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- Após WhatsApp sair do ar, filho reencontra mãe que morava dentro da mesma casa
Essa notícia é uma brincadeira, mas toda brincadeira tem um fundo de verdade. A era digital tem retirado muitos filhos da convivência dos pais e também muitos pais da convivência dos filhos. Muitos pais também são forçados a terceirizar a educação dos filhos, deixando-os com familiares ou escolas de período integral enquanto passam o dia todo no trabalho. Este contexto no qual as crianças e jovens são sequestrados pela tenologia, ou mesmo privados da presença dos pais, vivendo “livres” da supervisão dos pais, pode causar situações inimagináveis, como o exemplo do vídeo abaixo. Assista até o fim e entenda o motivo que leva muitas famílias a chegarem em extremos como este: “As palavras convencem, mas o testemunho arrasta!” Muitos se perguntam a melhor forma de criar os filhos. As crianças vão seguir o exemplo daqueles que admiram. É muito comum cobrar dos filhos diferente daquilo que é o próprio testemunho. Eles imitam tudo o que veem… Pense nisso: Sua casa está em ordem? Seu relacionamento está ok? Vocês têm uma boa rotina? Você passa muito tempo na TV ou celular? Tem uma boa alimentação? Boa qualidade de sono? Tudo o que pedem, vocês fazem? Gastam tempo brincando com eles? Vão à missa todos os domingos? Dão exemplo de obediência e abnegação? Leem bons livros para si e para eles todos os dias? Principal: Vocês rezam juntos todos os dias? A criança obedece quem admira! “Não tem problema deixar as crianças o dia inteiro na TV ou no YouTube…” Pais que não ensinam seus filhos no caminho de Deus e os deixam nas mãos de Youtubers, redes sociais, Rede Globo, etc… Nem percebem que satanás está aprisionando eles em cativeiros espirituais dentro de seus quartos e mentes. Muitos pais, para calar os filhos e/ou para os manter sossegados, não hesita em dar-lhes um tablet ou um smartphone. Nada de mais errado, de acordo com as últimas descobertas. Álvaro Bilbao, neuropsicólogo espanhol, autor do livro El cerebro del niño explicado a los padres (O cérebro da criança explicado aos pais), diz que, se querem ter filhos (mais) inteligentes, têm que tirar o iPad e dar a eles um instrumento musical! De acordo com este especialista as aulas de música estimulam a capacidade de raciocínio das crianças, mais do que a tecnologia. Segundo um estudo publicado na revista Psiquiatría Molecular, 50% da inteligência é determinada pelos genes mas os restantes 50% dependem dos estímulos que os mais pequenos recebem. “Sem os pais, o potencial intelectual da criança não se desenvolve”, assegura Álvaro Bilbao. A chave do desenvolvimento potencial do cérebro da criança está na sua relação com os pais. Ainda que a genética tenha um peso importante, sem essa presença não se materializará, assegura o especialista. “Uma criança pode ter potencial genético para atingir 1,90 metros mas, se os pais não o alimentarem bem, nunca chegará lá”, exemplifica o neuropsicólogo, que garante que os 6 primeiros anos de vida são primordiais no processo. Além de reforçar condutas positivas e de brincar mais com os filhos, no chão, se for caso, como recomenda Álvaro Bilbao, os pais devem promover a socialização em detrimento do isolamento, o que implica desligar a televisão à mesa, além de incentivar a criança a fazer esportes e a experimentar atividades. “A criança deve sentir que tem pais que se preocupam com ela”, defende também o pediatra Maximino Fernández Pérez. ⚠️ Outro problema muito grave é a terceirização da educação dos filhos. Assista esta formação especial: #EducaçãodosFilhos #Família #Filhos #Pais
- Após WhatsApp sair do ar, filho reencontra mãe que morava dentro da mesma casa
Essa notícia é uma brincadeira, mas toda brincadeira tem um fundo de verdade. A era digital tem retirado muitos filhos da convivência dos pais e também muitos pais da convivência dos filhos. Muitos pais também são forçados a terceirizar a educação dos filhos, deixando-os com familiares ou escolas de período integral enquanto passam o dia todo no trabalho. Este contexto no qual as crianças e jovens são sequestrados pela tenologia, ou mesmo privados da presença dos pais, vivendo “livres” da supervisão dos pais, pode causar situações inimagináveis, como o exemplo do vídeo abaixo. Assista até o fim e entenda o motivo que leva muitas famílias a chegarem em extremos como este: “As palavras convencem, mas o testemunho arrasta!” Muitos se perguntam a melhor forma de criar os filhos. As crianças vão seguir o exemplo daqueles que admiram. É muito comum cobrar dos filhos diferente daquilo que é o próprio testemunho. Eles imitam tudo o que veem… Pense nisso: Sua casa está em ordem? Seu relacionamento está ok? Vocês têm uma boa rotina? Você passa muito tempo na TV ou celular? Tem uma boa alimentação? Boa qualidade de sono? Tudo o que pedem, vocês fazem? Gastam tempo brincando com eles? Vão à missa todos os domingos? Dão exemplo de obediência e abnegação? Leem bons livros para si e para eles todos os dias? Principal: Vocês rezam juntos todos os dias? A criança obedece quem admira! “Não tem problema deixar as crianças o dia inteiro na TV ou no YouTube…” Pais que não ensinam seus filhos no caminho de Deus e os deixam nas mãos de Youtubers, redes sociais, Rede Globo, etc… Nem percebem que satanás está aprisionando eles em cativeiros espirituais dentro de seus quartos e mentes. Muitos pais, para calar os filhos e/ou para os manter sossegados, não hesita em dar-lhes um tablet ou um smartphone. Nada de mais errado, de acordo com as últimas descobertas. Álvaro Bilbao, neuropsicólogo espanhol, autor do livro El cerebro del niño explicado a los padres (O cérebro da criança explicado aos pais), diz que, se querem ter filhos (mais) inteligentes, têm que tirar o iPad e dar a eles um instrumento musical! De acordo com este especialista as aulas de música estimulam a capacidade de raciocínio das crianças, mais do que a tecnologia. Segundo um estudo publicado na revista Psiquiatría Molecular, 50% da inteligência é determinada pelos genes mas os restantes 50% dependem dos estímulos que os mais pequenos recebem. “Sem os pais, o potencial intelectual da criança não se desenvolve”, assegura Álvaro Bilbao. A chave do desenvolvimento potencial do cérebro da criança está na sua relação com os pais. Ainda que a genética tenha um peso importante, sem essa presença não se materializará, assegura o especialista. “Uma criança pode ter potencial genético para atingir 1,90 metros mas, se os pais não o alimentarem bem, nunca chegará lá”, exemplifica o neuropsicólogo, que garante que os 6 primeiros anos de vida são primordiais no processo. Além de reforçar condutas positivas e de brincar mais com os filhos, no chão, se for caso, como recomenda Álvaro Bilbao, os pais devem promover a socialização em detrimento do isolamento, o que implica desligar a televisão à mesa, além de incentivar a criança a fazer esportes e a experimentar atividades. “A criança deve sentir que tem pais que se preocupam com ela”, defende também o pediatra Maximino Fernández Pérez. ⚠️ Outro problema muito grave é a terceirização da educação dos filhos. Assista esta formação especial: #EducaçãodosFilhos #Família #Filhos #Pais
- QUANDO A SUPERSTIÇÃO SUBSTITUI A FÉ
“Deixem uma paróquia por vinte anos sem padre, e as pessoas começarão a adorar os animais”, disse o santo Cura d’Ars. E assim estamos nós… Mas a situação parece ainda muito pior que nas antigas paróquias da França católica. Se preferirmos um jeito mais irônico de dizer as coisas, fiquemos com Chesterton: “Expulsem o sobrenatural, e só restará o que não é natural.” O que ocorre hoje em dia revela, mais do que parece à primeira vista, o que está expresso nessas frases bem sacadas. A imprensa divulgou, largamente, a recente pesquisa do IFOP [o mais antigo instituto de pesquisa de opinião pública da França], indicando especificamente que, pela primeira vez, o número de franceses que não acreditam em Deus se tornou a maioria entre nós (51%). Poucos jornalistas, porém, fizeram a ligação (como nos foi sugerido por vários leitores) com outra pesquisa, que data de dezembro de 2020, segundo a qual 58% dos franceses dizem acreditar em pelo menos uma das disciplinas da “paraciência” [o mesmo que “ciências ocultas”], a saber, a astrologia (41%), leitura das linhas da mão (29%), bruxaria (28%), clarividência (26%), numerologia (26%) ou cartomancia (23%). Abandonnez la foi, vous aurez la superstition!
- Lc 10, 25-37
“Na minha angustia invoquei o Senhor” Lc 10, 25-37 A parábola do samaritano ilustra a misericórdia a ser testemunhada pelo discípulo do Reino. O samaritano foi puxado para a realidade diante daquele homem semimorto, caído pelo caminho, vítima de maldades. Mostrou que amar a Deus e amar o próximo resumem toda Lei. A vida daquele homem sofreu uma mudança. Aquela viagem tomou uma nova direção. A sobrevivência daquele homem ferido dependeu da solidariedade do samaritano. Deixou claro que o próximo é aquele que está a minha frente e precisando de mim. Diante da vítima caída e ferida, o samaritano não faz nenhuma pergunta; entra logo em ação. Não se deixa paralisar por nenhum tipo de preconceito ou outro obstáculo: nacionalidade, religião, ocupações urgentes. Ele foi misericordioso. O samaritano partilhou com o homem caído tudo quanto possuía: azeite, montaria, tempo e dinheiro. Tudo isso sem esperar agradecimentos e recompensa. O gesto de misericórdia foi totalmente gratuito. Assim deve agir o discípulo, nos passos de Jesus: “Vai, e faça você também a mesma coisa”. Hoje lembramos de São Francisco de Assis, que mais do ninguém, entendeu o amor do Pai e sua consequência, o irmão. O irmão é sempre maior do que eu. Ele é maior do que o seu pecado. E no irmão preciso ver o Irmão Maior, o próprio Jesus, e aprender a amar e servi-lo. Rezemos: Senhor, quero ser sempre solidário, amar e servir os caídos do caminho, que dependem de um gesto de misericórdia. CAPÍTULO I – Das virtudes principais – Parte 2 #Lc102537
- O Arcebispo Viganò sai em defesa das comunidades monásticas femininas
O portal Dies Iræ, a pedido de Mons. Carlo Maria Viganò, antigo Núncio Apostólico nos Estados Unidos da América, traduziu e disponibiliza, em exclusivo para língua portuguesa, um importante comunicado de Sua Excelência Reverendíssima sobre a crescente perseguição que a Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, liderada pelo cardeal brasileiro João Braz de Aviz, tem feito a comunidades monásticas femininas. Com profunda tristeza e viva indignação, acompanho os acontecimentos ligados às Visitas Apostólicas que a Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica está a realizar a alguns Mosteiros femininos de vida contemplativa dos Estados Unidos. Pela forma como são realizadas estas Visitas, em violação das normas canónicas e dos mais elementares princípios do Direito; pela intimidação e pelas ameaças que caracterizam os interrogatórios a que as Monjas são submetidas; pela violência psicológica exercida sobre os membros dos Mosteiros, contra os princípios da caridade e da justiça que deveriam inspirar a acção dos funcionários de um Dicastério pontifício, emergem, em toda a sua inquietante evidência, as reais intenções persecutórias dos Visitadores, cínicos executores de ordens dadas pelo Prefeito, Card. João Braz de Aviz, e pelo Secretário, Mons. José Rodríguez Carballo, com precisas instruções de Bergoglio. Qualquer que seja a comunidade-alvo, a acção de mobbing da parte dos Visitadores, com o objectivo de dividir as irmãs, é sempre a mesma, assim como a tentativa de criar uma forte pressão psicológica e uma grave perturbação, até à violação da sua intimidade, a pessoas habituadas a viver no silêncio, no recolhimento da oração e em penitência. Por trás desta obra de depuração, como tudo o que distingue a obra da igreja bergogliana, existe um ódio e uma fúria iconoclasta contra as Comunidades de Vida Contemplativa, em particular aquelas relacionadas com a Tradição e o Rito antigo; um ódio que se tornou comum com a infausta Instrução Cor Orans e a sua aplicação cruel e impiedosa. Emerge também um insano interesse nas finanças e nas doações que estas Comunidades recebem e que o Vaticano procura açambarcar com qualquer pretexto. Este ódio não tem nenhuma justificação jurídica ou disciplinar, visto que estes Mosteiros visados pelo Vaticano se limitam a viver segundo o carisma próprio da sua Ordem, na fidelidade aos seus Santos Fundadores e em espírito de sincera comunhão com a Igreja. As suas vocações aumentam, como acontece com todos os Institutos nos quais se põe em prática a Regra dos Fundadores e se celebra a liturgia tridentina. A “culpa” destas Religiosas é quererem permanecer fiéis ao imutável Magistério da Igreja, à sua tradição bimilenária, à sua venerável Liturgia. Esta é, em suma, a “culpa” de todas as Comunidades seculares e religiosas, masculinas e femininas, em face da implacável acção destrutiva de Bergoglio. Considero meu preciso dever de Pastor denunciar, sem meios-termos, a sistemática obra demolidora da Congregação para os Religiosos, cujos dirigentes não escondem a sua aversão a qualquer forma de vida consagrada, em perfeita sintonia com o seu mandante e no mais mais desconcertante e inerte silêncio dos Ordinários, incapazes de defender e proteger a parte mais preciosa e vulnerável do Corpo Místico. Não podemos esquecer que a impiedosa perseguição do Vaticano já atingiu florescentes comunidades religiosas femininas, agora totalmente destruídas: penso nas Irmãs Franciscanas da Imaculada (Itália), nas Pequenas Irmãs de Maria de Saint-Aignan-sur-Roe (França), nas Irmãs de Auerbach (Alemanha), nas Irmãs Dominicanas do Espírito Santo (França) – para citar apenas algumas. Recordo também que os fautores desta acção são os primeiros contra os quais se deveria ter iniciado uma investigação disciplinar, depois dos gravíssimos escândalos financeiros que envolveram Carballo quando era Ministro-Geral dos Frades Menores. A sua posição está tão comprometida que se tornou necessário hospedá-lo no Vaticano, quando os Secretários de Congregação, geralmente, residem fora das Muralhas Leoninas. O Cardeal Braz de Aviz, notório seguidor da Teologia da Libertação, foi nomeado, por Bergoglio, chefe da Congregação para os Religiosos justamente para “reeducar” os consagrados, segundo os métodos estalinistas que caracterizam o governo da deep church bergogliana. Um expurgo digno dos piores regimes ditatoriais, em consonância com o clima de terror que reina no Vaticano desde 2013. Exorto os meus Irmãos Bispos, os sacerdotes e, sobretudo, os fiéis leigos a levantarem a voz contra a destruição dos Mosteiros de vida contemplativa e das Comunidades religiosas tradicionais. Ocorre dar apoio não só espiritual e moral, mas também material e mediático às vítimas de uma agressão que, nas últimas semanas, se vem agravando, depois da promulgação do Motu Proprio Traditionis Custodes, para que sejam defendidas as Religiosas perseguidas e denunciados os responsáveis por esta perseguição odiosa aos olhos de Deus e de toda a comunidade eclesial. Compreendo bem quão difícil seja, diante da perversão da autoridade eclesiástica, conjugar o Voto solene de Obediência aos Superiores com a evidência dos propósitos malignos que esses perseguem; e quão doloroso seja ter de resistir àqueles que deveriam exercer a autoridade em nome de Nosso Senhor. Todavia, qualquer colaboração constituiria uma forma de cumplicidade e de culpada conivência. A obediência a Deus e a fidelidade à Igreja não podem estar associadas a uma cega servidão para com aqueles que se mostram inimigos de ambos: «Importa mais obedecer a Deus do que aos homens», segundo as palavras de São Pedro (Act 5, 29). E isto vale tanto para os Religiosos como para os clérigos seculares, cujo silêncio diante da dissolução do corpo eclesial não pode durar mais. Em consideração a este grave dilema de consciência que perturba as Religiosas, dirijo um particular apelo aos fiéis leigos e aos benfeitores dos Mosteiros femininos, para que trabalhem activamente, também através de adequados instrumentos jurídicos, a fim de garantir e proteger a independência dos Mosteiros e das suas propriedades. Às Religiosas perseguidas, asseguro a minha constante oração, convidando-as a resistir com firmeza e coragem, e a oferecer os seus sofrimentos pela conversão dos seus perseguidores. Que estas silenciosas Esposas de Cristo se unam espiritualmente ao doloroso calvário das mártires carmelitas de Compiègne, as dezasseis monjas que, durante o terror, foram guilhotinadas por não quererem abandonar o Carmelo, renunciando aos votos religiosos. Que a heróica resistência destas consagradas, perseguidas in odium fidei por revolucionários sanguinários, seja um exemplo para elas nestes tempos de apostasia, em que a perseguição anticatólica e a fúria ideológica são movidas por aqueles que deveriam proteger as comunidades da Vida Contemplativa como o tesouro mais precioso da Igreja e a mais válida barreira contra os assaltos do inimigo. Se fracassar a oração constante destas almas benditas, o corpo eclesial ficará ainda mais desarmado no momento em que se desenrola esta batalha epocal. Como as virgens prudentes da parábola evangélica (Mt 25, 1-13), as Religiosas devem permanecer fiéis ao Esposo divino e esperá-Lo com as lâmpadas acesas. Estes tempos sombrios passarão e, com eles, os renegados que se enfurecem contra elas. Por estas culpas gravíssimas da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, não isentas de conotações ideológicas perturbadoras, deverão responder, diante de Deus, os líderes vaticanos, e em particular Jorge Mario Bergoglio, pelo abuso da sua autoridade contra o bem da Igreja e a salvação de almas. Possa o Senhor abrir os olhos aos muitos que ainda não querem reconhecer a apostasia que atormenta a Hierarquia católica. † Carlo Maria Viganò, Arcebispo antigo Núncio Apostólico nos Estados Unidos FONTE: PORTAL DIAS IRAE Institutos católicos tradicionais se reúnem para discutir ‘Traditionis Custodes’
- A INVENÇÃO DA IDADE DAS TREVAS
Para uma parcela de intelectuais ocidentais, a Queda não se refere ao destino de Adão e Eva, mas ao destino da civilização após o colapso de Roma. Segundo está casta de hipócritas “O cristianismo conquistou o Império Romano e a maior parte da Europa. Então observamos em toda a Europa um fenômeno de amnésia intelectual, a afligir o continente desde o ano 300 até pelo menos 1300 d.C.”. Isso ocorreu porque “os líderes do cristianismo ortodoxo erigiram uma grande barreira contra o progresso do conhecimento”.1 Essas frases foram publicadas em um capítulo intitulado “A prisão do dogma cristão”, que faz parte de um livro best-seller chamado The Discoverers [“Os descobridores”, 1983]. O autor não era um escritor qualquer, mas Daniel J. Boorstin (1914-2004), que primeiro foi professor da Universidade de Chicago, depois bibliotecário do Congresso dos Estados Unidos e finalmente historiador da Smithsonian Institution. Durante sua carreira ilustre, Boorstin ganhou os prêmios Bancroft e Pulitzer. Tais honrarias não eram incompatíveis com o ponto de vista de Boorstin a respeito dos efeitos daninhos da Igreja Católica sobre o conhecimento clássico. A noção dominante há muito tempo é que, após o colapso de Roma, a Europa entrou em sono profundo ao longo de um milênio de ignorância, que veio a ser conhecido como a Idade das Trevas (algumas vezes chamado a Idade da Fé). O famoso historiador de Cambridge J. B. Bury (1861-1927) apontou que, quando o Imperador Constantino adotou o cristianismo, tal feito “inaugurou um milênio em que a razão estava escondida, o pensamento , e o conhecimento não fez progresso algum”2. E o destacado William Manchester (1922-2004) descreveu esse mesmo milênio como uma era de “guerra incessante, corrupção, desgoverno, obsessão com mitos estranhos e uma estupidez quase impenetrável […] A Idade das Trevas foi dura sob todos os aspectos”3. O humanista italiano Petrarca (1304-1374) talvez tenha sido o prime a qualificar “o período que se estende da queda do Império Romano a sua própria época como um período de ‘escuridão”4, um juízo anticatólico que tem ecoado através dos séculos. Assim, Voltaire (1694-1778 descreveu esse longo período como uma etapa em que “o barbarismo, a superstição, [e] a ignorância cobriram a face da Terra”. De acordo com Rousseau (1712-1778), “a Europa havia recaído no barbarismo dos tempos mais primitivos. As pessoas dessa parte do mundo […] viveram, alguns séculos atrás, em uma condição pior que a ignorância”.6 Edward Gibbon (1737-1794) também proclamou que a Queda de Roma foi o “triunfo de barbarismo e da religião”7. Em tempos mais recentes, Bertrand Russell (1872-1970) emprestou sua grave autoridade ao assunto, escrevendo, na edição ilustrada de seu famoso livro didático universitário: “À medida que a autoridade central de Roma decaiu, as terras do Império Ocidental começaram a afundar-se em uma era de barbárie, durante a qual a Europa sofre um declínio cultural geral. A Idade das Trevas, como é chamada […]. Não inadequado chamar esses séculos de escuros, especialmente se contrastados com o que veio antes e o que veio depois”8. Como Russell sugeriu, a ignorância que prevaleceu durante a Idade das Trevas parece ainda maior pelo contraste com o renascimento 9. Sendo essa a palavra francesa para “novo nascimento”, esse termo identifica o período que começa no fim do século XIV, quando os europeus redescobriram a cultura antiga por muito tempo esquecida, o que fez com que uma nova luz irrompesse pela escuridão intelectual dominante. De acordo com o relato histórico padrão, o Renascimento aconteceu porque houve um declínio no controle exercido pela Igreja sobre cidades importantes do Norte da Itália, tais como Florenca,10 o que permitiu um reavivamento da cultura greco-romana clássica. Ademais, essa nova apreciação do conhecimento, especialmente do conhecimento científico desembaraçado da teologia, conduziu a história diretamente do Renascimento para o Iluminismo. Também conhecido como a Idade da Razão, diz-se que o Iluminismo teve início no século XVI, quando (ajudados pela Reforma) pensadores seculares libertaram-se do controle clerical e revolucionaram tanto a ciência como a filosofia, trazendo ao lume, dessa forma, o mundo moderno. Para citar Bertrand Russell uma vez mais: “O Iluminismo foi essencialmente uma revalorização da atividade intelectual independente, visando quase literalmente a lançar luz onde até então prevalecera a escuridão”.11 Em resumo, a história ocidental consiste de quatro grandes idades ou eras: (1) a Antiguidade clássica, (2) a Idade das Trevas, dominada pela Igreja, seguida da (3) Renascença-Iluminismo, que abriu caminho para (4) os tempos modernos. Por muitos séculos, esse tem sido o esquema fundamental de organização para todo livro didático dedicado à história ocidental,12 apesar de os historiadores sérios saberem há décadas que tal esquema é absolutamente fraudulento, “um fóssil indestrutível de humanismo renascentista autocomlacente” 13 É apropriado usar o termo “Renascimento” para identificar um período particular na história das artes, em que houve interesse renovado pelos estilos clássicos, e para distinguir esse período do gótico ou do barroco. Mas é inadequado aplicar esse termo para identificar o novo nascimento do progresso intelectual após a Idade das Trevas, pela simples razão de que não houve nenhuma Idade das Trevas. Mesmo as enciclopédias respeitáveis agora definem a Idade das Trevas como um mito. The Columbia Encyclopedia rejeita o termo, notando que “já não se pensa que a civilização medieval tenha sido tão sombria”. A Encyclopædia Britannica desdenha a expressão Idade das Trevas como “pejorativa”. E a Wikipedia define a Idade das Trevas como “um suposto período de obscuridade intelectual após a Queda de Roma”. Quanto à recuperação do conhecimento clássico, na medida em que se havia perdido, os eruditos da Igreja levaram a cabo essa recuperação muito tempo antes do Renascimento. E se alguém deseja identificar uma Idade da Razão, deve situá-la no começo da era cristã, porque a fé ocidental na razão teve origem na teologia cristã. #IcelandSwedenDenmarkNorway #Históriadaidademédia #France #EUAfrançaparisgeorgiaportugalmacedoniabelarusrussiapaquistãoIrãnCoreiaEgiptoArabiasauditaEmiradosÁrabesunidosEtiópiaNigériaChinaIraqueZimbabuéÁfric #MacauGoaAngolaMoçambiqueCaboverdeGuinéBissauGuinéEquatorialSãotoméePrincipeEUAfrançaparisgeorgiaportugalmacedoniabelarusrussiapaquistãoIrãnCoreiaEgiptoAr #UzbequistãoLaosMauritâniaIêmemAfeganistãoMaldivasSomáliaArábiaSauditaIrãCoréiadoNorte
- Casais em segunda união podem receber o Sacramento da Comunhão?
