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  • Diocese argentina publica uma “oração” a pachamama (e então é forçada a se desculpar)

    Diocese argentina publica uma “oração” à pachamama No dia 1º de agosto, a diocese de Venado Tuerto, localizada ao sul de Rosário, Argentina, publicou uma “oração” à pachamama que despertou a indignação de muitos católicos nas redes sociais, a ponto de levar à sua eliminação e a um morno pedido de desculpas. “A pachamama é um símbolo da fertilidade, da terra e da sacralidade da vida. É um mito carregado de significado espiritual que pode ser explorado. Alguns feriados religiosos têm um significado sagrado e são espaços de reunião e fraternidade. Esses são os novos caminhos para a Igreja e para a realização de uma ecologia integral ”, disse o texto que foi apagado posteriormente. A “oração” dizia o seguinte: “Deus salve você Pachamama, doce fonte de nossa vida, seja venerada para sempre. Benditos os frutos do teu ventre, nosso pão de cada dia, bendito sejas tu hoje e sempre. Veja com compaixão, Santa Mãe, o rebanho humano que te destrói por ambição. Bendita seja sua misericórdia, Pachamama. Minha terra, presa da loucura. Você é a fonte de vida e alegria. Pachamama, terra santa, Mãe Santa, Virgem Maria ”. A publicação da “oração” causou uma rejeição massiva nas redes sociais: daí a sua posterior eliminação. No dia 3 de agosto, a página  do Facebook da Cáritas Venado Tuerto publicou um morno pedido de desculpas: “Queremos pedir desculpas a quem se ofendeu com a nossa publicação na Pachamama, a intenção era comunicar nossa comunhão com Francisco” e com o que ele diz no “ querida exortação apostólica amazônica aos números 79 e 80 ”. O Dia da Pachamama é comemorado no dia 1º de agosto nas comunidades Quechua e Aymara dos Andes da Argentina, Bolívia, Colômbia, Chile, Equador e Peru em homenagem àquela que é considerada uma divindade andina. A celebração é chamada de Qulqi Uru. Essa divindade foi protagonista do Sínodo da Amazônia, realizado em Roma em outubro de 2019. Em um dos acontecimentos mais criticados de seu pontificado,  Francisco testemunhou uma estranha cerimônia  em que alguns religiosos adoraram uma estátua de Pachamama nos jardins do Vaticano. A diocese de Venado Tuerto é dirigida desde 2000 por Gustavo Arturo Help, de 74 anos. Este prelado será sucedido pelo coreano Han Lim Moon, atual bispo coadjutor da diocese. Moon é um velho conhecido do Papa Francisco. Em 2014 o Santo Padre o nomeou bispo auxiliar de San Martín e no final de 2020 coadjutor de Venado Tuerto. Fonte: https://www.aldomariavalli.it/ Watch this video on YouTube. Papa ordena um sacerdote brasileiro para a Diocese de Roma ORAÇÃO PARA UMA BOA CONFISSÃO #GustavoArturoHelp #AldoMariaValli #VenadoTuerto #Dioceseargentinapublicaumaoraçãoapachamamaeentãoéforçadaasedesculpar #ODiadaPachamama #pachamama

  • O desafio de “ser pão” para os outros – Jo 6, 41-51 

    “Quem come deste pão viverá eternamente” (Jo. 6,51) Continuamos no cap. 6 do Evangelho de João. Aumenta a tensão entre os judeus e Jesus. À medida que Jesus vai aprofundando no seu ensinamento, vai aparecendo a enorme diferença existente entre o que eles aprenderam da tradição e o que Jesus lhes quer transmitir. E vão aparecendo as doentias murmurações. “E começaram a murmurar contra Jesus”.   Murmuravam porque Jesus havia dito: “eu sou o pão vivo descido do céu”. É o mesmo verbo para falar das murmurações dos israelitas no deserto contra Moisés, por não lhes dar alimento, como eles tinham no Egito. Jesus lhes recorda que o povo esteve contra Moisés nos momentos difíceis e agora também não confiam nas palavras do próprio Jesus. Sabemos que a murmuração se expressa de inúmeras maneiras, sutis ou não, formando uma montanha de ressentimentos, queixas, críticas ácidas… Murmurar é contraproducente e nocivo. Alguém que murmura é uma pessoa difícil de conviver e poucas pessoas sabem como responder às queixas feitas por outras que expelem sua fuligem interior. O trágico é que, uma vez expressa, a murmuração leva ao que mais se queria evitar: um afastamento maior. Essa murmuração íntima é sombria e pesada: condenação dos outros, condenação de si mesmo, justificativas… entrando numa espiral de amargura e fechamento.  À medida que a pessoa se deixa arrastar ao interior do vasto labirinto das suas murmurações, fica mais e mais perdida, até que, no fim, acaba achando-se a pessoa mais incompreendida, rejeitada, negligenciada e desprezada do mundo. Em um coração carregado de murmurações e queixas, o Espírito não tem liberdade de atuar; elas são a fonte poluidora de onde brotam as doentias divisões internas, que atrofiam as forças criativas, petrificam o coração, resistem ao novo e levam ao distanciamento de tudo e de todos. Com isso, a pessoa se blinda, tornando-se rígida, fechada em suas posições, crenças, valores… e não se deixa impactar pelo encontro com o diferente. Como quebrar os ferrolhos das murmurações e estender as mãos para acolher o surpreendentemente novo? Como passar do coração de pedra para a morada da fonte de água viva? Nesse contexto “carregado”, Jesus vai abrindo um caminho de existência compartilhada, que se expressa na comunicação do pão e que culmina na comunicação de vida. Ele não se deixa afetar pelas murmurações que levam à morte. Jesus, o “Pão da Vida”, tocou as “vidas feridas” com delicadeza e ternura e as transformou. Seus gestos terapêuticos foram o prolongamento da ação criativa de Deus; com palavras e ações Ele inaugurou no meio de nós o Reino de Vida do Pai. Não só optou pela vida e se comprometeu com a vida, mas fez de sua Vida uma entrega radical a favor da vida. Em Jesus acontece algo totalmente novo; Ele traz uma nova maneira de viver e de comunicar vida que não cabe nos nossos esquemas. Quem entra em comunhão de vida com Ele, conhece uma vida diferente, de qualidade nova, expansiva… A comunhão com Jesus é fonte de vida e vida em crescente amplitude. Quando nos dispomos a caminhar com Ele, sob a ação do seu Espírito, realiza-se em nós um processo de abertura e de superação, de crescimento e de reconstrução de nós mesmos…; tomamos consciência de uma dimensão profunda de nosso interior, que nos permite experimentar uma outra vida, que supera tudo o que vivemos até então. A “vida eterna”, então, não é um prolongamento ao infinito de nossa vida biológica. É a dimensão inesgotável e decisiva de nossa existência. Ela torna-se “eterna” desde já. Para o evangelista João, a “vida” é uma totalidade, ou seja, a vida presente, a vida atual, é uma vida que tem tal plenitude que, com toda razão, podemos chamá-la de “vida eterna”, uma vida com tal força e tão sem limites, que nem a morte mesma terá poder sobre ela. Precisamos adquirir uma consciência mais profunda da vida do espírito, perceber as pulsações desta vida eterna que está em nós, do mesmo modo que, prestando atenção, percebemos as batidas de nosso coração. A vida, desde o mais íntimo da pessoa humana, deseja ser despertada e vivenciada em plenitude. Vida plena prometida por Jesus: “Quem crê, tem a vida eterna” Jesus faz-se alimento que gerar vida nova no mundo; alimentar-nos d’Ele, desperta nossa vida interior, fazendo-nos redescobrir nossa verdadeira riqueza; ao mesmo tempo, fazendo-se “pão partilhado”, Jesus nos ensina a gerar vida, ou seja, Ele nos move a fazer com que nossa própria vida seja “alimento substancioso”, para que outros também tenham vida. A comunhão de vida com Cristo nos faz ter um “caso de amor com a vida”. Nem sempre sabemos viver: conformamo-nos com uma vida estreita, estéril, fechada ao novo, carregada de “murmurações”. Quando nos saciamos com o Pão, que proporciona vigor inesgotável, nossa vida se destrava e torna-se potencial de inovação criadora, expressão permanente de liberdade, consciência, amor, arte, alegria, compaixão…. É vida em movimento, gesto de ir além de nós mesmos; vida fecunda, potencial humano. Vida com fome e sede de significado, que busca o sentido… Vida que é encontro, interação, comunhão, solidariedade. Vida que é seduzida pelo amor, pela ternura. Vida que desperta o olhar para o vasto mundo. Vida que é voz, é canto, é dança, é festa, é convocação… Ao afirmar: “Eu sou o pão vivo que desceu do céu”, Jesus nos revela que a vida é sempre uma novidade que rompe velhos barris; ela é um fenômeno que emerge de forma misteriosa; ela se impõe, simplesmente.  Tal realidade desperta fascinação, provoca admiração e veneração… porque a vida é sempre sagrada. Diante dela ficamos extasiados, boquiabertos, escancarados os olhos e afiados os ouvidos. Ela nos atrai por sua força interna. A vida é sempre emergência do novo e do surpreendente. Portador de uma vida inesgotável, somos muito mais que o simples resultado de nossos esforços e lutas. Vivemos para mergulhar em algo diferente, novo e melhor. Nossa vida não é um problema a resolver, mas uma experiência a acolher, uma aventura a amar e um mistério a celebrar. Afinal, somos discípulos(as) permanentes na escola do Mestre da vida! Nesse sentido, a experiência do Seguimento de Jesus é uma verdadeira “escola de vida”, cuja aprendizagem nos leva ao âmago do nosso ser, para enraizar nossa vida no coração cheio de nutrientes, dele haurir a força da vida divina e deixar-nos plenificar pela graça transbordante de Deus. Nada mais contrário ao espírito do Evangelho que a vida instalada e uma existência estabilizada de uma vez para sempre, tendo pontos de referência fixos, definitivos, tranqüilizadores… Texto bíblico:  Jo 6,41-51 Na oração: Para viver a partir do ser mais profundo, é preciso dedicar, cada dia, algum tempo de atenção ao próprio coração e aprender a regozijar-se da maravilhosa vida de Deus em cada um. Basta um repouso e o estar presente para fazer acalmar a agitação interior e aproximar-se da fonte da vida. – Temos nas mãos e no coração a opção de viver “em chave de murmurações” (queixas, ressentimentos e desencantos) ou “em chave de benção”, descobrindo na vida a presença d’Aquele que nos faz estremecer de alegria, desafiando-nos a ser “pão para os outros”. – Sua vida cotidiana: “pão amargo de murmurações” ou “pão substancioso de bênçãos”? Pe. Adroaldo Palaoro sj FONTE: https://www.centroloyola.org.br/ Liturgia Diária – 08/08/21 – 19º DOMINGO – TEMPO COMUM Pão que desperta outras fomes – Homilia Jo 6,24-35 #LITURGIACATÓLICAAPOSTÓLICAROMANA #homilia #EVANGELHOCOMENTADO #evangelhododia #EVANGELHODEJESUSCRISTO #LITURGIACATÓLICA #liturgiadoevangelhodehoje #homiliadamissadodia #EVANGELHODODIADEHOJE #EVANGELHOMEDITADO #homiliadamissadehoje #HOMILIACATÓLICA #HOMILIADALITURGIADOMINICAL #HOMILIADALITURGIADEHOJE #LiturgiadaPalavra #evangelhodamissadehoje #liturgiadiária #liturgia #HOMILIADEHOJE #Odesafiodeserpãoparaosoutros #liturgiadamissadehoje #EVANGELHODAMISSA #HOMILIADODIA

  • OS PROVÉRBIOS EM DOM QUIXOTE

    Coisa muito interessante, no Dom Quixote de Cervantes , são os provérbios e ditos populares, que saem a toda hora da boca do herói e de seu escudeiro. Diz o sábio Sancho ao teimoso Quixote, no começo do capítulo XVIII: — O melhor e o mais acertado, segundo meu fraco parecer, seria voltar ao nosso lugar, agora que é tempo de colheita, e cuidarmos da nossa fazenda, em vez de andar de “ceca en meca y de zoca en colodra”, como se diz por aí. Evidente que Dom Quixote não concordou: mandou que se calasse. Que significa isso de “andar de ceca en meca y de zoca en colodra”? Entre as 5.554 notas que Diego Clemencín (1785-1834), o famoso comentador do Quixote, escreveu sobre o romance de Cervantes, há uma que explica o aforismo. No sossego de uma fazenda perto de Madrid, onde passou os últimos anos de vida explicando o Quixote e, de vez em quando, puxando a orelha da prosa cervantina, Clemencín escreveu o seguinte: “Ceca é uma palavra árabe que significa casa da moeda. Os mouros as tiveram em várias partes da Espanha, nomeadamente em Córdoba e arredores. Os cristãos da Península deram, não se sabe por que, este mesmo nome à grande mesquita de Córdoba, que foi um dos lugares de maior devoção para os maometanos, que a frequentavam com suas romarias e peregrinações. E como fizeram o mesmo com Meca, da consonância acidental entre Ceca e Meca, e da distância que há entre Meca e Córdoba, de tudo isso, combinados confusamente, veio a expressão proverbial de “andar de Ceca em Meca” para denotar a errância daqueles que andam de uma parte a outra sem um propósito preciso e determinado. De “ceca” era [sonoramente] fácil ir para a “zoca”, e também passar [semanticamente] de “zoca” para “colodra”, pois são ambos nomes de instrumentos ou utensílios pastorais. “Zoca” ou “zoco” é o mesmo que “zueco” [tamanco, calçado de madeira, assim como “colodro”]. Segundo o Comendador Griego, citado por Covarrubias em seu Tesouro da língua castelhana , ir de “zocos en colodros” significa sair de um perigo e entrar num maior, semelhante a ir de Cila a Caríbdis, em linguagem rústica. Atualmente, se chama “colodra” o vaso ou vasilha formado pelos pastores de um chifre de boi, e é usado para a ordenha no campo.” Clemencín estava se referindo a Caribde, sorvedouro no estreito de Messina, cidade da Sicília; e a Escila, ou Cila, nome de um rochedo que há em frente ao sorvedouro. O navio que escapava de um perigo podia cair no outro. Daí o ditado: ir de Cila a Caribde, mais ou menos como ir de Ceca a Meca. Um dia, folheando um dicionário de italiano, encontrei uma máxima que também integra o mesmo time: “Cadere dalla padella alla brace”: escapar da frigideira e cair nas brasas, que também é ir do mesmo à mesma coisa. Outra versão da idéia aparece numa das traduções para o português do romance de Cervantes, a de Almir de Andrade, em que há a seguinte solução para a segunda parte da sentença de Sancho. O intransponível “De zoca en colodra” virou, num passe de mágica tradutória, “ir de Herodes a Pilatos”.

  • OS ATAQUES DO DEMÔNIO AO SANTO CURA DE ARS

    São João Vianney foi um sacerdote da paróquia de São João Baptista de Ars, uma aldeia próxima de Lyon, na França. Lá levava uma vida em extremo austera e seu alimento principal (pelo menos por longo tempo) foram as batatas. São célebres os assaltos com tentações e perseguições que sofria, às mãos do diabo, para fazê-lo renunciar à sua atividade pastoral. Talvez os mais conhecidos sejam os ataques noturnos que sofria para acordá-lo e não deixá-lo descansar. Assedios assumem formas diferentes. Às vezes, o maligno assediava-o como um bando de morcegos que infestavam o quarto, outros como ratos que percorriam o seu corpo. Muitas vezes era puxado da cama para o chão e sofria de todos os tipos de ruídos irritantes. Tal empenho em desmoralizar este santo tinha suas razões. Leia também A Impureza é um dos pecados que mais levam almas para o inferno – Um sermão do Santo Cura d’Ars A principal razão pela qual o demônio atacava o santo Cura de Ars era que, como santo confessor, salvasse centenas de almas para Cristo. São João Maria Vianney exerceu este sacramento de modo eminente – pois ocupava a maior parte de sua atividade pastoral – e exemplar – pelo extraordinário dom que Deus lhe concedeu para a confissão. Na verdade, o Espírito Santo agiu grandes coisas através deste humilde pároco de povo. Diz-se que várias testemunhas viam luzes sobrenaturais ao redor de sua pessoa, que levitava e que realizou vários milagres. Além disso, ele recebeu um dom especial para expulsar demônios das posses. Tão grande foi a sua vocação para converter os homens que Deus o ajudava com o dom de discernimento de espírito. Por esta graça, o Cura de Ars podia conhecer os segredos dos corações, e não havia pecado que não conhecesse daqueles que vieram à confissão. Por este dom, além da sua inabalável vontade de ouvir confissões, até os pecadores mais tenazes se reconciliavam com Cristo quando concorreriam à sua paróquia. Leia também Conheça 10 fatos da vida de São João Maria Vianney Deus permitia-lhe conhecer quem eram os que mais precisavam do sacramento e ele os chamava a confessar sem fazer fila. Para o fim da sua vida, pelo menos nos últimos dez anos, os peregrinos que procuravam a reconciliação através do Cura de Ars deveriam esperar até horas! Em uma ocasião o demônio disse-lhe através de um energúmeno: ′′ Você me faz sofrer. Se houvesse três como você na terra, meu reino seria destruído. Você me tirou mais de 80.000 almas “. Por este trabalho de confessor incansável e graças que Deus dispensava através deste grande santo, São João Maria Vianney, foi constantemente assediado pelo maligno. O santo reconhecia como os ataques estavam ligados ao seu trabalho pastoral e mencionou o que fazia para combatê-los: ′′ Volto para Deus, faço o sinal da cruz e digo algumas palavras de desprezo ao demônio. De resto, eu avisei que o estrondo é muito maior e os rounds se multiplicam, quando no dia seguinte algum grande pecador virá “. Com um certo humor o santo Cura de Ars dizia: ′′ O Garras é muito desastrado, ele mesmo me anuncia a chegada de grandes pecadores “. Leia também Conheça a vida de São João Maria Vianney, o santo Cura d’Ars

  • OS ATAQUES DO DEMÔNIO AO SANTO CURA DE ARS

    São João Vianney foi um sacerdote da paróquia de São João Baptista de Ars, uma aldeia próxima de Lyon, na França. Lá levava uma vida em extremo austera e seu alimento principal (pelo menos por longo tempo) foram as batatas. São célebres os assaltos com tentações e perseguições que sofria, às mãos do diabo, para fazê-lo renunciar à sua atividade pastoral. Talvez os mais conhecidos sejam os ataques noturnos que sofria para acordá-lo e não deixá-lo descansar. Assedios assumem formas diferentes. Às vezes, o maligno assediava-o como um bando de morcegos que infestavam o quarto, outros como ratos que percorriam o seu corpo. Muitas vezes era puxado da cama para o chão e sofria de todos os tipos de ruídos irritantes. Tal empenho em desmoralizar este santo tinha suas razões. Leia também A Impureza é um dos pecados que mais levam almas para o inferno – Um sermão do Santo Cura d’Ars A principal razão pela qual o demônio atacava o santo Cura de Ars era que, como santo confessor, salvasse centenas de almas para Cristo. São João Maria Vianney exerceu este sacramento de modo eminente – pois ocupava a maior parte de sua atividade pastoral – e exemplar – pelo extraordinário dom que Deus lhe concedeu para a confissão. Na verdade, o Espírito Santo agiu grandes coisas através deste humilde pároco de povo. Diz-se que várias testemunhas viam luzes sobrenaturais ao redor de sua pessoa, que levitava e que realizou vários milagres. Além disso, ele recebeu um dom especial para expulsar demônios das posses. Tão grande foi a sua vocação para converter os homens que Deus o ajudava com o dom de discernimento de espírito. Por esta graça, o Cura de Ars podia conhecer os segredos dos corações, e não havia pecado que não conhecesse daqueles que vieram à confissão. Por este dom, além da sua inabalável vontade de ouvir confissões, até os pecadores mais tenazes se reconciliavam com Cristo quando concorreriam à sua paróquia. Leia também Conheça 10 fatos da vida de São João Maria Vianney Deus permitia-lhe conhecer quem eram os que mais precisavam do sacramento e ele os chamava a confessar sem fazer fila. Para o fim da sua vida, pelo menos nos últimos dez anos, os peregrinos que procuravam a reconciliação através do Cura de Ars deveriam esperar até horas! Em uma ocasião o demônio disse-lhe através de um energúmeno: ′′ Você me faz sofrer. Se houvesse três como você na terra, meu reino seria destruído. Você me tirou mais de 80.000 almas “. Por este trabalho de confessor incansável e graças que Deus dispensava através deste grande santo, São João Maria Vianney, foi constantemente assediado pelo maligno. O santo reconhecia como os ataques estavam ligados ao seu trabalho pastoral e mencionou o que fazia para combatê-los: ′′ Volto para Deus, faço o sinal da cruz e digo algumas palavras de desprezo ao demônio. De resto, eu avisei que o estrondo é muito maior e os rounds se multiplicam, quando no dia seguinte algum grande pecador virá “. Com um certo humor o santo Cura de Ars dizia: ′′ O Garras é muito desastrado, ele mesmo me anuncia a chegada de grandes pecadores “. Leia também Conheça a vida de São João Maria Vianney, o santo Cura d’Ars

  • CONSEQUÊNCIAS DA ATUAL MENTALIDADE HIGIENISTA

    Depois de banidas as religiões tradicionais, que davam sustentação ao mundo ocidental, as pessoas se viram de repente numa situação de extrema debilidade espiritual, fartamente revelada pela crise da covid. Para a filosofa Chantal Delsol, “Não temos mais as ferramentas mentais, éticas e espirituais para responder à situação. Essas ferramentas se tornaram obsoletas com a modernidade e o seu progresso onipresente. Podemos ver até que ponto somos populações frágeis, fragilizadas pela comodidade, pelo conforto, pela paz eterna, pelo prestígio das aparências, pelas promessas de facilidades cada vez maiores e, sobretudo, pelas promessas de eliminar todos os males da condição humana.” Os pobres seres humanos protegidos por essa falsa antropologia, à espera do prometido Admirável Mundo Novo que lhes pouparia da morte e tornaria a vida uma festa permanente, de repente se viram cruelmente acuados por um vírus mais agressivo que o normal nas últimas décadas, mas de mortalidade incomparavelmente menor que a das conhecidas pestes históricas, e caíram “abruptamente no mundo do destino, da fatalidade, da doença letal que atinge logo ali, na esquina de nossa rua.” Chantal Delsol chama a atenção para a notória diferença entre o homem de hoje e o de poucas décadas atrás: “Desde o início do período incerto e ameaçador em que vivemos, a questão mais intrigante é a comparação com as 30.000 mortes ocorridas na França em dezembro de 1969, atingidas pela gripe de Hong-Kong, que superlotou hospitais com pessoas em dificuldade respiratória, mas que passou completamente despercebida. A diferença com nossa reação atual — desmedida e unânime, permeada de pânico —, põe algumas questões, que revela uma grande transformação na ordem de nossas crenças, referências e imperativos.” Comparada à antiga crença num futuro brilhante da espécie, prometido pela esquerda, nada é mais deplorável do que a atual modalidade de niilismo que move as massas, conduzidas por lideranças cuja única razão de ser é a cômica utopia transumanista, que acredita na evolução física e mental do ser humano por intermédio da ciência e da tecnologia. Para Chantal Delsol, era preferível a “religião” dos comunistas, socialistas e seus aliados: pelo menos “tínhamos ideais, mesmo absurdos ou viciosos.” A filósofa, filha de uma França que já foi mais robusta e resistente, não gostou nada do modo como o atual presidente de seu país conduziu a crise sanitária: “Nosso jovem presidente — bem-asseado, bem-comportado e bem-instruído — não dispõe de nenhuma chave para entender uma situação tão estranha à sua felicidade de eterno perfeito. O trágico lhe é estranho: não lhe ensinaram isto na escola. Ele ignora que o perigo é o país do futuro e que, por essa razão, seria preferível a coragem ao cálculo.” https://www.chantaldelsol.fr/hygienisme-ou-la-vie-nue/

  • Uma poderosa oração pelas vocações: Prece Abrasada

    São Luís Maria Grignon de Montfort, grande missionário, fundador e apóstolo da Santíssima Virgem Maria, compôs a “Prece Abrasada” (ou Oração Abrasada) para pedir a Deus missionários e novas vocações para sua obra e para a Santa Igreja. Na proximidade da festa desse grande santo, que comemoramos no dia 28 de Abril, conheçamos e rezemos esta bela e profundíssima oração. Nestes tempos em que, mais do que nunca, se faz necessário que se apresentem os verdadeiros apóstolos da Virgem Maria, rezemos fervorosamente esta oração. Peçamos que venham esses apóstolos dos últimos tempos, como orienta São Luís: …que serão verdadeiros discípulos de Jesus Cristo, andando nas pegadas da pobreza e humildade, do desprezo do mundo e caridade, ensinado o caminho estreito de Deus na pura verdade, conforme o santo Evangelho, e não pelas máximas do mundo, sem se preocupar nem fazer acepção de pessoa alguma, sem poupar, escutar ou temer nenhum mortal, por poderoso que seja. Terão na boca a espada de dois gumes da palavra de Deus; em seus ombros ostentarão o estandarte ensanguentado da cruz, na direita, o crucifixo, na esquerda o rosário, no coração os nomes sagrados de Jesus e de Maria, e, em toda a sua conduta, a modéstia e a mortificação de Jesus Cristo. São Luís Maria Grignion de Montfort “Prece Abrasada” de São Luís Maria Grignon de Montfort. Oremos: “Lembrai-vos, Senhor, lembrai-vos da vossa Congregação que desde o princípio vos pertenceu, e em que pensastes desde toda a eternidade; que seguráveis na vossa mão onipotente, quando, com uma palavra, tiráveis do nada o universo; e que escondíeis ainda em vosso coração, quando vosso Filho, morrendo na Cruz, a consagrou por sua morte, e a entregou, qual precioso depósito, à solicitude de sua Mãe Santíssima. Atendei aos desígnios de vossa misericórdia, suscitai homens da vossa destra, tais quais mostrastes a alguns de vossos maiores servos, a quem destes luzes proféticas, a um São Francisco de Paula, a um São Vicente Ferrer, a uma Santa Catarina de Sena, e a tantas outras grandes almas, no século passado e até neste, em que vivemos. Onipotente Deus, lembrai-vos desta Companhia, ostentando sobre ela a onipotência de vosso braço, que não diminuiu, para dar-lhe a luz e produzi-la, e para conduzi-la à perfeição. Renovai os prodígios, fazei milagres novos, necessitamos o auxílio de vosso braço. Ó grande Deus que podeis fazer das pedras brutas outros tantos filhos de Abraão, dizei uma só palavra como Deus, e virão logo bons obreiros para a vossa seara, bons missionários para a vossa Igreja. Deus de bondade, lembrai-vos de vossas antigas misericórdias, e, por essas mesmas misericórdias, lembrai-vos da vossa Congregação; lembrai-vos das promessas reiteradas que nos tendes feito, por vossos profetas e pelo vosso próprio Filho, de sempre atender favoravelmente a todos os nossos pedidos justos. Lembrai-vos das preces que, desde tantos séculos, vossos servos e servas para este fim vos têm dirigido; venham à vossa presença Seus votos, seus soluços, suas lágrimas e seu sangue derramado, e poderosamente solicitem vossa misericórdia. Mas lembrai-vos sobretudo de Vosso amado Filho: Lançai os olhos sobre a face de Cristo. Contemplem vossos olhos sua agonia, sua confusão, o seu amoroso queixume no Jardim das Oliveiras, quando disse: Para que serve meu sangue? Sua cruel morte e seu sangue derramado altamente vos clamam misericórdia, a fim de que, por meio desta Congregação, seja seu império estabelecido sobre os escombros de seus inimigos. Lembrai-vos, Senhor, desta Comunidade nos efeitos de vossa justiça. É tempo de cumprir o que prometestes. Vossa divina fé é transgredida; vosso Evangelho desprezado; abandonada vossa religião; torrentes de iniquidade inundam toda a terra, e arrastam até os vossos servos; a terra toda está desolada; a impiedade está sobre um trono; vosso santuário é profanado, e a abominação entrou até no lugar santo. E assim deixareis tudo ao abandono, justo Senhor, Deus das vinganças? Tornar-se-á tudo afinal como Sodoma e Gomorra? Calar-vos-ei sempre? Não cumpre que seja feita a vossa vontade, assim na terra como no Céu, e que a nós venha o Vosso Reino? Não mostrastes antecipadamente a alguns de vossos amigos uma futura renovação de vossa Igreja? Não se devem os judeus converter à verdade? Não é esta a expectativa da Igreja? Não vos clamam todos os santos do Céu: “Justiça!”. Não vos dizem todos os justos da terra: Amém, vem, Senhor Jesus! Não gemem todas as criaturas, até as mais insensíveis, sob o peso dos inumeráveis pecados de Babilônia, pedindo a vossa vinda para restabelecer todas as coisas? Senhor Jesus, lembrai-vos de dar à vossa Mãe uma nova Companhia, a fim de por ela renovar todas as coisas, e a fim de terminar por Maria Santíssima os anos de graça, assim como por ela os começastes. Dai filhos e servos à vossa Mãe: quando não, fazei que eu morra. É por vossa Mãe que vos imploro. Lembrai-vos de suas entranhas e de seu seio, e não rejeiteis minhas súplicas; lembrai-vos de quem sois Filho, e atendei-me; lembrai-vos do que ela é para vós e do que sois para ela, e satisfareis a meus votos. Que vos peço eu? Nada em meu favor, tudo para vossa glória. Que vos peço eu? O que podeis, e até ouso dizer, o que deveis conceder-me, como verdadeiro Deus que sois, a quem todo o poder foi dado no Céu e na terra, e como o melhor dos filhos, que amais infinitamente vossa Mãe. Que vos peço eu? Sacerdotes, livres de vossa liberdade, desprendidos de tudo, sem pai, sem mãe, sem irmãos, sem irmãs, sem parentes segundo a carne, sem amigos segundo o mundo, sem bens, sem embaraços, sem cuidados, e até sem vontade própria. Escravos de vosso amor e de vossa vontade; homens segundo vosso coração, que, sem vontade própria que os macule e faça parar, executem todas as vossas vontades, e derrubem todos os vossos inimigos, quais novos Davis, com o cajado da Cruz e a funda do Santíssimo Rosário, nas mãos. Almas elevadas da terra e cheias do celeste orvalho, que, sem obstáculos, voem de todos os lados, movidos pelo sopro do Espírito Santo. Em parte, foi delas que tiveram conhecimento vossos profetas, quando perguntaram! Quem são estes que voam como nuvens? Almas sempre à vossa mão, sempre prontas a obedecer-vos à voz de seus superiores, como Samuel: Eis me aqui; sempre pronto a correr e a sofrer tudo por vós e convosco, como os apóstolos: Vamos nós também para morrer com Ele. Verdadeiros filhos de Maria, vossa Mãe Santíssima, engendrados e concebidos por sua caridade, trazidos em seu seio, presos a seu peito, nutridos de seu leite, educados por sua solicitude, sustentados por seus braços e enriquecidos de suas graças. Verdadeiros servos da Santíssima Virgem, que, como outros tantos Santos Domingos, vão por toda parte, com o facho lúcido e ardente do Santo Evangelho na boca, e na mão o Santo Rosário, a ladrar, como cães fiéis, contra os lobos que só buscam estraçalhar o rebanho de Jesus Cristo; que vão, ardendo como fogos, e iluminando como sóis as trevas deste mundo; e que, por meio de uma verdadeira devoção a Maria Santíssima, isto é, uma devoção interior, sem hipocrisia; exterior, sem crítica; prudente, sem ignorância; terna, sem indiferença; constante, sem versatilidade, e santa, sem presunção, esmaguem, por todos os lugares em que estiverem, a cabeça da antiga serpente, a fim de que a maldição que sobre ela lançastes seja inteiramente cumprida. É verdade, grande Deus, que o mundo há de armar, como predissestes, grandes ciladas ao calcanhar dessa mulher misteriosa, isto é, à pequena Companhia de seus filhos que hão de surgir perto do fim do mundo; é verdade que há de haver grandes inimizades entre essa bendita posteridade de Maria Santíssima e a raça maldita de satanás: mas é essa uma inimizade toda divina, a única de que sejais autor. Porém esses combates e essas perseguições dos filhos da raça de Belial contra a raça de vossa Mãe Santíssima só servirão para melhor fazer resplandecer o poder de vossa graça, a coragem da virtude dos vossos servos, e a autoridade de vossa Mãe, pois que lhes destes, desde o começo do mundo, a missão de esmagar esse soberbo, pela humildade de seu coração. Não é melhor para mim morrer do que vos ver, meu Deus, todos os dias tão cruel e impunemente ofendido, e a mim mesmo ver todos os dias em risco de ser arrastado pelas torrentes de iniquidade que aumentam a cada instante, sem que nada se lhes oponha? Ah! Mil mortes me seriam mais toleráveis. Enviai-me o socorro do Céu, ou senão chamai a minha alma. Sim, se eu não tivesse a esperança de que, mais cedo ou mais tarde, haveis de ouvir este pobre pecador, nos interesses de vossa glória, como já ouvistes a tantos outros: pedir-vos-ia do mesmo modo que o profeta: Tirai-me a vida. A confiança que tenho em vossa misericórdia faz-me, porém, dizer com outro profeta: Não morrerei, mas viverei para narrar as obras do Senhor; até que com o velho Simeão possa dizer: Agora Senhor, deixai vosso servo morrer em paz, pois meus olhos viram a Vossa salvação… Divino Espírito Santo, lembrai-vos de produzir e de formar filhos de Deus, com Maria, vossa divina e fiel Esposa. Formastes Jesus Cristo, cabeça dos predestinados com ela e nela, e com ela e nela deveis formar todos os seus membros; nenhuma pessoa divina engendrais na Divindade, mas só vós, unicamente vós, formais todas as pessoas divinas, fora da Divindade, e todos os santos que têm existido e hão de existir até ao fim do mundo, são outros tantos produtos de vosso amor unido a Maria Santíssima. O reino especial de Deus Pai durou até o dilúvio, e foi terminado por um dilúvio de água; o reino de Jesus Cristo foi terminado por um dilúvio de sangue, mas vosso reino, Espírito do Pai e do Filho, está continuando presentemente, e há de ser terminado por um dilúvio de fogo, de amor e de justiça. Quando virá esse dilúvio de fogo do puro amor, que deveis atear em toda a terra de um modo tão suave e tão veemente que todas as nações, os turcos, os idólatras, e os próprios judeus hão de arder nele e converter-se? Seja ateado esse divino fogo que Jesus Cristo veio trazer à terra, antes que ateeis o fogo de vossa cólera, que há de reduzir tudo a cinzas. Enviai vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra. Enviai à terra esse Espírito todo de fogo, para nela criar sacerdotes todos de fogo, por cujo mistério seja a face da terra renovada, e reformada por vossa Igreja. É uma congregação, uma assembléia, uma seleção, uma escolha de predestinados que deveis fazer no mundo e do mundo. É um rebanho de pacíficos cordeiros que deveis ajuntar entre tantos lobos: uma companhia de castas pombas e de águias reais entre tantos corvos; um enxame de laboriosas abelhas entre tantos zangãos; uma manada de céleres cervos entre tantos cágados; um batalhão de leões destemidos entre tantas lebres tímidas. Ah! Senhor: Congregai-nos dentre as nações; congregai-nos, uni-nos, para que de tudo se renda toda a glória ao vosso nome Santo e Poderoso. Predissestes esta ilustre Companhia a vosso profeta, que dela fala em termos muito obscuros e misteriosos, mas divinos. Qual é, Senhor, essa chuva voluntária que separastes e escolhestes para vossa enfraquecida herança, senão esses santos missionários, filhos de Maria vossa Esposa, aos quais deveis congregar e separar do mundo, para bem de vossa Igreja, tão enfraquecida e maculada pelos crimes de seus filhos? Quais esses animais e esses pobres que hão de habitar em vossa herança, e ser aí nutridos com a divina doçura que lhes haveis preparado, senão esses pobres missionários abandonados à Providência e transbordantes de vossas delícias divinas; esses misteriosos animais de Ezequiel, que hão de ter a humanidade do homem, por sua desinteressada e benfazeja caridade para com o próximo; a coragem do leão por sua santa cólera e por seu ardente e prudente zelo contra os demônios e filhos de Babilônia; a força do boi por seus trabalhos apostólicos e pela mortificação contra a carne; e finalmente a agilidade da águia, por sua contemplação em Deus? Tais são os missionários que quereis enviar à vossa Igreja. Terão olhos de homem para o próximo, olhos de leão contra vossos inimigos, olhos de boi contra si próprios, e olhos de águia para vós. Esses imitadores dos apóstolos pregarão, com grande força e virtude, e tão grande, tão esplêndida, que hão de comover todos os espíritos e todos os corações nos lugares em que pregarem. A eles é que haveis de dar vossa palavra; e até mesmo vossa boca e vossa sabedoria, à qual nenhum dos vossos inimigos poderá resistir. Entre esses prediletos vossos, ó amabilíssimo Jesus, é que tomareis vossas complacências na qualidade de Rei das virtudes, pois que em todas as suas missões não hão de ter por objeto senão dar-vos toda a glória das vitórias que alcançarem sobre vossos inimigos. Por seu abandono à Providência e pela devoção a Maria Santíssima terão as asas prateadas da pomba: isto é, a pureza da doutrina e dos costumes; e douradas as costas, isto é, uma perfeita caridade para com o próximo, para suportar-lhe os defeitos, e um grande amor a Jesus Cristo, para levar a sua Cruz. Só vós, ó Jesus, como Rei dos Céus e Rei dos reis, haveis de separar do mundo esses missionários, como outros tantos reis, para torná-los mais brancos que a neve sobre a montanha de Salmon, montanha de Deus, montanha abundante e fértil, montanha forte e coagulada, montanha em que Deus se compraz maravilhosamente, e na qual habita e há de habitar até ao fim. Qual é, Senhor Deus de verdade, essa montanha misteriosa de que nos dizeis tantas maravilhas, senão Maria, vossa diletíssima Esposa, cuja base pusestes sobre o cimo das mais altas montanhas? Felizes e mil vezes felizes os sacerdotes que tão bem elegestes e predestinastes para convosco habitar nessa abundante e divina montanha, para aí se tornarem reis da eternidade, pelo desprezo da terra e pela elevação em Deus; para aí se tornarem mais brancos que a neve pela união a Maria, vossa Esposa toda formosa, toda pura e toda imaculada; para aí se enriquecerem do orvalho do Céu e da fecundidade da terra, de todas as bênçãos temporais e eternas de que está toda cheia Maria Santíssima. É do alto dessa montanha que hão de lançar, quais novos Moisés, por suas ardentes súplicas dardos contra seus inimigos, para prostrá-los ou para convertê-los; é sobre essa montanha que hão de aprender da própria boca de Jesus Cristo, que aí está sempre, a inteligência das suas oito Bem-Aventuranças; é sobre essa montanha de Deus que com ele hão de ser transfigurados, como no Tabor, que hão de morrer com ele, como no Calvário, e que hão de subir com ele ao Céu, como na montanha das Oliveiras. Só a vós compete formar por vossa graça essa assembléia; se o homem meter mãos à obra antes de vós, nada se fará; se quiser misturar o que é dele com o que é vosso, estragará tudo, destruirá tudo. É trabalho vosso, grande Deus, fazei uma obra toda divina; ajuntai, chamai, convocai de todas as partes de vossos domínios vossos eleitos para deles fazer um exército contra vossos inimigos. Vede, Senhor Deus dos exércitos, os capitães que formam companhias complexas, os potentados que ajuntam numerosos exércitos, os navegadores que reúnem frotas inteiras, os mercadores que se congregam em grande número nos mercados e nas feiras! Quantos bandidos, ímpios, ébrios e libertinos se unem em massa contra vós todos os dias, e isto com tanta facilidade e prontidão! Basta soltar um assobio, rufar um tambor, mostrar a ponta embotada de uma espada, prometer um ramo seco de louros, oferecer um pedaço de terra amarela ou branca; basta, em poucas palavras, uma fumaça de honra, um interesse de nada, um mesquinho prazer animal que se tem em vista, para num instante reunir os bandidos, ajuntar os soldados, congregar os batalhões, convocar os mercadores, encher as casas e os mercados, e cobrir a terra e o mar com uma multidão inumerável de réprobos, que, embora divididos todos entre si, ou pelo afastamento dos lugares, ou pela diversidade dos gênios, ou por seus próprios interesses, se unem, entretanto, e se ligam até à morte, para fazer-vos guerra sob o estandarte e sob o comando do demônio. E nós, grande Deus? Embora haja tanta glória e tanto lucro, tanta doçura e vantagem em servir-vos, quase ninguém tomará vosso partido? Quase nenhum soldado se alistará em vossas fileiras? Quase nenhum São Miguel clamará, no meio de seus irmãos, cheio de zelo para vossa glória: Quem como Deus? Ah! Permiti que brade por toda parte: Fogo! Fogo! Fogo! Socorro! Socorro! Socorro! Fogo na casa de Deus! Fogo nas almas! Fogo até no santuário! Socorro, que assassinam nosso irmão! Socorro, que degolam nossos filhos! Socorro, que apunhalam nosso bom Pai! Quem for do Senhor, junte-se a nós: venham todos os bons sacerdotes que estão espalhados pelo mundo cristão, os que estão atualmente na peleja, e os que se retiraram do combate para se embrenharem pelos desertos e ermos, venham todos esses bons sacerdotes e se unam a nós, para que formemos, sob o estandarte da Cruz, um exército em boa ordem de batalha e bem disciplinado, para de concerto atacar os inimigos de Deus que já tocaram a rebate: Erguei-vos, Senhor: por que pareceis dormir? Erguei-vos em todo o vosso poder, em toda a vossa misericórdia e justiça, para formar-vos uma companhia seleta de guardas que velem a vossa casa, defendam vossa glória e salvem tantas almas que custam todo o vosso sangue, para que só haja um aprisco e um pastor, e que todos vos rendam glória em vosso santo templo. Amém. São Luís Maria Grignion de Montfort, rogai por nós! “Prece de S. Luís Maria Grignion de Montfort pedindo a Deus missionários para a sua Companhia de Maria”, São Luís Maria Grignion de Montfort. Editora Vozes Limitada. Petrópolis, RJ. 1971, pp. 301-313. #Oração #SãoLuísMaria #vocação

