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- Dom Alberto Taveira se defende contra acusações de imoralidade: “consciência tranquila”
Dom Alberto Taveira Corrêa disse que recebeu informações de procedimentos investigativos contra ele com graves acusações sem que fosse questionado e ouvido. “Nesta dolorosa experiência de calvário, mas com a consciência tranquila, enfrentarei as calúnias, difamações e injúrias contra mim, na esperança que ao final reluza a verdade!” O arcebispo da Arquidiocese de Belém, Dom Alberto Taveira, contou na tarde deste sábado, 5, que está sendo acusado de imoralidade. Segundo ele, o caso está sendo acompanhado pela Santa Sé. O pronunciamento foi em vídeo publicado no site da instituição. Dom Alberto afirma que recebeu há poucos dias a informação de que estava sendo investigado por graves acusações. O arcebispo não deu detalhes do processo investigativo. O portal Roma News solicitou as informações à Arquidiocese, que ainda não se manifestou sobre o caso. Ainda segundo o arcebispo, o caso será notícia em rede nacional. No vídeo, ele lamentou que as partes denunciantes tenham escolhido essa via “escandalosa” da mídia. “Lamento que os pretensos acusadores tenham optado pela via escandalosa, com circulação de notícia na mídia nacional, sem as devidas apurações dos fatos, ao que tudo indica, visando causar danos irreparáveis à minha pessoa e provocar abalo na Santa Igreja”, disse. Dom Alberto disse também que está à disposição das autoridades e confia na justiça. “Confio na Justiça Brasileira para o esclarecimento dessas falsas imputações, que atacam não só a minha honra, mas prejudicam também aqueles que sempre lutaram fiel e ativamente pela fidelidade a Nosso Senhor Jesus Cristo. Reforço estar totalmente disponível às autoridades, tanto as eclesiásticas como as civis, para que a realidade seja restabelecida integralmente”, declarou. Assista ao pronunciamento: Em carta destinada a diáconos e sacerdotes, o arcebispo afirmou que as denúncias enviadas à Santa Sé provocaram uma visita apostólica, encerrada nesta semana. Dom Alberto Taveira escreveu que “tem clara consciência da improcedência das acusações” e que vai aguardar as investigações que correm em segredo da justiça. O Arcebispo não deu nenhum detalhe sobre as acusações que pesam sobre ele. Leia a carta na íntegra: Dom Alberto Taveira recebe apoio da RCC O Conselho Nacional da RCCBRASIL aprovou por unanimidade uma nota dirigida a todo o povo da RCC em solidariedade ao arcebispo de Belém do Pará, Dom Alberto Taveira. O mesmo tem sido alvo de calúnias que atacam sua honra. O Conselho Nacional é unânime em reafirmar o testemunho coerente de Dom Alberto, que sempre foi um pai amoroso aos milhões de carismáticos do Brasil. E convoca todo o povo para permanecer firme em oração, para que a verdade se reestabeleça. Confira a nota: NOTA DE APOIO, SOLIDARIEDADE E COMUNHÃO PARA COM DOM ALBERTO TAVEIRA CORRÊA (ARCEBISPO METROPOLITANO DE BELÉM-PA) E DE REPÚDIO ÀS FRÁGEIS E INCONSEQUENTES ILAÇÕES DE QUE O PRELADO É VÍTIMA “Tu que habitas sob a proteção do Altíssimo, que moras à sombra do Onipotente, dize ao Senhor: ‘Sois meu refúgio e minha cidadela, meu Deus, em quem confio’. É ele quem te livrará do laço do caçador e da peste perniciosa.” (Sl 90, 1-3). Afastamos e veementemente repudiamos as denúncias infundadas ora dirigidas a Dom Alberto Taveira Corrêa, Arcebispo Metropolitano de Belém-PA, pois como ovelhas conhecemos e atestamos sua envergadura moral, sua reputação ilibada, sua fidelidade ao Evangelho e à Sã Doutrina Católica. Procure-se, pois, conhecer o belo histórico do ora denunciado, caluniado, difamado! Fato é que há uma robusta nuvem de testemunhas beneficiadas pelo bem que este homem de Deus semeia sobre a terra. Certamente, os fatos falarão por si e a verdade refulgirá. É sabido que alguns posicionamentos firmes e decisões tomadas por Dom Alberto Taveira no governo de sua Arquidiocese desagradaram a alguns, que há algum tempo se insurgem, sem qualquer temor de Deus, para macular a honra e a credibilidade de um Bispo que dá a vida pelas suas ovelhas, confirmando os irmãos na fé e exalando o perfume de Cristo. Manifestamos, pois, nossa solidariedade e comunhão para com Dom Alberto Taveira Corrêa e nos colocamos em sua defesa, enxergando nele o nosso Pastor amado, um homem probo, reto e coerente com a fé que professa e defende com a vida. Confiamos-lhe à proteção de Nossa Senhora de Nazaré e a Ela rogamos para que a justiça se restabeleça. Colocamo-nos em contínua intercessão por Dom Alberto Taveira e por toda a Arquidiocese de Belém-PA, bem como CONVOCAMOS todo o Povo de Deus para que se coloquem igualmente em oração e para que o Senhor Nossa Justiça permaneça com Seus olhos voltados para esta situação tão dolorosa! Em Cristo, Conselho Nacional do Movimento Eclesial Renovação Carismática Católica do Brasil
- GENERAL CHARLES DE GAULLE: QUANDO OS CHEFES DE ESTADO ERAM CATÓLICOS PRATICANTES – Nico Spuntoni
Em 2020 comemorou-se não só o 130º aniversário de nascimento de Charles de Gaulle, como também o 50º aniversário da sua morte. Na cerimônia de comemoração, em seu túmulo em Colombey-les-Deux-Églises, havia no entanto apenas trinta pessoas, e a tradicional Missa em sua homenagem foi cancelada devido à pandemia. Trinta: o mesmo limite imposto — e rejeitado pelo Conselho de Estado —, por seu sucessor Emmanuel Macron, para o número de fiéis autorizados a participar das celebrações litúrgicas, durante este segundo lockdown francês. O cancelamento da Missa em sua homenagem, no aniversário de meio século de sua morte, e a realização da cerimônia militar, por si só não fizeram jus à memória do General, porque — como lembrou seu filho Philippe, em certa ocasião, lamentando o fato que de seu pai só se falasse enquanto “político patriota — ele “caminhava sobre duas pernas: seu patriotismo e sua fé cristã”. Charles de Gaulle nasceu em Lille, em 1890, em uma família profundamente católica, filho de um professor de história e literatura de um colégio jesuíta, que lhe transmitiu o amor pela Tradição; e modelado pelo ramo materno, do qual herdou a sensibilidade pela questão social, despertada pela publicação da encíclica Rerum Novarum . A inspiração para a doutrina social da Igreja caracterizou sua ação política durante os anos em que foi presidente, e, como estadista, continua a ser um exemplo de saudável laicidade, mantendo os valores nacionais bem enraiados no húmus cristão. O General adestrou-se intelectualmente nos textos de escritores e pensadores católicos do calibre de um Ernest Psichari, Georges Bernanos, François Mauriac e François-René de Chateaubriand. Mas, acima de tudo, De Gaulle permaneceu para o resto de sua vida um crente fervoroso e praticante, que fez da fé “a força-motriz de sua vida”, como seu filho Philippe lembrou. Foi assim que se portou em seus anos de exílio em Londres, quando se tornou o chefe da Resistência Francesa ao nazi-fascismo, para a qual escolheu como símbolo uma bandeira tricolor com a cruz de Lorena. Uma cruz para os homens livres, contra a suástica daqueles que os desejariam escravos. Em junho de 1942, ao saber da primeira vitória das Forças Francesas Livres, na batalha de Bir-Hakeim, o então chefe do governo no exílio foi imediatamente a uma capela católica em Londres para cantar o Magnificat. O hino de gratidão ao Senhor também acompanhou seu retorno triunfal à Paris libertada, em agosto de 1944, dentro de uma catedral de Notre Dame à qual foi negada a entrada ao cardeal Suhard, arcebispo acusado, por alguns dos líderes da Resistência, de colaboracionista com o regime de Vichy. Um gesto contrário à sua vontade, como relatou anos depois nas suas memórias, mas ao qual se resignou para não exasperar os ânimos dos mais anticlericais, ao mesmo tempo que se preparava para dar sinais tranquilizadores na direção de Roma, com uma carta respeitosa a Pio XII, na qual mencionou os “interesses espirituais do povo francês” e o “respeito que temos pelas lembranças mais queridas da nossa fé cristã, bem como pelo património religioso, intelectual e moral que representa”. No imediato pós-guerra, o chefe de estado francês encontrou no Vaticano dois esteios, que seriam ainda mais úteis após sua ascensão à presidência da República, em 1958: o cardeal Eugène Tisserant (apelidado de “cardeal de Gaulle” na Cúria, por causa de suas simpatias gaullistas) e Monsenhor Angelo Roncalli, núncio apostólico em Paris de ’44 a ’53. No Conclave de 1958, ocorrido poucos meses depois de sua recondução ao poder e o fim da Quarta República, Roncalli foi eleito Papa para alegria do General, que em 27 de junho de 1959 foi ao Vaticano em visita oficial, ajoelhando-se diante do papa e pronunciando esta frase: “Depositamos, em nome da França, os nossos respeitos aos teus pés”. Para a próxima visita de um presidente da República Francesa ao Vaticano, seria preciso esperar por Jacques Chirac, em janeiro de 1996, no pontificado de São João Paulo II. Durante a década de sua presidência, De Gaulle, o “soldado e líder dos franceses” que não se curvou diante de Hitler, muitas vezes permitiu que fosse fotografado em oração, ajoelhado diante do Santíssimo Sacramento. Nos Elíseos, construiu uma pequena capela com vista para o pátio de honra, onde seu sobrinho François (padre missionário na África) às vezes celebrava a Missa, e na qual se destacava a presença de um ícone de bronze de Nossa Senhora Negra de Czestochowa, presente dos bispos poloneses. A proximidade com as igrejas perseguidas, em países do bloco soviético, foi um dos traços que caracterizaram sua capacidade de conjugar experiência de fé e opções políticas: durante uma viagem oficial à União Soviética, em 1966, exigiu a reabertura da igreja de Nossa Senhora de Lourdes, em Leningrado, fechada durante cinquenta anos, não só para que pudesse participar da celebração da Missa dominical junto da esposa, mas também para dar um sinal simbólico de apoio às comunidades católicas que estavam sob o jugo comunista. A fé de De Gaulle foi alimentada, no contexto familiar, pelo seu casamento com Yvonne, uma primeira-dama que tinha um estilo simples e discreto, o que fez com que, na época em que viviam nos Elíseos, fosse ridicularizada por seu catolicismo fervoroso e até retratada como fanática religiosa. A fé e a união do casal foram reforçadas com o nascimento da filha Anne, que sofria da síndrome de Down (nascida 31 anos antes que o cientista Jérôme Lejeune identificasse o problema como uma trissomia do cromossomo 21) e muito amada pelo General. A um capelão militar, em 1940, confidenciou: “Esta menina é a minha alegria e a minha força, uma graça de Deus em minha vida, que me ajuda a olhar para além de todos os fracassos e honras, mirando sempre mais para o alto”. Na França das décadas de 1920 e 1930, a deficiência de uma criança era causa de preconceito e maledicência em relação aos pais, e, muitas vezes, essas crianças, chamadas de “mongolóides”, eram abandonadas à própria sorte em hospitais especializados ou escondidas das outras pessoas, por vergonha. A família de De Gaulle, ao contrário, consolada pela fé, acolheu Anne como “uma criança como todas as outras” (foram as palavras de Charles logo após o nascimento), envolvendo-a de atenção e ternura. Uma famosa foto em preto e branco retrata o General, de paletó e gravata, embalando divertido a menina, numa praia, numa pose a que os franceses, que só conheciam o soldado altivo e respeitável, não estavam habituados. De Gaulle procurava ensinar orações a Anne, enquanto sua esposa trabalhava pela abertura de uma casa para hospedar meninas com deficiência e em condições econômicas precárias. A morte da terceira filha, em 1948, foi uma dura prova para o General, que comentou: “Sua alma agora está livre, mas causou-nos imensa dor a morte desta nossa filha que tanto sofreu”. Leva seu nome a Fundação que mantinha a casa para crianças com deficiência, tão desejada por Yvonne e que foi confiada a freiras; a ela deixou em herança o produto da venda das suas memórias. Em seu testamento, que já estava escrito em 1952, o libertador da França disse que não queria um funeral de Estado: pediu para ser enterrado em Colombey-les-Deux-Églises, junto da filha Anne. E assim foi sua morte, em 1970. Seu caixão, decorado com um crucifixo, foi levado à igreja de Champagne-Ardenne sem música e fanfarra. Seu filho Philippe explicou: “Para meu pai, a liturgia romana era bonita o suficiente para enterrar um cristão, para quem a morte é um triunfo”. Cinquenta anos depois de sua morte, é decepcionante vê-lo lembrado com uma cerimônia secular, sem Missa. A ideia que tinha da França aquele general, que considerou o batismo de Clóvis o acontecimento mais importante da história nacional, não encontra mais correspondência em um país no qual o poder do Estado limita a liberdade de culto mesmo no Natal. E, no entanto, a vitalidade dos fiéis franceses, em protesto contra a proibição, dá esperança de que ainda existam por lá aqueles que — como queria De Gaulle — “ainda estão animados pela chama cristã, aquela que lança a luz do amor e da fraternidade no vale das dores humanas; aquela da qual, século após século, tem se acendido a inspiração espiritual e moral da França ”. https://lanuovabq.it/it/il-de-gaulle-dimenticato-cattolico-difensore-della-fede
- ESTUDO COMPROVA: HIDROXICLOROQUINA É EFICAZ NO INÍCIO DA COVID – Dr. Paolo Gulisano
[Um estudo, conduzido pelos pesquisadores C. Prodromos e T. Rumschlag, publicado na revista Science , demonstrou a eficácia da hidroxicloroquina contra Covid-19, principalmente quando administrada nos estágios iniciais da doença. A AIFA, Agência Italiana de Medicamentos, que havia não apenas desaconselhado a cloroquina off-label, mas também proibido o seu uso, pode rever sua posição]. Uma partida muito importante está sendo disputada em torno à Cloroquina. O que está em jogo é a possibilidade de haver uma Medicina da responsabilidade, uma Medicina que preveja a possibilidade de todo médico exercer a sua profissão segundo a ciência e a consciência. Uma Medicina em que o médico é livre para usar determinados medicamentos. Ou melhor: medicamentos que se mostraram eficazes e seguros. Desde março, quem escreve estas linhas tem indicado a cloroquina como um dos principais auxiliares terapêuticos à disposição dos médicos, retomando experiências anteriores (a primeira Sars de 2002) e os estudos do professor Raoult. Outros médicos relataram em nossas colunas as suas experiências de tratamento com este medicamento. Também em nível internacional, temos inúmeras evidências da eficácia deste antigo medicamento, quando utilizado no combate à Covid. Mesmo assim, há quem teimosamente continue a erguer barreiras contra, negando a validade da cloroquina e tecendo comentários sobre seus possíveis efeitos colaterais. Contra essa hostilidade preconcebida, só se pode recorrer à evidência, à medicina baseada em evidências. Querem demonstrações concretas da eficácia e segurança deste medicamento, demonstrações, aliás, que não são solicitadas para as vacinas recém fabricadas, pouco testadas e que devem ser aceitas com um ato de fé cega? Eis que essas demonstrações existem. Senão, vejamos. Refiro-me ao importante estudo recente publicado pela revista Science: “Hydroxychloroquine is effective, and consistently so when provided early, for COVID-19: a systematic review”. O estudo, conduzido pelos pesquisadores C. Prodromos e T. Rumschlag, demonstrou a eficácia contra a doença de Covid-19, em particular se administrado nos estágios iniciais da doença, justo naquela fase para a qual atualmente, segundo certos protocolos, só se recomenda tratar os pacientes com analgésico. De acordo com esta pesquisa, no entanto, a hidroxicloroquina (HCQ) foi considerada consistentemente eficaz contra o COVID-19 se administrada precocemente e, portanto, em ambiente doméstico. Verificou-se, também, que era geralmente eficaz mesmo em estudos com pacientes hospitalizados, aqueles que, portanto, chegavam às enfermarias em condições muito graves. Além disso, nenhuma mortalidade adversa ou eventos graves de segurança foram encontrados. A hidroxicloroquina (HCQ) demonstrou ser eficaz com ou sem a combinação do antibiótico azitromicina. Os pesquisadores também levantaram a hipótese de que alguns estudos, que não haviam conseguido provar a sua eficácia, teriam sido tendenciosos em relação à sua eficácia positiva, e que nenhum estudo imparcial teria revelado uma piora nos tratamentos com esse medicamento. Chegamos, por fim, à delicada questão dos eventos adversos, que os detratores do antigo antimalárico tentam enfatizar de todas as maneiras. O estudo apresentado pela Science apresenta dados que comprovam a ausência total de mortalidade após o tratamento com hidroxicloroquina. Os eventos adversos que surgiram no curso de 43 estudos foram efeitos colaterais já conhecidos no uso do remédio: náusea, dor de estômago, dor de cabeça, coceiras (efeitos colaterais causados por muitos medicamentos e vacinas). Nada de excepcional, nada de impressionante e, em qualquer caso, um pequeno preço a pagar em troca de uma plena recuperação da infecção pela Covid. Uma relação custo/benefício bem favorável à hidroxicloroquina. A hidroxicloroquina tem sido usada com boa segurança por mais de 50 anos; os eventos adversos relativamente menores, observados nesses estudos, são compatíveis com este bom perfil de segurança. Resumindo: está demonstrado cientificamente que a hidroxicloroquina é segura para o tratamento da COVID-19, é eficaz quanto antes é administrada (portanto, sem demora) e é essencial para reduzir drasticamente as hospitalizações que colocam em risco a manutenção do sistema hospitalar. Diante dessas evidências, é justo que a hidroxicloroquina desempenhe um papel mais relevante nas diretrizes terapêuticas. Uma opção responsável que daria esperança a muitos enfermos. https://lanuovabq.it/it/basta-indugi-questo-studio-promuove-lidrossiclorochina
- Bispo brasileiro alerta: “querem culpar a igreja pelo aumento dos casos de Covid”
O Bispo da Diocese de Frederico Westphalen, Dom Antônio Carlos Rossi Keller, criticou medidas adotadas pelo governo do Rio Grande do Sul que restringem a participação dos fiéis na Missa, por causada pandemia de Covid-19. Segundo o Prelado, “as autoridades sanitárias pretendem culpar a Igreja pela situação em relação ao aumento de casos do COVID-19 no Estado”. De acordo com dados da Secretaria de Saúde do Estado, foram registrados até o momento 326.425 casos confirmados de Covid-19 no Rio Grande do Sul, com 6.900 mortes. A taxa de ocupação dos leitos de UTI é de 81,2%. Frente ao aumento do número de casos infecção por coronavírus, o governo do Rio Grande do Sul adotou novas medidas e suspendeu temporariamente o sistema de cogestão, que permitia as prefeituras a adotarem restrições mais brandas. Desde terça-feira, 1º de dezembro, 19 das 21 regiões Covid do estado passaram para bandeira vermelha, de alto risco epidemiológico. Segundo informa o site do governo do RS, “as novas restrições à circulação de pessoas e a suspensão do sistema de cogestão do Distanciamento Controlado devem durar duas semanas, mas, se for necessário, não está descartado a prorrogação do prazo ou alteração dos protocolos”. Entre as medidas estabelecidas pelo governo, algumas dizem respeito a “Missas e serviços religiosos” e determina a participação de no “máximo 30 pessoas” ou “10% da lotação”. Além dos protocolos gerais como uso de máscara, álcool em gel, distanciamento, ventilação natural, também proíbe “o consumo de alimentos e bebidas”. Diante disso, Dom Keller denunciou em uma publicação em seu Instagram que, no Rio Grande do Sul, “as autoridades sanitárias pretendem culpar a Igreja pela situação em relação ao aumento de casos do COVID 19 no Estado, pelas restrições constantes no Protocolo de distanciamento controlado: 10% da lotação das Igrejas ou 30 pessoas nos locais de culto”. O Prelado assinalou que “esta generalização é absurda e inaceitável”. Do mesmo modo, indicou que “a proibição de que haja ‘distribuição de alimentos e bebidas’ pode também configurar-se em uma abusiva intervenção no Direito Litúrgico, já́ que pode significar a arbitrariedade de se impedir a distribuição da Sagrada Eucaristia”. “Nós bispos do RS vamos tomar as medidas necessárias para que haja maior respeito para com a Igreja Católica”, completou. Fonte ACI Digital #Coronavírus
- Bispo brasileiro alerta: “querem culpar a igreja pelo aumento dos casos de Covid”
O Bispo da Diocese de Frederico Westphalen, Dom Antônio Carlos Rossi Keller, criticou medidas adotadas pelo governo do Rio Grande do Sul que restringem a participação dos fiéis na Missa, por causada pandemia de Covid-19. Segundo o Prelado, “as autoridades sanitárias pretendem culpar a Igreja pela situação em relação ao aumento de casos do COVID-19 no Estado”. De acordo com dados da Secretaria de Saúde do Estado, foram registrados até o momento 326.425 casos confirmados de Covid-19 no Rio Grande do Sul, com 6.900 mortes. A taxa de ocupação dos leitos de UTI é de 81,2%. Frente ao aumento do número de casos infecção por coronavírus, o governo do Rio Grande do Sul adotou novas medidas e suspendeu temporariamente o sistema de cogestão, que permitia as prefeituras a adotarem restrições mais brandas. Desde terça-feira, 1º de dezembro, 19 das 21 regiões Covid do estado passaram para bandeira vermelha, de alto risco epidemiológico. Segundo informa o site do governo do RS, “as novas restrições à circulação de pessoas e a suspensão do sistema de cogestão do Distanciamento Controlado devem durar duas semanas, mas, se for necessário, não está descartado a prorrogação do prazo ou alteração dos protocolos”. Entre as medidas estabelecidas pelo governo, algumas dizem respeito a “Missas e serviços religiosos” e determina a participação de no “máximo 30 pessoas” ou “10% da lotação”. Além dos protocolos gerais como uso de máscara, álcool em gel, distanciamento, ventilação natural, também proíbe “o consumo de alimentos e bebidas”. Diante disso, Dom Keller denunciou em uma publicação em seu Instagram que, no Rio Grande do Sul, “as autoridades sanitárias pretendem culpar a Igreja pela situação em relação ao aumento de casos do COVID 19 no Estado, pelas restrições constantes no Protocolo de distanciamento controlado: 10% da lotação das Igrejas ou 30 pessoas nos locais de culto”. O Prelado assinalou que “esta generalização é absurda e inaceitável”. Do mesmo modo, indicou que “a proibição de que haja ‘distribuição de alimentos e bebidas’ pode também configurar-se em uma abusiva intervenção no Direito Litúrgico, já́ que pode significar a arbitrariedade de se impedir a distribuição da Sagrada Eucaristia”. “Nós bispos do RS vamos tomar as medidas necessárias para que haja maior respeito para com a Igreja Católica”, completou. Fonte ACI Digital #Coronavírus
- A MÍDIA AMERICANA ESTÁ LEGITIMANDO ATAQUES TERRORISTAS NA FRANÇA? – Giulio Meotti
French President Emmanuel Macron delivers a speech inside the Pantheon monument, during a ceremony honouring the World War I soldiers and French author Maurice Genevoix who will be inducted to the Pantheon where key figures from France’s history are honoured, in Paris, on November 11, 2020, as part of the commemorations marking the 102nd anniversary of the November 11, 1918 Armistice, ending World War I (WWI). – France on November 11 moves the remains of World War I writer Maurice Genevoix into its Pantheon of national heroes in Paris, an honour championed by the French president to encourage remembrance of the conflict. Genevoix wrote five memoirs of his time as a frontline soldier experiencing the horrors of trench warfare in the conflict, which he later collected into a single book “Ceux de 14” (“Men of 14”). (Photo by Ludovic MARIN / various sources / AFP) (Photo by LUDOVIC MARIN/AFP via Getty Images) “Em certos distritos e na internet, grupos… estão ensinando o ódio à república aos nossos filhos, exortando-os a não respeitarem as leis do país. É isto que eu chamei de “separatismo”… Se não acreditam em mim, leiam as postagens nas redes sociais sobre o ódio que acabou na morte de Paty. Deem uma volta nos bairros onde as meninas de três ou quatro anos vestidas de burca, separadas dos meninos já muito novinhas, separadas do restante da sociedade, criadas no ódio aos valores da França”. — Presidente francês Emmanuel Macron, Financial Times, 1º de novembro de 2020. “Sou a favor do respeito às culturas, às civilizações, mas não vou mudar minha lei só porque causou espanto em outros lugares”. — Emmanuel Macron. De acordo com o jornalista americano Thomas Chatterton Williams, usar o termo “‘ataque com faca’ para retratar a decapitação é tão eufemístico que isto por si só já é uma forma de violência contra a língua propriamente dita”. Parece que a mídia anglófona vive num mundo alheio à realidade, alicerçada na perseguição e caça imaginária, procurando chifre em cabeça de cavalo, vê racismo onde não existe, sequer sabe que palavra usar quando ele aparece nas ruas da França para decapitar um professor. No entanto, aparentemente, receosos de serem chamados de “racistas” e não de serem assassinados, como Samuel Paty, que eles optam pela autocensura. Para não parecerem covardes, chamam isso de “respeito”… A pergunta que não quer calar é: será que a mídia americana espera algum tipo de reciprocidade? Não é por acaso que, em nome da “diversidade”, no ano passado a mídia americana andou caçando e alfinetando jornalistas como James Bennett e Bari Weiss, que se demitiram do New York Times. https://pt.gatestoneinstitute.org/16805/midia-ataques-terroristas-franca
- SENHOR DO VENTO E DO MAR
Durante a grande tormenta, A barca de água se enchia. Recostado a um travesseiro, Na popa Jesus dormia. Acordaram-no, assustados, E puseram-se a implorar: — Mestre, acaso não te importa Se perecermos no mar? Despertando, Jesus disse Às águas: “Silêncio!”. E ao vento — Cala-te! —, o viram ordenar Com o mesmo e firme acento. Cessou o vento e, depois, Veio uma grande bonança. — “Por que tão medrosos sois? Que é da vossa confiança?” Com grande medo, entre si Foram logo cochichar: — Mas quem será Este, a quem Obedecem vento e mar?
