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  • Papa pede à ONU que acabe com violência no Iraque

    O Papa Francisco pediu por carta ao secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, que faça o que estiver a seu alcance para acabar com a violência contra as minorias religiosas no norte do Iraque, anunciou o Vaticano. “As experiências trágicas do século XX e compreensão mais elementar da dignidade humana obrigam a comunidade internacional, em particular em virtude das regras e mecanismos do direito internacional, a fazer todo o possível para parar e prevenir qualquer violência sistemática contra minorias étnicas e religiosas”, afirma o Papa na mensagem datada de 9 de agosto. “Os ataques violentos que estão se estendendo por todo o norte do Iraque não pode senão despertar as consciências de todos os homens e mulheres de boa vontade para cumprir ações concretas de solidariedade, para proteger os que são agredidos e ameaçados pela violência e para assegurar a assistência necessária aos inúmeros refugiados, assim como também a volta a suas cidades e seus lares”, alerta o pontífice argentino. O Papa afirma acreditar que seu apelo e o dos Patriarcas Orientais e demais líderes religiosos da região encontre “uma resposta positiva”. Francisco reitera sua “proximidade espiritual”, assim como sua “preocupação e de toda a Igreja católica pelo intolerável sofrimento daqueles que apenas desejam viver em paz, harmonia e liberdade na terra de seus antepassados”. “Com o mesmo espírito, eu escrevo ao senhor Secretário-Geral daONU e coloco ante o senhor as lágrimas, os sofrimentos e os gritos desesperados dos cristãos e das minorias religiosas da amada terra do Iraque”, conclui. Os esforços internacionais se intensificavam nesta quarta-feira para retirar milhares de deslocados pelo avanço dos jihadistas. Segundo fontes da Igreja caldeia do Iraque, 100.000 cristãos foram expulsos de suas casas e estão vivendo nas ruas depois que os jihadistas tomaram o controle de localidades no norte do país. #acabe #Iraque #violência

  • Como provar que Jesus é Deus?

    Versão áudio Os homens de nosso tempo, embora aceitem Jesus Cristo como um grande líder religioso, estão cada vez menos dispostos a reconhecê-lo como Deus. A Sua divindade, no entanto, é a coluna vertebral da religião cristã, sem a qual todo o edifício da fé rui inevitavelmente. Afinal, se Jesus é Deus, tudo o que disse é verdadeiro – e a Ele devemos, pela fé, “plena adesão do intelecto e da vontade”, já que Deus “não pode enganar-se nem enganar” ninguém [1] –, mas, se é apenas uma pessoa “iluminada”, a religião que fundou pode muito bem ser remodelada ao gosto dos tempos. Para provar que Jesus é Deus, o autor C. S. Lewis serviu-se de um argumento que já era apresentado desde o início da Igreja e apresentou-o no livro Mere Christianity [“Cristianismo puro e simples”, no Brasil]. Ele chamou o argumento de “the shocking alternative – a alternativa estarrecedora”: “Entre os judeus surge, de repente, um homem que começa a falar como se ele próprio fosse Deus. Afirma categoricamente perdoar os pecados. Afirma existir desde sempre e diz que voltará para julgar o mundo no fim dos tempos. Devemos aqui esclarecer uma coisa: entre os panteístas, como os indianos, qualquer um pode dizer que é uma parte de Deus, ou é uno com Deus, e não há nada de muito estranho nisso. Esse homem, porém, sendo um judeu, não estava se referindo a esse tipo de divindade. Deus, na sua língua, significava um ser que está fora do mundo, que criou o mundo e é infinitamente diferente de tudo o que criou. Quando você entende esse fato, percebe que as coisas ditas por esse homem foram, simplesmente, as mais chocantes já pronunciadas por lábios humanos.” “Há um elemento do que ele afirmava que tende a passar despercebido, pois o ouvimos tantas vezes que já não percebemos o que ele de fato significa. Refiro-me ao perdão dos pecados. De todos os pecados. Ora, a menos que seja Deus quem o afirme, isso soa tão absurdo que chega a ser cômico. Compreendemos que um homem perdoe as ofensas cometidas contra ele mesmo. Você pisa no meu pé, ou rouba meu dinheiro, e eu o perdôo. O que diríamos, no entanto, de um homem que, sem ter sido pisado ou roubado, anunciasse o perdão dos pisões e dos roubos cometidos contra os outros? Presunção asinina é a descrição mais gentil que podemos dar da sua conduta. Entretanto, foi isso o que Jesus fez. Anunciou ao povo que os pecados cometidos estavam perdoados, e fez isso sem consultar os que, sem dúvida alguma, haviam sido lesados por esses pecados. Sem hesitar, comportou-se como se fosse ele a parte interessada, como se fosse o principal ofendido. Isso só tem sentido se ele for realmente Deus, cujas leis são transgredidas e cujo amor é ferido a cada pecado cometido. Nos lábios de qualquer pessoa que não Deus, essas palavras implicam algo que só posso chamar de uma imbecilidade e uma vaidade não superadas por nenhum outro personagem da história.” “No entanto (e isto é estranho e, ao mesmo tempo, significativo), nem mesmo seus inimigos, quando lêem os evangelhos, costumam ter essa impressão de imbecilidade ou vaidade. Quanto menos os leitores sem preconceitos. Cristo afirma ser ‘humilde e manso’, e acreditamos nele, sem nos dar conta de que, se ele fosse somente um homem, a humildade e a mansidão seriam as últimas qualidades que poderíamos atribuir a alguns de seus ditos.” “Estou tentando impedir que alguém repita a rematada tolice dita por muitos a seu respeito: ‘Estou disposto a aceitar Jesus como um grande mestre da moral, mas não aceito a sua afirmação de ser Deus.’ Essa é a única coisa que não devemos dizer. Um homem que fosse somente um homem e dissesse as coisas que Jesus disse não seria um grande mestre da moral. Seria um lunático – no mesmo grau de alguém que pretendesse ser um ovo cozido – ou então o diabo em pessoa. Faça a sua escolha. Ou esse homem era, e é, o Filho de Deus, ou não passa de um louco ou coisa pior. Você pode querer calá-lo por ser um louco, pode cuspir nele e matá-lo como a um demônio; ou pode prosternar-se a seus pés e chamá-lo de Senhor e Deus. Mas que ninguém venha, com paternal condescendência, dizer que ele não passava de um grande mestre humano. Ele não nos deixou essa opção, e não quis deixá-la.” [2] Não é possível que Cristo tenha sido simplesmente “bom”, já que Ele mesmo manifestava, em seus discursos, a consciência de ser Deus encarnado. Não só o disse explicitamente, por exemplo, aos fariseus: “Antes que Abraão existisse, eu sou” [3], como os próprios judeus tinham entendido aonde Ele queria chegar: “Não queremos te apedrejar por causa de uma obra boa, mas por causa da blasfêmia. Tu, sendo apenas um homem, pretendes ser Deus!” [4]. Diante disso, ou se admite que Jesus é Deus ou, então, trata-se de uma pessoa má, seja moral – não sendo Deus, Ele teria mentido –, seja intelectualmente – se Se enganou, não sabendo de Sua própria identidade, é alguém evidentemente louco. O apologista protestante norte-americano Josh McDowell chama isso de “trilema dos três L’s”: se Jesus não é Lord (Senhor), ou é um lier (mentiroso) ou um lunatic (lunático). Mas, Ele não pode ser um mentiroso perverso. Um homem que amou tanto, a ponto de entregar a própria vida, que transformou inúmeras pessoas com o Seu olhar bondoso e misericordioso, não pode ser um farsante. Ao mesmo tempo, descarta-se que Ele seja um lunático. Se não tinha consciência de quem Ele próprio era, como possuía uma consciência tão aguda do que é a pessoa humana, a ponto de lermos nas páginas do Evangelho como que uma “radiografia” de nossas vidas? Assim, não resta às pessoas outra alternativa senão crer na divindade de Nosso Senhor. Os teólogos liberais, no entanto, tentam escapar desse ótimo argumento por duas vias. Primeiro, acusando as Sagradas Escrituras de mentirosas: para fugir de Deus feito homem, eles dizem que o Novo Testamento não é nada mais que uma invenção da comunidade primitiva, que criou um “Jesus da fé” em total oposição ao “Jesus histórico”. Como explicar que esses cristãos aparentemente mentirosos tenham sido os mesmos a darem a vida por aquilo em que acreditavam, é um mistério que esses teólogos se recusam a responder. Homens de fibra, que derramaram o próprio sangue pelo Evangelho, não se identificam com uma comunidade de aproveitadores e charlatães, que teriam forjado uma história só para enganar os outros. Afinal, ninguém dá a vida por uma mentira. As pessoas mentem para salvar a vida, não para perdê-la, como fizeram os primeiros mártires da fé cristã. Esses mesmos teólogos também recorrem a uma “orientalização” de Cristo: após uma visita à Índia, Jesus teria saído de lá pregando o panteísmo hinduísta, o qual foi o motivo de Sua morte. Mas, qualquer pessoa com um pouco de conhecimento sobre religiões sabe que os ensinamentos do Evangelho são absolutamente incompatíveis com as crenças orientais [5]. Ainda que toda essa explicação seja convincente, não é suficiente para dar a uma pessoa a fé, que “a Igreja a professa como virtude sobrenatural, pela qual, sob a inspiração de Deus e com a ajuda da graça, cremos ser verdade o que ele revela, não devido à verdade intrínseca das coisas conhecida pela luz natural da razão, mas em virtude da autoridade do próprio Deus revelante” [6]. Uma vez diante dos preambula fidei, é preciso bater às portas de Deus e pedir-Lhe, humildemente, o tesouro da fé. Referências Concílio Vaticano I, Constituição dogmática Dei Filius, 24 de abril de 1870: DS 3008 Cristianismo puro e simples, II, 3 Jo 8, 58 Jo 10, 33 No livro “O Diálogo” (Mundo Cristão, 1986), o filósofo Peter Kreeft se aproveita de uma coincidência histórica – a morte de John F. Kennedy, Aldous Huxley e C. S. Lewis no mesmo dia 22 de novembro de 1963 – para criar uma discussão interessante sobre a identidade de Jesus Cristo. Concílio Vaticano I, Constituição dogmática Dei Filius, 24 de abril de 1870: DS 3008 Fonte: Padre Paulo Ricardo #Jesus #provar

  • A luta de satanás contra o sacerdócio

    O diabo sabe que a melhor maneira de destruir a religião é atacando o sacerdócio “Para fazer reinar Jesus Cristo no mundo, nada é mais necessário do que um clero santo, que seja, com o exemplo, com a palavra e com a ciência, guia dos fiéis” [1]. Estas são palavras que os Santos Padres não se cansam de repetir ao orbe católico, desde que foram pronunciadas, pela primeira vez, pelo papa São Pio X. De fato, o testemunho de um bom sacerdote é capaz de arrastar centenas de fiéis à Igreja de Cristo, quer por meio da pregação, quer por meio da administração dos sacramentos, quer por meio da obediência às normas eclesiais, como o celibato. A missão do sacerdote resume-se àquela regra máxima da Igreja, de que falam os santos: Salus animarum suprema Lex – a lei suprema é a salvação das almas. Por isso o Papa Bento XVI, na proclamação do Ano Sacerdotal, em 2009, exortou o clero católico a redescobrir a dimensão eclesial de seu ministério. Somente na comunhão com a Igreja o sacerdote pode atingir aquela santidade necessária “para fazer reinar Jesus Cristo no mundo”. Explica-nos o Papa Emérito: “a missão é eclesial, porque ninguém se anuncia nem se leva a si mesmo, mas, dentro e através da própria humanidade, cada sacerdote deve estar bem consciente de levar Outro, o próprio Deus, ao mundo” [2]. Essa realidade não é desconhecida pelo diabo, tampouco por aqueles que fazem as suas vezes na terra, disseminando o joio no meio do trigo. Não é para admirar, por conseguinte, que, no combate à Igreja, o primeiro alvo seja o sacerdócio. “Quando se quer destruir a religião” – observava o santo Cura d’Ars –, “começa-se por atacar o padre” [3]. Com efeito, a primeira tentação demoníaca contra os sacerdotes é a de afastá-los da comunhão eclesial, incentivando-os à dissidência, aplaudindo hereges e ridicularizando aqueles que se submetem de bom grado à autoridade do Santo Padre. Trata-se do primeiro non serviam demoníaco: o não à Igreja. Os argumentos – ou, no caso, as mentiras – são os mesmos de sempre: o celibato é transformado em símbolo de castração, que fere o direito à sexualidade e leva à pedofilia; o hábito eclesiástico é tachado de indumentária antiquada, que afasta o clero do povo; o padre passa a ser somente o “presidente” da celebração; a obediência a Roma é considerada clericalismo; as normas litúrgicas são suprimidas em nome de uma falsa criatividade; o padre, é dito, não pode ficar preso a “regras de orações medievais”; isto, outros reclamam, não está de acordo com o Concílio Vaticano II; o padre não é sacerdote, mas presbítero; ele tem uma mentalidade pré-conciliar etc. Repetidas ad nauseam pela mídia – e por uma porção de maus teólogos que agem em conluio com ela –, essas ideias perniciosas vão aos poucos minando a identidade do sacerdote, até ao ponto de levá-lo a proclamar o segundo non serviam do diabo: o não a Cristo. Não é preciso gastar muita tinta, porém, para explicar os erros contidos nestes sofismas. Muito mais sabiamente responderam os santos padres – vivendo a sua vocação de maneira exemplar –, como também o Magistério da Igreja – seja nas encíclicas papais, sejo nos outros inúmeros documentos já publicados a esse respeito. O que é preciso ter em conta é que a luta que se trava contra o sacerdócio é, na verdade, uma luta contra a Pessoa de Jesus Cristo. O padre, não nos esqueçamos, é um Alter Christus (Outro Cristo), dado o caráter impresso em sua alma pelo sacramento da ordem. Por isso, é compreensível a raiva do diabo pela castidade dos sacerdotes – “o mais belo ornamento de nossa ordem”, como elogiava São Pio X –, pois ela remete à virgindade de Cristo, que também foi guardada até a morte na cruz [4]. É compreensível o ódio do diabo à batina negra – a “heroica e santa companheira” de Dom Aquino Correa –, porque o luto recorda o sacrifício redentor da cruz, pelo qual a morte foi vencida [5]. O remédio às insinuações diabólicas, por conseguinte, não pode ser outro senão aquele prescrito por Bento XVI, durante o Ano Sacerdotal [6]: É importante favorecer nos sacerdotes, sobretudo nas jovens gerações, uma correta recepção dos textos do Concílio Ecuménico Vaticano II, interpretados à luz de toda a bagagem doutrinal da Igreja. Parece urgente também a recuperação desta consciência que impele os sacerdotes a estar presentes e ser identificáveis e reconhecíveis quer pelo juízo de fé, quer pelas virtudes pessoais, quer também pelo hábito, nos âmbitos da cultura e da caridade, desde sempre no coração da missão da Igreja. Enfim, não se há de esquecer a mediação de Nossa Senhora, mãe solícita dos sacerdotes e a inimiga de todas as heresias. Na sua viagem a Fátima, em 2010, o Santo Padre não perdeu a oportunidade de confiar à Virgem, “os filhos no Filho e seus sacerdotes”, consagrando-os ao seu Coração Materno, para que cumprissem fielmente a Vontade do Pai [7]. Neste ato, o Papa Bento XVI ensinava ao clero do mundo inteiro que o melhor caminho de santidade e escudo contra o demônio é a intercessão de Nossa Senhora. É também o ensinamento dum outro padre que, não por acaso, muito se assemelha às palavras de São Pio X, ao início deste texto: “foi pela Santíssima Virgem Maria que Jesus Cristo veio ao mundo, e é também por Ela que deve reinar no mundo” [8]. Por Christo Nihil Praeponere Referências Carta La ristorazione: Acta Pii X, I, p. 257. Discurso do Papa Bento XVI durante a audiência concedida à Congregação para o clero (16 de março de 2009). João XXIII, Carta Enc. Sacerdotii Nostri Primordia (1° de agosto de 1959), n. 63. Ibidem, n. 16. A minha batina – poema de Dom Aquino Correa. Discurso do Papa Bento XVI durante a audiência concedida à Congregação para o clero (16 de março de 2009). Ato de confiança e consagração dos sacerdotes ao Imaculado Coração de Maria (12 de maio de 2010) São Luís de Montfort, Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem #contra #Sacerdócio #Satanás

  • Por que o Papa não vende os tesouros dos Museus Vaticanos?

    A arte como forma de caridade e as novidades da Capela Sistina. As palavras do diretor dos Museus Vaticanos Mais de 7km de extensão, 5.459.000 visitantes em 2013. Entre 20.000 e 25.000 presenças por dia. São os números dos Museus Vaticanos, os mais visitados do mundo, com mais de 100.000 obras de arte. Para além do valor artístico, histórico e cultural dos Museus, em 26 de novembro de 2006, Bento XVI escreveu que os Museus representavam uma visão heterogênea da humanidade e como instituição têm uma grande responsabilidade na difusão da mensagem cristã. Para entrar no mérito destas palavras e aprofundar sobre o papel da arte na vida da Igreja e do homem, entrevistamos o professor Antonio Paolucci, diretor dos Museus Vaticanos desde 2007, especialista internacional em História da arte. No governo italiano ele foi Ministro para os Bens Culturais entre 1995 e 1996. Por que a arte é tão importante na história da Igreja e da humanidade? É preciso conhecer um pouco de história da Igreja para entender o que aconteceu entre o II e o III século, ou seja, nos primeiros séculos da era que nós chamamos cristã. Naquela época aconteceu algo de extraordinário e importante: diferentemente de outras religiões como o islamismo e o judaísmo, o cristianismo escolheu a figuração. Parece uma brincadeira, mas foi uma escolha carregada de futuro porque não existiria a história da arte: não existiria “Guardiões da Noite” de Rembrandt, ou “Os Girassóis” de Van Gogh, ou “O Guernica” de Picasso, se a Igreja naquela época não tivesse escolhido a figuração. Pensemos em quanto trabalho deve ter vivido Paulo de Tarso, que conhecemos como São Paulo, judeu de lei, como quando na Primeira Carta aos Colossenses escreveu aquela frase incrível: Cristo é a imagem de Deus vivo. Um judeu ou um muçulmano diria que é uma blasfêmia. Também a Igreja teve a coragem de seguir esta linha escolhendo representar a verdade da fé e os episódios do Evangelho com as figuras, utilizando os estilos da época: o naturalismo, o ilusionismo helenístico, a arte dos gregos e dos romanos. Utilizando até mesmo as iconografias das antigas culturas e religiões, onde nos sarcófagos representavam Daniel na cova dos leões com o aspecto de Hercules: nu e vencedor, assim como o representavam os escultores da época. Pensemos em Cristo, ao qual se deu a imagem de Febo (Apolo). Utilizavam os materiais linguísticos e iconográficos da velha cultura inserindo os significados cristãos: assim começou a história da arte que chamamos de cristã, a qual produziu todas as formas de arte sucessivas. Se a Igreja de Roma tivesse feito a escolha dos muçulmanos e dos judeus, ou seja, sem os ícones, não existiria a história da arte. E a relação entre cultura e espiritualidade? Não existe contradição entre elas, a cultura é sempre espiritual porque envolve aquilo que não se vê e não se toca. A cultura, o pensamento, a filosofia envolvem o aspecto do homem que se relaciona com as coisas invisíveis e intocáveis: O que é o homem? Qual o seu destino? Tudo isso é espiritualidade. Ou seja, não existe competição entre a cultura e a espiritualidade. Aquilo que nós chamamos de espiritualidade não é outra coisa que uma modulação daquilo que chamamos cultura. Como responder às pessoas que dizem que o Papa deveria vender os tesouros como estes dos Museus Vaticanos para doar o dinheiro aos pobres? Se o Papa vendesse as obras dos Museus Vaticanos o resultado seria que os pobres estariam mais pobres do que hoje. Isso porque as pessoas que entram nos Museus Vaticanos recebem da Igreja a caridade da beleza, que é a maneira de caridade mais linda que existe. A Igreja recolheu essas obras para as pessoas através dos séculos. A caridade da beleza, este é o nosso mistério e o nosso trabalho. É um bem intangível, que não se consome e é para os homens e mulheres de hoje, e para aqueles que ainda não nasceram. O senhor afirmou que a arte ajuda a tornar as pessoas cidadãs. É a função civil da arte e dos museus: um italiano que vê Rafael, Michelangelo, Botticelli, chega a se orgulhar de ser italiano, por exemplo. Assim como um alemão quando vê Dürer, ou um espanhol com Velazquez. A arte é a identidade de um povo, como a língua que fala. O museu, como a escola, serve para transformar as plebes em cidadãos: serve para dar aos cidadãos o orgulho de pertencer, a consciência da própria história. Eis porque o museu e a arte antiga são um formidável instrumento de educação e de civilização. Qual é a função espiritual da arte? A capacidade que antes de tudo a arte tem é de levar felicidade a quem a observa, ou seja, o privilégio da arte de trazer a felicidade: vendo Rafael ou Botticelli a pessoa se encanta e se alegra com aquela beleza, guarda-a na memória, no coração e pode até se emocionar. Esta é a primeira função da arte. Depois, tudo aquilo que é a emoção diante da beleza da natureza, daarte, diante da consciência da vida, conhecimento das outras pessoas, tudo isso é espiritual. A arte é veículo destas coisas. Se você olha um quadro de Caravaggio, de Picasso, de Van Gogh, mesmo sendo de uma outra época, falam de homens e mulheres que ainda estão vivos, dão a nós sentimentos e ideias que são universais. A arte nos coloca em comunicação com a humanidade e este sentido é espiritual. Como pode o homem de hoje, invadido pela cultura da imagem, ter dificuldade de se deixar tocar pela beleza da arte? Vivemos na época mais iconográfica da história. Estamos imersos nas imagens, não somente a televisão, mas também as publicidades, as roupas e etc. Tudo é ícone. Tudo é imagem na civilização moderna. Talvez esse excesso de ícones, essa espécie de “tsunami” de imagens, assim como aquela das informações, paralise-nos de um certo modo, nos “intoxique”, nos sobrecarregue. A tarefa – e por isso temos cérebro – é saber escolher, selecionar imagens, assim como selecionamos informações que chegam até nós por todas as partes. Falando de escolha, qual é a sua obra de arte preferida dos Museus Vaticanos? Tem mais de uma, mas se eu tivesse que dizer uma, por razões pessoais e de estudo, citaria a Transfiguração, de Rafael: o quadro mais lindo do mundo, uma hipérbole. Um quadro cheio de futuro, que nos faz compreender infinitas coisas. O senhor encontrou o Papa Francisco? Sim, e disse a ele: “Santidade, venha ver os Museus Vaticanos”, e ele me respondeu: “Sabe diretor, agora tenho muitas coisas para fazer, mas verei”. A Capela Sistina acolhe 20.000 visitantes ao dia, chegando a 30.000. Do ponto de vista técnico, como é preservada? No dia 30 de outubro apresentaremos com uma convenção no Vaticano o novo sistema de ventilação, controle de humidade e da temperatura, junto ao novo sistema de iluminação. Intitulamos esta convenção: “Nova respiração e nova luz na Capela Sistina”. A razão dessa escolha? Antes de tudo não queremos que existam problemas de danificação, e depois porque com um novo sistema de iluminação podemos oferecer aos visitantes a melhor visualização dos afrescos de Michelangelo e não só. Porque como sabem, na capela não tem apenas Michelangelo, mas também Botticelli, Perugino, entre outros. O senhor disse que a Capela Sistina é a “Suma Teológica do cristianismo”. Para mim a Capela Sistina é o Catecismo da Igreja Católica feito em figura, a síntese visível da Doutrina Cristã. Os Papas quiseram dar esta função para a Capela Sistina: ser um grande livro ilustrado que conta por imagens a verdade fundamental desde a criação do homem ao Apocalipse, do Antigo Testamento ao Novo, os Profetas, enfim, tudo. Bento XVI falou da responsabilidade da arte ao transmitir a mensagem cristã. Para mim é um Papa inesquecível, porque em 31 de outubro de 2012 – no aniversário de 31 de outubro de 1512 quando o Papa Giulio II inaugurou a Sistina que Michelangelo tinha terminado – com uma grande sensibilidade de intelectual, para além de um Pastor, quis lembrar aquele evento. Repetiu a mesma função litúrgica celebrada por Giulio II, com os cardeais, bispos e o Magnificat cantado na Capela Sistina, fazendo um lindo discurso como teólogo, mas também como historiador que é. [Tradução de Clarissa Oliveira. Colaboraram com este artigo Ary Waldir Ramos e Sabrina Fusco] Fonte: Aleteia #entretenimento #Museusvaticanos #CapelaSistina #arte #Papa #Igreja #Vaticano

