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- Credo De Eusébio De Cesaréia
A seguir, o Credo que Eusébio de Cesaréia apresentou ao Concílio, que alguns supõem tenha sugerido o Credo adotado ao final. O texto é encontrado em carta à sua diocese (v.tb.: St. Atanásio e Teodoreto). Outros, porém, observam que o Credo de Eusébio se posicionou de forma equívoca ou omissa quanto à definição do “consubstancial”, palavra de primordial importância no Concílio. ————————————- Cremos num só Deus, Pai Todo-Poderoso, Criador das coisas visíveis e invisíveis. E no Senhor Jesus Cristo, porque ele é a Palavra de Deus, Deus de Deus, Luz da Luz, Vida da Vida, seu único Filho, o primogênito de todas as criaturas, gerado do Pai antes de todo o tempo, por quem também tudo foi criado, que se encarnou para nossa redenção, que viveu e padeceu entre os homens, ressuscitou ao terceiro dia, retornou ao Pai, e virá de novo um dia em sua glória para julgar os vivos e os mortos. Cremos também no Espírito Santo. Cremos que cada um dos três existe e subsiste: o Pai verdadeiramente como Pai, o Filho verdadeiramente como Filho, o Espírito Santo verdadeiramente como Espírito Santo, como Nosso Senhor também disse quando mandou seus discípulos para pregar: “Ide e ensinai a todos os povos, e batizai-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.” Autor: aa.vv. Fonte: Veritatis Splendor Tradução: José Fernandes Vidal #Cristo #Credo #criador #Teodoreto #Deus #diocese #Senhor #Cesaréia #Poderoso #Atanásio #Espírito #Santo #Vida #Todo #Filho #Eusébio #primogênito #consubstancial #gerado #Cremos #Jesus #Concílio #Pai #Palavra #verdadeiramente
- Credo De Nicéia
(Encontrado nas atas dos Concílios Ecumênicos de Éfeso e Calcedônia; na Carta de Eusébio de Cesaréia à sua própria igreja; na Carta de Santo Atanásio ao Imperador Joviniano; nas Histórias Eclesiásticas de Teodoreto e Sócrates e algum outro lugar. As variações no texto são absolutamente sem importância.) ————————————- O Sínodo de Nicéia firmou este Credo: “Cremos em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador de todas as coisas, visíveis e invisíveis. E em um só Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus, unigênito do Pai, da substância do Pai; Deus de Deus, Luz de Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai; por quem foram criadas todas as coisas que estão no céu ou na terra. O qual por nós homens e para nossa salvação, desceu (do céu), se encarnou e se fez homem. Padeceu e ao terceiro dia ressuscitou e subiu ao céu. Ele virá novamente para julgar os vivos e os mortos. E (cremos) no Espírito Santo. E quem quer que diga que houve um tempo em que o Filho de Deus não existia, ou que antes que fosse gerado ele não existia, ou que ele foi criado daquilo que não existia, ou que ele é de uma substância ou essência diferente (do Pai), ou que ele é uma criatura, ou sujeito à mudança ou transformação, todos os que falem assim, são anatemizados pela Igreja Católica e Apostólica.” Autor: aa.vv. Fonte: Veritatis Splendor Tradução: José Fernandes Vidal #Joviniano #Cristo #Éfeso #Credo #criador #Teodoreto #Deus #unigênito #imperador #Senhor #Cesaréia #Nicéia #Poderoso #Sínodo #Atanásio #Eclesiásticas #Filho #Concílios #Eusébio #consubstancial #Sócrates #Igreja #Cremos #céu #CredodeNicéia #Jesus #Ecumênicos #Pai #Calcedônia
- 8 maneiras de lembrar de João Paulo II
João Paulo II faleceu no dia 2 de abril de 2005 em Roma. Na praça de São Pedro milhares de fiéis rezaram em silêncio pelo Pontífice. Agora que já passou um ano, propomos algumas maneiras de lembrar dele.07 de abril de 2006 VÍDEO: Visita à Espanha, em 1982 (Estádio Santiago Bernabéu) [em castelhano / sem legendas] VÍDEO: Los viajes de Juan Pablo II. [em castelhano / sem legendas] VÍDEO: El buen humor de un Papa. [em castelhano / sem legendas] VÍDEO: El cariño al Papa (voz de São Josemaria) [em castelhano / sem legendas] Suas primeiras palavras como Sumo Pontífice ?Queridos irmãos e irmãs, todos estamos ainda tristes com a morte do querido Papa João Paulo I. E agora os eminentíssimos Cardeais chamaram um novo Bispo de Roma. Chamaram-no de um país distante… Distante, mas sempre muito próximo pela comunhão na fé e na tradição cristã. Tive medo ao receber esta nomeação, mas o fiz com espírito de obediência a Nosso Senhor e com a confiança total na sua Mãe, a Virgem Santíssima?. ?Não sei se posso expressar-me bem na vossa… na nossa língua italiana. Se eu errar, vocês me corrijam. E, assim, apresento-me diante de todos vocês, para confessar a nossa fé comum, a nossa esperança, a nossa confiança na Mãe de Cristo e na Igreja, e também para começar de novo a andar por este caminho da História e da Igreja, com a ajuda de Deus e com a ajuda dos homens?. Conselhos de João Paulo II 1. O nascimento da nova Europa do espírito. Uma Europa fiel às suas raízes cristãs, não fechada sobre si mesma, mas aberta ao diálogo e à colaboração com os outros povos da terra. 2. Desejo para cada um a paz que só Deus, por meio de Jesus cristo, nos pode dar: a paz que é obra da justiça, da verdade, do amor, da solidariedade, da paz que os povos só atingem quando seguem os ditames da lei de Deus, a paz que faz que os homens e os povos se sintam irmãos uns dos outros. 3. Os jovens estão chamados a serem os protagonistas dos novos tempos. Tenho plena confiança neles e estou certo de que têm a vontade de não defraudar nem a Deus, nem à Igreja, nem à sociedade da que provêm. 4. Quando falta o espírito contemplativo não se defende a vida e se degenera tudo o que é humano. Sem interioridade o homem moderno põe em perigo a sua própria integridade. 5. Queridos jovens: ide com confiança ao encontro com Jesus! E, como os novos santos, não tenhais medo de falar dEle, pois Cristo é a resposta verdadeira a todas as perguntas sobre o homem e o seu destino. É preciso que vocês, jovens, se convertam em apóstolos dos seus coetâneos 6. Surgirão outros frutos de santidade se as comunidades eclesiais mantiverem a sua fidelidade ao Evangelho que, de acordo com uma venerável tradição, foi pregado desde os primeiros tempos do cristianismo e foi conservado através dos séculos. 7. Recordai sempre que o distintivo dos cristãos é dar testemunho audaz e valente de Jesus Cristo, morto e ressuscitado pela nossa salvação. Trechos da homilia do Cardeal Joseph Ratzinger nos funerais do Papa João Paulo II no dia 8 de abril de 2005 “Segue-me”! Em Outubro de 1978, o Cardeal Wojtyla ouviu de novo a voz do Senhor. Renova-se o diálogo com Pedro narrado no Evangelho desta celebração: “Simão, Filho de João, tu Me amas? Apascenta as minhas ovelhas!”. À pergunta do Senhor: Karol, tu amas-Me?, o Arcebispo de Cracóvia respondeu do fundo do seu coração: “Senhor, tu sabes tudo, sabes que te amo”. O amor de Cristo foi a força dominante do nosso amado Santo Padre; quem o viu rezar, quem o ouviu pregar, bem o sabe. E assim, graças a este profunda união com Cristo pôde carregar um peso, que vai além das forças meramente humanas: ser pastor do rebanho de Cristo, da sua Igreja universal. Ao despedir-se, em sua última viagem à Espanha. © EFE Ele interpretou para nós o mistério pascal como mistério da divina misericórdia. Escreveu no seu último livro: o limite imposto ao mal “é definitivamente a divina misericórdia” (Memória e identidade, pág. 70). E refletindo sobre o atentado diz, “Cristo, ao sofrer por todos nós, conferiu um novo sentido ao sofrimento; introduziu aquele amor numa nova dimensão, numa nova ordem… É o sofrimento que queima e consome o mal com o fogo do amor e obtém também do pecado um florescimento de bem” (pág. 199). Animado por esta visão, o Papa sofreu e amou em comunhão com Cristo e foi por isso que a mensagem do seu sofrimento e do seu silêncio foi tão eloqüente e fecunda. A Divina Misericórdia. O Santo Padre encontrou um reflexo mais puro da misericórdia de Deus na Mãe de Deus. Ele, que ainda em tenra idade perdeu a mãe, amou ainda mais a Mãe divina. Ouviu as palavras do Senhor crucificado como se fossem ditas precisamente a ele: “Eis a tua mãe!”. E fez como o discípulo amado: acolheu-a no íntimo do seu ser, Totus tuus. E da Mãe aprendeu a conformar-se com Cristo. Para todos nós é inesquecível como neste último domingo de Páscoa da sua vida, o Santo Padre, marcado pelo sofrimento, se mostrou mais uma vez da janela do Palácio Apostólico e pela última vez deu a bênção “Urbi et Orbi”. Podemos ter a certeza de que o nosso amado Papa agora está na janela da casa do Pai, vê-nos e abençoa-nos. Sim, abençoe-nos, Santo Padre. Nós confiamos a tua amada alma à Mãe de Deus, tua Mãe, que te guiou todos os dias e te guiará agora à glória eterna do Seu Filho, Jesus Cristo nosso Senhor. Amém. Oração para pedir graças por intercessão do servo de Deus, o Papa João Paulo II Ó Trindade Santa, nós vos agradecemos por ter dado à Igreja o papa João Paulo II e por ter feito resplandecer nele a ternura da vossa Paternidade, a glória da cruz de Cristo e o esplendor do Espírito de amor. Confiado totalmente na vossa infinita misericórdia e na materna intercessão de Maria, ele foi para nós uma imagem viva de Jesus Bom Pastor, indicando-nos a santidade como a mais alta medida da vida cristã ordinária, caminho para alcançar a comunhão eterna convosco. Segundo a vossa vontade, concedei-nos, por sua intercessão, a graça que imploramos, na esperança de que ele seja logo inscrito no número dos vossos santos. Amém. Os vídeos incluídos nesta seção são fragmentos do DVD produzido por Goya Producciones (El buen humor de um Papa, Imágenes del Bernabéu e Los viajes de Juan Pablo II) e Betafilms (El cariño al Papa). Fonte: http://www.opusdei.org.br/art.php?p=14858 #Cristo #Deus #castelhano #Misericórdia #Senhor #JoãoPauloII #Padre #Confiança #Espírito #Pedro #Santo #amado #pontífice #Igreja #Paulo #Alma #João #Amor #Jesus #mãe
- Santa Sé pede na ONU não considerar migração uma ameaça, mas sim uma contribuição
VATICANO, 07 Abr. 06 (ACI) .- O observador permanente da Santa Sé nas Nações Unidas, o Arcebispo Celestino Migliore, pediu nesta quarta-feira na 39º sessão da Comissão sobre População e Desenvolvimento, não considerar o fenômeno migratório como uma “ameaça” mas sim se devem ver suas contribuições em áreas como a econômica e a trabalhista. O fenômeno da migração, disse o Núncio Apostólico, “às vezes é visto como uma ameaça e é manipulado em benefício de interesses políticos, a gastos dos direitos mais naturais de todos os seres humanos, como o direito à vida, à cidadania, ao trabalho e ao desenvolvimento”. “Para os países receptores, o impacto econômico da migração internacional acostuma ser normalmente positivo. Embora a presença de imigrantes internacionais poderia ter um certo efeito negativo sobre os salários dos não imigrantes, ou poderia gerar desemprego quando os salários são rígidos, estes efeitos normalmente são pequenos em nível nacional. Ao médio e longo prazo, a emigração pode gerar emprego e produzir benefícios econômicos”, precisou. Dom Migliore destacou que “a emigração de pessoal capacitado pode ser prejudicial para as perspectivas de desenvolvimento dos países de origem, sobre tudo para os pequenos países em desenvolvimento, que perdem muitos cidadãos qualificados. Entretanto, os emigrantes capacitados que mantêm laços com seus países de origem podem estimular a transferência de tecnologia e capital”. “Devido ao baixo índice de natalidade, ?prosseguiu? três quartas partes do crescimento da população dos países desenvolvidos se deve aos emigrantes, e em 2030, o crescimento total das populações pode dever-se completamente à imigração. É necessário estudar o impacto social da emigração nos países com índices de natalidade cada vez mais baixos”. Finalmente, o Arcebispo disse que “existe uma maior consciência de que a imigração não pode ser a única solução para os problemas demográficos e trabalhistas dos países que acolhem os imigrantes”. #população #Imigração #ONU #SantaSé #Comissão #Celestino #Nações #migração #fenômeno #benefício #natalidade #Apostólico #Migliore #econômica #emigração #crescimento #migratório #Arcebispo
- The Passion – Anti-semita?
Alguns dias atrás eu estava orgulhoso por fazer parte de uma pequena parcela de jornalistas e líderes Cristãos em Washington, DC, convidados a uma prévia do novo filme de Mel Gibson, The Passion (A Paixão). O enfoque do filme é as últimas horas da vida de Cristo, e o resultado é verdadeiramente atordoante. Gibson e sua empresa, a Icon Productions, estiveram ultimamente sob fogo pesado da Liga de Anti-difamação e de um grupo de professores da ? onde mais? ? Academia de Boston, que afirma que o filme é anti-semita e encoraja a violência contra judeus. Mas estas acusações são baseadas em um primeiro script do filme que não foi nem filmado, que fora roubado sem permissão da Icon. Você pode concluir pelas suas perguntas e críticas carregadas que estas pessoas não assistiram ao filme. Então qual é a história REAL por trás deste controverso filme? Um dos requisitos para assistir ao filme era assinar um contrato confidencial, mas fui autorizado a dizer a vocês o seguinte: De um ponto de vista estético, o filme é bonito. Sua narrativa visual transporta rastros da vasta tradição da arte Cristã, dos estilos cristãos mais antigos e iconografia medieval até imagens pré-Rafaelitas. A interpretação dos atores é fabulosa: Suas expressões conduzem o filme. Somente dois são estrelas famosas, Jim Caviezel como Jesus e Monica Bellucci como Maria Madalena. Ambos são poderosos em seus papéis, mas a face de Maia Morgenstern, representando o papel de Maria, a mãe de Deus, ficará em sua mente o resto de sua vida. Ela faz que você esqueça que está assistindo um filme. A música ? uma combinação de sons do oriente-médio e cânticos hebraicos ? está bem escolhido e acrescenta ao drama visual. Composto por Jack Lenz, a música se torna parte do diálogo. Muitas pessoas estavam preocupadas pois o filme foi completamente filmado em aramaico e latim, uma das exigências de Gibson para exatidão histórica (existem subtítulos ingleses). Em vez de ser um impedimento, entretanto, realmente realça o filme. Dentro dos primeiros 10 minutos, você fica acostumado aos sons, e então a realização bate você: Você está ouvindo realmente as palavras de Jesus, Pilatos, e seus discípulos como eles originalmente falavam. Não existem quaisquer apresentações vulgares das legendas. E o aramaico é um idioma gutural, que acentua perfeitamente o drama do filme. The Passion de Gibson também é profundamente católico. A imagem mariana e os temas sobre a Eucaristia penetram o filme inteiro. Minha esposa Theresa e eu viemos do filme com uma sensação de que nossa fé tivera sido revitalizada. Não se engane: este filme converterá e ascenderá corações. Uma vez que você o viu, nunca mais esqueçerá as palavras: “Ele sofreu, morreu, e foi enterrado“. O filme é ao mesmo tempo bonito e brutal, e, francamente, não é fácil assistir em alguns momentos (especialmente a cena do açoite). Você quer se virar, mais aí você vê que Maria, Sua mãe, está vendo tudo… e então você continua a assistir também. E o tal do anti-semitismo alegado? Não vi nenhum desvio anti-judeu neste filme. Se ocorre, é devido a brutalidade indizível dos soldados romanos, que me enfureceram. Claro, isso não me faz odiar os Italianos dos dias atuais. Nem odeio os franceses quando asssisto um filme sobre a brutalidade da Revolução francesa. Falando francamente, não existe nenhuma razão para se preocupar se este filme criará qualquer revolta anti-judaica. The Passion é uma grande obra de arte. Mel Gibson deu um belo presente à Igreja e à Deus. Autor: Deal Hudson, editor da CRISIS Magazine Fonte: Veritatis Splendor Tradução: Rondinelly Ribeiro #Cristo #aramaico #Deus #paixão #Maria #Boston #Academia #VidadeCristo #Eucaristia #música #Cristãos #MãedeDeus #atordoante #brutalidade #Tradição #MelGibson #Igreja #violência #ThePassion #PaixãodoSenhor #Jesus #Mel #MariaMadalena #Antidifamação #verdadeiramente #IconProductions #PaixãodeCristo
- Salve Rainha
Salve Rainha, Mãe de Misericórdia Vida, doçura e esperança nossa, Salve! A Vós bradamos, os degredados filhos de Eva A Vós suspiramos, gemendo e chorando neste Vale de Lágrimas. Eia, pois, advogada nossa Esses Vossos olhos misericordiosos A nós volvei! E depois desse desterro, Mostrai-nos Jesus, bendito fruto do Vosso Ventre Ó Clemente, Ó Piedosa, Ó Doce Sempre Virgem Maria. Rogai por nós Santa Mãe de Deus, Para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém. #Rogai #Cristo #Salve #Eva #Maria #Clemente #Santa #virgem #volvei #Misericórdia #Rainha #piedosa #chorando #gemendo #MãedeDeus #esperança #doçura #advogada #SalveRainha #Jesus #bendito #mãe
- Creio em Deus Pai
Creio em Deus-Pai, todo poderoso, criador do céu e da terra e em Jesus Cristo seu único filho, Nosso Senhor que foi concebido pelo poder do Espírito Santo nasceu da Virgem Maria Padeceu sob Poncio Pilatos Foi crucificado, morto e sepultado desceu a mansão dos mortos ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus está sentado à direita de Deus Pai, todo poderoso, de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica na comunhão dos Santos Na remissão dos pecados na ressurreição da carne na vida eterna Amem. Credo (Latim) Credo in Deum, pater omnipotentuem, Creatorem Ceali e terrae Et in Jesum Christum, Filium ejus unicum, Dominus Nostrum qui conceptus est de Spiritu Sancto Natus ex Maria Virgine Passus sub Pontio Pilato Crucifixus, mortus, et sepultus descendit ad inferos, tertia dia ressurexit a mortuis ascendit at caelos, sedet at dexteram Dei Patris omnipotentis inde venturus est judicare vivos et mortuos. Credo in Spiritum Sanctus, sanctam Ecclesiam Catholicam, Sanctorum Communionem, remissionem pecatorum, carnis ressurrectionem, vitam aeternam Amem The Apostles Creed (English) I believe in God, the Father Almighty, Creator of heaven and earth. I believe in Jesus Christ, his only Son, our Lord. He was conceived by the power of the Holy Spirit and born of the Virgin Mary. He suffered under Pontius Pilate, was crucified, died, and was buried. He descended to the dead. On the third day he rose again. He ascended into Heaven, and is seated at the right hand of the Father. He will come again to judge the living and the dead. I believe in the Holy Spirit, the holy catholic Church, the communion of saints, the forgiveness of sins, the resurrection of the body, and life everlasting. Amen. Io Credo in Dio ( Italiano) Io credo in Dio Padre onnipotente, creatore del Cielo e della terra et in Gesù Cristo, suo unico Figliuolo, Nostro Signore Il quale fu concepito da Spirito Santo nacque della Maria Vergine patì sotto Ponzio Pilato fu crocifisso, morì e fu sepolto desci all’inferno it terzo giorno resuscitò da morte salì al cielo, sede alla destrta di Dio Padre onnipotente di là ha de venire a giudicare i vivi e i morti Credo nello Spirito Santo, la Santa Chiesa Catholica, la comunione dei Santi, la remissiopni dei peccati, la resuressione della carne, la vita eterna. Amem. #SantaIgrejaCatólica #Cristo #Credo #BíbliaCatólica #Deus #Creio #Maria #credosignificado #Santa #virgem #onnipotente #Padre #Espírito #CreioemDeusPai #credoapostólico #NossoSenhor #Crucificado #PaiNosso #Spirito #ressuscitou #Bíblia #Pôncio #Pilatos #EspíritoSanto #Padeceu #Jesus #Pai
- Ave Maria
Ave, Maria, cheia de graça, (Lc 1,28a) o Senhor é convosco. (Lc 1,28b) Bendita sois vós entre as mulheres, (Lc 1,42a) e Bendito é o Fruto do vosso ventre, Jesus! (Lc 1,42b) Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém! Em latim Ave Maria Gratia plena Dominus tecum Benedicta tu In mulieribus Et benedictus Fructus Ventris tui, Jesu Sancta Maria, Mater Dei, Ora pro nobis peccatoribus Nunc et in hora mortis nostrae Amen #jesu #tui #28a #Deus #Maria #Santa #ventris #dominus #Senhor #avemariagratiaplena #bendita #benedictatuinmulieribus #Gratiaplena #graça #ventre #AveMaria #MaterDei #benedictusfructus #cheia #mortisnostrae #Mulheres #Ave #Jesus #sanctamaria #SantaMaria #mãe #lc1
- Líder adventista reconhece a santidade e virgindade de Maria!!!
