top of page

Buscar neste site

12408 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Sete chaves para ler e conhecer a Bíblia

    Primeiro passo para conhecer a Bíblia é ler a própria Bíblia. Você tem Sete Chaves que abrem o seu coração para ler a Bíblia de forma libertadora, agradável e correta. Estas chaves são fáceis de se encontrar, pois elas estão simbolizadas em seu próprio corpo. Com as “Sete Chaves” você encontra a Palavra de Deus que está na Bíblia e na vida e entenderá melhor o sentido escondido atrás das palavras. Veja só: Pés: Bem plantados na realidade. Para ler bem a Bíblia é preciso ler bem a vida, conhecer a realidade pessoal, familiar e comunitária do país e do mundo. É preciso conhecer também a realidade na qual viveu o Povo da Bíblia. A Bíblia não caiu do céu prontinha. Ela nasceu das lutas, das alegrias, da esperança e da fé de um povo (Ex 3,7). Olhos: Bem abertos. Um olho deve estar sobre o texto da Bíblia e o outro sobre o texto da vida. O que fala o texto da Bíblia? O que fala o texto da vida? A Palavra de Deus está na Bíblia e está na vida. Precisamos ter olhos para enxergá-la. Ouvidos: Atentos, em alerta. Um ouvido deve escutar o chamado de Deus e o outro escutar o seu irmão. Coração: Livre para amar. Ler a Bíblia com sentimento, com a emoção que o texto provoca. Só quem ama a Deus e ao próximo pode entender o que Deus fala na Bíblia e na vida. Coração pronto para viver em conversão. Boca: Para anunciar e denunciar. Aquilo que os olhos viram, os ouvidos ouviram e o coração sentiu a palavra de Deus e a vida. Cabeça: Para pensar. Usar a inteligência para meditar, estudar e buscar respostas para nossas dúvidas. Ler a Bíblia e ler também outros livros que nos expliquem a Bíblia. Joelhos: Dobrados em oração. Só com muita fé e oração dá para entender a Bíblia e a vida. Pedir o dom da sabedoria ao Espíri to Santo para entender a Bíblia. Regras de ouro para ler a Bíblia Leia-a todos os dias. Quando tiver vontade e quando não tiver também. É como um remédio, com ou sem vontade tomamos porque é necessário. Tenha uma hora marcada para a leitura. Descobrir o melhor período do dia para você e fazer dele a sua hora com Deus. Marque a duração da leitura. O ideal é que seja de 30 a 40 minutos, no mínimo, por dia. Escolha um bom lugar. É bom que se leia no mesmo lugar todos os dias. Deve ser um lugar tranqüilo, silencioso que facilite a concentração e favoreça a criação de um clima de oração. Se, num determinado dia, não se puder fazer o trabalho na hora marcada e no lugar escolhido, não faz mal. Em qualquer lugar e em qualquer hora devemos ler. O importante é que se leia todos os dias. Leia com lápis ou caneta na mão. Sublinhe na sua Bíblia e anote no seu caderno as passagens mais importantes, tudo o que chamar a sua atenção, as coisas que Deus falou ao seu coração de modo especial. Isto facilita encontrar as passagens qua ndo precisar delas. Faça tudo em espírito de oração. Quando se lê a Bíblia faz-se um diálogo com Deus; você escuta, você se sensibiliza, você chora. É um encontro entre duas pessoas que se amam. “Quando oramos falamos a Deus. Quando lemos as Sagradas Escrituras é Deus quem nos fala.” Autor: Jaime Francisco de Moura Fonte: www.veritatis.com.br #conhecer #coração #realidade #vontade #leitura #Deus #agradável #Chaves #correta #escutar #alerta #Bíblia #povo #Palavra

  • Fala a religiosa que afirma ter sido curada de Parkinson por intercessão de João Paulo II

    O caso está sendo estudado pela Postulação da Causa de Beatificação CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 15 de maio de 2006 (ZENIT.org).- O testemunho da cura inexplicável que poderá facilitar a canonização de João Paulo II acaba de ser publicado no boletim «Totus Tuus», publicação de postulação da causa de beatificação do Papa anterior. O documento foi escrito por uma religiosa francesa da qual não se fez pública a identidade, que assegura ter sido curada, pela intercessão do Papa Karol Wojtyla, de Parkinson, doença que sofreu o bispo de Roma. «Parece que voltei a nascer ? confessa a religiosa ?. Hoje posso dizer que o amigo que deixou nossa terra está agora muito perto do meu coração. O que o Senhor me concedeu viver por intercessão de João Paulo II é um grande mistério, difícil de explicar com palavras… mas nada é impossível para Deus». O caso da religiosa francesa está sendo objeto de estudo por parte do postulador da causa de beatificação de João Paulo II. «A doença foi diagnosticada em 2001 ? relata a religiosa ? e os sintomas se agravavam progressivamente: acentuação das tremedeiras, rigidez, dores, insônia… Uma piora constante». Depois, outro «golpe» foi a sensação de um grande vazio pela morte de João Paulo II. «Eu tinha perdido o amigo que me compreendia e me dava a força para seguir adiante. Mas tinha também a certeza de sua presença viva», recorda. Pouco tempo depois, produziu-se o acontecimento prodigioso. No dia 13 de maio de 2005, a religiosa francesa escutou o anúncio de Bento XVI da dispensa especial para o início da causa de beatificação e canonização de Karol Wojtyla. A partir do dia seguinte, ativou-se uma corrente de oração de todas as comunidades francesas e africanas da congregação pedindo sua cura. Em um determinado momento, em que a religiosa refletia sobre a passagem: «Se crês, verás a glória de Deus», do evangelho de João, teve que lutar inclusive para manter-se em pé. Escreveu o nome de João Paulo II com dificuldade. Passadas umas horas, continua o relato, voltou a escrever, porém com mais facilidade. Passados dois meses da morte do Papa Wojtyla, no meio da noite, a religiosa se levantou e percebeu que não tinha nenhuma dor, nem rigidez. Sentiu um impulso irresistível de ir rezar diante o Santíssimo Sacramento e realizou uma longa adoração com uma profunda paz. Meditou sobre os mistérios do Rosário da luz, introduzidos pelo pontífice anterior. Experimentou uma agilidade de movimentos que não tinha há quatro anos. No dia da festa do Sagrado Coração, «ao sair da santa missa, eu tive a certeza de que estava curada ? escreve a religiosa francesa ?. Minha mão já não tremia. O neurologista se surpreendeu ao constatar o desaparecimento dos sintomas. A congregação iniciou uma novena a João Paulo II. Desde então, passaram dez meses». «Totus tuus» é uma publicação mensal, promovida pela Postulação do Vicariato de Roma, nascida com o objetivo de documentar, analisar e informar sobre o processo da causa de beatificação e canonização do servo de Deus João Paulo II, que tem como postulador o sacerdote polonês dom Slawomir Oder. Pode-se solicitar uma cópia em papel através da página web, clique aqui. #coração #inexplicável #beatificação #Cura #doença #Karol #sofreu #Deus #Congregação #canonização #JoãoPauloII #intercessão #adiante #testemunho #Wojtyla #Paulo #João #adoração #morte #Parkinson

  • Violência em São Paulo: Cardeal expressa repúdio ao crime organizado que tenta fazer refém a socieda

    SÃO PAULO, 15 Mai. 06 (ACI) .- Em nota de imprensa divulgada pela Arquidiocese de São Paulo nesta segunda-feira, 15 de maio, o Cardeal Cláudio Hummes, manifestou ?total repúdio a tanta brutalidade criminosa e à tentativa do crime organizado de fazer refém a sociedade?. A onda de ataques violentos no estado brasileiro, vem sendo perpetrada sob o comando da facção criminosa PCC ( Primeiro Comando da Capital), organização que comanda o crime de dentro e fora das prisões no estado de São Paulo, em reação à transferência de líderes da organização para penitenciárias de segurança máxima. A série de ações violentas teve início na noite de sexta-feira, atingindo inicialmente delegacias, e instituições ligadas à polícia, até agora contabilizou mais de 80 mortes entre policiais, bombeiros, criminosos e civis. Nos três dias de conflitos houve mais de 180 ataques contra prédios públicos, bases comunitárias da polícia e das corporações militares e civis estaduais, ônibus e agências bancárias, de acordo com o divulgado nesta tarde pela Secretaria de Segurança Pública do Estado. Dom Cláudio mostrou-se ?profundamente preocupado e chocado com a onda de violências e assassinatos brutais realizados pelo crime organizado neste último fim de semana? e reiterou energicamente que ?é preciso que a sociedade inteira não aceite ser refém dos criminosos?. O Cardeal insistiu ao poder público que tome iniciativas para melhorar o sistema penitenciário e coibir que ele continue sendo escola de criminalidade. Na mensagem Dom Hummes termina expressando o ?enorme pesar por tantas vítimas e nossa sentida solidariedade com as famílias das vítimas e com todas as pessoas que estão sofrendo agressões. Por todos rezamos a Deus, em especial pelos que foram mortos?. #Polícia #brasileiro #brutalidade #Arquidiocese #Imprensa #Cardeal

  • Papa pede reciprocidade nas relações entre muçulmanos e cristãos

    Ante o fenômeno das migrações «desde e para os países de maioria islâmica» CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 15 de maio de 2006 (ZENIT.org).- Diante do crescente fenômeno das migrações «desde e para os países de maioria islâmica», Bento XVI insistiu esta segunda-feira na importância do princípio da reciprocidade. A reciprocidade, declarou, consiste em «uma relação fundada no respeito recíproco e, antes de tudo, de uma atitude do coração e do espírito». Segundo este princípio, os cristãos que estão chamados a acolher «com os braços abertos» imigrantes da religião islâmica esperam que também «os cristãos que migram para países de maioria islâmica encontrem acolhida e respeito de sua identidade religiosa». O pontífice enfrentou este debate de candente atualidade no discurso que dirigiu aos participantes na sessão plenária do Conselho Pontifício da Pastoral para os Migrantes e Itinerantes, que, sob a presidência do cardeal Renato Raffaele Martino, discute até esta terça-feira o tema da «Migração e mobilidade desde e para os países de maioria islâmica». Segundo reconheceu o bispo de Roma, «a mobilidade que afeta os países muçulmanos merece uma reflexão específica, não só pela importância quantitativa do fenômeno, mas sobretudo porque a islâmica é uma identidade característica, tanto desde o ponto de vista religioso como cultural». Neste contexto, sublinhou, «a Igreja Católica percebe com crescente consciência que o diálogo inter-religioso faz parte de seu compromisso ao serviço da humanidade no mundo contemporâneo». «Vivemos em tempos nos quais os cristãos estão chamados a cultivar um estilo de diálogo aberto sobre o problema religioso, sem renunciar a apresentar aos interlocutores a proposta cristã, coerentemente com nossa própria identidade». Ao explicar em que consiste o princípio da reciprocidade, o pontífice citou a instrução «Erga migrantes caritas Christi», firmada pelo Conselho Pontifício da Pastoral para os Migrantes e Itinerantes em maio de 2004. O documento define a reciprocidade «não como uma atitude meramente reivindicativa, mas como uma relação fundada no respeito mútuo e na justiça, nos tratamentos jurídico-religiosos». «A reciprocidade é também uma atitude do coração e do espírito que nos faz capazes de viver, todos juntos, em todas partes, com iguais direitos e deveres», declara esse texto no número 64. Neste contexto, o Papa recordou por uma parte aos cristãos o mandamento do amor que Cristo lhes deixou, segundo o qual «cada um dos crentes está chamado a abrir seus braços e seu coração a toda pessoa, qualquer que seja seu país de proveniência, deixando que as autoridades responsáveis pela vida pública estabeleçam a esse respeito as leis que considerem oportunas para uma sã convivência». «Os cristãos devem abrir seu coração em particular aos pequenos e aos pobres, nos que Cristo mesmo está presente de modo singular», insistiu. Agora, em virtude da reciprocidade, «é de esperar que também os cristãos que migram para os países de maioria islâmica encontrem acolhida e respeito de sua identidade religiosa». #coração #Cristo #acolhida #respeito #acolher #relação #importância #Espírito #reciprocidade #Pastoral #pontífice #princípio #Amor #diálogo #Pontifício

  • Eucaristia, eixo do encontro dos episcopados da Ásia em 2008

    HONG KONG, domingo, 14 de maio de 2006 (ZENIT.org).- A Eucaristia na Ásia é o tema que presidirá a IX Assembléia Plenária da Federação das Conferências Episcopais da Ásia (FABC, em suas siglas em inglês), em 2008. A formulação da reflexão, assim como o lugar de celebração desta reunião, está pendente de decidir, aponta o organismo. Em todo caso, será a Eucaristia o eixo das deliberações dos episcopados asiáticos durante o encontro que se celebra a cada quatro anos. Dá-se assim continuidade ao Ano da Eucaristia que João Paulo II proclamou (2004/2005) e ao Sínodo que a Igreja celebrou sobre a Eucaristia, em outubro passado, em Roma. A Coréia acolheu a Assembléia Plenária anterior da FABC, então sobre o tema «A família asiática para uma cultura de vida integral». A Assembléia Plenária é o máximo órgão de decisão da FABC. Os preparativos da próxima arrancam este mês de maio com um encontro das distintas oficinas da Federação. O evento de 2008 organiza-se com o esforço conjunto destas nove oficinas sob a direção do arcebispo Orlando Quevedo –de Cotabato, Filipinas–, atual secretário-geral do organismo. Estabelecida com a aprovação da Santa Sé, a FABC é uma associação voluntária das conferências episcopais do Sul, Sudeste, Leste e Centro da Ásia. Seu objetivo é impulsionar entre seus membros a solidariedade e a co-responsabilidade para o bem-estar da Igreja e da sociedade no continente, assim como promover e defender tudo que encaminhe ao bem. São membros da FABC as conferências episcopais de Bangladesh, Índia, Japão, Coréia, Laos-Camboja, Malásia-Singapura-Brunei, Mianmar (antiga Birmânia), Paquistão, Filipinas, Sri Lanka, Taiwan, Tailândia e Vietnã. A Federação também conta com os seguintes membros associados: Hong Kong, Macau, Mongólia, Nepal, Cazaquistão, Quirguistão, Sibéria (Rússia), Tadjiquistão, Turcomenistão, Uzbequistão e Timor Leste. [Sua página web é www.fabc.org] #celebração #Coréia #Sínodo #Eucaristia #conferências #família #asiática #Ásia #celebrou #Federação #reflexão #Episcopais #Igreja #Assembléia

  • Cristãos são as vítimas de «O Código da Vinci»; não os agressores

    Resposta do Opus Dei ao diretor do filme ROMA, segunda-feira, 15 de maio de 2006 (ZENIT.org).- Publicamos na íntegra o comunicado que enviou esta sexta-feira a Zenit a Sala de Informação do Opus Dei –Prelazia da Igreja Católica– em resposta a declarações do diretor do filme «O Código da Vinci», a poucos dias de sua estréia. * * * A imprensa italiana publicou esta quinta-feira algumas entrevistas com Ron Howard, diretor do filme «O Código da Vinci». Nas frases que se atribuem, Howard afirma que ?negar o direito de assistir ao filme é um ato fascista?, e também que ?dizer a alguém que não vá ver o filme é um ato de militância e a militância gera ódio e violência?. Nessas entrevistas menciona-se várias vezes o Opus Dei. As frases parecem se referir às recentes declarações de algumas autoridades da Igreja. Eu me atreveria a pedir a Ron Howard que mantenha a serenidade e se expresse com respeito. Não convém perder de vista a realidade da situação: este filme é ofensivo para os cristãos, Howard representa o agressor, e os católicos são vítima de uma ofensa. Não se pode tirar do agressor inclusive o último direito, o de expressar seu ponto de vista. Não são as declarações de alguns eclesiásticos ou o pedido respeitoso do Opus Dei de incluir uma advertência ao início do filme de que se trata de um trabalho de ficção as que geram violência: são mais bem os retratos odiosos, falsos e injustos os que alimentam o ódio. Em suas declarações, Howard repete também que é simplesmente um filme, uma história inventada, e que não há que tomá-la demasiado a sério. Mas não é possível negar a importância do cinema e da literatura. A ficção influi em nosso modo de ver o mundo, sobretudo entre os jovens. Não é sério não levar a sério. Certamente, a criatividade artística necessita de um clima de liberdade, mas a liberdade não se pode separar da responsabilidade. Imagine você um filme que conte que a Sony está por detrás dos atentados das Torres Gêmeas, que os promoveu porque queria desestabilizar os Estados Unidos. Ou ainda uma novela que revele que a Sony pagou o pistoleiro que atirou no Papa na Praça de São Pedro, em 1981, porque queria opor-se à liderança moral do Santo Padre. São só histórias inventadas. Suponho que a Sony, uma empresa respeitável e séria, não estaria contente de se ver retratada deste modo nas telas, e que não ficaria satisfeita com uma resposta do tipo: ?não se preocupe, é só ficção, não há que tomá-la demasiado a sério, a liberdade de expressão é sagrada?. Em todo caso, quem participou do projeto do filme não tem motivos para se preocupar. Os cristãos não reagirão com ódio nem violência, mas com respeito e caridade, sem insultos nem ameaças. Podem seguir calculando tranqüilos o dinheiro que o filme arrecadará. Porque a liberdade do lucro econômico parece a única liberdade sagrada de verdade, a única isenta de toda responsabilidade. É provável que arrecadem muito dinheiro, mas estão pagando um alto preço ao deteriorar seu prestígio e reputação. Espero que a polêmica destes meses não seja estéril, que sirva para que se reflita sobre o caráter relativo do lucro econômico quando estão em jogo valores mais altos; sobre a importância da ficção; sobre a responsabilidade que acompanha e protege sempre a liberdade.? O plano da comunicação da Sala de Informação ante este caso pode-se encontrar em www.opusdei.org. Ali se explica com detalhe a posição que manteve nestes meses. Manuel Sánchez Hurtado Encarregado de relações com a imprensa internacional Sala de Informação do Opus Dei em Roma #respeito #ódio #OCódigoDaVinci #Opus #advertência #liberdade #agressor #Prelazia #CódigodaVinci #Dei #Igreja #violência #ficção #Código #Roma #Imprensa #econômico

  • Compromisso dos Cônjuges

    Mateus (2,13-15.19-23) Depois dos Magos se retirarem, o Anjo do Senhor apareceu em sonhos a José e lhe disse: “Levanta-te, toma contigo a criança e sua mãe e foge para o Egito; e permanece ali até que eu te diga. Porque Herodes vai buscar a criança para matá-la”. José se levantou, tomou de noite a criança e sua mãe, e se retirou ao Egito; e esteve ali até a morte de Herodes; para que se cumprisse o oráculo do Senhor, por meio do profeta: “Do Egito chamei meu filho”. No domingo depois do Natal celebra-se a festa da Sagrada Família: Jesus, Maria e José. Na segunda leitura, São Paulo disse: “Mulheres, sede submissas a vossos maridos, como convém no Senhor. Maridos, amai vossas mulheres, e não sede ásperos com elas. Filhos, obedecei vossos pais, porque isto é do agrado de Deus no Senhor. Pais, não exasperai vossos filhos, não seja que se desalentem”. Neste texto, apresentam-se as duas relações fundamentais que constituem a família: a relação mulher-marido, e pais-filhos. Das duas relações, a mais importante é a primeira, a relação de casal, porque dela depende em grande parte também a segunda, aquela com os filhos. Lendo com olhos modernos as palavras de São Paulo, salta imediatamente uma dificuldade. São Paulo recomenda ao marido “amar” a própria mulher (e isto está bem), mas logo recomenda à mulher que seja «submissa» ao marido, e isto, em uma sociedade fortemente (e justamente) consciente da igualdade dos sexos, parece inaceitável. Sobre este ponto, São Paulo está, ao menos em parte, condicionado pela mentalidade de seu tempo. No entanto, a solução não está em eliminar das relações entre marido e mulher a palavra “submissão”, está em todo caso em fazê-la recíproca, como recíproco deve ser também o amor. Em outras palavras, não só o marido deve amar a mulher, mas também a mulher o marido; não só a mulher deve estar submetida ao marido, mas o marido à mulher. A submissão não é então senão um aspecto e uma exigência do amor. Para quem ama, submeter-se ao objeto do próprio amor não humilha, ao contrário, faz feliz. Submeter-se significa, neste caso, ter em conta a vontade do cônjuge, seu parecer e sua sensibilidade… Dialogar, não decidir por si só; saber às vezes renunciar o próprio ponto de vista. Enfim, lembrar-se de que se converteram em “cônjuges”, isto é, literalmente, pessoas que estão debaixo do mesmo jugo. A Bíblia situa uma relação estreita entre o estar criados à “imagem de Deus” e o fato de ser “homem e mulher” (Cf. Gn 1,27). A semelhança consiste nisso. Deus é único e sozinho, mas não solitário. O amor exige comunhão, intercâmbio pessoal; requer que haja um «eu» e um “tu”. Por isso o Deus cristão é uno e trino. Nele coexistem unidade e distinção: unidade de natureza, de vontade, de intenção, e distinção de características e de pessoas. Precisamente nisso o casal humano é imagem de Deus, reflexo da Trindade. Marido e mulher são de fato uma só carne, um só coração, uma só alma, ainda na diversidade de sexo e de personalidade. Os esposos estão de frente, o um ao outro, como um “eu” e um “tu”, e estão frente a todo o resto do mundo, começando pelos próprios filhos, como um “nós”, como se se tratasse de uma só pessoa, mas já não singular, senão plural. “Nós”, isto é, “tua mãe e eu”, “teu pai e eu”. Assim falou Maria a Jesus depois de encontrá-lo no templo. Bem sabemos que este é o ideal e que, como em todas as coisas, a realidade é freqüentemente diferente, mais humilde e mais complexa, às vezes até trágica. Mas estamos tão bombardeados de casos de fracasso que talvez, por uma vez, não está mal voltar a propor o ideal do casal, primeiro no plano natural e humano, e depois no cristão. Os jovens têm direito a ver que se lhes transmite, pelos mais velhos, ideais e não só ceticismo. Nada tem a força da atração que o ideal possui. #mulher #Herodes #Mateus #cristão #Deus #Maria #Egito #Senhor #relação #Submissão #José #família #Paulo #Alma #Amor #Anjo #Jesus #criança #casal #Imagem #mãe

  • Jesus é o único Mediador e Salvador

    Jesus é o Messias e não devemos esperar outro! Nele cumpriram-se os sinais proféticos que identificam o Messias, Salvador do Mundo. Não há outro nome dado aos homens sobre a terra para serem salvos. Não existe outro Mediador entre Deus e os homens senão Jesus Cristo, o Senhor, que tem todo poder no céu e na terra e enviou sua Igreja a anunciar a Boa Nova da Salvação e instaurar o Reino de Deus. O Evangelho é o mesmo ontem, hoje e sempre, mostrando como Jesus Ressucitado continua dando provas de que está vivo e vivifica os que crêem em seu nome. O mundo de hoje não necessita de um novo Evangelho, mas de uma nova evangelização com o poder do Espírito Santo, que mostra a vitória de Cristo sobre o pecado, a enfermidade e a morte. Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Mantenhamos, pois, os olhos fixos em Jeus e somente em Jesus! Autor: Carlos Martins Nabeto #salvação #Cristo #anunciar #Cordeiro #Evangelho #Deus #Senhor #Espírito #Santo #Messias #Igreja #Jesus #evangelização #Salvador

  • Impasse originado por obra ofensiva a católicos leva Banco do Brasil a cancelar mostra