  • Atrocidades no Iraque: Extremistas do Estado Islâmico executam crianças cristãs e escravizam mulhere

    ROMA, 08 Ago. 14 / 02:58 pm (ACI/EWTN Noticias).- Mark Arabo, líder da comunidade caldeia, denunciou que os jihadistas do Estado Islâmico (ISIS), estão decapitando crianças cristãs em Mosul, pendurando os seus pais e estuprando as mulheres, as quais –informou por outro lado um porta-voz da Media Luna Roja–, são sequestradas e vendidas como escravas. “No parque (de Mosul) o Estado Islâmico decapita sistematicamente as crianças, colocando as suas cabeças em cima de paus e cada vez mais crianças estão sendo decapitadas. As suas mães são estupradas e assassinadas e estão pendurando os seus pais”, denunciou Arabo à CNN. Arabo acrescentou que muitos cristãos fugiram de Mosul enquanto uma pequena porção se converteu ao Islã. “Isto é um genocídio em todo sentido. Eles (ISIS), estão matando todos os cristãos que veem”, acrescentou. Por sua parte, a Media Luna Roja denunciou na terça-feira que o Estado Islâmico deteve “mais de cem famílias no aeroporto de Tel Aftar, matando todos os homens e sequestrando as mulheres e as crianças”. “Levaram-se às mulheres cristãs e yazidíes a um lugar desconhecido com o objetivo de vendê-las como escravas”, declarou o porta-voz Mohamed al Jozai à Iraqi News. Em junho deste ano, os jihadistas do Estado Islâmico (então chamado Estado Islâmico do Iraque e Síria – ISIS), tomaram a cidade de Mosul, a mais importante do país, expulsando em julho os cristãos que não queriam converter-se ao Islã ou pagar um imposto. Ontem, quinta-feira, tomaram Qaraqosh, a maior cidade cristã do Iraque, provocando a fuga de milhares de pessoas para o Curdistão iraquiano, onde se encontram refugiados milhares de cristãos e outras minorias expulsas de suas regiões com o objetivo de conseguir proteção. Entretanto, as forças curdas não puderam deter o avanço do grupo extremista. Do mesmo modo, depois do anúncio feito ontem pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, dois aviões F/A-18 lançaram bombas guiadas por laser contra artilharia do ISIS e em apoio às forças curdas e também para proteger as minorias cristãs e yazidí, e os interesses dos Estados Unidos. Entretanto, descartou que se enviem “tropas terrestres”. Obama também anunciou o envio de ajuda humanitária aos milhares de deslocados. Ontem, o Papa Francisco reiterou o seu apelo a não deixar de rezar pela paz nesta região e exortou a comunidade internacional a colocar fim a esta tragédia humanitária. #Estado #Islã #jihadistas #Luna #Cristãos #Iraque #islâmico #comunidade #minorias #Mosul #Cristãs #humanitária #curdas

  • Jornalista muçulmana sai em defesa dos cristãos perseguidos no Iraque

    “Não permanecerei calada diante desta injustiça”, disse a jornalista, que entrou no ar com uma cruz durante transmissão “Somos todos cristãos”: este é o título de uma campanha lançada pela jornalista iraquiana Dalia Al Aqidi, de religião islâmica, para expressar a própria contrariedade à perseguição que sofrem os cristãos de Mossul. Entrevistada pelo jornal libanês “Annahar”, a jornalista explicou sua decisão de usar a cruz, enquanto apresentava o jornal, explicando o seu gesto com estas palavras: “O pluralismo religioso foi aquilo que fez do Iraque o berço da civilização, das ciências e da cultura”. Al Aqide se pergunta: “que benefícios teria a história e a civilização se estivermos voltando atrás? Os cristãos são o povo desta terra e não podemos ir adiante sem eles, ou na ausência de qualquer componente do Iraque”. Depois dirigiu suas palavras a “quem acusa os outros de infidelidade, vocês é que não crêem, que são apóstatas, politeístas, vocês cortadores de cabeças. Sou um simples ser humano que defende os direitos dos filhos do próprio país independente da identidade deles”. A jornalista muçulmana concluiu: “a nossa é uma religião de tolerância, e o fascismo islâmico político induziu os muçulmanos moderados, como eu, a se envergonharem da própria religião. O medo levou tantos ao silêncio, mas eu não permanecerei calada diante desta injustiça”. Fonte: Aleteia #apóstatas #religião #Muçulmanos #politeístas #infidelidade #jornalista #Cristãos #humano #Cruz #Dalia #político

  • Por que Deus pede um casamento para sempre e com a mesma pessoa?

    Quando se perde a noção de Deus, dissolve-se a concepção do amor Existem ensinamentos de Jesus que provocam desconforto, porque seriam limitadores da liberdade e do desejo de construir a felicidade. “Não lestes que o Criador, no começo, fez o homem e a mulher e disse: Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher; e os dois formarão uma só carne?” (Mateus 19,4-6). Esta frase pronunciada com autoridade por Jesus, contradizendo também a lei mosaica, suscitou debates, divisões, cismas no interior da Igreja. E também dor por parte de muitos que, tendo fracassado no próprio casamento, buscaram refazer-se na vida afetiva e hoje se sentem excluídos ou rejeitados pela Igreja porque não podem comungar. Trata-se de um dos ensinamentos que não é facilmente compreendido. Como pode Deus reivindicar que uma união conjugal seja para sempre, se nós somos vulneráveis, tão inclinados ao mal, frágeis, sentimo-nos frequentemente incapazes de ser fiéis aos nossos compromissos perenes? Pode existir uma união para sempre? E se errarmos? Por outro lado, muitos defendem a possibilidade de dissolver omatrimônio levando em consideração o fato de que o amor seria inconstante, ou que não exista um afeto que possa ser duradouro por causa da contingência do homem. Por que Deus pede união matrimonial para sempre e com apenas uma pessoa? Talvez não nos conheça, ou não sabe do que somos feitos? A defesa da indissolubilidade está na argumentação da sua negação. Deus sabe do que somos feitos e por isso acredita em nós. Ele conhece perfeitamente tudo o que somos capazes, nós, porém, por causa do nosso pecado, pouco a pouco nos esquecemos. Somos pecadores, Ele sabe muito bem, mas somos também seres redentores, e esta redenção é o que permite fazer de nós novas criaturas. Somos feitos para o amor, que não é somente uma possibilidade humana, mas também um dever metafísico. Quem não ama perdeu a sua humanidade e o sentido daquilo que é. Para acreditar na indissolubilidade matrimonial é necessário acreditar na fidelidade, e para acreditar na fidelidade é necessário acreditar no amor. Mas para acreditar no amor é fundamental acreditar em Deus. Não se pode acreditar no amor verdadeiro se não acreditarmos em Deus. Para que o amor seja eterno e perene depende do fato de acreditar que existe um Deus que é amor. Isso porque as definições “para sempre” (caráter infinito), “desde sempre” (eternidade), perfeição e transcendência, são ligadas ao Criador. Quando se perde a noção de Deus, dissolve-se a concepção do amor. Ninguém crê tanto no amor humano como Deus, que sabendo como somos, permitiu nos dar sempre através de todas as gerações a oportunidade de aprender Dele que é o nosso melhor Mestre. E nos propõe um modelo de trindade terrena na qual a experiência amorosa possa ser vivida nesta vida. Negar Deus é negar a eternidade, e com isso sucumbe a ressurreição e seremos condenados ao nada. Se deixarmos o amor como puro mecanismo fisiológico, estaremos expondo-o à sensibilidade da pele que quer sempre dar prazer a si mesma. Somente quando compreendemos que Deus existe, que “é amor” e que nos amou com amor eterno, podemos viver a experiência da doação, do “sim” para sempre sem medo de errar. Mas sobretudo sem deixar aquele “sim” à mercê dos instintos viscerais que pedem cada dia mais como uma enorme serpente que devora a si mesma pela cauda. O amor humano está ligado a Deus. A incredulidade, o ateísmo, são a morte do “amor para sempre”; e se não existe este amor para sempre, estamos condenados a viver desejando o que não é possível. Aquilo que nos espera é a ausência de sentido. Fonte: Aleteia #Deus #matrimônio #divórcio #casamento #fidelidade #Amor

  • Até que a morte nos separe

    história de Don e Maxine Simpson: casados havia 62 anos, faleceram de mãos dadas Maxine e Don Simpson são verdadeiramente um exemplo de amoreterno. Aquela promessa feita em cada casamento foi para o casal californiano uma realidade vivida durante 62 anos. “Até que a morte nos separe”, e foi exatamente assim: eles morreram de mãos dadas. Como foram na vida, da mesma forma foram no leito de morte: inseparáveis. Ela tinha câncer, e ele tinha fraturado o quadril. Don tinha consciência de que a mulher morreria. Foram juntos, como gostariam, e de mãos dadas, com a distância de poucas horas um do outro (Caffeina Magazine, 4 de agosto). Tudo começou na metade do último mês de julho, quando Don Simpscon, ex-engenheiro civil, natural do Norte de Dakota, quebrou o quadril caindo em casa. Os dias passavam, mas ao invés de melhorar, sua saúde só piorou. Ao mesmo tempo as condições da mulher, Maxine, complicaram-se devido ao câncer. A família decidiu colocá-los juntos em recuperação, mas não em um triste e asséptico quarto de hospital, e sim em um quarto de um parente. “Suas camas estavam uma ao lado da outra”, explicou a neta Melissa Sloan. “Em um certo momento minha avó acordou e viu que ao seu lado estava meu avô. Pegou na sua mão e deu o último suspiro”. Após a retirada do corpo de Maxine, a neta entrou para ver como estava o avô, foi quando percebeu que também ele havia parado de respirar. Naquele momento faziam apenas quatro horas que a avó tinha falecido. Don Simpson tinha conhecido Maxine em um boliche quando estava por um tempo em Bakersfield (Califórnia), onde o casal depois viveu toda a vida. Após o casamento, que aconteceu em 1952, adotaram dois filhos. “Faziam sempre tudo juntos”, disseram entre lágrimas os parentes. “Nunca se separaram e nem mesmo a morte os separou. Foi realmente uma grande história de amor” (Lettera43, 4 de agosto). [youtube]https://www.youtube.com/watch?v=5mSjG7Fqawo[/youtube] #mulher #Simpson #Maxine #avô #casamento #casados #neta #casal #morte

  • Papa Francisco indica o caminho de felicidade do cristão

    Ao retomar as catequeses de quarta-feira, Francisco enfoca as bem-aventuranças e deixa uma tarefa de casa O tema da catequese do Papa Francisco nesta quarta-feira foi a Igreja. Ele seguiu assim o ciclo iniciado no mês de junho. O Papa explicou que a Igreja “é o povo fundado na nova aliança que Jesus estabeleceu com o dom da sua vida. Este Novo Povo foi anunciado por João Batista que, como precursor e testemunha, mostrou que as promessas do Antigo Testamento se cumpriram em Jesus Cristo e nos chamou a viver a humildade, o arrependimento e a conversão”. “Este Novo Povo possui uma nova lei: Cristo, no Sermão da Montanha como Moisés no Monte Sinai com o antigo Israel, nos dá o ensinamento novo que começa com as bem-aventuranças. Estas são o caminho de felicidade que podemos percorrer com a graça de Deus.” “Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu. Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça porque serão saciados. Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus. Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o Reino do Céu. Bem-aventurados sereis, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o gênero de calunias contra vós por Minha causa. Alegrai-vos e exultai, porque grande será vossa recompensa nos Céus.” (Mateus 5, 3-12). Voltando-se aos presentes, o Papa convidou-os a ler as bem-aventuranças em casa: [vimeo]http://vimeo.com/102716083[/vimeo] O Papa Francisco afirmou também que Jesus “nos deixou o critério pelo qual seremos julgados: estaremos com Ele na vida eterna se formos capazes, durante a nossa vida terrena, de reconhecê-lo no pobre, no indigente, no marginalizado, no doente e no sofredor. Enfim, a Nova Aliança consiste justamente em saber reconhecer que Deus nos abraça com a sua misericórdia e compaixão em Cristo.” Ao final da catequese, saudando o povo de língua árabe, pediu que rezemos pela paz no Oriente Médio. Fonte: Rádio Vaticano #Mateus #Cristo #Francisco #Reino #bemaventuranças #Filhos #Papa #recompensa #catequese #Jesus

  • O demônio não suporta que os esposos se amem, revela exorcista

    MEXICO D.F., 06 Ago. 14 / 02:48 pm (ACI/EWTN Noticias).- “Não suporto que se amem!”, foi a resposta imediata e clara que o demônio deu ao exorcista italiano Pe. Sante Babolin durante um dos “combates”, quando o sacerdote lhe questionou por que estava causando problemas à esposa de um amigo. “Por que este ódio?” Em declarações ao Semanário da Fé, o sacerdote explicou que Satanás detesta o Matrimônio porque é o sacramento mais próximo à Eucaristia. “Explico-me: na Eucaristia, nós oferecemos o pão e o vinho ao Senhor, que pela ação do Espírito Santo, convertem-se no Corpo e Sangue de Jesus. No Sacramento do Matrimônio ocorre algo parecido: pela graça do Espírito Santo, o amor humano se converte no amor divino, assim, de maneira real e particular, os esposos, consagrados pelo Sacramento do Matrimônio, realizam o que diz a Sagrada Escritura: ‘Deus é amor: quem conserva o amor permanece em Deus e Deus com ele”. Nesse sentido, o exorcista abordou o aumento no número de separações, cuja maioria se deve à degradação do amor entre homem e mulher. “O Papa Bento XVI o assinalou em sua encíclica Deus caritas est: ‘O modo de exaltar o corpo, a que assistimos hoje, é enganador. O eros degradado a puro sexo torna-se mercadoria, torna-se simplesmente uma coisa que se pode comprar e vender; antes, o próprio homem torna-se mercadoria’. ‘E qualquer loja precisa renovar as mercadorias para vendê-la. Assim é do matrimônio fundamentado no sexo sem verdadeiro eros’”, expressou. O sacerdote recordou que “o amor humano e divino, oferecido pelo Sacramento do Matrimônio, não é um amor instintivo, como não é instintiva a fé em Cristo; por isso necessita cultivo, vigilância e paciência”. Por isso, alertou que “à infidelidade se chega com pequenas infidelidades; por isso cada esposo deve ter presente sempre, na sua cabeça e no seu coração, o outro; o diálogo e a confiança devem sempre permanecer”. “O Diabo prova os esposos cristãos para levá-los à infidelidade, exatamente porque ele, sendo ódio, não tolera o amor”, assinalou. Diante desta situação, recomendou que o casal reze o terço junto para afastar-se da tentação da infidelidade, além de praticar atividades que fortaleçam sua união. Sobre o perdão, o Pe. Babolin afirmou que tem “um papel decisivo”, pois “renova a graça do Sacramento do Matrimônio. Mas o verdadeiro perdão tem que ser um acontecimento excepcional, pois viver o Matrimônio em uma constante busca de perdão, significa viver o amor em uma sala de reanimação”. “O ideal seria descobrir, com a ajuda de pessoas competentes na vida de fé e na dinâmica psicológica relacional, as armadilhas do Inimigo do Amor. O Sacramento do Matrimônio oferece a força do Espírito Santo para que os esposos atuem uma espécie de personalidade corporativa, que realiza um caminho de santidade compartilhada”, assegurou. #sacramento #Deus #infidelidade #demônio #matrimônio #Espírito #Santo #Cristãos #graça #Babolin #sexo #sacerdote #Amor #esposos #Exorcista

  • Papa Francisco aos jovens: Não percam “muitas horas” na Internet ou com os celulares

    Encontro dos coroinhas com o Papa Francisco (Foto Lauren Cater / Grupo ACI) VATICANO, 05 Ago. 14 / 05:02 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em um encontro realizado na Praça de São Pedro nesta terça-feira no Vaticano com 50 mil coroinhas provenientes da Alemanha, Áustria e Suíça, o Papa Francisco explicou que Deus quer pessoas que sejam totalmente livres e que sempre façam o bem, como o fez a Virgem Maria ao aceitar o plano divino e ser a mãe de Jesus. Assim o indicou o Santo Padre no encontro com os coroinhas que participam de uma peregrinação cujo tema é “Livres! Porque é lícito fazer o bem!”, inspirado no Evangelho de São Mateus. Com eles, indica a Rádio Vaticano, o Papa rezou as vésperas e lhes dirigiu umas palavras em alemão. “As palavras de São Paulo que escutamos, tomadas da Carta aos Gálatas, chamam nossa atenção. O tempo se cumpriu, diz Paulo. Agora Deus realiza a sua obra decisiva. Aquilo que Ele quis dizer aos homens sempre –e o fez através das palavras dos profetas–, o manifesta com um sinal evidente”. O Papa Francisco ressaltou logo que “Deus nos mostra que Ele é o bom Pai. E como o faz? Através da encarnação de seu Filho, que se torna como um de nós. Através deste homem concreto de nome Jesus, podemos entender aquilo que Deus quer verdadeiramente. Ele quer pessoas humanas livres, a fim de que se sintam como filhas de um bom Pai”. “Para realizar esse desígnio, Deus precisa somente de uma pessoa humana. Precisa de uma mulher, uma mãe, que coloque o Filho no mundo. Ela é a Virgem Maria, que honramos com essa celebração vespertina. Maria foi totalmente livre. Em sua liberdade disse sim. Ela fez o bem para sempre. Desta maneira serve a Deus e aos homens. Imitemos seu exemplo, se queremos saber aquilo que Deus espera de nós seus filhos”. Perguntas Respondendo depois a algumas perguntas dos presentes, o Papa alentou a organizar-se, programar as coisas de modo equilibrado e ressaltou que “a nossa vida é feita de tempo e o tempo é dom de Deus, portanto é necessário empregá-lo em ações boas e frutuosas”. “Talvez muitos adolescentes e jovens percam muitas horas em coisas inúteis: chatear na Internet ou com os telefones, com as ‘novelas’, com os produtos do progresso tecnológico que deveriam simplificar e melhorar a qualidade de vida, mas que pelo contrário distraem a atenção daquilo que realmente é importante”, alertou. O Santo Padre exortou os jovens a falarem do amor de Jesus não só em suas paróquias, mas sobretudo fora delas: “os jovens têm um papel particular, falar de Jesus a seus coetâneos não só na paróquia, mas sobretudo aos de fora. Com a sua coragem, entusiasmo e espontaneidade, podem chegar mais facilmente à mente e ao coração daqueles que se distanciaram do Senhor. Muitos adolescentes e jovens da idade de vocês têm uma imensa necessidade de ouvir que Jesus os ama e perdoa”. #Deus #Maria #Francisco #virgem #Homens #celulares #adolescentes #Padre #Jovens #Santo #Papa #coroinhas #Internet #Vaticano #Jesus

  • A mais antiga oração de Nossa Senhora

    Para pedir que a Santa Mãe de Deus nos livre de todos os perigos Em 1927, no Egito, foi encontrado um fragmento de papiro que remonta ao século III. Este fragmento continha a mais antiga oração a Nossa Senhora que se conhece. Eis a oração: “À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita!”. #NossaSenhora #oração #SantaMãedeDeus

  • Seus filhos vão com você à Missa?

    Os pais precisam recordar que são os primeiros evangelizadores dos seus filhos Talvez você se lembre que, quando era pequeno, certamente o obrigavam a ir à Missa. Era um martírio, às vezes, levantar-se cedo, vestir a “roupinha do domingo” e ir com sua família à Missa na paróquia que o viu nascer, talvez na sua cidade natal. Com o passar dos anos, esta norma imposta pela sua família foi se tornando um hábito, a tal ponto que, quando você era jovem, já o fazia por opção, gosto e fé, que ia experimentando a cada domingo, e mais ainda se participava de algum grupo paroquial. Hoje, na idade em que se encontra, talvez continue participando da Missa dominical. O que você formou como hábito na infância e juventude, continua fazendo hoje. A partir disso, vale a pena perguntar-nos: e seus filhos, eles também o acompanham à Missa? Você ensinou aos seus filhos a importância de participar da Eucaristia, como cristãos católicos? Eles se prepararam para receber a comunhão, confirmar sua fé, servir a comunidade e confessar-se? Eles são parte ativa da sua comunidade paroquial… ou são os que dormem e não veem a hora de este santo encontro acabar? Pais, vocês são os primeiros evangelizadores dos seus filhos. De vocês depende que a Igreja possa continuar regando a semente do Evangelho a todas as nações. Você consegue imaginar uma paróquia na qual se celebre uma Missa todos os domingos, mas somente com pessoas idosas, durante 20 anos? No futuro, possivelmente esta seria uma das paróquias candidatas a ser fechada por falta de juventude, já que não existiriam novos ministros para dar continuidade à tarefa daqueles leigos que gastaram toda a sua vida ao serviço da comunidade. Nós os convidados a ler os números 302 e 303 do Documento de Aparecida, para aprofundar no conceito de família e nos deveres que esta tem no contexto de suas funções como primeira evangelizadora. Convide seus filhos para ir à Missa. Não o faça com a voz do autoritarismo aprendido na sua infância, mas com a voz do amor, para que eles compreendam e vivam a experiência de Jesus ressuscitado em seus corações. Lembre-se de que a família que reza unida (também durante a SantaMissa) permanece unida. #família #Filhos #Missa #Pais

  • Chesterton: o contrário do cristianismo não é o ateísmo, mas a tristeza

    Com um estilo pessoal e original, o escritor inglês defendeu o cristianismo e a Igreja no século XX Para Gilbert K. Chesterton, o cristianismo é alegria, felicidade. No cristianismo se encontram “as danças das crianças e o vinho dos homens”. O contrário do cristianismo não é o ateísmo, nem o paganismo. O contrário do cristianismo é a tristeza. Chesterton sustenta que o ateísmo e o paganismo nas Sagradas Escrituras são sempre uma boa notícia, porque aqueles períodos são terminados sistematicamente no cristianismo histórico. Por sua ideia, tudo deriva do cristianismo. Tudo no mundo moderno é de origem cristã, incluindo aquilo que parece mais anti-cristão: “A Revolução francesa é de origem cristã. O cotidiano é de origem cristã. Os anarquistas são de origem cristã. O ataque ao cristianismo é de origem cristã”. Também as leis físicas e a criação são de origem cristã. A única coisa que não é cristã no mundo moderno é o próprio cristianismo, porque o seu fundamento procede da eternidade do Pai e nasceu no tempo a partir de uma Mulher. Por isso, a coisa grave não é encontrar um ateu ou um pagão, que terminará por ser cristão. Para Chesterton, a coisa realmente grave é encontrar um cristão triste. Gilbert K. Chesterton é o escritor inglês que com estilo mais pessoal e com maior originalidade defendeu o cristianismo e a Igreja no século XX. A simpatia pela Igreja de Roma G. K. Chesterton viveu um processo de conversão relativamente longo. Na juventude tinha adotado o socialismo marxista, muito na moda no final do século XIX entre os jovens da Inglaterra, país onde Marx tinha publicado “O capital”. Ele também fundou e dirigiu publicações anarquistas, buscando respostas até mesmo em experiências espiritualistas. Em suas obras “Hereges” (1905) e “Ortodoxia” (1908), não sendo ainda batizado, Chesterton se sentia já católico “no coração”. O seu biógrafo J. Pierce recolheu testemunhos de conversões de jovens universitários que lendo as duas obras citadas se converteram, ainda antes que o próprio autor se convertesse. Atração pela virtude alegre, “sem limite”, da Graça As virtudes da Graça são a parte a relação do homem com Deus que não ficaram danificadas pelo pecado original, porque vão além do limite da Criação, na transcendência. Por isso, podemos encontrá-las no Antigo Testamento. Contudo, a Igreja explica que existem três virtudes da Graça (ou teologais): fé, esperança e caridade. Os anglicanos entendem que o homem se salva somente mediante a fé. Por isso, reconhecem somente a virtude da fé. Os anglicanos, e também os filósofos pagãos, reconhecem as virtudes “humanas”. De fato, precisamos praticar todas, mas Chesterton não as considera absolutamente atraentes. Para ele, estas virtudes têm um problema grave. O que é este grave inconveniente? As virtudes humanas são chatas. Trata-se de colocar uma medida humana às atividades que realizamos. Colocar um limite humano para comer – diz – se chama “temperança”. A “justiça” é dar a cada um aquilo que é devido ao ser humano. Para Chesterton as virtudes alegres são aquelas “cristãs”. Chamava a sua atenção o fato da Igreja de Roma apresentar um Deus alegre, exuberante, sem limites. Amar é perdoar sem limites, ou não amar, escrevia em “Hereges”. A fé é crer no inacreditável, ou não é virtude. Esperança significa esperar quando já não há esperança. Era este “sem limite”, esta exuberância e esta alegria da virtude cristã, que ensinava somente a Igreja de Roma, que atraia o nosso autor. Gilbert K. Chesterton tinha iniciado o seu caminho de conversão. (Tradução e adaptação: Clarissa Oliveira) Fonte: Aleteia #tristeza #Chesterton #Cristianismo #gkchesterton #alegria #ateísmo

  • Como é uma tentação? Como identificá-la e vencê-la?