  • Uma poderosa oração pelas vocações: Prece Abrasada

    São Luís Maria Grignon de Montfort, grande missionário, fundador e apóstolo da Santíssima Virgem Maria, compôs a “Prece Abrasada” (ou Oração Abrasada) para pedir a Deus missionários e novas vocações para sua obra e para a Santa Igreja. Na proximidade da festa desse grande santo, que comemoramos no dia 28 de Abril, conheçamos e rezemos esta bela e profundíssima oração. Nestes tempos em que, mais do que nunca, se faz necessário que se apresentem os verdadeiros apóstolos da Virgem Maria, rezemos fervorosamente esta oração. Peçamos que venham esses apóstolos dos últimos tempos, como orienta São Luís: …que serão verdadeiros discípulos de Jesus Cristo, andando nas pegadas da pobreza e humildade, do desprezo do mundo e caridade, ensinado o caminho estreito de Deus na pura verdade, conforme o santo Evangelho, e não pelas máximas do mundo, sem se preocupar nem fazer acepção de pessoa alguma, sem poupar, escutar ou temer nenhum mortal, por poderoso que seja. Terão na boca a espada de dois gumes da palavra de Deus; em seus ombros ostentarão o estandarte ensanguentado da cruz, na direita, o crucifixo, na esquerda o rosário, no coração os nomes sagrados de Jesus e de Maria, e, em toda a sua conduta, a modéstia e a mortificação de Jesus Cristo. São Luís Maria Grignion de Montfort “Prece Abrasada” de São Luís Maria Grignon de Montfort. Oremos: “Lembrai-vos, Senhor, lembrai-vos da vossa Congregação que desde o princípio vos pertenceu, e em que pensastes desde toda a eternidade; que seguráveis na vossa mão onipotente, quando, com uma palavra, tiráveis do nada o universo; e que escondíeis ainda em vosso coração, quando vosso Filho, morrendo na Cruz, a consagrou por sua morte, e a entregou, qual precioso depósito, à solicitude de sua Mãe Santíssima. Atendei aos desígnios de vossa misericórdia, suscitai homens da vossa destra, tais quais mostrastes a alguns de vossos maiores servos, a quem destes luzes proféticas, a um São Francisco de Paula, a um São Vicente Ferrer, a uma Santa Catarina de Sena, e a tantas outras grandes almas, no século passado e até neste, em que vivemos. Onipotente Deus, lembrai-vos desta Companhia, ostentando sobre ela a onipotência de vosso braço, que não diminuiu, para dar-lhe a luz e produzi-la, e para conduzi-la à perfeição. Renovai os prodígios, fazei milagres novos, necessitamos o auxílio de vosso braço. Ó grande Deus que podeis fazer das pedras brutas outros tantos filhos de Abraão, dizei uma só palavra como Deus, e virão logo bons obreiros para a vossa seara, bons missionários para a vossa Igreja. Deus de bondade, lembrai-vos de vossas antigas misericórdias, e, por essas mesmas misericórdias, lembrai-vos da vossa Congregação; lembrai-vos das promessas reiteradas que nos tendes feito, por vossos profetas e pelo vosso próprio Filho, de sempre atender favoravelmente a todos os nossos pedidos justos. Lembrai-vos das preces que, desde tantos séculos, vossos servos e servas para este fim vos têm dirigido; venham à vossa presença Seus votos, seus soluços, suas lágrimas e seu sangue derramado, e poderosamente solicitem vossa misericórdia. Mas lembrai-vos sobretudo de Vosso amado Filho: Lançai os olhos sobre a face de Cristo. Contemplem vossos olhos sua agonia, sua confusão, o seu amoroso queixume no Jardim das Oliveiras, quando disse: Para que serve meu sangue? Sua cruel morte e seu sangue derramado altamente vos clamam misericórdia, a fim de que, por meio desta Congregação, seja seu império estabelecido sobre os escombros de seus inimigos. Lembrai-vos, Senhor, desta Comunidade nos efeitos de vossa justiça. É tempo de cumprir o que prometestes. Vossa divina fé é transgredida; vosso Evangelho desprezado; abandonada vossa religião; torrentes de iniquidade inundam toda a terra, e arrastam até os vossos servos; a terra toda está desolada; a impiedade está sobre um trono; vosso santuário é profanado, e a abominação entrou até no lugar santo. E assim deixareis tudo ao abandono, justo Senhor, Deus das vinganças? Tornar-se-á tudo afinal como Sodoma e Gomorra? Calar-vos-ei sempre? Não cumpre que seja feita a vossa vontade, assim na terra como no Céu, e que a nós venha o Vosso Reino? Não mostrastes antecipadamente a alguns de vossos amigos uma futura renovação de vossa Igreja? Não se devem os judeus converter à verdade? Não é esta a expectativa da Igreja? Não vos clamam todos os santos do Céu: “Justiça!”. Não vos dizem todos os justos da terra: Amém, vem, Senhor Jesus! Não gemem todas as criaturas, até as mais insensíveis, sob o peso dos inumeráveis pecados de Babilônia, pedindo a vossa vinda para restabelecer todas as coisas? Senhor Jesus, lembrai-vos de dar à vossa Mãe uma nova Companhia, a fim de por ela renovar todas as coisas, e a fim de terminar por Maria Santíssima os anos de graça, assim como por ela os começastes. Dai filhos e servos à vossa Mãe: quando não, fazei que eu morra. É por vossa Mãe que vos imploro. Lembrai-vos de suas entranhas e de seu seio, e não rejeiteis minhas súplicas; lembrai-vos de quem sois Filho, e atendei-me; lembrai-vos do que ela é para vós e do que sois para ela, e satisfareis a meus votos. Que vos peço eu? Nada em meu favor, tudo para vossa glória. Que vos peço eu? O que podeis, e até ouso dizer, o que deveis conceder-me, como verdadeiro Deus que sois, a quem todo o poder foi dado no Céu e na terra, e como o melhor dos filhos, que amais infinitamente vossa Mãe. Que vos peço eu? Sacerdotes, livres de vossa liberdade, desprendidos de tudo, sem pai, sem mãe, sem irmãos, sem irmãs, sem parentes segundo a carne, sem amigos segundo o mundo, sem bens, sem embaraços, sem cuidados, e até sem vontade própria. Escravos de vosso amor e de vossa vontade; homens segundo vosso coração, que, sem vontade própria que os macule e faça parar, executem todas as vossas vontades, e derrubem todos os vossos inimigos, quais novos Davis, com o cajado da Cruz e a funda do Santíssimo Rosário, nas mãos. Almas elevadas da terra e cheias do celeste orvalho, que, sem obstáculos, voem de todos os lados, movidos pelo sopro do Espírito Santo. Em parte, foi delas que tiveram conhecimento vossos profetas, quando perguntaram! Quem são estes que voam como nuvens? Almas sempre à vossa mão, sempre prontas a obedecer-vos à voz de seus superiores, como Samuel: Eis me aqui; sempre pronto a correr e a sofrer tudo por vós e convosco, como os apóstolos: Vamos nós também para morrer com Ele. Verdadeiros filhos de Maria, vossa Mãe Santíssima, engendrados e concebidos por sua caridade, trazidos em seu seio, presos a seu peito, nutridos de seu leite, educados por sua solicitude, sustentados por seus braços e enriquecidos de suas graças. Verdadeiros servos da Santíssima Virgem, que, como outros tantos Santos Domingos, vão por toda parte, com o facho lúcido e ardente do Santo Evangelho na boca, e na mão o Santo Rosário, a ladrar, como cães fiéis, contra os lobos que só buscam estraçalhar o rebanho de Jesus Cristo; que vão, ardendo como fogos, e iluminando como sóis as trevas deste mundo; e que, por meio de uma verdadeira devoção a Maria Santíssima, isto é, uma devoção interior, sem hipocrisia; exterior, sem crítica; prudente, sem ignorância; terna, sem indiferença; constante, sem versatilidade, e santa, sem presunção, esmaguem, por todos os lugares em que estiverem, a cabeça da antiga serpente, a fim de que a maldição que sobre ela lançastes seja inteiramente cumprida. É verdade, grande Deus, que o mundo há de armar, como predissestes, grandes ciladas ao calcanhar dessa mulher misteriosa, isto é, à pequena Companhia de seus filhos que hão de surgir perto do fim do mundo; é verdade que há de haver grandes inimizades entre essa bendita posteridade de Maria Santíssima e a raça maldita de satanás: mas é essa uma inimizade toda divina, a única de que sejais autor. Porém esses combates e essas perseguições dos filhos da raça de Belial contra a raça de vossa Mãe Santíssima só servirão para melhor fazer resplandecer o poder de vossa graça, a coragem da virtude dos vossos servos, e a autoridade de vossa Mãe, pois que lhes destes, desde o começo do mundo, a missão de esmagar esse soberbo, pela humildade de seu coração. Não é melhor para mim morrer do que vos ver, meu Deus, todos os dias tão cruel e impunemente ofendido, e a mim mesmo ver todos os dias em risco de ser arrastado pelas torrentes de iniquidade que aumentam a cada instante, sem que nada se lhes oponha? Ah! Mil mortes me seriam mais toleráveis. Enviai-me o socorro do Céu, ou senão chamai a minha alma. Sim, se eu não tivesse a esperança de que, mais cedo ou mais tarde, haveis de ouvir este pobre pecador, nos interesses de vossa glória, como já ouvistes a tantos outros: pedir-vos-ia do mesmo modo que o profeta: Tirai-me a vida. A confiança que tenho em vossa misericórdia faz-me, porém, dizer com outro profeta: Não morrerei, mas viverei para narrar as obras do Senhor; até que com o velho Simeão possa dizer: Agora Senhor, deixai vosso servo morrer em paz, pois meus olhos viram a Vossa salvação… Divino Espírito Santo, lembrai-vos de produzir e de formar filhos de Deus, com Maria, vossa divina e fiel Esposa. Formastes Jesus Cristo, cabeça dos predestinados com ela e nela, e com ela e nela deveis formar todos os seus membros; nenhuma pessoa divina engendrais na Divindade, mas só vós, unicamente vós, formais todas as pessoas divinas, fora da Divindade, e todos os santos que têm existido e hão de existir até ao fim do mundo, são outros tantos produtos de vosso amor unido a Maria Santíssima. O reino especial de Deus Pai durou até o dilúvio, e foi terminado por um dilúvio de água; o reino de Jesus Cristo foi terminado por um dilúvio de sangue, mas vosso reino, Espírito do Pai e do Filho, está continuando presentemente, e há de ser terminado por um dilúvio de fogo, de amor e de justiça. Quando virá esse dilúvio de fogo do puro amor, que deveis atear em toda a terra de um modo tão suave e tão veemente que todas as nações, os turcos, os idólatras, e os próprios judeus hão de arder nele e converter-se? Seja ateado esse divino fogo que Jesus Cristo veio trazer à terra, antes que ateeis o fogo de vossa cólera, que há de reduzir tudo a cinzas. Enviai vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra. Enviai à terra esse Espírito todo de fogo, para nela criar sacerdotes todos de fogo, por cujo mistério seja a face da terra renovada, e reformada por vossa Igreja. É uma congregação, uma assembléia, uma seleção, uma escolha de predestinados que deveis fazer no mundo e do mundo. É um rebanho de pacíficos cordeiros que deveis ajuntar entre tantos lobos: uma companhia de castas pombas e de águias reais entre tantos corvos; um enxame de laboriosas abelhas entre tantos zangãos; uma manada de céleres cervos entre tantos cágados; um batalhão de leões destemidos entre tantas lebres tímidas. Ah! Senhor: Congregai-nos dentre as nações; congregai-nos, uni-nos, para que de tudo se renda toda a glória ao vosso nome Santo e Poderoso. Predissestes esta ilustre Companhia a vosso profeta, que dela fala em termos muito obscuros e misteriosos, mas divinos. Qual é, Senhor, essa chuva voluntária que separastes e escolhestes para vossa enfraquecida herança, senão esses santos missionários, filhos de Maria vossa Esposa, aos quais deveis congregar e separar do mundo, para bem de vossa Igreja, tão enfraquecida e maculada pelos crimes de seus filhos? Quais esses animais e esses pobres que hão de habitar em vossa herança, e ser aí nutridos com a divina doçura que lhes haveis preparado, senão esses pobres missionários abandonados à Providência e transbordantes de vossas delícias divinas; esses misteriosos animais de Ezequiel, que hão de ter a humanidade do homem, por sua desinteressada e benfazeja caridade para com o próximo; a coragem do leão por sua santa cólera e por seu ardente e prudente zelo contra os demônios e filhos de Babilônia; a força do boi por seus trabalhos apostólicos e pela mortificação contra a carne; e finalmente a agilidade da águia, por sua contemplação em Deus? Tais são os missionários que quereis enviar à vossa Igreja. Terão olhos de homem para o próximo, olhos de leão contra vossos inimigos, olhos de boi contra si próprios, e olhos de águia para vós. Esses imitadores dos apóstolos pregarão, com grande força e virtude, e tão grande, tão esplêndida, que hão de comover todos os espíritos e todos os corações nos lugares em que pregarem. A eles é que haveis de dar vossa palavra; e até mesmo vossa boca e vossa sabedoria, à qual nenhum dos vossos inimigos poderá resistir. Entre esses prediletos vossos, ó amabilíssimo Jesus, é que tomareis vossas complacências na qualidade de Rei das virtudes, pois que em todas as suas missões não hão de ter por objeto senão dar-vos toda a glória das vitórias que alcançarem sobre vossos inimigos. Por seu abandono à Providência e pela devoção a Maria Santíssima terão as asas prateadas da pomba: isto é, a pureza da doutrina e dos costumes; e douradas as costas, isto é, uma perfeita caridade para com o próximo, para suportar-lhe os defeitos, e um grande amor a Jesus Cristo, para levar a sua Cruz. Só vós, ó Jesus, como Rei dos Céus e Rei dos reis, haveis de separar do mundo esses missionários, como outros tantos reis, para torná-los mais brancos que a neve sobre a montanha de Salmon, montanha de Deus, montanha abundante e fértil, montanha forte e coagulada, montanha em que Deus se compraz maravilhosamente, e na qual habita e há de habitar até ao fim. Qual é, Senhor Deus de verdade, essa montanha misteriosa de que nos dizeis tantas maravilhas, senão Maria, vossa diletíssima Esposa, cuja base pusestes sobre o cimo das mais altas montanhas? Felizes e mil vezes felizes os sacerdotes que tão bem elegestes e predestinastes para convosco habitar nessa abundante e divina montanha, para aí se tornarem reis da eternidade, pelo desprezo da terra e pela elevação em Deus; para aí se tornarem mais brancos que a neve pela união a Maria, vossa Esposa toda formosa, toda pura e toda imaculada; para aí se enriquecerem do orvalho do Céu e da fecundidade da terra, de todas as bênçãos temporais e eternas de que está toda cheia Maria Santíssima. É do alto dessa montanha que hão de lançar, quais novos Moisés, por suas ardentes súplicas dardos contra seus inimigos, para prostrá-los ou para convertê-los; é sobre essa montanha que hão de aprender da própria boca de Jesus Cristo, que aí está sempre, a inteligência das suas oito Bem-Aventuranças; é sobre essa montanha de Deus que com ele hão de ser transfigurados, como no Tabor, que hão de morrer com ele, como no Calvário, e que hão de subir com ele ao Céu, como na montanha das Oliveiras. Só a vós compete formar por vossa graça essa assembléia; se o homem meter mãos à obra antes de vós, nada se fará; se quiser misturar o que é dele com o que é vosso, estragará tudo, destruirá tudo. É trabalho vosso, grande Deus, fazei uma obra toda divina; ajuntai, chamai, convocai de todas as partes de vossos domínios vossos eleitos para deles fazer um exército contra vossos inimigos. Vede, Senhor Deus dos exércitos, os capitães que formam companhias complexas, os potentados que ajuntam numerosos exércitos, os navegadores que reúnem frotas inteiras, os mercadores que se congregam em grande número nos mercados e nas feiras! Quantos bandidos, ímpios, ébrios e libertinos se unem em massa contra vós todos os dias, e isto com tanta facilidade e prontidão! Basta soltar um assobio, rufar um tambor, mostrar a ponta embotada de uma espada, prometer um ramo seco de louros, oferecer um pedaço de terra amarela ou branca; basta, em poucas palavras, uma fumaça de honra, um interesse de nada, um mesquinho prazer animal que se tem em vista, para num instante reunir os bandidos, ajuntar os soldados, congregar os batalhões, convocar os mercadores, encher as casas e os mercados, e cobrir a terra e o mar com uma multidão inumerável de réprobos, que, embora divididos todos entre si, ou pelo afastamento dos lugares, ou pela diversidade dos gênios, ou por seus próprios interesses, se unem, entretanto, e se ligam até à morte, para fazer-vos guerra sob o estandarte e sob o comando do demônio. E nós, grande Deus? Embora haja tanta glória e tanto lucro, tanta doçura e vantagem em servir-vos, quase ninguém tomará vosso partido? Quase nenhum soldado se alistará em vossas fileiras? Quase nenhum São Miguel clamará, no meio de seus irmãos, cheio de zelo para vossa glória: Quem como Deus? Ah! Permiti que brade por toda parte: Fogo! Fogo! Fogo! Socorro! Socorro! Socorro! Fogo na casa de Deus! Fogo nas almas! Fogo até no santuário! Socorro, que assassinam nosso irmão! Socorro, que degolam nossos filhos! Socorro, que apunhalam nosso bom Pai! Quem for do Senhor, junte-se a nós: venham todos os bons sacerdotes que estão espalhados pelo mundo cristão, os que estão atualmente na peleja, e os que se retiraram do combate para se embrenharem pelos desertos e ermos, venham todos esses bons sacerdotes e se unam a nós, para que formemos, sob o estandarte da Cruz, um exército em boa ordem de batalha e bem disciplinado, para de concerto atacar os inimigos de Deus que já tocaram a rebate: Erguei-vos, Senhor: por que pareceis dormir? Erguei-vos em todo o vosso poder, em toda a vossa misericórdia e justiça, para formar-vos uma companhia seleta de guardas que velem a vossa casa, defendam vossa glória e salvem tantas almas que custam todo o vosso sangue, para que só haja um aprisco e um pastor, e que todos vos rendam glória em vosso santo templo. Amém. São Luís Maria Grignion de Montfort, rogai por nós! “Prece de S. Luís Maria Grignion de Montfort pedindo a Deus missionários para a sua Companhia de Maria”, São Luís Maria Grignion de Montfort. Editora Vozes Limitada. Petrópolis, RJ. 1971, pp. 301-313. #Oração #SãoLuísMaria #vocação

  • A IDEOLOGIA HIGIENISTA

    O velho higienismo tem suas origens no século XIX, quando alguns médicos passaram a preconizar um conjunto de meios e regras, mais ou menos naturais, que visavam garantir o bem-estar físico e mental do indivíduo e preveni-lo das doenças. Possuía um claro matiz naturista, de recusa de medicamentos químicos e intervenções cirúrgicas, mas havia um zelo excessivo na aplicação das normas de higiene, o que imprimia nessa corrente um certo aspecto de seita. Esse espírito naturista no cuidado com o corpo não desapareceu, mas sobrevive em grupos minoritários, ligados a alguns movimentos religiosos ou ideológicos. Contudo, permanece em nossa época uma difusa tendência higienista, que mantém da antiga o cuidado exagerado com o organismo biológico, sem recusar os meios tecnologicamente avançados de tratamento da saúde. Mais ainda: esse novo higienismo vai se transformando em algo estrutural do homem contemporâneo. A filósofa francesa Chantal Delsol, em dois artigos mais ou menos recentes para o jornal Le Figaro , parte dessa versão pós-moderna do higienismo para a compreensão do que está ocorrendo com o mundo, nos últimos dezoito meses de “covid”. Para ela, após a falência das ideologias, nossa época vive sob o estrito controle da mentalidade higienista. Para o Estado de hoje, o que mais conta é a vida biológica, e só a moral que a ampara tem o respaldo oficial. Nessa situação, uma epidemia como a covid passa a ser uma questão de Estado, pois nada é mais ameaçador do que a guerra decretada por um vírus invisível. A cega confiança na ciência desmoronou: “O que mais chama a atenção no período atual é também essa impressão de retrocesso: pensávamos que tudo podíamos prever e tudo saber — e constatamos, nessa pandemia, a nossa abissal ignorância, e a ignorância dos próprios especialistas, contradizendo-se a todo instante. Essa sensação assustadora de não trazer mais o futuro nas mãos é estranha para nós. Fomos acostumados a normas, a controles, a protocolos, enfim, a certezas. Perante a incerteza de um futuro angustiante, as faculdades que devemos desenvolver são, para nós, muito novas: enfrentar o risco desconhecido, confiando nesta coragem que se desdobra diante do perigo; na consciência moral que toma decisões em situações excepcionais.” https://www.chantaldelsol.fr/hygienisme-ou-la-vie-nue/

  • PECADO, CULPA, PENA, PERDÃO E INDULGÊNCIA

    No pecado o demônio revela a apenas uma parte da realidade, que leva a nos deleitar com este ato, ocultando a verdade que está por trás de uma grave ofensa a Deus, duas graves consequências: a Culpa e a Pena. Entretanto, Deus em sua sabedoria e amor infinitos, sempre buscando meios de nos recuperar para sua glória, instituiu o sacramento da penitência mas, não sendo suficiente, também nos concedeu acesso ao Tesouro Espiritual da Santa Igreja, que são os Méritos de Cristo, da Santíssima Virgem e dos Santos. Aprenda nesta formação sobre as terríveis consequências do pecado, a Culpa a Pena, e também sobre como Deus aplica sua infinita misericódia, revelada através do Sacramento da Confissão e as Indulgências! Por Padre Allan Victor Almeida Marandola Quando falamos de pecado, precisamos distiguir a culpa da pena. Uma coisa é a culpa por ter pecado, outra coisa é a pena que se merece por ter pecado. A culpa pode ser grave ou leve, conforme o pecado seja mortal ou venial, respectivamente. Uma culpa grave só pode ser perdoada no seguintes casos: Recepção do Batismo; Recepção da Absolvição Sacramental, mediante confissão auricular; Recepção da Absolvição Sacramental sem confissão prévia, quando esta não é possível, sob a condição de confessar-se se e quando possível; Recepção da Extrema Unção, quando não é possível confessar-se antes, sob a condição de confessar-se se e quando possível; Recepção do Viático, quando, “in articulo mortis”, não é possível confessar-se nem receber a Unção dos Enfermos previamente, sob a condição de confessar-se se e quando possível; Contrição perfeita. As culpas leves, por sua vez, são perdoadas por todos os meios mencionados acima, além dos sacramentais e orações. Dupla é a pena que se merece por ter pecado mortalmente: uma pena eterna e outra pena temporal. A pena eterna é devida por ter-se ofendido a Deus. Sendo Deus o Sumo Bem, toda ofensa feita a Ele é infinita, não porque se possa causar um mal infinito em si mesmo, mas porque O Ofendido é infinitamente bom. Essa pena é paga no inferno. A pena temporal é devida pelo dano, desordem ou injustiça causada na ordem temporal. Por exemplo: quem rouba a cesta básica de uma família carente, é culpado não apenas por ofender a Deus, mas também pelo dano causado àquela família: a ofensa a Deus merece uma pena eterna; o dano à família, uma pena temporal. Leia também PECADO MORTAL – O OBSTÁCULO PARA NOSSA SALVAÇÃO Através da confissão a Culpa é apagada e a amizade com Deus é restaurada, desse modo fica garantida a entrada no Céu, no entanto a pena referente aos pecados permanece até que todas elas sejam pagas. A pena temporal pode ser paga nesta vida ou no Purgatório. Se, porém, a pessoa for para o inferno sem tê-las expiado nesta vida, paga-lás-á lá. Entretanto, como no inferno não há redução de penas pelo decurso do tempo, essas penas, que em si mesmas seriam temporais, serão pagas eternamente lá. Nesta vida, as penas temporais são pagas acolhendo-se os sofrimentos com docilidade à vontade de Deus, ou inflingindo-se penitências como modo de unir-se à Paixão do Senhor. No Purgatório, elas são pagas até que a alma esteja inteiramente purificada e pronta para adentrar aos Céus. Aqui surgem as indulgências. As indulgências não são o perdão da culpa — embora, sendo uma ação da Igreja e elevando o espírito a Deus, possam perdoar as culpas leves, à semelhança dos sacramentais e das orações —, nem são o perdão das penas eternas, mas apenas o perdão das penas temporais. A Santa Igreja Romana, sendo a fiel guardiã dos tesouros espirituais, pode aplicar os méritos de Nosso Senhor Jesus Cristo e dos Santos em favor de uma alma, para o perdão das penas temporais, esteja esta pessoa viva aqui na terra ou padecendo no Purgatório — neste último caso, o fiel que lucra a indulgência deve oferecê-la em prol de um falecido especificamente ou de todos os fiéis defuntos. A indulgência pode ser plenária ou parcial. A indulgência plenária perdoa todas as penas temporais devidas por aquela alma. A indulgência parcial, apenas parte da pena, em proporção à própria ação e disposições internas da pessoa que faz a obra indulgenciada. Para lucrar uma indulgência plenária, os requisitos sãos: Ter aversão a todo pecado, mesmo venial; Confessar-se; Comungar piedosamente; Rezar nas intenções do Santo Padre, o Papa (não há orações prescritas, ficando à livre escolha do fiel); Realizar a obra indulgenciada. Leia também Indulgência: a grande misericórdia de Deus desconhecida por quase todos os cristãos Se a obra for uma visita a uma igreja ou oratório, dever-se-á rezar neste templo um Pai Nosso e o Símbolo dos Apóstolos, ou outra oração eventualmente prescrita. Deve-se notar que as orações que compõem a obra indulgenciada não suprem as orações nas intenções do Santo Padre. Assim, por exemplo, se para obter o perdão de Assis (cuja obra indulgenciada é uma visita a uma igreja paroquial ou quase-paroquial ou a uma Catetral ou Concatedral) você decide rezar nas intenções do Papa um Pai Nosso e o Credo Apostólico, deverá rezá-los duas vezes: um Pai Nosso e um Credo como parte da obra indulgênciada e um Pai Nosso e um Credo nas intenções do Sumo Pontífice. Embora não haja uma ordem prescrita para cumprirem-se os requisitos acima, recomenda-se que a Confissão seja antes da Sagrada Comunhão, pois esta deve ser feita em estado de graça. Por sua vez, as orações nas intenções do Santo Padre ajudam a elevar o espírito a Deus, atingindo aquela necessária aversão ao pecado, sendo, pois, conveniente rezá-las antes de cumprir com a obra indulgenciada. Não estando presentes um dos quatro primeiros requisitos mecionados acima, é possível lucrar uma indulgência parcial. Busquemos este grande tesouro da Igreja! Deus os abençoe + Fonte: Texto retirado das redes sociais do Padre Allan Victor Almeida Marandola Leia também Os valores Meritório, Satisfatório e Impetratório das nossas boas obras #Indulgências #SacramentodaConfissão