    Católicos e não católicos revoltaram-se contra obra que representa órgãos sexuais com ?terços? SÃO PAULO, domingo, 7 de maio de 2006 (ZENIT.org).- Uma avalanche de e-mails e telefonemas levou o Banco do Brasil a cancelar a terceira etapa da exposição «Erotica ? Os Sentidos na Arte», que seria inaugurada em Brasília no próximo dia 15 de maio. A pressão ao Banco foi feita principalmente por católicos –mas também não católicos–, em referência à obra intitulada «Desenhando com Terços», que representa órgãos sexuais masculinos utilizando o ?terço?, instrumento de devoção dos católicos na oração do Rosário. O trabalho é da artista Márcia X (1959-2005) e foi retirado da mostra no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) do Rio de Janeiro, no dia 19 de abril, diante das pressões de católicos e fiéis de outras religiões. A primeira etapa de «Erotica» fora realizada no CCBB de São Paulo em 2005. Sob curadoria de Tadeu Chiarelli, a exposição, além do trabalho de Márcia X, exibiu no Rio de Janeiro, desde fevereiro, cerca de 110 obras, incluindo desenhos, fotos, gravuras, pinturas e instalações de mais de 50 artistas. Quando da retida da obra «Desenhando com Terços» do conjunto da exposição no Rio de Janeiro, a diretoria do Banco do Brasil explicou a atitude «em virtude das manifestações de repúdio de parcela da sociedade» e de «críticas recebidas de seus clientes, provenientes de várias cidades brasileiras». Já diante do impasse que levou ao cancelamento da exposição completa de Brasília, em contato com o boletim Cooperatores Veritatis, o diretor de Marketing e Comunicação do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, explicou que o Banco do Brasil tomou a decisão «mais correta, que foi tirar a peça. O Banco tomou a decisão que tinha que ser tomada». Segundo Caffarelli, tratou-se de uma decisão em que imperou o bom senso. «É uma peça que fere mesmo a questão religiosa. Estamos recebendo manifestações de não católicos inclusive, também defendendo a posição do Banco do Brasil», disse. Mantida a decisão de retirar a obra da exposição que seria montada em Brasília, colecionadores e artistas como Rosângela Rennó e Franklin Cassaro ameaçaram retirar seus trabalhos. Então o impasse causado levou ao cancelamento completo da exposição. Na ocasião da retirada da obra «Desenhando com Terços» da etapa do Rio de Janeiro, o ministro da Cultura do Brasil, Gilberto Gil, repudiou esta decisão do Banco. Em nota divulgada à imprensa no dia 25 de abril passado, o ministro afirmou, citando a Constituição Federal brasileira, que «não pode haver mais em nosso país nenhum tipo de interdição a obras de arte e a outras formas de expressão». Consultado pelo boletim Cooperatores Veritatis, Paulo Adib Casseb, professor doutor em Direito Constitucional pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco (USP) e professor de pós-graduação em Direito Constitucional na FMU, contestou a nota de Gilberto Gil. O professor Adib Casseb explicou que «a liberdade de expressão, assim como qualquer direito individual, não é ilimitada». Segundo ele, «a manifestação da expressão artística que afronta crença religiosa e os valores éticos sociais não pode ser considerada legítima nem juridicamente válida, afinal contraria os preceitos constitucionais que asseguram a inviolabilidade da liberdade de consciência e de crença (liberdade religiosa) e o respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família, nos termos do art. 5º, VI e art. 221, IV, da CF/88». Referindo-se à expressão empregada pelo ministro de que não pode haver «interdição a obras de arte», o professor explicou que não existem direitos absolutos no sistema jurídico pátrio, citando acórdão do Supremo Tribunal Federal (RTJ 173/805-810, 807-808 e decisão de 22/08/2005 cf. informativo 398 do STF). Casseb afirmou que a Constituição Federal não acolhe «ato que agrida os valores cultuados pelas várias religiões». «Todo ato que agride os valores cultuados pelas várias religiões não goza de amparo constitucional, pois caracteriza nítida ofensa a direitos consagrados pela Lei Maior», disse o professor. Esclareceu ainda que a «a vedação constitucional à censura refere-se apenas a restrições promovidas pelo Estado, imbuídas de caráter político, com o fim de promover perseguições ideológicas, partidárias, para perpetuar o domínio exercido pelo governante». #Desenhando #Veritatis #liberdade #Banco #Brasília #Fotos #mostra

  • Renovação Carismática – junto aos movimentos – tem encontro com Papa em Pentecostes

    As comunidades católicas surgidas desta corrente celebrarão seus 40 anos CIDADE DO VATICANO, domingo, 7 de maio de 2006 (ZENIT.org).- Cerca de dez mil membros das comunidades da Renovação Carismática Católica (RCC) provenientes de setenta países estão se preparando para viver em Roma a espiritualidade de Pentecostes, com renovado empenho de oração, santidade, comunhão e anúncio. Bento XVI convidou a Renovação no Espírito, italiana (RNS), uma das expressões da RCC, e todos os movimentos eclesiais a celebrar a vigília de Pentecostes com ele na praça de São Pedro. A festa começará às 16h de 3 de junho próximo, com a animação dos principais movimentos para culminar com a chegada do Papa às 18h. Com ele, recitar-se-ão as Vésperas para concluir em torno às 20h. A Renovação Carismática Católica (RCC) nasceu em 1967, quando alguns alunos da Universidade de Duquesne, em Pittsburgh, Pensilvânia, Estados Unidos, participaram de um retiro em que tiveram a experiência da efusão dos dons do Espírito Santo, o que logo chamaram «batismo no Espírito», recordando os primeiros tempos do cristianismo, nos quais os apóstolos invocavam sua vinda, junto à manifestação de alguns carismas. Diante da semana de Pentecostes, Zenit falou com Oreste Pesare, diretor desde 1996 do Escritório do ICCRS no Vaticano. Pesare informa-nos sobre a celebração dos quarenta anos da RCC mundial. Segundo Pesare, no encontro com o Papa de 3 de junho, o ICCRS, «além de colaborar ativamente com o Conselho Pontifício para os Leigos para a realização da Vigília com o Papa, organiza uma série de eventos espirituais que certamente farão ainda mais rica e fecunda esta festa de Pentecostes». De 5 a 9 de junho, em Palatenda (pavilhão desportivo) de Fiuggi, irá se celebrar uma «conferência aberta» com mais de mil delegados de cerca de 70 países e com a que o ICCRS pretende iniciar a celebração dos 40 anos da RCC. De 9 a 11 de junho, também em Fiuggi, haverá um ato especial, um colóquio profético, com mais de 300 líderes convidados, «durante o qual o ICCRS deseja escutar em oração o Senhor, buscando sua visão e seus projetos para a RCC no mundo, no terceiro milênio, que temos pela frente», informou Oreste Pesare. Os que forem ao colóquio especial poderão também peregrinar a Assis. «Esta série de eventos será, por uma parte, um modo de traçar um balanço do caminho percorrido desde 1967 e dos frutos produzidos pelo Espírito Santo nestes 40 anos desde o encerramento do Concílio Vaticano II, e, por outra, um modo de renovar frente ao Santo Padre a intenção de prosseguir ao longo deste caminho de serviço», indica Pesare. [Mais informação em: http://www.iccrs.org] #celebração #santidade #Pentecostes #preparando #Vigília #comunhão #Espírito #oração #Catolica #Renovação

  • «O Código da Vinci» visto desde Roma

    Um documentário inclui comentários do cardeal Arinze ROMA, sexta-feira, 5 de maio de 2006 (ZENIT.org).- Em um novo documentário, autoridades vaticanas, como o cardeal Francis Arinze, comentam publicamente a novela que afirma que Jesus teve filhos com Maria Madalena. «Há algumas outras religiões que, se tu insultas o seu fundador, não se limitariam a falar. Deixariam dolorosamente claro», constata o cardeal Arinze, ao comentar a novela de Dan Brown «O Código da Vinci». O purpurado nigeriano fez este comentário no documentátio «The Da Vinci Code: A Masterful Deception» («O Código da Vinci. Um engano espetacular»), realizado pelo premiado jornalista Mario Biasetti. O documentário, produzido pela agência de televisão «Rome Reports», trata das questões suscitadas pela novela e o filme a estrear baseado neste best-seller. Entre as questões estão: «Leonardo Da Vinci usou sua arte para revelar segredos sobre o Santo Graal?». «É o Opus Dei uma organização secreta que tem assassinos entre seus membros?». «O cristianismo é o maior enganador da história?». Biasetti realizou documentários sobre o Vaticano durante décadas. Sua obra inclui entre outros um documentário de uma hora sobre a história da Guarda Suíça, para o qual conseguiu uma entrada sem precedentes nas dependências vaticanas. Seu último documentário inclui pontos de vista de teólogos como o jesuíta Gerald O?Collins, da Universidade Pontifícia Gregoriana, o ministro da Cultura italiano Rocco Buttiglione e a historiadora de Arte Elizabeth Lev, cuja entrevista foi filmada ante a «Última Ceia» de Leonardo, na igreja de Santa Maria das Graças, em Milão. «A descrição que Dan Brown faz de Leonardo Da Vinci e sua arte é muito superficial –explica Lev, colaboradora de Zenit, assinalando a mundialmente famosa interpretação da última ceia de Jesus–. É um rápido olhar, um baralhar as cartas que tinha na mão para fazer uma história de êxito». O documentário examina criticamente o livro que vendeu 40 milhões de exemplares em todo o mundo. Está realizado desde uma perspectiva multiconfessional, com representantes do islã e um comentário acadêmico de Marc Ellis, professor de Estudos Judeus na Universidade de Baylor. O filme analisa também o impacto de um livro que, em poucos anos, desde sua publicação em 2003, revolucionou a cultura popular. [Para mais informações: http://www.romereports.com] #Francis #Maria #engano #jornalista #Mario #purpurado #Madalena #Ceia #universidade #Código #Jesus #Cardeal

  • Pregador do Papa: «Cristo propõe-nos fazer com Ele uma experiência de libertação»

    Comentário do padre Raniero Cantalamessa, ofm cap., ao Evangelho dominical ROMA, sexta-feira, 5 de maio de 2006 (ZENIT.org).- Publicamos o comentário ao Evangelho do próximo domingo, o «Bom Pastor», IV de Páscoa, do padre Raniero Cantalamessa, ofm.cap, pregador da Casa Pontifícia. * * * IV Domingo de Páscoa ? B (Atos 4, 8-12; I João 3, 1-2; João 10, 11-18) Eu sou o Bom Pastor Chama-se o IV domingo do tempo pascal de «domingo do Bom Pastor». Para compreender a importância que tem na Bíblia o tema do pastor, há que se remontar à história. Os beduínos do deserto dão-nos hoje uma idéia da que foi, em um tempo passado, a vida das tribos de Israel. Nesta sociedade, a relação entre pastor e rebanho não é só de tipo econômico, baseada no interesse. Desenvolve-se uma relação quase pessoal entre o pastor e o rebanho. Passam dias e dias juntos em lugares solitários, sem ninguém mais ao redor. O pastor acaba conhecendo tudo de cada ovelha; a ovelha reconhece e distingue entre todas as vozes a voz do pastor, que freqüentemente fala com as ovelhas. Isto explica por que Deus serviu-se deste símbolo para expressar sua relação com a humanidade. Um dos salmos mais belos do saltério descreve a segurança do crente em ter Deus como pastor: «O Senhor é meu pastor, nada me faltará…». Posteriormente, dá-se o título de pastor, por extensão, também aos que fazem as vezes de Deus na terra: os reis, os sacerdotes, os chefes em geral. Mas, neste caso, o símbolo divide-se: já não evoca somente imagens de proteção, de segurança, mas também as de exploração e opressão. Junto à imagem do bom pastor faz sua aparição a do mau pastor, a do mercenário. No profeta Ezequiel encontramos uma terrível acusação contra os maus pastores, que apascentam só a si mesmos, e em seguida a promessa de Deus de ocupar-se Ele mesmo de seu rebanho (Ez 34, 1ss). Jesus no Evangelho retoma este esquema do bom e mau pastor, mas com uma novidade: «Eu –diz– sou o Bom Pastor!». A promessa de Deus fez-se realidade, superando qualquer expectativa. Cristo faz o que nenhum pastor, por bom que seja, estará disposto a fazer: «Eu dou minha vida pelas ovelhas». O homem de hoje rejeita com desdém o papel de ovelha e a idéia de rebanho, mas não nota que está completamente dentro. Um dos fenômenos mais evidentes de nossa sociedade é a massificação. Deixamo-nos guiar de maneira indiferente por todo tipo de manipulação e de persuasão oculta. Outros criam modelos de bem-estar e de comportamento, ideais e objetivos de progresso, e nós os seguimos; vamos detrás, temerosos de perder o passo, condicionados e seqüestrados pela publicidade. Comemos o que nos dizem, vestimos como nos ensinam, falamos como ouvimos falar, por slogan. O critério pelo que a maioria se deixa guiar nas próprias opções é o «Così fan tutti» («Todos são assim». Ndr) de mozartiana memória. Olhai como se desenvolve a vida da multidão em uma grande cidade moderna: é a triste imagem de um rebanho que sai junto, agita-se e se amontoa em hora fixa nos vagões do trem e do metrô, e depois, pela tarde, regressa, junto ao redil, vazio de si e de liberdade. Sorrimos divertidos quando vemos uma filmagem em câmera rápida com as pessoas que se movem aos saltos, velozmente, como marionetes, mas é a imagem que teríamos de nós mesmos se nos olhássemos com olhos menos superficiais. O Bom Pastor que é Cristo propõe-nos fazer com Ele uma experiência de libertação. Pertencer a seu rebanho não é cair na massificação, mas ser preservados dela. «Onde está o Espírito do Senhor, ali está a liberdade» (2 Coríntios 3, 17), diz São Paulo. Ali surge a pessoa com sua irrepetível riqueza e com seu verdadeiro destino. Surge o filho de Deus ainda escondido, do que fala a segunda carta deste domingo: «Queridos, agora somos filhos de Deus e ainda não se manifestou o que seremos». [Traduzido por Zenit] #RanieroCantalamessa #Evangelho #Pregador #segurança #Senhor #liberdade #Símbolo #Cantalamessa #promessa #Pastor #sociedade #rebanho #acusação #experiência #Raniero #João #Jesus #Páscoa #Imagem #libertação

  • Católicos e ortodoxos devem colaborar para «dar uma alma à Europa»

    Conclusões de um encontro sem precedentes organizado pelo patriarcado de Moscou e o Vaticano VIENA, sexta-feira, 5 de maio de 2006 (ZENIT.org).- A contribuição dos cristãos é indispensável para «dar uma alma à Europa», constataram em Viena católicos e ortodoxos, em um encontro cultural sem precedentes, celebrado entre 3 e 5 de maio. «Cremos que os cristãos, ao anunciar a esperança da ressurreição de Cristo, unidos a pessoas de outros credos e convicções, podem ajudar a viver em uma sociedade com base ética, justa e pacífica», afirmaram os participantes em sua mensagem final. Foi a primeira vez que um organismo da Santa Sé organizava um simpósio destas características em colaboração com o patriarcado ortodoxo de Moscou. O simpósio foi presidido pelo cardeal Paul Poupard, presidente Conselho Pontifício da Cultura, e pelo metropolita de Smolensk e Kaliningrado, Kirill, presidente do Departamento para as Relações Exteriores do Patriarcado de Moscou. Da iniciativa participaram especialistas de todo o velho continente, leigos e religiosos, escolhidos conjuntamente pelos dois organismos que convocaram a iniciativa. Nas conclusões do encontro, apresentadas esta sexta-feira pelo padre Bernard Ardura, secretário do Conselho Pontifício da Cultura, constata-se a crise atual que o processo de união européia vive por causa do fracasso na adoção do Tratado constitucional da União Européia. Agora, para os católicos e ortodoxos, «a crise que desgarra a Europa é de ordem cultural: sua identidade cristã está-se diluindo. A situação dos povos europeus caracteriza-se por uma dúvida profunda do homem sobre ele mesmo: sabe o que é que pode fazer, mas não sabe quem é». Esta crise, reconheceram os participantes, tem «conseqüências demográficas dramáticas: a rejeição dos filhos, as uniões sem futuro ou o matrimônio à prova, as uniões homossexuais, a rejeição a compartilhar a vida com uma pessoa no matrimônio». «Tudo isto é um autêntico suicídio demográfico europeu, em nome do egoísmo e do hedonismo», disse-se nas conclusões. Para responder a estes desafios, os participantes «decidiram dar um papel importante à entusiasta missão da educação e da formação». «Toda educação é descoberta de uma herança que suscita o amor e o reconhecimento. Deste modo, poderemos contribuir a redescobrir as raízes cristãs», explicam. Católicos e ortodoxos insistiram na formação dos cristãos «para apresentar os valores cristãos de maneira compreensível: disto depende a pastoral da cultura». «Não antepor nada ao amor de Cristo» é o lema que se propôs para «encontrar caminhos de sinergia, de testemunho comum da fé para uma generosa nova evangelização da Europa, esse gigante econômico, anão espiritual». Segundo os participantes, este «testemunho comum concerne especialmente aos campos afetados pela destruição da família, à bioética e aos domínios da doutrina social da Igreja». O encontro aconteceu graças à ajuda da Fundação «Pro Oriente», com sede em Viena, e à generosidade da Bradley Foundation, dos Estados Unidos. #colaboração #Cristo #anunciar #crise #católicos #simpósio #ortodoxos #matrimônio #Cultura #Educação #Européia #indispensável #testemunho #Alma #Amor #Cremos #Ressurreição #Pontifício

  • Congresso «Europa pela vida» sai em defesa do embrião humano

    MURCIA, sexta-feira, 5 de maio de 2006 (ZENIT.org–Veritas).- O congresso «Europa pela Vida», que se celebra de 4 a 7 de maio na Universidade Católica Santo Antonio de Murcia (UCAM), converteu-se em uma articulada defesa do embrião humano. O encontro foi inaugurado esta quinta-feira com uma conferência do cardeal Alfonso López Trujillo, presidente do Conselho Pontifício para a Família, na qual reconheceu que o homem «não pode se tornar objeto das aventuras da ciência, por muito arrogante que esta seja». Segundo o purpurado, a discussão sobre se o embrião é ou não pessoa é uma discussão que já havia encerrado há muitos anos, e indicou que a reabertura deste «dilema superado pela ciência» deve-se a uma série de interesses «que não têm nada de científico». «Não há um Estado que possa encomendar o direito sobre a vida de uma criança, porque o homem não é uma coisa, mas uma imagem que vem de Deus», acrescentou, constatando que a família e a defesa da vida humana são «um selo» do pontificado de Bento XVI. Neste sentido se expressou também o bispo de Cartagena e presidente da Subcomissão para a Família e a Vida da Conferência Episcopal Espanhola, Dom Juan Antonio Reig Pla, que afirmou que «a Igreja sempre ensinou que o ser humano deve ser tratado como pessoa desde o momento da concepção e, portanto, deve-se reconhecer a ele os mesmos direitos que a toda pessoa, especialmente o direito inviolável à vida». Direitos assassinos Em seu discurso inaugural, o presidente da UCAM e consultor do Conselho Pontifício para a Família, José Luis Mendoza, centrou a atenção do congresso «naqueles atentados que fazem referência à vida nascente e em fase terminal, que suscitam graves problemas pelo fato de que na consciência coletiva tendem a perder o caráter de ?delito?, para passar a ser um direito, até o ponto de obter seu reconhecimento por parte dos Estados, e sua execução mediante a intervenção gratuita dos próprios agentes sanitários». Mendoza criticou o «investimento de grandes somas para a obtenção de produtos farmacêuticos que fazem possível a morte do embrião no seio materno, sem necessidade de recorrer à ajuda do médico», assim como «a política antinatalista dirigida contra os países pobres». «Não menos graves são as ameaças que afetam também os enfermos incuráveis e os terminais, em um contexto social e cultural que, fazendo mais difícil suportar o sofrimento, aumenta a tentação de resolver o problema do sofrimento eliminando-o em sua raiz», acrescentou. Referiu-se também à aprovação do «matrimônio homossexual»: «Esta medida gerou uma grave desordem social e moral por parte dos governos que o impuseram de maneira ditatorial; fato que na Espanha foi rejeitado por milhões de espanhóis em diversas manifestações». Censura na imprensa Por sua parte, o sacerdote e jornalista Santiago Martín, consultor do Conselho Pontifício para a Família, denunciou que se dá uma censura nos meios de comunicação, baseada no silêncio, na humilhação ou ridicularização dos argumentos das instituições que defendem a vida e a família. A família, patrimônio da humanidade Por sua parte, o cardeal Ricardo Maria Carles, arcebispo emérito de Barcelona, afirmou esta sexta-feira que «se quer desestruturar uma sociedade, há que começar por desestruturar o matrimônio». Para o purpurado, «a decadência de estabilidade da vida familiar está intrinsecamente ligada à decadência da democracia, entendida no sentido filosófico, como um sistema de governo que reconhece o valor soberano do homem». Por este motivo, perguntou se chegou o momento de pedir que «o matrimônio seja patrimônio da humanidade». #Homem #matrimônio #Conselho #família #purpurado #patrimônio #Catolica #ciência #universidade #defesa #Humanidade #sofrimento #Pontifício #Cardeal

  • Mensagem vaticana aos budistas por ocasião da festa do Vesakh

    «Budistas e cristãos ao serviço da humanidade» CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 4 de maio de 2006 (ZENIT.org).- Publicamos a mensagem que o Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso enviou aos budistas por ocasião da festa de Vesakh, a mais importante para os seguidores desta religião. Nos países de tradição budista therevada, (Sri Lanka, Tailândia, Camboja, Laos e Mianmar), Vesakh é uma festividade que comemora importantes fatos da existência de Gautama Buda. Este ano, a festa cai em 12 de maio. Nos países de tradição budista mahayana (China, Japão e Coréia), estes fatos se celebram em dias diferentes. Budistas e cristãos ao serviço da humanidade Queridos amigos budistas: 1. Da parte do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso, expresso a todas as comunidades budistas do mundo meus melhores desejos por ocasião do Vesakh. Espero que possais passar uma festa gozosa. 2. Como já é costume, quero aproveitar esta ocasião para compartilhar convosco alguns pensamentos que podem ajudar a reforçar as relações entre nossas comunidades. Neste ano, estas reflexões baseiam-se na primeira encíclica do Papa Bento XVI aos católicos de todo o mundo. Esta carta, «Deus é amor», ou, segundo o texto em latim, «Deus caritas est» (DCE), examina a natureza do amor. Sua Santidade o Papa está convencido de que este termo, que se usa com tanta freqüência, mas que muitas vezes se interpreta mal, deve encontrar novamente seu significado mais autêntico para se converter em farol para a vida de todos os dias. 3. O Papa Bento fala de dois tipos de amor: o primeiro, o «eros», o amor entre um homem e uma mulher, um amor que busca a própria satisfação pessoal; o segundo, o «ágape», um amor que busca o bem do outro, ainda que possa ser que o outro me desgoste ou inclusive eu não o conheça. Para os cristãos, este segundo tipo de amor só é possível se se fundamenta no amor por Deus, em resposta ao amor de Deus pelos seres humanos. Deste modo, o amor por Deus e o amor pelos semelhantes são inseparáveis e formam um único mandamento: «O amor cresce através do amor. O amor é ?divino? porque provém de Deus e a Deus nos une» (DCE, 18). 4. Nós, os cristãos, cremos que a perfeita manifestação do «ágape» fundamenta-se em Jesus Cristo, o Filho de Deus feito homem, que passou toda sua vida pregando com palavras e obras a Boa Nova do amor de Deus. A máxima manifestação deste amor aconteceu quando Jesus deu sua vida por toda a humanidade. É mais, Jesus é a fonte do «ágape», em particular com o dom de si mesmo na Eucaristia. Acudindo a este manancial, os cristãos tentam seguir as marcas de Jesus manifestando amor para com seus irmãos e irmãs, especialmente para com os pobres e os que sofrem. 5. Por meio de nosso diálogo, podemos apreciar a importância que vós, os budistas, dais ao amor para com o próximo, que se expressa com o conceito de «metta», um amor desprendido do desejo de posse, orientado a ajudar os demais. É considerado como um amor que está disposto a sacrificar os próprios interesses pelo bem da humanidade. Deste modo, «metta», segundo o ensinamento budista, não se limita a um pensamento benévolo, mas implica o cumprimento de obras de caridade ao serviço de cada um e de todos. É verdadeiramente uma benevolência universal. Tampouco há que esquecer a outra virtude, «karuna», com a qual se manifesta compaixão amorosa para com cada um dos seres vivos. 6. Neste mundo, no qual se usa e se abusa tanto da palavra amor, não seria útil que os budistas e os cristãos redescobrissem seu significado original, baseando-se nas respectivas tradições próprias, e compartilhassem com os demais o que compreenderam? Alentaria os seguidores de ambas religiões a trabalharem juntos para construir relações baseadas no amor e na verdade, para promover o recíproco respeito, para avançar no diálogo e na colaboração ao serviço dos necessitados. 7. Estas considerações levam-me a expressar um desejo final: que a festa de Vesakh converta-se em um momento no qual a amizade entre budistas e cristãos se consolide, e que se reforce a colaboração com um espírito de «ágape» e de «metta». Com este espírito, desejo-vos uma feliz festa de Vesakn. Cidade do Vaticano, 14 de fevereiro de 2006. [Traduzido por Zenit] #religião #Lanka #Festa #therevada #Deus #budista #Sri #Espírito #Vesakh #Budistas #manifestação #Tradição #Amor #Jesus #Humanidade #Pontifício #Interreligioso

