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- Leonardo Boff ataca cristãos que são contra blasfêmia à Jesus no Carnaval da Mangueira
O guru da esquerda no Brasil, e um dos grandes expoentes da Teologia da Libertação, Leonardo Boff, criticou duramente os católicos e conservadores que iniciaram uma campanha contra a ridicularização de Jesus no Carnaval de 2020 pela tradicional escola de Samba Mangueira, do Rio de Janeiro. Mais de 100 mil cristãos de toda parte do Brasil assinaram este abaixo-assinado contra mais uma ofensa gravíssima a Nosso Senhor Jesus Cristo neste carnaval. O teólogo Leonardo Boff concedeu entrevista ao Setor 1, da Band comentando o enredo, e toda repercussão, dizendo que compartilha com a Mangueira de 2020 a visão de um Jesus Cristo mais humano – menos o Jesus Glorioso, mais o amigo e defensor dos pobres. “Essa dimensão de Jesus foi especialmente enfatizada pela Teologia da Libertação, que tem nos oprimidos e nos crucificados na história seu ponto de partida e de ação. Ela quer, como Jesus, libertar toda esta gente. Essa é a mensagem clara do enredo da Mangueira”, declara o teólogo, que critica a reação mais extremista ao trabalho de Vieira: “os ultra-conservadores de hoje representam os que tramaram a liquidação de Jesus”. “A Mangueira, com seu enredo e sua arte, fez uma pregação melhor do que qualquer uma, de padre, de bispo ou de cardeal”, afirma. Nossa Senhora de Luto e Maria Madalena LGBT Jesus Cristo é ridicularizado em Samba Enredo da Mangueira Essa é uma das estrofes do samba-enredo da Mangueira. Rosto negro, sangue índio, corpo de mulher Moleque pelintra no Buraco Quente Meu nome é Jesus da Gente Nesses últimos anos, não há Carnaval em que a Face Sagrada de Cristo não seja ultrajada, agredida, sempre em nome da “liberdade de expressão”. No ano passado, uma escola de samba de São Paulo fez um desfile em que Nosso Senhor era derrotado pelo demônio. Agora, a Mangueira, uma das maiores escolas de samba do Brasil, decide também atacar o cristianismo. A pretexto de exaltar as pessoas mais humildes, conspurca a figura do Homem-Deus. Não é por acaso que um defensor desse samba afirmou que ele é o “mais potente, o mais subversivo … cartão de Natal das populações vulnerabilizadas” e ” voz dos povos subalternizados (indígenas, negros, mulheres, gays, trans, etc…)“. Assista antes de continuar a leitura: Clique aqui para assinar o abaixo-assinado contra a blasfêmia e ridicularização à Jesus no Carnaval da Mangueira Teologia da Libertação – A grande Heresia do Século XX “A teologia da libertação não entra em nenhum esquema de heresia até hoje existente […] ela é a negação radical do Cristianismo”. Papa Bento XVI O Papa Bento XVI em um artigo contra a Teologia da Libertação, deixou claro que toda heresia traz dentro de si um “núcleo de verdade”, envolvida por uma camada espessa de mentira; e quanto mais forte é este “núcleo de verdade”, tanto mais difícil será vencê-la. No caso da Teologia da Libertação, este núcleo de verdade é a importância de defender o pobre e o oprimido, mas a espessa camada de mentirá é a proposta de realizar essa obra por meio da filosofia marxista, ateia, movida pela luta de classes e do ódio entre os irmãos de classes diferentes. É o desprezo da vida espiritual em face da luta social. Os meios não justificam os fins e a moral católica não admite que se faça o bem por meios maus. (J. Ratzinguer, V. Messori, 1985) A Teologia da Libertação foi planejada pela URSS para destruir a Igreja Católica de dentro para fora. Este plano nasceu das ideias de Gramsci que concluiu que o melhor meio de destruir uma instituição é se infiltrando e modificando os princípios com o passar do tempo. Fonte: Cleofas #Carnaval
- A profética visão de Dom Bosco: “Os dois pilares que sustentam a Igreja”
Em 30 de Maio, Dom Bosco contou ter visto em sonho, uma terrível batalha no mar, desencadeada por uma multidão de embarcações, pequenas e grandes, contra um único majestoso navio, símbolo da Igreja. Esse navio, várias vezes atingido, mas sempre vitorioso, era guiado pelo Papa. Ancorou seguro entre duas colunas saídas do mar. A primeira tinha em cima uma grande hóstia onde se liam as palavras “Salus credentium” (salvação dos crentes); na outra coluna, mais baixa, estava a estátua da Imaculada com as palavras “Auxilium Christianorum” (Auxílio dos cristãos) . O sonho da jangada é contado por Dom Bosco em 1866. Arrastados por uma terrível inundação, os jovens, para se salvar, sobem com Dom Bosco para cima de uma jangada e vêem no céu uma palavra misteriosa: “Medoum”. Dom Bosco explicou: “Mater et Domina Omins Universus, Maria” (“Mãe e Senhora de todo o universo, Maria”). Finalmente desembarcados num lugar seguro, a Virgem Maria diz aos jovens: “Se vós fordes para mim filhos devotos, Eu serei para vós Mãe Amorosa”. Certo dia, o Santo Cardeal Schuster, disse a um salesiano: “Vi reproduzida a visão das duas colunas, que apareceram a Dom Bosco. Diga a seus superiores que a façam reproduzir em imagens e postais e as difundam por todo o mundo católico, porque essa visão de Dom Bosco é de grande atualidade: a Igreja e o povo cristão só se salvarão com estas duas devoções: A Eucaristia e Maria, Auxílio dos Cristãos” . Dom Bosco, por humildade chamou-a “um sonho”, mas a história confirmou a “profecia do vidente”. “Me parecia que estava sobre um grande rochedo, rodeado pelo mar imenso, agitado pelo bramido e estrondos de uma terrível tempestade… “Eu vi, saindo desta borrasca enorme, o navio de grande tamanho e no seu bordo o Papa, os Cardeais, os Bispos e Sacerdotes com seu Povo. Em toda aquela vasta superfície de águas, eu vi uma multidão incontável de navios pequenos e grandes, dispostos em ordem de batalha, armados com canhões e cheios de fuzis, de armas de todo o tipo, de material inflamável e também de livros. Esses navios avançaram contra aquela maior e mais alta que todas as outras, tentando chocar-se contra ela e incendiá-la, para fazer qualquer estrago possível. O mar agitado parece favorecer os atacantes… Em uma das ofensivas eu vi, que foi atingido também o Papa e ficou gravemente ferido perdendo muito sangue… No meio da imensa extensão do mar, eu vi elevar-se das ondas DUAS ROBUSTAS COLUNAS, pouco distantes uma da outra. No cimo de uma poderia se ver instalada a estátua da Virgem Imaculada Maria, a cujos pés foi pendurado um grande cartaz com esta inscrição: AUXÍLIO DOS CRISTÃOS. Sobre a outra, muito mais alta e de maior diâmetro, está uma HÓSTIA de grande proporção, e abaixo havia um cartaz com as palavras: SALVAÇÃO DOS CRENTES… A borrasca volta espantosa e o Papa que estava ao leme do navio dirigia todos os seus esforços para que o seu navio levado adiante, até que possa ancorar entre essas duas colunas… Nesta luta terrível morre o Papa. O novo Papa, superando todos os obstáculos, dirigindo a nave corajosamente, põe-se entre as duas colunas. Então sucede uma mudança total: fogem as naus inimigas, se extraviam, se chocam entre si e se despedaçam ou afundam. No mar reina agora uma grande calma. As naus que combateram valorosamente a favor do Papa, vêem também elas e se amarram junto às duas colunas, reconhecendo que a salvação recebemos pela devoção a Maria Santíssima e Jesus Misericordioso na Eucaristia ”. Essa visão de Dom Bosco, narrada e resumida brevemente em poucas palavras é também hoje ainda de grande atualidade, quando o mundo aproxima-se a dois mil anos da Era Cristã. Surgem novos provocadores de pânico, falsos profetas e representantes da Nova Ordem Mundial com seus planos e programas camuflados. Jesus Cristo a todos nos admoesta através dos seus ensinamentos e sua Igreja, governada pelo Papa: “Vigiai e Orai”. “Coragem, tua fé te salvará”. Nossa fé temos resumida na Eucaristia e na devoção a Maria. Salvação dos que crêem e auxílio dos cristãos. Via churchpop.com Conheça também a incrível história de Dom Bosco #DomBosco #SantaIgreja
- A profética visão de Dom Bosco: “Os dois pilares que sustentam a Igreja”
Em 30 de Maio, Dom Bosco contou ter visto em sonho, uma terrível batalha no mar, desencadeada por uma multidão de embarcações, pequenas e grandes, contra um único majestoso navio, símbolo da Igreja. Esse navio, várias vezes atingido, mas sempre vitorioso, era guiado pelo Papa. Ancorou seguro entre duas colunas saídas do mar. A primeira tinha em cima uma grande hóstia onde se liam as palavras “Salus credentium” (salvação dos crentes); na outra coluna, mais baixa, estava a estátua da Imaculada com as palavras “Auxilium Christianorum” (Auxílio dos cristãos) . O sonho da jangada é contado por Dom Bosco em 1866. Arrastados por uma terrível inundação, os jovens, para se salvar, sobem com Dom Bosco para cima de uma jangada e vêem no céu uma palavra misteriosa: “Medoum”. Dom Bosco explicou: “Mater et Domina Omins Universus, Maria” (“Mãe e Senhora de todo o universo, Maria”). Finalmente desembarcados num lugar seguro, a Virgem Maria diz aos jovens: “Se vós fordes para mim filhos devotos, Eu serei para vós Mãe Amorosa”. Certo dia, o Santo Cardeal Schuster, disse a um salesiano: “Vi reproduzida a visão das duas colunas, que apareceram a Dom Bosco. Diga a seus superiores que a façam reproduzir em imagens e postais e as difundam por todo o mundo católico, porque essa visão de Dom Bosco é de grande atualidade: a Igreja e o povo cristão só se salvarão com estas duas devoções: A Eucaristia e Maria, Auxílio dos Cristãos” . Dom Bosco, por humildade chamou-a “um sonho”, mas a história confirmou a “profecia do vidente”. “Me parecia que estava sobre um grande rochedo, rodeado pelo mar imenso, agitado pelo bramido e estrondos de uma terrível tempestade… “Eu vi, saindo desta borrasca enorme, o navio de grande tamanho e no seu bordo o Papa, os Cardeais, os Bispos e Sacerdotes com seu Povo. Em toda aquela vasta superfície de águas, eu vi uma multidão incontável de navios pequenos e grandes, dispostos em ordem de batalha, armados com canhões e cheios de fuzis, de armas de todo o tipo, de material inflamável e também de livros. Esses navios avançaram contra aquela maior e mais alta que todas as outras, tentando chocar-se contra ela e incendiá-la, para fazer qualquer estrago possível. O mar agitado parece favorecer os atacantes… Em uma das ofensivas eu vi, que foi atingido também o Papa e ficou gravemente ferido perdendo muito sangue… No meio da imensa extensão do mar, eu vi elevar-se das ondas DUAS ROBUSTAS COLUNAS, pouco distantes uma da outra. No cimo de uma poderia se ver instalada a estátua da Virgem Imaculada Maria, a cujos pés foi pendurado um grande cartaz com esta inscrição: AUXÍLIO DOS CRISTÃOS. Sobre a outra, muito mais alta e de maior diâmetro, está uma HÓSTIA de grande proporção, e abaixo havia um cartaz com as palavras: SALVAÇÃO DOS CRENTES… A borrasca volta espantosa e o Papa que estava ao leme do navio dirigia todos os seus esforços para que o seu navio levado adiante, até que possa ancorar entre essas duas colunas… Nesta luta terrível morre o Papa. O novo Papa, superando todos os obstáculos, dirigindo a nave corajosamente, põe-se entre as duas colunas. Então sucede uma mudança total: fogem as naus inimigas, se extraviam, se chocam entre si e se despedaçam ou afundam. No mar reina agora uma grande calma. As naus que combateram valorosamente a favor do Papa, vêem também elas e se amarram junto às duas colunas, reconhecendo que a salvação recebemos pela devoção a Maria Santíssima e Jesus Misericordioso na Eucaristia ”. Essa visão de Dom Bosco, narrada e resumida brevemente em poucas palavras é também hoje ainda de grande atualidade, quando o mundo aproxima-se a dois mil anos da Era Cristã. Surgem novos provocadores de pânico, falsos profetas e representantes da Nova Ordem Mundial com seus planos e programas camuflados. Jesus Cristo a todos nos admoesta através dos seus ensinamentos e sua Igreja, governada pelo Papa: “Vigiai e Orai”. “Coragem, tua fé te salvará”. Nossa fé temos resumida na Eucaristia e na devoção a Maria. Salvação dos que crêem e auxílio dos cristãos. Via churchpop.com Conheça também a incrível história de Dom Bosco #DomBosco #SantaIgreja
- Alerta: “Católicas pelo Direito de Decidir” não são Católicas!
A organização internacional “Católicas pelo Direito de Decidir”, que se utiliza indevidamente do nome “católicas” para promover o aborto e o feminismo radical, teve sua sede no Brasil fundada em 1993, na cidade de São Paulo. Desde então, sempre esteve diretamente relacionada a toda militância mais anticristã, revolucionária e esquerdista do País. Fingindo desconhecer a condenação milenar da Santa Igreja à horrenda prática do assassinato intrauterino, este grupo, que nada mais é do que uma forma especialmente tosca de infiltração do movimento abortista internacional na Igreja Católica, defende a mutabilidade do dogma e a adequação do morticínio de crianças no ventre de suas mães à Sã Doutrina de Nosso Senhor Jesus Cristo. Evidentemente, seu real interesse é servir de instrumento vil às grandes fundações internacionais na promoção do controle populacional e comportamental que promete, através da cultura da morte, destruir a instituição familiar e matar milhões de crianças inocentes no mundo inteiro. ONG Pró-Aborto – “Católicas pelo Direito de Decidir” O Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz encarregado de um dos apostolados pró-vida mais exitosos no Brasil, aponta que é impossível que os católicos apoiem o aborto, do que se deduz que as “católicas pelo direito de decidir” é uma organização que não representa os católicos, e por isso nem deveriam se chamar “católicas”. A organização financia suas atividades com milhões de dólares recebidos de grupos norte-americanos abertamente anti-vida como a Fundação Ford. Nos Estados Unidos os bispos norte-americanos rejeitaram publicamente o movimento e novamente os desautorizaram. A CNBB também já se manifestou através de uma nota oficial acerca das Católicas pelo Direito de Decidir, esclarecendo que não são uma organização católica, e não podem falar pela Igreja Católica conclamando os católicos a se unirem em defesa da vida, e contra a cultura da morte. Nota da CNBB sobre as Católicas pelo Direito de Decidir Têm chegado à sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB – inúmeras consultas sobre a ONG denominada “Católicas pelo Direito de Decidir”, uma vez que em seus pronunciamentos há vários pontos contrários à doutrina e à moral católicas. Esclarecemos que se trata de uma entidade feminista, constituída no Brasil em 1993, e que atua em articulação e rede com vários parceiros no Brasil e no mundo, em particular com uma organização norte-americana intitulada “Catholics for a Free Choice”. Sobre esta última, a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos já fez várias declarações, destacando que o grupo tem defendido publicamente o aborto e distorcido o ensinamento católico sobre o respeito e a proteção devidos à vida do nascituro indefeso; é contrário a muitos ensinamentos do Magistério da Igreja; não é uma organização católica e não fala pela Igreja Católica. Essas observações se aplicam, também, ao grupo que atua em nosso país. A Campanha da Fraternidade deste ano de 2008 reafirma nosso compromisso com a vida, especialmente, com a vida do ser humano mais indefeso, que é a criança no ventre materno, e com a vida da própria gestante. Políticas públicas realmente voltadas à pessoa humana são as que procuram atender às necessidades da mulher grávida, dando-lhe condições para ter e a criar bem os seus filhos, e não para abortá-los. “Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19). Ainda que em determinadas circunstâncias se trate de uma escolha difícil e exigente, reafirmamos ser a única escolha aceitável e digna para nós que somos filhos e filhas do Deus da Vida. Conclamamos os católicos e a todas as pessoas de boa vontade a se unirem a nós na defesa e divulgação do Evangelho da Vida, atentos a todas as forças e expressões de uma cultura da morte que se expande sempre mais. Brasília, 03 de março de 2008
- Alerta: “Católicas pelo Direito de Decidir” não são Católicas!