Autor: Pastor Alejandro Bullón Fonte: www.doutrinacatolica.com Programa “Está Escrito” Palestra “Enchei as Vasilhas Trecho do Sermão de Alejandro Bullón, o Pastor mais respeitado entre os Adventistas do Sétimo Dia, no Programa de TV “Está Escrito”: “Vou tratar agora de um assunto muito delicado: a Santa Virgem Maria. Como todos sabemos, o inimigo é muito astuto. Ele não quer cristãos equilibrados. Ele quer nos levar ao fanatismo ou ao liberalismo. Isto é certo com relação a qualquer assunto da Bíblia. Vejam, o inimigo leva muitos cristãos que têm a Bíblia nas mãos, a pensar do seguinte modo: ” A Virgem Maria não é importante. Ela foi uma mulher como qualquer outra. Não temos que ficar reverenciando-a; não temos que falar muito dela, porque isso é idolatria.” Meu amigo, se um cristão, com a Bíblia aberta, diz isso, ele não sabe o que está dizendo. Porque a Virgem Maria foi um ser humano sim, mas não foi um ser humano comum. Ela foi uma mulher com uma experiência maravilhosa com Deus. Ela foi uma mulher de vida piedosa, exemplar. Hoje, a figura da virgem Maria se levanta como um exemplo de vida, de entrega e de comunhão com Deus. Por isso, ela merece todo o nosso respeito e a nossa reverência. Merece que a amemos e que ensinemos mais da vida maravilhosa que viveu. Mas como já disse, o inimigo não quer pessoas equilibradas. Ele tanto leva os cristãos ao extremo de serem desrespeitosos com ela, como as engana e as leva para outro extremo. No momento de desespero, procuram a ajuda da Santa Virgem Maria. E os cristãos do outro extremo olham para elas com olhos acusadores e dizem: – Vocês são idólatras. Adoram um ser humano. Eles ignoram a sinceridade com que estas pessoas estão procurando chegar a Deus…” #virgindade #mulher #santidade #Maria #virgem #Palestra #inimigo #Bíblia #adventista #reconhece
- Documento sobre doutrina da Igreja é convite ao diálogo, explica autoridade vaticana
O Cardeal explica também que o texto não afirma nada novo ACI).- A recente declaração da Congregação para a Doutrina da Fé (CDF) intitulada “Respostas a algumas pergunta a respeito de certos aspectos da doutrina da Igreja” “não diz nada novo mas sim expõe e explica, de maneira sintética, a posição sustentada até agora pela Igreja Católica” e constitui um “convite urgente a continuar o diálogo sereno“, indicou o Cardeal Walter Kasper, Presidente do Pontifício Conselho para a Unidade dos Cristãos. O Cardeal alemão saiu assim ao passo das reações negativas de alguns membros de outras confissões cristãs ante o citado documento e afirmou que no texto “não há nenhuma situação nova e portanto tampouco existe uma razão objetiva para o ressentimento ou motivos para sentir-se tratado bruscamente. Todo diálogo pressupõe claridade nas diversas posições” e isso é o que tem feito a CDF. “Foram os próprios irmãos protestantes” quem recentemente tem pedido um “ecumenismo com ‘perfis definidos’. Agora a presente declaração expõe e pronuncia o perfil católico, quer dizer que do ponto de vista católico infelizmente ainda nos divide. Isto não limita mas sim favorece o diálogo“, afirmou o Cardeal Kasper. “Uma leitura atenta do texto esclarece que o Documento não diz que as igrejas protestantes não são igrejas, mas sim não são igrejas no sentido próprio, quer dizer que não são igrejas no sentido em que a Igreja Católica entende por Igreja. Isto, para qualquer pessoa com certa formação ecumênica é totalmente óbvio“, afirmou o Presidente do Pontifício Conselho para a Unidade dos Cristãos. “Quando saiu a declaração Dominus Iesus, afirmei que as igrejas protestantes são igrejas de outro tipo. Isto não se contradiz com a formulação da Congregação para a Doutrina da Fé, como pretendiam mostrar algumas reaja evangélicas Ao contrário, procurei uma interpretação apropriada das que estou convencido até hoje. Sobre tudo porque os católicos ainda hoje falam de igrejas protestantes”, indicou. Para o Cardeal Kasper, “a Declaração da Congregação para a Doutrina da Fé não faz outra coisa que evidenciar que usamos a palavra Igreja lhe atribuindo um significado que não é plenamente igual. A Declaração permite assim chegar a uma maior claridade e em conseqüência ao progresso do diálogo”. “A Declaração não constitui um retrocesso sobre o progresso ecumênico já alcançado, mas sim é um esforço para resolver as tarefas ecumênicas que ainda estão por vir. Estas diferenças deveriam nos estimular e não nos deixar de mau humor porque as chamamos por seus nomes. Em última instância, a Declaração é um convite urgente a continuar com o diálogo sereno”, concluiu o Cardeal. #Congregação #convite #Doutrina #declaração #documento #Igreja #diálogo #Cardeal #alemão
- Recente Motu Proprio abre caminho de regresso para lefebvristas
Declara o presidente da Pontifícia Comissão «Ecclesia Dei» ROMA, quarta-feira, 11 de julho de 2007 (ZENIT.org).- Ainda que o recente Motu Proprio do Papa — sobre um uso mais aberto do Missal antigo — não se fez especificamente para os seguidores do arcebispo cismático Marcel Lefebvre (que fundou a Fraternidade Sacerdotal São Pio X), certamente o documento lhes «abre a porta de par em par um retorno à plena comunhão» com a Igreja Católica, reconhece o presidente da Pontifícia Comissão «Ecclesia Dei». Dois usos do único rito romano para reforçar a reconciliação dentro da Igreja: foi o objetivo de Bento XVI com a promulgação, em 7 de julho, da Carta Apostólica em forma de «Motu proprio» «Summorum Pontificum» sobre o uso da liturgia romana anterior à reforma de 1970. O Papa acompanha o documento de uma carta aos bispos de todo o mundo. A Pontifícia Comissão «Ecclesia Dei» — presidida pelo cardeal Darío Castrillón Hoyos –, erigida por João Paulo II em 1988, além das faculdades que já possui, exercitará a autoridade da Santa Sé vigiando sobre a observância e aplicação destas novas disposições. Em uma entrevista concedida no domingo ao diário italiano «Il Giornale», o purpurado esclareceu equívocos sobre o novo documento. «A carta do Papa é clara. É uma decisão que brota do coração e da inteligência de um Papa que ama e conhece bem a liturgia» e que «quer que se conserve o patrimônio representado pela liturgia antiga, sem que isso signifique contraposição alguma com a nova Missa», sublinha. «A Roma chegaram milhares de cartas de pessoas que pediam a liberdade de poder participar no antigo rito», explica o purpurado colombiano. O Motu Proprio estabelece que o Missal Romano promulgado por Paulo VI (procedendo à reforma litúrgica, em 1970) — e reeditado duas vezes por João Paulo II — é e permanece como forma normal ou ordinária da Liturgia Eucarística da Igreja Católica de rito latino. Por sua parte, o Missal Romano promulgado por São Pio V e editado novamente pelo beato João XXIII (em 1962, quando a Missa se celebrava em latim) poderá ser utilizado como forma extraordinária da celebração litúrgica. Assim, no Motu Proprio «não existe nada que marque o mais mínimo desapego do Concílio» Vaticano II, o qual — insiste o cardeal Castrillón — «não proibiu a antiga Missa». Com relação aos pontificados precedentes, a suspeita de ruptura é inexistente: «Não há contraposição. Paulo VI concedeu, imediatamente depois da entrada em vigor do novo missal, a possibilidade de celebrar com o antigo rito, e o Papa Wojtyla pretendia preparar um Motu Proprio similar ao agora promulgado», assinala. Também «com este Motu Proprio se abre de par em par a porta para um retorno à plena comunhão da Fraternidade de São Pio X. Se depois este ato não acontece este retorno, verdadeiramente eu não entenderia», reconhece o purpurado no diário italiano. «Mas desejaria precisar que o documento papal não foi feito para os lefebvristas, mas porque o Papa está convencido da necessidade de sublinhar que existe uma continuidade na tradição e que na Igreja não se procede de forma fragmentada. A antiga Missa nunca foi abolida nem proibida», conclui. A Pontifícia Comissão «Ecclesia Dei» foi instituída por João Paulo II quando um grupo notável de sacerdotes, religiosos e fiéis que haviam manifestado seu descontentamento com a reforma litúrgica conciliar e se haviam congregado sob a liderança do arcebispo francês Lefebvre, se separaram deste porque não estiveram de acordo com a ação cismática da ordenação de bispos sem o devido mandato pontifício. Eles, então, preferiram manter a plena união com a Igreja. O Santo Padre, mediante o Motu Proprio «Ecclesia Dei Adflicta», confiou a esta Comissão o cuidado pastoral destes fiéis tradicionalistas. Atualmente, a atividade da Comissão não se limita ao serviço daqueles fiéis nem aos esforços encaminhados a acabar com a dolorosa situação cismática e a conseguir o regresso dos irmãos da fraternidade São Pio X à plena comunhão. O dicastério estende seu serviço a satisfazer as justas aspirações de todos que, por uma sensibilidade particular, sem ter tido vínculos com os dois grupos citados, desejam manter viva a liturgia latina anterior na celebração da Eucaristia e dos demais sacramentos. Presidente da Pontifícia Comissão desde o ano 2000, o trabalho do cardeal Castrillón foi decisivo para superar, em janeiro de 2002, o cisma da Fraternidade de São João Maria Vianney, um grupo tradicionalista brasileiro próximo das posições do arcebispo Lefebvre. Em setembro passado, a atividade do purpurado favoreceu a criação, na França, do Instituto do Bom Pastor, do qual fazem parte sacerdotes e seminaristas que deixaram a Fraternidade de São Pio X e que quiseram voltar à comunhão plena com Roma. #Comissão #Ecclesia #Pio #Pontifícia #Dei #Igreja #João #Fraternidade
- Motu Próprio Summorum Pontificum
Motu Próprio Summorum Pontificum Papa Bento XVI Ave Maria Puríssima! Te Deum laudamus! É com a mais profunda alegria e esperança que agradecemos à Nossa Senhora a graça, não somente do Motu Próprio, mas do Motu Próprio nos termos em que o Santo Padre concebeu. Mais uma vez: Deo Gratias! Para medir, ao menos em parte, a importância que tem e que o Papa reconhece, para a Igreja da “Lex orandi”, deve-se notar que Bento XVI não exitou inclusive ante a possibilidade de enfrentar a ameaça (real ou imaginária) de uma possível “rebelião episcopal” anunciada em círculos de diversas matizes. Esperou…, explicou…, exortou…, “sempre na ânsia de ensinar”, elaborou uma solução para cada uma das objeções colocadas pelos possíveis objetantes, mas sua decisão pastoral e doutrinária, tantos anos amadurecida e esboçada em diferentes escritos e conferências do Teólogo Joseph Ratzinger, não poderia deixar de modelar-se (sob pena de incoerência doutrinária consigo mesmo e não cumprimento dos deveres para com Deus ante a Santa Igreja), no mandato do Papa, manifestado no Motu Próprio SUMMORUM PONTIFICUM. Deus continue iluminando a senda da Igreja encomendada ao Sumo Pontífice para quem a história não poderá ignorar o mérito de um ato de governo que faz justiça e manifesta a solicitude pastoral do Bom Pastor. P. Rafael Navas Ortiz CARTA APOSTÓLICA DE SUA SANTIDADE BENTO XVI MOTU PROPRIO DATA SUMMORUM PONTIFICUM Sempre foi preocupação dos Sumos Pontífices até o tempo presente, que a Igreja de Cristo ofereça um culto digno à Divina Majestade “para louvor e glória de seu nome” e “para nosso bem e o de toda sua Santa Igreja”. Desde tempos imemoriais até o futuro deve ser respeitado o princípio “segundo o qual cada Igreja particular deve estar de acordo com a Igreja universal não só sobre a doutrina da fé e os sinais sacramentais, mas nos usos universalmente transmitidos pela tradição apostólica contínua. Estes devem manter-se não só para evitar os enganos, mas também para que a fé seja transmitida em sua integridade, já que a regra de oração da Igreja (lex orandi) corresponde a sua regra da fé (lex credendi).” (1) Entre os Pontífices que expressaram tal preocupação destacam os nomes de São Gregório Magno, quem se preocupou com a transmissão aos novos povos da Europa tanto a fé Católica como os tesouros do culto e a cultura acumulados pelos romanos durante os séculos precedentes. Temos instruções para a forma da Sagrada Liturgia tanto do Sacrifício da Missa como do Ofício Divino tal como eram celebrados na Cidade. Ele fez grandes esforços para promover monges e monjas, que militavam sob a Regra de São Bento, em todo lugar junto com a proclamação do Evangelho para que suas vidas igualmente exemplificassem aquela tão saudável expressão da regra “Nada, pois, antepor-se à Obra de Deus” (capítulo 43). Desta maneira a Sagrada liturgia segundo a maneira romana fez fértil não só a fé e a piedade, mas a cultura de muitos povos. Mais ainda é evidente que a Liturgia Latina em suas diversas formas estimulou a vida espiritual de muitíssimos Santos em cada século da Era Cristã e fortalecido na virtude da religião a tantos povos e fazendo fértil sua piedade. Entretanto, com o fim que a Sagrada Liturgia possa de modo mais eficaz cumprir com sua missão, muitos outros Romanos Pontífices no curso dos séculos vieram a expressar particular preocupação, entre eles São Pio V é eminente, quem com grande zelo pastoral, segundo a exortação do Concílio de Trento, renovou o culto em toda a Igreja, assegurando a publicação de livros litúrgicos corrigidos e “restaurados segundo as normas dos Pais” e os pôs em uso na Igreja Latina. É evidente que entre os livros litúrgicos de Rito Romano o Missal Romano é eminente. Nasceu na cidade de Roma e gradualmente ao longo dos séculos tomou formas que são muito similares a aquelas em vigor em recentes gerações. “Este mesmo objetivo foi açoitado pelos Romanos Pontífices ao longo dos séculos seguintes, assegurando a colocação em dia, definindo os ritos e os livros litúrgicos, e empreendendo, do começo deste século, uma reforma mais geral”. (2) Foi desta forma em que atuaram nossos Predecessores Clemente VIII, Urbano VIII, São Pio X (3), Bento XV, Pio XII e o Beato João XXIII. Mais recentemente, entretanto, o Concílio Vaticano Segundo expressou o desejo de que com o devido respeito e reverência pela divina liturgia esta fora restaurada e adaptada às necessidades de nossa época. Impulsionado por este desejo, nosso Predecessor o Sumo Pontífice Paulo VI em 1970 aprovou para a liturgia da Igreja Latina livros restaurados e parcialmente renovados, e que ao redor do mundo foram traduzidos em diversas línguas vernáculas, foram acolhidos pelos Bispos e pelos sacerdotes e fiéis. João Paulo II revisou a terceira edição típica do Missal Romano. Desta maneira os Romanos Pontífices atuaram para que “este edifício litúrgico, por assim dizer,…volte outra vez a aparecer esplêndido em sua dignidade e harmonia”. (4) Entretanto, em algumas regiões, um número não pequeno de fiéis estiveram e permanecem aderidos com tão grande amor e afeto às formas litúrgicas prévias, e imbuíram profundamente sua cultura e espírito, que o Sumo Pontífice João Paulo II, movido pela preocupação pastoral por estes fiéis, em 1984 mediante um indulto especial Quattuor abhinc annos, desenhado pela Congregação para a Liturgia Divina, outorgou a faculdade para o uso do Missal Romano publicado por João XXIII em 1962; enquanto que em 1988 João Paulo II uma vez mais, mediante o Motu Proprio Ecclesia Dei, exortou aos Bispos a fazer um uso mais amplo e generoso desta faculdade em favor de todos os fiéis que o solicitem. Tendo ponderado amplamente os insistentes pedidos destes fiéis a nosso Predecessor João Paulo II, tendo escutado também os Padres do Consistório de Cardeais realizado em 23 de março de 2006, tendo sopesado todos os elementos, invocado o Espírito Santo e pondo nossa confiança no auxílio de Deus, pela presente Carta Apostólica, DECRETAMOS o seguinte: Art. 1. O Missal Romano promulgado por Paulo VI deve ser considerado como a expressão ordinária da lei da oração (lex orandi) da Igreja Católica de Rito Romano, enquanto que o Missal Romano promulgado por São Pio V e publicado novamente pelo Beato João XXIII como a expressão extraordinária da lei da oração ( lex orandi) e em razão de seu venerável e antigo uso goze da devida honra. Estas duas expressões da lei da oração (lex orandi) da Igreja de maneira nenhuma levam a uma divisão na lei da oração (lex orandi ) da Igreja, pois são dois usos do único Rito Romano. Portanto, é lícito celebrar o Sacrifício da Missa de acordo com a edição típica do Missal Romano promulgado pelo Beato João XXIII em 1962 e nunca anulado, como a forma extraordinária da Liturgia da Igreja. Estas condições estabelecidas pelos documentos prévios Quattuor abhinc annos e Ecclesia Dei para o uso deste Missal são substituídas pelas seguintes: Art. 2. Em Missas celebradas sem o povo, qualquer sacerdote de Rito Latino, seja secular ou religioso, pode usar o Missal Romano publicado pelo Beato João XXIII em 1962 ou o Missal Romano promulgado pelo Sumo Pontífice Paulo VI em 1970, qualquer dia exceto no Sagrado Tríduo. Para a celebração segundo um ou outro Missal, um sacerdote não requer de nenhuma permissão, nem da Sé Apostólica nem de seu Ordinário. Art. 3. Se Comunidades ou Institutos de Vida Consagrada ou Sociedades de Vida Apostólica de direito pontifício ou diocesano desejam ter uma celebração da Santa Missa segundo a edição do Missal Romano promulgado em 1962 em uma celebração conventual ou comunitária em seus próprios oratórios, isto está permitido. Se uma comunidade individual ou todo o Instituto ou Sociedade desejam ter tais celebrações freqüente ou habitualmente ou permanentemente, o assunto deve ser decidido pelos Superiores Maiores segundo as normas da lei e das leis e estatutos particulares. Art. 4. Com a devida observância da lei, inclusive os fiéis Cristãos que espontaneamente o solicitem, podem ser admitidos à Santa Missa mencionada no art. 2. Art. 5, § 1. Em paróquias onde um grupo de fiéis aderidos à prévia tradição litúrgica existe de maneira estável, que o pároco aceite seus pedidos para a celebração da Santa Missa de acordo ao rito do Missal Romano publicado em 1962. Que o pároco vigie que o bem destes fiéis esteja harmoniosamente reconciliado com o cuidado pastoral ordinário da paróquia, sob o governo do Bispo e segundo o Canon 392, evitando discórdias e promovendo a unidade de toda a Igreja. § 2. A celebração segundo o Missal do Beato João XXIII pode realizar-se durante os dias de semana, enquanto que aos Domingos e dias de festa deve haver só uma destas celebrações. § 3. Que o pároco permita celebrações desta forma extraordinária para fiéis ou sacerdotes que o peçam, inclusive em circunstâncias particulares tais como matrimônios, funerais ou celebrações ocasionais, como por exemplo peregrinações. § 4. Os sacerdotes que usem o Missal do Beato João XXIII devem ser dignos e não impedidos canonicamente. § 5. Nas Igrejas que não são nem paroquiais nem conventuais, é o Reitor da Igreja quem concede a permissão acima mencionada. Art. 6. Nas Missas celebradas com o povo segundo o Missal do Beato João XXIII, as Leituras podem ser proclamadas inclusive nas línguas vernáculas, utilizando edições que tenham recebido a recognitio da Sé Apostólica. Art. 7. Onde um grupo de fiéis laicos, mencionados no art. 5§1 não obtém o que solicita do pároco, deve informar ao Bispo diocesano do fato. Ao Bispo lhe solicita seriamente aceder a seu desejo. Se não puder prover este tipo de celebração, que o assunto seja referido à Pontifícia Comissão Ecclesia Dei. Art. 8. O Bispo que deseje estabelecer provisões para os pedidos dos fiéis laicos deste tipo, mas que por diversas razões se vê impedido de fazê-lo, pode referir o assunto à Pontifícia Comissão “Ecclesia Dei”, que deveria proporcionar conselho e ajuda. Art. 9, § 1. Da mesma forma um pároco pode, uma vez considerados todos os elementos, dar permissão para o uso do ritual mais antigo na administração dos sacramentos do Batismo, Matrimônio, Penitência e Unção dos Enfermos, conforme sugira o bem das almas. § 2. Concede-se aos Ordinários a faculdade de celebrar o sacramento da Confirmação utilizando o anterior Missal Romano, conforme sugira o bem das almas. § 3. É lícito para sacerdotes em sagradas ordens usar o Breviário Romano promulgado pelo Beato João XXIII em 1962. Art. 10. É lícito que o Ordinário local, se o considerar oportuno, erija uma paróquia pessoal segundo as normas do Canon 518 para as celebrações segundo a forma anterior do Rito Romano ou nomear um reitor ou capelão, com a devida observância dos requisitos canônicos. Art. 11. Que a Pontifícia Comissão Ecclesia Dei, ereta em 1988 por João Paulo II, (5) siga levando adiante sua função. Esta Comissão deve ter a forma, tarefas e normas de ação que o Romano Pontífice deseje atribuir. Art. 12. A mesma Comissão, em adição às faculdades das que atualmente goza, exercerá a autoridade da Santa Sé para manter a vigilância sobre a observância e aplicação destas disposições. Tudo o que é decretado por Nós mediante este Motu Proprio, ordenamos que seja assinado e ratificado para ser observado a partir de 14 de Setembro deste ano, festa da Exaltação da Santa Cruz, em que pese a todas as coisas em contrário. Dado em Roma, junto a São Pedro, em 7 de julho no Ano do Senhor de 2007, Terceiro de nosso Pontificado. Bento XVI __________________________ *Tradução não-oficial, somente a versão em latim pode ser considerada como original NOTAS 1 Instrução Geral do Missal Romano, terceira edição, 2002, N. 397 2 Papa João Paulo II, Carta Apostólica Vicesimus quintus annus, 4 de Dezembro de 1988, N. 3: AAS 81 (1989) P. 899. 