Buscar neste site
12408 resultados encontrados com uma busca vazia
- Quem o Demônio mais odeia dentro da Igreja?
Esta é uma boa reflexão a ser feita… E quem nos ajuda a entender um pouco mais sobre esta pergunta é Padre José Fortea, Exorcista espanhol. “A Igreja conta entre os seus membros com Cardeais, Bispos, Pastores de todos os tipos, teólogos, pessoas que trabalham com a Caridade, Missionários etc…Mas o que o demônio odeia mesmo é o ASCETICISMO. Isso nós podemos dizer com segurança, porque ninguém é tentado tanto quanto aquele que é dedicado à ascese. Caso aquele que realize uma função eclesial ou um ministério, leve nisso os anos que for, se decide começar uma vida mais ascética, comprovará que as tentações se multiplicam por cem. Isso se deve ao fato de que o Maligno sabe muito bem que a ascese é uma força poderosíssima, é a força da Cruz, e a força da Cruz quebra a influência dele no mundo.Alguém poderia dizer que o demônio mais deveria temer é o amor e, portanto, o que mais ele deveria odiar seriam as obras de caridade. Mas ele sabe que àquele que inicia o caminho de ascese, se perseverar, Deus concederá o dom da caridade em grau supremo. Entretanto, aquele que se dedica exclusivamente a realizar as obras de caridade pode nunca chegar a uma vida ascética. Há pessoas que têm dedicado sua vida inteira às obras de caridade, e, contudo, abrigam muitos defeitos em sua alma. Alguém pode dedicar – se a ajudar os pobres e os enfermos, por exemplo, entretanto fazê – lo com murmurações, críticas, desobediência, etc. Porém, se o asceta perseverar na purificação gradual de sua alma, obterá todos os dons. Por isso o demônio odeia o asceta com maior intensidade que a hierarquia eclesiástica ou mesmo aos exorcistas. O exorcista expulsa um, dois, uma dúzia de demonios… O asceta quebra de um modo muito mais poderoso a influência demoníaca neste mundo, simplesmente por ostentar sobre seu corpo e seu espírito a paixão cotidiana de sua vida crucificada.” Fonte: Livres de todo mal #Asceticismo #PadreJoséAntonioFortea #maligno #Cruz #teólogos #Exorcista
- Francisco é sucessor de São Pedro, não de Judas
Um “teólogo da corte” declarou nos últimos dias que Francisco seria “o Papa da ruptura”. Nunca ele esteve tão enganado. Ao final de sua homilia na Basílica de Nossa Senhora Aparecida, o Papa Francisco citou uma frase de Bento XVI. Não foi a primeira e nem será a última vez que um Pontífice fará referência a seus predecessores. Afinal, ao mesmo tempo em que é visível no Papa o poder de São Pedro, dado pelo próprio Cristo (cf. Mt 16, 19), deve ficar nítida também a dimensão do serviço. O Papa não é o autor da verdade, mas seu servidor fiel; é sucessor de São Pedro e, por isto, tem consciência do imenso número de homens que o antecederam, ajudando a conservar e zelar pelo patrimônio imemorial que é a nossa fé. Os meios de comunicação foram tomados por um grande “entusiasmo” com a visita de Francisco. Não é para menos. Sua Santidade conquistou com muita facilidade o coração dos brasileiros, com seu sorriso e simpatia cativantes. No entanto, o que se percebe, muitas vezes, nos comentários de jornalistas e analistas religiosos, é aquele entusiasmo enganoso, que vislumbra uma Igreja que ande de mãos dadas com o aborto, com o “casamento” homossexual, com a eutanásia e um monte de outros temas da agenda progressista. Infelizmente, o cenário é também consequência da falta de compromisso de muitos de nossos supostos católicos. Certamente você já ouviu palavras do tipo: “Eu sou católico, mas…”. Em seguida, prepare-se para ouvir qualquer tipo de barbaridade. É-se católico, ma non troppo. A pessoa se diz cristã e em comunhão com a Igreja, mas se recusa a aceitar sua doutrina moral, coloca em xeque os ensinamentos dos legítimos pastores em comunhão com o Papa, pisoteia o Catecismo e cai na ilusão de um catolicismo self-service – segundo este, seria possível escolher, na doutrina de Cristo, aquilo que lhe agrada e aquilo que lhe incomoda. Em discurso aos jovens argentinos hoje, o Papa Francisco recordou que a fé “no se licua”. O dicionário não ajuda a explicar metáforas, mas “licuar” significa bater no liquidificador, desintegrar algo que é sólido em líquido. É o que se faz quando se tenta transformar a fé em uma substância palatável ou meramente agradável aos ouvidos. Contra esta tentativa de se reduzir a verdadeira fé a uma fábula, o Papa Paulo VI dizia: “Não minimizar em nada a doutrina salutar de Cristo é forma de caridade eminente para com as almas”. Aquilo que o Espírito Santo ditou para a Igreja há dois mil anos também vale para hoje, também se encaixa em nosso tempo! A verdade de Cristo não muda, permanece sempre una. E indivisível. Não é a primeira vez que Francisco declara a importância de se conservar a integridade da fé da Igreja. Certa vez, durante um diálogo, transcrito e publicado antes de ser eleito Papa, Bergoglio foi taxativo: “Para mim também a essência do que se conserva está no testemunho dos pais. Em nosso caso, o dos apóstolos. Nos séculos III e IV formularam-se teologicamente as verdades de fé reveladas e transmitidas, que são inegociáveis, a herança. (…) Certas coisas são opináveis, mas – repito – a herança não se negocia. O conteúdo de uma fé religiosa é passível de ser aprofundado pelo pensamento humano, mas, quando esse aprofundamento colide com a herança, é heresia.” [01] Um “teólogo da corte” declarou nos últimos dias que este seria “o Papa da ruptura”. Nunca ele esteve tão enganado. Francisco pode ter um estilo bem diferente e um comportamento bem peculiar, mas ao essencial – é ele mesmo quem o diz – não dá para renunciar. Afinal, Francisco é sucessor de São Pedro, e não de Judas. Por: Equipe Christo Nihil Praeponere Referências FRANCISCO, Papa. Sobre o céu e a terra. 1. ed. São Paulo: Paralela, 2013. http://www1.folha.uol.com.br/dw/1314660-este-e-o-papa-da-ruptura… #PapaBentoXVI #FidelidadeaoPapa #catolicismo #PapaFrancisco #TeólogosLiberais #SãoPedro
- Católico, Aprenda a Defender Sua Fé
#conversão #Fé #Católico #ExPastor #Protestante #defesa
- Ser Católico é um crime contra a humanidade
A história da Igreja é com efeito, nada mais que a amplificação da jornada terrena do Salvador: é como se ele vivesse o seu ministério no mundo como um longo processo pelo qual, sem motivo algum, foi colocado no banco dos réus e, no final, injustamente condenado. Da mesma forma é com a Igreja consciente de exercer seu próprio ministério no mundo vivendo em seu interior a mesmíssima contradição. Andrea Torquato Giovanoli assim nos explica de modo surreal. Por Andrea Torquato Giovanoli – Papalepapale | Tradução: Gercione Lima – Fratres in Unum.com – Fazem filhos demais. E isto é anti-ecológico além do mais prejudicam a economia: a população mundial já cresceu em um número que extrapolou e continua em ritmo de crescimento, portanto é necessário reduzi-la ao invés de aumentá-la. Para manter todos esses filhos, frequentemente é necessário que a mulher trabalhe, mas porque ela terá que passar a maior parte de sua vida grávida, consequentemente deverá passar todo esse tempo em casa recebendo do Estado e tomando indevidamente o que poderia ser pago a mulheres disponíveis para uma carreira brilhante e que possuem muito mais mérito, mas que são forçadas a viver no desemprego por culpa de outros. E não para por aqui… São anti-democráticos e anti-liberais. Se opõem aos direitos fundamentais do homem pois são contra o aborto, a eutanásia e o divórcio. São contrários à emancipação da mulher, propõem a submissão, pois frequentemente mantém suas mulheres sob o jugo da reclusão ao lar, escravas destinadas à reprodução e a educação da prole. E são sexófobos : praticam uma monogamia rigorosa e se opõem à liberdade sexual entre todos os gêneros e espécies. Além do mais, se opõem à contracepção e por isso favorecem à difusão de doenças e a proliferação de pessoas inválidas e portadoras de deficiências. De fato sustentam indivíduos inválidos enquanto ignoram ou se opõem abertamente ao diagnóstico prenatal para se selecionar os fetos problemáticos. E com isso impedem a construção de uma sociedade sadia e geneticamente controlada que não se tornará um grave ônus para a saúde pública. As outras culpas… E de pensar que alguns deles pertencem à ordens religiosas que chegam ao absurdo de ir para países estrangeiros para entrar em contato direto com pessoas que sofrem de doenças gravíssimas como o ebola ou a lepra. Chamam isso de “assistência aos necessitados”. Mas o que poderia se esperar de gente que joga seus próprios inválidos em trens reservados para conduzi-los a lugares particulares de culto, em excursões organizadas que não servem pra outra coisa senão misturar doentes de toda espécie e nacionalidade! Sempre doutrinados… Alguns desses movimentos chegam a se ocupar da política buscando infiltrar seus membros no governo das nações. Pretendem se referir à leis que consideram superiores às do Estado chamando-as de “direito natural”, mas que não passa de um pretexto para se oporem àquela regra santa da evolução que está em contraste com os seus supostos valores. É tanto assim que quando as normas de um bom governo não seguem a linha de seu pensamento, eles se revoltam, organizam manifestações que fingem ser pacíficas e fazem recurso à uma perniciosa desobediência que eles propagam sob o nome de “objeção de consciência”! Por uma sociedade “sadia”. Isso é urgente para o bem estar da sociedade de hoje e do futuro: colocar um fim nesta arcaica comunidade de revolucionários para que nunca mais perturbem a evolução de uma sociedade sadia, próspera e iluminada. O mundo contemporâneo deve se unir e se encarregar desta pesada responsabilidade em defesa dos povos e da Mãe Terra: extirpar definitivamente tal comunidade de indivíduos que são um verdadeiro câncer de todas as épocas. Devem ser erradicados do mundo porque não são do mundo. E porque fedem. #Católico #contra #crime #Humanidade
- Os pais têm um grande papel e responsabilidade na orientação sexual dos filhos
Richard Cohen é um famoso psicólogo norte-americano que afirma que se pode corrigir a tendência homossexual. Ele nega que se possa provar cientificamente que algumas pessoas nasçam homossexuais. “A biologia diz o contrário”, ele afirma. Acompanhe as indicações e esclarecimentos de Cohen na entrevista a seguir. –O senhor tem dito que corrigir a homossexualidade não é curar uma doença. O que isso quer dizer? Há diferentes razões pelas quais alguém sente atração pelo mesmo sexo. Portanto, se ajudarmos essas pessoas a identificar esses motivos e logo resolver cada um desses aspectos, elas não terão que sofrer com sentimentos homossexuais depois desse processo. Nós tentamos ajudar a resolver as causas para que essas pessoas cheguem a ser livres. –Com que argumentos o senhor sustenta que a condição natural do ser humano é a heterossexualidade? Simplesmente pela biologia, que demonstra que o homem e a mulher se complementam perfeitamente no aspecto físico. Qualquer homossexual provém de um casal heterossexual. Sabemos quais causas provocam a homossexualidade, portanto, podemos preveni-las. –Em um programa de TV afirmaram que uma criança de 2 ou 3 anos é consciente de quando sua orientação sexual é diferente de seu sexo. Qual é a sua opinião sobre isso? Tenho visto, como terapeuta e na literatura científica, que se uma criança atua ou desenvolve um comportamento não conforme ao seu sexo, é porque um menino é muito feminino ou uma menina é muito masculina. Temos comprovado que existem três gerações anteriores a essa criança em que não existem ou são muito escassos os vínculos entre pai-filho. Nesse sentido, ocorre igual na relação com as mulheres, pois é na quarta geração que uma menina atua de maneira masculina. Em definitivo, não nasceram gays, lésbicas ou transexuais. São João afirma que quando os discípulos perguntaram a Jesus quem era culpado pela ausência de visão do cego, se o próprio cego ou seus pais, Jesus respondeu que nenhum dos dois, porque a obra e a misericórdia de Deus iam se manifestar através de sua enfermidade. Portanto, essas crianças que atuam em desacordo com sua sexualidade podem ser a oportunidade para restaurar os vínculos de todas as suas famílias. Porque quando um menino pequeno gosta de brincar com Barbies, o pai deve se unir ao mundo do menino e lhe perguntar o que ele gosta nas Barbies. O menino lhe dirá que gosta dos cabelos ruivos, do vestido rosa… e o pai o apoiará nesses comentários, de modo a se unir ao mundo emocional do menino, que se sentirá acolhido e amado por seu pai tal como ele é. Nesse momento, o pai então levará o menino ao mundo da masculinidade e juntos eles irão brincar com esportes e brincadeiras masculinas. Os pais que participam do mundo feminino de seus filhos, e as mães que participam do mundo masculino de suas filhas, com o tempo, comprovam que todas essas crianças regressam naturalmente à orientação sexual conforme ao seu sexo. Desta forma, estão restaurando uma maldição entre gerações de ao menos três gerações, nas quais quase não havia vínculo entre pai e filho e entre mãe e filha (nesse sentido, George Rekers publicou diferentes estudos). Portanto, não é verdade que um filho nasça gay ou uma filha nasça lésbica. –O senhor declarou que foi homossexual. Vivia um mal-estar ao manter esse tipo de relações? Eu vivi uma vida homossexual durante muitos anos. Tive vários namorados e com um deles vivi três anos. Depois de ser educado como judeu, este último era católico e amava Jesus. Através dele, acabei conhecendo e amando Jesus e compreendi que o Senhor age de maneiras misteriosas. Em determinado momento, lemos na Bíblia que Deus não aprova o comportamento homossexual. Eu fiquei muito chateado com isso, porque não queria parar. Mais tarde, nós decidimos não ter relações sexuais. Eu me converti ao catolicismo e pedi a Deus que tirasse meus sentimentos homossexuais. Fui durante nove anos celibatário, depois conheci a minha mulher e nos casamos, mas aquilo foi um inferno, porque eu não tinha resolvido a minha atração por pessoas do mesmo sexo, simplesmente havia reprimido. –Como abandonou definitivamente a sua prática homossexual? Busquei livros, cursos, seminários, terapeutas, padres… tudo que me ajudasse, mas ninguém entendia o problema em sua complexidade. Isso foi há 31 anos. Foi muito doloroso e demorado entender por que eu tinha atração pelo mesmo sexo. Entendi também que durante aqueles anos eu rezava errado, pois pedia ao Senhor: “tira de mim os sentimentos homossexuais!” Ele poderia fazer isso, mas não fez. A oração que eu deveria ter rezado era outra: “Senhor, ensina-me o significado de meus sentimentos homossexuais, porque eu os tenho”. Ocorreu que o Espírito Santo me revelou uma por uma as razões pelas quais eu tinha atração por pessoas do mesmo sexo. Assim, comecei na terapia a tocar nesses pontos e recebi a aprovação e o afeto de homens heterossexuais. De forma natural, meus impulsos homossexuais desapareceram. Pedi que Deus me inspirasse o que queria de mim e discerni que me solicitava que retornasse à universidade, cursasse Psicologia, e passasse a ajudar outros que tivessem uma atração não desejada pelo mesmo sexo e apoiasse as suas famílias. Isso faz 27 anos. Assim, nos últimos anos, como terapeuta, ajudei milhares de pessoas que tinham uma atração não desejada pelo seu mesmo gênero a se converterem em heterossexuais. –O senhor sofre perseguição de grupos homossexuais? O movimento homossexual é como um edifício fixado em dois pilares. Em um dizem: “nós nascemos homossexuais”; e no outro dizem: “portanto, não podemos mudar”. E então apareço eu, ex-homossexual, casado, com três filhos, que atuo como terapeuta há 25 anos – nos quais ajudei muita gente – e afirmo que, cientificamente, não se pode demonstrar que uma pessoa nasça homossexual. Portanto, a mudança é possível, e assim eu destruo o edifício deles. E eles me odeiam. –Explique brevemente em que consiste a sua terapia. Há três passos para resolver a atração não desejada pelo mesmo sexo. O primeiro é revelar, identificar e compreender as raízes profundas dessa tendência. O segundo, resolver, sanar, abraçar cada uma dessas causas. A terceira é que homens homossexuais têm que ser curados por heterossexuais. Isto é, sentir-se queridos, que os aceitem como são; e igualmente no caso das mulheres homossexuais, que devem perceber que as apreciam incondicionalmente. Quando se realiza esse percurso, os sentimentos homossexuais vão diminuindo e os heterossexuais vão aparecendo. A atração pelo mesmo sexo é o resultado de questões familiares, do entorno e do temperamento. Ninguém decide ter atração pelo mesmo sexo: são resultado de feridas e da necessidade de ser amado. As pessoas têm de ter esperança, para passar da atração pelo mesmo sexo a se converterem em heterossexuais, porque a mudança é possível. Esta é a liberdade de decisão: continuar por esse caminho ou explorar o caminho da possibilidade de mudança. Depende de cada um. Fonte: Aleteia #transexuais #homossexualidade #literaturacientífica #doença #heterossexualidade #biologia #GeorgeRekers #maldição #tendênciahomossexual #homossexuais #gays #gerações #Barbies #lésbicas #richardcohen #Jesus #terapeuta #orientaçãosexual #masculinas #heterossexual
- Quem são os irmãos de Jesus?
Versão áudio Alguns trechos das Sagradas Escrituras aludem aos supostos ‘irmãos’ de Jesus. A fé católica ensina que Maria Santíssima teve somente um filho: Jesus. E que permaneceu sempre virgem, antes, durante e após o parto. Trata-se de verdades de fé que devem ser aceitas por todos os católicos. Todavia, diante do ensinamento da Igreja, como explicar o versículo 55 do Evangelho de Mateus quando indaga: “Não é este o filho do carpinteiro? Não é Maria sua mãe? Não são seus irmãos Tiago, José Simão e Judas?” (Mt 13, 55) Ou, justificar a seguinte afirmação da Carta de São Paulo aos Gálatas, “depois, três anos mais tarde, fui a Jerusalém, para conhecer Cefas, e fiquei com ele quinze dias. Não me encontrei com nenhum outro apóstolo, a não ser com Tiago, irmão do Senhor.” (cf. 1, 18-19)? As respostas estão contidas na própria Escritura. Quanto aos dois Tiagos mencionados nas listas dos apóstolos, são alcunhados Maior e Menor. Tiago Maior é filho de Zebedeu, irmão de São João; portanto, não é este que é irmão de Jesus. Tiago Menor, por sua vez, é o filho de Alfeu. As várias listas dos Apóstolos trazem esses dois Tiagos. No Evangelho de Mateus, vê-se: “estes são os nomes dos doze apóstolos: primeiro, Simão, chamado Pedro, e depois André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu e seu irmão João; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu, Simão, o cananeu, e Judas Iscariotes, que foi o traidor de Jesus.” (cf. 10, 2-4) No Evangelho de Marcos, igualmente: “eram: Simão (a quem deu o nome de Pedro). Tiago, o filho de zebedeu, e João, seu irmão (aos quais deu o nome de Boanerges, que quer dizer ‘filhos do trovão’); e ainda André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago, filho de Alfeu, Tadeu, Simão, o cananeu, e Judas Iscariotes, aquele que o traiu.” (cf. 3, 16-19) E, finalmente, no Evangelho de Lucas, “ao amanhecer, chamou os discípulos e escolheu doze entre eles, aos quais deu o nome de apóstolos: Simão, a quem chamou Pedro, e seu irmão André; Tiago e João, Filipe e Bartolomeu; Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado zelote; Judas, filho de Tiago, e Judas Iscariotes, que se tornou o traidor.” (6, 13-16) Portanto, o “Tiago, irmão do Senhor”, não é filho de José. Alguém poderia alegar que ele é filho somente de Maria, que se casou com outro homem após a morte de José. Porém, nos trechos referentes às mulheres que estavam aos pés da Cruz do Senhor, temos a mãe de Tiago, que é claramente outra pessoa que não a mãe de Jesus: No Evangelho de Mateus: “grande número de mulheres estava ali, observando de longe. Elas haviam acompanhado Jesus desde a Galiléia, prestando-lhe serviços. Entre elas estavam Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago e de José e a mãe dos filhos de Zebedeu.” (27, 55-56) No de Marcos, “estavam ali também algumas mulheres olhando de longe; entre elas Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago Menor e de Joset, e Salomé. Quando ele estava na Galiléia, estas o seguiam e lhe prestavam serviços. Estavam ali também muitas outras mulheres que com ele tinham subido a Jerusalém.” (15, 40-41) Os Evangelhos atestam que havia uma Maria que era mãe de Tiago Menor e de José, mas esta Maria não era a mãe de Jesus. Então, quem era ela? Poderiam os chamados “irmãos” de Jesus serem, na verdade, “primos” dele? É o que se vê no Evangelho de São João, “junto à cruz de Jesus, estavam de pé sua mãe e a irmã de sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena.” (19, 25) São João expõe de forma clara que havia, aos pés da cruz, uma irmã de Maria Santíssima, ou seja, uma tia de Jesus. O estranho é que diz que essa Maria é esposa de Cléofas, quando anteriormente, se havia dito ser esposa de Alfeu. Como isso ocorre? Conjecturando, é possível que Cléofas e Alfeu fossem a mesma pessoa, com um nome grego e outro judaico. Ou ainda, que essa Maria, tia de Jesus, casou-se duas vezes, uma com Alfeu, concebendo Tiago e outra com Cléofas, com quem teve outros filhos. Até aqui, tem-se claramente que “Tiago, irmão do Senhor”, tinha outro pai e outra mãe. E que esta mãe era, na verdade, tia de Jesus. Na linguagem bíblica temos que irmão, na verdade, significa “primo”, ou seja, significa qualquer parentesco masculino que tenha uma ligação de sangue. É a linguagem semítica, como se vê também no Antigo Testamento. Abraão era chamado irmão de Lot, contudo, ao verificar-se a genealogia dele percebe-se que Lot era seu sobrinho, filho de seu irmão. Assim, o que se tem é uma comprovação de como os textos bíblicos estão em perfeita harmonia com a Tradição Católica. É dela que deriva a fé na Virgindade Perpétua de Maria e, consequentemente, no fato de que não existiram os supostos “irmãos de Jesus”. #Alfeu #irmãosdeJesus #SagradasEscrituras #TiagoMenor #José #MariadeCléofas #Jerusalém #Jesus #MariaMadalena #primo
- Eu odiava a simples ideia de algum dia virar católico
