século IV”; “célebre por sua eloqüência” que teve “como poeta, uma alma fina e sensível”. O Santo Padre destacou também a amizade de Gregório –nascido por volta de 330- com São Basílio, com quem competiu “não para ver quem era o primeiro, mas sim quem permitia ao outro sê-lo”. Logo depois de receber o batismo, Gregório se projetou –explicou o Papa- para a vida monástica, um desejo que ficou plasmado em um de seus textos, chamado por Bento XVI: “não ocupar-se mais das coisas humanas, salvo daquelas estritamente necessárias; falar consigo mesmo e com Deus, levar uma vida que transcenda as coisas visíveis; levar na alma as imagens divinas sempre puras, sem mescla de formas terrenas e errôneas; ser verdadeiramente um espelho imaculado de Deus e das coisas divinas, e sê-lo cada vez mais…”. O Santo Padre recordou que São Gregório Nacianceno, sem contudo, recebeu o sacerdócio “com certa resistência “porque sabia que deveria ser de pastor, ocupar-se dos outros, de suas coisas, e portanto já não tão recolhido na pura meditação: entretanto ele aceitou esta vocação e assumiu o ministério pastoral em plena obediência, aceitando, como freqüentemente aconteceu em sua vida, ao ser levado pela Providência ali onde não queria ir“; e foi assim como terminou sendo nomeado Bispo de Sasima, embora residisse em Nacianso. “Por volta de 379”, recordou o Papa, “Gregório foi chamado a Constantinopla, a capital, para guiar à pequena comunidade católica fiel ao Concílio de Nicéia e à fé trinitária. A maioria se aderia em troca ao arrianismo, que era ‘politicamente correto’ e considerado politicamente útil aos imperadores“. “Assim –prosseguiu o Santo Padre- se encontrou em condições de minoria, rodeado de hostilidade. Na pequena igreja de Anastasis, pronunciou cinco discursos teológicos precisamente para defender e fazer inteligível a fé trinitária”. Bento XVI recordou que pelo brilhantismo e simplicidade destes discursos, recebeu o titulo de “teólogo”, título que ainda conserva na igreja ortodoxa: “o teólogo”. Esta teologia “não é fruto de complicadas especulações, mas sim deriva de uma vida de oração e de santidade, de um diálogo assíduo com Deus”. “E é precisamente assim como faz aparecer a nossa razão a realidade de Deus, o mistério trinitário. No silêncio contemplativo, transido de estupor frente às maravilhas do mistério revelado, a alma acolhe a beleza e a glória divina”, adicionou o Papa. Logo depois de relatar os dolorosos conflitos que o levaram a demissão do posto de Bispo de Constantinopla, o Papa recordou sua aposentadoria e ida de Gregório à Arianzo, sua terra natal, onde se dedicou ao estudo e à vida ascética; um período onde “compôs a maior parte de sua obra poética, sobre tudo autobiográfica”. O Papa descreveu, finalmente, Gregório como “um homem que nos faz sentir a primazia de Cristo e portanto nos fala também , a este nosso mundo: sem Deus o homem perde sua grandeza, sem Deus não existe verdadeiro humanismo“. “Escutemos portanto esta voz e procuremos conhecer também nós o rosto de Deus”, concluiu. #humanismo #Deus #Santo #teólogo #Alma #Bento
- Quem fundou a sua Igreja?
Por Carlos Martins Nabeto Fonte: Agnus Dei INTRODUÇÃO Este artigo pode, a princípio, parecer anti-ecumênico, mas não é. Muito pelo contrário, visa esclarecer fatos históricos. Pessoalmente, torço para o êxito do ecumenismo, que tem uma árdua tarefa na busca da aproximação, diálogo e consenso entre as várias denominações cristãs. Contudo, sou obrigado a registrar que, em virtude da imperfeição do ser humano, o ecumenismo caminha a passos lentos… muito lentos mesmo! Na verdade, a discórdia reinante entre os cristãos é fruto mais de interesses pessoais e políticos do que religiosos. É claro que existem diferenças de pontos doutrinais, criados a partir da necessidade de separação e identificação, mas será que existe vontade de discuti-los fraternalmente, a ponto, até, de reconhecê-los como errados? Volta e meia a imprensa noticia que milhares e milhares de católicos estão indo seguir outras religiões. Vemos, assim, que o católico costuma a ser pacífico, bom ouvinte, o que, aliás, é uma boa virtude ecumênica. Por outro lado, sabemos que muitos católicos assim se declaram porque foram batizados quando crianças, não tendo, após isso, uma verdadeira vida cristã: nunca foram à Igreja (exceto para “pagar” promessas ou participar de missas de sétimo dia), nunca tiveram interesse de participar dos grupos comunitários e nunca se aprofundaram no estudo bíblico e doutrinário da Igreja (no máximo, fizeram a primeira – e única! – comunhão). Infelizmente, vemos atitudes pouco ecumênicas por parte da maioria dos dirigentes de outras igrejas que, aproveitando o fato do pouco conhecimento religioso de boa parte dos católicos, coverte-os às suas respectivas religiões usando, para isso, de artimanhas verdadeiramente anti-ecumênicas. Para discutir esse fenômeno, existem, hoje, duas correntes de pensamento dentro da própria Igreja católica: a primeira acha ótimo esse “êxodo”, já que ocorre uma purificação interna dentro da própria Igreja, uma vez que, como está comprovado, só deixam de ser católicos aqueles que pouco interesse têm pela Igreja. A segunda, embora reconhecendo que essa “purificação” é positiva e que contribui para o aumento da qualidade dos fiéis católicos, afirma que não é justo permitir o afastamento do “joio” já que estes foram, na maioria das vezes, conquistados de forma ilícita, isto é, por desconhecerem a sã doutrina da Igreja, mudaram de fé graças a argumentos duvidosos (apresentados por fiéis de outras igrejas), para os quais não tinham uma explicação satisfatória… De uma forma, como de outra, a própria Igreja católica reconhece que é necessária uma nova evangelização, buscando aprofundar as raízes de todos os fiéis católicos bem como de todos os homens de boa vontade. TUDO É HISTÓRIA Ao contrário de todas as demais religiões, o judaísmo, o cristianismo e o islamismo são religiões históricas, não foram criadas a partir de mitos! Logo, todas as ações realizadas pelos fiéis dessas três grandes religiões ficaram registradas no tempo! São fatos, não lendas; é história, não estória! Não vamos falar sobre os judeus, pois sabemos que eles não aceitaram Jesus como o verdadeiro Messias porque sua visão de Messias, na época de Jesus, era estritamente política: o enviado de Deus que libertaria o povo da dominação romana (aliás, a destruição de Jerusalém em 135 dC pelos romanos foi motivada por essa falsa visão: três anos antes, Bar-Khokba fôra proclamado pelas autoridades religiosas como o Messias libertador). Quanto aos islâmicos, cuja fé baseia-se em Maomé, bem sabemos pela História que trata-se de uma religião com grandes influências do judaísmo e cristianismo. Vamos, portanto, nos concentrar na fé cristã e ver o que é histórico, o que é verdadeiro, já que, na esmagadora maioria das vezes, os conflitos e divisões são gerados pelos próprios cristãos. A IGREJA CATÓLICA Jesus manifestou o interesse de fundar a Igreja (Mt 16,18), Igreja esta que teria autoridade (Mt 18,17), cujo sinal de unidade seria a pessoa de Pedro (Mt 16,18-19; Jo 21,15-17; etc). A Igreja foi oficialmente fundada após a ressurreição de Jesus, no domingo de Pentecostes, com o derramamento do Espírito Santo (At 2). A Igreja cresceu em número, primeiro em Jerusalém, e foi se espalhando pelo mundo graças à pregação e cuidado dos apóstolos. É de conhecimento geral que, naquela época, Roma era a senhora do mundo, o mais vasto império que a humanidade já conheceu. Foram os próprios apóstolos que viram a necessidade do deslocamento do Cristianismo para o centro do império romano a fim de facilitar a pregação do Evangelho. É fato histórico que Pedro e Paulo foram perseguidos e martirizados em Roma. Clemente Romano, ainda no séc. I, nos testemunha esses martírios. Irineu de Lião apresenta, no séc. II, a lista dos sucessores de Pedro, até aquela data. A arqueologia, através de escavações, confirmou a morte de Pedro e Paulo em Roma ao encontrar seus respectivos túmulos. Ao estudarmos a doutrina da Igreja católica, percebemos que ela não se afastou um milímetro sequer desde a sua fundação, ou seja, a Igreja católica atual é a mesma de 2000 anos atrás. A PRIMEIRA DIVISÃO A primeira divisão dentro do Cristianismo ocorreu em 1054 dC (aproximadamente mil anos após a fundação da Igreja). É o que se chama de Cisma Oriental. Antes disso, grandes polêmicas tinham surgido dentro do seio do Cristianismo mas, mesmo assim, sempre se chegava a um consenso geral através da realização de grandes Concílios Ecumênicos, que reuniam bispos de todo o mundo até então conhecido. Aqueles que não se adequavam às decisões eram afastados da Igreja, criando – como hoje em dia – comunidades heréticas que o próprio tempo tratou de exterminá-las. Mas o Cisma Oriental foi a primeira divisão que realmente abalou o mundo cristão. Doutrinariamente, os orientais, baseados em Constantinopla, acusaram a Igreja do ocidente de ter acrescentado o termo filioque ao credo niceno-constantinopolitano, resultando na procedência do Espírito Santo a partir do Pai e do Filho e não apenas do Pai, como originalmente registrava tal credo, o que dava a impressão que o Espírito Santo passou a “existir” após o Pai e o Filho. Muito embora a Igreja católica tenha demonstrado e comprovado que tal acréscimo nada modifica na fórmula original, nem impõe uma ordem de procedência já que trata-se do Deus único, a Igreja Ortodoxa jamais aceitou voltar à plena comunhão com a Igreja de Roma, o que bem demonstra que a divisão não ocorreu por motivo simplesmente doutrinário. Mas então qual seria o verdadeiro motivo da separação? Política! Desde o séc. VII, Constantinopla, capital do Império Romano do Oriente, desejava ter os mesmos direitos da sé de Roma, tendo conseguido obter, no máximo, o reconhecimento do privilégio de segunda, logo depois de Roma. Assim, o argumento do “acréscimo ilícito” do filioque foi usado apenas para garantir a separação na ordem política! Isso é História. AS DEMAIS DIVISÕES Após a separação da Igreja Ortodoxa, foram necessários mais 500 anos, aproximadamente, para que nova divisão viesse abalar a Igreja do Ocidente. Também é fato histórico que na Igreja medieval ocorriam vários abusos, a grande maioria ocasionados pelo fato da ligação íntima entre Igreja e Estado; era o Estado que nomeava os bispos, sendo estes pouco preparados a nível religioso. Então era comum encontrarmos bispos que compravam determinada sede episcopal, que eram casados irregularmente, que eram impiedosos por falta de vocação religiosa, etc… Era necessária uma Reforma dentro da Igreja! Vários homens lutaram por essas reformas, cada qual a seu jeito. Francisco de Assis é um desses exemplos: lutou por reformas e conseguiu! Não precisou dividir a Igreja, pois reconhecia sua importâcia e autoridade. Mesmo assim, a Igreja ainda não estava totalmente reformada. Infelizmente, homens como Lutero e Calvino, ao invés de se inspirarem no grande exemplo de São Francisco, acharam mais fácil romper com a Igreja, fundando novas religiões… foi a chamada Reforma Protestante. Lendo a história de maneira