  • PECADO, CULPA, PENA, PERDÃO E INDULGÊNCIA

    No pecado o demônio revela a apenas uma parte da realidade, que leva a nos deleitar com este ato, ocultando a verdade que está por trás de uma grave ofensa a Deus, duas graves consequências: a Culpa e a Pena. Entretanto, Deus em sua sabedoria e amor infinitos, sempre buscando meios de nos recuperar para sua glória, instituiu o sacramento da penitência mas, não sendo suficiente, também nos concedeu acesso ao Tesouro Espiritual da Santa Igreja, que são os Méritos de Cristo, da Santíssima Virgem e dos Santos. Aprenda nesta formação sobre as terríveis consequências do pecado, a Culpa a Pena, e também sobre como Deus aplica sua infinita misericódia, revelada através do Sacramento da Confissão e as Indulgências! Por Padre Allan Victor Almeida Marandola Quando falamos de pecado, precisamos distiguir a culpa da pena. Uma coisa é a culpa por ter pecado, outra coisa é a pena que se merece por ter pecado. A culpa pode ser grave ou leve, conforme o pecado seja mortal ou venial, respectivamente. Uma culpa grave só pode ser perdoada no seguintes casos: Recepção do Batismo; Recepção da Absolvição Sacramental, mediante confissão auricular; Recepção da Absolvição Sacramental sem confissão prévia, quando esta não é possível, sob a condição de confessar-se se e quando possível; Recepção da Extrema Unção, quando não é possível confessar-se antes, sob a condição de confessar-se se e quando possível; Recepção do Viático, quando, “in articulo mortis”, não é possível confessar-se nem receber a Unção dos Enfermos previamente, sob a condição de confessar-se se e quando possível; Contrição perfeita. As culpas leves, por sua vez, são perdoadas por todos os meios mencionados acima, além dos sacramentais e orações. Dupla é a pena que se merece por ter pecado mortalmente: uma pena eterna e outra pena temporal. A pena eterna é devida por ter-se ofendido a Deus. Sendo Deus o Sumo Bem, toda ofensa feita a Ele é infinita, não porque se possa causar um mal infinito em si mesmo, mas porque O Ofendido é infinitamente bom. Essa pena é paga no inferno. A pena temporal é devida pelo dano, desordem ou injustiça causada na ordem temporal. Por exemplo: quem rouba a cesta básica de uma família carente, é culpado não apenas por ofender a Deus, mas também pelo dano causado àquela família: a ofensa a Deus merece uma pena eterna; o dano à família, uma pena temporal. Leia também PECADO MORTAL – O OBSTÁCULO PARA NOSSA SALVAÇÃO Através da confissão a Culpa é apagada e a amizade com Deus é restaurada, desse modo fica garantida a entrada no Céu, no entanto a pena referente aos pecados permanece até que todas elas sejam pagas. A pena temporal pode ser paga nesta vida ou no Purgatório. Se, porém, a pessoa for para o inferno sem tê-las expiado nesta vida, paga-lás-á lá. Entretanto, como no inferno não há redução de penas pelo decurso do tempo, essas penas, que em si mesmas seriam temporais, serão pagas eternamente lá. Nesta vida, as penas temporais são pagas acolhendo-se os sofrimentos com docilidade à vontade de Deus, ou inflingindo-se penitências como modo de unir-se à Paixão do Senhor. No Purgatório, elas são pagas até que a alma esteja inteiramente purificada e pronta para adentrar aos Céus. Aqui surgem as indulgências. As indulgências não são o perdão da culpa — embora, sendo uma ação da Igreja e elevando o espírito a Deus, possam perdoar as culpas leves, à semelhança dos sacramentais e das orações —, nem são o perdão das penas eternas, mas apenas o perdão das penas temporais. A Santa Igreja Romana, sendo a fiel guardiã dos tesouros espirituais, pode aplicar os méritos de Nosso Senhor Jesus Cristo e dos Santos em favor de uma alma, para o perdão das penas temporais, esteja esta pessoa viva aqui na terra ou padecendo no Purgatório — neste último caso, o fiel que lucra a indulgência deve oferecê-la em prol de um falecido especificamente ou de todos os fiéis defuntos. A indulgência pode ser plenária ou parcial. A indulgência plenária perdoa todas as penas temporais devidas por aquela alma. A indulgência parcial, apenas parte da pena, em proporção à própria ação e disposições internas da pessoa que faz a obra indulgenciada. Para lucrar uma indulgência plenária, os requisitos sãos: Ter aversão a todo pecado, mesmo venial; Confessar-se; Comungar piedosamente; Rezar nas intenções do Santo Padre, o Papa (não há orações prescritas, ficando à livre escolha do fiel); Realizar a obra indulgenciada. Leia também Indulgência: a grande misericórdia de Deus desconhecida por quase todos os cristãos Se a obra for uma visita a uma igreja ou oratório, dever-se-á rezar neste templo um Pai Nosso e o Símbolo dos Apóstolos, ou outra oração eventualmente prescrita. Deve-se notar que as orações que compõem a obra indulgenciada não suprem as orações nas intenções do Santo Padre. Assim, por exemplo, se para obter o perdão de Assis (cuja obra indulgenciada é uma visita a uma igreja paroquial ou quase-paroquial ou a uma Catetral ou Concatedral) você decide rezar nas intenções do Papa um Pai Nosso e o Credo Apostólico, deverá rezá-los duas vezes: um Pai Nosso e um Credo como parte da obra indulgênciada e um Pai Nosso e um Credo nas intenções do Sumo Pontífice. Embora não haja uma ordem prescrita para cumprirem-se os requisitos acima, recomenda-se que a Confissão seja antes da Sagrada Comunhão, pois esta deve ser feita em estado de graça. Por sua vez, as orações nas intenções do Santo Padre ajudam a elevar o espírito a Deus, atingindo aquela necessária aversão ao pecado, sendo, pois, conveniente rezá-las antes de cumprir com a obra indulgenciada. Não estando presentes um dos quatro primeiros requisitos mecionados acima, é possível lucrar uma indulgência parcial. Busquemos este grande tesouro da Igreja! Deus os abençoe + Fonte: Texto retirado das redes sociais do Padre Allan Victor Almeida Marandola Leia também Os valores Meritório, Satisfatório e Impetratório das nossas boas obras #Indulgências #SacramentodaConfissão

  • O LIBERALISMO É PARA HOMENS, O SOCIALISMO É PARA ANIMAIS – André Alvim e José Miguel Pinto dos

    Em última análise, a escolha entre liberalismo e socialismo depende da visão que se tenha do Homem, de que tipo de bicho seja. O que é o liberalismo? É o sistema político que defende que, sendo as pessoas responsáveis pelos seus atos e omissões, pensamentos e palavras, podem, e devem, fazer o que lhes parece bem. O que quer dizer ‘responsável’? Significa aceitar e sofrer as consequências e auferir os benefícios da sua conduta. E o que é o socialismo? É o contrário do liberalismo: é o sistema segundo o qual as pessoas não são responsáveis pelos seus atos e omissões e, também, devem ser protegidas das consequências destas. Protegidas como? De três modos: protegidas de fazerem o que querem, protegidas das consequências de fazerem o que querem, e protegidas das consequências de não fazerem o que querem. Curiosamente, no socialismo as pessoas podem ser, e são, responsabilizadas pelos atos e omissões dos outros. Assim, numa sociedade liberal, quem goste de comida bem salgada é livre de abusar do sal. É possível que familiares e amigos, e outras entidades públicas ou privadas, na sua filantropia, lhe deem informação e conselhos sobre os riscos que o consumo em excesso de sal tem para a saúde, mas ninguém lhe vai tirar o saleiro da mão. Caso insista em salgar bem a sua comida, pode acontecer que venha a sofrer de hipertensão. Embora não tenha posto sal para ficar hipertenso, esta é uma patologia que pode surgir naturalmente a quem livremente escolhe ingerir muito sal. Para evitar as consequências deletérias da hipertensão, o amante do sal tem duas soluções: ou modera o seu consumo, ou paga o seu tratamento. Ou desenvolve o autocontrolo, ou paga o preço da sua imoderação. Numa sociedade liberal, aquela em que as pessoas são responsáveis pelo seu próprio comportamento, não passará pela cabeça de ninguém exigir que os outros, seja a sociedade, seja o estado, assumam e paguem pelas consequências, desejadas ou não, da sua gulodice. Muito menos passará pela cabeça de alguém exigir privilégios, seja rendimentos sociais de reinserção para os hipertensos, atendimento preferencial nas repartições públicas para obesos ou outros privilégios especiais para ambos. Neste tipo de ordenamento político, a lei é igual para todos, e nele não cabem descriminações positivas ou negativas para nenhuma categoria de humanos, nem sequer para os gulosos. E no socialismo? No socialismo o estado procura proteger as pessoas de ingerir sal. Como? Através de publicidade, quer a paga, quer a não paga pelo orçamento do estado, a alertar para os efeitos maléficos do consumo do sal, incluindo a obrigatoriedade de os pacotes de sal exibirem imagens chocantes ilustrando esses efeitos em 65% da sua superfície. Mas também cria impostos especiais sobre o consumo desta droga para desincentivar as pessoas de tocarem no saleiro. E, em fases mais avançadas no caminho para o socialismo, através do racionamento do sal e da proibição da sua venda (exceto para os funcionários do partido). Procura, também, proteger aqueles que, apesar de tudo, ingerem sal em excesso, das consequências não pretendidas desse consumo imoderado. Como? Através do SNS, sistema que cobre, a taxas moderadoras muito moderadas, todo o tipo de tratamentos necessários para minorar e tratar todas as patologias associadas a este mau costume culinário. No entanto, num estado socialista, as pessoas não são só protegidas das consequências deletérias das suas opções. Quem, pela irresponsabilidade das suas escolhas, as sofre, aufere de vantagens especiais sobre os outros cidadãos. Como por exemplo? Sendo permitido, e incentivando, que os hipertensos, possam saltar à frente dos outros cidadãos no processo de vacinação em curso contra o Covid-19. E, neste caso, como é que no socialismo as pessoas são responsabilizadas pelas ações das outras? Pagando tudo isto, através dos seus impostos. (NB: noutras experiências com o socialismo real, em Cuba e na China, na Rússia e Roménia, o pagamento pelas ações dos outros era — e é — feito, não poucas vezes, com a própria vida — seja através de trabalhos forçados, seja através da execução) Se o socialismo apenas desresponsabilizasse o abuso do sal, a coisa ainda ia que não ia. Mas o socialismo desresponsabiliza todos de tudo. Desresponsabiliza os preguiçosos da sua preguiça, pagando-lhes por não fazerem nada, e desresponsabiliza os trabalhadores conscienciosos do seu esforço, tributando-lhes o fruto do seu trabalho. De igual modo desresponsabiliza os violentos e os pacíficos, os honestos e os desonestos, debochados e os castos, os verazes e os mentirosos, os que dizem ao motorista para conduzir com prudência e os que lhe dizem que se despache… Em última análise, a escolha entre liberalismo e socialismo depende da visão que se tenha do Homem, de que tipo de bicho seja. É um ser racional e responsável? Então um ordenamento liberal será o apropriado. É um ser não racional e, portanto, irresponsável? Então o socialismo é necessário. Portanto a pergunta essencial, na escolha de regime político, é: será que existe alguma diferença entre homens e bestas? O liberalismo é para Homens, o socialismo é para animais

  • TESTE DE RESISTÊNCIA – Scott Hahn medita sobre o 18º Domingo do Tempo Comum

    O caminho do discipulado é um êxodo de toda a vida, da escravidão do pecado e da morte à santificação pela verdade no Monte Sião, a terra prometida da vida eterna. O caminho pode se tornar difícil. E quando isso acontece, podemos ser tentados a reclamar, tal como os israelitas fizeram na primeira leitura desta semana. Devemos ver esses momentos de dificuldade como uma prova para avaliar como estão os nossos corações, como um chamado para confiar mais em Deus e purificar os motivos de nossa fé (v. Deuteronômio 8, 2-3). Como São Paulo nos lembra na epístola desta semana, devemos deixar para trás nossas velhas decepções e desejos, passando a viver segundo a nossa semelhança com Deus, a partir da qual nós fomos criados. É o que, no Evangelho desta semana, Jesus diz às multidões, que o estão seguindo pelas razões erradas. Procuram-No porque Ele os alimentou. Os israelitas também estavam felizes de seguir a Deus, enquanto tinham comida em abundância. A comida é o mais evidente dos sinais, pois é a mais básica de nossas necessidades humanas. Precisamos do nosso pão de cada dia para viver. Mas não podemos viver só de pão. Necessitamos do pão da vida eterna, que preserva todo aquele que crê no Senhor (v. Sab. 16, 20 e 26). O maná no deserto, como o pão que Jesus multiplicou para a multidão, era um sinal da providência de Deus: devemos ter confiança que Ele proverá. Estes sinais nos remetem para o seu cumprimento na Eucaristia, o abundante pão dos anjos que cantamos no Salmo desta semana. A Eucaristia é o alimento que Deus deseja nos dar. Este é o pão que deveríamos procurar. Muitas vezes, no entanto, não é este o pão que pedimos. Em vez disso, procuramos as coisas perecíveis solicitadas por nossos desejos e ansiedades cotidianas. Em nossa fraqueza, pensamos que essas coisas são o que realmente necessitamos. Devemos confiar mais em Deus. Se buscarmos primeiramente o seu Reino e sua Justiça, todas essas coisas nos serão acrescentadas (v. São Mateus 6, 33). https://stpaulcenter.com/endurance-test-scott-hahn-reflects-on-the-eighteenth-sunday-in-ordinary-time/

  • OS MARXISTAS E O PODER DAS PALAVRAS

    A linguagem sempre foi uma poderosa arma de guerra. Mikhail Bakhtin, um dos teóricos gurus dos nossos cursos de Letras, logo no início do seu livro sobre a filosofia marxista da linguagem, Marxismo e filosofia da linguagem , adverte que “O domínio do ideológico coincide com o domínio dos signos: são mutuamente correspondentes. Ali onde o signo se encontra, encontra-se também o ideológico. Tudo que é ideológico possui um valor semiótico.” Seria preciso colocar “a palavra em primeiro plano, no estudo das ideologias.” Evidentemente, o marxista Bakhtin — que escreveu essas palavras há cem anos, logo depois de vitoriosa a revolução bolchevista — usa aqui o termo ideologia não no sentido genérico de pensamento comum de certo grupo social, nem no sentido de pensamento a serviço de um projeto político, mas especificamente como conjunto de conceitos criados pela burguesia para justificar sua dominação sobre a classe trabalhadora. Um discípulo de Bakhtin, o linguista V. V. Ivanov, reafirmando a noção de que as línguas são meios de transporte das ideias válidas em determinado grupo social, afirmava que o indivíduo assimila, já na infância, junto com o próprio mecanismo da língua, o sistema de valores da sociedade nela embutidos. Assim, aprender a falar, a ler e a escrever seriam, em vez de início da libertação do espírito, o começo do aprisionamento ideológico, e a língua um verdadeiro instrumento de controle comportamental. Essa importância dada à palavra e à sua função transformadora, vinha da convicção de que a linguagem humana, além de veículo de significados ou instrumento de cognição, seria uma fábrica produtora de realidades: os nomes dados às coisas determinariam nosso modo de vê-las e de lidar com elas. Há mais de cem anos que os comunistas acreditam nisto; prova-o o estrito e criminoso controle que impuseram à literatura e a toda produção escrita da União Soviética. Manipulação da linguagem e controle do comportamento sempre estiveram muito unidos, na União Soviética. Manuais secretos para treinamento da técnica da “desinformação” foram produzidos pelos comunistas russos. Segundo o ex-oficial da KGB Anatoli Golytsin, na obra Novas mentiras velhas , o próprio Lênin, nos anos 20, já defendia o uso estratégico de “linguagem moderada” pelos agentes do regime, aumentando a distância entre o que as palavras diziam e a violência real do regime soviético. Na era pós stalinista, para pasteurizar a imagem do regime totalitário, expressões como “a ditadura do proletariado” ou “leninista” eram cuidadosamente evitadas, tática seguida de perto pelos partidos eurocomunistas que, nos anos setenta, passavam por dissidentes, quando há boas chances de terem sido estimulados e até financiados por Moscou.

  • Paróquia gera polêmica ao cancelar missas de preceito em função da onda de frio

    Parece piada mas não é. Algumas pessoas podem até questionar se a paróquia fica em locais onde há muita incidência de neve, entretanto o fato ocorreu aqui mesmo no Brasil, na cidade de Campinas – SP. Uma paróquia situada no distrito de Barão Geraldo em Campinas – SP emitiu um comunicado através das redes sociais informando que as missas de preceito, tanto presenciais quanto online, no final de semana estão canceladas. O motivo seria para evitar “expor as pessoas a uma situação não saudável” e para não criar “uma situação de aglomeração” para “simplesmente cumprir preceito”. As temperaturas na região de Campinas chegaram ao menor nível dos últimos 20 anos, marcando abaixo de 4° na madrugada do dia 30 de julho. O Monsenhor Roberto, que assinou o comunicado, termina o comunicado dizendo que a temperatura baixa pode causar maior dano a saúde de todos. E que no próximo final de semana a onda de frio terá terminado e eles voltarão ao ritmo normal. Leia o comunicado na íntegra divulgado através das redes sociais da paróquia: SOBRE AS CELEBRAÇÕES DESSE FIM DE SEMANA Devido ao frio intenso, pra não expor as pessoas a uma situação não saudável, ficam canceladas as missas presenciais e ou On LINE neste final de semana. Não iremos criar uma situação de aglomeração e expor ao risco as pessoas simplesmente pra cumprir preceito. A temperatura baixa pode causar maior dano a saúde de todos. Essa onda perdura neste final de semana, mas no próximo voltaremos ao ritmo normal. Bom final de semana. Deus abençoe a todos ! Mons. Roberto Diversos fiéis não gostaram da atitude do sacerdote e fizeram comentários de protesto, como podemos ver em algumas das fotos no final do texto. O que há de errado em nossos tempos? Por Mons. Sérgio Costa Couto . Le saint Viatique (la communion portée à un mourant) en Bourgogne en hiver. Aimé Perret, 1873. — Um quadro, sob mais de um aspecto, provocante. O quadro representa o esforço de um sacerdote e um grupo de fiéis, inclusive 2 coroinhas e algumas senhoras, para, com grande reverência, levar a última Comunhão a um moribundo: o VIÁTICO, que tem um rito próprio. Estes dois aspectos interpelam a nossa geração (clérigos e leigos): não obstante as condições adversas, • o Santíssimo deve chegar a quem dele necessita; • há todo um empenho na dignidade da pequena procissão. Leia abaixo os comentários… Comentários: Comentários: Comentários: Comentários:

  • Paróquia gera polêmica ao cancelar missas de preceito em função da onda de frio

    Parece piada mas não é. Algumas pessoas podem até questionar se a paróquia fica em locais onde há muita incidência de neve, entretanto o fato ocorreu aqui mesmo no Brasil, na cidade de Campinas – SP. Uma paróquia situada no distrito de Barão Geraldo em Campinas – SP emitiu um comunicado através das redes sociais informando que as missas de preceito, tanto presenciais quanto online, no final de semana estão canceladas. O motivo seria para evitar “expor as pessoas a uma situação não saudável” e para não criar “uma situação de aglomeração” para “simplesmente cumprir preceito”. As temperaturas na região de Campinas chegaram ao menor nível dos últimos 20 anos, marcando abaixo de 4° na madrugada do dia 30 de julho. O Monsenhor Roberto, que assinou o comunicado, termina o comunicado dizendo que a temperatura baixa pode causar maior dano a saúde de todos. E que no próximo final de semana a onda de frio terá terminado e eles voltarão ao ritmo normal. Leia o comunicado na íntegra divulgado através das redes sociais da paróquia: SOBRE AS CELEBRAÇÕES DESSE FIM DE SEMANA Devido ao frio intenso, pra não expor as pessoas a uma situação não saudável, ficam canceladas as missas presenciais e ou On LINE neste final de semana. Não iremos criar uma situação de aglomeração e expor ao risco as pessoas simplesmente pra cumprir preceito. A temperatura baixa pode causar maior dano a saúde de todos. Essa onda perdura neste final de semana, mas no próximo voltaremos ao ritmo normal. Bom final de semana. Deus abençoe a todos ! Mons. Roberto Diversos fiéis não gostaram da atitude do sacerdote e fizeram comentários de protesto, como podemos ver em algumas das fotos no final do texto. O que há de errado em nossos tempos? Por Mons. Sérgio Costa Couto . Le saint Viatique (la communion portée à un mourant) en Bourgogne en hiver. Aimé Perret, 1873. — Um quadro, sob mais de um aspecto, provocante. O quadro representa o esforço de um sacerdote e um grupo de fiéis, inclusive 2 coroinhas e algumas senhoras, para, com grande reverência, levar a última Comunhão a um moribundo: o VIÁTICO, que tem um rito próprio. Estes dois aspectos interpelam a nossa geração (clérigos e leigos): não obstante as condições adversas, • o Santíssimo deve chegar a quem dele necessita; • há todo um empenho na dignidade da pequena procissão. Leia abaixo os comentários… Comentários: Comentários: Comentários: Comentários:

  • Pão que desperta outras fomes – Homilia Jo 6,24-35

    Pão que desperta outras fomes “Quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede” (Jo 6,35) Atualizada em 26/07/2021 às 16:29 Pão e Peixe | Fonte: iStock Depois da multiplicação dos pães, Jesus, ao perceber que o povo não tinha entendido nada do que acontecera, pois tentava fazê-lo rei, retirou-se a uma montanha, sozinho. A multidão ficou satisfeita por ter se alimentado; ela segue Jesus por aquilo que Ele pode dar. No entanto, a identificação com Ele e seu projeto passa longe. Seus interesses vão em sentido contrário à atitude de Jesus de despertá-la para a compaixão e a partilha. Jesus ensina como repartir, isto é, como as pessoas precisam ser umas com as outras. Jesus empenha-se por uma nova humanização, onde as pessoas possam ser livres, mas elas preferem continuar dependendo de outro (rei). Enquanto as pessoas buscam alguém que se responsabilize por elas, Jesus ensina a responsabilidade mútua, a corresponsabilidade. A abundância de alimento é graça de Deus, mas é igualmente empenho de cada pessoa e de todas juntas. A solução para uma nova humanidade não é o dinheiro, o poder, o domínio ou um milagre externo, mas saber compartilhar tudo com todos. O problema não se soluciona comprando, o problema se soluciona compartilhando. A verdadeira salvação não está em que alguém solucione nossos problemas, nem sequer em ajudar a solucionar todos os problemas dos outros. A verdadeira liberdade está em superar o egoísmo e estar disposto e dividir com os outros o que cada um tem e o que cada um é. “Não temos em nossas mãos a solução de todos os problemas do mundo, mas diante dos proble-mas do mundo temos nossas mãos” (Congresso de jovens latino-americanos). No entanto, segundo o relato de João, a multidão continua buscando a Jesus. Há algo n’Ele que a atrai, mas ainda não sabe exatamente por que o busca nem para quê. As pessoas começam a intuir que Jesus está lhes abrindo um novo horizonte, mas não sabem o que fazer, nem por onde começar. “Do outro lado do mar” Jesus começa a conversar com elas. Há coisas que convém aclarar desde o princípio. O pão material é importante. Ele mesmo lhes ensinou a pedir a Deus “o pão de cada dia” para todos. Comer nunca significa um mero ato biológico de ingerir alimentos; é sempre um ato comunitário e um rito de comunhão. À mesa, onde se parte o pão do Senhor, o cristão aprende a partir e a partilhar o “pão de cada dia” com os outros. Além disso, o pão que comemos esconde toda uma rede de relações anônimas; antes de chegar à mesa, ele passou pelo trabalho de muitos braços; há muitas lágrimas e suores escondidos em cada pão, como também há muito de solidariedade e partilha. Portanto, o pão que é produzido junto deve ser repartido junto e consumido junto. O Senhor resgata em nós a fome e a sede mais profunda de encontro, partilha e vida. A mesma necessidade básica nos iguala a todos; a satisfação coletiva nos confraterniza. Só então podemos, verdadeiramente, pedir: “Senhor, dá-nos sempre desse pão”. A conversa de Jesus com o povo, com os judeus e com os discípulos é um diálogo bonito, mas exigente. Jesus procura abrir os olhos do povo para que aprenda a ler os acontecimentos e descubra neles o rumo que deve tomar na vida. Pois não basta ir atrás de sinais milagrosos que multiplicam o pão para o corpo. Não só de pão vive o ser humano. A luta pela vida sem uma mística que inspira, não alcança a raiz do próprio ser. Enquanto vai conversando com Jesus, o povo fica cada vez mais contrariado com as palavras dele. Mas Jesus não cede, nem muda as exigências. O discurso parece um funil. Na medida em que a conversa avança, é cada vez menos gente que sobra para ficar com Ele. No fim só sobram os doze, e nem assim Jesus pode confiar em todos eles. Esse é o eterno problema da vida cristã: quando o evangelho começa a exigir compromisso, muita gente se afasta; quando se trata de seguir e se identificar com uma Pessoa (Jesus), muitos se refugiam na doutrina, no legalismo, no ritualismo…, vivendo um seguimento estéril. O dinamismo do seguimento é gerar vida, fazer o(a) discípulo(a) viver a partir da verdade mais profunda de si mesmo(a); ou seja, viver a partir do coração, do “ser profundo”. “Trabalhai não pelo alimento que perece, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna”. No gesto da multiplicação dos pães se condensou todo o caminho de Jesus: vida doada na luta contra todo tipo de sofrimento e fome, na mesa partilhada onde as relações humanas alimentam a fraternidade do Reino. Aqui se conecta a essência da Vida de Jesus com a vida dos seus seguidores. Para a mentalidade bíblica, o pão é um dos sinais primordiais da graça e do amor com que Deus nos sustenta e nos protege. Diante do pão estamos face a uma realidade santa. O pão é tratado com respeito e veneração. O pão é santo porque está associado ao mistério da vida que é sacrossanta. Em cada pedaço de pão há mais presença da mão de Deus do que da mão do ser humano. Para o cristão o pão é ainda mais santo porque simboliza a reconciliação final de todos no banquete definitivo do Reino; o pão carrega a promessa de uma plenitude de vida. O “pão do Reino” já se antecipou e é Jesus mesmo em sua vida e mensagem; Jesus continua presente na história e na vida de cada um através do “pão eucarístico”, alimento dos peregrinos rumo à pátria celeste. Somos eternos insatisfeitos; nunca nos saciamos de pão e milagres; queremos mais e mais. Isso nos revela que nosso interesse é ter vida assegurada e o estômago cheio. Esta realidade nos leva a perguntar: que pão nos sacia? Porque há pães que, enchendo o estômago, nos tiram a liberdade. São pães repartidos em escravidão, pães seguros com sabor de suor e lágrimas; pães de Egito, pães que dão a falsa sensação de saciedade. Há pães que nos despertam para confiar em Deus; são pães que chegam providencialmente e de maneira gratuita. Aparecem quando menos esperamos e tem o sabor do caminho e do encontro. Para qual pão trabalhamos? Ou ainda, a partir de onde pedimos pão? A partir da segurança e da escravidão ou a partir da insegurança e da confiança? Jesus se apresenta a nós como o alimento que não perece. Buscá-Lo é descobrir o que Deus quer de nós e agradecer o que nos dá para o caminho. Quem o rejeita fica atado aos pães deste mundo que exigem fadiga, competição e escravidão. Quem o aceita, liberta-se dos tempos e espaços e se sacia de confiança. Que pão buscamos? Que pão desperta outras fomes em nós? “O que é que nutre realmente o nosso ser essencial?” “Não somente o nosso corpo, não somente nosso psiquismo, não somente nossa afeti- vidade, mas o que é que nutre aquilo que não morrerá em nós?” “O que é que nutre a eternidade em nós?” “O que é verdadeiramente nutritivo? O que é que nutre a nossa identidade? Texto bíblico: Jo. 6,24-35 Na oração: Não é possível reconhecer o Corpo do Senhor presente na Eucaristia se não se reconhece o Corpo do Senhor na comunidade onde alguns passam necessidades. Pois, se fechamos os olhos às divisões e às desigualdades menti-mos ao dizer que Cristo está presente na Eucaristia. Enquanto não nos mobilizamos a mudar nossa sociedade de maneira que mais pessoas aceitem a alegria de compartilhar o pão e a vida, faltará algo em nossa Eucaristia. Essa “ferida” o cristão deve sempre tê-la presente. 18º domingo Pe. Adroaldo Palaoro, SJ Diretor do Centro de Espiritualidade Inaciana – CEI Padre Adroaldo FONTE: https://www.rs21.com.br/noticias/pao-que-desperta-outras-fomes/ #DiretordoCentrodeEspiritualidadeInaciana #Pãoquedespertaoutrasfomes #PãoquedespertaoutrasfomesHomiliaJo62435 #PeAdroaldoPalaoro

  • CRENTES E DESCRENTES NA IGREJA – Pe. Santiago Martín

    Havia uma certa expectativa sobre o que Bento XVI poderia dizer após o motu proprio “Summorum pontificum”, promulgado por ele, e que deu liberdade à Missa no rito antigo, ter sido revogado. O Papa emérito não disse absolutamente nada sobre isto, o que não era apenas a coisa normal a fazer, mas também a coisa mais conveniente a fazer, pois qualquer outra coisa o teria colocado contra o Papa Francisco, aprofundando ainda mais a divisão na Igreja. No entanto, Bento XVI não se calou. Numa entrevista publicada numa revista alemã, ele fala sobre a situação da Igreja na sua terra natal e, com a sua precisão de feixe de luz laser, define exatamente qual é o problema. Não se trata, diz ele, de separar o mau do bom, mas de separar os que têm fé dos que não têm. “A Igreja é feita de trigo e palha, de bom peixe e de mau peixe. Portanto, não se trata de separar os bons dos maus, mas de separar os crentes dos descrentes”, diz o Papa Emérito. E essa é exatamente a solução para o problema. A questão muito grave da pederastia, no clero, tem sido utilizada não só para atacar a Igreja, mas também para nos distrair de uma questão essencial: a perda de fé na Igreja. O foco tem sido o comportamento do clero — pelo menos no que diz respeito a certas ofensas —, mas a questão do ensinamento tem sido posta de lado. Se não for um criminoso e, sobretudo, se for muito jovem e fizer trabalho social, tudo o resto não importa. E, no entanto, dentro desse “tudo o resto” há algo tão essencial, como a fé. Não ouso afirmar que não têm fé aqueles que estão promovendo a “nova Igreja”, com a sua própria interpretação do Vaticano II em ruptura com tudo o que houve antes, incluindo a Palavra de Deus. É possível que tenham, tal como é possível que a tenham aqueles que prestaram homenagem ao ídolo da “pachamama”. O que eles certamente não têm é fé católica. Eles podem ter outra fé e merecem respeito, mas não são católicos. Se eles tivessem fé no Deus que a Igreja Católica proclama, falariam de julgamento e não apenas de misericórdia. Se tivessem fé católica, referir-se-iam frequentemente à existência da vida eterna, que é um consolo para os que sofrem. Se fossem católicos, adorariam a Santa Eucaristia e não dariam comunhão aos protestantes. Se tivessem a fé que nos foi transmitida pelos nossos pais, não desobedeceriam ao Papa, abençoando os casais homossexuais. Se tivessem essa fé, não estariam exigindo o sacerdócio feminino ou aceitando certos comportamentos, tais como o de pessoas viverem juntas sem se casar. Se tivessem fé, promoveriam a adoração do Santíssimo Sacramento nas suas paróquias e estariam disponíveis para ouvir as confissões dos fiéis. Não sei se eles têm fé, se acreditam em Deus ou se não acreditam em nada, mas a sua não é certamente uma fé católica. Na semana passada, pedi o fim desta ficção de fingir que somos uma e a mesma Igreja, quando na realidade somos duas, e cada vez mais diferentes. O Concílio não pode ser interpretado em continuidade com o passado ou em ruptura com ele, como se isso nada implicasse. Agora, o Papa Bento XVI diz, com a sua habitual sabedoria: devemos separar os que têm fé dos que não têm. Isso não significa que aqueles que não têm fé católica sejam piores do que aqueles de nós que a têm. Não sinto que sou melhor do que qualquer outra pessoa. Podem ser melhores do que eu. E muitos de nós, que temos a fé dos nossos antepassados, não são católicos. Isto deve ser dito de uma vez por todas. E devemos agir em conformidade com isto, porque a situação atual de ambiguidade, e permissividade com todo o tipo de excessos, só serve para se prejudicarem uns aos outros. Não tenho qualquer problema em amar e respeitar os “irmãos separados” — como chamamos os protestantes —, nem tenho qualquer razão para me sentir melhor do que os piores entre eles. Apenas digo que eles não são católicos e, além do mais, eles afirmam a mesma coisa. Isto também deve acontecer no seio da Igreja. Temos de nos dar bem com aqueles que não têm a nossa fé, tal como nos damos bem com os nossos irmãos separados, mas isto requer clareza. E se é a “nova Igreja” que deve ser a Igreja oficial, que o digam também, mas que esta ficção termine o mais depressa possível.