A história de um evangélico batista que encontrou a plenitude da fé no catolicismo No dia seguinte à quarta-feira de cinzas de 2012, eu liguei para a minha mãe do meu dormitório no Seminário Teológico Batista do Sul e contei a ela que estava pensando em me tornar católico. “Você não vai se tornar católico, você só sabe que não é batista“, disse ela. “Não, mãe, eu acho que não é só isso”. Pausa. “Ah, meu Deus”, ela suspirou. Eu comecei a chorar. Não tenho como enfatizar o suficiente o quanto eu odiava a simples ideia de algum dia virar católico. Fui reticente até o último instante. Poucos dias antes de abandonar a Igreja batista, eu cheguei a enviar um sermão para um concurso; estava decorando o Salmo 119 para me convencer da “sola scriptura”; marcava reuniões com professores para ouvir os melhores argumentos contrários ao catolicismo; lia livros protestantes sobre o catolicismo, de propósito, em vez de livros de autores católicos. Além disso, eu sabia que ia perder o subsídio para moradia e teria que devolver o valor da bolsa se abandonasse o seminário, sem falar da decepção para a minha família, amigos e para a dedicada comunidade da igreja. Mas quando eu tentava estudar, desabava na cama. Tudo o que eu queria era gritar com o livro: “Quem disse?”. Eu tinha vivido uma grande mudança de paradigma na minha maneira de pensar sobre a fé. E a questão da autoridade apostólica surgia mais forte do que nunca. Mas vamos voltar alguns anos no tempo. Eu cresci num lar protestante evangélico. Meu pai se tornou pastor quando eu estava na quarta série. Durante o ensino médio, eu me apaixonei por Jesus Cristo e pelo seu precioso Evangelho e decidi me tornar pastor também. Foi nessa época que eu endureci a minha convicção de que a Igreja Católica Romana não seguia a Bíblia. Quando perguntei a um amigo pastor por que os católicos diziam que Maria permaneceu virgem depois do nascimento de Jesus, se a Bíblia diz claramente que Jesus teve “irmãos”, ele simplesmente fez uma careta: “Porque eles não leem a Bíblia”. O livro “Don’t Waste Your Life” [Não desperdice a vida], de John Piper, me fez enxergar um chamamento ao trabalho missionário. Passei o verão seguinte evangelizando os católicos na Polônia. Fiquei surpreso quando visitei os meus pais, depois disso, e encontrei um livro intitulado “Born Fundamentalist, Born Again Catholic” [Nascido fundamentalista, renascido católico] em cima da mesa do meu pai. Por que o meu pai estaria lendo uma coisa dessas? Fiquei curioso e, como não tinha trazido nada para ler em casa, dei uma olhada no livro. As memórias de David Currie, que abandonou a sua formação e o seus ministérios evangélicos, foram desconfortáveis para mim. Sua defesa sem remorsos de doutrinas controversas sobre Maria e o papado eram chocantes; eu nunca tinha pensado seriamente que os católicos tivessem argumentos sensatos e embasados para defender essas crenças. A presença do livro na mesa do meu pai foi explicada com mais detalhes alguns meses depois, quando ele me ligou e disse que estava retornando ao catolicismo da sua juventude. Minha resposta? “Mas você não pode simplesmente ser luterano ou algo assim?”. Eu me senti traído, indignado e furioso. Nos meses seguintes, servi como pastor de jovens na minha igreja local e, nos tempos livres, lia sobre o porquê de o catolicismo estar errado. Foi quando encontrei um artigo que falava de uma “crise de identidade evangélica“. O autor pintava um retrato de jovens evangélicos crescendo num mundo pós-moderno, desejosos de encontrar as suas raízes na história e sedentos do testemunho motivador de quem permaneceu firme em Cristo durante épocas cambiantes e conturbadas. Mas, na minha experiência, a maioria das igrejas evangélicas não observava o calendário litúrgico, o credo dos Apóstolos nunca era mencionado, muitos cantos só foram escritos a partir de 1997 e, quando se contava algum relato sobre um herói da história da Igreja, invariavelmente se tratava de alguém posterior à Reforma. A maior parte da história cristã, portanto, passava em branco. Pela primeira vez, eu entrei em pânico. Encontrei uma cópia do catecismo católico e comecei a folheá-lo, encontrando as doutrinas mais polêmicas e rindo das tolices da Igreja católica. Indulgências? Infalibilidade papal? Esses disparates, tão obviamente errados, me tranquilizaram no meu protestantismo. A missa me soava bonita e a ideia de uma Igreja visível e unificada era atraente, mas… à custa do Evangelho? Parecia óbvio que o demônio construía uma grande organização para afastar muita gente do céu. Sacudi a maioria das minhas dúvidas e aproveitei o restante do meu tempo me divertindo com o grupo de jovens e compartilhando a minha fé com os alunos. Qualquer dúvida, resolvi, seria tratada no seminário. Comecei as minhas aulas em janeiro, com a mesma emoção de um fanático roxo por futebol indo para a final da Copa do Mundo. As aulas eram fantásticas e eu pensei que tinha finalmente me livrado de todos aqueles problemas católicos. Mas, poucas semanas depois, mais dúvidas me assaltaram. Estávamos estudando as disciplinas espirituais, como a oração e o jejum, e eu fiquei cismado com a frequência com que o professor pulava de São Paulo para Martinho Lutero ou Jonathan Edwards ao descrever vidas admiráveis de piedade. Será possível que não aconteceu nada que valesse a pena nos primeiros 1500 anos do cristianismo? Este salto na história continuaria me incomodando em muitas outras aulas e leituras propostas. A maior parte da história da Igreja anterior à Reforma era simplesmente ignorada. Eu logo descobri que tinha menos em comum com os padres da Igreja primitiva do que eu pensava. Diferentemente da maioria dos cristãos na história, a comunhão sempre tinha sido, para mim, apenas um pouco de pão e suco de uva ocasionais e o batismo só me parecia importante depois que alguém tinha sido “salvo”. Esses pontos de vista não apenas contradiziam grande parte da história da Igreja, mas, cada vez mais, evocavam passagens desconfortáveis da Bíblia que eu sempre tinha desdenhado (João 6, Romanos 6, etc.). Outras perguntas que eu tinha enterrado começaram a reaparecer, mais ferozes, exigindo uma resposta. De onde foi que veio a Bíblia? Por que a Bíblia não se autoproclamava “suficiente”? As respostas protestantes, que tinham me bastado no passado, já não eram satisfatórias. Foi lançado nesse tempo um vídeo viral de Jefferson Bethke no YouTube, “Por que eu odeio a religião, mas amo Jesus”. O jovem tinha boas intenções, mas, para mim, ele apenas validava o que o Wall Street Journal tinha chamado de “perigosa anarquia teológica dos jovens evangélicos”, tentando separar Jesus da religião e perdendo muito no processo. O ponto de inflexão foi a quarta-feira de cinzas. Uma igreja batista em Louisville realizou uma cerimônia matutina e muitos estudantes compareceram às aulas com as cinzas ainda na testa. Na capela, naquela tarde, um professor famoso pelo empenho apologético anticatólico expôs a beleza dessa tradição milenar. Depois disso, eu perguntei a um amigo do seminário por que a maioria dos evangélicos tinha rejeitado essa linda tradição. Ele respondeu com alguma coisa sobre fariseus e “tradições meramente humanas”. Eu balancei a cabeça. “Não, eu não consigo mais”. A minha resistência ao catolicismo começou a se desvanecer. Eu me sentia atraído pelos sacramentos, pelos sacramentais, pelas manifestações físicas da graça de Deus, pela Igreja una, santa, católica e apostólica. Não havia mais como negar. Foi no dia seguinte que eu liguei para a minha mãe e contei a ela que estava pensando em me tornar católico. Faltei às aulas da sexta-feira. Fui para a biblioteca do seminário e olhei os livros que eu tinha me proibido de olhar, como o catecismo e os últimos textos do papa Bento XVI. Eu me sentia como se estivesse vendo pornografia. No sábado, fui à missa das cinco da tarde. O grandioso crucifixo da igreja me fez lembrar de quando eu considerava os crucifixos um prova de que os católicos não tinham mesmo entendido a ressurreição. Mas desta vez eu vi o crucifixo de modo diferente e comecei a chorar. “Jesus, meu Salvador sofredor, Tu estás aqui!”. A paz tomou conta de mim até a terça-feira, quando a realidade me atropelou. Fico ou vou? Fiz vários telefonemas em pânico: “Eu literalmente não tenho ideia do que eu vou fazer amanhã de manhã”. Na quarta-feira de manhã, eu acordei, abri meu laptop e digitei “77 razões pelas quais estou deixando de ser evangélico”. A lista incluía coisas como a “sola scriptura”, a justificação, a autoridade, a Eucaristia, a história, a beleza e a continuidade entre o Antigo e o Novo Testamento. Os títulos e os parágrafos fluíam dos meus dedos como a fúria das águas que explodem uma represa secular. Poucas horas depois, em 29 de fevereiro de 2012, eu saí de Louisville para evitar confundir mais alguém e esperando que eu próprio não estivesse cometendo um erro. Os meses seguintes foram dolorosos. Mais do que qualquer outra coisa, eu me sentia envergonhado e na defensiva, indagando de mim mesmo como é que a minha identidade e o meu plano de carreira tinham se deixado abalar tão rapidamente. Mesmo assim, eu entrei para a Igreja no dia de Pentecostes com o apoio da minha família e comecei a procurar trabalho. Muita coisa mudou desde então. Eu conheci Jackie no site CatholicMatch.com naquele mesmo junho. Casei com ela um ano depois e comemoramos o nascimento da nossa filha Evelyn em 3 de março de 2014. Vivemos agora no Estado de Indiana e eu estou feliz no meu novo trabalho. Ainda sou novato nesta jornada católica. Para todos os que ainda se questionam, eu posso dizer que o meu relacionamento com Deus só tem se aprofundado e fortalecido. Enquanto vou me envolvendo com a paróquia, me vejo muito grato pelo amor à evangelização e à Bíblia que aprendi no protestantismo. Não acho que eu tenha abandonado a minha fé anterior, mas sim que eu consegui preencher as suas lacunas. Hoje eu dou graças a Deus por ter recebido a plenitude da fé católica. Fonte: Aleteia #Batista #Católico #Evangélico
- ONU aprovou histórica resolução a favor da proteção da família
GENEBRA, 30 Jun. 14 / 09:52 am (ACI/EWTN Noticias).- O Conselho de Direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), em seu 26° período de sessões, aprovou a resolução de “Proteção à Família”, que reconhece a família como o núcleo “natural e fundamental da sociedade, e tem direito a proteção por parte da sociedade e o Estado”, o que representou uma verdadeira derrota do lobby gay. Na resolução, aprovada por 26 votos contra 14 neste 25 de junho, com seis abstenções, o Conselho de Direitos humanos da ONU reconhece também “que a família tem a responsabilidade primária de nutrir e proteger as crianças da mesma forma em que as crianças, para o desenvolvimento completo e harmonioso de sua personalidade, devem crescer em um ambiente familiar e em uma atmosfera de felicidade, amor e entendimento”. Em declarações a ACI Imprensa, o Dr. Carlos Beltramo, do Instituto Cultura e Sociedade (ICS) da Universidade da Navarra, assinalou que a resolução do organismo da ONU “foi um interessante passo adiante no reconhecimento da natureza da família em um foro tão importante das Nações Unidas”. “Esta é uma boa oportunidade para relançar a educação da pessoa dentro da família, que é o melhor caminho para o futuro da humanidade”, indicou. Beltramo assinalou que “dar formação às famílias e animar a que as famílias eduquem suas crianças é um meio fundamental para fortalecer sociedades saudáveis que permitam que todos superem até mesmo situações difíceis como as que tivemos que viver”. O organismo da ONU decidiu ainda criar um painel por motivo do 20º aniversário do Ano Internacional da Família, assim como promover referências à família de uma forma positiva para reverter uma tendência dos últimos tempos de tratar a família como o centro dos conflitos, dos problemas e das violações de direitos humanos. Em declarações recolhidas pelo site BuzzFeed, Austin Ruse, presidente do Instituto Família Católica e Direitos humanos, com base nos Estados Unidos, assinalou que a resolução do Conselho de Direitos humanos da ONU é uma “derrota” do lobby gay. “A derrota (do conceito) de vários tipos de família demonstra que a ONU está cansada deste tipo de debates”, assinalou. Austin Ruse assegurou que “a maioria de estados membros queria avançar para temas que preocupem o mundo e não só as elites no (hemisfério) norte”. Os países que apoiaram com seus votos a resolução de proteção da família são foram a Argélia, Benin, Botswana, Burkina Faso, China, Congo, Costa do Marfim, Etiópia, Gabão, Índia, Indonésia, Cazaquistão, Quênia, Kuwait, Maldivas, Marrocos, Namíbia, Paquistão, Filipinas, Federação Russa, Arábia Saudita, Serra Leoa, África do Sul, Emirados Árabes Unidos, Venezuela e Vietnã. Os estados que se opuseram a esta histórica resolução a favor da família foram Áustria, Chile, República Tcheca, Estônia, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Japão, Montenegro, República da Coréia, Romênia, Reino Unido e Estados Unidos. Por sua parte Argentina, Brasil, Costa Rica, México, Peru e a República da Macedônia se abstiveram, e Cuba não participou do voto. #Lobbygay #CostadoMarfim #Gabão #SerraLeoa #AustinRuse #Venezuela #Quênia #Filipinas #Marrocos #DrCarlosBeltramo #China #EmiradosÁrabesUnidos #Índia #ONU #Etiópia #Kuwait #Argélia #Congo #InstitutoFamíliaCatólica #ÁfricadoSul #FederaçãoRussa #ArábiaSaudita #Botswana #Cazaquistão #Paquistão #indonésia #Vietnã #Maldivas #benin #Namíbia #ICS #BurkinaFaso #NaçõesUnidas #UniversidadedaNavarra #BuzzFeed
- Posso comungar com minhas próprias mãos o Corpo e Sangue do Senhor?
Versão áudio Para responder a esse questionamento é preciso, antes de mais nada, esclarecer o que significa a hóstia consagrada. O Catecismo da Igreja Católica, em seu número 1374, diz que: “No Santíssimo Sacramento da Eucaristia estão contidos verdadeiramente, realmente e substancialmente o Corpo e o Sangue juntamente com alma e a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo e, por conseguinte, o Cristo todo. Esta presença chama-se real não por exclusão, como se as outras não fossem reais, mas por antonomásia, porque é substancial e porque por ela Cristo, Deus e homem, se torna presente completo.” E o Catecismo dedica ainda os próximos números a explicar, por meio das palavras dos grandes santos da Igreja a importância e majestade da Eucaristia. Diante disso, a resposta para a pergunta parece óbvia: não é permitido comungar com as próprias mãos o Corpo e o Sangue de Cristo. Entretanto, na prática, as ações não são assim, tão claras. A Igreja, por isso, teve sempre um cuidado extremo para com as espécies consagradas e várias instruções foram publicadas nesse sentido. A Instrução Geral do Missal Romano no número 160 é bem clara quanto ao modo de se comungar: “O sacerdote pega depois na patena ou na píxide e aproxima-se dos comungantes, que habitualmente se aproximam em procissão. Não é permitido que os próprios fiéis tomem, por si mesmos, o pão consagrado nem o cálice sagrado, e menos ainda que o passem entre si, de mão em mão. (…) “ Não existe margem para erro diante dessa instrução, porém, em muitas paróquias o erro acontece e o que se vê são fiéis tomando a hóstia consagrada com as mãos, molhando-a no preciosíssimo Sangue de Cristo, na chamada “comunhão self-service”. No caso da comunhão por intinção só existe uma forma de recebê-la: na boca, diretamente das mãos do sacerdote. É o que diz a instrução Redemptionis Sacramentum, no número 104: “Não se permita ao comungante molhar por si mesmo a hóstia no cálice, nem receber na mão a hóstia molhada”. O Concílio de Trento também é bastante claro ao dizer que: “Na recepção sacramental foi sempre costume na Igreja de Deus que os leigos recebessem a comunhão dos sacerdotes e que os sacerdotes celebrantes comungassem por si mesmos, um costume que, provindo de tradição apostólica, se deve com razão e direito conservar.” (DH 1648) O argumento definitivo, porém, é dado pelo próprio Jesus, na última ceia, quando Ele “…tomou um pão e, tendo-o abençoado, partiu-o em distribuindo-o aos discípulos”, instituiu, assim, a Eucaristia. Dessa forma, é claro que o ato do sacerdote distribuir a comunhão aos fiéis faz parte dos verbos, dos gestos concretos, das ações de Cristo, não sendo aceitável inovações ou modos de fazer diferentes dessas ampla e claramente convencionadas. Assim, ao fiel é dado escolher entre tomar a comunhão na mão ou diretamente na boca (RS 92), uma vez que “a comunhão somente sob a espécie do pão permite receber todo o fruto da graça da Eucaristia” (CIC 1389). No caso, porém, de comunhão por intinção, é lícito somente recebê-la na boca e diretamente das mãos do sacerdote. “Com devoção te adoro, latente divindade. Que, sob essas figuras, te escondes na verdade; meu coração de pleno sujeito a ti, obedece, pois que, em te contemplando, todo ele desfalece. A vista, o tato, o gosto, certo, jamais te alcança; pela audição somente te creem em segurança; creio em tudo o que disse de Deus Filho o Cordeiro, nada é mais da verdade que tal voz, verdadeiro.” #sangue #posso #proprias #corpo #comungar #minhas
- Parabéns Noruega! Se não há Igrejas na Arábia Saudita, não haverá mesquitas na Noruega
A Noruega proibiu a Arábia Saudita de financiar mesquitas, enquanto não permitirem a construção de igrejas no seu país. O governo da Noruega acabou de dar um passo importante na hora de defender a liberdade da Europa, frente ao totalitarismo ISLÂMICO. Jonas Gahr Stor, ministro dos Negócios Estrangeiros, decretou que não seriam aceites os donativos milionários da Arábia Saudita, assim como de empresários muçulmanos para financiar a construção de mesquitas na Noruega. Segundo o referido ministro, as comunidades religiosas têm direito a receber ajuda financeira, mas o governo Norueguês, excepcionalmente e por razões óbvias, não aceitará o financiamento islâmico de milhões de Euros. Jonas Gahr Stor argumenta que: “seria um paradoxo anti-natura aceitar essas fontes de financiamento de um país onde não existe liberdade religiosa. A aceitação desse dinheiro seria um contra-senso”, recordando a proibição que existe nesse país árabe para a construção de igrejas de outras religiões. Jonas Gahr Stor também anunciou que a “Noruega levará este assunto ao Conselho da Europa”, onde defenderá esta decisão baseada na mais estrita reciprocidade com a Arábia Saudita. Esta notícia passou despercebida em Portugal, onde, talvez por medo de represálias, os media se calam. Fonte: Portal Glorioso #mesquitas #TotalitarismoIslâmico #paradoxo #reciprocidade #Igrejas #JonasGahrStor #ArábiaSaudita #Noruega
- Stephen Hawking e Mlodinow erram e dão mais evidências para a existência de Deus
Há um velho ditado que diz “dê muita corda a alguém e ele vai se enforcar”. A ideia é que, se alguém está errado ou mentindo, quanto mais o tempo passa, mais óbvio isso se torna presente. Bem, a Bantam Books deu a Stephen Hawking e Leonard Mlodinow toda a corda que eles queriam, e o resultado é The Grand Design (O grande projeto), um novo livro no qual eles argumentam contra a necessidade (e a existência) de Deus. Aqui está o núcleo de seu argumento: [Assim], como Darwin e Wallace explicaram como o projeto aparentemente milagroso de formas de vida poderiam aparecer sem a intervenção de um ser supremo, o conceito do multiverso pode explicar o ajuste fino das leis físicas, sem a necessidade de um Criador benevolente que fez o universo para o nosso beneficio. Como existe a lei da gravidade, o universo pode e vai criar a si mesmo do nada. A criação espontânea é a razão pela qual existe algo em vez de nada, por que o universo existe, porque nós existimos. Eles, então, explicam a teoria básica por trás do “multiverso”, que pressupõe a existência de múltiplos universos: De acordo com a teoria-M, o nosso não é o único universo. Em vez disso, a teoria-M prevê que muitos universos foram criados do nada. A sua criação não requer a intervenção de algum ser ou deus sobrenatural. Antes, essas múltiplos universos surgem naturalmente pelas leis físicas. Vamos deixar de lado a questão da teoria do “multiverso”, que John Haldane aborda em First Things. Hawking e Mlodinow fizeram um trabalho completamente suficiente de derrotar seu próprio argumento. Vamos simplesmente delinear suas três principais afirmações acima: Afirmação 1: a criação espontânea é a razão pela qual existe algo em vez de nada, inclusive o universo; (“a criação espontânea é a razão pela qual existe algo em vez de nada, por que o universo existe”). Isso se aplica a todos os universos, o que significa que se aplica a todo o multiverso. Afirmação 2: a criação espontânea exige a lei da gravidade; (“como existe a lei da gravidade, o universo pode e vai criar a si mesmo do nada”, “Antes, essas múltiplos universos surgem naturalmente pelas leis físicas”). Afirmação 3: A multidão de universos são responsáveis pela produção de afinadas leis físicas (“O conceito do multiverso pode explicar o ajuste fino das leis físicas”) Reduzido a seu núcleo, o argumento se parece com isso: O problema, é claro, é que isso é circular. Você não pode ter um universo sem que seja criado, você não pode ter criação espontânea sem as leis físicas, e você não pode ter as leis físicas sem um universo. Como Hawking e Mlodinow admitiram, sem criação, não há nada. Para se ter qualquer coisa – um universo, um multiverso, a lei da gravidade “bem afinados” pelas leis da física, qualquer coisa – você tem de primeiro ter a Criação. E eles mostraram de forma bastante eficaz que a criação “espontânea” é impossível, uma vez que exige as leis físicas, como a lei da gravidade. Então, eles mesmos estabelecem que houve uma Criação, e que o universo/multiverso não pode (e não podia) criar a si mesmo. Deste ponto de vista, parece que as duas únicas possibilidades são “Deus” ou o “um absurdo e irracional argumento circular”. Hawking e Mlodinow podem ser físicos brilhantes, mas pelo menos neste livro se apresentam como filósofos e lógicos pobres. Seus esforços fúteis para delinear uma história da criação ateísta dá mais credibilidade ao teísmo do que o ateísmo. Fonte: http://www.strangenotions.com/hawking-proof-for-god/ Publicado no Logos Apologética. Tradução: Emerson de Oliveira #Universo #teísmo #Mlodinow #Deus #teoriaM #TheGrandDesign #lógicos #multiverso #stephenhawking #FirstThings #ateísmo #filósofos #Hawking
- Wojciech Jaruzelski, ex-presidente comunista da Polônia, morreu no seio da Igreja
Wojciech Jaruzelski VARSOVIA, 25 Jun. 14 / 03:21 pm (ACI/EWTN Noticias).- Wojciech Jaruzelski o comandante militar comunista e presidente da Polônia durante a Guerra Fria, conhecido por seu ateísmo militante, morreu no final do mês de maio depois de receber os sacramentos no seio da Igreja. “Que coisa mais estranha, mas bela é que o líder do governo que esteve em guerra com a Igreja finalmente se reconcilie com ela”, disse ao grupo ACI o padre Raymond Gawronski, sacerdote jesuíta norte-americano de origem polonesa. Jaruzelski, que por muitos anos se declarou ateu, morreu em 25 de maio depois de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC). O Bispo do Ordinariado Militar Polonês, Dom Jozef Guzdek, celebrou a Missa de Exéquias no último dia 30 de maio em Varsóvia. Um sacerdote da catedral do Ordinariado informou que duas semanas antes de sua morte Jaruzelski tinha pedido a unção dos enfermos. Jaruzelski se uniu formalmente ao partido comunista da Polônia em 1948, e vinte anos depois foi o Secretário de Defesa da Polônia. Em 1981, Jaruzelski tomou o poder da Polônia e logo declarou a lei marcial para suprimir a ‘Solidariedade’, federação sindical polonesa inspirada na Doutrina Social da Igreja Católica. Milhares de pessoas foram presas e centenas foram assassinadas durante a repressão; a imposição da lei marcial de Jaruzelski durou até 1983. Quando em 1989 finalmente se realizaram as eleições “semi-livres”, Jaruzelski ganhou a presidência, mas renunciou aos poucos meses o que resultou na eleição de Lech Walesa, co-fundador de Solidariedade, à presidência. Jaruzelski nunca se desculpou publicamente pela imposição da lei marcial e outros abusos realizados durante a Guerra Fria. O pedido da unção dos enfermos veio em pouco menos de duas semanas antes de sua morte. Lech Walesa assistiu ao funeral e atravessou o corredor para dar a saudação da paz à família de seu adversário. Sua presença “foi algo extremamente significativo, por que estes homens eram inimigos”, comentou o padre Gawronski. O Padre Gawronski fez um paralelo da história de Jaruzelski com a de Santa Faustina Kowalska, santa a quem foi revelada a devoção da Divina Misericórdia no começo do século XX. O sacerdote afirmou que Santa Faustina é a “grande heroína” de outro santo polonês, o Papa João Paulo II, por sua “mensagem de misericórdia e reconciliação”. Logo depois da Missa, as cinzas de Jaruzelski foram levadas ao cemitério militar da Polônia, onde recebeu homenagens apesar do menor número de assistentes e de alguns protestos em seu enterro. “Ainda existem pessoas na Polônia que sofreram enormemente por causa da lei marcial”, assinalou o sacerdote. Deste modo assinalou que muitos pensaram que “a confissão é uma coisa, mas onde está a penitência requerida? Não houve arrependimento público pelo que fez no país, como líder militar da Polônia por anos”. O Padre Mozdyniewicz informou que “nenhum sacerdote assistiu ao enterro, pois, o compromisso consistia em celebrar a Missa para quem se declarava a si mesmo ateu, mas que se reconciliou com o Senhor mediante o sacramento da Confissão”. O sacerdote explicou que quando Jaruzelski pediu reconciliar-se com a Igreja, foi algo “surpreendente”, pois “ele não tinha dado nenhum sinal de que ia fazer isso”, portanto, “isto é maravilhoso, há mais alegria por um pecador arrependido que pelo resto”. #PapaJoãoPauloII #perdãoeconversão #conversão #Jaruzelski #WojciechJaruzelski #solidariedade #Wojciech #Polônia #Comunismo #DomJozefGuzdek #PadreRaymondGawronski #LechWalesa #SantaFaustinaKowalska #PadreMozdyniewicz
- Criança em cadeira de rodas troca viagem ao Brasil pela Copa do Mundo por uma visita ao Papa em Roma
