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- Vigésimo dia da Quaresma de São Miguel
Reze os 40 dias conosco! Como sugestão, além do roteiro que disponibilizamos abaixo, convidamos a todos para rezar o Rosário com o Frei Gilson ou Instituto Hesed , todos os dias às 4h da manhã ou no horário que tiver possibilidade: Aqueles que preferirem podem rezar a versão resumida: É costume que a Quaresma de São Miguel seja rezada diariamente, entre 15 de agosto e 29 de setembro , quando se celebra a festa deste Santo Arcanjo. Mas ela também pode ser feita em qualquer outra época do ano, por um período de 40 dias. Esta devoção deve-se a São Francisco de Assis, que sempre fazia orações especiais a São Miguel, quarenta dias antes da festa do Arcanjo (29 de Setembro). Foi difundida através dos seus discípulos, que o imitavam nessa devoção e recebiam graças. E, até hoje, temos esse belíssimo costume de consagrar as nossas vidas a São Miguel. Leia também Conheça a origem da Quaresma de São Miguel Arcanjo Por se tratar de uma devoção privada , os fiéis que a praticam são livres para adotar as orações de sua preferência. As preces a seguir são mais uma sugestão de roteiro do que um rito fixo e imóvel, e costumam ser rezadas em frente a uma escultura ou estampa de São Miguel, e com uma vela benta acesa em sua honra. Também é hábito que se una a essas orações a prática de alguma penitência especial ao longo de toda a quarentena. Aos que praticam essa devoção em família, talvez valha a pena baixar este arquivo em formato pdf , com as orações em latim e português, e fazer uma impressão dele para esses dias. No final do artigo é possível baixar outros arquivos que ajudarão a viver bem a Quaresma de São Miguel. Baixe o roteiro de oração em formato pdf Aos que desejarem conhecer mais e melhor essa prática, sua origem e seu significado espiritual, recomendamos que assistam aos seguintes programas “Ao vivo com Pe. Paulo”, sobre esse tema: O que é necessário? Antes de tudo, termos os devidos cuidados para não cairmos em superstição. A superstição é o desvio do sentimento religioso e das práticas que ele impõe. Então, o nosso coração deve estar reconciliado com Deus e cheio de bons propósitos, para isso faça um breve exame de consciência. Após esta breve análise da sua vida, faça um altar com uma imagem de São Miguel (pode ser estátua ou de papel), colocando velas ou lamparinas bentas, e flores para enfeitar. Durante a Quaresma, faça penitências, jejuns e abstinências e uma boa confissão. Leia também Sugestões de penitências e mortificações na quaresma Durante todos os dias da quaresma de São Miguel, faça o Sinal da Cruz, se possível acenda uma vela, diga a sua intenção particular – por si ou por alguém – e reze as orações abaixo, e no dia 29 de Setembro procure participar da Festa de São Miguel com a Santa Missa. 1. Sinal da cruz . — Pelo sinal da Santa Cruz, livrai-nos Deus, Nosso Senhor, dos nossos inimigos. Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém. 2. Pequeno exorcismo de Leão XIII . — São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate. Cobri-nos com o vosso escudo contra os embustes e ciladas do demônio. Subjugue-o Deus, instantemente o pedimos; e vós, príncipe da milícia celeste, pelo divino poder, precipitai no inferno Satanás e os outros espíritos malignos que andam pelo mundo para perder as almas. Amém. 3. Ladainha de São Miguel Arcanjo ( versão latina aqui ): Senhor, tende piedade de nós . Jesus Cristo, tende piedade de nós . Senhor, tende piedade de nós . Cristo, ouvi-nos . Cristo, atendei-nos . Pai celeste, que sois Deus, tende piedade de nós . Filho redentor do mundo, que sois Deus, tende piedade de nós . Espírito Santo, que sois Deus, tende piedade de nós . Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós . Santa Maria, Rainha dos Anjos, rogai por nós . São Miguel, rogai por nós . São Miguel, cheio da graça de Deus, rogai … São Miguel, perfeito adorador do Verbo Divino, São Miguel, coroado de honra e de glória, São Miguel, poderosíssimo príncipe dos exércitos do Senhor, São Miguel, porta-estandarte da Santíssima Trindade, São Miguel, guardião do Paraíso, São Miguel, guia e consolador do povo israelita, São Miguel, esplendor e fortaleza da Igreja militante, São Miguel, honra e alegria da Igreja triunfante, São Miguel, luz dos anjos, São Miguel, baluarte dos cristãos, São Miguel, força daqueles que combatem pelo estandarte da cruz, São Miguel, luz e confiança das almas no último momento da vida, São Miguel, socorro muito certo, São Miguel, nosso auxílio em todas as adversidades, São Miguel, arauto da sentença eterna, São Miguel, consolador das almas que estão no Purgatório, São Miguel, a quem o Senhor incumbiu de receber as almas depois da morte, São Miguel, nosso príncipe, São Miguel, nosso advogado, rogai por nós . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos, Senhor . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos, Senhor . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós . Rogai por nós, ó glorioso São Miguel, príncipe da Igreja de Cristo, para que sejamos dignos de suas promessas . Oremos : Senhor Jesus, santificai-nos por uma bênção sempre nova e concedei-nos, pela intercessão de São Miguel, essa sabedoria que nos ensina a ajuntar riquezas do céu e a trocar os bens do tempo presente pelos da eternidade. Vós que viveis e reinais em todos os séculos dos séculos. Amém. 4. Consagração a São Miguel Arcanjo . — Ó Príncipe nobilíssimo dos Anjos, valoroso guerreiro do Altíssimo, zeloso defensor da glória do Senhor, terror dos espíritos rebeldes, amor e delícia de todos os Anjos justos, meu diletíssimo Arcanjo São Miguel, desejando eu fazer parte do número dos vossos devotos e servos, a vós hoje me consagro, me dou e me ofereço e ponho-me a mim próprio, a minha família e tudo o que me pertence, debaixo da vossa poderosíssima proteção. É pequena a oferta do meu serviço, sendo como sou um miserável pecador, mas vós engrandecereis o afeto do meu coração; recordai-vos que de hoje em diante estou debaixo do vosso sustento e deveis assistir-me em toda a minha vida e obter-me o perdão dos meus muitos e graves pecados, a graça de amar a Deus de todo coração, ao meu querido Salvador Jesus Cristo e a minha Mãe Maria Santíssima. Obtende-me aqueles auxílios que me são necessários para obter a coroa da eterna glória. Defendei-me dos inimigos da alma, especialmente na hora da morte. Vinde, ó príncipe gloriosíssimo, assistir-me na última luta e com a vossa arma poderosa lançai para longe, precipitando nos abismos do inferno, aquele anjo quebrador de promessas e soberbo que um dia prostrastes no combate no Céu. São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate para que não pereçamos no supremo juízo. 5. Oração final . — Levanta-se Deus, pela intercessão da bem-aventurada Virgem Maria, São Miguel Arcanjo e todas as milícias celestes; sejam dispersos os seus inimigos e fujam de sua face todos os que o odeiam. Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém. 6. Oração “Augusta Rainha” . — Augusta Rainha dos céus, soberana mestra dos Anjos, Vós que, desde o princípio, recebestes de Deus o poder e a missão de esmagar a cabeça de Satanás, nós vo-lo pedimos humildemente, enviai vossas legiões celestes para que, sob vossas ordens, e por vosso poder, elas persigam os demônios, combatendo-os por toda a parte, reprimindo-lhes a insolência, e lançando-os no abismo. Quem é como Deus? Ó Mãe de bondade e ternura, Vós sereis sempre o nosso amor e a nossa esperança. Ó Mãe divina, enviai os Santos Anjos para nos defenderem, e repeli para longe de nós o cruel inimigo. Santos Anjos e Arcanjos, defendei-nos e guardai-nos. Amém. Notas Na liturgia atual, S. Gabriel e S. Rafael também são celebrados no dia 29 de setembro, quando se encerra essa devoção. Mas vale a pena recordar, aos amantes do rito tradicional, que no calendário antigo os três arcanjos eram festejados separadamente: Gabriel em 24 de março, véspera da Anunciação, e Rafael em 24 de outubro (ambas festas de 3.ª classe, o equivalente às nossas memórias ). São Miguel manteve o dia 29 de setembro, mas antes era honrado com uma festa de 1.ª classe (o equivalente às nossas solenidades ). Leia também Conheça a origem da Quaresma de São Miguel Arcanjo Outros arquivos para baixar : Roteiro de orações para a Quaresma de São Miguel (preto e branco) Roteiro de orações para a Quaresma de São Miguel (colorido) Calendário da Quaresma de São Miguel Capelinha de São Miguel #QuaresmadeSãoMiguel
- Vigésimo dia da Quaresma de São Miguel
Reze os 40 dias conosco! Como sugestão, além do roteiro que disponibilizamos abaixo, convidamos a todos para rezar o Rosário com o Frei Gilson ou Instituto Hesed , todos os dias às 4h da manhã ou no horário que tiver possibilidade: Aqueles que preferirem podem rezar a versão resumida: É costume que a Quaresma de São Miguel seja rezada diariamente, entre 15 de agosto e 29 de setembro , quando se celebra a festa deste Santo Arcanjo. Mas ela também pode ser feita em qualquer outra época do ano, por um período de 40 dias. Esta devoção deve-se a São Francisco de Assis, que sempre fazia orações especiais a São Miguel, quarenta dias antes da festa do Arcanjo (29 de Setembro). Foi difundida através dos seus discípulos, que o imitavam nessa devoção e recebiam graças. E, até hoje, temos esse belíssimo costume de consagrar as nossas vidas a São Miguel. Leia também Conheça a origem da Quaresma de São Miguel Arcanjo Por se tratar de uma devoção privada , os fiéis que a praticam são livres para adotar as orações de sua preferência. As preces a seguir são mais uma sugestão de roteiro do que um rito fixo e imóvel, e costumam ser rezadas em frente a uma escultura ou estampa de São Miguel, e com uma vela benta acesa em sua honra. Também é hábito que se una a essas orações a prática de alguma penitência especial ao longo de toda a quarentena. Aos que praticam essa devoção em família, talvez valha a pena baixar este arquivo em formato pdf , com as orações em latim e português, e fazer uma impressão dele para esses dias. No final do artigo é possível baixar outros arquivos que ajudarão a viver bem a Quaresma de São Miguel. Baixe o roteiro de oração em formato pdf Aos que desejarem conhecer mais e melhor essa prática, sua origem e seu significado espiritual, recomendamos que assistam aos seguintes programas “Ao vivo com Pe. Paulo”, sobre esse tema: O que é necessário? Antes de tudo, termos os devidos cuidados para não cairmos em superstição. A superstição é o desvio do sentimento religioso e das práticas que ele impõe. Então, o nosso coração deve estar reconciliado com Deus e cheio de bons propósitos, para isso faça um breve exame de consciência. Após esta breve análise da sua vida, faça um altar com uma imagem de São Miguel (pode ser estátua ou de papel), colocando velas ou lamparinas bentas, e flores para enfeitar. Durante a Quaresma, faça penitências, jejuns e abstinências e uma boa confissão. Leia também Sugestões de penitências e mortificações na quaresma Durante todos os dias da quaresma de São Miguel, faça o Sinal da Cruz, se possível acenda uma vela, diga a sua intenção particular – por si ou por alguém – e reze as orações abaixo, e no dia 29 de Setembro procure participar da Festa de São Miguel com a Santa Missa. 1. Sinal da cruz . — Pelo sinal da Santa Cruz, livrai-nos Deus, Nosso Senhor, dos nossos inimigos. Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém. 2. Pequeno exorcismo de Leão XIII . — São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate. Cobri-nos com o vosso escudo contra os embustes e ciladas do demônio. Subjugue-o Deus, instantemente o pedimos; e vós, príncipe da milícia celeste, pelo divino poder, precipitai no inferno Satanás e os outros espíritos malignos que andam pelo mundo para perder as almas. Amém. 3. Ladainha de São Miguel Arcanjo ( versão latina aqui ): Senhor, tende piedade de nós . Jesus Cristo, tende piedade de nós . Senhor, tende piedade de nós . Cristo, ouvi-nos . Cristo, atendei-nos . Pai celeste, que sois Deus, tende piedade de nós . Filho redentor do mundo, que sois Deus, tende piedade de nós . Espírito Santo, que sois Deus, tende piedade de nós . Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós . Santa Maria, Rainha dos Anjos, rogai por nós . São Miguel, rogai por nós . São Miguel, cheio da graça de Deus, rogai … São Miguel, perfeito adorador do Verbo Divino, São Miguel, coroado de honra e de glória, São Miguel, poderosíssimo príncipe dos exércitos do Senhor, São Miguel, porta-estandarte da Santíssima Trindade, São Miguel, guardião do Paraíso, São Miguel, guia e consolador do povo israelita, São Miguel, esplendor e fortaleza da Igreja militante, São Miguel, honra e alegria da Igreja triunfante, São Miguel, luz dos anjos, São Miguel, baluarte dos cristãos, São Miguel, força daqueles que combatem pelo estandarte da cruz, São Miguel, luz e confiança das almas no último momento da vida, São Miguel, socorro muito certo, São Miguel, nosso auxílio em todas as adversidades, São Miguel, arauto da sentença eterna, São Miguel, consolador das almas que estão no Purgatório, São Miguel, a quem o Senhor incumbiu de receber as almas depois da morte, São Miguel, nosso príncipe, São Miguel, nosso advogado, rogai por nós . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos, Senhor . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos, Senhor . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós . Rogai por nós, ó glorioso São Miguel, príncipe da Igreja de Cristo, para que sejamos dignos de suas promessas . Oremos : Senhor Jesus, santificai-nos por uma bênção sempre nova e concedei-nos, pela intercessão de São Miguel, essa sabedoria que nos ensina a ajuntar riquezas do céu e a trocar os bens do tempo presente pelos da eternidade. Vós que viveis e reinais em todos os séculos dos séculos. Amém. 4. Consagração a São Miguel Arcanjo . — Ó Príncipe nobilíssimo dos Anjos, valoroso guerreiro do Altíssimo, zeloso defensor da glória do Senhor, terror dos espíritos rebeldes, amor e delícia de todos os Anjos justos, meu diletíssimo Arcanjo São Miguel, desejando eu fazer parte do número dos vossos devotos e servos, a vós hoje me consagro, me dou e me ofereço e ponho-me a mim próprio, a minha família e tudo o que me pertence, debaixo da vossa poderosíssima proteção. É pequena a oferta do meu serviço, sendo como sou um miserável pecador, mas vós engrandecereis o afeto do meu coração; recordai-vos que de hoje em diante estou debaixo do vosso sustento e deveis assistir-me em toda a minha vida e obter-me o perdão dos meus muitos e graves pecados, a graça de amar a Deus de todo coração, ao meu querido Salvador Jesus Cristo e a minha Mãe Maria Santíssima. Obtende-me aqueles auxílios que me são necessários para obter a coroa da eterna glória. Defendei-me dos inimigos da alma, especialmente na hora da morte. Vinde, ó príncipe gloriosíssimo, assistir-me na última luta e com a vossa arma poderosa lançai para longe, precipitando nos abismos do inferno, aquele anjo quebrador de promessas e soberbo que um dia prostrastes no combate no Céu. São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate para que não pereçamos no supremo juízo. 5. Oração final . — Levanta-se Deus, pela intercessão da bem-aventurada Virgem Maria, São Miguel Arcanjo e todas as milícias celestes; sejam dispersos os seus inimigos e fujam de sua face todos os que o odeiam. Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém. 6. Oração “Augusta Rainha” . — Augusta Rainha dos céus, soberana mestra dos Anjos, Vós que, desde o princípio, recebestes de Deus o poder e a missão de esmagar a cabeça de Satanás, nós vo-lo pedimos humildemente, enviai vossas legiões celestes para que, sob vossas ordens, e por vosso poder, elas persigam os demônios, combatendo-os por toda a parte, reprimindo-lhes a insolência, e lançando-os no abismo. Quem é como Deus? Ó Mãe de bondade e ternura, Vós sereis sempre o nosso amor e a nossa esperança. Ó Mãe divina, enviai os Santos Anjos para nos defenderem, e repeli para longe de nós o cruel inimigo. Santos Anjos e Arcanjos, defendei-nos e guardai-nos. Amém. Notas Na liturgia atual, S. Gabriel e S. Rafael também são celebrados no dia 29 de setembro, quando se encerra essa devoção. Mas vale a pena recordar, aos amantes do rito tradicional, que no calendário antigo os três arcanjos eram festejados separadamente: Gabriel em 24 de março, véspera da Anunciação, e Rafael em 24 de outubro (ambas festas de 3.ª classe, o equivalente às nossas memórias ). São Miguel manteve o dia 29 de setembro, mas antes era honrado com uma festa de 1.ª classe (o equivalente às nossas solenidades ). Leia também Conheça a origem da Quaresma de São Miguel Arcanjo Outros arquivos para baixar : Roteiro de orações para a Quaresma de São Miguel (preto e branco) Roteiro de orações para a Quaresma de São Miguel (colorido) Calendário da Quaresma de São Miguel Capelinha de São Miguel #QuaresmadeSãoMiguel
- São Liberato de Loro, virtuoso frade franciscano – 6 de setembro
SANTO DO DIA – 06 DE SETEMBRO – SÃO LIBERATO DE LORO Franciscano (século XIII) Liberato nasceu na pequena Loro Piceno, província de Macerata, na Itália. Pertencia à nobre família Brunforte, senhores de muitas terras e muito poder. Mas o jovem Liberato, ouvindo o chamado de Deus e por sua grande devoção à Virgem Maria, abandonou toda riqueza e conforto para seguir a vida religiosa. Renunciou às terras e ao título de senhor de Loro Piceno, que havia herdado de seu tio, em favor de seu irmão Gualtério, e foi viver no Convento de Rocabruna, em Urbino. Ordenado sacerdote e desejando consagrar sua vida à penitência e às orações contemplativas, retirou-se ao pequeno e ermo Convento de Sofiano, não distante do castelo de Brunforte. Lá, vestiu o hábito da Ordem dos Frades Menores de São Francisco, onde sua vida de virtudes valeu-lhe a fama de santidade. Em ‘Florzinhas de são Francisco’, encontramos o seguinte relato sobre ele: No Convento de Sofiano, o frade Liberato de Loro Piceno vivia em plena comunhão com Deus. Ele possuía um elevado dom de contemplação e, durante as orações, chegava a elevar-se do chão. Por onde andava, os pássaros o acompanhavam, posando nos seus braços, cabeça e ombros, cantando alegremente. Amigo da solidão, raramente falava, mas, quando perguntado, demonstrava a sabedoria dos anjos. Vivia alegre, entregue ao trabalho, à penitência e à oração contemplativa. Os demais irmãos dedicavam-lhe grande consideração. Quando atingiu a idade de 45 anos, sua virtuosa vida chegou ao fim. Caiu gravemente enfermo, ficando entre a vida e a morte. Não conseguia beber nada; por outro lado, recusava-se a receber tratamento com medicina terrena, confiando somente no médico celestial, Jesus Cristo, e na sua abençoada Mãe. Ela, milagrosamente, o visitou e consolou, quando este, em oração, preparava-se para a morte. Acompanhada de três santas virgens e com uma grande multidão de anjos, aproximou-se de sua cama. Ao vê-la, ele experimentou grande consolo e alegria de alma e de corpo, e suplicou-lhe, em nome de Jesus, que o levasse para a vida eterna, se tivesse tal merecimento. Chamando-o por seu nome, a Virgem Maria respondeu: ‘Não temas, filho, que tua oração foi ouvida, e eu vim para confortar-te antes de tua partida desta vida’. Assim frei Liberato ingressou na vida eterna, numa data incerta do século XIII. No século XV, o culto a Liberto de Loro era tão vigoroso que, nas terras dos Brunforte, recebeu autorização para ser chamado são Liberato. Foram construídos um novo convento, por ocasião da sua morte, ao lado do antigo de Sofiano, e uma igreja para conservar as suas relíquias, atualmente Santuário de São Liberato. Porém, só no século XIX, após um complicado e atrapalhado processo de canonização, é que o seu culto foi reconhecido pelo papa Pio IX, que lhe deu a autorização canônica para ser chamado santo. A festa de são Liberato de Loro foi mantida na data tradicional de 6 de setembro, quando suas relíquias foram solenemente transferidas para o altar maior do atual Santuário de São Liberato, na sua terra natal. Texto: Paulinas Internet Conheça mais sobre São Liberato de Loro Lê-se, no martirológio, no dia de hoje: “Na Marca de Ancona, na Itália, o bem-aventurado Liberato, franciscano”. Um Liberato, da família Brunforte, fez-se Manor, retirando-se, contrita e humildemente, a uma caverna das muitas que há em Soffiano, e ali faleceu por volta do ano de 1258, ao que se crê. Ao que tudo indica, este Liberato é o frade de que trata os Fioretti, no capítulo XLVII, companheiro de Frei Humilde, a que o capítulo precedente se refere. No sobredito convento de Soffiano viveu antigamente um frade menor, de tão grande santidade e graça, que parecia todo divino e freqüentes vezes ficava este frade todo absorto em Deus e enlevado, porque tinha notavelmente a graça da contemplação, que vinham ter com ele passarinhos de diversas espécies e domesticamente pousavam-lhe nas espáduas e na cabeça, nos braços e nas mãos, e cantavam maravilhosamente. Era ele solitário e raras vezes falava; mas quando lhe perguntavam alguma coisa, respondia tão graciosamente e tão sabiamente, que mais parecia um anjo do que homem, e era de grandíssima oração e contemplação, e os frades o tinham em grande reverência. Acabando este frade o curso de sua vida virtuosa, segundo a disposição divina enfermou de morte, de modo que nenhuma coisa podia tomar, e com isto não queria receber nenhuma medicina carnal, mas toda a sua confiança era no médico celestial Jesus Cristo bendito e na sua bendita Mãe; da qual ele mereceu pela divina clemência de ser misericordiosamente visitado e consolado. Pelo que, estando uma vez no leite e dispondo-se à morte com todo o coração e com toda a devoção, apareceu-lhe a gloriosa Virgem Maria, Mãe de Cristo, com grandíssima multidão esplendor e se aproximou do seu leito: e ele, olhando-a, recebeu grandíssimo conforto e alegria quanto à alma e quanto ao corpo; e começou a pedir-lhe, humildemente, que ela pedisse ao seu divino Filho para que, pelos seus méritos, o tirasse da prisão da mísera carne. E perseverando neste pedido com muitas lágrimas, a Virgem Maria, respondeu-lhe, chamando-o pelo nome, e disse-lhe: – Não duvideis, filho, porque tua oração foi atendida, eu vim para confortar-te um pouco, antes de te partires desta vida. Estavam ao lado da Virgem Maria três santas virgens, as quais traziam nas mãos três caixas de eletuário de desmesurado odor e suavidade. Então a Virgem glorioso tomou e abriu uma daquelas caixas e toda a casa ficou cheia de odor: e tomando com uma colher daquele eletuário o deu ao enfermo; o qual tão depressa o saboreou, sentiu tanto conforto e tanta doçura que sua alma parecia não poder mais ficar no corpo; pelo que começou a dizer: – Não mais, ó Santíssima Mãe virgem bendita, ó médica bendita e salvadora da humana geração, não mais; porque eu não posso suportar tanta suavidade. Mas a piedosa e benigna Mãe, apresentando outra vez daquele eletuário ao enfermo e fazendo-o tomar, esvaziou toda a caixa. Depois, vazia a primeira caixa, a Virgem bendita toma a segunda e nela pôs a colher para dar-lhe, pelo que ele docemente se queixava, dizendo: – Ó Beatíssimo Mãe de Deus, se minha alma quase toda está liquefeita pelo ardor e a suavidade do primeiro eletuário, como poderei eu suportar o segundo? Peço-te, bendita sobre todos os santos e sobre todos os anjos, que não me queirais dar mais. Respondeu Nossa Senhora: – Saboreia, filho, ainda um pouco desta segunda caixa. E dando-lhe um pouco, disse-lhe: – Hoje, filho, tomastes tanto, que já chega. Conforta-te, filho, que depressa virei por ti e levar-te-ei ao reino de meu Filho, o qual tu sempre buscaste e desejaste. E dito isto, separando-se dele, partiu, e ele ficou tão consolado e confortado pela doçura daquele confeito, que por muitos dias sobreviveu saciado e forte, sem nenhum alimento corporal. E depois de alguns dias, alegremente falando com os frades, com grande Letícia e júbilo, passou desta vida mísera à bem-aventurada vida. Amém. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XVI, p. 83 à 85) Leia também: .: Santo do Dia – 05 de Setembro – Santa Teresa de Calcutá .: Santo do dia – 07 de Setembro – Santa Regina #SantodoDia
- São Liberato de Loro, virtuoso frade franciscano – 6 de setembro
SANTO DO DIA – 06 DE SETEMBRO – SÃO LIBERATO DE LORO Franciscano (século XIII) Liberato nasceu na pequena Loro Piceno, província de Macerata, na Itália. Pertencia à nobre família Brunforte, senhores de muitas terras e muito poder. Mas o jovem Liberato, ouvindo o chamado de Deus e por sua grande devoção à Virgem Maria, abandonou toda riqueza e conforto para seguir a vida religiosa. Renunciou às terras e ao título de senhor de Loro Piceno, que havia herdado de seu tio, em favor de seu irmão Gualtério, e foi viver no Convento de Rocabruna, em Urbino. Ordenado sacerdote e desejando consagrar sua vida à penitência e às orações contemplativas, retirou-se ao pequeno e ermo Convento de Sofiano, não distante do castelo de Brunforte. Lá, vestiu o hábito da Ordem dos Frades Menores de São Francisco, onde sua vida de virtudes valeu-lhe a fama de santidade. Em ‘Florzinhas de são Francisco’, encontramos o seguinte relato sobre ele: No Convento de Sofiano, o frade Liberato de Loro Piceno vivia em plena comunhão com Deus. Ele possuía um elevado dom de contemplação e, durante as orações, chegava a elevar-se do chão. Por onde andava, os pássaros o acompanhavam, posando nos seus braços, cabeça e ombros, cantando alegremente. Amigo da solidão, raramente falava, mas, quando perguntado, demonstrava a sabedoria dos anjos. Vivia alegre, entregue ao trabalho, à penitência e à oração contemplativa. Os demais irmãos dedicavam-lhe grande consideração. Quando atingiu a idade de 45 anos, sua virtuosa vida chegou ao fim. Caiu gravemente enfermo, ficando entre a vida e a morte. Não conseguia beber nada; por outro lado, recusava-se a receber tratamento com medicina terrena, confiando somente no médico celestial, Jesus Cristo, e na sua abençoada Mãe. Ela, milagrosamente, o visitou e consolou, quando este, em oração, preparava-se para a morte. Acompanhada de três santas virgens e com uma grande multidão de anjos, aproximou-se de sua cama. Ao vê-la, ele experimentou grande consolo e alegria de alma e de corpo, e suplicou-lhe, em nome de Jesus, que o levasse para a vida eterna, se tivesse tal merecimento. Chamando-o por seu nome, a Virgem Maria respondeu: ‘Não temas, filho, que tua oração foi ouvida, e eu vim para confortar-te antes de tua partida desta vida’. Assim frei Liberato ingressou na vida eterna, numa data incerta do século XIII. No século XV, o culto a Liberto de Loro era tão vigoroso que, nas terras dos Brunforte, recebeu autorização para ser chamado são Liberato. Foram construídos um novo convento, por ocasião da sua morte, ao lado do antigo de Sofiano, e uma igreja para conservar as suas relíquias, atualmente Santuário de São Liberato. Porém, só no século XIX, após um complicado e atrapalhado processo de canonização, é que o seu culto foi reconhecido pelo papa Pio IX, que lhe deu a autorização canônica para ser chamado santo. A festa de são Liberato de Loro foi mantida na data tradicional de 6 de setembro, quando suas relíquias foram solenemente transferidas para o altar maior do atual Santuário de São Liberato, na sua terra natal. Texto: Paulinas Internet Conheça mais sobre São Liberato de Loro Lê-se, no martirológio, no dia de hoje: “Na Marca de Ancona, na Itália, o bem-aventurado Liberato, franciscano”. Um Liberato, da família Brunforte, fez-se Manor, retirando-se, contrita e humildemente, a uma caverna das muitas que há em Soffiano, e ali faleceu por volta do ano de 1258, ao que se crê. Ao que tudo indica, este Liberato é o frade de que trata os Fioretti, no capítulo XLVII, companheiro de Frei Humilde, a que o capítulo precedente se refere. No sobredito convento de Soffiano viveu antigamente um frade menor, de tão grande santidade e graça, que parecia todo divino e freqüentes vezes ficava este frade todo absorto em Deus e enlevado, porque tinha notavelmente a graça da contemplação, que vinham ter com ele passarinhos de diversas espécies e domesticamente pousavam-lhe nas espáduas e na cabeça, nos braços e nas mãos, e cantavam maravilhosamente. Era ele solitário e raras vezes falava; mas quando lhe perguntavam alguma coisa, respondia tão graciosamente e tão sabiamente, que mais parecia um anjo do que homem, e era de grandíssima oração e contemplação, e os frades o tinham em grande reverência. Acabando este frade o curso de sua vida virtuosa, segundo a disposição divina enfermou de morte, de modo que nenhuma coisa podia tomar, e com isto não queria receber nenhuma medicina carnal, mas toda a sua confiança era no médico celestial Jesus Cristo bendito e na sua bendita Mãe; da qual ele mereceu pela divina clemência de ser misericordiosamente visitado e consolado. Pelo que, estando uma vez no leite e dispondo-se à morte com todo o coração e com toda a devoção, apareceu-lhe a gloriosa Virgem Maria, Mãe de Cristo, com grandíssima multidão esplendor e se aproximou do seu leito: e ele, olhando-a, recebeu grandíssimo conforto e alegria quanto à alma e quanto ao corpo; e começou a pedir-lhe, humildemente, que ela pedisse ao seu divino Filho para que, pelos seus méritos, o tirasse da prisão da mísera carne. E perseverando neste pedido com muitas lágrimas, a Virgem Maria, respondeu-lhe, chamando-o pelo nome, e disse-lhe: – Não duvideis, filho, porque tua oração foi atendida, eu vim para confortar-te um pouco, antes de te partires desta vida. Estavam ao lado da Virgem Maria três santas virgens, as quais traziam nas mãos três caixas de eletuário de desmesurado odor e suavidade. Então a Virgem glorioso tomou e abriu uma daquelas caixas e toda a casa ficou cheia de odor: e tomando com uma colher daquele eletuário o deu ao enfermo; o qual tão depressa o saboreou, sentiu tanto conforto e tanta doçura que sua alma parecia não poder mais ficar no corpo; pelo que começou a dizer: – Não mais, ó Santíssima Mãe virgem bendita, ó médica bendita e salvadora da humana geração, não mais; porque eu não posso suportar tanta suavidade. Mas a piedosa e benigna Mãe, apresentando outra vez daquele eletuário ao enfermo e fazendo-o tomar, esvaziou toda a caixa. Depois, vazia a primeira caixa, a Virgem bendita toma a segunda e nela pôs a colher para dar-lhe, pelo que ele docemente se queixava, dizendo: – Ó Beatíssimo Mãe de Deus, se minha alma quase toda está liquefeita pelo ardor e a suavidade do primeiro eletuário, como poderei eu suportar o segundo? Peço-te, bendita sobre todos os santos e sobre todos os anjos, que não me queirais dar mais. Respondeu Nossa Senhora: – Saboreia, filho, ainda um pouco desta segunda caixa. E dando-lhe um pouco, disse-lhe: – Hoje, filho, tomastes tanto, que já chega. Conforta-te, filho, que depressa virei por ti e levar-te-ei ao reino de meu Filho, o qual tu sempre buscaste e desejaste. E dito isto, separando-se dele, partiu, e ele ficou tão consolado e confortado pela doçura daquele confeito, que por muitos dias sobreviveu saciado e forte, sem nenhum alimento corporal. E depois de alguns dias, alegremente falando com os frades, com grande Letícia e júbilo, passou desta vida mísera à bem-aventurada vida. Amém. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XVI, p. 83 à 85) Leia também: .: Santo do Dia – 05 de Setembro – Santa Teresa de Calcutá .: Santo do dia – 07 de Setembro – Santa Regina #SantodoDia
- Homilia Diária | Libertos para servir
(Quarta-feira da 22.ª Semana do Tempo Comum) Jesus veio libertar-nos da escravidão do pecado e de Satanás para que, uma vez livres das mãos inimigas, o sirvamos em santidade e justiça. Este serviço se realiza, de maneira especial, na pessoa de nossos semelhantes, em quem temos a ocasião concreta de amar ao Deus a cuja imagem todos fomos feitos. Ouça a homilia do Padre Paulo Ricardo para esta quarta-feira, dia 6 de setembro, e, a exemplo da sogra de Simão Pedro, deixemos que o Senhor nos cure de nossa febre, a fim de servirmos e amarmos com diligência e prontidão. Evangelho (Lc 4,38-44) — Aleluia, Aleluia, Aleluia. — O Espírito do Senhor repousa sobre mim e enviou-me a anunciar aos pobres o Evangelho. (Lc 4,18) — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas. — Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, 38 Jesus saiu da sinagoga e entrou na casa de Simão. A sogra de Simão estava sofrendo com febre alta, e pediram a Jesus em favor dela. 39 Inclinando-se sobre ela, Jesus ameaçou a febre, e a febre a deixou. Imediatamente, ela se levantou e começou a servi-los. 40 Ao pôr do sol, todos os que tinham doentes atingidos por diversos males, os levaram a Jesus. Jesus punha as mãos em cada um deles e os curava. 41 De muitas pessoas também saíam demônios, gritando: “Tu és o Filho de Deus”. Jesus os ameaçava, e não os deixava falar, porque sabiam que ele era o Messias. 42 Ao raiar do dia, Jesus saiu e foi para um lugar deserto. As multidões o procuravam e, indo até ele, tentavam impedi-lo de as deixar. 43 Mas Jesus disse: “Eu devo anunciar a Boa Nova do Reino de Deus também a outras cidades, porque para isso é que eu fui enviado”. 44 E pregava nas sinagogas da Judeia. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor. #HomiliaDiária
- Homilia Diária | Libertos para servir
(Quarta-feira da 22.ª Semana do Tempo Comum) Jesus veio libertar-nos da escravidão do pecado e de Satanás para que, uma vez livres das mãos inimigas, o sirvamos em santidade e justiça. Este serviço se realiza, de maneira especial, na pessoa de nossos semelhantes, em quem temos a ocasião concreta de amar ao Deus a cuja imagem todos fomos feitos. Ouça a homilia do Padre Paulo Ricardo para esta quarta-feira, dia 6 de setembro, e, a exemplo da sogra de Simão Pedro, deixemos que o Senhor nos cure de nossa febre, a fim de servirmos e amarmos com diligência e prontidão. Evangelho (Lc 4,38-44) — Aleluia, Aleluia, Aleluia. — O Espírito do Senhor repousa sobre mim e enviou-me a anunciar aos pobres o Evangelho. (Lc 4,18) — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas. — Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, 38 Jesus saiu da sinagoga e entrou na casa de Simão. A sogra de Simão estava sofrendo com febre alta, e pediram a Jesus em favor dela. 39 Inclinando-se sobre ela, Jesus ameaçou a febre, e a febre a deixou. Imediatamente, ela se levantou e começou a servi-los. 40 Ao pôr do sol, todos os que tinham doentes atingidos por diversos males, os levaram a Jesus. Jesus punha as mãos em cada um deles e os curava. 41 De muitas pessoas também saíam demônios, gritando: “Tu és o Filho de Deus”. Jesus os ameaçava, e não os deixava falar, porque sabiam que ele era o Messias. 42 Ao raiar do dia, Jesus saiu e foi para um lugar deserto. As multidões o procuravam e, indo até ele, tentavam impedi-lo de as deixar. 43 Mas Jesus disse: “Eu devo anunciar a Boa Nova do Reino de Deus também a outras cidades, porque para isso é que eu fui enviado”. 44 E pregava nas sinagogas da Judeia. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor. #HomiliaDiária