- Missa é interrompida pela polícia e Arcebispo denuncia perseguição a cristãos em SC
Em Botuverá, os crismandos foram impedidos de comungar e Dom Wilson comparou o ocorrido aos que ocorrem em regiões onde cristãos são perseguidos abertamente. As autoridades sanitárias do município de Botuverá, interior de Santa Catarina, interromperam na metade a celebração de uma missa de Crisma presidida pelo Arcebispo Metropolitano de Florianópolis, Wilson Tadeu Jönck, que ocorria na Paróquia São José, no último sábado (28). A interrupção provocou intensa indignação nas redes sociais e em nota publicada nesta terça-feira (01), o Arcebispo comparou o ato arbitrário às perseguições ocorridas em países hostis aos cristãos. De acordo com o pároco, padre Paulo Riffel, tudo havia sido acertado com o prefeito da cidade, que autorizara a celebração. No entanto, a Secretária de Saúde apareceu no meio da missa e, com policiais, avisou que iria entrar para interromper. “Eu me senti humilhado”, disse o pároco e considerou o fato um atentado contra a fé católica. Conseguimos levar até o final da crisma, sendo crismados os participantes, como também na hora da comunhão foi nos avisado que iriam entrar com os policiais. Então, o bispo decidiu então fazer a oração final, agradecer e dar a benção”, contou o padre. De acordo com o padre, os pais e padrinhos, além dos crismandos foram impedidos de comungar. “Foi um atentado contra a fé católica, contra os nossos católicos de Botuverá, foi um sacrilégio. Segundo informações do site regional Olhar do Vale, a cerimônia da Crisma foi realizada no salão da igreja, o que, segundo o padre, passou a ser visto pela Vigilância como um evento. “Eles não aceitam isso, por favor, eu tenho um sentimento de indignação, de falta de respeito, me senti humilhado, muito triste. Saí chorando. Nossa como pode ter acontecido isso, mas estou firme e forte pela causa de Cristo, pela fé em primeiro lugar”, afirma Padre Paulo. Segundo o Arcebispo, uma missa não pode ser interrompida no meio. “Causa revolta, quando o argumento usado é de que pelo fato de a missa ser celebrada no salão ela se tornava um evento e este era proibido. Ora, se não se consegue ver a diferença entre uma missa e um baile de carnaval, se torna difícil conversar”, diz. “Havia uma insistência para se achar um motivo para implicar. Sinceramente, não consigo encontrar o motivo para tal implicância. Mas deve haver um motivo. Devo dizer que, pessoalmente, a parte que mais me feriu foi a ordem de interromper a missa. E foram repetidas ameaças de que iriam entrar e acabar com a celebração. Preciso dizer que a celebração da missa não se interrompe na metade”. Dom Wilson comparou o ocorrido a regiões onde são comuns os episódios de cristofobia, como países islâmicos, comunistas ou secularistas, em que cristãos são perseguidos abertamente. “Tenho lido nos noticiários que tais fatos acontecem em regiões onde há perseguição contra os cristãos. Aproveitam quando a comunidade está reunida para atacar. Não esperava passar por esta experiência em Botuverá”, escreveu o Arcebispo. “O diálogo sempre foi a melhor arma. Uma pena que não surtiu efeito”, disse a secretária A Secretária da Saúde de Botuverá, Márcia Adriana Cansian, disse lamentar o ocorrido, mas justificou a interrupção alegando tratar-se de uma desobediência às normas sanitárias atuais, que levam em conta informações sobre o agravamento da pandemia. “O diálogo sempre foi a melhor arma. Uma pena que não surtiu efeito. Respeitamos o momento dos crismandos e aguardamos que fosse finalizado. Não houve nenhuma intervenção dentro do salão e o pedido foi feito diretamente ao Pe Paulo. Considero um momento muito triste para todos nós, e que poderia ter sido evitado”, afirmou a Secretária. Confira a Nota de Esclarecimento sobre a Missa de Crisma em Botuverá: NOTA DE ESCLARECIMENTO Diz respeito à Nota lançada pela Prefeitura de Botuverá, no dia 30 de novembro p.p., a propósito dos acontecimentos na Missa da Crisma realizada no dia 28 de novembro na Matriz São José. Diz a nota que tudo poderia “ser evitado com a observância às diretrizes do Estado”. Tenho a dizer que na Arquidiocese de Florianópolis são mais de 70 paróquias. Todas elas são orientadas a seguir as normas lançadas pela autoridade sanitária com referência aos cuidados preventivos com relação à COVID 19. Em todos os lugares de culto, os assentos estão demarcados de acordo com a capacidade estipulada pelos decretos do Estado, é fornecido álcool gel para todos os participantes, e é obrigatório o uso de máscara. Até agora não tivemos problemas. O nosso pedido é que se observe o que é prescrito pela autoridade. Nós nos consideramos colaboradores do Estado no seu esforço no combate à pandemia. Também em Botuverá, tudo estava organizado seguindo à risca as normas da autoridade sanitária: distanciamento, lugares demarcados para todos os participantes, fornecimento de álcool gel. Todos os presentes usavam máscaras. O fato de que a missa tenha sido no salão deve ser visto sobretudo como um esforço para cumprir aquilo que é o espírito das normas sanitárias. Causa revolta, quando o argumento usado é de que pelo fato de a missa ser celebrada no salão ela se tornava um evento e este era proibido. Ora, se não se consegue ver a diferença entre uma missa e um baile de carnaval, se torna difícil conversar. Havia uma insistência para se achar um motivo para implicar. Sinceramente, não consigo encontrar o motivo para tal implicância. Mas deve haver um motivo. Devo dizer que, pessoalmente, a parte que mais me feriu foi a ordem de interromper a missa. E foram repetidas ameaças de que iriam entrar e acabar com a celebração. Preciso dizer que a celebração da missa não se interrompe na metade. Nos mais de 40 anos de sacerdócio, isto nunca me aconteceu. Tenho lido nos noticiários que tais fatos acontecem em regiões onde há perseguição contra os cristãos. Aproveitam quando a comunidade está reunida para atacar. Não esperava passar por esta experiência em Botuverá. Quero, enfim, expressar minha admiração pelo povo de Botuverá, expressa em tantos momentos de sua história. Que este lamentável episódio não marque negativamente a harmonia e a convivência da comunidade. Florianópolis, 1º de dezembro de 2020.+ Wilson Tadeu Jönck, SCJ Arcebispo Metropolitano de Florianópolis Fonte: Estudos Nacionais
- Missa é interrompida pela polícia e Arcebispo denuncia perseguição a cristãos em SC
Em Botuverá, os crismandos foram impedidos de comungar e Dom Wilson comparou o ocorrido aos que ocorrem em regiões onde cristãos são perseguidos abertamente. As autoridades sanitárias do município de Botuverá, interior de Santa Catarina, interromperam na metade a celebração de uma missa de Crisma presidida pelo Arcebispo Metropolitano de Florianópolis, Wilson Tadeu Jönck, que ocorria na Paróquia São José, no último sábado (28). A interrupção provocou intensa indignação nas redes sociais e em nota publicada nesta terça-feira (01), o Arcebispo comparou o ato arbitrário às perseguições ocorridas em países hostis aos cristãos. De acordo com o pároco, padre Paulo Riffel, tudo havia sido acertado com o prefeito da cidade, que autorizara a celebração. No entanto, a Secretária de Saúde apareceu no meio da missa e, com policiais, avisou que iria entrar para interromper. “Eu me senti humilhado”, disse o pároco e considerou o fato um atentado contra a fé católica. Conseguimos levar até o final da crisma, sendo crismados os participantes, como também na hora da comunhão foi nos avisado que iriam entrar com os policiais. Então, o bispo decidiu então fazer a oração final, agradecer e dar a benção”, contou o padre. De acordo com o padre, os pais e padrinhos, além dos crismandos foram impedidos de comungar. “Foi um atentado contra a fé católica, contra os nossos católicos de Botuverá, foi um sacrilégio. Segundo informações do site regional Olhar do Vale, a cerimônia da Crisma foi realizada no salão da igreja, o que, segundo o padre, passou a ser visto pela Vigilância como um evento. “Eles não aceitam isso, por favor, eu tenho um sentimento de indignação, de falta de respeito, me senti humilhado, muito triste. Saí chorando. Nossa como pode ter acontecido isso, mas estou firme e forte pela causa de Cristo, pela fé em primeiro lugar”, afirma Padre Paulo. Segundo o Arcebispo, uma missa não pode ser interrompida no meio. “Causa revolta, quando o argumento usado é de que pelo fato de a missa ser celebrada no salão ela se tornava um evento e este era proibido. Ora, se não se consegue ver a diferença entre uma missa e um baile de carnaval, se torna difícil conversar”, diz. “Havia uma insistência para se achar um motivo para implicar. Sinceramente, não consigo encontrar o motivo para tal implicância. Mas deve haver um motivo. Devo dizer que, pessoalmente, a parte que mais me feriu foi a ordem de interromper a missa. E foram repetidas ameaças de que iriam entrar e acabar com a celebração. Preciso dizer que a celebração da missa não se interrompe na metade”. Dom Wilson comparou o ocorrido a regiões onde são comuns os episódios de cristofobia, como países islâmicos, comunistas ou secularistas, em que cristãos são perseguidos abertamente. “Tenho lido nos noticiários que tais fatos acontecem em regiões onde há perseguição contra os cristãos. Aproveitam quando a comunidade está reunida para atacar. Não esperava passar por esta experiência em Botuverá”, escreveu o Arcebispo. “O diálogo sempre foi a melhor arma. Uma pena que não surtiu efeito”, disse a secretária A Secretária da Saúde de Botuverá, Márcia Adriana Cansian, disse lamentar o ocorrido, mas justificou a interrupção alegando tratar-se de uma desobediência às normas sanitárias atuais, que levam em conta informações sobre o agravamento da pandemia. “O diálogo sempre foi a melhor arma. Uma pena que não surtiu efeito. Respeitamos o momento dos crismandos e aguardamos que fosse finalizado. Não houve nenhuma intervenção dentro do salão e o pedido foi feito diretamente ao Pe Paulo. Considero um momento muito triste para todos nós, e que poderia ter sido evitado”, afirmou a Secretária. Confira a Nota de Esclarecimento sobre a Missa de Crisma em Botuverá: NOTA DE ESCLARECIMENTO Diz respeito à Nota lançada pela Prefeitura de Botuverá, no dia 30 de novembro p.p., a propósito dos acontecimentos na Missa da Crisma realizada no dia 28 de novembro na Matriz São José. Diz a nota que tudo poderia “ser evitado com a observância às diretrizes do Estado”. Tenho a dizer que na Arquidiocese de Florianópolis são mais de 70 paróquias. Todas elas são orientadas a seguir as normas lançadas pela autoridade sanitária com referência aos cuidados preventivos com relação à COVID 19. Em todos os lugares de culto, os assentos estão demarcados de acordo com a capacidade estipulada pelos decretos do Estado, é fornecido álcool gel para todos os participantes, e é obrigatório o uso de máscara. Até agora não tivemos problemas. O nosso pedido é que se observe o que é prescrito pela autoridade. Nós nos consideramos colaboradores do Estado no seu esforço no combate à pandemia. Também em Botuverá, tudo estava organizado seguindo à risca as normas da autoridade sanitária: distanciamento, lugares demarcados para todos os participantes, fornecimento de álcool gel. Todos os presentes usavam máscaras. O fato de que a missa tenha sido no salão deve ser visto sobretudo como um esforço para cumprir aquilo que é o espírito das normas sanitárias. Causa revolta, quando o argumento usado é de que pelo fato de a missa ser celebrada no salão ela se tornava um evento e este era proibido. Ora, se não se consegue ver a diferença entre uma missa e um baile de carnaval, se torna difícil conversar. Havia uma insistência para se achar um motivo para implicar. Sinceramente, não consigo encontrar o motivo para tal implicância. Mas deve haver um motivo. Devo dizer que, pessoalmente, a parte que mais me feriu foi a ordem de interromper a missa. E foram repetidas ameaças de que iriam entrar e acabar com a celebração. Preciso dizer que a celebração da missa não se interrompe na metade. Nos mais de 40 anos de sacerdócio, isto nunca me aconteceu. Tenho lido nos noticiários que tais fatos acontecem em regiões onde há perseguição contra os cristãos. Aproveitam quando a comunidade está reunida para atacar. Não esperava passar por esta experiência em Botuverá. Quero, enfim, expressar minha admiração pelo povo de Botuverá, expressa em tantos momentos de sua história. Que este lamentável episódio não marque negativamente a harmonia e a convivência da comunidade. Florianópolis, 1º de dezembro de 2020.+ Wilson Tadeu Jönck, SCJ Arcebispo Metropolitano de Florianópolis Fonte: Estudos Nacionais
- DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO OU VITRINA MULTICULTURALISTA?
Uma livraria e editora católica me oferece por e-mail um box com quatro livros que, não sei por que, estão sendo vendidos em livraria católica. Se ao menos fossem livros de autores não-católicos, mas que, no tratamento dos assuntos, se aproximassem da visão católica, tudo bem. Mas não: são pontos de vista que não convergem conosco. A intenção parece ser a do “diálogo inter-religioso”: mostrar ao mundo como os “católicos progressistas” são abertos às mais diversas concepções antropológicas e religiosas, sem ficar a todo instante provocando para o debate. “Debate” está se transformando em uma palavra proscrita, do mesmo campo semântico de “fascismo” e “negacionismo”. Convidar para o debate equivale quase a “cancelar” (mais uma palavra que circula por aí) o ponto de vista alheio. Fico me perguntando o que ganha esse “diálogo inter-religioso”, se não for para realmente dialogar — mas dialogar com franqueza, à maneira socrática, sem receio das confrontações civilizadas. Eis uma verdade que anda bastante esquecida: as confrontações também podem ser civilizadas. Não haveria nenhum problema no fato de uma editora católica nos oferecer por e-mail um box com livros, cujos pontos de vista não convirjam conosco — desde que isto seja avisado na mensagem, seguido de um convite ao debate intelectual com essas pessoas que estão do lado de lá (ateus, agnósticos, espíritas, budistas etc.), inimigos de ideias que Nosso Senhor mandou amar. Do contrário, o “diálogo inter-religioso” não passaria de mera vênia multiculturalista, expressão de um desejo, hoje bem difuso em muitos círculos da Igreja, de abrir-se ao mundo não para converter, mas para ser por ele convertido, como se uma fé adulta devesse ser obrigatoriamente uma colcha de retalhos. Vou mandar um e-mail de volta à essa livraria e editora católica perguntando se eles ainda têm em catálogo algum autor católico.
