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  • Polícia da Nicarágua entra na Cúria e prende o bispo Rolando Álvarez

    A Igreja Católica na Nicarágua sofre grave perseguição pelo governo comunista e pede socorro. A polícia nicaraguense entrou no bispado de Matagalpa e levou Monsenhor Rolando Álvarez e oito de seus companheiros. A polícia da Nicarágua invadiu a casa episcopal da diocese de Matagalpa e prendeu o bispo, dom Rolando Álvarez, e os padres, seminaristas e um leigo que o acompanhavam. Na manhã de hoje (19) a diocese de Matagalpa publicou através das suas redes sociais que “neste momento a Polícia Nacional entrou na Cúria Episcopal da nossa diocese de Matagalpa”. A ACI Prensa, agência em espanhol do grupo ACI, confirmou que o bispo foi preso pela polícia nicaraguense e colocado em um veículo. Não há informações sobre para onde ele foi levado. As outras oito pessoas que estavam com ele dentro da cúria diocesana desde 4 de agosto, dia em que foram cercadas e trancadas pela polícia de Ortega, foram transferidas em veículos diferentes. Poucas horas antes, Álvarez postou em sua conta no Twitter a mensagem: “Vamos nos preocupar em usar o traje de festa no Reino de Deus”. A Igreja na Nicarágua vem sendo alvo de perseguição por parte do presidente Daniel Ortega desde que, em 2018, houve protestos contra o governo. Ortega, ex-líder guerrilheiro de esquerda, venceu as últimas quatro eleições no país. E última delas foi denunciada como injusta por observadores internacionais. Sete candidatos de oposição foram presos e impedidos de concorrer. Com um intervalo entre 1990 e 2007, Ortega está no poder desde 1979. Na Paróquia Santa Lucía, que há alguns dias sofre o cerco policial, os fiéis se reuniram de madrugada para proteger seus padres e impedir que sejam sequestrados. Leia também Perseguição religiosa na Nicarágua: Bispo enfrenta governo comunista com o Santíssimo Sacramento Prisão de bispo foi para “recuperar a normalidade” na Nicarágua, diz a polícia A Polícia Nacional da Nicarágua disse que a prisão do bispo de Matagalpa, dom Rolando Álvarez, na madrugada de hoje foi feito para “recuperar a normalidade da Cidadania e Famílias de Matagalpa”. Em comunicado divulgado hoje de manhã, a polícia justificou a invasão feita por volta das três da manhã à casa episcopal de Matagalpa, na qual o bispo teria continuado com “atividades desestabilizadoras e provocativas”. A acusação repete a que foi feita por Rosario Murillo, vice-presidente e mulher do presidente Daniel Ortega, ex-líder guerrilheiro que soma 29 anos no poder na Nicarágua. A Polícia, que desde 4 de agosto mantinha o bispo e um grupo de padres, seminaristas e leigos trancados e incomunicáveis ​​dentro de casa, disse que “durante vários dias esperaram com muita paciência, prudência e senso de responsabilidade uma comunicação positiva da diocese de Matagalpa, que nunca aconteceu”. Segundo o comunicado, o bispo de Matagalpa e as outras oito pessoas que permaneceram com ele dentro da casa, entre padres, seminaristas e um leigo, “foram transferidos, com respeito e observância de seus direitos, para a cidade de Manágua para investigações legais”. “O Senhor Bispo se mantém em proteção domiciliar nesta capital e pôde se encontrar com seus familiares esta manhã”, diz o comunicado A polícia também disse que o arcebispo de Manágua e vice-presidente da Conferência Episcopal da Nicarágua, cardeal Leopoldo Brenes, visitou dom Rolando Álvarez esta manhã “e ambos conversaram muito”. A Polícia Nacional disse que na casa episcopal de Matagalpa “permanece, como Autoridade Eclesial e sem quaisquer restrições policiais ou de mobilidade, o Senhor Vigário, monsenhor Oscar Escoto”. A arquidiocese de Manágua ainda não emitiu um comunicado oficial sobre o encontro entre o cardeal Brenes e dom Álvarez. A advogada nicaraguense Martha Patricia Molina Montenegro, membro do Observatório Pró-Transparência e Anticorrupção, disse à ACI Prensa, agência em espanhol do grupo ACI, o governo de Daniel Ortega e Rosario Murillo “é capaz de tudo” e “sempre gerará o máximo de dano possível”. Montenegro destacou a arbitrariedade da invasão da Polícia Nacional à casa episcopal de Matagalpa, que viola a Constituição e o Código Processual Penal, que estabelecem limitações à prisão domiciliar e à invasão domiciliar, que só pode ser feita “entre as seis da manhã e as seis da tarde”. Montenegro disse que Álvarez e os padres, seminaristas e leigos que estavam cercados pela polícia desde 4 de agosto “passaram 15 dias sequestrados, não detidos”. “A polícia está agindo como um grupo criminoso que não se submete ao estado de direito e mais uma vez deixa claro que a Nicarágua é uma ditadura onde eles agem de acordo com o capricho e o estado de espírito do presidente Daniel Ortega e sua consorte”, disse Montenegro. Montenegro disse à ACI Prensa que “a ditadura de Ortega-Murillo procede de forma arbitrária porque sabe que se usar os canais legais não teria qualquer base legal, porque todos os crimes que são atribuídos a cidadãos inocentes são falsos”. “O ‘sistema de justiça’ na Nicarágua é uma fábrica de invenções e falsidades para causar o maior dano possível”, disse, acrescentando que “Ortega e Murillo estão no poder não pelo apoio do povo, mas porque têm à sua mercê a Polícia Nacional e o Exército Nacional, que já demonstraram que estão dispostos a matar em nome do casal presidencial”. “Ortega não teme ninguém” Montenegro, que é autora de um relatório que informa sobre os mais de 190 ataques que a Igreja Católica sofreu desde 2018 sob a ditadura, destacou que “Ortega não teme ninguém”. “Isso ficou claro com o aumento da intensidade da repressão.” Montenegro lembrou que a ditadura de Ortega “ordenou o assassinato de mais de 350 nicaraguenses”, referindo-se aos mortos para reprimir os protestos pacíficos de 2018, e disse que o governo “enviou ao exílio mais de 200 mil”. O governo, continuou, tem “190 presos políticos”, fechou todos os meios de comunicação, confiscou e descumpriu todas as normas internacionais e sabe que, independentemente do que fizer, se fortalece mais”. Montenegro também criticou a comunidade internacional e sua relação com a ditadura de Ortega, porque por um lado “a condena, mas por outro continuam financiando e concedendo-lhe empréstimos milionários, que são usados para reprimir e não para investir em projetos sociais”. “A vitória será dada pelo Senhor” Montenegro diz que “a dor gerada pelo ataque à Igreja Católica é inexplicável”. “Fora do contexto jurídico, que é meu ramo, posso dizer-lhes que essas arbitrariedades e ataques à Igreja nos uniram mais como cristãos”, continuou, “ontem éramos mais de 3,5 mil famílias rezando o Santo Rosário na companhia de dom Rolando José, através das redes sociais e milhares mais que se conectaram de outros sites”. “Estamos fortalecidos com aquela paz e tranquilidade que só o Espírito Santo proporciona”, disse. “Não há poder humano que possa acabar com essa ditadura nefasta e criminosa. A vitória será dada pelo Senhor”, concluiu. A última publicação na conta do Twitter de dom Rolando Álvarez, poucas horas antes de ser sequestrado pela Polícia Nacional, relembrou precisamente o Evangelho: “Vamos nos preocupar em usar o traje de festa no Reino de Deus”.

  • Padre Gabriel Vila Verde publica nota de retratação em obediência a seu bispo

    O Padre Gabriel Vila Verde publicou nesta terça-feira, através de suas redes sociais, uma nota de retratação pública, por obediência a seu bispo, a respeito de um vídeo no qual ele ensinou a doutrina da Igreja acerca de falsas igrejas que usam o nome de católicas e confundem muitos fiéis. De acordo com o bispo o ensinamento da doutrina, feito pelo Padre Gabriel, feriu o sentimento dos “padres” da “igreja católica brasileira”, que não têm ligação com a Igreja Católica Apostólica Romana. Após ler a nota de retratação, leia também: Recuse imitações, não seja confundido pela ICAB – Igreja Católica Apostólica Brasileira Leia a nota de retratação: NOTA DE RETRATAÇÃO PÚBLICA Eu, Padre Gabriel dos Santos Vila Verde Santana, pertencente ao clero da Diocese de Cruz das Almas/BA, venho me retratar publicamente, a pedido de meu Bispo, Dom Antônio Tourinho Neto, e do Conselho de Presbíteros da mesma Diocese, a respeito de um vídeo que foi publicado no meu canal do YouTube sobre a existência de igrejas católicas nacionais, e que tinha como título: “cuidado com estes falsos sacerdotes”. No vídeo eu afirmei, amparado no parágrafo 816° do Catecismo da Igreja Católica (CIC), que tais igrejas não são legítimas e que os seus sacerdotes não são verdadeiros padres, pois não estão em comunhão com Roma e com o Santo Padre. Isto causou uma grande polêmica e um profundo desgosto nos membros destas mesmas igrejas, e algumas chegaram a publicar notas de repúdio em suas páginas nas redes sociais. Uma dessas notas chegou ao conhecimento do meu Bispo, pedindo que a minha Diocese tomasse providências quanto ao meu posicionamento apologético. Reconheço que, ao defender a doutrina de modo apaixonado, acabo me excedendo nas palavras e, sem intenção, termino por ferir o sentimento de pessoas de outros credos. Portanto, em nome da obediência, venho pedir desculpas aos que se sentiram ofendidos e desacatados pela forma com que expus a doutrina da Igreja, retratando-me publicamente, pois a obediência é uma virtude que trabalha em nós a humildade, mas que de forma alguma ofusca a verdade. Pe. Gabriel Vila Verde 16 de agosto de 2022 Após ler a nota de retratação, leia também: Recuse imitações, não seja confundido pela ICAB – Igreja Católica Apostólica Brasileira #PadreGabrielVilaVerde

  • Padre Gabriel Vila Verde publica nota de retratação em obediência a seu bispo

    O Padre Gabriel Vila Verde publicou nesta terça-feira, através de suas redes sociais, uma nota de retratação pública, por obediência a seu bispo, a respeito de um vídeo no qual ele ensinou a doutrina da Igreja acerca de falsas igrejas que usam o nome de católicas e confundem muitos fiéis. De acordo com o bispo o ensinamento da doutrina, feito pelo Padre Gabriel, feriu o sentimento dos “padres” da “igreja católica brasileira”, que não têm ligação com a Igreja Católica Apostólica Romana. Após ler a nota de retratação, leia também: Recuse imitações, não seja confundido pela ICAB – Igreja Católica Apostólica Brasileira Leia a nota de retratação: NOTA DE RETRATAÇÃO PÚBLICA Eu, Padre Gabriel dos Santos Vila Verde Santana, pertencente ao clero da Diocese de Cruz das Almas/BA, venho me retratar publicamente, a pedido de meu Bispo, Dom Antônio Tourinho Neto, e do Conselho de Presbíteros da mesma Diocese, a respeito de um vídeo que foi publicado no meu canal do YouTube sobre a existência de igrejas católicas nacionais, e que tinha como título: “cuidado com estes falsos sacerdotes”. No vídeo eu afirmei, amparado no parágrafo 816° do Catecismo da Igreja Católica (CIC), que tais igrejas não são legítimas e que os seus sacerdotes não são verdadeiros padres, pois não estão em comunhão com Roma e com o Santo Padre. Isto causou uma grande polêmica e um profundo desgosto nos membros destas mesmas igrejas, e algumas chegaram a publicar notas de repúdio em suas páginas nas redes sociais. Uma dessas notas chegou ao conhecimento do meu Bispo, pedindo que a minha Diocese tomasse providências quanto ao meu posicionamento apologético. Reconheço que, ao defender a doutrina de modo apaixonado, acabo me excedendo nas palavras e, sem intenção, termino por ferir o sentimento de pessoas de outros credos. Portanto, em nome da obediência, venho pedir desculpas aos que se sentiram ofendidos e desacatados pela forma com que expus a doutrina da Igreja, retratando-me publicamente, pois a obediência é uma virtude que trabalha em nós a humildade, mas que de forma alguma ofusca a verdade. Pe. Gabriel Vila Verde 16 de agosto de 2022 Após ler a nota de retratação, leia também: Recuse imitações, não seja confundido pela ICAB – Igreja Católica Apostólica Brasileira #PadreGabrielVilaVerde

  • Filme de São Maximiliano Kolbe para assistir gratuitamente por uma semana

    Por ocasião da festa de São Maximiliano Maria Kolbe e o dia dos pais a produtora Kolbe Arte Producoes disponibilizou o filme gratuita para que todos possam assistir durante essa semana. “Hoje, Dia dos Pais e Memória de São Maximiliano Maria Kolbe. Durante a Semana Nacional da Família (14 a 20 de agosto) você poderá assistir gratuitamente no canal oficial da Kolbe Arte Produções no Youtube a este belissimo filme.” O nome do filme é DUAS COROAS – a sublime história de São Maximiliano Maria Kolbe. Clique aqui para assistir gratuitamente no YouTube O longa conta que no dia 14 agosto de 1941, em Auschwitz, na Polônia, o sacerdote Maximiliano Kolbe (Adam Woronowicz) fez uma difícil escolha: dar a sua vida para salvar um pai de família que mal conhecia. Sem ter ideia do grande legado que deixaria para as gerações futuras, Kolbe dedicou sua jornada à compaixão e solidariedade, e anos depois de sua morte foi proclamado santo pelo Papa São João Paulo II. #FilmesCatólicos

  • Filme de São Maximiliano Kolbe para assistir gratuitamente por uma semana

    Por ocasião da festa de São Maximiliano Maria Kolbe e o dia dos pais a produtora Kolbe Arte Producoes disponibilizou o filme gratuita para que todos possam assistir durante essa semana. “Hoje, Dia dos Pais e Memória de São Maximiliano Maria Kolbe. Durante a Semana Nacional da Família (14 a 20 de agosto) você poderá assistir gratuitamente no canal oficial da Kolbe Arte Produções no Youtube a este belissimo filme.” O nome do filme é DUAS COROAS – a sublime história de São Maximiliano Maria Kolbe. Clique aqui para assistir gratuitamente no YouTube O longa conta que no dia 14 agosto de 1941, em Auschwitz, na Polônia, o sacerdote Maximiliano Kolbe (Adam Woronowicz) fez uma difícil escolha: dar a sua vida para salvar um pai de família que mal conhecia. Sem ter ideia do grande legado que deixaria para as gerações futuras, Kolbe dedicou sua jornada à compaixão e solidariedade, e anos depois de sua morte foi proclamado santo pelo Papa São João Paulo II. #FilmesCatólicos

  • Homilia da Solenidade da Assunção de Maria Santíssima

    Leia o Evangelho deste domingo da Assunção de Nossa Senhora e em seguida escute a homilia: Anúncio do Evangelho (Lc 1,39-56) — O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas. — Glória a vós, Senhor. Naqueles dias, 39 Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judeia. 40 Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel. 41 Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. 42 Com um grande grito, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! 43 Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar? 44 Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria no meu ventre. 45 Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu”. 46 Então Maria disse: “A minha alma engrandece o Senhor, 47 e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, 48 porque olhou para a humildade de sua serva. Doravante todas as gerações me chamarão bem-aventurada, 49 porque o Todo-poderoso fez grandes coisas em meu favor. O seu nome é santo, 50 e sua misericórdia se estende, de geração em geração, a todos os que o respeitam. 51 Ele mostrou a força de seu braço: dispersou os soberbos de coração. 52 Derrubou do trono os poderosos e elevou os humildes. 53 Encheu de bens os famintos, e despediu os ricos de mãos vazias. 54 Socorreu Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia, 55 conforme prometera aos nossos pais, em favor de Abraão e de sua descendência, para sempre”. 56 Maria ficou três meses com Isabel; depois voltou para casa. — Palavra da Salvação — Glória a Vós Senhor Clique aqui para ouvir a homilia: Após a homilia, conheça mais sobre esta importante Solenidade da Santa Igreja. Acesse: Celebração da Solenidade da Assunção de Nossa Senhora #homilia

  • Homilia da Solenidade da Assunção de Maria Santíssima

    Leia o Evangelho deste domingo da Assunção de Nossa Senhora e em seguida escute a homilia: Anúncio do Evangelho (Lc 1,39-56) — O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas. — Glória a vós, Senhor. Naqueles dias, 39 Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judeia. 40 Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel. 41 Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. 42 Com um grande grito, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! 43 Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar? 44 Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria no meu ventre. 45 Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu”. 46 Então Maria disse: “A minha alma engrandece o Senhor, 47 e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, 48 porque olhou para a humildade de sua serva. Doravante todas as gerações me chamarão bem-aventurada, 49 porque o Todo-poderoso fez grandes coisas em meu favor. O seu nome é santo, 50 e sua misericórdia se estende, de geração em geração, a todos os que o respeitam. 51 Ele mostrou a força de seu braço: dispersou os soberbos de coração. 52 Derrubou do trono os poderosos e elevou os humildes. 53 Encheu de bens os famintos, e despediu os ricos de mãos vazias. 54 Socorreu Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia, 55 conforme prometera aos nossos pais, em favor de Abraão e de sua descendência, para sempre”. 56 Maria ficou três meses com Isabel; depois voltou para casa. — Palavra da Salvação — Glória a Vós Senhor Clique aqui para ouvir a homilia: Após a homilia, conheça mais sobre esta importante Solenidade da Santa Igreja. Acesse: Celebração da Solenidade da Assunção de Nossa Senhora #homilia

  • O heroísmo de ser homem e pai cristão em nossos dias

    O desafio de remar contra a correnteza em um mundo de frescuras que tem aversão a masculinidade e a paternidade. Convide seu pai para assistir e compartilhe com os pais católicos que você conhece! 😊🙏 Para assistir, acesse: #Formaçõesaovivo #FormaçõesCatólicas #PadreRodrigoMaria

  • O heroísmo de ser homem e pai cristão em nossos dias

    O desafio de remar contra a correnteza em um mundo de frescuras que tem aversão a masculinidade e a paternidade. Convide seu pai para assistir e compartilhe com os pais católicos que você conhece! 😊🙏 Para assistir, acesse: #Formaçõesaovivo #FormaçõesCatólicas #PadreRodrigoMaria

  • Monsenhor Jonas Abib se recupera bem da pneumonia

    De acordo com a última atualização feita pela Ana Lúcia, missionária da Canção Nova, a evolução do tratamento é positiva. Leia sua publicação: “O fundador da Comunidade Canção Nova e presidente vitalício da Fundação João Paulo II, Monsenhor Jonas Abib, 85 anos, apresenta evolução positiva no tratamento da pneumonia, diagnosticada na última terça-feira (09). O quadro clínico do sacerdote é bom. Com melhoras nos resultados dos últimos exames, ele se recupera bem da infecção pulmonar Obrigado a você que está unido a nós em oração 🙌” Em 2021 ele esteve internado por mais de um mês após ser diagnosticado com um mielona. Continuemos em oração por sua recuperação!

  • Monsenhor Jonas Abib se recupera bem da pneumonia

    De acordo com a última atualização feita pela Ana Lúcia, missionária da Canção Nova, a evolução do tratamento é positiva. Leia sua publicação: “O fundador da Comunidade Canção Nova e presidente vitalício da Fundação João Paulo II, Monsenhor Jonas Abib, 85 anos, apresenta evolução positiva no tratamento da pneumonia, diagnosticada na última terça-feira (09). O quadro clínico do sacerdote é bom. Com melhoras nos resultados dos últimos exames, ele se recupera bem da infecção pulmonar Obrigado a você que está unido a nós em oração 🙌” Em 2021 ele esteve internado por mais de um mês após ser diagnosticado com um mielona. Continuemos em oração por sua recuperação!

  • Padre Jonas Abib é hospitalizado e a comunidade Canção Nova pede orações

    Monsenhor tem 85 anos e foi hospitalizado após diagnóstico de pneumonia. O fundador da Canção Nova, Monsenhor Jonas Abib, de 85 anos, foi hospitalizado nesta quarta-feira (10) depois de diagnosticado com pneumonia. O religioso é o fundador da comunidade, que é uma referência nacional no meio católico. De acordo com a assessoria de imprensa da Canção Nova, ele amanheceu com mau estar, foi atendido e diagnosticado com pneumonia. Em nota, a comunidade informou que apesar do diagnóstico, o quadro de saúde é estável. Leia o que escreveu a Luzia Santiago: “Querida Comunidade, paz do Senhor! Padre Jonas, apresentou-se mais sonolento no dia de ontem e na madrugada de hoje apresentou febre. Após avaliação de uma de nossas médicas, foi realizado contato com o seu médico Dr Nelson hematologista, o qual orientou que ele fosse encaminhado para São Paulo para melhor avaliação do seu estado de saúde. O Senhor é o nosso Pastor, nada nos faltará! Deus abençoe a todos.” Em 2021 o religioso esteve internado por mais de um mês após ser diagnosticado com um mielona. Rezemos por sua pronta recuperação! Leia também Bispo enfrenta governo comunista com o Santíssimo nas mãos

  • Padre Jonas Abib é hospitalizado e a comunidade Canção Nova pede orações

    Monsenhor tem 85 anos e foi hospitalizado após diagnóstico de pneumonia. O fundador da Canção Nova, Monsenhor Jonas Abib, de 85 anos, foi hospitalizado nesta quarta-feira (10) depois de diagnosticado com pneumonia. O religioso é o fundador da comunidade, que é uma referência nacional no meio católico. De acordo com a assessoria de imprensa da Canção Nova, ele amanheceu com mau estar, foi atendido e diagnosticado com pneumonia. Em nota, a comunidade informou que apesar do diagnóstico, o quadro de saúde é estável. Leia o que escreveu a Luzia Santiago: “Querida Comunidade, paz do Senhor! Padre Jonas, apresentou-se mais sonolento no dia de ontem e na madrugada de hoje apresentou febre. Após avaliação de uma de nossas médicas, foi realizado contato com o seu médico Dr Nelson hematologista, o qual orientou que ele fosse encaminhado para São Paulo para melhor avaliação do seu estado de saúde. O Senhor é o nosso Pastor, nada nos faltará! Deus abençoe a todos.” Em 2021 o religioso esteve internado por mais de um mês após ser diagnosticado com um mielona. Rezemos por sua pronta recuperação! Leia também Bispo enfrenta governo comunista com o Santíssimo nas mãos

  • Papa Francisco receberá vereador do PT cassado por invadir igreja

    O vereador Renato Freitas (PT), cassado pela segunda vez pela Câmara de Curitiba por invasão a uma igreja, será recebido no mês que vem pelo Papa Francisco. A audiência foi confirmada pela defesa do vereador. Renato Freitas, que é cristão, invadiu a Igreja do Rosário de Nossa Senhora dos Pretos em 5 de fevereiro, durante uma manifestação. O petista liderou um ato no templo católico. À época, fiéis relataram ter sido xingados de fascistas, racistas e homofóbicos. Desde que a Câmara Municipal abriu o procedimento de cassação, Freitas tem alegado que o processo é motivado por “racismo”. A Arquidiocese de Curitiba chegou a sair em defesa do petista, além do ex-presidente Lula e figuras do PT. O próprio padre responsável pela celebração, Luiz Haas, compareceu à sessão de cassação de Renato Freitas, e a Cúria da Igreja Católica já afirmou que considera a cassação uma punição excessiva. Segundo a defesa do vereador petista, a audiência com o Papa, no Vaticano, sela o apoio da igreja a Renato Freitas e aos manifestantes que entraram na igreja em fevereiro. Leia também O que pensar sobre o Papa Francisco ter recebido Lula

  • Papa Francisco receberá vereador do PT cassado por invadir igreja

    O vereador Renato Freitas (PT), cassado pela segunda vez pela Câmara de Curitiba por invasão a uma igreja, será recebido no mês que vem pelo Papa Francisco. A audiência foi confirmada pela defesa do vereador. Renato Freitas, que é cristão, invadiu a Igreja do Rosário de Nossa Senhora dos Pretos em 5 de fevereiro, durante uma manifestação. O petista liderou um ato no templo católico. À época, fiéis relataram ter sido xingados de fascistas, racistas e homofóbicos. Desde que a Câmara Municipal abriu o procedimento de cassação, Freitas tem alegado que o processo é motivado por “racismo”. A Arquidiocese de Curitiba chegou a sair em defesa do petista, além do ex-presidente Lula e figuras do PT. O próprio padre responsável pela celebração, Luiz Haas, compareceu à sessão de cassação de Renato Freitas, e a Cúria da Igreja Católica já afirmou que considera a cassação uma punição excessiva. Segundo a defesa do vereador petista, a audiência com o Papa, no Vaticano, sela o apoio da igreja a Renato Freitas e aos manifestantes que entraram na igreja em fevereiro. Leia também O que pensar sobre o Papa Francisco ter recebido Lula

  • A mais importante profecia de Nossa Senhora para nossos tempos

    Nas aparições de Nossa Senhora em Fátima, o próprio Jesus fez um pedido através de sua santa mãe: “O meu Filho quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração. – Por fim Meu Imaculado Coração Triunfará” Saiba nessa formação as consequências do atendimento ou não desse pedido de Deus transmitido por Nossa Senhora. Para assistir, acesse: #Formaçõesaovivo #FormaçõesCatólicas #PadreRodrigoMaria

  • A mais importante profecia de Nossa Senhora para nossos tempos

    Nas aparições de Nossa Senhora em Fátima, o próprio Jesus fez um pedido através de sua santa mãe: “O meu Filho quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração. – Por fim Meu Imaculado Coração Triunfará” Saiba nessa formação as consequências do atendimento ou não desse pedido de Deus transmitido por Nossa Senhora. Para assistir, acesse: #Formaçõesaovivo #FormaçõesCatólicas #PadreRodrigoMaria

  • Confortare esto vir! Uma aula sobre Masculinidade.