    Uma análise a partir do exemplo de Eva Pensemos em Jesus diante das tentações no deserto. Ele se livrou rapidamente do demônio. Não entrou em diálogo com o inimigo, mas lhe respondeu com convicção e de maneira decidida. Pensemos agora em Eva. Analisemos as palavras do Gênesis sobre atentação original: O demônio se aproxima e propõe um tema de conversa: – É verdade que Deus vos proibiu comer do fruto de toda árvore do jardim? E a mulher, em vez descartar seu interlocutor, começa um diálogo: – Podemos comer do fruto das árvores do jardim. Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, Deus disse: Vós não comereis dele, nem o tocareis, para que não morrais. Com este diálogo, a mulher se expôs a um grande perigo. A alma que sabe o que Deus proibiu não perde tempo com esta questão, não abre espaço para dúvidas, pensamentos inúteis, desejos ou atitudes que levam ao pecado. Voltemos a Eva: o demônio, astuto como é e, além disso, pai da mentira, poderia fazê-la sucumbir, pois o anjo – anjo caído, mas que não deixa de ser anjo, com poderes angélicos muito superiores às qualidades humanas. De fato, sabemos o que aconteceu: já iniciado o diálogo, já enfraquecido o entendimento da mulher, o demônio passou a fazer uma proposição direta ao pecado, uma mentira, pintando-lhe um panorama maravilhoso: ser como Deus. – Oh, não! – tornou a serpente – vós não morrereis! Mas Deus bem sabe que, no dia em que dele comerdes, vossos olhos se abrirão, e sereis como deuses, conhecedores do bem e do mal. O demônio também pode oferecer uma felicidade oculta por trás dopecado, insinuando, além disso, que nada de ruim nos acontecerá; que podemos nos arrepender e que Deus é misericordioso. A essa altura da tentação, a alma ainda está em capacidade de parar, pois a vontade ainda não consentiu. Mas, se não corta imediatamente, as forças vão se enfraquecendo e a tentação vai tomando mais força. Depois vem o momento do vacilo: – A mulher viu que o fruto da árvore era bom para comer, de agradável aspecto e mui apropriado para abrir a inteligência. Vencer a tentação neste ponto é muito difícil, mas não impossível. No entanto, a alma já está muito enfraquecida diante do panorama tão atraente que lhe foi apresentado. “Tomou dele, comeu, e o apresentou também ao seu marido, que comeu igualmente.” E o que é pior: fez outro cair. Cometeu umpecado duplo: o seu e o de escândalo, fazendo que outro pecasse. Depois vem o momento da desilusão: onde está o maravilhoso panorama sugerido pelo inimigo? “Então os seus olhos abriram-se; e, vendo que estavam nus, tomaram folhas de figueira, ligaram-nas e fizeram cinturas para si.” A alma percebe que ficou nua diante deDeus e que perdeu a graça santificante: Deus já não habita nela. Depois da desilusão, vem o remordimento. Diante deste apelo da consciência, a pessoa pode tentar se esconder, rejeitando a voz deDeus, ou arrepender-se e pedir perdão ao Senhor no sacramento da confissão. “E eis que ouviram o barulho (dos passos) do Senhor Deus que passeava no jardim, à hora da brisa da tarde. O homem e sua mulher esconderam-se da face do Senhor Deus, no meio das árvores do jardim. Mas o Senhor Deus chamou o homem, e disse-lhe: ‘Onde estás?’” Como lutar contra as tentações? A oração é o principal meio na luta contra as tentações e a melhor forma de vigiar. “Vigiar e orai para não cair em tentação” (Mt 26, 41). “Quem ora se salva, quem não ora se condena”, ensinava Santo Afonso Maria de Ligório. O que fazer diante da tentação? Acabar com ela imediatamente. Como? Também orando, pedindo ao Senhor a força para não cair. O Catecismo nos diz que este combate e esta vitória só são possível com a oração (n. 2849). “Não nos deixeis cair em tentação”, ensinou Jesus no Pai-Nosso. A oração impede que o demônio tome mais força e acaba mandando o demônio embora. Sabemos que temos todas as graças para ganhar a batalha, porque, “se Deus está conosco, quem estará contra nós?” (cf. Rom 8, 31). E depois da tentação, o que fazer? Se vencemos, precisamos atribuir o triunfo a quem ele pertence:Deus, que não nos deixa cair na tentação; agradecer-lhe e pedir seu auxílio para futuras tentações. Se caímos, saber que Deus nos perdoa quantas vezes tivermos pecado e, arrependidos e com desejo de não voltar a pecar, voltarmos a ele por meio do sacramento da Confissão. Fonte: Catoliscopio.com #Deus #pecado #tentação

  • Famoso pastor pentecostal e sua esposa se tornam católicos

    O pastor protestante sueco Ulf Ekman e sua esposa Birgitta anunciaram que, na próxima Páscoa, eles se converterão à Igreja Católica. O anúncio, que causou grande surpresa e comoção em muitos, foi feito há alguns dias, durante um sermão na congregação pentecostal que fundaram há 30 anos. A fama de Ekman também se espalhou devido aos seus livros, traduzidos a 60 idiomas, a um programa de televisão, uma escola bíblica fundada por ele, sua comunidade “Palavra de Vida” (com mais de 3 mil membros, 12 pastores e uma escola com mil alunos). O “processo” de Ekman leva cerca de 10 anos, durante os quais ele pesquisou com atenção o Catecismo da Igreja Católica e sua doutrina social, e teve contato com líderes da Renovação Carismática Católica, que o marcaram pelo seu testemunho. “Percebemos que nossos preconceitos protestantes não tinham base alguma, em muitos casos”, afirmou. Uma das reflexões que mais o atraíram à Igreja Católica foi a da unidade do Corpo de Cristo. “Acreditar na unidade [dos cristãos] tem consequências práticas, disse. Seus argumentos neste campo foram expostos na revista “Varlden Idag”, em uma entrevista: “Não entendo que se diga que não precisamos de um magistério. Se temos 5 versículos da Bíblia e 18 comentários sobre estas escrituras, quem decidirá? Meu intelecto é melhor que o seu, eu li mais, posso convencer melhor que você… ou existe um magistério que orienta sobre como julgar o assunto. Do Papa, ele disse que é a máxima expressão de um magistério, e que ele acredita “na necessidade de uma autoridade definitiva”. Para continuar tratando do tema da unidade, o pastor citou João 11, 52: “Sim, Jesus não ia morrer somente pelo povo, mas também para reunir os filhos dispersos de Deus”. “Jesus morreu por isso – comentou. Acho que está muito forte no coração de Deus o desejo de que nos unamos.” Esta unidade não pode ser meramente relacional, pois “a Igreja é o Corpo de Cristo, uma entidade estruturada. É concreta, não uma nuvem de gás. O Corpo é visível. O modelo é Jesus, que teve um corpo visível durante 30 anos.” Um antecedente de cunho místico Ekman era um jovem estudante na década de 70 quando, sentado em um restaurante, sentiu as lágrimas escorrerem e não conseguiu evitar o choro. “Tive uma experiência instantânea de como Jesus sofre porque sua Igreja está dividida. Foi como um relâmpago. Senti: ‘Isso não é do agrado de Deus’. Jesus chorava por isso. Eu o senti naquele restaurante, na hora do almoço. Depois isso desapareceu da minha memória. Mas voltou a surgir nos últimos 10 anos”, recordou. Mas o tema da unidade não é o único. Ao anunciar sua entrada á Igreja Católica, ele recordou algumas das suas razões. “Vimos [na Igreja Católica] um grande amor por Jesus e uma teologia sã, fundada na Bíblia e no dogma clássico. Vivenciamos a riqueza da vida sacramental. Vimos a lógica de ter uma estrutura sólida no sacerdócio, que mantém a fé da Igreja e que a transmite à geração seguinte. Encontramos uma força ética e moral e uma coerência que pode enfrentar a opinião geral, e uma tendência bondosa com relação aos pobres e fracos. Finalmente, mas não menos importante, tivemos contato com representantes de milhões de católicos carismáticos e vimos sua fé viva.” Em seu processo, Ekman destaca também o papel de dois religiosos: Dom Anders Arborius, único bispo católico da Suécia, e o padre carmelita Wilfrid Stinissen, reconhecido escritor. A partir de agora, ele será um “simples católico”. Isso entre aspas, pois certamente a Igreja o convidará a usar seus dons para a missão. “Nós nos sentimos um pouco como Abraão e Sara: dois idosos entrando em um país desconhecido”, acrescentou. Mas eles têm a certeza do auxílio de Deus. Fonte: AICA #Birgitta #IgrejaCatólica #UlfEkman #WilfridStinissen

  • 10 regras de ouro que ajudarão seus filhos a respeitar a autoridade

    Os limites são para os filhos e não para os pais. É melhor estabelecer as regras o quanto antes Impor limites pede criatividade. Não existem receitas, cada famíliatem a própria cultura e as próprias necessidades. O que funciona para um, não funciona para o outro, mas podemos partir de alguns elementos gerais: 1. Lembre-se que os limites e as regras são para os filhos e não para os pais. Às vezes os filhos pedem que os pais sigam as mesmas regras. Mesmo se o melhor modo se seguir as regras é ter um bom exemplo, isso não permite que seus filhos lhe ditem regras similares às deles. São os filhos a serem educados, não os pais. Isto os ajudará a entender que a autoridade são os pais e não os filhos. 2. As consequências estabelecidas para cada regra, além de serem lógicas e terem uma ligação com a falha, devem ser cumpridas no momento. Não estabeleça consequências que durem meses, ou sejam permanentes, porque a criança com o passar do tempo não saberá por qual motivo foi punida e se sentirá somente ressentida. 3. Em qual momento deve-se iniciar a colocar regras? O quanto antes melhor. Não pense que as crianças não o compreendem porque são pequenas. Podemos iniciar desde o primeiro momento com os horários de sono, de comer e de tomar banho. Isto lhe permitirá não se sentir tão oprimido pelas várias incumbências que implica o fato de tomar conta de uma criança. Começar cedo permite que as crianças ganhem confiança, tenham menos problemas quando chegar o momento de ir para a escola e adaptar-se rapidamente às regras da mesma. 4. É importante que uma vez estabelecida a regra, a mesma não seja repetida a cada momento. Deixe que as crianças se observem e cuidem do próprio comportamento. 5. Até qual idade devem ser exercidas as regras? Até que os filhos vivam sob o seu teto e dependam de certa forma de você, devem existir regras que favoreçam uma convivência sã e respeitosa. Quando forem independentes e autossuficientes estabelecerão asregras da própria casa. 6. É importante que, antes de colocar limites, estabeleçam-se bem as regras para que as crianças saibam quais delas quebraram. 7. É importante que os adolescentes participem na definição das regras e limites. 8. O maior esforço que é necessário cumprir é aquele de ser constante e coerente com as regras. Se você mesmo as quebra perderá credibilidade diante dos seus filhos. 9. Quando seus filhos recebem visitas em casa, devem explicar aos amigos quais são as regras para não serem mal entendidos. Se você não permite que seus filhos brinquem no sofá, serão eles que dirão aos amigos que na casa deles é proibido. Por exemplo: se você não permite que seus filhos adolescentes bebam álcool em casa, é preciso se assegurar que os amigos deles saibam que a festa em sua casa não prevê álcool. Isto permitirá que seus filhos convidem os amigos tranquilamente evitando péssimas experiências. 10. Quando você visita alguém, lembre seus filhos as regras fora de casa, mas se os avós são permissíveis e tolerantes, coisa que talvez você não suporte, considere que eles não são responsáveis pela educação; você pode até permitir alguns mimos da avó, mas retome as regras quando voltar para casa. Por exemplo, se você não permite que seus filhos comam na frente da televisão, mas os avós oferecem pipoca, lembre-os de que será somente desta vez porque os avós deixaram. Todas estas recomendações facilitarão o exercício de autoridade, vista como um serviço que os pais oferecem aos filhos. #autoridade #Pais #limites #família #Filhos #regras #casamento #crianças

  • 7 grandes razões para se confessar amanhã mesmo (e sempre)

    A confissão é um presente: aproveite já, aproveite muitas vezes e leve os seus filhos consigo! No Instituto Gregoriano do Colégio Beneditino, nós consideramos que está na hora de os católicos promoverem imaginativa e vigorosamente a confissão. E não somos nós que estamos dizendo isso: “A renovação da Igreja na América depende da renovação da prática da penitência”, disse-nos o papa Bento XVI no National Stadium, em Washington. O papa João Paulo II passou os últimos anos da sua vida na terra pedindo que os católicos retornassem à confissão, inclusive mediante um documento “motu proprio” urgente e através da encíclica sobre a Eucaristia. Ele chamou a crise na Igreja de “crise da confissão” e escreveu aos sacerdotes: “Sinto a necessidade premente de exortá-los, como fiz no ano passado, a redescobrir para si mesmos e ajudar os outros a redescobrirem a beleza do sacramento da reconciliação”. Por que toda essa importância dedicada à confissão? Porque quando fugimos dela, nós perdemos o senso do pecado. E a perda do senso do pecado é a raiz de muitos males do nosso tempo, do abuso de crianças à desonestidade financeira, do aborto ao ateísmo. Como, então, promover novamente a confissão? Sugiro 7 motivos, tanto naturais quanto sobrenaturais, para voltarmos à confissão: 1. Porque o pecado impõe um fardo sobre as nossas costas. Um terapeuta conta a história de um paciente que passava por um ciclo terrível de depressão e de repulsa por si mesmo desde o ensino médio. Nada parecia ajudá-lo. Um dia, o terapeuta encontrou o paciente na frente de uma igreja católica. Eles entraram na igreja porque tinha começado a chover e viram uma fila de pessoas indo ao confessionário. “Será que eu não devia ir também?”, perguntou o paciente, que tinha recebido o sacramento quando criança. “Não!”, respondeu o terapeuta. O paciente foi assim mesmo. Saiu do confessionário com seu primeiro sorriso em anos e começou um processo de melhora que se prolongou durante as semanas seguintes. O terapeuta começou a estudar mais sobre a confissão, se converteu ao catolicismo e hoje aconselha a confissão regular a todos os seus pacientes católicos. O pecado nos leva à depressão porque não é apenas uma violação arbitrária de regras: é uma violação da finalidade proposta por Deus ao nosso próprio ser. A confissão elimina a culpa e a ansiedade causadas pelo pecado e nos traz a cura. 2. Porque o pecado nos vicia. Aristóteles disse: “Nós somos o que fazemos repetidamente”. O Catecismo diz: “O pecado cria uma propensão ao pecado”. As pessoas não apenas mentem: elas se tornam mentirosas. Nós não apenas roubamos: nós nos tornamos ladrões. O pecado vicia. A ruptura com o pecado nos redefine, permitindo que iniciemos novos hábitos de virtude. “Deus está determinado a libertar os seus filhos da escravidão e conduzi-los à liberdade”, disse o papa Bento XVI. “E a escravidão pior e mais profunda é a do pecado”. 3. Porque precisamos desabafar. Se você quebra um objeto de grande valor afetivo pertencente a um amigo, você nunca ficará satisfeito só com o fato de sentir remorso. Você se sentiria obrigado a explicar a ele o que fez, expressar a sua tristeza e fazer o que for necessário para consertar o estrago. Acontece o mesmo quando “quebramos” algo em nosso relacionamento com Deus. Precisamos dizer a Ele que sentimos muito e tentar corrigir o erro. O papa Bento XVI nos lembra que nós temos que sentir a necessidade de confessar os nossos pecados, mesmo que eles não sejam graves. “Nós limpamos as nossas casas, os nossos quartos, pelo menos uma vez por semana, embora a sujeira seja sempre a mesma, para vivermos na limpeza, para começarmos de novo”, disse ele. “Podemos dizer algo semelhante quanto à nossa alma”. 4. Porque a confissão nos ajuda a nos conhecer. Nós nos enxergamos, normalmente, de um jeito errado. A nossa opinião sobre nós mesmos é como uma série de espelhos distorcidos. Às vezes, vemos uma versão maravilhosa e imponente de nós mesmos. Às vezes, vemos uma versão grotesca. A confissão nos obriga a olhar para as nossas vidas objetivamente, a separar os verdadeiros pecados dos sentimentos ruins e a nos vermos como realmente somos. O papa Bento XVI afirmou: “A confissão nos ajuda a ter uma consciência mais alerta, mais aberta e, portanto, também nos ajuda a amadurecer espiritualmente e como pessoas humanas”. 5. Porque a confissão ajuda as crianças. As crianças também precisam se confessar. Alguns autores têm enfatizado os aspectos negativos da confissão na infância: segundo eles, a confissão as “forçaria a pensar em coisas que geram culpa”. Mas não precisa ser desse jeito. Danielle Bean, da Catholic Digest, explicou certa vez que os seus irmãos e irmãs se confessavam e depois rasgavam o papel em que tinham escrito a confissão, jogando-o na lixeira da igreja. “Que libertação! Jogar os meus pecados de volta ao lixo de onde eles vieram! ‘Bati na minha irmã seis vezes’ e ‘respondi quatro vezes para a minha mãe’ não eram mais um fardo que eu tinha que carregar!”. A confissão pode ajudar as crianças a desabafar sem medo, a receber o aconselhamento gentil de um adulto quando elas estão preocupadas ou com medo de falar com os pais. Um bom exame de consciência pode orientar as crianças a pensar nas coisas apropriadas para confessar. Muitas famílias fazem da confissão um passeio seguido de um sorvete! 6. Porque confessar os pecados mortais é necessário. O Catecismo diz que o pecado mortal não confessado nos exclui do Reino de Cristo e nos causa a morte eterna no inferno, porque a nossa liberdade tem o poder de fazer escolhas definitivas. A Igreja nos lembra reiteradamente que os católicos em pecado mortal não podem receber a comunhão sem antes se confessarem. O pecado é mortal quando reúne simultaneamente três condições: matéria grave, pleno conhecimento e consentimento deliberado, explica o Catecismo. Os pecados que implicam matéria grave incluem, por exemplo, o aborto e a eutanásia, qualquer atividade sexual extraconjugal, o roubo, a pornografia, a calúnia, o ódio, a inveja, a não participação da missa aos domingos e nos dias de preceito, entre outros. 7. Porque a confissão é um encontro pessoal com Cristo. Na confissão, é Cristo quem nos cura e nos perdoa através do ministério do sacerdote. Temos um encontro pessoal com Cristo no confessionário. Assim como os pastores e os magos na gruta de Belém, nós encontramos reverência e humildade. E, assim como os santos na crucificação, nós encontramos gratidão, arrependimento e paz. Não há maior realização na vida do que ajudar outra pessoa a voltar à confissão. Temos que estar dispostos a falar da confissão do jeito que falamos de todos os outros eventos significativos da nossa vida. O comentário espontâneo “Não vou poder nesse horário porque vou me confessar” pode ser mais convincente do que um discurso teológico. E se a confissão é um evento significativo em nossas vidas, ela é também uma resposta apropriada para a pergunta “O que você vai fazer neste fim de semana?”. Além disso, muitos de nós têm histórias engraçadas ou interessantes para compartilhar sobre a confissão: por que não contá-las com naturalidade aos amigos? Ajude a tornar a confissão normal de novo! Ajude o máximo possível de pessoas a descobrir a beleza deste sacramento libertador! Fonte: Aleteia #confissão #Sacramentos

  • Qual a importância de rezar a Ave Maria?

