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  • Disney introduz “pais homossexuais” no desenho infantil Ducktales e recebe críticas

    A empresa bilionária de entretenimento Disney foi criticada por apresentar um casal de “pais gays” no reinício de DuckTales, a popular série dos anos 80 baseada no universo do Pato Donald. O evento ocorre no primeiro episódio da terceira temporada transmitido na Disney Plus e Disney XD. O produtor executivo da série, Frank Angones, disse em uma publicação no blog de Tumblr que não fizeram “representações relevantes de LGBTQ [NdR: lésbicas, gays, bissexuais ou transgêneros ou queer]” na Disney e que têm “alguns temas e ideias que estão surgindo que tratam sobre narrativas relevantes para o LGBTQ ”para o futuro. Também lamentou não ter dado aos “pais de Violet” um papel mais proeminente. One Million Moms, um site fundado por American Family Association (AFA) com o objetivo de mobilizar os pais para “impedir a exploração de crianças” pelos meios de comunicação, está pedindo um boicote à Disney até que DuckTales retire o casal de pais homossexuais. A carta foi assinada por aproximadamente 10 mil pessoas. “Advertência! DuckTales não é o mesmo desenho animado que os pais cresceram assistindo. Os pais compartilham o mesmo sobrenome e ambos usam camisetas com a frase ‘Estou com papai’ na frente e que têm flechas que apontam uma para a outra. Não há como negar seu relacionamento romântico. É extremamente evidente que são um casal”, escreveu a diretora do One Million Moms, Monica Cole, em um e-mail para seus seguidores na sexta-feira, 17 de abril. “É evidente que esse produtor em particular” quis “doutrinar as crianças, expondo-as a relacionamentos homossexuais através de uma fachada de normalidade. Se alguém ainda tiver alguma dúvida sobre a posição da Disney sobre esse assunto polêmico, espero que isso deixe claro que existe uma agenda LGBTQ que estão forçando em audiências jovens”, alertou. Cole disse que “não concordo com a agenda LGBTQ que está sendo imposta às famílias e às crianças na série de reinício do DuckTales. Minha família não assistirá DuckTales nem apoiará sua empresa enquanto a rede se desvie do entretenimento familiar. Incentivarei meus amigos a fazerem o mesmo”. O blog One Angry Gamer também declarou que “não se pode negar que realmente existe uma agenda gay para inculcar nas crianças o conteúdo LGBTQIA+”. Fonte ACI Digital #gay #LGBT

  • A SITUAÇÃO DO MUNDO EM TEMPOS DE PANDEMIA

    Como está a família? Infelizmente, fragmentada como nunca pela educação complacente, pelo divórcio e, de agora em diante, pelas uniões ditas “homoafetivas”. Tudo isto compromete afetivamente os filhos, interferindo em sua formação escolar e provocando inevitáveis danos sociais (isto, bem entendido, quando escapam da fúria abortífera). Insegurança e violência são o estado natural de muitos jovens, terreno ideal para o narcotráfico. Quanto aos velhos, a distância entre eles e as gerações mais novas nunca esteve tão grande. Velhos vivem cada vez mais só com velhos, em “casas de repouso”, desprezados pelos jovens, que nada têm a aprender com sobreviventes de um passado definitivamente passado. A crescente aprovação de leis que facilitam a eutanásia indica que o descarte dos homens inúteis pode ser uma contribuição promissora para o controle demográfico, junto com aborto e casamentos inférteis (tanto hétero como homossexuais). O futuro espiritual do ser humano parece estar mais para “vale das sombras” que para “campinas verdejantes”. Esvaziado de sua verdadeira essência, sem esperança, progressivamente seduzido pela ideia do suicídio, o homem adoece da alma com muita facilidade, vagando como um fantasma pelas cidades modernas, cheias de recursos tecnológicos, entre os quais, é certo, medicamentos poderosos contra distúrbios comportamentais. Psiquiatras e psicoterapeutas ganham muito dinheiro com a ansiedade e a depressão. A maioria dos ansiosos e depressivos são devolvidos com competência aos seus postos de trabalho, mas não à própria essência: continuam vivendo, neste mundo, como se tudo acabasse com a morte, distante das tradições culturais e da fé. Os efeitos são de uma guerra como nunca houve antes: uma guerra cultural e espiritual que não destrói ou aprisiona somente os corpos, mas sobretudo as mentes. Que remédios poderiam curar tantos ferimentos provocados no corpo e na alma das sociedades e dos indivíduos, causados pela obstinada negação das “coisas permanentes” (como dizia T. S. Eliot) que se encontra no núcleo do projeto de uma nova ordem mundial? Quantas gerações não serão sacrificadas, antes que o mundo volte a compreender que a vida deve ser defendida em todas as suas fases, que o casamento é união permanente entre um homem e uma mulher, e só os pais — não o Estado, não o governo mundial — têm o direito de decidir sobre a educação dos próprios filhos?

  • Ultrapassando limites, Governo de Santa Catarina e impõe que hóstias sejam pré-embaladas para missas

    Em Santa Catarina o governador anunciou em entrevista coletiva à imprensa a liberação de grande parte dos serviços e atividades que estavam suspensos devido à pandemia do novo coronavírus. Entretanto um dos pontos chamou a atenção dos católicos por modificar a liturgia e avançar além dos limites de sua jurisdição. Veja a denúncia feita pelo professor Felipe Nery através de suas redes sociais: Senhores Bispos, vejam essa aberração decretada pelo Governador de Santa Catrina, Carlos Moisés. A seguir, o trecho referente às missas: V –Nos cultos em que houver a celebração de ceia, com partilha de pão e vinho, ou celebração de comunhão, os elementos so- mente poderão ser partilhados se estiverem pré-embalados para uso pessoal. Assista este vídeo com uma análise do ocorrido: O Governador não foi constituído por Jesus Cristo para impor, alterar ou criar normas para a celebração dos Sacramentos. Isso cabe SOMENTE à Igreja. Primeiro aceitamos que nos proibissem o acesso ao culto; agora eles querem mudar a forma que o culto deve ser celebrado; o que mais quererão fazer após isso? Como São Pedro, a Pedra sobre a qual a Igreja está construída, os senhores bispos precisam reagir: “Julgai-o vós mesmos se é justo diante de Deus obedecermos a vós mais do que a Deus”. (Atos 4,19) “A primeira vez que uma boca mortal pronunciou a palavra da grande liberdade, o primeiro ato da grande liberdade que se cumpriu perante o gênero humano, aconteceu quando dois pobres judeus, os apóstolos Pedro e João, proclamaram o dever de obedecer antes a Deus que aos homens e continuaram a espalhar o ensino que o erro e a perseguição, sob as máscaras da justiça e da prudência, queriam suprimir.” (Louis Veuillot) Senhores Bispos, sabemos da imensa responsabilidade que os senhores têm diante de Deus. Cada alma que lhes foi confiada será cobrada, pois a quem muito foi dado, muito será cobrado. Por isso, rezamos e suplicamos a Deus para que os senhores sejam assistidos pela força que vem do alto e que já derrubou impérios e reinos para levar a Verdade a todos os povos. Que Deus não permita que se encontre no meio dos senhores algum a quem se dirija a Palavra de Deus em Isaías 56, 9-12. Reajam como Pastores e os cães fugirão de medo. Outros detalhes do decreto do Governador: “Em relação às igrejas, templos religiosos e afins, temos regulamentado a questão de número limite de capacidade nesses estabelecimentos. Temos alguns regramentos específicos, como aqueles que já utilizamos para todas as atividades e estão, neste momento, devidamente regulamentados, como o uso de máscaras e a questão do álcool em gel. Estamos trabalhando também com relação à ocupação das fileiras de bancos ou cadeiras dentro das igrejas e templos. O regramento do afastamento das pessoas tem que ser de pelo menos 1,5 metro. Temos ainda uma recomendação especial em relação à população mais vulnerável, idosos, pessoas de baixa imunidade, para atendimento domiciliar, e também a questão de atendimento individual e por agendamento, assim como assepsia, e sua frequência, nos estabelecimentos. Hábitos que já estão se tornando frequentes”, enumerou. Confira as regras do governo de SC para igrejas e templos religiosos: – A lotação máxima autorizada será de 30% da capacidade da igreja ou do templo; – Os lugares de assento deverão ser disponibilizados de forma alternada entre as fileiras de bancos, devendo estar bloqueados de forma física aqueles que não puderem ser ocupados; – O atendimento aos integrantes dos grupos de risco como idosos (acima de 60 anos), hipertensos, diabéticos e gestantes deverá ser realizado exclusivamente em domicílio; – Deve ser assegurado que todas as pessoas que entrem nos locais estejam usando máscara e higienizem as mãos com álcool gel 70%; – Os atendimentos individuais deverão ser agendados; – Os templos devem disponibilizar álcool gel para uso das pessoas; – Todos os fiéis e colaboradores deverão usar máscaras de tecido durante todo o período em que estiverem no interior do templo religioso ou da igreja; – Nos cultos em que houver a celebração de ceia, com partilha de pão e vinho, ou celebração de comunhão, os elementos somente poderão ser partilhados se estiverem pré-embalados para uso pessoal. – O responsável pelo templo deve orientar aos frequentadores que não poderão participar dos cultos, missas e liturgias caso apresentem sintomas de resfriados ou gripe. Para os colaboradores – Igrejas e templos devem priorizar o afastamento, sem prejuízo, de colaboradores pertencentes ao grupo de risco, como pessoas com idade acima de 60 anos, hipertensos, diabéticos, gestantes e imunodeprimidos; – Disponibilizar e exigir o uso das máscaras para os colaboradores para a realização das atividades; – Durante os atendimentos deverá ser mantida a distância mínima de 1,5 metros entre as pessoas; – Colaboradores que apresentarem sintomas de Covid-19 devem buscar orientações médicas e serem afastados do trabalho e do atendimento ao público por no mínimo 14 dias, ou conforme determinação médica; – Manter todas as áreas ventiladas, incluindo, caso exista, os locais de alimentação; – Deverá ser intensificada a higienização das mãos, principalmente antes e depois do atendimento de cada fiel; – Realizar procedimentos que garantam a higienização contínua da igreja ou do templo religioso com desinfetantes e realizar frequente desinfecção com álcool 70%; Mais informações na íntegra da portaria nº 254 da Secretaria de Estado de Saúde de Santa Catarina. Arquidiocese de Florianópolis – SC lança novas orientações sobre abertura das igrejas Após a publicação da Portaria da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina Nº 254, de 20 de abril de 2020, a Arquidiocese de Florianópolis divulgou na manhã desta terça-feira, dia 21 de abril, novas orientações aos católicos dos 30 municípios de seu território. Um dos pontos em destaque é que sejam cumpridas com rigor as orientações das autoridades de saúde pública municipais, que podem emitir normas mais restritivas se necessário. É importante também que a Portaria da Secretaria de Estado da Saúde ( disponível aqui ) seja fixada em local visível nas igrejas e afins. Clique aqui para baixar o arquivo em PDF. ORIENTAÇÕES Tendo presente a Portaria da Secretaria de Estado da Saúde Nº 254, de 20 de abril de 2020, que estabeleceu normas sobretudo para as “igrejas evangélicas” a respeito do funcionamento de igrejas, templos e afins, EMANAMOS algumas ORIENTAÇÕES para os CATÓLICOS da ARQUIDIOCESE DE FLORIANÓPOLIS. 1. Sejam cumpridas com rigor todas as orientações advindas das autoridades responsáveis pela saúde pública nos mais diversos níveis: Federal, Estadual e Municipal. Esteja-se atento ao quanto determina a autoridade municipal, que pode emanar norma mais restritivas. 2. Continua em vigência o quanto determinado no Decreto Arquidiocesano Prot. Nº 099/20 L. 23, de 17 de março de 2020, a saber: todos os fiéis estão dispensados da obrigação de participar das Missas dominicais e dos demais dias de preceito, de acordo com o previsto no Cân. 1247 do Código de Direito Canônico. 3. Todos os que pertencem ao grupo de risco, como idosos, hipertensos, diabéticos, imunodeprimidos e gestantes, devem – na medida do possível – permanecer em casa. Os clérigos que pertencem a esse grupo tenham os cuidados devidos e ponderem, com prudência, a conveniência da sua exposição nas ações litúrgicas e outros atendimentos pastorais. 4. As MISSAS e outras CELEBRAÇÕES com a presença de fiéis foram autorizadas, com as seguintes orientações: a) a Portaria Nº 254/SES, de 20 de abril de 2020, e estas ORIENTAÇÕES deverão ser afixadas em locais visíveis nas igrejas e lugares afins; b) deverá ser rigorosamente respeitada a lotação máxima de 30% da capacidade da igreja. Portanto, se for necessário, haja um número maior de celebrações de acordo com as condições de cada Paróquia; c) somente as pessoas com máscaras poderão adentrar na igreja e deverão fazer a higienização das mãos com álcool gel 70%; d) não poderão participar das missas e outras celebrações quem apresentar sintomas de resfriado/gripe; e) deverão ser marcados os assentos para os fiéis sentarem, respeitando a distância de 1,5 metros; f) a igreja deverá ser continuamente higienizada, intensificando-se a limpeza das áreas com desinfetantes próprios para a finalidade e realizar frequente desinfecção com álcool 70%, quando possível, sob fricção de superfícies expostas; g) para a comunhão eucarística tanto o ministro (sacerdote, diácono ou leigo) quanto os fiéis deverão higienizar as mãos com álcool em gel 70% antes e depois da distribuição; h) continue sendo realizada, onde for possível, a transmissão das celebrações via internet, seguindo as recomendações do Art. 4 Portaria/SES Nº 254; i) por fim, para que tudo isso seja observado, é necessária uma EQUIPE de colaboradores para o controle de entrada, higienização e limpeza, segurança, etc., além das funções litúrgicas. 5. Quanto às demais atividades religiosas: a) ampliem os horários de atendimento individual da confissão, respeitando a distância física recomendada e demais medidas de segurança; b) quanto ao Sacramento do Batismo, seja celebrado somente em caso de emergência; c) quanto ao Sacramento do Matrimônio, trate-se com os noivos a conveniência da sua celebração pública, observando as medidas estabelecidas pela Portaria/SES Nº 254; d) quanto às manifestações da piedade popular, sejam suspensas as procissões e outras devoções públicas externas (fora do templo); e) quanto às Celebrações de Exéquias, tenha-se a prudência necessária para evitar aglomeração de pessoas, observando-se as normas prescritas pelas autoridades sanitárias; f) recomenda-se, vivamente, nesse tempo, a oração pessoal e em família; g) todos os encontros presenciais da ação evangelizadora e pastoral da nossa Arquidiocese (inclusive a Catequese) continuam suspensos, podendo, na medida do possível, ser realizados de modo remoto, pelas plataformas digitais de videoconferências ou similares; h) as Secretarias Paroquiais, como já orientado anteriormente, podem continuar semiabertas, seguindo as normas estabelecidas pela autoridade sanitária. Estas orientações valem enquanto não for decidido em contrário pelas autoridades competentes. Deus recompense os que estão trabalhando para amenizar as dores dos que padecem e ilumine os que buscam a solução para essa grave situação. Florianópolis, 21 de abril de 2020. Dom Wilson Tadeu Jönck Arcebispo Metropolitano de Florianópolis

  • Ultrapassando limites, Governo de Santa Catarina e impõe que hóstias sejam pré-embaladas para missas

    Em Santa Catarina o governador anunciou em entrevista coletiva à imprensa a liberação de grande parte dos serviços e atividades que estavam suspensos devido à pandemia do novo coronavírus. Entretanto um dos pontos chamou a atenção dos católicos por modificar a liturgia e avançar além dos limites de sua jurisdição. Veja a denúncia feita pelo professor Felipe Nery através de suas redes sociais: Senhores Bispos, vejam essa aberração decretada pelo Governador de Santa Catrina, Carlos Moisés. A seguir, o trecho referente às missas: V –Nos cultos em que houver a celebração de ceia, com partilha de pão e vinho, ou celebração de comunhão, os elementos so- mente poderão ser partilhados se estiverem pré-embalados para uso pessoal. Assista este vídeo com uma análise do ocorrido: O Governador não foi constituído por Jesus Cristo para impor, alterar ou criar normas para a celebração dos Sacramentos. Isso cabe SOMENTE à Igreja. Primeiro aceitamos que nos proibissem o acesso ao culto; agora eles querem mudar a forma que o culto deve ser celebrado; o que mais quererão fazer após isso? Como São Pedro, a Pedra sobre a qual a Igreja está construída, os senhores bispos precisam reagir: “Julgai-o vós mesmos se é justo diante de Deus obedecermos a vós mais do que a Deus”. (Atos 4,19) “A primeira vez que uma boca mortal pronunciou a palavra da grande liberdade, o primeiro ato da grande liberdade que se cumpriu perante o gênero humano, aconteceu quando dois pobres judeus, os apóstolos Pedro e João, proclamaram o dever de obedecer antes a Deus que aos homens e continuaram a espalhar o ensino que o erro e a perseguição, sob as máscaras da justiça e da prudência, queriam suprimir.” (Louis Veuillot) Senhores Bispos, sabemos da imensa responsabilidade que os senhores têm diante de Deus. Cada alma que lhes foi confiada será cobrada, pois a quem muito foi dado, muito será cobrado. Por isso, rezamos e suplicamos a Deus para que os senhores sejam assistidos pela força que vem do alto e que já derrubou impérios e reinos para levar a Verdade a todos os povos. Que Deus não permita que se encontre no meio dos senhores algum a quem se dirija a Palavra de Deus em Isaías 56, 9-12. Reajam como Pastores e os cães fugirão de medo. Outros detalhes do decreto do Governador: “Em relação às igrejas, templos religiosos e afins, temos regulamentado a questão de número limite de capacidade nesses estabelecimentos. Temos alguns regramentos específicos, como aqueles que já utilizamos para todas as atividades e estão, neste momento, devidamente regulamentados, como o uso de máscaras e a questão do álcool em gel. Estamos trabalhando também com relação à ocupação das fileiras de bancos ou cadeiras dentro das igrejas e templos. O regramento do afastamento das pessoas tem que ser de pelo menos 1,5 metro. Temos ainda uma recomendação especial em relação à população mais vulnerável, idosos, pessoas de baixa imunidade, para atendimento domiciliar, e também a questão de atendimento individual e por agendamento, assim como assepsia, e sua frequência, nos estabelecimentos. Hábitos que já estão se tornando frequentes”, enumerou. Confira as regras do governo de SC para igrejas e templos religiosos: – A lotação máxima autorizada será de 30% da capacidade da igreja ou do templo; – Os lugares de assento deverão ser disponibilizados de forma alternada entre as fileiras de bancos, devendo estar bloqueados de forma física aqueles que não puderem ser ocupados; – O atendimento aos integrantes dos grupos de risco como idosos (acima de 60 anos), hipertensos, diabéticos e gestantes deverá ser realizado exclusivamente em domicílio; – Deve ser assegurado que todas as pessoas que entrem nos locais estejam usando máscara e higienizem as mãos com álcool gel 70%; – Os atendimentos individuais deverão ser agendados; – Os templos devem disponibilizar álcool gel para uso das pessoas; – Todos os fiéis e colaboradores deverão usar máscaras de tecido durante todo o período em que estiverem no interior do templo religioso ou da igreja; – Nos cultos em que houver a celebração de ceia, com partilha de pão e vinho, ou celebração de comunhão, os elementos somente poderão ser partilhados se estiverem pré-embalados para uso pessoal. – O responsável pelo templo deve orientar aos frequentadores que não poderão participar dos cultos, missas e liturgias caso apresentem sintomas de resfriados ou gripe. Para os colaboradores – Igrejas e templos devem priorizar o afastamento, sem prejuízo, de colaboradores pertencentes ao grupo de risco, como pessoas com idade acima de 60 anos, hipertensos, diabéticos, gestantes e imunodeprimidos; – Disponibilizar e exigir o uso das máscaras para os colaboradores para a realização das atividades; – Durante os atendimentos deverá ser mantida a distância mínima de 1,5 metros entre as pessoas; – Colaboradores que apresentarem sintomas de Covid-19 devem buscar orientações médicas e serem afastados do trabalho e do atendimento ao público por no mínimo 14 dias, ou conforme determinação médica; – Manter todas as áreas ventiladas, incluindo, caso exista, os locais de alimentação; – Deverá ser intensificada a higienização das mãos, principalmente antes e depois do atendimento de cada fiel; – Realizar procedimentos que garantam a higienização contínua da igreja ou do templo religioso com desinfetantes e realizar frequente desinfecção com álcool 70%; Mais informações na íntegra da portaria nº 254 da Secretaria de Estado de Saúde de Santa Catarina. Arquidiocese de Florianópolis – SC lança novas orientações sobre abertura das igrejas Após a publicação da Portaria da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina Nº 254, de 20 de abril de 2020, a Arquidiocese de Florianópolis divulgou na manhã desta terça-feira, dia 21 de abril, novas orientações aos católicos dos 30 municípios de seu território. Um dos pontos em destaque é que sejam cumpridas com rigor as orientações das autoridades de saúde pública municipais, que podem emitir normas mais restritivas se necessário. É importante também que a Portaria da Secretaria de Estado da Saúde ( disponível aqui ) seja fixada em local visível nas igrejas e afins. Clique aqui para baixar o arquivo em PDF. ORIENTAÇÕES Tendo presente a Portaria da Secretaria de Estado da Saúde Nº 254, de 20 de abril de 2020, que estabeleceu normas sobretudo para as “igrejas evangélicas” a respeito do funcionamento de igrejas, templos e afins, EMANAMOS algumas ORIENTAÇÕES para os CATÓLICOS da ARQUIDIOCESE DE FLORIANÓPOLIS. 1. Sejam cumpridas com rigor todas as orientações advindas das autoridades responsáveis pela saúde pública nos mais diversos níveis: Federal, Estadual e Municipal. Esteja-se atento ao quanto determina a autoridade municipal, que pode emanar norma mais restritivas. 2. Continua em vigência o quanto determinado no Decreto Arquidiocesano Prot. Nº 099/20 L. 23, de 17 de março de 2020, a saber: todos os fiéis estão dispensados da obrigação de participar das Missas dominicais e dos demais dias de preceito, de acordo com o previsto no Cân. 1247 do Código de Direito Canônico. 3. Todos os que pertencem ao grupo de risco, como idosos, hipertensos, diabéticos, imunodeprimidos e gestantes, devem – na medida do possível – permanecer em casa. Os clérigos que pertencem a esse grupo tenham os cuidados devidos e ponderem, com prudência, a conveniência da sua exposição nas ações litúrgicas e outros atendimentos pastorais. 4. As MISSAS e outras CELEBRAÇÕES com a presença de fiéis foram autorizadas, com as seguintes orientações: a) a Portaria Nº 254/SES, de 20 de abril de 2020, e estas ORIENTAÇÕES deverão ser afixadas em locais visíveis nas igrejas e lugares afins; b) deverá ser rigorosamente respeitada a lotação máxima de 30% da capacidade da igreja. Portanto, se for necessário, haja um número maior de celebrações de acordo com as condições de cada Paróquia; c) somente as pessoas com máscaras poderão adentrar na igreja e deverão fazer a higienização das mãos com álcool gel 70%; d) não poderão participar das missas e outras celebrações quem apresentar sintomas de resfriado/gripe; e) deverão ser marcados os assentos para os fiéis sentarem, respeitando a distância de 1,5 metros; f) a igreja deverá ser continuamente higienizada, intensificando-se a limpeza das áreas com desinfetantes próprios para a finalidade e realizar frequente desinfecção com álcool 70%, quando possível, sob fricção de superfícies expostas; g) para a comunhão eucarística tanto o ministro (sacerdote, diácono ou leigo) quanto os fiéis deverão higienizar as mãos com álcool em gel 70% antes e depois da distribuição; h) continue sendo realizada, onde for possível, a transmissão das celebrações via internet, seguindo as recomendações do Art. 4 Portaria/SES Nº 254; i) por fim, para que tudo isso seja observado, é necessária uma EQUIPE de colaboradores para o controle de entrada, higienização e limpeza, segurança, etc., além das funções litúrgicas. 5. Quanto às demais atividades religiosas: a) ampliem os horários de atendimento individual da confissão, respeitando a distância física recomendada e demais medidas de segurança; b) quanto ao Sacramento do Batismo, seja celebrado somente em caso de emergência; c) quanto ao Sacramento do Matrimônio, trate-se com os noivos a conveniência da sua celebração pública, observando as medidas estabelecidas pela Portaria/SES Nº 254; d) quanto às manifestações da piedade popular, sejam suspensas as procissões e outras devoções públicas externas (fora do templo); e) quanto às Celebrações de Exéquias, tenha-se a prudência necessária para evitar aglomeração de pessoas, observando-se as normas prescritas pelas autoridades sanitárias; f) recomenda-se, vivamente, nesse tempo, a oração pessoal e em família; g) todos os encontros presenciais da ação evangelizadora e pastoral da nossa Arquidiocese (inclusive a Catequese) continuam suspensos, podendo, na medida do possível, ser realizados de modo remoto, pelas plataformas digitais de videoconferências ou similares; h) as Secretarias Paroquiais, como já orientado anteriormente, podem continuar semiabertas, seguindo as normas estabelecidas pela autoridade sanitária. Estas orientações valem enquanto não for decidido em contrário pelas autoridades competentes. Deus recompense os que estão trabalhando para amenizar as dores dos que padecem e ilumine os que buscam a solução para essa grave situação. Florianópolis, 21 de abril de 2020. Dom Wilson Tadeu Jönck Arcebispo Metropolitano de Florianópolis