3 Ibidem. 4 O Papa São Pio X, Motu Proprio Abhinc duos annos, 23 de Outubro de 1913: AAS 5 (1913) 449-450; cf. O Papa João Paulo II, Ap. Carta Vicesimus quintus annus, 4 Dezembro de 1988,11. 3: AAS 81 (1989) P. 899. 5 Cf. O Papa João Paulo II, Motu proprio Ecclesia Dei adflicta, 2 de Julho de 1988, N. 6: AAS 80 (1988) P. 1498. #celebração #amadurecida #adiante #Pio #Igreja #Paulo #João #Amor #alegria #Romano #Missal #Beato
- Santa Sé esclarece autêntica doutrina sobre a Igreja contra possíveis separações e enganos
“Respostas a algumas perguntas a respeito de certos aspectos da doutrina sobre a Igreja” ACI).- Com o fim de afirmar o significado autêntico de algumas expressões do Magistério sobre a doutrina da Igreja “que correm perigo de serem tergiversadas na discussão teológica”, a Congregação para a Doutrina da Fé (CDF) publicou hoje um valioso documento onde responde a diversos aspectos como a unidade e unicidade da Igreja e o ecumenismo. O documento “Respostas a algumas pergunta a respeito de certos aspectos da doutrina sobre a Igreja”, leva por data 29 de junho do ano em curso e está assinado pelo Prefeito da Congregação vaticana, Cardeal William Cardenal Levada, e por seu Secretário, Arcebispo Angelo Amato, S.D.B. O documento, cujo texto original está em língua latina, assinala que o Papa Bento XVI “aprovou e confirmou estas Respostas, decididas na Sessão Ordinária desta Congregação, e ordenou que fossem publicadas”. Na introdução, a Congregação reconhece a determinante contribuição do Concílio Vaticano II –especialmente a Constituição dogmática Lumen Pentium; os Decretos sobre o Ecumenismo (Unitatis redintegratio) e sobre as Igrejas orientais (Orientalium Ecclesiarum)– assim como a dos papas Paulo VI e João Paulo II na compreensão mais profunda da eclesiologia católica. Do mesmo modo, reconhece o sucessivo empenho dos teólogos na temática que, entretanto, e em que pese a que foi muito fecundo, “também necessitou às vezes pontuar e destacar“. “A vastidão do argumento e a novidade de muitos tema seguem provocando a reflexão teológica, a qual oferece novas contribuições nem sempre isentas de interpretações erradas que suscitam perplexidades e dúvidas”, afirma a CDF e declara sua intenção de “responder afirmando o significado autêntico de algumas expressões eclesiológicas magisteriais que correm perigo de serem tergiversadas na discussão teológica”. Respostas às cinco perguntas Em particular, o texto responde às perguntas: “O Concílio Ecumênico Vaticano II mudou a precedente doutrina sobre a Igreja?”; “Como se deve entender a afirmação segundo a qual a Igreja de Cristo subsiste na Igreja católica?”; “Por que se usa a expressão ‘subsiste nela’ e não simplesmente a forma verbal ‘é’?”; “Por que o Concílio Ecumênico Vaticano II atribui o nome de ‘Igrejas’ às Igrejas Orientais separadas da plena comunhão com a Igreja católica?”; e, por último, “Por que os textos do Concílio e do Magistério sucessivo não atribuem o título de ‘Igreja’ às Comunidades cristãs nascidas da Reforma do século XVI?”. Em resposta ao primeiro questionamento, a CDF responde que “o Concílio Ecumênico Vaticano II nem quis mudar a doutrina sobre a Igreja nem de fato a mudou, mas sim a desenvolveu, aprofundado e expondo mais amplamente”. Sobre a maneira adequada de entender a afirmação segundo a qual a Igreja de Cristo “subsiste” na Igreja católica, a Congregação esclarece que esta “subsistência” assinalada na constituição conciliar Lumen Gentium “é esta perene continuidade histórica e a permanência de todos os elementos instituídos por Cristo na Igreja católica, na qual, concretamente, encontra-se a Igreja de Cristo nesta terra”. Apoiada no Magistério eclesiástico, a CDF assinala que “embora possa afirmar retamente, segundo a doutrina católica, que a Igreja de Cristo está presente e operante nas Igrejas e nas Comunidades eclesiásticas que ainda não estão em plena comunhão com a Igreja católica, graças aos elementos de santificação e verdade presentes nelas, o termo ‘subsiste’ é atribuído exclusivamente à Igreja católica, já que se refere precisamente à nota da unidade professada nos símbolos da fé (Creio na Igreja ‘una’); e esta Igreja ‘una’ subsiste na Igreja católica”. Aprofundando na anterior, a terceira resposta assinala que ao utilizá-la afirmação “subsiste nela” e não simplesmente a forma verbal “é”, se “expressa mais claramente ao fato de que fora da Igreja se encontram ‘muitos elementos de santificação e de verdade’”. Ao explicar a razão pela que o Concílio Vaticano II atribui o nome de “Igrejas” às Igrejas Orientais separadas da plena comunhão com a Igreja católica, a CDF reitera a doutrina conciliar que afirma que merecem o título de “Igrejas particulares ou locais” pois, em que pese a que estejam separadas, têm verdadeiros sacramentos, sobre tudo o sacerdócio e a Eucaristia em virtude da sucessão apostólica. Entretanto, também afirma, estas Comunidades cristãs sofrem uma carência objetiva em sua própria condição de Igreja particular ao não estarem em comunhão com o Sucessor de Pedro. Finalmente, o texto explica que o Concílio e o Magistério sucessivo “não atribuem o título de ‘Igreja’ às Comunidades cristãs nascidas da Reforma do século XVI”, porque “não têm a sucessão apostólica mediante o sacramento da Ordem e, portanto, estão privadas de um elemento constitutivo essencial da Igreja”. #Amato #Cristo #Magistério #comunhão #Congregação #Doutrina #Igrejas #adequada #Catolica #Igreja #Concílio
- João Paulo II cantando o Pai Nosso em Latim
Vídeo com a oração do Pai Nosso, cantada em latim pelo Papa João Paulo II [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=B8hCn68kULo[/youtube] #Youtube #vídeo #JoãoPauloII #Papa #PaiNosso #oração #Latim
- Igreja contará com dois novos santos e cinco novos beatos
Assim como com um grupo de canonizados, assassinados por ódio à fé CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 6 de julho de 2007 (ZENIT.org).- A Igreja Católica contará em breve com dois novos santos fundadores de institutos religiosos e cinco novos beatos. A eles se une um grupo de canonizados assassinados por ódio à fé há 530 anos, na Itália. São algumas das figuras das quais Bento XVI autorizou nesta sexta-feira a promulgação de decretos, ao receber em audiência o cardeal José Saraiva Martins, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos. Apresentamos os decretos e seus nomes como o faz a lista distribuída pelo Vatican Information Service (VIS). MILAGRES – Beato Gaetano Errico, italiano (1791-1860), sacerdote e fundador da Congregação dos Missionários dos Sagrados Corações de Jesus e Maria. – Beata Maria Bernarda Butler (no século Verena), suíça, (1848-1924), fundadora da Congregação das Irmãs Missionárias Franciscanas de Maria Auxiliadora. – Venerável serva de Deus Maria Rosa Flesch (no século Margaret), alemã, (1826-1906), fundadora do Instituto das Irmãs Franciscanas de Santa Maria dos Anjos. – Venerável Serva de Deus Candelária de São José Paz Castillo Ramírez (no século Susana), venezuelana, (1863-1940), fundadora da Congregação das Irmãs Carmelitas da Terceira Ordem Regular da Venezuela. – Venerável Serva de Deus Marta Maria Wiecka, polonesa, (1874-1904), religiosa professa da Sociedade das Filhas da Caridade de São Vicente de Paula. – Venerável Serva de Deus Gioseppina Nicoli, italiana (1863-1924), religiosa do Instituto das Filhas da Caridade. – Venerável Servo de Deus Ceferino Namuncurá, argentino (1886-1905), leigo, aluno da Sociedade de São Francisco de Sales. MARTÍRIO – Beato Antonio Primaldo e seus companheiros leigos, assassinados por ódio à fé em 13 de agosto de 1480 em Otranto (Itália). VIRTUDES HERÓICAS – Servo de Deus Marco Antonio Barbarigo, italiano, (1640-1706), cardeal da Santa Igreja Romana e bispo de Montefiascone e Corneto (hoje Tarquinia). – Servo de Deus Lucas Passi, italiano, (1789-1866) sacerdote diocesano e fundador do Instituto das Irmãs Mestras de Santa Dorotéia. – Serva de Deus Ignácia do Espírito Santo, filipina, fundadora da Congregação das Religiosas da Bem-Aventurada Virgem Maria (1663-1748). – Serva de Deus Leopoldina Naudet, italiana, fundadora da Congregação das Religiosas da Sagrada Família de Verona (1773-1834). – Serva de Deus Santina di Gesù Scribano (no século Emanuela Giovanna), italiana, religiosa professa do Instituto das Irmãs do Sagrado Coração (1917-1968). – Serva de Deus Emilia Schneider (no século Julia), alemã, monja professa da Congregação das Filhas da Cruz (1820-1859). – Servo de Deus Jérôme Le Royer de la Dauversière, francês, pai de família e fundador do Instituto das Filhas de São José de La Fleche, atualmente Religiosas Hospitalárias de São José (1597-1659). – Serva de Deus Hildegard Burjan, alemã, mãe de família e fundadora das Religiosas da Caridade Social (1883-1933). #Deus #Maria #Congregação #Venerável #José #Instituto #Religiosas #Servo #Igreja #Irmãs #fundadora #Filhas #Jesus #século #serva
- O Papa estabelece pleno retorno de Missa tridentina a partir de 14 de setembro
ACI).- Mediante as Carta Apostólica em forma de Motu Proprio Summorum Pontificum, o Papa Bento XVI estabelece a plena liberação para o uso do Missal de São Pio V, com o qual se celebra a Missa “tridentina”, a partir de 14 de setembro, Festa da Exaltação da Santa Cruz. No documento, o Pontífice faz um breve percurso da história da Liturgia Latina até chegar a grande compilação e unificação litúrgica do Papa São Pio V, cujo Missal regeu durante séculos a Igreja de Rito Latino, o mesmo que foi reeditado pelo Beato João XXIII em 1962. O Papa explica em seguida que, pese ao “Novo Ordinário” aprovado pelo Papa Paulo VI em 1970, “um número não pequeno de fiéis estiveram e permanecem aderidos com tão grande amor e afeto às formas litúrgicas prévias, e imbuíram profundamente sua cultura e espírito”, que o Papa João Paulo II publicou dois documentos estendendo o uso do Missal tridentino: o indulto especial intitulado Quattuor abhinc annos, e o Motu Proprio Ecclesia Dei. Entretanto, o Santo Padre assinala que em que pese a estas reformas, ” os insistentes pedidos destes fiéis a nosso Predecessor João Paulo II, tendo escutado também aos Padres do Consistório de Cardeais realizado em 23 de março de 2006, tendo sopesado todos os elementos, invocado o Espírito Santo e pondo nossa confiança no auxílio de Deus”, decide estabelecer 12 novos artigos que substituem as normas dos dois anteriores documentos. Os artigos estabelecem: 1. O Missal Romano de Paulo VI é ” a expressão ordinária” da Missa; enquanto que o Missal Romano promulgado por São Pio V fica “como a expressão extraordinária“. Estas duas expressões “de maneira nenhuma levam a uma divisão na lei da oração ( lex orandi) da Igreja“. 2. Qualquer sacerdote de Rito Latino pode usar o Missal Romano antigo qualquer dia exceto durante o Tríduo Pascal. 3. Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica podem usar o Missal anterior em uma celebração conventual ou comunitária em seus próprios oratórios, sempre conforme com seus estatutos. 4. Os laicos podem ser admitidos à Santa Missa mencionada no artigo dois. 5. Em cinco parágrafos se estabelece o direito de laicos a contar com a Missa tridentina em suas paróquias durante os dias de semana, e uma só aos Domingos e dias de festa; e o direito a celebrações tridentinas para matrimônios ou funerais. 6. Nas Missas tridentinas, as leituras podem ser proclamadas em língua vernácula. 7. Que laicos que não obtêm a permissão paroquial, podem apelar ao Bispo e, em última instância, à Pontifícia Comissão Ecclesia Dei. 8. O mesmo direito de recorrer à Pontifícia Comissão tem o Bispo que “por diversas razões se vê impedido” de aplicar as reformas. 9. Também podem celebrar-se segundo o rito tridentino os sacramentos do Batismo, Matrimônio, Penitência, a Unção dos Enfermos e a Confirmação; enquanto que os sacerdotes podem usar o Breviário Romano de 1962. 10. Um Bispo pode erigir uma paróquia pessoal para as celebrações do antigo Rito Romano. >11. A Pontifícia Comissão Ecclesia Dei “deve ter a forma, tarefas e normas de ação que o Romano Pontífice deseje atribuir”. 12. A mesma Comissão exercerá a autoridade para manter a vigilância sobre a observância e aplicação destas disposições., Todo o decretado “ordenamos que seja assinado e ratificado para ser observado a partir de 14 de setembro deste ano, festa da Exaltação da Santa Cruz”, conclui o Papa. Leia o Motu Proprio Summorum Pontificum em português. #Comissão #Paulo #Amor #Romano #Missa #Missal
- Bento XVI impõe o pálio a 46 arcebispos
Símbolo da unidade com o bispo de Roma CIDADE DO VATICANO, domingo, 1 de julho de 2007 (ZENIT.org).- Nessa sexta-feira, solenidade dos santos Pedro e Paulo, Bento XVI impôs o pálio, símbolo da unidade com o bispo de Roma, a 46 arcebispos metropolitanos de todo o mundo nomeados no último ano. A cerimônia aconteceu junto à Confissão de São Pedro, na Basílica de São Pedro, no Vaticano, durante a concelebração eucarística no dia dos patronos da diocese de Roma. Os arcebispos levam o pálio, manto branco de lã sobre os ombros, em representação do Bom Pastor que leva nos ombros o cordeiro até dar a vida, como recordam também as seis cruzes negras bordadas. Como explicou depois o Papa antes de rezar o Angelus, trata-se de um «símbolo litúrgico que expressa o vínculo de comunhão que une o sucessor de Pedro» com os arcebispos. Dado que cinco arcebispos não puderam vir a Roma, estes receberão o manto diretamente em suas sedes metropolitanas. No dia seguinte, o Papa recebeu na Sala Paulo VI do Vaticano os arcebispo, acompanhados por seus familiares e fiéis de suas arquidioceses. Na saudação que lhes dirigiu em espanhol (os arcebispos eram todos latino-americanos), o Papa explicou que «estes novos pastores metropolitanos, ao receber esta insígnia, sentem o dever de fomentar estreitos vínculos de comunhão com o Sucessor de Pedro e entre suas dioceses sufragâneas, para que resplandeça a figura de Cristo». «Aos fiéis e amigos que os acompanhais, rogo que sigais próximos a eles com a oração e com uma colaboração generosa e leal, para que em sua missão cumpram sempre a vontade de Deus», disse o Santo Padre. O Papa pediu «à Virgem Maria, tão querida, e venerada na América Latina, que siga protegendo o ministério pastoral destes arcebispos e derrame seu amor materno sobre os sacerdotes, comunidades religiosas e fiéis de suas arquidioceses». #comunhão #américalatina #Símbolo #Pedro #sucessor #Unidade #BentoXVI #Paulo #Bispo #Amor #América
- Leigos são "insubstituíveis" para evangelização, recorda representante vaticano
Fala arcebispo do Conselho Pontifício para os Leigos ROMA, segunda-feira, 2 de julho de 2007 (ZENIT.org).- «Os leigos estão em primeira linha e são insubstituíveis na tarefa da evangelização», explica o arcebispo Stanislaw Rylko, presidente do Conselho Pontifício para os Leigos. O prelado polonês presidiu, no sábado 30 de junho, a missa para os participantes de um encontro de ministérios eclesiais leigos que está acontecendo em «Lay Centre», em Roma. «Ser um leito na Igreja é propriamente uma vocação; de fato, o chamado mais importante», expôs, citando o teólogo Hans Urs von Baltasar. «Esta vocação deriva do sacramento do batismo», explicou o arcebispo Rylko em sua homilia, no sugestivo contexto do Batistério de São João de Latrão, uma das quatro basílicas papais de Roma. «O caráter único da vocação leiga consiste no fato de ser cristão vivendo no mundo», disse ao grupo de leigos implicados em diferentes apostolados da Igreja Católica. «Os leigos têm sua particular responsabilidade na vida da comunidade cristã na igreja local. Sua vocação é essencial, grande e bela», recordou. O arcebispo Rylko reconheceu que, «contudo, não é fácil ser um leigo no mundo atual». «O mundo tenta confinar Deus na esfera exclusivamente privada ou individual», denunciou. «A apropriada autonomia da ordem secular às vezes se confunde com um secularismo militante que tenta eliminar Deus da vida pública», observou. Segundo o arcebispo Rylko, que foi um amigo pessoal de João Paulo II, «ser leigo em nossos tempos requer coragem». «Por isso, é extremamente importante não esquecer que ser cristão é uma vocação: o próprio Deus nos chama e nos envia ao mundo.» «A vocação é um dom gratuito de Deus, que nos escolhe e nos chama sem que o mereçamos.» O arcebispo Rylko agradeceu os participantes do seminário, «colaboradores na vinha do Senhor: leigos na Igreja de ontem e de hoje», e os animou a viver plenamente sua vocação. Este seminário, que terminará na próxima quarta-feira, foi organizado pelo doutor Rick McCord, diretor executivo do Secretariado da Família, dos Leigos, das Mulheres e da Juventude da Conferência Episcopal dos Estados Unidos, em colaboração com Donna Orsuto, diretora do «Lay Centre» de Roma. #Deus #vocação #Conselho #Igreja #Leigos #evangelização #Pontifício
