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- Padre sofre ciberataque e recebe envelope com bala: “Querem que eu me cale? Jamais!”
Em uma recente postagem no Facebook, o padre Omar Buenaventura denunciou uma série de ameaças que vem recebendo. Ele foi vítima de um ataque cibernético e enviaram-lhe envelopes com bala. “Medo???? NÃO. Querem que eu me cale??? NUNCA, vou continuar falando SEMPRE”, afirmou o padre. “Querem que eu me cale? Jamais!”: padre sofre ciberataque e recebe envelope com bala “Quis ergo nos separabit a caritate Christi? tribulatio? an angustia? an fames? an nuditas? an periculum? an persecutio? an gladius? Romanos 8,35”, começa o post. Traduzida, a frase significa: Quem pode nos separar do amor de Cristo? As tribulações, a angústia, a perseguição, a fome, a nudez, os perigos, a espada? “ Este fim de semana fui vítima de um ataque virtual tentando hackear minhas contas do FB e do IG da Associação, minhas contas de e-mail e meu internet banking. Também o meu Tiktok onde só tenho uma vídeo (não sei porque alguém estaria interessado no meu Tik Tok ??? 🤷)” Porém, como esclarece, “graças a Deus não conseguiram fazer nada, os alertas de segurança dispararam e pude parar tudo isso imediatamente. Exceto pelo roubo de um cartão de débito onde estranhamente conseguiram sacar mais do que o valor permitido diariamente pelo banco”. Além desse ciberataque, “eles me enviaram uma bala novamente. É o terceiro desde a segunda-feira 24 de maio. É a primeira vez que publico sobre este assunto” . Então ele pergunta: “Quem ou quem são os autores? Eu não faço ideia. Eu só rezo por eles e peço a Deus por suas almas, pela paz em seus corações. Sempre considerei que não tenho inimigos e continuo a pensar que não os tenho”. “Medo???? NÃO. Querem que eu me cale??? NUNCA, vou continuar falando SEMPRE” , afirmou o padre. “Deus, a Santíssima Virgem Maria, São Lourenço, Santa Teresa de Calcutá, São Pio de Pietrelcina, São Josemaría Escrivá, São Rafael Arnaiz Barón e São Alberto Hurtado continuarão a cuidar de mim. Conto com as suas orações”, concluiu. Há alguns meses ele havia recebido outras ameaças O Padre Omar Buenaventura é Secretário Geral da Cáritas Lurín, no Peru, e conhecido por seu amplo trabalho de solidariedade em favor de milhares de pessoas necessitadas no Peru. Em maio, ele recebeu uma ameaça após criticar o comunismo em uma homilia, em que recordava a Serva de Deus María Agustina Rivas López, “Aguchita” , que foi assassinada por um grupo sanguinário que quis tomar o poder e impor a ideologia marxista, leninista e maoísta. Na ocasião, o sacerdote disse: “Ela, cheia do Espírito Santo, continuou ajudando os povos mais pobres, os mais necessitados, e foi martirizada, assassinada, em praça pública, por estes Sendero Luminosos delinquentes”. Em 22 de maio de 2021 o Papa Francico reconheceu o martírio da Serva de Deus e ela será beatificada em breve. Rezemos pelo Pe. Omar Buenaventura e por todos os sacerdotes! Fonte: churchpop.com
- Padre sofre ciberataque e recebe envelope com bala: “Querem que eu me cale? Jamais!”
Em uma recente postagem no Facebook, o padre Omar Buenaventura denunciou uma série de ameaças que vem recebendo. Ele foi vítima de um ataque cibernético e enviaram-lhe envelopes com bala. “Medo???? NÃO. Querem que eu me cale??? NUNCA, vou continuar falando SEMPRE”, afirmou o padre. “Querem que eu me cale? Jamais!”: padre sofre ciberataque e recebe envelope com bala “Quis ergo nos separabit a caritate Christi? tribulatio? an angustia? an fames? an nuditas? an periculum? an persecutio? an gladius? Romanos 8,35”, começa o post. Traduzida, a frase significa: Quem pode nos separar do amor de Cristo? As tribulações, a angústia, a perseguição, a fome, a nudez, os perigos, a espada? “ Este fim de semana fui vítima de um ataque virtual tentando hackear minhas contas do FB e do IG da Associação, minhas contas de e-mail e meu internet banking. Também o meu Tiktok onde só tenho uma vídeo (não sei porque alguém estaria interessado no meu Tik Tok ??? 🤷)” Porém, como esclarece, “graças a Deus não conseguiram fazer nada, os alertas de segurança dispararam e pude parar tudo isso imediatamente. Exceto pelo roubo de um cartão de débito onde estranhamente conseguiram sacar mais do que o valor permitido diariamente pelo banco”. Além desse ciberataque, “eles me enviaram uma bala novamente. É o terceiro desde a segunda-feira 24 de maio. É a primeira vez que publico sobre este assunto” . Então ele pergunta: “Quem ou quem são os autores? Eu não faço ideia. Eu só rezo por eles e peço a Deus por suas almas, pela paz em seus corações. Sempre considerei que não tenho inimigos e continuo a pensar que não os tenho”. “Medo???? NÃO. Querem que eu me cale??? NUNCA, vou continuar falando SEMPRE” , afirmou o padre. “Deus, a Santíssima Virgem Maria, São Lourenço, Santa Teresa de Calcutá, São Pio de Pietrelcina, São Josemaría Escrivá, São Rafael Arnaiz Barón e São Alberto Hurtado continuarão a cuidar de mim. Conto com as suas orações”, concluiu. Há alguns meses ele havia recebido outras ameaças O Padre Omar Buenaventura é Secretário Geral da Cáritas Lurín, no Peru, e conhecido por seu amplo trabalho de solidariedade em favor de milhares de pessoas necessitadas no Peru. Em maio, ele recebeu uma ameaça após criticar o comunismo em uma homilia, em que recordava a Serva de Deus María Agustina Rivas López, “Aguchita” , que foi assassinada por um grupo sanguinário que quis tomar o poder e impor a ideologia marxista, leninista e maoísta. Na ocasião, o sacerdote disse: “Ela, cheia do Espírito Santo, continuou ajudando os povos mais pobres, os mais necessitados, e foi martirizada, assassinada, em praça pública, por estes Sendero Luminosos delinquentes”. Em 22 de maio de 2021 o Papa Francico reconheceu o martírio da Serva de Deus e ela será beatificada em breve. Rezemos pelo Pe. Omar Buenaventura e por todos os sacerdotes! Fonte: churchpop.com
- Bispo de Jundiaí decreta retorno da diocese às atividades normais
Com o avanço da vacinação, o fim das restrições de horários e serviços e a ampliação da capacidade da ocupação dos estabelecimentos no Estado de São Paulo o bispo de Jundiaí decretou a revogação da dispensa do Preceito Dominical, e conclamou que o povo de Deus volte a valorizar a celebração dos sacramentos de maneira presencial. Leia o Decreto: DECRETO “Uma coisa, porém, faço: esquecendo o que fica para trás, lanço-me para o que está à frente” (cf. Fl 3,13b). Leia também Bispo de Jundiaí afirma que padre envolvido em sacrilégio será afastado Queridos Padres, Diáconos, Religiosos e Religiosas, Seminaristas e Povo de Deus presente na Diocese de Jundiaí: Considerando o avanço da vacinação, o fim das restrições de horários e serviços e a ampliação da capacidade da ocupação dos estabelecimentos no Estado de São Paulo, por analogia ao Decreto Estadual e aos Decretos Municipais, DETERMINO: Que a ocupação dos nossos templos, dos espaços celebrativos, de reuniões e encontros, possa ser de até 100% da capacidade, mantendo o distanciamento de 1 metro entre as pessoas, e desde que todos estejam sentados. Ainda não são permitidas as Missas e demais atividades com pessoas em pé; Que seja revogada a dispensa do preceito dominical. Conclamo a todos que voltemos a valorizar as nossas assembleias litúrgicas e que a celebração dos sacramentos seja vivida presencialmente; Que todos continuem a seguir os protocolos sanitários no que diz respeito ao uso de máscaras e higienização com álcool em gel; Estão permitidas as Convivências e Retiros Espirituais. Evite-se, no entanto, a hospedagem. Não sendo possível, os quartos sejam individualizados ou por casal. As casas de retiros deverão seguir um protocolo específico; As festas e eventos que gerem grandes aglomerações ainda não estão permitidas. Permanecem as orientações anteriores para readequarem essas atividades no sistema de entrega (Drive-Thru), até que seja possível a autorização por parte do poder público municipal das cidades que compõem o território diocesano; Que com este ato ficam revogados os Decretos e Comunicados anteriores referentes ao momento pandêmico. Queridos diocesanos e queridas diocesanas: o tempo é de esperança. Que os processos em preparação para a nossa 8ª Assembleia Diocesana de Pastoral, a ser realizada entre os dias 26 e 28 de novembro, nos motivem e nos estimulem a compreendermos os sinais dos tempos, a fim de que escutando a voz do Espírito Santo, protagonista da evangelização, saibamos evangelizar a cultura urbana em que vivemos, alicerçados nos pilares da Palavra, do Pão, da Caridade e da Ação Missionária e sermos as testemunhas de Jesus Cristo. Estejamos convencidos de que “a esperança não decepciona” (cf. Rm 5,5). E os abençoo, de coração, em nome de Jesus, o Bom Pastor. Dom Vicente Costa Bispo Diocesano Padre Lupércio Batista Martins Chanceler Leia também Bispo de Jundiaí emite nota após grave sacrilégio em missa co-celebrada por pastor protestante #Coronavírus #Pandemia
- Bispo de Jundiaí decreta retorno da diocese às atividades normais
Com o avanço da vacinação, o fim das restrições de horários e serviços e a ampliação da capacidade da ocupação dos estabelecimentos no Estado de São Paulo o bispo de Jundiaí decretou a revogação da dispensa do Preceito Dominical, e conclamou que o povo de Deus volte a valorizar a celebração dos sacramentos de maneira presencial. Leia o Decreto: DECRETO “Uma coisa, porém, faço: esquecendo o que fica para trás, lanço-me para o que está à frente” (cf. Fl 3,13b). Leia também Bispo de Jundiaí afirma que padre envolvido em sacrilégio será afastado Queridos Padres, Diáconos, Religiosos e Religiosas, Seminaristas e Povo de Deus presente na Diocese de Jundiaí: Considerando o avanço da vacinação, o fim das restrições de horários e serviços e a ampliação da capacidade da ocupação dos estabelecimentos no Estado de São Paulo, por analogia ao Decreto Estadual e aos Decretos Municipais, DETERMINO: Que a ocupação dos nossos templos, dos espaços celebrativos, de reuniões e encontros, possa ser de até 100% da capacidade, mantendo o distanciamento de 1 metro entre as pessoas, e desde que todos estejam sentados. Ainda não são permitidas as Missas e demais atividades com pessoas em pé; Que seja revogada a dispensa do preceito dominical. Conclamo a todos que voltemos a valorizar as nossas assembleias litúrgicas e que a celebração dos sacramentos seja vivida presencialmente; Que todos continuem a seguir os protocolos sanitários no que diz respeito ao uso de máscaras e higienização com álcool em gel; Estão permitidas as Convivências e Retiros Espirituais. Evite-se, no entanto, a hospedagem. Não sendo possível, os quartos sejam individualizados ou por casal. As casas de retiros deverão seguir um protocolo específico; As festas e eventos que gerem grandes aglomerações ainda não estão permitidas. Permanecem as orientações anteriores para readequarem essas atividades no sistema de entrega (Drive-Thru), até que seja possível a autorização por parte do poder público municipal das cidades que compõem o território diocesano; Que com este ato ficam revogados os Decretos e Comunicados anteriores referentes ao momento pandêmico. Queridos diocesanos e queridas diocesanas: o tempo é de esperança. Que os processos em preparação para a nossa 8ª Assembleia Diocesana de Pastoral, a ser realizada entre os dias 26 e 28 de novembro, nos motivem e nos estimulem a compreendermos os sinais dos tempos, a fim de que escutando a voz do Espírito Santo, protagonista da evangelização, saibamos evangelizar a cultura urbana em que vivemos, alicerçados nos pilares da Palavra, do Pão, da Caridade e da Ação Missionária e sermos as testemunhas de Jesus Cristo. Estejamos convencidos de que “a esperança não decepciona” (cf. Rm 5,5). E os abençoo, de coração, em nome de Jesus, o Bom Pastor. Dom Vicente Costa Bispo Diocesano Padre Lupércio Batista Martins Chanceler Leia também Bispo de Jundiaí emite nota após grave sacrilégio em missa co-celebrada por pastor protestante #Coronavírus #Pandemia
- AMANHECER
Quando tudo Anoitece É preciso aprender Com os poetas As crianças E os santos A arte de Subitamente Amanhecer
- PUC deve contribuir para Igreja, “aberta à universalidade de pensamentos”, afirma Dom Odilo
O arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Pedro Scherer, celebrou na sexta-feira, 20 de agosto, missa pelos 75 anos da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Na ocasião, disse que a instituição é chamada a contribuir para a missão da Igreja “à sua própria maneira”, isto é, “aberta à universalidade de pensamentos, ao confronto de ideias e à colaboração e ao acolhimento”. Durante sua homilia, o arcebispo, que também é grã-chanceler da PUC-SP, afirmou que celebrar os 75 anos da instituição é um tempo para “projetar para o futuro” e, por isso, “como instituição ligada à Igreja, a PUC é chamada a dar sua parte, à sua própria maneira, para a missão da Igreja”. “Quero destacar que é à sua própria maneira que a PUC-SP fará isso, ou seja, não como um colégio, uma paróquia ou um mosteiro, mas como universidade, que está aberta à universalidade de pensamentos, ao confronto de ideias e à colaboração e ao acolhimento”.Segundo dom Odilo, “todos estes são sinais da sociedade que desejamos, na qual em vez de brigar as pessoas dialoguem, busquem juntas soluções, estejam atentas às pessoas mais fragilizadas. Uma sociedade que viva em paz, não por passar por cima dos conflitos, mas por resolvê-los da melhor maneira”. A PUC-SP foi fundada em 22 de agosto de 1946, a partir da união da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de São Bento e da Faculdade Paulista de Direito. A entidade é mantida pela Fundação São Paulo e recebeu o título de pontifícia em 1947 pelo papa Pio XII. Com isso, deve ter em seus estatutos o compromisso com os “princípios da doutrina católica”, como afirma na descrição de sua missão. “Dentro desse espírito, assegura a liberdade de investigação, de ensino e de manifestação de pensamento, objetivando sempre a realização de sua função social, considerada a natureza e o interesse público de suas atividades”, diz em seu site. O cardeal Scherer disse na missa celebrada na Paróquia Imaculado Coração de Maria, também conhecida como capela da PUC, que o fato de a universidade ser pontifícia “significa que está ligada ao papa, portanto está no coração da Igreja e a serviço daquilo que é próprio da missão da Igreja”.Segundo ele, a PUC-SP carrega “uma história, uma comunidade na qual todos são chamados a fazer sua parte, a fim de que a universidade também contribua para a edificação do Reino de Deus, que um grande sonho que, se acolhido, não fará mal a ninguém, porque é de paz, justiça, luz, alegria, solidariedade e fraternidade”. Para o cardeal, uma universidade ligada à Igreja serve para propor “os valores do Reino de Deus, mesmo a quem não é católico, que não é cristão, que crê diversamente ou não crê”. “Esta é a razão de ser da nossa PUC-SP aos 75 anos”, disse. Dom Odilo afirmou também que, “como comunidade acadêmica e ambiente cultural”, a PUC-SP “pode ser uma imagem da sociedade que busca valores altos e que não se satisfaz em rastejar nas trevas, seguindo valores inconfessáveis”. “Pode representar, justamente, a busca de uma convivência de muitas diversidades, onde, enfim, reconhecemos as diferenças com respeito, mas tomamos consciência de que algo ainda mais importante nos une: somos todos humanos, filhos de Deus e revestidos de uma dignidade que ninguém nos deve tirar ou manchar”. Ao final da missa, a reitora da PUC-SP, Maria Amalia Pie Abib Andery, disse que o cardeal Scherer “representou a PUC-SP como ela quer e pretende ser”. Segundo ela, tudo o que deseja para a instituição “devemos à Igreja Católica e ao compromisso dela com a universidade, com a formação de consciências”. “Eu não sou especialista em religiões, mas diria que apenas a Igreja Católica tem o compromisso com o conhecimento, com a universidade, com a formação de consciências”. Segundo Maria Amalia Andery, “as universidades são instituições para o bem, que pretendem mudar as consciências das pessoas, formando consciência coletiva, solidária, comprometidas com a justiça, a igualdade e a alegria de produzir conhecimento, reflexão e de causar impacto na vida das pessoas”. A reitora afirmou que, “desde o surgimento das universidades, há 800 anos, a Igreja Católica esteve presente. É uma Igreja que oferece ao mundo, e não apenas à sua comunidade, a oportunidade que as instituições universitárias oferecem às sociedades”. “Esse compromisso nós sentimos na pele e a PUC-SP, nesse sentido, continua agradecendo à Igreja Católica, pelo contínuo compromisso com a construção de uma universidade” que tenha as características citadas pelo grão-chanceler. A comemoração dos 75 anos da PUC-SP terá uma sessão solene na terça-feira, 24 de agosto, às 18h,com a participação de dom Odilo Scherer, da reitora Maria Amalia Andrey, do secretário estadual da Educação, Rossieli Soares da Silva, e do secretário municipal de Educação, Fernando Padula. O evento será transmitido pelo youtube da TV PUC e pelo facebook oficial da Universidade.
- PUC deve contribuir para Igreja, “aberta à universalidade de pensamentos”, afirma Dom Odilo
O arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Pedro Scherer, celebrou na sexta-feira, 20 de agosto, missa pelos 75 anos da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Na ocasião, disse que a instituição é chamada a contribuir para a missão da Igreja “à sua própria maneira”, isto é, “aberta à universalidade de pensamentos, ao confronto de ideias e à colaboração e ao acolhimento”. Durante sua homilia, o arcebispo, que também é grã-chanceler da PUC-SP, afirmou que celebrar os 75 anos da instituição é um tempo para “projetar para o futuro” e, por isso, “como instituição ligada à Igreja, a PUC é chamada a dar sua parte, à sua própria maneira, para a missão da Igreja”. “Quero destacar que é à sua própria maneira que a PUC-SP fará isso, ou seja, não como um colégio, uma paróquia ou um mosteiro, mas como universidade, que está aberta à universalidade de pensamentos, ao confronto de ideias e à colaboração e ao acolhimento”.Segundo dom Odilo, “todos estes são sinais da sociedade que desejamos, na qual em vez de brigar as pessoas dialoguem, busquem juntas soluções, estejam atentas às pessoas mais fragilizadas. Uma sociedade que viva em paz, não por passar por cima dos conflitos, mas por resolvê-los da melhor maneira”. A PUC-SP foi fundada em 22 de agosto de 1946, a partir da união da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de São Bento e da Faculdade Paulista de Direito. A entidade é mantida pela Fundação São Paulo e recebeu o título de pontifícia em 1947 pelo papa Pio XII. Com isso, deve ter em seus estatutos o compromisso com os “princípios da doutrina católica”, como afirma na descrição de sua missão. “Dentro desse espírito, assegura a liberdade de investigação, de ensino e de manifestação de pensamento, objetivando sempre a realização de sua função social, considerada a natureza e o interesse público de suas atividades”, diz em seu site. O cardeal Scherer disse na missa celebrada na Paróquia Imaculado Coração de Maria, também conhecida como capela da PUC, que o fato de a universidade ser pontifícia “significa que está ligada ao papa, portanto está no coração da Igreja e a serviço daquilo que é próprio da missão da Igreja”.Segundo ele, a PUC-SP carrega “uma história, uma comunidade na qual todos são chamados a fazer sua parte, a fim de que a universidade também contribua para a edificação do Reino de Deus, que um grande sonho que, se acolhido, não fará mal a ninguém, porque é de paz, justiça, luz, alegria, solidariedade e fraternidade”. Para o cardeal, uma universidade ligada à Igreja serve para propor “os valores do Reino de Deus, mesmo a quem não é católico, que não é cristão, que crê diversamente ou não crê”. “Esta é a razão de ser da nossa PUC-SP aos 75 anos”, disse. Dom Odilo afirmou também que, “como comunidade acadêmica e ambiente cultural”, a PUC-SP “pode ser uma imagem da sociedade que busca valores altos e que não se satisfaz em rastejar nas trevas, seguindo valores inconfessáveis”. “Pode representar, justamente, a busca de uma convivência de muitas diversidades, onde, enfim, reconhecemos as diferenças com respeito, mas tomamos consciência de que algo ainda mais importante nos une: somos todos humanos, filhos de Deus e revestidos de uma dignidade que ninguém nos deve tirar ou manchar”. Ao final da missa, a reitora da PUC-SP, Maria Amalia Pie Abib Andery, disse que o cardeal Scherer “representou a PUC-SP como ela quer e pretende ser”. Segundo ela, tudo o que deseja para a instituição “devemos à Igreja Católica e ao compromisso dela com a universidade, com a formação de consciências”. “Eu não sou especialista em religiões, mas diria que apenas a Igreja Católica tem o compromisso com o conhecimento, com a universidade, com a formação de consciências”. Segundo Maria Amalia Andery, “as universidades são instituições para o bem, que pretendem mudar as consciências das pessoas, formando consciência coletiva, solidária, comprometidas com a justiça, a igualdade e a alegria de produzir conhecimento, reflexão e de causar impacto na vida das pessoas”. A reitora afirmou que, “desde o surgimento das universidades, há 800 anos, a Igreja Católica esteve presente. É uma Igreja que oferece ao mundo, e não apenas à sua comunidade, a oportunidade que as instituições universitárias oferecem às sociedades”. “Esse compromisso nós sentimos na pele e a PUC-SP, nesse sentido, continua agradecendo à Igreja Católica, pelo contínuo compromisso com a construção de uma universidade” que tenha as características citadas pelo grão-chanceler. A comemoração dos 75 anos da PUC-SP terá uma sessão solene na terça-feira, 24 de agosto, às 18h,com a participação de dom Odilo Scherer, da reitora Maria Amalia Andrey, do secretário estadual da Educação, Rossieli Soares da Silva, e do secretário municipal de Educação, Fernando Padula. O evento será transmitido pelo youtube da TV PUC e pelo facebook oficial da Universidade.