- Beata Imelda: A menina que morreu de felicidade
Terminou a Missa, passou-se longo tempo, mas a pequena religiosa não fazia o menor movimento, e ninguém se atrevia a perturbar aquela paz beatífica, aquele êxtase em que ela se encontrava, convertida num tabernáculo vivo de Deus. A história da Beata Imelda nos mostra de modo especial como santidade é um dom gratuito de Deus, e este a ela nos chama em qualquer idade. Consagrada a Nossa Senhora no próprio dia do nascimento Essa angelical menina nasceu no ano de 1322 em Bolonha (Itália). Seu pai, Egano Lambertini, pertencia à alta nobreza e desempenhou cargos importantes como o de governador de Bréscia e o de embaixador na República de Veneza. A par de grande habilidade, prudência e valor militar, distinguiu-se também por sua profunda fé e amor aos pobres. Sua mãe, Castora, da nobre família Galuzzi, rogava com ardorosa fé a Nossa Senhora a graça de ter ao menos um filho. Após rezar inúmeras vezes o Rosário nessa intenção, obteve por fim o favor pelo qual tanto ansiava: o nascimento de uma bela menina! Assim que os olhos de sua filha abriram-se para este mundo, Castora tomou-a nos braços e ofereceu-a à Santíssima Virgem: “Ó Senhora, uma filha mais bela Vós não podíeis terme dado! Eu Vo-la ofereço, tomai-a por inteiro”. A Virgem Maria aceitou com agrado esse oferecimento. A pequena Imelda cresceu em idade e virtude sob os cuidados de sua piedosa mãe que lhe dispensou uma esmerada formação religiosa. Entretanto, as recreações próprias à infância não a atraíam. Do que ela gostava mesmo era conversar sobre Deus e as coisas sobrenaturais. Por isso, passava longas horas ajoelhada diante de um pequeno altar que ela mesma adornava e floria. A voz de Deus não tardou a inspirar- lhe no fundo da alma o desejo de abandonar o mundo e consagrar-se totalmente ao seu serviço. Imelda, monja exemplar com apenas dez anos! Naquela época era comum a admissão de crianças em conventos, seja por vontade própria, seja por iniciativa da família. Assim, aos oito anos de idade, Imelda Lambertini foi admitida como oblata no mosteiro dominicano de Santa Maria Madalena di Val di Pietra, onde se preparava para ingressar no noviciado. Dois anos depois, numa singela cerimônia íntima, teve a felicidade de receber o hábito de São Domingos. Bem sabia a santa menina que esse inapreciável dom lhe pedia, em contrapartida, um redobramento de fervor. Tomando aquele ato com profunda seriedade, Imelda tornou-se modelo para todas as irmãs. Só pelo fato de vê-la passar com alegria, modéstia e humildade, as religiosas sentiam-se confirmadas em sua vocação. O que ela mais amava era Jesus Sacramentado. Sua alma inocente exultava de gozo ao considerar que no sacrário estava presente aquele mesmo Jesus nascido da Virgem Maria, que em Belém fora colocado numa manjedoura, e por amor a nós fora crucificado e morto, mas triunfante ressuscitara ao terceiro dia! A monja-menina passava horas junto ao sacrário. Apenas surgia uma oportunidade, lá estava ela imóvel, com os olhos fixos no tabernáculo, a fisionomia iluminada por uma intensa claridade. As religiosas se admiravam do fervor e piedade de sua infantil companheira e, maravilhadas, concluíram que sobre aquela alma pairava um especial desígnio da Providência. O Corpo da Beata Imelda Lambertini permanece incor-rupto ca Capela de São Sigismundo, em Bolonha E eu, quando poderei comungar? Sempre que a comunidade reunia-se na capela para a Missa conventual, Imelda contemplava, extasiada, todas aquelas que se aproximavam da mesa eucarística para a Comunhão. Surgia-lhe interiormente esta interrogação: “Como se pode continuar vivendo nesta terra após ter recebido o próprio Deus? Meu Jesus, quando poderei também eu ter a alegria de Vos receber?” Naquele tempo, não era permitido às crianças comungar, mas nem por isso era menos ardoroso seu desejo de receber a Eucaristia. Encontrando- se com o confessor ou com a Madre Superiora, repetia sempre a mesma pergunta: – Quando poderei comungar? Mostrava-se obediente e resignada ante a resposta invariável de que era preciso “esperar ainda um ano”, mas suspirava cada vez mais pelo raiar do dia que seria para ela, sem qualquer dúvida, o dia mais feliz de sua vida, o da Primeira Comunhão. Morreu de felicidade… Na madrugada de 12 de maio de 1333, véspera da festa da Ascensão do Senhor, os sinos tocaram alegremente, chamando as religiosas para o cântico do Ofício Divino. Acabada a salmódia, o sacerdote iniciou a celebração da Santa Missa. Na hora da Comunhão, de joelhos no fundo da igreja, Imelda acompanhava com ardorosos desejos a movimentação das monjas que recebiam a sagrada Hóstia e retornavam recolhidas a seus lugares. De seu coração brotou a mais ardente súplica: – Meu Jesus, dizem-me que, pelo fato de ser criança, não posso ainda comungar… Mas Vós mesmo dissestes: “Deixai vir a Mim os pequeninos”. Eis que Vos peço, Senhor: vinde a mim! Jesus, em seu terno amor aos inocentes e humildes de coração, não resistiu a esse apelo: uma Hóstia destacou- se do cibório, elevou-se no ar e, traçando um rastro luminoso por onde passava, foi pousar sobre a cabeça de Imelda! O ministro de Deus, vendo nesse prodigioso fato uma clara manifestação da vontade divina, tomou a Hóstia e deu-lhe a Comunhão. Ela fechou os olhos, inclinou suavemente a cabeça e permaneceu absorta num profundo recolhimento. Terminou a Missa, passou-se longo tempo, mas a pequena religiosa não fazia o menor movimento, e ninguém se atrevia a perturbar aquela paz beatífica, aquele êxtase em que ela se encontrava, convertida num tabernáculo vivo de Deus. Por fim, a Madre Superiora tomou a decisão de chamá-la, e qual não foi a surpresa de todos ao verificar que a menina não respondia… Imelda estava morta, seu coração não resistira a tanta felicidade! Glorificação da pequena Imelda Por fim, em 1826 o Papa Leão XII confirmou e estendeu para toda a Igreja o culto que havia séculos se prestava a ela em Bolonha. Posteriormente, São Pio X a proclamou, em 1908, padroeira das crianças que vão fazer a Primeira Comunhão. Seu corpo virginal permanece incorrupto e pode ser venerado na capela de São Sigismundo, em Bolonha. Sua memória litúrgica é celebrada no dia 12 de maio. Beati mortui qui in Domino moriuntur (Bem-aventurados os que morrem no Senhor). Ó Beata Imelda, morrestes no Senhor! Concedei a nós, peregrinos nesta terra, que vosso luminoso exemplo de amor faça nascer em nossos corações uma fome eucarística inextinguível e que, saciados com o Pão dos Anjos, possamos um dia cantar eternamente convosco a glória de Jesus que morreu por nós na Cruz e Se fez nosso alimento espiritual até a consumação dos séculos . (Revista Arautos do Evangelho, Maio/2006, n. 53, p. 24-25) #Comunhão #Testemunho
- Beata Imelda: A menina que morreu de felicidade
Terminou a Missa, passou-se longo tempo, mas a pequena religiosa não fazia o menor movimento, e ninguém se atrevia a perturbar aquela paz beatífica, aquele êxtase em que ela se encontrava, convertida num tabernáculo vivo de Deus. A história da Beata Imelda nos mostra de modo especial como santidade é um dom gratuito de Deus, e este a ela nos chama em qualquer idade. Consagrada a Nossa Senhora no próprio dia do nascimento Essa angelical menina nasceu no ano de 1322 em Bolonha (Itália). Seu pai, Egano Lambertini, pertencia à alta nobreza e desempenhou cargos importantes como o de governador de Bréscia e o de embaixador na República de Veneza. A par de grande habilidade, prudência e valor militar, distinguiu-se também por sua profunda fé e amor aos pobres. Sua mãe, Castora, da nobre família Galuzzi, rogava com ardorosa fé a Nossa Senhora a graça de ter ao menos um filho. Após rezar inúmeras vezes o Rosário nessa intenção, obteve por fim o favor pelo qual tanto ansiava: o nascimento de uma bela menina! Assim que os olhos de sua filha abriram-se para este mundo, Castora tomou-a nos braços e ofereceu-a à Santíssima Virgem: “Ó Senhora, uma filha mais bela Vós não podíeis terme dado! Eu Vo-la ofereço, tomai-a por inteiro”. A Virgem Maria aceitou com agrado esse oferecimento. A pequena Imelda cresceu em idade e virtude sob os cuidados de sua piedosa mãe que lhe dispensou uma esmerada formação religiosa. Entretanto, as recreações próprias à infância não a atraíam. Do que ela gostava mesmo era conversar sobre Deus e as coisas sobrenaturais. Por isso, passava longas horas ajoelhada diante de um pequeno altar que ela mesma adornava e floria. A voz de Deus não tardou a inspirar- lhe no fundo da alma o desejo de abandonar o mundo e consagrar-se totalmente ao seu serviço. Imelda, monja exemplar com apenas dez anos! Naquela época era comum a admissão de crianças em conventos, seja por vontade própria, seja por iniciativa da família. Assim, aos oito anos de idade, Imelda Lambertini foi admitida como oblata no mosteiro dominicano de Santa Maria Madalena di Val di Pietra, onde se preparava para ingressar no noviciado. Dois anos depois, numa singela cerimônia íntima, teve a felicidade de receber o hábito de São Domingos. Bem sabia a santa menina que esse inapreciável dom lhe pedia, em contrapartida, um redobramento de fervor. Tomando aquele ato com profunda seriedade, Imelda tornou-se modelo para todas as irmãs. Só pelo fato de vê-la passar com alegria, modéstia e humildade, as religiosas sentiam-se confirmadas em sua vocação. O que ela mais amava era Jesus Sacramentado. Sua alma inocente exultava de gozo ao considerar que no sacrário estava presente aquele mesmo Jesus nascido da Virgem Maria, que em Belém fora colocado numa manjedoura, e por amor a nós fora crucificado e morto, mas triunfante ressuscitara ao terceiro dia! A monja-menina passava horas junto ao sacrário. Apenas surgia uma oportunidade, lá estava ela imóvel, com os olhos fixos no tabernáculo, a fisionomia iluminada por uma intensa claridade. As religiosas se admiravam do fervor e piedade de sua infantil companheira e, maravilhadas, concluíram que sobre aquela alma pairava um especial desígnio da Providência. O Corpo da Beata Imelda Lambertini permanece incor-rupto ca Capela de São Sigismundo, em Bolonha E eu, quando poderei comungar? Sempre que a comunidade reunia-se na capela para a Missa conventual, Imelda contemplava, extasiada, todas aquelas que se aproximavam da mesa eucarística para a Comunhão. Surgia-lhe interiormente esta interrogação: “Como se pode continuar vivendo nesta terra após ter recebido o próprio Deus? Meu Jesus, quando poderei também eu ter a alegria de Vos receber?” Naquele tempo, não era permitido às crianças comungar, mas nem por isso era menos ardoroso seu desejo de receber a Eucaristia. Encontrando- se com o confessor ou com a Madre Superiora, repetia sempre a mesma pergunta: – Quando poderei comungar? Mostrava-se obediente e resignada ante a resposta invariável de que era preciso “esperar ainda um ano”, mas suspirava cada vez mais pelo raiar do dia que seria para ela, sem qualquer dúvida, o dia mais feliz de sua vida, o da Primeira Comunhão. Morreu de felicidade… Na madrugada de 12 de maio de 1333, véspera da festa da Ascensão do Senhor, os sinos tocaram alegremente, chamando as religiosas para o cântico do Ofício Divino. Acabada a salmódia, o sacerdote iniciou a celebração da Santa Missa. Na hora da Comunhão, de joelhos no fundo da igreja, Imelda acompanhava com ardorosos desejos a movimentação das monjas que recebiam a sagrada Hóstia e retornavam recolhidas a seus lugares. De seu coração brotou a mais ardente súplica: – Meu Jesus, dizem-me que, pelo fato de ser criança, não posso ainda comungar… Mas Vós mesmo dissestes: “Deixai vir a Mim os pequeninos”. Eis que Vos peço, Senhor: vinde a mim! Jesus, em seu terno amor aos inocentes e humildes de coração, não resistiu a esse apelo: uma Hóstia destacou- se do cibório, elevou-se no ar e, traçando um rastro luminoso por onde passava, foi pousar sobre a cabeça de Imelda! O ministro de Deus, vendo nesse prodigioso fato uma clara manifestação da vontade divina, tomou a Hóstia e deu-lhe a Comunhão. Ela fechou os olhos, inclinou suavemente a cabeça e permaneceu absorta num profundo recolhimento. Terminou a Missa, passou-se longo tempo, mas a pequena religiosa não fazia o menor movimento, e ninguém se atrevia a perturbar aquela paz beatífica, aquele êxtase em que ela se encontrava, convertida num tabernáculo vivo de Deus. Por fim, a Madre Superiora tomou a decisão de chamá-la, e qual não foi a surpresa de todos ao verificar que a menina não respondia… Imelda estava morta, seu coração não resistira a tanta felicidade! Glorificação da pequena Imelda Por fim, em 1826 o Papa Leão XII confirmou e estendeu para toda a Igreja o culto que havia séculos se prestava a ela em Bolonha. Posteriormente, São Pio X a proclamou, em 1908, padroeira das crianças que vão fazer a Primeira Comunhão. Seu corpo virginal permanece incorrupto e pode ser venerado na capela de São Sigismundo, em Bolonha. Sua memória litúrgica é celebrada no dia 12 de maio. Beati mortui qui in Domino moriuntur (Bem-aventurados os que morrem no Senhor). Ó Beata Imelda, morrestes no Senhor! Concedei a nós, peregrinos nesta terra, que vosso luminoso exemplo de amor faça nascer em nossos corações uma fome eucarística inextinguível e que, saciados com o Pão dos Anjos, possamos um dia cantar eternamente convosco a glória de Jesus que morreu por nós na Cruz e Se fez nosso alimento espiritual até a consumação dos séculos . (Revista Arautos do Evangelho, Maio/2006, n. 53, p. 24-25) #Comunhão #Testemunho
- Arquidiocese realiza ato de reparação após profanação na catedral de Salvador
Uma grave profanação contra o Santíssimo Sacramento ocorreu na Catedral Basílica de do Santíssimo Salvador durante a Missa de 7° dia do Cardeal Dom Geraldo Majella Agnelo. Um homem entrou na fila da comunhão e, após receber o Corpo de Cristo em suas mãos, profanou Santíssimo Sacramento quebrando-o e dizendo: “Este não é o Corpo de Cristo”. “Somos chamados a mostrar amor e reverência Àquele que é fonte de todo amor e que não foi amado por todos devidamente”, disse o bispo auxiliar de Salvador (BA) dom Marco Eugênio Galrão, ao celebrar ontem (3) um ato de reparação na catedral basílica do Santíssimo Salvador, no centro da capital baiana. A celebração aconteceu porque na sexta-feira (1º) um homem quebrou a Eucaristia durante a missa e gritou que a hóstia consagrada “não é o corpo de Cristo”. “Foi um momento de desrespeito, de profanação”, disse o bispo auxiliar. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Templário de Maria (@templariodemaria) A profanação aconteceu durante a missa de sétimo dia da morte do arcebispo emérito de Salvador, cardeal Geraldo Majella Agnelo. No momento da comunhão, um homem entrou na fila e recebeu a Eucaristia nas mãos, mas não a consumiu. Ele saiu da fila, virou para a assembleia, ergue a hóstia e a quebrou, gritando: “isso não é o corpo de Cristo”. A celebração estava sendo transmitida ao vivo. Imediatamente, um padre foi até o homem e conseguiu recuperar a hóstia. O homem foi contido por algumas pessoas e retirado da igreja. Segundo o site ‘Correio 24 horas’, ele foi levado para a polícia, mas não se tem informações se será prestada queixa. O site diz ainda que o indivíduo, que não teve a identidade revelada, “está em situação de rua e é conhecido na região”. Após o ocorrido, foi celebrado ontem o ato de reparação, que precedeu a missa das 10h. “Fomos desrespeitados dentro da nossa casa, estávamos dentro do nosso espaço celebrando o maior mistério da fé. O que estamos fazendo aqui hoje é um ato de reparação. Ele foi quem ofendeu, mas nós vamos dar amor ao Senhor por aqueles que não o amam e que o ofenderam”, disse o bispo auxiliar de Salvador. Fonte: ACI Digital #Profanação
- Arquidiocese realiza ato de reparação após profanação na catedral de Salvador
Uma grave profanação contra o Santíssimo Sacramento ocorreu na Catedral Basílica de do Santíssimo Salvador durante a Missa de 7° dia do Cardeal Dom Geraldo Majella Agnelo. Um homem entrou na fila da comunhão e, após receber o Corpo de Cristo em suas mãos, profanou Santíssimo Sacramento quebrando-o e dizendo: “Este não é o Corpo de Cristo”. “Somos chamados a mostrar amor e reverência Àquele que é fonte de todo amor e que não foi amado por todos devidamente”, disse o bispo auxiliar de Salvador (BA) dom Marco Eugênio Galrão, ao celebrar ontem (3) um ato de reparação na catedral basílica do Santíssimo Salvador, no centro da capital baiana. A celebração aconteceu porque na sexta-feira (1º) um homem quebrou a Eucaristia durante a missa e gritou que a hóstia consagrada “não é o corpo de Cristo”. “Foi um momento de desrespeito, de profanação”, disse o bispo auxiliar. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Templário de Maria (@templariodemaria) A profanação aconteceu durante a missa de sétimo dia da morte do arcebispo emérito de Salvador, cardeal Geraldo Majella Agnelo. No momento da comunhão, um homem entrou na fila e recebeu a Eucaristia nas mãos, mas não a consumiu. Ele saiu da fila, virou para a assembleia, ergue a hóstia e a quebrou, gritando: “isso não é o corpo de Cristo”. A celebração estava sendo transmitida ao vivo. Imediatamente, um padre foi até o homem e conseguiu recuperar a hóstia. O homem foi contido por algumas pessoas e retirado da igreja. Segundo o site ‘Correio 24 horas’, ele foi levado para a polícia, mas não se tem informações se será prestada queixa. O site diz ainda que o indivíduo, que não teve a identidade revelada, “está em situação de rua e é conhecido na região”. Após o ocorrido, foi celebrado ontem o ato de reparação, que precedeu a missa das 10h. “Fomos desrespeitados dentro da nossa casa, estávamos dentro do nosso espaço celebrando o maior mistério da fé. O que estamos fazendo aqui hoje é um ato de reparação. Ele foi quem ofendeu, mas nós vamos dar amor ao Senhor por aqueles que não o amam e que o ofenderam”, disse o bispo auxiliar de Salvador. Fonte: ACI Digital #Profanação
- Padre José Eduardo faz análise em reportagem da VEJA que ataca famílias católicas
Uma matéria da revista veja deste final de semana cujo título era “A multiplicação dos bebês de casais da ala conservadora da Igreja Católica” foi alvo de crítica de muitos católicos nas redes sociais. O Padre José Eduardo comentou a matéria analisando parte a parte e contextualizando os ataques feitos às famílias numerosas e apresentando o ponto de vista católico. Assista a análise:
- Padre José Eduardo faz análise em reportagem da VEJA que ataca famílias católicas
Uma matéria da revista veja deste final de semana cujo título era “A multiplicação dos bebês de casais da ala conservadora da Igreja Católica” foi alvo de crítica de muitos católicos nas redes sociais. O Padre José Eduardo comentou a matéria analisando parte a parte e contextualizando os ataques feitos às famílias numerosas e apresentando o ponto de vista católico. Assista a análise:
- O Cardeal Burke teme que o Sínodo da sinodalidade traga “confusão, erro e divisão” na Igreja
O Cardeal Burke escreveu o prefácio do livro “O Processo Sinodal, Caixa de Pandora”, onde se junta ao Bispo Strickland e critica abertamente o próximo Sínodo da Sinodalidade. Burke escreve sobre o Sínodo que “é uma situação que preocupa, com razão, todo católico atencioso e toda pessoa de boa vontade que observa o dano evidente e sério que está sendo infligido ao Corpo Místico de Cristo”. O cardeal americano afirma que “ele nos diz que a Igreja que professamos —em comunhão com os nossos antepassados na fé desde o tempo dos Apóstolos— como una, santa, católica e apostólica, será agora definida pela sinodalidade, termo que não tem uma história na doutrina da Igreja e para a qual não existe uma definição razoável”. «A sinodalidade e o seu adjetivo, sinodal, tornaram-se slogans com os quais se forja uma revolução para mudar radicalmente a autocompreensão da Igreja, de acordo com uma ideologia contemporânea que nega muito do que a Igreja sempre ensinou e praticou.», lamenta o cardeal. Raymond Burke escreve que “não é uma questão puramente teórica, uma vez que esta ideologia já foi posta em prática há alguns anos na Igreja na Alemanha, espalhando amplamente a confusão e o erro e o seu fruto, a divisão – na verdade, o cisma”. graves danos a muitas almas». Burke acusa “o iminente Sínodo sobre a Sinodalidade” e defende que “é razoável temer que a mesma confusão, erro e divisão possam afetar a Igreja universal. Na verdade, isso já começou a acontecer através da preparação do Sínodo a nível local. “Somente a verdade de Cristo, tal como nos foi transmitida na doutrina e disciplina perene e imutável da Igreja, pode resolver eficazmente a situação, revelando a ideologia subjacente, corrigindo a confusão mortal, o erro e a divisão que se está a espalhar, e inspirando os membros da Igreja para empreender a verdadeira reforma, que é a conversão diária a Cristo que vive para nós no ensino da Igreja, na sua oração, na sua adoração e na prática das virtudes e da disciplina”, sentenciou o Cardeal Burke. Leia também: Por que tememos o Sínodo da Sinodalidade? Por Por Carlos Estêvão | InfoVaticana O entusiasmo oficial com o Sínodo da sinodalidade que nos chega de Roma, em contraste com a recepção fria entre os fiéis, tenta em vão vender a sugestão de uma “refundação” da Igreja, para alarme de muitos. Chesterton disse que se pede ao católico que tire o chapéu ao entrar na igreja, e não a cabeça. Na verdade, a nossa Igreja não é uma seita que segue cegamente as instruções de um guru ou que pode mudar ao sabor de quem a governa a qualquer momento. Você pode pensar. O que temos diante dos nossos olhos pode ser admitido. E você pode ver à primeira vista o que é ‘fraude’ sobre o que tentam nos vender com tanta insistência. “Abrimos as nossas portas, oferecemos a todos a oportunidade de participar, levamos em conta as necessidades e sugestões de todos”, disse Francisco em Lisboa, referindo-se ao Sínodo que começa em outubro. “Queremos contribuir juntos para construir uma Igreja onde todos se sintam em casa, onde ninguém esteja excluído. Aquela palavra do Evangelho que é tão importante: todos. Todos, todos: não há católicos de primeira, segunda ou terceira classe, não. Todos juntos. Todos. É o convite do Senhor”. E nesta breve invocação notamos duas falácias bastante óbvias. A primeira refere-se à representatividade do Sínodo. Por toda parte ouvimos a sugestão de que o que é discutido nas assembleias refletirá pela primeira vez a opinião dos leigos, dos fiéis comuns. E já é difícil precisar o que a Igreja ganha, Mater et Magistra, aprendendo em vez de ensinar, que é a missão específica ordenada por Cristo, como se a doutrina católica fosse uma especulação intelectual e não uma mensagem imutável. Mas nem é verdade. O processo de recolha de opiniões dos fiéis tem sido mais enganador do que um filme chinês. Para começar, apenas entre 1% e 2% dos católicos em todo o mundo participaram nas “sessões de escuta”, e entende-se que a maior parte dos activistas e dos “renovadores” estão concentrados nesta pequena proporção. Continuando, não se trata de dar aos fiéis uma página em branco para que possam expressar livremente a sua visão da Igreja, mas de serem especificamente consultados sobre questões muito específicas que podem não ser do interesse da maioria, e com questões que Freqüentemente, eles geravam as respostas certas por conta própria. Não é estranho que a maioria dos fiéis não saiba que um sínodo está acontecendo, e muito menos um de tamanha importância. A segunda falácia do parágrafo é mais uma sugestão; é a sugestão, constante ao longo de todo este pontificado, de que as coisas finalmente são como sempre foram. As palavras e mensagens transmitem a sensação de que a misericórdia de Deus é algo inédito na Igreja, quando tem sido um refrão constante. Ou, para nos atermos ao parágrafo citado, que só agora todos serão aceitos na Igreja. Todos sempre foram chamados, todos sempre foram aceitos. Só que, até agora, foi feita uma distinção nítida entre a pessoa e a conduta, o pecado e o pecador, e o segundo foi abraçado sem condenar o primeiro. Tudo isto faz pensar no Sínodo como um pequeno teatro gigantesco, com o guião já escrito até à última vírgula, organizado para apresentar como ‘exigências’ do Povo de Deus mudanças que, vindas diretamente da cabeça, soariam intoleráveis. Traduzido de InfoVaticana #CardealBurke
- O Cardeal Burke teme que o Sínodo da sinodalidade traga “confusão, erro e divisão” na Igreja
O Cardeal Burke escreveu o prefácio do livro “O Processo Sinodal, Caixa de Pandora”, onde se junta ao Bispo Strickland e critica abertamente o próximo Sínodo da Sinodalidade. Burke escreve sobre o Sínodo que “é uma situação que preocupa, com razão, todo católico atencioso e toda pessoa de boa vontade que observa o dano evidente e sério que está sendo infligido ao Corpo Místico de Cristo”. O cardeal americano afirma que “ele nos diz que a Igreja que professamos —em comunhão com os nossos antepassados na fé desde o tempo dos Apóstolos— como una, santa, católica e apostólica, será agora definida pela sinodalidade, termo que não tem uma história na doutrina da Igreja e para a qual não existe uma definição razoável”. «A sinodalidade e o seu adjetivo, sinodal, tornaram-se slogans com os quais se forja uma revolução para mudar radicalmente a autocompreensão da Igreja, de acordo com uma ideologia contemporânea que nega muito do que a Igreja sempre ensinou e praticou.», lamenta o cardeal. Raymond Burke escreve que “não é uma questão puramente teórica, uma vez que esta ideologia já foi posta em prática há alguns anos na Igreja na Alemanha, espalhando amplamente a confusão e o erro e o seu fruto, a divisão – na verdade, o cisma”. graves danos a muitas almas». Burke acusa “o iminente Sínodo sobre a Sinodalidade” e defende que “é razoável temer que a mesma confusão, erro e divisão possam afetar a Igreja universal. Na verdade, isso já começou a acontecer através da preparação do Sínodo a nível local. “Somente a verdade de Cristo, tal como nos foi transmitida na doutrina e disciplina perene e imutável da Igreja, pode resolver eficazmente a situação, revelando a ideologia subjacente, corrigindo a confusão mortal, o erro e a divisão que se está a espalhar, e inspirando os membros da Igreja para empreender a verdadeira reforma, que é a conversão diária a Cristo que vive para nós no ensino da Igreja, na sua oração, na sua adoração e na prática das virtudes e da disciplina”, sentenciou o Cardeal Burke. Leia também: Por que tememos o Sínodo da Sinodalidade? Por Por Carlos Estêvão | InfoVaticana O entusiasmo oficial com o Sínodo da sinodalidade que nos chega de Roma, em contraste com a recepção fria entre os fiéis, tenta em vão vender a sugestão de uma “refundação” da Igreja, para alarme de muitos. Chesterton disse que se pede ao católico que tire o chapéu ao entrar na igreja, e não a cabeça. Na verdade, a nossa Igreja não é uma seita que segue cegamente as instruções de um guru ou que pode mudar ao sabor de quem a governa a qualquer momento. Você pode pensar. O que temos diante dos nossos olhos pode ser admitido. E você pode ver à primeira vista o que é ‘fraude’ sobre o que tentam nos vender com tanta insistência. “Abrimos as nossas portas, oferecemos a todos a oportunidade de participar, levamos em conta as necessidades e sugestões de todos”, disse Francisco em Lisboa, referindo-se ao Sínodo que começa em outubro. “Queremos contribuir juntos para construir uma Igreja onde todos se sintam em casa, onde ninguém esteja excluído. Aquela palavra do Evangelho que é tão importante: todos. Todos, todos: não há católicos de primeira, segunda ou terceira classe, não. Todos juntos. Todos. É o convite do Senhor”. E nesta breve invocação notamos duas falácias bastante óbvias. A primeira refere-se à representatividade do Sínodo. Por toda parte ouvimos a sugestão de que o que é discutido nas assembleias refletirá pela primeira vez a opinião dos leigos, dos fiéis comuns. E já é difícil precisar o que a Igreja ganha, Mater et Magistra, aprendendo em vez de ensinar, que é a missão específica ordenada por Cristo, como se a doutrina católica fosse uma especulação intelectual e não uma mensagem imutável. Mas nem é verdade. O processo de recolha de opiniões dos fiéis tem sido mais enganador do que um filme chinês. Para começar, apenas entre 1% e 2% dos católicos em todo o mundo participaram nas “sessões de escuta”, e entende-se que a maior parte dos activistas e dos “renovadores” estão concentrados nesta pequena proporção. Continuando, não se trata de dar aos fiéis uma página em branco para que possam expressar livremente a sua visão da Igreja, mas de serem especificamente consultados sobre questões muito específicas que podem não ser do interesse da maioria, e com questões que Freqüentemente, eles geravam as respostas certas por conta própria. Não é estranho que a maioria dos fiéis não saiba que um sínodo está acontecendo, e muito menos um de tamanha importância. A segunda falácia do parágrafo é mais uma sugestão; é a sugestão, constante ao longo de todo este pontificado, de que as coisas finalmente são como sempre foram. As palavras e mensagens transmitem a sensação de que a misericórdia de Deus é algo inédito na Igreja, quando tem sido um refrão constante. Ou, para nos atermos ao parágrafo citado, que só agora todos serão aceitos na Igreja. Todos sempre foram chamados, todos sempre foram aceitos. Só que, até agora, foi feita uma distinção nítida entre a pessoa e a conduta, o pecado e o pecador, e o segundo foi abraçado sem condenar o primeiro. Tudo isto faz pensar no Sínodo como um pequeno teatro gigantesco, com o guião já escrito até à última vírgula, organizado para apresentar como ‘exigências’ do Povo de Deus mudanças que, vindas diretamente da cabeça, soariam intoleráveis. Traduzido de InfoVaticana #CardealBurke
- Papa Francisco: “No Sínodo não há lugar para ideologia”
