top of page

Buscar neste site

12408 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Questionando os Protestantes – VI

    O Batismo é Apenas Um Ato Simbólico? A Igreja histórica sempre afirmou que o Batismo é eficaz na regeneração, isto é, “faz nascer de novo”. A maioria dos Protestantes sustenta que o Batismo é apenas simbólico, uma ordem a ser seguida por obediência, mas não que tenha uma eficácia na regeneração ou no perdão dos pecados. Quais são os argumentos históricos que fundamentam o efeito e a necessidade do Batismo? Ananias disse a São Paulo: “E agora, por que tardas? Levanta-te. Recebe o Batismo e purifica-te dos teus pecados, invocando o seu nome” (At 22,16). Ananias associou o Batismo (não a fé) como meio instrumental de limpar os pecados. São Paulo escreveu: “E, não por causa de obras de justiça que tivéssemos praticado, mas unicamente em virtude de sua misericórdia, ele nos salvou mediante o banho da regeneração e renovação, pelo Espírito Santo” (Tt 3,5). Na carta de Paulo a Tito, o “banho” é o Batismo que resulta em renascimento, seguido pela renovação pelo Espírito Santo. São Pedro escreveu: “…Essa água prefigurava o Batismo de agora, que vos salva também a vós, não pela purificação das impurezas do corpo, mas pela qual consiste em pedir a Deus uma consciência boa, pela ressurreição de Jesus Cristo” (1Pd 3,21). Seja cuidadoso em interpretar isto. Pedro não disse que o Batismo é simbólico. Disse que a corrente do dia de Noé é símbolo do Batismo. Pedro disse: “o Batismo agora salva vocês também”. “Pedir uma consciência boa” é um meio de incluir o arrependimento no Batismo. Por fim, o que diz Jesus? “E disse-lhes: ‘Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado'” (Mc 16,15-16). Jesus fez do Batismo uma condição de salvação. Mas, imagino ouvir alguém dizer: “E no caso do ladrão na cruz?” Que diz dele? Jesus prometeu ao ladrão arrependido que iria com Ele ao Paraíso. Jesus disse assim e resolve o assunto. Assim, ouço esse mesmo alguém dizendo: “Ele não foi batizado!” Nem o foi Jeremias, Isaías ou Abraão. Deus é capaz de dar a misericórdia a qualquer tempo e de qualquer modo que precise. O salário do pecado é a morte, contudo nem Enoc, nem Elias nunca morreram. Deus fez exceções para aqueles dois santos do Antigo Testamento, de modo que eles não viram a morte. Eu não vejo contradição em Jesus quando faz uma exceção para o ladrão. O Credo de Nicéia decreta: “Cremos num só Batismo para a remissão dos pecados”. Quando a Igreja histórica sustenta firmemente o mesmo ponto de vista, de que o Batismo é eficaz em perdoar os pecados, os Reformadores mais uma vez não concordam. Zwínglio, como de costume, crê simplesmente que o Batismo é uma ordenação, nada realizando. Lutero sustenta o ponto de vista católico da regeneração batismal. Calvino imagina que o Batismo é eficaz, mas somente após a fé. No esquema Calvinista você pode ser batizado, e, então, quando você passa a ter fé, aquele Batismo confere o perdão dos pecados. Este esquema Calvinista é reminiscência dos deslocamentos do tempo da Estrela Guia. Em quem você vai crer: na Igreja histórica, que possui uma visão firme nestes dois milênios, ou nos reformadores, que chegaram por último e não concordam entre si? Fonte: Site “Glory to Jesus Christ!”. Tradução: José Fernandes Vidal. #seunome #teus #dele #pecados #boa #Deus #SãoPaulo #pela #JesusCristo #depaulo #Fim #iria #Tito #ananias #quediz #SãoPedro #pelo #omundo #banho #Jesus #Corrente

  • Questionando os Protestantes – V

    A Ceia do Senhor é Apenas Simbólica? Em uma palavra: Não. Se há uma doutrina da Igreja histórica que tem sido firme durante dois milênios, é a da presença real de Cristo na Eucaristia (a Ceia do Senhor). Mas essa posição histórica não é como canibalismo? Se você pensa assim, não está sozinho. De fato, quando Jesus falou: “Eu sou o pão da vida. Vossos pais, no deserto, comeram o maná e morreram. Este é o pão que desceu do céu, para que não morra todo aquele que dele comer. Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu der, é a minha carne para a salvação do mundo” (Jo 6,48-51). Muitos dos ouvintes ficaram estarrecidos. Ouviram com seus próprios ouvidos que Jesus disse que eles deveriam comer Sua carne. Depois de escutar isso, e interrogando-se uns aos outros, Jesus acaso disse aos ouvintes: “Desculpa, Eu estava falando simbolicamente…”? Não, ao invés disso, Ele foi ainda mais direto: “Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida” (Jo 6 55). Após dizer isto, muitos daqueles que o haviam seguido ficaram desapontados. Se fosse um simples mal entendido, por que Jesus não emendou suas palavras para torná-las claras? A verdade é que Jesus estava sendo claro, cristalinamente claro. O povo entendeu seu significado, mas não o pôde aceitar. No que acreditou a Igreja Apostólica sobre este assunto? São Paulo escreveu: “O cálice de bênção, que benzemos, não é a comunhão do sangue de Cristo? E o pão que partimos, não é a comunhão do corpo de Cristo?” (1Cor 10,16) Em lugar de “comunhão” outras traduções usam a palavra “participação”. Por que o apóstolo não explicou e disse que isso era meramente simbólico? Mais tarde, ele diz: “Aquele que o come e o bebe sem distinguir o corpo do Senhor, come e bebe a sua própria condenação.” (1Cor 11,29) Se é um simples símbolo, por que a linguagem sobre “distinguir o corpo do Senhor”? Finalmente, vejam os seguintes Padres da Igreja: Inácio de Antioquia (ano 110), Justino mártir (ano 151), Ireneu de Lião (ano 189), Ambrósio (ano 390), Agostinho (ano 411); todos eles fazem eco ao que a Igreja Apostólica sempre ensinou: o Corpo de Cristo e seu sangue estão presentes na Eucaristia. Não foi senão na Reforma que este assunto foi posto em discussão, com Lutero acreditando na presença física de Cristo na Eucaristia, Calvino acreditando na presença espiritual de Cristo na Eucaristia, e Zwínglio chamando-a apenas de um “memorial”. O que é mais verdadeiro: o consistente ensinamento da Igreja, durante dois milênios, ou as opiniões conflitantes dos três Reformadores? A presença real de Cristo na Última Ceia é uma doutrina fundamental cristã que consta nas Escrituras e foi ensinada permanentemente através da história. Fonte: Site “Glory to Jesus Christ!”. Tradução: José Fernandes Vidal. #sendo #suas #desceu #Cristo #seu #Verdade #disse #Ele #Isso #SãoPaulo #Simbólica #sou #assunto #comunhão #sangue #falou #Senhor #aquele #tem #deserto #bebida #Eucaristia #você #come #sozinho #sua #Doutrina #ano #opovo #meu #claro #não #sem #histórica #corpo #Estava #acreditando #Cor #foi #uma #obebe #Apostólica #está #essa #Ceia #Igreja #DeCristo #Pão #minha #Ambrósio #bebê #céu #com #Jesus #dois #presença #pensa #assim #isto #ficaram #posição #Palavra #verdadeiramente #Agostinho #fato #quando

  • Sacerdote argentino promotor do “casamento” homossexual desafia Igreja

    Será submetido a um juízo canônico, mas se nega a deixar de celebrar a Missa CÓRDOBA, quarta-feira, 14 de julho de 2010 (ZENIT.org) – O sacerdote argentino conhecido por promover as uniões homossexuais anunciou que não obedecerá à ordem cautelar do seu bispo, que o proibiu de exercer o ministério sacerdotal. “Neste final de semana vou celebrar a Missa, a menos que me prendam”, anunciou o Pe. José Nicolás Alessio, quem, contra os ensinamentos da Igreja, apoia a reforma ao Código Civil que se votará hoje no Senado para permitir o erroneamente chamado “casamento” homossexual. Ontem, a arquidiocese de Córdoba anunciou que seu arcebispo, Dom Carlos José Ñañes, iniciou perante o tribunal eclesiástico o processo canônico correspondente ao Pe. Alessio, de 52 anos, pároco de San Cayetano, no bairro Altamira, de Córdoba. Enquanto se desenvolve o juízo, como medida cautelar, o arcebispo lhe proibiu o exercício público do ministério sacerdotal, Portanto, o mencionado sacerdote não poderá celebrar publicamente a Santa Missa nem administrar os sacramentos da Igreja, razão pela qual, na prática, não poderá trabalhar como pároco. Na última segunda-feira, Dom Ñañez ordenou enviar um comunicado a todos os sacerdotes que têm alguma responsabilidade pastoral ou eclesial na arquidiocese de Córdoba, no qual “manifesta claramente que, depois de ter esgotado todos os meios de solicitude pastoral para que o presbítero José Nicolás Alessio se emendasse e retratasse publicamente das declarações realizadas por ele mesmo a favor do suposto ‘casamento’ entre pessoas do mesmo sexo, contrariando o ensinamento e o Magistério da Igreja Católica, e tendo o mencionado presbítero negado toda possibilidade de modificação do seu agir, decidiu iniciar o processo eclesiástico correspondente no tribunal interdiocesano de Córdoba, para que toda ação se realize conforme o direito eclesial vigente, estabelecendo uma medida cautelar na que formalmente ‘lhe proíbe o exercício público do ministério sacerdotal'”. #mesmo #Eclesiástico #Ordem #Alessio #quartafeira #prendam #seu #qual #processo #Ele #eclesial #tendo #Tribunal #juízo #ter #medidacautelar #pela #cautelar #ministério #Direito #exercício #poderá #sacerdotal #José #julho #deixar #nega #homossexual #Dom #solicitude #Canônico #público #não #presbítero #zenit #Nicolás #quem #Pastoral #casamento #Arquidiocese #anunciou #pároco #uma #sexo #sacerdote #submetido #correspondente #vou #segundafeira #Igreja #lhe #Bispo #CÓRDOBA #neste #será #todosos #exercer #org #proibiu #conhecido #reforma #Missa #obedecerá #publicamente #Arcebispo

  • Questionando os Protestantes – IV

    Jesus bebeu suco de uva na Última Ceia? Não. Jesus usou vinho… e vinho fermentado! A maioria dos Evangélicos usa suco de uva porque tem um tabu contra o vinho, por ser bebida alcoólica. O fato é que Jesus certamente bebeu vinho (Luc 7,33-34) e também o bebeu nas Bodas de Caná (Jo 2). A palavra grega para vinho é “oinos”. A palavra grega usada no Novo Testamento para “bêbado” ou “bebedor de vinho” é derivada também de “oinos”. Basicamente significa alguém que bebe vinho exageradamente. No relato evangélico da Ceia do Senhor foi usada uma terminologia que pode ser interpretada por vinho ou suco de uva, assim como “cálice” ou “fruto do vinho”. Contudo, São Paulo em sua Primeira Epístola aos Coríntios censura-os por ficarem bêbados durante a Ceia do Senhor. Seria impossível para os Coríntios ficarem bêbados se usassem somente suco de uva. Paulo também nunca cuidou de corrigi-los, dizendo-os para usarem suco de uva ao invés de vinho. Portanto, a leitura mais exata indica que foi usado vinho na Ceia do Senhor. Olhando para o contexto histórico, a Igreja sempre usou vinho. O uso do vinho não foi objeto de discussão até o séc. XVI. Durante a refeição da Páscoa, os Judeus, hoje assim como há 2.000 anos, a celebram com vinho (v. Unger’s Bible Dictionary, verbete “Lord’s Supper”). O tabu contra o uso do vinho é uma restrição recente feita pelos homens, mas não provém de Deus (v. Deuteronômio 14,26, se você ainda acredita que Deus proibiu o uso do álcool). Por que você usa suco de uva na ceia do Senhor, se Jesus usou vinho? Por que você usa suco de uva se a Igreja histórica sempre usou vinho? Fonte: Site “Glory to Jesus Christ!”. Tradução: José Fernandes Vidal. #Basicamente #Bodas #Relato #glorytojesus #bibledictionary #unger #suco #tabu #luc #Caná #Deus #bebeu #Evangélico #Coríntios #Testamento #Senhor #também #Evangélicos #sempre #tem #usou #bebida #maioria #você #grega #fermentado #pode #Novo #aos #não #ficarem #joséfernandes #foi #usa #bêbado #uma #interpretada #Ceia #Igreja #jesuschrist #Paulo #alcoólica #Contudo #terminologia #contexto #vinho #última #uva #bebê #bebedor #certamente #exageradamente #Jesus #assim #Cálice #Palavra #fato

  • Questionando os Protestantes – III

    A Bíblia ensina a doutrina da Sola Scriptura dos Cristãos Reformados? Ou seja, seria a Bíblia a única fonte de autoridade para o cristão? Não. A Bíblia ensina que as Escrituras têm autoridade, mas não é a única autoridade. Quando Jesus foi tentado por Satanás no deserto, respondeu a Satanás: “Está escrito…”, uma citação das Escrituras. Mas, também vemos Jesus participando do Hanukkah (Festa da Dedicação – cf. Jo 10,22) que está registrado em Macabeus, livro ausente do cânon protestante. Também vemos Jesus celebrando a Páscoa com uma taça de vinho (a Última Ceia), que era da tradição judaica e não das Escrituras. Por segurança, São Paulo escreveu a Timóteo: “Toda a Escritura é inspirada por Deus, e útil para ensinar, para repreender, para corrigir e para formar na justiça. Por ela, o homem de Deus se torna perfeito, capacitado para toda boa obra” (2Tim 3,16-17). Mas São Paulo também escreveu: “Intimamo-vos, irmãos, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, que eviteis a convivência de todo irmão que leve vida ociosa e contrária à tradição que de nós tendes recebido” (2Tess 3,6); e “O que aprendestes, recebestes, ouvistes e observastes em mim, isto praticai, e o Deus da paz estará convosco” (Fil 4,9). A doutrina dos Protestantes da Sola Scriptura é-lhes necessária porque rejeitaram a autoridade existente na Igreja histórica, ordenada por Deus. A Igreja histórica sempre reivindicou que sua autoridade veio da sucessão apostólica e a verdadeira autoridade deu Jesus aos apóstolos, e mais especificadamente, a São Pedro: “E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos céus; tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus” (Mt 16,18-19). Já que os Protestantes rejeitam a autoridade da Igreja histórica, apelam para o que consideram que seja a mais alta autoridade: a Palavra de Deus. Isto pede uma pergunta, obviamente: Jesus fundou uma Igreja ou um livro? Jesus mesmo não foi, pessoalmente, autor de nenhum livro da Bíblia. As palavras atribuídas a Jesus foram escritas e testemunhadas pelos Apóstolos. As próprias Escrituras têm sua autoridade fundamentadas na autoridade para ensinar da Igreja. Sem a Igreja, não haveria a coleção de livros chamados Novo Testamento. Além disso, a doutrina da Sola Scriptura teria sido impossível sem a invenção da imprensa. Até a invenção da imprensa, a Bíblia não estava disponível a todo cristão. Agora, que qualquer um é livre para interpretar as Escrituras para si mesmo, o que acontece? Embora haja dezenas de milhares de denominações, haverá sempre mais e mais interpretações das Escrituras. O fato verdadeiro é que Jesus fundou uma única Igreja e deu-lhe a autoridade para ensinar e emitir regras. Foi justamente por não atentar à essa verdade que os três principais Reformadores (Lutero, Calvino e Zwínglio) discordavam do sentido e efeito dos Sacramentos, da Ceia do Senhor e do Batismo, cada um ensinando uma doutrina diversa. Isto nos mostra que, em vez da autoridade ser a Sola Scriptura, é “Somente a Interpretação” a real autoridade nas igrejas que proclamam a Bíblia como sua única autoridade. A menos que você tenha a interpretação correta, de que vale a Bíblia? Fonte: Site “Glory to Jesus Christ!”. Tradução: José Fernandes Vidal. #Festa #boa #Deus #SolaScriptura #JesusCristo #Senhor #deserto #Protestantes #Chaves #seja #SãoPedro #fil #Judaica #Protestante #nosso #Inferno #hanukkah #Jesus #isto #Pedra #ela

  • Questionando os Protestantes – II

    Tem a Bíblia um índice de Livros inspirados? Ou contém a Bíblia uma lista que declara autoritariamente quais livros devem fazer parte dela? Não, não tem. A lista dos livros que compõem o Cânon do Novo Testamento foi discutida durante os primeiros quatro séculos da história cristã. O Apocalipse, Hebreus, Tiago, 2Pedro e Judas são alguns dos livros cuja canonicidade foi controvertida. Em adição, alguns cristãos primitivos julgaram que obras como a Didaqué, a Epístola de Barnabé, o Pastor de Hermas e a Epístola de Clemente eram inspiradas. Não foi senão quase no século V (Concílio de Cartago, ano 397) que o Cânon oficial foi definido. Isto quanto ao Novo Testamento, mas quanto ao Antigo Testamento? Foi também tema de discussões definir quais os livros pertenciam ao Cânon do Antigo Testamento. [O próprio Concílio de Cartago tratou do assunto]. Santo Agostinho sustentou que os Apócrifos (Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico, Baruc, 1-2Macabeus e adições gregas a Ester e Daniel) eram canônicos, enquanto que São Jerônimo não os considerava como canônicos. De fato, o nome “Apócrifos” foi dado por São Jerônimo quando se empenhava no trabalho da Vulgata (tradução latina das Escrituras). Na versão hebraica das Escrituras, os Apócrifos eram comumente deixados de lado, enquanto que na versão grega (a Septuaginta) os Apócrifos foram incluídos. Desde aproximadamente o século V, os Apócrifos foram considerados Escrituras, embora não tivesse havido uma declaração que pusesse um ponto final. Tudo isso mudou quando os Reformadores determinaram o seu Cânon das Escrituras e rejeitaram os Apócrifos. Como resposta, a Igreja Católica, no Concílio de Trento, declarou a canonicidade dos livros Apócrifos, chamando-os “Deuterocanônicos”, ou seja, do Segundo Cânon. Por fim, sabemos que o eminente teólogo protestante Dr. RC Sproul os denomina “uma coleção falível de livros infalíveis”. Atualmente, os Luteranos não têm um Cânon estabelecido das Escrituras. São livres para considerar Hebreus, Tiago, 2 Pedro e São Judas (Epístolas) como não canônicos, e estão, também, livres para aceitar alguns livros Deuterocanônicos do Antigo Testamento como canônicos. Lutero originalmente chamou o livro de Tiago uma “epístola de palha” e não a aceitou como canônica. Quando os Reformadores Presbiterianos surgiram com sua lista canônica, usaram dois critérios: autoria apostólica e testemunho interior do Espírito. Desde que bons cristãos através dos tempos (Jerônimo e Agostinho, justamente esses dois) discordaram sobre quais livros eram inspirados, “o testemunho interior” de canonicidade não parece ser uma boa medida para determinar a canonicidade. Para a Cristandade histórica, o ensinamento da Igreja, que é “a coluna e o fundamento da Verdade”, é considerado como a autoridade para determinar quais dos escritos primitivos fazem parte do Cânon das Escrituras. A menos que você tenha uma fonte infalível para determinar quais livros compõem a Bíblia, que autoridade ela pode ter? Fonte: Site “Glory to Jesus Christ!”. Tradução: José Fernandes Vidal. #fonte #autoridade #Hebreus #Deuterocanônicos #tobias #autoritariamente #opastor #Trento #enquanto #dela #Testamento #Judas #discutida #Vulgata #Fim #Escrituras #também #história #versão #tem #apócrifos #Reformadores #rcsproul #Declara #antigo #devem #Pedro #compõem #Novo #Jerônimo #São #seja #Apocalipse #ano #não #eram #trabalho #fazer #canonicidade #testemunho #Bíblia #foi #epístola #uma #NovoTestamento #canônica #índice #foram #Protestante #Igreja #quanto #Cartago #SantoAgostinho #Tiago #tudo #Jesus #Canon #século #Concílio #Livros #contém #quatro #Agostinho #tradução #quando

  • Questionando os Protestantes – I

    De fato, Paulo escreveu o que é a Igreja: “Todavia, se eu tardar, quero que saibas como deves portar-te na casa de Deus, que é a Igreja de Deus vivo, coluna e sustentáculo da verdade” (1Tim 3,15). Os cristãos de nossos dias supõem erroneamente que os primitivos cristãos viviam tempos tranqüilos e liam seu Novo Testamento exatamente como os bons e atuais protestantes fazem. O fato é que os livros do Novo Testamento ainda não tinham sido escritos pelo menos até duas décadas após a formação da Igreja, cerca do ano 30. Os livros finais do Novo Testamento não foram escritos senão perto do fim do século I, de conformidade com muitos estudiosos. Já que os cristãos primitivos não tinham o Novo Testamento, a Igreja primitiva era doutrinada pelos Apóstolos e por aqueles que tinham recebido a autoridade dos Apóstolos. “Perseveravam eles na doutrina dos apóstolos, nas reuniões em comum, na fração do pão e nas orações” (At 2,42). Na noite em que foi traído, Jesus prometeu à Igreja e aos apóstolos que os ensinaria toda a verdade: “Quando vier o Paráclito, o Espírito da Verdade, ensinar-vos-á toda a verdade, …” (Jo 16,13). No Protestantismo moderno mais de 20.000 denominações ensinando diferentes “verdades”. A natureza contraditória dessas “verdades” nos dirá que nenhuma dessas “verdades” pode ser considerada verdadeira. Ainda mais quando São Paulo nos diz claramente: “…porquanto Deus não é Deus de confusão, mas de paz” (1Cor 14,33). Desde que Jesus disse que guiaria a Igreja na Verdade, se acreditarmos que Jesus estava falando a verdade, então temos de crer que há no mínimo uma Igreja que se congregou desde Pentecostes e que ensinou a Verdade. Essa Igreja existia, uma vez que Jesus falou: “E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” (Mat 16,18). Nenhuma igreja protestante tem o direito de reclamar que sua existência foi anterior ao século XVI. Os dois únicos grupos da Cristandade que podem traçar uma sucessão apostólica, através dos bispos, dos apóstolos até o presente, são as Igrejas Ortodoxas Orientais e a Igreja Católica Romana. A Igreja de Roma foi fundada pelo apóstolo Paulo e recebeu o apostolado final do Apóstolo Pedro. A Igreja Católica Romana reivindica ser aquela igreja que é “a coluna e fundamento da Verdade”. Um investigador da Verdade poderia no mínimo considerar se o ensinamento da Igreja Católica sobre o batismo, a Ceia do Senhor e o arrependimento, se estas simples matérias são bíblicas. Onde você aprendeu que apenas a Bíblia era a coluna e o fundamento da Verdade? Sua igreja tem apenas 150 anos? Você pode traçar uma linha ligando sua igreja até aos apóstolos? Fonte: Site “Glory to Jesus Christ!”. Tradução: José Fernandes Vidal. #conformidade #fazem #viviam #escreveu #seu #Verdade #Apóstolos #Deus #liam #apostolo #SãoPaulo #Romana #supõem #Testamento #Direito #formação #erroneamente #Fim #tem #senão #você #sua #Pedro #exatamente #pode #Novo #São #tempos #ano #não #coluna #tinham #Catolica #foi #Tim #eles #uma #sustentáculo #perto #Até #nenhuma #foram #mínimo #Igreja #Paulo #Protestantismo #traçar #quero #Inferno #Jesus #século #Todavia #natureza #defato #Pedra #fato #tardar #ela #quando

