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- SE PARA O VATICANO DEUS NÃO EXISTE… – Stefano Fontana
[O novo documento da Pontifícia Academia para a Vida sobre Covid-19 é embaraçoso: não diz nada, nada sobre a vida e nada de católico. Pede a conversão ao meio ambiente e mais solidariedade, excluindo-se inteiramente a dimensão religiosa. É um documento que agradará a muitos personagens de relevo no poder global]. Infelizmente, a Academia Pontifícia para a Vida [instituto de pesquisa científica criado por João Paulo II em 1995] publicou outro documento sobre o Covid-19. Ela já havia escrito um em 30 de janeiro de 2020 e agora volta ao tema com o título “Humana communitas na era da pandemia: considerações intempestivas sobre o renascimento da vida”. Também esse documento — como o anterior — não diz nada: acima de tudo, nada diz sobre a vida, de cujo âmbito essa pontifícia academia está encarregada, e não diz nada de católico, ou seja, inspirado pela Revelação de Nosso Senhor. Gostaríamos de saber quem realmente escreve esses documentos. Da forma como está redigido, parece redigido por funcionários anônimos de uma anônima instituição de pesquisas sociológicas. Seu objetivo é cunhar slogans que retratem inesperados processos em curso. Veja o leitor, por exemplo, a seguinte passagem: “Saímos de uma noite de origens misteriosas: chamados a estar além de qualquer escolha, logo chegamos à presunção e às reclamações, reivindicando como nosso aquilo que apenas nos foi confiado. Tarde demais, aprendemos a aceitar as trevas de onde viemos e às quais retornaremos “. Eu li o documento inteiro: garanto que o tom é esse do começo ao fim. Vamos nos acostumar com um nível tão baixo de documentos eclesiásticos? Pergunta-se por que eles são redigidos assim. Para ser preciso, essa é a verdadeira razão pela qual nos submetemos, apesar de tudo, ao tédio de sua leitura: para procurar compreender por que uma instituição da Santa Sé deve escrever um documento sobre a pandemia com a mesma linguagem de qualquer escritório de qualquer agência internacional, com as mesmas frases abstrusas, a mesma falta de princípios de referência que não sejam genéricos, as mesmas piscadelas aos poderosos do mundo enquanto se gabam de defender os fracos, as mesmas propostas indecifráveis (coisas como “ética de risco”, ou puramente retóricas como “estratégia global coordenada” ou “desafio ético multidimensional”). No documento, não se faz nenhuma referência explícita ou implícita a Deus. Segundo a Academia Pontifícia, a pandemia não se presta a nenhuma reflexão de teologia da história: Deus não se encontra na pandemia, a qual não deve ser vista como um evento natural, mas como um fato histórico e social que põe em questão nossas responsabilidades. Não sendo um fato natural, não se deve buscar em Deus criador a sua causa, e nem que Ele a tenha permitido. Portanto, deve ser descartada a pergunta: “Por que Deus a permitiu?” Na pandemia, diz o documento, o homem experimenta a sua própria “fragilidade”, mas nunca fala da experiência humana com o pecado. Segundo a Academia Pontifícia, apenas forças humanas estão em jogo na pandemia. Pede-se conversão, mas não a Deus, e sim ao meio ambiente e a uma solidariedade mais ampla. Jamais se pede para rezar, pois Deus só pode agir contra a pandemia através do homem. Como a pandemia é só um produto humano, resultado de desordens nas relações do homem com a natureza, o documento pede a conversão a novas formas de comportamento humano. Deus permanece fora dela; ou, então, insere-se dentro dessa dimensão humana e coincide plenamente com ela. Nos dois casos, este documento está privado da presença de Deus. Eis o motivo “teológico” de documentos desse gênero: falar de Deus significa falar do homem. Quem assume como perspectiva o homem, e não Deus, acaba assimilando as ideologias mais difundidas por aí. É muito difícil explicar como o covid-19 nasce da “depredação da terra”, mas o documento o faz, cedendo à ideologia ambientalista. É preciso muito esforço para dizer que a epidemia pôs em evidência os benefícios da globalização (“O vírus não conhece limites, mas os países fecharam suas fronteiras”), mas o documento sustenta essa ideia, de acordo com a ideologia globalista e anti-soberanista. Destacar a importância fundamental de buscar-se uma vacina, e distribuí-la a todos sem discriminação, exige que a vacina não seja um instrumento de uma ideologia do poder globalista e dos interesses políticos, econômicos e sanitários globais, mas a Academia faz isso três vezes. É preciso coragem para não considerar o real perigo que a pandemia significou para a vida dos nascituros, dado o aumento do compromisso dos Estados de garantir, em qualquer caso de gravidez indesejada, até o aborto a domicílio, superando as dificuldades restritivas do covid-19 , mas o documento da Academia para a vida nunca fala da vida no sentido em que deveria falar uma Academia Pontifícia para a Vida, ou seja, na linha da carta encíclica Evangelium vitae [de João Paulo II]. Causa muita perplexidade apostar tanto na Organização Mundial da Saúde (OMS), em vista da gestão política, ideológica e muitas vezes não científica desse órgão, mas o documento o faz, considerando-a “profundamente enraizada em sua missão de orientar o trabalho sanitário em todo o mundo”. Não há dúvida: é um documento que agradará a muitos personagens de relevo no cenário globalista. Mas que desagradará — admitindo-se que o leiam e o compreendam — a todos os que prefeririam que a Pontifícia Academia para a Vida fosse realmente uma Pontifícia Academia para a Vida. https://lanuovabq.it/it/se-per-il-vaticano-dio-non-esiste
- O FEMINISMO E O ÓDIO CONTRA A IGREJA
O FEMINISMO E O ÓDIO CONTRA A IGREJA Um determinado bispo anglicano, progressista e adepto de uma religião universal fora da Igreja Católica, é um grande defensor das pautas feministas. Certa vez, disse ele: “Roma e a Ortodoxia são muito, muito, muito masculinas. E ambas têm elevadas doutrinas e devoção pela Santíssima Virgem Maria. Para mim é difícil pronunciar a palavra “Theotokos” em referência à Maria. Embora eu respeite a devoção que Levada e Anthony têm por Maria, acho que chamar Maria de Mãe de Deus é algo que beira a idolatria. Jesus disse: ‘Quem é minha mãe…? Todo aquele que fizer a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão e minha irmā e minha mãe’. E, se ela é a Mãe de Deus, que relação tem ela com o que Jesus chama de Abba, Pai? A concepção islâmica popular é de que os cristãos são politeístas: Deus, Jesus, a Mãe d’Ele. Consigo ver de onde tiram essa impressão”. SUGESTÃO: Continuando com suas “reflexões”, o servo de satanás diz: “Ao lidar com o Vaticano e com a Ortodoxia, fica claro que o tempo está numa escala diferente. Eles trabalham na escala dos séculos – os séculos passados, na maioria das vezes”. Ele ainda vê Sophia como algo feminino em sua essência. O bispo anglicano escreveu um poema dedicado à Sophia, uma “voz feminina da Sabedoria de Deus”, segundo ele. Essas elaborações são um processo de demolição das bases cristãs e de corrupção teológica. Essas maquinações vêm desde o iluminismo, mas temos no século XIX um nome que traz uma filosofia diabólica que se une à fala do bispo anglicano. Trata-se de Helena Blavatsky. Vejamos algumas de suas conspirações: “As várias cosmogonias mostram que a alma universal arqueana foi encarada por todas as nações como sendo a ‘mente’ do Criador Demiúrgico, a Sophia dos gnósticos, e o Espirito Santo como princípio feminino” (Helena P. Blavatsky, Isis sem véu, vol. 1, 1877). E o anjo das trevas continua com sua inspiração em homens sem nenhum temor a Deus. “A voz de Sophia nos convoca para sairmos da servidão, Cativos do Faraó e temerosos do amanhecer. Ela nos leva em escuridão pela morte à libertação. Então, para a natureza selvagem, venham peregrinar… Ó, voz de Sophia, fale dentro de nós, ilumine a luta que há no caminho de escuridão para o amanhecer, avive a alegria que estremece dentro de nós, profunda alegria pelo seu chamado à peregrinação. (14 – Charles Gibbs, diretor-executivo da URI, “Hino para um coração desabrochante”, 1996). Mais um pouco da obra maligna da senhora Helena Blavatsky: “A escritura destes volumes de pouco adiantou se eles não demonstraram, 1, que Jesus, o Cristo-Deus, é um mito inventado dois séculos após a morte do verdadeiro Jesus hebreu; 2, que, portanto, ele jamais teve autoridade para dar a Pedro, ou a qualquer outro, poder plenário; 3, que, mesmo que tivesse concedido tal autoridade, a palavra Petra (pedra) fazia referência às Palavras de Petroma, e não àquele que três vezes o negou; e que, ademais, a sucessão apostólica é uma fraude evidente e manifesta; 4, que o Evangelho segundo Mateus é uma falsificação baseada num manuscrito totalmente diferente. A coisa toda, portanto, é uma imposição que afeta tanto o padre quanto o penitente”. (Helena Blavatsky, Ísis sem véu, vol. 11, 1877). E também temos falsos católicos como a senhora Annie Imbens-Fransen, uma católica que faz parte de um Conselho Global para união das religiões. Ela se descreve como uma “teóloga feminista”. A seguir, algumas de suas proposições: “Se as pessoas usam o direito à liberdade de pensamento, consciência e religião para discriminar (sic) as mulheres, estão violando os direitos humanos das mulheres. Em todos esses casos, todas as pessoas têm a responsabilidade de parar essa violência contra pessoas de outra raça e de outro sexo (sic)… Em muitas tradições religiosas, as mulheres não têm permissão de ocupar postos de liderança religiosa, como de rabino, padre, pastor, imame, monge, bispo, papa, etc.. Em religiões que são dominadas pelos homens, a consciência das mulheres é colonizada por vias androcêntricas e patriarcais da realidade. Isso significa que nessas religiões o direito feminino à liberdade de pensamento, consciência e religião foi obscurecido. No cristianismo, os homens constituem o grupo dominante; durante séculos, eles desta de forma se apropriaram do direito de definir como Deus deve ser visto, como o mundo foi criado, e como esse mundo deve ser ordenado segundo a vontade de Deus” Essa visão feminista da religião vê o sacerdócio e o episcopado, e outros postos de liderança religiosa, como cargos para o exercício do poder. Portanto, as religiões que não permitem lideranças religiosas femininas mantêm as mulheres na impotência e violam os direitos humanos, segundo essas ativistas. Falando em nome da Igreja Católica, o Papa João Paulo II discordou dessa visão em sua Epístola Apostólica Ordinatio Sacerdotalis, de 1994: ”O fato de Maria Santíssima, Mãe de Deus e Mãe da Igreja, não ter recebido a missão própria dos Apóstolos nem o sacerdócio ministerial mostra claramente que a não admissão das mulheres à ordenação sacerdotal não pode significar uma menor dignidade sua, nem uma discriminação a seu respeito, mas a observância fiel de uma disposição que se deve atribuir à sabedoria do Senhor do universo (…) Os maiores no Reino dos céus não são os sacerdotes, mas os santos (…) Declaro que a Igreja não tem absolutamente a faculdade de conferir a ordenação sacerdotal às mulheres e que esta sentença deve ser considerada como definitiva por todos os fiéis da Igreja”. #USA #Bizâncio #humanismo #IcelandSwedenDenmarkNorway #Maria #France #EUAfrançaparisgeorgiaportugalmacedoniabelarusrussiapaquistãoIrãnCoreiaEgiptoArabiasauditaEmiradosÁrabesunidosEtiópiaNigériaChinaIraqueZimbabuéÁfric #Históriamoderna #MacauGoaAngolaMoçambiqueCaboverdeGuinéBissauGuinéEquatorialSãotoméePrincipeEUAfrançaparisgeorgiaportugalmacedoniabelarusrussiapaquistãoIrãnCoreiaEgiptoAr #Belarus #Apocalipse #desenvolvimentodoutrinal #UzbequistãoLaosMauritâniaIêmemAfeganistãoMaldivasSomáliaArábiaSauditaIrãCoréiadoNorte #Doctrinaldevelopment
- Xuxa anuncia livro infantil com tema LGBT, e deputada repudia: ‘Deixem as crianças em paz!’
Presidente da Comissão dos Direitos da Criança, Adolescente e Idoso na Alerj, Rosane Felix (PSD) quer proibir o lançamento da obra. Presidente da Comissão dos Direitos da Criança, Adolescente e Idoso na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), a deputada estadual Rosane Felix (PSD) repudiou a intenção da apresentadora Xuxa Meneghel de escrever um livro com conteúdo LGBT para as crianças – Rosane está avaliando “que providências irá tomar” para evitar seu lançamento. Segundo Xuxa, o assunto será apresentado de uma maneira para que as crianças possam entender que “o amor é mais importante”. Rosane vê uma “tentativas de doutrinação de crianças”, e diz que isso seria uma forma de agressão à inocência delas. “Para ensinar o amor e o respeito ao próximo não precisa escrever livro LGBT. Isso se aprende com boas maneiras dentro de casa e na escola. Já não basta a pedofilia, a exploração sexual infantil e agora tem isso? Deixem as nossas crianças em paz!”, afirma. “Nossas crianças precisam ser incentivadas a brincar, jogar bola, andar de bicicleta, brincar de pique, de boneca! Criança não tem que ser induzida a pensar em sexo ou sexualidade”. Magno Malta protesta contra livro LGBT de Xuxa O ex-senador Magno Malta publicou um vídeo em suas redes sociais, no fim da noite de sexta-feira (24), com críticas ao livro que apresentadora Xuxa pretende lançar pela Editora Globo. A obra em questão, segundo a própria comunicadora, trará conteúdo LGBT para crianças. Na gravação, Malta afirmou que as “crianças precisam ser respeitadas” e chamou a história idealizada pela apresentadora de “esdrúxula e indigna”. O ex-parlamentar também pediu que os pais se unam contra a questão. – Deus criou macho e fêmea, e isso não é religião, isso é ciência. Criança tem que ser respeitada, no seu psicológico, no seu moral e no seu emocional. Então, é hora de nos levantarmos, nos juntarmos, nos fortalecermos e levantarmos a nossa voz – declarou. Xuxa anuncia lançamento de livro com conteúdo LGBTQ+ para crianças Xuxa contará a história de Maia, uma menina “arco-íris” que tem duas mães em seu novo livro. A apresentadora escreve uma obra voltada ao público infantil onde a proposta é abordar a comunidade LGBT com as crianças. “Fiz esse livro pensando em tudo o que a gente está passando, tanto preconceito, tanta discriminação, tanta gente julgando as pessoas pelas suas escolhas, condições ou vontades. Aí eu tentei colocar de maneira lúdica, bonita, para que as crianças possam entender que o amor é mais importante do que qualquer coisa”, afirmou Xuxa em live com Otaviano Costa, no portal UOL. A data de lançamento do livro ainda não foi divulgada, mas deve ter o selo da Editora Globo. Com informações de Veja Rio, Metropolis e Pleno News. #LGBT
- Xuxa anuncia livro infantil com tema LGBT, e deputada repudia: ‘Deixem as crianças em paz!’
Presidente da Comissão dos Direitos da Criança, Adolescente e Idoso na Alerj, Rosane Felix (PSD) quer proibir o lançamento da obra. Presidente da Comissão dos Direitos da Criança, Adolescente e Idoso na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), a deputada estadual Rosane Felix (PSD) repudiou a intenção da apresentadora Xuxa Meneghel de escrever um livro com conteúdo LGBT para as crianças – Rosane está avaliando “que providências irá tomar” para evitar seu lançamento. Segundo Xuxa, o assunto será apresentado de uma maneira para que as crianças possam entender que “o amor é mais importante”. Rosane vê uma “tentativas de doutrinação de crianças”, e diz que isso seria uma forma de agressão à inocência delas. “Para ensinar o amor e o respeito ao próximo não precisa escrever livro LGBT. Isso se aprende com boas maneiras dentro de casa e na escola. Já não basta a pedofilia, a exploração sexual infantil e agora tem isso? Deixem as nossas crianças em paz!”, afirma. “Nossas crianças precisam ser incentivadas a brincar, jogar bola, andar de bicicleta, brincar de pique, de boneca! Criança não tem que ser induzida a pensar em sexo ou sexualidade”. Magno Malta protesta contra livro LGBT de Xuxa O ex-senador Magno Malta publicou um vídeo em suas redes sociais, no fim da noite de sexta-feira (24), com críticas ao livro que apresentadora Xuxa pretende lançar pela Editora Globo. A obra em questão, segundo a própria comunicadora, trará conteúdo LGBT para crianças. Na gravação, Malta afirmou que as “crianças precisam ser respeitadas” e chamou a história idealizada pela apresentadora de “esdrúxula e indigna”. O ex-parlamentar também pediu que os pais se unam contra a questão. – Deus criou macho e fêmea, e isso não é religião, isso é ciência. Criança tem que ser respeitada, no seu psicológico, no seu moral e no seu emocional. Então, é hora de nos levantarmos, nos juntarmos, nos fortalecermos e levantarmos a nossa voz – declarou. Xuxa anuncia lançamento de livro com conteúdo LGBTQ+ para crianças Xuxa contará a história de Maia, uma menina “arco-íris” que tem duas mães em seu novo livro. A apresentadora escreve uma obra voltada ao público infantil onde a proposta é abordar a comunidade LGBT com as crianças. “Fiz esse livro pensando em tudo o que a gente está passando, tanto preconceito, tanta discriminação, tanta gente julgando as pessoas pelas suas escolhas, condições ou vontades. Aí eu tentei colocar de maneira lúdica, bonita, para que as crianças possam entender que o amor é mais importante do que qualquer coisa”, afirmou Xuxa em live com Otaviano Costa, no portal UOL. A data de lançamento do livro ainda não foi divulgada, mas deve ter o selo da Editora Globo. Com informações de Veja Rio, Metropolis e Pleno News. #LGBT
- Vaza carta assinada por 152 bispos contra Bolsonaro
O jornal Folha de São Paulo vazou uma carta ainda não publicada oficialmente na qual 152 bispos brasileiros atacam o presidente, Jair Bolsonaro, acusando-o de promover “uma economia que mata” e usar o nome de Deus para difundir mensagens de ódio e preconceito Mônica Bergamo, jornalista da Folha que obteve a carta, afirma que deveria ter sido divulgada na quarta-feira, 22, mas que sua publicação foi suspensa para permitir que a Conferência Episcopal Brasileira a revisasse. Segundo a repórter da Folha, há um temor entre signatários do documento de que o setor conservador da CNBB impeça a divulgação. Hoje há no Brasil 310 bispos na ativa e 169 eméritos. É intitulado ‘Carta ao povo de Deus’ e garante que o Brasil esteja passando por uma ‘tempestade perfeita’, na qual a crise de saúde sem precedentes é combinada com a ruína econômica e a tensão sofrida pelas “fundações da República, causadas em grande parte medidas pelo Presidente da República e por outros setores da sociedade, causando uma profunda crise política e econômica “. “Analisando o cenário político, sem paixões, percebemos claramente a incapacidade e inabilidade do Governo Federal em enfrentar essas crises” diz o documento “Participamos de discursos sistematicamente não científicos”, afirmam os bispos. E esses discursos “tentam naturalizar e normalizar o flagelo das milhares de mortes de Covid-19, tratando-o como resultado de acaso ou punição divina”. Na carta, os bispos também acusam Bolsonaro de usar o nome de Deus para difundir mensagens de ódio e preconceito. “Como não ficarmos indignados diante do uso do nome de Deus e de sua Santa Palavra, misturados a falas e posturas preconceituosas, que incitam ao ódio, ao invés de pregar o amor, para legitimar práticas que não condizem com o Reino de Deus e sua justiça?” Em nível internacional, recentemente a Pontifícia Academia da Vida publicou um documento que afirma que a pandemia não é um castigo divino ou um acidente aleatório, mas a vingança da Mãe Terra por nossa atividade predatória. “Este discurso não se baseia em princípios éticos e morais, nem admite um contraste com a Tradição e a Doutrina Social da Igreja, que tenta agir para que todos possam ter vida e tê-la em abundância”, dizem os bispos brasileiros referindo-se a este documento. Será que os bispos se lembram como era o Brasil antes de Bolsonaro? Com a ex-guerrilha Dilma Roussef ou seu mentor, o marxista condenado por corrupção LULA Da Silva. Certamente é isso que estes signatários preferem, afinal, foi o chanceler da Pontifícia Academia das Ciências, arcebispo Marcelo Sánchez Sorondo, que declarou que a China é o país que mais fielmente se conforma à doutrina social da Igreja. O que é mais curioso, é que os bispos sejam capazes de uma condenação tão direta e ad hominem de um presidente por razões ideológicas e, por outro lado, é tão difícil para eles fazer o mesmo no caso do aborto, por exemplo. Se um modelo econômico ‘mata’ é discutível, pelo menos, porque, se houve mortes hoje, também houve pessoas com predecessores de Bolsonaro. Que o aborto mata, por outro lado, é um fato concreto e facilmente verificável. Recentemente uma live de LULA com Leonardo Boff, ele deixou claro a importância do papel destes mesmos bispos, que fazem parte da condenada Teologia da Libertação, e a Igreja Católica no Brasil para a criação e o sucesso do Partido dos Trabalhadores (PT). Não é atoa que a CNBB defende tanto os ideais esquerdistas no Brasil e nunca condenou publicamente os presidentes passados pelo maior escândalo de corrupção que já existiu no planeta, que certamente foi responsável pela morte de muito mais brasileiros, em função da falta de investimentos na Saúde (que sempre foi extremamente precária no Brasil), Educação, Saneamento e outros direitos básicos, que a Pandemia em todo planeta. O texto é assinado, entre outros, pelo arcebispo emérito de São Paulo, dom Claudio Hummes, pelo bispo emérito de Blumenau, dom Angélico Sandalo Bernardino, pelo bispo de São Gabriel da Cachoeira (AM), dom Edson Taschetto Damian, pelo arcebispo de Belém (PA), dom Alberto Taveira Corrêa, pelo bispo prelado emérito do Xingu (PA), dom Erwin Krautler, pelo bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG), dom Joaquim Giovani Mol, e pelo arcebispo de Manaus (AM) e ex-secretário-geral da CNBB dom Leonardi Ulrich. O texto foi revelado pela Folha de São Paulo. Após o vazamento, a CNBB se isentou do conteúdo da carta, que disse ser “de responsabilidade dos signatários”. Por e-mail, o Planalto informou que não comentará a carta dos bispos. Clique aqui e leia a carta na íntegra. Com informações de Infovaticana e Correio Brasiliense
- Vaza carta assinada por 152 bispos contra Bolsonaro
O jornal Folha de São Paulo vazou uma carta ainda não publicada oficialmente na qual 152 bispos brasileiros atacam o presidente, Jair Bolsonaro, acusando-o de promover “uma economia que mata” e usar o nome de Deus para difundir mensagens de ódio e preconceito Mônica Bergamo, jornalista da Folha que obteve a carta, afirma que deveria ter sido divulgada na quarta-feira, 22, mas que sua publicação foi suspensa para permitir que a Conferência Episcopal Brasileira a revisasse. Segundo a repórter da Folha, há um temor entre signatários do documento de que o setor conservador da CNBB impeça a divulgação. Hoje há no Brasil 310 bispos na ativa e 169 eméritos. É intitulado ‘Carta ao povo de Deus’ e garante que o Brasil esteja passando por uma ‘tempestade perfeita’, na qual a crise de saúde sem precedentes é combinada com a ruína econômica e a tensão sofrida pelas “fundações da República, causadas em grande parte medidas pelo Presidente da República e por outros setores da sociedade, causando uma profunda crise política e econômica “. “Analisando o cenário político, sem paixões, percebemos claramente a incapacidade e inabilidade do Governo Federal em enfrentar essas crises” diz o documento “Participamos de discursos sistematicamente não científicos”, afirmam os bispos. E esses discursos “tentam naturalizar e normalizar o flagelo das milhares de mortes de Covid-19, tratando-o como resultado de acaso ou punição divina”. Na carta, os bispos também acusam Bolsonaro de usar o nome de Deus para difundir mensagens de ódio e preconceito. “Como não ficarmos indignados diante do uso do nome de Deus e de sua Santa Palavra, misturados a falas e posturas preconceituosas, que incitam ao ódio, ao invés de pregar o amor, para legitimar práticas que não condizem com o Reino de Deus e sua justiça?” Em nível internacional, recentemente a Pontifícia Academia da Vida publicou um documento que afirma que a pandemia não é um castigo divino ou um acidente aleatório, mas a vingança da Mãe Terra por nossa atividade predatória. “Este discurso não se baseia em princípios éticos e morais, nem admite um contraste com a Tradição e a Doutrina Social da Igreja, que tenta agir para que todos possam ter vida e tê-la em abundância”, dizem os bispos brasileiros referindo-se a este documento. Será que os bispos se lembram como era o Brasil antes de Bolsonaro? Com a ex-guerrilha Dilma Roussef ou seu mentor, o marxista condenado por corrupção LULA Da Silva. Certamente é isso que estes signatários preferem, afinal, foi o chanceler da Pontifícia Academia das Ciências, arcebispo Marcelo Sánchez Sorondo, que declarou que a China é o país que mais fielmente se conforma à doutrina social da Igreja. O que é mais curioso, é que os bispos sejam capazes de uma condenação tão direta e ad hominem de um presidente por razões ideológicas e, por outro lado, é tão difícil para eles fazer o mesmo no caso do aborto, por exemplo. Se um modelo econômico ‘mata’ é discutível, pelo menos, porque, se houve mortes hoje, também houve pessoas com predecessores de Bolsonaro. Que o aborto mata, por outro lado, é um fato concreto e facilmente verificável. Recentemente uma live de LULA com Leonardo Boff, ele deixou claro a importância do papel destes mesmos bispos, que fazem parte da condenada Teologia da Libertação, e a Igreja Católica no Brasil para a criação e o sucesso do Partido dos Trabalhadores (PT). Não é atoa que a CNBB defende tanto os ideais esquerdistas no Brasil e nunca condenou publicamente os presidentes passados pelo maior escândalo de corrupção que já existiu no planeta, que certamente foi responsável pela morte de muito mais brasileiros, em função da falta de investimentos na Saúde (que sempre foi extremamente precária no Brasil), Educação, Saneamento e outros direitos básicos, que a Pandemia em todo planeta. O texto é assinado, entre outros, pelo arcebispo emérito de São Paulo, dom Claudio Hummes, pelo bispo emérito de Blumenau, dom Angélico Sandalo Bernardino, pelo bispo de São Gabriel da Cachoeira (AM), dom Edson Taschetto Damian, pelo arcebispo de Belém (PA), dom Alberto Taveira Corrêa, pelo bispo prelado emérito do Xingu (PA), dom Erwin Krautler, pelo bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG), dom Joaquim Giovani Mol, e pelo arcebispo de Manaus (AM) e ex-secretário-geral da CNBB dom Leonardi Ulrich. O texto foi revelado pela Folha de São Paulo. Após o vazamento, a CNBB se isentou do conteúdo da carta, que disse ser “de responsabilidade dos signatários”. Por e-mail, o Planalto informou que não comentará a carta dos bispos. Clique aqui e leia a carta na íntegra. Com informações de Infovaticana e Correio Brasiliense
- Cavalo de troia na cidade de Deus: Os enganos das falsas salvações
Introdução Vivemos períodos conturbados de polarização política. Essa polarização tem permeado todas as esferas da sociedade, desde as escolas até as famílias, tudo parece estar sendo tragado para o olho do furacão. Não é difícil presenciar discussões, ou até mesmo ser impelido a participar de algumas delas. Ainda mais em tempos de rede social, onde todos parecem possuir os segredos da salvação da humanidade e as chaves para acabar com o mal no mundo. No meio dessa miríade de ideias, encontramos algumas soluções péssimas, ruins ou até razoáveis, algumas um tanto quanto bem conhecidas, como acabar com o capitalismo, o patriarcado, aumentar a liberdade individual, aumentar o controle o Estado e etc. Mas quase em sua totalidade, propostas não bíblicas. Mas se todos buscam o bem da sociedade e o desenvolvimento humano, não deveríamos todos buscar as mesmas coisas? Qual a razão de tantas divergências? Nesse ponto, vemos que cada pessoa tem um tipo de compromisso fundamental com suas crenças, que chamamos de cosmovisão. Para entender melhor o que é cosmovisão, James Sire nos traz uma boa definição: “ [Cosmovisão] é um compromisso, uma orientação fundamental do coração, que pode ser expresso em uma história ou em um conjunto de pressuposições (suposições que podem ser verdadeiras, parcialmente verdadeiras ou totalmente falsas) que sustentamos (consciente ou subconscientemente, consistente ou inconsistentemente) sobre a constituição básica da realidade, e que fornece o fundamento no qual vivemos, nos movemos e existimos.” [1] Como afirma o autor, essa cosmovisão pode ser verdadeira, falsa, ou conter elementos de ambas em suas premissas. Na discussão das ideias políticas, poderíamos dizer, a grosso modo, que as ideias sobre questões político-sociais estão contidas numa cosmovisão. A tais ideias podemos chamar de ideologias. Ideologia é muito constantemente confundida com cosmovisão, porém elas não são a mesma coisa. Existe um grande debate acerca da definição de ideologia, mas para fins didáticos, irei usar a do escritor Russel Kirk, que conseguiu capturar o que penso ser o núcleo desse conceito. Ele diz: “ A ideologia é uma religião invertida, negando a doutrina cristã de salvação pela graça, após a morte, e pondo em seu lugar a salvação coletiva, aqui na terra. […] A ideologia oferece uma imitação da religião. ” [2] Essa conexão das ideologias como uma religião imanente é descrita de modo prático por Orlando Figes, ao contar sobre a revolução russa: ” Os bolcheviques extraíram o máximo de capital político da ressonância religiosa do socialismo. Em 1917, num panfleto para os pobres rurais, S. G. Strumilin comparou o socialismo à obra de Cristo e afirmou que criaria um “reino terreno de fraternidade, igualdade e liberdade”. O culto de Lenin, que decolou em Agosto de 1918 depois que ele se feriu numa tentativa de assassinato, tinha matizes religiosos explícitos. Lenin era representado como figura crítica, disposto a morrer pela causa do povo e, como as balas não o mataram, ele foi abençoado com poderes milagrosos.” [3] E mesmo após a revolução, durante os anos de chumbo do regime stalinista, Figes diz: “ Para mobilizar apoio, o regime stalinista chegou a abraçar a Igreja Russa, cuja mensagem patriótica tinha mais probabilidade de persuadir uma população rural que ainda se recuperava do efeito desastroso da coletivização. ” [4] Ou seja, as ideologias se apresentam como ideias salvadoras, com propósito de redimir o homem, a sociedade e acabar com o mal. O teólogo Joseph Ratzinger (Bento XVI) nos alerta sobre os perigos de tais promessas redentoras; ele afirma que: “Quando a política pretende ser redentora, promete demais. Quando pretende fazer a obra de Deus, não se torna divina, mas demoníaca. ” [5] Essa proposta redentiva das ideologias é uma idolatria, pois busca substituir a eternidade com Deus, por um paraíso terreno. Como explica David Koyzis: “A ideologia se fundamenta que esse ídolo tem a capacidade de nos salvar de um mal, real ou imaginário, que há no mundo. ” [6] Koyzis continua: “Como idolatrias bíblicas, cada ideologia se fundamenta no ato de isolar um elemento da totalidade criada, elevando-o acima do resto da criação. ” [7] Mas se existe uma coisa que as Escrituras nos ensinam de Gênesis a Apocalipse é que “A salvação vem do Senhor”. [8] Sem reconhecer a soberania de Deus, as ideologias tendem a divinizar e atribuir soberania a algum elemento da criação. Por isso elas se tornam um tipo de religião, pois oferece as mesmas propostas escatológicas que o cristianismo oferece. Os perigos das ideologias As Ideologias são incompatíveis com o evangelho, no coração do homem só há espaço para um altar, pois como ensina Jesus, “Ninguém pode servir a dois senhores. ” [9] Não é por acaso, muitas dessas ideologias rejeitam o cristianismo, pois para elas o cristianismo é uma “ideologia” concorrente. Dessa forma, as ideologias apelam aos sensos religiosos para ganhar essa competição pela mente e o coração do homem. Elas oferecem um senso de pertencimento a um grupo, uma sensação de lutar por um mundo melhor e combater o mal. Ela busca refazer não somente as estruturas do governo, através da política, mas também a natureza do homem, através da educação e cultura. Muitos autores apontaram uma relação estreita entre as ideologias modernas e a antiga heresia gnóstica. Assim como os gnósticos, as ideologias enxergam que o mundo é intrinsicamente mal, e devido a isso, precisa ser “consertado”. Eles, os seguidores das ideologias, são os únicos iluminados com o verdadeiro conhecimento [ gnosis ] capaz de explicar os males do mundo e liderar a implementação da verdadeira justiça. Para eles, a salvação virá através de um processo histórico imanente, através das mudanças estruturais no mundo e no homem. Por isso as ideologias são anticristãs, pois ignoram a visão da Criação, Queda e Redenção em Cristo, substituindo esses aspectos por diferentes tipos de visões, em sua grande maioria, materialista. Apenas para ilustrar com alguns exemplos, cito duas famosas visões ideológicas, o marxismo e feminismo. O marxismo reduz toda a complexidade do mundo a causas materiais, para Karl Marx , “A história de todas as sociedades que já existiram até os nossos dias tem sido a história da lutas de classes.” [10] Para ele, o mundo é um conflito entre proletários e burgueses, onde os burgueses representam tudo que há de mal no mundo, e o proletário o povo a ser redimido. Para Marx, era preciso revolucionar todo o mundo existente e mudar o estado das coisas como se encontravam. [11] Por isso ele afirma que o comunismo seria o ” movimento real que acaba com o atual estado de coisas.” [12] E dentre o “atual estado de coisas” que era necessário acabar, encontrava-se a família, a propriedade privada e a religião, a qual Marx considerava o “ópio do povo” [13] , que impedia o proletário de adquirir a consciência de classe, ou seja, ser iluminado pelo conhecimento verdadeiro de sua situação que o libertaria, rumo a utopia revolucionária de uma ditadura do proletariado. O feminismo enxerga que as diferenças intrínsecas entre homem e mulher, que foram dadas por Deus, como uma construção social patriarcal, que deveria ser demolida. Simone de Beauvoir, uma das feministas mais famosas, traduz esse sentimento quando escreve: “ Enquanto ao mito da família, o mito da maternidade e o instinto maternal não forem destruídos, as mulheres continuarão a viver sob opressão. ” [14] Ou seja, para libertar a mulher era necessário acabar com o “estado atual das coisas”, assim como a proposta marxista. Isso sem entrar no mérito da denominada terceira onda feminista, onde nomes como Judith Butler e Monique Wittig explicitamente buscam libertar a mulher dos próprios conceitos biológicos do sexo. Ou seja, uma completa ruptura com os padrões bíblicos e uma tentativa de transformação total da natureza humana, visando uma falsa libertação, através de propostas revolucionárias. Todo tipo de ideologia, seja ela de direita, esquerda, liberal, anárquica, é idolatra, pois não se baseia nos conceitos bíblicos e não possui uma cosmovisão bíblica da realidade. Perceba como as ideologias se comportam do mesmo jeito que Adão e Eva se comportaram ao pecar. Adão culpou sua mulher e a Deus, Eva por sua vez, culpou a serpente. [15] Eles insistiram em ser tratados como vítimas das circunstâncias, esquivando-se da responsabilidade e colocando a culpa em outro. Se eles, no paraíso, foram capazes de conceber assim o seu ambiente, quanto mais o homem moderno, em um ambiente nada favorável, se encontra inclinado a sempre culpar o ambiente, o sistema ou conspirações pela sua condição e os usa como justificativas para “acabar” com todo estado de coisa presente. Relação entre os cristãos e a política O problema do mundo não é político, econômico ou social. O problema do mundo sempre foi e sempre será o pecado. As ideologias não dominariam o coração do homem se ele já não tivesse doente e morto em seus próprios pecados (Ef 2:1–2). O homem sempre teve a tola esperança de que, através da mudança de governos, da derrubada de ditadores ou da construção de muralhas, as coisas se tornariam melhores e viveríamos tempos de plena paz e justiça. O mundo é apenas o reflexo do que habita no nosso coração. O Senhor Jesus Cristo diz que “do coração saem os maus pensamentos, os homicídios, os adultérios, as imoralidades sexuais, os roubos, os falsos testemunhos e as calúnias ”. (Mt 15:19). Muitos cristãos tendem a demonizar a política, como se ela fosse algo inerentemente mal. Ou se envolvem de modo apaixonado, sem nenhum discernimento bíblico sobre o assunto, cometendo todo tipo de idolatria política. Os cristãos devem estar conscientes da soberania de Deus em todas as esferas, inclusive política, para evitar assim, o perigo da idolatria. A Igreja primitiva nos mostra alguns exemplos interessantes na relação com o politica da época. No conflito religioso entre Roma e o cristianismo, os cristãos eram acusados de “ateísmo”, por se recusarem a adorar os deuses romanos e prestar culto ao imperador. Isso levou a uma série de perseguições. Alguns cristãos se posicionaram contra o Estado romano, em defesa da sua crença em um único Senhor. Aristides de Atenas (134 d.C.) escreveu ao imperador Adriano um tratado em defesa dos cristãos. Atenágoras (133-190 d.C.), também escreveu um tratado intitulado “ Petição em favor dos cristãos ” ao imperador Marco Aurélio. Podemos citar também as famosas