As conferências de imprensa no avião de regresso a Roma depois das Viagens Apostólicas tornaram-se os momentos mais interessantes, do ponto de vista jornalístico, das viagens de Francisco. A celebração do Sínodo da sinodalidade se aproxima e isso é perceptível. Os jornalistas a bordo do avião centraram as suas perguntas neste assunto que suscita não pouca polémica. Esta preocupação e medo que muitos católicos sentem está difundido em todo o planeta, como o próprio Francisco confessou. O Santo Padre, quando questionado sobre o prólogo do Cardeal Burke, no qual critica abertamente o Sínodo, contou como recentemente, ao falar com uma freira, ela confessou o seu medo pelo que poderia acontecer depois de Outubro. “Temos medo de que a doutrina nos mude”, confessou a freira ao Pontífice. O Papa respondeu a outras perguntas sobre o Sínodo, lembrando que “no Sínodo não há lugar para a ideologia , é outra dinâmica. O Sínodo é diálogo, entre os baptizados, entre os membros da Igreja, sobre a vida da Igreja, sobre o diálogo com o mundo, sobre os problemas que afectam hoje a humanidade. Referindo-se ao Sínodo, o Bispo de Roma afirmou que “este não é um programa de televisão em que falamos de tudo” e que “ o Sínodo não é um parlamento ”. Oferecemos-lhe a conferência de imprensa completa da viagem de regresso do Papa a Roma publicada pelo Vatican News: Antonio Pelayo (Vida Nova) Santo Padre, o senhor acaba de falar do Sínodo e todos concordamos consigo que este Sínodo suscita grande curiosidade e interesse. Infelizmente, também suscita muitas críticas por parte dos círculos católicos. Quero referir-me a um livro com prefácio do Cardeal Burke que diz que o Sínodo é a caixa de Pandora da qual surgirão todas as calamidades para a Igreja. O que você acha dessa posição? Você acha que isso será superado pela realidade ou que condicionará o Sínodo? Papa Francisco: Não sei se já disse isso. Há alguns meses liguei para uma carmelita. «Como estão as freiras, Madre Superiora?». Ele era um Carmelo não italiano. E a prioresa me respondeu. E no final ele me diz: «Santidade. Temos medo do Sínodo”. “Mas o que acontece? – digo brincando – você quer mandar uma freira ao Sínodo?». “Não, temos medo de que a doutrina nos mude”. E é isso que você diz: existe essa ideia… Mas se você for à raiz dessas ideias você encontrará ideologias. Sempre, quando a Igreja quer desvincular-se do caminho da comunhão, o que sempre emerge é a ideologia. E acusam a Igreja disto ou daquilo, mas nunca a acusam do que é verdadeiro: pecaminoso. Nunca dizem pecador… Defendem uma doutrina entre aspas, que é uma doutrina como a água destilada, não tem gosto de nada e não é a verdadeira doutrina católica que está no Credo. E isso tantas vezes escandaliza; quão escandalosa é a ideia de que Deus se fez carne, que Deus se fez homem, que a Virgem preservou a sua virgindade. Isso escandaliza. Cindy Madeira (CNS) Bom dia, Santidade, gostaria de continuar com a pergunta do meu colega francês sobre o Sínodo e a informação. Muitos fiéis leigos dedicaram muito tempo, rezaram, envolveram-se falando, ouvindo. Querem saber o que acontece durante o Sínodo, a assembleia. E você falou da sua experiência do Sínodo sobre os religiosos, durante a qual alguns membros do Sínodo disseram “não coloque isso”, “você não pode dizer isso…”. Nós, jornalistas, nem sequer temos acesso à assembleia e às sessões gerais, como podemos ter a certeza de que o que nos é dado como “pappa” (papa) é verdade? Não há possibilidade de ser um pouco mais aberto com os jornalistas? Papa Francisco: Mas muito aberto, querido, é muito aberto! Há uma comissão presidida pelo Ruffini que vai dar notícias todos os dias, mas não sei até que ponto é aberta, não sei até que ponto é aberta… e é bom que esta comissão respeite muito as intervenções de todos e tenta não tagarelar, mas sim dizer coisas precisamente na marcha sinodal que sejam construtivas para a Igreja. Se quiser, se alguém quiser que a notícia seja: este descontou naquele por isto ou por aquilo, isso é conversa política. A comissão não tem tarefa fácil, dizer: hoje a reflexão vai por aqui, vai por ali, e transmite o espírito eclesial, não o político. Um parlamento é diferente de um Sínodo. Não esqueçais que o protagonista do Sínodo é o Espírito Santo. E como isso pode ser transmitido? É por isso que a orientação eclesial deve ser transmitida. Jargalsaikhan Dambadarjaa (The Defacto Gazete): Muito obrigado, Santidade, pela sua visita à Mongólia. A minha pergunta é: qual foi o seu principal objetivo com esta visita e está satisfeito com o resultado obtido? Papa Francisco: «A ideia de visitar a Mongólia surgiu-me pensando na pequena comunidade católica. Faço estas viagens para visitar a comunidade católica e também para entrar em diálogo com a história e a cultura da cidade, com a mística de uma cidade. É importante que a evangelização não seja concebida como proselitismo. O proselitismo sempre restringe. O Papa Bento XVI disse que a fé não cresce pelo proselitismo, mas pela atração. O anúncio do Evangelho entra em diálogo com a cultura. Há uma evangelização da cultura e também uma inculturação do Evangelho. Porque os cristãos também expressam os seus valores cristãos com a cultura do seu próprio povo. Isto é o oposto do que seria uma colonização religiosa. Para mim a viagem foi conhecer esse povo, dialogar com esse povo, acolher a cultura deste povo e acompanhar a Igreja no seu caminho com grande respeito pela cultura deste povo. E estou satisfeito com o resultado.” Ulambadrakh Markhaakhuu (ULS Suld Tv) O actual conflito de civilizações só pode ser resolvido através do diálogo, como disse Sua Santidade. Pode Ulaanbaatar oferecer-se como plataforma para um diálogo internacional entre a Europa e a Ásia? Papa Francisco: «Acho que sim. Mas temos uma coisa muito interessante, que também incentiva este diálogo, e deixem-me chamar-lhe a “mística do terceiro vizinho”, que o faz avançar com uma política do terceiro vizinho. Pense que Ulaanbaatar é a capital do país mais afastado do mar, e podemos dizer que a sua terra está entre duas grandes potências, a Rússia e a China. E é por isso que a sua mística é tentar dialogar até com os seus “terceiros vizinhos”: não por desprezo por estes dois, porque mantém boas relações com ambos, mas por um desejo de universalidade, de mostrar os seus valores aos o mundo inteiro, e também receber dos outros os seus valores para poder dialogar. É curioso que na história sair em busca de outras terras tenha sido muitas vezes confundido com colonialismo, ou entrar para dominar, sempre. Em vez disso você, com esta mística do terceiro vizinho, Eles têm essa filosofia de sair procurando conversar. Gostei muito dessa expressão do terceiro vizinho. É a sua riqueza.” Cristina Cabrejas (EFE) Ontem o senhor enviou uma mensagem ao povo chinês e pediu aos católicos que fossem bons cidadãos, depois que as autoridades do país não permitiram que os bispos viessem à Mongólia. Como estão as relações com a China neste momento? E há novidades sobre a viagem do Cardeal Zuppi a Pequim e a missão na Ucrânia? Papa Francisco: “A missão do Cardeal Zuppi é uma missão de paz que lhe confiei. E planejou visitar Moscou, Kiev, Estados Unidos e também Pequim. O Cardeal Zuppi é um homem de grande diálogo e visão universal, tem na sua história a experiência do trabalho realizado em Moçambique na busca da paz e por isso o enviei. As relações com a China são muito respeitosas, muito respeitosas. Eu pessoalmente tenho uma grande admiração pelo povo chinês, os canais são muito abertos, para a nomeação dos bispos existe uma comissão que trabalha há muito tempo com o governo chinês e o Vaticano, então são muitos, ou melhor, existem há alguns padres católicos ou intelectuais católicos que são frequentemente convidados para ministrar cursos em universidades chinesas. Acredito que devemos avançar no aspecto religioso para nos compreendermos melhor e que os cidadãos chineses não pensem que a Igreja não aceita a sua cultura e os seus valores e que a Igreja depende de outra potência estrangeira. A comissão presidida pelo Cardeal Parolin está indo bem neste caminho amigável: está fazendo um bom trabalho, também por parte da China, as relações estão no caminho certo. Tenho grande respeito pelo povo chinês. Gerard O’Connell (Revista América) Santidade, as relações entre o Vietname e a Santa Sé são neste momento muito positivas, deram recentemente um notável passo em frente. Muitos católicos vietnamitas pedem-lhe que os visite, como fez na Mongólia. Existe agora a possibilidade de visitar o Vietname, existe algum convite do governo? E que outras viagens você tem agendadas? Papa Francisco: “O Vietname é uma das mais belas experiências de diálogo que a Igreja teve nos últimos tempos. Eu diria que é como uma simpatia no diálogo. Ambas as partes tiveram a boa vontade de se entenderem e encontrarem caminhos, houve problemas, mas no Vietname acredito que mais cedo ou mais tarde os problemas serão ultrapassados. Recentemente falámos livremente com o Presidente do Vietname. Estou muito positivo em relação às relações com o Vietname, há anos que tem funcionado bem. Lembro-me que há quatro anos um grupo de parlamentares vietnamitas veio visitar-nos: tivemos com eles um diálogo agradável e muito respeitoso. Quando uma cultura é aberta, existe possibilidade de diálogo; se há encerramento ou suspeita, o diálogo é muito difícil. Com o Vietname, o diálogo é aberto, com os seus prós e contras, mas é aberto e estamos a avançar lentamente. Houve alguns problemas, mas foram resolvidos. Quanto à viagem ao Vietname, se eu não for, tenho a certeza que João XXIV irá. Sobre as outras viagens há Marselha e depois há uma num pequeno país da Europa e estamos a ver se conseguimos mas, digo-vos a verdade, para mim agora fazer uma viagem não é tão fácil como no início, há limitações para caminhar e isso limita, mas veremos”. Fausto Gasparroni (ANSA) Santidade, as suas declarações aos jovens católicos russos sobre a grande mãe Rússia, a herança de figuras como Pedro, o Grande e Catarina II, suscitaram recentemente debates. Estas são declarações que – digamos assim – irritaram muito os ucranianos, tiveram também consequências na esfera diplomática e foram vistas de certa forma quase como uma exaltação do imperialismo russo e uma espécie de endosso à política de Putin. Queria perguntar-lhe porque é que sentiu necessidade de fazer estas afirmações, se considerou fazê-las, se as repetiria; e também, por uma questão de clareza, se pudesse dizer-nos o que pensa dos imperialismos e, em particular, do imperialismo russo? Papa Francisco: «Coloquemos isto no seu devido lugar: um diálogo com os jovens russos. E no final do diálogo dei-lhes uma mensagem, uma mensagem que repito sempre: que se encarreguem da sua herança. Primeiro ponto: assuma o controle de sua herança. Digo o mesmo em todos os lugares. E mesmo com esta visão procuro criar um diálogo entre avós e netos: que os netos se encarreguem da herança. Digo isso em todos os lugares e esta tem sido a mensagem. Um segundo passo, para explicitar a herança: na verdade eu disse a ideia da grande Rússia, porque a herança russa é muito boa, é muito bonita. Pensemos no campo da literatura, no campo da música, até num Dostojewski que hoje nos fala de humanismo maduro; assumiu esse humanismo, que se desenvolveu, na arte e na literatura. Isso ficaria em segundo plano, já que falei sobre herança, Não? A terceira, talvez não totalmente correta, mas falando da grande Rússia no sentido talvez não tanto geográfico, mas cultural, lembrou-me o que nos ensinaram na escola: Pedro I, Catarina II. E veio esse terceiro (elemento, ndr), o que pode não estar totalmente correto. Não sei. Deixe que os historiadores nos digam. Mas foi um acréscimo que me ocorreu porque o havia estudado na escola. O que eu disse aos jovens russos é para cuidarem da sua própria herança, assumirem a sua própria herança, o que significa não a comprarem noutro lugar. Tome sua própria herança. E que legado a grande Rússia deixou: a cultura russa é linda, muito profunda; e não deve ser eliminado por razões políticas. Na Rússia houve anos sombrios, mas a herança sempre permaneceu assim, à mão. Então você fala sobre imperialismo. E eu não estava pensando em imperialismo quando disse isso, estava falando de cultura, e a transmissão da cultura nunca é imperial, nunca; É sempre diálogo, e eu estava falando sobre isso. É verdade que existem imperialismos que querem impor a sua ideologia. Vou parar por aqui: quando a cultura é destilada em ideologia, esse é o veneno. A cultura é usada, mas destilada em ideologia. Isto deve ser distinguido quando se trata da cultura de uma cidade e quando são as ideologias que mais tarde surgem para algum filósofo, algum político dessa cidade. E digo isto para todos, também para a Igreja. Muitas vezes são postas em prática dentro da Igreja ideologias que distanciam a Igreja da vida que vem das raízes e sobe; eles distanciam a Igreja da influência do Espírito Santo. Uma ideologia é incapaz de ser incorporada, é apenas uma ideia. Mas a ideologia toma o seu lugar e torna-se política, normalmente torna-se uma ditadura, torna-se incapaz de dialogar, de avançar com as culturas. E os imperialismos fazem isso. O imperialismo consolida-se sempre com base numa ideologia. Também na Igreja devemos distinguir entre doutrina e ideologia: a verdadeira doutrina nunca é ideológica, nunca; está enraizado no povo santo e fiel de Deus; Por outro lado, a ideologia não tem relação com a realidade, não tem relação com o povo… Não sei se respondi. O imperialismo consolida-se sempre com base numa ideologia. Também na Igreja devemos distinguir entre doutrina e ideologia: a verdadeira doutrina nunca é ideológica, nunca; está enraizado no povo santo e fiel de Deus; Por outro lado, a ideologia não tem relação com a realidade, não tem relação com o povo… Não sei se respondi. O imperialismo consolida-se sempre com base numa ideologia. Também na Igreja devemos distinguir entre doutrina e ideologia: a verdadeira doutrina nunca é ideológica, nunca; está enraizado no povo santo e fiel de Deus; Por outro lado, a ideologia não tem relação com a realidade, não tem relação com o povo… Não sei se respondi. Robert Messner (DPA) Bom Dia. Uma pergunta sobre sua atualização Laudato si’. Pode ser entendido como uma demonstração de solidariedade para com activistas ambientais como a “Última Geração”, aqueles que fazem protestos espectaculares? Talvez haja também uma mensagem nesta atualização para os jovens ativistas que saem às ruas? Papa Francisco: «Um pouco em geral: não vou com estes extremistas. Mas os jovens estão preocupados. Um bom cientista italiano – tivemos uma reunião na Academia – fez um bom discurso e terminou assim: «Não gostaria que a minha neta, que nasceu ontem, vivesse num mundo tão feio daqui a trinta anos». Os jovens pensam no futuro. E nesse sentido gosto que eles lutem bem. Mas quando a ideologia ou a pressão política têm algo a ver, não funciona. A minha Exortação Apostólica sairá no dia de São Francisco, 4 de outubro, e é uma revisão do que aconteceu desde a COP de Paris, que foi talvez a mais fecunda, até hoje. Há algumas novidades sobre algumas COPs e algumas coisas que ainda não foram resolvidas e há urgência em resolvê-las. Não é tão grande quanto a Laudato si’, mas está levando a Laudato si’ para coisas novas. Etienne Loraillére (KTO TV) Vocês querem uma Igreja sinodal, na Mongólia e no mundo. A assembleia de outubro já é fruto do trabalho do povo de Deus. Como será possível envolver nesta fase os batizados de todo o mundo? Como será evitada a polarização ideológica? E, os participantes poderão falar e compartilhar publicamente o que estão vivenciando, para que possamos caminhar com eles? Ou todo o processo será secreto? Papa Francisco: «Você falou em evitar pressões ideológicas. No Sínodo não há lugar para ideologia, é outra dinâmica. O Sínodo é diálogo, entre os baptizados, entre os membros da Igreja, sobre a vida da Igreja, sobre o diálogo com o mundo, sobre os problemas que afectam hoje a humanidade. Mas quando se pensa (em seguir) um caminho ideológico, o Sínodo termina. No Sínodo não há lugar para ideologia, há espaço para diálogo. Enfrentar-nos, entre irmãos, e confrontar a doutrina da Igreja. Seguir em frente. Depois quero sublinhar que a sinodalidade não é uma invenção minha: foi de São Paulo VI. Quando terminou o Concílio Vaticano II, ele percebeu que no Ocidente a Igreja havia perdido a dimensão sinodal; a Igreja do Oriente tem isso. Por isso criou o Secretariado do Sínodo dos Bispos, que nestes sessenta anos a reflexão foi realizada de forma sinodal, com progresso contínuo, avançando. No cinquentenário desta decisão de São Paulo VI, assinei e publiquei um documento sobre o que é o Sínodo, sobre o que foi feito. E agora avançou, amadureceu mais, e por isso pareceu muito bom ter um Sínodo sobre a sinodalidade, que não é uma moda passageira, é algo antigo, a Igreja do Oriente sempre o teve. Mas como viver a sinodalidade? É vivê-lo como cristão. E, como disse antes, sem cair em ideologias. O processo de assembleia: há uma coisa que devemos cuidar: o ambiente sinodal. Este não é um programa de TV onde falamos sobre tudo. Não. Existe um momento religioso, existe um momento de intercâmbio religioso. Pense que nas introduções sinodais falarão de três a quatro minutos cada, três (intervenções, ndr) e depois haverá três a quatro minutos de silêncio para oração. Depois, mais três e oração. Sem este espírito de oração não há sinodalidade, é política, é parlamentarismo. O Sínodo não é um parlamento. Sobre o sigilo: há um departamento chefiado pelo Dr. Ruffini, que está aqui, e que fará comunicados de imprensa sobre o andamento do Sínodo. Num Sínodo é preciso manter a religiosidade e preservar a liberdade das pessoas que falam. É por isso que haverá uma comissão, presidida pelo Dr. Ruffini, que será responsável por informar sobre o andamento do Sínodo. Sem este espírito de oração não há sinodalidade, é política, é parlamentarismo. O Sínodo não é um parlamento. Sobre o sigilo: há um departamento chefiado pelo Dr. Ruffini, que está aqui, e que fará comunicados de imprensa sobre o andamento do Sínodo. Num Sínodo é preciso manter a religiosidade e preservar a liberdade das pessoas que falam. É por isso que haverá uma comissão, presidida pelo Dr. Ruffini, que será responsável por informar sobre o andamento do Sínodo. Sem este espírito de oração não há sinodalidade, é política, é parlamentarismo. O Sínodo não é um parlamento. Sobre o sigilo: há um departamento chefiado pelo Dr. Ruffini, que está aqui, e que fará comunicados de imprensa sobre o andamento do Sínodo. Num Sínodo é preciso manter a religiosidade e preservar a liberdade das pessoas que falam. É por isso que haverá uma comissão, presidida pelo Dr. Ruffini, que será responsável por informar sobre o andamento do Sínodo. Vincenzo Romeo (RAI TG 2) Bom dia Santidade. Você é o Papa das periferias e as periferias, especialmente na Itália, sofrem muito. Tivemos alguns episódios preocupantes de violência, de degradação… por exemplo, perto de Nápoles, um pároco, Dom Patriciello, que até o convidou para ir, depois para Palermo… O que pode ser feito? Ele visitou as favelas de Buenos Aires, então tem experiência nisso. O nosso primeiro-ministro também visitou uma dessas periferias, há muita discussão sobre isso. O que pode ser feito, o que podem fazer a Igreja e as instituições do Estado para superar esta degradação e tornar as periferias verdadeiramente parte de um país? Papa Francisco: «Tu con esto hablas de las periferias como de las favelas: se debe seguir adelante, ir allí y trabajar allí, como se hizo en Buenos Aires con los curas que trabajaban allí: un equipo de curas con un obispo auxiliar a la cabeza y se trabaja allí. Debemos estar abiertos a esto, los gobiernos deben estar abiertos, todos los gobiernos del mundo, pero hay periferias que son trágicas. Vuelvo a una periferia escandalosa que se intenta tapar: la de los Rohingya. Los rohingya sufren, no son cristianos, son musulmanes, pero sufren porque los han convertido en una periferia, los han expulsado. Tenemos que ver los diferentes tipos de periferias y también aprender que la periferia es donde la realidad humana es más evidente y menos sofisticada – (también hay ndr) malos momentos no quiero idealizar – pero se percibe mejor. Un filósofo dijo una vez algo que me impactó mucho: «La realidad se comprende mejor desde las periferias». Hay que hablar con las periferias y los gobiernos tienen que hacer verdadera justicia social, verdadera justicia social, con las distintas periferias sociales y también con las periferias ideológicas ir a hablar, porque muchas veces es alguna periferia ideológica exquisita la que provoca a las periferias sociales. El mundo de las periferias no es fácil. Gracias». (Transcrição não oficial da mídia do Vaticano)
- Papa Francisco: “No Sínodo não há lugar para ideologia”
As conferências de imprensa no avião de regresso a Roma depois das Viagens Apostólicas tornaram-se os momentos mais interessantes, do ponto de vista jornalístico, das viagens de Francisco. A celebração do Sínodo da sinodalidade se aproxima e isso é perceptível. Os jornalistas a bordo do avião centraram as suas perguntas neste assunto que suscita não pouca polémica. Esta preocupação e medo que muitos católicos sentem está difundido em todo o planeta, como o próprio Francisco confessou. O Santo Padre, quando questionado sobre o prólogo do Cardeal Burke, no qual critica abertamente o Sínodo, contou como recentemente, ao falar com uma freira, ela confessou o seu medo pelo que poderia acontecer depois de Outubro. “Temos medo de que a doutrina nos mude”, confessou a freira ao Pontífice. O Papa respondeu a outras perguntas sobre o Sínodo, lembrando que “no Sínodo não há lugar para a ideologia , é outra dinâmica. O Sínodo é diálogo, entre os baptizados, entre os membros da Igreja, sobre a vida da Igreja, sobre o diálogo com o mundo, sobre os problemas que afectam hoje a humanidade. Referindo-se ao Sínodo, o Bispo de Roma afirmou que “este não é um programa de televisão em que falamos de tudo” e que “ o Sínodo não é um parlamento ”. Oferecemos-lhe a conferência de imprensa completa da viagem de regresso do Papa a Roma publicada pelo Vatican News: Antonio Pelayo (Vida Nova) Santo Padre, o senhor acaba de falar do Sínodo e todos concordamos consigo que este Sínodo suscita grande curiosidade e interesse. Infelizmente, também suscita muitas críticas por parte dos círculos católicos. Quero referir-me a um livro com prefácio do Cardeal Burke que diz que o Sínodo é a caixa de Pandora da qual surgirão todas as calamidades para a Igreja. O que você acha dessa posição? Você acha que isso será superado pela realidade ou que condicionará o Sínodo? Papa Francisco: Não sei se já disse isso. Há alguns meses liguei para uma carmelita. «Como estão as freiras, Madre Superiora?». Ele era um Carmelo não italiano. E a prioresa me respondeu. E no final ele me diz: «Santidade. Temos medo do Sínodo”. “Mas o que acontece? – digo brincando – você quer mandar uma freira ao Sínodo?». “Não, temos medo de que a doutrina nos mude”. E é isso que você diz: existe essa ideia… Mas se você for à raiz dessas ideias você encontrará ideologias. Sempre, quando a Igreja quer desvincular-se do caminho da comunhão, o que sempre emerge é a ideologia. E acusam a Igreja disto ou daquilo, mas nunca a acusam do que é verdadeiro: pecaminoso. Nunca dizem pecador… Defendem uma doutrina entre aspas, que é uma doutrina como a água destilada, não tem gosto de nada e não é a verdadeira doutrina católica que está no Credo. E isso tantas vezes escandaliza; quão escandalosa é a ideia de que Deus se fez carne, que Deus se fez homem, que a Virgem preservou a sua virgindade. Isso escandaliza. Cindy Madeira (CNS) Bom dia, Santidade, gostaria de continuar com a pergunta do meu colega francês sobre o Sínodo e a informação. Muitos fiéis leigos dedicaram muito tempo, rezaram, envolveram-se falando, ouvindo. Querem saber o que acontece durante o Sínodo, a assembleia. E você falou da sua experiência do Sínodo sobre os religiosos, durante a qual alguns membros do Sínodo disseram “não coloque isso”, “você não pode dizer isso…”. Nós, jornalistas, nem sequer temos acesso à assembleia e às sessões gerais, como podemos ter a certeza de que o que nos é dado como “pappa” (papa) é verdade? Não há possibilidade de ser um pouco mais aberto com os jornalistas? Papa Francisco: Mas muito aberto, querido, é muito aberto! Há uma comissão presidida pelo Ruffini que vai dar notícias todos os dias, mas não sei até que ponto é aberta, não sei até que ponto é aberta… e é bom que esta comissão respeite muito as intervenções de todos e tenta não tagarelar, mas sim dizer coisas precisamente na marcha sinodal que sejam construtivas para a Igreja. Se quiser, se alguém quiser que a notícia seja: este descontou naquele por isto ou por aquilo, isso é conversa política. A comissão não tem tarefa fácil, dizer: hoje a reflexão vai por aqui, vai por ali, e transmite o espírito eclesial, não o político. Um parlamento é diferente de um Sínodo. Não esqueçais que o protagonista do Sínodo é o Espírito Santo. E como isso pode ser transmitido? É por isso que a orientação eclesial deve ser transmitida. Jargalsaikhan Dambadarjaa (The Defacto Gazete): Muito obrigado, Santidade, pela sua visita à Mongólia. A minha pergunta é: qual foi o seu principal objetivo com esta visita e está satisfeito com o resultado obtido? Papa Francisco: «A ideia de visitar a Mongólia surgiu-me pensando na pequena comunidade católica. Faço estas viagens para visitar a comunidade católica e também para entrar em diálogo com a história e a cultura da cidade, com a mística de uma cidade. É importante que a evangelização não seja concebida como proselitismo. O proselitismo sempre restringe. O Papa Bento XVI disse que a fé não cresce pelo proselitismo, mas pela atração. O anúncio do Evangelho entra em diálogo com a cultura. Há uma evangelização da cultura e também uma inculturação do Evangelho. Porque os cristãos também expressam os seus valores cristãos com a cultura do seu próprio povo. Isto é o oposto do que seria uma colonização religiosa. Para mim a viagem foi conhecer esse povo, dialogar com esse povo, acolher a cultura deste povo e acompanhar a Igreja no seu caminho com grande respeito pela cultura deste povo. E estou satisfeito com o resultado.” Ulambadrakh Markhaakhuu (ULS Suld Tv) O actual conflito de civilizações só pode ser resolvido através do diálogo, como disse Sua Santidade. Pode Ulaanbaatar oferecer-se como plataforma para um diálogo internacional entre a Europa e a Ásia? Papa Francisco: «Acho que sim. Mas temos uma coisa muito interessante, que também incentiva este diálogo, e deixem-me chamar-lhe a “mística do terceiro vizinho”, que o faz avançar com uma política do terceiro vizinho. Pense que Ulaanbaatar é a capital do país mais afastado do mar, e podemos dizer que a sua terra está entre duas grandes potências, a Rússia e a China. E é por isso que a sua mística é tentar dialogar até com os seus “terceiros vizinhos”: não por desprezo por estes dois, porque mantém boas relações com ambos, mas por um desejo de universalidade, de mostrar os seus valores aos o mundo inteiro, e também receber dos outros os seus valores para poder dialogar. É curioso que na história sair em busca de outras terras tenha sido muitas vezes confundido com colonialismo, ou entrar para dominar, sempre. Em vez disso você, com esta mística do terceiro vizinho, Eles têm essa filosofia de sair procurando conversar. Gostei muito dessa expressão do terceiro vizinho. É a sua riqueza.” Cristina Cabrejas (EFE) Ontem o senhor enviou uma mensagem ao povo chinês e pediu aos católicos que fossem bons cidadãos, depois que as autoridades do país não permitiram que os bispos viessem à Mongólia. Como estão as relações com a China neste momento? E há novidades sobre a viagem do Cardeal Zuppi a Pequim e a missão na Ucrânia? Papa Francisco: “A missão do Cardeal Zuppi é uma missão de paz que lhe confiei. E planejou visitar Moscou, Kiev, Estados Unidos e também Pequim. O Cardeal Zuppi é um homem de grande diálogo e visão universal, tem na sua história a experiência do trabalho realizado em Moçambique na busca da paz e por isso o enviei. As relações com a China são muito respeitosas, muito respeitosas. Eu pessoalmente tenho uma grande admiração pelo povo chinês, os canais são muito abertos, para a nomeação dos bispos existe uma comissão que trabalha há muito tempo com o governo chinês e o Vaticano, então são muitos, ou melhor, existem há alguns padres católicos ou intelectuais católicos que são frequentemente convidados para ministrar cursos em universidades chinesas. Acredito que devemos avançar no aspecto religioso para nos compreendermos melhor e que os cidadãos chineses não pensem que a Igreja não aceita a sua cultura e os seus valores e que a Igreja depende de outra potência estrangeira. A comissão presidida pelo Cardeal Parolin está indo bem neste caminho amigável: está fazendo um bom trabalho, também por parte da China, as relações estão no caminho certo. Tenho grande respeito pelo povo chinês. Gerard O’Connell (Revista América) Santidade, as relações entre o Vietname e a Santa Sé são neste momento muito positivas, deram recentemente um notável passo em frente. Muitos católicos vietnamitas pedem-lhe que os visite, como fez na Mongólia. Existe agora a possibilidade de visitar o Vietname, existe algum convite do governo? E que outras viagens você tem agendadas? Papa Francisco: “O Vietname é uma das mais belas experiências de diálogo que a Igreja teve nos últimos tempos. Eu diria que é como uma simpatia no diálogo. Ambas as partes tiveram a boa vontade de se entenderem e encontrarem caminhos, houve problemas, mas no Vietname acredito que mais cedo ou mais tarde os problemas serão ultrapassados. Recentemente falámos livremente com o Presidente do Vietname. Estou muito positivo em relação às relações com o Vietname, há anos que tem funcionado bem. Lembro-me que há quatro anos um grupo de parlamentares vietnamitas veio visitar-nos: tivemos com eles um diálogo agradável e muito respeitoso. Quando uma cultura é aberta, existe possibilidade de diálogo; se há encerramento ou suspeita, o diálogo é muito difícil. Com o Vietname, o diálogo é aberto, com os seus prós e contras, mas é aberto e estamos a avançar lentamente. Houve alguns problemas, mas foram resolvidos. Quanto à viagem ao Vietname, se eu não for, tenho a certeza que João XXIV irá. Sobre as outras viagens há Marselha e depois há uma num pequeno país da Europa e estamos a ver se conseguimos mas, digo-vos a verdade, para mim agora fazer uma viagem não é tão fácil como no início, há limitações para caminhar e isso limita, mas veremos”. Fausto Gasparroni (ANSA) Santidade, as suas declarações aos jovens católicos russos sobre a grande mãe Rússia, a herança de figuras como Pedro, o Grande e Catarina II, suscitaram recentemente debates. Estas são declarações que – digamos assim – irritaram muito os ucranianos, tiveram também consequências na esfera diplomática e foram vistas de certa forma quase como uma exaltação do imperialismo russo e uma espécie de endosso à política de Putin. Queria perguntar-lhe porque é que sentiu necessidade de fazer estas afirmações, se considerou fazê-las, se as repetiria; e também, por uma questão de clareza, se pudesse dizer-nos o que pensa dos imperialismos e, em particular, do imperialismo russo? Papa Francisco: «Coloquemos isto no seu devido lugar: um diálogo com os jovens russos. E no final do diálogo dei-lhes uma mensagem, uma mensagem que repito sempre: que se encarreguem da sua herança. Primeiro ponto: assuma o controle de sua herança. Digo o mesmo em todos os lugares. E mesmo com esta visão procuro criar um diálogo entre avós e netos: que os netos se encarreguem da herança. Digo isso em todos os lugares e esta tem sido a mensagem. Um segundo passo, para explicitar a herança: na verdade eu disse a ideia da grande Rússia, porque a herança russa é muito boa, é muito bonita. Pensemos no campo da literatura, no campo da música, até num Dostojewski que hoje nos fala de humanismo maduro; assumiu esse humanismo, que se desenvolveu, na arte e na literatura. Isso ficaria em segundo plano, já que falei sobre herança, Não? A terceira, talvez não totalmente correta, mas falando da grande Rússia no sentido talvez não tanto geográfico, mas cultural, lembrou-me o que nos ensinaram na escola: Pedro I, Catarina II. E veio esse terceiro (elemento, ndr), o que pode não estar totalmente correto. Não sei. Deixe que os historiadores nos digam. Mas foi um acréscimo que me ocorreu porque o havia estudado na escola. O que eu disse aos jovens russos é para cuidarem da sua própria herança, assumirem a sua própria herança, o que significa não a comprarem noutro lugar. Tome sua própria herança. E que legado a grande Rússia deixou: a cultura russa é linda, muito profunda; e não deve ser eliminado por razões políticas. Na Rússia houve anos sombrios, mas a herança sempre permaneceu assim, à mão. Então você fala sobre imperialismo. E eu não estava pensando em imperialismo quando disse isso, estava falando de cultura, e a transmissão da cultura nunca é imperial, nunca; É sempre diálogo, e eu estava falando sobre isso. É verdade que existem imperialismos que querem impor a sua ideologia. Vou parar por aqui: quando a cultura é destilada em ideologia, esse é o veneno. A cultura é usada, mas destilada em ideologia. Isto deve ser distinguido quando se trata da cultura de uma cidade e quando são as ideologias que mais tarde surgem para algum filósofo, algum político dessa cidade. E digo isto para todos, também para a Igreja. Muitas vezes são postas em prática dentro da Igreja ideologias que distanciam a Igreja da vida que vem das raízes e sobe; eles distanciam a Igreja da influência do Espírito Santo. Uma ideologia é incapaz de ser incorporada, é apenas uma ideia. Mas a ideologia toma o seu lugar e torna-se política, normalmente torna-se uma ditadura, torna-se incapaz de dialogar, de avançar com as culturas. E os imperialismos fazem isso. O imperialismo consolida-se sempre com base numa ideologia. Também na Igreja devemos distinguir entre doutrina e ideologia: a verdadeira doutrina nunca é ideológica, nunca; está enraizado no povo santo e fiel de Deus; Por outro lado, a ideologia não tem relação com a realidade, não tem relação com o povo… Não sei se respondi. O imperialismo consolida-se sempre com base numa ideologia. Também na Igreja devemos distinguir entre doutrina e ideologia: a verdadeira doutrina nunca é ideológica, nunca; está enraizado no povo santo e fiel de Deus; Por outro lado, a ideologia não tem relação com a realidade, não tem relação com o povo… Não sei se respondi. O imperialismo consolida-se sempre com base numa ideologia. Também na Igreja devemos distinguir entre doutrina e ideologia: a verdadeira doutrina nunca é ideológica, nunca; está enraizado no povo santo e fiel de Deus; Por outro lado, a ideologia não tem relação com a realidade, não tem relação com o povo… Não sei se respondi. Robert Messner (DPA) Bom Dia. Uma pergunta sobre sua atualização Laudato si’. Pode ser entendido como uma demonstração de solidariedade para com activistas ambientais como a “Última Geração”, aqueles que fazem protestos espectaculares? Talvez haja também uma mensagem nesta atualização para os jovens ativistas que saem às ruas? Papa Francisco: «Um pouco em geral: não vou com estes extremistas. Mas os jovens estão preocupados. Um bom cientista italiano – tivemos uma reunião na Academia – fez um bom discurso e terminou assim: «Não gostaria que a minha neta, que nasceu ontem, vivesse num mundo tão feio daqui a trinta anos». Os jovens pensam no futuro. E nesse sentido gosto que eles lutem bem. Mas quando a ideologia ou a pressão política têm algo a ver, não funciona. A minha Exortação Apostólica sairá no dia de São Francisco, 4 de outubro, e é uma revisão do que aconteceu desde a COP de Paris, que foi talvez a mais fecunda, até hoje. Há algumas novidades sobre algumas COPs e algumas coisas que ainda não foram resolvidas e há urgência em resolvê-las. Não é tão grande quanto a Laudato si’, mas está levando a Laudato si’ para coisas novas. Etienne Loraillére (KTO TV) Vocês querem uma Igreja sinodal, na Mongólia e no mundo. A assembleia de outubro já é fruto do trabalho do povo de Deus. Como será possível envolver nesta fase os batizados de todo o mundo? Como será evitada a polarização ideológica? E, os participantes poderão falar e compartilhar publicamente o que estão vivenciando, para que possamos caminhar com eles? Ou todo o processo será secreto? Papa Francisco: «Você falou em evitar pressões ideológicas. No Sínodo não há lugar para ideologia, é outra dinâmica. O Sínodo é diálogo, entre os baptizados, entre os membros da Igreja, sobre a vida da Igreja, sobre o diálogo com o mundo, sobre os problemas que afectam hoje a humanidade. Mas quando se pensa (em seguir) um caminho ideológico, o Sínodo termina. No Sínodo não há lugar para ideologia, há espaço para diálogo. Enfrentar-nos, entre irmãos, e confrontar a doutrina da Igreja. Seguir em frente. Depois quero sublinhar que a sinodalidade não é uma invenção minha: foi de São Paulo VI. Quando terminou o Concílio Vaticano II, ele percebeu que no Ocidente a Igreja havia perdido a dimensão sinodal; a Igreja do Oriente tem isso. Por isso criou o Secretariado do Sínodo dos Bispos, que nestes sessenta anos a reflexão foi realizada de forma sinodal, com progresso contínuo, avançando. No cinquentenário desta decisão de São Paulo VI, assinei e publiquei um documento sobre o que é o Sínodo, sobre o que foi feito. E agora avançou, amadureceu mais, e por isso pareceu muito bom ter um Sínodo sobre a sinodalidade, que não é uma moda passageira, é algo antigo, a Igreja do Oriente sempre o teve. Mas como viver a sinodalidade? É vivê-lo como cristão. E, como disse antes, sem cair em ideologias. O processo de assembleia: há uma coisa que devemos cuidar: o ambiente sinodal. Este não é um programa de TV onde falamos sobre tudo. Não. Existe um momento religioso, existe um momento de intercâmbio religioso. Pense que nas introduções sinodais falarão de três a quatro minutos cada, três (intervenções, ndr) e depois haverá três a quatro minutos de silêncio para oração. Depois, mais três e oração. Sem este espírito de oração não há sinodalidade, é política, é parlamentarismo. O Sínodo não é um parlamento. Sobre o sigilo: há um departamento chefiado pelo Dr. Ruffini, que está aqui, e que fará comunicados de imprensa sobre o andamento do Sínodo. Num Sínodo é preciso manter a religiosidade e preservar a liberdade das pessoas que falam. É por isso que haverá uma comissão, presidida pelo Dr. Ruffini, que será responsável por informar sobre o andamento do Sínodo. Sem este espírito de oração não há sinodalidade, é política, é parlamentarismo. O Sínodo não é um parlamento. Sobre o sigilo: há um departamento chefiado pelo Dr. Ruffini, que está aqui, e que fará comunicados de imprensa sobre o andamento do Sínodo. Num Sínodo é preciso manter a religiosidade e preservar a liberdade das pessoas que falam. É por isso que haverá uma comissão, presidida pelo Dr. Ruffini, que será responsável por informar sobre o andamento do Sínodo. Sem este espírito de oração não há sinodalidade, é política, é parlamentarismo. O Sínodo não é um parlamento. Sobre o sigilo: há um departamento chefiado pelo Dr. Ruffini, que está aqui, e que fará comunicados de imprensa sobre o andamento do Sínodo. Num Sínodo é preciso manter a religiosidade e preservar a liberdade das pessoas que falam. É por isso que haverá uma comissão, presidida pelo Dr. Ruffini, que será responsável por informar sobre o andamento do Sínodo. Vincenzo Romeo (RAI TG 2) Bom dia Santidade. Você é o Papa das periferias e as periferias, especialmente na Itália, sofrem muito. Tivemos alguns episódios preocupantes de violência, de degradação… por exemplo, perto de Nápoles, um pároco, Dom Patriciello, que até o convidou para ir, depois para Palermo… O que pode ser feito? Ele visitou as favelas de Buenos Aires, então tem experiência nisso. O nosso primeiro-ministro também visitou uma dessas periferias, há muita discussão sobre isso. O que pode ser feito, o que podem fazer a Igreja e as instituições do Estado para superar esta degradação e tornar as periferias verdadeiramente parte de um país? Papa Francisco: «Tu con esto hablas de las periferias como de las favelas: se debe seguir adelante, ir allí y trabajar allí, como se hizo en Buenos Aires con los curas que trabajaban allí: un equipo de curas con un obispo auxiliar a la cabeza y se trabaja allí. Debemos estar abiertos a esto, los gobiernos deben estar abiertos, todos los gobiernos del mundo, pero hay periferias que son trágicas. Vuelvo a una periferia escandalosa que se intenta tapar: la de los Rohingya. Los rohingya sufren, no son cristianos, son musulmanes, pero sufren porque los han convertido en una periferia, los han expulsado. Tenemos que ver los diferentes tipos de periferias y también aprender que la periferia es donde la realidad humana es más evidente y menos sofisticada – (también hay ndr) malos momentos no quiero idealizar – pero se percibe mejor. Un filósofo dijo una vez algo que me impactó mucho: «La realidad se comprende mejor desde las periferias». Hay que hablar con las periferias y los gobiernos tienen que hacer verdadera justicia social, verdadera justicia social, con las distintas periferias sociales y también con las periferias ideológicas ir a hablar, porque muchas veces es alguna periferia ideológica exquisita la que provoca a las periferias sociales. El mundo de las periferias no es fácil. Gracias». (Transcrição não oficial da mídia do Vaticano)