A organização internacional “Católicas pelo Direito de Decidir”, que se utiliza indevidamente do nome “católicas” para promover o aborto e o feminismo radical, teve sua sede no Brasil fundada em 1993, na cidade de São Paulo. Desde então, sempre esteve diretamente relacionada a toda militância mais anticristã, revolucionária e esquerdista do País. Fingindo desconhecer a condenação milenar da Santa Igreja à horrenda prática do assassinato intrauterino, este grupo, que nada mais é do que uma forma especialmente tosca de infiltração do movimento abortista internacional na Igreja Católica, defende a mutabilidade do dogma e a adequação do morticínio de crianças no ventre de suas mães à Sã Doutrina de Nosso Senhor Jesus Cristo. Evidentemente, seu real interesse é servir de instrumento vil às grandes fundações internacionais na promoção do controle populacional e comportamental que promete, através da cultura da morte, destruir a instituição familiar e matar milhões de crianças inocentes no mundo inteiro. ONG Pró-Aborto – “Católicas pelo Direito de Decidir” O Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz encarregado de um dos apostolados pró-vida mais exitosos no Brasil, aponta que é impossível que os católicos apoiem o aborto, do que se deduz que as “católicas pelo direito de decidir” é uma organização que não representa os católicos, e por isso nem deveriam se chamar “católicas”. A organização financia suas atividades com milhões de dólares recebidos de grupos norte-americanos abertamente anti-vida como a Fundação Ford. Nos Estados Unidos os bispos norte-americanos rejeitaram publicamente o movimento e novamente os desautorizaram. A CNBB também já se manifestou através de uma nota oficial acerca das Católicas pelo Direito de Decidir, esclarecendo que não são uma organização católica, e não podem falar pela Igreja Católica conclamando os católicos a se unirem em defesa da vida, e contra a cultura da morte. Nota da CNBB sobre as Católicas pelo Direito de Decidir Têm chegado à sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB – inúmeras consultas sobre a ONG denominada “Católicas pelo Direito de Decidir”, uma vez que em seus pronunciamentos há vários pontos contrários à doutrina e à moral católicas. Esclarecemos que se trata de uma entidade feminista, constituída no Brasil em 1993, e que atua em articulação e rede com vários parceiros no Brasil e no mundo, em particular com uma organização norte-americana intitulada “Catholics for a Free Choice”. Sobre esta última, a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos já fez várias declarações, destacando que o grupo tem defendido publicamente o aborto e distorcido o ensinamento católico sobre o respeito e a proteção devidos à vida do nascituro indefeso; é contrário a muitos ensinamentos do Magistério da Igreja; não é uma organização católica e não fala pela Igreja Católica. Essas observações se aplicam, também, ao grupo que atua em nosso país. A Campanha da Fraternidade deste ano de 2008 reafirma nosso compromisso com a vida, especialmente, com a vida do ser humano mais indefeso, que é a criança no ventre materno, e com a vida da própria gestante. Políticas públicas realmente voltadas à pessoa humana são as que procuram atender às necessidades da mulher grávida, dando-lhe condições para ter e a criar bem os seus filhos, e não para abortá-los. “Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19). Ainda que em determinadas circunstâncias se trate de uma escolha difícil e exigente, reafirmamos ser a única escolha aceitável e digna para nós que somos filhos e filhas do Deus da Vida. Conclamamos os católicos e a todas as pessoas de boa vontade a se unirem a nós na defesa e divulgação do Evangelho da Vida, atentos a todas as forças e expressões de uma cultura da morte que se expande sempre mais. Brasília, 03 de março de 2008
- Vaticano entrega aos comunistas o controle da Igreja Católica na China
“Podemos testemunhar passivamente esse assassinato da Igreja na China por aqueles que deveriam protegê-la e defendê-la dos inimigos?” O cardeal Zen enviou uma carta a todos os cardeais do mundo, na qual expõe o problema do acordo secreto entre o Vaticano e o Partido Comunista da China. Assista ao vídeo com a análise do impacto deste acordo na Igreja Católica: Carta datada de 27 de setembro de 2019. A carta tem como anexos o Dubia do Cardeal Zen, publicado em julho, e as diretrizes publicadas em junho pela Santa Sé: Eminência, Peço desculpas pelo inconveniente que esta carta possa lhe causar; mas, em consciência, acredito que o problema que abordo não diz respeito apenas à Igreja na China, mas a toda a Igreja. E nós, os cardeais, temos a imensa responsabilidade de ajudar o Santo Padre na orientação da Igreja. Bem, a partir da minha análise do Documento da Santa Sé (26/06/19), “Orientações pastorais sobre o registro civil do clero em Cina”, é bastante claro que empurra os fiéis na China a entrar em uma igreja cismática (independente do Papa e sob as ordens do Partido Comunista). Em 1º de julho, apresentei minha “dubia” ao papa. Sua Santidade me prometeu em 3 de julho estar interessado nela, mas até hoje eu ainda não sabia de nada. O cardeal Parolin diz que, quando falamos sobre a Igreja independente hoje, não devemos entender essa independência como absoluta, porque o acordo reconhece o papel do papa na Igreja Católica. Em primeiro lugar, não acredito que essa afirmação exista no acordo se não o vejo (entre outras coisas, por que esse acordo deve ser mantido em segredo e eu não posso vê-lo nem eu, um cardeal chinês?); mas, o que é ainda mais evidente, toda a realidade após a assinatura do acordo mostra que nada mudou, pelo contrário … O cardeal Parolin cita uma frase da carta do Papa Bento XVI, tirando-a completamente de contexto; Além disso, é diametralmente oposta ao parágrafo inteiro. Essa manipulação do pensamento do Papa Emérito é um sério desrespeito; ou melhor, é um insulto deplorável à pessoa do gentil e gentil papa, que ainda vive. Também estou com nojo de que eles frequentemente declarem que o que estão fazendo está em continuidade com o pensamento do papa anterior, quando o oposto é verdadeiro. Tenho motivos para acreditar (e espero um dia provar isso com documentos de arquivo) que o acordo assinado é o mesmo que o Papa Bento, em sua época, se recusou a assinar.PUBLICIDADEAnúncio – Continua após a publicidade – Prezado Eminência, podemos testemunhar passivamente esse assassinato da Igreja na China por aqueles que devem protegê-lo e defendê-lo dos inimigos? Ele implora, de joelhos, seu irmão Cardeal Joseph ZEN, SDB “Dubia” do cardeal Zen sobre as orientações pastorais da Santa Sé sobre o registro civil do clero na China (atualizado em 8 de julho de 2019) Antes de tudo, parece estranho que a “Santa Sé” emita um documento tão importante sem especificar de que departamento ele vem e sem acrescentar a assinatura da autoridade responsável. Nos parágrafos 1 e 2, o documento apresenta o problema e a linha geral de solução. 1. O problema é que o governo nega suas promessas de respeitar a doutrina católica e, no registro civil do clero, quase sempre exige a aceitação do princípio de independência, autonomia e auto-administração da Igreja na China (deve ser completado com o que o A carta do Papa Bento XVI diz no ponto 7, 8: “(adote atitudes, faça gestos e assuma compromissos contrários aos ditames de sua consciência como católicos”). 2. Dada a complexa situação que nem sempre é a mesma em todos os lugares, a Santa Sé oferece uma linha geral de como agir: por um lado , não pretende forçar as consciências e, portanto, pede (omitindo dizer explicitamente “o governo”) que a consciência católica é respeitada; por outro lado, afirma como princípio geral que “a clandestinidade não faz parte da normalidade da vida da Igreja” (carta do Papa Bento 8.10), ou seja, é normal sair dela. Com relação à citação da carta do Papa Bento XVI no item 8.10, gostaria de transcrever quase todo o parágrafo: (a) “Alguns deles (bispos), que não desejam se submeter a um controle indevido sobre a vida da Igreja, e ansiosos por manter sua fidelidade total ao Sucessor de Pedro e à doutrina católica, foram forçados a serem consagrados clandestinamente. “; (b) “Clandestinidade não faz parte da vida normal da Igreja”; (c) “A história mostra que pastores e fiéis recorrem a ela [escondendo-se] apenas no desejo sofrido de manter intacta a própria fé”; (d) “Não aceite interferência de agências estatais no que afeta a intimidade da vida da Igreja.” – Continua após a publicidade – O padre Jeroom Heyndrickx e o cardeal Parolin gostam de citar apenas a parte (b); O Papa Francisco (em sua mensagem de 26 de setembro de 2018) também adicionou a parte (c); mas parece-me que as partes (a) e (d) também são importantes. A seção demonstra claramente que a falta de normalidade não é uma escolha clandestina, mas que a escolha é inevitável. O que é anormal é a situação! Essa situação mudou hoje? 3. O longo parágrafo 3 tenta provar que o que é sugerido no parágrafo 5 é justificado. Primeiro teste : a Constituição garante a liberdade religiosa. Pergunto: Mas o que a longa história de perseguição nos diz, apesar da Constituição? Segundo teste : após o acordo, é “lógico” que a independência não seja mais entendida como independência absoluta, mas apenas na esfera política. Antes de tudo, se não vejo o texto do Acordo, acho difícil acreditar que eles tenham realmente reconhecido o “papel peculiar do sucessor de Pedro”. Além disso, pergunto: existe algo lógico nos sistemas totalitários? A única lógica é, como Deng Xiaoping disse, que “um gato branco é o mesmo que um gato preto”, desde que sirva aos propósitos do Partido. Imediatamente após o acordo, nada mudou na política religiosa da parte, tudo foi oficialmente reafirmado e os fatos provam isso. – Continua após a publicidade – Terceiro teste : o contexto do diálogo “consolidado”. Eu pergunto: Mas o documento não reconhece que o governo negou suas promessas, como declarado no primeiro parágrafo e na seção nove deste documento? Quarta prova : Todos os bispos são legitimados. Isso apenas demonstra a generosidade infinita do papa ou, talvez, a pressão onipotente do governo, mas no perdoado e “recompensado” não vemos mudança, sinal de arrependimento, mas atos claros de um triunfo sem medo, rindo daqueles que Eles apostaram no cavalo errado. 4. A Seção 4 diz que os motivos mencionados acima justificam uma nova atitude . Pelo menos, aqui se afirma honestamente que o que é proposto é uma novidade , e que, portanto, não é uma continuação do passado, mas que o passado é negado como já passado, ou seja, não é mais válido. Dizem também que a Santa Sé está procurando uma fórmula para concordar com o governo (e matar dois coelhos com uma cajadada). Mas nos perguntamos: “Uma fórmula”? O que o governo pede não é uma afirmação de uma teoria: é um sistema inteiro, um regime no qual não haverá liberdade pastoral e no qual as ordens do Partido serão seguidas, incluindo a proibição de menores de 18 anos. Participe de qualquer atividade religiosa. 5. No parágrafo 5 estão as verdadeiras orientações pastorais. Em resumo: tudo o que o governo solicita é assinado, possivelmente com um esclarecimento por escrito que depois nega o que é assinado. Se o esclarecimento por escrito não for possível, faça-o verbalmente, com ou sem uma testemunha. Basta que haja a intenção de não aceitar em consciência o que de fato foi assinado . Um texto contra a fé é assinado e afirma-se que a intenção é favorecer o bem da comunidade, uma evangelização mais adequada, a gestão responsável dos bens da Igreja. – Continua após a publicidade – Essa regra geral é, obviamente, contrária a todo princípio de moralidade . Se aceito, justificaria a apostasia. 6. O parágrafo 6 diz que a Santa Sé entende e respeita aqueles que, em consciência, não aceitam a regra estabelecida acima. Obviamente, isso é compaixão por uma minoria “teimosa” que ainda não consegue entender a nova regra. Sua atitude está errada, mas a Santa Sé tolera “provisoriamente”. 7. A Seção 7 fala sobre certos deveres dos bispos, citando um documento que não tem nada a ver com a nossa questão. 8. Na seção 8, diz-se que os fiéis aceitam a decisão de seus pastores . O que significa isso? Que eles não têm a liberdade individual de escolher? E sua consciência não deve ser respeitada? [Aos irmãos que me perguntam o que fazer, eu sempre respondo: que eles respeitam as escolhas dos outros e permanecem firmes na convicção de sua própria consciência. Isso ocorre porque não tenho autoridade para julgar os outros sobre o que é certo ou errado. Mas a Santa Sé não tem autoridade e, portanto, o dever de esclarecer aos membros da Igreja o que é justo e o que não é? Você fez com essas “orientações”? Deveríamos incentivar o abandono do sigilo e tolerar permanecer nele? Os bispos e padres podem escolher e não os fiéis? 9. Na seção 9, diz-se que a Santa Sé, entretanto, pede (e novamente omite a expressão “ao governo”) que nenhuma pressão intimidadora seja exercida contra comunidades católicas não oficiais, como já aconteceu. (Sem mencionar a palavra “governo” é quase como a reverência tradicional de não mencionar o nome do imperador.) – Continua após a publicidade – Finalmente, todos são recomendados a discernir a vontade de Deus com “paciência e humildade”. Mas eu me pergunto: para onde foi a firmeza na fé ? Dizem então que “o caminho atual, apesar das dificuldades, também é marcado por muitas esperanças”. Parece-me, por outro lado, que os fatos destroem todos os fundamentos da esperança humana. Quanto à esperança em Deus, nunca pode ser separado da vontade sincera querer sofrer também de acordo com Sua vontade. Conclusão Este documento reverteu radicalmente o que é normal e o que é anormal, o que é necessário e o que deve ser tolerado. A esperança de seus editores pode ser que a minoria compassiva morra de morte natural. Com essa minoria, quero dizer não apenas padres clandestinos (que não recebem bispos há muito tempo quando os anciãos morrem, nem já são delegados, porque o bispo oficial da diocese já é legítimo), mas também muitos irmãos. da comunidade oficial que, com grande tenacidade, trabalhou por uma mudança, na esperança de ser apoiada pela Santa Sé, sendo pressionada a aceitar a submissão ao governo, ridicularizada pelos vencedores oportunistas. Que o Senhor não permita a realização desses desejos, daqueles que desejam a morte da verdadeira fé em minha amada pátria. Senhor tenha piedade! Diretrizes pastorais da Santa Sé sobre o registro civil do clero na China, 28/06/2019 Os pedidos sobre a atitude que eles devem adotar antes da obrigação de apresentar um pedido de registro civil chegam à Santa Sé há muito tempo. Nesse sentido, como é sabido, muitos pastores permanecem profundamente perplexos porque a modalidade desse registro – obrigatória de acordo com os novos regulamentos sobre atividades religiosas, sob pena de impossibilidade de agir pastoralmente – quase sempre implica a assinatura de um documento em que Apesar do compromisso assumido pelas autoridades chinesas de respeitar também a doutrina católica, deve-se declarar a aceitação, entre outras coisas, do princípio da independência, autonomia e auto-administração da Igreja na China. A complexidade da realidade da China e o fato de não parecer haver uma prática única de aplicar os regulamentos relativos a questões religiosas no país tornam particularmente difícil se pronunciar sobre o assunto. A Santa Sé, por um lado, não quer forçar a consciência de ninguém. E, por outro lado, ele considera que a experiência de sigilo não faz parte da normalidade da vida da Igreja, e que a história mostrou que pastores e fiéis apenas recorrem a ela com o desejo sofrido de manter intacta a fé ( cf. n. 8 da carta de Bento XVI aos católicos chineses de 27 de maio de 2007). Portanto, a Santa Sé continua solicitando que o registro civil do clero seja realizado com a garantia de respeitar a consciência e as profundas convicções católicas das pessoas envolvidas. Assim, de fato, No que diz respeito à avaliação da possível declaração que deve ser assinada no momento do registro, é necessário ter em mente que a Constituição da República Popular da China declara formalmente proteger a liberdade religiosa (art. 36). Segundo, o Acordo Provisório de 22 de setembro de 2018, reconhecendo o papel peculiar do Sucessor de Pedro, leva logicamente a Santa Sé a entender e interpretar a “independência” da Igreja Católica na China, não em sentido absoluto, isto é, , como uma separação do papa e da igreja universal, mas no que diz respeito à esfera política, de acordo com o que acontece em todas as partes do mundo nas relações entre o papa e uma igreja concreta ou entre igrejas específicas. De resto, afirme que na identidade católica não pode haver separação do Sucessor de Pedro, Isso não significa querer tornar uma Igreja específica um corpo estranho à sociedade e à cultura do país em que vive e atua. Em terceiro lugar, o atual contexto de relações entre a China e a Santa Sé, caracterizado por um diálogo consolidado entre os dois lados, é diferente daquele que viu o nascimento de organizações patrióticas nos anos cinquenta do século passado. Quarto, devemos acrescentar o fato de grande importância que, ao longo dos anos, muitos bispos ordenados sem o mandato apostólico solicitaram e obtiveram reconciliação com o Sucessor de Pedro, para que todos os bispos chineses estejam em comunhão hoje com a Sé Apostólica e eles querem uma crescente integração com os bispos católicos de todo o mundo. Diante desses fatos, é legítimo esperar uma nova atitude de todos, mesmo diante de questões práticas sobre a vida da Igreja. Por seu lado, a Santa Sé continua a dialogar com as autoridades chinesas sobre o registro civil de bispos e padres, a fim de encontrar uma fórmula que, no ato do registro, respeite não apenas as leis chinesas, mas também a doutrina católica. Enquanto isso, à luz do exposto, se um bispo ou padre decidir se registrar civilmente, mas o texto da declaração de registro não respeitar a fé católica, ele especificará por escrito no momento da assinatura que Não falta a devida fidelidade aos princípios da doutrina católica. Se não for possível fazer esse esclarecimento por escrito, o solicitante o fará verbalmente e, se possível, na presença de uma testemunha. Em qualquer caso, é adequado que o requerente ateste posteriormente a intenção com a qual se registrou. De fato, isso sempre deve ser entendido com o único objetivo de favorecer o bem da comunidade diocesana e seu crescimento no espírito de unidade, Ao mesmo tempo, a Santa Sé entende e respeita a escolha de quem, em consciência, decide não se inscrever nas condições atuais. Ela fica ao lado dele e pede ao Senhor que os ajude a guardar a comunhão com seus irmãos na fé, mesmo diante das provações que cada um terá que enfrentar. O bispo, por sua vez, “nutre e manifesta publicamente sua confiança nos padres, demonstrando lealdade e louvando-os se eles merecem; respeitar e fazer valer seus direitos, defendendo-os de críticas infundadas; resolver disputas prontamente, para impedir que preocupações prolongadas ocultem a caridade fraterna e prejudiquem o ministério pastoral ”( Apostolorum Successores, Diretório para o ministério pastoral dos bispos, 22 de fevereiro de 2004, nº 77). Também é importante que mesmo os fiéis leigos não apenas compreendam a complexidade da situação mencionada acima, mas também acolham com grande coração a dolorosa decisão de seus pastores, seja o que for. Que a comunidade católica local o acompanhe em espírito de fé, com oração e carinho, abstendo-se de julgar as decisões dos outros, guardando o vínculo de unidade e mostrando misericórdia a todos. De qualquer forma, aguardar a possibilidade de chegar, através de um diálogo franco e construtivo entre as duas partes, conforme acordado, a uma modalidade de registro civil do clero mais respeitosa da doutrina católica e, portanto, de consciência Entre as pessoas envolvidas, a Santa Sé pede que nenhuma pressão intimidadora seja exercida contra comunidades católicas “não oficiais”, como infelizmente já aconteceu. Por fim, a Santa Sé confia que todos possam aceitar essas orientações pastorais como um instrumento para ajudar aqueles que têm que tomar decisões que não são fáceis de cumprir em espírito de fé e unidade. Todos – Santa Sé, bispos, padres, religiosos, religiosos e fiéis leigos – são chamados a discernir a vontade de Deus com paciência e humildade neste trecho do caminho da Igreja na China, marcado por muitas esperanças, apesar das constantes dificuldades. Do Vaticano, em 28 de junho de 2019, Solenidade do Sagrado Coração de Jesus A Santa Sé #China #CristãosPerseguidos #Vaticano
- Vaticano entrega aos comunistas o controle da Igreja Católica na China