Apologias de Justino de Roma (100-165 d.C.) ao imperador Antonino Pio. Todas essas tentativas cristãs de mostrar aos governadores que os cristãos eram bons cidadão, cumpriam seu dever civil, mas que tinham somente um Senhor, Cristo. A posição política desde os cristianismo primitivo era a mesma aprendida em Atos dos Apóstolos “mais importa obedecer a Deus do que aos homens. ” [16] Essa obediência foi a causa de muitos martírios, dentre um dos mais famosos, de Policarpo de Esmirna (69-155 d.C), quando levado preso e forçado a blasfemar contra Cristo pelo governador, respondeu: “Eu o sirvo há oitenta e seis anos, e ele não me fez nenhum mal. Como poderia blasfemar o meu rei que me salvou?” [17] Avançando no tempo, a visão reformada sobre política também foge dos reducionismos das ideologias, e entende que Deus é soberano sobre todas as esferas da vida. Seja da Igreja, do Estado, da família, da política, ou questões sociais, tudo está debaixo da mão soberana do Senhor. Uma das confissões batismais mais antigas, desde os tempos da Igreja primitiva é a que “Jesus Cristo é o Senhor” , onde o cristão ficava de pé diante de toda a congregação e declarava a total soberania de Cristo em sua vida. Esses exemplos nos mostram que os cristãos longe de abster da política, eles viam que ela precisava ser redimida pelo evangelho. Não foram as ideologias que inventaram as preocupações sociais Muitos cristãos são engajados em causas sociais, e acham que para isso, é necessária uma visão ideológica. Como se o marxismo tivesse inventado a preocupação com o trabalhador, ou o comunismo com os pobres, ou o feminismo com a mulher e etc. De modo nenhum! Como já vimos em outros estudos, foi a visão cristã de mundo, pautadas nos ensinos das Escrituras, que criou e desenvolveu tudo isso, e muito mais. Somente as Escrituras nos fornecem uma base moral para a verdadeira justiça. Algo que transcende o próprio ser humano, que é pecador, ou qualquer outra organização, como o Estado. A Bíblia nos ensina que “ A religião que Deus, o nosso Pai, aceita como pura e imaculada é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades. ” [18] Por isso vemos em Atos 6, uma comissão de “sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria” [19] para exercer exatamente ofício de servir as pessoas mais necessitadas. Também nos diz para não oprimir o estrangeiro pois “fostes estrangeiros na terra do Egito. ” [20] A Bíblia nos mostra que todo ser humano foi criado digno, a imagem e semelhança de Deus, portanto, mesmo apesar do pecado do homem, eles possuem um mesmo Criador que os sustenta, porque Deus “faz raiar o seu sol sobre maus e bons e derrama chuva sobre justos e injustos. “ [21] A preocupação com a injustiça e opressão é uma preocupação bíblica desde o início. E isso foi sendo desenvolvido através dos séculos, e conforme o cristianismo avançava, a cultura ao redor ia sendo transformada. Desde a preocupação com a educação, com criação das escolas monacais, que deram origem as universidades medievais, e posteriormente ao surgimento da ciência moderna. A criação de hospitais, leprosários, creches e hospedarias. Ações que elevaram a condição da mulher na sociedade, como santificação do casamento, a equalização do pecado de adultério, proibição do concubinato. O combate ao infanticídio e abandono de bebês, desde os tempos do império romano até hoje, no combate ao aborto. E no combate a escravidão, que desde o século IV foi lentamente sendo abolido pelo império romano, até os esforços recentes de Willian Wilberforce e outros no movimento abolicionista inglês, e em várias partes do mundo. Tudo isso se resume a um dos maiores ensinamentos de Cristo: “Ame o seu próximo como a si mesmo. ” [22] Nenhuma ideologia política se baseia no amor, no sacrifício, no serviço, mas sempre no ódio, no conflito e na separação. E um cristão não pode se guiar por esses princípios na busca por justiça. As Escrituras já nos fornecem as armas necessárias para lutar contra o mal, pois o mal real não está no mundo, mas em nós, que é o pecado. E o que as Escrituras podem nos ensinar sobre política? A Bíblia nos traz diversos exemplos de reis, governadores, juízes e estadistas que o próprio Deus classificou como ímpios ou retos. Pois se dividiam entre aqueles que seguiam a lei de Deus, ou praticavam a iniquidade. Nos termos bíblicos, iniquidade é a tradução de anomia ‘ ανομια ’, que significa a negação da lei [ a-negação; nomos-lei], ou seja, iniquidade significa negar a lei de Deus e seguir outra lei. Para um cristão enxergar a política de maneira sábia, ele deve estar debaixo da lei de Deus. As Escrituras nos trazem bons exemplos. A história da rainha Ester, que através da confiança na soberania divina foi capaz de influenciar as políticas do governo do rei persa Assuero, para proteger o povo judeu de uma lei injusta, fruto de uma conspiração para dizimar o povo. Apesar do nome de Deus não ser mencionado nenhuma vez em todo o livro, a exortação de Mardoqueu a Ester revela que ambos estavam cientes da soberania divina: “ Porque, se de todo te calares neste tempo, socorro e livramento de outra parte sairá para os judeus. […] e quem sabe se para tal tempo como este chegaste a este reino? “ [23] Ester agiu como influência positiva no governo, obedecendo a lei de Deus. Ela sabia que precisava influenciar de modo que a justiça prevalecesse e o seu povo sobrevivesse. Outro grande exemplo é o de João Batista. O profeta foi preso e decapitado por condenar o governador Herodes por seus atos imorais. João dizia a Herodes: “Não te é permitido viver com a mulher do teu irmão.” [24] Ester e João Batista são bons exemplos de uma atuação política pautada pela lei de Deus. Um teve êxito, o outro, encontrou a morte, mas ambos fizeram tudo para a glória do Senhor. Se os cristãos se abstém da participação política, o governo fica sem um compasso moral sólido, ficando à deriva, podendo se tornar um mal governo. O teólogo R.J Rushdoony nos mostra que se a religião cristã não for a fonte da moralidade um governo, outra religião será. Ele diz: “ Toda moralidade representa uma forma de ordem teológica, isto é, um aspecto e expressão religiosos.” [25] Portanto, se o Estado possui um conceito moral que não é cristão, será de outra religião, como o humanismo, que vem se tornando a religião dos Estados modernos. Por isso, ele vai nos dizer que os conflitos da Igreja primitiva com o império romano não eram conflitos entre Igreja e Estado, mas entre duas religiões rivais. Por isso a declaração de que “Jesus Cristo é o Senhor”, era uma grande afronta, pois implicava que César não era o senhor. Rushdoony vai além e afirma: “ O Estado só pode exercer justiça quando ele mesmo está debaixo de Deus, e mais, quando o povo está debaixo de Deus. O Estado que nega a Deus, nega a justiça. […] A produção de leis é atributo da divindade. A fonte da lei de qualquer sistema é o deus desse sistema.” [26] Através da moralidade que a lei de Deus nos ensina, podemos discutir tema sensíveis a sociedade e participar das decisões, buscando trazer a visão cristã sobre esses aspectos sociais. Tópicos como guerra, aborto, pornografia, eutanásia, racismo e muitos outros, necessitam de fundamentos morais pare serem discutidos e solucionados. Como partindo de uma moral relativista, poderíamos condenar o racismo como mal? Como o assassinato poderia ser punido? Como discernir entre bem e mal, justo e injusto, se a lei moral é relativizada? Se os cristãos não se posicionarem na esfera pública sobre tais questões, influenciando o debate a partir das perspectivas bíblicas, buscando obedecer a lei de Deus e reconhecendo sua soberania sobre todas as esferas da vida, quem irá? Os cristãos foram chamados para ser sal e luz. Como Jesus nos ensina: “se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para nada. ” [27] A nossa luz de Cristo não é para ser escondida, mas para brilhar diante dos homens. Vivemos num mundo caído, e como cristãos, devemos proclamar o evangelho a todo tempo, pois somente através da Palavra de Deus existe verdadeira salvação. O cristão não precisa cair no erro das ideologias, quando ele tem a Palavra de Deus como base. A visão bíblica já nos fornece tudo que precisamos para enfrentar as mazelas do mundo. As ideologias buscam redenção, mas somente Jesus Cristo é o redentor desse mundo de pecado, e somente através dele temos verdadeira salvação. O nosso paraíso não é terreno, mas celeste. A nossa morada foi preparada por Cristo, que virá e nos levará com Ele. Como afirma o salmista: “ Ao Senhor pertence a terra e tudoo que nela se contém, o mundo e os que nele habitam.” [28] Se tudo pertence a Deus, o Estado, as causas sociais e a política devem ser feitas seguindo o princípio do Coram Deo (Diante de Deus). Pois a palavra de Deus não poderia ser mais clara “ fazei tudo para glória de Deus . ” [29] Portanto, nosso chamado não é para revolução social, mas para a restauração de todas as coisas em Cristo. Autor: Ramon Serrano [1] SIRE, James, Dando nome ao elefante: Cosmovisão como conceito p. 179 [2] KIRK, Russell, A política da Prudência [3] FIGES, Orlando, Uma história cultural da Rússia p. 246 [4] Ibid p. 331 [5] RATZINGER, Joseph Fé, Cultura, Tolerância p.110 [6] KOYZIS, David, Visões e Ilusões Políticas p.18 [7] Ibid p.18 [8] Jonas 2:9 [9] Mateus 6:24 [10] ENGELS, Friedrich, MARX, Karl . O manifesto comunista p.7 [11] MARX, Karl, A Ideologia alemã p. 11 [12] Ibid p.20 [13] MARX, Karl. Crítica da filosofia do direito de Hegel p.145 [14] BEAUVOIR, Simone, Sex, Society, and the Female Dilema, em Saturday Review, 14 Junho de 1973. [15] Gênesis 3 [16] Atos 5:29 [17] Padres Apostólicos, Coleção Patrística Vol 1. Editora Paulus. [18] Tiago 1:27 [19] Atos 6:3 [20] Êxodo 23:9 [21] Mateus 5:45 [22] Mateus 27:39 [23] Ester 4:14 [24] Marcos 6:18 [25] RUSHDOONY Rousas J Cristianismo e Estado p.37 [26] RUSHDOONY Rousas J O ateísmo da igreja primitiva p.41 [27] Mateus 5 13:14 [28] Salmos 24:1 [29] 1 Coríntios 10:31
- O SENTIMENTALISMO É UM MAL -Ari Esteves
O sentimentalismo é a predisposição ou atitude de permitir que a vida seja comandada pelo mundo interior dos afetos ou emoções, e não pelo conhecimento da realidade externa. O sentimental se deixa influenciar pelo que sente, e foge de examinar prudentemente a realidade que o cerca fugindo, assim, de agir em consequência desse conhecimento. Sua ação fica condicionada ao comando automático dos chips dos sentimentos, que aos poucos acabam por bloquear a compreensão da realidade. Com isso, o sentimental só atua para satisfazer a si mesmo. Os sentimentos podem bloquear o conhecimento da realidade. A conduta humana deve estar motivada não pelos sentimentos, mas pelo conhecimento do valor intrínseco de cada realidade. Depois, ao praticar a ação, é necessário ter reta intenção, já que se pode ter a percepção correta da realidade (ajudar alguém) e a intenção não ser reta, mas para ficar bem diante de outras pessoas, ou por amor a si mesmo e não ao que carece de ajuda. Os afetos podem nos atraiçoar. Por que não se deixar comandar pela sensibilidade? Aristóteles dizia que os sentimentos são como o gato doméstico: pode-se amestrar, mas não confiar nele porque pode nos atacar. Platão se referia analogamente aos sentimentos como grandes companheiros do homem, mas semelhantes a crianças pequenas e irresponsáveis (são companheiros quando apoiam a ação correta). Devo fazer algo contrário aos meus sentimentos? Uma coisa é sentir (os sentimentos são atos internos), e outra são os atos que se colocam em prática – e pelos quais cada um é responsável –, tendo em vista o conhecimento da realidade. Posso ter desejos contrários frente ao que me pede uma situação: se tenho sentimentos de nojo e repulsa diante de alguém que exala mal cheiro porque está sujo e coberto de pústulas, importa superar esses afetos e pensar no bem dessa pessoa e atuar por amor a ela – se tenho fé, por amor a Alguém maior do que todos nós –, e levá-la a um hospital. O sentimental muda facilmente de planos. Ao preferir acompanhar suas afeições ou desafeições, o emotivista se sente obrigado a mudar de planos quando seus afetos alteram a direção inicial, o que acontece com frequência, pois eles são cambiantes. Assim, sua vida é um eterno começar sem nunca acabar, e o caráter se torna inconstante, inseguro e superficial. Um projeto de vida não se fundamenta só nos sentimentos. Quem se deixa levar pelos sentimentos soma desenganos e decepções em seus projetos de vida, porque não sabe avaliar com acerto a realidade. Se pretende montar uma família com alguém e sua relação se baseia apenas na sensibilidade, desaproveitando o tempo de namoro e noivado para conhecer a outra pessoa (caráter, temperamento, disposições), poderá ter desenganos e decepções durante a vida em comum. O amor a uma pessoa é diferente do afeto por um gato. O sentimental, ao desprezar o valor objetivo de cada realidade, pode se inclinar a coisas ou condutas de menor significado e nelas colocar todo o seu afeto. Por exemplo, o amor é um sentimento que deve se dirigir a alguém ou a metas de alta relevância (uma profissão para melhor servir aos demais; um projeto social de grande valia), mas os sentimentos de alguém podem fazê-lo não perceber a diferença entre amar uma pessoa ou um gato, inclinando-o fortemente ao animal, e vendo com indiferença, por exemplo, as crianças carentes de amor em orfanatos ou os idosos de um asilo que fica em seu bairro. Com isso, sua intenção se torce e leva-o a priorizar o que não deveria ser o primeiro. A educação dos sentimentos começa na infância. A educação dos sentimentos começa desde a infância, quando os pais percebem desajustes nos afetos dos filhos: reagir mal ao perder em um jogo; suscetibilidades duradouras porque não lhe permitiram fazer algo; colocar demasiada afeição em realidades banais e pouco carinho e cuidado com os irmãos ou à mãe… As crianças precisam aprender a ser solidárias para saírem de si mesmas. Os pais devem ensiná-las a ter compaixão pelas crianças pobres ou doentes, e serem animadas a doar seus brinquedos a elas; ou, diante de uma notícia trágica, condoer-se pelo sofrimento dos que padecem dores físicas ou morais. https://www.ariesteves.com.br/2020/07/o-sentimentalismo-e-um-mal-2/
- A ADORAÇÃO DO NOME DE JESUS
A ADORAÇÃO DO NOME DE JESUS Essa abordagem é sobre uma devoção ao Santo nome de Jesus, pode-se fazer uma abordagem nos aspectos psicológicos, como uma análise da questão das crenças populares, à questão antropológica – teológica, Huizinga aborda como um problema de uma fé movida pelas emoções mais primitivas. Johan Huizinga nos fala de um determinado período medieval da seguinte forma “as emoções religiosas daquela época tendiam a se transformar em representações coloridas e profusas. A mentalidade de então acreditava que tinha compreendido o mistério uma vez que o tivesse diante de seus olhos. Assim, a necessidade de reverenciar o inexprimível sob a forma de símbolos visíveis isso resultou na constante criação de novas imagens.” “No século XIV, a cruz e o cordeiro já não eram mais suficientes enquanto objetos visíveis do amor transbordante por Jesus: a eles somava-se a veneração do próprio nome de Jesus”, aqui o leitor pode observar à questão da idolatria sem uma imagem de uma determinada forma humana ou aspectos de algum deus pagão, continuando com a narrativa histórica, “que em alguns casos até ameaçava eclipsar a da própria cruz. (…). “Após concluir um magnifico sermão Bernardino de Siena acende duas velas e apresenta uma placa de aproximadamente setenta centímetros na qual, em letras douradas sobre fundo azul, está escrito o nome Jesus, cercado por raios: o povo que enchia a igreja caiu de joelhos, todos juntos chorando e gritando de doce comoção e de terno amor por Jesus. Muitos outros franciscanos, e também pregadores de outras ordens, imitaram a prática: Dionisio Cartuxo foi retratado erguendo uma dessas placas. Os raios de sol no topo do brasão de Genebra derivam dessa veneração. Essa prática preocupava as autoridades religiosas; falava-se de superstição e idolatria.” O leitor pôde observar que a Igreja Católica, sempre teve uma preocupação em relação às devoções populares, dando uma orientação correta sobre o culto de adoração. Pode-se perceber que é uma devoção popular, mas traz uma profunda raiz teológica. O povo ignorante participava do mistério da invocação do Santo Nome desta forma. Essa placa inclusive é o que depois se tornaria o emblema dos jesuítas. E hoje está dentro do brasão do Papa. Como Huizinga teve uma educação Protestante, certamente ele se equivocou na sua análise, a devoção ao Santo Nome de Jesus foi muito positiva naquele período, e cresceu ao ponto de se tornar uma festa litúrgica no rito antigo. O fato indica em si traz um caráter sensível da devoção popular, como o povo simples se move muito mais pelas imagens do que pela teoria. Pode ter idolatria no meio, e perceba que não se trata de uma imagem que a figura de algum Santo, mas o nome de Jesus, o problema de erros da devoção popular pode ser encontrado nos dias atuais, nos dias somos mais esclarecida, mas temos sempre que discernir. “E houve tumultos a favor e contra o uso. Bernardino foi intimado a se apresentar perante a Cúria, e o papa Martinho v proibiu o costume. Só que a necessidade de venerar o Senhor de forma visível logo encontrou uma forma lícita: o ostensório, que expunha a própria hóstia como objeto de adoração. No lugar do formato de torre, que apresentava quando apareceu pela primeira vez no século XIV, o ostensório logo passou ao formato do sol radiante, símbolo do amor divino. Também nesse caso a Igreja manifestou certas reservas; de início, o uso do ostensório era apenas permitida durante a semana da celebração do Corpus Domini.” Perceba o leitor que mais uma vez Huizinga se equivoca, pois o reconhecimento oficial do Santo Nome foi dado pelo papa Gregório X no Concílio de Lyon em 1274 No século XIV, Henrique Suso, na Alemanha, e Ricardo Rolle na Inglaterra promoveram a devoção ao Santo nome ² Rolle acreditava que o nome “Jesus” tinha um extraordinário poder intrínseco parecido com a reverência, no Antigo Testamento, ao YHWH. “Por isso Deus o exaltou, soberanamente, e lhe outorgou o Nome que está acima de todos os nomes, para que ao Nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos. E toda língua confesse, para a glória de Deus Pai, que Jesus Cristo é Senhor” (Fil 2,9-11). “No século XV, o franciscano Bernardino de Siena promoveu ativamente a devoção ao Santo Nome. Ao final de seus sermões, ele geralmente mostrava o cristograma numa tábua em letras douradas”¹, e então pedia que o público “adorasse o Redentor da humanidade”. Como esta prática era algo heterodoxa, ele foi levado perante o papa Martinho V que, ao invés de refutar Bernardino, encorajou a prática e se juntou a uma procissão do Santo Nome Roma². A devoção ao Santo Nome se tornou tão popular na Itália que o cristograma era frequentemente gravado acima da porta das casas dos fieis ³ A tábua utilizada por Bernardino é atualmente venerada na basílica de Santa Maria in Aracoeli em Roma⁴. Ao final da obra de Huizinga, o Históriador Jacques Le Goff faz uma avaliação do outono da Idade Média: “Durante um bom tempo, a Idade Média conseguiu integrar o recalque numa certa liberdade dos sentidos. Isso foi possível por que o cristianismo medieval havia se revelado capaz de unir duas formas de religião: a religião popular e a religião dos letrados, que é ou tende a ser uma religião racionalizada.” #USA #IcelandSwedenDenmarkNorway #France #desenvolvimentodoutrinal #Doctrinaldevelopment
- Pobreza na Venezuela já atinge 96% da população. É pior que pragas do Egito, afirma bispo.
O Bispo de San Carlos (Venezuela), Dom Polito Rodríguez Méndez, indicou que “as pragas do Egito não são nada em comparação ao que estamos sofrendo aqui” e pediu ajuda internacional para enfrentar a crise que o país está passando e que afeta principalmente os mais pobres. Os poucos que podem gastar em dólar são basicamente privilegiados políticos que vivem numa bolha em meio à catástrofe criada por eles próprios. Um estudo publicado nesta semana aponta que o percentual de pobreza na Venezuela já atinge 96% da população, índice superior a qualquer outro do continente e ao de muitos países africanos, que, infelizmente, costumam constar entre os mais pobres do mundo. O levantamento foi realizado pela Universidade Católica Andres Bello (UCAB), fundada pelos jesuítas na década de 1950. Trata-se do segundo centro universitário mais importante da Venezuela segundo o QS World University Rankings de 2019. O percentual verificado considera apenas a renda de acordo com a Pesquisa Nacional de Condições de Vida (Encovi), publicada pela mesma universidade sediada em Caracas. O estudo também constata que quase 65% da população venezuelana empobreceu em 2019, alta de 14 pontos percentuais em relação aos 51% do ano anterior. Os prognósticos para 2020 são piores ainda por causa da pandemia de covid-19. Os números desta doença no país, a propósito, são praticamente desconhecidos, dada a falta de confiabilidade dos dados fornecidos pelo governo: o registro oficial seria de “apenas” 120 mortes até o momento, num país em que a crise do sistema de saúde já era dramática fazia anos, com falta contínua de médicos e remédios; em comparação, a vizinha Colômbia, em condições econômicas e estruturais muito melhores, passa de 6.000 óbitos. O estudo da UCAB descreve a situação dos lares da Venezuela como de “pobreza multidimensional”, com insuficiência de renda, educação e serviços públicos. O país acumula inflação de 3.684% em 12 meses (dados consolidados até maio deste ano), segundo o Parlamento do país, o que desvaloriza ainda mais o já combalido bolívar soberano, cuja cotação está em torno de 246 mil bolívares por 1 dólar. Nesse contexto, o salário mínimo atual equivale a menos de 2 dólares por mês (menos de 11 reais). O Índice Nacional de Preços ao Consumidor, aferido pela Assembleia Nacional venezuelana, mostra que um cidadão do país precisa de 12,6 salários mínimos para comprar um par de sapatos. A desvalorização galopante da moeda levou muitos estabelecimentos comerciais a preferirem receber em dólares, mas a falta de troco dificulta as transações para grande parte dos proprietários de comércios. De qualquer forma, a grande maioria da população não tem acesso à moeda norte-americana e é forçada a sobreviver com bolívares equivalentes a quase nada. Quem tem e pode gastar em dólar são os poucos empresários que conseguiram não quebrar, mas, principalmente, os privilegiados políticos que vivem numa bolha em meio à realidade catastrófica criada por eles próprios e imposta ao seu povo em nome de uma ideologia que, hipocritamente, se apresenta como salvadora dos pobres. Ainda no ano passado, segundo informações conjuntas da Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR) e da Organização Internacional para as Migrações (OIM), os venezuelanos chegaram a ser a segunda maior população absoluta de refugiados do planeta Terra, perdendo apenas para os sírios vitimados pela genocida perseguição do Estado Islâmico e pela guerra civil entre o governo de Bashar Al-Assad e as várias milícias que tentam derrubá-lo. Isto quer dizer que a Venezuela de Chávez e Maduro e do socialismo bolivariano produz mais refugiados que países em frangalhos como o Iraque, a Somália, o Congo e o Sudão do Sul. As pragas do Egito não se comparam com o que vive a Venezuela Em entrevista à fundação pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN), Dom Rodríguez indicou que o país está entrando em um período de fome que piora todos os dias, devido à economia paralisada e ao produto interno bruto abaixo de zero. “Os mais afetados são os mais pobres, os que não têm nada para comer e não tem possibilidade de levar uma vida digna”, acrescentou. Segundo um estudo da plataforma independente de estudos estatísticos ENCOVI, a Venezuela está em uma situação econômica semelhante aos países africanos, situando-se abaixo do Chade ou da República Democrática do Congo. “Se for determinado pela linha de pobreza, verifica-se que 96% das famílias estão em situação de pobreza e 79% em pobreza extrema, isto significa que os próprios rendimentos obtidos pelo trabalho são insuficientes para adquirir uma cesta básica de alimentos”, indicou a instituição. Dom Rodríguez destacou que, embora o povo seja pobre, desde a pandemia do coronavírus, a situação se tornou inviável. “Uma família ganha cerca de três ou quatro dólares por mês, mas uma caixa de ovos custa dois e um quilo de queijo três dólares…”, acrescentou. “Estamos em quarentena há mais de dois meses e tudo ficou muito caro. É impossível continuar assim”. O Prelado indicou que a crise devido à pandemia na Venezuela provavelmente se agravará nos meses seguintes e isso afetará gravemente a Igreja no país, que já está sem recursos financeiros. “Estamos com os templos fechados há quatro meses, os padres não têm nada para comer. O bispo está fazendo milagres”, acrescentou. Além disso, o bispo Rodríguez apontou que outro grande problema é a diminuição das remessas enviadas do exterior pelos aproximadamente cinco milhões de venezuelanos que emigraram. “Outro dia, encontrei um seminarista chorando. Os seus pais foram demitidos e deixaram de poder enviar alguma coisa ao filho. Vivemos da providência de Deus”, lamentou. Devido à atual crise, as fronteiras do país estão fechadas para impedir a entrada de migrantes que, perdendo o emprego, tentam retornar à Venezuela da Colômbia, Peru, Chile ou Argentina e podem se tornar um foco infeccioso da COVID-19. “Muitos migrantes tentam retornar por caminhos ilegais, alguns caminhando 22 dias em trilhas”, disse o prelado. “Criou-se o que chamam de ‘centros sentinelas’ para aqueles que regressaram”, mas devido à superlotação e falta de banheiros e higiene, muitos “pensam que não são dignos e não querem ir para lá, se escondem”, acrescentou. Da mesma forma, a situação piorou por uma recente praga de vermes que acabou com as plantações nos estados de Cojedes, Portuguesa e Barinas. “As pragas do Egito não são nada em comparação ao que estamos sofrendo aqui, tornaram-se pequenas”, disse Dom Rodríguez. Em meio à crise, o bispo de São Carlos indicou que não podem vacilar, porque embora a situação seja avassaladora, a população continua precisando de assistência espiritual nestes momentos difíceis. Dom Rodríguez indicou que pede a Deus que lhes dê forças para poder ajudar tantas pessoas que passam necessidades e enfrentam uma crise que vai aumentando a cada ano. “Apesar das limitações pessoais, não vamos deixar as pessoas sozinhas nessa terrível situação pela qual estamos passando, e não estou me referindo apenas ao âmbito da ajuda humanitária, mas também de fortalecer a pessoa em um nível integral, para lutar contra a corrupção, o descaso, a falta de responsabilidade”, acrescentou. Finalmente, pediu apoio internacional e assinalou que, como país, não serão capazes de avançar sem intervenção caritativa externa. “Não queremos intervenções e menos armadas, mas precisamos pedir ajuda humanitária e sanitária internacional, porque, caso contrário, não temos outra alternativa: ou morremos do coronavírus ou morremos de fome”, concluiu o bispo de San Carlos. Com informações de ACI Digital e Aleteia
- Pobreza na Venezuela já atinge 96% da população. É pior que pragas do Egito, afirma bispo.
O Bispo de San Carlos (Venezuela), Dom Polito Rodríguez Méndez, indicou que “as pragas do Egito não são nada em comparação ao que estamos sofrendo aqui” e pediu ajuda internacional para enfrentar a crise que o país está passando e que afeta principalmente os mais pobres. Os poucos que podem gastar em dólar são basicamente privilegiados políticos que vivem numa bolha em meio à catástrofe criada por eles próprios. Um estudo publicado nesta semana aponta que o percentual de pobreza na Venezuela já atinge 96% da população, índice superior a qualquer outro do continente e ao de muitos países africanos, que, infelizmente, costumam constar entre os mais pobres do mundo. O levantamento foi realizado pela Universidade Católica Andres Bello (UCAB), fundada pelos jesuítas na década de 1950. Trata-se do segundo centro universitário mais importante da Venezuela segundo o QS World University Rankings de 2019. O percentual verificado considera apenas a renda de acordo com a Pesquisa Nacional de Condições de Vida (Encovi), publicada pela mesma universidade sediada em Caracas. O estudo também constata que quase 65% da população venezuelana empobreceu em 2019, alta de 14 pontos percentuais em relação aos 51% do ano anterior. Os prognósticos para 2020 são piores ainda por causa da pandemia de covid-19. Os números desta doença no país, a propósito, são praticamente desconhecidos, dada a falta de confiabilidade dos dados fornecidos pelo governo: o registro oficial seria de “apenas” 120 mortes até o momento, num país em que a crise do sistema de saúde já era dramática fazia anos, com falta contínua de médicos e remédios; em comparação, a vizinha Colômbia, em condições econômicas e estruturais muito melhores, passa de 6.000 óbitos. O estudo da UCAB descreve a situação dos lares da Venezuela como de “pobreza multidimensional”, com insuficiência de renda, educação e serviços públicos. O país acumula inflação de 3.684% em 12 meses (dados consolidados até maio deste ano), segundo o Parlamento do país, o que desvaloriza ainda mais o já combalido bolívar soberano, cuja cotação está em torno de 246 mil bolívares por 1 dólar. Nesse contexto, o salário mínimo atual equivale a menos de 2 dólares por mês (menos de 11 reais). O Índice Nacional de Preços ao Consumidor, aferido pela Assembleia Nacional venezuelana, mostra que um cidadão do país precisa de 12,6 salários mínimos para comprar um par de sapatos. A desvalorização galopante da moeda levou muitos estabelecimentos comerciais a preferirem receber em dólares, mas a falta de troco dificulta as transações para grande parte dos proprietários de comércios. De qualquer forma, a grande maioria da população não tem acesso à moeda norte-americana e é forçada a sobreviver com bolívares equivalentes a quase nada. Quem tem e pode gastar em dólar são os poucos empresários que conseguiram não quebrar, mas, principalmente, os privilegiados políticos que vivem numa bolha em meio à realidade catastrófica criada por eles próprios e imposta ao seu povo em nome de uma ideologia que, hipocritamente, se apresenta como salvadora dos pobres. Ainda no ano passado, segundo informações conjuntas da Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR) e da Organização Internacional para as Migrações (OIM), os venezuelanos chegaram a ser a segunda maior população absoluta de refugiados do planeta Terra, perdendo apenas para os sírios vitimados pela genocida perseguição do Estado Islâmico e pela guerra civil entre o governo de Bashar Al-Assad e as várias milícias que tentam derrubá-lo. Isto quer dizer que a Venezuela de Chávez e Maduro e do socialismo bolivariano produz mais refugiados que países em frangalhos como o Iraque, a Somália, o Congo e o Sudão do Sul. As pragas do Egito não se comparam com o que vive a Venezuela Em entrevista à fundação pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN), Dom Rodríguez indicou que o país está entrando em um período de fome que piora todos os dias, devido à economia paralisada e ao produto interno bruto abaixo de zero. “Os mais afetados são os mais pobres, os que não têm nada para comer e não tem possibilidade de levar uma vida digna”, acrescentou. Segundo um estudo da plataforma independente de estudos estatísticos ENCOVI, a Venezuela está em uma situação econômica semelhante aos países africanos, situando-se abaixo do Chade ou da República Democrática do Congo. “Se for determinado pela linha de pobreza, verifica-se que 96% das famílias estão em situação de pobreza e 79% em pobreza extrema, isto significa que os próprios rendimentos obtidos pelo trabalho são insuficientes para adquirir uma cesta básica de alimentos”, indicou a instituição. Dom Rodríguez destacou que, embora o povo seja pobre, desde a pandemia do coronavírus, a situação se tornou inviável. “Uma família ganha cerca de três ou quatro dólares por mês, mas uma caixa de ovos custa dois e um quilo de queijo três dólares…”, acrescentou. “Estamos em quarentena há mais de dois meses e tudo ficou muito caro. É impossível continuar assim”. O Prelado indicou que a crise devido à pandemia na Venezuela provavelmente se agravará nos meses seguintes e isso afetará gravemente a Igreja no país, que já está sem recursos financeiros. “Estamos com os templos fechados há quatro meses, os padres não têm nada para comer. O bispo está fazendo milagres”, acrescentou. Além disso, o bispo Rodríguez apontou que outro grande problema é a diminuição das remessas enviadas do exterior pelos aproximadamente cinco milhões de venezuelanos que emigraram. “Outro dia, encontrei um seminarista chorando. Os seus pais foram demitidos e deixaram de poder enviar alguma coisa ao filho. Vivemos da providência de Deus”, lamentou. Devido à atual crise, as fronteiras do país estão fechadas para impedir a entrada de migrantes que, perdendo o emprego, tentam retornar à Venezuela da Colômbia, Peru, Chile ou Argentina e podem se tornar um foco infeccioso da COVID-19. “Muitos migrantes tentam retornar por caminhos ilegais, alguns caminhando 22 dias em trilhas”, disse o prelado. “Criou-se o que chamam de ‘centros sentinelas’ para aqueles que regressaram”, mas devido à superlotação e falta de banheiros e higiene, muitos “pensam que não são dignos e não querem ir para lá, se escondem”, acrescentou. Da mesma forma, a situação piorou por uma recente praga de vermes que acabou com as plantações nos estados de Cojedes, Portuguesa e Barinas. “As pragas do Egito não são nada em comparação ao que estamos sofrendo aqui, tornaram-se pequenas”, disse Dom Rodríguez. Em meio à crise, o bispo de São Carlos indicou que não podem vacilar, porque embora a situação seja avassaladora, a população continua precisando de assistência espiritual nestes momentos difíceis. Dom Rodríguez indicou que pede a Deus que lhes dê forças para poder ajudar tantas pessoas que passam necessidades e enfrentam uma crise que vai aumentando a cada ano. “Apesar das limitações pessoais, não vamos deixar as pessoas sozinhas nessa terrível situação pela qual estamos passando, e não estou me referindo apenas ao âmbito da ajuda humanitária, mas também de fortalecer a pessoa em um nível integral, para lutar contra a corrupção, o descaso, a falta de responsabilidade”, acrescentou. Finalmente, pediu apoio internacional e assinalou que, como país, não serão capazes de avançar sem intervenção caritativa externa. “Não queremos intervenções e menos armadas, mas precisamos pedir ajuda humanitária e sanitária internacional, porque, caso contrário, não temos outra alternativa: ou morremos do coronavírus ou morremos de fome”, concluiu o bispo de San Carlos. Com informações de ACI Digital e Aleteia
- LITERATURA MODERNA E MEDIOCRIDADE ESPIRITUAL
Na literatura, os homens falam das coisas do mundo a partir do ponto de vista dos homens. Nas melhores obras, há uma sofisticação psicológica muito grande na criação e abordagem dos personagens. Nós, leitores, nos sentimos verdadeiramente transportados para uma faixa da realidade antes desconhecida, pois o bom escritor tem o poder de apresentar o mundo de uma forma diferente daquela que vemos a partir da nossa limitada experiência pessoal. A literatura é um primeiro exercício de transcendência: somos elevados a um ponto mais alto, além do que normalmente pisam os nossos pés. Mas, geralmente, a transcendência para por aí. São raros, atualmente, os escritores que avançam em busca de transcendências ainda mais elevadas, como fez, por exemplo, Dante, em cuja Divina comédia os dramas e problemas humanos são enquadrados numa dimensão sobrenatural. Os escritores contemporâneos não conseguem mais rasgar a capa sutil que envolve o mundo e enxergar para além da esfera da percepção imediata. Prisioneiros do tempo, fecharam todas as janelas da cadeia que, antes, se abriam para a eternidade. Ficaram “inteligentes” demais no varejo da pequena feira e não conseguem avançar além, para o grande mercado atacadista que envolve céus e terra, transitoriedade e permanência, morte e ressurreição da carne. Basta ver como grandes psicólogos da narrativa literária, como Henry James ou Proust, mobilizam ferramentas sofisticadíssimas de análise do comportamento humano, revelando-nos maravilhosamente aspectos antes insuspeitados do agir e reagir das pessoas; mas, misteriosamente, param por aí! Entristece perceber como toda essa maquinaria analítica se resigna à experiência natural. Estão hermeticamente fechados ao desafio sobrenatural. Seu potente microscópio está sempre de cabeça baixa, voltado para o mundo inferior e terreno, ao contrário do aparelho analítico de Dante, que alternava habilmente as funções de microscópio e telescópio, ora atento ao mundo natural, ora ao sobrenatural. A literatura moderna ficou inteligentíssima no particular e burríssima no geral. Os abismos, os labirintos, as complexidades da vida se exprimem melhor nos dramas, nos poemas, nos contos e nos romances. Mas o mundo parece não querer mais o ponto de vista da literatura. Quem perde, evidentemente, é o mundo.
