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  • O escândalo de uma vida crucificada

    A vida crucificada é loucura para os que se perdem, mas para nós é o poder de Deus. Dentre os inúmeros incômodos causados pelo catolicismo ao pensamento mundano – que encontra espaço até mesmo em alguns que tão somente com os lábios dizem ser católicos – talvez não haja um mais perturbante e irritante que a virgindade ou celibato; de fato, dizer com a vida: “Deus existe, entrego-me a Ele de modo total e indiviso”, é tão ameaçador para os adversários da moral católica quanto para as trevas uma luz brilhar; ademais, a cruz erguida de tal forma diante dos olhos dos infiéis só pode inspirar desprezo, repugnância e, até mesmo, ódio. Na virgindade “pelo Reino dos Céus” (Mt 19, 12), a cruz brilha em toda a sua grandeza e beleza; pois, aqueles que optaram pela virgindade pertencem, na radicalidade evangélica, a Jesus Cristo e crucificaram a própria carne com suas paixões e seus desejos (Cf. Gl 5, 24). Virgindade que, como observa Josef Pieper, quer dizer muito mais do que o que comumente pensamos a seu respeito: Não é um fato, mas um ato; não um estado, mas uma opção. A mera integridade, como fato físico, não é o constitutivo formal da virgindade enquanto virtude, ainda que a integridade possa ser o selo e a coroa da castidade vitoriosa. O ato constitutivo da virgindade como virtude é a resolução, expressa ainda mais profundamente no voto, de abster-se das relações sexuais e do prazer correspondente.[1] Assim, não é uma realidade simplesmente corporal, física, mas é também uma livre atitude espiritual, uma realidade do coração, uma opção livre por seguir o Senhor em seu Amor de Cruz. Com belíssimas e acertadas palavras, ensinou São João Crisóstomo: “A raiz e o fruto da virgindade é a vida crucificada”[2]. A vida crucificada é raiz porque é dela, da vida mortificada e crucificada com Cristo, que vem o ‘sustento’ e a ‘subsistência’, ela é a ‘fonte’ e ‘nascente’, da virgindade; e se olhamos para Aquele que é a Vida (Cf. Jo 14, 6), o Crucificado (Cf. Jo 19, 17-18) – a Vida Crucificada –, vemo-lO como o ‘sustento’, ‘subsistência’, ‘fonte’ e ‘nascente’, por excelência, dessa entrega total de si. Como fruto, a vida crucificada é o dom, o presente, o deleite da virgindade. A união ao Senhor Crucificado é o anelo da alma desposada com Cristo – “fui crucificado junto com Cristo. Já não sou eu quevivo, mas é Cristo que vive em mim. Minha vida presente na carne, vivo-a pela fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou a si mesmo por mim” (Gl 2, 19-20). Que glória maior há do que essa união crucificada? Jesus é a Vida com as marcas da cruz, o Cordeiro Imolado, mas de pé (Ap 5, 6). A cruz, para nós católicos, “é força de Deus” (1Cor 1, 18; Fl 3, 18-19). O Papa Francisco, em discurso ao episcopado brasileiro, afirmou com belíssimas palavras: “Mas haverá algo de mais alto que o amor revelado em Jerusalém? Nada é mais alto do que o abaixamento da Cruz, porque lá se atinge verdadeiramente a altura do amor!”[3]. E Bento XVI, magistralmente, ensinou: “A cruz é o ato do ‘êxodo’, o ato do amor, que é tomado a sério até o extremo e que vai ‘até o fim’ (Jo 13, 1), e por isso é o lugar da glória, o lugar do toque autêntico e da união com Deus, que é amor (1Jo 4, 7.16)”[4]. Diante de tamanha grandeza, quem vive a virgindade, celibato, compreende que, além de ser virtude essa vida crucificada, muito mais do que “ter feito um dom”, um grande sacrifício a Deus, é perceber que recebeu um grande dom de Deus[5], uma vocação. E esse grande Dom, só é capaz “de compreendê-lo” aquele “a quem isso é dado” (Mt 19, 11-12)[6]. Compreende-se, assim, o escândalo[7] e a irritação causados pela virgindade àqueles que vivem etsi Deus non daretur (como se Deus não existisse). A virtude e dom da Virgindade desmascara a “cegueira de espírito, […] o amor desordenado de si mesmo, o ódio a Deus, o apego a esta vida e o horror à futura”[8], próprios daqueles que vivem sob o senhorio da luxúria e levantam seu estandarte; esses, são semelhantes ao demônio que é torturado por essas vidas crucificadas com Cristo e investe de todas as formas para destruí-las. Contudo, para todos os homens de boa vontade, a Virgindade é um grande presente de Deus, um grande dom. Que também o seja para nós! Que a Virgindade vivida por tantos santos e santas da Mãe Igreja, e ainda hoje por tantos clérigos, irmãos e irmãs de vida consagrada, arranque-nos de nossa luxúria e, assim, cercados por tamanha “nuvem de testemunhas” (Hb 12, 1) e intercessores, abracemos a nossa cruz e sigamos a Jesus. Referências PIEPER, Josef. Virtudes fundamentais. Lisboa: Editorial Aster, 1960, p. 252. S. Joann. Chrysost., De virginitate, 80. Papa Francisco. Encontro com o Episcopado brasileiro no Arcebispado do Rio de Janeiro (Sábado, 27 de Julho de 2013). RATZINGER, Joseph. Jesus de Nazaré: do batismo no Jordão à transfiguração. São Paulo: Editora Planeta, 2007, p. 78. CANTALAMESSA, Raniero. Virgindade. São Paulo: Editora Santuário, 1995, p. 68. João Paulo II. Audiência Geral, Quarta-feira, 10 de Março de 1982: “E são capazes ‘de compreendê-lo’ aqueles ‘a quem isso é dado’. As palavras citadas indicam com clareza o momento da opção pessoal e simultaneamente o momento da graça particular, isto é, do dom que o homem recebe para fazer tal opção”. Bento XVI. Vigília por ocasião do Encontro com os Sacerdotes (10 de Junho de 2010): “É verdade que para o mundo agnóstico, o mundo no qual Deus não tem lugar, o celibato é um grande escândalo, porque mostra precisamente que Deus é considerado e vivido como realidade. Com a vida escatológica do celibato, o mundo futuro de Deus entra nas realidades do nosso tempo. E isto deveria desaparecer!”. MARÍN, Antonio Royo. Teología de la perfección cristiana. Madrid: Biblioteca de Autores Cristianos, 2012, p. 607. Fonte: Padre Paulo Ricardo #virgindade #Cristo #Deus #celibato #glória #crucificada #pureza #Vida #virtude #Paulo #Cruz #Jesus

  • Revista Fortune desmente mito das “Grandes riquezas” do Vaticano

    A revista norte-americana Fortune, especializada em temas econômicos, desmentiu o mito das “grandes riquezas” do Vaticano, e informou que se a Santa Sé fosse uma corporação, nem sequer chegaria perto das 500 mais ricas da sua famosa lista Fortune 500. No seu artigo intitulado “This pope means business” (“Este Papa leva a sério”), a Fortune indicou que “frequentemente é assumido que o Vaticano é rico, mas se fosse uma companhia, não chegaria nem perto da lista Fortune 500”. A Fortune assinalou que o orçamento operacional do Vaticano é de apenas 700 milhões de dólares, e “em 2013 registrou um pequeno superávit global de 11,5 milhões de dólares”. A revista estadunidense assinalou, além disso, que a maioria dos ativos mais valiosos do Vaticano, “alguns dos maiores tesouros de arte do mundo, são praticamente sem avaliação e não estão à venda”. “A Igreja Católica é altamente descentralizada financeiramente. Em termos de dinheiro, o Vaticano basicamente está por conta. Essa é uma importante razão pela qual as suas finanças são muito mais frágeis e a sua situação econômica é muito mais modesta que sua imagem de luxuosa riqueza”. O Vaticano, indicou a revista econômica, não tem acesso ao dinheiro nem das dioceses nem das ordens religiosas. Explicou que “cada diocese”, em termos econômicos, “é uma corporação separada, com seus próprios investimentos e orçamentos, incluindo as arquidioceses metropolitanas”. A Fortune assinalou que as dioceses de todo o mundo “mandam quantidades importantes de dinheiro para o Vaticano todos os anos, mas a maior parte deste dinheiro é destinada ao trabalho missionário ou às doações de caridade do Papa”. O Vaticano, indicou, “paga salários relativamente baixos, mas oferece benefícios generosos de saúde e aposentadoria”. “Os cardeais e bispos das congregações e dos conselhos muitas vezes não recebem mais de 46 mil dólares por ano”. “Os empregados leigos do Vaticano têm emprego vitalício, e praticamente ninguém se aposenta antes da idade”, assinalou. Fonte: ACI Digital #investimentos #orçamentos #dinheiro #modesta #luxuosa #milhões #dólares #Dioceses #econômicos #corporação #Fortune #arquidioceses #Vaticano #econômica #Revista

  • Perseguição contra judeus e cristãos é a maior desde a Segunda Guerra mundial

    O assunto é pouco comentado no Brasil pela grande mídia. Contudo, especialistas apontam para o silencioso ressurgimento do anti-semitismo na Europa. Os judeus europeus vivem a pior onde de perseguição desde a 2ª Guerra Mundial. Recentemente, a Liga Antidifamação (ADL) fundada em 1913, principal organização do mundo no combate ao ódio contra judeus divulgou o estudo ADL Global 100: Índice de Antissemitismo, com dados de 102 países, num total de 96 línguas. Os resultados mostram o nível e a intensidade do sentimento antijudaico em praticamente todo o mundo, mesmo que a maioria das pessoas admita não conviver com judeus. Um número significativo disse sequer conhecer algum judeu. Um em cada quatro adultos (26%) demonstra algum grau de anti-semitismo. Proporcionalmente, seriam cerca de 1.09 bilhão de pessoas tem com algum grau de aversão aos judeus. O índice no Brasil é de 16%, o que significaria que cerca de 22 milhões de pessoas nutrem esse tipo de sentimento. Em escala global, apenas 54% dos entrevistados sabem o que foi o Holocausto. Sendo que mais de 66% ou nunca ouviram falar do Holocausto ou não acreditam que os relatos históricos sejam corretos. A conceituada revista Newsweek dedicou matéria de capa ao assunto algumas semanas atrás, mostrando como um grande número de judeus estão saindo do Velho Continente rumo a diversos países, principalmente Israel. Os historiadores apontam que um século após o início da Primeira Guerra Mundial, “estopim” do antissemitismo europeu ao longo do século passado, a perseguição se acirra. São 70 anos desde o Holocausto, e o sentimento contrário aos judeus nunca foi tão grande desde o fim da Segunda Guerra. Um dos principais motivos foram os protestos contra a guerra travada por Israel contra Gaza. Na França, várias sinagogas foram atacadas. O número de judeus franceses que resolveram fazer o “aliyah” – imigração a Israel – cresceu e muito: no primeiro semestre de 2013 foram 811 pessoas, no mesmo período deste ano foram 2.831. O Comitê de Segurança Comunitária da Grã-Bretanha mostra que somente em julho foram cerca de 100 “incidentes antissemitas” no Reino Unido. Na Bélgica, um franco-atirador matou quatro pessoas no Museu Judaico de Bruxelas. Na Alemanha, milhares de manifestantes anti-Israel foram contidos para que não depredassem uma sinagoga. Na Espanha, a federação judaica espanhola FCJE afirmou que os “preconceitos antigos seguem existindo e aumentando nos últimos anos, tomando novas formas”. Na esfera política esse movimento também pode ser notado. Partidos de extrema-direita, com uma verdadeira bancada antissemita no Parlamento Europeu, sendo vencedores nas últimas eleições em países como França, Grécia, Hungria e Alemanha. Uma pesquisa da Agência dos Direitos Fundamentais da União Europeia, publicada em novembro de 2013, revelou que 29% dos judeus europeus consideraram a possibilidade de emigrar por não se sentirem mais seguros. Natan Sharansky, presidente da Agência Judaica, responsável pelas relações de Israel com as comunidades da diáspora e organizador de programas de imigração, afirmou à Newsweek: “O nível de preocupação com a segurança na Europa é maior que na Ásia ou na América Latina. Esse sentimento de insegurança está crescendo. É difícil imaginar que na França, Bélgica e muitos outros países o povo judeu seja orientado a não sair nas ruas usando kipá”. Com a invasão da Crimeia pela Rússia e os conflitos bélicos com a Ucrânia, os judeus praticamente desapareceram. Segundo o jornal Yedioth Ahronoth, cerca de 70% dos judeus do país já contataram a embaixada israelense sobre pedidos de visto e condições para imigrar para o Estado judeu. Ao mesmo tempo, grupos que defendem os direitos humanos estão acusando o grupo terrorista conhecido como Estado Islâmico, de crimes de guerra. A Anistia Internacional afirma ter provas que ocorreu uma limpeza étnica contra minorias religiosas no norte do Iraque e na Síria. O relatório de 26 páginas enviado para a ONU relata que o grupo expulsou cerca de 830 mil cristãos e membros das minorias Yazidi e Mandean de suas casas. O número de cristãos mortos não foi divulgado, mas estima-se que pode chegar a 100 mil. Canon Andrew White, importante líder cristão de Bagdá, descreve a situação no Iraque como “a pior realidade da perseguição religiosa no mundo desde o Holocausto.” Ele lembra que as milícias islâmicas além de matar cristãos (muitas vezes crucificando e decapitando), estão sequestrando mulheres e crianças. Centenas foram forçados a se converter ao islamismo para não morrerem. Esse movimento brutal tem influenciado movimentos parecidos em diversas partes do mundo, especialmente na África, onde grupos como Boko Haram usam táticas semelhantes. A rede de TV Fox apresentou um especial de meia hora em horário nobre sobre o assunto, chamado “Holocausto Cristão”, que gerou forte resposta dos cristãos americanos, num movimento nas redes sociais chamado “denúncia da guerra contra cristãos”. [youtube]https://www.youtube.com/watch?v=f-6QtXdp-UY[/youtube] Fonte: comshalom.org #antisemitismo #Cristo #segundaguerra #Judeus #sinagogas #Cristãos #segundaguerramundial #aliyah #perseguição #Jesus #antissemitismo #Guerra

  • Bento XVI tinha razão sobre os muçulmanos

    Há oito anos, a mídia condenou em peso a palestra do papa emérito em Regensburg (Ratisbona). A mídia estava errada Na noite de 12 de setembro de 2006, minha esposa e eu estávamos jantando em Cracóvia com amigos poloneses quando um agitado vaticanista italiano (me perdoem pela redundância nos adjetivos) me ligou querendo saber o que eu achava “do louco discurso do papa sobre os muçulmanos”. Aquele foi, para mim, o primeiro indício de que o rebanho da imprensa mundial estava prestes a bombardear o que Bento XVI tinha dito em Regensburg; uma suposta “gafe” que os meios de comunicação continuariam a trazer à tona o tempo todo, até o final daquele pontificado. Oito anos depois, a palestra de Regensburg (Ratisbona) desperta reações bem diferentes. Aliás, quem de fato a leu em 2006 entendeu que, longe de cometer uma “gafe”, Bento XVI explorou com precisão acadêmica duas questões fundamentais, cujas respostas influenciariam profundamente a guerra civil que corroi as entranhas do islã: uma guerra cujo resultado determinará se o islã do século XXI é seguro para os seus próprios adeptos e seguro para o mundo. A primeira questão era a liberdade religiosa: será que os muçulmanos conseguiriam encontrar, dentro dos seus próprios recursos espirituais e intelectuais, argumentos islâmicos que defendessem a tolerância religiosa (incluindo a tolerância para com quem se converte do islã a outras religiões)? O processo desejável, sugeriu o pontífice, deveria levar, ao longo do tempo (séculos, no caso), a uma teoria islâmica mais completa sobre a liberdade religiosa. A segunda questão era a estruturação das sociedades islâmicas: será que os muçulmanos poderiam encontrar, também com base nos seus próprios recursos espirituais e intelectuais, argumentos islâmicos que defendessem a distinção entre autoridade religiosa e autoridade política dentro de um Estado justo? O desenvolvimento igualmente desejável desse processo poderia tornar as sociedades muçulmanas mais humanas em si mesmas e menos perigosas para os seus vizinhos, especialmente se vinculado a uma emergente experiência islâmica de tolerância religiosa. O papa Bento XVI chegou a sugerir que o diálogo inter-religioso entre católicos e muçulmanos se concentrasse nessas duas questões interligadas. A Igreja católica, admitiu livremente o papa, tinha as suas próprias batalhas no tocante à liberdade religiosa em uma comunidade política constitucionalmente regulada, na qual a Igreja desempenhava um papel fundamental dentro da sociedade civil, mas não diretamente no governo. Mas o catolicismo tinha conseguido resultados interessantes: não capitulando diante da filosofia política laicista, e sim usando o que tinha aprendido da modernidade política para voltar à sua própria tradição, redescobrindo elementos do seu pensamento sobre a fé, a religião e a sociedade que tinham se perdido ao longo do tempo e desenvolvendo a sua doutrina sobre a sociedade justa do futuro. Será que tal processo de recuperação e desenvolvimento é possível no islã? Esta foi a grande pergunta feita por Bento XVI na palestra de Regensburg. É uma tragédia de proporções históricas que esta questão tenha sido, primeiro, mal interpretada, e, depois, ignorada. Os resultados desse mal-entendido e desse descaso (e de muitos outros mal-entendidos e muitas outras ignorâncias) estão agora sendo expostos de modo macabro no Oriente Médio: dizimação de antiquíssimas comunidades cristãs; barbaridades que chocaram o aparentemente inchocável Ocidente, como a crucificação e a decapitação de cristãos; países cambaleantes; esperanças despedaçadas de que o Oriente Médio do século XXI possa se recuperar das suas várias doenças culturais e políticas e encontrar um caminho para um futuro mais humano. Bento XVI, tenho certeza, não sente prazer algum ao ver a história vingar o seu discurso de Regensburg. Mas os seus críticos de 2006 poderiam examinar em sua consciência o opróbrio que despejaram sobre ele há oito anos. Admitir que eles entenderam tudo errado em 2006 seria um bom primeiro passo para abordarem a própria ignorância sobre a guerra civil intra-islâmica que ameaça gravemente a paz do mundo no século XXI. Quanto ao diálogo proposto por Bento XVI sobre o futuro do islã, ele agora parece bastante improvável. Mas, caso aconteça, os líderes cristãos devem listar sem rodeios as patologias do islamismo e do jihadismo; devem deixar de lado as desculpas não históricas pelo colonialismo do século XX (que imita desajeitadamente o que há de pior nos chavões acadêmicos ocidentais sobre o mundo islâmico árabe); e devem declarar publicamente que, diante de fanáticos sanguinários, como são os responsáveis pelo reinado de terror que está assolando o Iraque e a Síria neste momento, o uso da força das armas, prudente e bem direcionado por aqueles que têm a vontade e os meios para defender os inocentes, é moralmente justificado. Fonte: Aleteia #Muçulmanos #seguro #Islã #recursos #Palestra #intelectuais #Regensburg #Papa #sociedade #Tolerância #BentoXVI #política #perseguição #islâmicos #Religiosa #Espirituais #Bento

  • Terrorista se converte e realiza sonho de infância: entrar para o mosteiro

    As torres gêmeas de Nova York, o atentado de Madri, a matança na ilha de Utoya, na Noruega, as atrocidades do Boko Haram e do Estado Islâmico, a recente bomba no metrô de Santiago do Chile… Todos esses episódios têm um fator em comum: o ódio e a desumanização com base no terrorismo. Alguns seres humanos que colocaram em ação o terror podem se libertar e curar a maldade para renascer para uma vida nova. Deus foi e é a razão desta “ressurreição” no caso do ex-terrorista do ETA Jean Philippe Saez. Saez foi educado no amor pela tradição dos pais, e aos 19 anos era conhecedor de Txistu (flauta tradicional). Eram os anos sessenta quando Domingo Iturbe Abasoloi, aliás Txomin, o “alistou” e o formou para torná-lo membro do primeiro comando operativo (Argala) do ETA. O grupo colocou em ação seus primeiros ataques terroristas na Espanha em 1978 e 1979. “Naquele momento”, confessou anos depois Philippe, “o ETA representava o mito dos dias gloriosos da luta contra Franco. Unir-me a eles era uma espécie de exaltação para mim, mas logo tive de viver na clandestinidade”. Philippe, chamado “Txistu”, descobriu rapidamente o macabro sentimento de ser protagonista do terror do ETA, participando de pelo menos quatro atentados nos quais os seus companheiros mataram sete pessoas: o industrial José Legaza, o magistrado José Francisco Mateu, o general Constantino Ortiz, o tenente geral Luis Gómes Ortigüela, os coronéis Agustín Laso e Jesús Avelós e o motorista Lorenzo Gómez. Phillippe, auxiliar no último atentado em Laso, Avelós e Gómez, naquele dia estava prestes a fugir, mas este ato teria significado assinar a própria condenação de morte. Aproveitando os meses de “silêncio” que a própria organização havia imposto para que passasse despercebido, uma vez voltando à França, confessou-se, começou a ir regularmente à Missa e no seu coração renasceu a vocação que havia perdido na adolescência. Ingressar como monge na abadia beneditina de Notre Dame de Belloc era seu sonho. O ETA e a abadia A abadia representava desde suas origens um símbolo de proteção para os bascos. Talvez era um dos motivos da influência que tinha sobre Philippe. Foi fundada em 1974 por um grupo de noviços bascos provenientes do mosteiro de Pierre-que-Vire, com o padre Agustín Bastres, de Lapurdi. No dia 1° de setembro daquele ano, toda a aldeia de Urt acompanhou os monges para uma antiga fazenda desabitada de Belloc, cantando o Ongi etorri-aita onak-Jainkozko gizonak (Bem-vindo seja Deus, pai bom do homem), como refere a enciclopédia Auñamendi. Desde então o lugar passou a ter uma tradição de hospitalidade. Durante a Guerra Civil espanhola refugiaram-se ali republicanos e nacionalistas. Depois na II Guerra Mundial, esconderam-se membros da resistência e pilotos aliados enviados pela rede Orion. Como consequência, alguns monges morreram no campo de concentração nazista de Dachau, e a abadia recebeu a Legião de Honra. Em maio de 1962, os monges não acharam tão inconveniente que o grupo de ideias separatistas basco realizasse sua primeira reunião na abadia. Ali nasceu o ETA como “movimento revolucionário basco para a libertação nacional baseado na resistência patriota, socialista, de caráter não confessional e economicamente independente”. A mesma organização que anos depois, na sua quinta assembleia, teria se voltado à luta armada, escorregando para o terrorismo. Irmão Philippe Em 1982, Txistu conseguiu fazer com que o ETA aceitasse o seu distanciamento. Livre, em setembro de 1988, aquele que agora é “irmão Philippe” iniciou a sua formação monástica na abadia de Notre Dame de Belloc. “Sempre tive a necessidade de viver para Deus. Disse que entraria em um mosteiro e não falaria mais do meu passado”, disse Philippe a todos que o procuraram pouco tempo depois no claustro. A polícia o prendeu pelo seu passado e o prior Jean Jacques de Amestoy, desolado, disse aos meios de comunicação que o noviço Philippe “vivia com serenidade a formação para a sua nova vida monástica, baseada na conversão e na oração. O mosteiro não pode aprovar de nenhum modo aquilo que na sua essência não se pode justificar”, acrescentou antecipando a sentença. A última, porém, permitiu que o futuro monge continuasse a sua reclusão na abadia, e em 1997, foi condenado a dez anos de prisão. Após cumprir sua pena, irmão Philippe continuou a ser ligado à abadia. Cada vez que é possível se move pela região, para tocar música sacra nas paróquias, com sua flauta tradicional. Fonte: Aleteia #conversão #Terrorista #Agustín #Deus #terror #Cristianismo #monges #formação #organização #Abadia #Philippe #Belloc #monástica #Txistu #sonho #Jean #Tradição #bascos #Resistência #mosteiro #atentado

  • Os cristãos, as redes sociais e o menosprezo pela maternidade

    A imagem acima é uma das últimas modinhas das redes sociais. Há mulheres com bebês pequenos que, ao ver isso em sua timeline, engolem seco e fingem que não entenderam a alfinetada. Outras, pouco atentas, não conseguem perceber a mensagem implícita: a desvalorização da mulher que tem filho pequeno, como se perder a independência por uma causa tão nobre fosse um sacrifício sem recompensa. O fato é que essa é mais uma peça de propaganda antinatalista, e as mocinhas – inclusive as cristãs – que compartilham isso em suas redes sociais, nas entrelinhas, estão dizendo isso aqui: Se a ideia fosse simplesmente dizer que é maravilhoso estar 100% livre para desbravar o mundo e viajar, bastava a última frase. Mas não… Tinha que estabelecer uma relação comparativa, que exalta um estado de vida (não ter filhos e ser livre para viajar) enquanto menospreza outro (ter filhos e “não poder” viajar). Para enaltecer as delícias da vida de mulher sem filhos, era preciso dar uma espezinhada de leve nas “pobres coitadas” que não podem viver essas coisas, porque não foram “espertas” o suficiente para adiar a maternidade. A mensagem tá na cara, e é simples assim. Como cristãos, temos a responsabilidade de estar atentos às sugestões mundanas da cultura que nos cerca, para não sermos colaboradores da mentira (“… quem não ajunta comigo, espalha” (Mt 12,30)). Essa imagem traduz duas posturas anticristãs que afetam grande parte do povo católico… 1. Adiando o matrimônio. Muitos jovens pensam em casar, porém, levando ao extremo o espírito de Ferris Bueller, querem antes curtir a vida adoidado. E assim evitam assumir namoros sérios, pois têm medo de se comprometer definitivamente. O problema dessa mentalidade é que, mergulhada no hedonismo, uma boa parte dessa galera perde o timing, e acaba mesmo é encalhando. Outros, ainda, se casam, mas estão de tal forma tomados pelo individualismo que têm dificuldades para se doar em uma vida a dois. 2. Adiando a vinda dos filhos. Ignorando a mensagem de Cristo, que chega a nós por meio da Santa Igreja, um grande número de casais católicos adia a vinda dos filhos por anos e anos, só para poder curtir por mais tempo uma vida mais relaxada. Há também aqueles que, tendo já um ou dois filhos, “fecham a fábrica”, visando acima de tudo seu conforto e bem-estar. Para os católicos que se identificam com essas posturas, recomendamos a leitura do post “Matrimônio – O que o Shrek e o Papa Francisco têm a nos ensinar“. É realmente bom demais saber viver bem cada fase da vida, inclusive aquela em que podemos viajar pelo mundo leves e soltos, sem grandes preocupações. Mas atenção: não façamos desse estado de vida um ídolo, algo que colocamos acima de Deus e de Seu plano para as nossas vidas. Nós temos uma grande MISSÃO, e somos chamados a amar e servir; não estamos aqui meramente a passeio. Viajando ou não, casando ou não, tendo filhos ou não… O fundamental é que tudo seja vivido na verdade e na amizade com Cristo! Fonte: O Catequista #Adiando #mulher #posturas #Cristo #Mundo #Estado #católicos #livre #Aborto #Filhos #menosprezo #Cristãos #Viagem #individualismo #natalidade #Sociais #Imagem #mensagem