  • Cardeal Sarah se recupera bem após cirurgia técnica robótica

    O cardeal Robert Sarah, ex-prefeito da Congregação para o Culto e a Disciplina dos Sacramentos da Santa Sé, passou por cirurgia da próstata no Grande Hospital Metropolitano de Reggio Calabria, no sul da Itália. Em conferência de imprensa realizada em 27 de julho, o centro médico italiano disse que a cirurgia feita com auxílio de robô foi bem-sucedida. O robô foi usado para realizar uma cirurgia minimamente invasiva, provavelmente napróstata. O hospital aproveitou a ocasião para convocar uma coletiva de imprensa na qual os médicos disseram que “demos ao Cardeal Sarah o mesmo tratamento que teríamos dado a qualquer outra pessoa”. Eles expressaram seu orgulho que Sarah veio de Roma para Reggio. O robô Da Vinci garante máxima precisão com melhores resultados do que a cirurgia tradicional, e com tempos de recuperação rápidos. Na entrevista coletiva o padre Giulio Cerchietti, disse do cardeal Sarah: “No dia em que ele chegou, acostumado a tomar notas, ele escreveu a frase de santa Teresa do Menino Jesus ‘o amor te trouxe aqui. O amor vai tomar conta de ti’.” Lorenzo Festicini, secretário pessoal do cardeal Sarah, elogiou o tratamento que o cardeal recebeu no hospital. “Estou emocionado, porque não foi fácil, mas a forma humana como nos trataram nos fez encarar tudo com carinho”, afirmou. “A intervenção não foi simples nem fácil, mas eles utilizaram uma ferramenta sofisticada, que solucionou e permitiu a recuperação total das funções diárias de Sua Eminência em muito pouco tempo”. Festicini é de Reggio Calabria e foi ele quem levou o cardeal à cidade para ser operado. “É maravilhoso que um cardeal tenha descido do Vaticano até a Reggio Calabria e tenha sido tratado com os melhores procedimentos e recursos terapêuticos. Após alguns dias de hospitalização, graças a esta sofisticada tecnologia, ele pôde retomar suas atividades. Agora, ele está voltando a Roma”. O cardeal Sarah deve ir ao 32º Festival da Juventude em Medjugorje, em agosto. Em setembro, está escalado para celebrar uma das missas diárias do 52º Congresso Eucarístico Internacional, em Budapeste, Hungria. #CardealSarah

  • Cardeal Sarah se recupera bem após cirurgia técnica robótica

    O cardeal Robert Sarah, ex-prefeito da Congregação para o Culto e a Disciplina dos Sacramentos da Santa Sé, passou por cirurgia da próstata no Grande Hospital Metropolitano de Reggio Calabria, no sul da Itália. Em conferência de imprensa realizada em 27 de julho, o centro médico italiano disse que a cirurgia feita com auxílio de robô foi bem-sucedida. O robô foi usado para realizar uma cirurgia minimamente invasiva, provavelmente napróstata. O hospital aproveitou a ocasião para convocar uma coletiva de imprensa na qual os médicos disseram que “demos ao Cardeal Sarah o mesmo tratamento que teríamos dado a qualquer outra pessoa”. Eles expressaram seu orgulho que Sarah veio de Roma para Reggio. O robô Da Vinci garante máxima precisão com melhores resultados do que a cirurgia tradicional, e com tempos de recuperação rápidos. Na entrevista coletiva o padre Giulio Cerchietti, disse do cardeal Sarah: “No dia em que ele chegou, acostumado a tomar notas, ele escreveu a frase de santa Teresa do Menino Jesus ‘o amor te trouxe aqui. O amor vai tomar conta de ti’.” Lorenzo Festicini, secretário pessoal do cardeal Sarah, elogiou o tratamento que o cardeal recebeu no hospital. “Estou emocionado, porque não foi fácil, mas a forma humana como nos trataram nos fez encarar tudo com carinho”, afirmou. “A intervenção não foi simples nem fácil, mas eles utilizaram uma ferramenta sofisticada, que solucionou e permitiu a recuperação total das funções diárias de Sua Eminência em muito pouco tempo”. Festicini é de Reggio Calabria e foi ele quem levou o cardeal à cidade para ser operado. “É maravilhoso que um cardeal tenha descido do Vaticano até a Reggio Calabria e tenha sido tratado com os melhores procedimentos e recursos terapêuticos. Após alguns dias de hospitalização, graças a esta sofisticada tecnologia, ele pôde retomar suas atividades. Agora, ele está voltando a Roma”. O cardeal Sarah deve ir ao 32º Festival da Juventude em Medjugorje, em agosto. Em setembro, está escalado para celebrar uma das missas diárias do 52º Congresso Eucarístico Internacional, em Budapeste, Hungria. #CardealSarah

  • Liturgia Diária – 31/08/021 – 3ª-FEIRA DA 22ª SEMANA – TEMPO COMUM

    Liturgia Diária 3ª-FEIRA DA 22ª SEMANA – TEMPO COMUM 1ª LEITURA – 1TS 5,1-6.9-11 Jesus Cristo morreu por nós, para que, alcancemos a vida junto dele. Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses 5, 1-6. 9-11 1Quanto ao tempo e à hora, meus irmãos, não há por que vos escrever. 2Vós mesmos sabeis perfeitamente que o dia do Senhor virá como ladrão, de noite. 3Quando as pessoas disserem: ‘Paz e segurança!’, então de repente sobrevirá a destruição, como as dores de parto sobre a mulher grávida. E não poderão escapar. 4Mas vós, meus irmãos, não estais nas trevas, de modo que esse dia vos surpreenda como um ladrão. 5Todos vós sois filhos da luz e filhos do dia. Não somos da noite, nem das trevas. 6Portanto, não durmamos, como os outros, mas sejamos vigilantes e sóbrios. 9Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançarmos a salvação, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. 10Ele morreu por nós, para que, quer vigiando nesta vida, quer adormecidos na morte, alcancemos a vida junto dele. 11Por isso, exortai-vos e edificai-vos uns aos outros como já costumais fazer. Palavra do Senhor. SALMO – SL 26 (27),1. 4. 13-14 (R. 13) R.Sei que a bondade do Senhor eu hei de ver, na terra dos viventes. 1O Senhor é minha luz e salvação; / de quem eu terei medo? / O Senhor é a proteção da minha vida; / perante quem eu tremerei? R. 4Ao Senhor eu peço apenas uma coisa, / e é só isto que eu desejo: / habitar no santuário do Senhor / por toda a minha vida; / saborear a suavidade do Senhor / e contemplá-lo no seu templo. R. 13Sei que a bondade do Senhor eu hei de ver / na terra dos viventes. 14Espera no Senhor e tem coragem, / espera no Senhor! R. EVANGELHO – LC 4,31-37 Eu sei quem tu és: tu és o Santo de Deus! + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 4, 31-37 Naquele tempo: 31Jesus desceu a Cafarnaum, cidade da Galiléia, e aí ensinava-os aos sábados. 32As pessoas ficavam admiradas com o seu ensinamento, porque Jesus falava com autoridade. 33Na sinagoga, havia um homem possuído pelo espírito de um demônio impuro, que gritou em alta voz: 34‘O que queres de nós, Jesus Nazareno? Vieste para nos destruir? Eu sei quem tu és: tu és o Santo de Deus!’35Jesus o ameaçou, dizendo: ‘Cala-te, e sai dele!’ Então o demônio lançou o homem no chão, saiu dele, e não lhe fez mal nenhum. 36O espanto se apossou de todos e eles comentavam entre si: ‘Que palavra é essa? Ele manda nos espíritos impuros, com autoridade e poder, e eles saem. ‘37E a fama de Jesus se espalhava em todos os lugares da redondeza. Palavra da Salvação. Liturgia de Hoje Liturgia Diária 3ª-FEIRA DA 22ª SEMANA – TEMPO COMUM 1ª LEITURA – 1TS 5,1-6.9-11 Jesus Cristo morreu por nós, para que, alcancemos a vida junto dele. Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses 5, 1-6. 9-11 1Quanto ao tempo e à hora, meus irmãos, não há por que vos escrever. 2Vós mesmos sabeis perfeitamente que o dia do Senhor virá como ladrão, de noite. 3Quando as pessoas disserem: ‘Paz e segurança!’, então de repente sobrevirá a destruição, como as dores de parto sobre a mulher grávida. E não poderão escapar. 4Mas vós, meus irmãos, não estais nas trevas, de modo que esse dia vos surpreenda como um ladrão. 5Todos vós sois filhos da luz e filhos do dia. Não somos da noite, nem das trevas. 6Portanto, não durmamos, como os outros, mas sejamos vigilantes e sóbrios. 9Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançarmos a salvação, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. 10Ele morreu por nós, para que, quer vigiando nesta vida, quer adormecidos na morte, alcancemos a vida junto dele. 11Por isso, exortai-vos e edificai-vos uns aos outros como já costumais fazer. Palavra do Senhor. SALMO – SL 26 (27),1. 4. 13-14 (R. 13) R.Sei que a bondade do Senhor eu hei de ver, na terra dos viventes. 1O Senhor é minha luz e salvação; / de quem eu terei medo? / O Senhor é a proteção da minha vida; / perante quem eu tremerei? R. 4Ao Senhor eu peço apenas uma coisa, / e é só isto que eu desejo: / habitar no santuário do Senhor / por toda a minha vida; / saborear a suavidade do Senhor / e contemplá-lo no seu templo. R. 13Sei que a bondade do Senhor eu hei de ver / na terra dos viventes. 14Espera no Senhor e tem coragem, / espera no Senhor! R. EVANGELHO – LC 4,31-37 Eu sei quem tu és: tu és o Santo de Deus! + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 4, 31-37 Naquele tempo: 31Jesus desceu a Cafarnaum, cidade da Galiléia, e aí ensinava-os aos sábados. 32As pessoas ficavam admiradas com o seu ensinamento, porque Jesus falava com autoridade. 33Na sinagoga, havia um homem possuído pelo espírito de um demônio impuro, que gritou em alta voz: 34‘O que queres de nós, Jesus Nazareno? Vieste para nos destruir? Eu sei quem tu és: tu és o Santo de Deus!’35Jesus o ameaçou, dizendo: ‘Cala-te, e sai dele!’ Então o demônio lançou o homem no chão, saiu dele, e não lhe fez mal nenhum. 36O espanto se apossou de todos e eles comentavam entre si: ‘Que palavra é essa? Ele manda nos espíritos impuros, com autoridade e poder, e eles saem. ‘37E a fama de Jesus se espalhava em todos os lugares da redondeza. Palavra da Salvação. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. 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  • Liturgia Diária – 30/08/21 – 2ª-FEIRA DA 22ª SEMANA – TEMPO COMUM

    Liturgia Diária 2ª-FEIRA DA 22ª SEMANA – TEMPO COMUM SALMO – SL 95,1.3. 4-5. 11-12. 13 (R. 13B) R.O Senhor vem julgar nossa terra. 1Cantai ao Senhor Deus um canto novo, 3manifestai a sua glória entre as nações, / e entre os povos do universo seus prodígios! R. 4pois Deus é grande e muito digno de louvor, / é mais terrível e maior que os outros deuses, 5porque um nada são os deuses dos pagãos. / Foi o Senhor e nosso Deus quem fez os céus: R. 11O céu se rejubile e exulte a terra, / aplauda o mar com o que vive em suas águas; 12os campos com seus frutos rejubilem / e exultem as florestas e as matas R. 13na presença do Senhor, pois ele vem, / porque vem para julgar a terra inteira. / Governará o mundo todo com justiça, / e os povos julgará com lealdade. R. 2ª LEITURA – 1TS 4,13-18 Deus trará de volta, com Cristo, os que através dele entraram no sono da morte. Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses 4, 13-18 13Irmãos, não queremos deixar-vos na incerteza a respeito dos mortos, para que não fiqueis tristes como os outros, que não têm esperança. 14Se Jesus morreu e ressuscitou – e esta é nossa fé – de modo semelhante Deus trará de volta, com Cristo, os que através dele entraram no sono da morte. 15Isto vos declaramos, segundo a palavra do Senhor: nós que formos deixados com vida para a vinda do Senhor não levaremos vantagem em relação aos que morreram. 16Pois o Senhor mesmo, quando for dada a ordem, à voz do arcanjo e ao som da trombeta, descerá do céu e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. 17Em seguida, nós que formos deixados com vida seremos arrebatados com eles nas nuvens, para o encontro com o Senhor, nos ares. E assim estaremos sempre com o Senhor. 18Exortai-vos, pois, uns aos outros, com estas palavras. Palavra do Senhor. EVANGELHO – LC 4,16-30 Ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa Nova aos pobres.  Nenhum profeta é bem recebido em sua pátria. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 4, 16-30 Naquele tempo: 16Veio Jesus à cidade de Nazaré, onde se tinha criado. Conforme seu costume, entrou na sinagoga no sábado, e levantou-se para fazer a leitura. 17Deram-lhe o livro do profeta Isaías. Abrindo o livro, Jesus achou a passagem em que está escrito: 18‘O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa Nova aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos19e para proclamar um ano da graça do Senhor. ‘20Depois fechou o livro, entregou-o ao ajudante, e sentou-se. Todos os que estavam na sinagoga tinham os olhos fixos nele. 21Então começou a dizer-lhes: ‘Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir. ‘22Todos davam testemunho a seu respeito, admirados com as palavras cheias de encanto que saíam da sua boca. E diziam: ‘Não é este o filho de José?’23Jesus, porém, disse: ‘Sem dúvida, vós me repetireis o provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo. Faze também aqui, em tua terra, tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum. ‘24E acrescentou: ‘Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria. 25De fato, eu vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e houve grande fome em toda a região, havia muitas viúvas em Israel. 26No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma viúva que vivia em Sarepta, na Sidônia. 27E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel. Contudo, nenhum deles foi curado, mas sim Naamã, o sírio. ‘28Quando ouviram estas palavras de Jesus, todos na sinagoga ficaram furiosos. 29Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no até ao alto do monte sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de lançá-lo no precipício. 30Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho. Palavra da Salvação. . Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. #LiturgiaDiária3008212ªFEIRADA22ªSEMANATEMPOCOMUM

  • Liturgia Diária – 29/08/21 – 22º DOMINGO – TEMPO COMUM

    Liturgia Diária 22º DOMINGO – TEMPO COMUM 1ª LEITURA – DT 4,1-2.6-8 Nada acrescenteis, à palavra que vos digo, mas guardai os mandamentos do Senhor. Leitura do Livro do Deuteronômio 4, 1-2. 6-8 1Moisés falou ao povo, dizendo: ‘Agora, Israel, ouve as leis e os decretos que eu vos ensino a cumprir, para que, fazendo-o, vivais e entreis na posse da terra prometida pelo Senhor Deus de vossos pais. 2Nada acrescenteis, nada tireis, à palavra que vos digo, mas guardai os mandamentos do Senhor vosso Deus que vos prescrevo. 6Vós os guardareis, pois, e os poreis em prática, porque neles está vossa sabedoria e inteligência perante os povos, para que, ouvindo todas estas leis, digam: ‘Na verdade, é sábia e inteligente esta grande nação!7Pois, qual é a grande nação cujos deuses lhe são tão próximos como o Senhor nosso Deus, sempre que o invocamos?8E que nação haverá tão grande que tenha leis e decretos tão justos, como esta lei que hoje vos ponho diante dos olhos? Palavra do Senhor. SALMO – SL 14,2-3AB.3CD-4AB.5 (R. 1A) R.Senhor, quem morará em vossa casa e no vosso monte santo, habitará? 2É aquele que caminha sem pecado / e pratica a justiça fielmente; 3Aque pensa a verdade no seu íntimo 3Be não solta em calúnias sua língua. R. 3CQue em nada prejudica o seu irmão, 3Dnem cobre de insultos seu vizinho; 4Aque não dá valor algum ao homem ímpio, 4Bmas honra os que respeitam o Senhor. R. 5não empresta o seu dinheiro com usura, / nem se deixa subornar contra o inocente. / Jamais vacilará quem vive assim! R. 2ª LEITURA – TG 1,17-18.21B-22.27 Sede praticantes da Palavra. Leitura da Carta de São Tiago 1, 17-18. 21b-22. 27 Irmãos bem-amados: 17Todo dom precioso e toda dádiva perfeita vêm do alto; descem do Pai das luzes, no qual não há mudança, nem sombra de variação. 18De livre vontade ele nos gerou, pela Palavra da verdade, a fim de sermos como que as primícias de suas criaturas. 21BRecebei com humildade a Palavra que em vós foi implantada, e que é capaz de salvar as vossas almas. 22Todavia, sede praticantes da Palavra e não meros ouvintes, enganando-vos a vós mesmos. 27Com efeito, a religião pura e sem mancha diante de Deus Pai, é esta: assistir os órfãos e as viúvas em suas tribulações e não se deixar contaminar pelo mundo. Palavra do Senhor. EVANGELHO – MC 7,1-8.14-15.21-23 Vós abandonais o mandamento de Deus para seguir a tradição dos homens. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 7, 1-8. 14-15. 21-23 Naquele tempo: 1Os fariseus e alguns mestres da Lei vieram de Jerusalém e se reuniram em torno de Jesus. 2Eles viam que alguns dos seus discípulos comiam o pão com as mãos impuras, isto é, sem as terem lavado. 3Com efeito, os fariseus e todos os judeus só comem depois de lavar bem as mãos, seguindo a tradição recebida dos antigos. 4Ao voltar da praça, eles não comem sem tomar banho. E seguem muitos outros costumes que receberam por tradição: a maneira certa de lavar copos, jarras e vasilhas de cobre. 5Os fariseus e os mestres da Lei perguntaram então a Jesus: ‘Por que os teus discípulos não seguem a tradição dos antigos, mas comem o pão sem lavar as mãos?’6Jesus respondeu: ‘Bem profetizou Isaías a vosso respeito, hipócritas, como está escrito: ‘Este povo me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim. 7De nada adianta o culto que me prestam, pois as doutrinas que ensinam são preceitos humanos’. 8Vós abandonais o mandamento de Deus para seguir a tradição dos homens’. 14Em seguida, Jesus chamou a multidão para perto de si e disse: ‘Escutai todos e compreendei: 15o que torna impuro o homem não é o que entra nele vindo de fora, mas o que sai do seu interior. 21Pois é de dentro do coração humano que saem as más intenções, imoralidades, roubos, assassínios, 22adultérios, ambições desmedidas, maldades, fraudes, devassidão, inveja, calúnia, orgulho, falta de juízo. 23Todas estas coisas más saem de dentro, e são elas que tornam impuro o homem’. Palavra da Salvação. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. MARTÍRIO DE SÃO JOÃO BATISTA – SANTORAL 1ª LEITURA – JR 1,17-19 Comunica-lhes tudo que eu te mandar dizer: não tenhas medo em sua presença. Leitura do Livro do Profeta Jeremias 1, 17-19 Naqueles dias a Palavra do Senhor foi-me dirigida: 17‘Vamos, põe a roupa e o cinto, levanta-te e comunica-lhes tudo que eu te mandar dizer: não tenhas medo, senão, eu te farei tremer na presença deles. 18Com efeito, eu te transformarei hoje numa cidade fortificada, numa coluna de ferro, num muro de bronze contra todo o mundo, frente aos reis de Judá e seus príncipes, aos sacerdotes e ao povo da terra; 19eles farão guerra contra ti, mas não prevalecerão, porque eu estou contigo para defender-te’, diz o Senhor. Palavra do Senhor. SALMO – SL 70(71),1-2.3-4A.5-6AB.15AB E 17 (R. 15A) R.Minha boca anunciará vossa justiça. 1Eu procuro meu refúgio em vós, Senhor: / que eu não seja envergonhado para sempre!2Porque sois justo, defendei-me e libertai-me! / Escutai a minha voz, vinde salvar-me! R. 3Sede uma rocha protetora para mim, / um abrigo bem seguro que me salve! / Porque sois a minha força e meu amparo, / o meu refúgio, proteção e segurança! 4ALibertai-me, ó meu Deus, das mãos do ímpio. R. 5Porque sois, ó Senhor Deus, minha esperança, / em vós confio desde a minha juventude!6ASois meu apoio desde antes que eu nascesse, / 6bdesde o seio maternal, o meu amparo. R. 15AMinha boca anunciará todos os dias / 15bvossa justiça e vossas graças incontáveis. 17Vós me ensinastes desde a minha juventude, / e até hoje canto as vossas maravilhas. R. EVANGELHO – MC 6,17-29 Quero que me dês agora, num prato, a cabeça de João Batista. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 6, 17-29 Naquele tempo, 17Herodes tinha mandado prender João, e colocá-lo acorrentado na prisão. Fez isso por causa de Herodíades, mulher do seu irmão Filipe, com quem se tinha casado. 18João dizia a Herodes: ‘Não te é permitido ficar com a mulher do teu irmão’. 19Por isso Herodíades o odiava e queria matá-lo, mas não podia. 20Com efeito, Herodes tinha medo de João, pois sabia que ele era justo e santo, e por isso o protegia. Gostava de ouvi-lo, embora ficasse embaraçado quando o escutava. 21Finalmente, chegou o dia oportuno. Era o aniversário de Herodes, e ele fez um grande banquete para os grandes da corte, os oficiais e os cidadãos importantes da Galiléia. 22A filha de Herodíades entrou e dançou, agradando a Herodes e seus convidados. Então o rei disse à moça: ‘Pede-me o que quiseres e eu to darei’. 23E lhe jurou dizendo: ‘Eu te darei qualquer coisa que me pedires, ainda que seja a metade do meu reino’. 24Ela saiu e perguntou à mãe: ‘O que vou pedir?’ A mãe respondeu: ‘A cabeça de João Batista’. 25E, voltando depressa para junto do rei, pediu: ‘Quero que me dês agora, num prato, a cabeça de João Batista’. 26O rei ficou muito triste, mas não pôde recusar. Ele tinha feito o juramento diante dos convidados. 27Imediatamente, o rei mandou que um soldado fosse buscar a cabeça de João. O soldado saiu, degolou-o na prisão, 28trouxe a cabeça num prato e a deu à moça. Ela a entregou à sua mãe. 29Ao saberem disso, os discípulos de João foram lá, levaram o cadáver e o sepultaram. Palavra da Salvação. . Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. 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  • Liturgia Diária 28/08/21 – SÁBADO DA 21ª SEMANA – TEMPO COMUM

    Liturgia Diária SÁBADO DA 21ª SEMANA – TEMPO COMUM 1ª LEITURA – 1TS 4,9-11 Aprendestes de Deus mesmo a amar-vos uns aos outros. Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses 4, 9-11 Irmãos: 9Não é preciso escrever-vos a respeito do amor fraterno, pois já aprendestes de Deus mesmo a amar-vos uns aos outros. 10É o que já estais fazendo com todos os irmãos, em toda a Macedônia. Só podemos exortar-vos, irmãos, a progredirdes sempre mais. 11Procurai viver com tranqüilidade, dedicando-vos aos vossos afazeres e trabalhando com as próprias mãos, como recomendamos. Palavra do Senhor. SALMO – SL 97,1. 7-8. 9 (R. 9) R.O Senhor julgará as nações com justiça. 1Cantai ao Senhor Deus um canto novo, / porque ele fez prodígios! / Sua mão e o seu braço forte e santo / alcançaram-lhe a vitória. R. 7Aplauda o mar com todo ser que nele vive, / o mundo inteiro e toda gente!8As montanhas e os rios batam palmas / e exultem de alegria, R. 9na presença do Senhor, pois ele vem, / vem julgar a terra inteira. / Julgará o universo com justiça / e as nações com eqüidade. R. EVANGELHO – MT 25,14-30 Como foste fiel na administração de tão pouco, vem participar de minha alegria. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 25, 14-30 Naquele tempo, Jesus contou esta parábola a seus discípulos: 14Um homem ia viajar para o estrangeiro. Chamou seus empregados e lhes entregou seus bens. 15A um deu cinco talentos, a outro deu dois e ao terceiro, um; a cada qual de acordo com a sua capacidade. Em seguida viajou. 16O empregado que havia recebido cinco talentos saiu logo, trabalhou com eles, e lucrou outros cinco. 17Do mesmo modo, o que havia recebido dois lucrou outros dois. 18Mas aquele que havia recebido um só, saiu, cavou um buraco na terra, e escondeu o dinheiro do seu patrão. 19Depois de muito tempo, o patrão voltou e foi acertar contas com os empregados. 20O empregado que havia recebido cinco talentos entregou-lhe mais cinco, dizendo: `Senhor, tu me entregaste cinco talentos. Aqui estão mais cinco que lucrei’. 21O patrão lhe disse: `Muito bem, servo bom e fiel! como foste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da minha alegria!’22Chegou também o que havia recebido dois talentos, e disse: `Senhor, tu me entregaste dois talentos. Aqui estão mais dois que lucrei’. 23O patrão lhe disse: `Muito bem, servo bom e fiel! Como foste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da minha alegria!’24Por fim, chegou aquele que havia recebido um talento, e disse: `Senhor, sei que és um homem severo, pois colhes onde não plantaste e ceifas onde não semeaste. 25Por isso fiquei com medo e escondi o teu talento no chão. Aqui tens o que te pertence’. 26O patrão lhe respondeu: `Servo mau e preguiçoso! Tu sabias que eu colho onde não plantei e que ceifo onde não semeei?27Então devias ter depositado meu dinheiro no banco, para que, ao voltar, eu recebesse com juros o que me pertence. ‘28Em seguida, o patrão ordenou: `Tirai dele o talento e dai-o àquele que tem dez!29Porque a todo aquele que tem será dado mais, e terá em abundância, mas daquele que não tem, até o que tem lhe será tirado. 30Quanto a este servo inútil, jogai-o lá fora, na escuridão. Ali haverá choro e ranger de dentes!’ Palavra da Salvação. SANTO AGOSTINHO, BISPO E DOUTOR DA IGREJA – SANTORAL 1ª LEITURA – 1JO 4,7-16 Foi Deus quem nos amou primeiro. Leitura da Primeira Carta de São João 4, 7-16 7Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus e todo aquele que ama nasceu de Deus e conhece Deus. 8Quem não ama, não chegou a conhecer Deus, pois Deus é amor. 9Foi assim que o amor de Deus se manifestou entre nós: Deus enviou o seu Filho único ao mundo, para que tenhamos vida por meio dele. 10Nisto consiste o amor: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi ele que nos amou e enviou o seu Filho como vítima de reparação pelos nossos pecados. 11Caríssimos, se Deus nos amou assim, nós também devemos amar-nos uns aos outros. 12Ninguém jamais viu a Deus. Se nos amamos uns aos outros, Deus permanece conosco e seu amor é plenamente realizado entre nós. 13A prova de que permanecemos com ele, e ele conosco, é que ele nos deu o seu Espírito. 14E nós vimos, e damos testemunho, que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo. 15Todo aquele que proclama que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece com ele, e ele com Deus. 16E nós conhecemos o amor que Deus tem para conosco, e acreditamos nele. Deus é amor: quem permanece no amor, permanece com Deus, e Deus permanece com ele. Palavra do Senhor. SALMO – SL 118(119),9.10.11.12.13.14 (R. 12B) R.Ó Senhor, ensinai-me os vossos mandamentos! 9Como um jovem poderá ter vida pura? / Observando, ó Senhor, vossa palavra. R. 10De todo o coração eu vos procuro, / não deixeis que eu abandone a vossa lei! R. 11Conservei no coração vossas palavras, / a fim de eu não peque contra vós. R. 12Ó Senhor, vós sois bendito para sempre; / os vossos mandamentos ensinai-me! R. 13Com meus lábios, ó Senhor, eu enumero / os decretos que ditou a vossa boca. R. 14Seguindo vossa lei me rejubilo / muito mais do que em todas as riquezas. R. EVANGELHO – MT 23,8-12 O maior dentre vós deve ser aquele que vos serve. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 23, 8-12 Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 8‘Quanto a vós, nunca vos deixeis chamar de Mestre, pois um só é vosso Mestre e todos vós sois irmãos. 9Na terra, não chameis a ninguém de pai, pois um só é vosso Pai, aquele que está nos céus. 10Não deixeis que vos chamem de guias, pois um só é o vosso Guia, Cristo. 11Pelo contrário, o maior dentre vós deve ser aquele que vos serve. 12Quem se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado’. Palavra da Salvação. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. #LiturgiaDiária280821SÁBADODA21ªSEMANATEMPOCOMUM

  • Liturgia Diária – 27/08/21 – 6ª-FEIRA DA 21ª SEMANA – TEMPO COMUM

    Liturgia Diária 6ª-FEIRA DA 21ª SEMANA – TEMPO COMUM 1ª LEITURA – 1TS 4,1-8 Esta é a vontade de Deus: vivei na santidade. Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses 4, 1-8 1Enfim, meus irmãos, eis o que vos pedimos e exortamos no Senhor Jesus: Aprendestes de nós como deveis viver para agradar a Deus, e já estais vivendo assim. Fazei progressos ainda maiores!2Conheceis, de fato, as instruções que temos dado em nome do Senhor Jesus. 3Esta é a vontade de Deus: vivei na santidade, afastai-vos da impureza; 4cada um saiba tratar o seu parceiro conjugal com santidade e respeito, 5sem se deixar levar pelas paixões, como fazem os pagãos que não conhecem a Deus. 6Que ninguém, nessa matéria, prejudique ou engane seu irmão, porque o Senhor se vinga de tudo, como já vos dissemos e comprovamos. 7Deus não nos chamou à impureza mas à santidade. 8Portanto, desprezar estes preceitos não é desprezar um homem e sim, a Deus, que nos deu o Espírito Santo. Palavra do Senhor. SALMO – SL 96,1.2B. 5-6. 10. 11-12 (R. 12A) R.Ó justos, alegrai-vos no Senhor! 1Deus é Rei! Exulte a terra de alegria, / e as ilhas numerosas rejubilem!2BTreva e nuvem o rodeiam no seu trono, / que se apóia na justiça e no direito. R. 5As montanhas se derretem como cera / ante a face do Senhor de toda a terra; 6e assim proclama o céu sua justiça, / todos os povos podem ver a sua glória. R. 10O Senhor ama os que detestam a maldade, / ele protege seus fiéis e suas vidas, / e da mão dos pecadores os liberta. R. 11Uma luz já se levanta para os justos, / e a alegria, para os retos corações. 12Homens justos, alegrai-vos no Senhor, / celebrai e bendizei seu santo nome! R. EVANGELHO – MT 25,1-13 O noivo está chegando. Ide ao seu encontro. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 25, 1-13 Naquele tempo, disse Jesus, a seus discípulos, esta parábola: 1‘O Reino dos Céus é como a história das dez jovens que pegaram suas lâmpadas de óleo e saíram ao encontro do noivo. 2Cinco delas eram imprevidentes, e as outras cinco eram previdentes. 3As imprevidentes pegaram as suas lâmpadas, mas não levaram óleo consigo. 4As previdentes, porém, levaram vasilhas com óleo junto com as lâmpadas. 5O noivo estava demorando e todas elas acabaram cochilando e dormindo. 6No meio da noite, ouviu-se um grito: `O noivo está chegando. Ide ao seu encontro!’7Então as dez jovens se levantaram e prepararam as lâmpadas. 8As imprevidentes disseram às previdentes: `Dai-nos um pouco de óleo, porque nossas lâmpadas estão se apagando. ‘9As previdentes responderam: `De modo nenhum, porque o óleo pode ser insuficiente para nós e para vós. É melhor irdes comprar aos vendedores’. 10Enquanto elas foram comprar óleo, o noivo chegou, e as que estavam preparadas entraram com ele para a festa de casamento. E a porta se fechou. 11Por fim, chegaram também as outras jovens e disseram: `Senhor! Senhor! Abre-nos a porta!’12Ele, porém, respondeu: `Em verdade eu vos digo: Não vos conheço!’13Portanto, ficai vigiando, pois não sabeis qual será o dia, nem a hora. Palavra da Salvação. SANTA MÔNICA – SANTORAL 1ª LEITURA – ECLO 26,1-4.16-21 (GR. 1-4.13-16) Como o sol que se levanta nas alturas do Senhor, assim o encanto da boa esposa na casa bem ordenada. Leitura do Livro do Eclesiástico 26, 1-4. 16-21 (gr. 1-4. 13-16) 1Feliz o marido que tem uma boa esposa: o número de seus dias será duplicado. 2A mulher virtuosa é a alegria do marido, que passará em paz os anos de sua vida. 3Uma boa esposa é uma herança excelente, reservada aos que temem o Senhor. 4Rico ou pobre, seu marido tem alegria no coração, e em qualquer circunstância mostra um rosto prazenteiro. 16A graça da mulher é a delícia do marido17e seu senso prático lhe revigora os ossos. 18Mulher amiga do silêncio é dom do Senhor e nada é comparável à alma bem educada. 19Mulher pudica é graça primorosa, 20e não há medida que determine o valor da alma casta. 21Como o sol que se levanta nas alturas do Senhor, assim o encanto da boa esposa na casa bem ordenada. Palavra do Senhor. SALMO – SL 130(131),1.2.3 R.Guardai-me, em paz, junto a vós, ó Senhor! 1Senhor, meu coração não é orgulhoso, / nem se eleva arrogante o meu olhar; / não ando à procura de grandezas, / nem tenho pretensões ambiciosas! R. 2Fiz calar e sossegar a minha alma; / ela está em grande paz dentro de mim, / como a criança bem tranqüila, amamentada / no regaço acolhedor de sua mãe. R. 3Confia no Senhor, ó Israel, / desde agora e por toda a eternidade! R. EVANGELHO – LC 7,11-17 Jovem, eu te ordeno, levanta-te! + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 7, 11-17 Naquele tempo: 11Jesus dirigiu-se a uma cidade chamada Naim. Com ele iam seus discípulos e uma grande multidão. 12Quando chegou à porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único; e sua mãe era viúva. Grande multidão da cidade a acompanhava. 13Ao vê-la, o Senhor sentiu compaixão para com ela e lhe disse: ‘Não chores!’14Aproximou-se, tocou o caixão, e os que o carregavam pararam. Então, Jesus disse: ‘Jovem, eu te ordeno, levanta-te!’15O que estava morto sentou-se e começou a falar. E Jesus o entregou à sua mãe. 16Todos ficaram com muito medo e glorificavam a Deus, dizendo: ‘Um grande profeta apareceu entre nós e Deus veio visitar o seu povo. ‘17E a notícia do fato espalhou-se pela Judéia inteira, e por toda a redondeza. Palavra da Salvação. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. #LiturgiaDiária2708216ªFEIRADA21ªSEMANATEMPOCOMUM #SANTAMÔNICASANTORAL