completamente imparcial, vemos que, mais uma vez, a política se intrometia no campo religioso. Lutero, para impor suas doutrinas, aliou-se aos príncipes alemães descontentes com as boas relações entre o Imperador e o Papa. Calvino fez de Genebra um Estado cuja política era guiada por preceitos religiosos radicais, com visível orientação antipapal e anticatólica. Ao contrário de Lutero e Calvino, o rei Henrique VIII da Inglaterra estava preocupado em conseguir um descendente (filho) do sexo masculino para ser seu sucessor no trono; como Catarina de Aragão, sua esposa, não conseguia dar-lhe esse filho tão esperado e o Papa não consentisse o divórcio, obrigou ao clero inglês a reconhecê-lo como chefe supremo da igreja na Inglaterra. Observemos, portanto, como os argumentos religiosos são usados por todos, desde o princípio, como justificativa para implantação de idéias meramente políticas. Lutero havia afirmado que quem dirige o crente é o Espírito Santo, de forma que este não necessita da autoridade de Igreja para ajudá-lo a interpretar a Bíblia, única fonte de fé que deve ser considerada pelo cristão. Esse mesmo ponto de vista foi adotado por Calvino e por todo o mundo protestante. Mesmo sendo oposta à própria Bíblia (2Pd 3,15-16), a livre interpretação ocasionou a fragmentação do Cristianismo em mais de 20 mil ramos, o que é um absurdo, já que cada ramo se julga a verdadeira Igreja de Cristo, tendo como único ponto comum o anticatolicismo. Mas, não reconhecendo a autoridade de Igreja, mais uma vez se voltam contra a Bíblia, pois esta afirma que o fundamento e coluna da verdade é a Igreja (cf. 1Tm 3,15), logo, apesar de possuirem alguns pontos verdadeiros (que são iguais aos da Igreja Católica!!!), não são a verdadeira Igreja de Cristo. Vejamos a seguinte lista, organizada em ordem cronológica e incompleta, já que seria impossível listar as 20 mil igrejas cristãs hoje existentes:AnoDenominaçãoOrigemFundador~33Fundação da Igreja CatólicaPalestinaJesus~55Igreja Católica se fixa em Roma, com Pedro e Paulo1054Igreja OrtodoxaConstantinoplaMiguel Cerulário1521Igreja LuteranaAlemanhaMartinho Lutero1523AnabatistasAlemanhaZwickau1523Batistas MenonitasHolandaMenno Simons1531Igreja AnglicanaInglaterraHenrique VIII1536Igreja PresbiterianaSuiçaJoão Calvino1592Igreja CongregacionalistaInglaterraJohn Greenwood e outros1612Igreja Batista Arminiana ou GeralInglaterraJohn Smith~1630Sociedade dos Amigos (Quakers)InglaterraGeorge Fox1641Igreja Batista Regular ou ParticularInglaterraRichard Blount1739Igreja MetodistaInglaterraJohn Wesley1816Igreja AdventistaEUAWillian Miller1830MórmonsEUAJoseph Smith1865Exército da SalvaçãoInglaterraWillian Booth1878Testemunhas de JeováEUACharles T.Russel1901Igreja PentecostalEUACharles Parham1903Igreja Presbiteriana IndependenteBrasilOthoniel C. Mota1909Congregação Cristã no BrasilBrasilLuís Francescon1910Igreja Assembléia de DeusEUA/BrasilD.Berg/G.Vingren1918Igreja do Evangelho QuadrangularEUAAimée McPherson1945Igreja Católica Apostólica Brasileira (ICAB)BrasilCarlos D.Costa1955Cruzada o Brasil para CristoBrasilManoel de Mello1962Igreja Deus é AmorBrasilDavid Miranda1977Igreja Universal do Reino de DeusBrasilEdir Macedo Outros Ramos: Adventistas: Adventistas da Era Vindoura, Adventistas do Sétimo Dia, Adventistas Evangélicos, Cristãos Adventistas, Igreja de Deus, União da Vida e do Advento, etc. Batistas: Batistas Abertos, Batistas das Duas Sementes no Espírito, Batistas das Novas Luzes, Batistas das Velhas Luzes, Batistas do Livre Arbítrio, Batistas do Sétimo Dia, Batistas dos Seis Princípios, Batistas Fechados, Batistas Primitivos, Batistas Reformados, Velhos Batistas, etc. Pentecostais:Cruzada da Nova Vida, Cruzada Nacional de Evangelização, Igreja Cristo Pentecostal da Bíblia, Igreja da Restauração, Igreja Jesus Nazareno, Reavivamento Bíblico, Tabernáculo Evangélico de Jesus (Casa da Bênção), etc. Como cada uma dessas igrejas defende sua própria doutrina como verdadeira, apesar de se autonomearem como cristãos, excluem-se mutuamente. Contudo, a única Igreja cristã que existe desde a época de Cristo é a Igreja católica. E observando-se que sua doutrina permaneceu imutável nestes 2000 anos, temos que ela é a Igreja de Cristo, apesar das demais possuírem elementos verdadeiros, vestígios de sua ligação comum com a Igreja católica. Uma brincadeira de criança ilustra muito bem nosso ponto de vista: a brincadeira do “quem conta um conto, aumenta um ponto”. Uma pessoa transmite uma mensagem para uma segunda pessoa; entra, então, uma terceira pessoa, que recebe a informação da segunda pessoa, e assim, sucessivamente. Não são necessárias muitas pessoas, pois já na quarta ou quinta pessoa, a informação está completamente distorcida da informação original. O mesmo ocorre no campo religioso: como pode, igrejas sem nenhuma ligação com Jesus proclamar-se detentoras da verdade? E como podem essas igrejas atribuir suas mais diversas doutrinas ao mesmo Espírito Santo, sendo estas completamente contraditórias entre si? Não seria uma blasfêmia dizer que o Espírito Santo está ocasionando divisões entre os cristãos se Jesus Cristo afirmou que haveria um só rebanho e um só pastor? (Jo 10,16) Além da pergunta: “quem fundou a sua igreja?”, outra pergunta interessante a ser feita aos cristãos não católicos é: “qual seria a sua religião se você nascesse há mil anos atrás?”. Nessa época, havia unidade total entre os cristãos e a resposta seria apenas uma: católica. Ora, se não houve mudanças na doutrina desde a fundação da Igreja, é ilógico e contraditório aceitar atualmente doutrinas que não se alinham com as da Igreja católica!!! Pode-se aceitar ritos e disciplinas diferentes, mas não doutrinas! Quem dá sustentação e vida à árvore é sua raiz! Uma árvore sem raiz não sobrevive nem se mantém segura de pé! E o que temos na raiz desta grande árvore que é o Cristianismo? Na base (raiz) está a Igreja católica (é fato histórico; observe mais uma vez a tabela acima)! Sua raiz bebe diretamente Daquele que dá e é a água viva (cf. Jo 4,10), Jesus Cristo, o Filho de Deus. E é por isso que ela, ainda nos dias de hoje, tem se demonstrado forte e vigorosa (apesar da sua idade), e assim será até a consumação dos séculos (cf. Mt 28,20b). Para citar este artigo: NABETO, Carlos Martins. Apostolado Veritatis Splendor: Quem fundou a sua Igreja?. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/4477. Desde 6/8/2007. #Lutero #Advento #Cristianismo #Alemanha #fundou #Pedro #Doutrina #Filho #Catolica #divisão #política #Igreja #Amor #adventista #heresias #Jesus #AgnusDei #Calvino
- Movimento "Brasil sem Aborto" fará ato público neste mês
O Movimento Nacional Brasil Sem Aborto lançou na tarde de ontem, 1º, em Brasília, o programa oficial de uma Marcha Nacional em Defesa da Vida, que vai acontecer no próximo dia 15 de agosto na Esplanada dos Ministérios. A mobilização, sem vinculação política ou religiosa, tem o apoio das mais diversas entidades representativas da sociedade civil e tem por objetivo sensibilizar e mobilizar lideranças das mais diversas instituições do país, entidades, grupos e personalidades da sociedade civil que defendem o direito à vida desde a concepção. O coordenador geral da Marcha Nacional, Jaime Ferreira Lopes, afirma não ter dúvidas de que o “grito organizado, pacífico, ordeiro do povo que ecoará da Esplanada dos Ministérios subirá até os céus alcançando cada canto deste país e como uma onda sonora chegará a toda a América Latina para dizer aos que querem ceifar a vida no seu nascedouro que o povo não quer a legalização do aborto”. No lançamento do programa da Marcha Nacional, estiveram presentes a ex-senadora Heloisa Helena, Dom Antonio Augusto Dias Duarte, presidente do Setor Vida da Conferência Episcopal Latino-americana – CELAM, o ex-Procurador-Geral da República, Cláudio Fonteles, o cantor e compositor Nando Cordel, artistas, intelectuais, educadores, políticos, religiosos e médicos. Na Marcha Nacional, são esperadas caravanas de diversos estados brasileiros que começam a chegar à capital na próxima semana. O ato público vai sair da rodoviária de Brasília em caminhada até o Congresso Nacional, onde ocorrerá a concentração. Fonte: Canção Nova #américalatina #Brasília #público #Vida #sociedade #Marcha #Nacional #América #Movimento
- Anjos de Resgate – Foi por você
Encontrei-me com Jesus no jardim Nunca vi nada tão lindo assim Minhas dores entreguei em suas mãos E Jesus foi falando pra mim: “Das feridas que eu recebi, Não saíram sangue, nem dor Foi por isso que o mal eu venci Porque delas só saía amor, Foi sempre o meu amor Foi por você Que eu me deixei ser tão chagado e ferido Por isso sinta-se amado e querido Pois é o meu amor que cura sua dor, ououoh Foi por você Que, na cruz, meu sangue foi derramado Por isso sinta-se querido e amado Pois é o meu amor que cura sua dor, que cura sua dor” Então, Jesus pediu-me assim E as mágoas que estivessem em mim Delas não saíssem mais dor De hoje em diante, só saísse amor Que seja sempre assim Foi por você Que eu me deixei ser tão chagado e ferido Por isso sinta-se amado e querido Pois é o meu amor que cura sua dor, ououoh Foi por você Que, na cruz, meu sangue foi derramado Por isso sinta-se querido e amado Pois é o meu amor que cura sua dor, que cura sua dor” É o meu amor que cura sua dor” #amado #Amor #Jesus #sangue
- Credibilidade do Evangelho depende dos autênticos cristãos, reconhece Papa
Em um encontro com sacerdotes CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 27 de julho de 2007 (ZENIT.org).- A credibilidade do anúncio do Evangelho depende dos autênticos cristãos, reconhece Bento XVI, que confessa que vê nas famílias «penetradas pela fé» a presença de Deus. Ele o explicou no dia 24 de julho, ao responder às perguntas de alguns sacerdotes das dioceses de Belluno-Feltre e Treviso em Auronzo, localidade dos Montes Dolomitas italianos. «O cristianismo não é um conjunto complicadíssimo de muitos dogmas, impossível de conhecer; não é algo só para acadêmicos, mas algo simples: Deus existe e Deus está próximo em Jesus Cristo.» Levar Deus aos outros, explicou, «implica, sobretudo, por uma parte, o amor, e por outra, a esperança e a fé». Portanto, «o melhor testemunho de Cristo, o melhor anúncio é sempre a vida dos verdadeiros cristãos». «Parece-me que o anúncio mais belo hoje é ver como famílias nutridas pela fé vivem com alegria, como vivem inclusive o sofrimento com profunda alegria, como ajudam os outros, como amam Deus e o próximo», reconheceu. «Inclusive para mim, o anúncio mais reconfortante é sempre o de ver famílias católicas ou personalidades católicas que estão penetradas pela fé; nelas resplandece realmente a presença de Deus e chega esta ‘água viva’.» «Portanto – concluiu –, o anúncio fundamental é precisamente o da própria vida dos cristãos.» #Cristo #Evangelho #Deus #Amor #alegria #Jesus
- Bento XVI pede fim da corrida armamentista nuclear