- OS TESOUROS DO REINO – Scott Hahn medita sobre o 17º Domingo do Tempo Comum
Quanto vale a sua nova vida em Cristo? Você ama as palavras Dele mais do que ouro e prata, conforme cantamos no Salmo de hoje? Como os personagens do Evangelho de hoje, você venderia tudo o que tem para possuir o reino que Ele nos promete? Se Deus lhe concedesse a satisfação de algum desejo, você seguiria o exemplo de Salomão na Primeira Leitura de hoje, pedindo não uma vida longa ou riquezas, mas sabedoria para conhecer os caminhos de Deus e desejar Sua vontade? O pano de fundo do Evangelho de hoje, como tem sido nas últimas semanas, é a rejeição da pregação de Jesus por Israel. O reino dos céus entrou no meio deles, mas muitos não conseguem ver que Jesus é o cumprimento das promessas de Deus, uma dádiva da compaixão divina, que eles — e nós — podemos usufruir. Nós também devemos, sempre, redescobrir o reino, para encontrá-lo como um tesouro, uma pérola de grande valor. Em comparação com o reino, devemos considerar todo o resto como esterco (ver também Filipenses 3: 8). E devemos estar dispostos a desistir de tudo o que temos — todas as nossas prioridades e planos — para obtê-lo. Suas palavras somente são compreendidas pelos simples, pelos que se colocam diante de Deus como crianças. Como faz Salomão hoje, devemos nos humilhar diante de Deus, entregando-nos ao Seu serviço. Peçamos um coração compreensivo, que só pretenda fazer a Sua vontade. Somos chamados a amar a Deus, deleitarmo-nos em Sua lei e a abandonar todo caminho falso. E devemos nos conformar a cada dia, sempre mais estreitamente, à imagem de Seu Filho. Se fizermos isto, podemos nos aproximar de Seu altar como um sacrifício agradável, confiantes de que todas as coisas contribuem para o bem; que nós, a quem Ele justificou, também um dia seremos glorificados. https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/treasures-of-the-kingdom-scott-hahn-reflects-on-the-seventeenth-sunday-in-ordinary-time/
- O TOTALITARISMO DO PARTIDO COMUNISTA CHINÊS ESTÁ CONDENADO AO FRACASSO
O totalitarismo está condenado ao fracasso e a liberdade por fim chegará à China. Essas são as palavras apaixonadas que Xu Zhangrun, o professor universitário perseguido pelo regime por suas críticas ao presidente Xi Jinping, escreveu em uma carta dirigida a ex-alunos da Universidade de Qinghua, onde lecionou por anos. A prestigiada universidade da capital chinesa demitiu o conhecido jurista por “corrupção moral”, imediatamente após sua saída da prisão, em 13 de julho. Ele passou seis dias preso sob a acusação de “promover a prostituição” durante uma visita a Chengdu (Sichuan), no verão passado. Para colegas e amigos, as autoridades inventaram essas acusações com o objetivo de desacreditar Xu Zhangrun, destruir sua reputação e fazê-lo perder o emprego. O professor de direito já havia sido suspenso do ensino em 2019 por um artigo contra a presidência vitalícia de Xi Jinping. Em fevereiro, ele publicou um artigo em que criticava a “tirania” do Partido Comunista chinês, culpado de haver destruído “o sistema político chinês”, que estava se encaminhando para reformas após a morte de Mao Tsé-Tung. Em maio passado, às vésperas da sessão anual da Assembléia Nacional Popular, Xu Zhangrun pediu à liderança chinesa que refletisse sobre sua gestão da pandemia e pedisse desculpas ao povo por seus erros. Segundo o acadêmico, a repressão da sociedade civil e censura à liberdade de expressão, realizada pelo Partido Comunista, impediram a população de reagir de maneira mais rápida ao alarme do Covid-19. Para ajudar o dissidente, mais de 500 ex-alunos da Universidade de Qinghua arrecadaram 100.000 iuanes (cerca de 12.000 euros). Xu recusou a doação, sugerindo aos organizadores da coleta a destinar o dinheiro a pessoas mais necessitadas; ele diz ainda sentir-se bem disposto e que vai procurar ganhar a vida com seus escritos. Na carta aberta, Xu Zhangrun ataca o Partido e seus “megafones” (a mídia estatal) de desenhar um quadro róseo da sociedade chinesa, quando na realidade muitas pessoas no país lutam para sobreviver. Para o acadêmico, a China está à beira do precipício. Os líderes do Partido Comunista chinês levam um estilo de vida “extravagante”, enquanto setores da população sofrem: “A maioria dos nossos compatriotas — relatou Xu Zhangrun — mal consegue fazer para a comida e luta para sobreviver”. Xu Zhangrun também ataca o mundo intelectual chinês, caracterizado no seu entender por “decadência, presunção e conformidade”. Observa a seguir que, enquanto o regime insistir em apegar-se às suas instituições “mesquinhas”, os outros países começarão a se distanciar. O jurista conclui sua mensagem dizendo que continuará desafiando as autoridades até sua morte: “É nossa responsabilidade e nosso destino enfrentar esses tempos, sofrer, manter viva a chama na noite escura e dar as boas-vindas à aurora”. http://www.asianews.it/notizie-it/Pechino,-prof.-Xu-Zhangrun:-Il-totalitarismo-del-Partito-%C3%A8-condannato-al-fallimento–50626.html
- Dom Schneider pede uma cruzada de oração em reparação dos abusos eucarísticos
Ele afirma que o que acontece agora, nunca aconteceu na história da Igreja. Pecados contra o Santíssimo Sacramento e a necessidade de uma cruzada de reparação eucarística O sentido do sobrenatural se perdeu e o que prevalece é o antropocentrismo : aí está a raiz da atual crise na Igreja, segundo o bispo Athanasius Schneider . Portanto, se quisermos sair dessa terrível crise que a Igreja está sofrendo hoje, devemos colocar Cristo – e sua revelação – de volta ao centro. Hoje estamos testemunhando uma tremenda crise doutrinária, moral e litúrgica. Nosso primeiro dever é adorar a Cristo, verdadeiramente presente no Santíssimo Sacramento do Altar . ” A Igreja de hoje sofre de uma forte doença cardíaca eucarística”, assinala Monsenhor Schneider em seu último livro, Christus Vincit , devido à dessacralização e ao enfraquecimento da fé na presença real de Jesus Cristo e na natureza sacrificial da Missa. Para sair dessa profunda crise interna da Igreja, realmente, o programa é um: o próprio Cristo . Primeiro, devemos intensificar a vida de oração na Igreja em todos os níveis. Isso significa restaurar a centralidade da adoração a Deus: significa restaurar a centralidade da Eucaristia e o sacramento da Confissão . Não podemos evangelizar se não dermos a Cristo a devida honra, especialmente na Eucaristia. Devemos renovar seriamente o culto eucarístico . Isso é essencial e não pode ser adiado: acabar com o antropocentrismo e restaurar o cristocentrismo. O sacramento da Eucaristia é o coração da Igreja. Cristo vencerá a crise da Igreja na eucaristia. Nesse sentido, o bispo Athanasius Schneider acaba de apelar do The Remant para convidar todos a iniciar uma cruzada de reparação eucarística , em face dos pecados cometidos contra o Senhor Sacramento. Aqui está o texto do Bispo Schneider traduzido para o espanhol: Pecados contra o Santíssimo Sacramento e a necessidade de uma cruzada de reparação eucarística Bispo Athanasius Schneider NUNCA houve um tempo na história da Igreja em que o Santíssimo Sacramento tenha sofrido abusos e ofensas tão assustadores e sérios quanto os infligidos nas últimas cinco décadas, especialmente desde a autorização oficial e a aprovação papal em 1969 de a prática da comunhão na mão. Esses abusos são ainda mais agravados pela prática generalizada em muitos países de fiéis que, sem ter recebido o sacramento da penitência por muitos anos, recebem regularmente a Comunhão. A altura dos abusos da Santa Eucaristia é confirmada na admissão à Santa Comunhão de casais que vivem em um estado público e objetivo de adultério, violando assim seus laços matrimoniais sacramentais válidos e indissolúveis, como no caso dos chamados “divorciados e se casou. “Em algumas regiões, Essa admissão à comunhão foi oficialmente aprovada com normas específicas e, no caso da região de Buenos Aires na Argentina, essas normas foram até ratificadas pelo Papa. Além desses abusos, a prática de admitir oficialmente a Sagrada Comunhão a cônjuges protestantes de casamentos mistos também é verificada, por exemplo, em algumas dioceses da Alemanha. Dizer que o Senhor não está sofrendo por causa dos ultrajes perpetrados contra Ele no Santíssimo Sacramento pode nos levar a minimizar as enormes atrocidades cometidas. Algumas pessoas dizem: Deus se ofende com os abusos cometidos contra o Santíssimo Sacramento, mas o Senhor não sofre pessoalmente. Essa é, no entanto, uma visão teológica e espiritualmente muito estreita. Embora Cristo esteja agora em seu estado glorioso e, portanto, não esteja mais sujeito ao sofrimento humano, ele é, no entanto, afetado e tocado em seu Sagrado Coração pelos abusos e desgraças cometidos contra sua Divina Majestade e contra a infinidade de coisas. seu amor no Santíssimo Sacramento. Nosso Senhor expressou a alguns santos suas queixas e seu arrependimento pelos sacrilégios e ultrajes com que os homens o ofendem. Redentor do Miserentissimus : Quando Jesus Cristo aparece a Santa Margarida Maria, pregando-lhe a infinidade de sua caridade, juntos, como se estivesse arrependido, reclama de tantos ferimentos quanto recebe dos homens por estas palavras que teriam que ser gravadas em almas piedosas para que nunca fossem esquecidas: « Aqui está este coração que amou tanto os homens e os encheu de tantos benefícios e que, em pagamento de seu infinito amor, não encontra gratidão, mas indignações, às vezes até daqueles que são obrigados a amá-lo com amor especial ». (§ 9). O padre Michel de la Sainte Trinité deu uma explicação teológica profunda do significado do “sofrimento” ou “tristeza” de Deus por causa das ofensas que os pecadores cometem contra ele: Esse “sofrimento”, essa “tristeza” do Pai Celestial ou de Jesus desde a sua Ascensão devem ser entendidos de maneira analógica: não sofrem passivamente como nós, mas, pelo contrário, são livremente escolhidos e escolhidos como o máximo. expressão de sua misericórdia para com os pecadores chamados à conversão.Eles são apenas uma manifestação do amor de Deus pelos pecadores, um amor que é soberanamente livre e gratuito e que não é irrevogável (Toda a verdade sobre Fátima, vol. I, pp. 1311-1312). Este significado espiritual análogo da “tristeza” ou “sofrimento” de Jesus no mistério eucarístico é confirmado pelas palavras do anjo em sua aparição em 1916 aos filhos de Fátima e especialmente pelas palavras e exemplo da vida de São Francisco Marto. As crianças foram convidadas pelo anjo para reparar as ofensas contra Jesus Sacramento e consolá-lo, como podemos ler nas Memórias da Irmã Lúcia: Enquanto estávamos lá, o anjo apareceu pela terceira vez, segurando um cálice nas mãos, com uma hoste acima da qual algumas gotas de sangue caíram no vaso sagrado. Deixando o cálice e a Hóstia suspensos no ar, o anjo caiu no chão e repetiu esta oração três vezes: “Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo…” Então, levantando-se, mais uma vez pegou o cálice e o Hospede em suas mãos. Ele me deu a Santa Hóstia e Jacinta para receber a Comunhão e Francisco deu a eles o conteúdo do copo para beber, dizendo: “Pegue e beba o Corpo e Sangue de Jesus Cristo, terrivelmente ofendido por homens ingratos. Conserte seus crimes e conforte seu Deus. ( Fátima nas próprias palavras de Lúcia. Memórias de Irmã Lúcia, Fátima 2007, p. 172) Relatando a terceira aparição em 13 de julho de 1917, a irmã Lucy sublinhou como Francisco percebeu o mistério de Deus e a necessidade de consolá-lo devido às ofensas dos pecadores: O que causou a maior impressão nele [Francisco] e o que o absorveu totalmente foi Deus, a Santíssima Trindade, percebida naquela luz que penetrava em nossas almas mais íntimas. Então ele disse: “Estávamos pegando fogo naquela luz que é Deus e, no entanto, não queimamos! O que é Deus?… Nós nunca poderíamos manifestar isso com palavras. Sim, isso é algo que nunca poderíamos expressar! Mas que pena que ele está tão triste! Eu gostaria de poder confortá-lo! (Memórias da irmã Lúcia, p. 147). A Irmã Lúcia escreveu como Francisco percebeu a necessidade de consolar a Deus, que ele entendia “triste” por causa dos pecados dos homens: Um dia, perguntei-lhe: “Francisco, o que você mais gosta: consola nosso Senhor ou converte pecadores, para que não mais almas vão para o inferno?” “Prefiro consolar Nosso Senhor. Você não percebeu o quão triste a Virgem ficou no mês passado, quando ela disse que as pessoas não deveriam mais ofender Nosso Senhor, porque ele já está muito ofendido? Gostaria de consolar Nosso Senhor e, depois disso, converter os pecadores para que não mais o ofendam. ” (Memórias da Irmã Lúcia, p. 156) Em suas orações e na oferta de seus sofrimentos, São Francisco Marto priorizou a intenção de “consolar o Jesus Oculto”, isto é, o Senhor Eucaristia. A Irmã Lúcia relatou estas palavras de Francisco, que ele disse: “Quando saia da escola, vá ficar um pouco perto do Jesus Oculto e depois vá para casa sozinho. ” Quando Lucia perguntou a Francisco sobre seus sofrimentos, ele respondeu: “Estou sofrendo para consolar Nosso Senhor. Primeiro faço isso para consolar Nosso Senhor e Nossa Senhora, e depois para os pecadores e para o Santo Padre… Mais do que tudo, quero consolá-Lo. “( Memórias de Irmã Lúcia, p. 157; 163) Jesus Cristo continua misteriosamente sua paixão no Getsêmani ao longo dos séculos no mistério de sua Igreja e também no mistério eucarístico, o mistério de seu imenso amor, conhecida por Blaise Pascal: “Jesus ficará em agonia até a morte. fim do mundo. Não devemos dormir durante esse tempo. ( Pensées , n. 553) O cardeal Karol Wojtyla nos deixou uma profunda reflexão sobre o mistério dos sofrimentos de Cristo no Getsêmani, que, em certo sentido, continuam na vida da Igreja. O cardeal Wojtyla também falou sobre o dever da Igreja de consolar Cristo: E agora a Igreja procura recuperar aquela hora no Getsêmani – a hora perdida por Pedro, Santiago e Juan – para compensar a falta de companhia do Mestre que aumentou o sofrimento de sua alma. O desejo de compensar essa hora tornou-se uma verdadeira necessidade de muitos corações, especialmente para aqueles que vivem tão plenamente quanto podem o mistério do Coração Divino. O Senhor Jesus nos permite encontrá-lo a essa hora [e] nos convida a compartilhar a oração do seu coração. Diante de todas as provações pelas quais o homem e a Igreja precisam passar, há uma necessidade constante de retornar ao Getsêmani e empreender essa participação na oração de Cristo, nosso Senhor. ” ( Sinal de contradição, capítulo 17, “A oração no Getsêmani”) Jesus Cristo, no mistério eucarístico, não é indiferente e insensível ao comportamento que os homens mostram a Ele neste sacramento de amor. Cristo está presente neste sacramento também com a sua alma, que está hipostaticamente unida à sua Pessoa Divina. O teólogo romano Antonio Piolanti apresentou uma sólida explicação teológica a esse respeito. Embora o Corpo de Cristo na Eucaristia não possa ver ou sentir com sensibilidade o que está acontecendo ou o que está sendo dito no lugar de sua presença sacramental, Cristo na Eucaristia “ouve tudo e vê com conhecimento superior”. Piolanti então cita o cardeal Franzelin: A abençoada humanidade de Cristo vê todas as coisas em si mesma em virtude do infinito conhecimento infundido do Redentor da humanidade, do Juiz dos vivos e dos mortos, do Primogênito de todas as criaturas, do centro de toda a história celestial e terrestre. Todos esses tesouros da visão beatífica e do conhecimento infundido estão certamente na Alma de Cristo, na mesma medida em que estão presentes na Eucaristia. Além dessas razões, por outro título especial, assim como a alma de Cristo está formalmente na Eucaristia, para o próprio objetivo da instituição do mistério, ela vê todos os corações dos homens, todos os pensamentos e afetos, todas as virtudes e todos os pecados, todas as necessidades de toda a Igreja e seus membros individuais; as obras, as ansiedades, as perseguições, os triunfos – em uma palavra, toda a vida interna e externa da Igreja, sua Noiva, alimentada com sua carne e seu precioso Sangue. Assim, para um título triplo (se é que podemos dizer), Cristo no Santíssimo Sacramento vê e de certa maneira divina percebe todos os pensamentos e afetos, a adoração, os tributos e também os insultos e pecados de todos os homens em geral, de todos os seus fiéis especificamente e seus padres em particular; Ele percebe tributos e pecados que se referem diretamente a esse mistério inefável do amor. ( os tributos e também os insultos e pecados de todos os homens em geral, de todos os seus fiéis especificamente e de seus sacerdotes em particular; Ele percebe tributos e pecados que se referem diretamente a esse mistério inefável do amor. ( os tributos e também os insultos e pecados de todos os homens em geral, de todos os seus fiéis especificamente e de seus sacerdotes em particular; Ele percebe tributos e pecados que se referem diretamente a esse mistério inefável do amor. (De Eucaristia, pp. 199-200, citado em Il Mistero Eucaristico, Firenze 1953, pp. 225-226) Um dos maiores apóstolos da Eucaristia nos tempos modernos, São Pedro Julián Eymard, deixou-nos as seguintes profundas reflexões sobre os efeitos do amor sacrificial de Cristo na Eucaristia: Ao instituir seu sacramento, Jesus perpetuou os sacrifícios de Sua paixão… Ele estava familiarizado com todos os novos Judas; ele os contou entre os seus, entre seus filhos amados. Mas nada disso poderia detê-lo. Ele queria que seu amor fosse além da ingratidão e malícia do homem; ele queria sobreviver à malícia sacrílega do homem. Ele sabia de antemão a morno de seus seguidores: ele conhecia os meus; Ele sabia quão pouco fruto obteríamos da Sagrada Comunhão. Mas Ele queria amar da mesma maneira, amar mais do que era amado, mais do que aquilo que o homem poderia retribuir. Existe algo mais? Mas não é nada que tenha adotado esse estado de morte quando você tem a plenitude da vida, uma vida glorificada e sobrenatural? Não é nada para ser tratado e considerado morto? Nesse estado de morte, Jesus não tem beleza, movimento ou defesa; é envolto na espécie sagrada como uma mortalha e colocado no tabernáculo como uma sepultura. No entanto, está lá; Ele vê tudo e ouve tudo. Ele se submete a tudo como se estivesse morto. Seu amor projeta um véu sobre seu poder, sobre sua glória, nas mãos, nos pés, no rosto bonito e nos lábios sagrados; escondeu tudo. Ele apenas deixou seu coração para nos amar e sua condição de vítima para interceder por nós. ( A Presença Real, 29. O Santíssimo Sacramento não é Amado!, III) São Pedro Julián Eymard escreveu a seguinte profissão comovente e quase mística do amor eucarístico de Cristo, com um apelo ardente pela reparação eucarística: O Coração que suportou o sofrimento com tanto amor está aqui no Santíssimo Sacramento; ele não está morto, mas vivo e ativo; Não é insensível, mas ainda mais amoroso. Jesus não pode mais sofrer: é verdade; mas, infelizmente, o homem ainda pode se tornar culpado de ingratidão monstruosa. Vemos cristãos que desprezam Jesus no Santíssimo Sacramento e mostram desprezo pelo coração que os amou tanto e que consome amor por eles. Para desprezá-lo alegremente, eles se aproveitam do véu que o oculta. Eles o insultam com suas irreverências, pensamentos pecaminosos e olhares criminosos na presença dele. Para expressar seu desprezo por Ele, eles se aproveitam de sua paciência, da bondade que tudo sofre em silêncio, como aconteceu com o soldado ímpio de Caifás, Herodes e Pilatos. Eles blasfemam sacrilegiosamente contra o Deus da Eucaristia. Eles sabem que seu amor o deixa sem palavras. Eles o crucificam mesmo em suas almas culpadas. Eles recebem. Eles se atrevem a pegar esse coração vivo e amarrá-lo a um cadáver imundo. Eles se atrevem a entregá-lo ao diabo que é seu senhor! Não! Nem mesmo nos dias de sua paixão Jesus recebeu tantas humilhações como em seu Santíssimo Sacramento! A Terra para Ele é um calvário de ignominias. Em sua agonia, ele procurou alguém para confortá-lo; na cruz, ele pediu a alguém que compartilhasse suas aflições. Hoje, mais do que nunca, devemos expiar e reparar a honra do adorável Coração de Jesus. Vamos esbanjar nossa adoração e nosso amor pela Eucaristia. Ao Coração de Jesus que vive no Santíssimo Sacramento seja honra, louvor, adoração e poder real para todo o sempre! ( Eles sabem que seu amor o deixa sem palavras. Eles o crucificam mesmo em suas almas culpadas. Eles recebem. Eles se atrevem a pegar esse coração vivo e amarrá-lo a um cadáver imundo. Eles se atrevem a entregá-lo ao diabo que é seu senhor! Não! Nem mesmo nos dias de sua paixão Jesus recebeu tantas humilhações como em seu Santíssimo Sacramento! A Terra para Ele é um calvário de ignominias. Em sua agonia, ele procurou alguém para confortá-lo; na cruz, ele pediu a alguém que compartilhasse suas aflições. Hoje, mais do que nunca, devemos expiar e reparar a honra do adorável Coração de Jesus. Vamos esbanjar nossa adoração e nosso amor pela Eucaristia. Ao Coração de Jesus que vive no Santíssimo Sacramento seja honra, louvor, adoração e poder real para todo o sempre! ( Eles sabem que seu amor o deixa sem palavras. Eles o crucificam mesmo em suas almas culpadas. Eles recebem. Eles se atrevem a pegar esse coração vivo e amarrá-lo a um cadáver imundo. Eles se atrevem a entregá-lo ao diabo que é seu senhor! Não! Nem mesmo nos dias de sua paixão Jesus recebeu tantas humilhações como em seu Santíssimo Sacramento! A Terra para Ele é um calvário de ignominias. Em sua agonia, ele procurou alguém para confortá-lo; na cruz, ele pediu a alguém que compartilhasse suas aflições. Hoje, mais do que nunca, devemos expiar e reparar a honra do adorável Coração de Jesus. Vamos esbanjar nossa adoração e nosso amor pela Eucaristia. Ao Coração de Jesus que vive no Santíssimo Sacramento seja honra, louvor, adoração e poder real para todo o sempre! ( Eles o crucificam mesmo em suas almas culpadas. Eles recebem. Eles se atrevem a pegar esse coração vivo e amarrá-lo a um cadáver imundo. Eles se atrevem a entregá-lo ao diabo que é seu senhor! Não! Nem mesmo nos dias de sua paixão Jesus recebeu tantas humilhações como em seu Santíssimo Sacramento! A Terra para Ele é um calvário de ignominias. Em sua agonia, ele procurou alguém para confortá-lo; na cruz, ele pediu a alguém que compartilhasse suas aflições. Hoje, mais do que nunca, devemos expiar e reparar a honra do adorável Coração de Jesus. Vamos esbanjar nossa adoração e nosso amor pela Eucaristia. Ao Coração de Jesus que vive no Santíssimo Sacramento seja honra, louvor, adoração e poder real para todo o sempre! ( Eles o crucificam mesmo em suas almas culpadas. Eles recebem. Eles se atrevem a pegar esse coração vivo e amarrá-lo a um cadáver imundo. Eles se atrevem a entregá-lo ao diabo que é seu senhor! Não! Nem mesmo nos dias de sua paixão Jesus recebeu tantas humilhações como em seu Santíssimo Sacramento! A Terra para Ele é um calvário de ignominias. Em sua agonia, ele procurou alguém para confortá-lo; na cruz, ele pediu a alguém que compartilhasse suas aflições. Hoje, mais do que nunca, devemos expiar e reparar a honra do adorável Coração de Jesus. Vamos esbanjar nossa adoração e nosso amor pela Eucaristia. Ao Coração de Jesus que vive no Santíssimo Sacramento seja honra, louvor, adoração e poder real para todo o sempre! ( Eles se atrevem a entregá-lo ao diabo que é seu senhor! Não! Nem mesmo nos dias de sua paixão Jesus recebeu tantas humilhações como em seu Santíssimo Sacramento! A Terra para Ele é um calvário de ignominias. Em sua agonia, ele procurou alguém para confortá-lo; na cruz, ele pediu a alguém que compartilhasse suas aflições. Hoje, mais do que nunca, devemos expiar e reparar a honra do adorável Coração de Jesus. Vamos esbanjar nossa adoração e nosso amor pela Eucaristia. Ao Coração de Jesus que vive no Santíssimo Sacramento seja honra, louvor, adoração e poder real para todo o sempre! ( Eles se atrevem a entregá-lo ao diabo que é seu senhor! Não! Nem mesmo nos dias de sua paixão Jesus recebeu tantas humilhações como em seu Santíssimo Sacramento! A Terra para Ele é um calvário de ignominias. Em sua agonia, ele procurou alguém para confortá-lo; na cruz, ele pediu a alguém que compartilhasse suas aflições. Hoje, mais do que nunca, devemos expiar e reparar a honra do adorável Coração de Jesus. Vamos esbanjar nossa adoração e nosso amor pela Eucaristia. Ao Coração de Jesus que vive no Santíssimo Sacramento seja honra, louvor, adoração e poder real para todo o sempre! ( na cruz, ele pediu a alguém que compartilhasse suas aflições. Hoje, mais do que nunca, devemos expiar e reparar a honra do adorável Coração de Jesus. Vamos esbanjar nossa adoração e nosso amor pela Eucaristia. Ao Coração de Jesus que vive no Santíssimo Sacramento seja honra, louvor, adoração e poder real para todo o sempre! ( na cruz, ele pediu a alguém que compartilhasse suas aflições. Hoje, mais do que nunca, devemos expiar e reparar a honra do adorável Coração de Jesus. Vamos esbanjar nossa adoração e nosso amor pela Eucaristia. Ao Coração de Jesus que vive no Santíssimo Sacramento seja honra, louvor, adoração e poder real para todo o sempre! (Presença Real, 43. O Sagrado Coração de Jesus, III) Em sua última encíclica Ecclesia de Eucharistia , o Papa João Paulo II nos deixou reflexões luminosas com as quais destacou a extraordinária santidade do mistério eucarístico e o dever dos fiéis de tratar este sacramento com a máxima reverência e ardente amor. De todas as suas exortações, essa afirmação se destaca: ” Não há perigo de exagerar na consideração deste Mistério, porque” neste Sacramento se resume todo o mistério de nossa salvação “ ” (São Tomás de Aquino, Summa Theologiae , III, q. 83, a. 4c) “. (61) Seria uma medida pastoralmente urgente e espiritualmente frutífera para a Igreja estabelecer em todas as dioceses do mundo um “Dia de reparação por crimes contra a Santíssima Eucaristia”. Esse dia poderia ser o oitavo dia da festa de Corpus Christi. Santo dará graças especiais de renovação à Igreja em nossos dias quando, e somente quando, o Corpo Eucarístico de Cristo é adorado com todas as honras divinas, é amado, é cuidadosamente tratado e defendido como realmente o Santo dos Santos. de Aquino diz no hino Sacris sollemniis: “Ó Senhor, visite-nos como nós o veneramos neste sacramento” ( sic nos Tu visita, sicut Te colimus ). E podemos dizer sem dúvida: Oh Senhor, você visitará sua Igreja em nossos dias, na medida em que a prática moderna da Comunhão na mão retrocede e na medida em que lhe oferecemos atos de reparação e amor. Na atual chamada “Emergência Pandêmica COVID-19”, os horríveis abusos do Santíssimo Sacramento aumentaram ainda mais. Muitas dioceses em todo o mundo ordenaram a comunhão em suas mãos e nesses lugares, o clero, de uma maneira muitas vezes humilhante, nega aos fiéis a possibilidade de receber o Senhor de joelhos e em suas línguas, demonstrando um clericalismo deplorável e exibindo o comportamento de neopelágicos rígidos. Além disso, em alguns lugares, o adorável Corpo Eucarístico de Cristo é distribuído pelo clero e recebido pelos fiéis com luvas domésticas ou descartáveis. O tratamento do Santíssimo Sacramento com luvas apropriadas para o tratamento do lixo é um abuso eucarístico indescritível. Em vista dos horríveis maus tratos de Nosso Senhor Eucaristia – que é continuamente pisoteado pela comunhão em sua mão, durante a qual pequenos fragmentos da Santa Hóstia quase sempre caem no chão; que são tratados de maneira minimalista, privados do sagrado, manipulados como um biscoito ou tratados como lixo pelo uso de luvas de uso doméstico – nenhum bispo, padre ou fiel fiel católico pode permanecer indiferente e simplesmente permanecer Veja. Uma cruzada mundial por reparação e consolo ao Senhor Eucaristia deve ser iniciada. Como medida concreta para oferecer ao Senhor Eucaristia, que precisa urgentemente de atos de reparação e consolo, cada católico poderia prometer oferecer pelo menos uma hora inteira de adoração eucarística mensalmente, antes do Santíssimo Sacramento no tabernáculo ou antes do Santíssimo Sacramento exposto em custódia. A Escritura Sagrada diz: “Onde abundam os pecados, a graça abundou mais” (Romanos 5:20) e podemos acrescentar de maneira análoga: “Onde abundam os abusos eucarísticos, os atos de reparação são os que mais abundam”. O dia em que, em todas as igrejas do mundo católico, os fiéis recebem o Santíssimo Sacramento, velado sob as espécies da pequena Sagrada Hóstia, com verdadeira fé e coração puro, no gesto bíblico de adoração (prosquinese), isto é, ajoelhado e com a atitude de uma criança, abrindo a boca e deixando-se alimentar pelo próprio Cristo com um espírito de humildade, então a verdadeira primavera espiritual virá sem dúvida. A Igreja crescerá na pureza da fé católica, no zelo missionário pela salvação das almas e na santidade do clero e dos fiéis. De fato, o Senhor visitará sua Igreja com suas graças enquanto o veneramos em seu sacramento inefável de amor ( sic nos Tu visita, sicut Te colimus ). Deus conceda que, através da Cruzada Eucarística de reparação, você possa aumentar o número de adoradores, amantes, defensores e reparadores do Senhor Eucaristia. Que os dois pequenos apóstolos eucarísticos de nossa época, São Francisco Marto e o breve bendito Carlo Acutis (beatificação em 10 de outubro de 2020) e todos os santos eucarísticos sejam os protetores desta cruzada eucarística. Porque, como lembra São Pedro Julián Eymard, a verdade irrevogável é a seguinte: “Uma era prospera ou diminui proporcionalmente à sua devoção à Eucaristia. Esta é a medida da sua vida espiritual, fé, caridade e virtude. ” + Athanasius Schneider , Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Santa María em Astana Oração da Cruzada de Reparação ao Coração Eucarístico de Jesus Meu Deus, acredito, adoro, confio e amo você! Peço desculpas por aqueles que não acreditam, não adoram, não confiam e não amam você. (três vezes) Ó Divino Coração Eucarístico de Jesus, aqui está você, prostrado com um coração contrito e adorador diante da majestade do seu amor redentor no Santíssimo Sacramento. Declaramos que estamos dispostos a reparar por expiação voluntária, não apenas por nossos próprios delitos pessoais, mas, em particular, pelos ultrajes indescritíveis, sacrilégios e indiferenças com os quais você está ofendido no Santíssimo Sacramento do seu Divino Amor neste momento, especialmente através de a prática da comunhão na mão e recebendo a santa comunhão em um estado de incredulidade e pecado mortal. Quanto mais a incredulidade ataca sua Divindade e sua presença real na Eucaristia, mais cremos em você e o adoramos, ó Coração Eucarístico de Jesus, em quem habita toda a plenitude da Divindade! Quanto mais seus desprezos são desprezados, mais creremos neles e mais reverentemente queremos recebê-los, ó Coração Eucarístico de Jesus, fonte de vida e santidade! Quanto mais ele se denegrir e blasfemar contra seu Sacramento, mais proclamaremos solenemente: “Meu Deus, creio, adoro, confio e amo você! Peço perdão àqueles que não acreditam, não adoram, não confiam e não amam você ”Ó Coração Eucarístico de Jesus, você é digno de todo louvor! Quanto mais abandonado e esquecido você estiver em suas igrejas, mais queremos visitá-lo, que habita entre nós nos tabernáculos de nossas igrejas, ó Coração Eucarístico de Jesus, Casa de Deus e Porta do Céu! Quanto mais a celebração do sacrifício eucarístico é privada de seu caráter sagrado, mais queremos apoiar uma celebração reverente da Santa Missa, orientada externa e internamente para Você, ó Coração Eucarístico de Jesus, Tabernáculo do Altíssimo! Quanto mais você recebe em suas mãos aqueles que recebem a Comunhão em pé, sem sinal de humildade e adoração, mais queremos receber você ajoelhado e na boca, com a humildade do publicano e a simplicidade de uma criança, ó Coração Eucarístico de Jesus, majestade infinita! Quanto mais corações impuros em estado de pecado mortal o receberem na Sagrada Comunhão, mais queremos fazer atos de contrição e purificar nossos corações com uma frequente recepção do Sacramento da Penitência, ó Coração Eucarístico de Jesus, nossa Paz e Reconciliação! Quanto mais o inferno trabalha pela perda de almas, mais nosso zelo pela salvação pode queimar com o fogo do seu amor, ó Coração Eucarístico de Jesus, salvação daqueles que esperam por você! Quanto mais a diversidade de religiões é declarada como a vontade positiva de Deus e como um direito baseado na natureza humana; e quanto mais o relativismo doutrinário cresce, mais confessamos vividamente que Tu és o único Salvador da humanidade e o único caminho para Deus Pai, ó Coração Eucarístico de Jesus, Rei e centro de todos os corações! Quanto mais algumas autoridades da Igreja não se arrependerem da exibição de ídolos pagãos nas igrejas, e mesmo em Roma, mais confessaremos a verdade: “Que acordo existe entre o templo de Deus e os ídolos?” (2 Cor. 6:16); e ainda mais condenaremos convosco “a abominação da desolação, permanecendo no lugar santo” (Mateus 24:15), ó Coração Eucarístico de Jesus, santo Templo de Deus! Quanto mais seus santos mandamentos são esquecidos e transgredidos, mais queremos observá-los com a ajuda de sua graça, ó coração eucarístico de Jesus, abismo de todas as virtudes! Quanto mais sensualidade, egoísmo e orgulho reinam entre os homens, mais queremos dedicar nossa vida a eles com um espírito de sacrifício e abnegação, ó Coração Eucarístico de Jesus, oprimido por censuras! Quanto mais violentamente os portões do inferno assaltam sua Igreja e a rocha de Pedro em Roma, mais acreditamos na indestrutibilidade de sua Igreja, ó Coração Eucarístico de Jesus, fonte de todo consolo, que não abandona sua igreja ou a rocha de Pedro nem mesmo nas tempestades mais pesadas! Quanto mais as pessoas se separam em ódio, violência e egoísmo, mais intimamente nós, como membros da única família de Deus na Igreja, queremos amar uns aos outros em você, ó coração eucarístico de Jesus, cheio de bondade e amor! Ó Divino Coração Eucarístico de Jesus, conceda-nos a sua graça, para que sejamos fiéis e humildes adoradores, amantes, defensores e reparadores do seu Coração Eucarístico nesta vida e recebamos as glórias do seu amor na visão beatífica por toda a eternidade! Amém. Meu Deus, acredito, adoro, confio e amo você! Peço desculpas por aqueles que não acreditam, não adoram, não confiam e não amam você. (três vezes) Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento, rogai por nós! São Tomás de Aquino, São Pedro Julião Eymard, São Francisco Marto, São Pio de Pietrelcina e todos os santos eucarísticos, rogai por nós!