“Podemos testemunhar passivamente esse assassinato da Igreja na China por aqueles que deveriam protegê-la e defendê-la dos inimigos?” O cardeal Zen enviou uma carta a todos os cardeais do mundo, na qual expõe o problema do acordo secreto entre o Vaticano e o Partido Comunista da China. Assista ao vídeo com a análise do impacto deste acordo na Igreja Católica: Carta datada de 27 de setembro de 2019. A carta tem como anexos o Dubia do Cardeal Zen, publicado em julho, e as diretrizes publicadas em junho pela Santa Sé: Eminência, Peço desculpas pelo inconveniente que esta carta possa lhe causar; mas, em consciência, acredito que o problema que abordo não diz respeito apenas à Igreja na China, mas a toda a Igreja. E nós, os cardeais, temos a imensa responsabilidade de ajudar o Santo Padre na orientação da Igreja. Bem, a partir da minha análise do Documento da Santa Sé (26/06/19), “Orientações pastorais sobre o registro civil do clero em Cina”, é bastante claro que empurra os fiéis na China a entrar em uma igreja cismática (independente do Papa e sob as ordens do Partido Comunista). Em 1º de julho, apresentei minha “dubia” ao papa. Sua Santidade me prometeu em 3 de julho estar interessado nela, mas até hoje eu ainda não sabia de nada. O cardeal Parolin diz que, quando falamos sobre a Igreja independente hoje, não devemos entender essa independência como absoluta, porque o acordo reconhece o papel do papa na Igreja Católica. Em primeiro lugar, não acredito que essa afirmação exista no acordo se não o vejo (entre outras coisas, por que esse acordo deve ser mantido em segredo e eu não posso vê-lo nem eu, um cardeal chinês?); mas, o que é ainda mais evidente, toda a realidade após a assinatura do acordo mostra que nada mudou, pelo contrário … O cardeal Parolin cita uma frase da carta do Papa Bento XVI, tirando-a completamente de contexto; Além disso, é diametralmente oposta ao parágrafo inteiro. Essa manipulação do pensamento do Papa Emérito é um sério desrespeito; ou melhor, é um insulto deplorável à pessoa do gentil e gentil papa, que ainda vive. Também estou com nojo de que eles frequentemente declarem que o que estão fazendo está em continuidade com o pensamento do papa anterior, quando o oposto é verdadeiro. Tenho motivos para acreditar (e espero um dia provar isso com documentos de arquivo) que o acordo assinado é o mesmo que o Papa Bento, em sua época, se recusou a assinar.PUBLICIDADEAnúncio – Continua após a publicidade – Prezado Eminência, podemos testemunhar passivamente esse assassinato da Igreja na China por aqueles que devem protegê-lo e defendê-lo dos inimigos? Ele implora, de joelhos, seu irmão Cardeal Joseph ZEN, SDB “Dubia” do cardeal Zen sobre as orientações pastorais da Santa Sé sobre o registro civil do clero na China (atualizado em 8 de julho de 2019) Antes de tudo, parece estranho que a “Santa Sé” emita um documento tão importante sem especificar de que departamento ele vem e sem acrescentar a assinatura da autoridade responsável. Nos parágrafos 1 e 2, o documento apresenta o problema e a linha geral de solução. 1. O problema é que o governo nega suas promessas de respeitar a doutrina católica e, no registro civil do clero, quase sempre exige a aceitação do princípio de independência, autonomia e auto-administração da Igreja na China (deve ser completado com o que o A carta do Papa Bento XVI diz no ponto 7, 8: “(adote atitudes, faça gestos e assuma compromissos contrários aos ditames de sua consciência como católicos”). 2. Dada a complexa situação que nem sempre é a mesma em todos os lugares, a Santa Sé oferece uma linha geral de como agir: por um lado , não pretende forçar as consciências e, portanto, pede (omitindo dizer explicitamente “o governo”) que a consciência católica é respeitada; por outro lado, afirma como princípio geral que “a clandestinidade não faz parte da normalidade da vida da Igreja” (carta do Papa Bento 8.10), ou seja, é normal sair dela. Com relação à citação da carta do Papa Bento XVI no item 8.10, gostaria de transcrever quase todo o parágrafo: (a) “Alguns deles (bispos), que não desejam se submeter a um controle indevido sobre a vida da Igreja, e ansiosos por manter sua fidelidade total ao Sucessor de Pedro e à doutrina católica, foram forçados a serem consagrados clandestinamente. “; (b) “Clandestinidade não faz parte da vida normal da Igreja”; (c) “A história mostra que pastores e fiéis recorrem a ela [escondendo-se] apenas no desejo sofrido de manter intacta a própria fé”; (d) “Não aceite interferência de agências estatais no que afeta a intimidade da vida da Igreja.” – Continua após a publicidade – O padre Jeroom Heyndrickx e o cardeal Parolin gostam de citar apenas a parte (b); O Papa Francisco (em sua mensagem de 26 de setembro de 2018) também adicionou a parte (c); mas parece-me que as partes (a) e (d) também são importantes. A seção demonstra claramente que a falta de normalidade não é uma escolha clandestina, mas que a escolha é inevitável. O que é anormal é a situação! Essa situação mudou hoje? 3. O longo parágrafo 3 tenta provar que o que é sugerido no parágrafo 5 é justificado. Primeiro teste : a Constituição garante a liberdade religiosa. Pergunto: Mas o que a longa história de perseguição nos diz, apesar da Constituição? Segundo teste : após o acordo, é “lógico” que a independência não seja mais entendida como independência absoluta, mas apenas na esfera política. Antes de tudo, se não vejo o texto do Acordo, acho difícil acreditar que eles tenham realmente reconhecido o “papel peculiar do sucessor de Pedro”. Além disso, pergunto: existe algo lógico nos sistemas totalitários? A única lógica é, como Deng Xiaoping disse, que “um gato branco é o mesmo que um gato preto”, desde que sirva aos propósitos do Partido. Imediatamente após o acordo, nada mudou na política religiosa da parte, tudo foi oficialmente reafirmado e os fatos provam isso. – Continua após a publicidade – Terceiro teste : o contexto do diálogo “consolidado”. Eu pergunto: Mas o documento não reconhece que o governo negou suas promessas, como declarado no primeiro parágrafo e na seção nove deste documento? Quarta prova : Todos os bispos são legitimados. Isso apenas demonstra a generosidade infinita do papa ou, talvez, a pressão onipotente do governo, mas no perdoado e “recompensado” não vemos mudança, sinal de arrependimento, mas atos claros de um triunfo sem medo, rindo daqueles que Eles apostaram no cavalo errado. 4. A Seção 4 diz que os motivos mencionados acima justificam uma nova atitude . Pelo menos, aqui se afirma honestamente que o que é proposto é uma novidade , e que, portanto, não é uma continuação do passado, mas que o passado é negado como já passado, ou seja, não é mais válido. Dizem também que a Santa Sé está procurando uma fórmula para concordar com o governo (e matar dois coelhos com uma cajadada). Mas nos perguntamos: “Uma fórmula”? O que o governo pede não é uma afirmação de uma teoria: é um sistema inteiro, um regime no qual não haverá liberdade pastoral e no qual as ordens do Partido serão seguidas, incluindo a proibição de menores de 18 anos. Participe de qualquer atividade religiosa. 5. No parágrafo 5 estão as verdadeiras orientações pastorais. Em resumo: tudo o que o governo solicita é assinado, possivelmente com um esclarecimento por escrito que depois nega o que é assinado. Se o esclarecimento por escrito não for possível, faça-o verbalmente, com ou sem uma testemunha. Basta que haja a intenção de não aceitar em consciência o que de fato foi assinado . Um texto contra a fé é assinado e afirma-se que a intenção é favorecer o bem da comunidade, uma evangelização mais adequada, a gestão responsável dos bens da Igreja. – Continua após a publicidade – Essa regra geral é, obviamente, contrária a todo princípio de moralidade . Se aceito, justificaria a apostasia. 6. O parágrafo 6 diz que a Santa Sé entende e respeita aqueles que, em consciência, não aceitam a regra estabelecida acima. Obviamente, isso é compaixão por uma minoria “teimosa” que ainda não consegue entender a nova regra. Sua atitude está errada, mas a Santa Sé tolera “provisoriamente”. 7. A Seção 7 fala sobre certos deveres dos bispos, citando um documento que não tem nada a ver com a nossa questão. 8. Na seção 8, diz-se que os fiéis aceitam a decisão de seus pastores . O que significa isso? Que eles não têm a liberdade individual de escolher? E sua consciência não deve ser respeitada? [Aos irmãos que me perguntam o que fazer, eu sempre respondo: que eles respeitam as escolhas dos outros e permanecem firmes na convicção de sua própria consciência. Isso ocorre porque não tenho autoridade para julgar os outros sobre o que é certo ou errado. Mas a Santa Sé não tem autoridade e, portanto, o dever de esclarecer aos membros da Igreja o que é justo e o que não é? Você fez com essas “orientações”? Deveríamos incentivar o abandono do sigilo e tolerar permanecer nele? Os bispos e padres podem escolher e não os fiéis? 9. Na seção 9, diz-se que a Santa Sé, entretanto, pede (e novamente omite a expressão “ao governo”) que nenhuma pressão intimidadora seja exercida contra comunidades católicas não oficiais, como já aconteceu. (Sem mencionar a palavra “governo” é quase como a reverência tradicional de não mencionar o nome do imperador.) – Continua após a publicidade – Finalmente, todos são recomendados a discernir a vontade de Deus com “paciência e humildade”. Mas eu me pergunto: para onde foi a firmeza na fé ? Dizem então que “o caminho atual, apesar das dificuldades, também é marcado por muitas esperanças”. Parece-me, por outro lado, que os fatos destroem todos os fundamentos da esperança humana. Quanto à esperança em Deus, nunca pode ser separado da vontade sincera querer sofrer também de acordo com Sua vontade. Conclusão Este documento reverteu radicalmente o que é normal e o que é anormal, o que é necessário e o que deve ser tolerado. A esperança de seus editores pode ser que a minoria compassiva morra de morte natural. Com essa minoria, quero dizer não apenas padres clandestinos (que não recebem bispos há muito tempo quando os anciãos morrem, nem já são delegados, porque o bispo oficial da diocese já é legítimo), mas também muitos irmãos. da comunidade oficial que, com grande tenacidade, trabalhou por uma mudança, na esperança de ser apoiada pela Santa Sé, sendo pressionada a aceitar a submissão ao governo, ridicularizada pelos vencedores oportunistas. Que o Senhor não permita a realização desses desejos, daqueles que desejam a morte da verdadeira fé em minha amada pátria. Senhor tenha piedade! Diretrizes pastorais da Santa Sé sobre o registro civil do clero na China, 28/06/2019 Os pedidos sobre a atitude que eles devem adotar antes da obrigação de apresentar um pedido de registro civil chegam à Santa Sé há muito tempo. Nesse sentido, como é sabido, muitos pastores permanecem profundamente perplexos porque a modalidade desse registro – obrigatória de acordo com os novos regulamentos sobre atividades religiosas, sob pena de impossibilidade de agir pastoralmente – quase sempre implica a assinatura de um documento em que Apesar do compromisso assumido pelas autoridades chinesas de respeitar também a doutrina católica, deve-se declarar a aceitação, entre outras coisas, do princípio da independência, autonomia e auto-administração da Igreja na China. A complexidade da realidade da China e o fato de não parecer haver uma prática única de aplicar os regulamentos relativos a questões religiosas no país tornam particularmente difícil se pronunciar sobre o assunto. A Santa Sé, por um lado, não quer forçar a consciência de ninguém. E, por outro lado, ele considera que a experiência de sigilo não faz parte da normalidade da vida da Igreja, e que a história mostrou que pastores e fiéis apenas recorrem a ela com o desejo sofrido de manter intacta a fé ( cf. n. 8 da carta de Bento XVI aos católicos chineses de 27 de maio de 2007). Portanto, a Santa Sé continua solicitando que o registro civil do clero seja realizado com a garantia de respeitar a consciência e as profundas convicções católicas das pessoas envolvidas. Assim, de fato, No que diz respeito à avaliação da possível declaração que deve ser assinada no momento do registro, é necessário ter em mente que a Constituição da República Popular da China declara formalmente proteger a liberdade religiosa (art. 36). Segundo, o Acordo Provisório de 22 de setembro de 2018, reconhecendo o papel peculiar do Sucessor de Pedro, leva logicamente a Santa Sé a entender e interpretar a “independência” da Igreja Católica na China, não em sentido absoluto, isto é, , como uma separação do papa e da igreja universal, mas no que diz respeito à esfera política, de acordo com o que acontece em todas as partes do mundo nas relações entre o papa e uma igreja concreta ou entre igrejas específicas. De resto, afirme que na identidade católica não pode haver separação do Sucessor de Pedro, Isso não significa querer tornar uma Igreja específica um corpo estranho à sociedade e à cultura do país em que vive e atua. Em terceiro lugar, o atual contexto de relações entre a China e a Santa Sé, caracterizado por um diálogo consolidado entre os dois lados, é diferente daquele que viu o nascimento de organizações patrióticas nos anos cinquenta do século passado. Quarto, devemos acrescentar o fato de grande importância que, ao longo dos anos, muitos bispos ordenados sem o mandato apostólico solicitaram e obtiveram reconciliação com o Sucessor de Pedro, para que todos os bispos chineses estejam em comunhão hoje com a Sé Apostólica e eles querem uma crescente integração com os bispos católicos de todo o mundo. Diante desses fatos, é legítimo esperar uma nova atitude de todos, mesmo diante de questões práticas sobre a vida da Igreja. Por seu lado, a Santa Sé continua a dialogar com as autoridades chinesas sobre o registro civil de bispos e padres, a fim de encontrar uma fórmula que, no ato do registro, respeite não apenas as leis chinesas, mas também a doutrina católica. Enquanto isso, à luz do exposto, se um bispo ou padre decidir se registrar civilmente, mas o texto da declaração de registro não respeitar a fé católica, ele especificará por escrito no momento da assinatura que Não falta a devida fidelidade aos princípios da doutrina católica. Se não for possível fazer esse esclarecimento por escrito, o solicitante o fará verbalmente e, se possível, na presença de uma testemunha. Em qualquer caso, é adequado que o requerente ateste posteriormente a intenção com a qual se registrou. De fato, isso sempre deve ser entendido com o único objetivo de favorecer o bem da comunidade diocesana e seu crescimento no espírito de unidade, Ao mesmo tempo, a Santa Sé entende e respeita a escolha de quem, em consciência, decide não se inscrever nas condições atuais. Ela fica ao lado dele e pede ao Senhor que os ajude a guardar a comunhão com seus irmãos na fé, mesmo diante das provações que cada um terá que enfrentar. O bispo, por sua vez, “nutre e manifesta publicamente sua confiança nos padres, demonstrando lealdade e louvando-os se eles merecem; respeitar e fazer valer seus direitos, defendendo-os de críticas infundadas; resolver disputas prontamente, para impedir que preocupações prolongadas ocultem a caridade fraterna e prejudiquem o ministério pastoral ”( Apostolorum Successores, Diretório para o ministério pastoral dos bispos, 22 de fevereiro de 2004, nº 77). Também é importante que mesmo os fiéis leigos não apenas compreendam a complexidade da situação mencionada acima, mas também acolham com grande coração a dolorosa decisão de seus pastores, seja o que for. Que a comunidade católica local o acompanhe em espírito de fé, com oração e carinho, abstendo-se de julgar as decisões dos outros, guardando o vínculo de unidade e mostrando misericórdia a todos. De qualquer forma, aguardar a possibilidade de chegar, através de um diálogo franco e construtivo entre as duas partes, conforme acordado, a uma modalidade de registro civil do clero mais respeitosa da doutrina católica e, portanto, de consciência Entre as pessoas envolvidas, a Santa Sé pede que nenhuma pressão intimidadora seja exercida contra comunidades católicas “não oficiais”, como infelizmente já aconteceu. Por fim, a Santa Sé confia que todos possam aceitar essas orientações pastorais como um instrumento para ajudar aqueles que têm que tomar decisões que não são fáceis de cumprir em espírito de fé e unidade. Todos – Santa Sé, bispos, padres, religiosos, religiosos e fiéis leigos – são chamados a discernir a vontade de Deus com paciência e humildade neste trecho do caminho da Igreja na China, marcado por muitas esperanças, apesar das constantes dificuldades. Do Vaticano, em 28 de junho de 2019, Solenidade do Sagrado Coração de Jesus A Santa Sé #China #CristãosPerseguidos #Vaticano
- Análise | Corona Vírus: desgraça e libertação para o povo chinês
Realmente muito séria toda a situação do chamado Corona Vírus e a pandemia que se está desenhando. A situação é muito mais grave do que estão mostrando nos grandes meios de comunicação, sempre bajuladores da China revolucionária, inspiradora oposição para os esquerdeopatas, eternos opositores dos Estados Unidos. Seria realmente muito ingênuidade esperar sinceridade por parte de um governo comunista. Eles NUNCA tiveram a verdade por princípio. Entretanto, pode ser que essa desgraça venha representar o início da libertação do povo chinês e o desmascarar do governo totalitário e sanguinário que ali está. Há muito tempo a China tem enganado a todos com auxílio da imprensa mundial que é controlada pelos globalistas: esquerdistas e revolucionários. A imprensa internacional, reproduzindo as informações fornecidas pelo departamento de propaganda do regime comunista, em geral, se limitou a mostrar o progresso econômico da China, silenciando sobre o caráter desumano e opressor daquele governo ditatorial que têm conduzido aquele país com mão de ferro há mais de 70 anos, silenciando e eliminando qualquer crítico ou opositor; proibindo a liberdade de expressão e o livre acesso a informações; negando ou restringindo muito o direito de ir e vir de seus cidadãos; mantendo-se no poder às custas do medo, da intimidação e da opressão aos seus cidadãos; mantendo toda uma nação sob o regime de escravidão. Mesmo, muitos sedizentes “de direita” e também “conservadores”, compraram a narrativa do progresso econômico chinês como algo bom para o mundo, fechando os olhos para as atrocidades que ocorrem em um país governado por um único partido comunista que não admite concorrência nem divergência, que nega a seu povo o exercício do direito mais fundamental de um ser humano que é a LIBERDADE… que o digam os mais de 2 milhões de cristãos e budistas presos por causa de sua fé, sem contar todos os outros presos e mortos que ousaram divergir ou criticar o regime: os mais de 70 milhões de mortos para instalar e consolidar o regime comunista na China dão conta disso. Talvez a desgraça que está sendo gerada por toda essa situação faça despertar e unir o povo chinês e sirva para conscientizar o mundo (incluindo o Vaticano) que não se pode apoiar ou tolerar um regime que oprime e massacra seu próprio povo. Templário de Maria Leia também: Acordo do Vaticano entrega aos comunistas o controle da Igreja Católica na China #China
- Análise | Corona Vírus: desgraça e libertação para o povo chinês
Realmente muito séria toda a situação do chamado Corona Vírus e a pandemia que se está desenhando. A situação é muito mais grave do que estão mostrando nos grandes meios de comunicação, sempre bajuladores da China revolucionária, inspiradora oposição para os esquerdeopatas, eternos opositores dos Estados Unidos. Seria realmente muito ingênuidade esperar sinceridade por parte de um governo comunista. Eles NUNCA tiveram a verdade por princípio. Entretanto, pode ser que essa desgraça venha representar o início da libertação do povo chinês e o desmascarar do governo totalitário e sanguinário que ali está. Há muito tempo a China tem enganado a todos com auxílio da imprensa mundial que é controlada pelos globalistas: esquerdistas e revolucionários. A imprensa internacional, reproduzindo as informações fornecidas pelo departamento de propaganda do regime comunista, em geral, se limitou a mostrar o progresso econômico da China, silenciando sobre o caráter desumano e opressor daquele governo ditatorial que têm conduzido aquele país com mão de ferro há mais de 70 anos, silenciando e eliminando qualquer crítico ou opositor; proibindo a liberdade de expressão e o livre acesso a informações; negando ou restringindo muito o direito de ir e vir de seus cidadãos; mantendo-se no poder às custas do medo, da intimidação e da opressão aos seus cidadãos; mantendo toda uma nação sob o regime de escravidão. Mesmo, muitos sedizentes “de direita” e também “conservadores”, compraram a narrativa do progresso econômico chinês como algo bom para o mundo, fechando os olhos para as atrocidades que ocorrem em um país governado por um único partido comunista que não admite concorrência nem divergência, que nega a seu povo o exercício do direito mais fundamental de um ser humano que é a LIBERDADE… que o digam os mais de 2 milhões de cristãos e budistas presos por causa de sua fé, sem contar todos os outros presos e mortos que ousaram divergir ou criticar o regime: os mais de 70 milhões de mortos para instalar e consolidar o regime comunista na China dão conta disso. Talvez a desgraça que está sendo gerada por toda essa situação faça despertar e unir o povo chinês e sirva para conscientizar o mundo (incluindo o Vaticano) que não se pode apoiar ou tolerar um regime que oprime e massacra seu próprio povo. Templário de Maria Leia também: Acordo do Vaticano entrega aos comunistas o controle da Igreja Católica na China #China
- Aborto foi a maior causa de morte em 2019, matando mais de 42 milhões
O serviço de rastreamento Worldometers contabilizou 42,4 milhões de abortos pelo mundo em 2019. Mais de 42 milhões de abortos ocorreram por todo o mundo em 2019, de acordo com o serviço de rastreamento Worldometers, constatando mais uma vez que o aborto foi a maior causa de morte no planeta. “Segundo a OMS, todos os anos no mundo há cerca de 40 a 50 milhões de abortos. Isso corresponde a aproximadamente 125.000 abortos por dia”, observou o Worldometers. Em 31 de dezembro, a plataforma Worldometers contabilizou 42,4 milhões de abortos, o que representa mais da metade do número total de mortes por qualquer outra causa (58,6 milhões). O aborto superou todas as causas individuais de morte, incluindo mortes em geral por doenças (13 milhões). O real número total de abortos pode ser menor ou maior, no entanto, já que o Worldometers depende de estatísticas de saúde e mortalidade da Organização Mundial da Saúde (OMS), que por sua vez se baseia em estimativas do Instituto Guttmacher — posicionado como pró-aborto, segundo o LifeSiteNews. “Os 56,3 milhões de abortos globais que o Guttmacher estima anualmente, não mais do que 10%, pode ser oficialmente contabilizados e apenas 23% têm base na evidência empírica”, disse Michael Spielman, fundador do projeto pró-vida Abort73. “Os outros 77% são assumidos com base em um complexo modelo estatístico que estima uma variedade de fatores”. O Worldometers identificou números semelhantes no ano passado, levando os órgãos como o Snopes, um site de verificação de fatos, a tentar minimizar a notícia, “não contestando os números, mas argumentando que o aborto não deve ser considerado uma ‘causa de morte’”, relatou o LifeSiteNews. O Worldometers rastreia e estima estatísticas em tempo real sobre uma ampla variedade de assuntos, com base em dados de fontes como a ONU, a OMS, o Fundo Monetário Internacional (FMI), entre outras. O instituto possui reconhecimento e citações de uma ampla variedade de meios de comunicação e trabalhos acadêmicos, bem como o endosso da American Library Association. Até esta quinta-feira, 3 de janeiro, o Worldometers já contabilizou mais de 300.000 abortos em todo o mundo somente em 2020. FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO LIFESITENEWS #Aborto