- PÓS-PACHAMAMA: Atendendo às Chamadas Finais para Retornar a Deus
PÓS-PACHAMAMA: Atendendo às Chamadas Finais para Retornar a Deus Escrito por Robert Morrison | Colunista Remanescente Lembre-se do verão de 2019, quando nunca tínhamos ouvido falar da Pachamama de Francis. Se naquela época alguém tivesse previsto tudo o que vivemos desde a aparição do falso ídolo em outubro de 2019 no Vaticano – tirania médica Covid-19, motins BLM / Antifa, censura em massa de cristãos e conservadores, Biden / Harris, The Great Reset, Traditionis Custódios , etc. – o que teríamos pensado? Se tivéssemos primeiro considerado o mundo pós-Pachamama como uma hipotética distopia futura, em vez de descobri-lo aos poucos por meio de experiências desorientadoras, teríamos percebido que Deus deve estar permitindo que tudo nos chame de volta a Ele? E se um anjo de Deus tivesse anunciado que poderíamos evitar essas provações se imediatamente começássemos a viver uma vida santa, teríamos resolvido fazer isso? Por mais surpreendente que seja essa mensagem angélica, dificilmente seria uma surpresa ouvir que Deus deseja que vivamos uma vida santa. Todos nós sabemos disso, mesmo que resistamos às implicações práticas. Podemos esquecer quase tudo que aprendemos em nosso catecismo e ainda assim lembrar que Deus nos criou para conhecê-lo, amá-lo e servi-lo neste mundo e ser felizes com Ele para sempre no próximo. Se levarmos essas palavras a sério, como podemos duvidar que Deus nos criou para viver uma vida santa? Em algum momento de suas vidas, seja na infância ou na décima primeira hora, todos os santos decidiram dar tudo a Deus. Antes de considerar as maneiras pelas quais os apelos ao retorno a Deus se tornaram cada vez mais altos e claros desde a introdução da Pachamama de Francisco, devemos lembrar que a Igreja sempre ensinou que devemos amar a Deus acima de tudo. Muitas passagens da Bíblia deixam bem claro que nada devemos desejar nesta vida mais do que servir a Deus. Entre muitas outras passagens, algumas devem eliminar qualquer dúvida que tenhamos sobre se devemos escolher Cristo sobre as coisas deste mundo: “Então Jesus disse aos seus discípulos: se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; e aquele que perder sua vida por minha causa, a encontrará. ” (Mateus 16,24-25) “Nenhum homem pode servir a dois mestres. Pois ou ele odiará um e amará o outro; ou ele sustentará um e desprezará o outro. Você não pode servir a Deus e a Mamom. ” (Mateus 6:24) “Considero todas as coisas como perda, pelo excelente conhecimento de Jesus Cristo, meu Senhor, por Quem sofri a perda de todas as coisas, e considero-as apenas como esterco para ganhar a Cristo.” (Filipenses 3: 8) Nessas palavras, não há indício de que o caminho da santidade será fácil – na verdade, é o caminho mais difícil, embora seja o único pelo qual um cristão pode encontrar a verdadeira paz. Portanto, não adianta protestar que Deus não pode querer que O sirvamos a ponto de fazer sacrifícios reais. A Igreja enfatiza a necessidade de escolhermos Deus acima de tudo, apresentando-nos a vida dos santos para que possamos imitá-los no conhecimento, amor e serviço a Deus. Os católicos sempre tiveram que decidir quanto esforço colocar em sua vida religiosa. Em algum momento de suas vidas, seja na infância ou na décima primeira hora, todos os santos decidiram dar tudo a Deus. Se simplesmente pensarmos em como desejaríamos enfrentar Jesus em nosso julgamento particular, deve ficar bem claro que devemos dar tudo a Jesus nesta vida. Considere as palavras de Santo Afonso de Ligório em sua Preparação para a Morte : “Que loucura, então, por causa dos miseráveis e breves prazeres desta curta vida correr o risco de uma morte infeliz, e com ela começar uma miserável eternidade! Oh, quão importante é aquele último momento, aquele último suspiro, aquele fechamento final da cena! Uma eternidade de cada alegria ou de cada tormento está em jogo – uma vida para sempre feliz ou para sempre infeliz. Consideremos que Jesus Cristo sofreu a mais amarga e ignominiosa morte para obter para nós uma morte feliz; e que Ele nos envia tantos apelos, nos concede tantas luzes e nos admoesta com tantas ameaças, para que finalmente possamos ser induzidos a concluir aquele último momento na graça de Deus ”. Não importa o quão racionais sejamos nos vários empreendimentos de nossas vidas, se não buscarmos a Deus acima de tudo, estaremos agindo como tolos. Como Jesus disse no Sermão da Montanha: “Buscai, pois, primeiro o reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6:33). Durante toda essa crise pós-Pachamama, Deus nos deu motivos ainda mais urgentes para nos voltarmos para ele. Em sua jornada espiritual , o arcebispo Marcel Lefebvre expressou esta mesma ideia básica que se aplica a cada um de nossos pensamentos e ações: ‘Todo ato e todo pensamento que não seja cristão não têm valor salvífico, sem mérito para a salvação ”. É claro que devemos cumprir nossos deveres de Estado, e mesmo aqueles na vida religiosa precisam de recreação, então isso não significa que devemos orar incessantemente e realizar obras de misericórdia espirituais ou corporais. Mas essa maneira simples de avaliar nossos pensamentos e ações parece particularmente útil, especialmente se estamos inclinados a pensar que não há nada mais que devemos fazer para servir a Deus. Então, pode-se perguntar, o que tudo isso tem a ver com o mundo pós-Pachamama que fica pior a cada dia? Sabemos que Deus está permitindo todos esses males para o nosso bem, mas também que provavelmente irão piorar até que Deus intervenha. O aviso de Nossa Senhora de Fátima de 13 de outubro de 1917 fica mais ameaçador a cada dia: “Vim pedir aos homens que se arrependam de seus pecados, mudem suas vidas, parem de ofender Nosso Senhor que já está tão ofendido e recitem o Santo Rosário”. Se nós, que conhecemos a fé católica, não fizermos tudo o que pudermos para apaziguar a ira de Deus com oração, penitência e busca da virtude, quem o fará? Durante toda essa crise pós-Pachamama, Deus nos deu motivos ainda mais urgentes para nos voltarmos para ele. Entre eles, podemos ver prontamente: as linhas de batalha foram reveladas; a natureza espiritual da batalha; a situação cada vez mais terrível; a simplicidade de retornar a Deus; a remoção de interesses concorrentes; a relativa facilidade de lutar contra a verdadeira doença que nos aflige; e o fato de que só Deus oferece consolo neste momento. Os globalistas e modernistas pseudo-católicos têm trabalhado juntos sob o manto da escuridão por várias décadas. Linhas de batalha reveladas. Como revelou o recente vídeo da Remnant TV de Michael Matt, os globalistas e modernistas pseudo-católicos têm trabalhado juntos sob o manto da escuridão por várias décadas. Depois que Francisco apresentou sua Pachamama ao mundo, entretanto, tudo foi trazido à luz. E, sob essa luz, vemos agora um exército global poderoso e organizado de controladores diabolicamente imorais da riqueza do mundo e da mídia reunidos contra aqueles que simplesmente desejam proteger sua fé, famílias e países. Não estamos sozinhos em nossa luta contra os globalistas, mas podemos apenas atrasar a rota, a menos que Deus intervenha. Conforme lemos no Antigo Testamento, Deus permite que esses males venham sobre Seu povo para que se voltem para Ele: “Mandei morte sobre ti no caminho do Egito, matei os teus mancebos à espada, até para o cativeiro dos teus cavalos; e fiz subir o fedor do teu arraial às tuas narinas; contudo, não voltaste a mim, diz o Senhor. ” (Amós 4:10) O que mais pode acontecer conosco se não voltarmos para Deus? Natureza Espiritual da Batalha. Embora o Global Reset ameace destruir todas as vidas, independentemente da filiação religiosa, os fiéis católicos percebem que estamos no meio de uma batalha espiritual decisiva. Como tal, precisamos fazer uso das armas espirituais que Deus nos deu. Como São Paulo escreveu em sua carta aos Efésios: “Revesti-vos da armadura de Deus, para que possais resistir aos enganos do diabo. Pois nossa luta não é contra carne e sangue; mas contra principados e potestades, contra os governantes do mundo destas trevas, contra os espíritos da maldade nos lugares altos. Portanto, tomai para vós a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e estar em todas as coisas perfeitos. ” (Efésios 6: 12-12). A guerra contra nossas almas tem se intensificado progressivamente nas décadas desde o Vaticano II, e ainda assim muitos de nós perdemos isso de vista e colocamos de lado a armadura de Deus em nossa complacência. Parece que Deus misericordiosamente nos permitiu ver que os inimigos nos cercaram.Deo Gratias , agora é responsabilidade de cada um de nós olhar somente para Deus e servir a Deus somente. Já temos um antegozo das perseguições que virão, à medida que as potências mundiais incitam crimes de ódio contra a mais nova e menos protegida classe de homens, os “não vacinados”. Situação cada vez mais terrível.O mundo está mais perto do que nunca de ser irrevogavelmente perdido para os poderes que efetivamente escravizarão a maioria da humanidade. Mesmo nos Estados Unidos, podemos imaginar situações em que o governo logo poderá deter seus cidadãos por nenhuma outra razão a não ser sua discordância da agenda globalista. Nestes tempos pós-Pachamama, os inimigos da humanidade não esconderam sua traição e mentiras. Em vez disso, eles cometeram abertamente seus crimes e insistiram que os bons cidadãos não devem apenas tolerar os crimes, mas também demonizar aqueles que ousam questionar suas ações. Para um número crescente de pessoas, os inimigos substituíram o bom senso e a decência pela obediência cega à sua propaganda. Essas pessoas – talvez até mesmo nossos amigos e familiares – acabarão nos perseguindo simplesmente por amarmos nosso Deus, nossas famílias e nossos países. Já temos um antegozo das perseguições que virão, à medida que as potências mundiais incitam crimes de ódio contra a mais nova e menos protegida classe de homens, os “não vacinados”. Se queremos que Deus intervenha, devemos nos tornar dignos de sua intervenção. É razoável acreditar que esta crise só terminará quando um número suficiente de pessoas decidir fazer tudo o que puderem para servir a Deus. Simplicidade de retornar a Deus. Compreensivelmente, muitos dos católicos mais equilibrados pensam sobre várias maneiras de se opor à tirania invasora que ameaça a todos nós. Da preparação para a escassez à organização de protestos, sentimos uma grande necessidade de fazer algo. Infelizmente, porém, quase todas as respostas que podemos planejar são monitoradas (se não infiltradas) por aqueles que arquitetaram as crises contra as quais procuramos agir. Eles previram quase todas as reações à sua tirania e, como vimos com os protestos de 6 de janeiro, eles estão bem posicionados para usar a resistência como base para reprimir qualquer um que se oponha à sua agenda. Por meio de oposição controlada e outras formas de engano, os arquitetos da Grande Restauração têm todos os motivos para confiar. Portanto, embora devamos continuar a buscar preparações prudentes para o que pode vir, vale a pena considerar que retornar a Deus por meio da oração, penitência e virtude é simples e infinitamente mais provável de ser produtivo para nós e para os outros. Inicialmente, precisamos apenas fazer o que Jesus Cristo e Sua Igreja pediram aos católicos que fizessem ao longo dos tempos. Assim que fizermos isso, Deus nos usará como Ele achar adequado para realizar Sua vitória. Por meio de oposição controlada e outras formas de engano, os arquitetos da Grande Restauração têm todos os motivos para confiar. Remoção de interesses concorrentes. Nos Evangelhos, Nosso Senhor pede a certos homens que o sigam, mas eles oferecem desculpas para adiar isso – um deve sepultar seu pai e outro deve despedir-se dos que estão em sua casa. Em resposta a este último, “Jesus disse-lhe: Ninguém que lança mão do arado e olha para trás é apto para o reino de Deus”. (Lucas 9:62). Interesses e apegos conflitantes freqüentemente impedem que sirvamos a Deus como devemos, tornando-nos impróprios para o céu. Se perdermos essa batalha espiritual, porém, em breve não teremos oportunidade de desfrutar de nenhum desses apegos que nos levam a abandonar a luta. Podemos sempre ter escolhido ser santos, não importa o nosso dever de estado, mas agora parece que Nosso Senhor removeu até mesmo o menor obstáculo percebido para muitos de nós. Lutando contra a doença real. Quer reconheçamos ou não, a pandemia também mudou nossa concepção de quanto esforço podemos dedicar a um determinado empreendimento. Considere até onde as pessoas vão na esperança de evitar o vírus. No início da pandemia, a placa na porta da Igreja Católica Epifania de Nosso Senhor em Tampa, Flórida, listou todos os cuidados necessários antes de entrar e acrescentou a seguinte observação: “Ore para que isso desperte as pessoas para a única e verdadeira Fé. Se lutássemos contra o pecado mortal com o mesmo entusiasmo com que agora lutamos contra o coronavírus, sacrificando os prazeres e as liberdades deste mundo pela vida eterna, seríamos todos santos e teríamos convertido o mundo inteiro! ” O que aconteceria se tivéssemos padres em cada diocese que encorajassem seus rebanhos a lutar contra o pecado com a mesma energia e dedicação com que o mundo luta contra Covid-19? Quase certamente teríamos uma chance melhor de vencer rapidamente as forças que buscam destruir tudo o que é bom em nosso mundo. As únicas consolações. Embora muitas pessoas demonstrem alguma aparência de otimismo sobre uma eventual abordagem do normal uma vez que os resistentes à vacina sejam esmagados, aqueles com olhos para ver sentem que os globalistas nos aprisionaram em um mundo que sufocará tudo o que é verdadeiro, bom ou belo. Apesar disso, nossa fé permaneceu constante, e sempre será, o que fornece um imenso consolo quando tudo o mais no mundo está em um estado de fluxo. O catolicismo tradicional também enfatiza o papel do sofrimento redentor, para que os católicos fiéis possam identificar mais facilmente toda essa turbulência como um grande presente de Deus que nos permite crescer mais perto dEle e ajudar a salvar outras almas. O que aconteceria se tivéssemos padres em cada diocese que encorajassem seus rebanhos a lutar contra o pecado com a mesma energia e dedicação com que o mundo luta contra Covid-19? E embora possa parecer uma distinção sutil, a vida dos santos indica que podemos encontrar um consolo ainda maior quando procuramos viver nossas vidas “com e para Deus ” em vez de simplesmente “com Deus”. Os santos não pediram meramente a Deus para ajudá-los em suas batalhas; eles também colocam suas vidas à disposição de nosso Senhor para que Ele possa direcionar quais batalhas eles lutam e como eles lutam. Todos os católicos fiéis – independentemente da ocupação e mesmo nestes tempos difíceis – podem encontrar mais consolo na medida em que procuramos cumprir a vontade de Deus em todas as coisas. Em sua Uniformidade com a Vontade de Deus , Santo Afonso de Ligório relata uma história da vida de São Francisco: “Esta história de São Boaventura em sua ‘Vida de São Francisco’ é certa: Em certa ocasião, quando o santo estava sofrendo de extraordinárias dores físicas, um de seus religiosos significou simpatizar com ele, disse em sua simplicidade: ‘Meu Pai, ore a Deus para que Ele o trate um pouco mais gentilmente, pois Sua mão parece pesar sobre você agora. ‘ Ao ouvir isso, São Francisco ressentiu-se fortemente do comentário infeliz de seu irmão bem-intencionado, dizendo: ‘Meu bom irmão, eu não sabia que o que você acabou de dizer foi dito com toda a simplicidade, sem perceber a implicação de suas palavras, eu nunca deveria vê-lo novamente por causa de sua precipitação em julgar as disposições da providência divina. ‘ Então, fraco e exausto como estava pela doença, ele saiu da cama, ajoelhou-se, beijou o chão e orou assim: ‘Senhor, Agradeço-te os sofrimentos que me enviaste. Envie-me mais, se for do Seu agrado. Meu prazer é que Tu me afliges e não me poupes, pois o cumprimento de Tua santa vontade é o maior consolo de minha vida. ‘” Como Satanás e seus asseclas continuam a levar a maior parte do mundo ao desespero total, podemos encontrar cada vez mais consolo nos esforçando para cumprir a santa vontade de Deus. Ao fazer isso, também contribuiremos o máximo que pudermos para a vitória final de Deus sobre esses tiranos demoníacos. Não sabemos quanto mais tempo temos para nos voltar para Deus. A próxima missa que assistirmos, ou a confissão que fizermos, pode ser a última. Se Deus está nos dando essas indicações claras de que agora devemos nos voltar para Ele, o que esperaremos se ignorarmos esse chamado? Em O Grande Divórcio , CS Lewis descreve a escolha que devemos fazer: “Existem apenas dois tipos de pessoas no final: aqueles que dizem a Deus, ‘seja feita a tua vontade’, e aqueles a quem Deus diz, no final, ‘seja feita a tua vontade’. Todos os que estão no Inferno, escolha. Sem essa escolha, não poderia haver Inferno. Nenhuma alma que séria e constantemente deseja alegria, jamais a perderá. Aqueles que procuram encontram. Para aqueles que baterem, é aberto. ” Como um Pai amoroso, Deus está nos dando muitos motivos para fazer o que nós, como cristãos, deveríamos ter feito o tempo todo – escolhê-lo acima de tudo. Que o Coração Imaculado de Maria nos ajude a ser dignos das promessas de Cristo Seu Filho! Rainha do Santíssimo Rosário, rogai por nós! Publicado em Fetzen Fliegen FONTE: https://remnantnewspaper.com/web/index.php/fetzen-fliegen/item/5539-post-pachamama-heeding-the-final-calls-to-return-to-god https://homilias.com.br/a-santa-se-esta-fazendo-se-serva-da-nova-ordem-mundial/ #PÓSPACHAMAMAAtendendoàsChamadasFinaisparaRetornaraDeus #paremdeofenderNossoSenhorquejáestátãoofendidoerecitemoSantoRosário #Vimpediraoshomensquesearrependamdeseuspecados #Poisoueleodiaráumeamaráooutro #crisepósPachamama #MarcelLefebvre #mundopósPachamama #PreparaçãoparaaMorte #Nenhumhomempodeserviradoismestres #pachamama #nãopodeserviraDeuseaMamom #RemnantTV
- Padre é suspenso por celebrar a missa pós Vaticano II em latim
Um sacerdote foi suspenso por seu bispo na Costa Rica depois de celebrar a missa segundo o missal de são Paulo VI, também conhecido como “Novus Ordo” ou “pós-conciliar”, mas em latim e ´ad orientem`, o que é permitido pela Igreja. Em 17 de agosto, a diocese de Alajuela, noroeste da Costa Rica, informou que o padre Sixto Eduardo Varela Santamaría foi suspenso depois de uma “terceira advertência”. “Depois de ter avaliado o caso pessoal do sacerdote e da comunidade paroquial a ele confiada”, o bispo também pediu que ele “renunciasse ao cargo de padre pároco da Paróquia Patriarca São José”. “Espera-se que as medidas tomadas consigam restaurar a comunhão eclesial e o bem do sacerdote mencionado, para o qual instamos a unir-nos em fervorosa oração”, conclui o comunicado da diocese de Alajuela, assinado pelo padre Luis Hernández Solís, responsável diocesano da Comunicação. Em declarações ao jornal La Nación, o padre Hernández Solís afirmou que a punição do padre Varela Santamaría se devia ao fato de ele ter continuado celebrando a missa tridentina depois da publicação do motu proprio Traditionis custodes, do papa Francisco. No entanto, a Associação Summorum Pontificum Costa Rica, à qual o padre Varela Santamaria atendia pastoralmente, negou que o sacerdote desobedecesse ao seu bispo, dom Bartolomé Buigues Oller, e que ele tenha continuado celebrando a missa tradicional em latim com o missal de são João XXIII. Depois da publicação da Traditionis custodes, diz a associação, o padre só celebrou a missa com o missal aprovado depois do Concílio Vaticano II por são Paulo VI, mas em latim e ´ad orientem`, coisa permitida pela Igreja. O motu proprio Traditionis custodes do papa Francisco foi publicado em 16 de julho de 2021 e restringe a celebração da missa na forma extraordinária, ou seja, com o missal anterior a 1970. Em carta que acompanha e explica o motu proprio, o papa afirmou que “entristece-me o uso instrumental do Missal Romano de 1962, que se caracteriza cada vez mais por uma rejeição crescente não só da reforma litúrgica, mas do Concílio Vaticano II, com a afirmação infundada e insustentável de que ele traiu a Tradição e a verdadeira Igreja”. Com o documento, Francisco revoga as disposições dadas pelo seu predecessor, o hoje papa emérito Bento XVI através do seu motu proprio Summorum Pontificum. Afirmam que acusação de desobediência é “absolutamente falsa” A Associação Summorum Pontificum Costa Rica, que promoveu a celebração da missa tradicional em latim durante os últimos oito anos na diocese de Alajuela, com o conhecimento de dom Buigues Oller, afirmou que, após a publicação de Traditionis custodes, tanto eles como o padre Sixto Eduardo Varela Santamaría solicitaram ao prelado “a possibilidade de continuar celebrando esta forma da missa”. No entanto, lamentaram que “a permissão foi negada por dom Bartolomeu baseado em uma premissa absolutamente falsa, afirmando que, para aplicar a tal disposição do motu proprio do papa Francisco, nosso grupo deveria ter existido antes de 1970, ou estar relacionado com a Fraternidade de São Pio X para buscar a reconciliação com a Igreja, o que nem a Summorum Pontificum, nem a Traditiones Custodes solicitam”. Além disso, frisou que, ante a negativa da permissão do bispo de Alajuela, “tanto a associação Summorum Pontificum Costa Rica como o presbítero Sixtus Eduardo Varela Santamaria deixaram de celebrar a missa segundo o missal de são João XXIII, e começaram a celebrar a missa segundo o missal de são Paulo VI em latim, tal como estabelecido no cânon 928, algo que nunca foi proibido nem pode ser proibido por um ordinário”. “Portanto, qualquer afirmação de que o padre Sixto tenha sido desobediente quanto à celebração de um rito proibido é absolutamente falsa e, em honra à verdade e à justiça, deve ser rejeitada com a maior veemência”, afirmou. “Vou embora tranquilo” Em áudio do WhatsApp divulgado pelo jornal El Observador, o padre Sixto disse que o bispo de Alajuela “considera que houve repetidas demonstrações de desobediência da minha parte”. “Em algumas coisas ele também pode ter razão, não porque tenha sido um ato como tal de desobediência, mas porque talvez tenha faltado um pouco mais de diálogo e de compreensão de uma parte e de outra”, disse o padre. “Claro que o assunto da missa tridentina tem a ver”, disse o padre, “embora desde que saiu o decreto do bispo eu não voltei a celebrar a missa tridentina mas continuei celebrando a missa do missal de são Paulo VI em latim para acompanhar esse grupo de fiéis”. Segundo ele, o bispo “também não gostou nem pareceu gostar e vê [isso] como um ato que praticamente desencadeia esta situação”. “Sei que é possível fazer um processo canônico, que eu poderia apelar, que poderia fazer um monte de coisas, mas (…) eu não quis fazer, não vou fazer nada disso. Eu amo a Igreja”, disse ele. “Irei ao México por três meses”, disse o padre Sixto, “a um instituto que o bispo arranjou para que me acompanhem espiritual, psicológica e clinicamente. É o que diz, pelo menos, a página deste instituto”, confiado aos Missionários do Espírito Santo. “Aproveitarei o espaço para a reflexão, para a meditação, para afastar-me um pouco de um montão de situações. Bem, para meditar também sobre o que Deus quer para a minha vida”. “Vou embora tranquilo”, afirmou. A Conferência Episcopal da Costa Rica foi uma das que respondeu com maior dureza contra a missa tradicional após a publicação da Traditionis custodes. Em comunicado divulgado em 19 de julho, apenas três dias depois da publicação do motu proprio do papa Francisco, os bispos costa-riquenhos determinaram que “doravante não se autoriza o uso do Missale Romanum de 1962 nem de nenhuma outra das expressões da liturgia anterior a 1970”. Além disso, disseram que “já nenhum presbítero tem autorização para continuar celebrando segundo a liturgia antiga”.
- Padre é suspenso por celebrar a missa pós Vaticano II em latim
Um sacerdote foi suspenso por seu bispo na Costa Rica depois de celebrar a missa segundo o missal de são Paulo VI, também conhecido como “Novus Ordo” ou “pós-conciliar”, mas em latim e ´ad orientem`, o que é permitido pela Igreja. Em 17 de agosto, a diocese de Alajuela, noroeste da Costa Rica, informou que o padre Sixto Eduardo Varela Santamaría foi suspenso depois de uma “terceira advertência”. “Depois de ter avaliado o caso pessoal do sacerdote e da comunidade paroquial a ele confiada”, o bispo também pediu que ele “renunciasse ao cargo de padre pároco da Paróquia Patriarca São José”. “Espera-se que as medidas tomadas consigam restaurar a comunhão eclesial e o bem do sacerdote mencionado, para o qual instamos a unir-nos em fervorosa oração”, conclui o comunicado da diocese de Alajuela, assinado pelo padre Luis Hernández Solís, responsável diocesano da Comunicação. Em declarações ao jornal La Nación, o padre Hernández Solís afirmou que a punição do padre Varela Santamaría se devia ao fato de ele ter continuado celebrando a missa tridentina depois da publicação do motu proprio Traditionis custodes, do papa Francisco. No entanto, a Associação Summorum Pontificum Costa Rica, à qual o padre Varela Santamaria atendia pastoralmente, negou que o sacerdote desobedecesse ao seu bispo, dom Bartolomé Buigues Oller, e que ele tenha continuado celebrando a missa tradicional em latim com o missal de são João XXIII. Depois da publicação da Traditionis custodes, diz a associação, o padre só celebrou a missa com o missal aprovado depois do Concílio Vaticano II por são Paulo VI, mas em latim e ´ad orientem`, coisa permitida pela Igreja. O motu proprio Traditionis custodes do papa Francisco foi publicado em 16 de julho de 2021 e restringe a celebração da missa na forma extraordinária, ou seja, com o missal anterior a 1970. Em carta que acompanha e explica o motu proprio, o papa afirmou que “entristece-me o uso instrumental do Missal Romano de 1962, que se caracteriza cada vez mais por uma rejeição crescente não só da reforma litúrgica, mas do Concílio Vaticano II, com a afirmação infundada e insustentável de que ele traiu a Tradição e a verdadeira Igreja”. Com o documento, Francisco revoga as disposições dadas pelo seu predecessor, o hoje papa emérito Bento XVI através do seu motu proprio Summorum Pontificum. Afirmam que acusação de desobediência é “absolutamente falsa” A Associação Summorum Pontificum Costa Rica, que promoveu a celebração da missa tradicional em latim durante os últimos oito anos na diocese de Alajuela, com o conhecimento de dom Buigues Oller, afirmou que, após a publicação de Traditionis custodes, tanto eles como o padre Sixto Eduardo Varela Santamaría solicitaram ao prelado “a possibilidade de continuar celebrando esta forma da missa”. No entanto, lamentaram que “a permissão foi negada por dom Bartolomeu baseado em uma premissa absolutamente falsa, afirmando que, para aplicar a tal disposição do motu proprio do papa Francisco, nosso grupo deveria ter existido antes de 1970, ou estar relacionado com a Fraternidade de São Pio X para buscar a reconciliação com a Igreja, o que nem a Summorum Pontificum, nem a Traditiones Custodes solicitam”. Além disso, frisou que, ante a negativa da permissão do bispo de Alajuela, “tanto a associação Summorum Pontificum Costa Rica como o presbítero Sixtus Eduardo Varela Santamaria deixaram de celebrar a missa segundo o missal de são João XXIII, e começaram a celebrar a missa segundo o missal de são Paulo VI em latim, tal como estabelecido no cânon 928, algo que nunca foi proibido nem pode ser proibido por um ordinário”. “Portanto, qualquer afirmação de que o padre Sixto tenha sido desobediente quanto à celebração de um rito proibido é absolutamente falsa e, em honra à verdade e à justiça, deve ser rejeitada com a maior veemência”, afirmou. “Vou embora tranquilo” Em áudio do WhatsApp divulgado pelo jornal El Observador, o padre Sixto disse que o bispo de Alajuela “considera que houve repetidas demonstrações de desobediência da minha parte”. “Em algumas coisas ele também pode ter razão, não porque tenha sido um ato como tal de desobediência, mas porque talvez tenha faltado um pouco mais de diálogo e de compreensão de uma parte e de outra”, disse o padre. “Claro que o assunto da missa tridentina tem a ver”, disse o padre, “embora desde que saiu o decreto do bispo eu não voltei a celebrar a missa tridentina mas continuei celebrando a missa do missal de são Paulo VI em latim para acompanhar esse grupo de fiéis”. Segundo ele, o bispo “também não gostou nem pareceu gostar e vê [isso] como um ato que praticamente desencadeia esta situação”. “Sei que é possível fazer um processo canônico, que eu poderia apelar, que poderia fazer um monte de coisas, mas (…) eu não quis fazer, não vou fazer nada disso. Eu amo a Igreja”, disse ele. “Irei ao México por três meses”, disse o padre Sixto, “a um instituto que o bispo arranjou para que me acompanhem espiritual, psicológica e clinicamente. É o que diz, pelo menos, a página deste instituto”, confiado aos Missionários do Espírito Santo. “Aproveitarei o espaço para a reflexão, para a meditação, para afastar-me um pouco de um montão de situações. Bem, para meditar também sobre o que Deus quer para a minha vida”. “Vou embora tranquilo”, afirmou. A Conferência Episcopal da Costa Rica foi uma das que respondeu com maior dureza contra a missa tradicional após a publicação da Traditionis custodes. Em comunicado divulgado em 19 de julho, apenas três dias depois da publicação do motu proprio do papa Francisco, os bispos costa-riquenhos determinaram que “doravante não se autoriza o uso do Missale Romanum de 1962 nem de nenhuma outra das expressões da liturgia anterior a 1970”. Além disso, disseram que “já nenhum presbítero tem autorização para continuar celebrando segundo a liturgia antiga”.