- Santa Sé confirma iminente publicação do Motu Próprio sobre o Missal Tridentino
Bento XVI se reuniu com Prelados para explicar seu conteúdo e espírito ACI).- O Escritório de Imprensa da Santa Sé confirmou hoje a notícia que surgiu ontem na imprensa sobre a reunião ocorrida com o Secretário de Estado Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone, com alguns bispos representantes de diversas conferências episcopais sobre a próxima publicação do Motu Proprio do Papa Bento XVI sobre o uso do missal promulgado pelo beato João XXIII em 1962. “Ontem pela tarde –assinala um comunicado da Sala Stampa– se desenvolveu no Vaticano uma reunião, presidida pelo Cardeal Secretário de Estado, para explicar aos representantes de diversas conferências episcopais o conteúdo e o espírito do anunciado ‘Motu Proprio’ de Bento XVI sobre o uso do missal promulgado por João XXIII em 1962″. No comunicado também se informa que “o Santo Padre saudou os presentes e conversou com eles por cerca de uma hora”. O Escritório de Imprensa assinala deste modo que “a publicação do documento, que acompanha uma ampla carta pessoal do Santo Padre a cada um dos bispos está prevista dentro de alguns dias, quando o texto for enviado a todos os bispos com a indicação da entrada em vigor do mesmo”. Embora a Santa Sé não tenha uma data de publicação, diversos meios anunciaram que esta será na próximo sábado, 7 de julho. #Escritório #Santa #publicação #secretário #BentoXVI #Imprensa #Missal #Cardeal
- Cristianismo deve abranger toda a existência do homem, diz o Papa
ACI).- Ao falar esta quarta-feira sobre a figura de São Cirilo de Jerusalém (315 – 387) durante a Audiência Geral número 100 de seu pontificado, o Papa Bento XVI assinalou que a fé cristã deve abranger todo o homem: corpo, alma e espírito.O Pontífice iniciou a audiência qualificando São Cirilo como um bispo “de grande cultura eclesiástica, centrada no estudo da Bíblia” e recordou que o Padre da Igreja foi ordenado bispo em 348 por Acácio, metropolitano de Cesárea da Palestina, partidário do arianismo, com o qual o Santo se enfrentou pouco depois “não só no âmbito doutrinal, mas também no jurisdicional porque Cirilo reivindicava a autonomia de sua sede em relação à metropolitana de Cesárea”. São Cirilo foi exilado três vezes e somente no ano 378, depois da morte do imperador Valente voltou para sua sede, “restabelecendo a unidade e a paz entre os fiéis”. Do Santo se conservam vinte e quatro catequese, introduzidas por uma pré-catequese de acolhida. “A catequese era um momento importante, inserido no contexto da vida, em particular litúrgica, da comunidade cristã onde tinha lugar a gestação do futuro fiel, acompanhada pela oração e o testemunho dos irmãos”, explicou o Santo Padre. “Não era uma catequese só intelectual, mas sim um caminho para aprender a viver na comunidade cristã”, adicionou. Em conjunto “as homilias de Cirilo constituem uma catequese sistemática e realista sobre o renascimento do cristão mediante o Batismo“, disse também. Bento XVI afirmou em seguida que em sua obra, São Cirilo através de “uma relação sinfônica entre os dois testamentos” chega “a Cristo, centro do universo“; na catequese moral convida a “transformar os comportamentos pagãos” para seguir “a nova vida em Cristo”, enquanto na catequese mistagógica, leva os neobatizados a “descobrir nos ritos os mistérios escondidos”. “O mistério que terá que aferrar é o plano de Deus, que se realiza através das ações salvíficas de Cristo na Igreja. Por sua vez, à dimensão mistagógica se acompanhada dos símbolos que expressam a vivência espiritual que contêm”, destacou o Papa. “Por isso é uma catequese integral que implica o corpo, a alma e o espírito e segue sendo emblemática para a formação catequética dos cristãos de hoje. Peçamos ao Senhor que nos ajude a aprender um cristianismo que realmente abranja toda nossa existência e nos faça testemunhas acreditáveis de Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem”, concluiu. #cristã #Cristo #Homem #acolhida #Acácio #audiência #Cirilo #Santo #BentoXVI #catequese #Alma #existência
- RSS da Bíblia Católica no seu perfil do Orkut
Olá amigos. Gostaria de pedir a ajuda de vocês para popularizar ainda mais o portal da Bíblia Católica Online. E é muito simples. Agora o orkut permite que seus membros adicionem endereços de RSS em seus perfis: Faça login em sua conta do Orkut Clique em “Editar feeds” Em URL coloque este endereço: http://feeds2.feedburner.com/bibliacatolica Clique em “adicionar” Pronto, o RSS da Bíblia Católica Online fará parte do seu perfil e estará disponível para que seus amigos leiam… #Online #JesusCristo #adicionem #Notícias #Catolica #Bíblia #Igreja
- O Papa revela que aos 70 anos pediu sua aposentadoria para dedicar-se ao estudo
ACI).- Durante a visita que realizou esta manhã à Biblioteca Apostólica e ao Arquivo Secreto do Vaticano, o Papa Bento XVI revelou que há 10 anos solicitou ao Papa João Paulo II sua aposentadoria para dedicar-se ao estudo.Durante o discurso que pronunciou na Biblioteca, o Pontífice revelou que ao fazer 70 anos em 1997, “desejei que João Paulo II concedesse poder dedicar-me ao estudo e à pesquisa de interessantes documentos e descobrimentos que conservam com atenção, verdadeiras obras de arte que nos ajudam a percorrer a história da humanidade e do cristianismo”. O Papa, que em outras ocasiões tem feito menção ao fato que solicitou sua aposentadoria a seu Predecessor, mas que decidiu continuar pelo pedido explícito de João Paulo II de acompanhá-lo até o final de seu pontificado, concluiu exortando quem trabalha nestas instituições a “considerar sempre este trabalho como uma verdadeira missão que terá que realizar com paixão e paciência, atenção e espírito de fé. Preocupai-vos em oferecer sempre uma imagem acolhedora da Sé Apostólica, conscientes de que a mensagem evangélica passa também através de seu testemunho cristão coerente”. #JoãoPauloII #estudo #Papa #revela #Apostólica #atenção
- Chamado do Papa à Igreja: dar testemunho da verdade sem temores
Na solenidade do nascimento de São João Batista CIDADE DO VATICANO, domingo, 24 de junho de 2007 (ZENIT.org).- Na solenidade do nascimento de São João Batista, Bento XVI fez um chamado à Igreja a dar «testemunho da verdade sem temores». E, como fez o primo de Jesus, o Papa convidou a não ter medo de denunciar «as transgressões aos mandamentos de Deus», em particular quando seus protagonistas são os poderosos. «João Batista foi o precursor, a ‘voz’ enviada a anunciar o Verbo encarnado», esclareceu antes de rezar a oração mariana do Ângelus junto a milhares de peregrinos que na Praça de São Pedro suportaram um calor asfixiante. «Comemorar seu nascimento — acrescentou, falando desde a janela dos seus aposentos — significa na verdade celebrar Cristo, cumprimento das promessas de todos os profetas, entre os quais o Batista foi o maior, chamado para ‘preparar o caminho’ do Messias.» João Batista é «a primeira ‘testemunha’ de Jesus, pois recebeu do Céu este sinal: ‘Sobre quem vires descer e repousar o Espírito, este é quem batiza no Espírito Santo’». Precisamente com esse batismo começa o livro «Jesus de Nazaré», que acaba de ser publicado por Joseph Ratzinger – Bento XVI. Após o batismo, João viu como baixava sobre Jesus o Espírito em forma de pomba. «Então ele ‘conheceu’ a realidade plena de Jesus de Nazaré e começou a ‘manifestá-lo a Israel’ (João 1, 31), apresentando-o como Filho de Deus e redentor do homem». Recordando a decapitação, o Papa continuou explicando que «como um autêntico profeta, João deu testemunho da verdade sem temores». «Denunciou as transgressões aos mandamentos de Deus, inclusive quando os protagonistas das mesmas eram potentes», recordou. « Dessa forma, pagou com a vida a acusação de adultério a Herodes e Herodíades, selando com o martírio seu serviço a Cristo, que é a Verdade em pessoa», sublinhou. O pontífice concluiu pedindo que « também em nossos dias a Igreja saiba manter-se sempre fiel a Cristo e testemunhar com valentia sua verdade e seu amor a todos». #Cristo #nascimento #Verdade #Deus #Chamado #Espírito #testemunho #Batista #acusação #Igreja #João #Amor #Jesus #adultério
- Maria, a mulher mais influente da história, segundo Vittorio Messori
Publica o livro em espanhol «Hipótese sobre Maria» ROMA, sexta-feira, 22 de junho de 2007 (ZENIT.org).- Acaba de ser publicado em espanhol o livro «Hipótese sobre Maria», LibrosLibres, no qual o escritor Vittorio Messori faz um rigoroso estudo da que considera a mulher mais influente da história. Messori é um dos autores católicos que mais livros vendeu em vida. Seu livro mais conhecido foi «Hipótese sobre Jesus» (1976), escrito após ter experimentado um caminho de conversão. Messori entrevistou dois Papas. Primeiro o que era prefeito da Congregação vaticana para a Doutrina da Fé, cardeal Joseph Ratzinger, no livro «Informe sobre a fé» (1984). Em «Hipótese sobre Maria», Messori aclara quem é para os cristãos a Mãe de Deus, que credibilidade merecem suas aparições em Lourdes, Fátima, etc., e que significado tem Maria para o cristianismo. «Quando em 1976 publiquei meu primeiro livro, “Hipótese sobre Jesus”, muitos leitores me pediram que me pusesse ao trabalho com as “Hipóteses sobre Maria”», confessa Messori em declarações a Zenit. «O assunto, então, me parecia estranho, inaceitável. O fato é que a Jesus se encontra nas ruas, a Mãe está em casa, na discrição: se a conhece e se a ama quando se alcança bastante intimidade com o Filho para entrar onde Ele habita», afirmou. «Maria, para a sabedoria do mundo, não é nada — segue declarando–. Para a perspectiva da fé é um abismo de mistério: é pessoa humana como nós e por sua vez é instrumento indispensável para o maior acontecimento: a encarnação do próprio Deus». O autor busca com estas 470 páginas «mostrar que é possível ser devotos marianos convencidos sem cair em uma certa retórica, em um certo “devocionismo”». A devoção à Virgem não é algo «de crentes sentimentais ou ignorantes, mas uma exigência irrenunciável para todo crente». «Tudo o que a Igreja disse e diz sobre a Mãe está, na realidade, ao serviço de Cristo, em defesa de sua humanidade e, por sua vez, divindade», considera o jornalista. «A “mariologia” é, na realidade, “cristologia”; seus dogmas não são senão confirmação e baluarte dos de seu Filho. Ali onde Maria foi esquecida, antes ou depois se desvaneceu também Cristo», insiste. «Nestas “Hipóteses sobre Maria” me ocupo muito de aparições, ainda limitando-me às reconhecidas pela Igreja. Nas aparições a Virgem continua sua vocação de mãe que corre junto aos filhos nos momentos difíceis», reconhece. «As aparições são um chamado, uma sacudida, uma confirmação. Vou quando posso como peregrino, além de como estudioso, aos santuários marianos europeus: ali encontro as multidões que já não vão a suas paróquias, mas que são atraídas por aqueles lugares onde a presença materna se manifestou». «No Ocidente o aumento das peregrinações foi o único índice de sinal positivo em uma Igreja onde tudo diminuía, desde a participação nos sacramentos até as vocações», indica. «A devoção mariana é atualmente talvez o maior recurso pastoral: e não sei o que pensar de certos “clérigos intelectuais” que rejeitam ou até desprezam esta extraordinária possibilidade». Informações sobre o livro: www.libroslibres.info #mulher #Maria #Igreja #Jesus #Hipótese #mãe
- O Papa se reunirá com Primeiro-ministro inglês, enquanto crescem rumores de sua conversão
Os próprios jornais assinalam que Blair, que igualmente sua esposa Cherie, sustenta posturas contrárias aos ensinamentos da Igreja em matéria de aborto e uniões homossexuais, está sendo preparado para sua admissão no seio do catolicismo pelo Pe. John Walsh, Capelão da Real Força Aérea e visitante freqüente do casal Blair em sua residência de fim de semana em Chequers. Segundo o jornal Daily Telegraph, o Arcebispo de Westminster e Primaz da Inglaterra, o Cardeal Cormac Murphy-O’Connor, convidou o casal Blair a almoçar no histórico Colégio Inglês de Roma, onde se formam os seminaristas que provêm do Reino Unido. #Primeiroministro #conversão #catolicismo #jornal #Igreja #Vaticano
- O Papa pede a sacerdotes que preguem um Cristo exigente
Durante o encontro realizado na Catedral de São Rufino de Assis, o Santo Padre destacou que “não basta” com que milhões de fiéis que se passam por Assis admirem São Francisco, mas sim é necessário “que ao sentir-se atraídos por seu carisma percebam o núcleo essencial da vida cristã e sua ‘medida mais alta’, a santidade“. O Papa destacou que os cristãos de nosso tempo “têm que enfrentar cada vez mais freqüentemente a tendência de aceitar um Cristo diminuído, admirado em sua extraordinária humanidade, mas rechaçado no mistério profundo de sua divindade. O próprio São Francisco sofre essa espécie de mutilação quando lhe apresenta como testemunha de valores importantes, apreciados pela cultura atual, mas se esquece que sua eleição profunda, o centro de sua vida, é a eleição de Cristo”. O Pontífice destacou que o nome de Francisco, acompanhado pelo de Clara, “exige da cidade de Assis se distinga por um particular impulso missionário”; e assinalou que por este motivo, “também é necessário que esta Igreja viva de uma intensa experiência de comunhão”. Dirigindo-se aos sacerdotes e diáconos, o Santo Padre assegurou que seu “entusiasmo, comunhão, vida de oração e ministério generoso, são indispensáveis”. Frente ao cansaço e o “medo ante as novas exigências e as novas dificuldades, temos que ter confiança no Senhor, que nos dará a força necessária para realizar o que nos peça. Não deixará de enviar vocações se as implorarmos com a oração e nos preocupamos de buscar e custodiar com uma pastoral juvenil e vocacional rica de ardor e de criatividade, capaz de mostrar a beleza do ministério sacerdotal”. Bento XVI concluiu dirigindo-se às pessoas consagradas, que “para a Igreja constituem uma riqueza grande, tanto no âmbito da pastoral paroquial como para tantos peregrinos, que freqüentemente vêm pedir hospitalidade, e esperam também um testemunho espiritual”. Finalmente, às religiosas de clausura, o Papa pediu para “manter alta a chama da contemplação”, e serem “sinais do amor de Cristo, ao que possam fixar seu olhar todos outros irmãos e irmãs expostos às fadigas da vida apostólica e do compromisso laico no mundo”. #cristã #Cristo #santidade #SãoFranciscodeAssis #encontro #BentoXVI #Apostólica #Amor
- Carmelitas chegam aos fiéis através da internet
ROMA, domingo, 17 de junho de 2007 (ZENIT.org).- Inclusive os contemplativos estão usando a internet para difundir a mensagem de Cristo. O prior geral dos Carmelitas, padre Joseph Chalmers, revela que os religiosos contemplativos estão preparados para que Deus «nos use de um modo oculto para estender seu plano de salvação da humanidade». E em um mundo em transformação isso significa «usar a nova tecnologia para chegar às pessoas – explica a Zenit o padre Chalmers –. Cada província tem seu próprio site. Também temos um boletim internacional que está disponível na rede». «Enviam-se notícias regularmente à família carmelita através de mensagens de correio eletrônico. Temos um museu de arte carmelita em preparação» (cf. carmelitas.info). Galerias, livros antigos e inclusive música e mostras da arquitetura carmelita, o museu virtual proporciona uma visão da espiritualidade e da história contemplativas. E se expõem, por exemplo, obras do Monastério de Boxmeer, na Holanda. Os Carmelitas estão usando também a internet para preparar-se a seu capítulo geral deste outono. Em setembro, os contemplativos se reunirão para considerar «In Obsequio Jesu Christi: Comunidade Orante e Profética no Mundo em Mudança». O site inclui documentos preparatórios e uma oração em 11 idiomas. Aos visitantes do site se lhes anima também a rezar com os carmelitas: a Liturgia das Horas se apresenta em vários idiomas. O prior de 55 anos explica a Zenit: «Há modos normais de rezar, ensinar, escrever, etc., e também se usam as novas tecnologias. No entanto, no Carmelo se dá uma ênfase particular à contemplação. Nós gradualmente abrimos nossas vidas cada vez mais a Deus». #carmelita #Deus #Internet #museu
- Abstinência é a melhor forma de evitar doenças sexualmente transmissíveis, revela estudo
Educação sexual “integral” para adolescentes não é efetiva e tampouco é o preservativo O estudo, intitulado “Abstinência ou Educação Sexual ‘integral’?”, está apoiado na educação e conduta de mais de 400 mil jovens em 30 diferentes estados dos Estados Unidos, observados durante 15 anos. O Dr. Weed explicou no site pró-vida LifeSiteNews que “nos Estados Unidos, as taxas de atividade sexual foram decaindo nos adolescentes durante os últimos 12-13 anos, o que coincide com o início da educação para a abstinência. O aborto e as gravidezes assim como os nascimentos fora do matrimônio também foram diminuindo no mesmo período de tempo. Entretanto, o aborto, as gravidezes e os nascimentos fora do matrimônio se incrementaram em um grupo de mais idade, 19-25 anos, que não teve a educação para a abstinência”. O estudo também demonstra que a educação sexual “integral” não explica as limitações dos preservativos, e que “muitas conseqüências da atividade sexual em adolescentes não se previnem com o uso da camisinha”. Após 20 anos deste tipo de educação, os jovens não sabem que os preservativos “não fazem nada para lutar contra a baixa auto-estima, a depressão” e demais complicações psicológicas que “conduz a atividade sexual antes do matrimônio”. Ao avaliar os programas de abstinência existentes, tais como Reasons of the Heart, Heritage Keepers, Sex Respect and Teen Aid, o IRE descobriu que os estudantes participantes neles em muito poucos casos eram sexualmente ativos. Os programas mais bem-sucedidos destacam a importância do autocontrole e da responsabilidade. Dão também aos adolescentes uma meta positiva que é o compromisso e o matrimônio para os quais devem trabalhar frente ao futuro. O IRE também descobriu a necessidade de educar na abstinência ano após ano. O Dr. Weeds conclui explicando que “os programas de educação para a abstinência bem desenhados e implementados podem reduzir a atividade sexual dos adolescentes até a metade por períodos de um ou dois anos, com o qual também se incrementa o número de adolescentes que evitam todos os problemas relacionados à atividade sexual. Abandonar esta estratégia… seria mais um rumo marcado pela política que um desejo por proteger os adolescentes dos Estados Unidos”. O relatório completo (em inglês em formato PDF) pode ser lido clicando aqui #Abstinência #matrimônio #Unidos #Educação #estudo #AIDS #integral