Mesmo sendo um problema crônico, que atinge boa parte dos fiéis, há muitos padres que evitam tocar no assunto para evitar as consequentes discussões, protestos e reclamações de fiéis, mas tanto a Doutrina da Igreja quanto o próprio Jesus nos Evangelhos são claros quanto a indissolubilidade do Matrimônio. Alguém que já recebeu validamente o Sacramento do Matrimônio, se separou, e hoje vive em um segundo relacionamento, estão cometendo o grave pecado do Adultério, portanto não pode ser admitido à comunhão. Aqueles que comungam em estado de pecado mortal cometem um pecado mais grave ainda: o Sacrilégio! Acerca disso a exortação apostólica de João Paulo II é claríssima: “A Igreja (…) reafirma sua práxis, fundamentada na sagrada escritura, de não admitir à comunhão eucarística os divorciados que contraíram nova união” (n. 84d). O código canônico também determina essa proibição (cânon 915). Assista uma excelente formação com Padre Fernando Neves onde ele explica opções para que casais neste estado possam voltar à Graça de Deus e à Comunhão: No Catecismo da Igreja Católica, temos a claríssima definição que segue: “O vínculo matrimonial é, portanto, estabelecido pelo próprio Deus, de maneira que o matrimônio ratificado e consumado entre batizados não pode jamais ser dissolvido. Este vínculo, resultante do ato humano livre dos esposos e da consumação do matrimônio, é, a partir de então, uma realidade irrevogável e dá origem a uma aliança garantida pela fidelidade de Deus. A Igreja não tem poder para se pronunciar contra esta disposição da sabedoria divina”. (1640). Com todas essas afirmações contundentes, a resposta é que não há maneiras para separar aquilo que Deus uniu! “Mas, padre, meu marido me traiu e vive bebendo pinga no bar com os amigos. Devo continuar com ele?” Esse é um exemplo de caso específico. A resposta que virá da Igreja é sempre a de que o restabelecimento da união e do respeito dentro de casa deve partir sempre do diálogo entre os cônjuges, que deverão tentar sempre salvar o sacramento do matrimônio pelo qual optaram. Novamente repetindo, não há possibilidades de separação. Há maneiras de declarar o casamento nulo (dizer que ele nunca existiu) ou de a Igreja conceder uma dispensa do matrimônio (para salvaguardar o direito daquele que sempre lutou para que o matrimônio desse certo, ainda que o outro nunca tenha se esforçado para isso), mas esses são assuntos para outro momento! O próprio Jesus Cristo rebate as afirmações dos fariseus quando é questionado se o divórcio é licito. Os fariseus usam o Livro do Deuteronômio para dizerem a Jesus que Moisés era a favor de que os homens pudessem dar certidão de divórcio para as suas mulheres que lhes desagradassem. (Cf. Dt 24, 1). Mas Jesus é enérgico nesse ponto. Ele afirma que foi por causa da dureza do coração daqueles antepassados machistas, que despediam as esposas por motivos ridículos. Moisés, ou o autor do Deuteronômio, queria garantir o direito de as mulheres poderem voltar para a casa com algum subsídio para viver com dignidade. Por isso, autorizou a certidão de divórcio. Jesus não tolera a ideia de que o marido possa largar sua esposa por motivos torpes. Por isso, afirma que quem opta pelo divórcio comete pecado, e essa é uma ameaça mais forte para os homens, pois eram eles que decidiam tudo na sociedade em que Jesus vivia; no entanto, a mensagem também foi dirigida às mulheres. “Todo aquele que se divorciar de sua mulher e se casar com outra comete adultério contra a primeira. Também comete adultério a mulher que se divorciar de seu marido e se casar com outro”. (Mc 10, 11-12). Tudo isso posto, deixa-nos mais conscientes da impossibilidade de separação dos que assumiram o compromisso do matrimônio. Por outro lado, existem milhares de casos de pessoas que se separaram e vivem sozinhas hoje; e um número cada vez maior de pessoas que abandonaram o casamento e contraíram novas núpcias. Como lidar com esses casos? Bem, as pessoas que estão separadas, mas não vivem em segunda união, devem tentar a reconciliação sempre. Por outro lado, elas continuam casadas, pois os dois permanecem vivos. Se a lei é até que a morte os separe, e eles estão vivos, continuam casados. No caso daqueles que contraíram novas núpcias, continuam vinculados ao primeiro e único matrimônio e vivem com outra pessoa, impossibilitando, assim, de viver plenamente os sacramentos da Reconciliação e da Eucaristia, enquanto perdurar tal situação. Mas sabemos que, na vida real, muita gente já optou pela segunda união e vive muito bem. Não podemos fechar os olhos para essa realidade que existe. A Igreja dá passos largos para tentar acolher essas novas famílias. Assista também: O Catecismo diz explicitamente sobre eles: Com respeito a cristãos que vivem nesta situação e que, muitas vezes, conservam a fé e desejam educar cristãmente os seus filhos, os sacerdotes e toda a comunidade devem dar provas duma solicitude atenta, para que eles não se sintam separados da Igreja, em cuja vida podem e devem participar como batizados. Serão convidados a ouvir a Palavra de Deus, a assistir ao sacrifício da Missa, a perseverar na oração, a prestar o seu contributo às obras de caridade e às iniciativas da comunidade em prol da justiça, a educar os seus filhos na fé cristã, a cultivar o espírito de penitência e a cumprir os atos respectivos, a fim de implorarem, dia após dia, a graça de Deus. (1651). Em resumo, as pessoas em segunda união não são excluídas da Igreja, e devem tentar viver plenamente conforme o Coração de Misericordioso de Jesus Cristo. É óbvio que a Igreja não incentiva a segunda união, pois ela continua afirmando a indissolubilidade do casamento. Por outro lado, a Esposa de Jesus jamais abandonará um filho seu que venha lhe pedir colo. Assim sendo, as pessoas que estão vivendo a segunda união não devem ser recebidas com pedras por membros intolerantes de nossas comunidades ou por clérigos estúpidos e sem misericórdia! Respondendo, então, a pergunta aqui colocada: pela lei, os que vivem a segunda união não podem se aproximar dos sacramentos da Reconciliação e da Santíssima Eucaristia, a não ser que resolvam essa situação. “O novo casamento dos divorciados, em vida do cônjuge legítimo, é contrário ao desígnio e à Lei de Deus ensinados por Cristo. Eles não ficam separados da Igreja, mas não têm acesso à comunhão eucarística. Viverão a sua vida cristã sobretudo educando os filhos na fé”. (Catecismo da Igreja Católica, 1665). É certo que essa lei pode ser questionada: “mas duas pessoas que estão em segundas núpcias vivem a paz e o respeito dentro de casa, e não podem comungar; enquanto duas pessoas legitimamente casadas na Igreja vivem um inferno dentro do lar, mas podem comungar. Que Igreja injusta!” Realmente, o questionamento é válido. Mas isso somente demonstra que deve haver mais coerência daqueles que assumem compromissos com a Igreja e com Deus, mediante os sacramentos! Mensagem aos que vivem em estado de pecado mortal: Ainda há Esperança! (Tipos de pecados permanentes mais comuns: Casais de Segunda União, Amasiados, Homossexualidade, Vícios, etc) O Sacramento da Comunhão para quem vive a segunda união. Leia esse brilhante testemunho que evidencia os frutos da obediência que colhem aqueles que seguem a risca os ensinamentos de Jesus Cristo conservados pela Igreja desde sempre e para sempre. Como disse o Papa Pio XII: “O matrimônio entre batizados validamente contraído e consumado não pode ser dissolvido por nenhum poder sobre a terra, nem mesmo pela Suprema Autoridade eclesiástica”. Testemunho: Foi na década de 1940 que o primeiro matrimônio de Peter chegou ao fundo do poço, e terminou com a sua esposa o abandonando. Apesar de saber que um novo casamento o distanciaria de Deus e da Igreja – Peter não só era católico, como apreciava a leitura de G. K. Chesterton e John Henry Newman, beato, ele casou-se novamente, no civil com Anne, que, à época, era uma espécie de católica não praticante. Quando seu filho, Peter Jr. nasceu, em 1950, o casal decidiu colocá-lo em uma escola católica. Durante o seu segundo ano de preparação para receber os sacramentos da Confissão e da Comunhão, a vida de fé dos Stravinskas recebeu um impulso inesperado. O padre conta como aconteceu: “Cheguei em casa da escola um dia e disse: ‘Mãe, eu te amo muito’. ‘Eu também te amo’, ela respondeu. ‘Mãe, quando eu morrer, quero ir para o Céu!’ ‘É claro, todos nós queremos’, ela disse. ‘Bem, nós temos um problema. Se eu morrer e for para o Céu, e você e o papai não estiverem lá, continuará sendo Céu?’ ‘Ué, por que papai e eu não estaríamos lá?’ “Porque a irmã Rita Gertrude disse hoje na aula que pessoas que não vão à Missa no Domingo vão ao inferno quando morrem” Sua mãe imediatamente encerrou a conversa. Mais tarde, naquela noite, quando seu pai voltou do trabalho, Peter Jr. foi mandado para o seu quarto, enquanto os seus pais discutiam sobre a conversa que fôra mantida mais cedo. Peter lembra bem as palavras que ele ouviu enquanto se escondia atrás da porta: “Temos um problema com o nosso filho’, disse a mãe. ‘O que é?’, perguntou o pai. ‘Aquela irmã louca da escola está nos causando problema. Ela disse ao Peter hoje que nós vamos ao inferno porque não vamos à Missa aos domingos’. ‘Bem, o que você esperava que ela dissesse?’ ‘Quando for a escola amanhã para ajudar com o trabalho voluntário, vou mandá-la cuidar da própria vida e ficar fora da nossa casa’ ‘Bem, você pode fazer isso – o marido replicou. Só não sei se vai servir para alguma coisa” Depois disso, Peter lembra de uma breve pausa antes de ouvir seu pai acrescentar: “Eu acho que há provavelmente uma solução mais simples. Talvez seria mais fácil para nós começarmos a ir à Missa aos domingos. Assim, convenceríamos a irmã de que não iremos para o inferno” No domingo seguinte, toda a família Stravinskas assistia à Missa unida, pela primeira vez. O que começou a incomodar Anne foi o fato de que, no momento da Missa em que as pessoas iam receber a Sagrada Comunhão, ela não estava apta a participar. Mesmo desejando receber Jesus, ela sabia que viver com um homem que, aos olhos da Igreja, era casado com uma outra mulher, a impedia de receber Jesus em sua alma. O filho Peter Jr. Stravinskas, hoje sacerdote de Cristo (na foto abaixo, quando no seminário), lembra de ouvir a sua mãe dizer uma vez: “Eu não sei por que vou à Missa afinal, se eu não posso receber a Sagrada Comunhão” O casal eventualmente trouxe essa dificuldade para o pároco da sua comunidade. Ele disse aos dois que uma maneira de proceder seria pedir às autoridades da Igreja em Roma que examinassem a primeira união de Peter, para determinar se ela realmente havia existido. Se o matrimônio fosse declarado inválido, Peter e Anne estariam livres para casar e ajustar o seu relacionamento aos olhos de Deus e da Igreja, pavimentando o caminho para que eles pudessem receber a Comunhão. Mas o padre os advertiu também que o processo de nulidade não só era demorado, como custava caro. O bom padre, então, apresentou ao casal uma solução muito mais simples. “Ele disse que a solução mais fácil para que eles participassem integralmente na fé católica seria abster-se de relações sexuais, e viver como irmão e irmã”. “Daquele momento em diante, foi o que eles fizeram”, relata Padre Peter. Foi só nos seus anos de colégio, discutindo com o seu pai sobre a doutrina católica em relação ao matrimônio, que o padre Stravinskas descobriu a verdade sobre a decisão de seus pais. “Bem, é verdade, situações irregulares acontecem”, disse-lhe o seu pai. “Mas, para sermos fiéis a Cristo, sua mãe e eu temos vivido como irmão e irmã por 10 anos até agora” “E eles viveram assim até o fim do seu matrimônio”, conta o padre. Peter faleceu em 1983, com 71 anos. Anne viveu até os 87, morrendo em 2005. O padre Stravinskas alertou para o perigo de que se introduza um pensamento mundano dentro da Igreja, como uma espécie de “cavalo de troia”. “Se é verdade que uma pessoa permanece ligada ao seu cônjuge, ainda que o seu matrimônio fracasse, isso significa que qualquer atividade sexual subsequente em que a pessoa se envolva é pecado de adultério. Foi o que Jesus disse nos Evangelhos”, ele diz. Segundo o padre, “quem discorda desse ensinamento tem um problema com Deus, não com a Igreja. Quando as pessoas me dizem que não aceitam a doutrina da Igreja sobre o divórcio e as novas uniões, eu digo a elas: ‘Vamos fazer a sua afirmação mais precisa. O que você está realmente dizendo é que você não aceita o ensinamento da Segunda Pessoa da Santíssima Trindade sobre esse assunto’. (…) Esse ensinamento sobre o divórcio e as novas uniões não compete à Igreja mudar. Vem do próprio Deus. A Igreja levou tão a sério essa doutrina que chegou a perder toda a Igreja na Inglaterra nos anos 1530, por causa da sua fé na indissolubilidade do matrimônio”. O padre Stravinskas também explica por que é gravemente errado para católicos divorciados em segunda união se apresentarem para receber a Sagrada Comunhão. “É o pecado do sacrilégio. Aproximar-se indignamente do mais santo dos Sacramentos. São Paulo é muito claro sobre isso em sua Epístola aos Coríntios. Ele diz que uma pessoa deve examinar a si mesmo antes e, se não estiver preparada, não deve receber o corpo e sangue do Senhor. Se ele o faz – e aqui está a pena – ele come e bebe a própria condenação”, afirma. Na Familiaris consortio, o Papa João Paulo II escreve: “A Igreja, no entanto, com base nas Escrituras reafirma a sua prática de não admitir à comunhão eucarística para os divorciados que se casam novamente. São eles os que não podem ser admitidos, uma vez que o seu estado e situação de vida contradizem objetivamente a união de amor entre Cristo e a Igreja, que é significada e realizada na Eucaristia”. Por fim, o testemunho da família Stravinskas é bastante pertinente: mostra como, mesmo sendo difícil, a castidade é acessível a todos, por mais difícil que seja a sua situação. Nossa fé nos ensina que Deus dá a todos a graça para evitar o pecado. No testemunho desta família reconhecemos nitidamente os frutos da obediência e a resposta para questão sem por e nem tirar uma vírgula sequer! #CasaisemSegundaUnião #Matrimônio
- Casais em segunda união podem receber o Sacramento da Comunhão?
Mesmo sendo um problema crônico, que atinge boa parte dos fiéis, há muitos padres que evitam tocar no assunto para evitar as consequentes discussões, protestos e reclamações de fiéis, mas tanto a Doutrina da Igreja quanto o próprio Jesus nos Evangelhos são claros quanto a indissolubilidade do Matrimônio. Alguém que já recebeu validamente o Sacramento do Matrimônio, se separou, e hoje vive em um segundo relacionamento, estão cometendo o grave pecado do Adultério, portanto não pode ser admitido à comunhão. Aqueles que comungam em estado de pecado mortal cometem um pecado mais grave ainda: o Sacrilégio! Acerca disso a exortação apostólica de João Paulo II é claríssima: “A Igreja (…) reafirma sua práxis, fundamentada na sagrada escritura, de não admitir à comunhão eucarística os divorciados que contraíram nova união” (n. 84d). O código canônico também determina essa proibição (cânon 915). Assista uma excelente formação com Padre Fernando Neves onde ele explica opções para que casais neste estado possam voltar à Graça de Deus e à Comunhão: No Catecismo da Igreja Católica, temos a claríssima definição que segue: “O vínculo matrimonial é, portanto, estabelecido pelo próprio Deus, de maneira que o matrimônio ratificado e consumado entre batizados não pode jamais ser dissolvido. Este vínculo, resultante do ato humano livre dos esposos e da consumação do matrimônio, é, a partir de então, uma realidade irrevogável e dá origem a uma aliança garantida pela fidelidade de Deus. A Igreja não tem poder para se pronunciar contra esta disposição da sabedoria divina”. (1640). Com todas essas afirmações contundentes, a resposta é que não há maneiras para separar aquilo que Deus uniu! “Mas, padre, meu marido me traiu e vive bebendo pinga no bar com os amigos. Devo continuar com ele?” Esse é um exemplo de caso específico. A resposta que virá da Igreja é sempre a de que o restabelecimento da união e do respeito dentro de casa deve partir sempre do diálogo entre os cônjuges, que deverão tentar sempre salvar o sacramento do matrimônio pelo qual optaram. Novamente repetindo, não há possibilidades de separação. Há maneiras de declarar o casamento nulo (dizer que ele nunca existiu) ou de a Igreja conceder uma dispensa do matrimônio (para salvaguardar o direito daquele que sempre lutou para que o matrimônio desse certo, ainda que o outro nunca tenha se esforçado para isso), mas esses são assuntos para outro momento! O próprio Jesus Cristo rebate as afirmações dos fariseus quando é questionado se o divórcio é licito. Os fariseus usam o Livro do Deuteronômio para dizerem a Jesus que Moisés era a favor de que os homens pudessem dar certidão de divórcio para as suas mulheres que lhes desagradassem. (Cf. Dt 24, 1). Mas Jesus é enérgico nesse ponto. Ele afirma que foi por causa da dureza do coração daqueles antepassados machistas, que despediam as esposas por motivos ridículos. Moisés, ou o autor do Deuteronômio, queria garantir o direito de as mulheres poderem voltar para a casa com algum subsídio para viver com dignidade. Por isso, autorizou a certidão de divórcio. Jesus não tolera a ideia de que o marido possa largar sua esposa por motivos torpes. Por isso, afirma que quem opta pelo divórcio comete pecado, e essa é uma ameaça mais forte para os homens, pois eram eles que decidiam tudo na sociedade em que Jesus vivia; no entanto, a mensagem também foi dirigida às mulheres. “Todo aquele que se divorciar de sua mulher e se casar com outra comete adultério contra a primeira. Também comete adultério a mulher que se divorciar de seu marido e se casar com outro”. (Mc 10, 11-12). Tudo isso posto, deixa-nos mais conscientes da impossibilidade de separação dos que assumiram o compromisso do matrimônio. Por outro lado, existem milhares de casos de pessoas que se separaram e vivem sozinhas hoje; e um número cada vez maior de pessoas que abandonaram o casamento e contraíram novas núpcias. Como lidar com esses casos? Bem, as pessoas que estão separadas, mas não vivem em segunda união, devem tentar a reconciliação sempre. Por outro lado, elas continuam casadas, pois os dois permanecem vivos. Se a lei é até que a morte os separe, e eles estão vivos, continuam casados. No caso daqueles que contraíram novas núpcias, continuam vinculados ao primeiro e único matrimônio e vivem com outra pessoa, impossibilitando, assim, de viver plenamente os sacramentos da Reconciliação e da Eucaristia, enquanto perdurar tal situação. Mas sabemos que, na vida real, muita gente já optou pela segunda união e vive muito bem. Não podemos fechar os olhos para essa realidade que existe. A Igreja dá passos largos para tentar acolher essas novas famílias. Assista também: O Catecismo diz explicitamente sobre eles: Com respeito a cristãos que vivem nesta situação e que, muitas vezes, conservam a fé e desejam educar cristãmente os seus filhos, os sacerdotes e toda a comunidade devem dar provas duma solicitude atenta, para que eles não se sintam separados da Igreja, em cuja vida podem e devem participar como batizados. Serão convidados a ouvir a Palavra de Deus, a assistir ao sacrifício da Missa, a perseverar na oração, a prestar o seu contributo às obras de caridade e às iniciativas da comunidade em prol da justiça, a educar os seus filhos na fé cristã, a cultivar o espírito de penitência e a cumprir os atos respectivos, a fim de implorarem, dia após dia, a graça de Deus. (1651). Em resumo, as pessoas em segunda união não são excluídas da Igreja, e devem tentar viver plenamente conforme o Coração de Misericordioso de Jesus Cristo. É óbvio que a Igreja não incentiva a segunda união, pois ela continua afirmando a indissolubilidade do casamento. Por outro lado, a Esposa de Jesus jamais abandonará um filho seu que venha lhe pedir colo. Assim sendo, as pessoas que estão vivendo a segunda união não devem ser recebidas com pedras por membros intolerantes de nossas comunidades ou por clérigos estúpidos e sem misericórdia! Respondendo, então, a pergunta aqui colocada: pela lei, os que vivem a segunda união não podem se aproximar dos sacramentos da Reconciliação e da Santíssima Eucaristia, a não ser que resolvam essa situação. “O novo casamento dos divorciados, em vida do cônjuge legítimo, é contrário ao desígnio e à Lei de Deus ensinados por Cristo. Eles não ficam separados da Igreja, mas não têm acesso à comunhão eucarística. Viverão a sua vida cristã sobretudo educando os filhos na fé”. (Catecismo da Igreja Católica, 1665). É certo que essa lei pode ser questionada: “mas duas pessoas que estão em segundas núpcias vivem a paz e o respeito dentro de casa, e não podem comungar; enquanto duas pessoas legitimamente casadas na Igreja vivem um inferno dentro do lar, mas podem comungar. Que Igreja injusta!” Realmente, o questionamento é válido. Mas isso somente demonstra que deve haver mais coerência daqueles que assumem compromissos com a Igreja e com Deus, mediante os sacramentos! Mensagem aos que vivem em estado de pecado mortal: Ainda há Esperança! (Tipos de pecados permanentes mais comuns: Casais de Segunda União, Amasiados, Homossexualidade, Vícios, etc) O Sacramento da Comunhão para quem vive a segunda união. Leia esse brilhante testemunho que evidencia os frutos da obediência que colhem aqueles que seguem a risca os ensinamentos de Jesus Cristo conservados pela Igreja desde sempre e para sempre. Como disse o Papa Pio XII: “O matrimônio entre batizados validamente contraído e consumado não pode ser dissolvido por nenhum poder sobre a terra, nem mesmo pela Suprema Autoridade eclesiástica”. Testemunho: Foi na década de 1940 que o primeiro matrimônio de Peter chegou ao fundo do poço, e terminou com a sua esposa o abandonando. Apesar de saber que um novo casamento o distanciaria de Deus e da Igreja – Peter não só era católico, como apreciava a leitura de G. K. Chesterton e John Henry Newman, beato, ele casou-se novamente, no civil com Anne, que, à época, era uma espécie de católica não praticante. Quando seu filho, Peter Jr. nasceu, em 1950, o casal decidiu colocá-lo em uma escola católica. Durante o seu segundo ano de preparação para receber os sacramentos da Confissão e da Comunhão, a vida de fé dos Stravinskas recebeu um impulso inesperado. O padre conta como aconteceu: “Cheguei em casa da escola um dia e disse: ‘Mãe, eu te amo muito’. ‘Eu também te amo’, ela respondeu. ‘Mãe, quando eu morrer, quero ir para o Céu!’ ‘É claro, todos nós queremos’, ela disse. ‘Bem, nós temos um problema. Se eu morrer e for para o Céu, e você e o papai não estiverem lá, continuará sendo Céu?’ ‘Ué, por que papai e eu não estaríamos lá?’ “Porque a irmã Rita Gertrude disse hoje na aula que pessoas que não vão à Missa no Domingo vão ao inferno quando morrem” Sua mãe imediatamente encerrou a conversa. Mais tarde, naquela noite, quando seu pai voltou do trabalho, Peter Jr. foi mandado para o seu quarto, enquanto os seus pais discutiam sobre a conversa que fôra mantida mais cedo. Peter lembra bem as palavras que ele ouviu enquanto se escondia atrás da porta: “Temos um problema com o nosso filho’, disse a mãe. ‘O que é?’, perguntou o pai. ‘Aquela irmã louca da escola está nos causando problema. Ela disse ao Peter hoje que nós vamos ao inferno porque não vamos à Missa aos domingos’. ‘Bem, o que você esperava que ela dissesse?’ ‘Quando for a escola amanhã para ajudar com o trabalho voluntário, vou mandá-la cuidar da própria vida e ficar fora da nossa casa’ ‘Bem, você pode fazer isso – o marido replicou. Só não sei se vai servir para alguma coisa” Depois disso, Peter lembra de uma breve pausa antes de ouvir seu pai acrescentar: “Eu acho que há provavelmente uma solução mais simples. Talvez seria mais fácil para nós começarmos a ir à Missa aos domingos. Assim, convenceríamos a irmã de que não iremos para o inferno” No domingo seguinte, toda a família Stravinskas assistia à Missa unida, pela primeira vez. O que começou a incomodar Anne foi o fato de que, no momento da Missa em que as pessoas iam receber a Sagrada Comunhão, ela não estava apta a participar. Mesmo desejando receber Jesus, ela sabia que viver com um homem que, aos olhos da Igreja, era casado com uma outra mulher, a impedia de receber Jesus em sua alma. O filho Peter Jr. Stravinskas, hoje sacerdote de Cristo (na foto abaixo, quando no seminário), lembra de ouvir a sua mãe dizer uma vez: “Eu não sei por que vou à Missa afinal, se eu não posso receber a Sagrada Comunhão” O casal eventualmente trouxe essa dificuldade para o pároco da sua comunidade. Ele disse aos dois que uma maneira de proceder seria pedir às autoridades da Igreja em Roma que examinassem a primeira união de Peter, para determinar se ela realmente havia existido. Se o matrimônio fosse declarado inválido, Peter e Anne estariam livres para casar e ajustar o seu relacionamento aos olhos de Deus e da Igreja, pavimentando o caminho para que eles pudessem receber a Comunhão. Mas o padre os advertiu também que o processo de nulidade não só era demorado, como custava caro. O bom padre, então, apresentou ao casal uma solução muito mais simples. “Ele disse que a solução mais fácil para que eles participassem integralmente na fé católica seria abster-se de relações sexuais, e viver como irmão e irmã”. “Daquele momento em diante, foi o que eles fizeram”, relata Padre Peter. Foi só nos seus anos de colégio, discutindo com o seu pai sobre a doutrina católica em relação ao matrimônio, que o padre Stravinskas descobriu a verdade sobre a decisão de seus pais. “Bem, é verdade, situações irregulares acontecem”, disse-lhe o seu pai. “Mas, para sermos fiéis a Cristo, sua mãe e eu temos vivido como irmão e irmã por 10 anos até agora” “E eles viveram assim até o fim do seu matrimônio”, conta o padre. Peter faleceu em 1983, com 71 anos. Anne viveu até os 87, morrendo em 2005. O padre Stravinskas alertou para o perigo de que se introduza um pensamento mundano dentro da Igreja, como uma espécie de “cavalo de troia”. “Se é verdade que uma pessoa permanece ligada ao seu cônjuge, ainda que o seu matrimônio fracasse, isso significa que qualquer atividade sexual subsequente em que a pessoa se envolva é pecado de adultério. Foi o que Jesus disse nos Evangelhos”, ele diz. Segundo o padre, “quem discorda desse ensinamento tem um problema com Deus, não com a Igreja. Quando as pessoas me dizem que não aceitam a doutrina da Igreja sobre o divórcio e as novas uniões, eu digo a elas: ‘Vamos fazer a sua afirmação mais precisa. O que você está realmente dizendo é que você não aceita o ensinamento da Segunda Pessoa da Santíssima Trindade sobre esse assunto’. (…) Esse ensinamento sobre o divórcio e as novas uniões não compete à Igreja mudar. Vem do próprio Deus. A Igreja levou tão a sério essa doutrina que chegou a perder toda a Igreja na Inglaterra nos anos 1530, por causa da sua fé na indissolubilidade do matrimônio”. O padre Stravinskas também explica por que é gravemente errado para católicos divorciados em segunda união se apresentarem para receber a Sagrada Comunhão. “É o pecado do sacrilégio. Aproximar-se indignamente do mais santo dos Sacramentos. São Paulo é muito claro sobre isso em sua Epístola aos Coríntios. Ele diz que uma pessoa deve examinar a si mesmo antes e, se não estiver preparada, não deve receber o corpo e sangue do Senhor. Se ele o faz – e aqui está a pena – ele come e bebe a própria condenação”, afirma. Na Familiaris consortio, o Papa João Paulo II escreve: “A Igreja, no entanto, com base nas Escrituras reafirma a sua prática de não admitir à comunhão eucarística para os divorciados que se casam novamente. São eles os que não podem ser admitidos, uma vez que o seu estado e situação de vida contradizem objetivamente a união de amor entre Cristo e a Igreja, que é significada e realizada na Eucaristia”. Por fim, o testemunho da família Stravinskas é bastante pertinente: mostra como, mesmo sendo difícil, a castidade é acessível a todos, por mais difícil que seja a sua situação. Nossa fé nos ensina que Deus dá a todos a graça para evitar o pecado. No testemunho desta família reconhecemos nitidamente os frutos da obediência e a resposta para questão sem por e nem tirar uma vírgula sequer! #CasaisemSegundaUnião #Matrimônio
- Como ler a Bíblia: um plano em três etapas
São Jerónimo¹, que uma vez disse: “A ignorância da Escritura é ignorância de Cristo.” Diz-se que se alguém quer encontrar um versículo da Bíblia deve perguntar a um protestante e não a um Católico. Os protestantes lêem a Bíblia. Os Católicos nem por isso. Mas porque é que os Católicos não lêem a Bíblia? Eu acho que a resposta está no facto de que nós Católicos vamos à Missa. A Santa Missa tem sempre leituras da Bíblia. Se rezarem o Breviário, ou Liturgia das Horas, multiplicam isso por várias vezes. O ‘Zé Católico’ diz a si mesmo, “Porque é que devo estudar a Bíblia? Eu vou à Missa. Oiço-a lá. Está feito!” Há algo de belo nisto. Para os Católicos, ler a Bíblia é algo litúrgico. Assim, a leitura da Bíblia mantém-se principalmente uma experiência comunitária. É bom ouvir as leituras da Bíblia na Santa Missa. No entanto, também precisamos de um encontro pessoal (e mesmo privado) com Deus nas páginas da Sagrada Escritura. Todos os Santos respiravam a Sagrada Escritura. A Escritura servia como a gramática das suas almas. Não conseguiam comunicar sem ela. Aqui estão algumas necessidades espirituais que vocês têm todos os dias da vossa vida: Louvor – Dar voz à vossa alegria em Deus e na Sua providência para a vossa vida. A gratidão destrói o desencorajamento. Sabedoria – São precisos conselhos práticos para navegar pelas complexidades da vida. Desafio – Precisam de subir mais alto. Precisam de crescer na vossa fé. Precisam de se inspirar. Têm de ser Cristãos com intenção. Portanto, quando acordarem amanhã, façam o seguinte: 1. Leiam um Salmo. Comecem com o Salmo 1. Façam dele o vosso hino de louvor para esse dia. 2. Leiam pelo menos um Provérbio. Os provérbios são os pedaços de sabedoria do vosso dia. Há 31 capítulos. Por que não ler um capítulo todos os dias durante um mês. Out 1 é Provérbios 1. Outubro 31 é Provérbios 31. 3. Leiam um capítulo de um dos Evangelhos. Este é o vosso desafio. O vosso Salvador desafia-vos nos quatro Evangelhos. Chama-vos a não serem apenas um Católico de nome, mas um discípulo. Não é possível ler seriamente os Evangelhos e continuar morno. Cristo fala de uma maneira que não pode ser ignorada. Fazer estas três leituras demora apenas 5 minutos. E vai mudar a vossa vida para melhor. Demora 21 dias a criar um hábito. Por isso dêem 21 dias às leituras e vejam lá se não vos apetece continuar. Ponham a Bíblia na vossa mesa de cabeceira e leiam-na de manhã. Se falharem recomecem. Taylor Marshall ¹ – São Jerônimo, Presbítero. Tradutor da Santa Bíblia do Aramaico para o Latim. Foram 40 anos de um incansável, abençoado e santo trabalho. #FormaçõesCatólicas
- Como ler a Bíblia: um plano em três etapas
São Jerónimo¹, que uma vez disse: “A ignorância da Escritura é ignorância de Cristo.” Diz-se que se alguém quer encontrar um versículo da Bíblia deve perguntar a um protestante e não a um Católico. Os protestantes lêem a Bíblia. Os Católicos nem por isso. Mas porque é que os Católicos não lêem a Bíblia? Eu acho que a resposta está no facto de que nós Católicos vamos à Missa. A Santa Missa tem sempre leituras da Bíblia. Se rezarem o Breviário, ou Liturgia das Horas, multiplicam isso por várias vezes. O ‘Zé Católico’ diz a si mesmo, “Porque é que devo estudar a Bíblia? Eu vou à Missa. Oiço-a lá. Está feito!” Há algo de belo nisto. Para os Católicos, ler a Bíblia é algo litúrgico. Assim, a leitura da Bíblia mantém-se principalmente uma experiência comunitária. É bom ouvir as leituras da Bíblia na Santa Missa. No entanto, também precisamos de um encontro pessoal (e mesmo privado) com Deus nas páginas da Sagrada Escritura. Todos os Santos respiravam a Sagrada Escritura. A Escritura servia como a gramática das suas almas. Não conseguiam comunicar sem ela. Aqui estão algumas necessidades espirituais que vocês têm todos os dias da vossa vida: Louvor – Dar voz à vossa alegria em Deus e na Sua providência para a vossa vida. A gratidão destrói o desencorajamento. Sabedoria – São precisos conselhos práticos para navegar pelas complexidades da vida. Desafio – Precisam de subir mais alto. Precisam de crescer na vossa fé. Precisam de se inspirar. Têm de ser Cristãos com intenção. Portanto, quando acordarem amanhã, façam o seguinte: 1. Leiam um Salmo. Comecem com o Salmo 1. Façam dele o vosso hino de louvor para esse dia. 2. Leiam pelo menos um Provérbio. Os provérbios são os pedaços de sabedoria do vosso dia. Há 31 capítulos. Por que não ler um capítulo todos os dias durante um mês. Out 1 é Provérbios 1. Outubro 31 é Provérbios 31. 3. Leiam um capítulo de um dos Evangelhos. Este é o vosso desafio. O vosso Salvador desafia-vos nos quatro Evangelhos. Chama-vos a não serem apenas um Católico de nome, mas um discípulo. Não é possível ler seriamente os Evangelhos e continuar morno. Cristo fala de uma maneira que não pode ser ignorada. Fazer estas três leituras demora apenas 5 minutos. E vai mudar a vossa vida para melhor. Demora 21 dias a criar um hábito. Por isso dêem 21 dias às leituras e vejam lá se não vos apetece continuar. Ponham a Bíblia na vossa mesa de cabeceira e leiam-na de manhã. Se falharem recomecem. Taylor Marshall ¹ – São Jerônimo, Presbítero. Tradutor da Santa Bíblia do Aramaico para o Latim. Foram 40 anos de um incansável, abençoado e santo trabalho. #FormaçõesCatólicas
- O HOMEM NÃO SEPARE O QUE DEUS UNIU – Scott Hahn medita sobre o 27º Domingo do Tempo Comum
No evangelho deste domingo, os fariseus tentam surpreender Jesus com uma pergunta enganosa. A “legalidade” do divórcio em Israel nunca foi questionada. Moisés o havia permitido (v. Dt 24,1-4). Apesar disso, Jesus faz voltar os seus antagonistas a um momento antes de Moisés: “o princípio”, e lhes dá sua interpretação do texto que ouvimos na primeira leitura. O divórcio, nos diz o Cristo, viola a ordem da criação. Moisés o permitiu como uma concessão à dureza do coração do povo – isto é, à sua incapacidade de ser fiel à Aliança, à Lei de Deus. Mas Jesus veio para cumprir a Lei e revelar seu verdadeiro significado e propósito; e dar ao povo a graça de guardar os mandamentos de Deus. Cristo nos revela que o casamento é um sacramento, um sinal divino e vivificante. Através da união do homem e da mulher, Deus quis derramar suas bênçãos sobre a família humana, tornando-a fecunda e multiplicando-a até que enchesse a terra (v. Gn 1, 28). É por isso que o Evangelho de hoje passa tão facilmente do debate sobre o casamento à bênção de algumas crianças por Jesus. As crianças são as bênçãos que o Pai concede aos casais que seguem seu caminho, como cantamos no salmo de hoje. O casamento é também um sinal da Nova Aliança com Deus. Como a epístola de hoje deixa entrever, Jesus é o Novo Adão – feito um pouco inferior aos anjos, nascido de uma família humana (v. Rm 5, 14; Sl 8, 5-7). A Igreja é a nova Eva, a “mulher” nascida do lado trespassado de Cristo, durante o sono da sua morte na cruz (v. Jo 19, 34; Ap 12, 1-17). Por meio da união de Cristo e da Igreja como “uma só carne”, o plano de Deus para o mundo foi cumprido (v. Ef 5, 21-32). Eva era “a mãe de todos os viventes” (v. 3, 20). Por outro lado, no batismo somos feitos filhos da Igreja, filhos do Pai, herdeiros da glória eterna que Ele destinou à família humana desde o princípio. O desafio para nós é viver como filhos do reino e crescer firmemente em nossa fidelidade, amor e devoção a Cristo e aos ensinamentos de sua Igreja. https://stpaulcenter.com/what-god-has-joined-scott-hahn-reflects-on-the-twenty-seventh-sunday-in-ordinary-time/
- São Miguel Arcanjo: modelo do perfeito cavaleiro e do perfeito contemplativo
São Miguel é o chefe que comandou a luta contra o demônio e o precipitou no inferno. Ele é o chefe dos Anjos da Guarda dos indivíduos e das instituições. E é, ele mesmo, o Anjo da Guarda da mais alta das instituições, que é a Santa Igreja Católica Apostólica Romana. Ele tem, portanto, uma função tutelar derrubando no inferno os que se levantam contra Deus Nosso Senhor, de um lado. E protegendo a Igreja e aos homens nesse vale de lágrimas que é a vida, de outro lado. Essas duas missões se concatenam. Deus quis servir-se dele como de seu escudo, contra o demônio. Deus quer que ele seja o escudo dos homens contra o demônio; e o escudo da Santa Igreja Católica contra o demônio. Mas um escudo que é gládio também. Ele não só defende, mas derrota e precipita no inferno. É essa a dupla missão de São Miguel. Por causa disso São Miguel era considerado na Idade Média, o primeiro dos cavaleiros. O cavaleiro celeste, perfeitamente leal, puro como um anjo e vitorioso como o cavaleiro, que põe toda sua confiança em Deus, e põe toda sua confiança em Nossa Senhora. Essa figura admirável de São Miguel é nosso aliado natural nas lutas, porque o bom católico quer exercer em nível humano, a tarefa de São Miguel Arcanjo. Quer dizer, de defender a honra de Deus, de Nossa Senhora, da Igreja Católica, da Civilização Cristã. Num livro que ainda aguarda uma purificação de textos indevidamente acrescentados, encontramos trechos admiráveis relativos a São Miguel que devemos conferir com a doutrina da Igreja. É o livro “Visões e Revelações Completas” atribuído à bem-aventurada Catarina Emmerich. Eis alguns trechos das visões: “Novamente a igreja de São Pedro com sua grande cúpula. Sobre ela resplandecia o arcanjo São Miguel, vestido de cor vermelha, tendo uma grande bandeira de combate nas mãos. “A terra era um imenso campo de batalha. “Esses, [N.R.: na visão vestidos de branco] sobre os quais reluzia uma espada de fogo, parece que iam sucumbir. “Nem todos sabiam por qual causa combatiam. “A Igreja era de cor sangrenta como a roupa do arcanjo. “Ouvi que me explicavam: terá um batismo de sangue. A Igreja vai ser purificada no sangue do martírio e da perseguição. “Quanto mais se prolongava o combate, mais se apagava a viva cor vermelha da Igreja e se tornava mais transparente”. “O Anjo [São Miguel Arcanjo] desceu e se aproximou dos brancos. Vi-o diante de todos. “Esses adquiriram grande coragem sem saber de onde lhes vinha. “O anjo derrotou os inimigos, que fugiram em todas as direções. A espada de fogo que estava sobre os brancos desapareceu. “Em meio ao combate aumentava o número dos brancos. Grupos de adversários passavam para eles. “E numa ocasião, passaram em grande número. “Sobre o campo de batalha havia, no espaço, legiões de santos que faziam sinais com as mãos, diferentes uns dos outros, porém animados do mesmo espírito”. Por sua vez, o grande hagiógrafo D. Guéranger, nos ensina sobre a devoção contemplativa dos anjos: “A Igreja considera São Miguel como o mediador de sua prece litúrgica. “Ele se mantém entre a humanidade e a divindade. Deus que distribui, com uma ordem admirável, as hierarquias visíveis e invisíveis, emprega por opulência, para louvor de sua glória, o ministério desses espíritos celestes que contemplam sem cessar a face adorável do Pai, e que sabem, melhor do que os homens, adorar e contemplar a beleza de suas perfeições infinitas”. Foi assim que ele apareceu em Fátima, para os pequenos pastores, com o cálice na mão apresentando ao Padre Eterno a oblação eucarística. “O nome Mi – cha – El significa “quem como Deus?” “Esse nome exprime por si só, em sua brevidade, o louvor mais completo, a adoração mais perfeita, o reconhecimento mais inteiro da transcendência divina e a confissão mais humilde do nada da criatura, modelo, portanto, de humildade”. “Também a Igreja da terra convida os espíritos celestes a bendizer o Senhor e cantá-lo; a louvá-lo e bendize-lo sem cessar. “Essa vocação contemplativa dos anjos é o modelo da nossa, como nos faz lembrar o belo prefácio do Sacramentário de São Leão. “É verdadeiramente digno render-Vos graças a vós, que nos ensinais por vosso apóstolo que nossa vida é dirigida aos céus; que com benevolência quereis que nos transportemos em espírito ao lugar onde servem esses que veneramos, especialmente dirigirmo-nos para essas alturas na festa do bem-aventurado São Miguel Arcanjo”. Aqui está um traço da devoção aos anjos que é preciso muito notar. Os anjos são habitantes da Corte celeste. E na Corte celeste eles vivem numa eterna contemplação, de quem vê Deus face a face nas festas que há no Céu. Não são imagens, ou quimeras, mas verdadeiras festas em que Deus vai manifestando sucessivamente suas grandezas e eles aclamam com triunfos novos, que não terminam nunca dos nuncas. O Céu é a pátria de nossa alma e é propriamente a ordem de coisas para a qual nós fomos criados. Ele corresponde plenamente a todas as nossas aspirações de uma felicidade resultante da contemplação de Deus que é a perfeição absoluta de todas as coisas. Algo disso pode passar para a terra. E nas épocas de verdadeira fé alguma coisa dessa felicidade filtra e é comunicada pelas almas piedosas como um tesouro comum para toda a Igreja. Hoje em dia, não se tem a ideia da felicidade celeste nem se tem apetência do Céu. As pessoas se chafurdam na pura apetência dos bens da terra. Mas se pudessem compreender por um instante o que é uma consolação do Espírito Santo, então começavam a se desapegar dos bens da terra. Então começavam a compreender como tudo é transitório, como há valores que tornam a terra um pouco de poeira. Isso que falta os santos anjos podem nos obter, porque estão inundados dessa felicidade. Há uma forma de fenômeno místico que é um concerto muito longínquo, de uma harmonia maravilhosa e extraterrena. É o eterno cântico dos anjos que chega aos ouvidos dos bem-aventurados, para lhes dar apetência das coisas do Céu. Em nossa época essa apetência falta fabulosamente. Não poucas pessoas só se empolgam pelas coisas da terra, pelo dinheiro, a politicagem, o mundanismo, as trivialidades do noticiário, mas não se empolgam pelas coisas elevadas, e pelas coisas celestes. Então, peçamos aos anjos que nos comuniquem o desejo das coisas celestes na festa deles. E especialmente a São Miguel Arcanjo que nos faça imitadores dele, perfeitos cavaleiros de Nossa Senhora nessa terra. Beato Palau viu São Miguel no comando de uma luta que dura até hoje: “Na escuridão da noite, vi duas bandeiras frente a frente em uma planície, e dois exércitos que se misturaram em grande confusão. “Lutava o arcanjo São Miguel lutou e seus anjos com ele. “Satanás, Lúcifer, o dragão e seus anjos resistiam e se defendiam. “Os grandes exércitos seguindo sua bandeira lutavam; e a confusão era grande por causa da escuridão da noite. “Quando o sol apareceu, uma luz clara dividiu os acampamentos. “E na claridade dessa luz eu vi, ao lado do príncipe que dirigia as batalhas, uma Jovem mais bonita do que a própria luz. “Uma coroa de glória cingia suas têmporas, e seu cetro brilhava como estrelas. “O príncipe que a defendia chamou-me e disse: ‘Vem, sacerdote do Deus Altíssimo. Chegou a hora de o inferno ser preso. ‘Venha comigo, e vamos acorrentar e prender todos aqueles príncipes rebeldes que, entronizados sobre os reis e poderosos do mundo, voltam as suas armas contra a Filha de Deus, a Santa Igreja, a sua Esposa’. Eu me juntei a este príncipe e a batalha começou [Dn 10, 13-21; 12, 1; Ap 12, 7-17]. Eu vi sob os pés desta Virgem invulnerável e invencível todos os demônios se rendendo; e eles abandonavam os corpos que alguns possuíam, mas outros resistiam. São Miguel e seus anjos lutaram. Satanás, Lúcifer e os mais altos príncipes do inferno lutaram contra São Miguel. A batalha é muito acirrada e dura até hoje, e ainda durará [Ap 12]. Beato Francisco Palau y Quer O.C.D., “Mis relaciones con la Iglesia”, págs. 863 e 873) FONTE: ORAÇÕES E MILAGRES MEDIEVAIS PÓS-PACHAMAMA: Atendendo às Chamadas Finais para Retornar a Deus #arcanjosãomiguel #SãoMiguelArcanjo #quaresmadesãomiguelarcanjo2021 #Arcanjos #oraçãodesãomiguelarcanjo #exércitodesãomiguel #arcanjomiguel #intercessãodesaomiguel #sãomiguel #poderosíssimoterçodesãomiguelarcanjocontrasatanás #sãomiguelarcanjoterço #cançãodesãomiguel #quemésaomiguel #sãoarcanjomiguel #quaresmadesãomiguel #tercosãomiguelarcanjo #terçodesãomiguelarcanjo #oraçãodesãomiguel #miguelarcanjo