- Arquidiocese do Rio se pronuncia sobre grave profanação que aconteceu em Basílica
A Arquidiocese do Rio de Janeiro emitiu um comunicado sobre o ofensivo espetáculo realizado em uma paróquia da cidade. Trata-se de “My Sweet Lord (Meu Doce Senhor) – Hare Krishna”, um ato cultural que aconteceu em 24 de outubro na Basílica da Imaculada Conceição em Botafogo, no Rio de Janeiro. Assista o ofensivo espetáculo realizado na Basílica: Clique aqui caso não consiga ver o vídeo Segundo informações da EXPO Religião, o evento cultural seria uma “feira inter-religiosa que, através de suas atividades, demonstra à sociedade que a convivência é possível sempre que exista respeito”. A descrição do vídeo diz ainda que o espetáculo “se propõe a uma performance musical celebrativa, através de canções e mantras de diversos compositores que expressam a espiritualidade e a busca pelo autoconhecimento” . E que o projeto “visa levar a história de uma religião a um espaço religioso diferente. Um verdadeiro intercâmbio religioso e cultural desconstruindo a intolerância”. O comunicado da Arquidiocese Em nota de esclarecimento, a Arquidiocese do Rio de Janeiro afirmou que “ao tomar conhecimento do mesmo, a autoridade eclesiástica chamou o Pároco, para tomar ciência” . “Após ouvi-lo, tomou as providências conforme as normas canônicas (cf. Cân. 1376), e recordou que era inapropriado o local para tal evento”. Segundo o Código de Direito Canônico, o cânon 1376 estabelece que “quem profana uma coisa sagrada, móvel ou imóvel, deve ser castigado com uma pena justa” . A Arquidiocese ressalta que o “ pároco informou que o ato cultural foi realizado sem a presença do Santíssimo Sacramento no templo, tendo sido levado à uma capela privada na casa paroquial. Como consequência, retirou a postagem do evento das páginas das redes sociais da paróquia e realizou de forma privada uma celebração penitencial”. Por último, o comunicado assinala que “inteirado do incômodo espiritual causado aos fieis católicos, o pároco realizou também na Solenidade de Cristo Rei, um ato penitencial público, durante a celebração da Santa Missa dominical , conforme fora determinado pela autoridade eclesiástica da mesma Arquidiocese, única competente para emitir o juízo definitivo e orientar nestes casos (cf. Cân. 1211)”. Rezemos em desagravo! Fonte: ChurchPop
- Arquidiocese do Rio se pronuncia sobre grave profanação que aconteceu em Basílica
A Arquidiocese do Rio de Janeiro emitiu um comunicado sobre o ofensivo espetáculo realizado em uma paróquia da cidade. Trata-se de “My Sweet Lord (Meu Doce Senhor) – Hare Krishna”, um ato cultural que aconteceu em 24 de outubro na Basílica da Imaculada Conceição em Botafogo, no Rio de Janeiro. Assista o ofensivo espetáculo realizado na Basílica: Clique aqui caso não consiga ver o vídeo Segundo informações da EXPO Religião, o evento cultural seria uma “feira inter-religiosa que, através de suas atividades, demonstra à sociedade que a convivência é possível sempre que exista respeito”. A descrição do vídeo diz ainda que o espetáculo “se propõe a uma performance musical celebrativa, através de canções e mantras de diversos compositores que expressam a espiritualidade e a busca pelo autoconhecimento” . E que o projeto “visa levar a história de uma religião a um espaço religioso diferente. Um verdadeiro intercâmbio religioso e cultural desconstruindo a intolerância”. O comunicado da Arquidiocese Em nota de esclarecimento, a Arquidiocese do Rio de Janeiro afirmou que “ao tomar conhecimento do mesmo, a autoridade eclesiástica chamou o Pároco, para tomar ciência” . “Após ouvi-lo, tomou as providências conforme as normas canônicas (cf. Cân. 1376), e recordou que era inapropriado o local para tal evento”. Segundo o Código de Direito Canônico, o cânon 1376 estabelece que “quem profana uma coisa sagrada, móvel ou imóvel, deve ser castigado com uma pena justa” . A Arquidiocese ressalta que o “ pároco informou que o ato cultural foi realizado sem a presença do Santíssimo Sacramento no templo, tendo sido levado à uma capela privada na casa paroquial. Como consequência, retirou a postagem do evento das páginas das redes sociais da paróquia e realizou de forma privada uma celebração penitencial”. Por último, o comunicado assinala que “inteirado do incômodo espiritual causado aos fieis católicos, o pároco realizou também na Solenidade de Cristo Rei, um ato penitencial público, durante a celebração da Santa Missa dominical , conforme fora determinado pela autoridade eclesiástica da mesma Arquidiocese, única competente para emitir o juízo definitivo e orientar nestes casos (cf. Cân. 1211)”. Rezemos em desagravo! Fonte: ChurchPop
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- CANTANDO TOMÁS DE AQUINO EM LOS ANGELES – Dana Gioia
Quando eu era criança, na escola paroquial, começávamos todas as manhãs com a Missa diária. Minha mãe trabalhava à noite, e ninguém em minha família acordava cedo. Eu, inevitavelmente, chegava atrasado à igreja. As freiras me olhavam com desaprovação, enquanto eu deslizava entre meus colegas de classe mais pontuais, em nossos bancos previamente marcados. Essa dose diária de vergonha foi um bom treinamento para a vida adulta, tornando-me imune à pressão dos colegas. A Missa, celebrada inteiramente em língua latina, pouco significava para mim. Eu a suportava, respeitosamente, como um exercício obrigatório. Ficava aliviado quando o culto terminava e partíamos para nossas salas de aula do outro lado da rua. O que me impressionou foi a própria igreja: a São José era maior do que a velha catedral de Los Angeles. Era um dos únicos dois edifícios em minha cidade natal, Hawthorne, Califórnia, que poderia ser chamado de belo. (O outro era o Plaza, um antigo prédio de cinema agora demolido.) Eu gostava de estar dentro do interior alto e fresco da São José, que era iluminada por grandes vitrais com imagens dos apóstolos e alguns santos. Na primeira sexta-feira de cada mês, entretanto, havia uma outra cerimônia, chamada Benção. Já tendo participado da Missa pela manhã, éramos novamente conduzidos à igreja, à tarde, para participar de um ritual curto, mas bem cuidado, em homenagem à Eucaristia. O padre, vestindo uma túnica especial sobre suas vestes, entrava acompanhado de vários coroinhas. Velas tinham sido acesas; grandes e sufocantes nuvens de incenso se espalhavam. Quando o padre se aproximava do altar, cantávamos um hino em latim chamado “O Salutaris Hostia”, cujos versos líamos em pequenos cartões laminados. Eu não sabia o que as palavras significavam. (Presumi que hóstia significasse o anfitrião da comunhão, o que, é claro, não era verdade.) [ hóstia soa parecido a host , em inglês “anfitrião”]. Embora gostasse de cantar esse hino, não era o meu favorito. Os católicos americanos têm uma compreensão da música sacra diferente dos protestantes. Cantar é menos importante para nossas tradições de culto. A diferença era especialmente grande antes do Concílio Vaticano II. Os católicos raramente cantavam na igreja. Não havia música nas missas comuns, mesmo aos domingos. A música era reservada para as missas solenes, cujo canto era principalmente em latim. Minha paróquia de Los Angeles, em 1960, não parecia muito diferente de 1660. Na Benção, porém, os hinos desempenhavam um papel central. A música dava ao serviço religioso um aspecto de ocasião especial. Ouvir o poderoso órgão da igreja de São José, que enchia o amplo espaço, me dava uma verdadeira emoção física. Foi a música ao vivo mais poderosa que já tinha ouvido. Acrescente-se a esse estrondo titânico as vozes de setecentas crianças da escola paroquial cantando em latim, lideradas por uma dúzia de Irmãs da Providência, e será fácil adivinhar a minha admiração e assombro. Quando o padre abria o tabernáculo brilhante, no centro do altar de mármore, e colocava a hóstia consagrada em um ostensório dourado, levantávamo-nos para cantar um pequeno hino de veneração à Eucaristia. Este hino, o “Tantum Ergo”, tem me causado assombro nos últimos sessenta anos. Em cada cerimônia, aguardava o início do canto e me punha a acompanhá-lo numa espécie de transe abençoado, que sempre acabava cedo demais… Eis aqui o hino. Se o leitor não souber o que as palavras significam, não se preocupe; nem eu sei. Nem pretendo traduzi-lo agora (isso tem a ver é o ponto central do ensaio). Tantum ergo Sacramentum Veneremur cernui: Et antiquum documentum Novo cedat ritui: Praestet fides supplementum Sensuum defectui. Genitori, Genitoque Laus et jubilatio, Salus, honor, virtus quoque Sit et benedictio: Procedenti ab utroque Compar sit laudatio. Já na terceira série, o texto estava indelevelmente memorizado por mim, embora a única palavra que entendia fosse sacramentum . O significado literal das palavras parecia sem importância, se comparado à experiência de cantar. Naquela época, eu não sentia nenhum apego genuíno ao que as irmãs reverentemente chamavam de “Santíssimo Sacramento”. (Essa devoção veio muito mais tarde.) A Eucaristia era principalmente uma ideia abstrata. Experimentava algo santo, mas do qual não podia participar. Mas, enquanto cantava esse pequeno hino com todos os meus amigos e professores, sentia-me fisicamente arrebatado e extasiado naquele ato de veneração. Como adulto, não posso julgar com precisão se essa experiência foi espiritual ou estética. Suspeito que essas duas categorias de percepção sejam mais interdependentes do que a maioria das pessoas acredita, especialmente em uma criança. Sei, pelas minhas primeiras lembranças, que o “Tantum Ergo” me pareceu profundamente sublime. Aqueles dois minutos de cada mês eram mais belos do que qualquer coisa que ocorresse fora das portas da igreja, nas ruas feias de minha cidade natal. O hino adquiriu um significado peculiar: uma teia de anseios e associações profundas, de estreias intelectuais e espirituais que eu ainda não compreendia. Raramente recebia a comunhão, em geral apenas no Natal e na Páscoa. Fomos instruídos a receber o sacramento apenas em “estado de graça”. Em minha mente jovem e complicada, eu era um pecador notório. Mesmo antes da puberdade, sempre me senti culpado por alguma coisa. Por ser diferente das outras crianças — sonhador, solitário, estudioso —, minha mera existência já parecia algo vagamente culpado. Se não saltasse diretamente do confessionário para a amurada da comunhão, na certa tropeçaria de novo na perdição. Portanto, não foi a Missa, à qual assistia apaticamente seis vezes por semana, que me levou aos mistérios da fé; foram aquelas menos frequentes Bênçãos do Santíssimo. Só nelas é que eu mergulhava momentaneamente minha autoconsciência na alegre comunhão musical, cantando palavras antigas e enigmáticas em honra de uma inexplicável transubstanciação. Na faculdade, descobri que os versos intrincadamente rimados foram escritos por Santo Tomás de Aquino para a nova festa de Corpus Christi, um ano antes do nascimento de Dante. O poema, portanto, data de um momento específico da cultura ocidental. Parecia que o latim estava prestes a dar lugar ao italiano como língua literária, e a Idade Média estava se movendo em direção ao Renascimento. Esse fato agora parece significativo para mim. Babel era minha cidade natal. Fui criado no século XIII de Los Angeles, em um bairro de língua espanhola, por imigrantes italianos e mestiços integrados, que faziam seus cultos em latim, em uma cidade cuja língua oficial era o inglês… O latim não era uma língua morta; era simplesmente aquela reservada às coisas sagradas — como cantar —, em um lugar cheio de dialetos concorrentes. Ainda criança, via o jargão da minha família mudar, à medida que o inglês substituía as línguas da geração mais velha. Não, o “Tantum Ergo” não soava estranho. Palavras antigas, trazidas de um mundo antigo, eram a minha realidade diária. As velhas práticas, como Santo Tomás notou, davam lugar a novos ritos (“Et antiquum documentum, / Novo cedat ritui”). Quando terminei o ensino médio, o Vaticano II abandonou o latim da Missa e da maioria dos rituais. Ainda rezávamos em latim, mas então apenas nas aulas de Latim, quando nos levantávamos para recitar um rápido “Pater Noster”, antes de atacarmos mais quarenta versos de Virgílio. Na Missa, nessa época, cantávamos hinos populares compostos por músicos jesuítas amadores. Se o inferno tem um hinário, essas músicas estarão entre as suas páginas iniciais. Quase ninguém cantava. A multidão, na Missa de domingo, diminuía a cada ano. Ninguém percebeu a banalidade da nova liturgia tão intensamente quanto um certo adolescente da Califórnia. Para mim, aggiornamento tornou-se addio . Depois de terminar o ensino médio, em 1969, deixei de ir à Missa por quase vinte anos, exceto no Natal e na Páscoa com minha mãe. Nunca abandonei a Igreja. Simplesmente não aparecia por lá. A fome permaneceu, porém insatisfeita. Finalmente, na meia-idade, aceitei a música ruim como punição por meus pecados e voltei a praticar a fé. Com o passar dos anos, percebi que não era a única criança profundamente afetada por aquele hino. Quando o “Tantum Ergo” é mencionado entre os católicos da minha geração, muitas vezes alguém começa a cantarolar. Já vi isso acontecer até em bares. As palavras e a melodia despertam uma profunda memória coletiva. O hino de Tomás de Aquino foi parar até mesmo em meu libreto para a ópera TonyCaruso’s Final Broadcast . Quando sugeri o emprego do “Tantum Ergo” ao compositor Paul Salerni, ele imediatamente começou a cantarolar as palavras ao telefone. Acabamos usando a melodia duas vezes na ópera: prirmeiro com a letra e a melodia tradicionais, depois com a melodia invertida para criar um novo coro. Alguns anos depois, durante um almoço no clube de professores da USC [Universidade do Sul da Califórnia], mencionei o hino ao historiador Kevin Starr. Depois de cantar a primeira estrofe, ele me deu uma explicação teológica em sua voz estrondosa. “‘Praestet fides Supplementum’, Dana! ‘A fé fornece um suplemento às deficiências de nossos sentidos!’” A conversa acabou nas mesas próximas. Sim, esse hino tem um efeito espantoso sobre os velhos católicos. Minha afeição particular pelo hino provavelmente se origina de uma combinação de fatores pessoais e impessoais. Em primeiro lugar, havia a ressonante beleza dos versos de Tomás de Aquino ajustados à majestosa melodia setecentista de Samuel Webbe. Em segundo lugar, havia minha experiência pessoal de cantar na igreja as suas palavras repetidamente, durante anos, com meus colegas, no primeiro grande espaço construído que vi na minha vida. Por fim, havia o mistério da Eucaristia, que compreendi, inicialmente, não por meio da educação teológica, mas pela beleza do canto. Como artista, aprendi algo mais com os hinos em latim: que a arte é misteriosa. Ela chega até nós por modos que não compreendemos totalmente. O sentido literal de uma canção ou poema é apenas parte de seu significado. O som físico e o ritmo exercem um poder de encantamento que escapa à paráfrase explicativa. Nossa intuição muitas vezes ultrapassa nosso intelecto, e a música antecipa o significado do texto. Quem canta, reza duas vezes, às vezes sem saber. https://www.firstthings.com/article/2017/06/singing-aquinas-in-la
- FELIZ ANO NOVO!
Somente católicos entenderão! 😊🙏 #Advento Neste domingo celebramos o primeiro domingo do novo ano litúrgico que se inicia. Assim como o ano civil é separado por estações do ano, meses, semanas, dias, de acordo com o movimento da natureza e dos astros, o ano litúrgico também se divide em tempos, semanas e dias especiais. Páscoa, Natal, Tempo Comum, Advento e Quaresma. O ano litúrgico do rito romano, celebrado por nós católicos, se inicia com o tempo do Advento , um tempo especial de recolhimento, oração em preparação para o Nascimento de Jesus que celebramos no Natal. Assim como na Quaresma, o Advento é um tempo propício para intensificarmos nossas orações, penitências e fazer um exame de consciência, além de uma boa confissão, fazendo o firme propósito de melhorar nos pontos que temos dificuldade, e principalmente de vencer o pecado. Seguem abaixo algumas dicas de penitências e mortificações para este tempo do advento: Ler um capítulo por dia do Evangelho de São Marcos (evangelho que meditaremos durante este ano litúrgico) Abandonar as redes sociais, jogos, filmes, séries e atividades que tomam nosso tempo, mesmo que sejam atividades lícitas, elas muitas vezes atrapalham nosso descanso, tiram nossa concentração e impedem que consigamos ter momentos de intimidade dom Deus. Utilizar o tempo livre para leitura espiritual e outros livros, procurando atividades que ajudam no nosso crescimento espiritual. Fazer caridade (com cuidado para não utilizar para pecar na vaidade, utilizando para se mostrar). Fazer Jejum e Abstinência. O jejum é um excelente recurso para nossa santificação, e nos ajuda a construir autocontrole principalmente para suportar as tentações. Fazer visitas ao Santíssimo Sacramento (se possível uma vez por semana), que fica dia e noite no Sacrário a nos esperar. Reservar mais de um horário por dia para a oração, mesmo que por 15 minutos ou meia hora. Recomendamos as orações da manhã (com santo terço) e as orações da noite , cujos roteiros se encontram em nosso site. Àqueles que quiserem se aprofundar e conseguir mais algumas dicas valiosas para alcançar a Santidade, recomendamos a seguinte formação: Dicas valiosas para alcançar a Santidade #Advento #AnoLitúrgico #Liturgia
- FELIZ ANO NOVO!