    “CONFORTARE ESTO VIR” significa: “Sê corajoso, porta-te como homem (1Rs 2,2).” Nesta aula ao vivo, Padre Paulo Ricardo reflete sobre o novo modelo de masculinidade adotado pelo pensamento moderno. ‘Confortare esto vir!’ – Seja homem! Bertrand Russell, membro da Escola de Frankfurt, é autor de uma observação que vale ser citada aqui, para que se saiba desde o início o que é que enfrentamos: “Usando técnicas psicológicas para ensinar às crianças, seremos capazes de produzir a convicção de que a neve é preta!” Faz-se necessário salientar que a Escola de Frankfurt foi um mecanismo criado por marxistas para a realização de pesquisas na área da psicologia, com vistas a melhor aplicar o marxismo na cultura e, então, facilitar a destruição dessa mesma cultura desde o seu núcleo, sem que os cidadãos se apercebessem do processo. A masculinidade é um dos principais alvos desses ataques de subversão, porque justamente o homem é que foi constituído para o combate e para doar sua vida pelos outros. Longe dessa realidade, o homem se torna um ser egoísta e autoritário que visa somente o seu bem estar e a busca por prazer, esquecendo-se da justiça e da sua vocação magna ao sacrifício. Dessa forma, com uma masculinidade frouxa e pusilânime, os tiranos conseguem solapar os direitos da civilização, abusando de mulheres e crianças e colocando-se no lugar de Deus. Todavia a crise de identidade do homem hodierno não se deve somente ao fato de este, na maioria das vezes, buscar somente o seu prazer; o problema é muito mais abrangente. O próprio egoísmo tem sua causa em problemas muito maiores. No presente texto será abordado especialmente o problema da busca pela Verdade. Fomos criados por Deus, como afirma o Catecismo da Igreja Católica, no seu item 27: O desejo de Deus é um sentimento inscrito no coração do homem, porque o homem foi criado por Deus e para Deus. Deus não cessa de atrair o homem para Si e só em Deus é que o homem encontra a verdade e a felicidade que procura sem descanso. No Evangelho segundo São João, capítulo 14, versículo 6, Cristo afirma o seguinte: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”; ora, se o homem foi criado por Deus e Deus é a própria Verdade, então o homem, além de ser atraído para a Verdade, também tem o dever de configurar-se à Verdade. Infelizmente, porém, o compromisso com a Verdade vem cada vez mais sendo substituído por um compromisso consigo mesmo, com a própria vontade, com os próprios desejos e pensamentos, e daí provém o egoísmo. Como imitadores de Cristo, somos convidados por Nosso Senhor a mudar essa realidade decaída, e, a partir de seu santo Exemplo nos tornarmos verdadeiros homens de Deus – homens católicos! Observando a vida de Nosso Senhor Jesus, concluímos que Ele se doou inteiramente à vontade do Pai e amou o próximo. Cristo Amou tanto o gênero humano que “esqueceu” de Si mesmo, e foi obediente até a morte, e morte de Cruz. Eis o exemplo magno que deve ser seguido por todo homem católico. O homem foi criado para, à exemplo de Cristo e por amor à Deus, doar inteiramente sua vida no serviço a Deus e consequentemente no serviço ao próximo, pois, como São João diz em sua primeira carta, “se alguém disser: ‘Amo a Deus’, mas odeia seu irmão, é mentiroso. Porque aquele que não ama seu irmão, a quem vê, é incapaz de amar a Deus, a quem não vê” (4, 20). Longe da Verdade – longe de Deus –, a masculinidade fica escravizada e torna-se subjetiva. É necessário ser homem em todos os lugares em que se está e evangelizar com a própria vida, com a própria postura e por toda palavra dita. Que a vida de cada homem seja um reflexo do Cristo Crucificado, que em meio ao sofrimento não abandona sua Missão e entrega-se inteiramente, até a última gota de sangue se necessário, para que os demais alcancem a salvação eterna. Para ser homem católico, é necessário amar a Deus, amar a Verdade e configurar-se em tudo ao Cristo. Isso pode ser feito na doação diária de si mesmo para o bem dos mais fracos, para o bem da sociedade e para o bem da Santa Madre Igreja. Enamorados pela Verdade, os homens são capazes de saírem de si mesmos e avançarem em busca do outro, rejeitando toda espécie de abuso, toda espécie de egoísmo, utilitarismo e vaidade. Mais acima, a virilidade masculina personalizada em Clint Eastwood, ator que foi referência para a juventude dos anos 1970/80. O contraste com as maneiras de ser de muitos dos jovens de hoje é gritante, Difícil não se perguntar como foi que o modelo de masculinidade pôde ter decaído tanto em tão pouco tempo? Para obter-se mais diretrizes de como ser um verdadeiro homem católico, além de observar a vida do Cristo e os ensinamentos da Igreja, convém observar algumas das regras dos cavaleiros da Militia de Sanctae Mariae [2], aqui dispostas de forma aleatória: • A defesa da Igreja, compromisso especial, análogo ao voto de cruzada a defender a Igreja, a sua Fé, a sua Hierarquia, as suas instituições, os seus direitos, mesmo com perigo da sua vida; e a responder a todo o apelo do Soberano Pontífice para cumprir toda a missão, mesmo custosa ou perigosa, que Sua Santidade se digne confiar aos seus cavaleiros. Em face do próximo e da sociedade em geral, o cavaleiro compromete-se a fazer reinar a justiça, o que é propriamente o seu papel: • A intervir sempre e em todo o lado, com uma justa prudência, quando se trata de defender a verdade em geral e a Fé em particular, segundo o preceito do Apóstolo que recomenda insistir a tempo e a contratempo, expressão que é divisa da Ordem: e a fim de obedecer a esta outra advertência da Sagrada Escritura: Até a morte, combate pela verdade, e o Senhor Deus combaterá por ti. • A não deixar oprimir ninguém, mas a defender em todo o lado e sempre, na medida dos seus meios, o fraco, a viúva e o órfão contra os seus opressores, mesmo e sobretudo se estes últimos forem poderosos. • A não deixar caluniar ninguém. • A Não deixar ninguém blasfemar. • A ensinar ao mundo, principalmente pelo exemplo duma vida sem medo e sem mancha, a verdadeira natureza da honra que é a prática da fidelidade na humanidade. • Manter a palavra dada livremente. • A agir de tal modo que em todas as coisas Deus seja glorificado • Para com o seu dever de estado profissional, os cavaleiros devem medir exatamente a extensão das exigências da sua vocação. Mostrem-se pois cristãos perfeitos, desejosos de imitar Cristo na sua vida laboriosa de Nazaré, a fim de oferecer a Deus o seu trabalho e o dos outros em sacrifício de louvor. Como Cristo, amarão o trabalho bem feito que procede do amor. Ser homem é estar disposto a derramar o próprio sangue pela Santa Igreja e para que outros vivam, pois “se o grão de trigo caído na terra não morrer, ficará só; se morrer, produz muito fruto (Jo 12,24). Por Felipe Marques, Fraternidade Laical São Próspero Homens, parem de agir como vítimas! Nunca foi tão necessário revisitar os ideais do patriarcado cristão, dando aos homens razões para que tomem as rédeas de suas vidas, parem de agir como vítimas e sejam os líderes que foram chamados por Deus a ser. O patriarcado hoje costuma ser definido como um sistema social injusto que reforça papéis de gênero e oprime , evocando a típica dominação masculina sobre as mulheres. Minha própria irmã descobriu recentemente essa versão do patriarcado em um curso de estudos sobre a mulher em uma instituição pública, durante o qual ela foi instada a dar exemplos em sua vida de quando a dominação masculina foi reforçada sobre ela, seja por seu pai ou qualquer outro homem com o qual ela tivesse algum contato. Infelizmente para o professor, que tentava tirar uma lição disso, minha irmã não conseguiu recordar uma única vez em que essa noção de misoginia tivesse sido imposta sobre ela. Ainda que meu coração sinceramente se compadeça de qualquer mulher que já tenha sido assediada por um homem, não me parece que devamos culpar o patriarcado por isso. O fato é que muitos homens e mulheres nunca experimentaram o que é realmente o patriarcado . Em uma época na qual 1 em cada 3 lares sofre com a ausência do pai, será que podemos mesmo continuar a culpar o patriarcado pelas doenças sociais que estamos experimentando? Para que um patriarcado esteja em ordem, deve haver um homem desempenhando um papel de liderança. Mas os homens não estão em suas casas; ao contrário, eles estão abandonando seus postos e entrando em expedições egoístas. Se algum chega a abandonar a própria família, como muitos hoje estão fazendo, não se trata propriamente de opressão, mas de covardia . Acredito que a velha e desgastada mania de culpar os homens de ser “opressores” só funciona quando eles estão realmente presentes. Ainda que o movimento de “liberação” das mulheres tivesse como finalidade libertar as mulheres da abstrata “opressão patriarcal”, o que o movimento provocou, na verdade, foi um retrocesso à servidão : nunca se viu os homens usarem tanto as mulheres como agora . Sem praticamente nenhum senso de compromisso, eles recebem hoje a gratificação imediata do ato sexual, fato que as mulheres exaltam como se se tratasse de verdadeira liberdade. Mas será liberdade de fato ser jogada de lado como nada mais do que um objeto descartável? Isso não é amor, não é liberdade, não é verdade. É sim uma covardia dos homens, provocada pelo ciclo contínuo de meninos sendo criados para temer seja sua liderança como homens seja sua capacidade inata de fazer diferença no mundo. É também um resultado da noção, passada a homens e a mulheres, de que “libertar-se do patriarcado” é o mesmo que livrar-se dos “grilhões” da responsabilidade moral. Se algum homem chega a abandonar a própria família, não se trata propriamente de opressão, mas de covardia. Essa ideologia tem se espalhado porque fomos ensinados a ver tudo pelas lentes da vitimização . Os grandes heróis de nossa época são os que mais foram oprimidos. Ao invés de olhar para as virtudes que deveríamos cultivar e, mais importante ainda, para os vícios que deveríamos erradicar, as últimas duas ou três gerações foram ensinadas a vislumbrar matéria de opressão em cada ação ou reação da sociedade. Graças a essa tolice, a ideologia marxista de consciência social não só aliena as pessoas, como torna-se um verdadeiro perigo. Debaixo do fiasco cultural de um feminismo equivocado e de uma masculinidade caracterizada por violência e indignação encontra-se uma população inteira de homens que não sabem sequer o que seja conduzir uma família . Os princípios mal formulados do feminismo, incluindo sua noção de patriarcado, são simplesmente tão errados quanto os dos homens que tratam suas mulheres como animais. Ambos confundem liderança com opressão e imprimem na cultura um medo entre os dois sexos. Talvez o restabelecimento do patriarcado cristão seja a mudança necessária, o catalisador positivo, para resolver nossos problemas sociais. Algumas das principais características do patriarcado são sua clareza , o conflito que ele gera e o controle que ele detém. Se devem ser elogiadas ou censuradas essas características, tudo depende de como se percebem os objetos a que elas dizem respeito. O patriarcado é claro no sentido de que as leis dentro de um sistema patriarcal geralmente significam punições mais severas. Assim como o pai dentro de uma casa impõe uma boa dose de medo em tempos de mau comportamento, no patriarcado é muito menor a leniência para com as transgressões feitas à lei . Também é claro o patriarcado no sentido de que um sistema assim chama as coisas por aquilo que elas são. Um inimigo é um inimigo. Na modernidade nós temos dificuldades em definir um inimigo. Não queremos ferir os sentimentos de ninguém e trocamos a misericórdia e a justiça cristãs pela noção hodierna de “ser legal”. Jesus nos disse para amarmos nossos inimigos, não para fingirmos que eles não existiam . Se uma ameaça estivesse a caminho de uma tribo ou de uma nação, os homens se reuniam para discutir como afastá-la e como melhor proteger aqueles sob seu cuidado. Isso significava guerra, conflito , controle . Não o controle de um ditador, mas o controle adquirido por meio de autossacrifício e coragem. Os homens tinham de arriscar suas vidas na linha de combate a fim de manter a salvo suas tribos. Eles entendiam que, se alguns dos homens morressem, ao menos sua descendência perduraria. Se as mulheres morressem, no entanto, eles teriam menos oportunidades de “encher a terra” com sua prole. As mulheres eram tidas em alta consideração deste modo porque sua sobrevivência significava a sobrevivência de todo o povo . Jesus nos disse para amarmos nossos inimigos, não para fingirmos que eles não existiam. Houve épocas obviamente de abuso do patriarcado, e a elas se deve parcialmente a culpa dos desentendimentos de hoje. Por isso faço menção específica do patriarcado cristão . O homem cristão tem consciência da necessidade de viver como o próprio Cristo . Ele de bom grado dá a própria vida por sua família e por seu povo. São Paulo exalta esse patriarcado em Ef 5: “Pois o marido é a cabeça da mulher, assim como Cristo é a cabeça da Igreja”. O entendimento paulino de patriarcado pede dos homens que eles ajam exatamente como agiu Cristo crucificado ; exorta-os a ganharem o direito de ser a cabeça da casa, não por meio da força bruta, mas através da caridade , fazendo sacrifícios e agindo com honra. Eis um outro porquê de Jesus ser uma figura tão perigosa: Ele oferece a solução para nossos problemas, Ele oferece o patriarcado cristão. Quando os fariseus questionaram sua fidelidade à lei mosaica, que permitia o divórcio para não deixar os homens matarem suas esposas, Cristo respondeu: “Foi por causa da dureza de vossos corações que Moisés permitiu o divórcio, mas no princípio não era assim”. Jesus volta à origem do homem. Ao fazer isso, Ele não põe abaixo os ideais do patriarcado, mas desafia o status quo de um machismo corrosivo e traz de volta à mente o papel do próprio Adão. Este, encontrando-se sozinho e insatisfeito, procura sua amada. Ele procura aquela que será carne de sua carne e que satisfará suas necessidades mais profundas. Jesus repreende a mera noção de medo entre os sexos e, ao invés, institui uma masculinidade baseada no amor crucificado . Ele não pede aos homens que “sejam legais”, mas os desafia sim a interiorizar a lei eterna de Deus. Ele manda aos homens que reconheçam uma vez mais o incrível dom do feminino em suas vidas e que o tratem como a joia mais preciosa da Criação. Acredito que nunca tenha sido tão necessário como agora revisitar os ideais do patriarcado cristão. Um sistema de expectativa dado aos homens para que tomem a frente e sejam os líderes que foram chamados a ser . Por muito tempo os homens deixaram de lado seus deveres como protetores , provedores e líderes de seus lares, tanto em matérias físicas quanto espirituais. O patriarcado, complementado pelas virtudes e princípios cristãos, permite que uma sociedade e sua moralidade prosperem porque, quando os homens conduzem suas casas no seguimento de Cristo, protegendo-as dos perigos físicos e espirituais e provendo-lhes os bens materiais e espirituais necessários, as famílias prosperam. Isso significa que os homens precisam dar um passo à frente e parar de agir como vítimas . Construa suas virtudes, portanto, reze pedindo a graça de Deus e prepare-se para tomar o leme. Esse é o modo como Deus pensou o homem — e o modo como também nós deveríamos pensar. Em Defesa da Virilidade “Isso é claramente visto por alguém que ainda atende a nova Missa: falta homens. Logo, nas Missas da neo-igreja, permanecerão as mulheres, crianças e afeminados.” Christopher Fleming* Hoje, na sociedade ocidental pós-cristã, a fraqueza tornou-se uma virtude. O homem ideal, para os modernos, é aquele que se desculpa por tudo, que pensa o dia todo sobre como não ofender ninguém, evitando o confronto a todo custo e sempre falando sobre diálogo e tolerância. Ou seja, um homem que não é um homem. Na guerra contra Deus, Satanás tenta destruir o ser humano e não há melhor maneira de fazê-lo do que distorcendo sua natureza. Para isso, ele quer que os homens se comportem como mulheres e mulheres para se comportar como homens. Homens reais (não personagens de filmes) que demonstram virtudes masculinas, como coragem, honra e sacrifício, são vilipendiados. Fala-se de masculinidade tóxica (nunca ouvi falar de feminilidade tóxica), está implícito que todos os homens são estupradores em potencial e fantasia sobre um mundo feliz governado por mulheres. Esta ideologia feminista só se arraigou no Ocidente; Os países asiáticos e africanos vivem na margem desta degeneração pós-cristã. O perigo é que se os países ocidentais se rendem ao feminismo radical, elevando a fraqueza como uma bandeira, reduzindo suas forças armadas para meros ONGs e transformando seus homens em idiotas efeminados, os países que NÃO foram infectados por esta doença mental nos veem como presas e alvos fáceis. Como já acontece com o Islã. Os maometanos não estão revertendo os papéis naturais dos homens e das mulheres, de modo que sua sociedade mantém vigor: sua população é jovem e cresce constantemente. Eles percebem nossa fraqueza e sabem que seu tempo virá em breve. Com o perigo que se manifesta sobre o Ocidente, é hora de os homens católicos rejeitarem o estigma que esta sociedade perversa projeta sobre a masculinidade. Devemos nos opor a todo custo pela busca da igualdade entre homens e mulheres, porque é uma abominação e só pode trazer consequências devastadoras para a nossa civilização. Cerca de 2500 anos atrás, Aristóteles disse: O homem, a menos que que perca o seu estado natural de alguma forma , é naturalmente mais apto para a liderança do que a fêmea. O homem e a mulher NÃO SÃO IGUAIS e nunca serão. Hoje em dia, dizer que algo assim parece chocante. É uma heresia para o nosso tempo; é como dizer a um espanhol do século XVI que Maria não era virgem no nascimento. Assim como Santo Inácio de Loyola foi tentado a matar um moro por dizer precisamente isso, o espanhol do século 21, quando houve que as mulheres não são iguais aos homens, tomadas em raiva e denunciam a polícia por incitamento ao ódio. Por esse motivo, para evitar terminar na prisão, devo especificar; Quando digo que o homem e a mulher não são iguais, não significo sua dignidade intrínseca como criaturas feitas à imagem de Deus. Quero dizer, em vez disso, eles são diferentes ; não só fisicamente, mas também psicologicamente e espiritualmente. Os liberais que atualmente governam praticamente todos os países do Ocidente usam uma linguagem equívoca, deliberadamente, porque dizer que ambos os sexos são iguais é verdadeiro e falso; é verdade se se refere a uma igualdade essencial , porque não podemos dizer que um sexo tenha mais valor do que outro; e é falso se se refere a uma igualdade acidental , porque o que é diferente não pode ser idêntico. Dizer que homens e mulheres são iguais neste segundo sentido é tão tolo como dizer que crianças e adultos são iguais. Obviamente, a vida de uma criança tem o mesmo valor que a de um adulto, mas ambos pensam, sentem e atuam de maneiras muito diferentes. O truque dos liberais é que, no Ocidente, graças ao cristianismo, acreditamos na igualdade de dignidade entre mulheres e homens, mas com a ambivalência de sua linguagem, temos uma ideia radicalmente oposta ao cristianismo: esse homem e a mulher, exceto as óbvias diferenças anatômicas, é idêntica. É cada vez mais claro, a partir da pesquisa científica, que o cérebro masculino é muito diferente do cérebro feminino. Tenha cuidado, não disse nem melhor nem pior; apenas DIFERENTE. Também foi mostrado uma e outra vez que os interesses, motivações e prioridades vitais de homens e mulheres são diferentes. Por tudo isso, é absurdo esperar que em todas as áreas da vida exista uma igualdade de resultados entre os dois sexos. Eu sou a favor de dar as mesmas oportunidades a todos, mas eu me oponho a lutar contra todas as probabilidades, a fim de alcançar a igualdade de resultados. Participe, por exemplo, de que, entre os engenheiros, há o mesmo número de mulheres que os homens, é como cultivar oliveiras no Alasca: vai contra a natureza. Não seria mais lógico deixar cada um escolher livremente o que ele quer fazer e aceitar os resultados? Nos países escandinavos, onde as mulheres são mais livres do que em qualquer outro lugar do mundo para tomar decisões sobre suas vidas pessoais, a realidade contradiz completamente a narrativa feminista. De acordo com este estudo , quanto maior a igualdade de oportunidades entre os sexos, maior a disparidade nas escolhas profissionais. É por isso que na Noruega as mulheres dominam as profissões médicas, enquanto há muito poucas nas carreiras científicas. A lição não pode ser diferente: quando você deixa cada um escolher, os sexos escolhem coisas diferentes … PORQUE SÃO DIFERENTES. Se as diferenças entre homens e mulheres fossem puramente anatômicas, seria difícil explicar por que, entre os melhores 100 jogadores de xadrez, há apenas uma mulher, porque não acho que seja um jogo muito físico. Poderia ser que o xadrez requer uma forma de inteligência em que os homens se destacam? Os dogmas feministas são impostos com grande zelo (que a maioria dos católicos gostariam!) E poucos se atrevem a contradizê-los. Quando alguma figura pública diz algo fora do politicamente correto, quase sempre no próximo dia ele apresenta suas “mais sinceras desculpas pelas ofensas ocasionadas”, não importa o motivo que ele tenha. Os políticos geralmente baixam suas calças rapidamente para evitar males maiores quando percebem que disseram algo muito controverso. Um bom exemplo seria quando o deputado espanhol Toni Cantó disse verdades sobre os templos sobre a chamada violência de gênero . Ele se referiu às falsas alegações, aos 3.000 euros que a União Europeia dá à Espanha por cada mulher que denuncia seu parceiro e à indiferença com que ele olha os maus tratos para com os homens. Antes do dilúvio de indignação fingida por parte do lobby feminista, em vez de dar a batalha por uma causa digna, o deputado logo se desculpou. A medalha de ouro para o homem político mais afeminado tem que ser para o atual presidente do Canadá, Justin Trudeau . Em cada ocasião apresentada, Trudeau mostra seu feminismo, que no caso dele é uma forma de ódio contra si mesmo. Não sei se ele é homossexual, mas a julgar pelo seu comportamento e linguagem corporal, é evidente que seus níveis de testosterona são baixos. Na imagem abaixo, você pode ver como Trudeau adota uma postura fraca (suas pernas estão fechadas e ele está inclinado para trás) que ele considera virtuoso e sorri como uma criança, uma estratégia para conquistar os outros sem ter que recorrer à força. Diante dessa exibição de fraqueza, Donald Trump senta com as pernas abertas, inclinando-se para frente, como um macho dominante, com um rosto sério. Este auto-proclamado feminista ficou chateado (não se pode dizer que ela ficou com raiva, porque ela é tão estúpida que ela seria incapaz) quando as autoridades de imigração de seu país disseram que os homicídios de honra eram bárbaros . Trudeau disse que a palavra “tão pejorativa” não servia para promover a harmonia entre as culturas. É divertido como alguém que afirma defender os direitos das mulheres se preocupa mais com os sentimentos daqueles que matam mulheres por não casar com seus pais, do que a vida dessas mulheres. Tem sua explicação: estamos falando de maometanos que matam mulheres e, como um bom liberal, Trudeau ajoelha-se antes da Religião da Paz [veja a imagem abaixo]. O islamismo, uma ideologia totalitária que realmente discrimina injustamente contra as mulheres, é uma força capaz de erradicar os restantes vestígios do cristianismo no Ocidente. Por esta razão, Trudeau e aqueles de sua classe fingem não ver nenhuma misoginia no Islã, enquanto protestam todos os dias contra o “patriarcado” maligno que erigiu o cristianismo e inventou injustiças imaginárias cada vez mais ridículas. Se dói ver os homens políticos do Ocidente se comportam de forma tão fraca, na Igreja Católica é ainda mais doloroso. Enfrentando os inimigos até derrotá-los, assim como os grandes papas de antigamente (eu tenho o nome de São Pio X), é muito masculino para a neo-igreja pós-conciliadora. Agora, o Vaticano prefere apaziguar aqueles que odeiam a Igreja, e uma maneira de fazer isso é pedir perdão, se uma ofensa foi cometida ou não. Aquele que fez na moda pedir perdão para aplacar os inimigos de Deus foi o Papa João Paulo II. Ele pediu perdão para a Inquisição, as Cruzadas, o caso Galileu, etc. Existe algum aspecto da história da Igreja Católica para a qual ele NÃO se desculpou? Não processarei as intenções do Santo Padre; Não posso saber com que intenção ele pediu perdão por tantas coisas que, longe de nos envergonhar, deveriam nos encher de orgulho. Talvez tenha internalizado as mentiras do inimigo, dando as lendas negras historicamente seguras sobre a Igreja que todos conhecemos. Talvez ele pensasse que esse gesto de “humildade” seria melhor para cair em um mundo incrédulo. Não sei. O que eu vejo é que, após essa claudicação, essa demonstração de fraqueza, que muitos disfarçam de humildade, longe de recuperar seu prestígio perdido, a Igreja Católica tem cada vez menos influência em nossa sociedade. O clérigo que aspira ao episcopado hoje tem que lembrar apenas uma regra: não causar problemas. Embora seus sermões abalam até as pedras, mesmo que ele não levante seu dedo mindinho para defender a fé católica, mesmo que ele não faça nada de realmente valioso para qualquer um; se ele não entrar em controvérsia, se ninguém se ofender, ele terá todos os papéis para ser eleito bispo um dia. O único que ele precisa é se dar bem com as pessoas que movem os fios do Poder e sabem como ganhar seus favores. O mesmo sempre foi o caso em certa medida na Igreja Católica. A corrupção e a mediocridade não são exclusivas do nosso tempo. No entanto, acredito que, em geral, o nível do episcopado no mundo diminuiu substancialmente nas últimas décadas e suspeito por que … De acordo com o Papa João XXIII, o principal objetivo do Concílio Vaticano II era “abrir a Igreja ao mundo”. Agora que a Igreja tornou-se tão mundana, é inevitável que a mentalidade do mundo tenha assumido os prelados; Em vez de sempre manter a mente de Deus e a vida eterna, eles pensam constantemente sobre seus interesses pessoais e os ganhos deste mundo. Essa fraqueza da hierarquia católica não deve surpreender ninguém se analisarmos o novo rito da Missa promulgada por Paulo VI em 1969. Quanto à Missa usual, as mudanças vão na mesma direção: fez a feminização da Igreja. Alguns deles são: · Todos os aspectos sacrificais estão disfarçados; o significado essencial da Missa deixa de ser o sacrifício da Cruz, enfatizando a congregação dos fiéis e o banquete eucarístico. · As referências militares são eliminadas, como no Sanctus : “Deus Sabbaoth” (Deus dos Exércitos) é substituído por “Deus do Universo”. A luta desdenhada contra o pecado torna-se uma peregrinação por este mundo. · O sacerdote se torna um dos participantes, já que a diferença entre o sacerdócio sacramental e o sacerdócio comum dos fiéis difunde. · As referências penitenciais são reduzidas e suavizadas. · A heresia da salvação universal é sugerida, esquecendo a existência do inferno. Um exemplo, onde é explicitamente dito, é o Prefácio de Domingo do Tempo Comum X, que diz o seguinte: Hoje a vossa família, reunida para escutar a palavra da salvação e participar no pão da vida, celebra o memorial do Senhor ressuscitado, na esperança do domingo que não tem ocaso, quando toda a humanidade entrar no vosso descanso . Se acrescentarmos a essas infelizes mudanças, as inovações dos modernistas, como as mulheres que fazem as leituras e distribuindo a comunhão, acólitos, os sermões da Nova Era e as canções do burburinho insustentável, entende-se por que a grande maioria dos homens católicos deixaram por medo as igrejas. Isso é claramente visto por alguém que ainda atende a nova Missa: falta homens. Logo, nas Missas da neo-igreja, permanecerão as mulheres, crianças e afeminados. Um homem que eu admirava uma vez me disse: A os fracos, trate-os suavemente; O forte, com dureza. O homem, por antonomásia, Nosso Senhor Jesus Cristo, cumpriu perfeitamente esta máxima. Quando tratava crianças, doentes e marginalizadas, era doce e carinhoso; No entanto, quando Ele teve que enfrentar os poderosos, os tratou com terrível dureza. Essa é a marca do homem real. Não procure o confronto, mas às vezes é inevitável. Por natureza, as mulheres fogem do confronto, sempre preferem o diálogo, os acordos. Talvez seja por isso que Deus queria que os homens fossem enviados em Sua Igreja. Hoje, o que abunda na Igreja é exatamente o oposto: homens afeminados e acovardados que fogem assim que deparam com o inimigo, déspotas que destroem os pequeninos e adoram os poderosos. Eu poderia dar muitos exemplos, mas por uma questão de brevidade, eu apenas ofereço um. Recentemente, as notícias devastadoras sobre a Igreja na China estão a surgir, onde Roma aparentemente vai descartar bispos fiéis e substituí-los por bispos cismáticos sob o Partido Comunista Chinês. O cardeal Zen , ícone da resistência católica naquele país, denunciou em uma carta ao Papa Francisco que o que eles propõem é “vender a Igreja chinesa” ante as exigências do governo central chinês. Se agora Roma concordar com as imposições dos comunistas, será uma bofetada no rosto para os valentes mártires chineses, que resistiram e permaneceram fiéis desde a revolução de Mao. Será como dizer-lhes: seu sacrifício foi em vão, porque agora cedemos a pressão e damos tudo o que eles querem. O que nosso Senhor diria ao Partido Comunista Chinês? Tornaram um Pilatos? Aceitou o que Caifás lhes disse perante o Sinédrio ou lhes disse a verdade? Em suma, os homens devem ser homens e mulheres devem ser mulheres, porque não somos iguais; Somos diferentes e complementares. Quando os dois sexos retornam ao seu lugar, o mundo pode encontrar alguma sanidade. Os homens não devem ceder à pressão cultural para se tornarem afeminados; Devemos estar orgulhosos de quem somos e cultivar as virtudes masculinas. A crise na Igreja Católica tem muito a ver com a crise geral da masculinidade no Ocidente. Para começar, um bom remédio seria suprimir o novo rito nefasto da Missa e reintegrar o tradicional, que deu tantos bons frutos ao longo de tantos séculos. Onde quer que seja dita a Missa tradicional, há uma multidão de homens ansiosos para entregar-se a Deus como soldados de Jesus Cristo. * CHRISTOPHER FLEMING Britânico, casado com três filhos. Professor de piano e organista. Vive atualmente em Murcia, Espanha. Converteu do ateísmo e do protestantismo – modernismo. Católico até a morte, pela graça de Deus. Os homens precisam de São José Numa sociedade que ataca e ridiculariza a virilidade masculina, tachando-a de tóxica, misógina e agressiva, nunca os homens precisaram tanto de São José. Na ladainha em sua honra, temos um ótimo “manual de devoção” por onde começar. Os homens precisam de São José . As mulheres também precisam dele, mas nós vivemos numa época em que os homens estão sob ataque constante. A masculinidade é repetidamente tachada de tóxica, misógina e agressiva. A sociedade diz aos homens que eles devem ou tornar-se mais parecidos com as mulheres, ou sentar-se e ficar quietos. Eles são ridicularizados e repreendidos. Há décadas temos visto os homens serem retratados por Hollywood como crianças carentes do carinho materno de mulheres dominadoras que “sabem” mais. Nós mesmos, dentro da Igreja, temos absorvido e até aceitado muitas das mentiras sobre os homens que são contadas por nossa cultura. Dentro de nossas paróquias, homens e mulheres são colocados uns contra os outros em disputas de poder, e as versões sentimentais da fé que são oferecidas fazem muitos homens se afastar. As mulheres queixam-se de não ter funções suficientes na Igreja e, no entanto, são elas que dominam a maior parte das equipes e ministérios nas paróquias . Os homens tomam os bancos de trás em nossas igrejas a fim de não parecermos sexistas. Às vezes, o sacerdócio cede à pressão social por não querer ser visto como parte do patriarcado corrupto que nossa cultura está constantemente nos dizendo que existe, especialmente dentro da Igreja Católica. Após décadas de ataques aos homens e à masculinidade, a Igreja proclamou um Ano de São José — um ano para celebrar um homem , o mais santo dos homens, que foi o pai terreno de nosso Salvador, Jesus Cristo, e o esposo da mulher mais perfeita que jamais existiu, Nossa Senhora. O Espírito Santo está conduzindo a Igreja em meio aos mares tempestuosos da época presente, e Nosso Senhor está pedindo que nos voltemos a seu pai adotivo como guia . Isso é especialmente verdadeiro para os homens. Este é o momento de resgatar a autêntica masculinidade. Nosso Senhor está pedindo que nos voltemos a seu pai adotivo como guia. Nós precisamos que os homens se levantem e abracem a masculinidade que lhes foi dada por Deus. Que liderem com coração viril, ardente de zelo e amor a Deus, e ajudem a transformar nossas famílias e paróquias, a Igreja e o mundo. Essa não é uma tarefa fácil numa época em que tantos homens vêm de lares desfeitos e em que tantos deles foram ensinados, por toda a vida, a ver sua masculinidade como uma ameaça, e não como um dom portentoso dado por Deus à humanidade. São José é o santo para conduzir os homens no caminho da santidade e em direção a uma autêntica masculinidade , que penetre as profundezas do Sacratíssimo Coração de Jesus. Homens que se dediquem à oração, ao trabalho pesado, ao sacrifício, ao bem-estar espiritual, à verdade, ao amor e ao desejo profundo de levar almas para Cristo. São José é não apenas o intercessor de que os homens precisam para suas famílias; é também o santo viril de que nossos sacerdotes precisam para reger seu rebanho como pais espirituais chamados a entregar a vida pela Igreja. De que modo os homens podem se aprofundar no conhecimento e no amor filial a um homem que não disse absolutamente nada na Sagrada Escritura? Como o Pe. Donald Calloway destaca em seu livro “ Consagração a São José: as glórias de nosso pai espiritual ”, os homens podem conhecer São José através dos títulos que ele recebeu, bem como da forma como ele agiu na Sagrada Escritura. Ao olhar para os títulos que a Igreja deu a São José, os homens podem meditar sobre as virtudes e a masculinidade que ele viveu enquanto chefe da Sagrada Família. São José, rogai por nós . Ilustre filho de Davi, rogai por nós . Luz dos Patriarcas, rogai por nós . Esposo da Mãe de Deus, rogai por nós . Casto guarda da Virgem, rogai por nós . Sustentador do Filho de Deus, rogai por nós . Zeloso defensor de Jesus Cristo, rogai por nós . Chefe da Sagrada Família, rogai por nós . A primeira seção de títulos de São José, presentes na ladainha em sua honra , diz-nos algo crucial a seu respeito. Toda a sua identidade estava enraizada em Cristo, na história da salvação e em Nossa Senhora. Ele era, primeiro e sobretudo, um homem de Deus . A autêntica masculinidade — assim como a autêntica feminilidade — só pode ser vivida na relação com Deus. É através de uma profunda união com Ele que os homens serão transformados nos santos de que precisamos. São José era, primeiro e sobretudo, um homem de Deus. Um homem que não tem Deus como o centro absoluto de sua vida não será capaz de viver plenamente essa vocação. Nossa cultura só não compreende mais a masculinidade de forma reta e ordenada porque abandonou a Deus . Quando nos separamos dele, nosso entendimento do que seja o homem e a mulher também se rompe. Os homens católicos devem ser homens de oração e penitência, desejosos de seguir a vontade de Deus, custe o que custar. Podemos ver também que a masculinidade de São José alcançou a sua plenitude na relação com Nossa Senhora . Na Carta Apostólica Mulieris Dignitatem , S. João Paulo II explica como as mulheres moldam a masculinidade dos homens e os ajudam a viver suas vocações. A virilidade de São José foi aperfeiçoada através de sua íntima união espiritual no matrimônio com a Virgem Maria. É também por isso que os sacerdotes precisam de Nossa Senhora, bem como de santas mulheres unidas a ela, para moldar-lhes a masculinidade de uma maneira bela e profunda. A masculinidade é sempre vivida em relação com a feminilidade — espiritual e/ou naturalmente — , mas não deve jamais tornar-se efeminada . O mesmo vale para as mulheres em relação à masculinidade. São José é o defensor e protetor da Sagrada Família. Com muita frequência esses atributos da masculinidade estão sob ataque. Desde o simples ato de abrir a porta para uma dama até o de salvar a vida de outrem, os homens são acusados de agressividade devido a seu instinto, dado por Deus, de defesa e proteção do próximo. Mas, independentemente do que diz ou deixa de dizer a nossa cultura, os homens de fato foram feitos para defender e proteger . Independentemente do que diz ou deixa de dizer a nossa cultura, os homens de fato foram feitos para defender e proteger. A ladainha continua com os seguintes títulos: José justíssimo, rogai por nós . José castíssimo, rogai por nós . José prudentíssimo, rogai por nós . José fortíssimo, rogai por nós . José obedientíssimo, rogai por nós . José fidelíssimo, rogai por nós . Essa seção lista as virtudes que São José praticou ao longo da vida. Ele era justo, casto, prudente, corajoso, obediente e fiel. Os homens são chamados a ser fortes e gentis, puros e apaixonados, humildes e corajosos, e a submeter-se sempre à vontade de Deus na fé. A masculinidade não é simplesmente  ou  isto  ou  aquilo. Às vezes, um pai tem de ser ao mesmo tempo firme e gentil com seus filhos. Ao defender a verdade, os homens devem fazê-lo com coragem, mas de uma maneira amorosa também, que seja reflexo do Sacratíssimo Coração de Jesus. São José ajuda os homens a viverem esse aspecto  ambivalente  da masculinidade, que se tornou distorcido em nossa cultura. que está com os homens em cada estágio de suas vidas. Um dos seus títulos mais apropriados para os nossos tempos é o de Terror dos demônios . Nós estamos em guerra. Vivemos uma batalha espiritual, e as almas de nossas famílias, paróquias e nações estão sob ataque. Os homens lutam e defendem na batalha. Trata-se de uma das belas e difíceis responsabilidades dos homens nesta vida: promover a guerra quando necessário . Na vida espiritual ela é necessária sempre, e nós precisamos que os sacerdotes e pais de família nos convoquem para essa luta pela salvação das almas. São José levará os homens a travar as batalhas espirituais necessárias para ganharmos almas para Cristo. Os homens realmente precisam de São José. Nesse tempo de ataque virulento aos homens, nós, mulheres, precisamos levar os homens de nossas vidas — esposos e familiares, padres, amigos e irmãos em Cristo — a São José, a fim de que eles abracem a própria masculinidade. Não podemos continuar a envolver-nos nas disputas desordenadas de poder celebradas por nossa cultura. Nosso dever é procurar viver, lado a lado, a masculinidade e a feminilidade dadas por Deus , a fim de revelar ao mundo a complementaridade dos sexos, não apenas no Matrimônio, mas na própria humanidade. — São José, rogai por nós !