  • Carta de Jesus para você: da minha cruz à sua solidão

    Eu escrevo da minha cruz à sua solidão. A você, que tantas vezes olhou para mim sem me ver e me ouviu sem me escutar. A você, que tantas vezes prometeu me seguir de perto e, sem saber por quê, se distanciou das pegadas que lhe deixei no mundo para que você não se perdesse. A você, que nem sempre acredita que estou ao seu lado, que me procura sem me achar e às vezes perde a esperança em me encontrar. A você, que de vez em quando pensa que eu sou apenas uma lembrança e não compreende que estou vivo. Eu sou o começo e o fim; sou o caminho para você não se desviar, a verdade para que você não erre, e a vida para que você não morra. Meu tema favorito é o amor, que foi minha razão para viver e para morrer. Eu fui livre até o fim; tive um ideal claro e o defendi com o meu sangue para salvar você. Fui mestre e servidor, sou sensível à amizade e há muito tempo espero pela sua. Ninguém como eu conhece sua alma, seus pensamentos, seu proceder, e sei muito bem quão grande é o seu valor. Sei que talvez sua vida pareça pobre aos olhos do mundo, mas sei também que você tem muito para dar, e tenho certeza de que, dentro do seu coração, há um tesouro escondido: conheça-se e então você reservará um lugar para mim. Se você soubesse quanto tempo faz que bato à porta do seu coração e não recebo resposta! Às vezes sofro quando você me ignora e me condena, como Pilatos; também sofro quando você me nega, como Pedro; e quando me trai, como Judas. Hoje, eu lhe peço que se una à minha dor, que carregue sua pequenacruz junto à minha. Peço-lhe paciência com relação aos seus inimigos, amor ao seu cônjuge, responsabilidade com seus filhos, tolerância com os idosos, compreensão com seus irmãos, compaixão pelo que sofre, serviço com todos, assim como eu vivi e lhe ensinei. Eu não gostaria de voltar a vê-lo egoísta, rebelde, inconformado, pessimista. Gostaria que sua vida fosse alegre, sempre jovem e cristã. Cada vez que você desanimar, procure-me e me encontrará; cada vez que você se sentir cansado, converse comigo, conte-me seus problemas. Cada vez que você achar que não serve para nada, não se deprima, não se ache inferior, não se esqueça de que precisarei da sua pequenez para entrar na alma do seu próximo. Cada vez que você se sentir sozinho na estrada, não se esqueça de que estou com você. Não se canse de me pedir, que eu não me cansarei de lhe dar; não se canse de me seguir, que eu não me cansarei de acompanhar você. Nunca o deixarei sozinho. Fonte: Aleteia #coração #Carta #Mundo #compreensão #solidão #compaixão #sofro #serviço #Tolerância #cansarei #Pilatos #Irmãos #Alma #Cruz #Amor #Jesus

  • Papa Francisco: só belas pregações não bastam

    O Papa Francisco afirmou hoje que as belas pregações só servem se vêm acompanhadas da proximidade às pessoas. Em sua homilia na missa em Santa Marta, o Papa comentou o Evangelho do dia, que fala de Jesus que se aproxima de um cortejo fúnebre: uma viúva de Naim perdeu seu único filho. O Senhor realiza o milagre de trazer à vida o jovem – explicou oPapa –, mas faz muito mais: ele está próximo. “Deus, dizem as pessoas, visitou o seu povo”. Quando Deus visita “há algo a mais, há algo de novo”, “quer dizer que a sua presença está especialmente ali”. Jesus está próximo. “Estava próximo do povo. Deus está próximo e é capaz de entender o coração das pessoas, o coração do seu povo. Então o Senhor vê aquele cortejo, e se aproxima. Deus visita o seu povo, em meio a seu povo, e se aproxima. Proximidade: é o modo de Deus. Depois, há uma expressão que se repete na Bíblia, muitas vezes: ‘O Senhor, movido de grande compaixão’. A mesma compaixão que, diz o Evangelho, teve quando viu tantas pessoas como ovelhas sem pastor. Quando Deus visita o seu povo, Ele está próximo, Ele se aproxima e sente compaixão: comove-se”. “O Senhor – continuou o Papa Francisco – ficou profundamente comovido, como tinha ficado diante do túmulo de Lázaro”. Assim como também ficou comovido o pai, “quando viu voltar para casa o filho pródigo”. Proximidade e compaixão: assim o Senhor visita o seu povo. E quando nós queremos anunciar o Evangelho, levar adiante a Palavra de Jesus, o caminho é esse. O outro caminho é o dos mestres, dos pregadores do templo: os doutores da Lei, os escribas, os fariseus… Afastados do povo, falavam…bem: falavam bem. Ensinavam a Lei, bem. Mas afastados. E isto não era um olhar do Senhor: era outra coisa. O povo não sentia isso como uma graça, porque faltava a proximidade, faltava a compaixão, isto é, sofrer com o povo.” “E tem outra palavra – sublinhou o Papa – que é própria de quando o Senhor visita o seu povo: ‘O morto se sentou e começou a falar, e ele – Jesus – o restituiu à sua mãe’”. “Quando Deus visita o seu povo, restitui ao povo a esperança. Sempre. Pode-se pregar a Palavra de Deus brilhantemente: encontramos grandes pregadores na história. Mas se estes pregadores não conseguem semear a esperança, essa pregação não serve. É vaidade!” #coração #Evangelho #Deus #Cristianismo #Francisco #Senhor #compaixão #PapaFrancisco #Papa #esperança #pregadores #Pregações #caminho #Jesus #cortejo #Palavra #proximidade

  • “Jesus me livrou de ser morto pelo meu próprio pai”

    Ex-imã converso ao cristianismo assegura: Jesus me livrou de ser morto pelo meu próprio pai Mario Joseph era imã muçulmano e depois de converter-se ao cristianismo afirma que Deus o protegeu das ameaças de morte e tortura por parte de sua própria família. O ex-imã compartilhou o seu testemunho de conversão e posterior perseguição ao programa Changing Tracks, difundido pela Fundação E.U.K Mamie dirigida por uma comunidade religiosa. Mario Joseph cresceu na Índia em uma família muçulmana. Matriculado desde pequeno em um colégio muçulmano em Kerala, estudou filosofia e teologia durante 10 anos. Converteu-se em imã antes dos 18 anos. Mario começou a investigar sobre o cristianismo depois que uma pessoa lhe perguntou quem era Jesus. Estudando o Alcorão percebeu que o nome de Jesus é mencionado com mais frequência que o nome de Maomé. Do mesmo modo, Maria, conhecida em árabe como Mariam, era a única mulher mencionada pelo seu nome no Alcorão. No Islã, Maria é reconhecida como uma virgem perpétua que foi concebida sem pecado. O Alcorão descreve Jesus como a “Palavra de Deus” e o “Espírito de Deus”. Diz que Jesus curou os doentes, devolveu a vida aos mortos e subiu vivo ao céu. Não atribui nada disso ao Profeta Maomé. Assim, Mario Joseph começou a ver a Deus como pai, algo que também é ensinado pelo cristianismo. “Cada vez que penso que o criador do universo é meu pai, tenho uma espécie de alegria que não posso expressar”, disse na entrevista. Com esta motivação, explicou, “decidi aceitar Jesus”. Entretanto, esta conversão provocou uma reação violenta da sua família. Quando o seu pai o encontrou em uma casa de retiro católica, bateu nele até chegar a desmaiar. Quando acordou, encontrava-se nu em um quartinho da sua casa. Seus braços e pernas estavam presos e tinha feridas e pimenta na boca. Mario Joseph disse que o seu pai estava obedecendo à lei do Alcorão, que castiga aqueles que abandonam o Islã. Ficou sem comida e água por vários dias e seu irmão o obrigou a beber urina como castigo. Depois de 20 dias o seu pai entrou na cela e o ameaçou com uma faca se não renunciasse a Jesus. “Quando soube que era o meu último momento… pensei, ‘Jesus morreu, mas voltou. Se eu acredito em Jesus e morro, também recuperarei a minha vida'”. Neste momento se sentiu cheio de energia, se jogou na mão do seu pai para retirar-lhe a faca e gritou o nome de Jesus. O seu pai caiu e se cortou com a própria faca. Quando os familiares o levaram para o hospital esqueceram de fechar a porta do quarto. O jovem saiu correndo e pegou um táxi. O motorista era cristão e lhe ajudou a conseguir comida e bebida. “Nesse dia eu realmente entendi que meu Jesus está vivo, inclusive agora. Quando o chamei, ele me salvou”. Atualmente, Mario Joseph vive em uma casa de retiro católica na Índia, onde realiza conferências em diferentes idiomas. Mudou seu nome para “Mario”, versão masculina de Maria em italiano, e Joseph, por causa do esposo de Maria. Mario Joseph confessou que não esperava estar vivo depois de sua conversão aos 18 anos. Há pessoas que ainda procuram matá-lo e seus pais celebraram uma cerimônia fúnebre para significar que ele estava morto. Marcaram em um túmulo a data do seu batismo como a data de sua morte Apesar de não ter contato com os membros de sua família, Mario reza por eles. Mesmo que nunca aceitem o cristianismo, explicou Mario, “Eu sempre digo ‘Jesus, leva-os para o céu'” #Cristo #Jesus #Vida

  • “Pobres dos fiéis católicos que frequentam as Santas Missas em muitas de nossas igrejas…

    “Pobres dos fiéis católicos que frequentam as Santas Missas em muitas de nossas igrejas… Submetidos tantas vezes às arbitrariedades de uma pseudo liturgia pautada por distorções, abusos, ridículas inserções de palmas, agitação de folhetos, danças, símbolos e mais símbolos que não simbolizam nada. Quanto abuso! Quanta arbitrariedade! Quanta falta de respeito não só para com Aquele para quem deveria dirigir-se a celebração, mas também para com os pobres fiéis que são obrigados a engolir esdrúxulas situações falsamente chamadas de “inculturação liturgica”, mas que na verdade revelam falta de fé ou a ignorância das mais elementares verdades da fé em relação à Eucaristia, à Presença Real e outras. Pobres fiéis guiados por alguns pastores que arrotam slogans fundados em um palavreado eivado de conceitos atribuídos ao malfadado “espírito do Concílio” que na verdade, de conciliar nada tem… Tal espírito passa longe daquilo que a Igreja de Cristo é e pretendeu favorecer com a reforma litúrgica. Pobres fiéis, forçados a ter de engolir o que destrói a fé, o que na prática nega a centralidade do Mistério de Cristo, poluindo-o com a tentativa de desfocar este Mistério através da inserção de conceitos ideologizados sobre Deus, o homem, a criação e tantas outras realidades. A “nobre simplicidade” apregoada pelo Concílio transformou-se em desculpa para um “pobretismo” litúrgico que se expressa em despojamento do elementar, em relaxo, sujeira, descaso e outros defeitos. Dá-se à Liturgia, portanto a Deus, o que há de pior: no mínimo, o que é de gosto duvidoso. Chegamos ao tempo em que quem obedece as Normas Liturgicas é acusado de rubricista. Ai de quem ousar usar os paramentos prescritos pela legislação litúrgica vigente. No mínimo será caracterizado como “romano”, o que na visão de muitos é considerado como uma ofensa. E quem celebrar usando com fidelidade os livros litúrgicos, “dizendo o que está em letras pretas e fazendo o que está em letras vermelhas” será execrado pelos apregoadores do “autêntico espírito do Concílio”. Sinceramente, é preciso muita, mas muita fé mesmo para não deixar de acreditar que ‘as portas do inferno não prevalecerão’, como nos ensina Nosso Senhor.” Dom Antonio Carlos Rossi Keller, bispo de Frederico Westphalen. #Missas #abusos #show #Igrejas #Liturgia #Rúbrica #teologia #FiéisCatólicos #polêmicas #Missal

  • Ex-pastor protestante diz: “A Bíblia leva-nos a Roma”

    Ao deixar-se conduzir pela Igreja, santos de todos os séculos puderam descobrir suas vocações na prática da leitura orante das Sagradas Escrituras A prática da Lectio Divina é uma das devoções mais presentes na vida dos santos. Por meio da meditação das Sagradas Escrituras, eles foram capazes de encontrar a face de Jesus, que se revela a cada versículo lido. É por isso que, querando esmiuçar o valor dos Textos Sacros, São Jerônimo dizia a seus fiéis: “A ignorância das Escrituras é ignorância de Cristo” [1]. Quem se põe a escutar a Palavra, escuta, pois, a própria voz de Deus; faz como reza o salmista: “É tua face, Senhor, que eu procuro” (cf. Sl 27, 8-9). Diferentemente do que acusam os protestantes, a Igreja sempre incentivou a leitura das páginas sagradas. Ao mesmo tempo, os santos padres nunca deixaram de insistir numa leitura dentro da «t radição viva de toda a Igreja». Essa preocupação se deve ao fato de que também a Bíblia, quando mal interpretada, pode conduzir o homem ao erro. Que foram as tentações de Cristo no deserto senão “tentações bíblicas”? Desafiou Satanás: “Se és o Filho de Deus, lança-te abaixo, pois está escrito: ‘Ele deu a seus anjos ordens a teu respeito; eles te protegerão com as mãos’” (cf. Sl 90, 11). Quando se perde a dimensão eclesiológica das Sagradas Escrituras, perde-se, por conseguinte, o próprio sentido das Escrituras, pois não seria possível crer em suas palavras se a isso não nos levasse a autoridade da Igreja [2]. Assim se justifica a luta do Magistério contra a doutrina luterana da Sola Scriptura (Somente a Escritura). Trata-se de uma defesa do sentido autêntico da Bíblia, de uma defesa contra reducionismos baratos, manipulações desonestas, fundamentalismos agressivos, que, no mais das vezes, levam grande parte dos cristãos à perda da fé, como também muitos céticos e pagãos a recusarem os ensinamentos evangélicos. Por outro lado, a prática da Lectio Divina, isto é, a leitura das Sagradas Escrituras realizada sob a luz da Tradição, longe de induzir os fiéis a falsas devoções, abre-lhes um caminho seguro para o encontro com Cristo. Isso porque, como definiam os Padres, “a Sagrada Escritura está escrita no coração da Igreja, mais do que em instrumentos materiais” — «Sacra Scriptura principalius est in corde Ecclesiae quam in materialibus instrumentis scripta». A religião cristã não é a religião do livro mas da Palavra, que é Jesus. Essa Palavra, por sua vez, confiou seu depositum fidei, quer por meio do testemunho oral, quer por meio do testemunho escrito, à tutela de sua Igreja. Santos de todos os séculos experimentaram essa verdade, descobrindo suas vocações no seio da Igreja orante e intérprete fiel da Revelação [3]: […] Certamente não é por acaso que as grandes espiritualidades, que marcaram a história da Igreja, nasceram de uma explícita referência à Escritura. Penso, por exemplo, em Santo Antão Abade, que se decide ao ouvir esta palavra de Cristo: «Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que possuíres, dá o dinheiro aos pobres, e terás um tesouro no céus; depois, vem e segue-Me» ( Mt 19, 21 ). Igualmente sugestivo é São Basílio Magno, quando, na sua obra Moralia , se interroga: «O que é próprio da fé? Certeza plena e segura da verdade das palavras inspiradas por Deus. (…) O que é próprio do fiel? Com tal certeza plena, conformar-se com o significado das palavras da Escritura, sem ousar tirar nem acrescentar seja o que for». São Bento, na sua Regra, remete para a Escritura como «norma retíssima para a vida do homem». São Francisco de Assis – escreve Tomás de Celano – «ao ouvir que os discípulos de Cristo não devem possuir ouro, nem prata, nem dinheiro, não devem trazer alforge, nem pão, nem cajado para o caminho, não devem ter vários pares de calçado, nem duas túnicas, (…) logo exclamou, transbordando de Espírito Santo: Com todo o coração isto quero, isto peço, isto anseio realizar!». Scott Hahn, ex-pastor protestante, também experimentou essa verdade, assim como os santos, quando se decidiu por uma escuta da Palavra de Deus, alicerçada na grande Tradição da Igreja. Em seu comovente testemunho de conversão à fé católica, ele e sua mulher, Kimberly Hahn, contam como foram surpreendidos pela fé bíblica da Igreja, sobretudo na Santa Missa [4]: […] Então, subitamente, compreendi que era ali o lugar da Bíblia. Aquele era o ambiente no qual esta preciosa herança de família devia ser lida, proclamada e explicada. Depois passamos à liturgia Eucarística, onde todas as minhas afirmações sobre a Aliança encontravam o seu lugar. Hahn foi um ferrenho opositor do catolicismo durante anos. Como pastor de linha calvinista, ele pregava “que a Missa católica era o maior sacrilégio que um homem podia cometer” [5]. Essa convicção o motivava a converter o maior número de católicos possível, a fim de retirá-los da idolatria. Seus estudos teológicos, por conseguinte, tinham por objetivo principal refutar cada ensinamento católico, mormente a divina liturgia, a autoridade do papa e a devoção à Virgem Santíssima. Nada que a Igreja Católica ensinasse poderia ser considerado bíblico. Em 1979, poucos meses após a visita de João Paulo II aos Estados Unidos, Kimberly Hahn apresentou ao marido o livro “Sexo e a aliança matrimonial”, de John Kippley, que versava sobre a moral católica e a contracepção. A coerência dos argumentos era tão eloquente, que o casal, embora não admitindo ainda a verdade católica, viu-se obrigado a abandonar os métodos anticoncepcionais. Esse foi o primeiro passo para a reviravolta. Scott Hahn descobrira uma nova maneira de enxergar a Aliança de Deus: ela não era apenas um contrato; Deus queria uma família. Após o episódio, Scott Hahn deu início a um estudo para fundamentar biblicamente as teses daSola Fide — doutrina protestante que nega o valor meritório das boas obras — e da Sola Scriptura. Ora, a Sola Fide e a Sola Scriptura são como que duas colunas do protestantismo. Toda a fé protestante tem como ponto de partida esses dois preceitos básicos. A sua fundamentação era, portanto, imprescindível para o pastor. Mas qual não foi sua surpresa ao descobrir que ambas as teses luteranas não possuíam nenhum respaldo das Sagradas Escrituras. De fato, a Igreja Católica estava certa! Com efeito, conforme Scott Hahn se aprofundava em seus estudos, um a um iam caindo os dogmas do protestantismo: a proibição do batismo de crianças, a negação das imagens, o repúdio ao culto mariano etc. Scott iniciava o caminho para a Igreja. Scott Hanh converteu-se à Igreja Católica na páscoa de 1986, mesmo sob forte oposição de amigos e familiares. Anos mais tarde, seria a vez de sua mulher, Kimberly, buscar a comunhão com a Igreja de Cristo, pedindo o batismo e os demais sacramentos da iniciação cristã. Hoje, ambos ministram palestras em todo o mundo, a fim de esclarecer os fundamentos bíblicos da Igreja Católica, bem como a riqueza de sua liturgia. Graças à sua história de conversão, Scott é considerado o “Martinho Lutero às avessas”. Ele descobriu que também a Bíblia leva-nos a Roma. Por Equipe Christo Nihil Praeponere Referências: São Jerónimo, Commentarii in Isaiam, Prologus: CCL 73, 1 (PL 24, 17). Expressão de Santo Agostinho: «Ego vero Evangelio non crederem, nisi me catholicae Ecclesiae commoveret auctoritas» – «Quanto a mim, não acreditaria no Evangelho se não me movesse a isso a autoridade da Igreja católica». Contra Epistulam Manichaei quam vocant fundamenti 5. 6: CSEL 25,197 (PL 42, 176). Bento XVI, Exortação Apostólica Pós-Sinodal Verbum Domini (30 de setembro de 2010), n. 48 HAHN; HAHN; Scott; Kimberly. Todos os caminhos levam a Roma – o nosso precurso até o catolicismo. Portugal: Diel, 2013, pág. 118. Ibidem. #ExPastor #bíbliavivaonline #Palestra #Bíblia #Roma

  • Papa aos casais: jamais terminar o dia sem fazer as pazes

    “É normal que os esposos briguem. É normal. Sempre acontece. Mas eu aconselho vocês para jamais terminarem o dia sem fazerem as pazes” No início da manhã deste domingo (14), a Igreja participou da alegria de 20 casais. O Papa Francisco celebrou a Santa Missa com o Sacramento do Matrimônio. A Basílica de São Pedro, em dia de festa, emoção e oração, ficou repleta de pais e familiares dos noivos. Diante de Deus, os casais realizaram a comunhão para a vida inteira. Na sua homilia, o Papap Francisco fez referência ao Livro dos Números, sobre o caminho do povo no deserto. “Pensemos naquele povo em marcha, guiado por Moisés! Era formado, sobretudo, porfamílias: pais, mães, filhos, avós; homens e mulheres de todas as idades, muitas crianças, com idosos que sentiam dificuldade em caminhar.” Aquele povo que, segundo o Papa Francisco, faz lembrar a Igreja em caminho no deserto do nosso mundo atual. Lembra ainda “o Povo de Deus que é composto, na sua maioria, por famílias”. “Isso faz pensar nas famílias, nas nossas famílias, em caminho pelas estradas da vida, na história de cada dia. É incalculável a força, a carga de humanidade presente numa família: a ajuda mútua, o acompanhamento educativo, as relações que crescem com o crescimento das pessoas, a partilha das alegrias e das dificuldades. As famílias constituem o primeiro lugar onde nos formamos como pessoas e, ao mesmo tempo, são os ‘tijolos’ para a construção da sociedade.” Ainda em relação à narração bíblica, o Santo Padre recordou que, a certa altura, o povo israelita ‘não suportou o caminho’. Estavam cansados, com falta a água e comendo apenas o ‘maná’, um alimento prodigioso, dado por Deus, mas que, naquele momento de crise, parecia pouco. Então, diz Papa Francisco, eles se lamentam e protestam contra Deus e contra Moisés, questionando-se: ‘Por que nos fizestes sair do Egito?’. Sentem a tentação de voltar para trás, de abandonar o caminho. “Isso nos faz pensar nos casais que ‘não suportam o caminho’ da vida conjugal e familiar. A fadiga do caminho torna-se um cansaço interior; perdem o gosto do Matrimônio, deixam de ir buscar água à fonte do Sacramento. A vida diária torna-se pesada, tantas vezes, ‘nauseante’.” Naquele momento de extravio, diz a Bíblia, é que chegam as serpentes venenosas que mordem as pessoas; e muitas morrem. “Esse fato provoca o arrependimento do povo”, comenta o Santo Padre, “que pede perdão a Moisés, suplicando-lhe que reze ao Senhor para afastar as serpentes. Moisés pede ao Senhor, que lhe dá o remédio: uma serpente de bronze, pendurada num poste”. Quem olhar para ela, fica curado do veneno mortal das serpentes. Um símbolo, segundo Francisco, que Deus não elimina as serpentes, mas oferece um ‘antídoto’: Deus transmite a sua força que cura, ou seja, a sua misericórdia, mais forte que o veneno do tentador. “O remédio que Deus oferece ao povo vale também e de modo particular para os casais que ‘não suportam o caminho’ e acabam mordidos pelas tentações do desânimo, da infidelidade, do retrocesso, do abandono. Também a eles Deus Pai entrega o seu Filho Jesus, não para os condenar, mas para os salvar: se se entregarem a Jesus, Ele os cura com o amor misericordioso que jorra da sua Cruz, com a força duma graça que regenera e põe de novo a caminhar pela estrada da vida conjugal e familiar. O amor de Jesus, que abençoou e consagrou a união dos esposos, é capaz de manter o seu amor e de o renovar quando humanamente se perde, rompe, esgota. O amor de Cristo pode restituir aos esposos a alegria de caminharem juntos. Pois o matrimônio é isso: o caminho conjunto de um homem e de uma mulher, no qual o homem tem o dever de ajudar a esposa a ser mais mulher, e a mulher tem o dever de ajudar o marido a ser mais homem. É uma tarefa que vocês tem entre vocês. É a reciprocidade das diferenças. Não é um caminho suave, sem conflitos, não! Não seria humano. É uma viagem laboriosa, por vezes difícil, chegando mesmo a ser conflituosa, mas isso é a vida!” O Santo Padre finaliza a homilia fazendo a relação entre o povo de Moisés e as famílias, que sempre estão em caminho. Francisco oferece suas palavras voltadas ao caminho do Matrimônio, através, inclusive, de gestos de afeto e carinho que têm a força de destruir as mágoas no final do dia. “É normal que os esposos briguem. É normal. Sempre acontece. Mas eu aconselho vocês para jamais terminarem o dia sem fazerem as pazes. É suficiente um pequeno gesto. Assim se continua a caminhar. O matrimônio é símbolo da vida, da vida real, não é uma ‘ficção’! É sacramento do amor de Cristo e da Igreja, um amor que tem na Cruz a sua confirmação e garantia. Desejo a todos vocês, um bonito caminho, um caminho fecundo, que o amor cresça. Desejo felicidades. Existirão cruzes, mas Deus estará ali, para conduzir adiante.” O bispo de Roma, antes da bênção nupcial e entrega dos anéis, fez o questionamento do consenso conjugal a cada casal, desde a noiva mais jovem do casamento coletivo que tinha 25 anos, até o noivo mais velho, com 56 anos (Rádio Vaticano) Fonte: Aleteia #Casais #PapaFrancisco