Somente católicos entenderão! 😊🙏 #Advento Neste domingo celebramos o primeiro domingo do novo ano litúrgico que se inicia. Assim como o ano civil é separado por estações do ano, meses, semanas, dias, de acordo com o movimento da natureza e dos astros, o ano litúrgico também se divide em tempos, semanas e dias especiais. Páscoa, Natal, Tempo Comum, Advento e Quaresma. O ano litúrgico do rito romano, celebrado por nós católicos, se inicia com o tempo do Advento , um tempo especial de recolhimento, oração em preparação para o Nascimento de Jesus que celebramos no Natal. Assim como na Quaresma, o Advento é um tempo propício para intensificarmos nossas orações, penitências e fazer um exame de consciência, além de uma boa confissão, fazendo o firme propósito de melhorar nos pontos que temos dificuldade, e principalmente de vencer o pecado. Seguem abaixo algumas dicas de penitências e mortificações para este tempo do advento: Ler um capítulo por dia do Evangelho de São Marcos (evangelho que meditaremos durante este ano litúrgico) Abandonar as redes sociais, jogos, filmes, séries e atividades que tomam nosso tempo, mesmo que sejam atividades lícitas, elas muitas vezes atrapalham nosso descanso, tiram nossa concentração e impedem que consigamos ter momentos de intimidade dom Deus. Utilizar o tempo livre para leitura espiritual e outros livros, procurando atividades que ajudam no nosso crescimento espiritual. Fazer caridade (com cuidado para não utilizar para pecar na vaidade, utilizando para se mostrar). Fazer Jejum e Abstinência. O jejum é um excelente recurso para nossa santificação, e nos ajuda a construir autocontrole principalmente para suportar as tentações. Fazer visitas ao Santíssimo Sacramento (se possível uma vez por semana), que fica dia e noite no Sacrário a nos esperar. Reservar mais de um horário por dia para a oração, mesmo que por 15 minutos ou meia hora. Recomendamos as orações da manhã (com santo terço) e as orações da noite , cujos roteiros se encontram em nosso site. Àqueles que quiserem se aprofundar e conseguir mais algumas dicas valiosas para alcançar a Santidade, recomendamos a seguinte formação: Dicas valiosas para alcançar a Santidade #Advento #AnoLitúrgico #Liturgia
- VIGIEMOS POR ELE – Scott Hahn medita sobre o Primeiro Domingo do Advento
O novo ano da Igreja começa pedindo a visita de Deus. “Ah, se rompesses os céus e descesses”, exclama o profeta Isaías na Primeira Leitura de hoje. No Salmo de hoje, também ouvimos a voz angustiada de Israel, implorando a Deus que olhe para baixo de Seu trono celestial, e venha salvar e pastorear Seu povo. As leituras deste domingo são relativamente breves. Sua linguagem e “mensagem” são aparentemente simples. Mas devemos estar atentos ao estado de espírito sério e ao aspecto penitencial da Liturgia de hoje, que nos revela como o povo de Israel reconhece sua pecaminosidade, suas falhas em guardar a aliança de Deus, sua incapacidade de salvar a si mesmo. Neste tempo de Advento, devemos ver como nossas próprias vidas se assemelham à experiência de Israel. Ao examinarmos nossas consciências, quantas vezes não descobrimos como endurecemos nossos corações, recusamos Seus mandamentos, nos desviamos de Seus caminhos, recusamos a Ele nosso amor? Deus é fiel: é o que Paulo nos lembra, na epístola de hoje. Ele é nosso pai. Atendeu ao clamor de Seus filhos, e desceu dos céus por amor de Israel e por todos nós, para nos redimir de nosso exílio de Deus e nos restaurar em Seu amor. Em Jesus, vimos o Pai (ver João 14: 8–9). O Pai deixou que Seu rosto resplandecesse sobre nós. Ele é o bom pastor (ver João 10: 11–15) que veio para nos conduzir ao reino celestial. Não importa o quanto tenhamos nos desviado: Ele nos dará uma nova vida se nos voltarmos para Ele, se invocarmos Seu santo nome, se nos comprometermos novamente a nunca mais Dele nos afastarmos. Como Paulo diz, na segunda leitura de hoje, Ele nos deu todos os dons espirituais — especialmente a Eucaristia e a penitência — para nos fortalecer enquanto aguardamos a vinda final de Cristo. Sse permitirmos, Ele nos manterá firmes até o fim. Portanto, neste período de arrependimento, devemos dar atenção à advertência — repetida três vezes por Jesus, no Evangelho de hoje — de estar vigilantes, pois não sabemos a hora em que o Senhor da casa retornará. https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/watch-for-him-scott-hahn-reflects-on-the-first-sunday-of-advent/
- Regime norte-coreano pune crentes de qualquer religião com trabalhos forçados
O “Livro Branco” publicado pelo Centro de Dados de Direitos Humanos da Coréia do Norte afirma que as atividades religiosas são proibidas. 46% dos entrevistados dizem que os crentes são punidos com trabalhos forçados. Há também uma caça aos cristãos coreanos que fugiram para a China. De 2000 até hoje, apenas 559 pessoas “viram uma Bíblia”. A perseguição religiosa na Coréia do Norte é uma das mais severas. Desde a criação do país, as atividades religiosas são consideradas crime contra o Estado e punidas como crime político. As poucas informações que vazam do outro lado da cortina não nos permitem ter uma visão clara da situação. Apesar disso, o Center Database Human Rights Coreia do Norte (Centro de Banco de Dados dos Direitos Humanos da Coreia do Norte, NKDB) publicou anualmente desde 2007 um “Livro Branco sobre Liberdade Religiosa” na Coreia do Norte, em que coleta fragmentos de informações provenientes principalmente de fugitivos. Este ano, o Centro conseguiu coletar dados de 1.234 pessoas que confirmaram a proibição de todas as atividades religiosas e a dura perseguição sofrida pelos fiéis. 46% dos entrevistados afirmam que a punição para quem exerce atividades religiosas é o internamento em campos de trabalhos forçados . Mas também é preciso dizer que 38,6% dos entrevistados não sabem sobre nenhum castigo porque também não sabem nada sobre religião. De acordo com o Centro, desde abril de 2014 tem havido um recrudescimento da perseguição sob as ordens de Kim Jong-un para “prender todos aqueles que têm contato com o cristianismo” . Desde então, as forças de segurança rastrearam fiéis e a embaixada norte-coreana em Pequim também está procurando por cristãos entre os fugitivos na China. O relatório afirma que, apesar da perseguição, o número de pessoas que “viram uma Bíblia” aumentou a cada ano desde 2000. Antes de 2000, apenas 16 pessoas afirmavam ter tido essa experiência. Depois de 2000 e até hoje, existem 559 pessoas, todos refugiados no Sul, que “viram uma Bíblia”. Traduzido de Infocatolica #Comunismo #KoreadoNorte
- Regime norte-coreano pune crentes de qualquer religião com trabalhos forçados
O “Livro Branco” publicado pelo Centro de Dados de Direitos Humanos da Coréia do Norte afirma que as atividades religiosas são proibidas. 46% dos entrevistados dizem que os crentes são punidos com trabalhos forçados. Há também uma caça aos cristãos coreanos que fugiram para a China. De 2000 até hoje, apenas 559 pessoas “viram uma Bíblia”. A perseguição religiosa na Coréia do Norte é uma das mais severas. Desde a criação do país, as atividades religiosas são consideradas crime contra o Estado e punidas como crime político. As poucas informações que vazam do outro lado da cortina não nos permitem ter uma visão clara da situação. Apesar disso, o Center Database Human Rights Coreia do Norte (Centro de Banco de Dados dos Direitos Humanos da Coreia do Norte, NKDB) publicou anualmente desde 2007 um “Livro Branco sobre Liberdade Religiosa” na Coreia do Norte, em que coleta fragmentos de informações provenientes principalmente de fugitivos. Este ano, o Centro conseguiu coletar dados de 1.234 pessoas que confirmaram a proibição de todas as atividades religiosas e a dura perseguição sofrida pelos fiéis. 46% dos entrevistados afirmam que a punição para quem exerce atividades religiosas é o internamento em campos de trabalhos forçados . Mas também é preciso dizer que 38,6% dos entrevistados não sabem sobre nenhum castigo porque também não sabem nada sobre religião. De acordo com o Centro, desde abril de 2014 tem havido um recrudescimento da perseguição sob as ordens de Kim Jong-un para “prender todos aqueles que têm contato com o cristianismo” . Desde então, as forças de segurança rastrearam fiéis e a embaixada norte-coreana em Pequim também está procurando por cristãos entre os fugitivos na China. O relatório afirma que, apesar da perseguição, o número de pessoas que “viram uma Bíblia” aumentou a cada ano desde 2000. Antes de 2000, apenas 16 pessoas afirmavam ter tido essa experiência. Depois de 2000 e até hoje, existem 559 pessoas, todos refugiados no Sul, que “viram uma Bíblia”. Traduzido de Infocatolica #Comunismo #KoreadoNorte
- Bispos franceses protestam contra a limitação de 30 pessoas nas missas
Os bispos franceses protestaram, com um comunicado, sobre a questão da capacidade nos locais de culto, que Enmanuel Macron anunciou esta semana será de 30 fiéis, independentemente do tamanho do templo. “É com pesar que a Conferência Episcopal Francesa toma conhecimento de que, para este domingo, permanece a capacidade de 30 pessoas por local de culto para as celebrações. Após o apelo do Presidente da República ao final do discurso de terça-feira, 24 de novembro, esperava-se a retificação desta medida e o estabelecimento de uma “capacidade realista” para o dia 28 de novembro. Não tem sido assim! ”, Lamentam os prelados. “O primeiro ministro explica sua firmeza pela situação epidemiológica; entretanto, os protocolos apresentados pelas diferentes religiões poderiam ter tornado as decisões mais fáceis de aplicar e justas ”, continua o escrito. O episcopado francês “interroga-se sobre os verdadeiros critérios utilizados pelo Governo para definir as condições deste confinamento. É claro que seitas não são negócios, mas tratar as religiões dessa maneira é considerar a fé de milhões de crentes um acessório. Este é um erro grave para toda a nossa sociedade ”, afirmam os bispos. “O primeiro-ministro prometeu abrir a discussão sem demora para permitir o mais rápido possível uma capacidade proporcional ao tamanho dos prédios. A Conferência Episcopal da França apela a uma consulta autêntica mais eficaz para chegar a um acordo. Neste contexto, reserva-se sempre o direito de utilizar os meios legais adequados ”. Os bispos da França reafirmam “o compromisso total e total dos católicos na luta contra esta epidemia e seu desejo de servir ao bem maior de nossa sociedade”, conclui o comunicado. #Coronavírus
- Bispos franceses protestam contra a limitação de 30 pessoas nas missas
Os bispos franceses protestaram, com um comunicado, sobre a questão da capacidade nos locais de culto, que Enmanuel Macron anunciou esta semana será de 30 fiéis, independentemente do tamanho do templo. “É com pesar que a Conferência Episcopal Francesa toma conhecimento de que, para este domingo, permanece a capacidade de 30 pessoas por local de culto para as celebrações. Após o apelo do Presidente da República ao final do discurso de terça-feira, 24 de novembro, esperava-se a retificação desta medida e o estabelecimento de uma “capacidade realista” para o dia 28 de novembro. Não tem sido assim! ”, Lamentam os prelados. “O primeiro ministro explica sua firmeza pela situação epidemiológica; entretanto, os protocolos apresentados pelas diferentes religiões poderiam ter tornado as decisões mais fáceis de aplicar e justas ”, continua o escrito. O episcopado francês “interroga-se sobre os verdadeiros critérios utilizados pelo Governo para definir as condições deste confinamento. É claro que seitas não são negócios, mas tratar as religiões dessa maneira é considerar a fé de milhões de crentes um acessório. Este é um erro grave para toda a nossa sociedade ”, afirmam os bispos. “O primeiro-ministro prometeu abrir a discussão sem demora para permitir o mais rápido possível uma capacidade proporcional ao tamanho dos prédios. A Conferência Episcopal da França apela a uma consulta autêntica mais eficaz para chegar a um acordo. Neste contexto, reserva-se sempre o direito de utilizar os meios legais adequados ”. Os bispos da França reafirmam “o compromisso total e total dos católicos na luta contra esta epidemia e seu desejo de servir ao bem maior de nossa sociedade”, conclui o comunicado. #Coronavírus
- QUEIMAR OS PADRES – Santiago Martín
Fiquei muito alarmado quando a representante da principal associação de aborto na Polónia justificou, numa entrevista á televisão do seu país, o ataque e pilhagem das igrejas católicas. Tanto quanto a liberdade de expressão é protegida, o fato de algo tão grave — como promover um crime — ter ficado impune (na Polónia, nada menos que isso), pareceu-me significativo e perigoso. Mas esta semana, na Espanha, aconteceu algo pior. A publicação no Twitter de uma “hashtag” — uma frase precedida pelo símbolo numérico (#) que, quando clicada, leva a uma página web com publicações relacionadas com o tema —, instigando a queima de padres, rapidamente se tornou um “tópico de tendências” – um sucesso devido ao elevado número de consultas e respostas que tinha. “Fogo no clero”, esse é o nome do “hashtag”, despertou o interesse dos utilizadores dessa plataforma, que começaram a utilizá-la, com comentários de apoio e rejeição. Mas o mais grave não foi isso, mas que os responsáveis pelo controle do conteúdo do Twitter não fizeram nada para bloquear imediatamente essa ligação, pelo que a apoiaram indiretamente. O que teria acontecido se, em vez de “Fogo no Clero”, tivesse sido promovido “Fogo nos Rabinos” ou “Fogo nas Sinagogas” ou “Fogo nas Mesquitas”? Imediatamente, a censura do Twitter teria sido desencadeada e a polícia teria começado a localizar quem era responsável pelo hashtag e a acusá-los de um crime de ódio. E se em vez desse ataque contra judeus ou muçulmanos tivesse havido um apelo a “Fogo nos Gays” ou “Fogo nos Transsexuais” ou “Fogo nos Negros” ou “Fogo nos Imigrantes”, não só isso teria acontecido, como o Twitter teria ficado arruinado, e em tribunal, por permitir um minuto e teria havido manifestações de rua. Mesmo que tivesse sido dito “Fogo nos Criminosos”, teria havido uma forte reação contra a mesma. Além disso, se o “hashtag” tivesse incitado as pessoas a queimar árvores ou a eliminar baleias, ursos polares e até cães vadios, a lei teria agido e, no caso muito improvável de o Twitter o ter permitido, teria pago as consequências. Em vez disso, os padres são instados a serem mortos, nada menos do que queimando-os, e nada acontece. Esse é precisamente o problema, na medida em que nada acontece. Um abortador encoraja a queima de igrejas e nada acontece. O Twitter permite o desejo de matar padres e nada acontece. A lei já não é a mesma para todos, e os católicos, e particularmente os padres, têm menos direitos nesta sociedade do que as focas, as baleias ou os cães, porque eu só me concentro nos animais e não menciono vários grupos de pessoas. O campo está preparado, está seco e tudo o que é necessário é que uma faísca caia sobre ele e o acenda, ao olhar indiferente ou regozijante dos espectadores. Onde está a sociedade da tolerância? Onde estão os valores democráticos que exigem igualdade para todos? Por que é que os ateus não protestam contra as agressões que os católicos sofrem? Por que é que os governantes não reagem? Agiriam todos da mesma maneira se fossem os judeus ou os muçulmanos a serem ameaçados? O que está acontecendo não é um fracasso da Igreja, como se a Igreja não tivesse conseguido ganhar o apreço da sociedade. É um fracasso do sistema democrático. Um sistema em que nem todos são iguais perante a lei, em que uma parte da população — que, aliás, segundo as sondagens, é maioritária — tem de temer pela sua vida ou pela vida dos seus representantes, é um fracasso. O “odium fidei” (ódio à fé) não é uma novidade e o temos suportado desde Nero. O ano de 1936 [Guerra Civil espanhola] e os seus massacres de padres e freiras não está tão longe que o tenhamos esquecido. Mas se as igrejas voltarem a arder e os padres forem novamente torturados e fuzilados, não serão apenas os nossos corpos ou os nossos templos que serão queimados, mas esta ditadura que o secularismo transformou em democracia. Quando os cristãos eram usados como tochas humanas para iluminar as orgias de Nero no Palatino, não só os seus pobres corpos estavam ardendo, como o Império Romano estava começando a morrer. Era apenas uma questão de tempo até os bárbaros chegarem e acabarem com tudo aquilo. Uma democracia em que isto é permitido está morta, e não terá sido morta por católicos, mas por aqueles que nos querem queimar.
- Em Aparecida, Padre morre com suspeita Covid-19 e outros foram contaminados
O padre Carlos Artur Annunciação, antigo reitor da Congregação Redentorista, no Santuário Nacional de Aparecida, morreu na madrugada desta quarta-feira (25) com suspeita de Covid-19. Ele, que era conhecido como um dos principais nomes da TV Aparecida, tinha 73 anos e estava internado no Hospital Frei Galvão, em Guaratinguetá (SP), desde a semana passada. Segundo a Congregação Redentorista, houve uma piora em seu quadro de pneumonia e ele precisou ser hospitalizado. Foram feitos exames para saber se ele havia contraído o novo coronavírus, e se o falecimento foi motivado por complicações da doença, mas os resultados ainda não foram divulgados. Em 2020 ele havia completado 43 anos de sacerdócio e 50 anos de profissão religiosa. Nesta quinta-feira (26), familiares do sacerdote participaram de uma missa e prestaram homenagens. Seu corpo foi enterrado logo em seguida, sem velório ou cortejo por causa dos protocolos da Covid-19. Na homilia, o padre Camilo Júnior, que presidiu a celebração, ressaltou que: “Ele testemunhou sua fé, amou Jesus e deixa com certeza no coração de todos nós, familiares confrades e amigos, uma bela lembrança de alguém que serviu a Jesus com alegria e que amou Nossa Senhora, a Mãe Aparecida. Por isso, essa cerimônia é de gratidão a Deus por uma vida tão especial que ele concedeu viver no meio de nós, e que hoje esta vida passa a viver no céu”. Segundo informações, a Congregação Redentorista, que fica dentro do Santuário Nacional, está passando por um surto de Covid-19. Outros seis religiosos foram diagnosticados com o vírus. Os sacerdotes Pe. Treider, Pe. Dalbó, Pe. Marcelo, Pe. Alberto Pascoto, Pe. Luís Cláudio e Pe. Frason, que também precisou ser internado. Cerca de 30 padres e missionários vivem no convento. Fonte: ChurchPop #AparecidadoNorte #Coronavírus
- Em Aparecida, Padre morre com suspeita Covid-19 e outros foram contaminados
O padre Carlos Artur Annunciação, antigo reitor da Congregação Redentorista, no Santuário Nacional de Aparecida, morreu na madrugada desta quarta-feira (25) com suspeita de Covid-19. Ele, que era conhecido como um dos principais nomes da TV Aparecida, tinha 73 anos e estava internado no Hospital Frei Galvão, em Guaratinguetá (SP), desde a semana passada. Segundo a Congregação Redentorista, houve uma piora em seu quadro de pneumonia e ele precisou ser hospitalizado. Foram feitos exames para saber se ele havia contraído o novo coronavírus, e se o falecimento foi motivado por complicações da doença, mas os resultados ainda não foram divulgados. Em 2020 ele havia completado 43 anos de sacerdócio e 50 anos de profissão religiosa. Nesta quinta-feira (26), familiares do sacerdote participaram de uma missa e prestaram homenagens. Seu corpo foi enterrado logo em seguida, sem velório ou cortejo por causa dos protocolos da Covid-19. Na homilia, o padre Camilo Júnior, que presidiu a celebração, ressaltou que: “Ele testemunhou sua fé, amou Jesus e deixa com certeza no coração de todos nós, familiares confrades e amigos, uma bela lembrança de alguém que serviu a Jesus com alegria e que amou Nossa Senhora, a Mãe Aparecida. Por isso, essa cerimônia é de gratidão a Deus por uma vida tão especial que ele concedeu viver no meio de nós, e que hoje esta vida passa a viver no céu”. Segundo informações, a Congregação Redentorista, que fica dentro do Santuário Nacional, está passando por um surto de Covid-19. Outros seis religiosos foram diagnosticados com o vírus. Os sacerdotes Pe. Treider, Pe. Dalbó, Pe. Marcelo, Pe. Alberto Pascoto, Pe. Luís Cláudio e Pe. Frason, que também precisou ser internado. Cerca de 30 padres e missionários vivem no convento. Fonte: ChurchPop #AparecidadoNorte #Coronavírus
- México: Feministas atacam igrejas católicas protestando contra violência