    Todas as vezes que rezamos a Ave Maria, saudamos Maria com aquela mesma saudação que Santa Isabel, “cheia do Espírito Santo”, saudou sua prima, “em alta voz”: “Bendita és tu entre as mulheres” (Lc 1,42). Maria é “a filha predileta de Deus”, diz o Concílio Vaticano II (LG n. 53), “aquela que na Santa Igreja ocupa o lugar mais alto depois de Cristo e o mais perto de nós” (LG, n. 54). O mesmo Concílio afirma que “por graça de Deus exaltada depois do Filho acima de todos os anjos e homens, como Mãe santíssima de Deus, Maria esteve presente nos mistérios de Cristo e é merecidamente honrada com culto especial pela Igreja” (LG n. 66). São Bernardo, o apaixonado cantor da Virgem Maria, no Sermão 47 diz: “Ave Maria, cheia de graça, porque agradável a Deus, aos anjos e aos homens. Aos homens, por causa de sua fecundidade; aos anjos, por causa de sua virgindade; a Deus, por sua humildade. Ela mesma atesta que Deus olhou para ela porque viu sua humildade” (MM, p. 29). O Livro dos Provérbios diz: “A Sabedoria construiu para si uma Casa, nela esculpiu sete colunas” (Pr. 9,1). S. Bernardo, comentando este texto no “Sermão de Assumptione B. Mariae”, aplicou-o à Virgem Maria: Casa Virginal, sustentada por sete colunas, porque enriquecida com os sete dons do Espírito Santo: o dom da sabedoria, o da inteligência, o do conselho, o da fortaleza, o da ciência, o da piedade e o do temor de Deus” (MM, p. 69). Se ela é aquela criatura única “cheia de graça” e da presença do Senhor – “o Senhor é contigo” -, então Maria está repleta de todos os dons e graças de Deus. São Tomas de Aquino afirmou: “…a bem-aventurada Virgem Maria, pelo fato de ser Mãe de Deus, tem uma espécie de dignidade infinita por causa do bem infinito que é Deus” (MM, p. 100). E, na mesma linha, Santo Epifânio escreveu: “Com exceção de Deus, Tu és, ó Virgem, superior a todas as coisas” (idem). Ensina Santo Afonso que “Maria é a filha primogênita do Pai Eterno”, e diz que os sagrados intérpretes e os Santos Padres aplicam-lhe este texto da Escritura: “Eu saí da boca do Altíssimo, a primogênita antes de todas as criaturas” (Eclo 24,5). Segundo o santo doutor, “Maria é a primogênita de Deus por ter sido predestinada juntamente com o Filho nos decretos divinos, antes de todas as criaturas. Ou então é a primogênita da graça como predestinada para Mãe do Redentor, depois da previsão do pecado” (GM,  p. 208). E também diz São Bernardo à Senhora: “Antes de toda a criatura fostes destinada na mente de Deus para Mãe do Homem-Deus” (GM p. 228). “A graça que adornou a Santíssima Virgem sobrepujou não só a de cada um em particular, mas a de todos os santos reunidos”, afirma Santo Afonso. E mais: “Não se pode pôr em dúvida que, simultaneamente com o decreto divino da Encarnação, ao Verbo de Deus foi também destinada a Mãe da qual devia tomar o ser humano. E essa foi Maria” (GM, p. 229). Segundo ensina S. Tomas, “a cada um o Senhor dá graça proporcionada à dignidade a que o destina. A Santíssima Virgem foi escolhida para ser Mãe de Deus, e portanto o Altíssimo capacitou-a certamente com Sua graça. Antes de ser Mãe foi Maria, por conseguinte, adornada de uma santidade tão perfeita que a pôs à altura dessa dignidade” (GM, p. 230), Entre todas as mulheres de todos os tempos e de todos os lugares. Deus escolheu Maria para ser Sua Mãe. Esta glória de Maria a fez cantar perante S. Isabel: “Minha alma glorifica ao Senhor, meu espírito exulta de alegria em Deus meu Salvador, porque olhou para sua pobre serva. Por isso, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações, porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é Santo…” (Lc 1,42ss). O Magnificat é o canto de glória de Maria, por ter sido a eleita de Deus. Em sua qualidade de Mãe, tem a Virgem um certo direito singular a todos os dons de seu Filho, afirmam os santos e teólogos. Todas as criaturas revelam Deus de algum modo, são como espelhos da divindade. Alguém já disse que “Deus não fala, mas tudo fala de Deus”. Maria é um espelho especialíssimo de Deus, diz São Tomás de Aquino. “Os outros santos”, ele diz, “são exemplos de virtudes particulares: um foi humilde, outro casto, outro misericordioso, e assim nos são oferecidos como exemplos de uma virtude. Mas a bem-aventurada Virgem é exemplo de todas as virtudes” (MM, p. 51). É por isso que a Ladainha lhe chama de “Espelho de Justiça”. Diz Santo Afonso que Nossa Senhora revelou a Santa Isabel de Turíngia quem quando era ainda menina, no Templo de Jerusalém foi consagrada a Deus: “Levantava-me à meia-noite e ia ao Templo orar ao Senhor diante do altar para que me concedesse a graça de observar os preceitos e contemplar a mãe do Redentor. Roguei-lhe que me conservasse os olhos para vê-la, a língua para louvá-la, as mãos e os pés para servi-la, e os joelhos para adorar em seu seio o Divino Filho”. Então a santa ao ouvir isto perguntou à Virgem: “Mas, Senhora, vós não éreis cheia de graça e de virtudes?” Ao que Maria respondeu: “Sabe que eu me tinha como a mais vil entre as criaturas, e a mais indigna das graças do céu. Por isso pedia continuamente a graça e as virtudes… Pensas tu que eu tenha possuído a graça e as virtudes sem fadiga? Sabe que graça alguma recebi de Deus sem grande fadiga, oração contínua, desejo ardente, e muitas lágrimas e penitências” (GM, p. 246). Nossa Senhora revelou a Santa Brígida que desde pequenina foi cheia de Espírito Santo e, à medida que crescia em idade, aumentava também em graça. “Ciente, pela Sagrada Escritura, de que Deus devia nascer de uma virgem para salvar o mundo, abrasou-se de tal forma seu espírito no amor divino, que não pensava senão em Deus, não desejava senão a Deus e só em Deus se comprazia Sobretudo desejava alcançar a vinda do Messias, na esperança de ser a serva daquela feliz Virgem, que merecesse ser sua Mãe” (GM, p. 247). Afirma Santo Afonso “que certamente por amor dessa excelsa menina acelerou o Redentor sua vinda ao mundo. Enquanto Maria em sua humildade não se julgava digna nem mesmo de ser a serva da Divina Mãe, foi ela mesma a eleita para essa sublime dignidade. Com a fragrância de suas virtudes e poderosas súplicas atraiu a seu seio virginal o Filho de Deus. (Como a rola que vai pelos campos, Maria sempre gemia no templo) lamentando as misérias do mundo perdido e pedindo a Deus a comum redenção. Oh! Com afeto e fervor repetia diante de Deus as súplicas dos profetas, para que mandasse o Redentor” (GM, p. 247). Foi por isto, afirma S. João Crisóstomo, que “Deus escolheu Maria para Sua Mãe na terra, porque aqui não achou virgem mais santa e perfeita que ela, nem lugar mais digno para Sua morada ao que seu sacrossanto seio”. E também S. Bernardo e S. Antonio afirmam que, “para ser eleita e destinada à dignidade de Mãe de Deus, devia a Santíssima Virgem possuir uma perfeição tão grande e consumada que nela excedesse todas as outras criaturas” (GM, p. 248). Assim como Nossa Senhora, ainda menina, apresentou-se no Templo e se ofereceu totalmente a Deus, apresentemo-nos também a ela, sem reservas, e peçamos-lhe que nos ofereça a Deus. Certamente Deus não rejeitará sua oferta, já que vem pelas mãos daquela que foi templo vivo do Espírito Santo, as delícias de seu Senhor e a Mãe eleita do Verbo Eterno. “Quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado” (Mt 23,12), repetiu várias vezes o Senhor. Logo que Deus determinou fazer-se homem para redimir o homem decaído e assim manifestar ao mundo sua misericórdia infinita, certamente buscava entre todas as mulheres aquela que fosse a mais santa e humilde para ser Sua Mãe. Como diz o Livro dos Cânticos: “Há um sem número de virgens (a meu serviço), mas uma só é a minha pomba, a minha eleita” (Ct 6, 8-9). Foi por sua imensa humildade que Deus tanto exaltou Maria. E a própria Virgem e diz no seu canto: “porque olhou para a humildade de sua serva” (Lc 1,48). Foi essa “humildade”, profunda e real, que tanto encantou o coração de Deus que fez com que a elegesse a “bendita entre as mulheres”. Quanto mais reconhecemos nosso “nada”, mais Deus se faz “tudo” em nós. São Bernardo assim se expressa: “A virgindade é certamente uma virtude louvável, mas a humildade é mais necessária. Aquela é objeto de conselho; esta de preceito. Podes salvar-te sem a virgindade; não sem a humildade. Eu diria: se perderes a virgindade, a humildade que deplora essa perda, pode agradar a Deus; mas se a humildade ouso dizer que nem a virgindade de Maria teria agradado ao Senhor” (MM, p. 29). Também Santo Alberto Magno (1206-1280), bispo e doutor da Igreja, o grande mestre de São Tomás de Aquino, comentando a palavra de Maria diz: “Ela não disse: ‘Olhou para a castidade de sua serva’, porque, como lembrou Santo Agostinho, a humildade da Virgem agradou mais a Deus que a castidade. Às vezes, com humildade, mesmo aquele que não foi casto até então, pode agradar, como aconteceu com aquela mulher que era pecadora pública na cidade (Lc 7,37ss.). Mas nunca a castidade poderá agradar sem a humildade. Por isso, as virgens insensatas, enfatuadas pelo vazio de sua soberba, desagradaram” (MM, p. 30). Há uma frase célebre que aparece pelo menos três vezes na Bíblia: “Deus resiste aos soberbos mas dá Sua graça aos humildes” (1Pd 5,6; Tg 4,6; Pr. 3,34). Enquanto nosso coração não for totalmente despojado de nós mesmos, de nossa soberba e orgulho, vaidade e vanglória, auto-suficiência e arrogância, prepotência e presunção, amor próprio e reputação, desejo de aparecer e de ser elogiado, etc., Deus não terá espaço em nossa alma para fazer “Sua obra”, isto é, tornar-nos à imagem e semelhança de seu Filho (Rm 8,29) e gerá-Lo em nós como o pôde fazer em Maria. Diz Santo Antônio que “o perfume da humildade de Maria subiu ao céu e atraiu o Verbo do seio Eterno do Pai a seu seio virginal. De modo que o Senhor, atraído pela fragrância dessa humilde virgenzinha, a escolheu para Sua Mãe. Mas, para maior glória e merecimento desta Mãe, não se quis fazer seu Filho sem o seu consentimento” (MM, p. 253). Maria é ainda “bendita entre todas as mulheres”, porque as outras herdaram o pecado original e ela foi sempre isenta de toda a mácula. A humildade de Maria é tal que ela se perturbou quando o anjo Gabriel a louvou com a saudação: “Ave, cheia de graça; o Senhor é convosco” (Lc 1,28). Sobre isto disse S. Bernardino de Sena: “Houvesse um anjo declarado que ela era a maior pecadora do mundo, e não teria a Virgem se admirado tanto; mas, ouvindo aqueles louvores tão sublimes, toda se perturbou. E isso porque, sendo tão cheia de humildade, aborrecia todo elogio e desejava que apenas seu Criador, fonte e origem de todo bem, fosse louvado e bendito”. Assim também o disse Maria a Santa Brígida, falando do tempo em que foi eleita Mãe de Deus” (GM, p. 253). E a resposta de Maria ao anjo Gabriel foi a mais bela, a mais humilde e prudente que poderia dar: “Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo tua palavra”. “Poderosa, ó eficaz, augustíssima palavra!” exclama S. Tomás de Villanova. “Com um Fiat” (faça-se) criou Deus a luz, o céu, a terra, mas com este “fiat” de Maria um Deus se tornou homem como nós” (GM,  p.255). Diz São Bernardo que “quanto mais Maria se viu exaltada tanto mais se humilhou. Ah! Senhora, por esta tão bela humildade, vós vos fizestes digna de ser olhada por Deus com amor singular; digna de enamorar nosso Rei com vossa beleza; digna de atrair, com a suave fragrância de vossa humildade, o eterno Filho, de seu repouso no seio de Deus, a vosso puríssimo ventre” (GM, p. 256). Essa inocente Virgem tornou-se cara a Deus por sua pureza, mas por sua humildade fez-se digna, tanto quanto possível a uma criatura, de ser Mãe de seu Criador. A própria Virgem assim o disse a Santa Brígida: “Como mereci eu a graça insigne de me tornar Mãe de meu Senhor, senão porque conheci meu nada e me humilhei?” (GM,  p. 256). A humildade de Maria foi a sua disposição mais perfeita para ser Mãe de Deus. Foi como uma escada pela qual o Senhor desceu à terra para se fazer homem em seu seio, afirmam os santos. Enfim, diz Santo Afonso, “não pôde Maria humilhar-se mais do que se humilhou. Tendo-a feito Sua Mãe, Deus não pôde exaltá-la mais que a exaltou” (GM  p. 258). Assim, Deus a colocou em uma altura superior aos anjos e santos, dizem Santo Efrém e S. André de Creta. Só Deus é superior a Maria, todos os demais seres vivos lhe são inferiores. É tão grande, em suma, a grandeza da Virgem, conclui S. Bernardo, que “só Deus pode e sabe compreendê-la” (GM,  p. 258). Sendo Maria Mãe de Deus, excede com isso a toda grandeza e dignidade que se possa exprimir ou imaginar depois de Deus. Nenhum de seus outros títulos: Rainha do Céu, Soberana dos Anjos, Rainha dos Apóstolos, etc., é mais honroso que o de “Mãe de Deus”. Diz Santo Alberto Magno quer “ser Mãe de Deus é a dignidade imediata depois da dignidade de ser Deus”, pois São Tomás de Aquino ensina que “quanto mais uma coisa se avizinha ao seu princípio tanto mais de sua perfeição”. São Pedro Damião afirma que, se Deus habita em diversos modos nas criaturas, em Maria habitou de modo especial, fazendo-se a mesma coisa com Maria” (GM, p. 259). São Tomás ensina que, “tendo sido feita Mãe de Deus, em razão dessa união tão estreita com o Bem infinito Maria recebeu uma certa dignidade infinita”. Afirma São Tomás de Vilanova que “os santos evangelistas calam-se sobre os louvores de Maria porque sua grandeza é indizível. Foi suficiente escrever: ‘dela nasceu Jesus, que se chama o Cristo” (MM, p. 44). Afirmam os santos que Deus pode fazer um mundo maior, um céu mais extenso, mas não pode fazer uma criatura mais excelsa que fazendo-a Sua Mãe” (GM,  p. 260). Por isso Maria cantou bem alto: “Realizou maravilhas em mim, Aquele que é poderoso e cujo nome é Santo” (Lc 1,49). Segundo S. Bernardino, “por amor de Maria, Deus não destruiu o homem depois do pecado de Adão” (GM, p. 261). Afirma Santo Afonso que Maria, “mesmo na infância, desse estado teve unicamente a inocência, mas não o defeito de incapacidade. Pois desde o primeiro instante de sua vida teve o uso perfeito da razão.” O Senhor revelou a Santa Brígida que a beleza de Sua Mãe excedeu a de todos os anjos e santos. Sua beleza afugenta os pensamentos impuros afirmam Santo Ambrósio e S. Tomás. E concluí Santo Afonso: “Esta Divina Mãe é infinitamente inferior a Deus, mas é imensamente superior a todas as criaturas” (GM, p. 261). Se é impossível achar um Filho mais nobre que Jesus, é impossível também encontrar uma Mãe mais nobre que Maria. S. João Damasceno, resumindo o pensamento da Tradição, disse: “Convinha que as honras rendidas ao Filho se rendessem também à Sua Mãe” (MM, p. 42). E para mostrar que não são apenas os anjos que veneram a Virgem Maria, mas também o Pai, o Filho e o Espírito Santo, Santo Hipólito, mártir do século III, e Santo Agostinho diziam: “O que mandou que se honrasse o pai e a mãe, não iria deixar de honrar aquela que era Sua mãe, Sua esposa, Sua filha” (MM, p. 42). Que todos esses argumentos substanciais, colhidos na fértil e rica Tradição da Igreja, sirvam não só para os devotos de Maria se alegrarem com suas glórias, mas também para aumentar-lhes a confiança em sua poderosíssima proteção. Pois Maria, sendo Mãe de Deus, tem um certo direito sobre seus dons, em benefício dos que servem. Na opinião de S. Germano, “Deus não pode deixar de ouvir as súplicas de Maria, porquanto precisa reconhecê-la como Sua verdadeira e Imaculada Mãe” (GM, p. 262). Assim, não falta a nossa Mãe nem o poder nem a vontade de nos socorrer. Um dia Nossa Senhora disse a Santa Matilde que ninguém podia honrá-la melhor do que com a saudação da Ave-Maria. Se assim o fizermos, especialmente rezando o Terço diariamente, e até mesmo o Rosário, receberemos de Maria graças sobre graças. Na súplica de cada Ave Maria, nós lhe dizemos: “Santa Maria, Mãe de Deus…” É esta majestade que lhe dá poder de rogar por nós pecadores, agora, e na hora de nossa morte. Roguemos então a ela, que é “cheia de graça”, que nos conceda sermos, também nós, por sua intercessão, repletos da graça de Deus, em todo tempo e lugar, sem o que pereceremos. Prof. Felipe Aquino #Senhora #Homem #Aquino #Deus #Maria #virgem #dignidade #Senhor #Espírito #Santo #graça #humildade #AveMaria #Tomás #Bernardo #mãe

  • 24 jovens explicam por que não usam anticoncepcionais

    Em uma dos sites mais acessados do momento, o BuzzFeed, um mix de notícias e material produzido e compartilhado entre os usuários, 22 mulheres que trabalham no site postaram fotos delas mesmas com um cartaz na mão. No cartaz estava especificada a razão pela qual usam anticoncepcionais. Em resposta ao post, 24 leitoras, com outras fotos e cartazes, expuseram o motivo pelo qual não usam anticoncepcionais. É possível ver as fotos  aqui. Traduzimos os cartazes sobre o “não usamos” anticoncepcionais (alguns uma resposta direta ao “sim”): 1) Porque posso evitar uma gravidez sem envenenar meu corpo 2) Porque apesar das cólicas e da possibilidade de aparecerem espinhas, isso faz parte do ser mulher 3) Porque vale totalmente a pena 4) Porque o meu corpo é um dom para o meu futuro marido, e este dom inclui a maternidade 5) Porque sou responsável e tomo decisões aceitando as consequências das minhas ações 6) Porque quero um corpo saudável e natural 7) Porque ser fértil não é uma condição à qual preciso remediar 8) Sexo = doação TOTAL de si #NFP (Natural Family Planning, ou seja, métodos naturais de regulação da fertilidade) 9) Porque não preciso renunciar minha maternidade para ser uma feminista 10) Porque consigo me controlar 11) Porque os anticoncepcionais permitem aos homens usar as mulheres SEM consequências 12) Porque atingem os sintomas, NÃO o problema 13) Não quero colocar algo de artificial no meu corpo para impedir que aconteça algo natural 14) Porque o sexo é mais que diversão… gera a vida! 15) Porque tenho a PCOS (Síndrome do Ovário Policístico) e a pílula é menos eficaz que as alternativas naturais, mas as companhias farmacêuticas querem ganhar dinheiro 16) Porque os filhos NÃO são algo inconveniente, são um dom 17) Porque é mais legal ter dois filhos do que cães ou gatos 18) Porque o câncer de mama, câncer de colo de útero e infertilidade… não valem a pena 19) Porque NINGUÉM NUNCA está verdadeiramente pronto para ter filhos – e são uma das MELHORES e mais excitantes coisas, além da satisfação que podem causar 20) Porque ser mulher e a fertilidade são um dom lindo e eu quero um amor que seja doação de si e doação da vida 21) Porque me orgulho da minha feminilidade e porque conheço muitas jovens que têm problemas reprodutivos por causa dos anos de anticoncepcionais 22) Porque a vida é uma coisa linda, sempre 23) Porque quero um sistema reprodutivo 100% saudável e intacto quando estiver pronta para ter filhos 24) Porque a capacidade de gerar a vida é um super poder que sou orgulhosa de possuir Fonte: Aleteia #anticoncepcionais #eficaz #cartazes #cartaz #Filhos #Fotos #corpo #infertilidade #inconveniente #resposta #Câncer #Doação #Mulheres

  • Por que o Brasil é católico?

    Não sei se você sabia, mas quando o Brasil foi descoberto por Pedro Álvares Cabral, em 1500, estavam com ele 17 sacerdotes; e logo no dia da Páscoa celebraram a primeira Missa no Brasil, e Pedro Álvares deu-nos o nome de Terra de Vera (Verdadeira) Cruz; depois chamou de Terra de Santa Cruz e, infelizmente, posteriormente, trocaram por Brasil, o nome de uma madeira abundante. As caravelas do Rei Dom Manuel, o Venturoso, sempre iam para as Índias da África, com sacerdotes franciscanos, jesuítas, diocesanos e outros. Os índios assistiram a Primeira Missa, celebrada por Frei Henrique de Coimbra. Sem entenderem bem, os índios se olhavam, apontavam para a grande Cruz, e apontavam para o céu. Algo divino. Estive em Santarém, onde Cabral foi sepultado, para agradecer a Deus por tudo que já narrei. E fiquei muito feliz pelo que vi em seu túmulo: Uma enorme estátua dele, com as roupas de Capitão da Marinha portuguesa, segurando um belo Crucifixo levantado para o céu; não consegui estancar as lágrimas diante de meu amigo português que não entendeu…. Obrigado Senhor ! Obrigado pelo Rei católico, obrigado pelo Capitão católico, obrigado pelos 17 padres! Numa igreja ao lado do cemitério, pude ver a relíquia do milagre eucarístico de Santarém. Emocionante narrativa. Meus olhos umedeceram de novo… Quantas graças em tão pouco tempo. Um professor de História da Universidade de Coimbra ofereceu- me um jantar e contou-me algo emocionante: Em 1642,um grande rei católico, Dom João IV, coroou Nossa Senhora Imaculada como Rainha e Padroeira de Portugal, e deu-lhe a sua Coroa. E a Rainha fez o mesmo. Daí para frente os reis e Rainhas de Portugal não colocaram mais uma coroa na cabeça. Fiquei com uma santa inveja de Portugal, e no meu coração agradeci a Deus por ser descendente deles. Naquela noite eu entendi porque Nossa Senhora havia escolhido Portugal para aparecer em 1917 e salvar a Europa da Primeira Guerra e do comunismo ateu que matou cem milhões de pessoas. Entendi porque no dia Dela ( 13/05/1981) ela salvou o Papa João Paulo da morte. Entendi tudo. Os reis de Portugal, tal qual o rei Davi, consagraram seu reino, seu país e seu povo a Deus. Que bom se nossos Presidentes fizessem o mesmo! O Brasil se formou católico porque Portugal católico nunca permitiu, com a proteção de Nossa Senhora, que países com outras religiões nos dominassem. Por isso o Brasil, Terra de Santa Cruz, é católico. E Nossa Senhora aqui apareceu, em Aparecida, para confirmar tudo isso. Aleluia! #índios #Senhora #Álvares #Santarém #terra #Deus #Católico #Religiões #Coimbra #Brasil #Capitão #Rainhas #Rainha #Cabral #Cruz #Missa #Portugal

  • 10 passos para orar em casal

    A velocidade do mundo atual nos faz agir, às vezes, como seres mecânicos e programados, a tal ponto que, quando nos levantamos de manhã, nossa mente nos envia a informação de todas as funções, ações, percursos, tarefas e atividades que devemos cumprir correndo contra o relógio. Quando chega a noite e vamos para a cama, nós nos sentimos conformados ou frustrados, por termos cumprido ou não, em sua totalidade, o horário programado. E fazemos isso todos os dias, esquecendo-nos de algo muito importante: a oração em casal. A oração é o reconhecimento dos nossos limites e da nossa dependência: viemos de Deus, somos de Deus e retornamos a Deus. Por isso, quando oramos, e mais ainda quando o fazemos em casal, nossa união matrimonial se fortalece e nossa fé cresce, pois Deus se torna o centro da nossa vida e a Ele exprimimos nossas alegrias, tristezas, triunfos, fracassos, ideais e realidades. Minha esposa e eu entendemos assim. Por isso, assumimos o compromisso de reservar um tempo para a oração, antes de dormir. Às vezes, o cansaço da jornada do dia nos convida a deixar isso de lado, mas a disponibilidade em casal nos permitiu que um dos dois possa se encarregar de dirigir a oração, enquanto o outro acompanha em silêncio. A seguir, compartilhamos os 10 passos que seguimos para orar emcasal. Bastam alguns minutos, veja: 1. Estabelecer um horário para orar juntos. 2. Decidir quem vai guiar a oração. 3. Dar as mãos para orar. 4. Começar a oração agradecendo a Deus. 5. Pedir perdão. 6. Comprometer-se a consertar os erros. 7. Pedir aquilo de que mais precisam. 8. Afirmar que o que foi pedido se cumprirá. 9. Exprimir a Deus o quanto O amam. 10. Terminar a oração com um abraço. E você, reza em casal? Como o faz? Compartilhe conosco! Fonte: Por tu Matrimonio #Deus #permitiu #Jornada #oração #encarregar #dirigir #compromisso #orar #Esposa #cansaço #casal #disponibilidade

  • Papa assina e publica Carta Circular que instrui o “fim do abraço da paz” na Missa