  • Liturgia Diária – 26/08/21 – 5ª-FEIRA DA 21ª SEMANA – TEMPO COMUM

    Liturgia Diária 5ª-FEIRA DA 21ª SEMANA – TEMPO COMUM 1ª LEITURA – 1TS 3,7-13 O Senhor vos conceda que o amor entre vós e para com todos aumente e transborde sempre mais. Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses 3, 7-13 Irmãos: 3Que ninguém seja abalado em meio às tribulações presentes – pois bem sabeis que esse é o nosso destino. 4Quando estávamos entre vós, vos preveníamos de que seria necessário sofrer tribulações e foi o que aconteceu, bem o sabeis. 5Foi por isso que, não podendo mais esperar, mandei saber notícias da vossa fé, temendo que o Tentador vos tivesse seduzido e o nosso trabalho tivesse sido inútil. 6Agora, Timóteo acaba de chegar da vossa comunidade e traz-nos boas notícias a respeito da vossa fé e do vosso amor; ele diz também que guardais sempre boa lembrança de nós e que desejais rever-nos tanto quanto nós desejamos rever-vos a vós. 7Por isso, irmãos, ficamos confortados, em meio a toda angústia e tribulação, pela notícia acerca de vossa fé. 8Agora sentimo-nos reviver, porque vós estais firmes no Senhor. 9Como podemos agradecer a Deus por toda a alegria que nos invade diante do nosso Deus, por causa de vós?10Noite e dia rezamos efusivamente para vos rever e completar o que ainda falta na vossa fé. 11Que o próprio Deus e nosso Pai, e nosso Senhor Jesus dirijam os nossos passos até a vós. 12O Senhor vos conceda que o amor entre vós e para com todos aumente e transborde sempre mais, a exemplo do amor que temos por vós. 13Que assim ele confirme os vossos corações numa santidade sem defeito aos olhos de Deus, nosso Pai, no dia da vinda de nosso Senhor Jesus, com todos os seus santos. Palavra do Senhor. SALMO – SL 89,3-4. 12-13. 14.17 (R. 14) R.Saciai-nos de manhã com vosso amor! 3Vós fazeis voltar ao pó todo mortal, / quando dizeis: ‘Voltai ao pó, filhos de Adão!’4Pois mil anos para vós são como ontem, / qual vigília de uma noite que passou. R. 12Ensinai-nos a contar os nossos dias, / e dai ao nosso coração sabedoria!13Senhor, voltai-vos! Até quando tardareis? / Tende piedade e compaixão de vossos servos! R. 14Saciai-nos de manhã com vosso amor, / e exultaremos de alegria todo o dia!17Que a bondade do Senhor e nosso Deus / repouse sobre nós e nos conduza! / Tornai fecundo, ó Senhor, nosso trabalho, / fazei dar frutos o labor de nossas mãos! R. EVANGELHO – MT 24,42-51 Ficai preparados! + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 24, 42-51 Naquele tempo disse Jesus aos seus discípulos: 42Ficai atentos! porque não sabeis em que dia virá o Senhor. 43Compreendei bem isso: se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, certamente vigiaria e não deixaria que a sua casa fosse arrombada. 44Por isso, também vós ficai preparados! Porque na hora em que menos pensais, o Filho do Homem virá. 45Qual é o empregado fiel e prudente, que o senhor colocou como responsável pelos demais empregados, para lhes dar alimento na hora certa?46Feliz o empregado, cujo senhor o encontrar agindo assim, quando voltar. 47Em verdade vos digo, ele lhe confiará a administração de todos os seus bens. 48Mas, se o empregado mau pensar: ‘Meu senhor está demorando’, 49e começar a bater nos companheiros, a comer e a beber com os bêbados; 50então o senhor desse empregado virá no dia em que ele não espera, e na hora que ele não sabe. 51Ele o partirá ao meio e lhe imporá a sorte dos hipócritas. Ali haverá choro e ranger de dentes. Palavra da Salvação. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. #LiturgiaDiária2608215ªFEIRADA21ªSEMANATEMPOCOMUM

  • Liturgia Diária 25/08/21 – 4ª-FEIRA DA 21ª SEMANA – TEMPO COMUM

    Liturgia Diária 4ª-FEIRA DA 21ª SEMANA – TEMPO COMUM 1ª LEITURA – 1TS 2,9-13 Trabalhamos dia e noite; foi assim que vos anunciamos o evangelho de Deus. Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses 2, 9-13 9Irmãos, certamente ainda vos lembrais dos nossos trabalhos e fadigas. Trabalhamos dia e noite, para não sermos pesados a nenhum de vós. Foi assim que anunciamos o evangelho de Deus. 10Vós sois testemunhas, e Deus também, de quão santo, justo, irrepreensível foi o nosso proceder para convosco, os fiéis. 11Bem sabeis que, como um pai a seus filhos, 12nós exortamos a cada um de vós e encorajamos e insistimos, para que vos comporteis de modo digno de Deus, que vos chama ao seu reino e à sua glória. 13Por isso, agradecemos a Deus sem cessar por vós terdes acolhido a pregação da palavra de Deus, não como palavra humana, mas como aquilo que de fato é: Palavra de Deus, que está produzindo efeito em vós que abraçastes a fé. Palavra do Senhor. SALMO – SL 138 (139),7-8. 9-10. 11-12AB (R.1A) R.Senhor, vós me sondais e me conheceis! 7Em que lugar me ocultarei de vosso espírito? / E para onde fugirei de vossa face?8Se eu subir até os céus, ali estais; / se eu descer até o abismo, estais presente. R. 9Se a aurora me emprestar as suas asas, / para eu voar e habitar no fim dos mares; 10mesmo lá vai me guiar a vossa mão / e segurar-me com firmeza a vossa destra. R. 11Se eu pensasse: ‘A escuridão venha esconder-me / e que a luz ao meu redor se faça noite!’12AMesmo as trevas para vós não são escuras, 12Ba própria noite resplandece como o dia, R. EVANGELHO – MT 23,27-32 Sois filhos daqueles que mataram os profetas. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 23, 27-32 Naquele tempo, disse Jesus: 27Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós sois como sepulcros caiados: por fora parecem belos, mas por dentro estão cheios de ossos de mortos e de toda podridão!28Assim também vós: por fora, pareceis justos diante dos outros, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e injustiça. 29Aí de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós construís sepulcros para os profetas e enfeitais os túmulos dos justos, 30e dizeis: ‘Se tivéssemos vivido no tempo de nossos pais, não teríamos sido cúmplices da morte dos profetas’. 31Com isso, confessais que sois filhos daqueles que mataram os profetas. 32Completai, pois, a medida de vossos pais!’ Palavra da Salvação. SÃO LUÍS DE FRANÇA – SANTORAL 1ª LEITURA – 1COR 12,31-13,13 Permanecem estas três: fé, esperança, caridade. Mas a maior delas é a caridade. Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios 12, 31-13, 13 Irmãos: 31Aspirai aos dons mais elevados. Eu vou ainda mostrar-vos um caminho incomparavelmente superior. 13, 1Se eu falasse todas as línguas, as dos homens e as dos anjos, mas não tivesse caridade, eu seria como um bronze que soa ou um címbalo que retine. 2Se eu tivesse o dom da profecia, se conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, se tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, mas se não tivesse caridade, eu não seria nada. 3Se eu gastasse todos os meus bens para sustento dos pobres, se entregasse o meu corpo às chamas, mas não tivesse caridade, isso de nada me serviria. 4A caridade é paciente, é benigna; não é invejosa, não é vaidosa, não se ensoberbece; 5não faz nada de inconveniente, não é interesseira, não se encoleriza, não guarda rancor; 6não se alegra com a iniqüidade, mas regozija-se com a verdade. 7Suporta tudo, crê tudo, espera tudo, desculpa tudo. 8A caridade não acabará nunca. As profecias desaparecerão, as línguas cessarão, a ciência desaparecerá. 9Com efeito, o nosso conhecimento é limitado e a nossa profecia é imperfeita. 10Mas, quando vier o que é perfeito, desaparecerá o que é imperfeito. 11Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Quando me tornei adulto, rejeitei o que era próprio de criança. 12Agora nós vemos num espelho, confusamente, mas, então, veremos face a face. Agora, conheço apenas de modo imperfeito, mas, então, conhecerei como sou conhecido. 13Atualmente permanecem estas três coisas: fé, esperança, caridade. Mas a maior delas é a caridade. Palavra do Senhor. SALMO – SL 33(34),2-3.4-5.6-7.8-9.10-11 (R. 2A OU 9A) R.Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo! R.Ou: Provai e vede quão suave é o Senhor! 2Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo, / seu louvor estará sempre em minha boca. 3Minha alma se gloria no Senhor; / que ouçam os humildes e se alegrem! R. 4Comigo engrandecei ao Senhor Deus, / exaltemos todos juntos o seu nome!5Todas as vezes que o busquei, ele me ouviu, / e de todos os temores me livrou. R. 6Contemplai a sua face e alegrai-vos, / e vosso rosto não se cubra de vergonha!7Este infeliz gritou a Deus, e foi ouvido, / e o Senhor o libertou de toda angústia. R. 8O anjo do Senhor vem acampar / ao redor dos que o temem, e os salva. 9Provai e vede quão suave é o Senhor! / Feliz o homem que tem nele o seu refúgio! R. 10Respeitai o Senhor Deus, seus santos todos, / porque nada faltará aos que o temem. 11Os ricos empobrecem, passam fome, / mas aos que buscam o Senhor não falta nada. R. EVANGELHO – MT 18,1-5 Quem recebe em meu nome uma criança como esta, é a mim que recebe. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 18, 1-5 Naquela hora, 1os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: ‘Quem é o maior no Reino dos Céus?’2Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles3e disse: ‘Em verdade vos digo, se não vos converterdes, e não vos tornardes como crianças, não entrareis no Reino dos Céus. 4Quem se faz pequeno como esta criança, esse é o maior no Reino dos Céus. 5E quem recebe em meu nome uma criança como esta, é a mim que recebe. Palavra da Salvação. . Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. #LiturgiaDiária2508214ªFEIRADA21ªSEMANATEMPOCOMUM

  • Liturgia Diária – 24/08/21 – SÃO BARTOLOMEU, APÓSTOLO – SANTORAL

    Liturgia Diária SÃO BARTOLOMEU, APÓSTOLO – SANTORAL 1ª LEITURA – AP 21,9B-14 A muralha da cidade tinha doze alicerces, e sobre eles estavam escritos os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro. Leitura do Livro do Apocalipse de São João 21, 9b-14 9BUm anjo falou comigo e disse: ‘Vem! Vou mostrar-te a noiva, a esposa do Cordeiro’. 10Então me levou em espírito a uma montanha grande e alta. Mostrou-me a cidade santa, Jerusalém, descendo do céu, de junto de Deus, 11brilhando com a glória de Deus. Seu brilho era como o de uma pedra preciosíssima, como o brilho de jaspe cristalino. 12Estava cercada por uma muralha maciça e alta, com doze portas. Sobre as portas estavam doze anjos, e nas portas estavam escritos os nomes das doze tribos de Israel. 13Havia três portas do lado do oriente, três portas do lado norte, três portas do lado sul e três portas do lado do ocidente. 14A muralha da cidade tinha doze alicerces, e sobre eles estavam escritos os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro. Palavra do Senhor. SALMO – SL 144(145),10-11.12-13AB.17-18 (R. CF. 12A) R.Ó Senhor, vossos amigos anunciem vosso Reino glorioso! 10Que vossas obras, ó Senhor, vos glorifiquem, / e os vossos santos com louvores vos bendigam!11Narrem a glória e o esplendor do vosso reino / e saibam proclamar vosso poder! R. 12Para espalhar vossos prodígios entre os homens / e o fulgor de vosso reino esplendoroso. 13AO vosso reino é um reino para sempre, 13Bvosso poder, de geração em geração. R. 17É justo o Senhor em seus caminhos, / é santo em toda obra que ele faz. 18Ele está perto da pessoa que o invoca, / de todo aquele que o invoca lealmente. R. EVANGELHO – JO 1,45-51 Aí vem um israelita de verdade, um homem sem falsidade. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 1, 45-51 45Filipe encontrou-se com Natanael e lhe disse: ‘Encontramos aquele de quem Moisés escreveu na Lei, e também os profetas: Jesus de Nazaré, o filho de José’. 46Natanael disse: ‘De Nazaré pode sair coisa boa?’ Filipe respondeu: ‘Vem ver!’47Jesus viu Natanael que vinha para ele e comentou: ‘Aí vem um israelita de verdade, um homem sem falsidade’. 48Natanael perguntou: ‘De onde me conheces?’ Jesus respondeu: ‘Antes que Filipe te chamasse, enquanto estavas debaixo da figueira, eu te vi’. 49Natanael respondeu: ‘Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és o Rei de Israel’. 50Jesus disse: ‘Tu crês porque te disse: Eu te vi debaixo da figueira? Coisas maiores que esta verás!’51E Jesus continuou: ‘Em verdade, em verdade, eu vos digo: Vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem’. Palavra da Salvação. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. #liturgiadehojecomhomilia #meditandooevangelhodehoje #homiliadodiadehoje #homilia #liturgiadiáriadehoje #LiturgiaDiária240821SÃOBARTOLOMEUAPÓSTOLOSANTORAL #EVANGELHOCOMENTADO #liturgiadiáriacatólica #homiliadamissacatólica #evangelhododia #liturgiadaigrejacatólicadehoje #LITURGIACATÓLICA #liturgiadoevangelho #liturgiadoevangelhodehoje #evangelhomeditadodehoje #liturgiadamissa #liturgiadiária2021 #EVANGELHODODIADEHOJE #homiliadamissadehoje #liturgiadaigrejacatólica #HOMILIACATÓLICA #HOMILIADALITURGIADEHOJE #liturgiadehoje #evangelhodehoje #liturgiadiáriacomentada #evangelhodamissadehoje #liturgiadiária #liturgiadiáriadodiadehoje #homiliadaigrejacatólica #liturgia #homiliadoevangelhocatólico #HOMILIADEHOJE #liturgiadamissadehoje #liturgiadodia #HOMILIADODIA #homiliadoevangelhodehoje

  • Liturgia Diária – 23/08/21 – SANTA ROSA DE LIMA, VIRGEM – SANTORAL

    Liturgia Diária SANTA ROSA DE LIMA, VIRGEM – SANTORAL 1ª LEITURA – 2COR 10,17-11,2 Eu vos desposei a um único esposo, apresentando-vos a Cristo como virgem pura. Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios 10, 17-11, 2 Irmãos: 17Quem se gloria, glorie-se no Senhor. 18Pois é aprovado só aquele que o Senhor recomenda e não aquele que se recomenda a si mesmo. 11, 1Oxalá pudésseis suportar um pouco de insensatez, da minha parte. Na verdade, vós me suportais. 2Sinto por vós um amor ciumento semelhante ao amor que Deus vos tem. Fui eu que vos desposei a um único esposo, apresentando-vos a Cristo como virgem pura. Palavra do Senhor. SALMO – SL 148,1-2.11-13A.13C-14 (R. ALELUIA OU CF. 12A.13A) R.Aleluia, Aleluia, Aleluia. R.Ou: Vós jovens, vós moças e rapazes, louvai todos o nome do Senhor! 1Louvai o Senhor Deus nos altos céus, / louvai-o no excelso firmamento!2Louvai-o, anjos seus, todos louvai-o, / louvai-o, legiões celestiais! R. 11Reis da terra, povos todos, bendizei-o, / e vós, príncipes e todos os juízes; 12e vós, jovens, e vós, moças e rapazes, / anciãos e criancinhas, bendizei-o! 13ALouvem o nome do Senhor, louvem-no todos. R. 13CA majestade e esplendor de sua glória / ultrapassam em grandeza o céu e a terra. 14Ele exaltou seu povo eleito em poderio / ele é o motivo de louvor para os seus santos. / É um hino para os filhos de Israel, / este povo que ele ama e lhe pertence. R. EVANGELHO – MT 13,44-46 Vende todos os seus bens e compra aquele campo. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 13, 44-46 Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 44‘O Reino dos Céus é como um tesouro escondido no campo. Um homem o encontra e o mantém escondido. Cheio de alegria, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquele campo. 45O Reino dos Céus também é como um comprador que procura pérolas preciosas. 46Quando encontra uma pérola de grande valor, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquela pérola. Palavra do Senhor. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. #LiturgiaDiária230821SANTAROSADELIMAVIRGEMSANTORAL

  • Liturgia Diária – 22/08/21 – 21º DOMINGO – TEMPO COMUM

    Liturgia Diária 21º DOMINGO – TEMPO COMUM 1ª LEITURA – JS 24,1-2A.15-17.18B Serviremos ao Senhor, porque ele é o nosso Deus. Leitura do Livro de Josué 24, 1-2a. 15-17. 18b Naqueles dias: 1Josué reuniu em Siquém todas as tribos de Israel e convocou os anciãos, os chefes, os juízes e os magistrados, que se apresentaram diante de Deus. 2AEntão Josué falou a todo o povo: 15Se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei hoje a quem quereis servir: se aos deuses a quem vossos pais serviram na Mesopotâmia, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais. Quanto a mim e à minha família, nós serviremos ao Senhor’. 16E o povo respondeu, dizendo: ‘Longe de nós abandonarmos o Senhor, para servir a deuses estranhos. 17Porque o Senhor, nosso Deus, ele mesmo, é quem nos tirou, a nós e a nossos pais, da terra do Egito, da casa da escravidão. Foi ele quem realizou esses grandes prodígios diante de nossos olhos, e nos guardou por todos os caminhos por onde peregrinamos, e no meio de todos os povos pelos quais passamos. 18BPortanto, nós também serviremos ao Senhor, porque ele é o nosso Deus’. Palavra do Senhor. SALMO – SL 33,2-3.16-17.18-19.20-21.22-23 (R.9A) R.Provai e vede quão suave é o Senhor! 2Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo, / seu louvor estará sempre em minha boca. 3Minha alma se gloria no Senhor; / que ouçam os humildes e se alegrem! R. 16O Senhor pousa seus olhos sobre os justos, / e seu ouvido está atento ao seu chamado; 17mas ele volta a sua face contra os maus, / para da terra apagar sua lembrança. R. 18Clamam os justos, e o Senhor bondoso escuta / e de todas as angústias os liberta. 19Do coração atribulado ele está perto / e conforta os de espírito abatido. R. 20Muitos males se abatem sobre os justos, / mas o Senhor de todos eles os liberta. 21Mesmo os seus ossos ele os guarda e os protege, / e nenhum deles haverá de se quebrar. R. 22A malícia do iníquo leva à morte, / e quem odeia o justo é castigado. 23Mas o Senhor liberta a vida dos seus servos, / e castigado não será quem nele espera. R. 2ª LEITURA – EF 5,21-32 Este mistério é grande, em relação a Cristo e à Igreja. Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios 5, 21-32 Irmãos: 21Vós que temeis a Cristo, sede solícitos uns para com os outros. 22As mulheres sejam submissas aos seus maridos como ao Senhor. 23Pois o marido é a cabeça da mulher, do mesmo modo que Cristo é a cabeça da Igreja, ele, o Salvador do seu Corpo. 24Mas como a Igreja é solícita por Cristo, sejam as mulheres solícitas em tudo pelos seus maridos. 25Maridos, amai as vossas mulheres, como o Cristo amou a Igreja e se entregou por ela. 26Ele quis assim torná-la santa, purificando-a com o banho da água unida à Palavra. 27Ele quis apresentá-la a si mesmo esplêndida, sem mancha nem ruga, nem defeito algum, mas santa e irrepreensível. 28Assim é que o marido deve amar a sua mulher, como ao seu próprio corpo. Aquele que ama a sua mulher ama-se a si mesmo. 29Ninguém jamais odiou a sua própria carne. Ao contrário, alimenta-a e cerca-a de cuidados, como o Cristo faz com a sua Igreja; 30e nós somos membros do seu corpo!31Por isso o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne. 32Este mistério é grande, e eu o interpreto em relação a Cristo e à Igreja. Palavra do Senhor. EVANGELHO – JO 6,60-69 A quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 6, 60-69 Naquele tempo: 60muitos dos discípulos de Jesus que o escutaram, disseram: ‘Esta palavra é dura. Quem consegue escutá-la?’61Sabendo que seus discípulos estavam murmurando por causa disso mesmo, Jesus perguntou: ‘Isto vos escandaliza?62E quando virdes o Filho do Homem subindo para onde estava antes?63O Espírito é que dá vida, a carne não adianta nada. As palavras que vos falei são espírito e vida. 64Mas entre vós há alguns que não crêem’. Jesus sabia, desde o início, quem eram os que não tinham fé e quem havia de entregá-lo. 65E acrescentou: ‘É por isso que vos disse: ninguém pode vir a mim a não ser que lhe seja concedido pelo Pai’. 66A partir daquele momento, muitos discípulos voltaram atrás e não andavam mais com ele. 67Então, Jesus disse aos doze: ‘Vós também vos quereis ir embora?’68Simão Pedro respondeu: ‘A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. 69Nós cremos firmemente e reconhecemos que tu és o Santo de Deus’. Palavra da Salvação. NOSSA SENHORA, RAINHA – SANTORAL 1ª LEITURA – IS 9,1-6 Foi-nos dado um filho. Leitura do Livro do Profeta Isaías 9, 1-6 1O povo, que andava na escuridão, viu uma grande luz; para os que habitavam nas sombras da morte, uma luz resplandeceu. 2Fizeste crescer a alegria, e aumentaste a felicidade; todos se regozijam em tua presença como alegres ceifeiros na colheita, ou como exaltados guerreiros ao dividirem os despojos. 3Pois o jugo que oprimia o povo, – a carga sobre os ombros, o orgulho dos fiscais – tu os abateste como na jornada de Madiã. 4Botas de tropa de assalto, trajes manchados de sangue, tudo será queimado e devorado pelas chamas. 5Porque nasceu para nós um menino, foi-nos dado um filho; ele traz aos ombros a marca da realeza; o nome que lhe foi dado é: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai dos tempos futuros, Príncipe da Paz. 6Grande será o seu reino e a paz não há de ter fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reinado, que ele irá consolidar e confirmar em justiça e santidade, a partir de agora e para todo o sempre. O amor zeloso do Senhor dos exércitos há de realizar estas coisas. Palavra do Senhor. SALMO – SL 112(113),1-2.3-4.5-6.7-8 (R. 2, OU ALELUIA) R.Bendito seja o nome do Senhor, agora e por toda a eternidade! R.Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia. 1Louvai, louvai, ó servos do Senhor, / louvai, louvai o nome do Senhor!2Bendito seja o nome do Senhor, / agora e por toda a eternidade! R. 3Do nascer do sol até o seu ocaso, / louvado seja o nome do Senhor!4O Senhor está acima das nações, / sua glória vai além dos altos céus. R. 5Quem pode comparar-se ao nosso Deus, / ao Senhor, que no alto céu tem o seu trono / 6e se inclina para olhar o céu e a terra? R. 7Levanta da poeira o indigente / e do lixo ele retira o pobrezinho, 8para fazê-lo assentar-se com os nobres, / assentar-se com os nobres do seu povo. R. EVANGELHO – LC 1,26-38 Eis que conceberás e darás à luz um filho. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 1, 26-38 Naquele tempo: 26O anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, 27a uma virgem, prometida em casamento a um homem chamado José. Ele era descendente de Davi e o nome da virgem era Maria28O anjo entrou onde ela estava e disse: ‘Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!’29Maria ficou perturbada com estas palavras e começou a pensar qual seria o significado da saudação. 30O anjo, então, disse-lhe: ‘Não tenhas medo, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. 31Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus. 32Ele será grande, será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi. 33Ele reinará para sempre sobre os descendentes de Jacó, e o seu reino não terá fim’. 34Maria perguntou ao anjo: ‘Como acontecerá isso, se eu não conheço homem algum?’35O anjo respondeu: ‘O Espírito virá sobre ti, e o poder do Altissimo te cobrirá com sua sombra. Por isso, o menino que vai nascer será chamado Santo, Filho de Deus. 36Também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na velhice. Este já é o sexto mês daquela que era considerada estéril, 37porque para Deus nada é impossível’. 38Maria, então, disse: ‘Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!’ E o anjo retirou-se. Palavra da Salvação. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. #LiturgiaDiária22082121ºDOMINGOTEMPOCOMUM

  • Liturgia Diária – 21/08/21 – SÁBADO DA 20ª SEMANA – TEMPO COMUM

    SÁBADO DA 20ª SEMANA – TEMPO COMUM 1ª LEITURA – RT 2,1-3.8-11; 4,13-17 Bendito seja o Senhor, que não permitiu que faltasse um sucessor à tua família. Ele foi o pai de Jessé, pai de Davi. Leitura do Livro de Rute 2, 1-3. 8-11; 4, 13-17 1Noemi tinha um parente por parte do marido, homem poderoso e muito rico, da família de Elimelec, chamado Booz. 2Rute, a moabita, disse à sua sogra: ‘Permite que eu vá ao campo apanhar espigas, onde possa encontrar quem se mostre clemente para comigo’. Noemi respondeu: ‘Vai, minha filha’. 3Rute foi, pois, colher espigas num campo atrás dos ceifeiros. Aconteceu que aquele era justamente o campo de Booz, parente de Elimelec. 8E Booz disse a Rute: ‘Ouve, minha filha, não vás apanhar espigas a outro campo, e não te afastes daqui, mas junta-te às minhas servas. 9Observa onde estão ceifando e vai atrás delas; pois ordenei aos meus servos que ninguém te moleste. Quando tiveres sede, vai aos cântaros e bebe da água de que bebem os meus servos’. 10Então Rute, caindo-lhe aos pés, inclinou-se profundamente e disse: ‘como pude encontrar graça a teus olhos, e te dignaste fazer caso de mim, uma mulher estrangeira?’11Respondeu-lhe Booz: ‘Contaram-me tudo o que fizeste por tua sogra, depois da morte de teu marido: como deixaste teus pais e a terra onde nasceste, e vieste para um povo que antes não conhecias’. 4, 13Então Booz tomou Rute e recebeu-a como esposa. Uniu-se a ela e o Senhor concedeu-lhe a graça de conceber e dar à luz um filho. 14As mulheres diziam a Noemi: ‘Bendito seja o Senhor, que não permitiu que faltasse um sucessor à tua família e quis que o seu nome se conservasse em Israel, 15para que tenhas quem console a tua alma e te sustente na velhice, porque nasceu um menino de tua nora, que te ama e é para ti melhor que sete filhos’. 16E Noemi tomou o menino, colocou-o no colo, e serviu-lhe de ama. 17As vizinhas congratulavam-se com ela, dizendo: ‘Nasceu um filho a Noemi!’, e deram-lhe o nome de Obed. Ele foi o pai de Jessé, pai de Davi. Palavra do Senhor. SALMO – SL 127,1-2. 3. 4-5 (R. 4) R.Será assim abençoado todo aquele que respeita o Senhor. 1Feliz és tu se temes o Senhor / e trilhas seus caminhos!2Do trabalho de tuas mãos hás de viver, / serás feliz, tudo irá bem! R. 3A tua esposa é uma videira bem fecunda / no coração da tua casa; / os teus filhos são rebentos de oliveira / ao redor de tua mesa. R. 4Será assim abençoado todo homem / que teme o Senhor. 5O Senhor te abençoe de Sião, / cada dia de tua vida. R. EVANGELHO – MT 23,1-12 Eles falam mas não praticam. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 23, 1-12 Naquele tempo: 1Jesus falou às multidões e a seus discípulos: 2‘Os mestres da Lei e os fariseus têm autoridade para interpretar a Lei de Moisés. 3Por isso, deveis fazer e observar tudo o que eles dizem. Mas não imiteis suas ações! Pois eles falam e não praticam. 4Amarram pesados fardos e os colocam nos ombros dos outros, mas eles mesmos não estão dispostos a movê-los, nem sequer com um dedo. 5Fazem todas as suas ações só para serem vistos pelos outros. Eles usam faixas largas, com trechos da Escritura, na testa e nos braços, e põem na roupa longas franjas. 6Gostam de lugar de honra nos banquetes e dos primeiros lugares nas sinagogas; 7Gostam de ser cumprimentados nas praças públicas e de serem chamados de Mestre. 8Quanto a vós, nunca vos deixeis chamar de Mestre, pois um só é vosso Mestre e todos vós sois irmãos. 9Na terra, não chameis a ninguém de pai, pois um só é vosso Pai, aquele que está nos céus. 10Não deixeis que vos chamem de guias, pois um só é o vosso Guia, Cristo. 11Pelo contrário, o maior dentre vós deve ser aquele que vos serve. 12Quem se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado. ‘Palavra da Salvação. SÃO PIO X, PAPA – SANTORAL 1ª LEITURA – 1TS 2,2B-8 Desejávamos dar-vos não somente o evangelho de Deus, mas até, a própria vida. Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses 2, 2b-8 Irmãos: 2BEncontramos em Deus a coragem de vos anunciar o evangelho, em meio a grandes lutas. 3A nossa exortação não se baseia no erro, na ambigüidade ou no desejo de enganar. 4Ao contrário, uma vez que Deus nos achou dignos para que nos confiasse o evangelho, falamos não para agradar aos homens, mas a Deus, que examina os nossos corações. 5Bem sabeis que nunca usamos palavras de adulação, nem procedemos movidos por disfarçada ganância. Deus é testemunha disso. 6E também não procuramos elogios humanos, nem da parte de vós, nem de outros, 7embora pudéssemos fazer valer a nossa autoridade de apóstolos de Cristo. Foi com muita ternura que nos apresentamos a vós, como uma mãe que acalenta os seus filhinhos. 8Tanto bem vos queríamos, que desejávamos dar-vos não somente o evangelho de Deus, mas até, a própria vida; a tal ponto chegou a nossa afeição por vós. Palavra do Senhor. SALMO – SL 88(89),2-3.4-5.21-22.25 E 27 (R. CF. 2A) R.Ó Senhor, eu cantarei eternamente vosso amor. 2Ó Senhor, eu cantarei eternamente o vosso amor, / de geração em geração eu cantarei vossa verdade!3Porque dissestes: ‘O amor é garantido para sempre!’ / E a vossa lealdade é tão firme como os céus. R. 4‘Eu firmei uma Aliança com meu servo, meu eleito, / e eu fiz um juramento a Davi, meu servidor. 5Para sempre, no teu trono, firmarei tua linhagem, / de geração em geração garantirei o teu reinado!’ R. 21Encontrei e escolhi a Davi, meu servidor, / e o ungi, para ser rei, com meu óleo consagrado. 22Estará sempre com ele minha mão onipotente, / e meu braço poderoso há de ser a sua força. R. 25Minha verdade e meu amor estarão sempre com ele, / sua força e seu poder por meu nome crescerão. 27Ele, então, me invocará: `Ó Senhor, vós sois meu Pai, / sois meu Deus, sois meu Rochedo onde encontro a salvação’! R. EVANGELHO – JO 21,15-17 Apascenta os meus cordeiros. Apascenta as minhas ovelhas. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 21, 15-17 Jesus manifestou-se aos seus discípulos e, 15depois de comerem, perguntou a Simão Pedro: ‘Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes?’ Pedro respondeu: ‘Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo’. Jesus disse: ‘Apascenta os meus cordeiros’. 16E disse de novo a Pedro: ‘Simão, filho de João, tu me amas?’ Pedro disse: ‘Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo’. Jesus disse-lhe: ‘Apascenta as minhas ovelhas’. 17Pela terceira vez, perguntou a Pedro: ‘Simão, filho de João, tu me amas?’ Pedro ficou triste, porque Jesus perguntou três vezes se ele o amava. Respondeu: ‘Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo’. Jesus disse-lhe: ‘Apascenta as minhas ovelhas’. Palavra da Salvação. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. #LiturgiaDiária210821SÁBADODA20ªSEMANATEMPOCOMUM

  • Liturgia Diária – 20/08/21 – 6ª-FEIRA DA 20ª SEMANA – TEMPO COMUM

    Liturgia Diária 6ª-FEIRA DA 20ª SEMANA – TEMPO COMUM 1ª LEITURA – RT 1,1.3-6.14B-16.22 Noemi acompanhada de sua nora Rute, a moabita, regressou a Belém Início do Livro de Rute 1, 1. 3-6. 14b-16. 22 1No tempo em que os juízes governavam, houve uma fome no país e um homem de Belém de Judá foi morar nos campos de Moab com sua mulher e seus dois filhos. 3Entretanto, morreu Elimelec, marido de Noemi, e esta ficou sozinha com seus dois filhos. 4Eles casaram-se com mulheres moabitas, uma das quais se chamava Orfa, a outra, Rute. E ali permaneceram uns dez anos. 5Depois morreram também os dois, Maalon e Quelion e a mulher ficou só, sem os dois filhos e sem o marido. 6Então ela se dispôs a voltar do campo de Moab para a sua pátria com as duas noras, porque tinha ouvido dizer que o Senhor havia olhado para o seu povo, e lhe tinha dado alimentos. 14BOrfa beijou sua sogra e partiu. Rute, porém, ficou com Noemi. 15Esta disse-lhe: ‘Olha, tua cunhada voltou para o seu povo e para os seus deuses. Vai com ela’. 16Mas Rute respondeu: ‘Não insistas comigo para que te deixe e me afaste de ti. Porque para onde fores irei contigo, onde pousares, lá pousarei eu também. Teu povo será o meu povo, e o teu Deus será o meu Deus’. 22Assim Noemi voltou dos campos de Moab, acompanhada de sua nora Rute, a moabita. Regressaram a Belém, quando começava a colheita da cevada. Palavra do Senhor. SALMO – SL 145,5-6. 7. 8-9A. 9BC-10 (R. 2A) R.Bendize, ó minha alma, ao Senhor! R.Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia. 5É feliz todo homem que busca / seu auxílio no Deus de Jacó, / e que põe no Senhor a esperança. 6O Senhor fez o céu e a terra, / fez o mar e o que neles existe. R. 7O Senhor faz justiça aos que são oprimidos; / ele dá alimento aos famintos, / é o Senhor quem liberta os cativos. R. 8O Senhor abre os olhos aos cegos / o Senhor faz erguer-se o caído; / o Senhor ama aquele que é justo 9AÉ o Senhor quem protege o estrangeiro. R. 9BEle ampara a viúva e o órfão 9Cmas confunde os caminhos dos maus. 10O Senhor reinará para sempre! / Ó Sião, o teu Deus reinará / para sempre e por todos os séculos! R. EVANGELHO – MT 22,34-40 Amarás o Senhor teu Deus, e ao teu próximo como a ti mesmo. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 22, 34-40 Naquele tempo: 34Os fariseus ouviram dizer que Jesus tinha feito calar os saduceus. Então eles se reuniram em grupo, 35e um deles perguntou a Jesus, para experimentá-lo: 36‘Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?’37Jesus respondeu: ‘`Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento!’38Esse é o maior e o primeiro mandamento. 39O segundo é semelhante a esse: `Amarás ao teu próximo como a ti mesmo’. 40Toda a Lei e os profetas dependem desses dois mandamentos. Palavra da Salvação SÃO BERNARDO, ABADE E DOUTOR DA IGREJA – SANTORAL 1ª LEITURA – ECLO 15,1-6 Ela o encherá do espírito de sabedoria e inteligência. Leitura do Livro do Eclesiástico 15, 1-6 1Quem teme a Deus, faz o bem; e quem observa a lei, consegue a sabedoria. 2Ela vem aos seu encontro como mãe venerada, e como jovem esposa o abraça. 3Ela o alimenta com o pão da vida e do entendimento e lhe dá de beber a água da salutar sabedoria. Nela ele se apóia e não cai; 4confia nela e não será enganado. Ela o eleva entre seus companheiros5e faz com que ele tome a palavra no meio da assembléia. Ela o encherá do espírito de sabedoria e inteligência, e o cobrirá com o manto da glória. 6Ele encontra a felicidade e uma coroa de alegria e ainda terá, como herança, um nome imortal. Palavra do Senhor. SALMO – SL 118(119),9.10.11.12.13.14 (R. 12B) R.Ó Senhor, ensinai-me os vossos mandamentos! 9Como um jovem poderá ter vida pura? / Observando, ó Senhor, vossa palavra. R. 10De todo o coração eu vos procuro, / não deixeis que eu abandone a vossa lei! R. 11Conservei no coração vossas palavras, / a fim de eu não peque contra vós. R. 12Ó Senhor, vós sois bendito para sempre; / os vossos mandamentos ensinai-me! R. 13Com meus lábios, ó Senhor, eu enumero / os decretos que ditou a vossa boca. R. 14Seguindo vossa lei me rejubilo / muito mais do que em todas as riquezas. R. EVANGELHO – JO 17,20-26 Para que eles cheguem à unidade perfeita. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 17, 20-26 Naquele tempo, Jesus levantou os olhos ao céu e disse: Pai Santo, 20eu não te rogo somente por eles, mas também por aqueles que vão crer em mim pela sua palavra, 21para que todos sejam um como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, e para que eles estejam em nós, a fim de que o mundo creia que tu me enviaste. 22Eu dei-lhes glória que tu me deste, para que eles sejam um, como nós somos um: 23eu neles e tu em mim, para que assim eles cheguem à unidade perfeita e o mundo reconheça que tu me enviaste e os amaste, como me amaste a mim. 24Pai, aqueles que me deste, quero que estejam comigo onde eu estiver, para que eles contemplem a minha glória, glória que tu me deste porque me amaste antes da fundação do universo. 25Pai justo, o mundo não te conheceu, mas eu te conheci, e estes também conheceram que tu me enviaste. 26Eu lhes fiz conhecer o teu nome, e o tornarei conhecido ainda mais, para que o amor com que me amaste esteja neles, e eu mesmo esteja neles’. Palavra da Salvação. 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  • Liturgia Diária – 19/08/21 – 5ª-FEIRA DA 20ª SEMANA – TEMPO COMUM

