top of page

Buscar neste site

12408 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Diplomatas do Vaticano e da China discutem acordo sobre nomeação de bispos

    O arcebispo Paul Gallagher, secretário de Relações com os Estados da Santa Sé, se reuniu sexta-feira com Wang Yi, ministro das Relações Exteriores da China, discutindo o acordo de 2018 de seus estados sobre nomeações episcopais. (CNA) A reunião de 14 de fevereiro ocorreu em Munique, à margem da Conferência de Segurança de Munique. “No decorrer da colóquio, que ocorreu em uma atmosfera cordial, foram evocados os contatos entre as duas partes, que se desenvolveram positivamente ao longo do tempo”, segundo um comunicado da assessoria de imprensa da Santa Sé. “Em particular, destacou-se a importância do Acordo Provisório sobre a nomeação de bispos, assinado em 22 de setembro de 2018, renovando a disposição de continuar o diálogo institucional em nível bilateral para promover a vida da Igreja Católica e o bem dos chineses. pessoas ”, escreveu a assessoria de imprensa da Santa Sé. A assessoria de imprensa também disse que “foram expressados ​​agradecimentos pelos esforços que estão sendo feitos para erradicar a epidemia de coronavírus e também pela solidariedade com a população afetada”. O Vaticano enviou entre 600.000 e 700.000 máscaras para três províncias da China desde 27 de janeiro para ajudar a conter a disseminação de coronavírus, e o Papa Francisco orou pelos infectados durante sua oração Angelus, em 26 de janeiro. O comunicado da assessoria de imprensa encerrou dizendo que “era necessário um desejo de maior cooperação internacional para o fim de promover a coexistência civil e a paz no mundo, e foram trocadas considerações sobre o diálogo intercultural e os direitos humanos”. A Igreja na China continental está dividida há cerca de 60 anos entre a Igreja subterrânea, que é perseguida e cujas nomeações episcopais frequentemente não são reconhecidas pelas autoridades chinesas, e a Associação Patriótica Católica Chinesa, uma organização sancionada pelo governo. Leia também: Vaticano entrega aos comunistas o controle da Igreja Católica na China O acordo de setembro de 2018 entre a Santa Sé e Pequim teve como objetivo normalizar a situação dos católicos da China e unificar a Igreja clandestina e a CPCA. O acordo foi severamente criticado por grupos de direitos humanos e alguns líderes da Igreja, incluindo o cardeal Joseph Zen Ze-kiun, bispo emérito de Hong Kong. O cardeal Zen disse à CNA em 11 de fevereiro que “a situação é muito ruim” na China e acrescentou que “as coisas ruins vêm de [Parolin]”. O cardeal Pietro Parolin é secretário de Estado do Vaticano e o arcebispo Gallagher é um de seus principais deputados. De acordo com o cardeal Zen, o cardeal Parolin está tão otimista com o chamado ‘Ostpolitik’, o compromisso. ” Mas, disse o cardeal à CNA, “você não pode se comprometer” com o Partido Comunista Chinês, a quem ele chamou de “perseguidores” da fé. “Eles querem rendição completa. Isso é comunismo. ” “Cada vez mais, a Igreja [está] sob perseguição”, disse o cardeal Zen, “tanto a Igreja oficial quanto a clandestinidade”. As orientações do Vaticano reconhecem a escolha daqueles que sentem que não podem, em sã consciência, se registrar no governo e aceitar a sinicização. No entanto, os relatórios indicam que aqueles que recusam se registrar estão enfrentando assédio e perseguição. Um relatório da Comissão Congressional da China, divulgado em janeiro, observou que os abusos dos direitos humanos se intensificaram na China durante o ano de 2019, e a perseguição aos católicos piorou após o acordo entre o Vaticano e a China. “Depois que o Ministério das Relações Exteriores da RPC assinou um acordo com a Santa Sé em setembro de 2018, preparando o caminho para unificar as comunidades católicas sancionadas e clandestinas sancionadas pelo Estado, as autoridades chinesas locais submeteram os crentes católicos na China a aumentar a perseguição por demolir igrejas, remover cruzes, e continuando a deter clérigos clandestinos ”, dizia o relatório. Em dezembro de 2019, o bispo John Fang Xingyao, de Linyi, presidente da CPCA, disse que “o amor pela pátria deve ser maior que o amor pela Igreja e a lei do país está acima da lei canônica”. Ele estava falando em uma reunião de Pequim patrocinada pelo Partido Comunista Chinês. Novas restrições a grupos religiosos na China entraram em vigor em 1º de fevereiro. Elas incluem um mandato para implementar valores sociais, difundir os princípios do Partido Comunista Chinês e apoiar seus líderes, além de seguir o caminho do socialismo chinês. A liberdade religiosa é oficialmente garantida pela constituição chinesa, mas os grupos religiosos devem se registrar no governo e são supervisionados pelo Partido Comunista Chinês. A sinizicação da religião foi pressionada pelo presidente Xi Jinping, que assumiu o poder em 2013 e fortaleceu a supervisão do governo sobre atividades religiosas. Em 2017, Xi disse que as religiões não suficientemente conformes aos ideais comunistas representam uma ameaça ao governo do país e, portanto, devem se tornar mais “orientadas para a China”. Desde que ele assumiu o poder, as cruzes foram removidas de cerca de 1.500 edifícios da igreja. E um funcionário do governo que supervisiona assuntos religiosos disse em abril de 2018 que as restrições do governo às nomeações de bispos não são uma violação da liberdade religiosa, pois enfatizou que as religiões na China devem “se adaptar à sociedade socialista”. O funcionário, Chen Zongrong, acrescentou que “acredito que não há religião na sociedade humana que transcenda as nações”. As restrições implementadas em fevereiro de 2018 tornaram ilegal a entrada de menores de 18 anos em um prédio da igreja. Os muçulmanos também sofreram pressão do governo chinês. Acredita-se que cerca de 1 milhão de uigures, um grupo étnico-religioso muçulmano no extremo oeste da China, esteja detido em campos de reeducação onde eles estão sujeitos a trabalho forçado, tortura e doutrinação política. Traduzido de CNA #China #Vaticano

  • A IMPOSTURA DA REVOLUÇÃO SEXUAL – Abbé Danziec

    A revolução sexual procurou desvincular os desejos humanos de seus limites naturais ou sociais, conseguindo com isso, sobretudo, destruir significamente a qualidade de sua realização. A era do anticoncepcional, do amor livre e da descontração moral operou uma enorme reviravolta antropológica nas relações humanas, principalmente naquilo que possui de mais íntimo. Contudo, como em todas as revoluções, o tiro acaba saindo pela culatra. A facilidade desconcertante com a qual é encarada, hoje, a união de dois seres, revela bastante a insustentável mediocridade de nossa sociedade em relação a temas graves e sérios como os do amor, da fidelidade, da delicadeza do coração. Despir o próprio ser não é qualquer coisa. Não fazemos amor como se faz um bolo ou um castelo de areia. Nele, há algo de celebratório; e é nisto que se encontra toda a sua majestade. É oportunidade de encontro, troca, comunhão. Tanto nas coisas mais ordinárias do cotidiano, como no segredo de um relacionamento amoroso, com sua delicadeza e sua ternura, a pessoa se entrega de forma especial. Deixa-se arrebatar. E, ao final, principalmente, ela se eleva. Sim: isto é coisa que se aprende. Mas não tecnicamente, através de um curso de educação sexual ou com objetos que apimentem o que deveria ser sublime por si mesmo. É para perder as almas que o amor se torna um produto de consumo. Dá para imaginar o charmoso príncipe, sentado à margem de uma fonte, propondo a Cinderela uma foto de lembrança? O amor não é algo para uma noite, mas para sempre. No dia 9 de fevereiro, em seu programa de entrevistas para a TV francesa LCP (canal da assembleia e do senado), a apresentadora Maïtena Biraben acolheu em seu divã as confidências de Brigitte Lahaie, antiga atriz de filmes para adultos nos anos 70 (atualmente, é animadora da Sud Radio, emissora jornalística).  A ex-atriz se inquieta : “Penso, verdadeiramente, que se as pessoas fossem mais felizes na sua vida amorosa, a sociedade estaria melhor.” Mas como a sociedade poderia melhorar, se está privada de toda transcendência, negando-se à vida amorosa as exigências próprias à sua sobrevivência? Amar seu cônjuge, amar seu país, amar sua família, amar seu Senhor impõem sacrifícios e exigem fidelidade. O apetite pelo outro, a completude que se encontra na fusão dos corações, impõem um passo a passo, uma aproximação lenta e progressiva, uma descoberta prudencial. É exatamente o contrário do despir-se ansiosamente, “o prematuro e irreprimível gozo, a ardência que dá ao corpo unicamente o contato de um outro corpo, o prazer desperdiçado e jogado fora”, como dizia Robert Brasillach [escritor francês da primeira metade do século XX], com inegável talento, em uma das mais belas páginas de seu romance As sete cores. O mundo erotizado não torna as pessoas mais felizes. A obsessão sexual reduz o amor humano à sua condição terrestre quando, ao contrário, sua dimensão carnal deveria lhe dar asas. A Festa de São Valentin [14 de fevereiro, dia dos namorados na França], longe de celebrar o amor verdadeiro, explora as paixões humanas para melhor tirar proveito delas e delas escarnecer. Ora, a ironia do amor liberado é grave. Cinquenta anos depois de Maio de 68, na época de todos os possíveis e de todas as permissividades, a situação do amor na vida social, entre sucessivos escândalos e a proliferação dos celibatários, é decepcionante. Mais que aproveitar a vida sem barreiras, é tempo de compreender que se trata, antes de tudo, de amar sem limites. Amar até o esquecimento de si, fazendo de sua vida um dom e talvez, mesmo, um sacrifício. Tanto as coisas sublimes como a intimidade amorosa precisam de esforço, coragem, abandono. De paciência, sobretudo. Como Roma não foi feita num só dia, o amor não pode ser produto de uma única noite. É trabalho para toda uma vida. Segundo São João da Cruz, é por esse trabalho que seremos julgados um dia. https://www.lesalonbeige.fr/plutot-que-de-jouir-sans-entrave-il-est-temps-de-rappeler-quil-sagit-plutot-daimer-sans-limite/

  • Relíquia do anel de noiva usado pela Virgem Maria em seu casamento com São José

    “Santo Anello”? Quem é este? Na verdade, Santo Anello não é uma pessoa, mas uma coisa: o “santo anel” que São José deu a Maria no dia em que se casaram! Sim, você leu direito: essa relíquia existe ainda hoje. Uma bela jóia de calcedônia, jóia de quartzo pura e translúcida, cujo tom varia entre rosa, cinza pérola e azul. Conheça-lhe a história! Sim, você leu direito. O anel de casamento que São José deu a Maria existe ainda hoje. Ele está em um relicário de ouro e prata na Catedral de São Lourenço em Perúgia, Itália. Muitas pessoas que vão em peregrinação a Assis, no mesmo país, não sabem que bem perto dali (menos de 30 km) se encontra esta relíquia. É sabido pelas Escrituras Sagradas que a Virgem Maria e São José, como judeus, celebraram seu casamento em duas etapas : primeiro o noivado ou promessa de união; posteriormente, as núpcias , que foram a mudança solene da esposa para a casa do marido. Nos evangelhos, esses 2 momentos da vida dos santos cônjuges de Nazaré estão implícitos. São Lucas narra quando o Arcanjo São Gabriel visitou “uma virgem casada com um homem chamado José” (Lucas 1, 26-28), provando que os dois já haviam celebrado seu noivado. Enquanto no Evangelho de Mateus se confirma a celebração das núpcias: «Não tenhas medo de receber Maria, tua esposa» (Mateus 1, 18-25). É preciso entender que, para a celebração deste casamento, São José deu à Virgem Maria um anel de noiva . Mas … Onde está esse anel? A Catedral de San Lorenzo de Perugia Vários santuários são atribuídos à posse do anel sagrado da Virgem Maria , mas o que tem maior credibilidade é aquele que guarda há séculos a Catedral de San Lorenzo, em Perugia, Itália: uma bela jóia de calcedônia, jóia de quartzo puro e translúcido, cujo tom Varia entre rosa, cinza pérola e azul. Segundo uma tradição, Maria entregou o anel sagrado ao apóstolo São João antes que ele morresse, de seu sono, e de uma maneira ainda desconhecida, acabou nas mãos de um comerciante em Jerusalém. Mas registros históricos da relíquia indicam que o anel estava em Chiusi, a região italiana da Toscana, desde o século 10. O Santo Anello está em Perúgia desde o século XIX. Até chegar lá, ficou guardado em vários lugares da Itália. Até há pouco tempo, a existência do anel era ignorada por muitas pessoas fora de Perúgia. Nem mesmo alguns santos souberam dele. Graças às visões místicas da Beata Ana Catarina Emmerich , pessoas de todo o mundo agora conhecem o Santo Anello e o lugar exato em que se encontra. Curiosamente, a própria bem-aventurada nunca viu em pessoa a relíquia, mas apenas em visões místicas , sem saber em que lugar se achava. Informações sobre a localização precisa do anel só vieram à tona depois da morte da vidente. Eis como se deu. Teria sido em 29 de julho e 3 de agosto de 1821 que a Beata Ana Catarina recebeu visões do Santo Anello . Antes disso, a bem-aventurada não fazia ideia de que o anel dado por São José a Maria ainda existia. Nas palavras da vidente: 29 de julho de 1821: Vi o anel de casamento da Santíssima Virgem; não é de prata nem de ouro, nem de qualquer outro metal; é de cor negra e iridescente; não é um anel fino e estreito, mas grosso e com pelo menos um dedo de largura. Vi-o sem dificuldades, mas era como se ele estivesse coberto com pequenos triângulos equiláteros dentro dos quais havia letras. No interior havia uma superfície lisa, com algo gravado. Vi-o mantido sob vários cadeados em uma bela igreja. Pessoas devotas prestes a se casar levavam suas alianças de casamento para tocar nele . 3 de agosto de 1821: Nos últimos dias tenho visto muito da história do anel de casamento de Maria, mas, por conta das perturbações e da dor, não consigo mais fazer um relato coerente da coisa. Hoje vi uma festa numa igreja da Itália onde se encontra o anel. Pareceu-me estar pendurado numa espécie de ostensório que havia em cima do tabernáculo. Havia lá um grande altar, ricamente decorado; era possível vê-lo ao fundo em meio a muitos trabalhos em prata. Vi muitas alianças sendo colocadas junto ao relicário. Durante o festival, vi Maria e José aparecendo em vestes nupciais, um de cada lado do anel, como se José o estivesse colocando no dedo da Santíssima Virgem. Ao mesmo tempo, vi o anel brilhando e como que em movimento. De acordo com as visões, a bem-aventurada Ana Catarina sabia que a aliança da Sagrada Família se encontrava numa igreja da Itália, mas ela nunca soube de que igreja ou cidade se tratava — e morreu sem descobri-lo. Poucos anos depois de sua morte, começaram a procurar os lugares dos diversos objetos relatados pela beata em suas visões. Por incrível que pareça, o anel foi descoberto! Ele estava na Catedral de São Lourenço, em Perúgia, Itália, guardado num belo relicário, muito parecido com um ostensório, exatamente como afirmara a vidente alemã . O anel estava ali havia já bastante tempo, mas quase ninguém fora da Itália sabia dele. A descrição do anel feita pela vidente também se mostrou verossímil. Ele é iridescente e de cor preta, de um âmbar ou amarelo escuro. Às vezes, quando entra muito sol na catedral, o anel pode parecer branco como leite. Um aspecto fascinante das visões da Beata Emmerich relatadas acima são as datas: 29 de julho e 3 de agosto. A vidente não o sabia, mas elas coincidem com a época em que os peregrinos costumam visitar a catedral de Perúgia em caminho para Assis, a fim de celebrar a festa dos Santos Anjos da Porciúncula (2 de agosto). O final de julho e o início de agosto veem grupos numerosos a venerar o anel. Casais e noivos são autorizados a encostar as alianças no Santo Anello para receber uma bênção em seu matrimônio . Aparentemente, a Beata Ana Catarina Emmerich o testemunhou em suas visões! Hoje, peregrinos do mundo inteiro viajam a Perúgia para ver e venerar a relíquia. O Bem-aventurado Papa Pio IX venerou o anel em 10 de maio de 1857, durante uma visita a Perúgia, e também celebrou Missa na catedral da cidade. O sonho do judeu com a Virgem Entre 983 e 985, um ourives desta cidade comprou a joia de um mercador judeu, que reagiu estranhamente ao precioso objeto. Dizem que o ourives pressionou o homem para lhe dizer o que havia de especial naquele anel; que confessou que queria se livrar dele por medo, já que a senhora venerada pelos cristãos lhe aparecera em sonhos e o repreendia por possuir a relíquia sem respeito . O ourives não deu muito crédito a essa história, mantendo a relíquia e esquecendo-a na cripta da família. Mas um dia seu filho morre, causando uma profunda dor. Enquanto ele foi enterrado, aconteceu um evento incomum: seu filho morto se levanta e o repreende pelo pouco respeito e veneração que ele mostrou diante do anel sagrado. Naquele momento, o ourives lembrou-se do que o mercador judeu havia lhe contado e confirmou o que a Virgem havia dito em seus sonhos, e decidiu levar o anel nupcial da Virgem ao convento de Santa Mustiola . A relíquia é roubada e termina em Perugia Nesse local, a relíquia se tornou por anos o principal objeto de devoção dos fiéis em Chiusi. Mas, na noite de 23 de julho de 1473, ocorreu um evento inesperado: um franciscano levado pelo grande valor do objeto, rouba-o fugindo em direção a Assis, mas devido à escuridão e à névoa que terminou em Perugia , onde se refugia com um amigo, para quem ele conta o que fez. O amigo o aconselha a entregar a joia ao prefeito da cidade, que, reconhecendo que tinha um tesouro, decide deixá-lo em Perugia, desencadeando a ” Guerra do Anel ” entre as duas cidades italianas, que por um tempo disputaram a posse da relíquia ; um confronto que nem mesmo os pontífices conseguiram resolver. O conflito culminou com a ajuda do céu graças à descoberta da tumba de Santa Mustiola, padroeira de Chiusi, que, como confirmado, foi o primeiro portador do anel depois da Virgem Maria. A cidade entendeu que tinha uma relíquia importante para venerar e aceitou que Perugia permanecesse com o anel nupcial de Nossa Senhora. Assim, é creditado à Catedral de San Lorenzo de Perugia a guarda dessa relíquia de importação, à qual são pagos tributos em 2 ocasiões especiais no ano com a « Redução do Anel » em 29 e 30 de julho, lembrando a chegada do anel a a cidade; e em 12 de setembro, na festa do nome de Maria . Com informações de GaudiumPress, Padre Paulo Ricardo e Cari Filii News. #NossaSenhora #SantíssimaVirgem #VirgemMaria

  • Relíquia do anel de noiva usado pela Virgem Maria em seu casamento com São José

    “Santo Anello”? Quem é este? Na verdade, Santo Anello não é uma pessoa, mas uma coisa: o “santo anel” que São José deu a Maria no dia em que se casaram! Sim, você leu direito: essa relíquia existe ainda hoje. Uma bela jóia de calcedônia, jóia de quartzo pura e translúcida, cujo tom varia entre rosa, cinza pérola e azul. Conheça-lhe a história! Sim, você leu direito. O anel de casamento que São José deu a Maria existe ainda hoje. Ele está em um relicário de ouro e prata na Catedral de São Lourenço em Perúgia, Itália. Muitas pessoas que vão em peregrinação a Assis, no mesmo país, não sabem que bem perto dali (menos de 30 km) se encontra esta relíquia. É sabido pelas Escrituras Sagradas que a Virgem Maria e São José, como judeus, celebraram seu casamento em duas etapas : primeiro o noivado ou promessa de união; posteriormente, as núpcias , que foram a mudança solene da esposa para a casa do marido. Nos evangelhos, esses 2 momentos da vida dos santos cônjuges de Nazaré estão implícitos. São Lucas narra quando o Arcanjo São Gabriel visitou “uma virgem casada com um homem chamado José” (Lucas 1, 26-28), provando que os dois já haviam celebrado seu noivado. Enquanto no Evangelho de Mateus se confirma a celebração das núpcias: «Não tenhas medo de receber Maria, tua esposa» (Mateus 1, 18-25). É preciso entender que, para a celebração deste casamento, São José deu à Virgem Maria um anel de noiva . Mas … Onde está esse anel? A Catedral de San Lorenzo de Perugia Vários santuários são atribuídos à posse do anel sagrado da Virgem Maria , mas o que tem maior credibilidade é aquele que guarda há séculos a Catedral de San Lorenzo, em Perugia, Itália: uma bela jóia de calcedônia, jóia de quartzo puro e translúcido, cujo tom Varia entre rosa, cinza pérola e azul. Segundo uma tradição, Maria entregou o anel sagrado ao apóstolo São João antes que ele morresse, de seu sono, e de uma maneira ainda desconhecida, acabou nas mãos de um comerciante em Jerusalém. Mas registros históricos da relíquia indicam que o anel estava em Chiusi, a região italiana da Toscana, desde o século 10. O Santo Anello está em Perúgia desde o século XIX. Até chegar lá, ficou guardado em vários lugares da Itália. Até há pouco tempo, a existência do anel era ignorada por muitas pessoas fora de Perúgia. Nem mesmo alguns santos souberam dele. Graças às visões místicas da Beata Ana Catarina Emmerich , pessoas de todo o mundo agora conhecem o Santo Anello e o lugar exato em que se encontra. Curiosamente, a própria bem-aventurada nunca viu em pessoa a relíquia, mas apenas em visões místicas , sem saber em que lugar se achava. Informações sobre a localização precisa do anel só vieram à tona depois da morte da vidente. Eis como se deu. Teria sido em 29 de julho e 3 de agosto de 1821 que a Beata Ana Catarina recebeu visões do Santo Anello . Antes disso, a bem-aventurada não fazia ideia de que o anel dado por São José a Maria ainda existia. Nas palavras da vidente: 29 de julho de 1821: Vi o anel de casamento da Santíssima Virgem; não é de prata nem de ouro, nem de qualquer outro metal; é de cor negra e iridescente; não é um anel fino e estreito, mas grosso e com pelo menos um dedo de largura. Vi-o sem dificuldades, mas era como se ele estivesse coberto com pequenos triângulos equiláteros dentro dos quais havia letras. No interior havia uma superfície lisa, com algo gravado. Vi-o mantido sob vários cadeados em uma bela igreja. Pessoas devotas prestes a se casar levavam suas alianças de casamento para tocar nele . 3 de agosto de 1821: Nos últimos dias tenho visto muito da história do anel de casamento de Maria, mas, por conta das perturbações e da dor, não consigo mais fazer um relato coerente da coisa. Hoje vi uma festa numa igreja da Itália onde se encontra o anel. Pareceu-me estar pendurado numa espécie de ostensório que havia em cima do tabernáculo. Havia lá um grande altar, ricamente decorado; era possível vê-lo ao fundo em meio a muitos trabalhos em prata. Vi muitas alianças sendo colocadas junto ao relicário. Durante o festival, vi Maria e José aparecendo em vestes nupciais, um de cada lado do anel, como se José o estivesse colocando no dedo da Santíssima Virgem. Ao mesmo tempo, vi o anel brilhando e como que em movimento. De acordo com as visões, a bem-aventurada Ana Catarina sabia que a aliança da Sagrada Família se encontrava numa igreja da Itália, mas ela nunca soube de que igreja ou cidade se tratava — e morreu sem descobri-lo. Poucos anos depois de sua morte, começaram a procurar os lugares dos diversos objetos relatados pela beata em suas visões. Por incrível que pareça, o anel foi descoberto! Ele estava na Catedral de São Lourenço, em Perúgia, Itália, guardado num belo relicário, muito parecido com um ostensório, exatamente como afirmara a vidente alemã . O anel estava ali havia já bastante tempo, mas quase ninguém fora da Itália sabia dele. A descrição do anel feita pela vidente também se mostrou verossímil. Ele é iridescente e de cor preta, de um âmbar ou amarelo escuro. Às vezes, quando entra muito sol na catedral, o anel pode parecer branco como leite. Um aspecto fascinante das visões da Beata Emmerich relatadas acima são as datas: 29 de julho e 3 de agosto. A vidente não o sabia, mas elas coincidem com a época em que os peregrinos costumam visitar a catedral de Perúgia em caminho para Assis, a fim de celebrar a festa dos Santos Anjos da Porciúncula (2 de agosto). O final de julho e o início de agosto veem grupos numerosos a venerar o anel. Casais e noivos são autorizados a encostar as alianças no Santo Anello para receber uma bênção em seu matrimônio . Aparentemente, a Beata Ana Catarina Emmerich o testemunhou em suas visões! Hoje, peregrinos do mundo inteiro viajam a Perúgia para ver e venerar a relíquia. O Bem-aventurado Papa Pio IX venerou o anel em 10 de maio de 1857, durante uma visita a Perúgia, e também celebrou Missa na catedral da cidade. O sonho do judeu com a Virgem Entre 983 e 985, um ourives desta cidade comprou a joia de um mercador judeu, que reagiu estranhamente ao precioso objeto. Dizem que o ourives pressionou o homem para lhe dizer o que havia de especial naquele anel; que confessou que queria se livrar dele por medo, já que a senhora venerada pelos cristãos lhe aparecera em sonhos e o repreendia por possuir a relíquia sem respeito . O ourives não deu muito crédito a essa história, mantendo a relíquia e esquecendo-a na cripta da família. Mas um dia seu filho morre, causando uma profunda dor. Enquanto ele foi enterrado, aconteceu um evento incomum: seu filho morto se levanta e o repreende pelo pouco respeito e veneração que ele mostrou diante do anel sagrado. Naquele momento, o ourives lembrou-se do que o mercador judeu havia lhe contado e confirmou o que a Virgem havia dito em seus sonhos, e decidiu levar o anel nupcial da Virgem ao convento de Santa Mustiola . A relíquia é roubada e termina em Perugia Nesse local, a relíquia se tornou por anos o principal objeto de devoção dos fiéis em Chiusi. Mas, na noite de 23 de julho de 1473, ocorreu um evento inesperado: um franciscano levado pelo grande valor do objeto, rouba-o fugindo em direção a Assis, mas devido à escuridão e à névoa que terminou em Perugia , onde se refugia com um amigo, para quem ele conta o que fez. O amigo o aconselha a entregar a joia ao prefeito da cidade, que, reconhecendo que tinha um tesouro, decide deixá-lo em Perugia, desencadeando a ” Guerra do Anel ” entre as duas cidades italianas, que por um tempo disputaram a posse da relíquia ; um confronto que nem mesmo os pontífices conseguiram resolver. O conflito culminou com a ajuda do céu graças à descoberta da tumba de Santa Mustiola, padroeira de Chiusi, que, como confirmado, foi o primeiro portador do anel depois da Virgem Maria. A cidade entendeu que tinha uma relíquia importante para venerar e aceitou que Perugia permanecesse com o anel nupcial de Nossa Senhora. Assim, é creditado à Catedral de San Lorenzo de Perugia a guarda dessa relíquia de importação, à qual são pagos tributos em 2 ocasiões especiais no ano com a « Redução do Anel » em 29 e 30 de julho, lembrando a chegada do anel a a cidade; e em 12 de setembro, na festa do nome de Maria . Com informações de GaudiumPress, Padre Paulo Ricardo e Cari Filii News. #NossaSenhora #SantíssimaVirgem #VirgemMaria

  • “PREFIRO ERRAR COM O PAPA QUE ACERTAR SOZINHO”

    Entenda porque a frase “Prefiro errar com o Papa, que acertar sozinho” não é um pensamento católico… Em nossos tempos onde todos querem ter uma opinião sobre tudo, incluindo temas complexos, mesmo sem ter o conhecimento necessário, tornou-se frequente a polarização seja qual for a circunstância. Se alguém não é explicitamente a favor de algo, então necessariamente é contra. Neste contexto, encontramos muitas pessoas que repetem axiomas (premissas consideras necessariamente verdadeiras) sem realmente compreender o verdadeiro significado daquilo que está falando. Uma dessas máximas, repetida incansavelmente aos quarto ventos por muitos católicos desinformados, é a seguinte frase: “Prefiro errar com o Papa do que acertar sozinho”. Leia abaixo o texto do Padre Marcelo Tenório onde ele ensina o verdadeiro posicionamento de um católico diante desta máxima: Não e Não! Este é um axioma falso. Papismo é um erro grosseiro de quem desconhece a doutrina católica sobre o Romano Pontífice e sua missão. A missão do papa é nos confirmar na Fé. Se ele deixa de fazer isso, nem a Igreja está nele, e nem ele na Igreja. O limite de sua autoridade é a Verdade. Ele está para a Verdade. Não, caro irmão, o papa não espirra infalivelmente. Tudo o quanto ele fala não é infalível. Seu gosto não é infalível. Sua opinião não é infalível. Entendeu? Há critérios para o carisma da infalibilidade! Mesmo em seu magistério há graus de assentimento. Querer errar com o Papa em vez de acertar é contra a Verdade . Se fosse na época do papa Libério você se tornaria ariano? Ou com Alexandre VI, você se tornaria um promíscuo? Não, eu não quero errar com o Papa. Quero é acertar com ele ou sem ele. Porque ele não detém a Verdade mas é dela apenas um Servidor. Veja também este outro comentário do Padre Marcelo Tenório: “Opor-se ao papa é estar fora da Igreja” (Cardeal Sarah) É verdade, mas depende! O axioma “onde está o Papa está a Igreja” só é válido quando o Papa se faz o eco das Verdades Eternas, caso contrário nem a Igreja está nele nem ele na Igreja. Na época do Papa Libério, era Santo Atanásio que estava com a Igreja e não o Papa. A função do Papa é nos confirmar na Fé. Quando um papa cai em heresia ou a favorece , como nos casos dos papas Calisto I, Anastácio II, Honório I, João XXII e outros, opor-se ao papa é uma obrigação é um dever. A salvação das almas é a lei suprema da Igreja. Leia também: O que um Católico sincero deve pensar sobre o pontificado do Papa Francisco? Quem não concorda com o Papa é desobediente? #Papa #papafrancisco #Vaticano

  • “PREFIRO ERRAR COM O PAPA QUE ACERTAR SOZINHO”