    Missa Gaucha com o rito da paz nada adequado às normas da Igreja (Imagem Google) Papa Francisco assinou no início do mês a Carta Circular, preparada pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, que orienta sobre o significado do Ritual da Paz na Missa. No documento, a Congregação afirma que a Igreja através desta carta, quer alertar os católicos de que momento da paz não é a hora do recreio na missa, onde é permitida a baguncinha, onde todo mundo pode romper o silêncio, distribuir abraços, beijos, e até mesmo colocar o papo em dia. A carta atesta ainda que não é a hora de cantar músicas animadas, que estimulem palmas ou danças.  Também exorta ao sacerdote que não deve abandonar o Altar para cumprimentar os fiéis. As medidas se devem a simples observação, o momento da paz está inserido no Rito Eucarístico, um momento profundo onde o silêncio e a oração se fazem presentes, mas principalmente o próprio Cristo está sobre altar. Portanto o momento da paz é simples: de maneira discreta e profunda, deseje a PAZ DE CRISTO a pessoa que está do lado esquerdo e direito. Feito isso, segue o rito. Não fiquemos acenando para a aquele seu amigo que está do outro lado da igreja. c) De todos os modos, será necessário que no momento de dar-se a paz se evitem alguns abusos tais como: – A introdução de um “canto para a paz”, inexistente no Rito romano [9]. – Os deslocamentos dos fiéis para trocar a paz. – Que o sacerdote abandone o altar para dar a paz a alguns fiéis. – Que em algumas circunstâncias, como a solenidade de Páscoa ou de Natal, ou Confirmação, o Matrimônio, as sagradas Ordens, as Profissões religiosas ou as Exequias, o dar-se a paz seja ocasião para felicitar ou expressar condolências entre os presentes[10]. Leia o texto na íntegra: O SIGNIFICADO RITUAL DO DOM DA PAZ NA MISSA Fonte: O Anunciador #abusos #Cristo #abraçodapaz #Congregação #silêncio #sacerdote #Igreja #CartaCircular #altar #rito #Missa

  • Líder evangélico segue gesto de Francisco e pede perdão pela discriminação contra católicos

    ROMA, 01 Ago. 14 / 11:53 am (ACI/EWTN Noticias).- Geoff Tunnicliffe, secretário geral da Aliança Evangélica Mundial, que reúne 600 milhões de fiéis protestantes, destacou a reunião do Papa Francisco com cristãos pentecostais em Caserta (Itália), e afirmou que os fiéis evangélicos também têm que reconhecer suas faltas e pedir perdão por ter discriminado os católicos. “Reconheço que na história houve situações em que os protestantes, incluindo os evangélicos, cometeram atos de discriminação em relação aos cristãos católicos. Eu fico realmente muito triste com essas ações: na verdade, podemos não estar de acordo sobre a questão teológica, mas isso nunca deveria levar à discriminação e muito menos às perseguições. Devemos reconhecer todos os nossos pecados e nos pedir perdão uns aos outros. Parece-me que o Papa Francisco deu um grande exemplo”, manifestou Tunnicliffe à Rádio Vaticano. O pastor evangélico afirmou que o passo dado pelo Papa ao pedir perdão “é um grande exemplo” e deve ser uma mensagem para todo mundo, em especial, para aqueles países onde existem tensões entre católicos e evangélicos. Em sua visita a Caserta, o Papa Francisco teve uma reunião com seu amigo, o pastor pentecostal Giovanni Traettino e com duzentos fiéis pentecostais vindos dos Estados Unidos, Argentina e outros países. Em seu discurso, Francisco fez um chamado à unidade dos cristãos e lamentou as divisões ocorridas no passado. Nesse sentido, pediu perdão pelas vezes que alguns católicos “perseguiram e denunciaram os irmãos pentecostais”. “Eu sou o pastor dos católicos e peço perdão por aqueles irmãos e irmãs católicos que não compreenderam e foram tentados pelo diabo e fizeram o mesmo que os irmãos de José. Peço ao Senhor que nos dê a graça de reconhecer e de perdoar”, expressou. Nesse sentido, o Santo Padre alentou os fiéis evangélicos a participarem do caminho da unidade. “Nós estamos neste caminho da unidade, entre irmãos. Alguém estará surpreso: ‘O Papa foi visitar evangélicos!’ Foi encontrar irmãos! Sim! Porque, na verdade, foram eles que vieram primeiro me encontrar em Buenos Aires. E isso é um testemunho. Vieram e se aproximaram. E assim começou esta amizade, esta proximidade entre os pastores de Buenos Aires. E hoje aqui. Agradeço muito a vocês, peço que rezem por mim”, expressou. #Protestantes #PapaFrancisco #AliançaEvangélicaMundial #GeoffTunnicliffe #Jesus #ecumenismo #GiovanniTraettino

  • Pe. Gabriele Amorth: “Cada diocese deveria ter um exorcista”

    O célebre exorcista propõe a retomada dos estudos de angelologia e de demonologia nos seminários e a extensão do ministério do exorcistado a todos os sacerdotes Por Stefano Stimamiglio Pe. Amorth, falando sobre a figura do exorcista, é verdade que cada diocese tem um? Este é um grande problema. Existem dioceses que não têm. Um bispo me disse que não nomeava um na diocese dele porque tinha medo do diabo. Tem outros que nem sequer acreditam. E tem vezes que os bispos que gostariam de nomear um exorcista não encontram sacerdotes disponíveis para esse ministério, ou, quando encontram, eles não desempenham o ministério com toda a seriedade devida; eles aconselham um psiquiatra ou dão no máximo uma bênção. O resultado? Poucos exorcistas, todos sobrecarregados. Por que acontece isso? Eu acho que é por falta de fé. Há exorcistas nomeados pelos bispos que nem sequer acreditam na existência do diabo… Outras vezes é medo: eles acreditam, mas se iludem, erroneamente, achando que, se o deixarem quieto, ele não vai incomodá-los. Muito pelo contrário: quanto mais você o combate, mais ele se afasta! Mas cada diocese não deveria ter um exorcista? Deveria. Eu quero encontrar o papa e pedir três coisas. Primeiro, que cada diocese tenha pelo menos um exorcista. Segundo, a volta dos estudos de angelologia e de demonologia nos seminários e que os sacerdotes prestes a se ordenar acompanhem pelo menos um exorcismo. Muitos padres jovens começam o ministério sem nenhuma ideia dessas realidades espirituais, com o risco de negligenciar a parcela do povo de Deus que sofre de males espirituais e que, embora não seja tão numerosa, tem direito de ser atendida. Em terceiro lugar, quero pedir que o papa estenda o ministério de exorcistado a todos os sacerdotes, sem necessidade de qualquer permissão especial, deixando cada um livre para exercê-lo ou não. Sua Santidade acha possível, eu perguntaria, que um sacerdote consagre o Corpo e o Sangue de Cristo e perdoe os pecados e depois não possa fazer exorcismos, que não são nada mais do que simples orações, embora específicas? Como é nas outras confissões? Na Igreja ortodoxa não é difícil encontrar um exorcista. Já me disseram, por exemplo, que cada mosteiro na Romênia tem um. Basta pedir. É mais ou menos como acontece conosco no caso da confissão. Antes do século IV, quando foi estabelecido o ministério do exorcistado, era mais fácil encontrar um exorcista: todos os batizados podiam fazer esse tipo de oração, fossem homens, mulheres e até mesmo crianças. Fonte: Aleteia #seminários #santidade #diocese #PeGabrieleAmorth #ministério #diabo #Sacerdotes #exorcistado #Papa #bispos #exorcistas #sacerdote #demonologia #Espirituais #angelologia #Exorcista

  • Pedra do Mar Morto, ou “Pedra de Gabriel”, apontava que o Messias viria como Jesus veio e ainda como

    Está sendo exposta em Jerusalém uma lápide do fim do século I a.C. cujo texto – considerado “misterioso” pelos especialistas – foi escrito com tinta em caracteres hebraicos, noticiou o “Boston Herald”. É a chamada “Pedra de Gabriel”, ou “Visão de Gabriel”, segundo o Prof. Ada Yardeni, pelo fato de o arcanjo aparecer como figura central. A pedra mede um metro de altura e foi descoberta no ano 2000 na margem oriental do Mar Morto, por um beduíno da Jordânia. Análise da terra colada à pedra revelou uma composição química que só se encontra nessa região. O escrito tem 87 linhas e está dividido em duas colunas. Trata-se de um texto profético anotado quando ainda existia o Templo que Jesus frequentou. Os especialistas consideram a “Pedra de Gabriel” um pórtico que ajuda a entender as ideias que circulavam na Terra Santa sobre o Messias pouco antes de Jesus nascer. O método de gravar com tinta sobre a pedra e não entalhar, como era o costume, é único. Nada se achou de semelhante na região do Mar Morto até o presente. “A ‘Pedra de Gabriel’ é em certo sentido uma espécie de Rolo do Mar Morto escrito sobre uma pedra”, sustenta James Snyder, diretor do Museu de Israel. Ela provém da mesma época e utiliza caligrafia idêntica à de alguns dos Rolos do Mar Morto, entre os quais se contam os mais antigos manuscritos hebraicos da Bíblia. Para os responsáveis do Museu de Israel, trata-se do documento mais importante achado na região. Em 2008, a “Pedra de Gabriel” causou polêmica quando o professor Israel Knohl, da Universidade Hebraica de Jerusalém, defendeu que ela revolucionaria a compreensão dos inícios do cristianismo. Segundo ele, o texto profetiza a ressurreição do Messias. Knohl baseia sua teoria na frase “após três dias Tu viverás”. Esta posição suscitou uma tempestade no mundo acadêmico, com um Congresso científico e um documentário do National Geographic incluídos. A polêmica continua até hoje. Muitas letras ficaram apagadas em partes cruciais, havendo muita polêmica sobre a interpretação. Só 40% das 87 linhas são legíveis, e muitas delas parcialmente. Uma equipe americana usando tecnologias de escaneamento em alta resolução tentou detectar caracteres apagados, mas sem resultado. São Gabriel: um dos personagens centrais Os especialistas, entrementes, concordam que as partes legíveis trazem a visão apocalíptica de um ataque contra Jerusalém – a cidade santa e prefigura da Igreja – durante o qual Deus intervém para salvá-la rodeado de anjos e carros. O personagem central é São Gabriel, o arcanjo portador do anúncio da Encarnação, que se apresenta na Pedra dizendo “Quem sou eu? Eu sou Gabriel o anjo”. No texto aparece também o nome de São Miguel. As inscrições mencionando São Gabriel acenam para uma “revoada de anjos sobre o Templo de Jerusalém” num momento de grande angustia para os fiéis que restam na cidade, explicou Adolfo Roitman, um dos responsáveis da mostra. “Gabriel não é arqueologia. Ele é relevante para milhões de pessoas na terra que acreditam que os anjos são seres celestiais atuantes na terra”, disse Roitman. As duas vindas do Messias A revista especializada Biblical Archeology Review foi a primeira a publicar uma densa matéria sobre a enigmática pedra na sua edição de janeiro-fevereiro de 2008, assinada pelo Prof. Ada Yardeni. Segundo Yardeni, estamos diante de um texto judeu que precede de muito perto o cristianismo e apresenta duas vindas do Messias em formas assaz diversas. Segundo uma das formas, o Messias viria como filho de José (Efraim). Sob esta forma, o Messias padeceria, morreria e ressuscitaria três dias após a morte. Essa seria a razão de ser das palavras “após três dias Tu viverás”. Na outra forma da vinda do Messias, Ele aparece em majestade, patenteando sua raça real e sua condição de filho, ou sucessor, do rei David. Nesta segunda vinda, o Messias retornaria acompanhado por exércitos celestes em ordem de batalha e obteria uma vitória militar mística, angélica e material, salvando os últimos fiéis que estão a ponto de perecer nas mãos dos inimigos que os rodeiam. Assim, o Messias instituiria seu reinado sempiterno após uma “jornada de batalha”. Ele fará de seus inimigos, até então vencedores, uma peanha sobre a qual assentará seus pés. O Messias filho de David é um Messias triunfal. As duas vindas do Messias da “Pedra de Gabriel”, portanto, correspondem admiravelmente às duas vindas de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo as Sagradas Escrituras. A primeira já foi efetivada e está descrita nos Evangelhos. Nosso Senhor veio como filho de José, padeceu, morreu e ressuscitou ao terceiro dia para nos remir. Na segunda vinda, anunciada no Apocalipse, Nosso Senhor voltará para uma grande jornada vitoriosa contra os maus, encerrar a História e instalar seu reinado por todo e sempre. O Apocalipse e a segunda vinda de Cristo Escreve São João no Apocalipse: “11. Vi ainda o céu aberto: eis que aparece um cavalo branco. Seu cavaleiro chama-se Fiel e Verdadeiro, e é com justiça que ele julga e guerreia. “12. Tem olhos flamejantes. Há em sua cabeça muitos diademas e traz escrito um nome que ninguém conhece, senão ele. “13. Está vestido com um manto tinto de sangue, e o seu nome é Verbo de Deus. “14. Seguiam-no em cavalos brancos os exércitos celestes, vestidos de linho fino e de uma brancura imaculada. “15. De sua boca sai uma espada afiada, para com ela ferir as nações pagãs, porque ele deve governá-las com cetro de ferro e pisar o lagar do vinho da ardente ira do Deus Dominador. “16. Ele traz escrito no manto e na coxa: Rei dos reis e Senhor dos senhores!” (Ap 19; 11-15) E ainda descreve o reinado futuro de Nosso Senhor, a nova Jerusalém pelos séculos dos séculos, nos termos seguintes: “1. Vi, então, um novo céu e uma nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra desapareceram e o mar já não existia. “2. Eu vi descer do céu, de junto de Deus, a Cidade Santa, a nova Jerusalém, como uma esposa ornada para o esposo. “3. Ao mesmo tempo, ouvi do trono uma grande voz que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens. Habitará com eles e serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles. “4. Enxugará toda lágrima de seus olhos e já não haverá morte, nem luto, nem grito, nem dor, porque passou a primeira condição. “5. Então o que está assentado no trono disse: Eis que eu renovo todas as coisas. Disse ainda: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.” (Ap. 21, 1-5) São Gabriel: o arcanjo dos grandes anúncios Faz muito sentido também que o anjo que na Pedra anuncia essas duas vindas seja São Gabriel. Ele é o arcanjo que anunciou a Zacarias que sua mulher Isabel, já idosa, conceberia o precursor São João Batista (Lucas 1; 11-20). E é o arcanjo da Anunciação que comunica a Nossa Senhora a Encarnação do Messias que viria a remir o gênero humano, padecendo, morrendo e ressuscitando. (Lucas; 1, 26-38) Ele é por excelência o arcanjo anunciador da primeira vinda de Jesus. Além do mais foi São Gabriel quem anunciou ao profeta Daniel a segunda vinda de Cristo, no fim do mundo, quando os últimos católicos estivessem a ponto de sucumbir, para inaugurar o Reino eterno após o fim da História. “15. Ora, enquanto eu contemplava essa visão e procurava o significado, vi, de pé diante de mim, um ser em forma humana, Daniel 8; 15-18) O arcanjo Gabriel ainda revelou a Daniel o pecado final dos homens, o qual precederá a segunda vinda de Nosso Senhor: “20. Eu falava ainda, pedindo, confessando meu pecado e o de meu povo de Israel, depositando aos pés do Senhor, meu Deus, minha súplica pelo seu monte santo; “21. não havia terminado essa prece, quando se aproximou de mim, num relance, Gabriel, o ser que eu havia visto antes em visão. “22. Deu-me, para meu conhecimento, as seguintes explicações: Daniel, vim aqui agora para te informar.” (Daniel 9: 22-22) A “Pedra de Gabriel” ainda está sendo analisada. Porém, o que dela se extrai nos conforta na certeza de ser Jesus o Messias prometido aos patriarcas e profetas de Israel. E de ser Aquele que as almas retas do povo eleito aguardavam. Fonte: Ciência confirma a Igreja #morto #PedradeGabriel #Deus #Senhor #Gabriel #VisãodeGabriel #Messias #Israel #adayardeni #arcanjo #MarMorto #Templo #Daniel #Jerusalém #céu #Jesus #JamesSnyder

  • Tribunal determina permanência de uma cruz no museu de 11 de setembro nos EUA

    NOVA IORQUE, 30 Jul. 14 / 02:04 pm (ACI/Europa Press).- Um tribunal federal dos Estados Unidos sentenciou que a cruz construída depois dos atentados de 11 de setembro na Zona Zero poderá continuar exposta no Museu Nacional e Memorial, pois, segundo o tribunal, não é um símbolo discriminatório, pelo contrário, é “um símbolo da esperança e de natureza histórica”. A cruz, construída pelos socorristas na zona onde se encontravam as Torres Gêmeas, gerou uma grande polêmica depois da denúncia feita por uma associação de ateus alegando que era um símbolo religioso que discriminava o resto das pessoas não cristãs, conforme informou a rede de televisão norte-americana CNN. A associação pedia que a cruz deixasse de ser exibida no museu dedicado ao atentado de 11 de setembro. “Com este reconhecimento, um observador pode ver o efeito primário da visualização da cruz da “Zona Zero”, em meio de outras centenas de objetos (em sua maioria seculares), que garantem a integridade histórica e não a promoção da religião”, indicaram os três juízes do tribunal em sua decisão. Do mesmo modo, o tribunal rejeitou os argumentos de que a cruz era uma mistura inadmissível de Igreja e Estado. A cruz de 17 pés (5 metros) de altura foi feita com duas vigas de aço do World Trade Center que ficaram entrecruzadas depois do atentado terrorista que derrubou as torres no dia 11 de setembro de 2001. #11desetembro #EUA #liberdadereligiosa

  • Míssil atinge a única paróquia católica na Faixa de Gaza

    ROMA, 30 Jul. 14 / 02:20 pm (ACI/EWTN Noticias).- A paróquia da Sagrada Família, a única presença católica na Faixa de Gaza e que é dirigida pelo sacerdote argentino Jorge Hernández, foi destruída parcialmente por um míssil durante um bombardeio israelense na segunda-feira passada. Conforme se informou, além do Pe. Hernández, na paróquia há três religiosas das Irmãs da Madre Teresa que atendem 29 crianças deficientes e nove idosas. Na terça-feira, em declarações à agência Fides, o sacerdote indicou que o alvo do bombardeio era uma casa a poucos metros da paróquia e que foi completamente destruída. Entretanto, o ataque israelense também destruiu parcialmente a escola paroquial adjacente ao templo, a casa do pároco e alguns locais utilizados pela pequena comunidade. “Tivemos uma noite difícil, mas estamos aqui. Esta guerra é absurda”, disse o Pe. Hernández. “Depois de destruir o bairro Shujayeh, o ataque israelense agora se dirige ao bairro de Zeitun. Tudo acontece ao nosso redor. Os milicianos do Hamas continuam disparando mísseis e logo se escondem nos becos. E não podemos fazer absolutamente nada. Não podemos evacuar, porque com as crianças é impossível. Suas famílias vivem por aqui. E pode ser mais perigoso sair que ficar aqui. Tentamos permanecer nos lugares mais seguros, sempre na parte baixa”, relatou. Na segunda-feira, 28, o exército israelense enviou mensagens de texto aos moradores do conglomerado al-Zeitun, onde se encontra a paróquia católica e a paróquia ortodoxa, para que abandonem as casas antes do bombardeio. Muitos vizinhos fugiram, mas esse não foi o destino dos refugiados que há dias permanecem no edifício paroquial. #milicianos #paróquia #Hernández #Zeitun #Hamas #evacuar #israelense #Catolica #sacerdote #mísseis #bombardeio #Famílias #destruída

  • O demônio existe e age, mas a vitória é sempre de Deus

    Entrevista com o Pe. Luis Escobar, primeiro exorcista formalmente nomeado no Chile O Pe. Luis Escobar Torrealba acaba de ser nomeado como exorcista da diocese de Santa Cruz de Rancagua, no Chile. Esta nomeação é histórica por ser ele o único exorcista formalmente designado no Chile. Mas o Pe. Luis não é um novato nesta prática. Ele já realizou diversos exorcismos e colaborou para a cura e libertação de dezenas de pessoas que padeciam de alguma ação do demônio. Nesta entrevista concedida ao jornal Portaluz, o sacerdote compartilha sua experiência, toda a fonte de graça e os desafios que este ministério envolve. Qual é o significado desta nomeação? Quem cura e liberta é Cristo, e a ação da Igreja manifesta esta misericórdia salvífica de Deus, que doa e devolve ao homem sua dignidade de filho de Deus. A encarnação, vida, paixão, morte e ressurreição do nosso Senhor Jesus Cristo estabeleceram para sempre a derrota do demônio, e este meu novo ministério está chamado a dar testemunho disso. Mas esta nomeação também mostra uma situação que está afetando muitas pessoas: as famílias estão padecendo a ação extraordinária do demônio em suas vidas e, na ausência de sacerdotes formados e disponíveis para este ministério, buscam soluções por caminhos inescrupulosos: magos, feiticeiros, adivinhos, bruxos e afins – que não apenas tiram seu dinheiro, como potenciam o mal espiritual que as afeta. Além da ação extraordinária do demônio, de que outras maneiras ele pode se manifestar? A primeira ação é a falta de fé. Uma sociedade seduzida pela ideologia do gênero e outros fatores, que rejeita valores cristãos como a vida, o casamento, a família, os filhos. Uma educação cada vez mais laica, relativista, na qual se promove uma moral particular que convida cada um a fazer o que quiser. O aumento da violência nas famílias, nas ruas, nas nossas cidades. As enormes desigualdades geradas por um modelo econômico que não visa ao bem comum, com seus falsos profetas, que aparecem anunciando uma melhoria substancial na vida dos cidadãos quando eles mesmos sabem que não o farão nem podem fazê-lo a partir de uma ideologia que não valoriza aspectos essenciais como a vida. Por quanto tempo o senhor esteve realizando exorcismos e orações de libertação antes de ser formalmente nomeado? Cerca de 8 ou 9 anos. Foi um processo, porque no começo chegaram à minha paróquia as missas de cura e libertação. Depois, começaram a apresentar-se fenômenos e pessoas com padecimentos que eu não conhecia e para os quais a ciência era obtusa, ao não reconhecer seus limites, deixando as pessoas sem solução ou, pior ainda, expostas aos sequazes do demônio, como espíritas, bruxos e outros que mencionei. Isso me levou a orar, pedir o auxílio da Santíssima Virgem, para compreender, pesquisar, ler, participar de congressos fora do país, porque no Chile não havia formação para saber agir nestes casos. E o bispo sempre esteve informado sobre a situação. Então, começamos realizando ações de libertação (informando precisamente o bispo), e depois ele autorizou a realizar exorcismos ad casum. Se o senhor já fazia exorcismos antes, para que serve esta nomeação oficial? Porque o Ritual (do exorcismo), para ser aplicado, em cada caso requer ter a autorização do bispo quando não se conta com esta nomeação oficial. Esta nomeação busca facilitar o serviço pastoral, que exige discernimento, entrevistas, diagnósticos, antes de aplicar o rito de um exorcismo solene. Em particular, porque não é uma atividade que o padre exerce como uma questão independente, mas para oferecer os meios através dos quais se manifesta a misericórdia e graça de Deus, o que constitui a atividade própria da Igreja. Isso implica também um cuidado com a obediência, bem como manter o bispo sempre informado. O sacerdote que tem este mandato do seu bispo deve sempre ser obediente e também ter consciência dos seus próprios pecados, confessando-se regularmente, porque o diabo não nos deixará tranquilos em nenhum momento, isso eu garanto. (Entrevista completa publicada por Portaluz) sources: Portaluz #demônio #Deus #Exorcismo