- Igreja tira seu apoio a Anistia Internacional porque promove aborto
Segundo anuncia o cardeal Renato R. Martino CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 13 de junho de 2007 (ZENIT.org) .- O Conselho Pontifício Justiça e Paz anunciou que retirará a ajuda econômica que oferecia a Anistia Internacional depois de que esta instituição decidiu apoiar o aborto. «A Igreja Católica deixará de financiar a Anistia Internacional devido à mudança de posição decidida», anunciou oficialmente o cardeal Renato Raffaele Martino, presidente desse organismo vaticano, em uma entrevista concedida ao semanário americano «National Catholic Register». Em 25 de março passado, em sua Conferência nacional anual, em Edimburgo, os cerca de 400 membros britânicos de Anistia Internacional expressaram com um voto a decisão de comprometer-se na despenalização do aborto e na promoção de serviços de apoio aos programas de controle demográfico, que incluem a legalização e o acesso gratuito ao aborto. O cardeal denunciou «os ‘lobbies’ internacionais que trabalham a favor do aborto e a propaganda que promovem no marco do qual João Paulo II chamava de ‘a cultura da morte’». «É sumamente grave que uma organização tão valente como Anistia Internacional ceda às pressões destes “lobbies”», lamentou o purpurado italiano. O presidente do Conselho Pontifício concluiu convidando os católicos e a toda pessoa de boa vontade a «intensificar seu compromisso em defesa do direito à vida de todos os que estão por nascer, sem distinções impossíveis entre casos nos quais o assassinato da criança no seio da mãe seria justo ou injusto». «A eliminação voluntária de toda vida humana inocente é sempre um delito», recordou. Em 1996, a Santa Sé tomou uma medida similar contra a UNICEF, o fundo das Nações Unidas para a Infância, depois de que também adotara a decisão de promover o aborto em certas circunstâncias. #Internacional #Aborto #Conselho #Igreja #Vaticano #Pontifício #Cardeal
- O cristão ama a Igreja apesar de defeitos e escândalos, diz o Papa
Falando ante mais de 30 mil pessoas sob um dia de sol que o obrigou a usar um chapéu, o Pontífice se referiu a Eusébio, o Padre da Igreja, nascido por volta do ano 260 e conhecido como o primeiro historiador do cristianismo, assinalando que foi “o maior filólogo da Igreja antiga“, que como tal participou do Concílio de Nicéia em 325 , onde se definiu o Credo e a afirmação da plena divindade do Filho de Deus. “A fama imperecível de Eusébio –explicou o Papa- está ligada em primeiro lugar aos dez livros de sua ‘História Eclesiástica’, com os quais conseguiu salvar do esquecimento seguro numerosos feitos, personagens e obras literárias da Igreja antiga”. Mas a historiografia de Eusébio, explicou o Santo Padre, “é uma história centrada em Cristo, onde se desvela progressivamente o mistério do amor de Deus pelos seres humanos”. “A análise histórica não está nunca finalizada em si mesma mas sim aponta decididamente à conversão e a um testemunho autêntico de vida cristã por parte dos fiéis”, adicionou. Bento XVI assinalou que Eusébio “interpela os fieis de todos os tempos sobre ao modo de aproximar-se dos fatos da história e em particular da Igreja. Também nos interpela . Qual é nossa atitude frente às vicissitudes da Igreja?“. E o Papa perguntou: “É a atitude de quem se interessa por cura curiosidade, possivelmente procurando a qualquer preço o sensacionalista ou o escandaloso? Ou é a atitude cheia de amor e aberta ao mistério de quem sabe, graças à fé, que pode encontrar na história da Igreja os sinais do amor de Deus e das grandes obras de salvação que levou a cabo? Se nossa atitude for esta, temos que dar uma resposta mais coerente e decidida, um testemunho de vida mais cristão”. O Santo Padre citou a respeito “esse eminente especialista dos Padres da Igreja que foi o Cardeal Jean Daniélou, quando afirmava: “Há um conteúdo secreto na história. (…) O mistério das obras de Deus que constituem no tempo, a realidade autêntica, que se esconde depois das aparências. (…) Mas esta história que Deus realiza para o ser humano, não a realiza sem ele”. “Também hoje Eusébio de Cesárea convida aos fieis a maravilhar-se, a contemplar na história as grandes obras de Deus para a salvação dos seres humanos. E com igual energia nos convida à conversão de vida. Efetivamente, frente a um Deus que nos amou tanto, não podemos permanecer inertes. A instância própria do amor é que a vida inteira se oriente à imitação do Amado”, concluiu o Papa. #cristão #Deus #atitude #história #Padre #mistério #curiosidade #amado #Eusébio #BentoXVI #Igreja #Amor
- Bento XVI e Bush falam sobre Iraque, África, Oriente Médio e América Latina
CIDADE DO VATICANO, domingo, 10 de junho de 2007 (ZENIT.org).- A situação dos cristãos no Iraque, a condição da África, em particular de Darfur, e a paz no Oriente Médio, foram os grandes temas da audiência que Bento XVI concedeu este sábado ao presidente dos Estados Unidos, George W. Bush. O mandatário norte-americano manteve também um colóquio e aproximadamente quarenta minutos com o cardeal Secretário de Estado, Tarcísio Bertone. Uma nota publicada posteriormente pela Santa Sé revela que «nos cordiais colóquios, tocou-se nos principais temas de política internacional, detendo-se particularmente no que se refere ao Oriente Médio sobre a questão israelense-palestina, sobre o Líbano, sobre a preocupante situação no Iraque e sobre as criticas condições em que vivem as comunidades cristãs». A Santa Sé, informa o comunicado vaticano, «desejou, uma vez mais, uma solução “regional” e “negociada” dos conflitos e das crises que afetam a região». «Nas conversações se dedicou atenção a África e a seu desenvolvimento, fazendo referencia também a Darfur, sem esquecer um intercâmbio de opiniões sobre a América Latina». Por fim, «examinaram-se as questões morais e religiosas atuais, entre outras as relativas aos direitos humanos e à liberdade religiosa, a defesa e a promoção da vida, o matrimônio e a família, a educação das novas gerações, o desenvolvimento sustentável». O encontro pessoal entre o Papa e Bush durou aproximadamente 35 minutos. Em uma coletiva de imprensa conjunta oferecida com o primeiro ministro italiano, Romano Prodi, Bush disse do Papa: «é um homem muito inteligente, um homem cheio de amor». O Papa fez perguntas a Bush, sobre a reunião do Grupo dos Oito (G-8) e o presidente lhe respondeu que, apesar das divergências o encontro «foi um êxito». Bush presenteou ao Papa um báculo pastoral realizado por uma pessoa que no passado não possuía casa («homeless») do Texas no qual estão talhados os dez mandamentos. Foi a primeira audiência que Bento XVI ofereceu no Vaticano ao atual presidente norte-americano. #África #audiência #américalatina #Iraque #BentoXVI #Latina #Vaticano #Amor #OrienteMédio #América
- Festa de Corpus Christi é oportunidade missionária para os fiéis, diz arcebispo
Dom Orani Tempesta contextualiza festividade na linha das orientações de Aparecida BELÉM, segunda-feira, 4 de junho de 2007 (ZENIT.org).- O arcebispo de Belém (Estado do Pará, norte do Brasil), Dom Orani João Tempesta, O. Cist., afirmou esse domingo que a festa de Corpus Christi é uma primeira oportunidade de os fiéis se colocarem juntos na caminhada missionária lançada pela Conferência de Aparecida. Segundo recorda o arcebispo, tanto o documento final como a mensagem da Quinta Conferência «nos comprometem com essa missão, que, embora orientada e com subsídios do CELAM (Conselho Episcopal Latino-americano), será de responsabilidade das Conferências Episcopais do nosso subcontinente». «Ela visa a fazer com que o discípulo enamorado e animado por Jesus vibre e anuncie a Boa Notícia a todos permanentemente», disse. Dom Orani afirmou que a «grande questão» colocada para todos é que a missão «não pode ser uma ocasião, um mês, ou alguns meses, nem mesmo um ano ou alguns anos – a missão deve ser permanente». «Para executarmos esse trabalho é necessário termos, com ânimo renovado, nossas paróquias “como comunidades de comunidades”, ou então cada paróquia ter a rede de comunidades, que, encarnadas e inculturadas em cada situação de nossa arquidiocese, estarão, no entanto, unidas formando o povo de Deus como o Corpo Místico de Cristo – Ele, cabeça e nós, os membros.» O arcebispo afirmou que essa «capilaridade» deve fazer parte da missão tanto para dentro de nossas comunidades, «indo ao encontro daqueles que nós batizamos», como também «levando o nome e a vida de Jesus para todas as pessoas, testemunhando com a nossa vida a beleza do encontro com Ele». Segundo Dom Orani, na próxima quinta-feira, dia 7 de junho, Dia de Corpus Christi, «teremos oportunidade de reafirmar a nossa unidade em meio à diversidade e de nos colocarmos juntos nessa caminhada para que a missão a que nós nos propomos encontre corações renovados e animados pela missão». «Faço aqui o meu convite para que todas as paróquias, comunidades, pastorais, movimentos, escolas, religiosas e religiosos, presbíteros, seminaristas, irmandades, associações, grupos e todo o povo de Deus estejam presentes nessa nossa festa de Corpus Christi.» «Que este momento sirva para que o trabalho que já fazemos seja ainda mais e melhor incrementado, tendo conseqüências não só na missão específica, mas também na transformação do mundo», afirmou o arcebispo. #Festa #missão #Dom #Orani #missionária #oportunidade #Jesus #Tempesta #CorpusChristi #Arcebispo
- Consagração das Famílias ao Sagrado Coração
BARCELONA, segunda-feira, 3 de junho de 2007 (ZENIT.org–Veritas).- O congresso internacional «Cor Iesu, Fons Vitae» («Coração de Jesus, fonte de vida») aprofundou na essência e na formação do amor de Cristo e a Cristo. De 1º a 3 de junho, o encontro reuniu em Barcelona cerca de 400 inscritos na parte acadêmica — conferências e mesas redondas –, assim como centenas de jovens na vigília noturna da noite no Mosteiro da Visitação e aproximadamente mil pessoas na Eucaristia de encerramento e na consagração das famílias ao Sagrado Coração, celebradas no Tibidabo. Antes da Eucaristia conclusiva, a palestra do cardeal Salvatore De Giorgi, membro do Conselho Pontifício da Família, sobre o Coração de Jesus como fonte de vida para a família, recebeu uma calorosa acolhida por parte dos assistentes, que o interromperam com aplausos em várias ocasiões, por sua defesa da família e da liberdade da família na sociedade atual, frente aos ataques que recebe. «Parece-me oportuno precisar que o matrimônio, ainda como simples instituição natural, dimanou do amor de Deus Criador, segundo palavras que não admitem equívocos: ‘Por isso o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher, e serão os dois uma só carne’», disse, segundo refere a agência Veritas. E continuou: «Considerei oportuno fazer esta precisão, porque com relação à família está acontecendo uma crescente agressão de forças culturais, sociais e políticas que tentam arrancá-la de seu fundamento natural, o matrimônio, equiparando-a a outras formas de convivência, como as uniões de fato e inclusive às não naturais». O cardeal afirmou que «é especialmente eficaz a oração ao Coração de Jesus, como também o é a consagração da família, além da pessoa». Explicou que «o amor de Jesus, simbolizado por seu Sacratíssimo Coração, é fonte e modelo do amor conjugal, que deve por isso ver-se no espelho do Amor de Cristo à Igreja e imitá-lo, ainda com todas as limitações da condição humana». Para aspirar a esse modelo, a família conta — assinalou o cardeal — com a graça do Sacramento e com «a oração em família, isto é, feita em comum, marido e mulher juntos, pais e filhos juntos, em todas as situações e vicissitudes alegres e tristes da vida familiar». Dom De Giorgi também disse que «o amor conjugal deve ser fiel na alegria e na tristeza, no plano do corpo e no do espírito e, portanto, totalmente contrário ao adultério e ao divórcio, que são a negação do verdadeiro amor, sendo este por sua natureza irreversível e indissolúvel». Com relação ao divórcio, afirmou que «não só atenta contra a Aliança de salvação, da qual o sacramento do matrimônio é sinal, mas também introduz na família e na sociedade uma desordem incalculavelmente danosa» e acrescentou que o problema se agrava quando os divorciados se casam de novo no civil. Bento XVI dirigiu uma mensagem aos participantes do Congresso, que foi lida pelo arcebispo de Barcelona, Dom Luís Martinez Sistach, no Tibidabo, depois da Eucaristia, presidida pelo Núncio Apostólico na Espanha, Dom Manuel Monteiro de Castro. O Papa convidou em sua mensagem a aceitar o amor de Cristo, antepondo-o a todas as coisas, e a corresponder-lhe. «Frente à cultura da morte, está o coração de Jesus, fonte de vida», questões que Dom Monteiro desenvolveu em sua homilia, na qual convidou a refletir o amor de Jesus e a fazer o propósito de «ser fiéis, de dar testemunho de nossa fé na vida privada e na vida pública, sem medo». Entre os palestrantes do congresso se encontrava o postulador da causa de canonização do beato Pio IX, Dom Brunero Gherardini, que destacou seu impulso da devoção ao Sagrado Coração de Jesus e da entronização do Sagrado Coração na sociedade e nas famílias. Também interveio o diretor do Departamento de Filologia Semítica da Universidade de Barcelona, o passionista Luis Díez-Merino, que assinalou que os documentos pontifícios mostram três aspectos do coração de Jesus: «o coração de carne enquanto Cristo humano, o coração ético, como vida interior e, por último, como símbolo do amor de Jesus Cristo». Também destacou que «na Bíblia, o coração de Jesus aparece 600 vezes com múltiplos significados». O Pe. Edoard Glotin afirmou que a espiritualidade do Coração de Jesus é a espiritualidade central da Igreja, porque governa toda a vida sacramental. Cada um dos sete sacramentos deriva do coração transpassado de Jesus, recordou. O secretário-geral da Conferência Episcopal Espanhola, Pe. José Antonio Martinez Camino, destacou em sua intervenção que Bento XVI fala cinco vezes, em passagens-chave da encíclica «Deus caritas est», do lado aberto ou do coração transpassado de Cristo, destacando como «Deus se fez visível, mostrou seu coração». #coração #fonte #Cristo #acolhida #Palestra #Sagrado #Eucaristia #Aliança #família #Congresso #Amor #alegria #Consagração #Jesus #adultério
- A Santa Sé estabelece históricas relações com os Emirados Árabes Unidos
A nota assinala que “a Santa Sé e os Emirados Árabes Unidos, desejosos de promover relações de amizade mútua e de desenvolver a cooperação internacional, decidiram estabelecer de comum acordo relacione diplomáticas no nível de Nunciatura Apostólica por parte da Santa Sé e de Embaixada por parte dos Emirados Árabes Unidos, conforme o estabelecido pela Convenção de Viena sobre as relações diplomáticas de 18 de abril de 1961″. O comunicado conjunto afirma que o acordo foi assinado pelo Arcebispo Celestino Migliore, Observador permanente da Santa Sé ante a ONU, como representante da Santa Sé e pelo Abdulaziz Nasser Al-Shamsi, embaixador extraordinário e plenipotenciário e representante permanente dos Emirados Árabes Unidos ante a ONU, como representante do governo desta Federação. Os Emirados Árabes Unidos som uma Federação de sete emirados independentes (Abu Dhabi, Ajman, Dubai, Al-Fujayrah, Ras al-Khaimah, Sharjah e Umm al-Qaiwain), situados ao longo da costa centro-oriental da península arábica. A capital é Abu Dhabi. Tem uma superfície de 83.600 quilômetros quadrados e uma população de mais de quatro milhões de habitantes, com uma alta percentagem (mais de 70%) de trabalhadores estrangeiros provenientes de outros países do Oriente Médio, Paquistão, Índia, Filipinas e Bangladesh. A maioria dos cidadãos dos Emirados Árabes Unidos são seguidores do Islã, que é a religião oficial do Estado; mas sua Constituição reconhece formalmente a liberdade religiosa e os cristãos podem realizar suas atividades religiosas públicas nas Igrejas e nos complexos paroquiais. Do ponto de vista pastoral, os Emirados Árabes Unidos formam parte do Vicariato Apostólico da Arábia, que tem sua sede em Abu Dhabi, e está confiado ao Bispo Paul Hinder, O.F.M.Cap. Estima-se que há mais de um milhão de cristãos, em sua maioria católicos, pertencentes a mais de cem nacionalidades diversas, chegados à região pela demanda de mão de obra e a expansão econômica. Existem sete Igrejas no país e nelas se celebra a Missa em diversos ritos e línguas. O comunicado assinala que “se espera que as autoridades do país, que mantêm relações cordiais com a Igreja católica, autorizem a construção de novos edifícios de culto“. #comunicado #Santa #Unidos #AbuDhabi #Federação #acordo #assinala
- Itália: presumido milagre atribuído a João Paulo I inicia fase diocesana
CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 29 de maio de 2007 (ZENIT.org).- O Bispo de Altamura-Gravina-Acquaviva delle Fonti (Bári), Dom Mario Paciello, assinou com data de 14 de maio de 2007 o Decreto de constituição do Tribunal para a análise, em fase diocesana, relativa a um presumido milagre de cura atribuído à intercessão do Servo de Deus João Paulo I (Albino Luciani, 1912-1978), e estabeleceu para sábado, dia 26 de maio de 2007, às 12 horas, o início da primeira sessão do Processo. Nos dias seguintes se procederá à audição das testemunhas, começando pelo curado, com a assistência do médico perito. Encerrada a audiência, as atas serão trasladadas a Roma, para a Congregação das Causas dos Santos, onde se dará a fase sucessiva do Processo. Como é sabido, a Causa de beatificação e de canonização do Papa João Paulo I fora confiada à Postulação Geral dos Salesianos pelo saudoso Dom Vicente Sávio SDB, então Bispo de Belluno-Feltre. #processo #Itália #milagre #diocesana #Bispo #Vaticano #atribuído #JoãoPauloI
- "Bento XVI já não é um Papa novo", diz imprensa italiana