  • Líderes pró-vida pedem a Trump que a vacina contra o coronavírus não use células de abortos

    Líderes pró-vida nos Estados Unidos enviaram uma carta ao governo Trump na qual, após garantir que o desenvolvimento de uma vacina eficaz, segura e amplamente acessível para o novo coronavírus seja de tremenda importância, esse desenvolvimento deve evitar os vínculos imoral com o aborto. O desenvolvimento de uma vacina eficaz, segura e amplamente disponível para o novo coronavírus é profundamente importante, mas seu desenvolvimento deve evitar vínculos antiéticos ao aborto, disseram líderes pró-vida em uma carta ao governo Trump. “É extremamente importante que os americanos tenham acesso a uma vacina produzida de forma ética: nenhum americano deve ser forçado a escolher entre ser vacinado contra esse vírus potencialmente mortal e violar sua consciência”, disse a carta de 17 de abril ao Dr. Stephen M Hahn, comissário da Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA. “Felizmente, não há necessidade de usar linhas celulares eticamente problemáticas para produzir uma vacina COVID, ou qualquer vacina, pois outras linhas ou processos celulares que não envolvem células de abortos estão disponíveis e estão sendo usados ​​regularmente para produzir outras vacinas”. contínuo. Os signatários da carta incluem o arcebispo Joseph Naumann, de Kansas City, Kansas, presidente do Comitê de Atividades Pró-Vida da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA; os chefes de outras três comissões da conferência dos bispos; e líderes de muitos outros grupos católicos e não católicos. A carta vem após o lançamento do plano trifásico gradual do governo Trump para remover restrições à vida econômica e social, ao mesmo tempo em que tenta conter a disseminação do coronavírus, especialmente a populações vulneráveis. Uma vacina contra o coronavírus, se eficaz, pode ajudar a prevenir infecções e acelerar a recuperação econômica. Os signatários da carta “apóiam fortemente” o desenvolvimento da vacina “o mais rápido possível”. Ao mesmo tempo, instaram o governo federal a “garantir que os princípios morais fundamentais sejam seguidos no desenvolvimento de tais vacinas, o mais importante, o princípio de que a vida humana é sagrada e nunca deve ser explorada”. “Estamos cientes de que, entre as dezenas de vacinas atualmente em desenvolvimento, algumas estão sendo produzidas usando linhas celulares antigas que foram criadas a partir das células de bebês abortados”, disseram os signatários. Eles citaram o caso da Janssen Pharmaceuticals, Inc, que possui um “contrato substancial” do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA e está trabalhando em uma vacina produzida usando “linhas celulares eticamente problemáticas”. A carta incentivou outro desenvolvimento de vacina que utiliza linhas celulares não vinculadas a esses “procedimentos e métodos antiéticos”. Eles estão sendo desenvolvidos por empresas como Sanofi, Pasteur e Inovio, acrescentaram, enquanto também observam o trabalho do Instituto de Pesquisa Médica John Paul II, com sede em Iowa. A carta foi copiada para o presidente Donald Trump, o vice-presidente Mike Pence e o secretário de Saúde e Serviços Humanos Alex M. Azar, II. Além do arcebispo Naumann, outros bispos que assinam a carta são o arcebispo Paul Coakley, de Oklahoma City, presidente da Comissão de Justiça Doméstica e Desenvolvimento Humano; Bispo Kevin Rhoades, de Fort Wayne-South Bend, presidente da Comissão de Doutrina; e o bispo John Doerfler, de Marquette, presidente do Subcomitê de Assuntos de Saúde. Os signatários incluem Russell Moore, presidente da Comissão de Ética Batista e Liberdade Religiosa do Sul; Michael Parker, presidente da Associação Médica Católica; Joseph Meaney, presidente do Centro Nacional de Bioética Católica; Ellen Gianoli, presidente da Associação Nacional de Enfermeiras Católicas, EUA; Marianne Linane, diretora da Associação Nacional de Enfermeiros Pró-Vida; Donna J. Harrison, diretora executiva da Associação Americana de Obstetras e Ginecologistas Pró-Vida; Michael P. Farris, presidente, CEO e consultor geral da Alliance Defending Freedom; Travis S. Weber, vice-presidente de assuntos políticos e governamentais do Family Research Council; Kristan Hawkins, presidente da Students for Life America; e Lila Rose, presidente e fundadora da LiveAction. O ensino católico reconhece o direito a objeções de consciência bem formadas a muitos mandatos legais e procedimentos médicos, além de enfatizar a vacinação como uma questão de responsabilidade pública. Um documento de 2005 da Academia Pontifícia para a Vida considerou as questões morais que envolvem as vacinas preparadas em linhas celulares descendentes de fetos abortados. O grupo do Vaticano concluiu que é moralmente admissível e moralmente responsável que os católicos usem essas vacinas. A academia pontifícia também observou que os católicos têm a obrigação de usar vacinas de origem ética, quando disponíveis, e têm a obrigação de se manifestar e solicitar o desenvolvimento de novas linhas celulares que não sejam derivadas de fetos abortados. O documento do Vaticano de 2008, Dignitatis Personae , criticou fortemente a pesquisa de tecidos fetais abortados. No entanto, no que diz respeito às vacinas comuns, como as contra catapora e sarampo, caxumba e rubéola (MMR), que podem ser derivadas de linhas celulares de bebês abortados, o Vaticano disse que elas poderiam ser usadas pelos pais por “razões graves”, como como perigo para a saúde de seus filhos. Em um  documento de 2017  sobre vacinas, a Pontifícia Academia para a Vida observou uma “obrigação moral de garantir a cobertura vacinal necessária para a segurança de outras pessoas… especialmente a segurança de indivíduos mais vulneráveis, como mulheres grávidas e pessoas afetadas por imunodeficiência, que não podem ser vacinadas contra essas doenças. ” Traduzido de Catholic Herald

  • Líderes pró-vida pedem a Trump que a vacina contra o coronavírus não use células de abortos

    Líderes pró-vida nos Estados Unidos enviaram uma carta ao governo Trump na qual, após garantir que o desenvolvimento de uma vacina eficaz, segura e amplamente acessível para o novo coronavírus seja de tremenda importância, esse desenvolvimento deve evitar os vínculos imoral com o aborto. O desenvolvimento de uma vacina eficaz, segura e amplamente disponível para o novo coronavírus é profundamente importante, mas seu desenvolvimento deve evitar vínculos antiéticos ao aborto, disseram líderes pró-vida em uma carta ao governo Trump. “É extremamente importante que os americanos tenham acesso a uma vacina produzida de forma ética: nenhum americano deve ser forçado a escolher entre ser vacinado contra esse vírus potencialmente mortal e violar sua consciência”, disse a carta de 17 de abril ao Dr. Stephen M Hahn, comissário da Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA. “Felizmente, não há necessidade de usar linhas celulares eticamente problemáticas para produzir uma vacina COVID, ou qualquer vacina, pois outras linhas ou processos celulares que não envolvem células de abortos estão disponíveis e estão sendo usados ​​regularmente para produzir outras vacinas”. contínuo. Os signatários da carta incluem o arcebispo Joseph Naumann, de Kansas City, Kansas, presidente do Comitê de Atividades Pró-Vida da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA; os chefes de outras três comissões da conferência dos bispos; e líderes de muitos outros grupos católicos e não católicos. A carta vem após o lançamento do plano trifásico gradual do governo Trump para remover restrições à vida econômica e social, ao mesmo tempo em que tenta conter a disseminação do coronavírus, especialmente a populações vulneráveis. Uma vacina contra o coronavírus, se eficaz, pode ajudar a prevenir infecções e acelerar a recuperação econômica. Os signatários da carta “apóiam fortemente” o desenvolvimento da vacina “o mais rápido possível”. Ao mesmo tempo, instaram o governo federal a “garantir que os princípios morais fundamentais sejam seguidos no desenvolvimento de tais vacinas, o mais importante, o princípio de que a vida humana é sagrada e nunca deve ser explorada”. “Estamos cientes de que, entre as dezenas de vacinas atualmente em desenvolvimento, algumas estão sendo produzidas usando linhas celulares antigas que foram criadas a partir das células de bebês abortados”, disseram os signatários. Eles citaram o caso da Janssen Pharmaceuticals, Inc, que possui um “contrato substancial” do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA e está trabalhando em uma vacina produzida usando “linhas celulares eticamente problemáticas”. A carta incentivou outro desenvolvimento de vacina que utiliza linhas celulares não vinculadas a esses “procedimentos e métodos antiéticos”. Eles estão sendo desenvolvidos por empresas como Sanofi, Pasteur e Inovio, acrescentaram, enquanto também observam o trabalho do Instituto de Pesquisa Médica John Paul II, com sede em Iowa. A carta foi copiada para o presidente Donald Trump, o vice-presidente Mike Pence e o secretário de Saúde e Serviços Humanos Alex M. Azar, II. Além do arcebispo Naumann, outros bispos que assinam a carta são o arcebispo Paul Coakley, de Oklahoma City, presidente da Comissão de Justiça Doméstica e Desenvolvimento Humano; Bispo Kevin Rhoades, de Fort Wayne-South Bend, presidente da Comissão de Doutrina; e o bispo John Doerfler, de Marquette, presidente do Subcomitê de Assuntos de Saúde. Os signatários incluem Russell Moore, presidente da Comissão de Ética Batista e Liberdade Religiosa do Sul; Michael Parker, presidente da Associação Médica Católica; Joseph Meaney, presidente do Centro Nacional de Bioética Católica; Ellen Gianoli, presidente da Associação Nacional de Enfermeiras Católicas, EUA; Marianne Linane, diretora da Associação Nacional de Enfermeiros Pró-Vida; Donna J. Harrison, diretora executiva da Associação Americana de Obstetras e Ginecologistas Pró-Vida; Michael P. Farris, presidente, CEO e consultor geral da Alliance Defending Freedom; Travis S. Weber, vice-presidente de assuntos políticos e governamentais do Family Research Council; Kristan Hawkins, presidente da Students for Life America; e Lila Rose, presidente e fundadora da LiveAction. O ensino católico reconhece o direito a objeções de consciência bem formadas a muitos mandatos legais e procedimentos médicos, além de enfatizar a vacinação como uma questão de responsabilidade pública. Um documento de 2005 da Academia Pontifícia para a Vida considerou as questões morais que envolvem as vacinas preparadas em linhas celulares descendentes de fetos abortados. O grupo do Vaticano concluiu que é moralmente admissível e moralmente responsável que os católicos usem essas vacinas. A academia pontifícia também observou que os católicos têm a obrigação de usar vacinas de origem ética, quando disponíveis, e têm a obrigação de se manifestar e solicitar o desenvolvimento de novas linhas celulares que não sejam derivadas de fetos abortados. O documento do Vaticano de 2008, Dignitatis Personae , criticou fortemente a pesquisa de tecidos fetais abortados. No entanto, no que diz respeito às vacinas comuns, como as contra catapora e sarampo, caxumba e rubéola (MMR), que podem ser derivadas de linhas celulares de bebês abortados, o Vaticano disse que elas poderiam ser usadas pelos pais por “razões graves”, como como perigo para a saúde de seus filhos. Em um  documento de 2017  sobre vacinas, a Pontifícia Academia para a Vida observou uma “obrigação moral de garantir a cobertura vacinal necessária para a segurança de outras pessoas… especialmente a segurança de indivíduos mais vulneráveis, como mulheres grávidas e pessoas afetadas por imunodeficiência, que não podem ser vacinadas contra essas doenças. ” Traduzido de Catholic Herald

  • Kim Jong-un está em estado grave após cirurgia, afirma CNN

    O governo dos Estados Unidos monitora a situação do líder norte-coreano, que não é visto em púbico desde o dia 11 de abril, segundo a CNN O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un estaria em estado grave após ser submetido a uma cirurgia, informou a rede de TV norte-americana CNN na noite desta segunda-feira (20). Segundo a TV, que citou fonte direta do governo dos EUA, a CIA (serviço de inteligência) e o Conselho Nacional de Segurança estariam monitorando a situação do ditador norte-coreano. Não há informações sobre o tipo de cirurgia a que Kim teria sido submetido. No último dia 15, Kim perdeu a comemoração de aniversário do avô, o que teria levantado especulações sobre o estado de saúde dele. Ele foi visto quatro dias antes em uma reunião do governo. De acordo com o Daily NK, um site administrado principalmente por desertores norte-coreanos, informou que o procedimento foi realizado no dia 12 de abril e que Kim está se recuperando em uma vila no condado de Hyangsan, no Monte Kumgang, na costa leste do país. Ainda segundo o Daily NK, a saúde de ditador se deteriorou nos últimos meses devido ao fumo intenso, obesidade e excesso de trabalho.

  • Kim Jong-un está em estado grave após cirurgia, afirma CNN

    O governo dos Estados Unidos monitora a situação do líder norte-coreano, que não é visto em púbico desde o dia 11 de abril, segundo a CNN O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un estaria em estado grave após ser submetido a uma cirurgia, informou a rede de TV norte-americana CNN na noite desta segunda-feira (20). Segundo a TV, que citou fonte direta do governo dos EUA, a CIA (serviço de inteligência) e o Conselho Nacional de Segurança estariam monitorando a situação do ditador norte-coreano. Não há informações sobre o tipo de cirurgia a que Kim teria sido submetido. No último dia 15, Kim perdeu a comemoração de aniversário do avô, o que teria levantado especulações sobre o estado de saúde dele. Ele foi visto quatro dias antes em uma reunião do governo. De acordo com o Daily NK, um site administrado principalmente por desertores norte-coreanos, informou que o procedimento foi realizado no dia 12 de abril e que Kim está se recuperando em uma vila no condado de Hyangsan, no Monte Kumgang, na costa leste do país. Ainda segundo o Daily NK, a saúde de ditador se deteriorou nos últimos meses devido ao fumo intenso, obesidade e excesso de trabalho.

  • AS NOVELAS DA GLOBO E SEUS TRUQUES IDEOLÓGICOS

    Quem conhece as novelas da Globo sabe em que medida, e com que truques narrativos, elas levavam o já trôpego Brasil católico a cruzar, quase imperceptivelmente, o limiar da pós-modernidade. O caminho mais curto, para isso, era a esculhambação da família com as palavras de ordem do politicamente correto, procurando converter o vasto público à nova religião universal, que tem no centro não mais o Deus que fez homem, mas o ser humano alçado à condição de deus. Há exatos dez anos, a Globo exibia o seriado Dalva e Herivelto, engajadíssimo nesse projeto venenoso. Com algumas boas reconstituições do passado radiofônico brasileiro e interpretações não mais que medianas dos atores, o seriado da Globo foi muito mais uma pregação feminista sobre as consequências nefastas do machismo opressor, do que a história de um casamento infeliz entre dois artistas talentosos e humanos como nós. No caso de Herivelto, um compositor popular de grandes sucessos, como “Ave Maria no morro”, “Caminhemos”, “Segredo”, “A camisola do dia”, “Isaura”, “Praça Onze”. As categorias da velha narrativa maniqueísta (em que de um lado está o bem e de outro o mal, separados por um abismo de inverosimilhança) estavam mais presentes que nunca: o Herivelto da roteirista Maria Adelaide Amaral é o canalha irrecuperável que arruína a vida da virtuosa Dalva. O melhor da série foi a trama, embora montada para favorecer a manipulação ideológica da roteirista: os momentos finais da história, com a agonia de Dalva em 1972 e sua expectativa frustrada de rever o ex-marido pela última vez, eram contraponteados por longos retornos no tempo, que iam contando a vida da dupla radiofônica e mostrando por que Herivelto foi tão malévolo nos últimos minutos de vida da cantora. Os dois personagens centrais sempre se desencontravam, pois giravam em órbitas sociais bem diferentes: ele era um anacrônico patriarca brasileiro da roça, enquanto ela já era uma valente profetiza feminista, prenunciando o clima disruptivo dos anos sessenta. Mensagem da história? Não há canção bonita, por mais belas que sejam algumas de Herivelto, que supere em beleza a prática político-libertária de uma mulher cansada de ser Amélia. Tudo indica, porém, que a personagem global Dalva de Oliveira, transformada em quase santa para melhor veicular a mensagem feminista do seriado, coincidisse muito pouco com a mulher real que tantos discou gravou. A prova estava na matéria que a imprensa publicou durante a exibição do seriado, sobre uma filha que a cantora teve com um comediante argentino — por nome Dalva Climent — e que não foi mencionada na obra. Ficou patente a intenção da roteirista de distorcer os fatos reais, em proveito da sua utilização ideológica: a grande cantora não foi tão virtuosa quanto gostaria a produção do seriado. Segundo a advogada da filha, Dalva Climent morava pobremente na favela de Vigário Geral, no Rio de Janeiro, e sofria de câncer. Essa filha, que tentou impedir a exibição de Dalva e Herivelto, movia um processo contra Pery e Ubiratan Ribeiro, filhos de Dalva e Herivelto, esses sim assumidos pela minissérie. Contra a Globo, prometia entrar com uma ação por danos morais e materiais. Essa era a novela da vida real, a “reality show” que a Globo jamais poderia mostrar. Era o blefe ideológico exposto à luz do sol. Segundo a Folha de São Paulo (19/01/2010), Maria Adelaide do Amaral se justificou dizendo que fez um “recorte” na história da cantora. “Meu foco foi a relação de Dalva e Herivelto. Na história e na obra do casal, ela não teve importância. Não estou dizendo que não foi importante para Dalva, mas que não fez parte do período que optei por retratar [ela não havia nascido nessa época]”. Que importava se a realidade histórica não batia com as ideias da escritora? Mais importante que os fatos é a agenda ideológica a ser cumprida. Por mais, porém, que nesse caso a arte tenha falsificado a vida, a súbita aparição da filha da cantora tornou a novela da vida real bem mais interessante e convincente do que o engajado seriado da Globo, escrito e dirigido não para servir à verdade dos fatos, porém ao mais tosco feminismo esquerdista.