  • Confortare esto vir! Uma aula sobre Masculinidade.

    “CONFORTARE ESTO VIR” significa: “Sê corajoso, porta-te como homem (1Rs 2,2).” Nesta aula ao vivo, Padre Paulo Ricardo reflete sobre o novo modelo de masculinidade adotado pelo pensamento moderno. ‘Confortare esto vir!’ – Seja homem! Bertrand Russell, membro da Escola de Frankfurt, é autor de uma observação que vale ser citada aqui, para que se saiba desde o início o que é que enfrentamos: “Usando técnicas psicológicas para ensinar às crianças, seremos capazes de produzir a convicção de que a neve é preta!” Faz-se necessário salientar que a Escola de Frankfurt foi um mecanismo criado por marxistas para a realização de pesquisas na área da psicologia, com vistas a melhor aplicar o marxismo na cultura e, então, facilitar a destruição dessa mesma cultura desde o seu núcleo, sem que os cidadãos se apercebessem do processo. A masculinidade é um dos principais alvos desses ataques de subversão, porque justamente o homem é que foi constituído para o combate e para doar sua vida pelos outros. Longe dessa realidade, o homem se torna um ser egoísta e autoritário que visa somente o seu bem estar e a busca por prazer, esquecendo-se da justiça e da sua vocação magna ao sacrifício. Dessa forma, com uma masculinidade frouxa e pusilânime, os tiranos conseguem solapar os direitos da civilização, abusando de mulheres e crianças e colocando-se no lugar de Deus. Todavia a crise de identidade do homem hodierno não se deve somente ao fato de este, na maioria das vezes, buscar somente o seu prazer; o problema é muito mais abrangente. O próprio egoísmo tem sua causa em problemas muito maiores. No presente texto será abordado especialmente o problema da busca pela Verdade. Fomos criados por Deus, como afirma o Catecismo da Igreja Católica, no seu item 27: O desejo de Deus é um sentimento inscrito no coração do homem, porque o homem foi criado por Deus e para Deus. Deus não cessa de atrair o homem para Si e só em Deus é que o homem encontra a verdade e a felicidade que procura sem descanso. No Evangelho segundo São João, capítulo 14, versículo 6, Cristo afirma o seguinte: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”; ora, se o homem foi criado por Deus e Deus é a própria Verdade, então o homem, além de ser atraído para a Verdade, também tem o dever de configurar-se à Verdade. Infelizmente, porém, o compromisso com a Verdade vem cada vez mais sendo substituído por um compromisso consigo mesmo, com a própria vontade, com os próprios desejos e pensamentos, e daí provém o egoísmo. Como imitadores de Cristo, somos convidados por Nosso Senhor a mudar essa realidade decaída, e, a partir de seu santo Exemplo nos tornarmos verdadeiros homens de Deus – homens católicos! Observando a vida de Nosso Senhor Jesus, concluímos que Ele se doou inteiramente à vontade do Pai e amou o próximo. Cristo Amou tanto o gênero humano que “esqueceu” de Si mesmo, e foi obediente até a morte, e morte de Cruz. Eis o exemplo magno que deve ser seguido por todo homem católico. O homem foi criado para, à exemplo de Cristo e por amor à Deus, doar inteiramente sua vida no serviço a Deus e consequentemente no serviço ao próximo, pois, como São João diz em sua primeira carta, “se alguém disser: ‘Amo a Deus’, mas odeia seu irmão, é mentiroso. Porque aquele que não ama seu irmão, a quem vê, é incapaz de amar a Deus, a quem não vê” (4, 20). Longe da Verdade – longe de Deus –, a masculinidade fica escravizada e torna-se subjetiva. É necessário ser homem em todos os lugares em que se está e evangelizar com a própria vida, com a própria postura e por toda palavra dita. Que a vida de cada homem seja um reflexo do Cristo Crucificado, que em meio ao sofrimento não abandona sua Missão e entrega-se inteiramente, até a última gota de sangue se necessário, para que os demais alcancem a salvação eterna. Para ser homem católico, é necessário amar a Deus, amar a Verdade e configurar-se em tudo ao Cristo. Isso pode ser feito na doação diária de si mesmo para o bem dos mais fracos, para o bem da sociedade e para o bem da Santa Madre Igreja. Enamorados pela Verdade, os homens são capazes de saírem de si mesmos e avançarem em busca do outro, rejeitando toda espécie de abuso, toda espécie de egoísmo, utilitarismo e vaidade. Mais acima, a virilidade masculina personalizada em Clint Eastwood, ator que foi referência para a juventude dos anos 1970/80. O contraste com as maneiras de ser de muitos dos jovens de hoje é gritante, Difícil não se perguntar como foi que o modelo de masculinidade pôde ter decaído tanto em tão pouco tempo? Para obter-se mais diretrizes de como ser um verdadeiro homem católico, além de observar a vida do Cristo e os ensinamentos da Igreja, convém observar algumas das regras dos cavaleiros da Militia de Sanctae Mariae [2], aqui dispostas de forma aleatória: • A defesa da Igreja, compromisso especial, análogo ao voto de cruzada a defender a Igreja, a sua Fé, a sua Hierarquia, as suas instituições, os seus direitos, mesmo com perigo da sua vida; e a responder a todo o apelo do Soberano Pontífice para cumprir toda a missão, mesmo custosa ou perigosa, que Sua Santidade se digne confiar aos seus cavaleiros. Em face do próximo e da sociedade em geral, o cavaleiro compromete-se a fazer reinar a justiça, o que é propriamente o seu papel: • A intervir sempre e em todo o lado, com uma justa prudência, quando se trata de defender a verdade em geral e a Fé em particular, segundo o preceito do Apóstolo que recomenda insistir a tempo e a contratempo, expressão que é divisa da Ordem: e a fim de obedecer a esta outra advertência da Sagrada Escritura: Até a morte, combate pela verdade, e o Senhor Deus combaterá por ti. • A não deixar oprimir ninguém, mas a defender em todo o lado e sempre, na medida dos seus meios, o fraco, a viúva e o órfão contra os seus opressores, mesmo e sobretudo se estes últimos forem poderosos. • A não deixar caluniar ninguém. • A Não deixar ninguém blasfemar. • A ensinar ao mundo, principalmente pelo exemplo duma vida sem medo e sem mancha, a verdadeira natureza da honra que é a prática da fidelidade na humanidade. • Manter a palavra dada livremente. • A agir de tal modo que em todas as coisas Deus seja glorificado • Para com o seu dever de estado profissional, os cavaleiros devem medir exatamente a extensão das exigências da sua vocação. Mostrem-se pois cristãos perfeitos, desejosos de imitar Cristo na sua vida laboriosa de Nazaré, a fim de oferecer a Deus o seu trabalho e o dos outros em sacrifício de louvor. Como Cristo, amarão o trabalho bem feito que procede do amor. Ser homem é estar disposto a derramar o próprio sangue pela Santa Igreja e para que outros vivam, pois “se o grão de trigo caído na terra não morrer, ficará só; se morrer, produz muito fruto (Jo 12,24). Por Felipe Marques, Fraternidade Laical São Próspero Homens, parem de agir como vítimas! Nunca foi tão necessário revisitar os ideais do patriarcado cristão, dando aos homens razões para que tomem as rédeas de suas vidas, parem de agir como vítimas e sejam os líderes que foram chamados por Deus a ser. O patriarcado hoje costuma ser definido como um sistema social injusto que reforça papéis de gênero e oprime , evocando a típica dominação masculina sobre as mulheres. Minha própria irmã descobriu recentemente essa versão do patriarcado em um curso de estudos sobre a mulher em uma instituição pública, durante o qual ela foi instada a dar exemplos em sua vida de quando a dominação masculina foi reforçada sobre ela, seja por seu pai ou qualquer outro homem com o qual ela tivesse algum contato. Infelizmente para o professor, que tentava tirar uma lição disso, minha irmã não conseguiu recordar uma única vez em que essa noção de misoginia tivesse sido imposta sobre ela. Ainda que meu coração sinceramente se compadeça de qualquer mulher que já tenha sido assediada por um homem, não me parece que devamos culpar o patriarcado por isso. O fato é que muitos homens e mulheres nunca experimentaram o que é realmente o patriarcado . Em uma época na qual 1 em cada 3 lares sofre com a ausência do pai, será que podemos mesmo continuar a culpar o patriarcado pelas doenças sociais que estamos experimentando? Para que um patriarcado esteja em ordem, deve haver um homem desempenhando um papel de liderança. Mas os homens não estão em suas casas; ao contrário, eles estão abandonando seus postos e entrando em expedições egoístas. Se algum chega a abandonar a própria família, como muitos hoje estão fazendo, não se trata propriamente de opressão, mas de covardia . Acredito que a velha e desgastada mania de culpar os homens de ser “opressores” só funciona quando eles estão realmente presentes. Ainda que o movimento de “liberação” das mulheres tivesse como finalidade libertar as mulheres da abstrata “opressão patriarcal”, o que o movimento provocou, na verdade, foi um retrocesso à servidão : nunca se viu os homens usarem tanto as mulheres como agora . Sem praticamente nenhum senso de compromisso, eles recebem hoje a gratificação imediata do ato sexual, fato que as mulheres exaltam como se se tratasse de verdadeira liberdade. Mas será liberdade de fato ser jogada de lado como nada mais do que um objeto descartável? Isso não é amor, não é liberdade, não é verdade. É sim uma covardia dos homens, provocada pelo ciclo contínuo de meninos sendo criados para temer seja sua liderança como homens seja sua capacidade inata de fazer diferença no mundo. É também um resultado da noção, passada a homens e a mulheres, de que “libertar-se do patriarcado” é o mesmo que livrar-se dos “grilhões” da responsabilidade moral. Se algum homem chega a abandonar a própria família, não se trata propriamente de opressão, mas de covardia. Essa ideologia tem se espalhado porque fomos ensinados a ver tudo pelas lentes da vitimização . Os grandes heróis de nossa época são os que mais foram oprimidos. Ao invés de olhar para as virtudes que deveríamos cultivar e, mais importante ainda, para os vícios que deveríamos erradicar, as últimas duas ou três gerações foram ensinadas a vislumbrar matéria de opressão em cada ação ou reação da sociedade. Graças a essa tolice, a ideologia marxista de consciência social não só aliena as pessoas, como torna-se um verdadeiro perigo. Debaixo do fiasco cultural de um feminismo equivocado e de uma masculinidade caracterizada por violência e indignação encontra-se uma população inteira de homens que não sabem sequer o que seja conduzir uma família . Os princípios mal formulados do feminismo, incluindo sua noção de patriarcado, são simplesmente tão errados quanto os dos homens que tratam suas mulheres como animais. Ambos confundem liderança com opressão e imprimem na cultura um medo entre os dois sexos. Talvez o restabelecimento do patriarcado cristão seja a mudança necessária, o catalisador positivo, para resolver nossos problemas sociais. Algumas das principais características do patriarcado são sua clareza , o conflito que ele gera e o controle que ele detém. Se devem ser elogiadas ou censuradas essas características, tudo depende de como se percebem os objetos a que elas dizem respeito. O patriarcado é claro no sentido de que as leis dentro de um sistema patriarcal geralmente significam punições mais severas. Assim como o pai dentro de uma casa impõe uma boa dose de medo em tempos de mau comportamento, no patriarcado é muito menor a leniência para com as transgressões feitas à lei . Também é claro o patriarcado no sentido de que um sistema assim chama as coisas por aquilo que elas são. Um inimigo é um inimigo. Na modernidade nós temos dificuldades em definir um inimigo. Não queremos ferir os sentimentos de ninguém e trocamos a misericórdia e a justiça cristãs pela noção hodierna de “ser legal”. Jesus nos disse para amarmos nossos inimigos, não para fingirmos que eles não existiam . Se uma ameaça estivesse a caminho de uma tribo ou de uma nação, os homens se reuniam para discutir como afastá-la e como melhor proteger aqueles sob seu cuidado. Isso significava guerra, conflito , controle . Não o controle de um ditador, mas o controle adquirido por meio de autossacrifício e coragem. Os homens tinham de arriscar suas vidas na linha de combate a fim de manter a salvo suas tribos. Eles entendiam que, se alguns dos homens morressem, ao menos sua descendência perduraria. Se as mulheres morressem, no entanto, eles teriam menos oportunidades de “encher a terra” com sua prole. As mulheres eram tidas em alta consideração deste modo porque sua sobrevivência significava a sobrevivência de todo o povo . Jesus nos disse para amarmos nossos inimigos, não para fingirmos que eles não existiam. Houve épocas obviamente de abuso do patriarcado, e a elas se deve parcialmente a culpa dos desentendimentos de hoje. Por isso faço menção específica do patriarcado cristão . O homem cristão tem consciência da necessidade de viver como o próprio Cristo . Ele de bom grado dá a própria vida por sua família e por seu povo. São Paulo exalta esse patriarcado em Ef 5: “Pois o marido é a cabeça da mulher, assim como Cristo é a cabeça da Igreja”. O entendimento paulino de patriarcado pede dos homens que eles ajam exatamente como agiu Cristo crucificado ; exorta-os a ganharem o direito de ser a cabeça da casa, não por meio da força bruta, mas através da caridade , fazendo sacrifícios e agindo com honra. Eis um outro porquê de Jesus ser uma figura tão perigosa: Ele oferece a solução para nossos problemas, Ele oferece o patriarcado cristão. Quando os fariseus questionaram sua fidelidade à lei mosaica, que permitia o divórcio para não deixar os homens matarem suas esposas, Cristo respondeu: “Foi por causa da dureza de vossos corações que Moisés permitiu o divórcio, mas no princípio não era assim”. Jesus volta à origem do homem. Ao fazer isso, Ele não põe abaixo os ideais do patriarcado, mas desafia o status quo de um machismo corrosivo e traz de volta à mente o papel do próprio Adão. Este, encontrando-se sozinho e insatisfeito, procura sua amada. Ele procura aquela que será carne de sua carne e que satisfará suas necessidades mais profundas. Jesus repreende a mera noção de medo entre os sexos e, ao invés, institui uma masculinidade baseada no amor crucificado . Ele não pede aos homens que “sejam legais”, mas os desafia sim a interiorizar a lei eterna de Deus. Ele manda aos homens que reconheçam uma vez mais o incrível dom do feminino em suas vidas e que o tratem como a joia mais preciosa da Criação. Acredito que nunca tenha sido tão necessário como agora revisitar os ideais do patriarcado cristão. Um sistema de expectativa dado aos homens para que tomem a frente e sejam os líderes que foram chamados a ser . Por muito tempo os homens deixaram de lado seus deveres como protetores , provedores e líderes de seus lares, tanto em matérias físicas quanto espirituais. O patriarcado, complementado pelas virtudes e princípios cristãos, permite que uma sociedade e sua moralidade prosperem porque, quando os homens conduzem suas casas no seguimento de Cristo, protegendo-as dos perigos físicos e espirituais e provendo-lhes os bens materiais e espirituais necessários, as famílias prosperam. Isso significa que os homens precisam dar um passo à frente e parar de agir como vítimas . Construa suas virtudes, portanto, reze pedindo a graça de Deus e prepare-se para tomar o leme. Esse é o modo como Deus pensou o homem — e o modo como também nós deveríamos pensar. Em Defesa da Virilidade “Isso é claramente visto por alguém que ainda atende a nova Missa: falta homens. Logo, nas Missas da neo-igreja, permanecerão as mulheres, crianças e afeminados.” Christopher Fleming* Hoje, na sociedade ocidental pós-cristã, a fraqueza tornou-se uma virtude. O homem ideal, para os modernos, é aquele que se desculpa por tudo, que pensa o dia todo sobre como não ofender ninguém, evitando o confronto a todo custo e sempre falando sobre diálogo e tolerância. Ou seja, um homem que não é um homem. Na guerra contra Deus, Satanás tenta destruir o ser humano e não há melhor maneira de fazê-lo do que distorcendo sua natureza. Para isso, ele quer que os homens se comportem como mulheres e mulheres para se comportar como homens. Homens reais (não personagens de filmes) que demonstram virtudes masculinas, como coragem, honra e sacrifício, são vilipendiados. Fala-se de masculinidade tóxica (nunca ouvi falar de feminilidade tóxica), está implícito que todos os homens são estupradores em potencial e fantasia sobre um mundo feliz governado por mulheres. Esta ideologia feminista só se arraigou no Ocidente; Os países asiáticos e africanos vivem na margem desta degeneração pós-cristã. O perigo é que se os países ocidentais se rendem ao feminismo radical, elevando a fraqueza como uma bandeira, reduzindo suas forças armadas para meros ONGs e transformando seus homens em idiotas efeminados, os países que NÃO foram infectados por esta doença mental nos veem como presas e alvos fáceis. Como já acontece com o Islã. Os maometanos não estão revertendo os papéis naturais dos homens e das mulheres, de modo que sua sociedade mantém vigor: sua população é jovem e cresce constantemente. Eles percebem nossa fraqueza e sabem que seu tempo virá em breve. Com o perigo que se manifesta sobre o Ocidente, é hora de os homens católicos rejeitarem o estigma que esta sociedade perversa projeta sobre a masculinidade. Devemos nos opor a todo custo pela busca da igualdade entre homens e mulheres, porque é uma abominação e só pode trazer consequências devastadoras para a nossa civilização. Cerca de 2500 anos atrás, Aristóteles disse: O homem, a menos que que perca o seu estado natural de alguma forma , é naturalmente mais apto para a liderança do que a fêmea. O homem e a mulher NÃO SÃO IGUAIS e nunca serão. Hoje em dia, dizer que algo assim parece chocante. É uma heresia para o nosso tempo; é como dizer a um espanhol do século XVI que Maria não era virgem no nascimento. Assim como Santo Inácio de Loyola foi tentado a matar um moro por dizer precisamente isso, o espanhol do século 21, quando houve que as mulheres não são iguais aos homens, tomadas em raiva e denunciam a polícia por incitamento ao ódio. Por esse motivo, para evitar terminar na prisão, devo especificar; Quando digo que o homem e a mulher não são iguais, não significo sua dignidade intrínseca como criaturas feitas à imagem de Deus. Quero dizer, em vez disso, eles são diferentes ; não só fisicamente, mas também psicologicamente e espiritualmente. Os liberais que atualmente governam praticamente todos os países do Ocidente usam uma linguagem equívoca, deliberadamente, porque dizer que ambos os sexos são iguais é verdadeiro e falso; é verdade se se refere a uma igualdade essencial , porque não podemos dizer que um sexo tenha mais valor do que outro; e é falso se se refere a uma igualdade acidental , porque o que é diferente não pode ser idêntico. Dizer que homens e mulheres são iguais neste segundo sentido é tão tolo como dizer que crianças e adultos são iguais. Obviamente, a vida de uma criança tem o mesmo valor que a de um adulto, mas ambos pensam, sentem e atuam de maneiras muito diferentes. O truque dos liberais é que, no Ocidente, graças ao cristianismo, acreditamos na igualdade de dignidade entre mulheres e homens, mas com a ambivalência de sua linguagem, temos uma ideia radicalmente oposta ao cristianismo: esse homem e a mulher, exceto as óbvias diferenças anatômicas, é idêntica. É cada vez mais claro, a partir da pesquisa científica, que o cérebro masculino é muito diferente do cérebro feminino. Tenha cuidado, não disse nem melhor nem pior; apenas DIFERENTE. Também foi mostrado uma e outra vez que os interesses, motivações e prioridades vitais de homens e mulheres são diferentes. Por tudo isso, é absurdo esperar que em todas as áreas da vida exista uma igualdade de resultados entre os dois sexos. Eu sou a favor de dar as mesmas oportunidades a todos, mas eu me oponho a lutar contra todas as probabilidades, a fim de alcançar a igualdade de resultados. Participe, por exemplo, de que, entre os engenheiros, há o mesmo número de mulheres que os homens, é como cultivar oliveiras no Alasca: vai contra a natureza. Não seria mais lógico deixar cada um escolher livremente o que ele quer fazer e aceitar os resultados? Nos países escandinavos, onde as mulheres são mais livres do que em qualquer outro lugar do mundo para tomar decisões sobre suas vidas pessoais, a realidade contradiz completamente a narrativa feminista. De acordo com este estudo , quanto maior a igualdade de oportunidades entre os sexos, maior a disparidade nas escolhas profissionais. É por isso que na Noruega as mulheres dominam as profissões médicas, enquanto há muito poucas nas carreiras científicas. A lição não pode ser diferente: quando você deixa cada um escolher, os sexos escolhem coisas diferentes … PORQUE SÃO DIFERENTES. Se as diferenças entre homens e mulheres fossem puramente anatômicas, seria difícil explicar por que, entre os melhores 100 jogadores de xadrez, há apenas uma mulher, porque não acho que seja um jogo muito físico. Poderia ser que o xadrez requer uma forma de inteligência em que os homens se destacam? Os dogmas feministas são impostos com grande zelo (que a maioria dos católicos gostariam!) E poucos se atrevem a contradizê-los. Quando alguma figura pública diz algo fora do politicamente correto, quase sempre no próximo dia ele apresenta suas “mais sinceras desculpas pelas ofensas ocasionadas”, não importa o motivo que ele tenha. Os políticos geralmente baixam suas calças rapidamente para evitar males maiores quando percebem que disseram algo muito controverso. Um bom exemplo seria quando o deputado espanhol Toni Cantó disse verdades sobre os templos sobre a chamada violência de gênero . Ele se referiu às falsas alegações, aos 3.000 euros que a União Europeia dá à Espanha por cada mulher que denuncia seu parceiro e à indiferença com que ele olha os maus tratos para com os homens. Antes do dilúvio de indignação fingida por parte do lobby feminista, em vez de dar a batalha por uma causa digna, o deputado logo se desculpou. A medalha de ouro para o homem político mais afeminado tem que ser para o atual presidente do Canadá, Justin Trudeau . Em cada ocasião apresentada, Trudeau mostra seu feminismo, que no caso dele é uma forma de ódio contra si mesmo. Não sei se ele é homossexual, mas a julgar pelo seu comportamento e linguagem corporal, é evidente que seus níveis de testosterona são baixos. Na imagem abaixo, você pode ver como Trudeau adota uma postura fraca (suas pernas estão fechadas e ele está inclinado para trás) que ele considera virtuoso e sorri como uma criança, uma estratégia para conquistar os outros sem ter que recorrer à força. Diante dessa exibição de fraqueza, Donald Trump senta com as pernas abertas, inclinando-se para frente, como um macho dominante, com um rosto sério. Este auto-proclamado feminista ficou chateado (não se pode dizer que ela ficou com raiva, porque ela é tão estúpida que ela seria incapaz) quando as autoridades de imigração de seu país disseram que os homicídios de honra eram bárbaros . Trudeau disse que a palavra “tão pejorativa” não servia para promover a harmonia entre as culturas. É divertido como alguém que afirma defender os direitos das mulheres se preocupa mais com os sentimentos daqueles que matam mulheres por não casar com seus pais, do que a vida dessas mulheres. Tem sua explicação: estamos falando de maometanos que matam mulheres e, como um bom liberal, Trudeau ajoelha-se antes da Religião da Paz [veja a imagem abaixo]. O islamismo, uma ideologia totalitária