LA PAZ, 26 Jun. 14 / 06:38 pm (ACI/EWTN Noticias).- Um menino boliviano de 12 anos, que desde os oito sofre de uma enfermidade que diminui as funções de seu corpo e que já foi submetido a vários procedimentos cirúrgicos, entre eles um transplante de medula, preferiu trocar uma viagem ao Mundial no Brasil para ir à Itália e conhecer o Papa Francisco. O pequeno Cristofer quem por sua condição física se locomove em cadeira de rodas, participou na segunda-feira passada, dia 23 de junho, na Missa matutina que o Santo Padre celebra na Capela da Casa Santa Marta. Ao finalizar a Missa, o menino quem estava acompanhado de seus pais e seu irmão, tiveram um encontro com o Pontífice quem o abençoou e recebeu o presente que o próprio Cristofer escolheu para dar: uma bola de futebol do Clube Bolívar que pela classificação para a Copa Libertadores enfrentará no próximo mês p São Lorenzo, o time do Papa argentino. A iniciativa de visitar santo Padre foi uma surpresa para sua família e para a Fundação americana que há alguns anos ajuda o pequeno em seu tratamento e que o levou aos Estados Unidos para submeter-se às intervenções cirúrgicas. Esta Fundação como motivação e com a ajuda de seus doadores, deram ao pequeno Cristofer uma viagem ao exterior com duas opções: um passeio pela Disneyworld ou ir a uma partida da Copa do Mundo no Brasil, segundo informou o Bispo Ordinário Militar da Bolívia, Dom Oscar Aparicio, no programa radial “Falando com fé” do núcleo Iglesia Viva, o Sistema de Informação da Igreja Católica na Bolívia. Dom Aparício narrou que teve dificuldade de entender o que havia decidido Cristofer devido às suas dificuldades para comunicar-se. O menino disse que queria não queria nenhum dos dois roteiros, mas sim, queria a Itália. Mais tarde, conheceu-se o motivo: a criança queria conhecer o Papa Francisco. “Foi um golpe emocionante – expressou o Bispo e acrescentou – isso é para nós uma mostra de fé, de fidelidade, de apreciação à Igreja, ao ministério Petrino, foi muito lindo”. Através da Nunciatura Apostólica na Bolívia, o Núncio Dom Giambattista Diquatro, conseguir que Cristofer visitasse Sua Santidade. O Papa Francisco escutou a mensagem que os fiéis da Catedral Militar em La Paz pediram que o menino transmitisse ao Pontífice: “Sua Santidade a Bolívia reza pelo Papa”, após a qual o Pontífice respondeu: “Eu o necessito”. #copadomundo #copadomundodefutebol #PapaFrancisco #doentes #crianças
- A destruição arquitetada por um anjo
A lenta e gradual construção da “cidade dos homens” é obra de uma inteligência angélica Fonte: Padre Paulo Ricardo Em uma das muitas alocuções que proferiu, o Papa Pio XII indicou o caminho que o demônio pavimentou, ao longo da história, para destruir o homem, criado à “imagem e semelhança” de Deus [1]: “Ele se encontra em todo lugar e no meio de todos: sabe ser violento e astuto. Nestes últimos séculos tentou realizar a desagregação intelectual, moral, social, da unidade no organismo misterioso de Cristo. Ele quis a natureza sem a graça, a razão sem a fé; a liberdade sem a autoridade; às vezes a autoridade sem a liberdade. É um ‘inimigo’ que se tornou cada vez mais concreto, com uma ausência de escrúpulos que ainda surpreende: Cristo sim, a Igreja não! Depois: Deus sim, Cristo não! Finalmente o grito ímpio: Deus está morto; e, até, Deus jamais existiu. E eis, agora, a tentativa de edificar a estrutura do mundo sobre bases que não hesitamos em indicar como as principais responsáveis pela ameaça que pesa sobre a humanidade: uma economia sem Deus, um direito sem Deus, uma política sem Deus. O ‘inimigo’ tem trabalhado e trabalha para que Cristo seja um estranho na universidade, na escola, na família, na administração da justiça, na atividade legislativa, na assembleia das nações, lá onde se determina a paz ou a guerra.” [2] A primeira coisa que Pio XII faz é colocar as pessoas diante do “nemico”. O Papa quer convencer os homens de que a obra de destruição que se apresenta aos seus olhos não é fruto do acaso ou, como pregam os progressistas, do zeitgeist – o “espírito dos tempos”. Trata-se, de verdade, de um empreendimento demoníaco. Há, por trás de toda a confusão e barbárie deste e de outros séculos, uma inteligência angélica, que, desde que caiu, trabalha incessantemente para perverter a obra da Criação e fazer perder as almas que Cristo conquistou com o Seu sangue, na Redenção. “non serviam”, a fim de servirem ao mal. Embora seus destinos eternos estejam nas mãos de Deus – e só Ele possa dizer se o “oitavo sacramento”, a ignorância invencível, os salvou –, suas obras humanas denunciaram clamorosamente sua identidade. Do Imperador Nero, no século I, passando pelos iluministas anticristãos, até Karl Marx e seus seguidores, muitos foram os homens que aderiram abertamente ao projeto do mal e muitos foram os passos dados rumo ao “amor de si até ao desprezo de Deus” [3]. Só que nem mil jogos de palavras podem mudar ou desfazer a realidade das coisas. Conscientemente ou não, quem quer que trabalhe para implantar no mundo um “sistema de pecado” – como é o caso de organizações que financiam o aborto, de grupos que querem a destruição da família e de religiosos que pedem a implantação de uma religião única e mundial, sem Cristo e sem a Igreja – está trabalhando para Satanás. As palavras não são exageradas. O próprio Jesus não poupou palavras para denominar os mentirosos: “Vós tendes como pai o demônio e quereis fazer os desejos de vosso pai”. Semelhantes palavras podem ser dirigidas a quem, obstinado no mal, opera incansavelmente para defender a morte e a mentira, obras daquele “era homicida desde o princípio e não permaneceu na verdade” [4]. É verdadeiramente monstruosa a construção – ou a destruição – que os filhos das trevas fazem no mundo. No entanto, não é sadio que os cristãos se detenham diante dessa imensa Babel, nem que cruzem os braços, inertes. Afinal, “todas as coisas” – inclusive a ação dos anjos decaídos – “concorrem para o bem dos que amam a Deus” [5]. Os filhos de Deus não devem temer: nas batalhas desta vida, são guiados e amparados por “aquela misteriosa presença de Deus na história, que é a Providência” [6]. Referência Gn 1, 26 Pio XII, Discorso agli uomini di Azione Cattolica, 12 ottobre 1952 Santo Agostinho, De Civitate Dei, 14, 28 Jo 8, 44 Rm 8, 28 Centesimus Annus, 59 #marxismo #PapaPioXII #CentesimusAnnus #Cristo #Satanás #karlmarx #destruição #pecado #inimigo #PoliticamenteCorreto #nonserviam #perseguição #Anjo
- Pastor se converte à Igreja Católica após 20 anos em igrejas evangélicas
Pastor, evangélico desde 1994, Adenilton Turquete se converte à Igreja Católica após 20 anos em igrejas evangélicas Hoje faz exatamente 20 anos do meu batismo na Igreja Assembleia de Deus. Foi em 27 de Março de 1994, domingo, na igreja sede da Assembleia de Deus no Brás (Ministério em Madureira, hoje mais conhecida como AD Brás). Foi um momento marcante em minha vida, eu estava vivendo uma linda experiência de conversão e aquele ato batismal era o cumprimento de uma decisão tomada poucos meses antes, quando aceitei a Jesus como meu Salvador. Sempre fui apaixonado pelo Evangelho desde criança, quando ganhei minha primeira Bíblia aos sete anos, poderia até ver isso como uma vocação sacerdotal. Passados estes vinte anos eu vivo novamente a experiência da conversão, mas desta vez minha fé me trouxe de volta à Igreja Católica Apostólica Romana. No período em que estiva na Assembleia de Deus participei de grupos de mocidade, fui professor de Escola Bíblica Dominical e cursei Teologia(Básico) pela EETAD, curso que deixei pela metade para viver o meu sonho de trabalhar em uma emissora de rádio. Por um período de sete anos eu apresentei um programa chamado “Jovens Para Cristo”, que era patrocinado pelos membros da igreja. Neste período eu trabalhei como funcionário desta emissora até o seu fechamento pela Anatel em 2002. Após o fechamento da emissora de rádio, passei por um período de depressão e me afastei da igreja. Meses depois eu, por conta própria, decidi procurar uma igreja diferente para frequentar, um misto de vergonha e orgulho me impediu de retornar à minha antiga congregação. Deste tempo, até aqui, fui membro de três igrejas diferentes, passei por altos e baixos na minha fé. Apesar de sucessivas decepções, aconteceu a maior dádiva da minha vida, conheci a moça que hoje é minha esposa e mãe de meu filho. Deus me abençoou com uma família maravilhosa. Nestes últimos anos desenvolvi diversas atividades ministeriais, especialmente voltadas para a evangelização de jovens, também ministrei cursos para formação de lideres e obreiros. Até que cheguei ao pastorado, fui pastor auxiliar pelo período de um ano e pastor titular por outro período de um ano em uma congregação que inaugurei junto ao ministério do qual fazia parte. Pouco depois do nascimento de nosso filho, por motivos alheios à minha vontade, renunciei à direção da igreja que pastoreava e meses depois entendi que deveria abrir mão do ministério pastoral. Era dia 12 de Outubro de 2012 eu preguei o meu último sermão na igreja sede da igrea que congregava e sabia que não retornaria mais a um púlpito na condição de pastor. Tudo que eu sempre almejei e alcancei, deixei pra trás, somente restou em meu coração a ardente paixão pelo Evangelho e minha vida consagrada a Cristo. Ao longo desta experiência muita dor, angústia e lágrimas derramadas. Talvez, nesse ponto, você esteja se perguntando o motivo de atitudes tão drásticas, tão radicais. Tais motivos, claro existem, mas decidi não falar sobre tais assuntos no momento. Reencontro com o catolicismo Fui criado católico, fui batizado, fiz a primeira comunhão, mas aos 18 anos, nenhum destes fundamentos fazia o menor sentido pra mim. Na adolescência fiz parte de movimentos ligados à “Teologia da libertação” e com o passar do tempo fui me afastando da igreja. Aos 18 anos aceitei ao convite de um amigo e fui com sua família a um culto da Assembleia de Deus, fiquei maravilhado com aquela atmosfera. Nunca havia sentido uma sensação tão boa,eu me senti tocado por Deus e aceitei seguir aquele caminho. De modo algum eu quero invalidar este processo de conversão. Foi uma experiência real, verdadeira e produziu frutos em minha vida. Porém, não é segredo para ninguém que a expansão do Protestantismo no Brasil, especialmente o ramo pentecostal, se deu por conta de uma visão anti-católica que, baseada em textos bíblicos, proclamava a verdadeira salvação por meio apenas de igrejas pertencentes a este seguimento. Igreja Católica era sinônimo de idolatria e o Papa, o próprio Anti-cristo. Passei a ver o catolicismo como uma religião idólatra e anti-bíblica. Por anos tive esta visão e convicção. No auge da rede social Orkut, entrei em uma comunidade de debates entre católicos e evangélicos. A comunidade “Debate Católicos e Evangélicos” carinhosamente chamada de “DC&E” congregava um número interessante de pessoas tanto católicos quanto evangélicos, ali tínhamos debates teológicos de grandeza magistral, mas também exemplos extremistas de fundamentalismo religioso, de ambas as partes. Logo em minha primeira participação na comunidade entrei em um tópico que debatia algo sobre as Escrituras, fui logo confrontando e declarando de que adiantava debater sobre a Bíblia e não acreditar, nem fazer o que ela mandava. Naquele dia eu levei a maior surra de interpretação bíblica, apanhei até cansar de um católico chamado Paulo, mais conhecido como Confrade. Eu não tinha argumentos, mesmo sendo um leitor ativo da Bíblia, me considerando apto a debater as Escrituras, eu fui calado pela sabedoria e conhecimento daquele rapaz. Derrotado, pedi perdão pelo equívoco… Passei e estudar com mais afinco o catolicismo, seus costumes, o Magistério, a Tradição, os dogmas, especialmente os ligados a Maria, mãe do Mestre. O efeito disso foi a anulação do sentimento anti-catolicismo adquirido e o início de uma fase de fraternidade e aprendizado. Porém, nunca concebi a ideia de me tornar católico novamente. Deste período de debates surgiram amizades, encontros, como o da foto abaixo. Esta imagem é um registro histórico de um dos orkontros realizados pelos membros da comunidade. Este foi o primeiro em São Paulo, havendo outros no Rio de Janeiro e algumas outras cidades do Brasil. A comunidade foi fundamental para renovar a minha mente. Passei a enxergar a Igreja Católica com a Igreja de Cristo, todo protestante deve entender que, sem ela, o Evangelho não nos alcançaria. No entanto foram necessários alguns anos para que eu entendesse que deveria regressar à Igreja mãe. Foram necessárias várias decepções, muitas frustrações, para poder abrir o meu coração e conceber que meu lugar é na Igreja Católica. Após renunciar ao pastorado e à direção de uma igreja, eu me desigrejei. Não queria mais saber de templos e religião institucionalizada. Decidi romper com a religião. Eu tinha a minha fé, acreditava em Deus e viveria para fazer o bem e por minha família. Não queria mais vínculo com denominação alguma, minha religião era Cristo, e pronto. Iniciei o projeto deste blog [Compartilhando a Graça], compartilhando textos com amigos do Facebook. Comecei a escrever sobre a fé cristã, postar reportagens e notícias sobre os cristianismo, inclusive algumas polêmicas e escândalos. Até que um belo dia escrevi o texto Castel Gandolfo: Onde o Papa passa as férias. Isso foi no dia 11 de Janeiro de 2013, no início da noite. Foi uma noite mal dormida, pois sonhei com o Papa Bento XVI e a ideia de ser novamente um católico. Cheguei a comentar com minha esposa: “… e se eu voltasse para Igreja Católica?” A ideia se transformou em desejo, e o desejo, decisão. Eu comecei a compartilhar isso com meu amigo Marcio Araújo, mais um remanescente da “DC&E”, e desde então ele tem me ajudado. Márcio é dono da página Beleza da Igreja Católica e tem sido um grande incentivador da minha jornada. Pouco tempo depois criei a página Francisco, o Papa da humildade, fiquei maravilhado com a mensagem cristocêntrica do Papa, só faltava conferir se a Igreja correspondia a tamanho entusiasmo. Comecei a participar da Missa, mas mantive a discrição. No início ia para observar, mas, com o passar do tempo, eu já estava envolvido de corpo e alma. Um determinado dia marquei uma reunião com o padre Douglas, pároco da nossa região. O recebi em minha casa para um café da manhã e conversamos bastante. Foi muito especial, contei a ele minha história e tenho recebido o seu apoio e instrução, iniciei o curso de Crisma a pouco dias em uma classe de Catequese voltada para os adultos. Estou vivendo intensamente este processo de conversão, aprendendo a viver esta fé milenar em sua plenitude. Se alguém tiver alguma pergunta a me fazer ou comentário específico, por favor envie email paraatusturquete@hotmail.com ou me adicione no Facebook: https://www.facebook.com/atusturquete Não responderei a anônimos e nem tenho a intenção de fazer comentário agressivos à fé de quaisquer. Fonte: Aleteia #conversão #dogmas #EETAD #PapaBentoXVI #JovensParaCristo #Magistério #ExPastor #catolicismo #Escrituras #AssembleiadeDeus #AdeniltonTurquete #MinistérioemMadureira #PapaFrancisco #ADBrás #Papa #Teologiadalibertação #Tradição #AssembleiadeDeusnoBrás #Anticristo #Protestantismo
- Padre Francês revoluciona a forma de converter os fiéis e trazer os católicos à Igreja novamente
É o que está a fazer depois de ter transformado uma igreja a ponto de fechar e de ser demolida na paróquia com mais vida de Marselha. O mérito é ainda maior dado que o templo está no bairro com uma enorme presença de muçulmanos numa cidade em que menos de 1% da população é católica praticante. Foi um músico de sucesso A chave para este sacerdote que antes foi músico de êxito em cabarés de Paris e Montecarlo é a “presença”, tornar Deus presente no mundo de hoje. As portas da sua igreja estão abertas de par em par o dia inteiro e veste de batina porque “todos, cristãos ou não, têm direito a ver um sacerdote fora da igreja”. Na Missa: de 50 a 700 assistentes O balanço é impressionante. Quando em 2004 chegou à paróquia de S. Vicente de Paulo no centro de Marselha a igreja estava fechada durante a semana e a única missa dominical era celebrada na cripta para apenas 50 pessoas. Segundo o que conta, a primeira coisa que fez foi abrir a igreja todos os dias e celebrar no altar-mor. Agora a igreja fica aberta quase todo o dia e é preciso ir buscar cadeiras para receber todos os fiéis. Mais de 700 todos os domingos, e mais ainda nas grandes festas. Converteu-se num fenômeno de massas não só em Marselha mas em toda a França, com reportagens nos meios de comunicação de todo o país, atraídos pela quantidade de conversões. Um novo “Cura de Ars” numa Marselha agnóstica Uma das iniciativas principais do padre Zanotti Sorkine para revitalizar a fé da paróquia e conseguir a afluência de pessoas de todas as idades e condições sociais é a confissão. Antes da abertura do templo às 8h00 da manhã já há gente à espera à porta para poder receber este sacramento ou para pedir conselho a este sacerdote francês. Os fregueses contam que o padre Michel Marie está boa parte do dia no confessionário, muitas vezes até depois das onze da noite. E se não está lá, anda pelos corredores ou na sacristia consciente da necessidade de que os padres estejam sempre visíveis e próximos, para ir em ajuda de todo aquele que precisa. A igreja sempre aberta Outra das suas originalidades mais características é a ter a igreja permanentemente aberta. Isto gerou críticas de outros padres da diocese mas ele assegura que a missão da paróquia é “permitir e facilitar o encontro do homem com Deus” e o padre não pode ser um obstáculo para que isso aconteça. O templo deve favorecer a relação com Deus Numa entrevista a uma televisão disse estar convencido de que “se hoje em dia a igreja não está aberta é porque de certa maneira não temos nada a propor, que tudo o que oferecemos já acabou. No nosso caso em que a igreja está aberta todo o dia, há gente que vem, praticamente nunca tivemos roubos, há gente que reza e garanto que a igreja se transforma em instrumento extraordinário que favorece o encontro entre a alma e Deus”. Foi a última oportunidade para salvar a paróquia O bispo mandou-o para esta paróquia como último recurso para a salvar, e fê-lo de modo literal quando lhe disse que abrisse as portas. “Há cinco portas sempre abertas e todo o mundo pode ver a beleza da casa de Deus“. 90.000 carros e milhares de transeuntes passam e vêem a igreja aberta e com os padres à vista. Este é o seu método: a presença de Deus e da sua gente no mundo secularizado. A importância da liturgia e da limpeza E aqui está outro ponto chave para este sacerdote. Assim que tomou posse, com a ajuda de um grupo de leigos renovou a paróquia, limpou-a e deixou-a resplandecente. Para ele este é outro motivo que levou as pessoas a voltarem à igreja: “Como é podemos querer que as pessoas acreditem que Cristo vive num lugar se esse lugar não estiver impecável? É impossível.” Por isso, as toalhas do altar e do sacrário têm um branco imaculado. “É o pormenor que faz a diferença. Com o trabalho bem feito damos conta do amor que manifestamos às pessoas e às coisas”. De maneira taxativa assegura: ”Estou convicto que quando se entra numa igreja onde não está tudo impecável, é impossível acreditar na presença gloriosa de Jesus”. A liturgia torna-se o ponto central do seu ministério e muitas pessoas sentiram-se atraídas a esta igreja pela riqueza da Eucaristia. “Esta é a beleza que conduz a Deus“, afirma. As missas estão sempre cheias e incluem procissões solenes, incenso, cânticos bem cantados… Tudo ao detalhe. “Tenho um cuidado especial com a celebração da Missa para mostrar o significado do sacrifício eucarístico e a realidade da sua Presença”. “A vida espiritual não é concebível sem a adoração do Santíssimo Sacramento e sem um ardente amor a Maria”, por isso introduziu a adoração e o terço diário, rezado por estudantes e jovens. Os sermões são também muito aguardados e, inclusive, os paroquianos põem-nos online. Há sempre uma referência à conversão, para a salvação do homem. Na sua opinião, a falta desta mensagem na Igreja de hoje “é talvez uma das principais causas de indiferença religiosa que vivemos no mundo contemporâneo”. Acima de tudo clareza na mensagem evangélica. Por isso previne quanto à frase tão gasta de que “vamos todos para o céu”. Para ele esta é uma “música que nos pode enganar”, pois é preciso lutar, a começar pelo padre, para chegar até ao Paraíso. O padre da batina Se alguma coisa distingue este sacerdote alto num bairro de maioria muçulmana é a batina, que veste sempre, e o terço nas mãos. Para ele é primordial que o padre ser descoberto pelas pessoas. “Todos os homens, a começar por aquela pessoa que entra numa igreja, tem direito de se encontrar com um sacerdote. O serviço que oferecemos é tão essencial para a salvação que o ver-nos deve ser tangível e eficaz para permitir esse encontro”. Deste modo, para o padre Michel o sacerdote é sacerdote 24 horas por dia. “O serviço deve ser permanente. Que pensaríamos de um marido que a caminho do escritório de manhã tirasse a aliança?”. Neste aspecto é muito insistente: “Quanto àqueles que dizem que o traje cria uma distância, é porque não conhecem o coração dos pobres para quem o que se vê diz mais do que o que se diz”. Por último, lembra um pormenor relevante. Os regimes comunistas a primeira coisa que faziam era eliminar o traje eclesiástico sabendo a importância que tem para a comunicação da fé. “Isto deve fazer pensar a Igreja de França”, acrescenta. No entanto, a sua missão não se realiza apenas no interior do templo. É uma personalidade conhecida em todo o bairro, também pelos muçulmanos. Toma o café da manhã nos cafés do bairro, aí conversa e com os fiéis e com pessoas que não praticam. Ele chama a isso a sua pequena capela. Assim conseguiu já que muitos vizinhos sejam agora assíduos da paróquia, e tenham convertido esta igreja de São Vicente de Paula numa paróquia totalmente ressuscitada. Uma vida peculiar: cantor em cabarés A vida do padre Michel Marie foi agitada. Nasceu em 1959 e tem origem russa, italiana e da Córsega. Aos 13 anos perdeu a mãe, o que lhe causou uma “fractura devastadora” que o levou a unir-se ainda mais a Nossa Senhora. Com um grande talento musical, apagou a perda da mãe com a música. Em 1977 depois de ter sido convidado a tocar no café Paris, de Montecarlo, mudou-se para a capital onde começou a sua carreira de compositor e cantor em cabarés. No entanto, o apelo de Deus foi mais forte e em 1988 entrou na ordem dominicana por devoção a S. Domingos. Esteve com eles quatro anos, e perante o fascínio por S. Maximiliano Kolbe passou pela ordem franciscana, onde permaneceu quatro anos. Foi em 1999 quando foi ordenado sacerdote para a diocese de Marselha com quase quarenta anos. Além da música, que agora dedica a Deus, também é escritor de êxito, tendo publicado já seis livros, e ainda poeta. Fonte: Fidespress #agnóstica #católicapraticante #confissão #Cristo #Deus #população #paróquia #Paris #Padre #confessionário #CuradeArs #França #cabarés #converte #sacerdote #músico #PadreMichelMarie #sacrifícioeucarístico #Marselha #Missa
- Hospital do Vaticano faz descoberta pioneira com células-tronco
A descoberta científica do hospital do Vaticano promete salvar a vida de milhões de crianças no mundo inteiro. A notícia foi divulgada pelo hospital pediátrico da Santa Sé, “Bambino Gesù” (“Menino Jesus”), com sede em Roma. Segundo a direção do hospital, os resultados foram apresentados à revista científica internacional “Blood”, e poderiam ser “um marco na cura de muitas doenças no sangue”. O hospital anunciou, em uma coletiva de imprensa, que a manipulação decélulas-tronco, em ausência de um doador compatível, permite o transplante de um pai ou mãe ao seu filho. A descoberta é importante para curar crianças com problemas de imunodeficiência, doenças genéticas, leucemia e tumores no sangue. “Estamos orgulhosos de apresentar este sucesso dos pesquisadores do Hospital ‘Bambino Gesù’, conscientes de que o protocolo dos nossos laboratórios é um marco na terapia de muitas doenças no sangue”, confirmou o professor Bruno Dallapiccola, diretor científico do hospital da Santa Sé. Para a aplicação no campo da leucemia, a técnica aplicada pela equipe do professor Franco Locatelli, responsável pela Onco-hematologia e Medicina Transfusional do hospital, foi apresentada no último mês de dezembro em New Orleans, durante o congresso da Sociedade Americana de Hematologia (ASH). O transplante de células-tronco adultas é uma cura que salva a vida de milhões de crianças que sofrem tumores do sangue, bem como de crianças que nascem sem as adequadas defesas do sistema imunológico. Por muitos anos, o único doador que se podia ter era um irmão ou irmã do paciente. O problema é que dois irmãos são idênticos somente em 25% dos casos. Diante da impossibilidade de ter doadores na família, existem bancos de dados internacionais com 20 milhões de doadores voluntários de medula óssea. Mesmo assim os bancos de sangue para estes casos dão disponibilidade de apenas 600 mil unidades no mundo. O problema se agrava quando 30 ou 40% dos pacientes não encontram um doador compatível, além do mais, considerando o tempo de seleção de um doador e a conclusão de todos os exames para identificar outro doador fora da família. A técnica do hospital da Santa Sé foi aplicada em 23 pequenos pacientes. Os resultados, segundo afirmou a instituição, demonstram que a probabilidade de cura definitiva para estas crianças doentes é de 90%, ou seja, igual à técnica que emprega a medula de um irmão do paciente completamente compatível geneticamente. A descoberta da manipulação das células-tronco é uma esperança para milhões de crianças que podem ser salvas com um transplante de medula. É possível salvar crianças na Ásia, África ou América do Sul, que não têm “representantes” nos registros de doadores de medula óssea e que, por meio desta técnica, poderão finalmente ter acesso a um transplante de maneira rápida e “virtualmente aplicável a todos os casos”. Fonte: Aleteia #transplante #hospitaldoVaticano #sangue #célulastronco #hospitaldaSantaSé #meninojesus #BambinoGesù #MedicinaTransfusional #Blood #crianças #Oncohematologia #transplantedemedula #FrancoLocatelli #sistemaimunológico #BrunoDallapiccola #tumores #leucemia