  • “Estamos diante de um déficit de evangelização em nossos dias”

    Cardeal Scherer comenta decisão do Papa de criar departamento da nova evangelização SÃO PAULO, terça-feira, 6 de julho de 2010 (ZENIT.org) – O arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Scherer, considera que hoje se vive um déficit de evangelização; trata-se de um novo tempo, que requer um novo anúncio do Evangelho. Em artigo divulgado na edição desta semana do jornal O São Paulo, Dom Odilo comenta a decisão de Bento XVI de criar um Pontifício Conselho para promover, especificamente, a nova evangelização em toda a Igreja. É uma decisão “certamente muito significativa”, diz o arcebispo. Com a criação desse novo organismo vaticano, o Papa “dá a entender a todos que este é um propósito seu, e deverá ser uma atitude da Igreja em todo o mundo, para responder aos desafios postos pela atual ‘mudança de época na história da humanidade”. “Não podemos perder esta ocasião, se não queremos que a Boa Nova do Evangelho fique excluída da vida do povo – dos povos – e da nova cultura que está sendo gerada por muitos fatores”, afirma o arcebispo. Dom Odilo considera que o novo Pontifício Conselho é especialmente importante para a Europa, “onde o Catolicismo foi historicamente muito importante e marcou a vida e a cultura daqueles povos, mas hoje enfrenta grandes dificuldades”. Segundo o cardeal, o conceito de “nova evangelização” não deve ser mal entendido. “Não se trata de desconsiderar o trabalho evangelizador já feito pelas gerações que nos precederam, ao longo dos séculos”. “Trata-se, ao invés disso, de valorizar ‘de novo’, aquilo que elas já fizeram e que, talvez, deixou de ser feito em muitos lugares. Estamos, claramente, diante de um déficit de evangelização em nossos dias”, afirma. Por outro lado – prossegue o arcebispo de São Paulo –, “tempos novos requerem anúncio novo do Evangelho, novas sínteses culturais e o recurso a novas metodologias para evangelizar”. “Não podemos considerar a evangelização, onde ela já foi feita, um fato consumado de uma vez por todas; a bem da verdade, cada geração necessita ser evangelizada novamente e até mais de uma vez ao longo da vida.” “Tanto mais, se considerarmos que, atualmente, a passagem da fé, da ‘herança apostólica’ e da vida eclesial não acontece mais de forma automática. Há uma ruptura na corrente de transmissão da fé”, assinala o cardeal. “Quanta dificuldade representa, para os pais, a evangelização dos filhos! E quantos pais católicos, lamentavelmente, já não consideram mais ser sua missão evangelizar os filhos! Eis, pois, como é necessária uma ‘nova evangelização’!” (Alexandre Ribeiro) #Feira #especificamente #longo #onde #sendo #seu #evangelizar #divulgado #Evangelho #SãoPaulo #marcou #pela #atitude #desafios #artigo #catolicismo #deverá #muito #Scherer #déficit #desta #Edição #anúncio #Conselho #julho #XVI #Novo #criação #São #tempos #Dom #não #jornal #requer #zenit #feito #foi #boanova #uma #diz #Decisão #Tempo #Odilo #hoje #diante #omundo #Igreja #Paulo #desse #Vaticano #Alexandre #nova #org #certamente #povo #com #organismo #evangelização #propósito #novotempo #danova #Bento #Arcebispo #Pontifício #Cardeal

  • Bento XVI pede à Igreja radicalidade evangélica e misericórdia

    Angelus durante a visita a Sulmona SULMONA, domingo, 4 de julho de 2010 (ZENIT.org) – Radicalidade evangélica e misericórdia são dois elementos que a Igreja deve unir em sua missão. Foi o que afirmou nesse domingo Bento XVI, durante a oração do Angelus na praça Garibaldi, em Sulmona, durante sua visita à cidade do centro da Itália. Após a celebração eucarística, o pontífice confiou a Igreja e o povo local à Virgem, venerada em Sulmona com particular devoção no Santuário da Madonna della Libera. Que esta Igreja local “possa caminhar unida e gozosa no caminho da fé, da esperança e da caridade”. “Que, fiel à herança de São Pedro Celestino, saiba sempre unir a radicalidade evangélica e a misericórdia, para que todos aqueles que buscam a Deus possam encontrá-lo”, disse. Segundo Bento XVI, São Pedro de Morrone “encontrou encontrou em Maria o modelo perfeito de obediência à vontade divina, em uma vida simples e humilde, dirigida à busca do que é verdadeiramente essencial, capaz de agradecer sempre ao Senhor, reconhecendo em cada coisa um dom de sua bondade”. “Também nós, que vivemos em uma época de maiores comodidades e possibilidades, estamos chamados a apreciar um estilo de vida sóbrio, para conservar mais livres a mente e o coração, para poder compartilhar os bens com os irmãos”, convidou o Papa. #VontadeDivina #Praça #Após #celebração #possa #Madonna #evangélica #bens #buscam #PapaBentoXVI #devoção #Deus #Angelus #deve #Garibaldi #caminhar #virgem #encontrou #Misericórdia #nesse #CIDADE #sempre #herança #Celestino #Santuário #missão #julho #XVI #sua #Pedro #Itália #São #venerada #della #caridade #esperança #SãoPedro #afirmou #oração #zenit #saiba #radicalidade #pontífice #foi #uma #pede #morrone #coisa #Igreja #confiou #org #caminho #eucarística #povo #com #Libera #sulmona #Bento

  • A Igreja contará com um novo santo e 35 novos beatos

    ACI).- O Papa Bento XVI autorizou esta manhã a Congregação para a Causa dos Santos a promulgar os decretos referentes à canonização do sacerdote italiano Luigi Guanella, a beatificação de um sacerdote e três religiosas italianas, e 31 mártires da Espanha, Alemanha, Hungria e França. Ao receber o Arcebispo Angelo Amato, S.D.B., prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, o Papa autorizou a promulgação dos decretos sobre os milagres atribuídos à intercessão de: Beato Luigi Guanella, italiano, (1842-1915), sacerdote, fundador da Congregação dos Servos da Caridade e do Instituto das Filhas de Santa Maria da Providência. Venerável Giustino Maria Russolillo, italiano, (1891-1955), sacerdote, pároco de Pianura e  fundador da Sociedade  das  Divinas Vocações. Venerável Serva de Deus Maria Serafina do Sagrado Coração de Jesus (no século: Clotilde Micheli), italiana, (1849-1911), fundadora do Instituto das Irmãs dos Anjos. Venerável Serva de Deus Alfonsa Clerici, italiana, (1860-1930), religiosa professa da Congregação das Irmãs do Preciosíssimo Sangue de Monza. Venerável Serva de Deus Cecilia Eusepi, italiana, (1910-1928), da Terceira Ordem Secular dos Servos de Maria. Também se reconheceu o martírio de: Servo de Deus Janos Scheffler, húngaro, (1887-1952), bispo de Satu Mare (Romênia). Servos de Deus José María Ruiz Cano, Jesus Aníbal Gómez Gómez, Tomás Cordero Cordero e 13 companheiros da Congregação dos Missionários Filhos do Coração Imaculado da Bem-aventurada Virgem Maria; assassinados por ódio à fé durante a perseguição religiosa na Espanha em 1936. Servos de Deus Carmelo María Moyano Linares e 9 companheiros da Ordem  Carmelita; assassinados por ódio à fé durante a perseguição religiosa na Espanha em 1936. Servos de Deus Johannes  Prassek  e 2 companheiros, sacerdotes diocesanos, assassinados por ódio à fé em Hamburgo (Alemanha), em 10 de novembro de 1943. Serva de Deus Marguerite Rutan, francesa, religiosa professa da Congregação das Irmãs Filhas da Caridade de São Vicente de Paula, nascida em 1736 e assassinada em 1794. Do mesmo modo, autorizou promulgar os decretos sobre as virtudes heróicas de: Servo de Deus Basilio Martinelli, italiano, (1872-1962), sacerdote professo da Congregação das Escolas da Caridade (Instituto Cavanis). Serva de Deus Maria Antonia de São José (no século: María Antonia de Paz y Figueroa), Argentina, (1730-1799), fundadora do Beatério dos Exercícios de  Buenos Aires (Argentina). Serva de Deus Maria (no século: Casimira Kaupas), lituana, (1880-1940), fundadora da Congregação das Irmãs de São Casimiro. Serva de Deus Maria Luisa (no século: Gertrude Prosperi), italiana, (1799-1847), abadessa do Monastério da Ordem de São Benito de Trevi. Serva de Deus Maria Teresa (no século: María del Carmen Albarracín), espanhola, (1927-1946), religiosa professa das Irmãs de Maria Imaculada Missionárias Claretianas. Serva de Deus Maria Plautilla (no século: Lucia Cavallo), italiana, (1913-1947), religiosa professa das Irmãzinhas Missionárias da Caridade. #coração #Amato #Ordem #beatificação #ódio #canojesus #Deus #cecilia #Maria #Jul #virgem #ACI #Alemanha #Congregação #giustino #canonização #autorizou #Venerável #Causa #Missionárias #José #Instituto #XVI #prefeito #clotilde #manhã #São #hungria #carmelita #professa #Espanha #França #AngeloAmato #caridade #cordero #Servo #Luigi #Santos #sacerdote #BentoXVI #satumare #Angelo #receber #Irmãs #promulgar #fundadora #Causas #Vaticano #papabento #perseguição #Filhas #servos #Jesus #século #Guanella #serva #SantaMaria #Gómez #Bento #Arcebispo

  • Papa anuncia criação de novo Conselho Pontifício

    Conselho Pontifício para a Nova Evangelização é resposta à secularização ROMA, segunda-feira, 28 de junho de 2010 (ZENIT.org). – Bento XVI anunciou nesta segunda-feira a criação do Conselho Pontifício para a Nova Evangelização, novo dicastério da Santa Sé cujo escopo será o de responder ao processo de secularização nos países cristãos. O anúncio foi feito pelo Santo Padre na Basílica de São Paulo de fora dos muros durante a celebração das vésperas da Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, padroeiros da diocese de Roma. Durante a homilia, o Papa afirmou que há regiões do mundo “em que o Evangelho fincou raízes há longo tempo, dando origem a uma verdadeira tradição cristã, mas onde nos últimos séculos – com dinâmicas complexas – o processo de secularização produziu uma grave crise de sentido na fé cristã”. Neste contexto, anunciou sua decisão de “criar um novo organismo, na forma de ‘Conselho Pontifício’, com a missão de promover uma renovada evangelização nos países onde já ressoou o primeiro anúncio da fé e estão presentes Igrejas de antiga fundação, mas que assistem a uma progressiva secularização da sociedade e algo como um ‘eclipse do senso de Deus’, que constituem desafios na busca por meios adequados de reapresentar a perene verdade do Evangelho de Cristo”. Dentro em breve deve ser comunicado pela Santa Sé o nome do presidente designado para o novo dicastério, além de detalhes acerca de sua organização específica. O Santo Padre concluiu explicando que a nova evangelização interpela a Igreja universal “e nos pede também que prossigamos com empenho na busca pela plena unidade entre os cristãos”, saudando a delegação do Patriarca Ecumênico de Constantinopla, enviada por Bartolomeu I e presidida por Sua Eminência Gennadios (Limouris), metropolitano de Sássima. Sonoros aplausos preencheram a basílica no momento em que o Papa saudou seu convidado. #celebração #longo #cristã #onde #embreve #Evangelho #Apóstolos #processo #Deus #diocese #Santa #SãoPaulo #escopo #pela #fora #Origem #dicastério #muros #Padre #junho #anúncio #Conselho #Basílica #XVI #sua #Pedro #Novo #criação #São #Homilia #Santo #afirmou #pelo #zenit #fincou #feito #foi #Solenidade #anunciou #uma #Santos #patriarca #resposta #Tempo #defora #segundafeira #DeCristo #Paulo #cujo #será #Roma #nova #org #secularização #com #evangelização #Bento #nesta #Pontifício

  • Deus preenche plenamente o coração humano, afirma Papa

    Durante a oração do último Ângelus do mês de junho CIDADE DO VATICANO, domingo, 27 de junho de 2010 (ZENIT.org) – Bento XVI convidou os fiéis hoje a dirigirem o olhar ao Sagrado Coração de Jesus, para estarem dispostos a um seguimento radical do Senhor. Ao rezar, ao meio-dia, a oração do Ângelus junto a milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro neste último domingo do mês de junho, o Papa retomou o tema do chamado de Cristo e de suas exigências. “Hoje, eu gostaria de convidar todos vós a contemplar o mistério do Coração divino-humano do Senhor Jesus, para extrair água da própria fonte do amor de Deus”, disse. “Quem fixa seu olhar nesse Coração atravessado e sempre aberto por amor a nós, sente a verdade desta invocação: ‘Ó Senhor, sois minha herança e minha taça’, e está pronto para deixar tudo por seguir o Senhor”, acrescentou. O Pontífice destacou que “um jovem ou uma moça que deixa sua família de origem, os estudos ou o trabalho para se consagrar a Deus” é “um exemplo vivo de resposta radical à vocação divina”. E garantiu que “esta é uma das experiências mais belas que existem na Igreja: ver, tocar com a mão a ação do Senhor na vida das pessoas; experimentar que Deus não é uma entidade abstrata, mas uma Realidade tão grande e forte como para preencher de uma maneira superabundante o coração do homem; uma Pessoa viva e próxima, que nos ama e pede ser amada”. Também se referiu à “novidade e a prioridade absoluta do Reino de Deus que se faz presente na própria Pessoa de Jesus Cristo” e à “radicalidade que é devida ao amor de Deus, ao qual Jesus mesmo por primeiro obedece”. Bento XVI continuou falando do seguimento radical da vocação divina indicando que “quem renuncia a tudo, inclusive a si mesmo, para seguir Jesus, entra em uma nova dimensão da liberdade”. “Liberdade e amor coincidem! Ao contrário, obedecer ao próprio egoísmo conduz a rivalidades e conflitos”, concluiu. #mesmo #coração #Praça #fonte #Cristo #seu #Verdade #disse #Deus #convidar #novadimensão #convidou #JesusCristo #Senhor #retomou #nesse #oolhar #CIDADE #sempre #liberdade #extrair #dirigirem #Sagrado #junho #Chamado #vocação #Amã #XVI #Pedro #CoraçãodeJesus #água #São #aberto #último #mistério #ao #própria #SãoPedro #pessoa #oração #zenit #quem #olhar #meiodia #fixa #domingo27 #uma #atravessado #gostaria #BentoXVI #hoje #SagradoCoraçãodeJesus #abstrata #seguimento #estarem #DeCristo #minha #neste #Vaticano #Amor #org #tudo #junto #Jesus #Bento

  • Defesa da veneração dos santos pelos primeiros cristãos

    Fonte: Veritatis Splendor Como os católicos hoje, os cristãos dos primeiros séculos eram acusados de idolatria por venerarem os Santos. Mas, em vez dos grupos heréticos (que tanto se difundiram após o século XVI), quem propagava esta mentira era o rabinismo judaico, isto é, os judeus que não abraçaram a fé cristã. Talvez o primeiro texto que dá testemunho da veneração dos santos como ainda nós católicos praticamos hoje, com honra, homenagem, celebração dos heróis e modelos da fé, seja a Carta que a Igreja de Esmirna enviou à Igreja de Filomélio, narrando o Martírio de São Policarpo (Bispo de Esmirna e discípulo do Apóstolo São João). Este documento de meados do segundo século é o texto hagiográfico mais antigo que se tem notícia. A Carta nos dá testemunho que após o martírio de São Policarpo, os cristãos de Esmirna tentaram conseguir a posse de seu corpo, para dar ao mártir um sepultamento adequado. Mas, foram impedidos pelas autoridades que eram influenciadas pelos judeus rabínicos, que diziam que os cristãos queriam o corpo de São Policarpo para adorá-lo como faziam com Cristo. Na carta é interessante o comentário que os cristãos de Esmirna fazem por causa da ignorância que os judeus tinham sobre a diferença da adoração que os cristãos prestavam somente a Nosso Senhor Jesus Cristo e a veneração prestada aos Santos. Semelhantes a nós católicos dos últimos séculos, os católicos do passado escreveram: “Ignoravam eles que não poderíamos jamais abandonar Cristo, que sofreu pela salvação de todos aqueles que são salvos no mundo, como inocente em favor dos pecadores, nem prestamos culto a outro. Nós o adoramos porque é o Filho de Deus. Quanto aos mártires, nós os amamos justamente como discípulos e imitadores do Senhor, por causa da incomparável devoção que tinham para com seu rei e mestre. Pudéssemos nós também ser seus companheiros e condiscípulos!” (Martírio de Policarpo 17:2 +- 160 D.C). E mais adiante esta importantíssima prova da fé primitiva, dá testemunho do costume que a Igreja tinha em guardar uma data, para celebrar a memória dos Santos, como Ela faz até hoje: “Vendo a rixa suscitada pelos judeus, o centurião colocou o corpo no meio e o fez queimar, como era costume. Desse modo, pudemos mais tarde recolher seus ossos [de Policarpo], mais preciosos do que pedras preciosas e mais valiosos do que o ouro, para colocá-lo em lugar conveniente. Quando possível, é aí que o Senhor nos permitirá reunir-nos, na alegria e contentamento, para celebrar o aniversário de seu martírio, em memória daqueles que combateram antes de nós, e para exercitar e preparar aqueles que deverão combater no futuro.” (Martírio de Policarpo 18 +- 160 D.C) Portanto, a Veneração dos Santos, não é idolatria e sim uma legítima e piedosa doutrina cristã que tem berço na Tradição da Igreja nascente. #homenagem #celebração #cristã #Pecadores #c3 #fonte #honra #Cristo #Policarpo #seu #narrando #marts #Deus #outro #difundiram #martírio #apostolo #Veritatis #veneração #rabinismo #JesusCristo #Splendor #Senhor #tem #nem #Filomélio #enviou #Idolatria #XVI #Culto #adiante #São #seja #venerarem #não #corpo #eram #quem #tinham #testemunho #Memória #talvez #judaico #uma #Santos #hoje #VeritatisSplendor #primeiro #Igreja #Bispo #abraçaram #João #alegria #adoração #Discípulo #nosso #Esmirna #com #salvos #Jesus #prestamos #século #propagava #isto #costume

  • Política de aborto destrói sociedades européias, adverte Bispo espanhol

    ACI/Europa Press).- O Bispo de Córdoba, Dom Demetrio Fernández, assinalou que “a política anti-natalista”, quer dizer, a que permite o aborto, “leva à destruição da sociedade”, de tal modo que, “sociedades européias prósperas, como foram a Alemanha, França ou a Holanda, entre outras, agora são sociedades que morrem, que vão se esgotando”, e o mesmo ocorre na Espanha. Em uma entrevista concedida à agência Europa Press, Dom Fernández assinalou que essa é uma realidade que qualquer pessoa pode constatar, “pois, se não houver filhos, não há trabalhadores suficientes, embora seja só isso, mas esta questão não parece preocupar a ninguém e só o recorda e fala sobre isto a Igreja“, cuja posição contrária à nova Lei do Aborto é clara: que se permita “matar as crianças no seio de suas mães impunemente” é uma ação própria de “bárbaros”. Por isso, “a Igreja, que está a favor da vida“, sairá ao encontro “das mães que se vêem muitas vezes obrigadas (a abortar), não tendo outra saída, já que por parte das instituições públicas todas são ajudas para abortar, mas não há nenhuma ajuda para quem quer levar adiante sua gravidez e dar à luz”. Será a Igreja a que deverá “suprir” esta falta de apoios institucionais às mães em dificuldades, daquelas que “nem sequer têm a possibilidade de dar à luz, querendo fazê-lo”, pois “tudo a empurra a abortar e ninguém a ajuda a levar a feliz término sua maternidade”. Além disso, isso ocorre em uma sociedade “que não é capaz de gerar a seguinte geração, o qual é uma catástrofe tremenda. Quer dizer, que uma nação não seja capaz de engendrar a geração seguinte é o maior fracasso de uma sociedade, porque não foi capaz de transmitir a vida à próxima geração, já que só o fez pela metade ou para um terço, de modo que isso deverá ser suprido de outra maneira, como se faz ante uma catástrofe”, neste caso se trata “da catástrofe natalista que estão sofrendo a Europa, Espanha e Andaluzia, e será preciso arrumar esta situação como seja possível, mas não deixará de ser uma catástrofe”. Este argumento é o que levou a Bispo à conclusão de que “a política antinatalista destrói à sociedade”. Contudo, a Igreja defende “o amor e o apreço à vida” e confia que, apesar de tudo, um número suficiente de cristãos transmitam a vida abundantemente, para que se continue a espécie e não se extinga”. “Não procura a moda” A Igreja, conforme insistiu Dom Fernández, “está a favor da vida, a favor das mães que querem dar à luz, a favor de proteger a vida nascente”, resultando que, “quando a Igreja pronuncia este discurso, colide contra todos os discursos que estão de moda, mas a Igreja não procura a moda, busca o bem do homem e o primeiro bem do homem é o direito a nascer”. Neste contexto, o Bispo disse que parecem bem “os recursos de inconstitucionalidade” expostos contra a nova Lei do Aborto e também as ações “para impedir que a Lei se aplique, pois todo isso entra dentro do jogo democrático”, sendo positivo tudo aquilo “que vai na linha de que sejam mortos o mínimo de crianças possíveis no seio de suas mães, que é o lugar mais seguro deste mundo”. Infelizmente, conforme sublinhou o Prelado, o seio materno “está convertendo-se no lugar mais ameaçado deste mundo para o próprio homem, o qual é tremendo, mas é assim, pois se trata de um problema social”, ante o qual a solução passa por “mudar a mentalidade da sociedade, recordando os valores fundamentais da vida”. #Ajuda #encontro #ACI #Alemanha #nata #Aborto #leva #adiante #ao #europapress #Amor #adverte

  • Brasil: Senado homenageia Rede Vida

    BRASÍLIA, terça-feira, 22 de junho de 2010 (ZENIT.org) – O Senado brasileiro homenageou na tarde dessa segunda-feira a Rede Vida de Televisão, emissora católica, pelos seus 15 anos de fundação. Participaram da solenidade, o presidente da Rede Vida de Televisão, João Monteiro de Barros Filho; o presidente da diretoria executiva do Instituto Brasileiro de Comunicação Cristão (Inbrac), Marcelo Aparecido Coutinho da Silva; e o arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta. A homenagem foi requerida pelo senador Arthur Virgílio, que destacou a qualidade da programação da emissora. “A Rede Vida de Televisão é uma emissora que se esforça ao máximo para cultivar um canal adequado para a família, elemento essencial para a formação e desenvolvimento da sociedade”, disse o senador, ao justificar o pedido de homenagem. Controlada pela Organização Monteiro de Barros, a Rede Vida é uma emissora dedicada ao público católico. Tem sede em São José do Rio Preto (São Paulo), onde suas operações tiveram início em 1995. O canal transmite em sua programação missas e celebrações católicas do país, além de programas jornalísticos nas áreas de cultura, informação e esporte, programas de entretenimento e infantis. Seu sinal é captado por todo o Brasil via satélite, além de ser transmitido por meio de suas afiliadas e das 445 retransmissoras localizadas nos Estados. #Inbrac #homenagem #cristão #Rede #esforça #suas #programação #coutinho #dessa #comunicação #Arthur #SãoPaulo #Silva #institutobrasileiro #Máximo #redevida #marcelo #Barros #riopreto #junho #pelos #riodejaneiro #Brasília #fundação #Instituto #qualidade #Senado #desenvolvimento #requerida #São #Dom #RIO #senador #Monteiro #Vida #pelo #brasileiro #zenit #Filho #Catolica #foi #Orani #Solenidade #dasilva #uma #diretoria #emissora #janeiro #Aparecido #ocanal #homenageou #segundafeira #15anos #Sede #João #participaram #Virgílio #org #executiva #destacou #Tempesta #televisão #Arcebispo