- Padre Gabriel Vila Verde publica vídeo explicando tentativa de homicídio
Foi a noite mais terrível de minha vida, mas fui protegido pela Virgem Maria com Santos, e os Anjos do Senhor. Na Madrugada desta segunda-feira o Padre Gabriel Vila Verde, sofreu momentos de terror quando um morador da região de sua paróquia, localizada em Acupe – BA, fazendo ameaças, tentou invadir a casa do padre com um facão. Assista ao relato no vídeo divulgado pelo próprio sacerdote, onde ele conta detalhes do ocorrido: O padre Gabriel Vila Verde, da diocese de Cruz das Almas (BA), recebeu uma ameaça de morte na madrugada de domingo, 22 de agosto, na casa paroquial. Segundo relato do sacerdote, que é muito conhecido nas redes sociais, a tragédia não ocorreu porque, “com certeza, Deus e a Virgem Maria , com os santos anjos, colocaram uma barreira” e o homem não conseguiu invadir o local. Em um vídeo publicado em suas redes sociais, padre Gabriel, pároco da paróquia de Nossa Senhora da Soledade, em Santo Amaro (BA), contou que um homem foi até a casa paroquial na madrugada de domingo e, com um facão na mão, bateu no portão, dizendo que iria invadir o local, colocar o padre dentro do carro e atear fogo. O sacerdote disse que este homem já o insultava anteriormente por causa de obras feitas no local. “Cheguei à Paróquia de Acupe [distrito de Santo Amaro] no final de 2017. Quando cheguei, percebi que a rua que fica entre a casa paroquial e a matriz é uma rua pública. Porém, o primeiro pároco pediu autorização à prefeitura para construir dois portões em cada ponta da rua, porque era um lugar de muito acesso, pessoas namoravam naquele beco, era uma coisa solta. A prefeitura autorizou. A passagem é aberta durante o dia e à noite é fechada”, relatou. Por causa desse portão, o homem que ameaçou o padre já vinha o desacatando, “dizendo que a rua era pública”. Segundo padre Gabriel, esse mesmo morador “já tinha procurado confusão” com o pároco anterior. O sacerdote disse que essa rua era de terra e, por isso, virava “um verdadeiro lamaçal” em dias de chuva. Por isso, com ajuda de um vereador e dos paroquianos, foi feita uma obra para cimentar o local. “Mas, eu disse aos paroquianos: ‘façam de um jeito que não atrapalhe as outras ruas, que a água da chuva possa passar sem afetar nenhuma outra rua’”, afirmou o padre. Esse mesmo morador, então, “começou a ameaçar novamente, dizendo que se a rua ficasse empossada ele iria destruir tudo aquilo. Eu simplesmente disse a ele: não toque na obra. Ele me desacatou, me xingou”. Padre Gabriel Vila Verde disse que depois desse episódio, pensou que “que tudo tinha se acalmado”. Mas, “na madrugada de sábado para domingo, acordei às 1h40 com barulho muito alto. Pensava até era uma briga na rua. Era ele, com um facão, batendo no portão, dizendo ‘acorda padre’ e xingando todos os palavrões. Disse: ‘acorde que eu vou invadir isso aqui agora, vou botar você dentro do seu carro e tacar fogo’”. Segundo o pároco, durante mais de 30 minutos teve “que conviver com essa situação de pânico e pavor”. Paroquianos que moram próximo ligaram e acordaram com a confusão ligaram para outras pessoas e alguns foram para a casa paroquial, a fim de proteger o sacerdote. A polícia, então, foi acionada, mas quando chegou o homem “já estava escondido dentro de casa”. Em seguida, o sacerdote e o homem que o ameaçou foram para a delegacia, onde foi registrado o boletim de ocorrência. Um paroquiano também prestou seu depoimento. “Eu não fiquei para ouvir o depoimento dele. Eu voltei para casa, porque tinha missa dominical para celebrar. De lá para cá, não sei o que aconteceu com este rapaz”, disse padre Vila Verde. O sacerdote contou que, “a princípio, a polícia disse que não tinha como prendê-lo naquele momento, pois deveria fazer um processo como manda a lei”. Por isso, padre Gabriel achou que seria melhor se “resguardar, sair de Acupe”. “Eu tive que sair porque eu não poderia dar sorte ao azar, não poderia colocar minha vida em risco. O meu bispo [dom Antonio Tourinho Neto] já está sabendo de tudo e me aconselhou que ficasse resguardado por esse tempo até que tudo se resolvesse da melhor maneira possível”, afirmou. Para o sacerdote, “com certeza, Deus e a Virgem Maria, com os santos anjos, colocaram uma barreira e ele não pôde invadir. Se ele invadisse, a tragédia poderia até ter acontecido, porque eu estava sozinho, não tenho vizinhos, fico sozinho dentro daquela área ao lado da paróquia. Tenho certeza que o Senhor me protegeu”. Rezemos pelo Padre Gabriel e por todos os Sacerdotes. Saibamos que essa fúria tem uma razão: satanás, que odeia Cristo e as mãos sacerdotais que o trazem até nós. Rezem o Rosário, a Quaresma de São Miguel Arcanjo e comunguem por todos os Sacerdotes e pela Igreja. #PadreGabrielVilaVerde
- Padre Gabriel Vila Verde publica vídeo explicando tentativa de homicídio
Foi a noite mais terrível de minha vida, mas fui protegido pela Virgem Maria com Santos, e os Anjos do Senhor. Na Madrugada desta segunda-feira o Padre Gabriel Vila Verde, sofreu momentos de terror quando um morador da região de sua paróquia, localizada em Acupe – BA, fazendo ameaças, tentou invadir a casa do padre com um facão. Assista ao relato no vídeo divulgado pelo próprio sacerdote, onde ele conta detalhes do ocorrido: O padre Gabriel Vila Verde, da diocese de Cruz das Almas (BA), recebeu uma ameaça de morte na madrugada de domingo, 22 de agosto, na casa paroquial. Segundo relato do sacerdote, que é muito conhecido nas redes sociais, a tragédia não ocorreu porque, “com certeza, Deus e a Virgem Maria , com os santos anjos, colocaram uma barreira” e o homem não conseguiu invadir o local. Em um vídeo publicado em suas redes sociais, padre Gabriel, pároco da paróquia de Nossa Senhora da Soledade, em Santo Amaro (BA), contou que um homem foi até a casa paroquial na madrugada de domingo e, com um facão na mão, bateu no portão, dizendo que iria invadir o local, colocar o padre dentro do carro e atear fogo. O sacerdote disse que este homem já o insultava anteriormente por causa de obras feitas no local. “Cheguei à Paróquia de Acupe [distrito de Santo Amaro] no final de 2017. Quando cheguei, percebi que a rua que fica entre a casa paroquial e a matriz é uma rua pública. Porém, o primeiro pároco pediu autorização à prefeitura para construir dois portões em cada ponta da rua, porque era um lugar de muito acesso, pessoas namoravam naquele beco, era uma coisa solta. A prefeitura autorizou. A passagem é aberta durante o dia e à noite é fechada”, relatou. Por causa desse portão, o homem que ameaçou o padre já vinha o desacatando, “dizendo que a rua era pública”. Segundo padre Gabriel, esse mesmo morador “já tinha procurado confusão” com o pároco anterior. O sacerdote disse que essa rua era de terra e, por isso, virava “um verdadeiro lamaçal” em dias de chuva. Por isso, com ajuda de um vereador e dos paroquianos, foi feita uma obra para cimentar o local. “Mas, eu disse aos paroquianos: ‘façam de um jeito que não atrapalhe as outras ruas, que a água da chuva possa passar sem afetar nenhuma outra rua’”, afirmou o padre. Esse mesmo morador, então, “começou a ameaçar novamente, dizendo que se a rua ficasse empossada ele iria destruir tudo aquilo. Eu simplesmente disse a ele: não toque na obra. Ele me desacatou, me xingou”. Padre Gabriel Vila Verde disse que depois desse episódio, pensou que “que tudo tinha se acalmado”. Mas, “na madrugada de sábado para domingo, acordei às 1h40 com barulho muito alto. Pensava até era uma briga na rua. Era ele, com um facão, batendo no portão, dizendo ‘acorda padre’ e xingando todos os palavrões. Disse: ‘acorde que eu vou invadir isso aqui agora, vou botar você dentro do seu carro e tacar fogo’”. Segundo o pároco, durante mais de 30 minutos teve “que conviver com essa situação de pânico e pavor”. Paroquianos que moram próximo ligaram e acordaram com a confusão ligaram para outras pessoas e alguns foram para a casa paroquial, a fim de proteger o sacerdote. A polícia, então, foi acionada, mas quando chegou o homem “já estava escondido dentro de casa”. Em seguida, o sacerdote e o homem que o ameaçou foram para a delegacia, onde foi registrado o boletim de ocorrência. Um paroquiano também prestou seu depoimento. “Eu não fiquei para ouvir o depoimento dele. Eu voltei para casa, porque tinha missa dominical para celebrar. De lá para cá, não sei o que aconteceu com este rapaz”, disse padre Vila Verde. O sacerdote contou que, “a princípio, a polícia disse que não tinha como prendê-lo naquele momento, pois deveria fazer um processo como manda a lei”. Por isso, padre Gabriel achou que seria melhor se “resguardar, sair de Acupe”. “Eu tive que sair porque eu não poderia dar sorte ao azar, não poderia colocar minha vida em risco. O meu bispo [dom Antonio Tourinho Neto] já está sabendo de tudo e me aconselhou que ficasse resguardado por esse tempo até que tudo se resolvesse da melhor maneira possível”, afirmou. Para o sacerdote, “com certeza, Deus e a Virgem Maria, com os santos anjos, colocaram uma barreira e ele não pôde invadir. Se ele invadisse, a tragédia poderia até ter acontecido, porque eu estava sozinho, não tenho vizinhos, fico sozinho dentro daquela área ao lado da paróquia. Tenho certeza que o Senhor me protegeu”. Rezemos pelo Padre Gabriel e por todos os Sacerdotes. Saibamos que essa fúria tem uma razão: satanás, que odeia Cristo e as mãos sacerdotais que o trazem até nós. Rezem o Rosário, a Quaresma de São Miguel Arcanjo e comunguem por todos os Sacerdotes e pela Igreja. #PadreGabrielVilaVerde
- Pe. Gabriel Vila Verde sofre grave ameaça de morte: “A noite mais terrível de minha vida”
“A noite mais terrível de minha vida”, relatou o sacerdote. Assista o vídeo no final da postagem . Alguns apostolados católicos divulgaram a notícia de que, na madrugada desta segunda-feira (23), o Padre Gabriel Vila Verde sofreu ameaças de morte em sua paróquia, localizada em Acupe, interior da Bahia. Um homem, por uma simples banalidade, tentou tirar a vida do sacerdote usando um facão. Leia o relato compartilhado pelo apostolado Educar para o Céu: Leia também Morre Padre Gilson Frank dos Reis, da Missão Belém em SP Conversamos com o Padre nesta manhã, que nos relatou ter sido essa, a noite mais terrível de sua vida. Conforme relato do sacerdote, um morador incomodado com a calçada que foi feita na rua da casa paroquial para evitar lama, o acordou na madrugada com golpes de facão no portão e aos gritos o ameaçava de morte. Toda a rua acordou e acionaram a polícia. Foi registrado queixa na delegacia. Leia também Assista ao vídeo divulgado pelo Padre Gabriel Vila Verde, no qual ele conta detalhes do ocorrido Bastante abalado, o Padre Gabriel precisou se ausentar da Paróquia por questões de segurança e irá retornar logo o caso seja esclarecido. Rezemos pelo Padre Gabriel e por todos os Sacerdotes. Saibamos que essa fúria tem uma razão: satanás, que odeia Cristo e as mãos sacerdotais que o trazem até nós. Rezem o Rosário, a Quaresma de São Miguel Arcanjo e comunguem por todos os Sacerdotes e pela Igreja. Assista o vídeo: Leia também Após vazamento de vídeo íntimo, Bispo de Rio Preto renuncia #PadreGabrielVilaVerde
- Pe. Gabriel Vila Verde sofre grave ameaça de morte: “A noite mais terrível de minha vida”
“A noite mais terrível de minha vida”, relatou o sacerdote. Assista o vídeo no final da postagem . Alguns apostolados católicos divulgaram a notícia de que, na madrugada desta segunda-feira (23), o Padre Gabriel Vila Verde sofreu ameaças de morte em sua paróquia, localizada em Acupe, interior da Bahia. Um homem, por uma simples banalidade, tentou tirar a vida do sacerdote usando um facão. Leia o relato compartilhado pelo apostolado Educar para o Céu: Leia também Morre Padre Gilson Frank dos Reis, da Missão Belém em SP Conversamos com o Padre nesta manhã, que nos relatou ter sido essa, a noite mais terrível de sua vida. Conforme relato do sacerdote, um morador incomodado com a calçada que foi feita na rua da casa paroquial para evitar lama, o acordou na madrugada com golpes de facão no portão e aos gritos o ameaçava de morte. Toda a rua acordou e acionaram a polícia. Foi registrado queixa na delegacia. Leia também Assista ao vídeo divulgado pelo Padre Gabriel Vila Verde, no qual ele conta detalhes do ocorrido Bastante abalado, o Padre Gabriel precisou se ausentar da Paróquia por questões de segurança e irá retornar logo o caso seja esclarecido. Rezemos pelo Padre Gabriel e por todos os Sacerdotes. Saibamos que essa fúria tem uma razão: satanás, que odeia Cristo e as mãos sacerdotais que o trazem até nós. Rezem o Rosário, a Quaresma de São Miguel Arcanjo e comunguem por todos os Sacerdotes e pela Igreja. Assista o vídeo: Leia também Após vazamento de vídeo íntimo, Bispo de Rio Preto renuncia #PadreGabrielVilaVerde
- QUANDO A MPB TRABALHAVA PARA A REVOLUÇÃO
De um lado, havia o cancioneiro popular brasileiro; e de outro, a chamada MPB. Parece que não, mas eram duas coisas diferentes. Na primeira, a gente encontrava muitas canções bonitas, escritas nos dois últimos séculos, porém a segunda era sobretudo uma ideologia, ou um complexo ideológico que, por mais que divergissem as ideias dessa ou daquela corrente, caminhava seguramente para um certo fim: igualitarismo socialista, defesa das minorias, multiculturalismo, ambientalismo panteísta. MPB era música para formar lideranças progressistas, e por isso se dirigia preferencialmente a estudantes, que seriam os empresários, cientistas e profissionais liberais de amanhã. Restrita a rádios universitárias e estatais, ou acessível através de downloads piratas pela internet, era difícil ouvi-la nas AM e FM do povão, que gosta hoje de outras coisas (das quais nem é bom falar). A MPB surgiu com os cançonetistas universitários da bossa-nova classe-média e se afirmou com os festivais de música engajada dos anos sessenta. Teve até direito a dissidências, como o tropicalismo, que abriu espaço para fusões com o rock e o pop internacionais. Canções líricas, “românticas”, continuaram a ser compostas pelos militantes da MPB, mas traziam a sua marca d’água nos arranjos jazzísticos e na interpretação quase sempre murmurante, o que as diferenciava das canções alienadas dos “outros”. A MPB também olhava para trás. Sabia reconhecer no passado os seus precursores, sobretudo aqueles que usaram ritmos miscigenados, como o samba e o maxixe, revestindo musicalmente crônicas do cotidiano popular. Os precursores eram “relidos” e regravados dentro do novo padrão estilístico-ideológico. A principal arma da MPB, responsável por grande parte do seu fascínio, era a associação inteligente da mensagem revolucionária com a inegável criatividade musical brasileira. Cantando e dançando belas canções (e, de fato, havia muita coisa bonita na MPB), os estudantes assimilavam, quase sem querer, o catecismo político das esquerdas.
- Cardeal Raymond Burke retirou o respirador para deixar a UTI
Apontando para o fato de que o cardeal havia recuperado a consciência, o Padre Paul Check disse: ‘Sua irmã falou com ele ao telefone esta manhã, e Sua Eminência expressou sua profunda gratidão pelas muitas orações feitas em seu nome.’ Edward Pentin Blogs21 de agosto de 2021 LA CROSSE, Wisconsin – O cardeal Raymond Burke foi retirado do respirador e deixará a UTI hoje para retornar ao seu quarto de hospital, anunciou sua família. O padre Paul Check, diretor executivo do Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe em La Crosse, Wisconsin, confirmou a melhora das condições do cardeal em um breve comunicado divulgado no sábado. O cardeal americano, de 73 anos, foi hospitalizado no início deste mês, sofrendo de COVID, e foi colocado em um respirador em 14 de agosto, enquanto sua condição continuava a piorar. Relatórios não confirmados começaram a surgir ontem, sugerindo que sua situação estava melhorando. “Louvado seja Jesus Cristo!” O padre Check escreveu. “A família do Cardeal tem o prazer de anunciar que Sua Eminência saiu do respirador e deixará a UTI hoje para retornar ao seu quarto de hospital”. Apontando para o fato de que o cardeal havia recuperado a consciência, ele acrescentou: “Sua irmã falou com ele ao telefone esta manhã, e Sua Eminência expressou sua profunda gratidão pelas muitas orações feitas em seu nome”. “Sua família pede que continuemos com nossas orações por sua recuperação plena e rápida, e eles são gratos a Deus pelos cuidados médicos excepcionais que o Cardeal recebeu dos médicos e enfermeiras dedicados que continuam a ajudá-lo”, escreveu o Padre Check. A notícia veio após uma onda de oração e afeto pelo cardeal americano, após seu anúncio no Twitter em 11 de agosto de que ele havia testado positivo para COVID, mas estava descansando e recebendo excelente atendimento médico. “Por favor, ore por mim enquanto eu começo minha recuperação. Confiemos na Providência Divina. Deus te abençoe ”, escreveu ele. No entanto, as preocupações aumentaram quando sua família twittou em 15 de agosto que o cardeal havia sido internado no hospital e colocado em um respirador. Eles encorajaram os fiéis a rezar o Rosário por ele. Relatos não confirmados no dia seguinte sugerindo que a condição do cardeal havia piorado e que ele estava lutando por sua vida aumentaram ainda mais as preocupações. Em resposta a esses relatórios, o Padre Cheque emitiu uma declaração em 17 de agosto, afirmando que o cardeal estava em “estado grave, mas estável” e recebendo “excelente atendimento médico e sacramental”. Ele permaneceu sedado e em ventilação médica, disse o padre Check, mas acrescentou que a família tinha “grande confiança” nos cuidados que ele estava recebendo. Ele enfatizou que a família só publicaria atualizações se houvesse “mudanças significativas” na condição do cardeal e exortou os fiéis a confiar na providência de Deus. “Não devemos ter medo da cruz como o caminho para a vida eterna”, escreveu ele, e pediu que o rosário fosse rezado “com freqüência e fervor”. Amigos e seguidores do cardeal em todo o mundo têm orado por sua recuperação e escrito mensagens de apreço por ele nas redes sociais e em outros lugares. “Eu me uno na oração, missa e jejum com bons católicos em todo o mundo pela rápida recuperação do Cardeal Burke – um querido amigo, ex-professor e inspiração minha por quase quarenta anos”, escreveu o Arcebispo Salvatore Cordileone de San Francisco na Revista Crisis . “Sempre fui inspirado por sua caridade, inteligência, humildade e pura bondade, juntamente com sua devoção simples e infantil a Nosso Senhor, nossa Mãe Santíssima e todos os santos.” “O cardeal Burke permanece uma luz e um apoio para muitos sacerdotes e fiéis na batalha atual pelo tesouro da fé e da liturgia”, escreveu Dom Athanasius Schneider, de Astana, Cazaquistão. “É um sinal consolador de que Deus não está abandonando Sua Igreja nas horas mais difíceis, enquanto há em nossos dias religiosos como o Cardeal Burke. Que isso nos encha de coragem e esperança ”. Em sua declaração hoje, divulgada na véspera da Festa do Coração Imaculado de Maria na forma tradicional do Rito Romano, o Padre Cheque disse que o Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe e os meios de comunicação do cardeal “fornecerão novas atualizações conforme as instruções de a família dele.” Edward Pentin FONTE: https://www.ncregister.com/blog/cardinal-raymond-burke-taken-off-ventilator-to-leave-icu #CardealRaymondBurke #CardealRaymondBurkeretirouorespiradorparadeixaraUTI
- UMA DECISÃO A TOMAR – Scott Hahn medita sobre o 21º Domingo do Tempo Comum
Com as leituras deste domingo, conclui-se uma meditação de quatro semanas sobre a Eucaristia. Pede-se, aos doze apóstolos do evangelho de hoje, que escolham entre acreditar e aceitar a Nova Aliança que Ele oferece com seu Corpo e Sangue, ou retornar ao seu antigo modo de vida. Esta situação é prefigurada na decisão que Josue pede às doze tribos na primeira leitura. Josué os convoca em Siquém, onde Deus havia aparecido a seu pai Abraão e lhe havia prometido dar essa mesma terra ao grande povo que nasceria de sua descendência (v. Gn 12, 1-9.). Ali, Josué lhes lança um forte desafio: renovar a aliança com Deus ou servir aos deuses estranhos das nações vizinhas. Também nos é pedido que decidamos a quem vamos servir. Durante quatro semanas, a liturgia nos apresentou o mistério da Eucaristia, um milagre diário muito maior do que o que Deus fez, ao tirar Israel da terra do Egito. Também a nós Ele nos prometeu um novo lar, a vida eterna; e nos ofereceu o pão do céu para nos fortalecer em nosso caminho. Disse-nos que, se não comemos sua carne e não bebemos seu sangue, não teremos a vida em nós. “Esta palavra é dura” (v. Jo 6, 60), murmuram os discípulos no Evangelho de hoje. E, no entanto, Ele nos deu palavras de vida eterna. Nós devemos crer, como São Paulo nos diz hoje, que Jesus é o Santo de Deus que se entregou por nós, dando sua Carne para a vida do mundo. Como ouvimos em sua epístola, Jesus fez tudo isso para nos santificar, purificando-nos com a água e a palavra do batismo, através do qual entramos em sua Nova Aliança. Através da Eucaristia, Ele nos alimenta e nos trata com ternura, transformando-nos em sua própria carne e sangue, assim como os esposos se tornam uma só carne. Renovemos, hoje, nossa aliança com Deus aproximando-nos do altar, confiando em que Ele resgata a vida de seus servos, como cantamos no salmo de hoje. https://stpaulcenter.com/a-choice-to-make-scott-hahn-reflects-on-the-twenty-first-sunday-in-ordinary-time/
- Morre Padre Gilson Gilson Frank dos Reis, da Missão Belém
A Arquidiocese de São Paulo comunica, com pesar, o falecimento do Padre Gilson Frank dos Reis, neste sábado, 21, em decorrência de complicações da COVID-19. Padre Gilson tinha 45 anos e foi ordenado sacerdote no dia 3 de dezembro de 2016. Incardinado no clero da Arquidiocese de São Paulo, ele pertencia à associação de fiéis Missão Belém, que realiza um trabalho pastoral voltado à população em situação de rua e com dependência química. O Sacerdote estava hospitalizado há algumas semanas com um quadro grave de infecção do novo coronavírus, chegando a ser intubado e não resistiu. O velório acontece neste domingo, 22, na Capela Nossa Senhora Aparecida (Rua Nelson Cruz,19 – Belém), onde, às 10h, acontece uma missa de corpo presente, que será transmitida pelas mídias digitais. Em seguida, o corpo será trasladado para o Cemitério Gethsêmani Anhanguera, onde acontecerá o sepultamento. Ele sentiu na pele as dores dos irmãos de rua Texto baseado em reportagem publicada no O SÃO PAULO em março de 2013 Era março de 2013. Em uma mesa na Casa de Oração do Povo da Rua, no bairro da Luz, Gilson Frank dos Reis, então com 36 anos, planejava, junto a dois outros integrantes da Missão Belém, detalhes da atividade de evangelização que fariam horas depois junto à população em situação de rua, em especial os assolados pelo vício das drogas. Gilson, por mais de uma década, também esteve no mundo das drogas. Aos 11 anos, após a separação dos pais, tragou um cigarro pela primeira vez, e na adolescência, foi usuário de maconha, cocaína e de crack. “O crack foi a devastação da minha vida e da minha família: roubava coisas de casa, morei na rua, na Cracolândia, até que um dia alguém passou, bateu nas minhas costas e falou ‘olha, Jesus te ama’. Foi quando tive força de me levantar e procurar ajuda”, contou à reportagem do O SÃO PAULO na ocasião. Durante nove meses, no ano de 1998, Gilson permaneceu em uma clínica de recuperação de dependentes químicos no Rio Grande do Sul. De volta a São Paulo, conseguiu emprego, tornou-se noivo, ingressou em atividades da Igreja e foi um dos fundadores de um grupo que ajudava na recuperação de jovens drogados. Por meio de colegas da Comunidade Servos de Resgate, que também se dedica à evangelização de moradores em situação de rua, conheceu o Padre Gianpietro Carraro, quem em 2005 fundaria a Missão Belém, onde Gilson realizou acompanhamento vocacional. “Quando comecei essa caminhada com um acompanhamento mais sério, com uma espiritualidade mais forte, entendi que aquilo que eu procurei desde os meus 11 anos de idade nas drogas, eu encontrei somente em Deus”. Gilson deixou tudo para trás para seguir a vida missionária, ajudando que drogados se libertem do vício. “Toda vez que posso, falo da minha experiência de vida e que Deus está tirando um homem que era da Cracolândia e levando para trás do altar para ser padre. Procuro sempre enfatizar isso porque não somos diferentes: se isso aconteceu na minha vida, outros irmãos podem conseguir, porque um homem que tem objetivo chega aonde Deus quer”, relatou à reportagem. Gilson seria ordenado sacerdote três anos depois daquela entrevista, em 3 de dezembro de 2016, e manteve-se fiel ao que se propunha desde quando disse sim a Deus ao discernir pela vocação sacerdotal. “Tenho um desejo no coração de ser o sacerdote dos pobres, mostrar com a minha vida aquilo que Deus fez.”. De sua própria experiência e das situações que vivenciara até aquele março de 2013, de pessoas que deixaram as drogas após o encontro com Deus, Gilson nutria algumas certezas sobre a fé. “A Palavra de Deus diz que a fé é o firme fundamento de acreditar em tudo aquilo que a gente não vê, mas a fé também é o alicerce de quem quer caminhar com Deus. O homem nasceu para acreditar, tanto é que aqueles que não acreditam em Deus acreditam em algo diferente, isso é do ser do homem, aquele que não tem fé e não acredita, morre, acaba se perdendo”. Fonte O SÃO PAULO
- Morre Padre Gilson Gilson Frank dos Reis, da Missão Belém
A Arquidiocese de São Paulo comunica, com pesar, o falecimento do Padre Gilson Frank dos Reis, neste sábado, 21, em decorrência de complicações da COVID-19. Padre Gilson tinha 45 anos e foi ordenado sacerdote no dia 3 de dezembro de 2016. Incardinado no clero da Arquidiocese de São Paulo, ele pertencia à associação de fiéis Missão Belém, que realiza um trabalho pastoral voltado à população em situação de rua e com dependência química. O Sacerdote estava hospitalizado há algumas semanas com um quadro grave de infecção do novo coronavírus, chegando a ser intubado e não resistiu. O velório acontece neste domingo, 22, na Capela Nossa Senhora Aparecida (Rua Nelson Cruz,19 – Belém), onde, às 10h, acontece uma missa de corpo presente, que será transmitida pelas mídias digitais. Em seguida, o corpo será trasladado para o Cemitério Gethsêmani Anhanguera, onde acontecerá o sepultamento. Ele sentiu na pele as dores dos irmãos de rua Texto baseado em reportagem publicada no O SÃO PAULO em março de 2013 Era março de 2013. Em uma mesa na Casa de Oração do Povo da Rua, no bairro da Luz, Gilson Frank dos Reis, então com 36 anos, planejava, junto a dois outros integrantes da Missão Belém, detalhes da atividade de evangelização que fariam horas depois junto à população em situação de rua, em especial os assolados pelo vício das drogas. Gilson, por mais de uma década, também esteve no mundo das drogas. Aos 11 anos, após a separação dos pais, tragou um cigarro pela primeira vez, e na adolescência, foi usuário de maconha, cocaína e de crack. “O crack foi a devastação da minha vida e da minha família: roubava coisas de casa, morei na rua, na Cracolândia, até que um dia alguém passou, bateu nas minhas costas e falou ‘olha, Jesus te ama’. Foi quando tive força de me levantar e procurar ajuda”, contou à reportagem do O SÃO PAULO na ocasião. Durante nove meses, no ano de 1998, Gilson permaneceu em uma clínica de recuperação de dependentes químicos no Rio Grande do Sul. De volta a São Paulo, conseguiu emprego, tornou-se noivo, ingressou em atividades da Igreja e foi um dos fundadores de um grupo que ajudava na recuperação de jovens drogados. Por meio de colegas da Comunidade Servos de Resgate, que também se dedica à evangelização de moradores em situação de rua, conheceu o Padre Gianpietro Carraro, quem em 2005 fundaria a Missão Belém, onde Gilson realizou acompanhamento vocacional. “Quando comecei essa caminhada com um acompanhamento mais sério, com uma espiritualidade mais forte, entendi que aquilo que eu procurei desde os meus 11 anos de idade nas drogas, eu encontrei somente em Deus”. Gilson deixou tudo para trás para seguir a vida missionária, ajudando que drogados se libertem do vício. “Toda vez que posso, falo da minha experiência de vida e que Deus está tirando um homem que era da Cracolândia e levando para trás do altar para ser padre. Procuro sempre enfatizar isso porque não somos diferentes: se isso aconteceu na minha vida, outros irmãos podem conseguir, porque um homem que tem objetivo chega aonde Deus quer”, relatou à reportagem. Gilson seria ordenado sacerdote três anos depois daquela entrevista, em 3 de dezembro de 2016, e manteve-se fiel ao que se propunha desde quando disse sim a Deus ao discernir pela vocação sacerdotal. “Tenho um desejo no coração de ser o sacerdote dos pobres, mostrar com a minha vida aquilo que Deus fez.”. De sua própria experiência e das situações que vivenciara até aquele março de 2013, de pessoas que deixaram as drogas após o encontro com Deus, Gilson nutria algumas certezas sobre a fé. “A Palavra de Deus diz que a fé é o firme fundamento de acreditar em tudo aquilo que a gente não vê, mas a fé também é o alicerce de quem quer caminhar com Deus. O homem nasceu para acreditar, tanto é que aqueles que não acreditam em Deus acreditam em algo diferente, isso é do ser do homem, aquele que não tem fé e não acredita, morre, acaba se perdendo”. Fonte O SÃO PAULO
- VISITA A UMA CHÁCARA VIRTUAL
Meus pêsames, amigo, por dona Helenirene. Que ela descanse em paz Nos braços do Deus Uno e Trino (Não do deus azul, como certamente preferirás Em teu panteísmo pós-cristão). Felicitações pelo coronado retorno às redes do parnaso, Em teu canto verde da web. Em vez da corona de louros dos antigos, Coube-nos a corona de espinhos Trazida da China anticristã Pelos novos marcos-polos da new world order. E agora que tua web-chácara voltou a produzir, Vou experimentar uns giros por lá Com minha surrada bicicleta-eletrônica, Livre da máscara nojenta e da porca luva, Sem pegajoso álcool-gel ao tocar no moirão da porteira aberta. Vou entrar e colher metáforas secretas, Alguns paradoxos de agricultor cansado E a condição humana transfundida em canto. Até lá.