  • Como o cristianismo construiu nossa cultura

    O impacto da cosmovisão Aquilo que cremos tem influência em como vemos e interpretamos o mundo, impactando nossa maneira de viver e agir em sociedade. A isso é atribuído o nome de Cosmovisão. Segundo o professor Ronald Nash: “cosmovisão é um conjunto de crenças sobre as questões mais importantes na vida. (…). É um esquema conceitual pelo qual, consciente ou inconscientemente, aplicamos ou adequamos todas as coisas em que cremos, e interpretamos e julgamos a realidade.”[1] Esse esquema de crenças é um compromisso arraigado no coração do homem. Não me refiro ao coração como comumente se crê nos dias de hoje, como algo sentimental e avesso a razão, mas como o filósofo holandês Herman Dooyweerd define, como “raiz e centro religioso de nossa existência e experiência humanas em sua inteireza.”[2] Esse compromisso do coração permeia culturas e filosofias através dos séculos, e através dele podemos ver como o homem vive e se relaciona com o mundo a sua volta. E a partir desse entendimento sobre cosmovisão, podemos entender as diferenças culturais. Como prova de que a cosmovisão é importante, pense por um instante, se eliminássemos a influência cristã da literatura, não existiriam as obras de Dante, Shakespeare, John Bunyan, C.S Lewis, John Milton, T.S Elliot, Dostoiévski, Tolstoi e etc. Se eliminássemos a influência cristã da música, não teríamos as obras de Sebastian Bach, Handel, Tchaikovsky, Beethoven. Se eliminássemos a influência cristã da arte, não teríamos obras de Rafael, Giotto, Michelangelo, Caravaggio, Da Vinci, Rembrandt, Velázquez… O que mais foi influenciado pelo cristianismo? Arquitetura, ciência, sistemas econômicos, jurídicos, ética, moralidade, família, filosofia, instituições de educação e caridade, linguagem e diversas outras coisas. Toda a base a civilização ocidental foi lançada pelo cristianismo, que soube extrair o que de melhor os gregos e romanos tinham, e colocaram a serviço de Cristo. O apóstolo Paulo nos diz: “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” [3] Esta é a versão de Paulo para o chamado à não-acomodação e à santidade que é dirigido ao povo de Deus no decorrer de toda a Escritura. Desafiando-os a que não se acomodem à cultura predominante, mas sim que sejam transformados por Deus. O cristianismo não é simplesmente algo que permeia a vida espiritual, ele abarca toda a nossa realidade. Isso se dá pelo fato de que a cultura tem por base a religião, como o grande poeta do século XX, T.S Eliot diz: “nenhuma cultura apareceu ou se desenvolveu a não ser em conjunto com uma religião.” [4] Pois a religião consegue penetrar nas raízes do pensamento e trazer a unidade mesmo em meio as diferenças. Ou como diz o historiador cultural Christopher Dawson explica, “um povo não é o acúmulo indivíduos distintos artificialmente unidos […], mas é a unidade espiritual pela qual e para qual seus membros existem.” [5] O cristianismo foi essa unidade espiritual, que durante séculos e mais séculos foi o pilar formador da cultura ocidental. Como Dawson continua a dizer: “Toda a educação, toda cultura literária, toda arte, e todos os temas do bem-estar social, como a ajuda aos pobres e o cuidado com os doentes, foram incluídos na esfera de influência da Igreja.” [6] Veremos como o cristianismo, apesar de estar espalhado por culturas e países diferentes, foi a unidade transcende que uniu diversos povos diferentes sob a mesma cosmovisão, e como isso foi a força propulsora mais poderosa que formou a civilização ocidental. Diversas das coisas que usufruímos hoje como, ciência, universidades, parlamentos, abolição da escravidão, direitos humanos, moralidade, artes, música, língua, literatura, arquitetura e diversas outras coisas, deve-se a cosmovisão cristã, que foi moldada ao longo dos séculos pelo ensino das Escrituras. Iremos analisar três aspectos, a dignidade da pessoa e o nascimento da educação, seu desenvolvimento para as universidades e a ciência, e por fim, a questão da mulher na sociedade. A dignidade da pessoa e o nascimento da educação Uma das coisas que todos dão muito valor é a educação, e foi no cristianismo que a educação ganhou apelo popular e de disseminou pela cultura. O Novo Testamento foi escrito em grego koiné (grego popular), mas conforme a língua grega deixou de ser popular no império romano e o latim começou a substituí-lo, o monge Jerônimo levou a cabo o processo de tradução das Escrituras do grego para o latim. Essa Bíblia latina ficou conhecida como Vulgata, porque foi escrita em latim “vulgar”, “comum”, a língua do povo. Isso se deu por volta do ano 405 d.C. Escrever na língua do povo era uma forma de que aquele conteúdo pudesse ser aprendido e ensinado. Isso continuou sendo feito através dos tempos. Com o avançar dos anos, surgiu a necessidade de traduzir do latim para a língua local, Lutero traduziu do latim para o alemão, Wycliff para o inglês, e assim a palavra de Deus continuava se espalhando. O período inicial do cristianismo foi extremamente conturbado. Após enfrentar as duras perseguições do império romano, ele também viu a era das invasões dos bárbaros, que levaram ao fim do império romano do ocidente em 476 A.D. Os bárbaros eram povos pouco desenvolvidos em termos culturais, eles subjugaram pela força a cultura romana, não restando nenhuma instituição de pé, exceto a força unificadora da fé cristã, representada pela Igreja, e que foi a responsável por conservar e desenvolver a cultura da época, sendo a guia espiritual e moral da Europa durante mais de um milênio. E foi sob essa tutela, que tivemos o surgimento de diversas coisas, dentre elas o apelo pela educação e o sistema universitário. Como o historiador medieval Charles Haskins afirma: “As universidades, assim como as catedrais e os parlamentos, são um produto da Idade Média.” A educação sempre esteve ligada a questão da dignidade da pessoa. Nosso Senhor Jesus Cristo pediu que se anunciasse o Evangelho “a toda criatura” (Mc 16, 15), a educação cristã não podia ficar reservada a uma “elite”, mas deveria alcançar todas as pessoas. Uma prova de que a visão cristã de educação e dignidade andavam juntas, foi a educação para alguns esquecidos da sociedade. Enquanto os gregos antigos tinham o costume de usar garotos cegos como escravos remadores e garotas como prostitutas, os cristãos no século VI criaram o tifolocômio (typholos– cego; komeo=cuidar de.) em Jerusalém, para receber e cuidar de pessoas cegas e surdas. No século XIII, o rei Luís IX construiu o Hospice dês Quinze-Vingts em Paris, onde cristãos começaram a ensinar os cegos a ler com letrar moldadas em alto relevo. Isso cresceu de tal maneira, que em 1834, um cego organista de uma igreja chamado Louis Braille, inventou o sistema de letras de seis pontos em relevo, criando o alfabeto Braille. O qual missionários cristãos espalharam por todo o mundo, inspirando instituições a se importarem com os cegos. Eles apenas seguiam o espírito de Cristo no cuidado com a pessoa, mesmo as rejeitadas. Falando em pessoa, essa foi mais uma “criação” cristã. O conceito de pessoa é uma criação do cristianismo, devido ao desenvolvimento teológico da doutrina da dupla natureza de Cristo e principalmente da Trindade, que é baseado em 3 pessoas distintas (Pai, Filho e ES) possuindo uma única e mesma natureza. De forma resumida, ser pessoa é ser alguém, e não algo, ou qualquer coisa, ou um mero elemento pertencente a um grupo qualquer. De modo geral, para os gregos e romanos, ser “pessoa” era pertencer a algo, como na visão grega pertencer a Pólis e ser cidadão, e para os romanos ser sujeito do direito romano. Como por exemplo, o escravo não fazia parte da Pólis e não possuía direitos, ele não era considerado uma pessoa, podendo ser vendido como uma “coisa”. A visão de que todo ser humano é criado a imagem e semelhança de Deus, possuindo igual dignidade, sendo assim, possuidor de direitos dados pelo Criador, transformou tudo isso. E isso surgiu pela primeira vez na história com a visão judaico-cristã. Dessa visão de que todo ser-humano é digno, pois foi criado por Deus, temos a base de incentivo a educação. Durante boa parte do período medieval, quase toda igreja possuía uma escola em anexo, na qual crianças podiam estudar. Os monastérios também possuíam centros de ensino e uma estimada vida intelectual. Como a historiadora Regine Pernoud afirma: “A criança, na Idade Média como em todas as épocas, vai à escola. É, em geral, a escola da sua paróquia ou do mosteiro mais próximo.”[7] E com o passar dos séculos, essa educação foi ampliada e culminou na criação das primeiras universidades. As duas primeiras universidades foram fundadas em meados do século XII, que foram as universidades de Paris e Bolonha. As universidades de Oxford e Cambridge foram fundadas por volta de 1200, seguidas por uma onda de diversas instituições no séc. XIII; Toulouse, Orleans, Nápoles, Salamanca, Sevilha, Lisboa, e muitas outras. Recorde-se que eram instituições intensamente cristãs, todos os professores eram ordenados pela Igreja, constituindo a maioria dos primeiros cientistas famosos.[8] Em 13 de abril de 1231, o Papa Gregório IX emitiu a bula ‘Universitas Parens Scientiarum’, que concedeu à Universidade de Paris o direito à autonomia de governo, permitindo-a elaborar as suas próprias regras a respeito dos cursos e pesquisas e submeteu-a diretamente à jurisdição pontifícia, emancipando-a da interferência local, o que foi um marco na história da educação. Próximo ao período da Reforma Protestante na Europa, em 1517, já existiam aproximadamente 100 universidades espalhadas pelo continente. Lutero, em sua Carta aberta a nobreza alemã, apela pela melhoria da educação, e para que todas as cidades alemãs criassem e mantivessem escolas cristãs para as crianças e jovens. João Calvino também é de extrema importância para a educação no período da reforma, especialmente na Suíça e nos países do norte, tendo sido o fundador da universidade de Genebra, que foi um polo intelectual muito importante de seu tempo. Mesmo após o período da reforma e com a imigração de diversos protestantes para o Novo Mundo, as universidades se espalharam ainda mais. Nos EUA, para onde muitos puritanos foram, antes de 1776 foram fundadas as universidades de Harvard, Yale, Columbia e Brown, e ao todo mais de 120 universidades confessionais foram espalhadas pelo país posterior a esse período. Essa estima pelo saber tinha um fundamento. Como já falamos, a educação era uma forma de proporcionar dignidade da pessoa. Mas também era tido como um ato de contemplação a Deus, através da razão e sabedoria. A educação teve um papel fundamental para a dignidade do homem, e isso só foi possível graças a cosmovisão bíblica. Toda essa busca pelo saber e o cultivo da razão dada por Deus levou ao nascimento da ciência, que foi o desdobramento natural do saber adquirido, desenvolvido e sistematizado pelas universidades. A ciência não nasceu num vácuo cultural, mas ela é fruto de um modo de pensar moldado pela cosmovisão cristã que construiu toda uma cultura. O Nascimento da ciência A cosmovisão exerce um papel de grande importância no fundamento da sociedade e no seu desenvolvimento como vimos. E a cosmovisão cristã proporcionou todo o fundamento necessário para o nascimento e desenvolvimento científico do ocidente. Se a ciência é o estudo da natureza e suas causas, a visão bíblica deu a cultura ocidental suas premissas fundamentais. Não são todas as culturas que fornecem as “ferramentas” para a construção da ciência, como explica o filosofo e historiador italiano Giovanni Reale: “Com efeito, a ciência não é possível em qualquer cultura. Há ideia que tornam estruturalmente impossível o nascimento e o desenvolvimento de determinadas concepções, e até mesmo ideias que impedem toda a ciência em seu conjunto, ao menos como hoje a conhecemos.” [9] O antropólogo americano e escritor científico, Loren Eiseley, complementa: ” A ciência exige algum tipo de solo fértil para florescer.” E quando questionado sobre que tipo de solo seria esse, admite: “É o mundo cristão que finalmente deu à luz de uma maneira clara e articulada ao método experimental da própria ciência.”[10] Então vemos que certas visões de mundo irão impulsionar ou simplesmente bloquear os desenvolvimentos culturais, dentre eles o científico. O salmista abertamente diz: “Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos”. [11] O surgimento da ciência não foi uma evolução da sabedoria antiga. Foi a conclusão natural da doutrina cristã. Primeiro, o mundo é real e não apenas uma ilusão, como algumas visões panteístas ensinam. A natureza existe porque foi criada por Deus para que o homem tenha domínio sobre ela, conforme Genesis 1:28. O mundo material não era ruim, como alguns gregos ensinavam, mas a criação de Deus era “muito boa”, conforme o próprio Deus atestou. Então, para amar e honrar a Deus, é necessário compreender e apreciar as maravilhas da Sua obra. Porque Deus é perfeito, a sua obra guia-se por princípios imutáveis. Através do poder da razão, que é um dom de Deus, e da observação, é possível desvendar estes princípios. Esses segredos da criação, foram princípios fundamentais, conforme Alfred Whitehead, um especialista em filosofia da ciência explica: “A maior contribuição da Idade Média para a constituição do movimento científico foi a certeza de que existe um segredo, um segredo que pode ser descoberto.”[12] E foi esse segredo, baseado na racionalidade de um Deus criador e intencional, que formou as leis naturais e ordenou o universo, que foi o diferencial do ocidente cristão de outras culturas. Em outras palavras, a cosmovisão bíblica lançou as bases da ciência. Esse pressuposto da Sabedoria de Deus, da ordem e da estabilidade natural que as Escrituras trazem acerca da criação, deu forma ao pensamento ocidental. O livro bíblico de Provérbios, no capítulo 8, traz essa personificação da Sabedoria, quando diz: “ Quando ele preparava os céus, aí estava eu, quando traçava o horizonte sobre a face do abismo; Quando firmava as nuvens acima, quando fortificava as fontes do abismo, Quando fixava ao mar o seu termo, para que as águas não traspassassem o seu mando, quando compunha os fundamentos da terra. Então eu estava com ele, e era seu arquiteto; era cada dia as suas delícias, alegrando-me perante ele em todo o tempo; regozijando-me no seu mundo habitável e enchendo-me de prazer com os filhos dos homens.” [13] Eis uma grande diferença da visão cristã. A maioria das religiões nem sequer acredita numa criação do universo. Muitos veem o universo como eterno, e apesar de se comportar em ciclos, ele não tem objetivo e nem propósito. Ou o veem como uma entidade misteriosa, incompreensível e imprevisível. Para os que tem essas crenças, não há ocasião para celebrar a razão, a ordem e muito menos o conhecimento científico. Stanley Jaki, um renomado historiador da ciência, fez um estudo mostrando que das sete grandes culturas, entre elas a grega, hindu, egípcia, maia, chinesa, arábica e babilônica, a ciência “nasceu morta” em todas elas, devido a sua concepção errônea de mundo, principalmente em relação a criação do universo e as lei naturais.[14] No hinduísmo, por exemplo, como explica o professor indiano Vishal Mangawaldi; “uma cultura pode ter indivíduos capazes, mas eles não procuram leis na natureza se creem que essa natureza é encantada e governada por milhões de pequenas divindades, como um deus do rio, da chuva […].” [15] Exatamente como a cultua hindu concebe a realidade criada. O animismo das culturas antigas, cujo o conceito era de que a divindade era imanente as coisas criadas, impediu o desenvolvimento da ciência porque excluía a possibilidade de leis naturais constantes e lógicas. Mesmo o islamismo não sendo uma religião animista, eles possuem uma visão autoritária de Alá, para eles, sugerir leis fixas da natureza era limitar o poder de ação de Alá, e isso era blasfêmia. A cosmovisão desses povos os impediu de explorar a natureza de forma sistemática e bloqueou qualquer possibilidade científica na cultura.  De uma forma ou de outra, todas essas culturas impediram o desenvolvimento da ciência devido a sua cosmovisão. O cristianismo, por outro lado, ao confiar na razão, apoiada nos princípios eternos de Deus, enxergava o mundo como algo a ser desvendado e entendido. Essa ideia de um conflito entre ciência e fé é recente, e não faz sentido algum. Como bem coloca o historiador David C. Lindberg: “Isso é uma grande distorção.” [16] Ou como coloca Rodney Stark: “Ciência e religião não são apenas compatíveis, são inseparáveis. O impulso científico foi fruto do trabalho de estudiosos cristãos e devotos.” [17] Esse solo fértil da cosmovisão cristã fez brotar a ciência e gerou seu desenvolvimento. Como afirmou Max Planck, um dos maiores cientistas do século XX e vencedor do Nobel de Física: “Tanto a religião quanto a ciência precisam para as suas atividades a crença em Deus, e além disso, Deus se apresenta para a primeira no começo e para o segundo no final de todo o pensamento. Para o primeiro [religião], Deus representa a base, para os segundo [ciência] – a coroa de qualquer raciocínio relativo à visão de mundo.” [18] A crença de que o cristianismo é inimigo da ciência não se mantêm de pé diante dos fatos. Diversos historiadores da ciência nos mostram que o desenvolvimento científico do ocidente foi feito em berço cristão. E não somente isso, os grandes cientistas que mudaram o rumo das ciências foram cristãos, e fizeram ciência com base em sua cosmovisão cristã. Desde os cientistas medievais  como Mondino de’Luzzi (1270-1326), que realizou uma das primeiras dissecções humana na Universidade de Bolonha, Nicolau d’Oresme foi (1125-82) com grandes contribuições em mecânica e astronomia, passando pelos jesuítas, que dominaram diversas áreas da ciência, principalmente a astronomia, tendo quase 40 crateras lunares sido batizadas com seus nomes,[19]  até os grandes e conhecidos nomes como, Kepler, Copérnico, Newton, Pascal, Robert Boyle, Pasteur dentre tantos outros, inclusive diversos ganhadores de prêmios Nobel. Pois como Galileu expõe: “A Bíblia e os fenômenos da natureza procedem igualmente da palavra divina, a primeira, ditada pelo Espírito Santo, e os últimos como executores do mandamento de Deus.”[20] E como o apóstolo Paulo nos explica: “Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis.”[21] A mulher na sociedade Não foi necessário movimento organizado politicamente, ou leis impostas pelo Estado que vieram em resgate da mulher no mundo antigo, mas bastou o Evangelho penetrar na cultura para que a vida da mulher fosse melhorada de alguma forma. O sofrimento e a injustiça abarcam todo nosso mundo caído devido ao pecado, e as mulheres não foram as únicas a enfrenta-lo, mas pela graça do Evangelho, que transformou vidas e corações, elas puderam enfrenta-lo em melhores condições. Assim como o início da abolição da escravidão não foi fruto de um movimento revolucionário ou de revoltas civis, mas sim de transformação da cultura pela lente do Evangelho. Foi o próprio evangelho a peça chave de transformação das cosmovisões que transformou a sociedade no seu trato com a mulher. Desde a antiguidade, as mulheres não tinham um papel de destaque na sociedade, muito pelo contrário. Na Palestina do século I, o historiador judeu Flávio Josefo nos mostra que o testemunho das mulheres não era bem aceito pela sociedade. “Não deixe o testemunho de mulheres ser aceito.” [22] O mesmo acontecia em Roma. No que diz respeito à mulher, o essencial deste direito foi brilhantemente exposto pelo jurista Robert Villers: “Sem exagero nem paradoxo, a mulher em Roma não era sujeito de direito. A mulher é unicamente um objeto.“[23] Mas isso mudou de forma bem radical. Em Lucas 8, além dos 12 apóstolos também são relatadas que mulheres que haviam sido curadas e que seguiam a Jesus, bem como o sustentavam com seus bens. Vemos nos capítulos finais da epístola de Paulo aos Romanos, escrita ainda na década de 50 d.C., que Paulo saúda pelo menos 15 mulheres que tinham posição de liderança na congregação romana. Sem contar Lídia[24], comerciante de púrpura, mulher importante que abriu a sua casa para receber Paulo e seus companheiros em viagem, sendo uma das primeiras mulheres batizadas na Europa. Mas o ponto alto da relação da mulher com a causa do Evangelho, foi que mesmo no século I, tendo um testemunho desacreditado perante a sociedade, Deus as colocou como primeiras testemunhas e responsáveis por dar a notícia do fato mais relevante da história do mundo, a ressurreição. O cristianismo historicamente atraiu muito mais mulheres do que homens, a ponto dos romanos o desprezar como “uma religião de mulheres”.  Isso é historicamente provado, através de inscrições de túmulos e pesquisas históricas. Como o grande historiador Henry Chadwick afirma: “O cristianismo foi especialmente bem-sucedido entre as mulheres.”[25] Mas por que as mulheres eram tão atraídas ao cristianismo? Além do motivo óbvio da salvação e perdão dos pecados, a visão sobre as mulheres que o cristianismo pregava era diferente das outras culturas. O cristianismo desempenhou um papel crucial na extinção de práticas como o sacrifício humano, a escravidão, o infanticídio e a poligamia. Assim como o divórcio, incesto, infidelidade, e o aborto. Todos esses pontos foram cruciais para a elevação da condição da mulher na sociedade, trazendo mais segurança e dignidade a elas. Essa preocupação com as mulheres pode ser vista desde da Igreja em Atos, no cuidado especial das viúvas. Enquanto em outras culturas as viúvas eram desprezadas e excluídas socialmente, e as vezes até mesmo mortas, no cristianismo eram acolhidas e cuidadas. Como a própria Escritura exortava: “A religião que Deus, o nosso Pai, aceita como pura e imaculada é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades.”[26] A vida da mulher melhorou em diversos aspectos, desde o matrimônio, essa mesma instituição que hoje é considerada falida, mas que ao ser santificado pelo ideal cristão, proibindo divórcio e tornando equivalente o pecado de traição, trouxe muito mais segurança a mulher e foi fundamental para manutenção da família[27]. O próprio historiador Edward Gibbon, que culpava o cristianismo pela queda do Império Romano, foi obrigado a admitir; “Os cristãos restauraram a dignidade do matrimônio. ”[28] Também o infanticídio, hoje mais comumente também conhecido como aborto, era uma prática terrível que assolava o mundo antigo. As práticas pagãs de sacrifício infantil são narradas por um cristão do século II.  “Eu vejo seus bebês recém-nascidos expostos por vocês aos animais selvagens e as aves de rapina, ou sendo cruelmente estrangulados até a morte. Há também mulheres entre vocês que, por tomarem certas drogas, destroem os inícios do futuro do ser humano enquanto este ainda está no útero, e são culpadas de infanticídio antes de serem mães. Essas práticas certamente foram dadas a vocês pelos seus deuses.”[29] O abandono de bebês indesejados era uma prática comum no império romano, e bebês do sexo feminino eram mais rejeitados do que do sexo masculino. Um estudo baseado em inscrições funerárias foi capaz de reconstruir 600 famílias romanas, e descobriu que apenas 6 delas tinham criado mais de uma filha.[30] O cristianismo foi a única voz a se levantar contra tais práticas. Toda forma de infanticídio foi condenada (o aborto entre elas), o que favoreceu mais nascimentos, principalmente de bebês do sexo feminino. Ou seja, o cristianismo proporcionou que mais mulheres nascessem, aumentando consideravelmente a população feminina. Por todo esse cuidado com a mulher que a cosmovisão cristã fornecia, elas foram sendo atraída e foram essenciais na propagação do evangelho por toda a história. Durante a idade média por exemplo, muitas rainhas e princesas ao se converterem, foram as pregadoras do evangelho em seus lares, levando muitos reis a também se converteram e permitir a entrada no cristianismo em suas terras. Como por exemplo; no século V, Clodilte, a rainha dos francos, através da sua influência teve seu marido o rei Clóvis I batizado, tornando a Gália (futura França), o primeiro reino cristão da história. Poderíamos ainda mencionar diversas outras rainhas como, Teodósia da Espanha, Berta da Inglaterra, Santa Odília, da Alsácia, ou ainda Santa Batilde, jovem vendida como escrava que depois se tornou regente dos reinos dos francos no século VI, sendo de extrema importância na abolição da escravatura no seu tempo. Com o avançar dos anos, após tremendos avanços no campo familiar e com o aumento da perspectiva de não ser morta ao nascer, as mulheres cada vez mais exerceram seu papel na sociedade e passaram a formar comunidades religiosas dotadas de governo próprio, algo inusitado em qualquer cultura do mundo antigo. Elas dirigiam as próprias escolas, conventos, orfanatos e hospitais. Além de terem sido rainhas, princesas, abadessas, cientistas, escritoras e diversas outras coisas. Tudo isso apenas com a transformação social causada pelo evangelho de Cristo. Podemos citar Fabíola, que fundou o primeiro hospital público em Roma no século IV para cuidar dos pobres e necessitados.[31] Ou Santa Teresa D’Avila, que reformou a Ordem religiosas das Carmelitas Descalças, fundando 32 mosteiros pela Europa em pleno século XVI, sendo uma das pessoas mais admiradas de seu tempo.[32] E Faltonia, que foi uma famosa poetisa cristã do século IV, tendo sido incluída por Giovanni Boccaccio como uma das mulheres mais influentes da Idade Média.[33] Após a visão cristã permear a sociedade e causar grandes mudanças sociais, elevando a condição humana de modo geral, a vida da mulher na sociedade passou a ser muito melhor do que em outros tempos ou culturas. O ideal de igualdade como seres criados à imagem e semelhança de Deus dissolveu as barreiras em diversos aspectos. Conclusão: A cosmovisão cristã foi a grande arquiteta da nossa civilização. Se os seguidores de Jesus tivessem permanecido como uma obscura seita judaica, maioria das pessoas não teria aprendido a ler e os restantes estariam a ler rolos de pergaminhos escritos a mão. Se não tivesse existido uma teologia dedicada a razão, a sabedoria, ao progresso e a igualdade moral, hoje o mundo inteiro estaria subdesenvolvido; num mundo com muitos astrólogos e alquimistas, mas sem cientistas. Um mundo onde aprisionar o mais fraco é justificável e subjugar uma mulher pode ser um ato moral. Não foi islamismo, o hinduísmo ou a mitologia grega que criou o mundo que conhecemos, mas sim a visão bíblica cristã.  Não digo que o cristianismo fez tudo sozinho, mas ele soube moldar as outras visões a traze-las cativas a Cristo. O sociólogo Rodney Stark traz uma interessante conclusão em seu livro, mostrando que alguns pesquisadores chineses investigaram as causas da diferença entre o mundo ocidental e oriental, eles concluem:” estudamos tudo que se possa imaginar, de uma perspectiva histórica, política, económica e cultural. Primeiro, pensamos que foi porque tiveram melhores armas do que nós. Depois, pensamos que foi porque tiveram o melhor sistema político. A seguir, passamos ao sistema económico. Mas durante os últimos vinte anos, percebemos que o coração da vossa cultura é a religião: o cristianismo. Foi a base moral cristã da vida social e cultural que possibilitou o surgimento do mundo ocidental como conhecemos.” [34] A cosmovisão cristã é poderosa pois está arraigada na palavra eterna de Deus, e somente isso tem o poder de transformar os corações a ponto de transformar toda uma cultura. Pois “O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão”.[35] “essa é a Palavra que vos foi evangelizada.”[36] [1] NASH, Ronald Cosmovisões em Conflito p.25 [2]  DOOYWEERD, Herman. No crepúsculo do pensamento ocidental p. 183 [3] Romanos 12:2 [4] ELIOT, T.S Notas para Definição de Cultura p.18 [5] DAWSON, Christopher, Progresso e Religião p.82 [6] DAWSON, Christopher, Progresso e Religião p.206 [7] PERNOUD, Regine Luz Sobre a Idade Média p.98. [8] STARK, Rodney A Vitória da Razão p.100 [9] REALE, Gionanni, ANTISERI, Dário, História da Filosofia Vol. 1 – Filosofia Pagã Antiga p.21 [10] EISELEY, Loren Darwin’s Century p. 62. [11] Salmos 19:1 [12] WHITEHEAD, Alfred, A Ciência e o mundo Moderno p.28 [13] Provérbios 8 27:31 [14] JAKI, Stanley The Savior of Science p.21-49 [15] MANGAWALDI, Vishal O livro que fez o seu mundo p. 259. [16] LINDBERG, David The Beginnings of Western Science p.146 [17] STARK, Rodney A Vitória da Razão p.61 [18] PLANCK, Max, Religion und Naturwissenschaft, 1958, 27. [19] WOODS, Thomas Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental p.96 [20] GALILEI, Galileu Cartas a grande duquesa Christina da Toscana. 1615. [21] Romanos 1:20 [22] JOSEFO, Flávio. Antiguidades Judaicas 4.8.15 [23] VILLERS, Robert apud PERNOUD, Regine. A mulher no tempo das catedrais p.15 [24] Atos 16 [25] CHADWICK, Henry. The Early Church, 1967 [26] Tiago 1:27 [27] DA COSTA, Ricardo et al. Visões da Idade Média p.162 [28] GIBBON, Edward Apud Thomas Woods. Como a Igreja católica construiu a civilização ocidental p.202 [29] FELIX, Minucius, ‘The Octavius’ of Minucius Felix p.83 [30] LINDSAY, Jack. 1968. The Ancient World: Manners and Morals [31] WOODS, Thomas. Como a Igreja Católica construiu a civilização ocidental, p.162 [32] MILLER, Rene-Fullop. Os Santos que abalaram o mundo p.365-380 [33] CORTIJO, Ocaña, 2012, p. 206-207 [34] STARK, Rodney The Triumph of christianity p.276 [35] Mateus 24:35 [36] 1 Pedro 1:25