  • Bispo não é título que se pode atribuir a si mesmo

    D. Walmor de Azevedo explica que o bispo da Igreja Católica é nomeado ‘dom’ BELO HORIZONTE, segunda-feira, 21 de junho de 2010 (ZENIT.org) – O arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, afirma que “bispo” é um título que uma pessoa não pode atribuir a si mesma, pelo simples fato de ser fundadora ou líder de determinado grupo de fiéis. “O bispo da Igreja Católica, um sucessor dos apóstolos, daqueles apóstolos primeiros chamados pelo Mestre Jesus Cristo, assim constituídos por Ele, é nomeado de ‘dom’, uma titulação precedendo o seu nome de batismo”, explica o arcebispo, em artigo enviado a ZENIT na sexta-feira. “A respeito desses primeiros apóstolos, o evangelista Marcos narra que ‘Jesus subiu a montanha e chamou os que ele quis; e foram a ele. Ele constituiu então doze, para que ficassem com ele e para que os enviasse a anunciar a Boa Nova, com o poder de expulsar os demônios’”, recorda. Dom Walmor explica que é chamado de dom “aquele que é bispo, tradição de dois mil anos, na Igreja do seu Mestre e Senhor”. “Bispo, portanto, não é um título que alguém pode arvorar e definir para si, como fundador e líder de um grupo de fiéis que passam, ainda que por razão de práticas religiosas, a se definir como uma Igreja”, afirma o prelado. Segundo Dom Walmor, a Igreja “nasce do querer e do coração do seu Mestre e Senhor Jesus. O querer é de Cristo, aquele que morreu e ressuscitou”. “Dom não é, então, um simples título honorífico. Não é uma formalidade para nomear uma pessoa. Dom é referência a uma pessoa – consagrada para a missão que o Senhor Jesus deu àqueles onze primeiros chamados.” “E que permaneceram com Ele – prossegue o arcebispo –, numa tradição sucessória ininterrupta, nestes dois mil anos de existência da Igreja Católica. Uma existência sustentada, em meio às vicissitudes do tempo e da história, pela fidelidade e obediência corajosa ao mandato do seu Mestre.” O arcebispo afirma que a consagração no ministério de bispo “é compromisso não apenas de ser chamado dom, mas de ser, verdadeiramente, dom para todos”. “Dom na tarefa de congregar na unidade, para além da administração. Dom na experiência de ser, nesta época moderna, sinal e inspirador da procura de sentido, no seguimento de Jesus Cristo, na condição de contemplativo presente no mundo, seu conhecedor e intérprete de suas perguntas.” “Buscando respostas, servindo especialmente aos mais próximos, solidariamente próximo a todos”, afirma. #seunome #enviado #belohorizonte #Cristo #então #seu #respeito #precedendo #montanha #líder #Ele #pela #Marcos #BELO #título #numa #JesusCristo #artigo #Senhor #batismo #aquele #chamou #narra #junho #Chamado #Walmor #Mestre #pode #subiu #Dom #atribuir #não #HORIZONTE #pessoa #zenit #Azevedo #Catolica #Oliveira #Evangelista #sucessor #nomeado #boanova #uma #Tempo #Tradição #segundafeira #Igreja #fundadora #DeCristo #Bispo #vicissitudes #org #mesma #com #Jesus #titulação #nome #dois #nestes #assim #Arcebispo #fato #existência

  • Ser Santos para ajudar a edificar a Igreja, pede o Papa Bento XVI a bispos brasileiros

    ACI).- Ao receber esta manhã os bispos do Brasil do Regional Leste 2, que concluem hoje sua visita ad limina, o Papa Bento XVI recordou aos prelados que só com a santidade pessoal serão capazes de ajudar os fiéis a edificarem a Igreja, através da vivência cotidiana da fé e o amor, através de sua missão de servir e governar a porção do povo de Deus que lhes é confiada. “Chamados a ser Santos, com quantos em qualquer lugar invocam o nome de Jesus Cristo, nosso senhor, da nossa parte e deles, graça a vós e paz de parte de Deus, Nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo”, com estas palavras do apóstolo Paulo, na primeira carta aos Coríntios, o Santo Padre acolheu com grande afeto os bispos brasileiros. Depois de recordar que os bispos “como mestres e doutores da fé, têm a missão de ensinar com audácia a verdade, que deve ser acreditada e vivida, apresentando-a de forma autêntica”, Bento XVI evocou seu discurso inaugural da V Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe, em Aparecida; e ressaltou que a Igreja tem como tarefa conservar e alimentar a fé do povo de Deus e de recordar também aos fiéis que, pelo batismo, estão chamados a serem discípulos e missionários de Jesus Cristo. Seguidamente o Papa os alentou a ajudarem “os fiéis confiados a seus cuidados pastorais a descobrirem a alegria da fé, a alegria de serem amados pessoalmente por Deus, que entregou o seu Filho para nossa salvação. Como bem sabem, acreditar consiste sobre tudo em abandonar-se a este Deus que nos conhece e ama pessoalmente, aceitando a Verdade que Ele revelou em Jesus Cristo, com a atitude que nos leva a ter confiança nele como revelador do Pai. Queridos irmãos, tenham grande confiança na graça e saibam infundir esta confiança em seu povo, para que a fé seja sempre guardada, defendida e transmitida em sua pureza e integridade”. “Como administradores do supremo sacerdócio, devem procurar que a liturgia seja verdadeiramente uma epifania do mistério. Quer dizer, expressão de natureza genuína da Igreja, que ativamente presta culto a Deus, por Cristo no Espírito Santo”, disse o Papa e acrescentou “de todos os deveres de seu ministério, ‘o mais imperioso e importante é a responsabilidade no que diz respeito à celebração da Eucaristia’”. E depois reiterar neste contexto, o que estabelece a Exortação Apostólica pós-sinodal, Pastores gregis, de João Paulo II, “sobre o bispo servidor do Evangelho de Jesus Cristo para a esperança do mundo”, Bento XVI animou os bispos a impulsionarem o encontro pessoal com Cristo: “O ‘múnus’ (missão) de santificar que receberam vos impõe deste modo serdes promotores e animadores da oração na cidade humana, freqüentemente agitada, ruidosa e que se esquece de Deus: devem criar lugares e ocasiões de oração, onde em silêncio, escutando a Deus em oração pessoal e comunitária, o homem possa encontrar e fazer a experiência viva de Jesus Cristo, que revela o rosto autêntico do Padre”. “É preciso que as paróquias e os santuários, os ambientes de educação e de sofrimento, assim como as famílias se tornem lugares de comunhão com o Senhor”, acrescentou. Os bispos como guias do povo cristão, devem promover a participação de todos os fiéis na edificação da Igreja, governando com coração de servo humilde e de pastor afetuoso, tendo como meta a glória de Deus e a salvação das almas. É um direito e um dever: “Em virtude do múnus de governar, o bispo está chamado também a julgar e disciplinar a vida do povo de Deus confiado aos seus cuidados pastorais, através de leis, diretivas e sugestões, como está previsto na disciplina universal da Igreja”. O Santo Padre indicou que “este direito e dever é muito importante para que a comunidade diocesana permaneça unida em seu interior e caminhe em sincera comunhão de fé, de amor e de disciplina com o bispo de Roma e com toda a Igreja. Por isso, não se cansem de alimentar nos fiéis o sentido de pertença à Igreja e a alegria da comunhão fraterna”. O Papa se referiu logo à vital importância da santidade pessoal: “o governo do bispo só será pastoralmente proveitoso ‘se goza do apoio de uma boa credibilidade moral, que deriva de sua santidade de vida. Esta credibilidade predisporá as mentes para acolher o Evangelho anunciado por ele em sua Igreja e também as normas que estabelece para o povo de Deus. Por isso, plasmado interiormente pelo Espírito Santo, cada um de vós faça-se tudo para todos, propondo a verdade da fé, celebrando os sacramentos de nossa santificação e testemunhando a caridade do Senhor”. “Acolham com o coração aberto a quantos chamam a sua porta: aconselhem, consolem e sustentem no caminho de Deus, procurando guiar a todos por aquela unidade na fé e no amor do qual, por vontade do Senhor, devem ser princípio e fundamento visível de suas dioceses”, concluiu o Pontífice. #SantoPadre #PapaBentoXVI #Deus #ter #Nossa #acolher #adlimina #JesusCristo #Senhor #Amã #aos #acreditar #Liturgia #Latinoamericano #Amor #alegria #nosso #Jesus #nome

  • Fé e razão não se excluem e juntas permitem chegar a Deus, recorda o Papa Bento XVI

    ACI).- Em sua habitual catequese da Audiência Geral desta quarta-feira, o Papa Bento XVI continuou a reflexão sobre Santo Tomás de Aquino, conhecido como o “Doutor Angélico” a quem se referiu como um exemplo da necessária relação e complementaridade entre fé e razão, entre a filosofia e a teologia que permitem chegar à verdade e assim a Deus. Depois de recordar que este Santo é Padroeiro das universidades católicas, o Santo Padre assinalou que Tomás de Aquino se concentra na distinção entre filosofia e teologia, porque em sua época, à luz por uma parte da filosofia aristotélica e platônica e por outra da elaborada pelos Padres da Igreja, “a questão urgente era se o mundo da racionalidade, a filosofia pensada sem Cristo e o mundo da fé eram compatíveis ou se excluíam”. “Tomás estava firmemente convencido de sua compatibilidade, mais ainda de que a filosofia elaborada sem conhecer Cristo esperava quase a luz de Jesus para ser completa. Esta foi a novidade de Tomás, que determina seu caminho de pensador: Mostrar a independência da filosofia e teologia e ao mesmo tempo sua relação”. Para o Santo “a fé consolida, integra e ilumina o patrimônio de verdade que a razão humana adquire. A confiança que Santo Tomás concede a estes dois instrumentos de conhecimento –a fé e a razão– se remonta à convicção de que ambos provêm da única fonte de toda verdade, o Logos divino, que opera tanto no âmbito da criação como no da redenção”. Uma vez estabelecido este princípio da razão e da fé, Santo Tomás precisa que estas se valem de processos cognitivos diversos: “A razão aceita uma verdade em virtude de sua evidência intrínseca, mediata ou imediata, a fé, por outra parte, aceita uma verdade sobre a base da Palavra de Deus revelada”. “Esta distinção garante a autonomia seja das ciências humanas como das ciências teológicas. Entretanto, isto não equivale a uma separação, mas implica em realidade a cooperação recíproca. A fé, de fato, protege a razão de toda tentação de desconfiança em sua capacidade e a estimula a abrir-se a horizontes cada vez mais amplos”. Por outra parte, “a razão com seus meios pode fazer algo importante para a fé, prestando-lhe um triplo serviço que Santo Tomás resume assim: ‘Demonstrar os fundamentos da fé, explicar mediante semelhanças as verdades da fé, rechaçar as objeções que se expõem contra a fé. Toda a história da teologia é, depois de tudo, o exercício deste esforço de inteligência, que demonstra a inteligibilidade da fé, sua articulação e harmonia interior, sua racionalidade e sua capacidade para promover o bem do homem’”. “A exatidão dos raciocínios teológicos e seu significado cognitivo real se apóiam no valor da linguagem teológica, que é, segundo Santo Tomás, sobre tudo uma linguagem da analogia”. A analogia reconhece no mundo criado e em Deus perfeições comuns e Tomás fundamenta sua doutrina da analogia, “ademais dos argumentos filosóficos, com o fato de que com a Revelação Deus mesmo falou e por isso nos autorizou a falar Dele”. O Papa ressaltou a importância desta doutrina, que “nos ajuda a superar algumas objeções do ateísmo contemporâneo, que nega que a linguagem religiosa tenha um sentido objetivo, e argumenta em contraposição que só tem um valor subjetivo ou emocional. À luz dos ensinamentos de Santo Tomás, a teologia afirma que embora a linguagem seja limitada,ela tem um significado religioso, como uma flecha que aponta à realidade que isto significa”. Também sua teologia moral resulta de grande atualidade, quando afirma que “as virtudes humanas, teologais e morais estão arraigadas na natureza humana” e que “a graça divina acompanha, apóia e fomenta o compromisso ético, mas, de acordo com Santo Tomás, por si mesmos todos os homens, crentes e não crentes, estão chamados a reconhecer as exigências da natureza humana, que se expressam na lei natural e a inspirar-se nela na hora de formular leis positivas, quer dizer as emanadas pelas autoridades civis e políticas para regular a convivência humana”. “Quando se negam a lei natural e as responsabilidades que suporta se abre tragicamente o caminho ao relativismo ético no âmbito individual e ao totalitarismo do Estado no âmbito político. A defesa dos direitos humanos universais e a afirmação do valor absoluto da dignidade humana se apóiam em um fundamento. Não é a lei natural esse fundamento, com os valores não negociáveis que indica?”. Finalmente o Santo Padre assinalou que “Tomás oferece um conceito da razão humana amplo e confiante: amplo porque não se limita ao espaço da denominada razão empírico-científica, senão aberto a todo o ser e portanto às questões fundamentais e irrenunciáveis da vida humana; confiante porque a razão humana, sobre tudo se acolhe a inspiração da fé cristã, é promotora de uma civilização que reconhece a dignidade da pessoa, a inviolabilidade de seus direitos e a convicção de seus deveres”. Em sua saudação em português, o Papa Bento disse: “Saúdo cordialmente todos os peregrinos lusófonos, em particular os brasileiros da paróquia São Vicente Mártir de Porto Alegre e os irmãos da Misericórdia de Maringá, como também os professores e alunos portugueses do Centro Cultural Sénior de Braga, para todos implorando uma vontade que procure a Deus, uma sabedoria que O encontre, uma vida que Lhe agrade, uma perseverança que por Ele espere e a confiança de chegar a possuí-Lo. São os meus votos e também a minha Bênção!” #Doutor #fonte #quartafeira #Geral #SantoPadre #PapaBentoXVI #Deus #Opera #ilumina #desta #consolida #sem #omundo #universidadescatólicas #concentra #umavez #Jesus #Humana #dois #autonomia #estes

  • Sagrada Tradição, Sola Scriptura e a Divisão Católica

    Fonte: Veritatis Splendor Introdução Primeira análise: análise da corroboração histórica e bíblica Para verificarmos se há verdade na Sola Scriptura devemos verificar se ela foi ensinada pelos Santos Apóstolos. Se examinarmos os escritos dos Pais da Igreja, não acharemos lá a Sola Scriptura. Acharemos sim, eles defendendo a Fé utilizando as Escrituras, mas isso não é Sola Scriptura como alguns sugerem. Da mesma forma os encontraremos defendendo a Fé utilizando o ensino oral dos Apóstolos, ou o que no catolicismo é chamado de Sagrada Tradição. Nem na Bíblia encontramos a Sola Scriptura, encontraremos sim, versículos dizendo que Escritura é útil para ensinar, exortar na fé. E isso também não é Sola Scriptura. Da mesma forma encontraremos versículos testemunhando que tanto o ensino oral dos Apóstolos também é Palavra de Deus ao lado das Sagradas Escrituras. Tanto o testemunho histórico quanto o bíblico nega a Sola Scriptura e por isto é suficiente para que esta doutrina humana seja abandonada do meio Cristão; o que não acontece com a Sagrada Tradição que é corroborada por ambos. Segunda análise: análise da divisão doutrinária católica Os protestantes normalmente chamam de divisão católica a opinião dos Bispos católicos sobre as questões de fé e moral. Devo informar que a opinião de qualquer clérigo, seja qual for (diácono, padre, Bispo ou Papa) não é doutrina católica. A doutrina católica não é formada pelo conjunto dos pensamentos dos ministros da Igreja, mas sim da Verdade Revelada por Cristo e pelos Apóstolos (Sagrada Tradição e Sagrada Escritura), pelo ensino dos Concílios Ecumênicos e Decretos Papais (Sagrado Magistério), que é claro tem a colaboração de seus clérigos. A síntese de tudo isto pode ser encontrado, por exemplo, no Catecismo da Igreja Católica ou nas Cartas Apostólicas dos Papas. Desta forma, não pelo fato de existirem (infelizmente) Bispos de orientação TL (Teologia da Libertação) que faz a TL doutrina Católica. A Doutrina Católica possui um corpo bem definido, com fronteiras bem conhecidas pelas quais é possível afirmar se um Bispo lhe é fiel ou não, se está ou não respeitando-a quando ensina algo em nome da Igreja. Outros protestantes apontam como divisão da doutrina católica a diferença doutrinária entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa. O leitor não deve confundir diferença doutrinária com diferença disciplinar. A doutrina é o conjunto dos ensinamentos sobre a Fé e a Moral e é imutável. A disciplina é o conjunto de normas que regulam as atividades e a vida religiosa da Igreja, e é mutável. Exemplificando, a fé na Trindade é dogma da Igreja, é faz parte da sua doutrina, e não pode ser mudado, a Igreja manhã não pode dizer que Maria faz parte da Trindade (como alguns malucos andaram sugerindo…). O Celibato dos Padres é uma norma disciplinar, a Igreja amanhã poderá mudar isso e autorizar o casamento dos Padres. A Igreja Católica é formada por todas as dioceses (1) em plena comunhão com o Bispo de Roma. A Igreja Católica devido à diferença de rito e/ou disciplina classifica-se em Igreja Latina (de rito e disciplina Romanos) e Igreja Oriental (de rito e disciplina Orientais, como a Igreja Católica Melquita, Igreja Católica Maronita, etc). As dioceses chefiadas por Bispos cismáticos (legítimos sucessores dos apóstolos mas que não estão com plena comunhão com o Bispo Romano) fazem parte da Igreja Católica, mas sim da Igreja Ortodoxa, por isso não podem ser chamados de católicos já que não fazem parte da comunhão católica, são tão somente Igrejas Particulares (2). Assim enganam-se aqueles que imaginam uma divisão doutrinária no Catolicismo. Contextualizando isso, há sim, diferenças doutrinárias entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa. Por exemplo, a grande maioria dos católicos ortodoxos não aceitam a Infabilidade do Bispo de Roma, outros não aceitam as duas naturezas de Cristo (monofisistas) e ainda há aqueles que dizem que o Espírito Santo procede somente do Pai e não também do Filho. A diferença doutrinária entre Católicos e Ortodoxos é ínfima se comparada com a diferença doutrinária existente entre as milhares de denominações protestantes. A estrada que divide a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa é curta, o que torna a unidade doutrinária entre ambas possível. Há muitos esforços da Santa Sé neste sentido. Já no protestantismo o desejo do Senhor de que todos sejam um (cf. Jo 17,11. Jo 17,21-22) torna-se praticamente é impossível. Depois do Cisma do Oriente, o desenvolvimento (não invenção) da doutrina que se dava em comunhão entre todos os Bispos, desde o Concílio de Jerusalém, acontecia de forma separada entre Igreja Católica e Ortodoxa. Daí que tem origem as divergências doutrinárias hoje existentes entre as duas Igrejas. Este delta doutrinário poderia ser maior se não fosse pela Sagrada Tradição, que tem exercido a função de uma verdadeira liga, já que tanto a Igreja Católica como a Igreja Ortodoxa guardam (também) como Palavra de Deus a mesma Sagrada Tradição, e a utilizam como fundamento para o desenvolvimento de suas doutrinas (3). Conclusão A atual desculpa protestante para continuar no erro da Sola Scriptura não se sustenta pela análise da corroboração histórica e bíblica, já que esta doutrina não encontra amparo na memória cristã e nem na própria Sagrada Escritura. Também não se sustenta pela análise da divisão doutrinária católica. Embora a Sagrada Tradição não tenha impedido a divisão doutrinária entre Católicos e Ortodoxos, pela própria natureza desta divisão (como anteriormente foi exposto), ela não corrobora com isto, ao contrário da Sola Scriptura ( já que embute em si própria a dourina do Livre Exame, que faz de cada cristão o seu próprio mestre e professor.). É exatamente a Sagrada Tradição que torna possível que cristãos católicos e ortodoxos se encontrem, caminhando a pé pela estrada que os separa. Notas (1) Uma diocese ( do latim diocesis) é uma organização com base territorial que abrange determinada população sujeita á autoridade e administração de um Bispo legítimo, isto é ordenado através da sucessão dos Apóstolos. (2) “É católica toda a Igreja particular (isto é, a diocese e a eparquia), formada pela comunidade de fiéis cristãos que estão em comunhão de fé e de sacramentos seja com o seu Bispo, ordenado na sucessão apostólica, seja com a Igreja de Roma, que «preside à caridade» (S. Inácio de Antioquia).” (Catecismo da Igreja Católica Compêndio no. 167. ver também CIC 832-835).  A Igreja Particular perde sua catolicidade se não está integrada à Comunhão Católica. (3) O desenvolvimento doutrinário tanto da Igreja Católica quanto da Igreja Ortodoxa também se apóia na Sagrada Escritura. #Escritura #Deus #sim #SolaScriptura #SagradasEscrituras #catolicismo #artigos #ao #eles #VeritatisSplendor #Protestantismo #Humana