  • Jovem famoso pelo seu cartaz na JMJ se converte ao catolicismo

    Eduardo Campos, o jovem evangélico que surpreendeu todos na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), quando exibiu um cartaz no qual dizia ao Papa Francisco que o amava e lhe pedia que rezasse por ele e pelo Brasil, converteu-se ao catolicismo. No último domingo, festa de Pentecostes, ele recebeu o Batismo e a Primeira Comunhão. Eduardo tem 19 anos e ficou conhecido em julho de 2013, quando apareceu na televisão com um cartaz que dizia: “Santo Padre, sou evangélico, mas eu te amo!! Ore por mim e pelo Brasil! Tu és Pedro”. Depois dos intensos dias da JMJ, na qual mais de três milhões de jovens acompanharam o Santo Padre no Rio de Janeiro, Eduardo iniciou seu processo de conversão e, em dezembro, tomou a decisão de converter-se à fé católica. No domingo passado, quase um ano após a JMJ, o jovem recebeu o Batismo e a Primeira Comunhão, acompanhado dos seus familiares e amigos, na Igreja Nossa Senhora da Conceição, em Santa Cruz (RJ). Sobre sua conversão, Eduardo conversou com o blog FabianoMartaTobias, no qual relata que, durante a JMJ, “O sentimento de felicidade me contagiou! A unidade da Igreja nos revela sua missão, de onde Ela vem e para onde Ela vai e quem Ela é”. Após comentar que a renúncia de Bento XVI o questionou fortemente, meses antes da JMJ do Rio, o jovem contou que pede a Deus “que Ele me ilumine e mostre minha vocação, seja qual for. Eis-me aqui Senhor, fazei segundo a vossa vontade! Sou um humilde e simples operário na vinha do Senhor”. Eduardo incentiva os católicos a estudar o Catecismo da Igreja, que “é fundada numa rocha inabalável. Cristo, Seu fundador permanece com Ela até hoje e permanecerá com Ela para sempre!”. Ele também conta que está economizando dinheiro para ir à próximaJMJ, que será em Cracóvia (Polônia) em 2016, e convida os jovens a continuarem “firmes e fortes na Fé Católica. Estudem sempre sobre nossa Igreja. Conheça a vida dos Santos e Santas, dos mártires, dos doutores da Igreja. Conheça mais sobre a Cristandade, sobre as Sagradas Escrituras, sobre a Sagrada Tradição, sobre a Santa Missa. Façam o ide de Jesus que é de ‘fazer discípulos em todas as nações’”. (Artigo publicado originalmente por Aciprensa) #conversão #Cristo #católicos #Evangélico #Rocha #batismo #vocação #Jovens #inabalável #cartaz #Igreja #Eduardo #Catecismo

  • A conversão de Barrabás

    Pedro Sarubbi é um homem aventureiro e nunca teve medo dos desafios da sua profissão de ator. Sendo apenas um adolescente, fugiu de casa e começou a trabalhar em uma companhia de circo. Depois, continuou percorrendo o mundo, acreditando que “em algum lugar poderia preencher aquele vazio espiritual” que o afligia. Ele passou pelo Mosteiro de Shaolin, na China, para formar-se nas artes marciais. Mas o que ele buscava não estava lá. Então, percorreu o Tibete, aferrado a um voto pessoal de silêncio durante 6 meses, na tentativa de alcançar a iluminação budista. Mas sua angústia existencial continuava, inamovível, apesar dos seus esforços. Praticou meditação na Índia (quase até o esgotamento total) e depois passou um tempo na Amazônia, onde aprendeu a falar português. E em meio a todas estas viagens, ele mantinha sua carreira de ator, que começou aos 18 anos, participando de obras de teatro, comerciais e cinema italiano independente. Especializou-se em comédia, mas sempre sentia uma leve sensação de fracasso, pois seu sonho era dirigir. “Eu me sentia como um tigre de Bengala fechado em uma jaula de circo, preparado para o show”, contou. Hollywood pareceu sorrir-lhe quando foi coadjuvante no filme “O capitão Corelli” (2001), mas sua fama não aparecia, nem o vazio existencial o abandonava. A identificação com Barrabás Alguns meses depois daquele filme, “um dia, o telefone tocou e fui convidado a participar de um filme do Mel Gibson. Pensei que este seria mais um filme de ação”. Mas o filme narraria a paixão, morte e ressurreição de Jesus. Sarubbi ficou surpreso. “Nunca imaginei que chegaria a atuar em um filme sobre a Paixão de Cristo, porque, naquele então, eu estava muito longe da Igreja”, recordou. Sua vontade era interpretar o apóstolo Pedro, e ele ficou desapontado quando Mel Gibson lhe comentou que o procurou para fazer o papel de Barrabás. “Eu queria interpretar o apóstolo Pedro não por motivos espirituais, mas porque pagavam mais por dia de trabalho e Barrabás apareceria muito pouco no filme.” No entanto, ele acabou aceitando o papel de Barrabás, cuja participação seria breve, mas transformaria sua vida. Poucos dias antes de gravar a cena, ele conversou com Mel Gibson, que quis dar-lhe mais detalhes sobre seu personagem: Barrabás não seria simplesmente um bandido pertencente à casta dos zelotes, explicou-lhe o diretor. Mas acrescentou um detalhe que tocou Sarubbi: “Barrabás esteve preso durante muitos anos, foi torturado e levado ao limite, e por isso começou a se tornar esse monstro, que não tem mais palavras. Ele se expressa com o olhar. E foi por isso que escolhi você. Depois de pesquisar sobre a sua vida, percebi que você parece encarnar bem esse animal selvagem e, ao mesmo tempo, guardar no fundo do coração o olhar do homem bom”. O olhar de Jesus Poucos dias depois, Sarubbi já estava no set de filmagem, e ficou atônito ao contemplar seu colega, Jim Caviezel, que interpretavaJesus. Faltavam alguns minutos para começar a gravar a cena na qual o povo perdoaria Barrabás e condenaria o Messias. Mas, de repente, Pedro Sarubbi e Barrabás, na alma do ator, tornaram-se um só. Ao longo da gravação, ele já não atuava, mas vivia os acontecimentos com todo o seu ser. A multidão o aclamou e ele,Barrabás, finalmente foi solto. Desceu alguns degraus e nesse momento seu olhar se cruzou com a ternura infinita dos olhos deJesus. “Foi um grande impacto. Eu sentia como se houvesse uma corrente elétrica entre nós. Estava vendo o próprio Jesus.” O ator italiano contou que, a partir daquele momento, sua vida mudou. Aquela paz que ele havia buscado durante anos, em dezenas de viagens, tinha chegado à sua alma. “Ao olhar para mim, seus olhos não guardavam ódio nem ressentimento, só misericórdia e amor.” Esta conversão fulminante de Pedro Sarubbi, que ele narra no livro “Da Barabba a Gesù: convertito da uno sguardo” (“De Barrabás a Jesus: convertido por um olhar”, tradução livre), deu início a uma etapa da sua vida na qual o dom da fé tocou todos os âmbitos do seu ser. No final do livro, em uma exegese pessoal da história bíblica, Sarubbi explica o motivo da sua gratidão àquele personagem,Barrabás, que ele tanto tinha resistido em interpretar: “Ele é o homem que Jesus salvou da crucificação. Ele representa toda a humanidade”. (Artigo publicado originalmente por PortaLuz) #conversão #JesusCristo #PedroSarubbi #MelGibson #Jesus #Barrabás

  • A pornografia deve ser vista como uma droga, assegura especialista

    WASHINGTON DC, 28 Jul. 14 / 03:26 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em uma entrevista para a CNA -agência em inglês do Grupo ACI-, o Co-fundador e diretor executivo do Fight the New Drug (Luta contra a nova droga), Clay Olsen, assegura que é necessário continuar gerando consciência sobre os perigosos efeitos da pornografia. “Queremos mudar a atitude e percepção dos jovens frente a este tema para assim poder ajudá-los a cuidar suas relações, a intimidade, o espírito e inspirar uma nova geração que busque o verdadeiro amor e evite a sua falsificação” assinalou Olsen sobre o Fight the New Drug, uma organização que luta contra o vício à pornografia entre os jovens. “Quando se trata de drogas e outros tipos de vícios, temos material informativo e campanhas de sensibilização, mas quando se trata de pornografia nossa cultura atua como se não existisse” refletiu Olsen. Uma recente pesquisa revelou que quase um de cada cinco usuários regulares de pornografia se sente controlado por seus desejos sexuais. Por outro lado, um estudo da Universidade de Cambridge mostrou que as pessoas viciadas na pornografia têm uma atividade cerebral parecida com a dos alcoólicos ou drogados. “A pesquisa mais recente informou que a pornografia funciona como uma droga em relação à atividade cerebral”, explicou Olsen. Aprender mais sobre a natureza aditiva da pornografia levou à descoberta de que “o cérebro é capaz de curar-se e voltar para um estado saudável”. Nesse sentido, assinalou que “nosso objetivo é ajudar que os jovens entendam não só que a pornografia causa graves danos em suas próprias vidas, mas também a considerem como uma injustiça social que devemos combater de maneira coletiva”. Para isso, Fight the New Drug criou um programa online gratuito chamado Fortify para ajudar a combater o vício à pornografia juvenil. O programa entrega uma “estratégia de batalha” personalizada e um seguimento dos progressos, assim como respostas a perguntas e mensagens de ânimo. “Trabalhamos por mais de três anos com uma equipe de terapeutas e psicólogos. Atualmente temos mais de cinco mil usuários que estão recebendo a ajuda necessária para recuperar-se”, assinalou Olsen. Fight The New Drug  realizou conferências em mais de 300 assembleias de escolas públicas e privadas dos EUA e Canadá. As conferências entregam informação sobre as três áreas principais de impacto da pornografia: as pessoas, as relações e a sociedade, as quais Olsen descreve como “cérebro, coração e mundo”. Olsen destacou o impacto nas relações humanas, pois foi descoberto “que os usuários regulares da pornografia costumam preferir a fantasia à realidade, assim como a televisão a um ser humano”. Olsen assegurou que a correlação entre o tráfico sexual e a indústria pornográfica está crescendo cada vez mais. “Apesar de não ser algo que ocorra sempre, cada vez mais pessoas se veem obrigadas, foram drogadas, agredidas ou manipuladas para participar ativamente no tráfico”. Diante da crua realidade da pornografia no mundo moderno, Olsen oferece uma mensagem de ânimo a quem enfrenta esta realidade. “O primeiro que diria aos jovens é que tenham a esperança de superar este vício; uma vidasem pornô é muito mais alegre e significativa. Estamos aqui para ajudar os nossos jovens a alcançar essa meta”. #públicas #pesquisa #vício #Canadá #Relações #conferências #Jovens #impacto #Fight #privadas #Drug #combater #assembleias #Olsen #pornografia

  • A história do menino que esteve nos braços de Jesus

    “Jesus disse para os anjos cantarem para mim porque eu estava com medo”, disse o menino Em 4 de julho de 2003 – feriado nacional nos Estados Unidos – umafamília americana que vive em Nebraska encheu o porta-malas do carro para seguir viagem em direção ao norte, para encontrar o tio Steve e sua família, que morava em Sioux Falls. Quem estava dirigindo era o pai, Todd Burpo, ao lado da mulher Sonja e, atrás, o filho Colton, de quatro anos, com a irmã Cassie. Era a primeira vez, em quatro meses, que a família Burpo pegava a estrada depois da história chocante vivida por eles em março daquele mesmo ano. O pequeno Colton naquele mês tinha começado a ter fortes dores na barriga. Ele piorou cada vez mais e chegou a vomitar, até que os médicos deram o diagnóstico: apêndice perfurado. O menino foi operado com urgência e durante a operação a situação piorou: “Estamos perdendo ele! Estamos perdendo ele!”. O menino ficou muito mal e passou alguns minutos críticos, depois reavivou. Para o pai e a mãe foi uma experiência terrível, momento de lágrimas e muita oração. No céu Quatro meses depois, no dia 4 de julho, o carro chegou em um cruzamento durante aquela viagem. O pai, Todd, lembrou-se que virando à esquerda naquele semáforo chegaria ao Great Plains Regional Medical Center, lugar onde tinham vivido a chocante experiência. Pensando em esquecer a lembrança dolorosa o pai virou para o menino e disse: “Ei, Colton, se virarmos aqui podemos voltar ao hospital. O que você acha, passamos ali?” O menino faz entender que tranquilamente passaria ali. A mãe sorriu e diz: “Você se lembra do hospital?”. Ele respondeu com prontidão: “Claro que me lembro, mãe. Foi onde ouvi cantarem os anjos”. Os anjos? Os pais se olharam sem entender e após um tempo perguntaram ao menino. Colton contou com naturalidade aos pais: “Pai, Jesus disse para os anjos cantarem para mim porque eu estava com medo. Eles me fizeram me sentir melhor”. “Então, tinha também Jesus?”, o pai perguntou. Com a cabeça o filhorespondeu que sim. “E onde Ele estava precisamente?”, perguntou novamente o pai. O filho olhou nos olhos dele e respondeu: “Eu estava nos braços Dele”. Os pais chocados pensaram que ele teria sonhado no período em que se encontrava inconsciente. Mas depois hesitaram quando Colton acrescentou: “Sim. Quando eu estava com Jesus você estava rezando e mamãe estava no telefone”. “Eu via vocês. Subi no alto, fora do meu corpo, depois olhei pra baixo e vi o médico que estava me operando. Aí vi você e a mamãe. Você estava em uma salinha sozinho e rezava; mamãe estava do outro lado, rezando e falando no telefone.” Tudo o que o menino disse era verdade. Assim como era verdade que a mãe de Colton tinha perdido uma filha durante a gravidez, antes de tê-lo. O menino, que nasceu depois, nunca soube da perda do bebê, mas aquele bebê encontrou com ele no céu e o explicou tudo, deixando os pais perturbados. “Não se preocupe mãe, a irmãzinha está bem. Deus a adotou”. Dela o menino disse: “não parava de me abraçar”. Surpresa e Clamor Começa assim, com a típica simplicidade as crianças contam coisas excepcionais como se fossem normais, uma história formidável que depois o pai contou em um livro escrito com Lynn Vincent, “O Céu de verdade”. O livro se tornou top 10 do New York Times e logo a história de Colton se tornou um filme, com o mesmo nome, chegando aos cinemas neste mês. Um fenômeno enorme Nos últimos quinze anos a medicina estudou profundamente estes fenômenos de pessoas que chegam a ir ao “além da vida”, e descobriu que não são fatos a se considerar como alucinantes. São experiências reais, vividas por pessoas em estado de morte clínica. Os estudiosos constataram que a consciência continua vivendo fora do corpo, mesmo depois que as funções vitais do corpo e do cérebro param. É aquilo que alguns chamam de “a prova científica da existência da alma”. Os mesmos estudiosos, com suas análises científicas, concluem que não se podem explicar estas experiências se não recorrendo à transcendência. (Antonio Socci, da “Libero”, 13 luglio 2014) Fonte: Aleteia #piorou #experiências #Colton #Menino #história #família #Viagem #mamãe #Filho #experiência #perdendo #bebê #chocante #Jesus

  • As receitas de Chesterton e Belloc contra os políticos corruptos

    O distributismo, uma filosofia que dá soluções à problemática atual da política partidária Em 1891, o Papa Leão XIII publicou na encíclica Rerum Novarum, que condenava os únicos sistemas econômicos nascidos no Ocidente desde a Idade Média: o capitalismo e o comunismo. Em 1926, para propor uma terceira alternativa conforme as diretrizes da Igreja, G. K. Chesterton e Hilaire Belloc, em união com a revista G. K.’s Weekly, fundaram em Londres a Liga Distributivista (Distributismo). O modelo consiste em criar pequenas comunidades de proprietários nas quais existe o princípio de subsidiariedade, ou seja, a máxima participação dos cidadãos e a mínima intervenção do Estado. O objetivo deste artigo é dar uma resposta às perguntas colocadas pelo Observatório Internacional Cardeal Van Thuân sobre as hipóteses que a doutrina distributiva seja aplicável ao problema atual da política partidária. O envelhecimento dos partidos políticos Define-se “política partidária” a burocratização do sistema dos partidos políticos. Belloc e Cecil Chesterton, irmão do famoso Gilbert K., descrevem em The party sistem (1911) os fenômenos que observam entre os parlamentares em tempos de crises. As instituições públicas não funcionam. As campanhas eleitorais são caras e não servem para formar a vontade do eleitor. A corrupção da classe política se torna hábito. A burocracia dos partidos políticos implica um afrouxamento dos reflexos deles, o que impede de tomar decisões no modo de agir. Está ligada ao envelhecimento da sociedade, que precisa se renovar. Existem soluções. Chesterton, Belloc e outros distributistas oferecem uma visão histórica transversal. 1. As comunidades devem ter dimensões reduzidas Cada comunidade de pessoas deve ter uma “medida humana”. A família é o protótipo da medida humana. Uma sociedade que não se pode contar em números de famílias não é feita à medida do ser humano. 2. O pacto pela verdade Quando os hábitos das corrupções estão enraizados e ela se torna um costume nacional, é difícil eliminá-la. Antes de aplicar o sistema distributivista é necessário um “pacto pela verdade” de toda a comunidade, onde se levam os parlamentares inativos à ridicularização social. Não será agradável, mas “cada câncer precisa de uma cirurgia”, diz Belloc. 3. Levar os corruptos ao tribunal Não nada mais marcante para um povo do que levar um corrupto para a prisão. É necessário que a polícia investigue seriamente. É hábito que os agentes descubram primeiro um malvado que maltratou o próprio cão, ou feriu os sentimentos do seu papagaio, do que Rockfeller, que quis perpetrar um trust petrolífero, mesmo se foi encontrada uma mancha de óleo em seu terno. 4. O Executivo não pode dissolver-se antes do término do seu mandato As campanhas eleitorais são caras e desconfortáveis. Se o governo permanece em minoria, deverá se submeter a uma nova maioria, realizando também as políticas do seu adversário, até o fim da legislação. 5. Eliminar a verba à disposição do Executivo que não sofre fiscalização do Parlamento A pergunta é: “o que faria uma pessoa com a chave de um caixa forte se depois não precisasse prestar contas a ninguém?”. Deverão aumentar as exigências do controle dessas verbas pelo Parlamento. É como colocar uma nova fechadura no caixa. 6. Os cidadãos podem levar um representante diante de um tribunal porque não respeitou as promessas eleitorais É preciso promover leis com este propósito. Para vencer um processo, nos deve assistir a razão legal, não apenas a moral. Hoje as razões legal e moral não têm motivo de coincidirem, podem ser diversas. Talvez chegará o dia em que cada razão moral corresponderá a uma razão legal. 7. Um remédio específico: o sistema de representação com mandato A democracia funciona somente em pequenas comunidades. Os anciãos de um povo que se reúne debaixo de uma árvore, conversam, tomam decisão e escolhem delegados. Qualquer um representa um grupo de pessoas, que ordena por escrito a votação com uma linguagem simples: “sim”, ou “não”. Esta nomeação documentada é o mandato que dá nome a este tipo de representação. G. K. Chesterton desenvolveu a maior parte da sua obra sobre o distributismo no período que precedeu o seu Batismo na Igreja Católica. Mesmo que a frase seja ambígua, é preciso dizer que Chesterton trabalhava para o Reino, quando descobriu a Igreja. #Chesterton #subsidiariedade #hilairebelloc #RerumNovarum #PapaLeãoXIII #Belloc #LigaDistributivista #CecilChesterton #Distributismo #gkchesterton #IgrejaCatólica #GKsWeekly

  • São permitidas músicas protestantes dentro da Santa Missa?

    Versão áudio O Papa Emérito Bento XVI trabalhou arduamente durante todo o seu pontificado para mostrar a beleza e a importância da liturgia na vida da Igreja. Mais do que documentos e papéis (os quais possuem obviamente a sua relevância), procurou viver a liturgia em toda a sua plenitude, educando pelo exemplo. Ensinou a todos que “uma liturgia participativa é importante, mas uma que não seja sentimental. A liturgia não deve ser simplesmente uma expressão de sentimentos, mas deve emergir a presença e o mistério de Deus no qual ele entra e pelo qual nós nos permitimos ser formados”. Desse modo, tudo que envolve a liturgia tem sua importância e o seu significado. Como centro da vida do cristão católico, portanto, não se pode realizá-la de qualquer maneira. A Igreja, ao longo dos seus dois mil anos de História, sempre teve especial atenção aos cânticos e músicas executadas nas mais diversas celebrações, especialmente na Santa Missa. O Catecismo da Igreja Católica dedica os números 1156 e seguintes, para explicar a importância do canto e da música para a liturgia: “A tradição musical da Igreja universal constitui um tesouro de valor inestimável que se destaca entre as demais expressões de arte, principalmente porque o canto sacro, ligado às palavras, é parte necessária ou integrante da liturgia solene. (…) O canto e a música desempenham sua função de sinais de maneira tanto mais significativa por estarem intimamente ligadas à ação litúrgica, segundo três critérios principais: a beleza expressiva da oração, a participação unânime da assembleia nos movimentos previstos e o caráter solene da celebração. Participam assim da finalidade das palavras e das ações litúrgicas: a glória de Deus e a santificação dos fiéis. (…) Todavia, os textos destinados ao canto sacro hão de ser conformes à doutrina católica, sendo até tirados de preferência das Sagradas Escrituras e das fontes litúrgicas.” Ora, Catecismo é bastante claro no sentido de que a Igreja possui a música como patrimônio e este não deve ser ignorado ou substituído por modismos. Os cantos e a música colaboram para que cada fiel mergulhe no mistério da celebração e aproxime-se do centro que é Deus. O Papa Bento XVI, em sua exortação apostólica Sacramentum Caritatis, é ainda mais objetivo quando diz: “Na sua história bimilenária, a Igreja criou, e continua a criar, música e cânticos que constituem um patrimônio de fé e amor que não se deve perder. Verdadeiramente, em liturgia, não podemos dizer que tanto vale um cântico como outro; a propósito, é necessário evitar a improvisação genérica ou a introdução de gêneros musicais que não respeitem o sentido da liturgia. Enquanto elemento litúrgico, o canto deve integrar-se na forma própria da celebração; consequentemente, tudo — no texto, na melodia, na execução — deve corresponder ao sentido do mistério celebrado, às várias partes do rito e aos diferentes tempos litúrgicos. Enfim, embora tendo em conta as distintas orientações e as diferentes e amplamente louváveis tradições, desejo — como foi pedido pelos padres sinodais — que se valorize adequadamente o canto gregoriano, como canto próprio da liturgia romana.” Percebe-se, então, que a música e o canto devem ser escolhidos com critério, respeitando o sentido da liturgia que não é outro senão adorar a Deus, fazendo memória da Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. Para isso, é necessário sair do antropocentrismo e devolver a Deus seu lugar no centro da celebração. As músicas e cantos que fazem parte do patrimônio da Igreja já passaram pelo crivo teológico e, presume-se, portanto, que estejam isentas de erros ou de heresias. O que não acontece com músicas de autores declaradamente protestantes, pois, como o próprio nome já diz, estão separados da Igreja por algum motivo que pode, de alguma forma, refletir-se na letra da música. Se isso ocorre, o católico, inadvertidamente, estará proferindo um erro ou uma heresia. Para não correr o risco de errar e induzir outros em erros e, o que é pior, em heresias, recomenda-se permanecer sempre com o patrimônio da Igreja. Seguro, portanto, é caminhar pela vereda apontada pelo Papa Emérito Bento XVI: preservar o patrimônio de fé e de amor que é a música e o canto sacros, utilizando-os e focando na formação dos músicos, “valorizando adequadamente o canto gregoriano, como canto próprio da liturgia romana”. Desse modo, o mundo será introduzido no mistério da liturgia e não o contrário. #celebração #cânticos #Deus #Católico #canto #gregoriano #música #Papa #patrimônio #Liturgia #Igreja #heresias #músicas #Catecismo

  • Em meio à perseguição massiva contra os cristãos, os bispos do Iraque se perguntam: “Por que o