  • Vaticano adia por um ano a Jornada Mundial da Juventude

    A situação criada pela pandemia de coronavírus Covid-19 afeta toda a agenda do Papa, bem como os principais eventos que ele organiza em todo o mundo. ( InfoCatólica ) Matteo Bruni, diretor da Assessoria de Imprensa da Santa Sé, anunciou hoje que, devido à situação atual e ao perigo para a saúde, existem grandes eventos. “O Santo Padre, juntamente com o Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, decidiram adiar o próximo Encontro Mundial das Famílias, agendado em Roma em junho de 2021, e a próxima Jornada Mundial da Juventude, agendada em Lisboa para agosto de 2022, que ocorrerão respectivamente em junho de 2022 e em agosto de 2023” #JornadaMundialdaJuventude

  • Vaticano adia por um ano a Jornada Mundial da Juventude

    A situação criada pela pandemia de coronavírus Covid-19 afeta toda a agenda do Papa, bem como os principais eventos que ele organiza em todo o mundo. ( InfoCatólica ) Matteo Bruni, diretor da Assessoria de Imprensa da Santa Sé, anunciou hoje que, devido à situação atual e ao perigo para a saúde, existem grandes eventos. “O Santo Padre, juntamente com o Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, decidiram adiar o próximo Encontro Mundial das Famílias, agendado em Roma em junho de 2021, e a próxima Jornada Mundial da Juventude, agendada em Lisboa para agosto de 2022, que ocorrerão respectivamente em junho de 2022 e em agosto de 2023” #JornadaMundialdaJuventude

  • Católicos promovem abaixo-assinado suplicando aos Bispos do Brasil que reabram as Igrejas

    O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira lança, neste dia 19 de abril de 2020, festa litúrgica de Santo Expedido, o Santo “das causas justas e urgentes”, um abaixo-assinado dirigido aos Bispos do Brasil, para que abram as Igrejas e administrem os Sacramentos . Assista o vídeo: Clique aqui para assinar o abaixo assinado Leia também: Vaticano responde sobre fechamento das igrejas: “não são matéria sobre a qual as autoridades civis possam legislar” Angustiada súplica dos fiéis a seus Pastores Até quando permaneceremos sem sacramentos e assistência espiritual? Excelências Reverendíssimas, É com os olhos fixos na Mater Dolorosa que lhes dirigimos filialmente esta súplica. A situação pela qual passa o Brasil e boa parte do mundo, por ocasião da atual peste chinesa, o coronavírus , arrisca levar-nos a uma conjuntura que vai muito além do caos sanitário. Já estamos em parte diante, e se vislumbra um aumento, do caos social, do caos econômico, do caos institucional, mas, sobretudo, de uma grande orfandade espiritual. Quando São Carlos Borromeu era Cardeal-Arcebispo de Milão, uma terrível epidemia grassou na região. Que medidas ele tomou? Fez um apelo à oração privada e pública; prestou assistência aos doentes; conduziu três procissões gerais “para apaziguar a ira de Deus” e pregou sobre como os pecados atraem o castigo divino . Desta forma, essas pragas foram não apenas um castigo, mas também uma oportunidade de conversão. O que presenciamos atualmente no Brasil é o oposto:- o fechamento das igrejas; a restrição à principal fonte da graça divina, que são os Sacramentos; a impossibilidade de receber a comunhão, o batismo, de celebrar o matrimônio; a diminuição drástica das visitas aos doentes, que se veem privados da absolvição sacramental e da extrema-unção; a quase total eliminação da assistência religiosa aos fiéis; a ausência de um chamado a atos penitenciais, à conversão, à mudança de vida. Essa atitude, tomada por grande número de clérigos no Brasil, tem colocado em xeque: A vida espiritual dos fiéis, já tão debilitada pela imoralidade agressiva, pelo laicismo cínico e pela impiedade imperante; A credibilidade de quem deveria pastorear o rebanho, máxime em momentos difíceis. Essa indigência religiosa se verifica no mesmo momento em que vemos, com edificação, médicos e profissionais da saúde que, em vez de pedirem o fechamento dos hospitais, atendem com abnegação os enfermos, mesmo com o risco de contágio, fiéis ao juramento feito em suas formaturas. Porventura, o cuidado com o corpo é mais importante do que o cuidado com a alma? Da mesma o forma, as farmácias e os hospitais permanecem abertos, mesmo em locais onde o comércio foi fechado. Nesses locais, é permitida a entrada de clientes, desde que se tomem as medidas indicadas pelas autoridades. Por que tal procedimento não vale para as igrejas? Não é obrigação ainda maior a dos Pastores de cuidar da salvação eterna das almas? Até mesmo o governo federal, por meio de um decreto cuja eficácia foi confirmada pelo STF, reconheceu as atividades religiosas como essenciais ao País, não sendo lícito a nenhum estado ou município impedir a abertura das Igrejas e a administração dos sacramentos. A medida de fechar igrejas e limitar o acesso aos sacramentos, de forma generalizada e por tempo indefinido, é sem precedente na História. Ela nos privou do tríduo sacro da Semana Santa e da Páscoa. O 3º Mandamento da Igreja, que prescreve a comunhão pascal, não pôde ser cumprido por causa de um vírus. Abandonou-se o divino remédio, sob o pretexto de combater a doença! Ora, tais medidas começam inevitavelmente a suscitar graves perplexidades em incontáveis fiéis: Se somos abandonados por parte do clero durante uma epidemia proporcionalmente menor que outras ocorridas no glorioso passado da Santa Igreja, o que acontecerá doravante em situações semelhantes ou ainda piores? Como poderão confiar futuramente em alguém que se furta ao seu dever de ofício de zelar pela salvação eterna para colocar a própria saúde física acima da saúde espiritual de cidades inteiras? Não se iludam, Excelências, pois a continuação de tal conduta poderá resultar naquilo que o Pe. Yoannis Lahzi Gaid, secretário pontifício, julgou seu dever advertir os Bispos: “Na epidemia de medo em que vivemos por causa do coronavírus, arriscamos nos comportar mais como assalariados que como pastores [grifos nossos] . Eu penso nas pessoas que certamente vão abandonar as igrejas quando este pesadelo passar, porque a Igreja os abandonou quando precisavam . […] Que nunca se possa dizer: ‘eu não vou à igreja que não veio a mim quando eu estava mais necessitado”. (Crux, 15/3/2020 ) Vêm-nos à mente as pungentes “Lamentações” do Profeta Jeremias ao descrever o estado em que ficou Jerusalém, a Cidade Santa do Antigo Testamento, após a saída de seu povo levado em cativeiro: “Como está abandonada a cidade antes tão povoada! Ela chora pela noite adentro, lágrimas lhe inundam as faces, ninguém mais a consola de quantos a amavam. […] Estão de luto os caminhos de Sião, e ninguém mais vem às suas festas. Suas portas todas estão desertas […] Nestes dias de males e vida árida nos recordamos das delícias dos tempos idos”. É porque vimos pedir a Vossas Excelências que sejam reabertas as igrejas, que se retome a distribuição dos sacramentos, sobretudo os do Batismo, da Eucaristia, da Confissão e da Unção aos Enfermos, para que se possa aplicar ao clero brasileiro o famoso provérbio Amicus certus in re incerta cernitur – o amigo certo se manifesta na ocasião incerta. Para que os fiéis possam novamente repetir, com o Salmo 121: “Laetatus sum in his quae dicta sum mihi, in domum Domini ibimus” — “Alegrei-me quando me disseram: vamos à casa do Senhor”. Esta é a súplica que lhes faz o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira e todos os católicos aflitos que a ele se unem. São Paulo, 19 de abril de 2020 Festa litúrgica de Santo Expedito “Santo das Causas Justas e Urgentes” . Clique aqui para assinar o abaixo assinado #CNBB #Coronavírus

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    O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira lança, neste dia 19 de abril de 2020, festa litúrgica de Santo Expedido, o Santo “das causas justas e urgentes”, um abaixo-assinado dirigido aos Bispos do Brasil, para que abram as Igrejas e administrem os Sacramentos . Assista o vídeo: Clique aqui para assinar o abaixo assinado Leia também: Vaticano responde sobre fechamento das igrejas: “não são matéria sobre a qual as autoridades civis possam legislar” Angustiada súplica dos fiéis a seus Pastores Até quando permaneceremos sem sacramentos e assistência espiritual? Excelências Reverendíssimas, É com os olhos fixos na Mater Dolorosa que lhes dirigimos filialmente esta súplica. A situação pela qual passa o Brasil e boa parte do mundo, por ocasião da atual peste chinesa, o coronavírus , arrisca levar-nos a uma conjuntura que vai muito além do caos sanitário. Já estamos em parte diante, e se vislumbra um aumento, do caos social, do caos econômico, do caos institucional, mas, sobretudo, de uma grande orfandade espiritual. Quando São Carlos Borromeu era Cardeal-Arcebispo de Milão, uma terrível epidemia grassou na região. Que medidas ele tomou? Fez um apelo à oração privada e pública; prestou assistência aos doentes; conduziu três procissões gerais “para apaziguar a ira de Deus” e pregou sobre como os pecados atraem o castigo divino . Desta forma, essas pragas foram não apenas um castigo, mas também uma oportunidade de conversão. O que presenciamos atualmente no Brasil é o oposto:- o fechamento das igrejas; a restrição à principal fonte da graça divina, que são os Sacramentos; a impossibilidade de receber a comunhão, o batismo, de celebrar o matrimônio; a diminuição drástica das visitas aos doentes, que se veem privados da absolvição sacramental e da extrema-unção; a quase total eliminação da assistência religiosa aos fiéis; a ausência de um chamado a atos penitenciais, à conversão, à mudança de vida. Essa atitude, tomada por grande número de clérigos no Brasil, tem colocado em xeque: A vida espiritual dos fiéis, já tão debilitada pela imoralidade agressiva, pelo laicismo cínico e pela impiedade imperante; A credibilidade de quem deveria pastorear o rebanho, máxime em momentos difíceis. Essa indigência religiosa se verifica no mesmo momento em que vemos, com edificação, médicos e profissionais da saúde que, em vez de pedirem o fechamento dos hospitais, atendem com abnegação os enfermos, mesmo com o risco de contágio, fiéis ao juramento feito em suas formaturas. Porventura, o cuidado com o corpo é mais importante do que o cuidado com a alma? Da mesma o forma, as farmácias e os hospitais permanecem abertos, mesmo em locais onde o comércio foi fechado. Nesses locais, é permitida a entrada de clientes, desde que se tomem as medidas indicadas pelas autoridades. Por que tal procedimento não vale para as igrejas? Não é obrigação ainda maior a dos Pastores de cuidar da salvação eterna das almas? Até mesmo o governo federal, por meio de um decreto cuja eficácia foi confirmada pelo STF, reconheceu as atividades religiosas como essenciais ao País, não sendo lícito a nenhum estado ou município impedir a abertura das Igrejas e a administração dos sacramentos. A medida de fechar igrejas e limitar o acesso aos sacramentos, de forma generalizada e por tempo indefinido, é sem precedente na História. Ela nos privou do tríduo sacro da Semana Santa e da Páscoa. O 3º Mandamento da Igreja, que prescreve a comunhão pascal, não pôde ser cumprido por causa de um vírus. Abandonou-se o divino remédio, sob o pretexto de combater a doença! Ora, tais medidas começam inevitavelmente a suscitar graves perplexidades em incontáveis fiéis: Se somos abandonados por parte do clero durante uma epidemia proporcionalmente menor que outras ocorridas no glorioso passado da Santa Igreja, o que acontecerá doravante em situações semelhantes ou ainda piores? Como poderão confiar futuramente em alguém que se furta ao seu dever de ofício de zelar pela salvação eterna para colocar a própria saúde física acima da saúde espiritual de cidades inteiras? Não se iludam, Excelências, pois a continuação de tal conduta poderá resultar naquilo que o Pe. Yoannis Lahzi Gaid, secretário pontifício, julgou seu dever advertir os Bispos: “Na epidemia de medo em que vivemos por causa do coronavírus, arriscamos nos comportar mais como assalariados que como pastores [grifos nossos] . Eu penso nas pessoas que certamente vão abandonar as igrejas quando este pesadelo passar, porque a Igreja os abandonou quando precisavam . […] Que nunca se possa dizer: ‘eu não vou à igreja que não veio a mim quando eu estava mais necessitado”. (Crux, 15/3/2020 ) Vêm-nos à mente as pungentes “Lamentações” do Profeta Jeremias ao descrever o estado em que ficou Jerusalém, a Cidade Santa do Antigo Testamento, após a saída de seu povo levado em cativeiro: “Como está abandonada a cidade antes tão povoada! Ela chora pela noite adentro, lágrimas lhe inundam as faces, ninguém mais a consola de quantos a amavam. […] Estão de luto os caminhos de Sião, e ninguém mais vem às suas festas. Suas portas todas estão desertas […] Nestes dias de males e vida árida nos recordamos das delícias dos tempos idos”. É porque vimos pedir a Vossas Excelências que sejam reabertas as igrejas, que se retome a distribuição dos sacramentos, sobretudo os do Batismo, da Eucaristia, da Confissão e da Unção aos Enfermos, para que se possa aplicar ao clero brasileiro o famoso provérbio Amicus certus in re incerta cernitur – o amigo certo se manifesta na ocasião incerta. Para que os fiéis possam novamente repetir, com o Salmo 121: “Laetatus sum in his quae dicta sum mihi, in domum Domini ibimus” — “Alegrei-me quando me disseram: vamos à casa do Senhor”. Esta é a súplica que lhes faz o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira e todos os católicos aflitos que a ele se unem. São Paulo, 19 de abril de 2020 Festa litúrgica de Santo Expedito “Santo das Causas Justas e Urgentes” . Clique aqui para assinar o abaixo assinado #CNBB #Coronavírus

  • GEORGE SOROS FAZ ACORDO COM PRESIDENTE DA ARGENTINA ALBERTO FERNÁNDEZ PARA DESESTABILIZAR BOLSONARO

    O jornalista argentino Nicolás Morás, que encontra-se em Curitiba, Brasil, conta, nesse vídeo, as informações que transcenderam sobre uma telefonema que George Soros, o magnata húngaro, fez ao presidente argentino Alberto Fernández, na terça-feira, 7 de Abril de 2020. Morás informa, com detalhes, as ofertas e os pedidos que o fundador da Open Society fez ao presidente argentino. Além de pedir a legalização do aborto no país andino, George Soros pediu-lhe o boicote do presidente brasileiro, aproveitando o difícil momento por que passa Bolsonaro, para apressar sua queda. Ademais, pelo exposto, tudo faz crer que George Soros pode estar detrás do confinamento em muitos países: exigiu de Fernández a continuidade da quarentena. A que outros presidentes pode Soros ter "telefonado"? ASSISTA COM TRADUÇÃO EM PORTUGUÊS: Vídeo original do jornalista argentino Nicolás Morá: Fontes: DESDE ESPAÑA - Helga Maria Saboia Bezerra

  • UMA ADVERTÊNCIA À IGREJA – Nicola Bux

    Essa contaminação pelo coronavírus é um aviso aos homens da Igreja que, em nome da “mudança de paradigma”, subordinam o ensinamento de Cristo à realidade do mundo. Aos que dizem que não concebem “princípios não negociáveis”, considerando a desigualdade, e não o pecado, como a raiz dos males sociais. Aos que permitiram o espetáculo gnóstico e neopagão da pachamama no Vaticano. Aos que abandonaram a missão do Evangelho e a necessidade de conversão, em favor do diálogo complacente com as outras religiões (trocando o Deus católico por um Deus comum a todas as religiões). Aos que apresentaram Lutero como remédio para a Igreja, endossando a moral de situação em vez de princípios morais. Em uma palavra: com a mudança de paradigma, eles se conformaram à mentalidade mundana. Na verdade, desde as origens do cristianismo, as comunidades cristãs, cercadas por costumes não certamente sóbrios, semelhantes aos atuais, não pensavam em fazer nenhum acordo com a mentalidade corrente. Pelo contrário: era o desejo dos Padres da Igreja se diferenciar claramente das atitudes do paganismo. Esse mundo, longe dos ideais evangélicos, não é destinatário de compreensões e nem deve ser persuadido, mas desafiado. Em vez disso, os documentos pastorais geralmente falam de desafios, mas não os enfrentam e cedem ao mundo, ao seu pragmatismo. Mas no sínodo recente da Amazônia, em vez de optar por promover vocações sacerdotais e o celibato, preferiu-se promover os viri probati e imaginar novos ministérios para as mulheres, a conversão ecológica em vez da conversão do coração, a economia global em vez da salvação eterna, uma Igreja sinodal ao invés daquela desejada por Jesus Cristo, ordenada hierarquicamente (ao ponto de mudar as fórmulas sacramentais e o Pai Nosso, acreditando que Deus, para o nosso bem, não pode nos permitir provações). O coronavírus frustrou tudo. Agora o papa, tão preocupado com o povo, ficou sem o povo; os sacerdotes, embriagados de participação, estão sem os fiéis; os fiéis, tão acostumados às liturgias comunitárias, sofrem o abandono por não terem sido treinados na adoração, no recolhimento de joelhos, na oração pessoal (realizada em segredo, onde somente o Pai nos vê). Na época da gripe asiática (1969) e do cólera (1973), ainda estávamos acostumados à oração pessoal. Em essência, queríamos exaltar o corpo eclesial, sem nos preocupar com os membros individuais; hoje não sabemos rezar pessoalmente; estamos fisicamente na liturgia, mas cada qual não recebe nem dá nada. As igrejas estão desoladas, fiéis e pastores como que exilados. Um prelado alemão disse, há alguns meses, talvez inconscientemente: “Nada será como antes”. Na verdade, desde as origens do cristianismo, os Padres não se importavam em chegar a um acordo com o mundo. No debate sobre o Sínodo sobre a Amazônia, o celibato e a liturgia foram reduzidos a assuntos internos da Igreja, esquecendo que têm finalidade missionária, são dirigidos ao mundo, para que ele possa receber eficazmente o anúncio do Evangelho. Enfatiza-se a “palavra de Deus”, deixando-se de acrescentar que nela está a Revelação do Deus vivo. Há os que gostariam de remover o crucifixo do centro de nossas igrejas, e ainda mais o tabernáculo do Santíssimo Sacramento, substituindo-os apressadamente pelo Senhor ressuscitado e pela cadeira do celebrante. Certamente, depois dessa pandemia, para os que tiverem olhos para ver, ouvidos para ouvir, coração para pensar, na Igreja e no mundo nada será como antes. O Senhor já nos mostrou outros caminhos.

  • 17 coisas que Jesus revelou a Santa Faustina sobre a Divina Misericórdia

    REDAÇÃO CENTRAL, 19 Abr. 20 / 06:00 am (ACI).- Desde 1931, Santa Faustina Kowalska recebeu mensagens de Jesus que depois foram escritas por ela em um diário de 600 páginas dirigido a um mundo que precisava e continua precisando da Misericórdia de Deus. É possível não escutar o que Jesus disse através de Santa Faustina sobre sua misericórdia e qual deveria ser a resposta do homem? Bento XVI disse uma vez: “É uma mensagem realmente central para o nosso tempo: a misericórdia como a força de Deus, como o limite divino contra o mal do mundo”. Nesse sentido, ‘National Catholic Register’ apresenta 17 coisas que Jesus revelou a Santa Faustina Kowalska sobre a Divina Misericórdia em diferentes partes dos seis cadernos de suas revelações privadas. Todos os cadernos foram compilados em um único Diário que contem 1828 numerais. 1. A Festa da Misericórdia será um refúgio para todas as almas “Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores. Neste dia, estão abertas as entranhas da Minha misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da Minha misericórdia. A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das culpas e das penas. Nesse dia, estão abertas todas as comportas Divinas, pelas quais fluem as graças. Que nenhuma alma tenha medo de se aproximar de Mim, ainda que seus pecados sejam como o escarlate”. (Diário, 699) 2. Não haverá paz senão pela misericórdia de Deus “A humanidade não encontrará a paz enquanto não se voltar, com confiança, para a minha misericórdia”. (Diário, 300) 3. Quando o mundo reconhecer a misericórdia de Deus será um sinal do fim dos tempos “Que toda a humanidade conheça a Minha insondável misericórdia. Este é o sinal para os últimos tempos; depois dele virá o dia da justiça”. (Diário, 848) 4. A justiça de Deus é iminente quando sua misericórdia é rejeitada “Quem não quiser passar pela porta da Misericórdia, terá que passar pela porta da minha justiça…”. (Diário, 1146) 5. A Festa da Misericórdia poderá ser a última chance para que muitos se salvem “As almas se perdem, apesar da Minha amarga Paixão. Estou lhes dando a última tábua de salvação, isto é, a Festa da Minha Misericórdia. Se não venerarem a Minha misericórdia, perecerão por toda a eternidade”. (Diário, 965) 6. Que Deus é o melhor de todos os Pais “Meu Coração está repleto de grande misericórdia para com as almas, e especialmente para com os pobres pecadores. Oh! se pudessem compreender que Eu sou para eles o melhor Pai, que por eles jorrou do Meu Coração o Sangue e a Água como de uma fonte transbordante de misericórdia”. (Diário, 367) 7. No primeiro domingo depois da Páscoa será celebrada a Festa da Misericórdia “Estes raios defendem as almas da ira do Meu Pai. Feliz aquele que viver à sua sombra, porque não será atingido pelo braço da justiça de Deus. Desejo que o primeiro domingo depois da Páscoa seja a Festa da Misericórdia”. (Diário, 299) 8. Deus quer que todos sejam salvos “Minha filha, escreve que quanto maior a miséria da alma, tanto mais direito tem à Minha misericórdia, e [exorta] todas as almas à confiança no inconcebível abismo da Minha misericórdia, porque desejo salvá-las todas”. (Diário, 1182) 9. Os maiores pecadores têm mais direito à misericórdia de Deus “Quanto maior o pecador, tanto maiores direitos a minha misericórdia. Em cada obra das Minhas mãos se confirma essa misericórdia. Quem confia na minha Misericórdia não perecerá, porque todas as suas causas são Minhas, e os seus inimigos destroçados aos pés do Meu escabelo”. (Diário, 723) 10. A confiança na misericórdia de Deus dos maiores pecadores deve ser total “[Coloquem] a esperança na minha misericórdia os maiores pecadores. Eles têm mais direito do que outros à confiança no abismo da Minha misericórdia. Minha filha, escreve sobre a Minha misericórdia para as almas atribuladas. Causam-Me prazer as almas que recorrem à Minha misericórdia. A estas almas concedo grandes graças que excedem os seus pedidos. Não posso castigar, mesmo o maior dos pecadores, se ele recorre a Minha compaixão, mas justifico-o na Minha insondável e inescrutável misericórdia”. (Diário, 1146) 11. Deus oferece perdão completo àqueles que confessam e comungam na festa da misericórdia “Desejo conceder indulgência plenária às almas que se confessarem e receberem a Santa Comunhão na Festa da Minha misericórdia”. (Diário, 1109) 12. Não deve haver medo de se aproximar da misericórdia de Deus “Que a alma fraca, pecadora, não tenha medo de se aproximar de mim, pois, mesmo que os seus pecados fossem mais numerosos que os grãos de areia da terra, ainda assim seriam submersos no abismo da minha misericórdia”. (Diário, 1059) 13. A misericórdia de Deus deve ser adorada e a imagem venerada “Estou exigindo o culto à Minha misericórdia pela solene celebração desta Festa e pela veneração da Imagem que foi pintada. Por meio desta Imagem concederei muitas graças às almas. Ela deve lembrar as exigências da Minha misericórdia, porque mesmo a fé mais forte de nada serve sem as obras”. (Diário, 742) 14. As almas receberão graças que não serão capazes de conter e irradiarão para os outros “Diz, Minha filha, que sou puro Amor e a própria Misericórdia. Quando uma alma se aproxima de mim com confiança, encho-a com tantas graças, que ela não pode encerrá-las todas em si mesmas e as irradia para as outras almas”. (Diário, 1074) 15. A imagem da Divina Misericórdia é fonte de numerosas graças “Ofereço aos homens um vaso, com o qual devem vir buscar graças na fonte da misericórdia. O vaso é a Imagem com a inscrição: Jesus, eu confio em Vós”. (Diário, 327) 16. Ao venerar a imagem, recebe-se a proteção de Deus na vida e, acima de tudo, na morte “Prometo que a alma que venerar esta Imagem não perecerá. Prometo também, já aqui na Terra, a vitória sobre os inimigos e, especialmente, na hora da morte. Eu mesmo a defenderei como Minha própria glória”. (Diário, 48) 17. Aqueles que divulguem esta devoção serão protegidos por Deus durante toda a vida “As almas que divulgam o culto da minha misericórdia, Eu as defendo por toda a vida como uma terna mãe defende seu filhinho e, na hora da morte, não serei Juiz para elas, mas sim o Salvador Misericordioso. Nessa última hora a alma nada tem para a sua defesa, além da minha misericórdia. Feliz a alma que, durante a vida, mergulhou na fonte da misericórdia, porque não será atingida pela justiça”. (Diário, 1075). #DivinaMisericórdia #Jesus #Misericórdia #SantaFaustinaKowalska