  • Dez países apoiam a Itália e o crucifixo perante o Tribunal Europeu

    Entre eles encontra-se a Rússia Por Jesús Colina ESTRASBURGO, terça-feira, 8 de junho de 2010 (ZENIT.org). Pela primeira vez na história do Tribunal Europeu de Direitos Humanos (TEDH), dez Estados membros, entre eles a Rússia, foram declarados como amicus curiae (quer dizer, terceira parte) perante a sentença proferida contra o Estado italiano que proíbe o crucifixo nas salas de aula das escolas e que será analisada pelo corte superior daquele Tribunal em 30 de junho. O Tribunal comunicou, na semana passada, o European Centre For Law And Justice, ECLJ, com a lista dos membros que saíram em defesa da Itália: Armênia, Bulgária, Chipre, Grécia, Lituânia, Malta, Mônaco, San Marino, Romênia e a Federação Russa. Estes dez Estados, que fazem parte das 47 nações do Conselho da Europa, pediram formalmente ao Tribunal que os apresente oficialmente como “terceira parte” quando o caso for levado perante a Câmara. A condição de “terceira parte” permite aos Estados se converterem oficialmente em parte em um caso e apresentar ao Tribunal suas observações escritas e orais. Além desses dez Estados membros, outros Estados pronunciaram-se contra a sentença de 3 de novembro de 2009, como é o caso da Áustria e da Polônia, que emitiram os pronunciamentos políticos, respectivamente, em 19 de novembro e 3 de dezembro de 2009. “Trata-se de um precedente importante para a vida do Tribunal, pois, em geral, os Estados membros privam-se de intervir ou intervêm somente quando o caso afeta um cidadão de seu Estado”, explica para ZENIT Gregor Puppinck, diretor do Centro Europeu para o Direito e a Justiça. “O ‘caso do Crucifixo’ é único e não tem precedentes. Dez Estados decidiram explicar à Corte qual é o limite de sua jurisdição, qual o limite de sua capacidade para criar novos ‘direitos’ contra a vontade dos Estados membros. Pode-se ver em tudo isso um contra-balanço do poder”, acrescenta Puppinck. O caso Lautsi, ou “o caso do crucifixo”, foi remetido à Grande Câmara do Tribunal depois que o governo italiano apelou, no último 28 de janeiro, contra a sentença emitida pela Segunda Seção do Tribunal em 3 de novembro de 2009. Nesta primeira decisão, o Tribunal determinou que a presença do crucifixo nas salas de aula é “contrária ao direito dos pais de educar suas crianças na linha de suas próprias convicções e ao direito das crianças à liberdade religiosa”, porque os estudantes italianos sentir-se-iam “educados em um ambiente escolar marcado por uma certa religião”. O Tribunal continuou afirmando que a presença do crucifixo poderia ser “emocionalmente perturbadora” para os filhos da senhora Lautsi (a demandante) e, o mais importante, que sua exibição não poderia “incentivar o pensamento crítico nos estudantes” nem “servir ao pluralismo educacional” para preservar uma “sociedade democrática”. O Tribunal concluiu que isto havia sido uma violação do artigo 2 do Protocolo número 1 (Direito à educação), assim como do artigo 9 (liberdade religiosa) da Convenção. Esta decisão foi duramente criticada por peritos políticos e juristas de vários Estados europeus como uma imposição do “laicismo”. Concretamente, foi reafirmado que a Convenção Europeia de Direitos Humanos nunca requereu que o Estado deve “observar a neutralidade confessional no contexto da educação pública” ou de qualquer outro setor público. Na realidade, vários Estados membros do Conselho da Europa são “Estados confessionais” com uma religião oficial ou um reconhecimento de Deus em suas leis e constituições. Ao conceder, no último dia 2 de março, a remissão perante a Grande Câmara da decisão de novembro, o Tribunal reconheceu que a decisão de novembro traz graves problemas legais e deve ser reconsiderada pela formação do Tribunal. No último dia 29 de abril, o Governo italiano apresentou seu memorando ao Tribunal explicando que os juízes de Estrasburgo não têm competência para impor o laicismo a um país, em particular para a Itália, nação caracterizada por sua majoritária prática religiosa e identidade católica. A decisão do Tribunal, após a audiência pública da Grande Sala que acontecerá dia 30 de junho, será publicada ao término de ano. #novos #italiano #lawandjustice #primeiravez #sanmarino #Tribunal #Direito #Malta #pode #ao #crucifixo #zenit #Chipre #eles #limite #russa #defesa #estes

  • Eucaristia, elemento unificador da Igreja, afirma Papa

    Celebra Missa no Palácio de Esportes Eleftheria de Nicósia Por Roberta Sciamplicotti NICÓSIA, domingo, 6 de junho de 2010 (ZENIT.org). – Celebrando nesta manhã de domingo a Missa no Palácio de Esportes Eleftheria de Nicósia, capital de Chipre, Bento XVI destacou a importância da Eucaristia, lembrando que aqueles que “se nutrem do corpo e do sangue de Cristo na Eucaristia são reunidos pelo Espírito Santo num só corpo para formar o único povo santo de Deus”. A celebração foi realizada na ocasião da publicação do Instrumentum Laboris da Assembleia Especial para o Oriente Médio do Sínodo dos Bispos, que se realizará em Roma entre os dias 10 e 24 de outubro. Participaram da Missa os patriarcas e bispos católicos do Oriente Médio, com representantes das respectivas comunidades. Estava também presente Sua Beatitude Crisóstomos II, arcebispo de Nova Justiniana e de todo Chipre, figura de grande relevância no âmbito do diálogo ecumênico. O Palácio do Esporte, com capacidade para 7 mil espectadores, estava lotado. Muitos fiéis acompanharam a celebração do lado de fora, onde foram disponibilizadas cadeiras para todos os que não puderam entrar no ginásio. O Papa se disse “feliz por esta oportunidade de celebrar a Eucaristia junto a tamanho número de fiéis de Chipre, uma terra abençoada pelo trabalho apostólico de São Paulo e São Barnabé”, e saudou todos os presentes “com grande afeto”, agradecendo “pela hospitalidade e pela generosa acolhida” a ele oferecidas. Particularmente, dirigiu uma saudação especial às comunidades de imigrantes presentes em Chipre, pedindo em oração para que sua presença “possa enriquecer a atividade e o culto das paróquias”, enquanto possam também encontrar “apoio espiritual da antiga herança cristã da terra” que escolheram como casa. Lembrando que a Igreja celebra neste domingo a solenidade do Corpo e do Sangue de Cristo, o Papa observou que o nome dado à celebração no Ocidente, Corpus Christi, é usado na tradição da Igreja para indicar “três realidades distintas”: “o corpo físico de Jesus, nascido da Virgem Maria, seu corpo eucarístico, o pão do céu que nos nutre neste grande sacramento, e seu corpo eclesial, a Igreja”. Refletindo sobre estes diferentes aspectos, indicou, “chegamos a uma compreensão mais profunda do mistério da comunhão que liga todos aqueles que pertencem à Igreja”: “Todos aqueles que se nutrem do corpo e do sangue de Cristo na Eucaristia são reunidos pelo Espírito Santo num só corpo para formar o único povo santo de Deus”. “Assim como o Espírito Santo desceu sobre os Apóstolos no cenáculo em Jerusalém, o mesmo Espírito Santo opera em toda celebração da Missa por um duplo escopo: santificar as oferendas do pão e do vinho, para que se tornem o corpo e o sangue de Cristo, e alimentar aqueles que são nutridos por estas santas oferendas, para que possam se tornar um só corpo e um só espírito em Cristo”, prosseguiu o Pontífice. Citando uma alegoria de Santo Agostinho, que “nos lembra que o pão não é preparado a partir de um, mas sim de numerosos grãos”, lembrou que “cada um dos que pertencem à Igreja tem necessidade de sair do mundo fechado de sua própria individualidade e aceitar a companhia daqueles que partilham do pão com ele”. “Derrubar as barreiras entre nós e nossos vizinhos é a primeira condição para adentrar na vida divina à qual somos chamados.” Assim, do mesmo modo que nas antigas comunidades cristãs, somos chamados a “superar nossas diferenças, a levar a paz e a reconciliação onde houver conflitos, a oferecer ao mundo uma mensagem de esperança. Somos chamados a estender nossa atenção aos necessitados, dividindo generosamente nossos bens terrenos com aqueles menos afortunados do que nós. E somos chamados a proclamar incessantemente a morte e ressurreição do Senhor, até que Ele venha”. Em sua saudação ao Papa antes da celebração, o arcebispo maronita de Chipre, Youssef Soueif, agradeceu calorosamente por “sua missão de amor”, desempenhada “em nível internacional”. Após a homilia de Bento XVI, tomou também a palavra o arcebispo Nikola Eterović, secretário-geral do Sínodo dos Bispos, que lembrou a importância da reunião de outubro, ocasião em que rezará pela promoção de “um novo dinamismo pastoral” nas Igrejas do Oriente Médio, como também para que estas Igrejas possam estar “cada vez mais empenhadas na evangelização e na promoção humana”, em colaboração com as outras duas grandes religiões monoteístas, o judaísmo e o islamismo. #acolhida #Deus #SãoPaulo #outubro #apoio #Culto #antiga #osdias #possam #DeCristo #Amor #todosos #abençoada #Assembléia #EspíritoSanto #povo #Jesus #roberta #nome #Missa #Agostinho #nestedomingo

  • Maria recorda que Cristo nunca nos abandona, assegura Bento XVI

    Ao rezar o Ângelus em Nicósia NICÓSIA, domingo, 6 de junho de 2010 (ZENIT.org). – A Virgem Maria, com seu exemplo de vida, mostra a cada cristão que, inclusive nas noites escuras, Cristo não o abandona, explicou Bento XVI hoje, ao rezar o Ângelus na capital de Chipre. Após ter presidido a Missa conclusiva desta primeira peregrinação, no Palácio de Esportes Eleftheria de Nicósia, e de entregar o “Documento de trabalho” do próximo Sínodo dos Bispos do Oriente Médio, que será realizado em outubro, em Roma, o Papa deu espaço a uma profunda contemplação do mistério de Maria. A ocasião foi propiciada pela oração do Ângelus junto a 10 mil cipriotas e milhões de fiéis do mundo inteiro, que acompanhavam o Papa ao vivo, pela televisão, nos cinco continentes. O Pontífice constatou como essa oração mariana lembra o “sim” que a Santíssima Virgem pronunciou ao anjo para aceitar ser Mãe de Deus, fazendo que a esperança de milênios se convertesse em realidade: “Aquele a quem Israel tinha esperado veio ao mundo, à nossa história”. “Trinta anos mais tarde, quando Maria estava chorando aos pés da cruz, deve ter sido duro manter essa esperança viva”, considerou o Papa, em sua intensa meditação. “As forças da escuridão pareciam ter ganhado o jogo – acrescentou. E, no entanto, no fundo, ela teria lembrado das palavras do anjo. Inclusive em meio à desolação do Sábado Santo, a certeza da esperança a levou adiante rumo à alegria da manhã da Páscoa.” “E assim nós, seus filhos – continuou refletindo -, vivemos na mesma esperança confiada de que o Verbo feito carne no seio de Maria nunca nos abandonará.” “Ele, o Filho de Deus e Filho de Maria, fortalece a comunhão que nos une, de maneira que possamos dar testemunho dele e do poder do seu amor de cura e reconciliação.” O Papa confiou à intercessão de Maria “o povo de Chipre e a Igreja em todo o Oriente Médio”. #capitaldechipre #conclusiva #Após #cristão #Esportes #Cristo #seu #Peregrinação #Deus #Médio #Maria #ter #tinha #pela #virgem #Rezar #aospésdacruz #Nicósia #próximo #Sínodo #desta #Eleftheria #junho #Oriente #exemplo #ocasião #XVI #outubro #adiante #veio #Filhos #mistério #aovivo #ojogo #não #esperança #explicou #oração #zenit #Filho #trabalho #espaço #Chipre #manter #bispos #uma #BentoXVI #hoje #essa #documento #Fundo #mostra #Palácio #será #Amor #alegria #org #primeira #Anjo #com #continentes #esperado #deu #contemplação #Missa #Bento

  • “A divisão da cristandade é um pecado e um escândalo”

    O cardeal Kasper preside um Pentecostes ecumênico em Liverpool LIVERPOOL, sexta-feira, 28 de maio de 2010 (ZENIT.org). Mais de dois mil cristãos da região inglesa de Merseyside participaram da celebração ecumênica da festa de Pentecostes, clamando pela unidade na rua que une as duas catedrais – católica e anglicana – de Liverpool. O presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, cardeal Walter Kasper, viajou de Roma para se unir à Celebração das Duas Catedrais, informou a diocese de Merseyside. O ato começou na catedral anglicana, continuou com uma procissão para Hope Street e concluiu-se na catedral metropolitana. A Celebração das Duas Catedrais acontece todos os domingos de Pentecostes desde 1982, ano em que João Paulo II visitou Liverpool, participou de uma procissão pela rua que une as duas catedrais e celebrou a Missa. Em sua homilia, antes de unir-se à peregrinação por Hope Street, o cardeal se referiu aos desafios do ecumenismo e a importância de caminhar unidos “pelo caminho da esperança”. Realçou que nos Atos dos Apóstolos lemos como todos escutaram os apóstolos no próprio idioma e estavam unidos escutando a mesma mensagem. “Mas esta nova unidade e nova universalidade não era, de nenhuma maneira, uma uniformidade; significa unidade na diversidade e diversidade na unidade”, explicou. “E que outro objetivo tem o ecumenismo hoje, mais que este tipo de unidade na diversidade de todos os que acreditam em Jesus Cristo!”, acrescentou. Porém, reconheceu em referência à realidade atual do Cristianismo, não só existem a unidade e o amor. “Esta realidade está ao contrário da vontade de Deus, está ao contrário do testamento que Ele nos deixou na véspera de sua morte quando pediu que todos sejam um… esta realidade de uma cristandade dividida é pecado e é um escândalo”, afirmou. E acrescentou: “Danifica a tarefa sagrada que é a missão dada pelo Espírito de difundir o Evangelho no mundo inteiro para reconciliar os povos e uni-los”. Para o cardeal Kasper, “não podemos alcançar a reconciliação e a paz, e ao mesmo tempo estar divididos e não reconciliados entre nós”. E isto, com maior urgência no começo do século XXI, com as tensões sociais, culturais, políticas, militares e raciais e os conflitos de nosso mundo. “Temos que admitir com tristeza que ainda não existe a plena comunhão entre nós”, disse. E verificou: “Todavia não estamos juntos nem unidos na única mesa do Senhor: ainda não podemos compartilhar o pão Eucarístico, ainda não podemos beber de um mesmo cálice”. Ao mesmo tempo, destacou que a unidade almejada é uma unidade na verdade e no amor e, por isso, “não podemos fazer uma mescla ou uma salada mista com as diferentes Igrejas”. “Devemos nos reconhecer e amar ao próximo em nossa alteridade e em nossa diversidade”, indicou. O cardeal Kasper afirmou que Jesus Cristo é o objetivo máximo do ecumenismo. “Somente estando mais unidos a Cristo seremos mais unidos também entre nós”, explicou. E acrescentou: “Não se trata de um ecumenismo barato: o ecumenismo tem seu preço e requer riscos valentes”. “A peregrinação ecumênica é uma peregrinação de aprofundamento da santidade e da santificação. O ecumenismo espiritual é o verdadeiro coração do movimento ecumênico”. De acordo com o presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, o ecumenismo é um processo de crescer juntos. “Há muitos campos nos quais podemos cooperar hoje, muitos mais que pensamos e muitos mais que nesses que atualmente estamos já comprometidos”, mostrou. “Nosso mundo necessita da cooperação de todos os bons cristãos, necessita que falemosa uma voz sobre os valores humanos e cristãos, especialmente sobre os valores familiares que correm tanto perigo na atualidade” disse. E destacou: “Nosso mundo também precisa de nossa cooperação no âmbito da cultura, da paz, da justiça social e da preservação da criação”. “Nosso tempo necessita especialmente de coragem e esperança, deve ver que não só passam coisas ruins, mas bastantes coisas boas também são possíveis”, somou. E concluiu: “Devemos dar testemunho de que, até mesmo depois de uma história às vezes dolorosa entre as Igrejas, a reconciliação, a cooperação e a amizade são possíveis”. #Festa #ato #Pentecostes #Deus #pela #liverpoolliverpool #Sextafeira #JesusCristo #joãopaulo #ano #merseyside #lemos #Amor #todosos #mesma #Jesus #Missa #mensagem #hopestreet

  • Papa exorta a reviver “imensa missão” da evangelização

    Audiência dos participantes na Assembleia do Conselho Superior das POM CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 27 de maio de 2010 (ZENIT.org).- Recebendo na sexta-feira passada, em audiência, os participantes na Assembleia Ordinária do Conselho Superior das Pontifícias Obras Missionárias (POM), que foi realizada em Roma de 17 a 21 de maio, Bento XVI recordou a necessidade de promover sempre a evangelização, que definiu como uma “imensa missão”. No discurso, que foi pronunciado na Sala Clementina do Palácio Apostólico Vaticano, o Papa destacou a necessidade de evangelizar especialmente neste tempo, no qual a humanidade sofre com certa falta de pensamento reflexivo, e se difunde um humanismo que exclui Deus. Por este motivo, explicou, “é ainda mais urgente e necessário iluminar os novos problemas que surgem com a luz do Evangelho que não muda”. A pregação do Evangelho, declarou, “é um inestimável serviço que a Igreja pode oferecer a humanidade inteira que caminha na história”, e o “julgamento crítico sobre as transformações planetárias que estão mudando substancialmente a cultura da humanidade”. O valor de anunciar Bento XVI reconheceu que quem participa na missão de Cristo “deve inevitavelmente enfrentar tribulações, rejeições e sofrimentos, porque se depara com as resistências e os poderes deste mundo”. Como indicou o apóstolo Paulo, “não temos mais armas que a Palavra de Cristo e de sua Cruz”. A missão ad gentes, além disso, “convida a Igreja e aos missionários que aceitem as consequências de seu ministério: a pobreza evangélica que lhes confere a liberdade de pregar o Evangelho com valor e franqueza; a não-violência, que respondem ao mal com o bem; a disponibilidade a dar a própria vida pelo nome de Cristo e por amor aos homens”. “Como o apóstolo Paulo demonstrava a autenticidade de seu mistério com as perseguições, feridas e torturas sofridas, assim a perseguição é também prova da autenticidade de nossa missão apostólica.” O poder do Espírito Na vigília da solenidade de Pentecostes, que foi celebrada no domingo, 23 de maio, o Pontífice afirmou que “é o Espírito Santo que une e preserva a Igreja, dando-lhe força e de se expandir,  preenchendo os discípulos de Cristo com uma riqueza imensa de carismas”. A propósito disso, confessou que a celebração do Ano Sacerdotal “ajudou a dar maior consciência do que a obra missionária requer de uma união cada vez mais profunda com Aquele que é o Enviado de Deus Pai para a salvação de todos; requer compartilhar esse “novo estilo de vida” que foi inaugurado pelo Senhor Jesus e que foi feito próprio pelos Apóstolos”. Concluiu, portanto, sua intervenção agradecendo a todos os membros das Obras Missionárias Pontifícias, comprometidos de diversas formas a “ter alta consciência missionária das Igrejas particulares, empurrando-as com uma participação mais ativa na missio ad gentes, com a formação e o envio de missionários e missionárias e a ajuda das Igrejas jovens”. Objetivo A Assembleia das POM teve por tema “a construção da comunhão eclesial e a chave da missão” e nela participaram 118 diretores nacionais das Pontifícias Obras Missionárias procedentes dos cinco continentes. Dom Piergiuseppe Vacchelli, Secretário adjunto da Congregação para a Evangelização dos Povos e presidente das POM; explicou que, “como em toda mudança histórica, temos que enfrentar transformações qualitativas da sociedade, que especialmente no Ocidente, está construindo sua cultura se privando de Deus e de Jesus Cristo”, recorda a agência Fides. Abrindo os trabalhos da Assembleia, o prelado destacou em particular a importância do “Fundo de Solidariedade Universal”, que “é como o ABC das POM, sem o qual as POM já não teriam razão de existir”, e convidou os presentes a sempre seguirem critérios de “transparência, responsabilidade, coerência e sentido de justiça” na gestão dos donativos. A Assembleia discutiu também sobre possíveis variações no Estatuto das POM e da atenção dada a Domus Missionalis, realidade administrada pelos colégios internacionais presentes em Roma, lugares de formação acadêmica e espiritual para seminaristas e catequistas do mundo todo. #torturas #anunciar #humanismo #Evangelho #franqueza #Deus #caminha #quintafeira #Homens #audiência #Piergiuseppe #Santo #preserva #privando #inevitavelmente #deste #pelo #pregar #construindo #PalácioApostólicoVaticano #Solenidade #pronunciado #Tempo #SalaClementina #iluminar #Fundo #DeCristo #Cruz #Amor #autenticidade #Assembléia #Obras #oferecer #Jesus #Povos #nome #substancialmente #disponibilidade

  • Renovar a face da terra

    SALVADOR, segunda-feira, 24 de maio de 2010 (ZENIT.org).- Apresentamos a reflexão de Dom Geraldo M. Agnelo, cardeal arcebispo de Salvador, sobre a festa de Pentecostes. *** Cristo Jesus, tendo subido aos céus, enviou o seu Espírito Santo para renovar a face da terra. O cristão é chamado a testemunhar no mundo a força renovadora do amor que vem do sacrifício de Cristo na cruz. Neste domingo celebramos a festa de Pentecostes. Recordamos a descida do Espírito Santo sobre a Virgem Maria e os Apóstolos, reunidos no cenáculo; a primeira pregação do Evangelho em Jerusalém; a formação da primeira comunidade cristã; o nascimento da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo. O protagonista escondido de tudo isso é o Espírito Santo. Ele operou outrora e continua operando hoje na sua Igreja. E se lhe damos espaço, intervém com eficácia também em nossa vida. Talvez até agora tenhamos descuidado da presença do Espírito em nós, os seus convites para operar o bem. Notamos algo de curioso nas três leituras da missa deste domingo. Normalmente, a mais importante é a do evangelho que apresenta Jesus operando no meio dos homens. Nos últimos domingos a importância está na primeira leitura, tomada do livro dos Atos dos Apóstolos, escrito por Lucas. Este livro nos conta a vida dos discípulos depois da ressurreição do Senhor, a história da Igreja em seus inícios. Nesse livro encontramos o relato por extenso de Pentecostes, acontecimento que dá origem à festa de hoje. Pentecostes significa quinquagésimo dia. Cinquenta dias depois da Páscoa, os apóstolos com a Mãe de Deus recolheram-se no Cenáculo, a grande sala na qual o Senhor tinha celebrado a última ceia. Eles continuavam a recolher-se ali, depois da ascensão do Senhor, e sobre eles veio descer o Espírito Santo. Nesse dia tem início a história da Igreja no mundo. E, portanto começa também a história dos cristãos. Desse acontecimento, o trecho do Evangelho nos apresenta somente uma antecipação: narra como Jesus prometeu aos apóstolos o dom do Espírito Santo, e lhes assegurou que nele haveriam de encontrar conforto, e dele receberiam tudo que deveriam conhecer para a sua missão. Era a tarde da Quinta feira Santa, depois da última ceia, durante o longo e comovente discurso de adeus de Jesus aos apóstolos. Vivendo perto de Jesus tinham percebido nele a presença do divino. Pedro um dia tinha concluído também em nome dos outros: “Tu és o Filho de Deus, tu tens palavras de vida eterna.” Sentiam-se amados por Jesus, e o amavam também. Para segui-lo tinham abandonado casa, família, profissão, tudo. Mas Jesus lhes tinha advertido que um dia os deixaria. Daí o seu desencorajamento, sua desilusão. Por isso a promessa de Jesus: “Eu pedirei ao Pai, e ele vos dará um outro Consolador, para que permaneça convosco para sempre”. A palavra usada por Jesus foi Paráclito que significa Consolador e também  Advogado, para que nas circunstâncias difíceis lhes sugerisse o que dizer diante dos homens e ainda nos tribunais. Mas tudo isso se desenrolou na “Quinta Feira Santa”, no recolhimento da Última Ceia, na forma privada. Ao invés, cinquenta dias depois da Páscoa, o Espírito Santo se fez presente de forma sensível, manifesta, clamorosa, com sinais vistosos e surpreendentes. São Lucas fala de “um trovão, um vento impetuoso”. Fala de “línguas como de fogo, que pousavam sobre Maria e os apóstolos”. Os apóstolos compreenderam bem aqueles sinais, acolheram o Espírito Santo, sentiram-se transformados interiormente, venceram todo o medo. Antes estavam escondidos no Cenáculo. Agora saem fora ao descoberto, falam em público e anunciam a todos o Evangelho. Assim nasceu a Igreja, como realidade histórica que se radica nas cidades, nas nações e nos continentes, que percorre os séculos e os milênios. Uma experiência de homens em diálogo com Deus, que desde dois mil anos atravessa a história. O protagonista é o Espírito de Jesus; protagonista na história da humanidade e na pequena história de cada um de nós. Do Espírito de Deus “está plena a terra”, desde a criação, a Encarnação do Filho de Deus no seio da Virgem Maria, no perdão dos pecados, e no testemunho cristão. Um sentido de amor para a vida e aos irmãos que nasce do Espírito e nos faz imitadores de Cristo. Dom Geraldo M. Agnelo Cardeal Arcebispo de Salvador #livrodos #Pentecostes #nascimento #virgem #Geraldo #JesusCristo #Senhor #Homens #nesse #detudo #Protagonista #Atos #desalvador #veio #segundafeira #DeCristo #subido #Amor #Advogado #Jesus #Missa #Cardeal #nestedomingo