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O serviço de rastreamento Worldometers contabilizou 42,4 milhões de abortos pelo mundo em 2019. Mais de 42 milhões de abortos ocorreram por todo o mundo em 2019, de acordo com o serviço de rastreamento Worldometers, constatando mais uma vez que o aborto foi a maior causa de morte no planeta. “Segundo a OMS, todos os anos no mundo há cerca de 40 a 50 milhões de abortos. Isso corresponde a aproximadamente 125.000 abortos por dia”, observou o Worldometers. Em 31 de dezembro, a plataforma Worldometers contabilizou 42,4 milhões de abortos, o que representa mais da metade do número total de mortes por qualquer outra causa (58,6 milhões). O aborto superou todas as causas individuais de morte, incluindo mortes em geral por doenças (13 milhões). O real número total de abortos pode ser menor ou maior, no entanto, já que o Worldometers depende de estatísticas de saúde e mortalidade da Organização Mundial da Saúde (OMS), que por sua vez se baseia em estimativas do Instituto Guttmacher — posicionado como pró-aborto, segundo o LifeSiteNews. “Os 56,3 milhões de abortos globais que o Guttmacher estima anualmente, não mais do que 10%, pode ser oficialmente contabilizados e apenas 23% têm base na evidência empírica”, disse Michael Spielman, fundador do projeto pró-vida Abort73. “Os outros 77% são assumidos com base em um complexo modelo estatístico que estima uma variedade de fatores”. O Worldometers identificou números semelhantes no ano passado, levando os órgãos como o Snopes, um site de verificação de fatos, a tentar minimizar a notícia, “não contestando os números, mas argumentando que o aborto não deve ser considerado uma ‘causa de morte’”, relatou o LifeSiteNews. O Worldometers rastreia e estima estatísticas em tempo real sobre uma ampla variedade de assuntos, com base em dados de fontes como a ONU, a OMS, o Fundo Monetário Internacional (FMI), entre outras. O instituto possui reconhecimento e citações de uma ampla variedade de meios de comunicação e trabalhos acadêmicos, bem como o endosso da American Library Association. Até esta quinta-feira, 3 de janeiro, o Worldometers já contabilizou mais de 300.000 abortos em todo o mundo somente em 2020. FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO LIFESITENEWS #Aborto
- GUSTAVO CORÇÃO, UM PROCESSO CONTRA O TEMPO – Pedro Dantas (pseudônimo de Prudente de Moraes, neto)
[Resenha do livro O século do nada, de Gustavo Corção, que esteve entre as obras mais vendidas, no Brasil, naquele ano de 1973. O autor, Pedro Dantas, era o pseudônimo do advogado e jornalista Prudente de Moraes, neto, nome importante do “movimento modernista”. Prudente foi um cético durante a maior parte da vida, convertendo-se à fé católica já na velhice.] Em contraste com o ufanismo progressista da maioria, há quem considere que os caminhos da História nos têm feito avançar, mas no sentido do crescimento da cauda dos cavalos. Assim é que, ao “estúpido século XIX”, de Léon Daudet, seguiu-se este nosso que, com todas as maravilhas do tecnicismo, seria o da desesperança e do nada. É o que nos diz o Sr. Gustavo Corção, que o vê não menos estúpido que o precedente, além de conspurcado por algumas abomináveis traições. Abominável traição, deveríamos dizer, no singular, pois, no fundo, é de uma só que se trata, mudando apenas a aparência. Quanto ao crescimento para baixo, já vem de longe; o Sr. Gustavo Corção vai buscar-lhe as origens nos famosos três R — Reforma, Renascimento, Revolução, entrelaçados numa espécie de monograma pleonástico. A esse três R, o Sr. Gustavo Corção faz remontar o curso das águas deletérias que, no seu entender, movem atualmente os engenhos humanos postos a trabalhar no vazio — para NADA, acentua o escritor e, pior, para o Pecado Terminal, na luta contra Deus. Não era necessário que o Sr. Gustavo Corção mencionasse, no rol das suas atividades, a prática da esgrima, para podermos identificar, no seu extraordinário vigor polémico, a inconfundível perícia do espadachim — mosqueteiro ou cavaleiro em cuja destreza e em cujo ímpeto há tanto de d’Artagnan, quanto de D. Quixote, já que, por vezes, arremete contra algum moinho de vento. O que o inspira e anima, entretanto, é a sagrada defesa do Divino contra os três inimigos, indigitados desde o Concilio de Trento — mundo, carne e diabo — que hoje ameaçam, sob a forma de um falso humanismo, a unidade da própria Igreja, dilacerada e corroída por ataques vindos de fora, mas que a atingem não em si mesma, é claro, porém, em grande parte do seu “pessoal.” O eminente líder da corrente mais severamente ortodoxa ou tradicionalista do nosso catolicismo explica a investida do século balizado por duas affaires (ele prefere masculinizar a palavra, à moda inglesa, como é corrente), a affaire Dreyfus e a do julgamento dos chamados “colaboracionistas”, do Governo de Vichy, na Segunda Guerra — pela propagação e crescente influência de um revolucionarismo oriundo dos três R acima citados, influência que conduz à tolerância para com uma doutrina substancialmente perversa, como a do comunismo, e à aceitação do seu hediondo regime político-social. . A progressão de tal doutrina, naqueles meios, inclusive, que, por natureza, lhe deviam ser resistentes, decorre de sucessivas omissões ou tradições da intelligentsia, perturbada, em sua lucidez, pelos reflexos enganadores de um jogo artificioso, o do binômio “direita-esquerda”, no qual o prof. Corção não encontra qualquer conteúdo. Sem o embargo do brilhantismo da sua argumentação, pode-se objetar à tese, sustentada, que a classificação das posições políticas, segundo aquele critério nascido de circunstâncias fortuitas, ordena-se tão naturalmente quanto a disposição das cores, no espectro. Para obtê-las, não é preciso mais que o prisma que decomponha o conjunto, em seriação constante, de extremo a extremo, num dos quais, por exemplo, se poderia situar o Sr. Gustavo Corção. Isso não invalida, entretanto, a percuciente análise, feita pelo autor, do partido que tem sido tirado, por sua espécie de chantagem intelectual, do prejulgamento das posições adotadas, que se valorizam positiva ou negativamente, segundo preceitos de uma insidiosa propaganda que vicia a balança, fazendo-a pender sistematicamente para um dos lados e, assim, obrigando o Sr. Corção a esgrimir do prato mais alto, o que, no caso, não é uma vantagem. Pesa-lhe muito particularmente verificar que o envolvimento conseguido por esse modo, além de atingir a uma boa parte do clero, não deixou imune sequer a um espírito do porte de Jacques Maritain, a quem, salvo o respeito devido, nosso esgrimista não deixa de atirar alguns “a fundo”. A intrepidez e o ardor combativo do infatigável lidador são ainda mais surpreendentes nos assaltos que joga contra o velho Galileu, cansado de guerra. Joga-os com suma agilidade, embora sem êxito no seu intento primordial, que é a defesa do Santo Ofício. O exame da veneranda querela, porém, não cabe na extensão desta nota, que não pode ser encerrada sem registrar que o Sr. Gustavo Corção, admirável escritor, não cede uma palha em suas convicções e desafia, com seu livro, do maior interesse para o entendimento do nosso tempo, mais de uma opinião solidamente implantada no ideário contemporâneo, enfrentando heroicamente a matéria vencida, sempre apto e disposto a tudo repor em discussão. [Publicado no Jornal do Brasil, sábado, 28/04/1973, Suplemento “Livro”, p. 6]
- Lula tenta reconquistar católicos: “Francisco é um Papa que pensa como nós”
Em uma entrevista à Página 12, num esforço para reconquistar os católicos, Lula recordou que o Santo Padre foi muito veemente contra o governo de Jair Bolsonaro durante os incêndios que devastaram a Amazônia, informa Mitre. Por InfoVaticana | Tradução: FratresInUnum.com: “Tenho um profundo respeito pelo Papa Francisco, creio que ele se destacou por sua coerência. Se destacou pela tentativa de fazer com que a Igreja Católica tenha maior compromisso com o pobres, ele tem um compromisso muito forte com os direitos humanos, deu sinais muitos positivos à humanidade”, disse Lula. “Espero que tenha sucesso nas reformas que tem a fazer na Igreja”, manifestou. Lula da Silva expressou: “Eu estou feliz com que tenhamos um arcebispo latino-americano, argentino, pensando de uma forma tão progressista como pensa o Papa Francisco”. Ao mesmo tempo, o político brasileiro ressaltou: “Se analisamos o comportamento do Papa, se observamos quase todas as suas comunicações com os católicos de todo o mundo, vemos que é um Papa comprometido com o povo pobre, com o combate à fome, ao desemprego, à violência, aos crimes contra as mulheres e os negros. Ou seja, ele é tudo o que nós queremos de um Papa, é um Papa que pensa como nós”. “Foi muito importante o Sínodo da Amazônia, sua preocupação com o meio ambiente”, assegurou Lula. Em 12 de julho de 2017, Lula foi condenado a nove anos e seis meses de prisão por corrupção passiva. Esteve na prisão de 7 de abril de 2018 a 8 de novembro de 2019, quando foi ordenada sua libertação. Antes que deixasse a prisão, o Papa lhe enviou uma carta: “O bem vencerá o mal, a verdade vencerá a mentira e a salvação vencerá a condenação”, dizia a missiva. No escrito, que foi divulgado pelo ex-presidente brasileiro, Farncisco pedia a Jesus e à Virgem Maria que “protejam” a Lula e lhe assegurava sua oração, enquanto pedia a Lula que rezasse por ele. Leia também: https://templariodemaria.com.br/o-que-um-catolico-sincero-deve-pensar-sobre-o-pontificado-do-papa-francisco/ #papafrancisco #Política
- Lula tenta reconquistar católicos: “Francisco é um Papa que pensa como nós”
Em uma entrevista à Página 12, num esforço para reconquistar os católicos, Lula recordou que o Santo Padre foi muito veemente contra o governo de Jair Bolsonaro durante os incêndios que devastaram a Amazônia, informa Mitre. Por InfoVaticana | Tradução: FratresInUnum.com: “Tenho um profundo respeito pelo Papa Francisco, creio que ele se destacou por sua coerência. Se destacou pela tentativa de fazer com que a Igreja Católica tenha maior compromisso com o pobres, ele tem um compromisso muito forte com os direitos humanos, deu sinais muitos positivos à humanidade”, disse Lula. “Espero que tenha sucesso nas reformas que tem a fazer na Igreja”, manifestou. Lula da Silva expressou: “Eu estou feliz com que tenhamos um arcebispo latino-americano, argentino, pensando de uma forma tão progressista como pensa o Papa Francisco”. Ao mesmo tempo, o político brasileiro ressaltou: “Se analisamos o comportamento do Papa, se observamos quase todas as suas comunicações com os católicos de todo o mundo, vemos que é um Papa comprometido com o povo pobre, com o combate à fome, ao desemprego, à violência, aos crimes contra as mulheres e os negros. Ou seja, ele é tudo o que nós queremos de um Papa, é um Papa que pensa como nós”. “Foi muito importante o Sínodo da Amazônia, sua preocupação com o meio ambiente”, assegurou Lula. Em 12 de julho de 2017, Lula foi condenado a nove anos e seis meses de prisão por corrupção passiva. Esteve na prisão de 7 de abril de 2018 a 8 de novembro de 2019, quando foi ordenada sua libertação. Antes que deixasse a prisão, o Papa lhe enviou uma carta: “O bem vencerá o mal, a verdade vencerá a mentira e a salvação vencerá a condenação”, dizia a missiva. No escrito, que foi divulgado pelo ex-presidente brasileiro, Farncisco pedia a Jesus e à Virgem Maria que “protejam” a Lula e lhe assegurava sua oração, enquanto pedia a Lula que rezasse por ele. Leia também: https://templariodemaria.com.br/o-que-um-catolico-sincero-deve-pensar-sobre-o-pontificado-do-papa-francisco/ #papafrancisco #Política
- Igreja na Itália pulicará nova versão do ‘Pai Nosso’ indicada pelo Papa Francisco
As Conferências Episcopais do mundo podem escolher se seguem a decisão dos bispos da Itália de rever a oração mais difundida do catolicismo. A Conferência Episcopal Italiana (CEI) adotou em sua Assembléia Geral em 22 de maio de 2019 uma nova versão do Missal Romano, aprovada pelo Papa Francisco, que inclui mudanças na oração da Oração e Glória do Senhor . Em 2017, o Papa Francisco defendeu que esta frase na versão italiana não estava correta, porque disse que Deus não pode induzir os homens à tentação e que, portanto, era mais apropriado usar uma frase semelhante a “não nos deixe cair na tentação “. O problema nasce da versão em latim (“et ne nos indúcas in tentatiónem”), que, ao ser traduzida para alguns idiomas, transmitia a ideia de que Deus induz os fiéis a pecarem. A nova versão do Pai Nosso que será publicada depois da Páscoa, que neste ano será celebrada em 12 de abril, substituirá o trecho “non ci indurre in tentazione” (“não nos induza à tentação”) por “non abbandonarci alla tentazione”, ou seja, “não nos abandone à tentação”. Em entrevista à Agência AdnKronos o arcebispo italiano Bruno Forte confirmou que “o missal com a nova versão do Pai Nosso será lançado logo após a Páscoa” de 2020, tendo o uso iniciado somente no primeiro domingo do Advento, 29 de novembro. #Liturgia #papafrancisco #Vaticano
- Igreja na Itália pulicará nova versão do ‘Pai Nosso’ indicada pelo Papa Francisco
As Conferências Episcopais do mundo podem escolher se seguem a decisão dos bispos da Itália de rever a oração mais difundida do catolicismo. A Conferência Episcopal Italiana (CEI) adotou em sua Assembléia Geral em 22 de maio de 2019 uma nova versão do Missal Romano, aprovada pelo Papa Francisco, que inclui mudanças na oração da Oração e Glória do Senhor . Em 2017, o Papa Francisco defendeu que esta frase na versão italiana não estava correta, porque disse que Deus não pode induzir os homens à tentação e que, portanto, era mais apropriado usar uma frase semelhante a “não nos deixe cair na tentação “. O problema nasce da versão em latim (“et ne nos indúcas in tentatiónem”), que, ao ser traduzida para alguns idiomas, transmitia a ideia de que Deus induz os fiéis a pecarem. A nova versão do Pai Nosso que será publicada depois da Páscoa, que neste ano será celebrada em 12 de abril, substituirá o trecho “non ci indurre in tentazione” (“não nos induza à tentação”) por “non abbandonarci alla tentazione”, ou seja, “não nos abandone à tentação”. Em entrevista à Agência AdnKronos o arcebispo italiano Bruno Forte confirmou que “o missal com a nova versão do Pai Nosso será lançado logo após a Páscoa” de 2020, tendo o uso iniciado somente no primeiro domingo do Advento, 29 de novembro. #Liturgia #papafrancisco #Vaticano
- ROGER SCRUTON, SERVO DO CONHECIMENTO – Sean Walsh
Sir Roger Scruton nos deixou exatamente quando mais precisávamos dele. Seu legado filosófico incluirá o reconhecimento de que o conservadorismo político jamais atingirá o nível da teoria, embora isso seja mais lucro que prejuízo. O conservadorismo, segundo ele pensava, não é uma teoria, mas um instinto: o instinto de que devemos olhar para o mundo não para repudiá-lo, mas para redimi-lo. Ao contrário do socialismo, que não passa de uma fábrica de lamúrias. O conservadorismo pode ter esse aspecto antiteórico; não se segue daí, porém, que não possamos lhe oferecer bases filosóficas decentes. Quais seriam esses fundamentos? Roger desenvolveu uma espécie de explicação neo-kantiana sobre o que somos, entremeada com olhares na direção de Hegel. O mistério duradouro da condição humana é que somos, ao mesmo tempo, objetos no mundo e, no entanto, capazes de desenvolver perspectivas contrastantes sobre ele. Conforme seu hegelianismo, o liberalismo pressupunha que podemos, por decisões racionais, tornar mais justa a sociedade em que vivemos, desde que certas instituições já estejam funcionando antes que o conceito de “escolha” possa fazer sentido de forma prioritária. Os domínios de Scruton eram surpreendentes, variando da estética da forma musical à metafísica do desejo sexual, da arte à arquitetura. Argumentava, em todas essas áreas, que a tradição é uma preservadora da verdade; que precisamos estar alertas contra uma visão das relações sexuais que as reduz ao meramente consensual; que quando se constrói um edifício, devem-se obrigações não apenas àqueles que viverão nele, mas também àqueles que somente irão olha-lo. As realizações intelectuais de Scruton foram excelentes. Mas é igualmente importante lembrar que ele tinha um espírito jocoso; e muita, muita coragem. Nos anos 80, ajudou a criar, com grande risco pessoal, uma universidade “underground” nos países do leste europeu. Contrabandeava, na forma de samizdat, textos iluminadores que tinham sido proibidos pelas autoridades comunistas. Ele arriscou e sofreu a prisão, como resultado de um radicalismo mais genuíno do que o de seus críticos de gabinete. Eram aqueles dias — os dias que o Sr. Corbyn nunca condenou — em que se podia ir preso simplesmente por estar lendo Aristóteles. Alguns anos depois, seu senso de ironia o levou a escrever crítica de vinhos para o New Statesman. Os leitores da revista, que é a preferida do establishment esquerdista, tinham de engolir uma coluna semanal, em que se exibiam os benefícios da família, da caça à raposa e da pena de morte. Eu conheci Scruton na universidade. Participamos das mesmas conferências. Frequentamos a mesma escola em High Wycombe, mas ele foi expulso alguns anos antes de eu chegar lá, e, então, sua lenda havia diminuído um pouco. Mas, no ano passado, quando enviei um conjunto de perguntas sobre a narrativa do “eu” (que propôs em sua obra Alma do mundo), ele respondeu em uma hora. Scruton não era crente, apesar de ter sido aluno em Cambridge da filósofa tomista Elizabeth Anscombe (que teve uma enorme influência sobre ele). Ele disse, certa vez, que era anglicano por que “o anglicanismo oferecia a versão mais civilizada do ateísmo”. E passou seus últimos anos de vida na paróquia de Malmesbury, a cerca de 16 quilômetros de onde estou escrevendo isso, como organista oficial da Missa dominical. Seu ponto de vista, seguindo seu tutor de Cambridge, Laurence Picken, era de que estamos a serviço do conhecimento: não é tarefa das universidades prender os alunos ao conhecimento, mas derramar conhecimento na mente dos estudantes, para que eles possam ser seus cuidadores. No entanto, Roger foi para casa, gostando ou não. Escreveu, um dia, que as pessoas não entendem que a morte é uma bênção e viver muito tempo é uma maldição. Será que ele concordaria que 75 anos está de bom tamanho? Nós, que aqui ficamos, é que deveríamos estar desolados. https://www.thearticle.com/roger-scruton-servant-of-knowledge
- Conselho Federal de Medicina reduz idade para mudança de sexo
O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou uma resolução que reduz de 21 para 18 anos a idade mínima para que pessoas transgênero tenham acesso a cirurgias de redesignação sexual. A norma também passa a permitir a hormonoterapia aos 16 anos, ante 18, e cria regras para o uso de medicamentos para bloqueio hormonal da puberdade. As mudanças são comemoradas por pessoas e movimentos trans e travestis. Assista ao vídeo com análise do fato: Fonte: otempo.com.br Leia também: Movimento LGBT declara que tem como objetivo destruir a Família
- Conselho Federal de Medicina reduz idade para mudança de sexo
O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou uma resolução que reduz de 21 para 18 anos a idade mínima para que pessoas transgênero tenham acesso a cirurgias de redesignação sexual. A norma também passa a permitir a hormonoterapia aos 16 anos, ante 18, e cria regras para o uso de medicamentos para bloqueio hormonal da puberdade. As mudanças são comemoradas por pessoas e movimentos trans e travestis. Assista ao vídeo com análise do fato: Fonte: otempo.com.br Leia também: Movimento LGBT declara que tem como objetivo destruir a Família
- Conselhos importantes para participar bem da Santa Missa