    Liturgia Diária 5ª-FEIRA DA 20ª SEMANA – TEMPO COMUM 1ª LEITURA – JZ 11,29-39A A primeira pessoa que sair de minha casa pertencerá ao Senhor e eu a oferecerei em holocausto. Leitura do Livro dos Juízes 11, 29-39a Naqueles dias: 29O espírito do Senhor veio sobre Jefté e ele, atravessando Galaad e Manassés, passou por Masfa e Galaad e de lá marchou contra os filhos de Amon. 30E Jefté fez um voto ao Senhor, dizendo: ‘Se entregares os amonitas em minhas mãos, 31a primeira pessoa que sair da porta de minha casa para vir ao meu encontro, quando eu voltar vencedor sobre os amonitas, pertencerá ao Senhor e eu a oferecerei em holocausto’. 32Jefté passou às terras dos amonitas para combater contra eles, e o Senhor entregou-os em suas mãos. 33E Jefté fez uma grande mortandade em vinte cidades, desde Aroer até a entrada de Menit e até Abel-Carmim, e assim os filhos de Amon foram subjugados pelos filhos de Israel. 34Quando Jefté voltou para sua casa em Masfa, sua filha veio-lhe ao encontro, dançando ao som do tamborim. Era a sua única filha, pois não tinha mais filhos. 35Ao vê-la, rasgou as vestes e bradou: ‘Ai! Minha filha, tu me prostraste de dor! És a causa da minha desgraça! Pois fiz uma promessa ao Senhor e não posso voltar atrás’. 36Então ela respondeu: ‘Meu pai, se fizeste um voto ao Senhor, trata-me segundo o que prometeste, porque o Senhor concedeu que te vingasses de teus inimigos, os amonitas’. 37Depois, disse ao pai: ‘Concede-me apenas o que te peço: deixa-me livre dois meses para ir vagar pelos montes com minhas companheiras e chorar a minha virgindade’. 38‘Vai!’, respondeu ele. E deixou-a partir por dois meses. Ela foi com suas companheiras chorar pelos montes a sua virgindade. 39Aassados os dois meses, voltou para o seu pai e ele cumpriu o voto que tinha feito Palavra do Senhor. SALMO – SL 39,5. 7-8A. 8B-9. 10 (R. CF. 8A.9A) R.Eis que venho fazer, com prazer, a vossa vontade Senhor! 5É feliz quem a Deus se confia; / quem não segue os que adoram os ídolos / e se perdem por falsos caminhos. R. 7Sacrifício e oblação não quisestes, / mas abristes, Senhor, meus ouvidos; / não pedistes ofertas nem vítimas, / holocaustos por nossos pecados, 8AE então eu vos disse: ‘Eis que venho!’ R. 8BSobre mim está escrito no livro: 9‘Com prazer faço a vossa vontade, / guardo em meu coração vossa lei!’ R. 10Boas-novas de vossa justiça / anunciei numa grande assembléia; / vós sabeis: não fechei os meus lábios! R. EVANGELHO – MT 22,1-14 Convidai para a festa todos os que encontrardes. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 22, 1-14 Naquele tempo: Jesus voltou a falar em parábolas aos sumos sacerdotes e aos anciãos do povo, 2dizendo: ‘O Reino dos Céus é como a história do rei que preparou a festa de casamento do seu filho. 3E mandou os seus empregados para chamar os convidados para a festa, mas estes não quiseram vir. 4O rei mandou outros empregados, dizendo: `Dizei aos convidados: já preparei o banquete, os bois e os animais cevados já foram abatidos e tudo está pronto. Vinde para a festa!’5Mas os convidados não deram a menor atenção: um foi para o seu campo, outro para os seus negócios, 6outros agarraram os empregados, bateram neles e os mataram. 7O rei ficou indignado e mandou suas tropas para matar aqueles assassinos e incendiar a cidade deles. 8Em seguida, o rei disse aos empregados: `A festa de casamento está pronta, mas os convidados não foram dignos dela. 9Portanto, ide até às encruzilhadas dos caminhos e convidai para a festa todos os que encontrardes. ‘10Então os empregados saíram pelos caminhos e reuniram todos os que encontraram, maus e bons. E a sala da festa ficou cheia de convidados. 11Quando o rei entrou para ver os convidados, observou ali um homem que não estava usando traje de festa12e perguntou-lhe: `Amigo, como entraste aqui sem o traje de festa?’ Mas o homem nada respondeu. 13Então o rei disse aos que serviam: `Amarrai os pés e as mãos desse homem e jogai-o fora, na escuridão! Ali haverá choro e ranger de dentes’. 14Por que muitos são chamados, e poucos são escolhidos. ‘ Palavra da Salvação. SÃO JOÃO EUDES, PRESB. – SANTORAL 1ª LEITURA – EF 3,14-19 Conhecer o amor de Cristo, que ultrapassa todo o conhecimento. Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios 3, 14-19 Irmãos: 14Eu dobro os joelhos diante do Pai, 15de quem toda e qualquer família recebe seu nome, no céu e sobre a terra. 16Que ele vos conceda, segundo a riqueza da sua glória, serdes robustecidos, por seu Espírito, quanto ao homem interior, 17que ele faça habitar, pela fé, Cristo em vossos corações, que estejais enraizados e fundados no amor. 18Tereis assim a capacidade de compreender, com todos os santos, qual a largura, o comprimento, a altura, a profundidade, 19e de conhecer o amor de Cristo, que ultrapassa todo o conhecimento, a fim de que sejais cumulados até receber toda a plenitude de Deus. Palavra do Senhor. SALMO – SL 130(131),1.2.3 R.Guardai-me, em paz, junto a vós, ó Senhor! 1Senhor, meu coração não é orgulhoso, / nem se eleva arrogante o meu olhar; / não ando à procura de grandezas, / nem tenho pretensões ambiciosas! R. 2Fiz calar e sossegar a minha alma; / ela está em grande paz dentro de mim, / como a criança bem tranqüila, amamentada / no regaço acolhedor de sua mãe. R. 3Confia no Senhor, ó Israel, / desde agora e por toda a eternidade! R. EVANGELHO – MT 11,25-30 Eu sou manso e humilde de coração. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 11, 25-30 Naquele tempo, Jesus pôs-se a dizer: 25‘Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. 26Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado. 27Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar. 28Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso. 29Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vós encontrareis descanso. 30Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. Palavra da Salvação. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. #LiturgiaDiária1908215ªFEIRADA20ªSEMANATEMPOCOMUM

  • Liturgia Diária – 18/08/21 – 4ª-FEIRA DA 20ª SEMANA – TEMPO COMUM

    Liturgia Diária 4ª-FEIRA DA 20ª SEMANA – TEMPO COMUM 1ª LEITURA – JZ 9,6-15 Dissestes: é um rei que deve reinar sobre nós, quando o Senhor vosso Deus é o vosso rei. Leitura do Livro dos Juízes 9, 6-15 Naquele tempo: 6Todos os habitantes de Siquém e os de Bet-Melo se reuniram junto a um carvalho que havia em Siquém e proclamaram rei a Abimelec. 7Informado disso, Joatão foi postar-se no cume do monte Garizim e se pôs a gritar em alta voz, dizendo: ‘Ouvi-me, moradores de Siquém, e que Deus vos ouça. 8Certa vez, as árvores resolveram ungir um rei para reinar sobre elas, e disseram à oliveira: ‘Reina sobre nós`. 9Mas ela respondeu: ‘Iria eu renunciar ao meu azeite, com que se honram os deuses e os homens, para me balançar acima das árvores?’10Então as árvores disseram à figueira: ‘Vem e reina sobre nós’. 11E ela lhes respondeu: ‘Iria eu renunciar à minha doçura e aos saborosos frutos, ‘12As árvores disseram então à videira: ‘Vem e reina sobre nós’. 13E ela lhes respondeu: ‘Iria eu renunciar ao meu vinho, que alegra os deuses e os homens, para me balançar acima das outras árvores?’14Por fim, todas as árvores disseram ao espinheiro: ‘Vem tu reinar sobre nós’. 15O espinheiro respondeu-lhes: ‘Se deveras me constituís vosso rei, vinde e repousai à minha sombra; mas se não o quereis, saia fogo do espinheiro e devore os cedros do Líbano!’. Palavra do Senhor. SALMO – SL 20,2-3. 4-5. 6-7 (R. 2A) R.Ó Senhor, em vossa força o rei se alegra. 2Ó Senhor, em vossa força o rei se alegra; / quanto exulta de alegria em vosso auxílio!3O que sonhou seu coração, lhe concedestes; / não recusastes os pedidos de seus lábios. R. 4Com bênção generosa o preparastes; / de ouro puro coroastes sua fronte. 5A vida ele pediu e vós lhe destes, / longos dias, vida longa pelos séculos. R. 6É grande a sua glória em vosso auxílio; / de esplendor e majestade o revestistes. 7Transformastes o seu nome numa bênção, / e o cobristes de alegria em vossa face. R. EVANGELHO – MT 20,1-16A Estás com inveja porque eu estou sendo bom? + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 20, 1-16a Naquele tempo: Jesus contou esta parábola a seus discípulos: 1‘O Reino dos Céus é como a história do patrão que saiu de madrugada para contratar trabalhadores para a sua vinha. 2Combinou com os trabalhadores uma moeda de prata por dia, e os mandou para a vinha. 3Às nove horas da manhã, o patrão saiu de novo, viu outros que estavam na praça, desocupados, 4e lhes disse: ‘Ide também vós para a minha vinha! E eu vos pagarei o que for justo’. 5E eles foram. O patrão saiu de novo ao meio-dia e às três horas da tarde, e fez a mesma coisa. 6Saindo outra vez pelas cinco horas da tarde, encontrou outros que estavam na praça, e lhes disse: `Por que estais aí o dia inteiro desocupados?’7Eles responderam: `Porque ninguém nos contratou’. O patrão lhes disse: `Ide vós também para a minha vinha’. 8Quando chegou a tarde, o patrão disse ao administrador: `Chama os trabalhadores e paga-lhes uma diária a todos, começando pelos últimos até os primeiros!’9Vieram os que tinham sido contratados às cinco da tarde e cada um recebeu uma moeda de prata. 10Em seguida vieram os que foram contratados primeiro, e pensavam que iam receber mais. Porém, cada um deles também recebeu uma moeda de prata. 11Ao receberem o pagamento, começaram a resmungar contra o patrão: 12`Estes últimos trabalharam uma hora só, e tu os igualaste a nós, que suportamos o cansaço e o calor o dia inteiro’. 13Então o patrão disse a um deles: `Amigo, eu não fui injusto contigo. Não combinamos uma moeda de prata?14Toma o que é teu e volta para casa! Eu quero dar a este que foi contratado por último o mesmo que dei a ti. 15Por acaso não tenho o direito de fazer o que quero com aquilo que me pertence? Ou estás com inveja, porque estou sendo bom?’16AAssim, os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos. ‘Palavra da Salvação. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. #LiturgiaDiária1808214ªFEIRADA20ªSEMANATEMPOCOMUM

  • Liturgia Diária – 17/08/21 – 3ª-FEIRA DA 20ª SEMANA – TEMPO COMUM

    Liturgia Diária 3ª-FEIRA DA 20ª SEMANA – TEMPO COMUM 1ª LEITURA – JZ 6,11-24A Vai, e livra Israel. Sou eu que te envio. Leitura do Livro dos Juízes 6, 11-24a Naqueles dias: 11Veio então o anjo do Senhor e sentou-se debaixo de um carvalho que havia em Efra, e pertencia a Joás, da família de Abiezer. Gedeão, seu filho, estava sacudindo e limpando o trigo na eira, para o esconder dos madianitas, 12quando o anjo do Senhor lhe apareceu e disse: ‘O Senhor está contigo, valente guerreiro!’. 13Gedeão respondeu: ‘Se o Senhor está conosco, peço-te, Senhor, que me digas por que nos aconteceu tudo isto? Onde estão aquelas tuas maravilhas que nossos pais nos contaram, dizendo: ‘O Senhor nos tirou do Egito’? Mas agora o Senhor nos abandonou e nos entregou nas mãos dos madianitas’. 14Então o Senhor voltou-se para ele e disse: ‘vai, e com essa força que tens livra Israel da mão dos madianitas. Sou eu que te envio’. 15Gedeão replicou-lhe; ‘Dize-me, te peço, meu senhor, como poderei eu libertar Israel? Minha família é a mais humilde de Manassés, e eu sou o último na casa de meu pai’. 16O Senhor lhe respondeu: ‘Eu estarei contigo, e tu derrotarás os madianitas como se fossem um só homem’. 17E Gedeão prosseguiu; ‘Se achei graça diante de ti, dá-me um sinal de que és tu que falas comigo. 18Não te afastes daqui, até que eu volte, com uma oferenda para te apresentar’. E o senhor respondeu: ‘Ficarei aqui até voltares’. 19Gedeão retirou-se, preparou um cabrito e, com uma medida de farinha, fez pães ázimos. Pôs a carne num cesto e o caldo numa vasilha, levou tudo para debaixo do carvalho e lhe apresentou. 20O anjo do Senhor lhe disse: ‘Toma a carne e os pães ázimos, coloca-os sobre esta pedra e derrama por cima o caldo’. E Gedeão assim fez. 21O anjo do Senhor estendeu a ponta da vara que tinha na mão e tocou na carne e nos pães ázimos. Levantou-se então um fogo da pedra e consumiu a carne e os pães. E o anjo do senhor desapareceu da sua vista. 22Percebendo que era o anjo do Senhor, Gedeão exclamou: ‘Ai de mim, Senhor Deus, porque vi o anjo do Senhor face a face!’. 23Mas o Senhor lhe disse: ‘A paz esteja contigo, não tenhas medo: não morrerás!’24AEntão Gedeão construiu ali mesmo um altar ao Senhor e o chamou: ‘O Senhor é paz’. Palavra do Senhor. SALMO – SL 84,9. 11-12. 13-14 (R. 9B) R.O Senhor anunciará a paz para o seu povo. 9Quero ouvir o que o Senhor irá falar: / é a paz que ele vai anunciar; / a paz para o seu povo e seus amigos, / para os que voltam ao Senhor seu coração. R. 11A verdade e o amor se encontrarão, / a justiça e a paz se abraçarão; 12da terra brotará a fidelidade, / e a justiça olhará dos altos céus. R. 13O Senhor nos dará tudo o que é bom, / e a nossa terra nos dará suas colheitas; 14a justiça andará na sua frente / e a salvação há de seguir os passos seus. R. EVANGELHO – MT 19,23-30 É mais fácil um camelo entrar pelo buraco de uma agulha, do que um rico entrar no Reino de Deus. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 19, 23-30 Naquele tempo: 23Jesus disse aos discípulos: ‘Em verdade vos digo, dificilmente um rico entrará no Reino dos Céus. 24E digo ainda: é mais fácil um camelo entrar pelo buraco de uma agulha, do que um rico entrar no Reino de Deus. ‘25Ouvindo isso, os discípulos ficaram muito espantados, e perguntaram: ‘Então, quem pode ser salvo?’26Jesus olhou para eles e disse: ‘Para os homens isso é impossível, mas para Deus tudo é possível. ‘27Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: ‘Vê! Nós deixamos tudo e te seguimos. O que haveremos de receber?’28Jesus respondeu: ‘Em verdade vos digo, quando o mundo for renovado e o Filho do Homem se sentar no trono de sua glória, também vós, que me seguistes, havereis de sentar-vos em doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel. 29E todo aquele que tiver deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos, campos, por causa do meu nome, receberá cem vezes mais e terá como herança a vida eterna. 30Muitos que agora são os primeiros, serão os últimos. E muitos que agora são os últimos, serão os primeiros. Palavra da Salvação. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. #LiturgiaDiária1708213ªFEIRADA20ªSEMANATEMPOCOMUM

  • Liturgia Diária – 16/08/21 – 2ª-FEIRA DA 20ª SEMANA – TEMPO COMUM

    Liturgia Diária 2ª-FEIRA DA 20ª SEMANA – TEMPO COMUM 1ª LEITURA – JZ 2,11-19 O Senhor mandou-lhes juízes; eles, porém, nem aos seus juízes quiseram ouvir. Leitura do Livro dos Juízes 2, 11-19 Naqueles dias: 11Os filhos de Israel fizeram o que desagrada ao Senhor, servindo a deuses cananeus. 12Abandonaram o Senhor, o Deus de seus pais, que os havia tirado do Egito, e seguiram outros deuses dos povos que em torno deles habitavam, e os adoraram, provocando assim a ira do Senhor. 13Afastaram-se do Senhor, para servir a Baal e a Astarte. 14Por isso acendeu-se contra Israel a ira do Senhor, que os entregou nas mãos dos salteadores que os saqueavam, e os vendeu aos inimigos que habitavam nas redondezas. E eles não puderam resistir aos seus adversários. 15Em tudo o que desejassem empreender, a mão do Senhor estava contra eles para sua desgraça, como lhes havia dito e jurado. A sua aflição era extrema. 16Então o Senhor mandou-lhes juízes, que os livrassem das mãos dos saqueadores. 17Eles, porém, nem aos seus juízes quiseram ouvir, e continuavam a prostituir-se com outros deuses, adorando-os. Depressa se afastaram do caminho seguido por seus pais, que haviam obedecido aos mandamentos do Senhor; não procederam como eles. 18Sempre que o Senhor lhes mandava juízes, o Senhor estava com o juiz, e os livrava das mãos dos inimigos enquanto o juiz vivia, porque o Senhor se deixava comover pelos gemidos dos aflitos. 19Mas, quando o juiz morria, voltavam a cair e portavam-se pior que seus pais, seguindo outros deuses, servindo-os e adorando-os. Não desistiram de suas obras perversas nem da sua conduta obstinada. Palavra do Senhor. SALMO – SL 105,34-35. 36-37. 39-40. 43AB.44 (R. 4A) R.Lembrai-vos de nós ó Senhor, segundo o amor para com vosso povo! 34Não quiseram suprimir aqueles povos, / que o Senhor tinha mandado exterminar; 35misturaram-se, então, com os pagãos, / e aprenderam seus costumes depravados. R. 36Aos ídolos pagãos prestaram culto, / que se tornaram armadilha para eles; 37pois imolaram até mesmo os próprios filhos, / sacrificaram suas filhas aos demônios. R. 39Contaminaram-se com suas próprias obras, / prostituíram-se em crimes incontáveis. 40Acendeu-se a ira de Deus contra o seu povo, / e o Senhor abominou a sua herança. R. 43AQuantas vezes o Senhor os libertou! 43BEles, porém, por malvadez o provocavam, 44Mas o Senhor tinha piedade do seu povo, / quando ouvia o seu grito na aflição. R. EVANGELHO – MT 19,16-22 Se tu queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, e terás um tesouro no céu. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 19, 16-22 16Alguém aproximou-se de Jesus e disse: ‘Mestre, o que devo fazer de bom para possuir a vida eterna?’17Jesus respondeu: ‘Por que tu me perguntas sobre o que é bom? Um só é o Bom. Se tu queres entrar na vida, observa os mandamentos. ‘18O homem perguntou: ‘Quais mandamentos?’ Jesus respondeu: ‘Não matarás, não cometerás adultério, não roubarás, não levantarás falso testemunho, 19honra teu pai e tua mãe, e ama teu próximo como a ti mesmo. ‘20O jovem disse a Jesus: ‘Tenho observado todas essas coisas. O que ainda me falta?’21Jesus respondeu: ‘Se tu queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me. ‘22Quando ouviu isso, o jovem foi embora cheio de tristeza, porque era muito rico. Palavra da Salvação. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. #LiturgiaDiária1608212ªFEIRADA20ªSEMANATEMPOCOMUM

  • Liturgia Diária – 15/08/21 – ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA – SANTORAL

    Watch this video on YouTube. Liturgia Diária ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA – SANTORAL 1ª LEITURA – AP 11,19A; 12,1-6A.10AB Apareceu no céu um grande sinal. Leitura do Livro do Apocalipse de São João 11, 19a; 12, 1-6a. 10ab 19AAbriu-se o Templo de Deus que está no céu e apareceu no Templo a arca da Aliança. 12, 1Então apareceu no céu um grande sinal: uma mulher vestida de sol, tendo a lua debaixo dos pés e sobre a cabeça uma coroa de doze estrelas. 2Estava grávida e gritava em dores de parto, atormentada para dar à luz. 3Então apareceu outro sinal no céu: um grande Dragão, cor de fogo. Tinha sete cabeças e dez chifres e, sobre as cabeças, sete coroas. 4Com a cauda, varria a terça parte das estrelas do céu, atirando-as sobre a terra. O Dragão parou diante da Mulher que estava para dar à luz, pronto para devorar o seu Filho, logo que nascesse. 5E ela deu à luz um filho homem, que veio para governar todas as nações com cetro de ferro. Mas o Filho foi levado para junto de Deus e do seu trono. 6AA mulher fugiu para o deserto, onde Deus lhe tinha preparado um lugar. 10ABOuvi então uma voz forte no céu, proclamando: ‘Agora realizou-se a salvação, a força e a realeza do nosso Deus, e o poder do seu Cristo’. Palavra do Senhor. SALMO – SL 44(45),10BC.11.12AB.16 (R. 10B) R.À vossa direita se encontra a rainha, com veste esplendente de ouro de Ofir. 10BAs filhas de reis vêm ao vosso encontro, Ce à vossa direita se encontra a rainha / com veste esplendente de ouro de Ofir. / 11.Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto: / ‘Esquecei vosso povo e a casa paterna!12AQue o Rei se encante com vossa beleza!BPrestai-lhe homenagem: é vosso Senhor!16Entre cantos de festa e com grande alegria, / ingressam, então, no palácio real’. 2ª LEITURA – 1COR 15,20-26.28 Entregará a realeza a Deus-Pai, para que Deus seja tudo em todos. Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios 15, 20-26. 28 Irmãos: 20Na realidade, Cristo ressuscitou dos mortos como primícias dos que morreram. 21Com efeito, por um homem veio a morte e é também por um homem que vem a ressurreição dos mortos. 22Como em Adão todos morrem, assim também em Cristo todos reviverão. 23Porém, cada qual segundo uma ordem determinada: Em primeiro lugar, Cristo, como primícias; depois, os que pertencem a Cristo, por ocasião da sua vinda. 24A seguir, será o fim, quando ele entregar a realeza a Deus-Pai, depois de destruir todo principado e todo poder e força. 25Pois é preciso que ele reine até que todos os seus inimigos estejam debaixo de seus pés. 26O último inimigo a ser destruído é a morte. 28E, quando todas as coisas estiverem submetidas a ele, então o próprio Filho se submeterá àquele que lhe submeteu todas as coisas, para que Deus seja tudo em todos. Palavra do Senhor. EVANGELHO – LC 1,39-56 Como posso merecer que a mãe do meu Senhor venha visitar-me? + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 1, 39-56 39Naqueles dias, Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judéia. 40Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel. 41Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. 42Com um grande grito, exclamou: ‘Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre!’43Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar?44Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria no meu ventre. 45Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido, o que o Senhor lhe prometeu’. 46Maria disse: ‘A minha alma engrandece o Senhor, 47e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador, 48pois, ele viu a pequenez de sua serva, eis que agora as gerações hão de chamar-me de bendita. 49O Poderoso fez por mim maravilhas e Santo é o seu nome!50Seu amor, de geração em geração, chega a todos que o respeitam. 51Demonstrou o poder de seu braço, dispersou os orgulhosos. 52Derrubou os poderosos de seus tronos e os humildes exaltou. 53De bens saciou os famintos despediu, sem nada, os ricos. 54Acolheu Israel, seu servidor, fiel ao seu amor, 55como havia prometido aos nossos pais, em favor de Abraão e de seus filhos, para sempre’. 56Maria ficou três meses com Isabel; depois voltou para casa. Palavra da Salvação. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. #LiturgiaDiária150821ASSUNÇÃODENOSSASENHORASANTORAL

  • Liturgia Diária – 14/08/21 – SÁBADO DA 19ª SEMANA – TEMPO COMUM

    Liturgia Diária SÁBADO DA 19ª SEMANA – TEMPO COMUM 1ª LEITURA – JS 24,14-29 Escolhei hoje a quem quereis servir Leitura do Livro de Josué 24, 14-29 Naqueles dias, Josué disse a todo o povo: 14Agora, pois, temei ao Senhor e servi-o com um coração íntegro e sincero, e lançai fora os deuses a quem vossos pais serviram na Mesopotâmia e no Egito, e servi ao Senhor. 15Contudo, se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei hoje a quem quereis servir: se aos deuses a quem vossos pais serviram na Mesopotâmia, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais. Quanto a mim e à minha família, nós serviremos ao Senhor’. 16E o povo respondeu, dizendo: ‘Longe de nós abandonarmos o Senhor, para servir a deuses estranhos. 17Porque o Senhor, nosso Deus, ele mesmo, é quem nos tirou, a nós e a nossos pais, da terra do Egito, da casa da escravidão. Foi ele quem realizou esses grandes prodígios diante de nossos olhos, e nos guardou por todos os caminhos por onde peregrinamos, e no meio de todos os povos pelos quais passamos. 18O Senhor expulsou diante de nós todas as nações, especialmente os amorreus, que habitavam a terra em que entramos. Portanto, nós também serviremos ao Senhor, porque ele é o nosso Deus’. 19Então Josué disse ao povo: ‘Não podeis servir ao Senhor, pois ele é um Deus santo, um Deus ciumento, que não suportará vossas transgressões e pecados. 20Se abandonardes o Senhor e servirdes a deuses estranhos, ele se voltará contra vós, e vos tratará mal e vos aniquilará, depois de vos ter tratado bem’. 21O povo, porém, respondeu a Josué: ‘Não! É ao Senhor que serviremos’. 22Josué então disse ao povo: ‘Sois testemunhas contra vós mesmos de que escolhestes o Senhor para servi-lo’. E eles responderam: ‘Sim! Somos testemunhas!’23‘Sendo assim’, disse Josué, ‘tirai do meio de vós os deuses estranhos e inclinai os vossos corações para o Senhor, Deus de Israel’. 24O povo disse a Josué: ‘Serviremos ao Senhor, nosso Deus, e seremos obedientes aos seus preceitos’. 25Naquele dia, Josué estabeleceu uma aliança com o povo, e lhes propôs preceitos e leis em Siquém. 26Josué escreveu estas palavras no Livro da Lei de Deus. A seguir, tomou uma grande pedra e levantou-a ali, debaixo do carvalho que havia no santuário do Senhor. 27Então Josué disse a todo o povo: ‘Esta pedra que estás vendo servirá de testemunha contra vós, pois ela ouviu todas as palavras que o Senhor vos disse, para que depois não possais renegar o Senhor, vosso Deus’. 28Em seguida, Josué despediu o povo, para que fosse cada um para suas terras. 29Depois desses acontecimentos, morreu Josué, filho de Nun, servo do Senhor, com a idade de cento e dez anos. Palavra do Senhor. SALMO – SL 15,1-2A.5. 7-8. 11 (R. CF. 5A) R.O Senhor é a porção da minha herança! 1Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio! 2ADigo ao Senhor: ‘Somente vós sois meu Senhor. 5Ó Senhor, sois minha herança e minha taça, / meu destino está seguro em vossas mãos! R. 7Eu bendigo o Senhor, que me aconselha, / e até de noite me adverte o coração. 8Tenho sempre o Senhor ante meus olhos, / pois se o tenho a meu lado não vacilo. R. 11Vós me ensinais vosso caminho para a vida; / junto a vós, felicidade sem limites, / delícia eterna e alegria ao vosso lado! R. EVANGELHO – MT 19,13-15 Deixai as crianças, e não as proibais de virem a mim, porque delas é o Reino dos Céus. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 19, 13-15 Naquele tempo: 13Levaram crianças a Jesus, para que impusesse as mãos sobre elas e fizesse uma oração. Os discípulos, porém, as repreendiam. 14Então Jesus disse: ‘Deixai as crianças, e não as proibais de virem a mim, porque delas é o Reino dos Céus. ‘15E depois de impôr as mãos sobre elas, Jesus partiu dali. Palavra da Salvação. SÃO MAXIMILIANO MARIA KOLBE, PRESB. E MÁRTIR – SANTORAL 1ª LEITURA – SB 3,1-9 Foram aceitos como ofertas de holocausto. Leitura do Livro da Sabedoria 3, 1-9 1A vida dos justos está nas mãos de Deus, e nenhum tormento os atingirá. 2Aos olhos dos insensatos parecem ter morrido; sua saída do mundo foi considerada uma desgraça, 3e sua partida do meio de nós, uma destruição; mas eles estão em paz. 4Aos olhos dos homens parecem ter sido castigados, mas sua esperança é cheia de imortalidade; 5tendo sofrido leves correções, serão cumulados de grandes bens, porque Deus os pôs à prova e os achou dignos de si. 6Provou-os como se prova o ouro no fogo e aceitou-os como ofertas de holocausto; 7no dia do seu julgamento hão de brilhar, correndo como centelhas no meio da palha; 8vão julgar as nações e dominar os povos, e o Senhor reinará sobre eles para sempre. 9Os que nele confiam compreenderão a verdade, e os que perseveram no amor ficarão junto dele, porque a graça e a misericórdia são para seus eleitos. Palavra do Senhor. SALMO – SL 115(116B),10-11.12-13.16-17 (R. 15) R.É preciosa aos olhos do Senhor, a morte dos santos, seus amigos. 10Guardei a minha fé, mesmo dizendo: / ‘É demais o sofrimento em minha vida!’11Confiei, quando dizia na aflição: / ‘Todo homem é mentiroso! Todo homem!’ R. 12Que poderei retribuir ao Senhor Deus / por tudo aquilo que ele fez em meu favor?13Elevo o cálice da minha salvação, / invocando o nome santo do SenhoR. R. 16Eis que sou o vosso servo, ó Senhor, / vosso servo que nasceu de vossa serva; / mas me quebrastes os grilhões da escravidão!17Por isso oferto um sacrifício de louvor, / invocando o nome santo do Senhor. R. EVANGELHO – JO 15,12-16 Ninguém tem amor maior do que aquele que dá sua vida pelos amigos. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 15, 12-16 Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 12‘Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei. 13Ninguém tem amor maior do que aquele que dá sua vida pelos amigos. 14Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. 15Já não vos chamo servos, pois o servo não sabe o que faz o seu senhor. Eu chamo-vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai. 16Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi e vos designei para irdes e para que produzais fruto e o vosso fruto permaneça. O que, então, pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo concederá. Palavra da Salvação. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. #LiturgiaDiária140821SÁBADODA19ªSEMANATEMPOCOMUM