  • Apresentado em Roma importante estudo sobre rito moçárabe

    Permitirá aprofundar no significado teológico e da celebração da liturgia hispânica ROMA, segunda-feira, 17 de maio de 2010 (ZENIT.org).- Na semana passada, na sede da Rádio Vaticano de Roma, foi apresentada a obra Concordantia Missalis Hispano-Mozarabici, editada pela Libreria Editrice Vaticana. Trata-se de um livro de grande importância no âmbito da pesquisa da liturgia. A Concordantia é o resultado de vários anos de trabalho dos investigadores espanhóis Félix María Arocena e Adolfo Ivorra, e do italiano Alessandro Toniolo. Nele se recolhe todo o patrimônio oral do rito hismano-moçárabe, e pela primeira vez, as Concordantias, “instrumento essencial que permite se aprofundar na rica teologia presente nos textos”, afirmam os autores. O livro foi publicado no ano passado, como parte da coleção Monumenta Studia Instrumenta Liturgica, dirigida por Manlio Sodi e Achille Maria Triacca. Trata-se de um volume de quase mil páginas, que oferece um apoio para o estudo da eucologia eucarística (ou seja, um conjunto de orações contidas em um formulário litúrgico, em um livro ou, geralmente, em livros de uma tradição litúrgica). A Concordantia permitirá compreender as acepções semânticas de cada termo litúrgico e o contexto em que se encontra. “O profundo significado teológico de algumas fórmulas, as particularidades do latim hispânico e as discrepâncias entre o Missal e as fontes hispânicas são outras das benfeitorias que possibilita este instrumento”. “O trabalho baseado nas Concordâncias permitirá conhecer não apenas a densidade teológica do Missale Hispano-Mozarabicum, como também a transcendência e a beleza de nossa tradição ritual”, afirmam os autores. Eles se disseram confiantes de que a  Concordantia “será um incentivo para a reflexão teológica sobre o atual Missal Hispânico, facilitando sua aproximação, e corrigindo, quando for o caso, as hipóteses e conclusões, até agora formuladas, por meio de uma inspeção in directo dos textos, sensível a sua história – nem sempre clara”. Rito moçárabe O rito moçárabe ou hispânico é um dos ritos ocidentais antigos (juntamente ao romano,  ao ambrosiano e ao galicano), tendo nascido e se consolidado na península ibérica por volta do século VI, antes da invasão muçulmana. Segundo os especialistas, uma das características deste rito é a importante presença do canto. Outros garantem que esse rito conversa, muito mais que os demais ritos, influências da liturgia judia nas sinagogas. Apesar das dificuldades (conquista muçulmana e imposição do rito romano, especialmente depois de Trento), o rito hispânico sobreviveu em Toledo. Em 1495, o cardeal Cisneros empreendeu uma importante reforma, dedicando uma capela para a celebração desta liturgia, e compondo um missal escrito que coletava as tradições orais que ainda prevaleciam. Contudo, não foi até o século XX, quando o Concílio Vaticano II dispôs, na Sacrosanctum Concilium, o mesmo direito e honra aos ritos legitimamente reconhecidos, quando se empreendeu a verdadeira reforma do rito, com a edição do Missal atual. Posteriormente, o Papa João Paulo II concedeu a permissão (que até então só tinha em Toledo) de celebrar esta liturgia em qualquer lugar da Espanha. O próprio pontífice quis celebrar a Missa com este rito, em 28 de maio de 1992, se tornando o primeiro papa que o utilizava em Roma. #Mozarabici #AlessandroToniolo #HispanoMozarabici #ConcordantiaMissalisHispanoMozarabici #Concordantia #MonumentaStudiaInstrumentaLiturgica #ManlioSodi #MissaleHispanoMozarabicum #Hispano #Missalis #Alessandro #AchilleMariaTriacca #SacrosanctumConcilium #Missa #Missal

  • Bento XVI: mundo espera por Cristo, mesmo sem saber

    Lança à Igreja inteira um convite solene para a missão “ad gentes” PORTO, sexta-feira, 14 de maio de 2010 (ZENIT.org). Sem impor, mas sem deixar de propor, os cristãos devem responder “com urgência” à necessidade de evangelização, afirmou o Papa Bento XVI, na homilia da Missa celebrada hoje no Porto (Portugal), antes de concluir sua visita apostólica ao país. Neste quarto e último dia, o Papa havia ido para a cidade do Porto, para celebrar a Eucaristia, cuja homilia dedicou quase exclusivamente ao que João Paulo II chamou de “nova evangelização” nas sociedades secularizadas. A celebração aconteceu na Avenida dos Aliados, em frente ao palácio municipal, e dela participaram quase 120 mil fiéis, vindos de todo o país, e também da Espanha e outros países europeus. O Papa chegou diretamente do heliporto militar de Serra do Pilar, no papamóvel, acompanhado pelo bispo do Porto, Dom Manuel Clemente. “O cristão é, na Igreja e com a Igreja, um missionário de Cristo enviado ao mundo. Esta é a missão inadiável de cada comunidade eclesial: receber de Deus e oferecer ao mundo Cristo ressuscitado, para que todas as situações de definhamento e morte se transformem, pelo Espírito, em ocasiões de crescimento e vida.” Com efeito, afirmou o Papa, “se não fordes vós as suas testemunhas no próprio ambiente, quem o será em vosso lugar?”. Se a Igreja parasse de anunciar o Evangelho, “seria morrer a prazo, enquanto presença de Igreja no mundo”, adicionou. Diante da tentação do desânimo, Bento XVI adicionou que “a ‘desproporção’ de forças em campo, que hoje nos espanta, já há dois mil anos admirava os que viam e ouviam a Cristo”. “Era Ele apenas, das margens do Lago da Galileia às praças de Jerusalém, só ou quase só nos momentos decisivos: Ele em união com o Pai, Ele na força do Espírito. E todavia aconteceu que por fim, pelo mesmo amor que criou o mundo, a novidade do Reino surgiu como pequena semente que germina na terra…” Ad gentes O Papa afirmou que a humanidade tem experimentado grandes mudanças, ao que é necessário resposta: “Hoje a Igreja é chamada a enfrentar desafios novos e está pronta a dialogar com culturas e religiões diversas, procurando construir juntamente com cada pessoa de boa vontade a pacífica convivência dos povos”. Este campo da missão ad gentes (faziam os gentios, os que não creem) “apresenta-se hoje notavelmente alargado e não definível apenas segundo considerações geográficas”, esclareceu. “Realmente aguardam por nós não apenas os povos não-cristãos e as terras distantes, mas também os âmbitos sócio-culturais e sobretudo os corações que são os verdadeiros destinatários da atividade missionária do povo de Deus.” “Nada impomos, sempre propomos – explicou aos presentes – prontos sempre a responder a quem quer que seja sobre a razão da esperança que há em vós (1 Ped 3, 15). E todos afinal no-la pedem, mesmo quem pareça que não.” Embora sem o saber, afirmou o Papa, “é por Jesus que todos esperam. De fato, as expectativas mais profundas do mundo e as grandes certezas do Evangelho cruzam-se na irrecusável missão que nos compete”, pois “sem Deus, o ser humano não sabe para onde ir e não consegue sequer compreender quem é”. Portanto, nós, cristãos, “somos chamados a servir a humanidade do nosso tempo, confiando unicamente em Jesus, deixando-nos iluminar pela sua Palavra”. “Quanto tempo perdido, quanto trabalho adiado, por inadvertência deste ponto! Tudo se define a partir de Cristo, quanto à origem e à eficácia da missão: a missão recebemo-la sempre de Cristo.” Encontro vocacional Ao terminar a Missa, Bento XVI abençoou a primeira pedra do seminário Redemptoris Mater Santa Teresinha do Menino Jesus, do Porto. Neste tipo de seminário, diocesano, missionário e internacional, são formados jovens do Caminho Neocatecumenal. Na verdade, milhares de jovens desta realidade eclesiástica foram em peregrinação estes dias a Fátima para participar do encontro com o Papa. Como foi informado à Zenit pela assessoria de imprensa do Caminho Neocatecumenal na Espanha, eles são cerca de 20 mil jovens na Europa. Antes de voltar aos seus países de origem, os jovens tiveram um encontro vocacional com os iniciadores do Caminho, Kiko Argüello, Carmen Hernández e Mario Pezzi, no Santuário de Fátima. O encontro foi presidido pelo cardeal José Policarpo, patriarca de Lisboa. #PapaBentoXVI #adgentes #Deus #portoportugal #Sextafeira #joãopaulo #Eucaristia #dommanuel #cidadedoporto #Homilia #zenit #quem #outrospaíses #hoje #omundo #DeCristo #Amor #impor #Jesus #serra #Missa #Pai

  • Bento XVI exorta à fidelidade dos sacerdotes na Igreja Católica

    ACI).- Ao presidir a oração das Vésperas com os sacerdotes, religiosos e consagrados na Igreja da Santíssima Trindade em Fátima, o Papa Bento XVI alentou aqueles que entregam sua vida a Cristo e à Igreja no serviço aos demais a que vivam intensamente a fidelidade, alentando-se mutuamente e também promovendo as vocações sacerdotais. Depois de agradecer a todos os que trabalharam na organização deste encontro, o Santo Padre se dirigiu aos consagrados e sacerdotes presentes nas seguintes palavras: “A todos vós que doastes a vida a Cristo, desejo nesta tarde exprimir o apreço e reconhecimento eclesial. Obrigado pelo vosso testemunho muitas vezes silencioso e nada fácil; obrigado pela vossa fidelidade ao Evangelho e à Igreja.”. “Permiti abrir-vos o coração para vos dizer que a principal preocupação de todo o cristão, nomeadamente da pessoa consagrada e do ministro do Altar, há-de ser a fidelidade, a lealdade à própria vocação, como discípulo que quer seguir o Senhor”. Seguidamente o Papa se referiu ao Ano Sacerdotal que está prestes a terminar e fez votos para que “uma graça abundante desça sobre todos vós para viverdes a alegria da consagração e testemunhardes a fidelidade sacerdotal alicerçada na fidelidade de Cristo”. “Isto supõe, evidentemente, uma verdadeira intimidade com Cristo na oração, pois será a experiência forte e intensa do amor do Senhor que há-de levar os sacerdotes e os consagrados a corresponderem ao seu amor de modo exclusivo e esponsal”, explicou. Depois de ressaltar a profunda vivência do amor no Santo Cura D’Ars, o Papa mencionou quão importante atualmente é o testemunho os sacerdotes e consagrados e pediu aos presentes que considerem “a graça inaudita do vosso sacerdócio. A fidelidade à própria vocação exige coragem e confiança, mas o Senhor quer também que saibais unir as vossas forças; sede solícitos uns pelos outros, sustentando-vos fraternalmente”. “Particular atenção vos devem merecer as situações de um certo esmorecimento dos ideais sacerdotais ou a dedicação a atividades que não concordem integralmente com o que é próprio de um ministro de Jesus Cristo. Então é hora de assumir, juntamente com o calor da fraternidade, a atitude firme do irmão que ajuda seu irmão a manter-se de pé”, exortou. Deste modo animou a manter “dentro de vós e ao vosso redor, a inquietude por suscitar – secundando a graça do Espírito Santo – novas vocações sacerdotais entre os fiéis. A oração confiante e perseverante, o amor jubiloso à própria vocação e um dedicado trabalho de direção espiritual permitir-vos-ão discernir o carisma vocacional naqueles que são chamados por Deus”. Dirigindo-se logo aos seminaristas, o Santo Padre disse: “o Papa encoraja-vos a serdes conscientes da grande responsabilidade que ides assumir: examinai bem as intenções e as motivações; dedicai-vos com ânimo forte e espírito generoso à vossa formação”. A Eucaristia, continuou, “centro da vida do cristão e escola de humildade e serviço, deve ser o objeto principal do vosso amor. A adoração, a piedade e o cuidado do Santíssimo Sacramento, durante estes anos de preparação, farão com que um dia celebreis o Sacrifício do Altar com unção edificante e verdadeira”. Bento XVI disse logo: “neste caminho de fidelidade, amados sacerdotes e diáconos, consagrados e consagradas, seminaristas e leigos comprometidos, guia-nos e acompanha-nos a Bem-aventurada Virgem Maria”. “Com Ela e como Ela somos livres para ser santos; livres para ser pobres, castos e obedientes; livres para todos, porque desapegados de tudo; livres de nós mesmos para que em cada um cresça Cristo, o verdadeiro consagrado do Pai e o Pastor ao qual os sacerdotes emprestam voz e gestos, de Quem são presença; livres para levar à sociedade actual Jesus Cristo morto e ressuscitado, que permanece conosco até ao fim dos séculos e a todos Se dá na Santíssima Eucaristia”, concluiu. #pois #Cura #PapaBentoXVI #suavida #Senhor #aos #ao #pessoa #desejo #DeCristo #Ars #Amor #alegria #todosos #adoração #Jesus #isto #nesta

  • Bento XVI: “O coração do Brasil é a Eucaristia”

    O Papa, unido espiritualmente ao Congresso Eucarístico de Brasília CIDADE DO VATICANO, domingo, 9 de Maio de 2010 (ZENIT.org).- “Que possam todos vós, pastores e povo fiel, redescobrir que o coração do Brasil é a Eucaristia”, proclamou hoje o Papa Bento XVI aos peregrinos brasileiros, reunidos na Praça de São Pedro durante a oração do Regina Caeli. O Papa quis manifestar a proximidade espiritual dele com o povo brasileiro, “que se encontrará na capital, Brasília, para celebrar o XVI Congresso Eucarístico Nacional, de quinta-feira a domingo que vem, com a presença de meu correspondente especial, Dom Cláudio Humes”. “No lema do Congresso aparecem as palavras dos discípulos de Emaús ‘Fica conosco, Senhor’, expressão do desejo que palpita no coração de todo o ser humano”, afirmou aos presentes. Precisamente, sublinhou: “É exatamente no Santíssimo Sacramento do Altar que Jesus mostra sua vontade de estar conosco, de viver em nós, de doar-se a nós”. “Sua adoração nos leva a reconhecer a primazia de Deus, porque Ele pode transformar o coração dos homens, elevando-os à união com Cristo em um único Corpo”, explicou, até o ponto de que “nós experimentamos a comunhão com um Amor que nós não podemos manter para nós mesmos: este exige ser comunicado aos demais para se poder construir uma sociedade mais justa”. Recordando a proximidade da conclusão do Ano Sacerdotal, o Papa quis convidar todos os sacerdotes a “cultivar uma espiritualidade profundamente eucarística a exemplo do Santo Cura de Ars que, procurando unir seu sacrifício pessoal ao de Cristo, atualizado no Altar, exclamava: “Que bem faz um padre ao oferecer-se em sacrifício a Deus todas as manhãs!”. O Papa se despediu dos peregrinos rogando a intercessão da padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida “de forma que, para que, alimentados pela Eucaristia, pão da Unidade, sejam verdadeiros Discípulos Missionários”. #PapaBentoXVI #quis #lema #manifestar #meu #sacrifício #expressão #DeCristo #Amor #adoração #org #com #Jesus

  • Papa encoraja os jovens a “viver, não vegetar”

    No encontro para a JMJ de Madri que se realizará em 2011 TURIM, domingo, 2 de maio de 2010 (ZENIT.org). – Apesar do tempo chuvoso, Bento XVI teve um encontro festivo com jovens da cidade de Turim e de outras dioceses do Piemonte, no qual os encorajou a viverem com coragem e comprometimento com escolhas definitivas. “Sejam testemunhas de Cristo nestes nossos tempos!”, disse aos jovens reunidos na praça San Carlo. Por duas horas, antes do encontro, a praça foi animada por música e por intervenções por parte dos jovens. Estava presente o grande coral Hope, formado por 270 jovens, além de diversos artistas de várias partes do mundo. “Que o santo Sudário” – continuou o Papa refletindo sobre a relíquia cuja ostensão se realiza nestes dias em Turim – “seja de um modo particular para vocês um convite a imprimir em seu espírito a face do amor de Deus, para que vocês mesmos sejam, em seus ambientes, uma expressão do rosto de Cristo”. Durante o encontro os jovens cantaram o hino “Santo Rosto dos Rostos”, composto especialmente para a ocasião. “Desejo de coração que este evento extraordinário, ao qual espero que muitos compareçam, contribua para que cresça em cada de um de vocês o entusiasmo e fidelidade em seguir a Cristo, e em acolher com alegria sua mensagem, fonte de vida nova”, disse o Papa. Bento XVI indicou como exemplo um jovem da própria cidade de Turim: Piergiorgio Frassati, membro da Ação Católica, filho do fundador do jornal “La Stampa”, que aderiu ao Apostolado da Oração, promovido pela Congregação Mariana e pela Adoração Noturna. Para se aproximar dos trabalhadores das minas, Frassati decidiu estudar Engenharia de Minas na Escola Politécnica de Turim. Pouco antes de se formar, porém, veio a falecer, vítima da poliomielite, aos 24 anos, em 1925. Foi beatificado por João Paulo II em 20 de maio de 1990. “Sua existência foi inteiramente envolvida pela graça e pelo amor de Deus, e foi consumada, com serenidade e alegria, no serviço apaixonado a Cristo e aos irmãos”, lembrou o Pontífice. “Jovem como vocês, viveu com grande empenho sua formação cristã e deu testemunho de sua fé de modo simples e eficaz”. À luz desse testemunho, o Papa encorajou os rapazes e as meninas presentes no encontro a terem “coragem de escolher aquilo que é de fato essencial para a vida”. “Viver, não vegetar”, dizia o beato Piergiorgio Frassati. “Descubram, como ele descobriu, que vale a pena se empenhar por Deus e com Deus, respondendo ao seu chamado na escolhas fundamentais e cotidianas, ainda que tenha um custo!”, concluiu o Santo Padre. #Praça #rosto #oencontro #animada #teve #Piergiorgio #fonte #Cristo #seu #qual #Piemonte #encontro #disse #PapaBentoXVI #partedos #Deus #duas #poliomielite #formado #realizará #pela #acolher #piergiorgiofrassati #CIDADE #coragem #XVI #sua #tempos #chuvoso #Santo #música #viverem #Sejam #não #Apesar #Estava #zenit #vegetar #Turim #testemunho #coral #foi #jovem #mariana #comprometimento #Madri #Tempo #maio #sancarlo #viver #DeCristo #hino #suamensagem #Amor #alegria #Frassati #festivo #adoração #org #Carlo #com #JMJ #nestes #Hope #San #encorajou #Bento

  • Em Cristo e na Igreja o sacerdote vive a caridade, afirma o Papa Bento XVI

    ACI).- Na Audiência Geral desta quarta-feira, dedicada a dois Santos presbíteros, São Leonardo Murialdo (1820-1900) e São José Benito Cottolengo (1786-1842), o Papa Bento XVI explicou que ambos constituem modelos da “profunda convicção de que não é possível exercer a caridade sem viver em Cristo e na Igreja“. Ao iniciar sua catequese, o Papa explicou que São Leonardo Murialdo, depois de superar em sua juventude uma profunda crise espiritual, fez-se sacerdote na Turim de São João Bosco, a quem apreciava muito e graças a ele, entrou em contato com “os graves problemas das classes mais pobres, desenvolvendo uma profunda sensibilidade social, educativa e apostólica, que o levou a dedicar-se a uma variedade de iniciativas para os jovens”, explicou o Papa. “Em 1873 fundou a Congregação de São José, cujo fim apostólico foi desde o começo, a formação dos jovens, especialmente os mais pobres e abandonados”, adicionou o Santo Padre, fazendo insistência em que “o núcleo da espiritualidade de Murialdo é a convicção do amor misericordioso de Deus: um Pai sempre bom, paciente e generoso, que revela a grandeza e a imensidão de sua misericórdia através do perdão”. São Leonardo, “sublinhando a grandeza da missão do sacerdote”, que “deve continuar a obra da redenção, recordava sempre tanto a si mesmo como a seus irmãos, a responsabilidade de uma vida coerente com o sacramento recebido”. Esse mesmo “espírito de caridade”, continuou o Santo Padre, distingue a vida e a obra de São José Benito Cottolengo, fundador da obra “A Pequena Casa da Divina Providência”, também chamada “Cottolengo”. Desde muito jovem “mostrou grande sensibilidade para os pobres”; depois de anos de ministério sacerdotal frutuoso, o encontro com uma jovem doente, mãe de cinco filhos e a quem teve que assistir na morte, mudou a sua vida. “O Senhor sempre põe sinais em nosso caminho para nos guiar, conforme a sua vontade, ao nosso verdadeiro bem”, ressaltou Bento XVI. Desde aquele momento, São José “utilizou todas suas capacidades para dar vida a iniciativas de ajuda aos mais necessitados, sabendo envolver em sua empresa dezenas de colaboradores e voluntários para confrontar juntos e superar as dificuldades que se apresentavam. Todo mundo na Pequena Casa da Divina Providência tinha uma tarefa específica. Sadios e doentes compartilhavam as tarefas diárias. Inclusive a vida religiosa se organizava de acordo com as necessidades e exigências particulares”. “Para os pobres e necessitados, São José foi sempre, como ele mesmo se definia, “o ajudante da Divina Providência”, recordou o Papa. “Estes dois sacerdotes Santos –explicou o Santo Padre– viveram seu ministério na entrega total de sua vida aos mais pobres, aos mais necessitados, aos últimos, encontrando sempre a raiz profunda, a fonte inesgotável de sua ação em sua relação com Deus, procurando em seu amor a profunda convicção de que não é possível exercer a caridade sem viver em Cristo e na Igreja”. “Que sua intercessão e seu exemplo sigam iluminando o ministério dos muitos sacerdotes que entregam generosamente a Deus e ao rebanho que lhes foi confiado, e ajudem a todos a entregar-nos com alegria e generosidade a Deus e ao próximo!”, concluiu. #Cristo #seu #SantoPadre #suavida #Fim #Padre #leonardomurialdo #Pequena #foi #Vaticano #Amor #alegria