- Dom Schneider pede uma cruzada de oração em reparação dos abusos eucarísticos
Ele afirma que o que acontece agora, nunca aconteceu na história da Igreja. Pecados contra o Santíssimo Sacramento e a necessidade de uma cruzada de reparação eucarística O sentido do sobrenatural se perdeu e o que prevalece é o antropocentrismo : aí está a raiz da atual crise na Igreja, segundo o bispo Athanasius Schneider . Portanto, se quisermos sair dessa terrível crise que a Igreja está sofrendo hoje, devemos colocar Cristo – e sua revelação – de volta ao centro. Hoje estamos testemunhando uma tremenda crise doutrinária, moral e litúrgica. Nosso primeiro dever é adorar a Cristo, verdadeiramente presente no Santíssimo Sacramento do Altar . ” A Igreja de hoje sofre de uma forte doença cardíaca eucarística”, assinala Monsenhor Schneider em seu último livro, Christus Vincit , devido à dessacralização e ao enfraquecimento da fé na presença real de Jesus Cristo e na natureza sacrificial da Missa. Para sair dessa profunda crise interna da Igreja, realmente, o programa é um: o próprio Cristo . Primeiro, devemos intensificar a vida de oração na Igreja em todos os níveis. Isso significa restaurar a centralidade da adoração a Deus: significa restaurar a centralidade da Eucaristia e o sacramento da Confissão . Não podemos evangelizar se não dermos a Cristo a devida honra, especialmente na Eucaristia. Devemos renovar seriamente o culto eucarístico . Isso é essencial e não pode ser adiado: acabar com o antropocentrismo e restaurar o cristocentrismo. O sacramento da Eucaristia é o coração da Igreja. Cristo vencerá a crise da Igreja na eucaristia. Nesse sentido, o bispo Athanasius Schneider acaba de apelar do The Remant para convidar todos a iniciar uma cruzada de reparação eucarística , em face dos pecados cometidos contra o Senhor Sacramento. Aqui está o texto do Bispo Schneider traduzido para o espanhol: Pecados contra o Santíssimo Sacramento e a necessidade de uma cruzada de reparação eucarística Bispo Athanasius Schneider NUNCA houve um tempo na história da Igreja em que o Santíssimo Sacramento tenha sofrido abusos e ofensas tão assustadores e sérios quanto os infligidos nas últimas cinco décadas, especialmente desde a autorização oficial e a aprovação papal em 1969 de a prática da comunhão na mão. Esses abusos são ainda mais agravados pela prática generalizada em muitos países de fiéis que, sem ter recebido o sacramento da penitência por muitos anos, recebem regularmente a Comunhão. A altura dos abusos da Santa Eucaristia é confirmada na admissão à Santa Comunhão de casais que vivem em um estado público e objetivo de adultério, violando assim seus laços matrimoniais sacramentais válidos e indissolúveis, como no caso dos chamados “divorciados e se casou. “Em algumas regiões, Essa admissão à comunhão foi oficialmente aprovada com normas específicas e, no caso da região de Buenos Aires na Argentina, essas normas foram até ratificadas pelo Papa. Além desses abusos, a prática de admitir oficialmente a Sagrada Comunhão a cônjuges protestantes de casamentos mistos também é verificada, por exemplo, em algumas dioceses da Alemanha. Dizer que o Senhor não está sofrendo por causa dos ultrajes perpetrados contra Ele no Santíssimo Sacramento pode nos levar a minimizar as enormes atrocidades cometidas. Algumas pessoas dizem: Deus se ofende com os abusos cometidos contra o Santíssimo Sacramento, mas o Senhor não sofre pessoalmente. Essa é, no entanto, uma visão teológica e espiritualmente muito estreita. Embora Cristo esteja agora em seu estado glorioso e, portanto, não esteja mais sujeito ao sofrimento humano, ele é, no entanto, afetado e tocado em seu Sagrado Coração pelos abusos e desgraças cometidos contra sua Divina Majestade e contra a infinidade de coisas. seu amor no Santíssimo Sacramento. Nosso Senhor expressou a alguns santos suas queixas e seu arrependimento pelos sacrilégios e ultrajes com que os homens o ofendem. Redentor do Miserentissimus : Quando Jesus Cristo aparece a Santa Margarida Maria, pregando-lhe a infinidade de sua caridade, juntos, como se estivesse arrependido, reclama de tantos ferimentos quanto recebe dos homens por estas palavras que teriam que ser gravadas em almas piedosas para que nunca fossem esquecidas: « Aqui está este coração que amou tanto os homens e os encheu de tantos benefícios e que, em pagamento de seu infinito amor, não encontra gratidão, mas indignações, às vezes até daqueles que são obrigados a amá-lo com amor especial ». (§ 9). O padre Michel de la Sainte Trinité deu uma explicação teológica profunda do significado do “sofrimento” ou “tristeza” de Deus por causa das ofensas que os pecadores cometem contra ele: Esse “sofrimento”, essa “tristeza” do Pai Celestial ou de Jesus desde a sua Ascensão devem ser entendidos de maneira analógica: não sofrem passivamente como nós, mas, pelo contrário, são livremente escolhidos e escolhidos como o máximo. expressão de sua misericórdia para com os pecadores chamados à conversão.Eles são apenas uma manifestação do amor de Deus pelos pecadores, um amor que é soberanamente livre e gratuito e que não é irrevogável (Toda a verdade sobre Fátima, vol. I, pp. 1311-1312). Este significado espiritual análogo da “tristeza” ou “sofrimento” de Jesus no mistério eucarístico é confirmado pelas palavras do anjo em sua aparição em 1916 aos filhos de Fátima e especialmente pelas palavras e exemplo da vida de São Francisco Marto. As crianças foram convidadas pelo anjo para reparar as ofensas contra Jesus Sacramento e consolá-lo, como podemos ler nas Memórias da Irmã Lúcia: Enquanto estávamos lá, o anjo apareceu pela terceira vez, segurando um cálice nas mãos, com uma hoste acima da qual algumas gotas de sangue caíram no vaso sagrado. Deixando o cálice e a Hóstia suspensos no ar, o anjo caiu no chão e repetiu esta oração três vezes: “Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo…” Então, levantando-se, mais uma vez pegou o cálice e o Hospede em suas mãos. Ele me deu a Santa Hóstia e Jacinta para receber a Comunhão e Francisco deu a eles o conteúdo do copo para beber, dizendo: “Pegue e beba o Corpo e Sangue de Jesus Cristo, terrivelmente ofendido por homens ingratos. Conserte seus crimes e conforte seu Deus. ( Fátima nas próprias palavras de Lúcia. Memórias de Irmã Lúcia, Fátima 2007, p. 172) Relatando a terceira aparição em 13 de julho de 1917, a irmã Lucy sublinhou como Francisco percebeu o mistério de Deus e a necessidade de consolá-lo devido às ofensas dos pecadores: O que causou a maior impressão nele [Francisco] e o que o absorveu totalmente foi Deus, a Santíssima Trindade, percebida naquela luz que penetrava em nossas almas mais íntimas. Então ele disse: “Estávamos pegando fogo naquela luz que é Deus e, no entanto, não queimamos! O que é Deus?… Nós nunca poderíamos manifestar isso com palavras. Sim, isso é algo que nunca poderíamos expressar! Mas que pena que ele está tão triste! Eu gostaria de poder confortá-lo! (Memórias da irmã Lúcia, p. 147). A Irmã Lúcia escreveu como Francisco percebeu a necessidade de consolar a Deus, que ele entendia “triste” por causa dos pecados dos homens: Um dia, perguntei-lhe: “Francisco, o que você mais gosta: consola nosso Senhor ou converte pecadores, para que não mais almas vão para o inferno?” “Prefiro consolar Nosso Senhor. Você não percebeu o quão triste a Virgem ficou no mês passado, quando ela disse que as pessoas não deveriam mais ofender Nosso Senhor, porque ele já está muito ofendido? Gostaria de consolar Nosso Senhor e, depois disso, converter os pecadores para que não mais o ofendam. ” (Memórias da Irmã Lúcia, p. 156) Em suas orações e na oferta de seus sofrimentos, São Francisco Marto priorizou a intenção de “consolar o Jesus Oculto”, isto é, o Senhor Eucaristia. A Irmã Lúcia relatou estas palavras de Francisco, que ele disse: “Quando saia da escola, vá ficar um pouco perto do Jesus Oculto e depois vá para casa sozinho. ” Quando Lucia perguntou a Francisco sobre seus sofrimentos, ele respondeu: “Estou sofrendo para consolar Nosso Senhor. Primeiro faço isso para consolar Nosso Senhor e Nossa Senhora, e depois para os pecadores e para o Santo Padre… Mais do que tudo, quero consolá-Lo. “( Memórias de Irmã Lúcia, p. 157; 163) Jesus Cristo continua misteriosamente sua paixão no Getsêmani ao longo dos séculos no mistério de sua Igreja e também no mistério eucarístico, o mistério de seu imenso amor, conhecida por Blaise Pascal: “Jesus ficará em agonia até a morte. fim do mundo. Não devemos dormir durante esse tempo. ( Pensées , n. 553) O cardeal Karol Wojtyla nos deixou uma profunda reflexão sobre o mistério dos sofrimentos de Cristo no Getsêmani, que, em certo sentido, continuam na vida da Igreja. O cardeal Wojtyla também falou sobre o dever da Igreja de consolar Cristo: E agora a Igreja procura recuperar aquela hora no Getsêmani – a hora perdida por Pedro, Santiago e Juan – para compensar a falta de companhia do Mestre que aumentou o sofrimento de sua alma. O desejo de compensar essa hora tornou-se uma verdadeira necessidade de muitos corações, especialmente para aqueles que vivem tão plenamente quanto podem o mistério do Coração Divino. O Senhor Jesus nos permite encontrá-lo a essa hora [e] nos convida a compartilhar a oração do seu coração. Diante de todas as provações pelas quais o homem e a Igreja precisam passar, há uma necessidade constante de retornar ao Getsêmani e empreender essa participação na oração de Cristo, nosso Senhor. ” ( Sinal de contradição, capítulo 17, “A oração no Getsêmani”) Jesus Cristo, no mistério eucarístico, não é indiferente e insensível ao comportamento que os homens mostram a Ele neste sacramento de amor. Cristo está presente neste sacramento também com a sua alma, que está hipostaticamente unida à sua Pessoa Divina. O teólogo romano Antonio Piolanti apresentou uma sólida explicação teológica a esse respeito. Embora o Corpo de Cristo na Eucaristia não possa ver ou sentir com sensibilidade o que está acontecendo ou o que está sendo dito no lugar de sua presença sacramental, Cristo na Eucaristia “ouve tudo e vê com conhecimento superior”. Piolanti então cita o cardeal Franzelin: A abençoada humanidade de Cristo vê todas as coisas em si mesma em virtude do infinito conhecimento infundido do Redentor da humanidade, do Juiz dos vivos e dos mortos, do Primogênito de todas as criaturas, do centro de toda a história celestial e terrestre. Todos esses tesouros da visão beatífica e do conhecimento infundido estão certamente na Alma de Cristo, na mesma medida em que estão presentes na Eucaristia. Além dessas razões, por outro título especial, assim como a alma de Cristo está formalmente na Eucaristia, para o próprio objetivo da instituição do mistério, ela vê todos os corações dos homens, todos os pensamentos e afetos, todas as virtudes e todos os pecados, todas as necessidades de toda a Igreja e seus membros individuais; as obras, as ansiedades, as perseguições, os triunfos – em uma palavra, toda a vida interna e externa da Igreja, sua Noiva, alimentada com sua carne e seu precioso Sangue. Assim, para um título triplo (se é que podemos dizer), Cristo no Santíssimo Sacramento vê e de certa maneira divina percebe todos os pensamentos e afetos, a adoração, os tributos e também os insultos e pecados de todos os homens em geral, de todos os seus fiéis especificamente e seus padres em particular; Ele percebe tributos e pecados que se referem diretamente a esse mistério inefável do amor. ( os tributos e também os insultos e pecados de todos os homens em geral, de todos os seus fiéis especificamente e de seus sacerdotes em particular; Ele percebe tributos e pecados que se referem diretamente a esse mistério inefável do amor. ( os tributos e também os insultos e pecados de todos os homens em geral, de todos os seus fiéis especificamente e de seus sacerdotes em particular; Ele percebe tributos e pecados que se referem diretamente a esse mistério inefável do amor. (De Eucaristia, pp. 199-200, citado em Il Mistero Eucaristico, Firenze 1953, pp. 225-226) Um dos maiores apóstolos da Eucaristia nos tempos modernos, São Pedro Julián Eymard, deixou-nos as seguintes profundas reflexões sobre os efeitos do amor sacrificial de Cristo na Eucaristia: Ao instituir seu sacramento, Jesus perpetuou os sacrifícios de Sua paixão… Ele estava familiarizado com todos os novos Judas; ele os contou entre os seus, entre seus filhos amados. Mas nada disso poderia detê-lo. Ele queria que seu amor fosse além da ingratidão e malícia do homem; ele queria sobreviver à malícia sacrílega do homem. Ele sabia de antemão a morno de seus seguidores: ele conhecia os meus; Ele sabia quão pouco fruto obteríamos da Sagrada Comunhão. Mas Ele queria amar da mesma maneira, amar mais do que era amado, mais do que aquilo que o homem poderia retribuir. Existe algo mais? Mas não é nada que tenha adotado esse estado de morte quando você tem a plenitude da vida, uma vida glorificada e sobrenatural? Não é nada para ser tratado e considerado morto? Nesse estado de morte, Jesus não tem beleza, movimento ou defesa; é envolto na espécie sagrada como uma mortalha e colocado no tabernáculo como uma sepultura. No entanto, está lá; Ele vê tudo e ouve tudo. Ele se submete a tudo como se estivesse morto. Seu amor projeta um véu sobre seu poder, sobre sua glória, nas mãos, nos pés, no rosto bonito e nos lábios sagrados; escondeu tudo. Ele apenas deixou seu coração para nos amar e sua condição de vítima para interceder por nós. ( A Presença Real, 29. O Santíssimo Sacramento não é Amado!, III) São Pedro Julián Eymard escreveu a seguinte profissão comovente e quase mística do amor eucarístico de Cristo, com um apelo ardente pela reparação eucarística: O Coração que suportou o sofrimento com tanto amor está aqui no Santíssimo Sacramento; ele não está morto, mas vivo e ativo; Não é insensível, mas ainda mais amoroso. Jesus não pode mais sofrer: é verdade; mas, infelizmente, o homem ainda pode se tornar culpado de ingratidão monstruosa. Vemos cristãos que desprezam Jesus no Santíssimo Sacramento e mostram desprezo pelo coração que os amou tanto e que consome amor por eles. Para desprezá-lo alegremente, eles se aproveitam do véu que o oculta. Eles o insultam com suas irreverências, pensamentos pecaminosos e olhares criminosos na presença dele. Para expressar seu desprezo por Ele, eles se aproveitam de sua paciência, da bondade que tudo sofre em silêncio, como aconteceu com o soldado ímpio de Caifás, Herodes e Pilatos. Eles blasfemam sacrilegiosamente contra o Deus da Eucaristia. Eles sabem que seu amor o deixa sem palavras. Eles o crucificam mesmo em suas almas culpadas. Eles recebem. Eles se atrevem a pegar esse coração vivo e amarrá-lo a um cadáver imundo. Eles se atrevem a entregá-lo ao diabo que é seu senhor! Não! Nem mesmo nos dias de sua paixão Jesus recebeu tantas humilhações como em seu Santíssimo Sacramento! A Terra para Ele é um calvário de ignominias. Em sua agonia, ele procurou alguém para confortá-lo; na cruz, ele pediu a alguém que compartilhasse suas aflições. Hoje, mais do que nunca, devemos expiar e reparar a honra do adorável Coração de Jesus. Vamos esbanjar nossa adoração e nosso amor pela Eucaristia. Ao Coração de Jesus que vive no Santíssimo Sacramento seja honra, louvor, adoração e poder real para todo o sempre! ( Eles sabem que seu amor o deixa sem palavras. Eles o crucificam mesmo em suas almas culpadas. Eles recebem. Eles se atrevem a pegar esse coração vivo e amarrá-lo a um cadáver imundo. Eles se atrevem a entregá-lo ao diabo que é seu senhor! Não! Nem mesmo nos dias de sua paixão Jesus recebeu tantas humilhações como em seu Santíssimo Sacramento! A Terra para Ele é um calvário de ignominias. Em sua agonia, ele procurou alguém para confortá-lo; na cruz, ele pediu a alguém que compartilhasse suas aflições. Hoje, mais do que nunca, devemos expiar e reparar a honra do adorável Coração de Jesus. Vamos esbanjar nossa adoração e nosso amor pela Eucaristia. Ao Coração de Jesus que vive no Santíssimo Sacramento seja honra, louvor, adoração e poder real para todo o sempre! ( Eles sabem que seu amor o deixa sem palavras. Eles o crucificam mesmo em suas almas culpadas. Eles recebem. Eles se atrevem a pegar esse coração vivo e amarrá-lo a um cadáver imundo. Eles se atrevem a entregá-lo ao diabo que é seu senhor! Não! Nem mesmo nos dias de sua paixão Jesus recebeu tantas humilhações como em seu Santíssimo Sacramento! A Terra para Ele é um calvário de ignominias. Em sua agonia, ele procurou alguém para confortá-lo; na cruz, ele pediu a alguém que compartilhasse suas aflições. Hoje, mais do que nunca, devemos expiar e reparar a honra do adorável Coração de Jesus. Vamos esbanjar nossa adoração e nosso amor pela Eucaristia. Ao Coração de Jesus que vive no Santíssimo Sacramento seja honra, louvor, adoração e poder real para todo o sempre! ( Eles o crucificam mesmo em suas almas culpadas. Eles recebem. Eles se atrevem a pegar esse coração vivo e amarrá-lo a um cadáver imundo. Eles se atrevem a entregá-lo ao diabo que é seu senhor! Não! Nem mesmo nos dias de sua paixão Jesus recebeu tantas humilhações como em seu Santíssimo Sacramento! A Terra para Ele é um calvário de ignominias. Em sua agonia, ele procurou alguém para confortá-lo; na cruz, ele pediu a alguém que compartilhasse suas aflições. Hoje, mais do que nunca, devemos expiar e reparar a honra do adorável Coração de Jesus. Vamos esbanjar nossa adoração e nosso amor pela Eucaristia. Ao Coração de Jesus que vive no Santíssimo Sacramento seja honra, louvor, adoração e poder real para todo o sempre! ( Eles o crucificam mesmo em suas almas culpadas. Eles recebem. Eles se atrevem a pegar esse coração vivo e amarrá-lo a um cadáver imundo. Eles se atrevem a entregá-lo ao diabo que é seu senhor! Não! Nem mesmo nos dias de sua paixão Jesus recebeu tantas humilhações como em seu Santíssimo Sacramento! A Terra para Ele é um calvário de ignominias. Em sua agonia, ele procurou alguém para confortá-lo; na cruz, ele pediu a alguém que compartilhasse suas aflições. Hoje, mais do que nunca, devemos expiar e reparar a honra do adorável Coração de Jesus. Vamos esbanjar nossa adoração e nosso amor pela Eucaristia. Ao Coração de Jesus que vive no Santíssimo Sacramento seja honra, louvor, adoração e poder real para todo o sempre! ( Eles se atrevem a entregá-lo ao diabo que é seu senhor! Não! Nem mesmo nos dias de sua paixão Jesus recebeu tantas humilhações como em seu Santíssimo Sacramento! A Terra para Ele é um calvário de ignominias. Em sua agonia, ele procurou alguém para confortá-lo; na cruz, ele pediu a alguém que compartilhasse suas aflições. Hoje, mais do que nunca, devemos expiar e reparar a honra do adorável Coração de Jesus. Vamos esbanjar nossa adoração e nosso amor pela Eucaristia. Ao Coração de Jesus que vive no Santíssimo Sacramento seja honra, louvor, adoração e poder real para todo o sempre! ( Eles se atrevem a entregá-lo ao diabo que é seu senhor! Não! Nem mesmo nos dias de sua paixão Jesus recebeu tantas humilhações como em seu Santíssimo Sacramento! A Terra para Ele é um calvário de ignominias. Em sua agonia, ele procurou alguém para confortá-lo; na cruz, ele pediu a alguém que compartilhasse suas aflições. Hoje, mais do que nunca, devemos expiar e reparar a honra do adorável Coração de Jesus. Vamos esbanjar nossa adoração e nosso amor pela Eucaristia. Ao Coração de Jesus que vive no Santíssimo Sacramento seja honra, louvor, adoração e poder real para todo o sempre! ( na cruz, ele pediu a alguém que compartilhasse suas aflições. Hoje, mais do que nunca, devemos expiar e reparar a honra do adorável Coração de Jesus. Vamos esbanjar nossa adoração e nosso amor pela Eucaristia. Ao Coração de Jesus que vive no Santíssimo Sacramento seja honra, louvor, adoração e poder real para todo o sempre! ( na cruz, ele pediu a alguém que compartilhasse suas aflições. Hoje, mais do que nunca, devemos expiar e reparar a honra do adorável Coração de Jesus. Vamos esbanjar nossa adoração e nosso amor pela Eucaristia. Ao Coração de Jesus que vive no Santíssimo Sacramento seja honra, louvor, adoração e poder real para todo o sempre! (Presença Real, 43. O Sagrado Coração de Jesus, III) Em sua última encíclica Ecclesia de Eucharistia , o Papa João Paulo II nos deixou reflexões luminosas com as quais destacou a extraordinária santidade do mistério eucarístico e o dever dos fiéis de tratar este sacramento com a máxima reverência e ardente amor. De todas as suas exortações, essa afirmação se destaca: ” Não há perigo de exagerar na consideração deste Mistério, porque” neste Sacramento se resume todo o mistério de nossa salvação “ ” (São Tomás de Aquino, Summa Theologiae , III, q. 83, a. 4c) “. (61) Seria uma medida pastoralmente urgente e espiritualmente frutífera para a Igreja estabelecer em todas as dioceses do mundo um “Dia de reparação por crimes contra a Santíssima Eucaristia”. Esse dia poderia ser o oitavo dia da festa de Corpus Christi. Santo dará graças especiais de renovação à Igreja em nossos dias quando, e somente quando, o Corpo Eucarístico de Cristo é adorado com todas as honras divinas, é amado, é cuidadosamente tratado e defendido como realmente o Santo dos Santos. de Aquino diz no hino Sacris sollemniis: “Ó Senhor, visite-nos como nós o veneramos neste sacramento” ( sic nos Tu visita, sicut Te colimus ). E podemos dizer sem dúvida: Oh Senhor, você visitará sua Igreja em nossos dias, na medida em que a prática moderna da Comunhão na mão retrocede e na medida em que lhe oferecemos atos de reparação e amor. Na atual chamada “Emergência Pandêmica COVID-19”, os horríveis abusos do Santíssimo Sacramento aumentaram ainda mais. Muitas dioceses em todo o mundo ordenaram a comunhão em suas mãos e nesses lugares, o clero, de uma maneira muitas vezes humilhante, nega aos fiéis a possibilidade de receber o Senhor de joelhos e em suas línguas, demonstrando um clericalismo deplorável e exibindo o comportamento de neopelágicos rígidos. Além disso, em alguns lugares, o adorável Corpo Eucarístico de Cristo é distribuído pelo clero e recebido pelos fiéis com luvas domésticas ou descartáveis. O tratamento do Santíssimo Sacramento com luvas apropriadas para o tratamento do lixo é um abuso eucarístico indescritível. Em vista dos horríveis maus tratos de Nosso Senhor Eucaristia – que é continuamente pisoteado pela comunhão em sua mão, durante a qual pequenos fragmentos da Santa Hóstia quase sempre caem no chão; que são tratados de maneira minimalista, privados do sagrado, manipulados como um biscoito ou tratados como lixo pelo uso de luvas de uso doméstico – nenhum bispo, padre ou fiel fiel católico pode permanecer indiferente e simplesmente permanecer Veja. Uma cruzada mundial por reparação e consolo ao Senhor Eucaristia deve ser iniciada. Como medida concreta para oferecer ao Senhor Eucaristia, que precisa urgentemente de atos de reparação e consolo, cada católico poderia prometer oferecer pelo menos uma hora inteira de adoração eucarística mensalmente, antes do Santíssimo Sacramento no tabernáculo ou antes do Santíssimo Sacramento exposto em custódia. A Escritura Sagrada diz: “Onde abundam os pecados, a graça abundou mais” (Romanos 5:20) e podemos acrescentar de maneira análoga: “Onde abundam os abusos eucarísticos, os atos de reparação são os que mais abundam”. O dia em que, em todas as igrejas do mundo católico, os fiéis recebem o Santíssimo Sacramento, velado sob as espécies da pequena Sagrada Hóstia, com verdadeira fé e coração puro, no gesto bíblico de adoração (prosquinese), isto é, ajoelhado e com a atitude de uma criança, abrindo a boca e deixando-se alimentar pelo próprio Cristo com um espírito de humildade, então a verdadeira primavera espiritual virá sem dúvida. A Igreja crescerá na pureza da fé católica, no zelo missionário pela salvação das almas e na santidade do clero e dos fiéis. De fato, o Senhor visitará sua Igreja com suas graças enquanto o veneramos em seu sacramento inefável de amor ( sic nos Tu visita, sicut Te colimus ). Deus conceda que, através da Cruzada Eucarística de reparação, você possa aumentar o número de adoradores, amantes, defensores e reparadores do Senhor Eucaristia. Que os dois pequenos apóstolos eucarísticos de nossa época, São Francisco Marto e o breve bendito Carlo Acutis (beatificação em 10 de outubro de 2020) e todos os santos eucarísticos sejam os protetores desta cruzada eucarística. Porque, como lembra São Pedro Julián Eymard, a verdade irrevogável é a seguinte: “Uma era prospera ou diminui proporcionalmente à sua devoção à Eucaristia. Esta é a medida da sua vida espiritual, fé, caridade e virtude. ” + Athanasius Schneider , Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Santa María em Astana Oração da Cruzada de Reparação ao Coração Eucarístico de Jesus Meu Deus, acredito, adoro, confio e amo você! Peço desculpas por aqueles que não acreditam, não adoram, não confiam e não amam você. (três vezes) Ó Divino Coração Eucarístico de Jesus, aqui está você, prostrado com um coração contrito e adorador diante da majestade do seu amor redentor no Santíssimo Sacramento. Declaramos que estamos dispostos a reparar por expiação voluntária, não apenas por nossos próprios delitos pessoais, mas, em particular, pelos ultrajes indescritíveis, sacrilégios e indiferenças com os quais você está ofendido no Santíssimo Sacramento do seu Divino Amor neste momento, especialmente através de a prática da comunhão na mão e recebendo a santa comunhão em um estado de incredulidade e pecado mortal. Quanto mais a incredulidade ataca sua Divindade e sua presença real na Eucaristia, mais cremos em você e o adoramos, ó Coração Eucarístico de Jesus, em quem habita toda a plenitude da Divindade! Quanto mais seus desprezos são desprezados, mais creremos neles e mais reverentemente queremos recebê-los, ó Coração Eucarístico de Jesus, fonte de vida e santidade! Quanto mais ele se denegrir e blasfemar contra seu Sacramento, mais proclamaremos solenemente: “Meu Deus, creio, adoro, confio e amo você! Peço perdão àqueles que não acreditam, não adoram, não confiam e não amam você ”Ó Coração Eucarístico de Jesus, você é digno de todo louvor! Quanto mais abandonado e esquecido você estiver em suas igrejas, mais queremos visitá-lo, que habita entre nós nos tabernáculos de nossas igrejas, ó Coração Eucarístico de Jesus, Casa de Deus e Porta do Céu! Quanto mais a celebração do sacrifício eucarístico é privada de seu caráter sagrado, mais queremos apoiar uma celebração reverente da Santa Missa, orientada externa e internamente para Você, ó Coração Eucarístico de Jesus, Tabernáculo do Altíssimo! Quanto mais você recebe em suas mãos aqueles que recebem a Comunhão em pé, sem sinal de humildade e adoração, mais queremos receber você ajoelhado e na boca, com a humildade do publicano e a simplicidade de uma criança, ó Coração Eucarístico de Jesus, majestade infinita! Quanto mais corações impuros em estado de pecado mortal o receberem na Sagrada Comunhão, mais queremos fazer atos de contrição e purificar nossos corações com uma frequente recepção do Sacramento da Penitência, ó Coração Eucarístico de Jesus, nossa Paz e Reconciliação! Quanto mais o inferno trabalha pela perda de almas, mais nosso zelo pela salvação pode queimar com o fogo do seu amor, ó Coração Eucarístico de Jesus, salvação daqueles que esperam por você! Quanto mais a diversidade de religiões é declarada como a vontade positiva de Deus e como um direito baseado na natureza humana; e quanto mais o relativismo doutrinário cresce, mais confessamos vividamente que Tu és o único Salvador da humanidade e o único caminho para Deus Pai, ó Coração Eucarístico de Jesus, Rei e centro de todos os corações! Quanto mais algumas autoridades da Igreja não se arrependerem da exibição de ídolos pagãos nas igrejas, e mesmo em Roma, mais confessaremos a verdade: “Que acordo existe entre o templo de Deus e os ídolos?” (2 Cor. 6:16); e ainda mais condenaremos convosco “a abominação da desolação, permanecendo no lugar santo” (Mateus 24:15), ó Coração Eucarístico de Jesus, santo Templo de Deus! Quanto mais seus santos mandamentos são esquecidos e transgredidos, mais queremos observá-los com a ajuda de sua graça, ó coração eucarístico de Jesus, abismo de todas as virtudes! Quanto mais sensualidade, egoísmo e orgulho reinam entre os homens, mais queremos dedicar nossa vida a eles com um espírito de sacrifício e abnegação, ó Coração Eucarístico de Jesus, oprimido por censuras! Quanto mais violentamente os portões do inferno assaltam sua Igreja e a rocha de Pedro em Roma, mais acreditamos na indestrutibilidade de sua Igreja, ó Coração Eucarístico de Jesus, fonte de todo consolo, que não abandona sua igreja ou a rocha de Pedro nem mesmo nas tempestades mais pesadas! Quanto mais as pessoas se separam em ódio, violência e egoísmo, mais intimamente nós, como membros da única família de Deus na Igreja, queremos amar uns aos outros em você, ó coração eucarístico de Jesus, cheio de bondade e amor! Ó Divino Coração Eucarístico de Jesus, conceda-nos a sua graça, para que sejamos fiéis e humildes adoradores, amantes, defensores e reparadores do seu Coração Eucarístico nesta vida e recebamos as glórias do seu amor na visão beatífica por toda a eternidade! Amém. Meu Deus, acredito, adoro, confio e amo você! Peço desculpas por aqueles que não acreditam, não adoram, não confiam e não amam você. (três vezes) Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento, rogai por nós! São Tomás de Aquino, São Pedro Julião Eymard, São Francisco Marto, São Pio de Pietrelcina e todos os santos eucarísticos, rogai por nós!
- SOBRE LIVROS E LEITORES
Um bom livro é alimento sem prazo de validade. Olhamos as prateleiras cheias dessa estranha ração, que acumulamos durante a vida, já sabendo, evidentemente, que não vamos dar conta de ler tudo. Nem é preciso. Era outra a intenção, quando decidimos formar uma biblioteca: ninguém junta livros só para ler, mas para poder ler… Enquanto isso, estaremos cercados por sua sábia e muda companhia, que pode se transformar, de súbito, no mais inesperado mestre. Basta um gesto em direção às estantes. Não só as bibliotecas são maiores que a nossa capacidade física de ler. A vida é curta demais para um único clássico da literatura, pois o leitor está espiritualmente sempre em movimento; a rigor, nunca se acaba de ler, pois a cada releitura descobrem-se surpreendentes novidades entre o primeiro e o último capítulo. No século XIX, o livro era o ópio do ocidente. Anos felizes eram aqueles, que os historiadores chamam de “época do equilíbrio europeu”, e que deu a melhor literatura de todos os tempos. Agora, na época do desequilíbrio planetário, caótica e rebarbarizada, o livro é um mero sonífero sem contraindicações, um ansiolítico encadernado. Quanto mais belo o livro por fora, maior sua eficácia sonoterapêutica. Paradoxalmente, temos a pior literatura de todas as épocas. Os formadores de opinião são agora de esquerda, como um dia já estiveram mais à direita. Quando o vento ajuda, criam a opinião pública que querem. Hoje, o ideal de leitor que sai dessa linha de produção é o politicamente correto, e as editoras — não, certamente, por escrúpulos ideológicos — usarão desse critério na escolha dos originais (exceto se o escritor politicamente incorreto, cada vez mais raro, já possuir o seu pequeno público cativo). Formar opiniões, no entanto, é o que a literatura menos deseja, preferindo antes abalar convicções apressadas e preparar o terreno da alma para ideias menos comprometidas com o aqui-agora. Quando a literatura fica “correta”, está certamente em agonia, mesmo quando agrada às massas. Todo elogio sem restrição é sempre um pouco suspeito. Sabia das coisas aquele orador grego que, sempre que o aplaudiam, perguntava: “Onde errei?” Preferimos, infelizmente, os números. A maior utilidade dos best-sellers, dizem os otimistas, é movimentar o mercado livreiro, que ficará mais à vontade para investir em obras menos rentáveis. Não é verdade. Sabemos que o lucro é para investir em outros virtuais best-sellers, que movimentarão ainda mais o dito mercado, e assim por diante, numa espiral de crescimento que tem como início e fim o próprio dinheiro. É a lógica do consumo e do mercado, para quem tempo será sempre dinheiro. Livros culturalmente relevantes continuam a ser escritos, editados, vendidos e até lidos, mas são cada vez mais raros os leitores que conseguem interpretá-los com certos critérios que, antigamente, eram sagrados: a relação da obra com o ambiente e a época em que foi concebida e realizada, seus vínculos com a civilização que a tornou possível, sua possibilidade de fecundar o presente do leitor (se foi escrita em uma outra época) ou descortinar aspectos insuspeitos do passado (se for obra contemporânea). Para leitores sem um mínimo de destreza literária, a autora do Harry Potter pode ser melhor que Shakespeare ou Dante Alighieri. Basta haver empatia com J. K. Rowling, uma identificação pessoal com essa escritora inglesa da moda, para que um juízo dessa natureza seja expresso. O gosto é o critério supremo de nossa época hedonista e preguiçosa, e ninguém tem o direito de discutir os gostos alheios, sob pena de ser punido por proferir “discurso de ódio”.
- Ataques anticristãos surgem na Europa: ‘Eles vão parar de queimar nossas igrejas’?
O Ministério do Interior francês registrou 996 atos anticristãos em 2019 – uma média de 2,7 por dia. PARIS – O incêndio que atingiu a Catedral Gótica de São Pedro e São Paulo em Nantes em 18 de julho foi relatado em todo o mundo. Mas suspeitos de ataques criminosos contra igrejas francesas geralmente não são manchetes internacionais. Desde 2010, o L’Observatoire de la Christianophobie (em Paris ) registra incidentes anticristãos na França e no mundo. Ele registra esses eventos mês a mês em mapas interativos desde 2017, colocando-os em seis categorias: incêndio criminoso, assassinato/assalto, vandalismo, roubo, bombardeio e seqüestro. Após o incêndio de sábado em Nantes, a organização relatou vários incidentes menos divulgados, incluindo a destruição de um crucifixo na Île-d’Arz, na Bretanha, o corte de pinturas em uma igreja em Auxerre e a decapitação de uma estátua de a Virgem Maria em Montaud. As estatísticas sugerem que existem quase três desses ataques por dia na França, que às vezes é descrita como a “filha mais velha da Igreja” porque o rei franco Clovis I abraçou o catolicismo em 496. O Ministério do Interior francês registrou 996 atos anticristãos em 2019 – uma média de 2,7 por dia. O número real pode ser maior, pois acredita-se que as autoridades não contam incêndios de causa indeterminada nas igrejas de todo o país. Em 4 de julho, por exemplo, o incêndio devastou a Paróquia de São Paulo em Corbeil-Essonnes. Os investigadores concluíram que o incêndio resultou de um vazamento de gás causado por posseiros, mas os moradores questionaram a explicação oficial. Samuel Gregg, diretor de pesquisa do Instituto Acton, disse à CNA que a série de incidentes obrigou as autoridades francesas a abordar o assunto abertamente. “Nos últimos dois anos, funcionários do governo francês começaram a falar sobre isso mais publicamente, talvez porque a visibilidade de tais ataques agora seja muito grande. Tanto o presidente Emmanuel Macron quanto seu novo primeiro-ministro, Jean Castex, falaram de forma clara e forçada sobre o recente ataque à catedral de Nantes ”, afirmou. Embora o número de incidentes anticristãos registrados oficialmente tenha se mantido estável nos últimos dois anos (1.063 em 2018 e 1.052 em 2019), aumentou 285% entre 2008 e 2019, segundo Ellen Fantini. Fantini, diretor do Observatório de Intolerância e Discriminação Contra os Cristãos na Europa (OIDACE) em Viena, disse que a tendência de ataques crescentes não se limita à França. O OIDACE registra ataques às igrejas da Europa em seu site, mas é difícil encontrar registros oficiais. “A maioria dos países europeus não fornece estatísticas sobre incidentes anticristãos. Muitos nem sequer os gravam como tal. Outro problema é que muitas autoridades da igreja nem relatam incidentes – elas meio que seguem adiante: limpam e seguem adiante ”, disse ela à CNA. “Entre os países que reportam, esses números também estão aumentando. Por exemplo, de acordo com os dados fornecidos à OSCE (Organização para Segurança e Cooperação na Europa) pelo Reino Unido, os crimes anticristãos dobraram de 2017 para 2018. Sabemos que eles estão subindo na Espanha, Alemanha e Suécia, como bem.” Na Inglaterra e no País de Gales, o governo está oferecendo financiamento a locais de culto que enfrentam possíveis ataques de ódio. Perguntado por que os ataques estão aumentando, Fantini disse: “Essa é uma pergunta complicada de responder, porque muitas vezes desconhecemos a identidade – ou mesmo as motivações ideológicas – dos agressores. Às vezes os motivos são claros, mas outras vezes precisamos adivinhar. À medida que os movimentos radicalizados aumentam em número e intensidade, o número de ataques às igrejas parece aumentar. ” Ela continuou: “Eu disse antes que as igrejas são ‘pára-raios’ para ativistas. E cada grupo tem suas próprias razões para optar por atacar uma igreja. As igrejas podem representar ‘o patriarcado’, ‘autoridade’, ‘tradição’, ‘homofobia’, ‘o Ocidente cristão’, etc. Os islamitas têm como alvo igrejas por diferentes razões que os anarquistas, por exemplo. Mas todos esses grupos estão cada vez mais ativos atualmente. ” “Um outro problema complicador é a natureza única das igrejas, que tende a torná-las mais vulneráveis - elas são abertas ao público durante o dia e geralmente não têm muita segurança, se houver alguma”. Para Fantini, a maneira mais eficaz de responder aos ataques é através da ação local. Ela disse: “Acho que começa com as comunidades da igreja e os fiéis. Eles precisam exigir proteção e falar quando suas igrejas são alvo. Na França, existe uma excelente iniciativa iniciada no ano passado chamada Protège ton église (Proteja sua igreja). Os jovens católicos se organizam em cidades da França para checar suas igrejas à noite, dissuadir pacificamente ou denunciar vândalos, e geralmente tornar sua presença conhecida. ” “Os governos também precisam começar a proteger as igrejas vulneráveis com tanta atenção quanto em outros locais vulneráveis de culto”. Gregg observou que os bispos franceses se manifestaram sobre os ataques, incluindo o arcebispo Michel Aupetit, de Paris, e o arcebispo Éric de Moulins-Beaufort, presidente da conferência dos bispos franceses. “Também foi um assunto que os bispos franceses levantaram em reuniões regularmente agendadas com as autoridades estaduais, inclusive em março deste ano, quando pediram a criação de um plano de segurança para as igrejas”, disse ele. “Portanto, alguns bispos franceses têm sido proativos nesse assunto. No entanto, os ataques continuam. Parte do desafio é que estes são, na maioria das vezes, edifícios abertos para que católicos e outros possam entrar e orar; eles não deveriam ser, e não deveriam ser, meras peças de museu. ” Gregg sugeriu que os bispos de outras partes da Europa seguissem a liderança dos bispos franceses. “Com isso, não quero dizer mais uma declaração anodina, semelhante a uma ONG, do tipo que muitos bispos europeus e burocracias de conferências de bispos estão propensos a emitir, e que ninguém lê”, disse ele. “Quero dizer bispos e clérigos falando sobre o assunto com os fiéis e falando sobre isso com mais frequência na praça pública.” “Eles poderiam estar fazendo perguntas como ‘Por que tantos europeus são mais desagradáveis com ataques a prédios e locais que fazem parte da paisagem cultural da Europa?’ Ou ‘O que diz o vandalismo contínuo a sites religiosos sobre como as atitudes européias em relação à tolerância religiosa?’ ” “Em outras palavras, é uma oportunidade para desencadear discussões mais amplas sobre tópicos que vão do lugar da religião na Europa moderna à contribuição insubstituível do cristianismo para o desenvolvimento da civilização ocidental.” Pe. Benedict Kiely, fundador da Nasarean.org, uma instituição de caridade que apoia cristãos perseguidos, disse à CNA que os cristãos não devem assistir em silêncio enquanto as igrejas são atacadas. “Praticamente, as catedrais etc. devem receber proteção adequada das autoridades civis e qualquer ataque a igrejas ou imagens religiosas deve ser tratado como o que são – crimes de ódio”, comentou. “Em segundo lugar, devemos elevar nossas vozes em voz alta para reprimir esses ataques contínuos e não sermos intimidados pelo silêncio. Nossos líderes devem ser corajosos. ” Refletindo sobre o futuro, Fantini disse: “O quanto isso pode piorar depende da linha que os ativistas estão dispostos a desenhar para si mesmos. Eles vão parar de queimar uma igreja vazia? Eles vão parar de decapitar estátuas? Certamente o clima hoje, tanto na Europa quanto na América, não me deixa otimista de que as coisas vão melhorar em breve. ”
- Ataques anticristãos surgem na Europa: ‘Eles vão parar de queimar nossas igrejas’?