Nos cinqüenta anos da Agência Internacional para a Energia Atômica CASTEL GANDOLFO, domingo, 29 de julho de 2007 (ZENIT.org).- Bento XVI lançou este domingo um apelo ao desarmamento nuclear e pediu que os recursos economizados com este compromisso sirvam para ajudar os mais pobres. Suas palavras, que recordaram os 50 anos exatos da fundação da Agência Internacional para a Energia Atômica, foram ouvidas por milhares de peregrinos no pátio da residência pontifícia de Castel Gandolfo antes de rezar o Angelus. Recordando o artigo II de seu Estatuto, explicou que entre os objetivos desta agência das Nações Unidas está «promover e aumentar a contribuição da energia atômica às causas da paz, da saúde e da prosperidade em todo o mundo». «A Santa Sé, que aprova plenamente as finalidades deste organismo, é membro desde sua fundação e continua apoiando sua atividade», explicou aos peregrinos, muitos dos quais tiveram de seguir suas palavras desde a praça contígua desta localidade, situada a 30 quilômetros ao sul de Roma, por não encontrar espaço. «As mudanças históricas ocorridas nos últimos cinqüenta anos – sublinhou – afirmam como, no difícil cruzamento de caminhos no qual se encontra a humanidade, cada vez é mais atual e urgente o compromisso por alentar a não-proliferação de armas nucleares, promover um progressivo e compartilhado desarme nuclear e favorecer o uso pacífico e seguro da tecnologia nuclear a favor de um autêntico desenvolvimento, que respeite o meio ambiente e que esteja sempre atento às populações mais desfavorecidas». O bispo de Roma desejou que «tenham êxito os esforços de quem trabalha para perseguir com determinação estes três objetivos, com a meta de que os recursos economizados deste modo possam ser empregados em projetos de desenvolvimento em favor de todos os habitantes e, em primeiro lugar, dos mais pobres». Citando o Catecismo da Igreja Católica (n. 2438), confirmou que «é preciso substituir a corrida de armamentos por um esforço comum para mobilizar os recursos para objetivos de desenvolvimento moral, cultural e econômico, redefinindo as prioridades e as escalas de valores». Desta forma, pediu que «os conhecimentos científicos e técnicos se apliquem sempre com senso de responsabilidade e pelo bem comum, no pleno respeito do direito internacional». Concluiu sua intervenção pedindo orações «para que os homens vivam em paz, e todos se sintam irmãos, filhos de um único Pai: Deus». #Internacional #fundação #desenvolvimento #Gandolfo #BentoXVI #compromisso
- Rezar, curar e anunciar são “imperativos essenciais” do sacerdote, afirma o Papa
ACI).- “Rezem, curem e anunciem“, pois estas ações são os “imperativos essenciais” do ministério pastoral dos sacerdotes, disse o Papa Bento XVI durante o encontro que sustentou ontem pela manhã em Auronzo di Cadore, no norte da Itália, ao clero das dioceses de Belluno-Feltre e Treviso. No diálogo entre o Pontífice e os presbíteros, desenvolvido em forma de perguntas e respostas, o Santo Padre destacou a importância da oração porque “sem uma relação pessoal com Deus, todo o resto não pode funcionar, não podemos realmente levar Deus, a realidade divina e a verdadeira vida humana às pessoas, se nós mesmos não vivermos em uma relação profunda, verdadeira, de amizade com Deus“. Deste modo é necessário “ter relações humanas com todas as pessoas confiadas a nós” para curar “todas as necessidades humanas, que sempre necessidades que vão até o mais profundo de Deus”, prosseguiu Bento XVI. Pertence a esta dimensão, destacou o Pontífice respondendo a uma pergunta dos sacerdotes participantes, o ministério da reconciliação por ser uma “ação de pai extraordinária”. Finalmente, disse o Papa, é essencial também anunciar o Reino de Deus, que “não é uma longínqua utopia de um mundo melhor”, mas sim divulgar que é “Deus mesmo, quem se aproximou e se fez muito próximo em Cristo” pelo qual o anúncio “quer dizer falar de Deus hoje, fazer presente a palavra de Deus”. Divorciados que voltaram a casar Ao responder outra pergunta sobre os divorciados que voltaram a casar, o Santo Padre assinalou que se trata de “um problema doloroso e a simples receita que resolva, certamente não existe”. Aprofundando no tema, o Papa assinalou que a “preparação ao matrimônio se converte em um pouco cada vez mais fundamental e necessário” para “conhecer-se mais a si mesmo” e “conhecer a verdadeira vontade matrimonial”. Além disso, ressaltou a necessidade de um acompanhamento “permanente” por parte dos sacerdotes e as famílias, aos jovens casais nos primeiros dez anos de matrimônio. No caso de que um matrimônio fracasse, disse o Papa, “a primeira coisa em que terá que aprofundar é se existirem os sinais para uma eventual declaração de nulidade”. Outras religiões Em outro momento o Santo Padre foi perguntado sobre como abordar a crescente presença de pessoas não cristãs no território local. A respeito, o Papa assinalou que a importância de “dar razão da esperança que está em nós” é “a síntese necessária entre diálogo e anúncio”. Sobre o particular, o Pontífice ressaltou a importância de “reconhecer” neles “a nosso próximo”. “Se isto acontecer, mais facilmente poderemos apresentar a fonte deste nosso comportamento, pois o amor ao próximo é a expressão de nossa fé“. Assim, no diálogo “não se pode acontecer rapidamente aos grandes mistérios da fé”, já que “uma coisa prática e realizável, necessária, é sobre tudo procurar o acordo fundamental sobre os valores que têm que ser vivido”. O Pontífice sugeriu aos sacerdotes que ponham o acento “nos valores comuns entre religiões durante a catequese, as homilias e os momentos de formação”. Jovens Outro dos temas que foi posto em consideração no diálogo entre o Papa e os sacerdotes foi o desafio da formação da consciência moral dos jovens. Aqui, o Pontífice afirmou que “um mundo sem Deus se converte em um mundo de arbitrariedade” e destacou o valor do sofrimento “como experiência de crescimento dos jovens“. O Papa recordou deste modo que “não é possível o amor sem a experiência da dor, a renúncia e o sofrimento”. #Amor #anunciar #Rezar #sacerdote
- 50 Coisas que Afastaram Lutero da Ortodoxia Católica
Por Dave Armstrong Tradução: Carlos Martins Nabeto Fonte: http://socrates58.blogspot.com Chris Jones me encaminhou esta pergunta: “Por que o dr. Lutero foi excomungado? De que modo ele era heterodoxo?”. Sumarizo abaixo como ele era visto como heterodoxo em 1520, segundo os padrões católicos virtualmente aceitos ou inquestionáveis. Observo que o objetivo aqui não é discutir se tais ensinamentos católicos são certos ou errados, mas apenas se conforme esses ensinamentos Lutero seria tido por “heterodoxo” ou “herege” (isto é, se a Igreja tinha pelo menos uma autoconsistência ao decidir por excomungá-lo ou se agiu arbitrariamente contra a verdade ou contra as afirmações de Lutero, tidas – neste último caso falsamente – como heresia). Pois bem. É absolutamente notório que Lutero era herege e que a Igreja não tinha a obrigação de debater com ele na Dieta de Worms em 1521. E sendo óbvio que ele pregava heresias, era igualmente óbvio que a Igreja deveria exigir a sua retratação, para que renunciasse e cessasse de agir assim. Ele se recusou a fazê-lo, pois achava que sabia mais que a própria Igreja (como de fato afirmou diversas vezes). Certamente, nenhum protestante agiria diferentemente, quer naquele tempo quer agora, tendo em vista as dezenas de rejeições que estabeleceu frente aos seus dogmas particulares. Listo aqui as crenças de Lutero contrárias à Igreja (sem examinar pontos mais detalhados de soteriologia): 1. Separação entre justificação e santificação. 2. Noção imputada, extrínsica e forense de justificação. 3. Fé fiduciária. 4. Julgamento particular contrário à infalibilidade da Igreja. 5. Rejeição de sete livros da Bíblia. 6. Negação do pecado venial. 7. Negação do mérito. 8. Afirmação de que o réprobo deveria ficar feliz por ter sido condenado e aceitar a vontade de Deus. 9. Afirmação de que Jesus ofereceu-se à condenação e possivelmente ao fogo do inferno. 10. Afirmação de nenhuma boa obra pode ser feita, exceto por um homem justificado. 11. Todos os homens batizados são sacerdotes (=negação do sacramento da ordenação). 12. Todos os homens batizados podem conceder a absolvição. 13. Os bispos não possuem realmente esse múnus; Deus não os instituiu. 14. Os papas não possuem esse múnus; Deus não os instituiu. 15. Os sacerdotes não têm qualquer caráter especial ou indelével. 16. As autoridades temporais gozam de poder sobre a Igreja, até mesmo sobre bispos e papas; a afirmação contrária é mera invenção presunçosa. 17. Os votos de celibato são um erro e deveriam ser abolidos. 18. Negação da infalibilidade do papa. 19. Crença de que sacerdotes e papas injustos perdem a sua autoridade (contrário ao ensino de Santo Agostinho em disputa com os Donatistas). 20. As chaves do Reino não foram conferidas apenas a Pedro. 21. Cada pessoa pode julgar particularmente para determinar os artigos de fé. 22. Negação de que o papa tem o direito de convocar ou confirmar um Concílio. 23. Negação de que a Igreja tem o direito de exigir o celibato de certas vocações. 24. Não existe a vocação de monge; Deus não o instituiu. 25. Os dias festivos deveriam ser abolidos e todas as celebrações da Igreja deveriam se restringir aos domingos. 26. Os jejuns deveriam ser estritamente opcionais. 27. A canonização de santos é rigorosamente corrupta e não deve continuar. 28. A Confirmação não é um sacramento. 29. As indulgências deveriam ser abolidas. 30. As dispensas deveriam ser abolidas. 31. A Filosofia (Aristóteles principalmente) é repugnante, com influência negativa sobre o Cristianismo. 32. A transubstanciação é “uma idéia monstruosa”. 33. A Igreja não pode instituir sacramentos. 34. Negação da “maldita” crença de que a missa é uma boa obra. 35. Negação da “maldita” crença de que a missa é verdadeiro sacrifício. 36. Negação da noção sacramental de “ex opere operato”. 27. Negação de que a Penitência é um sacramento. 38. Afirmação de que a Igreja Católica “aboliu completamente” até mesmo a prática da penitência. 39. Afirmação de que a Igreja aboliu a fé como um aspecto da penitência. 40. Negação da sucessão apostólica. 41. Qualquer leigo poderia convocar um Concílio Geral (Ecumênico). 42. As obras penitenciais são inúteis. 43. Nada daquilo que os católicos crêem ser os sete sacramentos tem prova bíblica. 44. O Matrimônio não é um sacramento. 45. Nulidades [matrimoniais] são um conceito sem sentido e a Igreja não tem o direito de determinar ou afirmar nulidades. 46. Há uma questão em aberto: se o divórcio é permitido ou não. 47. Pessoas divorciadas podem voltar a se casar. 48. Jesus permitiu o divórcio quando um dos cônjuges cometeu adultério. 49. O ofício diário do sacerdote é “vã repetição”. 