  • Liturgia Diária – 13/08/21 – 6ª-FEIRA DA 19ª SEMANA – TEMPO COMUM

    Liturgia Diária 6ª-FEIRA DA 19ª SEMANA – TEMPO COMUM 1ª LEITURA – JS 24,1-13 Tirei vossos pais dos confins da Mesopotâmia, depois vos fiz sair do Egito e vos dei uma terra. Leitura do Livro de Josué 24, 1-13 Naqueles dias: 1Josué reuniu em Siquém todas as tribos de Israel e convocou os anciãos, os chefes, os juízes e os magistrados, que se apresentaram diante de Deus. 2Então Josué falou a todo o povo: ‘Assim diz o Senhor, Deus de Israel: Vossos pais, Taré, pai de Abraão e de Nacor habitaram outrora do outro lado do rio Eufrates e serviram a deuses estranhos. 3Mas eu tirei Abraão, vosso pai, dos confins da Mesopotâmia, e o conduzi através de toda a terra de Canaã, e multipliquei a sua descendência. 4Dei-lhe Isaac, e a este dei Jacó e Esaú. E a Esaú, um deles, dei em propriedade o monte Seir; Jacó, porém, e seus filhos desceram para o Egito. 5Em seguida, enviei Moisés e Aarão e castiguei o Egito com prodígios que realizei em seu meio, e depois disso vos tirei de lá. 6Fiz, portanto, que vossos pais saíssem do Egito, e assim chegastes ao mar. Os egípcios perseguiram vossos pais, com carros e cavaleiros, até ao mar Vermelho. 7Vossos pais clamaram então ao Senhor, e ele colocou trevas entre vós e os egípcios. Depois trouxe sobre estes o mar, que os recobriu. Vossos olhos viram todas as coisas que eu fiz no Egito e habitastes no deserto muito tempo. 8Eu vos introduzi na terra dos amorreus que habitavam do outro lado do rio Jordão. E, quando guerrearam contra vós, eu os entreguei em vossas mãos, e assim ocupastes a sua terra e os exterminastes. 9Levantou-se então Balac, filho de Sefor, rei de Moab, e combateu contra Israel, e mandou chamar Balaão, filho de Beor, para que vos amaldiçoasse. 10Eu, porém, não o quis ouvir. Ao contrário, abençoei-vos por sua boca, e vos livrei de suas mãos. 11A seguir, atravessastes o Jordão e chegastes a Jericó. Mas combateram contra vós os habitantes desta cidade – os amorreus, os fereseus, os cananeus, os hititas, os gergeseus, os heveus e os jebuseus. Eu, porém, entreguei-os em vossas mãos. 12Enviei à vossa frente vespões que os expulsaram da vossa presença – os dois reis dos amorreus – e isso não com a tua espada nem com o teu arco. 13Eu vos dei uma terra que não lavrastes, cidades que não edificastes, e nelas habitais, vinhas e olivais que não plantastes, e comeis de seus frutos. Palavra do Senhor. SALMO – SL 135,1-3. 16-18. 21-22.24 R.Eterna é a sua misericórdia! R.Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia. 1Demos graças ao Senhor, porque ele é bom: / Porque eterno é seu amor!2Demos graças ao Senhor, Deus dos deuses: / Porque eterno é seu amor!3Demos graças ao Senhor dos senhores: / Porque eterno é seu amor! R. 16Ele guiou pelo deserto o seu povo: / Porque eterno é seu amor!17E feriu por causa dele grandes reis: / Porque eterno é seu amor!18Reis poderosos fez morrer por causa dele: / Porque eterno é seu amor! R. 21Repartiu a terra deles como herança: / Porque eterno é seu amor!22Como herança a Israel, seu servidor: / Porque eterno é seu amor!24De nossos inimigos libertou-nos: / Porque eterno é seu amor! R. EVANGELHO – MT 19,3-12 Moisés permitiu despedir a mulher, por causa da dureza do vosso coração. Mas não foi assim desde o início. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 19, 3-12 Naquele tempo: 3Alguns fariseus aproximaram-se de Jesus, e perguntaram, para o tentar: ‘É permitido ao homem despedir sua esposa por qualquer motivo?’4Jesus respondeu: ‘Nunca lestes que o Criador, desde o início os fez homem e mulher?5E disse: ‘Por isso, o homem deixará pai e mãe, e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne’?6De modo que eles já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe. ‘7Os fariseus perguntaram: ‘Então, como é que Moisés mandou dar certidão de divórcio e despedir a mulher?’8Jesus respondeu: ‘Moisés permitiu despedir a mulher, por causa da dureza do vosso coração. Mas não foi assim desde o início. 9Por isso, eu vos digo: quem despedir a sua mulher – a não ser em caso de união ilegítima – e se casar com outra, comete adultério. ‘10Os discípulos disseram a Jesus: ‘Se a situação do homem com a mulher é assim, não vale a pena casar-se. ‘11Jesus respondeu: ‘Nem todos são capazes de entender isso, a não ser aqueles a quem é concedido. 12Com efeito, existem homens incapazes para o casamento, porque nasceram assim; outros, porque os homens assim os fizeram; outros, ainda, se fizeram incapazes disso por causa do Reino dos Céus. Quem puder entender, entenda. ‘Palavra da Salvação. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. #LiturgiaDiária1308216ªFEIRADA19ªSEMANATEMPOCOMUM

  • Liturgia Diária – 12/08/21 – 5ª-FEIRA DA 19ª SEMANA – TEMPO COMUM

    Liturgia Diária 5ª-FEIRA DA 19ª SEMANA – TEMPO COMUM 1ª LEITURA – JS 3,7-10A.11.13-17 Eis que a arca da aliança do Senhor de toda a terra vai atravessar o Jordão adiante de vós. Leitura do Livro de Josué 3, 7-10a. 11. 13-17 Naqueles dias, 7O Senhor disse a Josué: ‘Hoje começarei a exaltar-te diante de todo Israel, para que saibas que estou contigo assim como estive com Moisés. 8Tu, ordena aos sacerdotes que levam a arca da aliança, dizendo-lhes: Quando chegardes à beira das águas do Jordão, ficai parados ali’. 9Depois Josué disse aos filhos de Israel: ‘Aproximai-vos para ouvir as palavras do Senhor vosso Deus’. 10AE acrescentou: ‘Nisto sabereis que o Deus vivo está no meio de vós e que ele expulsará da vossa presença os cananeus. 11Eis que a arca da aliança do Senhor de toda a terra vai atravessar o Jordão adiante de vós. 13E logo que os sacerdotes, que levam a arca do Senhor de toda a terra, tocarem com a planta dos pés as águas do Jordão, elas se dividirão: as águas da parte de baixo continuarão a correr, mas as que vêm de cima pararão, formando uma barragem’. 14Quando o povo levantou acampamento para passar o rio Jordão, os sacerdotes que levavam a arca da aliança puseram-se à frente de todo o povo. 15Quando chegaram ao rio Jordão e os pés dos sacerdotes se molharam nas águas da margem – pois o Jordão transborda e inunda suas margens durante todo o tempo da colheita -, 16então as águas, que vinham de cima, pararam, formando uma grande barragem até Adam, cidade que fica ao lado de Sartã, e as que estavam na parte de baixo, desceram para o mar da Arabá, o mar Salgado, até secarem completamente. Então o povo atravessou, frente a Jericó. 17E os sacerdotes que levavam a arca da aliança do Senhor conservaram-se firmes sobre a terra seca, no meio do rio, e ali permaneceram até que todo Israel acabasse de atravessar o rio Jordão a pé enxuto. Palavra do Senhor. SALMO – SL 113A,1-2. 3-4. 5-6 R.Aleluia. 1Quando o povo de Israel saiu do Egito, / e os filhos de Jacó, de um povo estranho, 2Judá tornou-se o templo do Senhor, / e Israel se transformou em seu domínio. R. 3O mar, à vista disso, pôs-se em fuga, / e as águas do Jordão retrocederam; 4as montanhas deram pulos como ovelhas, / e as colinas, parecendo cordeirinhos. R. 5Ó mar, o que tens tu, para fugir? / E tu, Jordão, por que recuas deste modo?6Por que dais pulos como ovelhas, ó montanhas? / E vós, colinas, parecendo cordeirinhos? R. EVANGELHO – MT 18,21-19,1 Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 18, 21-19, 1 Naquele tempo: 21Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: ‘Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?’22Jesus respondeu: ‘Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. 23Porque o Reino dos Céus é como um rei que resolveu acertar as contas com seus empregados. 24Quando começou o acerto, trouxeram-lhe um que lhe devia uma enorme fortuna. 25Como o empregado não tivesse com que pagar, o patrão mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher e os filhos e tudo o que possuía, para que pagasse a dívida. 26O empregado, porém, caíu aos pés do patrão, e, prostrado, suplicava: ‘Dá-me um prazo! e eu te pagarei tudo’. 27Diante disso, o patrão teve compaixão, soltou o empregado e perdoou-lhe a dívida. 28Ao sair dali, aquele empregado encontrou um dos seus companheiros que lhe devia apenas cem moedas. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: ‘Paga o que me deves’. 29O companheiro, caindo aos seus pés, suplicava: ‘Dá-me um prazo! e eu te pagarei’. 30Mas o empregado não quis saber disso. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que devia. 31Vendo o que havia acontecido, os outros empregados ficaram muito tristes, procuraram o patrão e lhe contaram tudo. 32Então o patrão mandou chamá-lo e lhe disse: ‘Empregado perverso, eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste. 33Não devias tu também, ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?’34O patrão indignou-se e mandou entregar aquele empregado aos torturadores, até que pagasse toda a sua dívida. 35É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão. ‘19, 1Ao terminar estes discursos, Jesus deixou a Galiléia e veio para o território da Judéia além do Jordão. Palavra da Salvação. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. #LiturgiaDiária1208215ªFEIRADA19ªSEMANATEMPOCOMUM

  • Liturgia Diária – 11/08/21 – 4ª-FEIRA DA 19ª SEMANA – TEMPO COMUM

    Liturgia Diária 4ª-FEIRA DA 19ª SEMANA – TEMPO COMUM 1ª LEITURA – DT 34,1-12 E Moisés morreu alí, conforme a vontade do Senhor. Em Israel nunca mais surgiu um profeta como Moisés. Leitura do Livro do Deuteronômio 34, 1-12 Naqueles dias: 1Moisés subiu das estepes de Moab ao monte Nebo, ao cume do Fasga que está defronte de Jericó. E o Senhor mostrou-lhe todo o país, desde Galaad até Dã, 2o território de Neftali, a terra de Efraim e Manassés, toda a terra de Judá até ao mar ocidental, 3o Negueb e a região do vale de Jericó, cidade das palmeiras, até Segor. 4O Senhor lhe disse: ‘Eis aí a terra pela qual jurei a Abraão, Isaac e Jacó, dizendo: Eu a darei à tua descendência. Tu a viste com teus olhos, mas nela não entrarás’. 5E Moisés, servo do Senhor, morreu ali, na terra de Moab, conforme a vontade do Senhor. 6E ele o sepultou no vale, na terra de Moab, defronte de Bet-Fegor. E ninguém sabe até hoje onde fica a sua sepultura. 7Ao morrer, Moisés tinha cento e vinte anos. Sua vista não tinha enfraquecido, nem seu vigor se tinha esmorecido. 8Os filhos de Israel choraram Moisés nas estepes de Moab, durante trinta dias, até que terminou o luto por Moisés. 9Josué filho de Nun estava cheio do espírito de sabedoria, porque Moisés lhe tinha imposto as mãos. E os filhos de Israel lhe obedeceram e agiram, como o Senhor tinha ordenado a Moisés. 10Em Israel nunca mais surgiu um profeta como Moisés, a quem o Senhor conhecesse face a face, 11nem quanto aos sinais e prodígios que o Senhor lhe mandou fazer na terra do Egito, contra o Faraó, os seus servidores e todo o seu país, 12nem quanto à mão poderosa e a tantos e tão terríveis prodígios, que Moisés fez à vista de todo Israel. Palavra do Senhor. SALMO – SL 65,1-3A. 5.16-17 (R. CF. 20A.9A) R.Bendito seja o Senhor Deus que me escutou, é ele que dá vida à nossa vida 1Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, 2cantai salmos a seu nome glorioso, / dai a Deus a mais sublime louvação! 3ADizei a Deus: ‘Como são grandes vossas obras! R. 5Vinde ver todas as obras do Senhor: / seus prodígios estupendos entre os homens!16Todos vós que a Deus temeis, vinde escutar: / vou contar-vos todo bem que ele me fez!17Quando a ele o meu grito se elevou, / já havia gratidão em minha boca! R. EVANGELHO – MT 18,15-20 Se ele te ouvir, tu ganharás o teu irmão. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 18, 15-20 Naquele tempo, Jesus disse a seus discípulos: 15Se o teu irmão pecar contra ti, vai corrigi-lo, mas em particular, à sós contigo! Se ele te ouvir, tu ganhaste o teu irmão. 16Se ele não te ouvir, toma contigo mais uma ou duas pessoas, para que toda a questão seja decidida sob a palavra de duas ou três testemunhas. 17Se ele não vos der ouvido, dize-o à Igreja. Se nem mesmo à Igreja ele ouvir, seja tratado como se fosse um pagão ou um pecador público. 18Em verdade vos digo, tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. 19De novo, eu vos digo: se dois de vós estiverem de acordo na terra sobre qualquer coisa que quiserem pedir, isto vos será concedido por meu Pai que está nos céus. 20Pois onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome eu estou ali, no meio deles. ‘Palavra da Salvação. SANTA CLARA, VIRGEM – SANTORAL 1ª LEITURA – FL 3,8-14 Eu perdi tudo, para ganhar Cristo. Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses 3, 8-14 Irmãos: 8Considero tudo como perda diante da vantagem suprema que consiste em conhecer a Cristo Jesus, meu Senhor. Por causa dele eu perdi tudo. Considero tudo como lixo, para ganhar Cristo e ser encontrado unido a ele, 9não com minha justiça provindo da Lei, mas com a justiça por meio da fé em Cristo, a justiça que vem de Deus, na base da fé. 10Esta consiste em conhecer a Cristo, experimentar a força da sua ressurreição, ficar em comunhão com os seus sofrimentos, tornando-me semelhante a ele na sua morte, 11para ver se alcanço a ressurreição dentre os mortos. 12Não que já tenha recebido tudo isso, ou que já seja perfeito. Mas corro para alcançá-lo, visto que já fui alcançado por Cristo Jesus. 13Irmãos, eu não julgo já tê-lo alcançado. Uma coisa, porém, eu faço: esquecendo o que fica para trás, eu me lanço para o que está na frente. 14Corro direto para a meta, rumo ao prêmio, que, do alto, Deus me chama a receber em Cristo Jesus. Palavra do Senhor. SALMO – SL 15(16),1-2A E 5.7-8.11 (R. CF. 5A) R.Senhor, sois a porção da minha herança e do meu cálice. 1Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio! 2ADigo ao Senhor: ‘Somente vós sois meu Senhor’; 5Ó Senhor, sois minha herança e minha taça, / MEU DESTINO ESTÁ SEGURO EM VOSSAS MÃOS! R. 7Eu bendigo o Senhor, que me aconselha, / e até de noite me adverte o coração. 8Tenho sempre o Senhor ante meus olhos, / pois se o tenho a meu lado não vacilo. R. 11Vós me ensinais vosso caminho para a vida; / junto a vós, felicidade sem limites, / DELÍCIA ETERNA E ALEGRIA AO VOSSO LADO! R. EVANGELHO – MT 19,27-29 Vós, que me seguistes, recebereis cem vezes mais. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 19, 27-29 Naquele tempo: 27Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: ‘Vê! Nós deixamos tudo e te seguimos. O que haveremos de receber?’28Jesus respondeu: ‘Em verdade vos digo, quando o mundo for renovado e o Filho do Homem se sentar no trono de sua glória, também vós, que me seguistes, havereis de sentar-vos em doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel. 29E todo aquele que tiver deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos, campos, por causa do meu nome, receberá cem vezes mais e terá como herança a vida eterna. Palavra do Senhor. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. #LiturgiaDiária1108214ªFEIRADA19ªSEMANATEMPOCOMUM

  • Liturgia Diária – 10/08/21 – 3ª-FEIRA DA 19ª SEMANA – TEMPO COMUM

    Liturgia Diária 3ª-FEIRA DA 19ª SEMANA – TEMPO COMUM 1ª LEITURA – DT 31,1-8 Sê forte e corajoso, pois és tu que introduzirás este povo na terra. Leitura do Livro do Deuteronômio 31, 1-8 1Moisés dirigiu-se a todo Israel com as seguintes palavras: 2‘Tenho hoje cento e vinte anos e já não posso deslocar-me. Além do mais, o Senhor me disse: ‘Não atravessarás este rio Jordão’, 3‘É o Senhor teu Deus que irá à tua frente; ele mesmo, à tua vista, destruirá todas essas nações, para que ocupes suas terras. Josué passará adiante de ti, como disse o Senhor. 4E o Senhor fará com esses povos o que fez com Seon e Og, reis dos amorreus, e com suas terras, que ele destruiu. 5Quando, pois, o Senhor os entregar a vós, fareis com eles exatamente o que vos ordenei. 6Sede fortes e valentes; não vos intimideis nem tenhais medo deles, pois o Senhor teu Deus é ele mesmo o teu guia, e não te deixará nem te abandonará’. 7Depois Moisés chamou Josué e, diante de todo Israel, lhe disse: ‘Sê forte e corajoso, pois és tu que introduzirás este povo na terra que o Senhor sob juramento prometeu dar a seus pais, e és tu que lhe darás a posse dela. 8O Senhor, que é o teu guia, marchará à tua frente, estará contigo e não te deixará nem te abandonará. Por isso, não temas nem te acovardes’. Palavra do Senhor. SALMO – DT 32,3-4A. 7. 8. 9.12 (R.9A) R.A porção do Senhor é o seu povo. 3O nome do Senhor vou invocar; / vinde todos e dai glória ao nosso Deus!4Ele é a Rocha: suas obras são perfeitas. R. 7Recorda-te dos dias do passado / e relembra as antigas gerações; / pergunta, e teu pai te contará, / interroga, e teus avós te ensinarão. R. 8Quando o Altíssimo os povos dividiu / e pela terra espalhou os filhos de Adão, / as fronteiras das nações ele marcou / de acordo com o número de seus filhos; R. 9mas a parte do Senhor foi o seu povo, / e Jacó foi a porção de sua herança. 12O Senhor, somente ele, foi seu guia, / e jamais um outro deus com ele estava. R. EVANGELHO – MT 18,1-5.10.12-14 Não desprezeis nenhum desses pequeninos. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 18, 1-5. 10. 12-14 Naquele tempo: 1Os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: ‘Quem é o maior no Reino dos Céus?’2Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles3e disse: ‘Em verdade vos digo, se não vos converterdes, e não vos tornardes como crianças, não entrareis no Reino dos Céus. 4Quem se faz pequeno como esta criança, esse é o maior no Reino dos Céus. 5E quem recebe em meu nome uma criança como esta, é a mim que recebe. 10Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus vêem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus. 12Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas, e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas, para procurar aquela que se perdeu?13Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela, do que com as noventa e nove que não se perderam. 14Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos. Palavra da Salvação. SÃO LOURENÇO, DIÁCONO E MÁRTIR – SANTORAL 1ª LEITURA – 2COR 9,6-10 Deus ama quem dá com alegria. Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios 9, 6-10 Irmãos: 6‘Quem semeia pouco colherá também pouco e quem semeia com largueza colherá também com largueza’. 7Dê cada um conforme tiver decidido em seu coração, sem pesar nem constrangimento; pois Deus ‘ama quem dá com alegria’. 8Deus é poderoso para vos cumular de toda sorte de graças, para que, em tudo, tenhais sempre o necessário e ainda tenhais de sobra para toda obra boa, 9como está escrito: ‘Distribuiu generosamente, deu aos pobres; a sua justiça permanece para sempre’. 10Aquele que dá a semente ao semeador e lhe dará o pão como alimento, ele mesmo multiplicará as vossas sementes e aumentará os frutos da vossa justiça. Palavra do Senhor. SALMO – SL 111(112),1-2.5-6.7-8.9(R.5A) R.Feliz o homem caridoso e prestativo. 1Feliz o homem que respeita o Senhor / e que ama com carinho a sua lei!2Sua descendência será forte sobre a terra, / abençoada a geração dos homens retos! R. 5Feliz o homem caridoso e prestativo, / que resolve seus negócios com justiça. 6Porque jamais vacilará o homem reto, / sua lembrança permanece eternamente! R. 7Ele não teme receber notícias más: / confiando em Deus, seu coração está seguro. 8Seu coração está tranqüilo e nada teme, / e confusos há de ver seus inimigos. R. 9Ele reparte com os pobres os seus bens, / permanece para sempre o bem que fez, / e crescerão a sua glória e seu podeR. R. EVANGELHO – JO 12,24-26 Se alguém me serve, meu Pai o honrará. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 12, 24-26 Naquele tempo, disse Jesus a seus discipulos: 24Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo que cai na terra não morre, ele continua só um grão de trigo; mas se morre, então produz muito fruto. 25Quem se apega à sua vida, perde-a; mas quem faz pouca conta de sua vida neste mundo conservá-la-á para a vida eterna. 26Se alguém me quer servir, siga-me, e onde eu estou estará também o meu servo. Se alguém me serve, meu Pai o honrará’. Palavra da Salvação. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. #DIÁCONOEMÁRTIRSANTORAL #LiturgiaDiária1008213ªFEIRADA19ªSEMANATEMPOCOMUM #saolourenço

  • Liturgia Diária – 09/08/21 – 2ª-FEIRA DA 19ª SEMANA – TEMPO COMUM

    Liturgia Diária 2ª-FEIRA DA 19ª SEMANA – TEMPO COMUM 1ª LEITURA – DT 10,12-22 Abri, pois, o vosso coração. Amai os estrangeiros, porque vós também fostes estrangeiros. Leitura do Livro do Deuteronômio 10, 12-22 Moisés falou ao povo, dizendo: 12E agora, Israel, o que é que o Senhor teu Deus te pede? Apenas que o temas e andes em seus caminhos; que ames e sirvas ao Senhor teu Deus, com todo o teu coração e com toda a tua alma, 13e que guardes os mandamentos e preceitos do Senhor, que hoje te prescrevo para que sejas feliz. 14Vê: é ao Senhor teu Deus que pertencem os céus, o mais alto dos céus, a terra e tudo o que nela existe. 15No entanto, foi a teus pais que o Senhor se afeiçoou e amou; e, depois deles, foi à sua descendência, isto é, a vós, que ele escolheu entre todos os povos, como hoje está provado. 16Abri, pois, o vosso coração, e não endureçais mais vossa serviz, 17porque o vosso Deus é o Deus dos deuses e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e terrível, que não faz acepção de pessoas nem aceita suborno. 18Ele faz justiça ao órfão e à viúva, ama o estrangeiro e lhe dá alimento e roupa. 19Portanto, amai os estrangeiros, porque vós também fostes estrangeiros na terra do Egito. 20Temerás o Senhor teu Deus e só a ele servirás; a ele te apegarás e jurarás por seu nome. 21Ele é o teu louvor, ele é o teu Deus, que fez por ti essas coisas grandes e terríveis que viste com teus próprios olhos. 22Ao descerem para o Egito, teus pais eram apenas setenta pessoas, e agora o Senhor teu Deus te fez tão numeroso como as estrelas do céu’. Palavra do Senhor. SALMO – SL 147 (148),12-13. 14-15. 19-20 (R. 12A) R.Glorifica o Senhor, Jerusalém! R.Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia. 12Glorifica o Senhor, Jerusalém! / Ó Sião, canta louvores ao teu Deus!13Pois reforçou com segurança as tuas portas, / e os teus filhos em teu seio abençoou. R. 14a paz em teus limites garantiu / e te dá como alimento a flor do trigo. 15Ele envia suas ordens para a terra, / e a palavra que ele diz corre veloz R. 19Anuncia a Jacó sua palavra, / seus preceitos suas leis a Israel. 20Nenhum povo recebeu tanto carinho, / a nenhum outro revelou os seus preceitos. R. EVANGELHO – MT 17,22-27 Eles o matarão, mas no terceiro dia ele ressuscitará. Os filhos estão isentos dos impostos. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 17, 22-27 Naquele tempo: 22Quando Jesus e os seus discípulos estavam reunidos na Galiléia, ele lhes disse: ‘O Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos homens. 23Eles o matarão, mas no terceiro dia ele ressuscitará. ‘ E os discípulos ficaram muito tristes. 24Quando chegaram a Cafarnaum, os cobradores do imposto do Templo aproximaram-se de Pedro e perguntaram: ‘O vosso mestre não paga o imposto do Templo?’25Pedro respondeu: ‘Sim, paga. ‘ Ao entrar em casa, Jesus adiantou-se, e perguntou: ‘Simão, que te parece: Os reis da terra cobram impostos ou taxas de quem: dos filhos ou dos estranhos?’26Pedro respondeu: ‘Dos estranhos!’ Então Jesus disse: ‘Logo os filhos são livres. 27Mas, para não escandalizar essa gente, vai ao mar, lança o anzol, e abre a boca do primeiro peixe que tu pescares. Ali tu encontrarás uma moeda; pega então a moeda e vai entregá-la a eles, por mim e por ti. ‘Palavra da Salvação. Liturgia Diária – 08/08/21 – 19º DOMINGO – TEMPO COMUM Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. Watch this video on YouTube. #2ªFEIRADA19ªSEMANATEMPOCOMUM #EvangelhodeJesusCristosegundoSãoMateus172227 #liturgiadiária #LiturgiaDiária0908212ªFEIRADA19ªSEMANATEMPOCOMUM

  • Menino viraliza ao comentar durante batizado: “Tá sabendo batizar, não?”

    Vídeo com as pérolas do pequeno Davi Henrique viralizou nas redes sociais. Assista o vídeo… Tá sabendo batizar, não?”, dispara ao sacerdote o pequeno Davi, de 6 anos, em plena pia batismal, quando já está prestes a receber o primeiro sacramento da iniciação cristã – momento da cerimônia que, geralmente, costuma ser mais solene… Até o padre acaba rindo do momento literalmente “cheio de graça”. O protagonista do novo vídeo viral entre os internautas brasileiros é o pequeno Davi Henrique Araújo de Sousa, morador de Vitória da Conquista, na Bahia. Tá sabendo batizar, não? O padre já está começando a pronunciar a fórmula do sacramento quando começam as pérolas do menino: – Davi Henrique Araújo Sousa, eu te batizo… – Não pega minha cabeça, moço, que tá ardendo! Tá sabendo batizar, não? Ouve-se alguém da família, ao fundo, orientar o pequeno batizando: – Não fala assim com o padre! Mas quando o sacerdote volta a derramar a água sobre a cabeça de Davi, vem a próxima pérola: – Ai, moço! Me ajuda aqui! Nada que impeça o Espírito Santo de vir em plenitude sobre o novo cristão batizado, é claro. Mas Davi Henrique não se dá por satisfeito: – Molhou minha roupa toda. Eita lasquera… O padre, bem-humorado, pergunta ao menino logo após concluir o rito: – Não sei batizar não, Davi? E o sincero católico recém-batizado não bota panos quentes: – Não sabe, não! O batizado aconteceu no domingo, 25, e o vídeo foi publicado nesta terça, 27, ganhando rapidamente as graças das redes sociais. Em apenas uma delas, superou em questão de poucas horas os 3 milhões de visualizações. Quem compartilhou o vídeo foi Caio Sousa , tio de Davi. Ele garantiu, aliás, que a mãe do menino “está anestesiada até agora” e que o padre que celebrava a Missa do batizado levou tudo na esportiva. Alguns comentários de internautas são pérolas à parte: “Tá explicado por que batizam a criança logo que ela nasce!” Fonte: Aleteia

  • Menino viraliza ao comentar durante batizado: “Tá sabendo batizar, não?”

    Vídeo com as pérolas do pequeno Davi Henrique viralizou nas redes sociais. Assista o vídeo… Tá sabendo batizar, não?”, dispara ao sacerdote o pequeno Davi, de 6 anos, em plena pia batismal, quando já está prestes a receber o primeiro sacramento da iniciação cristã – momento da cerimônia que, geralmente, costuma ser mais solene… Até o padre acaba rindo do momento literalmente “cheio de graça”. O protagonista do novo vídeo viral entre os internautas brasileiros é o pequeno Davi Henrique Araújo de Sousa, morador de Vitória da Conquista, na Bahia. Tá sabendo batizar, não? O padre já está começando a pronunciar a fórmula do sacramento quando começam as pérolas do menino: – Davi Henrique Araújo Sousa, eu te batizo… – Não pega minha cabeça, moço, que tá ardendo! Tá sabendo batizar, não? Ouve-se alguém da família, ao fundo, orientar o pequeno batizando: – Não fala assim com o padre! Mas quando o sacerdote volta a derramar a água sobre a cabeça de Davi, vem a próxima pérola: – Ai, moço! Me ajuda aqui! Nada que impeça o Espírito Santo de vir em plenitude sobre o novo cristão batizado, é claro. Mas Davi Henrique não se dá por satisfeito: – Molhou minha roupa toda. Eita lasquera… O padre, bem-humorado, pergunta ao menino logo após concluir o rito: – Não sei batizar não, Davi? E o sincero católico recém-batizado não bota panos quentes: – Não sabe, não! O batizado aconteceu no domingo, 25, e o vídeo foi publicado nesta terça, 27, ganhando rapidamente as graças das redes sociais. Em apenas uma delas, superou em questão de poucas horas os 3 milhões de visualizações. Quem compartilhou o vídeo foi Caio Sousa , tio de Davi. Ele garantiu, aliás, que a mãe do menino “está anestesiada até agora” e que o padre que celebrava a Missa do batizado levou tudo na esportiva. Alguns comentários de internautas são pérolas à parte: “Tá explicado por que batizam a criança logo que ela nasce!” Fonte: Aleteia

  • GEORGE SOROS E ALEXANDER DUGIN: DOIS LADOS DA MESMA MOEDA? – Roberto de Mattei

    Em que sentido George Soros e Alexander Dugin podem ser definidos como dois lados da mesma moeda? Em 1945, o filósofo austríaco da ciência Karl Popper (1902-1994) publicou uma alentada obra em dois volumes intitulada The Open Society and Its Enemies (A Sociedade Aberta e seus Inimigos, Routledge, Londres 1945). Nesta obra, Popper argumenta que ideologias totalitárias, como o comunismo e o nazismo, têm um elemento comum: afirmam possuir a verdade absoluta. O filósofo austríaco contrapõe às sociedades totalitárias um modelo de organização social democrática, que ele define como “sociedade aberta”, por ser contrária a qualquer “fronteira” cultural e moral. Popper escreveu esta obra na Nova Zelândia, para onde emigrou após o advento do nazismo, devido às suas origens judaicas. Mais tarde, o filósofo mudou-se para a Inglaterra, onde lecionou na prestigiosa London School of Economics e obteve a cidadania britânica. Em 1947, George Soros, nascido em Budapeste em 1930 em uma família da burguesia judaica, deixou a Hungria e foi para Londres, onde dois anos depois iniciou seus estudos na London School of Economics. Foi então que, como ele mesmo várias vezes contou, se deixou marcar por toda a vida pelas teses sobre a “sociedade aberta” de seu professor Karl Popper. Em 1956 mudou-se para os Estados Unidos, onde se casou e obteve a nacionalidade americana. No início dos anos 1970, ele criou o Soros Fund Management e, em seguida, o Quantum Fund, por meio do qual os investidores podiam arriscar em moedas e taxas de juros do mundo inteiro. Os fundos de investimento de Soros foram incrivelmente bem-sucedidos, atingindo US $ 1 bilhão em 1985. Graças ao fundo Quantum, em 1992, Soros lançou ataques especulativos contra a libra e a lira, desestabilizando os mercados internacionais. Em 2015, a revista Forbes o listou como a 19ª pessoa mais rica do mundo, com uma fortuna estimada em mais de $ 25 bilhões. Soros, que já tem mais de noventa anos, não foi apenas um especulador internacional sem escrúpulos, mas investiu grande parte de seu patrimônio na criação da “sociedade aberta”. Para implementar este projeto, ele criou uma rede de organizações chamada Open Society Foundation, por meio da qual financiou em todo o mundo partidos de esquerda, imigração em massa, legalização das drogas, aborto e eutanásia, propaganda da ecologia radical e teoria de gênero. Pierre-Antoine Plaquevent define a atividade de Soros como uma obra de “engenharia social” que visa transformar profundamente a sociedade contemporânea, um “corpo místico globalista” que busca se estender a todo o planeta (Soros e la società aperta. Metapolitica del globalismo. Passaggio al Bosco, 2020, p. 138). A utopia da “sociedade aberta”, de George Soros, sofreu no entanto um sério golpe após a pandemia do coronavírus. Entre os autores que compreenderam como a pandemia marcou a crise do globalismo, destaca-se o cientista político russo Alexander Dugin, que se apresenta, hoje, como um “profeta das sociedades fechadas” em oposição ao “profeta da sociedade aberta”, que é George Soros. Em uma de suas análises da “ordem pós-global”, Dugin afirma que a pandemia viu “o colapso definitivo, rápido e irrevogável da globalização”, pois “aniquilou todos os seus principais axiomas: fronteiras abertas, solidariedade das nações, o eficácia das instituições econômicas existentes e a competência das elites no poder. A globalização falhou ideologicamente (com o liberalismo), economicamente (com as redes globais de economia) e politicamente (com a liderança das elites ocidentais)”. “A sociedade aberta — continua Dugin — tornar-se-á uma sociedade fechada. A soberania subirá ao posto principal, de valor absoluto”. Aleksandr Gelsevich Dugin nasceu em Moscou em 1962, filho de um oficial da inteligência soviética. Nos anos 80, como outros filhos da nomenklatura comunista, aderiu ao círculo Yuzhinsky, instalado em torno de Yuri Mamleev (1931-2015), em um apartamento localizado na avenida Juzhinskij, no centro de Moscou. Foi aqui que Dugin foi influenciado pelo ocultista Evgenij Golovin (1938-2010), que lhe apresentou alguns autores gnósticos ocidentais, como René Guénon (1886-1951) e Julius Evola (1898-1974). Golovin e Dugin frequentemente se embriagavam e exaltavam o nazismo (James D. Heiser, The American Empire Should Be Destroyed , Repristination Press, 2014, p. 40-41). “Dugin se viu em um ambiente onde Satanás, sessões espíritas, mesas falantes, drogas, sexo, álcool, jogos de RPG e fascismo se misturavam em uma infusão inebriante” (Gary Lachman, La stella nera , Edizioni Tlon, 2019, p. 248). Após a queda da URSS, Dugin colaborou, com Gennadiy Zjuganov, no programa político do Partido Comunista da Federação Russa e, em 1993, fundou o Partido Bolchevique Nacional, junto com Eduard Limonov (1943-2020), que acompanhava sua bissexualidade com uma igualmente bipolar admiração pelo comunismo e pelo nacional-socialismo. Foi Dugin quem desenhou a bandeira do movimento: um martelo e uma foice pretos dentro de um círculo branco sobre um fundo vermelho. O cientista político russo sofreu novas influências em sua evolução intelectual, que iam de Lev Nikolaevič Gumilëv (1912-1992), de quem extraiu a ideia de “Eurásia”, a Alain de Benoist, fundador da Nova Direita neopagã. Seu principal ponto de referência, entretanto, continua sendo Julius Evola, que é para Dugin o que Popper foi para Soros: o mestre indiscutível. “Ele foi, sobretudo, o homem arquetípico que viveu, no seu destino pessoal, o próprio destino da Tradição em meio às trevas escatológicas. Seu legado é mais do que precioso. (…) Ele atestou a qualidade da realidade atual, mostrou heroicamente a orientação que pode levar para mais além. Sua mensagem é necessária para a Europa”. A teoria do “Sujeito Radical”, de Dugin, imita a do “Homem Diferenciado” de Evola. Um homem que, segundo uma antiga fórmula chinesa, “cavalga um tigre”, e que, através da experiência do niilismo, se autodiviniza. Para Dugin, como para Evola, é apenas na anarquia que “as trevas vão se dissipando, e do abismo da necessidade que surge a terrível flor do indivíduo absoluto” (J. Evola, Teoria do indivíduo absoluto , Bocca, 1927, p. 302-304). A Quarta Teoria Política (há uma tradução pela. Nova Europa Edizioni, de 2017) representa o trabalho principal de Dugin. Nele, afirma que “devemos repudiar fortemente tanto o anticomunismo quanto o antifascismo” (p. 293). Contra Soros, que quer transformar o mundo em uma “sociedade aberta”, Dugin contrapõe uma aliança “pós-moderna” dos “inimigos da sociedade aberta”: comunistas, fascistas, tradicionalistas. Tanto o magnata americano quanto o cientista político russo sonham com um império: o de Soros está enraizado nas democracias do Ocidente, o de Dugin nas hordas mongóis das estepes, sob o patrocínio da Rússia e da China. Para ambos, o caminho para a realização desses projetos passa pelo caos planetário. Pierre-Antoine Plaquevent nos explica que Soros, após introduzir a noção de desequilíbrio nas finanças, quis aplicar essa teoria à sociedade, por meio de uma “sociologia do caos” que se opõe não apenas à “sociedade fechada”, mas a qualquer forma de estabilidade social (op. cit., p. 76-88). Dugin se apresenta como o anti-Soros, mas compartilha com ele a negação radical de uma ordem absoluta de princípios. Gary Lachman discorre longamente sobre a “política do caos” de Dugin (p. 271-305), recordando como na capa de um dos livros de Dugin, The Foundations of Geopolitics (1997) se destaca a “estrela do Caos”, um símbolo de oito pontas usado por satanistas e ocultistas. “Devemos aprender a pensar com o caos e dentro do caos”, diz Dugin peremptoriamente ( The Fourth Political Theory , p. 238); nega o que Soros defende, mas dentro do mesmo horizonte relativista e niilista. Ambos se apresentam como profetas do caos pós-moderno e se opõem à Igreja Católica, por ser ela a depositária da lei divina e natural que eles rejeitam. É por isso que Soros e Dugin aparecem como as duas faces da mesma moeda; e é por isto que, às mentiras que eles nos propõem, temos de contrapor a única Verdade — a Verdade Daquele que ofereceu a Sua luz às trevas e a Sua ordem ao caos (Gênesis 1, 4- 5). George Soros e Alexander Dugin: due facce di una stessa medaglia?