que realmente discrimina injustamente contra as mulheres, é uma força capaz de erradicar os restantes vestígios do cristianismo no Ocidente. Por esta razão, Trudeau e aqueles de sua classe fingem não ver nenhuma misoginia no Islã, enquanto protestam todos os dias contra o “patriarcado” maligno que erigiu o cristianismo e inventou injustiças imaginárias cada vez mais ridículas. Se dói ver os homens políticos do Ocidente se comportam de forma tão fraca, na Igreja Católica é ainda mais doloroso. Enfrentando os inimigos até derrotá-los, assim como os grandes papas de antigamente (eu tenho o nome de São Pio X), é muito masculino para a neo-igreja pós-conciliadora. Agora, o Vaticano prefere apaziguar aqueles que odeiam a Igreja, e uma maneira de fazer isso é pedir perdão, se uma ofensa foi cometida ou não. Aquele que fez na moda pedir perdão para aplacar os inimigos de Deus foi o Papa João Paulo II. Ele pediu perdão para a Inquisição, as Cruzadas, o caso Galileu, etc. Existe algum aspecto da história da Igreja Católica para a qual ele NÃO se desculpou? Não processarei as intenções do Santo Padre; Não posso saber com que intenção ele pediu perdão por tantas coisas que, longe de nos envergonhar, deveriam nos encher de orgulho. Talvez tenha internalizado as mentiras do inimigo, dando as lendas negras historicamente seguras sobre a Igreja que todos conhecemos. Talvez ele pensasse que esse gesto de “humildade” seria melhor para cair em um mundo incrédulo. Não sei. O que eu vejo é que, após essa claudicação, essa demonstração de fraqueza, que muitos disfarçam de humildade, longe de recuperar seu prestígio perdido, a Igreja Católica tem cada vez menos influência em nossa sociedade. O clérigo que aspira ao episcopado hoje tem que lembrar apenas uma regra: não causar problemas. Embora seus sermões abalam até as pedras, mesmo que ele não levante seu dedo mindinho para defender a fé católica, mesmo que ele não faça nada de realmente valioso para qualquer um; se ele não entrar em controvérsia, se ninguém se ofender, ele terá todos os papéis para ser eleito bispo um dia. O único que ele precisa é se dar bem com as pessoas que movem os fios do Poder e sabem como ganhar seus favores. O mesmo sempre foi o caso em certa medida na Igreja Católica. A corrupção e a mediocridade não são exclusivas do nosso tempo. No entanto, acredito que, em geral, o nível do episcopado no mundo diminuiu substancialmente nas últimas décadas e suspeito por que … De acordo com o Papa João XXIII, o principal objetivo do Concílio Vaticano II era “abrir a Igreja ao mundo”. Agora que a Igreja tornou-se tão mundana, é inevitável que a mentalidade do mundo tenha assumido os prelados; Em vez de sempre manter a mente de Deus e a vida eterna, eles pensam constantemente sobre seus interesses pessoais e os ganhos deste mundo. Essa fraqueza da hierarquia católica não deve surpreender ninguém se analisarmos o novo rito da Missa promulgada por Paulo VI em 1969. Quanto à Missa usual, as mudanças vão na mesma direção: fez a feminização da Igreja. Alguns deles são: · Todos os aspectos sacrificais estão disfarçados; o significado essencial da Missa deixa de ser o sacrifício da Cruz, enfatizando a congregação dos fiéis e o banquete eucarístico. · As referências militares são eliminadas, como no Sanctus : “Deus Sabbaoth” (Deus dos Exércitos) é substituído por “Deus do Universo”. A luta desdenhada contra o pecado torna-se uma peregrinação por este mundo. · O sacerdote se torna um dos participantes, já que a diferença entre o sacerdócio sacramental e o sacerdócio comum dos fiéis difunde. · As referências penitenciais são reduzidas e suavizadas. · A heresia da salvação universal é sugerida, esquecendo a existência do inferno. Um exemplo, onde é explicitamente dito, é o Prefácio de Domingo do Tempo Comum X, que diz o seguinte: Hoje a vossa família, reunida para escutar a palavra da salvação e participar no pão da vida, celebra o memorial do Senhor ressuscitado, na esperança do domingo que não tem ocaso, quando toda a humanidade entrar no vosso descanso . Se acrescentarmos a essas infelizes mudanças, as inovações dos modernistas, como as mulheres que fazem as leituras e distribuindo a comunhão, acólitos, os sermões da Nova Era e as canções do burburinho insustentável, entende-se por que a grande maioria dos homens católicos deixaram por medo as igrejas. Isso é claramente visto por alguém que ainda atende a nova Missa: falta homens. Logo, nas Missas da neo-igreja, permanecerão as mulheres, crianças e afeminados. Um homem que eu admirava uma vez me disse: A os fracos, trate-os suavemente; O forte, com dureza. O homem, por antonomásia, Nosso Senhor Jesus Cristo, cumpriu perfeitamente esta máxima. Quando tratava crianças, doentes e marginalizadas, era doce e carinhoso; No entanto, quando Ele teve que enfrentar os poderosos, os tratou com terrível dureza. Essa é a marca do homem real. Não procure o confronto, mas às vezes é inevitável. Por natureza, as mulheres fogem do confronto, sempre preferem o diálogo, os acordos. Talvez seja por isso que Deus queria que os homens fossem enviados em Sua Igreja. Hoje, o que abunda na Igreja é exatamente o oposto: homens afeminados e acovardados que fogem assim que deparam com o inimigo, déspotas que destroem os pequeninos e adoram os poderosos. Eu poderia dar muitos exemplos, mas por uma questão de brevidade, eu apenas ofereço um. Recentemente, as notícias devastadoras sobre a Igreja na China estão a surgir, onde Roma aparentemente vai descartar bispos fiéis e substituí-los por bispos cismáticos sob o Partido Comunista Chinês. O cardeal Zen , ícone da resistência católica naquele país, denunciou em uma carta ao Papa Francisco que o que eles propõem é “vender a Igreja chinesa” ante as exigências do governo central chinês. Se agora Roma concordar com as imposições dos comunistas, será uma bofetada no rosto para os valentes mártires chineses, que resistiram e permaneceram fiéis desde a revolução de Mao. Será como dizer-lhes: seu sacrifício foi em vão, porque agora cedemos a pressão e damos tudo o que eles querem. O que nosso Senhor diria ao Partido Comunista Chinês? Tornaram um Pilatos? Aceitou o que Caifás lhes disse perante o Sinédrio ou lhes disse a verdade? Em suma, os homens devem ser homens e mulheres devem ser mulheres, porque não somos iguais; Somos diferentes e complementares. Quando os dois sexos retornam ao seu lugar, o mundo pode encontrar alguma sanidade. Os homens não devem ceder à pressão cultural para se tornarem afeminados; Devemos estar orgulhosos de quem somos e cultivar as virtudes masculinas. A crise na Igreja Católica tem muito a ver com a crise geral da masculinidade no Ocidente. Para começar, um bom remédio seria suprimir o novo rito nefasto da Missa e reintegrar o tradicional, que deu tantos bons frutos ao longo de tantos séculos. Onde quer que seja dita a Missa tradicional, há uma multidão de homens ansiosos para entregar-se a Deus como soldados de Jesus Cristo. * CHRISTOPHER FLEMING Britânico, casado com três filhos. Professor de piano e organista. Vive atualmente em Murcia, Espanha. Converteu do ateísmo e do protestantismo – modernismo. Católico até a morte, pela graça de Deus. Os homens precisam de São José Numa sociedade que ataca e ridiculariza a virilidade masculina, tachando-a de tóxica, misógina e agressiva, nunca os homens precisaram tanto de São José. Na ladainha em sua honra, temos um ótimo “manual de devoção” por onde começar. Os homens precisam de São José . As mulheres também precisam dele, mas nós vivemos numa época em que os homens estão sob ataque constante. A masculinidade é repetidamente tachada de tóxica, misógina e agressiva. A sociedade diz aos homens que eles devem ou tornar-se mais parecidos com as mulheres, ou sentar-se e ficar quietos. Eles são ridicularizados e repreendidos. Há décadas temos visto os homens serem retratados por Hollywood como crianças carentes do carinho materno de mulheres dominadoras que “sabem” mais. Nós mesmos, dentro da Igreja, temos absorvido e até aceitado muitas das mentiras sobre os homens que são contadas por nossa cultura. Dentro de nossas paróquias, homens e mulheres são colocados uns contra os outros em disputas de poder, e as versões sentimentais da fé que são oferecidas fazem muitos homens se afastar. As mulheres queixam-se de não ter funções suficientes na Igreja e, no entanto, são elas que dominam a maior parte das equipes e ministérios nas paróquias . Os homens tomam os bancos de trás em nossas igrejas a fim de não parecermos sexistas. Às vezes, o sacerdócio cede à pressão social por não querer ser visto como parte do patriarcado corrupto que nossa cultura está constantemente nos dizendo que existe, especialmente dentro da Igreja Católica. Após décadas de ataques aos homens e à masculinidade, a Igreja proclamou um Ano de São José — um ano para celebrar um homem , o mais santo dos homens, que foi o pai terreno de nosso Salvador, Jesus Cristo, e o esposo da mulher mais perfeita que jamais existiu, Nossa Senhora. O Espírito Santo está conduzindo a Igreja em meio aos mares tempestuosos da época presente, e Nosso Senhor está pedindo que nos voltemos a seu pai adotivo como guia . Isso é especialmente verdadeiro para os homens. Este é o momento de resgatar a autêntica masculinidade. Nosso Senhor está pedindo que nos voltemos a seu pai adotivo como guia. Nós precisamos que os homens se levantem e abracem a masculinidade que lhes foi dada por Deus. Que liderem com coração viril, ardente de zelo e amor a Deus, e ajudem a transformar nossas famílias e paróquias, a Igreja e o mundo. Essa não é uma tarefa fácil numa época em que tantos homens vêm de lares desfeitos e em que tantos deles foram ensinados, por toda a vida, a ver sua masculinidade como uma ameaça, e não como um dom portentoso dado por Deus à humanidade. São José é o santo para conduzir os homens no caminho da santidade e em direção a uma autêntica masculinidade , que penetre as profundezas do Sacratíssimo Coração de Jesus. Homens que se dediquem à oração, ao trabalho pesado, ao sacrifício, ao bem-estar espiritual, à verdade, ao amor e ao desejo profundo de levar almas para Cristo. São José é não apenas o intercessor de que os homens precisam para suas famílias; é também o santo viril de que nossos sacerdotes precisam para reger seu rebanho como pais espirituais chamados a entregar a vida pela Igreja. De que modo os homens podem se aprofundar no conhecimento e no amor filial a um homem que não disse absolutamente nada na Sagrada Escritura? Como o Pe. Donald Calloway destaca em seu livro “ Consagração a São José: as glórias de nosso pai espiritual ”, os homens podem conhecer São José através dos títulos que ele recebeu, bem como da forma como ele agiu na Sagrada Escritura. Ao olhar para os títulos que a Igreja deu a São José, os homens podem meditar sobre as virtudes e a masculinidade que ele viveu enquanto chefe da Sagrada Família. São José, rogai por nós . Ilustre filho de Davi, rogai por nós . Luz dos Patriarcas, rogai por nós . Esposo da Mãe de Deus, rogai por nós . Casto guarda da Virgem, rogai por nós . Sustentador do Filho de Deus, rogai por nós . Zeloso defensor de Jesus Cristo, rogai por nós . Chefe da Sagrada Família, rogai por nós . A primeira seção de títulos de São José, presentes na ladainha em sua honra , diz-nos algo crucial a seu respeito. Toda a sua identidade estava enraizada em Cristo, na história da salvação e em Nossa Senhora. Ele era, primeiro e sobretudo, um homem de Deus . A autêntica masculinidade — assim como a autêntica feminilidade — só pode ser vivida na relação com Deus. É através de uma profunda união com Ele que os homens serão transformados nos santos de que precisamos. São José era, primeiro e sobretudo, um homem de Deus. Um homem que não tem Deus como o centro absoluto de sua vida não será capaz de viver plenamente essa vocação. Nossa cultura só não compreende mais a masculinidade de forma reta e ordenada porque abandonou a Deus . Quando nos separamos dele, nosso entendimento do que seja o homem e a mulher também se rompe. Os homens católicos devem ser homens de oração e penitência, desejosos de seguir a vontade de Deus, custe o que custar. Podemos ver também que a masculinidade de São José alcançou a sua plenitude na relação com Nossa Senhora . Na Carta Apostólica Mulieris Dignitatem , S. João Paulo II explica como as mulheres moldam a masculinidade dos homens e os ajudam a viver suas vocações. A virilidade de São José foi aperfeiçoada através de sua íntima união espiritual no matrimônio com a Virgem Maria. É também por isso que os sacerdotes precisam de Nossa Senhora, bem como de santas mulheres unidas a ela, para moldar-lhes a masculinidade de uma maneira bela e profunda. A masculinidade é sempre vivida em relação com a feminilidade — espiritual e/ou naturalmente — , mas não deve jamais tornar-se efeminada . O mesmo vale para as mulheres em relação à masculinidade. São José é o defensor e protetor da Sagrada Família. Com muita frequência esses atributos da masculinidade estão sob ataque. Desde o simples ato de abrir a porta para uma dama até o de salvar a vida de outrem, os homens são acusados de agressividade devido a seu instinto, dado por Deus, de defesa e proteção do próximo. Mas, independentemente do que diz ou deixa de dizer a nossa cultura, os homens de fato foram feitos para defender e proteger . Independentemente do que diz ou deixa de dizer a nossa cultura, os homens de fato foram feitos para defender e proteger. A ladainha continua com os seguintes títulos: José justíssimo, rogai por nós . José castíssimo, rogai por nós . José prudentíssimo, rogai por nós . José fortíssimo, rogai por nós . José obedientíssimo, rogai por nós . José fidelíssimo, rogai por nós . Essa seção lista as virtudes que São José praticou ao longo da vida. Ele era justo, casto, prudente, corajoso, obediente e fiel. Os homens são chamados a ser fortes e gentis, puros e apaixonados, humildes e corajosos, e a submeter-se sempre à vontade de Deus na fé. A masculinidade não é simplesmente  ou  isto  ou  aquilo. Às vezes, um pai tem de ser ao mesmo tempo firme e gentil com seus filhos. Ao defender a verdade, os homens devem fazê-lo com coragem, mas de uma maneira amorosa também, que seja reflexo do Sacratíssimo Coração de Jesus. São José ajuda os homens a viverem esse aspecto  ambivalente  da masculinidade, que se tornou distorcido em nossa cultura. que está com os homens em cada estágio de suas vidas. Um dos seus títulos mais apropriados para os nossos tempos é o de Terror dos demônios . Nós estamos em guerra. Vivemos uma batalha espiritual, e as almas de nossas famílias, paróquias e nações estão sob ataque. Os homens lutam e defendem na batalha. Trata-se de uma das belas e difíceis responsabilidades dos homens nesta vida: promover a guerra quando necessário . Na vida espiritual ela é necessária sempre, e nós precisamos que os sacerdotes e pais de família nos convoquem para essa luta pela salvação das almas. São José levará os homens a travar as batalhas espirituais necessárias para ganharmos almas para Cristo. Os homens realmente precisam de São José. Nesse tempo de ataque virulento aos homens, nós, mulheres, precisamos levar os homens de nossas vidas — esposos e familiares, padres, amigos e irmãos em Cristo — a São José, a fim de que eles abracem a própria masculinidade. Não podemos continuar a envolver-nos nas disputas desordenadas de poder celebradas por nossa cultura. Nosso dever é procurar viver, lado a lado, a masculinidade e a feminilidade dadas por Deus , a fim de revelar ao mundo a complementaridade dos sexos, não apenas no Matrimônio, mas na própria humanidade. — São José, rogai por nós !

  • Após invasão e ameaças, Catedral de Campo Mourão é fechada

    A decisão foi tomada após ataques sofridos pela igreja na quinta-feira. Conforme relatado pela Diocese, um grupo roubou e xingou fiéis que estavam em adoração ao Santíssimo Sacramento. A Diocese de Campo Mourão informou na manhã desta sexta-feira (05), que a Catedral São José foi fechada e suspendeu as celebrações temporariamente. A decisão foi tomada após ataques sofridos pela igreja na quinta-feira (04). De acordo com informações divulgadas através de uma nota, a catedral foi invadida por um grupo de pessoas que gritaram, xingaram, roubaram fiéis que estavam rezando no local e ameaçaram de morte alguns funcionários. A administração da Catedral São José então decidiu fechar a igreja e suspender todas as atividades até sábado (06), às 19h. “Para que possamos fazer as devidas denúncias e favorecer a tranquilidade emocional de nossos funcionários”, esclareceu a igreja.  Leia também Massacre em igreja é evitado pela presença de pessoas armadas no local Confira a nota divulgada pela diocese: Caríssimos irmãos e irmãs da Comunidade Paroquial da Catedral e população em geral de Campo Mourão e região A Paróquia São José, ao longo destes quase 80 anos de existência, tem sido lugar referencial para a vivência da fé cristã e cultivo dos valores fundamentais da vida e do respeito humano. Ao longo destes últimos anos, temos encontrando grandes dificuldades quanto a segurança e o respeito para com esse espaço sagrado. No dia de ontem, 4 de agosto, dia particular de oração, com Adoração Eucarística durante todo o dia, a catedral em seu recinto interno passou por grandes constrangimentos: foi invadida por pessoas que gritavam, xingavam, roubaram pessoas que estavam rezando e, o que ainda é mais grave, ameaçaram com palavras e atitudes os funcionários, intimidando e prometendo matá-los. Diante desta situação hoje, após a missa das 7 da manhã, tomamos a decisão de fechar a catedral, suspendendo todas as celebrações, até este próximo sábado, ás 19 horas, para que possamos fazer as devidas denúncias e favorecer a tranquilidade emocional de nossos funcionários. Pedimos, encarecidamente, a todas as autoridades competentes e à população geral que nos ajude a buscar caminhos que possam garantir a nossa segurança, a integridade das pessoas no centro de Campo Mourão c, sobretudo, o sagrado direito de bem viver a sua fé com respeito, tranquilidade e fervor. Que São José, nosso protetor, junto a Deus, interceda em favor de todos nós e nos auxilie na busca de soluções. Leia também Massacre em igreja é evitado pela presença de pessoas armadas no local

  • Após invasão e ameaças, Catedral de Campo Mourão é fechada

    A decisão foi tomada após ataques sofridos pela igreja na quinta-feira. Conforme relatado pela Diocese, um grupo roubou e xingou fiéis que estavam em adoração ao Santíssimo Sacramento. A Diocese de Campo Mourão informou na manhã desta sexta-feira (05), que a Catedral São José foi fechada e suspendeu as celebrações temporariamente. A decisão foi tomada após ataques sofridos pela igreja na quinta-feira (04). De acordo com informações divulgadas através de uma nota, a catedral foi invadida por um grupo de pessoas que gritaram, xingaram, roubaram fiéis que estavam rezando no local e ameaçaram de morte alguns funcionários. A administração da Catedral São José então decidiu fechar a igreja e suspender todas as atividades até sábado (06), às 19h. “Para que possamos fazer as devidas denúncias e favorecer a tranquilidade emocional de nossos funcionários”, esclareceu a igreja.  Leia também Massacre em igreja é evitado pela presença de pessoas armadas no local Confira a nota divulgada pela diocese: Caríssimos irmãos e irmãs da Comunidade Paroquial da Catedral e população em geral de Campo Mourão e região A Paróquia São José, ao longo destes quase 80 anos de existência, tem sido lugar referencial para a vivência da fé cristã e cultivo dos valores fundamentais da vida e do respeito humano. Ao longo destes últimos anos, temos encontrando grandes dificuldades quanto a segurança e o respeito para com esse espaço sagrado. No dia de ontem, 4 de agosto, dia particular de oração, com Adoração Eucarística durante todo o dia, a catedral em seu recinto interno passou por grandes constrangimentos: foi invadida por pessoas que gritavam, xingavam, roubaram pessoas que estavam rezando e, o que ainda é mais grave, ameaçaram com palavras e atitudes os funcionários, intimidando e prometendo matá-los. Diante desta situação hoje, após a missa das 7 da manhã, tomamos a decisão de fechar a catedral, suspendendo todas as celebrações, até este próximo sábado, ás 19 horas, para que possamos fazer as devidas denúncias e favorecer a tranquilidade emocional de nossos funcionários. Pedimos, encarecidamente, a todas as autoridades competentes e à população geral que nos ajude a buscar caminhos que possam garantir a nossa segurança, a integridade das pessoas no centro de Campo Mourão c, sobretudo, o sagrado direito de bem viver a sua fé com respeito, tranquilidade e fervor. Que São José, nosso protetor, junto a Deus, interceda em favor de todos nós e nos auxilie na busca de soluções. Leia também Massacre em igreja é evitado pela presença de pessoas armadas no local

  • Bispo enfrenta governo comunista com o Santíssimo nas mãos

    Nos últimos dias, intensificaram-se as ações hostis contra os membros da Igreja na Nicarágua, inclusive com fechamento de rádios católicas Por Aleteia – Uma imagem gerou grande impacto na Nicarágua, onde os católicos estão sofrendo dura perseguição do regime de Daniel Ortega. O bispo da diocese de Matagalpa, Monsenhor Rolando Álvarez, saiu em procissão com o Santíssimo Sacramento em mãos depois que a polícia o impediu de entrar na cúria para celebrar a Missa, como de costume. “Saí e já havia um grupo de fiéis que estavam fazendo adoração ao Senhor. [Os policiais] estava revistando suas coisas, pediam a carteira de identidade, mas não os deixavam entrar [na cúria]; e quando saí já havia um grupo de fiéis cantando ao Senhor, então mandei trazer Jesus Sacramentado para que pudéssemos rezar aqui, para abençoar os fiéis”, ressaltou o bispo. Monsenhor Álvarez, que há tempos vem protestando contra a ditadura de Ortega, enfrentou a polícia e os paramilitares que cercam e bloquearam a região da cúria episcopal, conforme noticiado pela mídia local. “Diga-nos se vão deixar os fiéis entrar na cúria, diga-nos se vão permitir que celebremos a Eucaristia com os meios de comunicação, se vamos poder ter livre circulação, se vão parar de fechar as ruas da cúria, se vão retirar as forças policiais que estão até dois quarteirões à volta da cúria”, expressou o bispo, como se vê num vídeo transmitido por um jornalista. Leia também Revolução e guerra civil: Uma profecia para o Brasil #Urgente Monseñor Rolando Álvarez sale a la calle con el Santísimo y encara a la policía de Ortega y Murillo. pic.twitter.com/CPWjaKyozD — Gerall Chávez (@GerallChavez) August 4, 2022 Momentos de tensão Daniel Ortega mandou fechar seis emissoras de rádio católicas na Nicarágua. Em uma delas, um padre tentou impedir que os policiais retirassem os equipamentos de transmissão e ficou sitiado na casa paroquial anexa à capela Menino Jesus de Praga, em Sébaco, onde funcionava a rádio. A paróquia pertence à Diocese de Matagalpa, e o padre Uriel Vallejos narrou, pelas redes sociais, os momentos de tensão que passou enquanto ficou trancado depois que a polícia invadiu a capela. Os detalhes desta história dramática você pode ler aqui . Leia também O alerta de Nossa Senhora para o Brasil Monseñor Rolando Álvarez, con su vocación de pastor y su clara valentía, es símbolo de respeto y es la imagen de que en Nicaragua queremos la paz por la vía pacífica pic.twitter.com/ulLL9Wr7G7 — Emiliano Chamorro / Periodista Nicaragüense (@EmilianoCHM69) August 4, 2022 #Comunismo