  • Papa Francisco: Quer aprender a obedecer? Olhe a Maria aos pés da Cruz

    VATICANO, 15 Set. 14 / 01:28 pm (ACI/EWTN Noticias).- Na missa matutina celebrada na Casa Santa Marta, o Papa Francisco refletiu sobre o último exemplo de obediência demonstrado por Maria aos pés da Cruz, “firme em seguir o seu Filho no sofrimento”. Assim o expressou o Pontífice na festa da Bem-aventurada Virgem Dolorosa. Indicou que a Liturgia, depois de ter-nos mostrado a Cruz gloriosa, faz-nos ver a Mãe humilde e mansa. Na Carta aos hebreus “Paulo enfatiza três palavras fortes”, quando diz que Jesus “aprendeu, obedeceu e sofreu”. “É o oposto do que havia acontecido com o nosso pai Adão, que não quis aprender que o Senhor mandava, que não quis sofrer, nem obedecer”. Jesus, no entanto, mesmo sendo Deus “se aniquilou, humilhou-se a si mesmo tornando-se servo. Esta é a glória da cruz de Jesus”. “Jesus veio ao mundo para aprender a ser um homem, e sendo um homem, caminhar com os homens. Veio ao mundo para obedecer, e obedeceu. Mas essa obediência Ele aprendeu com o sofrimento. Adão saiu do Paraíso com uma promessa, a promessa que foi levada adiante durante muitos séculos”. “Hoje, com esta obediência, com esse aniquilar a si mesmo, humilhar-se, de Jesus, aquela promessa se torna esperança. E o povo de Deus caminha com esperança certa. Também a Mãe, ‘a nova Eva’, como o próprio Paulo chama, participa deste caminho do Filho: aprendeu, sofreu e obedeceu. E torna-se Mãe”. O Evangelho, explicou o Papa, mostra a Maria aos pés da Cruz. Jesus diz a João “Eis a tua mãe”. Desta maneira, Maria “é ungida como Mãe”. “E esta é também nossa esperança. Não somos órfãos, temos Mãe: a Mãe Maria. Mas também a Igreja é Mãe e também é ungida Mãe quando faz o mesmo caminho de Jesus e de Maria: o caminho da obediência, o caminho do sofrimento e quando tem o comportamento de continuamente aprender o caminho do Senhor. Estas duas mulheres – Maria e a Igreja – levam adiante a esperança que é Cristo, nos dão Cristo, gerando Cristo em nós. Sem Maria, não existiria Jesus Cristo; sem a Igreja, não poderemos andar adiante”. “Duas mulheres e duas Mães” e ao lado delas nossa alma, que como disse o monge Issac, abade de Stella, “é feminina” e assemelha “à Maria e à Igreja”. O Papa disse que “hoje, olhando junto à Cruz esta mulher, firmíssima em seguir seu Filho no sofrimento para aprender a obediência; olhando-a, olhamos a Igreja e olhamos nossa Mãe”. “E também, olhamos nossa pequena alma que não se perderá, se continua sendo também uma mulher próxima a estas duas grandes mulheres que nos acompanham na vida: Maria e a Igreja. E como os nossos Pais saíram do Paraíso com uma promessa, hoje podemos ir adiante com uma esperança: a esperança que nos dá nossa Mãe Maria, firmíssima junto à Cruz, e nossa Santa Mãe a Igreja Hierárquica”, afirmou. #aprender #Francisco #Maria #obedecer

  • Encontrado um documento cristão de mais de 1.500 anos

    O papiro, de origem egípcia e escrito em grego, traz várias citações da Bíblia e fala da Eucaristia Historiadores da Universidade de Manchester (Grã Bretanha) encontraram um documento do século VI, escrito em grego. O mesmo descreve a Eucaristia e fala dos primeiros cristãos. A professora e historiadora Roberta Mazza, pesquisadora do Instituto John Rylands, estava na biblioteca do Instituto para analizar e classificar alguns dos milhares de fragmentos de documentos históricos inéditos que foram conservados assim que encontrados. O texto data cerca dos anos 300, após a conversão do imperador romano Constantino ao cristianismo. A primeira palavra que a pesquisadora pôde traduzir indicava já a sua essência cristã era “maná”, o pão bíblico que Deus enviou ao povo de Israel no êxodo do Egito. Como explicou a historiadora, o resto é uma junção de versos do Antigo e Novo Testamento, que parece ter como objetivo o fato de agir como proteção contra os acidentes. Esta interpretação, observa Mazza, reafirma um costume às vezes pouco notado dos primeiros cristãos, que teriam imitado a tradição pagã – primeiro egipciana e depois greco-romana – de levar orações aos deuses em forma de amuletos. Para fabricar estes objetos e levá-los como medalhões no pescoço, ou conservá-los em casa, os primeiros cristãos teriam substituído a oração politeísta com citações bíblicas, o que indicaria uma relação muito íntima com aBíblia. “Atualmente pensamos na Bíblia como uma obra fixa, onde cada palavra se encontra em um lugar preciso”, comenta Mazza. “Um objeto como este nos diz que o conhecimento da Bíblia foi transmitido a passos escolhidos”. Quem fabricou o amuleto teria cortado um pedaço de um recibo de cereais, escrito no outro lado o texto religioso e dobrado o papiropara ter um medalhão e um pendente. Por este motivo, o recibo dos impostos no lado exterior foi danificado e se dissolveu. Mesmo se o objeto não oferece muitas informações sobre o proprietário, Mazza acredita que se trata de “um residente do vilarejo de Ermoupoli” e que o autor provavelmente fosse uma pessoa que conhecia a Bíblia. Algumas palavras estão mal escritas, outras em ordem errada. Isso mostra que estava escrevendo de memória, em vez de copiando. Por isso se deduz que no Egito do século VI, o fato de conhecer a Bíblia e de manuseá-la era mais difuso do que pensávamos. O documento chegou à biblioteca inglesa em 1901, mas a sua importância tinha passado desapercebida até agora. O texto em questão inclui uma descrição do livro de Mateus da Última Ceia e parte de um salmo. Textualmente afirma o que segue: Temam tudo o que reina sobre a terra. As nações e os povos saibam que Cristo é o nosso Deus. Porque Ele disse e eles começaram a existir, Ele comandou e eles foram criados; Ele colocou tudo sobre os nossos pés e nos libertou da vontade dos nossos inimigos. O nosso Deus preparou uma mesa no deserto santo e deu o maná para comer para um novo pacto: o corpo imortal do Senhor e o sangue que Cristo derramou por nós em remissão dos pecados. Fonte: Aleteia #Bíblia #Cristãos #DocumentosBiblicos #Papiro

  • Estado Islâmico degola britânico David Haines

    Esta é a terceira execução de um refém ocidental por parte do EI em poucas semanas, após a morte de dois jornalistas americanos na Síria O Estado Islâmico (EI) anunciou a decapitação do refém britânico David Haines, em represália à entrada da Grã-Bretanha na coalizão formada para combater o grupo extremista jihadista, revelou neste sábado o centro americano de monitoramento da Internet (SITE). Em um vídeo publicado na Web, Haines é decapitado por um combatente com o rosto coberto. Esta é a terceira execução de um refém ocidental por parte do EI em poucas semanas, após a morte de dois jornalistas americanos na Síria. O primeiro-ministro britânico, David Cameron, reagiu imediatamente qualificando a execução de “assassinato vil e repulsivo”. “Faremos tudo ao nosso alcance para encurralar estes assassinos e fazer com que respondam por seus atos, não importa o tempo que isto leve”. “Penso na família de David Haines, que mostrou uma força e uma coragem extraordinárias diante deste desafio”, revelou Cameron. Os parentes de Haines haviam apelado aos sequestradores pela vida do voluntário britânico. “Somos a família de David Haines. Enviamos mensagens, mas não recebemos nenhuma resposta. Pedimos aos que mantêm David detido que entrem em contato conosco”. No vídeo da execução, sob o título de “Mensagem aos Aliados da América”, o grupo jihadista reprova a Grã-Bretanha por aderir à coalizão liderada pelos Estados Unidos para combater o Estado Islâmico (EI) no Iraque e na Síria. “Vocês entraram voluntariamente nesta coalizão com os Estados Unidos contra o Estado Islâmico, como vosso predecessor Tony Blair fez antes de vocês, seguindo uma tendência dos primeiros-ministros britânicos que não têm coragem de dizer não aos americanos”, diz o carrasco em mensagem dirigida ao governo de David Cameron. O homem encapuzado, que parece ser o mesmo carrasco dos jornalistas americanos James Foley e Steven Sotloff, afirma que a aliança contra o EI “acelerará vossa destruição e afundará os cidadãos britânicos em outra guerra sangrenta e perdida”. O carrasco ameaça ainda executar outro refém britânico em poder do EI. O escocês Haines, 44 anos, foi sequestrado em março de 2013, quando atuava como voluntário em trabalhos humanitários na Síria. Haines, que fazia trabalho humanitário desde 1999, cooperava com a ONG francesa Acted como responsável logístico no campo de refugiados de Atmeh, um povoado sírio perto da fronteira turca. No início de setembro, o Estado Islâmico divulgou outro vídeo, com a decapitação do jornalista americano Steven Sotloff, quando ameaçou executar Haines. Sotloff, 31, que usava um uniforme laranja, foi degolado de joelhos no deserto por um combatente encapuzado do EI que utilizou uma faca. A execução também foi atribuída à ação dos Estados Unidos contra o Estado Islâmico no Iraque e na Síria. Sotloff se identifica em inglês e com calma explica que paga o preço pela política de Obama. Seu executor também fala em inglês. “Estou de volta, Obama, e estou de volta por causa de sua arrogante política externa em relação ao Estado Islâmico”, afirma o jihadista, em aparente referência a um vídeo anterior no qual o jornalista americano James Foley é executado da mesma forma. O vídeo do assassinato de Foley foi divulgado em agosto, depois que o presidente Barack Obama ordenou ataques aéreos contra o EI. Obama informou na quarta-feira passada que ampliará à Síria a campanha aérea contra o EI, em andamento no Iraque desde 8 de agosto, e que fornecerá ajuda às forças armadas iraquianas e aos rebeldes moderados sírios que combatem tanto o regime de Bashar al-Assad quanto o Estado Islâmico. Na próxima segunda-feira, em Paris, uma conferência “reunirá os sócios internacionais e regionais” para organizar a luta contra o Estado Islâmico. #EstadoIslâmico #Iraque #Jihadismo

  • A conversão do ator Mark Wahlberg

    “Tudo aquilo que aconteceu de positivo na minha vida foi por causa da minha fé” Confesso que não gosto de escrever sobre coisas de Hollywood. Não é raro que nós, católicos, nos emocionemos quando um ator diz algo sobre a fé, e com grande facilidade o propomos como modelo devida cristã. Depois o mesmo ator diz algo estúpido e ficamos decepcionados. Mas Mark Walhberg parece ser um tipo sinceramente católico, e há um bom tempo seu testemunho sobre a fé é muito positivo e me agrada o fato de que fale disso explicitamente no ambiente onde está. O ator Mark Mahlberg tem 39 anos, ganhou um Oscar e tem uma história pessoal difícil. Nascido em uma família humilde, teve uma juventude tempestuosa. Consumiu e vendeu drogas, trabalhou como modelo e cantor de Rap e foi preso por ter ferido um amigo em uma briga. Na prisão se converteu. Encontrou Deus em meio a tanta miséria e voltou para sua fé católica. Iniciou assim sua carreira como ator: surpreendeu pela brilhante interpretação em “Retorno do nada” (1995) e continuou com sucessos como “A tempestade perfeita” (2000), “O planeta dos macacos” (2001) e “The italian Job”. Pela sua interpretação como Dignan em “Os Infiltrados” (2006), foi nomeado como melhor ator, seja pelo Golden Globe que pelo Oscar. Pouco depois apareceu em “Shooter” (2007) e em “Fim dos Tempos” (2008), de M. Night Shyamalan. “Muitas pessoas têm uma crise, são presas e encontram Deus, e quando não têm necessidade se esquecem Dele. Eu passo grande parte do meu dia louvando a Deus por todas as bênçãos que Ele me concedeu”, Mark Mahlberg. Para muitos, ele vive o ápice da carreira. E revelou que este sucesso “anda de mãos dadas com o meu novo encontro com Deus através da Eucaristia”. Wahlberg sustenta que por determinação própria vai à Missa todos os domingos. “Se é necessário interrompo as gravações, mas vou sempre à missa, é muito mais importante que o trabalho”. Para o autor, a fé é “consolação, sentido, tudo”, e por isso reconhece se sentir arrependido de ter ferido muitas pessoas na sua vida, “as quais pedi muitas vezes que me perdoassem”. Declara também que quer ajudar os jovens “para que não percorram o caminho que percorri durante a juventude”, através da sua fundação: The Mark Wahlberg Youth Foundation. No último 5 de agosto, saiu nos Estados Unidos seu último filme, a comédia “The Other Guys”, e na primeira semana o filme estourou na bilheteria. Por isso, a revista Time (16.VIII.2010, p. 3) fez dez perguntas propostas pelos leitores. Selecionei duas, ao meu ver, reveladoras: Quando era adolescente, viveu uma vida dissoluta e chegou até a ser preso. Qual conselho daria aos seus filhos para que não cometam os mesmos erros? – Adriana Alvarez, San José, Costa Rica. Cometi muitos erros porque tinha muito tempo livre. Meus pais trabalhavam durante muitas horas no dia para nos dar o que comer, e eu ficava pouco tempo com eles. Por isso, agora, antes de aceitar um papel, asseguro-me que sobre tempo para estar com meus filhos e poder participar, em todos os aspectos, da vida deles. Minha mulher e eu buscamos envolvê-los nos principais valores, e a fé é o mais importante. Até que ponto o fato de ser um católico praticante o ajuda em sua carreira? – Ari del Rosario, Manila. Tudo aquilo que aconteceu de positivo na minha vida foi por causa da minha fé. Muitas pessoas têm uma crise, são presas e encontram Deus, e quando não têm necessidade se esquecem Dele. Eu passo grande parte do meu dia louvando a Deus por todas as bênçãos que Ele me concedeu. Se tudo acabasse hoje para mim, estaria feliz, porque na minha vida percorri um itinerário maravilhoso. Fonte: Aleteia #conversão #entretenimento #Fé #MarkWahlberg #Vida

  • A receita do Papa Francisco para fazer o amor durar

    O segredo está em entender de que amor estamos falando e em usar três palavras mágicas na vida cotidiana do casal Hoje em dia existe muito medo de tomar decisões definitivas, como a decasar-se, pois as pessoas consideram impossível manter o amor vivo ao longo dos anos. O Papa Francisco fala deste tema e nos convida a não nos deixarmos vencer pela “cultura do provisório”, pois o amor que fundamenta uma família é um amor para sempre. O que entendemos por “amor”? Com a sabedoria e a simplicidade que o caracterizam, o Papa Francisco começa com um importante esclarecimento sobre o verdadeiro significado do amor, já que, diante do medo do “para sempre”, muitos dizem: “Ficaremos juntos enquanto o amor durar”. Então, ele pergunta: “O que entendemos por ‘amor‘? Só um sentimento, uma condição psicofísica? Certamente, se é assim, não se pode construir nada sólido. Mas se o amor é uma relação, então é uma realidade que cresce, e também podemos dizer, por exemplo, que se constrói como uma casa. E a casa é construída em companhia do outro, não sozinhos! Não queiram construí-la sobre a areia dos sentimentos, que vão e vêm, mas sim sobre a rocha do amor verdadeiro, o amor que vem de Deus.” “O matrimônio é um trabalho de ourivesaria que se constrói todos os dias ao longo da vida. O marido ajuda a esposa a amadurecer como mulher, e a esposa ajuda o marido a amadurecer como homem. Os dois crescem em humanidade e esta é a principal herança que deixam aos filhos”, acrescenta. Três palavras mágicas para fazer o casamento durar O Papa esclarece que o “para sempre” não é só questão de duração. “Um casamento não se realiza somente se ele dura, sua qualidade também é importante. Estar juntos e saber amar-se para sempre é o desafio dos esposos.” E fala sobre a convivência matrimonial: “Viver juntos é uma arte, um caminho paciente, bonito e fascinante (…) que tem regras que se podem resumir exatamente naquelas três palavras: ‘posso?’, ‘obrigado’ e ‘desculpe'”. “‘Posso?’ é o pedido amável de entrar na vida de alguém com respeito e atenção. O verdadeiro amor não se impõe com dureza e agressividade. São Francisco dizia: ‘A cortesia é a irmã da caridade, que apaga o ódio e mantém o amor‘. E hoje, nas nossas famílias, no nosso mundo amiúde violento e arrogante, faz falta muita cortesia.” “Obrigado’: a gratidão é um sentimento importante. Sabemos agradecer? (…) É importante manter viva a consciência de que a outra pessoa é um dom de Deus, e aos dons de Deus diz-se ‘obrigado’. Não é uma palavra amável para usar com os estranhos, para ser educados. É preciso saber dizer ‘obrigado’ para caminhar juntos.” “‘Desculpe’: na vida cometemos muitos erros, enganamo-nos tantas vezes. Todos. Daí a necessidade de utilizar esta palavra tão simples: ‘desculpe’. Em geral, cada um de nós está disposto a acusar o outro para se desculpar. É um instinto que está na origem de tantos desastres. Aprendamos a reconhecer os nossos erros e a pedir desculpa. Também assim cresce uma família cristã.” Finalmente, o Papa acrescenta, com bom humor: “Todos sabemos que não existe uma família perfeita, nem o marido ou a mulher perfeitos. Isso sem falar da sogra perfeita…”. E conclui: “Existimos nós, os pecadores. Jesus, que nos conhece bem, ensina-nos um segredo: que um dia não termine nunca sem pedir perdão, sem que a paz volte à casa. Se aprendemos a pedir perdão e a perdoar aos outros, o matrimônio durará, seguirá em frente.” Fonte: Aleteia #mulher #amável #Deus #Francisco #matrimônio #família #amadurecer #Papa #sentimento #Amor #Esposa #marido #verdadeiro

  • Católicos e eleições: vote em seu Malvado Favorito

    Muitos católicos (infelizmente, não todos) estão conscientes de que o socialismo é uma ideologia demoníaca, sendo COMPLETAMENTE INCOMPATÍVEL com o cristianismo. E aí… nessas eleições, como a gente faz? Como o socialismo no Brasil é uma epidemia, praticamente não temos opções de candidatos não socialistas para votar! Sei que muita gente está planejando tomar uma dose de Desmaiol na noite da véspera das eleições, e só sair da cama no dia seguinte quando a votação estiver encerrada. Não faça isso! Escolha um candidato socialista para chamar de seu (blérgh!), respire fundo e saia pra votar. “Se você tem uma situação em que você não sabe absolutamente se escolhe entre SATANÁS, BELZEBU ou LÚCIFER, o que eu devo dizer é que o voto nulo e o voto em branco não resolvem, só facilitam a vida deles. ‘Ah, mas como eu vou votar numa pessoa com a qual eu não concordo em tudo?’. Não é um casamento, não se preocupe. Se realmente não tem opção, você toma um Engov e vota no menos pior”. – Padre Paulo Ricardo. Fonte: vídeo (a partir de 2:06) Eu sei, eu sei… Dez papas – DEZ!!! – ensinaram que o comunismo é anticristão, e o condenaram severamente. Aviso aos ingênuos vermelhinhos de plantão: sim, essa condenação certamente inclui o que vocês chamam de “socialismo moderado” ou “socialismo democrático” (se você acha grotesca a ideia de um partido “nazista moderado” ou “nazista democrático”, por coerência, deveria seguir a mesma linha de raciocínio em relação ao socialismo). Portanto, mesmo os candidatos socialistas que dizem respeitar a propriedade privada e a democracia não devem receber jamais o apoio dos católicos. É o que ensinou o Papa Pio XI: “E se o socialismo estiver tão moderado no tocante à luta de classes e à propriedade particular, que já não mereça nisto a mínima censura? Terá renunciado por isso à sua natureza essencialmente anticristã? Eis uma dúvida, que a muitos traz suspensos. (…) Para lhes respondermos, como pede a Nossa paterna solicitude, declaramos: O socialismo, quer se considere como doutrina, quer como fato histórico, ou como “ação”, se é verdadeiro socialismo, mesmo depois de se aproximar da verdade e da justiça nos pontos sobreditos, não pode conciliar-se com a doutrina católica, pois concebe a sociedade de modo completamente avesso à verdade cristã.” – Pio XI, Encíclica Quadragesimo Anno Depois, São João XXIII, o Papa que deu início ao Concílio Vaticano II, confirmou o que disse Pio XI: “Entre comunismo e cristianismo, o pontífice declara novamente que a oposição é radical, e acrescenta não se poder admitir de maneira alguma que os católicos adiram ao socialismo moderado“. – São João XXIII, Encíclica Mater et Magistra Diante disso, alguns leitores têm nos questionado: “Votar em candidato socialista dá excomunhão automática?”. Vamos lá… Em 1959, o Papa São João XXIII aprovou uma declaração do Santo Ofício que deixava claro que os católicos não devem votar em políticos e partidos comunistas. São João XXIII reafirmou o que Pio XII já havia decretado antes: os fiéis que prestam apoio a partidos comunistas – mesmo conscientes de que, assim, estão contrariando frontalmente a doutrina católica – pecam gravemente e não devem receber os sacramentos (isso inclui, obviamente, a Sagrada Comunhão). Isso vale mesmo quando os partidos ou candidatos em questão digam que não são contrários à doutrina católica, ou até mesmo quando se dizem “socialistas e cristãos”. Pergunta: Se é lícito aos cidadãos católicos, na eleição dos representantes do povo, dar o voto àqueles partidos ou candidatos que, ainda que não professem princípios contrários à doutrina católica, e se atribuem inclusive o nome cristão, de fato sem embargo se associam aos comunistas e os favorecem com seu modo de atuar. Resposta (confirmada pelo Papa João XXIII, em 2 de abril): Não, segundo a norma do Decreto do S. Ofício de 1 de julho de 1949, n.1. Fonte: Site do Vaticano. AAS 41 (1949) e AAS 51 (1959) Em primeiro lugar, que fique claro: uma pessoa que segue e professa doutrina comunista é APÓSTATA (apostasia é o abandono da fé católica) e está, SIM, automaticamente excomungada. Essa pena de excomunhão por apostasia ainda vigora na Igreja, como o Padre Paulo Ricardo explica neste vídeo aqui. Porém, a maioria dos católicos não faz a menor ideia do que seja socialismo/comunismo, nem tampouco sabe que a Igreja condena essa filosofia (não é um sistema econômico, é uma filosofia). Então, a ignorância salva muitas pessoas da excomunhão. Portanto, a resposta à pergunta dos nossos leitores é… …SIM, a pessoa é automaticamente excomungada se, mesmo depois de ter sido devidamente alertada sobre a doutrina da Igreja, teima em aprovar o comunismo/socialismo e dá apoio a candidatos socialistas, inclusive com seu voto. Essa pessoa é comunista e, portanto, apóstata. …NÃO, a pessoa não peca de modo algum nem é excomungada se rejeita sinceramente o socialismo, mas vota em socialistas quando não há opção. ...NÃO, a pessoa não peca nem é excomungada se, por desconhecer os males do socialismo e a doutrina da Igreja acerca disso, vota e apoia socialistas. O socialismo na América Latina é “modinha”, pois as massas têm a ideia tosca de que só a esquerda se importa em melhorar as condições de vida dos mais pobres. Assim, muitos políticos e partidos se declaram socialistas sem o serem de fato, só pra tirar ondinha de “defenssô dus póbi”. Nos tempos de Pio XII e de São João XXIII havia opções de direita, o que praticamente não há no Brasil. Pensem nos nossos presidenciáveis: alguns são socialistas mais identificados com o modelo de Cuba e Venezuela, outros pertencem ao Foro de São Paulo (entidade de esquerda criada por Lula e Fidel, que abriga organizações terroristas), outros são socialistas fabianos, mais identificados com o modelo europeu (a chamada “Terceira Via”). Então, só resta ao povo católico tentar votar no “mênus pió”! Nesse cenário bizonho, para escolher nosso candidato, vamos considerar: qual deles pertence a um partido menos agressivo no avanço da implementação dos ideais socialistas? Qual candidato/partido pode dar mais tempo para os cristãos se organizarem e reagirem ao seu veneno? Analise com “carinho” em qual capiroto candidato é mais interessante votar. Escolha bem o seu malvado favorito! Fonte: O Catequista #socialistas #católicos #candidato #voto #partidos #Brasil #socialismo #comunista #Doutrina #esquerda #excomungada #Comunismo #Catolica #candidatos #Igreja