  • Dor do Papa pelas ordenações episcopais ilegítimas na China

    Supõem «uma grave violação da liberdade religiosa», denuncia seu porta-voz CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 4 de maio de 2006 (ZENIT.org).- Com «profundo desgosto» Bento XVI recebeu as notícias das ordenações episcopais ilegítimas celebradas na China continental –fatos que levam a Santa Sé a «dar voz» ao sofrimento da comunidade católica do país–. «Um ato tão relevante para a vida da Igreja, como é uma ordenação episcopal, foi realizado» –duas vezes no espaço de três dias– «sem respeitar as exigências da comunhão com o Papa», expressou na manhã desta quinta-feira o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Joaquín Navarro-Valls. «Estou capacitado –iniciou sua declaração– para dar a conhecer a postura da Santa Sé acerca das ordenações episcopais dos sacerdotes Giuseppe Ma Yinglin e Giuseppe Liu Xinhong, que aconteceram, respectivamente, no domingo passado, 30 de abril, em Kunming (província de Yunnan), e na terça-feira, 2 de maio, em Wuhu (província de Anhui)». «Trata-se de uma grave ferida à unidade da Igreja», lamentou o porta-voz vaticano, recordando as «severas penas canônicas» previstas para estes casos. O Código de Direito Canônico, em seu cânon 1.382 –em sede da «usurpação de funções eclesiásticas e dos delitos no exercício das mesmas»– estabelece que «o bispo que confere a alguém a ordenação episcopal sem mandato pontifício, assim como o que recebe dele a ordenação, incorre em excomunhão latae sententiae, reservada à Sede Apostólica». Uma pena latae sententiae é aquela na qual se incorre ipso facto (cânon 1.314) («no ato», «imediatamente». Ndr). O porta-voz vaticano fez-se eco das informações segundo as quais «bispos e sacerdotes foram submetidos –por parte de organismos alheios à Igreja– a fortes pressões e ameaças, a fim de que tomassem parte nas ordenações episcopais que, estando privadas do mandato pontifício, são ilegítimas e, também, contrárias à consciência deles». «Vários prelados opuseram uma rejeição a tais pressões, enquanto que alguns não puderam fazer outra coisa que suportá-las com grande sofrimento interior», apontou. Por isso, denunciou que se está «frente a uma grave violação da liberdade religiosa, apesar de que se tenha tentado, com pretextos, apresentar as duas ordenações episcopais como um ato necessário para prover de pastor dioceses vacantes». Daí que a Santa Sé considere «seu preciso dever dar voz ao sofrimento de toda a Igreja católica, em particular da comunidade católica na China e especialmente dos bispos e sacerdotes –acrescentou–, que se vêem obrigados contra consciência a realizar ou participar de ordenações episcopais que nem os candidatos nem os bispos ordenantes querem realizar sem ter recebido o mandato pontifício. Origem das ordenações ilegítimas Segundo foi informado e analisado estes dias pela Agência do Pontifício Instituto de Missões Exteriores (PIME) «AsiaNews», detrás destas ordenações episcopais sem o consentimento do Papa está a «Associação Patriótica» chinesa (AP) (Zenit, 3 de maio de 2006). Na China, o governo permite a prática religiosa só com pessoas reconhecidas e em locais registrados no Departamento de Assuntos Religiosos e sob o controle da AP. Isso explica a diferença entre uma Igreja «oficial» e os fiéis que tentam sair do citado controle para pôr-se em obediência direta do Papa, formando a Igreja «não oficial», ou «clandestina». No contexto do anúncio da ordenação ilegítima do domingo passado, o diretor da agência do PIME, padre Bernardo Cervellera, explicou que «em tema de relações diplomáticas, tanto o governo (chinês) como o Vaticano desejam atuar sem a AP». «Nos últimos anos, o governo de Pequim e o Vaticano haviam chegado a um acordo que deixava a Roma a indicação do candidato ao episcopado. Desta maneira foram ordenados os bispos auxiliares de Xangai, Xian, Wanxian e o ordinário de Suzhou», recordava. Da análise do sacerdote desprendia-se que tal acordo «situava à margem a AP –«por décadas detentora das ordenações»–, «diminuindo seu poder sobre a Igreja oficial», algo com o qual aquela demonstrou não estar de acordo. Sublinhou que, «por parte vaticana, da Igreja oficial e clandestina, abre cada vez mais caminho a idéia de aceitar a inscrição das comunidades e dos bispos no Escritório de Governo de Assuntos Religiosos, mas sem se aderir à AP, que trabalha por uma Igreja nacional e independente de Roma». Navarro-Valls afirmou esta quinta-feira que «a Santa Sé segue com atenção o doloroso caminho da Igreja Católica na China e, ainda consciente de algumas peculiaridades de tal caminho, pensava e esperava que tais episódios deploráveis (as ordenações episcopais ilegítimas. Ndr) pertencessem já ao passado». Viveu-se uma situação similar em 2000: «Precisamente enquanto circulavam vozes de uma aproximação entre China e Vaticano, a AP programou para 6 de janeiro» desse ano «a ordenação de doze novos bispos», comentou recentemente o padre Cervellera. «Sete deles rejeitaram a designação, ao conhecer que não havia aprovação da Santa Sé –prosseguiu–; os cinco restantes foram isolados e enganados para aceitarem a ordenação», celebrada na catedral de Pequim com a participação «só de alguns prelados ?patrióticos?». «Sacerdotes, fiéis e outros bispos convidados ausentaram-se. Até os seminaristas do seminário nacional de Pequim desertaram da cerimônia » e em uma carta a seu reitor «expressaram seu desgosto pela ordenação celebrada sem o consentimento do Vaticano», recordou. «A Santa Sé afirma a necessidade do respeito da liberdade da Igreja e da autonomia de suas instituições de qualquer ingerência exterior», manifestou esta quinta-feira seu porta-voz ante a eventualidade de mais ordenações episcopais ilegítimas. Reiterada vontade eclesial de diálogo Em sua declaração, Navarro-Valls sublinhou a reiterada disponibilidade da Santa Sé «a um diálogo honesto e construtivo com as autoridades chinesas competentes, para encontrar soluções que satisfaçam as legítimas exigências de ambas partes». Mas iniciativas como estas ordenações episcopais ilegítimas «não só não favorecem tal diálogo –reconhece–, mas criam novos obstáculos contra o mesmo». #sententiae #Episcopal #Província #religiosos #China #liberdade #consciência #clandestina #latae #Giuseppe #Catolica #violação #Igreja #Canon #sofrimento #Pontifício

  • Nossa Senhora, Mãe de Deus

    Resumidamente, podemos dizer que Nossa Senhora é Mãe de Deus e não da divindade. Ou seja, Ela é Mãe de Deus por ser Mãe de Nosso Senhor, pois as duas naturezas (a divina e a humana) estão unidas em Nosso Senhor Jesus Cristo. A heresia de negar a maternidade divina de Nossa Senhora é muito anterior aos protestantes. Ela nasceu com Nestório, então bispo de Constantinopla. Os protestantes retomaram a heresia que havia sido sepultada pela Igreja de Cristo. Mas, afinal, por que Nossa Senhora é Mãe de Deus? Vamos provar pela razão, pela Sagrada Escritura e pela Tradição que Nossa Senhora é Mãe de Deus. A pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo Se perguntarmos a alguém se ele é filho de sua mãe, se esta verdadeiramente for a mãe dele, de certo nos lançará um olhar de espanto. E teria razão. O homem, como sabemos, é composto de corpo e alma, sendo esta a parte principal do seu ser, pois comunica ao corpo a vida e o movimento. A nossa mãe terrena, todavia, não nos comunica a alma, mas apenas o nosso corpo. A alma é criada diretamente por Deus. A mãe gera apenas a parte material deste composto, que é o seu ser. E como é que alguém pode, então, afirmar que a pessoa que nos dá à luz é nossa mãe? Se fizéssemos essa pergunta a um protestante sincero e instruído, ele mesmo responderia com tranqüilidade: “é certo, a minha mãe gera apenas o meu corpo e não a minha alma, mas a união da alma e do corpo forma este todo que é a minha pessoa; e a minha mãe é mãe de minha pessoa. Sendo ela mãe de minha pessoa, composta de corpo e alma, é realmente a minha mãe.” Apliquemos, agora, estas noções de bom senso ao caso da Maternidade divina de Maria Santíssima. Há em Jesus Cristo “duas naturezas”: a natureza divina e a natureza humana. Reunida, constituem elas uma única pessoa, a pessoa de Jesus Cristo. Nossa Senhora é Mãe deste única pessoa que possui ao mesmo tempo a natureza divina e a natureza humana, como a nossa mãe é a mãe de nossa pessoa. Ela deu a Jesus Cristo a natureza humana; não lhe deu, porém, a natureza divina, que vem unicamente do Padre Eterno. Maria deu, pois, à Pessoa de Jesus Cristo a parte inferior – a natureza humana, como a nossa mãe nos deu a parte inferior de nossa pessoa, o corpo. Apesar disso, nossa mãe é, certamente, a mãe da nossa pessoa, e Maria é a Mãe da pessoa de Jesus Cristo. Notemos que em Jesus Cristo há uma só pessoa, a pessoa divina, infinita, eterna, a pessoa do Verbo, do Filho de Deus, em tudo igual ao Padre Eterno e ao Espírito Santo. E Maria Santíssima é a Mãe desta pessoa divina. Logo, ela é a Mãe de Jesus, a Mãe do Verbo Eterno, a Mãe do Filho de Deus, a Mãe da Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, a Mãe de Deus, pois tudo é a mesma e única pessoa, nascida do seu seio virginal. A alma de Jesus Cristo, criada por Deus, é realmente a alma da pessoa do Filho de Deus. A humanidade de Jesus Cristo, composta de corpo e alma, é realmente a humanidade do Filho de Deus. E a Virgem Maria é verdadeiramente a Mãe deste Deus, revestido desta humanidade; é a Mãe de Deus feito homem. Ela é a Mãe de Deus – “Maria de qua natus est Jesus”: “Maria de quem nasceu Jesus” (Mt 1, 16). Note-se que Ela não é a Mãe da divindade, como nossa mãe não é mãe de nossa alma; mas é a Mãe da pessoa de Jesus Cristo, como a nossa mãe é mãe de nossa pessoa. A pessoa de Nosso Senhor é divina, é a pessoa do Filho de Deus. Logo, por uma lógica irretorquível, Ela é a Mãe de Deus. A conseqüência da negação da maternidade divina é a negação da Redenção Agora, qual é o fundo do problema dessa heresia? Analisemos alguns pormenores e algumas conseqüências de se negar a maternidade divina de Nossa Senhora. Não foram os protestantes os primeiros a rejeitar o título de “Mãe de Deus” à Nossa Senhora. Foi Nestório, o indigno sucessor de S. João Crisóstomo, na sede de Constantinopla, o inventor da absurda negação. A subtilidade grega havia suscitado vários erros a respeito da pessoa de Jesus Cristo! Sabélio pretendeu aniquilar a personalidade do Verbo. Ario procurou arrebatar a esta personalidade a áureola divinal; negaram os docetas a realidade do corpo de Jesus Cristo e os Apolinaristas, a alma humana de Cristo. Tudo fora atacado pela heresia, na pessoa de Nosso Senhor; mas a cada heresia que surgia a Igreja infalível, sob a direção do Papa de Roma, saia em defesa da única e imperecível verdade: da pessoa do Verbo divino contra Sabélio; da divindade desta pessoa, contra Ário; da realidade do corpo humano de Jesus, contra os Apolinaristas. Bastava apenas um ponto central para suportar o ataque da parte dos hereges: era a união das duas naturezas, divina e humana, em Jesus Cristo. Caberia a Nestório levantar esta heresia, e aos filhos de Lutero continuarem a defender este erro grotesco. Foi em 428 que o indigno Patriarca Nestório começou a pregar que havia em Jesus Cristo duas pessoas: uma divina, como filho de Deus; outra humana, como filho de Maria. Por isso conclui o heresiarca, Maria não pode ser chamada Mãe de Deus, mas simplesmente Mãe de Cristo ou do homem. Concebe-se o alcance de uma tal negação. Se as duas naturezas, a divina e a humana, não são hipostaticamente unidas em Nosso Senhor Jesus Cristo, de modo a formar uma única pessoa, desaparece a Encarnação e a Redenção, porquanto o Filho de Deus, não se tendo revestido de nossa natureza, não pode ser o nosso Redentor. Somente o homem Jesus sofreu. Ora, o homem, como ser finito, só pode fazer obras finitas. Logo, a Redenção não é mais de um valor infinito; Jesus Cristo não pode mais ser adorado, pois é apenas um homem; o Salvador não é mais o Homem-Deus. Tal é o erro grotesco que Nestório, predecessor de Lutero, não temeu lançar ao mundo. Ora, os protestantes não querem levar às últimas conseqüências a negação da maternidade divina de Nossa Senhora. Admitem em Jesus Cristo duas naturezas e uma pessoa, mas lhes repugna a união pessoal (hipostática) das duas naturezas na única pessoa de Jesus Cristo. Basta um pequeno raciocínio para reconhecer como necessária a maternidade Divina da Santíssima Virgem: Nosso Senhor morreu como homem na Cruz (pois Deus não morre), mas nos redimiu como Deus, pelos seus méritos infinitos. Ora, a natureza humana de Nosso Senhor e a natureza divina não podem ser separadas, pois a Redenção não existiria se Nosso Senhor tivesse morrido apenas como homem. Logo, Nossa Senhora, Mãe de Nosso Senhor, mesmo não sendo mãe da divindade, é Mãe de Deus, pois Nosso Senhor é Deus. Se negarmos a maternidade de Nossa Senhora, negaremos a redenção do gênero humano ou cairíamos no absurdo de dizer que Deus é mortal! Os protestantes, admitindo que Jesus Cristo nasceu de Maria – e não podem negá-lo, pois está no Evangelho (Mt 1, 16) -, devem admitir: que a pessoa deste Jesus é divina; que Nossa Senhora é a Mãe desta pessoa; que ela é, portanto, Mãe de Deus! É um dilema sem saída do ponto de vista racional. O Concílio de Éfeso: Quando o heresiarca Ário divulgou o seu erro, negando a divindade da pessoa de Jesus Cristo, a Providência Divina fez aparecer o intrépido Santo Atanásio para confundi-lo, assim como fez surgir Santo Agostinho a suplantar o herege Pelágio, e S. Cirilo de Alexandria para refutar os erros de Nestório, que haviam semeado a perturbação e a indignação no Oriente. Em 430, o Papa São Celestino I, num concílio de Roma, examinou a doutrina de Nestório que lhe fora apresentada por S. Cirílo e condenou-a como errônea, anti-católica, herética. S. Cirilo formulou a condenação em doze proposições, chamadas os doze anátemas, em que resumia toda a doutrina católica a este respeito. Pode-se resumi-las em três pontos: 1) Em Jesus Cristo, o Filho do homem não é pessoalmente distinto do Filho de Deus; 2) A Virgem Santíssima é verdadeiramente a Mãe de Deus, por ser a Mãe de Jesus Cristo, que é Deus; 3) Em virtude da união hipostática, há comunicações de idiomas, isto é: denominações, propriedades e ações das duas naturezas em Jesus Cristo, que podem ser atribuídas à sua pessoa, de modo que se pode dizer: Deus morreu por nós, Deus salvou o mundo, Deus ressuscitou. Para exterminar completamente o erro, e restringir a unidade de doutrina ao mundo, o Papa resolveu reunir o concílio de Éfeso (na Ásia Menor), em 431, convidando todos os bispos do mundo. Perto de 200 bispos, vindos de todas as partes do orbe, reuniram-se em Éfeso. S. Cirilo presidiu a assembléia em nome do Papa. Nestório recusou comparecer perante os bispos reunidos. Desde a primeira sessão a heresia foi condenada. Sobre um trono, no centro da assembléia, os bispos colocaram o santo Evangelho, para representar a assistência de Jesus Cristo, que prometera estar com a sua Igreja até a consumação dos séculos, espetáculo santo e imponente que desde então foi adotado em todos os concílios. Os bispos cercando o Evangelho e o representante do Papa, pronunciaram unânime e simultaneamente a definição proclamando que Maria é verdadeiramente Mãe de Deus. Nestório deixou de ser, desde então, bispo de Constantinopla. Quando a multidão ansiosa que rodeava a Igreja de Santa Maria Maior, onde se reunia o concílio, soube da definição que proclamava Maria “Mãe de Deus”, num imenso brado ecoou a exclamação: “Viva Maria, Mãe de Deus! Foi vencido o inimigo da Virgem! Viva a grande, a augusta, a gloriosa Mãe de Deus!” Em memória desta solene definição, o concílio juntou à saudação angélica estas palavras simples e expressivas: “Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte”. Provas da Santa Escritura Para iluminar com um raio divino esta verdade tão bela e fundamental, recorramos à Sagrada Escritura, mostrando como ali tudo proclama este título da Virgem Imaculada. Maria é verdadeiramente Mãe de Deus. Ela gerou um homem hipostaticamente unido à divindade; Deus nasceu verdadeiramente dela, revestido de um corpo mortal, formado do seu virginal e puríssimo sangue. Embora, no Evangelho, Ela não seja chamada expressamente “Mãe de Cristo” ou “Mãe de Deus”, esta dignidade deduz-se, com todo o rigor, do texto sagrado. O Arcanjo Gabriel, dizendo à Maria: “O santo que há de nascer de ti será chamado Filho de Deus” (Lc 1, 35), exprime claramente que ela será Mãe de Deus. O Arcanjo diz que o Santo que nascerá de Maria será chamado o Filho de Deus. Se o Filho de Maria é o Filho de Deus, é absolutamente certo que Maria é a Mãe de Deus. Repleta do Espírito Santo, Santa Isabel exclama: “Donde me vem a dita que a Mãe de meu Senhor venha visitar-me?” (Lc 1, 43). Que quer dizer isso senão que Maria é a Mãe de Deus? Mãe do Senhor ou “Mãe de Deus” são expressões idênticas. S. Paulo diz que Deus enviou seu Filho, feito da mulher, feito sob a lei (Galat. 4, 4). O profeta Isaías predisse que a Virgem conceberia e daria à luz um Filho que seria chamado Emanuel ou Deus conosco (Is 7, 14). Qual é este Deus? É necessariamente Aquele que, segundo o testemunho de S. Pedro, não é nem Jeremias, nem Elias, nem qualquer outro profeta, mas, sim, o Cristo, o Filho de Deus vivo. É aquele que, conforme a confissão dos demônios, é: o Santo de Deus. Tal é o Cristo que Maria deu à luz. Ela gerou, pois, um Deus-homem. Logo, é Mãe de Deus por ser Mãe de um homem que é Deus e que, sendo Deus, Redimiu o gênero humano. A Doutrina dos Santos Padres, a Tradição: Tal é a doutrina claramente expressa no Evangelho, e sempre seguida na Igreja Católica. Os Santos Padres, desde os tempos Apostólicos até hoje, foram sempre unânimes a respeito desta questão; seria uma página sublime se pudéssemos reproduzir as numerosas sentenças que eles nos legaram. Citemos pelo menos uns textos dos principais Apóstolos, tirados de suas “liturgias” e transmitidas por escritores dos primeiros séculos. Santo André diz: “Maria é Mãe de Deus, resplandecente de tanta pureza, e radiante de tanta beleza, que, abaixo de Deus, é impossível imaginar maior, na terra ou no céu.” (Sto Andreas Apost. in transitu B. V., apud Amad.). São João diz: “Maria é verdadeiramente Mãe de Deus, pois concebeu e gerou um verdadeiro Deus, deu à luz, não um simples homem como as outras mães, mas Deus unido à carne humana.” (S. João Apost. Ibid). S. Tiago: “Maria é a Santíssima, a Imaculada, a gloriosíssima Mãe de Deus” (S. Jac. in Liturgia). S. Dionísio Areopagita: “Maria é feita Mãe de Deus, para a salvação dos infelizes.” (S. Dion. in revel. S. Brigit.) Orígenes (Sec. II) escreve: “Maria é Mãe de Deus, unigênito do Rei e criador de tudo o que existe” (Orig. Hom. I, in divers.) Santo Atanásio diz: “Maria é Mãe de Deus, completamente intacta e impoluta.” (Sto. Ath. Or. in pur. B.V.). Santo Efrém: “Maria é Mãe de Deus sem culpa” (S. Ephre. in Thren. B.V.). S. Jerônimo: “Maria é verdadeiramente Mãe de Deus”. (S. Jerôn. in Serm. Ass. B. V.). Santo Agostinho: “Maria é Mãe de Deus, feita pela mão de Deus”. (S. Agost. in orat. ad heres.). E assim por diante. Todos os Santos Padres rivalizaram em amor e veneração, proclamando Maria: Santa e Imaculada Mãe de Deus. Terminemos estas citações, que podíamos prolongar por páginas afora, pela citação do argumento com que S. Cirilo refutou Nestório: “Maria Santíssima, diz o grande polemista, é Mãe de Cristo e Mãe de Deus. A carne de Cristo não foi primeiro concebida, depois animada, e enfim assumida pelo Verbo; mas no mesmo momento foi concebida e unida à alma do Verbo. Não houve, pois, intervalo de tempo entre o instante da Conceição da carne, que permitiria chamar Maria “Mãe de um homem”, e a vinda da majestade divina. No mesmo instante a carne de Cristo foi concebida e unida à alma e ao Verbo”. Vê-se, através destas citações, que nenhuma dúvida, nenhuma hesitação existe sobre este ponto no espírito dos Santos Padres. É uma verdade Evangélica, tradicional, universal, que todos aceitam e professam. Conclusão: Dever de culto à Mãe de Deus Maria é Mãe de Deus… é absolutamente certo. Esta dignidade supera todas as demais dignidades, pois representa o grau último a que pode ser elevada uma criatura. Oro, toda dignidade supõe um direito; e não há direito numa pessoa, sem que haja dever noutra. Se Deus elevou tão alto a sua Mãe, é porque Ele quer que ela seja por nós honrada e exaltada. Não estamos bastante convencidos desta verdade, porque, comparando Maria Santíssima com as outras mães, representamo-nos a qualidade de Mãe de Deus sob seu aspecto exterior e acidental, enquanto na realidade a base de sua excelência ela a possui em seu “próprio ser moral”, que influi em seu “ser físico”. Maria concebeu o Verbo divino em seu seio, porém esta Conceição foi efeito de uma plenitude de graças e de uma operação do Espírito Santo em sua alma. Pode-se dizer que a mãe não se torna mais recomendável por ter dado à luz um grande homem, pois isto não lhe traz nenhum aumento de virtude ou de perfeição; mas a dignidade de Mãe de Deus, em Maria Santíssima, é a obra de sua santificação, da graça que a eleva acima dos próprios anjos, da graça a que ela foi predestinada, e na qual foi concebida, para alcançar este fim sublime de ser “Mãe de Deus”: é a sua própria pessoa. Diante de tal maravilha, única no mundo e no céu, eu pergunto aos pobres protestantes: não é lógico, não é necessário, não é imperioso que os homens louvem e exaltem àquela que Deus louvou e exaltou acima de todas as criaturas? Se fosse proibido cultuar à Santíssima Virgem, como querem os protestantes, o primeiro violador foi o próprio Deus, que mandou saudar à Virgem Maria, pelo arcanjo S. Gabriel: “Ave, cheia de graça!” (Lc 1, 28). Santa Isabel: “Bendita sois vós entre as mulheres” (Lc 1, 42) Igualmente, a própria Nossa Senhora nos diz: “Doravante, todas as gerações me chamarão bem-aventurada…” (Lc 1, 48). Todos esses atos indicam o culto à Nossa Senhora, a honra que lhe é devida. O Arcanjo é culpado, Santa Isabel é culpada, os evangelistas são culpados, os santos são culpados e 19 séculos de cristianismo também… Só os protestantes não… Desde os primórdios do Cristianismo, como já vimos, era comum o culto à Maria Santíssima. Em 340, S. Atanásio, resumindo os dizeres de seus antecessores nos primeiros séculos, S. Justino, S. Irineu, Tertuliano, e Orígenes, exclama: “Todas as hierarquias do céu vos exaltam, ó Maria, e nós, que somos vossos filhos da terra, ousamos invocar-vos e dizer-vos: Ó vós, que sois cheia de graça, ó Maria, rogai por nós!” Nas catacumbas encontram-se, em toda parte, imagens e estátuas da Virgem Maria. O culto de Nossa Senhora não é um adorno da religião, mas uma peça constitutiva, parte integral, e indissoluvelmente ligada a todas as verdades e mistérios evangélicos. Querer isolá-lo do conjunto da doutrina de Jesus Cristo é vibrar golpe mortal na religião inteira, fazê-la cair, e nada mais compreender da grandeza em que Deus vem unir-se às criaturas. Nossa Senhora é Mãe de Deus: “Maria de qua natus est Jesus!” Tudo está compendiado nesta frase. Maria, simples criatura; Jesus, Deus eterno; e a encarnação “de qua natus est”; afinal, a união indissolúvel que produz o nascimento, entre o Filho e a Mãe, a grande e incomparável obra-prima de Deus. Ele pode fazer mundos mais vastos, um céu mais esplêndido, mas não pode fazer uma Mãe maior que a Mãe de Deus! (S. Bernardo Spec. B.V. c 10). Aqui Ele se esgotou. É a última palavra de seu poder e de seu amor! #Cristo #Éfeso #Evangelho #Deus #Maria #Maternidade #virgem #veneração #Alexandria #Nestório #Senhor #NossaSenhora #hipostática #Doutrina #Filho #Redenção #Igreja #Alma #Amor #Divindade #Santíssima #Jesus #Concílio #mãe #verdadeiramente #Agostinho

  • Campanha contra a prostituição no Mundial de Futebol da Alemanha

    Calcula-se que cerca de 40 mil mulheres da Europa do Leste irão a esse país prostituir-se BERLIM, terça-feira, 2 de maio de 2006 (ZENIT.org).- A Coalizão contra o Tráfico de Mulheres (Coalition Against Trafficking in Women, CATW) lançou uma campanha de coleta de assinaturas para protestar contra o enorme mercado de prostituição que está se desenvolvendo com ocasião da Copa do Mundo de Futebol, que acontece de 9 de junho a 9 de julho em doze cidades alemãs. Em um comunicado enviado a Zenit que leva por título «Comprar sexo não é um desporto. Não à prostituição das mulheres durante o Campeonato do Mundo de Futebol em 2006», a Coalisão apresenta este fenômeno em números. «São esperados cerca de 3 milhões de espectadores, na sua maioria homens, e estima-se em 40 000 o número de mulheres ?importadas? da Europa Central e da Europa de Leste para ?servir sexualmente? os milhões de espectadores do sexo masculino». Por outro lado, acrescenta, «a Alemanha legalizou o proxenetismo e a indústria do sexo em 2002, contudo as zonas reservadas àquelas práticas não têm capacidade para os milhares de turistas desportivos/sexuais esperados». «Prevendo este afluxo, a indústria do sexo alemã erigiu um gigantesco complexo para a prática da prostituição prevendo o «boom comercial» durante o Campeonato do Mundo», informa o comunicado. «O futebol e o sexo estão como que lado a lado», declarou o advogado do novo mega-bordel de 3.000m2, estrutura que pode acolher 650 clientes, construída ao lado do principal estádio do Campeonato do Mundo, em Berlim. «Em zonas fechadas do tamanho de um estádio de futebol foram construídas ?cabanas do sexo? semelhantes a casas de banho designadas ?cabines de serviços?. Capas e estacionamento privativo são algumas das possibilidades oferecidas para proteger o ?anonimato? dos clientes». A Coalizão contra o Tráfico de Mulheres assegura que a prostituição «é uma forma de exploração sexual física e sobre as mulheres, que considera o seu corpo como uma mercadoria que pode ser comprada e vendida». «Tratar o corpo das mulheres como uma mercadoria viola as regras internacionais do desporto, as quais promovem a igualdade, o respeito mútuo e a não discriminação», acrescenta. O presidente da FIFA, J.F. Blatter, reconhece ?o importante papel do desporto, nomeadamente enquanto portador de mensagens claras contra os flagelos que corroem a sociedade a nível mundial?. «Como pode o Campeonato do Mundo do Futebol contribuir para erradicar o flagelo do tráfico e da exploração sexual?», perguntam os signatários do comunicado. A Coalizão pede que «os 32 países que participam no Campeonato do Mundo de Futebol que ratificaram as Convenções e/ou Protocolos contra a prostituição e o tráfico se oponham à promoção da prostituição pela Alemanha e dissociem publicamente sua equipe da indústria da prostituição». Dirige-se aos membros das equipas de futebol para exigir deles que se «declarem publicamente a sua oposição à exploração sexual das mulheres». Dirigindo-se ao Comitê da FIFA e o seu Presidente, no cumprimento dos seus deveres de responsabilidade social, pedem que «se oponham à relação estabelecida entre futebol e comércio do sexo». Ao governo alemão e em particular a sua chanceler, Angela Merkel, e junto da Federação Alemã de Futebol e do seu Presidente Gerhard Mayer-Vorfelder, convida a deter o «tráfico de mulheres para a prostituição, desencorajando a procura que a favorece». [Mais informações em http://catwinternational.org] #exploração #Mundo #Coalition #comunicado #Women #mercadoria #Trafficking #FIFA #acolher #Alemanha #futebol #prostituição #Coalizão #Mulheres #campeonato #Advogado #Tráfico #alemão