  • Papa convida pais a rezarem para que seus filhos escutem Jesus

    Durante a oração do “Regina Caeli” CIDADE DO VATICANO, domingo, 25 de abril de 2010 (ZENIT.org).- No Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que a Igreja celebra neste domingo, Bento XVI convidou os pais a rezarem para que seus filhos se abram à escuta de Jesus. Antes de rezar a oração mariana do Regina Caeli, o Papa se dirigiu, da janela dos seus aposentos, aos milhares de fiéis reunidos na Praça de São Pedro e assegurou que “a primeira forma de testemunho que suscita vocações é a oração”. Para exemplificar, falou de “de Santa Mônica, que, suplicando a Deus com humildade e insistência, obtém a graça de ver seu filho Agostinho tornar-se cristão”. “Portanto, convido os pais a rezarem, para que o coração dos seus filhos se abra à escuta do Bom Pastor e até ‘o mais pequenino gérmen de vocação (…) faça com que se torne uma árvore frondosa, carregada de frutos para o bem da Igreja e de toda a humanidade'”, afirmou, citando a carta de proclamação do Ano Sacerdotal. Logo depois, fez uma pergunta: “Como podemos escutar a voz do Senhor e reconhecê-lo?”. “Na pregação dos Apóstolos e dos seus sucessores: nela ressoa a voz de Cristo, que convida à comunhão com Deus e à plenitude de vida.” “Somente o Bom Pastor protege com imensa ternura seu rebanho e o defende do mal, e só n’Ele os fiéis podem depositar absoluta confiança”, continuou. Neste dia especial de oração pelas vocações, o Pontífice também exortou em particular “os ministros ordenados para que, estimulados pelo Ano Sacerdotal, sintam-se comprometidos ‘com um mais intenso e incisivo testemunho evangélico no mundo de hoje'”. E destacou, recordando alguns aspectos da carta que escreveu para proclamar o Ano Sacerdotal que a Igreja está vivendo, que o sacerdote “continua a obra da Redenção na terra”. Desejou que os sacerdotes “saibam ‘de bom grado deter-se diante do sacrário’; adiram ‘totalmente à sua vocação e missão mediante uma severa ascese’; tornem-se disponíveis à escuta e ao perdão; formem de maneira cristã o povo confiado a eles; cultivem cuidadosamente a fraternidade sacerdotal”. E também que “sigam o exemplo de sábios e diligentes pastores, como fez São Gregório Nazianzeno, quem escrevia dessa maneira ao amigo fraterno e bispo São Basílio: ‘Mostra teu amor pelas ovelhas, tua solicitude e tua capacidade de compreensão, tua vigilância (…), a severidade na doçura, a serenidade e a mansidão na atividade, (…) as lutas na defesa do rebanho, as vitórias (…) alcançadas em Cristo'”. Por outro lado, Bento XVI agradeceu pelas demonstrações de apoio que está recebendo, afirmando: “Agradeço a todos os presentes e a todos os que, com a oração e o afeto, sustentam meu ministério de Sucessor de Pedro”. Finalmente, dirigiu uma saudação especial à Associação METER, que há 14 anos promove o Dia Nacional para as crianças vítimas da violência, da exploração e da indiferença. “Nesta ocasião, quero sobretudo agradecer e encorajar os se dedicam à prevenção e à educação – afirmou -, em particular os pais, professores e tantos sacerdotes, irmãs, catequistas e animadores que trabalham com os jovens nas paróquias, escolas e associações.” #Ele #Senhor #aos #SãoPedro #mariana #sacerdote #BentoXVI #somente #DeCristo #Amor #Jesus #Agostinho

  • Google terá que indenizar o sacerdote anonimamente acusado de pederastia no Brasil

    ACI).- A justiça brasileira confirmou em segunda instância uma decisão que condenou o Google a indenizar em R$ 15 mil um sacerdote acusado de pedofilia na rede social Orkut. A 12º Câmara Civil do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, Brasil, confirmou hoje esta sentença. O sacerdote católico identificado como “J.R.” alegou que um usuário anônimo o chamou de “pedófilo” e “ladrão” em uma das comunidades virtuais da rede social administrada pelo Google. A companhia poderia apelar ante a justiça federal. Em nota publicada pelo portal “terra” lê-se que: “Em primeira instância, o magistrado Alvimar de Ávila considerou que a companhia tem de assumir a responsabilidade neste tipo de situação por abrir espaço “sem prévia fiscalização” para usuários anônimos, que não têm registro, nem identificação verificada pela empresa”. Por sua parte, o advogado do sacerdote, Oscar Ramalho Cavini, declarou que “Google, ao não identificar os seus usuários, deve assumir a responsabilidade, porque do contrário contribui ao anonimato criminal”. Os magistrados Saldanha da Fonseca e Domingos Coelho confirmaram hoje de maneira integral a sentença emitida no último 16 de abril por esse mesmo júri. Google poderia apelar ante a justiça federal. O Google, que não se pronunciou ainda sobre se irá ou não recorrer da decisão, tinha manifestado que sua atividade era oferecer gratuitamente um espaço aos usuários, que previamente “aceitam os termos no momento do registro”. Depois da China, Brasil é o país onde Google recebe mais pedidos de retirada de conteúdos, conforme indica a própria empresa. #terra #SãoPaulo #coelho #ACI #Ávila #tem #espaço #ladrão #Federal #Paulo #Advogado

  • Novas vocações sacerdotais, resultado de esforços de colaboração

    Bispos do EUA lançam um website de promoção vocacional WASHINGTON, D.C., quarta-feira, 21 de abril de 2010 (ZENIT.org).- Um estudo sobre candidatos ao sacerdócio deste ano nos EUA demonstra que as vocações são resultado da colaboração entre o clero, as famílias e todo o Povo de Deus. A Conferência Episcopal dos EUA informou a 16 de abril sobre a pesquisa The Class of 2010: Survey of Ordinands to the Priesthood. Trata-se de um projeto de investigação anual encarregado pela conferência episcopal e realizado pelo Centro de Pesquisa Aplicada ao Apostolado, da Universidade Georgetown. “A maioria dos que vão ser ordenados foi católica desde seu nascimento”, explica o presidente da Comissão para o Clero, Vida Consagrada e Vocações do organismo episcopal, cardeal Sean O’Malley, de Boston. E continua: “quatro de cada cinco informam que seus pais são católicos; quase oito em cada dez foram animados por um sacerdote a considerar o sacerdócio”. “Isso fala da função essencial que o conjunto da Igreja deve desempenhar na promoção das vocações”, afirma. O cardeal destaca que quase três quartos dos seminaristas entrevistados neste ano afirmam ter servido antes como coroinhas, leitores, ministros da Eucaristia ou como outro agente paroquial. “Uma tendência evidente neste estudo é a importância de uma formação permanente e um compromisso na fé católica”, assinala. 92% dos homens tiveram um trabalho a tempo completo – o âmbito da educação é o mais assinalado – antes de entrar no seminário. Três em cada cinco homens que vão ser ordenados completaram estudos universitários antes de entrar no seminário, e um em cada cinco também recebeu um título de pós-graduação. Um terço deles entrou no seminário quando estava na universidade. Na média, afirmam ter considerado a vocação sacerdotal ao redor dos 18 anos. Família O homem mais jovem que vai se ordenar este ano tem 25 anos, e 11 deles têm 65 anos ou mais. 37% dos que vão receber a ordenação sacerdotal têm um parente sacerdote ou religioso. Dois terços da turma assinalam que rezavam regularmente o terço e participavam em adorações eucarísticas antes de entrar no seminário. A maioria deles tem mais de dois irmãos, e 24% dizem ter cinco ou mais irmãos e irmãs. 70% indicam ser de ascendência americana/europeia/branca, enquanto que 13% se afirmam hispânicos/latinos; e 10%, asiáticos ou das ilhas do Pacífico. Quase um terço da turma nasceu fora dos EUA. A maioria vem do México, Colômbia, Filipinas, Polônia e Vietnã. A pesquisa foi enviada a 440 candidatos ao sacerdócio. Foi respondida por 291 homens que vão ser ordenados diocesanos e por 48 que pertencem a ordens religiosas. A conferência episcopal publicou todo o informe em seu website, assim como em uma nova página da internet dedicada à promoção do sacerdócio. #Tratase #EUA #pesquisa #website #colaboração #quartafeira #seu #Episcopal #nascimento #Washington #Ordinands #Deus #quartos #lançam #ter #informou #vão #Clero #quequase #afirmam #Homens #Conferência #tem #abril #Eucaristia #maioria #sacerdotal #estudo #Vocacional #quase #São #omalley #Ministros #ano #doseua #deste #zenit #Sacerdócio #Catolica #promoção #Terço #bispos #foi #demonstra #georgetown #uma #sacerdote #universidade #neste #Class #priesthood #org #Survey #turma #projeto #povo #Seminário #fala #the #Cardeal

  • Papa aos jovens: não temer ir contra a corrente

    LA VALLETTA, domingo, 18 de abril de 2010 (ZENIT.org).- Encontrar Jesus supõe “uma grande experiência de amor” que muda a vida, afirmou o Papa Bento XVI na tarde deste domingo aos jovens de Malta e Gozo, com quem celebrou um encontro no porto de La Valletta. Esse amor expulsa o temor, afirmou o Papa. “Por isso, digo a todos: não tenham medo!”. “Não tenham medo de ser amigos íntimos de Cristo!”, exclamou em maltês. “Certamente encontrarão oposição à mensagem do Evangelho” – prosseguiu –, constatando que “a cultura atual, como toda cultura, promove ideias e valores que talvez sejam contrários aos vividos e pregador por nosso Senhor”. “Frequentemente se apresentam com um grande poder de persuasão, reforçados pelos meios de comunicação e a pressão social.” “Por isso digo a vocês: não tenham medo, mas se alegrem de Seu amor por vocês, confiem n’Ele, respondam a Seu convite a ser discípulos, encontrem alimento e ajuda espiritual nos sacramentos da Igreja”, disse aos jovens. A voz dos jovens O pontífice chegou pelo mar no catamarã “São Paulo”, acompanhado por uma delegação de jovens. A embarcação entrou no porto escoltada por uma frota de pequenos barcos típicos das ilhas maltesas. Após a leitura evangélica da passagem do jovem rico (Mc 10, 17-22), intervieram sete jovens, que pediram ao Papa conselho sobre como viver ante situações atuais difíceis. Eles perguntaram sobre o desejo de “buscar e viver a verdade”, sobre a marginalização juvenil, a vocação conjugal e sobre a vida religiosa. A força do amor Em sua intervenção, o Papa quis recordar aos presentes a vida de São Paulo, de quem neste ano se celebra o 1950° aniversário do naufrágio no arquipélago maltês. “Em uma época, ele era inimigo da Igreja e fez de tudo para destruí-la –observou. Enquanto estava de viagem para Damasco, com a intenção de eliminar cada cristão que encontrasse, o Senhor lhe apareceu em uma visão”. “Toda sua vida se transformou. Converteu-se em um discípulo, até ser um grande apóstolo e missionário”. “Cada encontro pessoal com Jesus é uma grande experiência de amor”, disse o Papa. “Deus nos ama a cada um, com uma profundidade e uma intensidade que não podemos sequer imaginar. Ele nos conhece intimamente, conhece cada uma de nossas capacidades e cada um de nossos erros”. “Posto que nos ama tanto, deseja purificar-nos de nossas falhas e fortalecer nossas virtudes de maneira que possamos ter vida em abundância. Ainda que nos chame a atenção quando há algo em nossa vida que lhe desagrada, não nos rejeita, mas nos pede para mudar e ser mais perfeitos”. Por isso, exortou, “aos que desejam seguir a Cristo, como esposos, padres, sacerdotes, religiosos ou fieis leigos que levam a mensagem do Evangelho ao mundo, digo: não tenham medo”. (Roberta Sciamplicotti) #frota #Cristo #seu #leitura #Verdade #Evangelho #expulsa #encontro #disse #tenham #quis #Pregador #Ele #Isso #SãoPaulo #atual #Senhor #conhece #Malta #exclamou #abril #Jovens #XVI #sua #Encontrar #São #Gozo #esse #supõe #aos #Alimento #Sejam #não #porto #celebrou #deste #afirmou #pelo #zenit #quem #ilhas #talvez #uma #prosseguiu #valletta #experiência #promove #Igreja #viver #lhe #DeCristo #Paulo #porisso #medo #barcos #Amor #abundância #papabento #org #certamente #encontrarão #com #Jesus #mensagem #oposição #Bento

  • Santo Sudário “remete ao amor infinito de Jesus”

    Entrevista com o presidente da Comissão diocesana da Ostensão 2010 Por Chiara Santomiero TURIM, quarta-feira, 14 de abril de 2010 (ZENIT.org).- Com o começo da Solene Ostensão do Santo Sudário, ZENIT pediu ao monsenhor Giuseppe Ghiberti, presidente da Comissão diocesana do Sudário, que explique o valor religioso do véu que, segundo a tradição, teria envolvido o corpo de Jesus antes da Ressurreição. –Somente uma resposta positiva sobre a autenticidade do Santo Sudário legitima a relação religiosa entre o crente e este objeto? –Monsenhor Ghiberti: O problema da justificação da relação religiosa com o Sudário é visto de diversas maneiras. Não são poucas as pessoas que consideram que somente a segurança de sua autenticidade dá legitimidade a sua veneração por parte dos fieis. A teoria oposta afirma por outro lado: trata-se de um objeto venerável e portanto é autêntico. Ambas posições não parecem convincentes. A relação religiosa do fiel com o Santo Sudário, quer dizer, de uma pessoa que viveu em uma tradição na qual a pessoa e as circunstâncias da vida de Jesus são centrais, nasce ao se dar conta – no momento em que se aproxima do manto – que há uma perfeita correspondência entre o que é visto e o que se refere ao relato evangélico a propósito da Paixão de Jesus. Pode-se qualificar como uma “função precursora”. São João Batista afirmava a respeito de Jesus: ”Ele deve crescer e eu diminuir. Ele é o Esposo, e eu, o amigo do Esposo”; para o Sudário é o mesmo, em sua pobreza está sua nobreza, porque seu valor não está no que é, mas sim ao que remete. Há um caráter pré-científico nesse tipo de relação com o Sudário. Nesse ponto, ainda não estabeleço questionamentos sobre sua autenticidade: simplesmente tomo a mensagem que dele emana e que consiste em uma referência ao relato evangélico da Paixão. Só em seguida eu pergunto à ciência se nesse manto esteve o corpo de Jesus. Isso para o meu coração é importantíssimo. Na ciência estou, portanto, interessado, mas não sou influenciado por ela. Essa forma de raciocínio creio que oferece uma proposta precisa e, aceitando-a, estou muito mais livre. –Portanto, o Santo Sudário tem uma função auxiliar para a fé? –Monsenhor Ghiberti: Quando se adquire esta liberdade interior – e olha que eu sou um “fã” da autenticidade do Sudário!” – o resultado não influi na recepção da mensagem. Devemos perguntar: Qual o significado do Santo Sudário para mim, para a pastoral, para a Igreja? As coisas estão ligadas umas às outras. O Sudário não é certamente objeto de fé, são outras as verdades fundamentais em que acreditar. João Paulo II o disse claramente na ostensão de 1998. Mas me ajuda a acreditar. É que um desses meios que o Senhor põe no caminho de seus filhos para chamá-los a Si. Não é necessário – há muitos cristãos que foram santos sem o Sudário, bastou o Evangelho e sua consciência –, mas da mesma forma que o Senhor quis que estes fossem meus pais e que este fosse meu caminho na vida, Ele quis que eu deparasse o Sudário e, como eu, muitas pessoas. Essas são cada vez mais, talvez porque a cultura de nosso tempo tenha uma maior sensibilidade para a imagem, apesar de que seja muito distinta das que são celebradas hoje: ainda que pelas dimensões harmoniosas corporais se pode notar que o do Santo Sudário é um homem bonito, trata-se contudo de um corpo destruído pela tortura. As pessoas sempre pedem para permanecer mais tempo diante do manto, mas quem pode estar diante dele por mais tempo, como aconteceu comigo, deve se esforçar para não fugir, porque é um testemunho de sofrimento indescritível. A dor que transparece através dele, em uma civilização da imagem como a nossa, é mais eloquente que muitos discursos. João Paulo II, nessa mesma ocasião, disse: “Não poderia nos amar mais”. –Ícone ou relíquia? –Monsenhor Ghiberti: O primeiro a usar a terminologia de ícone foi o cardeal Ballestrero e lhe criticaram por usar um escamotage, um conceito para evitar a pronúncia de relíquia no momento em que se proclamavam os resultados do carbono 14 que conduzia à datação da Idade Média, para resguardar sua santidade. Essa é uma polêmica injustificada. O conceito de ícone é útil não só para evitar o problema da autenticidade, porque ainda que essa não se demonstrasse, não haveria dificuldade em usá-lo. Porém o problema hoje é poder usar o conceito de relíquia, ou seja, de objeto que teria contato com Jesus. No jogo entre os dois conceitos, o de ícone tem algo mais e algo a menos. Tem a vantagem de não ter de se expressar com respeito ao contato físico com o corpo de Jesus – sem negá-lo, não se pronuncia nesse aspecto –;  no menos, adverte-se como um conceito um pouco mais distante. O conceito de relíquia tem a desvantagem de antecipar, no sentido comum, conclusões que ainda não foram dadas. Ainda que em uma acepção ampla de termo, relíquia pode indicar algo que teve referência com um santo sem necessariamente supor contato físico. Nesse sentido, é um termo que se pode utilizar também para o Sudário, especificando o significado com o qual se usa. A teologia do ícone tem uma grande densidade de significado enquanto que expressa, segundo a tradição do uso que está presente na Escritura e no cristianismo antigo, o conceito de uma semelhança que tende inclusive à identificação com o ponto de partida. –Pode-se dizer que essa incerteza sobre a autenticidade do Sudário tem em si uma função educativa que Deus oferece aos crentes? –Monsenhor Ghiberti: É um dos aspectos da pobreza que é característica do mistério da Encarnação. Se algo nos diz este mistério, é o escondimento da divindidade no corporeidade, o aspecto mais tangível da presença de uma pessoa humana. Ao tomar o Sudário como ajuda para a fé, mas sem libertá-lo das incertezas científicas, Deus nos convida a concentrar no essencial da mensagem, que remete a seu Filho, encarnado em um corpo, morto e ressuscitado. Também na pobreza dos sinais que estão no estilo de Jesus, que servem de instrumentos “frágeis” para converter os corações. –Por um lado está o milhão e meio de peregrinos inscritos para a ostensão, por outro há ceticismo sobre o Sudário entre muitos crentes: por que na incerteza é mais fácil acreditar que ele não é autêntico, mais que o contrário? –Monsenhor Ghiberti: Teria de perguntar se muitos crentes acreditam verdadeiramente nas verdades de fé como a Ressurreição e a presença real de Jesus na Eucaristia. É muito difícil, quando se trata de acolher na consciência os conteúdos dessas afirmações fundamentais da fé, dizer “eu creio”. Mesmo alguns que vão à Igreja regularmente talvez pensem que são modos de falar. O aspecto extraordinário, com o passar dos anos, torna-se convidativo relativizar; cada um que vive uma quantidade de experiências que não são em si extraordinárias, e o que não passou em minhas experiências coloco entre parênteses e excluo. Algo semelhante acontece com a fé. No momento em que sinto o convite para acreditar, digo sim, sei que é um convite para ir além, só que à medida que o tempo passa, tiro do coração o que me havia lançado a ir além. Quando, como na minha idade, em que se aproximam os últimos momentos da vida, o pensamento de um futuro no qual esta minha realidade tem uma transformação beatificante não é fácil de confirmar nem de aceitar. Acreditar é um processo de conquista que tem suas dificuldades e suas alegrias em todas as idades, e não me surpreende que a respeito do Santo Sudário suceda algo semelhante. É mais preocupante para as verdades da fé. O Sudário eu posso colocá-lo entre parênteses: talvez eu fique mal, porque perco uma ajuda, mas o Senhor não me pedirá contas disso, como me pedirá se eu renunciar a uma ou mais verdades de fé. Trata-se, contudo, de âmbitos que apresentam semelhanças. Acontece que o que serve para a fé tem as mesmas dificuldades que a própria fé para ser aceita. –O que pode se recomendar aos peregrinos, qual atitude, como abordar esse mistério? –Monsenhor Ghiberti: Para se desejar surpreender por essa realidade é necessário se empenhar em silêncio, renunciar os comentários, viver este momento de modo pessoal. É necessário também cuidar da preparação, para não ficar completamente em falta. Para que não se limite a uma emoção, existe a possibilidade de se dirigir à capela da adoração, ou encaminhar-se à confissão. Muitos voltam a cruzar o portão central da catedral para ficar diante do Santo Sudário com mais calma, ainda que de longe. Isso se refere ao amor infinito de Jesus: esta é a mensagem acima de todas as considerações possíveis. #ghiberti #Chiara #acepção #quartafeira #partedos #sim #SãoJoãoBatista #veneração #acolher #VidadeJesus #ao #Giuseppe #corpo #zenit #acreditar #nobreza #somente #Amor #adoração #teria #Jesus #adverte

  • Pediatras americanos: “não estimulem a confusão sexual entre os adolescentes”

    ROMA, terça-feira, 13 de abril de 2010 (ZENIT.org). – Christine Vollmer, presidente da Alliance for the Family, membro da Pontifícia Academia pela Vida e do Pontifício Conselho da Família e líder do grupo que instituiu o “Alive to the World”, comemorou o recente anúncio do American College of Pediatricians (ACP) que inclui uma advertência embasada em anos pesquisas clínicas e observações rigorosas. A ACP divulgou em nota os resultados de uma série de estudos que determinam, de maneira inequívoca, que o desejo de pré-adolescentes de serem do sexo oposto constitui um estágio de desenvolvimento absolutamente normal e temporário. A ACP divulgou também uma advertência às escolas e aos adultos responsáveis sobre o fato de que a confusão de gênero, a atração pelo mesmo sexo, e a confusão sexual não devem jamais ser estimulados. “Mesmo crianças e adolescentes com Desordem de Identidade de Gênero (quando uma criança tem desejo de ser do sexo oposto) perdem estas tendências durante a puberdade, quando este comportamento não é reforçado”. “Os pesquisadores, Zucker e Bradley, afirmam que, quando os pais ou outros adultos estimulam uma criança ou adolescente a se comportar ou ser tratado como se fosse de outro sexo, é reforçada a confusão, e a criança é assim condicionada a uma conduta dolorosa e sofrida sem necessidade”. Mesmo que “motivadas por intenções nobres”, “as escolas podem ironicamente desempenhar um papel negativo quando reforçam tais desordens”, explica a comunicado enviado na semana passada a 14.800 inspetores de ensino dos EUA, assinado por Tom Benton, MD, FCP, presidente do American College of Pediatricians. Benton divulgou ainda uma página na internet sobre o tema,www.FactsAboutYouth.com (em inglês), na qual os pais e responsáveis podem encontrar mais informações. “É importante a questão seja esclarecida”, disse Christine Vollmer a ZENIT. “Nosso programa, que já tem 12 anos, Alive to the World, inclui diretrizes claras para compreender e acompanhar as crianças e adolescentes através dos vários estágios psicológicos de seu desenvolvimento rumo à maturidade”, acrescentou. “Para dizer com as palavras do Dr. Benton” – prossegiu – “a adolescência é um período de agitação e efemeridade. Os adolescentes experimentam confusão a respeito de muitas coisas, incluindo a orientação sexual e a identidade de gênero, e são particularmente vulneráveis às influências do ambiente”. #mesmo #Identidade #Pediatricians #Inclui #for #podem #embasada #líder #Alliance #adolescente #pela #Christine #advertência #Academia #tombenton #instituiu #adolescência #ACP #tem #abril #College #anúncio #Family #Conselho #recente #família #desenvolvimento #confusão #membro #não #doseua #Vida #zenit #gênero #oposto #desejo #determinam #uma #Pontifícia #Benton #Vollmer #Série #divulgou #Roma #americancollegeofpediatricians #org #adultos #American #comemorou #com #criança #World #zucker #the #Pontifício #quando