ACI).- Diversos artigos da imprensa italiana, inclusive aqueles pouco simpatizantes do Santo Padre, reconheceram que o discurso que o Papa Bento XVI pronunciou ontem ante o episcopado italiano demonstra a surpreendente familiaridade do Pontífice com a complexa realidade italiana. “Fala da Itália como se a conhecesse melhor que nós“, intitulou em um editorial o jornal católico italiano Avvenire, resumindo a reação da imprensa local ante o discurso do Pontífice aos membros da Conferencia Episcopal Italiana (CEI) onde abordou não só os numerosos desafios pastorais que enfrentam os bispos italianos, mas também o papel histórico do catolicismo na constituição da nação e o direito da Igreja a participar do âmbito público e na construção da sociedade. “Já não se trata de um Papa novo. Bento XVI fala com os bispos italianos como quem se sente dentro desta Igreja, da qual é o Primaz, além de Pontífice”, escreve o jornalista Dino Boffo. “A conhece inclusive de maneira pessoal”, adicionou. Boffo elogiou além disso “o olho do Papa estrangeiro que consegue ver aquilo que nós italianos não vemos, mas longe de elogiar, pede que se tenha em conta ‘as dificuldades presentes’ e das ‘insídias que podem crescer’ no marco de uma cultura cada vez mais secularizada”, adiciona. O jornalista conclui seu comentário recordando como recentemente na cidade de Florência o Presidente da Itália sugeriu energicamente prestar atenção às sugestões e chamadas da Igreja. “trata-se de uma advertência que certamente se volta ainda mais significativa em seguida do encontro de ontem com os bispos italianos”, conclui. #Boffo #advertência #jornalista #Itália #pontífice #BentoXVI #Igreja #Imprensa
- Pregador do Papa: Espírito Santo atua no mundo
Comentário do Pe. Cantalamessa sobre a liturgia do domingo de Pentecostes ROMA, sexta-feira, 25 de maio de 2007 (ZENIT.org).- Publicamos o comentário do Pe. Raniero Cantalamessa, ofmcap. — pregador da Casa Pontifícia — sobre a liturgia do próximo domingo, solenidade de Pentecostes. * * * Enviai, Senhor, o vosso Espírito, e renovai a face da terra Domingo de Pentecostes Atos 1, 1-11; Romanos 8, 8-17; João 14, 15-16.23b-26 Na tarde de Páscoa, Jesus no cenáculo «soprou sobre eles [seus discípulos] e lhes disse: ‘Recebei o Espírito Santo’» [Jo 20, 19-23, ndr.]. Este sopro de Cristo evoca o gesto de Deus que, na criação, «soprou sobre o homem, feito de pó do chão, um alento de vida, e tornou-se o homem um ser vivente» (Gn 2, 7). Com aquele gesto, Jesus vem dizer, portanto, que o Espírito Santo é o sopro divino que dá vida à nova criação, como deu vida à primeira criação. O Salmo responsorial sublinha este tema: «Enviai, Senhor, o vosso Espírito, e renovai a face da terra» [Sal 103, 1-34. ndr.]. Proclamar que o Espírito Santo é criador significa dizer que sua esfera de ação não se restringe só à Igreja, mas se estende a toda a criação. Nenhum tempo, nenhum lugar estão privados de sua presença ativa. Ele atua na Bíblia e fora dela; atua antes de Cristo, no tempo de Cristo e depois de Cristo, ainda que nunca separadamente d’Ele. «Toda verdade, de onde quer que venha dita — escreveu Santo Tomás de Aquino –, vem do Espírito Santo». Certo: a ação do Espírito de Cristo fora da Igreja não é a mesma que dentro da Igreja e nos sacramentos. Lá Ele atua por poder, aqui por presença, em pessoa. O mais importante, a propósito do poder criador do Espírito Santo, não é compreendê-lo ou explicar suas implicações, mas experimentá-lo. E o que significa experimentar o Espírito como criador? Para descobrir isso, partimos do relato da criação. «No princípio Deus criou os céus e a terra. A terra era caos e escuridão acima do abismo, e um vento de Deus soprava sobre as águas» (Gn 1, 1-2). Deduz-se que o universo já existia no momento em que o Espírito intervém, mas ainda era informe e tenebroso, caos. É depois de sua ação quando o criado assume contornos precisos; a luz se separa das trevas, a terra do mar, e tudo adquire uma forma definida. O Espírito Santo é, portanto, Aquele que permite passar — a criação — do caos ao cosmos, o que faz assim algo belo, ordenado, limpo (cosmos vem da mesma raiz que cosmético, e quer dizer belo!), realiza assim um «mundo», segundo o duplo significado dessa palavra. A ciência nos ensina hoje que este processo durou bilhões de anos, mas o que a Bíblia quer dizer-nos, com linguagem simples e imaginativa, é que a lenta evolução da vida e a ordem atual do mundo não ocorreu por acaso, obedecendo a impulsos cegos da matéria, mas por um projeto aplicado nele, desde o início pelo criador. A ação criadora de Deus não se limita ao instante inicial; Ele está sempre em ato de criar. Aplicado ao Espírito Santo, isso significa que Ele é sempre o que faz passar do caos ao cosmos, isto é, da desordem à ordem, da confusão à harmonia, da deformidade à beleza, da velhice à juventude. Isso em todos os níveis: no macrocosmos e no microcosmos, ou seja, no universo inteiro assim como em cada homem. Devemos crer que, apesar das aparências, o Espírito Santo atuando no mundo e o faz progredir. Quantos novos descobrimentos, não só no campo físico, mas também no moral e social! Um texto do Concílio Vaticano II diz que o Espírito Santo está atuando na evolução da ordem social do mundo («Gaudium et spes», 26). Não é só o mal que cresce, mas também o bem, com a diferença de que o mal se elimina, termina consigo mesmo, enquanto que o bem se acumula, permanece. Certamente ainda existe muito caos ao nosso redor: caos moral, político social; o mundo tem ainda muita necessidade do Espírito Santo; por isso não devemos cansar-nos de invocá-lo com as palavras do Salmo: «Enviai, Senhor, o vosso Espírito, e renovai a face da terra!». [Tradução realizada por Zenit] #Cristo #criador #terra #Deus #ação #Espírito #criação #Santo #Jesus
- NÃO! Ao Aborto
Este é o fato: “O aborto é a morte de uma criança no ventre de sua mãe, produzida durante qualquer momento da etapa que vai desde a fecundação (união do óvulo com o espermatozóide) até o momento prévio ao nascimento”. Até poucas décadas, a medicina afirmava não sentirem dor os bebês… Quantos sofrimentos não foram causados à esses pequeninos, submetidos a cirurgias sem o uso de anestesia, até que a ciência comprovasse o contrário? À medida que evoluímos tecnologicamente, nos é possibilitado confirmar ou desmentir nossas próprias afirmativas. Caso recente do ultrassom que consegue hoje mostrar o desespero do feto no momento do aborto. A luta natural pela sobrevivência, antes mesmo do nascimento. Como poder negar já ser um indivíduo o feto? Sempre tivemos o péssimo hábito de tomar hipóteses como certezas, para explicações improváveis. Num passado não distante, verdadeiros sábios foram decaptados ou jogados à fogueira por afirmarem (contrariando algumas certezas), que “a Terra era redonda” ou que “a Terra não seria o centro do universo”. A lista é enorme. Não há provas que neguem o “fato” anunciado no início deste texto e logo, não devemos permitir excessões (aborto) à regra (vida) por princípio. Defensores do aborto procuraram encobrir sua natureza criminal mediante a terminologia confusa ou evasiva, ocultando o assassinato com jargão “interrupção voluntária da gravidez” ou sob conceitos como “direito de decidir” ou “direito à saúde reprodutiva”. Nenhum destes artifícios da linguagem, entretanto, podem ocultar o fato de que o aborto é um infanticídio. #nascimento #terra #Direito #Aborto #ventre #criança #morte #fato
- Papa apresenta segredo da nova evangelização à Conferência de Aparecida
O anúncio de «Deus é amor» CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 23 de maio de 2007 (ZENIT.org).- Bento XVI espera que a V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, que se celebra até 31 de maio no santuário de Nossa Senhora Aparecida, no Brasil, relance a nova evangelização da América Latina, centrando-se no coração do cristianismo: «Deus é amor». Assim o confessou nesta quarta-feira, durante a audiência geral, na qual recordou sua viagem apostólica a esse país, que culminou em 13 de maio com a inauguração da assembléia episcopal que congrega mais de 260 participantes, não só da América Latina, mas também da Espanha, Portugal, Estados Unidos e Canadá. O Santo Padre explicou que espera que essa reunião eclesial continue com a obra fundamental do pontificado de João Paulo II, que «sempre insistiu em uma evangelização ‘nova em seu ardor, em seus métodos, em sua expressão’». «Com minha viagem apostólica, eu quis exortar a prosseguir por esse caminho, oferecendo como perspectiva de unificação a da encíclica ‘Deus caritas est’, uma perspectiva inseparavelmente teológica e social, que se resume nesta expressão: ‘é o amor que dá a vida’», acrescentou. «A presença de Deus, a amizade com o Filho de Deus encarnado, a luz de sua Palavra, são sempre condições fundamentais para a presença e eficiência da justiça e do amor em nossas sociedades», afirmou o Papa. Por este motivo, Bento XVI escolheu como tema da assembléia episcopal «Discípulos e missionários de Jesus Cristo para que nossos povos n’Ele tenham vida: ‘Eu sou o caminho, a verdade e a vida’». «Renovar com alegria a vontade de ser discípulos de Jesus, de ‘estar com Ele’, é a condição fundamental para ser missionários ‘recomeçando desde Cristo’», acrescentou. Estes argumentos foram recolhidos no esquema de redação do «Documento final» de Aparecida, aprovado na terça-feira passada na assembléia. #Geral #Deus #Conferência #américalatina #Viagem #Apostólica #Latina #Amor #alegria #nova #Assembléia #Aparecida #Jesus #evangelização #América
- Bento XVI considera que Brasil pode oferecer novo modelo de desenvolvimento
Uma «reconciliação» entre o homem e a criação, graças à relação com Deus CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 23 de maio de 2007 (ZENIT.org).- Bento XVI está certo de que o Brasil, o país com o maior número de católicos, pode dar testemunho de um novo modelo de desenvolvimento. Ao fazer um balanço de sua visita a São Paulo e Aparecida, de 9 a 13 de maio, o pontífice rememorou alguns dos momentos que trouxe em seu coração a Roma, agradecendo por isso a todo o povo brasileiro, em particular seu presidente, Luis Inácio Lula da Silva. O Brasil, disse, é «uma nação que pode propor ao mundo o testemunho de um novo modelo de desenvolvimento: a cultura cristã pode inspirar uma ‘reconciliação’ entre os seres humanos e a criação, a partir da recuperação da dignidade pessoal na relação com Deus Pai». Neste sentido, apresentou como modelo a Fazenda da Esperança, perto de Aparecida, que deu vida a «uma rede de comunidades de recuperação para jovens que querem sair do túnel tenebroso das drogas». Em particular, recordou que essa comunidade conta com a presença de um mosteiro de religiosas clarissas. «Isso me pareceu emblemático para o mundo de hoje, que precisa de uma ‘recuperação’ certamente psicológica e social, mas sobretudo profundamente espiritual», disse. Como símbolo de desenvolvimento integral, o Papa apresentou o exemplo do primeiro santo nascido no Brasil, Antônio de Sant’Ana Galvão, a quem ele mesmo canonizou em São Paulo, e que em vida era conhecido como «homem de paz e de caridade». «Seu testemunho é mais uma confirmação de que a santidade é a verdadeira revolução, que pode promover a autêntica reforma da Igreja e da sociedade», explicou o Papa. Em síntese, como disse o Papa ao recordar seu encontro com os bispos brasileiros, «eu os convidei a recuperar por toda parte o estilo da primitiva comunidade cristã». #relação #reconciliação #desenvolvimento #criação #testemunho #BentoXVI
- Bento XVI exorta a pedir a efusão do Espírito Santo
Por ocasião da oração do «Regina Caeli», a uma semana de Pentecostes CIDADE DO VATICANO, domingo, 20 de maio de 2007 (ZENIT.org).- A uma semana da solenidade de Pentecostes, Bento XVI convidou ao recolhimento na oração, a exemplo dos Apóstolos junto à Virgem Maria, para pedir a efusão do Espírito Santo. Uma multidão de fiéis e peregrinos acolhera este chamado na Praça de São Pedro, no Vaticano, em uma esplêndida manhã primaveral durante o encontro de oração do «Regina Caeli» com o Papa. Aludindo à solenidade da Ascensão do Senhor — que a liturgia recordou na quinta-feira passada, mas que em alguns países se celebra hoje –, o Santo Padre recordou que, com o retorno ao Pai, Jesus Ressuscitado «nos abre o caminho à vida eterna e faz possível o dom do Espírito Santo». Por isso, «como então fizeram os Apóstolos, também nós, depois da Ascensão, nos recolhemos em oração para invocar a efusão do Espírito, em união espiritual com a Virgem Maria», convidou. Referiu-se assim ao capítulo 1 dos Atos dos Apóstolos, cujos versículos (12-14), depois do relato da Ascensão do Senhor, narram o regresso dos apóstolos a Jerusalém e a perseverança de todos eles, em um mesmo espírito, na oração, em companhia de Maria, a Mãe de Jesus. «Que sua intercessão obtenha para toda a Igreja um renovado Pentecostes», expressou o Papa referindo-se à Virgem Maria. Bento XVI aproveitou também as saudações posteriores à oração do «Regina Caeli» em sua sintética preparação para a solenidade de Pentecostes, que a Igreja celebra no domingo próximo. «Como os primeiros discípulos reunidos com Maria no Cenáculo, esperamos a chegada do Espírito Santo que nos dará força para ser testemunhas de Cristo ressuscitado no mundo», expressou em espanhol. Em português invocou os dons do Espírito Santo sobre todos os fiéis para conseguir sua transformação em verdadeiros discípulos e missionários de Jesus Cristo, em meio das famílias e comunidades. Aniversário de nascimento de João Paulo II Na sexta-feira, 18 de maio, foi o aniversário de nascimento do Servo de Deus João Paulo II (1920-2005). Da data fez também memória este domingo Bento XVI, entre os aplausos dos peregrinos na Praça de São Pedro. Ao saudar em polonês os compatriotas do Papa Karol Wojtyla –sempre presentes em Roma–, lhes agradeceu sua oração pela beatificação de seu predecessor na sede petrina. #Regina #Pentecostes #Apóstolos #Maria #Caeli #Espírito #Santo #oração #Solenidade #BentoXVI #Jesus
- Somos, desde a concepção
Publicado por Marcia em 16/5/2007 (19 leituras) A razão natural afirma que todos os seres contingentes desenvolvem-se a partir de suas próprias virtudes ontológicas internas. Contraria a razão o ter de aceitar que um ser se transforma noutro, de natureza ontológica diversa, durante seu próprio desenvolvimento intrínseco. No entanto, essa é a “lógica” do canhestro pensamento dos agentes do aborto de todos os matizes. Ousam chamar a esse ato de morte de um novo direito: o direito de matar. Os agentes do aborto dizem acreditar, porque lhes falecem as forças da ciência empírica diante da questão do começo da vida humana, que não éramos “nada” de humanos, desde a concepção até um tempo incerto, a ser determinado. O problema que suscitam é o de definir cientificamente e com categoria, com seriedade e honestidade intelectual, quando começamos a ser humanos e o que éramos antes de sermos humanos. Os “achismos” cientificistas e as conseqüências da crise ética e axiológica que atravessamos não podem, jamais, ser aceitos como razões para matar pelo aborto, pois isso fere a própria razão do homo sapiens. Afinal, antes de sermos humanos, éramos o quê? – Adubo para o acaso produzir a vida? Lixo “humano” para ser jogado fora? Um ser indefinido, em estado indefinido, entre o puramente animal e o início do humano? É um material ainda não trabalhado pelo acaso que lhe daria uma vida humana? O que éramos entre a concepção e o momento em que nos transformamos em humanos? – Com a palavra os “abortistas”. Para justificar o aborto, seus defensores precisam provar que aquele ser ainda não era humano e que era um parasita do corpo da mãe. Já quanto ao primeiro argumento, os próprios “abortistas” chutam vários tempos, confessam que não sabem o tempo verdadeiro, e, por isso, não são unânimes, discutindo dias, semanas e meses, sem qualquer certeza da linha divisória entre o humano e o não-humano. Os donos da verdade não encontram sua própria verdade e não cedem, diante do princípio universal da consciência humana, o direito da dúvida à vida. O tempo para o início da vida torna-se variável, de acordo com os interesses casuísticos do momento, sendo, por isso, convencionado arbitrariamente, mas tendo sempre, como ponto de partida, a fecundação. Pretende-se, por essa via, diluir o qualitativo do humano no tamanho do ser corpóreo, fugindo do fundamento ontológico da vida humana. Assim, todas as posições filosóficas e teológicas são amornadas, relativizadas, “castradas”, empurradas para o mundo individual e subjetivo, perdendo a força de suporte para os ordenamentos dessa sociedade. E o aborto é a decorrência dessa lógica. A observação racional da realidade, feita por Aristóteles, que colheu também as informações do seu passado, ordenou e sistematizou, há mais de 2.300 anos, à luz natural da razão, os fundamentos da filosofia propriamente dita, que não pode ser desprezada por aventureiros do pensamento. Essa postura perpassa a história, recebendo, por volta de 1.200 d. C., a incomparável contribuição de Santo Tomás de Aquino, chegando, todo esse patrimônio espiritual, incólume, até nossos dias. Refiro-me aos princípios de ato e potência, constitutivos de todo ser. Ato é a parte atualizada do ser, desenvolvida, pronta, aperfeiçoada, que atingiria sua plenitude. Mas, a plenitude do ser é transformar em ato puro toda a sua potência, o que não acontece com os seres finitos. Potência é a parte do ser que já é em si, mas ainda não se atualizou, porque dependente de tempo, circunstâncias, motivações, maturidade, esforço, vontade. Essencialmente, a potência não será, uma vez que já é. Em nenhum momento da vida, desde a fecundação até a morte natural, o ser humano passa a ser totalmente ato. Em momento algum o ser humano pode ser reduzido exclusivamente a se tornar só ato ou só potência. As características indeléveis de cada ser humano estão dadas em potência, na fecundação. Potência, significando a própria estrutura do ser, sendo já aquilo que se revelará ser mais tarde. Quem ainda não existe, também não é potência. Não começamos a ser mais tarde, por alguma alquimia qualquer, nem por vontade de alguns que crêem apenas na ciência empírica e a ela tudo reduzem. Desde o início na concepção e até o fim da vida, seremos ato e potência, no todo, sempre um e único ser humano, idêntico a si mesmo. Quem ama a vida humana não quer que ela morra. Quem não ama a vida, seleciona os que devem morrer antes de nascer. Se Moisés tivesse sido abortado, segundo as leis egípcias de então, os judeus estariam, quiçá, esperando ainda a passagem do mar Vermelho, a sua nova Páscoa, e a liberdade. Ogeni Luiz Dal Cin: O autor é advogado e filósofo Artigo encaminhado pelo Dr. Cícero Harada (cicero.harada@terra.com.br). Fonte: Pastoralis #concepção #Direito #Aborto #própria #razão #acreditar #Tempo #Advogado
- O Papa chama à Igreja na América Latina a centrar-se na Fé, não nas ideologias