    Entenda porque a frase “Prefiro errar com o Papa, que acertar sozinho” não é um pensamento católico… Em nossos tempos onde todos querem ter uma opinião sobre tudo, incluindo temas complexos, mesmo sem ter o conhecimento necessário, tornou-se frequente a polarização seja qual for a circunstância. Se alguém não é explicitamente a favor de algo, então necessariamente é contra. Neste contexto, encontramos muitas pessoas que repetem axiomas (premissas consideras necessariamente verdadeiras) sem realmente compreender o verdadeiro significado daquilo que está falando. Uma dessas máximas, repetida incansavelmente aos quarto ventos por muitos católicos desinformados, é a seguinte frase: “Prefiro errar com o Papa do que acertar sozinho”. Leia abaixo o texto do Padre Marcelo Tenório onde ele ensina o verdadeiro posicionamento de um católico diante desta máxima: Não e Não! Este é um axioma falso. Papismo é um erro grosseiro de quem desconhece a doutrina católica sobre o Romano Pontífice e sua missão. A missão do papa é nos confirmar na Fé. Se ele deixa de fazer isso, nem a Igreja está nele, e nem ele na Igreja. O limite de sua autoridade é a Verdade. Ele está para a Verdade. Não, caro irmão, o papa não espirra infalivelmente. Tudo o quanto ele fala não é infalível. Seu gosto não é infalível. Sua opinião não é infalível. Entendeu? Há critérios para o carisma da infalibilidade! Mesmo em seu magistério há graus de assentimento. Querer errar com o Papa em vez de acertar é contra a Verdade . Se fosse na época do papa Libério você se tornaria ariano? Ou com Alexandre VI, você se tornaria um promíscuo? Não, eu não quero errar com o Papa. Quero é acertar com ele ou sem ele. Porque ele não detém a Verdade mas é dela apenas um Servidor. Veja também este outro comentário do Padre Marcelo Tenório: “Opor-se ao papa é estar fora da Igreja” (Cardeal Sarah) É verdade, mas depende! O axioma “onde está o Papa está a Igreja” só é válido quando o Papa se faz o eco das Verdades Eternas, caso contrário nem a Igreja está nele nem ele na Igreja. Na época do Papa Libério, era Santo Atanásio que estava com a Igreja e não o Papa. A função do Papa é nos confirmar na Fé. Quando um papa cai em heresia ou a favorece , como nos casos dos papas Calisto I, Anastácio II, Honório I, João XXII e outros, opor-se ao papa é uma obrigação é um dever. A salvação das almas é a lei suprema da Igreja. Leia também: O que um Católico sincero deve pensar sobre o pontificado do Papa Francisco? Quem não concorda com o Papa é desobediente? #Papa #papafrancisco #Vaticano

  • Cardeal Zen: “O governo comunista da China quer a rendição do Vaticano”

    O bispo emérito de Hong Kong (China), Cardeal Zen, previu o fim da Igreja clandestina (subterrânea) no país asiático, como são conhecidos os católicos que permanecem fiéis à Santa Sé. (ACI Press) O bispo emérito de Hong Kong (China), cardeal Joseph Zen Ze-kiun, disse em recente visita aos Estados Unidos que o governo comunista chinês quer a rendição do Vaticano e previu o fim da Igreja subterrânea ou subterrânea no país asiático, como são conhecidos os católicos que permanecem fiéis à Santa Sé. “A situação é muito ruim e a fonte disso não é o papa que não sabe muito sobre a China. O Santo Padre Francisco me aprecia especialmente”, disse o cardeal Zen à CNA, agência inglesa do grupo ACI. Agora, o cardeal continuou: “Eu estou lutando contra Parolin porque coisas ruins vêm dele”. O cardeal chinês se referiu ao cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano. “Você não pode se comprometer” com o Partido Comunista Chinês porque eles são “perseguidores” da fé, continuou o cardeal Zen. “Eles querem rendição total. Isso é comunismo ”, acrescentou. A entrevista da CNA ao cardeal Zen foi realizada em 11 de fevereiro, durante sua visita ao Capitólio em Washington DC (Estados Unidos), onde se encontrou com alguns congressistas no escritório do representante republicano de Nova Jersey, Chris Smith. A pedido do cardeal chinês, nenhuma foto foi tirada do evento ou do diálogo da agência do Grupo ACI com ele. Smith disse à CNA que o cardeal Zen é “um São Paulo do nosso tempo, já que ele não é apenas uma testemunha santa e eficaz do Evangelho de Jesus Cristo, mas um homem de grande verdade sobre o que realmente está acontecendo na China”. Durante a reunião, o Cardeal e os membros do Congresso discutiram o programa de ” sinização ” da China e os grandes esforços do governo para subjugar e controlar as religiões no país. Entre outras coisas, o cardeal explicou aos legisladores que a celebração do Natal foi proibida na China, as bíblias foram reescritas por ordem das autoridades regionais e há uma queda nas vocações. Em 2018, o Vaticano e a China assinaram um acordo para a eleição dos bispos. Esperava-se que isso unificasse a Igreja no país, para que a Associação Católica Patriótica Chinesa, que está sob controle do governo, alcançasse a comunhão com a Santa Sé e se juntasse à Igreja subterrânea ou subterrânea que sempre permaneceu. fiel a Roma. De acordo com um relatório de janeiro da Comissão do Congresso dos Estados Unidos sobre a China, as violações dos direitos humanos no país asiático se intensificaram em 2019 e a perseguição contra os católicos aumentou. “A Igreja está sendo cada vez mais perseguida”, disse o cardeal Zen, “tanto a Igreja oficial quanto a clandestina “. A Igreja clandestina, lamentou, ” está fadada ao desaparecimento “, já que os bispos mais velhos estão morrendo e nenhum sucessor é nomeado, o que significa que novos padres não estão sendo ordenados Quando os fiéis se aproximam dele para perguntar como ele pode agora ajudar a Igreja, o cardeal disse à CNA que ele lhes diz que “nada posso fazer. Não tenho voz no Vaticano. Simplesmente nada. “E a situação da Igreja Católica é, humanamente falando, desesperada “, disse o cardeal Zen. A situação dos católicos da China Em abril de 2019, o padre Bernardo Cervellera, especialista na Igreja Católica na China e editor da agência de notícias Asia News, informou que “em muitas dioceses a Associação Patriótica e o Escritório de Assuntos Religiosos continuam exigindo que todos os padres registrar-se na Associação e apoiar a Igreja Independente Independente ˝ ». Na China, existe a Associação Patriótica Católica Chinesa, controlada pelo governo; e a Igreja clandestina, clandestina, clandestina ou não oficial, que permaneceu fiel à Santa Sé. Na prática, diz o padre Cervellera, mais do que uma “reconciliação” entre a Associação Patriótica e a Igreja clandestina, com o acordo provisório entre a China e o Vaticano para a nomeação de bispos “, há uma grande pressão sobre a comunidade clandestina com um forte interferência na vida da Igreja ». O acordo provisório entre o Vaticano e a China Em 22 de setembro de 2018, o Vaticano anunciou a assinatura do acordo provisório com a China para a nomeação de bispos. Alguns manifestaram sua oposição ao acordo, como o bispo emérito de Hong Kong, cardeal Joseph Zen Ze kiun, que em um artigo publicado no New York Times escreveu: “Aos bispos e padres clandestinos (fiéis) da China, só posso lhe dizer isto: por favor, não inicie uma revolução. Eles (as autoridades) tomam suas igrejas? Você não pode mais comemorar? Vá para casa e ore com sua família (…) Espere melhores tempos. Volte para as catacumbas. O comunismo não é eterno ». No voo de volta de sua viagem à Letônia, Lituânia e Estônia, no final de setembro de 2018, o Papa Francisco disse aos repórteres: “Eu sou responsável” pelo acordo. Sobre os bispos que não estavam em comunhão com a Igreja antes do acordo, Francisco disse que “eles foram estudados caso a caso. Para cada bispo, os arquivos de cada um chegaram ao final da minha mesa e eu fui responsável por assinar cada caso ». Quanto ao acordo, Francisco disse que “a coisa é feita em diálogo, mas nome Roma, nome Papa. Isto está claro. E oramos pelos sofrimentos de alguns que não entendem ou que têm muitos anos se escondendo atrás deles. Em 26 de setembro de 2018, o pontífice dirigiu uma mensagem aos católicos da China e à Igreja universal, na qual ele solicitou ” gestos concretos e visíveis ” dos bispos a quem elevou a excomunhão. Texto adaptado por Walter Sánchez Silva. Publicado originalmente em CNA | Traduzido de Infocatolica #CardealZen #China #Vaticano

  • Cardeal Zen: “O governo comunista da China quer a rendição do Vaticano”

    O bispo emérito de Hong Kong (China), Cardeal Zen, previu o fim da Igreja clandestina (subterrânea) no país asiático, como são conhecidos os católicos que permanecem fiéis à Santa Sé. (ACI Press) O bispo emérito de Hong Kong (China), cardeal Joseph Zen Ze-kiun, disse em recente visita aos Estados Unidos que o governo comunista chinês quer a rendição do Vaticano e previu o fim da Igreja subterrânea ou subterrânea no país asiático, como são conhecidos os católicos que permanecem fiéis à Santa Sé. “A situação é muito ruim e a fonte disso não é o papa que não sabe muito sobre a China. O Santo Padre Francisco me aprecia especialmente”, disse o cardeal Zen à CNA, agência inglesa do grupo ACI. Agora, o cardeal continuou: “Eu estou lutando contra Parolin porque coisas ruins vêm dele”. O cardeal chinês se referiu ao cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano. “Você não pode se comprometer” com o Partido Comunista Chinês porque eles são “perseguidores” da fé, continuou o cardeal Zen. “Eles querem rendição total. Isso é comunismo ”, acrescentou. A entrevista da CNA ao cardeal Zen foi realizada em 11 de fevereiro, durante sua visita ao Capitólio em Washington DC (Estados Unidos), onde se encontrou com alguns congressistas no escritório do representante republicano de Nova Jersey, Chris Smith. A pedido do cardeal chinês, nenhuma foto foi tirada do evento ou do diálogo da agência do Grupo ACI com ele. Smith disse à CNA que o cardeal Zen é “um São Paulo do nosso tempo, já que ele não é apenas uma testemunha santa e eficaz do Evangelho de Jesus Cristo, mas um homem de grande verdade sobre o que realmente está acontecendo na China”. Durante a reunião, o Cardeal e os membros do Congresso discutiram o programa de ” sinização ” da China e os grandes esforços do governo para subjugar e controlar as religiões no país. Entre outras coisas, o cardeal explicou aos legisladores que a celebração do Natal foi proibida na China, as bíblias foram reescritas por ordem das autoridades regionais e há uma queda nas vocações. Em 2018, o Vaticano e a China assinaram um acordo para a eleição dos bispos. Esperava-se que isso unificasse a Igreja no país, para que a Associação Católica Patriótica Chinesa, que está sob controle do governo, alcançasse a comunhão com a Santa Sé e se juntasse à Igreja subterrânea ou subterrânea que sempre permaneceu. fiel a Roma. De acordo com um relatório de janeiro da Comissão do Congresso dos Estados Unidos sobre a China, as violações dos direitos humanos no país asiático se intensificaram em 2019 e a perseguição contra os católicos aumentou. “A Igreja está sendo cada vez mais perseguida”, disse o cardeal Zen, “tanto a Igreja oficial quanto a clandestina “. A Igreja clandestina, lamentou, ” está fadada ao desaparecimento “, já que os bispos mais velhos estão morrendo e nenhum sucessor é nomeado, o que significa que novos padres não estão sendo ordenados Quando os fiéis se aproximam dele para perguntar como ele pode agora ajudar a Igreja, o cardeal disse à CNA que ele lhes diz que “nada posso fazer. Não tenho voz no Vaticano. Simplesmente nada. “E a situação da Igreja Católica é, humanamente falando, desesperada “, disse o cardeal Zen. A situação dos católicos da China Em abril de 2019, o padre Bernardo Cervellera, especialista na Igreja Católica na China e editor da agência de notícias Asia News, informou que “em muitas dioceses a Associação Patriótica e o Escritório de Assuntos Religiosos continuam exigindo que todos os padres registrar-se na Associação e apoiar a Igreja Independente Independente ˝ ». Na China, existe a Associação Patriótica Católica Chinesa, controlada pelo governo; e a Igreja clandestina, clandestina, clandestina ou não oficial, que permaneceu fiel à Santa Sé. Na prática, diz o padre Cervellera, mais do que uma “reconciliação” entre a Associação Patriótica e a Igreja clandestina, com o acordo provisório entre a China e o Vaticano para a nomeação de bispos “, há uma grande pressão sobre a comunidade clandestina com um forte interferência na vida da Igreja ». O acordo provisório entre o Vaticano e a China Em 22 de setembro de 2018, o Vaticano anunciou a assinatura do acordo provisório com a China para a nomeação de bispos. Alguns manifestaram sua oposição ao acordo, como o bispo emérito de Hong Kong, cardeal Joseph Zen Ze kiun, que em um artigo publicado no New York Times escreveu: “Aos bispos e padres clandestinos (fiéis) da China, só posso lhe dizer isto: por favor, não inicie uma revolução. Eles (as autoridades) tomam suas igrejas? Você não pode mais comemorar? Vá para casa e ore com sua família (…) Espere melhores tempos. Volte para as catacumbas. O comunismo não é eterno ». No voo de volta de sua viagem à Letônia, Lituânia e Estônia, no final de setembro de 2018, o Papa Francisco disse aos repórteres: “Eu sou responsável” pelo acordo. Sobre os bispos que não estavam em comunhão com a Igreja antes do acordo, Francisco disse que “eles foram estudados caso a caso. Para cada bispo, os arquivos de cada um chegaram ao final da minha mesa e eu fui responsável por assinar cada caso ». Quanto ao acordo, Francisco disse que “a coisa é feita em diálogo, mas nome Roma, nome Papa. Isto está claro. E oramos pelos sofrimentos de alguns que não entendem ou que têm muitos anos se escondendo atrás deles. Em 26 de setembro de 2018, o pontífice dirigiu uma mensagem aos católicos da China e à Igreja universal, na qual ele solicitou ” gestos concretos e visíveis ” dos bispos a quem elevou a excomunhão. Texto adaptado por Walter Sánchez Silva. Publicado originalmente em CNA | Traduzido de Infocatolica #CardealZen #China #Vaticano

  • QUANDO O ASSUNTO É O CORAÇÃO – Scott Hahn  medita sobre o Sexto Domingo do Tempo Comum

    Jesus nos diz, no Evangelho nesta semana, que Ele veio não para abolir, mas para cumprir a Lei de Moisés e os ensinamentos dos profetas. Seu Evangelho revela o verdadeiro significado e propósito dos Dez Mandamentos e da Lei moral do Antigo Testamento. Seu Evangelho transcende a Lei: exige uma vida moral muito maior do que a alcançada pelos mais piedosos judeus, escribas e fariseus. Não basta a observância externa da Lei. É insuficiente não matar, não adulterar, não se divorciar, não mentir. A lei da nova aliança é uma lei que Deus escreve nos corações humanos (Jeremias 31, 31-34). O coração é a sede de nossas motivações, o lugar de onde provêm nossas palavras e ações (Mateus 6,21; 15, 18-20). Jesus, nesta semana, nos convida a treinar os corações, a dominar paixões e emoções. Exige a nossa  total obediência (Romanos 6, 17). Quer que amemos a Deus de todo o coração, fazendo sinceramente a Sua vontade (Mateus 22, 37; Efésios 6, 6). Deus nunca nos pede mais do que podemos dar: é a mensagem da primeira leitura desta semana. Cabe a nós escolher a vida em vez da morte, as águas da vida eterna em vez do fogo da impiedade e do pecado. Pela Sua vida, morte e ressurreição, Jesus mostrou que é possível seguir Seus mandamentos. No batismo, para que Sua Lei se cumprisse em nós, Ele nos deu Seu Espírito (Romanos 8, 4). A sabedoria do Evangelho supera toda a sabedoria deste mundo transitório, diz São Paulo na Epístola. E a revelação dessa sabedoria cumpre um plano de Deus, concebido desde toda a eternidade. Vamos confiar nesta sabedoria e viver de acordo com a lei de Seu reino. Como cantamos no Salmo desta semana, rezemos para crescer na compreensão de Seu Evangelho (“Abri meus olhos, e então contemplarei as maravilhas que encerra a vossa lei”), buscando o Pai de todo o coração. https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/affair-of-the-heart-scott-hahn-reflects-on-the-sixth-sunday-in-ordinary-time/

  • Terço dos Homens atrai mais de 80 mil fiéis em romaria ao Santuário de Aparecida

    Mais de 80 mil devotos se reúniram neste sábado (15) no Santuário Nacional de Aparecida, no interior de São Paulo, para celebrar a 12ª edição da Romaria do Terço dos Homens. Essa é a maior peregrinação acolhida pela Basílica, com fiéis de todas as regiões do país. Neste sábado (15), às 7h30, foi celebrada a primeira Missa Solene da Romaria, que aconteceu do lado externo da Basílica. O pátio do Santuário ficou lotado pela multidão de peregrinos. Pela primeira vez , a Missa Solene Campal foi realizada na Tribuna Dom Aloísio Lorscheider , às 7h30 , possibilitando aos homens mais espaço e segurança para que pudessem celebrar com alegria esse grande momento de oração e ação de graças . A celebração foi presidida pelo Arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, e concelebrada pelo Arcebispo de Juiz de Fora (MG) e Bispo referencial para o Terço dos Homens no Brasil, Dom Gil Antônio Moreira, o reitor do Santuário de Aparecida, padre Eduardo Catalfo e demais sacerdotes que vieram acompanhando os grupos de terço e se inscreveram para participar como concelebrantes nesta liturgia . Esta, que é a maior romaria do Santuário Nacional, emociona não só pelos números, mas pela devoção e fé facilmente percebidas em cada um dos homens. Durante toda a celebração, o amor a Deus e Nossa Senhora é transparecido com os acenos dos lenços em azul e branco e a voz forte em cada prece e música da santa missa. Durante a homilia, Dom Orlando pontuou vários exemplos dos benefícios da oração do Santo Terço e reforçou o convite aos homens , de viverem no dia a dia, a oração e a ação. “ Terço dos homens é um sinal dos tempos. O Terço dos homens é um novo rosto da igreja do Brasil. O Terço dos Homens é uma rede que se está lançando para pescarmos cada vez mais pessoas para Jesus Cristo ”, refletiu dom Orlando. “O Terço na história de Aparecida é a oração dos milagres, onde nós obedecemos a Mãe que nos disse: “Fazei tudo o que Ele, vos disser!”.” “Mãe querida, que nós sejamos o Terço que rezamos … O ‘Agora’ da Ave-maria nos compromete a ser aquilo que rezamos “, completou. Um dos principais momentos da Romaria Nacional do Terço dos Homens é a Oração Solene do Santo Terço no Altar Central, às 13h45 . No interior da Basílica de Aparecida, os milhares de homens do terço apresentaram as suas intenções e rezaram o mistério luminoso , aos pés da Padroeira do Brasil . Durante a oração, os testemunhos de homens que por meio do Terço, superaram grandes desafios , encontraram a fé e fortaleceram a caminhada no amor de Deus , pela intercessão de Nossa Senhora, como foi relatado no testemunho do Gabriel Antonio Lopes , da cidade de Pontal (SP), durante a oração no Altar Central. “ Em 2011 eu sofri um acidente de moto grave, passei dois meses e quinze dias no hospital e infelizmente tive que amputar a perna. No decorrer da recuperação eu tive várias turbulências na minha vida, pois eu não aceitava a minha situação e foi no Terço dos homens, que eu encontrei a libertação, foi onde eu tive uma direção. Faz um ano e dois meses que estou no grupo de terço e lá estou encontrando um novo meio para viver. Para mim está sendo a salvação ”, relatou. Além dos adultos, muitas crianças marcaram presença na Romaria e participaram da Oração Solene do Terço. A cada dezena, os pequenos acompanhavam os representantes de alguns grupos, que foram escolhidos pela coordenação da Romaria Nacional do Terço, para motivarem a oração da Ave-Maria . Um deles foi o Luca Barreto Tomé, de 10 anos , da cidade de Florianópolis (SC). Faz pouco tempo que ele participa do grupo de terço da sua comunidade, mas mesmo tão pequeno, já compreendeu a força desta oração : “ A oração do terço pra mim é muito importante, porque como falaram nos depoimentos cura bastante pessoas e toda vez que eu rezo, peço pela minha família para que a gente possa ficar bem ”, descreveu. Milhares de homens do terço reuniram-se ao redor do altar da Mãe Aparecida para rezar, pelo 12º ano consecutivo, aos pés da Padroeira do Brasil. A missa de abertura foi presidida pelo Arcebispo de Juiz de Fora (MG) e Bispo referencial para o Terço dos Homens no Brasil, Dom Gil Antônio Moreira e concelebrada pelo Arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes , o reitor do Santuário, Padre Eduardo Catalfo e diversos missionários redentoristas. Padre Eduardo Catalfo acolheu os devotos e dirigiu palavras de incentivos aos homens do terço: “É uma alegria receber vocês em Aparecida. A Romaria do Terço dos Homens se tornou a maior romaria acolhida pelo Santuário. Em 2019 foram quase 80 mil romeiros. Esta romaria não é grande apenas em números e sim na fé e no testemunho de oração. Viemos rezar e dirigir a Deus a nossa prece. Aparecida é a casa da Mãe, é a casa de vocês ”, afirmou o reitor. Palavras de Dom Gil aos homens do terço: ““O terço é a contemplação do rosto de Jesus, da vida de Jesus, dos mistérios e das palavras de Jesus”.” Como os homens do terço podem ser missionários? Segundo Dom Gil, meditar o os mistérios do terço , em s intonia com a Palavra de Jesus e com devoção a Nossa Senhora , é um passo para ser missionário nos dias de hoje. “ Perseverando no grupo. Levando o amor de Jesus para sua casa, convidando outros homens para fazer parte do grupo do Terço dos Homens. Somos missionários do terço , propagadores de Jesus” , completou Dom Gil. O Arcebispo ressaltou que, mesmo meditando o Terço em silêncio, é possível comunicar Jesus aos outros, a exemplo de Maria. “Rezando o terço aprendemos a confiar em Deus . Maria confiava em Deus. Durante toda sua vida. No alto do calvário, momento mais difícil da vida de Maria, vendo seu Filho morrer na cruz, Ela não perdeu a confiança em Deus. Confiou até o fim e, por isso, pôde ver se Filho Ressuscitado”. Dom Gil trouxe aos homens da romaria palavras de incentivo para continuem firmes em oração e testemunho dos benefícios do Terço para as famílias: “O Terço nos desperta para a confiança em Deus. Nunca perca a confiança em Deus! O meu coração confia em Jesus! A confiança de Maria é a confiança que aprendemos na escola Dela, que é a oração do Terço ” , finalizou. Dom Gil expressou ainda sua alegria pelo convite do Frei Hans Stapel, fundador da Fazenda Esperança , em Guaratinguetá (SP), associação internacional de fiéis que atua na recuperação de dependentes químicos e vítimas do alcoolismo, para inaugurar um Grupo do Terço dos Homens. “Este foi mais um grupo do terço, Terço dos Homens da Esperança ”, afirmou. Após a santa missa, os homens do terço seguiram em procissão luminosa pela Passarela da Fé até a Basílica Velha, onde permaneceram em Adoração ao Santíssimo Sacramento e Vigília de Oração. Além das atividades religiosas, neste ano, os participantes da peregrinação são convidados a participarem do gesto concreto da romaria, com a doação de alimentos não perecíveis. A ação vai beneficiar 15 obras sociais que recebem auxílio da Arquidiocese de Aparecida. A programação neste sábado seguiu até as 19h, com uma procissão luminosa que vai percorrer os pátios da Basílica, com saída da Tribuna Papa Bento XVI em direção à Tribuna Dom Aloísio Lorscheider. No domingo (16), a programação chegou ao fim com a missa de encerramento, celebrada às 8h. Com informações de A12 e G1 #AparecidadoNorte #TerçodosHomens

  • Terço dos Homens atrai mais de 80 mil fiéis em romaria ao Santuário de Aparecida

    Mais de 80 mil devotos se reúniram neste sábado (15) no Santuário Nacional de Aparecida, no interior de São Paulo, para celebrar a 12ª edição da Romaria do Terço dos Homens. Essa é a maior peregrinação acolhida pela Basílica, com fiéis de todas as regiões do país. Neste sábado (15), às 7h30, foi celebrada a primeira Missa Solene da Romaria, que aconteceu do lado externo da Basílica. O pátio do Santuário ficou lotado pela multidão de peregrinos. Pela primeira vez , a Missa Solene Campal foi realizada na Tribuna Dom Aloísio Lorscheider , às 7h30 , possibilitando aos homens mais espaço e segurança para que pudessem celebrar com alegria esse grande momento de oração e ação de graças . A celebração foi presidida pelo Arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, e concelebrada pelo Arcebispo de Juiz de Fora (MG) e Bispo referencial para o Terço dos Homens no Brasil, Dom Gil Antônio Moreira, o reitor do Santuário de Aparecida, padre Eduardo Catalfo e demais sacerdotes que vieram acompanhando os grupos de terço e se inscreveram para participar como concelebrantes nesta liturgia . Esta, que é a maior romaria do Santuário Nacional, emociona não só pelos números, mas pela devoção e fé facilmente percebidas em cada um dos homens. Durante toda a celebração, o amor a Deus e Nossa Senhora é transparecido com os acenos dos lenços em azul e branco e a voz forte em cada prece e música da santa missa. Durante a homilia, Dom Orlando pontuou vários exemplos dos benefícios da oração do Santo Terço e reforçou o convite aos homens , de viverem no dia a dia, a oração e a ação. “ Terço dos homens é um sinal dos tempos. O Terço dos homens é um novo rosto da igreja do Brasil. O Terço dos Homens é uma rede que se está lançando para pescarmos cada vez mais pessoas para Jesus Cristo ”, refletiu dom Orlando. “O Terço na história de Aparecida é a oração dos milagres, onde nós obedecemos a Mãe que nos disse: “Fazei tudo o que Ele, vos disser!”.” “Mãe querida, que nós sejamos o Terço que rezamos … O ‘Agora’ da Ave-maria nos compromete a ser aquilo que rezamos “, completou. Um dos principais momentos da Romaria Nacional do Terço dos Homens é a Oração Solene do Santo Terço no Altar Central, às 13h45 . No interior da Basílica de Aparecida, os milhares de homens do terço apresentaram as suas intenções e rezaram o mistério luminoso , aos pés da Padroeira do Brasil . Durante a oração, os testemunhos de homens que por meio do Terço, superaram grandes desafios , encontraram a fé e fortaleceram a caminhada no amor de Deus , pela intercessão de Nossa Senhora, como foi relatado no testemunho do Gabriel Antonio Lopes , da cidade de Pontal (SP), durante a oração no Altar Central. “ Em 2011 eu sofri um acidente de moto grave, passei dois meses e quinze dias no hospital e infelizmente tive que amputar a perna. No decorrer da recuperação eu tive várias turbulências na minha vida, pois eu não aceitava a minha situação e foi no Terço dos homens, que eu encontrei a libertação, foi onde eu tive uma direção. Faz um ano e dois meses que estou no grupo de terço e lá estou encontrando um novo meio para viver. Para mim está sendo a salvação ”, relatou. Além dos adultos, muitas crianças marcaram presença na Romaria e participaram da Oração Solene do Terço. A cada dezena, os pequenos acompanhavam os representantes de alguns grupos, que foram escolhidos pela coordenação da Romaria Nacional do Terço, para motivarem a oração da Ave-Maria . Um deles foi o Luca Barreto Tomé, de 10 anos , da cidade de Florianópolis (SC). Faz pouco tempo que ele participa do grupo de terço da sua comunidade, mas mesmo tão pequeno, já compreendeu a força desta oração : “ A oração do terço pra mim é muito importante, porque como falaram nos depoimentos cura bastante pessoas e toda vez que eu rezo, peço pela minha família para que a gente possa ficar bem ”, descreveu. Milhares de homens do terço reuniram-se ao redor do altar da Mãe Aparecida para rezar, pelo 12º ano consecutivo, aos pés da Padroeira do Brasil. A missa de abertura foi presidida pelo Arcebispo de Juiz de Fora (MG) e Bispo referencial para o Terço dos Homens no Brasil, Dom Gil Antônio Moreira e concelebrada pelo Arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes , o reitor do Santuário, Padre Eduardo Catalfo e diversos missionários redentoristas. Padre Eduardo Catalfo acolheu os devotos e dirigiu palavras de incentivos aos homens do terço: “É uma alegria receber vocês em Aparecida. A Romaria do Terço dos Homens se tornou a maior romaria acolhida pelo Santuário. Em 2019 foram quase 80 mil romeiros. Esta romaria não é grande apenas em números e sim na fé e no testemunho de oração. Viemos rezar e dirigir a Deus a nossa prece. Aparecida é a casa da Mãe, é a casa de vocês ”, afirmou o reitor. Palavras de Dom Gil aos homens do terço: ““O terço é a contemplação do rosto de Jesus, da vida de Jesus, dos mistérios e das palavras de Jesus”.” Como os homens do terço podem ser missionários? Segundo Dom Gil, meditar o os mistérios do terço , em s intonia com a Palavra de Jesus e com devoção a Nossa Senhora , é um passo para ser missionário nos dias de hoje. “ Perseverando no grupo. Levando o amor de Jesus para sua casa, convidando outros homens para fazer parte do grupo do Terço dos Homens. Somos missionários do terço , propagadores de Jesus” , completou Dom Gil. O Arcebispo ressaltou que, mesmo meditando o Terço em silêncio, é possível comunicar Jesus aos outros, a exemplo de Maria. “Rezando o terço aprendemos a confiar em Deus . Maria confiava em Deus. Durante toda sua vida. No alto do calvário, momento mais difícil da vida de Maria, vendo seu Filho morrer na cruz, Ela não perdeu a confiança em Deus. Confiou até o fim e, por isso, pôde ver se Filho Ressuscitado”. Dom Gil trouxe aos homens da romaria palavras de incentivo para continuem firmes em oração e testemunho dos benefícios do Terço para as famílias: “O Terço nos desperta para a confiança em Deus. Nunca perca a confiança em Deus! O meu coração confia em Jesus! A confiança de Maria é a confiança que aprendemos na escola Dela, que é a oração do Terço ” , finalizou. Dom Gil expressou ainda sua alegria pelo convite do Frei Hans Stapel, fundador da Fazenda Esperança , em Guaratinguetá (SP), associação internacional de fiéis que atua na recuperação de dependentes químicos e vítimas do alcoolismo, para inaugurar um Grupo do Terço dos Homens. “Este foi mais um grupo do terço, Terço dos Homens da Esperança ”, afirmou. Após a santa missa, os homens do terço seguiram em procissão luminosa pela Passarela da Fé até a Basílica Velha, onde permaneceram em Adoração ao Santíssimo Sacramento e Vigília de Oração. Além das atividades religiosas, neste ano, os participantes da peregrinação são convidados a participarem do gesto concreto da romaria, com a doação de alimentos não perecíveis. A ação vai beneficiar 15 obras sociais que recebem auxílio da Arquidiocese de Aparecida. A programação neste sábado seguiu até as 19h, com uma procissão luminosa que vai percorrer os pátios da Basílica, com saída da Tribuna Papa Bento XVI em direção à Tribuna Dom Aloísio Lorscheider. No domingo (16), a programação chegou ao fim com a missa de encerramento, celebrada às 8h. Com informações de A12 e G1 #AparecidadoNorte #TerçodosHomens