  • É verdade que o Papa Francisco proibiu a Missa Tridentina? Por quê tanta confusão?

    Após a promulgação da mais recente Carta Apostólica do Papa Francisco, Traditionis Custodes, em forma de Motu Proprio, muitos católicos se manifestaram sobre o documento. Alguns contra, outros a favor. O fato é que a maioria dos católicos que acompanhou os argumentos dos dois lados ainda não entendeu o que este documento significa na prática. Fizemos esta análise no intuito de responder alguns destes questionamentos que pairam pela mente destes católicos. O que é um Motu Proprio? Motu proprio é uma das espécies normativas da Igreja Católica, expedido diretamente pelo próprio Papa. A expressão motu proprio poderia ser traduzida como “de sua iniciativa própria” o que se opõe ao conceito de rescrito que é, em regra, uma norma expedida em resposta a uma dada situação. Portanto este Motu Proprio é um documento que gera normas de iniciativa do próprio papa. O que é a Missa Tradicional (ou Tridentina)? O rito romano é a maneira como se celebra a Santa Missa (Missal romano). Dentro do rito romano atual, existem duas formas: a forma ordinária (a mais utilizada e a mais nova, instaurada pelo Missal Romano de 1970, hoje em sua 3ª edição) e a forma extraordinária (também conhecida como a Missa Tradicional ou Missa Tridentina ou de São Pio V, ou seja, aquele ritual previsto no Missal Romano de 1570, com as sucessivas adições feitas até a última edição de 1962). A Missa Tridentina é rezada como foi transmitida pelos apóstolos, com algumas pouquíssimas diferenças e alterações. Na Missa Tradicional, a posição do padre é voltada, na maior parte do tempo, para o altar, todos ficam de frente para o altar. É rezada em Latim e todos ficam mais tempo ajoelhados e em silêncio. É uma liturgia predominantemente penitencial. Há uma preferência também pela música sacra, canto gregoriano e a polifonia. Outra especificidade é que as mulheres procuram estar mais modestas, sempre estão usando véu sobre o cabelo; Essas são algumas das diferenças mais perceptíveis para a missa nova. Em 2007 o papa Bento XVI publicou o Motu Proprio Summorum Pontificum que colocou novamente esta forma de celebrar a missa em destaque. Qual era a intenção de Bento XVI ao publicar o Motu Proprio Summorum Pontíficum em 2007 Em seu pontificado, Bento XVI desempenhou uma busca constante por uma reforma da reforma liturgica. Percebendo os graves problemas na liturgia e até mesmo na filosofia/teologia em todo mundo, tentou, com seu exemplo, popularizar o zelo pela liturgia e a eucaristia, além de “descriminalizar” e restaurar a tradição na Igreja. Com a publicação do Summorum Pontíficum, o Papa Bento XVI queria resolver a sobreposição do Missal do Vaticano II sem a abolição do anterior. Basicamente ele permitiu que os fiéis tivessem direito de solicitar celebrações da missa e dos outros sacramentos conforme os ritos e fórmulas anteriores ao Concílio Vaticano II. Qual a importância do Summorum Pontíficum? Através do Summorum Pontificum muitos grupos e comunidades tradicionais tiveram respaldo para solicitar a missa na forma tradicional e, desde então, surgiram muitos grupos e comunidades tradicionais, inclusive muitos padres que passaram a se interessar pela celebração da missa tradicional. *Importante ressaltar que estes grupos que surgiram a partir do incentivo de Bento XVI, eram grupos que seguiam o papa e o magistério, sempre submissos à igreja. E que os grupos que se opunham ao papa e ao Vaticano II já existiam muito antes da promulgação do Summorum Pontificum. O Summorum Pontíficum de Bento XVI era respeitado? Nem sempre… Mesmo com o documento que estabelecia que qualquer sacerdote pudesse celebrar livremente a missa tradicional, muitos bispos e “conselhos diocesanos” não respeitavam a autoridade do papa, e frequentemente perseguiam os padres/comunicades tradicionais. Ainda assim havia um lado bom, pois muitos bispos permitiam a missa “contra a própria vontade”. Qual a intenção do Novo Motu Proprio Traditionis Custodes do Papa Francisco? O Papa Francisco fez mudanças radicais na carta apostólica, emitida em 16 de julho de 2021, em forma de motu proprio “Traditionis custodes” (“Guardiães da Tradição”), sobre o uso da liturgia romana anterior a 1970, restringindo as missas celebradas sob a forma extraordinária do rito romano. O uso da forma extraordinária depende agora da autorização do bispo local a grupos que queiram a Missa tradicional (art. 2), só podendo ocorrer em igrejas em locais determinados por ele que não sejam igrejas paroquiais (art. 3, § 2), e não poderão ser autorizados novos grupos (art. 3, § 6) ou novas paróquias pessoais (art. 3, § 2). Em teoria a sua decisão se baseia na “defesa da unidade do Corpo de Cristo” e visa combater “o uso distorcido que foi feito desta faculdade é contrário às intenções que levaram a conceder a liberdade de celebrar a Missa com o Missale Romanum de 1962”, ou seja, com esse maior controle o Papa pretende fazer que as missas tradicionais não se tornem um reduto de católicos dissidentes, que não aceitam o Magistério da Igreja, rejeitam a validade da Missa Nova, do Concilio Vaticano II e dos últimos papas. O texto determina que os bispos “se assegurem de que estes grupos não neguem a validade do Vaticano II e do Magistério dos sumos pontífices”. O novo Motu Próprio do Papa Francisco proíbe a missa tradicional? Na teoria não. No artigo segundo deste novo documento, o Papa Francisco afirma que é “competência exclusiva” do bispo autorizar o uso do Missal Romano de 1962 na sua diocese, isso significa dará uma autoridade para os bispos poderem proibir e suprimir comunidades tradicionais, o que, por sinal, já acontecia com uma certa frequência em muitas dioceses, mesmo durante o motu próprio anterior, mas agora terão autoridade dada pelo Vaticano. De acordo com o documento, o bispo deve indicar um ou mais lugares onde se pode usar a liturgia na forma extraordinária, “mas não em igrejas paroquiais e sem erigir novas paróquias pessoais”. O Papa também manda que os bispos locais verifiquem se as paróquias pessoais já estabelecidas para que as missas sejam celebradas no rito antigo “são eficazes para o crescimento espiritual e determine se devem ou não ser mantidas”. Fica proibida a criação de novos grupos ou a ereção de novas paróquias pessoais. A missa tradicional corre “risco de extinção”? Sim. Por dois motivos. Primeiro Motivo: Muitos bispos que antes já proibiam a missa tradicional em sua diocese, desobedecendo o Summorum Pontificum, agora terão autoridade para eliminar qualquer vestígio da tradição em suas dioceses. E mesmo aqueles bispos que antes permitiam contra a própria vontade, agora poderão simplesmente desautorizar as missas vigentes, tudo isso sem uma instância superior para se recorrer Certamente haverão bons bispos que darão liberdade para que os padres celebrem livremente a missa tradicional em suas dioceses, porém, contudo, todavia, nós sabemos que, além de serem poucos, qualquer bispado possui prazo de validade, seja por remanejamento ou por aposentadoria. A partir deste cenário, concluímos que a simples mudança de um bispo poderá mudar totalmente o cenário de uma diocesse, e com isso todas as autorizações poderão ser revogadas, desse modo, dioceses que hoje têm a liberdade para viver a tradição, podem perder a concessão com uma simples mudança de bispo. Alguns exemplos que podemos citar são as dioceses de Ciudad del Este (Paraguai) e Anápolis (GO) que mesmo durante a vigência do Summorum Pontificum sofreram grandes mudanças pelos bispos que sucederam seus antecessores mais tradicionais. Segundo Motivo: O quarto artigo do documento determina que os sacerdotes ordenados após 16 de julho de 2021, que desejem oferecer a forma extraordinária da Missa, terão de apresentar um pedido formal ao bispo diocesano, o qual consultará previamente a Sé Apostólica antes de conceder a autorização. O quinto artigo estabelece que os padres ordenados antes de 16 de julho de 2021 e que já oferecem a Missa tradicional devem pedir autorização ao seu bispo diocesano para “continuarem a usufruir desta faculdade”. O sexto artigo informa que, a partir da data de 16 de julho de 2021, “os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica, estabelecidos pela Pontifícia Comissão Ecclesia Dei, são de competência da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica”. Portanto Vaticano reservou para si a competência para autorização de novas comunidades e carismas, mas de modo especial as comunidades de cunho tradicional, como já haviam determinado anteriormente e reiteram neste novo motu próprio. Portanto a partir de agora será muito mais difícil o surgimento de novos grupos e comunidades cujo carisma seja viver a tradição, uma vez que os bispos locais não têm mais autoridade para Porque a restrição à missa tradicional causou tanto espanto? O principal motivo é porque a Missa Tradicional é um tesouro da Igreja e, aqueles que a conhecem, sabem sua celebração é algo positivo em todos os aspectos para a Santa Igreja, portanto não existe motivo para restringir sua celebração e, que ao contrário do que foi feito, deveria ser motivada. Nas comunidades em que há maior frequência à missa tradicional, as estatísticas em relação a diversos aspectos da vida cristã são sempre superiores. Maior frequência aos sacramentos, grande número de vocações sacerdotais, religiosas, missionárias. Maior consciência da doutrina, etc. Para saber mais leia esta pesquisa: Os fiéis que frequentam a Missa Tradicional são inimigos da Igreja? É verdade que existem católicos tradicionais que não aceitam a autoridade do Papa e o Concílio Vaticano II, e consequentemente não estão sob o Magistério da Igreja? Esse Motu Próprio foi uma punição para eles? Sim, existem católicos que não aceitam o papa, e também não aceitam o Vaticano II. Esses “católicos” popularmente chamados de “radtrads”, entretanto, não têm o costume de frequentar paróquias, mas participam de missas com padres e comunidades que também não estão sob a autoridade do Vaticano. Eles participam da missa exclusivamente no rito tradicional, e também não aceitam a missa nova, mesmo que seja celebrada com toda piedade, sem abusos litúrgicos e de forma solene. Nos locais onde não há missa, eles preferem assistir pelo youtube a participar da missa nova. O maior argumento deste motu proprio segue o raciocínio de querer exterminar estes grupos e comunidades, porém, o que não se levou em consideração é que eles já não aceitam a autoridade do Vaticano, e consequentemente não serão afetados pelo novo motu proprio. Eles continuarão frequentando suas missas normalmente nos locais onde já frequentavam. Esse motu proprio afetará, pelos motivos já citados, principalmente padres e fiéis que aceitam o Concílio Vaticano II e que estão sob a autoridade do Papa, e deste modo estão sob a jurisdição do do Vaticano. A Missa Tradicional vai acabar? Qual o problema com a “missa nova”? Dificilmente a missa tradicional vai acabar, pois é algo que já faz parte da Igreja, e algo com tantas qualidades dificilmente desaparecerá da Igreja. Sobre a missa nova, muitos enumeram diversas teorias para afirmar que a missa nova é inferior à missa tradicional, todavia o principal problema está na cultura estabelecida na formação do clero. Se por um lado a missa nova possui o mesmo valor sacrifical, sacramental e validade quanto uma missa tradicional, estabeleceu-se uma cultura de aniquilação da tradição, e por isso muitos padres deformam a missa nova para que não se pareça em nada com a missa tradicional, o que é um erro gravíssimo. É por este motivo que existem tantos abusos litúrgicos e falta de piedade nas missas novas. Ainda que existam diferenças profundas entre a forma ordinária do rito romano e a forma extraordinária (missa tridentina), as semelhanças são muitas. Uma forma de contornar o acesso dos fiéis à missa tradicional, especialmente nas paróquias onde o padre sabe ou não pode celebrar o rito extraordinário, é basicamente celebrar o rito na forma ordinária de maneira piedosa, seguindo as recomendações do missal e instruções litúrgicas! As maiores e mais evidentes diferenças entre os ritos não existiriam se os padres quisessem celebrar de maneira mais solene e piedosa a missa nova. Podemos listar alguns exemplos abaixo que estão previstos tanto no Novus Ordo quanto no Vetus Ordo, e que qualquer padre tem autoridade para celebrar: em latim com leituras e homilia em português; ad orientem (de frente para o altar/sacrário, de costas para o povo); cantos litúrgicos em gregoriano com órgão e coral de vozes; paramentos litúrgicos completos, com casula romana, barrete, etc); comunhão na boca com genuflexório e patena de comunhão; orientar o povo sobre o uso de roupas adequadas, modestas e o véu; orientar o povo a fazer profundo silêncio dentro da igreja, sem conversas ou alimentos; preparar homilias realmente católicas, inspiradas nos sermões de grandes santos da igreja; utilizar turíbulo em domingos, solenidades e festas; evitar “comentaristas” durante a missa; não fazer entradas da bíblia, teatros, danças, outras entradas inventadas, e outros abusos; etc; Um dos principais argumentos para as grandes mudanças no rito da missa era para popularizar a missa e deixar mais “acessível”, entretanto o resultado é que nos dias atuais apenas 5% daqueles que se declaram católicos cumprem o preceito e frequentam a missa todos os domingos. Se todas as missas fossem bem celebradas e de maneira piedosa, com homilias verdadeiramente católicas e catequeticas, como pede a Santa Igreja e o Missal, sem abusos litúrgicos, certamente muito mais católicos frequentariam a Santa Missa aos domingos. Se a Missa Tradicional não oferece riscos, mas benefícios, por quê tentam de tantas maneiras suprimí-la? Quem ganha com isso? Para se aprofundar no assunto, assista esta homilia: Leia também Cardeal Sarah: “A proibição da missa tradicional é inspirada no diabo, que deseja a nossa morte espiritual” #TraditionisCustodes

  • É verdade que o Papa Francisco proibiu a Missa Tridentina? Por quê tanta confusão?

    Após a promulgação da mais recente Carta Apostólica do Papa Francisco, Traditionis Custodes, em forma de Motu Proprio, muitos católicos se manifestaram sobre o documento. Alguns contra, outros a favor. O fato é que a maioria dos católicos que acompanhou os argumentos dos dois lados ainda não entendeu o que este documento significa na prática. Fizemos esta análise no intuito de responder alguns destes questionamentos que pairam pela mente destes católicos. O que é um Motu Proprio? Motu proprio é uma das espécies normativas da Igreja Católica, expedido diretamente pelo próprio Papa. A expressão motu proprio poderia ser traduzida como “de sua iniciativa própria” o que se opõe ao conceito de rescrito que é, em regra, uma norma expedida em resposta a uma dada situação. Portanto este Motu Proprio é um documento que gera normas de iniciativa do próprio papa. O que é a Missa Tradicional (ou Tridentina)? O rito romano é a maneira como se celebra a Santa Missa (Missal romano). Dentro do rito romano atual, existem duas formas: a forma ordinária (a mais utilizada e a mais nova, instaurada pelo Missal Romano de 1970, hoje em sua 3ª edição) e a forma extraordinária (também conhecida como a Missa Tradicional ou Missa Tridentina ou de São Pio V, ou seja, aquele ritual previsto no Missal Romano de 1570, com as sucessivas adições feitas até a última edição de 1962). A Missa Tridentina é rezada como foi transmitida pelos apóstolos, com algumas pouquíssimas diferenças e alterações. Na Missa Tradicional, a posição do padre é voltada, na maior parte do tempo, para o altar, todos ficam de frente para o altar. É rezada em Latim e todos ficam mais tempo ajoelhados e em silêncio. É uma liturgia predominantemente penitencial. Há uma preferência também pela música sacra, canto gregoriano e a polifonia. Outra especificidade é que as mulheres procuram estar mais modestas, sempre estão usando véu sobre o cabelo; Essas são algumas das diferenças mais perceptíveis para a missa nova. Em 2007 o papa Bento XVI publicou o Motu Proprio Summorum Pontificum que colocou novamente esta forma de celebrar a missa em destaque. Qual era a intenção de Bento XVI ao publicar o Motu Proprio Summorum Pontíficum em 2007 Em seu pontificado, Bento XVI desempenhou uma busca constante por uma reforma da reforma liturgica. Percebendo os graves problemas na liturgia e até mesmo na filosofia/teologia em todo mundo, tentou, com seu exemplo, popularizar o zelo pela liturgia e a eucaristia, além de “descriminalizar” e restaurar a tradição na Igreja. Com a publicação do Summorum Pontíficum, o Papa Bento XVI queria resolver a sobreposição do Missal do Vaticano II sem a abolição do anterior. Basicamente ele permitiu que os fiéis tivessem direito de solicitar celebrações da missa e dos outros sacramentos conforme os ritos e fórmulas anteriores ao Concílio Vaticano II. Qual a importância do Summorum Pontíficum? Através do Summorum Pontificum muitos grupos e comunidades tradicionais tiveram respaldo para solicitar a missa na forma tradicional e, desde então, surgiram muitos grupos e comunidades tradicionais, inclusive muitos padres que passaram a se interessar pela celebração da missa tradicional. *Importante ressaltar que estes grupos que surgiram a partir do incentivo de Bento XVI, eram grupos que seguiam o papa e o magistério, sempre submissos à igreja. E que os grupos que se opunham ao papa e ao Vaticano II já existiam muito antes da promulgação do Summorum Pontificum. O Summorum Pontíficum de Bento XVI era respeitado? Nem sempre… Mesmo com o documento que estabelecia que qualquer sacerdote pudesse celebrar livremente a missa tradicional, muitos bispos e “conselhos diocesanos” não respeitavam a autoridade do papa, e frequentemente perseguiam os padres/comunicades tradicionais. Ainda assim havia um lado bom, pois muitos bispos permitiam a missa “contra a própria vontade”. Qual a intenção do Novo Motu Proprio Traditionis Custodes do Papa Francisco? O Papa Francisco fez mudanças radicais na carta apostólica, emitida em 16 de julho de 2021, em forma de motu proprio “Traditionis custodes” (“Guardiães da Tradição”), sobre o uso da liturgia romana anterior a 1970, restringindo as missas celebradas sob a forma extraordinária do rito romano. O uso da forma extraordinária depende agora da autorização do bispo local a grupos que queiram a Missa tradicional (art. 2), só podendo ocorrer em igrejas em locais determinados por ele que não sejam igrejas paroquiais (art. 3, § 2), e não poderão ser autorizados novos grupos (art. 3, § 6) ou novas paróquias pessoais (art. 3, § 2). Em teoria a sua decisão se baseia na “defesa da unidade do Corpo de Cristo” e visa combater “o uso distorcido que foi feito desta faculdade é contrário às intenções que levaram a conceder a liberdade de celebrar a Missa com o Missale Romanum de 1962”, ou seja, com esse maior controle o Papa pretende fazer que as missas tradicionais não se tornem um reduto de católicos dissidentes, que não aceitam o Magistério da Igreja, rejeitam a validade da Missa Nova, do Concilio Vaticano II e dos últimos papas. O texto determina que os bispos “se assegurem de que estes grupos não neguem a validade do Vaticano II e do Magistério dos sumos pontífices”. O novo Motu Próprio do Papa Francisco proíbe a missa tradicional? Na teoria não. No artigo segundo deste novo documento, o Papa Francisco afirma que é “competência exclusiva” do bispo autorizar o uso do Missal Romano de 1962 na sua diocese, isso significa dará uma autoridade para os bispos poderem proibir e suprimir comunidades tradicionais, o que, por sinal, já acontecia com uma certa frequência em muitas dioceses, mesmo durante o motu próprio anterior, mas agora terão autoridade dada pelo Vaticano. De acordo com o documento, o bispo deve indicar um ou mais lugares onde se pode usar a liturgia na forma extraordinária, “mas não em igrejas paroquiais e sem erigir novas paróquias pessoais”. O Papa também manda que os bispos locais verifiquem se as paróquias pessoais já estabelecidas para que as missas sejam celebradas no rito antigo “são eficazes para o crescimento espiritual e determine se devem ou não ser mantidas”. Fica proibida a criação de novos grupos ou a ereção de novas paróquias pessoais. A missa tradicional corre “risco de extinção”? Sim. Por dois motivos. Primeiro Motivo: Muitos bispos que antes já proibiam a missa tradicional em sua diocese, desobedecendo o Summorum Pontificum, agora terão autoridade para eliminar qualquer vestígio da tradição em suas dioceses. E mesmo aqueles bispos que antes permitiam contra a própria vontade, agora poderão simplesmente desautorizar as missas vigentes, tudo isso sem uma instância superior para se recorrer Certamente haverão bons bispos que darão liberdade para que os padres celebrem livremente a missa tradicional em suas dioceses, porém, contudo, todavia, nós sabemos que, além de serem poucos, qualquer bispado possui prazo de validade, seja por remanejamento ou por aposentadoria. A partir deste cenário, concluímos que a simples mudança de um bispo poderá mudar totalmente o cenário de uma diocesse, e com isso todas as autorizações poderão ser revogadas, desse modo, dioceses que hoje têm a liberdade para viver a tradição, podem perder a concessão com uma simples mudança de bispo. Alguns exemplos que podemos citar são as dioceses de Ciudad del Este (Paraguai) e Anápolis (GO) que mesmo durante a vigência do Summorum Pontificum sofreram grandes mudanças pelos bispos que sucederam seus antecessores mais tradicionais. Segundo Motivo: O quarto artigo do documento determina que os sacerdotes ordenados após 16 de julho de 2021, que desejem oferecer a forma extraordinária da Missa, terão de apresentar um pedido formal ao bispo diocesano, o qual consultará previamente a Sé Apostólica antes de conceder a autorização. O quinto artigo estabelece que os padres ordenados antes de 16 de julho de 2021 e que já oferecem a Missa tradicional devem pedir autorização ao seu bispo diocesano para “continuarem a usufruir desta faculdade”. O sexto artigo informa que, a partir da data de 16 de julho de 2021, “os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica, estabelecidos pela Pontifícia Comissão Ecclesia Dei, são de competência da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica”. Portanto Vaticano reservou para si a competência para autorização de novas comunidades e carismas, mas de modo especial as comunidades de cunho tradicional, como já haviam determinado anteriormente e reiteram neste novo motu próprio. Portanto a partir de agora será muito mais difícil o surgimento de novos grupos e comunidades cujo carisma seja viver a tradição, uma vez que os bispos locais não têm mais autoridade para Porque a restrição à missa tradicional causou tanto espanto? O principal motivo é porque a Missa Tradicional é um tesouro da Igreja e, aqueles que a conhecem, sabem sua celebração é algo positivo em todos os aspectos para a Santa Igreja, portanto não existe motivo para restringir sua celebração e, que ao contrário do que foi feito, deveria ser motivada. Nas comunidades em que há maior frequência à missa tradicional, as estatísticas em relação a diversos aspectos da vida cristã são sempre superiores. Maior frequência aos sacramentos, grande número de vocações sacerdotais, religiosas, missionárias. Maior consciência da doutrina, etc. Para saber mais leia esta pesquisa: Os fiéis que frequentam a Missa Tradicional são inimigos da Igreja? É verdade que existem católicos tradicionais que não aceitam a autoridade do Papa e o Concílio Vaticano II, e consequentemente não estão sob o Magistério da Igreja? Esse Motu Próprio foi uma punição para eles? Sim, existem católicos que não aceitam o papa, e também não aceitam o Vaticano II. Esses “católicos” popularmente chamados de “radtrads”, entretanto, não têm o costume de frequentar paróquias, mas participam de missas com padres e comunidades que também não estão sob a autoridade do Vaticano. Eles participam da missa exclusivamente no rito tradicional, e também não aceitam a missa nova, mesmo que seja celebrada com toda piedade, sem abusos litúrgicos e de forma solene. Nos locais onde não há missa, eles preferem assistir pelo youtube a participar da missa nova. O maior argumento deste motu proprio segue o raciocínio de querer exterminar estes grupos e comunidades, porém, o que não se levou em consideração é que eles já não aceitam a autoridade do Vaticano, e consequentemente não serão afetados pelo novo motu proprio. Eles continuarão frequentando suas missas normalmente nos locais onde já frequentavam. Esse motu proprio afetará, pelos motivos já citados, principalmente padres e fiéis que aceitam o Concílio Vaticano II e que estão sob a autoridade do Papa, e deste modo estão sob a jurisdição do do Vaticano. A Missa Tradicional vai acabar? Qual o problema com a “missa nova”? Dificilmente a missa tradicional vai acabar, pois é algo que já faz parte da Igreja, e algo com tantas qualidades dificilmente desaparecerá da Igreja. Sobre a missa nova, muitos enumeram diversas teorias para afirmar que a missa nova é inferior à missa tradicional, todavia o principal problema está na cultura estabelecida na formação do clero. Se por um lado a missa nova possui o mesmo valor sacrifical, sacramental e validade quanto uma missa tradicional, estabeleceu-se uma cultura de aniquilação da tradição, e por isso muitos padres deformam a missa nova para que não se pareça em nada com a missa tradicional, o que é um erro gravíssimo. É por este motivo que existem tantos abusos litúrgicos e falta de piedade nas missas novas. Ainda que existam diferenças profundas entre a forma ordinária do rito romano e a forma extraordinária (missa tridentina), as semelhanças são muitas. Uma forma de contornar o acesso dos fiéis à missa tradicional, especialmente nas paróquias onde o padre sabe ou não pode celebrar o rito extraordinário, é basicamente celebrar o rito na forma ordinária de maneira piedosa, seguindo as recomendações do missal e instruções litúrgicas! As maiores e mais evidentes diferenças entre os ritos não existiriam se os padres quisessem celebrar de maneira mais solene e piedosa a missa nova. Podemos listar alguns exemplos abaixo que estão previstos tanto no Novus Ordo quanto no Vetus Ordo, e que qualquer padre tem autoridade para celebrar: em latim com leituras e homilia em português; ad orientem (de frente para o altar/sacrário, de costas para o povo); cantos litúrgicos em gregoriano com órgão e coral de vozes; paramentos litúrgicos completos, com casula romana, barrete, etc); comunhão na boca com genuflexório e patena de comunhão; orientar o povo sobre o uso de roupas adequadas, modestas e o véu; orientar o povo a fazer profundo silêncio dentro da igreja, sem conversas ou alimentos; preparar homilias realmente católicas, inspiradas nos sermões de grandes santos da igreja; utilizar turíbulo em domingos, solenidades e festas; evitar “comentaristas” durante a missa; não fazer entradas da bíblia, teatros, danças, outras entradas inventadas, e outros abusos; etc; Um dos principais argumentos para as grandes mudanças no rito da missa era para popularizar a missa e deixar mais “acessível”, entretanto o resultado é que nos dias atuais apenas 5% daqueles que se declaram católicos cumprem o preceito e frequentam a missa todos os domingos. Se todas as missas fossem bem celebradas e de maneira piedosa, com homilias verdadeiramente católicas e catequeticas, como pede a Santa Igreja e o Missal, sem abusos litúrgicos, certamente muito mais católicos frequentariam a Santa Missa aos domingos. Se a Missa Tradicional não oferece riscos, mas benefícios, por quê tentam de tantas maneiras suprimí-la? Quem ganha com isso? Para se aprofundar no assunto, assista esta homilia: Leia também Cardeal Sarah: “A proibição da missa tradicional é inspirada no diabo, que deseja a nossa morte espiritual” #TraditionisCustodes

  • A FALTA QUE FAZ A LITERATURA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA

    Nunca compreendi por que os cursos que formam psicólogos não se estruturam, fundamentalmente, em torno da literatura, e só secundariamente das disciplinas propriamente científicas do setor. Infelizmente, a realidade é outra. Enquanto a psicanálise atua como braço psicoterapêutico de políticas libertárias, e a psicologia comportamentalista concebe o ser humano como mero animal condicionável segundo os padrões da sociedade de consumo, a grande literatura faz de fato o verdadeiro trabalho de prospecção da alma humana. Escreveu o filósofo Mário Ferreira dos Santos, muito acertadamente, que “Enquanto alguns psicólogos permanecem manuseando palavras mortas, os artistas fazem psicologia. Comunicar uma alma a outra é o trabalho dos estetas. Nunca, como agora, numa época em que a escala de valores puramente utilitária predomina na sociedade, mais carecemos de artistas. A arte é um estímulo para a vida. Faltar-lhe-ia apenas esse caráter para dar-lhe um valor, que os utilitários bem poderiam incluir em sua capenga escala de valores.” O mais engraçado é que os próprios cursos de Letras já não querem mais saber das grandes obras literárias. É algo difícil de acreditar, mas os melhores críticos literários não saíram dos cursos de Letras. Eram jornalistas, advogados, médicos, padres… Com uma hora semanal de literatura nos cursos de jornalismo, psicologia, direito ou medicina, correríamos o risco de ter, de volta, os leitores mais inteligentes. Literatura não harmoniza com especialização; é, por natureza, refratária a formalismos de qualquer espécie. O principal eixo disciplinar de um curso de letras teria de ser a literatura, e não a linguística. Se o objetivo é eliminar a leitura inteligente, então sim: estruture-se um curso de letras com linguística sobreposta à gramática, teorias literárias da moda em vez de literatura; dificulte-se o acesso à literatura universal e às humanidades. Um currículo de curso de Letras que não se abra à filosofia, à História universal, às demais artes, à boa ciência social e psicológica, irá sempre, forçosamente, formar leitores incompletos. De que serviriam, porém, as melhores disciplinas e a melhor grade curricular, se os cursos de letras continuarem a acolher os alunos mais despreparados, para depois exibirem altos números nas estatísticas oficiais? A tragédia pedagógica se consuma, de fato, quando esses alunos se associam a professores ideologicamente comprometidos, incapazes de compreender a verdadeira natureza da literatura — esse tipo de “discurso” que, ao aproximar-se intuitivamente da realidade total, exige múltiplas vias de acesso para a sua compreensão.

  • Atleta olímpica exibe com orgulho sua devoção à Nossa Senhora após ganhar medalha de ouro

    Enquanto a atleta subia ao pódio dos vencedores segurando a histórica medalha de ouro em sua mão, uma outra medalha no pescoço da campeã olímpica ganhou destaque! Levantadora de peso das Filipinas deu uma belíssima demonstração de fé e agradecimento ao conquistar o ouro olímpico. ouve muita emoção quando Hidilyn Diaz subiu ao pódio para receber sua medalha de ouro olímpica – a primeira das Filipinas ha história das Olimpíadas. A halterofilista de 30 anos manteve sua reverência durante a execução o hino nacional do país tocava, enquanto as lágrimas escorriam por seu rosto. A atleta filipina venceu a categoria até 55 kg no Tokyo International Forum e superou a chinesa Liao Qiuyun, dona do recorde mundial, que teve que ficou com o segundo lugar. A cerimônia de premiação ficou ainda mais especial quando a levantadora de peso ergueu sua medalha para mostrar à multidão. No entanto, não era a medalha de ouro reluzente que ela exibia, mas a Medalha Milagrosa de Nossa Senhora , que ela também levava no pescoço. A campeã expressou sua surpresa por ser capaz de chegar ao lugar mais alto do pódio:  “Acho que foi Deus e todas as pessoas que oraram por mim… Agradeço a todos aqueles que oraram e fizeram a novena”. Medalha ainda mais preciosa A Medalha Milagrosa de Diaz é, obviamente, muito preciosa para ela. Juntamente com as orações de todos aqueles que a apoiaram em seu caminho, foi fundamental para a vitória. Como ela explicou ao site Spin.Ph , uma amiga dela lhe deu a medalha e fez uma novena por ela: “Ele fez uma oração de nove dias, depois eu também fiz uma novena. [Foi um] sinal de orações e fé em nossa Mãe Maria e em Jesus Cristo”. As orações de todos os seus amigos, familiares e fãs foram certamente atendidas. Com as Filipinas competindo nas Olimpíadas por 97 anos, a primeira vitória de Diaz para o país será, sem dúvida, motivo para uma grande comemoração. É preciso lembrar que o país teve algumas das restrições de quarentena mais severas do mundo durante a pandemia, tornando o treinamento dos atletas extremamente desafiador. Na corrida para sua quarta Olimpíada, tendo ganhado uma medalha de prata nos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016, Diaz ficou presa na Malásia sem acesso a equipamentos de treinamento. Ela utilizava mastros e garrafas de água como pesos – e uma força de vontade que só poderia ser enviada do céu. “Achávamos que era impossível, eu também achava que era impossível, essa pandemia, estamos em uma pandemia, as Olimpíadas são impossíveis. Mas estamos aqui agora. Então, nós podemos fazer isso. Não desista. Quaisquer que sejam os desafios e provações, vamos orar a Deus para que Ele nos guie”, compartilhou a campeã com o site ABS-CBN News . Assim, armada com sua medalha e sua forte fé, Diaz superou todas as expectativas. “Fiquei surpresa por conseguir isso.  Deus é excepcional  ”, destacou ela em entrevista a Gretchen Ho, da Cignal TV. Fonte: Aleteia

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