  • Quatro conselhos dos santos para a educação dos seus filhos

    Vão aqui quatro preciosos conselhos dos santos para a educação dos seus filhos. Nem todas são exortações muito agradáveis aos ouvidos, mas, com certeza todas serão de grande valor para a sua família. “Como poderão os filhos ser bons, se os pais não prestam? Só por milagre”. Com essa frase, Santo Afonso de Ligório resume a grave responsabilidade dos pais na formação da consciência de seus filhos. Como ensinou Nosso Senhor, pelos seus frutos os conhecereis. São muitíssimos os nomes de santos que tiveram pais ou mães igualmente virtuosos: Santo Agostinho e Santa Mônica, São Gregório Magno e Santa Sílvia, Santa Catarina da Suécia e Santa Brígida… e a lista se estende. São verdadeiramente almas gigantes, que só puderam se elevar porque receberam uma educação exemplar de seus pais. Vão aqui quatro conselhos dos santos para você educar os seus filhos. Nem todas são exortações muito agradáveis aos ouvidos, mas, com certeza todas serão de grande valor para a sua família. 1. Ser obediente a Deus “Se queremos saber mandar, temos primeiro de saber obedecer, procurando impor-nos mais com o amor do que com o temor.” (São João Bosco) Antes de impor a autoridade sobre os filhos, é preciso lembrar que há uma autoridade à qual todos os homens devem obedecer. Tanto maior será o respeito dos filhos por seus pais, quanto maior for o respeito destes ao Pai dos céus. O filho que vê o pai trabalhando, tratando com respeito a sua mulher, cuidando das necessidades da casa e rezando – em suma, cumprindo o seu dever de cristão e pai de família -, não só será dócil às suas instruções, como seguirá o seu exemplo, ao crescer. Portanto, em primeiro lugar, o Reino de Deus, isto é, o cumprimento da Palavra. As outras coisas virão por acréscimo. 2. Corrigir por amor, não por ira “Tome-se como regra nunca pôr as mãos num filho enquanto dura a ira ou cólera; espere-se até que se tenha aquietado por completo.” (Santo Afonso de Ligório) “Quando, porém, se tornarem necessárias medidas repressivas, e consequentemente a mudança de sistema, uma vez que certas índoles só com o rigor se podem dominar, cumpre fazê-lo de tal maneira que não apareça o mínimo sinal de paixão.” (São João Bosco) Os conselhos de Santo Afonso e São João Bosco são o mesmo conselho do Autor Sagrado: “Vós, pais, não provoqueis revolta nos vossos filhos” (Ef 6, 4). Se é verdade que, como adverte o Livro dos Provérbios, “quem poupa a vara, odeia seu filho” (13, 24), também é verdade que toda correção deve ser feita de modo racional e equilibrado, inspirada pelo amor, não pela ira. Caso contrário, também a criança aprende a irar-se, sem que mude de comportamento. Aqui, é importante evitar não só as agressões físicas, mas também os gritos e as palavras exasperadas, que mais servem para intimidar as pessoas que para melhorar o seu caráter. 3. Dar bom exemplo “Os pais estão igualmente obrigados a dar bom exemplo a seus filhos. Estes, principalmente quando pequenos, imitam tudo o que veem, com a agravante de seguirem mais facilmente ao mal, ao qual nos sentimos inclinados por natureza, que o bem, que contraria nossas inclinações perversas. Como poderão os filhos comportar-se irrepreensivelmente, se ouvirem seus pais blasfemar a miúdo, falar mal do próximo, injuriá-lo e desejar-lhe mal, prometer vingar-se, conversar sobre coisas indecentes e defender máximas ímpias, como estas: Deus não é tão severo como dizem os Padres; ele é indulgente com certos pecados, etc.? O que se tornará a filha que ouve sua mãe dizer: É preciso deixar-se ver no mundo e não se enclausurar como uma freira em casa? Que bem se pode esperar dos filhos que veem o pai o dia inteiro sentado na taberna e, depois, chegar bêbado a casa, ou então visitar casas suspeitas, confessando-se uma só vez no ano ou só muito raramente? S. Tomás diz que tais pais, de certo modo, obrigam seus filhos a pecar.” (Santo Afonso de Ligório) As palavras de Santo Afonso são suficientemente claras. Aqueles que dão mau exemplo de vida, “de certo modo, os obrigam seus filhos a pecar”. Se essa sentença é verdade para o mal, também o é para o bem. Pais que vivem uma vida de oração e virtudes excitarão o coração de seus filhos para o serviço de Deus e das almas. O casal de beatos Luís Martin e Zélia Guérin educou tão bem suas cinco filhas, que todas elas se tornaram religiosas, entre elas Santa Teresinha do Menino Jesus, que é doutora da Igreja. O pai que, lendo essas linhas, lamentou não ter dado uma boa educação a seus filhos – pois não tinha conhecido Nosso Senhor quando começou a sua família – deve, antes, louvar a Deus pelo conhecimento que agora tem e ainda pode dar a seus filhos, por meio de conselhos. É preciso, agora, buscar a conversão da própria família, sobretudo com uma vida de muita oração e penitência, evitando inquietações e escrúpulos desnecessários, afinal, Deus não nos pede conta daquilo que ignoramos. Uma vez conscientes da Sua vontade, todavia, é importante trabalhar com temor e tremor na própria salvação e na dos outros, sabendo que a quem muito foi dado, muito será cobrado. 4. Agir com prudência e vigilância “Os pais são os culpados, pois quando se trata de seus cavalos, eles mandam aos cavalariços que cuidem bem deles, e não deixam que cresçam sem serem domados, e desde cedo põem neles freio e outros arreios. Mas quando se trata de seus filhos jovens, deixam-nos soltos por todas as partes durante muito tempo, e assim perdem a castidade, se mancham com desonestidades e jogos, e desperdiçam o tempo com espetáculos imorais. (…)Cuidamos mais de nossos asnos e de nossos cavalos, do que de nossos filhos. O que possui uma mula, se preocupa em encontrar um bom cuidador, que não seja nem rude, nem desonesto, nem ébrio, mas um homem que conheça bem o seu ofício. Todavia, quando se trata de procurar um professor para a alma da criança, contratamos o primeiro que aparece. E, no entanto, não há arte superior a esta. O que é comparável à arte de formar uma alma, de plasmar a inteligência e o espírito de um jovem? Quem professa esta ciência deve proceder com mais cuidado que um pintor ou um escultor ao realizar sua obra.” (São João Crisóstomo) São João Crisóstomo viveu no século IV, mas esse conselho é válido sobretudo para os nossos tempos, em que as crianças são entregues a um sistema educacional corrompido, muitas vezes com a displicência dos pais, que querem passar toda a sua responsabilidade de educá-las para o Estado. “Quando se trata de procurar um professor para a alma da criança, contratamos o primeiro que aparece”. Essa sentença convida todos os pais a um exame de consciência: como me relaciono com a escola dos meus filhos? Sei ou procuro saber o que os professores estão passando para eles, quais livros estão sendo usados para a sua instrução e como é o ambiente em que convivem? Em casa, deixo os meus filhos jovens “soltos por todas as partes”, deixando que façam o que querem, sem freios e sem disciplina? Converso com eles com frequência, agindo verdadeiramente como pai? O exame deve incluir, evidentemente, o propósito de agir com mais pulso e cuidado na orientação da prole. É preciso empregar muita diligência nesses exames, pois, como diz Santa Teresinha do Menino Jesus, as crianças “são como uma cera mole sobre a qual se pode depositar tanto as impressões das virtudes como do mal”, e os primeiros responsáveis por moldar essas pequenas almas são justamente os pais. A santa religiosa de Lisieux exclamava: “Ah! quantas almas chegariam à santidade se fossem bem dirigidas!…” Lembremo-nos sempre que Deus pedirá conta daquilo que fizemos com as almas de nossos filhos e peçamos a Sua graça para imitarmos a Sagrada Família de Nazaré, na qual Nosso Senhor cresceu, rodeado de carinho, atenção e amor. Por Equipe Christo Nihil Praeponere Recomendação Ao vivo com Padre Paulo Ricardo n. 75: Educação sexual das crianças e adolescentes Referências São João Bosco, Circular sobre os Castigos, 1 Pe. Saint-Omer, C.Ss.R. (org.), Escola da Perfeição Cristã, p. 161 São João Crisóstomo, Homilias sobre o Evangelho de São Mateus, LIX, 7 Santa Teresinha do Menino Jesus, História de uma Alma, Manuscrito A, 52v-53r #Verdade #Pais #Deus #Santa #Afonso #Conselhos #Menino #Senhor #Educação #Teresinha #família #Filhos #Santo #crianças #João #Amor #Jesus #criança

  • Os socialistas e a idolatria política

    A nova e desrespeitosa versão do Pai Nosso, criada pelos socialistas da Venezuela, põe às claras o ateísmo e a idolatria dos regimes revolucionários. Durante o III Congresso do Partido Socialista Unido da Venezuela – o partido de Hugo Chávez e do atual presidente da Venezuela, Nicolás Maduro -, a militante María Estrella Uribe, uma delegada do grupo político, decidiu homenagear o falecido ditador do país, parodiando a oração cristã do Pai Nosso, a qual foi transformada em um idolátrico e desrespeitoso Chávez nuestro. O texto, de autoria da própria delegada, justificado como um “compromisso espiritual”, pede que Chávez os livre da “tentação do capitalismo”, da “maldade da oligarquia” e do “crime do contrabando”. Após um “amém”, a petição termina com aplausos e brados de “Viva Chávez”, de toda a assembleia do partido. [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=vhL0VEhiLtw[/youtube] A Arquidiocese de Caracas, por meio do Cardeal Jorge Urosa Savino, manifestou repúdio à declaração e pediu que os membros do partido evitassem a divulgação do texto como sinal de respeito à oração dos cristãos. “O Pai Nosso, a oração por excelência dos cristãos do mundo inteiro, vem dos próprios lábios de Nosso Senhor (…), e por isso é intocável. Assim como a ninguém é permitido mudar a letra do Hino Nacional para honrar uma pessoa, tampouco a ninguém é lícito mudar o Pai Nosso ou qualquer outra oração cristã”, escreveu o prelado. Ele também ressaltou que “ quem dissesse essa nova e indevida versão do Pai Nosso (…) estaria cometendo o pecado de idolatria, por atribuir a uma pessoa humana qualidades ou ações próprias de Deus”. O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Diosdado Cabello, defendeu o texto da delegada do partido, alegando perseguição por parte da Igreja. “Por que você persegue e submete ao escárnio público a companheira María Uribe? Por que é chavista, pobre, mulher, revolucionária? Por que ama a Chávez?”, questionou. O presidente do país, Nicolás Maduro, também criticou a declaração do Arcebispo de Caracas, repetindo tenazmente a “oração” a Chávez e evocando a Inquisição para intimidar a Igreja: “Exijo respeito à liberdade de criação na Venezuela. Senhores da Inquisição, exijo respeito ao espírito criador e basta de tanta perseguição a Chávez”. De fato, em um país marcado pelas restrições às liberdades mais elementares e pela adoção de uma estratégia política unipartidária e antidemocrática, a única liberdade que Maduro e o PSUV parecem reinvidicar é a de calar a Igreja, tomar as suas rédeas e fundar uma nova religião. Tudo isso maquiado com um discurso vitimista, típico da mentalidade revolucionária: “Acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é.” Não é a primeira vez que os membros do partido compõem uma oração ao falecido presidente Chávez, atribuindo a ele, como bem lembrou o Cardeal Urosa, “qualidades ou ações próprias de Deus”, e ressuscitando o culto pagão e idolátrico aos mortos. É sabido que vários seguidores de Chávez não se têm contentado em escrever orações, como chegaram a criar templos em algumas cidades venezuelanas, a fim de “celebrar sua memória”. Olhando para o triste estado de quem abandona “o nome três vezes santo de Deus” ( Mit Brennender Sorge, 13), “cultuando e servindo a criatura em lugar do Criador” (Rm 1, 25), é impossível não lembrar a dramática experiência do nazifascismo, que assombrou a Europa em meados do século XX. Em 1937, ainda antes de estourar a Segunda Guerra Mundial, o Papa Pio XI, “mit brennender Sorge”, isto é, “com ardente preocupação”, lançava, do alto da cátedra de São Pedro, palavras que, infelizmente, ainda se podem aplicar à realidades de nossos dias: “Se a raça ou o povo, se o Estado ou uma forma determinada do mesmo, se os representantes do poder estatal ou outros elementos fundamentais da sociedade humana têm na ordem natural um lugar essencial e digno de respeito, contudo, quem os arranca desta escala de valores terrenais, elevando-os à suprema norma de tudo, até dos valores religiosos, e, divinizando-os com culto idolátrico, perverte e falsifica a ordem criada e imposta por Deus, está longe da verdadeira fé e de uma concepção de vida conforme a esta.” ( Mit Brennender Sorge, 12) A autora da versão idolátrica do Pai Nosso, María Uríbe, conta em seu favor “um passado de revolução”, no qual deixou a seus filhos pequenos para ir à política e tornar-se “guerrilheira urbana”. Ela também reivindica, para sua paródia, uma posição que chama de “humanista”. “Todos esses valores de Gandhi, da madre Teresa, estão traduzidos no humanismo que Chávez também nos transmitiu”, declarou. É uma pena que, ao contrário da caridade verdadeiramente sobrenatural que moveu a beata Madre Teresa de Calcutá, o “humanismo” de María Uríbe, dos revolucionários venezuelanos e de todos os marxistas ateus, não dê em nada senão na destruição do próprio homem. É o que dizem as almas saturadas da idolatria política, mas sedentas do único e verdadeiro Deus. É o que declaram as numerosas pilhas de corpos vítimas dos regimes comunistas. Realmente, se Ele não existe, tudo é permitido. Que Nossa Senhora de Coromoto interceda pela Venezuela e livre também o nosso país do flagelo do socialismo. Por Equipe Christo Nihil Praeponere #Chávez #Inquisição #Venezuela #Presidente #liberdade #Idolatria #Urosa #Cristãos #Uríbe #idolátrico #política #Caracas #Igreja #Maduro #Partido #Cardeal

  • Homens também sofrem consequências físicas e psicológicas do aborto, explica terapeuta

    MEXICO D.F., 11 Set. 14 / 10:14 am (ACI/EWTN Noticias).- A terapeuta Bertina Morales, do Instituto para a Reabilitação da Mulher e da Família (IRMA), assinalou que o sofrimento como consequência de um aborto não é um problema exclusivo da mulher, mas também afeta os homens a nível físico, emocional e psicológico. Em declarações ao Sistema Informativo da Arquidiocese do México (SIAME), Bertina Morales recordou que os “efeitos secundários” do aborto para os homens “muitas vezes para toda a vida, refletem-se em sentimento de culpa, depressão, frustração e um estado de vazio interior”. “Em geral, não costumam falá-lo, nem sequer com as suas próprias companheiras, por temor que possa interpretar-se como um sinal de debilidade, mas sofrem em silêncio”, disse. Os homens, explicou Morales, reagem de maneira diferente das mulheres frente a um aborto. Enquanto alguns se opõem de maneira violenta, outros se opõem, mas não tomam medidas fortes para impedi-lo. Em outros casos, continuou a psicóloga, os homens pretendem ser neutros, deixando a decisão para a mulher; há homens que pressionam a mulher a abortar, e outros que só ficam sabendo quando o aborto já foi realizado. Todas estas circunstâncias, disse a perita, serão determinantes nos efeitos posteriores. O SIAME recolhe o testemunho de Sergio, um homem que confundido e com medo, apesar de sua fé, apoiou a sua companheira para que se submetesse a um aborto no Sistema de Saúde do México D.F., onde é legal. Esse foi o início de um doloroso caminho, submetido à culpa, solidão e arrependimento. “Para meu querido anjinho: Lucía, sei que está em um bom lugar e nesse lugar está Deus. Ele vai cuidar de você até que eu possa voltar a ver-te, enquanto isso, cuide-se e comporte-se bem. Logo estarei contigo”, escreveu Sergio ao seu bebê em uma carta. Depois do aborto, recordou Sergio, “perdi a autoestima, a confiança em mim, já não queria fazer nada. Foi um inferno”. “Eu não estava bem nem comigo nem com Deus, foi quando decidi procurar ajuda e assim cheguei a IRMA, onde me ajudaram a encontrar o caminho do perdão e a valorizar a vida”. Uma parte importante da sua cura, recordou Sergio, ocorreu durante uma Hora Santa, frente a Jesus Sacramentado. Foi lá que pediu perdão a sua filha por tê-la abortado. Sergio entregou a sua filha a Deus e colocou-lhe o nome de Lucía, pois gostaria de ter tido uma menina. Sergio alentou os homens que sofrem hoje as consequências de um aborto, e lhes assegurou que “vale a pena chorar para tirar a dor que trazem dentro”. “Procurem ajuda, porque é algo que carcome e não deixa viver em paz, e que pode afetar as relações de casal, família e espiritualmente”, alentou. IRMA ajuda para a reconciliação de pessoas que abortaram, e presta ajuda em casos de gravidezes em crise para prevenir decisões erradas. Para conhecer mais sobre o trabalho que realiza o Instituto para a Reabilitação da Mulher e a Família (IRMA), ingresse em: www.irma.org.mx. #Aborto #DefesadaVida #México

  • Sabia que a Bíblia lhe diz como amar sua esposa?

    Você tem uma companheira para a vida inteira, que bênção! Agradeça a Deus e reze por ela diariamente. Pense em quão solitário você ficaria sem ela. Adão ficou sozinho e não foi bom para ele, então Deus lhe deu uma esposa. Você tem uma companheira para a vida inteira, que bênção! Agradeça a Deus e reze por ela diariamente. Os esposos têm a responsabilidade de amar e honrar suas esposas. Você gostaria de ser um esposo que ama sua esposa assim como Cristo ama a Igreja? Então siga estes conselhos da Bíblia: 1. Ame sua esposa como Cristo amou a Igreja (Efésios 5, 25) O amor de Jesus pela Igreja é ilimitado, nada o detém. Ele deu sua vida pela Igreja. Sob a autoridade de Deus, ame sua esposa como se você desse sua vida a Deus. 2. Ame sua esposa da mesma maneira como você ama sua vida (Efésios 5, 28-33) Cuide das necessidades e do bem-estar da sua esposa. Sinta sua dor e doença, alegre-se com sua saúde como se fosse sua própria vida. As necessidades espirituais, físicas, emocionais e econômicas dela devem merecer seu esforço absoluto. Só dessa maneira você poderá amá-la e provê-la, assim como você faz com sua própria pessoa. 3. Seja compreensivo (1 Pedro 3, 7) Para ser compreensivo, é preciso renunciar a si mesmo. Quando ela precisar carregar coisas pesadas, ajude-a! Se precisar de tempo, proporcione-o! Auxilie sua esposa com toda a sua energia; mostre-lhe seu amor com toda consideração. Reze e peça a Deus a graça de ver em que momentos você poderia ser mais compreensivo, e melhore seu comportamento. 4. Não seja áspero com sua esposa (Colossenses 3, 19) Quando uma esposa é sensível, as respostas ásperas, sua raiva, os tons de voz de irritação e impaciência a afetarão profundamente. Dirija-se a ela sempre com amabilidade e respeito. Lembre-se de que sua esposa é um presente precioso que Deus lhe deu. 5. Honre seu casamento, mantendo-o puro (Hebreus 13, 4) Jesus nos recorda que os olhares maliciosos são adultério (Mateus 5, 28). Mantenha seu casamento puro, treinando seu coração e seus olhos para que sejam fiéis à sua esposa. Seu matrimônio colherá grandes frutos! Agradeça ao Senhor pela beleza e valorize-a, mas mantenha seus olhos, mente e coração em sua esposa. 6. Não se deixe seduzir por outras mulheres (Provérbios 5, 20) Cuidado para não deteriorar a visão que você tem da sua esposa, pois, assim você estará menos satisfeito com ela e ela se sentirá menos especial para você. Nenhum homem pode criar o hábito de ficar olhando para outras mulheres sem que sua esposa perceba. Peça a Deus a graça de sempre achar sua esposa atraente e ter olhos somente para ela. 7. Elogie sua esposa (Provérbios 31, 28-29) Diga-lhe quão especial ela é e que é melhor que qualquer outra mulher no mundo. Não mencione apenas sua beleza física, mas tudo o que você valoriza nela como mulher. Ela precisa desses elogios e espera ouvi-los de você. 8. Seja agradecido pela sua esposa (Provérbios 18, 22) Pense em quão solitário você ficaria sem ela. Adão ficou sozinho e não foi bom para ele, então Deus lhe deu uma esposa. Você tem uma companheira para a vida inteira, que bênção! Agradeça a Deus e reze por ela diariamente. 9. Seja um só carne com sua esposa, em todos os sentidos (Mateus 19, 5) Curta a vida ao lado dela. Procure chegar cedo em casa para estar com ela. Pense nela durante o dia, telefone para ela com frequência. Aprendam a chegar a acordos como casal. Invistam seu tempo em conversar e compartilhar todos os eventos do dia. Mostre um interesse genuíno, escutando atentamente, prestando total atenção e olhando para ela. 10. Honre sua esposa, como herdeira do dom da graça (1 Pedro 3, 7) No sacramento do matrimônio, você e sua esposa receberam a mesma graça: cultive-a! Ore com ela, participem juntos da Missa, visitem o Santíssimo Sacramento, rezem o terço. Construam seu casamento alicerçados em Jesus e ao amparo de Maria. Fonte: Aleteia #mulher #bibliasagrada #Deus #matrimônio #bíbliavivaonline #compreensivo #beleza #Bênção #casamento #NovoTestamento #necessidades #Igreja #companheira #solitário #Esposa #Provérbios

  • Dez motivos para ler a Bíblia. Qual é o seu?

    A Igreja celebra em setembro o mês da Bíblia Aproveite este mês para ler a Bíblia, meditar com ela, permitir que seja lâmpada para os seus passos, luz para seu caminho. Considere que existam pelo menos dez razões para entrar no fascinante mundo da Sagrada Escritura. 1. Conhecer a Deus Seria impossível sabermos algo de Deus se Ele não nos tivesse revelado. E isso Ele fez através da Sua Palavra. Por isso, para poder conhecê-Lo e criar com Ele uma relação pessoal de amor e confiança, é indispensável ler a Sua Palavra. 2. Conhecer a si mesmo A Palavra de Deus penetra até o ponto de divisão entre a alma e o espírito (cfr. Eb 4,12). Lê-la nos permite conhecer a fundo nós mesmos. Isso sem partir da ótica humana do juízo e da condenação, mas do olhar esperançoso e misericordioso de Deus. 3. Receber luz O salmista afirma que a Palavra é lâmpada para os passos e luz no caminho (cfr. Sl 119, 105). Tem sempre uma mensagem para iluminar a sua situação atual. Tem sempre alguma coisa de pertinente a lhe dizer; às vezes o consola, outras vezes exorta. Pode também tranquilizar, às vezes o inquieta e agita, mas pode ter certeza que lhe dá sempre aquilo de que precisa para a alma. 4. Dialogar com Deus Tem quem acredite que rezar consiste somente em falar com Deus, porque Ele não diz nada. Mas Deus fala através da Sua Palavra. Ler a Bíblia lhe permite escutar aquilo que Ele quer dizer, para poder depois respondê-Lo, dialogar com Ele e, com a Sua graça, colocar em prática. 5. Participar da reflexão e da oração de toda a Igreja Quando você lê os textos proclamados a cada dia na Missa, ou na Liturgia das Horas, une-se a milhões de católicos em todo o mundo que, naquele mesmo momento, estão lendo, escutando, refletindo, rezando com as mesmas palavras. Ler a Palavra lhe permite participar ativamente da unidade e universalidade da Igreja. 6. Colocar-se dentro da história da Salvação Ler a Bíblia lhe permite descobrir como Deus se revelou ao ser humano, estabeleu uma aliança com o homem, promeu o Seu amor e a Salvação e respeitou esta promessa. Conhecer o passado lhe permite compreender o presente e vivê-lo com a alegria de saber que está fazendo parte do povo de Deus, que você é membro do Seu rebanho, ovelha do Bom Pastor. 7. Conhecer, compreender e amar a Igreja Ler a Bíblia lhe permite conhecer a Igreja da qual faz parte para compreendê-la e amá-la mais, e se alegrar pelo fato de pertencer a ela sabendo que foi fundada por Cristo. Além do fato de que é formada por seres humanos propensos ao erro, como você e eu. A Igreja é conduzida através da história pelo Espírito de Deus. 8. Anunciar a Boa Nova Ler a Bíblia lhe permite cumprir o mandato de Jesus de ir ao mundo todo e anunciar a Boa Nova (cfr. Mc 16,15). Apenas conhecendo a Escritura é possível compartilhar a Sua luz com outros. 9. Conhecer e defender a fé São Paulo diz que cada texto da Escritura é útil para ensinar (cfr. 2Tm 3,16). Conhecer a Bíblia lhe permite enfrentar quem ataca a sua fé católica e respondê-los não somente com clareza, mas também com argumentações sólidas. 10. Viver com liberdade e alegria Ler a Bíblia lhe dá liberdade e alegria. A liberdade daqueles que vivem a alegria de ter abandonado a imobilidade das trevas e caminham em direção Daquele que é a Luz. A alegria de saber que Ele está contigo todos os dias, até o fim do mundo, e a alegria de anunciá-Lo aos outros, como pede o Papa Francisco. Eis aí dez motivos, são apenas os primeiros dez. Leia a Bíblia e você irá descobrir que existem tantos outros. #Bíblia #MesDaBiblia #SagradaEscritura