  • EDITORAS PAULUS E PAULINAS DETURPAM TEXTOS DO "TRATADO DA VERDADEIRA DEVOÇÃO À SANTÍSSIMA VIRGEM"

    DENÚNCIA GRAVE: As editoras Paulus e Paulinas editaram o "Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem", de São Luís Maria Grignion de Montfort e alteraram o texto original. Na Introdução do livro, no número 8, a editora Paulus diz: "seres humanos de todos os gêneros". Porém, o texto correto é "homens...", como está na edição da editora Vozes, por exemplo. Veja as fotos: IDEOLOGIA DE GÊNERO NO TRATADO DA VERDADEIRA DEVOÇÃO À SANTÍSSIMA VIRGEM MARIA, editado pela Editora Paulus e Paulinas. Após a retirada das siglas a.c e d.c de seus livros a Paulus/Paulinas resolve, num posicionamento claro de suas idéias ou de sua frouxidão, deturpar um do clássicos do catolicismo, o Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem Maria, de São Luís Grignion de Montfort, com uma referência a Ideologia de Gênero. Essa obra foi declarada como isenta de erro pelo Papa Pio IX e na edição de tal editora, dita católica, apresenta no número 8 a troca de "homens de ambos os sexos e idades" ou simplesmente "homens de todas as idades" por "seres humanos de TODOS OS GENÊROS" (como é possível ver na imagem). É importante lembrar que não devemos de forma alguma aderir às mudanças de linguagem impostas por essas ideologias, pois isso já é uma aceitação do erro e confusão por eles espalhada como verdade. As pessoas possuem SEXO: masculino e feminino. Não é aceitável que obras católicas contenham essa linguagem, muito menos o Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem Maria, que justamente tem a finalidade de formar um exército contra essas idéias que são contra os pensamentos de Cristo. Portanto, vendo a atitude dessa editora que parece se preocupar mais com a adesão temporal e suas ideologias do que com o que diz Deus e a Igreja, só nos resta tratá-la com desprezo que merece e não considerá-la uma editora confiável para um católico. Afinal, se deturpam a tradução de um livro como o Tratado, o que fazem com os outros? Fontes: Ana Paula Barros: Salus in Caritate | Edmilson Cruz Citarei alguns exemplos de modelos que está correto: Outro exemplo de modelo que está correto:

  • O caminho sinodal alemão continuará com suas “reformas”

    Enquanto na opinião do cartão. Marx, a exortação não é um “sinal de parada” para o Caminho Sinodal Alemão, outros membros criticaram o documento papal, destacando sua “falta de valor” ou chamando de “um golpe para todas as mulheres”. Em geral, eles concordam que o Caminho do Sínodo continuará com suas reformas, incluindo a abolição do celibato e a ordenação de mulheres. (Domradio / InfoCatólica) Na opinião do cardeal Reinhard Marx, expressa em declarações feitas em Bonn na quarta-feira, a exortação pós-sinodal do Papa Francisco não deu o “sinal de parada” para futuros debates sobre reformas, como o Caminho Sinodal na Alemanha. “Não vejo a discussão encerrada”, disse o presidente da Conferência Episcopal Alemã. Nesse sentido, o cardeal Marx também apontou que o documento final do Sínodo da Amazônia e a exortação do Papa agora publicada são uma unidade e devem ser considerados em conjunto: “O Papa deixa claro: tudo isso é fruto do Sínodo”. Dessa maneira, o cardeal se deixa ignorar pelo fato de o Papa não ter aprovado a abolição do celibato sacerdotal e do diaconado das mulheres, como muitos esperavam na Alemanha, e usa a desculpa de que o documento final do Sínodo da Amazônia Por outro lado, foi favorável a essas inovações. De qualquer forma, com relação à exortação “Querida Amazônia”, o cardeal destaca “os muitos aspectos do novo documento que proporcionam um importante impulso ao trabalho da Igreja em relação aos problemas sociais e ecológicos” e garantem que ambos os bispos Alemães como o Caminho Sinodal “debaterão este texto e seu significado para a Igreja na Alemanha”. Por sua parte, o Presidente do Comitê Central de Católicos Alemães (ZdK), Thomas Sternberg, lamentou “a falta de coragem para realizar reformas reais” que mostram a exortação do Papa Francisco na Amazônia. Além disso, na quarta-feira, ele encorajou os católicos alemães a continuarem suas discussões sobre a reforma na Estrada do Sínodo, que “começamos com muito sucesso em Frankfurt”. Segundo Sternberg, as expectativas para a reforma eram muito altas “, especialmente no que diz respeito ao acesso ao sacerdócio e ao papel das mulheres, mas o Papa Francisco” infelizmente não encontra coragem para fazê-lo “e não” avançou com sua exortação. ». Por sua vez, a Comunidade de Mulheres Católicas da Alemanha expressou decepção com a exortação pós-sinodal, que é “um golpe para todas as mulheres que esperavam um forte sinal de igualdade na Igreja Católica “, disse o teólogo e vice-presidente. Federal da Comunidade, Agnes Wucke, que é membro da Assembléia do Sínodo. De fato, a exortação papal indica que o desejo de ordenar as mulheres é equivalente a “clericalizar as mulheres” e levaria ao empobrecimento da Igreja. Dada esta posição do Papa Francisco, o teólogo disse que “era insuportável que a igreja oficial continuasse negando os direitos iguais às mulheres”. e a redução para prestadores de serviços usando argumentos biológicos ». Pirmin Spiegel, diretor da Misereor, organização para o desenvolvimento da Conferência Episcopal Alemã, seguiu a linha do cardeal Marx e defendeu que a exortação continha “uma surpresa: Francisco dirige o documento final do Sínodo dos Bispos da Amazônia. O papa não oferece uma palavra de poder. Ele quer levar o Sínodo a sério, como ouvinte e tomando decisões juntos ». Graças a essa perspectiva, Spiegel pode esquecer que o Papa criticou a ordenação de mulheres em sua exortação e enfatiza que “permanece a possibilidade de apresentar padres casados ​​e continuar pensando no diaconado das mulheres”. Michael Heinz, presidente da Adveniat, uma agência alemã de assistência beneficente à América Latina, notou sua decepção com a falta de clareza da exortação e pediu “critérios e regulamentos de implementação” para a ordenação sacerdotal de diáconos casados ​​permanentes. Nesse sentido, ele perguntou: «sejamos corajosos; não vamos cortar as asas do Espírito Santo ». Gebhard Fürst, bispo de Rottenburg-Stuttgart, elogiou o fato de o Papa ter enfrentado a mudança climática, que é “o desafio fundamental do nosso tempo”. Embora o Papa rejeite a ordenação de diaconisas em sua exortação, o bispo Fürst disse que o diaconado das mulheres parecia uma opção desejável e que ele continuaria trabalhando para esse fim. #Alemanha #AssembléiaSinodalAlemã #SínododaAlemanha

  • O caminho sinodal alemão continuará com suas “reformas”

    Enquanto na opinião do cartão. Marx, a exortação não é um “sinal de parada” para o Caminho Sinodal Alemão, outros membros criticaram o documento papal, destacando sua “falta de valor” ou chamando de “um golpe para todas as mulheres”. Em geral, eles concordam que o Caminho do Sínodo continuará com suas reformas, incluindo a abolição do celibato e a ordenação de mulheres. (Domradio / InfoCatólica) Na opinião do cardeal Reinhard Marx, expressa em declarações feitas em Bonn na quarta-feira, a exortação pós-sinodal do Papa Francisco não deu o “sinal de parada” para futuros debates sobre reformas, como o Caminho Sinodal na Alemanha. “Não vejo a discussão encerrada”, disse o presidente da Conferência Episcopal Alemã. Nesse sentido, o cardeal Marx também apontou que o documento final do Sínodo da Amazônia e a exortação do Papa agora publicada são uma unidade e devem ser considerados em conjunto: “O Papa deixa claro: tudo isso é fruto do Sínodo”. Dessa maneira, o cardeal se deixa ignorar pelo fato de o Papa não ter aprovado a abolição do celibato sacerdotal e do diaconado das mulheres, como muitos esperavam na Alemanha, e usa a desculpa de que o documento final do Sínodo da Amazônia Por outro lado, foi favorável a essas inovações. De qualquer forma, com relação à exortação “Querida Amazônia”, o cardeal destaca “os muitos aspectos do novo documento que proporcionam um importante impulso ao trabalho da Igreja em relação aos problemas sociais e ecológicos” e garantem que ambos os bispos Alemães como o Caminho Sinodal “debaterão este texto e seu significado para a Igreja na Alemanha”. Por sua parte, o Presidente do Comitê Central de Católicos Alemães (ZdK), Thomas Sternberg, lamentou “a falta de coragem para realizar reformas reais” que mostram a exortação do Papa Francisco na Amazônia. Além disso, na quarta-feira, ele encorajou os católicos alemães a continuarem suas discussões sobre a reforma na Estrada do Sínodo, que “começamos com muito sucesso em Frankfurt”. Segundo Sternberg, as expectativas para a reforma eram muito altas “, especialmente no que diz respeito ao acesso ao sacerdócio e ao papel das mulheres, mas o Papa Francisco” infelizmente não encontra coragem para fazê-lo “e não” avançou com sua exortação. ». Por sua vez, a Comunidade de Mulheres Católicas da Alemanha expressou decepção com a exortação pós-sinodal, que é “um golpe para todas as mulheres que esperavam um forte sinal de igualdade na Igreja Católica “, disse o teólogo e vice-presidente. Federal da Comunidade, Agnes Wucke, que é membro da Assembléia do Sínodo. De fato, a exortação papal indica que o desejo de ordenar as mulheres é equivalente a “clericalizar as mulheres” e levaria ao empobrecimento da Igreja. Dada esta posição do Papa Francisco, o teólogo disse que “era insuportável que a igreja oficial continuasse negando os direitos iguais às mulheres”. e a redução para prestadores de serviços usando argumentos biológicos ». Pirmin Spiegel, diretor da Misereor, organização para o desenvolvimento da Conferência Episcopal Alemã, seguiu a linha do cardeal Marx e defendeu que a exortação continha “uma surpresa: Francisco dirige o documento final do Sínodo dos Bispos da Amazônia. O papa não oferece uma palavra de poder. Ele quer levar o Sínodo a sério, como ouvinte e tomando decisões juntos ». Graças a essa perspectiva, Spiegel pode esquecer que o Papa criticou a ordenação de mulheres em sua exortação e enfatiza que “permanece a possibilidade de apresentar padres casados ​​e continuar pensando no diaconado das mulheres”. Michael Heinz, presidente da Adveniat, uma agência alemã de assistência beneficente à América Latina, notou sua decepção com a falta de clareza da exortação e pediu “critérios e regulamentos de implementação” para a ordenação sacerdotal de diáconos casados ​​permanentes. Nesse sentido, ele perguntou: «sejamos corajosos; não vamos cortar as asas do Espírito Santo ». Gebhard Fürst, bispo de Rottenburg-Stuttgart, elogiou o fato de o Papa ter enfrentado a mudança climática, que é “o desafio fundamental do nosso tempo”. Embora o Papa rejeite a ordenação de diaconisas em sua exortação, o bispo Fürst disse que o diaconado das mulheres parecia uma opção desejável e que ele continuaria trabalhando para esse fim. #Alemanha #AssembléiaSinodalAlemã #SínododaAlemanha

  • CULTURA E REPRESSÃO SEXUAL

    Recentemente, o antropólogo Joseph Henrich e seus colaboradores, do Departamento de Biologia Evolutiva Humana da Universidade de Harvard, mostraram como as restrições de casamento entre primos próximos contribuíram para o fortalecimento da civilização ocidental, tal como a conhecemos: educada, industrializada e democrática. O resultado de suas pesquisas aparece em artigo científico publicado pela revista Science, no dia 8 de novembro de 2019: “The Church, intensive kinship, and global psychological variation” (“A Igreja, parentesco próximo e variação psicológica global”) Um outro antropólogo, quase noventa anos atrás, já tinha chegado a uma conclusão não muito diferente, também relacionada a casamento. A sociedade ocidental, constrangida a limitar as uniões entre parentes próximos, também se beneficiaria de suas rigorosas restrições ao ato sexual: foi o que concluiu o professor inglês Joseph Daniel Unwin (1895–1936), que ensinou em Oxford e Cambridge. Em sua obra “Sexo e cultura”, de 1934 (sem tradução brasileira), contribuiu para a compreensão de um problema que hoje, mais que nunca, inquieta a parte mais responsável do mundo: o conhecimento dos limites da sexualidade humana. Estudando várias dezenas de tribos primitivas e as civilizações mais conhecidas da história, J. D. Unwin chegou à conclusão de que existe um estreito vínculo entre limitação dos hábitos sexuais e riqueza cultural. Os efeitos da restrição sexual eram notórios, tanto quando ocorria antes como depois do casamento, e levavam sempre a períodos de florescimento cultural, enquanto a liberdade no uso do sexo provocava, num arco de três gerações, o colapso da cultura. Quando tais restrições conjugavam castidade pré-nupcial (o fator mais influente de todos, conforme as pesquisas) e monogamia absoluta, por no mínimo três gerações, produzia-se um grande desenvolvimento na literatura, nas artes, na ciência, na arquitetura, na engenharia e na agricultura, de modo incomparável com as culturas mais permissivas. “Toda sociedade humana é livre para escolher se deseja concentrar grande quantidade de energia ou desfrutar de sua liberdade sexual. Não se pode fazer as duas coisas ao mesmo tempo, por mais de uma geração”, disse o professor Unwin. Curiosamente, foi o que sempre ensinou a Igreja Católica, fundada diretamente pelo Deus que se fez homem. Não é difícil entender por que a moral cristã foi a mais bem sucedida de todas: ninguém conhece melhor o ser humano do que o seu próprio Autor, Jesus Cristo, que deixou as coordenadas que orientariam os apóstolos no estabelecimento do que era conveniente fazer ou não.

  • Exortação Apostólica “Querida Amazônia”: otimismo prematuro e necessidade de vigilância

    A tão aguardada Exortação Apostólica em resposta ao sínodo da Amazônia foi publicada esta semana, e foi recebida com muito entusiasmo por parte dos conservadores, por não conter pontos polêmicos previstos no documento final do Sínodo da Amazônia, entre eles a possibilidade de ordenação para homens casados e diaconato para mulheres. Contudo, mesmo sem aplicar os pontos mais polêmicos discutidos no Sínodo Pan-Amazônico, ainda há pontos que merecem nossa atenção. Assista esta análise sobre o documento do Papa Francisco sobre o Sínodo da Amazônia publicado nesta quarta-feira (12), intitulado “Querida Amazônia”. Clique aqui para assistir: #papafrancisco #SínododaAmazônia

  • Exortação Apostólica “Querida Amazônia”: otimismo prematuro e necessidade de vigilância

    A tão aguardada Exortação Apostólica em resposta ao sínodo da Amazônia foi publicada esta semana, e foi recebida com muito entusiasmo por parte dos conservadores, por não conter pontos polêmicos previstos no documento final do Sínodo da Amazônia, entre eles a possibilidade de ordenação para homens casados e diaconato para mulheres. Contudo, mesmo sem aplicar os pontos mais polêmicos discutidos no Sínodo Pan-Amazônico, ainda há pontos que merecem nossa atenção. Assista esta análise sobre o documento do Papa Francisco sobre o Sínodo da Amazônia publicado nesta quarta-feira (12), intitulado “Querida Amazônia”. Clique aqui para assistir: #papafrancisco #SínododaAmazônia

  • Missas públicas são canceladas em diocese na China devido ao medo de aumento de coronavírus

    ROMA – Em resposta a um apelo do governo para que os cidadãos fiquem em casa em uma tentativa de conter a disseminação do coronavírus, o administrador da diocese de Hong Kong suspendeu as missas públicas até o final do mês, incluindo o serviço da quarta-feira de cinzas que marca o início de a estação quaresmal. Em uma declaração divulgada no dia 13 de fevereiro no site da diocese de Hong Kong, o cardeal John Tong observou que as advertências do governo rotularam as próximas duas semanas como “cruciais” para combater o surto. “A Igreja, sendo um membro da sociedade, tem o dever de manter a higiene pública e promover o bem comum”, disse Tong, anunciando que todas as igrejas, capelas e centros católicos devem suspender as missas de domingo e de semana de 15 a 28 de fevereiro, com medidas de acompanhamento a serem anunciadas. Isso inclui a observância de quarta-feira de cinzas, em 26 de fevereiro, que começa um período de 40 dias marcando a estação quaresmal da Igreja Católica, dedicada à penitência, oração e jejum. Agora oficialmente chamado COVID-19, o coronavírus surgiu pela primeira vez na cidade de Wuhan, na província chinesa de Hubei. Até agora, já matou mais de 1.300 vidas e cerca de 60.000 casos foram confirmados, principalmente na China. Hong Kong, que compartilha fronteiras abertas com a China, tem 50 casos relatados e uma morte, no entanto, pedidos de cautela extra surgiram nos últimos dias em meio a temores de que o surto piorou, ao contrário do que os especialistas previram. Todas as atividades religiosas lotadas, além de casamentos e funerais, também serão suspensas, mas as igrejas paroquiais e capelas afiliadas permanecerão abertas para permitir que os fiéis orem. As paróquias também são convidadas a designar dias específicos para realizar a Adoração Eucarística, para que as pessoas possam vir e “rezar para que as infecções por coronavírus sejam contidas o mais rápido possível”. Em vez de assistir à missa, Tong instou os católicos a assistirem à missa on-line e a “receber a sagrada comunhão espiritualmente”, para refletir sobre as leituras de domingo e praticar devoções específicas, como rosário, leituras espirituais e orações católicas tradicionais. Os próprios padres também foram convidados a “cumprir rigorosamente” as medidas descritas por Tong até que seja dado mais aviso. Um subproduto do surto de coronavírus é que os meses de protesto em Hong Kong foram amplamente reprimidos, com muitos moradores observando um rigoroso auto-isolamento em meio a temores de que o vírus se espalhasse. Em junho, os manifestantes saíram às ruas depois que a executiva-chefe de Hong Kong, Carrie Lam, tentou pressionar a legislação que permitia a extradição de moradores para a China continental, uma ação que os habitantes locais temiam que levasse a uma erosão das liberdades de que desfrutam sob a política de dois sistemas da China. . Os protestos basicamente desapareceram com o surto do coronavírus, no entanto, ainda existem sinais visíveis de que as tensões subjacentes ainda estão vivas e fortes, com pequenas manifestações disputando campos de quarentena designados pelo governo. As regras de quarentena obrigatórias entraram em vigor no dia 8 de fevereiro, estipulando, entre outras coisas, que as pessoas que entram em Hong Kong a partir do continente devem passar por uma quarentena de 14 dias para ajudar a impedir a propagação do vírus. Muitos moradores reclamaram que os locais escolhidos para a quarentena estão muito perto de áreas residenciais, com alguns dos protestos se tornando violentos. No final de janeiro, um pequeno grupo de manifestantes incendiou o saguão do Fai Ming Estate, que autoridades do governo planejavam converter em uma instalação de quarentena. Inúmeras reclamações foram feitas de que o prédio estava perto de uma escola primária e, após o incidente com o incêndio, funcionários do governo interromperam os preparativos para o complexo. Em 9 de fevereiro, a polícia de choque foi chamada quando os moradores protestaram contra a decisão do governo de usar um espaço na Academia Jao Tsung-I como campo de quarentena, também por estar muito perto de uma área residencial. O episódio terminou com a polícia prendendo vários manifestantes que tentavam bloquear as principais estradas. Ainda na terça-feira, a polícia prendeu duas pessoas por violarem as regras de quarentena, um crime que pode levar a uma pena máxima de seis meses de prisão e uma multa de até HK $ 25.000 [cerca de US $ 3.200]. Em sua declaração, Tong pediu aos católicos que ajudem e orem uns pelos outros à medida que a situação se desenvolve, e que se esforcem para viver as virtudes da fé, esperança e amor durante a situação difícil. Leia também: Cardeal Zen para congressistas: China quer ‘rendição’ do Vaticano Carta de um sacerdote Um padre de uma vila no centro da China enviou uma carta ao Asia News descrevendo a situação em que vivem devido à epidemia de coronavírus e como isso afeta a prática religiosa. Carta do Pe. Pedro (identidade real não revelada para evitar represálias da ditadura): “O Ano Novo Chinês de 2020 chegou de uma maneira totalmente inesperada. O tempo parece ter parado desde o início do ano. Nossa vida inteira parece estar suspensa pela força, com o desastre que significa trabalho e estudos. Eles nos pedem para ficar em casa e não dar um passeio. Eles nos pedem para usar máscaras, lavar as mãos com frequência e evitar participar de atividades em grupo. Mas 20 dias se passaram. A realidade é um pouco diferente do que a TV diz, porque estamos cada vez mais isolados, quase completamente isolados. Em particular, nos últimos dias, fomos solicitados a deixar a cidade [em parte, para poder retomar o trabalho – ndr ] Eles controlaram a temperatura de todos, registrando o documento de identidade em cada caso. Se você é um funcionário, deve mostrar o certificado da empresa em que trabalha toda vez que entra ou sai da cidade; Se você não é funcionário, é forçado a ficar em casa, não pode passear, não pode conversar na rua ou visitar amigos ou vizinhos. A cada dois dias, uma pessoa por família pode deixar a vila para fazer compras para o estritamente necessário. Felizmente, os chineses costumam colher muita comida e legumes quando o Ano Novo se aproxima. Então, quando o coronavírus chegasse, poderia avançar com as provisões que tínhamos. Mas com o passar do tempo, temos cada vez menos alimentos e vegetais. Eu acho que em um futuro próximo, muitas pessoas terão que sair da cidade para comprar coisas. E isso implica que um grande número de pessoas se encontrará nos mercados ou supermercados e terá contato entre si. É isso que muitos temem, mas isso deve ser feito. As pessoas têm medo. Não sabemos o que acontecerá ou quando esse desastre acontecerá. E é por isso que todos os dias que passam são vividos com um medo difícil de explicar. Também há pessoas que não estão cientes do desastre. E talvez eles vivam como se não houvesse problema, Naturalmente, todas as atividades de nossa paróquia foram suspensas. Cancelamos a missa diária e outras atividades paroquiais. Pedimos aos fiéis que se encontrem com a família todos os domingos para ler a Bíblia e orar pela equipe médica, especialmente por Wuhan, e pela conversão das pessoas. Não temos instrumentos profissionais para permitir que as pessoas acompanhem a missa ao vivo na TV, como fazem em Hong Kong ou Macau. Eu sabia que alguns padres usam o celular para transmitir missas quando celebram. Parece-me um pouco estranho que os fiéis tenham que assistir à missa com os celulares nas mãos, deitados no sofá. Da minha parte, parece mais apropriado incentivar os fiéis a ler a Bíblia e orar juntos. Afinal, o coronavírus passará, E o fim do mundo não está tão perto! Se o fim do mundo chegar, é melhor ler a Bíblia do que participar da missa pelo telefone celular. Desde o dia em que cancelamos as missas e até hoje, o Departamento de Religiões divulgou documentos nos quais é advertido que não podemos retomar a missa até uma nova ordem: temos que esperar por sua aprovação. Parece tão estranho que todas as nossas atividades religiosas sejam controladas por eles em detalhes! A missa é feita ou não, sempre temos que seguir seus programas. Esta é a nossa vida diária. Algumas pessoas se sentem angustiadas: temem que elas e suas famílias sejam infectadas pelo vírus; outros esperam, esperando que o desastre termine em breve; outros também estão preocupados, porque precisam encontrar um emprego e trabalhar para sustentar suas famílias. Peço-lhe que reze a misericórdia de Deus para que esse desastre termine o mais rápido possível, para que os chineses possam retornar à nossa vida normal e ao nosso trabalho.” Leia também: Vaticano entrega aos comunistas o controle da Igreja Católica na China #China #Mundo

  • Missas públicas são canceladas em diocese na China devido ao medo de aumento de coronavírus

    ROMA – Em resposta a um apelo do governo para que os cidadãos fiquem em casa em uma tentativa de conter a disseminação do coronavírus, o administrador da diocese de Hong Kong suspendeu as missas públicas até o final do mês, incluindo o serviço da quarta-feira de cinzas que marca o início de a estação quaresmal. Em uma declaração divulgada no dia 13 de fevereiro no site da diocese de Hong Kong, o cardeal John Tong observou que as advertências do governo rotularam as próximas duas semanas como “cruciais” para combater o surto. “A Igreja, sendo um membro da sociedade, tem o dever de manter a higiene pública e promover o bem comum”, disse Tong, anunciando que todas as igrejas, capelas e centros católicos devem suspender as missas de domingo e de semana de 15 a 28 de fevereiro, com medidas de acompanhamento a serem anunciadas. Isso inclui a observância de quarta-feira de cinzas, em 26 de fevereiro, que começa um período de 40 dias marcando a estação quaresmal da Igreja Católica, dedicada à penitência, oração e jejum. Agora oficialmente chamado COVID-19, o coronavírus surgiu pela primeira vez na cidade de Wuhan, na província chinesa de Hubei. Até agora, já matou mais de 1.300 vidas e cerca de 60.000 casos foram confirmados, principalmente na China. Hong Kong, que compartilha fronteiras abertas com a China, tem 50 casos relatados e uma morte, no entanto, pedidos de cautela extra surgiram nos últimos dias em meio a temores de que o surto piorou, ao contrário do que os especialistas previram. Todas as atividades religiosas lotadas, além de casamentos e funerais, também serão suspensas, mas as igrejas paroquiais e capelas afiliadas permanecerão abertas para permitir que os fiéis orem. As paróquias também são convidadas a designar dias específicos para realizar a Adoração Eucarística, para que as pessoas possam vir e “rezar para que as infecções por coronavírus sejam contidas o mais rápido possível”. Em vez de assistir à missa, Tong instou os católicos a assistirem à missa on-line e a “receber a sagrada comunhão espiritualmente”, para refletir sobre as leituras de domingo e praticar devoções específicas, como rosário, leituras espirituais e orações católicas tradicionais. Os próprios padres também foram convidados a “cumprir rigorosamente” as medidas descritas por Tong até que seja dado mais aviso. Um subproduto do surto de coronavírus é que os meses de protesto em Hong Kong foram amplamente reprimidos, com muitos moradores observando um rigoroso auto-isolamento em meio a temores de que o vírus se espalhasse. Em junho, os manifestantes saíram às ruas depois que a executiva-chefe de Hong Kong, Carrie Lam, tentou pressionar a legislação que permitia a extradição de moradores para a China continental, uma ação que os habitantes locais temiam que levasse a uma erosão das liberdades de que desfrutam sob a política de dois sistemas da China. . Os protestos basicamente desapareceram com o surto do coronavírus, no entanto, ainda existem sinais visíveis de que as tensões subjacentes ainda estão vivas e fortes, com pequenas manifestações disputando campos de quarentena designados pelo governo. As regras de quarentena obrigatórias entraram em vigor no dia 8 de fevereiro, estipulando, entre outras coisas, que as pessoas que entram em Hong Kong a partir do continente devem passar por uma quarentena de 14 dias para ajudar a impedir a propagação do vírus. Muitos moradores reclamaram que os locais escolhidos para a quarentena estão muito perto de áreas residenciais, com alguns dos protestos se tornando violentos. No final de janeiro, um pequeno grupo de manifestantes incendiou o saguão do Fai Ming Estate, que autoridades do governo planejavam converter em uma instalação de quarentena. Inúmeras reclamações foram feitas de que o prédio estava perto de uma escola primária e, após o incidente com o incêndio, funcionários do governo interromperam os preparativos para o complexo. Em 9 de fevereiro, a polícia de choque foi chamada quando os moradores protestaram contra a decisão do governo de usar um espaço na Academia Jao Tsung-I como campo de quarentena, também por estar muito perto de uma área residencial. O episódio terminou com a polícia prendendo vários manifestantes que tentavam bloquear as principais estradas. Ainda na terça-feira, a polícia prendeu duas pessoas por violarem as regras de quarentena, um crime que pode levar a uma pena máxima de seis meses de prisão e uma multa de até HK $ 25.000 [cerca de US $ 3.200]. Em sua declaração, Tong pediu aos católicos que ajudem e orem uns pelos outros à medida que a situação se desenvolve, e que se esforcem para viver as virtudes da fé, esperança e amor durante a situação difícil. Leia também: Cardeal Zen para congressistas: China quer ‘rendição’ do Vaticano Carta de um sacerdote Um padre de uma vila no centro da China enviou uma carta ao Asia News descrevendo a situação em que vivem devido à epidemia de coronavírus e como isso afeta a prática religiosa. Carta do Pe. Pedro (identidade real não revelada para evitar represálias da ditadura): “O Ano Novo Chinês de 2020 chegou de uma maneira totalmente inesperada. O tempo parece ter parado desde o início do ano. Nossa vida inteira parece estar suspensa pela força, com o desastre que significa trabalho e estudos. Eles nos pedem para ficar em casa e não dar um passeio. Eles nos pedem para usar máscaras, lavar as mãos com frequência e evitar participar de atividades em grupo. Mas 20 dias se passaram. A realidade é um pouco diferente do que a TV diz, porque estamos cada vez mais isolados, quase completamente isolados. Em particular, nos últimos dias, fomos solicitados a deixar a cidade [em parte, para poder retomar o trabalho – ndr ] Eles controlaram a temperatura de todos, registrando o documento de identidade em cada caso. Se você é um funcionário, deve mostrar o certificado da empresa em que trabalha toda vez que entra ou sai da cidade; Se você não é funcionário, é forçado a ficar em casa, não pode passear, não pode conversar na rua ou visitar amigos ou vizinhos. A cada dois dias, uma pessoa por família pode deixar a vila para fazer compras para o estritamente necessário. Felizmente, os chineses costumam colher muita comida e legumes quando o Ano Novo se aproxima. Então, quando o coronavírus chegasse, poderia avançar com as provisões que tínhamos. Mas com o passar do tempo, temos cada vez menos alimentos e vegetais. Eu acho que em um futuro próximo, muitas pessoas terão que sair da cidade para comprar coisas. E isso implica que um grande número de pessoas se encontrará nos mercados ou supermercados e terá contato entre si. É isso que muitos temem, mas isso deve ser feito. As pessoas têm medo. Não sabemos o que acontecerá ou quando esse desastre acontecerá. E é por isso que todos os dias que passam são vividos com um medo difícil de explicar. Também há pessoas que não estão cientes do desastre. E talvez eles vivam como se não houvesse problema, Naturalmente, todas as atividades de nossa paróquia foram suspensas. Cancelamos a missa diária e outras atividades paroquiais. Pedimos aos fiéis que se encontrem com a família todos os domingos para ler a Bíblia e orar pela equipe médica, especialmente por Wuhan, e pela conversão das pessoas. Não temos instrumentos profissionais para permitir que as pessoas acompanhem a missa ao vivo na TV, como fazem em Hong Kong ou Macau. Eu sabia que alguns padres usam o celular para transmitir missas quando celebram. Parece-me um pouco estranho que os fiéis tenham que assistir à missa com os celulares nas mãos, deitados no sofá. Da minha parte, parece mais apropriado incentivar os fiéis a ler a Bíblia e orar juntos. Afinal, o coronavírus passará, E o fim do mundo não está tão perto! Se o fim do mundo chegar, é melhor ler a Bíblia do que participar da missa pelo telefone celular. Desde o dia em que cancelamos as missas e até hoje, o Departamento de Religiões divulgou documentos nos quais é advertido que não podemos retomar a missa até uma nova ordem: temos que esperar por sua aprovação. Parece tão estranho que todas as nossas atividades religiosas sejam controladas por eles em detalhes! A missa é feita ou não, sempre temos que seguir seus programas. Esta é a nossa vida diária. Algumas pessoas se sentem angustiadas: temem que elas e suas famílias sejam infectadas pelo vírus; outros esperam, esperando que o desastre termine em breve; outros também estão preocupados, porque precisam encontrar um emprego e trabalhar para sustentar suas famílias. Peço-lhe que reze a misericórdia de Deus para que esse desastre termine o mais rápido possível, para que os chineses possam retornar à nossa vida normal e ao nosso trabalho.” Leia também: Vaticano entrega aos comunistas o controle da Igreja Católica na China #China #Mundo