Por ocasião do Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, que as Nações Unidas celebra todos os dias 25 de novembro, grupos feministas violentos atacaram catedrais católicas em várias cidades mexicanas. Na Cidade do México, as violentas feministas chegaram à Praça da Constituição, conhecida como Zócalo, e empreenderam o ataque contra a Catedral Primada, realizando pichações em suas cercas exteriores e lançando diversos objetos nos policiais que protegiam o templo. #CiudaddeMéxico 😱 😱 | Policías resguardan Catedral de la Ciudad de México, algunos grupos feministas han lanzado cohetones en el Zócalo.#25DeNoviembre #25NContraLasViolenciasMachistas #NiUnaMas #Niunamenos @GobCDMX @C5_CDMX pic.twitter.com/uU37JuhqGO — Mestizo (@MestizoNews) November 25, 2020 #FOTOS Enfrentamiento entre feministas y policías en Palacio Nacional pic.twitter.com/FNPHbtVfW9 — Publimetro México (@PublimetroMX) November 25, 2020 A imprensa local informou que as feministas, muitas delas encapuzadas, atacaram um pequeno grupo de católicos que se reuniu para defender pacificamente e em oração a catedral mexicana. Un grupo de hombres que se encontraban frente a catedral, al paso de las manifestantes comenzaron a rezar y ellas lo tomaron como provocación, lo que provocó un enfrentamiento; una persona es atendida por el ERUM.https://t.co/olhhDvPVlz pic.twitter.com/65aJN9rLja — Capital México (@CapitalMexico) November 25, 2020 Ataques semelhantes ocorreram em Puebla, no estado de Puebla, e em Xalapa, no estado de Veracruz, pichando frases como “Deus é misógino”, “Deus é mulher”, “A Igreja protege os pedófilos”, “Aborto legal sim”. Feministas vandalizan Catedral de #Xalapa en el marco del día Internacional de la Eliminación de la Violencia contra la mujer #25Noviembre pic.twitter.com/Xg2JahYMJ5 — CATOLIN (@Catol_In) November 25, 2020 Grupo de mujeres feministas realizan pintas en la barda de la catedral de Puebla pic.twitter.com/n8n0xgQR3S — Omar Sánchez Chávez (@omarsanzch) November 25, 2020 Em diálogo com a ACI Prensa, agência em espanhol do grupo ACI, Javier Rodríguez, Diretor de Comunicação da Arquidiocese do México, indicou que, como disse o Papa Francisco em 25 de novembro, “como sociedade, devemos todos fazer muito mais pela dignidade de cada mulher. No entanto, rejeitamos qualquer manifestação de violência como forma para alcançar a justiça”. #Feminismo #México
- México: Feministas atacam igrejas católicas protestando contra violência
Por ocasião do Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, que as Nações Unidas celebra todos os dias 25 de novembro, grupos feministas violentos atacaram catedrais católicas em várias cidades mexicanas. Na Cidade do México, as violentas feministas chegaram à Praça da Constituição, conhecida como Zócalo, e empreenderam o ataque contra a Catedral Primada, realizando pichações em suas cercas exteriores e lançando diversos objetos nos policiais que protegiam o templo. #CiudaddeMéxico 😱 😱 | Policías resguardan Catedral de la Ciudad de México, algunos grupos feministas han lanzado cohetones en el Zócalo.#25DeNoviembre #25NContraLasViolenciasMachistas #NiUnaMas #Niunamenos @GobCDMX @C5_CDMX pic.twitter.com/uU37JuhqGO — Mestizo (@MestizoNews) November 25, 2020 #FOTOS Enfrentamiento entre feministas y policías en Palacio Nacional pic.twitter.com/FNPHbtVfW9 — Publimetro México (@PublimetroMX) November 25, 2020 A imprensa local informou que as feministas, muitas delas encapuzadas, atacaram um pequeno grupo de católicos que se reuniu para defender pacificamente e em oração a catedral mexicana. Un grupo de hombres que se encontraban frente a catedral, al paso de las manifestantes comenzaron a rezar y ellas lo tomaron como provocación, lo que provocó un enfrentamiento; una persona es atendida por el ERUM.https://t.co/olhhDvPVlz pic.twitter.com/65aJN9rLja — Capital México (@CapitalMexico) November 25, 2020 Ataques semelhantes ocorreram em Puebla, no estado de Puebla, e em Xalapa, no estado de Veracruz, pichando frases como “Deus é misógino”, “Deus é mulher”, “A Igreja protege os pedófilos”, “Aborto legal sim”. Feministas vandalizan Catedral de #Xalapa en el marco del día Internacional de la Eliminación de la Violencia contra la mujer #25Noviembre pic.twitter.com/Xg2JahYMJ5 — CATOLIN (@Catol_In) November 25, 2020 Grupo de mujeres feministas realizan pintas en la barda de la catedral de Puebla pic.twitter.com/n8n0xgQR3S — Omar Sánchez Chávez (@omarsanzch) November 25, 2020 Em diálogo com a ACI Prensa, agência em espanhol do grupo ACI, Javier Rodríguez, Diretor de Comunicação da Arquidiocese do México, indicou que, como disse o Papa Francisco em 25 de novembro, “como sociedade, devemos todos fazer muito mais pela dignidade de cada mulher. No entanto, rejeitamos qualquer manifestação de violência como forma para alcançar a justiça”. #Feminismo #México
- Papa Francisco se manifesta contra o aborto na Argentina
Na semana anterior à chegada ao Congresso argentino da lei pró-revogação e três dias de marchas nas principais cidades do país apoiadas pela Igreja, o Papa Francisco interveio diretamente no debate por meio de uma contundente carta dirigida à deputada Victoria Morales Gorleri (PRÓ) Papa Francisco disse sobre o aborto que “não é uma questão primordialmente religiosa”, mas “uma questão de ética humana, anterior a qualquer confissão religiosa”, em carta com a qual respondeu às mulheres das aldeias Rodrigo Bueno, 31 e José León Suárez, que lhe pediu para interceder contra o projeto de interrupção da gravidez que será debatido no Congresso. «Muito obrigado pelo vosso correio e pela carta das senhoras», disse o Papa no texto com o qual, por meio da deputada nacional Victoria Morales Gorleri , o Sumo Pontífice respondeu às mulheres que pediram a sua intercessão contra a iniciativa . O bispo de Roma afirmou que “elas realmente são mulheres que sabem o que é a vida” e pediu “Por favor, diga-lhes que admiro seu trabalho e seu testemunho; Agradeço do fundo do meu coração pelo que você faz e por continuar. “O país se orgulha de ter essas mulheres”, disse o Papa na carta postada no Twitter La Esperanza Pto Madero @EsperanMadero, da Paróquia La Esperanza em Puerto Madero, Iglesia del Corazón de Jesús UCA, Capilla Virgen de Caacupé , Villa Rodrigo Bueno. Francisco deu continuidade ao texto de 22 de novembro de 2020: “E sobre o problema do aborto, tenha em mente que não se trata de uma questão primordialmente religiosa, mas de uma questão de ética humana, anterior a qualquer confissão religiosa”. «E é bom fazer-se as duas perguntas», disse o Papa, acrescentando: « É justo eliminar uma vida humana para resolver um problema? É justo contratar um assassino para resolver um problema? » . Esse argumento já foi utilizado há um ano e meio em entrevista ao jornalista espanhol Jordi Évole . Agradeceu também “por tudo o que fazem” e concluiu a carta: “Por favor, não se esqueçam de orar por mim; Eu faço isso para você. Saudações ao seu marido e filha. Que Jesus te abençoe e que a Virgem Santa cuide de ti. Fraternalmente, Franciscus » O Santo Padre recorda na carta que o aborto “não é uma questão primordialmente religiosa”, mas “de ética humana, anterior a qualquer confissão religiosa”, no que parecia uma resposta a Alberto Fernández, que em entrevista no domingo disse ao defende o projeto de que ele não é apenas o presidente de seus companheiros católicos, mas de todos os argentinos. A dura e esclarecedora comparação do aborto provocado com a contratação de assassinos profissionais para acabar com a vida humana não é nova para o Papa, que já a usou em pelo menos uma ocasião anterior, e parece indicar a posição firme do Santo Padre contra uma dos piores massacres silenciosos de nossa era. Também parece contrastar com outros gestos do Santo Padre, a começar por aquelas declarações no início de seu pontificado de que os católicos não deveriam “ficar obcecados” pela batalha cultural em questões de vida e família, continuando com a escassa ênfase em um assunto tão sério em comparação com outros mais do que suficientemente cobertos por numerosas instâncias de poder, como ecologia ou imigração em massa, e terminando com seu apoio mal disfarçado nas últimas eleições presidenciais dos EUA para o candidato mais entusiasta do aborto, o democrata Joe Biden. Porque se, com efeito, o aborto provocado e legal é como contratar um pistoleiro para cometer um homicídio com toda a proteção da lei, aqueles que o promovem, protegem, financiam e ampliam estão, de fato, multiplicando homicídios por cometimento todo o caminho para números assustadores. Como poderia ser mais uma questão programática, compensável com a abertura de fronteiras ou a assinatura do (inoperante) Acordo do Clima de Paris? A través de @VMoralesGorleri, el Papa Francisco les respondió a las mujeres de las villas Rodrigo Bueno, villa 31 y de José León Suárez que le habían escrito pidiendo intercesión contra el proyecto de la Ley de Aborto pic.twitter.com/XgK7rMHMfN — La Esperanza Pto. Madero (@EsperanMadero) November 24, 2020 #Vaticano
- Papa Francisco se manifesta contra o aborto na Argentina
Na semana anterior à chegada ao Congresso argentino da lei pró-revogação e três dias de marchas nas principais cidades do país apoiadas pela Igreja, o Papa Francisco interveio diretamente no debate por meio de uma contundente carta dirigida à deputada Victoria Morales Gorleri (PRÓ) Papa Francisco disse sobre o aborto que “não é uma questão primordialmente religiosa”, mas “uma questão de ética humana, anterior a qualquer confissão religiosa”, em carta com a qual respondeu às mulheres das aldeias Rodrigo Bueno, 31 e José León Suárez, que lhe pediu para interceder contra o projeto de interrupção da gravidez que será debatido no Congresso. «Muito obrigado pelo vosso correio e pela carta das senhoras», disse o Papa no texto com o qual, por meio da deputada nacional Victoria Morales Gorleri , o Sumo Pontífice respondeu às mulheres que pediram a sua intercessão contra a iniciativa . O bispo de Roma afirmou que “elas realmente são mulheres que sabem o que é a vida” e pediu “Por favor, diga-lhes que admiro seu trabalho e seu testemunho; Agradeço do fundo do meu coração pelo que você faz e por continuar. “O país se orgulha de ter essas mulheres”, disse o Papa na carta postada no Twitter La Esperanza Pto Madero @EsperanMadero, da Paróquia La Esperanza em Puerto Madero, Iglesia del Corazón de Jesús UCA, Capilla Virgen de Caacupé , Villa Rodrigo Bueno. Francisco deu continuidade ao texto de 22 de novembro de 2020: “E sobre o problema do aborto, tenha em mente que não se trata de uma questão primordialmente religiosa, mas de uma questão de ética humana, anterior a qualquer confissão religiosa”. «E é bom fazer-se as duas perguntas», disse o Papa, acrescentando: « É justo eliminar uma vida humana para resolver um problema? É justo contratar um assassino para resolver um problema? » . Esse argumento já foi utilizado há um ano e meio em entrevista ao jornalista espanhol Jordi Évole . Agradeceu também “por tudo o que fazem” e concluiu a carta: “Por favor, não se esqueçam de orar por mim; Eu faço isso para você. Saudações ao seu marido e filha. Que Jesus te abençoe e que a Virgem Santa cuide de ti. Fraternalmente, Franciscus » O Santo Padre recorda na carta que o aborto “não é uma questão primordialmente religiosa”, mas “de ética humana, anterior a qualquer confissão religiosa”, no que parecia uma resposta a Alberto Fernández, que em entrevista no domingo disse ao defende o projeto de que ele não é apenas o presidente de seus companheiros católicos, mas de todos os argentinos. A dura e esclarecedora comparação do aborto provocado com a contratação de assassinos profissionais para acabar com a vida humana não é nova para o Papa, que já a usou em pelo menos uma ocasião anterior, e parece indicar a posição firme do Santo Padre contra uma dos piores massacres silenciosos de nossa era. Também parece contrastar com outros gestos do Santo Padre, a começar por aquelas declarações no início de seu pontificado de que os católicos não deveriam “ficar obcecados” pela batalha cultural em questões de vida e família, continuando com a escassa ênfase em um assunto tão sério em comparação com outros mais do que suficientemente cobertos por numerosas instâncias de poder, como ecologia ou imigração em massa, e terminando com seu apoio mal disfarçado nas últimas eleições presidenciais dos EUA para o candidato mais entusiasta do aborto, o democrata Joe Biden. Porque se, com efeito, o aborto provocado e legal é como contratar um pistoleiro para cometer um homicídio com toda a proteção da lei, aqueles que o promovem, protegem, financiam e ampliam estão, de fato, multiplicando homicídios por cometimento todo o caminho para números assustadores. Como poderia ser mais uma questão programática, compensável com a abertura de fronteiras ou a assinatura do (inoperante) Acordo do Clima de Paris? A través de @VMoralesGorleri, el Papa Francisco les respondió a las mujeres de las villas Rodrigo Bueno, villa 31 y de José León Suárez que le habían escrito pidiendo intercesión contra el proyecto de la Ley de Aborto pic.twitter.com/XgK7rMHMfN — La Esperanza Pto. Madero (@EsperanMadero) November 24, 2020 #Vaticano
- COVID: A CLOROQUINA AGE PARA IMPEDIR A INFECÇÃO – Dr. Paolo Gulisano
Como sabemos, a guerra contra a cloroquina que se desencadeou nos últimos meses é um dos vários episódios estranhos e misteriosos desta epidemia. Já havíamos sublinhado que é muito estranho que se questione a segurança e eficácia de um medicamento que conhecemos e usamos há 80 anos, e que foi usado com sucesso em 2002-2003 contra o Coronavírus da primeira SARS. A prestigiosa revista britânica Lancet , em 2003, dedicou-lhe um interessante estudo, publicado na Lancet Infectious Disease de 23 de outubro de 2003, com o título “Effects of chloroquine on viral infections: an old drug against today’s diseases” (“Efeitos da cloroquina nas infecções virais: uma velha droga contra infecções atuais.”). Os autores resumiram a utilidade desta droga da seguinte forma: “A cloroquina é uma 9-aminoquinolina conhecida desde 1934. Além de seus conhecidos efeitos antimaláricos, a droga tem propriedades bioquímicas interessantes que podem ser aplicadas contra algumas infecções virais. A cloroquina exerce efeitos antivirais diretos, inibindo as fases dependentes do pH de replicação de vários vírus, entre os quais membros de flavivírus, retrovírus e coronavírus. Seus efeitos mais bem estudados são aqueles contra a replicação do HIV, que foram testados em estudos clínicos. Além disso, a cloroquina tem efeitos imunomoduladores, suprimindo a produção/emissão do fator de necroses tumorais α e da interleucina 6, que medeiam complicações inflamatórias de várias doenças virais. Examinamos as informações disponíveis sobre os efeitos da cloroquina nas infecções virais, abordando a questão de se este antigo medicamento poderia ser eficaz no manejo clínico de doenças virais como a AIDS e a síndrome respiratória aguda grave, que afligem a humanidade na era da globalização”. Nos últimos meses, porém, em face do uso bem-sucedido da droga contra a Covid, não faltou quem destacasse os possíveis efeitos colaterais, principalmente cardíacos. Daí a decisão da AIFA [Agência Italiana de Medicamentos] de negar seu uso terapêutico contra o Coronavírus. O estudo do professor Alessandro Capucci sobre a hidroxicloroquina — escrito com mais seis colegas e envolvendo 58 clínicos gerais — é extremamente significativo, em especial por ter sido conduzido por um cardiologista. Seu estudo desmonta, com muitas evidências, a alegada nocividade da cloroquina ao coração, além de demonstrar — mais uma vez — que a solução da terapia domiciliar é a correta: um bom caminho a percorrer, não só para evitar a superlotação dos hospitais, mas também para tratar e curar eficazmente os doentes. Capucci nos traz a evidência de que a hidroxicloroquina, sozinha ou em combinação com o antibiótico azitromicina, demonstrou ser eficaz no evitar evoluções clínicas desfavoráveis na doença da Covid, especialmente se administrada precocemente em casa. A lógica é bloquear o desenvolvimento do processo inflamatório, que é a principal causa de graves danos ao organismo. Trata-se de um conceito que vários clínicos vêm repetindo, já há algum tempo, mas que não parece receber grande atenção das instituições sanitárias, por motivos que permanecem absolutamente incompreensíveis. O Professor Capucci conduziu sua pesquisa com a colaboração de médicos de clínica geral, aos quais indicava o uso da cloroquina na casa dos pacientes. A terapia era iniciada mesmo sem esperar pelo resultado dos testes nasofaríngeos, o que é um detalhe muito importante. No tratamento da Covid, a rapidez da intervenção é fundamental. Com muita frequência, entretanto, os clínicos gerais contatados por pacientes que sofriam de sintomas atribuíveis à Covid, se limitavam a prescrever o teste e aguardar o resultado, receitando apenas antipiréticos. No estudo do professor Capucci, 58 clínicos gerais trataram 350 pacientes com hidroxicloroquina nos primeiros sintomas de gripe; em 76 deles, a azitromicina também foi associada. Dos 274 pacientes, tratados apenas com hidroxicloroquina, 95% não necessitaram de hospitalização posterior. E as complicações temidas pela OMS e Aifa? Sintomas menores (principalmente gastrointestinais, diarreia) ocorreram em 2,9% das pessoas tratadas. E complicações cardíacas? Não houve relato de arritmias significativas, nem de síncope ou outros sintomas. Portanto, é uma terapia eficaz, segura e praticável em casa. Os ensaios randomizados em andamento fornecerão confirmação científica adicional desses dados prospectivos preliminares. Entretanto, é importante que os médicos saibam que há à disposição uma possibilidade notável de tratamento, e que podem utilizá-la livremente. https://lanuovabq.it/it/covid-la-clorochina-funziona-per-bloccare-linfezione
- Sacerdote reza pelas vítimas do acidente que deixou 41 mortos
Uma colisão entre um ônibus e um caminhão deixou 41 mortos e 10 feridos na manhã desta quarta-feira, em Taguaí (SP); diante do ocorrido, o pároco local, Padre Jesus Angel Bermeo Gonzales, pediu a Deus que conforte o coração dos familiares. O acidente ocorreu por voltadas 7h, no quilômetro 172 da Rodovia Alfredo de Oliveira Carvalho. A causa ainda está sendo investigada, mas suspeita-se que tenha sido provocado por uma ultrapassagem. Segundo os bombeiros, o ônibus levava cerca de 50 trabalhadores para uma empresa têxtil em Taguaí. No acidente, 37 pessoas morreram no local e 3 a caminho ou no hospital. Outros 10 feridos foram encaminhados para hospitais de Taguaí, Fartura e Taquarituba. Em declarações ao G1, o médico intensivista Gabriel Ortega, da Santa Casa de Taquarituba, pediu orações neste momento. “Prestamos nossas condolências às famílias e pedimos a todos que orem por nós e que estejam torcendo por nós nesse momento tão difícil. As vítimas estão sendo colocadas no sistema de transferência agora, porque infelizmente nós precisamos de recursos que são indisponíveis para nós no momento. Deus nos abençoe”, disse o médico. Trata-se, de acordo com o porta-voz da Polícia Militar de São Paulo, tenente Alexandre Guedes, d o maior acidente do ano nas rodovias do estado. Diante desse ocorrido, o pároco da Paróquia Santa Rita de Cássia, em Taguaí, Pe. Jesus Angel Bermeo Gonzales, pediu a Deus que “conforte o coração de todos os familiares que na manhã desta quinta-feira (25/11/2020) perderam seus entes queridos. Deus seja nossa força”. Em uma reflexão publicada na página de Facebook da Paróquia, o sacerdote ressaltou que “a morte nos visita de repente”. “Quando a morte vem aparece abruptamente em nossa frente, nos encaminha para uma nova viagem rumo ao desconhecido. A nossa partida causa dor e sofrimento para quem fica. Por isso, não podemos nunca esquecer que estamos aqui de passagem. Somos estrangeiros no mundo, passageiros nessa viagem que é a vida. Precisamos encontrar paz e conforto nas idas e vindas, e fazer com que cada dia de nossa estada na vida seja precioso”, escreveu o pároco. Fonte: ACI Digital #Acidente
- Sacerdote reza pelas vítimas do acidente que deixou 41 mortos
Uma colisão entre um ônibus e um caminhão deixou 41 mortos e 10 feridos na manhã desta quarta-feira, em Taguaí (SP); diante do ocorrido, o pároco local, Padre Jesus Angel Bermeo Gonzales, pediu a Deus que conforte o coração dos familiares. O acidente ocorreu por voltadas 7h, no quilômetro 172 da Rodovia Alfredo de Oliveira Carvalho. A causa ainda está sendo investigada, mas suspeita-se que tenha sido provocado por uma ultrapassagem. Segundo os bombeiros, o ônibus levava cerca de 50 trabalhadores para uma empresa têxtil em Taguaí. No acidente, 37 pessoas morreram no local e 3 a caminho ou no hospital. Outros 10 feridos foram encaminhados para hospitais de Taguaí, Fartura e Taquarituba. Em declarações ao G1, o médico intensivista Gabriel Ortega, da Santa Casa de Taquarituba, pediu orações neste momento. “Prestamos nossas condolências às famílias e pedimos a todos que orem por nós e que estejam torcendo por nós nesse momento tão difícil. As vítimas estão sendo colocadas no sistema de transferência agora, porque infelizmente nós precisamos de recursos que são indisponíveis para nós no momento. Deus nos abençoe”, disse o médico. Trata-se, de acordo com o porta-voz da Polícia Militar de São Paulo, tenente Alexandre Guedes, d o maior acidente do ano nas rodovias do estado. Diante desse ocorrido, o pároco da Paróquia Santa Rita de Cássia, em Taguaí, Pe. Jesus Angel Bermeo Gonzales, pediu a Deus que “conforte o coração de todos os familiares que na manhã desta quinta-feira (25/11/2020) perderam seus entes queridos. Deus seja nossa força”. Em uma reflexão publicada na página de Facebook da Paróquia, o sacerdote ressaltou que “a morte nos visita de repente”. “Quando a morte vem aparece abruptamente em nossa frente, nos encaminha para uma nova viagem rumo ao desconhecido. A nossa partida causa dor e sofrimento para quem fica. Por isso, não podemos nunca esquecer que estamos aqui de passagem. Somos estrangeiros no mundo, passageiros nessa viagem que é a vida. Precisamos encontrar paz e conforto nas idas e vindas, e fazer com que cada dia de nossa estada na vida seja precioso”, escreveu o pároco. Fonte: ACI Digital #Acidente