- Em Petrópolis, Bispo autoriza todos os padres a celebrar missa tradicional
O bispo de Petrópolis (RJ), dom Gregório Paixão, autorizou todos os sacerdotes da diocese ordenados até 16 de julho de 2021 a celebrar a missa tradicional no território diocesano. A autorização foi dada por meio de um decreto sobre a aplicação do motu proprio Traditionis custodes, com o qual o papa Francisco restringiu o uso da liturgia anterior à reforma do Concílio Vaticano II. No documento, o bispo também pediu “que a Liturgia reformada por determinação do Concílio Vaticano II seja celebrada pelo nosso clero com decoro e fidelidade aos livros litúrgicos, sem excentricidades que facilmente degeneram em abusos”. “Pelo presente decreto, havemos por bem autorizar na diocese de Petrópolis a utilização do Missal Romano promulgado por São João XXIII em 1962”, afirma o bispo no decreto que autoriza “todos os sacerdotes de nossa diocese, ordenados presbíteros em data anterior à publicação do motu proprio, a saber 16 de julho de 2021, a continuarem gozar, em nosso território, da faculdade de celebrar a Missa segundo o Missal Romano de 1962”. Em seu decreto, o bispo de Petrópolis afirmou que, em sua diocese, “até a presente data, o uso do Missal Romano de 1962” por parte do clero, “quer para a celebração privada, quer para grupo de fiéis, não causou problemas de ordem pastoral e não há exclusão da Reforma Litúrgica, nos ditames do Concílio Vaticano II e do Magistério dos Sumos Pontífices”. Dom Gregório Paixão também atendeu às exigências estabelecidas pelo motu proprio do papa Francisco e indicou a capela São Francisco de Assis, no território da Paróquia São Judas Tadeu da Mosela, “para a celebração, com a participação dos fiéis, da Santa Missa conforme o Missal Romano de 1962”. Estas celebrações “poderão ocorrer todos os dias, até mesmo nos domingos”, e as leituras devem ser feitas “em vernáculo, segundo a tradução da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil”. Inicialmente, a missa tradicional era celebrada na capela da Universidade Católica de Petrópolis (UCP) prátoca que, tempos depois, foi suspensa. Em 2020, com a chegada de padre Antônio de Pádua, da Administração Apostólica São João Maria Vianney e vigário da paróquia São Judas Tadeu, a missa tradicional passou a ser celebrada na paróquia. A partir de agora, a missa segundo o Missal de 1962 será celebrada aos domingos, às 16h, na capela São Francisco de Assis, tendo início no próximo dia 22 de agosto. O bispo nomeou como delegado episcopal e responsável pela celebração da missa tradicional o próprio padre Antônio de Pádua Andrade dos Santos. Via ACI Digital
- Em Petrópolis, Bispo autoriza todos os padres a celebrar missa tradicional
O bispo de Petrópolis (RJ), dom Gregório Paixão, autorizou todos os sacerdotes da diocese ordenados até 16 de julho de 2021 a celebrar a missa tradicional no território diocesano. A autorização foi dada por meio de um decreto sobre a aplicação do motu proprio Traditionis custodes, com o qual o papa Francisco restringiu o uso da liturgia anterior à reforma do Concílio Vaticano II. No documento, o bispo também pediu “que a Liturgia reformada por determinação do Concílio Vaticano II seja celebrada pelo nosso clero com decoro e fidelidade aos livros litúrgicos, sem excentricidades que facilmente degeneram em abusos”. “Pelo presente decreto, havemos por bem autorizar na diocese de Petrópolis a utilização do Missal Romano promulgado por São João XXIII em 1962”, afirma o bispo no decreto que autoriza “todos os sacerdotes de nossa diocese, ordenados presbíteros em data anterior à publicação do motu proprio, a saber 16 de julho de 2021, a continuarem gozar, em nosso território, da faculdade de celebrar a Missa segundo o Missal Romano de 1962”. Em seu decreto, o bispo de Petrópolis afirmou que, em sua diocese, “até a presente data, o uso do Missal Romano de 1962” por parte do clero, “quer para a celebração privada, quer para grupo de fiéis, não causou problemas de ordem pastoral e não há exclusão da Reforma Litúrgica, nos ditames do Concílio Vaticano II e do Magistério dos Sumos Pontífices”. Dom Gregório Paixão também atendeu às exigências estabelecidas pelo motu proprio do papa Francisco e indicou a capela São Francisco de Assis, no território da Paróquia São Judas Tadeu da Mosela, “para a celebração, com a participação dos fiéis, da Santa Missa conforme o Missal Romano de 1962”. Estas celebrações “poderão ocorrer todos os dias, até mesmo nos domingos”, e as leituras devem ser feitas “em vernáculo, segundo a tradução da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil”. Inicialmente, a missa tradicional era celebrada na capela da Universidade Católica de Petrópolis (UCP) prátoca que, tempos depois, foi suspensa. Em 2020, com a chegada de padre Antônio de Pádua, da Administração Apostólica São João Maria Vianney e vigário da paróquia São Judas Tadeu, a missa tradicional passou a ser celebrada na paróquia. A partir de agora, a missa segundo o Missal de 1962 será celebrada aos domingos, às 16h, na capela São Francisco de Assis, tendo início no próximo dia 22 de agosto. O bispo nomeou como delegado episcopal e responsável pela celebração da missa tradicional o próprio padre Antônio de Pádua Andrade dos Santos. Via ACI Digital
- [O ABSURDO DO ARGUMENTO RELATIVISTA] – Pe. Santiago Martín
Uma das reflexões mais lúcidas que li, esta semana, sobre o que está acontecendo no Afeganistão foi a do bispo-secretário da Conferência Episcopal Espanhola, Monsenhor Luis Argüello. Segundo ele, o que está acontecendo naquele país asiático mostra que nem todas as culturas merecem o mesmo respeito e que devem ser valorizadas “pelo seu serviço à dignidade radical e universal da pessoa: à sua vida, consciência, liberdade e igualdade”. O bispo culpa esta equação cultural, segundo a qual somos todos iguais, pelo relativismo. Ele tem sem dúvida razão, mas eu gostaria de ir um pouco mais fundo nesta ideia. Entre as aberrações provocadas pela interpretação do Concílio Vaticano II enquanto ruptura com tudo o que tinha sido antes, está a de considerar que todas as religiões são igualmente boas para ir ao Céu. No final, e segundo este evanescente “espírito do Concílio”, o que importa é ser fiel à própria consciência, porque Deus, na sua infinita misericórdia, levará todos ao paraíso, se tal paraíso existir, no qual, aliás, eles não acreditam. Todas as religiões são iguais para os membros da nova Igreja e nem sequer é necessário ter uma religião para ser salvo — para que um ateu possa ser salvo tão bem como um católico que assiste à missa diária. O que importa é a fidelidade à própria consciência, que se tornou não o governante da casa, mas o servo dos instintos. Se for fiel à sua consciência, e a sua consciência lhe disser que pode colocar uma bomba e matar um bando de pessoas inocentes, vai para o Céu. Se for fiel à sua consciência, e a sua consciência lhe disser que violar crianças não é errado, irá para o Céu. Se for fiel à sua consciência, e ela lhe disser que pode incendiar uma floresta, ou saquear o dinheiro do Estado para o depositar numa conta na Suíça, irá para o Céu. Nem a missa, nem os mandamentos, nem mesmo a lei natural importam mais. O que importa é a consciência, que cada um faz o que lhe apetece. Além disto, e continuando com o argumento, quanto menos formada for a sua consciência, melhor, porque quanto menos ela lhe exigir mais certo terá o paraíso. Os amorais são todos canonizados em vida, façam eles o que fizerem, e deve ser reprimida qualquer tentativa de os fazer compreender que existem ações objetivamente boas e objetivamente más, não apenas como uma intrusão externa na sacrossanta liberdade humana, mas como um obstáculo à salvação eterna da pessoa. Quem não souber que matar, ou roubar, ou mentir, ou violar, ou queimar uma floresta são coisas más, vai com certeza para o céu, mesmo que cometa todos estes ultrajes. Assim, com tais argumentos, qualquer ensinamento ético deve ser suprimido. Levar um argumento até ao fim serve para verificar a coerência do argumento. Estas ideias, tão caras aos rupturistas pós-conciliares, não só somente absurdas como ridículas, não só carecem da lógica mais elementar, como vão contra o que Jesus Cristo ensinou. O Senhor ordenou-nos que cumpríssemos os mandamentos e avisou-nos que quem não o fizesse, não entraria no Reino dos Céus. Ele ordenou aos seus discípulos que evangelizassem e batizassem, o que lhes poderia ter sido poupado se fosse a mesma coisa ser judeu, budista ou cristão (os muçulmanos vieram mais tarde). Por que é que os apóstolos se dariam a tanto trabalho, se o pagão que venerava Baco e Saturno podia ser salvo? Por que aceitaram o martírio por levarem a Palavra de Deus até à remota Índia, se era o mesmo crer em Cristo que na deusa Kali? E se os primeiros evangelizadores não tivessem vindo à Espanha, ou se os missionários espanhóis não tivessem ido para a América, teria a nossa vida aqui na terra sido a mesma e iríamos para o Céu da mesma maneira?
- Ateísmo: Uma invenção
Se Deus é uma invenção do homem (como dizem os ateus), porque nós o criaríamos Santo, Justo e Bom? Por que criaríamos um Deus que condena nosso estilo de vida pecaminoso? Por que ele seria tão distante moralmente de nós? Ele tão perfeito e nós tão fracos? Se fosse para inventar um deus, inventaria um como os deuses gregos, sujeito as mesmas paixões e pecados que eu. Que roubam, matam, cobiçam, mentem, trapaceiam, e tem todas as nossas inclinações ao pecado. Gente como a gente! Mas se existe algo que foi inventado, foi a inexistência de Deus. Pois, assim, o homem se livraria da necessidade do arrependimento e da condenação vindoura. Ficaria livre para expor toda sua maldade sem a preocupação de um julgamento posterior. Que grande consolo, não? . Seria ótimo que toda a nossa maldade praticada nessa vida ficasse sem nenhuma condenação. Que o mal fosse simplesmente esquecido, nenhuma prestação de contas. . Então, ao que parece, o ateísmo é o grande consolo dos fracos para escapar ao juízo de Deus. É o consolo dos pecadores para permanecer em seus pecados impunemente. O problema do ateísmo não é intelectual, mas moral. É o consolo do homem ímpio para fugir da responsabilidade das suas ações. . Então, se existe nesse mundo algo que foi inventado para iludir e mascarar a realidade, esse algo é o ateísmo. . “Diz o tolo em seu coração: “Deus não existe! “ Salmo 53:1 Ideia cômoda, não? Que você pensa sobre isso? Deixe nos comentários!
- Histeria entre politicos e feministas após exibição de filme contra o aborto na França
A cada dia que passa aumenta a perseguição aos cristãos e consevadores que defendem a vida. Um exemplo disso é o que aconteceu na França no início desta semana! A França vive uma grande polêmica político-social devido à exibição do filme 40 Dias – O Milagre da Vida. Na terça-feira, o Conselho Superior de Mídia Audiovisual do país gaulês anunciou ao HuffPost que havia recebido denúncias após a transmissão na noite de segunda-feira do filme antiaborto no canal C8. «As nossas equipes examinarão o filme que foi ao ar e o examinarão à luz das normas legais aplicáveis, a fim de apurar se houve violação das mesmas. Com base nisso, o conselho vai decidir ou não intervir junto ao editor ”, disseram-nos. Desde o anúncio da retransmissão do longa-metragem, lançado nos Estados Unidos em 2019, um vento de raiva soprou entre as feministas na França. Nesta segunda-feira, as ministras Élisabeth Moreno e Marlène Schiappa intervieram para denunciar a iniciativa do canal do grupo Bolloré. Moreno, ministro da Igualdade entre mulheres e homens, disse que é “uma ferramenta abjeta de propaganda anti-aborto” e insistiu que o aborto é “um direito fundamental” e “inalienável para todas as mulheres”. Clique aqui para assistir online o filme 40 Dias – O Milagre da Vida “Não ao incômodo, não à culpa”, gritou no Twitter, por sua vez, Marlène Schiappa, ministra da Cidadania, aproveitando seu tweet para compartilhar cifras destinadas a informar sobre o aborto. A secretária de Estado da Educação, Nathalie Elimas, deplorou o filme e apelou a “uma luta sem fim”, citando uma famosa frase de Simone de Beauvoir em O Segundo Sexo. Uma produção polêmica A história de Unplanned é de Abby Johnson. Porta-voz e mais tarde diretor da filial do Texas da Paternidade Planejada em Bryan, que um dia auxilia no aborto de uma jovem, então grávida de treze semanas. Ao contrário das intervenções de que participou no passado, esta a perturba. Ela fica traumatizada e decide, aliás, renunciar ao cargo para se comprometer na luta contra o aborto. Quando foi lançado nos cinemas, o filme teve algum sucesso em todo o oceano, especialmente entre os críticos do aborto, como o ex-vice-presidente de Donald Trump, Mike Pence, que viu no filme uma “redescoberta” do reconhecimento pelos americanos. Para “o santidade de vida. “ C8, propriedade de um católico praticante O filme, transmitido em horário nobre, não é a primeira polêmica sobre o assunto no canal de Vincent Bolloré, católico praticante que nunca escondeu suas convicções pró-vida. Clique aqui e assista online o filme 40 Dias – O Milagre da Vida #Aborto
- Histeria entre politicos e feministas após exibição de filme contra o aborto na França
A cada dia que passa aumenta a perseguição aos cristãos e consevadores que defendem a vida. Um exemplo disso é o que aconteceu na França no início desta semana! A França vive uma grande polêmica político-social devido à exibição do filme 40 Dias – O Milagre da Vida. Na terça-feira, o Conselho Superior de Mídia Audiovisual do país gaulês anunciou ao HuffPost que havia recebido denúncias após a transmissão na noite de segunda-feira do filme antiaborto no canal C8. «As nossas equipes examinarão o filme que foi ao ar e o examinarão à luz das normas legais aplicáveis, a fim de apurar se houve violação das mesmas. Com base nisso, o conselho vai decidir ou não intervir junto ao editor ”, disseram-nos. Desde o anúncio da retransmissão do longa-metragem, lançado nos Estados Unidos em 2019, um vento de raiva soprou entre as feministas na França. Nesta segunda-feira, as ministras Élisabeth Moreno e Marlène Schiappa intervieram para denunciar a iniciativa do canal do grupo Bolloré. Moreno, ministro da Igualdade entre mulheres e homens, disse que é “uma ferramenta abjeta de propaganda anti-aborto” e insistiu que o aborto é “um direito fundamental” e “inalienável para todas as mulheres”. Clique aqui para assistir online o filme 40 Dias – O Milagre da Vida “Não ao incômodo, não à culpa”, gritou no Twitter, por sua vez, Marlène Schiappa, ministra da Cidadania, aproveitando seu tweet para compartilhar cifras destinadas a informar sobre o aborto. A secretária de Estado da Educação, Nathalie Elimas, deplorou o filme e apelou a “uma luta sem fim”, citando uma famosa frase de Simone de Beauvoir em O Segundo Sexo. Uma produção polêmica A história de Unplanned é de Abby Johnson. Porta-voz e mais tarde diretor da filial do Texas da Paternidade Planejada em Bryan, que um dia auxilia no aborto de uma jovem, então grávida de treze semanas. Ao contrário das intervenções de que participou no passado, esta a perturba. Ela fica traumatizada e decide, aliás, renunciar ao cargo para se comprometer na luta contra o aborto. Quando foi lançado nos cinemas, o filme teve algum sucesso em todo o oceano, especialmente entre os críticos do aborto, como o ex-vice-presidente de Donald Trump, Mike Pence, que viu no filme uma “redescoberta” do reconhecimento pelos americanos. Para “o santidade de vida. “ C8, propriedade de um católico praticante O filme, transmitido em horário nobre, não é a primeira polêmica sobre o assunto no canal de Vincent Bolloré, católico praticante que nunca escondeu suas convicções pró-vida. Clique aqui e assista online o filme 40 Dias – O Milagre da Vida #Aborto
- A mídia odeia o Cardeal Burke – ou a fé que ele representa?