A Santa Missa é o ápice da vida de todo Católico, mas é preciso ter alguns cuidados para que possamos aproveitar ao máximo o que cada celebração pode oferecer. Sendo este um momento de suma importância, é imprescindível que tenhamos algumas disposições para melhor vivenciar este momento sublime. Obs. Para cada um dos conselhos relacionamos um artigo do nosso site, caso queira se aprofundar. 1 – Saia de casa com reta intenção Quando vamos à Santa Missa, não vamos a um encontro social, mas nossa única intenção deve ser encontrar-se com Deus na celebração. Artigo recomendado: Quais as disposições para receber a Santíssima Eucaristia? 2 – Chegue com antecedência e não em cima da hora Participar da Santa Missa inteira aos Domingos e dias Santo de Guarda é um mandamento da Igreja, portanto não podemos chegar atrasados. Procure chegar sempre 10 minutos antes. Artigo recomendado: Guardar domingos e festas de guarda 3 – Use roupas adequadas ao lugar sagrado A Modéstia é um item essencial a todo cristão, e deve ser respeitada em todos os lugares que frequentamos, mesmo dentro de nossas casas. Na igreja devemos ter um cuidado ainda maior, para que em nenhum momento haja a possibilidade de nossa sensualidade ser causa de pecado e pensamentos impuros para outras pessoas. A Santa Missa é o momento em que apenas o Mistério de Deus é que deve se mostrar! Artigo Recomendado: CUIDADO: SUA ROUPA PODERÁ TE LEVAR AO INFERNO 4 – Tenha postura corporal adequada ao lugar sagrado. “A Santa Missa é longa para quem tem amor curto”. Devemos buscar prestar a atenção em todos os momentos da Missa, pois cada momento da missa possui um significado profundo e espiritual, desde a bênção inicial até a bênção final tudo que acontece no rito é de suma importância. Devemos participar da Missa como se estivéssemos aos pés da Cruz de Jesus. Artigo Recomendado: A postura e os gestos na Santa Missa 5 – Desligue celulares, tire o boné, não masque chicletes ou chupe balas. Devemos evitar comer qualquer tipo de alimento dentro da Igreja. A Igreja não é um local para comer outros tipos de alimentos, pois isso banaliza gravemente o significado da Eucaristia. Artigo recomendado: No Vaticano, sacerdotes são orientados a entregar a comunhão apenas na boca 6 – Coloque-se em silêncio e oração pessoal preparando-se interiormente. Cada Santa Missa é a atualização do Calvário, ou seja, estamos, de fato, diante do Sacrifício de Jesus na Cruz, porém de forma incruenta. É preciso manter silêncio em respeito a Jesus e também aos outros irmãos em oração. Artigo recomendado: Ainda há espaço para o “SILÊNCIO” na Santa Missa? 7 – Participe de forma consciente, entregando-se de todo coração. Deus nos criou sem a nossa ajuda, não nos salvará sem nosso consentimento. Cada Santa Missa em vida vale infinitamente mais do que 100 missas após a nossa morte. Devemos participar com empenho, piedade e muita devoção. Não tenha medo de se ajoelhar durante a Santa Missa. Durante alguns momentos do rito é recomendado que todos os fiéis se ajoelhem, como o momento da Consagração da Eucaristia e também no momento de ação de graças, após a comunhção. (os fiéis que desejarem podem permanecer de joelhos durante toda oração eucarística) Artigo relacionado: JÁ OUVIU FALAR EM “JOELHOFOBIA”? 8 – Receba a Comunhão apenas se estiver em estado de graça. A Santa Igreja recomenda que confessemos com frequência, ou seja, isso significa aproximadamente 1 vez ao mês. Para receber a comunhão, devemos estar com a confissão em dia, e não ter cometido nenhum pecado mortal desde a última comunhão. Leia também: “Quem comunga em pecado mortal, comunga sua própria condenação!” – Padre José Augusto 9 – Faça ação de graças após receber a Sagrada Comunhão Devemos nos recordar que as espécies eucarísticas (pão e vinho mudados na carne e sangue de Cristo) demoram aproximadamente 15 minutos para se dissolverem em nosso organismo; o que significa que na prática, ao menos por 15 minutos, somos literalmente sacrários vivos, de modo que após recebermos o Santíssimo Sacramento, devemos fazer ao menos 15 minutos de ação de graças e adoração ao Senhor que recebemos. Infelizmente a falta de zelo da maior parte dos sacerdotes não têm ajudado os fiéis a terem consciência da sublimidade desse momento, de modo que não se faz o silêncio necessário após o recebimento da comunhão. Leia também: ATENÇÃO TODOS OS CATÓLICOS QUE RECEBEM A SANTÍSSIMA EUCARISTIA NA MISSA 10 – Saia da igreja com a Fé, Esperança e a Caridade renovadas. A Santa Missa e a Eucaristia, assim como a nossa vida oração, são os combustíveis para a nossa alma. Ao participar da Santa Missa ficamos repletos da Graça de Deus e podemos ser testemunhas do Evangelho e assim apresentar a Cristo a todos com os quais entrarmos em contato. Artigo recomendado: Para um cristão não pode haver diferença entre felicidade e santidade Leia também: A Santa Missa e os abusos litúrgicos que ofuscam sua grandeza
- Conselhos importantes para participar bem da Santa Missa
A Santa Missa é o ápice da vida de todo Católico, mas é preciso ter alguns cuidados para que possamos aproveitar ao máximo o que cada celebração pode oferecer. Sendo este um momento de suma importância, é imprescindível que tenhamos algumas disposições para melhor vivenciar este momento sublime. Obs. Para cada um dos conselhos relacionamos um artigo do nosso site, caso queira se aprofundar. 1 – Saia de casa com reta intenção Quando vamos à Santa Missa, não vamos a um encontro social, mas nossa única intenção deve ser encontrar-se com Deus na celebração. Artigo recomendado: Quais as disposições para receber a Santíssima Eucaristia? 2 – Chegue com antecedência e não em cima da hora Participar da Santa Missa inteira aos Domingos e dias Santo de Guarda é um mandamento da Igreja, portanto não podemos chegar atrasados. Procure chegar sempre 10 minutos antes. Artigo recomendado: Guardar domingos e festas de guarda 3 – Use roupas adequadas ao lugar sagrado A Modéstia é um item essencial a todo cristão, e deve ser respeitada em todos os lugares que frequentamos, mesmo dentro de nossas casas. Na igreja devemos ter um cuidado ainda maior, para que em nenhum momento haja a possibilidade de nossa sensualidade ser causa de pecado e pensamentos impuros para outras pessoas. A Santa Missa é o momento em que apenas o Mistério de Deus é que deve se mostrar! Artigo Recomendado: CUIDADO: SUA ROUPA PODERÁ TE LEVAR AO INFERNO 4 – Tenha postura corporal adequada ao lugar sagrado. “A Santa Missa é longa para quem tem amor curto”. Devemos buscar prestar a atenção em todos os momentos da Missa, pois cada momento da missa possui um significado profundo e espiritual, desde a bênção inicial até a bênção final tudo que acontece no rito é de suma importância. Devemos participar da Missa como se estivéssemos aos pés da Cruz de Jesus. Artigo Recomendado: A postura e os gestos na Santa Missa 5 – Desligue celulares, tire o boné, não masque chicletes ou chupe balas. Devemos evitar comer qualquer tipo de alimento dentro da Igreja. A Igreja não é um local para comer outros tipos de alimentos, pois isso banaliza gravemente o significado da Eucaristia. Artigo recomendado: No Vaticano, sacerdotes são orientados a entregar a comunhão apenas na boca 6 – Coloque-se em silêncio e oração pessoal preparando-se interiormente. Cada Santa Missa é a atualização do Calvário, ou seja, estamos, de fato, diante do Sacrifício de Jesus na Cruz, porém de forma incruenta. É preciso manter silêncio em respeito a Jesus e também aos outros irmãos em oração. Artigo recomendado: Ainda há espaço para o “SILÊNCIO” na Santa Missa? 7 – Participe de forma consciente, entregando-se de todo coração. Deus nos criou sem a nossa ajuda, não nos salvará sem nosso consentimento. Cada Santa Missa em vida vale infinitamente mais do que 100 missas após a nossa morte. Devemos participar com empenho, piedade e muita devoção. Não tenha medo de se ajoelhar durante a Santa Missa. Durante alguns momentos do rito é recomendado que todos os fiéis se ajoelhem, como o momento da Consagração da Eucaristia e também no momento de ação de graças, após a comunhção. (os fiéis que desejarem podem permanecer de joelhos durante toda oração eucarística) Artigo relacionado: JÁ OUVIU FALAR EM “JOELHOFOBIA”? 8 – Receba a Comunhão apenas se estiver em estado de graça. A Santa Igreja recomenda que confessemos com frequência, ou seja, isso significa aproximadamente 1 vez ao mês. Para receber a comunhão, devemos estar com a confissão em dia, e não ter cometido nenhum pecado mortal desde a última comunhão. Leia também: “Quem comunga em pecado mortal, comunga sua própria condenação!” – Padre José Augusto 9 – Faça ação de graças após receber a Sagrada Comunhão Devemos nos recordar que as espécies eucarísticas (pão e vinho mudados na carne e sangue de Cristo) demoram aproximadamente 15 minutos para se dissolverem em nosso organismo; o que significa que na prática, ao menos por 15 minutos, somos literalmente sacrários vivos, de modo que após recebermos o Santíssimo Sacramento, devemos fazer ao menos 15 minutos de ação de graças e adoração ao Senhor que recebemos. Infelizmente a falta de zelo da maior parte dos sacerdotes não têm ajudado os fiéis a terem consciência da sublimidade desse momento, de modo que não se faz o silêncio necessário após o recebimento da comunhão. Leia também: ATENÇÃO TODOS OS CATÓLICOS QUE RECEBEM A SANTÍSSIMA EUCARISTIA NA MISSA 10 – Saia da igreja com a Fé, Esperança e a Caridade renovadas. A Santa Missa e a Eucaristia, assim como a nossa vida oração, são os combustíveis para a nossa alma. Ao participar da Santa Missa ficamos repletos da Graça de Deus e podemos ser testemunhas do Evangelho e assim apresentar a Cristo a todos com os quais entrarmos em contato. Artigo recomendado: Para um cristão não pode haver diferença entre felicidade e santidade Leia também: A Santa Missa e os abusos litúrgicos que ofuscam sua grandeza
- CONSELHO DE CARDEAL
“Há muita gente falando do Papa. Tenho dito para alguns: ‘Se a Igreja Católica não lhe agrada, se essa barca é muita estreita para você, vire evangélico’.” (Cardeal Gualtiero Bassetti, presidente da Conferência Episcopal Italiana) https://lanuovabq.it/it/lo-sfogo-di-bassetti-e-il-nostro
- CELIBATO, TEOLOGIA E HISTÓRIA DA IGREJA
Nos últimos tempos, sobretudo em razão das matérias tratadas no Sínodo dos Bispos para a região Pan-amazônica no Brasil, somando-se ao recente anúncio da publicação do livro “Do fundo do nosso coração” (tradução livre) do Cardeal Robert Sarah, com participação do Papa Emérito Bento XVI, o tema do celibato sacerdotal tem sido alvo de intensas discussões. om a concepção moderna de sexo absolutamente diferente daquela prevista pela doutrina cristã, não raro é possível testemunhar discursos apontando o celibato como uma doutrina estranha à palavra do Evangelho (sobretudo nos círculos literalistas/ fundamentalistas) e à Tradição, ou ainda como um “capricho” da profissão ocidental do catolicismo, dado que sacerdotes chamados “viri probati” (casados ordenados ao sacerdócio) são permitidos na Igreja Oriental, entre outros diagnósticos. O intuito deste breve texto é trazer luz a alguns fatos aparentemente desconhecidos ou ignorados pela maior parte dos fiéis e debatedores do tema. Enfocaremos, obviamente, a compreensão feita pela Tradição da Igreja, em seu desenvolvimento e sua interpretação das Escrituras, bem como seu testemunho histórico, válidos segundo a autoridade concedida por Nosso Senhor (Lc 10,16) àquela que é o sustentáculo da Verdade (I Tm 3,15). Em primeiro lugar, é importante saber de forma precisa o que é o celibato. O termo provém do latim caelebs, caelibātus ou coelibātus, algo como “estado de solteiro”. No contexto eclesiástico designava o estado de abstinência sexual, também chamado estado de continência. Esta concepção é notadamente diferente daquela tida comumente, sobretudo pelos leigos e pela sociedade secular no Ocidente. É importante concluir desde já que a disciplina do Celibato não requere a ordenação de solteiros necessariamente, mas a completa abstinência sexual do ordenado, como vimos. Vamos à fundamentação histórico-teológica: Nas Escrituras, sobretudo três textos fundamentam o entendimento e a prática do celibato sacerdotal, apesar de outras passagens nos mostrarem que a ordenação de homens casados foi uma prática aceita, uma vez que São Paulo exorta a seus discípulos Timóteo e Tito a que candidatos a este ofício deveriam ter se casado apenas uma vez (I Timóteo 3,2; Tito 1,6), além da menção à sogra de Pedro (São Mateus 8,14; São Marcos 1,30). Em São Marcos 10,30, com paralelo em São João 19,29, Nosso Senhor afirma que, assim como os apóstolos – os primeiros sacerdotes (ordenados pelo Sumo Sacerdote perfeito) – haveriam aqueles que abandonariam suas famílias por sua causa; a estes é prometido o reino dos céus. No segundo texto, São Mateus 19,12, Cristo registra que haveriam os que se fariam eunucos (incapazes de práticas sexuais) por amor do reino dos céus. Dada a gravidade da matéria, Cristo acrescenta a expressão “quem puder compreender, compreenda” (exclusivamente em São Mateus). À partir daí, todos os testemunhos registrados pela Igreja Primitiva dão conta de que, desde os solteiros ordenados até os ordenados já tendo contraído matrimônio válido, todos aqueles empregados do serviço do altar (Sacerdotes, Bispos e até Diáconos) assumiam, via de regra, um estado de total abstinência sexual, com o devido consentimento das esposas, detentoras de direitos matrimoniais sobre estes homens, o que permanece em vigência nas Igrejas tradicionais Católicas e Ortodoxas até os dias de hoje, em fidelidade à herança da Tradição Apostólica, a não ser quando houvera dissidências da ortodoxia e com raríssimas exceções (como veremos no Oriente, por exemplo). A compreensão teológica desde então não era (e não é!) a de que o Sacerdote não se havia desposado, mas que sim, como figura de Cristo, era igualmente esposo da Igreja, vocacionado a amá-la como a qualquer homem é exigido amar a sua companheira (São Paulo aos Efésios 5,25). O Concílio de Elvira no Ocidente, da primeira década do século IV, já expunha a oficialização do que já era prática universal à aquele tempo: em seu cânon lê-se a “proibição total (da prática sexual), válida para bispos, sacerdotes e diáconos, ou seja, para todos os clérigos dedicados ao serviço do altar, que devem se abster de suas esposas e não gerar filhos (caso os tenha, obviamente)”, seguindo-se que “quem fizer isso (permanecer sexualmente ativo) deve ser excluído do estado clerical”. Na Igreja do Oriente, dadas as condições político-teológicas e a considerável autonomia dos patriarcados orientais, as questões disciplinares não detinham a mesma uniformidade vista no Ocidente, o que inclui o Celibato Sacerdotal. Dado o chamado cesaro-papismo, as primeiras disposições à respeito das regras disciplinares destas Igrejas eram decretos imperiais. Por não haver amparo em questões teológicas e na autoridade universal da Igreja, eventualmente estas disposições não eram convergentes. Teodósio, primeiro Imperador de que se tem notícia a falar do tema, no chamado Código Teodosiano (434 d.C) já assinalava a necessária (e comum, diga-se) continência sexual, mesmo para os casados – que só eram aceitos caso já houvessem contraído matrimônio antes da Ordenação – apesar da permissão para a convivência conjugal (com relação puramente fraterna, de irmãos). Com Justiniano I, a regra foi flexibilizada, por tudo exposto, permitindo a coabitação e o uso do matrimônio, desde que contraído uma única vez, e com uma virgem. Importa salientar que a este tempo, apesar da pluralidade disciplinar, havia plena harmonia dogmática entre Oriente e Ocidente Historicamente, o próximo grande passo da Igreja do Ocidente para a promulgação da disciplina tal como se vê hoje foi a decisão de fundar os Seminários para a formação de sacerdotes, estabelecida através do famoso cânone 18, da Sessão XXIII, e imposta a todas as dioceses. Os jovens deveriam ser eleitos para o sacerdócio, formados e fortalecidos para o ministério nesses Seminários. Essa decisão providencial, que se tornou realidade progressivamente em todos os lugares, permitiu à Igreja contar com tantos candidatos celibatários para os graus superiores do sagrado ministério, que, a partir de então, se pode ir prescindindo de ordenar homens casados, o que tinha sido um desejo explícito de muitos Padres conciliares, dadas as dificuldades do cumprimento da disciplina pelos Viri Probati, além do escândalo dos desvios que haviam – a Igreja não poderia colocar em situação de tamanho risco fiéis e Sacerdotes, dada a clareza e a gravidade do pecado de transpor a Tradição Apostólica. Após isso, nos I e II Concílios de Latrão, a Igreja Ocidental atualizou a sua disciplina e restringiu a ordenação apenas aos não casados Séc XII. Considerando que vimos, fica claro que, tanto o argumento de que a doutrina disciplinar do Celibato Sacerdotal é estranha à Tradição Apostólica, quanto a sua falta de embasamento escriturístico são falsos. Se por “reforma” tem-se o interesse de levar a Igreja aos seus primórdios e reforçar-lhe a herança apostólica, é certo que não se há de fazê-lo com a fragilização do Celibato Sacerdotal sem que se incorra em um grave erro histórico-teológico. Fontes Celibato Eclesiástico: História e Fundamentos: http://diocesepetropolis.com.br/celibato-eclesiastico-historia-e-fundamentos-teologicos.html Carta Encíclica Sacerdotalis Caelibatus: http://www.vatican.va/content/paul-vi/pt/encyclicals/d ocuments/hf_p-vi_enc_24061967_sacerdotalis.html Qual a origem do Celibato Sacerdotal?: https://padrepauloricardo.org/episodios/qual-e-a-origem-do-celibato-sacerdotal Celibato Sacerdotal: a origem e as incompreensões: https://www.presbiteros.org.br/o-celibato-sacerdotal-a-origem-das-incompreensoes/ #Celibato #históriadaigrejaprimitiva
- A ECOLOGIA, POR SI SÓ, PODE SALVAR AS ALMAS?
Trecho de artigo do jornalista espanhol Carlos Esteban, do Infovaticana, sobre uma declaração do cardeal Josef De Kesel, da Bélgica: “Entrevistado pelo órgão on-line da Conferência Episcopal belga — CathoBel —, o cardeal-arcebispo de Bruxelas Josef De Kesel, nomeado por Papa Francisco, destaca como o aspecto mais positivo para o ano que começa o fato dos jovens se manifestarem pela proteção do planeta. (…) É impressionante que a primeira coisa destacada pelo arcebispo mais importante de uma das nações mais punidas pela debandada dos católicos, a Bélgica, seja uma questão que pode ser a de qualquer político ou mesmo qualquer celebridade, nada tendo a ver com sua missão de pastor, responsável pelas almas de seu rebanho.” El primado belga considera la lucha por el planeta lo más positivo de 2019
- CNBB convida ex-deputado do PSOL para compor comissão
O ex-deputado federal Chico Alencar, do PSOL do Rio de Janeiro, anunciou em seu Twitter que foi convidado para integrar a Comissão Brasileira de Justiça e Paz, a ala mais vermelha da vermelha CNBB. O objetivo da comissão é “denunciar violações de direitos humanos e casos de injustiças sociais, atuando na defesa da democracia”. Veja a publicação feita pelo ex-parlamentar no final da postagem . Assista ao vídeo com a análise: Leia também: CNBB: CADA VEZ MAIS PERTO DO PT…CADA VEZ MAIS LONGE DO POVO DE DEUS Novidade em 2020! Fui convidado pela @CNBBNacional para integrar a Comissão Brasileira de Justiça e Paz, vinculada ao Papa Francisco, em Roma. O objetivo é denunciar violações de Direitos Humanos e casos de injustiças sociais, atuando na defesa da democracia. Deu no @jornalodia ! pic.twitter.com/h3EgD24iGm — Chico Alencar (@50ChicoAlencar) January 25, 2020
- CNBB convida ex-deputado do PSOL para compor comissão
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- Movimento LGBT declara que tem como objetivo destruir a Família
Durante Seminário Internacional “Democracia em colapso?”, evento que marcou o lançamento de uma edição especial da revista Margem Esquerda dedicada a enfrentar as articulações e tensões produtivas entre marxismo e lutas LGBT, uma das palestras abordou o tema “O movimento LGBT e o fim da família” Durante as exposições de Amanda Palha, travesti representando o movimento LGBT disse com todas as letras que “não existe forma revolucionária de fazer família”. Continuou afirmando que nas últimas décadas o movimento LGBT se colocou em uma posição defensiva, afirmando que “não buscam destruir a família, que não querem relação com a promiscuidade, que querem o direito de amar, casar e ter filhos”, o que significa um “retrocesso político violento”, prejudicial à história dos movimentos LGBT e Feminista. Portanto, afirma, que quando forem perguntados se o Movimento LGBT quer destruir a Família, a resposta deve ser com todas as letras: SIM! Assista ao vídeo com o comentário:
- Movimento LGBT declara que tem como objetivo destruir a Família
Durante Seminário Internacional “Democracia em colapso?”, evento que marcou o lançamento de uma edição especial da revista Margem Esquerda dedicada a enfrentar as articulações e tensões produtivas entre marxismo e lutas LGBT, uma das palestras abordou o tema “O movimento LGBT e o fim da família” Durante as exposições de Amanda Palha, travesti representando o movimento LGBT disse com todas as letras que “não existe forma revolucionária de fazer família”. Continuou afirmando que nas últimas décadas o movimento LGBT se colocou em uma posição defensiva, afirmando que “não buscam destruir a família, que não querem relação com a promiscuidade, que querem o direito de amar, casar e ter filhos”, o que significa um “retrocesso político violento”, prejudicial à história dos movimentos LGBT e Feminista. Portanto, afirma, que quando forem perguntados se o Movimento LGBT quer destruir a Família, a resposta deve ser com todas as letras: SIM! Assista ao vídeo com o comentário:
- A RELIGIÃO DE ROGER SCRUTON
O mundo ocidental ficou mais pobre com a recente morte do filósofo inglês Roger Scruton, que era um dos mais respeitados mestres conservadores da atualidade, implacável desmistificador da fraude marxista e outras fraudes de nossa época. A religião de Scruton era a anglicana. Não acreditava, porém, em milagres: estava mais propenso a aceitar a olímpica indiferença do Criador em relação ao universo criado. Num livro de 1998 sobre Espinosa, observava que “A crença em milagres não honra a Deus, pois que necessidade tem Deus de intervir em eventos que Ele originou? As leis do Universo precisam ser universalmente obrigatórias para que nós as possamos entender, e a inteligibilidade do Universo é a premissa da qual parte toda a ciência e toda a religião.” (Roger Scruton, Espinosa, p. 52 da tradução brasileira feita pela editora da Unesp) Quinze anos depois, no livro A face de Deus, publicado em 2012, em que polemiza galharda e valentemente com os mais famosos gurus ateístas de hoje — Richard Dawkins, Daniel Dennett e Christopher Hitchens —, continuava de alguma maneira só admitindo esse Deus frio e distante, gélido como um lorde inglês. Nosso filósofo não aceitava intervenções miraculosas do Criador, que, como nós, também agiria como um sujeito, mas respeitando as próprias leis que inventou para regular o mundo objetivo, por Ele criado: “Podemos aceitar o ceticismo de Hume em relação a milagres e continuar a reconhecer a presença de Deus como agente no espaço e no tempo.” (da edição italiana Il volto di Dio, Milão, Vita e Pensiero, 2013, p. 60) Em vez de Santo Agostinho ou Santo Tomás de Aquino, Scruton preferia apoiar-se em Avicena (filósofo islâmico do século X e XI). Afirmou que “não devemos presumir que Deus possa ser chamado a nos ajudar em qualquer circunstância, distribuindo as cartas por trás do baralho da natureza. A liberdade de Deus se revela a partir das leis que nos unem, e às quais o próprio Deus está ligado, pois seria uma perda, não um ganho, da divina liberdade de Deus, se Deus não cuidasse das leis que regem a criação e sustentam sua Providência.” Era preciso que o ser humano se educasse “na disciplina da aceitação. É esta atitude, mais do que qualquer crença em intervenções sobrenaturais, que pode dar forma à visão religiosa do mundo — a atitude de obediência, o islã.” (p. 20) Esse é o sentido etimológico da apalavra “islã”: submissão. Essa face oculta de Deus será o vínculo inegável que parece unir protestantes a muçulmanos. O curioso é que Scruton foi um dos mais duros críticos da islamização da Europa…
- Kobe Bryant, astro da NBA, morre aos 41 anos. Formado na fé católica e resgatado por ela.