- Papa Francisco sente “urticária existencial” quando falam mal de Pio XII
Isso me dá… tique-tique nervoso! Tique-tique, nervoso! Sim é isso mesmo: o Papa Francisco disse que sente coceira na alma (“urticária existencial” foi a expressão que ele usou) quando ouve alguma calúnia contra o Papa Pio XII. A delaração foi feita numa recente entrevista ao jornal “La Vanguardia”. “Sobre este tema, o que me preocupa é a figura de Pio XII, o papa que liderou a Igreja durante a Segunda Guerra Mundial. Jogaram tudo sobre o pobre Pio XII. Mas há de se recordar que antes ele era visto como o grande defensor dos judeus. Escondeu a muitos nos conventos de Roma e de outras cidades italianas, e também na residência de verão de Castel Gandolfo. Lá, no quarto do Papa, em sua própria cama, nasceram 42 bebês, filhos de judeus e outros perseguidos ali refugiados. Não quero dizer que Pio XII não tenha cometido erros — eu mesmo cometo muitos –, mas seu papel deve ser lido segundo o contexto da época. Era melhor, por exemplo, que não falasse para que não matassem mais judeus, o que fez? Também quero dizer que às vezes me dá um pouco de urticária existencial quando vejo que todos se põem contra a Igreja e Pio XII e se esquecem das grandes potências. Sabia que elas conheciam perfeitamente a rede ferroviária dos nazis para levar os judeus aos campos de concentração? Tinham as fotos. Mas não bombardearam essas vias de trem. Por quê? Seria bom que falássemos de tudo um pouquinho”. – Papa Francisco. Fonte: La Vanguardia. Tradução: Fides Press. Graças à perversidade e à imbecilidade humana, o homem que arriscou sua vida para salvar milhares de judeus ganhou a fama de conivente ou até mesmo colaborador do nazismo. Mas aos poucos, a verdade está vindo à tona (obviamente, não com o mesmo estardalhaço das “notícias” difamatórias). Essas palavras do Papa Francisco vêm reforçar alguns acontecimentos importantes a favor da memória de Pio XII: O general Ion Mihai Pacepa, ex-chefe da inteligência romena, já revelou que quem planejou e acendeu o estopim da rede de difamações contra Pio XII foi a KGB, a polícia secreta da ex-União Soviética. Os anticatólicos em geral, é claro, ajudaram alegremente a espalhar aos quatro ventos a lorota plantada pelos comunistas, fazendo a mentira “virar verdade” pela força da repetição; O escritor inglês John Corno Cornwell, autor do best-seller “O Papa de Hitler”, retirou as acusações que levantou contra Pio XII, em um artigo publicado por “The Economist”. Ou seja, o seu famoso livro só serve mesmo pros venezuelanos usarem como papel higiênico; Rabinos importantes, como Isaac Herzog, David G. Dalin e Erich Silver já disseram estar plenamente convictos de que Pio XII salvou tantos judeus quanto pôde. Corroboram com essa ideia os historiadores judeus Pinchas Lapide e Gary Krupp; Ficou provado que havia um plano de Hitler para sequestrar Pio XII. Ora, se a Igreja era conivente com o nazismo, ou sua colaboradora, porque raios os nazistas queriam sequestrar o Papa? Só imbecil pra não sacar que Pio XII era uma pedra no sapato de Hitler! clique aqui). Jesus Cristo já havia avisado que os cristãos seriam perseguidos e caluniados por amor a Ele. Talvez não cheguemos aos pés de Pio XII, mas muitos de nós já sofremos algum tipo de hostilidade em nossos ambientes de estudo, no trabalho ou na família, por causa de nossa fé. É uma honra e um motivo de grande alegria para nós! ***** Para quem quiser aprofundar seus conhecimentos sobre a ação de Pio XII na defesa dos judeus, recomendamos os artigos a seguir. A Difamação de Pio XII Historiador judeu revela: de maneira pessoal e encoberta Pio XII salvou milhares de judeus Artigo do rabino e historiador americano David G. Dalin Um livro desvelará todas as provas do complô soviético para desacreditar o Papa Pio XII Pio XII, o Papa de Hitler? Não mesmo. Jornal israelense “Haaretz” publica coluna em defesa de Pio XII Hitler quis assassinar papa em represália a prisão de Mussolini Revelado plano de Hitler para matar Pio XII Fonte: O catequista #PapaPioXII #JesusCristo #Conspiração #FidesPress #Judeus #PapaFrancisco #Fotos #segundaguerramundial #OPapadeHitler #IonMihaiPacepa #Vaticano #Mussolini #Haaretz #LaVanguardia #JohnCornwell #KGB #DavidGDalin
- Confissão de fé de 25 cientistas
Johannes Kepler (1571-1630), um dos maiores astrônomos: “Deus é grande, grande é o seu poder e infinita a sua sabedoria. Louvai-o, céu e terra, sol, lua e as estrelas com sua própria linguagem. Meu Senhor e meu Criador! A magnificência de tuas obras que eu quero anunciar aos homens na medida em que a minha inteligência limitada possa compreender.” Copérnico (1473- 1543), fundador da mundovisão moderna: “Quem vive em estreito contato com a ordem, mais realizado é, e a sabedoria divina faz-nos sentir mais estimulados para as aspirações mais sublimes. Quem não adora o arquiteto de todas estas coisas?” Newton (1643- 1727), fundador da física teórica clássica: “O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um vasto oceano. O arranjo maravilhoso e a harmonia do universo não poderiam senão sair de um ser onisciente e onipotente.” Linneo (1707- 1778) fundador da botânica sistemática: “Eu vi passar perto de mimo Deus eterno, infinito, onisciente e onipotente e eu prostrei-me de joelhos em adoração.” Volta (1745- 1827), descobriu as noções básicas da eletricidade: “Eu confesso a minha fé santa, católica, apostólica,romana. Agradeço a Deus que me deu esta fé e tenho toda a intenção de viver e morrer nela.” Ampere (1775- 1836), descobriu a lei fundamental da corrente elétrica: “Quão grande é Deus,e quão pequena é a nossa ciência que parece uma nano-pequenez!” Cauchy (1789- 1857) insigne matemático: “Eu sou cristão, ou seja, acredito na divindade de Cristo, como todos os grandes astrônomos e todos os grandes matemáticos do passado.” Gauss (1777- 1855), um dos maiores matemáticos e cientistas alemães: “Finalmente, quando chegar a nossa última hora, será grande e inefável a nossa alegria ao vermos que em todo o nosso trabalho,apenas vislumbramos a infinitude do Criador.” Liebig (1803- 1873), célebre químico: “A grandeza e sabedoria infinita do Criador só se irão realmente revelar a quem fizer esforços para tirar as suas ideias do grande livro da natureza.” Robert Mayer (1814- 1878), cientista naturalista (Lei da conservação da energia): “Acabo a minha vida com a convicção que brota do fundo do meu coração: a verdadeira ciência e a verdadeira filosofia não podem ser outra coisa senão uma propedêutica da religião cristã.” Secchi (1803- 1895), célebre astrônomo: “Ao olhar para o céu chego a Deus num ápice.” Darwin (1809- 1882), Teoria da evolução: “Eu nunca neguei a existência de Deus. Acho que a teoria da evolução é perfeitamente compatível com a crença em Deus. O argumento máximo da existência de Deus parece-me que é a impossibilidade de demonstrar e compreender a imensidão do universo, sublime em todas as medidas, e que os homens tenham sido fruto do acaso.” Edison (1847- 1931) , o inventor mais fecundo, 1200 patentes: “O meu maior respeito e minha máxima admiração vai para todos os engenheiros, especialmente o maior de todos: Deus”. C.L. Schleich (1859- 1922), célebre cirurgião: “Eu me tornei crente à minha maneira, pelo microscópio e a observação da natureza, e quero, na medida em que estiver ao meu alcance, contribuir para a plena concórdia entre a ciência e a religião.” Marconi (1874- 1937), inventor da telegrafia sem fios, Prêmio Nobel 1909: “Declaro com orgulho: sou crente. Acredito no poder da oração, não só como católico, mas também como cientista.” Millikan (1868- 1953), grande físico americano, Prêmio Nobel 1923: “Posso garantir, com toda decisão, que a negação da fé carece de toda base científica. A meu ver, jamais se encontrará uma verdadeira contradição entre a fé e a ciência.” Eddingtong (1882- 1946), célebre astrônomo inglês: “Nenhum dos inventores do ateísmo foi naturalista. Todos eles foram filósofos muito medíocres.” Albert Einstein (1879- 1955), fundador da física contemporânea (teoria da relatividade e Prêmio Nobel 1921): “Todo aquele que está seriamente comprometido com o cultivo da ciência chega a convencer-se de que, em todas as leis do universo, está manifesto um espírito infinitamente superior ao homem e diante do qual nós, com nossos poderes, devemos nos sentir humildes.” Plank (1858- 1947), fundador da física quântica, Prêmio Nobel 1918: “Nada nos impede disso, e o impulso do nosso conhecimento o exige… relacionar mutuamente a ordem do universo e o Deus da religião. Deus está para o crente no início dos seus discursos; para o físico, no término deles.” Schrödinger (1887- 1961), criador da mecânica ondulatória, Prêmio Nobel 1933: “A obra-prima mais fina é a feita por Deus, segundo os princípios da mecânica quântica.” Howard Hathaway Aiken (1900-1973), pai do cérebro eletrônico: “A física moderna me ensina que a natureza não é capaz de ordenar a si mesma. O universo supõe uma enorme massa de ordem. Por isso, requer uma “Causa Primeira” grande, que não está submetida à segunda lei da transformação da energia e que, por isso, é sobrenatural.” Wernher Von Braun (1912- 1977), construtor alemão-americano dos foguetes espaciais: “Acima de tudo está a glória de Deus, que criou o grande universo, que o homem e a ciência vão escrutinando e investigando dia após dia em profunda adoração.” Charles Townes (1915), físico, Prêmio Nobel de física 1964 por descobrir os princípios do laser: “Como religioso, sinto a presença e intervenção de um ser Criador que vai além de mim mesmo, mas que está sempre perto. A inteligência teve algo a ver com a criação das leis do universo.” Allan Sandage (1926-2010), astrônomo profissional, calculou a velocidade com que o universo se expande e sua idade pela observação das estrelas distantes: “Eu era quase um ateu na infância. A ciência foi o que me levou à conclusão de que o mundo é muito mais complexo do que podemos explicar. O mistério da existência só pode ser explicado mediante o sobrenatural.” Um cartão e uma surpresa Um jovem universitário viajava ao lado de um venerável idoso que estava rezando seu terço. O jovem se atreveu a dizer-lhe: “Por que, ao invés de rezar o terço, o senhor não se dedica a aprender a instruir-se um pouco mais? Eu posso lhe indicar alguns livros para que se instrua”. O ancião lhe disse: “Eu gostaria que você me enviasse o livro a este endereço” – e lhe entregou seu cartão, no qual estava escrito: “Luis Pasteur, Instituto de Ciências de Paris”. O universitário ficou envergonhado. Havia pretendido dar conselhos ao mais famoso sábio da sua época, o inventor das vacinas, admirado no mundo inteiro… e devoto do terço. Fonte: Aleteia #cientistas #Terço
- A comunhão das nove primeiras sextas-feiras garante a salvação?
Fonte: Padre Paulo Ricardo [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=NGq77h0WPEs[/youtube] Versão áudio Nosso Senhor, em aparição a Santa Margarida Maria Alacoque, uma religiosa visitandina que vivia em Paray-le-Monial, no século XVII, fez doze promessas à humanidade. A décima segunda promessa, conhecida como “a grande promessa”, diz o seguinte: “Eu prometo, na excessiva misericórdia do meu Coração, que meu amor onipotente concederá a todos os que comungarem durante nove primeiras-sextas feiras do mês seguidas, a graça da penitência final; não hão de morrer em pecado e sem receber os sacramentos, servindo-lhes meu Coração de asilo seguro naquele último momento.” Pode-se confiar nessa prática devocional para alcançar a salvação? Qual o fundamento para crer nessa promessa? É claro que, tratando-se de uma revelação privada, essa devoção não pertence ao depósito da fé [1] e não tem o caráter de obrigatoriedade. No entanto, o fato de o Magistério da Igreja ter aprovado repetidas vezes essa revelação torna-a digna de fé e confiança por parte dos fiéis. Além disso, uma ligeira investigação teológica nas Sagradas Escrituras demonstra que a promessa de Nosso Senhor a Santa Margarida está em perfeita sintonia com o que Ele diz, por exemplo, no Evangelho de São João: “Todos aqueles que o Pai me dá, virão a mim. E eu nunca rejeitarei aquele que vem a mim (…). Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. (…) Quem come deste pão viverá para sempre.” [2] Há uma ligação entre a Eucaristia e a vida eterna. E não se pode dizer que isso é, em si, supersticioso, pois não se trata de uma realidade natural, sobre a qual se poderia supor algum efeito mágico; é, antes, um sacramento da Igreja, em relação ao qual o próprio Deus estabelece uma promessa. No entanto, adverte a Igreja, “atribuir só à materialidade das orações ou aos sinais sacramentais a respectiva eficácia, independentemente das disposições interiores que exigem, é cair na superstição” [3]. Para evitar que tão bela promessa seja tratada de modo supersticioso, é importante que se comungue em estado de graça e que se confie na misericórdia divina, que é o conteúdo da devoção ao Sagrado Coração de Jesus. A graça da perseverança final, embora não possa ser merecida, é ladeada por esses sinais. Portanto, a prática das nove primeiras sextas-feiras do mês não é uma mágica, mas uma realidade pedagógica, para que os fiéis se habituem a viver em estado de graça, crescendo na devoção eucarística e na confiança na misericórdia de Deus. Só assim, orando humilde e confiantemente ao Sagrado Coração de Jesus, a alma pode alcançar a graça da penitência final. Referências Cf. Catecismo da Igreja Católica, 67: “No decurso dos séculos tem havido revelações ditas ‘privadas’, algumas das quais foram reconhecidas pela autoridade da Igreja. Todavia, não pertencem ao depósito da fé. O seu papel não é ‘aperfeiçoar’ ou ‘completar’ a Revelação definitiva de Cristo, mas ajudar a vivê-la mais plenamente (…).” Jo 6, 37.54.58 Catecismo da Igreja Católica, 2111 #sextas #comunh #garante #Primeiras #feiras #salva
- Papa Francisco exorta a não ceder à legalização das drogas
Vaticano, 20 Jun. 14 / 03:38 pm (ACI/EWTN Noticias).- “A droga é um mal e ante o mal não se pode ceder nem ter compromissos”, expressou nesta sexta-feira o Papa Francisco aos participantes da 31ª Conferência Internacional contra o Narcotráfico, reunida em Roma (Itália), de 17 a 19 de junho, onde reiterou seu chamado a dizer “não a qualquer tipo de droga”, e assegurou a todos os dependentes químicos que a Igreja não os abandona. O Papa fez este chamado no meio do debate internacional no qual alguns governos e legisladores afirmam que legalizar as drogas permitirá combater o narcotráfico. Uruguai legalizou o cultivo e consumo da maconha em dezembro de 2013. “Gostaria de dizer com muita clareza: a droga não se vence com a droga! A droga é um mal, e com o mal não podem haver relaxamento ou compromissos. Pensar em poder reduzir o dano permitindo o uso de psicofármacos àquelas pessoas que continuam a usar droga, não resolve de fato o problema.”, expressou. Francisco acrescentou que “a legalização das chamadas ‘drogas leves’, mesmo de modo parcial, além de ser, pelo menos, questionável em termos de legislação, não produz os efeitos que foram pré-fixados. As drogas substitutivas, então, não são uma terapia suficiente, mas uma forma velada de se render ao fenômeno”. “Quero reafirmar o que eu já disse em outra ocasião: ‘não a qualquer tipo de droga. Simplesmente. Não a qualquer tipo de droga. Mas para dizer este ‘não’, é preciso dizer sim à vida, sim ao amor, sim aos outros, sim à educação, sim ao esporte, sim ao trabalho, sim a mais oportunidades de trabalho”, afirmou. Em seu discurso, Francisco disse que é trágico que as ações do tráfico de drogas sejam provavelmente as que mais rendem no mercado. “O flagelo das drogas continua a fazer estragos em formas e dimensões impressionantes, alimentado por um mercado vergonhoso que atravessa as fronteiras nacionais e continentais. Desta forma, continua a crescer o perigo para os jovens e adolescentes. Diante deste fenômeno, sinto a necessidade de expressar a minha tristeza e a minha preocupação”, assinalou. Nesse sentido, exortou a enfrentar o problema do desemprego juvenil, que afeta a 75 milhões de jovens na Europa e que, ao não poder estudar nem trabalhar, entram “nesta falta de horizonte, de esperança a primeira oferta são as dependências, entre as quais, a droga”. “As oportunidades de trabalho, a educação, o esporte, a vida sadia; este é o caminho que leva à prevenção da droga. Se estes caminhos se fazem verdades não há espaço para as drogas, para o abuso do álcool, para outros vícios”, assegurou. Nesse sentido, afirmou que “a Igreja, fiel ao mandato de Jesus de ir a todos os lugares onde há um ser humano que sofre, não abandonou aqueles que caíram na espiral da droga, mas com o seu amor criativo foi ao encontro deles. O exemplo dos muitos jovens que, desejosos de escapar da dependência da droga, se empenham em reconstruir as suas vidas, é um incentivo para olhar para frente com confiança”. “Vocês foram tomados pela mão, através do trabalho de muitos trabalhadores e voluntários para que pudessem voltar a descobrir a sua dignidade, ajudando-os a ressuscitar esses recursos, esses talentos pessoais que a droga tinha enterrado, mas que não pôde cancelar porque cada homem está criado a imagem e semelhança de Deus. Mas este trabalho de recuperação é muito limitado. É preciso trabalhar na prevenção. Fará muito bem”. Francisco convidou os delegados a tomar o exemplo de tantos jovens que procuram escapar da dependência das drogas e reconstruir as suas vidas como “um incentivo para olhar o futuro com confiança” e continuar seu trabalho “sempre com uma grande esperança”. Ontem, durante o encerramento da Conferência Internacional contra o Narcotráfico, o presidente do Senado italiano, Pietro Grasso, denunciou que o narcotráfico e o crime organizado transnacional colocam em jogo a estabilidade do planeta e a sobrevivência da democracia. “Estão em jogo o futuro dos nossos filhos e seus direitos”, expressou ante as 129 delegações, por isso chamou a adotar um enfoque geopolítico no estudo e o combate do narcotráfico e do crime internacional. #Francisco #drogas #ceder #legaliza #exorta
- Vaticano: Papa contesta legalização de «drogas leves»
Francisco recebeu responsáveis de 129 países na luta contra o narcotráfico Cidade do Vaticano, 20 jun 2014 (Ecclesia) – O Papa Francisco manifestou-se hoje contra a legalização das chamadas “drogas leves”, afirmando que o problema da toxicodependência exige outro tipo de soluções. “Gostaria de dizer com muita clareza: a droga não se vence com a droga! A droga é um mal, e com o mal não pode haver relaxamento ou cedência. Pensar em reduzir os danos ao permitir o uso de psicofármacos às pessoas que continuam a usar droga, não resolve de facto o problema”, declarou, perante os participantes na reunião anual dos responsáveis das agências antidroga mundiais. Francisco considerou “pelo menos questionável” a legalização de drogas leves, “mesmo de modo parcial”, e disse que esta decisão “não produz os efeitos que foram pré-fixados”. “O flagelo das drogas continua a fazer estragos em formas e dimensões impressionantes, alimentado por um mercado vergonhoso que atravessa as fronteiras nacionais e continentais. Desta forma, continua a crescer o perigo para os jovens e adolescentes”, alertou. Francisco falava perante os participantes da 31ª edição da ‘International Drug Enforcement Conference’ (IDEC), que este ano se realizou em Roma entre terça e quinta-feira. O tema do encontro foi ‘O desmantelamento das estruturas financeiras do narcotráfico’, congregando 500 delegados de 129 países. O Papa manifestou-se ainda contra o uso de drogas de substituição, considerando que as mesmas são uma “forma velada” de rendição. “Quero reafirmar o que já disse noutra ocasião [audiência geral de 7 de maio de 2014]: não a qualquer tipo de droga. Simplesmente, não a qualquer tipo de droga”, afirmou. “Oportunidades de trabalho, educação, desporto, vida saudável: este é o caminho da prevenção da droga. Se forem realizados estes ‘sim’, não há lugar para a droga, para o abuso de álcool, para as outras dependências”, prosseguiu. Francisco elogiou o papel da Igreja Católica, que “não abandonou os que caíram na espiral da droga”. #drogas #contesta #legaliza #Vaticano #leves
- Ladrões desistem de roubo ao perceber que a sua vítima era sacerdote
BUENOS AIRES, 17 Jun. 14 / 03:23 am (ACI/EWTN Noticias).- Quatro ladrões desistiram de assaltar um pedestre na rua do bairro Liniers, em Buenos Aires (Argentina), quando perceberam que a vítima era um sacerdote católico. Conforme informa o jornal argentino Clarín, quatro ladrões interceptaram o Pe. Adolfo Granillo Ocampo quando passeava com o seu cachorro, “algo que costumo fazer sempre. De repente, na esquina apareceram quatro rapazes em duas motos na contramão e me rodearam”. “Passa tudo, passa a carteira ou atiro!”, gritou-lhe um dos assaltantes. Enquanto outro dos malfeitores revistava os seus bolsos, o Pe. Adolfo se apresentou: “eu sou o padre…”. O presbítero vestia um sobretudo e um cachecol, por isso os assaltantes não tinham podido ver antes que por baixo estava com a roupa de sacerdote. Assim que se deram conta que era verdade o que o Pe. Andolfo dizia, os assaltantes desistiram da tentativa de assalto, pediram desculpas e foram embora sem levar nada. O Pe. Granillo Ocampo, por sua parte, continuou o passeio com o seu cachorro para depois ir dormir. O sacerdote tem uma clara explicação para o que aconteceu: “Evidentemente, assim como não roubariam os seus pais, algo fez com que eles percebessem que também não podem roubar um sacerdote”. A tentativa de ataque aconteceu no dia 6 de junho. “Eu estava bastante perplexo, porque na verdade eu nunca tinha sido roubado na minha vida. Olhei para o rapaz e disse isso. E se vê que, pelo menos, eram crentes”, disse o presbítero. O Pe. Granillo Ocampo assegurou que “não tive medo nesse momento e tampouco o tenho agora, decidi continuar fazendo as minhas coisas como costumo fazer todos os dias”. “Certamente estes rapazes têm realidades complexas como as que costumamos atender na paróquia e isso os fez refletir. Sou consciente de que há muita gente que sofre as consequências da insegurança, mas tenho que dizer que depois disto me esforcei por continuar com a minha rotina de trabalho”, disse. #desistem #roubo #Vítima #sacerdote #perceber
- União dos Juristas Católicos de São Paulo adverte: ‘Teremos surpresas após as eleições’
A União dos Juristas Católicos de São Paulo (UJUCASP) prevê que após as eleições, na eventualidade da reeleição da presidente Dilma Rousseff, os brasileiros serão surpreendidos com uma nova portaria do Ministério da Saúde regulamentando o aborto nos hospitais conveniados com o SUS. A advertência foi realizada durante a reunião ordinária da entidade, que ocorreu na manhã de segunda-feira, 9. Segundo o Dr. Ives Gandra Martins, presidente da entidade católica que atualmente reúne 80 sócios entre desembargadores, juízes e advogados, “não devemos nos iludir com a revogação da portaria 415 por parte do Governo Federal, que pressionado pela má repercussão política da medida, atuou em modo de evitar desgaste político eleitoral”. Existem atualmente em trâmite no Congresso Legislativo cerca de seis diferentes projetos de lei que visam regulamentar a matéria do aborto no Brasil. Em parte, o efeito político negativo se deu porque a Portaria 415 do Ministério da Saúde foi baixada a revelia do debate que ocorre no Legislativo. “Na eventualidade de ser veiculada nova portaria após as eleições, os projetos em tramitação no Congresso Nacional simplesmente perderão relevância em face do fato consumado, sem passar pelo necessário debate público”, explicou o jurista. Escolas e hospitais católicos correm risco de extermínio Outro tema que foi levantado durante o encontro foi os efeitos do Decreto 8.242, da presidente Dilma Rousseff, sobre as escolas, universidades, hospitais e demais instituições privadas não lucrativas, e que, pelo seu caráter assistencial, gozam do direito constitucional de imunidade de taxas e impostos, tais como IPTU, IPI, ICMS e Imposto de Renda. Segundo os juristas, o decreto presidencial dificulta a aplicação destes direitos constitucionais, colocando em risco a existência dessas instituições que, sem essas imunidades tributárias, não conseguem sobreviver. O resultado final é o prejuízo do bem-estar social da população carente, maior beneficiária dos serviços prestados por essas instituições que atuam, sobretudo, nos setores da educação e da saúde. Segundo o Dr. Sergio Arcury, ex-presidente da Ação Paulista de Estabelecimentos de Ensino Médio, cerca de 6 mil instituições de ensino tiveram que fechar as suas portas, nos últimos anos, em todo o Brasil. Além disso, quase todas as Santas Casas atualmente sobrevivem subsidiadas pelos Governos Estaduais, já que o Governo Federal há 19 anos não atualiza os valores pagos pelo SUS pelos procedimentos realizados nos hospitais conveniados. Significa dizer que as Santas Casas de Misericórdia recebem hoje, por qualquer cirurgia que realizam, o mesmo valor que recebiam há duas décadas. Na visão dos juristas, O decreto 8.242 também atenta contra a democracia, já que substitui o Congresso Nacional na edição de lei complementar para definir os limites do gozo das imunidades tributárias. (MR) #teremos #católicos #Paulo #Juristas #surpresas #adverte