  • Bispo enfrenta governo comunista com o Santíssimo nas mãos

    Nos últimos dias, intensificaram-se as ações hostis contra os membros da Igreja na Nicarágua, inclusive com fechamento de rádios católicas Por Aleteia – Uma imagem gerou grande impacto na Nicarágua, onde os católicos estão sofrendo dura perseguição do regime de Daniel Ortega. O bispo da diocese de Matagalpa, Monsenhor Rolando Álvarez, saiu em procissão com o Santíssimo Sacramento em mãos depois que a polícia o impediu de entrar na cúria para celebrar a Missa, como de costume. “Saí e já havia um grupo de fiéis que estavam fazendo adoração ao Senhor. [Os policiais] estava revistando suas coisas, pediam a carteira de identidade, mas não os deixavam entrar [na cúria]; e quando saí já havia um grupo de fiéis cantando ao Senhor, então mandei trazer Jesus Sacramentado para que pudéssemos rezar aqui, para abençoar os fiéis”, ressaltou o bispo. Monsenhor Álvarez, que há tempos vem protestando contra a ditadura de Ortega, enfrentou a polícia e os paramilitares que cercam e bloquearam a região da cúria episcopal, conforme noticiado pela mídia local. “Diga-nos se vão deixar os fiéis entrar na cúria, diga-nos se vão permitir que celebremos a Eucaristia com os meios de comunicação, se vamos poder ter livre circulação, se vão parar de fechar as ruas da cúria, se vão retirar as forças policiais que estão até dois quarteirões à volta da cúria”, expressou o bispo, como se vê num vídeo transmitido por um jornalista. Leia também Revolução e guerra civil: Uma profecia para o Brasil #Urgente Monseñor Rolando Álvarez sale a la calle con el Santísimo y encara a la policía de Ortega y Murillo. pic.twitter.com/CPWjaKyozD — Gerall Chávez (@GerallChavez) August 4, 2022 Momentos de tensão Daniel Ortega mandou fechar seis emissoras de rádio católicas na Nicarágua. Em uma delas, um padre tentou impedir que os policiais retirassem os equipamentos de transmissão e ficou sitiado na casa paroquial anexa à capela Menino Jesus de Praga, em Sébaco, onde funcionava a rádio. A paróquia pertence à Diocese de Matagalpa, e o padre Uriel Vallejos narrou, pelas redes sociais, os momentos de tensão que passou enquanto ficou trancado depois que a polícia invadiu a capela. Os detalhes desta história dramática você pode ler aqui . Leia também O alerta de Nossa Senhora para o Brasil Monseñor Rolando Álvarez, con su vocación de pastor y su clara valentía, es símbolo de respeto y es la imagen de que en Nicaragua queremos la paz por la vía pacífica pic.twitter.com/ulLL9Wr7G7 — Emiliano Chamorro / Periodista Nicaragüense (@EmilianoCHM69) August 4, 2022 #Comunismo

  • Ato de Contrição

    Meu Deus, eu me arrependo de todo o coração de vos Ter ofendido, porque sois tão bom e amável. Prometo, com a vossa graça, esforçar-me para ser bom. Meu Jesus, misericórdia! Senhor meu Jesus Cristo, Deus e homem verdadeiro, Criador e Redentor meu: por serdes Vós quem sois, sumamente bom e digno de ser amado sobre todas as coisas, e porque Vos amo e estimo, pesa-me, Senhor, de todo o meu coração, de Vos Ter ofendido; pesa-me também de Ter perdido o céu e merecido o inferno; e proponho firmemente, ajudado com o auxílio de Vossa divina graça, emendar-me e nunca mais Vos tornar a ofender. Espero alcançar o perdão de minhas culpas pela Vossa infinita misericórdia. Amém. #confissão #SacramentodaConfissão

  • Ato de Contrição

    Meu Deus, eu me arrependo de todo o coração de vos Ter ofendido, porque sois tão bom e amável. Prometo, com a vossa graça, esforçar-me para ser bom. Meu Jesus, misericórdia! Senhor meu Jesus Cristo, Deus e homem verdadeiro, Criador e Redentor meu: por serdes Vós quem sois, sumamente bom e digno de ser amado sobre todas as coisas, e porque Vos amo e estimo, pesa-me, Senhor, de todo o meu coração, de Vos Ter ofendido; pesa-me também de Ter perdido o céu e merecido o inferno; e proponho firmemente, ajudado com o auxílio de Vossa divina graça, emendar-me e nunca mais Vos tornar a ofender. Espero alcançar o perdão de minhas culpas pela Vossa infinita misericórdia. Amém. #confissão #SacramentodaConfissão

  • Após a consagração a Nossa Senhora, casal adota cinco irmãos biológicos de uma vez

    Testemunho impactante da Bruna Gutstein e do Erick Godinho Silva: Me chamo Bruna, tenho 33 anos, em Julho de 2008 eu desisti do sonho de me casar, no final do mesmo ano conheci o meu marido Erick, em 2010 com a graça de Deus e o selo da Virgem Maria nos casamos! Em 2016 eu desisti de ser mãe, depois de muitos exames e alguns tratamentos, eu disse ao Senhor que não queria mais lutar usando as minhas forças, pois eu não aguentava mais. Eu fiz esta oração:” Senhor, eu aceito não ter filhos, se este caminho for me levar ao céu, eu aceito não me tornar mãe, se esta for a sua vontade para a minha vida, mas te peço de todo o coração, que me ajude a suportar esta dor, dai-me a graça de ser fecunda mesmo sem filhos.” Eu só consegui fazer esta oração com ajuda de Nossa Senhora, depois que li o Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem. Com esta leitura pude sentir a liberdade que existe ao abrir mão dos sonhos, para mergulhar na vontade perfeita de Deus. Que grande alegria existe neste caminho rumo ao céu, quando aprendemos abraçar nossa cruz com amor! Entendemos que o amor não tem DNA e que os nossos filhos estavam nos esperando em algum lugar!!! Com o coração cheio de fé e esperança em Janeiro de 2017 demos entrada no processo de adoção, em Abril de 2018 fomos habilitados e em Maio de 2020 nossos 5 filhos chegaram! Deus tem sempre o melhor para nós, basta que estejamos dispostos a renunciar as nossas próprias vontades, para viver os sonhos de Deus, que são infinitamente melhores!

  • Após a consagração a Nossa Senhora, casal adota cinco irmãos biológicos de uma vez

    Testemunho impactante da Bruna Gutstein e do Erick Godinho Silva: Me chamo Bruna, tenho 33 anos, em Julho de 2008 eu desisti do sonho de me casar, no final do mesmo ano conheci o meu marido Erick, em 2010 com a graça de Deus e o selo da Virgem Maria nos casamos! Em 2016 eu desisti de ser mãe, depois de muitos exames e alguns tratamentos, eu disse ao Senhor que não queria mais lutar usando as minhas forças, pois eu não aguentava mais. Eu fiz esta oração:” Senhor, eu aceito não ter filhos, se este caminho for me levar ao céu, eu aceito não me tornar mãe, se esta for a sua vontade para a minha vida, mas te peço de todo o coração, que me ajude a suportar esta dor, dai-me a graça de ser fecunda mesmo sem filhos.” Eu só consegui fazer esta oração com ajuda de Nossa Senhora, depois que li o Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem. Com esta leitura pude sentir a liberdade que existe ao abrir mão dos sonhos, para mergulhar na vontade perfeita de Deus. Que grande alegria existe neste caminho rumo ao céu, quando aprendemos abraçar nossa cruz com amor! Entendemos que o amor não tem DNA e que os nossos filhos estavam nos esperando em algum lugar!!! Com o coração cheio de fé e esperança em Janeiro de 2017 demos entrada no processo de adoção, em Abril de 2018 fomos habilitados e em Maio de 2020 nossos 5 filhos chegaram! Deus tem sempre o melhor para nós, basta que estejamos dispostos a renunciar as nossas próprias vontades, para viver os sonhos de Deus, que são infinitamente melhores!

  • Perdão de Assis: como conseguir Indulgência Plenária da Porciúncula – 2 de agosto

    Todos os anos, os fiéis que visitem uma igreja franciscana em qualquer lugar do mundo desde o meio-dia do dia 01 de agosto e todo o dia 2 de agosto, poderão obter a chamada indulgência plenária da Porciúncula. Para isto, além da visita, as condições habituais de confissão sacramental, comunhão eucarística e a oração pelas intenções do Papa. As 5 condições são: 1. Visitar uma igreja no dia 2 de Agosto, fazendo uma visita espiritual à igreja da Porciúncula, renovando a profissão de fé através da recitação do Credo, para reafirmar a identidade cristã; 2. Ouvir a Santa Missa e comungar neste dia; 3. Rezar pelas intenções do Santo Padre, neste dia. Normalmente reza-se um Pai-Nosso, uma Avé-Maria e um Glória, no entanto pode ser rezada qualquer oração com a referida intenção. 4. Confessar-se no período desde 8 dias antes a 8 dias depois desta data; 5. Ter ódio ao pecado, não só mortal mas também venial. Em declarações para o Grupo ACI, o Ir. Gonzalo Cateriano, ex-provincial dos Franciscanos Capuchinos no Peru, ressaltou o “grande desejo de São Francisco de Assis de que todas as almas se salvem” e que os fiéis “com piedade e devoção” recebam a indulgência cumprindo as disposições da Igreja. O frade assinalou que “antigamente era muito difícil que a Igreja concedesse indulgências” já que só se obtinham em peregrinação a alguns lugares como Terra Santa e, portanto, foi um grande presente que São Francisco obteve por seu amor às almas. “Agora o Perdão de Assis pode-se obter em todas as igrejas franciscanas do mundo desde a véspera da festa central”, pontuou. A concessão da Indulgência da Porciúncula se deu em 1216, quando São Francisco partiu para Perusa junto de outro frade para ver o Papa Honório III, depois de uma aparição do próprio Cristo e da Virgem rodeados de anjos na capela de Santa Maria dos Anjos, em Assis. Leia também: INDULGÊNCIA – A GRANDE MISERICÓRDIA DE DEUS DESCONHECIDA POR QUASE TODOS OS CRISTÃOS Nesta aparição, o santo pediu ao Senhor que concedesse uma indulgência a quantos visitassem a Igreja dedicada à Virgem sob a devoção de Nossa Senhora dos Anjos. O Senhor aceitou e ordenou que se dirigisse a Perusa, para obter do Papa o favor desejado. O Santo Padre concedeu a graça. Em 1966 o Papa Pablo VI publicou a Carta Apostólica “Sacrosancta Portiunculae ecclesia” com ocasião do 750º aniversário da concessão da indulgência da Porciúncula, onde expressou que “a instituição desta indulgência seja celebrada de maneira que verdadeiramente a Porciúncula seja aquele lugar santo onde se consegue o perdão total e se faz estável a paz com Deus”. Além disto, referindo-se às peregrinações que os fiéis realizam para o lugar, indicou: “Queira Deus que a peregrinação, transmitida durante séculos, à igreja da Porciúncula, que Nosso mesmo Predecessor João XXIII empreendeu com ânimo piedoso, não termine mas que cresça continuamente a multidão de fiéis que acodem ali ao encontro com Cristo rico em misericórdia e com sua Mãe, que intercede sempre perante ele”. A pequena igreja conhecida como Porciúncula que São Francisco de Assis dedicou a Santa Maria dos Anjos, encontra-se dentro da grande Basílica que leva o mesmo nome desta devoção Mariana. A Basílica data dos séculos XVI e XVII. Esta igreja foi a segunda morada do santo e de seus primeiros irmãos, assim como o lugar onde na tarde de 3 de outubro de 1226, São Francisco faleceu. Este também foi o lugar, onde no domingo de Ramos de 1211 São Francisco recebeu a consagração da Santa Clara, dando origem à ordem das clarissas. Fonte: ACIdigital Veja o vídeo feito pelos frades de Assis, com entrevista em italiano Indulgência Plenária Para lucrar uma INDULGÊNCIA PLENÁRIA é preciso preencher algumas condições condições: a) confissão sacramental – cada confissão vale para as indulgências obtidas até uns 15 dias antes e para as que serão obtidas até uns 15 dias depois de recebido o sacramento; b) comunhão eucarística – é necessária uma comunhão para cada indulgência; c) oração nas intenções do Sumo Pontífice – rezar para cada indulgência; d) exclusão de qualquer apego ao pecado, mesmo venial. Leia mais em: Orientações acerca das Indulgências Plenárias A história Numa noite do mês de Julho de 1216, como acontecia em tantas outras noites, na silenciosa solidão da pequena Igreja da Porciúncula, São Francisco ajoelhado, estava profundamente mergulhado nas suas orações, quando, subitamente, uma luz vivíssima e fulgurante encheu todo o recinto e no meio dela, apareceu Jesus ao lado da Virgem Maria sorridente, sentados num trono e circundados por diversos Anjos. Jesus perguntou-lhe: “Qual o melhor auxílio que desejarias receber, para conseguir a salvação eterna da Humanidade?” Sem hesitar Francisco respondeu: “Senhor Jesus, peço-Vos que, a todos os arrependidos e confessados, que visitarem esta Igreja, lhes concedais um amplo e generoso perdão, uma completa remissão de todas as suas culpas.” “O que pedes Francisco, é um benefício muito grande,”disse-lhe o Senhor, “muito embora sejas digno e merecedor de muitas coisas. Assim, acolho o teu pedido, com uma condição, deverás solicitar essa indulgência ao meu Vigário na Terra.” No dia seguinte, Francisco, acompanhado pelo Frei Masseu, seguiu para Perúgia, a fim de se encontrar com o Papa Honório III. Chegando disse-lhe: “Santo Padre, há algum tempo, com o auxílio de Deus, restaurei uma Igreja em honra a Santa Maria dos Anjos. Venho pedir a Vossa Santidade que concedais, nesta Igreja uma indulgência a quantos a visitarem, sem a obrigação de oferecerem qualquer coisa em pagamento, a partir do dia da dedicação da mesma.” Leia também: Indulgências Plenárias para o Dia de Finados O Papa ficou surpreendido e comoveu-se com o tal pedido. Depois perguntou: “Por quantos anos pedes esta indulgência?” “Santo Padre, não peço anos, mas penso em muitos homens e mulheres que precisam sentir o perdão de Deus”, respondeu Francisco. “Que pretendes, em concreto, dizer com isto?” retorquiu o Papa. “Se aprouver a Vossa Santidade, gostava que todas as pessoas que venham a visitar a Porciúncula, contritos dos seus pecados, em “estado de graça”, confessados e tendo recebido a absolvição sacramental, obtenham a remissão de todos os seus pecados, na pena e na culpa, no Céu e na Terra, desde o dia do seu baptismo até ao dia em que entre na Porciúncula.” “Mas não é um costume a Cúria Romana conceder tal indulgência!” “Senhor, disse o ‘Poverello’, este pedido não o faço por mim, mas por ordem de Cristo, da parte de quem estou aqui.” Ouvindo isto, o Papa, cheio de amor, repetiu três vezes:“Em nome de Deus, Francisco, concedo-te a indulgência que em nome de Cristo me pedes.” Tendo alguns Cardeais, ali presentes, manifestado desacordo, o Papa reafirmou: “Já concedi a indulgência. Todo aquele que entrar na Igreja de Santa Maria dos Anjos da Porciúncula, sinceramente arrependido das suas faltas e confessado, seja absolvido de toda pena e de toda culpa. Esta indulgência valerá apenas durante um dia, em cada ano, “in perpetuo”, desde as primeiras vésperas, incluída a noite, até às vésperas do dia seguinte.” A ‘consagração’ da igrejinha aconteceu no dia 2 de Agosto do mesmo ano de 1216. A Indulgência da Porciúncula apenas era concedida a quem visitasse a Igreja de Santa Maria dos Anjos, entre a tarde do dia 1 Agosto e o pôr-do-sol do dia 2 Agosto. Mas a 9 de Julho de 1910, o Papa São Pio X concedeu autorização aos Bispos de todo o mundo, só naquele ano de 1910, para que designassem qualquer Igreja Pública das suas Dioceses, a fim de que também nelas, as pessoas recebessem a Indulgência da Porciúncula. (Acta Apostolicae Sedis, II, 1910, 443 sq.; Acta Ord. Frat. Min., XXIX, 1910, 226). Este privilégio foi renovado por um tempo indefinido por decreto da Sagrada Congregação de Indulgências, a 26 Março de 1911 (Acta Apostolicae Sedis, III, 1911, 233-4). O que significa que, actualmente, qualquer igreja franciscana ou paroquial de qualquer país, tem o benefício da Indulgência que São Francisco conseguiu de Jesus para toda Humanidade. Deste modo, ganharão a Indulgência, todas as pessoas que estando em “estado de graça”, visitarem uma igreja nos dias mencionados, rezarem um Credo, um Pai-Nosso e um Glória, suplicando ao Criador o benefício da indulgência, e rezando também, um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória, pelas intenções do Santo Padre. Poderão utilizar a Indulgência em seu próprio benefício ou em favor de pessoas falecidas. Fonte: Senza Pagare #Indulgências #SacramentodaConfissão

  • Perdão de Assis: como conseguir Indulgência Plenária da Porciúncula – 2 de agosto

    Todos os anos, os fiéis que visitem uma igreja franciscana em qualquer lugar do mundo desde o meio-dia do dia 01 de agosto e todo o dia 2 de agosto, poderão obter a chamada indulgência plenária da Porciúncula. Para isto, além da visita, as condições habituais de confissão sacramental, comunhão eucarística e a oração pelas intenções do Papa. As 5 condições são: 1. Visitar uma igreja no dia 2 de Agosto, fazendo uma visita espiritual à igreja da Porciúncula, renovando a profissão de fé através da recitação do Credo, para reafirmar a identidade cristã; 2. Ouvir a Santa Missa e comungar neste dia; 3. Rezar pelas intenções do Santo Padre, neste dia. Normalmente reza-se um Pai-Nosso, uma Avé-Maria e um Glória, no entanto pode ser rezada qualquer oração com a referida intenção. 4. Confessar-se no período desde 8 dias antes a 8 dias depois desta data; 5. Ter ódio ao pecado, não só mortal mas também venial. Em declarações para o Grupo ACI, o Ir. Gonzalo Cateriano, ex-provincial dos Franciscanos Capuchinos no Peru, ressaltou o “grande desejo de São Francisco de Assis de que todas as almas se salvem” e que os fiéis “com piedade e devoção” recebam a indulgência cumprindo as disposições da Igreja. O frade assinalou que “antigamente era muito difícil que a Igreja concedesse indulgências” já que só se obtinham em peregrinação a alguns lugares como Terra Santa e, portanto, foi um grande presente que São Francisco obteve por seu amor às almas. “Agora o Perdão de Assis pode-se obter em todas as igrejas franciscanas do mundo desde a véspera da festa central”, pontuou. A concessão da Indulgência da Porciúncula se deu em 1216, quando São Francisco partiu para Perusa junto de outro frade para ver o Papa Honório III, depois de uma aparição do próprio Cristo e da Virgem rodeados de anjos na capela de Santa Maria dos Anjos, em Assis. Leia também: INDULGÊNCIA – A GRANDE MISERICÓRDIA DE DEUS DESCONHECIDA POR QUASE TODOS OS CRISTÃOS Nesta aparição, o santo pediu ao Senhor que concedesse uma indulgência a quantos visitassem a Igreja dedicada à Virgem sob a devoção de Nossa Senhora dos Anjos. O Senhor aceitou e ordenou que se dirigisse a Perusa, para obter do Papa o favor desejado. O Santo Padre concedeu a graça. Em 1966 o Papa Pablo VI publicou a Carta Apostólica “Sacrosancta Portiunculae ecclesia” com ocasião do 750º aniversário da concessão da indulgência da Porciúncula, onde expressou que “a instituição desta indulgência seja celebrada de maneira que verdadeiramente a Porciúncula seja aquele lugar santo onde se consegue o perdão total e se faz estável a paz com Deus”. Além disto, referindo-se às peregrinações que os fiéis realizam para o lugar, indicou: “Queira Deus que a peregrinação, transmitida durante séculos, à igreja da Porciúncula, que Nosso mesmo Predecessor João XXIII empreendeu com ânimo piedoso, não termine mas que cresça continuamente a multidão de fiéis que acodem ali ao encontro com Cristo rico em misericórdia e com sua Mãe, que intercede sempre perante ele”. A pequena igreja conhecida como Porciúncula que São Francisco de Assis dedicou a Santa Maria dos Anjos, encontra-se dentro da grande Basílica que leva o mesmo nome desta devoção Mariana. A Basílica data dos séculos XVI e XVII. Esta igreja foi a segunda morada do santo e de seus primeiros irmãos, assim como o lugar onde na tarde de 3 de outubro de 1226, São Francisco faleceu. Este também foi o lugar, onde no domingo de Ramos de 1211 São Francisco recebeu a consagração da Santa Clara, dando origem à ordem das clarissas. Fonte: ACIdigital Veja o vídeo feito pelos frades de Assis, com entrevista em italiano Indulgência Plenária Para lucrar uma INDULGÊNCIA PLENÁRIA é preciso preencher algumas condições condições: a) confissão sacramental – cada confissão vale para as indulgências obtidas até uns 15 dias antes e para as que serão obtidas até uns 15 dias depois de recebido o sacramento; b) comunhão eucarística – é necessária uma comunhão para cada indulgência; c) oração nas intenções do Sumo Pontífice – rezar para cada indulgência; d) exclusão de qualquer apego ao pecado, mesmo venial. Leia mais em: Orientações acerca das Indulgências Plenárias A história Numa noite do mês de Julho de 1216, como acontecia em tantas outras noites, na silenciosa solidão da pequena Igreja da Porciúncula, São Francisco ajoelhado, estava profundamente mergulhado nas suas orações, quando, subitamente, uma luz vivíssima e fulgurante encheu todo o recinto e no meio dela, apareceu Jesus ao lado da Virgem Maria sorridente, sentados num trono e circundados por diversos Anjos. Jesus perguntou-lhe: “Qual o melhor auxílio que desejarias receber, para conseguir a salvação eterna da Humanidade?” Sem hesitar Francisco respondeu: “Senhor Jesus, peço-Vos que, a todos os arrependidos e confessados, que visitarem esta Igreja, lhes concedais um amplo e generoso perdão, uma completa remissão de todas as suas culpas.” “O que pedes Francisco, é um benefício muito grande,”disse-lhe o Senhor, “muito embora sejas digno e merecedor de muitas coisas. Assim, acolho o teu pedido, com uma condição, deverás solicitar essa indulgência ao meu Vigário na Terra.” No dia seguinte, Francisco, acompanhado pelo Frei Masseu, seguiu para Perúgia, a fim de se encontrar com o Papa Honório III. Chegando disse-lhe: “Santo Padre, há algum tempo, com o auxílio de Deus, restaurei uma Igreja em honra a Santa Maria dos Anjos. Venho pedir a Vossa Santidade que concedais, nesta Igreja uma indulgência a quantos a visitarem, sem a obrigação de oferecerem qualquer coisa em pagamento, a partir do dia da dedicação da mesma.” Leia também: Indulgências Plenárias para o Dia de Finados O Papa ficou surpreendido e comoveu-se com o tal pedido. Depois perguntou: “Por quantos anos pedes esta indulgência?” “Santo Padre, não peço anos, mas penso em muitos homens e mulheres que precisam sentir o perdão de Deus”, respondeu Francisco. “Que pretendes, em concreto, dizer com isto?” retorquiu o Papa. “Se aprouver a Vossa Santidade, gostava que todas as pessoas que venham a visitar a Porciúncula, contritos dos seus pecados, em “estado de graça”, confessados e tendo recebido a absolvição sacramental, obtenham a remissão de todos os seus pecados, na pena e na culpa, no Céu e na Terra, desde o dia do seu baptismo até ao dia em que entre na Porciúncula.” “Mas não é um costume a Cúria Romana conceder tal indulgência!” “Senhor, disse o ‘Poverello’, este pedido não o faço por mim, mas por ordem de Cristo, da parte de quem estou aqui.” Ouvindo isto, o Papa, cheio de amor, repetiu três vezes:“Em nome de Deus, Francisco, concedo-te a indulgência que em nome de Cristo me pedes.” Tendo alguns Cardeais, ali presentes, manifestado desacordo, o Papa reafirmou: “Já concedi a indulgência. Todo aquele que entrar na Igreja de Santa Maria dos Anjos da Porciúncula, sinceramente arrependido das suas faltas e confessado, seja absolvido de toda pena e de toda culpa. Esta indulgência valerá apenas durante um dia, em cada ano, “in perpetuo”, desde as primeiras vésperas, incluída a noite, até às vésperas do dia seguinte.” A ‘consagração’ da igrejinha aconteceu no dia 2 de Agosto do mesmo ano de 1216. A Indulgência da Porciúncula apenas era concedida a quem visitasse a Igreja de Santa Maria dos Anjos, entre a tarde do dia 1 Agosto e o pôr-do-sol do dia 2 Agosto. Mas a 9 de Julho de 1910, o Papa São Pio X concedeu autorização aos Bispos de todo o mundo, só naquele ano de 1910, para que designassem qualquer Igreja Pública das suas Dioceses, a fim de que também nelas, as pessoas recebessem a Indulgência da Porciúncula. (Acta Apostolicae Sedis, II, 1910, 443 sq.; Acta Ord. Frat. Min., XXIX, 1910, 226). Este privilégio foi renovado por um tempo indefinido por decreto da Sagrada Congregação de Indulgências, a 26 Março de 1911 (Acta Apostolicae Sedis, III, 1911, 233-4). O que significa que, actualmente, qualquer igreja franciscana ou paroquial de qualquer país, tem o benefício da Indulgência que São Francisco conseguiu de Jesus para toda Humanidade. Deste modo, ganharão a Indulgência, todas as pessoas que estando em “estado de graça”, visitarem uma igreja nos dias mencionados, rezarem um Credo, um Pai-Nosso e um Glória, suplicando ao Criador o benefício da indulgência, e rezando também, um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória, pelas intenções do Santo Padre. Poderão utilizar a Indulgência em seu próprio benefício ou em favor de pessoas falecidas. Fonte: Senza Pagare #Indulgências #SacramentodaConfissão

  • A doutrina católica sobre a pílula anticoncepcional e demais contraceptivos artificiais

    Diante a repercussão de uma suposta mudança na doutrina católica sobre a questão dos contraceptivos artificiais, ganhou destaque a discussão sobre a moralidade do uso desses métodos para evitar filhos. É necessário que todos os católicos tenham clareza sobre a malignidade do uso de tais métodos para se evitar filhos e como está prática afasta do caminho de santificação e salvação. #Formaçõesaovivo #FormaçõesCatólicas #PadreRodrigoMaria

  • A doutrina católica sobre a pílula anticoncepcional e demais contraceptivos artificiais

    Diante a repercussão de uma suposta mudança na doutrina católica sobre a questão dos contraceptivos artificiais, ganhou destaque a discussão sobre a moralidade do uso desses métodos para evitar filhos. É necessário que todos os católicos tenham clareza sobre a malignidade do uso de tais métodos para se evitar filhos e como está prática afasta do caminho de santificação e salvação. #Formaçõesaovivo #FormaçõesCatólicas #PadreRodrigoMaria