Como um padre mudou a vida do astro do basquete americano, que faleceu neste domingo em um acidente de helicóptero. No dia 13 de abril de 2016, Kobe Bryant, um dos maiores atletas de todos os tempos, encerrou sua carreira de 20 anos no basquete com mais um feito notável: marcou 60 pontos em seu último jogo. Enquanto as estatísticas de Bryant dizem que foi campeão da NBA cinco vezes, campeão olímpico duas vezes, 18 vezes All-Star e o terceiro maior artilheiro da história da NBA – poucos sabem sobre o papel de sua fé católica em seus momentos mais difíceis. Nascido na Filadélfia, Kobe Bryant foi criado em uma família católica e chegou a passar um tempo de sua juventude na Itália. Chamado para a NBA aos 17 anos, ele casou-se com Vanessa Laine na Igreja Católica St. Edward, em Dana Point, Califórnia. Dois anos mais tarde, eles tiveram seu primeiro filho. Bryant estava no topo e tudo parecia estar indo na direção de seus sonhos. Então, ele cometeu um grande erro. Em 2003, Kobe Bryant foi acusado de estuprar uma mulher em seu quarto de hotel, enquanto ele estava no Colorado para uma cirurgia no joelho. Ele admitiu ter tido relações sexuais com a mulher, mas negou o estupro. Um juiz retirou as acusações, mas a mulher passou a apresentar uma ação civil contra Bryant, que foi resolvida fora do tribunal. No meio de tudo isso, ele emitiu um pedido público de desculpas, afirmando que estava sinceramente envergonhado do que tinha feito. O incidente teve consequências como o abandono de inúmeros patrocinadores. Sua reputação ficou manchada. No entanto, durante um dos momentos mais sombrios de sua vida, Kobe Bryant voltou-se para sua fé católica. Em uma entrevista a GQ do ano passado, ele explicou: “A única coisa que realmente me ajudou durante esse processo – eu sou católico, eu cresci católico, meus filhos são católicos – foi quando falei com um padre. Na verdade, foi meio engraçado: ele olhou para mim e disse: ‘Você fez isso?’, e eu falei: ‘Claro que não’. Então ele perguntou: ‘Você tem um bom advogado?’, e eu respondi: ‘Sim, ele é fenomenal’. Ele apenas disse: ‘Então siga em frente. Deus não lhe colocaria algo com que você não pudesse lidar. Agora é preciso que você siga em frente’. E esse foi o ponto da virada”. Depois de alguns anos difíceis, Kobe Bryant se reconciliou com sua esposa e eles continuam casados até hoje. Juntos, eles fundaram a Fundação Família Kobe e Vanessa Bryant (KVBFF – sigla em inglês), que é dedicada a, entre outras coisas, ajudar jovens necessitados, incentivando o desenvolvimento de habilidades físicas e sociais através do esporte, e ajudar desabrigados. Questionado sobre esse compromisso em 2013, Bryant respondeu que provavelmente teria feito o Papa Francisco muito feliz: Minha carreira está terminando e no final dela não quero olhar para trás e dizer: “Bem, eu tive uma carreira bem sucedida porque ganhei tantos campeonatos e marquei tantos pontos”. Há algo mais que você tem que fazer com isso. [A falta de moradia] é uma questão que caminha em segundo plano, porque é fácil apontar a culpa para aqueles que estão sem casa e dizer: “Bem, você que fez uma má escolha. Este é o lugar onde você está. A culpa é sua”. Na vida, todos nós cometemos erros e ficar para trás e permitir que alguém viva dessa forma é como lavar as mãos… isso não é certo. Ao longo de sua trajetória, Kobe Bryant tem percebido que fama e fortuna não são nada comparadas à importância da fé e da família. Quando todo mundo o abandonou, a Igreja Católica sempre esteve lá. Ele pode ser All-Star e uma lenda da NBA, mas mesmo os astros podem contar com o apoio fundamental da fé e ter um bom padre a quem recorrer. Via Aleteia
- Kobe Bryant, astro da NBA, morre aos 41 anos. Formado na fé católica e resgatado por ela.
Como um padre mudou a vida do astro do basquete americano, que faleceu neste domingo em um acidente de helicóptero. No dia 13 de abril de 2016, Kobe Bryant, um dos maiores atletas de todos os tempos, encerrou sua carreira de 20 anos no basquete com mais um feito notável: marcou 60 pontos em seu último jogo. Enquanto as estatísticas de Bryant dizem que foi campeão da NBA cinco vezes, campeão olímpico duas vezes, 18 vezes All-Star e o terceiro maior artilheiro da história da NBA – poucos sabem sobre o papel de sua fé católica em seus momentos mais difíceis. Nascido na Filadélfia, Kobe Bryant foi criado em uma família católica e chegou a passar um tempo de sua juventude na Itália. Chamado para a NBA aos 17 anos, ele casou-se com Vanessa Laine na Igreja Católica St. Edward, em Dana Point, Califórnia. Dois anos mais tarde, eles tiveram seu primeiro filho. Bryant estava no topo e tudo parecia estar indo na direção de seus sonhos. Então, ele cometeu um grande erro. Em 2003, Kobe Bryant foi acusado de estuprar uma mulher em seu quarto de hotel, enquanto ele estava no Colorado para uma cirurgia no joelho. Ele admitiu ter tido relações sexuais com a mulher, mas negou o estupro. Um juiz retirou as acusações, mas a mulher passou a apresentar uma ação civil contra Bryant, que foi resolvida fora do tribunal. No meio de tudo isso, ele emitiu um pedido público de desculpas, afirmando que estava sinceramente envergonhado do que tinha feito. O incidente teve consequências como o abandono de inúmeros patrocinadores. Sua reputação ficou manchada. No entanto, durante um dos momentos mais sombrios de sua vida, Kobe Bryant voltou-se para sua fé católica. Em uma entrevista a GQ do ano passado, ele explicou: “A única coisa que realmente me ajudou durante esse processo – eu sou católico, eu cresci católico, meus filhos são católicos – foi quando falei com um padre. Na verdade, foi meio engraçado: ele olhou para mim e disse: ‘Você fez isso?’, e eu falei: ‘Claro que não’. Então ele perguntou: ‘Você tem um bom advogado?’, e eu respondi: ‘Sim, ele é fenomenal’. Ele apenas disse: ‘Então siga em frente. Deus não lhe colocaria algo com que você não pudesse lidar. Agora é preciso que você siga em frente’. E esse foi o ponto da virada”. Depois de alguns anos difíceis, Kobe Bryant se reconciliou com sua esposa e eles continuam casados até hoje. Juntos, eles fundaram a Fundação Família Kobe e Vanessa Bryant (KVBFF – sigla em inglês), que é dedicada a, entre outras coisas, ajudar jovens necessitados, incentivando o desenvolvimento de habilidades físicas e sociais através do esporte, e ajudar desabrigados. Questionado sobre esse compromisso em 2013, Bryant respondeu que provavelmente teria feito o Papa Francisco muito feliz: Minha carreira está terminando e no final dela não quero olhar para trás e dizer: “Bem, eu tive uma carreira bem sucedida porque ganhei tantos campeonatos e marquei tantos pontos”. Há algo mais que você tem que fazer com isso. [A falta de moradia] é uma questão que caminha em segundo plano, porque é fácil apontar a culpa para aqueles que estão sem casa e dizer: “Bem, você que fez uma má escolha. Este é o lugar onde você está. A culpa é sua”. Na vida, todos nós cometemos erros e ficar para trás e permitir que alguém viva dessa forma é como lavar as mãos… isso não é certo. Ao longo de sua trajetória, Kobe Bryant tem percebido que fama e fortuna não são nada comparadas à importância da fé e da família. Quando todo mundo o abandonou, a Igreja Católica sempre esteve lá. Ele pode ser All-Star e uma lenda da NBA, mas mesmo os astros podem contar com o apoio fundamental da fé e ter um bom padre a quem recorrer. Via Aleteia
- Curso sobre os 10 Mandamentos da Lei de Deus
“Se vós me amais, guardareis os meus mandamentos” (Jo 14,15). Iniciamos neste artigo uma série de breves catequeses sobre os dez mandamentos da Lei de Deus. Serão dez pequenas formações explicando detalhadamente cada um dos mandamentos da Lei de Deus. De fato, a nossa salvação eterna depende de conhecermos a Lei de Deus e nos esforçamos para colocá-los em prática, de forma que nós mantenhamos-nos sempre na comunhão com Deus. O grande problema é que a maior parte das pessoas, incluindo até mesmo aqueles que frequentam a igreja rotineiramente, ignoram ou desconhecem quase completamente as coisas mais elementares da sua própria religião. Nunca se fez tão necessário formações de catequese como agora, portanto destacamos a necessidade de buscarmos a formação do nosso intelecto e do aperfeiçoamento do nosso conhecimento afim de que nós possamos discernir o que temos que fazer para alcançar a salvação eterna e, dessa forma, compreender como as pessoas irão alcançar o Céu. Como as pessoas poderão se salvar se elas nem ao menos sabem qual é a lei e os mandamentos de Deus? Desconhecer os mandamentos é ignorar a própria vontade de Deus nosso Senhor. Quantos e quais são os mandamentos da lei de Deus? São Dez : (cada mandamento abaixo corresponde a uma aula, clique sobre ele para assistir) 1º – Amar a Deus sobre todas as coisas; (👆 clique aqui para aprender mais sobre este mandamento) 2º – Não tomar o seu Santo Nome em vão; (👆 clique aqui para aprender mais sobre este mandamento) 3º – Guardar domingos e festas; (👆 clique aqui para aprender mais sobre este mandamento) 4º – Honrar pai e mãe; (👆 clique aqui para aprender mais sobre este mandamento) 5º – Não matar; (👆 clique aqui para aprender mais sobre este mandamento) 6º – Não pecar contra a castidade; (👆 clique aqui para aprender mais sobre este mandamento) 7º – Não furtar; (👆 clique aqui para aprender mais sobre este mandamento) 8º – Não levantar falso testemunho; (👆 clique aqui para aprender mais sobre este mandamento) 9º – Não desejar a mulher do próximo; (👆 clique aqui para aprender mais sobre este mandamento) 10º – Não cobiçar as coisas alheias; (👆 clique aqui para aprender mais sobre este mandamento) Aulas Extras: 11. Pecado Mortal, obstáculo para nossa Salvação. 12. Exame de Consciência para uma boa confissão para Adultos | Exame de Consciência para Crianças “Não penseis que vim revogar a Lei e os Profetas. Não vim revogá-los, mas dar-lhes pleno cumprimento” . (Mt 5,17) #Catequese #DezMandamentos #ExamedeConsciência #pecadomortal
- Curso sobre os 10 Mandamentos da Lei de Deus
“Se vós me amais, guardareis os meus mandamentos” (Jo 14,15). Iniciamos neste artigo uma série de breves catequeses sobre os dez mandamentos da Lei de Deus. Serão dez pequenas formações explicando detalhadamente cada um dos mandamentos da Lei de Deus. De fato, a nossa salvação eterna depende de conhecermos a Lei de Deus e nos esforçamos para colocá-los em prática, de forma que nós mantenhamos-nos sempre na comunhão com Deus. O grande problema é que a maior parte das pessoas, incluindo até mesmo aqueles que frequentam a igreja rotineiramente, ignoram ou desconhecem quase completamente as coisas mais elementares da sua própria religião. Nunca se fez tão necessário formações de catequese como agora, portanto destacamos a necessidade de buscarmos a formação do nosso intelecto e do aperfeiçoamento do nosso conhecimento afim de que nós possamos discernir o que temos que fazer para alcançar a salvação eterna e, dessa forma, compreender como as pessoas irão alcançar o Céu. Como as pessoas poderão se salvar se elas nem ao menos sabem qual é a lei e os mandamentos de Deus? Desconhecer os mandamentos é ignorar a própria vontade de Deus nosso Senhor. Quantos e quais são os mandamentos da lei de Deus? São Dez : (cada mandamento abaixo corresponde a uma aula, clique sobre ele para assistir) 1º – Amar a Deus sobre todas as coisas; (👆 clique aqui para aprender mais sobre este mandamento) 2º – Não tomar o seu Santo Nome em vão; (👆 clique aqui para aprender mais sobre este mandamento) 3º – Guardar domingos e festas; (👆 clique aqui para aprender mais sobre este mandamento) 4º – Honrar pai e mãe; (👆 clique aqui para aprender mais sobre este mandamento) 5º – Não matar; (👆 clique aqui para aprender mais sobre este mandamento) 6º – Não pecar contra a castidade; (👆 clique aqui para aprender mais sobre este mandamento) 7º – Não furtar; (👆 clique aqui para aprender mais sobre este mandamento) 8º – Não levantar falso testemunho; (👆 clique aqui para aprender mais sobre este mandamento) 9º – Não desejar a mulher do próximo; (👆 clique aqui para aprender mais sobre este mandamento) 10º – Não cobiçar as coisas alheias; (👆 clique aqui para aprender mais sobre este mandamento) Aulas Extras: 11. Pecado Mortal, obstáculo para nossa Salvação. 12. Exame de Consciência para uma boa confissão para Adultos | Exame de Consciência para Crianças “Não penseis que vim revogar a Lei e os Profetas. Não vim revogá-los, mas dar-lhes pleno cumprimento” . (Mt 5,17) #Catequese #DezMandamentos #ExamedeConsciência #pecadomortal
- Dificuldades para perseverar na graça em nossos tempos
O principal combate do Cristão é contra a tendência que todos temos ao pecado, o maior obstáculo para nossa salvação! A maior desgraça que pode acontecer com alguém é cometer um pecado mortal, ou seja, uma ofensa grave a Deus. Não é atoa que um dos maiores desafios de nosso tempo consiste em nos manter longe das ocasiões de pecado, que rompe nossa amizade com Deus e impede nossa entrada no Céu. Antes de continuar a leitura, assista a formação especial: O que é um Pecado Mortal? O pecado mortal (ou grave) é uma desobediência grave à Deus e à sua Lei. O pecado é mortal quando: 1 – A matéria é grave (ou seja, quando se trata de algo importante) 2 – Existe o conhecimento de causa (ou seja, quando a pessoa sabe o que está fazendo) 3 – Há a vontade deliberada (ou seja, quando se faz por querer) Se faltar um desses três itens o pecado é leve ou venial. Leia também Roteiro espiritual para preservar a Graça de Deus O pecado mortal é assim chamado porque nos faz perder a graça de Deus, ou seja, a comunhão com Deus, levando nossa alma a um estado de morte. Quem comete um pecado mortal, rompe por própria escolha a amizade com Deus e coloca-se debaixo da julgo de satanás. É por isso que a Bíblia diz que todo aquele que peca é do diabo (IJo. 3,8). O pecado mortal é o maior mal e a maior desgraça que um ser humano pode fazer nesta vida, justamente porque nos faz perder nosso maior bem que é Deus. Quem comete um pecado mortal torna-se réu do inferno, ou seja, torna-se merecedor do inferno, de modo que se morrer nesse estado, sem arrependimento, irá direto para o inferno. Leia também PECADO, CULPA, PENA, PERDÃO E INDULGÊNCIA Antes de continuar a leitura, assista este vídeo detalhado sobre o assunto: Os pecados mortais mais comuns hoje são: – Faltar missa dominical por preguiça ou comodismo – Viver junto sem ser casado (amasiados ou casados só no civil) – Pratica sexual fora do casamento (adultério, fornicação, prática homossexual,etc) – Pornografia (incluindo novelas com cenas imorais, BBBs, etc) – Masturbação – Namoro indecente – Ter ódio das pessoas (quando se deseja o mal ao próximo) – Frequentar falsas doutrinas (espiritismo, macumbaria, maçonaria, magia, etc.) – Difamar e/ou caluniar pessoas – Inscrever-se ou votar em associações ou partidos abortistas ou que defendem ideias gravemente contrárias à família (como PT, PC do B, PSOL, PV, PSTU, PDT, etc.) – Praticar ou apoiar a prática do aborto, evitar filhos por métodos artificiais (pílulas, camisinhas, DIU, etc) – Embriagar-se ou fazer uso de drogas – Frequentar festas ou shows mundanos (carnaval, discotecas, boates, raves, bailes funks, etc.) – Entre muitos outros… Leia também Sem arrependimento não há perdão dos pecados A pessoa que está em estado de pecado mortal NÃO pode comungar, pois a SS Eucaristia é sacramento dos vivos, ou seja, só pode comungar quem está na graça de Deus, sem pecados mortais. Quem comunga estando em pecado mortal comete o gravíssimo pecado do sacrilégio, ou seja, da profanação do Santíssimo Corpo e Sangue de Deus. A pessoa que se arrepende de seus pecados, por mais numerosos e graves que sejam, poderá recuperar a graça de Deus e portanto a amizade com Cristo, se arrependida confessar seus pecados com o sacerdote e receber a absolvição sacramental (Jo. 20,22-23). A pessoa que morre em estado de pecado mortal se condena para sempre ao inferno (Mt. 25, 41). Por isso devemos nos esforçar para amar a Deus de verdade e fugir de todo pecado e de toda ocasião de pecado, pois só se salvam aqueles que no momento de sua morte estão na graça de Deus, ou seja, sem pecados mortais. Mas se por fraqueza, ilusão ou orgulho cairmos em algum pecado mortal, não permaneçamos deste modo, fora da comunhão com Deus… busquemos um sacerdote e contritos confessemos nossos pecados. Deus não rejeita ninguém que arrependido lhe suplica seu perdão. Devemos nos confessar com frequência (quinzenalmente ou ao menos mensalmente) como ensina o Código de Direito Canônico. Leia também Exame de Consciência para uma boa Confissão O amor de Deus é maior do que todos os nossos pecados, portanto não há pecado que Deus não seja capaz de perdoar, desde que haja arrependimento e verdadeiro propósito para deixar o pecado e lutar para permanecer na comunhão com Deus. Templário de Maria Compartilhe a imagem abaixo e ajude, também seus irmãos, a não cometerem este erro tão grave: Leia também Como será o Inferno? – por Santo Afonso Maria de Ligório #FormaçõesCatólicas #PadreRodrigoMaria
- Dificuldades para perseverar na graça em nossos tempos
O principal combate do Cristão é contra a tendência que todos temos ao pecado, o maior obstáculo para nossa salvação! A maior desgraça que pode acontecer com alguém é cometer um pecado mortal, ou seja, uma ofensa grave a Deus. Não é atoa que um dos maiores desafios de nosso tempo consiste em nos manter longe das ocasiões de pecado, que rompe nossa amizade com Deus e impede nossa entrada no Céu. Antes de continuar a leitura, assista a formação especial: O que é um Pecado Mortal? O pecado mortal (ou grave) é uma desobediência grave à Deus e à sua Lei. O pecado é mortal quando: 1 – A matéria é grave (ou seja, quando se trata de algo importante) 2 – Existe o conhecimento de causa (ou seja, quando a pessoa sabe o que está fazendo) 3 – Há a vontade deliberada (ou seja, quando se faz por querer) Se faltar um desses três itens o pecado é leve ou venial. Leia também Roteiro espiritual para preservar a Graça de Deus O pecado mortal é assim chamado porque nos faz perder a graça de Deus, ou seja, a comunhão com Deus, levando nossa alma a um estado de morte. Quem comete um pecado mortal, rompe por própria escolha a amizade com Deus e coloca-se debaixo da julgo de satanás. É por isso que a Bíblia diz que todo aquele que peca é do diabo (IJo. 3,8). O pecado mortal é o maior mal e a maior desgraça que um ser humano pode fazer nesta vida, justamente porque nos faz perder nosso maior bem que é Deus. Quem comete um pecado mortal torna-se réu do inferno, ou seja, torna-se merecedor do inferno, de modo que se morrer nesse estado, sem arrependimento, irá direto para o inferno. Leia também PECADO, CULPA, PENA, PERDÃO E INDULGÊNCIA Antes de continuar a leitura, assista este vídeo detalhado sobre o assunto: Os pecados mortais mais comuns hoje são: – Faltar missa dominical por preguiça ou comodismo – Viver junto sem ser casado (amasiados ou casados só no civil) – Pratica sexual fora do casamento (adultério, fornicação, prática homossexual,etc) – Pornografia (incluindo novelas com cenas imorais, BBBs, etc) – Masturbação – Namoro indecente – Ter ódio das pessoas (quando se deseja o mal ao próximo) – Frequentar falsas doutrinas (espiritismo, macumbaria, maçonaria, magia, etc.) – Difamar e/ou caluniar pessoas – Inscrever-se ou votar em associações ou partidos abortistas ou que defendem ideias gravemente contrárias à família (como PT, PC do B, PSOL, PV, PSTU, PDT, etc.) – Praticar ou apoiar a prática do aborto, evitar filhos por métodos artificiais (pílulas, camisinhas, DIU, etc) – Embriagar-se ou fazer uso de drogas – Frequentar festas ou shows mundanos (carnaval, discotecas, boates, raves, bailes funks, etc.) – Entre muitos outros… Leia também Sem arrependimento não há perdão dos pecados A pessoa que está em estado de pecado mortal NÃO pode comungar, pois a SS Eucaristia é sacramento dos vivos, ou seja, só pode comungar quem está na graça de Deus, sem pecados mortais. Quem comunga estando em pecado mortal comete o gravíssimo pecado do sacrilégio, ou seja, da profanação do Santíssimo Corpo e Sangue de Deus. A pessoa que se arrepende de seus pecados, por mais numerosos e graves que sejam, poderá recuperar a graça de Deus e portanto a amizade com Cristo, se arrependida confessar seus pecados com o sacerdote e receber a absolvição sacramental (Jo. 20,22-23). A pessoa que morre em estado de pecado mortal se condena para sempre ao inferno (Mt. 25, 41). Por isso devemos nos esforçar para amar a Deus de verdade e fugir de todo pecado e de toda ocasião de pecado, pois só se salvam aqueles que no momento de sua morte estão na graça de Deus, ou seja, sem pecados mortais. Mas se por fraqueza, ilusão ou orgulho cairmos em algum pecado mortal, não permaneçamos deste modo, fora da comunhão com Deus… busquemos um sacerdote e contritos confessemos nossos pecados. Deus não rejeita ninguém que arrependido lhe suplica seu perdão. Devemos nos confessar com frequência (quinzenalmente ou ao menos mensalmente) como ensina o Código de Direito Canônico. Leia também Exame de Consciência para uma boa Confissão O amor de Deus é maior do que todos os nossos pecados, portanto não há pecado que Deus não seja capaz de perdoar, desde que haja arrependimento e verdadeiro propósito para deixar o pecado e lutar para permanecer na comunhão com Deus. Templário de Maria Compartilhe a imagem abaixo e ajude, também seus irmãos, a não cometerem este erro tão grave: Leia também Como será o Inferno? – por Santo Afonso Maria de Ligório #FormaçõesCatólicas #PadreRodrigoMaria