- A impressionante VISÃO PROFÉTICA que o Papa Leão XIII teve em 1884 sobre o poder do Diabo na Igreja
Neste vídeo, Frei Tiago de São José fala da visão do Papa Leão XIII e explica o exorcismo que o próprio Papa compôs para libertar a Igreja do Poder que Satanás alcançou para destruí-la. É muito importante rezar este exorcismo para obter também a libertação dos poderes infernais na vida das famílias e da sociedade em geral que se encontra impregnada de Satanismo e de toda sorte de falsas doutrinas e de vícios. Todas as pessoas podem rezar este exorcismo de Leão XIII. Entretanto, é importante que estejam em estado de graça, ou seja, que tenham confessado os seus pecados e que estejam num ambiente onde possam se concentrar e rezar a oração completa. No fim do exorcismo deve-se aspergir o local com água benta. Watch this video on YouTube. Canal Monte Carmelo: https://www.youtube.com/channel/UC7plbZnSyO6aeg67MBzwFiw Canal no Telegram: https://t.me/canalmontecarmelo Oração do Exorcismo: https://www.traditioninactiondobrasil… Vídeo do Exorcismo em português: https://www.youtube.com/watch?v=vIe2E… Vídeo do Exorcismo em latim: https://www.youtube.com/watch?v=CcTU7… Ajude o Monte Carmelo: Para se tornar membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC7pl… Para fazer uma doação: https://www.paypal.com/donate/?hosted… Para doação via depósito bancário no Brasil: Banco do Brasil Ag: 0811-7 Cc: 51.850-6 Nome: Associação Mantenedora Mosteiro Santo Elias Cnpj: 11.540.103/0001-60 Email de contato: canalcarmelo@gmail.com https://homilias.com.br/exsurge-domine-sobre-a-excomunhao-de-martinho-lutero/ #arquivopapal #PAPALEÃOXIII #freitiagodesaojoseyoutube #biografiadopapaleão13 #tudosobrepapaleãoxiii #quemfoiopapaleão13 #freitiagodesaojosewikipedia #reinodecristo #vidadopapaleão13 #quemfoiopapaleãoxiii #PAPALEÃOX #tiago #oraçãopapaleãoxiii #freitiagoexpulsodeatibaia #quemeraopapaleãoxiii #vidadopapaleãoxiii #queméopapaleãoxiii #oraçãodopapaleãoxiii #freitiagodesãojosécontato #visãopapaleãoxiii #freitiagodesãojosécarmelita #freitiagojosé #tudosobrepapaleão13 #ressureiçãodejesus #exorcismopapal #FreiTiagodeSãoJosé #freitiagosãojosé #quemeraopapaleão13 #freitiagodesaojosefsspx #queanoteveopapaleão13 #queméopapaleão13 #papas #leãox #freitiagodesaojosecarmelitaeremita #freitiago #papa #freitiagomontecarmelo #ressurreiçãodecristo #omaiorlivrodemensagenscelestiais4708msg
- Feministas põem fogo em Igreja com fiéis dentro durante a missa
Um grupo de cerca de 100 feministas ateou fogo em uma igreja católica de Medellín, Colômbia, enquanto 50 fiéis assistiam à missa em 28 de setembro. O crime se deu durante marcha do dia da “ação global por um aborto legal e seguro”, data instituída em 1990 no V Encontro Feminista Latino-Americano e Caribenho, realizado em San José (Costa Rica). Más de 30 minutos encerrados en la Iglesia de San Ignacio en Medellín; manifestantes causaron daños a la instalación y con un comando de Policía a 2 cuadras, nunca llegó pic.twitter.com/Q50wbTdhO7 — Ana Esneida Quintero (@anaquinterov) September 29, 2021 Segundo o jornal El Colombiano, tudo começou por volta das 18h30 (hora local), quando se celebrava a missa na paróquia Santo Inácio de Loyola, em Medellín. O pároco, padre Guillermo Zuluaga, disse a El Colombiano que cerca de 100 mulheres foram à praça onde fica a igreja, gritando frases abortistas. Ao ouvir a manifestação, um grupo de fiéis correu para fechar as portas para impedir a entrada da multidão. O fechamento das portas teria exaltado ainda mais as feministas, que passaram a pichar as portas e paredes da igreja. Depois, ficaram mais violentas e arrancaram as grades e atearam fogo a uma das portas de madeira. “Havia muito pânico, porque como começaram a queimar as portas, as pessoas pensaram que iam queimá-la”, disse o padre Zuluaga. Vários dos fiéis usaram extintores de incêndio para evitar que as chamas se propagassem. Depois de uma hora, seis mulheres que se identificaram como “garantidoras dos direitos humanos”, chegaram para tentar acalmar a tensão gerada pelo grupo feminista, causando mais episódios de violência e uma mulher ficou ferida. Vándalos profanan la Iglesia de San Ignacio en Medellín. ¿Razón? porque son abortistas, porque son contra el sistema, porque son comunistas. @Cruzada_co Y por eso, odian a Dios. 👇🏻👇🏻👇🏻 pic.twitter.com/nChilOyfqw — Hernan Villamil 🇨🇴 (@hevicam) September 29, 2021 Quando os ânimos se acalmaram, os fiéis conseguiram sair da igreja pelas portas do escritório paroquial. Testemunhas disseram a El Colombiano que por volta das 23h, outro grupo de pessoas de fora da paróquia chegou para cobrir com tinta cinza as pichações da tarde, causando assim mais danos ao patrimônio. As pessoas têm o “direito de expressar suas opiniões e pontos de vista, mas sempre com respeito e tolerância”, disse o sacerdote. “Esta não foi uma manifestação a favor de uma ideia, foi uma expressão de violência”, lamentou o padre Zuluaga. O pároco caluculou o prejuízo em cerca de 15 a 20 milhões de pesos (cerca de R$ 21 mil a R$ 28 mil). “É uma porta centenária e a fachada é uma pedra bicentenária, com mais de 200 anos”, disse o padre Zuluaga à estação. A paróquia de Santo Inácio de Loyola tem estilo colonial e fica no centro da cidade de Medellín, na praça Santo Inácio. Sua construção começou em agosto de 1803. Fonte: ACI Digital
- Feministas põem fogo em Igreja com fiéis dentro durante a missa
Um grupo de cerca de 100 feministas ateou fogo em uma igreja católica de Medellín, Colômbia, enquanto 50 fiéis assistiam à missa em 28 de setembro. O crime se deu durante marcha do dia da “ação global por um aborto legal e seguro”, data instituída em 1990 no V Encontro Feminista Latino-Americano e Caribenho, realizado em San José (Costa Rica). Más de 30 minutos encerrados en la Iglesia de San Ignacio en Medellín; manifestantes causaron daños a la instalación y con un comando de Policía a 2 cuadras, nunca llegó pic.twitter.com/Q50wbTdhO7 — Ana Esneida Quintero (@anaquinterov) September 29, 2021 Segundo o jornal El Colombiano, tudo começou por volta das 18h30 (hora local), quando se celebrava a missa na paróquia Santo Inácio de Loyola, em Medellín. O pároco, padre Guillermo Zuluaga, disse a El Colombiano que cerca de 100 mulheres foram à praça onde fica a igreja, gritando frases abortistas. Ao ouvir a manifestação, um grupo de fiéis correu para fechar as portas para impedir a entrada da multidão. O fechamento das portas teria exaltado ainda mais as feministas, que passaram a pichar as portas e paredes da igreja. Depois, ficaram mais violentas e arrancaram as grades e atearam fogo a uma das portas de madeira. “Havia muito pânico, porque como começaram a queimar as portas, as pessoas pensaram que iam queimá-la”, disse o padre Zuluaga. Vários dos fiéis usaram extintores de incêndio para evitar que as chamas se propagassem. Depois de uma hora, seis mulheres que se identificaram como “garantidoras dos direitos humanos”, chegaram para tentar acalmar a tensão gerada pelo grupo feminista, causando mais episódios de violência e uma mulher ficou ferida. Vándalos profanan la Iglesia de San Ignacio en Medellín. ¿Razón? porque son abortistas, porque son contra el sistema, porque son comunistas. @Cruzada_co Y por eso, odian a Dios. 👇🏻👇🏻👇🏻 pic.twitter.com/nChilOyfqw — Hernan Villamil 🇨🇴 (@hevicam) September 29, 2021 Quando os ânimos se acalmaram, os fiéis conseguiram sair da igreja pelas portas do escritório paroquial. Testemunhas disseram a El Colombiano que por volta das 23h, outro grupo de pessoas de fora da paróquia chegou para cobrir com tinta cinza as pichações da tarde, causando assim mais danos ao patrimônio. As pessoas têm o “direito de expressar suas opiniões e pontos de vista, mas sempre com respeito e tolerância”, disse o sacerdote. “Esta não foi uma manifestação a favor de uma ideia, foi uma expressão de violência”, lamentou o padre Zuluaga. O pároco caluculou o prejuízo em cerca de 15 a 20 milhões de pesos (cerca de R$ 21 mil a R$ 28 mil). “É uma porta centenária e a fachada é uma pedra bicentenária, com mais de 200 anos”, disse o padre Zuluaga à estação. A paróquia de Santo Inácio de Loyola tem estilo colonial e fica no centro da cidade de Medellín, na praça Santo Inácio. Sua construção começou em agosto de 1803. Fonte: ACI Digital
- A QUESTÃO DO ABORTO E O EXEMPLO DA CHINA – Pe. Santiago Martín
O OCIDENTE E O ABORTO. Se na maioria dos países ocidentais a cultura da morte está sendo esmagadoramente implantada, o mesmo não ocorre em todos os lugares. Esta semana, por exemplo, no Chile, a Câmara dos Deputados deu a sua aprovação legislativa para aprovar o aborto: uma lei que permitirá a matança dos nascituros até 14 semanas. Os bispos chilenos protestaram e foram ignorados, numa nova demonstração da irrelevância e incapacidade da Igreja para defender os mais fracos. O Episcopado espanhol também não foi muito bem-sucedido na sua defesa da vida e na sua rejeição da nova lei da eutanásia: o porta-voz e secretário do Episcopado, Monsenhor Argüello, lamentou que seja considerado progressista proteger o lobo e conservador defender a vida de um ser humano. Também criticou a lei aprovada na Câmara dos Deputados, que irá perseguir aqueles que rezam em frente às clínicas de aborto. Nem os bispos chilenos nem os espanhóis, nem praticamente todo o episcopado Ocidental têm qualquer influência nos seus respectivos governos, o que, entre outras consequências, deixou os mais pobres dentre os pobres sem a proteção que a Igreja outrora lhes oferecia. A CHINA E O ABORTO. Mas se esta é a situação no Ocidente, a situação não é a mesma no Oriente. Para surpresa de quase todos, a China decidiu restringir o acesso ao aborto apenas a casos relacionados com a saúde da mãe ou do feto. Não é porque os comunistas, que governam aquele país com punho de ferro, se tenham convertido, mas por razões econômicas. Primeiro, houve por lá a política de filho único, que punia aqueles que decidiam ter um segundo filho. Como a cultura chinesa considera as mulheres inferiores, isto significava matar milhões de meninas antes de poderem nascer, com o subsequente desequilíbrio demográfico. Depois, permitiram o nascimento de duas crianças, para ver se isso resolveria o problema, mas viram que não era suficiente porque, embora o governo seja comunista, a sociedade tornou-se consumista e os pais já não querem ter filhos. Como medida desesperada, não há muito tempo decidiram remover as restrições e permitir famílias numerosas, mas cedo perceberam que isto também não funcionava. Assim, o passo seguinte foi a proibição do aborto. Em poucos anos, passaram de pôr na prisão qualquer pessoa que tivesse um segundo filho a pôr na prisão qualquer um que praticasse aborto. A China, com a semi-proibição do aborto, está seguindo uma política de sobrevivência. Não há qualquer motivação ética ou religiosa por detrás disso. É simplesmente uma questão de números. O gigante asiático percebeu que, com o ritmo atual, a sua população envelhecerá drasticamente dentro de algumas dezenas de anos e o seu país deixará de ser competitivo, porque a sua taxa de fertilidade é de 1,7. O SUICÍDIO DEMOGRÁFICO DO OCIDENTE. A Europa e outros países ocidentais ainda não se aperceberam do grave erro das suas políticas anti-natalistas. A taxa de fertilidade em Espanha é de 1,2, um valor muito inferior ao 2,1 considerado necessário para que a população não diminua. A Itália está na mesma ou ainda pior, embora em ambos os países os números fossem ainda mais catastróficos se não fosse o fato de as mulheres migrantes, especialmente as muçulmanas, estarem aumentando o número médio de filhos por mulher. Os Estados Unidos e a Colômbia estão como a China, com 1,7; o México já desceu abaixo de 2,1. No entanto, os políticos não veem isto. Não se apercebem que matar crianças é matar o futuro. Continuam considerando a defesa da vida como retrógrada e levam o seu assédio ao extremo de perseguir qualquer pessoa que reza um terço na rua, mesmo que estejam a dezenas de metros de distância dos centros de aborto. As grandes fundações dos super-milionários dedicam enormes somas de dinheiro a subsidiar esta cultura de morte, e as Nações Unidas tornaram-na uma das suas principais marcas. Matar os inocentes é agora um direito em muitos países e defendê-los é causa de perseguição. Enquanto isso, a China prepara-se para se tornar a principal potência mundial, e não o faz apenas colocando satélites no espaço ou enchendo os mercados com os seus produtos. Será que os socialistas e comunistas europeus e latinos irão um dia compreender que não há nada mais progressista do que defender a vida?
- Loucuras do Vaticano: Basílica de São Pedro é fechada e as missas canceladas por um dia de oração!
Últimas (estranhas) notícias de São Pedro: no dia 2 de outubro a basílica será fechada e as Santas Missas programadas serão suprimidas. O motivo? Inacreditável… *** Hoje, no Vaticano, os cônegos e padres que entram na sacristia encontraram um aviso afixado no quadro de avisos que é incrível. (Como sempre, agradecemos a nossa fonte intra moenia sempre pronta e muito atenta). No sábado, 2 de outubro, a basílica de São Pedro, por ordem de sua eminência o reverendíssimo arcipreste cardeal, estará ” fechada à visitação e não haverá as santas missas programadas “. Qual será a razão de tal decisão draconiana? O que quer que tenha acontecido? O que se espera de tão extraordinário para fechar toda a Basílica? Grandes obras de renovação ou segurança? Lavam o chão e não querem que os turistas saiam dos degraus? De jeito nenhum. Se você ler o aviso, ficará maravilhado: a basílica será reservada para um dia de catequese sobre o tema da oração. Sabemos que nessa data Dom Fábio Rosini celebrará uma Santa Missa (aliás, ele a celebrará no altar papal denominado “da Confissão”; na qual, uma vez, só o Papa, ou cardeais delegados por ele, poderiam festejar, mas isso é outra história) e então ele fará a catequese para seus filhos. Este é um evento organizado pela Costanza Miriano. Nada a dizer sobre a bondade do padre e do jornalista, mas realmente continuamos incrédulos ao saber que a maior igreja do mundo estará inacessível porque é celebrada uma missa e haverá catequese (embora em número limitado). Certamente haverá razões elevadas e desconhecidas para nós porque a Missa de Dom Rosini não é celebrada em uma das capelas laterais da basílica (ou em outra igreja ou capela do Vaticano). E é ainda mais incompreensível que a catequese se realize na Basílica de São Pedro. Mas também para admitir que é espiritualmente edificante ficar no túmulo de Pedro para ouvir o ensinamento “sobre a oração”, por que não reservar uma capela? Um transepto? E deixar a igreja acessível aos visitantes e padres para celebrar as Santas Missas programadas? Mas acima de tudo: por que fechar a basílica para a Santa Missa de Dom Rosini e não para as programadas, então? Por que os visitantes foram autorizados a entrar durante as Santas Missas celebradas no altar da Cátedra, criando um burburinho incômodo e tirando fotos que incomodam os fiéis? Tudo parece muito estranho e surreal para nós. Fonte: messainlatino.it através de Aldo Maria Valli #AldoMariaValli #palácioaoladodaBasílicadeSãoPedro #oração #diadeoração #LoucurasdoVaticanoAmanhãaBasílicadeSãoPedroéfechadaeasmissascanceladasEporquePorumdiadeoração #Vaticano #basílicadesãopedro
- Inflação dispara no mundo inteiro
Para quem acha que a inflação atinge apenas o Brasil, como a esquerda tenta passar, o mundo inteiro sofre com a economia. O lockdown teve um preço caro para o bolso da população. O preço do gás natural, por exemplo, disparou na Europa. Em países como o Reino Unido, o aumento chega a quase 300%, ou seja, quatro vezes mais do que os índices marcavam no início de agosto. Já na Argentina, um acréscimo de 60% na carne foi outro ponto que se é levado em consideração quando fala de inflação pelo mundo. A situação é complicada, decorrente da Covid-19 e ainda pode piorar, caso a China não se recupere também de sua crise elétrica, assim como a que vive o Brasil. Até a “superpotência”, que são os Estados Unidos, passam por dificuldades, principalmente na gasolina, com um acréscimo de 50%. Um aumento que é superior até ao que teve no Brasil. FONTE: TERRA BRASIL NOTÍCIAS CATECISMO ANTICOMUNISTA – DOM GERALDO SIGAUD Diocese argentina publica uma “oração” a pachamama (e então é forçada a se desculpar) #gástemaumentode300noReinoUnidoeArgentinatemaumentode60nacarne #InflaçãodisparanomundointeiroGasolinanosEUAsobemaisdoquenoBrasil #inflaçãomundial
- No PE, Arcebispo se manifesta a favor do passaporte da Vacina: “é um bem para a sociedade̶
A norma foi regulamentada através de uma Portaria publicada no Diário Oficial do Estado e assinada pelo governador Paulo Câmara (PSB). O Governo do Estado de Pernambuco está exigindo, desde o início desta semana, a obrigatoriedade da apresentação do comprovante de vacinação dos fiéis que queiram participar de Missas ou qualquer outro evento religioso que reúna 300 pessoas ou mais. Medida vale para eventos religiosos que reúnam 300 pessoas ou mais A norma foi regulamentada através de uma Portaria publicada no Diário Oficial do Estado e assinada pelo governador Paulo Câmara (PSB). Caso o fiel não possua o comprovante, as igrejas poderão aceitar o resultado negativo do teste para Covid-19. A exigência ocorre no momento em que há um relaxamento das restrições impostas anteriormente pelo governo em relação à lotação dos templos religiosos. Até a semana passada, o limite de ocupação desses locais em Pernambuco era de 300 fiéis. Agora, os templos podem acolher um público maior de até 2.500 pessoas ou 80% da capacidade do local. Arcebispo de Olinda e Recife a favor da decisão A Arquidiocese de Olinda e Recife se manifestou, através de seu Arcebispo, Dom Fernando Saburido, afirmando ser a favor dessa medida imposta pelo governo do Estado de Pernambuco. “Entendemos que é um bem para a sociedade. Se estamos bem nesse momento, é exatamente por conta da quantidade de vacinas oferecidas. Queremos recomendar a todos que se vacinem, que aproveitem a oportunidade. Interpretamos essa exigência como um bem para todos nós, para evitar o contágio”, disse o prelado. (EPC) Com informações de Gaudium News Veja um exemplo da aplicação do passaporte da vacina no Canadá: View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Tiba Camargos (@tibacamargos)
- No PE, Arcebispo se manifesta a favor do passaporte da Vacina: “é um bem para a sociedade̶
A norma foi regulamentada através de uma Portaria publicada no Diário Oficial do Estado e assinada pelo governador Paulo Câmara (PSB). O Governo do Estado de Pernambuco está exigindo, desde o início desta semana, a obrigatoriedade da apresentação do comprovante de vacinação dos fiéis que queiram participar de Missas ou qualquer outro evento religioso que reúna 300 pessoas ou mais. Medida vale para eventos religiosos que reúnam 300 pessoas ou mais A norma foi regulamentada através de uma Portaria publicada no Diário Oficial do Estado e assinada pelo governador Paulo Câmara (PSB). Caso o fiel não possua o comprovante, as igrejas poderão aceitar o resultado negativo do teste para Covid-19. A exigência ocorre no momento em que há um relaxamento das restrições impostas anteriormente pelo governo em relação à lotação dos templos religiosos. Até a semana passada, o limite de ocupação desses locais em Pernambuco era de 300 fiéis. Agora, os templos podem acolher um público maior de até 2.500 pessoas ou 80% da capacidade do local. Arcebispo de Olinda e Recife a favor da decisão A Arquidiocese de Olinda e Recife se manifestou, através de seu Arcebispo, Dom Fernando Saburido, afirmando ser a favor dessa medida imposta pelo governo do Estado de Pernambuco. “Entendemos que é um bem para a sociedade. Se estamos bem nesse momento, é exatamente por conta da quantidade de vacinas oferecidas. Queremos recomendar a todos que se vacinem, que aproveitem a oportunidade. Interpretamos essa exigência como um bem para todos nós, para evitar o contágio”, disse o prelado. (EPC) Com informações de Gaudium News Veja um exemplo da aplicação do passaporte da vacina no Canadá: View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Tiba Camargos (@tibacamargos)
- O PAPEL DO HOMEM E DA MULHER SEGUNDO EDITH STEIN
“A orientação para os fins naturais e sobrenaturais é comum tanto a homens como a mulheres, mas há uma diferenciação de tarefas, de acordo com as diferentes propriedades naturais de cada sexo. A principal missão do homem é dominar a terra. Nisto, a mulher é colocada ao seu lado como uma auxiliar. A missão primária da mulher é procriar e educar a prole; e, para esta tarefa, o homem é posto como um defensor. A consequência é que os mesmos dons se manifestam num e noutro, mas em medida e relações diversificadas. Ao homem foram dados os dons necessários para a luta, a conquista, a dominação: a força muscular com que domina a matéria exteriormente, o intelecto com que penetra intencionalmente o mundo, a vontade e a energia ativa com que pode moldá-lo. À mulher foram dadas a capacidade de proteger, guardar e desenvolver o ser em formação e crescimento; portanto, o dom, de caráter mais corpóreo, de saber viver estreitamente unida a um outro (e o desejo de cooperar no seu desenvolvimento). O dom de mais calmamente reunir forças, para melhor suportar a dor e a privação, e a isto adaptar-se.” (Edith Stein. A mulher. Sua tarefa de acordo com a natureza e a graça . Tradução italiana de 1987, p. 116-117). Diminuiscono le casalinghe. Cosa direbbe santa Edith Stein?