  • A VAIDADE DOS LOUCOS – Scott Hahn medita sobre o 18º Domingo do Tempo Comum

    Confie em Deus — como a Rocha da nossa salvação, como Aquele que fez de nós o Seu povo escolhido, como nosso pastor e guia. Esta deve ser a marca do nosso seguimento de Jesus. Como os israelitas, dos quais nos lembramos no Salmo desta semana, também fizemos um êxodo, passando pelas águas do Batismo, que nos libertou de nossa escravidão ao pecado. Também estamos em peregrinação a uma pátria prometida, com o Senhor em meio a nós, alimentando-nos com o pão celestial, dando-nos de beber da fonte de água viva (1 Coríntios 10, 1-4). Devemos, porém, ter o cuidado de nos proteger da loucura que tomou conta dos israelitas e os levou à rebeldia, testando a bondade de Deus em Massa e Meriba. Podemos endurecer os nossos corações de maneiras as mais sutis, mas todas elas ruinosas. Podemos confiar em posses, brigar por heranças terrenas, enganar a nós mesmos com a alegação de que merecemos o que temos, armazenar tesouros pensando que eles nos darão segurança e alívio. Tudo isto não passa de “vaidade das vaidades”, um modo de vida falso e mortal, como nos diz a Primeira Leitura desta semana. Esta é a ganância contra a qual Jesus adverte, no Evangelho de hoje. A ansiedade e o trabalho fadigoso do homem rico revelam sua falta de fé no cuidado e na provisão de Deus. É por isso que, na Epístola desta semana, Paulo chama a ganância de “idolatria” . Confundindo ter e ser, possessão e existência, nos esquecemos de que Deus é a fonte de tudo o que temos. Louvamos mais as coisas que podemos fazer ou comprar, do que o nosso próprio Criador (Romanos 1, 25). Jesus chama o rico de “tolo” — uma palavra usada, no Antigo Testamento, para designar alguém que se rebela contra Deus ou Dele se esqueceu (Salmos 14, 1). Antes de tudo, devemos valorizar a vida nova que nos foi dada em Cristo e buscar as coisas do Alto, a herança prometida do Céu. Temos que ver todas as coisas à luz da eternidade, conscientes de que Aquele que nos dá o alento da vida, poderia a qualquer momento — talvez ainda esta noite — pedir tudo de volta. https://stpaulcenter.com/the-fools-vanity-scott-hahn-reflects-on-the-eighteenth-sunday-in-ordinary-time/

  • O Papa não descarta mudanças na doutrina sobre contracepção

    Congresso realizado pela Pontifícia Academia para a Vida tem estado nas notícias, em que alguns dos artigos propuseram rever alguns métodos contraceptivos em certos casos. Em referência a esta questão, um jornalista perguntou a Francisco sobre isso na conferência de imprensa durante a viagem de volta do Santo Padre do Canadá para Roma. “Muitos católicos, mas também muitos teólogos, acreditam que uma evolução da doutrina da Igreja em relação aos contraceptivos é necessária. Aparentemente, até mesmo seu antecessor, João Paulo I, pensou que a proibição total talvez devesse ser reconsiderada. O que você acha disso, ou seja, você está aberto a uma reavaliação a esse respeito? Ou existe a possibilidade de um casal considerar contracepção?”, perguntou o jornalista ao papa. Francisco respondeu que “isso é algo muito pontual. Mas saiba que dogma, moralidade, está sempre se desenvolvendo, mas em um desenvolvimento no mesmo sentido. Para usar algo que é claro, acho que já disse isso aqui antes: para o desenvolvimento teológico de uma questão moral ou dogmática, há uma regra que é muito clara e esclarecedora.” Além disso, o Papa acrescentou que “o dever dos teólogos é a pesquisa, a reflexão teológica, você não pode fazer teologia com um ‘não’ à frente. Então será o Magistério que diz não, que você foi mais longe, que você volta, mas o desenvolvimento teológico deve estar aberto, os teólogos (lá) são para isso. E o Magistério deve ajudar a entender os limites.” “Sobre o tema da contracepção, eu sei que uma publicação saiu sobre essa e outras questões matrimoniais. Estes são os procedimentos de um congresso e em um congresso há artigos, então eles discutem entre si e fazem propostas. Temos que ser claros: aqueles que fizeram este congresso cumpriram seu dever, porque tentaram avançar na doutrina, mas em um sentido eclesial, não fora”, acrescentou Francisco. Além da questão da contracepção, Francisco respondeu a perguntas sobre sua possível renúncia no futuro, algo que ele não descarta, cobrado novamente contra os tradicionalistas e na ponta dos pés pelas controvérsias diárias que os alemães causam com o caminho sinodal, embora tenha reconhecido que a nota de alguns dias atrás deveria ter sido assinada pelo Secretário de Estado. Aqui está a conferência de imprensa completa de Francis no avião de volta do Canadá para Roma: O que aconteceu com os índios foi genocídio. Respondendo a uma pergunta de um jornalista canadense, o Papa Francisco, no voo de volta de Iqaluit para Roma, falou dos temas da viagem que acabaram e do colonialismo, antigo e novo. Mas ele também abordou a questão da renúncia do pontificado, solicitada em várias ocasiões pelas perguntas dos jornalistas, explicando que no momento ele não pensa em renunciar, embora o veja como uma possibilidade. No início da coletiva, Francisco agradeceu aos jornalistas que o acompanharam: “Boa noite e obrigado pelo acompanhamento, pelo seu trabalho aqui, sei que trabalhou duro e obrigado pela companhia, obrigado”. Jessica Ka’nhehsíio DEER (CBC RADIO – CANADA INDIGENA) Como descendente de um sobrevivente de uma escola residencial, sei que os sobreviventes e suas famílias querem ver ações concretas que seguem suas desculpas, incluindo rejeitar a “doutrina da descoberta”. Considerando que isso ainda está consagrado na Constituição e nos sistemas legais do Canadá e dos Estados Unidos, onde os povos indígenas continuam a ser despojados de suas terras e privados de poder, não foi uma oportunidade perdida fazer uma declaração nesse sentido durante sua viagem ao Canadá? Este último, eu não entendo o problema. Pode explicar o que quer dizer com a doutrina da descoberta? Jéssica Ka’nhehsíio DEER É o fato de que as populações indígenas ainda são privadas de terra e poder, em virtude desses touros papais e desse conceito da doutrina da descoberta. Quando eu falo com os povos indígenas, eles me dizem que quando as pessoas vieram colonizar a América, havia essa doutrina de descoberta que de alguma forma deu força à ideia de que os povos indígenas dos novos países eram inferiores aos católicos. Foi assim que o Canadá e os Estados Unidos se tornaram “países”. Obrigado pela pergunta. Acho que isso é um problema de todo o colonialismo, de tudo. Ainda hoje: as colonizações ideológicas atuais têm o mesmo esquema. Quem não entra no seu caminho é inferior. Mas eu quero ir mais longe sobre isso. Eles não eram apenas inferiores: um teólogo um tanto louco se perguntava se eles tinham uma alma. Quando João Paulo II foi para a África, para o porto onde os escravos embarcaram [a ilha de Gorée, o porto sem retorno], ele sinalizou que passaríamos a entender o drama, o drama criminoso: essas pessoas foram jogadas no navio, em condições desastrosas, e então eram escravos na América. É verdade que havia vozes que falavam, como Bartolome de las Casas, por exemplo, Pedro Claver, mas eram a minoria. A consciência da igualdade humana veio lentamente. E eu digo consciência, porque no inconsciente ainda há algo… Sempre, temos – deixe-me dizer- uma atitude colonialista de reduzir sua cultura à nossa. É algo que vem até nós do modo de vida desenvolvido, nosso, que às vezes perdemos valores que eles têm. Por exemplo: os povos indígenas têm um grande valor que é o da harmonia com a Criação e pelo menos alguns que conheço expressá-lo com a palavra viver bem. Isso não significa, como nós ocidentais entendemos, ter um bom tempo ou viver la dolce vita: não. Viver bem é guardar a harmonia, e isso é para mim o grande valor dos povos nativos. Harmonia. Estamos acostumados a reduzir tudo à cabeça: por outro lado, a personalidade dos povos originais – falo em geral – sabe se expressar em três línguas: a da cabeça, a do coração e da mão. Mas todos juntos e sabem como ter essa linguagem com a Criação. Então, esse progressismo acelerado de desenvolvimento algo exagerado, algo neurótico que temos, certo? Não estou falando contra o desenvolvimento: o desenvolvimento é bom. Mas não é bom com a ansiedade de desenvolvimento do desenvolvimento… Olha, uma das coisas que nossa civilização comercial superdesenvolvida perdeu é a capacidade da poesia: os povos indígenas têm essa capacidade poética. Não estou idealizando. Então, essa doutrina da colonização: é verdade, é ruim, é injusto. Ainda hoje é usado: o mesmo, com luvas de seda, talvez, mas é usado, hoje. Por exemplo, alguns bispos de alguns países me disseram: “Mas, nosso país, quando pede um empréstimo de uma organização internacional, eles colocam condições, até legislativas, colonialistas. Para dar-lhes crédito, eles os fazem mudar um pouco seu modo de vida.” Voltando à nossa colonização da América, a dos ingleses, a dos franceses, a dos espanhóis, a dos portugueses, que são quatro que sempre foram esse perigo… Pelo contrário, essa mentalidade “somos superiores e esses nativos não contam”, e isso é grave. É por isso que devemos trabalhar no que você diz: voltar e limpar, digamos, o que foi feito de errado, sabendo que o mesmo colonialismo existe hoje. Pensemos, por exemplo, em um caso, que é universal e ouso dizer isso. Penso no caso dos Rohingya, em Mianmar: eles não têm direito à cidadania, são de nível inferior. Até hoje. Muito obrigado. Brittany Hobson (THE CANADIAN PRESS) Buenas tardes, Papa Francisco. Mi nombre es Brittany Hobson, de la Canadian Press. Usted ha dicho a menudo que es necesario hablar en términos claros, honestos y directos. Usted sabe que la Comisión Canadiense de la Verdad y la Reconciliación calificó el sistema de escuelas residenciales de genocidio cultural, y esta expresión ha sido corregida a genocidio simplemente. Las personas que escucharon sus palabras de disculpa esta semana lamentaron que no se utilizara el término genocidio. ¿Utilizaría este término y reconocería que miembros de la Iglesia participaron en este genocidio? Es cierto que no utilicé la palabra porque no me vino a la mente, pero describí el genocidio y pedí perdón, perdón por esta obra que es genocida. Por ejemplo, yo también condené esto, ¿no? Quitar a los niños, cambiar la cultura, cambiar las mentes, cambiar las tradiciones, cambiar una raza, digamos, toda una cultura. Sí, es una palabra técnica -genocidio- pero no la utilicé porque no me vino a la mente. Pero describí que era cierto, sí, era un genocidio, sí, sí. Tranquilos, tú pudes informar que yo he dicho que fue un genocidio. Gracias. María Valentina Alazraki Crastich (TELEVISA) Papa Francisco, buenas tardes. Suponemos que este viaje a Canadá ha sido también una prueba, un ensayo para su salud, por lo que ha descrito esta mañana como «limitaciones físicas». Así que queríamos saber: después de esta semana, ¿qué puede decirnos sobre sus futuros viajes? Si quieres seguir viajando así… ¿Habrá algún viaje que no puedas hacer por estas limitaciones, o después de una semana cree la operación de rodilla podría solucionar más la situación y viajar de forma… cómo antes? Gracias. No sé… No creo que pueda ir al mismo ritmo que antes. Creo que a mi edad y con esta limitación, tengo que ahorrar un poco para poder servir a la Iglesia o, por el contrario, pensar en la posibilidad de dar un paso al costado. Esto con toda honestidad: no es una catástrofe, se puede cambiar Papa, ¡no hay problema! Pero creo que tengo que limitarme un poco con estos esfuerzos. La operación de rodilla no va, no va en mi caso. Los técnicos dicen que sí, pero está todo el problema de la anestesia: me sometí a más de seis horas de anestesia hace diez meses y todavía quedan rastros. No se juega con la anestesia. Y por eso crees que no es del todo conveniente. Pero intentaré seguir viajando y estar cerca de la gente, porque creo que es una forma de servir, de estar cerca. Pero más que eso no puedo decir. Esperemos… En México no hay ninguna previsión todavía, ¿eh? María Valentina Alazraki No, no… y ¿Kazajistán? Y si va a Kazajistán, ¿no debería ir también a Ucrania, tal vez, si va a Kazajistán? Dije que me gustaría ir a Ucrania. Vamos a ver ahora lo que me encuentro cuando llegue a casa. Kazajstán, por el momento, me gustaría ir: es un viaje tranquilo, sin tanto movimiento, es un congreso de religiones, allí. Pero por el momento, todo se mantiene. Además, tengo que ir a Sudán del Sur antes que, al Congo, porque es un viaje con el Arzobispo de Canterbury y el Obispo de la Iglesia de Escocia, los tres juntos como hicimos en el retiro de hace dos años. Luego el Congo. Pero será el año que viene, porque es la temporada de lluvias… veamos: tengo toda la buena voluntad, pero veamos qué dice la pierna. Carolina Pigozzi (PARIS MATCH) Esta mañana se ha reunido en el arzobispado con miembros locales de la Compañía de Jesús, su familia; como siempre hace durante sus viajes. Hace nueve años, al volver de Brasil, le pregunté si todavía se sentía jesuita. Su respuesta fue positiva. El 4 de diciembre, después de ver a los jesuitas en Grecia, dijo que cuando se inicia un proceso hay que dejar que se desarrolle, que crezca una obra, y luego hay que retirarse. Todo jesuita -dijo- debe hacer esto, ningún trabajo le pertenece porque es del Señor. ¿Podría esta afirmación ser válida algún día para un Papa jesuita? Creo que sí, sí. Carolina Pigozzi ¿Significa eso que podría retirarse como los jesuitas? Sí. Sí. Es una vocación. Carolina Pigozzi Para ser papa ou jesuíta? Jesuíta. Deixe o Senhor dizer. O jesuíta tenta – nem sempre tenta, mas tenta – fazer a vontade do Senhor. O papa jesuíta também deve fazer o mesmo. Quando o Senhor fala…, se o Senhor diz vá em frente, vá em frente, se o Senhor disser vá para o canto, você vai para o canto. É o Senhor que… Carolina Pigozzi O que ele diz significa que espera a morte naquele momento… Mas todos esperamos pela morte… Carolina Pigozzi Ou seja: não se retira primeiro? O que quer que o Senhor diga. O Senhor pode dizer para renunciar. É o Senhor quem comanda. Uma coisa sobre Santo Inácio, isso é importante. Santo Inácio quando alguém estava cansado, doente, o dispensava da oração, mas nunca o dispensava do exame da consciência. Duas vezes por dia: veja o que aconteceu hoje no meu coração. Não pecados ou não pecados, mas que espírito me comoveu hoje. Nossa vocação é buscar o que aconteceu hoje. Se eu – esta é uma hipótese – ver que o Senhor está me dizendo algo, que algo aconteceu comigo, que eu tenho uma inspiração, eu tenho que discernir para ver o que o Senhor me pede. Também pode ser que o Senhor queira me encurralar, ele é quem comanda. Este é o modo religioso de vida de um jesuíta, estar no discernimento espiritual para tomar decisões, escolher um caminho de trabalho, de compromisso também… Discernimento é a chave para a vocação dos jesuítas. Isso é importante. Santo Inácio foi muito bom nisso porque foi sua própria experiência de discernimento espiritual que o levou à conversão. E os exercícios espirituais são realmente uma escola de discernimento. Assim, o jesuíta deve ser por vocação um homem de discernimento: discernir situações, discernir a consciência, discernir as decisões que devem ser tomadas. É por isso que você deve estar aberto a tudo o que o Senhor lhe pede, isso é um pouco de nossa espiritualidade. Carolina Pigozzi Mas você se sente mais papa ou mais jesuíta? Oh, bem… Eu nunca fiz essa medida, (nunca) medi (se) mais Papa ou Jesuíta. Sinto-me como um servo do Senhor no hábito jesuíta. Não há espiritualidade papal. Não há. Cada papa realiza sua própria espiritualidade. Pense em São João Paulo II com aquela bela espiritualidade mariana que ele tinha. Ele tinha antes e tinha-o como Papa. Pense nos muitos Papas que carregaram sua espiritualidade. O papado não é uma espiritualidade, é um trabalho, uma função, um serviço. Cada um percebe isso com sua própria espiritualidade, suas próprias graças, sua própria fidelidade e também seus próprios pecados. Mas não há espiritualidade papal. É por isso que não há comparação entre espiritualidade jesuíta e espiritualidade papal, porque este último não existe. Me entende? Severina Elisabeth Bartonitschek (CIC) Ontem ele também falou da fraternidade da Igreja, uma comunidade que sabe ouvir e dialogar, que promove uma boa qualidade de relacionamento. Mas há alguns dias apareceu a declaração da Santa Sé sobre a Via Sinodal Alemã, (um texto) sem assinatura. Você acha que essa forma de se comunicar contribui ou é um obstáculo ao diálogo? Em primeiro lugar, essa declaração foi feita pelo Secretário de Estado… Foi um erro não dizer… Acho que disse declaração do Secretário de Estado, mas não tenho certeza. Foi um erro não assinar como Secretário de Estado, mas um erro ex officio, não má vontade. E no caminho sinodal escrevi uma carta, fiz isso sozinho: um mês com oração, reflexão, consultas. E eu disse tudo o que tinha a dizer sobre o Caminho Sinodal, mais do que isso eu não vou dizer e é o Magistério Papal no Caminho Sinodal, aquela carta que escrevi há dois anos. Eu pulei a Cúria, porque eu não fiz perguntas (na Cúria), nada. Fiz meu próprio caminho também como pastor (para) uma Igreja que busca um caminho, como irmão, como pai e crente. E esta é a minha mensagem. Sei que não é fácil, mas está tudo nessa carta. Obrigado. Ignazio Ingrao (RAI – TG1) A Itália está passando por um momento difícil que também causa preocupação a nível internacional. Há a crise econômica, a pandemia, a guerra e agora também estamos sem governo. Você é o Primata da Itália: em seu telegrama ao presidente Mattarella por ocasião do seu aniversário, você falou de um país marcado por muitas dificuldades e chamado a tomar decisões cruciais. Como experimentou a queda de Draghi? Em primeiro lugar, não quero interferir na política doméstica italiana. Em segundo lugar, ninguém pode dizer que o Presidente Draghi não é um homem de grande prestígio internacional. Foi presidente do Banco Central Europeu. Ele tinha uma boa carreira. Fiz uma pergunta a um dos meus colaboradores: diga-me, quantos governos a Itália teve neste século? Ele me disse 20. Esta é a minha resposta… Ignazio Ingrao Que apelo você faz às forças políticas diante dessas eleições difíceis? Responsabilidade. Responsabilidade cívica… Claire Giangrave (RELIGION NEWS SERVICE) Muitos católicos, mas também muitos teólogos, acreditam que uma evolução da doutrina da Igreja em relação aos contraceptivos é necessária. Aparentemente, até mesmo seu antecessor, João Paulo I, pensou que a proibição total talvez devesse ser reconsiderada. O que você acha disso, ou seja, você está aberto a uma reavaliação a esse respeito? Ou há alguma chance de um casal considerar contracepção? Isso é uma coisa muito específica. Mas saiba que dogma, moralidade, está sempre se desenvolvendo, mas em um desenvolvimento no mesmo sentido. Para usar algo que é claro, acho que já disse isso aqui antes: para o desenvolvimento teológico de uma questão moral ou dogmática, há uma regra que é muito clara e esclarecedora. Isto é o que Vincent de Lerins fez no século X ou assim. Diz que a verdadeira doutrina para avançar, para desenvolver, não deve ser calma, desenvolve ut annis consolidetur, dilatetur tempore, sublimetur aetate. Ou seja, consolida-se ao longo do tempo, expande e consolida e se torna mais firme, mas sempre progredindo. É por isso que o dever dos teólogos é a pesquisa, a reflexão teológica, você não pode fazer teologia com um “não” à frente. Então será o Magistério que diz não, que você foi mais longe, que você volta, mas o desenvolvimento teológico deve estar aberto, os teólogos (lá) são para isso. E o Magistério deve ajudar a entender os limites. Sobre o tema da contracepção, eu sei que uma publicação saiu sobre esta e outras questões matrimoniais. Estes são os procedimentos de um congresso e em um congresso há artigos, então eles discutem entre si e fazem propostas. Devemos ser claros: aqueles que fizeram este congresso cumpriram seu dever, porque tentaram avançar na doutrina, mas em um sentido eclesial, não fora, como eu disse com essa regra de São Vicente de Lerins. Então o Magistério dirá, sim, é bom ou não é bom. Mas muitas coisas são chamadas. Considere, por exemplo, armas atômicas: hoje declarei oficialmente que o uso e posse de armas atômicas é imoral. Pense na pena de morte: hoje posso dizer que lá estamos perto da imoralidade, porque a consciência moral se desenvolveu bem. Para ser claro: quando o dogma ou a moralidade se desenvolvem, tudo bem, mas nessa direção, com as três regras de Vincent de Lerins. Acho que isso é muito claro: uma Igreja que não desenvolve seu pensamento em um sentido eclesial é uma Igreja que vai para trás, e este é o problema de hoje, de tantos que se autodenominam tradicionais. Não, não, eles não são tradicionais, eles são ‘indietristas’, eles vão para trás, sem raízes: sempre foi feito assim, no século passado foi feito assim. E “indietrism” é um pecado porque não vai com a Igreja. Por outro lado, a tradição foi dita por alguém – acho que disse isso em um dos discursos – a tradição é a fé viva dos mortos, enquanto esses “indietristas” que se autodenominam tradicionalistas, é a fé morta dos vivos. A tradição é precisamente a raiz, a inspiração para avançar na Igreja, e é sempre vertical. E o “indietrism” vai para trás, está sempre fechado. É importante entender bem o papel da tradição, que está sempre aberta, como as raízes da árvore, e a árvore cresce… Um músico tinha uma frase muito bonita: Gustav Mahler, disse que a tradição nesse sentido é a garantia do futuro, não é uma peça de museu. Se você conceber a tradição fechada, essa não é a tradição cristã… é sempre o suco das raízes que leva você para a frente, para a frente, para a frente. Então, pelo que você diz, pense e leve a fé e a moral para a frente, mas enquanto ela for na direção das raízes, do suco, tudo bem. Com estas três regras de Vincent de Lerins que mencionei. Eva Fernández (Cadena Cope) No final de agosto temos um consistório. Ultimamente muitas pessoas lhe perguntaram se ele pensou em renunciar, não se preocupe, desta vez não vamos perguntar a ele, mas estamos curiosos: você já pensou em quais características você gostaria que seu sucessor tivesse? Esta é uma obra do Espírito Santo, sabe? Eu nunca ousaria pensar… O Espírito Santo pode fazer isso melhor do que eu, melhor do que todos nós. Porque inspira as decisões do Papa, sempre inspira. Como ele está vivo na Igreja, a Igreja não pode ser concebida sem o Espírito Santo, é ele quem faz as diferenças, ele também faz o barulho – vamos pensar na manhã de Pentecostes – e depois faz a harmonia. É importante falar de “harmonia” em vez de “unidade”. Unidade sim, mas harmonia, não como algo fixo. O Espírito Santo lhe dá uma harmonia progressiva, que continua. Gosto do que São Basílio diz sobre o Espírito Santo: Cônia de cílios ipse est, Ele é harmonia. Ele é harmonia porque ele primeiro faz o barulho com a diferença de carismas. Então vamos deixar este trabalho para o Espírito Santo. Sobre a minha demissão, gostaria de agradecê-los por um bom artigo que um de vocês escreveu (colocando) todos os sinais que poderiam levar a uma renúncia e todos aqueles que estão aparecendo. É um bom trabalho de um jornalista que acaba dando sua opinião, mas (enquanto isso) ele vai e vê todos os sinais, não apenas as declarações, com aquela linguagem subterrânea que (no entanto) também dá sinais. Saber ler os sinais ou pelo menos fazer um esforço para interpretá-los, o que pode ser isso ou aqui, é um bom trabalho que eu agradeço muito. Phoebe Natanson (ABC NEWS) Com licença, Santo Padre, sei que fizeram muitas perguntas desse tipo, mas eu queria lhe perguntar, neste momento, com as dificuldades de saúde e tudo mais, você teve a ideia de que talvez seja hora de se aposentar? Teve algum problema que te fez pensar sobre isso? Houve um momento difícil que te fez pensar sobre isso? A porta está aberta, é uma opção normal, mas até hoje eu não bati nessa porta, eu não disse que estou indo para este quarto, eu não ouvi falar dessa possibilidade. Mas isso não significa que depois de amanhã eu não vou pensar, certo? Mas agora, honestamente, eu não sei. Esta viagem também foi um teste… é verdade que você não pode fazer viagens nesse estado, você tem que talvez mudar um pouco o seu estilo, diminuir, pagar as dívidas das viagens que você deixou para fazer, reorganizar… Mas o Senhor dirá isso. A porta está aberta, é verdade. E antes de dizer adeus, gostaria de falar sobre algo que é muito importante para mim: a viagem ao Canadá estava muito relacionada com a figura de St. Anne. Eu disse algumas coisas sobre mulheres, mas especialmente sobre mulheres mais velhas, mães e avós. E sublinhei uma coisa que é clara: a fé deve ser transmitida em dialeto, e o dialeto – eu disse claramente – materno, o das avós. Recebemos fé na forma de um dialeto feminino, e isso é muito importante: o papel das mulheres na transmissão da fé e no desenvolvimento dela. É a mãe ou avó que ensina a orar, é a mãe ou avó que explica as primeiras coisas que a criança não entende sobre fé. E posso dizer que essa transmissão dialética de fé é f Alguém pode me dizer: mas como você explica isso teologicamente? Porque eu vou dizer (que) quem transmite a fé é a Igreja e a Igreja é uma mulher, a Igreja é uma noiva, a Igreja não é masculina, a Igreja é uma mulher. E devemos entrar nesse pensamento da Igreja como uma mulher, a Igreja como mãe, que é mais importante do que qualquer fantasia ministerial machista ou qualquer poder machista. A Igreja matriz, a maternidade da Igreja Feminina. A figura da Mãe do Senhor. Nesse sentido, é importante destacar a importância na transmissão da fé desse dialeto materno. Descobri lendo, por exemplo, o martírio dos maccabees: duas ou três vezes ele diz que sua mãe lhes deu a alma no dialeto da mãe. A fé deve ser transmitida em dialeto. E esse dialeto é falado por mulheres. Esta é a grande alegria da Igreja, porque a Igreja é uma mulher, a Igreja é uma esposa. Queria dizer claramente que estava pensando em Santa Ana. Obrigado, obrigado por sua paciência. Obrigado por ouvir, descansar e ter uma boa viagem. Finalmente, o Papa pegou o microfone novamente para cumprimentar Paolo Rodari, um vaticanista de Repubblica, em seu último voo papal. #Vaticano