  • O mês de maio, 31 dias para redescobrir o papel de Maria; propõe Papa

    Em particular, no tempo de Páscoa CIDADE DO VATICANO, domingo, 30 de abril de 2006 (ZENIT.org).- Bento XVI propôs aos fiéis que façam deste mês de maio um período para redescobrir o papel da Virgem Maria, «mãe e mestra» na vida cristã. Recordando que após a ressurreição de Cristo os apóstolos reuniam-se junto à Mãe de Jesus, o Papa explicou ao meio-dia deste domingo, antes de rezar o «Regina Caeli», que Maria foi para eles «mãe e mestra, papel que continua desempenhando com os cristãos de todos os tempos». «A cada ano, no tempo pascal, vivemos mais intensamente esta experiência, e talvez precisamente por este motivo a tradição popular consagrou a Maria o mês de maio, que normalmente cai entre Páscoa e Pentecostes», considerou. Por este motivo, o bispo de Roma convidou a redescobrir neste mês «o papel maternal que ela desempenha em nossa vida para que sejamos discípulos dóceis e testemunhas valentes do Senhor ressuscitado». O Papa encomendou a Maria «as necessidades da Igreja e de todo o mundo, especialmente neste momento marcado por não poucas sombras». Por último, convidou os presentes a invocar a intercessão de São José, a quem a Igreja recordará amanhã como operário, em especial a favor do mundo do trabalho. Bento XVI começará esta segunda-feira o mês de maio visitando pela tarde o santuário do Amor Divino, situado perto de Roma, para rezar o Rosário (Cf. http://www.santuariodivinoamore.it). #Regina #Cristo #Pentecostes #Maria #virgem #Caeli #Senhor #maio #Tradição #mestra #Igreja #Amor #Jesus #Páscoa #mãe #Ressurreição

  • Papa constata os repetidos intentos de negar a ressurreição de Jesus

    Que têm por objetivo esvaziar de sentido o cristianismo, declara CIDADE DO VATICANO, domingo, 30 de abril de 2006 (ZENIT.org).- Bento XVI afirmou, ao rezar a oração mariana pascal «Regina Caeli» este domingo, que os contínuos intentos de negar a ressurreição de Cristo têm por objetivo esvaziar de sentido o cristianismo. «A ressurreição de Cristo é o dado central do cristianismo, verdade fundamental que há que reafirmar com vigor em todo tempo –constatou–, pois negá-la de diferentes maneiras, como se tentou e se tenta fazer, ou transformá-la em um acontecimento meramente espiritual, é fazer vã nossa própria fé». Recordando uma famosa expressão de São Paulo, o bispo de Roma explicou que «se Cristo não ressuscitou –afirma Paulo–, vazia é nossa pregação, vazia também vossa fé». Junto a milhares de fiéis congregados na praça de São Pedro, no Vaticano, o pontífice meditou em sua intervenção na passagem do Evangelho da liturgia deste domingo: a aparição de Jesus aos discípulos em Jerusalém. Hoje, como há mais de dois mil anos, reconheceu o bispo de Roma, os discípulos de Jesus «estão chamados a ser testemunhas precisamente deste acontecimento extraordinário», sua ressurreição. #Regina #Cristo #pregação #Caeli #pascal #Pedro #ressuscitou #pontífice #mariana #Paulo #Jesus #Ressurreição

  • Sacerdócio celibatário é central para a Igreja, diz o Papa

    VATICANO, 25 Abr. 06 (ACI) .- O Papa Bento XVI afirmou nesta manhã que o dom de si mesmo ao outro, no sacerdócio celibatário, é o coração do sacramento da ordem sacerdotal na Igreja e que “os que recebem este sacramento estão configurados de um modo particular a Cristo”. Ao receber nesta manhã os bispos de Ghana em visita ad limina, o Santo Padre animou os prelados a continuar assegurando que os candidatos ao sacerdócio correspondam às exigências de sua tarefa e dar-lhes uma formação adequada. Depois de lembrar que neste ano se comemora o centenário da chegada dos missionários ao norte de Ghana, desejou aos bispos africanos que “o valor missionário os impulsione, assim como a seu amado povo, reforçando seus esforços para difundir o Evangelho”. Também advertiu que a vida sacerdotal “nunca deve considerar um modo de melhorar a própria categoria social ou o nível de vida. Se assim for, a oferenda de si mesmo e a docilidade ao projeto de Deus cederão lugar aos desejos pessoais e o sacerdote será ineficaz”. Ao referir-se à tarefa da Igreja de ajudar as famílias cristãs a viver fiel e generosamente como verdadeiras Igrejas domésticas, o Papa fez suas as preocupações expressas pelos bispos em seus informes sobre “a correta celebração do matrimônio cristão” em seu país, e destacou que “o cristianismo busca respeitar sempre as veneráveis tradições das culturas e dos povos, mas procura ao mesmo tempo purificar as daquelas práticaas que são contrárias ao Evangelho”. “Por isso, é essencial que toda a comunidade católica acentue sempre a importância da união monógama e indissolúvel de homem e mulher, consagrados no matrimônio sagrado. Para os cristãos, as formas tradicionais de matrimônio nunca podem substituir o matrimônio sacramental”, destacou o Papa. Do mesmo modo, indicou que “os jovens constituem quase a metade da população” em Ghana e que nessa nação ali “a Igreja é jovem”. Por essa razão, é necessário reforçar a identidade católica da população, para o qual deve dar-se o os instrumentos necessários para enfrentar-se aos desafios de mudar a realidade econômica, e da globalização”, e ajudar “a responder aos argumentos das seitas religiosas”. Bento XVI elogiou os esforços recentes para “acabar com o mal da pobreza e reforçar a economia”, embora ainda reste muito por fazer, e acrescentou que “a pobreza extrema e difusa freqüentemente suporta um declive moral geral que conduz ao crime e à corrupção, aos ataques contra a santidade da vida humana e inclusive à volta às práticas supersticiosas do passado”. Nesta situação, continuou o Santo Padre, “a Igreja deve ser um farol de esperança para a vida dos cristãos, ajudando os fiéis a compreender melhor as promessas de Jesus” e “formando-os para que possam ocupar seu lugar legítimo tanto na Igreja de Cristo como na sociedade”. Também elogiou o trabalho dos catequistas e lamentou que sua tarefa se veja às vezes obstaculizada “pela escassez de recursos ou a hostilidade do ambiente”, e convidou os bispos a garantir-lhes seu “apoio espiritual, doutrinal, moral e material” para sua missão. #coração #Cristo #sacramento #Evangelho #adlimina #matrimônio #Padre #limina #sacerdotal #adequada #advertiu #Sacerdócio #Catolica #amado #Igreja #Jesus

  • Importância da liturgia na Igreja convoca uma reflexão teológica internacional

    Na Universidade de Navarra (Espanha) PAMPLONA, terça-feira, 25 de abril de 2006 (ZENIT.org).- A estreita relação entre liturgia e vida da Igreja será o eixo do Simpósio Internacional de Teologia que, de 26 a 28 de abril, será celebrado na Universidade de Navarra (www.unav.es). Esta XXVII edição do Simpósio tem por título «A liturgia na vida da Igreja», explica uma nota enviada esta terça-feira pela organização a Zenit. Quem o preside é o professor José Luis Gutiérrez, segundo o qual «a liturgia, como dizia o cardeal Ratzinger, não é de modo algum marginal na Igreja, mas se encontra no coração da fé cristã». «Todos os Papas do século XX, desde São Pio X, sublinham como a liturgia não é um aspecto periférico para a fé, mas nuclear», acrescenta. Irão se encontrar para a ocasião na Faculdade de Teologia da Universidade personalidades como Dom Egon Kapellari –bispo de Graz-Seckau (Áustria)– e Dom Marcello Semeraro –bispo de Albano (Itália). Com o Simpósio «pretende-se oferecer uma reflexão sobre a relação estreita entre a liturgia e a vida da Igreja a partir do estudo dos elementos teológicos centrais do culto cristão», explica o professor Gutiérrez. «Como manifestou João Paulo II, seguindo o Concílio, existe um vínculo estreito e orgânico entre a renovação da liturgia e a renovação de toda a vida da Igreja», observa. «Por sua vez, durante sua etapa de teólogo e prefeito da doutrina da fé, Bento XVI mostrou grande interesse pela liturgia; interesse perceptível pela publicação de trabalhos neste campo, como seu livro ?O espírito da liturgia?», recorda. Para o presidente do Simpósio, «o fruto mais interessante» desta iniciativa «deveria ser um renovado amor à liturgia da Igreja». Por sua parte, o decano da citada Faculdade de Teologia, o professor José Ramón Villar, comentou que se elegeu este tema porque «parecia oportuno tratar a Liturgia como um modo de celebrar e analisar os mais de quarenta anos passados desde a aprovação pelo Concílio Vaticano II da Constituição Sacrosanctum Concilium, sobre a liturgia». «Também –continuou– um dos frutos mais vistosos do Concílio foi a reforma litúrgica rapidamente empreendida após a aprovação desse documento. O que resulta compreensível, pois a celebração da liturgia tem uma importância decisiva para a vida cristã». #coração #cristã #professor #simpósio #importância #Liturgia #teologia #Igreja #universidade #Amor #Ratzinger #Faculdade #Concílio #Renovação

  • Oficial do Vaticano esclarece: Doutrina sobre preservativo e a AIDS não mudará

    VATICANO, 24 Abr. 06 (ACI) .- Um oficial do Pontifício Conselho para a Pastoral da Saúde, presidido pelo Cardeal Javier Lozano Barragán, esclareceu que da recente entrevista concedida pelo Cardeal mexicano a um jornal italiano não se desprende nenhuma mudança na doutrina da Igreja sobre o uso do preservativo e a AIDS. Vários jornais e agências de notícias difundiram nesta segunda-feira a entrevista concedida pelo Cardeal Lozano Barragán ao jornal italiano La Repubblica, em que, em relação ao tema do preservativo e a AIDS, declarou: “Este é um tema muito difícil e delicado que requer prudência… Meu dicastério está estudando isto muito de perto com cientistas e teólogos designados para emitir um documento que será publicado em breve”. As palavras do Cardeal deram pé a especulações a respeito de que a Santa Sé “poderia flexibilizar sua posição” sobre o uso do preservativo. Entretanto, Dom Antonio Soto Guerrero, Secretário pessoal do Cardeal Lozano Barragán e membro do Pontifício Conselho para a Pastoral da Saúde, esclareceu em diálogo com Imprensa que “a doutrina da Igreja continua firme em todos os princípios da moral católica. Para enfrentar a AIDS está a abstinência; e não podemos esquecer que se trata de um problema que em boa medida tem como origem uma desordem moral contra o sexto mandamento”. O Prelado do Vaticano assinalou à ACI Imprensa que, com efeito, a Congregação para a Doutrina da Fé, que preside o Cardeal William Joseph Llevada, está estudando a possibilidade de elaborar um documento sobre o tema, e para isso pediu a opinião de outros dicastérios do Vaticano. “Nosso dicastério já enviou estudos muito sérios e profissionais de membros e consultores que respondem às consultas propostas pela Congregação (para a Doutrina da Fé). A Congregação fará então um estudo mais amplo e demorará alguns meses antes de apresentar as conclusões ao Papa, que é quem finalmente decide se será ou não publicado um documento”. Dom Soto, entretanto, explicou que não existe nenhuma data nem cronograma e muito menos a iminência de um documento sobre o tema. “O princípio moral da Igreja é o mesmo; mas mudaram as situações que temos que enfrentar. trata-se, em outras palavras, de aplicar a doutrina de sempre a certas situações novas como o problema da AIDS”, disse Dom Soto. “Ponho o exemplo de um caso particular: o casal de esposo onde um deles tem AIDS e reclama o ato matrimonial, tem o cônjuge direito a defender sua saúde de alguma maneira?” “O princípio continua sendo a defesa da vida e a consciência de que tudo o que se refere ao quinto mandamento inclui o sexto, o não fornicar que implica defender a vida”, concluiu Dom Soto. #Abstinência #Congregação #dicastério #relação #Conselho #Saúde #AIDS #Doutrina #Pastoral #Igreja #prudência #Pontifício #Cardeal

  • Comissão prepara parte litúrgica da V Conferência do Episcopado Latino-Americano e do Caribe

    APARECIDA, segunda-feira, 24 de abril de 2006 (ZENIT.org).- A V Conferência Geral do Episcopado da América Latina e do Caribe acontece apenas em maio do ano que vem, mas os preparativos para o evento já mobilizam a Arquidiocese de Aparecida (170km de São Paulo, sudeste do Brasil, sede do evento) e os membros do CELAM (Conselho Episcopal Latino-Americano). Na quarta-feira passada, bispos e padres reuniram-se na Cúria de Aparecida para começar a preparar a parte Litúrgica do evento. O arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis, explicou que durante os trabalhos foram dadas orientações e critérios para as celebrações que serão realizadas durante a 5ª Conferência. «Nós indicamos alguns responsáveis que já vão começar a trabalhar na preparação das liturgias», disse. Como exemplo, Dom Damasceno citou as músicas usadas nas celebrações. «Terão de ser definidos critérios para se escolher os cantos, para que todos possam entender». Dom Damasceno ressaltou ainda que as celebrações terão de levar em conta as diversas línguas faladas na América Latina e Caribe. «Uma equipe vai preparar as celebrações e depois vai colocá-las num livro, que será distribuído para os delegados. Já os romeiros receberão a cada dia um folheto». Também são estudadas orientações para a imprensa mundial que vai acompanhar o evento, pois «será necessário orientar os câmaras e os repórteres durante as celebrações», afirmou o arcebispo. Todas as celebrações litúrgicas da 5ª Conferência serão realizadas no Santuário de Nossa Senhora Aparecida, no altar principal, «isso porque o Santuário Nacional é um lugar de Romaria e não podemos fazer uma celebração à parte. Nós temos de permitir o acesso a essas celebrações», disse Dom Damasceno. Fazem parte da Comissão responsável pela preparação das Celebrações Litúrgicas da V Conferência Dom Geraldo Lyrio Rocha, vice-presidente do CELAM; Dom Manoel João Francisco, responsável pela Comissão Episcopal de Liturgia da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). Também Dom Juan Francisco Sarazte, arcebispo de Cali, na Colômbia e presidente da Comissão de Liturgia do CELAM; Monsenhor Andrés Stanovik, secretário-geral do CELAM, e Pe. Efraim Martinez, secretário executivo da Comissão Episcopal de Liturgia do CELAM. Também participaram da reunião realizada em Aparecida na semana passada o reitor do Santuário Nacional, Padre Mauro Matiazzi e outros sacerdotes responsáveis pela liturgia do Santuário. #Damasceno #Episcopal #litúrgica #Francisco #Assis #Conferência #Raymundo #américalatina #Comissão #Episcopado #Liturgia #Arquidiocese #Latina #América #Arcebispo

  • América Latina precisa de missionários como Santo Toribio de Mogrovejo, diz Bento XVI

    CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 24 de abril de 2006 (ZENIT.org).- A América Latina necessita de bispos e missionários como Santo Toribio de Mogrovejo, constata Bento XVI na mensagem que enviou aos participantes nas celebrações do quarto centenário de seu falecimento. Santo Toribio de Mogrovejo, arcebispo de Lima (Peru) desde 1581 até sua morte em 1606 (aos 68 anos de idade), foi declarado por João Paulo II patrono do episcopado da América Latina e Caribe. A mensagem papal foi lida esta segunda-feira no Auditório do Colégio Santo Agostinho, em Lima, ao inaugurar-se o Congresso Acadêmico Internacional «Santo Toribio de Mogrovejo: Missionário, Santo e Pastor» inaugurado pelo representante do Papa Bento XVI nestas celebrações, o cardeal Nicolas de Jesús López Rodríguez, arcebispo de Santo Domingo e primaz da América. O Papa, em sua mensagem, deseja que estas celebrações sejam «uma ocasião providencial para reavivar o caminho da Igreja nas diversas dioceses, inspirando-se na vida e obra de Santo Toribio», que «se distinguiu por sua abnegada entrega à edificação e consolidação das comunidades eclesiais de sua época». A carta destaca o profundo espírito missionário de Santo Toribio citando «alguns detalhes significativos», «como seu esforço por aprender diversas línguas, com a finalidade de pregar pessoalmente a todos os que estavam encomendados a seus cuidados pastorais». «Mas era também uma demonstração do respeito pela dignidade de toda pessoa humana, qualquer que fosse sua condição, na qual tratava de suscitar sempre a virtude de sentir-se verdadeiro filho de Deus», declara Bento XVI. Entre os marcos missionários do santo, cita em particular a convocação do III Concílio provincial de Lima (1582-1583), «que deixou um precioso acervo de doutrina e de normas pastorais», o chamado «Catecismo de Santo Toribio», «instrumento extraordinariamente eficaz para instruir na fé milhões de pessoas durante séculos» e a fundação do Seminário conciliar de Lima, que funciona até o dia de hoje. Milhares de fiéis foram nas últimas semanas à Catedral de Lima para ganhar a indulgência plenária que Bento XVI concedeu à arquidiocese por ocasião do Ano Jubilar. A arquidiocese primaz do Peru preparou estas celebrações com a «Grande Missão Mar Adentro», orientada a aprofundar na fé e renovar a evangelização da capital peruana, levada de porta em porta. As celebrações culminarão na quinta-feira, 27 de abril, pois nesse dia, segundo o calendário litúrgico peruano, celebra-se a solenidade de Santo Toribio. Pela tarde se efetuará uma procissão com relíquias de Santo Toribio de Mogrovejo desde o Convento de Santo Domingo até a Basílica Catedral de Lima. A Praça de Armas se fechará desde as 5h da manhã para que as diferentes irmandades possam colocar um total de 18 coroas florais. Ao longo do percurso processional haverá fogos de artifício e um projetor de luz iluminará o andor do Santo Turíbio de Mogrovejo. Na procissão participarão os bispos espanhóis de León, Julián López Martín e o arcebispo de Valladolid, Braulio Rodríguez (a terra de origem de Santo Toribio), o presidente do Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM) e arcebispo de Santiago do Chile, cardeal Francisco Xavier Errázuriz Ossa; o enviado especial, o cardeal de Lima, todos os bispos do Peru e outros bispos americanos. Concluída a procissão, haverá uma celebração solene da festividade de Santo Toribio de Mogrovejo na catedral, presidida pelo enviado especial do Papa. Roma também se unirá a estas celebrações. Essa mesma quinta-feira, o cardeal Giovanni Battista Re, prefeito da Congregação para os Bispos e presidente da Pontifícia Comissão para América Latina, celebrará uma missa em honra a Santo Toribio de Mogrovejo, na Basílica Santa Maria a Maior. Pode-se consultar informação adicional sobre este centenário e a vida de santo Toribio de Mogrovejo em www.arzobispadodelima.org. #Falecimento #Rodríguez #Peru #américalatina #Domingo #Basílica #Catedral #Arquidiocese #Latina #Paulo #João #América #Agostinho #Cardeal

  • «Sou consciente de que não estou só», confirma Papa após ano de sua eleição pontifícia

    Constata o apoio de Deus; quatro milhões de fiéis vão aos encontros com o Santo Padre CIDADE DO VATICANO, domingo, 23 de abril de 2006 (ZENIT.org).- Bento XVI é consciente –admite– de que não está sozinho em sua missão petrina: conta com o «insubstituível apoio» de Deus e dos santos, e com a proximidade dos fiéis «em uma grande comunhão». No clima festivo da Oitava da Páscoa, o Papa celebrou na quarta-feira passada a audiência geral na Praça de São Pedro, à qual foram mais de sessenta mil fiéis na ensolarada manhã. Cumpria-se um ano de sua eleição como 264º sucessor de Pedro. Procedente da residência de Castel Gandolfo –onde passou uns dias de descanso–, o Papa dedicou a maior parte do seu encontro semanal a aprofundar no significado da Páscoa. Agradecendo pela alegria dos peregrinos e suas aclamações de felicitação, o Papa expressou: «Juntamente convosco quero dar graças ao Senhor, que, depois de ter-me chamado há exatamente um ano a servir à Igreja como Sucessor do apóstolo Pedro, não deixa de acompanhar-me com sua indispensável ajuda». «Que rápido passa o tempo!», exclamou. «Já transcorreu um ano desde que, de um modo para mim absolutamente inesperado e surpreendente, os cardeais reunidos em conclave decidiram eleger a minha pobre pessoa para suceder o amado servo de Deus o grande Papa João Paulo II», expressou ante a multidão. «Recordo com emoção o primeiro impacto que tive, desde o balcão central da basílica, imediatamente depois de minha eleição, com os fiéis reunidos nesta mesma praça», admitiu. «Ficou gravado na minha mente e no coração esse encontro, ao que seguiram muitos outros, que me permitiram experimentar a grande verdade do que disse durante a solene concelebração com a qual iniciei solenemente o exercício do ministério petrino –observou Bento XVI–: ?Sou consciente de que não estou só. Não tenho de levar sozinho o que, na realidade, eu nunca poderia levar só». «E cada vez me convenço mais de que por mim mesmo não poderia cumprir esta tarefa, esta missão», insistiu. «Mas sinto também que vós me ajudais a cumpri-la –confessou–. Assim estou em uma grande comunhão, e juntos podemos levar a diante a missão do Senhor». Igualmente, afirmou: «Conto com o insubstituível apoio da celestial proteção de Deus e dos santos, e me conforta vossa proximidade, queridos amigos, que me outorgais o dom de vossa indulgência e vosso amor». E agradeceu «de coração» a todos os que de diversas maneiras o «acompanham de perto» ou o seguem «de longe espiritualmente com seu afeto e sua oração». «A cada um peço que siga sustentando-me, pedindo a Deus que me conceda ser pastor manso e firme de sua Igreja», acrescentou. O Papa concluiu a audiência de quarta-feira com o canto do Pai Nosso e a Benção Apostólica, enviada junto aos bispos presentes. Desta forma, percorreu em um veículo descoberto a praça para poder saudar de perto os numerosos peregrinos. Da proximidade e do calor que cercam o Papa são expressão os números de participação de fiéis –difundidos na véspera deste primeiro aniversário pela sala de Imprensa da Santa Sé– nos encontros pontifícios. Neste primeiro ano de pontificado, mais de quatro milhões de fiéis e peregrinos foram à Roma para participar das audiências gerais ou especiais, da oração dominical do Ângelus ou das celebrações presididas por Bento XVI. Os dados da Prefeitura da Casa Pontifícia revelam em concreto a participação, nestes últimos doze meses, em Roma, de 1.121.500 pessoas nas audiências gerais. 384.900 nas audiências especiais, 697.200 nas celebrações litúrgicas e 1.875.000 no Ângelus dominical. #coração #PapaBentoXVI #comunhão #Senhor #Padre #Pedro #Santo #Papa #amado #sucessor #BentoXVI #Pontifícia #Igreja #Amor #alegria #participação #Páscoa #eleição