    Os líderes cristãos do Iraque continuam se perguntando por que o mundo finge ignorar a situação das minorias cristãs do país. Reunidos na semana passada em Erbil, cidade próxima de Mossul, os líderes das comunidades católicas e cristãs ortodoxas do Iraque lançaram seu apelo às pessoas de todo o mundo para romperem o silêncio em torno à limpeza étnica perpetrada contra os cristãos e outras minorias. “Temos que perguntar ao mundo: por que vocês se calam? Por que vocês não falam? Os direitos humanos existem ou não existem? E se existem, onde é que eles estão?”, questionou o bispo auxiliar de Bagdá, dom Shlemon Warduni, em entrevista à Rádio Vaticano. “Há muitos, muitos casos que devem despertar a consciência de todo o mundo. Onde é que está a Europa? Onde é que está a América?”. Dom Warduni acrescentou que o silêncio do Ocidente é agravado por rumores de que mais de 2.000 militantes das tropas do grupo extremista EI (Estado Islâmico) “são mercenários europeus e norte-americanos”. Warduni declarou que, na manhã da reunião, os bispos se dirigiram ao presidente do Curdistão, que se comprometeu: “Ou partimos todos juntos, ou ficamos, mas todos juntos. Nós temos que parar essa gente, que está cometendo atropelos, fazendo coisas terríveis contra as pessoas, as crianças, os idosos, os doentes”. O líder curdo “garantiu proteção para os cristãos”, completou o bispo auxiliar. Por sua vez, o patriarca da Igreja Católica Caldeia no Iraque escreveu para o secretário geral da ONU, Ban Ki-Moon, pedindo mais pressão sobre o governo iraquiano e a comunidade internacional a fim de reforçarem a assistência aos cristãos e às minorias perseguidas pelos militantes islâmicos do Iraque. “A nossa comunidade tem sofrido uma parcela desproporcional do sofrimento causado por conflitos sectários, ataques terroristas, migração e, agora, até mesmo pela limpeza étnica: os militantes querem acabar com a comunidade cristã”, escreveu o patriarca Louis Raphael I Sako. Partidos políticos cristãos se voltaram na quarta-feira ao escritório da ONU em Ankawa para exigir que a comunidade internacional proteja os cristãos iraquianos. Especula-se que mais de 1,2 milhão de pessoas tiveram que fugir das próprias casas durante o último mês. Com a violência e a instabilidade se espalhando aterradoramente e as temperaturas do verão chegando aos 30 graus, as pessoas desabrigadas enfrentam urgente necessidade de auxílio. Além das minorias iraquianas perseguidas em seu próprio país, há mais de 225.000 refugiados da Síria vivendo no norte do Iraque. O Estado Islâmico está controlando atualmente 40% do território do Iraque e 30% do da Síria. Os extremistas continuam a purga não só dos cristãos, mas também dos símbolos religiosos que eles consideram ofensivos à sua interpretação fundamentalista do islã. Na última semana, a Associated Press (AP) divulgou declarações dos moradores de Mossul que dão conta de que os militantes extremistas islâmicos explodiram um santuário muçulmano considerado pela tradição como o local do sepultamento do profeta Jonas. Os moradores dizem que os militantes do Estado Islâmico, que invadiram Mossul em junho e impuseram à cidade a sua interpretação radical da lei islâmica, ordenaram que todos saíssem da Mesquita e Santuário do Profeta Younis (Jonas), construído sobre um sítio arqueológico que remonta ao século VIII a.C., e em seguida o explodiram. Os extremistas retiraram as cruzes de todas as trinta igrejas e mosteiros de Mossul e transformaram a catedral siríaca ortodoxa em mesquita, de acordo com informações da Agência Internacional de Notícias Assíria. Em notícia de primeira página, o jornal L’Osservatore Romano apresentou o grupo Estado Islâmico como o “Califado da Brutalidade”, explicando que o seu líder, Abu Bakr al-Baghdadi, ordenou que todas as mulheres e meninas no território sob seu domínio sofressem mutilação genital. O diário vaticano informou ainda que o EIIL já tinha ordenado anteriormente que “as famílias entregassem suas filhas virgens para se casar com os jihadistas”. O grupo terrorista também segregou as universidades por sexo. Os legisladores iraquianos elegeram o veterano político curdo Fouad Massoum como novo presidente do país, enquanto lutam para formar um novo governo em meio à blitz extremista que tomou conta de grande parte do Iraque setentrional e ocidental. A eleição deixa Bagdá um pouco mais perto de formar um novo governo que “encare a tarefa gigantesca de cuidar das profundas divisões que estão dilacerando o país”, escreveu o repórter Loveday Morris, do Washington Post. Um acordo informal de partilha do poder no Iraque determina que o cargo de presidente seja ocupado por um curdo, o de presidente do parlamento por um sunita e o de primeiro-ministro por um xiita. A Associated Press, citando altos políticos iraquianos, informou que o primeiro-ministro Nouri al-Maliki rejeitou uma tentativa do Irã de convencê-lo a renunciar, destacando a sua determinação de desafiar até mesmo o principal aliado a pressionar pela confirmação de um terceiro mandato, o que exacerbou ainda mais a crise política do país. Durante semanas, Al-Maliki resistiu à pressão crescente para deixar o cargo, inclusive de ex-aliados políticos xiitas e das principais autoridades espirituais xiitas do Iraque. Seus críticos veem o primeiro-ministro xiita como um elemento de divisão, inadequado para formar um governo capaz de obter o apoio da minoria sunita contra a insurgência dos extremistas, cujos líderes também são sunitas. O EI prometeu continuar a ofensiva, agora em direção a Bagdá. Os avanços do grupo terrorista parecem ter arrefecido depois que os seus militantes ultrapassaram as áreas predominantemente sunitas do Iraque, mas o governo do país ainda não teve forças para lançar uma contra-ofensiva eficaz. O EstadoIslâmico reivindicou a autoria de um atentado suicida na capital na terça-feira da semana passada, quando 31 pessoas foram mortas e 58 ficaram feridas. O ataque aconteceu quando os xiitas se dirigiram a um importante santuário para fazer as orações do mês sagrado islâmico do Ramadã. Em comunicado publicado online, o grupo terrorista afirmou que o ato foi “uma resposta às hostilidades do governo”, que é chefiado por xiitas. Fonte: Aleteia #Iraque #Jihadismo #perseguição

  • A grandeza na Liturgia aponta para a Beleza de Deus

    Os sinais externos da sagrada Liturgia não são um insulto à pobreza material dos filhos da Igreja, mas um incentivo à piedade dos fiéis O venerável Papa Pio XII, em sua encíclica sobre a sagrada Liturgia, explicava que “todo o conjunto do culto que a Igreja rende a Deus deve ser interno e externo”. Esta realidade decorre da própria constituição humana, ao mesmo tempo física e espiritual, e da vontade do Senhor, que “dispõe que pelo conhecimento das coisas visíveis sejamos atraídos ao amor das invisíveis”. Este ensinamento explica porque os atos litúrgicos da Igreja sempre foram realizados em templos majestosos, com materiais tão nobres e paramentos trabalhados com inúmeros detalhes. Assim é, não porque a Igreja esteja apegada aos bens materiais ou preocupada em entesourar riquezas, mas porque ao Senhor deve ser oferecido sempre o melhor e o mais belo. Assim pensava São Francisco, o poverello de Assis. Ele passou toda a sua vida como um pobre entre os pobres, mas, quando falava de Jesus eucarístico, condenava o desprezo e o pouco caso com que muitos celebravam os santos mistérios. Em uma carta aos sacerdotes, Francisco pedia a eles que considerassem dentro de si “como são vis os cálices, os corporais e panos em que é sacrificado” muitas vezes nosso Senhor. E insistia: “Onde quer que o Santíssimo Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo for conservado de modo inconveniente ou simplesmente deixado em alguma parte, que o tirem dali para colocá-lo e encerrá-lo num lugar ricamente ordenado” 01. Na França do século XIX, os lojistas comentavam entre si: “No campo há um pároco magro e mal arranjado, com ares de não ter um centavo no bolso, mas que compra para sua igreja tudo o que há de melhor”. Era São João Maria Vianney, que vivia em pobreza extrema, mas não hesitava em ornar a casa de Deus com o mais nobre e o mais digno. Em 1820, escreveu ao prefeito de Ars: “Desejaria que a entrada da igreja fosse mais atraente. Isso é absolutamente necessário. Se os palácios dos reis são embelezados pela magnificência das entradas, com maior razão as das igrejas devem ser suntuosas”02. Toda esta preocupação do Cura d’Ars mostrava um verdadeiro amor a Deus e às almas. Ele encheu a igreja de sua cidade com belíssimas imagens e pinturas, porque, dizia ele, “não raro as imagens nos abalam tão fortemente como as próprias coisas que representam”. O santo francês compreendia mais do que ninguém como não só era possível, mas também salutar, que o material e o terreno apontassem para as realidades celestes. No entender do cardeal Giovanni Bona, um monge cisterciense do século XVII citado por Pio XII, “Se bem que, com efeito, as cerimônias, em si mesmas, não contenham nenhuma perfeição e santidade, são todavia atos externos de religião que, como sinais, estimulam a alma à veneração das coisas sagradas, elevam a mente à realidade sobrenatural, nutrem a piedade, fomentam a caridade, aumentam a fé, robustecem a devoção, instruem os simples, ornam o culto de Deus, conservam a religião e distinguem os verdadeiros dos falsos cristãos e dos heterodoxos.”03 Percebe-se, deste modo, como pondera mal quem diz que a beleza das igrejas do Vaticano e o esplendor dos vasos e ornamentos sagrados deveriam ser renunciados, como se, com isto, a Igreja estivesse se exibindo indevidamente ou ofendendo os mais pobres. Quem pensa desta forma ainda não compreendeu o que é verdadeiramente a Liturgia e qual é o seu verdadeiro tesouro. Não entendeu que até os sinais externos das ações litúrgicas, manifestados especialmente na Santa Missa, devem indicar Aquele que é a Beleza. E não pense que, persistindo nesta mentalidade, diverge em um ponto pouco importante da fé da Igreja. Nunca é tarde para recordar o anátema do Concílio de Trento: “Se alguém disser que as cerimônias, as vestimentas e os sinais externos de que a Igreja Católica usa na celebração da Missa são mais incentivos de impiedade do que sinais de piedade — seja excomungado”. Por Equipe Christo Nihil Praeponere Referências Carta 2 aos clérigos São João Maria Vianney, Patrono dos párocos I. Card. Bona, De divina psalmodia, c 19, § 3,1. Apud Carta Encíclica Mediator Dei, sobre a Sagrada Liturgia, 20 de novembro de 1947, Papa Pio XII #religião #Deus #Maria #Francisco #cerimônias #pobreza #Igrejas #Liturgia #Vianney #Igreja #piedade #Missa

  • O Papa Francisco surpreendeu o mundo ao almoçar hoje com os funcionários da Santa Sé

    Fonte: Jovens Conectados O Papa Francisco surpreendeu o mundo ao almoçar hoje com os funcionários da Santa Sé. As fotos ganharam as redes sociais e fiéis fazem relação direta com o Evangelho de hoje, que fala sobre o chamado ao serviço. A informação foi confirmada pela Rádio Vaticano, que divulgou fotos oficiais da visita. As fotos a seguir são de Guillermo Karcher, via Rome Reports. Evangelho: Mateus 20, 20-28 — O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo † segundo Mateus. — Glória a vós, Senhor.20Naquele tempo, a mãe dos filhos de Zebedeu aproximou-se de Jesus com seus filhos e ajoelhou-se com a intenção de fazer um pedido. 21Jesus perguntou: “O que tu queres?” Ela respondeu: “Manda que estes meus dois filhos se sentem, no teu Reino, um à tua direita e outro à tua esquerda”. 22Jesus, então, respondeu-lhes: “Não sabeis o que estais pedindo. Por acaso podeis beber o cálice que eu vou beber?” Eles responderam: “Podemos”. 23Então Jesus lhes disse: “De fato, vós bebereis do meu cálice, mas não depende de mim conceder o lugar à minha direita ou à minha esquerda. Meu Pai é que dará esses lugares àqueles para os quais ele os preparou”. 24Quando os outros dez discípulos ouviram isso, ficaram irritados contra os dois irmãos. 25Jesus, porém, chamou-os e disse: “Vós sabeis que os chefes das nações têm poder sobre elas e os grandes as oprimem. 26Entre vós não deverá ser assim. Quem quiser tornar-se grande, torne-se vosso servidor; 27quem quiser ser o primeiro, seja vosso servo. 28Pois, o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate em favor de muitos”. #Evangelho #discípulos #funcionários #SantaSé #PapaFrancisco #Filhos #Fotos #Jesus

  • Fundação CitizenGo lança campanha para que a ONU freie o genocídio dos cristãos no Iraque

    ROMA, 25 Jul. 14 / 09:23 am (ACI/EWTN Noticias).- Uma campanha de recolhimento de assinaturas foi lançada através da fundação CitizenGo.org para que a comunidade internacional e a ONU intervenham e freiem “este verdadeiro genocídio contra os cristãos do Iraque”, cujo episódio recente foi a expulsão dos cristãos de Mosul por parte dos jihadistas do Estado Islâmico. “Salvem os cristãos iraquianos”, é o nome da campanha que denuncia as ameaças que os fundamentalistas islâmicos lançaram aos cristãos iraquianos. “Pela primeira vez desde o século XV não há mais população cristã em Mosul. A lei do islamismo radical se impôs e deu a eles a escolha entre a conversão ao Islã, o pagamento de taxas abusivas, o exílio ou a morte”, assinalaram. Os organizadores recordaram que “em 2003, antes da invasão norte-americana ao Iraque, havia mais de um milhão de cristãos no país – incluindo seiscentos mil em Bagdá e aproximadamente sessenta mil em Mosul”. Entretanto, onze anos depois da violência e do avanço dos jihadistas do Estado Islâmico, que proclamaram um califado nos territórios ocupados e o imposto ‘sharia’, a diocese de Mosul desapareceu. “Não temos palavras, porque o que aconteceu é realmente chocante. Os cristãos vivem em Mosul há séculos e essas famílias foram arrancadas de sua cidade, de suas casas, de suas vidas, de repente. Estamos muito preocupados com o futuro dos cristãos neste país”, expressou recentemente o Bispo auxiliar Caldeu de Bagdá, Dom Saad Syroub. O Papa Francisco também chamou recentemente à paz e à oração pela situação dos “nossos irmãos perseguidos” no Iraque. “Foram mandados embora, devem deixar suas casas sem a possibilidade de levar nada”. Muitos cristãos tiveram que fugir para Erbil, a capital do Curdistão iraquiano, cujo governador Nawzad Hadi lhes prometeu proteção, mas já são dois milhões os refugiados internacionais segundo a ONU. Por isso, os organizadores chamam os fiéis a reclamar “à comunidade internacional para agir em defesa dos cristãos no Iraque. A sobrevivência deles depende disso! Sua mensagem chegará ao secretário geral da Liga Árabe e seus responsáveis pelos Direitos Humanos, Paz, Segurança e Política externa. Também chegará ao secretário geral da ONU e seu serviço de imprensa”. Para unir-se à campanha e assinar a petição, ingresse em: http://www.citizengo.org/pt-pt/9825-salvem-os-cristaos-iraquianos #citizengo #freie #funda #crist #campanha #genocidio

  • Cristãos fogem de Mossul após ultimato jihadista

    Fonte: Exame De acordo com testemunhas, mensagens transmitidas por alto-falantes de várias mesquitas intimaram os cristãos a deixar a cidade até sábado Kirkuk – Os cristãos fugiam em massa da cidade de Mossul, controlada pelos jihadistas do Estado Islâmico (EI), depois que os rebeldes difundiram um ultimato dando a eles poucas horas para partir, informou o patriarca caldeu. “As famílias cristãs vão para Dohuk e Arbil” (nas proximidades da autônoma região do Curdistão), afirmou o patriarca Louis Sako à AFP. “Pela primeira vez na história do Iraque, Mossul está vazia de cristãos”. De acordo com testemunhas, as mensagens transmitidas pelos alto-falantes de várias mesquitas intimaram os cristãos a deixar a cidade até sábado. Em uma declaração atribuída ao EI, os jihadistas já haviam advertido na semana passada a minoria cristã em Mossul, a segunda maior cidade do país, habitada por 2 milhões de pessoas antes da ofensiva dos insurgentes sunitas em 9 de junho. #Dohuk #Mossul #Arbil #Kirkuk #ultimato #jihadista #EstadoIslâmico #Cristãos #LouisSako

  • Editorial de importante jornal quebra o silêncio da mídia: Por que a conspiração global de silêncio

    Por Rorate-Caeli | Tradução: Teresa Maria Freixinho – Fratres in Unum.com: Para grande honra do Le Figaro, de longe o maior e mais antigo diário de notícias francês, nesta quarta-feira ele se tornou o primeiro grande jornal internacional a publicar em sua primeira página, e como principal manchete, a perseguição dos cristãos no Iraque: “O Calvário dos Cristãos do Iraque”. Também em sua capa, o principal editorial era “Silence, on persécute!” (Silêncio, estamos perseguindo!), uma acusação direta terrível aos cúmplices desse genocídio, aqueles que estão em silêncio em todo o Ocidente, a começar pelos meios de comunicação, uma opinião pública sempre propensa a manifestações (mas não desta vez!) e, de modo particular, os governos das nações cujas populações são na maioria cristãos ao menos de nome. LE FIGARO – Editorial por Étienne de Montety Silêncio, Estamos Perseguindo! O Estado Islâmico declarou  guerra aos cristãos de Mosul. Instados a deixarem o “Califado” ou se sujeitarem ao pagamento de imposto de “Infiel”, destinados à vingança popular por esse “N” – como em “Nazareno” – inscrito em suas casas, os discípulos de Jesus Cristo, transformados em cidadãos de segunda classe, em breve não terão outra escolha a não ser se “converterem” ou perecerem pela espada… #mídia #quebra #editorial #silêncio #jornal #importante

  • O diabo e o papa Francisco

    O Santo Padre e as suas constantes e explícitas referências à batalha entre o bem e o mal “Deliver Us From Evil” [Livrai-nos do Mal] é o nome de um filme que acaba de ser lançado e cuja trama se baseia nas experiências do policial nova-iorquino Ralph Sarchie. Ao investigar uma série de crimes terríveis, o protagonista se vê envolto nos domínios sombrios do demoníaco e decide se aliar a um padre nada convencional para tentar derrotar o diabo. Alguns críticos classificariam esta produção como mais um típico filme de terror e de exorcismo, bocejariam em gesto de desdém e mudariam de canal. Mas eles não deveriam fazer isso. A possessão demoníaca não é apenas real, mas, à medida que a prática do cristianismo vai minguando e o fascínio com o ocultismo vai crescendo e se expandindo, a necessidade do exorcismo se torna cada vez mais premente. Na semana passada, a Congregação vaticana para o Clero aprovou os estatutos de uma nova organização católica, a Associação Internacional de Exorcistas. Fundada pelo famoso exorcista italiano pe. Gabriele Amorth, a Associação dos Exorcistas promove a conscientização sobre este grave problema espiritual, treina os exorcistas e realiza conferências que reúnem teólogos, médicos, psiquiatras e membros do clero. O pe. Francesco Bamonte, exorcista da diocese de Roma, disse em entrevista ao jornal L’Osservatore Romano que a aprovação desta nova organização por parte da Santa Sé “é um motivo de alegria”. E explicou: “Deus chama alguns padres ao ministério precioso do exorcismo e da libertação, dando a eles a tarefa de acompanhar” as pessoas que precisam de atenção espiritual e pastoral específica. O ministério do exorcismo é um exercício do ministério de Cristo focado na libertação, além de ser um sinal da sua vitória sobre o mal no mundo. Que esta nova organização precisasse da aprovação dos mais altos níveis hierárquicos do Vaticano é um sinal claro da seriedade com que a Igreja católica trata a realidade das forças demoníacas. O ministério do exorcismo é frequentemente associado com os “conservadores” da Igreja, ao passo que os “progressistas” preferem minimizar a questão da possessão demoníaca e reduzi-la a nada mais do que epilepsia ou doença mental, por exemplo. O fato de o papa Francisco levar tão a sério o problema mostra que a realidade do mal demoníaco não pode ser limitada por rótulos. O jornal norte-americano The Washington Post observou, em matéria recente, que o papa Francisco fala literal e abertamente sobre o diabo com mais regularidade que qualquer outro papa desde Paulo VI. Em público, Francisco já impôs as mãos e orou por um homem a respeito de quem foi divulgada a possibilidade de que estivesse possuído por demônios, embora, naturalmente, o Vaticano não tenha confirmado que fosse este o motivo da oração do papa. Francisco alerta contra o diabo regularmente nas suas homilias e discursos. Francisco abençoou uma nova imagem do arcanjo São Miguel nos jardins do Vaticano, orando especialmente pela sua proteção na batalha contra Satanás. Durante uma homilia no último mês de abril, o papa Francisco citou seus próprios críticos, dizendo: “Mas, padre, como o senhor é antiquado por continuar falando sobre o diabo em pleno século XXI!”. O papa lembrou então aos ouvintes que eles não devem se deixar enganar pelas mentiras de Satanás. “Fiquem atentos, porque o diabo está presente”, alertou. Francisco é muitas vezes saudado como um “papa das surpresas” e a sua crença aberta e explícita em um diabo concreto pode ser uma das suas características mais surpreendentes. Em determinados círculos modernos da Igreja, está mais em voga falar do “mal” do que de um demônio concreto. O papa Bento XVI, que foi considerado um grande conservador, tendia a se referir ao mal em termos gerais, enquanto o papa Francisco não tem qualquer embaraço em mencionar de maneira bem clara o pai da mentira, Satanás. Um entrevistado anônimo no Vaticano, citado pelo Washington Post, relata: “O papa Francisco nunca deixa de falar sobre o diabo. É constante. Se o papa Bento tivesse feito isso, a mídia o teria espancado”. O Espírito Santo oferece à Igreja o papa certo para cada tempo. Será que o maior legado do papa Francisco pode vir a ser não a sua atitude e espírito aberto, não o seu abraço admirável à pobreza, mas sim a sua constante referência à grande batalha entre o bem e o mal? Se as pessoas imaginam que a atividade oculta e demoníaca não é real, talvez elas devam prestar mais atenção a indícios como o aumento da violência, os jogos de vídeo game com temáticas abertamente demoníacas, os filmes e a música do tipo heavy metal e suas menções contínuas ao diabo. Se as pessoas imaginam que quem acredita nessas coisas não deve ser levado a sério, basta mencionar a missa negra que uma seita satânica esteve a ponto de conseguir realizar nada menos que dentro do campus da Universidade de Harvard em maio passado, ou a missa negra que já está planejada e confirmada para acontecer em um espaço público do Centro Cívico da cidade norte-americana de Oklahoma no próximo mês de setembro, ou a tentativa de construir um monumento a Satanás no Capitólio da mesma cidade de Oklahoma. Embora seja fácil torcer o nariz para estas notícias tachando-as de meros golpes publicitários, elas são um lembrete de que os satanistas são bastante reais e precisam ser encarados de modo sério. Jesus Cristo é o grande vencedor sobre o poder de Satanás. Segue-se, logicamente, que, quando a fé ativa em Cristo diminui, as forças das trevas se sentem mais fortes para atacar. Se a batalha espiritual é cada vez mais aberta, a necessidade de exorcistas e de um papa que seja “o flagelo de Satanás” se torna ainda mais real. Se este é o caso, podemos esperar ainda mais ensinamentos do papa Francisco nos alertando contra o demônio. E, junto com o papa, todos os sacerdotes e leigos católicos também precisam se armar para a batalha do bem contra o mal. Fonte: Aleteia #satanismo #Satanás #Francisco #demônio #ProblemaEspiritual #DiaboConstante #Vaticano