  • REVOLUÇÃO? MENTIROSA E HOMICIDA DESDE O INÍCIO – Rinno Cammilleri

    Li O rei dos anabatistas (Rusconi, 1971) quando eu era estudante universitário e fiquei chocado. Acabara de ler Mecânica da Revolução, de Augustin Cochin, e ali via o espírito revolucionário em ação: um lugar circunscrito, e todas as fases obrigatórias do processo revolucionário, até seu resultado supremo: o suicídio. O autor, Friedrich Reck-Malleczwen, nascido em 1884, era um nobre prussiano que havia lutado na Grande Guerra e viveu, como cavalheiro rural, em suas propriedades de Chiemgau, em Mônaco. Ali ele pode testemunhar o nascimento do nazismo e reconhecer as mesmas características demoníacas de seu primo-rival, o bolchevismo. Em 1933, ano da ascensão de Hitler ao poder, Friedrich Reck-Malleczwen fez-se batizar como católico, porque a Igreja era o último baluarte filosófico e moral ao que estava acontecendo. Quando alguns funcionários do novo Napoleão se apresentaram em sua porta para avaliar as possibilidades de sua propriedade em servir ao interesse público (leia-se: expropriação), ele os recebeu com um rifle na mão. Mas quando, em 1937, ele publicou O rei dos anabatistas, passou das medidas. A metáfora oculta na obra não havia escapado aos nazistas. A tipografia que o imprimiu foi destruída e as cópias incendiadas. Em 1944, o autor foi preso e levado ao campo de concentração de Dachau, onde morreu no ano seguinte. Após a guerra, seu diário foi encontrado e publicado com o título O tempo do ódio e da vergonha. O rei dos anabatistas viu a luz apenas em 1958 e, em 1971, três anos após a explosão revolucionária de Sessenta e Oito, a editora Rusconi julgou ser a hora certa de novamente relançá-lo. É um livro fundamental e instrutivo, que agora está sendo reimpresso na Itália por Fede & Cultura (190 p., € 19). A história, que o autor traça quase minuto a minuto, é a seguinte: em 1534, o “profeta” anabatista Jan Matthys e seus seguidores se dirigiram para Münster, capital da Vestfália. Lutero, de fato, havia aberto a caixa de Pandora e todos passaram a aplicar o “livre exame” à sua maneira; nada adiantava Lutero insistir que a única interpretação correta das Escrituras era dele. Logo a pregação apocalíptica de Matthys se espalhou e grupos de anabatistas convergiram de todos os lugares (até da Holanda) para Münster, cujo bispo-príncipe foi expulso. Münster se tornou um reino do Antigo Testamento: mudaram-se os nomes das ruas, das cidades e até das pessoas (por outros tirados da Bíblia), a propriedade privada era abolida (pois os primeiros cristãos colocavam tudo em comum…), espancavam-se os vagabundos, proibia-se todo o “luxo”, estabelecendo-se o número máximo de botões nas roupas. Matthys, um ex-padeiro de Haarlem, trouxe sua amante consigo, uma jovem que praticamente sequestrou. Tombou quando incitava os seus a resistir ao cerco que o bispo Franz von Waldeck havia feito ao redor da cidade com tropas católicas e protestantes (até os protestantes começaram a se preocupar). “Livre exame”? Depois do padeiro, veio o alfaiate: Jan Bockelson, de Leyda, sucessor de Matthys. Primeiro, ele se coroou rei de Münster, introduziu a poligamia (sempre sob inspiração bíblica) e forçou todos a se casar: monjas, padres e frades. Mesmo aqueles que tinham seus cônjuges fora da cidade, a negócios, tiveram que se casar novamente. O “rei” tomou dezesseis esposas, cada uma escolhida com base em “revelações”. Todas as torres foram demolidas, porque “o que está acima devia ser rebaixado”, todas as obras artísticas foram destruídas, incluindo o relógio da catedral. Equipes de “moralizadores” entravam nas casas para verificar se os preceitos bíblicos estavam sendo seguidos ou não. Para quem desobedecia, o código penal previa apenas uma pena: de morte. Um menino foi decapitado porque deu um tapa na mãe. Para um infeliz que cometera uma transgressão que o próprio Bockelson considerava fútil, apenas meia cabeça foi cortada… E assim por diante, em um crescendo de horrores que atingiram o paroxismo quando o cerco deixou a cidade entregue à fome. Chegou-se ao infanticídio para haver o que comer. O primeiro experimento de revolução, em um local limitado, durou um ano e meio; os assediantes levaram a melhor e o rei dos anabatistas foi executado. Mas era apenas o começo, e por isso Reck-Malleczwen o havia tomado como exemplo. Não é por acaso que Marx e Lenin estudaram os trabalhos dos utopistas anteriores com paixão. Karl Kautsky afirmou: “Todos eles são muito prezados por nós, desde os anabatistas até os socialistas da Comuna de Paris”. Este último estimava em particular a utopia de São Tomás More, sem saber que, quando era chanceler da Inglaterra, assinara o decreto De heretico, pelo qual seis anabatistas (cujo perigo ele bem viu) haviam terminado na fogueira. Moral: a Revolução primeiro muda tudo, depois destrói tudo e, no fim, devora a si mesma. Mendax et homicida ab initio. https://lanuovabq.it/it/la-rivoluzione-menzognera-e-omicida-allorigine

  • Católicos da Amazônia prometem pressão após padres casados serem rejeitados

    Comunidades católicas de toda a Amazônia disseram que continuarão pressionando para que homens casados tenham permissão de celebrar missas na região remota da floresta tropical, uma reação à decisão do papa Francisco de impedir a ordenação de homens casados como padres. Em uma das decisões mais significativas de seu pontificado, o papa Francisco rejeitou na quarta-feira a proposta apresentada no Sínodo da Amazônia para amenizar a falta crônica de padres na Amazônia, onde a Igreja Católica enfrenta uma concorrência crescente de cultos evangélicos. A proposta, apresentada pelos bispos sinodais, fez com que os conservadores católicos levantassem sua voz para lembrar a importância do Celibato e o comprometimento de séculos dos padres com este voto tão importante. Embora alguns católicos tenham expressado decepção com a decisão do pontífice, muitos mais demonstraram esperança de que ele mude de ideia. Martín Quijano, bispo de Pucallpa, na Amazônia peruana, que participou do sínodo de bispos da Amazônia no qual se propôs permitir padres casados, disse ter fé de que a decisão não foi definitiva. “A porta ainda está aberta”, disse ele à Reuters. “O papa está pedindo reflexão. Esta proposta ainda está em andamento.” Giuliano Frigeni, bispo de Parintins, cidade brasileira às margens do rio Amazonas, prometeu continuar lutando, apesar dos obstáculos. “Agora temos que arregaçar as mangas e trabalhar ainda mais duro”, disse. Francisco deu sua resposta em uma Exortação Apostólica três meses depois de a proposta ser aprovada no sínodo por 128 votos a 41. Exortações Apostólicas são usadas para instruir e incentivar os fiéis católicos, mas não definem a doutrina da Igreja. #SínododaAmazônia

  • Católicos da Amazônia prometem pressão após padres casados serem rejeitados

    Comunidades católicas de toda a Amazônia disseram que continuarão pressionando para que homens casados tenham permissão de celebrar missas na região remota da floresta tropical, uma reação à decisão do papa Francisco de impedir a ordenação de homens casados como padres. Em uma das decisões mais significativas de seu pontificado, o papa Francisco rejeitou na quarta-feira a proposta apresentada no Sínodo da Amazônia para amenizar a falta crônica de padres na Amazônia, onde a Igreja Católica enfrenta uma concorrência crescente de cultos evangélicos. A proposta, apresentada pelos bispos sinodais, fez com que os conservadores católicos levantassem sua voz para lembrar a importância do Celibato e o comprometimento de séculos dos padres com este voto tão importante. Embora alguns católicos tenham expressado decepção com a decisão do pontífice, muitos mais demonstraram esperança de que ele mude de ideia. Martín Quijano, bispo de Pucallpa, na Amazônia peruana, que participou do sínodo de bispos da Amazônia no qual se propôs permitir padres casados, disse ter fé de que a decisão não foi definitiva. “A porta ainda está aberta”, disse ele à Reuters. “O papa está pedindo reflexão. Esta proposta ainda está em andamento.” Giuliano Frigeni, bispo de Parintins, cidade brasileira às margens do rio Amazonas, prometeu continuar lutando, apesar dos obstáculos. “Agora temos que arregaçar as mangas e trabalhar ainda mais duro”, disse. Francisco deu sua resposta em uma Exortação Apostólica três meses depois de a proposta ser aprovada no sínodo por 128 votos a 41. Exortações Apostólicas são usadas para instruir e incentivar os fiéis católicos, mas não definem a doutrina da Igreja. #SínododaAmazônia

  • Lula é recebido pelo Papa no Vaticano

    O papa Francisco recebeu o ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quinta-feira (13) no Vaticano, uma reunião privada e particularmente significativa pois o ex-presidente já foi condenado pela justiça brasileira duas vezes, e ainda é réu em vários processos. Lula chegou ao Vaticano por volta das 15h30, a bordo de um carro com vidro escuro, disse um fotógrafo da AFP. A reunião durou cerca de uma hora e uma declaração oficial não será divulgada pela Santa Sé devido à sua natureza particular. O ex-presidente brasileiro pediu que o interrogatório agendado em Brasília fosse adiado em 11 de fevereiro para viajar para a Itália e o Vaticano entre 12 e 15. Este encontro, infelizmente, tem um significado muito mais abrangente do que possa parecer a primeira vista, assista a análise completa: Leia também: Quem não concorda com o Papa é desobediente? #papafrancisco #Política #Vaticano

  • Lula é recebido pelo Papa no Vaticano

    O papa Francisco recebeu o ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quinta-feira (13) no Vaticano, uma reunião privada e particularmente significativa pois o ex-presidente já foi condenado pela justiça brasileira duas vezes, e ainda é réu em vários processos. Lula chegou ao Vaticano por volta das 15h30, a bordo de um carro com vidro escuro, disse um fotógrafo da AFP. A reunião durou cerca de uma hora e uma declaração oficial não será divulgada pela Santa Sé devido à sua natureza particular. O ex-presidente brasileiro pediu que o interrogatório agendado em Brasília fosse adiado em 11 de fevereiro para viajar para a Itália e o Vaticano entre 12 e 15. Este encontro, infelizmente, tem um significado muito mais abrangente do que possa parecer a primeira vista, assista a análise completa: Leia também: Quem não concorda com o Papa é desobediente? #papafrancisco #Política #Vaticano

  • Católicos convocam fiéis a fazer reparação contra Marcha para Satanás em BH

    Em Belo Horizonte, satanistas realizam uma marcha pelo Demônio para defender a Revolução Cultural: Homossexualismo, aborto, blasfêmia, unidos contra a Cristandade. Católicos do Instituto Plínio Correa de Oliveira e dos Apostolados Beato Padre Victor (MG) e Santo Inácio de Loyola (SP) convocaram católicos a fazer atos de desagravo, reparação e repúdio à “marcha para satanás”, que ocorrerá em 29 de março na capital de Minas Gerais, Belo Horizonte. O evento acontecerá na Praça da Liberdade, e tem como objetivo se manifestarem a favor do Estado laico e das liberdades individuais. Assista ao vídeo: Em entrevista, um dos organizadores do evento, que não quis se identificar, contou que a marcha é inspirada em formas de Satanismo Moderno, que são mais uma forma de protesto contra abusos cometidos em nome de algumas religiões do que a adoração ao Diabo em si. “Nosso protesto é principalmente a favor do Estado laico e das liberdades individuais”, explica. Ele continua, dizendo que a proposta da marcha em favor do estado laico, é proteger pessoas que são perseguidas por religiões: Homossexuais, travestis, pessoas de religiões de origem africana, que são frequentemente prejudicadas pelo conservadorismo medieval. Inspirada em movimentos como o Templo Satânico e a Global Order of Satan, a proposta da marcha pode ser chocante para alguns. No entanto, o objetivo principal não é confrontar diretamente os cristãos, mas sim unir pessoas que se identificam com a causa, segundo a organização. “Queremos fazer um protesto divertido, satírico e blasfêmico, e convidar a sociedade a ter mais pensamento crítico, mais empatia e substituir a sua intolerância pelo amor”. Os organizadores criaram um evento no facebook para divulgar o a marcha. Convidamos todos católicos a entrarem no evento e deixarem seu comentário em defesa a Nosso Senhor Jesus Cristo, contra esta blasfêmia. Clique aqui para deixar seu comentário.

  • Católicos convocam fiéis a fazer reparação contra Marcha para Satanás em BH

    Em Belo Horizonte, satanistas realizam uma marcha pelo Demônio para defender a Revolução Cultural: Homossexualismo, aborto, blasfêmia, unidos contra a Cristandade. Católicos do Instituto Plínio Correa de Oliveira e dos Apostolados Beato Padre Victor (MG) e Santo Inácio de Loyola (SP) convocaram católicos a fazer atos de desagravo, reparação e repúdio à “marcha para satanás”, que ocorrerá em 29 de março na capital de Minas Gerais, Belo Horizonte. O evento acontecerá na Praça da Liberdade, e tem como objetivo se manifestarem a favor do Estado laico e das liberdades individuais. Assista ao vídeo: Em entrevista, um dos organizadores do evento, que não quis se identificar, contou que a marcha é inspirada em formas de Satanismo Moderno, que são mais uma forma de protesto contra abusos cometidos em nome de algumas religiões do que a adoração ao Diabo em si. “Nosso protesto é principalmente a favor do Estado laico e das liberdades individuais”, explica. Ele continua, dizendo que a proposta da marcha em favor do estado laico, é proteger pessoas que são perseguidas por religiões: Homossexuais, travestis, pessoas de religiões de origem africana, que são frequentemente prejudicadas pelo conservadorismo medieval. Inspirada em movimentos como o Templo Satânico e a Global Order of Satan, a proposta da marcha pode ser chocante para alguns. No entanto, o objetivo principal não é confrontar diretamente os cristãos, mas sim unir pessoas que se identificam com a causa, segundo a organização. “Queremos fazer um protesto divertido, satírico e blasfêmico, e convidar a sociedade a ter mais pensamento crítico, mais empatia e substituir a sua intolerância pelo amor”. Os organizadores criaram um evento no facebook para divulgar o a marcha. Convidamos todos católicos a entrarem no evento e deixarem seu comentário em defesa a Nosso Senhor Jesus Cristo, contra esta blasfêmia. Clique aqui para deixar seu comentário.

  • Cardeal Hummes não desiste e diz que ordenação de homens casados será retomada no Vaticano

    Após a apresentação da Exortação Apostólica pós-sinodal Querida Amazônia, ocorrida nesta quarta-feira (13) no Vaticano, o Cardeal brasileiro Claudio Hummes ofereceu algumas declarações à imprensa afirmando que o tema da ordenação de homens casados será retomado junto ao Papa e as instâncias da Santa Sé. As declarações do purpurado, que também é presidente da REPAM (Rede Eclesial Panamazônica), responsável pela sondagem que deu origem ao Instrumentum Laboris do Sínodo, documento em que já se vislumbrava o pedido de admissão de homens casados ao sacerdócio, tiveram lugar na apresentação da Exortação Querida Amazônia na sede da CNBB em Brasília, na manhã de hoje, 12, e vão na contramão do que pediu o Papa Francisco no recém lançado documento. Nos números 89 e 90 do texto que foi apenas divulgado, o Santo Padre não contempla a possibilidade de que homens casados sejam ordenados sacerdotes, antes, pede que os bispos promovam vocações missionárias e enviem sacerdotes para a região panamazônica. Dom Claudio ofereceu estas declarações no contexto de uma pergunta sobre este pedido do Sínodo que não foi mencionado na Exortação. O Prefeito Emérito do Clero explicou primeiramente que “a questão da eventual ordenação de homens casados, não significa que o clero vai casar, mas, que homens casados em certas circunstâncias, possam ser ordenados padres continuando a viver como casados”. “Esta questão como todas as outras [do documento final], deverão ser trabalhadas agora junto ao Santo Padre e as instâncias da Santa Sé que tratam desses assuntos”, afirmou Dom Hummes, asseverando que o tema será retomado no Vaticano e que este pedido do Sínodo, contido no numeral 111 do Documento Final, deverá “ser elaborado e eventualmente, com um processo, ir sendo cumprido”. Neste sentido, disse o Cardeal brasileiro afirmou que será muito importante a atuação de um organismo eclesial a ser criado para a região amazônica. “Assim como existem as conferências (episcopais) nos países, exista lá também, dado que é uma região que inclui vários países, um tipo de organismo que ainda tem, de certa forma, que se formular, ver quais serão as suas competências”, disse. “Este organismo terá uma função muito importante junto com as instâncias do Papa no Vaticano, para irmos discutindo, e em que caso se poderia, de fato, realizar este pedido do Sínodo. (…) Certamente é este organismo que iria assumir a coordenação e a animação de todo este processo de aplicação do Sínodo”, ressaltou. Vale recordar que os bispos presentes na assembleia sinodal em Roma, votaram o pedido da criação de um organismo eclesial para a região e que o mesmo não seria uma Conferência Episcopal. Em outubro de 2019, ainda durante o Sínodo, Dom Walmor Oliveira, atual presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e Arcebispo de Belo Horizonte (MG), disse a ACI Digital: “Não estamos falando de conferência específica para a Amazônia”, ressaltou na ocasião, explicando que “estamos falando do fortalecimento de instâncias e do comprometimento de instâncias, inclusive novas, para que nós possamos fortalecer nosso caminho e nosso trabalho missionário na Amazônia”. Dom Cláudio durante a Conferência de imprensa também falou que o Documento Final do Sínodo, não deve “ir para a estante” e que o fato de não ser citado na Exortação não implica que o mesmo deverá ser rechaçado. “O Papa não cita nenhum para não dizer que este é mais importante ou este deve ser rejeitado”, disse o Cardeal, que foi o Relator Geral do Sínodo Amazônico. “Ele [o Papa] não fala de nenhum [ponto do documento final] e isso mostra que ele aprecia todos. E, por que ele aprecia? Porque são frutos do sínodo, não são frutos de um pequeno grupo de teólogos, mas é um sínodo que a Igreja ouviu. Tudo aquilo que o Sínodo decidiu ali e aprovou tem igual importância”, completou, sublinhando que “isso será trabalhado, certamente, para que possa atender na medida do necessário esse pedido”, afirma. Segundo Dom Hummes, a necessidade de insistir sobre o tema da ordenação de homens casados é a preocupação pela celebração da Eucaristia nas comunidades mais remotas da Amazônia. “A Eucaristia é “o que de fato nos preocupa, em Aparecida em 2007 já se falou disso e cada vez mais se falou dessa questão, depois que o Papa João Paulo II havia dito que a Eucaristia edifica a Igreja, que não pode haver uma Igreja sem Eucaristia. Então, se perguntava: é possível continuar como estamos continuando? É possível continuar assim? Temos o direito de continuar assim, sem tomar nenhuma nova prática ou nova forma de viver o ministério para que também essas comunidades tenham normalmente a Eucaristia e outros sacramentos necessários na vida cotidiana?”. Nesse sentido, reforçou que “devemos continuar trabalhando com as populações e vendo como é possível construir essa questão para ver como é possível que tenham a Eucaristia e outros sacramentos e trabalhar junto com o Vaticano, com os organismos que tratam desse assunto e, sobretudo, o próprio Papa. É preciso que nós cheguemos juntos a conclusões”. “Portanto, esse processo vai continuar, certamente, a ser animado e levado para frente”, concluiu. Fonte: ACI Digital

  • Cardeal Hummes não desiste e diz que ordenação de homens casados será retomada no Vaticano

    Após a apresentação da Exortação Apostólica pós-sinodal Querida Amazônia, ocorrida nesta quarta-feira (13) no Vaticano, o Cardeal brasileiro Claudio Hummes ofereceu algumas declarações à imprensa afirmando que o tema da ordenação de homens casados será retomado junto ao Papa e as instâncias da Santa Sé. As declarações do purpurado, que também é presidente da REPAM (Rede Eclesial Panamazônica), responsável pela sondagem que deu origem ao Instrumentum Laboris do Sínodo, documento em que já se vislumbrava o pedido de admissão de homens casados ao sacerdócio, tiveram lugar na apresentação da Exortação Querida Amazônia na sede da CNBB em Brasília, na manhã de hoje, 12, e vão na contramão do que pediu o Papa Francisco no recém lançado documento. Nos números 89 e 90 do texto que foi apenas divulgado, o Santo Padre não contempla a possibilidade de que homens casados sejam ordenados sacerdotes, antes, pede que os bispos promovam vocações missionárias e enviem sacerdotes para a região panamazônica. Dom Claudio ofereceu estas declarações no contexto de uma pergunta sobre este pedido do Sínodo que não foi mencionado na Exortação. O Prefeito Emérito do Clero explicou primeiramente que “a questão da eventual ordenação de homens casados, não significa que o clero vai casar, mas, que homens casados em certas circunstâncias, possam ser ordenados padres continuando a viver como casados”. “Esta questão como todas as outras [do documento final], deverão ser trabalhadas agora junto ao Santo Padre e as instâncias da Santa Sé que tratam desses assuntos”, afirmou Dom Hummes, asseverando que o tema será retomado no Vaticano e que este pedido do Sínodo, contido no numeral 111 do Documento Final, deverá “ser elaborado e eventualmente, com um processo, ir sendo cumprido”. Neste sentido, disse o Cardeal brasileiro afirmou que será muito importante a atuação de um organismo eclesial a ser criado para a região amazônica. “Assim como existem as conferências (episcopais) nos países, exista lá também, dado que é uma região que inclui vários países, um tipo de organismo que ainda tem, de certa forma, que se formular, ver quais serão as suas competências”, disse. “Este organismo terá uma função muito importante junto com as instâncias do Papa no Vaticano, para irmos discutindo, e em que caso se poderia, de fato, realizar este pedido do Sínodo. (…) Certamente é este organismo que iria assumir a coordenação e a animação de todo este processo de aplicação do Sínodo”, ressaltou. Vale recordar que os bispos presentes na assembleia sinodal em Roma, votaram o pedido da criação de um organismo eclesial para a região e que o mesmo não seria uma Conferência Episcopal. Em outubro de 2019, ainda durante o Sínodo, Dom Walmor Oliveira, atual presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e Arcebispo de Belo Horizonte (MG), disse a ACI Digital: “Não estamos falando de conferência específica para a Amazônia”, ressaltou na ocasião, explicando que “estamos falando do fortalecimento de instâncias e do comprometimento de instâncias, inclusive novas, para que nós possamos fortalecer nosso caminho e nosso trabalho missionário na Amazônia”. Dom Cláudio durante a Conferência de imprensa também falou que o Documento Final do Sínodo, não deve “ir para a estante” e que o fato de não ser citado na Exortação não implica que o mesmo deverá ser rechaçado. “O Papa não cita nenhum para não dizer que este é mais importante ou este deve ser rejeitado”, disse o Cardeal, que foi o Relator Geral do Sínodo Amazônico. “Ele [o Papa] não fala de nenhum [ponto do documento final] e isso mostra que ele aprecia todos. E, por que ele aprecia? Porque são frutos do sínodo, não são frutos de um pequeno grupo de teólogos, mas é um sínodo que a Igreja ouviu. Tudo aquilo que o Sínodo decidiu ali e aprovou tem igual importância”, completou, sublinhando que “isso será trabalhado, certamente, para que possa atender na medida do necessário esse pedido”, afirma. Segundo Dom Hummes, a necessidade de insistir sobre o tema da ordenação de homens casados é a preocupação pela celebração da Eucaristia nas comunidades mais remotas da Amazônia. “A Eucaristia é “o que de fato nos preocupa, em Aparecida em 2007 já se falou disso e cada vez mais se falou dessa questão, depois que o Papa João Paulo II havia dito que a Eucaristia edifica a Igreja, que não pode haver uma Igreja sem Eucaristia. Então, se perguntava: é possível continuar como estamos continuando? É possível continuar assim? Temos o direito de continuar assim, sem tomar nenhuma nova prática ou nova forma de viver o ministério para que também essas comunidades tenham normalmente a Eucaristia e outros sacramentos necessários na vida cotidiana?”. Nesse sentido, reforçou que “devemos continuar trabalhando com as populações e vendo como é possível construir essa questão para ver como é possível que tenham a Eucaristia e outros sacramentos e trabalhar junto com o Vaticano, com os organismos que tratam desse assunto e, sobretudo, o próprio Papa. É preciso que nós cheguemos juntos a conclusões”. “Portanto, esse processo vai continuar, certamente, a ser animado e levado para frente”, concluiu. Fonte: ACI Digital

  • Na Finlândia, jovem é decapitada pelo namorado muçulmano imigrante da Palestina

    Sanni Ovaska era militante pró-refugiados e ativista LGBT. Seu namorado a decapitou quando ela se recusou a ir com ele para a Palestina Ovaska, uma jovem finlandesa da cidade Hämeenlin, era ativista LGBT, adepta às politicas sociais progressistas, contra o conservadorismo e dizia que “homens brancos são uma merda”. Ovaska namorava o refugiado palestino Hasan Alqina, de 27 anos. O rapaz conseguiu residência temporária no velho continente graças às políticas de fronteiras abertas da chanceler alemã Ângela Merkel. Hasan manifestava-se nas redes sociais com mensagens de ódio a Donald Trump e dizia-se muçulmano fanático. De acordo com o portal Conexão Política, há indícios de que Alqina participava da milícia islâmica fundamentalista Hamas. Depois de um tempo de relacionamento, Sanni convidou o palestino a morar em sua casa. Com o pedido de asilo rejeitado (a informação de que era refugiado foi considerada falsa) Hasan teria que voltar ao seu país de origem e queria levar Sanni consigo. Ao rejeitar à proposta e romper o namoro, pois não desejava abandonar a família, Sanni sentenciou sua própria morte. O “refugiado” não aceitou a decisão da garota e no dia 20 de janeiro passado decapitou a jovem no apartamento em que foi abrigado por ela. O comissário de polícia, Marko Mäkinen, informou que Hasan Alqina provavelmente matou-se após o assassinato. E nada mais disse – há uma lei na Finlândia que proíbe autoridades a comunicar o andamento das investigações quando se trata de crimes que envolvam estrangeiros. Segundo o canal CSTV, o povo finlandês está indignado porque tanto a polícia quanto a mídia estão em silêncio sobre o caso. Fonte: Senso Incomum

  • Na Finlândia, jovem é decapitada pelo namorado muçulmano imigrante da Palestina

    Sanni Ovaska era militante pró-refugiados e ativista LGBT. Seu namorado a decapitou quando ela se recusou a ir com ele para a Palestina Ovaska, uma jovem finlandesa da cidade Hämeenlin, era ativista LGBT, adepta às politicas sociais progressistas, contra o conservadorismo e dizia que “homens brancos são uma merda”. Ovaska namorava o refugiado palestino Hasan Alqina, de 27 anos. O rapaz conseguiu residência temporária no velho continente graças às políticas de fronteiras abertas da chanceler alemã Ângela Merkel. Hasan manifestava-se nas redes sociais com mensagens de ódio a Donald Trump e dizia-se muçulmano fanático. De acordo com o portal Conexão Política, há indícios de que Alqina participava da milícia islâmica fundamentalista Hamas. Depois de um tempo de relacionamento, Sanni convidou o palestino a morar em sua casa. Com o pedido de asilo rejeitado (a informação de que era refugiado foi considerada falsa) Hasan teria que voltar ao seu país de origem e queria levar Sanni consigo. Ao rejeitar à proposta e romper o namoro, pois não desejava abandonar a família, Sanni sentenciou sua própria morte. O “refugiado” não aceitou a decisão da garota e no dia 20 de janeiro passado decapitou a jovem no apartamento em que foi abrigado por ela. O comissário de polícia, Marko Mäkinen, informou que Hasan Alqina provavelmente matou-se após o assassinato. E nada mais disse – há uma lei na Finlândia que proíbe autoridades a comunicar o andamento das investigações quando se trata de crimes que envolvam estrangeiros. Segundo o canal CSTV, o povo finlandês está indignado porque tanto a polícia quanto a mídia estão em silêncio sobre o caso. Fonte: Senso Incomum