O Ministério do Interior francês registrou 996 atos anticristãos em 2019 – uma média de 2,7 por dia. PARIS – O incêndio que atingiu a Catedral Gótica de São Pedro e São Paulo em Nantes em 18 de julho foi relatado em todo o mundo. Mas suspeitos de ataques criminosos contra igrejas francesas geralmente não são manchetes internacionais. Desde 2010, o L’Observatoire de la Christianophobie (em Paris ) registra incidentes anticristãos na França e no mundo. Ele registra esses eventos mês a mês em mapas interativos desde 2017, colocando-os em seis categorias: incêndio criminoso, assassinato/assalto, vandalismo, roubo, bombardeio e seqüestro. Após o incêndio de sábado em Nantes, a organização relatou vários incidentes menos divulgados, incluindo a destruição de um crucifixo na Île-d’Arz, na Bretanha, o corte de pinturas em uma igreja em Auxerre e a decapitação de uma estátua de a Virgem Maria em Montaud. As estatísticas sugerem que existem quase três desses ataques por dia na França, que às vezes é descrita como a “filha mais velha da Igreja” porque o rei franco Clovis I abraçou o catolicismo em 496. O Ministério do Interior francês registrou 996 atos anticristãos em 2019 – uma média de 2,7 por dia. O número real pode ser maior, pois acredita-se que as autoridades não contam incêndios de causa indeterminada nas igrejas de todo o país. Em 4 de julho, por exemplo, o incêndio devastou a Paróquia de São Paulo em Corbeil-Essonnes. Os investigadores concluíram que o incêndio resultou de um vazamento de gás causado por posseiros, mas os moradores questionaram a explicação oficial. Samuel Gregg, diretor de pesquisa do Instituto Acton, disse à CNA que a série de incidentes obrigou as autoridades francesas a abordar o assunto abertamente. “Nos últimos dois anos, funcionários do governo francês começaram a falar sobre isso mais publicamente, talvez porque a visibilidade de tais ataques agora seja muito grande. Tanto o presidente Emmanuel Macron quanto seu novo primeiro-ministro, Jean Castex, falaram de forma clara e forçada sobre o recente ataque à catedral de Nantes ”, afirmou. Embora o número de incidentes anticristãos registrados oficialmente tenha se mantido estável nos últimos dois anos (1.063 em 2018 e 1.052 em 2019), aumentou 285% entre 2008 e 2019, segundo Ellen Fantini. Fantini, diretor do Observatório de Intolerância e Discriminação Contra os Cristãos na Europa (OIDACE) em Viena, disse que a tendência de ataques crescentes não se limita à França. O OIDACE registra ataques às igrejas da Europa em seu site, mas é difícil encontrar registros oficiais. “A maioria dos países europeus não fornece estatísticas sobre incidentes anticristãos. Muitos nem sequer os gravam como tal. Outro problema é que muitas autoridades da igreja nem relatam incidentes – elas meio que seguem adiante: limpam e seguem adiante ”, disse ela à CNA. “Entre os países que reportam, esses números também estão aumentando. Por exemplo, de acordo com os dados fornecidos à OSCE (Organização para Segurança e Cooperação na Europa) pelo Reino Unido, os crimes anticristãos dobraram de 2017 para 2018. Sabemos que eles estão subindo na Espanha, Alemanha e Suécia, como bem.” Na Inglaterra e no País de Gales, o governo está oferecendo financiamento a locais de culto que enfrentam possíveis ataques de ódio. Perguntado por que os ataques estão aumentando, Fantini disse: “Essa é uma pergunta complicada de responder, porque muitas vezes desconhecemos a identidade – ou mesmo as motivações ideológicas – dos agressores. Às vezes os motivos são claros, mas outras vezes precisamos adivinhar. À medida que os movimentos radicalizados aumentam em número e intensidade, o número de ataques às igrejas parece aumentar. ” Ela continuou: “Eu disse antes que as igrejas são ‘pára-raios’ para ativistas. E cada grupo tem suas próprias razões para optar por atacar uma igreja. As igrejas podem representar ‘o patriarcado’, ‘autoridade’, ‘tradição’, ‘homofobia’, ‘o Ocidente cristão’, etc. Os islamitas têm como alvo igrejas por diferentes razões que os anarquistas, por exemplo. Mas todos esses grupos estão cada vez mais ativos atualmente. ” “Um outro problema complicador é a natureza única das igrejas, que tende a torná-las mais vulneráveis - elas são abertas ao público durante o dia e geralmente não têm muita segurança, se houver alguma”. Para Fantini, a maneira mais eficaz de responder aos ataques é através da ação local. Ela disse: “Acho que começa com as comunidades da igreja e os fiéis. Eles precisam exigir proteção e falar quando suas igrejas são alvo. Na França, existe uma excelente iniciativa iniciada no ano passado chamada Protège ton église (Proteja sua igreja). Os jovens católicos se organizam em cidades da França para checar suas igrejas à noite, dissuadir pacificamente ou denunciar vândalos, e geralmente tornar sua presença conhecida. ” “Os governos também precisam começar a proteger as igrejas vulneráveis com tanta atenção quanto em outros locais vulneráveis de culto”. Gregg observou que os bispos franceses se manifestaram sobre os ataques, incluindo o arcebispo Michel Aupetit, de Paris, e o arcebispo Éric de Moulins-Beaufort, presidente da conferência dos bispos franceses. “Também foi um assunto que os bispos franceses levantaram em reuniões regularmente agendadas com as autoridades estaduais, inclusive em março deste ano, quando pediram a criação de um plano de segurança para as igrejas”, disse ele. “Portanto, alguns bispos franceses têm sido proativos nesse assunto. No entanto, os ataques continuam. Parte do desafio é que estes são, na maioria das vezes, edifícios abertos para que católicos e outros possam entrar e orar; eles não deveriam ser, e não deveriam ser, meras peças de museu. ” Gregg sugeriu que os bispos de outras partes da Europa seguissem a liderança dos bispos franceses. “Com isso, não quero dizer mais uma declaração anodina, semelhante a uma ONG, do tipo que muitos bispos europeus e burocracias de conferências de bispos estão propensos a emitir, e que ninguém lê”, disse ele. “Quero dizer bispos e clérigos falando sobre o assunto com os fiéis e falando sobre isso com mais frequência na praça pública.” “Eles poderiam estar fazendo perguntas como ‘Por que tantos europeus são mais desagradáveis com ataques a prédios e locais que fazem parte da paisagem cultural da Europa?’ Ou ‘O que diz o vandalismo contínuo a sites religiosos sobre como as atitudes européias em relação à tolerância religiosa?’ ” “Em outras palavras, é uma oportunidade para desencadear discussões mais amplas sobre tópicos que vão do lugar da religião na Europa moderna à contribuição insubstituível do cristianismo para o desenvolvimento da civilização ocidental.” Pe. Benedict Kiely, fundador da Nasarean.org, uma instituição de caridade que apoia cristãos perseguidos, disse à CNA que os cristãos não devem assistir em silêncio enquanto as igrejas são atacadas. “Praticamente, as catedrais etc. devem receber proteção adequada das autoridades civis e qualquer ataque a igrejas ou imagens religiosas deve ser tratado como o que são – crimes de ódio”, comentou. “Em segundo lugar, devemos elevar nossas vozes em voz alta para reprimir esses ataques contínuos e não sermos intimidados pelo silêncio. Nossos líderes devem ser corajosos. ” Refletindo sobre o futuro, Fantini disse: “O quanto isso pode piorar depende da linha que os ativistas estão dispostos a desenhar para si mesmos. Eles vão parar de queimar uma igreja vazia? Eles vão parar de decapitar estátuas? Certamente o clima hoje, tanto na Europa quanto na América, não me deixa otimista de que as coisas vão melhorar em breve. ”
- De quanto em quanto tempo nós católicos precisamos nos confessar?
Os católicos devem se confessar no mínimo uma vez por ano, conforme manda a Santa Igreja, porém a recomendação é que seja feita com frequência, ou seja, uma vez por mês. A Confissão não pode ser encarada como uma obrigação, e sim uma oportunidade de receber a misericórdia de Deus. A CONFISSÃO O Sacramento da Confissão está todo na parábola do Filho Pródigo (Lc 15,11-24). O pecado, o arrependimento, o perdão: o homem peca, o pecador se arrepende, Deus perdoa. São 3 realidades enlaçadas pela misericórdia de Deus. A confissão é o remédio do pecado, é o conforto do pecador, é o abraço de Deus ao filho que volta. Não tem sacramento mais humano, porque segue o homem e o ampara nas fraquezas e misérias de cada dia, apresentando-lhe o paterno vulto de Deus, que é feliz em perdoar os filhos, porque os quer salvar: “Não quero a morte do pecador, mas que ele se converta de sua conduta e viva” (Ez 33,11). A quem perdoares… O perdão dos pecados nos vem de Deus, mas só através dos seus ministros sobre a Terra: os Sacerdotes. A eles Jesus deixou o seu mandato: “A quem perdoardes os pecados, serão perdoados; e a quem não perdoardes os pecados, não os serão”. (Jo 20,33). Quantas vezes? Sempre que eles sejam dispostos. Nenhum limite a misericórdia de Deus (cf. Mt 18,22). “A misericórdia divina é tão grande que nenhuma palavra a pode exprimir e nenhum pensamento a pode conceber” (S. João Crisóstomo). S. Isidoro afirmou que “não existe delito tão grande que não possa ser perdoado na confissão”. Seja glorificado, Deus, em sua infinita misericórdia! O que dizer da alegria de Maria quando nos aproximamos deste sacramento? Ela mesma, toda esplêndida de candor e Graça, a Imaculada, não pode senão amar imensamente este Sacramento que anula o pecado e faz brilhar as almas dos seus filhos. Certamente toda confissão é uma Graça da Maternidade de Maria, que quer ver as almas dos seus filhos semelhantes a Ela para a alegria de Jesus. Minha Nossa Senhora, basta! A Beata Ângela de Foligno, quando jovem, tinha se confessado mal, não contou alguns pecados por vergonha. Arrastou-se assim por algum tempo, vivendo entre cruéis remorsos, perturbações e infelicidades. Um dia, sacudiu-se: jogou-se aos pés de uma imagem de Maria e lhe suplicou aos soluços: “Minha Nossa Senhora, basta! Eu não quero mais viver assim! Hoje mesmo direi tudo ao meu confessor”. E teve a graça de fazê-lo. Era hora! Teve, depois, uma vida de penitência tremenda que a ajudou potentemente a transformar-se ate o vértice das mais altas experiências místicas. Nunca duvidemos e não hesitemos em recorrer a Maria para obter a graça da Confissão. “A boa confissão é a base da perfeição”. (S. Vicente de Paulo) Da confissão se parte e se reparte para as mais altas empresas do espírito e vice- versa. A diminuição e a ausência de confissão fazem caminhar para trás através da estrada larga e cômoda que leva à perdição. (cf. Mt 7,13). Se te acusas, Deus te desculpa Parece incrível, mas são muitos os cristãos que não apreciam e fogem do Sacramento da Confissão. Só teriam a ganhar, mas ao invés, nem se dão conta disso. Tão prontos para ir ao médico pelo menor mal-estar do corpo, descuidam-se, porém, da saúde da própria alma como se fosse um pano de chão. Talvez ignorem os grandes benefícios do sacramento, ou o consideram só no seu aspecto mais penal: a acusação das próprias misérias. É necessário considerar os grandes frutos positivos que a Confissão nos dá. Na vida de S. Antônio de Pádua se conta que um dia um grande pecador foi confessar-se com o Santo, depois de ter ouvido um sermão seu. O arrependimento do pecador era tão vivo que lhe impediu de falar pelos contínuos soluços. S. Antonio então lhe disse: “Vai, filho, escreve teus pecados e depois volta”. O penitente foi, escreveu os pecados em uma página, voltou ao Santo e leu a lista das culpas. Qual não foi a surpresa, ao fim da leitura, deu-se conta que a página tinha voltado a ser branca, sem um traço de escrita. Eis o símbolo da alma que volta pura da confissão. Diz S. Agostinho: “Quando o homem descobre as suas falhas, Deus as vigia; quando as esconde, Deus as descobre; quando as reconhece, Deus as esquece.” Ainda mais eficaz é S. Francisco de Assis com esta breve frase: “Se tu te desculpas, Deus te acusa; se tu te acusas, Deus te desculpa.” Pelo resto, continua S. Agostinho: “é preferível suportar uma ligeira confusão a um só homem que ver-se coberto de vergonha junto a inumeráveis testemunhas, no dia do Juízo”. Era isto que também Pe. Pio dizia aos seus penitentes. E é assim. Os três quadros Por isto S. Carlos Borromeu, antes de confessar-se, parava para meditar sobre 3 quadros que tinha mandado pôr na sua Capelinha. O 1º representava o Inferno com os seus danados maltratados horrivelmente: isto servia para inspirar salutar temor. O 2º representava o Paraíso com os Bem-aventurados extasiados de alegria: isto lhe dava uma carga de empenho para evitar o pecado e não perder o Paraíso. O 3º representava o Calvário com Jesus crucificado e Nossa Senhora das Dores: isto lhe enchia o coração de dor vivíssima pelos sofrimentos causados a Jesus e a Maria com os pecados, convidando-o ao mais firme propósito de fidelidade e de amor. Confessar-se assim significa não só purificar-se das culpas, mas enriquecer-se e crescer cada vez mais na vida da graça. E pensar que S. Carlos Borromeu confessava-se todos os dias… Com que frequência devemos nos confessar? Uma das perguntas mais comuns feitas pelos católicos é: “Com que frequência devemos nos confessar?” Um dos mandamentos da Igreja, exige que a confissão seja feita no mínimo uma vez por ano. Esse requisito está vinculado à recepção da Santa Comunhão, como explica o Código de Direito Canônico (CDC) e o Catecismo da Igreja Católica (CIC). Cânon 989 do CDC: “Todo fiel, depois de te chegado à idade da discrição, é obrigado a confessar fielmente seus pecados graves, pelo menos uma vez por ano.” Parágrafo 2042 do CIC: “Confessar-se ao menos uma vez em cada ano assegura a preparação para a Eucaristia, mediante a recepção do sacramento da Reconciliação que continua a obra de conversão e perdão do Batismo” O Catecismo explica ainda que, para receber adequadamente a Santa Comunhão, é preciso sempre confessar pecados graves com antecedência: “O Senhor dirige-nos um convite insistente a que O recebamos no sacramento da Eucaristia: «Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós» (Jo 6, 53). Para responder a este convite, devemos preparar-nos para este momento tão grande e santo. São Paulo exorta a um exame de consciência: «Quem comer o pão ou beber do cálice do Senhor indignamente será réu do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, cada qual a si mesmo e então coma desse pão e beba deste cálice; pois quem come e bebe, sem discernir o corpo do Senhor, come e bebe a própria condenação» (1Cor 11, 27-29). Aquele que tiver consciência dum pecado grave deve receber o sacramento da Reconciliação antes de se aproximar da Comunhão” (CIC 1384,1385). O Código de Direito Canônico especifica ainda mais: “Quem está consciente de pecado grave não celebre a missa nem comungue o Corpo Senhor, sem fazer antes a confissão sacramental, a não ser que exista causa grave e não haja oportunidade para se confessar; nesse caso, porém, lembre-se que é obrigado a fazer um ato de contrição perfeita, que inclui o propósito de se confessar quanto antes.” (CDC 916) Basicamente, é necessário que você se confesse uma vez por ano, se você pretende receber a Comunhão uma vez por ano. Por outro lado, se você deseja receber a Comunhão semanal ou diariamente, precisará confessar com maior frequência, e principalmente quando estiver “consciente de um pecado grave”, nestes casos é preciso buscar a confissão imediatamente. É importante recordar que apenas um pecado grave (não confessado) é suficiente para uma pessoas receber a condenação eterna. Recomenda-se, embora não seja obrigatório, confessar também os pecados veniais; essa é frequentemente a razão pela qual os católicos vão confessar semanalmente ou mensalmente. São Pio de Pietrelcina dizia que não entendia como alguém conseguia se manter longe dos confessionários por mais de uma semana! Afinal, a Confissão é um belo sacramento da misericórdia de Deus e não deve ser encarada como uma “obrigação”, mas como uma “oportunidade” para receber o amor de Deus. Isso nos dá a capacidade de reparar nosso relacionamento com Deus e com a Igreja, abrindo-nos para uma chuva da graça de Deus. Confessar-se todas as semanas Se cada confissão é um tesouro de graça porque lava a minha alma no Sangue de Jesus, purificando-a “das obras de morte” (Hb 9,14) é claro que precisamos aproveitar com grande interesse e frequência! De quando em quando confessar-se? A norma áurea da vida cristã é a Confissão semanal. Muitos santos, é verdade, confessavam-se mais vezes por semana, e até todo os dias: S. Tomás de Aquino, S. Vicente Ferrer, S. Francisco de Sales, S. Pio X… Mas se nós não somos capazes de tanto, não devemos porém, fazer passar a semana sem nos lavar santamente no Sangue de Jesus. Como era pontual à Confissão ao menos semanal, para S. Maximiliano Maria Kolbe. Proponhamo-nos seriamente nós também esta norma, respeitando-a fielmente: cada confissão é uma Graça de Maria, Mãe de Misericórdia. E se Ela em Lourdes e em Fátima recomendou tanto a Penitência, lembremo-nos que a maior e mais salutar penitência é aquela sacramental: a Confissão frequente. Sobretudo, porém, devemos confessar-nos o mais depressa quando cometermos pecado mortal. Não nos contentemos do Ato de Dor e nunca fazer a Comunhão sem nos termos confessado, porque faríamos só um sacrilégio horrendo: “se recebe a própria condenação”, grita S. Paulo (I Cor 11,29). E seria mesmo uma loucura fazer um sacrilégio tendo à disposição o Sacramento da Misericórdia. Maria nunca o permita. Devemos confessar porque amamos a Deus, não porque “precisamos”, embora os requisitos existam para nos conduzir pelo caminho da vida eterna. Para fazer uma boa confissão é preciso seguir 5 passos: a) Exame de Consciência bem feito b) Arrependimento sincero dos pecados cometidos c) Propósito de nunca mais pecar d) Confissão individual com o sacerdote e) Satisfação (isto é, execução da penitência) Para aqueles que desejarem se aprofundar mais e queiram aprender sobre os pecados graves mais frequentes… recomendamos o curso gratuito sobre os 10 mandamentos da lei de Deus. Vale muito a pena! Dentro do curso também tem um ótimo exame de consciência que nos ajuda a tomar consciência de muitas atitudes que ofendem a Deus gravemente, mas que muitas vezes achamos que são coisas normais: Clique aqui para acessar o curso gratuito sobre os 10 mandamentos; Clique aqui e tenha acesso a um roteiro de exame de consciência para ajudar a fazer uma boa confissão; #confissão #SacramentodaConfissão
- De quanto em quanto tempo nós católicos precisamos nos confessar?
Os católicos devem se confessar no mínimo uma vez por ano, conforme manda a Santa Igreja, porém a recomendação é que seja feita com frequência, ou seja, uma vez por mês. A Confissão não pode ser encarada como uma obrigação, e sim uma oportunidade de receber a misericórdia de Deus. A CONFISSÃO O Sacramento da Confissão está todo na parábola do Filho Pródigo (Lc 15,11-24). O pecado, o arrependimento, o perdão: o homem peca, o pecador se arrepende, Deus perdoa. São 3 realidades enlaçadas pela misericórdia de Deus. A confissão é o remédio do pecado, é o conforto do pecador, é o abraço de Deus ao filho que volta. Não tem sacramento mais humano, porque segue o homem e o ampara nas fraquezas e misérias de cada dia, apresentando-lhe o paterno vulto de Deus, que é feliz em perdoar os filhos, porque os quer salvar: “Não quero a morte do pecador, mas que ele se converta de sua conduta e viva” (Ez 33,11). A quem perdoares… O perdão dos pecados nos vem de Deus, mas só através dos seus ministros sobre a Terra: os Sacerdotes. A eles Jesus deixou o seu mandato: “A quem perdoardes os pecados, serão perdoados; e a quem não perdoardes os pecados, não os serão”. (Jo 20,33). Quantas vezes? Sempre que eles sejam dispostos. Nenhum limite a misericórdia de Deus (cf. Mt 18,22). “A misericórdia divina é tão grande que nenhuma palavra a pode exprimir e nenhum pensamento a pode conceber” (S. João Crisóstomo). S. Isidoro afirmou que “não existe delito tão grande que não possa ser perdoado na confissão”. Seja glorificado, Deus, em sua infinita misericórdia! O que dizer da alegria de Maria quando nos aproximamos deste sacramento? Ela mesma, toda esplêndida de candor e Graça, a Imaculada, não pode senão amar imensamente este Sacramento que anula o pecado e faz brilhar as almas dos seus filhos. Certamente toda confissão é uma Graça da Maternidade de Maria, que quer ver as almas dos seus filhos semelhantes a Ela para a alegria de Jesus. Minha Nossa Senhora, basta! A Beata Ângela de Foligno, quando jovem, tinha se confessado mal, não contou alguns pecados por vergonha. Arrastou-se assim por algum tempo, vivendo entre cruéis remorsos, perturbações e infelicidades. Um dia, sacudiu-se: jogou-se aos pés de uma imagem de Maria e lhe suplicou aos soluços: “Minha Nossa Senhora, basta! Eu não quero mais viver assim! Hoje mesmo direi tudo ao meu confessor”. E teve a graça de fazê-lo. Era hora! Teve, depois, uma vida de penitência tremenda que a ajudou potentemente a transformar-se ate o vértice das mais altas experiências místicas. Nunca duvidemos e não hesitemos em recorrer a Maria para obter a graça da Confissão. “A boa confissão é a base da perfeição”. (S. Vicente de Paulo) Da confissão se parte e se reparte para as mais altas empresas do espírito e vice- versa. A diminuição e a ausência de confissão fazem caminhar para trás através da estrada larga e cômoda que leva à perdição. (cf. Mt 7,13). Se te acusas, Deus te desculpa Parece incrível, mas são muitos os cristãos que não apreciam e fogem do Sacramento da Confissão. Só teriam a ganhar, mas ao invés, nem se dão conta disso. Tão prontos para ir ao médico pelo menor mal-estar do corpo, descuidam-se, porém, da saúde da própria alma como se fosse um pano de chão. Talvez ignorem os grandes benefícios do sacramento, ou o consideram só no seu aspecto mais penal: a acusação das próprias misérias. É necessário considerar os grandes frutos positivos que a Confissão nos dá. Na vida de S. Antônio de Pádua se conta que um dia um grande pecador foi confessar-se com o Santo, depois de ter ouvido um sermão seu. O arrependimento do pecador era tão vivo que lhe impediu de falar pelos contínuos soluços. S. Antonio então lhe disse: “Vai, filho, escreve teus pecados e depois volta”. O penitente foi, escreveu os pecados em uma página, voltou ao Santo e leu a lista das culpas. Qual não foi a surpresa, ao fim da leitura, deu-se conta que a página tinha voltado a ser branca, sem um traço de escrita. Eis o símbolo da alma que volta pura da confissão. Diz S. Agostinho: “Quando o homem descobre as suas falhas, Deus as vigia; quando as esconde, Deus as descobre; quando as reconhece, Deus as esquece.” Ainda mais eficaz é S. Francisco de Assis com esta breve frase: “Se tu te desculpas, Deus te acusa; se tu te acusas, Deus te desculpa.” Pelo resto, continua S. Agostinho: “é preferível suportar uma ligeira confusão a um só homem que ver-se coberto de vergonha junto a inumeráveis testemunhas, no dia do Juízo”. Era isto que também Pe. Pio dizia aos seus penitentes. E é assim. Os três quadros Por isto S. Carlos Borromeu, antes de confessar-se, parava para meditar sobre 3 quadros que tinha mandado pôr na sua Capelinha. O 1º representava o Inferno com os seus danados maltratados horrivelmente: isto servia para inspirar salutar temor. O 2º representava o Paraíso com os Bem-aventurados extasiados de alegria: isto lhe dava uma carga de empenho para evitar o pecado e não perder o Paraíso. O 3º representava o Calvário com Jesus crucificado e Nossa Senhora das Dores: isto lhe enchia o coração de dor vivíssima pelos sofrimentos causados a Jesus e a Maria com os pecados, convidando-o ao mais firme propósito de fidelidade e de amor. Confessar-se assim significa não só purificar-se das culpas, mas enriquecer-se e crescer cada vez mais na vida da graça. E pensar que S. Carlos Borromeu confessava-se todos os dias… Com que frequência devemos nos confessar? Uma das perguntas mais comuns feitas pelos católicos é: “Com que frequência devemos nos confessar?” Um dos mandamentos da Igreja, exige que a confissão seja feita no mínimo uma vez por ano. Esse requisito está vinculado à recepção da Santa Comunhão, como explica o Código de Direito Canônico (CDC) e o Catecismo da Igreja Católica (CIC). Cânon 989 do CDC: “Todo fiel, depois de te chegado à idade da discrição, é obrigado a confessar fielmente seus pecados graves, pelo menos uma vez por ano.” Parágrafo 2042 do CIC: “Confessar-se ao menos uma vez em cada ano assegura a preparação para a Eucaristia, mediante a recepção do sacramento da Reconciliação que continua a obra de conversão e perdão do Batismo” O Catecismo explica ainda que, para receber adequadamente a Santa Comunhão, é preciso sempre confessar pecados graves com antecedência: “O Senhor dirige-nos um convite insistente a que O recebamos no sacramento da Eucaristia: «Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós» (Jo 6, 53). Para responder a este convite, devemos preparar-nos para este momento tão grande e santo. São Paulo exorta a um exame de consciência: «Quem comer o pão ou beber do cálice do Senhor indignamente será réu do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, cada qual a si mesmo e então coma desse pão e beba deste cálice; pois quem come e bebe, sem discernir o corpo do Senhor, come e bebe a própria condenação» (1Cor 11, 27-29). Aquele que tiver consciência dum pecado grave deve receber o sacramento da Reconciliação antes de se aproximar da Comunhão” (CIC 1384,1385). O Código de Direito Canônico especifica ainda mais: “Quem está consciente de pecado grave não celebre a missa nem comungue o Corpo Senhor, sem fazer antes a confissão sacramental, a não ser que exista causa grave e não haja oportunidade para se confessar; nesse caso, porém, lembre-se que é obrigado a fazer um ato de contrição perfeita, que inclui o propósito de se confessar quanto antes.” (CDC 916) Basicamente, é necessário que você se confesse uma vez por ano, se você pretende receber a Comunhão uma vez por ano. Por outro lado, se você deseja receber a Comunhão semanal ou diariamente, precisará confessar com maior frequência, e principalmente quando estiver “consciente de um pecado grave”, nestes casos é preciso buscar a confissão imediatamente. É importante recordar que apenas um pecado grave (não confessado) é suficiente para uma pessoas receber a condenação eterna. Recomenda-se, embora não seja obrigatório, confessar também os pecados veniais; essa é frequentemente a razão pela qual os católicos vão confessar semanalmente ou mensalmente. São Pio de Pietrelcina dizia que não entendia como alguém conseguia se manter longe dos confessionários por mais de uma semana! Afinal, a Confissão é um belo sacramento da misericórdia de Deus e não deve ser encarada como uma “obrigação”, mas como uma “oportunidade” para receber o amor de Deus. Isso nos dá a capacidade de reparar nosso relacionamento com Deus e com a Igreja, abrindo-nos para uma chuva da graça de Deus. Confessar-se todas as semanas Se cada confissão é um tesouro de graça porque lava a minha alma no Sangue de Jesus, purificando-a “das obras de morte” (Hb 9,14) é claro que precisamos aproveitar com grande interesse e frequência! De quando em quando confessar-se? A norma áurea da vida cristã é a Confissão semanal. Muitos santos, é verdade, confessavam-se mais vezes por semana, e até todo os dias: S. Tomás de Aquino, S. Vicente Ferrer, S. Francisco de Sales, S. Pio X… Mas se nós não somos capazes de tanto, não devemos porém, fazer passar a semana sem nos lavar santamente no Sangue de Jesus. Como era pontual à Confissão ao menos semanal, para S. Maximiliano Maria Kolbe. Proponhamo-nos seriamente nós também esta norma, respeitando-a fielmente: cada confissão é uma Graça de Maria, Mãe de Misericórdia. E se Ela em Lourdes e em Fátima recomendou tanto a Penitência, lembremo-nos que a maior e mais salutar penitência é aquela sacramental: a Confissão frequente. Sobretudo, porém, devemos confessar-nos o mais depressa quando cometermos pecado mortal. Não nos contentemos do Ato de Dor e nunca fazer a Comunhão sem nos termos confessado, porque faríamos só um sacrilégio horrendo: “se recebe a própria condenação”, grita S. Paulo (I Cor 11,29). E seria mesmo uma loucura fazer um sacrilégio tendo à disposição o Sacramento da Misericórdia. Maria nunca o permita. Devemos confessar porque amamos a Deus, não porque “precisamos”, embora os requisitos existam para nos conduzir pelo caminho da vida eterna. Para fazer uma boa confissão é preciso seguir 5 passos: a) Exame de Consciência bem feito b) Arrependimento sincero dos pecados cometidos c) Propósito de nunca mais pecar d) Confissão individual com o sacerdote e) Satisfação (isto é, execução da penitência) Para aqueles que desejarem se aprofundar mais e queiram aprender sobre os pecados graves mais frequentes… recomendamos o curso gratuito sobre os 10 mandamentos da lei de Deus. Vale muito a pena! Dentro do curso também tem um ótimo exame de consciência que nos ajuda a tomar consciência de muitas atitudes que ofendem a Deus gravemente, mas que muitas vezes achamos que são coisas normais: Clique aqui para acessar o curso gratuito sobre os 10 mandamentos; Clique aqui e tenha acesso a um roteiro de exame de consciência para ajudar a fazer uma boa confissão; #confissão #SacramentodaConfissão
- O RETORNO DOS GNÓSTICOS
Comecemos por precisar o termo. Já vi pessoas esclarecidas que consideram gnóstico um conceito unívoco quando, de fato, é equívoco, e a confusão traz sérios problemas, como inimizades e preconceitos. Como sabemos, gnóstico significa “aquele que conhece” ou “conhecedor” e, em uma primeira acepção, tem um significado profundamente cristão. O catecismo nos manda “conhecer, amar e servir a Deus”; isto é, que sejamos “conhecedores” ou gnósticos. E o Novo Testamento está cheio de mandatos sobre a necessidade de “conhecer” a Deus: “Esta é a vida eterna: que te conheçam a Ti, único Deus verdadeiro” (João 17, 3); recebam “um Espírito de sabedoria que vos revele o conhecimento dele” (Efésios 1,17-18); “Graça e paz em abundância para Vós, através do conhecimento de Deus…” (2 Pedro 1, 2), e assim poderíamos continuar com muitas mais citações. Obviamente, o conhecimento referido não é uma coleção de conhecimentos teóricos. Conhecer a Deus e a Cristo significa viver sob a convicção de sua presença, uma presença que é invisível aos olhos do corpo, mas que transforma a alma, tornando-nos semelhantes a Ele. Em suma, o conhecedor ou o gnóstico é a pessoa progredida na vida espiritual. Os Padres do Deserto chamavam de gnóstico o mestre espiritual, aquele que podia ensinar aos outros os caminhos da santidade. E nesse sentido, com toda a propriedade, poderíamos chamar de gnósticos, ou conhecedores de Deus, grandes mestres como Santa Teresa, São João da Cruz ou Santa Teresinha, para citar apenas alguns. É verdade, no entanto, que a palavra é usada com mais frequência em um sentido completamente diferente: o gnóstico designa o membro de uma grande e difundida religião da antiguidade tardia, extremamente perigosa, e cujas águas residuais, camufladas de várias maneiras, ainda nos atingem hoje em dia: o gnosticismo. Parasita do cristianismo, ele mereceu a refutação e rejeição de grandes Padres e Doutores, como Santo Irineu com Adversus haereses (Contra heresias). Uma das ideias subjacentes a essa heresia é a de um conhecimento que é propriedade de alguns poucos, e, por causa disto, se colocam em um estágio superior em relação aos outros homens que permanecem em uma relativa ignorância, incapazes de alcançar os cumes desses segredos transmitidos apenas ao grupo de iniciados e eleitos. Muito poderia ser dito sobre a doutrina do gnosticismo, intrincada e cheia de mitos insustentáveis. E, embora tenha desaparecido como igreja identificável, sua presença permanece de várias maneiras, como, por exemplo, na maçonaria, que consiste em um grupo de homens iniciados, conhecedores de certos rituais e segredos, com a missão de governar aqueles que não têm acesso a esse conhecimento. Em nossos dias, a presença de gnósticos renovados pode ser encontrada em todas as áreas. O modernismo era, em muitos aspectos, uma heresia gnóstica: aqueles que o apoiavam eram um grupo de acadêmicos iluminados que haviam descoberto, por exemplo, a verdade histórica dos Evangelhos, deixando a verdade “mítica” da fé para os não iniciados. O modernismo não ocorreu entre os fiéis — tomando esse termo no sentido que lhe dava o Cardeal Newman, isto é, abrangendo os leigos e o baixo clero — mas em uma elite de estudiosos. E essa característica, com várias nuances, continuou a dar-se entre os progressistas posteriores. Todos nos lembramos como, em 2014, o cardeal Kasper sugeriu que a Igreja não deveria ouvir os fiéis africanos, pois eles ainda são cheios de tabus, entre os quais o da homossexualidade. O conhecimento maduro e válido é encontrado em um grupo de católicos eleitos e ilustrados, geralmente da raça germânica. Outro exemplo (embora tenhamos de diminuir, significativamente, a qualidade do personagem) deu-o o porta-voz do bispado de San Rafael (Argentina), padre José Antonio Álvarez, ao dizer à imprensa que “não há diferença entre dar a comunhão na boca ou na mão. Existem apenas motivações simbólicas”. Tudo acaba sendo um símbolo que é corretamente interpretado por ele e por um grupo de esclarecidos; aqueles que não consideram a comunhão um símbolo qualquer, mas uma questão com uma entidade e importância superior, são reduzidos à categoria de primitivos ignorantes, que não alcançaram o conhecimento dos sábios e merecem, inclusive, ser entregues às autoridades civis (literaliter). A pandemia, por outro lado, fez com que o mundo inteiro fosse governado por um grupo de gnósticos que assessoram, sob o rótulo de epidemiologistas, todos os governos da terra. Já falamos neste blog sobre os cientistas esclarecidos do Imperial College e o gênio do Vale do Silício que previram, para este ano, dez milhões de mortes. Como novos alquimistas, manejam fórmulas matemáticas e misteriosas equações, das quais brotam esses números intimidadores e mentirosos, que decidem a vida e a liberdade de milhões de pessoas. Como já foi dito, a crise do coronavírus mostrou como é fácil cair nas mãos das elites científicas hegemônicas. Em sua coluna desta semana, em La Nación, Mario Vargas Llosa nos ensina por que Trump deve ser derrotado na próxima eleição: “Por sua ignorância e arbitrariedade, Trump conseguiu fazer seu país se distanciar de seus aliados tradicionais e se aproximar de seus inimigos, sem nem mesmo perceber que estava fazendo isto.” Trump, pelo visto, não é do grupo dos gnósticos, nem Putin, nem Duda, nem Orban. São ignorantes; nada sabem e, portanto, devem ser afastados do governo, que deve pertencer exclusivamente ao grupo dos iluminados que levarão o mundo a um bom destino. E, para finalizar, na última terça-feira Bari Weiss, editora do New York Times, renunciou ao cargo e publicou uma longa carta com suas razões. Este jornal é provavelmente o mais influente do mundo e notável por sua linha progressista. Weiss, por sua vez, não é uma carmelita descalça… No entanto, como ela mesma explica, acabou sendo impossível para ela aceitar o clima de censura e, sobretudo, de autocensura que se vive na redação desse jornal, a respeito de qualquer opinião que possa contradizer a ditadura do progressismo. Afirma ela: “Um novo consenso surgiu na imprensa, especialmente neste jornal: a verdade não é um processo de descoberta coletiva, mas uma ortodoxia já conhecida por alguns poucos iluminados, cujo trabalho é informá-la a todos os demais”. O que essa fonte inquestionável explica é que a informação e a formação de opinião em todo o mundo — excluindo, por enquanto, as redes sociais — decorre das decisões de um pequeno grupo de clarividentes — os gnósticos — que são os que estabelecem o que é verdadeiro e o que é real. O problema é que não temos um novo Santo Irineu para combater esse neognosticismo; mas, mesmo se o tivéssemos, temo que não seria suficiente escrever um tratado teológico. Creio que está chegando a hora de recorrer a armas mais contundentes. Não penso, obviamente, em lanças ou munições. Refiro-me, simplesmente, a procurar sair do alcance do radar gnóstico. Acho que é a única coisa que podemos fazer neste momento. http://caminante-wanderer.blogspot.com/2020/07/el-retorno-de-los-gnosticos.html
- Vídeo mostra Eucaristia sendo entregue em envelopes em comunidade católica