50. A extrema-unção não é um sacramento (logo, só existem dois sacramentos: o Batismo e a Eucaristia). Como se vê por esse 50 pontos, Lutero era herege, heterodoxo, cismático ou acreditava em coisas que eram claramente contrárias aos ensinamentos ou práticas da Igreja Católica, até e inclusive em pontos verdadeiramente radicais (às vezes era também socialmente radical). Não estaria então justificada sua excomunhão dos meios católicos? Ou deveria a Igreja dizer: “É verdade, Lutero, você sabe; você está certo nesses 50 pontos. Você sabe mais que a Igreja inteira, que toda a história da Igreja e que toda a sabedoria dos santos do passado que acreditavam nessas coisas. Portanto, vamos aderir à sua sabedoria celestial e alterar todas estas 50 crenças ou práticas, para que possamos caminhar na direção correta. Muito obrigado! Seremos sempre gratos a você por nos ter informado sobre todos esses erros”. Isto não soa ridículo? A Igreja teria que mudar 50 aspectos em suas doutrinas porque uma pessoa PARTICULARMENTE ACHOU que recebeu algum tipo de oráculo de Deus ou falso profeta. Homem de Deus daquele tempo? Vamos então supor que seja auto-evidente que Lutero era um bom e obediente católico, que queria reformar a Igreja, sem destruí-la ou abandoná-la, para criar uma nova seita. Ele seria ingênuo ou bobo o suficiente para acreditar que ele mesmo, objetivamente falando, não estava então oferecendo um programa radical, uma verdadeira revolução? Isso é claro e patente para qualquer um, mesmo antes de 1520. O que ele oferecia não era uma reforma… e a denominada “Reforma Protestante” não é o que diz ser, quando considerada como um todo. É uma Revolta ou uma Revolução. Já demonstrei o porquê disso em outros artigos. Nenhuma pessoa em sã consciência que tenha lido qualquer um dos três tratados radicais de 1520 de Lutero duvidaria que ele já não era um católico ortodoxo. Ele não se tornou relutante apenas porque foi expulso da Igreja por homens que não queriam ouvir a razão e a Escritura manifesta (como o mito e propaganda perpétua protestante costuma argumentar), mas porque ele escolheu aceitar as doutrinas heréticas que ele mesmo criou, fugindo ao padrão da ortodoxia católica, e tornando-se um radical, tentando ainda espalhar os seus erros (de forma passional e franca) pelo mundo afora mediante panfletos difamatórios, zombeteiros e propagandísticos e até mesmo empregando gravuras indecorosas quando necessário. Vemos, assim, que a Igreja foi totalmente sensível, razoável, dentro de seus direitos, lógica, autoconsistente e não hipócrita ou arbitrária ao simplesmente exigir de Lutero sua retratação na Dieta de Worms em 1521 e ao recusar-se em debater com ele (até porque já tinha feito isso outras vezes, anteriormente), porque se assim o fizesse estaria aceitando a ridícula presunção de Lutero de que estava em uma posição de disputa e debate unilateral face a doutrina e sabedoria teológica acumuladas pela Igreja ao longo de seus 1500 anos. #Lutero #sacramento #Deus #heterodoxo #absolvição #Catolica #acreditar #Ortodoxia #Igreja #herege #Jesus #adultério #Agostinho
- Papa anuncia Ano Paulino
Figura central da Igreja primitiva é recordada nos 2000 anos do seu nascimento Bento XVI anunciou hoje a celebração de um “especial ano jubilar” dedicado ao Apóstolo Paulo, por ocasião dos 2000 anos do seu nascimento. O Ano Paulino irá prolongar-se de 28 de Junho de 2008 a 29 de Junho de 2009. Este anúncio foi sublinhado com uma salva de palmas por parte dos fiéis que estavam presentes na Basílica de São Paulo fora de muros, para a celebração das I Vésperas da Solenidade dos Apóstolos Pedro e Paulo. Bento XVI lembrou que Paulo passou de “violento perseguidor dos cristãos” a Apóstolo de Jesus e por ele “sofreu e morreu”. “Como é atual, hoje, o seu exemplo”, exclamou. O nascimento de Paulo é colocado pelos historiadores entre o ano 7 a 10 depois de Cristo. O Papa indicou que Roma será um local privilegiado para a celebração deste Ano Paulino, dado que a cidade conserva o túmulo de São Paulo, descoberto na Basílica romana de São Paulo fora de muros. “Na Basílica papal e na antiga abadia beneditina poderão ter lugar uma série de eventos litúrgicos, culturais e ecumênicos, pastorais e sociais, todos respeitantes à espiritualidade paulina”, disse. Um destaque especial vai ser dada às peregrinações junto ao túmulo do Apóstolo. Congressos de estudo e publicações especiais de textos paulinos juntam-se a estas iniciativas, para “fazer conhecer cada vez melhor a imensa riqueza dos ensinamentos” de São Paulo, verdadeiro “patrimônio da humanidade redimida em Cristo”. Iniciativas análogas poderão ser realizadas noutras partes do mundo, promovidas por muitas das Instituições que levam o nome de São Paulo ou se inspiram nos seus ensinamentos. Paulo de Tarso Paulo foi uma das figuras que marcou, de forma decisiva, a história do Cristianismo, o Apóstolo que anunciou o Evangelho em todo o mundo antigo, sem nunca vacilar perante as dificuldades, os perigos, a tortura, a prisão ou a morte. Nasceu na cidade de Tarso, na Silícia, numa família judaica na diáspora, mas com cidadania romana. Paulo não foi primariamente um escritor, mas um rabino convertido na célebre “Visão de Damasco” (At 9,1-19; 22,4-21; 26,9-18) que percorreu muitos milhares de quilômetros, anunciando de cidade em cidade o “Evangelho” da morte e ressurreição de Jesus. Morreu em Roma, no ano 67. O nome de Paulo aparece como autor de 13 Cartas do Novo Testamento, escritas a diferentes comunidades, ao longo de uns cinqüenta anos: Romanos, Gálatas, 1 Tessalonicenses, 1 e 2 Coríntios, Filipenses e Filémon; 1 e 2 Timóteo, Tito, Efésios, Colossenses, 2 Tessalonicenses. Teologicamente falando, Paulo assimilou o sistema teológico dos cristãos de origem helenista, que antes perseguia, e começou a pregação contra o sistema judaico, que antes seguia com rigor de fariseu. Os próprios judeo-cristãos de Jerusalém foram certamente poupados na sua “perseguição” ao Cristianismo nascente, porque salvavam a relação umbilical entre Cristo e Moisés e não pareciam a Paulo mais do que um “desvio” farisaico. Esta inculturação do Evangelho na cultura helenista – tipicamente citadina – levou Paulo, homem da cidade, a utilizar uma linguagem mais teológica e abstrata, própria do ambiente evoluído em que pregou o Evangelho, em contraposição com a linguagem campestre utilizada por Jesus no ambiente agrícola e pastoril da Palestina. O túmulo Os responsáveis vaticanos asseguram que o sarcófago que se encontra sob o altar papal da Basílica de São Paulo, em Roma, era considerado, já em 390, como o do Apóstolo. Já no fim do século II, o presbítero romano Gaio, citado por Eusébio, assinalava a existência do “tropaion” erguido como testemunho do martírio de Paulo. As escavações decorreram entre 2002 e 22 de Setembro de 2006, permitindo trazer à luz do dia a abside da Basílica costantiniana, englobada no transepto do edifício dos três Imperadores, Teodósio, Valentiniano II e Arcádio (que ampliaram a Basílica de Constantino). Foi aqui, debaixo do altar papal, que se deu o achado: um sarcófago com a inscrição incompleta «Paulo apostolo mart(yri)» (Paulo Apóstolo Mártir), visível desde a base do altar e ao nível da antiga basílica, construída no século IV. #celebração #Cristo #Evangelho #apostolo #Basílica #abstrata #Paulo #Jesus
- Exorcista mexicano critica sacerdotes que não acreditam em existência do demônio
Recorda que sua existência é um dogma de fé na Igreja ACI).- O coordenador geral de exorcistas da Arquidiocese do México, Pe. Pedro Mendoza Pantoja, criticou o cepticismo de alguns sacerdotes sobre a existência do diabo e assinalou que embora não sejam muitos os casos de possessão, sim o são no que é afetação demoníaca, que se deve ao afastamento do homem de Deus. Ao culminar o 3º Congresso Nacional de Exorcistas, o Pe. Mendoza advertiu que quem não acredita na existência do demônio esquece que se trata de um dogma de fé da Igreja “por mais que queiram dar (a estes fenômenos) explicações de tipo psicológico ou de outra índole”. Em declarações à imprensa, o sacerdote afirmou que na arquidiocese há sete exorcistas e que este número não é sob dado de que tampouco são muitos os casos de possessão; mas, advertiu, “sim o são no sentido de que atualmente muitas pessoas sofrem diversos tipos de afetações demoníacas devida ao afastamento do homem da fé, o que o faz crédulo em magia, bruxaria, malefícios, horóscopos e inclusive na morte, e tudo isto os sacerdotes não o atendem porque não sabem como fazê-lo”. Nesse sentido, qualificou o evento de bem-sucedido porque se conseguiu sensibilizar os bispos participantes para que toquem este tema nos seminários e o número de exorcistas aumente. O Pe. Mendoza assinalou que é necessário tomar consciência da importância do ministério do exorcismo. Distinguir males mentais de possessões Por outro lado, durante o evento, o psicólogo e exorcista da Arquidiocese do México, Pe. Enrique Maldonado, assinalou que é necessário distinguir entre uma verdadeira possessão diabólica e uma enfermidade mental. Nesse sentido, afirmou que de cada dez mil casos de suposta possessão apenas um é real. Acrescentou que por isso é necessário o apoio de especialistas que, sob a guia do sacerdote, poderão diferença uma psicopatologia de uma verdadeira influência demoníaca e assim ajudar à pessoa “a encontrar a melhor via para solucionar seu problema”. Por sua parte, o Pe. Jesús Yáñez recordou que na guerra que houve no Céu” não só caiu Satanás, mas também demônios menores que o seguiram; e que “possuído” é a pessoa atacada por Satanás e “diabólico” o invadido por demônios menores. O sacerdote explicou que para estabelecer uma possível possessão se devem manifestar quatro critérios na pessoa afetada: aberração ao sagrado, aparição de fenômenos paranormais “em grau supremo”, a “revelação de coisas à distância”, e falar em línguas que a pessoa em estado consciente desconhece. #demônio #advertiu #dogma #Arquidiocese #sacerdote #Igreja #Exorcista
- Lançamento do E-Book – SCP1: A Palavra de Deus e a Profissão de Fé
Por Carlos Martins Nabeto Fonte: Veritatis Splendor O Veritatis Splendor, mantendo o seu zelo à Verdade e ortodoxia, tem o grande prazer de oferecer aos seus leitores e visitantes mais uma grande obra: “A Palavra de Deus e a Profissão de Fé”, dando início à série “Citações Patrísticas”. Compilada e organizada por Carlos Martins Nabeto – amplamente conhecido por seu pioneirismo na defesa da fé católica pela Internet através do site “Agnus Dei” e por seu amor incondicional à Bíblia, Tradição e Magistério da Igreja – esta obra, prefaciada pelo prof. Felipe de Aquino, coloca o leitor em contato direto com os Padres da Igreja, manifestando o real pensamento e doutrina cristã sobre a Palavra de Deus e a Profissão de Fé cristã. Introduzindo cada tema e subtema com versículos bíblicos e, ainda, com exertos retirados do Catecismo da Igreja Católica, a obra acaba ainda demonstrando que a Igreja Católica continua hoje a professar e ensinar a mesma doutrina crida nos primeiros tempos do Cristianismo. Outra novidade é que a obra, lançada APENAS em formato de E-Book, estará disponível GRATUITAMENTE a todos os interessados que manifestarem o desejo de recebê-la por e-mail. Os leitores que ficarem satisfeitos com o conteúdo da obra são, então, estimulados a procederem uma doação, de QUALQUER QUANTIA, visando a atualização e ampliação dos volumes que compõem a série, bem como para colaborar com os novos projetos do Autor, como a expansão e manutenção do site COCP-Central de Obras do Cristianismo Primitivo (http://cocp.nabeto.ihshost.com), que disponibiliza escritos da Igreja primitiva em sua íntegra. A série completa, em 6 (seis) volumes, entregará ao leitor mais de 1600 citações patrísticas e estará assim organizada: – Volume 1: A Palavra de Deus e a Profissão de Fé (e-book que ora apresentamos) – Volume 2: Deus Pai, Filho e Espírito Santo – Volume 3: Maria, os Santos e os Anjos – Volume 4: A Igreja de Cristo – Volume 5: Os Sete Sacramentos e a Criação – Volume 6: Escatologia e Questões Diversas Esta é uma obra recomendada a todos os que amam a única Igreja de Cristo e/ou se interessam pela Patrística, especialmente sacerdotes, religiosos, seminaristas, catequistas e ministros extraordinários, além de leigos em geral que queiram conhecer a doutrina cristã tal como foi professada pela Igreja primitiva (e continua sendo pela Igreja atual!). Clique aqui para pedir o seu. #cristã #Deus #Doutrina #CarlosNabeto #Catolica #VeritatisSplendor #Igreja #Série #Amor #AgnusDei #Palavra