- A postura e os gestos na Santa Missa
De joelhos, de pé, sente-se, de joelhos, de pé, sente-se… Ufa! Quando os não católicos participam da Missa pensam muitas coisas sobre as diferentes posturas que os católicos fazemos. Coisas como: “Ohh, de pé outra vez… por que nos ajoelhamos?!” ou “Está errado se eu não ajoelhar? Já que não faço ideia do que estou fazendo”. Sei que os não católicos pensam estas coisas porque quando eu não era católico, também pensava assim. Não tinha ideia do que estava passando ou o porquê. Só imitava. Agora, como católico, uma das coisas que mais aprecio sobre a Missa é como cada uma das coisas tem significado. Cada movimento, postura, palavra ou coisa significa algo. Quanto mais entendo o que está passando na Missa, mais poderá apreciar suas beleza. Essa é a razão pela qual este post foca no “por que” sentar-se, ficar de pé, ajoelhar-se durante a Santa Missa. Sentados Sentados é uma postura de escuta. Os católicos se sentam na primeira leitura (geralmente é do Antigo Testamento), o Salmo (usualmente cantado) e na segunda leitura (do Novo Testamento, mas não do Evangelho). Também nos sentamos durante o ofertório e a homilia. Nos sentamos para ESCUTAR. De pé Para orar. Estar de pé tem sido a postura de oração para os judeus desde antes do tempo de Jesus. Em muitas partes da Bíblia podemos ver que se mantinham de pé para a oração. Por isso, como católicos, seguimos usando esta postura para a oração. Alguns exempos de quando nos colocamos de pé para a oração são: saudação inicial, o Pai Nosso e a oração dos fiéis. Para o Credo: Ficamos de pé para dizermos juntos os que os cristãos acreditam desde os primeiros tempos com a forma do Credo Niceno ou o Credo dos Apóstolos. Ficamos de pé para afirmar nossa unidade e nossa crença juntos, como cristãos. Para o Evangelho: Ficar de pé é também um sinal de respeito. Temos muitas leituras da Biblia durante a Missa, mas ficamos de pé com um particular respeito, já que ali se encontram as palavras e ações de Jesus. Para a procissão: Ficamos de pé no início e no final da Missa como um sinal de respeito ao celebrante (Padre ou Bispo que celebra a missa). De joelhos Quando entramos na Igreja fazemos a genefluxão, onde nos agachamos e tocamos o chão com um de nossos joelhos. Assim reconhecemos humildemente a Jesus no sacrário, na Eucaristia. Nós católicos cremos que Jesus está presente com todo seu corpo, sangue, alma e divindade na Eucaristia. Cremos que quando Jesus disse “Este é o meu corpo”, Ele disse literalmente. Jesus se esconde na apareência do pão e vinho, mas sua presença é completa e verdadeira. Isto é algo que os primeiros cristãos creram e continuamos crendo até hoje na Igreja Católica. É isso que expressamos com nossa genuflexão. Ajoelhar-se é uma postura de respeiro e adoração. Outro momento em que nos ajoelhamos é durante a preparação para recebermos a Eucaristia (o corpo e Sangue de Nosso Senhor na Sagrada Comunhão). Quando recebemos a comunhão nos ajoelhamos novamente, porque cremos que Jesus está ali completamente na Comunhão. Se cremos que estamos verdadeiramente na presença de Cristo, ficar de joelhos seria um gesto natural. Por isso, sempre nos ajoelhamos nesta parte da Missa, e nos mantemos de joelhos até que as hóstias consagradas voltem para o sacrário. Conclusão Bem, ao menos agora já sabe que os católicos não estão confusos, e pode parar de pensar que não sabemos o que fazer com os corpos durante a Missa. E esta é só uma descrição básica sobre o que fazemos com nossos corpos como um todo. Há muitos mais gestos e movimentos que o sacerdote faz durante a Missa com mais significados. Como todas as estruturas dentro da Missa, e tudo no catolicismo, há muitas ferramentas que nos ajudam a mover nosso coração, mente e alma até Jesus. E se você verdadeiramente se relaciona, aceita e abraça os significados por detrás do que está fazendo, as graças, alegrias e riquezas disponíveis para ti na Missa e na Igreja Católica te levarão para mais perto de Deus. Outros gestos importantes durante a Santa Missa Postura A Liturgia é feita de gestos e símbolos. Dizia-nos o papa Paulo IV sobre a postura: “Talvez vos possa parecer que a Liturgia está feita de coisas pequenas: atitudes do corpo, genuflexões, inclinações de cabeça, movimentos do incensório, do missal, das galhetas. É então que se devem recordar aquelas palavras do Cristo no Evangelho: quem é fiel no pouco sê-lo-á no muito (Lc 16, 16). Por outro lado, nada é pequeno na Santa Liturgia, quando se pensa na grandeza daquele a quem se dirige”. A imagem é bastante clara, toda e qualquer ação litúrgica não está em seu lugar por um mero acaso, ao contrário, está naquele momento e é daquela forma porque a Igreja entende que é assim, e não de qualquer outra forma, que se pode mais facilmente elevar ao alto nossos corações ao encontro de Deus. O Missal Romano, de uma forma bastante sucinta e direta, diz-nos que todos os gestos e posturas devem ser realizados com a simplicidade e nobreza que são característicos do Rito Romano e que eles sejam capazes de, ao serem realizados com a simplicidade e nobreza que são características do Rito Romano e que eles sejam capazes de, ao serem realizados, ajudar o entendimento daquilo que se celebra e, ao mesmo tempo, que melhor possamos celebrá-lo. Normalmente, os gestos e posturas são realizados por todos (seja por toda a Assembleia ou por todos os que estão no Presbitério – como é o caso de estar de mãos-postas) e isso, igualmente, indica a profunda unidade que toda a Assembleia reunida como Corpo Místico de Cristo deve possuir em seu seio. Mãos postas ou juntas Ter as mãos postas é o que poderíamos chamar de postura padrão do Presbitério e faz parte da prática tradicional do Rito Romano desde há muitos séculos, mesmo que o Missal Romano não o cite como exemplo ao falar das práticas tradicionais, a posição é citada no Cerimonial dos Bispos. As mãos ficam juntas, palma com palma, os dedos juntos, sendo o polegar direito acima do polegar esquerdo em forma de cruz. Todos aqueles que estão no Presbitério, a não ser que o Rito especifique o contrário (por exemplo, os padres concelebrantes no momento da “Consagração” ou o Bispo ao levar o báculo), devem manter-se assim. A postura deve ser observada tanto ao andar do Presbitério, como ao permanecer nele. Essa postura só não será esteticamente bonita se for realizada de forma forçada ou com desleixo. Sempre que uma das mãos está ocupada e outra livre, a livre vai para o peito (a não ser na “Oração Eucarística”, onde a mão esquerda encostará no Altar). Estar sentado Estar sentado é uma forma de mostrar atenção. Normalmente, senta-se de costas ereta na cadeira, mas sem parecer que o gesto é forçado, com as palmas das mãos sobre os joelhos. É esteticamente belo e faz parte da Tradição da Igreja, o Cerimonial dos Bispos o indica para o bispo quando ele não segura nada, logo, acaba aplicando-se a todos os que estão no Presbitério estando ou não o Ordinário presente. O sinal da cruz O sinal da cruz é feito com calma, leveza e beleza. Para fazê-lo a pessoa colocará a mão esquerda sobre o peito e traçará a cruz sobre si com a mão direita, sobre a testa e o peito, ombro esquerdo e ombro direito, juntando, em seguida, as mãos novamente. Durante o “Evangelho” há ainda a repetição do sinal da cruz por duas vezes. Uma é feita no livro (lecionário ou Evangeliário), com a mão direita sobre a cruz do início do texto, enquanto a mão esquerda está junto ao peito. O outro é feito por todos, de modo suave e calmo, na forma de três cruzes: na testa, nos lábios e no peito. Por fim, o sacerdote traça o sinal da cruz sobre o povo ao abençoá-lo. Neste caso, a mão esquerda repousa sobre o peito e a direita abençoa traçando o sinal da cruz em direção a aqueles que serão abençoados. Cabe lembrar que apenas o bispo pode realizar a benção fazendo três cruzes. Leia também: 10 Conselhos importantes para participar bem da Santa Missa Reverência Na Forma Ordinária do Rito Romano a Reverência é bastante simples, mas um pouco relegada a segundo plano. Existem dois tipos e a cada um deles se atribui a reverência e a honra a quem recebe a inclinação. A Inclinação de cabeça, ou seja, uma leve inclinação apenas de cabeça, faz-se ao nomear as três pessoas da Santíssima Trindade (“Glória ao Pai…”); aos Santos Nomes de Jesus (acompanhado ou não com “Cristo”, mas não apenas a “Cristo”), de Maria e do santo da qual se celebra a festa, solenidade ou memória, seja na Santa Missa ou na Liturgia das Horas. A Inclinação de corpo é mais profunda, curvando-se a cabeça junto com os ombros de modo profundo e mantendo as mãos postas. Ela faz-se ao Altar, ao chegar e ao sair do Presbitério, além de ao passar diante do Altar, o sacerdote o faz a algumas orações (“Ó Deus todo poderoso, purificai-me…” e “De coração contrito e humilde…”) e no Cânon Romano (ao dizer “Nós vos suplicamos…”); todos o fazem no “Símbolo” as palavras “E se encarnou…” ou “nasceu da Virgem Maria”; o diácono o faz ao pedir a benção para proclamar o Evangelho. Se os fiéis ficaram de pé durante a Consagração, fazem inclinação profunda durante ou depois de cada uma delas, também eles o fazem ao receber a benção solene, possivelmente com o convite do diácono. Os sacerdotes concelebrantes realizam na Consagração, enquanto o sacerdote celebrante genuflete. Ela é realizada, igualmente, antes e depois de se incensar pessoas e objetos. Faz-se, sempre, ao bispo, seja ao aproximar-se, deixa-lo ou passar por ele. Cabe aqui ressaltar algo, se está o bispo sentado atrás do Altar, onde normalmente está a Cátedra ou a Cadeira, a reverência é feita a quem a pessoa se dirige, por exemplo, se dirige ao bispo, reverencia-o e não ao Altar. Para evitar conflitos de reverência, deve-se evitar passar em frente ao bispo (logo, entre ele e o Altar) quando a disposição do Presbitério for a citada acima, para que haja, igualmente, um respeito guardado aos dois. Genuflexão A genuflexão é o ato de tocar o solo com o joelho direito, mantendo o esquerdo dobrado e significa adoração. Faz-se, sempre, ao Santíssimo Sacramento. Se há Tabernáculo no Altar se faz genuflexão ao entrar e sair do Presbitério, porém, não durante a Missa, ou seja, faz-se genuflexão apenas ao se aproximar do Presbitério no início da Missa e ao deixá-lo no final, não se faz durante a Missa, logo, quem se aproxima do Presbitério, por exemplo, para proclamar uma Leitura, fará apenas a reverência devida ao Altar. Se se passa processionalmente de frente a um Tabernáculo, não se faz genuflexão. Caminhar Caminhar, especialmente de modo processional, é muito importante no Rito Romano e deve-se saber como fazê-lo. Normalmente, caminha-se com as mãos postas, sem pressa e mantendo-se certa distância daquele que está a sua frente. O mesmo diz-se de quando se anda, por exemplo, no Presbitério, deve-se fazê-lo com calma e de modo ordenado, sem demonstrar pressa, mesmo que se tenha algumas vezes. Oscular Oscular é um ato que demonstra mais que a simples veneração que, por exemplo, exercemos ao realizarmos uma reverência. É um leve tocar de lábios no objeto que queremos reverenciar. Realiza-se poucas vezes na Liturgia, sendo que demonstra a grande veneração que merecem o Altar e o Evangeliário, dependendo do Tempo Litúrgico também a Cruz. Incensar Não se deve pensar que o ato de incensar seja supérfluo, ao contrário, deve-se ter um manejo com o turíbulo evitando vários problemas com isso. Em uma Celebração da Santa Missa, normalmente, usa-se incenso ou incensa-se: a “Procissão de Entrada”, a Cruz e o Altar, a “Procissão do Evangelho”, as oferendas e o Povo e as Espécies Consagradas na “Consagração”. Na Liturgia das Horas celebrada de forma solene incensa-se o Altar quando entoa-se o “Cântico Evangélico”. Da mesma forma, na Exposição Solene do Santíssimo Sacramento se deve usar sempre o turíbulo. Em si, o turíbulo é composto de uma base fixa presa a três correntes, de uma parte móvel – que chamamos de opérculo – que desliza sobre as correntes, e uma parte fixa no topo destes, de onde saem as correntes, que chamamos de cápsula. Existe uma arte de incensar, devendo-se fazê-lo com calma e leveza e é apropriado que todos aqueles realizam as incensações e tomam parte como turiferário na santa liturgia pratiquem o ato de incensar, até encontrar a graça e beleza necessária nesta função. Para a Santa Missa, dependendo do carvão usado, deve-se começar a preparar o turíbulo até vinte minutos antes da celebração. Se o carvão for especial, cerca de dez minutos são suficientes, porém, se o carvão não for apropriado (ou seja, normalmente o carvão vegetal comum), deve-se começar a sua preparação com bastante antecedência. Para o início da celebração, as brasas devem estar de tal forma que queimem o incenso imediatamente ao deitarem-no nelas. Durante a Celebração, pode-se ser necessário trocar ou colocar mais brasas nele, por isso, é necessário, e parece ser mias simples, se fazer as brasas em um recipiente a parte do turíbulo e ir colocando mais nele conforme a necessidade. Na Santa Missa, especialmente, pode haver a necessidade de mais brasas entre as incensações do “Evangelho” e do “Ofertório”. O turiferário deve ficar atento em relação a isso, evitando surpresas desagradáveis (como carvões que não queimam o incenso, apenas cinzas sem brasas ou turíbulos que soltam labaredas). Existem dois movimentos do turíbulo que denominamos “ducto” e “icto” e cada um deles é usado em determinado momento da Celebração. O ducto é o movimento de balançar o turíbulo duas vezes. Na Celebração pode-se incensar com dois ductos ou três, dependendo da situação. Incensa-se com dois ductos: as relíquias e imagens de Santos expostos à pública veneração, porém, aquelas imagens que contém a imagem de nosso Senhor o são incensadas com três. Com três ductos são incensadas o Santíssimo Sacramento, a relíquia da Santa Cruz e imagens do Senhor solenemente expostas, as oferendas, a cruz do alto, o livro dos Evangelhos, o círio pascal, o Presidente da celebração, os concelebrantes, o coro, o povo e o corpo de defunto. Já o icto é o movimento do turíbulo balançado apenas uma vez em direção a um objeto e usa-se duas vezes na Missa: quando se incensa o Altar, fazendo-se com ictos sucessivos. Há sempre duas normas a serem realizadas antes da incensação: o sacerdote sempre que depõe incenso no turíbulo o abençoa com o sinal da cruz sem nada dizer; sempre que se aproxima ou se se retira para incensar um objeto ou pessoa, faz-se uma reverência profunda a ele, porém, não se faz reverência ao Altar ou as oferendas. Normalmente, o turíbulo é apresentado para que lhe deitem incenso de tal forma que facilite o ato, ou seja, que nenhuma corrente atrapalhe o mesmo. Assim, faz-se, normalmente, o seguinte: o turiferário, tendo o naviculário (vulgarmente chamado de “naveteiro” no Brasil) com a naveta aberta a sua esquerda, abre o turíbulo puxando o cadeado do opérculo para cima com a mão direita, com a mão esquerda junto ao peito, ele segurará a cápsula ou pouco abaixo dela, enquanto que com a mão direita segurará os cadeados, as correntes, que sustentam a base. Tendo aberto o turíbulo, o turiferário o coloca na direção e altura necessária para que seja imposto incenso nele, com o cuidado de que nenhuma corrente atrapalhe (por estar no meio, ou possa bater) na colher. O sacerdote ou o bispo imporá incenso no turibulo, tomando a colher e deitando-o, tradicionalmente, três vezes. O turiferário manter-se-á assim até o incenso tenha sido abençoado, depois, ele descerá com calma a corrente do opérculo, mantendo-o pouco aberto, mudando de mão a cápsula, se necessário (como o será, por exemplo, na “Procissão de Entrada”). Nas procissões, o turíbulo vai à mão direita, balançando-se para frente e para trás do lado do corpo do turiferário, enquanto a mão esquerda fica na altura do peito; neste caso, o naviculário carregará a naveta do lado esquerdo do turiferário, mantendo-a fechada. Dependendo da igreja ou dos costumes, ele pode ser usado não de forma paralela, mas quase diagonal ao corpo. De modo tradicional e, normalmente quando há diáconos presentes que servirão junto ao turibulo, pode-se, inclusive ter-se apenas uma pessoa que leve o turibulo e a neveta, neste caso: o turiferário carregará com a mão direita o turibulo, tendo o polegar na argola maior e o médio na argola menor da corrente e sem mover o braço ou corpo, balançando-o diagonalmente em relação a si, enquanto que, com a mão esquerda no peito, segurará a base da naveta. Para se incensar algo com ductus, normalmente procede-se assim: o turiferário abre um pouco o turíbulo puxando o opérculo para cima com a mão direita, com a mão esquerda junto ao peito ele segurará a cápsula, enquanto que com a mão direita ele segura as correntes que sustentam a base e, consequentemente, o opérculo que estará pouco acima dela. Ele erguerá o turibulo a altura dos olhos e realizará as duas balançadas do mesmo. Se for necessário incensar-se três vezes com ductus (como no Evangelho ou à cruz), não se precisa descer o turíbulo a cada ductus, apenas dá-se uma pausa entre cada um deles. Para se entregar o turíbulo para alguém, tomando-se que todos são destros, normalmente faz-se assim: a mão esquerda segurará o topo da cápsula e a direita o topo do opérculo, assim, o diácono ou sacerdote que for recebe-lo já o receberá de tal forma que poderá começar a incensar normalmente, sem precisar trocar de mão. Para receber, faz-se o procedimento acima, recebendo com as mãos opostas. Tradicionalmente, incensa-se também em ordem, primeiramente o centro, depois à esquerda e a direita. Braços abertos Quando falamos de braços abertos aqui, estamos falando da posição da oração do sacerdote celebrante, ou seja, os fiéis não precisam erguer os braços durante a Santa Missa, nem mesmo durante a oração do Pai Nosso. É a posição das imagens “Orans” em iconografia cristã primitiva: uma mulher com as mãos erguidas em oração. Não existe uma postura padrão em relação a ela, apenas deve-se evitar exageros ou minimalismo. Abre-se os braços, normalmente com as palmas das mãos voltadas uma em direção a outra, de uma forma natural e singela. Mãos estendidas Já a posição de ter as mãos estendidas é quando as direcionam a um objeto ou a uma pessoa. Neste caso, os braços são estendidos sobre o objeto com as palmas das mãos voltadas a ele, como, por exemplo, no caso da epiclese antes da Consagração. A voz Quando falamos da voz do leitor ou daquele que lê e proclama um texto (o diácono ou o sacerdote, por exemplo) e, também, a do cantor, o mais importante é que ela deve