  • ALUSÕES, AMBIGUIDADES E POESIA NA EXORTAÇÃO “QUERIDA AMAZÔNIA” DE PAPA FRANCISCO – Stefano Fontana

    A linguagem do magistério eclesiástico é um aspecto importante do próprio magistério eclesiástico. O estilo expositivo dos documentos magisteriais deve ser apropriado tanto ao conteúdo que está sendo ensinado, quanto à autoridade de quem ensina. Não parecem adequadas palavras e frases ambíguas, vaga e multiplamente interpretáveis, alusivas e não declarativas, pouco claras em sua estrutura, com a possibilidade de mal-entendidos da parte daqueles que se dispõe a aprender. Os documentos, que preveem um consentimento obrigatório dos fiéis, devem ser claramente formulados, tanto no conteúdo quanto na forma, uma vez que o fiel não pode sentir-se obrigado a concordar com o magistério se colocado diante de proposições com belas imagens, mas com conteúdo teológico aproximativo, expresso com uma linguagem imprecisa. Para dar seu consentimento em questões de fé e moral, e fazê-lo de forma consciente, o crente deve entender bem aquilo a que está dando sua aprovação. O resto é literatura. Do Vaticano II em diante, esse aspecto da linguagem se tornou um problema central. Desde que se impôs a intenção pastoral, paralelamente àquela doutrinal, sem eliminá-la, mas condicionando-a, a expressão linguística dos ensinamentos tornou-se mais imprecisa. Para focalizar corretamente, por ex., algumas frases de Gaudium et spes, é necessário fazer referência a outras passagens da mesma Constituição pastoral, a outros pontos de outros documentos do Concílio, até chegar ao próprio Catecismo. Nos ensinamentos do Papa Francisco, esse problema só aumentou. A exortação apostólica Amoris laetitia é, talvez, o principal exemplo: sua linguagem é cheia de imagens de efeito, usa instrumentos retóricos de vários tipos, põe perguntas às quais não responde, usa frequentemente exageros e hipérboles, alude a critérios e soluções que não explicita, as palavras são usadas com liberdade e segundo códigos diversos, como quando, por exemplo, se usa a expressão “situações familiares” tanto para casais de fato como para uniões entre pessoas do mesmo sexo. Dessa maneira, os fiéis não entendem claramente qual é o exato ensinamento (agora se sabe como Amoris laetitia queria dizer aquilo que expressamente não disse). O magistério não deve insinuar, mas afirmar. O problema decorre do desejo de explicitar indicações pastorais a partir de situações existenciais. Uma linguagem precisa (é o que se pensa) seria capaz de definir verdades abstratas de fé e moral, mas não de trazer à tona as situações concretas da vida, em que as pessoas estão efetivamente mergulhadas. Pela mesma razão, considera-se inútil ensinar verdades com precisão, acreditando que o magistério deveria antes despertar reflexões, comparações e abrir novos caminhos. Depois de compreendidas essas motivações, é preciso no entanto perguntar se esse é o verdadeiro papel do magistério eclesiástico e se uma linguagem destinada a tais fins não correria o risco de confundir os leitores. Também a exortação apostólica do papa Francisco sobre a Amazônia repete esse tipo de linguagem, com o uso de imagens, inserções de poemas, conceitos ambientalistas de fácil assimilação, expressões carregadas de profetismo social, julgamentos históricos drásticos que espantam, mas que parecem improvisados, imagens de impacto lírico: “Dos cumes mais altos da cordilheira, onde as neves são eternas, a água flui e traça um sulco vibrante na pele antiga da pedra: assim nasce o rio Amazonas. Nasce a cada momento. Desce lentamente, luz sinuosa, para crescer na terra… “ Na Exortação Querida Amazônia, ilustram-se quatro “sonhos”; mas que significado magisterial deve ser dado a essa palavra? O que significa o quarto sonho, concernente à “irresistível beleza natural que a adorna [a Amazônia], a vida transbordante que enche seus rios e florestas”? Que os “povos originários da Amazônia têm um forte senso de comunidade” é uma expressão aceitável, mas também é muito imprecisa. O que significa “combinar sabedoria ancestral com conhecimento técnico contemporâneo” ou reconhecer a Amazônia como “um mistério sagrado”? Por que, na linguagem de uma exortação apostólica, dar espaço a uma  expressão como  Mãe Terra? Por que são citados poetas como Neruda e Vinícius de Moraes? É lícito perguntar se, para expressar a contemplação da natureza, é realmente útil usar expressões como estas: “Se entramos em comunhão com a floresta, nossa voz se juntará facilmente à sua e se transformará em prece”; “Distendidos à sombra de um velho eucalipto, a nossa prece de luz mergulha no canto dos galhos eternos”. Também é estranho que, embora a Exortação não assuma o documento final do Sínodo, é logo dito nos primeiros parágrafos que toda a jornada sinodal deve ter uma recepção harmoniosa, criativa e frutífera; que o documento final deve ser lido na íntegra; que devemos nos comprometer com sua aplicação e que deve inspirar todas as pessoas de boa vontade. Para permanecer sempre no campo expressivo, também é estranho que a nota 120 — mais uma vez uma “nota”, como em Amoris laetitia — nos lembre que “no Sínodo ventilou-se a proposta de elaborar um rito amazônico”, o que poderia estar relacionado aos “viri probati [homens casados, de fé comprovada, que poderiam ser ordenados sacerdotes]”. Problemas de linguagem, certamente. Mas problemas de linguagem nunca são apenas problemas de linguagem. https://lanuovabq.it/it/allusioni-ambiguita-e-poesia-dimmi-come-parli-e-ti-diro-che-magistero-e

  • Cardeal Zen para congressistas: China quer ‘rendição’ do Vaticano

    Depois de se encontrar com o cardeal, o congressista Smith disse que o cardeal Zen “é um São Paulo de nossa época, que não é apenas uma testemunha santa e eficaz do Evangelho de Jesus Cristo, mas também um homem de grande verdade sobre o que realmente é. acontecendo na China. ” WASHINGTON, DC – O cardeal Joseph Zen, bispo emérito de Hong Kong, disse que a situação da Igreja na China é terrível. O cardeal também previu o fim da Igreja subterrânea. “A situação é muito ruim. E a fonte não é o papa. O papa não sabe muito sobre a China ”, disse o cardeal Zen à CNA na terça-feira “O Santo Padre Francisco mostra um carinho especial por mim”, disse o cardeal Zen, mas acrescentou que está em confronto com o cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano. Estou lutando com Parolin. Porque as coisas ruins vêm dele ”, acrescentou o cardeal Zen. O cardeal Parolin, disse o cardeal Zen, é “tão otimista quanto ao chamado ‘Ostpolitik’, o compromisso”. Mas, disse o cardeal à CNA, “você não pode se comprometer” com o Partido Comunista Chinês, a quem ele chamou de “perseguidores” da fé. “Eles querem rendição completa. Isso é comunismo. ” O cardeal Zen conversou com a CNA em 11 de fevereiro, enquanto estava em Washington, DC, para se encontrar com membros do Congresso no escritório do congressista americano Chris Smith, RN.J. Após a reunião, o deputado Smith disse à CNA que o cardeal Zen “é um São Paulo de nossa época, que não é apenas uma testemunha santa e eficaz do Evangelho de Jesus Cristo, mas também um homem de grande verdade sobre o que realmente é. acontecendo na China. ” Durante a reunião, o cardeal e os membros do Congresso falaram sobre o programa de “sinicização” da prática religiosa da China no país e o esforço de um ano do governo comunista para colocar à força a religião sob seu controle. Algumas celebrações do Natal foram proibidas na China, as Bíblias foram reescritas por ordem das autoridades regionais e as vocações estão diminuídas, disse o cardeal Zen aos legisladores. “Acho que isso teve um efeito paralisante na Igreja Católica”, disse o representante Smith. Em 2018, a Santa Sé e a China chegaram a um acordo sobre a ordenação de bispos nas dioceses chinesas, dando voz ao regime comunista na seleção e verificação de candidatos episcopais. Esse acordo deveria unificar a Igreja na China, trazendo a Associação Patriótica Católica Chinesa sancionada pelo Estado em comunhão com a Santa Sé e unificando-a com a Igreja subterrânea leal a Roma. Críticos do acordo, incluindo o cardeal Zen, alertaram que a Igreja clandestina não seria suficientemente protegida dos esforços do governo chinês para impor sua ideologia a todas as religiões do país, incluindo o catolicismo. Um relatório da Comissão Congressional da China, publicado em janeiro, observou que os abusos dos direitos humanos se intensificaram na China durante o ano de 2019, e a perseguição aos católicos piorou após o acordo entre o Vaticano e a China. “Cada vez mais, a Igreja está sob perseguição”, disse o cardeal Zen na terça-feira, “tanto a Igreja oficial quanto a clandestinidade”. A Igreja clandestina, disse ele, “está fadada ao desaparecimento”, à medida que os bispos mais velhos leais à fé estão morrendo e nenhum novo bispo está sendo indicado – o que significa que nenhum novo sacerdote pode ser ordenado. O cardeal Zen disse que os católicos chineses vêm a Hong Kong do continente para perguntar o que ele pode fazer pela Igreja na China. “Não posso fazer nada. Não tenho voz no Vaticano. Simplesmente não ”, ele disse à CNA. “E assim, humanamente, a situação é desesperadora para a Igreja Católica”, acrescentou o cardeal Zen. O cardeal Zen é o bispo emérito da diocese de Hong Kong, a região administrativa especial assistiu a quase um ano de protestos pró-democracia, começando com a oposição um projeto de lei para permitir a extradição de indivíduos de Hong Kong para a China continental. Os protestos também se concentraram em proteger o status especial de Hong Kong contra a crescente influência e controle percebidos pelo governo da China continental. O projeto de extradição acabou sendo retirado da consideração. Recentemente, a CNA informou que um candidato ao próximo bispo de Hong Kong havia sido convocado pelo Vaticano, mas que o anúncio foi adiado porque o candidato seria visto como muito solidário com o governo da China continental. Pe. Peter Choy Wai-man foi escolhido para suceder o bispo Michael Yeung Ming-cheung, que morreu inesperadamente em janeiro de 2019. Desde então, a diocese é administrada pelo sucessor imediato do cardeal Zen, cardeal John Tong Hon, que se aposentou em 2017. A CNA também informou que a primeira escolha do Vaticano como o novo bispo de Hong Kong, atual auxiliar do bispo Joseph Ha Chi – teve sua nomeação suspensa antes de ser anunciado depois que ele foi fotografado participando de protestos de rua contra o governo. Tradução de National Catholic Register | Matt Hadro / CNA #China #papafrancisco #Vaticano

  • Cardeal Zen para congressistas: China quer ‘rendição’ do Vaticano

    Depois de se encontrar com o cardeal, o congressista Smith disse que o cardeal Zen “é um São Paulo de nossa época, que não é apenas uma testemunha santa e eficaz do Evangelho de Jesus Cristo, mas também um homem de grande verdade sobre o que realmente é. acontecendo na China. ” WASHINGTON, DC – O cardeal Joseph Zen, bispo emérito de Hong Kong, disse que a situação da Igreja na China é terrível. O cardeal também previu o fim da Igreja subterrânea. “A situação é muito ruim. E a fonte não é o papa. O papa não sabe muito sobre a China ”, disse o cardeal Zen à CNA na terça-feira “O Santo Padre Francisco mostra um carinho especial por mim”, disse o cardeal Zen, mas acrescentou que está em confronto com o cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano. Estou lutando com Parolin. Porque as coisas ruins vêm dele ”, acrescentou o cardeal Zen. O cardeal Parolin, disse o cardeal Zen, é “tão otimista quanto ao chamado ‘Ostpolitik’, o compromisso”. Mas, disse o cardeal à CNA, “você não pode se comprometer” com o Partido Comunista Chinês, a quem ele chamou de “perseguidores” da fé. “Eles querem rendição completa. Isso é comunismo. ” O cardeal Zen conversou com a CNA em 11 de fevereiro, enquanto estava em Washington, DC, para se encontrar com membros do Congresso no escritório do congressista americano Chris Smith, RN.J. Após a reunião, o deputado Smith disse à CNA que o cardeal Zen “é um São Paulo de nossa época, que não é apenas uma testemunha santa e eficaz do Evangelho de Jesus Cristo, mas também um homem de grande verdade sobre o que realmente é. acontecendo na China. ” Durante a reunião, o cardeal e os membros do Congresso falaram sobre o programa de “sinicização” da prática religiosa da China no país e o esforço de um ano do governo comunista para colocar à força a religião sob seu controle. Algumas celebrações do Natal foram proibidas na China, as Bíblias foram reescritas por ordem das autoridades regionais e as vocações estão diminuídas, disse o cardeal Zen aos legisladores. “Acho que isso teve um efeito paralisante na Igreja Católica”, disse o representante Smith. Em 2018, a Santa Sé e a China chegaram a um acordo sobre a ordenação de bispos nas dioceses chinesas, dando voz ao regime comunista na seleção e verificação de candidatos episcopais. Esse acordo deveria unificar a Igreja na China, trazendo a Associação Patriótica Católica Chinesa sancionada pelo Estado em comunhão com a Santa Sé e unificando-a com a Igreja subterrânea leal a Roma. Críticos do acordo, incluindo o cardeal Zen, alertaram que a Igreja clandestina não seria suficientemente protegida dos esforços do governo chinês para impor sua ideologia a todas as religiões do país, incluindo o catolicismo. Um relatório da Comissão Congressional da China, publicado em janeiro, observou que os abusos dos direitos humanos se intensificaram na China durante o ano de 2019, e a perseguição aos católicos piorou após o acordo entre o Vaticano e a China. “Cada vez mais, a Igreja está sob perseguição”, disse o cardeal Zen na terça-feira, “tanto a Igreja oficial quanto a clandestinidade”. A Igreja clandestina, disse ele, “está fadada ao desaparecimento”, à medida que os bispos mais velhos leais à fé estão morrendo e nenhum novo bispo está sendo indicado – o que significa que nenhum novo sacerdote pode ser ordenado. O cardeal Zen disse que os católicos chineses vêm a Hong Kong do continente para perguntar o que ele pode fazer pela Igreja na China. “Não posso fazer nada. Não tenho voz no Vaticano. Simplesmente não ”, ele disse à CNA. “E assim, humanamente, a situação é desesperadora para a Igreja Católica”, acrescentou o cardeal Zen. O cardeal Zen é o bispo emérito da diocese de Hong Kong, a região administrativa especial assistiu a quase um ano de protestos pró-democracia, começando com a oposição um projeto de lei para permitir a extradição de indivíduos de Hong Kong para a China continental. Os protestos também se concentraram em proteger o status especial de Hong Kong contra a crescente influência e controle percebidos pelo governo da China continental. O projeto de extradição acabou sendo retirado da consideração. Recentemente, a CNA informou que um candidato ao próximo bispo de Hong Kong havia sido convocado pelo Vaticano, mas que o anúncio foi adiado porque o candidato seria visto como muito solidário com o governo da China continental. Pe. Peter Choy Wai-man foi escolhido para suceder o bispo Michael Yeung Ming-cheung, que morreu inesperadamente em janeiro de 2019. Desde então, a diocese é administrada pelo sucessor imediato do cardeal Zen, cardeal John Tong Hon, que se aposentou em 2017. A CNA também informou que a primeira escolha do Vaticano como o novo bispo de Hong Kong, atual auxiliar do bispo Joseph Ha Chi – teve sua nomeação suspensa antes de ser anunciado depois que ele foi fotografado participando de protestos de rua contra o governo. Tradução de National Catholic Register | Matt Hadro / CNA #China #papafrancisco #Vaticano

  • Em ‘Querida Amazônia’, o Papa Francisco apresenta uma visão para o futuro da Amazônia

    A exortação apostólica pós-sinodal  Querida Amazônia  apresenta os ‘Quatro Sonhos’ do Santo Padre para a região, mas evita o endosso de padres casados ​​ou de diaconisas. Através de “quatro grandes sonhos” para um futuro melhor ecológico, social, cultural e eclesial, o Papa Francisco diz que deseja que sua nova exortação apostólica pós-sinodal “desperte” o “afeto e preocupação” do mundo pela região amazônica – e ajude outras áreas do mundo a enfrentar seus próprios desafios. Intitulado Querida Amazônia (Amazônia Amada), seu documento de resumo de 16.000 palavras é dividido em quatro capítulos, cada um dedicado a um “grande sonho”. Com base no magistério de Francisco e nos documentos das conferências episcopais na região, segue-se o Sínodo dos Bispos do ano passado sobre o tema Amazônia: Novos Caminhos para a Igreja e para uma Ecologia Integral. A região amazônica, afirma a exortação papal, é um “grande bioma” compartilhado por nove países: Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname, Venezuela e o território da Guiana Francesa. O aspecto mais aguardado do documento – a ordenação de diáconos permanentes casados ​​para compensar a escassez de padres na região – não é explicitamente endossado, apesar da maioria dos padres sinodais votarem em tal proposta. O papa não menciona as palavras “padres casados”, “celibato sacerdotal” ou ” viri probati “. Ele diz que “um caminho deve ser encontrado” para garantir que os padres possam levar a Eucaristia a áreas remotas, mas enfatiza mais os leigos. um papel maior, sublinhando a importância do sacerdócio. Além disso, apesar dos padres sinodais discutirem longamente as possibilidades de um diaconato feminino, ele não menciona o assunto e rejeita a pressão por ordens sagradas para as mulheres, dizendo que tal movimento “clericalizaria as mulheres” e diminuiria sua “contribuição indispensável”. Ele também não faz menção explícita a um rito amazônico da Missa, também um assunto amplamente debatido no Sínodo, mas exige que sejam feitos maiores esforços para respeitar os “rituais, gestos e símbolos” nativos e para “inculturar a liturgia entre Pessoas indígenas.” ‘Um sonho social’ Francisco inicia seu documento resumido, descrevendo-o como uma “breve estrutura de reflexão” e comparando-o com o documento final do sínodo, que ele diz que não pretende substituir ou duplicar. “Gostaria de apresentar oficialmente o documento final”, diz ele, acrescentando que esse texto apresenta as conclusões do sínodo melhor do que ele pode, e instando “todos a lerem na íntegra”. O primeiro capítulo do papa, intitulado “Um sonho social”, concentra-se em elevar a qualidade de vida do povo da Amazônia, com ênfase especial em ajudar os pobres e combater a “injustiça e crime”. Ele critica os danos causados ​​por “fatores econômicos”. atores ”importando modelos“ estranhos ”de exploração de recursos para os territórios, a migração de povos indígenas para as cidades e o aumento da xenofobia, exploração sexual e tráfico de drogas. “Precisamos nos sentir ultrajados, como Moisés, como Jesus, e Deus diante da injustiça”, escreve o papa, acrescentando que a extensão da injustiça e da exploração perpetrada na região amazônica no último século “deve provocar profunda aversão. ” Ele observa que alguns missionários “nem sempre ficaram do lado dos oprimidos” e pede humildemente perdão, enfatizando que é possível “superar as várias mentalidades colonizadoras” e instando a educação para os pobres. O Papa também observa que, assim como os membros da Igreja são culpados de corrupção, o mesmo ocorre com os povos da Amazônia, que então se tornaram as principais vítimas. O Santo Padre termina o capítulo pedindo o diálogo, primeiramente com os pobres, respeitando-os como “tendo um papel de liderança a desempenhar” e levantando uma “voz profética” em favor deles. ‘Um sonho cultural’ No capítulo dois, intitulado “Um sonho cultural”, o papa adota uma abordagem positiva sobre os povos indígenas e suas culturas, dizendo que eles não devem ser vistos como “selvagens ‘não civilizados’”. Eles são “simplesmente herdeiros de diferentes culturas e outras formas de civilização que em tempos anteriores era bastante desenvolvida ”, escreve ele. Novamente, ele lamenta como os povos indígenas foram levados para as cidades, separando-os de suas raízes culturais e diz que “generalizações injustas, argumentos simplistas e conclusões tiradas apenas com base em nossas próprias mentalidades e experiências” devem ser evitadas. Ele observa como uma “visão consumista” tem um “efeito nivelador sobre as culturas”, diz que a “colonização pós-moderna” deve ser combatida e exorta os jovens a “se encarregarem” de suas raízes. Para os batizados, essas raízes incluem “a história de Israel e a Igreja”, que, diz ele, “podem trazer alegria” e inspirar “ações nobres e corajosas”. O papa apela ao diálogo com as culturas amazônicas e diz que uma identidade autêntica não é preservada por “um isolamento empobrecido”. A preocupação com os valores culturais indígenas deve, portanto, ser “compartilhada por todos”, pois sua “riqueza também é nossa”. Por outro lado, ele observa como uma “economia globalizada danifica descaradamente” a riqueza da vida e que a “desintegração das famílias” é resultado de “migração forçada”. A qualidade de vida não pode ser imposta “de fora”, diz ele, como deve ser “entendido no mundo dos símbolos e costumes próprios de cada grupo”. ‘Sonho Ecológico’ Francisco se volta para o “Sonho Ecológico” no Capítulo Três, observando que o Senhor nos ensina a cuidar um do outro e do meio ambiente e lembrando os ensinamentos de Bento XVI sobre “ecologia humana” e o vínculo com o “respeito pela natureza”. “Tudo está conectado”, extraído da encíclica ambiental de Francis Laudato Si (cuidar de nosso lar comum) , é “particularmente verdadeiro” da região amazônica, diz ele. Ele continua abusando do meio ambiente e exige o fim da “destruição da mãe Terra”, dizendo que “multinacionais cortaram” suas veias e ela está “sangrando”. Francis enfatiza a importância da água, refere-se ao rio Amazonas como a “coluna vertebral” da região e diz que o “equilíbrio do nosso planeta” depende da “saúde da Amazônia”. As florestas tropicais servem como um “grande filtro de dióxido de carbono” , Diz ele, que evita o aquecimento global e contém “inúmeros recursos” que podem ser “essenciais para curar doenças”. Novamente, ele critica “indústrias poderosas” e “enormes interesses econômicos globais” pela exploração e por ameaçar o bioma Amazônia, mas ele diz que a resposta não é encontrada em “internacionalizar a região amazônica”, mas sim em um “maior senso de responsabilidade” sobre a parte dos estados-nação. Ele recomenda que a “sabedoria ancestral” dos povos indígenas aprenda a proteger a região e aprenda com o povo da Amazônia a “contemplar” a região e não apenas analisá-la. “Se entrarmos em comunhão com a floresta, nossas vozes se misturarão facilmente com as suas e se tornarão uma oração”, escreve o papa, levando a uma “conversão interior” que “nos permitirá chorar pela região amazônica e participar da seu clamor ao Senhor. ” Ele termina o capítulo pedindo “educação ecológica” para superar um “consumismo e a cultura de desperdícios” profundamente enraizados na região – algo que, segundo ele, a Igreja pode ajudar. ‘Um sonho eclesial’ Isso o leva ao capítulo final e mais longo, “Um sonho eclesial”, no qual o papa se concentra no papel da Igreja na região. Ele enfatiza que é vital pregar o Evangelho e levar Cristo a outras pessoas para que os problemas da Amazônia sejam adequadamente enfrentados. Isso deve incluir a “grande mensagem da salvação” e trabalhar pela “justiça e dignidade que eles merecem”. Os indígenas “têm o direito de ouvir o Evangelho” e de saber que Deus ama todo homem e mulher em Cristo “crucificado por nós e ressuscitou em nossas vidas. ” Referindo-se à Grande Comissão, ele diz que sem essa “grande mensagem, toda estrutura eclesial se tornaria outra ONG e não seguiríamos o mandamento dado por Cristo: ‘Vá a todo o mundo e pregue o Evangelho a toda a criação’. “ Ele freqüentemente enfatiza a importância do kerygma (proclamar o Evangelho), ao mesmo tempo em que enfatiza a importância da Igreja remodelar sua identidade “através da escuta e do diálogo”. Desse modo, a inculturação pode ocorrer “que não rejeita nada da bondade que já existe na Igreja”. Culturas amazônicas, mas a realiza à luz do evangelho. ” O papa continua dizendo que o cristianismo “não tem apenas uma expressão cultural” e o que é necessário é “abertura corajosa à novidade do Espírito”. E novamente ele exalta a cultura indígena, dizendo que “grandes riquezas” foram herdadas de eles, incluindo uma abertura à ação de Deus, gratidão, sacralidade, solidariedade, responsabilidade compartilhada, a importância do culto e da crença na vida após a morte. Sua capacidade de se contentar com pouco “deve ser valorizada e adotada no processo de evangelização”, diz ele. Talvez em uma referência oblíqua à controvérsia de Pachamama durante o Sínodo e à aparente adoração pagã nos Jardins do Vaticano em 4 de outubro, o papa diz: “Não sejamos rápidos em descrever como superstição ou paganismo certas práticas religiosas que surgem espontaneamente da vida. dos povos ”e acrescenta:“ É possível assumir um símbolo indígena de alguma forma, sem necessariamente considerá-lo como idolatria ”. O papa não discute um rito amazônico da missa; em vez disso, ele apóia elementos da cultura indígena – “música, dança, rituais, gestos e símbolos” – sendo “levados para a liturgia”, mas observa que, após 50 anos, “ainda temos muito a percorrer nesse sentido”. Ele expressa desaprovação de uma Igreja que “exclui e afasta as pessoas” e, em vez disso, defende uma Igreja que deve “oferecer entendimento, conforto e aceitação”, em vez de impor um “conjunto de regras” que apenas leva a se sentir “julgado e abandonado”. Mas a misericórdia, diz ele, “pode ​​se tornar um mero slogan sentimental, a menos que encontre expressão concreta em seu alcance pastoral”. «Viri Probati» Ele pede uma revisão completa da formação sacerdotal para torná-la mais pastoral, mas em nenhum lugar ele menciona padres casados ​​ou viri probati (a ordenação ao sacerdócio de homens casados ​​”de virtude comprovada”). O Papa Francisco ressalta que, em “lugares mais remotos, é preciso encontrar um caminho” para garantir o ministério sacerdotal. “Eles precisam da celebração da Eucaristia porque ela ‘faz a Igreja’”, diz ele, e uma nota de rodapé que acompanha (no. 136) cita o cânon 517 que declara que, devido à falta de padres, um bispo pode confiar “participação no exercício do cuidado pastoral de uma paróquia ”a um“ diácono, a outra pessoa que não é sacerdote ou a uma comunidade de pessoas ”. Ele continua dizendo que a Eucaristia “exige o desenvolvimento” de uma “rica variedade” de “dons e carismas” e que os sacerdotes são necessários, mas acrescenta: “isso não significa que diáconos permanentes, religiosas e leigos não possam assumir regularmente responsabilidades importantes para o crescimento das comunidades e desempenhar essas funções de maneira cada vez mais eficaz com a ajuda de um acompanhamento adequado “. Consequentemente, ele diz que “não é simplesmente uma questão de facilitar uma maior presença de ministros ordenados que podem celebrar a Eucaristia”. Esse seria um “objetivo muito restrito”, diz ele, se “nova vida em comunidades” também não fosse despertada. , e ele defende um maior envolvimento leigo. O papel das mulheres Ele exalta o papel das mulheres na Igreja na Amazônia, mas diz que seria um “reducionismo” acreditar que apenas dar ordens sagradas às mulheres significaria que elas tinham “maior status e participação na Igreja”. Isso “restringiria nossa visão”. , Diz ele, levando a Igreja a clericalizar as mulheres, diminuir o grande valor do que elas já realizaram e, sutilmente, tornar sua contribuição indispensável menos eficaz. Ao enfatizar que um padre assume a pessoa de Cristo como esposo de sua noiva, a Igreja, o Papa destaca ainda a importância de os sacerdotes serem homens, acrescentando que as mulheres contribuem para a Igreja “de uma maneira que seja adequadamente deles, fazendo apresentam a tenra força de Maria, a Mãe. ”Ele acrescenta que em uma“ Igreja sinodal ”, as mulheres têm um papel central a desempenhar nas comunidades amazônicas e devem ter acesso a outras posições que não envolvam Ordens Sagradas. Após algumas breves palavras sobre o que o ecumenismo e o diálogo inter-religioso podem oferecer à região, o Papa conclui com uma oração a Maria, pedindo-lhe que “reine no coração pulsante da Amazônia” e “toque o coração dos poderosos” para que que “ninguém mais pode reivindicar domínio sobre a obra de Deus”. “Confiamos em você, mãe da vida”, conclui o papa. “Não nos abandone nesta hora sombria. Amém.” Tradução de National Catholic Register #papafrancisco #SínododaAmazônia

  • Em ‘Querida Amazônia’, o Papa Francisco apresenta uma visão para o futuro da Amazônia