- Consternação do Papa pelas vítimas do trágico acidente aéreo no Brasil
ACI).- O Papa Bento XVI reagiu com consternação ao inteirar-se da notícia do trágico acidente de aviação acontecido ontem pela tarde no aeroporto paulista de Congonhas e onde 200 pessoas perderam a vida. “O Santo Padre consternado pelas centenas de vítimas que causou o acidente aéreo na capital paulista, onde esteve recentemente, quer dar seus mais sentidos pêsames a todos os familiares”, assinala um telegrama enviado em nome do Papa pelo Secretário de Estado Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone, ao Arcebispo Odilo Pedro Scherer, de São Paulo. Na tarde de ontem, um avião de passageiros da aerolinha brasileira TAM com 180 pessoas a bordo se chocou contra um posto de gasolina no aeroporto. Por causas ainda desconhecidas, o piloto não conseguiu frear a tempo depois da aterrissagem, colidindo contra um edifício da própria TAM e um posto de gasolina próximos ao aeroporto. No telegrama, o Pontífice “assegura suas orações de sufrágio pelos defuntos, invoca a força e o consolo de Deus para os feridos e para todos os afetados por esta tragédia”. Finalmente, o Secretário de Estado divulgou por meio do telegrama que o Papa Bento XVI “concede a todos, em sinal de sua proximidade espiritual, a consoladora bênção apostólica”. #trágico #acidenteaéreo #acidente #secretário #BentoXVI #aeroporto
- Estado da cidade do Vaticano lança novo site em cinco línguas
VATICANO, 18 Jul. 07 / 12:00 am (ACI).- O Gobernatorato do Estado da Cidade do Vaticano e Telecom Itália lançarão nesta quinta-feira, 19 de julho, o site www.vaticanstate.va cujo objetivo é ilustrar os serviços, atividades e organização do mencionado estado. Este novo site está em cinco línguas: espanhol, italiano, inglês, francês e alemão, às quais se acrescentará em breve o português; e também é composto por cinco seções: Estado e Governo, Serviços, Outras Instituições, Monumentos e Loja. Apresenta-se aqui “os órgãos do Estado, os principais monumentos com suas respectivas descrições e imagens, os horários dos serviços para o público, um percurso fotográfico pelos Jardins Vaticanos e a possibilidade de visualizar em tempo real” (por meio de 5 webcams) algumas zonas da Praça de São Pedro e arredores, como por exemplo a tumba do recordado Servo de Deus João Paulo II. Mais adiante, oferecerá também a possibilidade de comprar produtos numismáticos e filatélicos, assim como artigos realizados pelo Escritório encarregado da venda de publicações e reproduções dos Museus Vaticanos. #possibilidade #ACI #site #adiante #Itália #Vaticano #alemão
- "Igreja aprendeu a não ter medo dos meios de comunicação", diz arcebispo
Dom Orani João Tempesta, na abertura de evento sobre o tema em Belém (Brasil) BELÉM, terça-feira, 17 de julho de 2007 (ZENIT.org).- O presidente da Comissão para Comunicação da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), Dom Orani João Tempesta, afirmou que, ao longo dos anos, a Igreja «aprendeu a não ter medo dos meios de comunicação». O arcebispo de Belém (Pará, norte do Brasil) abriu essa segunda-feira o ciclo de conferências do 5º Mutirão Brasileiro de Comunicação (Muticom), que acontece até o próximo dia 20 em sua arquidiocese. Cerca de 450 pessoas participam do evento. Segundo informa a Sala de Imprensa da CNBB, Dom Orani reconheceu, no entanto, que nem sempre o uso desses meios pela Igreja foi unânime. «Houve correntes teológicas contra o uso dos meios pela Igreja. Os liturgistas também têm observações sobre as transmissões litúrgicas pela TV», disse. Para Dom Orani, a transmissão da fé através dos meios de comunicação pode ser feita de muitas maneiras, com programas sem conotação religiosa explícita, com programas mistos e com programas apenas piedosos ou questionadores. «Há uma variedade muito grande que, longe de ser contraditória, é complementar, já que nem todos conseguem fazer tudo», afirmou. Ainda segundo o arcebispo, os meios de comunicação social obrigaram a Igreja a repensar sua maneira de evangelizar. «Foi a chegada dos modernos dos meios de comunicação social que colocou a Igreja em cheque e também o proselitismo. Ela percebeu que sua presença na mídia era frágil», destacou. A presença da Igreja Católica na mídia, especialmente na TV, na opinião de Dom Orani, deu-lhe visibilidade, mas também ressaltou suas divisões. «As diferentes linhas eclesiológicas, teológicas, cristológicas ficaram mais evidentes. Precisamos saber como conviver com a diversidade». Rebatendo as críticas dos que são contra a Igreja ter seus próprios meios de comunicação, o arcebispo de Belém foi enfático, afirmando a laicidade do Estado, mas não das pessoas que o compõem. «A discussão da laicidade do Estado tem levado também a uma laicidade dos meios. O fato de sermos pessoas de fé não nos faz perder nossa cidadania. Isso não se restringe aos meios, mas também à organização social que nem sempre garante o acento de grupos religiosos nos conselhos», disse. #comunicação #DomOrani #Comissão #conferências #Orani #Belém #Igreja #cidadania #Arcebispo
- Deputado nacional propõe adoção como alternativa ao aborto na Argentina
ACI/EWTN Noticias) Alfredo Olmedo, deputado nacional pela província de Salta da Argentina, propôs uma lei de adoção para permitir às mães gestantes tentadas de abortar, dar seus filhos às famílias que desejam acolhê-los. Em meio da controvérsia pela falha da Corte Suprema que despenalizou os abortos em casos de estupro, o legislador anunciou que expôs “uma Lei de Adoção desde o ventre da mãe, para aquelas mães que estão grávidas, em vez de ter um aborto que é uma pena de morte de um nascituro (…), se anotem em um banco de dados”. “Há milhares de famílias esperando seus filhos, que os relacione uns com outros e o dia que nasça o bebê a mãe escolhe se fica com o filho ou se o dá em adoção. Se o der em adoção o que estou brigando é que a adoção seja plena no primeiro mês”, assinalou numa entrevista difundida no dia 28 de maio pelo site Generaccion.com Declarado católico, Olmedo criticou que os promotores do aborto falem de direitos humanos quando “o primeiro direito é a vida, não a morte”. Indicou que a mulher tem direitos, “mas a partir do momento que fica grávida a vida já não é mais dela, a vida é dessa criança e essa criança não tem dono”. #desejam #nasça #Aires #direitoshumanos #estou #nascituro #ter #Província #fica #pela #despenalizou #ACI #Direito #dono #der #relacione #Suprema #Argentina #controvérsia #tem #Banco #Corte #Aborto #Notícias #ewtn #seja #ventre #ao #não #adoção #falha #estão #Filho #Alfredo #odia #anunciou #uma #meio #abortar #legislador #primeiro #dia #Lei #Buenos #Olmedo #estupro #deputado #cortesuprema #brigando #bebê #Mai #Salta #anotem #com #criança #morte #mãe #escolhe #buenosaires
- Jesus filho de Davi. Mas segundo Santa Maria ou São José?
Fonte: Veritatis Splendor Os Evangelistas Mateus e Lucas apresentam duas genealogias diferentes do Messias. Parece-nos contraditórias, no entanto não são. Em Israel, os nomes das gerações eram registrados segundo a natureza ou segundo a lei. Segundo a natureza, pela sucessão das filiações naturais, assim como fazemos hoje; segundo a lei quando alguém gerava filhos sob o nome de um irmão, falecido sem filhos, pois a Lei não proibia que uma repudiada, ou viúva, desposasse um outro, assim os filhos gerados embora segundo a natureza fossem do cunhado, segundo a lei pertenciam ao defunto. Desta forma, segundo a Tradição registrada por Júlio Africano (séc III), Mateus registra a genealogia do Senhor segundo a Natureza e Lucas segundo a Lei (cf. HE I,7). De qualquer forma, tanto a genealogia segundo São Mateus quanto a segundo São Lucas apontam para São José. Parece-nos então que a descendência real de São José bastava para se provar a descendência real do Senhor. Alguns acham que o fato de Maria Santíssima ser ou não descendente de Davi, em nada impede o cumprimento do anúncio dos santos profetas na pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo, pois José era pai do Senhor por causa da Lei. Outros acham que Deus não permitiria a existência de qualquer motivo que suscitasse dúvidas quanto á origem real do Senhor. Afim de colocar um pouco de luz sobre este assunto, e se Deus o consentir, tentaremos expor uma solução para este dilema. O Casamento de Santa Maria com São José e de Santa Isabel com São Zacarias Segundo a Lei de Moisés “Todas as mulheres que possuírem um patrimônio em uma tribo israelita, tomarão marido na tribo paterna, a fim de que cada israelita conserve o patrimônio de família” (Nm 36,8) Ver também Nm 36,1-13. Assim parece-nos então que Maria Santíssima era mesmo da Tribo de Judá, como seu marido São José. No entanto, Santa Isabel, sua prima (portanto pertencia à mesma família de Maria Santíssima) era casada com São Zacarias e este provavelmente pertencia à da tribo de Levi, devido ao seu serviço do templo. Como poderia então Isabel pertencer à tribo de Judá, e conseqüentemente Maria Santíssima? Temos uma coisa a observar: A obrigação da noiva se casar na mesma tribo de seu pai, não era aplicado a todas as mulheres. Na verdade a Lei (cf. Nm 36,8), não restringe o casamento na mesma família a todas as mulheres, mas somente àquelas “que possuírem um patrimônio em uma tribo israelita“. E na verdade tanto Santa Maria quanto Santa Isabel tinham procedência muito humilde, não possuindo então herança paterna, o que as desobrigaria em contrair matrimônio com um noivo da mesma tribo. E isto explica o fato de duas primas terem se casado com homens de tribos distintas. No entanto Davi que pertencia à tribo de Judá tomou como esposa Micol (cf. I Sam 18,27; 19,11) filha do Rei Saul que pertencia à tribo de Benjamim (cf.I m 9,16; 10,20-21). Ora, Micol era filha do Rei, portanto possuía herança paterna, como pôde então receber por noivo um homem da tribo de Judá? A Lei foi dada sobre o Magistério de Moisés e continuou a ser observada durante o Magistério de Josué, seu sucessor. O tempo dos Juízes tem início com a morte de Josué (cf. Jz 2,6-10.16) e ao longo de toda sua duração a prática da Lei foi sendo esquecida (cf. Jz 2,11-23; 21,25). Sabemos que Saul foi rei de Israel logo após o tempo dos Juízes, portanto, numa época e que a observância