O cardeal Burke é o objeto de tanto desprezo da mídia porque ele não adaptará suas crenças católicas às modas contemporâneas? Qui, 19 de agosto de 2021 – 12h03 EDT ( Cultura Católica ) – Os ataques repreensíveis ao Cardeal Raymond Burke na grande mídia – o prazer impróprio com que os especialistas liberais se lançaram sobre a notícia de sua doença – deveriam fazer qualquer observador imparcial estremecer. Você não precisa ser um católico tradicional para perceber que, quando a vida de um homem está em perigo, a civilidade comum requer pelo menos uma suspensão temporária da polêmica. Você não precisa ser um teólogo moral para apreciar o mérito do ditado: Você não chuta um homem quando ele está caído. Mas em vez de expressar simpatia pela situação do cardeal – muito menos juntar-se a seu apelo por orações – os relatos da mídia estão destacando sua oposição ao bloqueio do COVID e sugerindo (incorretamente) que ele negou a gravidade da doença. Há mais do que uma sugestão, em muitos desses relatórios, de que o cardeal está agora sofrendo uma punição condigna por sua rejeição da opinião popular. Por que o cardeal Burke é tão impopular entre esses repórteres? Por que seus pontos de vista são tão repugnantes para eles, que mal podem esconder seu deleite com seu sofrimento presente? É porque ele questionou o bloqueio draconiano e sugeriu que algumas forças poderosas estão manipulando a situação em seu próprio benefício? Muitos outros apresentaram os mesmos argumentos – não sem evidências de apoio. É porque ele criticou a pressa em desenvolver vacinas usando linhagens de tecido derivadas do aborto? Mais uma vez, muitos outros fizeram a mesma crítica, neste caso com evidências irrefutáveis. É porque ele condenou o fechamento de igrejas e a presunção de que o culto religioso não é uma atividade “essencial”? Aqui também ele teve muita companhia, mas acho que estamos nos aproximando da verdade. Ou é simplesmente porque o Cardeal Burke defende inflexivelmente os ensinamentos morais da Igreja – porque ele se tornou o principal exemplo da resistência católica contra as pressões arrogantes do liberalismo secular? Em suma, o cardeal Burke é objeto de tal desprezo porque ele não adaptará suas crenças católicas às modas contemporâneas? O cardeal Burke certamente entendeu que ele, como milhões de outras pessoas, corria o risco de contrair o vírus. Ele conhecia os perigos. Mas ele pesou esses perigos contra as exigências de sua fé e concluiu que não poderia transigir em seus princípios. Não existem jornalistas seculares dispostos a homenagear um homem que manteve suas convicções – mesmo que eles próprios não compartilhem dessas convicções? Muitos relatórios sugerem que o cardeal contraiu o vírus porque não tomou as precauções normais. (Na verdade, parece mais provável que ele tenha se infectado ao visitar a família e amigos: uma atividade inócua que mesmo as diretrizes mais rígidas não proíbem.) No passado, os comentaristas liberais evitaram cuidadosamente repreender as vítimas por se exporem a doenças devido ao seu comportamento prejudicial. Mas claramente este é um caso especial. Por quê? Um relatório particularmente odioso, da NBC News , acusou o cardeal de “repetidas informações incorretas relacionadas a teorias de conspiração sobre as vacinas”. O artigo apontou para algumas declarações polêmicas – que envolviam diferenças de opinião em vez de “desinformação” – e, em seguida, ofereceu este boato revelador: Ele também disse que a melhor arma para combater “o mal do coronavírus” é um relacionamento com Jesus, de acordo com a Associated Press. Onde está a “desinformação” aí? Onde está a teoria da conspiração? Por que a frase “o mal do coronavírus” está entre aspas assustadoras? O repórter da NBC nega que esta doença seja um mal? Ou o parágrafo é simplesmente uma maneira de transmitir, para um leitor secularizado presunçoso, que o Cardeal Burke mantém uma crença antiquada no poder de Jesus Cristo – não apenas como uma abstração, mas como um antídoto prático para os males do mundo? É isso que mais ofende as sensibilidades liberais? Nesse caso, espero estar sob a mesma condenação que a mídia tem feito sobre o cardeal Burke. Porque eu acredito que é, mutatis mutandis , a mesma condenação que os líderes do mundo de outra era jogaram sobre Jesus por rejeitar a sabedoria daquela época. Mártires morrem em odium fidei . Mas também é possível viver cercado de ódio pela fé. Rezo para que o Senhor poupe a vida do Cardeal Burke, que já abraçou essa forma de martírio branco. FONTE: https://www.lifesitenews.com/opinion/do-the-media-hate-cardinal-burke-or-the-faith-he-represents/?utm_source=top_news&utm_campaign=usa https://homilias.com.br/vaticano-senta-no-banco-dos-reus-pelos-abusos-economicos-de-uma-decada/ #AmídiaodeiaoCardealBurkeouaféqueelerepresenta #CardealRaymondBurke
- Os defensores da missa latina tradicional provam que o Papa Francisco estava certo em suprimir o ant
A tradicional missa em latim tornou-se uma incubadora de divisões. O cisma está no ar junto com o incenso. 16 de agosto de 2021 por Michael Sean Winters Opinião Nas semanas seguintes aos Custódios Traditionis do Papa Francisco , o motu proprio tomando sua decisão de revogar as permissões para celebrar a missa tradicional em latim contida no motu proprio Summorum Pontificum de 2007 , tem havido muitos gemidos e ranger de dentes por aqueles que defenda o antigo rito. Muitos deles provaram por que o Papa Francisco estava certo em fazer o que fez: a missa tradicional em latim se tornou uma incubadora de divisão. O cisma está no ar junto com o incenso. A tradicional missa em latim tornou-se uma incubadora de divisões. O cisma está no ar junto com o incenso. No topo da lista está Michael Brendan Dougherty, da National Review, para um artigo de opinião no New York Times . Dougherty se engana muito com alguém que afirma ser jornalista. Ele sugere que o canto gregoriano só floresceu depois do Summorum , mas eu adorei na Catedral de São Mateus o Apóstolo em Washington desde 1985 e tínhamos canto gregoriano a cada missa das 10 horas. Eles também o têm em St. Paul’s Cambridge, nos arredores de Boston. E St. Clement está em Chicago. E em muitas igrejas. Ele aplaude os “luminares da cultura britânica” que escreveram ao Papa Paulo VI pedindo-lhe que mantivesse o antigo rito. Dougherty parece especialmente impressionado que os autores citaram a inspiração do rito em incontáveis obras de arte, que sua carta “nem mesmo finge ser de cristãos crentes”. É um encômio estranho e utilitário para alguém tão envolvido na adoração do Todo-Poderoso. Dougherty exibe uma fixação no tabernáculo. Estes nunca foram “rasgados”, como ele afirma, mas às vezes eram transferidos para uma capela mais tranquila, onde a oração diante do Santíssimo era tão possível quanto antes, às vezes mais. Não nego que ocorreram alguns desastres iconoclastas após o Concílio, mas foram anedóticos e não sistêmicos. Dougherty acha que é de alguma forma importante que o tabernáculo esteja sobre o altar do sacrifício, mas por que ele pensa que isso não está claro. As hóstias consagradas de um dia são de alguma forma mais divinas do que as hóstias que o padre acabou de consagrar? São essas sentenças, no entanto, pelas quais Dougherty involuntariamente prova que o Papa Francisco estava correto: O Papa Francisco prevê que voltaremos à nova Missa. Meus filhos não podem voltar a ela; não é sua formação religiosa. Francamente, a nova missa não é a religião deles. Aí está. Apesar de todo o seu esforço para se distanciar dos “cismáticos” no início do comentário, ele mostra que está determinado a tornar seus filhos cismáticos no final. Religião não é, para ele, vincular-se à comunidade de fiéis que, ao longo dos séculos, foi fiel ao mandamento do Senhor de “fazer isso em memória de mim”. A religião não é sobre fidelidade à tradição de fé e seus líderes autorizados. Trata-se de reivindicar seus gostos. Sua iteração do catolicismo de cafeteria pode ser exagerado aos seus próprios olhos, mas ainda é o catolicismo de cafeteria. First Things foi um foco de dissidência contra a decisão do Papa Francisco. O pior foi a coluna de Martin Mosebach , que demonstrou uma ignorância verdadeiramente notável do ensino católico real, mesmo enquanto afirmava que aqueles comprometidos com o antigo rito exibiam “uma devoção séria e entusiástica à plenitude do catolicismo”. Eles fizeram? Eu pensaria que aceitar o ensino e o rito de um concílio ecumênico seria parte da “plenitude do catolicismo”. Mosebach também demonstrou um completo mal-entendido da história litúrgica quando escreveu: “A tradição está acima do papa. A velha missa, enraizada profundamente no primeiro milênio cristão, é uma questão de princípio além da autoridade do papa para proibir. Muitas disposições do Papa Bento XVI motu proprio pode ser anulado ou modificado, mas esta decisão magisterial não pode ser eliminada tão facilmente. “ Será que ele sequer ouvido falar do movimento litúrgico, que começou no 19 º século e levou à constituição da Divina Liturgia, Sacrosanctum Concilium , no Vaticano II? O Concílio – e vários papas anteriormente, incluindo o papa conservador Pio XII e o reacionário Pio X – estavam constantemente renovando nossas formas litúrgicas. Pio X diminuiu a idade para a primeira comunhão e encorajou a recepção frequente por todos. Pio XII trouxe de volta a Vigília Pascal, que mudou não só nossas liturgias da Semana Santa, mas também nossa eclesiologia: a ênfase no batismo e nos batizados no Vaticano II teria sido inimaginável se Pio não tivesse restaurado a Vigília Pascal. George Weigel, também em First Things , invocou Pio XII e fez muito sentido em sua defesa do Novus Ordo. Mas ele reclamou que os Custódios Traditionis “eram teologicamente incoerentes, pastoralmente divisivos, desnecessários, cruéis – e um lamentável exemplo do bullying liberal que se tornou muito conhecido em Roma recentemente”. Muito familiarizado? Parece que me lembro do herói de Weigel, o Papa João Paulo II, que teve professores removidos de suas cadeiras acadêmicas porque eles entraram em conflito com suas interpretações do Vaticano II. Na verdade, acho que algumas das remoções foram justificadas e não tenho nenhum problema em admitir que Roma tem o direito de se pronunciar sobre essas questões. Mas se Traditionis Custodes é bullying, e bullying é ruim, João Paulo II também não foi culpado disso? Ou é apenas “intimidação liberal” que irrita Weigel? A maioria das pessoas se pergunta por que Francisco se mostrou tão disposto a tolerar a oposição de seus próprios cardeais e de outros na Cúria que procuram minar suas iniciativas. Na manhã em que foi divulgada a notícia sobre a decisão do Papa Francisco, expressei minha preocupação por aqueles que eram devotados ao antigo rito, mas não acreditavam em todas as tolices ideológicas que muitas vezes vinham com ele. Mas nas semanas seguintes, Francis provou estar certo. A tradicional missa latina levou a uma eclesiologia distorcida e, pelo menos na América, abriu uma nova frente de batalha nas guerras culturais. Se você duvida que o papa estava certo, você só precisa ouvir seus críticos. Michael Sean Winters Michael Sean Winters cobre o nexo de religião e política para o NCR. FONTE: https://homilias.com.br/wp-login.php?redirect_to=https%3A%2F%2Fhomilias.com.br%2Fwp-admin%2F&reauth=1 6 coisas que você precisa fazer para permanecer católico na faculdade Carta de católicos italianos ao Papa Francisco #missatradicional #OsdefensoresdamissalatinatradicionalprovamqueoPapaFranciscoestavacertoemsuprimiroantigorito #papafrancisco #proibiçãoàmissatradicional
- OS IDEÓLOGOS ILUMINISTAS JAMAIS ACREDITARAM NA IGUALDADE DO GÊNERO HUMANO – Xavier Martin
[Abaixo, um trecho do livro do professor francês Xavier Martin, L’homme rétréci par les Lumières (que poderia ser traduzido, mais ou menos, como “o homem oprimido ou amesquinhado pelas Luzes”), lançado em 2020 pela editora DMM. Xavier Martin ensinou na Universidade d’Angers e é historiador das ideias políticas, tendo se interessado sobretudo pelo Iluminismo e suas consequências na Revolução Francesa. Em sua visão, os filósofos iluministas e os líderes revolucionários tinham uma concepção mecanicista e utilitarista do ser humano, o qual não passaria de uma máquina sujeita às sensações e movida apenas por interesses egoístas. Uma concepção que é prato-cheio nas mãos de políticos com inclinações totalitárias. A prova disto está na própria Revolução Francesa, que não hesitou em pôr em prática a sua “política do terror” quando houve a oportunidade. É sempre a tentação gnóstica da elite iluminada que se acha na obrigação de cuidar e dirigir a maioria não-iluminada]. Todos os dias, seja na mídia, no mundo político, no âmbito educacional, ouve-se dizer que o “Iluminismo”, esse orgulho francês, descobriu e ofereceu ao mundo inteiro a grande ideia da unidade do gênero humano. Trata-se de uma exorbitante aberração, pois o que ocorreu foi justamente o contrário: questionando essa unidade, na realidade eles desmembraram a raça humana, ou pelo menos estavam teimosamente inclinados a fazê-lo. Na raiz das ideologias do século XX, ao estabelecer uma hierarquia entre os homens, fossem raciais ou sociais, a ideologia iluminista retomou a heresia gnóstica, inaugurada pela Maçonaria, segundo a qual apenas uma certa elite iluminada é capaz de dirigir o resto da população inculta. Essa ideia pode ser reencontrada, em nossos dias, nesses pensadores televisivos que impõem sua visão de sociedade a toda uma categoria de ignorantes, apesar de parecerem centenas de milhares os que se manifestam nas ruas… Que os Diderots, Voltaires, Helvétius e aliados negassem claramente a consistência da ideia de um gênero humano, tinha lá a sua lógica, se se pensar em certos princípios dos quais estavam imbuídos, e dos quais se orgulhavam só por serem “progressistas”. A consequência foi que eles passaram a sub-humanizar muitos que sempre foram tidos como homens. Muitas vezes, pessoas de cor, mulheres, gente do povo, especialmente camponeses, tiveram de pagar o preço desse tratamento depreciativo. Les idéologues des Lumières n’ont jamais cru en l’égalité du genre humain
- Após vazamento de vídeo íntimo, Bispo de Rio Preto renuncia
O bispo de São José do Rio Preto (SP), dom Tomé Ferreira da Silva, renunciou após o vazamento de um vídeo íntimo seu na sexta-feira, 13 de agosto. O pedido de renúncia foi aceito pelo papa Francisco nesta quarta-feira, quando também nomeou como administrador apostólico dom Moacir Silva, arcebispo de Ribeirão Preto. “A Nunciatura Apostólica informa que o Santo Padre aceitou hoje o pedido de renúncia ao governo pastoral da Diocese de São José do Rio Preto, apresentada por S. Excia. D. Tomé Ferreira da Silva, nomeando, ao mesmo tempo, como Administrador Apostólico, o Exmo. Sr. D. Moacir Silva, arcebispo de Ribeirão Preto”, disse comunicado divulgado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O vídeo íntimo de dom Tomé vazou e foi compartilhado em redes sociais. Nas imagens, o bispo aparece, seminu, acariciando o órgão sexual durante uma videochamada. Segundo o site Diário da Região, de São José do Rio Preto, o bispo confirmou ser ele na gravação, mas não quis comentar o conteúdo alegando que precisava consultar sua assessoria jurídica antes de se pronunciar. O Diário afirmou ainda que dom Tomé “fez menção de procurar a Polícia Civil para investigar o caso”. Dom Tomé Ferreira da Silva assumiu a diocese de São José do Rio Preto em 16 de novembro de 2012. Em 2018, o bispo de Santo Amaro (SP), dom José Negri, foi nomeado pela Santa Sé para apurar denúncia de que dom Tomé estaria acobertando padres acusados de pedofilia e pornografia e que ele próprio teria trocado mensagens de cunho sexual com um jovem. Dom Negri ouviu depoimentos de padres e seminaristas. Na época, disse ao site do Grupo Bom Dia, de São José do Rio Preto, que era “um trabalho interno da Igreja Católica” e alegou sigilo sobre os depoimentos. Após essas denúncias e investigação, dom Tomé renunciou em setembro de 2018 às funções de coordenador regional da Arquidiocese de Ribeirão Preto e de moderador do Tribunal Eclesiástico Interdiocesano, que atende as cidades de São José do Rio Preto, Catanduva, Jales e Votuporanga que acumulava com a de bispo de São José do Rio Preto. ACI Digital entrou em contato com a diocese de São José do Rio Preto, que informou não haver nenhum pronunciamento sobre a renúncia ou sobre o vídeo de dom Tomé Ferreira da Silva. Fonte: ACI Digital
- Após vazamento de vídeo íntimo, Bispo de Rio Preto renuncia
O bispo de São José do Rio Preto (SP), dom Tomé Ferreira da Silva, renunciou após o vazamento de um vídeo íntimo seu na sexta-feira, 13 de agosto. O pedido de renúncia foi aceito pelo papa Francisco nesta quarta-feira, quando também nomeou como administrador apostólico dom Moacir Silva, arcebispo de Ribeirão Preto. “A Nunciatura Apostólica informa que o Santo Padre aceitou hoje o pedido de renúncia ao governo pastoral da Diocese de São José do Rio Preto, apresentada por S. Excia. D. Tomé Ferreira da Silva, nomeando, ao mesmo tempo, como Administrador Apostólico, o Exmo. Sr. D. Moacir Silva, arcebispo de Ribeirão Preto”, disse comunicado divulgado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O vídeo íntimo de dom Tomé vazou e foi compartilhado em redes sociais. Nas imagens, o bispo aparece, seminu, acariciando o órgão sexual durante uma videochamada. Segundo o site Diário da Região, de São José do Rio Preto, o bispo confirmou ser ele na gravação, mas não quis comentar o conteúdo alegando que precisava consultar sua assessoria jurídica antes de se pronunciar. O Diário afirmou ainda que dom Tomé “fez menção de procurar a Polícia Civil para investigar o caso”. Dom Tomé Ferreira da Silva assumiu a diocese de São José do Rio Preto em 16 de novembro de 2012. Em 2018, o bispo de Santo Amaro (SP), dom José Negri, foi nomeado pela Santa Sé para apurar denúncia de que dom Tomé estaria acobertando padres acusados de pedofilia e pornografia e que ele próprio teria trocado mensagens de cunho sexual com um jovem. Dom Negri ouviu depoimentos de padres e seminaristas. Na época, disse ao site do Grupo Bom Dia, de São José do Rio Preto, que era “um trabalho interno da Igreja Católica” e alegou sigilo sobre os depoimentos. Após essas denúncias e investigação, dom Tomé renunciou em setembro de 2018 às funções de coordenador regional da Arquidiocese de Ribeirão Preto e de moderador do Tribunal Eclesiástico Interdiocesano, que atende as cidades de São José do Rio Preto, Catanduva, Jales e Votuporanga que acumulava com a de bispo de São José do Rio Preto. ACI Digital entrou em contato com a diocese de São José do Rio Preto, que informou não haver nenhum pronunciamento sobre a renúncia ou sobre o vídeo de dom Tomé Ferreira da Silva. Fonte: ACI Digital
- A VITÓRIA DA SANTIDADE SOBRE AS NEUROSES
O homem atual não aceita mais o sofrimento e a morte, que seriam produtos de um Deus imperfeito, a ser permanentemente recriado e aperfeiçoado pela ciência e a tecnologia humanas. É certo que para a dor já existem analgésicos bastante eficazes, mas não há remédio ou cirurgia que possam dar cabo definitivamente do aguilhão da morte: a ela pertence a vitória final. A morte é o irremovível obstáculo que ainda frustra a tão desejada autodivinização humana. Para o cristão, ao contrário, o sofrimento nunca foi e jamais será uma coisa inútil. Quando suportado com a sabedoria da fé — que não é obra humana, mas da graça —, a dor entra como ouro puríssimo, de vinte e quatro quilates, no sagrado comércio da “comunhão dos santos”, esse intercâmbio de intercessões e oferendas que une num só conjunto espiritual — o “corpo místico” de que falava São Paulo — as almas de todos os filhos de Deus: os que agora se maculam com o sangue no mundo, os que ainda se purificam no fogo azul do Purgatório e os que já usufruem dos bens celestes. É o verdadeiro “comunismo”, mais meritocrático do que igualitarista. Na Páscoa de 2016, o mundo católico teve uma demonstração perfeita de como funciona esse “comunismo” espiritual. A personagem principal da história é a americana Madre Angélica, monja franciscana de clausura e fundadora do maior canal de televisão católico do mundo, a norte-americana EWTN (Rede de Televisão da Palavra Eterna), que sempre esteve a serviço da Igreja e ostensivamente contra seus inimigos, em especial os abortistas e os sabotadores da família tradicional. Madre Angélica estava doente desde setembro de 2001, quando sofreu derrame cerebral e teve um lado do rosto paralisado. Na época, disse ela da doença que a tornava incapaz de continuar trabalhando na televisão: “Nunca, em toda a minha vida, tive tanta certeza de que Deus me escolhia para ajudar as pessoas a compreender que é pelo sofrimento que Deus nos santifica”. Na Sexta-feira daquela Semana Santa de 2016, Madre Angélica começou a se despedir do mundo. Não foi por deixar mundo que a bem-humorada monja passou a chorar compulsivamente, logo pela manhã, mas pelas fortes dores físicas que sentia. “Era possível ouvi-la pelos corredores”, contou em sua homilia o padre capelão da EWTN. Por que permitir-se tanto sofrimento, perguntaria o mundo, nesta época de recursos farmacológicos tão sofisticados? Madre Angélica havia instruído seus cuidadores para que não lhe dessem nenhum tipo de analgésico, pois queria oferecer a Deus o diamante puro das últimas dores de sua vida — uma vida que, aliás, nunca foi isenta de sofrimento: das fortes dores de estômago dos vinte anos, cuja cura (que ela reconhecia milagrosa) a fez entrar em 1945 para o mosteiro Monjas Clarissas, em Cleveland; dez anos mais tarde, as insuportáveis dores nas costas provocadas por um escorregão e uma queda que quase a deixou inválida; e o derrame aos setenta e oito anos, que lhe paralisou um dos lados do rosto e a afastou da televisão, onde por décadas falou com o público sobre Deus, vida eterna, pecado, conversão, sempre com o fino humor que a caracterizava. Madre Angélica tinha aprendido, com São Paulo (Carta aos romanos, 5, 3), que o cristão deve se honrar até com as tribulações: “…a tribulação produz a paciência, a paciência prova a fidelidade e a fidelidade, comprovada, produz a esperança. E a esperança não engana”. É o roteiro da santidade, único caminho que, como bem observou o anti-Freud Rudolf Allers, consegue salvar o ser humano da rebeldia, da insegurança, do egocentrismo, da desilusão, dos escrúpulos, do ressentimento, das hesitações paralisantes, das ambições de poder. Quando outros logo pensariam em eutanásia, Madre Angélica desprezou até os lícitos analgésicos. Quem lucraria com tanto sofrimento valentemente oferecido? Os pecadores deste mundo em busca de conversão — razão pela qual nasceu a EWTN —, as almas do purgatório à espera da liberação definitiva e, sem dúvida, a rede de televisão que ela fundou. A ortodoxia religiosa nunca foi, para ela, uma limitação, um empobrecimento desdenhador da liberdade humana. Se o Cristo era o pastor que indicava o único caminho possível à humanidade, rebanho privilegiado com direção pré-determinada, Madre Angélica podia entregar-se sem reservas à obediência da fé, fonte permanente de segurança existencial, que nenhuma doutrina heterodoxa poderia oferecer; contrapeso sobrenatural à natural tendência da liberdade humana, sempre predisposta a repetir a soberba adâmica.
- Novo filme sobre Padre Pio será estrelado por ator de Transformers
O ator americano Shia LaBeouf, famoso pelos filmes da saga “Transformers”, apareceu abraçado a um grupo de frades capuchinhos em vídeo no Instagram, e fez um anúncio: “Eu, Abel Ferrara e William Dafoe estamos produzindo um filme chamado ´Padre Pio` sobre o grande Padre Pio.” No vídeo divulgado em 13 de agosto pelo frade capuchinho Hai Ho, LaBeouf disse: “Estamos tentando nos aproximar o mais possível da descrição precisa do que é ser um frade. E procurando aproximar-me o mais possível da relação humana, tangível e palpável que este homem tinha com Cristo. E estamos trazendo as Boas Novas ao mundo”. O frei Hai Ho contou a experiência na descrição da publicação. Ele disse que LaBeouf “interpretará o papel do jovem padre Pio em um próximo filme, então ele veio quando tínhamos nossa reunião do Conselho para aprender mais sobre os frades. Foi ótimo conhecer Shia e ouvir sua história, bem como compartilhar sobre a vida religiosa, Jesus e os Capuchinhos. São Pio de Pietralcina, rogai por nós!”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Hai Ho OFMCap (@frhaiho) No vídeo publicado pelo frade, o ator declara: “Eu sou Shia LaBeouf e estou completamente imerso em algo muito maior do que eu. Não sei se já tinha conhecido um grupo de homens imersos em alguma coisa na minha vida. É muito atraente ver pessoas que se entregam a algo tão divino e é reconfortante saber que existe uma fraternidade como esta. Desde que cheguei aqui, eu só encontrei graça. Estou muito honrado em conhecê-los. Estamos fazendo um filme, eu, Abel Ferrara e William DaFoe, estamos fazendo um filme chamado ‘Padre Pio’, sobre o grande Padre Pio, e estamos tentando chegar o mais perto possível da descrição precisa do que é ser um frade. E tentando chegar o mais perto possível da relação humana, tangível, tocável, que este homem tinha com Cristo. E estamos trazendo a Boa Nova para o mundo”. O ator já tinha feito declarações importantes sobre a sua trajetória pessoal de fé religiosa durante uma conversa com a revista Interview. Nela, Shia LaBeouf testemunhou a sua conversão do judaísmo ao cristianismo durante as filmagens de “Corações de Ferro”, em 2014. Ele disse na ocasião: “Encontrei a Deus quando fazia ‘Corações de Ferro’. Eu me tornei cristão… de um modo real. Poderia só ter lido as orações que estavam no papel, mas foi algo real que me salvou de fato”. No dia 12 de agosto passado, o diretor Abel Ferrara disse à revista sobre entretenimento Variety que LaBeouf havia sido contratado para desempenhar o papel principal de seu novo filme, que abordará a juventude de são Pio de Pietrelcina. Willem Dafoe, amigo de Ferrara, também fará parte do elenco. “Estamos fazendo um filme sobre o padre Pio, que é um monge da Puglia. Ele é ambientado na Itália logo após a Primeira Guerra Mundial. Agora é um santo, tinha estigmas. Ele também viveu um período político muito pesado da história mundial. Ele era muito jovem antes de se tornar um santo, então Shia LaBeouf interpretará o monge”, disse Ferrara. Ferrara anunciou que planeja filmar o filme em locais da Puglia (ou Apulia), no final de outubro de 2021. LaBeouf vai voltar às telas do cinema depois de uma série de acusações de abuso que afetaram sua carreira em Hollywood. Em fevereiro de 2021, a agência de talentos de Hollywood CAA confirmou à Variety que LaBeouf havia se separado de sua equipe, que tinha começado a receber assistência médica e estava internado em uma clínica. A separação da CAA ocorreu depois de um processo contra o ator, no final de 2020, por sua ex-namorada FKA Twigs. Ela acusou LaBeouf de abuso físico e psicológico durante seu relacionamento e o qualificou de “controlador e ciumento”. LaBeouf negou as acusações e não foi aberto nenhum processo contra ele. No entanto, segundo a Variety, ele começou a ser acusado de abuso emocional por outras mulheres. A Variety, baseada no testemunho de duas pessoas familiarizadas com a questão de LaBeouf, disse que o ator admitiu que necessitava contar com a ajuda de outras pessoas e decidiu dar um tempo na carreira para abrir-se a essa ajuda e concentrar-se unicamente em sua recuperação. Fonte: ACI Digital #Filmes #FilmesCatólicos
- Novo filme sobre Padre Pio será estrelado por ator de Transformers
O ator americano Shia LaBeouf, famoso pelos filmes da saga “Transformers”, apareceu abraçado a um grupo de frades capuchinhos em vídeo no Instagram, e fez um anúncio: “Eu, Abel Ferrara e William Dafoe estamos produzindo um filme chamado ´Padre Pio` sobre o grande Padre Pio.” No vídeo divulgado em 13 de agosto pelo frade capuchinho Hai Ho, LaBeouf disse: “Estamos tentando nos aproximar o mais possível da descrição precisa do que é ser um frade. E procurando aproximar-me o mais possível da relação humana, tangível e palpável que este homem tinha com Cristo. E estamos trazendo as Boas Novas ao mundo”. O frei Hai Ho contou a experiência na descrição da publicação. Ele disse que LaBeouf “interpretará o papel do jovem padre Pio em um próximo filme, então ele veio quando tínhamos nossa reunião do Conselho para aprender mais sobre os frades. Foi ótimo conhecer Shia e ouvir sua história, bem como compartilhar sobre a vida religiosa, Jesus e os Capuchinhos. São Pio de Pietralcina, rogai por nós!”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Hai Ho OFMCap (@frhaiho) No vídeo publicado pelo frade, o ator declara: “Eu sou Shia LaBeouf e estou completamente imerso em algo muito maior do que eu. Não sei se já tinha conhecido um grupo de homens imersos em alguma coisa na minha vida. É muito atraente ver pessoas que se entregam a algo tão divino e é reconfortante saber que existe uma fraternidade como esta. Desde que cheguei aqui, eu só encontrei graça. Estou muito honrado em conhecê-los. Estamos fazendo um filme, eu, Abel Ferrara e William DaFoe, estamos fazendo um filme chamado ‘Padre Pio’, sobre o grande Padre Pio, e estamos tentando chegar o mais perto possível da descrição precisa do que é ser um frade. E tentando chegar o mais perto possível da relação humana, tangível, tocável, que este homem tinha com Cristo. E estamos trazendo a Boa Nova para o mundo”. O ator já tinha feito declarações importantes sobre a sua trajetória pessoal de fé religiosa durante uma conversa com a revista Interview. Nela, Shia LaBeouf testemunhou a sua conversão do judaísmo ao cristianismo durante as filmagens de “Corações de Ferro”, em 2014. Ele disse na ocasião: “Encontrei a Deus quando fazia ‘Corações de Ferro’. Eu me tornei cristão… de um modo real. Poderia só ter lido as orações que estavam no papel, mas foi algo real que me salvou de fato”. No dia 12 de agosto passado, o diretor Abel Ferrara disse à revista sobre entretenimento Variety que LaBeouf havia sido contratado para desempenhar o papel principal de seu novo filme, que abordará a juventude de são Pio de Pietrelcina. Willem Dafoe, amigo de Ferrara, também fará parte do elenco. “Estamos fazendo um filme sobre o padre Pio, que é um monge da Puglia. Ele é ambientado na Itália logo após a Primeira Guerra Mundial. Agora é um santo, tinha estigmas. Ele também viveu um período político muito pesado da história mundial. Ele era muito jovem antes de se tornar um santo, então Shia LaBeouf interpretará o monge”, disse Ferrara. Ferrara anunciou que planeja filmar o filme em locais da Puglia (ou Apulia), no final de outubro de 2021. LaBeouf vai voltar às telas do cinema depois de uma série de acusações de abuso que afetaram sua carreira em Hollywood. Em fevereiro de 2021, a agência de talentos de Hollywood CAA confirmou à Variety que LaBeouf havia se separado de sua equipe, que tinha começado a receber assistência médica e estava internado em uma clínica. A separação da CAA ocorreu depois de um processo contra o ator, no final de 2020, por sua ex-namorada FKA Twigs. Ela acusou LaBeouf de abuso físico e psicológico durante seu relacionamento e o qualificou de “controlador e ciumento”. LaBeouf negou as acusações e não foi aberto nenhum processo contra ele. No entanto, segundo a Variety, ele começou a ser acusado de abuso emocional por outras mulheres. A Variety, baseada no testemunho de duas pessoas familiarizadas com a questão de LaBeouf, disse que o ator admitiu que necessitava contar com a ajuda de outras pessoas e decidiu dar um tempo na carreira para abrir-se a essa ajuda e concentrar-se unicamente em sua recuperação. Fonte: ACI Digital #Filmes #FilmesCatólicos