- Fundação de Bill Gates se recusa a financiar o aborto
“Garantir a gravidez segura e saudável é um enfoque que funciona e salva vidas. (…) O tema do aborto deve ser tratado separadamente”: foi assim que Melinda Gates, esposa do milionário fundador da Microsoft, Bill Gates, quis declarar publicamente que a fundação que leva seu nome e o do marido (atendendo os EUA e outros 100 países em desenvolvimento) não financiará o aborto.A mulher, que se casou com Bill em 1994 e teve três filhos com ele, confessou estar muito preocupada pelo impacto cultural e por todas as consequências surgidas a partir do debate na promoção do aborto. De fato, segundo ela, “corre-se o risco de obter o consenso em relação às práticas de planejamento familiar”. O tema é claro: a Fundação Bill & Melina Gates, que conta atualmente com 40,2 milhões de dólares, pretende criar uma barreira entre a defesa da saúde da mulher e as práticas abortivas. “Fizemos grandes progressos para as mulheres no tratamento pré-natal, no abastecimento dos anticoncepcionais e na promoção do cuidado e nutrição adequados para os recém-nascidos. Precisamos seguir em frente neste caminho. A única maneira de fazê-lo é ser claros, estar concentrados e comprometidos”, afirmou. Fonte: Aleteia/ Notizie pro Vita #financiar #Aborto #gates #recusa #funda
- Jovens católicos franceses acham “demodés” bispos e políticos modernizados
Uma nova geração de jovens católicos engajados na defesa da instituição familiar e na vigência da moral na sociedade vem causando consternação na Conferência Episcopal Francesa, segundo a revista “Figaro Magazine”. O episcopado francês está com a consciência pesada – escreveu o vaticanista Jean-Marie Guénois, do grupo do “Figaro” – pois ele se engajou há décadas com o socialismo e o comunismo sob o pretexto de conquistar a classe operária. Porém, após modernizar-se a ponto de quase não se identificar com seu passado, no fim do século XX percebeu que tinha perdido sua influência sobre a classe operária que tende para a extrema direita. O novo problema é que o episcopado, que tentou dar à luz a uma “Igreja jovem” dessacralizada e igualitária, perdeu agora a adesão da juventude! Porém, segundo Guénois, muitos e dos mais importantes bispos do país, que sempre procuram ler os “sinais dos tempos”, sequer deram a impressão de ter percebido a imensa transformação. As famílias católicas jovens mobilizaram centenas de milhares de pessoas contra a lei socialista de “casamento” homossexual. E até alguns bispos apoiaram esse movimento em favor da moral familiar. Porém, a maioria deles resistiu a participar, e alguns até continuam cooperando com o poder socialista. O problema, diz o vaticanista, é que o desacordo de atitudes pastorais acabou rachando os bispos. Na reunião plenária anual de primavera, em Lourdes, eles desabafaram como nunca o fizeram antes. A gota que fez transbordar o copo foi o convite da Conferência Episcopal a Fabienne Brugère – discípula de Judith Butler, uma espécie de “papisa americana da ideologia de gênero” – para falar numa jornada nacional de responsáveis diocesanos da pastoral familiar. O terremoto entre os jovens católicos foi tal que o evento teve de ser cancelado em clima de catástrofe. Essa nova geração não é um fenômeno surgido do nada, ou nas manifestações contra o “casamento” homossexual. Ela vem de bem mais longe. Esta geração foi formada num ambiente familiar. E ela quer interioridade, oração e cultura. Por isso não entende a desordem que invadiu o clero e o culto de muitas paróquias católicas. Ela não nasceu de movimentos eclesiais e não deseja saber das querelas do período pós-conciliar, mas quer se mostrar ufana de sua catolicidade. Segundo duas sondagens mencionadas pelo “Figaro Magazine”, 90% deste movimento de jovens entre 16 e 30 anos são católicos praticantes. Seis por cento deles vão à Missa todos os dias. Para 77%, a devoção eucarística ocupa um papel “essencial” ou “muito importante” na vida. E eles querem a Sagrada Eucaristia entendia no seu sentido genuinamente católico e não nas distorções modernistas. Dessa geração, 72% preferem o nome “católico” em vez de “cristão”, o inverso do que acontecia nos anos 70, e 58% se sentem à vontade com o ensinamento moral da Igreja, sobretudo no tocante à moral conjugal. A nova geração que sem nenhum complexo se afirma católica perturba uma parte dos bispos, diz Guénois, pois age livremente em função de um clero que abandonou a dimensão histórica da Cristandade e da cultura católica. Pelas mesmas causas, ela se desinteressa dos partidos políticos, que, entrementes, a procuram sem sucesso. Ela se apresenta na França como o sinal de um possível despertar de um catolicismo insubmisso ao clichês gastos da modernidade. Ela não tem líderes, mas está se revelando uma pepineira de talentos que ainda não disseram sua última palavra, conclui o “Figaro Magazine”. #cristão #JeanMarieGuénois #Igrejajovem #JovensFranceses #Católico #demodés #FigaroMagazine #bispos #essencial #FabienneBrugère #engajados #Políticos #Missa
- Seis ideias simples para você começar hoje a amar a sua esposa mais ainda
É com orgulho que eu afirmo que sou casado há cerca de quatro anos e meio. Isto faz de mim quase um especialista em mulheres e casamento, certo? (Vou deixar o olhar da minha esposa responder a essa pergunta…). Estou sempre aprendendo e sendo desafiado, e, é claro, tentando ser melhor ao fazer as coisas que eu sei que devo fazer. Essas ideias eu fui pegando tanto de outras pessoas quanto da minha própria experiência. Antes de prosseguir, quero contextualizar um pouco as coisas: eu trabalho em casa, e o meu trabalho é a nossa única fonte de renda. Minha esposa cuida dos nossos dois filhos pequenos, faz a maior parte das nossas compras e a maior parte do trabalho doméstico. A situação de cada pessoa é diferente e eu não pretendo dar a entender que todos os casamentos devam ser como o nosso. Mas estou contando isto porque esta é a organização que eu conheço melhor e porque algumas das ideias que apresento a seguir se referem especificamente à nossa situação. E agora, sem nenhuma ordem particular, cito algumas ideias simples que eu acho que um marido pode adotar para amar a sua esposa cada vez mais a cada novo dia. 1) Pergunte como foi o dia dela antes de começar a falar do seu. Vocês dois trabalharam duro. Vocês dois estão cansados. Vocês dois podem ter assuntos que desejam compartilhar. Mas pergunte a ela sobre o dia dela primeiro. Sempre. Isso mostra que você se importa com o que ela faz e com o que ela está pensando, o que, por sua vez, mostra que você a valoriza. Recomendo fazer isto inclusive quanto você tem uma grande notícia para contar. A menos que seja algo muito urgente, perguntar sobre o dia dela e depois compartilhar a grande notícia mostra ainda melhor o quanto você se preocupa com ela. 2) Agradeça a ela explicitamente, todos os dias, por trabalhar pela família. Sua esposa trabalha duro e, provavelmente, não recebe muitos reconhecimentos por esse trabalho: dinheiro, felicitações públicas, etc. É preciso deixar claro que você sim reconhece o trabalho que ela está fazendo e o admira. Embora cada um tenha a sua “linguagem do amor”, a linguagem do mero pensamento não é suficiente. Você precisa comunicar o seu amor a ela, de alguma forma, todos os dias. Diga a ela, deixe um bilhete, dê um presente: enfim, faça alguma coisa concreta. 3) Aprecie sempre o que ela faz por você, mesmo que não seja feito com perfeição. Ela é sua esposa, não sua empregada. Se ela faz algo por você, valorize. Pode haver falhas, mas agradeça e sugira algo que possa tornar tudo melhor ainda. Por exemplo: o jantar não esteve excelente? Jante e agradeça mesmo assim. Não critique. Depois, sugira algo que torne os próximos jantares melhores ainda e pergunte o que ela acha. 4) Se algo precisa ser feito e vocês dois estão cansados, disponha-se a fazê-lo primeiro. Um longo dia está no fim para vocês dois. Os dois querem relaxar, mas o choro do bebê está indicando que a fralda está suja, ou há pratos na pia esperando para ser lavados. Cada um de vocês gostaria que o outro fizesse o trabalho. Então faça você. Como marido, espera-se que você cuide da família. Cuide fazendo o trabalho que nenhum de vocês gostaria de fazer. 5) Elogie sua mulher todos os dias: não espere pelas datas especiais. Ela é sua esposa, ela é linda, maravilhosa. Você vê nela outras qualidades que admira: faça-a saber disso. 6) Dedique tempo aos seus filhos à noite, e tempo de qualidade. Isto é um ganha-ganha para todos. Você se diverte com seus filhos, os seus filhos se divertem com você. E é também uma forma de amar a sua esposa, por duas razões: primeiro, porque ela vai gostar de ver o marido construindo um bom relacionamento com os filhos; segundo, porque ela esteve o dia todo com as crianças e, se você passar um tempo com seus filhos agora, ela terá um tempinho para fazer outras coisas. Simples, não é? Pois bem, agora vá lá e ame a sua esposa! (Eu gostaria de saber dos meus leitores, tanto homens quanto mulheres, se concordam ou discordam de alguma coisa. Esqueci de algo?) Fonte: Aleteia #ainda #Esposa #ideias #simples
- Na Trindade reconhecemos o modelo da Igreja, chamados a amar como Jesus nos amou, diz o Papa
Vaticano, 15 Jun. 14 / 01:51 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco presidiu hoje, a Missa pela Solenidade da Santíssima Trindade, e a oração do ângelus na Praça de São Pedro, e assegurou que na Trindade, os cristãos reconhecem o modelo da Igreja, no qual estamos chamados a amar-nos uns aos outros como Jesus nos amou. O Santo Padre recordou que “hoje celebramos a solenidade da Santíssima Trindade, que apresenta a nossa contemplação e adoração a vida divina do Padre, do Filho e do Espírito Santo: uma vida de comunhão e de amor perfeito, origem e meta de todo o universo e de toda criatura Deus!”. “Hoje celebramos a solenidade da Santíssima Trindade, que apresenta à nossa contemplação e adoração a vida divina do Pai, do Filho e do Espírito Santo: uma vida de comunhão e de amor perfeito, origem e meta de todo o universo e de cada criatura, Deus. Na Trindade, reconhecemos também o modelo da Igreja, na qual somos chamados a nos amar como Jesus nos amou. É o amor o sinal concreto que manifesta a fé em Deus Pai, Filho e Espírito Santo. É o amor o emblema do cristão, como nos disse Jesus: “Nisto todos saberão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros””. Francisco advertiu que “É uma contradição pensar em cristãos que se odeiam. É uma contradição! E o diabo procura sempre isto: fazer-nos odiar, porque ele sempre semeia o ódio; ele não conhece o amor, o amor é de Deus!”. O Papa sublinhou que “Todos somos chamados a testemunhar e anunciar a mensagem de que “Deus é amor”, que Deus não está distante ou insensível aos acontecimentos humanos. Ele está próximo, está sempre ao nosso lado, caminha conosco para partilhar as nossas alegrias e as nossas dores, as nossas esperanças e os nossos cansaços”. Deus, reiterou o Santo Padre, “Ama-nos tanto a ponto que se fez homem, veio ao mundo não para julgá-lo, mas para que o mundo seja salvo por meio de Jesus. E este é o amor de Deus em Jesus, este amor que é tão difícil de entender, mas que nós sentimos quando nos aproximamos de Jesus”. “E Ele nos perdoa sempre, Ele nos espera sempre, Ele nos ama tanto. E o amor de Jesus que nós sentimos é o amor de Deus”, exclamou o Papa. Francisco assinalou que “O Espírito Santo, dom de Jesus Ressuscitado, nos comunica a vida divina e assim nos faz entrar no dinamismo da Trindade, que é um dinamismo de amor, de comunhão, de serviço recíproco, de partilha. Uma pessoa que ama os outros pela própria alegria de amar é reflexo da Trindade. Uma família em que se ama e se ajuda os outros é um reflexo da Trindade. Uma paróquia em que se quer o bem e se partilham os bens espirituais e materiais é um reflexo da Trindade”. “O amor verdadeiro é sem limites, mas sabe se limitar para ir ao encontro do outro, para respeitar a liberdade do outro. Todos os domingos vamos à Missa, celebramos a Eucaristia juntos e a Eucaristia é como a “sarça ardente” na qual humildemente mora e se comunica a Trindade; por isto a Igreja colocou a festa do Corpus Domini depois daquela da Trindade. Na próxima quinta-feira, segundo a tradição romana, celebraremos a Santa Missa em São João de Latrão e depois faremos a procissão com o Santíssimo Sacramento”. “Convido os romanos e os peregrinos a participar para exprimir o nosso desejo de ser um povo “reunido na unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (São Cipriano). Espero por todos vocês na próxima quinta-feira, às 19h, para a Missa e a procissão de Corpus Christi. A Virgem Maria, criatura perfeita da Trindade, nos ajude a fazer de toda a nossa vida, nos pequenos gestos e nas escolhas mais importantes, um hino de louvor a Deus, que é Amor”, concluiu. #reconhecemos #chamados #modelo #Trindade #Igreja #Jesus
- Esqueletos de bebês em vala comum de convento: mentira desmascarada!
Aposto que o seu amigo ateu e aquela sua amiga protestante compartilharam com júbilo nas redes sociais a notícia de que esqueletos de quase 800 bebês foram encontrados em uma vala comum de um convento em Tuam, na Irlanda. Este seria um ato vil da Igreja Católica “marvada”, mais uma vez oprimindo a humanidade com seus dogmas, não é mesmo? Errado! Catherine Corless, a historiadora irlandesa que descobriu os esqueletos, veio a público dizer que suas declarações foram vergonhosamente distorcidas. Em uma entrevista ao jornal The Irish Times, Corless desmascarou o caô: “Eu nunca usei essa palavra ‘despejado’. Eu nunca disse a ninguém que 800 corpos foram jogados em um tanque séptico [tanque de esgoto]. Isso não veio de mim em momento algum. Essas não são minhas palavras”. A mídia sensacionalista e irresponsável fez mais uma de suas lambanças, inventando escândalo onde não há. Alguns jornais mais cretinos chegaram a dizer que os esqueletos foram achados em um tanque de esgoto. Mas a VERDADE é que: os esqueletos dos bebês NÃO foram encontrados em uma fossa ou vala comum, e sim em uma sepultura comunitária, um tipo de estrutura muito comum ainda usada no passado em algumas partes da Europa; não há qualquer indício de que as religiosas do convento tenham levado os bebês à morte, seja por negligência ou por maus tratos. Finbar McCormick, professor de geografia da Queens University Belfast, esculachou os meios de comunicação por descreverem o último lugar de descanso das crianças como uma fossa de cimento (ou vala comum). Ele afirmou: “Como foi descrita, é muito mais provável que a estrutura seja um jazigo em forma de fosso, um método comum de sepultamento usado no passado recente e ainda hoje utilizado em muitas partes da Europa. (…) Esses túmulos ainda são usados extensivamente em países do Mediterrâneo. (…) “Muitas maternidades na Irlanda possuíam uma sepultura comunitária para crianças natimortas ou para aquelas que morriam logo após o nascimento. Estas ficavam, por vezes, em um cemitério nas proximidades, mas mais frequentemente em uma área especial dentro do território do hospital.” (Fonte: Site da Forbes) “…era uma instituição que dependia do dinheiro publico. Em 1951, as irmãs imploraram ao Conselho por mais recursos. Em 1949, se encontraram com o senador Martin Quinn e falaram de como as crianças estavam sofrendo pela falta de recursos. Ele respondeu: ‘eu não gosto desse tipo de declaração que atrai tanta visibilidade’. E, vergonhosamente, os moradores da região reclamaram pelo fato do abrigo ser custeado com o dinheiro dos contribuintes.” (Fonte: The Telegraph) Além da penúria do orfanato, outro ponto que contribuiu para a alta taxa de mortalidade das crianças era a superlotação, já que o convento católico era uma das poucas instituições – ou talvez a única – que acolhiam crianças órfãs e indesejadas. Era comum que as crianças compartilhassem o mesmo berço e, quando uma pegava um vírus ou infecção, quase todas as demais acabavam sendo contagiadas. Assim, muitas morreram devido à tuberculose, gripe, sarampo e meningite, entre outras doenças. Até o momento, a Revista Forbes e um blog do historiador Tim Stanley (colunista do jornal The Telegraph) foram alguns dos poucos órgãos de imprensa que repercutiram a reclamação da historiadora irlandesa sobre a distorção de suas palavras. A mídia global prefere ignorá-la. Não, aquele orfanato não deveria ser nenhum paraíso; mas talvez fosse o melhor que um punhado de freiras sem recursos pudesse oferecer. Em honra à memória das religiosas de Bon Secours, a ordem responsável pelo pobre orfanato, espalhe essa verdade! Descansem em paz, irmãs. Fonte: O catequista #bebês #esqueletos #desmascarada #convento #comum #mentira
- Você sabe como o Papa Francisco quer ser lembrado?
MADRI, 13 Jun. 14 / 10:35 am (ACI).- Na entrevista que concedeu ao jornal espanhol La Vanguardia e que foi publicada nesta sexta-feira, 13 de junho, o Papa Francisco comenta como quer ser recordado na história. À pergunta, o Santo Padre responde com simplicidade que “nunca havia pensado, mas gosto quando se recorda alguém dizendo que era uma boa pessoa, que fez o que podia, não ara assim tão má. Gosto disso”. Sobre seus planos antes de ser eleito Papa, o Pontífice recorda que já tinha um quarto reservado em uma casa de retiro em Buenos Aires, concretamente para sacerdotes idosos: “Eu deixaria o arcebispado no final do ano passado e já tinha apresentado a renúncia ao Papa Bento quando fiz 75 anos”. “Escolhi um quarto e disse ‘quero vir morar aqui’. Trabalharei como padre, ajudando as paróquias. Esse ia ser meu futuro antes de ser Papa” agora com 77 anos de idade. Quanto à renúncia de Bento XVI, o Santo Padre afirma que seu predecessor “fez um gesto muito grande. Abriu uma porta, criou uma instituição, a dos eventuais Papas eméritos”. “Faz 70 anos, não havia bispos eméritos. Hoje quantos há? Bom, como vivemos mais tempo, chegamos a uma idade onde não podemos continuar com as coisas. Eu farei o mesmo que ele, pedirei ao Senhor que me ilumine quando chegar o momento e que me diga o que tenho que fazer, e com certeza Ele vai me dizer”. Sobre a Copa do Mundo de Futebol Brasil 2014, à qual dedicou uma mensagem especial, o Pontífice comenta descontraído que “os brasileiros me pediram a neutralidade e preciso manter a palavra porque o Brasil e a Argentina sempre são antagonistas”. #Francisco #lembrado
- Miss Pensilvânia e candidata a Miss Estados Unidos conta que foi concebida em um estupro
WASHINGTON DC, 11 Jun. 14 / 09:43 am (ACI/EWTN Noticias).- Valerie Gatto, Miss Pensilvânia e candidata ao concurso de beleza Miss Estados Unidos 2014, que foi celebrado há alguns dias, revelou que foi concebida em um estupro. Porém, isso não a intimidou no seu caminho para o sucesso, e pelo contrário, busca ser fonte de inspiração para que as pessoas saibam que “não podem deixar que suas circunstâncias definam a própria vida”. Entrevistada recentemente pelo Today.com, Valerie, que ficou entre as 20 primeiras no concurso de beleza, assegurou que “eu acredito que Deus me colocou aqui por alguma razão: para inspirar as pessoas, para alentá-las, para dar-lhes esperança de que tudo é possível e que não podem deixar que as circunstâncias definam a sua vida”. “Ser uma filha de um estupro, não saber quem é o meu pai, não saber se ele já foi encontrado, a maioria das pessoas pensa que é uma situação muito negativa”, expressou. Entretanto, Valerie assinalou que “cresci com a minha mãe e meus avós. Eles nunca olharam para isso como algo negativo. Tenho uma família amorosa, que me apoia, e que me diz que eu poderia ser presidente dos Estados Unidos”. A jovem, que também é uma consultora de marketing, recordou que quando era mais nova e perguntou para a sua mãe como tinha sido concebida, lhe contou que “aconteceu uma coisa muito ruim. Um homem muito mau quis me machucar, mas Deus me deu você”. “Infelizmente, temos que estar alertas em relação a estes crimes”, disse Gatto, que se esforçou por compartilhar a sua experiência com diversos grupos de pessoas para ajudar na prevenção de estupros. “Espero mostrar às outras como ser pró-ativas, o que podem fazer, como estar presente, estar ciente de seu entorno, pequenas coisas como essas… estou educando as mulheres sobre um tema que é tão sério, mas é tão maravilhoso ver suas respostas. Dizem que isso mudas as suas vidas”. Valerie assegurou que não compartilhou a sua história “por publicidade”, mas “estou fazendo isto para mudar realmente o mundo e fazer uma diferença”. Em uma entrevista anterior, no final de 2013, depois de ser coroada Miss Pensilvânia, Valerie recordou que sua mãe “sempre me dizia que eu era a sua luz”, e assinalou que “desde esse momento da concepção, houve essa luz, associada com a escuridão”. #estados #pensilvania #concebida #conta #Unidos #candidata
- Estudo revela que crianças no ventre sentem o estresse de suas mães
WASHINGTON DC, 06 Jun. 14 / 01:33 pm (ACI/EWTN Noticias).- Um grupo de pesquisadores das universidades Durham e Lancaster, no Reino Unido, revelou que as crianças no ventre podem sentir o estresse de suas mães, e inclusive podem expressar este mal-estar fisicamente, mexendo a sua mão esquerda para o rosto. O estudo, publicado na revista “Laterality: Asymmetries of Body, Brain and Cognition”, revela que o estresse materno pode ter um efeito temporário no nascituro, por isso é conveniente evitá-lo, na medida do possível. A doutora Nadja Reissland, que trabalha no departamento de Psicologia da Universidade de Durham e é a autora principal do estudo, indicou que esta pesquisa “sugere que o estresse poderia ter efeito sobre o comportamento da criança no útero e destaca a importância de reduzir o estresse materno durante a gravidez”. A pesquisadora sugere que estas medidas podem incluir “uma crescente ênfase em parar mais cedo com o trabalho estressante, a inclusão de aulas de relaxamento no cuidado pré-natal e a participação de toda a família no período pré-natal”. O estudo, precisou, não sugere que “o estresse materno leve a criança a ficar canhota depois do nascimento”, mas “sugere, entretanto, que um feto pode detectar quando uma mãe está estressada e que ele responde a este estresse”. Para realizar a pesquisa, os cientistas britânicos utilizaram ecografias em 4D, com as que observaram 15 bebês e gravaram 342 ocasiões nas quais se tocaram o rosto. As imagens foram captadas em quatro etapas diferentes da gravidez, entre a 24ª e 36ª semanas. A Dra. Reissland acrescentou que serão necessárias mais pesquisas para saber se o estresse pré-natal poderia ter efeitos a longo prazo no desenvolvimento das crianças, depois do parto. #crian #estresse #estudo #ventre #revela #sentem
- Golpe! – Dilma decidiu extinguir a democracia por decreto