Uma igreja de Minnesota, nos EUA, foi repreendida por embalar a Sagrada Comunhão e distribuir em pacotes para consumo individual. Um vídeo recente mostra paroquianos pegando a Eucaristia em sacos de viagem após a missa na Comunidade Católica Pax Christi, na Arquidiocese de Saint Paul e Minneapolis. A arquidiocese, sob a direção do Arcebispo Bernard Hebda, solicitou aos responsáveis que se encerre a prática imediatamente. O vídeo foi produzido pela paróquia Pax Christi em Eden Prairie, Minneapolis, e foi destaque na semana passada, assista: https://www.youtube.com/watch?v=XqCI07sqIKY A paróquia já removeu o vídeo e Zuhlsdorf relata que um padre da arquidiocese o informou de que “essa farsa sacrílega foi encerrada”. Mas o vídeo ainda está disponível para visualização on-line, pois o site católico Complicit Clergy fez uma cópia que inclui detalhes de contato dos católicos interessados para entrar em contato com o arcebispo de São Paulo e Minneapolis, Bernard A. Hebda. Os bispos dos EUA em maio se opuseram fortemente à Comunhão em pacotes. A USCCB (Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos) declarou: “A distribuição da Eucaristia em outro vaso ou recipiente (uma sacola plástica, copo de papel ou uma pira de metal) não é permitida”. Algumas igrejas afirmam que estes abusos sacrílegos são necessárias para impedir a propagação do vírus chinês, mas as diretrizes da USCCB dizem o contrário. “Do ponto de vista da saúde pública, pode até aumentar o risco: as orientações do CDC sugerem que o vírus não é facilmente transmitido pelos alimentos, enquanto a passagem de outros recipientes de pessoa para pessoa envolve mais contato com as superfícies”. Enquanto muitas dioceses católicas em todo o mundo tentam proibir a Comunhão na língua em resposta à crise do coronavírus, este vídeo é outro exemplo de algumas paróquias adotando novos meios de comunhão leigos que se autoadministram. Em abril, várias igrejas católicas na Suíça começaram a oferecer hostes consagrados pré-embalados para que os fiéis levassem e consumissem em casa em meio à proibição de missas públicas. As hostes consagradas, que, como os católicos acreditam, são o corpo, sangue, alma e divindade de Jesus Cristo, foram colocadas em pequenos recipientes que parecem uma caixa de fósforos e são feitos de papel. O site oficial de notícias da Conferência Episcopal Suíça informou sobre a prática de uma maneira favorável, sem fazer perguntas sobre sua adequação. Em ambos os casos, os fiéis interessados apontaram o grave risco de partículas do Santíssimo Sacramento permanecerem em pacotes que são projetados para serem jogados fora casualmente e de tais paróquias serem alvo daqueles que desejam profanar deliberadamente a Eucaristia. Chefe da liturgia do Vaticano, CDL. Robert Sarah também denunciou a Comunhão em sacos, referindo-se aos que fazem isso como não acreditando na Presença Real. “Deus merece respeito; você não pode colocá-lo em uma sacola. Não sei quem pensou nesse absurdo”, Cardeal Sarah Embora a recepção reverente da Sagrada Comunhão seja parte integrante da Fé, os católicos fervorosos esperam que os bispos continuem permitindo que eles recebam Cristo dignamente. Traduzido de Church Militant e LifeSiteNews #sacrilégio
- Vídeo mostra Eucaristia sendo entregue em envelopes em comunidade católica
Uma igreja de Minnesota, nos EUA, foi repreendida por embalar a Sagrada Comunhão e distribuir em pacotes para consumo individual. Um vídeo recente mostra paroquianos pegando a Eucaristia em sacos de viagem após a missa na Comunidade Católica Pax Christi, na Arquidiocese de Saint Paul e Minneapolis. A arquidiocese, sob a direção do Arcebispo Bernard Hebda, solicitou aos responsáveis que se encerre a prática imediatamente. O vídeo foi produzido pela paróquia Pax Christi em Eden Prairie, Minneapolis, e foi destaque na semana passada, assista: https://www.youtube.com/watch?v=XqCI07sqIKY A paróquia já removeu o vídeo e Zuhlsdorf relata que um padre da arquidiocese o informou de que “essa farsa sacrílega foi encerrada”. Mas o vídeo ainda está disponível para visualização on-line, pois o site católico Complicit Clergy fez uma cópia que inclui detalhes de contato dos católicos interessados para entrar em contato com o arcebispo de São Paulo e Minneapolis, Bernard A. Hebda. Os bispos dos EUA em maio se opuseram fortemente à Comunhão em pacotes. A USCCB (Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos) declarou: “A distribuição da Eucaristia em outro vaso ou recipiente (uma sacola plástica, copo de papel ou uma pira de metal) não é permitida”. Algumas igrejas afirmam que estes abusos sacrílegos são necessárias para impedir a propagação do vírus chinês, mas as diretrizes da USCCB dizem o contrário. “Do ponto de vista da saúde pública, pode até aumentar o risco: as orientações do CDC sugerem que o vírus não é facilmente transmitido pelos alimentos, enquanto a passagem de outros recipientes de pessoa para pessoa envolve mais contato com as superfícies”. Enquanto muitas dioceses católicas em todo o mundo tentam proibir a Comunhão na língua em resposta à crise do coronavírus, este vídeo é outro exemplo de algumas paróquias adotando novos meios de comunhão leigos que se autoadministram. Em abril, várias igrejas católicas na Suíça começaram a oferecer hostes consagrados pré-embalados para que os fiéis levassem e consumissem em casa em meio à proibição de missas públicas. As hostes consagradas, que, como os católicos acreditam, são o corpo, sangue, alma e divindade de Jesus Cristo, foram colocadas em pequenos recipientes que parecem uma caixa de fósforos e são feitos de papel. O site oficial de notícias da Conferência Episcopal Suíça informou sobre a prática de uma maneira favorável, sem fazer perguntas sobre sua adequação. Em ambos os casos, os fiéis interessados apontaram o grave risco de partículas do Santíssimo Sacramento permanecerem em pacotes que são projetados para serem jogados fora casualmente e de tais paróquias serem alvo daqueles que desejam profanar deliberadamente a Eucaristia. Chefe da liturgia do Vaticano, CDL. Robert Sarah também denunciou a Comunhão em sacos, referindo-se aos que fazem isso como não acreditando na Presença Real. “Deus merece respeito; você não pode colocá-lo em uma sacola. Não sei quem pensou nesse absurdo”, Cardeal Sarah Embora a recepção reverente da Sagrada Comunhão seja parte integrante da Fé, os católicos fervorosos esperam que os bispos continuem permitindo que eles recebam Cristo dignamente. Traduzido de Church Militant e LifeSiteNews #sacrilégio
- A ditadura chinesa força cristãos a renunciarem a Fé e venerarem líderes do Partido Comunista
Retirada de imagens de Cristo para colocar Mao Tsé-Tung. Ameaças para assistir a celebrações religiosas. Obrigação de agradecer ao Partido Comunista em vez de a Deus. Esse é o dia a dia com o qual os cristãos se encontram na China, o país que, segundo o Bispo Sánchez Sorondo, é o que melhor segue a doutrina social da Igreja. Traduzido de Bitter Winter / InfoCatólica O surto de coronavírus afetou significativamente a economia da China e a subsistência da população, principalmente famílias de baixa renda. Sem muito auxílio estatal no meio da pandemia, os cidadãos religiosos também são forçados a renunciar à sua fé, caso contrário, o auxílio estatal de bem-estar é cancelado. Em abril, o governo de uma vila administrada por Linfen, uma cidade na província de Shanxi, no norte, convocou oficiais de todas as aldeias sob sua jurisdição para uma reunião. Os participantes foram ordenados a remover cruzes e símbolos religiosos e imagens dos lares de pessoas de fé que recebiam benefícios sociais e substituí-los por retratos dos presidentes Mao e Xi Jinping . Os funcionários foram instruídos a cancelar os subsídios daqueles que protestavam contra a ordem. Um membro de uma Igreja das Três Autônomas ( ndr: protestante ), localizado em uma das aldeias, disse ao Bitter Winter que as autoridades locais removeram todos os dípticos religiosos e um calendário contendo uma imagem de Jesus de sua casa e em suas casas. em vez disso, eles colocaram um retrato de Mao . “Os lares religiosos empobrecidos não podem receber dinheiro do Estado por nada; eles devem obedecer ao Partido Comunista em gratidão pelo dinheiro que recebem”, lembrou o crente como o funcionário o repreendeu. Um pregador de uma igreja doméstica recebeu uma visita de autoridades locais em maio. Eles removeram uma cruz e imagens de Jesus de sua casa e, em seu lugar, colocaram um retrato de Mao. “Todas as famílias de baixa renda da vila foram instruídas a postar imagens de Mao”, disse o pregador com raiva.” O governo está tentando eliminar nossas crenças e quer se tornar Deus e substituir Jesus .” A política está sendo implementada em outros locais na China. Em abril, o governo da cidade de Xinyu, no sudeste da província de Jiangxi, retirou um cristão deficiente com sua mesada mínima de subsistência e uma mesada mensal de incapacidade de 100 yuanes (cerca de US $ 14). “As autoridades me disseram que se eu e meu marido continuássemos a assistir aos cultos, seríamos tratados como elementos contrários ao Partido“, lamentou a esposa do homem. Um membro da Igreja das Três Autônomas do condado de Jiangxi Poyang, na casa dos 80 anos, foi removido da lista de presenças do governo por dizer “graças a Deus” depois de receber seu subsídio mensal de 200 yuanes (cerca de US $ 28) em meados de janeiro. “Em vez disso, eles esperavam que eu elogiasse a bondade do Partido Comunista”, disse o crente. Em meados de maio, um oficial de uma vila administrada pela cidade de Heze, na província oriental de Shandong, invadiu a casa de um cristão local e colocou retratos de Mao Zedong e Xi Jinping . ” Estes são os deuses mais importantes. Se você quer adorar alguém, é verdade “, o crente lembrou o que o oficial disse ao colocar os retratos na parede. Uma cristã da cidade de Weihui, na província central de Henan, cuida e apoia seus dois filhos sozinha depois que o marido morreu inesperadamente há mais de dez anos. Começou a receber um subsídio mínimo de subsistência do estado em 2016 . No início de abril, uma autoridade da vila ordenou que a mulher assinasse uma declaração de que ela deveria renunciar à sua fé e destruir todos os símbolos cristãos existentes em sua casa. Como ele se recusou a fazê-lo, seu subsídio foi cancelado . Uma mulher da cidade de Henan, Shangqiu, na casa dos 70 anos, teve seu subsídio mínimo de estadia cancelado em 14 de abril, porque oficiais do governo encontraram a imagem de uma cruz na porta da frente. “Eles o removeram imediatamente”, lembrou o velho cristão. “Depois disso, tanto meu subsídio mínimo quanto meu subsídio para alívio da pobreza foram cancelados. Estou sendo levado a um beco sem saída . Eu tenho diabetes e preciso tomar injeções regulares ». “Essa pequena quantia de dinheiro que ele recebeu do governo era o seu pão diário”, disse um vizinho. “Mas foi cancelada devido à imagem de uma cruz, causando grandes danos a esta mulher”. O Vaticano e o Comunismo Chinês O Vaticano assinou um acordo com este regime. E desse regime, Dom Marcelo Sánchez Sorondo, Chanceler da Pontifícia Academia das Ciências e da Pontifícia Academia das Ciências Sociais, disse que foi ele quem melhor seguiu a doutrina social da Igreja. Assista esta análise sobre o acordo do Vaticano e a Ditadura Comunista Chinesa: #China #Comunismo
- A ditadura chinesa força cristãos a renunciarem a Fé e venerarem líderes do Partido Comunista
Retirada de imagens de Cristo para colocar Mao Tsé-Tung. Ameaças para assistir a celebrações religiosas. Obrigação de agradecer ao Partido Comunista em vez de a Deus. Esse é o dia a dia com o qual os cristãos se encontram na China, o país que, segundo o Bispo Sánchez Sorondo, é o que melhor segue a doutrina social da Igreja. Traduzido de Bitter Winter / InfoCatólica O surto de coronavírus afetou significativamente a economia da China e a subsistência da população, principalmente famílias de baixa renda. Sem muito auxílio estatal no meio da pandemia, os cidadãos religiosos também são forçados a renunciar à sua fé, caso contrário, o auxílio estatal de bem-estar é cancelado. Em abril, o governo de uma vila administrada por Linfen, uma cidade na província de Shanxi, no norte, convocou oficiais de todas as aldeias sob sua jurisdição para uma reunião. Os participantes foram ordenados a remover cruzes e símbolos religiosos e imagens dos lares de pessoas de fé que recebiam benefícios sociais e substituí-los por retratos dos presidentes Mao e Xi Jinping . Os funcionários foram instruídos a cancelar os subsídios daqueles que protestavam contra a ordem. Um membro de uma Igreja das Três Autônomas ( ndr: protestante ), localizado em uma das aldeias, disse ao Bitter Winter que as autoridades locais removeram todos os dípticos religiosos e um calendário contendo uma imagem de Jesus de sua casa e em suas casas. em vez disso, eles colocaram um retrato de Mao . “Os lares religiosos empobrecidos não podem receber dinheiro do Estado por nada; eles devem obedecer ao Partido Comunista em gratidão pelo dinheiro que recebem”, lembrou o crente como o funcionário o repreendeu. Um pregador de uma igreja doméstica recebeu uma visita de autoridades locais em maio. Eles removeram uma cruz e imagens de Jesus de sua casa e, em seu lugar, colocaram um retrato de Mao. “Todas as famílias de baixa renda da vila foram instruídas a postar imagens de Mao”, disse o pregador com raiva.” O governo está tentando eliminar nossas crenças e quer se tornar Deus e substituir Jesus .” A política está sendo implementada em outros locais na China. Em abril, o governo da cidade de Xinyu, no sudeste da província de Jiangxi, retirou um cristão deficiente com sua mesada mínima de subsistência e uma mesada mensal de incapacidade de 100 yuanes (cerca de US $ 14). “As autoridades me disseram que se eu e meu marido continuássemos a assistir aos cultos, seríamos tratados como elementos contrários ao Partido“, lamentou a esposa do homem. Um membro da Igreja das Três Autônomas do condado de Jiangxi Poyang, na casa dos 80 anos, foi removido da lista de presenças do governo por dizer “graças a Deus” depois de receber seu subsídio mensal de 200 yuanes (cerca de US $ 28) em meados de janeiro. “Em vez disso, eles esperavam que eu elogiasse a bondade do Partido Comunista”, disse o crente. Em meados de maio, um oficial de uma vila administrada pela cidade de Heze, na província oriental de Shandong, invadiu a casa de um cristão local e colocou retratos de Mao Zedong e Xi Jinping . ” Estes são os deuses mais importantes. Se você quer adorar alguém, é verdade “, o crente lembrou o que o oficial disse ao colocar os retratos na parede. Uma cristã da cidade de Weihui, na província central de Henan, cuida e apoia seus dois filhos sozinha depois que o marido morreu inesperadamente há mais de dez anos. Começou a receber um subsídio mínimo de subsistência do estado em 2016 . No início de abril, uma autoridade da vila ordenou que a mulher assinasse uma declaração de que ela deveria renunciar à sua fé e destruir todos os símbolos cristãos existentes em sua casa. Como ele se recusou a fazê-lo, seu subsídio foi cancelado . Uma mulher da cidade de Henan, Shangqiu, na casa dos 70 anos, teve seu subsídio mínimo de estadia cancelado em 14 de abril, porque oficiais do governo encontraram a imagem de uma cruz na porta da frente. “Eles o removeram imediatamente”, lembrou o velho cristão. “Depois disso, tanto meu subsídio mínimo quanto meu subsídio para alívio da pobreza foram cancelados. Estou sendo levado a um beco sem saída . Eu tenho diabetes e preciso tomar injeções regulares ». “Essa pequena quantia de dinheiro que ele recebeu do governo era o seu pão diário”, disse um vizinho. “Mas foi cancelada devido à imagem de uma cruz, causando grandes danos a esta mulher”. O Vaticano e o Comunismo Chinês O Vaticano assinou um acordo com este regime. E desse regime, Dom Marcelo Sánchez Sorondo, Chanceler da Pontifícia Academia das Ciências e da Pontifícia Academia das Ciências Sociais, disse que foi ele quem melhor seguiu a doutrina social da Igreja. Assista esta análise sobre o acordo do Vaticano e a Ditadura Comunista Chinesa: #China #Comunismo
- A DIVISÃO ESQUERDA-DIREITA É INSUPERÁVEL – Jean-Louis Harouel
JEAN-LOUIS HAROUEL [Jean-Louis Harouel é professor de Direito na Universidade de Paris II. Também crítico de arte e da cultura, publicou em 2017 o livro Droite-gauche: ce n’est pas fini (Ainda existe direita e esquerda)]. A divisão direita-esquerda não está superada, pelo simples fato de que não é superável. O antagonismo entre esquerda e direita é inevitável, pois é resultado do antagonismo de suas respectivas raízes. De fato, as raízes mentais da esquerda se referem às grandes heresias falsificadoras do cristianismo, em particular a gnose e o milenarismo: a gnose com seu orgulhoso projeto do homem que quer ser Deus, o milenarismo com sua promessa, aqui para a terra, de um paraíso igualitário produzido pela revolução. Duas heresias que, quando se secularizaram, deram origem ao dogma progressista, com suas duas utopias constitutivas: a “utopia social”, igualitária e coletivista; a “utopia societal”, baseada no processo individualista da afirmação absoluta de si mesmo. A isto se opõem as raízes mentais da direita: nos países forjados por um milênio e meio de cristandade, é o próprio cristianismo que está na origem das atitudes da direita. Com a consequência de que a direita pode ser definida como uma anti-utopia, a exemplo do próprio cristianismo. Em relação à esquerda, o principal obstáculo à sua unificação vem do fato de que existem duas esquerdas, respectivamente originárias do milenarismo e da gnose: a “esquerda social” (coletivista) e a “esquerda societal” (individualista), obedientes a utopias que podem se justapor ocasionalmente, mas cada uma com sua própria lógica. Dominante no século passado, a utopia da “esquerda social” promete a construção de sociedades perfeitamente igualitárias por meio da coletivização dos meios de produção, a supressão da propriedade privada. Essa ideologia foi plenamente realizada nos regimes comunistas, mas também inspirou, nos países da Europa Ocidental, um socialismo que assumiu a forma atenuada da social-democracia. Mais recente, no entanto, é a “utopia societal”, que almeja alcançar a igualdade combatendo ferozmente o que chama de “discriminações”, dando livre curso a toda a gama de reivindicações e caprichos individuais. Hoje, grande parte da esquerda renunciou à “revolução social” e a substituiu pela “revolução societal”. Atualmente, a esquerda parece ter encontrado sua marca registrada no reconhecimento das mais variadas opções sexuais, na apologia do aborto, na legalização das drogas, na sacralização da imigração ilegal, na recusa de fronteiras, no culto à minorias etc. Tudo isso é parte integrante de um liberalismo progressista no qual os últimos defensores da “utopia social” não se podem mais reconhecer. O liberalismo de direita também é um problema, mas não insolúvel. De fato, existe um liberalismo de direita, preocupado com as questões da cidade, da nação, da família, que preserva os valores do Decálogo, insistindo na responsabilidade do indivíduo pelas consequências de suas ações. Um dos grandes representantes do liberalismo de direita foi Wilhelm Röpke que, ao afirmar “a superioridade fundamental da ordem espontânea sobre a ordem dirigida”, desenvolveu um pensamento caracterizado por um conservadorismo ético-religioso. Esse membro fundador da Sociedade Mont Pèlerin, que ele presidiu em 1961-1962, pretendia restabelecer o liberalismo retornando aos valores morais tradicionais. Na França, Macron finge ser as duas coisas ao mesmo tempo. Mas, na realidade, representa o liberalismo progressista triunfante, que hoje é a face principal da esquerda (e que, embora a longo prazo acabe condenando as sociedades ocidentais à autodestruição, vai muito bem a curto prazo com seus interesses comerciais). Esta é a ideologia daquela parte da classe burguesa que foi conquistada pelo progressismo “societal”, pelo dogma imigracionista, pela ideia da obsolescência das soberanias nacionais, e que por isso pertence, conscientemente ou não, à esquerda. Encontrando-se em sintonia com uma mídia quase inteiramente de esquerda, cujos jornalistas são recrutados de suas fileiras, essa burguesia progressista se considera a elite iluminada que controla, do alto de sua superioridade, tanto o espírito rude e inculto das classes populares, como o conservadorismo da burguesia tradicional. Sendo, sob muitos aspectos, reflexo e porta-voz dessa burguesia progressista, Emmanuel Macron é um presidente de esquerda: da esquerda “societal”, que pouco se importa com o “social”. https://amp.lefigaro.fr/vox/politique/jean-louis-harouel-le-clivage-droite-gauche-n-a-jamais-disparu-20200720?__twitter_impression=true
- O cantor e apresentador católico Dunga é diagnosticado com Covid-19
O cantor e apresentador Dunga testou positivo para a Covid-19. O anúncio foi feito por ele em suas redes sociais. Ele afirmou: “Vou parar um pouco minhas atividades pois meu exame para Covid deu positivo, mas graças a Deus estou muito bem!!!” “Eu ACREDITO que com a mão de Deus e a obediência aos médicos em poucos dias estarei de volta!” Mesmo de repouso, Dunga continua fazendo lives matinais em seu instagram. Confira o post original: Ver essa foto no Instagram Vou parar um pouco minhas atividades pois meu exame para Covid deu positivo, mas graças a Deus estou muito bem!!! Eu ACREDITO que com a mão de Deus e a obediência aos médicos em poucos dias estarei de volta! A LIVE das 07:00 da manhã está mantida! Uma publicação compartilhada por DUNGA (@dungaphn) em 18 de Jul, 2020 às 5:58 PDT Via ChurchPop
- O cantor e apresentador católico Dunga é diagnosticado com Covid-19
O cantor e apresentador Dunga testou positivo para a Covid-19. O anúncio foi feito por ele em suas redes sociais. Ele afirmou: “Vou parar um pouco minhas atividades pois meu exame para Covid deu positivo, mas graças a Deus estou muito bem!!!” “Eu ACREDITO que com a mão de Deus e a obediência aos médicos em poucos dias estarei de volta!” Mesmo de repouso, Dunga continua fazendo lives matinais em seu instagram. Confira o post original: Ver essa foto no Instagram Vou parar um pouco minhas atividades pois meu exame para Covid deu positivo, mas graças a Deus estou muito bem!!! Eu ACREDITO que com a mão de Deus e a obediência aos médicos em poucos dias estarei de volta! A LIVE das 07:00 da manhã está mantida! Uma publicação compartilhada por DUNGA (@dungaphn) em 18 de Jul, 2020 às 5:58 PDT Via ChurchPop
- No dia de sua nomeação, Dom Henrique foi assaltado e espancado, mas Deus tinha uma missão para ele!
No mesmo dia em que Dom Henrique Soares recebeu de Roma o comunicado de que se tornaria Bispo,foi assaltado e espancado por ladrões. O inimigo queria tirar-lhe a vida,mas Deus tinha uma missão para ele. Relembre este testemunho do incrível livramento do Senhor na vida de Dom Henrique Soares Sem palavras! Uma experiência incrível do poder e amor de Deus! Por Dom Henrique Soares Meu caro Amigo, Há exatamente oito anos, 20 de março de 2009, eu vivia momentos de intensa emoção: experimentei, naquele dia para mim inesquecível, a mão de Deus, que nos guia de modo realmente incompreensível… Pela manhã tinha viajado a Salvador, pois o Senhor Núncio Apostólico desejava falar-me. O assunto era uma reviravolta na minha vida: o Papa convidava-me a aceitar ser consagrado Bispo Auxiliar de Aracaju. Onde Deus desejava levar-me? O que desejava de mim? Disse “sim” ao Núncio! Não, ao Núncio não: ao Papa através do Núncio! Não, ao Papa não: a Cristo através do Papa! Disse “sim” sem pensar – não se pensa quando o Senhor chama; não se calcula! Simplesmente diz-se “sim”! Foi o que procurei fazer em toda a minha vida, apesar de tantas e tantas infidelidades e covardias… Deus as conhece; você não, caro Amigo! Mas, disse “sim”. E voltei para Maceió, pois era sexta-feira da Quaresma e eu tinha via-sacra às 16 horas na minha Igreja do Livramento (inesquecível e saudoso Livramento!) e, depois, uma missa no Povoado Poxim, em Coruripe, na Diocese de Penedo… Apressado, sem almoço, fiz a via-sacra e fui para o Poxim. No retorno, pelas 21 – 21:30h, o inesperado, o absurdo, o desígnio de Deus que eu não sei e Ele sabe; não compreendo e Ele vê com clareza: um daqueles automóveis utilitários me trancou; quatro homens de revólveres em punho. Fugi. Perseguiram-me. Atiraram no meu carro; seis balas o perfuraram e esvaziaram os dois pneus dianteiros. Trancaram-me novamente. Tiraram-me do automóvel, espancaram-me gravemente, recolocaram-me no automóvel, levaram-me para o meio do mato. Eu sangrava muito. Disseram-me que me matariam: aqueles seriam meus últimos momentos… Eu me perguntava todo o tempo qual o sentido daquilo tudo: naquele dia recebera a notícia da nova missão que o Senhor me confiara. Naquele mesmo dia o Senhor permitiria que me tirassem a vida… Disse-lhes que não me matassem, pois tinha ainda uma missão a cumprir. Estava – como sempre estou – de batina, a veste do sacerdote, a veste do bispo, a veste que deve significar que somos de Deus, somos consagrados, que algo em nós rompeu-se na relação com o mundo, de modo que vivemos no mundo, plenamente, mas somos homens de Deus, testemunhas do Absoluto, mensageiros do Infinito. Não sei se tiveram medo ou respeito por um homem de Deus… Não me mataram. Deixaram-me no carro, sangrando, ferido… com o coroinha que me acompanhava e ao qual não fizeram mal algum (Sim: meus queridos coroinhas! Tive mais de quarenta: sempre procurei fazer deles verdadeiros homens e cristãos! Sempre os amei e os amo ainda agora como a filhos no Senhor. Desses, três já são padres e um está a caminho do sacerdócio…) Quando os bandidos foram embora, fui, com meu coroinha, para a estrada e consegui carona até a polícia. Tudo isto há oito anos! Estou vivo, sou Bispo e continuo minha vida, viajando tantas vezes à noite, por estradas tão desertas, cumprindo a missão que o Senhor me confiou… Sempre que vou por esses caminhos escuros, recordo do que me aconteceu… Recordo que pode acontecer novamente… Um padre amigo, como um irmão para mim, disse-me: O Senhor hoje poupou sua vida. Hoje você deveria morrer! Ele o deixou com vida porque, a partir de agora, é como se você já fosse morto: não deve se poupar, não deve se guardar para você: deve entregar-se por Ele, dar-se a Ele, estar disposto a tudo perder por Ele… É verdade! Estou nas mãos Dele! Seja Ele minha vida, seja Ele minha força, seja Ele a alegria dos meus dias e o sentido da minha existência! Dele vim, Nele vivo, para Ele vou! Seja bendito o Seu Nome em mim, quer na vida quer na morte! E que Ele nunca permita que Dele eu me separe! – Hoje, como há oito anos, in manus Tuas, Domine (nas Tuas mãos, Senhor) Notícia de 21 março de 2009, no portal G1: O padre Henrique Soares, da Igreja do Livramento, no Centro de Maceió, foi assaltado e espancado na noite desta sexta-feira (20), durante um assalto na rodovia AL-101, em Coruripe (AL). Segundo o advogado Adriano Soares, irmão da vítima, o padre retornava de uma missa em Coruripe, quando o veículo que dirigia foi perseguido por quatro homens armados, que ocupavam uma picape. O grupo tentou interceptar o carro do padre, que acelerou inicialmente, mas parou o veículo assim que ouviu tiros. Os criminosos teriam se irritado com a tentativa de fuga e começaram a agredir o religioso. Os assaltantes levaram R$ 100 em dinheiro, o carro, o relógio e o aparelho celular do padre. Ele foi levado para Santa Casa de Maceió, onde foi medicado e passa bem. As polícias Civil e Militar tentam localizar o grupo, mas ainda não têm pistas sobre o paradeiro dos assaltantes. O arcebispo metropolitano de Maceió, dom Antônio Muniz, lamentou a violência praticada contra o padre. “Graças a Deus ele está bem, já conversamos agora pela manhã e pude perceber que ele se recuperou do susto. Entretanto, o que aconteceu é um reflexo da insegurança que toma conta das nossas estradas”, disse. #DomHenriqueSoares
- No dia de sua nomeação, Dom Henrique foi assaltado e espancado, mas Deus tinha uma missão para ele!
No mesmo dia em que Dom Henrique Soares recebeu de Roma o comunicado de que se tornaria Bispo,foi assaltado e espancado por ladrões. O inimigo queria tirar-lhe a vida,mas Deus tinha uma missão para ele. Relembre este testemunho do incrível livramento do Senhor na vida de Dom Henrique Soares Sem palavras! Uma experiência incrível do poder e amor de Deus! Por Dom Henrique Soares Meu caro Amigo, Há exatamente oito anos, 20 de março de 2009, eu vivia momentos de intensa emoção: experimentei, naquele dia para mim inesquecível, a mão de Deus, que nos guia de modo realmente incompreensível… Pela manhã tinha viajado a Salvador, pois o Senhor Núncio Apostólico desejava falar-me. O assunto era uma reviravolta na minha vida: o Papa convidava-me a aceitar ser consagrado Bispo Auxiliar de Aracaju. Onde Deus desejava levar-me? O que desejava de mim? Disse “sim” ao Núncio! Não, ao Núncio não: ao Papa através do Núncio! Não, ao Papa não: a Cristo através do Papa! Disse “sim” sem pensar – não se pensa quando o Senhor chama; não se calcula! Simplesmente diz-se “sim”! Foi o que procurei fazer em toda a minha vida, apesar de tantas e tantas infidelidades e covardias… Deus as conhece; você não, caro Amigo! Mas, disse “sim”. E voltei para Maceió, pois era sexta-feira da Quaresma e eu tinha via-sacra às 16 horas na minha Igreja do Livramento (inesquecível e saudoso Livramento!) e, depois, uma missa no Povoado Poxim, em Coruripe, na Diocese de Penedo… Apressado, sem almoço, fiz a via-sacra e fui para o Poxim. No retorno, pelas 21 – 21:30h, o inesperado, o absurdo, o desígnio de Deus que eu não sei e Ele sabe; não compreendo e Ele vê com clareza: um daqueles automóveis utilitários me trancou; quatro homens de revólveres em punho. Fugi. Perseguiram-me. Atiraram no meu carro; seis balas o perfuraram e esvaziaram os dois pneus dianteiros. Trancaram-me novamente. Tiraram-me do automóvel, espancaram-me gravemente, recolocaram-me no automóvel, levaram-me para o meio do mato. Eu sangrava muito. Disseram-me que me matariam: aqueles seriam meus últimos momentos… Eu me perguntava todo o tempo qual o sentido daquilo tudo: naquele dia recebera a notícia da nova missão que o Senhor me confiara. Naquele mesmo dia o Senhor permitiria que me tirassem a vida… Disse-lhes que não me matassem, pois tinha ainda uma missão a cumprir. Estava – como sempre estou – de batina, a veste do sacerdote, a veste do bispo, a veste que deve significar que somos de Deus, somos consagrados, que algo em nós rompeu-se na relação com o mundo, de modo que vivemos no mundo, plenamente, mas somos homens de Deus, testemunhas do Absoluto, mensageiros do Infinito. Não sei se tiveram medo ou respeito por um homem de Deus… Não me mataram. Deixaram-me no carro, sangrando, ferido… com o coroinha que me acompanhava e ao qual não fizeram mal algum (Sim: meus queridos coroinhas! Tive mais de quarenta: sempre procurei fazer deles verdadeiros homens e cristãos! Sempre os amei e os amo ainda agora como a filhos no Senhor. Desses, três já são padres e um está a caminho do sacerdócio…) Quando os bandidos foram embora, fui, com meu coroinha, para a estrada e consegui carona até a polícia. Tudo isto há oito anos! Estou vivo, sou Bispo e continuo minha vida, viajando tantas vezes à noite, por estradas tão desertas, cumprindo a missão que o Senhor me confiou… Sempre que vou por esses caminhos escuros, recordo do que me aconteceu… Recordo que pode acontecer novamente… Um padre amigo, como um irmão para mim, disse-me: O Senhor hoje poupou sua vida. Hoje você deveria morrer! Ele o deixou com vida porque, a partir de agora, é como se você já fosse morto: não deve se poupar, não deve se guardar para você: deve entregar-se por Ele, dar-se a Ele, estar disposto a tudo perder por Ele… É verdade! Estou nas mãos Dele! Seja Ele minha vida, seja Ele minha força, seja Ele a alegria dos meus dias e o sentido da minha existência! Dele vim, Nele vivo, para Ele vou! Seja bendito o Seu Nome em mim, quer na vida quer na morte! E que Ele nunca permita que Dele eu me separe! – Hoje, como há oito anos, in manus Tuas, Domine (nas Tuas mãos, Senhor) Notícia de 21 março de 2009, no portal G1: O padre Henrique Soares, da Igreja do Livramento, no Centro de Maceió, foi assaltado e espancado na noite desta sexta-feira (20), durante um assalto na rodovia AL-101, em Coruripe (AL). Segundo o advogado Adriano Soares, irmão da vítima, o padre retornava de uma missa em Coruripe, quando o veículo que dirigia foi perseguido por quatro homens armados, que ocupavam uma picape. O grupo tentou interceptar o carro do padre, que acelerou inicialmente, mas parou o veículo assim que ouviu tiros. Os criminosos teriam se irritado com a tentativa de fuga e começaram a agredir o religioso. Os assaltantes levaram R$ 100 em dinheiro, o carro, o relógio e o aparelho celular do padre. Ele foi levado para Santa Casa de Maceió, onde foi medicado e passa bem. As polícias Civil e Militar tentam localizar o grupo, mas ainda não têm pistas sobre o paradeiro dos assaltantes. O arcebispo metropolitano de Maceió, dom Antônio Muniz, lamentou a violência praticada contra o padre. “Graças a Deus ele está bem, já conversamos agora pela manhã e pude perceber que ele se recuperou do susto. Entretanto, o que aconteceu é um reflexo da insegurança que toma conta das nossas estradas”, disse. #DomHenriqueSoares
- Pe. Paulo Ricardo chora a morte de Dom Henrique Soares: “Perdemos uma coluna da Igreja”
Após o falecimento de Dom Henrique Soares da Costa, vítima de Covid-19, Pe. Paulo Ricardo declarou que “perdemos sim uma coluna da Igreja , uma coluna da Igreja no Brasil”. Assista a homilia em memória: O Bispo de Palmares, Dom Henrique faleceu no último sábado, 18 de julho, após cerca de 15 dias internado devido ao novo coronavírus. No domingo, Pe. Paulo Ricardo, da Arquidiocese de Cuiabá e que possui amplo apostolado na internet, recordou este Prelado, com o qual manteve uma amizade desde que estudaram juntos no seminário, em Roma. “Em nossa juventude, amamos juntos Cristo, amamos juntos o sacerdócio, sonhamos juntos o dia em que nós poderíamos no altar erguer a Sagrada Hóstia e oferecer a Deus o sacrifício redentor pelo qual Ele salvou a humanidade”, recordou o sacerdote durante a homilia da Missa celebrada em sufrágio pela alma de Dom Henrique. Assista: “Hoje, por essas datas da providência divina, no dia em que a Congregação Redentorista celebra (terceiro domingo de julho) a festa do Santíssimo Redentor, ofereço a Deus o sacrifício da Santa Missa pela alma de Dom Henrique, esperando em Deus, confiando em Nossa Senhora, de que ele esteja também o quanto antes celebrando a Eucaristia definitiva no céu”, acrescentou. Pe. Paulo Ricardo citou as últimas palavras do Prelado, quando decidiu juntamente com a equipe médica, no dia 16 de julho, que seria melhor ser entubado: “Minha vida pertence a Deus. A minha vida está nas mãos de Deus”. “Então, Deus quis que a morte viesse como um ladrão e veio para nos roubar Dom Henrique. E o levou para junto de Deus num dia de Nossa Senhora, ou seja, no sábado”, ressaltou. Em seguida, Pe. Paulo Ricardo afirmou que muitos consideravam que Dom Henrique ainda teria muitos anos para exercer seu episcopado, “realizar suas obras e apostolado”. Entretanto, “Deus resolveu dar a Dom Henrique uma promoção, a promoção definitiva, e resolveu dar a ele a catedral do céu”. “A realidade de saber que, seja na vida, seja na morte, um verdadeiro bispo, um bispo conforme o coração de Deus faz um bem enorme à Igreja e não cabe a nós escolher se fazer o bem na vida ou fazer o bem na morte. Está tudo nas mãos misericordiosíssimas de Nosso Senhor Jesus Cristo, a quem devemos sempre confiar”, acrescentou. Nesse sentido, disse que, “na Carta aos Gálatas, São Paulo fala de Pedro, Cefas, de São João e de São Tiago como as colunas da Igreja”. Além disso, “essa expressão foi usada pela própria Santa Teresa D’Ávila quando ela recebeu a notícia da morte de São João D’Ávila: perdemos uma coluna da Igreja”. “Se me é permitido, gostaria de dizer que, com o passamento de Dom Henrique, nós perdemos sim uma coluna da Igreja, uma coluna da Igreja no Brasil”, afirmou, citando uma frase que foi dita por um sacerdote que não conheceu o Prelado pessoalmente, o qual afirmou: “Eu me sinto órfão, arrancaram-me um pai”. “Ao dizer isso, penso que estou dizendo o sentimento de muitos no Brasil, porque Dom Henrique tinha um frutuoso, fecundo apostolado na internet. Ele tinha essa vocação também de escritor”, assinalou, recordando que muitos fiéis em todo o país acompanhavam os ensinamentos do Bispo de Palmares. Dessa forma, reforçou que “Dom Henrique é uma das colunas da Igreja. E por que podemos dizer isso? Porque esta é a função principal de um Bispo”, respondeu, acrescentando que “um bispo é alguém que, numa vida de oração profunda, numa meditação profunda da Palavra de Deus, num encontro verdadeiro com o Cristo Palavra Eterna, transmite aquilo que encontrou, transmite a Palavra, a meditação da Palavra, porque isto é o Bispo, porque isto é o que Jesus fez com seus apóstolos”. Logo após, Pe. Paulo Ricardo contou um pouco sobre a vida de Dom Henrique Soares, recordando que ele ingressou no Seminário de Maceió, mas, “logo se sentiu chamado a uma intimidade e a uma entrega maior para Deus”. Assim, entrou no mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro, para “se dedicar e se entregar totalmente a Cristo”. Mais tarde, “procurando ainda mais radicalidade”, tornou-se monge trapista. Entretanto, por questões de saúde, “aquela vida austera de monge não foi uma vida que ele pudesse sustentar”. E, por esta razão, “com grande humildade, voltou para o seminário de onde havia saído”, em Maceió. Foi para Roma, onde conheceu Pe. Paulo Ricardo, o qual admitiu que “a chegada de Dom Henrique, então Diácono Henrique, foi um bálsamo espiritual”, pelas “partilhas espirituais e teológicas” que tinham. Além disso, emocionado, Pe. Paulo Ricardo recordou que Dom Henrique, ainda como diácono, estava em sua ordenação sacerdotal. Mais tarde, recordou, como neossacerdote, Dom Henrique sempre assistia a gravação de sua ordenação sacerdotal e, quando questionado, explicava: “eu preciso meditar o mistério que aconteceu em mim”. Anos mais tarde, ao ser eleito bispo, Pe. Paulo Ricardo lembrou que o episcopado de Dom Henrique “já iniciou manchado de sangue, porque no mesmo dia em que o Núncio Apostólico o chamou para comunicar que ele foi escolhido pelo Papa como Bispo auxiliar de Aracajú, naquele mesmo dia à noite, o carro dele foi abordado por assaltantes que praticamente destruíram o carro dele e começaram a bater nele”. “As fotos dele ensanguentado naquela noite em que foi escolhido bispo são impressionantes, parece uma face de Cristo ensanguentada. Mas, ali naquela noite, ele pronunciou uma frase que só ele sabia o significado, porque só ele sabia que ele tinha sido eleito bispo. Ele disse: não façam isso comigo, eu tenho uma missão. Dali para frente, os assaltantes não bateram mais nele”, contou. “Ele começou seu episcopado derramando sangue. E agora, que nós pensávamos que ainda haveria muito por vir, Deus, que é bondade e misericórdia, quis ceifar cedo esse homem de Deus”, disse. Desse modo, explicou que além de uma Missa em sufrágio da alma de Dom Henrique, celebrava também “uma Missa de gratidão”. “Porque se Deus o levou tão cedo, eu posso dizer que na hora da morte, nesse trânsito para Nosso Senhor, Dom Henrique deve estar dizendo para nós aquilo que ele disse no dia em que ele foi eleito bispo, aquela palavra que ele disse aos ladrões: ‘eu tenho uma missão’”. Por isso, acrescentou, “se Deus decreta e diz, na sua bondade, que um de seus servos deve ir para a Casa do Pai antes daquilo que nós humanos pensaríamos, nós devemos somente entregar e confiar e agradecer a Deus, porque permite que homens e mulheres tão bons passem por este mundo fazendo o bem e ajudem na salvação de nossas almas”. “Olhar para a alma católica de Dom Henrique, olhar para e esse bispo coluna da Igreja, para nós é uma alegria saber que passou por este mundo fazendo o bem. Passe agora o seu tempo no céu fazendo o bem também para nós”, concluiu emocionado. Via ACI Digital