- Arcebispo alerta sobre admissão de mulheres passando-se por homens em seminários dos EUA
“Os bispos deveriam considerar a possibilidade de exigir testes de DNA ou exames físicos para garantir que todos os seminaristas sejam homens biológicos”, disse o arcebispo Jerome Listecki em memorando enviado aos membros da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB) no dia 21 de setembro. “Recentemente, o Comitê de Assuntos Canônicos e Governança da Igreja foi informado de casos em que foi descoberto que uma mulher vivendo sob uma identidade transgênero havia sido admitida inadvertidamente no seminário ou em uma casa de formação de um instituto de vida consagrada”, diz o memorando do comitê presidido pelo arcebispo Listecki. Em um caso, disse Listecki, “os registros de sacramentos da pessoa haviam sido obtidos de forma fraudulenta para refletir sua nova identidade”. “Em todos os casos, nada nos relatórios médicos ou psicológicos desses indivíduos havia sinalizado tratamentos passados ou cirurgias pertinentes”, acrescentou ele. “Nenhuma das seminaristas biologicamente femininas recebeu Ordens Sagradas”, disse Listecki. O memorando do arcebispo não identifica quais seminários ou casas de formação inscreveram uma mulher que se apresentou como um homem, nem se os casos ocorreram nos EUA. O arcebispo disse que foi “encorajado pelo Comitê” a enviar o memorando a seus irmãos bispos, para que eles pudessem “exercer uma particular vigilância agora que um novo ano de formação dos seminários se inicia”. Listecki, doutor em direito canônico, observou que “o código de direito canônico exige que o bispo diocesano admita no seminário maior e promova à Ordem somente homens que possuam as qualidades físicas e psicológicas necessárias”, e que o bispo “pode exigir vários meios para estabelecer certezas morais a este respeito”. O memorando continua: “Alguns membros do Comitê de Assuntos Canônicos e Governança da Igreja observaram que um bispo pode considerar a possibilidade de exigir um teste de DNA ou, no mínimo, a certificação de um médico especialista da própria escolha do bispo, para assegurar que um candidato seja do sexo masculino”. Fonte: ACI Digital Símbolo em escolas católicas é a cruz, diz arcebispo canadense sobre bandeira gay A Santa Sé está ‘fazendo-se serva da Nova Ordem Mundial’ Mau presságio: o sangue de San Genaro não se liquefaz pela segunda vez #ArcebispoalertasobreadmissãodemulherespassandoseporhomensemsemináriosdosEUA
- Papa Francisco se encontrará com o Presidente Biden
O presidente Biden deve fazer sua primeira visita oficial ao Vaticano em 29 de outubro. Segundo a CNA, a Prefeitura da Casa Pontifícia e a Embaixada dos Estados Unidos na Santa Sé já começaram os preparativos para o encontro. Caminhões carregados de equipamentos e outros itens para a ocasião diplomática já estão a caminho de Roma. A Casa Branca anunciou um encontro oficial com o presidente francês no final de outubro, mas nenhuma palavra oficial foi dada ainda sobre o encontro com o Papa. A Santa Sé normalmente espera até que o chefe de estado faça seu próprio anúncio para confirmar uma visita. Biden visitou o Vaticano pela última vez em 2016 para uma cúpula de medicina regenerativa, e antes disso teve seu primeiro encontro com o Papa Francisco no Encontro Mundial das Famílias na Filadélfia. Após sua eleição, o Papa Francisco ligou para Biden para parabenizá-lo. A reação de João Paulo II ao 11 de setembro “Alguns me queriam morto”, diz o papa Francisco O Papa Francisco também enviou a Biden uma mensagem de saudação. É tradição papal enviar uma mensagem ao novo presidente, sendo a mais recente ao então presidente Trump em janeiro de 2017. Leia abaixo a mensagem de posse do Papa Francisco a Joe Biden. “Por ocasião da sua posse como quadragésimo sexto Presidente dos Estados Unidos da América, apresento-lhe os melhores votos e a certeza das minhas orações para que Deus Todo-Poderoso lhe conceda sabedoria e força no exercício do seu alto cargo. Sob sua liderança, que o povo americano continue a extrair força dos elevados valores políticos, éticos e religiosos que inspiraram a nação desde sua fundação. Num momento em que as graves crises que a nossa família humana enfrenta exigem respostas perspicazes e solidárias, rezo para que as vossas decisões sejam orientadas pela preocupação de construir uma sociedade marcada pela justiça e pela liberdade autênticas, juntamente com o respeito inabalável pelos direitos e pela dignidade dos cada pessoa, especialmente os pobres, os vulneráveis e aqueles que não têm voz. Eu também peço a Deus, a fonte de toda sabedoria e verdade, orientar seus esforços para promover a compreensão, a reconciliação e a paz nos Estados Unidos e entre as nações do mundo, a fim de promover o bem comum universal. Com esses sentimentos, invoco de bom grado sobre você, sua família e o amado povo americano uma abundância de bênçãos ”. FONTE: uCatholic.com #Biden #BidendevefazersuaprimeiravisitaoficialaoVaticanoem29deoutubro #mensagemdepossedoPapaFranciscoaJoeBiden #Vaticano
- Arcebispo alerta sobre admissão de mulheres passando-se por homens em seminários dos EUA
“Os bispos deveriam considerar a possibilidade de exigir testes de DNA ou exames físicos para garantir que todos os seminaristas sejam homens biológicos”, disse o arcebispo Jerome Listecki em memorando enviado aos membros da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB) no dia 21 de setembro. “Recentemente, o Comitê de Assuntos Canônicos e Governança da Igreja foi informado de casos em que foi descoberto que uma mulher vivendo sob uma identidade transgênero havia sido admitida inadvertidamente no seminário ou em uma casa de formação de um instituto de vida consagrada”, diz o memorando do comitê presidido pelo arcebispo Listecki. Em um caso, disse Listecki, “os registros de sacramentos da pessoa haviam sido obtidos de forma fraudulenta para refletir sua nova identidade”. “Em todos os casos, nada nos relatórios médicos ou psicológicos desses indivíduos havia sinalizado tratamentos passados ou cirurgias pertinentes”, acrescentou ele. “Nenhuma das seminaristas biologicamente femininas recebeu Ordens Sagradas”, disse Listecki. O memorando do arcebispo não identifica quais seminários ou casas de formação inscreveram uma mulher que se apresentou como um homem, nem se os casos ocorreram nos EUA. O arcebispo disse que foi “encorajado pelo Comitê” a enviar o memorando a seus irmãos bispos, para que eles pudessem “exercer uma particular vigilância agora que um novo ano de formação dos seminários se inicia”. Listecki, doutor em direito canônico, observou que “o código de direito canônico exige que o bispo diocesano admita no seminário maior e promova à Ordem somente homens que possuam as qualidades físicas e psicológicas necessárias”, e que o bispo “pode exigir vários meios para estabelecer certezas morais a este respeito”. O memorando continua: “Alguns membros do Comitê de Assuntos Canônicos e Governança da Igreja observaram que um bispo pode considerar a possibilidade de exigir um teste de DNA ou, no mínimo, a certificação de um médico especialista da própria escolha do bispo, para assegurar que um candidato seja do sexo masculino”. Fonte: ACI Digital
- Arcebispo alerta sobre admissão de mulheres passando-se por homens em seminários dos EUA
“Os bispos deveriam considerar a possibilidade de exigir testes de DNA ou exames físicos para garantir que todos os seminaristas sejam homens biológicos”, disse o arcebispo Jerome Listecki em memorando enviado aos membros da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB) no dia 21 de setembro. “Recentemente, o Comitê de Assuntos Canônicos e Governança da Igreja foi informado de casos em que foi descoberto que uma mulher vivendo sob uma identidade transgênero havia sido admitida inadvertidamente no seminário ou em uma casa de formação de um instituto de vida consagrada”, diz o memorando do comitê presidido pelo arcebispo Listecki. Em um caso, disse Listecki, “os registros de sacramentos da pessoa haviam sido obtidos de forma fraudulenta para refletir sua nova identidade”. “Em todos os casos, nada nos relatórios médicos ou psicológicos desses indivíduos havia sinalizado tratamentos passados ou cirurgias pertinentes”, acrescentou ele. “Nenhuma das seminaristas biologicamente femininas recebeu Ordens Sagradas”, disse Listecki. O memorando do arcebispo não identifica quais seminários ou casas de formação inscreveram uma mulher que se apresentou como um homem, nem se os casos ocorreram nos EUA. O arcebispo disse que foi “encorajado pelo Comitê” a enviar o memorando a seus irmãos bispos, para que eles pudessem “exercer uma particular vigilância agora que um novo ano de formação dos seminários se inicia”. Listecki, doutor em direito canônico, observou que “o código de direito canônico exige que o bispo diocesano admita no seminário maior e promova à Ordem somente homens que possuam as qualidades físicas e psicológicas necessárias”, e que o bispo “pode exigir vários meios para estabelecer certezas morais a este respeito”. O memorando continua: “Alguns membros do Comitê de Assuntos Canônicos e Governança da Igreja observaram que um bispo pode considerar a possibilidade de exigir um teste de DNA ou, no mínimo, a certificação de um médico especialista da própria escolha do bispo, para assegurar que um candidato seja do sexo masculino”. Fonte: ACI Digital
- Dom Gallagher na ONU: a humanidade quer um mundo sem armas nucleares
Por ocasião do Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares, o Secretário das Relações com os Estados da Santa Sé fala na ONU e recorda como os gastos militares absorvem recursos que poderiam ser convertidos em ajuda A humanidade exige urgentemente a abolição das armas nucleares e a comunidade internacional deve continuar seus esforços para livrar o mundo da ameaça de guerra atômica, dirigindo-se em particular aos líderes dos países com arsenais nucleares. Isto foi destacado por ocasião do Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares, celebrado ontem em todo o mundo, por Dom Paul Richard Gallagher, Secretário para as Relações com os Estados da Santa Sé, em seu discurso na Assembléia Geral da ONU em Nova York para comemorar e promover as questões da nuclearização. A dissuasão contribui para o “status quo” Para a Santa Sé, há dois fatores que contribuem para manter o “status quo” nuclear e afastar o desarmamento. Por um lado, há a política de dissuasão ou desencorajamento, “que leva a uma corrida armamentista e gera uma tecnologia desumanizante que sustenta e agrava a desconfiança entre as nações”. De fato, como o Papa João XXIII escreveu na Pacem in Terris, a paz não consiste em uma distribuição justa de armamentos, mas somente na confiança mútua. Reduzir as despesas militares e aumentar o desenvolvimento Por outro lado, há o gasto exorbitante de alguns Estados no desenvolvimento e produção de arsenais nucleares, “uma fonte de crescente desigualdade tanto dentro das nações como entre elas”. “À medida que enfrentamos uma pandemia global de natureza incerta e os efeitos da mudança climática global pioram”, diz Gallagher, “os Estados devem reduzir seus gastos militares no interesse de atender às necessidades humanitárias e às exigências de nossa casa comum”. Como foi recordado na Fratelli tutti do Papa Francisco, o objetivo deve ser o de converter os gastos militares para um fundo global para promover o desenvolvimento dos países mais pobres. Instrumentos diplomáticos para o desarmamento A Santa Sé também felicita os 122 Estados membros que votaram há quatro anos para adotar o Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares, que entrou em vigor em janeiro passado, e encoraja os Estados ainda relutantes em assinar este importante acordo. Reitera-se também aos países com armas nucleares para que apoiem o esforço de desarmamento com base no Tratado de Não-Proliferação. FONTE: VATICAN NEWS / Michele Raviart A reação de João Paulo II ao 11 de setembro Doutrina Teológica e Direito Canônico: Leigos podem questionar seus superiores #DomGallaghernaONUahumanidadequerummundosemarmasnucleares
- Vulcão em erupção nas Canárias: o desespero de família após casa ‘milagrosa’ ser consumi
Uma casa que sobreviveu por dias à erupção do vulcão em La Palma, nas Ilhas Canárias, agora acabou sendo consumida pela lava, como tudo ao seu redor. A propriedade era do casal de aposentados Inge Bergedorf e Ranier Cocq, da Dinamarca. Cocq disse à mídia espanhola na terça-feira que a casa foi engolida pelo fluxo de lava. “Está tudo destruído”, afirmou ao jornal El Mundo. A propriedade ficou conhecida como a “casa milagrosa” depois de escapar da lava que fluía do vulcão Cumbre Vieja. Antes da construção ser destruída, uma imagem impressionante da casa em uma pequena faixa de terra, intocada pela lava, se espalhou pela internet. A lava destruiu centenas de casas e forçou a evacuação de mais de 6 mil pessoas desde que começou a jorrar do vulcão em 19 de setembro. Na noite de terça-feira, a lava atingiu o Oceano Atlântico, na costa oeste da ilha, gerando temor de explosões e liberação de gases tóxicos. O Cocq e sua esposa não estavam na ilha quando sua casa foi destruída pelo vulcão. Eles vivem na península da Jutlândia, na Dinamarca, e não visitam La Palma desde o início da pandemia de covid-19. “Perdemos tudo em nossa amada ilha”, disse Cocq ao El Mundo. “É muito triste. Inge e eu estamos arrasados.” A pequena casa foi construída em um terreno de 3 mil m² que o casal comprou décadas atrás. Se o vulcão não tivesse entrado em erupção, o casal disse que estaria fazendo as malas para passar um tempo em La Palma nos próximos meses. “Costumávamos ir em outubro e novembro para colher as uvas que temos em nossos vinhedos. Mas agora não há mais nada”, disse Cocq. Uma de suas filhas, Yenny Cocq, disse à BBC que o destino de férias que seu pai amava provavelmente se tornará um deserto agora. “Minha mãe ainda olha as imagens antigas que encontra online e diz que ainda há esperança. Meu pai insiste [que] reconstruamos exatamente naquele local. Mas eu tenho dito a eles que não vai ter como fazer isso”, afirmou Yenny à BBC. A fotografia da casa antes de ser destruída pela lava viralizou na internet semana passada. A foto foi tirada com um drone pelo fotógrafo Alfonso Escalero. “Vamos procurar outro sinal que não nos faça perder a esperança nestes dias difíceis”, escreveu ele em uma postagem no Instagram. Muitas famílias da ilha perderam suas casas. Na quarta-feira, o serviço Copernicus, da União Europeia, estimou que a lava destruiu 656 casas a caminho do oceano. As Ilhas Canárias são um território espanhol na costa noroeste da África. As autoridades espanholas declararam La Palma como zona de desastre, prometendo apoio financeiro a todos os afetados pela atividade vulcânica. FONTE: BBC AD CATHOLICI SACERDOTII MIT BRENNENDER SORGE #VulcãoemerupçãonasCanáriasodesesperodefamíliaapóscasamilagrosaserconsumidaporlava
- O que é o vírus de Marburg, doença ‘prima’ do Ebola que fez vítima na Guiné e preocupa a
Autoridades de saúde da Guiné confirmaram o primeiro caso de Marburg na África Ocidental, uma doença altamente infecciosa da mesma família do vírus que causa o Ebola. A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que o vírus precisava ser “interrompido em seu caminho”. A doença do vírus de Marburg é transmitida às pessoas por morcegos frugívoros e se espalha entre humanos por meio da transmissão de fluidos corporais. Os casos são extremamente raros, com o último grande surto em Angola em 2005. É uma doença grave, geralmente fatal, com sintomas que incluem dor de cabeça, febre, dores musculares, vômitos com sangue e sangramento. Ainda não existe tratamento para Marburg, mas os médicos dizem que beber bastante água e tratar sintomas específicos aumenta as chances de sobrevida do paciente. Amostras retiradas do paciente guineense, que já morreu, foram testadas em laboratórios do país e deram resultado positivo para o vírus de Marburg. Ele foi identificado em Guéckédou na semana passada, a mesma região onde foram encontrados casos recentes de ebola, em um surto que agora acabou. A diretora da OMS para a África, a botsuanense Matshidiso Moeti, disse que o vírus tem potencial para se “espalhar por toda parte”. Mas ela elogiou “o estado de alerta e a rápida ação investigativa dos profissionais de saúde da Guiné”. Autoridades tentam agora encontrar pessoas que possam ter estado em contato com o homem que morreu. Quatro contatos de alto risco, incluindo um trabalhador de saúde, foram identificados, além de 146 outros que poderiam ter sido expostos ao vírus, diz a epidemiologista Krutika Kuppalli, que tem acompanhado o caso, à BBC. Os sistemas implantados na Guiné e nos países vizinhos para controlar os recentes surtos de Ebola estão sendo retomados em resposta ao vírus de Marburg. Na África, surtos anteriores e casos esporádicos foram notificados em Angola, República Democrática do Congo, Quênia, África do Sul e Uganda, afirma a OMS. O primeiro surto de Marburg ocorreu na Alemanha em 1967, onde sete pessoas morreram. O vírus matou mais de 200 pessoas em Angola em 2005, o surto mais mortal já registrado, de acordo com a OMS. FONTE: BBC NEWS 47 estudos confirmam a ineficácia das máscaras para Covid e mais 32 confirmam seus efeitos negativos para a saúde Ex-vice-presidente da Pfizer: ‘Seu governo está mentindo para você de uma forma que pode levar à sua morte.’ #doençaprimadoEbolaquefezvítimanaGuinéepreocupaaOMS #OqueéovírusdeMarburg
- DEUS É MAIS ESPERTO QUE OS MAUS
[O dramaturgo espanhol Lope de Vega é um dos grandes autores do teatro universal. Depois de uma vida dissoluta, aos 48 anos entrou para a irmandade dos Escravos do Santíssimo Sacramento, em Madrid, época em escreveu a peça Lo fingido vedadero (“O fingido sincero”), publicada em 1620. Era uma tragicomédia sobre a vida e o martírio de São Genésio, que foi ator cômico na corte do imperador Diocleciano, que reinou entre 284 e 305 depois de Cristo, e é célebre pela perseguição que moveu contra os cristãos. Corrado Gnerre conta a seguir como foi a conversão do ator Genésio]. Pouca gente sabe o que realmente aconteceu com São Genésio. Genésio era pagão e trabalhava como ator. Um dia, diante do imperador Diocleciano, ele teve que simular o batismo cristão para dele zombar. Os comediantes convidaram um padre de verdade, obviamente sem lhe dizer que era tudo encenação e zombaria. Mas Deus é ainda mais esperto. Vejam o que aconteceu. Assim que viu o sacerdote, Genésio foi conquistado por um desejo incontrolável de realmente receber o batismo. E então ele foi batizado não de brincadeira, mas de verdade. Imediatamente depois, Genésio se aproximou do imperador e corajosamente se declarou cristão, acrescentando ainda que, ao receber o batismo, tinha visto anjos que, com água, lavavam a sua alma dos pecados, tornando-a branca como a neve. O imperador Diocleciano ficou furioso e decidiu decapitá-lo. Come Dio è più furbo dei cattivi
- GRETA THUMBERG, SÍMBOLO DO DECLÍNIO DE NOSSA CIVILIZAÇÃO – Riccardo Cascioli
[A seguir, trechos de um comentário do jornalista italiano Riccardo Cascioli, expert em questões climáticas, abordando a presença recente de Greta Thumberg na Itália. Greta, a garota que se tornou um símbolo da luta contra as mudanças climáticas, segundo Cascioli é a imagem mais eloqüente para descrever o declínio de nossa civilização. Uma adolescente tão presunçosa e arrogante quanto ignorante, que deixou de ir à escola para poder se manifestar contra as mudanças climáticas. Não passaria de uma personagem criada pelo Poder e imposta pela mídia, à qual todos devem se curvar, chefes de Estado e a mídia, com uma reversão de papéis que é no mínimo constrangedora]. Desta vez, a máquina de propaganda decidiu colocar ao lado dela uma garota africana, ugandense para ser mais preciso: Vanessa Nakate. Duas maneiras diferentes de dizer a mesma coisa, de enviar a mesma mensagem: “Justiça climática”, invoca Greta; “Dê mais dinheiro para a África”, chora Vanessa. Na verdade, a segunda é a explicação mais simples do que é dito na primeira: justiça climática significaria que, uma vez que os países desenvolvidos são os principais culpados das mudanças climáticas, eles teriam o dever de compensar os países pobres, que são as vítimas inocentes das mudanças climáticas. É um teorema que não tem base na realidade, mas, enfim, a essência de todo o discurso sobre as mudanças climáticas se resume a isto: que os países ocidentais reduzam as emissões de CO2, mas acima de tudo deem dinheiro aos países em desenvolvimento. Afinal, esse é um dos pilares que rege todos os mecanismos de políticas climáticas que foram criados a partir do Protocolo de Kyoto (1997). Esta é também a razão pela qual Greta Thumberg — e agora também Vanessa Nakate — continua a lançar seus avisos e maldições sobre o Ocidente, enquanto evitam cuidadosamente de mencionar a China e a Índia, que são, de longe, os países que mais emitem CO2 (admitindo que isto seja um problema). Juntos, a China e a Índia representam um terço de todas as emissões do mundo, e sua participação, no total das emissões, está crescendo continuamente. É mais uma demonstração de que a questão do clima, e a relação entre as emissões de dióxido de carbono e o aumento das temperaturas na Terra, tem mais a ver com política e ideologia do que com ciência e realidade. https://lanuovabq.it/it/greta-simbolo-del-declino-della-nostra-civilta
- Hoje a Igreja celebra os santos arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael
A Igreja celebra hoje, 29 de setembro, a festa dos santos arcanjos São Miguel, São Gabriel e São Rafael, que aparecem na Bíblia com missões importantes dadas por Deus. São Miguel em hebreu significa “Quem como Deus” e é um dos principais anjos. Seu nome era o grito de guerra dos anjos bons na batalha combatida no céu contra o inimigo e seus seguidores. Segundo a Bíblia, ele é um dos sete espíritos assistentes ao Trono do Altíssimo, portanto, um dos grandes príncipes do Céu e ministro de Deus. É chamado pelo profeta Daniel, no Antigo Testamento, de príncipe protetor dos judeus. No Novo Testamento, é citado na carta de São Judas e no Livro do Apocalipse. Aparece como protetor dos filhos de Deus e de Sua Igreja. São Gabriel significa “Fortaleza de Deus”. Teve a missão muito importante de anunciar a Nossa Senhora que ela seria a Mãe do Salvador. Segundo o profeta Daniel (IX, 21), foi Gabriel quem anunciou o tempo da vinda do Messias; quem apareceu a Zacarias “estando de pé à direita do altar do incenso” (Lc 1, 10-19), para lhe dar a conhecer o futuro nascimento do Precursor; e, finalmente, o arcanjo como embaixador de Deus, foi enviado a Maria, em Nazaré para proclamar o mistério da Encarnação. É ele o portador de uma das orações mais populares e queridas do cristianismo, a Ave Maria. São Rafael quer dizer “Medicina de Deus” ou “Deus obrou a saúde”. É o arcanjo amigo dos caminhantes, médico dos doentes, auxílio dos perseguidos. No Livro de Tobias é narrado o momento que quando Tobit, pai de Tobias e homem de grande caridade, passou pela provação da cegueira e todos lhe questionavam a fé, juntamente quando Sara era atormentada por um demônio que matava seus maridos nas núpcias. Então, ambos rezaram a Deus e foram ouvidos; e foi Rafael que foi enviado para lhes prestar socorro. São Rafael tomou a forma humana, fez-se chamar Azarías e acompanhou Tobias em sua viagem, ajudando-o em suas dificuldades, guiando-o por todo o caminho e auxiliando-o a encontrar uma esposa da mesma linhagem. Então, o Arcanjo explicou ao jovem Tobias que poderia se casar com Sara sem perigo algum. E, por fim, ao retornarem esclareceu como ele poderia curar o pai da cegueira. No livro de Tobias o próprio arcanjo se descreve como “um dos sete que estão na presença do Senhor”. Para celebrar esta data, recordamos a oração aos Santos Arcanjos: Ajudai-nos, ó grandes santos, irmãos nossos, que sois servos como nós diante de Deus. Defendei-nos de nós mesmos, de nossa covardia e tibieza, de nosso egoísmo e de nossa ambição, de nossa inveja e desconfiança, de nossa avidez em procurar a saciedade, a boa vida e a estima. Desatai as algemas do pecado e do apego a tudo o que passa. Desvendai os nossos olhos que nós mesmos fechamos para não precisar ver as necessidades de nosso próximos e poder, assim, ocupar-nos de nós mesmos numa tranquila autocomplacência. Colocai em nosso coração o espinho da santa ansiedade de Deus para que não deixemos de procurá-lo com ardor, contrição e amor. Contemplai em nós o Sangue do Senhor, que Ele derramou por nossa causa. Contemplai em nós as lágrimas de vossa Rainha, que ela derramou sobre nós. Contemplai em nós a pobre, desbotada, arruinada imagem de Deus, comparando-a com a imagem íntegra que deveríamos ser Sua vontade e Seu amor. Ajudai-nos a conhecer Deus, a adorá-Lo, a amá-Lo e a servir-Lhe. Ajudai-nos no combate contra os poderes das trevas que, traiçoeiramente, nos envolvem e nos afligem. Ajudai-nos para que nenhum de nós se perca e para que, um dia, estejamos todos jubilosamente reunidos na eterna bem-aventurança. Amém. São Miguel, assisti-nos com vossos santos anjos; Ajudai-nos e rogai por nós. São Rafael, assisti-nos com vossos santos anjos; Ajudai-nos e rogai por nós. São Gabriel, assisti-nos com vossos santos anjos; Ajudai-nos e rogai por nós. FONTE: ACI DIGITAL #GabrieleRafael #HojeaIgrejacelebraossantosarcanjosMiguel
- SEMINÁRIOS ADMITIRAM MULHERES TRANSEXUAIS
“Os bispos deveriam exigir testes de DNA para se certificar de que aqueles que entram em seus seminários são realmente homens”, recomenda o arcebispo de Milwaukee, Jerome Listecki, em uma nota ao episcopado dos Estados Unidos. “Recentemente, chegaram ao conhecimento da Comissão de Assuntos Canônicos e Governança da Igreja alguns casos em que se descobriu que mulheres, que viviam sob uma identidade transgênero, tinham sido admitidas por engano em seminário ou em casa de formação de institutos de vida consagrada”, diz a nota de Listecki, presidente da Comissão de Assuntos Canônicos, segundo a agência CNA. “Num dos casos, o indivíduo forneceu registros sacramentais fraudulentos que refletiam sua nova identidade”, acrescentou a nota. “Em todos os casos, nada nos relatórios médicos ou psicológicos desses indivíduos registrou tratamentos anteriores ou intervenções cirúrgicas relevantes.” Listecki acrescenta que nenhum deles jamais recebeu ordens sagradas. A nota acrescenta: “Alguns membros da Comissão de Assuntos Canônicos e Governança Eclesial observaram a conveniência dos bispos considerarem exigir um teste de DNA ou, no mínimo, o certificado de um médico especialista escolhido pelo bispo, para garantir que o candidato seja do sexo masculino”. https://infovaticana.com/2021/09/29/arzobispo-confiesa-que-seminarios-admitieron-mujeres-transexuales/
- Cardeal Burke está em recuperação fora do hospital
O Cardeal Raymond Burke emitiu mais um comunicado no qual revela que deixou o hospital no passado dia 3 de Setembro e que se encontra agora a recuperar numa casa, perto de onde vivem alguns familiares seus. Diz que precisa de algum tempo para voltar a estar em forma. O Cardeal considera que Nosso Senhor o manteve vivo por algum motivo de força maior: «Nosso Senhor preservou-me vivo para alguma obra que Ele deseja que eu realize, com a ajuda da Sua graça, por amor a Ele e ao Seu Corpo Místico, a Igreja. Estou determinado a usar o presente tempo de reabilitação da melhor maneira possível, de modo a estar preparado para realizar a Sua obra. Ao longo do tempo no hospital e agora, continuo a colocar-me aos cuidados da Nossa Santíssima Mãe, para que o meu coração, um com o seu Imaculado Coração, possa descansar sempre em segurança no Santíssimo Coração de Nosso Senhor. Como pai espiritual na Igreja, contei fortemente com a ajuda de São José, cujo Puríssimo Coração abraçou o Coração de Maria, sua verdadeira esposa, e o de Jesus, seu Divino Filho, confiado aos seus cuidados paternais. Por favor, continuai a rezar pela minha total recuperação. Da minha parte, a cada dia ofereço as minhas orações e sofrimentos pelas vossas múltiplas intenções. Rezemos todos e ofereçamos sacrifícios pelo mundo e pela Igreja, que estão assolados por tanta confusão e erro, para grande e mesmo mortal dano de muitas almas. Pedindo a Deus que vos abençoe, às vossas casas e a todos os vossos trabalhos, permaneço Vosso no Sagrado Coração de Jesus e no Imaculado Coração de Maria, e no Puríssimo Coração de São José, Raymond Leo Cardeal Burke»
- Cardeal Burke está em recuperação fora do hospital
O Cardeal Raymond Burke emitiu mais um comunicado no qual revela que deixou o hospital no passado dia 3 de Setembro e que se encontra agora a recuperar numa casa, perto de onde vivem alguns familiares seus. Diz que precisa de algum tempo para voltar a estar em forma. O Cardeal considera que Nosso Senhor o manteve vivo por algum motivo de força maior: «Nosso Senhor preservou-me vivo para alguma obra que Ele deseja que eu realize, com a ajuda da Sua graça, por amor a Ele e ao Seu Corpo Místico, a Igreja. Estou determinado a usar o presente tempo de reabilitação da melhor maneira possível, de modo a estar preparado para realizar a Sua obra. Ao longo do tempo no hospital e agora, continuo a colocar-me aos cuidados da Nossa Santíssima Mãe, para que o meu coração, um com o seu Imaculado Coração, possa descansar sempre em segurança no Santíssimo Coração de Nosso Senhor. Como pai espiritual na Igreja, contei fortemente com a ajuda de São José, cujo Puríssimo Coração abraçou o Coração de Maria, sua verdadeira esposa, e o de Jesus, seu Divino Filho, confiado aos seus cuidados paternais. Por favor, continuai a rezar pela minha total recuperação. Da minha parte, a cada dia ofereço as minhas orações e sofrimentos pelas vossas múltiplas intenções. Rezemos todos e ofereçamos sacrifícios pelo mundo e pela Igreja, que estão assolados por tanta confusão e erro, para grande e mesmo mortal dano de muitas almas. Pedindo a Deus que vos abençoe, às vossas casas e a todos os vossos trabalhos, permaneço Vosso no Sagrado Coração de Jesus e no Imaculado Coração de Maria, e no Puríssimo Coração de São José, Raymond Leo Cardeal Burke»
- Católicos convocam ato de desagravo em frente escola com pintura blasfema de N. Sra. Aparecida
Uma Escola Infantil na cidade de São Paulo, fez um grafite na fachada do colégio ofendendo Nossa Senhora Aparecida. Assista ao vídeo com a denúncia: O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira junto com diversos movimentos católicos convida os fiéis católicos a participarem de um ato de desagravo a está ofensa que Nossa Senhora sofreu. O ato de desagravo está marcado para o dia 2 de outubro às 14h30 Rua Diana, 250 – Bairro Pompeia – São Paulo – SP em frente a EMEI Santos Dumont. Leia também O que significa o apoio e a bênção à exposição da Imagem de Nossa Senhora Aparecida no Carnaval? Assista o vídeo com a denúncia: Leia também Conheça a história e curiosidades sobre a Imagem de Nossa Senhora Aparecida #Blasfêmia