da Lei não estava latente. Além disto, não podemos nos esquecer que Saul deu sua filha em casamento a Davi, para que através dela pudesse matá-lo (cf. I Sm 18,21). Sanamos nossa dúvida? Ainda não. Continuemos então buscando as respostas. Uma pista não canônica O proto-Evangelho de Tiago Menor, Apóstolo e Bispo de Jerusalém parece irradiar os primeiros raios de luz sobre a questão. Estudando a obra encontramos o seguinte trecho: “Os sacerdotes se reuniram e decidiram fazer um véu para o Templo do Senhor. O sacerdote disse: ‘Chama as moças imaculadas da Tribo de Davi’. Os ministros saíram e após procurarem, encontraram sete virgens. Então o sacerdote recordou-se de Maria [Mãe do Senhor ainda com a idade de 12 anos] e os mensageiros a buscaram” (proto-Evangelho de Tiago 10,1). O proto-Evangelho de Tiago, embora não seja considerado canônico, foi recebido entre os primeiros cristãos como documento histórico. Conforme o trecho acima, a ordem do sacerdote (provavelmente o Sumo Sacerdote) para trazer moças da tribo de Davi (portanto, da tribo de Judá), nos indica ser Maria Santíssima descendente de Davi. Se Maria Santíssima não pertencesse a tal tribo, o sacerdote não haveria se lembrado dela, como nos testemunha o trecho “Então o sacerdote recordou-se de Maria e os mensageiros a buscaram“. O que diz a Sagrada Escritura? Na genealogia de Mateus (que é segundo a natureza), São José é descendente de Jeconias, filho do Rei Joaquim. No entanto o Senhor promete que não levantará Rei em Israel que descenda deles. Sobre a descendência de Jeconias: “Pela minha vida! – oráculo do Senhor, ainda que Jeconias, filho de Joaquim, rei de Judá, fosse um anel em minha mão direita, eu o arrancaria! Entregar-te-ei aos que procuram sua vida, àqueles que temes, a Nabucodonosor, rei de Babilônia, e aos caldeus” (Jr 22,24-25). Ainda diz o profeta: “Inscrevei este homem como não tendo filhos, entre aqueles que coisa alguma lograram colher em vida! Pois que ninguém de sua raça conseguirá ocupar o trono de Davi e reinar em Judá” (Jr 22,30). Sobre a descendência de Joaquim: “Pois bem, eis o que diz o Senhor a respeito de Joaquim, rei de Judá: Nenhum de seus descendentes ocupará o trono de Davi. Ficará seu cadáver exposto ao calor do dia e ao frio da noite” (Jr 36,30). Assim a herança real do Salvador de forma alguma tem origem em José, mas sim em Maria; visto que o Senhor prometeu jamais colocar no trono de Davi algum descendente de Joaquim ou Jeconias, ambos progenitores de São José. Assim, fica excluída qualquer herança real através de São José e patente a herança real através de Maria Santíssima. Conclusão Por isso foi anunciado que o Salvador nasceria da Virgem, sem a obra do homem, excluindo qualquer contribuição de São José na economia divina. O Herdeiro não fruto da geração condenada de São José, mas do milagre realizado no seio da Virgem Santíssima. Não foi sem motivo que Mateus, ao escrever sobre a origem do Salvador, após anunciar a imensa lista de progenitores nos relatou: “Jacó gerou José, esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado Cristo” (Mt 1,16). Veja, Mateus na expressão “Maria, da qual nasceu Jesus” expressa aí o mistério do nascimento virginal, mostrando que o Messias seria herdeiro do Trono de Davi, não segundo José, mas segundo Maria. Podemos então afirmar com toda certeza que Maria, a Mãe de Nosso Deus era realmente descendente de Davi e por conseguinte pertencia à tribo de Judá. E, que Nosso Salvador é Filho de Davi, mas segundo a genealogia de Maria Santíssima. #SãoLucas #expor #JesusCristo #Senhor #SãoMateus #acham #dilema #defunto #eram #consentir #casamento #Profetas #VeritatisSplendor #SantaIsabel #Davi #genealogia #natureza #descente #SantaMaria #Zacarias
- Bento XVI: O mundo necessita da oração
ACI/EWTN Noticias) O Papa Bento XVI afirmou hoje no Vaticano que o mundo está necessitado de oração, para o qual importante e necessário homens e mulheres “que sintam a atração do Céu em suas vidas, que façam do louvor ao Senhor um estilo de vida nova”. Ao receber a um numeroso grupo de membros da Renovação no Espírito Santo na Praça de São Pedro, pelo 40º aniversário de fundação na Itália, o Papa exortou os membros deste grupo a ser cristãos contentes, que não se cansem de dirigir-se ao céu em oração. Bento XVI indicou que “na sociedade atual vivemos uma situação em certo modo precária, caracterizada pela insegurança e pelo caráter fragmentário das escolhas. Com freqüência faltam pontos de referência válidos que inspirem a nossa própria existência”. “Portanto, faz-se cada vez mais importante construir o edifício da vida e o conjunto das relações sociais sobre a rocha estável da Palavra de Deus, deixando-se guiar pelo Magistério da Igreja”. O Papa remarcou que na atualidade, os fiéis também estão chamados a dar “um convencido, sincero e acreditável testemunho de fé, estreitamente unido ao empenho da caridade”. “Mediante a caridade, também pessoas longínquas ou indiferentes à Mensagem do Evangelho conseguem aproximar-se da verdade e converter-se ao amor misericordioso do Pai celestial”. O Santo Padre exortou os presentes a continuarem testemunhando em suas vidas “a alegria da fé em Cristo, a beleza de ser discípulos de Jesus, o poder do amor que brota do seu Evangelho na história, assim como a incomparável graça que cada fiel pode experimentar na Igreja com a prática santificadora dos Sacramentos e o exercício humilde e desinteressado dos carismas”. Estes carismas, precisou Bento XVI, “devem ser utilizados sempre para o bem comum”. “Não cedam à tentação da mediocridade e da rotina! Cultivem no ânimo desejos altos e generosos! Façam seus os pensamentos, os sentimentos e as ações de Jesus”, exclamou! #Praça #sintam #atração #qual #Evangelho #PapaBentoXVI #certo #Deus #Sacramentos #pela #ACI #cedam #carismas #Louvor #atual #situação #Senhor #também #fundação #XVI #Espírito #Notícias #Pedro #exortou #numeroso #ewtn #Itália #São #aniversário #Santo #não #caridade #deste #SãoPedro #afirmou #pelo #oração #sociedade #precária #uma #está #hoje #omundo #receber #Igreja #desejos #Vaticano #rotina #necessário #alegria #cansem #nova #céu #Mai #necessitado #com #Jesus #Renovação #assim #estes #façam #Bento #Indicou
- Rezar a Deus Pai nos ensina a verdadeira noção de paternidade
Por Massimo Introvigne CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 24 de maio de 2012 (ZENIT.org) – Na audiência geral do 23 de maio, Bento XVI continuou na sua “escola de oração”, dedicada a São Paulo. Na semana passada, o Papa tinha mostrado como São Paulo nos ensina a deixar-nos guiar pelo Espírito Santo na oração. Esta semana o Papa insiste sobre a forma como o Espírito Santo, por sua vez, nos leva a dirigir-nos ao Pai como tinha feito Jesus no Getsêmani: “Abbá! Pai! Tudo é possível para vós: afasta de mim este cálice! No entanto, não se faça a minha vontade, mas a vossa”(Mc 14,36). E a catequese se transforma assim em ocasião para algumas reflexões profundas sobre um conceito em crise hoje, o da paternidade. A referência a Deus como Pai, que ressoa no Pai Nosso, aparece também em dois textos de São Paulo. A primeira tirada da Carta aos Gálatas: ” A prova de que sois filhos é que Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai!” “(Gl 4,6). A segunda, tirada da Epístola aos Romanos: “Porquanto não recebestes um espírito de escravidão para viverdes ainda no temor, mas recebestes o espírito de adoção pelo qual clamamos: Aba! Pai! (Rm 8,15). Depois de ter observado mais uma vez que “o cristianismo não é uma religião do medo, mas da confiança e de amor ao Pai que nos ama”, Bento XVI explicou que em ambas as passagens São Paulo refere-se à uma nossa “relação filial análoga àquela de Jesus” com Deus Pai. Obviamente, “diferente é a origem, diferente é a espessura: Jesus é o Filho eterno de Deus que se fez carne, nós, ao contrário, nos tornamos filhos Nele, no tempo, por meio da fé e dos Sacramentos do Batismo e da Confirmação”. Na Carta aos Efésios o mesmo São Paulo nos assegura que Deus, em Cristo, “nos escolheu nele antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis, diante de seus olhos. No seu amor nos predestinou para sermos adotados como filhos seus por Jesus Cristo” (Ef 1,4). O Papa lamenta – e não é a primeira vez – a nossa perda da capacidade de maravilhar-nos diante do mistério da paternidade de Deus. “Talvez o homem de hoje não perceba a beleza, a grandeza e a consolação profunda contida na palavra “pai” com a qual nos podemos dirigir a Deus na oração”. Mas isto, hoje, tem também uma possível explicação psicológica e sociológica: “a figura paterna muitas vezes hoje não está suficientemente presente, também muitas vezes não é suficientemente positiva na vida cotidiana. A ausência do pai, o problema de um pai não presente na vida da criança é um grande problema do nosso tempo, por isso se torna difícil entender na sua profundidade o que significa dizer que Deus é Pai para nós”. Mas nada está definitivamente perdido. Do ensinamento de Jesus sobre a paternidade de Deus podemos aprender muito sobre o papel humano do pai. “Críticos da religião disseram que falar do” Pai”, de Deus, seria uma projeção celeste dos nossos pais. Mas é verdade o contrário: no Evangelho, Cristo nos mostra quem é o pai e como é um verdadeiro pai, de tal forma que podemos intuir a verdadeira paternidade, aprender também a verdadeira paternidade”. Devemos, portanto, “deixar aquecer o nosso coração” a partir desta noção da paternidade que Jesus nos ensina, e que tem duas dimensões: a criação e a adoção. Primeiramente, Deus é nosso Pai, porque é nosso Criador. “Cada um de nós, cada homem e cada mulher é um milagre de Deus, é querido por Ele e é conhecido pessoalmente por Ele”: “para Ele não somos seres anônimos, impessoais, mas temos um nome”. “As suas mãos me formaram”, diz o salmista (Sl 119, 73), com uma imagem que o papa afirma amar especialmente. Depois, há o segundo elemento, a adoção, com a qual Jesus “nos acolhe na sua humanidade e no seu mesmo ser Filho, assim também nós podemos entrar na sua específica pertença a Deus”. Também aqui trata-se de analogia, não de identidade: “o nosso ser filhos de Deus não tem a plenitude de Jesus: nós devemos tornar-nos sempre mais, ao longo do caminho de toda a nossa existência cristã, crescendo na sequela de Cristo, na comunhão com ele para entrar sempre mais intimamente na relação de amor com Deus Pai, que sustenta a nossa vida”. Mas nem sequer se trata de uma simples metáfora. “Nós realmente entramos além da criação na adoção com Jesus; estamos realmente unidos em Deus e filhos de um novo modo, numa nova dimensão”. Voltemos às duas passagens de São Paulo, e notemos que têm “um tom diferente”. Na carta aos Gálatas São Paulo afirma que o Espírito grita em nós “Aba!, Pai “. Na Epístola aos Romanos nos diz ao contrário que somos nós que gritamos “Aba!, Pai “. Aqui o Apóstolo “quer nos fazer entender que a oração cristã nunca é, nunca acontece numa só direçao de nós para Deus, não é só um “agir nosso”, mas é expressão de uma relação recíproca na qual Deus age primeiro: é o Espírito Santo que grita em nós, e nós podemos