    A exortação apostólica pós-sinodal  Querida Amazônia  apresenta os ‘Quatro Sonhos’ do Santo Padre para a região, mas evita o endosso de padres casados ​​ou de diaconisas. Através de “quatro grandes sonhos” para um futuro melhor ecológico, social, cultural e eclesial, o Papa Francisco diz que deseja que sua nova exortação apostólica pós-sinodal “desperte” o “afeto e preocupação” do mundo pela região amazônica – e ajude outras áreas do mundo a enfrentar seus próprios desafios. Intitulado Querida Amazônia (Amazônia Amada), seu documento de resumo de 16.000 palavras é dividido em quatro capítulos, cada um dedicado a um “grande sonho”. Com base no magistério de Francisco e nos documentos das conferências episcopais na região, segue-se o Sínodo dos Bispos do ano passado sobre o tema Amazônia: Novos Caminhos para a Igreja e para uma Ecologia Integral. A região amazônica, afirma a exortação papal, é um “grande bioma” compartilhado por nove países: Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname, Venezuela e o território da Guiana Francesa. O aspecto mais aguardado do documento – a ordenação de diáconos permanentes casados ​​para compensar a escassez de padres na região – não é explicitamente endossado, apesar da maioria dos padres sinodais votarem em tal proposta. O papa não menciona as palavras “padres casados”, “celibato sacerdotal” ou ” viri probati “. Ele diz que “um caminho deve ser encontrado” para garantir que os padres possam levar a Eucaristia a áreas remotas, mas enfatiza mais os leigos. um papel maior, sublinhando a importância do sacerdócio. Além disso, apesar dos padres sinodais discutirem longamente as possibilidades de um diaconato feminino, ele não menciona o assunto e rejeita a pressão por ordens sagradas para as mulheres, dizendo que tal movimento “clericalizaria as mulheres” e diminuiria sua “contribuição indispensável”. Ele também não faz menção explícita a um rito amazônico da Missa, também um assunto amplamente debatido no Sínodo, mas exige que sejam feitos maiores esforços para respeitar os “rituais, gestos e símbolos” nativos e para “inculturar a liturgia entre Pessoas indígenas.” ‘Um sonho social’ Francisco inicia seu documento resumido, descrevendo-o como uma “breve estrutura de reflexão” e comparando-o com o documento final do sínodo, que ele diz que não pretende substituir ou duplicar. “Gostaria de apresentar oficialmente o documento final”, diz ele, acrescentando que esse texto apresenta as conclusões do sínodo melhor do que ele pode, e instando “todos a lerem na íntegra”. O primeiro capítulo do papa, intitulado “Um sonho social”, concentra-se em elevar a qualidade de vida do povo da Amazônia, com ênfase especial em ajudar os pobres e combater a “injustiça e crime”. Ele critica os danos causados ​​por “fatores econômicos”. atores ”importando modelos“ estranhos ”de exploração de recursos para os territórios, a migração de povos indígenas para as cidades e o aumento da xenofobia, exploração sexual e tráfico de drogas. “Precisamos nos sentir ultrajados, como Moisés, como Jesus, e Deus diante da injustiça”, escreve o papa, acrescentando que a extensão da injustiça e da exploração perpetrada na região amazônica no último século “deve provocar profunda aversão. ” Ele observa que alguns missionários “nem sempre ficaram do lado dos oprimidos” e pede humildemente perdão, enfatizando que é possível “superar as várias mentalidades colonizadoras” e instando a educação para os pobres. O Papa também observa que, assim como os membros da Igreja são culpados de corrupção, o mesmo ocorre com os povos da Amazônia, que então se tornaram as principais vítimas. O Santo Padre termina o capítulo pedindo o diálogo, primeiramente com os pobres, respeitando-os como “tendo um papel de liderança a desempenhar” e levantando uma “voz profética” em favor deles. ‘Um sonho cultural’ No capítulo dois, intitulado “Um sonho cultural”, o papa adota uma abordagem positiva sobre os povos indígenas e suas culturas, dizendo que eles não devem ser vistos como “selvagens ‘não civilizados’”. Eles são “simplesmente herdeiros de diferentes culturas e outras formas de civilização que em tempos anteriores era bastante desenvolvida ”, escreve ele. Novamente, ele lamenta como os povos indígenas foram levados para as cidades, separando-os de suas raízes culturais e diz que “generalizações injustas, argumentos simplistas e conclusões tiradas apenas com base em nossas próprias mentalidades e experiências” devem ser evitadas. Ele observa como uma “visão consumista” tem um “efeito nivelador sobre as culturas”, diz que a “colonização pós-moderna” deve ser combatida e exorta os jovens a “se encarregarem” de suas raízes. Para os batizados, essas raízes incluem “a história de Israel e a Igreja”, que, diz ele, “podem trazer alegria” e inspirar “ações nobres e corajosas”. O papa apela ao diálogo com as culturas amazônicas e diz que uma identidade autêntica não é preservada por “um isolamento empobrecido”. A preocupação com os valores culturais indígenas deve, portanto, ser “compartilhada por todos”, pois sua “riqueza também é nossa”. Por outro lado, ele observa como uma “economia globalizada danifica descaradamente” a riqueza da vida e que a “desintegração das famílias” é resultado de “migração forçada”. A qualidade de vida não pode ser imposta “de fora”, diz ele, como deve ser “entendido no mundo dos símbolos e costumes próprios de cada grupo”. ‘Sonho Ecológico’ Francisco se volta para o “Sonho Ecológico” no Capítulo Três, observando que o Senhor nos ensina a cuidar um do outro e do meio ambiente e lembrando os ensinamentos de Bento XVI sobre “ecologia humana” e o vínculo com o “respeito pela natureza”. “Tudo está conectado”, extraído da encíclica ambiental de Francis Laudato Si (cuidar de nosso lar comum) , é “particularmente verdadeiro” da região amazônica, diz ele. Ele continua abusando do meio ambiente e exige o fim da “destruição da mãe Terra”, dizendo que “multinacionais cortaram” suas veias e ela está “sangrando”. Francis enfatiza a importância da água, refere-se ao rio Amazonas como a “coluna vertebral” da região e diz que o “equilíbrio do nosso planeta” depende da “saúde da Amazônia”. As florestas tropicais servem como um “grande filtro de dióxido de carbono” , Diz ele, que evita o aquecimento global e contém “inúmeros recursos” que podem ser “essenciais para curar doenças”. Novamente, ele critica “indústrias poderosas” e “enormes interesses econômicos globais” pela exploração e por ameaçar o bioma Amazônia, mas ele diz que a resposta não é encontrada em “internacionalizar a região amazônica”, mas sim em um “maior senso de responsabilidade” sobre a parte dos estados-nação. Ele recomenda que a “sabedoria ancestral” dos povos indígenas aprenda a proteger a região e aprenda com o povo da Amazônia a “contemplar” a região e não apenas analisá-la. “Se entrarmos em comunhão com a floresta, nossas vozes se misturarão facilmente com as suas e se tornarão uma oração”, escreve o papa, levando a uma “conversão interior” que “nos permitirá chorar pela região amazônica e participar da seu clamor ao Senhor. ” Ele termina o capítulo pedindo “educação ecológica” para superar um “consumismo e a cultura de desperdícios” profundamente enraizados na região – algo que, segundo ele, a Igreja pode ajudar. ‘Um sonho eclesial’ Isso o leva ao capítulo final e mais longo, “Um sonho eclesial”, no qual o papa se concentra no papel da Igreja na região. Ele enfatiza que é vital pregar o Evangelho e levar Cristo a outras pessoas para que os problemas da Amazônia sejam adequadamente enfrentados. Isso deve incluir a “grande mensagem da salvação” e trabalhar pela “justiça e dignidade que eles merecem”. Os indígenas “têm o direito de ouvir o Evangelho” e de saber que Deus ama todo homem e mulher em Cristo “crucificado por nós e ressuscitou em nossas vidas. ” Referindo-se à Grande Comissão, ele diz que sem essa “grande mensagem, toda estrutura eclesial se tornaria outra ONG e não seguiríamos o mandamento dado por Cristo: ‘Vá a todo o mundo e pregue o Evangelho a toda a criação’. “ Ele freqüentemente enfatiza a importância do kerygma (proclamar o Evangelho), ao mesmo tempo em que enfatiza a importância da Igreja remodelar sua identidade “através da escuta e do diálogo”. Desse modo, a inculturação pode ocorrer “que não rejeita nada da bondade que já existe na Igreja”. Culturas amazônicas, mas a realiza à luz do evangelho. ” O papa continua dizendo que o cristianismo “não tem apenas uma expressão cultural” e o que é necessário é “abertura corajosa à novidade do Espírito”. E novamente ele exalta a cultura indígena, dizendo que “grandes riquezas” foram herdadas de eles, incluindo uma abertura à ação de Deus, gratidão, sacralidade, solidariedade, responsabilidade compartilhada, a importância do culto e da crença na vida após a morte. Sua capacidade de se contentar com pouco “deve ser valorizada e adotada no processo de evangelização”, diz ele. Talvez em uma referência oblíqua à controvérsia de Pachamama durante o Sínodo e à aparente adoração pagã nos Jardins do Vaticano em 4 de outubro, o papa diz: “Não sejamos rápidos em descrever como superstição ou paganismo certas práticas religiosas que surgem espontaneamente da vida. dos povos ”e acrescenta:“ É possível assumir um símbolo indígena de alguma forma, sem necessariamente considerá-lo como idolatria ”. O papa não discute um rito amazônico da missa; em vez disso, ele apóia elementos da cultura indígena – “música, dança, rituais, gestos e símbolos” – sendo “levados para a liturgia”, mas observa que, após 50 anos, “ainda temos muito a percorrer nesse sentido”. Ele expressa desaprovação de uma Igreja que “exclui e afasta as pessoas” e, em vez disso, defende uma Igreja que deve “oferecer entendimento, conforto e aceitação”, em vez de impor um “conjunto de regras” que apenas leva a se sentir “julgado e abandonado”. Mas a misericórdia, diz ele, “pode ​​se tornar um mero slogan sentimental, a menos que encontre expressão concreta em seu alcance pastoral”. «Viri Probati» Ele pede uma revisão completa da formação sacerdotal para torná-la mais pastoral, mas em nenhum lugar ele menciona padres casados ​​ou viri probati (a ordenação ao sacerdócio de homens casados ​​”de virtude comprovada”). O Papa Francisco ressalta que, em “lugares mais remotos, é preciso encontrar um caminho” para garantir o ministério sacerdotal. “Eles precisam da celebração da Eucaristia porque ela ‘faz a Igreja’”, diz ele, e uma nota de rodapé que acompanha (no. 136) cita o cânon 517 que declara que, devido à falta de padres, um bispo pode confiar “participação no exercício do cuidado pastoral de uma paróquia ”a um“ diácono, a outra pessoa que não é sacerdote ou a uma comunidade de pessoas ”. Ele continua dizendo que a Eucaristia “exige o desenvolvimento” de uma “rica variedade” de “dons e carismas” e que os sacerdotes são necessários, mas acrescenta: “isso não significa que diáconos permanentes, religiosas e leigos não possam assumir regularmente responsabilidades importantes para o crescimento das comunidades e desempenhar essas funções de maneira cada vez mais eficaz com a ajuda de um acompanhamento adequado “. Consequentemente, ele diz que “não é simplesmente uma questão de facilitar uma maior presença de ministros ordenados que podem celebrar a Eucaristia”. Esse seria um “objetivo muito restrito”, diz ele, se “nova vida em comunidades” também não fosse despertada. , e ele defende um maior envolvimento leigo. O papel das mulheres Ele exalta o papel das mulheres na Igreja na Amazônia, mas diz que seria um “reducionismo” acreditar que apenas dar ordens sagradas às mulheres significaria que elas tinham “maior status e participação na Igreja”. Isso “restringiria nossa visão”. , Diz ele, levando a Igreja a clericalizar as mulheres, diminuir o grande valor do que elas já realizaram e, sutilmente, tornar sua contribuição indispensável menos eficaz. Ao enfatizar que um padre assume a pessoa de Cristo como esposo de sua noiva, a Igreja, o Papa destaca ainda a importância de os sacerdotes serem homens, acrescentando que as mulheres contribuem para a Igreja “de uma maneira que seja adequadamente deles, fazendo apresentam a tenra força de Maria, a Mãe. ”Ele acrescenta que em uma“ Igreja sinodal ”, as mulheres têm um papel central a desempenhar nas comunidades amazônicas e devem ter acesso a outras posições que não envolvam Ordens Sagradas. Após algumas breves palavras sobre o que o ecumenismo e o diálogo inter-religioso podem oferecer à região, o Papa conclui com uma oração a Maria, pedindo-lhe que “reine no coração pulsante da Amazônia” e “toque o coração dos poderosos” para que que “ninguém mais pode reivindicar domínio sobre a obra de Deus”. “Confiamos em você, mãe da vida”, conclui o papa. “Não nos abandone nesta hora sombria. Amém.” Tradução de National Catholic Register #papafrancisco #SínododaAmazônia

  • Papa lança nova exortação pelo Sínodo da Amazônia

    Embora o texto não aceite as propostas mais importantes dos progressistas, muitos certamente argumentam que deixa amplo espaço para que eles avancem em uma agenda revolucionária. (LifeSiteNews) – O Papa Francisco divulgou hoje seu texto oficial no Sínodo Amazônico ao meio-dia, horário de Roma, trazendo consigo o que com certeza será um forte debate e controvérsia sobre seu significado para a vida da Igreja em todo o mundo. Embora pareça que a exortação apostólica do papa, intitulada Querida Amazônia, falha em aceitar as propostas de maior destaque dos progressistas para um sacerdócio casado e um diaconato feminino, muitos certamente argumentam que, no entanto, deixa amplo espaço para eles avançarem em uma agenda revolucionária para a Igreja. O texto completo da exortação está aqui no site do Vaticano. O Sínodo dos Bispos para a Região Amazônica ocorreu em Roma entre 6 e 27 de outubro de 2019. A controvérsia antes do Sínodo alcançou força total com o lançamento do Instrumentum Laboris, ou “documento de trabalho”, que recebeu fortes críticas públicas de cardeais e bispos. Os cardeais Walter Brandmüller, Gerhard Müller e Raymond Burke discordaram de seus afastamentos radicais da doutrina perene. Brandmüller condenou-o como herético e até apóstata. O próprio Sínodo mergulhou em controvérsia quase assim que os delegados chegaram a Roma, graças a uma cerimônia aparentemente sincrética que ocorreu nos Jardins do Vaticano, na festa de São Francisco de Assis. Preocupações com um totem central do Sínodo, uma representação da deusa da fertilidade Pachamama, dominaram os relatórios sobre o encontro. Consistente com os temas do Sínodo, a exortação do Papa desaprova injustiças sociais contra os pobres da Amazônia e a crise ecológica, enfatizando com veemência que a Igreja deve pregar o Evangelho de Cristo ao povo da região. No meio desses temas, no entanto, a exortação inclui várias passagens controversas e mudanças na prática da Igreja que, embora enquadradas aqui para a Amazônia, poderiam ter aplicação de longo alcance: Ele defende uma “liturgia inculturada” incorporando dança e rituais amazônicos e menciona em uma nota de rodapé a idéia de estabelecer um rito litúrgico amazônico. Ele recomenda conceder aos leigos a autoridade formal das paróquias da Amazônia e menciona sua capacidade de “celebrar certos sacramentos” (excluindo especificamente a Eucaristia e a Confissão). Ele diz que as mulheres devem receber posições formais na comunidade que incluem uma “comissão do bispo”. Ele aplica a abordagem da Amoris Laetitia aos sacramentos no contexto da Amazônia, dizendo que não há “espaço … para uma disciplina que exclui e afasta as pessoas”. E ele parece defender a veneração da estátua de Pachamama no Sínodo. A preocupação de que as propostas para a Amazônia pudessem ter importância mundial foi manifestada desde o momento em que o Sínodo foi chamado. Tornou-se claro, à medida que o processo do Sínodo se desenvolvia, que os progressistas da Igreja – e principalmente a grande ala liberal de bispos da Alemanha – se apegavam a ele para promover sua causa através da difícil situação pastoral da região amazônica. E a exortação do papa parece realmente abrir a porta para essa possibilidade. Em sua introdução, o Papa Francisco descreve o documento de 40 páginas como uma “breve estrutura de reflexão que pode ser aplicada concretamente à vida da região amazônica”, mas, ao mesmo tempo, destaca que pretende que a exortação tenha significado mundial: “ Estou dirigindo a presente exortação ao mundo inteiro. … a preocupação da Igreja pelos problemas dessa área obriga-nos a discutir, ainda que brevemente, uma série de outras questões importantes que podem ajudar outras áreas do mundo a enfrentar seus próprios desafios. ” Embora a exortação não apóie explicitamente a idéia de ordenar homens casados para o sacerdócio ou de estabelecer algum tipo de ministério feminino, apenas as discussões a seguir mostrarão se essas questões estão realmente fora de cogitação. O motivo da cautela é que, exatamente na introdução da exortação, o Papa Francisco endossa o documento final do Sínodo da Amazônia. Ele declara que está “oficialmente apresentando [o] Documento Final”. Depois, acrescenta: “Preferi não citar o Documento Final nesta Exortação, porque incentivaria todos a lerem na íntegra.” (Leia a íntegra texto do documento final do Sínodo da Amazônia aqui .) Como algumas fontes disseram ao LifeSiteNews, essas palavras escolhidas pelo Papa Francisco poderiam abrir as portas para muitos debates sobre se as conclusões do documento final do Sínodo deveriam ou não ser aprovadas – com a aprovação da idéia de ordenar homens casados ​​para o sacerdócio e estabelecer algumas novas formas de ministério para as mulheres – ainda podem ser aplicáveis ​​e válidas para os planos de reforma na Igreja Católica da região amazônica. Em particular, em 2018, o Papa Francisco emitiu uma constituição apostólica  que estipulava que o documento final de um Sínodo dos Bispos se tornaria parte do magistério papal, caso o Papa o aprovasse. Intitulado Episcopalis Communio, ele lê: Se for expressamente aprovado pelo Romano Pontífice, o Documento Final participará do Magistério ordinário do Sucessor de Pedro. Ao mesmo tempo, o fato de o Papa Francisco pessoalmente não endossar explicitamente os planos de reforma do documento final do Sínodo da Amazônia pode ser visto como algo que pode muito bem desencorajar e até irritar o campo progressista na Igreja Católica. Aqui destacamos agora alguns dos aspectos mais importantes do texto que certamente serão uma fonte de discussão acalorada. Paróquias dos leigos Talvez o principal desafio pastoral identificado para a região amazônica tenha sido a drástica escassez de padres, e na exortação o Papa é claro sobre a importância dos padres e a necessidade de um aumento nas vocações. Ele pede orações pelas vocações e insta os bispos do mundo a enviar padres missionários para a Amazônia. Ele não aceita a proposta dos viri probati, homens casados ​​”provados” que poderiam ser ordenados onde faltam padres, mas ele recomenda um aumento de diáconos permanentes e pede que os leigos recebam autoridade formal para as paróquias. Ao lidar com a questão da falta de padres na região amazônica, o Papa pergunta quais aspectos do ministério do sacerdote “não podem ser delegados” e aponta para a Santa Eucaristia e o Sacramento da Confissão, bem como o da extrema-unção. já que esse sacramento geralmente inclui a confissão. Ele escreve: Nas circunstâncias específicas da região amazônica, particularmente em suas florestas e lugares mais remotos, é preciso encontrar uma maneira de garantir esse ministério sacerdotal. Os leigos podem proclamar a palavra de Deus, ensinar, organizar comunidades, celebrar certos sacramentos, procurar maneiras diferentes de expressar devoção popular e desenvolver a multidão de dons que o Espírito derrama em seu meio. Mas eles precisam da celebração da Eucaristia porque “faz a Igreja”. Ele então insiste que a Igreja Amazônica precisa de uma “cultura eclesial distintamente leiga “: Uma Igreja com características amazônicas exige a presença estável de líderes maduros e leigos, dotados de autoridade e familiarizados com as línguas, culturas, experiência espiritual e modo de vida comunitário nos diferentes lugares, mas também abertos à multiplicidade de dons que o Espírito Santo concede em cada um. Pois onde quer que haja uma necessidade específica, ele já derramou os carismas que podem atendê-la. Isso exige que a Igreja esteja aberta à ousadia do Espírito, confie e permita concretamente permitir o crescimento de uma cultura eclesial específica que é distintamente leiga. Os desafios na região amazônica exigem da Igreja um esforço especial para estar presente em todos os níveis, e isso só é possível através do envolvimento vigoroso, amplo e ativo dos leigos. Uma nota de rodapé neste parágrafo declara: “É possível que, devido à falta de padres, um bispo possa confiar ‘a participação no exercício da pastoral de uma paróquia … a um diácono, a outra pessoa que não é sacerdote, ou a uma comunidade de pessoas ”( Código de Direito Canônico, 517 §2).” Posições eclesiais oficiais das mulheres O Papa Francisco rejeita o “reducionismo” de que “as mulheres deveriam receber maior status e participação na Igreja hoje se fossem admitidas nas Ordens Sagradas”. Ele adverte contra a “clericalização” das mulheres, minando assim sua “contribuição” única e especial. Assim, ele encoraja “o surgimento de outras formas de serviço e carismas próprios das mulheres” e adequados às necessidades da Amazônia. No entanto, ele pede que as mulheres recebam posições oficiais que incluem “reconhecimento público” e “uma comissão do bispo”: Em uma Igreja sinodal, as mulheres que de fato têm um papel central nas comunidades amazônicas devem ter acesso a posições, inclusive serviços eclesiais, que não envolvam Ordens Sagradas e que possam significar melhor o papel que é deles. Aqui deve-se notar que esses serviços envolvem estabilidade, reconhecimento público e uma comissão do bispo. Isso também permitiria que as mulheres tivessem um impacto real e efetivo na organização, nas decisões mais importantes e na direção das comunidades, continuando a fazê-lo de maneira a refletir sua feminilidade. Essa idéia foi apresentada recentemente pelo cardeal Walter Kasper, um dos principais assessores do papa. Em julho de 2019, o cardeal Kasper disse à LifeSiteNews a respeito da questão das diáconas do sexo feminino que novas formas de ministérios para as mulheres podem não ser necessárias, uma vez que a Igreja é “livre” para conceder às mulheres uma “bênção litúrgica não sacramental” que não seria ser uma “ordenação sacramental”, mas que confirmaria as mulheres nos ministérios da Igreja em que já atuam, como extraordinárias ministras eucarísticas, professores e auxiliares nas obras de caridade e administração da Igreja. Liturgia inculturada Para promover o propósito missionário da Igreja na Amazônia, o Papa Francisco incentiva “um processo necessário de inculturação” e até pede uma “liturgia inculturada”. Para o pontífice, os sacramentos “unem o divino e o cósmico, a graça e a criação. Na região amazônica, ele explica, “os sacramentos não devem ser vistos em descontinuidade com a criação”. Portanto, ele vê que “podemos levar para a liturgia muitos elementos próprios da experiência dos povos indígenas em contato com a natureza, e respeite as formas nativas de expressão em canções, danças, rituais, gestos e símbolos. “ Aqui o Papa se refere a um possível “rito amazônico” – embora apenas em uma nota de rodapé (120) após a sentença: “O Concílio Vaticano II solicitou esse esforço para inculturar a liturgia entre os povos indígenas; mais de cinquenta anos se passaram e ainda temos muito a percorrer nesse sentido. ”A nota de rodapé diz então:“ Durante o Sínodo, houve uma proposta para desenvolver um ‘rito amazônico’ ”. Falando mais sobre inculturação, o Papa diz: “Para que a Igreja alcance uma inculturação renovada do Evangelho na região amazônica, ela precisa ouvir sua sabedoria ancestral” e as “ricas histórias de seus povos”. Além disso, o Papa também nos diz que “devemos estimar o misticismo indígena que vê a interconexão e interdependência de toda a criação, o misticismo da gratuidade que ama a vida como um presente”, bem como a “maravilha sagrada diante da natureza”. Aplicação da Amoris Laetitia no contexto missionário O papa também insiste que, em seu trabalho missionário na região, a Igreja não deve excluir as pessoas dos sacramentos “impondo imediatamente um conjunto de regras”, citando Amoris Laetitia . Ele escreve no parágrafo 84: Os sacramentos revelam e comunicam o Deus que está próximo e que vem com misericórdia para curar e fortalecer seus filhos. Consequentemente, eles devem ser acessíveis, especialmente para os pobres, e nunca devem ser recusados ​​por razões financeiras. Também não há espaço, na presença dos pobres e esquecidos da região amazônica, para uma disciplina que exclui e afasta as pessoas, pois dessa maneira elas acabam sendo descartadas por uma igreja que se tornou um pedágio. Em vez disso, “em situações tão difíceis de necessidade, a Igreja deve estar particularmente preocupada em oferecer compreensão, conforto e aceitação, em vez de impor imediatamente um conjunto de regras que apenas levam as pessoas a se sentirem julgadas e abandonadas pela própria Mãe chamada a mostrar-lhes Deus. misericórdia”. Para a igreja, Defesa do ritual Pachamama? Em seu último capítulo sobre a Igreja, o Papa Francisco também parece defender explicitamente o uso das controversas estátuas de “Pachamama” durante o Sínodo da Amazônia, em Roma. O Papa escreve nos parágrafos 78-79: Não sejamos rápidos em descrever como superstição ou paganismo certas práticas religiosas que surgem espontaneamente da vida das pessoas. … É possível assumir um símbolo indígena de alguma forma, sem necessariamente considerá-lo como idolatria. Um mito carregado de significado espiritual pode ser usado com vantagem e nem sempre é considerado um erro pagão. Alguns festivais religiosos têm um significado sagrado e são ocasiões de reunião e fraternidade, embora precisem de um processo gradual de purificação ou amadurecimento. Um missionário de almas tentará descobrir as necessidades e preocupações legítimas que buscam uma saída às vezes em expressões religiosas imperfeitas, parciais ou equivocadas, e tentará responder a elas com uma espiritualidade inculturada. ‘A mensagem que precisa ser ouvida na Amazônia’: Cristo Em quatro parágrafos fortes (62-65), o Papa honra a atividade missionária da Igreja Católica na região amazônica e insiste em que nós, como cristãos, “não podemos deixar de lado o chamado à fé que recebemos do Evangelho”. Ele escreve: … não temos vergonha de Jesus Cristo. Aqueles que o encontraram, aqueles que vivem como seus amigos e se identificam com sua mensagem devem inevitavelmente falar dele e trazer a outros sua oferta de nova vida: “Ai de mim, se eu não pregar o Evangelho!” ( 1 Cor 9: 16) … Uma opção autêntica para os pobres e abandonados, enquanto nos motiva a libertá-los da pobreza material e defender seus direitos, também envolve convidá-los a uma amizade com o Senhor que pode elevá-los e dignificá-los. (…) Se dedicamos nossa vida a seu serviço, a trabalhar pela justiça e dignidade que eles merecem, não podemos esconder o fato de fazê-lo porque vemos Cristo neles e porque reconhecemos a imensa dignidade que eles receberam de Deus, o Pai que os ama com amor sem limites. Os pobres, acrescenta, “têm o direito de ouvir o Evangelho”: Sem essa proclamação apaixonada, toda estrutura eclesial se tornaria apenas outra ONG e não seguiríamos o mandamento dado por Cristo: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a criação” ( Mc 16:15). Amazônia como ‘locus teológico’ O papa volta a uma parte da linguagem cósmica que apareceu no documento de trabalho do Sínodo da Amazônia. Ele fala, por exemplo, sobre “entrar” em “comunhão com a floresta”, sobre a “região amazônica” se tornar “uma mãe para nós” e até mesmo repete uma expressão do documento preparatório do Sínodo, chamando a região amazônica de ” locus teológico, um espaço onde Deus se revela e convoca seus filhos e filhas. ” Tradução de LifeSiteNews. #Pachamama #papafrancisco #SínododaAmazônia #Vaticano