- Católicos convocam ato de desagravo em frente escola com pintura blasfema de N. Sra. Aparecida
Uma Escola Infantil na cidade de São Paulo, fez um grafite na fachada do colégio ofendendo Nossa Senhora Aparecida. Assista ao vídeo com a denúncia: O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira junto com diversos movimentos católicos convida os fiéis católicos a participarem de um ato de desagravo a está ofensa que Nossa Senhora sofreu. O ato de desagravo está marcado para o dia 2 de outubro às 14h30 Rua Diana, 250 – Bairro Pompeia – São Paulo – SP em frente a EMEI Santos Dumont. Leia também O que significa o apoio e a bênção à exposição da Imagem de Nossa Senhora Aparecida no Carnaval? Assista o vídeo com a denúncia: Leia também Conheça a história e curiosidades sobre a Imagem de Nossa Senhora Aparecida #Blasfêmia
- Vereadora reza por mulheres que pensam em abortar na Espanha
No debate da sessão plenária da prefeitura por iniciativa dos partidos Izquierda Unida e Podemos, que buscam punir as pessoas que rezam e ajudam as mulheres nas imediações das clínicas de aborto, Badanelli (do Partido Vox) disse: “quando eu os ouvi falar sobre o que acontece na porta de algumas clínicas abortistas, tive a absoluta certeza de que vocês nunca estiveram lá, de que seguem com as suas etiquetas, seguem com as suas realidades paralelas”. “E caso alguém tenha: eu vou lá. Tenho um turno”, disse ela. “Como ainda estamos em um país livre, embora isso entristeça os governos da esquerda, eu ainda posso ir aonde eu quiser e posso rezar onde eu quiser”. O congresso da Espanha começou na semana passada debater um projeto de lei do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), atualmente no governo, que busca condenar à prisão os que rezam diante das clínicas de aborto e ajudam as mulheres para que desistam de realizar o aborto. Para a vereadora do VOX, “é absolutamente cínico que aqueles que se erigem como grandes defensores da liberdade sempre, absolutamente sempre, queiram restringi-la”. “Se vocês pudessem, fariam uma intervenção nas nossas consciências. Se vocês pudessem, nos proibiriam de pensar. Porque isto é o comunismo, isto é a única coisa que garante a sua sobrevivência: anular as pessoas absolutamente, doutriná-las desde crianças e restringir liberdades. Porque vocês se dedicam a isso. E, nos países onde vocês governam, isso é o que termina acontecendo. E, por mais que vocês queiram, não conseguirão que isso aconteça na Espanha, porque os espanhóis nos levantaremos uma e mil vezes”, disse Paula Badanelli. Segundo Paula Badanelli, as pessoas que rezam na frente das clínicas de aborto ajudam a mulher que entra “e ajudam também a que sai. Porque algumas saem destroçadas e recebem o mesmo abraço, o mesmo abraço que teriam recebido na entrada”. “É preciso apoiar essas mulheres, dar recursos a essas mulheres. Não dar a saída que, em teoria, é a mais fácil e que pode destroçar suas vidas, que é acabar com a vida de um inocente”, disse ela. “E olhe, eu rezo. Rezo pelas mulheres que abortam, para que Deus lhes ajude a superar o aborto. Rezo pelas que vão abortar, para que Deus lhes ensine o caminho que, verdadeiramente, lhes levará à felicidade e à tranquilidade de consciência e não ao caminho mais fácil que, provavelmente, seja acabar com o que eles chamam de ´um problema no caminho`”. “E rezo pelos médicos e enfermeiras, e por todos os que participam disso, que para nós é uma autêntica barbaridade, que é acabar com uma vida humana. E penso continuar fazendo isso no exercício da minha liberdade”, disse. https://twitter.com/josecarmuega/status/1441407878015995904?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1441407878015995904%7Ctwgr%5E%7Ctwcon%5Es1_c10&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.acidigital.com%2Fnoticias%2Fvereadora-reza-por-mulheres-que-pensam-em-abortar-na-espanha-23801 Para a vereadora do VOX, é necessário “respeitar a liberdade e, logicamente, podemos rezar onde tenhamos vontade de rezar. E não é só isso: podemos rezar por aquilo que queiramos rezar, não pelo que você me diga, nem onde me diga”, acrescentou. “Mais ainda: eu vou terminar a minha intervenção rezando uma Ave Maria para acompanhar as senhoras que estão rezando neste momento na porta dos centros de aborto e para que Deus ajude as mulheres que pensam, neste momento, acabar com a vida de seus filhos”, concluiu Paula Badanelli. Em seguida, rezou uma Ave Maria. FONTE: aci digital Nossa Senhora de Częstochowa, padroeira das mulheres marcadas pelo aborto Grupo Pró-Vida Diz que o Google Baniu Seus Anúncios em ‘Movimento Dramático e Sem Precedentes’ #aborto #padroeiradasmulheresmarcadaspeloaborto
- A milagrosa história da imagem da Mãe do Bom Conselho de Genazzano
Na Albânia, no século XV, a religião corria grave risco: de um lado, o fervor da população católica estava em declínio; de outro lado, assaltavam-na com crescente furor as hordas dos invasores maometanos, cujo objetivo era destruir até à raiz a Fé católica em território albanês. Para evitar a catástrofe, a Providência suscitara um herói comparável, pelo destemor e pela Fé, aos pares de Carlos Magno e aos batalhadores mais salientes das Cruzadas e da Reconquista luso-hispânica: Scanderbeg. Enquanto ele viveu, a Albânia resistiu. Ele morto, em seguida a feitos heróicos e gloriosos, a resistência albanesa se esboroou. Explicável castigo para uma população atolada na tibieza. Além de Scanderbeg ‒ e quão superior a ele ‒ havia na Albânia outro pilar da Cristandade abalada. Era a Imagem ‒ um afresco ‒ de Nossa Senhora então chamada “dos Bons Ofícios” (invocação análoga à de Nossa Senhora Auxiliadora, hoje generalizada em todo o mundo católico). Essa Imagem, venerada em santuário próximo de Scútari, ocasião de tantas e tão preciosas graças para aquele povo corrompido pela tibieza, cairia nas mãos do invasor maometano? Era o que se perguntavam com ansiedade dois devotos albaneses, Georgio e De Sclavis, dignos, representantes do que a Albânia ainda conservava de fiel. A resposta a essa pergunta não tardou. A Imagem se destacou lentamente da parede; ante os olhos atônitos dos dois devotos compatriotas do grande Scanderbeg. Ela se alçou e foi prosseguindo em direção às águas do Mar Adriático. E se foi deslocando sempre em igual direção, ao mesmo tempo em que fazia entender aos dois albaneses que queria ser seguida por eles. Com Fé e estofo moral análogos aos de Scanderbeg, ambos os albaneses não hesitaram. Foram caminhando milagrosamente sobre as águas, até que a Imagem atingisse o território da catolicíssima Itália. Um mundo que desaba, vítima de sua crise religiosa e moral, mais ainda do que do vigor do terrível adversário. Dois fiéis continuam a crer e esperar contra toda a esperança, e um milagre estupendo a coroar a perseverança deles: eis em síntese o esquema do até aqui narrado. Em condições concretas muito diversas, o mesmo esquema se desenvolverá em traços muito largos, mas análogos, até nossos dias. A ligar um esquema a outro, figura uma misteriosa e cruel provação, da qual são participes os dois valentes albaneses, mais uma idosa italiana, a Beata Petruccia, cujo valor de alma tinha proporção com os dois heróis, escolhidos por Nossa Senhora do Bom Conselho para Lhe constituírem imortal escolta de honra na travessia do Mar Adriático. Com efeito, enquanto ambos os albaneses continuavam a seguir a Imagem pelo território italiano, esta… desapareceu. E foi encher de celestes consolações a alma de Petruccia, então no auge de seu revés e de sua provação. É o momento de dizer uma palavra sobre esta grande figura de mulher forte do Evangelho, que Nossa Senhora elegera para Lhe erguer o santuário mil vezes abençoado em que a Imagem dEla está exposta à veneração de incontáveis fiéis, desde há cinco séculos. Era ela uma viúva dotada de alguns bens. Muito piedosa, fora favorecida com uma visão na qual a Santíssima Virgem a incumbia de restaurar a igreja de Nossa Senhora do Bom Conselho, em Genazzano, então ameaçada de ruir. Para tal fim, Petruccia recorrera à caridade dos fiéis. Mas o atendimento destes deixara a desejar. Animosa, resolvera ela então aplicar na construção o restante de seu patrimônio pessoal. Mas até mesmo este fora insuficiente, pelo que as obras ainda estavam longe de ter chegado ao termo. Tal insucesso atraía sobre a Beata os sarcasmos injustos dessa mesma população que dera tíbio atendimento aos pedidos dela. Mas Petruccia continuava animosa, apesar de seus oitenta anos, confiando com firmeza no auxílio da Santíssima Virgem. Foi pois imensa e maravilhosa a surpresa dela, e a de toda a população de Genazzano, quando, na tarde do sábado 25 de abril de 1467, viram pousar sobre o lugarejo uma nuvem de aspecto admirável, da qual partiam os sons de uma música não menos bela. Aos poucos, destacou-se da nuvem o quadro de Nossa Senhora do Bom Conselho, o qual foi pousar sobre o altar que, na previsão da futura conclusão das obras, Petruccia fizera erguer. Estava confirmada a visão da Beata Petruccia. Tornava-se manifesto que a Santíssima Virgem desejava a conclusão das obras. E a população, que acorrera, enlevada para prestar culto à Imagem, haveria de contribuir generosamente, de então em diante, para a construção da igreja. Esta não tardou em ser concluída. E, enquanto nela os fiéis veneram o quadro da Virgem e do Menino, maravilhosamente transportado de Scútari pelos anjos, nela também dormem o sono da paz os restos mortais da Beata Petruccia, à espera da ressurreição final. Os dois albaneses, que haviam ficado desconcertados pelo desaparecimento de sua tão querida Imagem, ignoravam o aparecimento desta última em Genazzano. E andavam sem rumo pela Itália, na vã procura de seu tesouro perdido. Quando lhes chegou aos ouvidos a notícia do ocorrido no lugarejo em que residia Petruccia, para lá se dirigiram. É fácil calcular quanto se maravilharam e se alegraram ao reencontrarem ali o quadro celestial. Estava assim terminada a missão deles, a qual consistia, neste lance final, em atestar a identidade entre o quadro venerado em Scútari e o que empolgava toda Genazzano. Georgio e De Sclavis casaram em Genazzano e deixaram descendência; a de Georgio se conserva até aos dias de hoje. Os pontos de contato são evidentes: a missão dos dois albaneses se conectava com a de Petruccia. Guiados pela Virgem, os três trabalhavam, através de toda a sorte de obstáculos e provações, para um mesmo fim. Este acabou por ser alcançado gloriosamente, sempre sob a direção materna de Maria Santíssima. E eis que, isto posto, essas analogias nos transportam bruscamente a nosso século, corroído pela decadência religiosa e moral, a qual é, por sua vez, ponto de partida para todas as outras formas da decadência contemporânea. Em 1917, a Virgem fala aos pastorinhos de Fátima, incumbindo-os de comunicar à terra sua mensagem de justiça e de misericórdia. Se o mundo não se convertesse e não fosse consagrado a Ela pelo Santo Padre simultaneamente com todos os Bispos nas respectivas dioceses, tremendos castigos haveriam de o assolar. A impiedade e a imoralidade seriam assim devidamente punidas e, em consequência, também derrotadas. “Por fim ‒ concluía a Virgem ‒ meu Imaculado Coração triunfará”. É bem de ver que, durante esse tempo de provação, a Providência não deixará de suscitar em sua Igreja almas fortes e generosas, às quais fará conhecer, de um modo ou de outro, os seus desígnios. E que as utilizará também, de um modo ou de outro, para a obtenção de sua vitória. Quando se fala nos acontecimentos previstos em Fátima, as atenções se fixam principalmente nos castigos vindouros, e nos que os sofrerão. E parecem esquecer os privilegiados devotos da Virgem que Ela suscitará. Quais serão estes? Compraz-nos conjecturar que constituirão ponderável minoria, a qual confluirá de todos os quadrantes da Terra, e se recrutarão entre pessoas das mais diversas nacionalidades e condições sociais. Cada qual, segundo as formas e graus escolhidos por Maria Santíssima, será alvo de graças admiráveis, terá de enfrentar obstáculos tremendos, julgará por vezes estar atolado em um insucesso total. Mas, por fim, no dia do grande triunfo, será convocado maravilhosamente para participar da glorificação da Santíssima Mãe de Deus, e viver nos primeiros dias ‒ pelo menos ‒ daquela gloriosa era marial eloquentemente prevista por São Luís Maria Grignion de Montfort, o grande apóstolo da Virgem Santíssima no século o XVIII. (Autor: excertos tirados de Plinio Corrêa de Oliveira, sem revisão do autor) FONTE: https://oracoesemilagresmedievais.blogspot.com/ #AmilagrosahistóriadaimagemdaMãedoBomConselhodeGenazzano #Mãedobomconselho #milagre
- Francisco dá “Bênção” sem sinal da cruz
Francisco quer realizar o “sonho de Deus” e reconciliar e harmonizar tudo e todos em Cristo [exceto os católicos], e estar “sempre aberto, nunca exclusivo”, disse ele durante o encontro ecumênico de 25 de setembro “Ouse ser um” organizado pelo Movimento dos Focolares. A isso chamou de “o sonho da fraternidade”, a que dedicou Fratelli tutti. Ao final de suas floridas palavras, proferiu uma bênção olhando para o chão e evitando o sinal da cruz. Assim disse: “Continue sorrindo, o que faz parte do seu carisma. Eu oro por vocês e por suas comunidades. Que o Senhor o abençoe e que Nossa Senhora o guarde. E, por favor, não se esqueçam de orar por mim. Que o Pai, o Filho e o Espírito Santo abençoem a todos nós. Amém” – ao que o público… aplaudiu. FONTE: Gloria.tv #newsBfiqycgvhr #FranciscodáBênçãosemsinaldacruz
- Lc 9, 46-50
Jesus aproveita a conversa dos discípulos, que se manifesta como uma discussão, para explicar o seu modo de entender as relações interpessoais e com as pessoas em geral. Ele põe de cabeça para baixo os esquemas e os valores do seu tempo. Os discípulos estavam contaminados pela mentalidade que vê a humanidade dividida entre primeiros e últimos, maiores e menores, senhores e servos. Daí a preocupação em saber qual era o maior. Estão longe de compreender o espirito da novidade que Jesus vem introduzir nas relações humanas. Quem é o maior? O menor. Jesus mostra que a verdadeira grandeza está no serviço prestado aos irmãos carentes e não na superioridade das relações com os demais. É preciso se reconhecer como mediador da misericórdia divina e descobrir o valor da solidariedade. Para ilustrar o seu ensinamento, Jesus, dá destaque a uma criança, mostrando que a verdadeira grandeza está na humildade. O discípulo deve reconhecer-se pequeno e se dispor a ser um servidor. Jesus previne os discípulos contra a tentação do fanatismo. Não é necessário que alguém pertença oficialmente a seu grupo para agir em seu nome. Ninguém tem monopólio do bem. Ninguém tem monopólio de Deus. “Jesus responde: ‘Não o proíbam. Pois quem não está contra você, está a favor de vocês’”. Rezemos: Senhor, tira de mim a mania de grandeza. Faça que eu tenha consciência da minha pequenez e do dever de Amar e Servir aos irmãos. Liturgia Diária – 27/10/21 – 4ª-FEIRA DA 30ª SEMANA – TEMPO COMUM Lc 9, 43-45 #Lc94650 #MeditaçãodoevangelhodeLc94650 #ReflexãodoevangelhodeLc94650
- Faleceu aos 95 anos o cardeal José Freire Falcão
O cardeal foi internado no dia 17 de setembro, como medida preventiva, após testado positivo para a COVID-19. Ainda não há Informações sobre o velório. Vatican News A Arquidiocese de Brasília comunicou nesta noite que aos 95 anos, o cardeal José Freire Falcão, arcebispo emérito de Brasília, fez sua Páscoa, por complicações da COVID-19. O falecimento ocorreu na noite de ontem, dia 26 setembro de 2021, às 22h40, no Hospital Santa Lúcia, Asa Sul. O cardeal foi internado no dia 17 de setembro, como medida preventiva, após testado positivo para a COVID-19. Na madrugada do dia 24 de setembro, dom Falcão teve uma piora em seu quadro respiratório e renal, sendo necessária uma entubação respiratória para dar um conforto maior a sua condição. Sua ausência – destaca o comunicado – é sentida profundamente por toda a Arquidiocese de Brasília, amigos e fiéis pela marca indelével que S. Emcia. Deixou nas numerosas obras pastorais que ensejou durante os vinte anos que governou esta Igreja Particular. Ainda não há Informações sobre o velório. Biografia José Freire Falcão nasceu no dia 23 de outubro de 1925 na cidade de Ereré, no Ceará. Incentivado pela família, desde cedo sonhou em ser sacerdote. Entrou no Seminário da Prainha, em Fortaleza, aos 14 anos. Foi ordenado padre em 19 de junho de 1949 e em 1967, mais precisamente no dia 17 de junho, foi feito bispo, tornando-se pastor da mesma diocese em que já havia exercido o sacerdócio por vinte anos: Limoeiro do Norte, no Ceará. Em 1971 tornou-se arcebispo de Teresina, no Piauí, onde permaneceu até 1984, quando foi transferido para Brasília. Foi feito cardeal, em 28 de junho de 1988, tendo participado, em 2005, dos funerais de João Paulo II e do conclave que elegeu o Papa Bento XVI. O cardeal Dom Falcão foi o segundo arcebispo de Brasília, ficando à frente da Arquidiocese entre 1984 e 2004, quando se aposentou. Nesse período em que conduziu a Igreja em Brasília, Dom Falcão ordenou diversos padres e criou várias paróquias no DF. Ainda em seu governo, preparou a recepção ao Papa em 1991, criou a Casa do Clero e estimulou os movimentos eclesiais, entre outros trabalhos. Quanto à escolha do seu lema episcopal, “In humilitate servire” (“Servir na humildade”), o cardeal explicou em certa ocasião para os fieis da Capital Federal: “Tomei como lema Servir na Humildade, pois coloquei o meu pastoreio nas mãos do Senhor, porque Ele não falta jamais aos que fazem a vontade do Pai, ao seguir o Seu chamado, ao dar o seu sim”. FONTE: https://www.vaticannews.va/pt/igreja/news/2021-09/faleceu-aos-95-anos-o-cardeal-jose-freire-falcao.html Cardeal Kasper sobre o Sínodo Alemão: “Muitos se perguntam se tudo isso ainda é totalmente católico” A mídia odeia o Cardeal Burke – ou a fé que ele representa? #Faleceuaos95anosocardealJoséFreireFalcão
- PERTENCER A CRISTO – Scott Hahn medita sobre o 26º Domingo do Tempo Comum
O Evangelho deste domingo apresenta uma cena que lembra outro momento da história de Israel: o episódio que ouvimos na primeira leitura. Os setenta anciãos que recebem o Espírito de Deus por meio de Moisés, antecipam o ministério dos apóstolos. Como Josué na primeira leitura, João está errado em supor que apenas alguns poucos serão inspirados e encarregados de executar os planos de Deus. O Espírito sopra onde quer (v. Jo 3, 8) e Deus deseja concedê-lo a todo o seu povo, em todas as nações abaixo do céu (v. At 2, 5,38). Deus pode e poderá agir com grande poder através das pessoas comuns, de quem não se espera muita coisa. Somos todos chamados a realizar até as tarefas mais simples, como dar a alguém um copo de água em Seu nome e por causa de Seu reino. João acredita que está protegendo a pureza do nome do Senhor. No entanto, na realidade, está defendendo apenas seus próprios privilégios e status. Percebe-se que os apóstolos querem obstruir o ministério de um exorcista. Isso porque a autoridade para expulsar demônios e espíritos imundos era um dos poderes específicos concedidos aos Doze (v. Mc 3,14-15; 6 ,7.13). “Mas quem pode perceber suas faltas? Perdoai as que não vejo!”, rezamos no salmo de hoje. Muitas vezes, como Josué e Juan, talvez sem perceber, escondemos nossas faltas e medos sob o pretexto de defender a Cristo ou a Igreja. No entanto, como Jesus nos diz no Evangelho, em vez de nos preocuparmos em saber quem é verdadeiro cristão e quem não é, devemos antes nos empenhar em viver de acordo com a nossa vocação de discípulos (v. Ef 1, 4). O conselho que damos, ou o nosso testemunho de vida, não são causas de escândalo, fazendo com que os outros duvidem ou percam a fé? Fazemos o que devemos por amor à vontade do Pai ou por outras razões? Precisamos continuar meditando em sua Lei, como cantamos no salmo de hoje. Devemos pedir em oração a graça de enxergar nossas próprias faltas e superá-las. https://stpaulcenter.com/to-belong-to-christ-scott-hahn-reflects-on-the-twenty-sixth-sunday-ordinary-time/
- Francisco prepara uma grande REVOLUÇÃO na Igreja para 2023 – Frei Tiago de São José
Esta é uma conferência realizada por Frei Tiago de São José por ocasião de sua viagem a Portugal. Watch this video on YouTube. Ele comenta sobre a alocução de Francisco do dia 18 de setembro deste ano que já apresenta os fundamentos e as intenções do sínodo que está sendo promovido para o ano de 2023. Vemos claramente que os princípios do humanismo e da revolução protestante são os parâmetros fundamentais que estabelecem a nova Igreja Sinodal Bergogliana, última fase da revolução conciliar antes do estabelecimento do Reinado do Anticristo. Visite o Canal Monte Carmelo no Youtube Canal no Telegram: https://t.me/canalmontecarmelo Doações ao Frei Tiago de São José: Banco do Brasil Ag: 0811-7 Cc: 51.850-6 Nome: Associação Mantenedora Mosteiro Santo Elias Cnpj: 11.540.103/0001-60 Email de contato: canalcarmelo@gmail.com #freitiagodesaojoseyoutube #lisboa2023 #papafranciscosinodo #freitiagodesaojosewikipedia #innogmg2023 #sínododelosobispos #reinodecristo #hinojmj2023letra #synod #sinododosbispos2023 #gmglisbona2023 #sínodo #freitiagoexpulsodeatibaia #papafranciscosinododosbispos2023 #SÍNODODOSBISPOS #hinojmj2023 #novidadespapaosínodo #freitiagodesãojosécontato #sínodo2022 #freitiagodesãojosécarmelita #freitiagojosé #sínododeobispos #FreiTiagodeSãoJosé #freitiagosãojosé #freitiagodesaojosefsspx #gmg2023 #sesionesdeescuchadelsínodo #sinodo2018 #freitiagodesaojosecarmelitaeremita #sinodo2023 #freitiago #quéeselsínodo #innogmg2023testo #freitiagomontecarmelo
- Mc 9, 38-43.45.47-48
APRENDER A AMAR E SERVIR Jesus continua a catequese com os discípulos, mediante algumas orientações práticas contra a ambição do poder. Mostra o equívoco da comunidade que proíbe alguém que não pertence ao grupo de retaliar um exorcismo em nome de Jesus, uma mentalidade de fechamento e arrogância. Devemos reconhecer e aceitar a presença e a ação do Espírito de Deus através de tantas pessoas boas que não praticam os mesmo ritos e devoções que nós praticamos, nem professam a mesma fé, mas são sinais vivos do amor de Deus neste mundo. Ninguém é proprietário de Deus ou de Cristo. Para Jesus o mais importante é o bem que qualquer pessoa possa realizar, independente de pertencer a este ou aquele grupo religioso. Um copo de água dado a quem tem sede é sempre bem-vindo, venha de onde vier. Jesus é muito firme quando lembra que não podemos escandalizar os pequenos, os fracos na fé. O escândalo acontece quando alguns brigam pelo poder e querem ser os maiores, e sempre bem servidos nos seus interesses. O escândalo desvia a pessoa do bom caminho, do seguimento de Jesus Cristo. Jesus usa figuras fortes: cortar à mão, o pé e arrancar o olho. Elas indicam o agir humano, apontam para o ser humano em ação. Os cortes radicais indicados por Jesus apontam para a exigência de eliminar o mal pela raiz, por impedir as pessoas de experimentarem a comunhão com o Pai. É preciso tirar de dentro do nosso coração tudo o que se opõe à mensagem de Jesus e causa danos aos que querem viver na fidelidade a Ele. O que se deve arrancar é a ambição de poder para dominar, aparecer e oprimir. Devemos aprender a trilhar caminho do amor e do serviço generoso. Rezemos: Senhor, quero fazer a sua vontade: Amar e servir. Acolher o bem com gratidão. LITURGIA DIÁRIA – 26/09/21 – 26º DOMINGO – TEMPO COMUM 422-682 | CAPÍTULO SEGUNDO #liturgiadiáriadehoje #homiliadiária #LITURGIACATÓLICA #reflexãobiblica #reflexãodoevangelho #liturgiacompleta #liturgiadiáriameditada #evangelhododiacomreflexão #evangelhocomreflexão #liturgiadehoje #LiturgiadaPalavra #liturgiadiáriacomentada #liturgiadiária #liturgia #reflexãodiária #liturgiadodia
- Ainda confusão nas intervenções do Papa Francisco
A conferência de imprensa do Santo Padre no regresso da sua viagem à Hungria e à Eslováquia suscitou, como em precedentes ocasiões semelhantes, profunda perplexidade e constrangimento em muitos fiéis. Aqui, queremos destacar apenas dois aspectos desta conferência de imprensa. O primeiro diz respeito ao conteúdo das afirmações do Papa sobre as uniões civis, o segundo diz respeito à forma das intervenções do Pontífice. Como é sabido, o Papa Francisco negou a liceidade moral dos “matrimónios” homossexuais, mas mostrou-se favorável a qualquer outro reconhecimento jurídico das relações homossexuais (e não é a primeira vez que isso acontece: o seu favor data, pelo menos, de quando era Arcebispo de Buenos Aires). A opinião do Papa entra em rota de colisão com as indicações expressas pela Congregação para a Doutrina da Fé (CDF) e contidas no documento, de 2003, Considerações sobre os projectos de reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais, documento que recebeu a aprovação explícita de João Paulo II. Nele encontramos escrito muito claramente: «Na presença do reconhecimento legal das uniões homossexuais […] é um dever opor-se-lhe de modo claro e incisivo. Há que abster-se de qualquer forma de cooperação formal na promulgação ou aplicação de leis tão gravemente injustas e, na medida do possível, abster-se também da cooperação material no plano da aplicação» (5). Mais adiante, o documento conclui assim: «A Igreja ensina que o respeito para com as pessoas homossexuais não pode levar, de modo nenhum, à aprovação do comportamento homossexual ou ao reconhecimento legal das uniões homossexuais. […] Reconhecer legalmente as uniões homossexuais ou equipará-las ao matrimónio, significaria, não só aprovar um comportamento errado, com a consequência de convertê-lo num modelo para a sociedade actual, mas também ofuscar valores fundamentais que fazem parte do património comum da humanidade» (11). A recusa expressa pela CDF baseia-se, em última instância, neste simples percurso lógico: se a homossexualidade é uma condição intrinsecamente desordenada, também as relações homossexuais o são e, portanto, não se pode legitimar o que é desordem para o homem e para a colectividade. Passemos ao segundo aspecto que queríamos destacar e que se refere à forma das intervenções do Papa Francisco, tanto escritas como orais, como a que aconteceu no regresso da sua última viagem apostólica. Agora está bem comprovado que a ancestralidade cultural do Santo Padre tem as suas raízes no imanentismo, no historicismo, na fenomenologia ética, uma abordagem que acantona na moral a metafísica e na fé o aflato transcendente. Em suma, uma visão do homem, do mundo e de Deus mais horizontal do que vertical. Portanto, se o paradigma de referência é o factual empírico, este, pela sua natureza, muda: tanto a verdade prática, que é a moral, quanto a verdade especulativa, que se refere ao ser, torna-se variável, passageira e, sobretudo, líquida, multiforme, de limites indeterminados, desvanecidos. O fluxo dos acontecimentos, por conseguinte, liquefaz a realidade, incluindo a própria identidade da Igreja Católica, e, por isso, para representar este fluxo é preferível usar um magistério narrativo, mais do que definidor (a História contada depois ensina): o primeiro é analítico, perde-se no particular e é necessariamente prolixo e verboso porque deve descrever tudo e não tem uma visão de conjunto da existência humana, pelo que, muitas vezes, flutua amiúde na dúvida; a segunda é sintética porque não descreve, mas prescreve após ter identificado a definição, porque identificou a identidade, ou seja, a verdade sobre as coisas, sobre os homens e sobre Deus. Daí a alergia às definições (veja-se a idiossincrasia de muitos católicos progressistas pelo Catecismo Maior) porque querem aproveitar a multiforme vida, formalizar o informal. Definir, de facto, significa determinar o perímetro, limitar, porque o fines é o confim, termo que se refere àqueles muros tão malvistos por muitos. Melhor escolher um andamento e um ritmo fluvial, nunca recto, mas sempre rico em curvas e sinuosidades. Esta linguagem embotada, oblíqua também é muito útil para perseguir alguns propósitos reformadores (rectius: demolidores) da doutrina. Para não suscitar muitos escândalos e muitas reacções negativas é melhor falar com a nora para que a sogra intenda, ou seja, é melhor optar pelo implícito do que pelo explícito, melhor atenuar do que especificar, esboçar que definir, generalizar que especificar, narrar ao invés de ensinar, sugerir que formar, evocar que especificar, sugerir e aludir do que apontar e determinar. Aqui está o recurso frequente e desenvolto às metáforas (por exemplo, a Igreja hospital de campanha) e às anedotas pessoais. De tal modo, se chamados ao banco dos réus, haverá sempre uma maneira para se defender, afirmando que uma tal heresia nunca foi expressa de forma explícita ou clara. Tommaso Scandroglio FONTE: https://www.diesirae.pt/ #papafrancisco
- ELOGIO DO QUINTAL
Antes que os quintais acabem, falemos das virtudes do quintal. Falemos em primeiro lugar da rosa, obra-prima de Deus. Vem-me logo à lembrança a pequena fábula contada pelo ateu Nikos Kazantzakis, primor de soberba e exagerada autoconfiança, em que a Urtiga chega para dona Roseira e pergunta: “Dona Roseira, como é que a senhora consegue fabricar uma rosa tão bonita?” A Roseira responde: “É que eu fico o dia inteiro, a noite inteira, a vida inteira só pensando numa coisa: na rosa.” Pobres de nós! Se a graça divina não me ajudar, como posso ter certeza de que terminarei esta pobre crônica? Mas sigamos pelo quintal. Falemos da abelha e do beija-flor. Dos canteiros, das nuvens, da lua (que é mais do quintal do que do céu). Falemos do céu e das árvores, dos pássaros e da brisa circular. Roupa verde do muro — e de crochê — vai a hera andeja com suas garras sutis (se deixar, sai do quintal e dá volta ao mundo). Antigamente, o muro era de barro, tinha formigas pretas e pacíficas que gostavam de circular pelas crianças, nas tardes distantes da rua Germano Moreira. Algumas vezes, chove no quintal. E então o quintal fica sozinho, ensimesmado, quieto, chorando gotas inconsoláveis do pé de jatobá. As árvores não sabem se esconder nas árvores, como os filhos se escondem nas mães e os corguinhos nos bosques. Elas permanecem imóveis e estóicas como bois no pasto. Mas logo passa a chuva e volta o sol, botando manchas de luz no chão das árvores — sol vazando móvel e trêmulo das folhas para brincar com as sombras do quintal. Tem mais sol do que chuva no quintal. O sol é o presidente do quintal. Nem as estrelas nem os passarinhos pedem licença para entrar aqui: o quintal é lugar deles. Tive três visitas num só dia: um sanhaço, um sabiá e um bentererê, que só conhecia do álbum e do disco do ornitólogo Dalgas Frisch. Espiavam-me distantes da goiabeira, com os pequenos olhos cheios de prudência; e com inteira razão. À maneira de São Francisco, falei para um desses leves donos do ar, um sabiá-laranjeira: — Todo cuidado com a gente é pouco, irmão sabiá. Não chega tão perto assim… Ele respondeu na flauta: — Que jeito continuar no mato? Encheram tudo de canaviais. — Mas de qualquer modo, cuidado. Sobretudo comigo: tenho uma gaiola vazia na dispensa… Ele me olhou com desprezo e bateu as asas, sumindo por aí.