  • «Quem se encontra com Jesus ressuscitado fica transformado», reconhece Papa

    No domingo, «pequena Páscoa» da Ressurreição de cada semana CIDADE DO VATICANO, domingo, 23 de abril de 2006 (ZENIT.org).- «É fato que quem se encontra com Jesus ressuscitado fica transformado em seu interior», constata Bento XVI. Estes últimos dias o Santo Padre encarregou-se de explicar o momento, o lugar e o efeito de tal encontro. Na audiência geral de quarta-feira passada –na qual se uniu aos peregrinos na Praça de São Pedro em ação de graças pelo primeiro aniversário de seu pontificado– Bento XVI recordou que a alegria pascal destes dias «estende-se a todo o Ano Litúrgico e se renova de modo especial no domingo, dia dedicado à recordação da ressurreição do Senhor». Trata-se da «pequena Páscoa» de cada semana –disse–, um momento em que «a assembléia litúrgica reunida para a santa missa proclama no Credo que Jesus ressuscitou ao terceiro dia, acrescentando que esperamos ?a ressurreição dos mortos e a vida do mundo futuro?». «Assim se indica que o acontecimento da morte e ressurreição de Jesus constitui o centro de nossa fé, e sobre este anúncio funda-se e cresce a Igreja», sublinhou. Recordou o dia da ressurreição de Jesus e «o caso de Maria Madalena (Jo 20, 11-18), que descobre o sepulcro aberto e vazio e imediatamente teme que tenham levado o corpo do Senhor». Este «então a chama por seu nome, e nesse momento produz-se nela uma mudança profunda –prosseguiu–: o desconsolo e a desorientação transformam-se em alegria e entusiasmo. Com prontidão vai aonde os Apóstolos estão e lhes anuncia: ?Vi o Senhor?» (Jo 20, 18). «É um fato que quem se encontra com Jesus ressuscitado fica transformado em seu interior. Não se pode ?ver? o Ressuscitado sem ?crer? nele», expressou o Papa, convidando a rogar para que o Senhor «chame a cada um de nós por nosso nome e converta-nos, abrindo-nos à ?visão? da fé». Porque «a fé nasce do encontro pessoal com Cristo ressuscitado –advertiu– e se transforma em impulso de valentia e liberdade que nos leva a proclamar ao mundo: Jesus ressuscitou e vive para sempre». «Esta é a missão dos discípulos do Senhor de todas as épocas e também de nosso tempo», o qual não implica «desentender-se dos compromissos de cada dia» nem «das realidades terrenas» –apontou–, mas «impregnar todas nossas atividades humanas com uma dimensão sobrenatural», «converter-se em gozosos arautos e testemunhas da ressurreição de Cristo, que vive para sempre». Comentando o evangelho, este domingo Bento XVI recordou que «Jesus ressuscitado apareceu aos discípulos, reunidos no Cenáculo, na tarde do ?primeiro dia depois do sábado?, e que se mostrou a eles novamente no mesmo lugar ?oito dias depois?». «Desde o princípio, portanto, a comunidade cristã começou a viver um ritmo semanal, destacado pelo encontro com o Senhor ressuscitado», apontou. Daí que, como assinalou o Concílio Vaticano II, «a Igreja, por uma tradição apostólica, que traz sua origem do próprio dia da Ressurreição de Cristo, celebra o mistério pascal a cada oito dias, no dia que é chamado com razão de ?dia do Senhor?, ou domingo». O Papa colocou sob a intercessão de Maria que todos os cristãos vivam em plenitude o Domingo como «Páscoa da semana», «saboreando a beleza do encontro com o Senhor ressuscitado e bebendo na fonte de seu amor misericordioso, para ser apóstolos de sua paz». #Cristo #Ressuscitado #Maria #Senhor #pascal #Padre #advertiu #ressuscitou #AçãodeGraças #Igreja #Amor #alegria #Jesus #Páscoa #Ressurreição

  • Pregador do Papa denuncia: Paixão de Jesus submetida a «rentável» manipulação

    CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 14 de abril de 2006 (ZENIT.org).- Com a denúncia da especulação, da manipulação midiática e da negação à qual é submetida a Paixão e Morte de Cristo, o pregador da Casa Pontifícia iniciou sua homilia desta Sexta-Feira Santa ante Bento XVI. O tema é de extrema importância, pois, como recordou, «Deus é amor, e a cruz de Cristo é a prova suprema disso, a demonstração histórica». Na Basílica de São Pedro ressoaram as palavras do apóstolo Paulo pela boca do padre Raniero Cantalamessa, ofm cap.: «Pois virá algum tempo em que alguns não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, segundo os seus próprios desejos, como que sentido comichão nos ouvidos, rodear-se-ão de mestres. Desviarão os seus ouvidos da verdade, orientando-os para as fábulas». Esta palavra da Escritura –sobretudo a menção ao desejo de ouvir coisas novas– está-se realizando de modo novo e impressionante em nossos dias», lamentou o pregador do Papa. «Enquanto nós celebramos aqui a lembrança da Paixão e Morte do Salvador, milhões de pessoas são induzidas por hábeis contadores de lendas antigas a crer que Jesus de Nazaré nunca foi, na realidade, crucificado», advertiu. Citou por exemplo o «best-seller» do momento nos Estados Unidos, «uma edição do ?Evangelho de Tomé?, apresentado como o evangelho que ?nos evita a crucifixão, faz desnecessária a ressurreição e não nos obriga a crer em nenhum Deus chamado Jesus?». «Pessoas que não se dão ao trabalho de ler uma análise séria das tradições históricas sobre a paixão, morte e ressurreição de Jesus ficam fascinadas por toda nova teoria segundo a qual ele não foi crucificado e não morreu, especialmente se a seqüência da história compreende sua fuga com Maria Madalena para a Índia [ou para a França, segundo a versão mais atualizada]?», alertou o padre Cantalmessa, citando palavras do estudioso bíblico Raymond Brown. «Estas teorias demonstram que quando se trata da Paixão de Jesus, a despeito da máxima popular, a fantasia supera a realidade, e é, querendo ou não, também mais rentável», prossegue a citação do biblista. «Fala-se muito da traição de Judas, e não se percebe que se está repetindo –denunciou o padre Cantalamessa–. Cristo continua sendo vendido, já não aos chefes do Sinédrio por trinta moedas, mas a editores e livrarias por milhares de moedas». Igualmente alertou de que esta «onda especulativa» não tem freio e de que inclusive «registrará um crescer com o iminente lançamento de certo filme». Reconheceu –na Basílica vaticana, em plena celebração da Paixão e Morte do Senhor– que estes temas «não mereceriam ser tratados neste lugar e neste dia». «Mas não podemos permitir –manifestou– que o silêncio dos crentes seja tomado pela vergonha e que a boa fé (ou a ignorância?) de milhões de pessoas seja manipulada pelos meios de comunicação sem levantar um grito de protesto em nome não só da fé, mas também do sentido comum e da sã razão». As «fantasias» citadas têm, segundo disse o pregador da Casa Pontifícia, uma explicação: «Estamos na era dos meios de comunicação, e à mídia, mais que a verdade, interessa a novidade». Autor: Rogério Amaral Silva Fonte: Zenit.org #RanieroCantalamessa #Verdade #Evangelho #Pregador #paixão #Amaral #Manipulação #Denuncia #Cantalamessa #Basílica #Crucificado #advertiu #Raniero #Amor #Jesus #morte #Ressurreição

  • Relação dos Milagres de Jesus

    A transformação da água em vinho nas bodas de Caná: Jo 2,1-11. Jesus escapa de seus inimigos em Nazaré: Lc 4,28-30. Cura do filho do Governador em Cafarnaum: Jo 4,46-54. Cura de um possesso em Cafarnaum: Mc 1,23-28, Lc 4,33-37. Cura da sogra de Pedro: Mt 8,14-15, Mc 1,29-31, Lc 4,38-39. Milagres de Cafarnaum no sábado à noite: Mt 8,16-17, Mc 1,32-34, Lc 4,40-41. A primeira pesca miraculosa: Lc 5,1-9. Os vários milagres realizados na Galiléia: Mt 4,23-24, Mc 1,38-39. Cura do leproso: Mt 8,1-4, Mc 1,39-44, Lc 5,12-14. Cura de um homem paralítico: Mt 9,1-8, Mc 2,1-12, Lc 5,17-26. A cura de um doente na piscina de Betesda: Jo 5,1-9. Cura de um homem de mão seca: Mt 12,9-13, Mc 3,1-5, Lc 6,6-10. Os milagres aos sábados, dias de descanso: Mt 12,14-16, Mc 3,6-12, Lc 6,17-19. Cura do empregado do Centurião: Mt 8,5-8.13, Lc 7,1-10. Ressurreição do filho da viúva de Naim: Lc 7,11-16. Os milagres relatados a João Batista: Lc 7,19-22. Cura de um possesso cego e mudo: Mt 12,22-24. A primeira tempestade serenada (acalmada): Mt 8,23-27, Mc 4,35-40, Lc 8,22-25. Os possessos e os porcos em Gerasa: Mt 8,28-33, Mc 5,1-15, Lc 8,26-35. Cura da mulher com fluxo de sangue (hemorroíssa): Mt 9,2-22, Mc 5,25-34, Lc 8,43-48. A ressurreição da filha de Jairo: Mt 9,18.19.23-26, Mc 5,21-24.35-43, Lc 8,40-42.49-56. Os milagres em Nazaré: Mt 13,57-58, Mc 6,4-5. Os milagres realizados na Sua terceira viagem pelas cidades e vilas da Galiléia: Mt 9,35. Os milagres no deserto perto do lago de Genesaré: Mt 14,13-14, Lc 9,10-11, Jo 6,1-2. A primeira multiplicação de pães e peixes: Mt 14,14-21, Mc 6,34-44, Lc 9,11-17, Jo 6,3-14. A segunda tempestade acalmada: Mt 14,22-23, Mc 6,45-51, Jo 6,15-21. Os milagres realizados nas terras de Genesaré: Mt 14,34-36, Mc 6,53-56. Cura da filha da mulher de Caná: Mt 15,21-28, Mc 7,24-30. A cura do surdo e mudo: Mc 7,31-37. Os milagres realizados na montanha perto do mar de Tiberíades: Mt 15,29-31. A segunda multiplicação de pães e peixes: Mt 15,32-38, Mc 8,1-9. O cego de Betsaída: Mc 8,22-26. A transfiguração de Cristo: Mt 17,1-9, Mc 9,1-8, Lc 9,28-36. Cura do menino possuído pelo demônio: Mt 17,14-17, Mc 9,16-26, Lc 9,37-44. O dinheiro encontrado na boca do peixe: Mt 17,23-26. Cura do cego de nascença: Jo 9,1-7. Os dois homens cegos: Mt 9,27-31. Cura de um mudo possuído pelo demônio: Mt 9,32-34, Lc 11,14-15. A mulher enferma, inválida: Lc 13,10-13. Cura do homem que sofria de hidropisia: Lc 14,1-4. A ressurreição de Lázaro: Jo 11,11-15.38-45. Cura dos dez leprosos: Lc 17,11-19. Os dois homens cegos de Jericó: Mt 20,29-34, Mc 10,46-52, Lc 18,35-43. A figueira seca, amaldiçoada: Mt 21,17-20, Mc 11,12-14.20-21. Os milagres realizados no templo: Mt 21,14-15. O milagre na prisão de Cristo: Jo 18,3-6. A cura da orelha de Malco: Lc 22,49-51. Os milagres na hora da morte de Cristo: Mt 27,45.50-54, Mc 15,33-34.37-39, Lc 23,44-48. A ressurreição de Cristo: Mt 28,1-10, Mc 16,1-9, Lc 24,1-8, Jo 20,1-17. A segunda pesca milagrosa: Jo 21,1-6.10-11. A ascensão de Cristo ao céu: Mc 16,19, Lc 24,50-51, At1,9-11. Milagre realizado em tempo desconhecido: A cura de Madalena e das mulheres santas (Lc 8, 1-2). Milagres não Registrados: “Muitos outros sinais Jesus também fez à vista de seus discípulos que não estão escritos neste livro. Mas estes são escritos para que vocês creiam que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus: e que assim crendo, possam ter vida em seu nome” (Jo 20, 30-31). “Mas há também muitas outras coisas que Jesus fez, que, se fossem escritas uma a uma, o próprio mundo, acredito, não seria capaz de conter os livros que deveriam ser escritos” (Jo 21,25). Fonte: Veritatis Splendor #possuído #Cafarnaum #leproso #Caná #demônio #transformação #Genesaré #Naim #Galiléia #milagre #possesso #tempestade #Batista #Governador #Centurião #Betesda #João #Jesus #paralítico #miraculosa #multiplicação #doente

  • Igreja não pode calar quando se questionam direitos fundamentais

    VATICANO, 21 Abr. 06 (ACI) .- Em uma entrevista publicada pela imprensa indonésia, o Secretário para as Relações com os Estados, Arcebispo Giovanni Lajolo, reiterou que seguindo o princípio da separação entre os âmbitos político e religioso, a Igreja não impõe leis civis mas sim intervém e não pode calar “quando está em questão a dignidade ou os direitos fundamentais dos seres humanos ou a liberdade religiosa”. Em diálogo com o jornal Kompas, o Prelado se referiu à reta compreensão da separação entre as competências da Igreja e do Estado, além da peculiaridade do Estado da Cidade do Vaticano, da atividade diplomática da Santa Sé e do diálogo inter-religioso. Em relação à separação de poderes entre Igreja e Estado civil, Dom Lajolo lembrou que “a Igreja não pretende impor lei civil alguma, se não o fizerem as mesmas forças políticas. É válido o princípio fundamental da separação entre a esfera política e a religiosa e a firme tutela da liberdade religiosa pela qual assim como o Estado não entra na atividade da Igreja, esta também não à suas ordens”. “A Igreja ?na prática os bispos dos países interessados?, querem iluminar os católicos e a opinião pública do país, explicando com declarações públicas a posição católica sobre questões morais propostas pela legislação ou pela atividade política, apoiando-se sobretudo em argumentos racionais, acessíveis também aos que não têm fé”, assinalou na entrevista publicada em 16 de abril passado. Sobre o assunto, o Arcebispo precisou que “no âmbito universal, a Santa Sé intervém sobre as grandes questões morais propostas pela política com documentos de vários tipos, como as encíclicas ou as exortações apostólicas do Papa ou as instruções da Congregação para a Doutrina da Fé. Os critérios para julgar se for oportuno intervir são diversos: a Igreja não pode calar, de todas formas, quando está em questão a dignidade ou os direitos fundamentais dos seres humanos ou a liberdade religiosa”. Não confundir Estado Vaticano e Santa Sé Na entrevista, o arcebispo precisou que o Estado da Cidade do Vaticano é um verdadeiro estado, mas de “minúscula realidade política, que tem somente a função de garantir a independência do Papa como autoridade suprema da Igreja Católica de qualquer poder civil”, enquanto a Santa Sé, quer dizer, “o Papa e a Cúria Romana, impropriamente chamados Vaticano, porque têm sede no Estado da Cidade do Vaticano, não são um órgão de governo civil nem têm portanto funções políticas”. portanto, “não há superposição entre a função política do estado e a função religiosa da Igreja”. Do mesmo modo, o Arcebispo precisou que tampouco se deve confundir o Estado da Cidade do Vaticano, que “tem relações, sobre tudo com a Itália, limitadas a sua modesta estrutura” com a Santa Sé, que conta por sua vez com uma “vasta rede de embaixadas em todo mundo”, quer dizer, as nunciaturas apostólicas. Estas últimas, continuou, “não se ocupam de política ou de interesses comerciais, mas sim de questões relativas à liberdade da Igreja e dos direitos humanos. Em geral, a Santa Sé intervém para defender o status jurídico da Igreja e, em alguns países, em defesa dos católicos oprimidos, submetidos a pressão ou discriminados, e o faz invocando os direitos sancionados na Declaração Universal dos Direitos do Homem e do International Covenant on Civil and Political Rights (ICCPR) ou dos estabelecidos na Constituição dos diversos Estados”. “Os critérios de intervenção trocam, segundo as situações, e se inspiram na vontade de ajudar da maneira mais eficaz, e portanto com a prudência e a reserva necessárias para evitar repercussões negativas”, acrescentou. Diálogo inter-religioso Por último, a respeito do diálogo inter-religioso, o Prelado afirmou que “Bento XVI continuará o compromisso do diálogo inter-religioso, segundo as diretrizes do Concílio Vaticano II, como seus antecessores”. Depois de advertir que “um conflito de culturas, ou pior ainda de religiões, dividiria os povos ainda mais do que já estão”, Dom Lajolo destacou que “o diálogo inter-religioso aponta a conhecer melhor a fé do interlocutor e a dar a conhecer melhor a própria, reforçando os vínculos de estima mútua” e que “não pretende fazer com que os que participam dele sejam menos fiéis às profundas convicções religiosas próprias, mas a abrir cada vez mais as mentes e os corações à vontade de Deus”. #dignidade #Relações #liberdade #Catolica #secretário #Giovanni #política #indonésia #Igreja #Imprensa #diálogo #Arcebispo

  • Dez conselhos de Bento XVI aos jovens

    Conversar diariamente com Deus, ler a Bíblia, ir à Missa aos Domingos, contar as alegrias e penas a Cristo, dar exemplo ou ser útil aos outros: são alguns dos conselhos que o Papa dá aos jovens. 1) Conversar com Deus ?Algum de vós poderia talvez identificar-se com a descrição que Edith Stein fez da sua própria adolescência, ela, que viveu depois no Carmelo de Colônia: “Tinha perdido consciente e deliberadamente o costume de rezar”. Durante estes dias podereis recuperar a experiência vibrante da oração como diálogo com Deus, porque sabemos que nos ama e, a quem, por sua vez, queremos amar?. 2) Contar-lhe as penas e alegrias ?Abri o vosso coração a Deus. Deixai-vos surpreender por Cristo. Dai-lhe o “direito de vos falar” durante estes dias. Abri as portas da vossa liberdade ao seu amor misericordioso. Apresentai as vossas alegrias e as vossas penas a Cristo, deixando que ele ilumine com a sua luz a vossa mente e toque com a sua graça o vosso coração. 3) Não desconfiar de Cristo ?Queridos jovens, a felicidade que buscais, a felicidade que tendes o direito de saborear, tem um nome, um rosto: o de Jesus de Nazaré, oculto na Eucaristia. Só ele dá plenitude de vida à humanidade. Dizei, com Maria, o vosso “sim” ao Deus que quer entregar-se a vós. Repito-vos hoje o que disse no princípio de meu pontificado: ?Quem deixa entrar Cristo na sua vida não perde nada, nada, absolutamente nada do que faz a vida livre, bela e grande. ¡Não! Só com esta amizade se abrem de par em par as portas da vida. Só com esta amizade se abrem realmente as grandes potencialidades da condição humana. Só com esta amizade experimentamos o que é belo e o que nos liberta?. Estai plenamente convencidos: Cristo não tira nada do que há de formoso e grande em vós, mas leva tudo à perfeição para a glória de Deus, a felicidade dos homens e a salvação do mundo?. 4) Estar alegres: querer ser santos ?Para além das vocações de consagração especial, está a vocação própria de todo o batizado: também é esta uma vocação que aponta para um ?alto grau? da vida cristã ordinária, expressa na santidade. Quando encontramos Jesus e acolhemos o seu Evangelho, a vida muda e somos impelidos a comunicar aos outros a experiência própria (…). A Igreja necessita de santos. Todos estamos chamados à santidade, e só os santos podem renovar a humanidade. Convido-vos a que vos esforceis nestes dias por servir sem reservas a Cristo, custe o que custar. O encontro com Jesus Cristo vos permitirá apreciar interiormente a alegria da sua presença viva e vivificante, para testemunhá-la depois no vosso ambiente?. 5) Deus: tema de conversa com os amigos ?São tantos os nossos companheiros que ainda não conhecem o amor de Deus, ou procuram encher o coração com sucedâneos insignificantes. Portanto, é urgente ser testemunhos do amor que se contempla em Cristo. Queridos jovens, a Igreja necessita autênticos testemunhos para a nova evangelização: homens e mulheres cuja vida tenha sido transformada pelo encontro com Jesus; homens e mulheres capazes de comunicar esta experiência aos outros?. 6) No Domingo, ir à Missa Não vos deixeis dissuadir de participar na Eucaristia dominical e ajudai também os outros a descobri-la. Certamente, para que dela emane a alegria que necessitamos, devemos aprender a compreendê-la cada vez mais profundamente, devemos aprender a amá-la. Comprometamo-nos com isso, vale a pena! Descubramos a íntima riqueza da liturgia da Igreja e a sua verdadeira grandeza: não somos os que fazemos uma festa para nós, mas, pelo contrário, é o próprio Deus vivo que prepara uma festa para nós. Com o amor à Eucaristia redescobrireis também o sacramento da Reconciliação, no qual a bondade misericordiosa de Deus permite sempre que a nossa vida comece novamente. 7) Demonstrar que Deus não é triste Quem descobriu Cristo deve levar os outros para ele. Uma grande alegria não se pode guardar para si mesmo. É necessário transmiti-la. Em numerosas partes do mundo existe hoje um estranho esquecimento de Deus. Parece que tudo anda igualmente sem ele. Mas ao mesmo tempo existe também um sentimento de frustração, de insatisfação de tudo e de todos. Dá vontade de exclamar: Não é possível que a vida seja assim! Verdadeiramente não. 8) Conhecer a fé Ajudai os homens a descobrir a verdadeira estrela que nos indica o caminho: Jesus Cristo. Tratemos, nós mesmos, de conhecê-lo cada vez melhor para poder conduzir também os outros, de modo convincente, a ele. Por isso é tão importante o amor à Sagrada Escritura e, em conseqüência, conhecer a fé da Igreja que nos mostra o sentido da Escritura. 9) Ajudar: ser útil Se pensarmos e vivermos inseridos na comunhão com Cristo, os nossos olhos se abrem. Não nos conformaremos mais em viver preocupados somente conosco mesmo, mas veremos como e onde somos necessários. Vivendo e atuando assim dar-nos-emos conta rapidamente que é muito mais belo ser úteis e estar à disposição dos outros do que preocupar-nos somente com as comodidades que nos são oferecidas. Eu sei que vós, como jovens, aspirais a coisas grandes, que quereis comprometer-vos com um mundo melhor. Demonstrai-o aos homens, demonstrai-o ao mundo, que espera exatamente este testemunho dos discípulos de Jesus Cristo. Um mundo que, sobretudo mediante o vosso amor, poderá descobrir a estrela que seguimos como crentes. 10) Ler a Bíblia O segredo para ter um “coração que entenda” é edificar um coração capaz de escutar. Isto é possível meditando sem cessar a palavra de Deus e permanecendo enraizados nela, mediante o esforço de conhecê-la sempre melhor. Queridos jovens, exorto-vos a adquirir intimidade com a Bíblia, a tê-la à mão, para que seja para vós como uma bússola que indica o caminho a seguir. Lendo-a, aprendereis a conhecer Cristo. São Jerônimo observa a este respeito: “O desconhecimento das Escrituras é o desconhecimento de Cristo” * * * Em resumo… Construir a vida sobre Cristo, acolhendo com alegria a palavra e pondo em prática a doutrina: eis aqui, jovens do terceiro milênio, o que deve ser o vosso programa! É urgente que surja uma nova geração de apóstolos enraizados na palavra de Cristo, capazes de responder aos desafios do nosso tempo e dispostos a difundir o Evangelho por toda a parte. Isto é o que o Senhor vos pede, a isto vos convida a Igreja, isto é o que o mundo ? ainda que não saiba ? espera de vós! E se Jesus vos chama, não tenhais medo de responder-lhe com generosidade, especialmente quando vos propõe segui-lo na vida consagrada ou na vida sacerdotal. Não tenhais medo; confiai n?Ele e não ficareis decepcionados. BENTO XVI Fonte: Opus Dei #Cristo #santidade #PapaBentoXVI #Escritura #Deus #adolescência #felicidade #Eucaristia #Jovens #Papa #Igreja #Amor #verdadeira #alegria #amizade #Jesus #Missa #Humanidade

  • "Peçam a Deus para que eu continue sendo um pastor manso e firme de sua Igreja", diz o Pap

    VATICANO, 19 Abr. 06 (ACI) .- Diante de mais de 60 mil pessoas reunidas na Praça de São Pedro pelo primeiro aniversário de sua eleição como Sumo Pontífice, o Papa Bento XVI pediu a todos os fiéis que o continuem apoiando e que peçam a Deus para que lhe conceda continuar sendo um pastor manso e firme de sua Igreja. Ao iniciar suas palavras, o Santo Padre lembro o dia de sua eleição, aquela terça-feira, 19 de abril de 2005, dizendo: ?Queria junto convosco agradecer ao Senhor que depois de ter me chamado há exatamente um ano para servir a Igreja como sucessor do apóstolo Pedro, não deixou de me assistir com sua indispensável ajuda?. ?Lembro com emoção ?acrescentou? o primeiro impacto que, do balcão central da Basílica, tive justamente depois de minha eleição com os fiéis reunidos nesta mesma praça?. “Permanece impresso em minha mente e no coração aquele encontro, ao qual seguiram muitos outros que me deram um modo de experimentar o quanto é verdade aquilo que disse no curso da solene concelebração com a qual iniciei solenemente o exercício do ministério petrino: ?Sinto viva a consciência de não dever levar por minha conta aquilo que na verdade não poderia levar por mim mesmo?. E cada vez mais, sinto que só não poderia levar adiante esta tarefa, esta missão, mas sinto também como vós me ajudais, e assim estou em uma grande comunhão e juntos podemos levar em frente a missão do Senhor?. Concluindo, Bento XVI agradeceu “de coração a todos aqueles que de diversas maneiras me estão próximos a mim e também aos que estão longe, mas próximos espiritualmente com seu afeto e oração: a cada um peço que continue me apoiando e pedindo a Deus para me conceda ser o pastor manso e firme de sua Igreja?. Ao final, o Papa saudou os visitanets da América Latina e da Espanha, de modo especial aos Religiosos Agostinianos, aos seminaristas de Madri e aos vários grupos paroquiais e estudantes espanhóis, assim como aos diversos peregrinos da Argentina, Costa Rica, El Salvador e México. “Que a Virgem Maria nos ajude a compreender este grande mistério de amor que transforma os corações e nos faz experimentar a alegria pascal. Muito obrigado por vossa atenção”, disse o Santo Padre. Participaram da audiência geral peregrinos vindos da Bósnia, Croácia, Ucrânia, Alemanha, França, Estados Unidos, Austrália, Canadá, México, Costa Rica, Argentina, Irã, entre outros. Finalizada a audiência, o Santo Padre voltou de helicóptero para sua residência de Castelgandolfo, onde permanecerá até a próxima sexta-feira. #coração #Deus #Alemanha #Senhor #audiência #américalatina #Padre #missão #Pedro #adiante #aniversário #Santo #pontífice #manso #Amor #alegria #Sumo #México #América #eleição