- MARADONA, ÍCONE DE UMA SOCIEDADE SEM IDEAIS – Tommaso Scandroglio
[Tommaso Scandroglio, do jornal católico La Nuova Bussola Quotidiana , analisa com inteligência, do ponto de vista cristão, a carreira do grande jogador argentino. No entanto, os que nascemos na terra de Pelé não precisamos concordar quando o jornalista italiano afirma que Dieguito foi “o maior nº 10 de todos os tempos”]. A mão de Deus fez parar de bater o coração de Armando Maradona, depois de 60 primaveras. A iconografia que, ao longo do tempo, se cristalizou em torno de sua figura é dicotômica, e continua a ser mesmo depois de sua morte: um gênio da bola, um desastre na vida; talentoso no campo, cheio de vícios fora do gramado; no futebol, ninguém dominava a pelota como ele, mas em sua vida pessoal era dominado pela cocaína, o álcool, o estômago e um temperamento irado; um exemplo incomparável no esporte, um exemplo a não ser imitado em sua vida privada; amante fiel ao esporte que escolheu e mil “amores” quando não estava jogando: um divórcio e três outras mulheres de quem nasceram alguns filhos, para não falar de um número indeterminado, ao que parece, de descendentes não reconhecidos. Nada é mais trivial do que dizer que Maradona é um ícone de nosso tempo. As pessoas hoje, mais que nunca, precisam de ídolos para ter esperança, aos quais se apegam porque encarnam o sucesso, o talento e a excelência que lhes faltam. Os ídolos surgem, talvez, quando as pessoas deixam de ter valores, ideais e as razões últimas para viver e morrer. Isto vale para o esporte como para no cinema, a música e as redes sociais (os influenciadores), o empreendedorismo (os vários empresários do Vale do Silício, como Steve Jobs), as batalhas ideológicas (Greta Thunberg). O ídolo tem que ser perfeito? Não, em absoluto. O ícone vivo, para o senso comum, deve ser como a Lua: uma face luminosa onde brilham suas excelências, onde esplendem suas qualidades ímpares. E uma face oculta e escura onde se agitam os piores fantasmas, onde o ídolo rasteja e se alimenta de poeira, degradando-se até a ferocidade. É a tensão entre esses dois polos opostos que gera a vida dramática do ídolo, de que as pessoas tanto gostam. Essas duas faces antitéticas se complementam para traçar o perfil do herói, que no fundo é o herói romântico: ele é tão divino — para o L’Equipe , o jornal francês de futebol, a morte de Maradona é “a morte de um Deus” — porque tão humano, mas humano em seus piores aspectos. Quanto mais ele tomba na sujeira de uma vida indigna, mais brilha a estrela do talento. Jorge Valdano, o ex-campeão mundial pela seleção argentina, assim comentou a morte do baixinho de ouro: “Pobre Diego. Durante muitos anos, nós lhe repetimos: ‘Tu és um deus’, ‘Tu és uma estrela’, e esquecemos de lhe dizer o mais importante: ‘Tu és um homem’”. A força do mito é alimentada, na verdade, pela fraqueza do homem. Os artistas malditos — e Maradona foi um deles — não teriam sido geniais sem o preço da fragilidade que minava pela raiz toda a sua existência. Maradona foi um ícone, porque o gênio do futebol se misturou à sua absoluta incapacidade de governar a própria vida. Na sensibilidade coletiva de hoje em dia, o herói é visto assim, porque o preço a pagar para se sobressair é sacrificar tudo no altar do sucesso: vida privada, entes queridos, saúde, dinheiro, etc., assim como Fausto vendeu sua alma a Mefistófeles em troca de conhecimento e juventude eterna. Ao mito se perdoa tudo, porque estamos convencidos de que, para se superar, é preciso viver no limite, ou até além de todo limite. Acredita-se que a vida desordenada — pela qual Maradona, em determinado momento de sua biografia, se tornou mais famoso do que por seus sucessos esportivos — seja uma consequência inevitável nos super-homens, cuja genialidade os colocam acima do bem e do mal. Maradona dissipou sua alma em excessos, porque (assim raciocina o imaginário coletivo) o peso incômodo do gênio não teria como não desequilibrar a sua existência. O vício nas drogas e no álcool, o peso excessivo que deformou o corpo atlético do passado, as altercações coléricas com os repórteres, as brigas (inclusive com os fãs) — nada disto abalava o mito, antes contribuíam para a sua criação, porque são elementos necessários à sua natureza. Os que foram agraciados com dotes extraordinários, são atingidos pela maldição de permanecer fora do círculo comum da existência, com os prós e os contras que isto acarreta. O medíocre é aquele que caminha no meio do caminho da vida e, portanto, se mantém longe dos limites, dos excessos. O gênio, por definição, não é medíocre e vive constantemente no fio da navalha, no extremo limite do possível. Enfim, um réquiem para o maior nº 10 de todos os tempos, que agora se encontra diante Daquele que sabe reunir perfeição e ordem, duas palavras que, para Dieguito, sempre foram inconciliáveis. https://lanuovabq.it/it/maradona-icona-di-una-societa-senza-ideali
- Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe será fechada durante festividades para evitar coronavírus
Os bispos do México e o Governo da Cidade do México anunciaram que de 10 a 13 de dezembro a Basílica de Guadalupe, que guarda a imagem original que apareceu milagrosamente na “tilma” de São Juan Diego em 1531, permanecerá fechada para evitar o contágio de coronavírus, COVID-19. Em um comunicado conjunto publicado em 23 de novembro, autoridades eclesiásticas e civis indicaram que “é importante ressaltar que as condições sanitárias que o país vive devido à COVID-19 não nos permitem nesta ocasião celebrar a Virgem de Guadalupe peregrinando juntos ao santuário; e o bem de todo o povo mexicano nos motiva a tomar medidas de contenção para evitar a propagação do vírus, com as graves consequências que isso acarretaria”. Milhões de peregrinos de diferentes partes do México e de outros países tradicionalmente se reúnem nos primeiros dias de dezembro na Basílica de Guadalupe, por ocasião da celebração da Festa de Nossa Senhora de Guadalupe, no dia 12 de dezembro. A concentração de pessoas atinge seu ponto mais alto a partir da noite de 11 de dezembro, quando os devotos se reúnem para cantar à Virgem Maria as “mañanitas”, um canto tradicional mexicano com o qual se comemoram os aniversários. Devido à pandemia, a Basílica de Guadalupe anunciou que não acolheria a celebração de Missas nos dias 11 e 12 de dezembro. No entanto, estava previsto que que os devotos tivessem permissão para entrar no templo para contemplar e fazer oração brevemente diante da imagem original de Nossa Senhora de Guadalupe. A Basílica também anunciou uma série de atividades virtuais por meio de seu site oficial e incentivou os devotos a fazerem peregrinações ao santuário mariano em outras datas para evitar multidões. No comunicado conjunto, autoridades eclesiásticas e civis indicaram que “o Governo da Cidade do México, em coordenação com a Prefeitura realizarão uma operação de segurança durante os dias de fechamento, que orientará àqueles que forem às proximidades do Santuário a comemorarem o dia de Nossa Senhora de Guadalupe diante da imagem que a grande maioria do povo mexicano tem em sua própria casa”. Fonte: ACI Digital #Coronavírus #México
- Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe será fechada durante festividades para evitar coronavírus
Os bispos do México e o Governo da Cidade do México anunciaram que de 10 a 13 de dezembro a Basílica de Guadalupe, que guarda a imagem original que apareceu milagrosamente na “tilma” de São Juan Diego em 1531, permanecerá fechada para evitar o contágio de coronavírus, COVID-19. Em um comunicado conjunto publicado em 23 de novembro, autoridades eclesiásticas e civis indicaram que “é importante ressaltar que as condições sanitárias que o país vive devido à COVID-19 não nos permitem nesta ocasião celebrar a Virgem de Guadalupe peregrinando juntos ao santuário; e o bem de todo o povo mexicano nos motiva a tomar medidas de contenção para evitar a propagação do vírus, com as graves consequências que isso acarretaria”. Milhões de peregrinos de diferentes partes do México e de outros países tradicionalmente se reúnem nos primeiros dias de dezembro na Basílica de Guadalupe, por ocasião da celebração da Festa de Nossa Senhora de Guadalupe, no dia 12 de dezembro. A concentração de pessoas atinge seu ponto mais alto a partir da noite de 11 de dezembro, quando os devotos se reúnem para cantar à Virgem Maria as “mañanitas”, um canto tradicional mexicano com o qual se comemoram os aniversários. Devido à pandemia, a Basílica de Guadalupe anunciou que não acolheria a celebração de Missas nos dias 11 e 12 de dezembro. No entanto, estava previsto que que os devotos tivessem permissão para entrar no templo para contemplar e fazer oração brevemente diante da imagem original de Nossa Senhora de Guadalupe. A Basílica também anunciou uma série de atividades virtuais por meio de seu site oficial e incentivou os devotos a fazerem peregrinações ao santuário mariano em outras datas para evitar multidões. No comunicado conjunto, autoridades eclesiásticas e civis indicaram que “o Governo da Cidade do México, em coordenação com a Prefeitura realizarão uma operação de segurança durante os dias de fechamento, que orientará àqueles que forem às proximidades do Santuário a comemorarem o dia de Nossa Senhora de Guadalupe diante da imagem que a grande maioria do povo mexicano tem em sua própria casa”. Fonte: ACI Digital #Coronavírus #México
- China ordena primeiro bispo após acordo com Vaticano
Em 23 de novembro, o novo bispo de Qingdao, Dom Thomas Chen Tianhao, de 58 anos, recebeu a consagração episcopal na catedral local dedicada a São Miguel. Ele é considerado um prelado “muito obediente à política religiosa do governo comunista” chinês, segundo informa a agência Asia News. Asia News especifica que Dom Thomas Chen seria o primeiro prelado ordenado segundo as disposições do Acordo Provisório entre o Vaticano e a China para a nomeação de bispos, assinado em setembro de 2018 e que foi prorrogado por mais dois anos até outubro de 2022. A celebração foi presidida por Dom Fan Xingyao de Linyi, presidente da Associação Patriótica Católica da China, entidade governamental comunista criada para controlar a Igreja Católica. Os bispos concelebrantes foram Dom Yang Yongqiang, de Zhoucun, vice-presidente do Conselho dos Bispos da China; e Dom Zhang Xianwang de Jinan, vice-presidente de “Liang Hui”, a organização dupla que compreende o Conselho dos Bispos e a Associação Patriótica. Alguns fiéis indicaram que a presença de vários membros de alto escalão da Associação Patriótica se deve ao fato de que “o novo bispo foi presidente da Associação Patriótica de Qingdao e desde 2010 é membro do Comitê Permanente da Associação Patriótica Nacional”. Segundo especialistas no tema, esta seria a primeira ordenação episcopal seguindo as modalidades estipuladas no acordo provisório entre a China e a Santa Sé. Asia News indicou que “na consagração, a velha fórmula continuaria sendo usada, na qual se cita o mandato do Conselho dos bispos, mas não se menciona em nenhum momento o Papa nem a Santa Sé”. O novo bispo é o sucessor de Dom Giuseppe Li Mingshu, que faleceu em junho de 2018. Devido às limitações impostas pela pandemia do coronavírus, a celebração não pôde ser aberta a todos, mas compareceram 21 sacerdotes e mais de 200 religiosos e fiéis. Dom Thomas Chen Tianhao nasceu em Pingdu (Shandong), em 1962. Estudou no Seminário do Espírito Santo, em Shandong, e recebeu a ordenação sacerdotal em dezembro de 1989. Segundo os dados oficiais, foi eleito e nomeado Bispo de Qingdao em 19 de novembro de 2019. Acordo Vaticano – China Em outubro, a Santa Sé e a República Popular da China prorrogaram por mais dois anos, até 22 de outubro de 2022, o Acordo Provisório para a Nomeação dos Bispos, aprovado em 22 de setembro de 2018, em Pequim. Segundo o acordo, a Santa Sé readmitiu em plena comunhão eclesial os bispos “oficiais” ordenados sem mandato pontifício na China. Apesar do acordo, o regime comunista chinês não abandonou a perseguição religiosa contra os católicos em diferentes partes do país. Em um artigo publicado em 22 de outubro em L’Osservatore Romano, o jornal oficial do Vaticano, explica-se que a renovação é “uma ocasião propícia para aprofundar os objetivos e motivos”. “O objetivo principal do Acordo Provisório sobre a nomeação de Bispos na China é apoiar e promover a proclamação do Evangelho naquelas terras, reconstituindo a unidade plena e visível da Igreja”, acrescenta. Ao mesmo tempo, pontua-se que com o Acordo “não foram tratadas todas as questões ou situações em aberto que ainda suscitam preocupação para a Igreja, mas exclusivamente o tema das nomeações episcopais”. Assista esta análise: #China #Vaticano
- China ordena primeiro bispo após acordo com Vaticano
Em 23 de novembro, o novo bispo de Qingdao, Dom Thomas Chen Tianhao, de 58 anos, recebeu a consagração episcopal na catedral local dedicada a São Miguel. Ele é considerado um prelado “muito obediente à política religiosa do governo comunista” chinês, segundo informa a agência Asia News. Asia News especifica que Dom Thomas Chen seria o primeiro prelado ordenado segundo as disposições do Acordo Provisório entre o Vaticano e a China para a nomeação de bispos, assinado em setembro de 2018 e que foi prorrogado por mais dois anos até outubro de 2022. A celebração foi presidida por Dom Fan Xingyao de Linyi, presidente da Associação Patriótica Católica da China, entidade governamental comunista criada para controlar a Igreja Católica. Os bispos concelebrantes foram Dom Yang Yongqiang, de Zhoucun, vice-presidente do Conselho dos Bispos da China; e Dom Zhang Xianwang de Jinan, vice-presidente de “Liang Hui”, a organização dupla que compreende o Conselho dos Bispos e a Associação Patriótica. Alguns fiéis indicaram que a presença de vários membros de alto escalão da Associação Patriótica se deve ao fato de que “o novo bispo foi presidente da Associação Patriótica de Qingdao e desde 2010 é membro do Comitê Permanente da Associação Patriótica Nacional”. Segundo especialistas no tema, esta seria a primeira ordenação episcopal seguindo as modalidades estipuladas no acordo provisório entre a China e a Santa Sé. Asia News indicou que “na consagração, a velha fórmula continuaria sendo usada, na qual se cita o mandato do Conselho dos bispos, mas não se menciona em nenhum momento o Papa nem a Santa Sé”. O novo bispo é o sucessor de Dom Giuseppe Li Mingshu, que faleceu em junho de 2018. Devido às limitações impostas pela pandemia do coronavírus, a celebração não pôde ser aberta a todos, mas compareceram 21 sacerdotes e mais de 200 religiosos e fiéis. Dom Thomas Chen Tianhao nasceu em Pingdu (Shandong), em 1962. Estudou no Seminário do Espírito Santo, em Shandong, e recebeu a ordenação sacerdotal em dezembro de 1989. Segundo os dados oficiais, foi eleito e nomeado Bispo de Qingdao em 19 de novembro de 2019. Acordo Vaticano – China Em outubro, a Santa Sé e a República Popular da China prorrogaram por mais dois anos, até 22 de outubro de 2022, o Acordo Provisório para a Nomeação dos Bispos, aprovado em 22 de setembro de 2018, em Pequim. Segundo o acordo, a Santa Sé readmitiu em plena comunhão eclesial os bispos “oficiais” ordenados sem mandato pontifício na China. Apesar do acordo, o regime comunista chinês não abandonou a perseguição religiosa contra os católicos em diferentes partes do país. Em um artigo publicado em 22 de outubro em L’Osservatore Romano, o jornal oficial do Vaticano, explica-se que a renovação é “uma ocasião propícia para aprofundar os objetivos e motivos”. “O objetivo principal do Acordo Provisório sobre a nomeação de Bispos na China é apoiar e promover a proclamação do Evangelho naquelas terras, reconstituindo a unidade plena e visível da Igreja”, acrescenta. Ao mesmo tempo, pontua-se que com o Acordo “não foram tratadas todas as questões ou situações em aberto que ainda suscitam preocupação para a Igreja, mas exclusivamente o tema das nomeações episcopais”. Assista esta análise: #China #Vaticano
- AMBIENTALISMO E GLOBALISMO: DUAS PERIGOSAS IDEOLOGIAS – Stefano Fontana
Ambientalismo e globalismo, conforme 12º Relatório do Observatório Cardeal Van Thuân recém publicado pelas edições Cantagalli (Siena, 256 p.), são as duas ideologias mais perigosas do momento, tanto mais porque convergem a um mesmo ponto e fazem parte de um único plano político mundial. Talvez nunca um Relatório tenha sido tão oportuno, surgindo para tratar de um assunto de viva atualidade, justamente quando a realização do projeto está em um estágio avançado e preocupante. Todo mundo vê, mas nem todo mundo o compreende: o Relatório serve para documentar, informar e mobilizar a resistência. O ambientalismo de hoje é uma grande bolha ideológica. Incubado por décadas, ele agora atingiu um estágio programadamente bem difundido. A ideia básica é que o meio ambiente está enfermo e a principal causa da doença é o homem. Até a Covid, que nada tem a ver com o meio ambiente, tem sido proposta como um sintoma da gravidade do mal que afeta o planeta. Estamos próximos da catástrofe: a mensagem vem não só e não tanto de Greta Thunberg, diante da qual parlamentos inteiros e organizações internacionais se prostraram, mas de agências da ONU, centros de pesquisa alinhados, grandes fundações, a mídia de todo o mundo e pelos formadores de opinião do sistema. Enfrentaremos um aquecimento global devastador causado por nossas emissões de dióxido de carbono, seremos oprimidos por catástrofes climáticas e teremos que nos familiarizar com pandemias recorrentes. Os recursos não renováveis se esgotarão, é urgente fortalecer os renováveis e sustentáveis, e dar vida a uma “economia verde” baseada na circularidade, na sustentabilidade, no equilíbrio com a natureza e em relações humanas sóbrias e solidárias. Essa nova ordem ambientalista, entretanto, torna-se imediatamente política. Devemos todos trabalhar juntos, como a Covid nos teria ensinado, e superar as barreiras das identidades, dos confinamentos e dos muros. Precisamos chegar a uma sociedade aberta e global, com um governo mundial, capaz de enfrentar ameaças igualmente globais ao meio ambiente que, consequentemente, também ameaçam a convivência solidária entre os homens. Um globalismo político, entretanto, seria impossível sem uma sociedade global, culturalmente homogeneizada a partir de uma ética humanitária, com uns poucos e genéricos princípios morais vagamente humanistas, com uma religião universal sem dogmas e doutrinas definidas. A ética natural e a doutrina católica devem ser simplificadas no diálogo inter-religioso universalizado, em vista de uma sociedade multiétnica e multirreligiosa, implementada também por meio da imigração. Assim, ambientalismo e globalismo estão ligados em um único projeto político universal. As forças que buscam atingi-lo já estão em ação e sua realização está em um estágio francamente avançado. A este projeto realmente inquietador não falta o apoio da própria Igreja Católica, decididamente orientada no mesmo caminho da ONU e das forças económicas, sociais e políticas que cultuam o meio-ambiente, iludem com soluções utópicas para as desigualdades económicas, propõem uma fraternidade universal epidérmica e tem em vista um programa educacional planetário, coletivista e uniformizante. O Relatório , que chega na hora certa, focaliza tais teses uma a uma, apresenta-as sinteticamente e as desmonta: o quadro apresentado não se sustenta, os dados se deformam instrumentalmente, a realidade aparece mistificada. O Relatório é um verdadeiro manual de contra-informação e contraposição ao novo regime que pretendem nos impor. Os sete ensaios autorais, e as quinze crônicas de diferentes áreas do planeta, desconstroem a fábula que nos é contada e nos trazem de volta à realidade. As coisas são bem diferentes das que nos são contadas. Riccardo Cascioli explica que a atual ênfase na “sustentabilidade”, o carro-chefe do ambientalismo dominante, tem origens eugenistas, pois considera o homem o predador de uma natureza originalmente equilibrada e cuja presença deve ser reduzida. Luis Carlos Molion ilustra como o aquecimento global, sob nenhum ponto de vista, é produzido pelo homem, esvaziando assim, com dados em mãos, uma gigantesca mentira que foi introduzida no sentimento coletivo através de uma desinformação sistemática (que só pode ter sido planejada). Gianfranco Battisti demonstra que a tese do esgotamento dos recursos petrolíferos é absolutamente insustentável, por um motivo em particular: ninguém conhece os dados a esse respeito, pois as estimativas estão viciadas desde o início pelos interesses das multinacionais de energia. Domenico Airoma e Antonio Casciano denunciam o “programa verde” da União Europeia, que pretende eliminar até 2050 os gases de efeito-estufa liberados na atmosfera. Este programa, para nossos autores, teria “pouca ciência, muita ideologia, muito dirigismo normativo”. Dom Mauro Gagliardi reconstrói corretamente a visão católica da criação e a depura das sobreposições ideológicas surgidas em função do novo ambientalismo. Mario Giaccio abre uma porta que queremos manter hermeticamente fechada: a da especulação financeira sobre as cotas de emissão entre os países europeus. A “green economy” não tem nenhuma virgindade da qual se vangloriar, pois se baseia na especulação financeira e na própria economia que pretende combater. Por fim, Gaetano Quagliariello, com uma argumentação basicamente política, diz por que e como a emergência ecologista é o caminho para uma nova ordem mundial e de que ordem (infelizmente) se trata. Nesse opressivo sistema de desinformação que nos cerca, e nos faz ver o que não é, e desejar o que não nos convém, era necessária a lufada de ar fresco deste XII Relatório do Observatório Van Thuân. https://lanuovabq.it/it/ambientalismo-e-globalismo-le-ideologie-piu-pericolose