  • “O Estado Islâmico vem do inferno”, expressa Bispo do Iraque

    ROMA, 09 Set. 14 / 12:20 pm (ACI/EWTN Noticias).- “O Estado Islâmico vem do inferno, nem os demônios saberiam encontrar piores meios para fazer tanto mal às pessoas”, foram as palavras de Dom Shlemon Warduni, Bispo auxiliar de Bagdá dos caldeus para descrever as atrocidades cometidas pelos Jihadistas contra os cristãos e outras minorias no Iraque, que estão sendo decapitadas ou escravizadas por negar-se a converter-se ao Islã. O Prelado, que participou recentemente no Meeting de Rimini, na Itália, assinalou que “o destino de todos os iraquianos é o mesmo. Todos estão inquietos, não só os cristãos, porque não há paz nem segurança há muitos anos”. Entretanto, nos últimos meses acontece algo que “nunca pudemos nem imaginar: que estes malfeitores obrigaram aos cristãos e a todas as minorias a fugirem em massa. Os cristãos vivem em Mosul há dois mil anos”, mas já não há mais uma oração na cidade. “Provavelmente estas pessoas (do Estado Islâmico) vêm do inferno, são piores que os demônios. Por isso gritamos em voz alta para pedir ajuda a todo mundo: aos cristãos, muçulmanos, ateus, a todas as pessoas de boa vontade. Para que nosso povo, nossos fiéis, nossos idosos, nossas crianças não sejam maltratados deste modo duro e terrível”, expressou em declarações a I Tempi difundidas em 29 de agosto. Dom Warduni assinalou que os milhares de refugiados no Curdistão iraquiano necessitam moradia, comida, roupa e remédios. “Muitos deles dormem sob o sol com este calor terrível”. Sobre as ações dos Jihadistas, relatou que inclusive se atreveram a “roubar os brincos de uma menina de dois anos e arrancar 15 euros da mão de uma idosa”. “Semearam o terror nos corações das pessoas. Inclusive antes que entrassem na planície de Nínive, de fato, esses povoados estavam quase todos vazios. Pedimos tantas coisas ao mundo para que os cristãos e os demais possam primeiramente viver e depois que possam fazê-lo com dignidade”, expressou. Por isso, pediu à comunidade internacional para  impedir que os Jihadistas possam adquirir mais armas, assim como enviar uma força internacional que proteja os refugiados e a “libertar nossos vilarejos e cidades das mãos destes criminosos para devolver aos cristãos e aos membros de outras minorias”, porque o Estado Islâmico quer “nos desarraigar desta terra”. “Todas as semanas se rezava e se celebrava a Missa em Mosul. Quantas pessoas agora choram: ‘Outra semana sem Missa, sem participar do Corpo e do Sangue de Cristo”, expressou. Querem criar “um mundo sanguinário” Esta foi a advertência do novo Alto Comissário para os Direitos Humanos da ONU, o jordano Zeid Ra’ad al Husein, ao referir-se à ação do Estado Islâmico. “Como poderia funcionar no futuro um Estado takfiri? (termo que designa os extremistas sunitas) Seria um mundo violento, mal-intencionado, onde não haveria sombra nem refúgio para os que não sejam takfiri”, expressou nesta segunda-feira na abertura da 27ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU em Genebra (Suíça). Nesse sentido, assinalou que é uma “prioridade imediata e absoluta” pôr fim aos conflitos do Iraque e Síria, “onde os Jihadistas demonstraram a sua indiferença absoluta e deliberada dos direitos humanos”. Coalizão da OTAN Por sua parte, o presidente norte-americano Barack Obama confirmou na sexta-feira a criação de uma coalizão internacional com outros membros da OTAN para “destruir” o Estado Islâmico. Na reunião da sexta-feira participaram, junto com os Estados Unidos e Grã-Bretanha, os ministros de Relações Exteriores da Alemanha, Austrália, Canadá, Dinamarca, França, Itália, Polônia e Turquia. Conforme se informou, a coalizão não enviaria tropas em terra, mas ajudaria os curdos e o exército Iraquiano com armas e apoio aéreo, tal como já estão fazendo alguns destes países. Do mesmo modo, será pedido às nações da região que também participem desta luta contra os extremistas islâmicos. Outro dos objetivos da coalizão é deter a chegada de mais militantes estrangeiros ao ISIS e cortar suas fontes de financiamento. #Armas #demônios #Estado #Direitos #jihadistas #Itália #Refugiados #Cristãos #Iraque #islâmico #minorias #Mosul #Coalizão #Warduni #extremistas #Inferno #Missa

  • Decálogo de Bento XVI sobre o Rosário

    Em maio de 2008, o Papa Bento XVI fez recitações e meditações especiais sobre os mistérios do Rosário. De seus discursos ali nasceu um maravilhoso decálogo da oração do Terço 1. O Santo Rosário não é uma prática do passado como oração dos outros tempos da qual pensar com nostalgia. Pelo contrário, está a viver uma nova Primavera. 2. O Rosário é um dos símbolos mais eloquentes do amor que as jovens gerações têm a Jesus e a Maria, sua Mãe. 3. No mundo atual, tão dispersivo, esta oração ajuda a colocar Cristo no centro, como fazia Nossa Senhora, que meditava interiormente tudo o que se dizia do seu Filho e o que Ele fazia e dizia. 4. Quando se recita o Rosário revivem-se os momentos importantes e significativos da história da salvação; percorrem-se as diferentes etapas da missão de Cristo. 5. Com Maria se orienta o coração para o mistério de Jesus. Coloca-se Cristo no centro da nossa vida, do nosso tempo, das nossas cidades, através da meditação e da contemplação dos seus santos mistérios gozosos, luminosos, dolorosos e gloriosos. 6. Maria ajuda-nos a acolher a graça que dimana destes mistérios, a fim de que através de nós possa “irrigar” a sociedade, a partir das relações do dia-a-dia, e purificá-la de tantas forças negativas e prendê-la à novidade de Deus. 7. O Rosário, quando verdadeiramente rezado, não de modo mecânico e superficial mas profundo, origina paz e reconciliação. Contém em si o poder curativo do santíssimo Nome de Jesus, invocado com fé e com amor no centro de todas as Ave-Marias. 8. O Rosário é uma meditação bíblica que nos leva a percorrer os acontecimentos da vida do Senhor na companhia da Virgem Santíssima, conservando-os, como Ela, no nosso coração. 9. O bom costume de rezar o Rosário no mês de Maio, prossiga com maior empenho, a fim de que, na escola de Maria, a lâmpada da fé brilhe sempre mais no coração e nas famílias dos cristãos. 10. Na recitação do santo Rosário confio-vos as intenções mais urgentes do meu ministério, as necessidades da Igreja, os grandes problemas da humanidade, a paz no mundo, a unidade dos cristãos, o diálogo entre todas as culturas. (Radio Maria) #coração #Cristo #Santíssimo #Maria #reconciliação #poder #Vida #oração #rezado #sociedade #meditação #Mistérios #curativo #Amor #Jesus #Bíblica #verdadeiramente #Rosário

  • Hoje se celebra a Natividade da Virgem Maria, um convite à alegria

    Rio de Janeiro, 08 Set. 14 / 12:17 pm (ACI).- “Esta Festividade Mariana é toda ela um convite à alegria, mais precisamente porque com o nascimento de Maria Santíssima Deus dava ao mundo como garantia concreta de que a salvação era já iminente”, disse São João Paulo II em 1980. Durante esse ano, a celebração da Natividade da Virgem também caiu em  uma segunda-feira 08 de setembro, e o Papa peregrino se encontrava de visita pastoral em Frascati. Por isso, durante a homilia ao povo exclamou: “Oh Virgem nascente, esperança e aurora dê salvação a todo o mundo, voltai teu benigno olhar materno para todos nós, reunidos aqui para celebrar e proclamar tuas glórias”! Oh Virgem fiel, que sempre esteve disposta e foi solícita para acolher, conservar e meditar a Palavra de Deus, faz que também nós, em meio das dramáticas vicissitudes da história, saibamos manter sempre intacta nossa fé cristã, tesouro precioso que nos transmitiram nossos pais! Oh Virgem poderosa, que com seu pé esmagou a cabeça da serpente tentadora, faça com  que cumpramos, dia após dia, nossas promessas batismais, com as quais renunciamos a Satanás, a suas obras e a suas seduções, e que saibamos dar no mundo um testemunho alegre de esperança cristã! Oh Virgem clemente, que abriu sempre seu coração materno às invocações da humanidade, às vezes dividida pelo desamor e também, desgraçadamente, pelo ódio e pela guerra, faça com  que saibamos sempre crescer todos, segundo o ensino de seu Filho, na unidade e na paz, para ser dignos filhos do único Pai celestial! Amém”. #FestividadeMariana #NatividadedaVirgemMaria

  • Julgar e insultar não são próprios de um cristão, diz o Papa

    VATICANO, 07 Set. 14 / 10:18 am (ACI).- Neste domingo, 7 de setembro, o Papa Francisco saiu como de costume ao balcão do seu estúdio que depara a Praça de São Pedro para a alocução prévia à oração do Ângelus. Antes da oração mariana, o Pontífice comentou o Evangelho deste domingo, extraído do capítulo 18 de Mateus, que apresenta o tema da correção fraterna na comunidade dos fiéis, e expressou: insultar não é cristão. O Papa afirmou que o Senhor Jesus “nos ensina que se o meu irmão comete um pecado contra mim, eu devo ter caridade para com ele e, antes de tudo, falar pessoalmente com ele, explicando-lhe que o que ele disse ou fez não é bom. Se o irmão não me ouve, Jesus sugere uma ação progressiva: primeiro, volta a falar com ele com outras duas ou três pessoas; se, não obstante isso, não acolhe a exortação, é preciso dizer à comunidade; e se não ouve sequer a comunidade, é preciso fazer com que sinta a fratura e o distanciamento que ele mesmo provocou”. A atitude correta diante do pecado do irmão é a de delicadeza, prudência, humildade, atenção para com quem pecou, evitando que as palavras possam ferir. “Vocês sabem que as palavras matam: quando falo mal, faço uma crítica injusta, isso é matar a fama do outro”, expressou o Pontífice. O objetivo é ajudar o irmão a perceber o que ele fez. Isso também nos ajuda a nos libertar da ira e do ressentimento que nos fazem mal e que nos levam a insultar e a agredir. “Isso é feio. Nada de insultos. Insultar não é cristão”, asseverou. “A correção fraterna –prosseguiu- é um serviço recíproco que podemos e devemos fazer uns aos outros. E é possível e eficaz somente se cada um se reconhece pecador e necessitado do perdão do Senhor. A mesma consciência que me faz reconhecer o erro do outro, antes ainda me lembra que eu mesmo errei e erro tantas vezes”. “Por isso, no início da Santa Missa, todas as vezes somos convidados a reconhecer diante do Senhor que somos pecadores, expressando com as palavras e os gestos o sincero arrependimento do coração. E o pedimos para nós, “Senhor, tende piedade de mim”, e não “Senhor, tende piedade dessa pessoa que está a meu lado””, expressou o Papa. Entre as condições que são comuns dos que participam da celebração eucarística, duas são fundamentais, ressaltou o Papa: todos somos pecadores e a todos Deus doa a sua misericórdia. “Devemos nos lembrar sempre disso antes de corrigirmos fraternalmente o nosso irmão.” Por fim, Francisco recordou que na segunda-feira, 08 de setembro, celebra-se liturgicamente a Natividade de Nossa Senhora, pedindo aos fiéis que, assim que acordarem, dirijam seu pensamento a Ela, como um filho cumprimenta sua mãe no dia do seu aniversário. O Papa concluiu a alocução pedindo como de costume as orações dos fiéis por ele e desejou a todos um feliz domingo antes de dar a bênção apostólica. #Pecadores #sincero #Francisco #Senhor #Irmão #fraterna #fiéis #pecado #Papa #oração #comunidade #piedade #palavras #Jesus

  • Os demônios creem e estremecem diante da presença real de Jesus na Eucaristia

    Uma reflexão a partir do roubo de uma hóstia consagrada por um grupo de satanistas Alguns anos atrás, eu escrevi sobre uma experiência incomum que tive ao celebrar a santa missa: uma pessoa, atormentada pela possessão demoníaca, saiu correndo para fora da igreja no momento da consagração. Voltarei a falar deste caso um pouco mais adiante. Eu me lembrei do fato nos últimos dias em face das atuais notícias de que um culto satânico da cidade de Oklahoma (EUA) roubou uma hóstia consagrada de uma paróquia e anunciou que a profanaria durante uma “missa negra”, a realizar-se neste mês de setembro. O arcebispo de Oklahoma, dom Paul Coakley, entrou com uma ação judicial para impedir o sacrilégio e exigir que o grupo devolvesse a propriedade roubada da Igreja. Dom Coakley ressaltou, no processo, que a hóstia seria profanada dos modos mais vis imagináveis, como oferenda feita em sacrifício a Satanás. O porta-voz do grupo satânico, Adam Daniels, declarou: “Toda a base da ‘missa’ [satânica] é que nós pegamos a hóstia consagrada e fazemos uma ‘bênção’ ou oferta a Satanás. Nós fazemos todos os ritos que normalmente abençoam um sacrifício, que é, obviamente, a hóstia corpo de Cristo. Então nós, ou o diabo, a reconsagramos…”. À luz do processo judicial, o grupo devolveu à Igreja a hóstia consagrada que tinha roubado. Graças a Deus. Mas você notou o que o porta-voz satânico atestou sobre a Eucaristia? Ao falar do que seria oferecido em sacrifício, ele disse: “…que é, obviamente, a hóstia corpo de Cristo”. Por mais grave e triste que seja este caso (e não é o primeiro), esses satanistas explicitamente consideram que a Eucaristia católica É o Corpo de Cristo. Pelo que eu sei, nunca houve tentativas de satanistas de roubar e profanar uma hóstia metodista, ou episcopaliana, ou batista, ou luterana, etc. É a hóstia católica o que eles procuram. E nós temos uma afirmação da própria escritura que garante: “Até os demônios creem e estremecem” (Tiago 2,19). Em outra passagem, a escritura nos fala de um homem que vagava em meio aos túmulos e era atormentado por um demônio. Quando viu Jesus, ainda de longe, correu até Ele e o adorou (Marcos 5,6). O evangelho de Lucas cita outros demônios que saíam de muitos corpos possuídos e gritavam: “Tu és o Filho de Deus!”. Mas Jesus os repreendia e não os deixava falar, porque sabiam que Ele era o Cristo (Lc 4,41-42). De fato, como pode ser atestado por muitos que já testemunharam exorcismos, há um poder maravilhoso na água benta, nas relíquias, na cruz do exorcista, na estola do sacerdote e em outros objetos sagrados que afugentam os demônios. Mesmo assim, muitos católicos e não católicos minusvaloram esses sacramentais (assim como os próprios sacramentos) e os utilizam de qualquer jeito, com pouca frequência ou sem frequência alguma. Há muita gente, inclusive católicos, que os consideram pouco importantes. Mas os demônios não! Vergonhosamente, os demônios, às vezes, manifestam mais fé (ainda que cheia de medo) que os crentes que deveriam reverenciar os sacramentos e os sacramentais com fé amorosa. Mesmo o satanista de Oklahoma reconhece que Jesus está realmente presente na Eucaristia. É por isso que ele procura uma hóstia consagrada, ainda que para fins tão nefastos e perversos. Tudo isso me leva de volta ao caso real que eu descrevi já faz um bom tempo. Apresento a seguir alguns trechos do que escrevi há quase quinze anos, quando eu estava na paróquia de Santa Maria Antiga [Old St. Mary, na capital norte-americana] celebrando a missa em latim na forma extraordinária. Era uma missa solene. Não seria diferente da maioria dos domingos, mas algo muito impressionante estava prestes a acontecer. Como vocês devem saber, a antiga missa em latim era celebrada “ad orientem”, ou seja, voltada em direção ao oriente litúrgico. Sacerdote e fiéis ficavam todos de frente para a mesma direção, o que significa que o celebrante permanecia, na prática, de costas para as pessoas. Ao chegar a hora da consagração, o sacerdote se inclinava com os antebraços sobre o altar, segurando a hóstia entre os dedos. Naquele dia, eu pronunciei as veneráveis palavras da consagração em voz baixa, mas de modo claro e distinto: “Hoc est enim Corpus meum” [Este é o meu Corpo]. O sino tocou enquanto eu me ajoelhava. Atrás de mim, no entanto, houve algum tipo de perturbação; uma agitação ou sons incongruentes vieram dos bancos da parte da frente da igreja, logo às minhas costas, um pouco mais para a minha direita. Em seguida, um gemido ou resmungo. “O que foi isso?”, perguntei a mim mesmo. Não pareciam sons humanos, mas grasnidos de algum animal de grande porte, como um javali ou um urso, junto com um gemido plangente que também não parecia humano. Eu elevei a hóstia e novamente me perguntei: “O que foi isso?”. Então, silêncio. Celebrando no antigo rito da missa em latim, eu não podia me virar facilmente para olhar. Mas ainda pensei: “O que foi isso?”. Chegou a hora da consagração do cálice. Mais uma vez eu me curvei, pronunciando clara e distintamente, mas em voz baixa, as palavras da consagração: “Hic est enim calix sanguinis mei, novi et aeterni testamenti; mysterium fidei; qui pro vobis et pro multis effundetur em remissionem pecatorum. Haec quotiescumque feceritis in mei memoriam facietis” [Este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança, o mistério da fé, que será derramado por vós e por muitos para a remissão dos pecados. Todas as vezes que fizerdes isso, fazei-o em memória de mim]. Então, ouvi mais um ruído, desta vez um inegável gemido e, logo em seguida, um grito de alguém que clamava: “Jesus, me deixe em paz! Por que me tortura?”. Houve de repente um barulho que lembrava uma briga e alguém correu para fora a um som de gemidos, como de quem tivesse sido ferido. As portas da igreja se abriram e em seguida fecharam. Depois, o silêncio. Consciência – Eu não podia me virar para olhar porque estava levantando o cálice da consagração. Mas entendi no mesmo instante que alguma pobre alma atormentada pelo demônio tinha se visto diante de Cristo na Eucaristia e não tinha conseguido suportar a sua presença real, exibida perante todos. Ocorreram-me as palavras da escritura: “Até os demônios creem e estremecem” (Tiago 2,19). Arrependimento – Assim como Tiago usou aquelas palavras para repreender a fé fraca do seu rebanho, eu também tinha motivos para a contrição. Por que, afinal, um pobre homem atormentado pelo demônio era mais consciente da presença real de Cristo na Eucaristia e ficava mais impactado com ela do que eu? Ele ficou impactado em sentido negativo e correu para longe. Mas por que eu não me impactava de forma positiva com a mesma intensidade? E quanto aos outros crentes, que estavam nos bancos? Eu não tenho dúvidas de que todos nós acreditávamos intelectualmente na presença eucarística. Mas há algo muito diferente e muito mais maravilhoso em nos deixarmos mover por ela na profundidade da nossa alma! Como é fácil bocejarmos na presença do Divino e nos esquecermos da presença milagrosa e inefável, disponível ali para todos nós! Quero deixar registrado que, naquele dia, há quase quinze anos, ficou muito claro para mim que eu tinha nas minhas mãos o Senhor da Glória, o Rei dos Céus e da Terra, o Justo Juiz e o Rei dos reis da terra. Será que Jesus está realmente presente na Eucaristia? Até os demônios acreditam! #demônios #Cristo #Escritura #católicos #demônio #Oklahoma #Eucaristia #gemido #satânico #sacrifício #hóstia #Igreja #Tiago #Consagração #Latim #Jesus #Missa #Cálice #consagrada

  • A Igreja tem como modelo a Virgem Maria, diz Papa Francisco

    Vídeo: na catequese desta quarta-feira, o Papa Francisco explicou como a maternidade da Igreja se relaciona com a de Maria [vimeo]http://vimeo.com/105114433[/vimeo] A maternidade da Igreja foi o tema da catequese desta quarta-feira, 3 de setembro. O Papa Francisco levou os fiéis a compreenderem quão profunda é a relação que une Maria à Igreja. 1. A Igreja tem como modelo a Virgem Maria. A maternidade da Igreja coloca-se em continuidade com a de Maria. Na fecundidade do Espírito, a Igreja continua a gerar novos filhos em Cristo. Olhando Maria, descobrimos o lindo rosto e tenro da Igreja; olhando a Igreja, reconhecemos as características sublimes de Maria. 2. A Igreja é nossa mãe porque nos deu à luz no Batismo. E como mãe nos faz crescer na fé e nos indica, com a força da Palavra de Deus, o caminho de salvação. Todos somos chamados a acolher com mente e coração aberto a Palavra de Deus, que a Igreja a cada dia nos dá, porque esta Palavra tem a capacidade de nos mudar dentro, de nos transformar. 3. Esta é a Igreja: uma mãe que tem no coração o bem dos filhos. Confiemo-nos a Maria, para que nos ensine a ter o mesmo espírito materno nas relações com nossos irmãos, com a capacidade sincera de acolher, perdoar e infundir confiança e esperança. Ao fim da catequese, quando o Papa deu as boas-vindas aos peregrinos de língua árabe, disse: “vocês estão no coração da Igreja; a Igreja sofre com vocês e se orgulha de vocês; vocês são a força e otestemunho concreto e autêntico de sua mensagem de salvação, de perdão e de amor. Que Deus os abençoe e proteja”. Fonte: Aleteia #coração #salvação #Deus #Maria #Francisco #Maternidade #Relações #Filhos #capacidade #boasvindas #catequese #Igreja #materno #mãe #perdoar #Palavra #infundir

  • Deus Existe – Albert Einstein

    Professor: Eu vou provar pra você que se Deus existe, então ele é mal. Professor: Deus criou tudo o que existe? Professor: Se Deus critou todas as coisas, então ele criou o mal, o que significa que Deus é mal. Aluno: Com licença, professor! Aluno: O Frio existe? Professor: Que tipo de pergunta é essa? Claro que ele existe. Você nunca ficou com frio? Aluno: Na verdade senhor, o frio não existe. De acordo com as leis da física, o que consideramos frio é na verdade ausência de calor. Aluno: Professor, a escuridão existe? Professor: Claro que existe. Aluno: Você está errado senhor, a escuridão também não existe. A escuridão é na verdade a ausência de luz. Aluno: O mal não existe. É como a escuridão e o frio. Deus não criou o mal. O mal é o resultado do que acontece quando o homem não tem o amor de Deus presente em seu coração. (Albert Einstein – 1879-1955) #coração #salvação #Verdade #Deus #Maria #significa #Francisco #Maternidade #Senhor #Papa #frio #capacidade #acordo #ausência #Igreja #Palavra

  • China: A emoção em receber a Bíblia pela primeira vez – legendado

    “Fiquei profundamente comovido com estas imagens! Elas me fizeram perguntar-me se eu leio a Bíblia com o mesmo amor e zelo que esses irmãos chineses mostram”, confessa o diretor de Catholic Link, Mauricio Artieda, em seu comentário a este vídeo. E completa: “Se é verdade que, como diz o Papa Emérito Bento XVI, ‘a Palavra de Deus é como uma escada com a qual podemos subir e, com Cristo, também descer até as profundezas do seu amor; uma escada para chegar à Palavra nas palavras’, é fundamental que eu me deixe tocar pelo testemunho desses cristãos orientais, porque é precisamente isso que eles intuíram na Bíblia”. Fonte: Aleteia #Aleteia #Cristo #Deus #escada #Emérito #Cristãos #testemunho #fundamental #profundezas #Palavra

  • Ator Gary Sinise testemunha sua conversão ao catolicismo

    Gary Sinise – ator, diretor, baixista, patriota, filantropo e convertido ao catolicismo – foi um convidado surpresa na convenção anual da fraternidade católica Knights of Columbus (1) em Orlando no início deste mês. Talvez a pessoa que estava mais surpresa por ele ter estado lá pode ter sido o próprio Gary Sinise. Ele confessou que “ele e sua família não faziam parte de qualquer religião” até que sua esposa voltou para as abandonadas raízes católicas de sua mãe, em 2000, e ele posteriormente caminhou lentamente para a sua Crisma em 2010. Ele contou sobre o seu choque inicial e o posterior apoio a decisão de sua esposa em uma entrevista há alguns anos. Ele estava filmando na Carolina do Norte, quando sua esposa, Moira, e três crianças vieram para uma visita, e neste mesmo tempo um furacão estava a caminho daquele lugar. Ao descobrir que os voos seriam cancelados, ele alugou um carro e levou-os em direção a Charlotte através de ventos fortes, pancadas de chuva e muitos relâmpagos. Em um momento da viagem Moira se voltou para ele e anunciou que quando ela voltasse para Chicago, ela estaria voltando para a Igreja Católica e as crianças iriam frequentar escolas católicas. Ele estava chocado e não muito feliz com a decisão. Pois o único conhecimento que ele tinha de escolas católicas eram as histórias terríveis que dois amigos haviam lhe contado. Então ele disse algo como: “Não! Você está louca? “ Mas Moira fez como ela planejava, e se matriculou na Catequese para adultos e matriculou os filhos na escola católica. Dois anos mais tarde, na Vigília Pascal, ela entrou na Igreja. Nesse meio tempo, a escola acabou por ser o oposto do que Gary esperava. Ele descobriu que era um ótimo ambiente e se tornou um grande defensor destas escolas. Depois disso passaram-se ainda dez anos até que ele se convertesse ao catolicismo, mas foram 10 anos de uma lenta conversão e cheios de atividades beneficentes. Durante a convenção Gary Sinise contou a sua história e como pouco depois do 11/09, ele foi “convidado como uma celebridade” para entreter os socorristas e foi assim que conheceu a história de heróis como Padre Mychal Judge, um capelão para o Corpo de Bombeiros de NY, que morreu ao ajudar as vítimas dos ataques as torres gêmeas. Em 2003, Sinise foi o co-fundador da “Operação Crianças Iraquianas”, que em nove anos apoiou o trabalho das tropas americanas na coleta e doação de material escolar e uniformes para as crianças cujas escolas foram reconstruídas pelas tropas. Estas doações incluíram 358.763 kits de material escolar, milhares de caixas com bichos de pelúcia, sapatos e equipamentos esportivos, e outras centenas de caixas com sapatos, roupas, acessórios, alimentos, itens de higiene e brinquedos. A banda de Gary Sinise, “Lt.Dan Band”, realizou 50 tours e 119 concertos para as tropas americanas, organizados pela USO (2), e foi durante estes shows que Sinise tornou-se apaixonado por ajudar os veteranos americanos feridos. Assim, a fundação que leva o seu nome iniciou um programa chamado “Restauração da independência e apoio a capacitação” (RISE), onde o objetivo principal  é construir “casas inteligentes” para os veteranos que foram mais gravemente feridos. Em parceria com a fraternidade Knights of Columbus, um ex-soldado de infantaria do Exército que perdeu as duas pernas e um braço na explosão de uma estrada no Afeganistão, pode mudar-se para uma nova casa high-tech com a esposa. Durante a convenção Sinise agradeceu a colaboração das pessoas ligadas a fraternidade e por seus anos de “trabalho de caridade incrivelmente generoso, volumoso e missionário.” Susan E. Wills (Editora da Aleteia em inglês) (1) Knights of Columbus = Fraternidade católica fundada nos EUA pelo Padre Michael J. McGivney em 1881 (2) USO = Organizações do Serviço Americano, é uma entidade sem fins lucrativos, que organiza programas, serviços e também famosa por realizar eventos de entretenimento para tropas militares e suas famílias CBS Fonte: comshalon.org #americanas #Católicas #conversão #veteranos #Gary #tropas #Convenção #catolicismo #Columbus #Moira #Catolica #Decisão #crianças #Igreja #Sinise #Knights #surpresa #Fraternidade #GarySinise