Atenção, leitores! De mansinho, o PT e a presidente Dilma Rousseff resolveram instalar no país a ditadura petista por decreto. Leiam o conteúdo do decreto 8.243, de 23 de maio deste ano, que cria uma tal “Política Nacional de Participação Social” e um certo “Sistema Nacional de Participação Social”. O Estadão escreve nesta quinta um excelente editorial a respeito. Trata-se de um texto escandalosamente inconstitucional, que afronta o fundamento da igualdade perante a lei, que fere o princípio da representação democrática e cria uma categoria de aristocratas com poderes acima dos outros cidadãos: a dos membros de “movimentos sociais”. O que faz o decreto da digníssima presidente? Em primeiro lugar, define o que é “sociedade civil” em vários incisos do Artigo 2º. Logo o inciso I é uma graça, a saber: “I – sociedade civil – o cidadão, os coletivos, os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações”. Pronto! Cabe qualquer coisa aí. Afinal, convenham: tudo aquilo que não é institucional é, por natureza, não institucional. Em seguida, o texto da Soberana estabelece que “todos os órgãos da administração pública direta ou indireta” contarão, em seus conselhos, com representantes dessa tal sociedade civil — que, como já vimos, será tudo aquilo que o governo de turno decidir que é… sociedade civil Todos os órgãos da gestão pública, incluindo agências reguladoras, por exemplo, estariam submetidos aos tais movimentos sociais — que, de resto, sabemos, são controlados pelo PT. Ao estabelecer em lei a sua participação na administração pública, os petistas querem se eternizar no poder, ganhem ou percam as eleições. Isso que a presidente está chamando de “sistema de participação” é, na verdade, um sistema de tutela. Parte do princípio antidemocrático de que aqueles que participam dos ditos movimentos sociais são mais cidadãos do que os que não participam. Criam-se, com esse texto, duas categorias de brasileiros: os que têm direito de participar da vida pública e os que não têm. Alguém dirá: “Ora, basta integrar um movimento social”. Mas isso implicará, necessariamente, ter de se vincular a um partido político. A Constituição brasileira assegura o direito à livre manifestação e consagra a forma da democracia representativa: por meio de eleições livres, que escolhem o Parlamento. O que Dilma está fazendo, por decreto, é criar uma outra categoria de representação, que não passa pelo processo eletivo. Trata-se de uma iniciativa que busca corroer por dentro o regime democrático. O PT está tentando consolidar um comissariado à moda soviética. Trata-se de um golpe institucional. Será um escândalo se a Ordem dos Advogados do Brasil não recorrer ao Supremo contra essa excrescência. Com esse decreto, os petistas querem, finalmente, tornar obsoletas as eleições. O texto segue o melhor padrão da ditadura venezuelana e das protoditaduras de Bolívia, Equador e Nicarágua. Afinal, na América Latina, hoje em dia, os golpes são dados pelas esquerdas, pela via aparentemente legal. Inconformado com a democracia, o PT quer agora extingui-la por decreto. #Democracia #decreto #dilma #golpe #decidiu #extinguir
- Papa critica casais que decidem não ter filhos por causa da cultura do bem-estar
Vaticano, 03 Jun. 14 / 12:55 pm (ACI/EWTN Noticias).- Durante a Missa desta segunda-feira, celebrada na Casa Santa Marta, o Papa Francisco chamou os casais cristãos a amar-se como Cristo ama a sua Igreja, com fidelidade, perseverança e fecundidade; entretanto, advertiu que “há coisas que não agradam o Senhor”, como aqueles casais que cederam à cultura do bem-estar e por escolha não desejam ter filhos. “Esta cultura do bem-estar, de dez anos atrás, nos convenceu: ‘É melhor não ter filhos! Assim você pode conhecer o mundo, quando estiver de férias, pode ter uma casa no campo, ficar tranquilo’. Talvez seja melhor – mais cômodo – ter um cãozinho, dois gatos, e o amor vai para dois gatos e para o cãozinho. É verdade ou não? Ao fim, esse matrimônio chega à velhice com a amargura da má solidão. Não é fecundo, não faz o que Jesus fez com a Sua Igreja: tornando-a fecunda”, expressou o Papa. Na Missa participaram uns quinze casais de 25 a 60 anos de casado, e o Papa lhes recordou que o amor de Jesus “faz fecunda à Igreja com novos filhos, Batismos, e a Igreja cresce com esta fecundidade nupcial”. Segundo a Rádio Vaticano, o Papa disse que em um casamento esta fecundidade pode ser às vezes colocada à prova, quando os filhos não chegam ou se ficam doentes. Nesses casos “há casais que olham para Jesus e tomam a força da fecundidade que Ele tem para com a sua Igreja”. Por outro lado, “há coisas que não agradam o Senhor”, como os matrimônios estéreis por escolha. Jesus, indicou o Santo Padre, tem três grandes amores, pelo Pai, pela sua Mãe e pela Igreja. Por esta última tem um amor “grande”. É “sua esposa: bela, santa, pecadora, mas a ama igualmente”. E este amor se caracteriza, além de pela fecundidade, também pela fidelidade e a perseverança. “É um amor fiel e perseverante; Ele não se cansa nunca de amar a Sua Igreja. É um amor fecundo e fiel. Jesus é fiel! São Paulo, em uma de suas Cartas diz: ‘Se tu confessares Cristo, Ele te confessará, a ti, diante do Pai; se tu renegares Cristo, Ele te renegará, a ti; se tu não for fiel a Cristo, Ele permanecerá fiel, porque não pode renegar a si mesmo!’”. “A fidelidade é justamente o ser do amor de Cristo, ela é como uma luz sobre o matrimônio. A fidelidade do amor. Sempre”, expressou o Papa. E assim como é fiel e fecundo, o amor de Jesus pela Igreja também é incansável, perseverantes. “A vida matrimonial deve ser perseverante, deve ser perseverante. Porque do contrário o amor não pode seguir adiante. A perseverança no amor, nos momentos belos e nos momentos difíceis, quando há problemas: problemas com os filhos, problemas econômicos, problemas aqui, problemas lá”. “O amor persevera, vai adiante, sempre procurando resolver as coisas para salvar a família. Perseverantes: homem e mulher se levantam, todos os dias, e levam a família adiante”, afirmou o Papa Francisco. #mulher #Cristo #Homem #SantoPadre #planejamentofamiliar #matrimônio #PapaFrancisco #Jesus #casasantamarta
- A pornografia prejudica o cérebro, revela estudo
WASHINGTON DC, 02 Jun. 14 / 10:50 am (ACI/EWTN Noticias).- Além dos diversos problemas morais e psicológicos, em alguns casos psiquiátricos como quando se cai no vício, um novo estudo demonstrou que a pornografia afeta seriamente o cérebro dos homens que a consomem. Os homens que passam muito tempo olhando pornografia na Internet parecem ter menos substância cinzenta em certas partes do cérebro, registram uma redução de sua atividade cerebral e tem as suas respostas à atividade sexual afetadas, de acordo com uma pesquisa alemã publicada nesta quinta-feira nos Estados Unidos. O estudo mostra também que provavelmente as pessoas que veem muita pornografia poderiam precisar de imagens cada vez mais explícitas e gráficas para poder conseguir o estímulo sexual que esperam ter. “Encontramos um importante vínculo negativo entre o ato de ver pornografia por várias horas à semana e o volume de substância cinzenta no lobo direito do cérebro”, assim como a atividade do córtex pré-frontal, assinalam os pesquisadores do Instituto Max Planck para o Desenvolvimento Humano em Berlim (Alemanha). “Estes efeitos poderiam incluir mudanças na plasticidade neuronal resultante de intensa estimulação do centro do prazer”, acrescenta o estudo publicado na revista da Associação Médica Americana Psychiatry. Os autores, entretanto, não puderam provar que estes fenômenos sejam causados diretamente pelo consumo de pornografia e, portanto, afirmam que é necessário continuar com as pesquisas. Mas, segundo eles, a pesquisa proporciona um primeiro indício de que há uma relação entre o ato de ver pornografia e a redução do tamanho e a atividade do cérebro como reação à estimulação sexual. Para realizar o estudo, os autores recrutaram 64 homens saudáveis com idade entre 21 e 45 anos, e pediu para que respondam um questionário sobre o tempo dedicado a ver vídeos pornográficos, que deu como resultado médio quatro horas semanais. Também foram feitas tomografias computadorizadas (MRI) do cérebro para medir seu volume e observar como reagia às imagens pornográficas. Na maioria dos casos, quanto mais pornografia os sujeitos viam, mais diminuía o corpo estriado do cérebro, uma pequena estrutura nervosa que fica justo debaixo do córtex cerebral. Os cientistas também observaram que, quanto maior era o consumo de imagens pornográficas, mais se deterioravam as conexões entre o corpo estriado e o córtex pré-frontal, que é a parte externa do cérebro encarregada do comportamento e da tomada de decisões. #substânciacinzenta #córtexpréfrontal #pornográficos #cérebro #Internet #plasticidadeneuronal #Ciências #estimulaçãosexual #pornografia #tomografias #Psychiatry
- Vamos defender a vida
Fonte: Padre Paulo Ricardo Descubra como você pode ajudar a derrubar a Lei Cavalo de Troia e afugentar o aborto do Brasil Este é um momento importantíssimo de nossa luta em defesa da vida, contra a legalização do aborto no Brasil. No ano passado, a Lei n. 12.845/2013, que aparentemente dispunha “sobre o atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual”, foi sancionada pela Presidente da República. Olhando para a linguagem do texto legal, alertamos que esta lei abriria uma brecha para a possibilidade de se fazer o aborto em nosso país. Com razão o então projeto foi apelidado de “Cavalo de Troia”. [youtube]https://www.youtube.com/watch?v=-TMGwBV18Do[/youtube] O argumento do governo – e até de algumas pessoas do movimento pró-vida – era o de que esta lei se referia tão somente à proteção da mulher e que não tinha nada que ver com o Poder Executivo – ainda que fosse o próprio Ministério da Saúde a propor o projeto de lei. Acontece que, na última semana, o mesmo Ministério da Saúde, por meio da Portaria n. 415 de 2014, regulamentou a Lei Cavalo de Troia, incluindo na tabela de procedimentos do Sistema Único de Saúde a “interrupção da gestação/antecipação terapêutica do parto”, fixando o preço do abortamento em R$ 443,40. O mesmo preço de um parto. (Aparentemente, para essas pessoas, a morte e a vida são a mesma coisa.) Diante da notoriedade que ganhou a portaria, o Ministério da Saúde acabou por revogá-la esta semana (pela Portaria n. 437), sem apresentar nenhuma justificativa. No entanto, a verdade já havia sido revelada: realmente, a Lei Cavalo de Troia foi concebida para disseminar a prática do aborto no Brasil. Se a portaria foi felizmente revogada, a Lei Cavalo de Troia, no entanto, continua vigente. Só poderemos cantar um canto de verdadeira vitória quando este texto for totalmente retirado de nosso ordenamento jurídico. Para isso, é preciso que ajamos, entrando em contato com os parlamentares da Câmara dos Deputados. Há um projeto de lei no Congresso Nacional, de autoria do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que “revoga a Lei n.º 12.845, de 1º de agosto de 2013”: trata-se do Projeto de Lei n. 6033/2013. É importante que todos os brasileiros, independentemente da religião que professam, telefonem e enviem e-mails aos nossos parlamentares, pedindo que aprovem com urgência o PL 6033/13, a fim de varrer do mapa do Brasil a perfídia do aborto e da cultura da morte. Segue abaixo a lista com os telefones e e-mails de contato das lideranças dos partidos e dos parlamentares de cada estado: Liderança do Governo Henrique Fontana (PT-RS) / 0 xx (61) 3215-9001; lid.govcamara@camara.leg.br Liderança da Minoria Domingos Sávio / 0 xx (61) 3215-9820; lid.min@camara.leg.br PT Partido dos Trabalhadores Vicentinho / 0 xx (61) 3215-9102 lid.pt@camara.leg.br PMDB Partido do Movimento Democrático Brasileiro Eduardo Cunha / 0 xx (61) 3215-9181 / 80 lid.pmdb@camara.leg.br PSD Partido Social Democrático Moreira Mendes / 0 xx (61) 3215-9060 / 9070 lid.psd@camara.leg.br PSDB Partido da Social Democracia Brasileira Antonio Imbassahy / 0 xx (61) 3215-9345 / 9346 lid.psdb@camara.leg.br PP Partido Progressista Eduardo da Fonte / 0 xx (61) 3215-9421 lid.pp@camara.leg.br PR Partido da República Bernardo Santana de Vasconcellos / 0 xx (61) 3215-9550 lid.pr@camara.leg.br DEM Democratas Mendonça Filho / 0 xx (61) 3215-9265 / 9281 lid.dem@camara.leg.br PSB Partido Socialista Brasileiro Beto Albuquerque / 0 xx (61) 3215-9650 lid.psb@camara.leg.br SD Solidariedade Fernando Francischini / 0 xx (61) 3215-5265 lid.solidariedade@camara.leg.br PROS Partido Republicano da Ordem Social Givaldo Carimbão / 0 xx (61) 3215-9990 lid.pros@camara.leg.br PDT Partido Democrata Trabalhista Vieira da Cunha / 0 xx (61) 3215-9700 / 9701 / 9703 lid.pdt@camara.leg.br PTB Partido Trabalhista Brasileiro Jovair Arantes / 0 xx (61) 3215-9502 / 9503 lid.ptb@camara.leg.br PSC Partido Social Cristão Andre Moura / 0 xx (61) 3215-9762 / 9771 / 9761 lid.psc@camara.leg.br PRB Partido Republicano Brasileiro George Hilton / 0 xx (61) 3215-9880 / 9882 / 9884 lid.prb@camara.leg.br PV Partido Verde Sarnye Filho / 0 xx (61) 3215-9790 / Fax: 0 xx (61) 3215-9794 lid.pv@camara.leg.br E-mails dos Gabinetes das Lideranças lid.govcamara@camara.leg.br; lid.min@camara.leg.br; lid.pt@camara.leg.br; lid.pmdb@camara.leg.br; lid.psd@camara.leg.br; lid.psdb@camara.leg.br; lid.pp@camara.leg.br; lid.pr@camara.leg.br; lid.dem@camara.leg.br; lid.psb@camara.leg.br; lid.solidariedade@camara.leg.br; lid.pros@camara.leg.br; lid.pdt@camara.leg.br; lid.ptb@camara.leg.br; lid.psc@camara.leg.br; lid.prb@camara.leg.br; lid.pv@camara.leg.br; E-mails dos Deputados Acre dep.marciobittar@camara.leg.br; dep.henriqueafonso@camara.leg.br; dep.gladsoncameli@camara.leg.br; dep.flavianomelo@camara.leg.br; dep.antonialucia@camara.leg.br; Alagoas dep.rosinhadaadefal@camara.leg.br; dep.renanfilho@camara.leg.br; dep.mauricioquintellalessa@camara.leg.br; dep.joaolyra@camara.leg.br; dep.givaldocarimbao@camara.leg.br; dep.franciscotenorio@camara.leg.br; dep.arthurlira@camara.leg.br; dep.alexandretoledo@camara.leg.br; Amazonas dep.silascamara@camara.leg.br; dep.sabinocastelobranco@camara.leg.br; dep.rebeccagarcia@camara.leg.br; dep.pauderneyavelino@camara.leg.br; dep.henriqueoliveira@camara.leg.br; dep.carlossouza@camara.leg.br; dep.atilalins@camara.leg.br; Amapá dep.viniciusgurgel@camara.leg.br; dep.sebastiaobalarocha@camara.leg.br; dep.luizcarlos@camara.leg.br; dep.fatimapelaes@camara.leg.br; dep.davialcolumbre@camara.leg.br; Bahia dep.sergiobrito@camara.leg.br; dep.paulomagalhaes@camara.leg.br; dep.ozieloliveira@camara.leg.br; dep.robertobritto@camara.leg.br; dep.marionegromonte@camara.leg.br; dep.marcosmedrado@camara.leg.br; dep.marciomarinho@camara.leg.br; dep.luizdedeus@camara.leg.br; dep.luciovieiralima@camara.leg.br; dep.jutahyjunior@camara.leg.br; dep.joserocha@camara.leg.br; dep.josenunes@camara.leg.br; dep.josecarlosaraujo@camara.leg.br; dep.joaoleao@camara.leg.br; dep.joaocarlosbacelar@camara.leg.br; dep.janionatal@camara.leg.br; dep.fernandotorres@camara.leg.br; dep.felixmendoncajunior@camara.leg.br; dep.fabiosouto@camara.leg.br; dep.eriveltonsantana@camara.leg.br; dep.edsonpimenta@camara.leg.br; dep.claudiocajado@camara.leg.br; dep.arthuroliveiramaia@camara.leg.br; dep.antoniobrito@camara.leg.br; dep.antonioimbassahy@camara.leg.br; Ceará dep.vicentearruda@camara.leg.br; dep.raimundogomesdematos@camara.leg.br; dep.maurobenevides@camara.leg.br; dep.mariofeitoza@camara.leg.br; dep.manoelsalviano@camara.leg.br; dep.joselinhares@camara.leg.br; dep.goretepereira@camara.leg.br; dep.geneciasnoronha@camara.leg.br; dep.edsonsilva@camara.leg.br; dep.domingosneto@camara.leg.br; dep.daniloforte@camara.leg.br; dep.arnonbezerra@camara.leg.br; dep.ariostoholanda@camara.leg.br; dep.antoniobalhmann@camara.leg.br; dep.anibalgomes@camara.leg.br; dep.andrefigueiredo@camara.leg.br; Distrito Federal dep.izalci@camara.leg.br; dep.jaquelineroriz@camara.leg.br; dep.luizpitiman@camara.leg.br; dep.reguffe@camara.leg.br; dep.ronaldofonseca@camara.leg.br; Espírito Santo dep.suelividigal@camara.leg.br; dep.rosedefreitas@camara.leg.br; dep.paulofoletto@camara.leg.br; dep.manato@camara.leg.br; dep.lelocoimbra@camara.leg.br; dep.lauriete@camara.leg.br; dep.dr.jorgesilva@camara.leg.br; dep.cesarcolnago@camara.leg.br; dep.camilocola@camara.leg.br; Goiás dep.vilmarrocha@camara.leg.br; dep.valdivinodeoliveira@camara.leg.br; dep.thiagopeixoto@camara.leg.br; dep.sandromabel@camara.leg.br; dep.sandesjunior@camara.leg.br; dep.ronaldocaiado@camara.leg.br; dep.robertobalestra@camara.leg.br; dep.pedrochaves@camara.leg.br; dep.magdamofatto@camara.leg.br; dep.leandrovilela@camara.leg.br; dep.jovairarantes@camara.leg.br; dep.joaocampos@camara.leg.br; dep.irisdearaujo@camara.leg.br; dep.heulercruvinel@camara.leg.br; dep.flaviamorais@camara.leg.br; dep.armandovergilio@camara.leg.br; Maranhão dep.albertofilho@camara.leg.br; dep.simplicioaraujo@camara.leg.br; dep.sarneyfilho@camara.leg.br; dep.pintoitamaraty@camara.leg.br; dep.professorsetimo@camara.leg.br; dep.pedronovais@camara.leg.br; dep.pedrofernandes@camara.leg.br; dep.lourivalmendes@camara.leg.br; dep.heliosantos@camara.leg.br; dep.gastaovieira@camara.leg.br; dep.franciscoescorcio@camara.leg.br; dep.domingosdutra@camara.leg.br; dep.davialvessilvajunior@camara.leg.br; dep.cleberverde@camara.leg.br; dep.carlosbrandao@camara.leg.br; dep.wevertonrocha@camara.leg.br; dep.waldirmaranhao@camara.leg.br; dep.zevieira@camara.leg.br; Minas Gerais dep.vitorpenido@camara.leg.br; dep.zesilva@camara.leg.br; dep.ademircamilo@camara.leg.br; dep.aeltonfreitas@camara.leg.br; dep.toninhopinheiro@camara.leg.br; dep.stefanoaguiar@camara.leg.br; dep.subtenentegonzaga@camara.leg.br; dep.saraivafelipe@camara.leg.br; dep.rodrigodecastro@camara.leg.br; dep.renzobraz@camara.leg.br; dep.pauloabiackel@camara.leg.br; dep.newtoncardoso@camara.leg.br; dep.maurolopes@camara.leg.br; dep.marcuspestana@camara.leg.br; dep.marcosmontes@camara.leg.br; dep.luizfernandofaria@camara.leg.br; dep.luistibe@camara.leg.br; dep.lincolnportela@camara.leg.br; dep.leonardoquintao@camara.leg.br; dep.laelvarella@camara.leg.br; dep.juliodelgado@camara.leg.br; dep.josehumberto@camara.leg.br; dep.joaomagalhaes@camara.leg.br; dep.joaobittar@camara.leg.br; dep.jairoataide@camara.leg.br; dep.jaimemartins@camara.leg.br; dep.geraldothadeu@camara.leg.br; dep.georgehilton@camara.leg.br; dep.fabioramalho@camara.leg.br; dep.erosbiondini@camara.leg.br; dep.eduardobarbosa@camara.leg.br; dep.dr.grilo@camara.leg.br; dep.domingossavio@camara.leg.br; dep.dimasfabiano@camara.leg.br; dep.diegoandrade@camara.leg.br; dep.carlosmelles@camara.leg.br; dep.bonifaciodeandrada@camara.leg.br; dep.bilacpinto@camara.leg.br; dep.bernardosantanadevasconcellos@camara.leg.br; dep.aracelydepaula@camara.leg.br; dep.antonioandrade@camara.leg.br; dep.alexandresilveira@camara.leg.br; dep.waltertosta@camara.leg.br; Mato Grosso dep.wellingtonfagundes@camara.leg.br; dep.valtenirpereira@camara.leg.br; dep.robertodorner@camara.leg.br; dep.nilsonleitao@camara.leg.br; dep.juliocampos@camara.leg.br; dep.elienelima@camara.leg.br; dep.carlosbezerra@camara.leg.br; Mato Grosso do Sul dep.reinaldoazambuja@camara.leg.br; dep.marcalfilho@camara.leg.br; dep.mandetta@camara.leg.br; dep.geraldoresende@camara.leg.br; dep.fabiotrad@camara.leg.br; dep.akiraotsubo@camara.leg.br; Pará dep.dudimarpaxiuba@camara.leg.br; dep.elcionebarbalho@camara.leg.br; dep.giovanniqueiroz@camara.leg.br; dep.josepriante@camara.leg.br; dep.josuebengtson@camara.leg.br; dep.liramaia@camara.leg.br; dep.luciovale@camara.leg.br; dep.luizotavio@camara.leg.br; dep.nilsonpinto@camara.leg.br; dep.wandenkolkgoncalves@camara.leg.br; dep.wladimircosta@camara.leg.br; dep.zequinhamarinho@camara.leg.br; Paraíba dep.aguinaldoribeiro@camara.leg.br; dep.wilsonfilho@camara.leg.br; dep.wellingtonroberto@camara.leg.br; dep.ruycarneiro@camara.leg.br; dep.nildagondim@camara.leg.br; dep.manoeljunior@camara.leg.br; dep.majorfabio@camara.leg.br; dep.hugomotta@camara.leg.br; dep.efraimfilho@camara.leg.br; dep.damiaofeliciano@camara.leg.br; dep.benjaminmaranhao@camara.leg.br; Pernambuco dep.wolneyqueiroz@camara.leg.br; dep.vilalba@camara.leg.br; dep.silviocosta@camara.leg.br; dep.robertoteixeira@camara.leg.br; dep.raulhenry@camara.leg.br; dep.pastoreurico@camara.leg.br; dep.mendoncafilho@camara.leg.br; dep.josechaves@camara.leg.br; dep.joseaugustomaia@camara.leg.br; dep.jorgecortereal@camara.leg.br; dep.inocenciooliveira@camara.leg.br; dep.gonzagapatriota@camara.leg.br; dep.fernandocoelhofilho@camara.leg.br; dep.eduardodafonte@camara.leg.br; dep.danilocabral@camara.leg.br; dep.brunoaraujo@camara.leg.br; dep.augustocoutinho@camara.leg.br; dep.andersonferreira@camara.leg.br; dep.andredepaula@camara.leg.br; Piauí dep.paeslandim@camara.leg.br; dep.marllossampaio@camara.leg.br; dep.juliocesar@camara.leg.br; dep.iracemaportella@camara.leg.br; dep.hugonapoleao@camara.leg.br; dep.atilalira@camara.leg.br; Paraná dep.abelardolupion@camara.leg.br; dep.takayama@camara.leg.br; dep.reinholdstephanes@camara.leg.br; dep.ratinhojunior@camara.leg.br; dep.osmarserraglio@camara.leg.br; dep.odiliobalbinotti@camara.leg.br; dep.nelsonpadovani@camara.leg.br; dep.nelsonmeurer@camara.leg.br; dep.luiznishimori@camara.leg.br; dep.luizcarloshauly@camara.leg.br; dep.leopoldomeyer@camara.leg.br; dep.joaoarruda@camara.leg.br; dep.hermesparcianello@camara.leg.br; dep.giacobo@camara.leg.br; dep.fernandofrancischini@camara.leg.br; dep.eduardosciarra@camara.leg.br; dep.edmararruda@camara.leg.br; dep.dilceusperafico@camara.leg.br; dep.cidaborghetti@camara.leg.br; dep.andrezacharow@camara.leg.br; dep.alfredokaefer@camara.leg.br; dep.alexcanziani@camara.leg.br; Rio de Janeiro dep.adrian@camara.leg.br; dep.zoinho@camara.leg.br; dep.washingtonreis@camara.leg.br; dep.vitorpaulo@camara.leg.br; dep.simaosessim@camara.leg.br; dep.sergiozveiter@camara.leg.br; dep.romario@camara.leg.br; dep.rodrigomaia@camara.leg.br; dep.rodrigobethlem@camara.leg.br; dep.pedropaulo@camara.leg.br; dep.paulofeijo@camara.leg.br; dep.otavioleite@camara.leg.br; dep.miroteixeira@camara.leg.br; dep.marcelomatos@camara.leg.br; dep.manuelrosaneca@camara.leg.br; dep.liliamsa@camara.leg.br; dep.leonardopicciani@camara.leg.br; dep.juliolopes@camara.leg.br; dep.jairbolsonaro@camara.leg.br; dep.hugoleal@camara.leg.br; dep.glauberbraga@camara.leg.br; dep.franciscofloriano@camara.leg.br; dep.filipepereira@camara.leg.br; dep.felipebornier@camara.leg.br; dep.eduardocunha@camara.leg.br; dep.edsonezequiel@camara.leg.br; dep.duduluizeduardo@camara.leg.br; dep.dr.paulocesar@camara.leg.br; dep.dr.carlosalberto@camara.leg.br; dep.dr.adilsonsoares@camara.leg.br; dep.aureo@camara.leg.br; dep.aroldedeoliveira@camara.leg.br; dep.anthonygarotinho@camara.leg.br; dep.andreiazito@camara.leg.br; dep.alexandresantos@camara.leg.br; dep.euricojunior@camara.leg.br; Rio Grande do Norte dep.paulowagner@camara.leg.br; dep.joaomaia@camara.leg.br; dep.henriqueeduardoalves@camara.leg.br; dep.felipemaia@camara.leg.br; dep.fabiofaria@camara.leg.br; dep.betinhorosado@camara.leg.br; Rondônia dep.niltoncapixaba@camara.leg.br; dep.moreiramendes@camara.leg.br; dep.marinharaupp@camara.leg.br; dep.marcosrogerio@camara.leg.br; dep.carlosmagno@camara.leg.br; dep.amirlando@camara.leg.br; Roraima dep.urzenirocha@camara.leg.br; dep.raullima@camara.leg.br; dep.paulocesarquartiero@camara.leg.br; dep.marciojunqueira@camara.leg.br; dep.lucianocastro@camara.leg.br; dep.jhonatandejesus@camara.leg.br; dep.ediolopes@camara.leg.br; dep.chicodasverduras@camara.leg.br; Rio Grande do Sul dep.afonsohamm@camara.leg.br; dep.alceumoreira@camara.leg.br; dep.vilsoncovatti@camara.leg.br; dep.vieiradacunha@camara.leg.br; dep.sergiomoraes@camara.leg.br; dep.renatomolling@camara.leg.br; dep.osmarterra@camara.leg.br; dep.onyxlorenzoni@camara.leg.br; dep.nelsonmarchezanjunior@camara.leg.br; dep.luizcarlosbusato@camara.leg.br; dep.luiscarlosheinze@camara.leg.br; dep.josestedile@camara.leg.br; dep.joseotaviogermano@camara.leg.br; dep.jeronimogoergen@camara.leg.br; dep.giovanicherini@camara.leg.br; dep.eniobacci@camara.leg.br; dep.danrleidedeushinterholz@camara.leg.br; dep.betoalbuquerque@camara.leg.br; dep.alexandreroso@camara.leg.br; Santa Catarina dep.ronaldobenedet@camara.leg.br; dep.rogeriopeninhamendonca@camara.leg.br; dep.paulobornhausen@camara.leg.br; dep.onofresantoagostini@camara.leg.br; dep.mauromariani@camara.leg.br; dep.marcotebaldi@camara.leg.br; dep.josecarlosvieira@camara.leg.br; dep.jorginhomello@camara.leg.br; dep.joaopizzolatti@camara.leg.br; dep.joaorodrigues@camara.leg.br; dep.esperidiaoamin@camara.leg.br; dep.edinhobez@camara.leg.br; dep.celsomaldaner@camara.leg.br; Sergipe dep.valadaresfilho@camara.leg.br; dep.mendoncaprado@camara.leg.br; dep.laerciooliveira@camara.leg.br; dep.fabioreis@camara.leg.br; dep.andremoura@camara.leg.br; dep.almeidalima@camara.leg.br; São Paulo dep.robertodelucena@camara.leg.br; dep.robertosantiago@camara.leg.br; dep.paulopereiradasilva@camara.leg.br; dep.pastormarcofeliciano@camara.leg.br; dep.missionariojoseolimpio@camara.leg.br; dep.nelsonmarquezelli@camara.leg.br; dep.jorgetadeumudalen@camara.leg.br; dep.guilhermecampos@camara.leg.br; dep.dr.ubiali@camara.leg.br; dep.alinecorrea@camara.leg.br; dep.alexandreleite@camara.leg.br; dep.abelardocamarinha@camara.leg.br; dep.williamdib@camara.leg.br; dep.vazdelima@camara.leg.br; dep.vanderleimacris@camara.leg.br; dep.tiririca@camara.leg.br; dep.silviotorres@camara.leg.br; dep.salvadorzimbaldi@camara.leg.br; dep.rodrigogarcia@camara.leg.br; dep.ricardoizar@camara.leg.br; dep.penna@camara.leg.br; dep.paulomaluf@camara.leg.br; dep.paulofreire@camara.leg.br; dep.otoniellima@camara.leg.br; dep.miltonmonti@camara.leg.br; dep.marciofranca@camara.leg.br; dep.marceloaguiar@camara.leg.br; dep.luizfernandomachado@camara.leg.br; dep.keikoota@camara.leg.br; dep.junjiabe@camara.leg.br; dep.joseanibal@camara.leg.br; dep.joaodado@camara.leg.br; dep.jeffersoncampos@camara.leg.br; dep.guilhermemussi@camara.leg.br; dep.gabrielchalita@camara.leg.br; dep.antoniobulhoes@camara.leg.br; dep.antoniocarlosmendesthame@camara.leg.br; dep.arnaldofariadesa@camara.leg.br; dep.betomansur@camara.leg.br; dep.brunafurlan@camara.leg.br; dep.carlossampaio@camara.leg.br; dep.duartenogueira@camara.leg.br; dep.edinhoaraujo@camara.leg.br; dep.eleusespaiva@camara.leg.br; dep.elicorreafilho@camara.leg.br; dep.emanuelfernandes@camara.leg.br; Tocantins dep.professoradorinhaseabrarezende@camara.leg.br; dep.osvaldoreis@camara.leg.br; dep.lazarobotelho@camara.leg.br; dep.juniorcoimbra@camara.leg.br; dep.irajaabreu@camara.leg.br; dep.eduardogomes@camara.leg.br; dep.cesarhalum@camara.leg.br; dep.angeloagnolin@camara.leg.br; #CulturadaMorte #Aborto #congressonacional #sociedade #política