- Homilia Diária | Jesus, Palavra salvadora
(Terça-feira da 22.ª Semana do Tempo Comum) É com autoridade que Jesus fala e explica as Escrituras, porque é Ele a própria Palavra encarnada, a plenitude da Revelação de Deus, na qual o Pai disse tudo o que tinha a nos dizer sobre si e sua vida íntima, a fim de tornar-nos participantes de seus bens e herdeiros daquela felicidade que, desde toda a eternidade, está reservada aos que o amam e lhe obedecem. Ouça a homilia do Padre Paulo Ricardo para esta terça-feira, dia 5 de setembro, e celebre este mês da Bíblia meditando conosco mais uma passagem do santo Evangelho. Evangelho (Lc 4,31-37) — Aleluia, Aleluia, Aleluia. — Um grande profeta surgiu entre nós e Deus visitou o seu povo. (Lc 7,16) — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas. — Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, 31 Jesus desceu a Cafarnaum, cidade da Galileia, e aí ensinava-os aos sábados. 32 As pessoas ficavam admiradas com o seu ensinamento, porque Jesus falava com autoridade. 33 Na sinagoga, havia um homem possuído pelo espírito de um demônio impuro, que gritou em alta voz: 34 “Que queres de nós, Jesus Nazareno? Vieste para nos destruir? Eu sei quem tu és: tu és o Santo de Deus!” 35 Jesus o ameaçou, dizendo: “Cala-te, e sai dele!” Então o demônio lançou o homem no chão, saiu dele, e não lhe fez mal nenhum. 36 O espanto se apossou de todos e eles comentavam entre si: “Que palavra é essa? Ele manda nos espíritos impuros, com autoridade e poder, e eles saem”. 37 E a fama de Jesus se espalhava em todos os lugares da redondeza. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor. #HomiliaDiária
- Homilia Diária | Jesus, Palavra salvadora
(Terça-feira da 22.ª Semana do Tempo Comum) É com autoridade que Jesus fala e explica as Escrituras, porque é Ele a própria Palavra encarnada, a plenitude da Revelação de Deus, na qual o Pai disse tudo o que tinha a nos dizer sobre si e sua vida íntima, a fim de tornar-nos participantes de seus bens e herdeiros daquela felicidade que, desde toda a eternidade, está reservada aos que o amam e lhe obedecem. Ouça a homilia do Padre Paulo Ricardo para esta terça-feira, dia 5 de setembro, e celebre este mês da Bíblia meditando conosco mais uma passagem do santo Evangelho. Evangelho (Lc 4,31-37) — Aleluia, Aleluia, Aleluia. — Um grande profeta surgiu entre nós e Deus visitou o seu povo. (Lc 7,16) — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas. — Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, 31 Jesus desceu a Cafarnaum, cidade da Galileia, e aí ensinava-os aos sábados. 32 As pessoas ficavam admiradas com o seu ensinamento, porque Jesus falava com autoridade. 33 Na sinagoga, havia um homem possuído pelo espírito de um demônio impuro, que gritou em alta voz: 34 “Que queres de nós, Jesus Nazareno? Vieste para nos destruir? Eu sei quem tu és: tu és o Santo de Deus!” 35 Jesus o ameaçou, dizendo: “Cala-te, e sai dele!” Então o demônio lançou o homem no chão, saiu dele, e não lhe fez mal nenhum. 36 O espanto se apossou de todos e eles comentavam entre si: “Que palavra é essa? Ele manda nos espíritos impuros, com autoridade e poder, e eles saem”. 37 E a fama de Jesus se espalhava em todos os lugares da redondeza. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor. #HomiliaDiária
- Décimo nono dia da Quaresma de São Miguel
Reze os 40 dias conosco! Como sugestão, além do roteiro que disponibilizamos abaixo, convidamos a todos para rezar o Rosário com o Frei Gilson ou Instituto Hesed , todos os dias às 4h da manhã ou no horário que tiver possibilidade: Aqueles que preferirem podem rezar a versão resumida: É costume que a Quaresma de São Miguel seja rezada diariamente, entre 15 de agosto e 29 de setembro , quando se celebra a festa deste Santo Arcanjo. Mas ela também pode ser feita em qualquer outra época do ano, por um período de 40 dias. Esta devoção deve-se a São Francisco de Assis, que sempre fazia orações especiais a São Miguel, quarenta dias antes da festa do Arcanjo (29 de Setembro). Foi difundida através dos seus discípulos, que o imitavam nessa devoção e recebiam graças. E, até hoje, temos esse belíssimo costume de consagrar as nossas vidas a São Miguel. Leia também Conheça a origem da Quaresma de São Miguel Arcanjo Por se tratar de uma devoção privada , os fiéis que a praticam são livres para adotar as orações de sua preferência. As preces a seguir são mais uma sugestão de roteiro do que um rito fixo e imóvel, e costumam ser rezadas em frente a uma escultura ou estampa de São Miguel, e com uma vela benta acesa em sua honra. Também é hábito que se una a essas orações a prática de alguma penitência especial ao longo de toda a quarentena. Aos que praticam essa devoção em família, talvez valha a pena baixar este arquivo em formato pdf , com as orações em latim e português, e fazer uma impressão dele para esses dias. No final do artigo é possível baixar outros arquivos que ajudarão a viver bem a Quaresma de São Miguel. Baixe o roteiro de oração em formato pdf Aos que desejarem conhecer mais e melhor essa prática, sua origem e seu significado espiritual, recomendamos que assistam aos seguintes programas “Ao vivo com Pe. Paulo”, sobre esse tema: O que é necessário? Antes de tudo, termos os devidos cuidados para não cairmos em superstição. A superstição é o desvio do sentimento religioso e das práticas que ele impõe. Então, o nosso coração deve estar reconciliado com Deus e cheio de bons propósitos, para isso faça um breve exame de consciência. Após esta breve análise da sua vida, faça um altar com uma imagem de São Miguel (pode ser estátua ou de papel), colocando velas ou lamparinas bentas, e flores para enfeitar. Durante a Quaresma, faça penitências, jejuns e abstinências e uma boa confissão. Leia também Sugestões de penitências e mortificações na quaresma Durante todos os dias da quaresma de São Miguel, faça o Sinal da Cruz, se possível acenda uma vela, diga a sua intenção particular – por si ou por alguém – e reze as orações abaixo, e no dia 29 de Setembro procure participar da Festa de São Miguel com a Santa Missa. 1. Sinal da cruz . — Pelo sinal da Santa Cruz, livrai-nos Deus, Nosso Senhor, dos nossos inimigos. Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém. 2. Pequeno exorcismo de Leão XIII . — São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate. Cobri-nos com o vosso escudo contra os embustes e ciladas do demônio. Subjugue-o Deus, instantemente o pedimos; e vós, príncipe da milícia celeste, pelo divino poder, precipitai no inferno Satanás e os outros espíritos malignos que andam pelo mundo para perder as almas. Amém. 3. Ladainha de São Miguel Arcanjo ( versão latina aqui ): Senhor, tende piedade de nós . Jesus Cristo, tende piedade de nós . Senhor, tende piedade de nós . Cristo, ouvi-nos . Cristo, atendei-nos . Pai celeste, que sois Deus, tende piedade de nós . Filho redentor do mundo, que sois Deus, tende piedade de nós . Espírito Santo, que sois Deus, tende piedade de nós . Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós . Santa Maria, Rainha dos Anjos, rogai por nós . São Miguel, rogai por nós . São Miguel, cheio da graça de Deus, rogai … São Miguel, perfeito adorador do Verbo Divino, São Miguel, coroado de honra e de glória, São Miguel, poderosíssimo príncipe dos exércitos do Senhor, São Miguel, porta-estandarte da Santíssima Trindade, São Miguel, guardião do Paraíso, São Miguel, guia e consolador do povo israelita, São Miguel, esplendor e fortaleza da Igreja militante, São Miguel, honra e alegria da Igreja triunfante, São Miguel, luz dos anjos, São Miguel, baluarte dos cristãos, São Miguel, força daqueles que combatem pelo estandarte da cruz, São Miguel, luz e confiança das almas no último momento da vida, São Miguel, socorro muito certo, São Miguel, nosso auxílio em todas as adversidades, São Miguel, arauto da sentença eterna, São Miguel, consolador das almas que estão no Purgatório, São Miguel, a quem o Senhor incumbiu de receber as almas depois da morte, São Miguel, nosso príncipe, São Miguel, nosso advogado, rogai por nós . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos, Senhor . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos, Senhor . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós . Rogai por nós, ó glorioso São Miguel, príncipe da Igreja de Cristo, para que sejamos dignos de suas promessas . Oremos : Senhor Jesus, santificai-nos por uma bênção sempre nova e concedei-nos, pela intercessão de São Miguel, essa sabedoria que nos ensina a ajuntar riquezas do céu e a trocar os bens do tempo presente pelos da eternidade. Vós que viveis e reinais em todos os séculos dos séculos. Amém. 4. Consagração a São Miguel Arcanjo . — Ó Príncipe nobilíssimo dos Anjos, valoroso guerreiro do Altíssimo, zeloso defensor da glória do Senhor, terror dos espíritos rebeldes, amor e delícia de todos os Anjos justos, meu diletíssimo Arcanjo São Miguel, desejando eu fazer parte do número dos vossos devotos e servos, a vós hoje me consagro, me dou e me ofereço e ponho-me a mim próprio, a minha família e tudo o que me pertence, debaixo da vossa poderosíssima proteção. É pequena a oferta do meu serviço, sendo como sou um miserável pecador, mas vós engrandecereis o afeto do meu coração; recordai-vos que de hoje em diante estou debaixo do vosso sustento e deveis assistir-me em toda a minha vida e obter-me o perdão dos meus muitos e graves pecados, a graça de amar a Deus de todo coração, ao meu querido Salvador Jesus Cristo e a minha Mãe Maria Santíssima. Obtende-me aqueles auxílios que me são necessários para obter a coroa da eterna glória. Defendei-me dos inimigos da alma, especialmente na hora da morte. Vinde, ó príncipe gloriosíssimo, assistir-me na última luta e com a vossa arma poderosa lançai para longe, precipitando nos abismos do inferno, aquele anjo quebrador de promessas e soberbo que um dia prostrastes no combate no Céu. São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate para que não pereçamos no supremo juízo. 5. Oração final . — Levanta-se Deus, pela intercessão da bem-aventurada Virgem Maria, São Miguel Arcanjo e todas as milícias celestes; sejam dispersos os seus inimigos e fujam de sua face todos os que o odeiam. Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém. 6. Oração “Augusta Rainha” . — Augusta Rainha dos céus, soberana mestra dos Anjos, Vós que, desde o princípio, recebestes de Deus o poder e a missão de esmagar a cabeça de Satanás, nós vo-lo pedimos humildemente, enviai vossas legiões celestes para que, sob vossas ordens, e por vosso poder, elas persigam os demônios, combatendo-os por toda a parte, reprimindo-lhes a insolência, e lançando-os no abismo. Quem é como Deus? Ó Mãe de bondade e ternura, Vós sereis sempre o nosso amor e a nossa esperança. Ó Mãe divina, enviai os Santos Anjos para nos defenderem, e repeli para longe de nós o cruel inimigo. Santos Anjos e Arcanjos, defendei-nos e guardai-nos. Amém. Notas Na liturgia atual, S. Gabriel e S. Rafael também são celebrados no dia 29 de setembro, quando se encerra essa devoção. Mas vale a pena recordar, aos amantes do rito tradicional, que no calendário antigo os três arcanjos eram festejados separadamente: Gabriel em 24 de março, véspera da Anunciação, e Rafael em 24 de outubro (ambas festas de 3.ª classe, o equivalente às nossas memórias ). São Miguel manteve o dia 29 de setembro, mas antes era honrado com uma festa de 1.ª classe (o equivalente às nossas solenidades ). Leia também Conheça a origem da Quaresma de São Miguel Arcanjo Outros arquivos para baixar : Roteiro de orações para a Quaresma de São Miguel (preto e branco) Roteiro de orações para a Quaresma de São Miguel (colorido) Calendário da Quaresma de São Miguel Capelinha de São Miguel #QuaresmadeSãoMiguel
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Reze os 40 dias conosco! Como sugestão, além do roteiro que disponibilizamos abaixo, convidamos a todos para rezar o Rosário com o Frei Gilson ou Instituto Hesed , todos os dias às 4h da manhã ou no horário que tiver possibilidade: Aqueles que preferirem podem rezar a versão resumida: É costume que a Quaresma de São Miguel seja rezada diariamente, entre 15 de agosto e 29 de setembro , quando se celebra a festa deste Santo Arcanjo. Mas ela também pode ser feita em qualquer outra época do ano, por um período de 40 dias. Esta devoção deve-se a São Francisco de Assis, que sempre fazia orações especiais a São Miguel, quarenta dias antes da festa do Arcanjo (29 de Setembro). Foi difundida através dos seus discípulos, que o imitavam nessa devoção e recebiam graças. E, até hoje, temos esse belíssimo costume de consagrar as nossas vidas a São Miguel. Leia também Conheça a origem da Quaresma de São Miguel Arcanjo Por se tratar de uma devoção privada , os fiéis que a praticam são livres para adotar as orações de sua preferência. As preces a seguir são mais uma sugestão de roteiro do que um rito fixo e imóvel, e costumam ser rezadas em frente a uma escultura ou estampa de São Miguel, e com uma vela benta acesa em sua honra. Também é hábito que se una a essas orações a prática de alguma penitência especial ao longo de toda a quarentena. Aos que praticam essa devoção em família, talvez valha a pena baixar este arquivo em formato pdf , com as orações em latim e português, e fazer uma impressão dele para esses dias. No final do artigo é possível baixar outros arquivos que ajudarão a viver bem a Quaresma de São Miguel. Baixe o roteiro de oração em formato pdf Aos que desejarem conhecer mais e melhor essa prática, sua origem e seu significado espiritual, recomendamos que assistam aos seguintes programas “Ao vivo com Pe. Paulo”, sobre esse tema: O que é necessário? Antes de tudo, termos os devidos cuidados para não cairmos em superstição. A superstição é o desvio do sentimento religioso e das práticas que ele impõe. Então, o nosso coração deve estar reconciliado com Deus e cheio de bons propósitos, para isso faça um breve exame de consciência. Após esta breve análise da sua vida, faça um altar com uma imagem de São Miguel (pode ser estátua ou de papel), colocando velas ou lamparinas bentas, e flores para enfeitar. Durante a Quaresma, faça penitências, jejuns e abstinências e uma boa confissão. Leia também Sugestões de penitências e mortificações na quaresma Durante todos os dias da quaresma de São Miguel, faça o Sinal da Cruz, se possível acenda uma vela, diga a sua intenção particular – por si ou por alguém – e reze as orações abaixo, e no dia 29 de Setembro procure participar da Festa de São Miguel com a Santa Missa. 1. Sinal da cruz . — Pelo sinal da Santa Cruz, livrai-nos Deus, Nosso Senhor, dos nossos inimigos. Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém. 2. Pequeno exorcismo de Leão XIII . — São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate. Cobri-nos com o vosso escudo contra os embustes e ciladas do demônio. Subjugue-o Deus, instantemente o pedimos; e vós, príncipe da milícia celeste, pelo divino poder, precipitai no inferno Satanás e os outros espíritos malignos que andam pelo mundo para perder as almas. Amém. 3. Ladainha de São Miguel Arcanjo ( versão latina aqui ): Senhor, tende piedade de nós . Jesus Cristo, tende piedade de nós . Senhor, tende piedade de nós . Cristo, ouvi-nos . Cristo, atendei-nos . Pai celeste, que sois Deus, tende piedade de nós . Filho redentor do mundo, que sois Deus, tende piedade de nós . Espírito Santo, que sois Deus, tende piedade de nós . Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós . Santa Maria, Rainha dos Anjos, rogai por nós . São Miguel, rogai por nós . São Miguel, cheio da graça de Deus, rogai … São Miguel, perfeito adorador do Verbo Divino, São Miguel, coroado de honra e de glória, São Miguel, poderosíssimo príncipe dos exércitos do Senhor, São Miguel, porta-estandarte da Santíssima Trindade, São Miguel, guardião do Paraíso, São Miguel, guia e consolador do povo israelita, São Miguel, esplendor e fortaleza da Igreja militante, São Miguel, honra e alegria da Igreja triunfante, São Miguel, luz dos anjos, São Miguel, baluarte dos cristãos, São Miguel, força daqueles que combatem pelo estandarte da cruz, São Miguel, luz e confiança das almas no último momento da vida, São Miguel, socorro muito certo, São Miguel, nosso auxílio em todas as adversidades, São Miguel, arauto da sentença eterna, São Miguel, consolador das almas que estão no Purgatório, São Miguel, a quem o Senhor incumbiu de receber as almas depois da morte, São Miguel, nosso príncipe, São Miguel, nosso advogado, rogai por nós . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos, Senhor . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos, Senhor . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós . Rogai por nós, ó glorioso São Miguel, príncipe da Igreja de Cristo, para que sejamos dignos de suas promessas . Oremos : Senhor Jesus, santificai-nos por uma bênção sempre nova e concedei-nos, pela intercessão de São Miguel, essa sabedoria que nos ensina a ajuntar riquezas do céu e a trocar os bens do tempo presente pelos da eternidade. Vós que viveis e reinais em todos os séculos dos séculos. Amém. 4. Consagração a São Miguel Arcanjo . — Ó Príncipe nobilíssimo dos Anjos, valoroso guerreiro do Altíssimo, zeloso defensor da glória do Senhor, terror dos espíritos rebeldes, amor e delícia de todos os Anjos justos, meu diletíssimo Arcanjo São Miguel, desejando eu fazer parte do número dos vossos devotos e servos, a vós hoje me consagro, me dou e me ofereço e ponho-me a mim próprio, a minha família e tudo o que me pertence, debaixo da vossa poderosíssima proteção. É pequena a oferta do meu serviço, sendo como sou um miserável pecador, mas vós engrandecereis o afeto do meu coração; recordai-vos que de hoje em diante estou debaixo do vosso sustento e deveis assistir-me em toda a minha vida e obter-me o perdão dos meus muitos e graves pecados, a graça de amar a Deus de todo coração, ao meu querido Salvador Jesus Cristo e a minha Mãe Maria Santíssima. Obtende-me aqueles auxílios que me são necessários para obter a coroa da eterna glória. Defendei-me dos inimigos da alma, especialmente na hora da morte. Vinde, ó príncipe gloriosíssimo, assistir-me na última luta e com a vossa arma poderosa lançai para longe, precipitando nos abismos do inferno, aquele anjo quebrador de promessas e soberbo que um dia prostrastes no combate no Céu. São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate para que não pereçamos no supremo juízo. 5. Oração final . — Levanta-se Deus, pela intercessão da bem-aventurada Virgem Maria, São Miguel Arcanjo e todas as milícias celestes; sejam dispersos os seus inimigos e fujam de sua face todos os que o odeiam. Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém. 6. Oração “Augusta Rainha” . — Augusta Rainha dos céus, soberana mestra dos Anjos, Vós que, desde o princípio, recebestes de Deus o poder e a missão de esmagar a cabeça de Satanás, nós vo-lo pedimos humildemente, enviai vossas legiões celestes para que, sob vossas ordens, e por vosso poder, elas persigam os demônios, combatendo-os por toda a parte, reprimindo-lhes a insolência, e lançando-os no abismo. Quem é como Deus? Ó Mãe de bondade e ternura, Vós sereis sempre o nosso amor e a nossa esperança. Ó Mãe divina, enviai os Santos Anjos para nos defenderem, e repeli para longe de nós o cruel inimigo. Santos Anjos e Arcanjos, defendei-nos e guardai-nos. Amém. Notas Na liturgia atual, S. Gabriel e S. Rafael também são celebrados no dia 29 de setembro, quando se encerra essa devoção. Mas vale a pena recordar, aos amantes do rito tradicional, que no calendário antigo os três arcanjos eram festejados separadamente: Gabriel em 24 de março, véspera da Anunciação, e Rafael em 24 de outubro (ambas festas de 3.ª classe, o equivalente às nossas memórias ). São Miguel manteve o dia 29 de setembro, mas antes era honrado com uma festa de 1.ª classe (o equivalente às nossas solenidades ). Leia também Conheça a origem da Quaresma de São Miguel Arcanjo Outros arquivos para baixar : Roteiro de orações para a Quaresma de São Miguel (preto e branco) Roteiro de orações para a Quaresma de São Miguel (colorido) Calendário da Quaresma de São Miguel Capelinha de São Miguel #QuaresmadeSãoMiguel
- Santa Teresa de Calcutá, mãe dos pobres – 5 de Setembro
SANTO DO DIA – 05 DE SETEMBRO – SANTA TERESA DE CALCUTÁ Fundou a Congregação das Missionárias da Caridade (1910-1997) Agnes Gouxha Bojaxhiu, madre Teresa de Calcutá, nasceu no dia 27 de agosto de 1910, em Skopje, Iugoslávia. Seus pais, os albaneses Nicolau e Rosa, tiveram três filhos. Na época escolar, Agnes tornou-se membro de uma associação católica para crianças, a Congregação Mariana, onde cresceu em ambiente cristão. Aos 12 anos, já estava convencida de sua vocação religiosa, atraída pela obra dos missionários. Agnes pediu para ingressar na Congregação das Irmãs de Loreto, que trabalhavam como missionárias em sua região. Logo foi encaminhada para a Abadia de Loreto, na Irlanda, onde aprenderia o inglês e depois seria enviada à Índia, a fim de iniciar seu noviciado. Feitos os votos, adotou o nome Teresa, em homenagem à carmelita francesa, Teresa de Lisieux, padroeira dos missionários. Primeiramente, irmã Teresa foi incumbida de ensinar história e geografia no colégio da Congregação, em Calcutá, atividade que exerceu por 17 anos. Cercada de crianças, filhas das melhores famílias de Calcutá, impressionava-se com o que via quando saia à rua: pobreza generalizada, crianças e velhos moribundos e abandonados, pessoas doentes sem a quem recorrer. O dia 10 de setembro de 1946 ficou marcado na sua vida como o ‘dia da inspiração’. Numa viagem de trem ao noviciado do Himalaia, percebeu que deveria dedicar toda a sua existência aos mais pobres e excluídos, deixando o conforto do colégio da Congregação. E assim fez. Irmã Teresa tomou algumas aulas de enfermagem, que julgava útil a seu plano, e misturou-se aos pobres, primeiro na cidade de Motijhil. A princípio, juntou cinco crianças de um bairro miserável e passou a dar-lhes escola. Passados dez dias, já se somavam 50 crianças. O seu trabalho começou a ficar conhecido e a solidariedade do povo operava em seu favor, com donativos e trabalho voluntário. Para irmã Teresa, o trabalho deveria continuar a dar frutos sem depender apenas das doações e dos voluntários. Seria necessário às suas companheiras que tivessem o espírito de vida religiosa e consagrada. Logo, uma a uma ouviram o chamado de Deus para entregarem-se ao serviço dos mais pobres. Nascia a Congregação das Missionárias da Caridade, com seu estatuto aprovado em 1950. E ela se tornou madre Teresa, a superiora. As missionárias saíram às ruas e passaram a recolher doentes de toda espécie. Para as irmãs missionárias, cada doente, cada corpo chagado representava a figura de Cristo, e sua ajuda humanitária era a mais doce das tarefas. Somente com essa filosofia é que as corajosas irmãs poderiam tratar doentes de lepra, elefantíase, gangrena, cujos corpos, em putrefação, eram imagens horrendas que exalavam odores intoleráveis. Todos eles tinham lugar, comida, higiene e um recanto para repousar junto às missionárias. Reconhecido universalmente, o trabalho de madre Teresa rendeu-lhe um prêmio Nobel da Paz, em 1979. Esse foi um dos muitos prêmios recebidos pela religiosa devido ao seu trabalho humanitário. Nesse período, sua obra já se havia espalhado pela Ásia, Europa, África, Oceania e Américas. No dia 5 de setembro de 1997, madre Teresa veio a falecer, na Índia. A comoção foi mundial. Uma fila de quilômetros formou-se durante dias a fio, diante da igreja de São Tomé, em Calcutá, onde o seu corpo estava sendo velado. Ao fim de uma semana, o corpo da madre foi trasladado ao estádio Netaji, onde o cardeal Ângelo Sodano, secretário de Estado do Vaticano, celebrou a missa de corpo presente. Leia também: Santa Teresa de Calcutá e o discurso que ficou marcado na história Em 2003, o papa João Paulo II, seu amigo pessoal, ao comemorar o jubileu de prata do seu pontificado, beatificou madre Teresa de Calcutá, reconhecida mundialmente como a ‘Mãe dos Pobres’. Na emocionante solenidade, o sumo pontífice disse: ‘Segue viva em minha memória sua diminuta figura, dobrada por uma existência transcorrida a serviço dos mais pobres entre os mais pobres, porém sempre carregada de uma inesgotável energia interior: a energia do amor de Cristo’. Madre Teresa foi canonizada no dia 04 de setembro de 2016 pelo Papa Francisco. Texto: Paulinas Internet Conheça mais sobre Santa Tereza de Calcutá Agnes Gonxha Bojaxhiu nasceu em Skopje, hoje Macedônia, no dia 26 de agosto de 1910, em uma família albanesa originária de Kosovo. Decidiu tornar-se religiosa aos 18 anos e entrou na ordem das Irmãs de Loreto, onde recebeu o nome de irmã Mary Teresa, em homenagem à Santa Teresa de Lisieux. As Missionárias da Caridade No ano de 1946, Madre Teresa recebeu a “chamada no chamado” que a levou a fundar, alguns anos depois uma comunidade religiosa à qual denominou Missionárias da Caridade que logo foi reconhecida oficialmente na Arquidiocese de Calcutá. As Missionárias da Caridade, conhecidas como as Irmãs de Madre Teresa, são cerca de seis mil no mundo e, hoje, estão presentes em 130 países. Em 1948, a pequena irmã do sorriso iluminado vestiu pela primeira vez o sari branco bordado de azul e saiu do convento para as periferias degradadas de Calcutá, para se dedicar para sempre aos mais pobres. Madre Teresa saía sempre com o terço nas mãos, para buscar e servir a Ele naqueles que “não são desejados, não são amados, não são cuidados”. Poucos meses depois, uniram-se a ela algumas suas ex-alunas. Paulo VI deu a ela a concessão para que as atividades das Missionárias da Caridade se espalhassem para fora da Índia. Todos lembravam dela como uma mulher pequena, delicada, com seu sari branco e azul, mas cuja grandeza conquistava o coração das pessoas no mundo inteiro, mesmo nos que não crêem. Sua notoriedade cresceu e isso muito deveu-se a sua amizade com São João Paulo II. Defesa da Vida Apesar de religiosa, ela recebeu da sociedade civil e laica o Prêmio Nobel da Paz em 1979, “pelo seu serviço pelos pobres e com os pobres”. Na ocasião de receber seu prêmio, ela usou seu discurso de agradecimento para lançar uma mensagem na qual falou do aborto, defendendo a vida. Tornou-se célebre sua frase: “E se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo o seu próprio filho, como é que podemos dizer às outras pessoas para não se matarem?”. Ela dedicou, de fato, sua atuação em defesa a vida contra o aborto: um compromisso que durou toda a vida e que foi recordado por São João Paulo II na homilia por ocasião da sua beatificação: “Costumava dizer: ‘Se ouvirem que alguma mulher não deseja ter o seu filho e pretende abortar, procurem convencê-la a trazê-lo para mim. Eu o amarei, vendo nele o sinal do amor de Deus”. Beatificação Menos de dois anos depois da sua morte, por causa da sua grande fama de santidade e das graças obtidas pela sua intercessão, São João Paulo II permitiu a abertura da Causa de Canonização. Em 19 de outubro de 2003 foi proclamada beata. Nesta ocasião foram palavras do Santo Padre: “Estou pessoalmente grato a esta mulher corajosa, que senti sempre ao meu lado […] ia a toda a parte para servir Cristo nos mais pobres entre os pobres. Nem conflitos nem guerras conseguiam ser um impedimento para ela […] Ela escolheu ser não apenas a menor, mas a serva dos mais pequeninos […]. Sua grandeza reside na sua capacidade de doar sem calcular o custo, de se doar ‘até doer’. A sua vida foi uma vivência radical e uma proclamação audaciosa do Evangelho”. Ainda hoje, os sinais da sua presença são tangíveis através das suas obras que as Missionárias da Caridade levam adiante em todo o mundo. (JSG) Leia também: .: Santo do Dia – 04 de Setembro – Santa Rosália .: Santo do Dia – 06 de Setembro – São Liberato de Loro De onde vêm as críticas a Madre Teresa de Calcutá? De onde vêm as críticas à figura de Madre Teresa de Calcutá, canonizada há poucos anos pelo Vaticano? Por que uma freira que passou a vida inteira servindo aos mais pobres incomoda algumas pessoas? Sim, talvez você não soubesse, mas há quem não goste de Madre Teresa de Calcutá, a freira que estava sempre sorridente, sempre servindo aos outros e sempre falando de Deus. Embora tenha falecido há quase 20 anos, a sua figura ainda é uma “pedra no sapato” de muitas pessoas. Por ocasião de sua canonização, realizada neste domingo pelo Papa Francisco, alguns jornais ao redor do mundo fizeram questão de ressuscitar algumas antigas polêmicas, em uma tentativa patética de desacreditar seja a santidade de Teresa, seja a idoneidade da Igreja, acusada de propor ao culto de seus fiéis personagens controversas ou moralmente duvidosas. Mas de onde vem, afinal, o burburinho de revolta contra a religiosa de Calcutá? Ainda que as vozes dissonantes se tenham espalhado por toda a mídia ultimamente, o crítico mais famoso de Madre Teresa já morreu. Seu nome era Christopher Hitchens e ele se encontrava, não por acaso, nas fileiras do chamado “novo ateísmo”. Em 1994, três anos antes da morte da religiosa albanesa, esse jornalista produziu um documentário atribuindo-lhe o infamante título de “Anjo do Inferno” (engraçado até, para quem não acredita nem em anjos, nem em inferno). Quando ela foi beatificada pelo Papa São João Paulo II, ainda em 2003, Hitchens voltou a soltar seus cachorros : “Nós acabamos de presenciar a elevação e consagração do dogmatismo extremista, da fé cega e o culto de uma personalidade humana medíocre”, ele dizia. “Ela era uma fanática, uma fundamentalista, e uma fraude, e uma igreja que oficialmente proteja aqueles que violam os inocentes ( sic ) acaba de nos dar outro claro sinal de onde ela realmente se situa em questões morais e éticas”. As palavras de Hitchens são pesadas, é verdade, mas seria possível, afinal, esperarmos algo diferente de alguém que não acreditava nem em Deus, nem em santidade, nem no conceito cristão de “caridade”? Como esperar que um ateu, descrente na vida eterna, compreendesse uma mulher que se gastou completamente por isso? Como esperar que um materialista, para o qual nada havia além deste mundo, compreendesse o discurso e a obra de uma pessoa que testemunhava diariamente o Céu? Alguém poderá dizer que essas questões não contemplam a totalidade da crítica de Hitchens. Mas, para o teólogo e escritor americano Thomas D. Williams , que consultou toda a literatura “dedicada a manchar o legado de Madre Teresa”: “Todos os argumentos contra ela, na verdade, podem ser resumidos em duas coisas que, para a esquerda, são absolutamente imperdoáveis: sua firme e intransigente oposição ao aborto e sua espiritualidade abertamente cristã que a fazia entregar-se por seus irmãos. Todas as outras razões apresentadas — que ela prestava uma assistência médica precária, que ocasionalmente se irritava com suas ajudantes, que aceitava doações de personagens moralmente ambíguas — não passam de uma máscara para cobrir essas razões que levam a esquerda ao ponto da histeria.” Trocando em miúdos, a razão por que muitos não gostavam — e ainda não gostam de Madre Teresa — é o fato de ela ser profundamente católica . Santa Teresa de Calcutá não tinha medo de dizer, por exemplo, que “o maior inimigo da paz hoje é o aborto, porque ele é uma guerra direta, um assassínio direto feito pela própria mãe”. A religiosa disse-o uma vez, quando foi premiada com o Nobel da Paz, em 1979, e voltou a falar do assunto em 1994, nos Estados Unidos: “Se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo seu próprio filho, como vamos dizer às outras pessoas para que não se matem?”, ela perguntava, com destemor, a uma plateia que incluía o casal Bill e Hillary Clinton. “Com o aborto, a mãe não ensina a amar, mas mata inclusive o próprio filho para resolver seus problemas. Qualquer país que aceite o aborto está ensinando seu povo não a amar, mas a usar de qualquer violência para chegar aonde quer. “ As palavras incisivas dessa humilde freira sobre o aborto, é preciso dizer, não têm nada de religiosas. Madre Teresa não invoca nenhuma revelação divina ou dogma católico para condenar o aborto e a sua legalização. Para se opor a essa prática, basta o bom senso. Mas, quando boa parte da sociedade está cega e incapaz de compreender os elementos mais básicos da lei natural, denúncias como essa inevitavelmente fazem inimigos. O próprio Hitchens não conseguia disfarçar o seu horror a esse discurso. Outra coisa que o inquietava a respeito de Madre Teresa era o modo como ela tratava os pobres. Hitchens afirma que ela “não era uma amiga dos pobres, mas da pobreza “, porque “dizia que sofrer era um presente de Deus e passou a vida toda se opondo à única cura conhecida para a pobreza ( sic ), que é o empoderamento das mulheres e a sua emancipação de uma vida inteira de reprodução compulsória”. Nesse ponto, porém, as acusações provêm de outra confusão elementar: congregações religiosas e instituições cristãs de caridade não são ONGs ou entidades meramente seculares; não são o Ministério da Saúde, para sair às ruas distribuindo contraceptivos, muito menos alguma sucursal do Partido Comunista ou da Teologia da Prosperidade, para ficar prometendo riquezas e felicidade neste mundo. As Missionárias da Caridade são católicas e, como tal, são regidas pela lei suprema da Igreja, que é a salvação das almas. Por isso, as irmãs de Madre Teresa não só cuidam de aliviar o sofrimento dos pobres, mas também de ministrar-lhes os sacramentos e ensinar-lhes a se unirem a Cristo crucificado; não só empenham seus esforços em trabalhar, mas principal e soberanamente em rezar; não operam somente tendo em vista o pão terreno, mas buscando em primeiro lugar o Pão do Céu. O que incomodava particularmente na vida de Santa Teresa era justamente o seu olhar dirigido ao Céu, quando todos hoje em dia insistem em manter os olhos fixos nas ninharias deste mundo. Aqui reside, enfim, a razão central de todas as críticas a Madre Teresa de Calcutá. O que incomodava particularmente em sua vida era justamente o seu olhar dirigido ao Céu, quando todos hoje em dia insistem em manter os olhos fixos nas ninharias deste mundo. “Ela aberta e destemidamente invocava o amor de Jesus Cristo como a razão por trás de tudo o que fazia, uma prática repugnante para um mundo completamente desprovido de qualquer piedade religiosa”, observa Thomas Williams, em artigo publicado no site Breitbart . Emblemática nesse sentido é a história do jornalista americano que, desconcertado ao ver Teresa lavando um homem coberto de chagas, disse a ela: “Eu não faria isto nem por um milhão de dólares”, ao que ela lhe respondeu: “Nem eu”. Era, afinal, tão somente por amor de Deus que Santa Teresa de Calcutá fazia tudo o que fazia. Se já é difícil que muitos de nós, católicos, hipnotizados que estamos pelos amores das criaturas, compreendamos e aceitemos isso, quanto mais não deve ser difícil, então, para aqueles que andam a esmo e não acreditam em Deus! Como sempre há esperança, porém, para eles e também para nós é que Teresa está no Céu. Que, pela sua intercessão, os que não crêem passem a ter fé, porque “quem não crer será condenado” ( Mc 16, 16), e os que já crêem, enfim, passem a amar, uma vez que “a fé sem obras é morta” ( Tg 2, 26). #SantodoDia