- Lc 9, 43-45
Pela segunda vez, Jesus avisa os discípulos sobre seu fim trágico. Esta informação não entra na cabeças dos discípulos. Esse tipo de anuncio não se enquadra naquilo que eles esperam de Jesus. Os discípulos não conseguem conciliar poder com fraqueza: como pode cair “nas mãos dos homens”, aquele que expulsa as forças malignas? Para eles era incompreensível essa espécie de contradição. Para seguir um líder, antes precisamos conhecer seus projetos. A multiplicação dos pães, a pesca milagrosa, as curas e as próprias bem-aventuranças criaram um estado de ânimo favorável a Jesus. Mas era preciso acrescentar outra dimensão: o sofrimento. Isso eles não compreenderam e tinham medo de perguntar. Suspeitavam que a resposta viesse desestabilizá-los ainda mais. Seguir Jesus é caminhar a luz da fé. E não podemos ter medo de dar os passos necessários. Os discípulos foram desafiados a abrir mão de seus esquemas e pensar como Jesus. Este processo foi penoso, mas sem a disposição de pensar como Jesus, o discipulado fica inviabilizado. O passo da fé exige a postura previa do conhecimento e da aceitação do caminho, só então, é possível reconhecer no crucificado, o Messias, o Filho querido do Pai. Os discípulos só entenderão o ensinamento com clareza, após a ressurreição quando Jesus abrir a inteligência deles para compreenderem as Escrituras: “Está escrito que o Messias, tinha que sofrer e ressuscitar dos mortos no terceiro dia” (Lc 24, 45). Rezemos: Senhor, abre a minha mente e me ajude a pensar igualmente a Ti. Ser obediente ao Pai no despojamento de si. Lc 6, 43-49 #liturgiadiária26092020evangelholc94345 #liturgiadiáriadehoje #homiliadiária #evangelhododia #EVANGELHODEJESUSCRISTO #ReflexãodaliturgiadiáriaEvangelhodeLc94345 #evangelhonarrado #reflexãodoevangelho #EVANGELHODODIADEHOJE #palavradedeus #evangelhododiacomreflexão #evangelhodelucas #evangelhocomreflexão #liturgiadehoje #LiturgiadaPalavra #evangelho #evangelhodehoje #liturgiadiária #liturgia #santoevangelho
- Como Nossa Senhora expulsou o Comunismo do Brasil através do Rosário – 1964
O rosário é uma arma espiritual de destruição em massa, deixando o pecado em seu rastro e preparando o terreno para milagres, conversões e vitórias sobre o mal, alcançadas por Jesus por intercessão de sua Santa Mãe. São as orações da vida de Cristo por meio de Maria – assim como ele escolheu vir até nós por meio de sua encarnação. Há uma razão pela qual a Mãe Santíssima nos disse em muitas de suas aparições para rezarmos o rosário diariamente. Histórias de orações respondidas por meio do rosário abundam. Um grande exemplo disso é como a oração expulsou o comunismo no Brasil. Em 1964, no Brasil, o presidente João Goulart tentava organizar a passagem de seu país para o comunismo, segundo o modelo de Cuba. Ele conseguira infiltrar tanto os cargos importantes quanto as escolas e universidades da maior parte do país. Todavia, durante quase todo o ano precedente, o Padre Patrick Peyton, da Congregação de Santa Cruz, havia pregado uma cruzada do Rosário, percorrendo o país afim de convencer os fiéis a voltarem-se para Nossa Senhora. O povo se lembra disso no momento de perigo. As primeiras pessoas a mobilizarem-se foram as mulheres brasileiras, desfilando pelas ruas da cidade rezando o terço. Uma vez, na cidade de Belo Horizonte, elas (em número de três mil) impediram uma conferência de Leonel Brizola, representante de Cuba, invadindo a sala onde ele devia falar; todas elas rezando o Rosário. Ao sair, Brizola encontra as ruas igualmente cheias, a perder de vista, de mulheres em oração. E ele deixa a cidade com, no bolso, um dos discursos mais incendiários de sua carreira… o qual ele não pôde pronunciar. Em 13 de março, Goulart decreta a mudança da Constituição, a abolição do congresso e a confiscação das indústrias e das fazendas. Isso desencadeia uma reação por parte das mulheres. O texto seguinte foi propagado em todo o Brasil: “Este país imenso e maravilhoso, com o qual o bom Deus nos presenteou, está num perigo extremo. Nós permitimos que homens de uma ambição sem limites, desprovidos de toda fé cristã e de todo escrúpulo lançassem nosso povo na miséria, destruíssem nossa economia, perturbassem nossa paz social, semeassem o ódio e o desespero. Eles infiltraram nossa nação, nossas administrações, nosso exército, e até nossa Igreja, com os servos de um totalitarismo que nos é estranho e que destruiria tudo o que possuímos. (…) Santa Mãe de Deus, protegei-nos do destino que nos ameaça, e afastai de nós os sofrimentos infligidos às mulheres martirizadas de Cuba, da Polônia, da Hungria e das outras nações reduzidas à escravidão”. Novas e grandiosas “marchas do terço” foram organizadas em todo o país, das quais participaram homens, mulheres e jovens, enquanto Luiz Carlos Prestes, líder do Partido Comunista Brasileiro, provocava-os, dizendo: “O poder, nós já o temos”. Leia também Católico que professa comunismo está excomungado, lembra padre Mas, pouco a pouco, o presidente se sente pressionado de todas as partes. Os governadores dos estados, os deputados, os generais do exército, um por um, separaram-se dele. No dia 26 de março, para salvar o país, os militares tomam o poder, sem derramar sequer uma gota de sangue. Goulart e os líderes comunistas dos sindicatos fogem. Em 2 de abril, toda a população do Rio e das redondezas estava na rua para uma gigantesca marcha de oração, a qual foi uma apoteose de ação de graças a Nosso Senhor e Nossa Senhora. Em julho, o Padre Valério Alberton, Promotor das Confrarias Marianas do Brasil, vai a Fátima agradecer à Santíssima Virgem a salvaguarda de seu país. “Nós vencemos graças a Nossa Senhora do Rosário”, declara ele. “É a mensagem de Fátima, posta em prática no Brasil, o que nos salvou”. […] O repetidos apelos à oração e à penitência, segundo o espírito de Fátima, revivem a fé, que move montanhas, e o impossível se realiza: o milagre de uma guerra vencida sem nenhuma gota de sangue. O comando contrarrevolucionário previa ao menos três meses de luta intensa. Ora, uma força, humanamente falando inexplicável, faz desmoronar, como um castelo de cartas, todo o dispositivo militar, paciente e diabolicamente edificado durante muitos anos. A evidência da graça é tamanha que todos ficam convencidos de que tudo aquilo não tinha explicação humana. Os chefes militares e civis da contrarrevolução são quase unânimes em atribuir esta vitória a uma graça especial da Santíssima Virgem. Muitos declaram que o Rosário foi a arma decisiva” (Voz de Fátima, outubro 1964) 2. _________ Notas: 1 – Durante os acontecimentos, essas confrarias haviam inscritos 200.000 homens e pessoas jovens em seus registros, verdadeiro exército pacífico a serviço de Nossa Senhora. 2 – Estas informações foram recolhidas em um suplemento em “Defense du Foyer”, nº especial de primavera, 1965. Revista dos Dominicanos de Avrillé: Le Sel de la Terre” Irineu Marques da Fonseca Neto é acadêmico da UCDB Leia também Revolução e guerra civil: Uma profecia para o Brasil Saiba mais detalhe sobre quando um Exército de Mulheres armadas com o Rosário derrotaram o comunismo Em 1964 os comunistas estavam tão seguros de tomar o poder no Brasil que o secretário do partido em Moscou avisou à imprensa internacional com algumas semanas de antecedência do dia exato em que o martelo e a foice se dominariam sobre aquele vasto e estrategicamente importante país. “Todas as posições-chave estavam nas mãos de conhecidos comunistas ou amigos comunistas”, relatou o Pe. Valerio Alberton SJ, vice-diretor da Federação Nacional das Congregações Marianas do Brasil. “A infiltração também atingiu profundamente as faculdades católicas. Agrupamentos comunistas foram encontrados até mesmo em nossas escolas secundárias. Nem mesmo as associações católicas escaparam desse destino. “Foi terrível.” No último momento, foi organizada uma Cruzada do Rosário em todo o país. Milhões imploraram ao Imaculado Coração de Maria para salvá-los. Uma enorme reunião de 600.000 mulheres marchou pelo centro de São Paulo em 19 de março de 1964, rezando o terço por três horas. ‘Mãe de Deus’, gritavam elas, ‘salva-nos do destino e do martírio das mulheres de Cuba, Polônia e Hungria e de outras nações escravizadas’. Coisas semelhantes aconteceram em outras cidades. O presidente comunista Goulart fugiu da cidade do Rio de Janeiro em 1º de abril, quando viu a grande onda de revolta contra ele. Mais tarde, ele fugiu do país enquanto os militares, já fortemente infiltrados, se voltaram, por mais do que pela metade, ao lado do povo. “E a sombra vermelha passou pelo Brasil.”(Francis Johnston, Fatima The Great Sign, p. 136s). João Goulart Que alegria do povo com a vitória! “No Rio de Janeiro e em outras cidades a […] [vitória sobre os comunistas] foi celebrada efusivamente. Nas ruas do Rio e na praia de Copacabana, havia uma espécie de ambiente carnavalesco. Em São Paulo, onde a resistência contra Goulart havia sido a mais feroz, choviam confetes dos arranha-céus, centenas de carros davam concertos de buzina, etc.” (Frankfurter Allgemeine Zeitung 3.4.1964, p. 1). Pois “assim, o Brasil foi salvo da cubanização e de uma entrega ao comunismo.” Diversos relatórios revelam, cada um deles, aspectos diversos do evento pouco conhecido. Portanto, ao menos, mais um deve ser adicionado aqui: “Todo o país estava em crise econômica e social, mas a Igreja permaneceu firme. O corajoso Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Jaime de Barros Câmara, falou na rádio todas as semanas para avisar ao povo que o governo estava prestes a levar os Vermelhos ao poder. Dom Jaime de Barros Câmara O Cardeal pediu ao povo do Brasil para rezar e fazer penitência, como Nossa Senhora de Fátima havia pedido. Ele disse que esta era a única maneira de salvar o Brasil. Vários outros bispos brasileiros fizeram coisas semelhantes. Os católicos brasileiros ouviram estes repetidos pedidos. Eles se voltaram para rezar o terço. Nessa época, o governo de Goulart havia se movido tanto para a esquerda e seu governo estava tão infiltrado com os comunistas que a conversão parecia quase impossível. […] Goulart enviou seus companheiros vermelhos para convencer o povo de que sua política era a correta. Seu cunhado, Leonel Brizola, um dos mais poderosos promotores comunistas do governo, foi enviado para a região de Belo Horizonte para um grande congresso de reforma agrária. Quando Brizola entrou no salão em que deveria falar, ele o encontrou lotado de gente. Estava tão lotado que ele não conseguia se fazer entender sobre o ruído dos terços e o murmúrio de 3.000 mulheres orando pela libertação de sua terra. Quando ele saiu, Brizola encontrou as ruas igualmente cheias de brasileiros orando até onde seu olho podia ver. Então ele deixou Belo Horizonte em fúria.” “Em 19 de março, as mulheres de São Paulo bloquearam as ruas largas de seus bairros comerciais no que chamaram de ‘Marcha da Família com Deus pela Liberdade’. Com livros de oração e rosários em suas mãos, o grande exército de mais de 600.000 pessoas marchou firme e solenemente sob bandeiras anticomunistas. Uma declaração preparada pelas mulheres dizia: ‘Mãe de Deus nos salve do destino e do martírio das mulheres de Cuba, Polônia, Hungria e outras nações escravizadas’. Os espectadores chamaram a marcha por São Paulo ‘a demonstração mais comovente da história do Brasil’.” “Nos dias seguintes foram planejadas demonstrações semelhantes para algumas capitais de outros estados [brasileiros]. Os esforços do governo para desencorajá-los e as ameaças da polícia controlada pelo governo vermelho para detê-los fracassaram e não conseguiram deter a cruzada das mulheres. A ajuda adicional dos militares e da Igreja contra o governo vermelho finalmente forçou Goulart a fugir para o Uruguai em 1º de abril. A maioria de seus funcionários comunistas nomeados saiu correndo do país no mesmo dia, muitos deles para Cuba. No dia seguinte à revolução anticomunista sem derramamento de sangue, o povo brasileiro lembrou-se do que realmente tornou possível essa vitória: o Rosário. As mulheres haviam planejado uma ‘Marcha da Família com Deus pela Liberdade’ para o 2 de abril no Rio de Janeiro quando um funcionário do novo governo sugeriu que ela fosse cancelada por causa do risco de violência. As mulheres, no entanto, disseram não a isso. Um de seus líderes disseram que a marcha seria agora chamada de ‘Marcha de Ação de Graças a Deus’. Disseram que ‘esta marcha provará ao mundo que esta é uma verdadeira revolução do povo – uma marcha de votação pela verdadeira democracia.’” (The Mindszenty Report, maio de 1972, p. 3). O então bispo de Regensburgo (Alemanha) Rudolf Graber († 1992) também relata os acontecimentos e deixa claro que a conversão não pode ser simplesmente explicada por uma intervenção óbvia dos militares: “Como foi isso? Conto o que um bispo brasileiro, que esteve intimamente envolvido, me disse no ano passado e o que ele me repetiu este ano, a meu pedido, em 23 de agosto. Digo isso de forma resumida, em estilo telegrama: Perigo de uma tomada de poder comunista. Governo fraco, solidário com os comunistas. Exército e Marinha já montados e pouco confiáveis. O Rosário está sendo rezado em todo o país, em palácios e cabanas. Eles sabem o que está em jogo: que Maria deve salvar o Brasil. Em 12 de março, uma grande reunião comunista foi convocada na cidade natal do bispo. Durante horas de antecedência, os fiéis ocuparam o salão. O secretário do bispo começou a rezar o terço. Há um tumulto. Eles querem falar à força! Mas as mulheres derrubam a mesa e o salão de conferências. Polícia, gás lacrimogêneo. A reunião não pôde ser realizada. Isso é o que aos vitoriosos comunistas quebravam as costas. Em São Paulo, o destino do país será decidido. Uma procissão foi organizada e vários milhares de participantes eram esperados, mas um milhão veio com o rosário. O exército passa para o lado do povo. Uma estátua de Nossa Senhora, carregada em procissão indo em encontro às tropas, é recebida pelos soldados e conduzida à igreja. O governo declara a sua renúncia. Nenhum tiro disparado, nenhum derramamento de sangue, nenhuma sabotagem, nenhuma explosão, nada. O Ministro da Aviação diz: “É claro que não se pode explicar isso. Foi assim que Maria salvou o Brasil.” (Rudolf Graber, Maria. Jungfrau – Mutter – Königin, St. Augustin 1976, p. 34s). Um outro relato suplementar desses eventos pouco conhecidos mostra até que ponto o processo revolucionário comunista havia progredido e como era surpreendente a vitória contra os comunistas: Em 1964, o Brasil estava em um estado muito perigoso. Um jornalista escreveu: “A chegada do comunismo no Brasil parecia iminente. Mas não veio; graças ao poder do Rosário.” O que aconteceu foi o seguinte: Toda a vida pública do país foi abertamente orientada pelas autoridades para o marxismo. Isto se aplicava tanto à política quanto à economia e à educação pública. Nada pior poderia ser imaginado. Os erros do marxismo foram até introduzidos no clero. Confusões de natureza ideológica são encontradas também no clero jovem. Mas as pessoas mantiveram seus olhos abertos. Eles reagiram e começaram a rezar o Terço. Antes de tudo, mulheres simples e piedosas começaram a rezar… Seguiram-se homens e jovens rapazes. A televisão fazia gravações e mostrava programas onde se via como as mulheres se opunham ao comunismo. Foi isto que salvou o Brasil no último momento: a oração do Terço. Em julho de 1964, o fundador das Associações Marianas Brasileiras, Padre Valerio Alberton, viajou para Fátima para agradecer à Santíssima Virgem a salvação de seu país. Isto foi o que ele disse e escreveu (publicamente): “Ganhamos graças à Rainha do Rosário. Esta é a mensagem de Fátima, como vivida no Brasil, que nos salvou a tempo… A situação em meu país era muito grave. Todos os aspectos da sociedade foram minados. As posições-chave estavam nas mãos de comunistas conhecidos ou daqueles que os promoveram. As associações eram controladas em sua maioria por eles.” “Greves constantes, muitas das quais de natureza abertamente política, causaram desordem em todos os lugares. As próprias universidades foram infectadas. Eu mesmo percebi a gravidade da situação quando, de novembro de 1963 a março de 1964, fui a todas as capitais do Brasil, onde estive em contato com o meio universitário. Em meados de março terminei minhas viagens com a conclusão final: é um fato que a Igreja perdeu as universidades… A penetração das faculdades católicas foi muito profunda. Mesmo em nossas escolas secundárias existiam células comunistas. As associações católicas também não foram poupadas.” “Só restava uma esperança: a devoção a Nossa Senhora… Repetidos apelos à oração e à penitência, de acordo com o espírito de Fátima, deram vida à fé, e uma fé que pode mover montanhas. Assim, o incrível aconteceu: A guerra foi vencida sem uma gota de sangue derramado.” “O grupo de comando antirrevolucionário esperava uma luta amarga de pelo menos três meses. Mas uma força inexplicável em termos humanos causou o colapso de toda a organização militar – uma organização que tinha sido construída ao longo dos anos com paciência e intenção diabólica entrou em colapso como um castelo de cartas. O trabalho da Graça era tão óbvio que todos estavam convencidos de que ela não poderia ser explicada pelo homem. Os líderes militares e civis da antirrevolução atribuíram quase unanimemente esta vitória a uma graça especial da Santíssima Virgem. Muitos declararam que o Rosário era a arma decisiva.” “Diante desta situação perigosa, as organizações católicas reuniram todas as suas forças para o serviço da Santíssima Virgem. Duzentos mil homens e jovens, matriculados juntos em duas mil congregações marianas, formaram um exército pacífico para a batalha pela paz.” “As mulheres dão o exemplo através de sua coragem e confiança em Nossa Senhora. Elas e seus filhos distribuíram milhares de panfletos com a oração ‘Mãe bendita, protege-nos e liberta-nos do sofrimento…’. As mulheres andavam pelas ruas rezando o Terço e entoando o Terço em voz alta.” “Em 19 de março de 1964, foi organizada a ‘Marcha da Família pela Paz, com a Ajuda de Deus’. Toda semana, o Cardeal Arcebispo do Rio de Janeiro exortava os católicos a estarem vigilantes, pedindo-lhes que rezassem e fizessem penitência de acordo com o espírito de Fátima, a fim de obter a graça de Deus por intercessão de Nossa Senhora.” “Embora seja verdade que muitos problemas permanecem na região, também é verdade que em 31 de março de 1964, sem conflito armado e sem derramamento de sangue, a hora da liberdade e da paz chegou.” (Pe. P. Leite SJ, The Rosary, Arm of Peace, em: The Fatima Crusader, Outono de 1993). Os diários alemães da época acrescentam que antes da revolta, a agitação esquerdista já estava muito avançada “… até finalmente o Comando Geral dos Trabalhadores, formado por líderes sindicais radicais de esquerda, já quase formava um governo subordinado” (Frankfurter Allgemeine Zeitung = FAZ 9.4.1964, p. 2). “No Departamento de Estado (dos Estados Unidos), considerou-se que Goulart queria proclamar um ‘regime socialista’ em 1º de maio com a ajuda dos sindicatos comunistas, especialmente no nordeste do país.” (FAZ 3.4.1964, p. 4). Como poderia ter chegado facilmente a uma guerra civil! Na quarta-feira de Páscoa, ou seja, 1º de abril, o Presidente Goulart deixou o Rio de Janeiro, fugindo de uma revolta popular que se espalhou rapidamente na cidade (FAZ 2.4.1964, p. 1). Também em outros locais as pessoas se levantaram, especialmente em São Paulo. Imediatamente depois, os militares intervieram. As emissoras do governo do presidente então ameaçaram os “rebeldes” com uma vingança sangrenta (FAZ 9.4.1964, p. 2). Goulart já havia anunciado após sua manifestação proibida de 13 de março que organizaria tais manifestações em outras cidades e anunciou: “Se [então] o Congresso [Parlamento] continuasse a resistir à [suposta] demanda do povo, […] haveria envolvimentos sangrentos” (FAZ 1.4.1964, p. 1). Partes do exército ficaram ao lado do Presidente Goulart até o final. Isso poderia facilmente ter se tornado muito perigoso: “As partes do Terceiro Exército que ficaram ao lado de Goulart até o final, no entanto, recusaram-se a lutar contra os ‘rebeldes’” (FAZ 4.4.1964, p. 1). Quão facilmente as coisas poderiam ter acontecido de maneira diferente! O sucesso em resistir à cubanização não era de forma alguma uma conclusão inevitável: “Diz-se que o general do exército [Castelo Branco], de 63 anos, juntou-se à revolta contra Goulart apenas no último minuto. Sem sua participação, o contra-golpe não teria sido possível” (FAZ 6.4.1964, p. 5). Outros incidentes também correram surpreendentemente bem, o que normalmente poderia ter tido consequências terríveis: “As tropas destacadas do estado vizinho do Paraná sob as ordens de Goulart contra a separatividade de São Paulo, juntaram-se à ‘rebelião’ lá.” (FAZ 2.4.1964, p. 1). O presidente americano Johnson expressou sua admiração pelo fato de o Brasil ter enfrentado essas dificuldades dentro da estrutura das regras democráticas e sem guerra civil (FAZ 4.4.1964, p. 3). A fim de mostrar a atração enfática dos católicos brasileiros por Nossa Senhora de Fátima, deve-se mencionar também que o Brasil já se havia consagrado ao Imaculado Coração de Maria em 1946. O Movimento do Rosário no Brasil também está vinculado às aparições de Fátima. Em 1942, Padre Patrick Peyton CSC, que fora curado de tuberculose pulmonar grave em Fátima, começou a pregar a Cruzada do Rosário da Família pelo rádio, na América do Norte. Em 1952, esta cruzada tinha quatro milhões de membros, e era este movimento que deveria desempenhar também um papel decisivo na libertação do Brasil da ameaça comunista em 1964. Com informações de Capela Nossa Senhora das Vitórias e OreBrasil Leia também O alerta de Nossa Senhora para o Brasil #Brasil #Comunismo #NossaSenhora #Oração