  • Líder judeu denuncia indiferença mundial diante da perseguição dos cristãos

    NOVA IORQUE, 27 Ago. 14 / 08:00 am (ACI/EWTN Noticias).- O líder do Congresso Internacional Judeu, Ronald S. Lauder, criticou a apatia mundial ante a perseguição dos cristãos no Oriente Médio e em outras partes do planeta, indicando que mais países deveriam atuar a respeito. Em um editorial publicado no jornal norte-americano The New York Times, Ronald S. Lauder assinalou que “a indiferença geral ao ISIS (Estado Islâmico do Iraque e Síria), com suas execuções em massa de cristãos e sua preocupação mortal com Israel, não está somente mal, é obscena”. “O povo judeu entende muito bem o que pode acontecer quando o mundo está calado”, disse. “Esta campanha de morte deve ser detida”. Lauder criticou que enquanto a comunidade internacional correu para defender outras minorias da perseguição em outros conflitos, e protestou pelos ataques de Israel contra Hamas, quando a organização é conhecida por estar usando civis como escudos humanos, “o massacre bárbaro de milhares de cristãos é tomado com relativa indiferença”. Assinalando uma série de ofensas contra “comunidades cristãs que viveram em paz por séculos” no Oriente Médio e partes da África, lamentou a falta de ação. Lauder também assinalou que recentemente, grupos militantes na Nigéria “sequestraram e assassinaram centenas de cristãos”, e que meio milhão de “cristãos árabes foram expulsos da Síria durante os mais de três anos de guerra civil”, e enfrentaram perseguição e assassinato no Líbano, Sudão e em outras partes. “Os historiadores logo olharão para trás neste período e se perguntarão se as pessoas tinham perdido o seu rumo”, alertou. O líder judeu também assinalou que a organização internacional se manteve em sua maior parte quieta sobre “a onda de terror tipo Nazista que está rondando pelo Iraque”. Adicionalmente, disse, as celebridades e figuras públicas não falaram da perseguição, e se perguntou “por que a matança dos cristãos não parece ativar as suas antenas sociais?”. Em sua carta, Lauder elogiou o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, por “ordenar ataques aéreos para salvar dezenas de milhares de yazidis”, mas lamentou que não foram suficiente para fazer frente aos recursos econômicos e força militar do Estado Islâmico. O líder judeu disse que o Estado Islâmico é “provavelmente o grupo terrorista mais rico no mundo”, e assinalou que “onde realmente se sobressai é na sua carniçaria”, onde “apontou sem piedade os xiitas, curdos e cristãos”. “Eles realmente decapitaram crianças e puseram as suas cabeças sobre estacas”, disse, citando um relatório da CNN sobre a violência em Mosul (Iraque). “Mais crianças estão sendo decapitadas, mães estão sendo estupradas e assassinadas e os pais estão sendo pendurados”, lamentou. Lauder reiterou uma promessa prévia que fez em junho, de que ele “não ficaria calado diante da crescente ameaça do anti-semitismo na Europa e no Oriente Médio, não permanecerei indiferente ao sofrimento cristão”. As pessoas boas de todos os credos, mas particularmente cristãos e judeus, continuou, “devem unir-se e deter esta repugnante onda de violência”. Lauder destacou que as duas religiões compartilham “muito mais que a maioria das religiões”, incluindo uma Bíblia e um “núcleo moral e ético”. “Agora, tristemente, compartilhamos uma forma de sofrimento”, acrescentou. “Os cristãos estão morrendo por causa das suas crenças, porque estão indefesos e porque o mundo é indiferente ao seu sofrimento”. Lauder pressionou as pessoas de todo o mundo a agir. “Não é como se fôssemos impotentes”, disse, indicando que estava escrevendo “como um cidadão do poder militar mais forte sobre a terra”, assim como “um líder judeu que se preocupa com meus irmãos e irmãs cristãs”. #PerseguiçãoReligiosa #Cristãosperseguidos #Síria #Iraque #ataqueacristãos #cristãosnoIraque

  • Inveja e fofocas não são cristãs e atentam contra a unidade da Igreja, diz o Papa

    VATICANO, 27 Ago. 14 / 01:47 pm (ACI/EWTN Noticias).- Na sua catequese de hoje, o Papa Francisco alentou os cristãos a não caírem na inveja e na fofoca dentro da Igreja, pois isto atenta contra a unidade pela qual Cristo rezou e é “obra do diabo”. O Santo Padre recordou que ao fazer “nossa profissão de fé recitando o ‘Credo’, nós afirmamos que a Igreja é ‘uma’ e ‘santa’. É una porque tem a sua origem em Deus Trindade, mistério de unidade e de comunhão plena. Depois, a Igreja é santa, enquanto fundada sobre Jesus Cristo, animada pelo seu Espírito Santo, repleta do seu amor e da sua salvação”. “Ao mesmo tempo, porém, é santa e composta de pecadores, todos nós, pecadores, que fazemos experiência cada dia das nossas fragilidades e das nossas misérias. Então, esta fé que professamos nos impele à conversão, a ter a coragem de viver cotidianamente a unidade e a santidade, e se nós são somos unidos, se não somos santos, é porque não somos fiéis a Jesus”. O Santo Padre assegurou que “Ele, Jesus, não nos deixa sozinhos, não abandona a sua Igreja! Ele caminha conosco, Ele nos entende. Entende as nossas fraquezas, os nossos pecados, perdoa-nos, sempre que nós nos deixamos perdoar. Ele está sempre conosco, ajudando-nos a nos tornarmos menos pecadores, mais santos, mais unidos”. “O primeiro conforto vem do fato de que Jesus rezou tanto pela unidade dos discípulos. É a oração da Última Ceia, Jesus pediu tanto: “Pai, que sejam uma só coisa”. Rezou pela unidade, e o fez propriamente na iminência da Paixão, quando estava para oferecer toda a sua vida por nós. É aquilo que somos convidados continuamente a reler e meditar, em uma das páginas mais intensas e comoventes do Evangelho de João, o capítulo dezessete”. “Como é belo saber que o Senhor, pouco antes de morrer, não se preocupou consigo mesmo, mas pensou em nós! E no seu diálogo sincero com o Pai, rezou justamente para que pudéssemos ser uma só coisa com Ele e entre nós”. Francisco assinalou que “a Igreja procurou desde o início realizar este propósito que está no coração de Jesus”. “A experiência, porém, nos diz que são tantos os pecados contra a unidade. E não pensemos só nos cismas, pensemos em faltas muito comuns nas nossas comunidades, em pecados ‘paroquiais’, aqueles pecados nas paróquias”. “Às vezes, de fato, as nossas paróquias, chamadas a serem lugares de partilha e de comunhão, são tristemente marcadas por inveja, ciúmes, antipatia…”. “E as fofocas são acessíveis a todos. Como se fofoca nas paróquias! Isto não é bom. Por exemplo, quando alguém é eleito presidente daquela associação, fofoca-se contra ele. E se aquela outra é eleita presidente da catequese, as outras fofoca contra ela. Mas, esta não é a Igreja. Não se deve fazer isto, não devemos fazê-lo!”. Francisco indicou que “isto é humano, sim, mas não é cristão! Isto acontece quando almejamos os primeiros lugares; quando colocamos no centro nós mesmos, com as nossas ambições pessoais e os nossos modos de ver as coisas, e julgamos os outros; quando olhamos aos defeitos dos irmãos, em vez de olhar para suas competências; quando damos mais peso àquilo que nos divide, em vez de olhar para o que nos une…”. O Papa recordou que “uma vez, na outra diocese em que eu estava antes, ouvi um comentário interessante e belo. Falava-se de uma idosa que por toda a vida tinha trabalhado na paróquia e uma pessoa que a conhecia bem disse: ‘Esta mulher nunca falou mal dos outros, nunca fofocou, sempre estava com um sorriso’. Uma mulher assim pode ser canonizada amanhã!”. “Diante de tudo isso, devemos fazer seriamente um exame de consciência. Em uma comunidade cristã, a divisão é um dos pecados mais graves, porque a torna sinal não da obra de Deus, mas da obra do diabo, que é por definição aquele que separa, que arruína as relações, que insinua preconceitos…”. O Santo Padre assinalou que “Deus, em vez disso, quer que cresçamos na capacidade de nos acolhermos, de nos perdoarmos e de nos querermos bem, para nos assemelharmos sempre mais a Ele que é comunhão e amor. Nisto está a santidade da Igreja: em reconhecer-se à imagem de Deus, repleta da sua misericórdia e da sua graça”. “Queridos amigos, façamos ressoar no nosso coração estas palavras de Jesus: ‘Bem aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus’ (Mt 5, 9). Peçamos sinceramente perdão por todas as vezes em que fomos ocasião de divisão ou de incompreensão dentro das nossas comunidades, bem sabendo que não se chega à comunhão se não através de uma contínua conversão. O que é a conversão? É pedir ao Senhor a graça de não falar mal, de não criticar, de não fofocar, de querer bem a todos. É uma graça que o Senhor nos dá. Isto é converter o coração“. “E peçamos que a base cotidiana das nossas relações possa se tornar uma reflexão sempre mais bela e alegre da relação entre Jesus e o Pai”, concluiu. #Audiênciageral #catequese #fofoca #PapaFrancisco

  • 10 coisas que você precisa saber sobre os extremistas do Estado Islâmico

    A começar pelo nome do grupo: afinal, é EI, EIIL, EIIS, ISIS, ISIL, Califado…? EIIL, EIIS, ISIS ou ISIL? Estado Islâmico ou Califado? O grupo de extremistas islâmicos sunitas que está espalhando o terror por partes da Síria e do Iraque não causou apenas um rastro de morte e destruição, mas também muita confusão na cabeça das pessoas do mundo inteiro. Para tentar esclarecer algumas dessas dúvidas, a edição norte-americana de Aleteia consultou analistas que vêm estudando o Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL), um dos vários nomes atribuídos ao grupo radical. Pela colaboração, agradecemos ao pe. Elias D. Mallon, diretor do Departamento de Assuntos Exteriores da Associação Católica pela Prosperidade do Oriente Próximo, sediada em Nova Iorque; ao jesuíta pe. Mitch Pacwa, do canal católico de televisão EWTN, dos Estados Unidos; e a William Kilpatrick, autor do livro “Christianity, Islam and Atheism: The Struggle for The Soul of The West” [“Cristianismo, islã e ateísmo: a luta pela alma do Ocidente”]. 1. O que ou quem é o EIIL? Como ele surgiu? O EIIL (Estado Islâmico do Iraque e do Levante) é formado por extremistas sunitas, recrutados em todo o mundo de língua árabe e até em regiões externas a ele. Suas origens se conectam com Abu Musab al-Zarqawi, terrorista nascido na Jordânia. “Al-Zarqawi foi para o Afeganistão como jihadista no final da década de 1980”, explica o padre Mallon. “Lá, ele fundou a Organização para a Tawhid (proclamação da unidade de Deus) e para a Jihad e, em 2004, colocou essa organização sob a liderança da Al-Qaeda e declarou a guerra total contra os xiitas”. O Estado Islâmico (EI, outro dos nomes e siglas atribuídos ao grupo) foi muitas vezes chamado de “Al-Qaeda do Iraque” durante a Guerra do Iraque [nos anos 2000], explica uma nota da arquidiocese de Toronto. O grupo se proclama como um Estado independente que reivindica partes do Iraque, da Síria e do Líbano. Criado no início da Guerra do Iraque, o grupo tem como alvo principal os militares e os governos do Iraque e da Síria, mas assumiu também a autoria de ataques que mataram milhares de civis iraquianos. De acordo com estudos de agências de inteligência norte-americanas, o Estado Islâmico tem planos de tomar o poder e transformar esse território num estado islâmico fundamentalista. Al-Zarqawi foi morto pela detonação de uma bomba norte-americana em 2006. “Parece então que o EIIL é um desdobramento da Al-Qaeda do Iraque”, observa o padre Mallon. “Mas a própria Al-Qaeda já criticou o EIIL por ser excessiva e indiscriminadamente violento, o que o colocaria no risco de perder apoio popular”. “Como ramo da Al-Qaeda, o EIIL segue a teologia wahabita do islamismo sunita, que surgiu no leste da Arábia nos anos 1740”, destaca o padre Pacwa. “Sua obsessão é com o conceito da unicidade de Deus. Os primeiros wahabitas se revoltaram com as honrarias dedicadas ao profeta Maomé em seu túmulo na cidade de Medina. Por isso eles destruíram o túmulo completamente. A catequese deles na Arábia enfatizava a unidade absoluta de Deus e convocava todos os muçulmanos a se unirem a eles na aplicação desta doutrina ou, do contrário, a serem mortos”. O EIIL é hoje liderado por Abu Bakr al-Baghdadi, que se declarou “Califa” em 29 de junho deste ano. Se a constante alternação de nomes do EIIL é desconcertante, aplica-se o mesmo a Al-Baghdadi. Seu nome original é Ibrahim Awwad Ibrahim Ali al-Badri al-Samarra’i. Ele adotou seu atual “nome de guerra” em homenagem ao primeiro califa, Abu Bakr. “Recentemente, Al-Baghdadi começou a se chamar de Abu Bakr al-Baghdadi al Husseini al-Qurayshi, sendo que os dois últimos nomes são uma tentativa de ligar a linhagem dele com a do profeta Maomé e com a tribo dos coraixitas”, explica o padre Mallon. “Se ele é mesmo descendente do Profeta, isso deveria ficar óbvio em seu nome. Mais recentemente, ele passou a usar o título de ‘O Comandante dos Fiéis Califa Ibrahim’”. 2. Por que surgiu o EIIL? O pe. Mallon aponta dois motivos para o surgimento do EIIL: “Motivo ideológico: difundir o islã e o domínio islâmico pelas terras do clássico Califado Abássida, que chegou a se estender até a Península Ibérica. O grupo mostra pouca compreensão da história axadrezada do califado. Neste sentido, o EIIL tende a um certo “romantismo”, mas de tipo incrivelmente brutal. Motivo prático: muitos sunitas no Iraque e na Síria sentem-se marginalizados, tanto pelo governo alauíta de Bashar al-Assad em Damasco quanto pelo governo xiita de Nouri al-Maliki em Bagdá. Eu acho que muitos sunitas veem o EIIL como a única oposição eficaz, especialmente no tocante ao regime de Bagdá. Não tenho certeza, mas suspeito que a lealdade não vai muito a fundo”. 3. Qual é o objetivo do EIIL e a probabilidade de atingi-lo? O objetivo do grupo é restabelecer o califado e ampliar ao máximo a hegemonia religiosa, política e militar islâmica, diz o padre Mallon. “Para conseguir isso, eles estão dispostos a violar os princípios tradicionais da guerra islâmica”. 4. É um movimento global? “Sim e não”, responde o padre Mallon. “É global porque apela a um público amplo de muçulmanos que compartilham a ideia romântica de um califado em que os muçulmanos governam tudo e todos. Mas não é um movimento global quando levamos em consideração que ele provavelmente não é sustentável em vários aspectos. Além disso, haverá oposição por conta do crescente desejo de democracia em muitos países muçulmanos. A democracia é a antítese dos califados, historicamente autocráticos. E os xiitas, em princípio, são contrários a um califado sunita mandando neles”. Prossegue Mallon: “Embora o EIIL use os métodos mais brutais e selvagens, seria um grave erro enxergá-lo como um grupo primitivo. Ele já se mostrou perturbadoramente sofisticado no uso dos meios de comunicação e das mídias sociais. Há relatos de uma loja em Istambul e de um site em que podem ser compradas camisetas com o logotipo do EIIL, além da faixa que nós vemos na testa dos combatentes do EIIL e de outras formas de propaganda. O New York Times estima que o EIIL seja o grupo terrorista mais rico do mundo, com centenas de milhões de dólares. A maior parte dessa riqueza vem dos bancos e das pessoas físicas que eles roubaram nas cidades saqueadas. Parece que eles têm evitado depender de fontes externas de financiamento, porque essas fontes poderiam ser facilmente bloqueadas”. 5. Qual é a atitude do EIIL em relação com o cristianismo, em particular no Oriente Médio? O pe. Mallon explica que a atitude do EIIL em relação ao cristianismo parece basear-se na crença de que todas as referências positivas aos cristãos no alcorão foram revogadas (por exemplo, a que chama os cristãos de “os mais próximos dos muçulmanos no amor”). Isto reduziria os cristãos a alvos de humilhação, aniquilação ou conversão forçada. “Mas esta posição não é muito difundida entre os muçulmanos em geral”. O pe. Pacwa explica que os wahabitas modificaram o ensino corânico tradicional em relação às outras religiões. “O alcorão ensina que os judeus e os cristãos fazem parte dos ‘povos do livro’, já que a sua bíblia inclui livros de ou sobre antigos profetas que o islã reconhece. Judeus e cristãos que se submeterem ao islã e pagarem o imposto da jizya para receber proteção dos muçulmanos estarão seguros. Mas o wahabismo ensina que os judeus e os cristãos de hoje em dia decaíram e não são mais considerados parte dos ‘povos do livro’. Eles são hoje iguais aos infiéis, ou ‘kufar’, em árabe, e a alternativa que resta a eles é converter-se ou ser mortos. O mesmo se aplica aos pagãos e aos ateus. Por incrível que pareça, os radicais também atribuem o status de infiéis aos xiitas e a todas as outras seitas do próprio islamismo, como a dos alauítas que governam a Síria. Isto explica por que eles atacam cristãos, xiitas, alauítas, yezidis e qualquer um que seja diferente dos wahabitas, que ensinariam a forma mais pura da unicidade de Deus”. 6. Há muitos relatos de atrocidades cometidas contra os cristãos e outras minorias religiosas. O que se sabe com certeza? O pe. Mallon diz que existem “testemunhos razoavelmente confiáveis de atrocidades” cometidas pelo EIIL contra os cristãos, contra os sunitas moderados, contra os xiitas e contra outros grupos religiosos. “Muitos foram executados, mulheres foram escravizadas, etc.”. O pe. Pacwa acrescenta que a ideologia wahabita não explica as crucificações relatadas. “Decapitar crianças não é uma prática islâmica normal, nem ensinar aos filhos que as cabeças humanas são troféus. Se eles fossem loucos, a disciplina militar deles não seria tão boa. Aparentemente, eles escolheram uma escuridão tamanha de alma que até a Al-Qaeda já rejeitou o EIIL”. 7. Os Estados Unidos ou a comunidade internacional poderiam tê-los parado antes? E agora? O EIIL poderia ter sido enfraquecido pelos Estados Unidos e pela comunidade internacional, acredita o padre Mallon, “mas eu não acredito que ele possa ser parado por agentes externos. Ele tem que ser parado de dentro da sociedade síria e iraquiana. Quando a população em geral se revoltou com a violência de Al-Zarqawi, o movimento dele perdeu força consideravelmente. Os apoiadores ideológicos ou românticos do EIIL parecem ignorar muito da história, dos fatos e até da moralidade islâmica. Mas eu acho que os apoiadores práticos e políticos são na maioria sunitas com graves e reais queixas contra os governos de Damasco e de Bagdá. Eu acredito que se as demandas desses sunitas fossem apresentadas de uma forma justa, equitativa e democrática, o EIIL perderia muito do apoio que tem hoje”. Esta é uma realidade que os governos ocidentais deveriam enxergar. 8. O Iraque está formando um novo governo. Qual é a relevância deste processo? Formar um novo governo não é suficiente, opina o pe. Mallon. O Iraque tem que formar um novo tipo de governo, um governo livre de corrupção e de nepotismo, livre de divisões, “um governo de, por e para todos os iraquianos. Sem este novo tipo de governo, eu não acredito que o Iraque seja viável como país unificado”. 9. Qual é o papel que as Igrejas podem desempenhar nesta crise humanitária? Pe. Mallon: “As Igrejas cristãs do Oriente Médio estão numa posição de fraqueza, talvez na sua pior posição em todos os tempos. Mas elas podem fornecer assistência tanto material quanto espiritual para quem está sofrendo. As Igrejas podem dar um poderoso testemunho da necessidade de justiça. As Igrejas têm a capacidade de espalhar informação não partidária por todo o planeta. As Igrejas poderiam ter um papel de conciliadoras. Os árabes cristãos, normalmente, são pessoas educadas e altamente qualificadas. Eles poderiam fornecer o arcabouço teórico para a emergência da sociedade civil e das estruturas democráticas na região e funcionar como agentes de reconciliação. Se essas possibilidades vão se concretizar é uma questão em aberto, que parece distante, futura. Mas o futuro é o lugar onde vive a esperança…”. 10. Afinal de contas, qual é o nome do grupo? Inicialmente, a mídia ocidental se referiu ao grupo extremista com a sigla EIIS (Estado Islâmico do Iraque e da Síria), traduzida para cada idioma ou mantida em inglês (ISIS). Depois, passou-se a usar a sigla EIIL (Estado Islâmico do Iraque e do Levante), porque a região historicamente conhecida como Levante abrange também o Líbano, outro país em que o grupo reivindica territórios. Em seguida, o próprio grupo passou a se denominar apenas Estado Islâmico (EI), não mais se restringindo à região do Iraque, da Síria e do Líbano e dando a entender, portanto, que as suas ambições de domínio são mais abrangentes. Finalmente, no dia 29 de junho deste ano, o líder do grupo se proclamou califa e afirmou ter restabelecido o califado, passando a adotar este termo para se referir aos territórios que o grupo foi dominando. Como a existência de fato do califado é amplamente questionada, a imprensa e os estudiosos preferem continuar a chamar o grupo de EIIL (Estado Islâmico do Iraque e do Levante) ou apenas de EI (Estado Islâmico). Fonte: Aleteia #EstadoIslâmico #TopIraque #Iraque #Jihadismo #perseguição #Califado

  • De onde vem a Oração da “Salve Rainha”?