- Santa Teresa de Calcutá, mãe dos pobres – 5 de Setembro
SANTO DO DIA – 05 DE SETEMBRO – SANTA TERESA DE CALCUTÁ Fundou a Congregação das Missionárias da Caridade (1910-1997) Agnes Gouxha Bojaxhiu, madre Teresa de Calcutá, nasceu no dia 27 de agosto de 1910, em Skopje, Iugoslávia. Seus pais, os albaneses Nicolau e Rosa, tiveram três filhos. Na época escolar, Agnes tornou-se membro de uma associação católica para crianças, a Congregação Mariana, onde cresceu em ambiente cristão. Aos 12 anos, já estava convencida de sua vocação religiosa, atraída pela obra dos missionários. Agnes pediu para ingressar na Congregação das Irmãs de Loreto, que trabalhavam como missionárias em sua região. Logo foi encaminhada para a Abadia de Loreto, na Irlanda, onde aprenderia o inglês e depois seria enviada à Índia, a fim de iniciar seu noviciado. Feitos os votos, adotou o nome Teresa, em homenagem à carmelita francesa, Teresa de Lisieux, padroeira dos missionários. Primeiramente, irmã Teresa foi incumbida de ensinar história e geografia no colégio da Congregação, em Calcutá, atividade que exerceu por 17 anos. Cercada de crianças, filhas das melhores famílias de Calcutá, impressionava-se com o que via quando saia à rua: pobreza generalizada, crianças e velhos moribundos e abandonados, pessoas doentes sem a quem recorrer. O dia 10 de setembro de 1946 ficou marcado na sua vida como o ‘dia da inspiração’. Numa viagem de trem ao noviciado do Himalaia, percebeu que deveria dedicar toda a sua existência aos mais pobres e excluídos, deixando o conforto do colégio da Congregação. E assim fez. Irmã Teresa tomou algumas aulas de enfermagem, que julgava útil a seu plano, e misturou-se aos pobres, primeiro na cidade de Motijhil. A princípio, juntou cinco crianças de um bairro miserável e passou a dar-lhes escola. Passados dez dias, já se somavam 50 crianças. O seu trabalho começou a ficar conhecido e a solidariedade do povo operava em seu favor, com donativos e trabalho voluntário. Para irmã Teresa, o trabalho deveria continuar a dar frutos sem depender apenas das doações e dos voluntários. Seria necessário às suas companheiras que tivessem o espírito de vida religiosa e consagrada. Logo, uma a uma ouviram o chamado de Deus para entregarem-se ao serviço dos mais pobres. Nascia a Congregação das Missionárias da Caridade, com seu estatuto aprovado em 1950. E ela se tornou madre Teresa, a superiora. As missionárias saíram às ruas e passaram a recolher doentes de toda espécie. Para as irmãs missionárias, cada doente, cada corpo chagado representava a figura de Cristo, e sua ajuda humanitária era a mais doce das tarefas. Somente com essa filosofia é que as corajosas irmãs poderiam tratar doentes de lepra, elefantíase, gangrena, cujos corpos, em putrefação, eram imagens horrendas que exalavam odores intoleráveis. Todos eles tinham lugar, comida, higiene e um recanto para repousar junto às missionárias. Reconhecido universalmente, o trabalho de madre Teresa rendeu-lhe um prêmio Nobel da Paz, em 1979. Esse foi um dos muitos prêmios recebidos pela religiosa devido ao seu trabalho humanitário. Nesse período, sua obra já se havia espalhado pela Ásia, Europa, África, Oceania e Américas. No dia 5 de setembro de 1997, madre Teresa veio a falecer, na Índia. A comoção foi mundial. Uma fila de quilômetros formou-se durante dias a fio, diante da igreja de São Tomé, em Calcutá, onde o seu corpo estava sendo velado. Ao fim de uma semana, o corpo da madre foi trasladado ao estádio Netaji, onde o cardeal Ângelo Sodano, secretário de Estado do Vaticano, celebrou a missa de corpo presente. Leia também: Santa Teresa de Calcutá e o discurso que ficou marcado na história Em 2003, o papa João Paulo II, seu amigo pessoal, ao comemorar o jubileu de prata do seu pontificado, beatificou madre Teresa de Calcutá, reconhecida mundialmente como a ‘Mãe dos Pobres’. Na emocionante solenidade, o sumo pontífice disse: ‘Segue viva em minha memória sua diminuta figura, dobrada por uma existência transcorrida a serviço dos mais pobres entre os mais pobres, porém sempre carregada de uma inesgotável energia interior: a energia do amor de Cristo’. Madre Teresa foi canonizada no dia 04 de setembro de 2016 pelo Papa Francisco. Texto: Paulinas Internet Conheça mais sobre Santa Tereza de Calcutá Agnes Gonxha Bojaxhiu nasceu em Skopje, hoje Macedônia, no dia 26 de agosto de 1910, em uma família albanesa originária de Kosovo. Decidiu tornar-se religiosa aos 18 anos e entrou na ordem das Irmãs de Loreto, onde recebeu o nome de irmã Mary Teresa, em homenagem à Santa Teresa de Lisieux. As Missionárias da Caridade No ano de 1946, Madre Teresa recebeu a “chamada no chamado” que a levou a fundar, alguns anos depois uma comunidade religiosa à qual denominou Missionárias da Caridade que logo foi reconhecida oficialmente na Arquidiocese de Calcutá. As Missionárias da Caridade, conhecidas como as Irmãs de Madre Teresa, são cerca de seis mil no mundo e, hoje, estão presentes em 130 países. Em 1948, a pequena irmã do sorriso iluminado vestiu pela primeira vez o sari branco bordado de azul e saiu do convento para as periferias degradadas de Calcutá, para se dedicar para sempre aos mais pobres. Madre Teresa saía sempre com o terço nas mãos, para buscar e servir a Ele naqueles que “não são desejados, não são amados, não são cuidados”. Poucos meses depois, uniram-se a ela algumas suas ex-alunas. Paulo VI deu a ela a concessão para que as atividades das Missionárias da Caridade se espalhassem para fora da Índia. Todos lembravam dela como uma mulher pequena, delicada, com seu sari branco e azul, mas cuja grandeza conquistava o coração das pessoas no mundo inteiro, mesmo nos que não crêem. Sua notoriedade cresceu e isso muito deveu-se a sua amizade com São João Paulo II. Defesa da Vida Apesar de religiosa, ela recebeu da sociedade civil e laica o Prêmio Nobel da Paz em 1979, “pelo seu serviço pelos pobres e com os pobres”. Na ocasião de receber seu prêmio, ela usou seu discurso de agradecimento para lançar uma mensagem na qual falou do aborto, defendendo a vida. Tornou-se célebre sua frase: “E se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo o seu próprio filho, como é que podemos dizer às outras pessoas para não se matarem?”. Ela dedicou, de fato, sua atuação em defesa a vida contra o aborto: um compromisso que durou toda a vida e que foi recordado por São João Paulo II na homilia por ocasião da sua beatificação: “Costumava dizer: ‘Se ouvirem que alguma mulher não deseja ter o seu filho e pretende abortar, procurem convencê-la a trazê-lo para mim. Eu o amarei, vendo nele o sinal do amor de Deus”. Beatificação Menos de dois anos depois da sua morte, por causa da sua grande fama de santidade e das graças obtidas pela sua intercessão, São João Paulo II permitiu a abertura da Causa de Canonização. Em 19 de outubro de 2003 foi proclamada beata. Nesta ocasião foram palavras do Santo Padre: “Estou pessoalmente grato a esta mulher corajosa, que senti sempre ao meu lado […] ia a toda a parte para servir Cristo nos mais pobres entre os pobres. Nem conflitos nem guerras conseguiam ser um impedimento para ela […] Ela escolheu ser não apenas a menor, mas a serva dos mais pequeninos […]. Sua grandeza reside na sua capacidade de doar sem calcular o custo, de se doar ‘até doer’. A sua vida foi uma vivência radical e uma proclamação audaciosa do Evangelho”. Ainda hoje, os sinais da sua presença são tangíveis através das suas obras que as Missionárias da Caridade levam adiante em todo o mundo. (JSG) Leia também: .: Santo do Dia – 04 de Setembro – Santa Rosália .: Santo do Dia – 06 de Setembro – São Liberato de Loro De onde vêm as críticas a Madre Teresa de Calcutá? De onde vêm as críticas à figura de Madre Teresa de Calcutá, canonizada há poucos anos pelo Vaticano? Por que uma freira que passou a vida inteira servindo aos mais pobres incomoda algumas pessoas? Sim, talvez você não soubesse, mas há quem não goste de Madre Teresa de Calcutá, a freira que estava sempre sorridente, sempre servindo aos outros e sempre falando de Deus. Embora tenha falecido há quase 20 anos, a sua figura ainda é uma “pedra no sapato” de muitas pessoas. Por ocasião de sua canonização, realizada neste domingo pelo Papa Francisco, alguns jornais ao redor do mundo fizeram questão de ressuscitar algumas antigas polêmicas, em uma tentativa patética de desacreditar seja a santidade de Teresa, seja a idoneidade da Igreja, acusada de propor ao culto de seus fiéis personagens controversas ou moralmente duvidosas. Mas de onde vem, afinal, o burburinho de revolta contra a religiosa de Calcutá? Ainda que as vozes dissonantes se tenham espalhado por toda a mídia ultimamente, o crítico mais famoso de Madre Teresa já morreu. Seu nome era Christopher Hitchens e ele se encontrava, não por acaso, nas fileiras do chamado “novo ateísmo”. Em 1994, três anos antes da morte da religiosa albanesa, esse jornalista produziu um documentário atribuindo-lhe o infamante título de “Anjo do Inferno” (engraçado até, para quem não acredita nem em anjos, nem em inferno). Quando ela foi beatificada pelo Papa São João Paulo II, ainda em 2003, Hitchens voltou a soltar seus cachorros : “Nós acabamos de presenciar a elevação e consagração do dogmatismo extremista, da fé cega e o culto de uma personalidade humana medíocre”, ele dizia. “Ela era uma fanática, uma fundamentalista, e uma fraude, e uma igreja que oficialmente proteja aqueles que violam os inocentes ( sic ) acaba de nos dar outro claro sinal de onde ela realmente se situa em questões morais e éticas”. As palavras de Hitchens são pesadas, é verdade, mas seria possível, afinal, esperarmos algo diferente de alguém que não acreditava nem em Deus, nem em santidade, nem no conceito cristão de “caridade”? Como esperar que um ateu, descrente na vida eterna, compreendesse uma mulher que se gastou completamente por isso? Como esperar que um materialista, para o qual nada havia além deste mundo, compreendesse o discurso e a obra de uma pessoa que testemunhava diariamente o Céu? Alguém poderá dizer que essas questões não contemplam a totalidade da crítica de Hitchens. Mas, para o teólogo e escritor americano Thomas D. Williams , que consultou toda a literatura “dedicada a manchar o legado de Madre Teresa”: “Todos os argumentos contra ela, na verdade, podem ser resumidos em duas coisas que, para a esquerda, são absolutamente imperdoáveis: sua firme e intransigente oposição ao aborto e sua espiritualidade abertamente cristã que a fazia entregar-se por seus irmãos. Todas as outras razões apresentadas — que ela prestava uma assistência médica precária, que ocasionalmente se irritava com suas ajudantes, que aceitava doações de personagens moralmente ambíguas — não passam de uma máscara para cobrir essas razões que levam a esquerda ao ponto da histeria.” Trocando em miúdos, a razão por que muitos não gostavam — e ainda não gostam de Madre Teresa — é o fato de ela ser profundamente católica . Santa Teresa de Calcutá não tinha medo de dizer, por exemplo, que “o maior inimigo da paz hoje é o aborto, porque ele é uma guerra direta, um assassínio direto feito pela própria mãe”. A religiosa disse-o uma vez, quando foi premiada com o Nobel da Paz, em 1979, e voltou a falar do assunto em 1994, nos Estados Unidos: “Se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo seu próprio filho, como vamos dizer às outras pessoas para que não se matem?”, ela perguntava, com destemor, a uma plateia que incluía o casal Bill e Hillary Clinton. “Com o aborto, a mãe não ensina a amar, mas mata inclusive o próprio filho para resolver seus problemas. Qualquer país que aceite o aborto está ensinando seu povo não a amar, mas a usar de qualquer violência para chegar aonde quer. “ As palavras incisivas dessa humilde freira sobre o aborto, é preciso dizer, não têm nada de religiosas. Madre Teresa não invoca nenhuma revelação divina ou dogma católico para condenar o aborto e a sua legalização. Para se opor a essa prática, basta o bom senso. Mas, quando boa parte da sociedade está cega e incapaz de compreender os elementos mais básicos da lei natural, denúncias como essa inevitavelmente fazem inimigos. O próprio Hitchens não conseguia disfarçar o seu horror a esse discurso. Outra coisa que o inquietava a respeito de Madre Teresa era o modo como ela tratava os pobres. Hitchens afirma que ela “não era uma amiga dos pobres, mas da pobreza “, porque “dizia que sofrer era um presente de Deus e passou a vida toda se opondo à única cura conhecida para a pobreza ( sic ), que é o empoderamento das mulheres e a sua emancipação de uma vida inteira de reprodução compulsória”. Nesse ponto, porém, as acusações provêm de outra confusão elementar: congregações religiosas e instituições cristãs de caridade não são ONGs ou entidades meramente seculares; não são o Ministério da Saúde, para sair às ruas distribuindo contraceptivos, muito menos alguma sucursal do Partido Comunista ou da Teologia da Prosperidade, para ficar prometendo riquezas e felicidade neste mundo. As Missionárias da Caridade são católicas e, como tal, são regidas pela lei suprema da Igreja, que é a salvação das almas. Por isso, as irmãs de Madre Teresa não só cuidam de aliviar o sofrimento dos pobres, mas também de ministrar-lhes os sacramentos e ensinar-lhes a se unirem a Cristo crucificado; não só empenham seus esforços em trabalhar, mas principal e soberanamente em rezar; não operam somente tendo em vista o pão terreno, mas buscando em primeiro lugar o Pão do Céu. O que incomodava particularmente na vida de Santa Teresa era justamente o seu olhar dirigido ao Céu, quando todos hoje em dia insistem em manter os olhos fixos nas ninharias deste mundo. Aqui reside, enfim, a razão central de todas as críticas a Madre Teresa de Calcutá. O que incomodava particularmente em sua vida era justamente o seu olhar dirigido ao Céu, quando todos hoje em dia insistem em manter os olhos fixos nas ninharias deste mundo. “Ela aberta e destemidamente invocava o amor de Jesus Cristo como a razão por trás de tudo o que fazia, uma prática repugnante para um mundo completamente desprovido de qualquer piedade religiosa”, observa Thomas Williams, em artigo publicado no site Breitbart . Emblemática nesse sentido é a história do jornalista americano que, desconcertado ao ver Teresa lavando um homem coberto de chagas, disse a ela: “Eu não faria isto nem por um milhão de dólares”, ao que ela lhe respondeu: “Nem eu”. Era, afinal, tão somente por amor de Deus que Santa Teresa de Calcutá fazia tudo o que fazia. Se já é difícil que muitos de nós, católicos, hipnotizados que estamos pelos amores das criaturas, compreendamos e aceitemos isso, quanto mais não deve ser difícil, então, para aqueles que andam a esmo e não acreditam em Deus! Como sempre há esperança, porém, para eles e também para nós é que Teresa está no Céu. Que, pela sua intercessão, os que não crêem passem a ter fé, porque “quem não crer será condenado” ( Mc 16, 16), e os que já crêem, enfim, passem a amar, uma vez que “a fé sem obras é morta” ( Tg 2, 26). #SantodoDia
- Homilia Diária | A Palavra de Vida e de Verdade
Segunda-feira da 22.ª Semana do Tempo Comum Ao levantar-se hoje na sinagoga para ler as Escrituras, Jesus nos dá uma preciosa lição de como devemos aproximar-nos dos textos sagrados: é com o coração à procura de Cristo, objeto e finalidade da Bíblia, que devemos perscrutar os livros tanto do Novo quanto do Antigo Testamento. Ouça a homilia do Padre Paulo Ricardo para esta segunda-feira, dia 4 de setembro, e venha meditar conosco a Palavra de Deus. #HomiliaDiária
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Segunda-feira da 22.ª Semana do Tempo Comum Ao levantar-se hoje na sinagoga para ler as Escrituras, Jesus nos dá uma preciosa lição de como devemos aproximar-nos dos textos sagrados: é com o coração à procura de Cristo, objeto e finalidade da Bíblia, que devemos perscrutar os livros tanto do Novo quanto do Antigo Testamento. Ouça a homilia do Padre Paulo Ricardo para esta segunda-feira, dia 4 de setembro, e venha meditar conosco a Palavra de Deus. #HomiliaDiária
- Santa Rosália, exemplo de penitência – 4 de Setembro
SANTO DO DIA – 04 DE SETEMBRO – SANTA ROSÁLIA Virgem eremita (1125-1160) Rosália nasceu no ano de 1125, em Palermo, na Sicília, Itália. Era filha de Sinibaldo, rico feudatário, senhor da região dos montes ‘da Quisquínia e das Rosas’, e de Maria Guiscarda, sobrinha do rei normando Rogério II. Rosália era, portanto, muito rica e vivia numa Corte muito importante da época. Durante a adolescência, foi ser dama da Corte da rainha Margarida, esposa do rei Guilherme I da Sicília, que apreciava sua companhia amável e generosa. Porém, nada disso a atraía ou estimulava. Sabia que sua vocação era servir a Deus e ansiava pela vida monástica. Aos 14 anos, levando consigo apenas um crucifixo, abandonou de vez a Corte e refugiou-se, solitária, numa caverna nos arredores de Palermo. O local pertencia ao feudo paterno e era um local ideal para a reclusão monástica. Ficava próximo do Convento dos beneditinos, que possuía uma pequena igreja anexa. Assim, mesmo vivendo isolada, podia participar das funções litúrgicas e receber orientação espiritual. Depois, a jovem ermitã transferiu-se para uma gruta no alto do monte Pelegrino, que lhe fora doado pela amiga, a rainha Margarida. Lá já existia uma pequena capela bizantina e, também, nos arredores, os beneditinos com outro Convento. Eles puderam acompanhar e testemunhar com seus registros a vida eremítica de Rosália, que viveu em oração, solidão e penitência. Muitos habitantes do povoado subiam o monte atraídos pela fama de santidade da ermitã. Até que, no dia 4 de setembro de 1160, Rosália morreu, na sua gruta de monte Pelegrino, em Palermo. Vários milagres foram atribuídos à intercessão de santa Rosália, como a extinção da peste que, no século XII, devastava a Sicília. O seu culto difundiu-se, enormemente, entre os fiéis, que a invocavam como padroeira de Palermo, embora para muitos essa celebração fosse apenas uma antiga tradição oral cristã, por falta de sinais reais da vida da santa. Sinais que o estudioso Otávio Gaietani não conseguiu encontrar antes de morrer, em 1620. Só três anos depois, tudo foi esclarecido, parece que pela própria santa Rosália. Consta que ela teria aparecido a uma mulher doente e contado onde estavam escondidos os seus restos mortais. Essa mulher comunicou aos frades franciscanos do convento próximo de monte Pelegrino, os quais, de fato, encontraram suas relíquias no local indicado, no dia 15 de junho de 1624. Quarenta dias após a descoberta dos ossos, dois pedreiros, trabalhando no Convento dos dominicanos de Santo Estêvão de Quisquínia, acharam numa gruta uma inscrição latina, muito antiga, que dizia: ‘Eu, Rosália Sinibaldi, filha das rosas do Senhor, pelo amor de meu Senhor Jesus Cristo, decidi morar nesta gruta de Quisquínia’. Isso confirmou todos os dados pesquisados pelo falecido Gaietani. A autenticidade das relíquias e da inscrição foi comprovada por uma comissão científica, reacendendo o culto a santa Rosália, padroeira de Palermo. Contribuiu para isso, também, o papa Ubaldo VIII, que incluiu as duas datas no Martirológio Romano, em 1630. Assim, santa Rosália é festejada em 15 de junho, data em que suas relíquias foram encontradas, e em 4 de setembro, data de sua morte. A urna com os restos mortais de santa Rosália está guardada no Duomo de Palermo, na Sicília, Itália. Conheça mais sobre Santa Rosália Virgem eremita do século XII, Santa Rosália tornou-se padroeira de Palermo em 1666, com o culto oficial estendido a toda a Sicília. Filha de um nobre senhor feudal, Rosalia Sinibaldi viveu naquele feliz período de renovação cristão-católica, que os reis normandos restabeleceram na Sicília, depois de terem expulsado os árabes que dela haviam tomado posse de 827 a 1072; favorecendo a expansão dos mosteiros basilianos e beneditinos. Nesse clima de fervor e renovação religiosa, inseriu-se a vocação eremítica da jovem, que deixou a vida da corte e se retirou em oração em uma caverna no Monte Pellegrino, onde, segundo a tradição, morreu em 4 de setembro de 1160. Em 1624, enquanto em Palermo a peste dizimava o povo, o espírito de Rosália apareceu em sonho a uma mulher doente e, em seguida, a um caçador. Rosalie mostrou-lhe o caminho para encontrar suas relíquias, pedindo-lhe que as levasse em procissão pela cidade. Assim foi feito: e por onde esses restos mortais passavam os doentes eram curados, e a cidade era purificada em poucos dias. Desde então, em Palermo, a procissão se repete todos os anos. Rosalie, foi incluída no Martirológio Romano em 1630 pelo Papa Urbano VIII. (Futuro) Na Sicília há um culto intenso para três jovens santas virgens, Lúcia de Siracusa, Agatha padroeira de Catânia e Rosália padroeira de Palermo. O seu culto espalhou-se por todos os países onde chegaram as fileiras de emigrantes sicilianos, que trouxeram consigo a memória pungente da sua ilha natal e das suas tradições, juntamente com o culto sincero e profundo pelos três santos sicilianos. Mas se s. Lúcia de Siracusa († 304) e s. Agatha de Catânia († c. 250) foram martirizados durante as perseguições contra os primeiros cristãos, St. Rosália é uma virgem não mártir, que viveu muitos séculos depois e se tornou a padroeira de Palermo em 1666, com o culto oficial estendido a toda a Sicília. No entanto, a “Santuzza”, como é carinhosamente chamada por Palermo, estabeleceu-se como uma das santas mais famosas e veneradas no cristianismo siciliano e, em particular, em Palermo; ainda hoje, em qualquer parte do mundo, os palermitanos se encontram, eles trocam a saudação “Viva Palermo e Santa Rosália!”. Infelizmente há poucas informações sobre sua vida parcialmente lendária, mas gostamos de considerar com o escritor florentino Piero Bargellini que: “É verdade que as lendas são como o vilucchio (planta trepadeira) em torno do caule da planta; A planta já estava lá antes que o vilucchio a envolvesse. Assim a santidade já existia, antes que a lenda a cobrisse com suas fantásticas flores”. E isto aplica-se a todos os santos que em tantos séculos e lugares deram a sua vida, muitas vezes sofrendo o martírio, permaneceram ignorados, às vezes até que durante muito tempo, até que a sua existência, o seu sacrifício, as suas virtudes heroicas tenham chegado ao conhecimento do Povo de Deus e da Igreja. É o caso de s. Rosália que nasceu em Palermo no século XII e, de acordo com antigos livros litúrgicos, morreu em 4 de setembro de 1160 com a idade de 35 anos. Diz a lenda que ela era filha do duque Sinibaldo, senhor feudal, senhor de Quisquinia e delle Rose, uma cidade localizada entre Bivona e Frizzi, em Palermo, e Maria Guiscarda, prima do rei normando Rogério II; muito jovem foi chamada ao Palácio dos Normandos, na corte da rainha Margherita, esposa de Guilherme I da Sicília (1154-1166); Sua beleza atraiu a admiração de nobres cavaleiros; o pretendente mais assíduo, sempre segundo a tradição popular, teria sido Balduíno, futuro rei de Jerusalém. Rosalie viveu naquele feliz período de renovação cristão-católica, que os reis normandos restabeleceram na Sicília, depois de terem expulsado os árabes que haviam tomado posse dela de 827 a 1072; favorecendo a expansão dos mosteiros basilianos na Sicília Oriental e dos beneditinos na Sicília Ocidental; Apreciando também o trabalho religioso e monástico do S cartuxo. Brunone e os cistercienses. Bernardo de Claraval. Nesse clima de fervor e renovação religiosa, inseria-se a vocação eremítica da jovem nobre Rosalie; Deve-se dizer que naquela época o eremitismo floresceu naqueles séculos, tanto no campo masculino quanto no feminino. Seguindo o exemplo dos anacoretas, que deixavam o conforto e a vida ativa se retiravam para uma caverna ou uma cela, geralmente nos arredores de uma igreja ou convento, para poder participar das funções litúrgicas e, ao mesmo tempo, ter assistência religiosa dos monges próximos; assim, Rosália retirou-se para uma caverna do feudo paterno de Quisquina, a cerca de 90 km de distância. de Palermo, nas montanhas Sicani, na província de Agrigento, no território de Santo Stefano Quisquina, perto de um convento de monges basilianos. De lá, o jovem eremita, depois de um período de penitência não definido, mudou-se para uma caverna no Monte Pellegrino, um belo promontório de Palermo; ao lado de uma igreja bizantina pré-existente, em uma cela construída acima do poço que ainda existe. Mesmo aqui nos arredores, os beneditinos tinham um convento e puderam acompanhar e ser testemunhas da vida eremita e contemplativa de Rosália, que vivia em oração, solidão e mortificações; Muitos palermitanos subiram a montanha atraídos por sua reputação de santidade. Segundo a tradição, ele morreu em 4 de setembro, o que se presume, no ano de 1160. Mais tarde foi objeto de culto com a construção de igrejas dedicadas a ela em várias áreas sicilianas, além da capela já no Monte Pellegrino e reproduzida em imagem nas catedrais de Palermo e Monreale; uma igreja foi construída longe, em Rivello (Potenza), na diocese de Policastro. Mas no início de 1600 seu culto havia expirado a tal ponto que não era mais invocado nas ladainhas dos santos padroeiros de Palermo; No entanto, isso não exclui um culto ininterrupto, mesmo que de tom menor, que durou ao longo dos quatro séculos e meio, que vão de sua morte até 1600. No Monte Pellegrino até o início do século XVI viveu as chamadas “ermidas de s. Rosália” habitando em algumas cavernas próximas àquela onde tradicionalmente o jovem eremita vivia e morria. Em meados do século XVI, o vice-rei Giovanni Medina, construiu para a “Ordem Franciscana Reformada de Santa Rosália e Monte Pellegrino”, um convento ao lado da caverna adaptado a uma igreja. No entanto, estudiosos hagiográficos encontraram documentos que atestam que já em 1196 e décadas seguintes, o eremita era chamado de “Santa Rosália”. E chegamos a 26 de maio de 1624, quando uma mulher (Girolama Gatto) reduzida à morte, viu em sonho uma menina vestida de branco, que lhe prometeu cura se tivesse prometido subir o Monte Pellegrino para agradecer. A mulher subiu a montanha com duas amigas, estava novamente gripada pela febre, mas assim que bebeu a água que escorria da caverna, sentiu-se curada, caindo num torpor repousante e aqui a jovem vestida de branco reapareceu-lhe, reconhecida como em s. Rosália, que lhe mostrou o local onde suas relíquias foram enterradas. A coisa foi relatada aos frades eremitas franciscanos do convento vizinho, que já no século XVI com seus superiores. Benedetto il Moro (1526-1589), havia tentado encontrar as relíquias sem sucesso, por isso retomaram as buscas, auxiliados por três fiéis, até que em 15 de julho de 1624, a uma profundidade de quatro metros, encontraram uma pedra de seis palmos de comprimento e três de largura, à qual aderiam ossos. Por ordem do cardeal arcebispo de Palermo Giannettino Doria, a pedra foi transferida para a cidade em sua capela particular, onde foi examinada com os restos mortais encontrados, por teólogos e médicos; O resultado foi decepcionante, tendo concordado que os ossos poderiam pertencer a vários corpos e, em seguida, nenhum dos três crânios encontrados, parecia pertencer a uma mulher. O cardeal, não convencido, nomeou uma segunda comissão; Enquanto isso, Palermo foi atingida pela peste no verão de 1624, fazendo milhares de vítimas (a mesma epidemia que atingiu Milão e descrita por Manzoni em “The Betrothed”). O cardeal reuniu pessoas e autoridades na catedral e todos juntos pediram ajuda a Nossa Senhora, fazendo um voto de defender o privilégio da Imaculada Conceição de Maria, que era um tema contrastante na Igreja da época e, ao mesmo tempo, declarar s. Rosália é a principal padroeira de Palermo, venerando suas relíquias, quando seriam reconhecidas. A tudo isto junta-se a descoberta de dois pedreiros de Palermo, que trabalhavam no convento dos dominicanos de S. Stefano, encontraram numa gruta em Quisquina, a 24 de Agosto de 1624, uma inscrição latina desconhecida de todos, que se acreditava estar gravada pelos mesmos. Rosália, quando ali morava e que dizia: “Eu Rosália, filha de Sinibaldo, senhor de Quisquina e (do Monte) das Rosas, por amor ao meu Senhor Jesus Cristo, decidi habitar nesta caverna”; que confirmou a ermida anterior, seguida da do Monte Pellegrino. Em 11 de fevereiro de 1625 a nova comissão, estabeleceu que os ossos eram de uma única pessoa claramente do sexo feminino, dos três crânios, descobriu-se que dois eram um frasco de terracota e uma pedrinha, enquanto o terceiro que parecia muito grande, foi ampliado por depósitos calcários, que uma vez removidos revelaram um crânio feminino; A primeira comissão também analisou seus restos mortais e concordou com o resultado da segunda comissão. A isto juntou-se um prodígio, um homem Vincenzo Bonelli tendo morrido de peste e não o tendo denunciado, fugiu para Monte Pellegrino e aqui lhe apareceu o “Santuzza” prevendo a morte por peste e ordenando-lhe, se quisesse sua proteção para a alma, que dissesse ao cardeal que já não duvidava da autenticidade das relíquias e as levava em procissão pela cidade, Só assim a peste acabaria. De volta à cidade, ele realmente adoeceu com a peste e, antes de morrer, confessou o que lhe havia sido revelado. Em 9 de junho de 1625, a urna construída especialmente para as relíquias, foi levada em procissão com a participação de toda a população e com grande solenidade; a peste começou a regredir e no dia 15 de julho, quando foi feita a peregrinação no Monte Pellegrino, no aniversário da descoberta das relíquias, não apareceu mais nenhum caso de vítima da peste. O cardeal mandou construir um magnífico altar na catedral, onde foi colocada a suntuosa urna de prata maciça com as relíquias do santo, cujo nome era tradicionalmente interpretado como composto de ‘rosa’ e ‘lília’, rosa e lírios, símbolos de pureza e união mística; por isso, a ‘Santuzza’ é representada com a cabeça cingida de rosas. A partir desse 1625 o culto foi autorizado e revivido pela Igreja de Palermo para a virgem eremita rezando e contemplando no Monte Pellegrino, como um testemunho de excepcional ascetismo cristão, que ao longo dos séculos nunca foi esquecido pelo povo de Palermo. Há 350 anos, peregrinos escalam a montanha, definida por Goethe em sua “Viagem à Itália”, como o promontório mais bonito do mundo. Subimos a pé laboriosamente, até que o Senado de Palermo construiu em 1725 uma estrada ousada entre pinheiros e eucaliptos. Palermo sempre honrou s. Rosália, de acordo com as duas festividades estabelecidas em 1630 pelo Papa Urbano VIII, que as incluiu no ‘Martirológio Romano’, ou seja, em 15 de julho, aniversário da descoberta das relíquias e em 4 de setembro, dia da morte da ‘Santuzza’; As festas, sobretudo a de julho, duram uma semana, com a participação de todas as pessoas e de muitos emigrantes que regressam para a ocasião. A estátua do ‘Santuzza’ cercada por outras estátuas, fica em cima da chamada ‘máquina’ que é um vagão em forma de navio, no qual também há uma banda, que é transportada pela cidade, tudo é chamado de “U Fistinu”. A segunda festa de 4 de setembro realiza-se como uma peregrinação ao santuário no Monte Pellegrino, onde incorporando a gruta, foi construído um Santuário, cuja fachada pitoresca remonta ao século XVII, no seu interior acumularam-se muitas obras de arte dos séculos seguintes; Uma parte ainda está a céu aberto, as paredes estão cobertas de oferendas votivas e lápides deixadas por visitantes ilustres. Um portão divide esta primeira parte do santuário, da caverna em que há altares e obras de arte singulares, que lembram a presença do santo; em frente ao local onde foram encontradas as relíquias da ‘Santuzza’ ergue-se o belo altar coberto por um dossel, com um suntuoso tabernáculo encimado por uma estátua de prata do santo, doada pelo Senado de Palermo em 1667. Sob o altar é venerada a estátua de 1625, que representa s. Rosalia deitada no ato de expirar seu último suspiro e que foi coberta de ouro por ordem do rei Carlos III de Bourbon (1716-1788). Na caverna da montanha, juntamente com os peregrinos anônimos, muitos visitantes ilustres também subiram para venerar o santo eremita; autoridades eclesiásticas, príncipes, reis, imperadores, escritores, poetas, músicos, artistas. As relíquias colocadas na urna de prata artística e maciça são mantidas na Catedral de Palermo. Leia também: .: Santo do Dia – 03 de Setembro – São Gregório Magno .: Santo do Dia – 05 de Setembro – Santa Teresa de Calcutá #SantodoDia
- Santa Rosália, exemplo de penitência – 4 de Setembro