- Pe. Paulo Ricardo chora a morte de Dom Henrique Soares: “Perdemos uma coluna da Igreja”
Após o falecimento de Dom Henrique Soares da Costa, vítima de Covid-19, Pe. Paulo Ricardo declarou que “perdemos sim uma coluna da Igreja , uma coluna da Igreja no Brasil”. Assista a homilia em memória: O Bispo de Palmares, Dom Henrique faleceu no último sábado, 18 de julho, após cerca de 15 dias internado devido ao novo coronavírus. No domingo, Pe. Paulo Ricardo, da Arquidiocese de Cuiabá e que possui amplo apostolado na internet, recordou este Prelado, com o qual manteve uma amizade desde que estudaram juntos no seminário, em Roma. “Em nossa juventude, amamos juntos Cristo, amamos juntos o sacerdócio, sonhamos juntos o dia em que nós poderíamos no altar erguer a Sagrada Hóstia e oferecer a Deus o sacrifício redentor pelo qual Ele salvou a humanidade”, recordou o sacerdote durante a homilia da Missa celebrada em sufrágio pela alma de Dom Henrique. Assista: “Hoje, por essas datas da providência divina, no dia em que a Congregação Redentorista celebra (terceiro domingo de julho) a festa do Santíssimo Redentor, ofereço a Deus o sacrifício da Santa Missa pela alma de Dom Henrique, esperando em Deus, confiando em Nossa Senhora, de que ele esteja também o quanto antes celebrando a Eucaristia definitiva no céu”, acrescentou. Pe. Paulo Ricardo citou as últimas palavras do Prelado, quando decidiu juntamente com a equipe médica, no dia 16 de julho, que seria melhor ser entubado: “Minha vida pertence a Deus. A minha vida está nas mãos de Deus”. “Então, Deus quis que a morte viesse como um ladrão e veio para nos roubar Dom Henrique. E o levou para junto de Deus num dia de Nossa Senhora, ou seja, no sábado”, ressaltou. Em seguida, Pe. Paulo Ricardo afirmou que muitos consideravam que Dom Henrique ainda teria muitos anos para exercer seu episcopado, “realizar suas obras e apostolado”. Entretanto, “Deus resolveu dar a Dom Henrique uma promoção, a promoção definitiva, e resolveu dar a ele a catedral do céu”. “A realidade de saber que, seja na vida, seja na morte, um verdadeiro bispo, um bispo conforme o coração de Deus faz um bem enorme à Igreja e não cabe a nós escolher se fazer o bem na vida ou fazer o bem na morte. Está tudo nas mãos misericordiosíssimas de Nosso Senhor Jesus Cristo, a quem devemos sempre confiar”, acrescentou. Nesse sentido, disse que, “na Carta aos Gálatas, São Paulo fala de Pedro, Cefas, de São João e de São Tiago como as colunas da Igreja”. Além disso, “essa expressão foi usada pela própria Santa Teresa D’Ávila quando ela recebeu a notícia da morte de São João D’Ávila: perdemos uma coluna da Igreja”. “Se me é permitido, gostaria de dizer que, com o passamento de Dom Henrique, nós perdemos sim uma coluna da Igreja, uma coluna da Igreja no Brasil”, afirmou, citando uma frase que foi dita por um sacerdote que não conheceu o Prelado pessoalmente, o qual afirmou: “Eu me sinto órfão, arrancaram-me um pai”. “Ao dizer isso, penso que estou dizendo o sentimento de muitos no Brasil, porque Dom Henrique tinha um frutuoso, fecundo apostolado na internet. Ele tinha essa vocação também de escritor”, assinalou, recordando que muitos fiéis em todo o país acompanhavam os ensinamentos do Bispo de Palmares. Dessa forma, reforçou que “Dom Henrique é uma das colunas da Igreja. E por que podemos dizer isso? Porque esta é a função principal de um Bispo”, respondeu, acrescentando que “um bispo é alguém que, numa vida de oração profunda, numa meditação profunda da Palavra de Deus, num encontro verdadeiro com o Cristo Palavra Eterna, transmite aquilo que encontrou, transmite a Palavra, a meditação da Palavra, porque isto é o Bispo, porque isto é o que Jesus fez com seus apóstolos”. Logo após, Pe. Paulo Ricardo contou um pouco sobre a vida de Dom Henrique Soares, recordando que ele ingressou no Seminário de Maceió, mas, “logo se sentiu chamado a uma intimidade e a uma entrega maior para Deus”. Assim, entrou no mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro, para “se dedicar e se entregar totalmente a Cristo”. Mais tarde, “procurando ainda mais radicalidade”, tornou-se monge trapista. Entretanto, por questões de saúde, “aquela vida austera de monge não foi uma vida que ele pudesse sustentar”. E, por esta razão, “com grande humildade, voltou para o seminário de onde havia saído”, em Maceió. Foi para Roma, onde conheceu Pe. Paulo Ricardo, o qual admitiu que “a chegada de Dom Henrique, então Diácono Henrique, foi um bálsamo espiritual”, pelas “partilhas espirituais e teológicas” que tinham. Além disso, emocionado, Pe. Paulo Ricardo recordou que Dom Henrique, ainda como diácono, estava em sua ordenação sacerdotal. Mais tarde, recordou, como neossacerdote, Dom Henrique sempre assistia a gravação de sua ordenação sacerdotal e, quando questionado, explicava: “eu preciso meditar o mistério que aconteceu em mim”. Anos mais tarde, ao ser eleito bispo, Pe. Paulo Ricardo lembrou que o episcopado de Dom Henrique “já iniciou manchado de sangue, porque no mesmo dia em que o Núncio Apostólico o chamou para comunicar que ele foi escolhido pelo Papa como Bispo auxiliar de Aracajú, naquele mesmo dia à noite, o carro dele foi abordado por assaltantes que praticamente destruíram o carro dele e começaram a bater nele”. “As fotos dele ensanguentado naquela noite em que foi escolhido bispo são impressionantes, parece uma face de Cristo ensanguentada. Mas, ali naquela noite, ele pronunciou uma frase que só ele sabia o significado, porque só ele sabia que ele tinha sido eleito bispo. Ele disse: não façam isso comigo, eu tenho uma missão. Dali para frente, os assaltantes não bateram mais nele”, contou. “Ele começou seu episcopado derramando sangue. E agora, que nós pensávamos que ainda haveria muito por vir, Deus, que é bondade e misericórdia, quis ceifar cedo esse homem de Deus”, disse. Desse modo, explicou que além de uma Missa em sufrágio da alma de Dom Henrique, celebrava também “uma Missa de gratidão”. “Porque se Deus o levou tão cedo, eu posso dizer que na hora da morte, nesse trânsito para Nosso Senhor, Dom Henrique deve estar dizendo para nós aquilo que ele disse no dia em que ele foi eleito bispo, aquela palavra que ele disse aos ladrões: ‘eu tenho uma missão’”. Por isso, acrescentou, “se Deus decreta e diz, na sua bondade, que um de seus servos deve ir para a Casa do Pai antes daquilo que nós humanos pensaríamos, nós devemos somente entregar e confiar e agradecer a Deus, porque permite que homens e mulheres tão bons passem por este mundo fazendo o bem e ajudem na salvação de nossas almas”. “Olhar para a alma católica de Dom Henrique, olhar para e esse bispo coluna da Igreja, para nós é uma alegria saber que passou por este mundo fazendo o bem. Passe agora o seu tempo no céu fazendo o bem também para nós”, concluiu emocionado. Via ACI Digital
- AS MULHERES FORAM AS MAIS PREJUDICADAS NA PANDEMIA, SEGUNDO MELINDA GATES – Ricardo Cascioli
[Um ensaio da mulher de Bill Gates, Melinda Gates, publicado na revista globalista Foreign Affairs, revela a ideologia humanitarista e elitista por trás da filantropia das grandes fundações. Luta pela saúde da mulher, mas reclama da escassez de contraceptivos disponíveis. E, no final, verifica-se que o objetivo principal é o controle da população]. Bill e Melinda Gates são certamente os personagens do momento. A fundação que leva seu nome, a mais rica do mundo, com mais de US $ 50 bilhões em doações, está ativamente envolvida na luta contra o Covid, financiando pesquisas sobre possíveis terapias e, principalmente, pesquisas sobre vacinas. Esse último aspecto, unido às notícias da simulação dos efeitos de uma pandemia global com milhões de mortes, solicitadas a um instituto de pesquisa alguns meses antes da explosão do Covid, fizeram de Bill Gates o alvo preferido das teorias da conspiração em relação às origens do vírus. Mesmo sem entrar nesse tipo de polêmica complotista, é justamente o fato do casal Gates ser o principal financiador privado dessas pesquisas, que torna obrigatório compreender a mentalidade que os move e os objetivos de sua filantropia. A esse respeito, é seguramente interessante o artigo que Melinda Gates escreveu para Foreign Affairs, que certamente se encontra entre as revistas mais importantes e autorizadas para assuntos internacionais. É um artigo ao qual Melinda e a direção de Foreign Affairs evidentemente dão grande importância, a ponto de, por ocasião da publicação, a Sra. Gates conceder uma entrevista a três jornais internacionais, incluindo o italiano La Stampa. Segundo Melinda, são as mulheres, no mundo, que sofrem as maiores consequências do vírus, apesar do fato de os homens terem uma mortalidade muito maior. E todo o artigo é dedicado a isso, ou seja, mostrar como as mulheres são as mais prejudicadas pelo Covid e como, no entanto, a pandemia pode ser uma oportunidade para remediar essa desigualdade. Aumento da mortalidade materna, aumento de violência contra mulheres, maiores chances de desnutrição, maiores dificuldades em manter o emprego: são esses, em resumo — segundo a sra. Gates — os principais efeitos do coronavírus nas mulheres em todo o mundo, principalmente para as que vivem em países de baixa e média renda. Essa espécie de abordagem já traz alguns problemas, pois é a absolutização de um único aspecto que nos impede de ver a realidade em todos os seus fatores. E é uma absolutização que tem matriz ideológica: Melinda Gates fala, no fundo, como qualquer representante das agências das Nações Unidas, de onde provém algumas palavras de ordem que já se impuseram como chave de interpretação da realidade. A chamada Gender gap, ou seja, a desigualdade de gênero (entre homens e mulheres), é uma dessas absolutizações, na verdade a mais importante. Não há fenômeno global que não deveria ser interpretado à luz dessa desigualdade. Isso já oferece alguns problemas, evidentemente: se é reconhecido que os homens morrem 2 a 4 vezes mais que as mulheres devido ao Covid, em que base se pode dizer que as mulheres são as mais afetadas? A sra. Gates diz que a crise dos sistemas de saúde, sob a pressão da pandemia, obrigou muitas mulheres a dar à luz em casa, aumentando assim, em países pobres, a mortalidade de mães e recém-nascidos. Mas não foram somente as mulheres prestes a dar à luz que tiveram de renunciar aos hospitais; qualquer pessoa com doenças graves encontrou dificuldades, mesmo em países ricos, tanto que se espera ver — quando os dados estiverem disponíveis — um aumento significativo de mortalidade por causas que não tem a ver com o Covid. E se realmente tivermos de pensar em uma categoria de pessoas que mais sofreram os efeitos da pandemia, deveríamos pensar nos idosos (que constituem mais de 90% das mortes), mas também nos efeitos colaterais, como os danos físicos e psicológicos causados pelo longo isolamento, longe dos afetos e das relações sociais. Contudo, para a ideologia globalista, o que importa é a condição da mulher, de preferência em conflito com o homem. Por trás dessas análises e seus remédios, há uma forte concepção elitista: Melinda Gates oferece seu pensamento de “iluminada” aos líderes mundiais que, assim, terão de agir de acordo com suas indicações. “As coisas deram errado ou estão dando errado, mas se você seguir minhas instruções” — diz Melinda —, transformaremos um fenômeno negativo na oportunidade de construir um mundo novo, mais bonito e mais justo”. O que esses personagens não percebem é que a inferioridade das mulheres (e não esqueçamos também as crianças) em muitos países — sobretudo a África, os países muçulmanos, a Índia — é o fruto de uma cultura que não muda por decreto das Nações Unidas. Toda cultura tem uma concepção religiosa por trás. A imposição por lei de um comportamento pode ter apenas um impacto superficial. Somente um novo princípio, que gera uma nova cultura, pode iniciar um verdadeiro processo de mudança. Apenas o cristianismo, por exemplo, defende o valor absoluto da pessoa, uma igual dignidade para todo ser humano, o valor positivo do trabalho, como ocorreu na civilização ocidental. Mas é precisamente o cristianismo que, no fundo, essas elites internacionais querem superar, com a imposição de uma ética global nascida do individualismo e do relativismo. Há também um aspecto no artigo de Melinda Gates que deve ser destacado, por explicar melhor o conceito desse humanitarismo. De fato, Melinda lamenta que mais de 49 milhões de mulheres ficaram sem contraceptivos por causa do Covid, e isso — dizem as estimativas — significará 15 milhões de gravidezes não planejadas. E, aqui, Melinda foi implacável com a comunidade internacional, que negligenciou tal aspecto: tudo pode acontecer durante essas crises sanitárias, porém jamais faltar anticoncepcionais. Não é à toa que a Fundação Bill e Melinda Gates esteja fortemente comprometida com o financiamento de projetos para a difusão da contracepção, de acordo com a tradição da Sociedade de Eugenia de que a família Gates é herdeira. O controle da natalidade é um dos pontos centrais de Bill e Melinda, e o Covid novamente se torna a ferramenta para fazer avançar a sua agenda. Eles se apresentam como benfeitores da humanidade, mas na realidade trabalham para contê-la e reduzi-la, graças aos seus abundantes recursos financeiros. Acima de tudo, o verdadeiro objetivo desses personagens — não apenas dos Gates, obviamente — é o controle da humanidade, a possibilidade de determinar comportamentos e conceitos, recriando a humanidade à sua imagem e semelhança. Isto é muito mais perigoso do que eventuais conspirações para vender vacinas. https://lanuovabq.it/it/covid-e-donne-i-sogni-di-melinda-gates
- SOBRE JOIOS E TRIGOS – Scott Hahn medita sobre o 16º Domingo do Tempo Comum
Ouvimos, na Primeira Leitura de hoje, que Deus está sempre ensinando o Seu povo. E o que Ele quer que saibamos? Que Ele cuida de todos nós; e que, embora seja um Deus de justiça, mesmo aqueles que O desafiam, e perdem a fé, podem contar com Sua misericórdia se a Ele retornarem arrependidos. Esse ensinamento divino continua nas três parábolas que Jesus conta no Evangelho de hoje. Cada uma delas descreve o surgimento do reino de Deus a partir das sementes plantadas por Suas obras e Sua pregação. O reino cresce, discretamente, como o trabalho do fermento no pão; é surpreendente e imprevisível como a grande mostarda, que cresce a partir da menor das sementes. Como cantamos no Salmo de hoje, Deus é lento no enfurecer-se e abundante em generosidade. Jesus nos assegura que Ele é justo: os malfeitores, e todos os que fazem com que outros pequem, serão jogados na fornalha ardente no fim dos tempos. Mas, por Sua paciência, Deus nos ensina que, acima de tudo, Ele deseja o nosso arrependimento e o congraçamento de todas as nações para adorá-Lo e glorificar Seu nome. Mesmo que não saibamos rezar como deveríamos, o Espírito intercederá por nós, como Paulo promete na Epístola de hoje. Mas, primeiro, devemos retornar a Ele e invocá-Lo, firmemente decididos a deixar a boa semente de Sua Palavra dar frutos em nossas vidas. Portanto, não devemos nos enganar, nem desanimar, quando vemos ervas daninhas infiltradas no trigo, ou verdade e santidade misturadas com erro, injustiça e pecado. Por enquanto, Ele permite que o Seu sol nasça sobre os bons e os maus (ver Mateus 5:45). Mas a colheita se aproxima. Trabalhemos para ser um dia contados entre os filhos justos, que brilharão como o sol no reino do Pai. https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/of-wheat-and-weeds-scott-hahn-reflects-on-the-sixteenth-sunday-in-ordinary-time/
- A Santa Missa não pode ser substituída por orações: sem ela, não há fé católica
Participar Santa Missa aos Domingos é um mandamento e não pode ser substituída por orações pessoais: sem ela, não há fé católica. O próprio Jesus foi enfático sobre a necessidade de comungarmos do Seu Corpo e Sangue para termos a Vida em nós. Durante este período profundamente excepcional de restrições à participação na Santa Missa por causa da pandemia, não faltaram católicos opinando que os sacramentos não são necessários para a nossa vida e salvação eterna, já que eles poderiam ser “substituídos” pelas orações pessoais, pela leitura da Bíblia, pelo acompanhamento de celebrações litúrgicas via televisão ou internet etc. As palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo, no entanto, são enfáticas: “Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do Homem, e não beberdes o Seu sangue, não tereis a vida em vós. Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue tem a vida eterna e Eu o ressuscitarei no último dia. Porque a Minha carne é, em verdade, uma comida, e o Meu sangue, em verdade, uma bebida. Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue fica em Mim e Eu nele” (Jo 6, 53-56). Ao comentar estas palavras contundentes, Santo Irineu observou que nós próprios somos feitos de carne e osso: se a nossa carne não é salva, então quer dizer que o Senhor não nos redimiu com o Seu sangue e que o cálice da Eucaristia não é comunhão com o Seu sangue, nem o pão da Eucaristia é comunhão com o Seu corpo. A Eucaristia nutre e dá substância também à nossa carne e não somente ao nosso espírito, pois somos uma unidade indissociável de corpo e alma, inteiramente remidos por Cristo. A participação na Sua vida de graça abrange, portanto, a nossa totalidade. Nossos corpos, nutridos pela Eucaristia, serão ressuscitados porque o Verbo lhes dá a ressurreição. Ele torna imortal o nosso corpo mortal e incorruptível a nossa carne corruptível. Prescindir da corporeidade da nossa fé é truncar a nossa fé e, portanto, deturpá-la. A plena fé católica exige a Comunhão Eucarística, que não é virtual nem meramente simbólica, mas real, tangível. Jesus Cristo está realmente Vivo e Presente, em Corpo e Sangue, Alma e Divindade, nas formas visíveis e tangíveis da Eucaristia. O cristianismo sem a Eucaristia se reduz a apenas mais uma entre tantas religiões espiritualistas. A verdadeira fé católica, porém, simplesmente não é possível sem a Santa Missa, porque, sem a Eucaristia, estaria privada do próprio Cristo, que é sua razão de ser. __________ Fonte: Aleteia | A partir de texto de Nicola Bux em La Nuova Bussola Quotidiana #Missa #SantaMissa
- A Santa Missa não pode ser substituída por orações: sem ela, não há fé católica
Participar Santa Missa aos Domingos é um mandamento e não pode ser substituída por orações pessoais: sem ela, não há fé católica. O próprio Jesus foi enfático sobre a necessidade de comungarmos do Seu Corpo e Sangue para termos a Vida em nós. Durante este período profundamente excepcional de restrições à participação na Santa Missa por causa da pandemia, não faltaram católicos opinando que os sacramentos não são necessários para a nossa vida e salvação eterna, já que eles poderiam ser “substituídos” pelas orações pessoais, pela leitura da Bíblia, pelo acompanhamento de celebrações litúrgicas via televisão ou internet etc. As palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo, no entanto, são enfáticas: “Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do Homem, e não beberdes o Seu sangue, não tereis a vida em vós. Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue tem a vida eterna e Eu o ressuscitarei no último dia. Porque a Minha carne é, em verdade, uma comida, e o Meu sangue, em verdade, uma bebida. Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue fica em Mim e Eu nele” (Jo 6, 53-56). Ao comentar estas palavras contundentes, Santo Irineu observou que nós próprios somos feitos de carne e osso: se a nossa carne não é salva, então quer dizer que o Senhor não nos redimiu com o Seu sangue e que o cálice da Eucaristia não é comunhão com o Seu sangue, nem o pão da Eucaristia é comunhão com o Seu corpo. A Eucaristia nutre e dá substância também à nossa carne e não somente ao nosso espírito, pois somos uma unidade indissociável de corpo e alma, inteiramente remidos por Cristo. A participação na Sua vida de graça abrange, portanto, a nossa totalidade. Nossos corpos, nutridos pela Eucaristia, serão ressuscitados porque o Verbo lhes dá a ressurreição. Ele torna imortal o nosso corpo mortal e incorruptível a nossa carne corruptível. Prescindir da corporeidade da nossa fé é truncar a nossa fé e, portanto, deturpá-la. A plena fé católica exige a Comunhão Eucarística, que não é virtual nem meramente simbólica, mas real, tangível. Jesus Cristo está realmente Vivo e Presente, em Corpo e Sangue, Alma e Divindade, nas formas visíveis e tangíveis da Eucaristia. O cristianismo sem a Eucaristia se reduz a apenas mais uma entre tantas religiões espiritualistas. A verdadeira fé católica, porém, simplesmente não é possível sem a Santa Missa, porque, sem a Eucaristia, estaria privada do próprio Cristo, que é sua razão de ser. __________ Fonte: Aleteia | A partir de texto de Nicola Bux em La Nuova Bussola Quotidiana #Missa #SantaMissa
- Acompanhe, ao vivo, a Missa de despedida de Dom Henrique Soares
A Missa das exéquias de Dom Henrique Soares, Bispo de Palmares, no Pernambuco , acontece neste Domingo, às 12h, com transmissão , ao vivo, pela internet. Clique aqui para acompanhar a transmissão ao vivo da missa: #DomHenriqueSoares
- Acompanhe, ao vivo, a Missa de despedida de Dom Henrique Soares
A Missa das exéquias de Dom Henrique Soares, Bispo de Palmares, no Pernambuco , acontece neste Domingo, às 12h, com transmissão , ao vivo, pela internet. Clique aqui para acompanhar a transmissão ao vivo da missa: #DomHenriqueSoares
- A NOSSA IRMÃ MORTE – Dom Henrique Soares
[Dom Henrique Soares nos deixou. Não fiquemos tristes por ele, que chegou ao final da ponte e se atirou nos braços de Deus, depois de ter guardado a fé, combatido o bom combate e terminado a sua corrida. Só lamentemos as ovelhas que ficaram sem o grande pastor que foi o bispo de Palmares. Que não foi só bispo de Palmares: pelo pelo seu blog e seu canal no youtube, pastoreou um imenso rebanho por esse Brasil afora]. A Igreja dá à data litúrgica de 2 de novembro o título de “Comemoração de todos os fiéis defuntos”. É um dia no qual nós, cristãos, rezamos principalmente pelos nossos irmãos na fé, ou seja, os batizados em Cristo, que já morreram. Claro que toda a humanidade – e não só os cristãos – são objeto da oração e solicitude da Igreja, que é Corpo de Cristo, o Salvador de todos! Diariamente, na Santa Missa, a Igreja recorda não somente os “nossos irmãos que partiram desta vida”, mas também “todos aqueles cuja fé só Vós conheceis”! Seja como for, o Dia de Finados coloca-nos diante de uma questão fundamental para nossa existência: a questão da morte. Nosso modo de enfrentar a vida depende muito do modo como encaramos a morte, e vice-versa! Atualmente, há quatro modos possíveis de encará-la, de colocar-se diante da realidade da morte. Senão vejamos: Há aqueles – e não são poucos – que cinicamente a ignoram. Vivem como se um dia não tivessem que morrer: preocupam-se tão somente com esta vida: comamos e bebamos! Em geral, quando vão a um sepultamento, conversam o tempo todo sobre futebol, política ou quaisquer outros assuntos banais e rasteiros. São pessoas rasas, essas; pessoas que nunca pararam de verdade para se perguntar sobre o sentido da vida e, por isso mesmo, não vivem; sobrevivem, apenas! Estas, quando tiverem que enfrentar a própria morte, que vazio, que absurdo encontrarão! É o preço a pagar pelo modo leviano com que viveram a vida! Isto é triste porque quando o homem não pensa na morte, esquece que é finito, passageiro, fugaz e, assim, começa a julgar-se Deus de si mesmo e tudo que consegue é infernizar sua vida e a dos outros. São tantos os exemplos atuais… Há ainda aqueles que diante da morte se angustiam, apavoram-se até ao desespero. A morte os amedronta: parece-lhes uma insensatez sem fim, pois é a negação de todo desejo de vida, de felicidade e eternidade que cresce no coração do homem. Estes sentem-se esmagados pela certeza de um dia ter que encarar, frente a frente, tão fria, tirana e poderosa adversária. Assim, querendo ou não, podem afirmar como Sartre, o filósofo francês: “A vida é uma paixão inútil!” Há também um terceiro grupo: o dos otimistas ingênuos. Vemo-los nessas seitas esotéricas de inspiração oriental e em todas as doutrinas reencarnacionistas. Certas seitas orientais, por exemplo, afirmam que o mal, a doença, a morte, são apenas ilusão: a meditação, o autocontrole, a purificação contínua, podem libertar o homem de tais ilusões; o espiritismo, proclama, bêbado de doce ilusão: “A morte não existe. Não há mortos!” – É esta a afirmação existente num monumento ao nascimento do espiritismo moderno, em Hydesville, Estados Unidos. Não há morte para nos agredir; há somente uma desencarnação! Mas, há ainda um último modo de encarar a morte, tipicamente cristão. A morte existe sim! E dói! E machuca! Não somente existe, como também marca toda a nossa existência: vivemos feridos por ela, em cada dor, em cada doença, em cada derrota, em cada medo, em cada tristeza, até a morte final! Não se pode fazer pouco caso dela: ela nos magoa e nos ameaça; desrespeita-nos e entristece-nos, frustra nossas expectativas sem pedir permissão! O cristão é realista diante da morte; recorda-se da palavra de Gn 2,17: “De morte morrerás!” Então, os discípulos de Cristo somos pessimistas? Não! Nós simplesmente não nos iludimos: sabemos que a morte é uma realidade e uma realidade que não estava no plano de Deus para nós: não fomos criados para a ela, mas para a vida! Deus não é o autor da morte, não a quer nem Se conforma com ela! Por isso mesmo enviou-nos o Seu Filho, aquele mesmo que disse: “Eu sou a Vida; Eu sou a Ressurreição!” Ele morreu da nossa morte para que nós não morramos sozinhos, mas morramos com Ele e como Ele, que venceu a morte! Para nós, cristãos, a morte, que era como uma caverna escura, sem saída, tornou-se um túnel, cujo final é luminoso. Isto mesmo: Cristo arrombou as portas da morte! Ela tornou-se apenas uma passagem, um caminho para a nossa Páscoa, nossa passagem deste mundo para o Pai: “Ainda que eu passe pelo vale da morte, nenhum mal temerei, porque estás comigo!” Em Cristo a morte pode ser enfrentada e vencida! Certamente, ela continua dolorosa, ela nos desrespeita; mas, caso no dia a dia aprendamos a viver unidos a Cristo e a vivenciar as pequenas mortes de cada momento em comunhão com Senhor que venceu a morte, a morte final será um “adormecer em Cristo”. Por tudo isso, o Dia de Finados é sempre excelente ocasião não somente para rezar pelos nossos irmãos já falecidos, mas também para pensarmos na nossa morte e na nossa vida, pois “tal vida, tal morte!” (2 de Novembro de 2019) https://www.domhenrique.com.br/single-post/2019/11/02/A-nossa-irm%C3%A3-morte
- Dom Henrique Soares da Costa morre, vítima de Covid-19
Dom Henrique Soares da Costa estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Memorial São José, no Recife. O bispo da Diocese de Palmares e presidente da Comissão Regional Pastoral para Cultura e Educação da CNBB NE2, Dom Henrique Soares da Costa, de 57 anos veio a falecer vitima do coronavirus na noite deste sábado(18) Dom Henrique Soares da Costa estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Memorial São José, no Recife. A informação foi confirmada pela Prefeito a cidade de Palmares , Altair Junior ao PortalPE10. O prefeito informou que já decretou luto oficial de três dias na cidade. BIOGRAFIA Filho de Lourival Nunes da Costa e Maria Francisca Tereza Soares da Costa. Cursou os estudos primários na cidade de Junqueiro e também em Maceió. Em 1981 ingressou no Seminário de Maceió e, em 1984 concluiu o bacharelado em Filosofia pela Universidade Federal de Alagoas. No período de 1985 a 1989 foi noviço no Mosteiro de São Bento, na cidade do Rio de Janeiro, e no Mosteiro Trapista de Nossa Senhora do Novo Mundo. Regressou para o Seminário de Maceió, em 1990 onde iniciou a faculdade de Teologia. No ano seguinte, foi para Roma e concluiu a Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, com mestrado em Teologia Dogmática. Foi ordenado sacerdote aos 15 de agosto de 1992. Como sacerdote, foi reitor da Igreja Nossa Senhora do Livramento, em Maceió, de 1994 a 2009 foi professor de teologia no Seminário Provincial de Maceió e no Curso de Teologia do Centro de Estudos Superiores de Maceió; também foi professor no Instituto Franciscano de Teologia, na cidade de Olinda, e no Instituto Sedes Sapientiae, em Recife. Foi membro do Conselho Presbiteral da Arquidiocese de Maceió, do Cabido Metropolitano e do Colégio de Consultores; ainda foi Vigário Episcopal para os leigos e coordenador da Comissão de Formação Política e responsável pelos diáconos permanentes e pela escola diaconal arquidiocesana. Aos 1 de abril de 2009 foi nomeado pelo Papa Bento XVI como Bispo-Auxiliar da Arquidiocese de Aracaju com a sede titular de Acufida. Foi ordenado bispo no dia 19 de junho de 2009, por Dom Antônio Muniz Fernandes, Arcebispo de Maceió. No dia 19 de março de 2014 o Papa Francisco o nomeou bispo da Diocese de Palmares. No dia 04 de julho de 2020, foi internado no Hospital Memorial São José, em Recife, com quadro grave de problema respiratório, vítima do COVID-19. Para Dom Henrique, o papel do bispo é importante para uma comunidade. “O bispo não é aquele que primeiramente resolve os problemas do povo. O bispo é aquele que está junto do rebanho. Chora, ri, espera, consola e traz a palavra de Deus. E aí sim, dá força ao povo, para entender sobre o sentido da sua vida e da sua história”, comenta. Veja algumas participações de Dom Henrique no programa Escola da Fé:
- Dom Henrique Soares da Costa morre, vítima de Covid-19
Dom Henrique Soares da Costa estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Memorial São José, no Recife. O bispo da Diocese de Palmares e presidente da Comissão Regional Pastoral para Cultura e Educação da CNBB NE2, Dom Henrique Soares da Costa, de 57 anos veio a falecer vitima do coronavirus na noite deste sábado(18) Dom Henrique Soares da Costa estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Memorial São José, no Recife. A informação foi confirmada pela Prefeito a cidade de Palmares , Altair Junior ao PortalPE10. O prefeito informou que já decretou luto oficial de três dias na cidade. BIOGRAFIA Filho de Lourival Nunes da Costa e Maria Francisca Tereza Soares da Costa. Cursou os estudos primários na cidade de Junqueiro e também em Maceió. Em 1981 ingressou no Seminário de Maceió e, em 1984 concluiu o bacharelado em Filosofia pela Universidade Federal de Alagoas. No período de 1985 a 1989 foi noviço no Mosteiro de São Bento, na cidade do Rio de Janeiro, e no Mosteiro Trapista de Nossa Senhora do Novo Mundo. Regressou para o Seminário de Maceió, em 1990 onde iniciou a faculdade de Teologia. No ano seguinte, foi para Roma e concluiu a Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, com mestrado em Teologia Dogmática. Foi ordenado sacerdote aos 15 de agosto de 1992. Como sacerdote, foi reitor da Igreja Nossa Senhora do Livramento, em Maceió, de 1994 a 2009 foi professor de teologia no Seminário Provincial de Maceió e no Curso de Teologia do Centro de Estudos Superiores de Maceió; também foi professor no Instituto Franciscano de Teologia, na cidade de Olinda, e no Instituto Sedes Sapientiae, em Recife. Foi membro do Conselho Presbiteral da Arquidiocese de Maceió, do Cabido Metropolitano e do Colégio de Consultores; ainda foi Vigário Episcopal para os leigos e coordenador da Comissão de Formação Política e responsável pelos diáconos permanentes e pela escola diaconal arquidiocesana. Aos 1 de abril de 2009 foi nomeado pelo Papa Bento XVI como Bispo-Auxiliar da Arquidiocese de Aracaju com a sede titular de Acufida. Foi ordenado bispo no dia 19 de junho de 2009, por Dom Antônio Muniz Fernandes, Arcebispo de Maceió. No dia 19 de março de 2014 o Papa Francisco o nomeou bispo da Diocese de Palmares. No dia 04 de julho de 2020, foi internado no Hospital Memorial São José, em Recife, com quadro grave de problema respiratório, vítima do COVID-19. Para Dom Henrique, o papel do bispo é importante para uma comunidade. “O bispo não é aquele que primeiramente resolve os problemas do povo. O bispo é aquele que está junto do rebanho. Chora, ri, espera, consola e traz a palavra de Deus. E aí sim, dá força ao povo, para entender sobre o sentido da sua vida e da sua história”, comenta. Veja algumas participações de Dom Henrique no programa Escola da Fé:
- Catedral de Nantes sofre incêndio criminoso
A catedral de Nantes (França) sofreu um grande incêndio nesta manhã de sábado. Vários bombeiros vieram para combater o desastre e o incêndio que só pôde ser controlado depois de várias horas após o início. ( InfoCatólica ) A polícia implantou-se em torno da catedral e a área foi isolada enquanto muitos moradores assistiam à cena com espanto. Segundo várias testemunhas, os órgãos da catedral poderiam ter sido destruídos. O chefe de bombeiros local, Laurent Ferlay, disse a repórteres que 104 bombeiros ainda estavam no local para garantir que o incêndio estivesse completamente sob controle. Semente duas horas depois da chegada dos bombeiros, o pessoal da brigada de incêndio declarou que o incêndio estava sob controle. O incêndio explodiu atrás do grande órgão, que foi completamente destruído, disse ele. Os vitrais na frente da catedral foram arrancados. No entanto, o dano não foi tão ruim quanto se temia inicialmente. “Não estamos no cenário de Notre-Dame de Paris. O teto não foi tocado”, disse Ferlay. Johanna Rolland, a prefeita de Nantes, chegou ao local e o primeiro-ministro francês, Jean Castex, deve fazê-lo ao longo do dia. Causa As autoridades francesas iniciaram uma investigação criminal sobre o grande incêndio que eclodiu na catedral na cidade francesa de Nantes. As chamas explodiram os vitrais e destruíram o grande órgão do edifício do século XV. O promotor Pierre Sennes disse a repórteres que as primeiras análises apontam que o incêndio ocorreu em três diferentes origens, indicando que foi provocado. As investigações policiais já foram iniciadas para determinar os culpados. Outro incêndio já devastou a catedral de Nantes em 1972 . Então, a agulha desabou e grande parte do teto foi reduzida a cinzas. A catedral gótica, cuja construção começou em 1434 e terminou em 1891, é o terceiro edifício construído naquele local. A primeira catedral foi construída no século VI e uma segunda catedral romana no século XII.
- Catedral de Nantes sofre incêndio criminoso
A catedral de Nantes (França) sofreu um grande incêndio nesta manhã de sábado. Vários bombeiros vieram para combater o desastre e o incêndio que só pôde ser controlado depois de várias horas após o início. ( InfoCatólica ) A polícia implantou-se em torno da catedral e a área foi isolada enquanto muitos moradores assistiam à cena com espanto. Segundo várias testemunhas, os órgãos da catedral poderiam ter sido destruídos. O chefe de bombeiros local, Laurent Ferlay, disse a repórteres que 104 bombeiros ainda estavam no local para garantir que o incêndio estivesse completamente sob controle. Semente duas horas depois da chegada dos bombeiros, o pessoal da brigada de incêndio declarou que o incêndio estava sob controle. O incêndio explodiu atrás do grande órgão, que foi completamente destruído, disse ele. Os vitrais na frente da catedral foram arrancados. No entanto, o dano não foi tão ruim quanto se temia inicialmente. “Não estamos no cenário de Notre-Dame de Paris. O teto não foi tocado”, disse Ferlay. Johanna Rolland, a prefeita de Nantes, chegou ao local e o primeiro-ministro francês, Jean Castex, deve fazê-lo ao longo do dia. Causa As autoridades francesas iniciaram uma investigação criminal sobre o grande incêndio que eclodiu na catedral na cidade francesa de Nantes. As chamas explodiram os vitrais e destruíram o grande órgão do edifício do século XV. O promotor Pierre Sennes disse a repórteres que as primeiras análises apontam que o incêndio ocorreu em três diferentes origens, indicando que foi provocado. As investigações policiais já foram iniciadas para determinar os culpados. Outro incêndio já devastou a catedral de Nantes em 1972 . Então, a agulha desabou e grande parte do teto foi reduzida a cinzas. A catedral gótica, cuja construção começou em 1434 e terminou em 1891, é o terceiro edifício construído naquele local. A primeira catedral foi construída no século VI e uma segunda catedral romana no século XII.