  • Sorteio especial de Dia das Mães

    Salve Maria!!! Hoje estamos lançando um sorteio sorteio com a Loja Total Consagração. . O ganhador vai levar um maravilhoso livro de orações para sua mãe e outro para si. PARA PARTICIPAR É BEM SIMPLES: ▪️ 1 – Curtir essa foto oficial; ▪️ 2 – Marcar três amigos aqui nos comentários; ▪️ 3 – Seguir nosso apostolado nas redes sociais: facebook.com/templariodemaria instagram.com/templariodemaria twitter.com/templariomaria Serão 3 sorteios, um para cada rede social, quanto mais redes sociais nos seguir e marcar seus amigos na foto oficial, maiores serão as chances. ⚜️ DIA DO SORTEIO 03/05/2020 ⚜️ Obs: Entraremos em contato com o vencedor, mas não vale marcar perfis fakes, famosos, lojas, fantasmas e etc… _ Conheça mais sobre o Devocionário: O Devocionário é um tradicional guia espiritual para usar no dia a dia e cultivar uma vida de oração, com as mais tradicionais orações da Santa Igreja, tanto em português como em latim para aqueles que desejarem, já distribuídas para as diversas etapas do nosso dia. Desde uma especial seleção orações para manhã, tarde e noite, até mesmo o santo terço meditado por São Luís Maria Grignion de Montfort, além de diversas novenas, bençãos, hora santa, os ritos das Missas Paulo VI e Pio V em latim, informações de catequese básica e inclusive uma grande seleção cânticos marianos, eucarísticos e meditativos. Se não aguenta esperar o sorteio, visite nossa loja virtual: loja.totalconsagracao.com.br Boa Sorte e que Deus os abençoe! _ Links das fotos oficiais em cada rede social: Instagram.com/p/B_LRoS2pcIS/ Twitter.com/TemplarioMaria/status/1251973624980004865/ Facebook.com/templariodemaria/photos/a.223833134482291/1372169746315285/ #Sorteio

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  • SUA MISERICÓRDIA PERMANECE – Scott Hahn medita sobre o Domingo da Divina Misericórdia

    Somos filhos da ressurreição de Jesus dentre os mortos. Por esse maravilhoso sinal de Sua grande misericórdia, o Pai de Jesus nos fez nascer de novo, como ouvimos na Epístola de hoje. A Primeira Leitura de hoje esboça a “vida familiar” de nossos primeiros ancestrais cristãos na casa de Deus (ver 1 Pedro 4:17). Nós os vemos fazer o que ainda fazemos hoje: eram perseverantes em ouvir o ensinamento dos apóstolos, reunindo-se diariamente para rezar e celebrar “a fração do pão”. Os apóstolos viram o Senhor. Ele esteve entre eles, mostrou-lhes as mãos e o lado. Eles ouviram Sua bênção e receberam Seu mandado: levar a misericórdia do Pai a todos os povos, através do poder e do Espírito que Ele lhes conferia. Devemos andar na fé e não na visão, devemos crer e amar o que não vimos (ver 2 Coríntios 5: 7). No entanto, as realidades invisíveis se tornam presentes para nós através das devoções que os apóstolos nos transmitiram. Observe-se que a experiência do Senhor ressuscitado, no evangelho de hoje, é descrita de uma maneira que lembra a Missa. Ambas as aparições acontecem no domingo. O Senhor veio ter com Seus discípulos, os quais se regozijam, ouvem a Sua Palavra, recebem o dom do Seu perdão e Sua paz. Ele lhes oferece o corpo ferido como lembrança de sua paixão. E eles o reconhecem e o adoram como seu Senhor e seu Deus. A confissão de Tomé é um voto de fé na nova aliança. Conforme prometido muito tempo antes, é no sangue de Jesus que agora podemos conhecer o Senhor como nosso Deus, e ser reconhecidos como o Seu povo (ver Oséias 2: 20–25). Essa confissão também é cantada na liturgia celestial (ver Apocalipse 4:11). E em toda Missa, na terra, renovamos nossa aliança, recebendo as bênçãos que Jesus prometeu a todos os que não viram, mas creram. Na Missa, a misericórdia de Deus permanece para sempre, como cantamos no Salmo de hoje. Este é o dia que o Senhor fez para nós, quando a vitória da Páscoa se torna novamente maravilhosa aos nossos olhos. https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/his-mercy-endures-scott-hahn-reflects-on-divine-mercy-sunday/

  • Por que George Soros quer derrubar Bolsonaro e Donald Trump?

    O jornalista argentino Nicolás Morás conta nesse vídeo, as informações que transcenderam sobre uma telefonema que George Soros, o magnata húngaro, fez ao presidente argentino Alberto Fernández, na terça-feira, 7 de Abril de 2020. Morás informa, com detalhes, as ofertas e os pedidos que o fundador da Open Society fez ao presidente argentino. Além de pedir a legalização do aborto no país andino, George Soros pediu-lhe o boicote do presidente brasileiro, aproveitando o difícil momento por que passa Bolsonaro, para apressar sua queda. Ademais, pelo exposto, tudo faz crer que George Soros pode estar detrás do confinamento em muitos países: exigiu de Fernández a continuidade da quarentena. Clique aqui para assistir o vídeo #Bolsonaro #NovaOrdemMundial

  • Por que George Soros quer derrubar Bolsonaro e Donald Trump?

    O jornalista argentino Nicolás Morás conta nesse vídeo, as informações que transcenderam sobre uma telefonema que George Soros, o magnata húngaro, fez ao presidente argentino Alberto Fernández, na terça-feira, 7 de Abril de 2020. Morás informa, com detalhes, as ofertas e os pedidos que o fundador da Open Society fez ao presidente argentino. Além de pedir a legalização do aborto no país andino, George Soros pediu-lhe o boicote do presidente brasileiro, aproveitando o difícil momento por que passa Bolsonaro, para apressar sua queda. Ademais, pelo exposto, tudo faz crer que George Soros pode estar detrás do confinamento em muitos países: exigiu de Fernández a continuidade da quarentena. Clique aqui para assistir o vídeo #Bolsonaro #NovaOrdemMundial

  • Diocese de Governador Valadares retorna com Missas Públicas e Atividades Religiosas

    Neste sábado (18) da oitava de páscoa, o bispo de Governador Valadares, presenteou seu rebanho com uma excelente notícia. Dom Antônio Carlos Félix, emitiu uma nota estabelecendo a volta das atividades religiosas, desde que sejam observadas algumas observações. Leia a nota na íntegra: NOTA DE DOM CARLOS FELIX BISPO DE GOVERNADOR VALADARES Comunico aos fiéis católicos que, a partir de segunda-feira, dia 20 de abril de 2020, as atividades religiosas voltarão a acontecer, tanto na matriz como nas comunidades, desde que sejam observadas as seguintes determinações: a) É expressamente vedado o comparecimento de idosos e pessoas com doença crônica (diabetes, cardiopatia…) ou que apresentem sintomas gripais. b) Estes fiéis ficam dispensados da obrigação prevista no direito canônico (cânon 1247) de participar presencialmente da Missa aos domingos e nos dias de preceito; recomendo-lhes, porém, que permaneçam em oração, em casa, acompanhando a Missa pelos meios de comunicação (rádio, televisão e internet). c) Nas Celebrações da Eucaristia (Missa) e da Palavra (Culto) estão proibidos: o abraço da paz, o Pai-Nosso de mãos dadas e a Comunhão Eucarística na boca; retirem também os recipientes com água benta do alcance dos fiéis. d) Para evitar grande aglomeração de fiéis, o pároco está autorizado a aumentar os horários de Missa na Matriz e nas comunidades. e) Os padres estão autorizados a atender os fiéis em confissão e direção espiritual, desde que o atendimento seja agendado com antecedência para evitar aglomeração de pessoas na secretaria paroquial. f) Estão permitidas as reuniões pastorais, apenas em nível paroquial, para evitar a locomoção de pessoas de um lugar para outro, oferecendo maior risco de contágio. g) Estão cancelados os encontros de formação e de espiritualidade, com grande aglomeração de pessoas, em todos os níveis (paroquial, setorial, diocesano), que estavam agendados pelas paróquias, pastorais e movimentos, até o próximo dia 31 de julho. Cúria Diocesana de Governador Valadares, aos 18 de abril de 2020. Dom Antônio Carlos Félix Bispo Diocesano #CNBB

  • Diocese de Governador Valadares retorna com Missas Públicas e Atividades Religiosas

    Neste sábado (18) da oitava de páscoa, o bispo de Governador Valadares, presenteou seu rebanho com uma excelente notícia. Dom Antônio Carlos Félix, emitiu uma nota estabelecendo a volta das atividades religiosas, desde que sejam observadas algumas observações. Leia a nota na íntegra: NOTA DE DOM CARLOS FELIX BISPO DE GOVERNADOR VALADARES Comunico aos fiéis católicos que, a partir de segunda-feira, dia 20 de abril de 2020, as atividades religiosas voltarão a acontecer, tanto na matriz como nas comunidades, desde que sejam observadas as seguintes determinações: a) É expressamente vedado o comparecimento de idosos e pessoas com doença crônica (diabetes, cardiopatia…) ou que apresentem sintomas gripais. b) Estes fiéis ficam dispensados da obrigação prevista no direito canônico (cânon 1247) de participar presencialmente da Missa aos domingos e nos dias de preceito; recomendo-lhes, porém, que permaneçam em oração, em casa, acompanhando a Missa pelos meios de comunicação (rádio, televisão e internet). c) Nas Celebrações da Eucaristia (Missa) e da Palavra (Culto) estão proibidos: o abraço da paz, o Pai-Nosso de mãos dadas e a Comunhão Eucarística na boca; retirem também os recipientes com água benta do alcance dos fiéis. d) Para evitar grande aglomeração de fiéis, o pároco está autorizado a aumentar os horários de Missa na Matriz e nas comunidades. e) Os padres estão autorizados a atender os fiéis em confissão e direção espiritual, desde que o atendimento seja agendado com antecedência para evitar aglomeração de pessoas na secretaria paroquial. f) Estão permitidas as reuniões pastorais, apenas em nível paroquial, para evitar a locomoção de pessoas de um lugar para outro, oferecendo maior risco de contágio. g) Estão cancelados os encontros de formação e de espiritualidade, com grande aglomeração de pessoas, em todos os níveis (paroquial, setorial, diocesano), que estavam agendados pelas paróquias, pastorais e movimentos, até o próximo dia 31 de julho. Cúria Diocesana de Governador Valadares, aos 18 de abril de 2020. Dom Antônio Carlos Félix Bispo Diocesano #CNBB

  • Às vésperas do Domingo da Misericórdia, Presidente acolhe movimento Pró-Vida em Brasília

    Ás vésperas da Festa da Divina Misericórdia, o presidente Jair Bolsonaro acolheu um grupo de líderes pró-vida e recebeu um quadro da Divina Misericórdia. Um grupo pró vida compareceu à porta do planalto na tarde deste sábado (18), e foi acolhido pelo presidente da república que passava pelo local. Foi entregue a Jair Bolsonaro um quadro da Divina Misericórdia, um boneco de um bebê de 12 semanas e a bandeira do movimento pró vida pelo sacerdote de origem polonesa Padre Pedro Stepien. Clique aqui para assistir… #Bolsonaro

  • Às vésperas do Domingo da Misericórdia, Presidente acolhe movimento Pró-Vida em Brasília

    Ás vésperas da Festa da Divina Misericórdia, o presidente Jair Bolsonaro acolheu um grupo de líderes pró-vida e recebeu um quadro da Divina Misericórdia. Um grupo pró vida compareceu à porta do planalto na tarde deste sábado (18), e foi acolhido pelo presidente da república que passava pelo local. Foi entregue a Jair Bolsonaro um quadro da Divina Misericórdia, um boneco de um bebê de 12 semanas e a bandeira do movimento pró vida pelo sacerdote de origem polonesa Padre Pedro Stepien. Clique aqui para assistir… #Bolsonaro

  • Católicos pro-vida promovem cerco de oração em Defesa da Vida no Brasil

    Católicos pró-vida de todo Brasil estão se unindo à uma corrente de oração se dará a partir deste domingo. A motivação é o julgamento que acontecerá no STF dia 24, cuja intenção é descriminalizar o aborto em casos de Zika Vírus. Segue a mensagem: Olá irmãos, salve Maria santíssima! Essa mensagem é um apelo em Defesa da Vida dos mais vulneráveis que está sendo ameaçada em nosso país. Dia 24 o STF julgará a ADI 5581 que visa descriminalizar o Aborto em caso de Zika vírus. Queremos por meio desta mensagem convidar a todos os que querem Defender a Vida desses inocentes para que entrem conosco nessa luta. Iniciaremos dia 19 de abril, Domingo da Misericórdia, um “Cerco de Oração em Defesa da Vida no Brasil”. O cerco durará 9 dias, terminará no dia 28 de abril, dia da Festa Litúrgica de Santa Gianna Beretta Molla, ( Intercessora pela Vida). O cerco será realizado da seguinte forma: Formaremos grupos de intercessão para que todas as 24h do dia sempre tenha alguém intercedendo. Será apenas 1 hora de intercessão, por 9 dias. Dentro dessa hora de intercessão, faremos a Novena a Santa Gianna (abaixo) e outras orações livres que vc escolher. Podem ser feitas orações que você já costuma fazer só incluindo a intenção pelo julgamento e pelos ministros do STF. Aqueles que quiserem também poderão enviar as moções que o Espírito Santo lhes inspirar. Essas moções serão encaminhadas para os membros Pró vida da bancada católica que estão à frente dessa batalha. Cremos que juntos poderemos elevar um clamor aos céus para que esse flagelo não seja legalizado em nosso país! Que a profecia da Terra de Santa Cruz seja a força de intercessão para o Brasil! Por favor, envie o seu horário para o número abaixo para que possamos organizar. Qualquer dúvida podem entrar em contato comigo. Pelo seguinte What’s App: (19) 98278-1234 Deus lhes pague! Adriana Misiara Comunidade Católica Fiat Mihi | Campinas – SP Site Oficial: missaofiat.com.br (19) 98278-1234 Novena de Santa Gianna Beretta Molla Gianna Beretta Molla nasceu em Magenta (Milão) em dia dedicado a São Francisco de Assis, 4 de outubro de 1922. Foi jovem atuante na Ação Católica e estudante dedicada. Diplomou-se em medicina e em cirurgia. Depois, especializou-se em pediatria. Dentre seus pacientes, dedicava especial atenção aos idosos, aos pobres e às crianças. Casou-se com Pietro Molla, por quem nutria grande amor e tiveram quatro filhos. Gianna foi mártir porque deu a vida para salvar sua filha Gianna Emanuela, tendo decidido levar adiante a gravidez de risco até o fim. No entanto, sua santidade não foi fruto somente desse último momento, mas de uma vida inteira empenhada na busca de Deus, e de se deixar encontrar por Sua graça. Ao longo desses nove dias, conheceremos melhor esta santa, descobriremos por que sobre ela falou seu esposo: “era uma mulher como tantas outras, mas com alguma coisa a mais”, e, claro, pediremos sua intercessão. Além de acompanhar a novena, você pode  clicar aqui e saber mais sobre a vida de Gianna. Reze conosco a novena de Santa Gianna: 1º dia Gianna foi esposa e mãe amorosa, por isso edificou sua família. Casou-se com o engenheiro Pietro Molla em 1955, assumindo total doação “para formar uma família realmente cristã”. Tiveram quatro filhos. Também por meio do martírio, Gianna tornou fecundo o seu lar. Oração para todos os dias: Ó Deus, nosso Pai, Tu que tens dado à Tua Igreja Santa Gianna Beretta Molla, que na juventude Te procurou amorosamente e Te levou a outros jovens, empenhando-os apostolicamente como testemunha na Ação Católica e colocando-os ao lado dos doentes e idosos para ser para eles ajuda e conforto. Nós Te agradecemos por este dom de jovem amorosamente empenhada. Com seu exemplo, dá-nos a graça de consagrar nossa vida a Teu serviço, para alegria de nossos irmãos. Glória ao Pai… Ó Jesus, Redentor dos homens, Tu chamaste Santa Gianna a desenvolver a missão de médica, conforto dos corpos e das almas, vendo a Ti mesmo nos irmãos e nos pequenos indefesos. Nós Te agradecemos por Te haveres mostrado nesta Tua serva como “o que serve” e acalma a dor dos homens. Acolhendo sua lição, fazei-nos generosos cristãos a serviço dos irmãos, particularmente daqueles que participam de tua Cruz. Glória ao Pai … Ó Deus, Espírito santificador, que amas a Igreja como Tua Esposa, Tu infundiste no coração de Santa Gianna um pouco do Teu amor para colaborar no Teu maravilhoso plano de salvação, dando-Te novos filhos, para que pudessem conhecer-Te e amar-Te. Nós Te agradecemos por este modelo de esposa e por seu corajoso testemunho. Dá às nossas famílias a serena e a cristã presença de esposas empenhadas em transformar nossas casas de homens em cenáculos de fé e de amor, com generoso trabalho e santificante serviço. Glória ao Pai… Ó Deus criador e amante do ser vivente, Tu estavas ao lado de Santa Gianna quando se encontrou no dilema de salvar a própria vida ou a vida da criança que, qual dom esperado, levava no seio. Confiando só em Ti e reclamando o mandamento de defesa da vida, ela encontrou a coragem de cumprir o seu dever de mãe e de dizer “sim” à nova vida, sacrificando generosamente a própria, coroando uma vida cristã exemplar. Por intercessão de Maria, Mãe de Jesus, e segundo o exemplo de Gianna, dispõe todas as mães a acolherem, com amor, cada vida nascente, e sustentarem a todos no respeito à vida. Dá-nos a graça que Te pedimos… E a alegria de nos inspirar em Santa Gianna, qual modelo de jovem, esposa, mãe e médica, que segundo o exemplo de Jesus, sacrificou a si mesma pela vida do próximo. Ave Maria… 2º dia Desde a juventude, Gianna acolheu plenamente o dom da fé e a educação cristã recebidos de seus pais. Esta formação ensinou-lhe a considerar a vida como um dom maravilhoso de Deus, a ter confiança na Providência e a estimar a necessidade e a eficácia da oração. Durante os anos de estudos escolares e depois, na faculdade de medicina, enquanto se dedicava aos seus deveres, vinculava sua fé a um compromisso generoso de apostolado entre os jovens da Ação Católica e de caridade para com os idosos e os necessitados nas Conferências de São Vicente (1). Oração para todos os dias (recitar a oração que está no primeiro dia) 3º Dia Gianna ingressou na Universidade de Milão e de Pavia. Formou-se em medicina e cirurgia em 1949. Especializou-se em pediatria, dada a sua paixão de servir as crianças. E agora? Que fazer da sua vida? Consagrar-se a Deus na vida religiosa e ajudar seu irmão, padre Alberto, que trabalhava em Grajaú, no Maranhão? Este era o seu sonho. Preparou-se para o vôo Itália-Brasil. Mas uma misteriosa reviravolta colocou-a em outro caminho. Deus lhe havia preparado um esposo. Sua vocação seria a de esposa e mãe. Encontrou um jovem engenheiro, honesto, trabalhador, piedoso e apostólico. Seu nome era Pietro Molla. Seguindo os conselhos de seu diretor espiritual e o parecer de seus parentes, Gianna convenceu-se de que sua vocação era o matrimônio. Casou-se em 24 de setembro de 1955. Tinha, então, 32 anos. (2) Oração para todos os dias (recitar a oração que está no primeiro dia) 4º dia “Quero formar uma família verdadeiramente cristã; um pequeno cenáculo onde o Senhor reine nos nossos corações, ilumine as nossas decisões, guie os nossos programas”, escreve Gianna a Pietro Molla nos meses que antecederam o casamento. Em 11 de abril de 1955, ela inicia seu noivado com Pietro e prepara-se para o matrimônio com expansiva alegria. Ao Senhor tudo agradece e ora. Oração para todos os dias (recitar a oração que está no primeiro dia) 5º dia Gianna fez de sua profissão uma missão: servir a Cristo na pessoa do irmão doente. Formada em medicina e cirurgia em 1949 pela Universidade de Pavia (Itália), abre seu consultório em Mêsero (nos arredores de Milão), em 1950. Especializa-se em pediatria na Universidade de Milão em 1952. No consultório, transformado em lugar de afeto e amor, ela não buscava apensa curar enfermidades, mas também ouvir e aconselhar as mães. Suas palavras eram de conforto e ânimo, capazes de cicatrizar as feridas da alma. “A santidade é o cotidiano da vida vivida à luz de Deus”, escreveu. Oração para todos os dias (recitar a oração que está no primeiro dia) 6º dia Em setembro de 1961, no final do segundo mês de gravidez, Gianna vê-se atingida pelo sofrimento e pela dor. Aparece um fibroma no útero. Antes de ser operada, embora sabendo o grave perigo de prosseguir com a gravidez, suplica ao cirurgião que salve a vida que traz em seu seio e, então, entrega-se à Divina Providência e à oração. Com o feliz sucesso da cirurgia, agradece intensamente a Deus a salvação da vida do filho. Ela passa os sete meses que a distanciam do parto com admirável força de espírito e com a mesma dedicação de mãe e de médica. Apenas receia que seu filho possa nascer doente e suplica a Deus que isto não aconteça. Alguns dias antes do parto, sempre com grande confiança na Providência, demonstra-se pronta a sacrificar sua vida para salvar a do filho: “Se deveis decidir entre mim e o filho, nenhuma hesitação: escolhei – e isto o exijo – a criança. Salvai-a”. Na manhã de 21 de abril de 1962, nasce Gianna Emanuela. Apesar dos esforços para salvar a vida de ambos, na manhã de 28 de abril, em meio a atrozes dores e após ter repetido a jaculatória “Jesus, eu te amo, eu te amo”, Gianna morre santamente. Tinha 39 anos. (1) Oração para todos os dias (recitar a oração que está no primeiro dia) 7º dia Mesmo antes de ser mãe, Gianna demonstrava grande amor pelas crianças que evangelizava durante as colônias paroquiais e a quem se dedicava enquanto médica pediatra. Mais tarde, educa seus pequenos Pierluigi, Mariolina e Laura, na fé e na caridade. “Comportem-se bem, obedeçam a Mariuccia e a Savina. Pierluigi, que é o mais velho, brigue com suas duas irmãzinhas sem implicar. Mariolina, que é ‘a maior’, seja boa e complacente com Lauretta. Trago vocês no coração e penso em vocês a cada momento. Rezem uma Ave Maria por mim, assim Nossa Senhorinha me fará ficar boa logo e poderei retornar a Courmayeur para abraçar vocês e ficarmos sempre juntos”, escreve Gianna aos filhos, já grávida de Gianna Emanuela e consciente da enfermidade no útero. Oração para todos os dias (recitar a oração que está no primeiro dia) 8º dia Os idosos e os pobres eram, junto às crianças, os pacientes por quem Gianna demonstrava especial cuidado. “Com os seus pacientes, ela tinha uma maneira especial de atendê-los, ouvindo as suas dores e necessidades. Após a sua morte, foi descoberto que eles não saíam do consultório sem que seus problemas tivessem sido resolvidos. Gianna procurava emprego aos que não tinham ou doava remédios aos necessitados” (1). Oração para todos os dias (recitar a oração que está no primeiro dia) 9º dia A santidade de homens e mulheres de todos os tempos é o tesouro da Igreja, porque vem da santidade de Cristo, o Esposo, e se derrama em graças sobre todo o seu corpo místico. Por isso, a vida e o martírio de Gianna, unidos à paixão, morte e ressurreição de Jesus, gerará frutos na Igreja até o fim dos tempos. “No apostolado, não devemos nos colocar em primeiro lugar, anunciar a si mesmo, mas ao contrário, devemos desaparecer e dar sempre o primeiro lugar a Jesus Cristo”, escreveu a santa. Oração para todos os dias (recitar a oração que está no primeiro dia) Novena com aprovação eclesiástica, + Angelo Mascheroni, Bispo Auxiliar de Milão