  • O Papa não descarta mudanças na doutrina sobre contracepção

    Congresso realizado pela Pontifícia Academia para a Vida tem estado nas notícias, em que alguns dos artigos propuseram rever alguns métodos contraceptivos em certos casos. Em referência a esta questão, um jornalista perguntou a Francisco sobre isso na conferência de imprensa durante a viagem de volta do Santo Padre do Canadá para Roma. “Muitos católicos, mas também muitos teólogos, acreditam que uma evolução da doutrina da Igreja em relação aos contraceptivos é necessária. Aparentemente, até mesmo seu antecessor, João Paulo I, pensou que a proibição total talvez devesse ser reconsiderada. O que você acha disso, ou seja, você está aberto a uma reavaliação a esse respeito? Ou existe a possibilidade de um casal considerar contracepção?”, perguntou o jornalista ao papa. Francisco respondeu que “isso é algo muito pontual. Mas saiba que dogma, moralidade, está sempre se desenvolvendo, mas em um desenvolvimento no mesmo sentido. Para usar algo que é claro, acho que já disse isso aqui antes: para o desenvolvimento teológico de uma questão moral ou dogmática, há uma regra que é muito clara e esclarecedora.” Além disso, o Papa acrescentou que “o dever dos teólogos é a pesquisa, a reflexão teológica, você não pode fazer teologia com um ‘não’ à frente. Então será o Magistério que diz não, que você foi mais longe, que você volta, mas o desenvolvimento teológico deve estar aberto, os teólogos (lá) são para isso. E o Magistério deve ajudar a entender os limites.” “Sobre o tema da contracepção, eu sei que uma publicação saiu sobre essa e outras questões matrimoniais. Estes são os procedimentos de um congresso e em um congresso há artigos, então eles discutem entre si e fazem propostas. Temos que ser claros: aqueles que fizeram este congresso cumpriram seu dever, porque tentaram avançar na doutrina, mas em um sentido eclesial, não fora”, acrescentou Francisco. Além da questão da contracepção, Francisco respondeu a perguntas sobre sua possível renúncia no futuro, algo que ele não descarta, cobrado novamente contra os tradicionalistas e na ponta dos pés pelas controvérsias diárias que os alemães causam com o caminho sinodal, embora tenha reconhecido que a nota de alguns dias atrás deveria ter sido assinada pelo Secretário de Estado. Aqui está a conferência de imprensa completa de Francis no avião de volta do Canadá para Roma: O que aconteceu com os índios foi genocídio. Respondendo a uma pergunta de um jornalista canadense, o Papa Francisco, no voo de volta de Iqaluit para Roma, falou dos temas da viagem que acabaram e do colonialismo, antigo e novo. Mas ele também abordou a questão da renúncia do pontificado, solicitada em várias ocasiões pelas perguntas dos jornalistas, explicando que no momento ele não pensa em renunciar, embora o veja como uma possibilidade. No início da coletiva, Francisco agradeceu aos jornalistas que o acompanharam: “Boa noite e obrigado pelo acompanhamento, pelo seu trabalho aqui, sei que trabalhou duro e obrigado pela companhia, obrigado”. Jessica Ka’nhehsíio DEER (CBC RADIO – CANADA INDIGENA) Como descendente de um sobrevivente de uma escola residencial, sei que os sobreviventes e suas famílias querem ver ações concretas que seguem suas desculpas, incluindo rejeitar a “doutrina da descoberta”. Considerando que isso ainda está consagrado na Constituição e nos sistemas legais do Canadá e dos Estados Unidos, onde os povos indígenas continuam a ser despojados de suas terras e privados de poder, não foi uma oportunidade perdida fazer uma declaração nesse sentido durante sua viagem ao Canadá? Este último, eu não entendo o problema. Pode explicar o que quer dizer com a doutrina da descoberta? Jéssica Ka’nhehsíio DEER É o fato de que as populações indígenas ainda são privadas de terra e poder, em virtude desses touros papais e desse conceito da doutrina da descoberta. Quando eu falo com os povos indígenas, eles me dizem que quando as pessoas vieram colonizar a América, havia essa doutrina de descoberta que de alguma forma deu força à ideia de que os povos indígenas dos novos países eram inferiores aos católicos. Foi assim que o Canadá e os Estados Unidos se tornaram “países”. Obrigado pela pergunta. Acho que isso é um problema de todo o colonialismo, de tudo. Ainda hoje: as colonizações ideológicas atuais têm o mesmo esquema. Quem não entra no seu caminho é inferior. Mas eu quero ir mais longe sobre isso. Eles não eram apenas inferiores: um teólogo um tanto louco se perguntava se eles tinham uma alma. Quando João Paulo II foi para a África, para o porto onde os escravos embarcaram [a ilha de Gorée, o porto sem retorno], ele sinalizou que passaríamos a entender o drama, o drama criminoso: essas pessoas foram jogadas no navio, em condições desastrosas, e então eram escravos na América. É verdade que havia vozes que falavam, como Bartolome de las Casas, por exemplo, Pedro Claver, mas eram a minoria. A consciência da igualdade humana veio lentamente. E eu digo consciência, porque no inconsciente ainda há algo… Sempre, temos – deixe-me dizer- uma atitude colonialista de reduzir sua cultura à nossa. É algo que vem até nós do modo de vida desenvolvido, nosso, que às vezes perdemos valores que eles têm. Por exemplo: os povos indígenas têm um grande valor que é o da harmonia com a Criação e pelo menos alguns que conheço expressá-lo com a palavra viver bem. Isso não significa, como nós ocidentais entendemos, ter um bom tempo ou viver la dolce vita: não. Viver bem é guardar a harmonia, e isso é para mim o grande valor dos povos nativos. Harmonia. Estamos acostumados a reduzir tudo à cabeça: por outro lado, a personalidade dos povos originais – falo em geral – sabe se expressar em três línguas: a da cabeça, a do coração e da mão. Mas todos juntos e sabem como ter essa linguagem com a Criação. Então, esse progressismo acelerado de desenvolvimento algo exagerado, algo neurótico que temos, certo? Não estou falando contra o desenvolvimento: o desenvolvimento é bom. Mas não é bom com a ansiedade de desenvolvimento do desenvolvimento… Olha, uma das coisas que nossa civilização comercial superdesenvolvida perdeu é a capacidade da poesia: os povos indígenas têm essa capacidade poética. Não estou idealizando. Então, essa doutrina da colonização: é verdade, é ruim, é injusto. Ainda hoje é usado: o mesmo, com luvas de seda, talvez, mas é usado, hoje. Por exemplo, alguns bispos de alguns países me disseram: “Mas, nosso país, quando pede um empréstimo de uma organização internacional, eles colocam condições, até legislativas, colonialistas. Para dar-lhes crédito, eles os fazem mudar um pouco seu modo de vida.” Voltando à nossa colonização da América, a dos ingleses, a dos franceses, a dos espanhóis, a dos portugueses, que são quatro que sempre foram esse perigo… Pelo contrário, essa mentalidade “somos superiores e esses nativos não contam”, e isso é grave. É por isso que devemos trabalhar no que você diz: voltar e limpar, digamos, o que foi feito de errado, sabendo que o mesmo colonialismo existe hoje. Pensemos, por exemplo, em um caso, que é universal e ouso dizer isso. Penso no caso dos Rohingya, em Mianmar: eles não têm direito à cidadania, são de nível inferior. Até hoje. Muito obrigado. Brittany Hobson (THE CANADIAN PRESS) Buenas tardes, Papa Francisco. Mi nombre es Brittany Hobson, de la Canadian Press. Usted ha dicho a menudo que es necesario hablar en términos claros, honestos y directos. Usted sabe que la Comisión Canadiense de la Verdad y la Reconciliación calificó el sistema de escuelas residenciales de genocidio cultural, y esta expresión ha sido corregida a genocidio simplemente. Las personas que escucharon sus palabras de disculpa esta semana lamentaron que no se utilizara el término genocidio. ¿Utilizaría este término y reconocería que miembros de la Iglesia participaron en este genocidio? Es cierto que no utilicé la palabra porque no me vino a la mente, pero describí el genocidio y pedí perdón, perdón por esta obra que es genocida. Por ejemplo, yo también condené esto, ¿no? Quitar a los niños, cambiar la cultura, cambiar las mentes, cambiar las tradiciones, cambiar una raza, digamos, toda una cultura. Sí, es una palabra técnica -genocidio- pero no la utilicé porque no me vino a la mente. Pero describí que era cierto, sí, era un genocidio, sí, sí. Tranquilos, tú pudes informar que yo he dicho que fue un genocidio. Gracias. María Valentina Alazraki Crastich (TELEVISA) Papa Francisco, buenas tardes. Suponemos que este viaje a Canadá ha sido también una prueba, un ensayo para su salud, por lo que ha descrito esta mañana como «limitaciones físicas». Así que queríamos saber: después de esta semana, ¿qué puede decirnos sobre sus futuros viajes? Si quieres seguir viajando así… ¿Habrá algún viaje que no puedas hacer por estas limitaciones, o después de una semana cree la operación de rodilla podría solucionar más la situación y viajar de forma… cómo antes? Gracias. No sé… No creo que pueda ir al mismo ritmo que antes. Creo que a mi edad y con esta limitación, tengo que ahorrar un poco para poder servir a la Iglesia o, por el contrario, pensar en la posibilidad de dar un paso al costado. Esto con toda honestidad: no es una catástrofe, se puede cambiar Papa, ¡no hay problema! Pero creo que tengo que limitarme un poco con estos esfuerzos. La operación de rodilla no va, no va en mi caso. Los técnicos dicen que sí, pero está todo el problema de la anestesia: me sometí a más de seis horas de anestesia hace diez meses y todavía quedan rastros. No se juega con la anestesia. Y por eso crees que no es del todo conveniente. Pero intentaré seguir viajando y estar cerca de la gente, porque creo que es una forma de servir, de estar cerca. Pero más que eso no puedo decir. Esperemos… En México no hay ninguna previsión todavía, ¿eh? María Valentina Alazraki No, no… y ¿Kazajistán? Y si va a Kazajistán, ¿no debería ir también a Ucrania, tal vez, si va a Kazajistán? Dije que me gustaría ir a Ucrania. Vamos a ver ahora lo que me encuentro cuando llegue a casa. Kazajstán, por el momento, me gustaría ir: es un viaje tranquilo, sin tanto movimiento, es un congreso de religiones, allí. Pero por el momento, todo se mantiene. Además, tengo que ir a Sudán del Sur antes que, al Congo, porque es un viaje con el Arzobispo de Canterbury y el Obispo de la Iglesia de Escocia, los tres juntos como hicimos en el retiro de hace dos años. Luego el Congo. Pero será el año que viene, porque es la temporada de lluvias… veamos: tengo toda la buena voluntad, pero veamos qué dice la pierna. Carolina Pigozzi (PARIS MATCH) Esta mañana se ha reunido en el arzobispado con miembros locales de la Compañía de Jesús, su familia; como siempre hace durante sus viajes. Hace nueve años, al volver de Brasil, le pregunté si todavía se sentía jesuita. Su respuesta fue positiva. El 4 de diciembre, después de ver a los jesuitas en Grecia, dijo que cuando se inicia un proceso hay que dejar que se desarrolle, que crezca una obra, y luego hay que retirarse. Todo jesuita -dijo- debe hacer esto, ningún trabajo le pertenece porque es del Señor. ¿Podría esta afirmación ser válida algún día para un Papa jesuita? Creo que sí, sí. Carolina Pigozzi ¿Significa eso que podría retirarse como los jesuitas? Sí. Sí. Es una vocación. Carolina Pigozzi Para ser papa ou jesuíta? Jesuíta. Deixe o Senhor dizer. O jesuíta tenta – nem sempre tenta, mas tenta – fazer a vontade do Senhor. O papa jesuíta também deve fazer o mesmo. Quando o Senhor fala…, se o Senhor diz vá em frente, vá em frente, se o Senhor disser vá para o canto, você vai para o canto. É o Senhor que… Carolina Pigozzi O que ele diz significa que espera a morte naquele momento… Mas todos esperamos pela morte… Carolina Pigozzi Ou seja: não se retira primeiro? O que quer que o Senhor diga. O Senhor pode dizer para renunciar. É o Senhor quem comanda. Uma coisa sobre Santo Inácio, isso é importante. Santo Inácio quando alguém estava cansado, doente, o dispensava da oração, mas nunca o dispensava do exame da consciência. Duas vezes por dia: veja o que aconteceu hoje no meu coração. Não pecados ou não pecados, mas que espírito me comoveu hoje. Nossa vocação é buscar o que aconteceu hoje. Se eu – esta é uma hipótese – ver que o Senhor está me dizendo algo, que algo aconteceu comigo, que eu tenho uma inspiração, eu tenho que discernir para ver o que o Senhor me pede. Também pode ser que o Senhor queira me encurralar, ele é quem comanda. Este é o modo religioso de vida de um jesuíta, estar no discernimento espiritual para tomar decisões, escolher um caminho de trabalho, de compromisso também… Discernimento é a chave para a vocação dos jesuítas. Isso é importante. Santo Inácio foi muito bom nisso porque foi sua própria experiência de discernimento espiritual que o levou à conversão. E os exercícios espirituais são realmente uma escola de discernimento. Assim, o jesuíta deve ser por vocação um homem de discernimento: discernir situações, discernir a consciência, discernir as decisões que devem ser tomadas. É por isso que você deve estar aberto a tudo o que o Senhor lhe pede, isso é um pouco de nossa espiritualidade. Carolina Pigozzi Mas você se sente mais papa ou mais jesuíta? Oh, bem… Eu nunca fiz essa medida, (nunca) medi (se) mais Papa ou Jesuíta. Sinto-me como um servo do Senhor no hábito jesuíta. Não há espiritualidade papal. Não há. Cada papa realiza sua própria espiritualidade. Pense em São João Paulo II com aquela bela espiritualidade mariana que ele tinha. Ele tinha antes e tinha-o como Papa. Pense nos muitos Papas que carregaram sua espiritualidade. O papado não é uma espiritualidade, é um trabalho, uma função, um serviço. Cada um percebe isso com sua própria espiritualidade, suas próprias graças, sua própria fidelidade e também seus próprios pecados. Mas não há espiritualidade papal. É por isso que não há comparação entre espiritualidade jesuíta e espiritualidade papal, porque este último não existe. Me entende? Severina Elisabeth Bartonitschek (CIC) Ontem ele também falou da fraternidade da Igreja, uma comunidade que sabe ouvir e dialogar, que promove uma boa qualidade de relacionamento. Mas há alguns dias apareceu a declaração da Santa Sé sobre a Via Sinodal Alemã, (um texto) sem assinatura. Você acha que essa forma de se comunicar contribui ou é um obstáculo ao diálogo? Em primeiro lugar, essa declaração foi feita pelo Secretário de Estado… Foi um erro não dizer… Acho que disse declaração do Secretário de Estado, mas não tenho certeza. Foi um erro não assinar como Secretário de Estado, mas um erro ex officio, não má vontade. E no caminho sinodal escrevi uma carta, fiz isso sozinho: um mês com oração, reflexão, consultas. E eu disse tudo o que tinha a dizer sobre o Caminho Sinodal, mais do que isso eu não vou dizer e é o Magistério Papal no Caminho Sinodal, aquela carta que escrevi há dois anos. Eu pulei a Cúria, porque eu não fiz perguntas (na Cúria), nada. Fiz meu próprio caminho também como pastor (para) uma Igreja que busca um caminho, como irmão, como pai e crente. E esta é a minha mensagem. Sei que não é fácil, mas está tudo nessa carta. Obrigado. Ignazio Ingrao (RAI – TG1) A Itália está passando por um momento difícil que também causa preocupação a nível internacional. Há a crise econômica, a pandemia, a guerra e agora também estamos sem governo. Você é o Primata da Itália: em seu telegrama ao presidente Mattarella por ocasião do seu aniversário, você falou de um país marcado por muitas dificuldades e chamado a tomar decisões cruciais. Como experimentou a queda de Draghi? Em primeiro lugar, não quero interferir na política doméstica italiana. Em segundo lugar, ninguém pode dizer que o Presidente Draghi não é um homem de grande prestígio internacional. Foi presidente do Banco Central Europeu. Ele tinha uma boa carreira. Fiz uma pergunta a um dos meus colaboradores: diga-me, quantos governos a Itália teve neste século? Ele me disse 20. Esta é a minha resposta… Ignazio Ingrao Que apelo você faz às forças políticas diante dessas eleições difíceis? Responsabilidade. Responsabilidade cívica… Claire Giangrave (RELIGION NEWS SERVICE) Muitos católicos, mas também muitos teólogos, acreditam que uma evolução da doutrina da Igreja em relação aos contraceptivos é necessária. Aparentemente, até mesmo seu antecessor, João Paulo I, pensou que a proibição total talvez devesse ser reconsiderada. O que você acha disso, ou seja, você está aberto a uma reavaliação a esse respeito? Ou há alguma chance de um casal considerar contracepção? Isso é uma coisa muito específica. Mas saiba que dogma, moralidade, está sempre se desenvolvendo, mas em um desenvolvimento no mesmo sentido. Para usar algo que é claro, acho que já disse isso aqui antes: para o desenvolvimento teológico de uma questão moral ou dogmática, há uma regra que é muito clara e esclarecedora. Isto é o que Vincent de Lerins fez no século X ou assim. Diz que a verdadeira doutrina para avançar, para desenvolver, não deve ser calma, desenvolve ut annis consolidetur, dilatetur tempore, sublimetur aetate. Ou seja, consolida-se ao longo do tempo, expande e consolida e se torna mais firme, mas sempre progredindo. É por isso que o dever dos teólogos é a pesquisa, a reflexão teológica, você não pode fazer teologia com um “não” à frente. Então será o Magistério que diz não, que você foi mais longe, que você volta, mas o desenvolvimento teológico deve estar aberto, os teólogos (lá) são para isso. E o Magistério deve ajudar a entender os limites. Sobre o tema da contracepção, eu sei que uma publicação saiu sobre esta e outras questões matrimoniais. Estes são os procedimentos de um congresso e em um congresso há artigos, então eles discutem entre si e fazem propostas. Devemos ser claros: aqueles que fizeram este congresso cumpriram seu dever, porque tentaram avançar na doutrina, mas em um sentido eclesial, não fora, como eu disse com essa regra de São Vicente de Lerins. Então o Magistério dirá, sim, é bom ou não é bom. Mas muitas coisas são chamadas. Considere, por exemplo, armas atômicas: hoje declarei oficialmente que o uso e posse de armas atômicas é imoral. Pense na pena de morte: hoje posso dizer que lá estamos perto da imoralidade, porque a consciência moral se desenvolveu bem. Para ser claro: quando o dogma ou a moralidade se desenvolvem, tudo bem, mas nessa direção, com as três regras de Vincent de Lerins. Acho que isso é muito claro: uma Igreja que não desenvolve seu pensamento em um sentido eclesial é uma Igreja que vai para trás, e este é o problema de hoje, de tantos que se autodenominam tradicionais. Não, não, eles não são tradicionais, eles são ‘indietristas’, eles vão para trás, sem raízes: sempre foi feito assim, no século passado foi feito assim. E “indietrism” é um pecado porque não vai com a Igreja. Por outro lado, a tradição foi dita por alguém – acho que disse isso em um dos discursos – a tradição é a fé viva dos mortos, enquanto esses “indietristas” que se autodenominam tradicionalistas, é a fé morta dos vivos. A tradição é precisamente a raiz, a inspiração para avançar na Igreja, e é sempre vertical. E o “indietrism” vai para trás, está sempre fechado. É importante entender bem o papel da tradição, que está sempre aberta, como as raízes da árvore, e a árvore cresce… Um músico tinha uma frase muito bonita: Gustav Mahler, disse que a tradição nesse sentido é a garantia do futuro, não é uma peça de museu. Se você conceber a tradição fechada, essa não é a tradição cristã… é sempre o suco das raízes que leva você para a frente, para a frente, para a frente. Então, pelo que você diz, pense e leve a fé e a moral para a frente, mas enquanto ela for na direção das raízes, do suco, tudo bem. Com estas três regras de Vincent de Lerins que mencionei. Eva Fernández (Cadena Cope) No final de agosto temos um consistório. Ultimamente muitas pessoas lhe perguntaram se ele pensou em renunciar, não se preocupe, desta vez não vamos perguntar a ele, mas estamos curiosos: você já pensou em quais características você gostaria que seu sucessor tivesse? Esta é uma obra do Espírito Santo, sabe? Eu nunca ousaria pensar… O Espírito Santo pode fazer isso melhor do que eu, melhor do que todos nós. Porque inspira as decisões do Papa, sempre inspira. Como ele está vivo na Igreja, a Igreja não pode ser concebida sem o Espírito Santo, é ele quem faz as diferenças, ele também faz o barulho – vamos pensar na manhã de Pentecostes – e depois faz a harmonia. É importante falar de “harmonia” em vez de “unidade”. Unidade sim, mas harmonia, não como algo fixo. O Espírito Santo lhe dá uma harmonia progressiva, que continua. Gosto do que São Basílio diz sobre o Espírito Santo: Cônia de cílios ipse est, Ele é harmonia. Ele é harmonia porque ele primeiro faz o barulho com a diferença de carismas. Então vamos deixar este trabalho para o Espírito Santo. Sobre a minha demissão, gostaria de agradecê-los por um bom artigo que um de vocês escreveu (colocando) todos os sinais que poderiam levar a uma renúncia e todos aqueles que estão aparecendo. É um bom trabalho de um jornalista que acaba dando sua opinião, mas (enquanto isso) ele vai e vê todos os sinais, não apenas as declarações, com aquela linguagem subterrânea que (no entanto) também dá sinais. Saber ler os sinais ou pelo menos fazer um esforço para interpretá-los, o que pode ser isso ou aqui, é um bom trabalho que eu agradeço muito. Phoebe Natanson (ABC NEWS) Com licença, Santo Padre, sei que fizeram muitas perguntas desse tipo, mas eu queria lhe perguntar, neste momento, com as dificuldades de saúde e tudo mais, você teve a ideia de que talvez seja hora de se aposentar? Teve algum problema que te fez pensar sobre isso? Houve um momento difícil que te fez pensar sobre isso? A porta está aberta, é uma opção normal, mas até hoje eu não bati nessa porta, eu não disse que estou indo para este quarto, eu não ouvi falar dessa possibilidade. Mas isso não significa que depois de amanhã eu não vou pensar, certo? Mas agora, honestamente, eu não sei. Esta viagem também foi um teste… é verdade que você não pode fazer viagens nesse estado, você tem que talvez mudar um pouco o seu estilo, diminuir, pagar as dívidas das viagens que você deixou para fazer, reorganizar… Mas o Senhor dirá isso. A porta está aberta, é verdade. E antes de dizer adeus, gostaria de falar sobre algo que é muito importante para mim: a viagem ao Canadá estava muito relacionada com a figura de St. Anne. Eu disse algumas coisas sobre mulheres, mas especialmente sobre mulheres mais velhas, mães e avós. E sublinhei uma coisa que é clara: a fé deve ser transmitida em dialeto, e o dialeto – eu disse claramente – materno, o das avós. Recebemos fé na forma de um dialeto feminino, e isso é muito importante: o papel das mulheres na transmissão da fé e no desenvolvimento dela. É a mãe ou avó que ensina a orar, é a mãe ou avó que explica as primeiras coisas que a criança não entende sobre fé. E posso dizer que essa transmissão dialética de fé é f Alguém pode me dizer: mas como você explica isso teologicamente? Porque eu vou dizer (que) quem transmite a fé é a Igreja e a Igreja é uma mulher, a Igreja é uma noiva, a Igreja não é masculina, a Igreja é uma mulher. E devemos entrar nesse pensamento da Igreja como uma mulher, a Igreja como mãe, que é mais importante do que qualquer fantasia ministerial machista ou qualquer poder machista. A Igreja matriz, a maternidade da Igreja Feminina. A figura da Mãe do Senhor. Nesse sentido, é importante destacar a importância na transmissão da fé desse dialeto materno. Descobri lendo, por exemplo, o martírio dos maccabees: duas ou três vezes ele diz que sua mãe lhes deu a alma no dialeto da mãe. A fé deve ser transmitida em dialeto. E esse dialeto é falado por mulheres. Esta é a grande alegria da Igreja, porque a Igreja é uma mulher, a Igreja é uma esposa. Queria dizer claramente que estava pensando em Santa Ana. Obrigado, obrigado por sua paciência. Obrigado por ouvir, descansar e ter uma boa viagem. Finalmente, o Papa pegou o microfone novamente para cumprimentar Paolo Rodari, um vaticanista de Repubblica, em seu último voo papal. #Vaticano

  • OS DOIS ABSOLUTOS QUE DIVIDEM O MUNDO – Pe. Livio Fanzaga

    Do ponto de vista da evangelização e da pregação da Igreja, hoje é essencial fazer uma verdadeira teologia da história para compreender o mundo atual à luz da fé. Nas suas aparições, Nossa Senhora desenvolveu a sua presença materna como Mãe da Igreja e de toda a humanidade, intervindo nos fatos históricos. As aparições marianas correspondem a uma estratégia de intervenção para ajudar a Igreja e a história humana. Podemos dizer que, de maneira particular, a partir da Rue du Bac, Nossa Senhora interveio para guiar a história e corrigi-la, interferindo por ocasião de momentos históricos significativos. Nossa Senhora quase sempre intervém quando é iminente o perigo de guerra ou de perseguição à Igreja. O cristianismo não é uma série de verdades abstratas, é uma grande batalha que começou desde as origens, quando o anjo rebelde se revoltou, arrastando consigo uma multidão de anjos. Esta batalha continua ao longo da história, teve seu ponto focal com a Encarnação, quando Cristo arrebatou o mundo do maligno, que se apossara dele (até certo ponto, é claro) com a queda dos nossos progenitores. É necessário compreender em que fase da história da salvação nos encontramos. Se não entendermos isso, corremos o risco de botar mãos à obra, mas sem sucesso, porque, sem saber em que época estamos vivendo, sem conhecer os termos da batalha, sem ver as perspectivas ou os perigos, navegamos sem rumo e corremos o risco de afundar. Existe um plano sobrenatural. Nossa Senhora elaborou um plano para lidar com aquele que é um evento já previsto pelas Sagradas Escrituras: a tentativa de Satanás de comprometer a obra da Criação e da Redenção, destruindo o mundo, nossas vidas e a fé cristã. Entramos nessa fase da grande batalha. É o que devemos saber para melhor compreender o tempo em que vivemos, e nos preparar. Na minha opinião, a batalha de nossos dias é travada dentro da própria esfera da fé. O cristianismo que acredita em Deus Santíssima Trindade, cuja segunda pessoa se fez homem para elevar o próprio homem à dignidade de filho de Deus, é contestado pelos que nasceram nesta fé, mas já não a aceitam. Essa contestação, típica de muitas culturas ocidentais modernas, conflui para a própria emancipação de Deus. Daí nasce uma nova religião, que tem como pensamento fundante o fato de que Deus não existe e que o homem é Deus. Esta é a religião que anseia por hegemonia no Ocidente, em nosso tempo. Um mundo novo sem Deus — de que fala Nossa Senhora e que foi objeto de reflexões de muitos Papas — deixou de ser uma ideologia e se transformou em verdadeira religião, em concepção de vida, graças à nova sociedade midiática de massa. De fato, essa nova concepção de vida tornou-se o modo de pensar das pessoas comuns. Há duas religiões que polarizam as pessoas, seja no ocidente e onde haja influência ocidental: as que acreditam na presença de Deus e as que negam a sua existência, colocando o homem em seu lugar, senhor absoluto do bem e do mal. Vivemos o tempo da coexistência de dois absolutos, ambos nascidos no seio da fé cristã: o cristianismo e seus crentes, por um lado; de outro, a multidão daqueles que acreditam na nova religião que coloca o homem no lugar de Deus. Hoje, mais do que nunca, é essencial analisar a história sob essa luz. Caso contrário, corremos o risco de nos perder nas trevas com as quais o maligno quer obscurecer nossa visão. https://blogdipadrelivio.it/uno-sguardo-di-fede-sullattualita-197/

  • Painel de Nossa Senhora permanece intácto após incêndio em caminhão

    Uma carreta carregada com fardos de algodão pegou fogo, na manhã desta quinta-feira (28), na Rodovia Federal 267, em Bataguassu (MS). Apesar das chamas terem consumido a parte de carga do veículo, um painel de Nossa Senhora Aparecida, que estava acoplado na carroceria, ficou intacto. O chamado cavalo mecânico, onde fica a cabine, rodas e motor do veículo, que estavam diante do painel da padroeira do Brasil, também não foi afetado pelo fogo. O motorista não se feriu. Conforme o Corpo de Bombeiros da cidade, foram utilizados cerca de 600 mil litros de água para conter as chamas. Vários caminhões pipas de diversas empresas da região auxiliaram no combate às chamas. Também foram utilizados maquinários para remover a carga que estava obstruindo parte da rodovia. A causa do incêndio ainda não foi identificada. Segundo informações dos Bombeiros, o trânsito no local ficou lento por várias horas, mas já foi normalizado. A Mãe de Cristo sempre vencendo as chamas da destruição e da corrupção! Com informações de G1 Leia também Imagem de Nossa Senhora resiste a erupção de vulcão em La Palma

  • Painel de Nossa Senhora permanece intácto após incêndio em caminhão

    Uma carreta carregada com fardos de algodão pegou fogo, na manhã desta quinta-feira (28), na Rodovia Federal 267, em Bataguassu (MS). Apesar das chamas terem consumido a parte de carga do veículo, um painel de Nossa Senhora Aparecida, que estava acoplado na carroceria, ficou intacto. O chamado cavalo mecânico, onde fica a cabine, rodas e motor do veículo, que estavam diante do painel da padroeira do Brasil, também não foi afetado pelo fogo. O motorista não se feriu. Conforme o Corpo de Bombeiros da cidade, foram utilizados cerca de 600 mil litros de água para conter as chamas. Vários caminhões pipas de diversas empresas da região auxiliaram no combate às chamas. Também foram utilizados maquinários para remover a carga que estava obstruindo parte da rodovia. A causa do incêndio ainda não foi identificada. Segundo informações dos Bombeiros, o trânsito no local ficou lento por várias horas, mas já foi normalizado. A Mãe de Cristo sempre vencendo as chamas da destruição e da corrupção! Com informações de G1 Leia também Imagem de Nossa Senhora resiste a erupção de vulcão em La Palma

  • Hóstias Consagradas são roubadas em Igreja no Espírito Santo

    Rezemos em reparação por essa grave profanação. Por ACI Digital – A Igreja da Sagrada Família na Praia do Morro, em Guarapari (ES) foi roubada na madrugada da segunda-feira (25). Foram roubadas as Hóstias sagradas que estavam na capela do Santíssimo Sacramento, assim como o sacrário e as âmbulas. O pároco, padre Genilson Dallapicola, recebeu uma ligação de madrugada de um membro da comunidade local que havia escutado o alarme da paróquia. Quem cometeu o furto havia desligado a energia, quebrado o portão principal e o vidro de uma janela lateral para entrar na capela do Santíssimo. Foram encontradas Na tarde do mesmo dia, o sacrário com as Hóstias e as âmbulas foram achados, disse o padre. Não é possível saber se todas as hóstias consagradas foram recuperadas junto. Rezemos em desagravo.