- Como Nossa Senhora expulsou o Comunismo do Brasil através do Rosário – 1964
O rosário é uma arma espiritual de destruição em massa, deixando o pecado em seu rastro e preparando o terreno para milagres, conversões e vitórias sobre o mal, alcançadas por Jesus por intercessão de sua Santa Mãe. São as orações da vida de Cristo por meio de Maria – assim como ele escolheu vir até nós por meio de sua encarnação. Há uma razão pela qual a Mãe Santíssima nos disse em muitas de suas aparições para rezarmos o rosário diariamente. Histórias de orações respondidas por meio do rosário abundam. Um grande exemplo disso é como a oração expulsou o comunismo no Brasil. Em 1964, no Brasil, o presidente João Goulart tentava organizar a passagem de seu país para o comunismo, segundo o modelo de Cuba. Ele conseguira infiltrar tanto os cargos importantes quanto as escolas e universidades da maior parte do país. Todavia, durante quase todo o ano precedente, o Padre Patrick Peyton, da Congregação de Santa Cruz, havia pregado uma cruzada do Rosário, percorrendo o país afim de convencer os fiéis a voltarem-se para Nossa Senhora. O povo se lembra disso no momento de perigo. As primeiras pessoas a mobilizarem-se foram as mulheres brasileiras, desfilando pelas ruas da cidade rezando o terço. Uma vez, na cidade de Belo Horizonte, elas (em número de três mil) impediram uma conferência de Leonel Brizola, representante de Cuba, invadindo a sala onde ele devia falar; todas elas rezando o Rosário. Ao sair, Brizola encontra as ruas igualmente cheias, a perder de vista, de mulheres em oração. E ele deixa a cidade com, no bolso, um dos discursos mais incendiários de sua carreira… o qual ele não pôde pronunciar. Em 13 de março, Goulart decreta a mudança da Constituição, a abolição do congresso e a confiscação das indústrias e das fazendas. Isso desencadeia uma reação por parte das mulheres. O texto seguinte foi propagado em todo o Brasil: “Este país imenso e maravilhoso, com o qual o bom Deus nos presenteou, está num perigo extremo. Nós permitimos que homens de uma ambição sem limites, desprovidos de toda fé cristã e de todo escrúpulo lançassem nosso povo na miséria, destruíssem nossa economia, perturbassem nossa paz social, semeassem o ódio e o desespero. Eles infiltraram nossa nação, nossas administrações, nosso exército, e até nossa Igreja, com os servos de um totalitarismo que nos é estranho e que destruiria tudo o que possuímos. (…) Santa Mãe de Deus, protegei-nos do destino que nos ameaça, e afastai de nós os sofrimentos infligidos às mulheres martirizadas de Cuba, da Polônia, da Hungria e das outras nações reduzidas à escravidão”. Novas e grandiosas “marchas do terço” foram organizadas em todo o país, das quais participaram homens, mulheres e jovens, enquanto Luiz Carlos Prestes, líder do Partido Comunista Brasileiro, provocava-os, dizendo: “O poder, nós já o temos”. Leia também Católico que professa comunismo está excomungado, lembra padre Mas, pouco a pouco, o presidente se sente pressionado de todas as partes. Os governadores dos estados, os deputados, os generais do exército, um por um, separaram-se dele. No dia 26 de março, para salvar o país, os militares tomam o poder, sem derramar sequer uma gota de sangue. Goulart e os líderes comunistas dos sindicatos fogem. Em 2 de abril, toda a população do Rio e das redondezas estava na rua para uma gigantesca marcha de oração, a qual foi uma apoteose de ação de graças a Nosso Senhor e Nossa Senhora. Em julho, o Padre Valério Alberton, Promotor das Confrarias Marianas do Brasil, vai a Fátima agradecer à Santíssima Virgem a salvaguarda de seu país. “Nós vencemos graças a Nossa Senhora do Rosário”, declara ele. “É a mensagem de Fátima, posta em prática no Brasil, o que nos salvou”. […] O repetidos apelos à oração e à penitência, segundo o espírito de Fátima, revivem a fé, que move montanhas, e o impossível se realiza: o milagre de uma guerra vencida sem nenhuma gota de sangue. O comando contrarrevolucionário previa ao menos três meses de luta intensa. Ora, uma força, humanamente falando inexplicável, faz desmoronar, como um castelo de cartas, todo o dispositivo militar, paciente e diabolicamente edificado durante muitos anos. A evidência da graça é tamanha que todos ficam convencidos de que tudo aquilo não tinha explicação humana. Os chefes militares e civis da contrarrevolução são quase unânimes em atribuir esta vitória a uma graça especial da Santíssima Virgem. Muitos declaram que o Rosário foi a arma decisiva” (Voz de Fátima, outubro 1964) 2. _________ Notas: 1 – Durante os acontecimentos, essas confrarias haviam inscritos 200.000 homens e pessoas jovens em seus registros, verdadeiro exército pacífico a serviço de Nossa Senhora. 2 – Estas informações foram recolhidas em um suplemento em “Defense du Foyer”, nº especial de primavera, 1965. Revista dos Dominicanos de Avrillé: Le Sel de la Terre” Irineu Marques da Fonseca Neto é acadêmico da UCDB Leia também Revolução e guerra civil: Uma profecia para o Brasil Saiba mais detalhe sobre quando um Exército de Mulheres armadas com o Rosário derrotaram o comunismo Em 1964 os comunistas estavam tão seguros de tomar o poder no Brasil que o secretário do partido em Moscou avisou à imprensa internacional com algumas semanas de antecedência do dia exato em que o martelo e a foice se dominariam sobre aquele vasto e estrategicamente importante país. “Todas as posições-chave estavam nas mãos de conhecidos comunistas ou amigos comunistas”, relatou o Pe. Valerio Alberton SJ, vice-diretor da Federação Nacional das Congregações Marianas do Brasil. “A infiltração também atingiu profundamente as faculdades católicas. Agrupamentos comunistas foram encontrados até mesmo em nossas escolas secundárias. Nem mesmo as associações católicas escaparam desse destino. “Foi terrível.” No último momento, foi organizada uma Cruzada do Rosário em todo o país. Milhões imploraram ao Imaculado Coração de Maria para salvá-los. Uma enorme reunião de 600.000 mulheres marchou pelo centro de São Paulo em 19 de março de 1964, rezando o terço por três horas. ‘Mãe de Deus’, gritavam elas, ‘salva-nos do destino e do martírio das mulheres de Cuba, Polônia e Hungria e de outras nações escravizadas’. Coisas semelhantes aconteceram em outras cidades. O presidente comunista Goulart fugiu da cidade do Rio de Janeiro em 1º de abril, quando viu a grande onda de revolta contra ele. Mais tarde, ele fugiu do país enquanto os militares, já fortemente infiltrados, se voltaram, por mais do que pela metade, ao lado do povo. “E a sombra vermelha passou pelo Brasil.”(Francis Johnston, Fatima The Great Sign, p. 136s). João Goulart Que alegria do povo com a vitória! “No Rio de Janeiro e em outras cidades a […] [vitória sobre os comunistas] foi celebrada efusivamente. Nas ruas do Rio e na praia de Copacabana, havia uma espécie de ambiente carnavalesco. Em São Paulo, onde a resistência contra Goulart havia sido a mais feroz, choviam confetes dos arranha-céus, centenas de carros davam concertos de buzina, etc.” (Frankfurter Allgemeine Zeitung 3.4.1964, p. 1). Pois “assim, o Brasil foi salvo da cubanização e de uma entrega ao comunismo.” Diversos relatórios revelam, cada um deles, aspectos diversos do evento pouco conhecido. Portanto, ao menos, mais um deve ser adicionado aqui: “Todo o país estava em crise econômica e social, mas a Igreja permaneceu firme. O corajoso Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Jaime de Barros Câmara, falou na rádio todas as semanas para avisar ao povo que o governo estava prestes a levar os Vermelhos ao poder. Dom Jaime de Barros Câmara O Cardeal pediu ao povo do Brasil para rezar e fazer penitência, como Nossa Senhora de Fátima havia pedido. Ele disse que esta era a única maneira de salvar o Brasil. Vários outros bispos brasileiros fizeram coisas semelhantes. Os católicos brasileiros ouviram estes repetidos pedidos. Eles se voltaram para rezar o terço. Nessa época, o governo de Goulart havia se movido tanto para a esquerda e seu governo estava tão infiltrado com os comunistas que a conversão parecia quase impossível. […] Goulart enviou seus companheiros vermelhos para convencer o povo de que sua política era a correta. Seu cunhado, Leonel Brizola, um dos mais poderosos promotores comunistas do governo, foi enviado para a região de Belo Horizonte para um grande congresso de reforma agrária. Quando Brizola entrou no salão em que deveria falar, ele o encontrou lotado de gente. Estava tão lotado que ele não conseguia se fazer entender sobre o ruído dos terços e o murmúrio de 3.000 mulheres orando pela libertação de sua terra. Quando ele saiu, Brizola encontrou as ruas igualmente cheias de brasileiros orando até onde seu olho podia ver. Então ele deixou Belo Horizonte em fúria.” “Em 19 de março, as mulheres de São Paulo bloquearam as ruas largas de seus bairros comerciais no que chamaram de ‘Marcha da Família com Deus pela Liberdade’. Com livros de oração e rosários em suas mãos, o grande exército de mais de 600.000 pessoas marchou firme e solenemente sob bandeiras anticomunistas. Uma declaração preparada pelas mulheres dizia: ‘Mãe de Deus nos salve do destino e do martírio das mulheres de Cuba, Polônia, Hungria e outras nações escravizadas’. Os espectadores chamaram a marcha por São Paulo ‘a demonstração mais comovente da história do Brasil’.” “Nos dias seguintes foram planejadas demonstrações semelhantes para algumas capitais de outros estados [brasileiros]. Os esforços do governo para desencorajá-los e as ameaças da polícia controlada pelo governo vermelho para detê-los fracassaram e não conseguiram deter a cruzada das mulheres. A ajuda adicional dos militares e da Igreja contra o governo vermelho finalmente forçou Goulart a fugir para o Uruguai em 1º de abril. A maioria de seus funcionários comunistas nomeados saiu correndo do país no mesmo dia, muitos deles para Cuba. No dia seguinte à revolução anticomunista sem derramamento de sangue, o povo brasileiro lembrou-se do que realmente tornou possível essa vitória: o Rosário. As mulheres haviam planejado uma ‘Marcha da Família com Deus pela Liberdade’ para o 2 de abril no Rio de Janeiro quando um funcionário do novo governo sugeriu que ela fosse cancelada por causa do risco de violência. As mulheres, no entanto, disseram não a isso. Um de seus líderes disseram que a marcha seria agora chamada de ‘Marcha de Ação de Graças a Deus’. Disseram que ‘esta marcha provará ao mundo que esta é uma verdadeira revolução do povo – uma marcha de votação pela verdadeira democracia.’” (The Mindszenty Report, maio de 1972, p. 3). O então bispo de Regensburgo (Alemanha) Rudolf Graber († 1992) também relata os acontecimentos e deixa claro que a conversão não pode ser simplesmente explicada por uma intervenção óbvia dos militares: “Como foi isso? Conto o que um bispo brasileiro, que esteve intimamente envolvido, me disse no ano passado e o que ele me repetiu este ano, a meu pedido, em 23 de agosto. Digo isso de forma resumida, em estilo telegrama: Perigo de uma tomada de poder comunista. Governo fraco, solidário com os comunistas. Exército e Marinha já montados e pouco confiáveis. O Rosário está sendo rezado em todo o país, em palácios e cabanas. Eles sabem o que está em jogo: que Maria deve salvar o Brasil. Em 12 de março, uma grande reunião comunista foi convocada na cidade natal do bispo. Durante horas de antecedência, os fiéis ocuparam o salão. O secretário do bispo começou a rezar o terço. Há um tumulto. Eles querem falar à força! Mas as mulheres derrubam a mesa e o salão de conferências. Polícia, gás lacrimogêneo. A reunião não pôde ser realizada. Isso é o que aos vitoriosos comunistas quebravam as costas. Em São Paulo, o destino do país será decidido. Uma procissão foi organizada e vários milhares de participantes eram esperados, mas um milhão veio com o rosário. O exército passa para o lado do povo. Uma estátua de Nossa Senhora, carregada em procissão indo em encontro às tropas, é recebida pelos soldados e conduzida à igreja. O governo declara a sua renúncia. Nenhum tiro disparado, nenhum derramamento de sangue, nenhuma sabotagem, nenhuma explosão, nada. O Ministro da Aviação diz: “É claro que não se pode explicar isso. Foi assim que Maria salvou o Brasil.” (Rudolf Graber, Maria. Jungfrau – Mutter – Königin, St. Augustin 1976, p. 34s). Um outro relato suplementar desses eventos pouco conhecidos mostra até que ponto o processo revolucionário comunista havia progredido e como era surpreendente a vitória contra os comunistas: Em 1964, o Brasil estava em um estado muito perigoso. Um jornalista escreveu: “A chegada do comunismo no Brasil parecia iminente. Mas não veio; graças ao poder do Rosário.” O que aconteceu foi o seguinte: Toda a vida pública do país foi abertamente orientada pelas autoridades para o marxismo. Isto se aplicava tanto à política quanto à economia e à educação pública. Nada pior poderia ser imaginado. Os erros do marxismo foram até introduzidos no clero. Confusões de natureza ideológica são encontradas também no clero jovem. Mas as pessoas mantiveram seus olhos abertos. Eles reagiram e começaram a rezar o Terço. Antes de tudo, mulheres simples e piedosas começaram a rezar… Seguiram-se homens e jovens rapazes. A televisão fazia gravações e mostrava programas onde se via como as mulheres se opunham ao comunismo. Foi isto que salvou o Brasil no último momento: a oração do Terço. Em julho de 1964, o fundador das Associações Marianas Brasileiras, Padre Valerio Alberton, viajou para Fátima para agradecer à Santíssima Virgem a salvação de seu país. Isto foi o que ele disse e escreveu (publicamente): “Ganhamos graças à Rainha do Rosário. Esta é a mensagem de Fátima, como vivida no Brasil, que nos salvou a tempo… A situação em meu país era muito grave. Todos os aspectos da sociedade foram minados. As posições-chave estavam nas mãos de comunistas conhecidos ou daqueles que os promoveram. As associações eram controladas em sua maioria por eles.” “Greves constantes, muitas das quais de natureza abertamente política, causaram desordem em todos os lugares. As próprias universidades foram infectadas. Eu mesmo percebi a gravidade da situação quando, de novembro de 1963 a março de 1964, fui a todas as capitais do Brasil, onde estive em contato com o meio universitário. Em meados de março terminei minhas viagens com a conclusão final: é um fato que a Igreja perdeu as universidades… A penetração das faculdades católicas foi muito profunda. Mesmo em nossas escolas secundárias existiam células comunistas. As associações católicas também não foram poupadas.” “Só restava uma esperança: a devoção a Nossa Senhora… Repetidos apelos à oração e à penitência, de acordo com o espírito de Fátima, deram vida à fé, e uma fé que pode mover montanhas. Assim, o incrível aconteceu: A guerra foi vencida sem uma gota de sangue derramado.” “O grupo de comando antirrevolucionário esperava uma luta amarga de pelo menos três meses. Mas uma força inexplicável em termos humanos causou o colapso de toda a organização militar – uma organização que tinha sido construída ao longo dos anos com paciência e intenção diabólica entrou em colapso como um castelo de cartas. O trabalho da Graça era tão óbvio que todos estavam convencidos de que ela não poderia ser explicada pelo homem. Os líderes militares e civis da antirrevolução atribuíram quase unanimemente esta vitória a uma graça especial da Santíssima Virgem. Muitos declararam que o Rosário era a arma decisiva.” “Diante desta situação perigosa, as organizações católicas reuniram todas as suas forças para o serviço da Santíssima Virgem. Duzentos mil homens e jovens, matriculados juntos em duas mil congregações marianas, formaram um exército pacífico para a batalha pela paz.” “As mulheres dão o exemplo através de sua coragem e confiança em Nossa Senhora. Elas e seus filhos distribuíram milhares de panfletos com a oração ‘Mãe bendita, protege-nos e liberta-nos do sofrimento…’. As mulheres andavam pelas ruas rezando o Terço e entoando o Terço em voz alta.” “Em 19 de março de 1964, foi organizada a ‘Marcha da Família pela Paz, com a Ajuda de Deus’. Toda semana, o Cardeal Arcebispo do Rio de Janeiro exortava os católicos a estarem vigilantes, pedindo-lhes que rezassem e fizessem penitência de acordo com o espírito de Fátima, a fim de obter a graça de Deus por intercessão de Nossa Senhora.” “Embora seja verdade que muitos problemas permanecem na região, também é verdade que em 31 de março de 1964, sem conflito armado e sem derramamento de sangue, a hora da liberdade e da paz chegou.” (Pe. P. Leite SJ, The Rosary, Arm of Peace, em: The Fatima Crusader, Outono de 1993). Os diários alemães da época acrescentam que antes da revolta, a agitação esquerdista já estava muito avançada “… até finalmente o Comando Geral dos Trabalhadores, formado por líderes sindicais radicais de esquerda, já quase formava um governo subordinado” (Frankfurter Allgemeine Zeitung = FAZ 9.4.1964, p. 2). “No Departamento de Estado (dos Estados Unidos), considerou-se que Goulart queria proclamar um ‘regime socialista’ em 1º de maio com a ajuda dos sindicatos comunistas, especialmente no nordeste do país.” (FAZ 3.4.1964, p. 4). Como poderia ter chegado facilmente a uma guerra civil! Na quarta-feira de Páscoa, ou seja, 1º de abril, o Presidente Goulart deixou o Rio de Janeiro, fugindo de uma revolta popular que se espalhou rapidamente na cidade (FAZ 2.4.1964, p. 1). Também em outros locais as pessoas se levantaram, especialmente em São Paulo. Imediatamente depois, os militares intervieram. As emissoras do governo do presidente então ameaçaram os “rebeldes” com uma vingança sangrenta (FAZ 9.4.1964, p. 2). Goulart já havia anunciado após sua manifestação proibida de 13 de março que organizaria tais manifestações em outras cidades e anunciou: “Se [então] o Congresso [Parlamento] continuasse a resistir à [suposta] demanda do povo, […] haveria envolvimentos sangrentos” (FAZ 1.4.1964, p. 1). Partes do exército ficaram ao lado do Presidente Goulart até o final. Isso poderia facilmente ter se tornado muito perigoso: “As partes do Terceiro Exército que ficaram ao lado de Goulart até o final, no entanto, recusaram-se a lutar contra os ‘rebeldes’” (FAZ 4.4.1964, p. 1). Quão facilmente as coisas poderiam ter acontecido de maneira diferente! O sucesso em resistir à cubanização não era de forma alguma uma conclusão inevitável: “Diz-se que o general do exército [Castelo Branco], de 63 anos, juntou-se à revolta contra Goulart apenas no último minuto. Sem sua participação, o contra-golpe não teria sido possível” (FAZ 6.4.1964, p. 5). Outros incidentes também correram surpreendentemente bem, o que normalmente poderia ter tido consequências terríveis: “As tropas destacadas do estado vizinho do Paraná sob as ordens de Goulart contra a separatividade de São Paulo, juntaram-se à ‘rebelião’ lá.” (FAZ 2.4.1964, p. 1). O presidente americano Johnson expressou sua admiração pelo fato de o Brasil ter enfrentado essas dificuldades dentro da estrutura das regras democráticas e sem guerra civil (FAZ 4.4.1964, p. 3). A fim de mostrar a atração enfática dos católicos brasileiros por Nossa Senhora de Fátima, deve-se mencionar também que o Brasil já se havia consagrado ao Imaculado Coração de Maria em 1946. O Movimento do Rosário no Brasil também está vinculado às aparições de Fátima. Em 1942, Padre Patrick Peyton CSC, que fora curado de tuberculose pulmonar grave em Fátima, começou a pregar a Cruzada do Rosário da Família pelo rádio, na América do Norte. Em 1952, esta cruzada tinha quatro milhões de membros, e era este movimento que deveria desempenhar também um papel decisivo na libertação do Brasil da ameaça comunista em 1964. Com informações de Capela Nossa Senhora das Vitórias e OreBrasil Leia também O alerta de Nossa Senhora para o Brasil #Brasil #Comunismo #NossaSenhora #Oração
- Lc 9, 18-22
Terminada sua oração individual, Jesus faz aos discípulos uma pergunta fundamental: Quem sou eu? A pergunta é um desafio, não simples curiosidade. Ao falar do seu sofrimento, morte e ressurreição, confrontou os discípulos com uma realidade inesperada. Aceitar que Jesus é o Messias, requer uma revisão no conceito de messianismo, porque não podemos moldá-lo à nossa imagem ou querer diluir seus ensinamentos para que não nos perturbem. Todos compreendiam o messianismo de Jesus como glorioso sem mescla de fracasso. Um Messias vitorioso. Os discípulos foram desafiados a pensar que mesmo sofrendo continuava gozando da proteção e amizade divina. O sofrimento deve ser encarado com sinal de fidelidade sem nenhuma contaminação de egoísmo. Caso contrário, não estariam preparados para acolher Jesus e iriam se frustrar ao vê-lo pendente na cruz. Os discípulos deverão percorrer um longo caminho até compreenderem a verdadeira identidade de Jesus como Messias que realiza a sua missão como Servo Sofredor. O caminho da ressurreição passa pelo sofrimento e a rejeição, passa pela Cruz. É a lição do grão de trigo que aceita morrer. Esta morte trará a vida plena. E a força para tudo isso encontramos na oração. Rezemos: Senhor, me ajude a compreender este processo que envolve o sofrimento para chegar a vida plena; e que eu busque a força na oração. Lumen Fidei – Capítulo 4 #Lc91822 #ReflexãodaLiturgiaDiáriaEvangelhodeLucas91822





