  • Católicos pro-vida promovem cerco de oração em Defesa da Vida no Brasil

    Católicos pró-vida de todo Brasil estão se unindo à uma corrente de oração se dará a partir deste domingo. A motivação é o julgamento que acontecerá no STF dia 24, cuja intenção é descriminalizar o aborto em casos de Zika Vírus. Segue a mensagem: Olá irmãos, salve Maria santíssima! Essa mensagem é um apelo em Defesa da Vida dos mais vulneráveis que está sendo ameaçada em nosso país. Dia 24 o STF julgará a ADI 5581 que visa descriminalizar o Aborto em caso de Zika vírus. Queremos por meio desta mensagem convidar a todos os que querem Defender a Vida desses inocentes para que entrem conosco nessa luta. Iniciaremos dia 19 de abril, Domingo da Misericórdia, um “Cerco de Oração em Defesa da Vida no Brasil”. O cerco durará 9 dias, terminará no dia 28 de abril, dia da Festa Litúrgica de Santa Gianna Beretta Molla, ( Intercessora pela Vida). O cerco será realizado da seguinte forma: Formaremos grupos de intercessão para que todas as 24h do dia sempre tenha alguém intercedendo. Será apenas 1 hora de intercessão, por 9 dias. Dentro dessa hora de intercessão, faremos a Novena a Santa Gianna (abaixo) e outras orações livres que vc escolher. Podem ser feitas orações que você já costuma fazer só incluindo a intenção pelo julgamento e pelos ministros do STF. Aqueles que quiserem também poderão enviar as moções que o Espírito Santo lhes inspirar. Essas moções serão encaminhadas para os membros Pró vida da bancada católica que estão à frente dessa batalha. Cremos que juntos poderemos elevar um clamor aos céus para que esse flagelo não seja legalizado em nosso país! Que a profecia da Terra de Santa Cruz seja a força de intercessão para o Brasil! Por favor, envie o seu horário para o número abaixo para que possamos organizar. Qualquer dúvida podem entrar em contato comigo. Pelo seguinte What’s App: (19) 98278-1234 Deus lhes pague! Adriana Misiara Comunidade Católica Fiat Mihi | Campinas – SP Site Oficial: missaofiat.com.br (19) 98278-1234 Novena de Santa Gianna Beretta Molla Gianna Beretta Molla nasceu em Magenta (Milão) em dia dedicado a São Francisco de Assis, 4 de outubro de 1922. Foi jovem atuante na Ação Católica e estudante dedicada. Diplomou-se em medicina e em cirurgia. Depois, especializou-se em pediatria. Dentre seus pacientes, dedicava especial atenção aos idosos, aos pobres e às crianças. Casou-se com Pietro Molla, por quem nutria grande amor e tiveram quatro filhos. Gianna foi mártir porque deu a vida para salvar sua filha Gianna Emanuela, tendo decidido levar adiante a gravidez de risco até o fim. No entanto, sua santidade não foi fruto somente desse último momento, mas de uma vida inteira empenhada na busca de Deus, e de se deixar encontrar por Sua graça. Ao longo desses nove dias, conheceremos melhor esta santa, descobriremos por que sobre ela falou seu esposo: “era uma mulher como tantas outras, mas com alguma coisa a mais”, e, claro, pediremos sua intercessão. Além de acompanhar a novena, você pode  clicar aqui e saber mais sobre a vida de Gianna. Reze conosco a novena de Santa Gianna: 1º dia Gianna foi esposa e mãe amorosa, por isso edificou sua família. Casou-se com o engenheiro Pietro Molla em 1955, assumindo total doação “para formar uma família realmente cristã”. Tiveram quatro filhos. Também por meio do martírio, Gianna tornou fecundo o seu lar. Oração para todos os dias: Ó Deus, nosso Pai, Tu que tens dado à Tua Igreja Santa Gianna Beretta Molla, que na juventude Te procurou amorosamente e Te levou a outros jovens, empenhando-os apostolicamente como testemunha na Ação Católica e colocando-os ao lado dos doentes e idosos para ser para eles ajuda e conforto. Nós Te agradecemos por este dom de jovem amorosamente empenhada. Com seu exemplo, dá-nos a graça de consagrar nossa vida a Teu serviço, para alegria de nossos irmãos. Glória ao Pai… Ó Jesus, Redentor dos homens, Tu chamaste Santa Gianna a desenvolver a missão de médica, conforto dos corpos e das almas, vendo a Ti mesmo nos irmãos e nos pequenos indefesos. Nós Te agradecemos por Te haveres mostrado nesta Tua serva como “o que serve” e acalma a dor dos homens. Acolhendo sua lição, fazei-nos generosos cristãos a serviço dos irmãos, particularmente daqueles que participam de tua Cruz. Glória ao Pai … Ó Deus, Espírito santificador, que amas a Igreja como Tua Esposa, Tu infundiste no coração de Santa Gianna um pouco do Teu amor para colaborar no Teu maravilhoso plano de salvação, dando-Te novos filhos, para que pudessem conhecer-Te e amar-Te. Nós Te agradecemos por este modelo de esposa e por seu corajoso testemunho. Dá às nossas famílias a serena e a cristã presença de esposas empenhadas em transformar nossas casas de homens em cenáculos de fé e de amor, com generoso trabalho e santificante serviço. Glória ao Pai… Ó Deus criador e amante do ser vivente, Tu estavas ao lado de Santa Gianna quando se encontrou no dilema de salvar a própria vida ou a vida da criança que, qual dom esperado, levava no seio. Confiando só em Ti e reclamando o mandamento de defesa da vida, ela encontrou a coragem de cumprir o seu dever de mãe e de dizer “sim” à nova vida, sacrificando generosamente a própria, coroando uma vida cristã exemplar. Por intercessão de Maria, Mãe de Jesus, e segundo o exemplo de Gianna, dispõe todas as mães a acolherem, com amor, cada vida nascente, e sustentarem a todos no respeito à vida. Dá-nos a graça que Te pedimos… E a alegria de nos inspirar em Santa Gianna, qual modelo de jovem, esposa, mãe e médica, que segundo o exemplo de Jesus, sacrificou a si mesma pela vida do próximo. Ave Maria… 2º dia Desde a juventude, Gianna acolheu plenamente o dom da fé e a educação cristã recebidos de seus pais. Esta formação ensinou-lhe a considerar a vida como um dom maravilhoso de Deus, a ter confiança na Providência e a estimar a necessidade e a eficácia da oração. Durante os anos de estudos escolares e depois, na faculdade de medicina, enquanto se dedicava aos seus deveres, vinculava sua fé a um compromisso generoso de apostolado entre os jovens da Ação Católica e de caridade para com os idosos e os necessitados nas Conferências de São Vicente (1). Oração para todos os dias (recitar a oração que está no primeiro dia) 3º Dia Gianna ingressou na Universidade de Milão e de Pavia. Formou-se em medicina e cirurgia em 1949. Especializou-se em pediatria, dada a sua paixão de servir as crianças. E agora? Que fazer da sua vida? Consagrar-se a Deus na vida religiosa e ajudar seu irmão, padre Alberto, que trabalhava em Grajaú, no Maranhão? Este era o seu sonho. Preparou-se para o vôo Itália-Brasil. Mas uma misteriosa reviravolta colocou-a em outro caminho. Deus lhe havia preparado um esposo. Sua vocação seria a de esposa e mãe. Encontrou um jovem engenheiro, honesto, trabalhador, piedoso e apostólico. Seu nome era Pietro Molla. Seguindo os conselhos de seu diretor espiritual e o parecer de seus parentes, Gianna convenceu-se de que sua vocação era o matrimônio. Casou-se em 24 de setembro de 1955. Tinha, então, 32 anos. (2) Oração para todos os dias (recitar a oração que está no primeiro dia) 4º dia “Quero formar uma família verdadeiramente cristã; um pequeno cenáculo onde o Senhor reine nos nossos corações, ilumine as nossas decisões, guie os nossos programas”, escreve Gianna a Pietro Molla nos meses que antecederam o casamento. Em 11 de abril de 1955, ela inicia seu noivado com Pietro e prepara-se para o matrimônio com expansiva alegria. Ao Senhor tudo agradece e ora. Oração para todos os dias (recitar a oração que está no primeiro dia) 5º dia Gianna fez de sua profissão uma missão: servir a Cristo na pessoa do irmão doente. Formada em medicina e cirurgia em 1949 pela Universidade de Pavia (Itália), abre seu consultório em Mêsero (nos arredores de Milão), em 1950. Especializa-se em pediatria na Universidade de Milão em 1952. No consultório, transformado em lugar de afeto e amor, ela não buscava apensa curar enfermidades, mas também ouvir e aconselhar as mães. Suas palavras eram de conforto e ânimo, capazes de cicatrizar as feridas da alma. “A santidade é o cotidiano da vida vivida à luz de Deus”, escreveu. Oração para todos os dias (recitar a oração que está no primeiro dia) 6º dia Em setembro de 1961, no final do segundo mês de gravidez, Gianna vê-se atingida pelo sofrimento e pela dor. Aparece um fibroma no útero. Antes de ser operada, embora sabendo o grave perigo de prosseguir com a gravidez, suplica ao cirurgião que salve a vida que traz em seu seio e, então, entrega-se à Divina Providência e à oração. Com o feliz sucesso da cirurgia, agradece intensamente a Deus a salvação da vida do filho. Ela passa os sete meses que a distanciam do parto com admirável força de espírito e com a mesma dedicação de mãe e de médica. Apenas receia que seu filho possa nascer doente e suplica a Deus que isto não aconteça. Alguns dias antes do parto, sempre com grande confiança na Providência, demonstra-se pronta a sacrificar sua vida para salvar a do filho: “Se deveis decidir entre mim e o filho, nenhuma hesitação: escolhei – e isto o exijo – a criança. Salvai-a”. Na manhã de 21 de abril de 1962, nasce Gianna Emanuela. Apesar dos esforços para salvar a vida de ambos, na manhã de 28 de abril, em meio a atrozes dores e após ter repetido a jaculatória “Jesus, eu te amo, eu te amo”, Gianna morre santamente. Tinha 39 anos. (1) Oração para todos os dias (recitar a oração que está no primeiro dia) 7º dia Mesmo antes de ser mãe, Gianna demonstrava grande amor pelas crianças que evangelizava durante as colônias paroquiais e a quem se dedicava enquanto médica pediatra. Mais tarde, educa seus pequenos Pierluigi, Mariolina e Laura, na fé e na caridade. “Comportem-se bem, obedeçam a Mariuccia e a Savina. Pierluigi, que é o mais velho, brigue com suas duas irmãzinhas sem implicar. Mariolina, que é ‘a maior’, seja boa e complacente com Lauretta. Trago vocês no coração e penso em vocês a cada momento. Rezem uma Ave Maria por mim, assim Nossa Senhorinha me fará ficar boa logo e poderei retornar a Courmayeur para abraçar vocês e ficarmos sempre juntos”, escreve Gianna aos filhos, já grávida de Gianna Emanuela e consciente da enfermidade no útero. Oração para todos os dias (recitar a oração que está no primeiro dia) 8º dia Os idosos e os pobres eram, junto às crianças, os pacientes por quem Gianna demonstrava especial cuidado. “Com os seus pacientes, ela tinha uma maneira especial de atendê-los, ouvindo as suas dores e necessidades. Após a sua morte, foi descoberto que eles não saíam do consultório sem que seus problemas tivessem sido resolvidos. Gianna procurava emprego aos que não tinham ou doava remédios aos necessitados” (1). Oração para todos os dias (recitar a oração que está no primeiro dia) 9º dia A santidade de homens e mulheres de todos os tempos é o tesouro da Igreja, porque vem da santidade de Cristo, o Esposo, e se derrama em graças sobre todo o seu corpo místico. Por isso, a vida e o martírio de Gianna, unidos à paixão, morte e ressurreição de Jesus, gerará frutos na Igreja até o fim dos tempos. “No apostolado, não devemos nos colocar em primeiro lugar, anunciar a si mesmo, mas ao contrário, devemos desaparecer e dar sempre o primeiro lugar a Jesus Cristo”, escreveu a santa. Oração para todos os dias (recitar a oração que está no primeiro dia) Novena com aprovação eclesiástica, + Angelo Mascheroni, Bispo Auxiliar de Milão

  • IRA DE DEUS OU AÇÃO DO DIABO? – Bernard Anthony

    Às vezes, tenho a impressão de que, para certos crentes, clérigos ou leigos, todos os infortúnios que atingem coletivamente os povos ou a humanidade são motivados pela ira de Deus. Estranhamente, é raro encontrar-se em suas palavras a menção ao Diabo… Confesso que tenho dificuldades para compreender isso. E ainda mais porque, entre os povos mais atrozmente atingidos, os cristãos não têm sido os últimos. Pense-se, por exemplo, nos grandes extermínios do mundo desde a Revolução Francesa. E, além disso, naqueles perpetrados neste mesmo período, aqui na França: o genocídio da Vendéia, os massacres de Lyon, de Vaucluse, a deportação para o país basco, o massacre dos carmelitas, a guilhotina para os que escondiam padres. Castigo de Deus? Em meados do século XIV, a grande fome irlandesa foi o castigo de Deus? O genocídio de armênios e outros cristãos, em 1915, foi castigo de Deus? A gigantesca carnificina da Primeira Grande Guerra (1914-1918) e, depois disso, a gripe espanhola com seus vinte milhões de mortos, foram castigo de Deus? Holodomor, o genocídio ucraniano de camponeses e fiéis católicos em 1932-1933; e, de 1917 a 1940, o extermínio sem fim de fiéis e do clero da Igreja Ortodoxa, foram castigos de Deus? O massacre dos poloneses, em Katyn (1940-1945) e outras abominações, como o genocídio dos judeus, foram castigos de Deus? A bomba atômica em Hiroshima e em Nagasaki, a cidade católica do Japão, em 1945, foi castigo de Deus? Os infernos dos gulags soviéticos e dos laogai chineses, o genocídio cambojano, a perseguição dos cristãos em países islâmicos e os próprios massacres islâmicos… São castigos de Deus? Quantos povos cristãos perseguidos, massacrados, exterminados! Quantos homens de boa vontade com a mesma sorte! Um Deus irado, que enviasse seus anjos para espalhar vírus diabólicos… Francamente, isso me deixa matutando. E tem mais: para alguns, o incêndio de Notre-Dame é um castigo de Deus! Para permitir que Macron se glorifique de “reconstruí-la” em cinco anos? Um Deus, portanto, que destrói uma joia da civilização medieval, e deixa intactos alguns importantes e abjetos marcos das revoluções sociais e da chamada arte contemporânea? (16/04/2020) (http://www.bernard-antony.com/)

  • Flagra: De joelhos menino reza a Deus no meio da rua pelo fim do coronavírus

    No Peru, viralizou uma fotografia de um menino ajoelhado, rezando em silêncio, no meio da noite e em uma rua vazia, para pedir a Deus pelo fim da pandemia mundial do coronavírus COVID-19. A foto de Alen Castañeda Zelada, de 6 anos, foi tirada às 20h (hora local) pela fotógrafa Claudia Alejandra Mora Abanto, da cidade de Guadalupe, no departamento de La Libertad (Peru). Mora usou seu perfil na rede social Facebook para contar a história dessa imagem. Ela disse que na segunda-feira, 13 de abril, os moradores de sua vizinhança se uniram “para rezar e pedir a Deus pela situação de emergência que estamos vivendo” e “assim compartilhar esperança e fé”. Em seguida, indica que aproveitou alguns “minutos antes de as pessoas saírem às suas portas para fazer uma foto de todas as velas”, mas, belo foi o momento que encontrou “este menino”. “Então, eu perguntei o que ele estava fazendo e me respondeu, em sua inocência, que estava fazendo sozinho um pedido a Deus e que saiu porque em sua casa havia muito barulho, que assim, seu desejo não ia se cumprir”. “Sem dúvida, seu desejo é claro, eles não são alheios ao que está acontecendo”, contou Mora. Depois de tirar a fotografia, disse que um sorriso apareceu em seu rosto, encheu-se de “fé e esperança” e ficou encantada “por ser uma testemunha do amor e da confiança dessa criança em Deus”. “Que belo que se ensine isso, inclusive nos tempos difíceis. Que a fé nunca morra”, concluiu. Em declarações ao meio local RPP, o pequeno Alen revelou que começou a rezar para que Deus “cuide daqueles que estão com esta doença”. “Estou pedindo que ninguém saia, muitas pessoas idosas estão morrendo com esta doença”, disse. Abraham Castañeda Malca, pai do menino, acrescentou ao meio peruano: “Somos uma família católica e fiquei bastante surpreso porque, imaginem-se, com tantas coisas que estão acontecendo neste mundo: a pandemia e vendo tantas pessoas morrendo. Foi realmente uma surpresa. Meu filho é um garotinho de seis anos e eu não pensava que ele iria reagir assim, foi surpreendente para todos nós”. Nesse bairro, os moradores se organizam para fazer uma rede de oração todas as noites e pedir pelo fim da doença. Publicado originalmente em ACI Prensa. Traduzido e adaptado por Nathália Queiroz. | Via ACI Digital

  • Flagra: De joelhos menino reza a Deus no meio da rua pelo fim do coronavírus

    No Peru, viralizou uma fotografia de um menino ajoelhado, rezando em silêncio, no meio da noite e em uma rua vazia, para pedir a Deus pelo fim da pandemia mundial do coronavírus COVID-19. A foto de Alen Castañeda Zelada, de 6 anos, foi tirada às 20h (hora local) pela fotógrafa Claudia Alejandra Mora Abanto, da cidade de Guadalupe, no departamento de La Libertad (Peru). Mora usou seu perfil na rede social Facebook para contar a história dessa imagem. Ela disse que na segunda-feira, 13 de abril, os moradores de sua vizinhança se uniram “para rezar e pedir a Deus pela situação de emergência que estamos vivendo” e “assim compartilhar esperança e fé”. Em seguida, indica que aproveitou alguns “minutos antes de as pessoas saírem às suas portas para fazer uma foto de todas as velas”, mas, belo foi o momento que encontrou “este menino”. “Então, eu perguntei o que ele estava fazendo e me respondeu, em sua inocência, que estava fazendo sozinho um pedido a Deus e que saiu porque em sua casa havia muito barulho, que assim, seu desejo não ia se cumprir”. “Sem dúvida, seu desejo é claro, eles não são alheios ao que está acontecendo”, contou Mora. Depois de tirar a fotografia, disse que um sorriso apareceu em seu rosto, encheu-se de “fé e esperança” e ficou encantada “por ser uma testemunha do amor e da confiança dessa criança em Deus”. “Que belo que se ensine isso, inclusive nos tempos difíceis. Que a fé nunca morra”, concluiu. Em declarações ao meio local RPP, o pequeno Alen revelou que começou a rezar para que Deus “cuide daqueles que estão com esta doença”. “Estou pedindo que ninguém saia, muitas pessoas idosas estão morrendo com esta doença”, disse. Abraham Castañeda Malca, pai do menino, acrescentou ao meio peruano: “Somos uma família católica e fiquei bastante surpreso porque, imaginem-se, com tantas coisas que estão acontecendo neste mundo: a pandemia e vendo tantas pessoas morrendo. Foi realmente uma surpresa. Meu filho é um garotinho de seis anos e eu não pensava que ele iria reagir assim, foi surpreendente para todos nós”. Nesse bairro, os moradores se organizam para fazer uma rede de oração todas as noites e pedir pelo fim da doença. Publicado originalmente em ACI Prensa. Traduzido e adaptado por Nathália Queiroz. | Via ACI Digital

  • Governante muçulmano recorre à Virgem Maria

    Um governador muçulmano na Arábia Saudita tem um plano para combater o vírus: recorra à Virgem Maria. A Arábia Saudita tem o maior número de infecções por COVID-19 de qualquer nação árabe, e o governador de ‘Asīr, uma região ao sul de Meca , está dizendo a seus constituintes islâmicos que se voltem para a bem-aventurada Virgem Maria, a mãe de Jesus, para superar suas aflição. Governador Turki Bin Talal Em um editorial na Gazeta Saudita , o governador Turki Bin Talal escreve que “inúmeras histórias de sucesso [de] perseverança, coragem … e encontrar força na fé” ajudaram em meio à pandemia. No Alcorão, ele afirma: “encontraremos uma história em particular que fala de perseverança. … A história de Mariam (Mary) conta a história de todo verdadeiro vencedor”. “Em sua história”,  continuou o governador, “ela enfrentou as lutas de sua gravidez, autopurificação, família e história contra uma sociedade dura que não lhe mostrara piedade. Foi somente por meio de diretrizes divinas que ela pôde ver o caminho para a sobrevivência e o sucesso “. Semelhanças Muitos ocidentais, inclusive cristãos, ficariam surpresos ao ouvir isso vindo de um líder islâmico. Mas a maioria dos muçulmanos tem um grande respeito pela Virgem Maria – e por seu filho. De fato, o Islã acredita que Jesus foi concebido milagrosamente por Maria, que permaneceu virgem – um milagre anunciado a ela pelo anjo Gabriel. Eles também acreditam que Maria era pura no sentido de que ela veio de uma ascendência pura e era uma mulher de grande virtude. Jesus, no Alcorão, foi um grande profeta e foi levado ao céu por Deus, para voltar mais tarde antes do último dia para restaurar a justiça e derrotar o anticristo. Crenças semelhantes são mantidas pelos cristãos. Diferenças Grandes diferenças, é claro, também são encontradas entre as duas religiões. No Alcorão não havia São José . Maria estava sozinha. Quando ela voltou a Jerusalém com o menino Jesus, sua única defesa diante daqueles que a apedrejavam até a morte era o testemunho do próprio bebê. No Alcorão, Jesus como recém-nascido é visto como milagrosamente falando com uma voz clara em nome de sua mãe, explicando aos anciãos que ele era um servo especial e profeta de Deus.Os muçulmanos não têm teologia de Maria como Theotokos ou a Nova Véspera, mas a reverenciam grandemente como modelo de pureza e virtude feminina.Tweet O Alcorão descreve Jesus como realizando milagres, como curar cegos, curar leprosos e ressuscitar mortos, mas também inclui relatos de Jesus falando como um bebê recém-nascido e fazendo pássaros de barro quando criança. Os estudiosos acreditam que essas histórias fantásticas foram adotadas a partir de escritos apócrifos, que foram rejeitados no segundo e terceiro séculos pela autoridade da Igreja por não serem inspirados ou autênticos. Os muçulmanos não têm teologia de Maria como Theotokos ou a Nova Véspera, mas a reverenciam grandemente como modelo de pureza e virtude feminina. Ela é a única mulher mencionada pelo nome em todo o Alcorão. Embora o Evangelho de Lucas fale de Maria impregnada pelo Espírito Santo a ofuscando (Lucas 1:35), o Alcorão diz que foi encenada pelo anjo Gabriel que soprou nela. Enquanto a maioria dos muçulmanos acredita que Jesus nasceu de uma virgem e derrotará o mal no final, eles não acreditam que ele foi crucificado e ressuscitou dos mortos. Uma tradição islâmica sustenta que as autoridades crucificaram Judas por engano. Por fim, no Islã, como no judaísmo, não há crença na divindade de Cristo. Embora a visão islâmica de Jesus seja mais exaltada do que a do judaísmo, esse erro cristológico continua sendo um grande obstáculo. Conversão e reconciliação Muitos crentes pensam que, se houver uma conversão e reconciliação com os muçulmanos (e judeus), isso acontecerá através de Maria. A teologia é simples: o mundo é salvo por Deus por meio de Cristo e passa a conhecer seu Salvador por meio de Maria. Os cristãos vêem esse começo na Encarnação. Nas outras religiões monoteístas, há uma reflexão teológica incompleta sobre a Anunciação e a natureza da expiação. Mary, alguns sugerem, pode ser a ponte. Maria, a Mediadora A filha de Muhammad, Fátima, é uma das únicas mulheres além de Mary reverenciadas no Alcorão. Depois de sua morte, Muhammad escreveu : “Você será a mais abençoada de todas as mulheres no Paraíso, depois de Maria”. Sabe-se que a própria Fátima disse : “Supero todas as mulheres, exceto Maria”.O Venerável Fulton J. Sheen acreditava firmemente que o Islã acabaria se convertendo.Tweet No século XII, quando os cristãos reconquistaram o território hoje conhecido como Portugal, a filha do último chefe muçulmano, cujo nome era Fátima, apaixonou-se por um cavaleiro cristão e casou-se com ele. Ele renomeou a cidade em que moravam “Fátima” – o nome muçulmano dela antes de ela mudar. O Venerável Fulton J. Sheen acreditava firmemente que o Islã acabaria se convertendo – não através do trabalho de missionários, mas “através de uma convocação dos [muçulmanos] para uma veneração da Mãe de Deus”. Sheen não viu mera coincidência em Maria aparecendo em Fátima em 1917. “Como nada acontece fora do céu, exceto com uma delicadeza de todos os detalhes, acredito que a Santíssima Virgem escolheu ser conhecida como ‘Nossa Senhora de Fátima’ como uma promessa e um sinal de esperança para o povo muçulmano” , disse Sheen . “e como garantia de que eles, que mostram tanto respeito a ela, um dia também aceitarão seu Filho Divino.” Fátima é popular entre os muçulmanos. Samir Khalil Samir escreveu na Agência de Notícias da Ásia PIME sobre os peregrinos que visitam Nossa Senhora de Fátima e outros locais sagrados marianos: “Há anos, carregamentos de mulheres muçulmanas do Irã aterrissam em Fátima, Portugal. Eles vêm rezar diante de Nossa Senhora que apareceu a três filhos de pastor. O motivo é que a Madona recebeu o nome da filha de Muhammad e esposa de Ali ibn Abi Talib “. No Egito, uma aparição aprovada de Nossa Senhora da Luz ocorreu no distrito de Zeitoun , no Cairo, por um período de 2 a 3 anos, começando em 2 de abril de 1968. Segundo a tradição copta , o local é um dos locais onde o Santo A família ficou durante o voo para o Egito. Na época, a Guerra dos Seis Dias havia terminado recentemente, as paixões eram altas e o Oriente Médio estava em tumulto. No meio desse caos , Nossa Senhora apareceu, banhada em luz, no topo da igreja cristã copta de Santa Maria. Centenas de milhares de pessoas a viram, cristã e muçulmana. Tanto a Igreja como o governo (muçulmano) aprovaram sua autenticidade. #Islã #Islamismo #Muçulmano