gritar porque o impulso vem do Espírito Santo”. Dito em termos que lembram Santo Agostinho – que é sempre um ponto de referência de Bento XVI – nós “não poderíamos rezar se não estivesse escrito na profundidade do nosso coração o desejo de Deus, o ser filhos de Deus. Desde quando existe, o homo sapiens está sempre em busca de Deus, busca falar com Deus, porque Deus escreveu a si mesmo nos nossos corações”. A primeira iniciativa na oração vem sempre de Deus, e “a sua presença abre a nossa oração e a nossa vida, abre os horizontes da Trindade e da Igreja”. Um segundo aspecto muito importante é que “a oração do Espírito de Cristo em nós e a nossa Nele, não é somente um ato individual, mas um ato de toda a Igreja”. Não somente “quando nos dirigimos ao Pai no nosso quarto interior, no silêncio e no recolhimento, nunca estamos sozinhos”, mas não estamos inventando um relacionamento com Deus, mais ou menos fantasioso. Ao contrário, “estamos na grande oração da Igreja, fazemos parte de uma grande sinfonia que a comunidade cristã espalhada em todas as partes da terra e em todos os tempos eleva a Deus; é verdade, os músicos e os instrumentos são diferentes – e isso é um elemento de riqueza -, mas a melodia de louvor é única e em harmonia”. São Paulo mesmo o explica aos cristão de Corinto: “Há diversidade de dons, mas um só Espírito. Os ministérios são diversos, mas um só é o Senhor. Há também diversas operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos.” (1 Cor 12, 4-6). É tudo “um único grande mosaico da família de Deus, onde cada um tem um lugar e um papel importante, em profunda unidade com o todo”. Um terceiro aspecto é que a nossa oração “Abba!, Pai!” sempre acontece em união “também com Maria, a Mãe do Filho de Deus. A realização da plenitude dos tempos, da qual São Paulo fala em Gálatas (cf. 4 , 4), acontece no momento do “sim” de Maria, da sua adesão plena à vontade de Deus: ‘Eis aqui a serva do Senhor’” (Lc 1, 38). Só então é realmente possível que “a nossa oração troque, converta constantemente o nosso pensar, o nosso agir para torná-lo sempre mais conforme àquele do Filho Unigênito, Jesus Cristo”. [Tradução Thácio Siqueira] #rm8 #quartafeira #temor #Deus #ter #tinha #Cristianismo #vossa #minhavontade #gl #quintafeira #mc14 #aba #PaiNosso #zenit #feito #BentoXVI #demaio #massimo #refere
- Wikatolica – Sua enciclopédia católica livre
“O objetivo é proporcionar aos católicos brasileiros informações confiáveis e autorizadas, sobre a riqueza da doutrina e da teologia católicas. Além é claro, a vida dos santos e seus exemplos de luta e vitória” – explica Alessandro Lima. Como é uma enciclopédia livre, aos moldes da Wikipedia, qualquer pessoa pode colaborar com a confecção e desenvolvimento do conteúdo, porém, somente usuários registrados poderão participar do projeto. “A política de registro de colaboradores é fundamental para evitar alguns problemas pelos quais passa a Wikipedia, como o vandalismo de conteúdo e a guerra de edições. A sugestão foi do meu irmão e sempre parceiro em Cristo, Carlos Martins Nabeto”, continua Alessandro Lima. Na própria home da Wikatolica, há links para páginas com instruções de como você pode começar a colaborar com o projeto, como as páginas “Como começar” e “Guia”. Ainda Alessandro: “Este ano o Veritatis Splendor completa dez anos. Foram anos de muito trabalho passando informações confiáveis e formando melhor os fiéis católicos. Agora, eu espero que nossos leitores possam contruibuir com o conhecimento que adquiriram conosco ou com as fontes que indicamos, possibilitando que outras pessoas tenham acesso à informação e à uma boa formação totalmente gratuitos”. O endereço de Wikatolica é http://wikatolica.com.br. #confecção #Wikipedia #além #Senhora #passa #combr #Wikatolica #boa #Escritos #Diretor #Nossa #quais #poderão #Católico #conteúdo #Irmão #sempre #Fátima #livre #estudioso #riqueza #Apostolado #moldes #sua #pode #desenvolvimento #Doutrina #último #luta #carlosmartins #Lima #sugestão #ano #registro #meu #claro #pessoa #Catolica #foi #começar #teologia #vitória #uma #Alessandro #VeritatisSplendor #política #qualquer #fundador #dia #somente #Enciclopédia #lançou #neste #nosso #porém #projeto #com #Patrísticos #vandalismo #apologista
- O convívio entre os santos
Fonte: GaudiumPress “É pelo amor entre Vós que o mundo conhecerá que sois meus discípulos”. Este axioma precioso e verdadeiro tem sido confirmado ao longo dos 2000 anos da história da Igreja de várias maneiras; por exemplo, através do comportamento dos santos, que são os modelos propostos pela sabedoria da Esposa Mística de Cristo para nossa própria vida. Com o espírito colocado nesse ponto luminoso da doutrina pregada por Nosso Senhor Jesus Cristo, consideremos alguns fatos da vida dos santos. Já de início toda a nova doutrina e consequente modo de viver ensinado pelo Divino Mestre no que diz respeito ao relacionamento humano, transforma profundamente a mentalidade do mundo antigo. Que deus da antiguidade chamava seus adoradores de amigos? Ao contrário, os deuses pagãos sempre eram concebidos pelos seus seguidores como seres prepotentes, egoístas e que muitas vezes padeciam das mesmas e diversas paixões desregradas do ser humano, tendo com seus seguidores um trato rude, exigindo-lhes sacrifícios de sangue. Quando Nosso Senhor Jesus Cristo apareceu sobre a terra foi tal a transformação que o mundo sofreu, que, até hoje, se torna difícil fazer uma idéia de como era o mundo antes dEle. Só Ele, o verdadeiro Deus, é que pôde dizer: “Não mais vos chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas chamo-vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai.” Dando o exemplo mais sublime que se poderia dar, o de um Deus que ama os seus adoradores a ponto de torná-los seus amigos e até irmãos, dar sua própria Mãe para que fosse também Mãe de cada um deles, e até dar sua vida pelos seus adoradores, era compreensível e aceitável que Ele recomendasse como norma de conduta: “Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei.” Esse exemplo divino foi seguido com toda a integridade e brilho por Maria Santíssima. Os evangelistas foram muito comedidos em comentar sua vida, mas sabe-se que a visita a Santa Isabel foi um refulgir do amor de Deus que transbordou do coração de Maria. A intervenção preocupada dEla nas bodas de Caná, livrando os noivos de uma dificuldade, e muitos outros atos de amor ao próximo que terão sido praticados por Ela e dos quais só na eternidade teremos conhecimento, constituem as pegadas douradas deixadas por Ela sobre as de Seu Divino Filho. Felizmente para nossa edificação, a vida de muitos outros santos que seguiram os passos do Jesus Cristo Nosso Senhor é conhecida em detalhes. Por exemplo, a vida de São Francisco de Assis. Conta-se no “Fioretti”, livro com muitos fatinhos da vida do Poverello, que estando ele no início da obra para a qual Deus o havia chamado, chorava tanto durante a oração – por pura compaixão ao considerar os sofrimentos do Divino Redentor – e esta era tão prolongada que, em consequência, ficou quase cego. E um dia foi distrair-se com o irmão Bernardo, seu primeiro discípulo. Chegado ao local onde este costumava orar, chamou-o por três vezes, sem obter resposta. Um pouco abatido, porque considerou que o Irmão não queria falar-lhe, retirou-se. Estando a caminho de volta, o Senhor lhe revelou que o Ir. Bernardo estava, naquele momento, em alta contemplação conversando com Deus, e que, por isso, não o havia ouvido. S. Francisco voltou então e chamando o Ir. Bernardo confessou humildemente que havia pensado mal dele, pedindo-lhe perdão. Por seu lado, a admiração que este discípulo manifestava por seu fundador era tão grande que ele nem queria ouvir o pedido de perdão. Mas S. Francisco, radicalmente, ordena-lhe em nome da santa obediência, que, por aquele mal pensamento, o Irmão Bernardo pisasse por três vezes sobre seu pescoço e sua boca dizendo: “Aguenta aí, vilão, filho de Pedro Bernardone, de onde te vem tanta soberba, sendo a mais vil das criaturas?” Obedecendo da maneira mais delicada possível o Ir. Bernardo executa a ordem. A seguir pede ele a S. Francisco que, por caridade, lhe prometesse algo: que sempre que estivessem juntos o repreendesse e corrigisse asperamente por seus defeitos. S. Francisco, que o tinha por homem muito virtuoso e santo, daí em diante passou a falar com ele o mínimo possível, porque não queria corrigir aquele a quem considerava maior e mais santo que si. Um outro fato muito edificante deu-se entre S. Francisco e Santa Clara. É fato muito conhecido que ela foi atraída à vida religiosa por ele e renunciou a uma situação cômoda no meio das riquezas, para abraçar a vocação franciscana. Apesar de ter sempre palestras e reuniões com S. Francisco para que ficar bem formada no espírito da Ordem, ela manifestava o desejo de, um dia, partilhar uma refeição com seu pai espiritual. Ele, por sua vez, por temor de dar-se a si mesmo esse deleite, sempre o negava. Seus irmãos e discípulos intecederam a favor dela e instaram que atendesse o pedido da pobre dama, uma vez que ela tinha renunciado a tudo por amor a Deus e era tão santa. S. Francisco, muito cordato, concordou: “Parece-vos que devo concordar? Se vos parece que sim, também a mim parece.” Convidou-a então a almoçar com ele em Santa Maria dos Anjos, a igreja onde ela havia feito seus votos e onde tinha cortado seus cabelos, símbolo de sua entrega total a Deus. No dia combinado, lá foi ela felicíssima, acompanhada de uma irmã. A pobre refeição foi servida, sentando-se à mesa S. Francisco e Santa Clara, sua irmã e um outro frade. Todos os demais frades da comunidade se aproximaram da mesa para acompanhar a refeição. Tão logo os comensais começaram a falar das coisas de Deus com suavidade, alegria e elevação, eles mesmos e todos os que assistiam foram tomados pela abundância da graça divina e ficaram extasiados em Deus. As pessoas de longe perceberam que a casa e o bosque ao lado pareciam arder em chamas e muitos ali acorreram, temendo que fosse um incêndio. Nada, porém, encontraram que justificasse tanta luz, apenas um conjunto de santos que, com fisionomias alegres e embevecidas, se entretinham num êxtase comum e com isso glorificavam o Senhor. A consideração desses singelos episódios não nos trazem alívio e consolação? São manifestações de personalidades inocentes, despretensiosas, tão distantes das preocupações do mundo, que já vivem a atmosfera do céu. Rir-se-á, talvez, algum incrédulo materialista, dizendo: “Quimeras! O mundo não é isso! É preciso trabalhar, ganhar dinheiro, progredir!” E de dentro do quadro medieval, um dos castos personagens poderia lhe perguntar: “Mas, a que preço?” E, se por um segundo o materialista tivesse a consciência reta, resmungaria: “Ao preço de uma escravidão às paixões e vícios por toda a vida, e depois uma eternidade desgraçada, de escravidão ao demônio.” Por Ângela Tomé. #longo #dele #COMPORTAMENTO #Deus #Ele #Nossa #pela #JesusCristo #Senhor #nesse #Palestra #fatos #Amã #antigo #dos2000 #ponto #norma #omundo #foram #DeCristo #nosso
- A Igreja Católica proibiu a leitura da Bíblia?