- AÇÃO TERRORISTA INCENDEIA CATEDRAL DE NANTES, NA FRANÇA
A Catedral de Nantes antes do incêndio deste 18 de julho: O órgão da catedral de Nantes antes do incêndio: Esse órgão sobreviveu à Revolução Francesa, às duas guerras mundiais, ao grande incêndio de 1972. Mas eis o que resta do órgão: Pelo Twitter, alguns anarquistas se alegram com postagens dessa espécie: “A única igreja que ilumina é aquela que pega fogo.” Enfim, a Catedral de Nantes depois do fogo: Nantes se tornou uma cidade onde anarquistas, Antifas e outras milícias da extrema esquerda, frequentemente protegidas, espalham o terror, especialmente no centro da cidade. Nos últimos dois anos, cerca de dez ataques criminosos ocorreram em Grenoble, em particular o incêndio na igreja de São Tiago, que foi destruída. Mas, como os autores fazem parte de um grupo de extrema esquerda, o promotor não fez nada até agora. Uma dúzia de edifícios, públicos e privados, foram vítimas de incêndios, todos de origem criminosa. O que sobrou da igreja de São Tiago: Também em Rennes, reduto das milícias de extrema esquerda, a catedral foi alvo de uma tentativa de incêndio em junho. Recentemente, as antenas de rádio foram sabotadas, em ataque reivindicado pelo movimento anarco-esquerdista. As informações continuam alertando sobre o retorno da “ação direta” [intervenções agressivas de ativistas]. A pandemia causou uma onda de radicalização dentro da ultra-esquerda, que hoje parece desejar reviver métodos inspirados por grupos terroristas nos anos 80. Um estoque de coquetéis molotov e morteiros foi encontrado em um barraco de antifas em Seine-Saint-Denis. Donald Trump bem compreendeu o esforço de desestabilização dessas milícias, bem financiadas e protegidas, e chamou os antifas de organização terrorista. A qualificação de terrorista facilita o trabalho das investigações, argumentou na segunda-feira, 13 de julho, o promotor público sobre as degradações e incêndios criminosos reivindicados pela “ultra-esquerda libertária”, que têm ocorrido desde a primavera de 2017. O promotor público de Grenoble anunciou que havia solicitado à promotoria nacional antiterrorista que apreendesse os arquivos da onda de ataques criminosos na região de Grenoble reivindicados por esses ativistas. https://www.lesalonbeige.fr/antifas-qui-mettra-les-milices-dextreme-gauche-hors-detat-de-nuire/
- Menino que salvou irmã de cachorro relembra que vocação do homem é proteção da mulher
Bridger Walker levou 90 pontos ao se colocar na frente de um cachorro e foi celebrado por Robert Downey Jr., Mark Ruffalo e outros. A Marvel tem muito heróis. Mas o grande herói desta vez foi o menino Bridger. Bridger Walker é um garoto de 6 anos, que na semana passada salvou sua irmã mais nova de morrer atacada pelo cachorro do vizinho. O episódio aconteceu na cidade de Cheyenne, no Wyoming (Estados Unidos). Na sexta-feira passada, 9 de julho, o jovem Bridger Walker estava brincando com sua irmã de quatro anos em frente à casa de sua família, quando viu um cachorro de vizinhos se aproximando para atacar a caçula. O menino não hesitou e se colocou em frente ao cão, que lhe deu diversas mordidas no rosto e na cabeça, quase desfigurando-o. Bridger recebeu 90 pontos na cirurgia de reconstituição facial. A missão da masculinidade Atualmente vemos muitos debates sobre o papel da mulher e do homem nas relações, na casa, nos locais de trabalho e na sociedade de modo geral. Mas qual é o papel do homem? O que é a masculinidade? Qual é a sua missão? A força é uma das principais características da masculinidade. Durante toda a sua vida o homem precisará aprender a usá-la para vencer seus desafios. Por este motivo, durante a infância é comum que o menino fantasie ser um guerreiro, lutando e dando sua vida por um ideal, por um povo. Assim também aprende a dosar sua força. Essa força do corpo do homem, porém, é apenas sinal da verdadeira força impressa na masculinidade: a interior. É importante que se compreenda que a verdadeira força masculina não se revela através de braços fortes ou de corpos malhados, mas nas suas atitudes, no seu caráter. Sabendo que há complementaridade entre o homem e a mulher, ressalta-se a importância das diferenças e da vivência coerente do papel de cada sexo. O homem é, com suas características físicas e psicológicas próprias, dotado de força, motivado a realizar sacrifícios, a proteger, guardar, cuidar, garantindo a existência e proteção da mulher e da criança; transmite segurança; por possuir mais disposição em sua natureza para a racionalidade, exerce maior domínio da razão sobre as ações e sentimentos; possui mais capacidade para resistir e vencer obstáculos. No filme “Até o último homem” (2007), o seu personagem principal, Desmond Doss, deseja entrar para o exército, mas, além de não aceitar usar armas, não apresenta os atributos físicos que se esperaria de um oficial. Sua permanência em um local de guerra era totalmente improvável. Sua verdadeira força, porém, é expressa na confiança que possui em Deus e em sacrificar-se para salvar os seus companheiros, até o último homem! E este filme é baseado em uma história real! Desmond decide ir à guerra com o único – e improvável – objetivo de salvar vidas. E consegue! Sua força interior revela-se na sua determinação em salvar cada um daqueles homens. Assim como foi para aquele oficial do exército, a imagem perfeita da masculinidade é o próprio Cristo. Como afirma São Paulo (Efésios 5, 25), os homens devem amar as mulheres como Cristo, que amou a sua Igreja e se entregou por ela. Ser homem, portanto, é amar e entregar-se pelo bem do outro como o faria por si mesmo. A verdadeira masculinidade está em ser como Cristo, modelo de homem dedicado ao trabalho; forte para resistir às tentações; corajoso; líder; fiel e casto; caridoso; mestre; que mantém sua palavra até o fim e é disposto a fazer sacrifícios, a dar a própria vida! O bispo Thomas J. Olmsted (2015, p. 7, tradução nossa) afirmou: “Aqui encontra-se a masculinidade em sua totalidade; cada homem católico deve estar preparado para manter-se firme sobre a brecha, entrar no combate espiritual, defender a mulher, os filhos e os demais contra a adversidade e armadilhas do demônio”. “Se alguém tivesse que morrer, pensei que tinha que ser eu” O pequeno herói garantiu que não ficou com medo e que a coisa mais importante para ele era salvar sua irmã. A tia de Bridger, Nicole Walker, criou uma conta no Instagram a partir da qual ela contou a história. Nikki escreveu: “Meu sobrinho é um herói que salvou a vida de sua irmã caçula do ataque de um cão. Ele mesmo se colocou na frente para que o cachorro não machucasse sua irmã”, escreveu Nikki no último sábado (10). “Depois do ataque ele disse: ‘Se alguém for morrer, que seja eu’. Ele chegou em casa do hospital na noite de ontem. Eu sei que é improvável, mas estou marcando Os Vingadores e outros heróis para que eles possam saber de um novo integrante no posto deles. Por favor, chequem suas caixas de entrada para verem a história do meu doce sobrinho”, escreveu a tia, marcando os atores que interpretam os personagens Homem-Aranha (Tom Holland), Thor (Chris Hemsworth), Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Capitão América (Chris Evans) e Hulk (Mark Ruffalo), entre outros. Doações para a reconstrução facial A resposta foi um tsunami de corações e milhares de mensagens de admiração pelo menino. Muitas pessoas enviaram dinheiro para que a criança possa receber um tratamento de reconstrução facial, se necessário, ao que Nicole Walker respondeu oferecendo a possibilidade de ajudar duas entidades sociais. Além disso, a tia de Bridger incentivou os admiradores a enviarem fotos de pedras ao sobrinho, pois “ele é um amante da ciência, principalmente de geologia”. Não é só isso: dos mais diversos pontos do planeta, muitos já começaram a enviar-lhe fragmentos de pedras raras para aumentar sua coleção. Alguns dias se passaram e Bridger está se sentindo melhor, seu rosto desinchou e o desconforto e a dor dos ferimentos estão melhorando. Mensagens dos Vingadores Para a surpresa da tia, as celebridades que interpretam os personagens favoritos de Bridger mandaram suas mensagens de apoio e reconhecimento ao jovem herói longo desta semana. Chris Evans enviou ao garoto um vídeo com a seguinte mensagem: “Esta é uma mensagem para o Bridger. Olá! Aqui é o Capitão América, como você está, colega? Eu li a sua história e vi o que você fez. Eu sei que você ouviu muito isso nos últimos dias, mas deixe eu dizer de novo: Cara, você é um herói. O que você fez foi tão corajoso, tão altruísta. Sua irmãzinha tem tanta sorte em te ter como irmão mais velho, seus pais devem estar muito orgulhosos de você”, disse o ator. “Eu vou achar seu endereço e te mandar um escudo autêntico do Capitão América porque você merece. Continue sendo o homem que você é, nós precisamos de pessoas como você. Aguenta aí. Eu sei que a recuperação pode ser difícil, mas baseado no que eu vi, acho que não tem muito o que possa te parar.” Ver essa foto no Instagram There are no words. We are so, so thankful. Uma publicação compartilhada por Nikki Walker (@nicolenoelwalker) em 15 de Jul, 2020 às 4:36 PDT Hulk Outro “Vingador” que enviou uma bela mensagem foi o ator Mark Ruffalo, que interpreta o Hulk. Ele escreveu ao garoto a seguinte mensagem: “Querido Bridger, acabei de ler o que aconteceu com você e queria dizer algo. As pessoas que colocam o bem-estar dos outros à frente do seu próprio são as mais heróicas que eu conheço. Eu respeito e admiro verdadeiramente sua coragem e seu coração”. “Coragem de verdade não é dominar uma pessoa ou lugar com alguém ou andar por aí como um cara durão. A verdadeira coragem é saber o certo a se fazer e fazer o certo mesmo que isso acabe te machucando de alguma forma. Você é mais homem que muitos, muitos que eu vi ou conheci. Com admiração, Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk/Professor)”. Homem de ferro Por fim, na manhã desta sexta (17), foi a vez de Robert Downey Jr., o Homem de Ferro, publicar suas palavras de apoio e reconhecimento ao garoto. “Bridger, você é um rockstar. Meu nome é Robert Downey Jr., eu interpreto Tony, o que me torna um velho amigo do Capitão. Ouvi dizer que ele enviou um escudo para você, mas eu vou fazer algo melhor. Me ligue no seu próximo aniversário, tenho algo especial para você. Aliás, isso é uma promessa, e uma promessa é melhor que um escudo”, disse o ator. Ver essa foto no Instagram *Plays AC/DC to watch this video.* Thank you to @brandondavisbd for all his help in editing. EDIT: I guess I should mention that we just celebrated Bridger’s birthday not too long ago, so it will be a while before we find out what the surprise is. Uma publicação compartilhada por Nikki Walker (@nicolenoelwalker) em 17 de Jul, 2020 às 7:56 PDT “Não sentimos ressentimento em relação aos donos do cachorro” Quanto aos vizinhos que possuem o cachorro que atacou Bridger e sua irmã mais nova, Nicole Walker também explicou que “não sentimos ressentimento por eles e, de qualquer forma, apenas o amor cresceu entre nossas famílias como resultado desse incidente”. “Gostaria de esclarecer”, escreveu ela, “que os donos do cachorro são pessoas muito boas e que foram muito gentis com Bridger e nossa família”. O cão que causou o dano é um cruzamento de um pastor alemão com outra raça. Os vizinhos decidiram sacrificá-lo, para evitar outro possível ataque. Em relação a Bridger, Nicole garantiu que “ele está de muito bom humor e sua personalidade impressionante está intacta. Ele ainda não pode sorrir muito, mas fica feliz quando leio alguns dos comentários de vocês”, disse ela, referindo-se aos seguidores do Instagram. Herói Com tanto apoio e reconhecimento, torçamos para que as cicatrizes tragam lembranças felizes para o jovem Bridger ao longo da vida. E que suas feridas não o intimidem na próxima vez em que receber o chamado ao heroísmo. Com informações Aleteia
- Menino que salvou irmã de cachorro relembra que vocação do homem é proteção da mulher
Bridger Walker levou 90 pontos ao se colocar na frente de um cachorro e foi celebrado por Robert Downey Jr., Mark Ruffalo e outros. A Marvel tem muito heróis. Mas o grande herói desta vez foi o menino Bridger. Bridger Walker é um garoto de 6 anos, que na semana passada salvou sua irmã mais nova de morrer atacada pelo cachorro do vizinho. O episódio aconteceu na cidade de Cheyenne, no Wyoming (Estados Unidos). Na sexta-feira passada, 9 de julho, o jovem Bridger Walker estava brincando com sua irmã de quatro anos em frente à casa de sua família, quando viu um cachorro de vizinhos se aproximando para atacar a caçula. O menino não hesitou e se colocou em frente ao cão, que lhe deu diversas mordidas no rosto e na cabeça, quase desfigurando-o. Bridger recebeu 90 pontos na cirurgia de reconstituição facial. A missão da masculinidade Atualmente vemos muitos debates sobre o papel da mulher e do homem nas relações, na casa, nos locais de trabalho e na sociedade de modo geral. Mas qual é o papel do homem? O que é a masculinidade? Qual é a sua missão? A força é uma das principais características da masculinidade. Durante toda a sua vida o homem precisará aprender a usá-la para vencer seus desafios. Por este motivo, durante a infância é comum que o menino fantasie ser um guerreiro, lutando e dando sua vida por um ideal, por um povo. Assim também aprende a dosar sua força. Essa força do corpo do homem, porém, é apenas sinal da verdadeira força impressa na masculinidade: a interior. É importante que se compreenda que a verdadeira força masculina não se revela através de braços fortes ou de corpos malhados, mas nas suas atitudes, no seu caráter. Sabendo que há complementaridade entre o homem e a mulher, ressalta-se a importância das diferenças e da vivência coerente do papel de cada sexo. O homem é, com suas características físicas e psicológicas próprias, dotado de força, motivado a realizar sacrifícios, a proteger, guardar, cuidar, garantindo a existência e proteção da mulher e da criança; transmite segurança; por possuir mais disposição em sua natureza para a racionalidade, exerce maior domínio da razão sobre as ações e sentimentos; possui mais capacidade para resistir e vencer obstáculos. No filme “Até o último homem” (2007), o seu personagem principal, Desmond Doss, deseja entrar para o exército, mas, além de não aceitar usar armas, não apresenta os atributos físicos que se esperaria de um oficial. Sua permanência em um local de guerra era totalmente improvável. Sua verdadeira força, porém, é expressa na confiança que possui em Deus e em sacrificar-se para salvar os seus companheiros, até o último homem! E este filme é baseado em uma história real! Desmond decide ir à guerra com o único – e improvável – objetivo de salvar vidas. E consegue! Sua força interior revela-se na sua determinação em salvar cada um daqueles homens. Assim como foi para aquele oficial do exército, a imagem perfeita da masculinidade é o próprio Cristo. Como afirma São Paulo (Efésios 5, 25), os homens devem amar as mulheres como Cristo, que amou a sua Igreja e se entregou por ela. Ser homem, portanto, é amar e entregar-se pelo bem do outro como o faria por si mesmo. A verdadeira masculinidade está em ser como Cristo, modelo de homem dedicado ao trabalho; forte para resistir às tentações; corajoso; líder; fiel e casto; caridoso; mestre; que mantém sua palavra até o fim e é disposto a fazer sacrifícios, a dar a própria vida! O bispo Thomas J. Olmsted (2015, p. 7, tradução nossa) afirmou: “Aqui encontra-se a masculinidade em sua totalidade; cada homem católico deve estar preparado para manter-se firme sobre a brecha, entrar no combate espiritual, defender a mulher, os filhos e os demais contra a adversidade e armadilhas do demônio”. “Se alguém tivesse que morrer, pensei que tinha que ser eu” O pequeno herói garantiu que não ficou com medo e que a coisa mais importante para ele era salvar sua irmã. A tia de Bridger, Nicole Walker, criou uma conta no Instagram a partir da qual ela contou a história. Nikki escreveu: “Meu sobrinho é um herói que salvou a vida de sua irmã caçula do ataque de um cão. Ele mesmo se colocou na frente para que o cachorro não machucasse sua irmã”, escreveu Nikki no último sábado (10). “Depois do ataque ele disse: ‘Se alguém for morrer, que seja eu’. Ele chegou em casa do hospital na noite de ontem. Eu sei que é improvável, mas estou marcando Os Vingadores e outros heróis para que eles possam saber de um novo integrante no posto deles. Por favor, chequem suas caixas de entrada para verem a história do meu doce sobrinho”, escreveu a tia, marcando os atores que interpretam os personagens Homem-Aranha (Tom Holland), Thor (Chris Hemsworth), Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Capitão América (Chris Evans) e Hulk (Mark Ruffalo), entre outros. Doações para a reconstrução facial A resposta foi um tsunami de corações e milhares de mensagens de admiração pelo menino. Muitas pessoas enviaram dinheiro para que a criança possa receber um tratamento de reconstrução facial, se necessário, ao que Nicole Walker respondeu oferecendo a possibilidade de ajudar duas entidades sociais. Além disso, a tia de Bridger incentivou os admiradores a enviarem fotos de pedras ao sobrinho, pois “ele é um amante da ciência, principalmente de geologia”. Não é só isso: dos mais diversos pontos do planeta, muitos já começaram a enviar-lhe fragmentos de pedras raras para aumentar sua coleção. Alguns dias se passaram e Bridger está se sentindo melhor, seu rosto desinchou e o desconforto e a dor dos ferimentos estão melhorando. Mensagens dos Vingadores Para a surpresa da tia, as celebridades que interpretam os personagens favoritos de Bridger mandaram suas mensagens de apoio e reconhecimento ao jovem herói longo desta semana. Chris Evans enviou ao garoto um vídeo com a seguinte mensagem: “Esta é uma mensagem para o Bridger. Olá! Aqui é o Capitão América, como você está, colega? Eu li a sua história e vi o que você fez. Eu sei que você ouviu muito isso nos últimos dias, mas deixe eu dizer de novo: Cara, você é um herói. O que você fez foi tão corajoso, tão altruísta. Sua irmãzinha tem tanta sorte em te ter como irmão mais velho, seus pais devem estar muito orgulhosos de você”, disse o ator. “Eu vou achar seu endereço e te mandar um escudo autêntico do Capitão América porque você merece. Continue sendo o homem que você é, nós precisamos de pessoas como você. Aguenta aí. Eu sei que a recuperação pode ser difícil, mas baseado no que eu vi, acho que não tem muito o que possa te parar.” Ver essa foto no Instagram There are no words. We are so, so thankful. Uma publicação compartilhada por Nikki Walker (@nicolenoelwalker) em 15 de Jul, 2020 às 4:36 PDT Hulk Outro “Vingador” que enviou uma bela mensagem foi o ator Mark Ruffalo, que interpreta o Hulk. Ele escreveu ao garoto a seguinte mensagem: “Querido Bridger, acabei de ler o que aconteceu com você e queria dizer algo. As pessoas que colocam o bem-estar dos outros à frente do seu próprio são as mais heróicas que eu conheço. Eu respeito e admiro verdadeiramente sua coragem e seu coração”. “Coragem de verdade não é dominar uma pessoa ou lugar com alguém ou andar por aí como um cara durão. A verdadeira coragem é saber o certo a se fazer e fazer o certo mesmo que isso acabe te machucando de alguma forma. Você é mais homem que muitos, muitos que eu vi ou conheci. Com admiração, Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk/Professor)”. Homem de ferro Por fim, na manhã desta sexta (17), foi a vez de Robert Downey Jr., o Homem de Ferro, publicar suas palavras de apoio e reconhecimento ao garoto. “Bridger, você é um rockstar. Meu nome é Robert Downey Jr., eu interpreto Tony, o que me torna um velho amigo do Capitão. Ouvi dizer que ele enviou um escudo para você, mas eu vou fazer algo melhor. Me ligue no seu próximo aniversário, tenho algo especial para você. Aliás, isso é uma promessa, e uma promessa é melhor que um escudo”, disse o ator. Ver essa foto no Instagram *Plays AC/DC to watch this video.* Thank you to @brandondavisbd for all his help in editing. EDIT: I guess I should mention that we just celebrated Bridger’s birthday not too long ago, so it will be a while before we find out what the surprise is. Uma publicação compartilhada por Nikki Walker (@nicolenoelwalker) em 17 de Jul, 2020 às 7:56 PDT “Não sentimos ressentimento em relação aos donos do cachorro” Quanto aos vizinhos que possuem o cachorro que atacou Bridger e sua irmã mais nova, Nicole Walker também explicou que “não sentimos ressentimento por eles e, de qualquer forma, apenas o amor cresceu entre nossas famílias como resultado desse incidente”. “Gostaria de esclarecer”, escreveu ela, “que os donos do cachorro são pessoas muito boas e que foram muito gentis com Bridger e nossa família”. O cão que causou o dano é um cruzamento de um pastor alemão com outra raça. Os vizinhos decidiram sacrificá-lo, para evitar outro possível ataque. Em relação a Bridger, Nicole garantiu que “ele está de muito bom humor e sua personalidade impressionante está intacta. Ele ainda não pode sorrir muito, mas fica feliz quando leio alguns dos comentários de vocês”, disse ela, referindo-se aos seguidores do Instagram. Herói Com tanto apoio e reconhecimento, torçamos para que as cicatrizes tragam lembranças felizes para o jovem Bridger ao longo da vida. E que suas feridas não o intimidem na próxima vez em que receber o chamado ao heroísmo. Com informações Aleteia
- Católicos manifestam apoio à deputada católica perseguida pelo movimento LGBT
O Centro Dom Bosco, por meio de uma nota , tornou público o apoio à deputada federal Chris Tonietto, perseguida pelo movimento LGBT por ter recentemente publicado em suas redes sociais uma nota relacionando o movimento com a pedofilia. Leia a nota do CDB: O Centro Dom Bosco, por meio desta nota, torna público o apoio à deputada federal Chris Tonietto, perseguida pelo movimento LGBT por ter recentemente publicado em suas redes sociais uma nota relacionando o movimento com a pedofilia. Por conta disso, a deputada foi notificada pelo Ministério Público Federal para prestar esclarecimentos. Na peça, fica evidente que os seus signatários não fazem a menor ideia do que dizem ao tratar do tema do gênero . Pior, tratam de forma irresponsável um assunto que afeta diretamente a família, instituição mais antiga da humanidade e que o Estado deveria proteger. Já de início, citando Rogério Diniz Junqueira, a nota diz que a extinção da família é somente uma catástrofe anunciada pelo ativismo antigênero . Trazemos à memória que, em outubro do ano passado, o Sesc São Paulo realizou o “Seminário Internacional Democracia em colapso”, com apoio da Fundação Rosa Luxemburgo e promoção da Folha de São Paulo e da Carta Capital , onde um das palestrantes, Amanda Palha, ativista LGBT, filiada ao Partido Comunista do Brasil e autodenominada travesti e educadora popular, disse com todas as letras: “Cabe a radicalização nossa também, de afirmar com todas as letras o que é uma estratégia política crítica anti-sistêmica: ah, ‘vocês querem destruir a família…’. Sim . Queremos. Porque se a gente não quiser, não vai ser ameaça .” [1] Se é exagero de nossa parte que haja um movimento contra a família perpetrado por ativistas LGBT, por que Amanda Palha não é também notificada? Ainda, qualquer pessoa que tenha estudado o mínimo sobre ideologia de gênero sabe que o termo foi cunhado para substituir sexo, de modo que os dois não têm equivalência, não são sinônimos . Enquanto ao falar de sexo queremos dizer homens e mulheres, ao tratar de gênero, referimo-nos a dezenas de invenções e combinações possíveis. A própria Judith Butler, autora do livro mais importante sobre o tema ( Problemas de gênero ) reconhece que “ O próprio sujeito das mulheres não é mais compreendido em termos estáveis ou permanentes ” [2] para indicar, assim, que a mulher deve ser superada e substituída pelos gêneros. Qual foi nossa surpresa, ao ver que a nota menciona pactos internacionais assinados pelo Brasil onde os direitos humanos fazem referência ao sexo, não ao gênero, como a Convenção Americana de Direitos Humanos e o Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos e que, portanto, não protegem a teoria infundada do gênero, pelo contrário, protegem o homem e a mulher. Para dar algum valor à peça, precisaram então recorrer aos Princípios de Yogyakarta, sobre os quais assim se referiu Monsenhor Sanahuja em seu livro Poder Global e Religião Universal . “Outra ameaça são os chamados princípios de Yogyakarta, elaborados por um conciliábulo de ativistas pró-homossexuais, muitos deles funcionários e ex-funcionários da ONU. Não só são a expressão da subversão da ordem natural, como, sob o ponto de vista do direito positivo, não contam com o aval da comunidade internacional; entretanto, foram sendo impostos de tal modo pelos grupos de especialistas, pelas organizações pró-homossexuais e organismos da ONU que já são citados com fonte em documentos dos comitês do sistema de direitos humanos da ONU.” [1] E para completar o quadro, os signatários recorreram a dois votos dos Ministros Gilmar Mendes e Luís Barroso, para, por fim, fundamentar sua decisão. Não necessitamos fazer comentários sobre estes dois juízes, deixemos que falem por si mesmos. Segue trecho do voto do Ministro Barroso no caso do habeas corpus 124.306, caso em que integrantes de uma clínica de assassinato de crianças [também conhecido como aborto] estavam presos: “Em suma: na linha do que se sustentou no presente capítulo, a criminalização da interrupção da gestação no primeiro trimestre vulnera o núcleo essencial de um conjunto de direitos fundamentais da mulher . Trata-se, portanto, de restrição que ultrapassa os limites constitucionalmente aceitáveis.” [2] Sim, o Ministro julgou por bem aproveitar a ocasião para avançar a agenda do aborto no Brasil. Tanto que baseado neste HC, o PSOL ajuizou a ADPF 442 que poderá tornar o assassinato de crianças prática legal no Brasil. Todos os católicos e homens de boa vontade deveriam tomar para si a perseguição ora sofrida pela deputada Chris Tonietto. Não é ela a perseguida pelo movimento LGBT, somos todos nós, que queremos ainda viver de acordo com a fé que nos foi legada e que fundou este país. Se a perseguição chegou à pessoa pública que busca viver de acordo com a Fé católica é porque em breve chegará a todos nós. Tantas vezes o Papa Francisco pronunciou-se sobre o tema que terminaremos a nota com suas palavras: “Na Europa, nos Estados Unidos, na América Latina, na África, em alguns países da Ásia, existem verdadeiras colonizações ideológicas. E uma delas – chamo-a claramente por nome e sobrenome – é o gênero! Hoje às crianças – às crianças! –, na escola, ensina-se isto: o sexo, cada um pode escolhê-lo. E porque ensinam isto? Porque os livros são os das pessoas e instituições que te dão dinheiro. São as colonizações ideológicas, apoiadas mesmo por países muito influentes. E isto é terrível. Em conversa com o Papa Bento – que está bem e tem um pensamento claro – dizia-me ele: “Santidade, esta é a época do pecado contra Deus Criador”. É inteligente! Deus criou o homem e a mulher; Deus criou o mundo assim, assim e assim; e nós estamos a fazer o contrário.” [3] [1] Religião Global e Poder Universal, p. 47. [2] https://www.stf.jus.br/arquivo/cms/noticiaNoticiaStf/anexo/HC124306LRB.pdf [3] https://www.semprefamilia.com.br/casamento-e-compromisso/13-vezes-em-que-o-papa-francisco-falou-contra-a-ideologia-de-genero-e-o-casamento-gay/ [1] Vídeo disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=RVCUQS_zx0g [2] Problemas de gênero, p 18. #LGBT #Política
- Católicos manifestam apoio à deputada católica perseguida pelo movimento LGBT
O Centro Dom Bosco, por meio de uma nota , tornou público o apoio à deputada federal Chris Tonietto, perseguida pelo movimento LGBT por ter recentemente publicado em suas redes sociais uma nota relacionando o movimento com a pedofilia. Leia a nota do CDB: O Centro Dom Bosco, por meio desta nota, torna público o apoio à deputada federal Chris Tonietto, perseguida pelo movimento LGBT por ter recentemente publicado em suas redes sociais uma nota relacionando o movimento com a pedofilia. Por conta disso, a deputada foi notificada pelo Ministério Público Federal para prestar esclarecimentos. Na peça, fica evidente que os seus signatários não fazem a menor ideia do que dizem ao tratar do tema do gênero . Pior, tratam de forma irresponsável um assunto que afeta diretamente a família, instituição mais antiga da humanidade e que o Estado deveria proteger. Já de início, citando Rogério Diniz Junqueira, a nota diz que a extinção da família é somente uma catástrofe anunciada pelo ativismo antigênero . Trazemos à memória que, em outubro do ano passado, o Sesc São Paulo realizou o “Seminário Internacional Democracia em colapso”, com apoio da Fundação Rosa Luxemburgo e promoção da Folha de São Paulo e da Carta Capital , onde um das palestrantes, Amanda Palha, ativista LGBT, filiada ao Partido Comunista do Brasil e autodenominada travesti e educadora popular, disse com todas as letras: “Cabe a radicalização nossa também, de afirmar com todas as letras o que é uma estratégia política crítica anti-sistêmica: ah, ‘vocês querem destruir a família…’. Sim . Queremos. Porque se a gente não quiser, não vai ser ameaça .” [1] Se é exagero de nossa parte que haja um movimento contra a família perpetrado por ativistas LGBT, por que Amanda Palha não é também notificada? Ainda, qualquer pessoa que tenha estudado o mínimo sobre ideologia de gênero sabe que o termo foi cunhado para substituir sexo, de modo que os dois não têm equivalência, não são sinônimos . Enquanto ao falar de sexo queremos dizer homens e mulheres, ao tratar de gênero, referimo-nos a dezenas de invenções e combinações possíveis. A própria Judith Butler, autora do livro mais importante sobre o tema ( Problemas de gênero ) reconhece que “ O próprio sujeito das mulheres não é mais compreendido em termos estáveis ou permanentes ” [2] para indicar, assim, que a mulher deve ser superada e substituída pelos gêneros. Qual foi nossa surpresa, ao ver que a nota menciona pactos internacionais assinados pelo Brasil onde os direitos humanos fazem referência ao sexo, não ao gênero, como a Convenção Americana de Direitos Humanos e o Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos e que, portanto, não protegem a teoria infundada do gênero, pelo contrário, protegem o homem e a mulher. Para dar algum valor à peça, precisaram então recorrer aos Princípios de Yogyakarta, sobre os quais assim se referiu Monsenhor Sanahuja em seu livro Poder Global e Religião Universal . “Outra ameaça são os chamados princípios de Yogyakarta, elaborados por um conciliábulo de ativistas pró-homossexuais, muitos deles funcionários e ex-funcionários da ONU. Não só são a expressão da subversão da ordem natural, como, sob o ponto de vista do direito positivo, não contam com o aval da comunidade internacional; entretanto, foram sendo impostos de tal modo pelos grupos de especialistas, pelas organizações pró-homossexuais e organismos da ONU que já são citados com fonte em documentos dos comitês do sistema de direitos humanos da ONU.” [1] E para completar o quadro, os signatários recorreram a dois votos dos Ministros Gilmar Mendes e Luís Barroso, para, por fim, fundamentar sua decisão. Não necessitamos fazer comentários sobre estes dois juízes, deixemos que falem por si mesmos. Segue trecho do voto do Ministro Barroso no caso do habeas corpus 124.306, caso em que integrantes de uma clínica de assassinato de crianças [também conhecido como aborto] estavam presos: “Em suma: na linha do que se sustentou no presente capítulo, a criminalização da interrupção da gestação no primeiro trimestre vulnera o núcleo essencial de um conjunto de direitos fundamentais da mulher . Trata-se, portanto, de restrição que ultrapassa os limites constitucionalmente aceitáveis.” [2] Sim, o Ministro julgou por bem aproveitar a ocasião para avançar a agenda do aborto no Brasil. Tanto que baseado neste HC, o PSOL ajuizou a ADPF 442 que poderá tornar o assassinato de crianças prática legal no Brasil. Todos os católicos e homens de boa vontade deveriam tomar para si a perseguição ora sofrida pela deputada Chris Tonietto. Não é ela a perseguida pelo movimento LGBT, somos todos nós, que queremos ainda viver de acordo com a fé que nos foi legada e que fundou este país. Se a perseguição chegou à pessoa pública que busca viver de acordo com a Fé católica é porque em breve chegará a todos nós. Tantas vezes o Papa Francisco pronunciou-se sobre o tema que terminaremos a nota com suas palavras: “Na Europa, nos Estados Unidos, na América Latina, na África, em alguns países da Ásia, existem verdadeiras colonizações ideológicas. E uma delas – chamo-a claramente por nome e sobrenome – é o gênero! Hoje às crianças – às crianças! –, na escola, ensina-se isto: o sexo, cada um pode escolhê-lo. E porque ensinam isto? Porque os livros são os das pessoas e instituições que te dão dinheiro. São as colonizações ideológicas, apoiadas mesmo por países muito influentes. E isto é terrível. Em conversa com o Papa Bento – que está bem e tem um pensamento claro – dizia-me ele: “Santidade, esta é a época do pecado contra Deus Criador”. É inteligente! Deus criou o homem e a mulher; Deus criou o mundo assim, assim e assim; e nós estamos a fazer o contrário.” [3] [1] Religião Global e Poder Universal, p. 47. [2] https://www.stf.jus.br/arquivo/cms/noticiaNoticiaStf/anexo/HC124306LRB.pdf [3] https://www.semprefamilia.com.br/casamento-e-compromisso/13-vezes-em-que-o-papa-francisco-falou-contra-a-ideologia-de-genero-e-o-casamento-gay/ [1] Vídeo disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=RVCUQS_zx0g [2] Problemas de gênero, p 18. #LGBT #Política
- ‘Vivemos por Cristo’, diz padre em foto viral que caminha sob chuva para oferecer os rit
O padre John Killackey comenta uma foto viral dele andando em sua batina em direção a um terrível acidente interestadual, onde ele deu os ritos finais a um motorista de caminhão. Peter Jesserer Smith HARRISBURG, Pensilvânia – Um jovem sacerdote solitário em uma batina caminhou em uma chuva torrencial em direção à cena de um terrível acidente de carreta e caminhão em uma rodovia da Pensilvânia e deu os últimos ritos a um motorista de caminhão, a única fatalidade do acidente. Sem ele saber, um espectador fotografou o momento , que capturou a imaginação das mídias sociais e se tornou viral. O padre, padre John Killackey , foi identificado como membro da Fraternidade Sacerdotal de São Pedro na comunidade de Missas Mater Dei em Harrisburg. Nesta entrevista ao Register, o padre Killackey discute o dia fatídico do acidente, sua própria vocação ao sacerdócio e a compreensão do que significa seguir Jesus Cristo como padre católico hoje e o que ele gostaria que os católicos aprendessem com a fotografia. momento. Padre John, o que aconteceu no dia do acidente na I-81, quando alguém tirou uma foto sua andando na chuva dando os últimos ritos e vendo se as pessoas precisavam de ajuda? Eu estava voltando para a paróquia – estou em Harrisburg agora – e acabei de passar da I-78 para a I-81. E houve essas pequenas tempestades no caminho, então você teve que acender as luzes de perigo e esse tipo de coisa e, enquanto eu descia a estrada, vi essa silhueta de um desastre de um trator. Eu tive que parar rapidamente e ficar do lado. Acabara de acontecer, eu acho. Então eu não estava muito longe – apenas dois ou três carros atrás dos destroços lá. E houve muitos destroços ao longo da estrada naquele dia. Não sei exatamente quantas. Mas lembrei que tinha meu óleo sagrado para os enfermos na parte de trás do meu carro. Então eu peguei isso e pensei: “Bem, isso parece muito ruim.” Havia quatro ou cinco reboques de tratores envolvidos e muitos outros pequenos acidentes, então saí e tentei ver se encontrava alguém que estivesse gravemente ferido ou necessitasse dos últimos ritos. Então o que aconteceu depois? Então, eu circulei e estava perguntando a alguns motoristas de caminhão se havia alguém que precisasse de atenção. Alguém me trouxe para quem o fez. Acho que ele já havia falecido naquele momento, mas não sabemos o momento exato em que a alma deixa o corpo; e tudo o que podemos fazer para ajudar a alma a se preparar para encontrar Deus é muito importante. Então eu dei a ele os últimos ritos ali mesmo e depois fui embora porque os paramédicos estavam começando a chegar naquele momento. Como foi esse momento para você? Foi definitivamente um momento emocional. Eles nos ensinaram no seminário a memorizar as formas dos últimos ritos e bênçãos apostólicas para momentos como esse, mas fiquei feliz por um pequeno cartão que tinha na carteira que os escrevia, pois minha memória teria diminuído. Usei o óleo dos doentes que tinha comigo para fazer o Sinal da Cruz e pronunciar a forma. Eu estava apenas tentando fazer minha parte corretamente e sair do caminho para que os paramédicos, policiais e bombeiros que haviam respondido tão rapidamente pudessem fazer seu bom trabalho. Foi um momento que nunca esquecerei. Um sacerdote é ordenado para levar Cristo às pessoas nesses momentos solenes. Tenho certeza de que qualquer padre na minha situação teria feito a mesma coisa. Você imaginou que isso é o que você faria quando se tornasse padre? Bem, um padre nos disse durante o seminário que, quando você é ordenado, você escreve a Deus um cheque em branco. E eu achei isso interessante. Só porque você não sabe o que vai conseguir, você só precisa estar pronto para sacrificar sua vida ou apenas se entregar em qualquer circunstância que surgir. Às vezes, não acontece muita coisa: num dia tranquilo de verão na paróquia; ou às vezes pode estar ocupado, ensinando e escrevendo sermões. Mas outros dias – você sabe que eu pensei que voltaria [à paróquia] para a nossa missa da noite. E foi isso que a Providência colocou na frente, e deveria estar lá. Então acho que a resposta é que não sei o que vai acontecer, mas sempre me lembro do que aquele padre mais velho nos disse: estar pronto para qualquer coisa. Padre John, onde começou sua vocação ao sacerdócio? Quando começou a se formar em seu coração que era aqui que Jesus estava te chamando? No ensino médio. Começamos a assistir a um apostolado da Fraternidade de São Pedro. Fiquei realmente impressionado com o modelo dos padres que estavam lá. Eles eram rapazes; eles gostavam de jogar futebol e esse tipo de coisa. Então isso me aqueceu com a ideia de que eles não são pessoas estranhas. Eles estavam realmente inflamados com um ideal, um ideal de Cristo. Então isso foi algo que me fez pensar muito sobre [sacerdócio]. Mas eu sabia que não estava pronta, então fui para o Christendom College por quatro anos, o que foi uma ótima experiência, e depois trabalhei um ano. Eu queria lhe perguntar mais sobre isso, já que nós dois fomos à cristandade. Como sua experiência ajudou a formar sua vocação ou ajudar seu discernimento? Eu diria em particular que os acadêmicos realmente me ajudaram. Eu tinha um apego emocional, é claro, porque amo a fé, mas senti em particular que a filosofia, a teologia e a história me deram uma boa base intelectual para a fé, para mostrar que isso não é apenas algo em que apegamos emocionalmente, mas harmonizamos com razão também. Eu senti que nossos quatro anos lá me ajudaram a realmente apreciar esse fator. Além disso, senti que, em geral, era um lugar onde a faculdade e meus colegas estavam tentando viver os ideais da fé. Nenhum lugar é perfeito, e somos todos humanos, mas era particularmente poderoso ter professores e colegas que eram modelos concretos do que estavam ensinando. Todos somos chamados a ser discípulos de Jesus Cristo. Como você viu isso acontecer concretamente em seu próprio sacerdócio? Apenas senti que precisava pelo menos experimentar o seminário, porque senti que era aqui que Deus queria que eu o servisse melhor. Mas lembro-me de um padre me dizendo desde o início e no final do seminário – também não acreditei nisso imediatamente, talvez tenha sido um erro pensar ‘Estou ansioso para me ocupar com as coisas e fazer coisas’, e não me entenda mal, os ministérios secundários agora, como grupos de jovens ou viagens missionárias, são grandes coisas – mas ele disse: “Você sabe o que, a primeira coisa que você precisa apreciar como sacerdote e como novo sacerdote em particular, é o seu relacionamento particular que Nosso Senhor quer ter com você. ” O Senhor quer ter um relacionamento com todos, mas de uma maneira particular com os sacerdotes (porque ele age em pessoa Christi com os sacramentos e as outras coisas) para que você realmente vá até ele. Porque se você não estiver – você sabe, como manter sua hora santa diária ou tentar celebrar bem a missa – se não estiver, poderá secar rapidamente e esquecer quem você é sem ele. E tenho certeza de que você também pode ver isso no casamento. Você foi ordenado em 2019. O que o levou a tornar-se sacerdote na Fraternidade de São Pedro? Começamos a ir ao apostolado deles em Nova Jersey – foi onde eu cresci – e eu só estava vendo os exemplos deles nessa idade. Acabei de ver “você é um padre” e os admirei muito, vendo a fé e a sinceridade deles. Por isso, sempre achei que, se quisesse ser padre, seria com um deles. Gostaria de dizer que, para começar, entrar no seminário não está assinando seu nome na linha pontilhada. É um lugar onde podemos honestamente olhar para a pergunta, e muitos mocinhos discernem que Deus não está chamando por lá. Sempre serei grato pelo exemplo de todos os meus irmãos durante o treinamento no seminário, especialmente o modelo dos sacerdotes que estavam lá nos ajudando a discernir qual era a vontade de Deus para nós. Há dias bons e ruins onde quer que você vá, mas sempre tive a sensação de que Deus me queria lá, apesar da minha indignidade. O padre John Killackey é mostrado no dia da ordenação. Aos seus olhos, se você ia resumir, o que significa ser um padre católico, particularmente hoje? Eu diria que ser um padre católico é ser outro Cristo, ou apenas tentar ser outro Cristo, pelo menos da melhor maneira que puder, e em qualquer circunstância que Deus lhe enviar. Nosso Senhor gosta de usar vasos frágeis, eu acho, para se levar a [outros]; e nós meio que temos que sair do caminho e deixá-lo fazer o trabalho. E quanto mais podemos fazer isso, mais podemos trazê-lo e ser esse outro Cristo para o mundo. Nos trazendo de volta a este momento capturado de você como um padre na chuva caminhando para dar os últimos ritos – na estimativa final, o que você gostaria que os católicos realmente tirassem desse momento fotografado? Bem, para que as pessoas tenham essa fé, precisamos de Nosso Senhor. É para isso que os padres são ordenados a fazer. Não é por seus méritos ou habilidades. Mais uma vez, fiquei um pouco envergonhado com isso [foto], porque havia dezenas de outras pessoas – paramédicos, policiais e bombeiros – ficando encharcadas e realmente trabalhando duro para salvar a vida das pessoas. O que eles estavam fazendo – eu não poderia fazer isso. Eu não estou treinado para fazer isso. E eles merecem muito crédito pelo trabalho que fazem todos os dias. Mas todos nós, inclusive eu, podemos facilmente focar nas tarefas do dia-a-dia e esquecer de ver as coisas no esquema eterno das coisas: através dos olhos da fé. Também todos deixaremos esta terra e precisamos orar para que estejamos prontos para encontrar Nosso Senhor. Não importa quem somos, devemos esperar que o sofrimento nos encontre de uma maneira ou de uma forma. A questão simplesmente se torna: como reagimos a isso? Podemos ter uma atitude sombria de que nada disso importa e fica amargo; ou podemos levar esses sofrimentos a Nosso Senhor e uni-los aos sofrimentos que ele voluntariamente assumiu para nossa salvação. Então, vivemos para Cristo e tentamos trazê-lo para outras pessoas. E é isso que o padre tenta fazer. Seu trabalho é para Cristo e fazer o que puder para trazê-lo a outras pessoas em todos os momentos da vida. Traduzido de NCRegister.com #sacramentos #vocação
















