  • Governante muçulmano recorre à Virgem Maria

    Um governador muçulmano na Arábia Saudita tem um plano para combater o vírus: recorra à Virgem Maria. A Arábia Saudita tem o maior número de infecções por COVID-19 de qualquer nação árabe, e o governador de ‘Asīr, uma região ao sul de Meca , está dizendo a seus constituintes islâmicos que se voltem para a bem-aventurada Virgem Maria, a mãe de Jesus, para superar suas aflição. Governador Turki Bin Talal Em um editorial na Gazeta Saudita , o governador Turki Bin Talal escreve que “inúmeras histórias de sucesso [de] perseverança, coragem … e encontrar força na fé” ajudaram em meio à pandemia. No Alcorão, ele afirma: “encontraremos uma história em particular que fala de perseverança. … A história de Mariam (Mary) conta a história de todo verdadeiro vencedor”. “Em sua história”,  continuou o governador, “ela enfrentou as lutas de sua gravidez, autopurificação, família e história contra uma sociedade dura que não lhe mostrara piedade. Foi somente por meio de diretrizes divinas que ela pôde ver o caminho para a sobrevivência e o sucesso “. Semelhanças Muitos ocidentais, inclusive cristãos, ficariam surpresos ao ouvir isso vindo de um líder islâmico. Mas a maioria dos muçulmanos tem um grande respeito pela Virgem Maria – e por seu filho. De fato, o Islã acredita que Jesus foi concebido milagrosamente por Maria, que permaneceu virgem – um milagre anunciado a ela pelo anjo Gabriel. Eles também acreditam que Maria era pura no sentido de que ela veio de uma ascendência pura e era uma mulher de grande virtude. Jesus, no Alcorão, foi um grande profeta e foi levado ao céu por Deus, para voltar mais tarde antes do último dia para restaurar a justiça e derrotar o anticristo. Crenças semelhantes são mantidas pelos cristãos. Diferenças Grandes diferenças, é claro, também são encontradas entre as duas religiões. No Alcorão não havia São José . Maria estava sozinha. Quando ela voltou a Jerusalém com o menino Jesus, sua única defesa diante daqueles que a apedrejavam até a morte era o testemunho do próprio bebê. No Alcorão, Jesus como recém-nascido é visto como milagrosamente falando com uma voz clara em nome de sua mãe, explicando aos anciãos que ele era um servo especial e profeta de Deus.Os muçulmanos não têm teologia de Maria como Theotokos ou a Nova Véspera, mas a reverenciam grandemente como modelo de pureza e virtude feminina.Tweet O Alcorão descreve Jesus como realizando milagres, como curar cegos, curar leprosos e ressuscitar mortos, mas também inclui relatos de Jesus falando como um bebê recém-nascido e fazendo pássaros de barro quando criança. Os estudiosos acreditam que essas histórias fantásticas foram adotadas a partir de escritos apócrifos, que foram rejeitados no segundo e terceiro séculos pela autoridade da Igreja por não serem inspirados ou autênticos. Os muçulmanos não têm teologia de Maria como Theotokos ou a Nova Véspera, mas a reverenciam grandemente como modelo de pureza e virtude feminina. Ela é a única mulher mencionada pelo nome em todo o Alcorão. Embora o Evangelho de Lucas fale de Maria impregnada pelo Espírito Santo a ofuscando (Lucas 1:35), o Alcorão diz que foi encenada pelo anjo Gabriel que soprou nela. Enquanto a maioria dos muçulmanos acredita que Jesus nasceu de uma virgem e derrotará o mal no final, eles não acreditam que ele foi crucificado e ressuscitou dos mortos. Uma tradição islâmica sustenta que as autoridades crucificaram Judas por engano. Por fim, no Islã, como no judaísmo, não há crença na divindade de Cristo. Embora a visão islâmica de Jesus seja mais exaltada do que a do judaísmo, esse erro cristológico continua sendo um grande obstáculo. Conversão e reconciliação Muitos crentes pensam que, se houver uma conversão e reconciliação com os muçulmanos (e judeus), isso acontecerá através de Maria. A teologia é simples: o mundo é salvo por Deus por meio de Cristo e passa a conhecer seu Salvador por meio de Maria. Os cristãos vêem esse começo na Encarnação. Nas outras religiões monoteístas, há uma reflexão teológica incompleta sobre a Anunciação e a natureza da expiação. Mary, alguns sugerem, pode ser a ponte. Maria, a Mediadora A filha de Muhammad, Fátima, é uma das únicas mulheres além de Mary reverenciadas no Alcorão. Depois de sua morte, Muhammad escreveu : “Você será a mais abençoada de todas as mulheres no Paraíso, depois de Maria”. Sabe-se que a própria Fátima disse : “Supero todas as mulheres, exceto Maria”.O Venerável Fulton J. Sheen acreditava firmemente que o Islã acabaria se convertendo.Tweet No século XII, quando os cristãos reconquistaram o território hoje conhecido como Portugal, a filha do último chefe muçulmano, cujo nome era Fátima, apaixonou-se por um cavaleiro cristão e casou-se com ele. Ele renomeou a cidade em que moravam “Fátima” – o nome muçulmano dela antes de ela mudar. O Venerável Fulton J. Sheen acreditava firmemente que o Islã acabaria se convertendo – não através do trabalho de missionários, mas “através de uma convocação dos [muçulmanos] para uma veneração da Mãe de Deus”. Sheen não viu mera coincidência em Maria aparecendo em Fátima em 1917. “Como nada acontece fora do céu, exceto com uma delicadeza de todos os detalhes, acredito que a Santíssima Virgem escolheu ser conhecida como ‘Nossa Senhora de Fátima’ como uma promessa e um sinal de esperança para o povo muçulmano” , disse Sheen . “e como garantia de que eles, que mostram tanto respeito a ela, um dia também aceitarão seu Filho Divino.” Fátima é popular entre os muçulmanos. Samir Khalil Samir escreveu na Agência de Notícias da Ásia PIME sobre os peregrinos que visitam Nossa Senhora de Fátima e outros locais sagrados marianos: “Há anos, carregamentos de mulheres muçulmanas do Irã aterrissam em Fátima, Portugal. Eles vêm rezar diante de Nossa Senhora que apareceu a três filhos de pastor. O motivo é que a Madona recebeu o nome da filha de Muhammad e esposa de Ali ibn Abi Talib “. No Egito, uma aparição aprovada de Nossa Senhora da Luz ocorreu no distrito de Zeitoun , no Cairo, por um período de 2 a 3 anos, começando em 2 de abril de 1968. Segundo a tradição copta , o local é um dos locais onde o Santo A família ficou durante o voo para o Egito. Na época, a Guerra dos Seis Dias havia terminado recentemente, as paixões eram altas e o Oriente Médio estava em tumulto. No meio desse caos , Nossa Senhora apareceu, banhada em luz, no topo da igreja cristã copta de Santa Maria. Centenas de milhares de pessoas a viram, cristã e muçulmana. Tanto a Igreja como o governo (muçulmano) aprovaram sua autenticidade. #Islã #Islamismo #Muçulmano

  • FÁBULA DOS ANIMAIS DURANTE A PESTE – La Fontaine

    Um dia, chegou a peste espalhando o terror por todo lado — a ira que o Céu escolheu para castigar os pecados do mundo. Com capacidade de congestionar o caminho do inferno com as mortes de um único dia, a peste atingiu também os animais. Nem todos eles morriam, mas todos era afetados pela doença. Com medo de contraí-la, já nem mais se alimentavam: não havia manjar que lhes abrisse o apetite. A raposa e o lobo deixaram de perseguir suas presas. Os passarinhos fugiam uns dos outros. Já não havia amor nem divertimento entre os animais. Foi então que o rei leão convocou uma assembleia e disse: — Meus caros amigos, certamente este infortúnio veio para castigar nossos pecados. Para aplacar a cólera divina, que o mais culpado entre os culpados morra. Para o bem da saúde de todos, talvez seja esse o único meio. Em situações parecidas, é costume haver sacrificados, como a história nos ensina. Sem nenhuma ilusão, com sinceridade, façamos cada qual um exame de consciência. No meu caso, devorei muitos carneiros. No que eles me ofendiam? Em nada. E houve até uma ocasião em que comi até o pastor do rebanho. Portanto, se for necessário que eu me sacrifique, estou pronto. Mas assim como me acusei, é necessário que cada qual se acuse também, de modo que caiba ao maior dos culpados a morte. Nada é mais justo. — Meu senhor — acudiu a raposa —, és um rei bom demais; não sejas tão escrupuloso. Como poderia ser pecado devorar carneiros, essa raça desprezível e estúpida? Não, não. Foi uma honra, para eles, serem triturados pelo meu Senhor… Quanto aos pastores, são merecedores de todos os males. Quem eles pensam que são? Superiores a nós? Mal terminou de falar a raposa, e a corte real, bajuladora, lhe aplaudiu o discurso. Não se ousava investigar a fundo as ofensas menos perdoáveis do tigre, do urso e dos outros animais poderosos. Todos os bichos briguentos, inclusive os mais humildes mastins, tinham se transformado em humildes santinhos. E aí chegou a vez do burro, que disse: — Eu me lembro que, passando com fome pelo prado de um mosteiro, a ocasião e o tenro capim me levaram a comer um pouco, certamente impelido por algum demônio. Falemos com franqueza: eu não tinha esse direito. Depois dessas palavras, a atitude do burro foi imediatamente posta em causa. Um lobo, mais ou menos instruído, fez um discurso provando que era necessário sacrificar esse maldito animal, esfolado e sarnento, fonte do mal que estavam sofrendo. E seu pecadilho foi julgado um caso da mais alta seriedade. Comer o capim alheio? Não havia crime mais abominável! Nada além da morte seria capaz de expiar esse crime. E o burro foi sacrificado. Dependendo de ser o infeliz Pessoa poderosa ou indigente, A sentença exarada pelo juiz Fará dele ou culpado ou inocente…

  • MEL GIBSON E A RESSURREIÇÃO DE CRISTO

    Nestes dias, em que a Igreja comemora sem Missas a Ressurreição de Cristo — seguramente, o fato mais importante da história humana — eu me lembrei da prometida continuação do filme A Paixão de Cristo, que Mel Gibson está preparando há vários anos: será sobre a ressurreição de Cristo. Corri ao google e soube que deve ser lançada nos cinemas em 31 de março de 2021, dias antes do início da Semana Santa. A ocasião será oportuna para os produtores, é certo, eles que sonham com pródiga bilheteria e o retorno do dinheiro investido; mas muito mais oportuna será para os fiéis, que poderão ver alçar-se, do lixo cinematográfico atual, um filme sobre o maior de todos os assuntos. O google me enviou ao site católico LifeSiteNews, que informou também que o filme é produzido pelo diretor e co-produzido por Jim Caviezel, que interpretou Jesus em A Paixão de Cristo e outra vez interpretará o Jesus ressuscitado. Vários atores do filme anterior estarão de volta: Maria Morgenstern (a Virgem Maria), Christo Jivkov (São João) ou Francesco de Vito (São Pedro). O ator Jim Caviezel, em recente entrevista à Fox News, garantiu que o novo trabalho “será uma obra-prima”: “Será o maior filme da história. Um filme obrigatório para os tempos atuais”. Notou ainda o ator que as grandes produtoras cinematográficas evitam histórias sobre as Escrituras e, em vez disso, investem todos os seus recursos na produção de filmes baseados em super-heróis que, ironicamente, em geral estão enraizados nos ideais cristãos. Remontam, portanto, a Jesus Cristo. Quanto a mim, pude interpretar o maior super-herói que já existiu.” Segundo Mel Gibson, “o filme não será apenas a narração de um evento extraordinário como a ressurreição de Cristo, mas também de todos os acontecimentos que o cercam e que ainda dão testemunho do seu significado”.

  • Bispos que pediam padres casados pela falta de missas, hoje criticam os fiéis que cobram acesso à mi

    Dom Antônio Carlos Rossi Keller, bispo de Frederico Westphalen, fez um comentário em suas redes sociais, analisando uma controversa realidade na qual alguns bispos se colocaram. Dom Keller comenta o fato de que alguns bispos e padres que até recentemente, até alguns meses, lutavam com unhas e dentes pela ordenação de padres casados, cujo propósito seria suprir a falta de sacerdotes para celebrar a santa missa em locais remotos, e oferecer aos católicos aquilo que lhes é um direito: o acesso à Comunhão. Agora alguns destes mesmos bispos e padres, estão criticando ferozmente fiéis que estão ansiosos pela volta da Santa Missa e o acesso aos sacramentos. Leia seu comentário: “Interessante. Tenho lido em alguns informativos nacionais e internacionais alguns comentários em relação “à excessiva preocupação” de alguns bispos e padres na busca de meios para o atendimento, de alguma forma, do desejo de muitos fiéis leigos que buscam ansiosamente poder voltar a participar da Santa Missa e comungar. Comentam que não se justifica tanta ânsia neste sentido. Ao menos dois deles, no entanto, há alguns meses atrás defendiam com unhas e dentes a possibilidade da ordenação de homens casados, para a Amazônia e para todos os lugares que não dispunham da presença fixa de um sacerdote, já que, segundo eles “as comunidades cristãs não podem ficar sem a Eucaristia. É um direito do católico à Missa e à Comunhão”. Interessante como este tipo de gente camaleonicamente, muda de lado, segundo seus interesses ideológicos escusos. Só um registro destes tempos difíceis que vivemos, não só pela questão da pandemia…” Leia também Bispo alemão critica fiéis que sentem falta da Eucaristia

  • Bispos que pediam padres casados pela falta de missas, hoje criticam os fiéis que cobram acesso à mi

    Dom Antônio Carlos Rossi Keller, bispo de Frederico Westphalen, fez um comentário em suas redes sociais, analisando uma controversa realidade na qual alguns bispos se colocaram. Dom Keller comenta o fato de que alguns bispos e padres que até recentemente, até alguns meses, lutavam com unhas e dentes pela ordenação de padres casados, cujo propósito seria suprir a falta de sacerdotes para celebrar a santa missa em locais remotos, e oferecer aos católicos aquilo que lhes é um direito: o acesso à Comunhão. Agora alguns destes mesmos bispos e padres, estão criticando ferozmente fiéis que estão ansiosos pela volta da Santa Missa e o acesso aos sacramentos. Leia seu comentário: “Interessante. Tenho lido em alguns informativos nacionais e internacionais alguns comentários em relação “à excessiva preocupação” de alguns bispos e padres na busca de meios para o atendimento, de alguma forma, do desejo de muitos fiéis leigos que buscam ansiosamente poder voltar a participar da Santa Missa e comungar. Comentam que não se justifica tanta ânsia neste sentido. Ao menos dois deles, no entanto, há alguns meses atrás defendiam com unhas e dentes a possibilidade da ordenação de homens casados, para a Amazônia e para todos os lugares que não dispunham da presença fixa de um sacerdote, já que, segundo eles “as comunidades cristãs não podem ficar sem a Eucaristia. É um direito do católico à Missa e à Comunhão”. Interessante como este tipo de gente camaleonicamente, muda de lado, segundo seus interesses ideológicos escusos. Só um registro destes tempos difíceis que vivemos, não só pela questão da pandemia…” Leia também Bispo alemão critica fiéis que sentem falta da Eucaristia

  • CARDEAL GEORGE PELL FINALMENTE SAI DA PRISÃO

    Cardeal George Pell conseguiu suportar seus quatrocentos e quatro dias de prisão com admirável paciência. Não falou mal de ninguém: só dizia ser inocente, e mais nada. Mas, enfim, o cardeal está livre. Não foram poucas as vozes que, no ano passado, se levantaram em sua defesa na mídia independente: sabiam que a acusação dos dois coroinhas da Catedral de Melbourne não tinha o menor fundamento, contrariando as mais básicas leis da verossimilhança, sem as quais um enredo não convence. De que o acusavam? De “abuso sexual” na sacristia da igreja, nos poucos minutos transcorridos entre o final de uma Missa e a chegada do pessoal que serviu na celebração, o qual sempre testemunhou a favor de Pell. No entanto, setores “progressistas” da inteligência australiana (políticos, intelectuais, jornalistas, gente do próprio clero), descontentes com a posição conservadora do cardeal, já tinham decidido o contrário; e seus grupos de pressão começaram a agir. Iniciado o processo contra ele, o primeiro júri popular o absolveu: dez votos contra dois. Mas houve dois julgamentos seguintes, em que juízes pronunciaram sentenças injustas, levando à cadeia o nome mais alto da hierarquia católica da Austrália Só restava ao cardeal recorrer à suprema corte de justiça. E, finalmente, os seus sete juízes (número bíblico…) do foram unânimes em sua conclusão: “Existe uma possibilidade significativa, em relação às acusações, de que tenha sido condenada uma pessoa inocente”. No fim de tudo — ou final provisório, pois a polícia australiana já anunciou um novo processo contra Pell… —, ficou claro que a causa da perseguição caluniosa foi, nada mais, nada menos, o catolicismo do cardeal, pois a Austrália sofre atualmente dessa pandemia global do anticristianismo. O mais estranho, nesse calvário que parece interminável, foi a maneira como Mark Coleridge, presidente da conferência dos bispos australianos e arcebispo de Brisbane, comentou a libertação de Pell. É uma joia de imparcialidade pôncio-pilatiana: “Essa sentença será recebida com alívio por muitos, por aqueles que sempre acreditaram na inocência do cardeal durante todo esse processo. Mas também sabemos que a decisão do Supremo Tribunal será devastadora para muitos outros. Muitos sofreram muito nesse processo, que agora chegou ao fim”.

  • Arcebispo emérito da Paraíba Dom Aldo Pagotto morre aos 70 anos no Ceará

    Arcebispo emérito da Paraíba estava internado na UTI de hospital particular de Fortaleza após agravamento de crise de insuficiência respiratória. O arcebispo emérito da Paraíba Dom Aldo di Cillo Pagotto morreu na tarde desta terça-feira (14), em Fortaleza, Ceará. Dom Aldo estava internado na Unidade de Terapia Intensiva de um hospital particular da cidade após o agravamento de uma crise de insuficiência respiratória. A informação foi confirmada pelas Arquidioceses da Paraíba e do Ceará. Em nota, a Unimed Fortaleza informou que Dom Aldo foi internado devido a um quadro de pneumonia no hospital no dia 1° de abril e morreu nesta terça-feira (14), às 14h, em decorrência de infecção respiratória. Segundo a Arquidiocese de Fortaleza, Dom Aldo enfrentava um tratamento contra um câncer e na noite de segunda-feira (13) apresentou dificuldade respiratória, sendo entubado e transferido para a UTI. Dom Aldo morreu aos 70 anos, em Fortaleza, onde viveu desde que renunciou o cargo de arcebispo e exercia o ministério no Santuário São Benedito, no centro da capital cearense. Dom Aldo Pagotto Dom Aldo era natural de Santa Bárbara d’Oeste, interior de São Paulo. Foi ordenado presbítero em 1977 e bispo em 1997, no Ceará. Esteve na Diocese de Sobral até 2004, quando veio para a Paraíba. Ele esteve à frente da Igreja Católica na região de João Pessoa por 12 anos, e deixou o cargo em 2016 alegando motivos de saúde. “Tentei doar o melhor de mim mesmo, não obstante as sérias limitações de saúde, ademais das repercussões no equilíbrio emocional, causadas pela constante necessidade de superar conflitos inevitáveis, advindos de reações ao meu modo de ser e de agir”, disse Dom Aldo em carta enviada ao Vaticano.

  • Arcebispo emérito da Paraíba Dom Aldo Pagotto morre aos 70 anos no Ceará

    Arcebispo emérito da Paraíba estava internado na UTI de hospital particular de Fortaleza após agravamento de crise de insuficiência respiratória. O arcebispo emérito da Paraíba Dom Aldo di Cillo Pagotto morreu na tarde desta terça-feira (14), em Fortaleza, Ceará. Dom Aldo estava internado na Unidade de Terapia Intensiva de um hospital particular da cidade após o agravamento de uma crise de insuficiência respiratória. A informação foi confirmada pelas Arquidioceses da Paraíba e do Ceará. Em nota, a Unimed Fortaleza informou que Dom Aldo foi internado devido a um quadro de pneumonia no hospital no dia 1° de abril e morreu nesta terça-feira (14), às 14h, em decorrência de infecção respiratória. Segundo a Arquidiocese de Fortaleza, Dom Aldo enfrentava um tratamento contra um câncer e na noite de segunda-feira (13) apresentou dificuldade respiratória, sendo entubado e transferido para a UTI. Dom Aldo morreu aos 70 anos, em Fortaleza, onde viveu desde que renunciou o cargo de arcebispo e exercia o ministério no Santuário São Benedito, no centro da capital cearense. Dom Aldo Pagotto Dom Aldo era natural de Santa Bárbara d’Oeste, interior de São Paulo. Foi ordenado presbítero em 1977 e bispo em 1997, no Ceará. Esteve na Diocese de Sobral até 2004, quando veio para a Paraíba. Ele esteve à frente da Igreja Católica na região de João Pessoa por 12 anos, e deixou o cargo em 2016 alegando motivos de saúde. “Tentei doar o melhor de mim mesmo, não obstante as sérias limitações de saúde, ademais das repercussões no equilíbrio emocional, causadas pela constante necessidade de superar conflitos inevitáveis, advindos de reações ao meu modo de ser e de agir”, disse Dom Aldo em carta enviada ao Vaticano.