- “Vós sereis os meus amigos se fizerdes o que vos mando.” Jo 15, 14
Os mandamentos de Deus não são algemas que tiram nossa liberdade, mas são asas que nos levam para o céu! As leis de Deus deixou para nós através dos mandamentos e da Doutrina da Igreja Católica, não são pesos que nós católicos precisamos carregar, mas são formas de demonstrarmos que amamos a Deus. Como nós demonstramos que amamos nossos pais? Através da obediência. Da mesma forma, demonstramos que amamos a Deus quando seguimos seus ensinamentos. “Se me amais, guardareis os meus mandamentos.” Jo 14, 15 Muitos católicos enxergam a doutrina da igreja, suas orientações e os Mandamentos de Deus como algo que os impede de ser livres. Quando na verdade, tudo o que a Igreja ensina é o caminho para se alcançar a verdadeira liberdade, que nos liberta da escravidão do pecado e da condenação eterna ao inferno. Nós alcançamos a santidade na medida que nós evoluímos no amor à Deus, e não simplesmente obedecemos regras por medo da condenação, contudo, para alcançarmos a santidade, precisamos conhecer a vontade de Deus e os seus mandamentos. A maioria dos católicos não conhecem os 10 mandamentos de cabeça, muito menos sabem que cada mandamento vai muito além daquilo que significam aquelas breves palavras recebidas por Moisés. Por isso preparamos um curso onde nos aprofundamos um por um os 10 mandamentos da lei de Deus. Assista, em nosso site, as 10 aulas sobre os mandamentos e trilhe essa caminhada de amor a Deus! Acesse: https://templariodemaria.com/10mandamentos #DezMandamentos #pecadomortal
- “Vós sereis os meus amigos se fizerdes o que vos mando.” Jo 15, 14
Os mandamentos de Deus não são algemas que tiram nossa liberdade, mas são asas que nos levam para o céu! As leis de Deus deixou para nós através dos mandamentos e da Doutrina da Igreja Católica, não são pesos que nós católicos precisamos carregar, mas são formas de demonstrarmos que amamos a Deus. Como nós demonstramos que amamos nossos pais? Através da obediência. Da mesma forma, demonstramos que amamos a Deus quando seguimos seus ensinamentos. “Se me amais, guardareis os meus mandamentos.” Jo 14, 15 Muitos católicos enxergam a doutrina da igreja, suas orientações e os Mandamentos de Deus como algo que os impede de ser livres. Quando na verdade, tudo o que a Igreja ensina é o caminho para se alcançar a verdadeira liberdade, que nos liberta da escravidão do pecado e da condenação eterna ao inferno. Nós alcançamos a santidade na medida que nós evoluímos no amor à Deus, e não simplesmente obedecemos regras por medo da condenação, contudo, para alcançarmos a santidade, precisamos conhecer a vontade de Deus e os seus mandamentos. A maioria dos católicos não conhecem os 10 mandamentos de cabeça, muito menos sabem que cada mandamento vai muito além daquilo que significam aquelas breves palavras recebidas por Moisés. Por isso preparamos um curso onde nos aprofundamos um por um os 10 mandamentos da lei de Deus. Assista, em nosso site, as 10 aulas sobre os mandamentos e trilhe essa caminhada de amor a Deus! Acesse: https://templariodemaria.com/10mandamentos #DezMandamentos #pecadomortal
- A IDEOLOGIA DE BILL GATES, ROCKEFELLER & CIA. PODE SER DETIDA – Agostino Nobile
Hoje como ontem, os piores inimigos da humanidade encontram-se entre os intelectuais e magnatas, que cresceram amamentando-se da mesma fonte ideológica. Seu dinheiro financiou as ideologias do século passado. Desde o pós-guerra, eles formaram alianças, formando grupos de think tank e encontros como o Fórum Econômico Mundial em Davos. Organização fundada em 1970 pelo economista alemão Klaus Schwab, neste ano atualizou “o guia para as empresas na era da Quarta Revolução Industrial.” Ou seja, o Great Reset, a Grande Restauração, ou, se se preferir, a Redefinição econômica e social. No jornal Sole 24Ore , de 20 de janeiro de 2020, a jornalista Angela Manganaro escreveu a propósito. “Todos os anos, em meados de janeiro, uma pequena aldeia nos Alpes suíços hospeda presidentes e primeiros-ministros, presidentes de bancos centrais e chefes de grandes corporações, industriais, bilionários, acadêmicos influentes, esportistas, atores, estrelas do rock, inovadores, jovens e velhos, por cinco dias.” Um pouco mais adiante, faz uma crítica aos adeptos de teorias conspiratórias: “Pode-se saber tudo sobre Davos; hospedar os grandes nomes envolve e, portanto, garante a máxima visibilidade (muitos encontros podem até ser acompanhados online no site do Fórum). Não sei se a jovem jornalista é ingênua ou de má-fé, mas quem vai a qualquer grande encontro, festival, exposições, etc. sabe que os negócios, os verdadeiros, são feitos em quartos de hotel e não por trás de microfones. Em Davos, Bill Gates previu em 2004 que o mundo seria apanhado por uma epidemia em 2006. Os verdadeiros teóricos da conspiração o acusam de ser responsável pela disseminação do Coronavírus, mas, objetivamente falando, histórias sobre vírus pandêmicos são assuntos de romances e filmes há décadas. Não é algo que surpreenda. Dito isso, é difícil negar que, graças à Covid-19, os magnatas conhecidos de sempre tenham se aproveitado dela para realizar o que chamam de Quarta Revolução Industrial. Agora, precisamos entender o que eles querem dizer com “quarta revolução” que, mais que industrial, deveria ser robótica e eletrônica. Portanto, menos braços de trabalho e mais robôs. Os próximos passos são o biochips subcutâneo e, consequentemente, o controle total de cada pessoa. Ou seja, uma ditadura que fará da sociedade uma comunidade de vermes prontos para serem eliminados assim que deixem de produzir. Já escrevi sobre o assunto em 2010, portanto não estou preso à onda emocional dos últimos meses. Não sou profeta, mas bastava informar-se para considerar o Great Reset alguma coisa mais do que previsível. Não temos nenhuma motivação racional para lockdown, porque ninguém com uma mente sã o imporia ad libitum, estrangulando a economia e levando milhões de pequenos e grandes empresários e multinacionais ao desespero. Nossos ancestrais conviveram com os vírus, milhares ou milhões de pessoas morreram, mas continuavam trabalhando e recomeçando a vida. Entre as várias teorias sobre o Coronavírus, há teses ousadas e outras que podem ser compartilhadas. Mas o que certamente não podemos deixar de notar é o terrorismo da mídia imposto por jornais e telejornais, tanto de esquerda quanto de direita. É absolutamente lamentável, senão ofensivo, que as redes nacionais de TV falem obsessivamente sobre o Coronavírus, dos doentes e dos mortos, durante todas os telejornais, da manhã à noite. Em pouco menos de meia hora de notícias, vinte minutos são dedicados à suposta pandemia. Não é difícil pensar que são feitos com o propósito de criar pânico e depressão entre as pessoas mais fracas e sensíveis. Em 1969, por exemplo, havia milhões de pessoas acamadas por causa da gripe e não faltaram mortes, mas o noticiário falava disso com naturalidade. Até mesmo de forma irónica, para não criar alarmismo, como se pode ver por este vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=2HTV7sLjPg0 Não se trata de negar a periculosidade do Coronavírus mas, como também podemos ver no vídeo, para evitar doenças os médicos sempre têm recomendado prevenção. Prevenção, prevenção, quantas vezes já ouvimos falar disto? Por que falam pouco ou nada sobre isso nos últimos meses? Evidentemente, estão esperando as vacinas. O que significa se preparar para uma enxurrada de lockdown por mais meses. Quem, depois de tantos sacrifícios, vai negar a vacina? Os lucros de Gates & Cia. serão flagrantemente colossais, o suficiente para controlar economicamente o planeta. Em vez de vacinas improváveis que podem ser prejudiciais, eles deviam promover as defesas imunológicas produzidas pelos suplementos bio-naturais. Para fortalecer nosso sistema imunológico também contamos com zinco, magnésio, lactoferrina, suplementos vitamínicos C, D, A e, no caso de vírus, heparina, antiinflamatórios como a hidroxicloroquina e antivirais como o Remdesivir. Se ingeridos a tempo, podem ser inestimáveis contra o vírus. Mas, ao contrário, desde março passado a palavra prevenção quase tem sido evitada, enquanto os mortos aumentam, principalmente as não afetados pelo Coronavírus… Apesar de já existirem milhares de virologistas e infectologistas que contestam os lockdown e as máscaras, raramente são convidados pelas redes de TV para que expliquem, com evidências científicas, os absurdos que os governos subservientes estão impondo. Por que eles não falam a verdade? Por que eles têm medo de apresentar na TV profissionais renomados? Quais são as verdadeiras e indizíveis motivações? Alguns observadores apontam o dedo para a gigantesca dívida global, insustentável para os grandes bancos. Não sou economista, mas isso não me convence. Acho que eles querem propor como modelo a economia e a política social da China, levando ao desespero milhões de trabalhadores ocidentais com salários insustentáveis. Os trabalhadores chineses, que sobrevivem com salários muito mais baixos do que os ocidentais, dão o exemplo a seguir. Além disso, os povos não-cristãos não se importam com o conceito de liberdade: basta-lhes comer e se divertir. Portanto, derrubar o Cristianismo — que enobrece a Liberdade — é parte do Great Reset. A eleição de Bergoglio tem exatamente esse propósito. Daí a certeza de que eles estão nos pregando uma peça de mau gosto. Parece que os senhores de Davos querem que acabemos como a rã, cozida em banho-maria. Entre um lockdown aqui, um ali e outros por vir, eles estão destruindo a economia ocidental, enquanto a chinesa está navegando tranquilamente. Portanto, a não ser que os senhores de Davos não tenham conhecimento do mercado — o que deve ser excluído — é evidente que seremos cozidos como a famosa rã. E isso é possível graças à cumplicidade de quem deve nos defender: governos, magistrados, meios de comunicação e polícia. Outro fato, que confirma o que estamos escrevendo, vem da Bielo-Rússia. Como sabemos, o presidente Alexander Lukashenko recusou US $ 940 milhões oferecidos pelo FMI em julho passado. Em troca, eles queriam impor um lockdown como na Itália, embora não pareça haver uma pandemia na Bielo-Rússia. Lockdown como na Itália? Que absurdo! Após a recusa, os magnatas pagaram aos idiotas de sempre, abundantemente presentes em todos os cantos da terra, que repetidamente se manifestaram contra Lukashenko. A mídia, que é um braço dos personagens de Davos, os imortalizou espalhando manifestações em todas as redes de TV e jornais, acusando o presidente bielorrusso de todas as atrocidades. Tudo sugere que os magnatas, definidos como Estado Profundo ou Establishment, por meio de lockdown e terrorismo da mídia estão testando a reação popular. Se o povo não reagir, eles passarão para uma opressão psicológica e legal mais coercitiva. Se, por outro lado, o povo reagir, o Moloch vai parar, mas devemos estar sempre de olho nele. A Besta nunca desistirá de sua agenda anti-humana. O que pode ser feito antes que os cidadãos sejam condenados a um fogo lento, como a rã em banho-maria? Em primeiro lugar, devemos pedir esclarecimentos ao governo sobre o vírus e sua propagação: não é possível que, partindo da China, pule por cima de toda a Ásia para chegar à província de Bérgamo; clareza sobre a real importância das máscaras (realmente nocivas); cancelar os lockdown e o terrorismo da mídia. Permitir que vozes fora do coro, profissionais preparados e com real autoridade, participem com mais frequência de talk-shows e programas de notícias. Atualmente, só encontramos as falas de infectologistas confiáveis nas redes sociais. Se o governo se faz de surdo, o povo tem o direito de organizar manifestações que inundem as ruas italianas. Quanto aos policiais, eles devem estar cientes de que também estão no caldeirão da rã. As ordens só se cumprem quando fazem parte da justiça democrática. Se a maioria dos cidadãos é injustamente humilhada na sua dignidade, deixada sem trabalho, no terror da morte e isolada até dos mais queridos, a polícia não é obrigada a obedecer. Se um governo ordena às pessoas que atirem em cidadãos desarmados e a polícia cumpre suas ordens, ela é culpada de um crime. Hoje se mata sem armas, tira-se o trabalho das pessoas, isolando-as emocional e socialmente. A depressão grave é pior do que a morte. Após a decisão de se imporem novos lockdown, uma pessoa de sangue quente me disse que as manifestações nas ruas provavelmente não funcionarão, acrescentando: “Milhares de manifestantes devem cercar o Palazzo Chigi, possivelmente com os governantes dentro. Circundar a RAI e os prédios dos jornais.” Olhando-me diretamente nos olhos, ele frisou: “Mesmo no Vaticano, eles devem temer a ira da multidão. É uma questão de viver humanamente ou morrer lentamente. Eles não nos deixam outra escolha.” Eu acrescento: se o Great Reset for concluído, nos encontraremos sob a ditadura mais desumana da história. Com controles eletrônicos invasivos, como o biochip — embora sejam suficientes os celulares —, já não haverá mais caminho de volta. A ideologia de Gates, Rockefeller, Soros & Cia. só pode ser interrompida se o povo se rebelar o mais rápido possível. O fracasso econômico já começou. O momento atual nunca foi tão importante para nossas famílias e a sociedade. L’IDEOLOGIA DI GATES, ROCKEFELLER & C. PUÒ ESSERE FERMATA
- NO FIM DOS TEMPOS – Scott Hahn medita sobre a Solenidade de Cristo Rei
O ano da Igreja termina hoje com uma visão do fim dos tempos. A cena do Evangelho é nítida e nela ressoam ecos do Antigo Testamento. O Filho do Homem está entronizado sobre todas as nações e povos de todas as línguas (ver Daniel 7: 13–14). As nações foram reunidas para ver Sua glória e acolher Seu julgamento (ver Isaías 66:18; Sofonias 3: 8). O Rei é o pastor divino previsto por Ezequiel na Primeira Leitura de hoje, julgando como um pastor ao separar as ovelhas e as cabras. Cada um de nós será julgado pelo desempenho que tiver nas obras de misericórdia ouvidas no Evangelho de hoje. Essas obras, como Jesus explica, são reflexos ou medidas de nosso amor por Ele, nossa fidelidade ao mandamento de que amemos a Deus com todas as nossas forças e ao próximo como a nós mesmos (ver Mateus 22: 36–40). Nossa fé é morta, se não se manifesta em obras de amor (ver Tiago 2:20; Gálatas 5: 6). E não podemos dizer que amamos verdadeiramente a Deus, a quem não podemos ver, se não amarmos o nosso próximo, a quem vemos (ver 1 João 4:20). O Senhor é o nosso pastor, conforme cantamos no Salmo deste domingo. Devemos seguir o Seu comando e imitar o Seu exemplo (ver 1 Coríntios 1:11; Efésios 5: 1). Ele curou nossas enfermidades (ver Lucas 6:19), nos libertou da prisão do pecado e da morte (ver Romanos 8: 2, 21), deu-nos as boas-vindas quando éramos estranhos à Sua aliança (ver Efésios 2:12, 19). Ele nos revestiu com as águas do batismo (ver Apocalipse 3: 5; 2 Coríntios 5: 3-4) e nos alimenta com o Seu próprio corpo e o seu próprio sangue. No final da história, Ele virá outra vez para entregar Seu reino a Seu Pai, como diz Paulo na epístola de hoje. Esforcemo-nos para segui-Lo nos caminhos da verdade, para que sejamos herdeiros de Seu reino e possamos entrar no descanso eterno prometido ao povo de Deus (ver Hebreus 4: 1, 9-11). https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/when-the-end-comes-scott-hahn-reflects-on-the-solemnity-of-christ-the-king/
- HIPÓTESES SOBRE O “GRANDE RESET” DO MUNDO
A maneira mais efetiva de fazer política não é aquela que se dá nos embates do parlamento ou nos trabalhos do poder executivo. Há uma outra forma de ação política, menos visível que a anterior, cujos agentes não são deputados nem senadores, mas preferencialmente intelectuais, atuantes nos centros de produção de ideias, que tanto pode ser um departamento de universidade como um instituto independente, mantido por algum grupo de interesse. Esses trabalhos “teóricos” precedes e preparas a atuação política profissional, que hoje, mais que nunca, parece depender do que dizem os técnicos, sejam eles economistas, cientistas políticos, sociólogos, psicólogos sociais etc. Um desses institutos independentes é o Fórum Econômico Mundial, sediado na Suíça, que desde 1991 reúne anualmente, na pequena cidade de Davos, a elite empresarial, política, intelectual e midiática do mundo, para a discussão das questões mais prementes da nova ordem mundial, sobretudo as ligadas ao meio ambiente, à saúde e aos direitos humanos. O fundador desse instituto é o economista alemão Klaus Martin Schwab, que em julho de 2020 publicou um livro em parceria com Thierry Malleret: Covid-19: O grande resetd , ainda sem tradução para o português. A obra trata, segundo os autores, da rara oportunidade que a pandemia está oferecendo aos senhores do mundo para uma reviravolta da História, expressa na metáfora do “reset” (reiniciar, começar de novo). O livro, no fundo, é a pauta que será discutida na próxima conferência do Fórum Econômico Mundial, sempre em Davos, prevista para junho de 2021. Um capítulo, publicado no site do Fórum Econômico Mundial , dá alguma ideia desse projeto insano. Em síntese, os autores sustentam que a própria crise do coronavírus, que teria agravado problemas que já vinham de antes (como desigualdades e injustiças sociais, divisões geopolíticas, polarização política, déficits públicos crescentes, poder excessivo dos bancos, degradação do meio ambiente, entre outros), deveria ser aproveitada para desencadear uma série de mudanças radicais em nível mundial, a começar pelo abandono decisivo de toda fonte de energia suja, como o petróleo, o carvão e o gás natural. Para evitar conflitos violentos que, segundo os autores, viriam como consequência da profunda crise causada pela pandemia da covid-19, seria necessário colocar em prática imediatamente o Grande Reset. A pandemia estaria oferecendo ao mundo essa chance imperdível: reimaginar e reinicializar a Casa Grande (o planeta em que vivemos). Concordam que tal reinicialização é uma tarefa por demais ambiciosa, mas não veem outra saída: ou isto ou o caos. A cereja do bolo do Grande Reset é um governo mundial eficaz, que o desastre do coronavírus ajudaria finalmente a consolidar. Somente a reinicialização do mundo velho — sob as rédeas firmes de um governo planetário — nos levaria a um mundo melhor, mais inclusivo, mais justo, mais respeitoso para com a Mãe Natureza… É preciso confiar em nossa capacidade de “recomeçar do zero”, dizem Klaus Martin Schwab e Thierry Malleret. Esse desejo, involuntariamente cômico, de construir uma nova ordem mundial a partir do zero, submetida a um poder altamente centralizado, completamente sem Deus, fundado numa religião humanitária e ecumenista, deita inequivocamente as suas raízes na sangrenta Revolução Francesa, que é a mãe-madrasta de todas as revoluções desastrosas do século XX: Comunismo, Nazismo e Fascismo. A atriz norte-americana Jane Fonda disse, recentemente, que a covid-19 era um presente de Deus para a esquerda. Os autores do livro “Covid-19: O grande reset” — que são esquerdistas no sentido amplo da palavra, enquanto revolucionários — concordarão certamente com a atriz. Resta saber se a covid é realmente um produto do Criador. Há quem prefira pensar que seus artífices são gente de carne e osso, como nós, embora com os olhos um pouco mais puxados. É o que assegura o médico e virólogo italiano Joseph Tritto em seu livro, também lançado este ano, China Covid-19. A quimera que mudou o mundo (Edições Cantagalli, Siena, 2020, 272 p.). Prof. é presidente da WABT (Academia Mundial de Ciências e Tecnologias Biomédicas), com sede em Paris, uma instituição não governamental fundada em 1997 com o patrocínio da UNESCO. A obra trata das experiências de bioengenharia que a China realizou com a ajuda financeira e científica da França e dos Estados Unidos. Os estudos — inicialmente para criar vacinas — teriam aos poucos se transformado numa investigação com objetivos militares. O laboratório de Wuhan, segundo Prof. Tritto, está agora nas mãos do Exército de Libertação Popular, sob o comando da major-general Chen Wei, uma especialista em armas bioquímicas e bioterrorismo. A partir da hipótese que o atual coronavírus não procederia dos morcegos de Wuhan, mas teria sido criado em um laboratório de biossegurança dessa cidade, e da constatação de que a China, país que foi o primeiro a sofrer o ataque desse vírus, não teve mais do que cinco mil vítimas dentre seus quase um bilhão e quatrocentos milhões de habitantes, algumas perguntas poderiam ser colocadas sobre a mesa, como disse recentemente padre Livio Fanzaga, diretor da Rádio Maria italiana. A pandemia da covid-19 foi casual ou produzida? Se produzida, teve a participação dos globalistas ocidentais? O Grande Reset já estava planejado de antemão?