    A “Salve Rainha” é uma das orações mais populares entre os católicos. Ela é atribuída ao monge Hermannus Contractus que a teria escrito por volta de 1050, no mosteiro de Reichenan, na Alemanha. Eram tempos terríveis aqueles na Europa central, com muitas calamidades naturais, destruindo as colheitas, epidemias, miséria, fome e a ameaça contínua dos povos bárbaros normandos, magiares e muçulmnaos que invadiam os povoados, saqueando e matando. Certamente o monge Hermannus experimentava as piores  misérias da vida humana neste “vale de lágrimas”, como disse. Nesta prece “bradamos” como “degredados”, “suspiramos gemendo e chorando”, vemos o mundo como “um vale de lágrimas”, como um “desterro”. Entretanto, essa visão da vida acaba num sentimento de esperança que a ultrapassa e domina com a confiança em Nossa Senhora. Ao considerar a condição humana, o monge Hermannus via  muitos motivos de tristeza, mas, ao fixar sua atenção na Virgem Maria, Rainha do céu de da terra, a quem se dirige, mostra-se animado por um horizonte de expectativas reconfortantes e consoladoras, pois ela, a Virgem Maria, é “Mãe de misericórdia”, “Vida, doçura, esperança nossa salve”, “Advogada nossa”,  de “olhos misericordiosos”. Frei Contractus tinha  consciência da triste época em que vivia, mas tinha outras razões, além disso tudo. Conta a sua históira que ele nasceu raquítico e disforme; adulto, mal conseguia andar e escrevia com dificuldade, de mirrados que eram os dedos das suas mãos. Nasceu em 18 de fevereiro de 1013 em Altshausen, na Swabia hoje Alemanha. Nasceu com uma fenda no palato, e um problema de espinha bífida (dividida em lóbulos iguais). Seus pais não tinham condição de cuidarem da criança e em 1020 (com sete anos) o entregaram para a Abadia de Reichenau, onde ele ficou o resto de sua vida. Contam que, no dia do seu nascimento, ao constatarem o raquitismo e má formação do bebê, seus pais caíram em prantos. Sua mãe Miltreed, mulher muito piedosa, ergueu-se então do leito e, lá mesmo, consagrou o menino à Mãe de Deus. Consagrado a Ela, foi educado no amor e na confiança em relação a Ela. E, anos mais tarde, foi levado de maca, por ser deficiente físico, até o mosteiro de Reichenan, onde com o tempo chegou a ser mestre dos noviços, pois o que tinha de inapto seu corpo, tinha de perspicaz seu espírito. Muito inteligente se tornou monge beneditino com a idade de 20 anos. Era um gênio, estudou e escreveu vários livros sobre astronomia, teologia, matemática, história e poesias em latim, grego e árabe. Professor aos 20 anos ficou conhecido pelos seus colegas na Europa.  Construiu alguns instrumentos musicais e equipamentos de astronomia. Ficou cego e com isso parou de escrever. É o mais notável poeta de seu tempo e ainda ficou  famoso ao escrever a oração da “Salve Rainha”e ainda o “Alma Redemporis Mater”. Faleceu em 21 de setembro de 1054 em Reichenau de causas naturais. Beatificado e culto confirmado em 1863. Sua festa é celebrada no dia 25 de setembro. Foi no fundo de todas essas misérias, que a alma de Frei Contractus elevou à “Rainha dos Céus” esta prece, mescla de sofrimento e esperança, que é a “Salve Rainha”. Quando veio a ser conhecida pelos fiéis, a “Salve Rainha” teve um sucesso enorme, e logo era rezada e cantada por toda parte. Um século mais tarde, ela foi cantada também na catedral de Espira, por ocasião de um encontro de personalidades importantes, entre elas, a do imperador Conrado e a do famoso São Bernardo, conhecido como o “cantor da Virgem Maria”, pelos incendidos louvores que lhe dedicava nos seus sermões e escritos, ele que foi um dos primeiros a chamá-la de “Nossa Senhora”. Dizem que foi nesse dia e lugar que, ao concluir o canto da “Salve Rainha”, cujas últimas palavras eram “mostrai-nos Jesus, o bendito fruto do vosso ventre”, no silêncio que se seguiu, ouviu-se a voz potente de São Bernardo que, num arrebato de entusiasmo pela mãe do Senhor, gritou, sozinho, no meio da catedral: “Ó clemente, ó piedosa, ó doce e sempre Virgem Maria”… E a partir dessa data estas palavras foram incorporadas à “Salve Rainha” original. Nos quase mil anos que se passaram desde que Herman Contractus compôs a “Salve Rainha” uma multidão incontável de fiéis tem se identificado como os sentimentos que ela expressa, vivendo desde sua aflição à doce esperança que inspira sempre a amável Mãe do Nosso Salvador. Fonte: http://www.newadvent.org/cathen/07266a.htm;  http://www.cademeusanto.com.br/beato_hermancontractus.htm #Maria #virgem #misérias #Lágrimas #Hermannus #esperança #Catedral #Bernardo #Reichenau #Contractus #SalveRainha #monge #astronomia

  • Papa Francisco está na mira dos jihadistas

    Segundo o jornal italiano ‘Il Tiempo’, fontes de inteligência confirmaram que o sumo pontífice é um potencial alvo de atentado dos extremistas islâmicos O papa Francisco está na mira do grupo fundamentalista Estado Islâmico (EI), reporta nesta segunda-feira o jornal Il Tempo, citando fontes do serviço secreto italiano. Segundo o jornal, o papa é apontado pelos jihadistas como “portador de falsas verdades” e pode ser vítima de um atentado. Até o momento, o Vaticano não se pronunciou sobre esta possível ameaça ao sumo pontífice. “O grupo fundamentalista Estado Islâmico, liderado por Abu Bakr Al-Baghdadi, tenta elevar o nível do confronto golpeando a Europa e a Itália”, relata o jornal Il Tempo. O texto também afirma que fontes israelenses acreditam que o papa seja um potencial alvo dos jihadistas sunitas. “A Itália é um trampolim para os radicais islâmicos”, afirma Mario Mori, diretor do Serviço de Informações Civis, um órgão de inteligência do governo italiano. Mori crê que os jovens aliciados pelo EI formam a “base para a distribuição de jihadistas no Ocidente”. Pelo menos 50 jovens italianos foram para a Síria e o Iraque se juntar aos jihadistas sunitas do EI. A Itália, assim como outros países europeus, consideram esses jovens como um enorme risco, pois, como eles têm passaporte legal de um membro da União Europeia, eles passam pelos controles alfandegários nos aeroportos com muita facilidade. Uma vez em território europeu, os jovens poderiam formar células terroristas e planejar atentados dentro de países ocidentais. Desde que Francisco assumiu o comando da Igreja Católica, em março de 2013, o Vaticano tem ampliado as medidas para prevenir o terrorismo. A segurança da santa Sé recrutou vários especialistas em inteligência e trabalha em colaboração com os serviços secretos de vários países, relata o jornal. Perigo na Europa – Ghaffar Hussain, diretor-gerente da Quilliam Foundation, organização britânica que atua contra o extremismo religioso, disse que é “quase inevitável” que os jihadistas europeus atuando na Síria e no Iraque voltem para planejar ataques terroristas na Europa. “É preocupante que as pessoas nascidas e criadas na Grã-Bretanha, que foram para a mesma escola que nós, podem ter sido doutrinadas a ponto de justificarem o estupro de mulheres e decapitações”, disse à agência de notícias Reuters. Quatro muçulmanos britânicos – dois dos quais tinham passado um período em campos de treinamento da Al Qaeda no Paquistão – mataram 52 pessoas em ataques suicidas no metrô e em um ônibus de Londres, em julho de 2005. Em sua estratégia de expansão, o EI usa como arma de propaganda a barbárie, por meio de decaptações, crucificações e execuções sumárias. Com isso, aterroriza os inimigos, garante a obediência das populações das cidades conquistadas e atrai desajustados do mundo todo. No final de junho, o EI proclamou um califado em parte do território do Iraque e da Síria sob seu controle. Em suas fileiras lutam cerca de 12.000 combatentes estrangeiros, apontam especialistas. A maioria dos jihadistas estrangeiros que foram para a Síria e Iraque nestes três anos e meio de conflito são oriundos, principalmente, da Tunísia, Arábia Saudita e Marrocos, mas também de países ocidentais como Grã-Bretanha, Austrália, Itália e França e outros. Fonte: Veja #Terroristas #Francisco #jihadistas #Jovens #Síria #Itália #Papa #Ataques #Iraque #jornal #pontífice #Tempo #território #Europa #GrãBretanha #atentado #europeus #especialistas

  • A difícil arte de confiar em Deus

    Por que é tão difícil aceitar que Deus nos ama incondicionalmente? A vida nem sempre vai sorrir para nós. Às vezes, a tempestade e o vento parecem ser um obstáculo no caminho e colocam em perigo a estabilidade dos nossos alicerces: “A barca, porém, já longe da terra, era agitada pelas ondas, pois o vento era contrário” (Mt 14, 24). Nesses momentos, como os discípulos, temos medo e nos assusta a possibilidade de perder a vida. Esquecemos que, em meio à escuridão, Jesus está ao nosso lado, caminhando sobre as águas, disposto a acalmar nossa ansiedade: “Pelas três horas da manhã, Jesus veio até os discípulos, andando sobre o mar. Quando os discípulos o avistaram, andando sobre o mar, ficaram apavorados e disseram: ‘É um fantasma’. E gritaram de medo. Jesus, porém, logo lhes disse: “Coragem! Sou eu. Não tenhais medo!”. As palavras de Jesus nos tranquilizam, nos fazem ter esperança, levantam nosso ânimo. Tiram de nós esse medo doentio que muitas vezes nos paralisa. Não queremos ter medo, mesmo sabendo ser este um sentimento frequente no coração. Nossa vida é muito frágil, e uma decisão precipitada pode mudar tudo. Um acontecimento inesperado, um diagnóstico com o qual não contávamos. Uma pessoa me comentou, há alguns dias: “Tenho certeza de que Deus faz tudo para o nosso bem e permite este sofrimento para santificar o meu pai. Para que outra coisa estamos aqui, a não ser para aspirar à vida eterna? Confio em que Deus nos permitirá continuar vivendo estes momentos com confiança em seu amor infinito”. Viver assim na turbulência das ondas, na instabilidade do barco da vida, que parece a ponto de naufragar às vezes, é um autêntico milagre, um dom de Deus, uma obra feita pelo Espírito Santo em nós. Mas a verdade é que nem sempre vivemos com a certeza de saber que é Cristo quem caminha ao nosso lado, e então surgem as dúvidas: “Então Pedro lhe disse: ‘Senhor, se és tu, manda-me ir ao teu encontro, caminhando sobre a água’”. Pedro quer uma prova racional, porque duvida, ou melhor, quer um milagre, algo extraordinário que aumente sua fé. Não se conforma com a voz de Cristo, não acredita que realmente seja Ele, pensa ser um fantasma, ou talvez um fruto da sua imaginação temerosa. Há muitas pessoas que veem sua vida de fé enfraquecer-se sem poder fazer nada. Não confiam e não sabem se abandonar; duvidam, não enxergam Deus e querem controlar tudo. O Pe. Kentenich nos recorda: “Vivemos em uma era de enfraquecimento da fé e da vida de fé. Especialmente em épocas como esta, existem muitas pessoas que, para converter-se, esperam milagres, sinais extraordinários, visíveis, palpáveis”. A fé enfraquecida busca sinais que nos confirmem se estamos no caminho certo. Busca fatos extraordinários. Mas o coração quer se encontrar com Deus, quer caminhar com Ele. A fé quer ser construída sobre sinais inquestionáveis, sinais surpreendentes que convençam. No entanto, quando estes acontecem, não é tão fácil aceitar a gratuidade do amor de Deus, aceitar que Ele se manifesta milagrosamente em nossa vida. Depender de Deus dessa forma, experimentar um milagre em nós, parece excessivo. É como se já não pudéssemos ser donos da nossa vida; como se nos tirassem o controle sobre a dor e sobre a morte. Diante desse amor gratuito e inesperado de Deus, surge o desconcerto e nos sentimos perdidos. Por isso, é tão necessário aprender a agradecer na vida, na oração. Esta é nossa aprendizagem mais importante, a rocha mais sólida. É difícil receber as coisas sem ter pago por elas antes, sem que sejam fruto do nosso esforço. É difícil não controlar a vida e ver que tudo é um dom, um milagre que não exigimos, que nada do que nos acontece é merecido. É difícil agradecer pelas coisas que recebemos diariamente como presente. João Paulo II recordou a necessidade de “ser capazes de agradecer com a mesma devoção com que sabemos pedir. A gratidão sempre nos coloca de uma maneira particular diante da Pessoa”. A gratuidade do amor de Deus nos deixa indefesos. Não merecemos o amor e sentimos que não temos como pagá-lo. Por isso, perdemos a vida buscando méritos para devolver o recebido. Pedro não se contentou com o consolo do Senhor sobre as águas, com a segurança de ver seus passos firmes no meio das águas agitadas. Por isso, exigiu poder caminhar, também ele, sobre as águas. Por isso, pediu o milagre do impossível, rebelou-se diante da gratuidade. Também nós nos sentimos indignos e queremos fazer alguma coisa, quando descobrimos que Deus nos colmou com um amor que não é correspondido pela nossa entrega… Fonte: Aleteia #Deus #incondicional #Senhor #Amor #Jesus #confiar

  • A certeza do Céu vence a dor

    A vida da graça é o gérmen da vida eterna em Deus. O grão de trigo precisa aceitar morrer na terra úmida das provações desta vida para renascer para a glória. Santa Bernadete, depois das visões de Nossa Senhora em Lourdes, dizia: “O Céu! O Céu! Trabalhemos pelo Céu! Soframos pelo Céu! O resto nada vale! Nossa Senhora é tão bela que depois que a vimos uma vez, custa suportar a vida até de novo a rever no Céu.” Há muitas moradas no Céu, disse Jesus, mas há um único caminho para chegar lá, o da santa cruz; ela nos faz desiludir das criaturas e se apegar somente a Deus. Enquanto não chegarmos a isto não estaremos aptos para o Céu. Santa Teresinha dizia que “o tempo passa como um sonho, mas Deus já nos vê na glória e se regozija com a nossa eterna felicidade. Compreendo porque Ele nos deixa sofrer” (Carta à Celina). A esperança do Céu nos dá forças para vencer as lutas da vida e carregar a cruz até o fim. Santa Teresinha repetia muitas vezes: “Tenho sede do Céu, dessa mansão bem aventurada, onde se amará Jesus sem restrição! Mas para lá chegar é preciso sofrer e chorar.” A figura deste mundo passa rápido, disse o profeta Isaías (Is 64,4). A maioria das pessoas, mesmo os cristãos, passam a vida lutando para “construir o céu na terra”. É um grande engano. Jamais construiremos o céu na terra; jamais a felicidade será perfeita neste vale que o pecado transformou num vale de lágrimas. Enquanto não decidirmos buscar o céu, acima de tudo, abrindo mão das consolações efêmeras dessa vida terrena, não deixaremos de sofrer as contrariedades desta vida. Por mais distante que esta meta possa parecer estar de nós, no entanto, não devemos nem desanimar e nem desesperar; mas, tão somente, buscá-la a cada dia, com a graça de Deus e com perseverança. É tarefa para a vida inteira, é para isso que Deus nos dá uma longa vida e muitos meios de santificação. É preciso ter a esperança de Santo Agostinho que dizia consigo mesmo: “se muitos o conseguiram, eu também conseguirei”. Autor: Prof. Felipe Aquino #Senhora #Deus #felicidade #pecado #Teresinha #graça #eterna #sofrer #céu #Jesus

  • Padre, use batina: a ciência recomenda!

    Não basta ser líder religioso: é preciso se vestir como um. Nos últimos dias vários blogs católicos promoveram uma campanha em defesa do padre Paulo Ricardo, muito conhecido por sua atuação midiática, seus vídeos sobre temas diversos (especialmente o marxismo cultural) e suas participações na Canção Nova. Ele foi atacado em uma carta aberta por 27 outros padres, que o caluniaram das mais diversas formas; uma das “acusações” foi a de que o padre insistia na importância do uso da batina (por mais que padres e até bispos adorem andar disfarçados de leigos por aí, as regras da Igreja Católica obrigam o sacerdote a usar batina ou pelo menos o clergyman, aquele colarinho próprio dos padres). O argumento dos fãs do disfarce é o velho ditado “o hábito não faz o monge”, segundo o qual é perfeitamente possível ser um bom padre sem usar o traje clerical, e que a batina por si só não impede um padre de cometer barbaridades (aliás, concordo com o segundo ponto e discordo do primeiro). O mesmo raciocínio se aplicaria ao hábito das ordens religiosas masculinas e femininas. Mas uma pesquisa de Hajo Adam e Adam Galinsky, da Northwestern University, publicada no Journal of Experimental Social Psychology, parece dar razão ao padre Paulo Ricardo: o traje faz diferença, sim. A pesquisa avaliou o impacto do traje não na maneira como quem o veste é percebido pelos outros, mas no modo como a pessoa percebe a si mesma quando está usando a roupa característica de sua função. Uma reportagem de Tom Jacobs destrincha a pesquisa mostrando como os participantes da experiência (estudantes de graduação, pelo que entendi) melhoraram seus resultados em testes que exigiam atenção e cuidado quando vestiam jaleco do tipo usado por médicos ou em laboratórios. Para comparar, outros estudantes também estavam com o mesmíssimo uniforme, mas foram informados de que se tratava de jalecos do tipo usado por artistas quando estão pintando. Esse grupo não apresentou nenhuma melhora nos resultados dos testes. “Parece haver algo especial sobre a experiência física de vestir certa peça de roupa”, escreveram os pesquisadores. E onde entram as roupas usadas por líderes religiosos (e aí não estamos falando só da batina dos padres ou do hábito de frades, monges e freiras)? Galisnky e Adam fizeram um comentário no siteScience and religion today explicando que o resultado de sua pesquisa também poderia ser aplicado aos trajes dos clérigos, e que seu uso seria importante “não apenas pela impressão que [o traje] causa nos outros, mas também pela influência que a vestimenta tem sobre os próprios líderes”, já que a roupa “pode exercer influência sobre o modo como quem a usa sente, pensa e se comporta, através do significado simbólico associado a ela”. Assim como uma toga significa justiça, um terno caro significa poder e um jaleco de laboratório significa atenção e foco científico, o traje clerical é associado a “fé, dedicação e ao compromisso de liderança responsável na comunidade religiosa”, e o líder religioso “pode exercer suas tarefas e inspirar seguidores de forma mais efetiva quando usa esse tipo de vestimenta”. É importante ressaltar que o traje não impede nenhum líder religioso de agir mal; mas, pelo que Galinsky e Adam concluem, a roupa tem, sim, um efeito sobre quem a usa. Parece que o padre Paulo Ricardo ganhou um argumento científico para seu esforço pelo uso da batina. Fonte: Tubo de ensaio #pesquisa #Padres #líder #influência #hábito #Padre #traje #Galinsky #roupa #religioso #científico #jaleco #experiência #clerical #batina

  • Bispo do Iraque adverte que o Ocidente será logo outra vítima do islamismo

    ROMA, 21 Ago. 14 / 03:11 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Arcebispo Caldeu de Mosul (Iraque), Dom Emil Nona, advertiu que os cristãos de todo o mundo enfrentariam o mesmo sofrimento que a sua arquidiocese sofreu nas mãos dos extremistas muçulmanos se não tomarem “decisões fortes e corajosas”. Em declarações ao jornal italiano Corriere della Sera em 9 de agosto desde Erbil, no Curdistão Iraquiano, Dom Emil Nona advertiu que “nossos sofrimentos hoje são o prelúdio dos que vocês, europeus e cristãos ocidentais, também sofrerão no futuro próximo”. Dom Nona foi forçado a abandonar o seu lar pelo Estado Islâmico, um califado recentemente estabelecido no Iraque e Síria. Ele é um dos cinco bispos que foram obrigados a abandonar Mosul. O grupo extremista islâmico perseguiu a todos os que não fossem muçulmanos sunitas nos territórios apoderados por eles. Cristãos, yazidis e muçulmanos xiitas abandonaram a zona. “Perdi a minha diocese” disse o Arcebispo ao jornal italiano. “O estabelecimento físico do meu apostolado foi ocupado por radicais islâmicos que nos querem convertidos ou mortos. Mas a minha comunidade ainda está viva”. De acordo com as Nações Unidas, há mais de 1,2 milhões de pessoas deslocadas internamente no Iraque, e pelo menos 10 mil refugiados iraquianos na Síria, como resultado do Estado Islâmico. Dom Nona apelou aos meios de comunicação ocidentais para que “tentem nos entender”. “Seus princípios liberais e democráticos não valem nada aqui. Devem considerar outra vez a nossa realidade no Oriente Médio, porque estão recebendo nos seus países um número cada vez maior de muçulmanos. Vocês também estão em perigo. Devem tomar decisões fortes e corajosas, inclusive a custa de contradizer os seus princípios”. O Arcebispo Caldeu de Mosul lamentou que “vocês pensam que todos os homens são iguais, mas isso não é verdade: O Islã não diz que todos os homens são iguais. Os valores de vocês não são os valores deles”. “Se não entenderem isto o suficientemente rápido, se converterão em vítimas do inimigo que receberam em sua casa”, advertiu. #ataqueacristãos #cristãosiraquianos #cristãosnoIraque #Cristãosperseguidos

  • O restaurante que dá 15% de desconto para quem agradece a Deus pela refeição

    Não tenha vergonha de orar em silêncio no meio do público – enquanto ainda temos esse direito Quando foi a última vez que você orou em público? Hoje de manhã? Na semana passada? No ano passado? Alguma vez na vida? E, se você orou em público, fez o sinal da cruz e rezou em voz alta, murmurou algo ou rezou mentalmente? Bom, se você der graças a Deus pela sua refeição no Mary’s Gourmet Diner, em Winston-Salem, no Estado norte-americano da Carolina do Norte, poderá acabar encontrando no seu recibo, quando for pagar a conta, um desconto de 15% por “orar em público”. Os administradores do restaurante têm dado o desconto há cerca de quatro anos, mas o fato atraiu ampla atenção quando um cliente postou a foto de um recibo no Facebook e ela se tornou viral. O desconto é dado aleatoriamente, de forma voluntária, e não está ligado a nenhuma religião ou espiritualidade em particular. É apenas uma forma de mostrar apreço pelas pessoas que dão graças a Deus pela refeição, já que esse gesto indica a consciência de que milhões de outras pessoas não têm a mesma possibilidade e que, portanto, essa bênção aparentemente tão singela merece ser reconhecida com gratidão e humildade. O caso do Mary’s Gourmet Diner demonstra também que mesmo pequenas ações realizadas por pessoas de fé podem impactar os outros. Uma pessoa orando em público, seja num restaurante, numa parada de ônibus ou dirigindo o próprio carro, pode ser um impulso para os outros acharem a coragem de fazer o mesmo. Alguns anos atrás, nós tivemos que levar um dos nossos filhos para a emergência de um hospital. Durante os encaminhamentos da situação, eu passei por uma sala de espera e vi um grupo de pessoas sentadas, com as cadeiras dispostas em círculo, de mãos dadas e orando. Pela idade e configuração do grupo, eu supus que fosse uma família. Uma das mulheres, talvez a mãe, conduzia a oração. Ela rezava em tom de voz baixo e os outros ouviam atentamente, com as cabeças inclinadas. Quando voltei à área do pronto-socorro, o grupo já tinha se desfeito e seus membros estavam espalhados por toda a sala de espera, em silêncio. Seus rostos mostravam preocupação. Vi a mulher que tinha orado em voz alta e fui até ela. “Era você que estava rezando agora há pouco?”, perguntei. Ela pareceu assustada e, hesitante, assentiu com a cabeça e respondeu: “Sim”. “Obrigada”, disse eu, sorrindo para ela. “Eu fiquei bem impressionada. Eu nunca tinha visto isso antes”. “Obrigada”, ela sorriu de volta. Algumas pessoas dizem que não oram em público porque não querem ofender ninguém nem empurrar a sua religião para os outros. Eu discordo. A oração pode ser feita de forma sensível e muito respeitosa, como a da família naquela sala de espera da emergência. Quase ninguém tinha prestado atenção a eles; não havia nenhum indício de que alguém tivesse se ofendido. Mesmo eu, quando passei por eles, tive que forçar os ouvidos para ouvir o que eles estavam dizendo e parei de escutar quando ouvi o nome de Jesus, por respeito à sua privacidade. Eles não estavam tentando empurrar a sua religião para ninguém: suas orações eram privadas e sem espalhafato algum. Eu acho que a proprietária do Mary’s Gourmet Diner faz a mesma coisa, embora de um jeito diferente. Ela não está fazendo uma oração em público. Ela está simplesmente oferecendo um lugar público onde orar é um ato bem-vindo. Nos Estados Unidos, nós ainda temos o direito de rezar em público, se quisermos, com base na Primeira Emenda à nossa Constituição. Enquanto isso não mudar, e Deus permita que nunca mude, nós podemos tranquilamente dar graças a Ele antes das nossas refeições, reunir-nos para rezar em família numa sala de espera da emergência de um hospital ou passear pela rua dedilhando as contas do nosso rosário. Nós podemos, mas muitas vezes não fazemos, porque temos medo de passar vergonha ou de ser olhados com desaprovação. Há milhões de pessoas em outras partes do mundo que dão a vida para ter a possibilidade que nós temos de viver a nossa fé tanto no âmbito particular quanto no público. E dão a vida literalmente, sendo perseguidas e mortas por causa do direito à fé. O que aconteceria se nós apoiássemos ativamente a oração em público? E se o desconto que Mary Haglund oferece no seu Mary’s Gourmet Diner sensibilizasse outros proprietários de restaurante e eles também reconhecessem e incentivassem a oração de gratidão em seus estabelecimentos? E se as famílias rezassem pelos seus entes queridos nas salas de espera dos hospitais, não apenas na mente e no coração, mas de mãos dadas e com a cabeça inclinada, orando baixinho e com discrição, mas aberta e espontaneamente? O que aconteceria se déssemos graças a Deus antes de cada refeição? Deus estaria ainda mais presente em nosso mundo, “porque onde dois ou três se reúnem em meu nome, ali estou eu no meio deles” (Mt 18,20). Fonte: Aleteia #Gourmet #religião #Deus #restaurante #público #oração #Diner #desconto #Marys

  • Catolicismo: Um fênomeno que não para de crescer na Coreia do Sul.