APARECIDA, 13 Mai. 07 / 12:00 am (ACI).- Durante a inauguração da V Conferência Geral do Episcopado Latino-americano, o Papa Bento XVI fez um chamado a centrar a vida da Igreja na Fé em Jesus Cristo e suas conseqüências, e não nas ideologias ou projetos terrenos. No que poderia ser o discurso mais extenso de seu pontificado, o Santo Padre passou revista aos principais desafios, assim como as prioridades pastorais que estudarão os bispos da América Latina e do Caribe na assembléia histórica que se leva a cabo em Aparecida, Brasil; e que concluirá em 31 de maio com um documento pastoral. O Santo Padre enfatizou em sua extensa conferência, em que fez uma pausa para ouvir o canto do hino pontifício, que “o encontro com Cristo na Eucaristia suscita o compromisso da evangelização e o impulso à solidariedade; acordada no cristão o forte desejo de anunciar o Evangelho e testemunhá-lo na sociedade para que seja mais justa e humana”. Em contraste, o Pontífice advertiu que “tanto o capitalismo como o marxismo prometeram encontrar o caminho para a criação de estruturas justas e afirmaram que estas, uma vez estabelecidas, funcionariam por si; afirmaram que não só não teriam tido necessidade de uma precedente moralidade individual, mas também elas fomentariam a moralidade comum”. “E esta promessa ideológica –adicionou– se demonstrou que é falsa. Os fatos o põem de manifesto”. Bento XVI enfatizou além que “o trabalho político não é competência imediata da Igreja”, e que “a Igreja é advogada da justiça e dos pobres, precisamente ao não identificar-se com os políticos nem com os interesses de partido”. Logo depois de expor as prioridades pastorais –a formação na fé, a família, o sacerdócio, a vida consagrada, as vocações, a pastoral juvenil– o Pontífice concluiu implorando “de modo especial a Nossa Senhora – sob a invocação de Guadalupe, Padroeira da América, e de Aparecida, Padroeira do Brasil– que lhes acompanhe em seu formoso e exigente trabalho pastoral. A ela confio o Povo de Deus nesta etapa do terceiro Milênio cristão. Peço também que guie os trabalhos e reflexões desta Conferencia Geral, e que abençoe com abundantes dons aos queridos povos deste Continente”. #Cristo #Conferência #américalatina #advertiu #Pastoral #BentoXVI #Latina #Igreja #advogada #Aparecida #Jesus #América
- «Que é a realidade? Quem conhece a Deus? Que a fé nos traz?»; Papa responde
Em discurso de forte impacto, Bento XVI orienta rumo da Conferência de Aparecida APARECIDA, domingo, 13 de maio de 2007 (ZENIT.org).- «Por que queremos ser discípulos de Cristo? Que é a realidade? Como podemos conhecer a Deus? Que nos dá a fé neste Deus?». Essas foram algumas perguntas propostas por Bento XVI em seu discurso de abertura da Quinta Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, no fim de tarde deste domingo, no Santuário de Aparecida. Em discurso que deve indicar o rumo dos trabalhos da Conferência de Aparecida, o Papa assinalou a trajetória da fé na América Latina, aprofundou no tema da reunião eclesial, apontou o problema das estruturas sociais e alguns desafios por ele considerados prioritários. «Por que queremos ser discípulos de Cristo?», perguntou num dos momentos iniciais do seu discurso. «Por que queremos dá-lo a conhecer aos demais?», enfatizou. E explicou primeiramente que a prioridade da fé em Cristo não faz abandonar a realidade urgente. Mas o «que é a realidade?», questionou, destacando que «quem exclui a Deus de seu horizonte falsifica o conceito de “realidade”». Segundo o Papa, a primeira «afirmação fundamental» é: «Só quem reconhece a Deus conhece a realidade e pode responder a ela de modo adequado e realmente humano». E logo em seguida o pontífice lançou uma outra pergunta. «Quem conhece a Deus?». «Para o cristão, o núcleo da resposta é simples» –explicou o pontífice–. «Só Deus conhece a Deus, só seu Filho que é Deus de Deus, Deus verdadeiro, o conhece». «Daqui a importância única e insubstituível de Cristo para nós», afirmou. Sem Cristo, «toda a realidade se converte num enigma indecifrável», disse ainda. E mais uma vez o Papa lançou um questionamento: «Que nos dá a fé neste Deus?». Respondeu que a fé nos dá primeiramente uma família, «a família universal de Deus na Igreja Católica». «A fé nos liberta do isolamento do eu, porque nos leva à comunhão.» O Papa tinha ainda mais uma questão a lançar aos delegados da V Conferência. «Como conhecer realmente a Cristo?». E respondeu que, «antes de tudo, Cristo se nos dá a conhecer em sua pessoa, em sua vida, em sua doutrina por meio da Palavra de Deus». #conhecer #rumo #Cristo #realidade #Deus #Conferência #américalatina #BentoXVI #Aparecida #América
- Seminário Interdisciplinar De Bioética, Biodireito E Biomedicina
Promoção: CEJAC – Centro de Estudos Jurídicos Aleksandro Clemente Coordenação: Dr. Aleksandro Clemente PROGRAMAÇÃO 8:00 – Credenciamento. 8:30 – Conceito, Princípios e Desafios da Bioética Personalista. Expositor: Dr. Dalton Luiz de Paula Ramos – Professor Associado de Bioética da Universidade de São Paulo, Coordenador do Projeto Ciências da Vida do Núcleo Fé e Cultura da PUC/SP e Membro Correspondente da Pontifícia Academia para a Vida do Vaticano. 9:30 – O Biodireito e a Questão do Aborto Expositor: Dr. Aleksandro Clemente – Advogado e Professor. Especialista em Direito Penal e Processo Penal pela Universidade Presbiteriana Mackenzie/SP, Ex- Aluno Especial do Curso de Pós-graduação em Direito Processual Penal da USP, Membro da Comissão de Defesa da República e da Democracia da OAB/SP, Presidente da Comissão do Jovem Advogado da 104ª Subsecção da OAB/SP e Diretor Cultural da 104ª Subseção da OAB/SP. 10:30 – Intervalo 11:00 – Esclarecimentos Científicos sobre Clonagem Humana e Utilização de Células – Tronco. Expositora: Dra. Alice Teixeira Ferreira – Médica, Doutora em Biologia Molecular pela Escola Paulista de Medicina, Pós-Doutorado na Research Division of Cleveland Clinic Foundation de Ohio nos Estados Unidos, Livre Docente em Biofísica pela Universidade Federal de São Paulo, Pesquisadora, Professora de Biofísica e Coordenadora do Núcleo Interdisciplinar de Bioética da UNIFESP. 12:00 – O Respeito aos Direitos Humanos como Alicerce da Democracia Expositor: Dr. Cícero Harada – Advogado, Procurador do Estado de São Paulo, Ex-Professor de Teoria Geral do Estado e Filosofia do Direito da PUC-SP, Conselheiro da OAB/SP e Presidente da Comissão de Defesa da República e da Democracia da OAB/SP. 13:00 – Debates e Encerramento Data: 26/05/2007 Local: Auditório da UNIFAI Av: Nazaré, 993 – Ipiranga – SP Fone: (11) 6166-8555 Inscrições: gratuitas – Pelo e-mail: aleksandro.clemente@uol.com.br #professor #Direito #Comissão #Interdisciplinar #Biodireito #Penal #Vida #Bioética #OAB #Paulo #universidade #Advogado
- Jovens acolhem Papa com entusiasmo em São Paulo
Encontro especial do pontífice com a juventude leva 35 mil pessoas ao Pacaembu SÃO PAULO, quinta-feira, 10 de maio de 2007 (ZENIT.org).- 35 mil vozes entoavam o refrão “Bento, Bendito, bem-vindo, nosso povo te acolhe com amor”, quando o Papa chegou ao Estádio do Pacaembu, zona oeste de São Paulo, no início da noite desta quinta-feira, para o encontro especial com a juventude. O pontífice saiu do Mosteiro de São Bento em papa-móvel por volta das 17h45, hora de Brasília. Seguiu pelas ruas do centro de São Paulo até chegar ao Pacaembu, por volta das 18h15. No interior do Estádio, 35 mil jovens já o aguardavam desde o início da tarde. Nos momentos que antecederam a chegada do pontífice, muita música alegrava o ambiente. Quando souberam que o Papa se aproximava do Estádio, os jovens começaram a ensaiar um grito de acolhida que dizia: “Papa, nós também te amamos!”. Ao início da cerimônia, fez-se uma homenagem à Amazônia, em alusão ao tema da Campanha da Fraternidade (período de Quaresma) da Igreja no Brasil este ano. Cantou-se uma canção em que se repetia “Amazônia, Amazônia, é proibido queimar. Amazônia, Amazônia, é proibido matar”. Em seguida, cinco jovens falaram ao Papa testemunhando algum aspecto específico da juventude. Tocaram em temas como a construção da civilização do amor, justiça, educação e o mundo do trabalho. Jovens focolares assumiram o palco e apresentaram danças típicas do Brasil. As cores das congadas, catiras, capoeira, frevo, entre outros, acenavam a mistura de culturas que conformou o país, nestes seus pouco mais de 500 anos de evangelização cristã. Após a leitura do Evangelho, o Papa discursou causando entusiasmo na multidão. O pontífice foi interrompido por aplausos e expressões de afeto 27 vezes durante sua alocução. “Gostaria de dar um abraço bem brasileiro a todos vós”, expressou em determinado momento o Papa, causando frisson na juventude. Ao recordar brevemente a figura de seu predecessor, João Paulo II, o Santo Padre abriu um sorriso, ao ver que os jovens gritavam “Santo”, “Santo”. Após seu discurso, longamente aplaudido, todo o Estádio, liderado por Eugenio Jorge, de Missão Mensagem Brasil, e Adriana Pereira, cantou para o Papa “Ninguém te ama como eu”, Após dar a bênção, Bento XVI voltou para o Mosteiro de São Bento em carro fechado. Já no Mosteiro, mais uma vez, a quinta neste dia, por volta das 21h, acenou para os fiéis que o aguardavam. #acolhida #Amazônia #Jovens #Santo #pontífice #juventude #Paulo #Amor #mosteiro
- Discurso do Santo Padre aos jovens
Queridos jovens! Queridos amigos e amigas!«Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá o dinheiro aos pobres […] Depois, vem e segue-me» (Mt 19,21). 1. Desejei ardentemente encontrar-me convosco nesta minha primeira viagem à América Latina. Vim para abrir a V Conferência do Episcopado Latino-americano que, por meu desejo, vai realizar-se em Aparecida, aqui no Brasil, no Santuário de Nossa Senhora. Ela nos coloca aos pés de Jesus para aprendermos suas lições sobre o Reino e impulsionar-nos a ser seus missionários, para que os povos deste “Continente da Esperança” tenham, n’Ele, vida plena. Os vossos Bispos do Brasil, na sua Assembléia Geral do ano passado, refletiram sobre o tema da evangelização da juventude e colocaram em vossas mãos um documento. Pediram que fosse acolhido e aperfeiçoado por vós durante todo o ano. Nesta última Assembléia retomaram o assunto, enriquecido com vossa colaboração, e desejam que as reflexões feitas e as orientações propostas sirvam como incentivo e farol para vossa caminhada. As palavras do Arcebispo de São Paulo e do encarregado da Pastoral da Juventude, as quais agradeço, bem atestam o espírito que move a todos vocês.Ontem pela tarde, ao sobrevoar o território brasileiro, pensava já neste nosso encontro no Estádio do Pacaembu, com o desejo de dar um grande abraço bem brasileiro a todos vós, e manifestar os sentimentos que levo no íntimo do coração e que, bem a propósito, o Evangelho de hoje nos quis indicar. Sempre experimentei uma alegria muito especial nestes encontros. Lembro-me particularmente da Vigésima Jornada Mundial da Juventude, que tive a ocasião de presidir há dois anos atrás na Alemanha. Alguns dos que estão aqui também lá estiveram! É uma lembrança comovedora, pelos abundantes frutos da graça enviados pelo Senhor. E não resta a menor dúvida que o primeiro fruto, dentre muitos, que pude constatar foi o da fraternidade exemplar havida entre todos, como demonstração evidente da perene vitalidade da Igreja por todo o mundo. 2. Pois bem, caros amigos, estou certo de que hoje se renovam as mesmas impressões daquele meu encontro na Alemanha. Em 1991, o Servo de Deus o Papa João Paulo II, de venerada memória, dizia, na sua passagem pelo Mato Grosso, que os “jovens são os primeiros protagonistas do terceiro milênio […] são vocês que vão traçar os rumos desta nova etapa da humanidade” (Discurso 16/10/1991). Hoje, sinto-me movido a fazer-lhes idêntica observação. O Senhor aprecia, sem dúvida, vossa vivência cristã nas numerosas comunidades paroquiais e nas pequenas comunidades eclesiais, nas Universidades, Colégios e Escolas e, especialmente, nas ruas e nos ambientes de trabalho das cidades e dos campos. Trata-se, porém, de ir adiante. Nunca podemos dizer basta, pois a caridade de Deus é infinita e o Senhor nos pede, ou melhor, nos exige dilatar nossos corações para que neles caiba sempre mais amor, mais bondade, mais compreensão pelos nossos semelhantes e pelos problemas que envolvem não só a convivência humana, mas também a efetiva preservação e conservação da natureza, da qual todos fazem parte. “Nossos bosques têm mais vida”: não deixeis que se apague esta chama de esperança que o vosso Hino Nacional põe em vossos lábios. A devastação ambiental da Amazônia e as ameaças à dignidade humana de suas populações requerem um maior compromisso nos mais diversos espaços de ação que a sociedade vem solicitando. 3. Hoje quero convosco refletir sobre o texto de São Mateus (19, 16-22), que acabamos de ouvir. Fala de um jovem. Ele veio correndo ao encontro de Jesus. Merece destaque a sua ânsia. Neste jovem vejo a todos vós, jovens do Brasil e da América Latina. Viestes correndo de diversas regiões deste Continente para nosso encontro. Quereis ouvir, pela voz do Papa, as palavras do próprio Jesus. Tendes uma pergunta crucial, referida no Evangelho, a Lhe fazer. É a mesma do jovem que veio correndo ao encontro com Jesus: o que fazer para alcançar a vida eterna? Gostaria de aprofundar convosco esta pergunta. Trata-se da vida. A vida que, em vós, é exuberante e bela. O que fazer dela? Como vivê-la plenamente? Logo entendemos, na formulação da própria pergunta, que não basta o aqui e agora, ou seja, nós não conseguimos delimitar nossa vida ao espaço e ao tempo, por mais que pretendamos estender seus horizontes. A vida os transcende. Em outras palavras, queremos viver e não morrer. Sentimos que algo nos revela que a vida é eterna e que é necessário empenhar-se para que isto aconteça. Em outras palavras, ela está em nossas mãos e depende, de algum modo, da nossa decisão. A pergunta do Evangelho não contempla apenas o futuro. Não trata apenas de uma questão sobre o que acontecerá após a morte. Há, ao contrário, um compromisso com o presente, aqui e agora, que deve garantir autenticidade e conseqüentemente o futuro. Numa palavra, a pergunta questiona o sentido da vida. Pode por isso ser formulada assim: que devo fazer para que minha vida tenha sentido? Ou seja: como devo viver para colher plenamente os frutos da vida? Ou ainda: que devo fazer para que minha vida não transcorra inutilmente? Jesus é o único capaz de nos dar uma resposta, porque é o único que nos pode garantir vida eterna. Por isso também é o único que consegue mostrar o sentido da vida presente e dar-lhe um conteúdo de plenitude. 4. Antes, porém, de dar sua resposta, Jesus questiona a pergunta do jovem num aspecto muito importante: por que me chamas de bom? Nesta pergunta se encontra a chave da resposta. Aquele jovem percebeu que Jesus é bom e que é mestre. Um mestre que não engana. Nós estamos aqui porque temos esta mesma convicção: Jesus é bom. Podemos não saber dar toda a razão desta percepção, mas é certo que ela nos aproxima dele e nos abre ao seu ensinamento: um mestre bom. Quem reconhece o bem é sinal que ama. E quem ama, na feliz expressão de São João, conhece Deus (cf.1Jo 4,7). O jovem do Evangelho teve uma percepção de Deus em Jesus Cristo. Jesus nos garante que só Deus é bom. Estar aberto à bondade significa acolher Deus. Assim Ele nos convida a ver Deus em todas as coisas e em todos os acontecimentos, mesmo lá onde a maioria só vê a ausência de Deus. Vendo a beleza das criaturas e constatando a bondade presente em todas elas, é impossível não crer em Deus e não fazer uma experiência de sua presença salvífica e consoladora. Se nós conseguíssemos ver todo o bem que existe no mundo e, ainda mais, experimentar o bem que provém do próprio Deus, não cessaríamos jamais de nos aproximar dele, de O louvar e Lhe agradecer. Ele continuamente nos enche de alegria e de bens. Sua alegria é nossa força. Mas nós não conhecemos senão de forma parcial. Para perceber o bem necessitamos de auxílios, que a Igreja nos proporciona em muitas oportunidades, principalmente pela catequese. Jesus mesmo explicita o que é bom para nós, dando-nos sua primeira catequese. «Se queres entrar na vida, observa os mandamentos» (Mt 19,17). Ele parte do conhecimento que o jovem já obteve certamente de sua família e da Sinagoga: de fato, ele conhece os mandamentos. Eles conduzem à vida, o que equivale a dizer que eles nos garantem autenticidade. São as grandes balizas a nos apontarem o caminho certo. Quem observa os mandamentos está no caminho de Deus. Não basta conhecê-los. O testemunho vale mais que a ciência, ou seja, é a própria ciência aplicada. Não são impostos de fora, nem diminuem nossa liberdade. Pelo contrário: constituem impulsos internos vigorosos, que nos levam a agir nesta direção. Na sua base está a graça e a natureza, que não nos deixam parados. Precisamos caminhar. Somos impelidos a fazer algo para nos realizarmos a nós mesmos. Realizar-se, através da ação, na verdade, é tornar-se real. Nós somos, em grande parte, a partir de nossa juventude, o que nós queremos ser. Somos, por assim dizer, obra de nossas mãos. 5. Nesta altura volto-me, de novo, para vós, jovens, querendo ouvir também de vós a resposta do jovem do Evangelho: tudo isto tenho observado desde a minha juventude. O jovem do Evangelho era bom. Observava os mandamentos. Estava pois no caminho de Deus. Por isso Jesus fitou-o com amor. Ao reconhecer que Jesus era bom, testemunhou que também ele era bom. Tinha uma experiência da bondade e por isso, de Deus. E vós, jovens do Brasil e da América Latina? Já descobristes o que é bom? Seguis os mandamentos do Senhor? Descobristes que este é o verdadeiro e único caminho para a felicidade? Os anos que vós estais vivendo são os anos que preparam o vosso futuro. O “amanhã” depende muito de como estais vivendo o “hoje” da juventude. Diante dos olhos, meus queridos jovens, tendes uma vida que desejamos seja longa; mas é uma só, é única: não a deixeis passar em vão, não a desperdiceis. Vivei com entusiasmo, com alegria, mas, sobretudo, com senso de responsabilidade. Muitas vezes sentimos trepidar nossos corações de pastores, constatando a situação de nosso tempo. Ouvimos falar dos medos da juventude de hoje. Revelam-nos um enorme déficit de esperança: medo de morrer, num momento em que a vida está desabrochando e procura encontrar o próprio caminho da realização; medo de sobrar, por não descobrir o sentido da vida; e medo de ficar desconectado diante da estonteante rapidez dos acontecimentos e das comunicações. Registramos o alto índice de mortes entre os jovens, a ameaça da violência, a deplorável proliferação das drogas que sacode até a raiz mais profunda a juventude de hoje. Fala-se por isso, seguidamente, de uma juventude perdida. Mas olhando para vós, jovens aqui presentes, que irradiais alegria e entusiasmo, assumo o olhar de Jesus: um olhar de amor e confiança, na certeza de que