  • Esclarecimentos sobre o "Código da Vinci"

    A difusão do livro “O Código Da Vinci”, de Dan Brown, e do filme baseado sobre a obra, tem suscitado em muitas pessoas perplexidades, dúvidas e confusão a respeito de algumas verdades fundamentais da fé cristã referentes a Jesus Cristo e à Igreja. A CNBB, consciente de sua responsabilidade em relação à defesa da verdadeira fé da Igreja, vem a público para prestar alguns esclarecimentos. Não devemos esquecer que a obra em questão é de ficção e não retrata a história de Jesus, nem da Igreja. Não se pode atribuir verdade às afirmações claras ou veladas do autor. O que é fantasia deve ser lido e entendido como fantasia. As únicas fontes dignas de fé sobre a vida de Jesus e o início da Igreja são os textos do Novo Testamento, da Bíblia. A história da Igreja, depois dos apóstolos, está retratada em obras de caráter histórico, cujas afirmações são respaldadas pelo rigor do método histórico. Alertamos, portanto, que a obra, no seu gênero fantasioso, apresenta uma imagem profundamente distorcida de Jesus Cristo, que está em contraste com as pesquisas e afirmações de estudiosos de diversas áreas das ciências humanas, da teologia e dos estudos bíblicos, ao longo de dois mil anos de história do cristianismo. É lamentável que a obra, com roupagem pseudo-científica, se ponha a versar de maneira leviana e desrespeitosa sobre convicções tão sagradas para os cristãos. Muitos cristãos sentem-se feridos em sua fé e nas convicções que lhes são profundamente caras. Outras pessoas são induzidas à dúvida sobre verdades da fé pregadas pela Igreja, desde sua origem, e transmitidas de geração em geração, com zelosa fidelidade à doutrina dos apóstolos. Ainda outras são levadas, inclusive, a levantar suspeitas sobre a honestidade da Igreja nas afirmações de fé sobre Jesus Cristo, seu divino fundador. Diante disso, afirmamos, com toda convicção, que a Igreja, de forma alguma, ocultou no passado, nem oculta no presente, a verdade sobre Jesus Cristo e sobre a origem dela própria. A Igreja não pode deixar de afirmar o sagrado patrimônio das verdades a respeito de Jesus Cristo e sobre si mesma, que ela recebeu dos apóstolos. Convidamos todos a lerem os Evangelhos e demais textos do Novo Testamento da Bíblia, para encontrarem aí a imagem de Jesus Cristo, assim como é anunciada pela pregação da Igreja desde as suas origens. Por outro lado a leitura de algum bom livro de história da Igreja – e existem muitos! – poderá ajudar a conhecer a verdade histórica sobre a Igreja, que não é oculta nem subtraída ao conhecimento de quem quer que seja. Cardeal Geraldo Majella Agnelo Arcebispo de São Salvador da Bahia Presidente da CNBB #CNBB #cristã #Cristo #fantasia #OCódigoDaVinci #Testamento #história #histórico #confusão #CódigodaVinci #Bíblia #Igreja #ficção #Código #verdadeira #defesa #Jesus

  • VATICANO – Anunciada a viagem apostólica do Santo Padre Bento XVI à Polônia de 25 a 28 de maio

    Cidade do Vaticano (Agência Fides) – Sábado, 8 de abril, o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Dr. Joaquín Navarro-Valls, divulgou aos jornalistas a seguinte declaração: ?Nos dias 25-28 de maio de 2006, o Santo Padre Bento XVI realizará uma viagem apostólica à Polônia, e visitará Warszawa, Czestochowa, Kraków, Wadowice, Kalwaria Zebrzydowska, Auschwitz?. A partida do Avião Papal do aeroporto internacional Leonardo da Vinci de Fiumicino (Roma) está prevista às 8h40, hora de Roma, de quinta-feira, 25 de maio de 2006. A chegada ao aeroporto internacional de Warszawa-Okecie (Polônia) está prevista para as 11h, hora local, de quinta-feira, 25 de maio de 2006. A partida do Avião Papal do aeroporto internacional de Kraków-Balice (Polônia) está prevista para as 20h, hora local, de domingo, 28 de maio de 2006. A chegada ao aeroporto de Ciampino (Roma) está prevista para as 21h50, hora de Roma, de domingo, 28 de maio de 2006. #Padre #agênciaFides #Viagem #Polônia #Apostólica #Papal #aeroporto #Imprensa

  • Arcebispo de Barcelona rejeita reforma de Estatuto por não reconhecer liberdade religiosa

    BARCELONA, 18 Abr. 06 (ACI) .- O Arcebispo de Barcelona, Dom. Lluís Martínez Sistach, rejeitou o Título I do projeto de reforma do Estatuto aprovado pelo Congresso de Deputados, porque não reconhece o direito à liberdade religiosa, diferentemente da Constituição espanhola e o projeto da Constituição européia. Em declarações à Catalunya Informació”, o Prelado disse que “não era necessário” que o novo texto tivesse um título de direitos e deveres para obter um consenso entre crentes e não crentes. Indicou que o Estatuto deve satisfazer a totalidade de cidadãos. “Há muitos grupos de pessoas e de cristãos, que constituímos um número importante da sociedade catalã, que merecemos um reconhecimento e que não nos encontramos satisfeitos“, assinalou. O Prelado disse que a chegada maciça de imigrantes e novas religiões não está “rarefazendo” a relação destas com a Igreja. Entretanto, esclareceu que “não se deve perder o norte e não perder nossas raízes cristãs”. “O que identifica um povo da Cataluña é um campanário e não uma mesquita”, lembrou. Dom Martínez defendeu o direito dos muçulmanos de construir mesquitas de acordo com o número “e em proporção de seus membros”, mas lamentou que em alguns dos países de onde estes procedem não se respeite o direito à liberdade religiosa. Pediu à União Européia promover o “princípio de reciprocidade”. #Constituição #Européia #sociedade #Congresso #Espanhola #reconhecimento #Prelado

  • Messori explica o que se sabe e o que não se sabe de Judas

    ROMA, 2006-04-17 (ACI).- ?A Heresia do Iscariotes benemérito? é o título de um artigo em que o polemista católico italiano Vittorio Messori, demonstra o absurdo que subjaz sobre a idéia de um Judas ?bondoso? que difunde o polêmico documentário ?O evangelho de Judas?, transmitido no Domingo de Ramos pela National Geographic. Messori, autor do ?Informe sobre a Fé? e do livro-entrevista com o Papa João Paulo II ?Cruzando o Limiar da Esperança?, escreve no diário Corriere della Sera que ?há dezoito anos a Igreja condenou uma heresia gnóstica entre muitas, aquela dos ?cainitas? que valorizando em chave anti-judaica as figuras negativas da Escritura, propunha a hipótese de um Iscariotes benéfico, traidor a pedido do próprio Jesus?. Messori se surpreende que um texto que já era conhecido há mil e 800 anos e condenado pelos Padres da Igreja tenha merecido o ?clamor mediático suspeito de interesses comerciais? que na realidade ?não revela nada de novo, salvo alguns dos textos precisos sobre os quais caiu a condenação católica?. Não sem ironia, o polemista italiano afirma que ?se ninguém fala das infinitas ridicularidades heterodoxas de textos apócrifos do Novo Testamento, talvez é não só porque os jornalistas sabem pouco, mas porque nenhuma empresa pensou em aproveitá-los para vender revistas, livros e DVDs?. ?E também porque ainda não se decidiu (pelo menos por enquanto, embora esteja se aproximando o momento) inserir-se no grotesco filão pseudo-bíblico do qual Dan Brown é apenas o provedor mais afortunado?, acrescenta. Messori sim reconhece que entre os exegetas católicos existem legítimas discrepâncias sobre o que moveu Judar a trair Jesus. No Tríduo Pascal, opina o autor, Bento XVI se adere à tese que afirma que Judas traiu porque ?valorizava Jesus segundo categorias do poder e do êxito: para ele o amor não conta, só o poder e o sucesso são realidade?. Esta interpretação severa da traição de Judas, diz Messori, se fundamenta em que Judas, como os judeu de seu tempo esperava um Messias vencedor; ?mas a desilusão começou a crescer, frente ao repúdio de Jesus de assumir um papel político?. Judas, então, teria traido não pelas trinta moedas ? que eram o preço de um escravo de pouco valor ? mas por que ?a maneira, pensada, de por Jesus contra a parede, de pressionar àquele Messias temeroso e tardo em mostrar seu poder: para não ser capturado teria finalmente mostrado qual é o poder de Deus que o tinha enviado?. O fracasso do projeto de Judas, diz Messori, explica seu desespero e ?a crise que o levou ao suicidio?. Mesmo que o o Papa se adira a esta postura, continua sendo uma hipótese e por isso a Igreja não definiu as motivações do traidor. Mas, do que não cabe dúvida, é que se tratou de um ato consciente, maligno e livre. ?Só Deus sabe o que é que aconteceu no coração daquele desventurado, e quais foram as motivações profundas da decisão fatal?. Entretanto, Messori conclui indicando que, inclusive a respeito de Judas, a Igreja mantém sua postura: de ninguém se pode afirmar que foi condenado com absoluta certeza, nem mesmo se Jesus disse que ?melhor seria não ter nascido?. #Vittorio #Evangelho #polêmico #Judas #Católico #Geographic #National #Messias #demonstra #Igreja #Amor #heresia #Jesus #Hipótese

  • Mensagem Urbi et Orbi de Sua Santidade Bento XVI

    PÁSCOA 2006 Queridos irmãos e irmãs! Christus resurrexit!? Cristo ressuscitou! A grande Vigília desta noite fez-nos reviver o acontecimento decisivo e sempre actual da Ressurreição, mistério central da fé cristã. Círios pascais sem conta foram acesos nas igrejas para simbolizar a luz de Cristo que iluminou e ilumina a humanidade, vencendo para sempre as trevas do pecado e do mal. E, no dia de hoje, ressoam fortes as palavras que deixaram estupefactas as mulheres que, na manhã do primeiro dia depois do sábado, tinham ido ao sepulcro, onde o corpo de Cristo, descido às pressas da cruz, fora depositado. Tristes e desoladas pela perda do seu Mestre, tinham encontrado a grande pedra rolada para o lado e, entrando, viram que o seu corpo já não estava lá. Enquanto ali se encontravam incertas e desorientadas, dois homens com vestes resplandecentes surpreenderam-nas dizendo: «Por que motivo procurais entre os mortos Aquele que está vivo? Não está aqui; ressuscitou!» (Lc 24, 5-6). «Non est hic, sed resurrexit» (Lc 24, 6). Desde aquela manhã, tais palavras não cessam de ressoar pelo universo como um anúncio de alegria que atravessa os séculos imutável e simultaneamente cheio de infinitas e sempre novas ressonâncias. «Não está aqui; ressuscitou». Os mensageiros celestes comunicam, antes de mais nada: Jesus «não está aqui»; não ficou no sepulcro o Filho de Deus, porque não podia continuar prisioneiro da morte (cf. Act 2, 24) e o túmulo não podia reter «o Vivente» (Ap 1, 18), que é a própria fonte da vida. Tal como Jonas esteve no ventre do peixe, assim Cristo crucificado permaneceu engolido no coração da terra (cf. Mt 12, 40) pelo transcorrer de um sábado. Foi verdadeiramente «um dia solene aquele sábado», como escreve o evangelista João (19, 31): o mais solene da história, porque nele o «Senhor do sábado» (Mt 12, 8 ) levou a termo a obra da criação (cf. Gn 2, 1-4a), elevando o homem e o universo inteiro à liberdade da glória dos filhos de Deus (cf. Rm 8, 21). Cumprida esta obra extraordinária, o corpo inanimado foi atravessado pelo sopro vital de Deus e, rompidas as margens do sepulcro, ressuscitou glorioso. Por isso, os anjos proclamam: «não está aqui», não pode estar mais no túmulo. Peregrinou na terra dos homens, terminou o seu caminho no túmulo como todos, mas venceu a morte e de modo absolutamente novo, por um acto de puro amor, abriu a terra e escancarou-a para o Céu. A sua ressurreição, graças ao Baptismo que a Ele nos «incorpora», torna-se a nossa ressurreição. Tinha-o predito o profeta Ezequiel: «Eis que abrirei as vossas sepulturas e vos farei sair delas, ó meu povo, e vos reconduzirei ao país de Israel» (Ez 37, 12). Estas palavras proféticas assumem um valor singular no dia de Páscoa, porque hoje se cumpre a promessa do Criador; hoje, mesmo nesta nossa época caracterizada pela ansiedade e a incerteza, revivemos o acontecimento da ressurreição, que mudou a expressão da nossa vida, mudou a história da humanidade. Aguardam a esperança de Cristo ressuscitado, às vezes mesmo inconscientemente, os que ainda estão oprimidos pelos laços de amargura e de morte. Em particular, que o Espírito do Ressuscitado leve alívio e segurança na África às populações do Darfur, que se encontram numa dramática situação humanitária já insustentável; às da região dos Grandes Lagos, onde muitas chagas ainda não estão curadas; aos povos do Corno de África, da Costa do Marfim, do Uganda, do Zimbábue e doutras nações que anseiam pela reconciliação, pela justiça e pelo progresso. No Iraque, sobre a trágica violência, que impiedosamente continua a ceifar vítimas, prevaleça finalmente a paz. E paz desejo vivamente também para os que estão envolvidos no conflito da Terra Santa, convidando a todos a um diálogo paciente e perseverante que remova os obstáculos antigos e novos. A comunidade internacional, que reafirma o justo direito de Israel a existir em paz, ajude o povo palestinense a superar as condições precárias em que se encontra, avançando para a constituição dum verdadeiro e próprio Estado. O Espírito do Ressuscitado suscite um renovado dinamismo no empenho dos países da América Latina, para que sejam melhoradas as condições de vida de milhões de cidadãos, eliminada a nefasta praga dos raptos de pessoas e consolidadas as instituições democráticas, em espírito de concórdia e de solidariedade real. Relativamente às crises internacionais ligadas ao nuclear, chegue-se a um acordo honroso para todos através de negociações sérias e leais, e reforce-se nos responsáveis das nações e das organizações internacionais a vontade de realizar uma pacífica convivência entre etnias, culturas e religiões, que afaste a ameaça do terrorismo. É este o caminho da paz para bem da humanidade inteira. O Senhor ressuscitado faça-se presente em todo lugar com a sua força de vida, de paz e de liberdade. Hoje, a todos são dirigidas as palavras com as quais na manhã da Páscoa o Anjo tranquilizou os corações amedrontados das mulheres: «Não tenhais medo! … Não está aqui; ressuscitou» (Mt 28,5-6). Jesus ressuscitou e concede-nos a paz. Ele mesmo é a paz. Por isso, vigorosamente a Igreja repete: «Cristo ressuscitou – Christós anésti». Que a humanidade do terceiro milénio não tenha medo de abrir-Lhe o coração! O seu Evangelho sacia plenamente a sede de paz e de felicidade que habita em todo o coração humano. Agora Cristo está vivo e caminha connosco. Um mistério imenso de amor! Christus resurrexit, quia Deus caritas est! Alleluia! #Cristo #Vigília #Ressuscitado #África #Solene #Alleluia #Senhor #Espírito #corpo #ressuscitou #túmulo #Amor #alegria #Jesus #América #morte #Humanidade #Ressurreição

  • Opus Dei qualifica de «lamentável» a caricatura ofensiva a muçulmanos em «Studdi Cattolici»

    ROMA, domingo, 16 de abril de 2006 (ZENIT.org).- A prelazia do Opus Dei qualificou de «lamentável» uma caricatura satírica ofensiva para os muçulmanos publicada por uma revista que leva em seu título o adjetivo de católica. A charge, baseada na Divina Comédia de Dante Alighieri, apareceu no último número de «Studi Cattolici» («Estudos Católicos»), revista da editora «Ares», cujo diretor, Cesare Cavalleri, é membro da prelazia. Marc Carroggio, encarregado da Sala de Informação do Opus Dei em Roma, publicou um comunicado para explicar que «nos últimos meses, os católicos de muitos países, e em diversas ocasiões também esta Sala, repetimos que não necessitamos mais de caricaturas de nenhuma religião. Sempre, mas especialmente nas circunstâncias atuais, teríamos de trabalhar todos a favor da concórdia, da tolerância, da compreensão». «Esta vinheta em uma revista que leva em seu título o nome de católica parece-nos um ato lamentável, que manifesta falta de sensibilidade humana e de caridade cristã», acrescenta. Carroggio declara que «ainda que o Opus Dei não tenha nenhuma responsabilidade sobre esta revista, e cada pessoa seja responsável por suas ações, queremos pedir perdão pela ofensa infringida». O comunicado conclui afirmando que «é necessário que as religiões e seus símbolos sejam respeitados, e que os crentes não sejam objeto de brincadeiras que firam seus sentimentos religiosos». «Esse é o único caminho que leva à paz e à fraternidade. E o respeito não é algo teórico, mas que se pode favorecer ou realizar com gestos concretos», conclui. [Mais informações em www.opusdei.org] #religião #Alighieri #OpusDei #católicos #Prelazia #Marc

  • Celebração pascal inunda a Igreja de alegria, diz CNBB

    Mensagem de Páscoa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil BRASÍLIA, domingo, 16 de abril de 2006 (ZENIT.org).- «Com a ressurreição de Jesus, os discípulos passaram da tristeza e do desalento à alegria incontida», afirma a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). Esse é o teor da mensagem de Páscoa difundida essa semana pelo organismo episcopal, assinada pelo cardeal Geraldo Majella Agnelo, arcebispo de Salvador (BA) e presidente da CNBB; Dom Antônio Celso de Queirós, bispo de Catanduva (SP) e vice-presidente da CNBB; e Dom Odilo Pedro Scherer, bispo auxiliar de São Paulo e secretário-geral da CNBB. O texto da mensagem, que leva por título «Jesus Cristo ressuscitado está no meio de nós!», afirma que «a celebração pascal, ainda hoje, inunda a Igreja com essa mesma alegria. Jesus Cristo ressuscitado está com a humanidade, que ele ama infinitamente; age no meio do mundo através do Espírito Santo, inspira os corações na escolha do bem e os move a aderirem ao reino de Deus». De acordo com os bispos brasileiros, Jesus ressuscitado auxilia sua Igreja com solicitude constante: «?Eis que estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos? (Mt 28,20). Por isso a comunidade reunida em seu nome pode proclamar com firme fé: Ele está no meio de nós!». «Enviada em missão para proclamar a Boa Nova, a Igreja convida todos para o encontro vivo e pessoal com seu Senhor ressuscitado, caminho, verdade e vida. Ele é a face humana de Deus, a fonte da esperança, do perdão e da paz. Ele conforta e liberta de todos os males. Ao povo que, em suas angústias e necessidades, procura Deus a Igreja continua a dizer: Vinde e vede!», diz o texto. A CNBB recorda que, em cada domingo, «os cristãos celebram a Páscoa ao redor da mesa da Eucaristia. Reúnem-se em nome de Jesus Cristo, recordam sua paixão, morte e ressurreição, ouvem sua palavra, são animados na fé, esperança e caridade, nutrem-se com o pão da vida, alimento para o serviço dos irmãos no quotidiano da vida. A Santa Missa dominical é o momento alto da vida da Igreja e sua celebração mais importante. A este encontro somos convidados a participar com alegria!» «Também na Páscoa de 2006 proclamamos com renovada fé: Vinde e vede, o Senhor ressuscitado está no meio de nós! Queremos compartilhar esta Boa Notícia com nossos irmãos de fé, com os que padecem de muitas maneiras, com todas as pessoas que encontramos, de modo especial, os irmãos e irmãs com deficiência», afirma a mensagem da CNBB. O organismo episcopal recorda que a Páscoa deste ano «leva nosso pensamento e nossas atenções para Florianópolis». Lá será celebrado o XV Congresso Eucarístico Nacional, de 18 a 21 de maio próximo, encerrando o Ano da Eucaristia para o Brasil. «O tema e o lema do Congresso manifestam convicções fundamentais e muito caras à Igreja: Ele está no meio de nós. ?Vinde e vede!? (Jo 1,39). Deus não deixa a humanidade abandonada a si mesma, em meio aos problemas e angústias da vida». A mensagem reafirma ainda o convite a todos os fiéis a participarem do XV Congresso Eucarístico Nacional, «unidos na oração e na proclamação alegre de nossa fé». O texto encerra com o desejo da CNBB a que todos vivam uma «feliz e santa Páscoa, com a bênção do Senhor ressuscitado». #celebração #Cristo #Episcopal #Ressuscitado #tristeza #Senhor #Conferência #eucarístico #Eucaristia #Alimento #bispos #Congresso #Nacional #Igreja #Bispo #alegria #Jesus #Páscoa #Vinde #Humanidade #Ressurreição

  • Resenha do livro ?O Código Da Vinci?

    ?O Código Da Vinci? é um bestseller norte-americano de ficção que, depois de um investimento milionário em marketing, foi publicado recentemente no Brasil. A trama do romance propõe a falsidade do cristianismo, que seria uma invenção da Igreja Católica mantida a qualquer preço ao longo dos séculos. Diante da sugestão, nas primeiras páginas do livro, de que estaria baseado em fatos reais, apresentamos uma resenha crítica publicada em ?El Confidencial Digital? (Espanha). São abundantes os romances, bem como as suas correspondentes adaptações cinematográficas, que se encaixam na chamada ?teologia-ficção? para questionar a veracidade histórica do cristianismo. Não há dúvida de que pretendem aproveitar-se comercialmente do escândalo que suscitam nos fiéis e, ao mesmo tempo, fazer sucesso com um público carente de cultura religiosa, mas ainda familiarizado com o imaginário cristão. O autor de ?O Código Da Vinci?, Dan Brown, emprega a velha fórmula de encher páginas com uma informação aparente que, na realidade, não tem nenhuma base histórica, artística ou religiosa. Por isso, a crítica mais eloqüente é, simplesmente, expôr friamente a sua tese, despojando-a dos fogos de artifício da trama de ação. O enredo desse romance se baseia em afirmar que Jesus foi casado com Maria Madalena, com quem teve uma filha. Este fato teria sido supostamente silenciado pela Igreja ao longo dos séculos, através de assassinatos e guerras. A hipótese, repetida por muitos detratores do cristianismo, não tem fundamento histórico algum, de modo que não é sustentada por nenhum exegeta católico ou protestante. No entanto, o autor parece considerar mais confiável o roteiro de ?A última tentação de Cristo? do que séculos de estudos bíblicos. A Igreja Católica aparece no livro como uma grande mentira histórica, produto de uma invenção do imperador Constantino, que procurava uma religião para todo o império. Até esse momento, o cristianismo teria sido uma religião oriental pregada por um profeta judeu chamado Jesus, casado com uma certa Maria Madalena, com quem teve uma filha. O imperador teria fundido os ensinamentos cristãos com as tradições pagãs, para que fossem mais facilmente aceitos pelo povo. Ele também promoveu o Concílio de Nicéia, onde submeteu a votação a declaração da divindade de Jesus, que até então era um simples homem. Essa tergiversação fez com que fosse necessário destruir todos os relatos evangélicos e reescrevê-los, para demonstrar a divindade e Cristo. Nessa manipulação teria sido suprimida a figura da mulher de Jesus, convertendo-a na atual Maria Madalena. Desde então, o aspecto feminino e sexual da religião cristã teria sido sistematicamente recusado pela Igreja. Esta ficção histórica permite ao autor do romance descrever a Igreja Católica ? representada pelo Vaticano e pelo Opus Dei ? como inimiga da mulher, da verdade e capaz de todo tipo de crimes, chegando a afirmar que assassinou cinco milhões de mulheres. Em contraste com a mentira do cristianismo apresenta como verdadeira religiosidade a dos cultos pré-cristãos, que adoravam a divindade feminina e praticavam o sexo sagrado. A conclusão do romance é que não basta revelar a suposta verdade sobre o cristianismo, descobrindo as provas do casamento de Jesus com Maria Madalena, mas que é necessário que a Igreja Católica reconheça a sua impostura e os seus crimes, voltando a adorar a divindade feminina, o que a obrigaria a mudar a sua doutrina moral sobre a sexualidade e sobre o sacerdócio de mulheres. À luz do absurdo da sua tese de fundo, a verossimilhança do romance fica completamente comprometida, e as suas afirmações desatinadas caem por seu próprio peso. Há demasiada invenção, demasiada maldade, demasiada perversão para que seja ao menos verossímil. Os leitores mais inocentes, no entanto, podem ficar com a idéia de que a Igreja Católica, e em particular o Vaticano e o Opus Dei, é uma instituição pouco digna de confiança. Fonte: Opus Dei #mulher #Cristo #Verdade #invenção #OCódigoDaVinci #Maria #casado #Opus #imperador #falsidade #bestseller #histórica #Madalena #Catolica #CódigodaVinci #Dei #Igreja #ficção #Código #romance #Divindade #feminina #Jesus