Fonte: Apoologistas Católicos É praxe da apologética desonesta protestante, se valer de fatos históricos distorcidos e adulterados, no intuito de angariar alguma prova que incrimine a Igreja Católica de algo. Não é diferente em relação as Sagradas Escrituras, eles se valem de contextos históricos determinados pra dizer que a Igreja Católica proibiu a leitura da Bíblia. Não há nada mais estúpido do que pensar que algum dia a Igreja já tenha proibido a leitura da bíblia por algum motivo, logo ela que preservou os textos Sagrados até os dias de hoje para que os mesmos protestantes que hoje a carregam debaixo do “suvaco”, venham acusá-la descaradamente. A Igreja sempre estimou as Sagradas Escrituras como fonte de fé e a reserva um lugar especiacialíssimo. A leitura pública da Bíblia sempre foi usada nas celebrações e nos Sacramentos, especialmente na Missa, tudo na vida da Igreja é voltado para as Sagradas Escrituras juntamente com a Sagrada Tradição, essas duas juntas, formam toda a fonte de fé revelada da Igreja. O cuidado na leitura da Bíblia Em determinadas circunstancias históricas as autoridades eclesiásticas tiveram que a vigiar sobre o uso da Bíblia, especialmente na Idade Média. A heresias dos Cátaros ou Albigenses, que abusavam da Bíblia, obrigou os padres dos concílios regionais de Tolosa (1229) e Tarragona (1234) a proibir provisoriamente aos cristãos a leitura da bíblia, para não serem enganados. Mas isso duro muito pouco tempo e se restringiu a leituras de textos vernáculos que não tivessem aprovações eclesiásticas. O católico deve estar atento que estes dois concílios são os dois principais usados pelos hereges para dizer que a Igreja proibiu a leitura da bíblia. Devemos ter em mente que estes dois concílios são regionais, logo não tem efeito sobre toda a Igreja e se restringiram as regiões onde foram realizados, ou seja, a leitura na lingua vernácula não foi permitida somente onde estava se propagando a heresia dos cátaros. Pra refutar esta idéia protestante, vamos a alguns testemunhos de alguns autores protestantes, portanto acima de qualquer suspeita, que derrubam esta falsa tese criada pelo próprio protestatismo: “O Catolicismo Romano tem um grande respeito pela Escritura como fonte de conhecimento. . . Na verdade, as declarações oficiais da Igreja Católica Romana sobre a inspiração e inerrância das Escrituras satisfariam o mais rigoroso fundamentalista protestante.” [1] “Nunca houve um momento na história da Igreja ocidental durante a Idade ‘negra’ ou ‘Média’, que as Escrituras fossem oficialmente rebaixadas. Pelo contrário, eles foram consideradas infalíveis e inerrantes, e foram mantidas na mais alta honra.” [2] “Da mesma forma que os papas, Concílios, teólogos, sempre recorreram ao argumento bíblico como o realmente fundamental, a prática dos grandes escritores espirituais de todas as épocas atesta o carácter plenamente tradicional de uma devoção baseada na Bíblia. . . O mesmo aconteceu com os grandes mestres da Idade Média. . . Não só eles conheceram a Bíblia, e fizeram uso abundante dela, mas eles se guiaram nela como em um mundo espiritual que formou o universo habitual de todos os seus pensamentos e sentimentos. Para eles, não era simplesmente uma fonte, entre outras, mas a fonte por excelência, em um sentido único. . . Não só com a aprovação da hierarquia, mas pela insistência positiva e enfática do próprio Papa, houve um retorno geral ao estudo minucioso das Escrituras, que foi restaurada, não só como base, mas como a fonte, de todos os ensinamentos da teologia.” [3] Caso isso não fosse verdade, qual o interesse desses protestantes em mostrar que a Igreja sempre estimou e sempre insetivou o estudo das Sagradas Escrituras? Mais uma vez mostramos protestantes refutando as próprias mentiras protestantes. Em 1408 o sínodo regional de Oxford, por causa dos erros de J. Wicleff, proibiu as edições da S. Escritura que não tivesse aprovação eclesiástica por que os hereges estavam novamente deturpavam o texto sagrado. Fica claro que a Igreja não proibiu a leitura da bíblia, mas a leitura de edições deturpadas da bíblia, como faz ainda hoje. Já postamos algumas matérias aqui no site que podem ser lidas aqui (Sola Scriptura Adulterada), onde mostramos as várias deturpações que ocorrem nas edições protestantes. Se hoje com todas as fontes de informações, facilidades de várias versões, os textos gregos amplamente divulgados, já acontecem essas adulterações e deturpações, imagine em um tempo onde pouquíssimos sabiam ler e poucos ainda sabiam traduzir um texto. Não foi corretíssima essa atitude dos bispos no intuito de preservar os fiéis dessas aberrações? Estas medidas nunca visaram impedir a propagação das Sagradas Escrituras. Por exemplo, na Alemanha, o primeiro livro a ser impresso da História foi uma Bíblia, que foi impressa por Gutenberg, e foi a bíblia em 2 volumes (1453-1456). Até 1477 saíram cinco edições da bíblia em alemão; de 1477 à 1522 houve nove edições novas (sete em Ausburgo, uma em Nurenberg e uma em Estrasburgo); de 1470 a 1520 apareceram 100 edições de “plenários”, ou seja, livros que continham as epistolas e os evangelhos de cada domingo. Isto mostra de forma claríssima como a Igreja estava longe de querer, a proibição da leitura da bíblia. Na Itália, houve mais de 40 edições da Bíblia antes da primeira versão protestante aparecer, começando em Veneza em 1471 e 25 delas foram traduzidas em italiano antes de 1500, com a autorização expressa de Roma. Na França haviam 18 edições antes de 1547, a primeira foi impressa em 1478. A Espanha começou a publicar edições no mesmo ano, e emitiu Bíblias com a plena aprovação da Inquisição espanhola (é claro que dificilmente se pode esperar que os protestantes acreditem nisto). Na Hungria, até o ano de 1456, na Boêmia no ano de 1478, na Flandres antes de 1500, e em outras terras, sobre a jurisdiçào de Roma, sabemos que as edições das Sagradas Escrituras tinha sido dadas largamente ao povo. Em suma de 626 edições da Bíblia, 198 eram em lingua vernácula, e haviam sido emitidas a partir da invensão imprensa, com a sanção e aprovação da Igreja, nos países onde ela reinou suprema, antes da primeira versão protestante das Escrituras sonhar em ser traduzida. O que, então, torna-se uma ilusão patética, as argumentações protestantes de que o herege Lutero proporcionou alguma coisa para o mundo em relação a bíblia. (GRAHAM, 1939) No século XVI, quando Lutero e os seus discípulos fizeram da Escritura a “única fonte de fé”, donde manipulavam e retiravam suas inovações doutrinárias, os bispos da Igreja Católica novamente foram obrigados a tomar medidas necessárias para que o povo católico não fosse enganado pelas novas edições da Bíblia protestante. Por exemplo, Lutero quando traduziu a Bíblia para o Alemão, acrescentou várias palavras que não se encontravam no original grego como em Romanos 3, 28, em que ele diz que o “homem é justificado somente pela fé”: a palavra somente não se encontra no original grego. Esta palavra foi acrescentada para fundamentar os seus delírios e sua incompreensão da obra salvifíca divinda, alterando assim a Palavra de Deus. O texto grego nos mostra: Λογιζόμεθα οὖν πίστει δικαιοῦσθαι ἄνθρωπον (Rom 3, 28) Em nenhum lugar vemos a palavra somente, que no grego seria μόνον, presente no texto. De fato o homem é justificado pela fé, mas não somente por ela, São Tiago vem nos mostrar que as boas obras também nos justificam: “Vedes então que o homem é justificado pelas obras, e não somente pela fé.” (Tiago 2, 24) A bíblia refuta sumariamente a tradução falsificada de Lutero, bem como a sua doutrina de Justificação somente por fé. Esta mesma passagem de Tiago, levou Lutero rejeitar também este livro por ser incompatível com sua doutrina, assim como ele fez com vários outros livros ao seu bel prazer. Isto obrigou a Igreja Católica a restringir o uso das versões bíblicas vernáculas não autorizadas. Por isso, o Papa Pio IV, em 24 de Março de 1564, a bula “Dominici grecis” (Regra 4ª), determinou que o uso de traduções vernáculas da Sagrada Escritura ficava reservado aos fiéis a juízo do respectivo bispo ou de algum oficial com o proveito, para a sua fé e piedade. Em Portugal, os reis católicos, fiéis à Igreja, já haviam antecipadamente tomado essas medidas. (AQUINO, 2009) As restrições eram apenas para as traduções vernáculas, ficando o texto latino da vulgata de uso livre para todos os fiéis. Não há dúvida, no século XVI, período de confusão religiosa e de inovações protestantes, mais ou menos subjetivas, a leitura da bíblia podia construir perigo para os fiéis não preparados. Após esta fase, os Papas voltaram a estimular a leitura da Bíblia. Pio VI (1775-1799) escreveu ao arcebispo A. Martini, editor de um tradução italiana do texto bíblico, numa época em que os católicos ainda hesitavam sobre a oportunidade de tal obra: “Vossa excelência procede muito bem recomendando vivamente à leitura dos Livros Sagrados, pois são fontes particularmente ricas, às quais cada um deve ter acesso. ” São Pio X (1903-1914) em carta ao cardeal Casseta declarou : “Nós, que tudo queremos instaurar em Cristo, desejamos com o máximo ardor que nossos filhos tomem o costume de ler os Evangelhos, não dizemos freqüentemente, mas todos os dias, pois é principalmente por este livro que se aprende como tudo pode e deve ser instaurado no Cristo… O desejo universalmente esparso de ler o Evangelho, provocado por vosso zelo, deve ser secundado por Vós, na medida em que se aumentar o número dos respectivos exemplares. E Oxalá jamais sejam propalados sem sucesso! Tudo isso será útil para dissipar a opinião de que a Igreja se opõe à leitura da Escritura Sagrada em língua vernácula ou lhe suscita alguma dificuldade” (Revista PR, Nº 11, Ano 1958, Página 452). Muitas outras citações poderiam ser paqui colocadas. Se o leitor desejar mais algumas provas é convidado a ler o documento do Vaticano II “Revelação Divina”, e as encíclicas papais de Leão XIII (1878-1903): “Sobre o estudo da Sagrada Escritura” (Providentissimus Deus – 1893), e Pio XII (1939-1958): “Promoção de Estudos Bíblicos” (Divino afflante Spiritu – 1943). Estes são encontrados às vezes no início de Bíblias católicas, e pode ser facilmente localizados na internet e no site Oficial do Vaticano. BIBLIOGRAFIA [1] BROWN, Robert McAfee, The Spirit of Protestantism, Oxford: Oxford Univ. Press, 1961, 172-173 [2] TOON, Peter, Protestants and Catholics, Ann Arbor, MI: Servant Books, 1983, 39) [3] BOUYER, Louis, The Spirit and Forms of Protestantism, translated by A.V. Littledale, London: Harvill Press, 1956, 164-165 GRAHAM, Henry G. Where We Got the Bible, St. Louis: B. Herder, revised edition: 1939. ARMSTRONG, Dave. Was the Catholic Church an Avowed Enemy of Scripture in the Middle Ages (or at any other time)? Disponível em : < http://socrates58.blogspot.com.br/2006/08/was-catholic-church-avowed-enemy-of.html> . Acesso em 23/04/2012. AQUINO, Felipe. Ciência e Fé em Harmonia. São Paulo: Editora Cleofas, 2009. PARA CITAR RODRIGUES, Rafael. A Igreja católica proibiu a leitura da Bíblia? Disponível em . Desde 23/04/2012 #pra #bibliasagrada #serem #usada #Isso #ter #SagradasEscrituras #bíbliavivaonline #aos #foi #albigenses #Tempo #NovoTestamento #somente #tudo #motivo #Missa #estes
- Bento XVI: A ciência que se afasta de Deus está envenenada pela vaidade
ACI/EWTN Noticias) Durante a segunda etapa de sua visita pastoral à Toscana, o Papa Bento XVI recordou ontem, 13, que a ciência que se afasta de Deus, está envenenada pela vaidade e é incapaz de admirar a criação do Senhor. Ao deslocar-se ao Santuário de La Verna para um encontro com a Comunidade dos Frades Menores Franciscanos e as Religiosas Clarissas, Bento XVI explicou que “precisamente, a humildade é a porta de toda virtude”, e com efeito, “com o orgulho intelectual da investigação encerrada em si mesmo não é possível alcançar Deus”. “Que não creia (o homem), que lhe basta a leitura sem unção, a especulação sem devoção, a investigação sem admiração, a consideração sem exultação, a indústria sem piedade, a ciência sem caridade, a inteligência sem humildade, o estudo sem a graça divina, o espelho sem a sabedoria divinamente inspirada”, disse o Santo Padre, recordando as palavras do Doutor de São Boaventura. Bento XVI indicou que “só deixando-se iluminar pela luz do amor de Deus, o homem e a natureza inteira podem ser resgatados, e a beleza pode finalmente refletir o esplendor do rosto de Cristo como a lua reflete o sol”. Além disso, inspirado por São Francisco de Assis, o Papa assinalou que “não basta declarar-se cristão para ser cristão, nem procurar simplesmente cumprir as obras do bem. Mas é necessário conformar-se com Jesus, com um lento e progressivo compromisso de transformação do próprio ser, a imagem do Senhor, para que pela graça divina, cada membro do Corpo d’Ele que é a Igreja, mostre a necessária semelhança com a Cabeça, Cristo Senhor”. O Santo Padre animou os religiosos a “fazerem uma ponte entre Deus e o homem”, e recordou que a vida consagrada “tem a tarefa específica de testemunhar com a palavra e o exemplo de uma vida, segundo os conselhos evangélicos, a fascinante historia de amor entre Deus e a humanidade que atravessa a história”. “O amor de Deus e do próximo continua animando a preciosa obra dos franciscanos em sua comunidade eclesiástica. A profissão dos conselhos evangélicos é um caminho mestre para viver a caridade de Cristo. E neste lugar abençoado, peço ao Senhor que siga enviando novos trabalhadores à sua vinha”. Bento XVI convidou especialmente os jovens a escutarem o Senhor, “para que quem for chamado por Deus responda com generosidade e tenha a coragem de dar-se na vida consagrada e no sacerdócio ministerial”. O Santo Padre ressaltou a contemplação da cruz como caminho para a santidade, e neste sentido, indicou que “a cruz gloriosa de Cristo reassume o sofrimento do mundo, mas sobre tudo é sinal tangível do amor, e medida da bondade de Deus para o homem”. “Também nós estamos chamados a recuperar a dimensão sobrenatural da vida, a elevar os olhos daquilo que é circunstancial para voltar a confiar-nos completamente ao Senhor, com o coração livre e em perfeita alegria, contemplando o Crucifixo para que nos fira com seu amor”. Bento XVI se uniu na oração de todos os franciscanos e convidou aos religiosos à contemplação do crucifixo. “A mente deve ir dirigida à Paixão de Jesus”, porque “para que tenha eficácia, nossa oração necessita lagrimas, quer dizer, necessita da participação interior de nosso amor que responde ao amor de Deus”, concluiu. Finalmente, o Papa visitou a “Capela dos Santos Estigmas”, em procissão com a “Relíquia de sangue de São Francisco”, exibida especialmente para a ocasião. #rosto #oespelho #SãoFranciscodeAssis #SantoPadre #PapaBentoXVI #Deus #inspirada #segundaetapa #graçadivina #sem #lua #DeCristo #sabedoria #porta #Jesus #Imagem #Palavra #sol


