SANTO DO DIA – 04 DE SETEMBRO – SANTA ROSÁLIA Virgem eremita (1125-1160) Rosália nasceu no ano de 1125, em Palermo, na Sicília, Itália. Era filha de Sinibaldo, rico feudatário, senhor da região dos montes ‘da Quisquínia e das Rosas’, e de Maria Guiscarda, sobrinha do rei normando Rogério II. Rosália era, portanto, muito rica e vivia numa Corte muito importante da época. Durante a adolescência, foi ser dama da Corte da rainha Margarida, esposa do rei Guilherme I da Sicília, que apreciava sua companhia amável e generosa. Porém, nada disso a atraía ou estimulava. Sabia que sua vocação era servir a Deus e ansiava pela vida monástica. Aos 14 anos, levando consigo apenas um crucifixo, abandonou de vez a Corte e refugiou-se, solitária, numa caverna nos arredores de Palermo. O local pertencia ao feudo paterno e era um local ideal para a reclusão monástica. Ficava próximo do Convento dos beneditinos, que possuía uma pequena igreja anexa. Assim, mesmo vivendo isolada, podia participar das funções litúrgicas e receber orientação espiritual. Depois, a jovem ermitã transferiu-se para uma gruta no alto do monte Pelegrino, que lhe fora doado pela amiga, a rainha Margarida. Lá já existia uma pequena capela bizantina e, também, nos arredores, os beneditinos com outro Convento. Eles puderam acompanhar e testemunhar com seus registros a vida eremítica de Rosália, que viveu em oração, solidão e penitência. Muitos habitantes do povoado subiam o monte atraídos pela fama de santidade da ermitã. Até que, no dia 4 de setembro de 1160, Rosália morreu, na sua gruta de monte Pelegrino, em Palermo. Vários milagres foram atribuídos à intercessão de santa Rosália, como a extinção da peste que, no século XII, devastava a Sicília. O seu culto difundiu-se, enormemente, entre os fiéis, que a invocavam como padroeira de Palermo, embora para muitos essa celebração fosse apenas uma antiga tradição oral cristã, por falta de sinais reais da vida da santa. Sinais que o estudioso Otávio Gaietani não conseguiu encontrar antes de morrer, em 1620. Só três anos depois, tudo foi esclarecido, parece que pela própria santa Rosália. Consta que ela teria aparecido a uma mulher doente e contado onde estavam escondidos os seus restos mortais. Essa mulher comunicou aos frades franciscanos do convento próximo de monte Pelegrino, os quais, de fato, encontraram suas relíquias no local indicado, no dia 15 de junho de 1624. Quarenta dias após a descoberta dos ossos, dois pedreiros, trabalhando no Convento dos dominicanos de Santo Estêvão de Quisquínia, acharam numa gruta uma inscrição latina, muito antiga, que dizia: ‘Eu, Rosália Sinibaldi, filha das rosas do Senhor, pelo amor de meu Senhor Jesus Cristo, decidi morar nesta gruta de Quisquínia’. Isso confirmou todos os dados pesquisados pelo falecido Gaietani. A autenticidade das relíquias e da inscrição foi comprovada por uma comissão científica, reacendendo o culto a santa Rosália, padroeira de Palermo. Contribuiu para isso, também, o papa Ubaldo VIII, que incluiu as duas datas no Martirológio Romano, em 1630. Assim, santa Rosália é festejada em 15 de junho, data em que suas relíquias foram encontradas, e em 4 de setembro, data de sua morte. A urna com os restos mortais de santa Rosália está guardada no Duomo de Palermo, na Sicília, Itália. Conheça mais sobre Santa Rosália Virgem eremita do século XII, Santa Rosália tornou-se padroeira de Palermo em 1666, com o culto oficial estendido a toda a Sicília. Filha de um nobre senhor feudal, Rosalia Sinibaldi viveu naquele feliz período de renovação cristão-católica, que os reis normandos restabeleceram na Sicília, depois de terem expulsado os árabes que dela haviam tomado posse de 827 a 1072; favorecendo a expansão dos mosteiros basilianos e beneditinos. Nesse clima de fervor e renovação religiosa, inseriu-se a vocação eremítica da jovem, que deixou a vida da corte e se retirou em oração em uma caverna no Monte Pellegrino, onde, segundo a tradição, morreu em 4 de setembro de 1160. Em 1624, enquanto em Palermo a peste dizimava o povo, o espírito de Rosália apareceu em sonho a uma mulher doente e, em seguida, a um caçador. Rosalie mostrou-lhe o caminho para encontrar suas relíquias, pedindo-lhe que as levasse em procissão pela cidade. Assim foi feito: e por onde esses restos mortais passavam os doentes eram curados, e a cidade era purificada em poucos dias. Desde então, em Palermo, a procissão se repete todos os anos. Rosalie, foi incluída no Martirológio Romano em 1630 pelo Papa Urbano VIII. (Futuro) Na Sicília há um culto intenso para três jovens santas virgens, Lúcia de Siracusa, Agatha padroeira de Catânia e Rosália padroeira de Palermo. O seu culto espalhou-se por todos os países onde chegaram as fileiras de emigrantes sicilianos, que trouxeram consigo a memória pungente da sua ilha natal e das suas tradições, juntamente com o culto sincero e profundo pelos três santos sicilianos. Mas se s. Lúcia de Siracusa († 304) e s. Agatha de Catânia († c. 250) foram martirizados durante as perseguições contra os primeiros cristãos, St. Rosália é uma virgem não mártir, que viveu muitos séculos depois e se tornou a padroeira de Palermo em 1666, com o culto oficial estendido a toda a Sicília. No entanto, a “Santuzza”, como é carinhosamente chamada por Palermo, estabeleceu-se como uma das santas mais famosas e veneradas no cristianismo siciliano e, em particular, em Palermo; ainda hoje, em qualquer parte do mundo, os palermitanos se encontram, eles trocam a saudação “Viva Palermo e Santa Rosália!”. Infelizmente há poucas informações sobre sua vida parcialmente lendária, mas gostamos de considerar com o escritor florentino Piero Bargellini que: “É verdade que as lendas são como o vilucchio (planta trepadeira) em torno do caule da planta; A planta já estava lá antes que o vilucchio a envolvesse. Assim a santidade já existia, antes que a lenda a cobrisse com suas fantásticas flores”. E isto aplica-se a todos os santos que em tantos séculos e lugares deram a sua vida, muitas vezes sofrendo o martírio, permaneceram ignorados, às vezes até que durante muito tempo, até que a sua existência, o seu sacrifício, as suas virtudes heroicas tenham chegado ao conhecimento do Povo de Deus e da Igreja. É o caso de s. Rosália que nasceu em Palermo no século XII e, de acordo com antigos livros litúrgicos, morreu em 4 de setembro de 1160 com a idade de 35 anos. Diz a lenda que ela era filha do duque Sinibaldo, senhor feudal, senhor de Quisquinia e delle Rose, uma cidade localizada entre Bivona e Frizzi, em Palermo, e Maria Guiscarda, prima do rei normando Rogério II; muito jovem foi chamada ao Palácio dos Normandos, na corte da rainha Margherita, esposa de Guilherme I da Sicília (1154-1166); Sua beleza atraiu a admiração de nobres cavaleiros; o pretendente mais assíduo, sempre segundo a tradição popular, teria sido Balduíno, futuro rei de Jerusalém. Rosalie viveu naquele feliz período de renovação cristão-católica, que os reis normandos restabeleceram na Sicília, depois de terem expulsado os árabes que haviam tomado posse dela de 827 a 1072; favorecendo a expansão dos mosteiros basilianos na Sicília Oriental e dos beneditinos na Sicília Ocidental; Apreciando também o trabalho religioso e monástico do S cartuxo. Brunone e os cistercienses. Bernardo de Claraval. Nesse clima de fervor e renovação religiosa, inseria-se a vocação eremítica da jovem nobre Rosalie; Deve-se dizer que naquela época o eremitismo floresceu naqueles séculos, tanto no campo masculino quanto no feminino. Seguindo o exemplo dos anacoretas, que deixavam o conforto e a vida ativa se retiravam para uma caverna ou uma cela, geralmente nos arredores de uma igreja ou convento, para poder participar das funções litúrgicas e, ao mesmo tempo, ter assistência religiosa dos monges próximos; assim, Rosália retirou-se para uma caverna do feudo paterno de Quisquina, a cerca de 90 km de distância. de Palermo, nas montanhas Sicani, na província de Agrigento, no território de Santo Stefano Quisquina, perto de um convento de monges basilianos. De lá, o jovem eremita, depois de um período de penitência não definido, mudou-se para uma caverna no Monte Pellegrino, um belo promontório de Palermo; ao lado de uma igreja bizantina pré-existente, em uma cela construída acima do poço que ainda existe. Mesmo aqui nos arredores, os beneditinos tinham um convento e puderam acompanhar e ser testemunhas da vida eremita e contemplativa de Rosália, que vivia em oração, solidão e mortificações; Muitos palermitanos subiram a montanha atraídos por sua reputação de santidade. Segundo a tradição, ele morreu em 4 de setembro, o que se presume, no ano de 1160. Mais tarde foi objeto de culto com a construção de igrejas dedicadas a ela em várias áreas sicilianas, além da capela já no Monte Pellegrino e reproduzida em imagem nas catedrais de Palermo e Monreale; uma igreja foi construída longe, em Rivello (Potenza), na diocese de Policastro. Mas no início de 1600 seu culto havia expirado a tal ponto que não era mais invocado nas ladainhas dos santos padroeiros de Palermo; No entanto, isso não exclui um culto ininterrupto, mesmo que de tom menor, que durou ao longo dos quatro séculos e meio, que vão de sua morte até 1600. No Monte Pellegrino até o início do século XVI viveu as chamadas “ermidas de s. Rosália” habitando em algumas cavernas próximas àquela onde tradicionalmente o jovem eremita vivia e morria. Em meados do século XVI, o vice-rei Giovanni Medina, construiu para a “Ordem Franciscana Reformada de Santa Rosália e Monte Pellegrino”, um convento ao lado da caverna adaptado a uma igreja. No entanto, estudiosos hagiográficos encontraram documentos que atestam que já em 1196 e décadas seguintes, o eremita era chamado de “Santa Rosália”. E chegamos a 26 de maio de 1624, quando uma mulher (Girolama Gatto) reduzida à morte, viu em sonho uma menina vestida de branco, que lhe prometeu cura se tivesse prometido subir o Monte Pellegrino para agradecer. A mulher subiu a montanha com duas amigas, estava novamente gripada pela febre, mas assim que bebeu a água que escorria da caverna, sentiu-se curada, caindo num torpor repousante e aqui a jovem vestida de branco reapareceu-lhe, reconhecida como em s. Rosália, que lhe mostrou o local onde suas relíquias foram enterradas. A coisa foi relatada aos frades eremitas franciscanos do convento vizinho, que já no século XVI com seus superiores. Benedetto il Moro (1526-1589), havia tentado encontrar as relíquias sem sucesso, por isso retomaram as buscas, auxiliados por três fiéis, até que em 15 de julho de 1624, a uma profundidade de quatro metros, encontraram uma pedra de seis palmos de comprimento e três de largura, à qual aderiam ossos. Por ordem do cardeal arcebispo de Palermo Giannettino Doria, a pedra foi transferida para a cidade em sua capela particular, onde foi examinada com os restos mortais encontrados, por teólogos e médicos; O resultado foi decepcionante, tendo concordado que os ossos poderiam pertencer a vários corpos e, em seguida, nenhum dos três crânios encontrados, parecia pertencer a uma mulher. O cardeal, não convencido, nomeou uma segunda comissão; Enquanto isso, Palermo foi atingida pela peste no verão de 1624, fazendo milhares de vítimas (a mesma epidemia que atingiu Milão e descrita por Manzoni em “The Betrothed”). O cardeal reuniu pessoas e autoridades na catedral e todos juntos pediram ajuda a Nossa Senhora, fazendo um voto de defender o privilégio da Imaculada Conceição de Maria, que era um tema contrastante na Igreja da época e, ao mesmo tempo, declarar s. Rosália é a principal padroeira de Palermo, venerando suas relíquias, quando seriam reconhecidas. A tudo isto junta-se a descoberta de dois pedreiros de Palermo, que trabalhavam no convento dos dominicanos de S. Stefano, encontraram numa gruta em Quisquina, a 24 de Agosto de 1624, uma inscrição latina desconhecida de todos, que se acreditava estar gravada pelos mesmos. Rosália, quando ali morava e que dizia: “Eu Rosália, filha de Sinibaldo, senhor de Quisquina e (do Monte) das Rosas, por amor ao meu Senhor Jesus Cristo, decidi habitar nesta caverna”; que confirmou a ermida anterior, seguida da do Monte Pellegrino. Em 11 de fevereiro de 1625 a nova comissão, estabeleceu que os ossos eram de uma única pessoa claramente do sexo feminino, dos três crânios, descobriu-se que dois eram um frasco de terracota e uma pedrinha, enquanto o terceiro que parecia muito grande, foi ampliado por depósitos calcários, que uma vez removidos revelaram um crânio feminino; A primeira comissão também analisou seus restos mortais e concordou com o resultado da segunda comissão. A isto juntou-se um prodígio, um homem Vincenzo Bonelli tendo morrido de peste e não o tendo denunciado, fugiu para Monte Pellegrino e aqui lhe apareceu o “Santuzza” prevendo a morte por peste e ordenando-lhe, se quisesse sua proteção para a alma, que dissesse ao cardeal que já não duvidava da autenticidade das relíquias e as levava em procissão pela cidade, Só assim a peste acabaria. De volta à cidade, ele realmente adoeceu com a peste e, antes de morrer, confessou o que lhe havia sido revelado. Em 9 de junho de 1625, a urna construída especialmente para as relíquias, foi levada em procissão com a participação de toda a população e com grande solenidade; a peste começou a regredir e no dia 15 de julho, quando foi feita a peregrinação no Monte Pellegrino, no aniversário da descoberta das relíquias, não apareceu mais nenhum caso de vítima da peste. O cardeal mandou construir um magnífico altar na catedral, onde foi colocada a suntuosa urna de prata maciça com as relíquias do santo, cujo nome era tradicionalmente interpretado como composto de ‘rosa’ e ‘lília’, rosa e lírios, símbolos de pureza e união mística; por isso, a ‘Santuzza’ é representada com a cabeça cingida de rosas. A partir desse 1625 o culto foi autorizado e revivido pela Igreja de Palermo para a virgem eremita rezando e contemplando no Monte Pellegrino, como um testemunho de excepcional ascetismo cristão, que ao longo dos séculos nunca foi esquecido pelo povo de Palermo. Há 350 anos, peregrinos escalam a montanha, definida por Goethe em sua “Viagem à Itália”, como o promontório mais bonito do mundo. Subimos a pé laboriosamente, até que o Senado de Palermo construiu em 1725 uma estrada ousada entre pinheiros e eucaliptos. Palermo sempre honrou s. Rosália, de acordo com as duas festividades estabelecidas em 1630 pelo Papa Urbano VIII, que as incluiu no ‘Martirológio Romano’, ou seja, em 15 de julho, aniversário da descoberta das relíquias e em 4 de setembro, dia da morte da ‘Santuzza’; As festas, sobretudo a de julho, duram uma semana, com a participação de todas as pessoas e de muitos emigrantes que regressam para a ocasião. A estátua do ‘Santuzza’ cercada por outras estátuas, fica em cima da chamada ‘máquina’ que é um vagão em forma de navio, no qual também há uma banda, que é transportada pela cidade, tudo é chamado de “U Fistinu”. A segunda festa de 4 de setembro realiza-se como uma peregrinação ao santuário no Monte Pellegrino, onde incorporando a gruta, foi construído um Santuário, cuja fachada pitoresca remonta ao século XVII, no seu interior acumularam-se muitas obras de arte dos séculos seguintes; Uma parte ainda está a céu aberto, as paredes estão cobertas de oferendas votivas e lápides deixadas por visitantes ilustres. Um portão divide esta primeira parte do santuário, da caverna em que há altares e obras de arte singulares, que lembram a presença do santo; em frente ao local onde foram encontradas as relíquias da ‘Santuzza’ ergue-se o belo altar coberto por um dossel, com um suntuoso tabernáculo encimado por uma estátua de prata do santo, doada pelo Senado de Palermo em 1667. Sob o altar é venerada a estátua de 1625, que representa s. Rosalia deitada no ato de expirar seu último suspiro e que foi coberta de ouro por ordem do rei Carlos III de Bourbon (1716-1788). Na caverna da montanha, juntamente com os peregrinos anônimos, muitos visitantes ilustres também subiram para venerar o santo eremita; autoridades eclesiásticas, príncipes, reis, imperadores, escritores, poetas, músicos, artistas. As relíquias colocadas na urna de prata artística e maciça são mantidas na Catedral de Palermo. Leia também: .: Santo do Dia – 03 de Setembro – São Gregório Magno .: Santo do Dia – 05 de Setembro – Santa Teresa de Calcutá #SantodoDia
- Décimo oitavo dia da Quaresma de São Miguel
Reze os 40 dias conosco! Como sugestão, além do roteiro que disponibilizamos abaixo, convidamos a todos para rezar o Rosário com o Frei Gilson ou Instituto Hesed , todos os dias às 4h da manhã ou no horário que tiver possibilidade: Aqueles que preferirem podem rezar a versão resumida: É costume que a Quaresma de São Miguel seja rezada diariamente, entre 15 de agosto e 29 de setembro , quando se celebra a festa deste Santo Arcanjo. Mas ela também pode ser feita em qualquer outra época do ano, por um período de 40 dias. Esta devoção deve-se a São Francisco de Assis, que sempre fazia orações especiais a São Miguel, quarenta dias antes da festa do Arcanjo (29 de Setembro). Foi difundida através dos seus discípulos, que o imitavam nessa devoção e recebiam graças. E, até hoje, temos esse belíssimo costume de consagrar as nossas vidas a São Miguel. Leia também Conheça a origem da Quaresma de São Miguel Arcanjo Por se tratar de uma devoção privada , os fiéis que a praticam são livres para adotar as orações de sua preferência. As preces a seguir são mais uma sugestão de roteiro do que um rito fixo e imóvel, e costumam ser rezadas em frente a uma escultura ou estampa de São Miguel, e com uma vela benta acesa em sua honra. Também é hábito que se una a essas orações a prática de alguma penitência especial ao longo de toda a quarentena. Aos que praticam essa devoção em família, talvez valha a pena baixar este arquivo em formato pdf , com as orações em latim e português, e fazer uma impressão dele para esses dias. No final do artigo é possível baixar outros arquivos que ajudarão a viver bem a Quaresma de São Miguel. Baixe o roteiro de oração em formato pdf Aos que desejarem conhecer mais e melhor essa prática, sua origem e seu significado espiritual, recomendamos que assistam aos seguintes programas “Ao vivo com Pe. Paulo”, sobre esse tema: O que é necessário? Antes de tudo, termos os devidos cuidados para não cairmos em superstição. A superstição é o desvio do sentimento religioso e das práticas que ele impõe. Então, o nosso coração deve estar reconciliado com Deus e cheio de bons propósitos, para isso faça um breve exame de consciência. Após esta breve análise da sua vida, faça um altar com uma imagem de São Miguel (pode ser estátua ou de papel), colocando velas ou lamparinas bentas, e flores para enfeitar. Durante a Quaresma, faça penitências, jejuns e abstinências e uma boa confissão. Leia também Sugestões de penitências e mortificações na quaresma Durante todos os dias da quaresma de São Miguel, faça o Sinal da Cruz, se possível acenda uma vela, diga a sua intenção particular – por si ou por alguém – e reze as orações abaixo, e no dia 29 de Setembro procure participar da Festa de São Miguel com a Santa Missa. 1. Sinal da cruz . — Pelo sinal da Santa Cruz, livrai-nos Deus, Nosso Senhor, dos nossos inimigos. Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém. 2. Pequeno exorcismo de Leão XIII . — São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate. Cobri-nos com o vosso escudo contra os embustes e ciladas do demônio. Subjugue-o Deus, instantemente o pedimos; e vós, príncipe da milícia celeste, pelo divino poder, precipitai no inferno Satanás e os outros espíritos malignos que andam pelo mundo para perder as almas. Amém. 3. Ladainha de São Miguel Arcanjo ( versão latina aqui ): Senhor, tende piedade de nós . Jesus Cristo, tende piedade de nós . Senhor, tende piedade de nós . Cristo, ouvi-nos . Cristo, atendei-nos . Pai celeste, que sois Deus, tende piedade de nós . Filho redentor do mundo, que sois Deus, tende piedade de nós . Espírito Santo, que sois Deus, tende piedade de nós . Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós . Santa Maria, Rainha dos Anjos, rogai por nós . São Miguel, rogai por nós . São Miguel, cheio da graça de Deus, rogai … São Miguel, perfeito adorador do Verbo Divino, São Miguel, coroado de honra e de glória, São Miguel, poderosíssimo príncipe dos exércitos do Senhor, São Miguel, porta-estandarte da Santíssima Trindade, São Miguel, guardião do Paraíso, São Miguel, guia e consolador do povo israelita, São Miguel, esplendor e fortaleza da Igreja militante, São Miguel, honra e alegria da Igreja triunfante, São Miguel, luz dos anjos, São Miguel, baluarte dos cristãos, São Miguel, força daqueles que combatem pelo estandarte da cruz, São Miguel, luz e confiança das almas no último momento da vida, São Miguel, socorro muito certo, São Miguel, nosso auxílio em todas as adversidades, São Miguel, arauto da sentença eterna, São Miguel, consolador das almas que estão no Purgatório, São Miguel, a quem o Senhor incumbiu de receber as almas depois da morte, São Miguel, nosso príncipe, São Miguel, nosso advogado, rogai por nós . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos, Senhor . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos, Senhor . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós . Rogai por nós, ó glorioso São Miguel, príncipe da Igreja de Cristo, para que sejamos dignos de suas promessas . Oremos : Senhor Jesus, santificai-nos por uma bênção sempre nova e concedei-nos, pela intercessão de São Miguel, essa sabedoria que nos ensina a ajuntar riquezas do céu e a trocar os bens do tempo presente pelos da eternidade. Vós que viveis e reinais em todos os séculos dos séculos. Amém. 4. Consagração a São Miguel Arcanjo . — Ó Príncipe nobilíssimo dos Anjos, valoroso guerreiro do Altíssimo, zeloso defensor da glória do Senhor, terror dos espíritos rebeldes, amor e delícia de todos os Anjos justos, meu diletíssimo Arcanjo São Miguel, desejando eu fazer parte do número dos vossos devotos e servos, a vós hoje me consagro, me dou e me ofereço e ponho-me a mim próprio, a minha família e tudo o que me pertence, debaixo da vossa poderosíssima proteção. É pequena a oferta do meu serviço, sendo como sou um miserável pecador, mas vós engrandecereis o afeto do meu coração; recordai-vos que de hoje em diante estou debaixo do vosso sustento e deveis assistir-me em toda a minha vida e obter-me o perdão dos meus muitos e graves pecados, a graça de amar a Deus de todo coração, ao meu querido Salvador Jesus Cristo e a minha Mãe Maria Santíssima. Obtende-me aqueles auxílios que me são necessários para obter a coroa da eterna glória. Defendei-me dos inimigos da alma, especialmente na hora da morte. Vinde, ó príncipe gloriosíssimo, assistir-me na última luta e com a vossa arma poderosa lançai para longe, precipitando nos abismos do inferno, aquele anjo quebrador de promessas e soberbo que um dia prostrastes no combate no Céu. São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate para que não pereçamos no supremo juízo. 5. Oração final . — Levanta-se Deus, pela intercessão da bem-aventurada Virgem Maria, São Miguel Arcanjo e todas as milícias celestes; sejam dispersos os seus inimigos e fujam de sua face todos os que o odeiam. Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém. 6. Oração “Augusta Rainha” . — Augusta Rainha dos céus, soberana mestra dos Anjos, Vós que, desde o princípio, recebestes de Deus o poder e a missão de esmagar a cabeça de Satanás, nós vo-lo pedimos humildemente, enviai vossas legiões celestes para que, sob vossas ordens, e por vosso poder, elas persigam os demônios, combatendo-os por toda a parte, reprimindo-lhes a insolência, e lançando-os no abismo. Quem é como Deus? Ó Mãe de bondade e ternura, Vós sereis sempre o nosso amor e a nossa esperança. Ó Mãe divina, enviai os Santos Anjos para nos defenderem, e repeli para longe de nós o cruel inimigo. Santos Anjos e Arcanjos, defendei-nos e guardai-nos. Amém. Notas Na liturgia atual, S. Gabriel e S. Rafael também são celebrados no dia 29 de setembro, quando se encerra essa devoção. Mas vale a pena recordar, aos amantes do rito tradicional, que no calendário antigo os três arcanjos eram festejados separadamente: Gabriel em 24 de março, véspera da Anunciação, e Rafael em 24 de outubro (ambas festas de 3.ª classe, o equivalente às nossas memórias ). São Miguel manteve o dia 29 de setembro, mas antes era honrado com uma festa de 1.ª classe (o equivalente às nossas solenidades ). Leia também Conheça a origem da Quaresma de São Miguel Arcanjo Outros arquivos para baixar : Roteiro de orações para a Quaresma de São Miguel (preto e branco) Roteiro de orações para a Quaresma de São Miguel (colorido) Calendário da Quaresma de São Miguel Capelinha de São Miguel #QuaresmadeSãoMiguel
- Décimo oitavo dia da Quaresma de São Miguel
Reze os 40 dias conosco! Como sugestão, além do roteiro que disponibilizamos abaixo, convidamos a todos para rezar o Rosário com o Frei Gilson ou Instituto Hesed , todos os dias às 4h da manhã ou no horário que tiver possibilidade: Aqueles que preferirem podem rezar a versão resumida: É costume que a Quaresma de São Miguel seja rezada diariamente, entre 15 de agosto e 29 de setembro , quando se celebra a festa deste Santo Arcanjo. Mas ela também pode ser feita em qualquer outra época do ano, por um período de 40 dias. Esta devoção deve-se a São Francisco de Assis, que sempre fazia orações especiais a São Miguel, quarenta dias antes da festa do Arcanjo (29 de Setembro). Foi difundida através dos seus discípulos, que o imitavam nessa devoção e recebiam graças. E, até hoje, temos esse belíssimo costume de consagrar as nossas vidas a São Miguel. Leia também Conheça a origem da Quaresma de São Miguel Arcanjo Por se tratar de uma devoção privada , os fiéis que a praticam são livres para adotar as orações de sua preferência. As preces a seguir são mais uma sugestão de roteiro do que um rito fixo e imóvel, e costumam ser rezadas em frente a uma escultura ou estampa de São Miguel, e com uma vela benta acesa em sua honra. Também é hábito que se una a essas orações a prática de alguma penitência especial ao longo de toda a quarentena. Aos que praticam essa devoção em família, talvez valha a pena baixar este arquivo em formato pdf , com as orações em latim e português, e fazer uma impressão dele para esses dias. No final do artigo é possível baixar outros arquivos que ajudarão a viver bem a Quaresma de São Miguel. Baixe o roteiro de oração em formato pdf Aos que desejarem conhecer mais e melhor essa prática, sua origem e seu significado espiritual, recomendamos que assistam aos seguintes programas “Ao vivo com Pe. Paulo”, sobre esse tema: O que é necessário? Antes de tudo, termos os devidos cuidados para não cairmos em superstição. A superstição é o desvio do sentimento religioso e das práticas que ele impõe. Então, o nosso coração deve estar reconciliado com Deus e cheio de bons propósitos, para isso faça um breve exame de consciência. Após esta breve análise da sua vida, faça um altar com uma imagem de São Miguel (pode ser estátua ou de papel), colocando velas ou lamparinas bentas, e flores para enfeitar. Durante a Quaresma, faça penitências, jejuns e abstinências e uma boa confissão. Leia também Sugestões de penitências e mortificações na quaresma Durante todos os dias da quaresma de São Miguel, faça o Sinal da Cruz, se possível acenda uma vela, diga a sua intenção particular – por si ou por alguém – e reze as orações abaixo, e no dia 29 de Setembro procure participar da Festa de São Miguel com a Santa Missa. 1. Sinal da cruz . — Pelo sinal da Santa Cruz, livrai-nos Deus, Nosso Senhor, dos nossos inimigos. Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém. 2. Pequeno exorcismo de Leão XIII . — São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate. Cobri-nos com o vosso escudo contra os embustes e ciladas do demônio. Subjugue-o Deus, instantemente o pedimos; e vós, príncipe da milícia celeste, pelo divino poder, precipitai no inferno Satanás e os outros espíritos malignos que andam pelo mundo para perder as almas. Amém. 3. Ladainha de São Miguel Arcanjo ( versão latina aqui ): Senhor, tende piedade de nós . Jesus Cristo, tende piedade de nós . Senhor, tende piedade de nós . Cristo, ouvi-nos . Cristo, atendei-nos . Pai celeste, que sois Deus, tende piedade de nós . Filho redentor do mundo, que sois Deus, tende piedade de nós . Espírito Santo, que sois Deus, tende piedade de nós . Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós . Santa Maria, Rainha dos Anjos, rogai por nós . São Miguel, rogai por nós . São Miguel, cheio da graça de Deus, rogai … São Miguel, perfeito adorador do Verbo Divino, São Miguel, coroado de honra e de glória, São Miguel, poderosíssimo príncipe dos exércitos do Senhor, São Miguel, porta-estandarte da Santíssima Trindade, São Miguel, guardião do Paraíso, São Miguel, guia e consolador do povo israelita, São Miguel, esplendor e fortaleza da Igreja militante, São Miguel, honra e alegria da Igreja triunfante, São Miguel, luz dos anjos, São Miguel, baluarte dos cristãos, São Miguel, força daqueles que combatem pelo estandarte da cruz, São Miguel, luz e confiança das almas no último momento da vida, São Miguel, socorro muito certo, São Miguel, nosso auxílio em todas as adversidades, São Miguel, arauto da sentença eterna, São Miguel, consolador das almas que estão no Purgatório, São Miguel, a quem o Senhor incumbiu de receber as almas depois da morte, São Miguel, nosso príncipe, São Miguel, nosso advogado, rogai por nós . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos, Senhor . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos, Senhor . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós . Rogai por nós, ó glorioso São Miguel, príncipe da Igreja de Cristo, para que sejamos dignos de suas promessas . Oremos : Senhor Jesus, santificai-nos por uma bênção sempre nova e concedei-nos, pela intercessão de São Miguel, essa sabedoria que nos ensina a ajuntar riquezas do céu e a trocar os bens do tempo presente pelos da eternidade. Vós que viveis e reinais em todos os séculos dos séculos. Amém. 4. Consagração a São Miguel Arcanjo . — Ó Príncipe nobilíssimo dos Anjos, valoroso guerreiro do Altíssimo, zeloso defensor da glória do Senhor, terror dos espíritos rebeldes, amor e delícia de todos os Anjos justos, meu diletíssimo Arcanjo São Miguel, desejando eu fazer parte do número dos vossos devotos e servos, a vós hoje me consagro, me dou e me ofereço e ponho-me a mim próprio, a minha família e tudo o que me pertence, debaixo da vossa poderosíssima proteção. É pequena a oferta do meu serviço, sendo como sou um miserável pecador, mas vós engrandecereis o afeto do meu coração; recordai-vos que de hoje em diante estou debaixo do vosso sustento e deveis assistir-me em toda a minha vida e obter-me o perdão dos meus muitos e graves pecados, a graça de amar a Deus de todo coração, ao meu querido Salvador Jesus Cristo e a minha Mãe Maria Santíssima. Obtende-me aqueles auxílios que me são necessários para obter a coroa da eterna glória. Defendei-me dos inimigos da alma, especialmente na hora da morte. Vinde, ó príncipe gloriosíssimo, assistir-me na última luta e com a vossa arma poderosa lançai para longe, precipitando nos abismos do inferno, aquele anjo quebrador de promessas e soberbo que um dia prostrastes no combate no Céu. São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate para que não pereçamos no supremo juízo. 5. Oração final . — Levanta-se Deus, pela intercessão da bem-aventurada Virgem Maria, São Miguel Arcanjo e todas as milícias celestes; sejam dispersos os seus inimigos e fujam de sua face todos os que o odeiam. Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém. 6. Oração “Augusta Rainha” . — Augusta Rainha dos céus, soberana mestra dos Anjos, Vós que, desde o princípio, recebestes de Deus o poder e a missão de esmagar a cabeça de Satanás, nós vo-lo pedimos humildemente, enviai vossas legiões celestes para que, sob vossas ordens, e por vosso poder, elas persigam os demônios, combatendo-os por toda a parte, reprimindo-lhes a insolência, e lançando-os no abismo. Quem é como Deus? Ó Mãe de bondade e ternura, Vós sereis sempre o nosso amor e a nossa esperança. Ó Mãe divina, enviai os Santos Anjos para nos defenderem, e repeli para longe de nós o cruel inimigo. Santos Anjos e Arcanjos, defendei-nos e guardai-nos. Amém. Notas Na liturgia atual, S. Gabriel e S. Rafael também são celebrados no dia 29 de setembro, quando se encerra essa devoção. Mas vale a pena recordar, aos amantes do rito tradicional, que no calendário antigo os três arcanjos eram festejados separadamente: Gabriel em 24 de março, véspera da Anunciação, e Rafael em 24 de outubro (ambas festas de 3.ª classe, o equivalente às nossas memórias ). São Miguel manteve o dia 29 de setembro, mas antes era honrado com uma festa de 1.ª classe (o equivalente às nossas solenidades ). Leia também Conheça a origem da Quaresma de São Miguel Arcanjo Outros arquivos para baixar : Roteiro de orações para a Quaresma de São Miguel (preto e branco) Roteiro de orações para a Quaresma de São Miguel (colorido) Calendário da Quaresma de São Miguel Capelinha de São Miguel #QuaresmadeSãoMiguel
- Sacrilégio e Apostasia: Bispo dá a Sagrada Eucaristia a um Muçulmano
Na missa do funeral de Dom Geraldo Majella, ocorreu um triste evento que chamou a atenção do mundo católico e causou tristeza e indignação nos fiéis que conservam a fé na presença real de Jesus na Santíssima Eucaristia. Trata-se do fato de o bispo de Londrina ter entregue o Santíssimo Corpo de Cristo a um Sheik muçulmano; atitude sacriléga que demonstra a falta de fé e respeito para com o Santíssima Sacramento, mas sobretudo escancara (mais uma vez) o desprezo que este e outros bispos revolucionários têm para com a doutrina e as orientações da Santa Igreja. Na formação ao vivo de hoje as 21:00 (horário de Brasília) iremos tratar do tema e demonstrar o que a Igreja ensina a respeito da possibilidade da comunhão eucarística de não católicos, bem como as condições para que um católico possa receber dignamente a Santíssima Eucaristia. #Formaçõesaovivo
- Sacrilégio e Apostasia: Bispo dá a Sagrada Eucaristia a um Muçulmano
Na missa do funeral de Dom Geraldo Majella, ocorreu um triste evento que chamou a atenção do mundo católico e causou tristeza e indignação nos fiéis que conservam a fé na presença real de Jesus na Santíssima Eucaristia. Trata-se do fato de o bispo de Londrina ter entregue o Santíssimo Corpo de Cristo a um Sheik muçulmano; atitude sacriléga que demonstra a falta de fé e respeito para com o Santíssima Sacramento, mas sobretudo escancara (mais uma vez) o desprezo que este e outros bispos revolucionários têm para com a doutrina e as orientações da Santa Igreja. Na formação ao vivo de hoje as 21:00 (horário de Brasília) iremos tratar do tema e demonstrar o que a Igreja ensina a respeito da possibilidade da comunhão eucarística de não católicos, bem como as condições para que um católico possa receber dignamente a Santíssima Eucaristia. #Formaçõesaovivo
- Homilia Dominical | Até quando fugiremos da cruz?