- Dezenas de milhares vão às ruas combater a ideologia de gênero em Porto Rico
Dezenas de milhares de pessoas fizeram uma manifestação nos arredores do Capitólio de Porto Rico e marcharam pelas ruas da capital no sábado, 14 de agosto, contra o “currículo de perspectiva de gênero” anunciado pelo governador Pedro Pierluisi Urrutia. A marcha foi organizada depois que Pierluisi emitiu um decreto que busca implementar, nos colégios públicos, uma versão atualizada do “currículo de Perspectiva de Gênero”, criado pela administração de Alejandro García Padilla e já rejeitado pelo povo de Porto Rico em protestos no ano de 2015. Marcha 14 de agosto 2021 El Capitolio en contra de la Ideología de Género. @JugandoPelotaPR @AlexDelgadoPR @ferdinandpr @LaComayTV pic.twitter.com/aLTr5Sd8zb — Wilfredo Diaz Rosado🦅🇺🇸🇵🇷🇮🇱 (@wilfredodiazPR) August 14, 2021 Mario Rosario, presidente da Coalizão Pró-vida e Família, organizadora da marcha do dia 14 de agosto, disse à ACI Prensa, agência em espanhol do grupo ACI, que houve “uma unidade espetacular entre protestantes, católicos e pessoas não religiosas abraçando a família e a infância”. “Estamos contentes porque acreditamos que o objetivo foi alcançado: que a nossa voz seja ouvida para que se elimine a palavra ´gênero` de toda proposta de educação para nossas crianças e de todo esforço político que se busque implantar”, acrescentou. O líder pró-família informou que os manifestantes começaram a chegar às 8h da manhã (hora local) ao Capitólio, localizado na capital San Juan. Também disse que havia entre 25 e 30 mil pessoas presentes já nas primeiras duas horas. Massive protest in the Capitol of PuertoRico, against the socialist democratic policies of the governor of Puerto Rico. @AgustinLaje @GOP @DanScavino @DonaldJTrumpJr 🇺🇲🇵🇷🇺🇲🇵🇷PuertoRico is Republican. pic.twitter.com/ho9RQKW92K — Wilfredo Diaz Rosado🦅🇺🇸🇵🇷🇮🇱 (@wilfredodiazPR) August 14, 2021 Às 10h da manhã, líderes religiosos e leigos fizeram um discurso prévio em um palco, ao início da manifestação. Entre eles estiveram: o politólogo argentino Agustín Laje; o bispo de Arecibo, dom Daniel Fernández Torre; o representante da Fraternidade Pentecostal de Porto Rico (FRAPE), Ricardo López; a psicóloga e pastora, Angie González; a porta-voz de Mujeres por Puerto Rico, Claribel Maldonado; a porta-voz de Alerta Puerto Rico, Tamoa Vivas; entre outros. Após os discursos, milhares de manifestantes caminharam pacificamente até a Fortaleza, atual residência oficial do governador de Porto Rico, localizada a uns 5 quilômetros do Capitólio. Angie González, psicóloga e membro da Junta de Diretores da Coalizão Pró-Vida y Família, disse à ACI Prensa que “a marcha de hoje foi a expressão de um povo indignado diante do governo ditatorial do governador Pedro Pierluisi”. “Na última década, em Porto Rico, vimos que os governantes adotaram de um estilo totalitário. A marcha de hoje representa o levantamento de um povo que não está disposto a permitir que seus direitos sejam violados e, sobretudo, o compromisso de milhares de pais e avós que não vamos entregar nossos filhos à ideologia de gênero”, garantiu. Às 10h da manhã, líderes religiosos e leigos fizeram um discurso prévio em um palco, ao início da manifestação. Entre eles estiveram: o politólogo argentino Agustín Laje; o bispo de Arecibo, dom Daniel Fernández Torre; o representante da Fraternidade Pentecostal de Porto Rico (FRAPE), Ricardo López; a psicóloga e pastora, Angie González; a porta-voz de Mujeres por Puerto Rico, Claribel Maldonado; a porta-voz de Alerta Puerto Rico, Tamoa Vivas; entre outros. Após os discursos, milhares de manifestantes caminharam pacificamente até a Fortaleza, atual residência oficial do governador de Porto Rico, localizada a uns 5 quilômetros do Capitólio. Angie González, psicóloga e membro da Junta de Diretores da Coalizão Pró-Vida y Família, disse à ACI Prensa que “a marcha de hoje foi a expressão de um povo indignado diante do governo ditatorial do governador Pedro Pierluisi”. Hoy en esta marcha se dió cátedra de lo que es protestar pacíficamente, no se rompieron puertas, no se pintó con “Spray” las paredes del Viejo San Juan, no se maltrató a la Policía de Puerto Rico, no se rompieron los cristales de los carros ni se golpeó a ningún ciudadano. pic.twitter.com/Zqa2i2bgmQ — Wilfredo Diaz Rosado🦅🇺🇸🇵🇷🇮🇱 (@wilfredodiazPR) August 15, 2021 “O ensino da ideologia de gênero violenta nossa Constituição, violenta os direitos parentais e afeta o desenvolvimento psicossexual das crianças”, explicou. A psicóloga informou que, no sábado 14, também “foram entregues mais de 129 mil assinaturas recolhidas nas últimas cinco semanas contra o ensino da ideologia de gênero nas escolas públicas do país”. Não obstante, lamentou que o “governador Pierluisi não esteve presente para escutar nossas reivindicações, apesar de que ele havia sido comunicado, na semana passada, sobre o nosso interesse em ter uma reunião com ele. Mas ele enviou um assistente da Secretaria de Governo”. “De qualquer forma, nós, membros da Coalizão Pró-Vida e Família, entregamos nossas propostas ao assistente que nos recebeu e pedimos que ele comunicasse ao governador que queremos nos encontrar pessoalmente com ele”, disse González. Para a psicóloga, a marcha teve um efeito muito importante. “Em primeiro lugar, mostra aos nossos governantes o quão numeroso é o povo com valores e quão grande é a rejeição à imposição da ideologia de gênero. Em segundo lugar, permite ao povo ver como a imprensa está vendida a esta ideologia e determinada a invisibilizar nossas reivindicações, porque não houve um só meio de comunicação secular noticiando a marcha. Em terceiro lugar, a marcha aumentou a consciência dos cidadãos, que estão se mobilizando para participar desta luta”, afirmou. González também disse que, “se não atenderem nossas demandas, continuaremos com as outras estratégias que estamos desenvolvendo”. “É possível que realizemos outras marchas, porém, mais que nada, continuaremos orientando os cidadãos sobre seus direitos e recorreremos ao poder judicial para apresentar as demandas buscando o cumprimento da Constituição do Estado Livre Associado de Porto Rico, que garante uma educação pública não sectária, e para defender o direito dos pais de criar os seus filhos de acordo com os seus próprios valores”. O politólogo argentino Agustín Laje também conversou com a ACI Prensa para contar sua experiência no multitudinário evento. “Apesar do calor, do raio de sol que queimava, do prognóstico de tempestade e da covid, que dissuade muitas pessoas a participar de qualquer evento onde haja muita gente, uma multidão se reuniu na frente dos prédios políticos de San Juan”, comentou. Ele também afirmou que “os diversos oradores se mostraram combativos, conscientes da relevância da política nesses temas”. Puerto Rico 🇵🇷 dice hoy desde el Capitolio de Puerto Rico NO A LA IDEOLÓGIA DE GÉNERO @AgustinLaje pic.twitter.com/44HmHZuvsP — Wilfredo Diaz Rosado🦅🇺🇸🇵🇷🇮🇱 (@wilfredodiazPR) August 14, 2021 “Além disso, essa consciência política se manifesta no fato de que católicos e evangélicos puderam compartilhar muito bem tanto a marcha como o próprio cenário. Ali falaram pastores e bispos, além de leigos, tanto católicos como evangélicos. Esse é o tipo de unidade que faz falta para enfrentar as agressões da ideologia de gênero, que põe em perigo as famílias de todos independentemente de suas crenças, que coage liberdades individuais de todos independentemente do templo em que cada um participe”, explicou Laje, que é também magister em filosofia. Laje também disse que Porto Rico “ainda tem tempo para deter a ideologia de gênero em seu território”. “Tem gente que acha que essas manifestações não servem pra nada. É mentira. O único que nós temos somos nós mesmos e a possibilidade de manifestar-nos no espaço público para mostrar à classe política que sim, há muitos votos deste lado, e que numa democracia o que a maioria pensa deve ser muito bem escutado”, concluiu. Fonte: ACI Digital #IdeologiadeGênero
- Dezenas de milhares vão às ruas combater a ideologia de gênero em Porto Rico
Dezenas de milhares de pessoas fizeram uma manifestação nos arredores do Capitólio de Porto Rico e marcharam pelas ruas da capital no sábado, 14 de agosto, contra o “currículo de perspectiva de gênero” anunciado pelo governador Pedro Pierluisi Urrutia. A marcha foi organizada depois que Pierluisi emitiu um decreto que busca implementar, nos colégios públicos, uma versão atualizada do “currículo de Perspectiva de Gênero”, criado pela administração de Alejandro García Padilla e já rejeitado pelo povo de Porto Rico em protestos no ano de 2015. Marcha 14 de agosto 2021 El Capitolio en contra de la Ideología de Género. @JugandoPelotaPR @AlexDelgadoPR @ferdinandpr @LaComayTV pic.twitter.com/aLTr5Sd8zb — Wilfredo Diaz Rosado🦅🇺🇸🇵🇷🇮🇱 (@wilfredodiazPR) August 14, 2021 Mario Rosario, presidente da Coalizão Pró-vida e Família, organizadora da marcha do dia 14 de agosto, disse à ACI Prensa, agência em espanhol do grupo ACI, que houve “uma unidade espetacular entre protestantes, católicos e pessoas não religiosas abraçando a família e a infância”. “Estamos contentes porque acreditamos que o objetivo foi alcançado: que a nossa voz seja ouvida para que se elimine a palavra ´gênero` de toda proposta de educação para nossas crianças e de todo esforço político que se busque implantar”, acrescentou. O líder pró-família informou que os manifestantes começaram a chegar às 8h da manhã (hora local) ao Capitólio, localizado na capital San Juan. Também disse que havia entre 25 e 30 mil pessoas presentes já nas primeiras duas horas. Massive protest in the Capitol of PuertoRico, against the socialist democratic policies of the governor of Puerto Rico. @AgustinLaje @GOP @DanScavino @DonaldJTrumpJr 🇺🇲🇵🇷🇺🇲🇵🇷PuertoRico is Republican. pic.twitter.com/ho9RQKW92K — Wilfredo Diaz Rosado🦅🇺🇸🇵🇷🇮🇱 (@wilfredodiazPR) August 14, 2021 Às 10h da manhã, líderes religiosos e leigos fizeram um discurso prévio em um palco, ao início da manifestação. Entre eles estiveram: o politólogo argentino Agustín Laje; o bispo de Arecibo, dom Daniel Fernández Torre; o representante da Fraternidade Pentecostal de Porto Rico (FRAPE), Ricardo López; a psicóloga e pastora, Angie González; a porta-voz de Mujeres por Puerto Rico, Claribel Maldonado; a porta-voz de Alerta Puerto Rico, Tamoa Vivas; entre outros. Após os discursos, milhares de manifestantes caminharam pacificamente até a Fortaleza, atual residência oficial do governador de Porto Rico, localizada a uns 5 quilômetros do Capitólio. Angie González, psicóloga e membro da Junta de Diretores da Coalizão Pró-Vida y Família, disse à ACI Prensa que “a marcha de hoje foi a expressão de um povo indignado diante do governo ditatorial do governador Pedro Pierluisi”. “Na última década, em Porto Rico, vimos que os governantes adotaram de um estilo totalitário. A marcha de hoje representa o levantamento de um povo que não está disposto a permitir que seus direitos sejam violados e, sobretudo, o compromisso de milhares de pais e avós que não vamos entregar nossos filhos à ideologia de gênero”, garantiu. Às 10h da manhã, líderes religiosos e leigos fizeram um discurso prévio em um palco, ao início da manifestação. Entre eles estiveram: o politólogo argentino Agustín Laje; o bispo de Arecibo, dom Daniel Fernández Torre; o representante da Fraternidade Pentecostal de Porto Rico (FRAPE), Ricardo López; a psicóloga e pastora, Angie González; a porta-voz de Mujeres por Puerto Rico, Claribel Maldonado; a porta-voz de Alerta Puerto Rico, Tamoa Vivas; entre outros. Após os discursos, milhares de manifestantes caminharam pacificamente até a Fortaleza, atual residência oficial do governador de Porto Rico, localizada a uns 5 quilômetros do Capitólio. Angie González, psicóloga e membro da Junta de Diretores da Coalizão Pró-Vida y Família, disse à ACI Prensa que “a marcha de hoje foi a expressão de um povo indignado diante do governo ditatorial do governador Pedro Pierluisi”. Hoy en esta marcha se dió cátedra de lo que es protestar pacíficamente, no se rompieron puertas, no se pintó con “Spray” las paredes del Viejo San Juan, no se maltrató a la Policía de Puerto Rico, no se rompieron los cristales de los carros ni se golpeó a ningún ciudadano. pic.twitter.com/Zqa2i2bgmQ — Wilfredo Diaz Rosado🦅🇺🇸🇵🇷🇮🇱 (@wilfredodiazPR) August 15, 2021 “O ensino da ideologia de gênero violenta nossa Constituição, violenta os direitos parentais e afeta o desenvolvimento psicossexual das crianças”, explicou. A psicóloga informou que, no sábado 14, também “foram entregues mais de 129 mil assinaturas recolhidas nas últimas cinco semanas contra o ensino da ideologia de gênero nas escolas públicas do país”. Não obstante, lamentou que o “governador Pierluisi não esteve presente para escutar nossas reivindicações, apesar de que ele havia sido comunicado, na semana passada, sobre o nosso interesse em ter uma reunião com ele. Mas ele enviou um assistente da Secretaria de Governo”. “De qualquer forma, nós, membros da Coalizão Pró-Vida e Família, entregamos nossas propostas ao assistente que nos recebeu e pedimos que ele comunicasse ao governador que queremos nos encontrar pessoalmente com ele”, disse González. Para a psicóloga, a marcha teve um efeito muito importante. “Em primeiro lugar, mostra aos nossos governantes o quão numeroso é o povo com valores e quão grande é a rejeição à imposição da ideologia de gênero. Em segundo lugar, permite ao povo ver como a imprensa está vendida a esta ideologia e determinada a invisibilizar nossas reivindicações, porque não houve um só meio de comunicação secular noticiando a marcha. Em terceiro lugar, a marcha aumentou a consciência dos cidadãos, que estão se mobilizando para participar desta luta”, afirmou. González também disse que, “se não atenderem nossas demandas, continuaremos com as outras estratégias que estamos desenvolvendo”. “É possível que realizemos outras marchas, porém, mais que nada, continuaremos orientando os cidadãos sobre seus direitos e recorreremos ao poder judicial para apresentar as demandas buscando o cumprimento da Constituição do Estado Livre Associado de Porto Rico, que garante uma educação pública não sectária, e para defender o direito dos pais de criar os seus filhos de acordo com os seus próprios valores”. O politólogo argentino Agustín Laje também conversou com a ACI Prensa para contar sua experiência no multitudinário evento. “Apesar do calor, do raio de sol que queimava, do prognóstico de tempestade e da covid, que dissuade muitas pessoas a participar de qualquer evento onde haja muita gente, uma multidão se reuniu na frente dos prédios políticos de San Juan”, comentou. Ele também afirmou que “os diversos oradores se mostraram combativos, conscientes da relevância da política nesses temas”. Puerto Rico 🇵🇷 dice hoy desde el Capitolio de Puerto Rico NO A LA IDEOLÓGIA DE GÉNERO @AgustinLaje pic.twitter.com/44HmHZuvsP — Wilfredo Diaz Rosado🦅🇺🇸🇵🇷🇮🇱 (@wilfredodiazPR) August 14, 2021 “Além disso, essa consciência política se manifesta no fato de que católicos e evangélicos puderam compartilhar muito bem tanto a marcha como o próprio cenário. Ali falaram pastores e bispos, além de leigos, tanto católicos como evangélicos. Esse é o tipo de unidade que faz falta para enfrentar as agressões da ideologia de gênero, que põe em perigo as famílias de todos independentemente de suas crenças, que coage liberdades individuais de todos independentemente do templo em que cada um participe”, explicou Laje, que é também magister em filosofia. Laje também disse que Porto Rico “ainda tem tempo para deter a ideologia de gênero em seu território”. “Tem gente que acha que essas manifestações não servem pra nada. É mentira. O único que nós temos somos nós mesmos e a possibilidade de manifestar-nos no espaço público para mostrar à classe política que sim, há muitos votos deste lado, e que numa democracia o que a maioria pensa deve ser muito bem escutado”, concluiu. Fonte: ACI Digital #IdeologiadeGênero
- NEUROSE E PECADO ORIGINAL
Para o psiquiatra austríaco Rudolf Allers, em sua obra Psicologia do caráter (especialmente o capítulo VII, “Caracteres neuróticos e caracteres anormais”, p. 261, da tradução brasileira pela editora Agir, 1946), a falsidade é um traço fundamental da neurose. Ocorre quando o homem vive, ao mesmo tempo, em duas ou mais direções ou camadas distintas, mais ou menos contraditórias, revelando sempre uma diferença entre a conduta e o ser. Dois exemplos, aparentemente opostos, deste mesmo hiato são, de um lado, a pessoa que procura parecer mais do que de fato é; e, de outro, a que ao contrário exibe menos do que é capaz. Tanto uma como a outra são condutas falsas em relação à experiência real. Num caso, a desmedida ampliação da experiência e, no outro, o ocultamento da verdadeira natureza da pessoa. Mas, além da ampliação e do ocultamento, há uma outra espécie de falsidade muito mais grave: a negação da própria realidade. Aqui, a pessoa vive como se a repudiasse, recusando-se a afirmá-la. Em sua origem, está o conflito provocado pela oscilação entre o que a pessoa realmente é e o que dela é cobrado. Segundo o psiquiatra austríaco, só é verdadeiro o homem que, sem restrições, diz sim à sua finitude natural e humana, à sua insuficiência e impotência, a partir de uma atitude livre nascida do mais profundo núcleo do seu ser e, portanto, alegremente. A falsidade é uma das fontes do comportamento neurótico. O homem neurótico, incapaz de afirmar a sua essência, é alguém perdido no combate errado: a luta contra a verdadeira natureza das coisas, uma guerrilha em que o eu desperdiça todas as suas forças contra a enormidade invencível do não-eu. Suas ações jamais atingirão o fim proposto. É um combate, portanto, condenado ao fracasso e, por isto, sem esperança, sempre acompanhado de medo e insegurança. Essa negação da realidade pode ter duas consequências opostas: uma atitude de excessiva precaução ou alheamento de sua situação concreta, conduzindo à inação; ou a perseguição de êxitos fictícios que distraiam a pessoa do desespero e da insinceridade de sua posição. A primeira falsidade pode ser encontrada, em nossos dias, no comportamento evasionista dos que mergulham nas drogas, no sexo, no consumismo; e a segunda, nos movimentos políticos que agendam para logo mais uma Pasárgada utópica, cujo êxito estará sempre num futuro inalcançável. Insiste Rudolf Allers que todas essas formas de falsidade — a que consiste numa diferença entre o ser e a conduta, e a falsidade que consiste em negar a própria realidade —, não são só características exclusivas do neurótico, mas da natureza humana em geral, e têm uma origem comum e universal: provêm do pecado original, da condição de natureza decaída do ser humano. O que a neurose faz é exagerar e deformar algo que é intrinsecamente humano, de modo que, entre as pessoas normais e as neuróticas, não se pode traçar em princípio uma clara linha divisória. No fundo, todo homem é capaz de neurose, para a qual não existe uma predisposição específica, mas apenas ocasiões. E aqui o psiquiatra católico toca num ponto fundamental: o homem inteiramente livre da neurose só pode ser aquele cuja vida decorre numa verdadeira dedicação às obras da vida — naturais ou sobrenaturais —, depois de ter assumido com franca decisão o seu ser criatural e as condições específicas dessa condição. O que significa que somente o santo pode estar acima da linha da neurose. Apesar de claramente haver episódios neuróticos na vida de alguns santos, são estados transitórios que eles conseguem vencer. Só na vida de santidade é possível evitar ou superar aquelas modalidades falsas de comportamento. A plena saúde mental só pode frutificar no solo de uma vida santa ou, pelo menos, dirigida para a santidade. Rudolf Allers não lida com o conceito de gnose, mas parece óbvia a relação entre neurose e gnosticismo (a velha tentação de corrigir a obra da Criação). Essa luta do indivíduo contra a realidade criada por um Deus imperfeito ou injusto, adquire em nossa época — a era das revoluções — um caráter eminentemente coletivo. O neurótico e o revolucionário compartilham, repita-se, de uma mesma e única metafísica, fundada numa única e mesma fraude: a negação do pecado original.
- Talibã toma o poder no Afeganistão e impõe a lei sharia
O triunfo incontestável do Talibã no Afeganistão, que quase não encontrou resistência militar do exército armado e treinado pelos EUA, significa o retorno à aplicação da Sharia, a lei baseada naquela “religião da paz” que muitos Eles dizem que é Islamismo. As mulheres serão imediatamente expulsas do ensino médio, universidades e do trabalho com homens. Se o retorno do Talibã ao poder acontecer como foi nos anos 1990, significaria uma deterioração das liberdades civis, especialmente para mulheres e meninas cujas liberdades foram ampliadas no governo civil. Grupos terroristas também podem se reconstituir em breve. A vida dos afegãos que nos últimos 20 anos permaneceram fora do alcance do Talibã mudará radicalmente. A mudança será especialmente dramática para as mulheres. Em breve, eles não poderão mais sair de casa sem uma burca e sem estar acompanhados por um homem de sua família. Aqueles que estudam o ensino médio (+12 anos) e os estudos universitários devem abandoná-los. E quem trabalha com homens terá que voltar para casa sem emprego. Além disso, se forem solteiros, divorciados ou viúvos, podem ser forçados a casar. No início de julho, os líderes do Talibã que assumiram o controle das províncias de Badakhshan e Takhar emitiram uma ordem aos líderes religiosos locais para fornecer a eles uma lista de meninas com mais de 15 anos e viúvas com menos de 45 para “se casarem” com combatentes. A situação para os cristãos será ainda pior, como Ali Ehsani, um exilado afegão, apontou na semana passada. Através do Twitter pessoas relatam a situação que presenciam na capital do Afeganistão: “Cabul está às escuras, sem eletricidade. Carros de som cruzam as ruas tocando trechos do Alcorão e mensagens de vitória dos Talibãs. Ao longe, sons esporádicos de disparos vindos do aeroporto quebram o silêncio da noite.” Assista algumas imagens: Caridade católica preocupada com cristãos em Cabul como talibãs tomarem conta Uma organização de caridade católica que trabalha no Afeganistão disse no domingo que teme pela segurança dos cristãos no país, e que o grupo pode precisar suspender suas atividades à medida que a instabilidade aumenta. A Cáritas Italiana, uma instituição de caridade dos bispos católicos italianos, está presente no Afeganistão desde a década de 1990. Em um comunicado à imprensa em 15 de agosto, a organização disse que seu foco atual no Afeganistão está ajudando menores vulneráveis. “Mas a instabilidade da situação levará à suspensão de todas as atividades”, disse o comunicado, acrescentando que “crescem os temores sobre a possibilidade de manter uma presença mesmo no futuro, bem como para a segurança dos poucos afegãos da crença cristã”. A Cáritas Italiana também disse que os poucos padres católicos e religiosos no Afeganistão também estão sendo deixados sem escolha a não ser sair. Insurgentes talibãs tomaram conta de muitas cidades no Afeganistão na última semana após a retirada das forças americanas do país. Com o colapso do governo do Afeganistão, combatentes talibãs tomaram a capital Cabul em 15 de agosto, assumindo o controle do palácio presidencial e declarando que a guerra no Afeganistão tinha acabado. O aeroporto de Cabul está em caos desde domingo, quando homens e mulheres afegãos correram às pistas na tentativa de fugir do país. A comunidade cristã é muito pequena no país islâmico, onde o povo afegão pode ser ostracizado ou pode até mesmo enfrentar violência e morte por professar a fé cristã. Em 2018, havia cerca de 200 católicos no país. Há uma única Igreja Católica, localizada na embaixada italiana em Cabul, que é operada sob a missão católica sui juris do Afeganistão. “A comunidade cristã é uma comunidade pequena, mas significativa, que nos últimos anos tem mostrado atenção para os mais pobres e frágeis”, disse Caritas Italiana. A organização afirmou que “após uma guerra de vinte anos de custos humanos incalculáveis e bilhões de euros em despesas, a retirada dos militares dos EUA está deixando o país em um trágico vazio”. “Como sempre, os mais fracos pagarão o preço mais alto, já nas dezenas de milhares que fogem das zonas de combate, enquanto os talibãs estão agora na capital, Cabul.” “Juntamente com o pessoal das embaixadas, até mesmo os poucos padres, homens e mulheres religiosos que estão em Cabul estão se preparando para seu retorno forçado”, disse a instituição de caridade. O Papa Francisco pediu orações para o povo do Afeganistão depois de rezar para o Angelus, uma tradicional oração mariana, no domingo. “Peço a todos que rezem comigo ao Deus da paz para que o clamor das armas cesse e que as soluções possam ser encontradas na mesa do diálogo”, disse ele. “Só assim, a população agredida daquele país – homens, mulheres, idosos e crianças – pode voltar para suas próprias casas, e viver em paz e segurança, em total respeito mútuo.” A Cáritas Italiana disse que está avaliando a situação dos refugiados afegãos no Paquistão na fronteira com o Afeganistão. “Nessas horas, uma massa crescente de refugiados está fugindo das zonas de guerra, aumentando a pressão na direção dos países vizinhos”, disse. “Mesmo os países ocidentais se encontrarão enfrentando uma pressão crescente das pessoas que fogem deste país.” A instituição de caridade italiana disse que nos anos 2000 apoiou um grande programa de ajuda emergencial, reabilitação e desenvolvimento no Afeganistão, incluindo a construção de quatro escolas e 100 casas, e o retorno de 483 famílias de refugiados ao vale panshir. Com informações de InfoCatolica e NCRegister #Muçulmano #terrorismo
- Talibã toma o poder no Afeganistão e impõe a lei sharia
O triunfo incontestável do Talibã no Afeganistão, que quase não encontrou resistência militar do exército armado e treinado pelos EUA, significa o retorno à aplicação da Sharia, a lei baseada naquela “religião da paz” que muitos Eles dizem que é Islamismo. As mulheres serão imediatamente expulsas do ensino médio, universidades e do trabalho com homens. Se o retorno do Talibã ao poder acontecer como foi nos anos 1990, significaria uma deterioração das liberdades civis, especialmente para mulheres e meninas cujas liberdades foram ampliadas no governo civil. Grupos terroristas também podem se reconstituir em breve. A vida dos afegãos que nos últimos 20 anos permaneceram fora do alcance do Talibã mudará radicalmente. A mudança será especialmente dramática para as mulheres. Em breve, eles não poderão mais sair de casa sem uma burca e sem estar acompanhados por um homem de sua família. Aqueles que estudam o ensino médio (+12 anos) e os estudos universitários devem abandoná-los. E quem trabalha com homens terá que voltar para casa sem emprego. Além disso, se forem solteiros, divorciados ou viúvos, podem ser forçados a casar. No início de julho, os líderes do Talibã que assumiram o controle das províncias de Badakhshan e Takhar emitiram uma ordem aos líderes religiosos locais para fornecer a eles uma lista de meninas com mais de 15 anos e viúvas com menos de 45 para “se casarem” com combatentes. A situação para os cristãos será ainda pior, como Ali Ehsani, um exilado afegão, apontou na semana passada. Através do Twitter pessoas relatam a situação que presenciam na capital do Afeganistão: “Cabul está às escuras, sem eletricidade. Carros de som cruzam as ruas tocando trechos do Alcorão e mensagens de vitória dos Talibãs. Ao longe, sons esporádicos de disparos vindos do aeroporto quebram o silêncio da noite.” Assista algumas imagens: Caridade católica preocupada com cristãos em Cabul como talibãs tomarem conta Uma organização de caridade católica que trabalha no Afeganistão disse no domingo que teme pela segurança dos cristãos no país, e que o grupo pode precisar suspender suas atividades à medida que a instabilidade aumenta. A Cáritas Italiana, uma instituição de caridade dos bispos católicos italianos, está presente no Afeganistão desde a década de 1990. Em um comunicado à imprensa em 15 de agosto, a organização disse que seu foco atual no Afeganistão está ajudando menores vulneráveis. “Mas a instabilidade da situação levará à suspensão de todas as atividades”, disse o comunicado, acrescentando que “crescem os temores sobre a possibilidade de manter uma presença mesmo no futuro, bem como para a segurança dos poucos afegãos da crença cristã”. A Cáritas Italiana também disse que os poucos padres católicos e religiosos no Afeganistão também estão sendo deixados sem escolha a não ser sair. Insurgentes talibãs tomaram conta de muitas cidades no Afeganistão na última semana após a retirada das forças americanas do país. Com o colapso do governo do Afeganistão, combatentes talibãs tomaram a capital Cabul em 15 de agosto, assumindo o controle do palácio presidencial e declarando que a guerra no Afeganistão tinha acabado. O aeroporto de Cabul está em caos desde domingo, quando homens e mulheres afegãos correram às pistas na tentativa de fugir do país. A comunidade cristã é muito pequena no país islâmico, onde o povo afegão pode ser ostracizado ou pode até mesmo enfrentar violência e morte por professar a fé cristã. Em 2018, havia cerca de 200 católicos no país. Há uma única Igreja Católica, localizada na embaixada italiana em Cabul, que é operada sob a missão católica sui juris do Afeganistão. “A comunidade cristã é uma comunidade pequena, mas significativa, que nos últimos anos tem mostrado atenção para os mais pobres e frágeis”, disse Caritas Italiana. A organização afirmou que “após uma guerra de vinte anos de custos humanos incalculáveis e bilhões de euros em despesas, a retirada dos militares dos EUA está deixando o país em um trágico vazio”. “Como sempre, os mais fracos pagarão o preço mais alto, já nas dezenas de milhares que fogem das zonas de combate, enquanto os talibãs estão agora na capital, Cabul.” “Juntamente com o pessoal das embaixadas, até mesmo os poucos padres, homens e mulheres religiosos que estão em Cabul estão se preparando para seu retorno forçado”, disse a instituição de caridade. O Papa Francisco pediu orações para o povo do Afeganistão depois de rezar para o Angelus, uma tradicional oração mariana, no domingo. “Peço a todos que rezem comigo ao Deus da paz para que o clamor das armas cesse e que as soluções possam ser encontradas na mesa do diálogo”, disse ele. “Só assim, a população agredida daquele país – homens, mulheres, idosos e crianças – pode voltar para suas próprias casas, e viver em paz e segurança, em total respeito mútuo.” A Cáritas Italiana disse que está avaliando a situação dos refugiados afegãos no Paquistão na fronteira com o Afeganistão. “Nessas horas, uma massa crescente de refugiados está fugindo das zonas de guerra, aumentando a pressão na direção dos países vizinhos”, disse. “Mesmo os países ocidentais se encontrarão enfrentando uma pressão crescente das pessoas que fogem deste país.” A instituição de caridade italiana disse que nos anos 2000 apoiou um grande programa de ajuda emergencial, reabilitação e desenvolvimento no Afeganistão, incluindo a construção de quatro escolas e 100 casas, e o retorno de 483 famílias de refugiados ao vale panshir. Com informações de InfoCatolica e NCRegister #Muçulmano #terrorismo
- COMO SE TECE A CRÍTICA LITERÁRIA?