- A “Ave Maria” explicada parte por parte
1 – “Ave, Maria (alegra-te, Maria).” (Lc 1,28) A saudação do anjo Gabriel abre a oração da Ave-Maria. É o próprio Deus que, por intermédio de seu anjo, saúda Maria. Nossa oração ousa retomar a saudação de Maria com o olhar que Deus lançou sobre sua humilde serva, alegrando-nos com a mesma alegria que Deus encontra nela. Alguns usam Salve Maria em muitas orações, pois acham errado dizer Ave, pois era uma saudação romana, mas quando a Bíblia foi traduzida para o latim, São Jerônimo utilizou a forma romana. Dizer Ave ou Salve, hoje , para nós não há muita diferença, já que são saudações que caíram em desuso, porém por séculos a oração ficou conhecida como Ave Maria. 2 – “Cheia de graça, o Senhor é convosco.” (Lc1,28) As duas palavras de saudação do anjo se esclarecem mutuamente. Maria é cheia de graça porque o Senhor está com ela. A graça com que ela é cumulada é a presença daquele que é a fonte de toda graça. ”Alegra-te, filha de Jerusalém… o Senhor está no meio de ti” (Sf 3,14.17a). Maria, em quem vem habitar o próprio Senhor, é em pessoa a filha de Sião, a Arca da Aliança, o lugar onde reside a glória do Senhor: ela é “a morada de Deus entre os homens” (Apoc 21,3). ”Cheia de graça”, e toda dedicada àquele que nela vem habitar e que ela vai dar ao mundo. 3 – “Bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.” (Lc 1,41) Depois da saudação do anjo, tornamos nossa a palavra de Isabel. “Repleta do Espírito Santo” (Lc 1,41), Isabel é a primeira na longa série das gerações que declaram Maria bem-aventurada’: “Feliz aquela que creu…” (Lc 1,45): Maria é “bendita entre as mulheres” porque acreditou na realização da palavra do Senhor. Abraão, por sua fé, se tomou uma bênção para “todas as nações da terra” (Gn 12,3). Por sua fé, Maria se tomou a mãe dos que crêem (Apoc 12,17) (Jo 19, 26-27), porque, graças a ela, todas as nações da terra recebem Aquele que é a própria bênção de Deus: “Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus”. 4 – “Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós…” Com Isabel também nós nos admiramos: “Donde me vem que a mãe de meu Senhor me visite?” (Lc 1,43). Porque nos dá Jesus, seu filho, Maria é Mãe de Deus e nossa Mãe; podemos lhe confiar todos os nossos cuidados e pedidos: ela reza por nós como rezou por si mesma: “Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,38). Confiando-nos à sua oração, abandonamo-nos com ela à vontade de Deus: “Seja feita a vossa vontade”. Maria é Mãe de Deus, pois foi de Maria que nasceu Jesus (Mt 1, 16) (Gal 4,4) , o nosso Senhor (Lc 1,43), Filho de Deus (Lc 1,35) e Deus (Jo 1,1), (Jo 5,18) com o Pai e o Espírito Santo (Mt 28,19).Maria é Mãe de Deus, pois Jesus não é metade homem e metade Deus, Ele é Deus e homem ao mesmo tempo. Maria é Mãe no sentido de ter gerado em seu ventre e em seu coração Jesus, nosso Senhor e Deus. 5 – “Rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte.” Assim, pedindo a Maria que reze por nós, reconhecemo-nos como pobres pecadores e nos dirigimos à “Mãe de misericórdia” (Jo 2,3), à Toda Santa (Lc 1,28). Entregamo-nos a ela “agora”, no hoje de nossas vidas.E nossa confiança aumenta para desde já entregar em suas mãos “a hora de nossa morte”, pois nessa hora compareceremos diante de Deus (Hb 9, 27) para sermos julgados. Que ela esteja então presente, como na morte na Cruz de seu Filho, e que na hora de nossa passagem ela nos acolha como nossa Mãe (Jo 19,27) , para nos conduzir a seu Filho, Jesus, no Paraíso, pois o seu pedido é poderoso (Jo 2, 3ss). #explicada #Maria #parte
- Bruxa mais famosa da Colômbia converteu-se e hoje propaga a devoção do Santo Rosário
BOGOTÁ, (ACI/EWTN Noticias).- Durante duas décadas, entre os anos 70 e 80, foi a bruxa mais famosa da Colômbia. Políticos, artistas e narcotraficantes solicitavam seus serviços, até que um dia se encontrou com uma religiosa, recebeu um exorcismo e abraçou a fé católica que agora proclama. Faz uns dias o jornal El Tiempo publicou uma entrevista na qual a ex-bruxa -cuja identidade mantém em reserva- relatou os perigos da bruxaria, narrou com detalhes seu exorcismo e sua surpreendente conversão. “As pessoas pensam que não há nada de mal em que lhe adivinhem a sorte”, adverte e assegura que assim permitem que o mal entre nelas. Agora é mãe de família, lidera um grupo de oração, viaja pelo país advertindo sobre a bruxaria e promove a causa pró-vida ajudando muitas jovens a desistirem do aborto. As suas armas principais são a oração do Santo Terço e a Missa diária. A mulher está convencida que “quando entregamos tudo a Cristo e lhe pedimos que faça o que queira conosco, o Senhor é maravilhoso e misericordioso. Eu continuo pecando, mas Deus vai tirando um por um, até eliminá-lo”. Ela começou as práticas de bruxaria quando era muito jovem, quando costumava visitar uma pessoa para que lhe adivinhe a sorte. Começou com a leitura de cartas e o cigarro até converter-se em “especialista”. Quando uma pessoa pratica a bruxaria mesmo que seja por curiosidade “abrimos nosso corpo e nosso coração para que entrem espíritos do mal. E esclareço: como existe Deus, existem a bruxaria e o poder do maligno”, assegura. Agora recomenda que “aqueles que estejam metidos nestas coisas, procurem um sacerdote que os oriente e lhes faça uma oração de libertação, ou façam uma confissão de todo coração para que os perdoem desse atentado contra a fé de Deus. Se o caso for muito grave, talvez seja necessário o exorcismo. Mas deve ser com um sacerdote autorizado, não com qualquer um”. Em sua nova vida, a mulher está convencida de que “para caminhar para Deus é preciso ensinar os outros a escolherem o caminho. As minhas palestras partem de uma vivência e o único que busco é que as pessoas não caiam no mesmo erro que eu caí e que não mudem o único Deus que existe por um monte de deuses”. “Quando falo isso, estou querendo dizer que não temos a confiança plena no Senhor, nem a esperança nele. Não sabemos pedir-lhe e não o temos como Pai. E acreditamos que uma planta, uma bebida ou uma ferradura têm mais poder que Ele”. Para a mulher, a bruxaria é algo de todas as épocas. “Veja a televisão e suas mensagens, que promovem àquelas pessoas a quem se pode acudir quando o marido vai embora ou quando o namorado não gosta mais. Ou então não são comuns os cartazes que dizem: ‘venha e falo para você sobre o seu futuro’? Claro! Na rua entregam papéis que dizem: ‘amarramos seu ser querido e se não acontecer, devolvemos o dinheiro’. A bruxaria é um negócio do maligno onde a pessoa algumas vezes acredita que está conversando e em outras sim sabe que com isso se faz o mal”. “Sou inimiga do I-Ching, da nova era, do feng shui, porque tudo isto desagrada a Deus e eu quero levar Deus em meu coração. Preciso pedir fortaleza para não voltar a cair. Quando as pessoas dizem ‘não me entra nenhum mal’, eu dou risada porque para que não te entre nada tem que estar confessado, comungado e rezar o terço. Essas são as armas”, concluiu. #Palestra #Santo #Terço #propaga #Colômbia #famosa #bruxa #converteu #Rosário
- A Igreja é “uma família que tem uma Mãe, a Virgem Maria”, diz o Papa Francisco no Cenáculo
Vaticano, 26 Mai. 14 / 12:07 pm (ACI/EWTN Noticias).- Na homilia da Missacelebrada no Cenáculo em Jerusalém, o Papa Francisco disse que a Igreja é uma família que tem uma mãe que é a Virgem Maria. Em suas palavras em italiano diante dos bispos da Terra Santa, o Santo Padre afirmou que o Cenáculo, o lugar onde o Senhor Jesus celebrou a Última Ceia com os Apóstolos, “recorda-nos o nascimento da nova família, a Igreja, constituída por Jesus ressuscitado. Família esta, que tem uma Mãe, a Virgem Maria”. O Papa ressaltou logo que “as famílias cristãs pertencem a esta grande família e, nela, encontram luz e força para caminhar e se renovar no meio das fadigas e provações da vida”. “Para esta grande família, estão convidados e chamados todos os filhos de Deus de cada povo e língua, todos irmãos e filhos do único Pai que está nos céus”, ressaltou. Para ler a homilia na íntegra do Papa Francisco, ingresse em: http://www.acidigital.com/noticias/integra-homilia-do-papa-francisco-na-missa-no-cenaculo-de-jerusalem-50986/ #Maria #Francisco #virgem #família #Cenáculo #Igreja
- Que motivos tinha Chesterton para se tornar católico?
Chesterton resume dessa forma sua experiência quando foi recebido na Igreja: “Só senti medo diante daquilo que tinha a resolução e a simplicidade de um suicídio”. Depois, com mais calma, ele fez, à luz deste acontecimento, uma releitura da sua vida passada, na qual cada acontecimento claramente o ia conduzindo à pia batismal, registrando isso em sua Autobiografia (1936). Chesterton era um perigo: ele lia livros de detetives. Com a precisão da faca que penetra as costas sem esforço e com a rapidez de um tiro, ele encontrava o argumento nítido, a reflexão acertada. Se este fosse um dos seus romances, neste ponto, o detetive já teria encontrado aquele a quem buscava. Agora só restava explicar as pistas que o haviam levado a tal dedução. Descarregar os pecados A principal razão de ter se tornado católico foi a necessidade de ver seus pecados perdoados. Tal perdão só era oferecido, com a objetividade própria de um sacramento, pela Igreja Católica. Ele manifestou a insanidade que lhe parecia guardar para si os pecados durante a vida inteira, replicando a outro escritor: “A seu ver, confessar os pecados é algo morboso. Eu lhe diria que o morboso é não confessá-los. O morboso é ocultar os pecados, deixando que eles corroam o coração da pessoa – estado em que vive a maioria das pessoas das sociedades altamente civilizadas”. Um coetâneo seu, o psicanalista Carl Jung, confirmaria esta intuição: os católicos que recorriam a ele eram minoria. Cuidar dos pertences Nos ensinamentos anglicanos, influenciados pelo puritanismo, suprimia-se o sacramento da Reconciliação. Assim, depois do pecado, vem a condenação. Isso explica o caráter escrupuloso e a personalidade neurótica de alguns filósofos do século 20 com estas raízes. Chesterton, bom observador, descrevia um detalhe que via nos templos católicos. As pessoas que iam comungar o faziam carregando firmemente suas bolsas e casacos, ao contrário das capelas anglicanas, nas quais os fiéis deixavam seus pertences na antessala, sem nenhuma vigilância. “Eu nunca deixaria sem vigilância um bem da minha propriedade em um lugar no qual quem quisesse roubá-lo tivesse a oportunidade quase simultânea de receber o sacramento da Penitência”, afirmou. Ele preferia o catolicismo com seu sacramento do perdão, ainda que tivesse de vigiar seus pertences. Todos, até o próprio Deus, devem estar gratos a Nossa Senhora Entre os motivos da sua conversão, ele mencionou também seu total assentimento à doutrina católica sobre Maria. Os anglicanos atribuem aos católicos o que chamam de “honra excessiva” à Mãe de Deus. Chesterton, com a intuição própria das pessoas simples nas questões de Maria, com uma só história resolve a tradicional divergência entre católicos e anglicanos sobre a justiça do culto a Nossa Senhora. Ele relata que ouviu dois anglicanos que mencionavam com estremecido pavor uma terrível blasfêmia sobre a Santíssima Virgem, de um místico católico que escrevia: “Todas as criaturas devem tudo a Deus; mas a Ela, até o próprio Deus deve algum agradecimento”. Isso – contou Chesterton – o surpreendeu como o som de uma trombeta, e ele disse a si mesmo quase em voz alta: “Que maravilhosamente dito!”. E concluiu afirmando que lhe parecia difícil achar uma expressão maior e mais clara que a sugerida por aquele místico, sempre que bem compreendida. Chesterton, aos 50 anos, havia visto claramente sua decisão de ser católico. Mas o tempo não havia parado. O mundo estava se armando para as guerras mais destrutivas e para as ideologias mais desumanizadoras que já existiram. Eram necessárias vozes autorizadas e sensatas. E Chesterton estava preparado. #Chesterton
- O Papa Francisco beijou e rezou de joelhos com Patriarca Bartolomeu ante o Santo Sepulcro
JERUSALÉM, 25 Mai. 14 / 05:31 pm (ACI).- Ao iniciar o encontro ecumênico que comemora aquele sustentado há 50 anos entre Paulo VI e o Patriarca ortodoxo Atenágoras, o Papa Francisco beijou a pedra do Santo Sepulcro onde foi ungido o corpo de Cristo, e rezou de joelhos antes o santo lugar. Acompanhado do Patriarca Bartolomeu e dos cantos do coro do Patriarcado ortodoxo de Jerusalém, o Papa Francisco se deteve um momento para rezar de joelhos ante a pedra onde foi colocado o Senhor Jesus logo depois da crucificação, para ser ungido. Em sinal de respeito, o Santo Padre se tirou o solidéu, o pequeno gorro branco que usa sobre a cabeça, e beijou com muita devoção a pedra do Santo Sepulcro. Logo depois da intensa oração, ambos ficaram de pé para dirigir-se para o lugar aonde se realizou a cerimônia ecumênica. #Francisco #rezou #Bartolomeu #joelhos #patriarca #beijou
- Como se livrar do vício da pornografia?
Fonte: Padre Paulo Ricardo Versão áudio A pornografia está baseada em uma ilusão. Para vencê-la, é necessário rasgar a fantasia que a encobre e mostrar a realidade nua e crua. Para isso, é de grande utilidade um texto contido nos famosos Fioretti de São Francisco de Assis. Conta-se que Francisco, estando entre pagãos muçulmanos, “escolheu uma região e, quando chegou, entrou em um albergue para descansar. E aí havia uma mulher belíssima no corpo mas imunda na alma, e essa mulher maldita convidou São Francisco para o pecado. E São Francisco lhe disse: ‘Eu aceito, vamos para a cama’; e ela levava-o para o quarto. E São Francisco disse: ‘Vem comigo e te levarei a uma cama muito bonita’. E levou-a a um fogo muito grande que se fazia naquela casa. Com fervor de espírito despiu-se até ficar nu e se lançou ao lado do fogo, no espaço escaldante. E convidou-a a se despir e ir deitar com ele naquele leito macio e belo. E estando São Francisco aí por muito tempo e com o rosto alegre, sem se queimar e mesmo sem mesmo se chamuscar, a mulher, espantada por esse milagre e compungida em seu coração, não só se arrependeu do pecado e da má intenção, mas até se converteu perfeitamente à fé de Cristo, tornando-se tão santa que, por ela, muitas almas se salvaram naquelas regiões.” [1] À parte a historicidade desse episódio, há uma lição muito importante por trás dela. A “alegria” que tanto a mulher da história de São Francisco quanto as pessoas que participam de uma produção pornográfica possuem, na verdade, não passa de aparência. O demônio, que é o “pai da mentira” [2], propõe, com a pornografia, uma felicidade enganosa. Como em uma pescaria, em que a isca parece saborosa, mas esconde um anzol pronto para fisgar o peixe, a pornografia parece atrativa, mas, dentro dela, há um “anzol” para ferir, matar a vida da alma e precipitá-la no fogo do inferno. De fato, as pessoas que pecam na pornografia deveriam ser representadas em um leito em chamas. Porque, com aquele pecado, elas estão lançando no fogo do inferno a si mesmas e àqueles que lhe assistem. Alguém pode objetar que Deus, por ser amor, não vai condenar ninguém ao inferno só por causa de uma relação sexual. Mas, é necessário lembrar que o contrário do amor não é necessariamente o ódio. Quando uma pessoa usa a si própria e a alguém para buscar um prazer, não está amando de verdade; está, ao contrário, profanando o seu corpo, que é “templo do Espírito Santo” [3]. É preciso que rezemos pelas pessoas que se entregam a esta vileza e maldade chamada pornografia. E, todas as vezes em que o demônio nos sugerir alguma imaginação pornográfica, é importante pensar nas chamas infernais nas quais se deitam aqueles que cometem esse tipo de pecado. Nesta situação, recorramos imediatamente ao anjo da guarda, a Nossa Senhora e a São José, para que não caiamos em tentação e precipitemos a nossa própria alma na perdição eterna. Versão áudio I Fioretti di San Francesco, 24 Jo 8, 44 1 Cor 6, 19 #livrar #pornografia #vício
- Não coloquemos impedimentos à ação do Espírito Santo, exorta o Papa Francisco
Vaticano, 12 Mai. 14 / 02:26 pm (ACI/EWTN Noticias).- Durante a missamatutina celebrada na Casa Santa Marta, o Papa Francisco recordou que é o Espírito Santo quem atualiza a Igreja e a faz caminhar para frente, por isso, exortou a não colocar impedimentos, mas ser dóceis à sua ação. “O Espírito Santo é a presença viva de Deus na Igreja. É ele que conduz a Igreja, que faz caminhar a Igreja. Sempre mais, para além dos limites, mais em frente. O Espírito Santo com os seus dons guia a Igreja”, expressou o Papa ao refletir sobre uma das passagens dos Atos dos Apóstolos. Uma comunidade de pagãos –recordou o Papa- acolhe o anúncio do Evangelho e Pedro é testemunha ocular da descida do Espírito Santo sobre eles, mas primeiro duvida em ter contato com o que sempre tinha considerado “impuro”. E logo recebe duras críticas de parte dos cristãos de Jerusalém, escandalizados pelo fato de que seu chefe tinha comido com gente “não circuncidada” e até os tinha batizado. Um momento de crise interna.. O Santo Padre assinalou que o Espírito sopra onde quer, mas uma das tentações mais frequentes de quem tem fé é bloquear-lhe o caminho e pilotá-lo numa direção ou noutra. Uma tentação que surgiu já nos alvores da Igreja. Entretanto, explicou o Papa, Pedro compreende o erro quando uma visão o ilumina sobre uma verdade fundamental: o que foi purificado por Deus ninguém o pode classificar de “profano”. E ao narrar estes fatos à multidão que o critica, o Apóstolo tranquiliza todos com esta afirmação: “Se, portanto, Deus lhes deu o mesmo dom que a nós, por terem acreditado no Senhor Jesus Cristo, quem sou eu para por impedimento a Deus?” “Quando o Senhor nos faz ver o caminho, quem somos nós para dizer: ‘Não, senhor, não é prudente! Não, façamos assim’… E Pedro naquela primeira diocese – a primeira diocese foi Antioquia – toma esta decisão: ‘Quem sou eu para pôr impedimentos?’”, expressou o Papa. Conforme informou a Rádio Vaticano, o Santo Padre indicou que esta é uma bela palavra “para os bispos, os sacerdotes e também para os cristãos. Mas quem somos nós para fechar portas? Na Igreja primitiva, e mesmo hoje, existe aquele ministério do Ostiário. E o que fazia o Ostiário? Abria a porta, recebia a gente, fazia-as passar. Mas nunca foi o ministério de quem fecha a porta, nunca”. Deus deixou a liderança da Igreja “nas mãos do Espírito Santo”, que nos ensinará tudo e “nos ajudará a recordar o que Jesus nos ensinou”. “Não se pode compreender a Igreja de Jesus sem este Paráclito, que o Senhor nos envia para isso. E faz estas opções impensáveis, mas impensáveis! Para usar uma palavra de São João XXIII: é mesmo o Espírito Santo que atualiza a Igreja: na verdade, ele a atualiza e a faz caminhar para frente. E nós cristãos devemos pedir ao Senhor a graça da docilidade ao Espírito Santo. A docilidade a este Espírito, que nos fala no coração, nos fala nas circunstâncias da vida, nos fala na vida eclesial, nas comunidades cristãs, nos fala sempre”, concluiu o Papa. #Francisco #Espírito #coloquemos #Santo #exorta #impedimentos
- Reino Unido: Lei proíbe estudantes pró-vida de conseguir especialização em saúde reprodutiva
LONDRES, 13 Mai. 14 / 09:27 am (ACI/EWTN Noticias).- O Colégio Real de Obstetrícia e Ginecologia da Inglaterra incorporou polêmicos requisitos para conceder a certificação nesta especialidade discriminando os estudantes pró-vida. As normas do colégio obrigam os estudantes de medicina que procuram especializar-se a prescrever anticoncepcionais e fármacos abortivos ainda contra suas crenças e princípios. Vitória Weissman, estudante do último ano de medicina, explicou ao Catholic News Agency, agência do Grupo ACI, que “estas normas impedem que profissionais que, devido a seus valores, não estão dispostos a receitar anticoncepcionais possam especializar-se em uma área importante do exercício clínico”. Segundo o jornal britânico The Telegraph, no mês de fevereiro a Faculdade de Cuidado Sexual e Reprodutivo do Colégio Real de Obstetrícia e Ginecologia da Inglaterra voltou a publicar a sua guia clínica de especializações em cuidado sexual e reprodutivo. A faculdade informou que para obter a certificação é necessário completar todo o plano de especialização que inclui “a disposição a prescrever todo tipo de anticoncepcional hormonal, incluindo anticoncepcionais de emergência, independente das crenças pessoais”. A atualização da guia diz que os médicos clínicos que se opõem a “qualquer método anticoncepcional” por princípios morais ou religiosos, não cumprirão totalmente os requisitos do programa e serão considerados inelegíveis para obter o título da especialização. Weissman considerou que “o cuidado de saúde sexual e reprodutiva é muito mais que prevenir e tirar uma vida”. Acrescentou que as drogas abortivas atuam “uma vez que acontece a concepção, uma vez que a vida começa a existir. Elas impedem que esta vida se desenvolva, prospere, sobreviva”. Estes medicamentos “fazem que atentemos contra o Quinto Mandamento e o Juramento Hipocrático”, argumentou. Weissman afirmou que ir contra suas crenças “ajudaria a promover uma atitude na sociedade que não respeita a dignidade de cada vida humana, independente da etapa em que se encontre”. Estas normas também preocuparam o medico Peter Saunders, alto executivo do Christian Medical Fellowship, organização que reúne médicos e estudantes de medicina cristãos do Reino Unido. “Isto impedirá que os médicos pró-vida se especializem em saúde sexual e reprodutiva. Do mesmo modo, fará muito mais difícil que os médicos não especializados obtenham trabalho nos programas de família ou saúde reprodutiva”, indicou Saunders e advertiu que a nova política poderia constituir uma discriminação ilegal contra quem defende uma crença moral ou religiosa. #especializa #conseguir #Unido #Reino #estudantes #proíbe
- Brasil rechaça rotundamente ideologia de gênero no Plano Nacional de Educação
BRASILIA, 09 Mai. 14 / 08:52 pm (ACI).- Após seguidas votações entre os parlamentares brasileiros e contínuas protestas por parte de ativistas pró-família e cidadãos brasileiros de todos os estados, foram banidos os pontos que introduziam a chamada “ideologia de gênero” no Plano Nacional da Educação (PNE). Por sua parte, o Prof. Hermes Rodrigues Nery, que esteve acompanhando as votações e a mobilização contra as polêmicas cláusulas, descreve em um breve artigo enviado à redação de ACI Digital como foi obtida esta vitória da família no campo da educação brasileira. “Foi mais uma batalha bem sucedida em defesa da família no Congresso Nacional, em que diversos grupos atuaram no sentido de evitar a inclusão da ideologia de gênero no Plano Nacional de Educação. Mesmo que muitos aspectos desta terrível ideologia antifamília já esteja disseminada nas escolas, o PT queria era constá-la no PNE, justamente para dar legalidade ao que já vendo sendo feito, de acordo com as diretrizes do Plano Nacional de Direitos Humanos, versão 3. Mesmo assim, as feministas ficaram surpreendidas com a mobilização conservadora, e apesar da pressão que fizeram sobre os deputados da base governista, perderam nesta matéria”, afirma Nery. Foi a primeira vez que a ideologia de gênero é banida, em nível nacional, em um projeto deste nível no mundo. “O Brasil, mais uma vez, mostra aos ideólogos da cultura da morte, que aqui não está tão fácil como eles imaginaram, enfiar goela abaixo o pacote anárquico do feminismo radical, antivida, antifamília e anticristão”, refere o perito. “Aceitar a ideologia de gênero seria discriminar também as mulheres, no direito humano delas serem mães, pois tal ideologia – como afirma Francisco Javier Errázuris Ossa – “aprofunda tal discriminação, restringindo a missão da mulher na família e na sociedade e discriminando os filhos, os casais e a família do qual fazem parte”. Com a ideologia de gênero, a família é subestimada, diminuída, desvalorizada e desprotegida. E com isso, fica desamparada a pessoa humana, vulnerável à angústia, a violência e a solidão”. O Prof. Nery destaca ainda que nos países desenvolvidos, em que o Estado se voltou contra a estrutura natural da família (fazendo apologia da ideologia de gênero), são mais perceptíveis as consequência dos danos sociais e as patologias decorrentes. “O que se vê agora nestes países é que cresce o número daqueles que querem revogar tais legislações, que deram legalidade a “estranhos morais” e abominações que aviltam o ser humano, em muitos aspectos”, frisou. O Professor Rodrigues Nery, que também é perito em bioética, assinalou que “o Brasil, ao recusar a ideologia de gênero em seu Plano Nacional de Educação, deu mais um passo decisivo na afirmação da cultura da vida, para ser um país realmente desenvolvido, como nação pujante que é, mas como quem – gigante por natureza – quer se afirmar na vanguarda da cultura da vida. Por isso, a vitória pró-família no Congresso Nacional, inédita no mundo, foi altamente relevante”. #Educação #família #ideologiadegênero #PNE