  • O amor ilimitado de Deus torna grande e digno o homem, diz o Papa

    VATICANO, 14 Abr. 06 (ACI) .- Em meio a milhares de fiéis reunidos nesta Quinta-feira Santa à tarde na basílica de São João de Latrão, o Papa Bento XVI presidiu a “Santa Missa da Ceia do Senhor” em que fez um comovente chamado a contemplar a grandeza do amor de Deus que nos ama até o extremo e a desterrar toda soberba e auto-suficiência dos corações. Depois da leitura do Evangelho que narra a Última Ceia e o lava-pés ressaltando que Jesus nos “amou até o extremo”, o Papa disse que “Deus ama a sua criatura, o homem; ama-o também em sua queda e não o abandona a si mesmo. Ele ama até o extremo“. “Impulsiona-nos com seu amor até o final, até o extremo: desce de sua glória divina. Desce até a extrema baixeza de nossa queda. Ajoelha-se diante de nós e realiza o serviço do escravo; lava nossos pés imundos para que sejamos admissíveis à mesa de Deus, para que sejamos dignos de tomar um lugar à sua mesa, uma coisa que por nós mesmos não poderemos nem teremos que fazer jamais”, destacou o Santo Padre em sua homilia. Durante a Santa Missa “in cena Domini”, o Pontífice lembrou que “Deus não é um Deus longínquo, muito distante e muito grande para ocupar-se de nossas pequenezes. Porque Ele é grande, pode se interessar também por nossas coisas pequenas. Porque Ele é grande, a alma do homem, o mesmo homem criado para o amor eterno, não é uma coisa pequena, mas grande e digno de seu amor. A santidade de Deus não é apenas um poder incandescente; é poder de amor e por isso é poder purificador e curador”. Mais adiante, o Bispo de Roma relacionou o lava-pés com a redenção trazida por Cristo, em quanto “o banho no qual nos lava é seu amor preparado para enfrentar a morte”. A esse respeito, indicou que “só o amor tem aquela força purificante que nos tira a imundície e eleva às alturas de Deus. O banho que nos purifica é Ele mesmo que se doa totalmente a nós até na profundidade de seu sofrimento e de sua morte”. Do mesmo modo, o Papa chamou a atenção sobre como se é a presença de Cristo “nos sacramentos da purificação, o batismo e a penitência”, em que “Ele se ajoelha continuamente diante de nossos pés e realiza o serviço do escravo, o serviço da purificação, faz-nos capazes de Deus”. Judas: O rechaço do amor sem limites Citando o Senhor Jesus no Evangelho de São João: “Vós estais limpos, mas não todos”, o Papa precisou que “existe o obscuro mistério do rechaço, que com a ação de Judas se faz presente e que, justamente na Quinta-feira Santa, no dia em que Jesus faz o dom de si, deve-nos fazer refletir. O amor do Senhor não conhece limite, mas o homem pode pôr a este um limite”. Depois de perguntar-se “O que torna o homem imundo?”, o Santo Padre respondeu: “É o rechaço ao amor, o não querer ser amado, o não amar. É a soberba que acredita que não tem necessidade de purificação alguma, que se fecha à bondade salvadora de Deus. É a soberba que não quer confessar e reconhecer que necessitamos da purificação”. Meditando na conduta de Judas, o Pontífice disse que neste apóstolo “vemos a natureza do rechaço. Ele avalia Jesus segundo as categorias do poder e do sucesso: para ele sozinho poder e sucesso são realidades, o amor não conta. O dinheiro é mais importante que a comunhão com Jesus, mais importante que Deus e que seu amor. E assim, transforma-se também em um mentiroso, que joga duplo e rompe com a verdade, que vive na mentira e perde assim o sentido da verdade suprema de Deus. Neste sentido, ele se endurece, faz-se incapaz da conversão, do crédulo retorno do filho pródigo e lança a vida destruída”. “O Senhor ?continuou? nos põe em guarda frente àquela auto-suficiência que põe um limite a seu amor ilimitado. Convida-nos a imitar sua humildade, a nos confiar a ela. Convida-nos, por muito perdidos que possamos nos sentir, a retornar à casa e a permitir a sua bondade purificadora nos levar para cima e de nos fazer entrar na comunhão da mesa com Ele, com Deus mesmo”. Finalmente, o Santo Padre definiu “cada ato de bondade por outro como um serviço de lavar os pés. A isto chama o Senhor: descer, apreender a humildade e a coragem da bondade e também a disponibilidade de aceitar o rechaço e ainda assim confiar na bondade e perseverar nela”. “O Senhor ?disse para concluir? tira nossa imundície com a força purificadora de sua bondade”. São João de Latrão Ao celebrar neste ano a Missa “in cena Domini” na basílica de São João de Latrão, a catedral do Bispo de Roma, Bento XVI recuperou um antigo costume interrompido os últimos anos por João Paulo II que, devido à sua avançada idade e sua piora no estado de saúde, presidia esta celebração na basílica de São Pedro. Os assistentes foram convidados a colaborar no sustento do projeto de reconstrução das casas das vítimas das devastações acontecidas no território da diocese de Maasin (Filipinas). A quantia arrecadada foi oferecida ao Santo Padre no momento da apresentação dos dons. Ao término da celebração se transladou o Santíssimo Sacramento à Capela da reposição. Amanhã, Sexta-feira Santa, Bento XVI presidirá pela tarde, na basílica de São Pedro, a celebração da Paixão do Senhor e, de noite, irá ao Coliseu de Roma, símbolo do martírio de muitos cristãos, para presidir a tradicional Via Sacra. #Domini #Latrão #Cristo #Homem #Evangelho #Deus #bondade #Santa #lava #Judas #Senhor #Padre #Basílica #adiante #Santo #amado #pontífice #Alma #Amor #purificação #Jesus #soberba

  • Nada nos poderá separar do amor de Deus, manifestado em Cristo Jesus!

    Recorda o pregador do Papa em sua homilia da Sexta-Feira Santa CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 14 de abril de 2006 (ZENIT.org).- Com a certeza de que nada nos poderá separar do amor de Deus e falando de que amor se trata, o pregador do Papa abordou a recordação da Paixão e Morte de Jesus na celebração desta Sexta-Feira Santa na Basílica Vaticana. Para isso, aprofundou em sua homilia nos ensinamentos que nos chegam «do amor de Deus», cuja «demonstração histórica» é «a cruz de Cristo», apoiando-se, perante Bento XVI, em sua encíclica, «Deus caritas est». O padre Raniero Cantalamessa, ofm. cap, leu do documento: «O olhar fixo no lado trespassado de Cristo, de que fala João, compreende o que serviu de ponto de partida a esta Carta Encíclica: ?Deus é amor?. É lá que esta verdade pode ser contemplada. E começando de lá, pretende-se agora definir em que consiste o amor. A partir daquele olhar, o cristão encontra o caminho do seu viver e amar» «Sim, Deus é amor!», exclamou o pregador do Papa. «O amor de Deus é luz, é felicidade, é plenitude de vida», aonde chega «cura e suscita vida», «sacia toda sede» e «está ao alcance da mão», «capaz de iluminar e aquecer tudo em nossa vida». Contudo, «passamos a existência na escuridão e no frio», e este –advertiu o padre Cantalamessa– «é o único motivo verdadeiro de tristeza da vida». Deus amou-nos «com amor de generosidade, na criação, quando nos encheu de dons, dentro e fora de nós», e «com amor de sofrimento na redenção, quanto inventou sua própria entrega, sofrendo por nós os mais terríveis padecimentos, a fim de convencer-nos de seu amor», recordou. «Por isso –afirmou–, é na cruz que se deve contemplar já a verdade de que Deus é amor». E aludiu «à paixão de amor» que «Deus desde sempre alimenta para com o gênero humano e que, na plenitude dos tempos, levou-o a vir à terra e padecer por nós». Citando a encíclica, sublinhou que o amor de Deus pelo homem não só «se dá totalmente gratuito, sem nenhum mérito anterior», mas que também «é amor que perdoa». Uma qualidade que igualmente «resplandece no grau máximo no mistério da cruz», assinalou o pregador da Casa Pontifícia. «O amor de Cristo na cruz» «é um amor de misericórdia, que desculpa e perdoa, que não quer destruir o inimigo –apontou–, mas sim a inimizade». «É precisamente desta misericórdia e capacidade de perdão que temos necessidade hoje, para não afundar cada vez mais no abismo de uma violência globalizada», advertiu o padre Cantalamessa. «A humanidade está envolta por tanta escuridão e inclinada sob tanto sofrimento que deveríamos também ter um pouco de compaixão e de solidariedade uns com os outros», refletiu. «Há outro ensinamento que nos vem do amor de Deus manifestado na cruz de Cristo» –prosseguiu–: «o amor de Deus pelo homem é fiel e eterno». «Deus fez a aliança para amar para sempre, privou-se da liberdade de voltar atrás», «é este o sentido profundo da aliança que em Cristo se transformou em ?nova e eterna?». Recordou que, como diz Bento XVI em sua encíclica, «o desenvolvimento do amor para com suas mais altas cotas» leva que «agora aspire ao definitivo», tanto no sentido de «exclusividade –?somente esta pessoa?–» como no sentido do «para sempre», pois o amor engloba todas as dimensões da existência, «inclusive também o tempo»: «o amor tende à eternidade». E por fim afirmou que o amor de Deus é «vitorioso», e a ele canta São Paulo, que «nos convida a realizar» «uma maravilhosa experiência de cura interior». O Apóstolo «pensa em todas as coisas negativas e nos momentos críticos de sua vida (…) –disse o pregador do Papa–. Contempla-os à luz da certeza do amor de Deus e grita: ?Mas em tudo isso somos mais que vencedores, graças àquele que nos amou!?». «Levanta então o olhar –continuou–; desde sua vida pessoal passa a considerar o mundo que o circunda e o destino humano universal, e de novo a mesma jubilosa certeza: ?Pois estou convencido de que nem a morte nem a vida…, nem o presente nem o futuro, nem as potestades, nem altura, nem a profundeza, nem qualquer outra criatura poderá nos separar do amor de Deus manifestado em Cristo Jesus, nosso Senhor?» Com estas palavras de Paulo no coração, o padre Cantalamessa convidou a adorar nesta Sexta-Feira Santa a cruz de Cristo. #RanieroCantalamessa #amordeDeus #Cristo #Verdade #Pregador #Deus #paixão #Santa #Misericórdia #Cantalamessa #Aliança #Homilia #encíclica #advertiu #Raniero #perdoa #Amor #Jesus #morte #CristoJesus #sofrimento

  • Ao menos 102 canais de televisão transmitirão a benção «urbi et orbi» do Papa

    CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 14 de abril de 2006 (ZENIT.org).- Ao menos 102 canais de televisão de 65 países transmitirão a mensagem pascal e a benção «urbi et orbi» (à cidade e ao mundo) de Bento XVI, ao meio-dia (hora de Roma) do Domingo da Ressurreição, 16 de abril. Será a primeira vez que este Papa presidirá as celebrações pascais, inclusive a missa matutina na praça de São Pedro, que começará às 10h30. Esta celebração eucarística também será transmitida a todo o mundo pela televisão. Segundo informa um comunicado do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais (http://pccs.it), 62 canais de televisão de 42 países reservaram a transmissão da Via Crucis desta Sexta-Feira Santa na noite de Roma. As transmissões de Natal e Páscoa, transmitidas por Mundovisón, podem ser retransmitidas gratuitamente através de uma série de satélites por meio dos quais os canais de TV tomam o sinal para oferecê-la a seu público. Os custos das conexões por satélite para os diferentes países que pedem ajuda econômica são cobertos por uma doação dos Cavaleiros de Colombo, movimento leigo surgido nos Estados Unidos. A transmissão dos acontecimentos da Semana Santa no Vaticano é uma co-produção do Centro Televisivo Vaticano e da televisão estatal italiana RAI. As transmissões internacionais são coordenadas pelo Conselho Pontifício para as Comunidades Sociais, que oferece um comentário em cinco idiomas. #celebração #urbi #urbietorbi #Conselho #Domingo #Pedro #transmitida #Crucis #Bênção #Mundovisón #transmissão #eucarística #Páscoa #transmitirão #mensagem #Ressurreição #Pontifício

  • Sexta-Feira Santa em Jerusalém: Procissão fúnebre no Santo Sepulcro

    JERUSALÉM, sexta-feira, 14 de abril de 2006 (ZENIT.org).- A Sexta-Feira Santa na Basílica da Ressurreição foi celebrada pelos freis franciscanos da Custódia da Terra Santa com uma cerimônia pouco conhecida: a Procissão fúnebre de Nosso Senhor Jesus Cristo. O Santo Sepulcro estava repleto de peregrinos. A Procissão foi liderada pela totalidade dos franciscanos residentes na Cidade Santa (uma centena). Tratava-se de um ofício que segue a tradição das representações medievais inspiradas nos Mistérios da Paixão de Cristo. Uma tradição típica da Basílica da Ressurreição onde se encontram agrupados em um mesmo edifício o Calvário, a Rocha da Unção e o Sepulcro de Cristo. Isto faz deste Ofício uma imitação da deposição de Jesus da Cruz, de sua unção e de sua sepultura. Uma imitação que se desenvolve nos mesmos lugares de sua paixão, desde o cume do Gólgata ao Santo Sepulcro. «Nesta Terra Santa, na qual o judaísmo e o islã tem proibido representar a Deus, a procissão fúnebre não significa ?fazer como se? assistíssemos ao enterro de Cristo, significa fazer memória de um evento», explica a Custódia da Terra Santa. «Durante esta representação, nós nos descobrimos na escuta do Cristo que nos fala ao ouvido: ?homem sem inteligência e tardio de coração a crer em tudo aquilo que os profetas disseram! Não sabia que o Cristo devia sofrer para entrar em sua glória??», seguem explicando os custódios franciscanos. #Calvário #terra #paixão #Santa #Rocha #Senhor #fúnebre #Unção #Basílica #SantoSepulcro #Custódia #Tradição #Mistérios #Jerusalém #Procissão #Jesus #Sepulcro #Ressurreição

  • Chiara Lubich: "Se o grão de trigo que cai na terra não morre, ele fica só"

    ROMA, quinta-feira, 13 de abril de 2006 (ZENIT.org).- Publicamos a «Palavra de Vida» escrita para este mês de abril por Chiara Lubich, fundadora do Movimento dos Focolares. “Se o grão de trigo que cai na terra não morre, ele fica só. Mas, se morre, produz muito fruto.” (Jn 12, 24). Estas palavras de Jesus, muito mais eloqüentes do que um tratado, revelam o segredo da vida. Não existe alegria de Jesus que não seja fruto de uma dor abraçada. Não há ressurreição sem morte. Aqui Jesus fala de si mesmo e explica o significado da sua existência. Faltam poucos dias para a sua morte. Será dolorosa, humilhante. Por que morrer, justamente Ele que se definiu ?Eu sou a Vida?? Por que sofrer, Ele que é inocente? Por que ser caluniado, esbofeteado, escarnecido, pregado numa cruz, a morte mais desonrosa? E sobretudo por que Ele, que viveu na união constante com Deus, haveria de sentir-se abandonado pelo seu Pai? Também Ele sente medo da morte. No entanto, ela terá um sentido: a ressurreição. Jesus tinha vindo para reunir os filhos de Deus dispersos, para derrubar toda e qualquer barreira que separa povos e pessoas, para irmanar os homens divididos entre si, para trazer a paz e construir a unidade. Mas havia um preço a ser pago: para atrair todos a si, Ele deveria ser levantado da terra, na cruz. Daí a parábola, a mais bonita de todo o Evangelho: “Se o grão de trigo que cai na terra não morre, ele fica só. Mas, se morre, produz muito fruto.” Aquele grão de trigo é Ele. Neste tempo de Páscoa Ele se apresenta a nós do alto da cruz ? seu martírio e sua glória ? como sinal de amor extremo. Ali Ele doou tudo: aos carrascos, o perdão; ao ladrão, o Paraíso; a nós, sua mãe e o próprio corpo e sangue. Deu a sua vida até o ponto de gritar: ?Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste??. Eu escrevia em 1944: ?Sabes que Ele nos deu tudo? Que mais poderia dar-nos um Deus que, por amor, parece esquecer-se de que é Deus?? E deu-nos a possibilidade de nos tornarmos filhos de Deus: gerou um povo novo, uma nova criação. No dia de Pentecostes o grão de trigo caído na terra e morto já florescia qual espiga fecunda: três mil pessoas de todos os povos e nações são transformadas ?num só coração e numa só alma?. Depois são cinco mil, e depois? “Se o grão de trigo que cai na terra não morre, ele fica só. Mas, se morre, produz muito fruto.” Esta Palavra dá sentido também à nossa vida, ao nosso sofrimento, à nossa morte, quando ela chegar. A fraternidade universal pela qual desejamos viver, a paz, a unidade que queremos construir ao nosso redor é um vago sonho, uma ilusão, se não estivermos dispostos a percorrer o mesmo caminho traçado pelo Mestre. O que fez Ele para ?produzir muito fruto?? Compartilhou todo o nosso modo de ser. Assumiu sobre si os nossos sofrimentos. Conosco, Ele se fez trevas, melancolia, cansaço, contraste? Experimentou a traição, a solidão, a orfandade? Numa palavra: Ele ?se fez um? conosco, carregando tudo aquilo que para nós era um peso. Assim devemos fazer também nós. Enamorados deste Deus que se faz nosso ?próximo?, temos um modo para demonstrar-lhe a nossa imensa gratidão pelo seu infinito amor: viver como Ele viveu. E a nossa chance está em nos tornarmos ?próximos? de quem passa ao nosso lado na vida, estando dispostos a ?nos fazermos um? com ele, a abraçar a dor de uma divisão, a partilhar um sofrimento, a resolver um problema, com um amor concreto que sabe servir. Jesus no abandono se doou completamente. Na espiritualidade centralizada Nele, Jesus Ressuscitado deve resplandecer plenamente e a alegria deve testemunhar que isso é verdade. Chiara Lubich #Chiara #morre #Deus #Lubich #ChiaraLubich #trigo #Unidade #fundadora #Alma #Amor #alegria #Jesus #Movimento #sofrimento #Palavra #Ressurreição

  • Papa exorta a viver maior adesão a Jesus nas celebrações pascais

    VATICANO, 12 Abr. 06 (ACI) .- Na catequese da Audiência Geral, celebrada hoje na Praça de São Pedro, diante de 40 mil pessoas, o Papa Bento XVI fez uma iluminadora recapitulação de cada um dos dias que conformam o Tríduo Pascal e exortou a todos os fiéis a acender em seu interior um maior desejo de adesão a Jesus e a segui-lo de modo generoso. Ao referir-se ao Tríduo Pascal, o Santo Padre afirmou que se trata de ?dias dispostos a acrescentar em nós um mais vivo desejo de adesão a Cristo e de segui-lo generosamente, conscientes do fato de que Ele nos amou até dar sua vida por nós?. Sobre a Quinta-feira Santa, o Pontífice disse que ?se comemora a entrega total que Cristo fez de Si à humanidade no sacramento da Eucaristia?. Do mesmo modo, o Papa acrescentou que ?esta singular jornada se fecha com a Adoração eucarística, na memória da agonia do Senhor no horto Getsêmani. Ainda hoje o Senhor nos diz: ?Orai e vigiai comigo?. E vemos também nós, discípulos de hoje, como freqüentemente adormecidos. Esta foi para Jesus a hora do abandono e da solidão, a que segue, no coração da noite, a prisão e o início do doloroso caminho para o Calvário?. Bento XVI prosseguiu sua meditação com a Sexta-feira Santa, ?dia de jejum e penitência, tudo orientado à contemplação de Cristo sobre a Cruz?. ?No mistério do Crucificado ?continuou- realiza-se aquele dirigir-se de Deus contra si mesmo no qual Ele se doa para elevar o homem e salvá-lo; amor em sua forma mais radical?. Fazendo depois referência ao Sábado Santo, o Santo Padre disse que neste dia ?a Igreja, unindo-se espiritualmente a Maria, permanece em oração diante do sepulcro. Avançada a noite começará a Vigília Pascal, durante a qual em cada igreja o canto contente do Glorifica e do Aleluia pascal se elevará do coração dos novos batizados e de toda a comunidade cristã, contente porque Cristo ressuscitou e venceu a morte?. Mais adiante, o Santo Padre convidou à participação no sacramento da Reconciliação, uma espécie de ?morte e ressurreição para cada um de nós?. ?Somos conscientes de ser pecadores -disse-, mas confiamos na misericórdia divina. Reconciliemo-nos com Cristo para desfrutar, com mais intensidade, da alegria que nos comunica com sua ressurreição?. ?O perdão que nos vem doado por Cristo no sacramento da Penitência é fonte de paz interior e exterior e nos faz apóstolos de paz em um mundo onde continuam as divisões, os sofrimentos e os dramas da injustiça, do ódio e da violência, da incapacidade de reconciliar-se para recomeçar de novo com um perdão sincero?. A celebração da morte e a ressurreição de Cristo, concluiu Bento XVI, ?nos dá a certeza de que o mal não tem a última palavra: confortados por esta certeza poderemos trabalhar, com mais força e entusiasmo, na construção de um mundo mais justo?. Em seguida, o Santo Padre leu um resumo de sua meditação em diversas línguas, entoou o Pater Noster e deu a Bênção Apostólica. #coração #penitência #tríduo #Cristo #sacramento #AdoraçãoEucarística #Santa #Senhor #audiência #pascal #Padre #Pedro #adiante #Santo #recapitulação #iluminadora #catequese #meditação #Igreja #Amor #alegria #adoração #Jesus #perdão #Ressurreição

  • Semana Santa no Vaticano recupera a celebração da penitência

    Com confissão e absolvição individual CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 11 de abril de 2006 (ZENIT.org).- Na tarde desta terça-feira reviveu-se no Vaticano o antigo costume da celebração da Penitência, por ocasião da Semana Santa, que aconteceu segundo o rito para a reconciliação comunitária, com confissão e absolvição individual. Em nome de Bento XVI, no ato na basílica de São Pedro, o cardeal James Francis Stafford, penitenciário maior, em sua homilia explicou que «a escuridão do pecado não poderá suprimir nunca a luz da misericórdia divina». O purpurado norte-americano reconheceu que esta é a resposta para as muitas pessoas que hoje se perguntam se é possível perdoar, sobretudo quando se trata de crimes malvados, como a violência contra as crianças ou os assassinatos em massa de inocentes. Segundo havia explicado o arcebispo Piero Marini, mestre de celebrações litúrgicas pontifícias, tratava-se de um rito que era tradicional em Roma na Quinta-Feira Santa até o Renascimento. Após a sóbria procissão em silêncio e a oração ante o Crucifixo, a celebração continuou com a Liturgia da Palavra e a homilia do cardeal Stafford. Em seguida aconteceu o «Rito da reconciliação», com a fórmula da confissão geral dos pecados, seguida por algumas invocações de perdão e o Pai Nosso. Ato seguido se deu a confissão e absolvição sacramental individual, para a qual se puseram à disposição 60 confessores que administraram o sacramento em 26 idiomas. Durante esse longo tempo, os fiéis cantavam salmos e invocações de perdão. O ato concluiu com uma breve exortação do cardeal Stafford a cumprir obras boas, com a ação de graças e a benção. #Stafford #penitência #celebração #Francis #Santa #Misericórdia #Basílica #Semana #Pedro #absolvição #reconciliação #Homilia #purpurado #Escuridão #James #AçãodeGraças #SemanaSanta #penitenciário #comunitária #violência #perdoar #perdão

  • Via Sacra no Coliseu meditará sobre a perda do sentido de pecado

    A perda do sentido de pecado e suas dramáticas conseqüências para a humanidade será um dos temas centrais do texto da Via Crucis no Coliseu, que neste ano foi redigido pelo arcebispo Angelo Comastri, vigário do Papa para a Cidade do Vaticano. Segundo confirmaram fontes vaticanas a Zenit, as meditações que acompanham cada uma das catorze estações que Jesus percorreu em sua Paixão serão publicadas em um volume pela Livraria Editorial Vaticana a partir de terça-feira, 11 de abril. Estes textos guiarão a meditação das dezenas de milhares de peregrinos que participarão do ato com velas nas mãos (começará às 21h15 de Roma), assim como de Bento XVI, que presidirá este tradicional exercício de piedade cristã. Ao final da Via Crucis, o Papa dirigirá algumas palavras aos presentes e enviará a benção apostólica. Dom Comastri, de 62 anos, antigo arcebispo do Santuário Nacional de Loreto, na Itália, é desde fevereiro de 2005 vigário geral para o Estado da Cidade do Vaticano e presidente da Fábrica de São Pedro. O arcebispo, em cuja vida teve uma influência decisiva Madre Teresa de Calcutá, pregou em março de 2003 os exercícios espirituais da Quaresma a João Paulo II e à Cúria Romana. As meditações da Via Crucis do ano passado foram compostas pelo cardeal Joseph Ratzinger, a pedido do próprio João Paulo II. #Vigário #cristã #catorze #paixão #ViaSacra #Crucis #Comastri #Via #Coliseu #Angelo #Livraria #meditação #Paulo #presidirá #piedade #João #Jesus #Humanidade #Bento #Arcebispo