  • Bispo alemão critica fiéis que sentem falta da Eucaristia

    O Bispo de Hildesheimer (Alemanha), Dom Heiner Wilmer, criticou a reação dos fiéis católicos que se queixam de não poder receber a Comunhão ante as restrições impostas pela pandemia. ( Kath.net/InfoCatólica ) “Bem, pela reação de alguns fiéis, a Eucaristia já está superestimada. Como se não houvesse mais nada. Sempre tivemos momentos na história do cristianismo em que houveram pessoas que não podiam participar da Santa Missa ou receber a Comunhão. Mas nem por isso a fé entrou em colapso”. Tais palavras são do bispo de Hildesheim, Heiner Wilmer, em uma entrevista à Deutschlandfunk. Segundo o prelado, as pessoas fingem que tudo está desmoronando, mas essa é uma interpretação exagerada. O bispo também considera que não é necessário que cada sacerdote transmita suas missas on-line, pois as transmissões feitas a partir de canais diocesanos seriam suficientes. “Não podemos ser obcecados pela Eucaristia! É claro que é importante, mas o Concílio Vaticano Segundo diz que o Senhor está presente não apenas na Eucaristia, mas também nas Escrituras, lendo a Bíblia, e devemos levar a sério a palavra de Jesus” – onde dois ou três em meu nome estão reunidos, lá estou eu entre eles. “Também podemos nos encontrar pela Internet, incluindo meios modernos, para fazer isso”. Por outro lado, o bispo suspeita que “as igrejas vazias que temos agora podem nos dar uma amostra de um futuro que pode não estar tão distante”. Agora vemos “imagens” que “refletem algo com o qual definitivamente precisamos lidar mais rapidamente do que” que agora queremos admitir”. Ele quer uma mudança radical na Igreja! O bispo Wilmer é um dos bispos alemães mais favoráveis ​​à revolução feminista na Igreja, à supressão do celibato e às mudanças na Igreja. Ela apoiou expressamente o movimento feminista Maria 2.0 e garantiu que é hora de reformas na Igreja Católica. «A Igreja tem que mudar. Para mim, pessoalmente, não fazer isso seria uma traição ao Evangelho »

  • Bispo alemão critica fiéis que sentem falta da Eucaristia

    O Bispo de Hildesheimer (Alemanha), Dom Heiner Wilmer, criticou a reação dos fiéis católicos que se queixam de não poder receber a Comunhão ante as restrições impostas pela pandemia. ( Kath.net/InfoCatólica ) “Bem, pela reação de alguns fiéis, a Eucaristia já está superestimada. Como se não houvesse mais nada. Sempre tivemos momentos na história do cristianismo em que houveram pessoas que não podiam participar da Santa Missa ou receber a Comunhão. Mas nem por isso a fé entrou em colapso”. Tais palavras são do bispo de Hildesheim, Heiner Wilmer, em uma entrevista à Deutschlandfunk. Segundo o prelado, as pessoas fingem que tudo está desmoronando, mas essa é uma interpretação exagerada. O bispo também considera que não é necessário que cada sacerdote transmita suas missas on-line, pois as transmissões feitas a partir de canais diocesanos seriam suficientes. “Não podemos ser obcecados pela Eucaristia! É claro que é importante, mas o Concílio Vaticano Segundo diz que o Senhor está presente não apenas na Eucaristia, mas também nas Escrituras, lendo a Bíblia, e devemos levar a sério a palavra de Jesus” – onde dois ou três em meu nome estão reunidos, lá estou eu entre eles. “Também podemos nos encontrar pela Internet, incluindo meios modernos, para fazer isso”. Por outro lado, o bispo suspeita que “as igrejas vazias que temos agora podem nos dar uma amostra de um futuro que pode não estar tão distante”. Agora vemos “imagens” que “refletem algo com o qual definitivamente precisamos lidar mais rapidamente do que” que agora queremos admitir”. Ele quer uma mudança radical na Igreja! O bispo Wilmer é um dos bispos alemães mais favoráveis ​​à revolução feminista na Igreja, à supressão do celibato e às mudanças na Igreja. Ela apoiou expressamente o movimento feminista Maria 2.0 e garantiu que é hora de reformas na Igreja Católica. «A Igreja tem que mudar. Para mim, pessoalmente, não fazer isso seria uma traição ao Evangelho »

  • ALGUNS PALPITES SOBRE COMO SERÁ O MUNDO DEPOIS DA PANDEMIA…

    O conservador Giulio Tremonti, ministro da economia de Berlusconi, acredita num mundo menos globalizado, depois do coronavírus: “Hoje estamos testemunhando o fim de um mundo, não do mundo. Para ser claro: a pandemia será contida, pois as vacinas chegarão, mais cedo ou mais tarde. Mas quando, depois dessa fase de transição extremamente dramática, sairmos novamente de casa, encontraremos um mundo diferente, menos loucamente globalizado do que antes. Enquanto a globalização até agora representou a utopia do não-lugar e, portanto, significou a superação dos Estados, provavelmente a desaceleração desse processo provocará o ressurgimento — se não dos Estados — ao menos dos territórios. Agora que a idade de ouro acabou, poderá haver um retorno às pátrias; e, com isso, quero dizer famílias, comunidades e tradições.” https://lanuovabq.it/it/e-la-crisi-dellideologia-globalista-la-soluzione-non-e-la-finanza-ma-il-lavoro O filósofo de esquerda Slavoj Zizek, ao contrário, acha que depois da crise o mundo estará mais perto de uma nova modalidade de comunismo: “Eu vejo um novo comunismo brotando do vírus. (…) Estamos todos aprendendo que esforços nacionais isolados não são suficientes: os limites do populismo nacionalista que insiste na soberania do Estado estão diante dos olhos de todos. Repito, a solidariedade global e a cooperação são o único caminho racional (…). cabe a nós, cidadãos, submeter aqueles que governam a mais controle, e não o contrário (…) Não subestimemos o impulso que o vírus está dando a novos sistemas de solidariedade em nível local e global. Construir um novo modo de viver será o nosso teste. (…) esta situação tornou bem visíveis as diferenças sociais.” https://rep.repubblica.it/pwa/robinson/2020/04/06/news/slavoj_z_iz_ek_chiusi_in_casa_riscopriamo_non_c_e_momento_piu_politico_di_questo-253290185/?refresh_ce Monsenhor Matthieu Rougé, bispo católico de Nanterre, aposta mais no esquecimento e na retomada da rotina: “Seria sucumbir novamente à síndrome do gigante com pés de argila, afirmar com segurança que “nada mais será como antes” após a crise. Nossa inclinação mais espontânea será, pelo contrário, uma amnésia mais ou menos deliberada, uma fuga para a frente, talvez até mesmo desenfreada, para reconstruir certamente, mas também para esquecer.” https://www.lesalonbeige.fr/apres-la-crise-notre-penchant-le-plus-spontane-sera-une-amnesie/ Com o que parece concordar outro francês, o jornalista católico Bernard Anthony, que também aposta em algo mais próximo da realidade: “Alguns comentaristas dizem que nada mais será como antes após o choque econômico e social global que a pandemia provocará. Certamente, a perturbação não vai ser pequena. Mas dizer “nada mais” é exagero. É de se temer, pelo contrário, que muitas coisas nem sejam colocadas em questão.” http://www.bernard-antony.com/2020/03/vive-taiwan-vive-la-hongrie-vive-la.html

  • No Domingo de Páscoa, o presidente participou de videoconferência com líderes religiosos

    O presidente Jair Bolsonaro e a primeira-dama Michelle Bolsonaro participaram, neste domingo (12), de uma transmissão online ao vivo com líderes religiosos para celebrar a Páscoa. O encontro virtual foi mediado por Íris Abravanel, esposa de Silvio Santos, e teve entre seus convidados o padre Reginaldo Manzoti, dom Fernando Antônio Figueiredo, a cantora Católica Adriana Arydes, além dos pastores Marco Feliciano, Silas Malafaia e André Valadão, entre outros. Também houve a participação de bispos, padres franciscanos e também da religião judia, que somaram cerca de 40 lideranças. Íris Abravanel abriu o encontro comentando sobre o significado da Páscoa. – Jesus veio para nos libertar, para termos uma vida de alegria, paz e justiça. Hoje é um dia de alegria, de comemoração. A gente tem que agradecer muito a Deus por todas as coisas. Uma das coisas que Deus sente muito é ver o povo dividido. A casa dividida não prevalece. Neste momento, temos a chance de sermos melhores, de amar mais ao próximo, de conhecer mais cada pessoas e de nos doar mais. Tudo tem um propósito. Temos que ter gratidão por tudo isso – disse Íris. Em sua fala, o presidente Jair Bolsonaro destacou que estamos em um “momento difícil”. Ele citou o versículo de João 8:32 e afirmou que “Deus, acima de tudo” é quem pode nos curar. – Vivemos no país mais cristão do mundo, vivemos num momento difícil e sabemos quem pode nos curar: Deus, acima de tudo. Nós temos que fazer a nossa parte. E eu vou [falar do] conhecidíssimo João 8:32 [E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará]. Cada vez mais, nós precisamos da verdade. O país precisa ser informado do que está acontecendo, não através do pânico, mas de mensagens de paz e de conforto, para cada um se preparar para a realidade – disse o presidente. O pastor Josué Valandro Jr., líder da Igreja Batista Atitude, destacou o milagre da ressurreição de Jesus e comentou sobre a pandemia. – Jesus Cristo está vivo e por isso o Covid não vai vencer, o coronavírus não vai vencer e nenhuma ameaça não vencer. Porque Jesus trouxe a esperança. Que Deus traga a esta nação o poder da ressurreição – declarou o pastor. Já o padre Reginaldo Manzotti, dedicou uma mensagem de fé e de esperança para superar a quarentena. – Hoje nós somos chamados a reavivar a nossa fé e a nossa esperança. Hoje celebramos a Páscoa, o sepulcro vazio e o Jesus ressuscitado. Temos uma Semana Santa diferenciada, mas a apesar de ser Semana Santa, parece que vivemos uma quaresma contínua. Um deserto que não terminou. […] Mas é uma Páscoa em que temos que nos nutrir da esperança de Deus e dizer: “aconteça o que acontecer, Deus está comigo”. Faça as pazes com Deus. Deus não mandou essa pandemia, Ele permitiu. E Ele permitiria nada que o homem não pudesse tirar de proveitoso. E nós podemos sair dessa pandemia como pessoas melhores – apontou Manzotti. #Bolsonaro

  • No Domingo de Páscoa, o presidente participou de videoconferência com líderes religiosos

    O presidente Jair Bolsonaro e a primeira-dama Michelle Bolsonaro participaram, neste domingo (12), de uma transmissão online ao vivo com líderes religiosos para celebrar a Páscoa. O encontro virtual foi mediado por Íris Abravanel, esposa de Silvio Santos, e teve entre seus convidados o padre Reginaldo Manzoti, dom Fernando Antônio Figueiredo, a cantora Católica Adriana Arydes, além dos pastores Marco Feliciano, Silas Malafaia e André Valadão, entre outros. Também houve a participação de bispos, padres franciscanos e também da religião judia, que somaram cerca de 40 lideranças. Íris Abravanel abriu o encontro comentando sobre o significado da Páscoa. – Jesus veio para nos libertar, para termos uma vida de alegria, paz e justiça. Hoje é um dia de alegria, de comemoração. A gente tem que agradecer muito a Deus por todas as coisas. Uma das coisas que Deus sente muito é ver o povo dividido. A casa dividida não prevalece. Neste momento, temos a chance de sermos melhores, de amar mais ao próximo, de conhecer mais cada pessoas e de nos doar mais. Tudo tem um propósito. Temos que ter gratidão por tudo isso – disse Íris. Em sua fala, o presidente Jair Bolsonaro destacou que estamos em um “momento difícil”. Ele citou o versículo de João 8:32 e afirmou que “Deus, acima de tudo” é quem pode nos curar. – Vivemos no país mais cristão do mundo, vivemos num momento difícil e sabemos quem pode nos curar: Deus, acima de tudo. Nós temos que fazer a nossa parte. E eu vou [falar do] conhecidíssimo João 8:32 [E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará]. Cada vez mais, nós precisamos da verdade. O país precisa ser informado do que está acontecendo, não através do pânico, mas de mensagens de paz e de conforto, para cada um se preparar para a realidade – disse o presidente. O pastor Josué Valandro Jr., líder da Igreja Batista Atitude, destacou o milagre da ressurreição de Jesus e comentou sobre a pandemia. – Jesus Cristo está vivo e por isso o Covid não vai vencer, o coronavírus não vai vencer e nenhuma ameaça não vencer. Porque Jesus trouxe a esperança. Que Deus traga a esta nação o poder da ressurreição – declarou o pastor. Já o padre Reginaldo Manzotti, dedicou uma mensagem de fé e de esperança para superar a quarentena. – Hoje nós somos chamados a reavivar a nossa fé e a nossa esperança. Hoje celebramos a Páscoa, o sepulcro vazio e o Jesus ressuscitado. Temos uma Semana Santa diferenciada, mas a apesar de ser Semana Santa, parece que vivemos uma quaresma contínua. Um deserto que não terminou. […] Mas é uma Páscoa em que temos que nos nutrir da esperança de Deus e dizer: “aconteça o que acontecer, Deus está comigo”. Faça as pazes com Deus. Deus não mandou essa pandemia, Ele permitiu. E Ele permitiria nada que o homem não pudesse tirar de proveitoso. E nós podemos sair dessa pandemia como pessoas melhores – apontou Manzotti. #Bolsonaro

  • Padre faz importante alerta: “Povo reza pelo fim da Pandemia, mas vive como se Deus não existi

    “O que me preocupa é ver o povo pedindo a Deus que acabe com a pandemia e, ao mesmo tempo, vivendo como se Deus não existisse”. Em seu Facebook, o pe. Gabriel Vila Verde comentou a respeito das “lives” de cantores populares no Brasil durante a Semana Santa: “Não tenho nada contra as ‘lives’ de cantores. A música tem o poder de mexer com a alma e com as emoções. A música alegra, eleva, transcende. Sem música, até na religião faltaria algo. Eu, particularmente, gostaria de ver algumas ‘lives’, mas os cantores que gosto não fazem esse tipo de coisa. O que me preocupa é ver o povo pedindo a Deus que acabe com a pandemia e, ao mesmo tempo, vivendo como se Deus não existisse. Nesta Semana Santa, visitei a ‘live’ de 5 padres. Todos eles celebrando piedosamente os mistérios da Paixão. Uma ‘live’ com 30 pessoas, outra com 55, outra com 5 pessoas (a quinta era eu). Enquanto isso, ‘live’ de ‘cachaça e gaia’ com milhões de pessoas assistindo. Semana Santa??? Passou longe! Depois reclamam de coronavírus”. Leia também Porque muitos, mesmo dentro da Igreja, estão a caminho do inferno? #Coronavírus

  • Padre faz importante alerta: “Povo reza pelo fim da Pandemia, mas vive como se Deus não existi

    “O que me preocupa é ver o povo pedindo a Deus que acabe com a pandemia e, ao mesmo tempo, vivendo como se Deus não existisse”. Em seu Facebook, o pe. Gabriel Vila Verde comentou a respeito das “lives” de cantores populares no Brasil durante a Semana Santa: “Não tenho nada contra as ‘lives’ de cantores. A música tem o poder de mexer com a alma e com as emoções. A música alegra, eleva, transcende. Sem música, até na religião faltaria algo. Eu, particularmente, gostaria de ver algumas ‘lives’, mas os cantores que gosto não fazem esse tipo de coisa. O que me preocupa é ver o povo pedindo a Deus que acabe com a pandemia e, ao mesmo tempo, vivendo como se Deus não existisse. Nesta Semana Santa, visitei a ‘live’ de 5 padres. Todos eles celebrando piedosamente os mistérios da Paixão. Uma ‘live’ com 30 pessoas, outra com 55, outra com 5 pessoas (a quinta era eu). Enquanto isso, ‘live’ de ‘cachaça e gaia’ com milhões de pessoas assistindo. Semana Santa??? Passou longe! Depois reclamam de coronavírus”. Leia também Porque muitos, mesmo dentro da Igreja, estão a caminho do inferno? #Coronavírus

  • PARABÉNS A TAÏWAN, COREIA DO SUL, HUNGRIA E POLÔNIA PELO COMBATE AO CORONAVÍRUS E AO VÍRUS DO COMUNI

    Mas como Big Brother, Xi Jinping pôde, sem grandes dificuldades aparentes, impor o grande confinamento, graças à moral confuciana misturada à disciplina bolchevique; e eis que a China vermelha aparece de novo, midiaticamente, como o grande modelo. Como nos melhores tempos do maoísmo de 68, triunfante na Sorbonne e na Normal Sup [Escola Normal Superior de Paris], com todos os seus ingênuos vermelhos, Sartre e a sua Beauvoir, Althusser (e sua Dulcinéia que um dia estrangularia), os Alain Geismar e os Bernard-Henri Lévy. É preciso, o quanto antes, abrir os debates sobre a proveniência do coronavírus. Não se trata, provavelmente, disto que está sendo propagado pela propaganda do regime de Xi, imputando-o aos «demônios estrangeiros», como aconteceu às vezes no “império do Meio” [expressão com que os franceses costumam designar a China]. Alguns comentaristas dizem que nada mais será como antes após o choque econômico e social global que a pandemia provocará. Certamente, a perturbação não vai ser pequena. Mas dizer “nada mais” é exagero. É de se temer, pelo contrário, que muitas coisas nem sejam colocadas em questão Sem dúvida nenhuma, o «lobby chinês» vai se empenhar implacavelmente por manter a China vermelha em seu papel de usina do mundo. Já é fácil imaginar os argumentos que todos os Jean-Pierre Raffarin propagarão por aí (verdadeira complementariedade, estabilidade pacificadora da China, etc…) A respeito de Taïwan. Mas houve, certamente, uma verdadeira vitória chinesa sobre a epidemia pan-coroniana: a da China livre; a da República da China isolada desde 1949 na Ilha de Taïwan, após a conquista maoísta do país com o formidável apoio da URSS de Stalin. É esta China que venceu o perigo coronariano com método e terapêutica eficazes, não muito diferente do que prega o professor Didier Raoult. A mesma coisa ocorreu, aliás, na Coréia do Sul. Não é gratuito constatar também que foram dois países anticomunistas, duas trincheiras da liberdade que, muito melhor que o regime totalitário de Xi, triunfaram sobre a epidemia. O fato é que esse coronvírus apareceu na China de Xi. Mais exatamente na província de Wuhan, onde o regime desenvolveu um importante centro de pesquisa bacteriológica de interesse civil e militar. Nada nos obriga a ver nisso um fator de causa e efeito, no surgimento do coronavírus. Mas, para ficarmos convencidos, seria desejável que uma investigação livre e multinacional pudesse ser conduzida. Sem falácia. Enquanto isso, a União Européia e a mídia ficam preocupadas com o «perigo para a democracia» (sic!) que representa a Hungria soberanista e livre de Victor Urban. Pior que isso, só as discussões sobre o sexo dos anjos na Bizâncio sitiado pelos Otomanos! Pobre União européia! Mas com que alegria, nessa nossa Europa, poder ver o chefe do Estado polonês, Andrzej Duda, rogar em Czestochowa diante do ícone da Rainha da Polônia, a Virgem de Czestochowa. Não é de se espantar, também, que a Hungria e a Polônia tenham sido duas nações heroicas na resistência ao comunismo. Taïwan, Coréia do Sul, Hungria, Polônia. O coronavírus não é da mesma natureza e, por ora, é infinitamente menos letal que os vírus do marxismo-leninismo. Mas eles são, sem dúvida, de uma semelhante perversidade planetária… Quanto à França, ela pode, se quiser, salvar 500 vidas por dia! Basta que os parlamentares votem a interdição ao assassinato de bebês no ventre materno. http://www.bernard-antony.com/2020/03/vive-taiwan-vive-la-hongrie-vive-la.html

  • ELES VIRAM E CRERAM – Scott Hahn reflete sobre o Domingo da Páscoa

    Jesus não está visível em lugar algum. No entanto, o Evangelho de hoje nos diz que Pedro e João “viram e creram”. O que eles viram? Mortalhas de sepultamento jogadas pelo chão, numa tumba vazia. Talvez isso os tenha convencido de que Ele não havia sido levado por ladrões de túmulos, que geralmente roubavam as roupas valiosas do enterro e esqueciam os cadáveres. Escolhidos para serem Suas “testemunhas”, como a Primeira Leitura de hoje nos diz, os Apóstolos foram mandados por Jesus a pregar ao povo e testemunhar tudo o que eles haviam visto, desde a Sua unção pelo Espírito Santo, no Jordão, até a tumba vazia. Além de sua própria experiência, eles foram instruídos nos mistérios da economia divina, nos planos de salvação de Deus, compreendendo que todos os profetas haviam dado testemunho Dele (ver Lucas 24: 27,44). Agora eles já podiam “compreender as Escrituras”, poderiam nos ensinar o que Ele lhes havia dito: que Ele era “a Pedra que os construtores rejeitaram”, o qual, como profetiza o Salmo de hoje, ressuscitaria e seria exaltado. (ver Lucas 20:17; Mateus 21:42; Atos 4:11). Nós somos filhos das testemunhas apostólicas. É por isso que ainda nos reunimos de manhã cedo, no primeiro dia de cada semana, para celebrar esta festa do túmulo vazio e dar graças por “Cristo, nossa vida”, como a Epístola de hoje O chama. Batizados em Sua morte e Ressurreição, vivemos a vida celestial do Cristo ressuscitado, com nossas vidas “escondidas, com Cristo, em Deus”. Agora também somos Suas testemunhas. Mas testemunhamos coisas que não podemos ver, nas quais apenas cremos, procurando nas coisas terrenas só aquilo que é do alto. Vivemos recordando o testemunho deixado pelos Apóstolos; e, como eles, comendo e bebendo no altar, com o Senhor ressuscitado. E aguardamos esperançosos o que os Apóstolos nos disseram que chegaria: o dia em que também apareceremos com Ele, “revestidos de glória”. https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/they-saw-and-believed-scott-hahn-reflects-on-easter-sunday/

  • Intolerância Religiosa – Imagem de Nossa Senhora da Conceição é encontrada queimada no PE

    De acordo com o padre Paulo Augusto, garrafas plásticas e tecidos foram queimados no rosto da imagem, que foi encontrada na quarta-feira (11) em Amaraji, na Zona da Mata. A Capela Nossa Senhora da Conceição, na cidade de Amaraji, na Zona da Mata, que fica a 96 quilômetros do Recife, foi alvo de vandalismo. O local foi invadido, e a imagem da santa foi retirada do altar e encontrada parcialmente queimada na quarta-feira. “A capela está em construção. As pessoas entraram, tiraram a imagem do lugar dela, queimaram algumas garrafas plásticas e tecidos no rosto da imagem e a deixaram no terreno ao lado”, afirmou o padre Paulo Augusto. Imagens enviadas mostram que o rosto, os braços e as mãos da representação da santa foram queimados. (Fotos no final) “Vamos fazer a restauração e mobilizar a comunidade para terminarmos a construção da capela e ter uma segurança maior”, contou o padre. Até a última atualização desta reportagem, o caso não havia sido registrado na Polícia Civil, para ser iniciada uma investigação. Repercussão Pelas redes sociais diversas pessoas comentaram o fato indignadas. Entre essas pessoas uma pessoa ganhou destaque pelo reconhecimento nacional. A cantora Elba Ramalho, conhecida por ser católica fervorosa e consagrada a Nossa Senhora, lamentou o fato: “ Segundo informações que recebi de fontes que considero seguras, alguns “irmãos” evangélicos teriam invadido uma Igreja Católica e ateado fogo nesta imagem de Nossa Senhora da Conceição. Isto reflete o absurdo que vivemos num mundo que se diz civilizado e fraterno. Particularmente considero um grande desrespeito aos católicos, sobretudo a Deus, pois quem honra o Filho honra o Pai, e quem honra a Mãe a todos honra! Diga #nãoàintilerânciareligiosa “

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