  • Papa lança nova exortação pelo Sínodo da Amazônia

    Embora o texto não aceite as propostas mais importantes dos progressistas, muitos certamente argumentam que deixa amplo espaço para que eles avancem em uma agenda revolucionária. (LifeSiteNews) – O Papa Francisco divulgou hoje seu texto oficial no Sínodo Amazônico ao meio-dia, horário de Roma, trazendo consigo o que com certeza será um forte debate e controvérsia sobre seu significado para a vida da Igreja em todo o mundo. Embora pareça que a exortação apostólica do papa, intitulada Querida Amazônia, falha em aceitar as propostas de maior destaque dos progressistas para um sacerdócio casado e um diaconato feminino, muitos certamente argumentam que, no entanto, deixa amplo espaço para eles avançarem em uma agenda revolucionária para a Igreja. O texto completo da exortação está aqui no site do Vaticano. O Sínodo dos Bispos para a Região Amazônica ocorreu em Roma entre 6 e 27 de outubro de 2019. A controvérsia antes do Sínodo alcançou força total com o lançamento do Instrumentum Laboris, ou “documento de trabalho”, que recebeu fortes críticas públicas de cardeais e bispos. Os cardeais Walter Brandmüller, Gerhard Müller e Raymond Burke discordaram de seus afastamentos radicais da doutrina perene. Brandmüller condenou-o como herético e até apóstata. O próprio Sínodo mergulhou em controvérsia quase assim que os delegados chegaram a Roma, graças a uma cerimônia aparentemente sincrética que ocorreu nos Jardins do Vaticano, na festa de São Francisco de Assis. Preocupações com um totem central do Sínodo, uma representação da deusa da fertilidade Pachamama, dominaram os relatórios sobre o encontro. Consistente com os temas do Sínodo, a exortação do Papa desaprova injustiças sociais contra os pobres da Amazônia e a crise ecológica, enfatizando com veemência que a Igreja deve pregar o Evangelho de Cristo ao povo da região. No meio desses temas, no entanto, a exortação inclui várias passagens controversas e mudanças na prática da Igreja que, embora enquadradas aqui para a Amazônia, poderiam ter aplicação de longo alcance: Ele defende uma “liturgia inculturada” incorporando dança e rituais amazônicos e menciona em uma nota de rodapé a idéia de estabelecer um rito litúrgico amazônico. Ele recomenda conceder aos leigos a autoridade formal das paróquias da Amazônia e menciona sua capacidade de “celebrar certos sacramentos” (excluindo especificamente a Eucaristia e a Confissão). Ele diz que as mulheres devem receber posições formais na comunidade que incluem uma “comissão do bispo”. Ele aplica a abordagem da Amoris Laetitia aos sacramentos no contexto da Amazônia, dizendo que não há “espaço … para uma disciplina que exclui e afasta as pessoas”. E ele parece defender a veneração da estátua de Pachamama no Sínodo. A preocupação de que as propostas para a Amazônia pudessem ter importância mundial foi manifestada desde o momento em que o Sínodo foi chamado. Tornou-se claro, à medida que o processo do Sínodo se desenvolvia, que os progressistas da Igreja – e principalmente a grande ala liberal de bispos da Alemanha – se apegavam a ele para promover sua causa através da difícil situação pastoral da região amazônica. E a exortação do papa parece realmente abrir a porta para essa possibilidade. Em sua introdução, o Papa Francisco descreve o documento de 40 páginas como uma “breve estrutura de reflexão que pode ser aplicada concretamente à vida da região amazônica”, mas, ao mesmo tempo, destaca que pretende que a exortação tenha significado mundial: “ Estou dirigindo a presente exortação ao mundo inteiro. … a preocupação da Igreja pelos problemas dessa área obriga-nos a discutir, ainda que brevemente, uma série de outras questões importantes que podem ajudar outras áreas do mundo a enfrentar seus próprios desafios. ” Embora a exortação não apóie explicitamente a idéia de ordenar homens casados para o sacerdócio ou de estabelecer algum tipo de ministério feminino, apenas as discussões a seguir mostrarão se essas questões estão realmente fora de cogitação. O motivo da cautela é que, exatamente na introdução da exortação, o Papa Francisco endossa o documento final do Sínodo da Amazônia. Ele declara que está “oficialmente apresentando [o] Documento Final”. Depois, acrescenta: “Preferi não citar o Documento Final nesta Exortação, porque incentivaria todos a lerem na íntegra.” (Leia a íntegra texto do documento final do Sínodo da Amazônia aqui .) Como algumas fontes disseram ao LifeSiteNews, essas palavras escolhidas pelo Papa Francisco poderiam abrir as portas para muitos debates sobre se as conclusões do documento final do Sínodo deveriam ou não ser aprovadas – com a aprovação da idéia de ordenar homens casados ​​para o sacerdócio e estabelecer algumas novas formas de ministério para as mulheres – ainda podem ser aplicáveis ​​e válidas para os planos de reforma na Igreja Católica da região amazônica. Em particular, em 2018, o Papa Francisco emitiu uma constituição apostólica  que estipulava que o documento final de um Sínodo dos Bispos se tornaria parte do magistério papal, caso o Papa o aprovasse. Intitulado Episcopalis Communio, ele lê: Se for expressamente aprovado pelo Romano Pontífice, o Documento Final participará do Magistério ordinário do Sucessor de Pedro. Ao mesmo tempo, o fato de o Papa Francisco pessoalmente não endossar explicitamente os planos de reforma do documento final do Sínodo da Amazônia pode ser visto como algo que pode muito bem desencorajar e até irritar o campo progressista na Igreja Católica. Aqui destacamos agora alguns dos aspectos mais importantes do texto que certamente serão uma fonte de discussão acalorada. Paróquias dos leigos Talvez o principal desafio pastoral identificado para a região amazônica tenha sido a drástica escassez de padres, e na exortação o Papa é claro sobre a importância dos padres e a necessidade de um aumento nas vocações. Ele pede orações pelas vocações e insta os bispos do mundo a enviar padres missionários para a Amazônia. Ele não aceita a proposta dos viri probati, homens casados ​​”provados” que poderiam ser ordenados onde faltam padres, mas ele recomenda um aumento de diáconos permanentes e pede que os leigos recebam autoridade formal para as paróquias. Ao lidar com a questão da falta de padres na região amazônica, o Papa pergunta quais aspectos do ministério do sacerdote “não podem ser delegados” e aponta para a Santa Eucaristia e o Sacramento da Confissão, bem como o da extrema-unção. já que esse sacramento geralmente inclui a confissão. Ele escreve: Nas circunstâncias específicas da região amazônica, particularmente em suas florestas e lugares mais remotos, é preciso encontrar uma maneira de garantir esse ministério sacerdotal. Os leigos podem proclamar a palavra de Deus, ensinar, organizar comunidades, celebrar certos sacramentos, procurar maneiras diferentes de expressar devoção popular e desenvolver a multidão de dons que o Espírito derrama em seu meio. Mas eles precisam da celebração da Eucaristia porque “faz a Igreja”. Ele então insiste que a Igreja Amazônica precisa de uma “cultura eclesial distintamente leiga “: Uma Igreja com características amazônicas exige a presença estável de líderes maduros e leigos, dotados de autoridade e familiarizados com as línguas, culturas, experiência espiritual e modo de vida comunitário nos diferentes lugares, mas também abertos à multiplicidade de dons que o Espírito Santo concede em cada um. Pois onde quer que haja uma necessidade específica, ele já derramou os carismas que podem atendê-la. Isso exige que a Igreja esteja aberta à ousadia do Espírito, confie e permita concretamente permitir o crescimento de uma cultura eclesial específica que é distintamente leiga. Os desafios na região amazônica exigem da Igreja um esforço especial para estar presente em todos os níveis, e isso só é possível através do envolvimento vigoroso, amplo e ativo dos leigos. Uma nota de rodapé neste parágrafo declara: “É possível que, devido à falta de padres, um bispo possa confiar ‘a participação no exercício da pastoral de uma paróquia … a um diácono, a outra pessoa que não é sacerdote, ou a uma comunidade de pessoas ”( Código de Direito Canônico, 517 §2).” Posições eclesiais oficiais das mulheres O Papa Francisco rejeita o “reducionismo” de que “as mulheres deveriam receber maior status e participação na Igreja hoje se fossem admitidas nas Ordens Sagradas”. Ele adverte contra a “clericalização” das mulheres, minando assim sua “contribuição” única e especial. Assim, ele encoraja “o surgimento de outras formas de serviço e carismas próprios das mulheres” e adequados às necessidades da Amazônia. No entanto, ele pede que as mulheres recebam posições oficiais que incluem “reconhecimento público” e “uma comissão do bispo”: Em uma Igreja sinodal, as mulheres que de fato têm um papel central nas comunidades amazônicas devem ter acesso a posições, inclusive serviços eclesiais, que não envolvam Ordens Sagradas e que possam significar melhor o papel que é deles. Aqui deve-se notar que esses serviços envolvem estabilidade, reconhecimento público e uma comissão do bispo. Isso também permitiria que as mulheres tivessem um impacto real e efetivo na organização, nas decisões mais importantes e na direção das comunidades, continuando a fazê-lo de maneira a refletir sua feminilidade. Essa idéia foi apresentada recentemente pelo cardeal Walter Kasper, um dos principais assessores do papa. Em julho de 2019, o cardeal Kasper disse à LifeSiteNews a respeito da questão das diáconas do sexo feminino que novas formas de ministérios para as mulheres podem não ser necessárias, uma vez que a Igreja é “livre” para conceder às mulheres uma “bênção litúrgica não sacramental” que não seria ser uma “ordenação sacramental”, mas que confirmaria as mulheres nos ministérios da Igreja em que já atuam, como extraordinárias ministras eucarísticas, professores e auxiliares nas obras de caridade e administração da Igreja. Liturgia inculturada Para promover o propósito missionário da Igreja na Amazônia, o Papa Francisco incentiva “um processo necessário de inculturação” e até pede uma “liturgia inculturada”. Para o pontífice, os sacramentos “unem o divino e o cósmico, a graça e a criação. Na região amazônica, ele explica, “os sacramentos não devem ser vistos em descontinuidade com a criação”. Portanto, ele vê que “podemos levar para a liturgia muitos elementos próprios da experiência dos povos indígenas em contato com a natureza, e respeite as formas nativas de expressão em canções, danças, rituais, gestos e símbolos. “ Aqui o Papa se refere a um possível “rito amazônico” – embora apenas em uma nota de rodapé (120) após a sentença: “O Concílio Vaticano II solicitou esse esforço para inculturar a liturgia entre os povos indígenas; mais de cinquenta anos se passaram e ainda temos muito a percorrer nesse sentido. ”A nota de rodapé diz então:“ Durante o Sínodo, houve uma proposta para desenvolver um ‘rito amazônico’ ”. Falando mais sobre inculturação, o Papa diz: “Para que a Igreja alcance uma inculturação renovada do Evangelho na região amazônica, ela precisa ouvir sua sabedoria ancestral” e as “ricas histórias de seus povos”. Além disso, o Papa também nos diz que “devemos estimar o misticismo indígena que vê a interconexão e interdependência de toda a criação, o misticismo da gratuidade que ama a vida como um presente”, bem como a “maravilha sagrada diante da natureza”. Aplicação da Amoris Laetitia no contexto missionário O papa também insiste que, em seu trabalho missionário na região, a Igreja não deve excluir as pessoas dos sacramentos “impondo imediatamente um conjunto de regras”, citando Amoris Laetitia . Ele escreve no parágrafo 84: Os sacramentos revelam e comunicam o Deus que está próximo e que vem com misericórdia para curar e fortalecer seus filhos. Consequentemente, eles devem ser acessíveis, especialmente para os pobres, e nunca devem ser recusados ​​por razões financeiras. Também não há espaço, na presença dos pobres e esquecidos da região amazônica, para uma disciplina que exclui e afasta as pessoas, pois dessa maneira elas acabam sendo descartadas por uma igreja que se tornou um pedágio. Em vez disso, “em situações tão difíceis de necessidade, a Igreja deve estar particularmente preocupada em oferecer compreensão, conforto e aceitação, em vez de impor imediatamente um conjunto de regras que apenas levam as pessoas a se sentirem julgadas e abandonadas pela própria Mãe chamada a mostrar-lhes Deus. misericórdia”. Para a igreja, Defesa do ritual Pachamama? Em seu último capítulo sobre a Igreja, o Papa Francisco também parece defender explicitamente o uso das controversas estátuas de “Pachamama” durante o Sínodo da Amazônia, em Roma. O Papa escreve nos parágrafos 78-79: Não sejamos rápidos em descrever como superstição ou paganismo certas práticas religiosas que surgem espontaneamente da vida das pessoas. … É possível assumir um símbolo indígena de alguma forma, sem necessariamente considerá-lo como idolatria. Um mito carregado de significado espiritual pode ser usado com vantagem e nem sempre é considerado um erro pagão. Alguns festivais religiosos têm um significado sagrado e são ocasiões de reunião e fraternidade, embora precisem de um processo gradual de purificação ou amadurecimento. Um missionário de almas tentará descobrir as necessidades e preocupações legítimas que buscam uma saída às vezes em expressões religiosas imperfeitas, parciais ou equivocadas, e tentará responder a elas com uma espiritualidade inculturada. ‘A mensagem que precisa ser ouvida na Amazônia’: Cristo Em quatro parágrafos fortes (62-65), o Papa honra a atividade missionária da Igreja Católica na região amazônica e insiste em que nós, como cristãos, “não podemos deixar de lado o chamado à fé que recebemos do Evangelho”. Ele escreve: … não temos vergonha de Jesus Cristo. Aqueles que o encontraram, aqueles que vivem como seus amigos e se identificam com sua mensagem devem inevitavelmente falar dele e trazer a outros sua oferta de nova vida: “Ai de mim, se eu não pregar o Evangelho!” ( 1 Cor 9: 16) … Uma opção autêntica para os pobres e abandonados, enquanto nos motiva a libertá-los da pobreza material e defender seus direitos, também envolve convidá-los a uma amizade com o Senhor que pode elevá-los e dignificá-los. (…) Se dedicamos nossa vida a seu serviço, a trabalhar pela justiça e dignidade que eles merecem, não podemos esconder o fato de fazê-lo porque vemos Cristo neles e porque reconhecemos a imensa dignidade que eles receberam de Deus, o Pai que os ama com amor sem limites. Os pobres, acrescenta, “têm o direito de ouvir o Evangelho”: Sem essa proclamação apaixonada, toda estrutura eclesial se tornaria apenas outra ONG e não seguiríamos o mandamento dado por Cristo: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a criação” ( Mc 16:15). Amazônia como ‘locus teológico’ O papa volta a uma parte da linguagem cósmica que apareceu no documento de trabalho do Sínodo da Amazônia. Ele fala, por exemplo, sobre “entrar” em “comunhão com a floresta”, sobre a “região amazônica” se tornar “uma mãe para nós” e até mesmo repete uma expressão do documento preparatório do Sínodo, chamando a região amazônica de ” locus teológico, um espaço onde Deus se revela e convoca seus filhos e filhas. ” Tradução de LifeSiteNews. #Pachamama #papafrancisco #SínododaAmazônia #Vaticano

  • CORÇÃO – Josué Montello

    [Neste artigo, Gustavo Corção aparece retratado por um amigo não católico, o romancista Josué Montello, que era de formação protestante e se transformou numa espécie de cristão livre-atirador, sem credo definido]. Devo ao Conselho Federal de Cultura a amizade de Gustavo Cordão. Sem esse convívio, ter-se-ia prolongado pelo tempo adiante o nosso desencontro. Ele, intransigente nos seus princípios, quer políticos, quer religiosos; eu, aberto à tolerância, na insularidade de minha independência. Certos amigos meus, e dos mais chegados e queridos, eram objeto de suas censuras e de seus ríspidos comentários, em artigos de jornal; eu, por meu lado, também em artigos de jornal, louvava esses mesmos amigos. Quando volvíamos a nos encontrar, nem Corção me falava do meu artigo, nem eu falava do seu. E nos abraçávamos, como bons companheiros. — Tudo bem, Corção? E ele, recolhendo a bengala para me dar o braço: — Vai-se vivendo. Vez por outra, à noite, Corção me telefonava, ora para uma observação, ora para uma consulta. Ultimamente, como já não dispunha de luz nos olhos estudiosos para repassar os seus velhos autores, recorria à minha biblioteca. E não eram fáceis os problemas que me propunha. Certa noite, já tarde, propôs-me: — Eu queria que você me descobrisse uma palavra na obra de Anatole France. Essa palavra não está dicionarizada. Mas eu sei que Anatole Francc a empregou. É a palavra chosard. Veja para mim onde é que ela está escondida. Não pude deixar de rir: — O que você me pede, Corção, é que eu ache uma agulha no palheiro. Vou ver o que posso fazer. Os 25 volumes das Obras Completas de Anatole Prance, encadernados cm percalina azul, na edição suíça organizada por Jacques Suffel, olhavam-me da prateleira da estante com ar de desafio. Como localizar, naqueles milhares de páginas, a palavra chosard, que o mestre, ao que suponho, só uma vez a empregara, para futuro deleite exclusivo de Gustavo Corção? Assim como há anjos que se revoltam na obra anatoliana, existem certamente outros que se inclinam à concórdia prestimosa. E foi certamente um desses que me levou a erguer a mão para a prateleira. O certo é que, volvidos uns 15 minutos, chamei Corção ao telefone: — Achei a palavra. Não sei como, mas achei. Está em L’ile des Pingouins, da edição do Cercle du Bibliophile, página 195, primeira linha. Em verdade eu acertara na palavra como outros acertam na roleta. É possível que uma vaga memória, subjacente à memória lúcida, me houvesse conduzido ao seu encontro. Mas o que eu realmente não esperava era ouvir o que me disse Corção, convictamente: — Eu sabia que você ia dar com ela. Lembro o episódio porque ele me parece ilustrativo da organização mental do escritor. O que ele guardara, das suas vigílias de leitura, guardara bem. E durante os últimos anos de seu trabalho Intelectual, não deixou transparecer que era de olhos amigos que se valia, nas suas citações, nos seus confrontos, nas suas alusões. Antes de nos aproximarmos, já eu tinha a intimidade do escritor, na sua dupla feição: a do mestre da palavra, que se inseria na linhagem de Machado de Assis, e a do mestre do combate literário, que tinha em Carlos de Laet — conforme lembrou Antônio Carlos Vilaça — o seu mais próximo predecessor. Na véspera da morte de Corção, estivéramos juntos, no plenário do Conselho Federal de Cultura. O mundo, para ele, povoara-se de sombras, como a caverna de Ulisses. Distinguia apenas os vultos, na luz da tarde, identificando-os pela voz. No entanto, ao caminhar, o seu passo nada tinha de hesitante. Pisava firme e ágil, precedido pela ponteira da bengala. Na sua cadeira no Conselho, estava sempre atento ao que se debatia: quando intervinha, todos nós nos voltávamos para ele, sabendo que íamos recolher a lição de sua experiência. Falava como escrevia — com a palavra exata, a frase harmoniosa e límpida, a veemência matizada pela graça da ironia irreprimível. Ao saber-lhe da morte, apanhei da estante um de seus volumes, sentei-me a um canto da biblioteca, para dar a mim mesmo a consolação de sua presença perene, nos livros que publicou. Não é preciso pensar como ele para admirar o mestre da palavra escrita. Há trechos seus que parecem escritos pela pena de Machado de Assis. Este, por exemplo: “Um incêndio é uma calamidade; mas ter visto um incêndio é uma satisfação”. Ou então: “Há sempre um gracejo de adulto no desespero dos moços.” Ainda este: “A pérola verdadeira mal se distingue da falsa. Pesa sobre a pérola essa suspeita”. E mais: “O mundo parece uma enorme oficina de deteriorar o que as pessoas deveriam ser.” Quando se fizer um estudo sobre as moralistas brasileiros, terá também Gustavo Corção, ali, o seu lugar, como o tem no nosso romance, no nosso ensaio, na nossa crônica. Na realidade ele era um pensador de palavra translúcida. Combativo? Porque tinha a sinceridade de suas convicções. Jamais escrevia por escrever: escrevia para  testemunhar, e testemunhar no sentido evangélico. Nunca nos esqueceremos desta sua reflexão: “O amor e a morte não precisam de muito espaço”. Ou também desta: “O desejo masculino é um querer ir; o feminino é um querer que venha.” Dizia Proust que uma das vantagens da morte é que ela nos liberta dos compromissos sociais. Gustavo Corção, a rigor, prescinde desses compromissos. Tinha-os com a sua fé, com o seu trabalho, com a sua própria condição. Rezava e escrevia. Mais de uma vez, encontrei alusões a Unamuno nos escritos de Corção. Não seriam meros encontros de ocasião, e sim identidades subterrâneas, que estão na própria substancia dos seres que se aproximam. Do mestre espanhol — ríspido, vigoroso, intransigente — ele havia guardado a noção de que não podemos viver sem nos indignar. Mas foi sobretudo em Chesterton que Corção descobriu as suas mais profundas afinidades — na concordância do riso, na comunhão da fé, na graça e na densidade do estilo. No criador do Padre Brown, que sempre lia deliciado, há de ler recolhido este roteiro literário, de que nunca se afastou: “Nenhum homem deveria escrever sem estar convencido de que se acha de posse da verdade e que outro homem está errado.” Isso explica em Corção — como explicou em Chesterton — o polemista formidável. Nada lhe quebrantou a pena combativa. Mesmo o tempo e a enfermidade não atenuaram a energia do braço que a empunhava. A fidelidade a si mesmo, como católico, como patriota, correspondia no polemista à fidelidade às suas convicções. Como haveria de calar-se, se tinha a certeza de que estava certo e de que os outros persistiam no erro? No dia seguinte ao de seu sepultamento, coube-me proferir uma palestra, num curso feminino em Copacabana. Por que não fazer da obra do grande escritor o tema de minha lição? Levei comigo as Lições de abismo, e li em voz alta os textos preferidos de antigas leituras, sentindo crescer à minha volta a atenção da sala. Foi ali que Corção luminosamente definiu os seus debates interiores, a propósito dos Solilóquios de Santo Agostinho: “O meu debate é diferente. Seria melhor chamá-lo de multilóquio. É um confuso vozerio. Falam ao mesmo tempo a Razão, a Memória, a Imaginação e o Sangue.” A esse “confuso vozerio” o escritor dava ordem e claridade na página que ia compondo. Dele nos ficou, assim, a límpida obra de arte, que lhe exprimia o pensamento depurado. Depurado, digo bem; mas não sereno. Porque sempre restava na sua frase aquilo que Ber-nanos definiria como um frêmito de inquietação pascaliana. (Jornal do Brasil 11/07/1978)

  • Papa minimiza expectativas sobre padres casados ​​e mulheres diáconos

    O papa Francisco disse a um grupo de bispos dos EUA que pessoas focadas na possibilidade de ordenar alguns diáconos casados ​​para servir na Amazônia ficarão decepcionadas com sua exortação apostólica. O Vaticano divulgará “Querida Amazônia” (Amada Amazônia), o documento pós-sinodal do Papa na quarta-feira. O documento surgiu em uma discussão de duas horas e meia entre o Papa Francisco e os bispos do Novo México, Arizona, Colorado, Utah e Wyoming, disseram dois dos bispos. Os bispos estavam fazendo suas visitas “ad limina” a Roma para informar sobre o status de suas dioceses. Como é sua prática normal, o Papa Francisco disse aos bispos que eles poderiam conversar sobre quaisquer questões que quisessem levantar, oferecendo informações, fazendo perguntas ou até criticando-o, desde que a crítica permanecesse na sala. O arcebispo John Wester, de Santa Fé, Novo México, disse ao Catholic News Service que o papa disse aos bispos: “Quero ouvir o que você tem a dizer. Críticas, reclamações e perguntas são bem-vindas. É assim que o Espírito Santo trabalha. O Espírito Santo não pode funcionar se todos estivermos andando com casca de ovo e com medo de dizer alguma coisa. ” A crise clerical de abuso sexual, imigração, polarização na sociedade e na Igreja, treinamento de seminaristas, ministério dos bispos e o papel das mulheres na igreja estavam entre os tópicos discutidos, disseram vários bispos. O bispo Oscar Solis, de Salt Lake City, disse que o Papa Francisco não entrou em detalhes sobre a “Querida Amazônia”, mas deu aos bispos a impressão de que as questões de ordenar homens e mulheres casados ​​diáconos para o ministério em comunidades distantes ainda seriam um problema. assunto para discussão e discernimento futuros. “Ele disse que na verdade não acreditava na ordenação de homens casados, mas o que você fará com todas as pessoas privadas da Eucaristia”, disse o bispo. Há comunidades onde um padre chega apenas uma vez por ano para a missa. O Papa Francisco alertou os bispos que muitos na mídia e no público em geral se concentrarão nessas duas questões – padres casados ​​e diáconas – enquanto ele quer se concentrar nos desafios sociais, pastorais, ecológicos e culturais que a região amazônica enfrenta. O arcebispo Wester disse: “Muitas vezes a mídia se concentra em algo porque se encaixa em uma agenda específica ou gera uma controvérsia em particular que eles sabem que trará muitos negócios futuros”. O arcebispo disse ao CNS que o Papa Francisco foi solicitado “um esclarecimento” sobre o sínodo. “O Papa, com muita delicadeza e calma, disse: ‘Sabe, esse ponto realmente não era um grande problema’” ”, embora tenha surgido, disse o arcebispo, sem dizer se a questão era padres casados, mulheres diáconas ou algo assim. outro. A essência da resposta do papa, continuou o arcebispo, foi: “Eu nem acho que, neste momento, é algo que vamos seguir em frente, porque eu não senti que o Espírito Santo estivesse trabalhando nisso agora. “ Resumindo sua opinião sobre a discussão sobre o documento sínodo da Amazônia, o arcebispo Wester disse ao CNS: “É o que não se diz que as pessoas notarão”. O bispo aposentado Gerald Kicanas, de Tucson, Arizona, disse que depois de conhecer quase todos os bispos dos EUA para conversas “ad limina” desde novembro, “tenho certeza de que ele ficou muito tempo”. O bispo disse que acredita que o papa tem esperanças específicas para a igreja nos Estados Unidos. “Eu acho que ele sente que existe uma espécie de, sua frase seria, um mundanismo espiritual que assumiu o controle e não teve a sensação de viver minha vida de uma maneira sacrificial, de uma maneira que serve, de uma maneira que dá , de uma maneira generosa ”, disse o bispo Kicanas. “Minha impressão é que ele vê os Estados Unidos muito abençoados, mas talvez precisando aprender como compartilhar essas bênçãos e como trazê-las para o serviço de outras pessoas”, disse ele. Um exemplo disso, disse o bispo, é a imigração. “Ele adoraria ver os países fazerem sua parte, nem todos podem fazer tudo e há limites para o que qualquer país pode fazer. Mas fazemos a nossa parte. Destaque como “todos nós somos imigrantes”, disse o Papa Francisco aos bispos: “Enquanto olho em volta da sala e ouço seus nomes, nenhum de vocês é nativo-americano, por isso precisamos perceber que a maioria de nós veio de outro lugar”. Disse o bispo Kicanas. O papa “gostaria de ver uma sociedade mais generosa, uma sociedade mais generosa, uma sociedade atenta àqueles que precisam”. O arcebispo Wester disse que o papa “foi muito forte” na importância da liderança leiga, especialmente na participação das mulheres na vida da igreja. “Os presentes que as mulheres trazem – é tão importante não excluir isso, mas incluí-lo em nossas várias escolas e paróquias, etc.”, disse o arcebispo. O papa também discutiu a crise de abuso sexual e a necessidade da igreja não apenas ajudar os sobreviventes a se curarem, mas a se curar. “Uma ferida foi aberta e, em alguns casos, reaberta” – por exemplo, devido aos relatórios do grande júri – “mas vemos que como providencial, Cristo pode nos ajudar agora a curar”, disse o arcebispo Wester. “Você tem que abrir a ferida para que a cura ocorra.” Embora seja doloroso relembrar os abusos que ocorreram na igreja, o arcebispo Wester disse que os bispos “precisam procurar para que possamos aprender com a história e aprender com nossos erros”. E em um mundo marcado por “polarização, essa divisão”, disse o bispo Solis, o papa Francisco enfatizou o papel do bispo como construtor de unidade, uma pessoa que deve estar disposta a ouvir uma diversidade de opiniões, orar por decisões e confiar o Espírito Santo guiará o discernimento. “Ele valoriza as diferenças de opinião”, disse o bispo. “Acho que ele deve ter ouvido falar sobre a falta de civilidade” que parece estar afetando o discurso público nos Estados Unidos. “As pessoas não discutem mais”, mas passam imediatamente para “se olhando com ódio”. O Papa Francisco incentivou os bispos a se aproximarem e a discutir suas diferenças com calma e abertamente, disse o bispo Solis. “Você pode ver que ele está preocupado com isso como um pai típico, quando os irmãos não estão sincronizados.” O bispo Solis estava celebrando o 16º aniversário de sua ordenação como bispo em 10 de fevereiro e disse que o passou “participando de uma conversa muito, muito pessoal e bonita, cheia do Espírito, nosso Santo Padre, Papa Francisco. Foi o melhor presente que já recebi na minha vida. Esqueci todos os meus problemas. Tradução de Catholic Herald #papafrancisco #SínododaAmazônia #Vaticano

  • Papa minimiza expectativas sobre padres casados ​​e mulheres diáconos

    O papa Francisco disse a um grupo de bispos dos EUA que pessoas focadas na possibilidade de ordenar alguns diáconos casados ​​para servir na Amazônia ficarão decepcionadas com sua exortação apostólica. O Vaticano divulgará “Querida Amazônia” (Amada Amazônia), o documento pós-sinodal do Papa na quarta-feira. O documento surgiu em uma discussão de duas horas e meia entre o Papa Francisco e os bispos do Novo México, Arizona, Colorado, Utah e Wyoming, disseram dois dos bispos. Os bispos estavam fazendo suas visitas “ad limina” a Roma para informar sobre o status de suas dioceses. Como é sua prática normal, o Papa Francisco disse aos bispos que eles poderiam conversar sobre quaisquer questões que quisessem levantar, oferecendo informações, fazendo perguntas ou até criticando-o, desde que a crítica permanecesse na sala. O arcebispo John Wester, de Santa Fé, Novo México, disse ao Catholic News Service que o papa disse aos bispos: “Quero ouvir o que você tem a dizer. Críticas, reclamações e perguntas são bem-vindas. É assim que o Espírito Santo trabalha. O Espírito Santo não pode funcionar se todos estivermos andando com casca de ovo e com medo de dizer alguma coisa. ” A crise clerical de abuso sexual, imigração, polarização na sociedade e na Igreja, treinamento de seminaristas, ministério dos bispos e o papel das mulheres na igreja estavam entre os tópicos discutidos, disseram vários bispos. O bispo Oscar Solis, de Salt Lake City, disse que o Papa Francisco não entrou em detalhes sobre a “Querida Amazônia”, mas deu aos bispos a impressão de que as questões de ordenar homens e mulheres casados ​​diáconos para o ministério em comunidades distantes ainda seriam um problema. assunto para discussão e discernimento futuros. “Ele disse que na verdade não acreditava na ordenação de homens casados, mas o que você fará com todas as pessoas privadas da Eucaristia”, disse o bispo. Há comunidades onde um padre chega apenas uma vez por ano para a missa. O Papa Francisco alertou os bispos que muitos na mídia e no público em geral se concentrarão nessas duas questões – padres casados ​​e diáconas – enquanto ele quer se concentrar nos desafios sociais, pastorais, ecológicos e culturais que a região amazônica enfrenta. O arcebispo Wester disse: “Muitas vezes a mídia se concentra em algo porque se encaixa em uma agenda específica ou gera uma controvérsia em particular que eles sabem que trará muitos negócios futuros”. O arcebispo disse ao CNS que o Papa Francisco foi solicitado “um esclarecimento” sobre o sínodo. “O Papa, com muita delicadeza e calma, disse: ‘Sabe, esse ponto realmente não era um grande problema’” ”, embora tenha surgido, disse o arcebispo, sem dizer se a questão era padres casados, mulheres diáconas ou algo assim. outro. A essência da resposta do papa, continuou o arcebispo, foi: “Eu nem acho que, neste momento, é algo que vamos seguir em frente, porque eu não senti que o Espírito Santo estivesse trabalhando nisso agora. “ Resumindo sua opinião sobre a discussão sobre o documento sínodo da Amazônia, o arcebispo Wester disse ao CNS: “É o que não se diz que as pessoas notarão”. O bispo aposentado Gerald Kicanas, de Tucson, Arizona, disse que depois de conhecer quase todos os bispos dos EUA para conversas “ad limina” desde novembro, “tenho certeza de que ele ficou muito tempo”. O bispo disse que acredita que o papa tem esperanças específicas para a igreja nos Estados Unidos. “Eu acho que ele sente que existe uma espécie de, sua frase seria, um mundanismo espiritual que assumiu o controle e não teve a sensação de viver minha vida de uma maneira sacrificial, de uma maneira que serve, de uma maneira que dá , de uma maneira generosa ”, disse o bispo Kicanas. “Minha impressão é que ele vê os Estados Unidos muito abençoados, mas talvez precisando aprender como compartilhar essas bênçãos e como trazê-las para o serviço de outras pessoas”, disse ele. Um exemplo disso, disse o bispo, é a imigração. “Ele adoraria ver os países fazerem sua parte, nem todos podem fazer tudo e há limites para o que qualquer país pode fazer. Mas fazemos a nossa parte. Destaque como “todos nós somos imigrantes”, disse o Papa Francisco aos bispos: “Enquanto olho em volta da sala e ouço seus nomes, nenhum de vocês é nativo-americano, por isso precisamos perceber que a maioria de nós veio de outro lugar”. Disse o bispo Kicanas. O papa “gostaria de ver uma sociedade mais generosa, uma sociedade mais generosa, uma sociedade atenta àqueles que precisam”. O arcebispo Wester disse que o papa “foi muito forte” na importância da liderança leiga, especialmente na participação das mulheres na vida da igreja. “Os presentes que as mulheres trazem – é tão importante não excluir isso, mas incluí-lo em nossas várias escolas e paróquias, etc.”, disse o arcebispo. O papa também discutiu a crise de abuso sexual e a necessidade da igreja não apenas ajudar os sobreviventes a se curarem, mas a se curar. “Uma ferida foi aberta e, em alguns casos, reaberta” – por exemplo, devido aos relatórios do grande júri – “mas vemos que como providencial, Cristo pode nos ajudar agora a curar”, disse o arcebispo Wester. “Você tem que abrir a ferida para que a cura ocorra.” Embora seja doloroso relembrar os abusos que ocorreram na igreja, o arcebispo Wester disse que os bispos “precisam procurar para que possamos aprender com a história e aprender com nossos erros”. E em um mundo marcado por “polarização, essa divisão”, disse o bispo Solis, o papa Francisco enfatizou o papel do bispo como construtor de unidade, uma pessoa que deve estar disposta a ouvir uma diversidade de opiniões, orar por decisões e confiar o Espírito Santo guiará o discernimento. “Ele valoriza as diferenças de opinião”, disse o bispo. “Acho que ele deve ter ouvido falar sobre a falta de civilidade” que parece estar afetando o discurso público nos Estados Unidos. “As pessoas não discutem mais”, mas passam imediatamente para “se olhando com ódio”. O Papa Francisco incentivou os bispos a se aproximarem e a discutir suas diferenças com calma e abertamente, disse o bispo Solis. “Você pode ver que ele está preocupado com isso como um pai típico, quando os irmãos não estão sincronizados.” O bispo Solis estava celebrando o 16º aniversário de sua ordenação como bispo em 10 de fevereiro e disse que o passou “participando de uma conversa muito, muito pessoal e bonita, cheia do Espírito, nosso Santo Padre, Papa Francisco. Foi o melhor presente que já recebi na minha vida. Esqueci todos os meus problemas. Tradução de Catholic Herald #papafrancisco #SínododaAmazônia #Vaticano