    Não restam duvidas: A Coreia do Sul , de fato, desperta para a verdade e plenitude do evangelho. Com a chegada de Sua Santidade Francisco à Coreia do Sul,os holofotes do mundo se voltam para o  catolicismo por lá. Contudo, a grande mídia tende a mostrar apenas o pontífice como um fenômeno em cenário confortável, o que não é verdade.Mas em breve, a que tudo indica, será. Com uma população de cerca de 49 milhões de pessoas, 10,4% se declara católica, ou seja, 5.442,996 pessoas dizem pertencer a Igreja de Cristo. As noticias são muito animadoras e apontam que mais do que um simples movimento atrás de uma “celebridade da fé”, o povo coreano está se incorporando no corpo mistico de Cristo sob a guia de Seu pontífice.  Os últimos dados apontam que em 2013 A Igreja Católica na Coreia do Sul cresceu 1,5% em 2013, de acordo com as estatísticas oficiais da Conferência Nacional dos Bispos, superando largamente o crescimento vegetativo da população. Isso incluí 118.830 catecúmenos, na sua maioria homens adultos (63.285) e  25.589 crianças batizadas . Alem disso, ainda em 2013, foram ordenados 117 sacerdotes, 2,6% a mais do que o ano passado. O número de sacerdotes chegou a 4.901, com 36 bispos, dois Cardeais, 1.564 religiosos regulares e 10.173 freiras. Os fiéis totalizam 5.442.996 e foram atendidas 4.665.194 confissões. Sendo assim, a Coreia do Sul já pode ser considerada como um dos maiores histórias de sucesso da evangelização. Principalmente se levarmos em conta que a Igreja está por lá há apenas 230 anos., uma das evangelizações mais tardias da história da Igreja. As imagens e dados da visita do Papa à Coreia não deixam duvidas: Levando cerca de 800 mil fiéis as ruas, a igreja da Coreia não apenas incha em números de fiéis, mas os incluí verdadeiramente na vida da Igreja, seja nos seus pilares da ação do Espírito Santo (Os sacramentos e o depósito da fé), seja nas tradições que o povo parece querer aprender. Fonte: Fidespress #Cristo #Coréia #Sacramentos #população #religiosos #fiéis #Sacerdotes #tradições #Fidespress #pontífice #bispos #freiras #Cardeais #Igreja

  • 3 motivos que levam os católicos a abandonar a Igreja

    “Então, cara…”, comecei, um pouco nervoso. Esta foi a nossa primeira conversa de verdade sobre a fé. “Tem algum livro específico da Bíblia sobre o qual você gostaria de saber mais?”. Ele hesitou brevemente e, com olhar pensativo, respondeu: “Bom, eu queria que você me contasse tudo sobre o cristianismo. Como é que ele começou? O que ele significa hoje em dia?”. Eu não conseguia acreditar no que estava ouvindo. Nunca tinham me feito perguntas desse tipo. Ficamos uma hora repassando a história da salvação, de Adão e Eva aos Atos dos Apóstolos e terminando com um intenso debate sobre a missa. Foi impressionante. Mesmo! Eu tinha conhecido Ling, um estudante de Pequim, durante um evento do Newman Center, algumas semanas antes. Novo nos Estados Unidos e com vários amigos cristãos, Ling tinha muitas perguntas sobre essa estranha pessoa chamada Jesus, de quem ele só tinha ouvido rumores até então. Por que eu estou contando essa história? Porque havia algo de diferente em Ling. Ele era receptivo. Ele fazia perguntas sinceras, humildes, curiosas. Ele queria saber mais. Depois de conversar com ele durante vários meses, um súbito lampejo me chamou a atenção: Ling tinha sido poupado de um fenômeno que, em nossa juventude, atingiu quase todos nós que crescemos na sociedade pós-cristã: ele não tinha sido vacinado contra o cristianismo. Você sabe como funciona a inoculação: uma versão enfraquecida de uma doença é injetada no seu sangue. O seu sistema imunológico, percebendo o intruso, dispara o alarme e começa a produzir anticorpos que atacam os invasores, destruindo-os. Depois disso, toda vez que a versão real da doença tentar entrar no seu corpo, o seu sistema imunológico vai reagir e matá-la. A inoculação é uma ótima forma de treinar o seu corpo no reconhecimento e no combate às doenças que ele já viu antes. Bom, eu não sou microbiologista, mas acho que você entendeu a ideia. É claro que tomar uma vacina para prevenir doenças como varicela e hepatite B é muito bom. Mas o que acontece quando nos vacinamos contra uma visão de mundo? Contra um sistema de crenças? O que acontece quando, numa época repleta de destroços de uma cultura cristã que já foi robusta e abrangente, nós ficamos imunes e incapazes de receber a verdadeira, autêntica e salvadora mensagem de Jesus Cristo? O que acontece quando o cristianismo se reduz a “uma doença que já vimos antes”? Uma vacina contra a Verdade Fulton Sheen estava certo sobre uma série de coisas, incluindo a seguinte: “Não há nem sequer cem pessoas nos Estados Unidos que odeiam a Igreja Católica. Mas há milhões que odeiam o que erroneamente acham que a Igreja Católica é”. Sheen entendeu a tragédia da nossa inoculação. Muita gente odeia ou abandona a Igreja porque foi levada a acreditar em um falso evangelho. Vou destacar três das mais insidiosas “falsificações” do cristianismo; três mentiras que, mascaradas de verdade, levam as pessoas a rejeitar o cristianismo por inteiro. Precisamos acabar com elas. 3 motivos que levam os católicos a abandonar a Igreja 1. “Eu imaginava Deus como um velho de longas barbas brancas, sentado numa nuvem do céu. Agora eu já enxergo o quanto isso é ridículo. O cristianismo é simplesmente uma fantasia”. Eu não sei dizer quantas vezes já ouvi ex-católicos fazendo comentários desse tipo. Imagens de desenho animado de um Deus barbudo ou de anjos com asas foram incorporadas ao nosso subconsciente. Até Michelangelo pintou Deus desse jeito na sua famosa “Criação”. Mas nós temos que lembrar que as imagens de seres imateriais nunca foram feitas para ser interpretadas literalmente. Elas são apenas símbolos que pretendem ilustrar verdades metafísicas abstratas que a imaginação sozinha não consegue entender. A representação de Deus feita por Michelangelo era muito menos uma descrição literal do que um “comentário visual” sobre a sabedoria, a atemporalidade e a eternidade de Deus. Nós somos humanos e amamos imagens. Mas até as imagens sacras podem nos vacinar contra a verdade se não formos cuidadosos com elas. Não podemos deixar uma imagem física substituir uma realidade espiritual ou permitir que a imaginação derrote a inteligência na tarefa de discernir o que é a verdade. “Não há nada a ser feito com o intelecto até que a imaginação seja posta com firmeza em seu lugar” (Frank Sheed). 2. “O ponto central do cristianismo é fazer o bem e ser uma boa pessoa. Eu posso fazer isso sem religião”. Quando eu pergunto às pessoas qual elas acham que é a mensagem central do cristianismo, a resposta mais comum é esta: “ser uma boa pessoa”. Se esta fosse a verdadeira mensagem do cristianismo, eu não culparia as pessoas por abandoná-lo. Quem é que iria querer seguir todas essas regras, manter todas essas posições políticas impopulares e passar todas essas horas sentado, ajoelhado e em pé quando poderia muito bem abandonar todos esses aspectos da religião e ainda assim ser “uma boa pessoa”? Jesus Cristo não foi apenas uma boa pessoa. Ele é o Filho de Deus feito homem e morreu para que pudéssemos viver em eterna relação de amor com Deus. Cabe a nós responder a este convite comprometendo a nossa vida com Ele. “Deixe a religião ser menos teoria e mais um caso de amor” (G.K. Chesterton). 3. “Muitos indivíduos da Igreja cometeram uma enormidade de erros e de decisões erradas. Esta Igreja está cheia de pecadores e eu não quero fazer parte disso”. Temos que ter sempre muita sensibilidade para com quem foi machucado por indivíduos que fazem parte da Igreja. Eles têm razão: a Igreja está cheia de pecadores e sempre esteve, desde as traições de Pedro e de Judas. Mas, ao mesmo tempo em que a Igreja está cheia de pecadores, ela também é a Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica fundada por Jesus Cristo e guiada pelo Espírito Santo. Abandonar a Igreja porque ela está cheia de pessoas pecadoras é como desistir da academia porque ela está cheia de pessoas fora de forma. Temos que promover a reforma da nossa Igreja, mas de dentro dela! “A Igreja não é um museu de santos, mas um hospital de pecadores” (Abigail Van Buren). O remédio: redescobrir o mistério Citei três das maiores mentiras sobre o cristianismo; mentiras que, incutidas em nosso subconsciente, podem nos impedir de chegar algum dia a compreender de verdade a mensagem autêntica do Evangelho. Felizmente, há maneiras de combater a síndrome do “eu já vi isso antes”. Se alguém que você conhece caiu nessa armadilha, tente algumas destas técnicas de “desvacinação”: 1. Derrube os mitos. Ajude as pessoas a enxergarem que a nossa cultura as vacinou com falsos evangelhos. 2. Proponha as Escrituras. Não deixe a fé ficar velha. Ensine as pessoas a experimentar os milagres da Encarnação e da Ressurreição de novo, através dos olhos dos primeiros cristãos. 3. Seja como Ling. Desafie as pessoas a se aproximarem de nosso Senhor com honestidade, humildade e de coração aberto. Se nós fizermos isso, o Deus que torna novas todas as coisas vai nos transformar de uma forma que nunca imaginamos que fosse possível! Eu mencionei apenas alguns dos falsos evangelhos que vejo por aí. E você, também percebe outras formas “moles” da fé cristã que impedem as pessoas de receber a verdadeira mensagem vivificante de Jesus Cristo? Fonte: Aleteia #Sistema #Pecadores #Verdade #Deus #inoculação #Cristianismo #perguntas #Catolica #Igreja #imaginação #mentiras #Jesus

  • Querida “sacerdotisa”, você está excomungada.

    O bispo de Springfield (EUA), Dom Paprocki,  teve uma ingrata surpresa em sua diocese, uma mulher tentou ser ordenada sacerdotisa. Segundo o portal Catholic Vote, o bispo caridosamente avisou a pretensa sacerdotisa que não tentasse ser ordenada e quais riscos ela corria, mas ela não o deu ouvidos. A pretensa sacerdotisa em questão, Mary F. Keldermans, tentou ser ordenada na Congregação Abraham Lincoln Unitarian em Springfield, no dia 5 de Maio. Contudo, tudo o que ela conseguiu foi uma excomunhão latae sententiae por ter ferido a matéria de um sacramento, desobedecido o bispo local e o Santo Padre, enganado o povo de Deus e ter feito do sagrado rito da ordem uma profanação. Devido a gravidade de seu ato, a revogação da excomunhão de Mary é reservada somente a Santa Sé, como explicou o próprio bispo em seu decreto de excomunhão. O nobre bispo, como legitimo sucessor dos apóstolos, embora triste pelo ocorrido, teve a coragem de não apenas denunciar a profanação do ato de Mary, mas notifica-la e promulgar sua excomunhão. De forma que toda sua diocese já sabe o ocorrido e as chances de Mary enganar o povo de Deus com simulações de sacramento. Recentemente o Santo padre, o Papa Francisco também excomungou uma senhora por motivo próximo. Embora triste a noticia de uma filha da Santa Igreja ter se perdido, devemos nos alegrar que ainda exista pastores que querem conduzir o povo de Deus para o Céu. Dom Paprocki terminou sua notificação com uma singela observação. PS: Você não é um sacerdote, saudações Dom Paprocki. #excomungada #querida #sacerdotisa

  • Protestantes urinam e depois queimam imagem de Nossa Senhora na região de Cajazeiras

    O Padre Querino Pedro, administrador da Paróquia Santo Afonso, na cidade de Carrapateira, região de Cajazeiras lamentou nesta terça-feira (03), a destruição da imagem de Nossa Senhora por algumas pessoas evangélicas. “Mijaram em cima da imagem, jogaram gasolina e queimaram Nossa Senhora. Dizem que os católicos estão condenados ao inferno”. Lastimou o padre O religioso destacou também a preocupação das mães, pois as crianças estão sendo taxadas de que estarem “condenadas ao inferno”. O padre disse que essas declarações são feitas por evangélicos até nas escolas, e isso está deixando os católicos constrangidos e as crianças amedrontadas.  “Estão fazendo a cabeça das crianças para repudiarem Nossa Senhora” Querino denunciou ainda que estão pichando as paredes da igreja com palavrões. “Estão também chamando os católicos de baratas pretas”. Segundo o padre, as pessoas que estão fazendo esse tipo coisa pertencem a igreja dirigida por Luiz Lourenço, mais conhecido por Pastor Poroca. Ele informou que não procurou a polícia para denunciar o caso. Ouça a participação do Padre Quirino na íntegra na Alto Piranhas: Entenda Pastor Poroca ficou conhecido no Brasil inteiro por declarações fortes contra a Igreja Católica e contra o homossexualismo. Em sua última participação na imprensa, Poroca falou sobre o caso da santa que chorou durante um velório no bairro das Queimadas em Marizópolis, região de Sousa. De acordo com testemunhas, familiares e amigos estavam no velório do senhor Antônio Nonato que tinha 77 anos, quando um dos funcionários da funerária percebeu que havia lágrimas nos olhos da imagem da santa que estava pendurada em uma parede ao lado do caixão do morto. Poroca afirmou que não procede a informação que a Santa chorou. “É mentira, nem os vivos estão mais chorando no mundo de hoje, imagine só uma imagem feita de papel, é tudo espirito de demônio”, disse o reverendo. Ainda de acordo com Poroca, a bíblia condena as pessoas que adoram as imagens de esculturas. “Eu publico a verdade, quem adora imagens de esculturas irá queimar nos caldeirões do inferno”, concluiu. Veja vídeo! [youtube]https://www.youtube.com/watch?v=1-r9WvURevA[/youtube] #Nossa #Protestantes #urinam #Depois #queimam #Imagem

  • Salto qualitativo nas relações entre a Igreja e os muçulmanos

    A Santa Sé usa uma linguagem inédita para pedir aos líderes islâmicos que condenem publicamente os crimes contra as minorias do Iraque A degeneração do conflito que atinge o Iraque levou o Papa Francisco e seus colaboradores a uma mobilização sem precedentes, que marca um novo salto qualitativo nas relações entre a Santa Sé e os representantes do islamismo. O Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso, departamento do Vaticano encarregado de manter, em nome do Papa, as boas relações com o islamismo, acaba de publicar um comunicado para exigir um posicionamento claro e corajoso por parte dos responsáveis religiosos, inclusive muçulmanos. Este conselho pontifício, dirigido por aquele que foi “ministro de Assuntos Exteriores” de João Paulo II, o cardeal francês Jean-Louis Tauran, nos últimos anos foi extremamente cuidadoso para evitar ferir a sensibilidade dos líderes religiosos islâmicos. O cardeal Tauran, que foi nomeado pelo Papa Bento XVI para esse cargo em 2007, depois da enorme crise gerada pelas interpretações do seu discurso na universidade alemã de Regensburg, utiliza agora uma linguagem totalmente inusitada no Vaticano (cf. Declaração do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso, 12 de agosto de 2014). O documento se enquadra nesta campanha que o PapaFranciscoestá liderando para enfrentar as atrocidades cometidas contra os cristãos, as comunidades yezidis e demais minorias por parte do autodenominado Estado Islâmico do Iraque e o Levante (ISIS, na sigla em inglês). O Vaticano acaba de publicar, além disso, a carta que o Papa dirigiu a Ban Ki-moon, secretário-geral das Nações Unidas, para exigir da comunidade internacional e das agências da ONU uma reação imediata que impeça a catástrofe humanitária que está ocorrendo no norte do país. Enquanto este texto era publicado, o cardeal Fernando Filoni fazia as malas para viajar ao Iraque em nome do Papa, levando a proximidade pessoal de Francisco, bem como todo o seu conhecimento sobre o país – acumulado como núncio de João Paulo II –, um dos pouquíssimos diplomáticos que não abandonaram o país durante a Guerra do Golfo de 2003. A carta enviada pelo Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso pede aos líderes religiosos muçulmanos que condenem a prática execrável da decapitação, da crucificação e de pendurar os cadáveres nas praças públicas. Da mesma maneira, exige que se oponham à disjuntiva que o Estado Islâmico apresenta aos cristãos e aos yezidis: a conversão ao islamismo, o pagamento de um imposto (jizya) ou o êxodo”. Reivindica uma reação dos líderes religiosos islâmicos contra o sequestro de meninas e mulheres pertencentes às comunidades yezidis e cristãs, a imposição da prática selvagem da infibulação e a destruição dos lugares de culto e dos mausoléus cristãos e muçulmanos. “Nenhuma causa pode justificar tal barbárie, muito menos religiosa – explica o Vaticano. Trata-se de uma ofensa extremamente grave contra a humanidade e contra Deus, que é o Criador”, diz o Conselho Pontifício, citando explicitamente o Papa Francisco. O Vaticano conclui com uma pergunta: se os líderes religiosos, em particular os muçulmanos, não têm capacidade de denunciar estes crimes sem ambiguidade, “qual credibilidade tem o diálogo inter-religioso que, pacientemente, buscamos continuar ao longo destes anos?”. O diálogo entre o islamismo e a Igreja Católica acaba de dar um salto qualitativo, baseado na verdade, dita sem meias palavras. Haverá progressos. Continuemos acompanhando. #entre #qualitativo #Salto #ulmanos #Igreja

  • O meu coração sangra, quando penso nas crianças do Iraque, exclama o Papa Francisco

    O Papa Francisco lançou no Twitter um novo apelo para gerar consciência do drama que vivem centenas de milhares de pessoas no norte do Iraque, especialmente mulheres, crianças e doentes que buscam proteção no Curdistão iraquiano e em outras zonas do país e da Síria que não foram tomadas pelos jihadistas do Estado Islâmico. “O meu coração sangra, quando penso nas crianças do Iraque. Nossa Senhora, Nossa Mãe, as proteja!”, expressou o Santo Padre em sua conta @Pontifex_pt nesta sexta-feira, no marco de sua visita à Coréia do Sul, em um gesto que mostra que em todos os momentos pede a Deus pela proteção das minorias cristãs e yazadies neste país do Oriente Médio. “As notícias que chegam do Iraque nos causam dor. Senhor, ensinai-nos a viver em solidariedade com os irmãos que sofrem”, foi outra mensagem enviada em 10 de agosto. Momentos depois lançou outro tweet: “Um apelo a todas as famílias: no momento da oração, lembrai-vos daqueles que são obrigados a abandonar as suas casas no Iraque”. No dia 9 de agosto, um dia depois da nomeação do Cardeal Fernando Filoni como enviado especial do Santo Padre para o Iraque, o porta-voz do Vaticano, Pe. Francisco Lombardi, explicou que entre as iniciativas de Francisco para socorrer os iraquianos está o criar consciência no mundo sobre a tragédia humanitária que está ocorrendo. “Procura-se ajudar este clima de oração, de mobilização espiritual e de solidariedade. Um dos instrumentos com os quais isto foi feito também em outras ocasiões – e que será feito também nesta ocasião – é intensificar e dedicar a difusão dos Tweetes do Papa propriamente sobre este tema, de modo a criar uma atmosfera que, de forma contínua, acompanhe esta situação com participação, recorde os problemas que estão em andamento e convide todos a rezar e a fazer tudo aquilo que seja possível para manifestar a sua solidariedade”, declarou o sacerdote à Rádio Vaticano. Como se recorda, ontem quinta-feira as Nações Unidas elevaram a emergência no Iraque ao nível 3, o máximo grau que –infelizmente- compartilham Síria, Sudão do Sul e República Centro-africana. #jihadistas #NossaSenhora #solidariedade #PapaFrancisco #Refugiados #Iraque #crianças

  • Ultimato: convertam-se ou preparem-se para morrer

    O dramático ultimato do EI Os terroristas do Estado Islâmico (EI) deram a milhares de residentes yazidis (minoria religiosa), que vivem em uma área ao sul do distrito de Sinjar, um tempo válido até domingo para se converterem ao islamismo ou serem assassinados. Um ativista Yazidi, Ali Sinjari, afirmou a Shafaq News que os terroristas do EI deram aos Yazidis dos dois vilarejos de Hawju e al-Hatimiyah (24km ao sul de Sinjar), a escolha de se converterem aoislamismo ou morrer. Indicou também que nos dois vilarejos vivem 4.000 famílias. Sinjari acrescentou que os Yazidis pediram que os terroristas do EI deixassem a área, mas os terroristas se recusaram. Foi pedida urgentemente uma intervenção internacional antes que todos os Yazidis sejam massacrados. Milhares de famílias dos Yazidis fugiram para as montanhas momentos depois que os terroristas do EI tomaram o controle do distrito de Sinjar, que é a fortaleza histórica deles. Centenas de pessoas, a maioria crianças, passaram fome e frio nas montanhas antes que os aviões iraquianos e americanos conseguissem fornecer ajuda a eles. Para Sinjari, os terroristas do EI representam a ameaça mais significativa ao Iraque desde a queda do regime do Saddam Hussein em 2003, por ação das forças norte-americanas, que abandonaram o Iraque no fim de 2011. Na quarta-feira, 13 de agosto, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, autorizou limitados ataques aéreos ao Iraque para defender os cristãos e evitar o “genocídio” de dezenas de milhares de Yazidis, escondidos nas montanhas por medo dos terroristas do EI. [youtube]https://www.youtube.com/watch?v=Xh-0FbMcae8[/youtube] #convertam #Morrer #preparem #ultimato

  • De ateia a padroeira da Europa: a gloriosa jornada de Edith Stein

    No dia 12 de outubro de 1891, nasceu em uma família judaica ortodoxa uma menina, a mais nova de onze filhos. Parece providencial que Edith Stein viesse ao mundo no dia do Yom Kipur, a Jornada da Expiação, a mais santa de todas as datas sagradas para os judeus. Deus tinha planos extraordinários para Edith, embora ninguém imaginasse os rumos que a sua trajetória fosse tomar. A missão que Deus tinha traçado para ela surpreenderia a própria Edith. Edith Stein era uma intelectual, uma filósofa. Depois de trabalhar como assistente de enfermagem durante a Primeira Guerra Mundial, ela fez doutorado em filosofia. Edith acabou se tornando ateia. A religião não teve relevância alguma na sua adolescência nem na sua jovem vida adulta. Ela estava preocupada com os seus estudos, com a ciência, com a filosofia, com a Grande Guerra, com a vida. Não sentia necessidade de Deus nem das coisas de Deus. Em outras palavras, ela era muito parecida com muitos jovens de hoje, que estudam em boas universidades e se veem totalmente absorvidos pela vida terrena e despreocupados da vida eterna. Por meio de encontros aparentemente insignificantes, no entanto, Deus começou a chamá-la para uma vida no Espírito. Certa vez, ela encontrou uma mulher em oração na catedral de Frankfurt e ficou impressionada com a piedade dos cristãos ao visitarem as igrejas, mesmo que nada de especial estivesse acontecendo lá dentro daqueles templos. Ela visitou a viúva de um amigo querido que tinha morrido em combate em Flandres e ficou surpresa com profunda fé da jovem e com a sua aceitação espiritual da vontade de Deus. Edith mesma comentou: “Este foi o meu primeiro encontro com a Cruz e com o poder divino que ela dá a quem a suporta… Foi o momento em que a minha incredulidade desmoronou e Cristo começou a fazer a sua luz brilhar em mim – Cristo, o mistério da cruz”. Deus tinha aberto as portas para a mente e para o coração de Edith. Alguns anos mais tarde, na casa de um amigo, Edith encontrou uma cópia da autobiografia de Santa Teresa de Ávila e passou a noite em claro até acabar de lê-la. Edith teve então a certeza de que tinha encontrado a Verdade. Ela foi batizada alguns meses mais tarde, em 1º de janeiro de 1922. Mas o Senhor ainda não tinha terminado a obra da sua transformação. Graças ao seu intelecto aguçado, ao seu senso de maravilhamento, ao seu amor pelo aprendizado e à sua busca pela verdade, ela veio a conhecer e amar a Deus. Esse conhecimento sempre levou Edith a querer saber mais, amar mais e dar-se a Ele por inteiro. Ela desejava dar a Deus a sua mente, os seus dons, a sua energia, o seu coração. Edith se sentiu atraída pela ordem das carmelitas descalças, mas adiou a imediata moção rumo à vida religiosa por respeito à mãe, profundamente ferida pela conversão da filha caçula ao catolicismo. Em 1933, no entanto, Edith perdeu o cargo de professora quando os nazistas começaram a “limpar” o serviço público de todos os não-arianos. Foi quando entrou no carmelo de Colônia e adotou o nome de irmã Teresa Benedita da Cruz. Atraída pela vida e pela espiritualidade de Santa Teresinha de Lisieux, a irmã Teresa Benedita começou, nesses primeiros anos como carmelita na Europa, a sentir o peso da sua quota da Cruz de Cristo. A perseguição contra os judeus estava começando. Com a “eleição” de Hitler em 1938, a perseguição se tornou mais sistemática e mais aberta. Em 1938, a superiora carmelita de Colônia transferiu Teresa Benedita e sua irmã, Rosa (que também havia se tornado católica e era carmelita externa) a um carmelo em Echt, na Holanda, para tirá-las da rota do mal que avançava. Santa Teresa Benedita escreveu um “testamento” profético em 6 de junho de 1939: “Peço ao Senhor que faça uso da minha vida e da minha morte… conforme os Sagrados Corações de Jesus e de Maria e segundo a Santa Igreja, especialmente pela preservação da nossa santa ordem, em particular dos mosteiros carmelitas de Colônia e de Echt, como expiação pela descrença do povo judeu e para que o Senhor seja recebido pelo seu próprio povo e o seu reino venha na glória para a salvação da Alemanha e para a paz no mundo, para os meus entes queridos, vivos ou mortos, e por todos aqueles que Deus me deu: para que nenhum deles se perca”. Após a invasão nazista de 1940 e a ocupação dos Países Baixos, o seu sacrifício, já aceito em paz, se aproximou ainda mais. Em represália a uma declaração de 1942 em que a Conferência dos Bispos Holandeses condenava a perseguição dos nazistas e a deportação dos judeus, a Gestapo invadiu as comunidades religiosas na Holanda para prender e deportar todos os judeus convertidos que tivessem sido abrigados dentro delas. No dia 2 de agosto de 1942, a irmã Teresa Benedita e sua irmã Rosa foram presas. Enquanto eram levadas para fora do convento, Edith foi ouvida sussurrando a Rosa: “Vamos, vamos pelo nosso povo”. Que exemplo de renúncia e de abnegação heroica! O amor de Santa Teresa Benedita por Deus era tão grande que se derramava em amor pelos vizinhos, pela família e pelos amigos judeus. Edith Stein sabia que Deus a tinha considerado digna de uma morte de mártir e a enfrentou corajosamente. Os indícios apontam para a data de 9 de agosto de 1942 como o dia em que a irmã Teresa Benedita, sua irmã Rosa e muitas outras vítimas foram levadas ao encontro da morte em uma câmara de gás em Auschwitz. A grande intelectual tinha partido. Uma alma nobre era levada deste mundo, mas nos deixava um exemplo extraordinário de vida determinada e sacrificial, de fé firme o suficiente para suportar a crueldade e a humilhação, de amor a Deus e ao próximo, capaz de vencer o medo humano e de se comprovar no sofrimento e na morte. A irmã Teresa Benedita poderia ter dado muito mais ao mundo, mas a sua morte, oferecida de forma apropriada em expiação pela descrença do povo judeu, pela salvação da Alemanha, pela vinda do Reino de Deus e pela paz no mundo, superou qualquer oferta natural que ela pudesse ter feito nesta vida. Canonizada em 1998 pelo papa João Paulo II, Santa Teresa Benedita da Cruz é uma dos seis santos padroeiros da Europa. Santa Teresa Benedita da Cruz, roga por nós, para que possamos amar a Deus e ao próximo com o teu mesmo espírito de completo sacrifício. #padroeira #Edith #Jornada #Europa #gloriosa #ateia

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