  • A verdade dos cristãos é a verdade de Jesus Cristo, diz patriarca de Lisboa

    D. José Policarpo encerra suas catequeses quaresmais discutindo «verdade e amor» LISBOA, segunda-feira, 10 de abril de 2006 (ZENIT.org).- Para os fiéis cristãos, a verdade «vem através da Palavra de Deus, é a verdade de Jesus Cristo, caminho para a vida», disse o cardeal-patriarca de Lisboa. Em sua última catequese quaresmal, intitulada «A verdade é a base indispensável do Amor», D. José Policarpo lançou um alerta contra os perigos de uma visão subjetiva da realidade, segundo refere Agência Ecclesia. «Que verdade ilumina as consciências no exercício da liberdade moral? Se por verdade se entender a busca da compreensão da realidade pela inteligência racional, cai-se facilmente numa visão subjetiva da verdade e numa autonomia individualista da consciência moral», disse. «Por exemplo, a verdade científica não se compadece com subjetivismos de interpretação mas quando se trata de escolher caminhos de vida e discernir a objetividade do bem e do mal, o risco dessa subjetividade é maior, até porque a realidade do homem é complexa e não se capta facilmente apenas através da análise racional», prosseguiu o cardeal. D. José Policarpo destacou que «os discípulos de Cristo não podem cair nesta tentação. Se para eles a verdade lhes vem através da Palavra de Deus, é a verdade de Jesus Cristo, caminho para a vida». Já na homilia da Missa do Domingo de Ramos, o patriarca de Lisboa tinha referido que «uma das fragilidades da nossa cultura contemporânea é o conceito de felicidade fácil que gerou, contentando-se com alegrias momentâneas e efêmeras, que nem sequer são, tantas vezes, a semente da verdadeira e definitiva felicidade. Esquecemo-nos que a felicidade é um caminho longo, que supõe a purificação, a coragem de abraçar as exigências e o sofrimento». «Nas relações de amor, na fidelidade à vocação escolhida, na prossecução de um ideal, desiste-se perante as dificuldades encontradas», lamentou. #Policarpo #Verdade #compreensão #ilumina #JesusCristo #quaresmal #felicidade #liberdade #exercício #compadece #José #consciência #Ecclesia #inteligência #alerta #indispensável #patriarca #catequese #Amor #Jesus #autonomia #Palavra

  • Credo do Povo de Deus

    Veneráveis irmãos e diletos filhos: 1. Encerramos, com esta Liturgia solene, tanto a celebração do XIX centenário do martírio dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, como este ano que denominamos “Ano da Fé”. Nós o dedicamos à comemoração dos Apóstolos, não só com a intenção de testemunhar nossa vontade inquebrantável de conservar sem corrupção o depósito da Fé (cf. 1Tm 6,20) que eles nos transmitiram, senão também para confirmar o nosso propósito de relacionar a mesma Fé com a vida dos tempos atuais, em que a Igreja deve peregrinar no mundo. 2. Sentimo-nos na obrigação de agradecer publicamente a todos os fiéis que responderam ao nosso convite, fazendo com que o “Ano da Fé” produzisse o máximo de frutos, quer por uma adesão mais profunda à Palavra de Deus, quer pela renovação da profissão de fé em muitas comunidades, quer pela confirmação da própria fé, com o testemunho de uma vida autenticamente cristã. Por isso, ao mesmo tempo que expressamos nosso reconhecimento, sobretudo a nossos Irmãos no Episcopado e a todos os filhos da Santa Igreja, queremos dar-lhes nossa Bênção Apostólica. 3. Julgamos ainda que devemos cumprir o mandato, conferido por Cristo a Pedro, de quem somos Sucessor, embora o último na ordem dos méritos, a saber: o de confirmar na fé os irmãos (Lc 22,32). Portanto, ainda que estejamos conscientes de nossa pequenez, contando porém com toda a força desse mandato que nos impele, vamos fazer uma profissão de fé, recitar uma fórmula de “Credo” que, embora não se deva chamar estritamente definição dogmática, contudo repete, quanto à substância, a fórmula de Nicéia – a fórmula da imortal Tradição da Santa Igreja de Deus – com algumas explicações exigidas pelas condições espirituais de nossa época. 4. Ao fazer isto, bem sabemos que perturbações em relação à fé agitam hoje certos grupos de homens. Eles não escaparam à influência de um mundo que se está transformando profundamente e no qual tantas verdades são postas em discussão ou totalmente negadas. Mais ainda: vemos que até alguns católicos se deixam dominar por uma espécie de sede de mudança e novidades. A Igreja, sem dúvida, julga ser de sua obrigação continuar sempre o seu esforço em penetrar mais e mais os insondáveis mistérios de Deus, ricos de tantos frutos de salvação para todos, e em apresentá-los ao mesmo tempo, de modo cada vez mais apto, às gerações que se sucedem. Mas é preciso juntamente empregar o máximo cuidado a fim de que, ao cumprir o necessário dever da investigação, não se destruam verdades da doutrina cristã. Se isto acontecesse – e vemos dolorosamente como hoje de fato acontece – iria causar perturbação e dúvida no espírito de muitos fiéis. 5. A este respeito, muito importa advertir que, além daquilo que se pode observar e reconhecer cientificamente, a inteligência que Deus nos deu atinge o que é e não só as expressões subjetivas das chamadas estruturas ou da evolução da consciência humana. Aliás, devemos lembrar que pertence à interpretação ou hermenêutica, depois de examinar a palavra que foi pronunciada, procurarmos compreender e distinguir o sentido subjacente a qualquer texto e não inventar de certo modo esse sentido, segundo hipóteses arbitrárias. 6. Acima de tudo, porém, confiamos firmissimamente no Espírito Santo – alma da Igreja – e na fé teologal, em que se sustenta a vida do Corpo Místico. Por outra parte, não ignorando que o povo espera a palavra do Vigário de Cristo, correspondemos a essa expectativa com alocuções e homilias, que proferimos bem frequentemente. Hoje, todavia, se nos oferece a oportunidade para pronunciar uma palavra mais solene. 7. Neste dia, pois, que escolhemos para encerramento do “Ano da Fé”, nesta solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, queremos prestar à Majestade Suprema de Deus a homenagem de uma profissão de fé. E como outrora, em Cesaréia de Felipe, Simão Pedro, em nome dos Doze Apóstolos, à marge das opiniões humanas, confessou ser Cristo verdadeiramente o Filho de Deus vivo, assim também hoje o seu humilde sucessor, Pastor da Igreja universal, em nome de todo o Povo de Deus, eleva a sua voz para dar firmíssimo testemunho da Verdade divina, que só foi confiada à Igreja para que ela anuncie a todas as nações. Queremos que esta nossa profissão de fé seja suficientemente explícita e completa para satisfazer, de maneira adequada, à necessidade de luz que angustia a tantos fiéis e a todos aqueles que no mundo buscam a Verdade, seja qual for o grupo espiritual a que pertençam. Portanto, para a glória de Deus onipotente e Senhor nosso, Jesus Cristo; confiando no auxílio da Santíssima Virgem Maria e dos Bem-Aventurados Pedro e Paulo; para utilidade e progresso espiritual da Igreja; em nome de todos os sagrados Pastores e de todos os fiéis cristãos; em plena comunhão convosco, irmãos e filhos caríssimos, vamos pronunciar agora esta profissão de fé: 8. Cremos em um só Deus – Pai, Filho e Espírito Santo – Criador das coisas visíveis – como este mundo, onde se desenrola nossa vida passageira -, Criador das coisas invisíveis – como são os puros espíritos, que também chamamos anjos(1) -, Criador igualmente, em cada homem, da alma espiritual e imortal(2). 9. Cremos que este Deus único é tão absolutamente uno em sua essência santíssima como em todas as suas demais perfeições: na sua onipotência, na sua ciência infinita, na sua providência, na sua vontade e no seu amor. Ele é Aquele que é, conforme Ele próprio revelou a Moisés (cf. Ex 3,14); Ele é Amor como nos ensinou o Apóstolo São João (cf. 1Jo 4,8); de tal maneira que estes dois nomes – Ser e Amor – exprimem inefavelmente a mesma divina essência Daquele que se quis manifestar a nós e que, habitando uma luz inacessível (cf 1Tm 6,16), está, por si mesmo, acima de todo nome, de todas as coisas e de todas as inteligências criadas. Só Deus pode dar-nos um conhecimento exato e pleno de si mesmo, revelando-se como Pai, Filho e Espírito Santo, de cuja vida eterna somos pela graça chamados a participar, aqui na terra, na obscuridade da fé, e, depois da morte, na luz sempiterna. As relações mútuas, que constituem eternamente as Três Pessoas, sendo, cada uma delas, o único e mesmo Ser Divino, perfazem a bem-aventurada vida íntima do Deus Santíssimo, infinitamente acima de tudo o que podemos conceber à maneira humana(3). Entretanto, rendemos graças à Bondade divina pelo fato de poderem numerosíssimos crentes dar testemunho conosco, diante dos homens, sobre a unidade de Deus, embora não conheçam o mistério da Santíssima Trindade. 10. Cremos, portanto, em Deus Pai que desde toda a eternidade gera o Filho; cremos no Filho, Verbo de Deus que é eternamente gerado; cremos no Espírito Santo, Pessoa incriada, que procede do Pai e do Filho como Amor sempiterno de ambos. Assim nas três Pessoas Divinas que são igualmente eternas e iguais entre si (4), a vida e a felicidade de Deus perfeitamente uno superabundam e se consumam na superexcelência e glória próprias da Essência incriada; e sempre se deve venerar a unidade na Trindade e a Trindade na unidade(5). 11.Cremos em Nosso Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus. Ele é o Verbo eterno, nascido do Pai antes de todos os séculos e consubstancial ao Pai, homoousious to Patri. Por Ele tudo foi feito. Encarnou por obra do Espírito Santo, de Maria Virgem, e se fez homem. Portanto, é igual ao Pai, segundo a divindade, mas inferior ao Pai, segundo a humanidade(6), absolutamente uno, não por uma confusão de naturezas (que é impossível), mas pela unidade da pessoa(7). 12.Ele habitou entre nós, cheio de graça e de verdade. Anunciou e fundou o Reino de Deus, manifestando-nos em si mesmo o Pai. Deu-nos o seu mandamento novo de nos amarmos uns aos outros como Ele nos amou. Ensinou-nos o caminho das bem-aventuranças evangélicas, isto é: a ser pobres de espírito e mansos, a tolerar os sofrimentos com paciência, a ter sede de justiça, a ser misericoridosos, puros de coração e pacíficos, a suportar perseguição por causa da virtude. Padeceu sob Pôncio Pilatos, Cordeiro de Deus que carregou os pecados do mundo, e morreu por nós pregado na Cruz, trazendo-nos a salvação pelo seu Sangue redentor. Foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia pelo seu próprio poder, elevando-nos por esta sua ressurreição a participarmos da vida divina que é a graça. Subiu ao céu, de onde há de vir novamente, mas então com glória, para julgar os vivos e os mortos, a cada um segundo os seus méritos: os que corresponderam ao Amor e à Misericórdia de Deus irão para a vida eterna; porém os que os tiverem recusado até a morte serão destinados ao fogo que nunca cessará. E o seu reino não terá fim. 13.Cremos no Espírito Santo, Senhor que dá a vida e que com o Pai e o Filho é juntamente adorado e glorificado. Foi Ele que falou pelos profetas e nos foi enviado por Jesus Cristo, depois de sua ressurreição e ascensão ao Pai. Ele ilumina, vivifica, protege e governa a Igreja, purificando seus membros, se estes não rejeitam a graça. Sua ação, que penetra no íntimo da alma, torna o homem capaz de responder àquele preceito de Cristo: “Sede perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste” (cf. Mt 5,48). 14.Cremos que Maria Santíssima, que permaneceu sempre Virgem, tornou-se Mãe do Verbo Encarnado, nosso Deus e Salvador, Jesus Cristo(8); e que por motivo desta eleição singular, em consideração dos méritos de seu Filho, foi remida de modo mais sublime(9), e preservada imune de toda a mancha do pecado original(10); e que supera de longe todas as demais criaturas, pelo dom de uma graça insigne(11). 15.Associada por um vínculo estreito e indissolúvel aos mistérios da Encarnação e da Redenção(12), a Santíssima Virgem Maria, Imaculada, depois de terminar o curso de sua vida terrestre, foi elevada em corpo e alma à glória celestial(13); e, tornada semelhante a seu Filho, que ressuscitou dentre os mortos, participou antecipadamente da sorte de todos os justos. Cremos que a Santíssima Mãe de Deus, nova Eva, Mãe da Igreja(14), continua no céu a desempenhar seu ofício materno, em relação aos membros de Cristo, cooperando para gerar e desenvolver a vida divina em cada uma das almas dos homens que foram remidos(15). 16.Cremos que todos pecaram em Adão; isto significa que a culpa original, cometida por ele, fez com que a natureza, comum a todos os homens, caísse num estado no qual padece as consequências dessa culpa. Tal estado já não é aquele em que no princípio se encontrava a natureza humana em nossos primeiros pais, uma vez que se achavam constituídos em santidade e justiça, e o homem estava isento do mal e da morte. Portanto, é esta natureza assim decaída, despojada de dom da graça que antes a adornava, ferida em suas próprias forças naturais e submetidas ao domínio da morte, é esta que é transmitida a todos os homens. Exatamente neste sentido, todo homem nasce em pecado. Professamos pois, segundo o Concílio de Trento, que o pecado original é transmitido juntamente com a natureza humana, pela propagação e não por imitação, e se acha em cada um como próprio(16). 17. Cremos que Nosso Senhor Jesus Cristo, pelo Sacrifício da Cruz, nos remiu do pecado original e de todos os pecados pessoais, cometidos por cada um de nós; de sorte que se impõe como verdadeira a sentença do Apóstolo: “onde abundou o delito, superabundou a graça” (cf. Rm 5,20). 18. Cremos professando num só Batismo, instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo para a remissão dos pecados. O Batismo deve ser administrado também às crianças que não tenham podido cometer por si mesmas pecado algum; de modo que, tendo nascido com a privação da graça sobrenatural, renasçam da água e do Espírito Santo para a vida divina em Jesus Cristo(17). 19.Cremos na Igreja una, santa, católica e apostólica, edificada por Jesus Cristo sobre a pedra que é Pedro. Ela é o Corpo Místico de Cristo, sociedade visível, estruturada em órgãos hierárquicos e, ao mesmo tempo, comunidade espiritual. Igreja terrestre, Povo de Deus peregrinando aqui na terra, e Igreja enriquecida de bens celestes, germe e começo do Reino de Deus, por meio do qual a obra e os sofrimentos da Redenção continuam ao longo da história humana, aspirando com todas as forças a consumação perfeita, que se conseguirá na glória celestial após o fim dos tempos(18). No decurso do tempo, o Senhor Jesus forma a sua Igreja pelos Sacramentos que emanam de sua plenitude(19). Por eles a Igreja faz com que seus membros participem do mistério da Morte e Ressurreição de Jesus Cristo, pela graça do Espírito Santo que a vivifica e move (20). Por conseguinte, ela é santa, apesar de incluir pecadores no seu seio; pois em si mesma não goza de outra vida senão a vida da graça. Se realmente seus membros se alimentam dessa vida, se santificam; se dela se afastam, contraem pecados e impurezas espirituais, que impedem o brilho e a difusão de sua santidade. É por isso que ela sofre e faz penitência por esses pecados, tendo o poder de livrar deles a seus filhos, pelo Sangue de Cristo e pelo dom do Espírito Santo. 20.Herdeira das promessas divinas e filha de Abraão segundo o Espírito, por meio daquele povo de Israel, cujos livros sagrados guarda com amor e cujos Patriarcas e Profetas venera com piedade; edificada sobrre o fundamento dos Apóstolos, cuja palavra sempre viva e cujos poderes, próprios de Pastores, vem transmitindo fielmente de geração em geração, no sucessor de Pedro e nos Bispos em comunhão com ele; gozando enfim da perpétua assistência do Espírito Santo, a Igreja tem o encargo de conservar, ensinar, explicar e difundir a Verdade que Deus revelou aos homens, veladamente de certo modo pelos Profetas, e plenamente pelo Senhor Jesus. Nós cremos todas essas coisas que estão contidas na Palavra de Deus por escrito ou por tradição, e que são propostas pela Igreja, quer em declaração solene quer no Magistério ordinário e universal, para serem cridas como divinamente reveladas (21). Nós cremos na infalibilidade de que goza o Sucessor de Pedro, quando fala ex cathedra(22), como Pastor e Doutor de todos os cristãos e que reside também no Colégio dos Bispos, quando com o Papa exerce o Magistério supremo(23). 21.Cremos que a Igreja, fundada por Cristo e pela qual Ele orou, é indefectivelmente una, na fé, no culto e no vínculo da comunhão hierárquica (24). No seio desta Igreja, a riquíssima variedade dos ritos litúrgicos e a diversidade legítima do patrimônio teológico e espiritual ou de disciplinas peculiares, longe de prejudicar a unicidade, antes a declaram(25). 22.Reconhecendo também que fora da estrutura da Igreja de Cristo existem muitos elementos de santificação e de verdade, que como dons próprios da mesma Igreja impelem à unidade católica(26), e crendo, por outra parte, na ação do Espírito Santo que suscita em todos os discípulos de Cristo o desejo desta unidade(27), esperamos que os cristãos que ainda não gozam da plena comunhão com a única Igreja, se unam afinal num só rebanho sob um único Pastor. 23.Cremos que a Igreja é necessária para a Salvação, pois só Cristo é o Mediador e caminho da salvação, e Ele se torna presente a nós no seu Corpo que é a Igreja (28). Mas o desígnio divino da Salvação abrange a todos os homens; e aqueles que, ignorando sem culpa o Evangelho de Cristo e sua Igreja, procuram todavia a Deus com sincero coração, e se esforçam, sob o influxo da graça, por cumprir com obras a sua vontade, conhecida pelo ditame da consciência, também esses, em número aliás que somente Deus conhece, podem conseguir a salvação eterna (29). 24.Cremos que a Missa, celebrada pelo sacerdote, que representa a pessoa de Cristo, em virtude do poder recebido no sacramento da Ordem, e oferecida por ele em nome de Cristo e dos membros do seu Corpo Místico, é realmente o Sacrifício do Calvário, que se torna sacramentalmente presente em nossos altares. Cremos que, como o Pão e o Vinho consagrados pelo Senhor, na última ceia, se converteram no seu Corpo e Sangue, que logo iam ser oferecidos por nós na Cruz; assim também o Pão e o Vinho consagrados pelo sacerdote se convertem no Corpo e Sangue de Cristo que assiste gloriosamente no céu. Cremos ainda que a misteriosa presença do Senhor, debaixo daquelas espécies que continuam aparecendo aos nossos sentidos do mesmo modo que antes, é uma presença verdadeira, real e substancial(30). 25.Neste sacramento, pois, Cristo não pode estar presente de outra maneira a não ser pela mudança de toda a substância do pão no seu Corpo, e pela mudança de toda a substância do vinho no seu Sangue, permanecendo apenas inalteradas as propriedades do pão e do vinho, que percebemos com os nossos sentidos. Esta mudança misteriosa é chamada pela Igreja com toda a exatidão e conveniência transubstanciação. Assim, qualquer interpretação de teólogos, buscando alguma inteligência deste mistério, para que concorde com a fé católica, deve colocar bem a salvo que na própria natureza das coisas, isto é, independentemente do nosso espírito, o pão e o vinho deixaram de existir depois da consagração, de sorte que o Corpo adorável e o Sangue do Senhor Jesus estão na verdade diante de nós, debaixo das espécies sacramentais do pão e do vinho(31), conforme o mesmo Senhor quis, para se dar a nós em alimento e para nos associar pela unidade do seu Corpo Místico(32). 26.A única e indivísivel existência de Cristo nosso Senhor, glorioso no céu, não se multiplica mas se torna presente pelo Sacramento, nos vários lugarres da terra, onde o Sacrifício Eucarístico é celebrado. E depois da celebração do Sacrifício, a mesma existência permanece presente no Santíssimo Sacramento, o qual no sacrário do altar é como o coração vivo de nossas igrejas. Por isso estamos obrigados, por um dever certamente suavíssimo, a honrar e adorar, na Sagrada Hóstia que os nossos olhos vêem, ao próprio Verbo Encarnado que eles não podem ver, e que, sem ter deixado o céu, se tornou presente diante de nós. 27.Confessamos igualmente que o Reino de Deus, começado aqui na terra na Igreja de Cristo, “não é deste mundo” (cf. Jo 18,36), “cuja figura passa” (cf. 1Cor 7,31), e também que o seu crescimento próprio não pode ser confundido com o progresso da cultura humana ou das ciências e artes técnicas; mas consiste em conhecer, cada vez mais profundamente, as riquezas insondáveis de Cristo, em esperar sempre com maior firmeza os bens eternos, em responder mais ardentemente ao amor de Deus, enfim em difundir-se cada vez mais largamente a graça e a santidade entre os homens. Mas com o mesmo amor, a Igreja é impelida a interessar-se continuamente pelo verdadeiro bem temporal dos homens. Pois, não cessando de advertir a todos os seus filhos que eles “não possuem aqui na terra uma morada permanente” (cf. Hb 13,14), estimula-os também a que contribuam, segundo as condições e os recursos de cada um, para o desenvolvimento da própria sociedade humana; promovam a justiça, a paz e a união fraterna entre os homens; e prestem ajuda a seus irmãos, sobretudo aos mais pobres e mais infelizes. Destarte, a grande solicitude com que a Igreja, Esposa de Cristo, acompanha as necessidades dos homens, isto é, suas alegrias e esperanças, dores e trabalhos, não é outra coisa senão o ardente desejo que a impele com força a estar presente junto deles, tencionando iluminá-los com a luz de Cristo, congregar e unir a todos Naquele que é o seu único Salvador. Tal solicitude entretanto, jamais se deve interpretar como se a Igreja se acomodasse às coisas deste mundo, ou se tivesse resfriado no fervor com que ela mesma espera seu Senhor e o Reino eterno. 28.Cremos na vida eterna. Cremos que as almas de todos aqueles que morrem na graça de Cristo – quer as que se devem ainda purificar no fogo do Purgatório, quer as que são recebidas por Jesus no Paraíso, logo que se separam do corpo, como sucedeu com o Bom Ladrão -, formam o Povo de Deus para além da morte, a qual será definitivamente vencida no dia da Ressurreição, em que estas almas se reunirão a seus corpos. 29.Cremos que a multidão das almas, que já estão reunidas com Jesus e Maria no Paraíso, constituem a Igreja do céu, onde gozando da felicidade eterna, vêem Deus como Ele é (cf. 1Jo 3,2) (33), e participam com os santos Anjos, naturalmente em grau e modo diverso, do governo divino exercido por Cristo glorioso, uma vez que intercedem por nós e ajudam muito a nossa fraqueza, com a sua solicitude fraterna(34). 30.Cremos na comunhão de todos os fiéis de Cristo, a saber: dos que peregrinam sobre a terra, dos defuntos que ainda se purificam e dos que gozam da bem-aventurança do céu, formando todos juntos uma só Igreja. E cremos igualmente que nesta comunhão dispomos do amor misericordioso de Deus e dos seus Santos, que estão sempre atentos para ouvir as nossas orações, como Jesus nos garantiu: “Pedi e recebereis” (cf. Lc 10,9-10; Jo 16,24). Professando está fé e apoiados nesta esperança, nós aguardamos a ressurreição dos mortos e a vida do século futuro. Bendito seja Deus: Santo, Santo, Santo! Amém. Pronunciado diante da Basílica de São Pedro, dia 30 de junho do ano de 1968, sexto de nosso Pontificado. Paulo VI, Papa. Notas 1. cf. Concílio Vaticano I, constituição dogmática Dei Filius. 2. cf. Encíclica Humani Generis; Concílio de Latrão V. 3. cf. Concílio Vaticano I, constituição dogmática Dei Filius. 4. Símbolo Quicumque, nº 75. 5. Ibidem. 6. Ibid. nº 76. 7. Ibidem. 8. cf. Concílio de Éfeso: 251-252. 9. cf. Concílio Vaticano II, constituição dogmática Lumen Gentium (LG), 53. 10. cf. Pio IX, bula Inefabilis Deus. 11. cf. LG 53. 12. cf. ibidem 53, 58 e 61. 13cf. constituição apostólica Munificentissimus Deus. 14. cf. LG 53, 56, 61 e 63; Paulo VI, alocução na conclusão da 3ª Sessão do Concílio Vaticano II; exortação apostólica Signum Magnum. 15. cf. LG 62, Paulo VI, exortação apostólica Signum Magnum. 16. cf. Concílio de Trento, decreto sobre o pecado original. 17. cf. Concílio de Trento, ibid. 18. cf. LG 8 e 5. 19. cf. ibid. 7 e 11. 20. cf. Concílio Vaticano II, constituição Sacrossanctum Concilium 5 e 6; LG 7, 12 e 50. 21. cf. Concílio Vaticano I, constituição Dei Filius. 22. cf. ibid., constituição Pastor Aeternus. 23. cf. LG 25. 24. cf. ibid, 8, 18 a 23; decreto Unitatis Redintegratio. 25. cf. LG 23; decreto Orientalium Ecclesiarum 2, 3, 5 e 6. 26. cf. LG 8. 27. cf. ibid. 15. 28. cf. ibid. 14. 29. cf. ibid. 16. 30. cf. Concílio de Trento, sessão 13, decreto sobre a eucaristia. 31. cf. ibid.; Paulo VI, encíclica Mysterium Fidei. 32. cf. Suma Teológica III,73,3. 33. cf. Bento XII, constituição Benedictus Deus. 34. cf. LG 49. Autor: papa Paulo VI Fonte: Vaticano #Cristo #santidade #Credo #Deus #glória #Maria #virgem #Senhor #batismo #Espírito #Pedro #Santo #Alimento #graça #adequada #corpo #Adão #Filho #PovodeDeus #Redenção #Igreja #Alma #Amor #Cremos #povo #Santíssima #Jesus #mãe #Ressurreição

CONTATO
Avalie-nosRuimNão muito bomBomMuito bomÓtimoAvalie-nos

Agradecemos pelo envio !

© 2019 - 2023. INTERVENÇÃO DIVINA - Criado por Divino Design.

Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

bottom of page
ConveyThis