  • Hóstias Consagradas são roubadas em Igreja no Espírito Santo

    Rezemos em reparação por essa grave profanação. Por ACI Digital – A Igreja da Sagrada Família na Praia do Morro, em Guarapari (ES) foi roubada na madrugada da segunda-feira (25). Foram roubadas as Hóstias sagradas que estavam na capela do Santíssimo Sacramento, assim como o sacrário e as âmbulas. O pároco, padre Genilson Dallapicola, recebeu uma ligação de madrugada de um membro da comunidade local que havia escutado o alarme da paróquia. Quem cometeu o furto havia desligado a energia, quebrado o portão principal e o vidro de uma janela lateral para entrar na capela do Santíssimo. Foram encontradas Na tarde do mesmo dia, o sacrário com as Hóstias e as âmbulas foram achados, disse o padre. Não é possível saber se todas as hóstias consagradas foram recuperadas junto. Rezemos em desagravo.

  • A CULTURA DO CANCELAMENTO – Pe. Santiago Martín

    Dizem que não há nada de novo debaixo do sol e que o que é experimentado, num determinado momento da História, já foi de alguma forma experimentado antes. Há sempre diferenças, claro, mas são mais em termos dos meios para a sua aplicação do que nos fins a que se pretende chegar. Refiro-me à atual “cultura do cancelamento”, que procura reescrever a história e apagar todos os vestígios de qualquer coisa diferente do que é agora considerado politicamente correto. Os romanos praticaram a damnatio memoriae , que era algo muito semelhante à prática atual e que significa, literalmente, “condenação da memória”. Quando o Senado a decretava, geralmente por ordem do novo imperador, procediam à remoção de tudo o que fizesse lembrar do condenado, que era normalmente um imperador anterior (e que talvez tivesse feito o mesmo àquele que o precedeu). Os seus rostos eram até raspados de pinturas e os seus nomes removidos de monumentos. A damnatio memoriae foi sofrida por imperadores tão importantes como Domiciano, e mesmo por um imperador cristão, o filho de Constantino, Constantino II, um fervoroso defensor da divindade de Cristo, que libertou Santo Atanásio da prisão, onde o seu irmão ariano, Constâncio, o mandou prender. Mas não foram só os antigos romanos que a praticaram. Outro exemplo é o kulturkampf prussiano, que durante sete anos, a partir de 1871, levou o poderoso chanceler do império prussiano, Bismarck, a declarar guerra a tudo o que era católico, porque o partido político que os representava, o Zentrum , se opôs ao seu centralismo. Bismarck aprisionou todos os padres que o criticaram em homilias, estabeleceu o controle estatal das escolas, dissolveu muitas ordens religiosas e expulsou outras, como os jesuítas, da nova Alemanha que ele forjava sob o domínio prussiano. Há muitos outros exemplos, ao longo da História, que indicam que, pelo menos a esse respeito, não há nada de novo debaixo do sol. A “cultura do cancelamento” é uma reedição, com meios mais poderosos, da tentativa de suprimir todas as dissidências, manchando a memória daqueles que pensam de forma diferente. O politicamente correto é, agora, a “agenda 2030”, que inclui não só a luta contra as alterações climáticas, mas também o controle global da população, uma vez que o secularismo assumiu, como dogma de fé, que o homem é o maior inimigo do homem e que o seu número deve ser reduzido, a todo o custo, para que alguns possam sobreviver na Terra. Para o conseguir, não estão apenas empenhados em reduzir as emissões de CO2, mas também em promover o aborto como um novo direito humano, ou a eutanásia, ou a ideologia do género, porque quanto mais a homossexualidade for praticada, menos crianças nascerão. Por outras razões, mas tal como Bismarck fez, a Igreja Católica é o grande inimigo a vencer, precisamente porque sempre defendeu a liberdade do indivíduo contra a ditadura do Estado (desde os mártires de Roma, até os mártires do Islã radical ou do comunismo). Quem não percebe o que está por trás desta gigantesca campanha difamatória contra a Igreja, não só é ingénuo, como também colabora com ela. Os hooligans que derrubaram uma estátua de São Junípero Serra, nas cidades que ele fundou na Califórnia, foram manipulados e envenenados por aqueles que puxam os fios das marionetes. Ninguém se preocupa com a verdade, mas apenas em manchar o nome da Igreja, para que ela não possa se opor ao que a nova ordem mundial está promovendo. Para o conseguir, escavam no lixo para nele encontrar pedras e arremessá-las contra aquela que querem destruir. Um exemplo tem sido a grande campanha mundial a respeito da pederastia no clero. Não importa que, como na Espanha, apenas 0,20% dos casos de abuso sejam devidos a padres; o que importa é associar o padre à imagem de um abusador, para que a Igreja não tenha força de se opor ao aborto. Só a partir da verdade podemos e devemos pedir perdão. Qualquer outra coisa é jogar nas mãos dos inimigos da Igreja, aqueles que vasculham o lixo para fazer um “abuso do abuso” e fazer-nos calar sobre o seu projeto de uma nova ordem mundial (ou, até mesmo, nos tornar envergonhados das nossas raízes, para que nos juntemos a eles com entusiasmo). Nem a damnatio memoriae nem o Kulturkampf atingiram os seus objetivos a longo prazo, mas causaram muitos danos. É o caso, agora, dessa “cultura do cancelamento”. Mas, se os seus ideólogos soubessem alguma coisa de História, saberiam que, tal como os seus antecessores, também eles falharão. Peçamos desculpa pelo que foi feito de errado, mas não façamos o jogo dos novos ditadores que, como os antigos, são inimigos da verdade e da liberdade.

  • MISSA MARÍTMA

    Pároco de San Luigi di Milano, padre Bernasconi, celebrando missa no mar italiano. O pároco de San Luigi em Milão, padre Bernasconi, está sendo investigado, pela Promotoria da cidade italiana de Crotone, por “ofensas contra uma confissão religiosa” após a celebração de uma Missa no mar. Segundo o cotidiano online La Nuova Bussola Quotidiana, “o sacrilégio é ignorado pelos bispos envolvidos, que silenciam sobre um grave vulnus infligido aos crentes, renunciando a exigir reparações públicas e medidas canônicas contra o padre, que se limita a pedir desculpas por sua ingenuidade, embora continue a justificar-se.” Como já anda ocorrendo com certa frequência, a ofensa à fé não é mais promovida não por descrentes, mas por sacerdotes. Um padre amigo me perguntou se eu teria alguma sugestão para ele ser mais criativo que esse padre italiano. Acho difícil. Já vimos “criatividade litúrgica” por terra, água e agora só resta no ar. Talvez num balão de ar quente. Mas a assembleia vai ser bem reduzida, pois o cesto comporta uma tripulação muito pequena. Quem sabe fretar um voo de avião. Os “corações ao alto”, da oração litúrgica, estarão de fato bem altos (pelo menos do ponto de vista fisiológico, que é o que mais interessa a esse pessoal criativo).

  • SISTEMA ANTICRÍSTICO

    Em geral, pessoas que aceitam o aborto aceitam, também, outras coisas inaceitáveis para o cristão. Trata-se de um verdadeiro sistema , no qual várias coisas se encaixam por similaridade ou contiguidade: divórcio, casamento homossexual, mudança de sexo, eutanásia, ambientalismo panteísta, entre outras.

  • Na Itália, Padre celebra Missa sobre uma boia dentro do mar

    “Se conhecêssemos o valor do Santo Sacrifício da Missa que zelo não teríamos em assistir a ela.” São João Vianney Dias de calor intenso na Itália, férias, praia de Crotone (Italia). O Pe. Mattia Bernasconi, da Paróquia São Luiz Gonzaga (Arquidiocese de Milão), teve uma ideia pitoresca: como não encontraram um lugar na sombra, tendo em vista o grande calor e as águas tão convidativas, propôs celebrar a S. Missa dentro do mar, com todo mundo em trajes de banho. A notícia rapidamente correu pelo ambiente e uma família ofereceu a sua boia para servir de mesa do altar… As imagens são desconcertantes. (Veja abaixo) Contudo, não podemos nos esquecer: o grande problema da Igreja no século XXI é a Missa Tridentina! É ela que precisa ser abolida, segundo o espírito inquisitorial de Traditionis Custodes . “Nenhuma língua humana pode exprimir os frutos de graças, que atrai o oferecimento do Santo Sacrifício da Missa”. (São Lourenço ) Bem… Já que os bispos são os custódios da tradição, caso os leitores queiram, podem deixar o seu protesto na página da arquidiocese de Milão reservada para atender o público: https://newsletter.chiesadimilano.it/contatti-chiesa-di-milano/ Kyrie, eleison! Onde vamos parar? Façamos reparações a este grande sacrilégio e rezemos muito pelos sacerdotes! Hoje se inicia a novena ao patrono dos sacerdotes, São João Maria Vianney. Convidamos a todos que rezem com fervor esta novena pela conversão e perseverança de todos os sacerdotes. (clique no link abaixo) “A Missa é o sol da Igreja”. (São Francisco de Sales) Reze conosco: Novena em honra a São João Maria Vianney, o Santo Cura d’Ars #AbusosLitúrgicos #Liturgia

  • Na Itália, Padre celebra Missa sobre uma boia dentro do mar

    “Se conhecêssemos o valor do Santo Sacrifício da Missa que zelo não teríamos em assistir a ela.” São João Vianney Dias de calor intenso na Itália, férias, praia de Crotone (Italia). O Pe. Mattia Bernasconi, da Paróquia São Luiz Gonzaga (Arquidiocese de Milão), teve uma ideia pitoresca: como não encontraram um lugar na sombra, tendo em vista o grande calor e as águas tão convidativas, propôs celebrar a S. Missa dentro do mar, com todo mundo em trajes de banho. A notícia rapidamente correu pelo ambiente e uma família ofereceu a sua boia para servir de mesa do altar… As imagens são desconcertantes. (Veja abaixo) Contudo, não podemos nos esquecer: o grande problema da Igreja no século XXI é a Missa Tridentina! É ela que precisa ser abolida, segundo o espírito inquisitorial de Traditionis Custodes . “Nenhuma língua humana pode exprimir os frutos de graças, que atrai o oferecimento do Santo Sacrifício da Missa”. (São Lourenço ) Bem… Já que os bispos são os custódios da tradição, caso os leitores queiram, podem deixar o seu protesto na página da arquidiocese de Milão reservada para atender o público: https://newsletter.chiesadimilano.it/contatti-chiesa-di-milano/ Kyrie, eleison! Onde vamos parar? Façamos reparações a este grande sacrilégio e rezemos muito pelos sacerdotes! Hoje se inicia a novena ao patrono dos sacerdotes, São João Maria Vianney. Convidamos a todos que rezem com fervor esta novena pela conversão e perseverança de todos os sacerdotes. (clique no link abaixo) “A Missa é o sol da Igreja”. (São Francisco de Sales) Reze conosco: Novena em honra a São João Maria Vianney, o Santo Cura d’Ars #AbusosLitúrgicos #Liturgia

  • A doutrinação esquerdista nas universidades e a destruição dos valores cristãos

    Ao invés de armas a estratégia do comunismo mudou. Agora o marxismo não tenta impor a sua ideologia política à força, mas através da doutrinação de uma forma muito mais devastadora. Entenda, na formação de hoje, porque os nossos jovens às universidades chegam cheios de esperança e saem de lá querendo destruir todos os valores ensinados por seus pais e que sustentaram a sociedade por milênios, de modo especial os valores cristãos. Assista a formação: #FalsasDoutrinas #Marxismo #Política

  • A doutrinação esquerdista nas universidades e a destruição dos valores cristãos

    Ao invés de armas a estratégia do comunismo mudou. Agora o marxismo não tenta impor a sua ideologia política à força, mas através da doutrinação de uma forma muito mais devastadora. Entenda, na formação de hoje, porque os nossos jovens às universidades chegam cheios de esperança e saem de lá querendo destruir todos os valores ensinados por seus pais e que sustentaram a sociedade por milênios, de modo especial os valores cristãos. Assista a formação: #FalsasDoutrinas #Marxismo #Política

  • “É necessário ralar muito para entender o que é ser católico” alerta sacerdote

    “O tempo me fez entender que catolicismo não se faz da noite para o dia. Conversão é você sair do mundo. Santificação é o mundo sair de você” O pe. Gabriel Vila Verde postou em seu Facebook : No meu tempo de leigo missionário, eu ficava ‘catando’ testemunhos de conversão. A internet facilitava essa busca. Inclusive, cheguei a “contratar” algumas pessoas para pregar na minha região, dando esses testemunhos. Pura ingenuidade minha! O tempo me fez entender que catolicismo não se faz da noite para o dia. É necessário ralar muito para entender o que é ser católico. Certa vez, li uma frase que me provocou: “ Conversão é você sair do mundo. Santificação é o mundo sair de você “. Eu, que sou Padre, nascido em berço católico e que nunca me vi longe da Igreja, ainda preciso conhecer (e viver) muito sobre a minha fé. É perigoso anunciar a catolicidade de alguém que ontem era pastor e agora reza o Terço. O tempo dirá. O tempo provará. Se a Igreja espera 8 anos para ordenar um Padre, por que temos tanta pressa em colocar um microfone na mão de quem foi batizado ontem? Acolhamos com amor todos os que retornam à casa, mas tenhamos a delicadeza de esperar o término do jantar para perguntar se eles gostaram do tempero. “Muitos católicos estão perdidos por falta de doutrina” “Sabem de tudo, menos do essencial” O pe. Gabriel Vila Verde compartilhou na sua página do Facebook a seguinte reflexão: Já no Antigo Testamento, Deus falava pela boca do profeta Oseias: “ O meu povo se perde por falta de conhecimento “. Esta palavra, como toda Palavra de Deus, é viva e atual. Hoje, muitos católicos estão perdidos por falta de doutrina. Sabem de tudo, menos do essencial. Muitos não sabem o que é o Santíssimo Sacramento e por isso não fazem a sua adoração, nem na Missa, nem diante do Sacrário. Não sabem fazer uma Confissão, e, quando fazem, contam seus problemas e não os seus pecados. Não sabem o significado das imagens, da veneração à Nossa Senhora, e, por isso, caem facilmente na lábia dos protestantes. Não sabem o que é Céu, Inferno e Purgatório, e por isso acreditam em reencarnação e gostam de ler sobre Chico Xavier. Não sabem que faltar a Missa aos domingos é pecado mortal, e, por isso, só vão à igreja em ocasiões especiais. É por toda essa situação que a Igreja padece tanto. O remédio, na minha humilde opinião, é simples e objetivo: uma colher de catequese, uma caixa de doutrina e algumas gotinhas de Fé. “Se eu não sou um católico convicto, serei um bobo” “É preciso gravar no coração e na mente, como uma brasa viva, a certeza de que a Igreja foi fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo” O pe. Gabriel Vila Verde publicou no Facebook uma aberta profissão de fé na Igreja Católica, afirmando: Para ser um bom católico, um bom padre, uma boa freira, um bom leigo, é preciso gravar no coração e na mente, como uma brasa viva, a certeza de que a Igreja foi fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo, e é a única religião verdadeira, necessária para se salvar, sem medo de ser chamado de fanático, de intolerante, de medieval e tantos outros apelidos que usam para nos amedrontar. Essa era a certeza de todos os santos. É isso que está escrito na Sã Doutrina. Se não existir essa convicção, você será levado pelo relativismo, pela onda do politicamente correto. Vai respeitar todas as crenças, menos a sua. Vai agradar a todos, menos a Deus. Se eu não sou um católico convicto, serei um bobo, que diz seguir aquilo que não crê.

  • “É necessário ralar muito para entender o que é ser católico” alerta sacerdote

    “O tempo me fez entender que catolicismo não se faz da noite para o dia. Conversão é você sair do mundo. Santificação é o mundo sair de você” O pe. Gabriel Vila Verde postou em seu Facebook : No meu tempo de leigo missionário, eu ficava ‘catando’ testemunhos de conversão. A internet facilitava essa busca. Inclusive, cheguei a “contratar” algumas pessoas para pregar na minha região, dando esses testemunhos. Pura ingenuidade minha! O tempo me fez entender que catolicismo não se faz da noite para o dia. É necessário ralar muito para entender o que é ser católico. Certa vez, li uma frase que me provocou: “ Conversão é você sair do mundo. Santificação é o mundo sair de você “. Eu, que sou Padre, nascido em berço católico e que nunca me vi longe da Igreja, ainda preciso conhecer (e viver) muito sobre a minha fé. É perigoso anunciar a catolicidade de alguém que ontem era pastor e agora reza o Terço. O tempo dirá. O tempo provará. Se a Igreja espera 8 anos para ordenar um Padre, por que temos tanta pressa em colocar um microfone na mão de quem foi batizado ontem? Acolhamos com amor todos os que retornam à casa, mas tenhamos a delicadeza de esperar o término do jantar para perguntar se eles gostaram do tempero. “Muitos católicos estão perdidos por falta de doutrina” “Sabem de tudo, menos do essencial” O pe. Gabriel Vila Verde compartilhou na sua página do Facebook a seguinte reflexão: Já no Antigo Testamento, Deus falava pela boca do profeta Oseias: “ O meu povo se perde por falta de conhecimento “. Esta palavra, como toda Palavra de Deus, é viva e atual. Hoje, muitos católicos estão perdidos por falta de doutrina. Sabem de tudo, menos do essencial. Muitos não sabem o que é o Santíssimo Sacramento e por isso não fazem a sua adoração, nem na Missa, nem diante do Sacrário. Não sabem fazer uma Confissão, e, quando fazem, contam seus problemas e não os seus pecados. Não sabem o significado das imagens, da veneração à Nossa Senhora, e, por isso, caem facilmente na lábia dos protestantes. Não sabem o que é Céu, Inferno e Purgatório, e por isso acreditam em reencarnação e gostam de ler sobre Chico Xavier. Não sabem que faltar a Missa aos domingos é pecado mortal, e, por isso, só vão à igreja em ocasiões especiais. É por toda essa situação que a Igreja padece tanto. O remédio, na minha humilde opinião, é simples e objetivo: uma colher de catequese, uma caixa de doutrina e algumas gotinhas de Fé. “Se eu não sou um católico convicto, serei um bobo” “É preciso gravar no coração e na mente, como uma brasa viva, a certeza de que a Igreja foi fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo” O pe. Gabriel Vila Verde publicou no Facebook uma aberta profissão de fé na Igreja Católica, afirmando: Para ser um bom católico, um bom padre, uma boa freira, um bom leigo, é preciso gravar no coração e na mente, como uma brasa viva, a certeza de que a Igreja foi fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo, e é a única religião verdadeira, necessária para se salvar, sem medo de ser chamado de fanático, de intolerante, de medieval e tantos outros apelidos que usam para nos amedrontar. Essa era a certeza de todos os santos. É isso que está escrito na Sã Doutrina. Se não existir essa convicção, você será levado pelo relativismo, pela onda do politicamente correto. Vai respeitar todas as crenças, menos a sua. Vai agradar a todos, menos a Deus. Se eu não sou um católico convicto, serei um bobo, que diz seguir aquilo que não crê.

  • SUPLICARAM E FORAM OUVIDOS – Scott Hahn medita sobre o 17º Domingo do Tempo Comum

    Embora sejamos “pó e cinza”, podemos tomar a liberdade de nos aproximar e falar corajosamente a Nosso Senhor, como Abraão o fez na Primeira Leitura desta semana. Mas mesmo Abraão — o amigo de Deus (Isaías 41, 8), nosso pai na fé (Romanos 4, 12) — não conhecia a intimidade que já temos nós como filhos de Abraão, herdeiros das bênçãos prometidas a seus descendentes (Gálatas 3, 7-29). O mistério da oração, como Jesus o revela aos Seus discípulos no Evangelho desta semana, consiste num vivo relacionamento dos filhos e filhas amados com o seu Pai celestial. Nossa oração é puro dom, possibilitado pela bondosa dádiva do Pai — o Espírito Santo de Seu Filho. É o fruto da Nova Aliança, pela qual nos tornamos filhos de Deus em Cristo Jesus (Gálatas 4, 6-7; Romanos 8, 15-16). Através do Espírito, que nos foi dado no Batismo, podemos invocar a Deus como nosso Pai — e já sabendo que, quando O invocarmos, Ele haverá de responder. Jesus ensina Seus discípulos a perseverarem na oração, tal como Abraão que, com persistência, implorou a misericórdia de Deus pelos inocentes de Sodoma e Gomorra. Por causa de Jesus, o Homem justo, Deus poupou da destruição a cidade do homem (Jeremias 5, 1; Isaías 53), eliminando  as obrigações legais que tínhamos para com Ele, como Paulo diz na Epístola desta semana. Na Cruz, Jesus carregou nossas culpas, cancelou a conta que devíamos a Deus, a morte que merecemos sofrer por nossas transgressões. E é por isso que rezamos: por ter sido poupados, visitados em nossa aflição, salvos de nossos inimigos. Nossa oração é sempre uma oração de ação de graças (que é o significado literal da palavra Eucaristia). É o cumprimento da promessa do Salmo desta semana: “Perante os vossos anjos vou cantar-vos e ante o vosso templo vou prostrar-me”. Confiantes é que nós pedimos, sabendo que receberemos, que Ele irá completar, em nós, a obra já iniciada; ou seja, ressuscitando-nos dentre os mortos e conduzindo-nos, enfim, à vida eterna junto Dele. https://stpaulcenter.com/asked-and-answered-scott-hahn-reflects-on-the-seventeenth-sunday-in-ordinary-time/

  • UMA DECLARAÇÃO COM LUZES E SOMBRAS – Pe. Santiago Martín

    O Vaticano emitiu uma Declaração sobre a situação na Igreja na Alemanha. Não se dirige a ninguém em particular, nem sequer “ao povo de Deus em peregrinação na Alemanha” — como na carta que o Papa escreveu no início do Sínodo alemão, em 2019 —, ou aos bispos, o que é muito estranho. É assinado pela “Santa Sé”, e não por um Dicastério específico ou pela Secretaria de Estado, o que só pode ser interpretado como vindo do Papa, porque ninguém, a não ser ele, pode arrogar essa autoridade a si próprio. No entanto, não leva nem a sua assinatura nem a de mais ninguém. É uma intervenção direta e explícita da Santa Sé no Caminho Sinodal Alemão. Uma tal intervenção é algo que há muito tempo se está exigindo. É por isso que a existência desta Declaração é, em si mesma, positiva. A coisa mais valiosa sobre o documento é a sua existência. Uma existência que quebra o silêncio oficial que se mantinha e que estava causando um grande mal-estar. A Declaração diz duas coisas, uma mais claramente do que a outra. A primeira é que o Sínodo alemão não tem poder para obrigar nem os bispos nem os fiéis a adotar novos modos de governo ou novos ensinamentos, quer em doutrina quer em moral. Portanto, o que o Sínodo aprova não tem qualquer valor legal. O uso que muitos bispos fazem dele e a aplicação que dele desejam fazer será outra questão, mas os seus acordos não vinculam ninguém. Em segundo lugar, a Declaração afirma que o que for decidido, neste Sínodo, não pode ser aplicado nas dioceses alemãs, antes de se chegar a um acordo sobre estas questões na Igreja universal, porque isso seria uma ameaça à unidade da Igreja (uma forma de dizer que isso significaria um cisma). Esta Declaração é apoiada por uma citação da carta que o Papa Francisco escreveu à Igreja na Alemanha há três anos. Como consequência, a Declaração pede que as propostas que os alemães pretendem fazer sejam submetidas ao Secretariado do “Sínodo sobre a Sinodalidade”, que está ocorrendo na Igreja universal. Alguns poderão mesmo pensar que este Sínodo foi criado para abranger o Sínodo Alemão e, assim, reduzir a sua capacidade de criar rupturas, concedendo-lhes uma parte do que pedem para os tornar limitados. O ponto fraco da Declaração, para além do fato de não ser assinada nem dirigida a ninguém em particular, reside precisamente em sua segunda parte, onde afirma que o que for adoptado pelo Sínodo alemão não pode ser implementado, na Alemanha, sem que se chegue a um consenso ao nível da Igreja universal. Assume, portanto, que é teoricamente possível chegar a um acordo que altere as “estruturas oficiais” e a “doutrina”. Uma vez que o que está sendo proposto, no Sínodo Alemão, é a aceitação do comportamento homossexual e, portanto, do sacramento do casamento estendido aos casais homossexuais, a aceitação do sacerdócio feminino, a aceitação de sacerdotes casados, e a aceitação de sacerdotes e sacerdotisas homossexuais que vivem com seus parceiros (e que se tornariam sacramentalmente casados), embora a Declaração não mencione nenhum destes em particular, parece deixar a porta aberta para que possam ser aceitos. Uma vez que se pede aos líderes do Sínodo Alemão que não tomem decisões por si próprios, mas que as proponham ao “Sínodo sobre a Sinodalidade”, seria de pensar que, se estes pedidos fossem aceitos neste último, poderia ser alterado o que eles querem ver alterado. É verdade que o Papa disse várias vezes que o “Sínodo sobre a Sinodalidade” não é um parlamento em que as coisas são decididas por maioria; é, no entanto, perturbador e perigoso abrir a porta a tais mudanças, sem especificar o que aconteceria se uma minoria de católicos não concordasse em aceitar o que até agora foi oficialmente solicitado somente na Alemanha. A resposta alemã foi imediata. O presidente do Episcopado, junto com o co-presidente do Sínodo, ficaram surpreendidos e irritados com a Declaração, e assinalaram as suas fraquezas: argumentaram que não é assinada por ninguém e dizem que não é obrigatória a sua aplicação nas Dioceses (apliquem-na os bispos que assim o desejem).

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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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