A crítica literária de inspiração católica — e universalista em sua aplicação — parecia coisa desaparecida na literatura brasileira, e eis que surgiu, não faz muito tempo, Os fios da escrita , uma coletânea de ensaios literários do escritor e poeta goiano Adalberto de Queiroz [v. blog do autor aqui ]. O livro saiu em 2020 pela editora baiana Mondrongo, de Itabuna. O autor insere-se na tradição brasileira do ensaio jornalístico: os textos, que compõem o livro, foram escritos para o jornal goiano Opção , e pensados para o leitor que gosta de literatura, mas sem formação especializada, livres das amarras terminológicas e das firulas mentais que a crítica acadêmica, dita pós-moderna, introduziu entre nós. A maneira de construir o texto ensaístico, adotada por Adalberto de Queiroz, pressupõe o livre jogo das ideias, conceito que atrai conceito, não por um associacionismo caótico, mas obediente a uma sutil costura de quem sabe o que quer em literatura e o que se deve esperar das grandes obras literárias. O resultado é uma escrita leve, que não cansa o leitor comum. Adalberto de Queiroz sabe quais são os nossos bons críticos literários do passado — cita Carpeaux, Augusto Meyer, Álvaro Lins, Franklin de Oliveira, entre outros — e, com humildade, deles se aproxima com o ouvido do discípulo disposto a aprender e a levar adiante uma tradição interrompida pela especialização acadêmica, responsável por textos no mais das vezes engessados, sem a fluidez e flexibilidade nas quais eram mestres os nomes mencionados, que fizeram dos jornais e das revistas populares os seus veículos principais. O leitor Adalberto de Queiroz tem bom faro para localizar as obras cuja leitura vale a pena. O ponto de vista autenticamente católico e universalista do autor lhe permite beber da água boa, onde quer que esteja a fonte: nos escritores católicos ou não católicos. Saber ver onde se esconde a pedra rara, seja na bateia da fé ou até no drama da descrença. É assim que, no fluir das páginas, o leitor vai encontrar um Gustavo Corção e um Jorge Luís Borges, uma Flannery O’Connor e um Henry James, um Bernanos e um Kafka. Escreve uma série de ensaios sobre os nossos poetas católicos dos anos 30, como Jorge de Lima, Murilo Mendes, Tasso da Silveira, Augusto Frederico Schmidt, Lúcio Cardoso; mas também consegue ver o que há de precioso num Leopardi, Yeats, Whitman ou Wallace Stevens (que se tornaria católico no hospital, antes da morte). Octavio de Faria, que não gostava de ser classificado como autor de romances católicos, preferia ser visto como um católico que escrevia obras de ficção. O mesmo poderia ser dito de Adalberto de Queiroz: é menos um crítico católico do que um católico que escreve ensaios literários. Mais do que “alguém disposto a tomar da água refrescante que salta das estantes em forma de livro” (p. 25 de Os fios da escrita ), trata-se de um perquiridor empenhado em mergulhar, cada vez mais, nos mistérios da aventura humana e compartilhar com o próximo os resultados de sua mineração silenciosa. Para não-cristãos, já uma saudável atitude filantrópica e humanitária. Para um católico, é algo que vai além: uma forma elevada de caridade, cujo fim último não se esgota neste mundo.
- PEDIDO DE ORAÇÃO: Cardeal Burke no Ventilador devido ao COVID-19
O cardeal Raymond Leo Burke, 73, foi internado no hospital devido ao coronavírus e foi conectado a um ventilador. O cardeal americano relatou em 11 de agosto por meio do Twitter que estava infectado com o coronavírus e pediu orações por sua recuperação. Através do mesmo relato, publicaram o seguinte tweet: “O cardeal Burke foi internado no hospital com COVID-19 e está sendo assistido por um ventilador. Os médicos são encorajados por seu progresso. Ele rezou fielmente o Rosário por aqueles que sofriam do vírus. Nesta Vigília da Assunção, rezemos agora por ele o Rosário. Cardinal Burke has been admitted to the hospital with COVID-19 and is being assisted by a ventilator. Doctors are encouraged by his progress. H.E. faithfully prayed the Rosary for those suffering from the virus. On this Vigil of the Assumption, let us now pray the Rosary for him. — Cardinal Burke (@cardinalrlburke) August 15, 2021 Convidamos os leitores a invadir o céu com orações pela recuperação completa do Cardeal Burke, especialmente através do rosário por sua intenção, mas também com um pedido para que Nossa Senhora de Guadalupe interceda em nome de sua Eminência e que Deus o restaure à saúde. O Cardeal Burke é um bom e santo pastor. Por favor, Deus, esteja com ele agora em sua hora de grande necessidade. Quem é o Cardeal Burke? O Cardeal Raymond Leo Burke nasceu em Wisconsin, EUA, no dia 30 de junho de 1948. Estudou no Holy Cross Seminary, em La Crosse, Wisconsin, e depois na Catholic University of America em Washington. Em 1971 foi a Roma completar seus estudos em Direito Canônico, na Universidade Gregoriana, onde obteve o seu doutorado em 1984. No dia 29 de junho de 1975, foi ordenado sacerdote pelo Papa Paulo VI. Em 1994, foi sagrado bispo da diocese de La Crosse pelo Papa São João Paulo II; em 2003, arcebispo de St. Louis, província eclesiástica de Milwaukee. O Papa Bento XVI, em 2008, o nomeou Prefeito do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica, do qual ele já era membro e presidente da Suprema Corte do Estado do Vaticano. Mais tarde, no consistório de 20 de novembro de 2010, foi elevado a cardeal pelo Papa Bento XVI. Como Cardeal, sempre seguiu uma linha tradicional, propondo a Doutrina da Igreja Católica por meio da chamada “hermenêutica da continuidade”, termo apresentado e proposto pelo Papa Bento XVI, que propõe que o Concílio Vaticano II deve ser interpretado em total coerência com a doutrina que sempre foi ensinada pelos papas predecessores a este Concílio e no quadro de todos os outros Concílios da Igreja. Esta conceção opõem à “hermenêutica da rutura” que veria no Concílio Vaticano II uma refundação da Igreja que permitiria uma alteração dos dogmas e da fé. Atualmente é o patrono da Ordem Soberana e Militar de Malta, nomeado pelo Papa Francisco. #CardealBurke
- PEDIDO DE ORAÇÃO: Cardeal Burke no Ventilador devido ao COVID-19
O cardeal Raymond Leo Burke, 73, foi internado no hospital devido ao coronavírus e foi conectado a um ventilador. O cardeal americano relatou em 11 de agosto por meio do Twitter que estava infectado com o coronavírus e pediu orações por sua recuperação. Através do mesmo relato, publicaram o seguinte tweet: “O cardeal Burke foi internado no hospital com COVID-19 e está sendo assistido por um ventilador. Os médicos são encorajados por seu progresso. Ele rezou fielmente o Rosário por aqueles que sofriam do vírus. Nesta Vigília da Assunção, rezemos agora por ele o Rosário. Cardinal Burke has been admitted to the hospital with COVID-19 and is being assisted by a ventilator. Doctors are encouraged by his progress. H.E. faithfully prayed the Rosary for those suffering from the virus. On this Vigil of the Assumption, let us now pray the Rosary for him. — Cardinal Burke (@cardinalrlburke) August 15, 2021 Convidamos os leitores a invadir o céu com orações pela recuperação completa do Cardeal Burke, especialmente através do rosário por sua intenção, mas também com um pedido para que Nossa Senhora de Guadalupe interceda em nome de sua Eminência e que Deus o restaure à saúde. O Cardeal Burke é um bom e santo pastor. Por favor, Deus, esteja com ele agora em sua hora de grande necessidade. Quem é o Cardeal Burke? O Cardeal Raymond Leo Burke nasceu em Wisconsin, EUA, no dia 30 de junho de 1948. Estudou no Holy Cross Seminary, em La Crosse, Wisconsin, e depois na Catholic University of America em Washington. Em 1971 foi a Roma completar seus estudos em Direito Canônico, na Universidade Gregoriana, onde obteve o seu doutorado em 1984. No dia 29 de junho de 1975, foi ordenado sacerdote pelo Papa Paulo VI. Em 1994, foi sagrado bispo da diocese de La Crosse pelo Papa São João Paulo II; em 2003, arcebispo de St. Louis, província eclesiástica de Milwaukee. O Papa Bento XVI, em 2008, o nomeou Prefeito do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica, do qual ele já era membro e presidente da Suprema Corte do Estado do Vaticano. Mais tarde, no consistório de 20 de novembro de 2010, foi elevado a cardeal pelo Papa Bento XVI. Como Cardeal, sempre seguiu uma linha tradicional, propondo a Doutrina da Igreja Católica por meio da chamada “hermenêutica da continuidade”, termo apresentado e proposto pelo Papa Bento XVI, que propõe que o Concílio Vaticano II deve ser interpretado em total coerência com a doutrina que sempre foi ensinada pelos papas predecessores a este Concílio e no quadro de todos os outros Concílios da Igreja. Esta conceção opõem à “hermenêutica da rutura” que veria no Concílio Vaticano II uma refundação da Igreja que permitiria uma alteração dos dogmas e da fé. Atualmente é o patrono da Ordem Soberana e Militar de Malta, nomeado pelo Papa Francisco. #CardealBurke
- MULHER VESTIDA DE OURO E DE SOL – Scott Hahn medita sobre a Solenidade da Assunção da Bem-Aven
Nesta festa, louvamos a Deus que levou a imaculada Virgem Maria, em corpo e alma, para a Sua glória. Em nossa primeira leitura, extraída do Apocalipse, encontramos o templo de Deus no céu que se abre e a visão da Arca da Aliança. Elemento mais sagrado da história de Israel, a Arca estava desaparecida desde a destruição do Templo, em 586 a.C. João relata alguns fatos surpreendentes, sobretudo a revelação de que o cálice sagrado agora é uma mulher, mãe do Filho régio de Davi, o Messias. Dessa mulher, agora, cantamos para Deus como os antigos israelitas cantavam: “À vossa direita se encontra a rainha com veste esplendente de ouro de Ofir”. Na corte do rei Salomão, vislumbramos a tradicional disposição de Israel: a mãe de Salomão, Betsabeia, toma seu lugar à direita do rei (ver 1 Reis 2:19). Na Assunção de Maria, como vemos no Apocalipse, a rainha mais uma vez toma seu lugar à direita do Filho de Davi. A segunda leitura nos mostra por que isto é conveniente: “…em Cristo todos reviverão. Porém, cada qual segundo uma ordem determinada”. O que está implícito na declaração de São Paulo é revelado no Apocalipse. A consumação da obra de Cristo começou, como é justo, com a Assunção da rainha-mãe. O Apocalipse de João mostra também o cumprimento do nosso Evangelho. Lá, Maria, grávida de Jesus, refaz os passos de Davi quando ele trouxe a Arca para Jerusalém (ver 2 Samuel 6). Maria “levantou-se e foi” para a região montanhosa da Judeia, assim como Davi “levantou-se e foi” para aquela mesma região [para buscar a Arca]. Após a chegada de Maria, Isabel fica pasma, assim como Davi sentiu-se diante da Arca. O encontro faz com que o bebê João pule em seu ventre, como Davi salta diante da Arca. E Maria ficou na “casa de Zacarias” por “três meses”, como a Arca permaneceu na “casa de Obed-Edom” pelo mesmo período. Maria é o cálice da presença de Deus e a rainha-mãe. Ela reina agora em esplendor, com Jesus, na Jerusalém celeste. https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/scott-hahn-reflects-on-the-solemnity-of-the-assumption-of-the-blessed-virgin-mary/
- QUANDO O HOMEM SE REVOLTA CONTRA A CONDIÇÃO DE CRIATURA
A revolta contra a ordem da realidade, brilhantemente demonstrada pelo psiquiatra católico Rudolf Allers em seu livro Psicologia do caráter (especialmente no capítulo VII, “Caracteres neuróticos e caracteres anormais”, p. 261 da tradução brasileira da editora Agir, de 1946) conduzirá o indivíduo, inevitavelmente, ao egocentrismo, que é um dos traços marcantes do comportamento neurótico. Sem Deus no centro, nada mais resta ao revoltado senão autocentrar-se, orbitar em volta do próprio eu, como se, ao mesmo tempo, protegesse assustado um tesouro incessantemente ameaçado por piratas e dali mesmo, do porto do pânico, partisse para a grande aventura da existência, a megalomaníaca conquista do mundo — algo semelhante a construir uma casa sobre a areia. É daí que nasce o comportamento anormal, que algumas correntes psicológicas têm chamado de neurótico. Esse egocentrismo neurótico, todavia, só permite à pessoa enxergar o próprio umbigo, a falsa imagem que o espelho narcísico lhe devolve a todo instante, numa concentração obsessiva sobre si mesmo que se transforma numa espécie de droga e lhe impede de ver, ao redor, as obrigações do mundo que ele procura negar. Rudolf Allers recorda alguns tipos pessoais de egocêntricos neuróticos, produtos dessa rebeldia contra a ordem do real. Parece, porém, que eles nunca estiveram tão visíveis e numerosos como hoje em dia, nessa época — a era das revoluções — em que a luta do indivíduo contra Deus e a realidade adquire um caráter social. Não é por acaso que o neurótico e o revolucionário partilhem de uma visão semelhante da realidade, feita de negação e destruição. Na neurose coletiva dos novos tempos, as categorias abaixo se reproduzem como pulgas num galinheiro sem dono e parecem convergir para um mesmo fim: uma sociedade antropolátrica, como desfecho obrigatório do moderno antropocentrismo. O neurótico egocêntrico se desilude muito facilmente com Deus, o mundo e os homens, e isto apenas pelo fato de serem diferentes do que gostaria, ou imaginaria, que fossem; ou por oferecerem obstáculos indesejáveis à ação pretendida. A proibição é uma das fontes permanentes de seu inconformismo. Como Adão e Eva, não pode aceitar que haja uma árvore inviolável no Éden. A partir da década de sessenta, no século passado, essa neurose tornou-se uma febre coletiva sob o formato de um liberaciocismo geral na esfera dos costumes e dos valores. O neurótico egocêntrico possui uma sensibilidade exagerada e magoa-se facilmente. A esta suscetibilidade se liga uma outra característica do comportamento neurótico, também facilmente encontrável em militantes da nova esquerda: a exagerada preocupação com o passado. Bom exemplo, tanto no plano pessoal como de grupos ruidosos, é a alegada injustiça que se pode experimentar em relação a ações contra eles cometidas anos ou até décadas atrás, no caso do indivíduo isolado, ou há séculos, no caso de movimentos sociais, e que ainda lhes dificultam o presente (o passado, seja ele marcado por uma infidelidade amorosa ou o regime escravocrata, é sempre responsabilizado pelas dificuldades de ação no presente). O esquerdismo ressentido de hoje, que se declara a serviço do futuro sem jamais se desvencilhar das ofensas passadas, encontra nessa neurose uma de suas fontes principais. O neurótico egocêntrico é exageradamente escrupuloso. Tal escrúpulo, porém, não passa de uma máscara da soberba: acha-se de tal modo superior, que não admite o menor desvio de comportamento. À semelhança dos hipocondríacos, vítimas de um exagerado cuidado com o próprio corpo, o escrupuloso é uma espécie de hipocondríaco espiritual, sempre preocupado com a integridade da imagem que faz de si mesmo. Vizinho à família do escrupuloso, há o tipo do hesitante incapaz de tomar decisões, cuja representação mais feliz, na literatura, talvez seja o personagem Hamlet, da tragédia homônima de Shakespeare. Essa modalidade de egocêntrico sofre de dúvida hipertrofiada, e as reflexões em que se perde, de forma compulsiva, ao redor de um problema, não são necessariamente por amor à solução. O problema apenas serve apenas para tornar possível a dúvida e as intermináveis ruminações. Nesse jogo, que pode ter a aparência de atividade rigorosa, outras questões importantes são deixadas de lado, numa ilusória aparência de atividade. Mas nada produz, pois o importante é justamente nada fazer. No polo oposto ao revolucionário contemporâneo, é desse comportamento que surge o niilismo da inação, o tédio que conduz ao álcool e às drogas, e, sobretudo, à falta de fé. O neurótico egocêntrico pode ser também um grande ambicioso e ávido de publicidade, desejoso de poder e domínio. Em geral, revela-se extremamente rigoroso com respeito a si mesmo, embora displicente em relação ao próximo (não costuma manifestar o mesmo zelo em relação ao amor devido ao próximo). Vive tão absorvido pelo projeto pessoal, que se esquece dos demais. Quando faz algo pelo próximo, é para tornar-se digno de apreço ou livrar-se de repreensões. A realização pessoal é sempre o fim específico e último da sua ação e pensamento; o próximo pode ser apenas um meio para tal fim. O que também é verdadeiro quanto à vida sexual: seja no plano da fantasia ou da realidade, o outro serve apenas de meio para a obtenção do prazer. Esse tipo, que sempre existiu — como os demais descritos pelo psiquiatra austríaco —, em nossa época está se transformando em legião e ameaça tornar-se corrente dominante, ao lado do esquerdismo ressentido e preso ao passado.
- Na consagração, devemos cantar que somos ‘coisa’ ou ‘filho’ de Nossa Senhora
Esclarecimento sobre a polêmica com a canção de Consagração a Nossa Senhora Na versão cantada da Consagração a Nossa Senhora, muito se questiona se o certo é “como coisa e propriedade vossa” ou “como filho e propriedade vossa”. Hoje vamos tirar a sua dúvida! A consagração cantada veio da oração: Ó, minha Senhora e minha Mãe, eu me ofereço todo a vós, e em prova da minha devoção para convosco, vos consagro neste dia, meus olhos, meus ouvidos, minha boca, meu coração e todo o meu ser; e porque sou vosso, ó incomparável mãe, guardai-me e defendei-me como coisa e propriedade vossa. Amém! Na oração é COISA, que na versão em latim tem o mesmo sentido, de propriedade. No dicionário, significa “o direito pelo qual uma coisa pertence a alguém”. Por sua vez, coisa é algo de que se tem a posse. Ao se declarar de propriedade de Nossa Senhora, assumimos a condição de coisa. É errado substituir “Coisa” por “Filho”? O Padre Reinaldo Bento esclarece: “Erra quem troca a palavra Coisa por Filho na Consagração a Nossa Senhora ? Não, mas não ganha indulgência ,pois para esse fim não se pode modificar a oração indulgenciada por outra fórmula. Também não se deveria modificar a intenção do autor, pois esse a compôs assim.” Para muitos, talvez COISA soe como uma palavra agressiva e dura, pois talvez pensem que Maria Santíssima fosse preferir nos chamar de filhos. Mas quantas coisas e propriedades guardamos com zelo e carinho: objetos e recordações que consideramos preciosos. E somos exatamente tais coisas preciosas para o olhar da Santíssima Virgem. De fato, fomos comprados, e por preço muito alto! (1Cor 6, 20a) A Senhora Santa conhece muito bem este preço. E nos valoriza e aceita tal como somos! Portanto, não faz sentido mudarmos a oração. O correto é cantarmos “como coisa e propriedade vossa”.
- Na consagração, devemos cantar que somos ‘coisa’ ou ‘filho’ de Nossa Senhora
Esclarecimento sobre a polêmica com a canção de Consagração a Nossa Senhora Na versão cantada da Consagração a Nossa Senhora, muito se questiona se o certo é “como coisa e propriedade vossa” ou “como filho e propriedade vossa”. Hoje vamos tirar a sua dúvida! A consagração cantada veio da oração: Ó, minha Senhora e minha Mãe, eu me ofereço todo a vós, e em prova da minha devoção para convosco, vos consagro neste dia, meus olhos, meus ouvidos, minha boca, meu coração e todo o meu ser; e porque sou vosso, ó incomparável mãe, guardai-me e defendei-me como coisa e propriedade vossa. Amém! Na oração é COISA, que na versão em latim tem o mesmo sentido, de propriedade. No dicionário, significa “o direito pelo qual uma coisa pertence a alguém”. Por sua vez, coisa é algo de que se tem a posse. Ao se declarar de propriedade de Nossa Senhora, assumimos a condição de coisa. É errado substituir “Coisa” por “Filho”? O Padre Reinaldo Bento esclarece: “Erra quem troca a palavra Coisa por Filho na Consagração a Nossa Senhora ? Não, mas não ganha indulgência ,pois para esse fim não se pode modificar a oração indulgenciada por outra fórmula. Também não se deveria modificar a intenção do autor, pois esse a compôs assim.” Para muitos, talvez COISA soe como uma palavra agressiva e dura, pois talvez pensem que Maria Santíssima fosse preferir nos chamar de filhos. Mas quantas coisas e propriedades guardamos com zelo e carinho: objetos e recordações que consideramos preciosos. E somos exatamente tais coisas preciosas para o olhar da Santíssima Virgem. De fato, fomos comprados, e por preço muito alto! (1Cor 6, 20a) A Senhora Santa conhece muito bem este preço. E nos valoriza e aceita tal como somos! Portanto, não faz sentido mudarmos a oração. O correto é cantarmos “como coisa e propriedade vossa”.