22º Domingo do Tempo Comum “Deus não permita tal coisas, Senhor! Que isso nunca te aconteça!” As palavras com que São Pedro reagiu ao primeiro anúncio da Paixão não são muito diferentes da forma como, tantas vezes, reagimos aos sofrimentos e contrariedades desta vida. Nosso Senhor, porém, deixa clara a condição para sermos seus discípulos: “se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga”. Quem tem aversão à cruz é Satanás. Quanto a nós, precisamos abraçar as dores próprias da condição humana e transformá-las num sacrifício de amor a Deus. Anúncio do Evangelho (Mt 16, 21-27) —O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. —PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus. — Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, 21 Jesus começou a mostrar a seus discípulos que devia ir a Jerusalém e sofrer muito da parte dos anciãos, dos sumos sacerdotes e dos mestres da Lei, e que devia ser morto e ressuscitar no terceiro dia. 22 Então Pedro tomou Jesus à parte e começou a repreendê-lo, dizendo: “Deus não permita tal coisa, Senhor! Que isso nunca te aconteça!” 23 Jesus, porém, voltou-se para Pedro e disse: “Vai para longe, Satanás! Tu és para mim uma pedra de tropeço, porque não pensas as coisas de Deus, mas sim as coisas dos homens!” 24 Então Jesus disse aos discípulos: “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. 25 Pois, quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, vai encontrá-la. 26 De fato, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, mas perder a sua vida? O que poderá alguém dar em troca de sua vida? 27 Porque o Filho do Homem virá na glória do seu Pai, com os seus anjos, e então retribuirá a cada um de acordo com a sua conduta”. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor. #HomiliaDiária
- Homilia Dominical | Até quando fugiremos da cruz?
22º Domingo do Tempo Comum “Deus não permita tal coisas, Senhor! Que isso nunca te aconteça!” As palavras com que São Pedro reagiu ao primeiro anúncio da Paixão não são muito diferentes da forma como, tantas vezes, reagimos aos sofrimentos e contrariedades desta vida. Nosso Senhor, porém, deixa clara a condição para sermos seus discípulos: “se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga”. Quem tem aversão à cruz é Satanás. Quanto a nós, precisamos abraçar as dores próprias da condição humana e transformá-las num sacrifício de amor a Deus. Anúncio do Evangelho (Mt 16, 21-27) —O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. —PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus. — Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, 21 Jesus começou a mostrar a seus discípulos que devia ir a Jerusalém e sofrer muito da parte dos anciãos, dos sumos sacerdotes e dos mestres da Lei, e que devia ser morto e ressuscitar no terceiro dia. 22 Então Pedro tomou Jesus à parte e começou a repreendê-lo, dizendo: “Deus não permita tal coisa, Senhor! Que isso nunca te aconteça!” 23 Jesus, porém, voltou-se para Pedro e disse: “Vai para longe, Satanás! Tu és para mim uma pedra de tropeço, porque não pensas as coisas de Deus, mas sim as coisas dos homens!” 24 Então Jesus disse aos discípulos: “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. 25 Pois, quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, vai encontrá-la. 26 De fato, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, mas perder a sua vida? O que poderá alguém dar em troca de sua vida? 27 Porque o Filho do Homem virá na glória do seu Pai, com os seus anjos, e então retribuirá a cada um de acordo com a sua conduta”. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor. #HomiliaDiária
- Série “The Chosen” será transmitida pelo SBT na TV aberta
Sucesso mundial, a produção conta a história de Jesus a partir da perspectiva de pessoas que conviveram com Ele Aemissora brasileira SBT anunciou que transmitirá no Brasil, pelo sinal aberto, a mundialmente bem-sucedida série cristã “ The Chosen ” (Os Escolhidos), que conta a história de Jesus Cristo a partir da perspectiva dos seus apóstolos e de outras pessoas que conviveram com Ele, como, por exemplo, Maria Madalena e Nicodemos. Internacionalmente, “ The Chosen ” é considerada um dos maiores sucessos da atualidade em plataformas de streaming. No Brasil, a produção já estava disponível nessa modalidade, mas não ainda na televisão aberta. O SBT vem informando ostensivamente aos telespectadores que incluirá a série na sua programação, mas ainda não divulgou a data de estreia nem os detalhes da exibição, como o horário e a frequência – não se sabe ainda se os episódios terão veiculação diária ou semanal. A novidade constitui a principal aposta do canal de Sílvio Santos no segmento de teledramaturgia, que tem sido ocupado por novelas voltadas ao público infanto-juvenil. A emissora disputa a vice-liderança de audiência nas faixas noturnas com a Record, que, por sua vez, tem veiculado reprises de suas próprias novelas bíblicas, produzidas a partir de uma perspectiva neopentecostal. Saiba mais sobre “ The Chosen “: Série The Chosen mostra Jesus do ponto de vista dos Seus seguidores Financiada coletivamente, a série disponível de graça em site e aplicativo já foi vista por 1 bilhão de pessoas Asérie The Chosen mostra Jesus do ponto de vista dos Seus seguidores, como Simão Pedro, Mateus, Nicodemos e Maria Madalena, assim como o impacto radical que esse encontro proporciona na vida de quem O conhece. É daí que vem, aliás, o título da produção: “ the chosen ” quer dizer justamente “os escolhidos”, em inglês. Como assistir Com efeitos visuais, fotografia e dramaturgia considerados à altura de grandes séries norte-americanas, a série foi lançada pela plataforma de streaming VidAngel. Para assistir à produção, basta instalar o aplicativo The Chosen (para Android ou para iPhone ) ou acessar os episódios diretamente pelo site oficial . Em caso de dúvida, o seguinte vídeo mostra de modo fácil como assistir: Financiamento coletivo e sucesso de público The Chosen foi produzida graças a uma bem-sucedida campanha de financiamento coletivo (crowdfunding) que angariou mais de 11 milhões de dólares junto a 16 mil investidores, superando todos os recordes de crowdfunding para produções audiovisuais em 2018. O público também superou as melhores expectativas: segundo a VidAngel, a série foi vista por mais de 1 bilhão de pessoas em todo o planeta. E o que os espectadores acham dos episódios? As notas conquistadas por The Chosen respondem a esta pergunta: a produção está entre as 250 melhores séries de todos os tempos do IMDb, um grande banco de dados sobre cinema, televisão e música. Episódios A primeira temporada tem 9 episódios, contando o piloto, e retrata os primeiros ensinamentos e milagres de Jesus. A segunda temporada acaba de ser lançada neste Domingo de Páscoa, com previsão de 7 episódios focados na relação de Jesus com seus discípulos. The chosen : os escolhidos Entre os seguidores escolhidos a que o título The Chosen faz menção, destacam-se, por exemplo: Simão Pedro: o primeiro Papa é mostrado tal como descrito nos Evangelhos – um pescador rude, bronco, teimoso e impulsivo, que se sentiu tão tocado por Jesus a ponto de abandonar tudo para segui-lo com grande dedicação, apesar dos altos e baixos próprios da incoerência e da volubilidade humanas. Maria Madalena: o roteiro explora o quando foi transformador o encontro com Cristo para esta mulher de passado misterioso e muito sofrido, já que os Evangelhos informam que Jesus expulsou dela sete demônios. Nicodemos: o chefe dos fariseus admirava Jesus e O seguia em segredo, por medo da reação dos outros membros do seu grupo social e religioso – que rejeitavam o Nazareno. A série destaca a sua inquietação por conhecer aquele grande profeta que encantava a multidão e operava milagres, assim como os seus questionamentos diante daquilo em que até então ele acreditava. Jesus Quem interpreta o protagonista da série é o ator católico praticante Jonathan Roumie, que dá vida à faceta humana de Jesus: o homem de Nazaré é mostrado justamente como um homem, ao alcance das outras pessoas: um jovem “normal”, que trabalhava, comia, bebia, convivia com as pessoas no meio dos fatos do dia-a-dia. Nessa cotidianidade, porém, Ele começa a realizar os primeiros milagres e a surpreender as multidões e também as autoridades. A série também mostra a opressão do Império Romano sobre os judeus e como aquele povo esperava um Messias libertador e poderoso, bem diferente do carpinteiro filho de José e Maria. #FilmesCatólicos
- Série “The Chosen” será transmitida pelo SBT na TV aberta
Sucesso mundial, a produção conta a história de Jesus a partir da perspectiva de pessoas que conviveram com Ele Aemissora brasileira SBT anunciou que transmitirá no Brasil, pelo sinal aberto, a mundialmente bem-sucedida série cristã “ The Chosen ” (Os Escolhidos), que conta a história de Jesus Cristo a partir da perspectiva dos seus apóstolos e de outras pessoas que conviveram com Ele, como, por exemplo, Maria Madalena e Nicodemos. Internacionalmente, “ The Chosen ” é considerada um dos maiores sucessos da atualidade em plataformas de streaming. No Brasil, a produção já estava disponível nessa modalidade, mas não ainda na televisão aberta. O SBT vem informando ostensivamente aos telespectadores que incluirá a série na sua programação, mas ainda não divulgou a data de estreia nem os detalhes da exibição, como o horário e a frequência – não se sabe ainda se os episódios terão veiculação diária ou semanal. A novidade constitui a principal aposta do canal de Sílvio Santos no segmento de teledramaturgia, que tem sido ocupado por novelas voltadas ao público infanto-juvenil. A emissora disputa a vice-liderança de audiência nas faixas noturnas com a Record, que, por sua vez, tem veiculado reprises de suas próprias novelas bíblicas, produzidas a partir de uma perspectiva neopentecostal. Saiba mais sobre “ The Chosen “: Série The Chosen mostra Jesus do ponto de vista dos Seus seguidores Financiada coletivamente, a série disponível de graça em site e aplicativo já foi vista por 1 bilhão de pessoas Asérie The Chosen mostra Jesus do ponto de vista dos Seus seguidores, como Simão Pedro, Mateus, Nicodemos e Maria Madalena, assim como o impacto radical que esse encontro proporciona na vida de quem O conhece. É daí que vem, aliás, o título da produção: “ the chosen ” quer dizer justamente “os escolhidos”, em inglês. Como assistir Com efeitos visuais, fotografia e dramaturgia considerados à altura de grandes séries norte-americanas, a série foi lançada pela plataforma de streaming VidAngel. Para assistir à produção, basta instalar o aplicativo The Chosen (para Android ou para iPhone ) ou acessar os episódios diretamente pelo site oficial . Em caso de dúvida, o seguinte vídeo mostra de modo fácil como assistir: Financiamento coletivo e sucesso de público The Chosen foi produzida graças a uma bem-sucedida campanha de financiamento coletivo (crowdfunding) que angariou mais de 11 milhões de dólares junto a 16 mil investidores, superando todos os recordes de crowdfunding para produções audiovisuais em 2018. O público também superou as melhores expectativas: segundo a VidAngel, a série foi vista por mais de 1 bilhão de pessoas em todo o planeta. E o que os espectadores acham dos episódios? As notas conquistadas por The Chosen respondem a esta pergunta: a produção está entre as 250 melhores séries de todos os tempos do IMDb, um grande banco de dados sobre cinema, televisão e música. Episódios A primeira temporada tem 9 episódios, contando o piloto, e retrata os primeiros ensinamentos e milagres de Jesus. A segunda temporada acaba de ser lançada neste Domingo de Páscoa, com previsão de 7 episódios focados na relação de Jesus com seus discípulos. The chosen : os escolhidos Entre os seguidores escolhidos a que o título The Chosen faz menção, destacam-se, por exemplo: Simão Pedro: o primeiro Papa é mostrado tal como descrito nos Evangelhos – um pescador rude, bronco, teimoso e impulsivo, que se sentiu tão tocado por Jesus a ponto de abandonar tudo para segui-lo com grande dedicação, apesar dos altos e baixos próprios da incoerência e da volubilidade humanas. Maria Madalena: o roteiro explora o quando foi transformador o encontro com Cristo para esta mulher de passado misterioso e muito sofrido, já que os Evangelhos informam que Jesus expulsou dela sete demônios. Nicodemos: o chefe dos fariseus admirava Jesus e O seguia em segredo, por medo da reação dos outros membros do seu grupo social e religioso – que rejeitavam o Nazareno. A série destaca a sua inquietação por conhecer aquele grande profeta que encantava a multidão e operava milagres, assim como os seus questionamentos diante daquilo em que até então ele acreditava. Jesus Quem interpreta o protagonista da série é o ator católico praticante Jonathan Roumie, que dá vida à faceta humana de Jesus: o homem de Nazaré é mostrado justamente como um homem, ao alcance das outras pessoas: um jovem “normal”, que trabalhava, comia, bebia, convivia com as pessoas no meio dos fatos do dia-a-dia. Nessa cotidianidade, porém, Ele começa a realizar os primeiros milagres e a surpreender as multidões e também as autoridades. A série também mostra a opressão do Império Romano sobre os judeus e como aquele povo esperava um Messias libertador e poderoso, bem diferente do carpinteiro filho de José e Maria. #FilmesCatólicos
- Homilia Diária | O Coração que meditava a Palavra de Deus
Sábado da 21.ª Semana do Tempo Comum Neste primeiro sábado do mês, temos mais uma ótima oportunidade de meditar sobre as riquezas de graça e amor que o Senhor quis depositar no Coração Imaculado de sua Mãe Santíssima. Ouça a homilia do Padre Paulo Ricardo para este sábado, dia 2 de setembro, e reparemos juntos, com uma comunhão feita com imensa gratidão, as inúmeras ofensas cometidas dia após dia contra o doce Coração da Virgem Maria. #HomiliaDiária
- Homilia Diária | O Coração que meditava a Palavra de Deus
Sábado da 21.ª Semana do Tempo Comum Neste primeiro sábado do mês, temos mais uma ótima oportunidade de meditar sobre as riquezas de graça e amor que o Senhor quis depositar no Coração Imaculado de sua Mãe Santíssima. Ouça a homilia do Padre Paulo Ricardo para este sábado, dia 2 de setembro, e reparemos juntos, com uma comunhão feita com imensa gratidão, as inúmeras ofensas cometidas dia após dia contra o doce Coração da Virgem Maria. #HomiliaDiária
- Décimo sétimo dia da Quaresma de São Miguel
Reze os 40 dias conosco! Como sugestão, além do roteiro que disponibilizamos abaixo, convidamos a todos para rezar o Rosário com o Frei Gilson ou Instituto Hesed , todos os dias às 4h da manhã ou no horário que tiver possibilidade: Aqueles que preferirem podem rezar a versão resumida: É costume que a Quaresma de São Miguel seja rezada diariamente, entre 15 de agosto e 29 de setembro , quando se celebra a festa deste Santo Arcanjo. Mas ela também pode ser feita em qualquer outra época do ano, por um período de 40 dias. Esta devoção deve-se a São Francisco de Assis, que sempre fazia orações especiais a São Miguel, quarenta dias antes da festa do Arcanjo (29 de Setembro). Foi difundida através dos seus discípulos, que o imitavam nessa devoção e recebiam graças. E, até hoje, temos esse belíssimo costume de consagrar as nossas vidas a São Miguel. Leia também Conheça a origem da Quaresma de São Miguel Arcanjo Por se tratar de uma devoção privada , os fiéis que a praticam são livres para adotar as orações de sua preferência. As preces a seguir são mais uma sugestão de roteiro do que um rito fixo e imóvel, e costumam ser rezadas em frente a uma escultura ou estampa de São Miguel, e com uma vela benta acesa em sua honra. Também é hábito que se una a essas orações a prática de alguma penitência especial ao longo de toda a quarentena. Aos que praticam essa devoção em família, talvez valha a pena baixar este arquivo em formato pdf , com as orações em latim e português, e fazer uma impressão dele para esses dias. No final do artigo é possível baixar outros arquivos que ajudarão a viver bem a Quaresma de São Miguel. Baixe o roteiro de oração em formato pdf Aos que desejarem conhecer mais e melhor essa prática, sua origem e seu significado espiritual, recomendamos que assistam aos seguintes programas “Ao vivo com Pe. Paulo”, sobre esse tema: O que é necessário? Antes de tudo, termos os devidos cuidados para não cairmos em superstição. A superstição é o desvio do sentimento religioso e das práticas que ele impõe. Então, o nosso coração deve estar reconciliado com Deus e cheio de bons propósitos, para isso faça um breve exame de consciência. Após esta breve análise da sua vida, faça um altar com uma imagem de São Miguel (pode ser estátua ou de papel), colocando velas ou lamparinas bentas, e flores para enfeitar. Durante a Quaresma, faça penitências, jejuns e abstinências e uma boa confissão. Leia também Sugestões de penitências e mortificações na quaresma Durante todos os dias da quaresma de São Miguel, faça o Sinal da Cruz, se possível acenda uma vela, diga a sua intenção particular – por si ou por alguém – e reze as orações abaixo, e no dia 29 de Setembro procure participar da Festa de São Miguel com a Santa Missa. 1. Sinal da cruz . — Pelo sinal da Santa Cruz, livrai-nos Deus, Nosso Senhor, dos nossos inimigos. Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém. 2. Pequeno exorcismo de Leão XIII . — São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate. Cobri-nos com o vosso escudo contra os embustes e ciladas do demônio. Subjugue-o Deus, instantemente o pedimos; e vós, príncipe da milícia celeste, pelo divino poder, precipitai no inferno Satanás e os outros espíritos malignos que andam pelo mundo para perder as almas. Amém. 3. Ladainha de São Miguel Arcanjo ( versão latina aqui ): Senhor, tende piedade de nós . Jesus Cristo, tende piedade de nós . Senhor, tende piedade de nós . Cristo, ouvi-nos . Cristo, atendei-nos . Pai celeste, que sois Deus, tende piedade de nós . Filho redentor do mundo, que sois Deus, tende piedade de nós . Espírito Santo, que sois Deus, tende piedade de nós . Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós . Santa Maria, Rainha dos Anjos, rogai por nós . São Miguel, rogai por nós . São Miguel, cheio da graça de Deus, rogai … São Miguel, perfeito adorador do Verbo Divino, São Miguel, coroado de honra e de glória, São Miguel, poderosíssimo príncipe dos exércitos do Senhor, São Miguel, porta-estandarte da Santíssima Trindade, São Miguel, guardião do Paraíso, São Miguel, guia e consolador do povo israelita, São Miguel, esplendor e fortaleza da Igreja militante, São Miguel, honra e alegria da Igreja triunfante, São Miguel, luz dos anjos, São Miguel, baluarte dos cristãos, São Miguel, força daqueles que combatem pelo estandarte da cruz, São Miguel, luz e confiança das almas no último momento da vida, São Miguel, socorro muito certo, São Miguel, nosso auxílio em todas as adversidades, São Miguel, arauto da sentença eterna, São Miguel, consolador das almas que estão no Purgatório, São Miguel, a quem o Senhor incumbiu de receber as almas depois da morte, São Miguel, nosso príncipe, São Miguel, nosso advogado, rogai por nós . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos, Senhor . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos, Senhor . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós . Rogai por nós, ó glorioso São Miguel, príncipe da Igreja de Cristo, para que sejamos dignos de suas promessas . Oremos : Senhor Jesus, santificai-nos por uma bênção sempre nova e concedei-nos, pela intercessão de São Miguel, essa sabedoria que nos ensina a ajuntar riquezas do céu e a trocar os bens do tempo presente pelos da eternidade. Vós que viveis e reinais em todos os séculos dos séculos. Amém. 4. Consagração a São Miguel Arcanjo . — Ó Príncipe nobilíssimo dos Anjos, valoroso guerreiro do Altíssimo, zeloso defensor da glória do Senhor, terror dos espíritos rebeldes, amor e delícia de todos os Anjos justos, meu diletíssimo Arcanjo São Miguel, desejando eu fazer parte do número dos vossos devotos e servos, a vós hoje me consagro, me dou e me ofereço e ponho-me a mim próprio, a minha família e tudo o que me pertence, debaixo da vossa poderosíssima proteção. É pequena a oferta do meu serviço, sendo como sou um miserável pecador, mas vós engrandecereis o afeto do meu coração; recordai-vos que de hoje em diante estou debaixo do vosso sustento e deveis assistir-me em toda a minha vida e obter-me o perdão dos meus muitos e graves pecados, a graça de amar a Deus de todo coração, ao meu querido Salvador Jesus Cristo e a minha Mãe Maria Santíssima. Obtende-me aqueles auxílios que me são necessários para obter a coroa da eterna glória. Defendei-me dos inimigos da alma, especialmente na hora da morte. Vinde, ó príncipe gloriosíssimo, assistir-me na última luta e com a vossa arma poderosa lançai para longe, precipitando nos abismos do inferno, aquele anjo quebrador de promessas e soberbo que um dia prostrastes no combate no Céu. São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate para que não pereçamos no supremo juízo. 5. Oração final . — Levanta-se Deus, pela intercessão da bem-aventurada Virgem Maria, São Miguel Arcanjo e todas as milícias celestes; sejam dispersos os seus inimigos e fujam de sua face todos os que o odeiam. Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém. 6. Oração “Augusta Rainha” . — Augusta Rainha dos céus, soberana mestra dos Anjos, Vós que, desde o princípio, recebestes de Deus o poder e a missão de esmagar a cabeça de Satanás, nós vo-lo pedimos humildemente, enviai vossas legiões celestes para que, sob vossas ordens, e por vosso poder, elas persigam os demônios, combatendo-os por toda a parte, reprimindo-lhes a insolência, e lançando-os no abismo. Quem é como Deus? Ó Mãe de bondade e ternura, Vós sereis sempre o nosso amor e a nossa esperança. Ó Mãe divina, enviai os Santos Anjos para nos defenderem, e repeli para longe de nós o cruel inimigo. Santos Anjos e Arcanjos, defendei-nos e guardai-nos. Amém. Notas Na liturgia atual, S. Gabriel e S. Rafael também são celebrados no dia 29 de setembro, quando se encerra essa devoção. Mas vale a pena recordar, aos amantes do rito tradicional, que no calendário antigo os três arcanjos eram festejados separadamente: Gabriel em 24 de março, véspera da Anunciação, e Rafael em 24 de outubro (ambas festas de 3.ª classe, o equivalente às nossas memórias ). São Miguel manteve o dia 29 de setembro, mas antes era honrado com uma festa de 1.ª classe (o equivalente às nossas solenidades ). Leia também Conheça a origem da Quaresma de São Miguel Arcanjo Outros arquivos para baixar : Roteiro de orações para a Quaresma de São Miguel (preto e branco) Roteiro de orações para a Quaresma de São Miguel (colorido) Calendário da Quaresma de São Miguel Capelinha de São Miguel #QuaresmadeSãoMiguel
- Décimo sétimo dia da Quaresma de São Miguel
Reze os 40 dias conosco! Como sugestão, além do roteiro que disponibilizamos abaixo, convidamos a todos para rezar o Rosário com o Frei Gilson ou Instituto Hesed , todos os dias às 4h da manhã ou no horário que tiver possibilidade: Aqueles que preferirem podem rezar a versão resumida: É costume que a Quaresma de São Miguel seja rezada diariamente, entre 15 de agosto e 29 de setembro , quando se celebra a festa deste Santo Arcanjo. Mas ela também pode ser feita em qualquer outra época do ano, por um período de 40 dias. Esta devoção deve-se a São Francisco de Assis, que sempre fazia orações especiais a São Miguel, quarenta dias antes da festa do Arcanjo (29 de Setembro). Foi difundida através dos seus discípulos, que o imitavam nessa devoção e recebiam graças. E, até hoje, temos esse belíssimo costume de consagrar as nossas vidas a São Miguel. Leia também Conheça a origem da Quaresma de São Miguel Arcanjo Por se tratar de uma devoção privada , os fiéis que a praticam são livres para adotar as orações de sua preferência. As preces a seguir são mais uma sugestão de roteiro do que um rito fixo e imóvel, e costumam ser rezadas em frente a uma escultura ou estampa de São Miguel, e com uma vela benta acesa em sua honra. Também é hábito que se una a essas orações a prática de alguma penitência especial ao longo de toda a quarentena. Aos que praticam essa devoção em família, talvez valha a pena baixar este arquivo em formato pdf , com as orações em latim e português, e fazer uma impressão dele para esses dias. No final do artigo é possível baixar outros arquivos que ajudarão a viver bem a Quaresma de São Miguel. Baixe o roteiro de oração em formato pdf Aos que desejarem conhecer mais e melhor essa prática, sua origem e seu significado espiritual, recomendamos que assistam aos seguintes programas “Ao vivo com Pe. Paulo”, sobre esse tema: O que é necessário? Antes de tudo, termos os devidos cuidados para não cairmos em superstição. A superstição é o desvio do sentimento religioso e das práticas que ele impõe. Então, o nosso coração deve estar reconciliado com Deus e cheio de bons propósitos, para isso faça um breve exame de consciência. Após esta breve análise da sua vida, faça um altar com uma imagem de São Miguel (pode ser estátua ou de papel), colocando velas ou lamparinas bentas, e flores para enfeitar. Durante a Quaresma, faça penitências, jejuns e abstinências e uma boa confissão. Leia também Sugestões de penitências e mortificações na quaresma Durante todos os dias da quaresma de São Miguel, faça o Sinal da Cruz, se possível acenda uma vela, diga a sua intenção particular – por si ou por alguém – e reze as orações abaixo, e no dia 29 de Setembro procure participar da Festa de São Miguel com a Santa Missa. 1. Sinal da cruz . — Pelo sinal da Santa Cruz, livrai-nos Deus, Nosso Senhor, dos nossos inimigos. Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém. 2. Pequeno exorcismo de Leão XIII . — São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate. Cobri-nos com o vosso escudo contra os embustes e ciladas do demônio. Subjugue-o Deus, instantemente o pedimos; e vós, príncipe da milícia celeste, pelo divino poder, precipitai no inferno Satanás e os outros espíritos malignos que andam pelo mundo para perder as almas. Amém. 3. Ladainha de São Miguel Arcanjo ( versão latina aqui ): Senhor, tende piedade de nós . Jesus Cristo, tende piedade de nós . Senhor, tende piedade de nós . Cristo, ouvi-nos . Cristo, atendei-nos . Pai celeste, que sois Deus, tende piedade de nós . Filho redentor do mundo, que sois Deus, tende piedade de nós . Espírito Santo, que sois Deus, tende piedade de nós . Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós . Santa Maria, Rainha dos Anjos, rogai por nós . São Miguel, rogai por nós . São Miguel, cheio da graça de Deus, rogai … São Miguel, perfeito adorador do Verbo Divino, São Miguel, coroado de honra e de glória, São Miguel, poderosíssimo príncipe dos exércitos do Senhor, São Miguel, porta-estandarte da Santíssima Trindade, São Miguel, guardião do Paraíso, São Miguel, guia e consolador do povo israelita, São Miguel, esplendor e fortaleza da Igreja militante, São Miguel, honra e alegria da Igreja triunfante, São Miguel, luz dos anjos, São Miguel, baluarte dos cristãos, São Miguel, força daqueles que combatem pelo estandarte da cruz, São Miguel, luz e confiança das almas no último momento da vida, São Miguel, socorro muito certo, São Miguel, nosso auxílio em todas as adversidades, São Miguel, arauto da sentença eterna, São Miguel, consolador das almas que estão no Purgatório, São Miguel, a quem o Senhor incumbiu de receber as almas depois da morte, São Miguel, nosso príncipe, São Miguel, nosso advogado, rogai por nós . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos, Senhor . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos, Senhor . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós . Rogai por nós, ó glorioso São Miguel, príncipe da Igreja de Cristo, para que sejamos dignos de suas promessas . Oremos : Senhor Jesus, santificai-nos por uma bênção sempre nova e concedei-nos, pela intercessão de São Miguel, essa sabedoria que nos ensina a ajuntar riquezas do céu e a trocar os bens do tempo presente pelos da eternidade. Vós que viveis e reinais em todos os séculos dos séculos. Amém. 4. Consagração a São Miguel Arcanjo . — Ó Príncipe nobilíssimo dos Anjos, valoroso guerreiro do Altíssimo, zeloso defensor da glória do Senhor, terror dos espíritos rebeldes, amor e delícia de todos os Anjos justos, meu diletíssimo Arcanjo São Miguel, desejando eu fazer parte do número dos vossos devotos e servos, a vós hoje me consagro, me dou e me ofereço e ponho-me a mim próprio, a minha família e tudo o que me pertence, debaixo da vossa poderosíssima proteção. É pequena a oferta do meu serviço, sendo como sou um miserável pecador, mas vós engrandecereis o afeto do meu coração; recordai-vos que de hoje em diante estou debaixo do vosso sustento e deveis assistir-me em toda a minha vida e obter-me o perdão dos meus muitos e graves pecados, a graça de amar a Deus de todo coração, ao meu querido Salvador Jesus Cristo e a minha Mãe Maria Santíssima. Obtende-me aqueles auxílios que me são necessários para obter a coroa da eterna glória. Defendei-me dos inimigos da alma, especialmente na hora da morte. Vinde, ó príncipe gloriosíssimo, assistir-me na última luta e com a vossa arma poderosa lançai para longe, precipitando nos abismos do inferno, aquele anjo quebrador de promessas e soberbo que um dia prostrastes no combate no Céu. São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate para que não pereçamos no supremo juízo. 5. Oração final . — Levanta-se Deus, pela intercessão da bem-aventurada Virgem Maria, São Miguel Arcanjo e todas as milícias celestes; sejam dispersos os seus inimigos e fujam de sua face todos os que o odeiam. Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém. 6. Oração “Augusta Rainha” . — Augusta Rainha dos céus, soberana mestra dos Anjos, Vós que, desde o princípio, recebestes de Deus o poder e a missão de esmagar a cabeça de Satanás, nós vo-lo pedimos humildemente, enviai vossas legiões celestes para que, sob vossas ordens, e por vosso poder, elas persigam os demônios, combatendo-os por toda a parte, reprimindo-lhes a insolência, e lançando-os no abismo. Quem é como Deus? Ó Mãe de bondade e ternura, Vós sereis sempre o nosso amor e a nossa esperança. Ó Mãe divina, enviai os Santos Anjos para nos defenderem, e repeli para longe de nós o cruel inimigo. Santos Anjos e Arcanjos, defendei-nos e guardai-nos. Amém. Notas Na liturgia atual, S. Gabriel e S. Rafael também são celebrados no dia 29 de setembro, quando se encerra essa devoção. Mas vale a pena recordar, aos amantes do rito tradicional, que no calendário antigo os três arcanjos eram festejados separadamente: Gabriel em 24 de março, véspera da Anunciação, e Rafael em 24 de outubro (ambas festas de 3.ª classe, o equivalente às nossas memórias ). São Miguel manteve o dia 29 de setembro, mas antes era honrado com uma festa de 1.ª classe (o equivalente às nossas solenidades ). Leia também Conheça a origem da Quaresma de São Miguel Arcanjo Outros arquivos para baixar : Roteiro de orações para a Quaresma de São Miguel (preto e branco) Roteiro de orações para a Quaresma de São Miguel (colorido) Calendário da Quaresma de São Miguel Capelinha de São Miguel #QuaresmadeSãoMiguel
- Bem-aventurada Ingrid – 2 de setembro
SANTO DO DIA – 02 DE SETEMBRO – BEM-AVENTURADA INGRID Viúva e religiosa (século XIII) Ingrid nasceu perto da metade do século XIII, na nobre família Elovsdotter, na Suécia. Cristãos fervorosos, os pais deram a ela e aos outros filhos uma educação digna dos fidalgos e no rigoroso seguimento de Cristo. A menina, desde os primeiros anos de vida, mostrou-se muito virtuosa, amável, caridosa e pia, surpreendendo a todos com seu cândido ideal religioso. No início da adolescência, como era costume da época, teve de contrair um riquíssimo casamento. Mesmo contrariando sua vocação, ela aceitou tudo com humilde resignação, mas não deixou que o mundo de luxo, futilidades e poder contaminassem sua alma, apesar de ter de conviver nele. Continuou, serenamente, a cuidar das obras de caridade que fundara para os pobres e doentes abandonados, aos quais atendia pessoalmente. Possuindo dons especiais de profecia e cura, gozava, entre a população, da fama de santidade. Ingrid enviuvou pouco tempo depois. Assim, decidiu fazer uma longa peregrinação para a Terra Santa, acompanhada por sua irmã mais velha e algumas damas da corte. Ali seu amor ao Senhor Jesus aumentou ainda mais, alimentando o seu desejo de consagrar-se à vida religiosa. Da Palestina, viajou para Roma, onde visitou os túmulos dos apóstolos e dos primeiros mártires e, de lá, foi para Santiago de Compostela, na Espanha, rezar junto às relíquias do apóstolo Tiago. Só então Ingrid retornou para a Suécia. Logo depois, em 1281, seguindo seu confessor e orientador espiritual, o padre dominicano Pedro de Dacia, e com a autorização do bispo e do rei, ela fez seus votos perpétuos e fundou um mosteiro, sob as Regras de são Domingos, em Skanninge, Suécia. Nele, junto com um grande número de jovens da corte, dedicou-se totalmente às orações contemplativas e à vida de rigorosa austeridade. Morreu como priora, com fama de santidade, no dia 2 de setembro de 1282, no seu convento em Skanninge. Seu culto se espalhou depressa entre as populações vizinhas e difundiu-se entre os devotos. O papa Alexandre VI confirmou o culto à bem-aventurada Ingrid e o dia de sua morte para a sua celebração. Texto: Paulinas Internet Leia também: .: Santo do Dia – 01 de Setembro – Santo Egídio .: Santo do Dia – 03 de Setembro – São Gregório Magno #SantodoDia
- Bem-aventurada Ingrid – 2 de setembro
SANTO DO DIA – 02 DE SETEMBRO – BEM-AVENTURADA INGRID Viúva e religiosa (século XIII) Ingrid nasceu perto da metade do século XIII, na nobre família Elovsdotter, na Suécia. Cristãos fervorosos, os pais deram a ela e aos outros filhos uma educação digna dos fidalgos e no rigoroso seguimento de Cristo. A menina, desde os primeiros anos de vida, mostrou-se muito virtuosa, amável, caridosa e pia, surpreendendo a todos com seu cândido ideal religioso. No início da adolescência, como era costume da época, teve de contrair um riquíssimo casamento. Mesmo contrariando sua vocação, ela aceitou tudo com humilde resignação, mas não deixou que o mundo de luxo, futilidades e poder contaminassem sua alma, apesar de ter de conviver nele. Continuou, serenamente, a cuidar das obras de caridade que fundara para os pobres e doentes abandonados, aos quais atendia pessoalmente. Possuindo dons especiais de profecia e cura, gozava, entre a população, da fama de santidade. Ingrid enviuvou pouco tempo depois. Assim, decidiu fazer uma longa peregrinação para a Terra Santa, acompanhada por sua irmã mais velha e algumas damas da corte. Ali seu amor ao Senhor Jesus aumentou ainda mais, alimentando o seu desejo de consagrar-se à vida religiosa. Da Palestina, viajou para Roma, onde visitou os túmulos dos apóstolos e dos primeiros mártires e, de lá, foi para Santiago de Compostela, na Espanha, rezar junto às relíquias do apóstolo Tiago. Só então Ingrid retornou para a Suécia. Logo depois, em 1281, seguindo seu confessor e orientador espiritual, o padre dominicano Pedro de Dacia, e com a autorização do bispo e do rei, ela fez seus votos perpétuos e fundou um mosteiro, sob as Regras de são Domingos, em Skanninge, Suécia. Nele, junto com um grande número de jovens da corte, dedicou-se totalmente às orações contemplativas e à vida de rigorosa austeridade. Morreu como priora, com fama de santidade, no dia 2 de setembro de 1282, no seu convento em Skanninge. Seu culto se espalhou depressa entre as populações vizinhas e difundiu-se entre os devotos. O papa Alexandre VI confirmou o culto à bem-aventurada Ingrid e o dia de sua morte para a sua celebração. Texto: Paulinas Internet Leia também: .: Santo do Dia – 01 de Setembro – Santo Egídio .: Santo do Dia – 03 de Setembro – São Gregório Magno #SantodoDia