- A VOCAÇÃO SOBRENATURAL DA FAMÍLIA
A Igreja não se contentava só em reconhecer que a humanidade dependia visceralmente da família; que a união física do homem e da mulher, resultando quase sempre em filhos, era a razão de ser da espécie humana. A essa realidade biológica e natural, acrescentava elementos sobrenaturais, que faziam da família cristã não só um grupo constituído de pessoas com parentesco próximo, compartilhando o mesmo sobrenome, vivendo sob o mesmo teto, com ancestrais em comum; não só um conjunto de pessoas ligadas entre si pelos dez mandamentos, as virtudes evangélicas e o efêmero sangue humano. Era tudo isto, e muito mais, pois o que ligava definitivamente os seus membros entre si era o sangue redentor de Cristo. Ser família é o destino eterno do homem e da própria divindade, que é inequivocamente uma família — Pai, Filho, Espírito Santo —, refletida na mais perfeita família humana de que se tem notícia na História, a de Nazaré, formada por um homem que era Deus e dois seres humanos que foram santos. A família de Nazaré lançou o padrão espiritual de convivência familiar desejável para os Últimos Tempos (que já passam de dois mil anos). Desgraçadamente, só se imita hoje da família nazarena o pragmatismo neo-malthusiano do filho único. Ninguém, que tenha fé, duvida das intenções do Criador de eternamente incorporar à Trindade divina toda a humanidade criada: o Paraíso foi programado para ser a maior de todas as famílias. Do ponto de vista cristão, os homens já podiam integrar essa família celeste ainda neste mundo, vivendo sob a mesma paternidade divina, através da Igreja, família sobrenatural — a Civitas Dei de Santo Agostinho — que já significava a primeira superação da família biológica, com seus membros já definitivos povoando o Purgatório e o Céu; e os provisórios, que são os cristãos ainda vivos. Insistir na ressurreição dos mortos e no Paraíso como lar eterno de uma família numerosíssima — em que todos os membros serão fraternalmente íntimos de todos, pois terão toda a eternidade para se conhecer — sempre foi o principal meio de atração da Igreja, o centro vivo de sua pregação, enquanto conduzia o rebanho pelos pastos turvos do mundo, durante as chuvas e trovoadas da História.
- A ATUAL PANDEMIA É CASUAL OU DELIBERADA?
[Em seu programa diário da Rádio Maria italiana, “Leitura cristã dos jornais e da história”, o diretor dessa que é a principal emissora católica da Itália — padre Livio Fanzaga — tem sustentado, nos últimos meses, que a epidemia da covid-19 é um projeto demoníaco, que age através de homens com mentes criminosas. No último dia 11 de novembro , voltou ao assunto, afirmando que tal projeto foi realizado “com um propósito bem preciso: criar um break , uma passagem repentina, agora, após toda uma anterior preparação ideológica, política e midiática. Vimos como a mídia ocidental obedece a um poder bem preciso (…) Havia todos os pressupostos para se criar um golpe de estado sanitário, um golpe de estado midiático, como queiram; um projeto destinado a colocar a humanidade de joelhos, instaurando uma ditadura sanitária, uma ditadura cibernética. Criar um mundo novo, diferente daquele feito por Deus Criador, com a eliminação de todos aqueles que não dizem sim a esse projeto… Para mim, essa epidemia é um projeto criminoso conduzido pela elite mundial, com a cumplicidade talvez de alguns Estados, para construir um mundo novo sem Deus, fazendo a cúpula dessa catedral que há anos já estão construindo: um mundo novo sem Deus. É um momento fundamental, esse de colocar de joelhos a humanidade, despojando-a de tudo, sem recursos econômicos, sem trabalho, deixando-a nas mãos do poder político e midiático, eliminando todos os que não fazem tal jogo, realizando, assim, aquele mundo novo que é o mundo de satanás. Um mundo novo em que seremos todos uns zumbis, nas mãos dessa elite perfeita que se põe no lugar de Deus.” A Rádio Maria, que integra uma rede mundial católica presente em mais de setenta países, é uma das emissoras mais ouvidas da Itália. No dia 15 de novembro, essas afirmações ganharam as redes sociais da Itália e se transformaram em notícia dos principais jornais do país, sendo o seu autor acusado de complotista, teórico da conspiração etc. Para justificar-se, padre Livio escreveu a nota que segue abaixo] . “Eu li os comentários das redes sociais, mas não fiquei impressionado com as reações. Estamos no campo das opiniões, as quais, por sua natureza, podem ser mudadas. Com o tempo, poderemos ver mais claramente, mas no momento existem muitas coisas obscuras que criam confusão e agitação. Pessoalmente, considero essa pandemia muito perigosa e capaz de colocar em crise tudo o que de bom foi feito para melhorar a vida humana, após a 2ª guerra. Daí minha insistência, a cada minha transmissão [radiofônica], na necessidade de comportamentos virtuosos para evitar a propagação do vírus. Quanto à origem da pandemia, tive a impressão desde o início de que não fosse acidental. Pareceu-me um fenômeno grande demais para ser assim. Além disso, tenho pensado no fato de que o Ocidente é a parte do mundo mais afetada que as demais. Provavelmente nunca saberemos qual é a origem da pandemia, mas, até prova em contrário, em minha opinião a hipótese de que ela pode ter sido provocada deliberadamente permanece em cima da mesa. Espero que não e gostaria de ser desmentido. Também pode ser que, por acidente, o vírus tenha saído de algum laboratório de armas biológicas. Se fosse verdade (e espero que não) que a pandemia seja um projeto causado por aqueles que querem construir um “novo homem” e “um novo mundo” sobre nossos ombros, e sem o nosso conhecimento, é óbvio que para um cristão a mente inspiradora não pode ser outra senão a do maligno.” Home
- COVID ATÉ 2025? É A CONTRIBUIÇÃO DA REVISTA “SCIENCE” PARA O GRANDE RESET… – Dr. P
Já faz algum tempo que falamos sobre o Grande Reset: a enorme convulsão econômica, social, política e global iniciada com a epidemia da covid . Conspiracionismo? Definitivamente, não. Basta dar uma olhada na edição de 13 de novembro da importante revista Science , para entender que a covid , se não existisse, teria que ser inventada, tão útil tem sido para as grandes mudanças que, obrigatoriamente, levam um bom tempo. O que nos diz a Science ? Que a emergência da covid durará até 2025, e as restrições da liberdade terão que ser postas em prática até o final de 2022. Do ponto de vista estritamente médico, é uma afirmação no mínimo estranha. As grandes epidemias do passado, da gripe espanhola à asiática , até a sars de 2002, nunca duraram mais de um ano. Por que esse vírus deve continuar a circular, valentemente, por mais cinco anos? Nenhuma explicação científica é fornecida. É uma mera hipótese, que vai contra as evidências em toda a história das epidemias. Mas, e a vacina? Como já se tem anunciado, não será ela que libertará o mundo do grande pesadelo? Não necessariamente, nos diz a Science . Os seres humanos são infectados com vários coronavírus sazonais, e com reações cruzadas. Nenhuma provoca uma imunidade totalmente protetora e as infecções repetidas são a norma. As vacinas tendem a ser menos eficazes do que as infecções naturais surgidas ao provocar a imunidade, além dos riscos de reações adversas cruzadas. Um pesquisador, Chadi M. Saad-Roy, utilizou uma série de modelos simples, para uma variedade de cenários imunitários, visando prever futuros imunológicos para a sars-cov-2 , com e sem vacinas. Os resultados do modelo mostram que nosso conhecimento imperfeito do panorama imunitário do coronavírus pode dar origem a cenários divergentes, que vão das graves epidemias recorrentes até a sua eliminação. Sim, no final a covid deve desaparecer, mas — é o que está dito — levará cinco anos. É o tempo de uma guerra, mais ou menos a duração da Primeira (1914-1918) e da Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Até 2025, teremos de viver com medo, aterrorizados. E esse plano quinquenal terá consequências econômicas e políticas inevitáveis, mas também psicológicas e até antropológicas, em nossa opinião. É, precisamente, o Grande Reset. De acordo com o estudo em questão, as medidas de distanciamento social, como restrições a reuniões públicas, teriam que permanecer em vigor, de forma intermitente, por pelo menos mais alguns anos, para conter a disseminação da covid-19 . Essas medidas duras, que já empurraram a economia mundial para a recessão, podem ser necessárias porque, de acordo com as projeções dos pesquisadores, novos surtos de sars-cov-2 poderiam (a condicional é obrigatória) retornar a cada inverno. Mais uma vez, o que dizer das vacinas? Os pesquisadores admitem que poderiam não ser eficazes o suficiente. Pelo menos até 2024. De acordo com o estudo, surtos recorrentes de inverno da sars-cov-2 devem ocorrer nos próximos anos, após a onda pandêmica inicial mais grave. Assim, só restaria continuar o distanciamento intermitente, segundo as projeções dos pesquisadores (os quais, curiosamente, excluem qualquer descoberta farmacológica capaz de curar o vírus, além de negar — mas isso, sabemos bem, faz parte do pensamento mainstream — a possibilidade de tratamentos já existentes, e até questionar a eficácia imediata das vacinas). É muito provável que esses modelos teóricos logo sejam traduzidos, internacionalmente, em estratégias de ação sanitária, mas também em políticas econômicas, o que provocará, como consequência, um estado de guerra permanente, uma reviravolta na vida de milhões de pessoas, forçadas a viver com cada vez menos liberdade, esperando que se dê uma imunidade de rebanho suficiente para, enfim, fazer cessar o perigo. Também não se pode descartar a ameaça mortífera de novas e pretensas epidemias, continuamente anunciadas por aqueles que teriam todo o interesse nelas. É o caso de Mark Dybul — um colaborador próximo do mítico virologista americano Anthony Fauci —, que nos últimos dias tem falado de futuras e não distantes pandemias. Em suma, o clima de terror e insegurança deve continuar, e nos próximos cinco anos a palavra covid não desaparecerá totalmente. E tudo isso — reiteramos com veemência —, contra todas as evidências, porque, na realidade, a covid poderia extinguir-se em pouco tempo, como ocorreu com todos os vírus pandêmicos antes dela. Esses pesquisadores têm de nos explicar por que o vírus de Wuhan deveria se comportar de maneira diferente. https://lanuovabq.it/it/covid-fino-al-2025-lassist-di-science-per-il-grande-reset
- A COVID-19 PODE E DEVE SER TRATADA EM CASA – Entrevista com o médico italiano Luigi Cavanna
Muitos médicos, em todo o mundo, não têm dúvidas: a covid19 pode e deve ser tratada em casa. Um protocolo de atendimento domiciliar efetivo evitaria a superlotação hospitalar e o lockdown, que tem efeitos negativos na economia nacional. O professor Luigi Cavanna, diretor do departamento de Oncologia Hematológica do hospital de Piacenza, durante o pico da epidemia, nos meses de março e abril, atendeu centenas de pacientes deslocando-se até as suas casas e administrando-lhes terapias à base de hidroxicloroquina. Seu trabalho meritório rendeu-lhe o título de “policial honorário” conferido pela Polícia Estadual e uma reportagem da famosa revista Time . “Com base na experiência dos meses de março, abril e maio”, nota o professor Cavanna, “o tratamento precoce, que é feito nos primeiros dias de febre alta, tosse e falta de ar, permite aos pacientes evitar a internação e curar-se em casa”. A experiência clínica do professor Cavanna coincide com a de milhares de médicos que trataram pacientes em casa.” Apesar das evidências clínicas, nove meses após o primeiro caso oficial de covid-19, ainda não temos um protocolo de tratamento único e eficaz indicado aos clínicos gerais. Nos últimos dias, foi divulgado na Itália um projeto de protocolo de terapia domiciliar, elaborado pela Comissão Técnica Científica, com a contribuição do presidente do Conselho Superior de Saúde, Franco Locatelli. A principal indicação é o tratamento de pacientes sintomáticos com paracetamol, ou seja, analgésico. Sobre esta decisão, expressaram perplexidade e críticas muitos médicos de clínica geral, incluído o professor Cavanna. Observa o professor: “O analgésico é um retorno às origens; em fevereiro e março só foi administrado analgésico e vimos o que aconteceu: as unidades de terapia intensiva lotaram, em detrimento dos pacientes que sofrem de outras doenças.” Muitos médicos já produziram estudos sobre hidroxicloroquina com base em sua experiência clínica. Parece muito difícil continuar a ignorá-los, diante de uma doença que pode continuar a causar mortes entre as camadas mais frágeis da população, sem contar os efeitos negativos na economia, caso os lockdown permaneçam. IL COVID-19 SI PUÒ E SI DEVE CURARE A CASA – Luigi Cavanna #Byoblu24
- HOMOSSEXUALIDADE NA IGREJA ENQUANTO PROBLEMA DOUTRINAL – Stefano Fontana
O recém publicado Relatório McCarrick, da Secretaria de Estado do Vaticano, foi analisado até agora do ponto de vista da reconstrução dos fatos, o que é perfeitamente compreensível, uma vez que se trata de especificar as responsabilidades pessoais dos vários envolvidos no caso. Porém, não se deve esquecer uma outra dimensão, mais ampla, ainda que jornalisticamente menos atrativa, que funciona como contexto necessário para situar a busca de responsabilidades e a compreensão do ocorrido. Refiro-me à dimensão doutrinária da avaliação moral e religiosa da prática homossexual. Na verdade, é plausível pensar que, mudando-se a avaliação da Igreja sobre os atos homossexuais, e enfraquecendo-se a sua condenação do ponto de vista da doutrina, a tolerância com sua prática pode encontrar maiores justificativas. Este enfraquecimento do rigor doutrinal é muito evidente no Relatório, apesar das suas parcialidades e lacunas. Não é possível examinar-se essa questão só com base em critérios de política eclesiástica; é preciso avançar para o plano doutrinal. O que é mais censurável: um reitor de seminário que silencia sobre certos acontecimentos imorais dentro do próprio seminário ou um professor/teólogo que, nesse mesmo seminário, apoie em suas aulas a prática homossexual como admissível e lícita. Um bispo deve ser considerado responsável por omissão somente quando não intervém a respeito de algum sacerdote de sua diocese ou também quando mantém, em seus postos, teólogos que em suas cátedras negam e confundem a doutrina moral da Igreja sobre esses temas? Bento XVI chamou a atenção precisamente para esta dimensão quando, em 11 de abril de 2019, tornou conhecidas as suas observações sobre os abusos sexuais na Igreja. De 21 a 24 de fevereiro de 2020, realizou-se o encontro dos presidentes de todas as Conferências Episcopais do mundo: um evento mais de propaganda que de conteúdo, que na verdade desviou a atenção dos problemas reais. Bento XVI, por outro lado, centrou-se no principal, falando do “colapso da teologia moral católica” ocorrido nas décadas de 1960 a 1980, um “processo sem precedentes, de uma ordem de grandeza quase sem precedentes na história”, após o qual “os critérios válidos a respeito de sexualidade foram completamente descurados”. A isto se seguiu um outro colapso: o da formação nos seminários. Essa transformação da teologia moral católica e da moral sexual ainda está em processo em nossos dias e, depois de Amoris laetitia , recebeu um novo impulso. Se a situação dos divorciados recasados, como diz a Exortação do Papa Francisco, não se presta a uma avaliação moral como ação intrinsecamente má em si mesma, mas deve ser avaliada “caso a caso”, através do método de “discernimento”, não se compreende por que estes os critérios também não poderiam ser aplicados à situação de um padre, bispo ou cardeal que se entregou a práticas homossexuais… Se a pastoral do discernimento substitui a da doutrina, por que lamentar essas ondas de imoralidade no clero? A transformação da teologia moral, operada há décadas — contida com grande dificuldade pela Veritatis esplendor de João Paulo II e agora retomada e confirmada com a autoridade da hierarquia —, pressupõe que a norma moral é rígida e abstrata se não for feita pela própria consciência, que terá, dessa maneira, um valor “criativo” da mesma norma. Pressupõe também que o discernimento não se deve aplicar apenas às boas ações, mas também às intrinsecamente más, como o adultério ou a atividade homossexual. Na verdade, a transformação da teologia moral elimina a própria noção de ações intrinsecamente más: defende que as circunstâncias que delineiam a situação, em que se age, não sejam só acidentais, mas que contribuem para determinar a bondade ou não da ação, derivando daí o método do “caso por caso”, ou seja, a impossibilidade de definir o adultério ou a prática da homossexualidade como atos perversos em si mesmos e, portanto, sempre repreensíveis e condenáveis. Mas há algo ainda mais preocupante. Da leitura de Amoris laetitia depreende-se que a sua primeira preocupação não é proteger os sacramentos na fé da Igreja, mas proteger as pessoas envolvidas nos acontecimentos existenciais. Dessa forma, mesmo em casos de comprovada imoralidade sexual de padres, pode-se proceder não com a intenção de defender em primeiro lugar a fé da Igreja, mas as pessoas envolvidas. Esta distorção na maneira de ver as coisas torna muito difícil a aplicação do Código de Direito Canônico. Foi o que aconteceu nos casos de homossexualidade, que não são mais vistos como delitos contra a fé, mas situações a serem avaliadas caso a caso, conforme as pessoas envolvidas. Se a norma moral é também construída pela consciência (construída na própria investigação do caso), não será mais possível entendê-la como algo objetivo e absoluto, fundada nas duas rochas da lei natural e da Revelação, que são os fundamentos da moral católica. Quando procuramos avaliar os fatos relativos ao caso Mc Carrick, a propósito do recente Relatório do Vaticano, não esqueçamos que também há neles uma dimensão de caráter doutrinal, e não só de caráter personalístico, de membros do clero que procuram se proteger mutuamente. Só assim poderemos compreender melhor os fatos individuais. https://lanuovabq.it/it/mccarrick-e-omosessualita-ce-un-problema-dottrinale
- O ACERTO DE CONTAS – Scott Hahn medita sobre o 33º Domingo do Tempo Comum
São Paulo avisa, na epístola de hoje, que o dia do Senhor está chegando. O que importa não é o tempo nem a hora, mas o que o Senhor nos encontrará fazendo com a vida nova e as graças que Ele nos deu. Este é o cerne da parábola de Jesus, no Evangelho de hoje. Jesus é o Mestre. Morto, ressuscitado e ascendido ao céu, Ele parece ter ido embora por muito tempo. Por nosso batismo, Ele confiou a cada um de nós uma parte de Seus “bens”, uma participação em Sua vida divina (ver 2 Pedro 1: 4). Ele nos deu talentos e responsabilidades, de acordo com a medida de nossa fé (ver Romanos 12: 3, 8). Devemos ser como a esposa digna na primeira leitura e o homem fiel sobre o qual cantamos no Salmo de hoje. Como eles, devemos andar no “temor do Senhor” – em reverência, temor e gratidão por Seus maravilhosos dons. Este é o começo da sabedoria (ver Atos 9:31; Provérbios 1: 7). Este não é o “medo” do servo inútil que aparece na parábola de hoje, que é um medo de escravo encolhendo-se diante de um senhor cruel, o medo de alguém que recusa o relacionamento para o qual Deus nos chama. Deus nos chamou para sermos servos de confiança, companheiros de trabalho (ver 1 Coríntios 3: 9), usando nossos talentos para servirmos uns aos outros e ao Seu reino, como bons administradores de Sua graça (ver 1 Pedro 4:10). Nesta tarefa, cada um de nós tem um papel diferente a desempenhar. Embora os bons servos da parábola de hoje tenham recebido diferentes talentos, cada um “dobrou” o que recebeu. E cada um ganhou a mesma recompensa por sua fidelidade, recebeu maiores responsabilidades e uma parte da alegria do Mestre. Portanto, vamos decidir novamente, nesta Eucaristia, valorizar o que nos foi dado, fazendo tudo para a glória de Deus (ver 1 Coríntios 10:31). Que possamos nos aproximar de nosso Mestre com confiança e amor, quando Ele vier acertar as contas. https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/settling-accounts-scott-hahn-reflects-on-the-thirty-third-sunday-in-ordinary-time/

















