- OS QUATRO TIPOS DE TEMPERAMENTOS HUMANO E NOSSA VIDA INTERIOR
Como a descoberta e o trabalho do nosso temperamento pode ajudar no caminho de nossa santificação? É o que explica neste texto o grande tomista espanhol Pe. Antonio Royo Marín. Além dos grandes recursos psicológicos de caráter natural e sobrenatural, podemos aproveitar-nos também, no caminho da nossa santificação, de um auxílio de caráter puramente fisiológico — o nosso próprio temperamento —, melhorando suas boas disposições e corrigindo, dentro do possível, os seus defeitos. Naturalmente, trata-se de algo que contribui em pouca medida para a nossa santificação, num plano puramente dispositivo e meramente natural, mas não deixa de ter sua importância, ao menos negativa, removendo obstáculos (ut removens prohibens). Vamos, pois, estudar a natureza, a classificação e os meios de aperfeiçoar o próprio temperamento. 1. Natureza. — Há uma grande diversidade de opiniões entre os autores sobre a natureza e a classificação dos temperamentos. Vamos expor aqui a doutrina mais comumente admitida, dando-lhe uma orientação eminentemente prática. Noção. — O temperamento é o conjunto de inclinações íntimas que brotam da constituição fisiológica de um homem. É a característica dinâmica de cada indivíduo, que resulta do predomínio fisiológico de um sistema orgânico (sistema nervoso, sistema sanguíneo) ou de um humor (bílis, linfa). O temperamento é algo inato no indivíduo. Como se vê por essas noções, o temperamento é algo inato no indivíduo. É a índole natural, ou seja, algo que a natureza nos impõe. Por isso mesmo, ele nunca desaparece inteiramente: genio y figura hasta la sepultura — “gênio e figura permanecem até a sepultura”. Mas uma educação oportuna e, sobretudo, a força sobrenatural da graça podem, se não transformá-lo totalmente, ao menos reduzir ao mínimo suas estridências, e ainda suprir de todo suas manifestações exteriores. É testemunha disso — entre outros mil — São Francisco de Sales, que passou para a posteridade com o nome de “Santo da doçura”, apesar de seu temperamento fortemente colérico. 2. Classificação. — Depois de mil tentativas e ensaios, os tratadistas modernos voltam à classificação dos antigos clássicos, que parece remontar em sua origem ao próprio Hipócrates, maior médico da Antiguidade (460-377 a.C.). Segundo ele, os temperamentos fundamentais são quatro: sanguíneo, melancólico (nervoso), colérico (belicoso) e fleumático, conforme predomine neles a constituição fisiológica que seu nome mesmo indica. Vejamos as características principais de cada um deles. Antes, porém, é preciso advertir que nenhum dos temperamentos que vamos descrever existe “quimicamente puro” na realidade. Geralmente, apresentam-se mesclados e, além disso, apresentam graus muito diversos. Assim, os fleumáticos nunca o são de todo, pois se encontram neles muitos traços de sensibilidade. Os sanguíneos têm, às vezes, qualidades próprias dos melancólicos, etc. Trata-se unicamente de algo predominante na constituição fisiológica de um indivíduo. É preciso levar muito em conta esta observação, ao descobrir alguns traços próprios de um determinado temperamento, para evitar um juízo prematuro, que poderia estar muito longe da realidade objetiva. Passemos agora à descrição detalhada de cada um deles. Seguimos principalmente Conrado Hock e Guibert. É deles que citamos, vez por outra, suas próprias palavras. a) Temperamento sanguíneo. — Características essenciais com relação à excitabilidade: O sanguíneo se excita fácil e fortemente por qualquer impressão. A reação pode ser também imediata e forte, mas a impressão ou duração pode ser curta. A lembrança de coisas passadas não provoca tão facilmente novas emoções. Boas qualidades. — O sanguíneo é afável e alegre, simpático e prestativo, dócil e submisso para com seus superiores, sincero e espontâneo (às vezes até à inconveniência). É verdade que, ante a injúria, raciocina às vezes com violência e prorrompe em expressões ofensivas; mas esquece rapidamente tudo, sem guardar rancor de ninguém. Desconhece a teimosia e a obstinação. Sacrifica-se com desinteresse. Seu entusiasmo é contagioso e arrebatador. Seu bom coração cativa e apaixona, exercendo uma espécie de sedução em torno de si. Por ter uma concepção serena da vida, é fundamentalmente otimista, não o arredam as dificuldades, confia sempre no bom êxito. Surpreende-se muito de que os outros se incomodem com uma brincadeira pouco agradável, que lhe parece a coisa mais natural e simpática do mundo. Tem grande sentido prático da vida e é mais inclinado a idealizar do que a criticar. Dotado de uma exuberante riqueza afetiva, é fácil e ágil para a amizade e se entrega a ela com ardor, às vezes apaixonadamente. Sua inteligência é viva, rápida, assimila facilmente, mas sem muita profundidade. Dotado de uma memória feliz e uma imaginação ardente, triunfa facilmente na arte, na poesia e na oratória, mas não poderá alcançar a eminência do sábio. Os sanguíneos seriam muito freqüentemente espíritos superiores se tivessem tanta profundidade como sutileza, tanta tenacidade no trabalho como facilidade nas concepções. Más qualidades. — Ao lado dessas boas qualidades, o temperamento sanguíneo apresenta sérios inconvenientes. Seus principais defeitos são a superficialidade, a inconstância e a sensualidade. A primeira se deve principalmente à rapidez de suas concepções. Julga haver compreendido logo qualquer problema que se lhe proponha, quando na realidade o percebeu tão-somente de maneira superficial e incompleta. Daí procedem seus juízos apressados, ligeiros, freqüentemente inexatos, quando não inteiramente falsos. É mais amigo da amplitude fácil e brilhante do que da profundidade. A inconstância do sanguíneo é fruto da pouca duração de suas impressões. Em um instante passa do riso ao pranto, do gozo delirante a uma negra tristeza. Arrepende-se pronta e verdadeiramente de seus pecados, mas volta a eles na primeira ocasião que se lhe apresenta. Os sanguíneos são vítimas de impressões de momento, sucumbem facilmente à tentação. São inimigos dos sacrifícios, da abnegação e do esforço duro e contínuo. São preguiçosos no estudo. Torna-se-lhes quase impossível refrear a vista, os ouvidos e a língua. Distraem-se facilmente na oração. A épocas de grande fervor sucedem-se outras de languidez e desalento. A sensualidade encontra terreno abonado na natureza ardente do sanguíneo. Deixa-se arrastar facilmente pelos prazeres sensuais da gula e da luxúria. Raciocina prontamente contra suas quedas e as deplora com sinceridade. Mas faltam-lhe energia e coragem para dominar a paixão quando torna a levantar a cabeça. Educação do sanguíneo. — A educação e canalização de qualquer temperamento deve consistir em fomentar suas boas qualidades e em reprimir os defeitos. Por isso, o sanguíneo deverá procurar canalizar a sua exuberante vida afetiva por um meio nobre e elevado. Se conseguir amar fortemente a Deus, chegará a ser um santo de primeira categoria. Sanguíneos cem por cento foram o Apóstolo São Pedro, Santo Agostinho, Santa Teresa e São Francisco Xavier. Mas é preciso que lute tenazmente contra seus defeitos, até tê-los vencido totalmente. Há de combater sua superficialidade, adquirindo o hábito da reflexão e ponderação em tudo o que fizer. Deve aprender a lidar com os problemas examinando-os por todos os lados, prevendo as dificuldades que poderão surgir, dominando o otimismo demasiado confiante e irreflexivo. Contra a inconstância, tomará sérias medidas. Não bastarão os propósitos e resoluções, que violará na primeira ocasião que se lhe apresente, apesar de sua sinceridade e boa fé. É preciso pôr sua vontade num plano de vida, convenientemente revisado, aprovado por seu diretor espiritual e no qual esteja tudo previsto e anotado, e que nada se deixe ao arbítrio da sua vontade fraca e caprichosa. Há de praticar seriamente o exame de consciência, aplicando-se fortes penitências pelas transgressões que sejam fruto de sua inconstância e volubilidade. Há de pôr-se em mãos de um experiente diretor espiritual e obedecer-lhe em tudo. Na oração, há de lutar contra sua tendência aos consolos sensíveis, perseverando nela apesar da aridez e secura. À sensualidade deverá opor-se com uma vigilância constante e uma luta tenaz. Deve fugir como da peste a todas as ocasiões perigosas, nas quais sucumbirá facilmente, ao se aliar sua sensualidade com sua inconstância. Deve ter particular cuidado na guarda da vista, recordando-se das suas dolorosas experiências. Nele, mais do que em ninguém, cumpre-se aquilo de que “o que os olhos não vêem, o coração não sente”. Deve guardar o recolhimento e praticar a mortificação dos sentidos externos e internos. Deve, enfim, pedir humilde e constantemente a Deus o dom da perfeita pureza de alma e corpo, que só do Céu nos pode vir (Sb 8, 21). Se conseguir amar fortemente a Deus, o sanguíneo chegará a ser um santo de primeira categoria. b) Temperamento melancólico. — Características essenciais com relação à excitabilidade: a do melancólico é débil e difícil ao princípio, mas forte e profunda por repetidas impressões. Sua reação apresenta estes mesmos caracteres. Quanto à duração, pode ser larga. O melancólico não esquece facilmente. Boas qualidades. — Os melancólicos têm uma sensibilidade menos viva do que a dos sanguíneos, mas mais profunda. São naturalmente inclinados à reflexão, à solidão, ao silêncio, à piedade e vida interior. Compadecem-se facilmente das misérias do próximo, são benfeitores da humanidade, sabem levar a abnegação até o heroísmo, sobretudo ao lado dos enfermos. Sua inteligência pode ser aguda e profunda, maturando suas idéias com a reflexão e a calma. É pensador e gosta do silêncio e da solidão. Pode ser um intelectual seco e egoísta, encerrando-se na sua torre de marfim, ou um contemplativo que se ocupe das coisas de Deus e do espírito. Sente atração pela arte e tem aptidão para as ciências. Seu coração é de uma grande riqueza sentimental. Quando ama, dificilmente se desprende de suas afeições, porque nele as impressões se arraigam com muita profundidade. Sofre com a frieza ou a ingratidão. A vontade segue a vicissitude de suas forças físicas: débil e quase nula quando o trabalho o tenha esgotado; forte e generosa quando desfruta de saúde ou quando um raio de alegria ilumina seu espírito. É sóbrio e não sente a desordem passional, que tanto atormenta os sanguíneos. É o temperamento oposto ao sanguíneo, como o colérico é oposto ao fleumático. Foram de temperamento melancólico o Apóstolo São João, São Bernardo, São Luís Gonzaga, Santa Teresinha do Menino Jesus, Pascal. Más qualidades. — O lado desfavorável deste temperamento é a tendência exageradamente inclinada à tristeza e à melancolia. Quando recebem alguma forte impressão, ela penetra-lhes profundamente a alma e lhes produz uma ferida sangrante. Não possuem o coração na mão como o sanguíneo, mas, sim, muito no fundo, e aí saboreiam a sós sua amargura. Sentem-se inclinados ao pessimismo, ao ver sempre o lado difícil das coisas, ao exagerar as dificuldades. Isto os torna retraídos e tímidos, propensos à desconfiança em suas próprias forças, ao desalento, à indecisão, aos escrúpulos e a certa espécie de misantropia. São irresolutos por medo de fracassar em suas empresas. O melancólico “nunca sabe acabar”, como dizia Santa Teresa. É o homem das oportunidades perdidas. Enquanto os demais estão do outro lado do rio, ele está pensando e refletindo, sem se atrever a atravessá-lo. Sofrem muito e fazem sofrer aos demais sem querê-lo, porque, no fundo, são bons. Santa Teresa não os julgava aptos à vida religiosa, sobretudo quando a melancolia está arraigada (cf. Fundações, c. 7. Tenha-se em conta que a “melancolia”, sobre a qual havia se pronunciado, refere-se somente ao temperamento melancólico, e não aos extravios de um caráter voluntariamente neurastênico). Educação do melancólico. — O educador deverá ter muito em conta a forte inclinação do melancólico à concentração sobre si mesmo. Do contrário, expõe-se a não compreendê-lo e a tratá-lo com grande injustiça e falta de tato. O sanguíneo é franco e aberto na confissão; o melancólico, pelo contrário, quer desafogar-se por meio de um colóquio espiritual, mas não pode; o colérico pode expressar-se, mas não quer; o fleumático não pode nem quer fazê-lo. Deve-se ter muito em conta tudo isto, para não intentar procedimentos educativos contraproducentes. Os melancólicos são naturalmente inclinados à reflexão, à solidão, ao silêncio, à piedade e vida interior. É preciso infundir no melancólico uma grande confiança em Deus e um sereno otimismo da vida. Deve-se inspirar-lhe uma suma confiança em si mesmo, ou seja, na amplitude de sua alma para as grandes empresas. É preciso aproveitar a sua inclinação à reflexão para fazê-lo compreender que não há motivo algum para ser suscetível, desconfiado e retraído. Se for preciso, deve-se submetê-lo a um regime de repouso e sobrealimentação (Santa Teresa curava muitas monjas melancólicas proibindo a longa oração, as vigílias e jejuns e “fazendo-as divertir-se” — cf. Quartas moradas, 3, 12 e 13; Fundações, 6, 14). Acima de tudo, deve-se combater a sua indecisão e covardia, fazendo-o tomar resoluções firmes e lançar-se a grandes empresas com ânimo e otimismo. c) Temperamento colérico. — Características essenciais com relação à excitabilidade: o colérico se excita pronta e violentamente. Raciocina num instante. Mas a impressão lhe fica na alma por muito tempo. Boas qualidades. — Atividade, entendimento agudo, vontade forte, concentração, constância, magnanimidade, liberalidade. Eis aí as excelentes prendas deste temperamento riquíssimo. Os coléricos (ou belicosos) são apaixonados e voluntariosos. Práticos, desembaraçados, são mais inclinados a obrar do que a pensar. O repouso e a inação repugnam à sua natureza. Sempre estão acariciando o seu espírito com um grande projeto. Apenas acabam de conceber um fim, põem mãos à obra, sem desistir por causa das dificuldades. Entre eles abundam os chefes, os conquistadores, os grandes apóstolos. São homens de governo. Não são daqueles que deixam para amanhã o que deveriam fazer hoje; antes, preferem fazer hoje o que deveriam deixar para amanhã. Se surgem obstáculos e inconvenientes, esforçam-se para os superar e vencer. Apesar do seu ímpeto irascível, quando conseguem reprimi-lo pela virtude, alcançam uma suavidade e doçura da melhor cepa. Tais foram São Jerônimo, Santo Inácio de Loyola e São Francisco de Sales. Más qualidades. — A tenacidade do seu caráter os faz propensos à dureza, obstinação, insensibilidade, ira e orgulho. Se lhes opomos resistência ou os contradizemos, tornam-se violentos e cruéis, a menos que a virtude cristã modere as suas inclinações. Vencidos, guardam o ódio no coração até que soe a hora da vingança. Geralmente são ambiciosos e tendem ao mando e à glória. São mais pacientes do que o sanguíneo, mas não conhecem tanto a delicadeza de sentimento, compreendem menos a dor das outras pessoas, têm em suas relações um trato menos fino. Suas paixões fortes e impetuosas sufocam essas afeições doces e esses sacrifícios desinteressados que brotam espontaneamente de um coração sensível. Sua febre de atividade e seu ardente desejo de conseguir o que se propõem os faz pisotearem violentamente tudo o que os impede, e aparecem ante os demais como uns egoístas sem coração. Tratam os outros com uma altaneria que pode chegar à crueldade. Tudo deve curvar-se diante deles. O único direito que reconhecem é a satisfação dos seus apetites e a realização de seus desígnios. Educação do colérico. — Tais homens seriam de um preço inestimável se soubessem dominar-se e governar suas energias. Com relativa facilidade chegariam aos mais altos cumes da perfeição cristã. Muitíssimos santos canonizados pela Igreja possuíam este temperamento. Em suas mãos, as obras mais difíceis chegam a feliz termo. Por isso, quando conseguem processar suas energias, são tenazes e perseverantes nos caminhos do bem e não cessam em seus empenhos até alcançar os píncaros mais elevados. Deve-se aconselhá-los a que sejam donos de si mesmos, que não atuem precipitadamente, que desconfiem de seus primeiros movimentos. Deve-se levá-los à verdadeira humildade de coração, a se compadecerem dos fracos, a não humilhar nem atropelar a ninguém, a não deixarem sentir sua violência, sua própria superioridade, a tratarem a todos com suavidade e doçura. Muitíssimos santos canonizados pela Igreja possuíam temperamento colérico. d) Temperamento fleumático. — Características essenciais com relação à excitabilidade: o fleumático não se excita nunca, ou o faz tão só debilmente. A reação é também débil, quando não chega a faltar por completo. As impressões recebidas desaparecem logo e não deixam vestígios em sua alma. Boas qualidades. — O fleumático trabalha devagar, mas assiduamente, contanto que não se exija dele um esforço intelectual demasiadamente grande. Não se irrita facilmente por insultos, fracassos ou enfermidades. Permanece tranqüilo, sossegado, discreto e criterioso. É sóbrio e tem um bom sentido prático da vida. Não conhece as paixões vivas do sanguíneo, nem as profundas do nervoso, nem as ardentes do colérico. Dir-se-ia que carece por completo de paixões. Sua linguagem é clara, ordenada, justa, positiva; mais do que brilho, tem energia e atrativo. O trabalho científico, fruto de uma larga paciência e de investigações conscienciosas, lhe convém melhor do que grandes produções originais. O coração é bom, mas parece frio. Falta-lhe entusiasmo e espontaneidade, porque sua natureza é indolente e reservada. É prudente, sensato, reflexivo, obra com segurança, chega aos fins sem violência, porque afasta os obstáculos em lugar de os romper. Às vezes a sua inteligência é muito clara. Fisicamente, o fleumático é de rosto amável, de corpo robusto, de andar lento e vagaroso. Santo Tomás de Aquino possuiu os melhores elementos deste temperamento, levando a cabo um trabalho colossal com serenidade e calma imperturbáveis. Más qualidades. — Sua calma e lentidão lhe fazem perder boas ocasiões, porque tarda muitíssimo em pôr-se em ação. Não se interessa nada pelo que se passa fora de si. Vive para si mesmo, em uma espécie de concentração egoísta. Não vale para o mando e o governo. Não é afeiçoado a penitências e mortificações; se é religioso, não abusará dos cilícios. É deles que Santa Teresa descreve com tanta graça: “As penitências que fazem estas almas são coerentes com sua própria vida. Não tenhais medo de que se matem, porque sua razão está muito em si” (Santa Teresa, Terceiras moradas, 2, 7). Em casos mais agudos, convertem-se em homens átonos, mortiços e vagos, completamente insensíveis às vozes de ordem que poderiam tirá-los da sua inércia. Educação do fleumático. — Pode-se tirar muito partido do fleumático, se lhe forem incutidas convicções profundas e lhe forem exigidos esforços metódicos e constantes em ordem à perfeição. Lentamente chegará muito longe. Deve-se sacudi-lo de sua inércia e indolência, empurrando-o às alturas, acender em seu coração apático a labareda de um grande ideal. Deve-se estimulá-lo ao pleno domínio de si mesmo, excitando-o e pondo em uso suas forças adormecidas; não como ao colérico, que deve obtê-lo contendo-se e moderando-se. Conclusão geral sobre os temperamentos. — Repetimos o que dissemos mais acima: nenhum destes temperamentos existe em estado “quimicamente puro”. O leitor que tenha percorrido estas páginas poderá não ter encontrado em nenhuma delas os traços completos de sua particular fisionomia. A realidade é mais complexa do que todas as categorias especulativas. Com freqüência encontramos na prática, reunidos em um só indivíduo, elementos pertencentes aos temperamentos mais díspares. Isso explica, em boa parte, a diversidade de teorias e classificações entre os autores que se preocupam com estas coisas. Contudo, é indubitável que em cada indivíduo predominam certos traços temperamentais que permitem catalogá-lo, com as devidas reservas e precauções, em algum dos quadros tradicionais. Por outro lado, sem negar a grande influência do temperamento fisiológico sobre o conjunto da psicologia humana, dadas as íntimas relações e interdependências entre a alma e o corpo, não devemos conceder-lhe uma importância exagerada — sobretudo no que diz respeito à moralidade de nossos atos —, à maneira de certos racionalistas, que atribuem ao temperamento nativo a responsabilidade única de nossas desordens. Não devemos conceder ao temperamento uma importância exagerada, sobretudo no que diz respeito à moralidade de nossos atos. O temperamento ideal. — Se quisermos estabelecer, em sintética visão de conjunto, as características do temperamento ideal, tomaríamos algo de cada um dos que acabamos de descrever. Ao sanguíneo pediríamos sua simpatia, seu grande coração e sua vivacidade; ao melancólico, a profundidade e a delicadeza de sentimentos; ao colérico, sua atividade inesgotável e sua tenacidade; ao fleumático, o domínio de si mesmo, a prudência e a perseverança. Conseguir pelo esforço sistemático e inteligente este ideal humano, que a natureza não pode conceder a quase ninguém, conduz à difícil empresa do aperfeiçoamento e melhora do próprio temperamento, juntamente com o rude trabalho da formação do caráter. Referências: Pe. Antonio Royo Marín, Teología de la Perfección Cristiana. 2.ª ed., Madrid: BAC, 2015, pp. 784-790. A tradução portuguesa foi retirada do site S.O.S. Família e levemente adaptada para esta publicação. Fontes: Site Padre Paulo Ricardo | Os quatros temperamentos e nossa vida interior
- Mons. Viganò convoca dia de jejum e oração para a Vigília da Assunção
Mons. Viganò convoca dia de jejum e oração para a Vigília da Assunção Agosto 12, 2021 12 de Agosto de 2021 Sanctæ Claræ Virginis Neste momento de gravíssima crise espiritual e material, em que as Autoridades públicas favorecem os planos da Nova Ordem Mundial e os Pastores são cúmplices silenciosos diante da destruição da sociedade e da própria Igreja de Cristo, é nosso sagrado dever unir-nos à batalha espiritual, alinhando-nos, sem hesitação, sob os estandartes de Cristo Rei e de Maria Rainha. O Senhor deu aos Bispos e aos Sacerdotes o poder de expulsar os demónios em Seu Nome, e, já no Sábado Santo de 2020, muitos deles acolheram, com generosidade e espírito sobrenatural, o meu apelo, que hoje pretendo renovar. Peço, portanto, aos meus veneráveis Irmãos no Episcopado e no Sacerdócio que dediquem a Vigília da Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria à oração e ao jejum, e que recitem o Exorcismus in Satanam et angelos apostaticos, de Leão XIII (Ritual Romanum, Tit. XII, Caput III), às 12 horas de Roma. Este Sacramental será colocado sob o manto da mais temível Adversária dos poderes infernais, para que a oração coral dos Ministros de Deus afaste da Igreja e do mundo as insídias do Inimigo do género humano que, hoje, ameaçam a sociedade, as famílias, os indivíduos e, em particular, os fiéis de Cristo. O mundo secularizado, e com ele não poucos Pastores, poderão escarnecer deste apelo e do próprio Exorcismo, considerando-o herança de um passado a ser apagado junto com a Fé dos nossos pais. Mas sabemos bem que, embora indignos e pecadores, foi-nos dado por Nosso Senhor um poder que aterroriza as Portas do Inferno e os seus servos. No silêncio e no jejum que nos prepara para a festa da Assunção da Rainha do Céu, invocamos a Santíssima Virgem, terrível como um exército em ordem de batalha, e São Miguel Arcanjo, Padroeiro da Santa Igreja e Príncipe das Milícias Celestes. † Carlo Maria Viganò, Arcebispo FONTE: https://www.diesirae.pt/ #CarloMariaViganò #MonsViganòconvocadiadejejumeoraçãoparaaVigíliadaAssunção
- Carta de católicos italianos ao Papa Francisco
Agosto 07, 2021 Santo Padre Francisco, O último livro de Andrea Riccardi, fundador de Santo Egídio e voz conhecida do mundo católico progressista, intitula-se A Igreja queima? Crise e futuro do Cristianismo. Nós não escrevemos nenhum livro, não realizámos nenhuma análise detalhada, mas vemos, a cada dia, o fogo lento que devora e destrói a Igreja Católica na Itália e no mundo. A renúncia de Bento XVI, há já oito anos, deixou muitos na desolação e outros na esperança. Durante algum tempo, falou-se do “efeito Bergoglio”, aludindo a um renascimento que, infelizmente, nunca aconteceu. Pelo contrário! A “Igreja em saída” permaneceu um slogan sem contrapartida real. Pelo contrário, a cidade santa da Cristandade, na era do COVID-19, foi a primeira a barricar as suas igrejas, dando ao mundo um sinal de total deserção. Assistimos a caminhos sinodais que pareceram verdadeiras guerras civis, com manobradores empenhados em garantir uma democracia ao estilo soviético, e que conduziram a documentos controversos e praticamente totalmente inúteis. As igrejas, os confessionários e até os cofres do Vaticano estão cada vez mais vazios: um sinal de que o povo de Deus não reconhece a voz dos pastores. Os católicos chineses, liderados pelo Cardeal Zen, vivem com sofrimento com os acordos do Vaticano com a ditadura chinesa; cardeais que estiveram durante anos na brecha, ao Vosso lado, como Becciu, acabaram em escândalos económicos que não aconteciam desde os dias de Marcinkus; outros, como Caffarra, Burke, Sarah, Müller, Pell, foram humilhados, silenciados, ignorados; outros ainda, muito próximos de Vós, impediram que a Conferência Episcopal Americana se aprofundasse no acontecimento da pedofilia… Como se isso não bastasse, ordens religiosas conservadoras inteiras foram comissariadas e tiveram que sofrer uma perseguição inimaginável mesmo nos tempos mais sombrios da Santa Inquisição; mesmo personalidades de orientação completamente oposta, como Enzo Bianchi, foram “misericordiosas” da noite para o dia, com uma dureza sem precedentes. Assim, bispos, sacerdotes, religiosos… em todo o país. A Igreja é, hoje, um verdadeiro “hospital de campanha” cheio de feridos, que necessita urgentemente não tanto de discursos sobre a misericórdia, mas de misericórdia verdadeira, real, concreta. De verdadeira paz. A Vossa última disposição, contra a chamada Missa em latim, causou ainda mais estragos e divisões, sem qualquer motivação. Por que negar o que o Vosso antecessor havia concedido? Por que humilhar um pequeno rebanho de fiéis, acusando a todos de forma sumária, sem apelação e, como parece cada vez mais evidente, sem fundamento? Assim, passados 8 anos, a “igreja queima” como nunca antes: está dividida e dilacerada, na Itália, na China, nos EUA, na Alemanha… como nos tempos de Lutero. Também nós, leigos – embora mais livres e não sujeitos a arbitrariedades crescentes no mundo clerical –, sofremos com este clima que se tornou pesado, quase irrespirável, este desaparecimento agora total de toda a sã pluralidade. A Igreja, de mãe, parece cada vez mais uma madrasta, impõe anátemas, excomunhões, comissariados, a um ritmo contínuo. Por isso, pedimos-Vos humildemente: ponde fim a esta guerra civil na Igreja, como um Pai que olha para o bem de todos os seus filhos e não como o chefe de uma corrente clerical que parece querer usar a sua autoridade monárquica completamente, muitas vezes além dos limites do direito canónico, para realizar uma agenda pessoal ideológica. Luigi Abeti Tina Abbate Francesco Agnoli Sabrina Caporali Teresa Di Chio Claudio Forti Silvia Frassinito Giacomo Luigi Mancini Simone Ortolani Riccardo Rodelli Manuela Zanzottera Giovanni Zenone FONTE: https://www.diesirae.pt/ #CartadecatólicositalianosaoPapaFrancisco
- A NEUROSE COMO NEGAÇÃO DA REALIDADE
Se o comportamento neurótico resulta da dificuldade de ver a realidade tal como ela é, segundo afirma o psiquiatra vienense Rudolf Allers, caracteriza muito bem a situação atual da humanidade, que não faz outra coisa: está seduzida por um modelo antropológico que não harmoniza com a natureza humana. Mais ainda: que se contrapõe à natureza humana. Quem é, de fato, o ser humano? Uma criatura finita, que nasce homem ou mulher, trabalha e morre, e é destinada à eternidade. O que lhe constitui a essência é seu entrosamento com o ser em geral e suas leis, a busca de adaptação ao conjunto da realidade. É uma tendência fundamental de sua natureza mais íntima. Mas o que pretende ser o homem em nossa época? Uma entidade autocriadora e autorreferente, cuja essência é definida por si mesma, com total liberdade, depois de perceber-se como existente. Primeiro existe, e sobre o terreno não baldio da existência (sobre o qual muito entulho é depositado desde sua concepção) lança as fundações do que deseja ser, podendo vir a ser homem, se nasceu biologicamente mulher; ou mulher, se biologicamente homem. Segundo Sartre, filósofo bem representativo do imanentismo moderno, o ser humano é o que ele consegue fazer com aquilo que dele foi feito, sem limites em relação a uma prévia “lei natural”. Em seu livro Psicologia do caráter (há tradução brasileira pela editora Agir, de 1946), Rudolf Allers, que foi aluno de Freud e mais tarde romperia com a psicanálise, esta é a verdadeira fonte do comportamento neurótico: a incapacidade do homem de submeter-se à superioridade do mundo exterior. Desta insubmissão nasce a rebeldia contra Deus e o próximo, a condição de criatura, as leis que governam o mundo, a ordem jurídica, social e cultural, os limites impostos pela natureza física, enfim, contra tudo o que se oponha à vontade de poder do eu. Contudo, essa revolta contra o não-eu é um tiro que sai pela culatra: será sempre, e ao mesmo tempo, uma rebelião contra si mesmo, contra a própria pessoa e sua natureza mais íntima, pois se dirige contra a condição de criatura, algo que ser humano nenhum tem o poder de revogar. Entre a consciência da própria fragilidade (em relação ao não-eu), e a atitude de rebelião contra este último, aparece um elemento fundamental do comportamento neurótico: o medo, que é consequência inevitável da percepção de um poder superior. Todas as situações que revelam a impotência do indivíduo provocam medo. O temor é um fenômeno indissociável de qualquer estado neurótico, o terreno de areia sobre o qual se edificará a frágil construção da revolta contra a ordem da realidade.





















![[O ABSURDO DO ARGUMENTO RELATIVISTA] – Pe. Santiago Martín](https://static.wixstatic.com/media/984c42_9b173b3e0b6a4972b4f6d1744d33d4e1~mv2.jpg/v1/fit/w_176,h_124,q_80,usm_0.66_1.00_0.01,blur_3,enc_auto/984c42_9b173b3e0b6a4972b4f6d1744d33d4e1~mv2.jpg)