vós encontrastes o verdadeiro caminho. Sois jovens da Igreja. Por isso Eu vos envio para a grande missão de evangelizar os jovens e as jovens, que andam por este mundo errantes, como ovelhas sem pastor. Sede os apóstolos dos jovens. Convidai-os para que venham convosco, façam a mesma experiência de fé, de esperança e de amor; encontrem-se com Jesus, para se sentirem realmente amados, acolhidos, com plena possibilidade de realizar-se. Que também eles e elas descubram os caminhos seguros dos Mandamentos e por eles cheguem até Deus. Podeis ser protagonistas de uma sociedade nova se procurais pôr em prática uma vivência real inspirada nos valores morais universais, mas também um empenho pessoal de formação humana e espiritual de vital importância. Um homem ou uma mulher despreparados para os desafios reais de uma correta interpretação da vida cristã do seu meio ambiente será presa fácil a todos os assaltos do materialismo e do laicismo, sempre mais atuantes em todos os níveis. Sede homens e mulheres livres e responsáveis; fazei da família um foco irradiador de paz e de alegria; sede promotores da vida, do início ao seu natural declínio; amparai os anciãos, pois eles merecem respeito e admiração pelo bem que vos fizeram. O Papa também espera que os jovens procurem santificar seu trabalho, fazendo-o com competência técnica e com laboriosidade, para contribuir ao progresso de todos os seus irmãos e para iluminar com a luz do Verbo todas as atividades humanas (cf. Lumen Gentium, n. 36). Mas, sobretudo, o Papa espera que saibam ser protagonistas de uma sociedade mais justa e mais fraterna, cumprindo as obrigações frente ao Estado: respeitando as suas leis; não se deixando levar pelo ódio e pela violência; sendo exemplo de conduta cristã no ambiente profissional e social, distinguindo-se pela honestidade nas relações sociais e profissionais. Tenham em conta que a ambição desmedida de riqueza e de poder leva à corrupção pessoal e alheia; não existem motivos para fazer prevalecer as próprias aspirações humanas, sejam elas econômicas ou políticas, com a fraude e o engano. Definitivamente, existe um imenso panorama de ação no qual as questões de ordem social, econômica e política ganham um particular relevo, sempre que haurirem sua fonte de inspiração no Evangelho e na Doutrina Social da Igreja. A construção de uma sociedade mais justa e solidária, reconciliada e pacífica; a contenção da violência e as iniciativas que promovam a vida plena, a ordem democrática e o bem comum e, especialmente, aquelas que visem eliminar certas discriminações existentes nas sociedades latino-americanas e não são motivo de exclusão, mas de recíproco enriquecimento. Tende, sobretudo, um grande respeito pela instituição do Sacramento do Matrimônio. Não poderá haver verdadeira felicidade nos lares se, ao mesmo tempo, não houver fidelidade entre os esposos. O matrimônio é uma instituição de direito natural, que foi elevado por Cristo à dignidade de Sacramento; é um grande dom que Deus fez à humanidade. Respeitai-o, venerai-o. Ao mesmo tempo, Deus vos chama a respeitar-vos também no namoro e no noivado, pois a vida conjugal que, por disposição divina, está destinada aos casados é somente fonte de felicidade e de paz na medida em que souberdes fazer da castidade, dentro e fora do matrimônio, um baluarte das vossas esperanças futuras. Repito aqui para todos vós que «o eros quer nos conduzir para além de nós próprios, para Deus, mas por isso mesmo requer um caminho de ascese, renúncias, purificações e saneamentos» (Carta encl. Deus caritas est, (25/12/2005), n. 5). Em poucas palavras, requer espírito de sacrifício e de renúncia por um bem maior, que é precisamente o amor de Deus sobre todas as coisas. Procurai resistir com fortaleza às insídias do mal existente em muitos ambientes, que vos leva a uma vida dissoluta, paradoxalmente vazia, ao fazer perder o bem precioso da vossa liberdade e da vossa verdadeira felicidade. O amor verdadeiro “procurará sempre mais a felicidade do outro, preocupar-se-á cada vez mais dele, doar-se-á e desejará existir para o outro” (Ib. n. 7) e, por isso, será sempre mais fiel, indissolúvel e fecundo. Para isso, contais com a ajuda de Jesus Cristo que, com a sua graça, fará isto possível (cf. Mt 19,26). A vida de fé e de oração vos conduzirá pelos caminhos da intimidade com Deus, e de compreensão da grandeza dos planos que Ele tem para cada um. “Por amor do reino dos céus” (ib., 12), alguns são chamados a uma entrega total e definitiva, para consagrar-se a Deus na vida religiosa, “exímio dom da graça”, como foi definido pelo Concílio Vaticano II (Decr. Perfectae caritatis, n.12). Os consagrados que se entregam totalmente a Deus, sob a moção do Espírito Santo, participam na missão de Igreja, testemunhando a esperança no Reino celeste entre todos os homens. Por isso, abençôo e invoco a proteção divina a todos os religiosos que dentro da seara do Senhor se dedicam a Cristo e aos irmãos. As pessoas consagradas merecem, verdadeiramente, a gratidão da comunidade eclesial: monges e monjas, contemplativos e contemplativas, religiosos e religiosas dedicados às obras de apostolado, membros de institutos seculares e das sociedades de vida apostólica, eremitas e virgens consagradas. “A sua existência dá testemunho do amor a Cristo quando eles se encaminham pelo seu seguimento, tal como este se propõe no Evangelho e, com íntima alegria, assumem o mesmo estilo de vida que Ele escolheu para Si” (Congr. para os Inst. de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica: Instr. Partir de Cristo, n. 5). Faço votos de que, neste momento de graça e de profunda comunhão em Cristo, o Espírito Santo desperte no coração de tantos jovens um amor apaixonado no seguimento e imitação de Jesus Cristo casto, pobre e obediente, voltado completamente à glória do Pai e ao amor dos irmãos e irmãs. 6. O Evangelho nos assegura que aquele jovem, que veio correndo ao encontro de Jesus, era muito rico. Entendemos esta riqueza não apenas no plano material. A própria juventude é uma riqueza singular. É preciso descobri-la e valorizá-la. Jesus lhe deu tal valor que convidou esse jovem para participar de sua missão de salvação. Tinha todas as condições para uma grande realização e uma grande obra. Mas o Evangelho nos refere que esse jovem se entristeceu com o convite. Foi embora abatido e triste. Este episódio nos faz refletir mais uma vez sobre a riqueza da juventude. Não se trata, em primeiro lugar, de bens materiais, mas da própria vida, com os valores inerentes à juventude. Provém de uma dupla herança: a vida, transmitida de geração em geração, em cuja origem primeira está Deus, cheio de sabedoria e de amor; e a educação que nos insere na cultura, a tal ponto que, em certo sentido, podemos dizer que somos mais filhos da cultura e por isso da fé, do que da natureza. Da vida brota a liberdade que, sobretudo nesta fase se manifesta como responsabilidade. E o grande momento da decisão, numa dupla opção: uma quanto ao estado de vida e outra quanto à profissão. Responde à questão: que fazer com a vida? Em outras palavras, a juventude se afigura como uma riqueza porque leva à descoberta da vida como um dom e como uma tarefa. O jovem do Evangelho percebeu a riqueza de sua juventude. Foi até Jesus, o Bom Mestre, para buscar uma orientação. Mas na hora da grande opção não teve coragem de apostar tudo em Jesus Cristo. Conseqüentemente saiu dali triste e abatido. É o que acontece todas as vezes que nossas decisões fraquejam e se tornam mesquinhas e interesseiras. Sentiu que faltou generosidade, o que não lhe permitiu uma realização plena. Fechou-se sobre sua riqueza, tornando-a egoísta. Jesus ressentiu-se com a tristeza e a mesquinhez do jovem que o viera procurar. Os Apóstolos, como todos e todas vós hoje, preenchem esta lacuna deixada por aquele jovem que se retirou triste e abatido. Eles e nós estamos alegres porque sabemos em quem acreditamos (2 Tim 1,12). Sabemos e testemunhamos com nossa própria vida que só Ele tem palavras de vida eterna (Jo 6,68). Por isso, com São Paulo, podemos exclamar: alegrai-vos sempre no Senhor (Fil 4,4). 7. Meu apelo de hoje, a vós jovens, que viestes a este encontro, é que não desperdiceis vossa juventude. Não tenteis fugir dela. Vivei-a intensamente. Consagrai-a aos elevados ideais da fé e da solidariedade humana. Vós, jovens, não sois apenas o futuro da Igreja e da humanidade, como uma espécie de fuga do presente. Pelo contrário: vós sois o presente jovem da Igreja e da humanidade. Sois seu rosto jovem. A Igreja precisa de vós, como jovens, para manifestar ao mundo o rosto de Jesus Cristo, que se desenha na comunidade cristã. Sem o rosto jovem a Igreja se apresentaria desfigurada. Queridos jóvenes, dentro de poco inauguraré la Quinta Conferencia del Episcopado Latinoamericano. Os pido que sigáis con atención sus trabajos; que participéis en sus debates; que recéis por sus frutos. Como ocurrió con las Conferencias anteriores, también ésta marcará de modo significativo los próximos diez años de Evangelización en América Latina y en el Caribe. Nadie debe quedar al margen o permanecer indiferente ante este esfuerzo de la Iglesia, y mucho menos los jóvenes. Vosotros con todo derecho formáis parte de la Iglesia, la cual representa el rostro de Jesucristo para América Latina y el Caribe. Je salue les francophones qui vivent sur le Continent latino-américain, les invitant à être des témoins de l’Évangile et des acteurs de la vie ecclésiale. Ma prière vous rejoint tout particulièrement, vous les jeunes, vous êtes appelés à construire votre vie sur le Christ et sur les valeurs humaines fondamentales. Que tous se sentent invités à collaborer pour édifier un monde de justice et de paix. Dear young friends, like the young man in the Gospel, who asked Jesus “what must I do to have eternal life?”, all of you are searching for ways of responding generously to God’s call. I pray that you may hear his saving word and become his witnesses to the people of today. May God pour out upon all of you his blessings of peace and joy. Queridos jovens, Cristo vos chama a serem santos. Ele mesmo vos convoca e quer andar convosco, para animar com Seu espírito os passos do Brasil neste início do terceiro milênio da era cristã. Peço à Senhora Aparecida que vos conduza, com seu auxílio materno e vos acompanhe ao longo da vida. Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! #Evangelho #ambiental #Deus #acolher #Alemanha #Amazônia #américalatina #adiante #juventude #Amor #alegria #Jesus #América
- Bento XVI chama aos jovens a converterem-se nos novos missionários da Igreja
«A Igreja precisa de vós, como jovens, para manifestar ao mundo o rosto de Jesus Cristo» SÃO PAULO, quinta-feira, 10 de maio de 2007 (ZENIT.org).- Bento XVI pediu aos jovens do Brasil e da América Latina que se convertam nos novos missionários da Igreja, em um encontro multitudinário que teve na noite desta quinta-feira em São Paulo. «Sois jovens da Igreja. Por isso Eu vos envio para a grande missão de evangelizar os jovens e as jovens, que andam por este mundo errantes, como ovelhas sem pastor», disse o Papa em uma espécie de Jornada Mundial da Juventude na qual momentos de oração foram alternados com música, na qual não faltou o samba. Aproximadamente 35 mil jovens lotavam o estádio municipal «Paulo Machado de Carvalho» (Pacaembu) e outros 30.000 ficaram do lado de fora, acompanhando a cerimônia por telões. O Papa reconheceu em seu longo discurso, interrompido frequentemente por aplausos, que «Ouvimos falar dos medos da juventude de hoje. Revelam-nos um enorme déficit de esperança: medo de morrer, num momento em que a vida está desabrochando e procura encontrar o próprio caminho da realização». «Registramos o alto índice de mortes entre os jovens —acrescentou—, a ameaça da violência, a deplorável proliferação das drogas que sacode até a raiz mais profunda a juventude de hoje. Fala-se por isso, seguidamente, de uma juventude perdida». Nesse contexto, o Papa lançou seu chamado: «Sede os apóstolos dos jovens. Convidai-os para que venham convosco, façam a mesma experiência de fé, de esperança e de amor; encontrem-se com Jesus, para se sentirem realmente amados, acolhidos, com plena possibilidade de realizar-se». «Que também eles e elas descubram os caminhos seguros dos Mandamentos e por eles cheguem até Deus», desejou. O bispo de Roma deixou um de seus conselhos mais profundos para estes rapazes e moças: «O amor verdadeiro “procurará sempre mais a felicidade do outro, preocupar-se-á cada vez mais dele, doar-se-á e desejará existir para o outro” e, por isso, será sempre mais fiel, indissolúvel e fecundo». «Existe um imenso panorama de ação no qual as questões de ordem social, econômica e política ganham um particular relevo, sempre que haurirem sua fonte de inspiração no Evangelho e na Doutrina Social da Igreja». O Papa concluiu pedindo aos jovens «é que não desperdiceis vossa juventude». «Não tenteis fugir dela. Vivei-a intensamente. Consagrai-a aos elevados ideais da fé e da solidariedade humana». «Vós, jovens, não sois apenas o futuro da Igreja e da humanidade, como uma espécie de fuga do presente. Pelo contrário: vós sois o presente jovem da Igreja e da humanidade». «Sois seu rosto jovem. A Igreja precisa de vós, como jovens, para manifestar ao mundo o rosto de Jesus Cristo, que se desenha na comunidade cristã. Sem o rosto jovem a Igreja se apresentaria desfigurada», concluiu. A saudação de boas-vindas foi realizada pelo arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer, e por D. Eduardo Vieira, responsável pela Pastoral da Juventude da Arquidiocese de São Paulo, que arrancou aplausos da multidão ao pedir ao Papa que, após a Austrália (julho de 2008), a próxima Jornada Mundial da Juventude seja celebrada no Brasil. #rosto #seu #américalatina #jovem #BentoXVI #juventude #Igreja #Paulo #Amor #Jesus #América
- Cristo quer uma Igreja que seja a casa de todos, diz o Papa
VATICANO, 04 Mai. 07 (ACI) .- Ao receber os bispos da Conferência Episcopal Internacional dos Santos Cirilo e Metodio que agrupa os católicos de rito latino e bizantino da Macedônia, Montenegro e Servia com Kosovo, o Papa Bento XVI recordou que o Senhor Jesus deseja que a Igreja seja a casa que acolha todos. O Pontífice saudou os bispos recordando que vinham “de países diversos, com etnias, culturas e línguas diferentes, mas cujas comunidades eclesiásticas se acomunam na mesma fé em Cristo ressuscitado que nos transmitiram os apóstolos”. “Os diversos países e contextos sociais e religiosos em que se situam seus fiéis -prosseguiu- comportam não poucas repercussões em sua vida cristã”, como “o matrimônio entre cônjuges de religião ou confissão distinta, que exige uma atenção espiritual especial e uma cooperação mais harmoniosa com as outras Igrejas cristãs”, ou “a educação religiosa das novas gerações” e “a formação dos sacros ministros e seu acompanhamento espiritual em um contexto pluri-confessional”. O Santo Padre recordou que é necessário ajudar os seminaristas “a cultivar uma relação íntima com Jesus se querem cumprir plenamente sua missão e não considerar-se simples ‘funcionários’ de uma organização eclesiástica. O sacerdote está totalmente a serviço da Igreja, organismo vivo e espiritual cuja energia não procede de elementos nacionalistas, étnicos ou políticos, mas sim da ação de Cristo presente em seus ministros”. O Papa Bento XVI destacou que “o Senhor quis que sua Igreja estivesse aberta a todos” e que “no curso dos séculos, a Tradição manteve inalterável seu caráter universal enquanto se propagava e entrava em contato com línguas, raças, nacionalidades e culturas diferentes”. O Papa animou em seguida os bispos a serem “levedura evangélica que fermenta a sociedade” e a implicar em sua tarefa a “cada um dos membros do Povo de Deus, utilizando todos os meios de formação cristã disponíveis, postos a ponto nos diversos idiomas da população”, convencidos de que “uma ação pastoral compartilhada dessa forma redundará também de forma benéfica no âmbito civil”. Realidade européia O Santo Padre recordou ainda aos bispos que “a Providência pôs seus povos no contexto de um continente europeu em transformação. É um processo histórico do que as Igrejas se sentem partícipes”, mas “não faltam os obstáculos” como “a escassez de meios devido à situação econômica e a exigüidade das forças católicas”. Tampouco é fácil “esquecer a onerosa herança de mais de quarenta anos de pensamento único que causaram comportamentos sociais pouco favoráveis à liberdade e a responsabilidade pessoal e ao mesmo tempo é difícil resistir às tentações do materialismo ocidental”. “Não desanimem!“, concluiu o Santo Padre, recordando também aos prelados que o Senhor os colocou “em estreito contato com nossos irmãos ortodoxos: como membros de um Corpo único, procurem toda colaboração possível ao serviço do único Reino de Deus. Que não falte a disponibilidade a colaborar também com outras confissões cristãs e com toda pessoa de boa vontade para promover quanto seja útil para a difusão do Evangelho”. #Cristo #Senhor #Padre #recordou #Santo #único #BentoXVI #Igreja #Jesus
- O Papa e Ex-presidente iraniano dialogam sobre paz no Oriente Médio
VATICANO, 04 Mai. 07 (ACI) .- O Papa Bento XVI sustentou um diálogo qualificado de “frutífero” em torno do esforço de paz no Oriente Médio com o Ex-presidente da República Islâmica do Irã, Seyyed Mohammad Khatami, conforme divulgou hoje a Santa Sé. Khatami se reuniu com o Pontífice e em seguida se encontrou com o Secretário de Estado, Cardeal Tarcisio Bertone, acompanhado pelo Arcebispo Dominique Mamberti, Secretário para as Relações com os Estados. Conforme assinalou a Sala de Imprensa do Vaticano, “durante as conversas se falou da importância de um sereno diálogo entre as culturas, com o fim de superar as graves tensões que marcam nosso tempo e promover uma frutífera colaboração a serviço da paz e do desenvolvimento de todos os povos”. “Também trataram das condições e dos problemas das comunidades cristãs no Oriente Médio e no Irã“. “Por isso concerne à situação do Oriente Médio se feito insistência na necessidade de iniciativas fortes por parte da comunidade internacional -como nestes dias, no encontro de Sharm-el-Sheikh- para dar início a uma negociação séria, que tenha em conta os direitos e os interesses de todos, no respeito da legalidade internacional e com a consciência de que é necessário reconstruir a confiança recíproca”, adiciona a nota de imprensa. Durante a reunião de Sharm-el-Sheikh, que tem o Egito como anfitrião, a Secretária de Estado norte-americana Condoleeza Rice pela primeira vez há sustentou um intercâmbio formal com seus pares da Síria e do Irã. #secretário #Vaticano #OrienteMédio #Imprensa #diálogo


