- Décimo sexto dia da Quaresma de São Miguel
Reze os 40 dias conosco! Como sugestão, além do roteiro que disponibilizamos abaixo, convidamos a todos para rezar o Rosário com o Frei Gilson ou Instituto Hesed , todos os dias às 4h da manhã ou no horário que tiver possibilidade: Aqueles que preferirem podem rezar a versão resumida: É costume que a Quaresma de São Miguel seja rezada diariamente, entre 15 de agosto e 29 de setembro , quando se celebra a festa deste Santo Arcanjo. Mas ela também pode ser feita em qualquer outra época do ano, por um período de 40 dias. Esta devoção deve-se a São Francisco de Assis, que sempre fazia orações especiais a São Miguel, quarenta dias antes da festa do Arcanjo (29 de Setembro). Foi difundida através dos seus discípulos, que o imitavam nessa devoção e recebiam graças. E, até hoje, temos esse belíssimo costume de consagrar as nossas vidas a São Miguel. Leia também Conheça a origem da Quaresma de São Miguel Arcanjo Por se tratar de uma devoção privada , os fiéis que a praticam são livres para adotar as orações de sua preferência. As preces a seguir são mais uma sugestão de roteiro do que um rito fixo e imóvel, e costumam ser rezadas em frente a uma escultura ou estampa de São Miguel, e com uma vela benta acesa em sua honra. Também é hábito que se una a essas orações a prática de alguma penitência especial ao longo de toda a quarentena. Aos que praticam essa devoção em família, talvez valha a pena baixar este arquivo em formato pdf , com as orações em latim e português, e fazer uma impressão dele para esses dias. No final do artigo é possível baixar outros arquivos que ajudarão a viver bem a Quaresma de São Miguel. Baixe o roteiro de oração em formato pdf Aos que desejarem conhecer mais e melhor essa prática, sua origem e seu significado espiritual, recomendamos que assistam aos seguintes programas “Ao vivo com Pe. Paulo”, sobre esse tema: O que é necessário? Antes de tudo, termos os devidos cuidados para não cairmos em superstição. A superstição é o desvio do sentimento religioso e das práticas que ele impõe. Então, o nosso coração deve estar reconciliado com Deus e cheio de bons propósitos, para isso faça um breve exame de consciência. Após esta breve análise da sua vida, faça um altar com uma imagem de São Miguel (pode ser estátua ou de papel), colocando velas ou lamparinas bentas, e flores para enfeitar. Durante a Quaresma, faça penitências, jejuns e abstinências e uma boa confissão. Leia também Sugestões de penitências e mortificações na quaresma Durante todos os dias da quaresma de São Miguel, faça o Sinal da Cruz, se possível acenda uma vela, diga a sua intenção particular – por si ou por alguém – e reze as orações abaixo, e no dia 29 de Setembro procure participar da Festa de São Miguel com a Santa Missa. 1. Sinal da cruz . — Pelo sinal da Santa Cruz, livrai-nos Deus, Nosso Senhor, dos nossos inimigos. Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém. 2. Pequeno exorcismo de Leão XIII . — São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate. Cobri-nos com o vosso escudo contra os embustes e ciladas do demônio. Subjugue-o Deus, instantemente o pedimos; e vós, príncipe da milícia celeste, pelo divino poder, precipitai no inferno Satanás e os outros espíritos malignos que andam pelo mundo para perder as almas. Amém. 3. Ladainha de São Miguel Arcanjo ( versão latina aqui ): Senhor, tende piedade de nós . Jesus Cristo, tende piedade de nós . Senhor, tende piedade de nós . Cristo, ouvi-nos . Cristo, atendei-nos . Pai celeste, que sois Deus, tende piedade de nós . Filho redentor do mundo, que sois Deus, tende piedade de nós . Espírito Santo, que sois Deus, tende piedade de nós . Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós . Santa Maria, Rainha dos Anjos, rogai por nós . São Miguel, rogai por nós . São Miguel, cheio da graça de Deus, rogai … São Miguel, perfeito adorador do Verbo Divino, São Miguel, coroado de honra e de glória, São Miguel, poderosíssimo príncipe dos exércitos do Senhor, São Miguel, porta-estandarte da Santíssima Trindade, São Miguel, guardião do Paraíso, São Miguel, guia e consolador do povo israelita, São Miguel, esplendor e fortaleza da Igreja militante, São Miguel, honra e alegria da Igreja triunfante, São Miguel, luz dos anjos, São Miguel, baluarte dos cristãos, São Miguel, força daqueles que combatem pelo estandarte da cruz, São Miguel, luz e confiança das almas no último momento da vida, São Miguel, socorro muito certo, São Miguel, nosso auxílio em todas as adversidades, São Miguel, arauto da sentença eterna, São Miguel, consolador das almas que estão no Purgatório, São Miguel, a quem o Senhor incumbiu de receber as almas depois da morte, São Miguel, nosso príncipe, São Miguel, nosso advogado, rogai por nós . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos, Senhor . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos, Senhor . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós . Rogai por nós, ó glorioso São Miguel, príncipe da Igreja de Cristo, para que sejamos dignos de suas promessas . Oremos : Senhor Jesus, santificai-nos por uma bênção sempre nova e concedei-nos, pela intercessão de São Miguel, essa sabedoria que nos ensina a ajuntar riquezas do céu e a trocar os bens do tempo presente pelos da eternidade. Vós que viveis e reinais em todos os séculos dos séculos. Amém. 4. Consagração a São Miguel Arcanjo . — Ó Príncipe nobilíssimo dos Anjos, valoroso guerreiro do Altíssimo, zeloso defensor da glória do Senhor, terror dos espíritos rebeldes, amor e delícia de todos os Anjos justos, meu diletíssimo Arcanjo São Miguel, desejando eu fazer parte do número dos vossos devotos e servos, a vós hoje me consagro, me dou e me ofereço e ponho-me a mim próprio, a minha família e tudo o que me pertence, debaixo da vossa poderosíssima proteção. É pequena a oferta do meu serviço, sendo como sou um miserável pecador, mas vós engrandecereis o afeto do meu coração; recordai-vos que de hoje em diante estou debaixo do vosso sustento e deveis assistir-me em toda a minha vida e obter-me o perdão dos meus muitos e graves pecados, a graça de amar a Deus de todo coração, ao meu querido Salvador Jesus Cristo e a minha Mãe Maria Santíssima. Obtende-me aqueles auxílios que me são necessários para obter a coroa da eterna glória. Defendei-me dos inimigos da alma, especialmente na hora da morte. Vinde, ó príncipe gloriosíssimo, assistir-me na última luta e com a vossa arma poderosa lançai para longe, precipitando nos abismos do inferno, aquele anjo quebrador de promessas e soberbo que um dia prostrastes no combate no Céu. São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate para que não pereçamos no supremo juízo. 5. Oração final . — Levanta-se Deus, pela intercessão da bem-aventurada Virgem Maria, São Miguel Arcanjo e todas as milícias celestes; sejam dispersos os seus inimigos e fujam de sua face todos os que o odeiam. Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém. 6. Oração “Augusta Rainha” . — Augusta Rainha dos céus, soberana mestra dos Anjos, Vós que, desde o princípio, recebestes de Deus o poder e a missão de esmagar a cabeça de Satanás, nós vo-lo pedimos humildemente, enviai vossas legiões celestes para que, sob vossas ordens, e por vosso poder, elas persigam os demônios, combatendo-os por toda a parte, reprimindo-lhes a insolência, e lançando-os no abismo. Quem é como Deus? Ó Mãe de bondade e ternura, Vós sereis sempre o nosso amor e a nossa esperança. Ó Mãe divina, enviai os Santos Anjos para nos defenderem, e repeli para longe de nós o cruel inimigo. Santos Anjos e Arcanjos, defendei-nos e guardai-nos. Amém. Notas Na liturgia atual, S. Gabriel e S. Rafael também são celebrados no dia 29 de setembro, quando se encerra essa devoção. Mas vale a pena recordar, aos amantes do rito tradicional, que no calendário antigo os três arcanjos eram festejados separadamente: Gabriel em 24 de março, véspera da Anunciação, e Rafael em 24 de outubro (ambas festas de 3.ª classe, o equivalente às nossas memórias ). São Miguel manteve o dia 29 de setembro, mas antes era honrado com uma festa de 1.ª classe (o equivalente às nossas solenidades ). Leia também Conheça a origem da Quaresma de São Miguel Arcanjo Outros arquivos para baixar : Roteiro de orações para a Quaresma de São Miguel (preto e branco) Roteiro de orações para a Quaresma de São Miguel (colorido) Calendário da Quaresma de São Miguel Capelinha de São Miguel #QuaresmadeSãoMiguel
- Décimo sexto dia da Quaresma de São Miguel
Reze os 40 dias conosco! Como sugestão, além do roteiro que disponibilizamos abaixo, convidamos a todos para rezar o Rosário com o Frei Gilson ou Instituto Hesed , todos os dias às 4h da manhã ou no horário que tiver possibilidade: Aqueles que preferirem podem rezar a versão resumida: É costume que a Quaresma de São Miguel seja rezada diariamente, entre 15 de agosto e 29 de setembro , quando se celebra a festa deste Santo Arcanjo. Mas ela também pode ser feita em qualquer outra época do ano, por um período de 40 dias. Esta devoção deve-se a São Francisco de Assis, que sempre fazia orações especiais a São Miguel, quarenta dias antes da festa do Arcanjo (29 de Setembro). Foi difundida através dos seus discípulos, que o imitavam nessa devoção e recebiam graças. E, até hoje, temos esse belíssimo costume de consagrar as nossas vidas a São Miguel. Leia também Conheça a origem da Quaresma de São Miguel Arcanjo Por se tratar de uma devoção privada , os fiéis que a praticam são livres para adotar as orações de sua preferência. As preces a seguir são mais uma sugestão de roteiro do que um rito fixo e imóvel, e costumam ser rezadas em frente a uma escultura ou estampa de São Miguel, e com uma vela benta acesa em sua honra. Também é hábito que se una a essas orações a prática de alguma penitência especial ao longo de toda a quarentena. Aos que praticam essa devoção em família, talvez valha a pena baixar este arquivo em formato pdf , com as orações em latim e português, e fazer uma impressão dele para esses dias. No final do artigo é possível baixar outros arquivos que ajudarão a viver bem a Quaresma de São Miguel. Baixe o roteiro de oração em formato pdf Aos que desejarem conhecer mais e melhor essa prática, sua origem e seu significado espiritual, recomendamos que assistam aos seguintes programas “Ao vivo com Pe. Paulo”, sobre esse tema: O que é necessário? Antes de tudo, termos os devidos cuidados para não cairmos em superstição. A superstição é o desvio do sentimento religioso e das práticas que ele impõe. Então, o nosso coração deve estar reconciliado com Deus e cheio de bons propósitos, para isso faça um breve exame de consciência. Após esta breve análise da sua vida, faça um altar com uma imagem de São Miguel (pode ser estátua ou de papel), colocando velas ou lamparinas bentas, e flores para enfeitar. Durante a Quaresma, faça penitências, jejuns e abstinências e uma boa confissão. Leia também Sugestões de penitências e mortificações na quaresma Durante todos os dias da quaresma de São Miguel, faça o Sinal da Cruz, se possível acenda uma vela, diga a sua intenção particular – por si ou por alguém – e reze as orações abaixo, e no dia 29 de Setembro procure participar da Festa de São Miguel com a Santa Missa. 1. Sinal da cruz . — Pelo sinal da Santa Cruz, livrai-nos Deus, Nosso Senhor, dos nossos inimigos. Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém. 2. Pequeno exorcismo de Leão XIII . — São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate. Cobri-nos com o vosso escudo contra os embustes e ciladas do demônio. Subjugue-o Deus, instantemente o pedimos; e vós, príncipe da milícia celeste, pelo divino poder, precipitai no inferno Satanás e os outros espíritos malignos que andam pelo mundo para perder as almas. Amém. 3. Ladainha de São Miguel Arcanjo ( versão latina aqui ): Senhor, tende piedade de nós . Jesus Cristo, tende piedade de nós . Senhor, tende piedade de nós . Cristo, ouvi-nos . Cristo, atendei-nos . Pai celeste, que sois Deus, tende piedade de nós . Filho redentor do mundo, que sois Deus, tende piedade de nós . Espírito Santo, que sois Deus, tende piedade de nós . Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós . Santa Maria, Rainha dos Anjos, rogai por nós . São Miguel, rogai por nós . São Miguel, cheio da graça de Deus, rogai … São Miguel, perfeito adorador do Verbo Divino, São Miguel, coroado de honra e de glória, São Miguel, poderosíssimo príncipe dos exércitos do Senhor, São Miguel, porta-estandarte da Santíssima Trindade, São Miguel, guardião do Paraíso, São Miguel, guia e consolador do povo israelita, São Miguel, esplendor e fortaleza da Igreja militante, São Miguel, honra e alegria da Igreja triunfante, São Miguel, luz dos anjos, São Miguel, baluarte dos cristãos, São Miguel, força daqueles que combatem pelo estandarte da cruz, São Miguel, luz e confiança das almas no último momento da vida, São Miguel, socorro muito certo, São Miguel, nosso auxílio em todas as adversidades, São Miguel, arauto da sentença eterna, São Miguel, consolador das almas que estão no Purgatório, São Miguel, a quem o Senhor incumbiu de receber as almas depois da morte, São Miguel, nosso príncipe, São Miguel, nosso advogado, rogai por nós . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos, Senhor . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos, Senhor . Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós . Rogai por nós, ó glorioso São Miguel, príncipe da Igreja de Cristo, para que sejamos dignos de suas promessas . Oremos : Senhor Jesus, santificai-nos por uma bênção sempre nova e concedei-nos, pela intercessão de São Miguel, essa sabedoria que nos ensina a ajuntar riquezas do céu e a trocar os bens do tempo presente pelos da eternidade. Vós que viveis e reinais em todos os séculos dos séculos. Amém. 4. Consagração a São Miguel Arcanjo . — Ó Príncipe nobilíssimo dos Anjos, valoroso guerreiro do Altíssimo, zeloso defensor da glória do Senhor, terror dos espíritos rebeldes, amor e delícia de todos os Anjos justos, meu diletíssimo Arcanjo São Miguel, desejando eu fazer parte do número dos vossos devotos e servos, a vós hoje me consagro, me dou e me ofereço e ponho-me a mim próprio, a minha família e tudo o que me pertence, debaixo da vossa poderosíssima proteção. É pequena a oferta do meu serviço, sendo como sou um miserável pecador, mas vós engrandecereis o afeto do meu coração; recordai-vos que de hoje em diante estou debaixo do vosso sustento e deveis assistir-me em toda a minha vida e obter-me o perdão dos meus muitos e graves pecados, a graça de amar a Deus de todo coração, ao meu querido Salvador Jesus Cristo e a minha Mãe Maria Santíssima. Obtende-me aqueles auxílios que me são necessários para obter a coroa da eterna glória. Defendei-me dos inimigos da alma, especialmente na hora da morte. Vinde, ó príncipe gloriosíssimo, assistir-me na última luta e com a vossa arma poderosa lançai para longe, precipitando nos abismos do inferno, aquele anjo quebrador de promessas e soberbo que um dia prostrastes no combate no Céu. São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate para que não pereçamos no supremo juízo. 5. Oração final . — Levanta-se Deus, pela intercessão da bem-aventurada Virgem Maria, São Miguel Arcanjo e todas as milícias celestes; sejam dispersos os seus inimigos e fujam de sua face todos os que o odeiam. Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém. 6. Oração “Augusta Rainha” . — Augusta Rainha dos céus, soberana mestra dos Anjos, Vós que, desde o princípio, recebestes de Deus o poder e a missão de esmagar a cabeça de Satanás, nós vo-lo pedimos humildemente, enviai vossas legiões celestes para que, sob vossas ordens, e por vosso poder, elas persigam os demônios, combatendo-os por toda a parte, reprimindo-lhes a insolência, e lançando-os no abismo. Quem é como Deus? Ó Mãe de bondade e ternura, Vós sereis sempre o nosso amor e a nossa esperança. Ó Mãe divina, enviai os Santos Anjos para nos defenderem, e repeli para longe de nós o cruel inimigo. Santos Anjos e Arcanjos, defendei-nos e guardai-nos. Amém. Notas Na liturgia atual, S. Gabriel e S. Rafael também são celebrados no dia 29 de setembro, quando se encerra essa devoção. Mas vale a pena recordar, aos amantes do rito tradicional, que no calendário antigo os três arcanjos eram festejados separadamente: Gabriel em 24 de março, véspera da Anunciação, e Rafael em 24 de outubro (ambas festas de 3.ª classe, o equivalente às nossas memórias ). São Miguel manteve o dia 29 de setembro, mas antes era honrado com uma festa de 1.ª classe (o equivalente às nossas solenidades ). Leia também Conheça a origem da Quaresma de São Miguel Arcanjo Outros arquivos para baixar : Roteiro de orações para a Quaresma de São Miguel (preto e branco) Roteiro de orações para a Quaresma de São Miguel (colorido) Calendário da Quaresma de São Miguel Capelinha de São Miguel #QuaresmadeSãoMiguel
- Santo Egídio, Abade – 01 de Setembro
SANTO DO DIA – 01 DE SETEMBRO – SANTO EGÍDIO Abade (século VIII) São poucos os dados que existem sobre a vida de Egídio. Mas, com certeza, sabemos que ele era grego e pertencia a uma rica família da nobreza de Atenas. Depois da morte de seus pais, decidiu ser um ermitão, para viver na pobreza e totalmente dedicado a Deus. Para isso, distribuiu todos os bens que herdou entre os pobres e doentes e viveu isolado na oração e penitência, sendo agraciado pelo Espírito Santo com os dons especiais da cura, da sabedoria e dos milagres. Um dos primeiros milagres a ele atribuídos diz que, certo dia, encontrou na porta de uma igreja um mendigo muito doente e esfarrapado. Penalizado com a situação do pobre, Egídio cobriu-o com seu velho manto e, naquele instante, um prodígio aconteceu: o homem, que até então agonizava, levantou-se completamente curado. Curas como essa se repetiram e multiplicaram-se de tal forma que ele ganhou fama de santidade. Os devotos passaram a procurá-lo com frequência, então Egídio decidiu partir. Em 683, viajou para a França. Conta a tradição que ele salvou o navio repleto de passageiros, no qual viajava também. Uma enorme tempestade teria desabado sobre a embarcação. Todos já tinham perdido as esperanças quando Egídio, em prece, ergueu as mãos aos céus. As ondas ameaçadoras acalmaram-se, na mesma hora, e todos desembarcaram com segurança. Na França, viveu numa caverna de uma floresta próxima de Nimes, cuja entrada era escondida por um arbusto espinhoso. Na mais completa pobreza, alimentava-se apenas de ervas, de raízes e do leite de uma corsa, que, segundo a tradição, foi-lhe enviada por Deus. Certa vez, o rei Vamba, dos visigodos, foi caçar nas proximidades da caverna de Egídio e, em vez de flechar uma corsa que se escondera atrás de um arbusto, flechou a mão do pobre ermitão, que tentava proteger o animal acuado. Foi descoberta, assim, a residência do eremita. O rei, para desculpar-se, passou a visitá-lo com seus médicos até sua cura completa. Depois disso, o rei continuou a visitá-lo com frequência, presenciando vários prodígios que divulgava na Corte. Assim, a fama de santidade de Egídio ganhou vulto e ele passou a ter vários discípulos. O rei, então, mandou construir um mosteiro e uma igreja, que doou para ele, que foi eleito abade. O mosteiro passou a ter uma disciplina própria escrita por Egídio. Mais tarde, ao seu redor, surgiu o povoado que deu origem à cidade de Santo Egídio e o mosteiro foi entregue aos beneditinos. A morte de Egídio ocorreu, provavelmente, no dia 1º de setembro de 720. Logo após, os devotos fizeram da sua sepultura um ponto obrigatório de peregrinação. O seu culto tornou-se vigoroso e estendeu-se por todo o mundo cristão. Santo Egídio teve sua festa confirmada pela Igreja, que o colocou na lista dos 14 ‘santos auxiliadores’ do povo, sendo invocado contra a convulsão da febre, contra o medo e contra a loucura. Texto: Paulinas Internet Leia também: .: Nossa Senhora das Lágrimas | 31 de Agosto .: Santo do Dia – 31 de Agosto – São Raimundo Nonato .: Santo do Dia – 02 de Setembro – Bem-aventurada Ingrid #SantodoDia
- Santo Egídio, Abade – 01 de Setembro
SANTO DO DIA – 01 DE SETEMBRO – SANTO EGÍDIO Abade (século VIII) São poucos os dados que existem sobre a vida de Egídio. Mas, com certeza, sabemos que ele era grego e pertencia a uma rica família da nobreza de Atenas. Depois da morte de seus pais, decidiu ser um ermitão, para viver na pobreza e totalmente dedicado a Deus. Para isso, distribuiu todos os bens que herdou entre os pobres e doentes e viveu isolado na oração e penitência, sendo agraciado pelo Espírito Santo com os dons especiais da cura, da sabedoria e dos milagres. Um dos primeiros milagres a ele atribuídos diz que, certo dia, encontrou na porta de uma igreja um mendigo muito doente e esfarrapado. Penalizado com a situação do pobre, Egídio cobriu-o com seu velho manto e, naquele instante, um prodígio aconteceu: o homem, que até então agonizava, levantou-se completamente curado. Curas como essa se repetiram e multiplicaram-se de tal forma que ele ganhou fama de santidade. Os devotos passaram a procurá-lo com frequência, então Egídio decidiu partir. Em 683, viajou para a França. Conta a tradição que ele salvou o navio repleto de passageiros, no qual viajava também. Uma enorme tempestade teria desabado sobre a embarcação. Todos já tinham perdido as esperanças quando Egídio, em prece, ergueu as mãos aos céus. As ondas ameaçadoras acalmaram-se, na mesma hora, e todos desembarcaram com segurança. Na França, viveu numa caverna de uma floresta próxima de Nimes, cuja entrada era escondida por um arbusto espinhoso. Na mais completa pobreza, alimentava-se apenas de ervas, de raízes e do leite de uma corsa, que, segundo a tradição, foi-lhe enviada por Deus. Certa vez, o rei Vamba, dos visigodos, foi caçar nas proximidades da caverna de Egídio e, em vez de flechar uma corsa que se escondera atrás de um arbusto, flechou a mão do pobre ermitão, que tentava proteger o animal acuado. Foi descoberta, assim, a residência do eremita. O rei, para desculpar-se, passou a visitá-lo com seus médicos até sua cura completa. Depois disso, o rei continuou a visitá-lo com frequência, presenciando vários prodígios que divulgava na Corte. Assim, a fama de santidade de Egídio ganhou vulto e ele passou a ter vários discípulos. O rei, então, mandou construir um mosteiro e uma igreja, que doou para ele, que foi eleito abade. O mosteiro passou a ter uma disciplina própria escrita por Egídio. Mais tarde, ao seu redor, surgiu o povoado que deu origem à cidade de Santo Egídio e o mosteiro foi entregue aos beneditinos. A morte de Egídio ocorreu, provavelmente, no dia 1º de setembro de 720. Logo após, os devotos fizeram da sua sepultura um ponto obrigatório de peregrinação. O seu culto tornou-se vigoroso e estendeu-se por todo o mundo cristão. Santo Egídio teve sua festa confirmada pela Igreja, que o colocou na lista dos 14 ‘santos auxiliadores’ do povo, sendo invocado contra a convulsão da febre, contra o medo e contra a loucura. Texto: Paulinas Internet Leia também: .: Nossa Senhora das Lágrimas | 31 de Agosto .: Santo do Dia – 31 de Agosto – São Raimundo Nonato .: Santo do Dia – 02 de Setembro – Bem-aventurada Ingrid #SantodoDia
- Homilia Diária | A lâmpada da oração e a visita de Deus
Sexta-feira da 21.ª Semana do Tempo Comum A parábola das dez virgens contém uma preciosa lição para a nossa vida espiritual. Deus, esposo das almas, quer vir ao nosso encontro; mas precisamos estar cuidadosamente preparados para a sua vinda. Essa preparação consiste em ter todos os dias um momento de oração íntima e pessoal, de oração sincera e humilde, na qual expressemos a Ele que, sem o auxílio da graça, jamais conseguiremos crer, nem amar, nem servi-lo como convém. Ouça a homilia do Padre Paulo Ricardo para esta sexta-feira, dia 1.º de setembro, e peçamos ao Senhor que nos conceda o dom de um coração que o agrade e nos faça crescer, constantes, na perfeição cristã. Santo do Dia: Santo Egídio, Abade #HomiliaDiária
- Homilia Diária | A lâmpada da oração e a visita de Deus
Sexta-feira da 21.ª Semana do Tempo Comum A parábola das dez virgens contém uma preciosa lição para a nossa vida espiritual. Deus, esposo das almas, quer vir ao nosso encontro; mas precisamos estar cuidadosamente preparados para a sua vinda. Essa preparação consiste em ter todos os dias um momento de oração íntima e pessoal, de oração sincera e humilde, na qual expressemos a Ele que, sem o auxílio da graça, jamais conseguiremos crer, nem amar, nem servi-lo como convém. Ouça a homilia do Padre Paulo Ricardo para esta sexta-feira, dia 1.º de setembro, e peçamos ao Senhor que nos conceda o dom de um coração que o agrade e nos faça crescer, constantes, na perfeição cristã. Santo do Dia: Santo Egídio, Abade #HomiliaDiária
- Terceira temporada de The Chosen estreia hoje nos cinemas no Brasil
O primeiro e o segundo episódios da terceira temporada de The Chosen, série americana sobre o ministério de Jesus, serão exibidos nos cinemas do Brasil. A estreia é hoje (31) e a exibição será até o dia 6 de setembro. Por ACI Digital A série The Chosen tem feito sucesso nos últimos anos, sendo vista por mais de 110 milhões de pessoas ao redor do mundo. Conta sobre o ministério de Jesus e seus apóstolos de forma que mostre os desafios vividos pelos personagens bíblicos, além do cotidiano da sociedade galileia naquele tempo. A pré-estreia da terceira temporada aconteceu em 24 de agosto no Shopping Iguatemi, em São Paulo (SP), com a presença do criador, roteirista e diretor, Dallas Jenkins, e de sua mulher Amanda Jenkins. Dallas Jenkins contou em entrevista à ACI Digital como é o trabalho de produção do roteiro da série. “Tenho dois colegas na equipe de roteiro, [Tyler] Thompson e [Ryan] Swanson. Nós três escrevemos os roteiros juntos e, além de ler as Escrituras, trabalhamos para identificar o contexto histórico e o comportamento humano da época, além da imaginação artística, para fazer a série forma mais plausível possível, de modo que não contradiga o que está nos Evangelhos”. Amanda Jenkins é produtora de conteúdo extra de The Chosen e prepara devocionais de leitura bíblica que seguem a ordem em que as passagens bíblicas estão sendo exibidas na série. O primeiro e o segundo episódios da terceira temporada de The Chosen serão exibidos pela rede Cinemark de cinemas em Camaçari (BA), Itabuna (BA), Juazeiro (BA), Salvador (BA), Vila Velha (ES), Vitória (ES), Goiânia (GO), Cuiabá (MT), Campo Grande (MS), Belo Horizonte (MG), Betim (MG), Uberlândia (MG), Varginha (MG), Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR), Londrina (PR), São José dos Pinhais (PR), Recife (PE), Natal (RN), Canoas (RS), Porto Alegre (RS), Niterói (RJ), Rio de Janeiro (RJ), São Gonçalo (RJ), Florianópolis (SC), Barueri (SP), Bragança Paulista (SP), Campinas (SP), Cotia (SP), Guarulhos (SP), Mogi das Cruzes (SP), Ribeirão Preto (SP), Santo André (SP), São Bernardo do Campo (SP), São Caetano do Sul (SP), São José dos Campos (SP), Santos (SP), Jacareí (SP), Osasco (SP), São Paulo (SP), Taubaté (SP), Aracaju (SE), Palmas (TO) e Brasília (DF) e Taguatinga (DF). A primeira temporada de The Chosen está disponível nas plataformas de streaming Netflix, Amazon Prime, Apple TV+ e Globoplay. O app The Chosen disponibilizou todas as temporadas em seu catálogo. O Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) anunciou no sábado (26) que começará a transmitir a série em breve em sua programação. Os ingressos para assistir The Chosen nos cinemas estão disponíveis em OsEscolhidos.tv/Cinemas. #Filmes #FilmesCatólicos
- Terceira temporada de The Chosen estreia hoje nos cinemas no Brasil
O primeiro e o segundo episódios da terceira temporada de The Chosen, série americana sobre o ministério de Jesus, serão exibidos nos cinemas do Brasil. A estreia é hoje (31) e a exibição será até o dia 6 de setembro. Por ACI Digital A série The Chosen tem feito sucesso nos últimos anos, sendo vista por mais de 110 milhões de pessoas ao redor do mundo. Conta sobre o ministério de Jesus e seus apóstolos de forma que mostre os desafios vividos pelos personagens bíblicos, além do cotidiano da sociedade galileia naquele tempo. A pré-estreia da terceira temporada aconteceu em 24 de agosto no Shopping Iguatemi, em São Paulo (SP), com a presença do criador, roteirista e diretor, Dallas Jenkins, e de sua mulher Amanda Jenkins. Dallas Jenkins contou em entrevista à ACI Digital como é o trabalho de produção do roteiro da série. “Tenho dois colegas na equipe de roteiro, [Tyler] Thompson e [Ryan] Swanson. Nós três escrevemos os roteiros juntos e, além de ler as Escrituras, trabalhamos para identificar o contexto histórico e o comportamento humano da época, além da imaginação artística, para fazer a série forma mais plausível possível, de modo que não contradiga o que está nos Evangelhos”. Amanda Jenkins é produtora de conteúdo extra de The Chosen e prepara devocionais de leitura bíblica que seguem a ordem em que as passagens bíblicas estão sendo exibidas na série. O primeiro e o segundo episódios da terceira temporada de The Chosen serão exibidos pela rede Cinemark de cinemas em Camaçari (BA), Itabuna (BA), Juazeiro (BA), Salvador (BA), Vila Velha (ES), Vitória (ES), Goiânia (GO), Cuiabá (MT), Campo Grande (MS), Belo Horizonte (MG), Betim (MG), Uberlândia (MG), Varginha (MG), Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR), Londrina (PR), São José dos Pinhais (PR), Recife (PE), Natal (RN), Canoas (RS), Porto Alegre (RS), Niterói (RJ), Rio de Janeiro (RJ), São Gonçalo (RJ), Florianópolis (SC), Barueri (SP), Bragança Paulista (SP), Campinas (SP), Cotia (SP), Guarulhos (SP), Mogi das Cruzes (SP), Ribeirão Preto (SP), Santo André (SP), São Bernardo do Campo (SP), São Caetano do Sul (SP), São José dos Campos (SP), Santos (SP), Jacareí (SP), Osasco (SP), São Paulo (SP), Taubaté (SP), Aracaju (SE), Palmas (TO) e Brasília (DF) e Taguatinga (DF). A primeira temporada de The Chosen está disponível nas plataformas de streaming Netflix, Amazon Prime, Apple TV+ e Globoplay. O app The Chosen disponibilizou todas as temporadas em seu catálogo. O Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) anunciou no sábado (26) que começará a transmitir a série em breve em sua programação. Os ingressos para assistir The Chosen nos cinemas estão disponíveis em OsEscolhidos.tv/Cinemas. #Filmes #FilmesCatólicos
- Homilia Diária | Eles nos dão o pão descido do céu
Quinta-feira da 21.ª Semana do Tempo Comum Enquanto não vem, o Senhor deixou confiada a administração de sua casa — a Igreja — aos sacerdotes encarregados de distribuir aos demais fiéis, pela pregação da Palavra e a celebração da Eucaristia, o alimento espiritual de que cada um deles precisa na peregrinação deste mundo rumo à pátria definitiva. Ouça a homilia do Padre Paulo Ricardo para esta quinta-feira, dia 31 de agosto, e supliquemos a Deus que santifique todos os sacerdotes, para que se tornem dignos ministros dos seus mistérios e fiéis administradores da sua vinha. Santo do Dia: São Raimundo Nonato, padroeiro das gestantes e parturientes Leia também: Hoje celebramos Nossa Senhora das Lágrimas, que chora e intercede pelo mundo Evangelho (Mt 24,42-51) — Aleluia, Aleluia, Aleluia. — Vigiai, diz Jesus, vigiai, pois, no dia em que não esperais, o vosso Senhor há de vir. (Mt 24,42a.44) — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus. — Glória a vós, Senhor. Naquele tempo disse Jesus aos seus discípulos: 42 ”Ficai atentos, porque não sabeis em que dia virá o Senhor! 43 Compreendei bem isso: se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, certamente vigiaria e não deixaria que a sua casa fosse arrombada. 44 Por isso, também vós ficai preparados! Porque na hora em que menos pensais, o Filho do Homem virá. 45 Qual é o empregado fiel e prudente, que o senhor colocou como responsável pelos demais empregados, para lhes dar alimento na hora certa? 46 Feliz o empregado, cujo senhor encontrar agindo assim, quando voltar. 47 Em verdade vos digo, ele lhe confiará a administração de todos os seus bens. 48 Mas, se o empregado mau pensar: ‘Meu Senhor está demorando’, 49 e começar a bater nos companheiros, a comer e a beber com os bêbados; 50 então o senhor desse empregado virá no dia em que ele não espera, e na hora que ele não sabe. 51 Ele o partirá ao meio e lhe imporá a sorte dos hipócritas. Ali haverá choro e ranger de dentes”. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor. #HomiliaDiária
- Homilia Diária | Eles nos dão o pão descido do céu
Quinta-feira da 21.ª Semana do Tempo Comum Enquanto não vem, o Senhor deixou confiada a administração de sua casa — a Igreja — aos sacerdotes encarregados de distribuir aos demais fiéis, pela pregação da Palavra e a celebração da Eucaristia, o alimento espiritual de que cada um deles precisa na peregrinação deste mundo rumo à pátria definitiva. Ouça a homilia do Padre Paulo Ricardo para esta quinta-feira, dia 31 de agosto, e supliquemos a Deus que santifique todos os sacerdotes, para que se tornem dignos ministros dos seus mistérios e fiéis administradores da sua vinha. Santo do Dia: São Raimundo Nonato, padroeiro das gestantes e parturientes Leia também: Hoje celebramos Nossa Senhora das Lágrimas, que chora e intercede pelo mundo Evangelho (Mt 24,42-51) — Aleluia, Aleluia, Aleluia. — Vigiai, diz Jesus, vigiai, pois, no dia em que não esperais, o vosso Senhor há de vir. (Mt 24,42a.44) — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus. — Glória a vós, Senhor. Naquele tempo disse Jesus aos seus discípulos: 42 ”Ficai atentos, porque não sabeis em que dia virá o Senhor! 43 Compreendei bem isso: se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, certamente vigiaria e não deixaria que a sua casa fosse arrombada. 44 Por isso, também vós ficai preparados! Porque na hora em que menos pensais, o Filho do Homem virá. 45 Qual é o empregado fiel e prudente, que o senhor colocou como responsável pelos demais empregados, para lhes dar alimento na hora certa? 46 Feliz o empregado, cujo senhor encontrar agindo assim, quando voltar. 47 Em verdade vos digo, ele lhe confiará a administração de todos os seus bens. 48 Mas, se o empregado mau pensar: ‘Meu Senhor está demorando’, 49 e começar a bater nos companheiros, a comer e a beber com os bêbados; 50 então o senhor desse empregado virá no dia em que ele não espera, e na hora que ele não sabe. 51 Ele o partirá ao meio e lhe imporá a sorte dos hipócritas. Ali haverá choro e ranger de dentes”. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor. #HomiliaDiária


















