  • Papa: missão da Igreja é anunciar amor misericordioso de Deus

    Intervenção por ocasião do “Regina Caeli” CASTEL GANDOLFO, domingo, 11 de abril de 2010 (ZENIT.org).- A missão da Igreja é mostrar o rosto misericordioso de Deus, recordou Bento XVI neste domingo, durante a oração do Regina Caeli, no Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, onde está passando alguns dias de descanso, após as celebrações pascais. O Papa recordou que o 2º domingo da Páscoa é chamado, desde a Antiguidade, de in albis, do nome latino alba, “dado pela vestidura branca que os neófitos usavam no Batismo, da noite da Páscoa”. “O venerável João Paulo II – acrescentou – dedicou este mesmo domingo à Divina Misericórdia, por ocasião da canonização de Maria Faustina Kowalska, no dia 30 de abril de 2000.” “Hoje, domingo, termina a Oitava da Páscoa, como um único dia ‘feito pelo Senhor’, marcado pelo distintivo da Ressurreição e pela alegria dos discípulos ao ver Jesus”, observou. A passagem do dia, tomada do Evangelho de São João (20, 19-31), recorda a visita de Jesus aos discípulos, atravessando as portas fechadas do Cenáculo. “Jesus mostra os sinais da Paixão, até permitindo ao incrédulo Tomé que os tocasse. Como é possível, no entanto, que um discípulo possa duvidar?”, perguntou-se o Papa. “Na verdade, a condescendência divina nos permite tirar proveito também da incredulidade de Tomé, e não só dos discípulos crentes. De fato, tocando as feridas do Senhor, o discípulo vacilante cura não somente sua própria desconfiança, mas também a nossa.” “A visita do Ressuscitado – prosseguiu – não se limita ao espaço do Cenáculo, mas vai além, para que todos possam receber o dom da paz e da vida com o ‘Sopro criador’.” “De fato, em dois momentos, Jesus disse aos discípulos: ‘A paz esteja convosco’. E acrescentou: ‘Como o Pai me enviou, também eu vos envio.’ E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: ‘Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos’.” “Esta é a missão da Igreja, perenemente assistida pelo Paráclito: levar a todos o alegre anúncio, a gozosa realidade do amor misericordioso de Deus, ‘para que – como diz São João – acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome’.” À luz disso, no Ano Sacerdotal em curso, Bento XVI exortou particularmente “todos os pastores a seguirem o exemplo do Santo Cura de Ars, que, no seu tempo, soube transformar o coração e a vida de muitas pessoas, porque conseguiu fazer-lhes sentir o amor misericordioso do Senhor”. “Também hoje é urgente igual anúncio e testemunho da verdade do Amor”, concluiu o Pontífice. “Dessa forma, tornaremos cada vez mais familiar e próximo Aquele que nossos olhos não viram, mas de cuja infinita misericórdia temos certeza absoluta.” #serão #rosto #CastelGandolfo #Intervenção #Regina #passando #onde #acrescentou #seu #Cura #criador #Verdade #disse #Deus #ter #pela #Caeli #Misericórdia #Senhor #também #batismo #joãopaulo #abril #Chamado #anúncio #recordou #Tomé #missão #ocasião #XVI #noite #sopro #São #misericordioso #Santo #passagem #não #oração #Gandolfo #Cenáculo #zenit #quem #portas #ReginaCaeli #está #hoje #dia #Igreja #Apostólico #dito #Palácio #branca #neste #João #Amor #alegria #org #Discípulo #faustinakowalska #Jesus #nome #Antiguidade #Castel #Páscoa #termina #Bento #mariafaustina #fato

  • Este sábado se inicia exibição do Santo Sudário em Turim

    ACI).- Este sábado 10 de abril se inicia na Catedral da cidade italiana de Turim a exibição do Santo Sudário. Este importante evento concluirá em 23 de maio e terá entre seus visitantes o Papa Bento XVI quem presidirá uma Solene Eucaristia no domingo 2 de maio na Praça de São Carlos. Nos dias da exibição, a Missa se celebra na Catedral, diante do Sudário, cada manhã às 7:00. Ao final, rezarão as laudes. O Santíssimo Sacramento fica exposto na penitenciaria, no Palazzo Chiablese ao longo de toda a jornada. A capela está reservada à oração silenciosa e à adoração eucarística. Na mesma penitenciaria estarão sacerdotes para administrar o sacramento da Reconciliação. Desde o final da Missa até às 8:00 p.m. o percurso está aberto à visita do Sudário. Para isso é indispensável ter feito a reserva através da Web: www.sindone.org Também será possível chegar à catedral entrando pela porta central, mas desde ali só será possível ver o Sudário de longe. O espaço da abóbada central está reservado à oração e à reflexão silenciosa. De noite, segundo o que se indicará no calendário, a catedral poderá ficar aberta para acolher celebrações particulares ou iniciativas culturais de caráter religioso. Alguns dados Uma sólida tradição demonstra que o Santo Sudário de Turim é o sudário que envolveu o corpo de Jesus Cristo depois de sua morte. Esta é uma peça de linho tecida que mede 4,37 metros de comprimento e 1,11 de largura. O manto leva a imagem detalhada da frente e as costas de um homem que foi crucificado de maneira idêntica a Jesus de Nazaré conforme descrevem as Escrituras. O manto está em Turim, Itália, desde 1578 e é posto em exposição pública aproximadamente uma vez por cada geração. Com o fim de determinar o modo como a imagem foi impressa no Lençol, mais de 1000 investigações científicas das mais diversas especialidades foram realizadas e se tomaram 32 mil fotografias. No sítio www.sindone.org se recolhem os textos e as informações relativas a todos os aspectos da organização da exibição. #Homem #SantoSudário #sacramento #AdoraçãoEucarística #SantoSudárioemTurim #Palazzo #acolher #JesusCristo #Escrituras #PalazzoChiablese #Eucaristia #Sindone #reconciliação #Itália #SacramentodaReconciliação #Turim #Catedral #Vaticano #adoração #Jesus #Missa #Catecismo

  • New York Times difama o Papa Bento, explica editor do Wall Street Journal

    ACI).- William McGurn é o Vice-presidente da News Corporation, proprietária do Wall Street Journal, é ademais especialista em política internacional e foi assistente da Casa Branca durante a administração George W. Bush. Está acostumado a escrever os discursos de Rupert Murdoch, o magnata australiano dono do mencionado jornal e da citada corporação. Em um recente artigo explica a verdade sobre alguns fatos ocultos pelo New York Times em sua campanha difamatória contra o Papa Bento XVI. No texto de 6 de abril, McGurn responde a dois artigos do New York Times escritos por Laurie Goodstein. O editor explica que os documentos apresentados pelo NYT foram proporcionados por Jeff Anderson e Mike Finnegan, de quem se diz são “advogados de cinco homens que processaram a Arquidiocese de Milwaukee”. McGurn adverte que Goodstein não diz nada mais sobre quem é realmente o advogado Anderson. Em seu artigo ela dá alguns detalhes sobre ele: “no que se refere a processos contra a Igreja, ele é o principal advogado. No ano 2002 ele disse à Associated Press que havia faturado 60 milhões de dólares em acordos com a Igreja; e inclusive a outro semanário ele afirmou que ‘estava processando e deixando a Igreja pobre em todos os lados’”. (A expressão grosseira em inglês de Anderson é irreproduzível e ACI Digital faz esta tradução que aproxima de alguma forma à idéia original). McGurn assinala logo que “nada disto faz que não valha a pena citar Anderson. O que faz o artigo é convertê-lo em uma parte muito mais importante do que a história (de Goodstein) mostra. De fato, é difícil pensar em alguém com interesse financeiro superior a este, sobre tudo quando se tenta promover a idéia de uma Igreja que não atua contra sacerdotes abusadores, culpando de maneira pessoal o Papa Bento XVI“. Ao ser perguntado sobre os documentos proporcionados por Anderson ao New York Times incluem alguns textos chave sobre algumas reuniões no Vaticano entre três bispos de Wisconsin (onde se encontra Milwaukee) e o Secretário da Congregação para a Doutrina da Fé, Cardeal Tarcisio Bertone. Escritos originalmente em italiano, foram “traduzidos insuficientemente” ao inglês usando um tradutor computadorizado. Devidamente traduzidos, os documentos mostram que a Arquidiocese de Milwaukee criava barreiras para o processo canônico. Entretanto, em seu artigo McGurn proporciona informação adicional e desafia o New York Times sobre as afirmações que faz sobre o fato que o Pe. Murphy nunca teria sido disciplinado ou submetido ao sistema de justiça da Igreja. De fato, ele foi suspenso como sacerdote, um processo que o editor assinala como o equivalente a retirar a licença de um médico. O Vice-presidente da News Corporation assinala também que “alguns anos depois, quando a Congregação para a Doutrina da Fé assumiu a autoridade sobre todos os casos de abuso, o então Cardeal Ratzinger estabeleceu várias mudanças que permitiram uma ação administrativa direta em vez de processos que demorariam anos. Quase 60 por cento dos sacerdotes acusados de abuso sexual foram tratados assim”. McGurn explica que “o homem que é agora Papa reabriu casos que tinham sido fechados”, e que ele “fez mais que nenhum outro para processar casos e responder aos abusadores, e se converteu no primeiro Papa a falar com as vítimas”. “Não é esta acaso a mais razoável interpretação de todos estes eventos: que a experiência do Cardeal Ratzinger com casos como o de Murphy o levaram a promover reformas que deram à Igreja armas mais efetivas para dirigir os abusos sacerdotais?”, questiona logo. Para o editor do WSJ, é necessário que a imprensa proporcione “um pouco de contexto e mostre um pouco de cepticismo jornalístico sobre o que é relatado por um advogado de defesa que faz milhões com este tipo de casos” como Jeff Anderson. #LaurieGoodstein #WallStreetJournal #ArquidiocesedeMilwaukee #Advogados #PapaBentoXVI #abusosexual #CardealTarcisioBertone #WilliamMcGurn #Difamação #CongregaçãoparaaDoutrinadaFé #AssociatedPress #GeorgeWBush #Advogado #NewYorkTimes #adverte

  • Frei Pizzaballa: “Situação na Terra Santa não é boa”

    Jerusalém, 07 abr (RV) – O Guardião da Terra Santa, Frei Pierbattista Pizzaballa, chama a atenção para a deterioração nas relações entre israelenses e palestinos na Terra Santa, e mais em geral em todo o Oriente Médio, onde se verifica um clima seguramente de tensão e também de cansaço. Entrevistado pela Rádio Vaticano sobre como se está vivendo esta Páscoa em Jerusalém e nos Lugares Santos, o religioso afirma que a situação não é boa, acrescentando não prever, infelizmente, em breve ou a longo prazo, grandes mudanças em sentido positivo. Frei Pizzaballa disse ser necessária uma pressão internacional, um mínimo de maior estabilidade. “A esperança – disse ainda – é de que Jesus que morre e ressurge justamente aqui em Jerusalém, justamente aqui em Jerusalém possa também convidar todos os homens que vivem aqui a viverem de modo mais reconciliado e mais sereno entre si.” Referindo-se sobre a mensagem pascal que parte da Terra Santa para os cristãos, Frei Pizzaballa acrescentou: “Não é uma memória do que aconteceu dois mil anos atrás justamente aqui. É também seguramente isso, mas é uma incumbência, um impulso aonde Jesus nos precede, e nos precede em todos os lugares na Galileia, como no mundo inteiro. A mensagem da Páscoa é justamente esta: é uma mensagem de alegria e de paz; Jesus entra no cenáculo e diz aos discípulos assustados: “A paz esteja convosco”. (RL) Fonte: Rádio Vaticano #Ressurge #possa #longo #deterioração #onde #fonte #morre #Geral #boa #precede #disse #terra #aqui #Médio #Santa #rádio #Guardião #pela #situação #também #tensão #pressão #acrescentando #pascal #Pizzaballa #aonde #Oriente #entrevistado #necessária #infelizmente #não #esperança #TerraSanta #Pierbattista #verifica #abr #uma #Santos #Lugares #maior #está #Palestinos #prazo #rl #mínimo #rv #Jerusalém #Vaticano #alegria #vivendo #atenção #Frei #estabilidade #cansaço #Jesus #Páscoa #mensagem #chama

  • Como cair no recurso ao estereótipo sem dar conta

    No Domingo, o “Diário de Notícias” titulava “Críticas judaicas abrem nova crise para o Vaticano” (4 de Abril). E o “Público”: “Rabis e vítimas indignadas com comparação ao anti-semitismo”. Na entrada, este último (texto de Ana Fonseca Pereira) afirma: “Padre Cantalamessa equiparou ataques à Igreja com perseguição aos judeus. Polémica adensa uma crise que ensombra esta Páscoa”. Comparou mesmo? Talvez. Mas quem fez primeiro a comparação foi um judeu. Se eu me sentisse perseguido, como muitos responsáveis da Igreja se dizem sentir, e se tivesse recebido um carta de alguém que pertence a um povo que foi a maior vítima do século XX, julgo que a usaria, como fez Cantalamessa. Não reivindicaria para mim tal estatuto de vítima – nem ele o fez. O Holocausto, o cúmulo do anti-semitismo, foi algo inominável e não é invocável para autodefesa por quem nele não participou. Mas se um elemento do povo judeu adverte para mecanismos semelhantes aos do anti-semitismo, de “recurso ao estereótipo” e de “passagem da responsabilidade pessoal para a colectividade”, nos tempos de hoje, em relação à Igreja, não poderei eu usar essas palavras? O melhor é ler que o pregador do Papa disse (versão brasileira da Zenit, aqui): «Por uma rara coincidência, neste ano nossa Páscoa cai na mesma semana da Páscoa judaica, que é a matriz na qual esta se constituiu. Isso nos estimula a voltar nosso pensamento aos nossos irmãos judeus. Estes sabem por experiência própria o que significa ser vítima da violência coletiva e também estão aptos a reconhecer os sintomas recorrentes. Recebi nestes dias uma carta de um amigo judeu e, com sua permissão, compartilho um trecho convosco. Dizia: “Tenho acompanhado com desgosto o ataque violento e concêntrico contra a Igreja, o Papa e todos os féis do mundo inteiro. O recurso ao estereótipo, a passagem da responsabilidade pessoal para a coletividade me lembram os aspectos mais vergonhosos do anti-semitismo. Desejo, portanto, expressar à ti pessoalmente, ao Papa e à toda Igreja minha solidariedade de judeu do diálogo e de todos aqueles que no mundo hebraico (e são muitos) compartilham destes sentimentos de fraternidade. A nossa Páscoa e a vossa têm indubitáveis elementos de alteridade, mas ambas vivem na esperança messiânica que seguramente reunirá no amor do Pai comum. Felicidades a ti e a todos os católicos e Boa Páscoa”». A citação no final de um belíssimo texto contra a violência (de como com a morte de Jesus se ultrapassa a violência que á alma de um certo tipo de sagrado) transformou-se em mais um episódio de violência mediática. Chamou-se “obsceno”, “inapropriado” e “moralmente errado” ao sermão de Cantalamessa (via “Público”), quando as palavras são de um judeu. Foi imprudente Cantalamessa? Dizer que sim é admitir que a pressão mediática nos priva de liberdade. A reacção ao sermão por parte de judeus e de vítimas de abusos, apesar de o porta-voz do Vaticano ter vindo dizer que havia palavras que podiam ser mal interpretadas, revela que a violência verbal está latente na nossa sociedade. Como já nem se olha aos factos e aos contextos, como já não se distingue e muito se confunde, começo a pensar que a Igreja está mesmo a ser perseguida (mas nada desculpa os abusos). Ou pelo menos é um alvo fácil para quem quer fazer pontaria. Fonte: Tribo de Jacob #RanieroCantalamessa #abusos #Mundo #Fé #Vítimas #católicos #Verbal #pensamento #Moral #liberdade #Judeus #solidariedade #Cantalamessa #hebraico #Domingo #Homilia #expressar #provocou #SextaFeiraSanta #Ataques #Vítima #latente #desejo #Catolica #Igreja #violência #Alma #responsabilidade #Vaticano #Amor #Fraternidade #Jesus #adverte

  • Papa apresenta a um mundo ferido a esperança da ressurreição

    Em sua mensagem pascal antes de dar a bênção “urbi et orbi” CIDADE DO VATICANO, domingo, 4 de abril de 2010 (ZENIT.org).- Bento XVI passou o olhar pela dor do mundo, que em seus continentes sofre pela injustiça, violência, crise econômica, ou catástrofes naturais, e, perante tantos males, apresentou a esperança da ressurreição de Cristo em sua mensagem de Páscoa. As palavras do Papa foram acolhidas pelas dezenas de milhares de peregrinos que, com guarda-chuvas para se proteger do mau tempo, congregaram-se na praça de São Pedro para escutar a felicitação do Papa em 65 idiomas, pela ressurreição de Jesus, e receber sua bênção “urbi et orbi”. Em sua mensagem, o Papa reconheceu que, em plena crise, a humanidade “tem necessidade de um «êxodo», não de ajustamentos superficiais, mas de uma conversão espiritual e moral. Necessita da salvação do Evangelho, para sair de uma crise que é profunda e, como tal, requer mudanças profundas, a partir das consciências”. “Peço ao Senhor Jesus que, no Médio Oriente e de modo particular na Terra santificada pela sua morte e ressurreição, os Povos realizem um verdadeiro e definitivo «êxodo» da guerra e da violência para a paz e a concórdia”, confessou o pontífice, após ter presidido à missa na praça, adornada com flores holandesas, neste Domingo da Ressurreição. E desejou: “Às comunidades cristãs que conhecem provações e sofrimentos, especialmente no Iraque, repita o Ressuscitado a frase cheia de consolação e encorajamento que dirigiu aos Apóstolos no Cenáculo: «A paz esteja convosco!»” Seu olhar de deteve também no drama dos países latino-americanos e do Caribe, “que experimentam uma perigosa recrudescência de crimes ligados ao narcotráfico”, e auspiciou que “a Páscoa de Cristo conceda a vitória da convivência pacífica e do respeito pelo bem comum”. O Papa recordou também as vítimas das catástrofes naturais. “A dileta população do Haiti, devastado pela enorme tragédia do terremoto, realize o seu «êxodo» do luto e do desânimo para uma nova esperança, com o apoio da solidariedade internacional. Os amados cidadãos chilenos, prostrados por outra grave catástrofe mas sustentados pela fé, enfrentem com tenacidade a obra de reconstrução.” O bispo de Roma exigiu que “se ponha fim em África aos conflitos que continuam a provocar destruição e sofrimentos e chegue-se àquela paz e reconciliação que são garantias de desenvolvimento. De modo particular confio ao Senhor o futuro da República Democrática do Congo, da Guiné e da Nigéria”. “O Ressuscitado ampare os cristãos que, pela sua fé, sofrem a perseguição e até a morte, como no Paquistão. Aos países assolados pelo terrorismo e pelas discriminações sociais ou religiosas, conceda Ele a força de começar percursos de diálogo e serena convivência.” Aos responsáveis de todas as Nações, o Papa desejou que “a Páscoa de Cristo traga luz e força para que a atividade econômica e financeira seja finalmente orientada segundo critérios de verdade, justiça e ajuda fraterna”. “A força salvífica da ressurreição de Cristo invada a humanidade inteira, para que esta supere as múltiplas e trágicas expressões de uma «cultura de morte» que tende a difundir-se, para edificar um futuro de amor e verdade no qual toda a vida humana seja respeitada e acolhida.” O Papa provocou um entusiasmo particular entre os peregrinos, quando disse em português: “Uma Páscoa feliz com Cristo Ressuscitado”. Bento XVI concluiu assim uma Semana Santa em que presidiu a todas as celebrações. #americanos #acolhida #crimes #ter #pela #Senhor #oolhar #pascal #ao #SãoPedro #Iraque #seuolhar #BentoXVI #foram #holandesas #DeCristo #suamensagem #Amor #torrentdownload #Jesus #Missa #nestedomingo

  • A esperança cristã na Via Sacra no Coliseu com o Papa

    “Sua morte converte-se em fonte de vida”, explica na Sexta-Feira Santa ROMA, sexta-feira, 2 de abril de 2010 (ZENIT.org).- Bento XVI presidiu a uma Via Sacra para a esperança nesta Sexta-Feira Santa, no Coliseu, cercado por um rio de 50 mil velas, levadas por peregrinos de todos os continentes. “A Sexta-Feira Santa é o dia da maior esperança, a amadurecida na cruz”, explicou o Papa, no momento em que o calendário registrava os cinco anos da morte de João Paulo II, falecido às 21h37 do dia 2 de abril de 2005. “Entregando sua existência, doada nas mãos do Pai, Ele sabe que sua morte se converte em fonte de vida”, acrescentou o Santo Padre, em um discurso que serviu de coroamento das meditações escritas para esta ocasião pelo cardeal Camillo Ruini, vigário emérito do Papa para a diocese de Roma. “Nossos fracassos, nossas desilusões, nossas amarguras, que parecem marcar o desabamento de tudo, são iluminados pela esperança”, acrescentou o Papa, cujas palavras era transmitidas ao vivo por canais de TV do mundo todo. “O ato de amor da cruz, confirmado pelo Pai e pela luz fulgurante da ressurreição, envolve e transforma tudo”, sublinhou. “Da traição pode nascer a amizade; da negação, o perdão; do ódio, o amor”, disse o bispo de Roma, que concluiu com esta oração: “Concedei-nos, Senhor, carregar com amor nossa cruz, nossas cruzes cotidianas, na certeza de que elas estão iluminadas com o fulgor da vossa Páscoa. Amém.” A cruz foi carregada nas catorze estações por: cardeal Agostino Vallini, atual bispo vigário do Papa para Roma (la primeira e a última), dois fiéis haitianos, dois iraquianos, uma da República Democrática do Congo, uma do Vietnã, dois franciscanos da Custódia da Tierra Santa, dois voluntários que trabalham com enfermos e um enfermo em cadeira de rodas, e uma família da diocese de Roma. Este Sábado Santo, às 21h, o Papa presidirá a Vigília Pascal na Basílica vaticana. Na manhã de domingo, às 10h15, celebrará a Missa e, ao meio-dia, pronunciará sua mensagem de Páscoa e dará a bênção “urbi et orbi”. #Vigário #Feira #falecido #acrescentou #c3 #fonte #presidiu #envolve #doada #Ele #velas #diocese #Santa #vossa #Camillo #pela #registrava #ViaSacra #fulgor #amadurecida #joãopaulo #abril #Peregrinos #coroamento #Padre #cust #ocasião #XVI #sua #Santo #RIO #esperança #SextaFeiraSanta #Entregando #explicou #zenit #Sexta #tierrasanta #Via #odia #Cruzes #converte #uma #Coliseu #maior #calendário #dia #Paulo #Bispo #João #Amor #Roma #agostinovallini #org #tudo #cercado #com #Páscoa #morte #nascer #Pai #Bento #nesta #serviu #existência #Cardeal

  • Bento XVI: A oração de Jesus na Última Ceia, “ato fundador da Igreja”

    CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 1º de abril de 2010 (ZENIT.org). – A oração de Jesus Cristo durante a Última Ceia constitui o “ato fundador da Igreja”, afirmou Bento XVI nesta tarde de quinta-feira na homilia da Missa na Ceia do Senhor. O Pontífice presidiu a celebração na Catedral do Papa, a Basílica de São João de Latrão, lembrando o pedido de Cristo de rezar “pelos discípulos daquele tempo e de todos os tempos futuros”. “Não peço somente por eles – a comunidade dos discípulos reunida no Cenáculo – mas também por aqueles que vão acreditar em Mim por meio da sua palavra, para que eles sejam todos um”, diz Jesus, que então “olha em frente para a história futura em toda a sua amplitude”, “vê os perigos dela e recomenda esta comunidade ao coração do Pai”. Neste trecho do Evangelho de João, sublinhou o Bispo de Roma, a Igreja “aparece com as suas características essenciais: como a comunidade dos discípulos que, através da palavra apostólica, acreditam em Jesus Cristo e assim se tornam um só”. “Jesus suplica a Igreja como una e apostólica. Assim esta oração revela-se, propriamente, um ato fundador da Igreja”. Cristo pede que “o anúncio dos discípulos continue ao longo dos tempos”, e que os que crêem “vivam na comunhão interior com Deus e com Jesus Cristo”. Do mesmo modo, pede que “a partir deste estar interiormente na comunhão com Deus, se crie a unidade visível”, “uma unidade que ultrapasse tanto aquilo que habitualmente é possível entre os homens, que se torne um sinal para o mundo e afiance a missão de Jesus Cristo”. Exame de consciência A oração de Jesus, explicou Bento XVI, é uma “garantia de que o anúncio dos Apóstolos não poderá jamais cessar na história”, mas “esta oração também é sempre um exame de consciência para nós”. “Nesta hora, o Senhor interpela-nos: vives tu, através da fé, em comunhão comigo e, deste modo, em comunhão com Deus? Ou não estarás porventura a viver mais para ti mesmo, afastando-te assim da fé? E, por isto, não serás talvez culpado da divisão que obscurece a minha missão no mundo, que fecha aos homens o acesso ao amor de Deus?”. “Quando meditarmos na Paixão do Senhor, devemos também sentir a dor de Jesus pela facto de nos encontrarmos em contraste com a sua oração, de fazermos resistência ao seu amor; de nos opormos à unidade, que deve ser para o mundo testemunho da sua missão”. Importância da relação O Pontífice abordou em seguida o tema da “vida eterna” de que nos fala Jesus, explicando que com estas palavras refere-se ao “modo autêntico da vida – uma vida que é vida em plenitude e, consequentemente, livre da morte, mas que pode realmente começar já neste mundo; antes, deve ter início aqui: somente se aprendermos já agora a viver de modo autêntico, se aprendermos aquela vida que a morte não pode tirar, é que a promessa da eternidade tem sentido”. A vida, nos lembra Cristo, é conhecer Deus e seu enviado. “Isto significa antes de mais nada: vida é relação” – comentou o Papa. “Ninguém recebe a vida de si mesmo e só para si mesmo”. “Somente a relação com Aquele que em Si próprio é a Vida, pode sustentar a minha vida mesmo para além das águas da morte, pode conduzir-me vivo através delas”, destacou Bento XVI. “Tornemo-nos amigos de Jesus, procuremos conhecê-Lo cada vez mais! Vivamos em diálogo com Ele! Aprendamos d’Ele a vida recta, tornemo-nos suas testemunhas!”, exortou. A presença de Deus em meio ao seu povo, de fato, “realiza-se na incarnação do Filho”, em quem “completa-se realmente o que tivera início junto da sarça ardente: Deus enquanto Homem pode ser chamado por nós e está perto de nós. Ele é um de nós, sem deixar de ser o Deus eterno e infinito”. “O mistério eucarístico, a presença do Senhor sob as espécies do pão e do vinho é a máxima e mais alta condensação deste novo estar-conosco de Deus”. “Nesta hora, deve invadir-nos a alegria e a gratidão por Ele Se ter manifestado; por Ele, o Infinito e o Inacessível para a nossa razão, ser o Deus próximo que ama, o Deus que podemos conhecer e amar”. Após a homilia, o Santo Padre lavou os pés de doze presbíteros, repetindo o gesto de Jesus. No momento do ofertório, os fiéis foram convidados a expressar sua solidariedade para com o seminário da diocese de Porto-Príncipe, no Haiti. As ofertas, neste Ano Sacerdotal dedicado aos presbíteros e seminaristas, ajudarão a reconstruir o seminário, destruído pelo terremoto. Ao fim da Missa, foi realizada uma breve procissão, com a reposição do Santíssimo Sacramento ao altar da capela de São Francisco. #amplitude #amordeDeus #ato #Santíssimo #Mundo #sacramento #discípulos #plenitude #Deus #paixão #seminaristas #quintafeira #JesusCristo #testemunha #solidariedade #sacerdotal #promessa #Homilia #tempos #Cenáculo #zenit #testemunho #acreditar #comunidade #pede #BentoXVI #Tempo #AnoSacerdotal #Ceia #omundo #fundador #Igreja #terremoto #DeCristo #neste #Amor #alegria #Discípulo #Jesus #Missa #Palavra #nesta

  • Bento XVI: João Paulo II “consumiu-se” por Cristo e por todo o mundo por amor

    ACI).- Ao presidir na tarde de ontem na Basílica de São Pedro, a Eucaristia ao celebrar o 5° aniversário da morte do Papa João Paulo II, o Papa Bento XVI ressaltou a profunda fé, a grande esperança e a total caridade que marcou a vida de Karol Wojtyla e como “consumiu-se por Cristo, a Igreja” e o mundo inteiro por amor. Em sua homilia da Missa de ontem ao celebrar o 5º aniversário da morte de João Paulo II ocorrida em 2 de abril de 2005, o Papa Bento XVI explicou que um “servo de Deus” é aquele que atua com firmeza inquebrável, com uma energia que não diminui até que ele tenha realizado a tarefa que lhe foi atribuída, e que, não obstante de carecer dos meios humanos que parecem necessários para alcançar o objetivo, entretanto se apresenta com a força da convicção, sendo o Espírito que Deus pôs nele, que lhe dará a capacidade de atuar com humildade e força, assegurando-lhe o êxito final. Conforme indica a Rádio Vaticano, o Santo Padre assinalou que “aquilo que o profeta inspirado diz do Servo, podemos aplicar ao amado João Paulo II: o Senhor o chamou a seu serviço e, ao confiar-lhe tarefas de maior responsabilidade, acompanhou-o com sua graça e com sua contínua assistência. Durante seu pontificado, ele se prodigalizou em proclamar o direito com firmeza, sem debilidades nem hesitações, sobre tudo quando tinha que medir-se com resistências, hostilidades e rechaços. Sabia ter sido tomado pela mão do Senhor, e isto lhe possibilitou exercitar um ministério fecundo, pelo qual, uma vez mais, damos férvidas graças a Deus”. Bento XVI depois se referiu ao evangelho da Segunda-feira Santa, onde São João apresenta o encontro do Jesus com Lázaro, Maria e Marta, destacando que o relato apresenta os “pressentimentos da morte iminente” de Jesus: seis dias antes da páscoa, a sugestão da traição de Judas, a resposta de Jesus que faz alusão aos atos de piedade antes de sua sepultura que fez Maria ao derramar o perfume sobre ele. O Papa destacou a atitude de Maria como uma expressão de fé e de amor grande para o Senhor, um amor que não calcula, não mede, não se detém em gastos, não põe barreiras, mas que se dá com alegria e busca o bem do outro, que vence as mesquinharias, os ressentimentos, as teimosias que o homem leva às vezes em seu coração. O amor, como o expressou Maria neste gesto, é a regra que Jesus põe para a sua comunidade, um amor que sabe servir até doar a vida. “O significado do gesto de Maria, que é resposta ao Amor infinito de Deus, difunde-se entre todos os convidados; cada gesto de caridade e de devoção autêntica para Cristo, não permanece como um ato pessoal, não está só relacionado entre o indivíduo e o Senhor, mas relacionado com todo o corpo da Igreja, é contagioso: infunde amor, alegria, luz”, disse o Santo Padre O Papa Bento XVI depois fez alusão à atitude de Judas, que com o pretexto de oferecer ajuda aos pobres, esconde o egoísmo e a falsidade do homem fechado em si mesmo, encadeado à avidez da posse de bens, que não deixa brotar o bom perfume do amor divino. Um amor que tinha intuído Maria como amor de Deus, um Amor que encontrará sua máxima expressão no madeiro da Cruz. Um amor que durante se expressou durante toda a vida do João Paulo II. “Toda a vida do venerável João Paulo II se desenvolveu no signo desta caridade, da capacidade de doar-se de maneira generosa, sem reservas, sem medidas, sem cálculo. Aquilo que o movia era o amor para Cristo, a quem tinha consagrado a vida, um amor superabundante e incondicionado. E precisamente porque se aproximou sempre mais a Deus no amor, ele pôde fazer-se companheiro de viagem para o homem de hoje, derramando no mundo o perfume do Amor de Deus”. “Quem teve a alegria –continuou o Papa– de conhecê-lo e freqüentá-lo, pôde tocar com a mão como estava viva nele a certeza de contemplar a bondade do Senhor na terra dos viventes, como escutamos no salmo responsorial; certeza que o acompanhou no curso de sua existência e que, de maneira particular, manifestou-se durante o último período de sua peregrinação nesta terra: a progressiva debilitação física, em efeito, não derrubou sua forte fé, sua luminosa esperança e sua fervente caridade”. “Deixou-se consumir por Cristo, pela Igreja, pelo mundo inteiro: o seu, foi um sofrimento vivido até o final por amor e com amor”, concluiu Bento XVI. #BasílicadeSãoPedro #PapaJoãoPauloII #Karol #SantoPadre #PapaBentoXVI #Deus #Maria #ter #Judas #oprofeta #seisdias #Senhor #joãopaulo #JoãoPauloII #RádioVaticano #Eucaristia #tomado #Homilia #Santo #humildade #capacidade #aquilo #SãoPedro #amado #Servo #Wojtyla #resposta #BentoXVI #omundo #segundafeira #Cruz #responsabilidade #Vaticano #Amor #alegria #Jesus #Missa

  • Dom Tomasi critica cultura ocidental que ridiculariza religião

    ROMA, terça-feira, 30 de março de 2010 (ZENIT.org).- Atualmente, no Ocidente, são muitos os que concebem a religião como algo antiquado e a ridicularizam, uma atitude que leva ao preconceito. Assim indicou o representante permanente da Santa Sé nas Nações Unidas e instituições internacionais em Genebra, Dom Silvano Tomasi, em uma entrevista realizada no dia 24 de março pela Rádio Vaticano. No Ocidente, “a religião é vista como algo antiquado que impede o desenvolvimento e o progresso científico”, afirmou. “Ainda existem muitos funcionários – inclusive na União Europeia –, grupos e correntes de pensamento que veem na religião um obstáculo para a modernidade”, acrescentou. “Esta atitude incita depois ao preconceito com relação à população crente – denunciou. Penso que uma cultura pública ocidental que ridiculariza a religião não presta um bom serviço, e sim cria problemas para o seu futuro.” Na entrevista, o prelado quis reafirmar “o direito da pessoa à liberdade religiosa” e lamentou que os cristãos sejam hoje “os mais discriminados”. Referiu-se à defesa da liberdade religiosa e recordou que “a comunidade internacional deve assumir uma responsabilidade, tratando destas questões de maneira sistemática”. Também recordou a importância dos meios de comunicação e da educação, evitando, por exemplo, os manuais ou textos escolares “que apoiam as posições fundamentalistas ou incitam ao ódio às demais religiões”. #progresso #preconceito #DomTomasi #pensamento #liberdade #ridiculariza #Européia #ridicularizam #Genebra #responsabilidade #Ocidente #Silvano

  • Só Cristo leva à vida autêntica e plena, recorda o Papa Bento XVI

    ACI).- Ao presidir esta manhã a Missa de Domingo do Ramos na Praça de São Pedro perante milhares de fiéis, o Papa Bento XVI se dirigiu especialmente aos jovens ao celebrar-se também a 25º Jornada Mundial da Juventude, e recordou-lhes que ser cristãos “significa considerar o caminho de Jesus Cristo como a via justa para ser homens, como aquele que conduz à meta, a uma humanidade plenamente realizada e autêntica”. Em sua homilia, o Santo Padre disse que “o ser cristão é um caminho, ou melhor: uma peregrinação, um ir juntos com Jesus Cristo. Um ir naquela direção que Ele nos indicou e nos indica”. Conforme informa Rádio Vaticano, o Papa ressaltou que este caminho exterior de cada ser humano é a “imagem do movimento interior da existência, que se cumpre no seguimento de Cristo: é uma ascensão à verdadeira altitude do ser humano. O homem pode escolher um caminho cômodo e descansar de toda fadiga. Pode inclusive descender ao baixo, ao vulgar. Pode afundar-se no barro da mentira e a desonestidade. Jesus nos guia para o que é grande, puro, para a vida segundo a verdade; para a coragem que não se deixa intimidar pelo falatório das opiniões dominantes; para a paciência que suporta e sustenta o outro”. Cristo, continuou o Papa, “conduz a ajudar aos que sofrem, aos abandonados; para a fidelidade que está da parte do outro, ainda quando a situação se torna difícil. Conduz à disponibilidade para procurar ajuda; para a bondade que não se deixa desarmar nem sequer pela ingratidão: Ele nos conduz para o amor, o amor nos conduz para Deus”. “Caminho e meta que nos recordam que Deus é um só em todo mundo, que supera imensamente todos nossos lugares e tempos. Aquele Deus a quem pertence toda a criação. O Deus que todos os homens procuram e que de algum modo conhecem. Infinito e ao mesmo tempo próximo, que não pode ser encerrado em nenhum edifício, que quer habitar em meio de nós, estar totalmente conosco”. Bento XVI recordou que em No domingo do Ramos, “Jesus junto com o Israel peregrino sobe para Jerusalém, para celebrar a Páscoa: o memorial da liberação de Israel, memória que, ao mesmo tempo, é sempre esperança da liberdade definitiva, que Deus dará. Vai com a consciência de ser Ele mesmo o Cordeiro no qual se cumprirá aquilo que o Livro do Êxodo diz a respeito. Ele permanece sempre perto de nós na terra e ao mesmo tempo já chegou diante Deus, nos guia sobre a terra e além da terra”. “Jesus quer conduzir-nos à comunhão com Deus e na Igreja. Ele nos impulsiona e sustenta. Forma parte do seguimento de Cristo que nos deixemos integrar em tal grupo; aceitar que não podemos obtê-lo sozinhos. Em ato de humildade e responsável, sem teima e presunção. Sem correr atrás de uma idéia equivocada de emancipação. A humildade do ‘estar-com’ é essencial para a ascensão. Forma parte dela que nos Sacramentos nos deixemos sempre tomar de novo pela mão do Senhor; que Dele nos deixemos purificar e corroborar; que aceitemos a disciplina da ascensão, embora estejamos cansados”. E a Cruz, prosseguiu, “forma parte da ascensão para a altura de Jesus Cristo, da ascensão até a altura de Deus mesmo. Como nas vicissitudes deste mundo não se podem alcançar grandes resultados sem renúncias e duro exercício, como a grande alegria por um grande descobrimento cognitivo ou por uma verdadeira capacidade operativa está ligada à disciplina, é mais à fadiga da aquisição de conhecimentos, assim o caminho para a vida mesma, para a realização da própria humanidade está ligada à comunhão com Aquele que subiu à altura de Deus através da Cruz. ‘A Cruz é expressão do que significa o amor: só quem se perde a si mesmo, se encontra’”. “Resumamos: o seguimento de Cristo requer como primeiro passo o renovar-se na nostalgia pelo autêntico ser homens e assim o renovar-se por Deus. Requer, pois, que se entre no grupo de quantos sobem, na comunhão da Igreja. requer-se ademais que se escute a Palavra de Jesus Cristo e que seja vivida: na fé, a esperança e o amor. Assim estaremos em caminho por volta da Jerusalém definitiva e já a partir de agora, de algum modo, encontraremo-nos lá, na comunhão de todos os Santos de Deus”. “Nossa peregrinação no seguimento de Cristo não vai para uma cidade terrena, e sim para a nova Cidade de Deus que cresce em meio deste mundo. E, entretanto, esta peregrinação para a Jerusalém terrestre, pode ser também para nós, os cristãos, um elemento útil para essa viagem maior”. O Papa se referiu logo à sua viagem a Terra Santa em 2009. Explicando que “a fé em Jesus Cristo não é uma invenção legendária”, mas que “fundamenta-se em uma história verdadeiramente ocorrida. História que podemos, por assim dizer, contemplar e tocar”, o Santo Padre falou de sua intensa experiência nos Santos lugares: “seguir os caminhos exteriores de Jesus deve nos ajudar a caminhar mais alegremente e com uma nova certeza sobre o caminho interior que Ele nos indicou e que é Ele mesmo”, disse. “Quando vamos a Terra Santa como peregrinos –destacou– vamos também como mensageiros da paz, com a oração pela paz; com o convite a todos de fazer naquele lugar, que leva no nome a palavra ‘paz’, todo o possível para que chegue a ser verdadeiramente um lugar de paz. Assim esta peregrinação é ao mesmo tempo –como terceiro aspecto– um estímulo para os cristãos a permanecer no país de suas origens e a comprometer-se intensamente nele pela paz”. “’Bendito o que vem, o rei, em nome do Senhor’. Esta aclamação é expressão de uma profunda pena e é oração de esperança”, sublinhou o Papa e exortou a orar “ao Senhor para que nos traga o céu: a glória de Deus e a paz dos homens. Entendamos tal saudação no espírito do pedido do Pai Nosso: ‘seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu!’”. “Saibamos que o céu é céu, lugar da glória e da paz, porque ali reina totalmente a vontade de Deus. E saibamos que a terra não é o céu desde quando nela não se realiza a vontade de Deus. Saudemos, portanto, a Jesus que vem do céu e peçamos-lhe que nos ajude a conhecer e a fazer a vontade de Deus. Que a realeza de Deus entre no mundo e assim seja repleto com o esplendor da paz. Amém”, concluiu. #Cristo #Cordeiro #cognitivo #corroborar #PapaBentoXVI #Deus #bondade #JesusCristo #Senhor #plenamente #Padre #Domingo #Homilia #humildade #juventude #fidelidade #Cruz #Amor #verdadeira #alegria #Jesus #Imagem #Humanidade #disponibilidade

  • Já na internet: documentos do Vaticano sobre 2ª Guerra Mundial

    Por iniciativa da Fundação “Pave The Way” Por Inma Álvarez CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 25 de março de 2010 (ZENIT.org).- A Santa Sé anunciou hoje a publicação de importantes documentos pontifícios, especialmente os que se referem à 2ª Guerra Mundial, digitalizados e disponíveis na internet. Estes documentos são as Acta Sanctae Sedis (ASS) e as Acta Apostolicae Sedis (AAS), isto é, as Atas Oficiais da Santa Sé de 1865 a 2007, assim como os 12 volumes da coleção Atos e documentos da Santa Sé relativos ao período da 2ª Guerra Mundial. “Trata-se de um fundo de documentação de incalculável valor, disponível agora para os especialistas e para todas as pessoas interessadas. Uma grande contribuição para a pesquisa e informação sobre a Santa Sé, sua história e sua atividade”, afirma o comunicado divulgado hoje. A publicação na internet dos documentos oficiais relativos à 2ª Guerra Mundial, que já existiam em formato impresso desde 1981, foi solicitada pela Pave the Way Foundation (PTWF), que se dedica a trabalhar para “eliminar os obstáculos” que impedem o diálogo entre as religiões. No último dia 11 de fevereiro, a PTWF agradeceu à Secretaria de Estado e à Livraria Editora Vaticana por sua “confiança em nós, ao permitir-nos este privilégio sem precedentes”. Em um novo comunicado ao qual a Zenit teve acesso, a PTWF explica que o trabalho de digitalização foi levado a cabo graças a um dos melhores fotógrafos digitais do mundo, o israelense Ardon Bar-Hama. Bar-Hama é muito conhecido por ter levado a cabo a digitalização dos Manuscritos do Mar Morto e do Codex Vaticanus, entre outros trabalhos. Gary Krupp, presidente da Fundação, manifesta o orgulho da instituição que representa “por ter ajudado a tornar possível esta importante pesquisa”. “Até agora, muitas pesquisas realizadas nesta área foram seletivas por natureza. Abrindo estes documentos para seu estudo no mundo inteiro, esperamos levar a luz da verdade sobre este controvertido período.” Esta instituição trabalhou muitos anos na investigação sobre as atuações do Papa Pio XII com relação aos judeus durante a 2ª Guerra Mundial, já que a imagem desse papado “é um motivo de atritos e incompreensão que afeta mais de 1 bilhão de pessoas no mundo inteiro”. A coleção Atos e documentos da Santa Sé relativos ao período da 2ª Guerra Mundial consiste em mais de 9 mil páginas que recolhem 5.125 documentos, uma pequena parte da documentação sobre esta época, contida no Arquivo Secreto Vaticano (cerca de 16 milhões de documentos), cuja catalogação ainda não terminou. Segundo Elliot Hershberg, presidente da Junta da PTWF, “sentíamos que era necessário abrir estes arquivos, os quais certamente não são um substituto da plena abertura dos arquivos dos anos da guerra. No entanto, junto com a ordem do Papa Bento XVI de abrir os Arquivos Secretos até 1939, agora temos um quadro histórico mais claro das ações secretas do Papa Pio XII e da sua postura com relação ao povo judeu, sua aversão a Hitler e seu secreto trabalho para derrotar o regime nazista”. A coleção está disponível, sem custo algum, no site oficial da Santa Sé (www.vatican.va), no link Acta Santae Sedis (www.vatican.va/archive/actes/index_po.htm). #internetdos #pesquisa #Apostolicae #hama #ter #atas #quintafeira #Documentos #israelense #PaveTheWay #Atos #1865 #ao #Codex #zenit #foi #MarMorto #impresso #foram #Foundation #manifesta #apostolicaesedis #Vaticano #judeu #2ªGuerraMundial #Krupp #ardon #orgulho #natureza #assim #estes

  • Papa presidirá Missa no 5º aniversário de falecimento de João Paulo II

    CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 23 de março de 2010 (ZENIT.org).- No dia 29 de março, às 18h, Bento XVI presidirá, na Basílica Vaticana, a Santa Missa pelo 5º aniversário de falecimento de João Paulo II, como anunciou Dom Guido Marini, mestre das celebrações litúrgicas pontifícias. Na verdade, Karol Wojtyla faleceu em 2 de abril de 2005, mas este ano a data coincide com a Sexta-Feira Santa, motivo pelo qual a Missa de sufrágio do Sumo Pontífice foi antecipada para a Segunda-Feira Santa. Durante a oração dos fiéis desta Celebração Eucarística, está previsto que se eleve, em polonês, a seguinte súplica: “Pelo venerável Papa João Paulo II, que serviu a Igreja até o limite das suas forças, para que, do céu, interceda para infundir a esperança que se realiza plenamente participando da glória da ressurreição”. Também se rezará em alemão por Bento XVI, “para que continue, seguindo os passos de Pedro, desempenhando seu ministério com perseverante mansidão e firmeza, para confirmar os irmãos”. Em espanhol se rezará depois “pelos que estão reunidos para recordar o Papa João Paulo II, para que saibam amar e servir a Igreja como ele a amou e serviu, dando testemunho da fé em Deus e oferecendo seu amor a todos”. #PapaJoãoPauloII #Verdade #Karol #SantaMissa #Falecimento #SumoPontífice #JoãoPauloII #Vaticana #Basílica #Pedro #aniversário #SextaFeiraSanta #KarolWojtyla #testemunho #pontífice #Wojtyla #BentoXVI #Pontifícia #Igreja #Amor #eucarística #polonês #Missa #Ressurreição #alemão

CONTATO
Avalie-nosRuimNão muito bomBomMuito bomÓtimoAvalie-nos

Agradecemos pelo envio !

© 2019 - 2023. INTERVENÇÃO DIVINA - Criado por Divino Design.

Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

bottom of page
ConveyThis