  • Cardeal Marx renuncia ao cargo de presidente da Conferência Episcopal Alemã

    O cardeal Reinhard Marx anunciou que não buscará um novo mandato como presidente da Conferência Episcopal Alemã. O arcebispo de Munique e Freising disse em um comunicado que estava na hora da “geração mais jovem” assumir o comando quando os bispos se reúnem para a Assembléia Geral da primavera no início do próximo mês. O cardeal Marx destacou que, se cumprisse um segundo mandato, completaria 72 anos quando terminasse, quase na idade da aposentadoria. “Fiquei muito feliz por ocupar o cargo de presidente da Conferência Episcopal Alemã, mas ‘tudo tem seu tempo'”, disse o cardeal. Marx é presidente da Conferência Episcopal Alemã desde março de 2014 e atua como arcebispo de Munique e Freising desde 2008. #Alemanha #AssembléiaSinodalAlemã #SínododaAlemanha

  • Cardeal Marx renuncia ao cargo de presidente da Conferência Episcopal Alemã

    O cardeal Reinhard Marx anunciou que não buscará um novo mandato como presidente da Conferência Episcopal Alemã. O arcebispo de Munique e Freising disse em um comunicado que estava na hora da “geração mais jovem” assumir o comando quando os bispos se reúnem para a Assembléia Geral da primavera no início do próximo mês. O cardeal Marx destacou que, se cumprisse um segundo mandato, completaria 72 anos quando terminasse, quase na idade da aposentadoria. “Fiquei muito feliz por ocupar o cargo de presidente da Conferência Episcopal Alemã, mas ‘tudo tem seu tempo'”, disse o cardeal. Marx é presidente da Conferência Episcopal Alemã desde março de 2014 e atua como arcebispo de Munique e Freising desde 2008. #Alemanha #AssembléiaSinodalAlemã #SínododaAlemanha

  • OS MILAGRES DESCONHECIDOS DE LOURDES

    Chefe do Escritório de Observações Médicas do Santuário de Lourdes por doze anos, o Dr. Patrick Theillier viu o inacreditável: os pacientes se recuperarem regularmente de doenças físicas, mentais ou espirituais. É certo que nem todas as curas são reconhecidas como milagres, pois a Igreja é extremamente cuidadosa em admiti-los (só o faz após um estudo médico rigoroso). Mas muitos deles podem ser descritos como “de natureza milagrosa”, devido à mudança de vida que transforma aqueles que se beneficiam delas, pois foram tocados diretamente no coração. Com base nos inúmeros testemunhos recebidos e de uma pesquisa paciente, o Dr. Theillier fornece um relato magnífico das mais belas curas relacionadas a Nossa Senhora de Lourdes, durante 160 anos. Um livro para ser lido, nesta festa da aparição da Virgem Imaculada a Santa Bernadete. O Sr. publicou um livro sobre o que viu em Lourdes durante os anos em que era presidente do Consultório Médico. Qual era o seu “trabalho” em Lourdes? Meu trabalho consistiu em receber declarações voluntárias e espontâneas de peregrinos que alegavam curas com vistas a um possível reconhecimento como milagres, passando primeiro por uma autenticação médica que certificava ser essa cura inexplicável no estado atual do conhecimento médico. O que o Sr. viu em Lourdes? Em Lourdes, vi que Deus sempre age nos corações e nos corpos quando confiamos nele, mesmo que nem sempre seja como se esperava! O que é um milagre? Um milagre é uma obra de Deus revelada por um fenômeno inexplicável, de ordem sobrenatural, e que afeta as pessoas envolvidas. Como se reconhece que existe um milagre, segundo a Igreja? Quais são critérios que ela utiliza? Em Lourdes, vemos apenas milagres de cura (que são os mais numerosos). A Igreja estabeleceu critérios específicos para admitir um milagre. A doença deve ser grave, conhecida pela medicina, corporal (e não psíquica), tendo sido ineficazes os tratamentos; a cura deve ocorrer repentinamente, instantaneamente, sem convalescença; deve ser total e definitiva. Através das páginas do seu livro, observam-se as muitas doenças da alma que ainda estão presentes hoje. Como se explica isso? Graças a Deus, a maioria das doenças agora é tratada com remédios! O que não ocorre com as doenças da alma … E há muitas; cada vez mais… Deus age para aliviar as almas; mas não apenas: as curas físicas são sempre necessárias, porque são as únicas visíveis e observáveis pela medicina. O Sr. fala sobre cura da alma, cura interior. Teria um exemplo ou dois para nos contar? Dou no meu livro muitos testemunhos de “pequenas” curas que levaram pessoas a, por exemplo, entrar na vida religiosa. É isso que pretendo mostrar: Deus não nos cura apenas por um momento, mas para a vida eterna! Sua presença em Lourdes, muito perto da Virgem Maria e vendo tudo o que o Sr. viu nas almas e nas curas físicas, como tudo isso afetou a sua própria vida espiritual? Sei que fui chamado a Lourdes pela Virgem Maria. Estou cada vez mais convencido de que não devemos hesitar em clamar ao Senhor, pedir-lhe o impossível, desde que continuemos na confiança, no louvor e no abandono à sua vontade: Ele sempre quer nos dar mais vida. Cabe a mim permanecer em sua presença, ajudado pelos sacramentos da Igreja. O que você diria às famílias jovens que sofrem com a doença de um pai ou de um filho pequeno? É difícil dar conselhos, mas tenho certeza de que vir a Lourdes sempre traz o conforto e a ternura de Maria. Nós não retornamos a casa como chegamos. É natural que as pessoas se perguntem: por que existe o sofrimento? O que sei é que Cristo Jesus sofre com quem sofre e não o abandona. Não há vida sem sofrimento e sem morte, é nossa condição pecaminosa, mas somos chamados à vida eterna, quando as lágrimas não existirão mais para aqueles que se colocam sob a proteção de Maria e do Espírito santo. O que o Sr. diz da presença de Maria em nosso mundo? E o sinal que foi dado na Notre-Dame de Paris? Penso que a destruição da torre da Notre-Dame (La flèche de Notre-Dame), que estava apontada para o Céu, indica o atual colapso de nossa fé em Deus, através da desconstrução programada dos próprios fundamentos do cristianismo. Que sinal mais forte poderia ter sido dado, no coração de Paris, no coração da França, filha mais velha da Igreja? O que o Sr. lembra das visitas de João Paulo II e Bento XVI a Lourdes? Não poderei esquecer jamais a passagem deles por lá. Chorei apertando a mão de João Paulo II: tive a sensação de tocar o próprio Cristo… E Bento XVI tocou os corações com sua gentileza e sua profundidade. Que significa Lourdes para nós hoje? Lourdes é sempre atual (veja o filme Lourdes!). Lá o Céu se abriu para o nosso mundo. Venha e veja. Maria nos chamou, através de Bernadete, para entrar nessa procissão. Ela está esperando por nós. https://www.lesalonbeige.fr/les-miracles-meconnus-de-lourdes/

  • Rezemos por São Paulo, e pelo povo que sofre com as chuvas

    Rezemos por aqueles que, em função das chuvas, perderam tudo o que adquiriram com esforço e honestidade! A chuva forte que atingiu em São Paulo a partir do fim da tarde deste domingo (9) provocou destruição e caos. A tempestade fez rios transbordarem, causou dezenas de alagamentos, deslizamentos e travou a cidade. De acordo com a prefeitura, o temporal ganhou força a partir da 1h desta segunda-feira (10). O volume de água registrado no intervalo de 24 horas foi o maior para um mês de fevereiro em 37 anos, informou o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Os rios Tietê e Pinheiros transbordaram, e as Marginais ficaram com trechos intransitáveis. A circulação dos transportes públicos (ônibus, metrô e trens) ficou comprometida, e a prefeitura suspendeu o rodízio de veículos. Diversas pessoas ficaram ilhadas, e muita gente não conseguiu chegar ao trabalho. Botes foram usados em operações de resgate. A recomendação dos Bombeiros e da Defesa Civil do Estado é que as pessoas evitem sair de casa. Além disso, ficaram alagados a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) e o Campo de Marte, aeroporto da Zona Norte da capital. Após uma manhã caótica, São Paulo continuava com 79 pontos de alagamentos, sendo 56 intransitáveis e 23 transitáveis, até a última atualização desta reportagem. Os Bombeiros registraram 857 acionamentos por enchentes, 134 quedas de árvores e 151 desabamentos. Em Osasco, um menino de 7 anos foi soterrado e resgatado com vida. Cidades da Grande São Paulo tiveram desabamentos, e pessoas ficaram desalojadas. O governo e a Prefeitura de São Paulo responsabilizaram a chuva excessiva pelos inúmeros transtornos. “É uma cidade extremamente impermeabilizada, não há absorção. Os sistemas de piscinão funcionaram até o limite, os sistemas de bombeamento funcionaram até o limite, mas o que ocorreu foi: excesso de chuva em um período pequeno”, disse o Secretário Estadual de Infraestrutura e Meio Ambiente, Marcos Penido. O temporal foi provocado pela passagem de uma frente fria pela costa paulista, associada a uma área de baixa pressão atmosférica. A recomendação da Prefeitura e Defesa Civil é para que os moradores não saiam de casa. Façamos uma corrente de oração por todas as pessoas que perderam suas casas e seus pertences nas enchentes deste final de semana!

  • Rezemos por São Paulo, e pelo povo que sofre com as chuvas

    Rezemos por aqueles que, em função das chuvas, perderam tudo o que adquiriram com esforço e honestidade! A chuva forte que atingiu em São Paulo a partir do fim da tarde deste domingo (9) provocou destruição e caos. A tempestade fez rios transbordarem, causou dezenas de alagamentos, deslizamentos e travou a cidade. De acordo com a prefeitura, o temporal ganhou força a partir da 1h desta segunda-feira (10). O volume de água registrado no intervalo de 24 horas foi o maior para um mês de fevereiro em 37 anos, informou o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Os rios Tietê e Pinheiros transbordaram, e as Marginais ficaram com trechos intransitáveis. A circulação dos transportes públicos (ônibus, metrô e trens) ficou comprometida, e a prefeitura suspendeu o rodízio de veículos. Diversas pessoas ficaram ilhadas, e muita gente não conseguiu chegar ao trabalho. Botes foram usados em operações de resgate. A recomendação dos Bombeiros e da Defesa Civil do Estado é que as pessoas evitem sair de casa. Além disso, ficaram alagados a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) e o Campo de Marte, aeroporto da Zona Norte da capital. Após uma manhã caótica, São Paulo continuava com 79 pontos de alagamentos, sendo 56 intransitáveis e 23 transitáveis, até a última atualização desta reportagem. Os Bombeiros registraram 857 acionamentos por enchentes, 134 quedas de árvores e 151 desabamentos. Em Osasco, um menino de 7 anos foi soterrado e resgatado com vida. Cidades da Grande São Paulo tiveram desabamentos, e pessoas ficaram desalojadas. O governo e a Prefeitura de São Paulo responsabilizaram a chuva excessiva pelos inúmeros transtornos. “É uma cidade extremamente impermeabilizada, não há absorção. Os sistemas de piscinão funcionaram até o limite, os sistemas de bombeamento funcionaram até o limite, mas o que ocorreu foi: excesso de chuva em um período pequeno”, disse o Secretário Estadual de Infraestrutura e Meio Ambiente, Marcos Penido. O temporal foi provocado pela passagem de uma frente fria pela costa paulista, associada a uma área de baixa pressão atmosférica. A recomendação da Prefeitura e Defesa Civil é para que os moradores não saiam de casa. Façamos uma corrente de oração por todas as pessoas que perderam suas casas e seus pertences nas enchentes deste final de semana!

  • Bispos ucranianos exortam os alemães a serem fiéis às Escrituras e Tradição

    A Comissão Episcopal para a Família da Conferência Episcopal da Ucrânia enviou uma carta de correção fraterna aos bispos participantes da Assembléia Sínodo da Igreja na Alemanha. A carta pede aos bispos alemães que permaneçam fiéis à Sagrada Escritura e Tradição da Igreja e os avisa que suas posições prejudicam a fé dos fiéis na Ucrânia. ( PCh24 / InfoCatólica ) Os bispos da Igreja na Ucrânia asseguram em sua carta que existe uma profunda crise na Igreja do país “de nossos vizinhos ocidentais” e enfatizam que a posição dos bispos alemães em algumas questões é uma ameaça para os fiéis na ucrânia Entre as questões está a questão da homossexualidade na doutrina da Igreja e também sua atitude em relação à ideologia LGBT e ao direito natural. O documento tem a forma de “corretivo fraterno” Os prelados ucranianos são francos em seu aviso aos alemães: «Os grupos LGBT estão realizando um ataque ideológico maciço contra nossos jovens e crianças para corrompê-los moralmente. Da mesma forma, as organizações mencionadas justificam suas atividades e sua propaganda com base na nova perspectiva do episcopado alemão. Dói-nos quando vemos como a propaganda LGBT invoca suas próprias palavras para lutar contra o cristianismo e também contra todos os que reconhecem a verdadeira antropologia baseada na Bíblia e na lei natural » E eles acrescentam: «Alguns de nossos fiéis, que carregam o fardo da homossexualidade e outras feridas na esfera sexual, ao saberem tais declarações de sua Assembléia, sentem-se impotentes em sua luta por levar uma vida casta … Os casamentos que lutam contra a mentalidade contraceptiva deste mundo e se abrem para o dom da vida, experimentam profundas dúvidas depois de lerem suas opiniões sobre contracepção » Em sua carta, os bispos ucranianos também mencionam que os fiéis da Igreja Católica na Ucrânia são acusados ​​por cristãos de outras denominações ( ndr: Ortodoxa e Protestante ) de que a Igreja Católica está se afastando da verdade revelada. Os bispos ucranianos alertam que o motivo de tais acusações é a posição dos hierarcas alemães. «Eles vêem a sua posição não como um ensino particular ou mesmo como um caminho separado da Igreja na Alemanha, mas como a posição de toda a Igreja Católica» Entre os signatários da carta está o bispo Radoslav Zmitrovich, bispo de Kamenets-Podolskiy, que enfatizou que a Igreja tem um claro ensino sobre questões sexuais. Esse ensino é uma resposta melhor aos desafios dos tempos modernos do que ceder às propostas LGBT e à revolução sexual. Em declarações à PCh24, diz: « O Asambrea sinodal alemão propõe uma direção oposta que destrói vidas humanas . Ele os fecha ao amor que Jesus Cristo trouxe. Sem esse amor, o homem não pode ser feliz. Certamente, sempre há dificuldades e quedas, mas a direção é importante. É importante seguirmos o caminho que leva as pessoas a viver a sexualidade como um presente maravilhoso para um homem e uma mulher criarem um relacionamento agape-caritas, que também é um sacramento, uma comunhão de pessoas e o presente de uma nova vida. . Caso contrário, estamos seguindo um caminho de vida em que o homem está sujeito ao poder de Eros, o que significa que ele vive sem Cristo, sozinho e sob o poder de seu próprio ego e sua própria paixão » #Alemanha #AssembléiaSinodalAlemã #SínododaAlemanha

  • Bispos ucranianos exortam os alemães a serem fiéis às Escrituras e Tradição

    A Comissão Episcopal para a Família da Conferência Episcopal da Ucrânia enviou uma carta de correção fraterna aos bispos participantes da Assembléia Sínodo da Igreja na Alemanha. A carta pede aos bispos alemães que permaneçam fiéis à Sagrada Escritura e Tradição da Igreja e os avisa que suas posições prejudicam a fé dos fiéis na Ucrânia. ( PCh24 / InfoCatólica ) Os bispos da Igreja na Ucrânia asseguram em sua carta que existe uma profunda crise na Igreja do país “de nossos vizinhos ocidentais” e enfatizam que a posição dos bispos alemães em algumas questões é uma ameaça para os fiéis na ucrânia Entre as questões está a questão da homossexualidade na doutrina da Igreja e também sua atitude em relação à ideologia LGBT e ao direito natural. O documento tem a forma de “corretivo fraterno” Os prelados ucranianos são francos em seu aviso aos alemães: «Os grupos LGBT estão realizando um ataque ideológico maciço contra nossos jovens e crianças para corrompê-los moralmente. Da mesma forma, as organizações mencionadas justificam suas atividades e sua propaganda com base na nova perspectiva do episcopado alemão. Dói-nos quando vemos como a propaganda LGBT invoca suas próprias palavras para lutar contra o cristianismo e também contra todos os que reconhecem a verdadeira antropologia baseada na Bíblia e na lei natural » E eles acrescentam: «Alguns de nossos fiéis, que carregam o fardo da homossexualidade e outras feridas na esfera sexual, ao saberem tais declarações de sua Assembléia, sentem-se impotentes em sua luta por levar uma vida casta … Os casamentos que lutam contra a mentalidade contraceptiva deste mundo e se abrem para o dom da vida, experimentam profundas dúvidas depois de lerem suas opiniões sobre contracepção » Em sua carta, os bispos ucranianos também mencionam que os fiéis da Igreja Católica na Ucrânia são acusados ​​por cristãos de outras denominações ( ndr: Ortodoxa e Protestante ) de que a Igreja Católica está se afastando da verdade revelada. Os bispos ucranianos alertam que o motivo de tais acusações é a posição dos hierarcas alemães. «Eles vêem a sua posição não como um ensino particular ou mesmo como um caminho separado da Igreja na Alemanha, mas como a posição de toda a Igreja Católica» Entre os signatários da carta está o bispo Radoslav Zmitrovich, bispo de Kamenets-Podolskiy, que enfatizou que a Igreja tem um claro ensino sobre questões sexuais. Esse ensino é uma resposta melhor aos desafios dos tempos modernos do que ceder às propostas LGBT e à revolução sexual. Em declarações à PCh24, diz: « O Asambrea sinodal alemão propõe uma direção oposta que destrói vidas humanas . Ele os fecha ao amor que Jesus Cristo trouxe. Sem esse amor, o homem não pode ser feliz. Certamente, sempre há dificuldades e quedas, mas a direção é importante. É importante seguirmos o caminho que leva as pessoas a viver a sexualidade como um presente maravilhoso para um homem e uma mulher criarem um relacionamento agape-caritas, que também é um sacramento, uma comunhão de pessoas e o presente de uma nova vida. . Caso contrário, estamos seguindo um caminho de vida em que o homem está sujeito ao poder de Eros, o que significa que ele vive sem Cristo, sozinho e sob o poder de seu próprio ego e sua própria paixão » #Alemanha #AssembléiaSinodalAlemã #SínododaAlemanha

  • Os bispos ucranianos exortam os alemães a serem fiéis às Escrituras e à Tradição.

    A Comissão Episcopal para a Família da Conferência Episcopal da Ucrânia enviou uma carta de correção fraterna aos bispos que participam da Assembléia Sinodal da Igreja na Alemanha. A carta pede aos bispos alemães que se mantenham fiéis à Sagrada Escritura e à Tradição da Igreja e lhes adverte que suas posições prejudicam a fé dos fiéis na Ucrânia. Por PCh24/InfoCatólica | Tradução: FratresInUnum.com –  Os bispos da Igreja na Ucrânia asseguram em sua carta que há uma profunda crise na Igreja do país “de nossos vizinhos ocidentais” e enfatizam que a postura dos bispos alemães sobre alguns temas é uma ameaça aos fiéis na Ucrânia. Entre os temas está a questão da homossexualidade na doutrina da Igreja e também sua atitude para com a ideologia LGBT e a lei natural. O documento tem a forma de uma “correctio fraterna”. Os prelados ucranianos são contundentes em sua advertência aos alemães: « Os grupos LGBT estão realizando um ataque ideológico massivo contra nossos jovens e crianças para corrompê-los moralmente. Igualmente, as organizações mencionadas justificam suas atividades e sua propaganda apoiando-se na nova perspectiva do episcopado alemão. Dói-nos ver como a propaganda LGBT invoca vossas próprias palavras para lutar contra o cristianismo e também contra todos os que reconhecem a verdadeira antropologia baseada na Bíblia e na lei natural» E acrescentam: « Alguns de nossos fiéis, que carregam o fardo da homossexualidade e outras ferias na esfera sexual, ao tomar conhecimento de tais declarações de sua Assembléia, sentem-se importantes em sua luta para levar uma vida casta… Os matrimônios que lutam contra a mentalidade contraceptiva deste mundo e se abrem ao dom da vida, experimentam profundas dúvidas depois de ler suas opiniões sobre a contracepção». Em sua carta, os bispos ucranianos também mencionam que os fiéis da Igreja Católica na Ucrânia são acusados por cristãos de outras denominações (ndr: ortodoxos e protestantes) de que a Igreja Católica se está distanciando da verdade revelada. Os bispos ucranianos advertem que a razão de tais acusações é a posição dos hierarcas alemães. « Eles veem vossa postura não como vosso próprio ensinamento privado, ou, inclusive, como um caminho apartado da Igreja na Alemanha, mas como a postura de toda a Igreja Católica.» Entre os signatários da carta está Dom Radoslav Zmitrovich, bispo de Kamenets-Podolskiy, que ressaltou que a Igreja tem um ensinamento claro sobre os temas sexuais. Tais ensinamentos são a melhor resposta aos desafios dos tempos modernos, e não a concessão às propostas LGBT e à revolução sexual. Em declarações a PCh24, ele afirmou: « A Assembléia sinodal alemã propõe uma direção oposta, que destrói as vidas humanas. Ela os fecha ao amor trazido por Jesus Cristo. Sem este amor, o homem não pode ser feliz. Certamente, sempre há dificuldades e quedas, mas a direção é importante. É importante se seguimos o caminhjo que leva as pessoas a viverem a sexuailidade como um dom maravilhoso para um homem e uma mulher, a fim de criar uma relação ágape-caritas, que também é um Sacramento, uma comunhão de pessoas e o presente de uma nova vida. Do contrário, estamos seguindo um caminho de vida no qual o homem está sujeito ao poder de Eros, o que significa que vive sem Cristo, somente sob o poder de seu próprio ego e de sua própria paixão.» #bispos #Igreja #Tradição #TradiçãoApostólica

  • A DIVINA COMÉDIA É OFENSIVA E DISCRIMINATÓRIA…

    “Deixai toda a esperança, ó vós que entrais…” O clássico medieval de Dante, a Divina comédia, foi condenado como racista, antissemita e islamofóbico por um grupo de pessoas que pede que seja removido das salas de aula. O poema épico, escrito no século XIV, é dividido em três partes, compreendendo a jornada do poeta pelo Inferno, Purgatório e Paraíso. É visto como uma das pedras angulares da literatura mundial. Mas a organização italiana de direitos humanos Gherush92, que assessora órgãos da ONU em questões de direitos humanos, quer que seja removida dos currículos escolares; ou, pelo menos, utilizada com mais cautela, porque é “ofensiva e discriminatória”, e os jovens não têm os “filtros” para compreendê-lo em seu próprio contexto. O Gherush92 destacou alguns cantos específicos da obra-prima de Dante para sua crítica: o canto 34º, do Inferno, que fala de Judas mastigado incessantemente pelos dentes de Lúcifer; o canto 28º, em que Maomé é retratado como “rasgado do queixo até a parte que emite o som mais sujo” (“rotto dal mento infin dove si trulla”); e o canto 26º do Purgatório, que mostra homossexuais sob uma chuva de fogo. A obra, dizem, difama o povo judeu, descreve o Islã como uma heresia e é homofóbico. “Não defendemos a censura nem a fogueira, mas gostaríamos que se reconhecesse, de forma clara e inequívoca, que na Divina Comédia há conteúdo racista, islamofóbico e antissemita”, disse Valentina Sereni, presidente da Gherush92, à agência de notícias Adnkronos. “A arte não pode estar acima da crítica.” Contudo, representantes do cenário cultural italiano foram rápidos em defender uma das obras mais famosas do país. “Os benefícios a serem obtidos com a leitura e o estudo da Divina Comédia são tantos, que afirmações desse tipo são simplesmente ridículas”, disse o poeta e crítico literário Maurizio Cucchi à mesma agência de notícias. O historiador, crítico e escritor Giulio Ferroni chamou os comentários de “mais uma loucura do politicamente correto, combinado com uma total falta de senso histórico”, dizendo que a Divina Comédia precisa ser lida em seu contexto histórico. “É possível incluir mais algumas notas ao texto, mas seria tolice abandonar o estudo de uma obra-prima que ajudou a construir a imagem da própria humanidade”. https://www.theguardian.com/books/2012/mar/14/the-divine-comedy-offensive-discriminatory

  • Fiéis de todo o Brasil se preparam para a Romaria do Terço dos Homens

    De 14 a 16 de fevereiro, são esperados 80.000 participantes do movimento Terço dos Homens no Santuário Nacional de Aparecida. Cerca de 80 mil fiéis são esperados na Romaria do Terço dos Homens que acontece a partir do dia 14 de fevereiro em Aparecida, SP. Participantes de todo o Brasil já se preparam para um dos maiores eventos anuais do Santuário Nacional. É o caso do funcionário público Eduardo Antônio de Souza, um dos fundadores do Terço dos Homens na cidade de Itumbiara, GO. Tudo começou quando ele participou da reza em Palmas, TO. “Eu estava visitando um primo e quando me preparava para viagem de volta ele me disse: ‘antes de você viajar, quero te convidar para rezar um terço’”. E foi lá que ele conheceu essa devoção. “Fiquei muito emocionado com a quantidade de homens que se reuniram para rezar. E pensei: por que não fazer esse terço também em Itumbiara”, disse. De volta à cidade, Eduardo conversou com amigos sobre a experiência de fé que viveu em Palmas. E juntos eles decidiram se unir para lançar a semente. Apesar da divulgação, apenas 7 pessoas compareceram. No horário marcado, 6 da manhã de um sábado, a igreja ainda estava fechada. Naquele dia se chegou a pensar no adiamento do terço, visto que o número de presentes era pequeno. Porém, pela ação do Espírito Santo, eles decidiram rezar mesmo assim. O primeiro encontro foi na calçada, em frente a paróquia de São Pedro e São Paulo. O grupo cresceu A partir daí, os encontros passaram a ser semanais, sempre aos sábados em um novo horário, às 7 da manhã. A cada semana os participantes se reúnem em um endereço diferente, geralmente nas casas dos devotos. Em datas comemorativas, o terço dos homens também é realizado nas igrejas, capelas, associações e até em empresas da cidade. Se esse primeiro Terço dos Homens reuniu apenas 7 pessoas, hoje a cada encontro esse número passa dos 200 devotos. Com tanta gente, muitas vezes o pessoal fica na calçada, na rua em frente as casas. Graças alcançadas Nestes 14 anos de devoção, são inúmeros relatos de graças alcançadas através da oração. Eduardo se lembra bem de um depoimento. “Um amigo meu encontrou o caminho da religiosidade através do Terço dos Homens. Depois que começou a frequentar o terço, fez a primeira comunhão e a crisma. Num dos nossos encontros semanais, ele me fez o seguinte relato: ‘Agora eu posso morrer porque Jesus perdoou os meus pecados. Nossa Senhora me mostrou o caminho do amor, me ensinou a não guardar mágoas. Hoje eu entendo o que é ser um cristão de verdade’. Foi um depoimento muito emocionante. E cerca de dois meses depois, ele morreu. Claro que ficamos tristes com a morte dele, mas por outro lado tivemos a certeza que ele estava em paz com Deus”, comentou. Peregrinação Agora, parte dos devotos se prepara para a XII Romaria do Terço dos Homen, no Santuário Nacional, em Aparecida, SP. Esta vai ser a nona participação do grupo. “Lembro que viajamos a partir da segunda romaria. Desde então faço questão de participar. No ano passado, aquela imagem de 80 mil homens do lado de fora do Santuário, com as mãos levantadas, segurando o terço me deixou muito emocionado”, relembrou Eduardo. O funcionário público diz que a viagem é cansativa, mas que vale a pena. De Itumbiara a Aparecida são quase 900 km. “A gente sai por volta de 4 da tarde e chega às 6 da manhã. No Santuário participamos das atividades e depois do terço que é rezado às 3 da tarde, já embarcamos de volta para casa. Apesar do cansaço, renovamos a nossa fé. Quando eu passo em frente a imagem de Nossa Senhora me sinto muito abençoado e muito feliz por ter essa oportunidade. É um momento em que agradeço as graças recebidas e peço pela minha família, pelo meu trabalho e peço sabedoria para seguir firme na fé”, completou. Programação A XII Romaria do Terço dos Homens começa no dia 14 de fevereiro, às 19h30 com a acolhida dos grupos e a Missa de Abertura, que acontece no Santuário Nacional. Depois, haverá a Procissão Luminosa até a Basílica Velha. A programação continua no sábado e prossegue até domingo. Clique aqui e confira todos os eventos e seus respectivos horários. Fonte: Aleteia.org #Terço #TerçodosHomens

CONTATO
Avalie-nosRuimNão muito bomBomMuito bomÓtimoAvalie-nos

Agradecemos pelo envio !

© 2019 - 2023. INTERVENÇÃO DIVINA - Criado por Divino Design.

Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

bottom of page
ConveyThis