  • Cristãos impedem que o Governo chinês retire uma cruz de uma igreja

    ROMA, 22 Jul. 14 / 11:19 am (ACI/EWTN Noticias).- Um grupo de cristãos chineses impediu nesta segunda-feira que a polícia retire a cruz de uma igreja no condado de Pingyang, na província de Zhejiang (China), entretanto, durante os fatos vários fiéis ficaram feridos. Segundo as testemunhas, as brigas começaram às duas da manhã e duraram duas horas. Os fiéis rodearam o templo para evitar que a cruz fosse retirada, embora as autoridades chinesas tenham conseguido fechar a igreja depois de agredir os cristãos. Esta atitude, que foi qualificada como “inaceitável” pelas testemunhas, deixou várias pessoas feridas, por isso algumas tiveram que ser levadas para o hospital. Os manifestantes conseguiram subir as fotos à rede Weibo e enviá-las pelo WeChat, mostrando os resultados da intervenção governamental. Por sua parte, o grupo cristão ChinaAid recordou que nas últimas semanas as Igrejas nesta província receberam a ordem do Governo comunista de demolir os templos ou retirar as cruzes, com o argumento de que se trata de uma campanha para combater as construções ilegais. As organizações de direitos humanos denunciaram que nos últimos anos aumentou a perseguição religiosa no país, onde habitam 65 milhões de cristãos, entre os que assistem às Igrejas controladas pelo Governo e os que praticam a sua fé de forma clandestina. #liberdadereligiosa #Governo #China #Zhejiang #Cristãosperseguidos #Weibo #Fotos #ChinaAid #IgrejanaChina #Pingyang #WeChat

  • Saiba quem é o perigoso homem que se proclamou líder de todos os muçulmanos do mundo

    O que é o novo Califado e mais 9 fatos que você precisa conhecer Um grupo de jihadistas cuja base fica na Síria invadiu recentemente a fronteira e irrompeu com fúria pelo norte do Iraque, arruinando em apenas uma semana os anos de esforços que estavam finalmente conseguindo instaurar na região uma relativa paz e estabilidade. Quem são essas pessoas e o que elas realmente querem? Trata-se de um grupo de extremistas que vem sendo chamado de Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) ou Estado Islâmico do Iraque e da Síria (EIIS). No último domingo, 29 de junho, eles próprios começaram a se chamar, porém, de “O Estado Islâmico” (EI), anunciando ao mesmo tempo a “restauração do califado”. Nem a imprensa nem os especialistas em terrorismo ratificaram ainda a existência de fato desse califado. Por isso, vamos continuar nos referindo ao grupo como EIIL (alguns veículos de mídia adotam a sigla ISIL, usada em inglês). É crucial conhecermos melhor o EIIL, um grupo que apresenta uma combinação única de selvageria e poderio técnico e que “envia recados” ao mundo usando tanto as mídias sociais quanto a crucificação dos inimigos. 1. Quem está no comando? Ele nasceu como Ibrahim al-Badri, em Samarra, e estudou teologia em Bagdá. Adotou o nome de Abu Bakr al-Baghdadi e “saiu do anonimato para se tornar o temido líder do EIIL”, de acordo com a rede de TV Al Jazeera. No último domingo, Ibrahim al-Badri se proclamou Califa Ibrahim. 2. O que significam todas essas mudanças do nome do grupo? Ao excluir as palavras Iraque, Síria e Levante do nome do grupo, eles pretendem dizer que o recém-proclamado “califa” está afirmando o seu poder temporal para além dos territórios desses países. Ou seja, para o mundo inteiro. 3. O que é um califado? Simplificando, é um governo chefiado por um “califa”, termo em árabe que significa “sucessor”. No caso, sucessor de ninguém menos que o profeta Maomé. Portanto, Ibrahim afirma ser o líder religioso e político mundial e supremo de absolutamente todos os muçulmanos do planeta, que somam cerca de 1,5 bilhão de pessoas. O califa seria um líder a quem TODOS devem obediência. 4. Além da tentativa de unificar todos os muçulmanos sob um mesmo líder, existe alguma outra razão para o estabelecimento deste califado? Várias. Primeiro, Ibrahim provavelmente espera finalizar a conquista do Iraque mais rápido convencendo todos os sunitas iraquianos a deporem as armas e se juntarem à causa do Estado Islâmico (EI). Uma recente mensagem do EI foi clara: “A legalidade de todos os emirados, grupos, estados e organizações se torna nula com a expansão da autoridade do califa e com a chegada das suas tropas às suas áreas”, declarou o porta-voz do grupo, Abu Mohamed al-Adnani. “Ouçam o seu califa e obedeçam-no. Apoiem o seu estado, que cresce a cada dia”. Segundo, um califado real, nos sonhos dos jihadistas, serviria como patrocinador do terrorismo, aproveitando-se de riquezas e de mão-de-obra para travar a jihad global até que o mundo todo esteja convertido, morto ou pagando o jizya (tributos que protegem o pagante não muçulmano da morte). 5. Qual é a probabilidade de Ibrahim realizar o seu plano de hegemonia global? Independentemente da lealdade que Ibrahim inspirou entre alguns jihadistas impacientes (inclusive nos Estados Unidos), o novo “califa” terá dificuldades para conquistar a fidelidade de 1,5 bilhão de muçulmanos. Mesmo entre o pequeno grupo de muçulmanos sunitas que são jihadistas ou terroristas, o EIIL de Ibrahim foi firmemente condenado. Até a Al-Qaeda criticou publicamente o grupo pela “brutalidade e desejo de matar a todos, inclusive os sunitas que eles consideram traidores da sua religião”. 6. Já não existe um califa entre os sunitas? Sim, existe o mulá Mohammed Omar Uruzgani, do Afeganistão, que o Talibã e a Al-Qaeda reconhecem como “califa”. O mulá Omar, recentemente, se mostrou ainda ativo ao declarar que a libertação de cinco líderes jihadistas da prisão de Guantánamo em troca do sargento norte-americano Bowe Bergdahl foi “uma grande vitória”. 7. Qual é o tamanho da ameaça representada pelo Califa Ibrahim? A ameaça é muito, muito grande. A maioria dos cristãos iraquianos fugiu com a aproximação do EIIL. O resto, provavelmente, já foi morto. Entre os desaparecidos, há duas freiras iraquianas e três crianças de um orfanato que elas mantinham na região. O EIIL vem acumulando grandes quantidades de armamento e de dinheiro (429 milhões de dólares só dos bancos que atacaram na cidade iraquiana de Mossul). O grupo também tomou o controle de poços de petróleo na Síria e no Iraque, além da maior refinaria de petróleo do Iraque. Há poucos dias, os combatentes da Frente Nusra, grupo da Al-Qaeda na Síria, que tinha sido o principal rival do EIIL, capitulou e prometeu lealdade a esse mesmo EIIL. Mas o dinheiro, as armas e o petróleo são ameaças pálidas diante do terror que o EIIL representa para os seres humanos inocentes de qualquer fé, por causa do seu estilo particularmente brutal de terrorismo. 8. O que as mulheres sob o regime do Califa Ibrahim podem esperar? O EIIL anunciou para a província iraquiana de Nínive um “Contrato com a Cidade”. Uma das 16 novas regras, traduzidas e parafraseadas pelo Washington Post, afirma: “Deve-se dizer às mulheres que a estabilidade está dentro de casa e que elas não devem sair a menos que seja necessário. Elas devem permanecer inteiramente cobertas pela veste islâmica”. Ficar dentro de casa é, sem dúvida, aconselhável, já que, sob o regime da sharia, as mulheres podem ser apedrejadas por delitos como “impropriedade sexual” e “comportamento ocidentalizado”. Estima-se que aconteçam anualmente 5.000 crimes de honra, cometidos por homens ligados às vítimas e “causados” por comportamentos “desonrosos” destas, como querer casar por amor em vez de submeter-se a casamentos arranjados com estranhos que podem ser décadas mais velhos e até já terem uma esposa ou três. 9. As atrocidades atribuídas ao EIIL podem ser forjadas? Várias denúncias de “crucificações” acabaram se revelando “menos bárbaras” do que tinha sido divulgado, se é que podemos achar “menos bárbaro” que as vítimas sejam assassinadas a tiros antes de ser amarradas à cruz, em vez de crucificadas vivas como seria “próprio” de uma crucificação “tradicional”. Essas atrocidades são cometidas como formas de “mandar um recado”, explica o professor Abba Barzega, especialista em estudos islâmicos da Universidade Estadual da Geórgia, nos EUA. O recado, no caso, é este: “Quem se opõe ao EIIL se opõe ao governo de Deus; quem é inimigo do EIIL é inimigo de Deus e merece a mais alta forma de punição possível”. Das sete pessoas executadas publicamente há poucos dias em Raqqa, na Síria, apenas dois corpos foram exibidos. As outras cinco vítimas eram adolescentes. Um deles cursava a 7ª série. O professor Barzega prossegue: “O EIIL precisa dar ‘sentido’ a essas mortes. ‘Apenas’ assassinar, num contexto de guerra constante, não teria ‘valor’. Por isso, eles agregam ‘mensagens’ ou ‘propaganda’ às suas ações”. Traduzindo: eles matam com o máximo possível de crueldade para garantir que a “mensagem” seja bem compreendida. 10. Como as pessoas podem saber se estão infringindo alguma dessas leis? Primeiro, você já está infringindo a lei se não der apoio incondicional ao EIIL. Além do “Contrato com a Cidade”, que hoje governa a província iraquiana de Nínive, a CNN relata que “aparecem editos da noite para o dia, espalhados em panfletos que contêm advertências terríveis, como, por exemplo, esta: ‘Todos os donos de lojas devem fechar as portas imediatamente ao soar o anúncio da oração e se dirigir à mesquita. Todos os infratores, após a emissão deste anúncio, enfrentarão as consequências’”. Há regras específicas para os cristãos, como a que estipula um imposto (jizya) caso desejem continuar vivos. Os cristãos não estão autorizados a “expor cruzes, reparar igrejas ou recitar orações na presença de muçulmanos”, como informou em fevereiro o Observatório Sírio dos Direitos Humanos. Reproduzimos abaixo o restante das novas regras, com base na tradução oferecida pelo Washington Post: Todos os muçulmanos serão bem tratados, a menos que se aliem aos opressores ou ajudem os criminosos. O dinheiro tirado do governo agora é público. Quem o roubar enfrentará amputações. Quem fizer ameaças ou chantagens enfrentará severas punições (nesta parte, é citada uma passagem do Alcorão, Al-Ma’idah 33, que diz que os criminosos podem ser mortos ou crucificados). Todos os muçulmanos são incentivados a fazer as suas orações com o grupo. Drogas, álcool e cigarros estão proibidos. Grupos políticos ou armados rivais não serão tolerados. A polícia e os oficiais militares podem se arrepender, mas qualquer um que insistir na apostasia enfrentará a morte. A sharia está instaurada. Túmulos e santuários não são permitidos e serão destruídos. Seja feliz por viver em uma terra islâmica. A última lei parece bastante difícil de ser aplicada. #Homem #líder #proclamou #perigoso #saiba #todos

  • Pai de uma bebê falecida pede em rede social uma foto da filha sem os tubos que a mantinham viva, ar

    WASHINGTON DC, 21 Jul. 14 / 12:06 pm (ACI/EWTN Noticias).- Sofia tinha apenas seis semanas de vida quando faleceu por causa de um tumor perto do fígado. Para a tristeza dos pais só tinham como lembrança a foto da bebê com os tubos que a ajudavam a sobreviver. Então veio o pedido do pai nas redes sociais: “Alguém pode tirar os tubos desta foto?”. Ele jamais teria imaginado a cadeia de solidariedade que despertaria e os incríveis trabalhos enviados. Nathen Steffel, pai de Sofia, tinha sido membro da rede Reddit e tinha visto como profissionais do Photoshop obtinham resultados realmente impressionantes. Isto o animou a lançar uma mensagem. “Minha filha faleceu recentemente depois de uma longa batalha no hospital infantil. Ela esteve toda sua vida no hospital e nunca tivemos uma foto dela sem todos aqueles tubos. Alguém pode tirar os tubos desta foto?”. A imagem à que se referia Nathen, que vive com sua família em Ohio (Estados Unidos), era uma foto onde Sofia –conectada aos tubos de respiração–, parece olhar para a câmara em um dos poucos momentos da sua curta vida em que ela esteve desperta. Antes que Sofia nascesse no dia 30 de maio, uma ultrassonografia de rotina revelou que ela tinha um tumor no fígado conhecido como hemangioma hepático. A bebê faleceu no dia 10 de julho, os Steffel lamentavam não ter uma imagem que a mostrasse sem os equipamentos médicos. A resposta Entretanto, o casal não imaginava que o pedido lançado na Reddit geraria toda uma cadeia de solidariedade. Pouco a pouco foram chegando imagens da Sofia sem os tubos. “Isto é realmente impressionante”, escreveu Nathen. “Tudo o que queria era uma bonita foto. O que recebi é bastante amor e apoio de pessoas desconhecidas”, disse o pai. “Recebemos várias fotos impressionantes, desenhos e pinturas. Graças a todos!”, exclamou. Assim, em meio à gratidão, Nathen –a cuja casa seguem chegando fotografias e pinturas da bebê–, afirmou que o que os conforta é saber que Sofia não experimentará mais a dor. “Ela só conheceu o amor que minha esposa e eu lhe demos”, expressou. #tubos #falecida #mantinham #Fotos #Social #filha #artistas

  • Frente ao mal no mundo devemos confiar na vitória final de Deus, afirma o Papa

    Vaticano, 20 Jul. 14 / 06:32 pm (ACI).- O Papa Francisco, em suas palavras prévias à oração do Ángelus de hoje, animou os cristãos confrontar o joio no mundo imitando a paciência de Deus, alimentando a esperança e confiando que no final o bem triunfará. Falando sobre o Evangelho deste Domingo, que narra a parábola do joio e do trigo, o Papa assinalou: “Sabemos que o demônio é um espalhador de cizânia: sempre em busca de dividir as pessoas, as famílias, as nações e os povos”, frisou Francisco. Os trabalhadores queriam logo arrancar o erva daninha, mas o patrão os impediu com a seguinte motivação: ‘Não. Pode acontecer que, arrancando o joio, vocês arranquem também o trigo’. “Sabemos que a cizânia, quando cresce, se parece muito com a boa semente e existe o perigo de confundi-las”, disse ainda o pontífice. “O ensinamento da parábola é duplo. Primeiramente, diz que o mal existente no mundo não vem de Deus, mas de seu inimigo, o maligno. Ele vai à noite semear a cizânia, na escuridão, na confusão, onde não há luz. Este inimigo é astuto: semeou o mal em meio ao bem, tornando impossível aos homens separá-los claramente; mas Deus, pode fazê-lo”, sublinhou o Santo Padre. “Nós às vezes, temos muita pressa em julgar, classificar, colocar os bons de um lado e os maus do outro. Lembrem-se da oração do homem soberbo: Deus, eu te agradeço porque sou bom e não sou como aquele que é mal. Deus, ao invés, sabe esperar. Ele olha no campo da vida de cada pessoa com paciência e misericórdia. Vê muito melhor do que nós a sujeira e o mal, mas vê também os germes do bem e espera com confiança que amadureçam. Deus é paciente, sabe esperar. O nosso Deus é um pai paciente que sempre nos espera e nos espera para nos acolher e nos perdoar”, exortou ainda o Papa Francisco. “Graças a esta esperança paciente de Deus a mesma cizânia, ou seja, o coração mal, com muitos pecados, pode se tornar boa semente. Atenção: a paciência do Evangelho não é indiferença ao mal; não se pode fazer confusão entre bem e mal. Diante da cizânia presente no mundo o discípulo do Senhor é chamado a imitar a paciência de Deus, alimentar a esperança com o apoio e a confiança inabalável na vitória final do bem, que é Deus”, disse o Pontífice aos milhares de fiéis presentes na Praça de São Pedro. “Naquele dia da colheita final o grande juiz será Jesus, Aquele que semeou a boa semente no mundo e que se tornou Ele mesmo ‘grão de trigo’, que morreu e ressuscitou. No final, seremos julgados com a mesma medida com a qual julgamos: a misericórdia que usamos para com os outros será usada também conosco. Peçamos a Maria, nossa Mãe, para nos ajudar a crescer na paciência, na esperança e na misericórdia com todos os irmãos”, concluiu o Papa Francisco. #Ângelusdominical #Audiênciageral #JoioeoTrigo #PapaFrancisco

  • Idolatria e sexo desordenado

    Sexualidade e Espiritualidade. Parecem dois mundos paralelos condenados a não se encontrarem. Mas será que é assim mesmo? Como colocar em ordem a vida espiritual? Como isto pode interferir na área da sexualidade? Fonte: Padre Paulo Ricardo #desordenado #Idolatria

  • Médico evitou que Cristiano Ronaldo fosse abortado

    MADRI, 18 Jul. 14 / 08:33 pm (ACI/EWTN Noticias).- Depois da confissão da mãe de Thiago Silva, capitão da seleção brasileira de futebol, agora a mãe do craque do Real Madrid, o jogador português Cristiano Ronaldo, confessou que já havia pensado em abortar por causa da pobreza em que vivia, mas graças ao conselho do seu médico continuou com a sua gravidez. Maria Dolores Aveiro, mãe do popular “CR7”, confessou em sua autobiografia intitulada “Mãe Coragem” que estando angustiada porque não sabia como sustentar economicamente o seu quarto filho, foi procurar o médico para ver como poderia aborta-lo. Em vez de encontrar apoio no médico, recordou María Dolores, o profissional lhe disse que “de jeito nenhum” a submeteria a um aborto, pois “você tem apenas trinta anos e nenhuma razão física pela qual não possa ter este bebê. Ele será a alegria da casa!”. Mas ela não se convenceu completamente. Depois da conversa com o médico, uma vizinha aconselhou tomar cerveja preta fervida para estimular o aborto, e ela arriscou, mas não funcionou. Só então veio o pensamento de que era a vontade de Deus, e que essa criança deveria nascer. Chegada a hora do parto, ao receber o pequeno Cristiano Ronaldo, o médico disse à preocupada Maria Dolores: “Com uns pés como estes, será jogador de futebol!”. Inspirada por sua admiração pelo então presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan, Maria Dolores decidiu colocar o nome do seu bebê de “Cristiano Ronaldo”. A infância do atual craque de futebol esteve cheia de dificuldades econômicas, e seus irmãos mais velhos, Elma, Hugo e Katia, muitas vezes fizeram o papel da mãe, enquanto Maria Dolores trabalhava. Com o passar dos anos, entretanto, cumpriram-se as palavras com as quais o médico alentava a Maria Dolores nas suas consultas depois do parto: “Alegre se, mulher, este bebê lhe dará muita sorte na vida e muita felicidade!”. Cristiano Ronaldo foi considerado o melhor jogador de futebol do mundo e foi premiado com a Bola de Ouro da FIFA em 2013. #cristiano #médico #fosse #evitou #abortado #ronaldo

  • Papa Francisco telefona para Peres e Abbas pedindo que continuem buscando a trégua na Faixa de Gaza

    Vaticano, 18 Jul. 14 / 04:25 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco telefonou na manhã de hoje para os presidentes de Israel e Palestina, Shimon Peres e Mahmoud Abbas, para exortá-los a que continuem rezando e esforçando-se para conseguir que as partes envolvidas e os que têm responsabilidade política se empenhem para cessar toda hostilidade, esforçando-se por uma trégua que traga a paz na Faixa de Gaza. “Retomando o forte apelo para continuar a rezar pela paz na Terra Santa de domingo passado, nesta manhã,  o Santo Padre Francisco telefonou pessoalmente para o presidente Shimon Peres e ao presidente  Mahmoud Abbas, compartilhando suas profundas preocupações com a atual situação de conflito que envolve, em especial, a Faixa de Gaza e que, em um clima de crescente hostilidade, ódio e sofrimento para os dois povos, está semeando numerosas vítimas e dando origem a uma situação de grave emergência humanitária”, informou o Vaticano. “Como fez em sua recente peregrinação à Terra Santa e em ocasião da invocação pela paz, no dia 8 de junho passado, o Santo Padre assegurou sua incessante oração e a de toda a Igreja pela paz na Terra Santa.  Partilhou com os líderes, os quais considera homens de paz e que desejam a paz, a necessidade de continuar a rezar e a empenhar-se para fazer de tudo para que as partes envolvidas e os que têm responsabilidade política, em âmbito local e internacional, se empenhem para cessar toda hostilidade, esforçando-se por uma trégua, pela paz e a reconciliação dos corações”, acrescentou. Ontem, após dez dias de bombardeios, as tropas israelenses iniciaram a sua incursão terrestre na Faixa de Gaza com o objetivo de atingir os túneis construídos pelo grupo islamita Hamas “que visam penetrar e atingir o território israelense”, conforme indicou o primeiro-ministro deste país, Benjamim Netanyahu. Esta nova etapa ocorre logo depois da trégua de cinco horas pedida pela ONU para ingressar ajuda humanitária à população, quebrada pelo lançamento de mais mísseis por parte dos membros do Hamas. O atual conflito desencadeou depois do sequestro seguido de assassinato de três jovens israelenses, a isso se juntou à morte de um jovem palestino, provavelmente como vingança. Desde 2007 que a Faixa de Gaza é controlada política e militarmente pelo movimento islamita Hamas que depois de duros combates conseguiu expulsar a facção palestina opositora, Fatah, liderada por Mahmoud Abbas e que é a que atualmente governa a Cisjordânia através da Autoridade Nacional Palestina. O grupo Hamas tem escrito em sua carta de fundação o objetivo de destruir o Estado de Israel. Segundo o ministério da saúde de Gaza já são 237 os palestinos mortos desde que se iniciou a ofensiva israelense. Entre os falecidos há 48 crianças, 24 mulheres e uma dezena de idosos, além de 1.500 feridos. #paz #ConflitonaFaixadeGaza #PapaFrancisco #Israel #Palestina

  • Papa Francisco reza pelas vítimas do avião da Malaysian Airlines derrubado na Ucrânia

    Vaticano, 18 Jul. 14 / 02:10 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco expressou hoje, 18 de julho, a sua consternação pela catástrofe com o avião da Malaysian Airlines que foi derrubado nesta quinta-feira por um míssil enquanto sobrevoava o território da Ucrânia ocasionando a morte de pelo menos 300 pessoas. O Vaticano divulgou um comunicado no qual destaca que “o Santo Padre recebeu com consternação a notícia do desastre do avião da Malaysian Airlines, precipitado na região leste da Ucrânia, marcada por fortes tensões.”. No Boeing 777 derrubado ontem, que saiu de Amsterdã e se dirigia a Kuala Lumpur, viajavam 283 passageiros e 15 membros da tripulação. O vice-presidente sênior da Malaysian Airlines, Huib Gorter, disse que eram pelo menos 154 holandeses, 27 australianos, 23 malaios, 11 indonésios, 6 britânicos, 4 alemães, 4 belgas, 3 filipinos e 1 canadense. Diversas informações de agências internacionais assinalam que o míssil com o qual derrubaram o avião foi disparado por separatistas pró-russos na Ucrânia. O primeiro-ministro da Holanda, Mark Rutte, disse estar “profundamente comovido por esta notícia dramática”. “As circunstâncias do acidente não são claras e ainda não se conhece a identidade dos passageiros”, acrescentou. O comunicado do Vaticano assinala também que “o Papa eleva suas orações pelas numerosas vítimas do acidente e por seus familiares, renovando às partes em conflito o forte apelo à paz e para um compromisso na busca de soluções com o diálogo, a fim de evitar mais perdas de vidas humanas inocentes”. #malaysian #derrubado #Vítimas #Francisco #airlines #pelas

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