- As pérolas jogadas aos porcos
Nada é tão terrível quanto um tesouro afundado em um lamaçal. Nada é tão péssimo quanto a corrupção das coisas santas. Não existe nada mais terrível que ver um grande tesouro afundado em um denso lamaçal. Por isso a advertência do Evangelho: “Não lanceis aos cães as coisas santas, não atireis aos porcos as vossas pérolas” [1]. A pérola é algo muito precioso. A simples razão ensina ao homem que aquilo que é precioso deve ser guardado, tratado com bastante zelo e cuidado. Aos porcos, lança-se lavagem, não pedras preciosas; aos porcos, lançam-se as sobras, não aquilo que se tem em alta conta. No mundo antigo, no entanto, certas pérolas jaziam afundadas na lama e foi o Cristianismo, com a verdade de sua doutrina e o vigoroso testemunho de seus adeptos, que recuperou a razão e a justiça então obscurecidas pelos pecados dos homens. Em tempos como os nossos, em que um malfadado feminismo prega ódio e desrespeito à religião, nada melhor que lembrar o respeito e a dignidade que a religião cristã devolveu às mulheres “em sua condenação do divórcio, do incesto, da infidelidade conjugal e da poligamia” [2]. O Império Romano foi escolhido por Deus para presenciar a “plenitude dos tempos” [3]. Era o ambiente apropriado para a visita de um Senhor preocupado mais com os enfermos e pecadores que com os saudáveis e justos [4]. De fato, a situação em que aí se encontravam os homens – e principalmente as mulheres – era degradante. As leis e escritos da época pressupunham “o direito de abandonar os filhos do sexo feminino” e a “a prerrogativa [dos homens] de determinar às esposas e amantes que praticassem o aborto” [5]. Uma sociedade permissiva como a antiga – em que o divórcio era plenamente acessível e a poligamia amplamente praticada – dava à figura masculina poder de subjugar as mulheres, tornando-as mais escravas que seres humanos de verdade. Assim se encontrava o mundo antigo – com louváveis exceções, verificadas num e noutro lugar – até a chegada de Cristo. Com Ele, que, no seio do Pai, escolheu uma mulher para ser a mais virtuosa criatura que a terra viria a conhecer; com Ele, que, ressuscitado, apareceu primeiro a mulheres [6]; com Ele, que, pela boca de São Paulo, abolia todas as distinções entre as pessoas – já não havia mais “judeu nem grego, nem escravo nem livre, nem homem nem mulher” [7], mas todos eram um só em Cristo; com Ele, restaurou-se a esperança à feminilidade então tão suja e obscurecida pelo pecado e pela vileza humana. Historicamente, é inegável: “a mulher em si mesma (…) nunca foi tão exaltada como no cristianismo” [8]. A tradição cristã impregnou na cultura ocidental a consciência de que a mulher é muito mais que seus atributos físicos e naturais; que a mulher não é um pedaço de carne a ser idolatrado, mas um todo de humanidade através do qual é possível vislumbrar a eterna beleza do Criador. Ainda hoje, mulheres que aceitaram a doutrina cristã sobre a modéstia dão testemunho da leveza, da delicadeza e da simplicidade da autêntica beleza feminina. “[A mulher] tem outras belezas muito mais excelentes e nobres: a beleza da sua inteligência, a beleza dos seus sentimentos e, sobretudo, a beleza da sua virtude e do seu caráter. Não se pode prescindir desta beleza espiritual, sob pena de rebaixar e degradar a mulher à condição vil dos irracionais. Seria o mesmo que entregar uma criatura humana, a pretexto de que é composta de carne e ossos, aos cuidados e ao laboratório do veterinário” [9]. Por isso, não é possível olhar para certas reivindicações de movimentos ditos “progressistas” senão com ceticismo e vergonha. Feministas que vão às ruas pelo direito de ser “vadias” ou que se proclamam “prostitutas” [10] podem estar fazendo o que for, menos defendendo a dignidade da mulher. Rebaixar-se à disposição aparentemente “livre” dos próprios corpos – como se fossem apenas matéria –, expor totalmente as próprias pernas e partes íntimas ao público – como se fossem pedaços de carne num açougue –, pedir o “direito” de matarem os próprios filhos que são concebidos em seu ventre – como se esses fossem mera “extensão” de seus membros –, não só é desconsiderar o alto valor que têm as mulheres – muito maior que o preço das pérolas e das joias mais caras! É como entregá-las “aos cuidados e ao laboratório do veterinário”; é transportá-las ao nível dos animais; é, real e lamentavelmente, lançá-las aos porcos. O que querem essas senhoritas – que dizem “representar” as mulheres – é a volta à Antiguidade, no mais horrível e decadente de seus aspectos; a volta ao aborto e ao infanticídio, ao divórcio e à poligamia, à degradação sexual e à permissividade dos costumes… na ilusão de que tudo isso as liberte. Só que a história é uma grande mestra: esses instrumentos que as feministas de hoje consideram “libertadores” são, miseravelmente, as mesmas armas que as prenderam à escravidão noutros tempos. Não as tornam “mais mulheres”; au contraire, colocam-nas abaixo de sua própria natureza e vocação; lançam-nas, terrivelmente, aos cães e aos porcos. Corruptio optimi pessima est, diz um adágio latino. A corrupção dos ótimos é péssima, a corrupção de quem deveria, por sua alta dignidade, ser melhor, é ainda pior que as outras corrupções. A corrupção da mulher, pelo feminismo, deforma-a a ponto de torná-la irreconhecível… como uma pérola escondida em um chiqueiro, como uma joia cujo brilho é ofuscado por uma porção de lama. Ainda hoje – e especialmente hoje –, ressoam firmes as palavras de Cristo: “Não lanceis aos cães as coisas santas, não atireis aos porcos as vossas pérolas”. Que as mulheres tomem consciência do grande dom e do alto valor que possuem – e correspondam com coragem à sua dignidade. Por Equipe Christo Nihil Praeponere Referências Mt 7, 6 Rodney Stark. O crescimento do cristianismo: um sociólogo reconsidera a história. São Paulo: Paulinas, 2006. p. 119 Gl 4, 4 Cf. Mt 9, 12-13 Rodney Stark. O crescimento do cristianismo: um sociólogo reconsidera a história. São Paulo: Paulinas, 2006. p. 137 Cf. Mt 28, 9; Mc 16, 9; Jo 20, 11-18 Gl 3, 28 Dom Aquino Corrêa. Elevação da mulher, 9 de dezembro de 1934. In: Discursos, vol. II, tomo II. Brasília, 1985. p. 137 Dom Aquino Corrêa. Concursos de beleza, 27 de dezembro de 1930. In: Discursos, vol. II, tomo II. Brasília, 1985. p. 68-69 Veja-se, por exemplo, o vídeo de um grupo feminista (sic), disponível no YouTube. Avisamos que possui palavras ofensivas e de baixo calão. #jogadas #perolas #porcos
- ONU acusa a Igreja de “torturar” as mulheres com seu ensinamento sobre o aborto
GENEBRA, 08 Mai. 14 / 05:15 pm (ACI/EWTN Noticias).- Diversos organismos criticaram a parcialidade do Comitê das Nações Unidas contra a Tortura, depois da acusação feita em uma de suas audiências contra a Igreja Católica de estar violando uma convenção internacional contra a tortura com o seu ensinamento sobre o aborto. Ashley McGuire, membro da mesa consultiva do Catholic Voices USA, disse em 6 de maio que “é escandaloso que o Comitê das Nações Unidas contra a Tortura desafie os compromissos da Igreja Católica com a santidade da vida em todas suas etapas”. O Comitê das Nações Unidas sobre a Convenção contra a Tortura realizou uma audiência com uma delegação da Santa Sé em Genebra, nos dias 5 e 6 de maio. Cada um dos 155 Estados que fazem parte da convenção, incluído os Estados Unidos, estão obrigados a informar ao comitê das Nações Unidas cada quatro anos, para discutir sobre sua implementação. O comitê pressionou a delegação da Santa Sé sobre casos de abusos sexuais e de aborto. A vice-presidente do comitê, Felice Gaer, disse que penalizar o aborto em todas as circunstâncias pode violar a convenção contra a tortura. Para Ashley McGuire, a atitude de Gaer nas audiências “enviou um forte sinal de que ela considera que a posição pró-vida é como uma posição pró-tortura”. “Dado que a maioria das religiões do mundo defendem perspectivas parecidas sobre o aborto, se o comitê adotasse uma posição oficial contrária, seria um ataque direto contra a liberdade religiosa, e colocaria em risco a credibilidade do comitê e sua missão”. McGuire questionou também a parcialidade do vice-presidente do comitê, Claudio Grossmanm, citando um relatório do Solidarity Center for Law and Justice, com sede em Atlanta (Estados Unidos), no qual se indicou o anterior trabalho de Grossman em apoio de uma conferência que analisou estratégias para avançar nos “direitos reprodutivos das mulheres”, uma frase que geralmente inclui o aborto. Grossman também deu ajuda em financiamento e supervisão a um importante defensor do reconhecimento legal de muitas relações pessoais diferentes ao matrimônio tradicional. Para McGuire, “sua parcialidade ao avaliar a Santa Sé, enquanto se ataca os pontos de vista da Igreja Católica é seriamente questionável”. Para a integrante do Catholic Voices USA, tanto Gaer como Grossman poderiam estar violando as normas do comitê. “O óbvio conflito que o presidente e a vice-presidente mantêm não só impacta na credibilidade e reputação de todo o comitê, mas poderia criar um conflito de interesse e poderia cair dentro das próprias regras do Comitê das Nações Unidas para a recusa”. Por sua parte, o chefe da Missão Observadora Permanente da Santa Sé nas Nações Unidas, em Genebra, Dom Silvano Tomasi, indicou ao comitê em 5 de maio que os estados estão obrigados a proteger e perseguir pessoas em suas jurisdições, e são responsáveis pela justiça que diz respeito a “crimes e abusos cometidos por pessoas sob sua jurisdição”. A delegação enfatizou repetidamente que a Santa Sé assinou a convenção com a compreensão de que aplica ao território da Cidade Estado do Vaticano, não a toda a Igreja Católica. “Obviamente, algumas pessoas não estão de acordo com este manifesto porque sentem que a autoridade da Santa Sé se estende às instituições e às pessoas de toda a Igreja Católica”, disse Dom Tomasi em 5 de maio à Rádio Vaticano. “Entretanto, de um ponto de vista jurídico, isto não é exato e há uma diferença importante que deve ser levada em consideração entre uma responsabilidade jurídica e uma responsabilidade moral, espiritual, pastoral”. Dom Tomasi indicou que alguns dos questionamentos do comitê assumiam que a Santa Sé é “diretamente responsável” por cada sacerdote e empregado da Igreja no mundo, “o que é obvio, não é assim”. Outros comitês da ONU foram usados para examinar a atuação da Igreja Católica em matéria de abuso de menores, e se converteram em plataformas para atacar os ensinamentos da Igreja. Um relatório de fevereiro do Comitê das Nações Unidas sobre Direitos das Crianças usou a discussão da convenção sobre os direitos das crianças para assegurar que o Vaticano “sistematicamente” adotou políticas permitindo que sacerdotes abusem e assediem crianças. O comitê também usou o relatório para condenar o ensinamento católico sobre a homossexualidade, anticoncepção e aborto, e solicitaram que se mude a doutrina católica a respeito. Em 2 de maio deste ano, o diretor do Escritório de Imprensa do Vaticano, Pe. Federico Lombardi, elogiou os princípios da convenção anti-tortura, ao tempo que advertiu contra a pressão do ONGs com um “forte caráter e orientação ideológica” que estão tentando influenciar tanto no comitê da ONU como na opinião pública. #DomSilvanoTomasi #ONU #SantaSé #Aborto #CatholicVoicesUSA #PeFedericoLombardi #Genebra #abusossexuais #Igreja #Vaticano #NaçõesUnidas
- Valorizemos neste mês de maio a oração do Santo Terço, pede o Papa Francisco
Nossa Senhora do Rosário/ Autor: Bartolomé Esteban Murillo (Domínio Público) Vaticano, 07 Mai. 14 / 02:49 pm (ACI/EWTN Noticias).- Ao concluir a Audiência Geral desta quarta-feira, o Papa Francisco convidou os milhares de fiéis reunidos na Praça de São Pedro a aproveitar este mês de maio, dedicado a Nossa Senhora, para valorizar a oração do Terço e invocar a Mãe de Deus “para que o Senhor conceda misericórdia e paz à Igreja e ao mundo inteiro”. O Santo Padre recordou que “amanhã a Igreja eleva a oração de ‘Súplica’ a Nossa Senhora do Rosário da Pompeia”, a cujo santuário irá o Secretário de Estado, Cardeal Pietro Parolin. Nesse sentido, Francisco “convidou todos a invocar a intercessão de Maria, para que o Senhor conceda misericórdia e paz à Igreja e ao mundo inteiro”. Conforme informou a Rádio Vaticano, o Papa também encomendou a Maria “os jovens, os doentes e os recém-casados, presentes aqui hoje, e exorto todos a valorizar neste mês de maio a oração do Santo Terço”. Francisco também saudou aos peregrinos de diversas partes do mundo e aos lusófonos disse: “saúdo com carinho os peregrinos de língua portuguesa, particularmente os fiéis de Leria-Fátima e os diversos grupos do Brasil. Queridos amigos, peçamos ao Senhor o dom do conselho, para que, nas diversas circunstâncias da vida, saibamos encontrar o modo certo de falar e de nos comportarmos, de tal modo que o nosso testemunho favoreça a difusão do Evangelho. Que Deus vos abençoe!”. #Francisco #neste #Santo #valorizemos
- Papa Francisco: Mães, peçam a Deus o dom de aconselhar os seus filhos!
Vaticano, 07 Mai. 14 / 12:34 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco presidiu nesta quarta-feira a Audiência Geral da Praça de São Pedro, onde exortou as mães a pedir a Deus o dom de poder aconselhar os seus filhos ante as dificuldades, pois este dom do Espírito “torna a nossa consciência capaz de fazer uma escolha concreta em comunhão com Deus, segundo a lógica de Jesus e do seu Evangelho”. O Santo Padre continuou nesta quarta-feira a sua catequese sobre os dons do Espírito Santo e recordou que anos atrás, quando confessava no Santuário de Nossa Senhora de Luján, na Argentina, um rapaz aproximou-se e disse que diante de um grave problema pediu conselho a sua mãe, e esta lhe disse “vá à Nossa Senhora e ela te dirá o que você deve fazer”. “Eis uma mulher que tinha o dom do conselho! (…)Vocês, mães, que têm este dom, peçam-no para os seus filhos. O dom de aconselhar os filhos é um dom de Deus”, expressou o Papa. A seguir apresentamos a íntegra da catequese por cortesia do Portal Canção Nova: Os dons do Espírito: o Conselho Queridos irmãos e irmãs, bom dia! Ouvimos na leitura do trecho do livro dos Salmos “O Senhor me deu conselho, mesmo de noite o meu coração me exorta” (Sal 16, 7). E este é um outro dom do Espírito Santo: o dom do conselho. Sabemos quanto é importante, nos momentos mais delicados, poder contar com sugestões de pessoas sábias e que nos querem bem. Ora, através do dom do conselho, é o próprio Deus, com o seu Espírito, a iluminar o nosso coração, de forma a nos fazer compreender o modo correto de falar e de se comportar e o caminho a seguir. Mas como esse dom age em nós? 1. No momento em que o acolhemos e o hospedamos no nosso coração, o Espírito Santo logo começa a nos tornar sensíveis à sua voz e a orientar os nossos pensamentos, os nossos sentimentos e as nossas intenções segundo o coração de Deus. Ao mesmo tempo, leva-nos sempre mais a dirigir o olhar interior para Jesus, como modelo do nosso modo de agir e de nos relacionarmos com Deus Pai e com os irmãos. O conselho, então, é o dom com que o Espírito Santo torna a nossa consciência capaz de fazer uma escolha concreta em comunhão com Deus, segundo a lógica de Jesus e do seu Evangelho. Deste modo, o Espírito nos faz crescer interiormente, faz-nos crescer positivamente, faz-nos crescer na comunidade e nos ajuda a não ficar à mercê do egoísmo e do próprio modo de ver as coisas. Assim, o Espírito nos ajuda a crescer e também a viver em comunidade. A condição essencial para conservar este dom é a oração. Sempre voltamos ao mesmo tema: a oração! Mas é tão importante a oração. Rezar com as orações que todos nós sabemos desde criança, mas também rezar com as nossas palavras. Rezar ao Senhor: “Senhor, ajuda-me, aconselha-me, o que devo fazer agora?”. E com a oração abrimos espaço, a fim de que o Espírito venha e nos ajude naquele momento, aconselhe-nos sobre o que nós devemos fazer. A oração! Nunca esquecer a oração. Nunca! Ninguém, ninguém percebe quando nós rezamos no ônibus, na estrada: rezamos em silêncio com o coração. Aproveitemos esses momentos para rezar, rezar para que o Espírito nos dê o dom do conselho. 2. Na intimidade com Deus e na escuta da sua Palavra, gradualmente colocamos de lado a nossa lógica pessoal, ditada nas maiorias das vezes pelos nossos fechamentos, pelos nossos preconceitos e pelas nossas ambições, e aprendemos, em vez disso, a perguntar ao Senhor: qual é o teu desejo, qual é a tua vontade, o que te agrada? Deste modo amadurece em nós uma sintonia profunda, quase inata no Espírito e se experimenta quanto são verdadeiras as palavras de Jesus reportadas no Evangelho de Mateus: “Não vos preocupeis nem pela maneira com que haveis de falar nem com que haveis de dizer: naquele momento, ser-vos-á inspirado o que haveis de dizer. Porque não sereis vós que falareis, mas é o Espírito de vosso Pai que falará em vós” (Mt 10, 19-20). É o Espírito que nos aconselha, mas nós devemos abrir espaço ao Espírito, para que possa nos aconselhar. E abrir espaço é rezar, rezar para que Ele venha e nos ajude sempre. 3. Como todos os outros dons do Espírito, então, também o conselho constitui um tesouro para toda a comunidade cristã. O Senhor não nos fala somente na intimidade do coração, fala-nos sim, mas não somente ali, mas nos fala também através da voz e do testemunho dos irmãos. É realmente um grande dom poder encontrar homens e mulheres de fé, que, sobretudo nos momentos mais complicados e importantes da nossa vida, ajudam-nos a fazer luz no nosso coração, a reconhecer a vontade do Senhor! Eu me lembro uma vez no santuário de Luján, estava no confessionário, diante o qual havia uma fila longa. Havia um rapaz todo moderno, com piercings e tatuagens, todas estas coisas… E veio para me dizer algo que acontecia com ele. Era um problema grande, difícil. E me disse: eu contei tudo isso à minha mãe e ela me disse: vá à Nossa Senhora e ela te dirá o que você deve fazer. Eis uma mulher que tinha o dom do conselho. Não sabia encontrar uma saída para o problema do filho, mas indicou o caminho justo: Vá a Nossa Senhora e ela lhe dirá. Este é o dom do conselho. Aquela mulher humilde, simples, deu ao filho o conselho mais verdadeiro. De fato, este rapaz me disse: olhei para Nossa Senhora e senti que devia fazer isto, isto e isto… Eu não precisei falar, já tinham dito tudo sua mãe e o próprio rapaz. Este é o dom do conselho. Vocês, mães, que têm este dom, peçam-no para os seus filhos. O dom de aconselhar os filhos é um dom de Deus. Queridos amigos, o Salmo 16, que ouvimos, convida-nos a rezar com estas palavras: “Bendigo o Senhor porque me deu conselho, porque mesmo de noite o coração me exorta. Ponho sempre o Senhor diante dos olhos, pois ele está à minha direita, não vacilarei” (vv. 7-8). Que o Espírito possa sempre infundir no nosso coração esta certeza e nos encher assim com o seu consolo e a sua paz! Peçam sempre o dom do conselho. #Deus #Filhos #Mães #PapaFrancisco
- O Papa Francisco pede às paróquias “abrir as portas e deixar que Jesus possa sair”
Vaticano, 05 Mai. 14 / 04:14 pm (ACI/EWTN Noticias).- Ao receber neste sábado em audiência na Sala Paulo VI cerca de sete mil membros da Ação Católica Italiana, por ocasião do término de sua XV Assembléia Nacional, o Papa Francisco pediu que as paróquias abram as suas portas para que “Jesus possa sair” e alentou os leigos a “permanecer em Jesus, ir até os limites e viver a alegria da pertença cristã”. O Santo Padre assinalou que a alegria pascal é a alegria “dos discípulos no encontro com Cristo ressuscitado e esta alegria precisa ser interiorizada, dentro de um estilo evangelizador capaz de incidir na vida”. “No atual contexto social e eclesial, vocês, leigos da Ação Católica, são chamados a renovar a ação missionária, aberta aos horizontes que o Espírito indica à Igreja, como expressão de uma nova juventude do apostolado laical. Esta é uma escolha missionária: tudo em chave missionária”. O Papa assinalou que esta escolha missionária é necessária “principalmente as paróquias, especialmente aquelas marcadas pelo cansaço e a teimosia, e há tantas. Paróquias cansadas, paróquias fechadas”. “Quando eu cumprimento as secretárias paroquiais, pergunto-lhes: mas você é secretária daquelas que abrem a porta ou daquelas que fecham a porta? Estas paróquias precisam do seu entusiasmo apostólico, da sua plena disponibilidade e do seu serviço criativo”. Francisco destacou que as paróquias devem “abrir as portas e deixar que Jesus possa sair. Tantas vezes temos Jesus preso nas paróquias conosco e nós não saímos e não deixamos que Ele saia!”. “Abrir as portas para que Ele saia, pelo menos Ele! Trata-se de uma Igreja ‘em saída’: sempre uma Igreja em saída”. O Papa lhes propôs “três atitudes” aos membros da Ação Católica, “que podem constituir, para todos vocês, um pedaço do caminho”. “O primeiro é: permanecer. Mas não permanecer fechados, não. Permanecer, em que sentido? Permanecer com Jesus, permanecer gozando de sua companhia. Para ser anunciadores e testemunhas de Cristo se precisa permanecer, sobretudo, próximos a Ele”. Francisco indicou que “é a partir do encontro com Aquele que é nossa vida e nossa alegria, que nosso testemunho adquire, cada dia, um novo significado e uma força nova. Permanecer em Jesus, permanecer com Jesus”. A segunda atitude, disse, é “ir. Por favor, jamais uma Ação Católica imóvel. Não deter-se: avançar!”. “Ir pelas ruas de suas cidades e de seus países e anunciar que Deus é Pai e que Jesus Cristo os fez conhecer, e por isso sua vida mudou: pode-se viver como irmãos, levando dentro uma esperança que não desilude”. O último verbo, disse o Papa, é “alegrar-se. Alegrar-se e exultar sempre no Senhor. Ser pessoas que cantam à vida, que proclamam a fé”. “Isto é importante: não só recitar o Credo, recitar a fé, conhecer a fé: proclamar a fé. Dizer a fé, viver a fé com alegria se chama ‘cantar a fé’, e isto não sou só eu que o digo. Isto o disse faz 1600 anos Santo Agostinho: cantar a fé. Pessoas capazes de reconhecer os próprios talentos e os próprios limites, que sabem ver nas próprias jornadas, também naquelas mais escuras, os sinais da presença do Senhor”. O Papa indicou que “com estes três comportamentos, permanecer em Jesus, ir aos limites e viver a alegria da pertença cristã, poderão levar adiante sua vocação e evitar a tentação da ‘quietude’, que não tem nada a ver com o permanecer em Jesus, evitar a tentação da teimosia e aquela do intimismo…”. “E também evitar a tentação da seriedade formal. Com este permanecer em Jesus, ir aos limites, viver a alegria evitando estas tentações, evitarão de levar adiante uma vida mais parecida com estátuas de museu que de pessoas chamadas por Jesus a viver e a difundir a alegria do Evangelho”. Francisco alentou a pedir ao Senhor “para cada um de nós, olhos que saibam ver além da aparência, ouvidos que saibam ouvir os gritos, sussurros e também os silêncios, mãos que saibam sustentar, abraçar, cuidar”. “Peçamos, sobretudo, um coração grande e misericordioso, que deseja o bem e a salvação de todos”. “Agradeço-lhes porque sei que rezam por mim”, disse-lhes, para logo convidá-los a “rezar à Virgem, que é nossa Mãe, e que nos acompanhará neste caminho. A Virgem sempre seguia Jesus, até o final: acompanhava-o”. #Francisco #abrir #deixar #portas #paroquias #Jesus







