ser clara. O sacerdote, por seu ministério, deve ler, recitar, ou cantar as partes da Santa Missa que lhe cabem com voz alta e clara, a não ser que as rubricas indiquem o contrário, por exemplo, quando realiza-se o “Ofertório”. Neste caso, as orações ditas pelo sacerdote em segredo acabam por não passar de sussurros, porém elas devem ser recitadas vocal e não apenas mentalmente, mesmo que apenas o sacerdote a ouça. Sempre que o sacerdote fala em alta voz os instrumentos devem calar. O silêncio Uma forma bastante eloquente de se poder ter um encontro pessoal e intimo com o Senhor é o próprio silêncio. Se a música é uma forma de ultrapassar as limitações que a própria fala nos traz no encontro com o Senhor, o silêncio é uma forma de saber que, muitas vezes, nem nossos cantos ou nossas palavras são suficientes no encontro com o nosso Deus. A calma deve transparecer na celebração, fazendo com que pelo canto, pela fala e pelo silêncio todos possam ser conduzidos a uma participação espiritualmente ativa e frutuosa, incluindo aqui a meditação pessoal do Mistério que é celebração. A começar, o Missal pede que haja silêncio na igreja antes do início da celebração, para propiciar um clima de oração. O silêncio servirá de muito na Santa Missa: no “Ato Penitencial” ele ajudará e levará ao recolhimento e reconhecimento das próprias faltas, entre as “Leituras” ele levará a meditação do que foi proclamado, no pós-Comunhão ele será uma forma de encontro profundo e repleto de alegria ao Cristo que acaba de ser recebido. Infelizmente, existe uma tendência a um excessivo ruído nas Celebrações Eucarísticas. Além de se cantar tudo o que é possível (algumas vezes com alterações grotescas de letras musicais ou sentidos), costuma-se cantar o que não existe e se evitar qualquer momento de silêncio. Isso deve vir de um mal entendimento da participação ativa, não como uma participação frutuosa para a alma (que demanda o uso de voz, mas também a interiorização pelo silêncio), mas um excessivo “agir”: canta-se, pula-se, grita-se, cai-se ao chão, porque, para alguns, o silêncio seria um forma de negar a participação. Esta mentalidade deve ser combatida duramente, especialmente com a catequese, para se entender não apenas a importância do silêncio, mas a sua necessidade para se aprofundar verdadeiramente no encontro com o Senhor. Para refletir: Certa vez, disse um padre na homilia, que nosso Senhor é muito bem educado, Ele só irá falar quando fizermos o silêncio para escutá-lo. A memorização Na Santa Missa, tanto o sacerdote como o diácono realizam orações conhecidas como “secretas”, que são orações pessoais e rituais ditas em voz baixa. Normalmente, essas orações estão presentes no Missal Romano, mas também é bom que se as saibam de memória. Ao sacerdote, seria bom que ele soubesse a oração ao pedir a benção para proclamar o Evangelho (no caso de uma concelebração com o bispo): “Dá-me a tua…”; a antes da “Proclamação do Evangelho”: “Ó Deus todo-poderoso…” e ao beijá-lo: “Pelas Palavras…”; ao deitar água no vinho: “Por esta água…”; também as do “Ofertório”: “Bendito sejais…”; da “Purificação das mãos”: “Lavai-me, Senhor…”; a oração ao realizar a partilha do pão e coloca-lo junto ao vinho: “Esta união…”; a antes de sua Comunhão: “Senhor Jesus Cristo Filho…” e a sua opção: “Senhor Jesus Cristo, o vosso…”; as da sua Comunhão: “O Corpo de Cristo…” e “Que o Sangue…”; a da purificação do cálice: “Fazei, Senhor…”. O diácono deve saber a oração ao pedir a benção antes do Evangelho: “Dá-me a tua…”; a antes de proclamá-lo e ao beijá-lo: “Pelas palavras…”; ao preparar o cálice deitando-lhe água: “Pelo mistério desta…”. Retirado do livro: “Entrarei no Altar de Deus”. Michel Pagiossi Silva. Ed. Cultor de Livros. Fonte: Cleofas
- A postura e os gestos na Santa Missa
De joelhos, de pé, sente-se, de joelhos, de pé, sente-se… Ufa! Quando os não católicos participam da Missa pensam muitas coisas sobre as diferentes posturas que os católicos fazemos. Coisas como: “Ohh, de pé outra vez… por que nos ajoelhamos?!” ou “Está errado se eu não ajoelhar? Já que não faço ideia do que estou fazendo”. Sei que os não católicos pensam estas coisas porque quando eu não era católico, também pensava assim. Não tinha ideia do que estava passando ou o porquê. Só imitava. Agora, como católico, uma das coisas que mais aprecio sobre a Missa é como cada uma das coisas tem significado. Cada movimento, postura, palavra ou coisa significa algo. Quanto mais entendo o que está passando na Missa, mais poderá apreciar suas beleza. Essa é a razão pela qual este post foca no “por que” sentar-se, ficar de pé, ajoelhar-se durante a Santa Missa. Sentados Sentados é uma postura de escuta. Os católicos se sentam na primeira leitura (geralmente é do Antigo Testamento), o Salmo (usualmente cantado) e na segunda leitura (do Novo Testamento, mas não do Evangelho). Também nos sentamos durante o ofertório e a homilia. Nos sentamos para ESCUTAR. De pé Para orar. Estar de pé tem sido a postura de oração para os judeus desde antes do tempo de Jesus. Em muitas partes da Bíblia podemos ver que se mantinham de pé para a oração. Por isso, como católicos, seguimos usando esta postura para a oração. Alguns exempos de quando nos colocamos de pé para a oração são: saudação inicial, o Pai Nosso e a oração dos fiéis. Para o Credo: Ficamos de pé para dizermos juntos os que os cristãos acreditam desde os primeiros tempos com a forma do Credo Niceno ou o Credo dos Apóstolos. Ficamos de pé para afirmar nossa unidade e nossa crença juntos, como cristãos. Para o Evangelho: Ficar de pé é também um sinal de respeito. Temos muitas leituras da Biblia durante a Missa, mas ficamos de pé com um particular respeito, já que ali se encontram as palavras e ações de Jesus. Para a procissão: Ficamos de pé no início e no final da Missa como um sinal de respeito ao celebrante (Padre ou Bispo que celebra a missa). De joelhos Quando entramos na Igreja fazemos a genefluxão, onde nos agachamos e tocamos o chão com um de nossos joelhos. Assim reconhecemos humildemente a Jesus no sacrário, na Eucaristia. Nós católicos cremos que Jesus está presente com todo seu corpo, sangue, alma e divindade na Eucaristia. Cremos que quando Jesus disse “Este é o meu corpo”, Ele disse literalmente. Jesus se esconde na apareência do pão e vinho, mas sua presença é completa e verdadeira. Isto é algo que os primeiros cristãos creram e continuamos crendo até hoje na Igreja Católica. É isso que expressamos com nossa genuflexão. Ajoelhar-se é uma postura de respeiro e adoração. Outro momento em que nos ajoelhamos é durante a preparação para recebermos a Eucaristia (o corpo e Sangue de Nosso Senhor na Sagrada Comunhão). Quando recebemos a comunhão nos ajoelhamos novamente, porque cremos que Jesus está ali completamente na Comunhão. Se cremos que estamos verdadeiramente na presença de Cristo, ficar de joelhos seria um gesto natural. Por isso, sempre nos ajoelhamos nesta parte da Missa, e nos mantemos de joelhos até que as hóstias consagradas voltem para o sacrário. Conclusão Bem, ao menos agora já sabe que os católicos não estão confusos, e pode parar de pensar que não sabemos o que fazer com os corpos durante a Missa. E esta é só uma descrição básica sobre o que fazemos com nossos corpos como um todo. Há muitos mais gestos e movimentos que o sacerdote faz durante a Missa com mais significados. Como todas as estruturas dentro da Missa, e tudo no catolicismo, há muitas ferramentas que nos ajudam a mover nosso coração, mente e alma até Jesus. E se você verdadeiramente se relaciona, aceita e abraça os significados por detrás do que está fazendo, as graças, alegrias e riquezas disponíveis para ti na Missa e na Igreja Católica te levarão para mais perto de Deus. Outros gestos importantes durante a Santa Missa Postura A Liturgia é feita de gestos e símbolos. Dizia-nos o papa Paulo IV sobre a postura: “Talvez vos possa parecer que a Liturgia está feita de coisas pequenas: atitudes do corpo, genuflexões, inclinações de cabeça, movimentos do incensório, do missal, das galhetas. É então que se devem recordar aquelas palavras do Cristo no Evangelho: quem é fiel no pouco sê-lo-á no muito (Lc 16, 16). Por outro lado, nada é pequeno na Santa Liturgia, quando se pensa na grandeza daquele a quem se dirige”. A imagem é bastante clara, toda e qualquer ação litúrgica não está em seu lugar por um mero acaso, ao contrário, está naquele momento e é daquela forma porque a Igreja entende que é assim, e não de qualquer outra forma, que se pode mais facilmente elevar ao alto nossos corações ao encontro de Deus. O Missal Romano, de uma forma bastante sucinta e direta, diz-nos que todos os gestos e posturas devem ser realizados com a simplicidade e nobreza que são característicos do Rito Romano e que eles sejam capazes de, ao serem realizados com a simplicidade e nobreza que são características do Rito Romano e que eles sejam capazes de, ao serem realizados, ajudar o entendimento daquilo que se celebra e, ao mesmo tempo, que melhor possamos celebrá-lo. Normalmente, os gestos e posturas são realizados por todos (seja por toda a Assembleia ou por todos os que estão no Presbitério – como é o caso de estar de mãos-postas) e isso, igualmente, indica a profunda unidade que toda a Assembleia reunida como Corpo Místico de Cristo deve possuir em seu seio. Mãos postas ou juntas Ter as mãos postas é o que poderíamos chamar de postura padrão do Presbitério e faz parte da prática tradicional do Rito Romano desde há muitos séculos, mesmo que o Missal Romano não o cite como exemplo ao falar das práticas tradicionais, a posição é citada no Cerimonial dos Bispos. As mãos ficam juntas, palma com palma, os dedos juntos, sendo o polegar direito acima do polegar esquerdo em forma de cruz. Todos aqueles que estão no Presbitério, a não ser que o Rito especifique o contrário (por exemplo, os padres concelebrantes no momento da “Consagração” ou o Bispo ao levar o báculo), devem manter-se assim. A postura deve ser observada tanto ao andar do Presbitério, como ao permanecer nele. Essa postura só não será esteticamente bonita se for realizada de forma forçada ou com desleixo. Sempre que uma das mãos está ocupada e outra livre, a livre vai para o peito (a não ser na “Oração Eucarística”, onde a mão esquerda encostará no Altar). Estar sentado Estar sentado é uma forma de mostrar atenção. Normalmente, senta-se de costas ereta na cadeira, mas sem parecer que o gesto é forçado, com as palmas das mãos sobre os joelhos. É esteticamente belo e faz parte da Tradição da Igreja, o Cerimonial dos Bispos o indica para o bispo quando ele não segura nada, logo, acaba aplicando-se a todos os que estão no Presbitério estando ou não o Ordinário presente. O sinal da cruz O sinal da cruz é feito com calma, leveza e beleza. Para fazê-lo a pessoa colocará a mão esquerda sobre o peito e traçará a cruz sobre si com a mão direita, sobre a testa e o peito, ombro esquerdo e ombro direito, juntando, em seguida, as mãos novamente. Durante o “Evangelho” há ainda a repetição do sinal da cruz por duas vezes. Uma é feita no livro (lecionário ou Evangeliário), com a mão direita sobre a cruz do início do texto, enquanto a mão esquerda está junto ao peito. O outro é feito por todos, de modo suave e calmo, na forma de três cruzes: na testa, nos lábios e no peito. Por fim, o sacerdote traça o sinal da cruz sobre o povo ao abençoá-lo. Neste caso, a mão esquerda repousa sobre o peito e a direita abençoa traçando o sinal da cruz em direção a aqueles que serão abençoados. Cabe lembrar que apenas o bispo pode realizar a benção fazendo três cruzes. Leia também: 10 Conselhos importantes para participar bem da Santa Missa Reverência Na Forma Ordinária do Rito Romano a Reverência é bastante simples, mas um pouco relegada a segundo plano. Existem dois tipos e a cada um deles se atribui a reverência e a honra a quem recebe a inclinação. A Inclinação de cabeça, ou seja, uma leve inclinação apenas de cabeça, faz-se ao nomear as três pessoas da Santíssima Trindade (“Glória ao Pai…”); aos Santos Nomes de Jesus (acompanhado ou não com “Cristo”, mas não apenas a “Cristo”), de Maria e do santo da qual se celebra a festa, solenidade ou memória, seja na Santa Missa ou na Liturgia das Horas. A Inclinação de corpo é mais profunda, curvando-se a cabeça junto com os ombros de modo profundo e mantendo as mãos postas. Ela faz-se ao Altar, ao chegar e ao sair do Presbitério, além de ao passar diante do Altar, o sacerdote o faz a algumas orações (“Ó Deus todo poderoso, purificai-me…” e “De coração contrito e humilde…”) e no Cânon Romano (ao dizer “Nós vos suplicamos…”); todos o fazem no “Símbolo” as palavras “E se encarnou…” ou “nasceu da Virgem Maria”; o diácono o faz ao pedir a benção para proclamar o Evangelho. Se os fiéis ficaram de pé durante a Consagração, fazem inclinação profunda durante ou depois de cada uma delas, também eles o fazem ao receber a benção solene, possivelmente com o convite do diácono. Os sacerdotes concelebrantes realizam na Consagração, enquanto o sacerdote celebrante genuflete. Ela é realizada, igualmente, antes e depois de se incensar pessoas e objetos. Faz-se, sempre, ao bispo, seja ao aproximar-se, deixa-lo ou passar por ele. Cabe aqui ressaltar algo, se está o bispo sentado atrás do Altar, onde normalmente está a Cátedra ou a Cadeira, a reverência é feita a quem a pessoa se dirige, por exemplo, se dirige ao bispo, reverencia-o e não ao Altar. Para evitar conflitos de reverência, deve-se evitar passar em frente ao bispo (logo, entre ele e o Altar) quando a disposição do Presbitério for a citada acima, para que haja, igualmente, um respeito guardado aos dois. Genuflexão A genuflexão é o ato de tocar o solo com o joelho direito, mantendo o esquerdo dobrado e significa adoração. Faz-se, sempre, ao Santíssimo Sacramento. Se há Tabernáculo no Altar se faz genuflexão ao entrar e sair do Presbitério, porém, não durante a Missa, ou seja, faz-se genuflexão apenas ao se aproximar do Presbitério no início da Missa e ao deixá-lo no final, não se faz durante a Missa, logo, quem se aproxima do Presbitério, por exemplo, para proclamar uma Leitura, fará apenas a reverência devida ao Altar. Se se passa processionalmente de frente a um Tabernáculo, não se faz genuflexão. Caminhar Caminhar, especialmente de modo processional, é muito importante no Rito Romano e deve-se saber como fazê-lo. Normalmente, caminha-se com as mãos postas, sem pressa e mantendo-se certa distância daquele que está a sua frente. O mesmo diz-se de quando se anda, por exemplo, no Presbitério, deve-se fazê-lo com calma e de modo ordenado, sem demonstrar pressa, mesmo que se tenha algumas vezes. Oscular Oscular é um ato que demonstra mais que a simples veneração que, por exemplo, exercemos ao realizarmos uma reverência. É um leve tocar de lábios no objeto que queremos reverenciar. Realiza-se poucas vezes na Liturgia, sendo que demonstra a grande veneração que merecem o Altar e o Evangeliário, dependendo do Tempo Litúrgico também a Cruz. Incensar Não se deve pensar que o ato de incensar seja supérfluo, ao contrário, deve-se ter um manejo com o turíbulo evitando vários problemas com isso. Em uma Celebração da Santa Missa, normalmente, usa-se incenso ou incensa-se: a “Procissão de Entrada”, a Cruz e o Altar, a “Procissão do Evangelho”, as oferendas e o Povo e as Espécies Consagradas na “Consagração”. Na Liturgia das Horas celebrada de forma solene incensa-se o Altar quando entoa-se o “Cântico Evangélico”. Da mesma forma, na Exposição Solene do Santíssimo Sacramento se deve usar sempre o turíbulo. Em si, o turíbulo é composto de uma base fixa presa a três correntes, de uma parte móvel – que chamamos de opérculo – que desliza sobre as correntes, e uma parte fixa no topo destes, de onde saem as correntes, que chamamos de cápsula. Existe uma arte de incensar, devendo-se fazê-lo com calma e leveza e é apropriado que todos aqueles realizam as incensações e tomam parte como turiferário na santa liturgia pratiquem o ato de incensar, até encontrar a graça e beleza necessária nesta função. Para a Santa Missa, dependendo do carvão usado, deve-se começar a preparar o turíbulo até vinte minutos antes da celebração. Se o carvão for especial, cerca de dez minutos são suficientes, porém, se o carvão não for apropriado (ou seja, normalmente o carvão vegetal comum), deve-se começar a sua preparação com bastante antecedência. Para o início da celebração, as brasas devem estar de tal forma que queimem o incenso imediatamente ao deitarem-no nelas. Durante a Celebração, pode-se ser necessário trocar ou colocar mais brasas nele, por isso, é necessário, e parece ser mias simples, se fazer as brasas em um recipiente a parte do turíbulo e ir colocando mais nele conforme a necessidade. Na Santa Missa, especialmente, pode haver a necessidade de mais brasas entre as incensações do “Evangelho” e do “Ofertório”. O turiferário deve ficar atento em relação a isso, evitando surpresas desagradáveis (como carvões que não queimam o incenso, apenas cinzas sem brasas ou turíbulos que soltam labaredas). Existem dois movimentos do turíbulo que denominamos “ducto” e “icto” e cada um deles é usado em determinado momento da Celebração. O ducto é o movimento de balançar o turíbulo duas vezes. Na Celebração pode-se incensar com dois ductos ou três, dependendo da situação. Incensa-se com dois ductos: as relíquias e imagens de Santos expostos à pública veneração, porém, aquelas imagens que contém a imagem de nosso Senhor o são incensadas com três. Com três ductos são incensadas o Santíssimo Sacramento, a relíquia da Santa Cruz e imagens do Senhor solenemente expostas, as oferendas, a cruz do alto, o livro dos Evangelhos, o círio pascal, o Presidente da celebração, os concelebrantes, o coro, o povo e o corpo de defunto. Já o icto é o movimento do turíbulo balançado apenas uma vez em direção a um objeto e usa-se duas vezes na Missa: quando se incensa o Altar, fazendo-se com ictos sucessivos. Há sempre duas normas a serem realizadas antes da incensação: o sacerdote sempre que depõe incenso no turíbulo o abençoa com o sinal da cruz sem nada dizer; sempre que se aproxima ou se se retira para incensar um objeto ou pessoa, faz-se uma reverência profunda a ele, porém, não se faz reverência ao Altar ou as oferendas. Normalmente, o turíbulo é apresentado para que lhe deitem incenso de tal forma que facilite o ato, ou seja, que nenhuma corrente atrapalhe o mesmo. Assim, faz-se, normalmente, o seguinte: o turiferário, tendo o naviculário (vulgarmente chamado de “naveteiro” no Brasil) com a naveta aberta a sua esquerda, abre o turíbulo puxando o cadeado do opérculo para cima com a mão direita, com a mão esquerda junto ao peito, ele segurará a cápsula ou pouco abaixo dela, enquanto que com a mão direita segurará os cadeados, as correntes, que sustentam a base. Tendo aberto o turíbulo, o turiferário o coloca na direção e altura necessária para que seja imposto incenso nele, com o cuidado de que nenhuma corrente atrapalhe (por estar no meio, ou possa bater) na colher. O sacerdote ou o bispo imporá incenso no turibulo, tomando a colher e deitando-o, tradicionalmente, três vezes. O turiferário manter-se-á assim até o incenso tenha sido abençoado, depois, ele descerá com calma a corrente do opérculo, mantendo-o pouco aberto, mudando de mão a cápsula, se necessário (como o será, por exemplo, na “Procissão de Entrada”). Nas procissões, o turíbulo vai à mão direita, balançando-se para frente e para trás do lado do corpo do turiferário, enquanto a mão esquerda fica na altura do peito; neste caso, o naviculário carregará a naveta do lado esquerdo do turiferário, mantendo-a fechada. Dependendo da igreja ou dos costumes, ele pode ser usado não de forma paralela, mas quase diagonal ao corpo. De modo tradicional e, normalmente quando há diáconos presentes que servirão junto ao turibulo, pode-se, inclusive ter-se apenas uma pessoa que leve o turibulo e a neveta, neste caso: o turiferário carregará com a mão direita o turibulo, tendo o polegar na argola maior e o médio na argola menor da corrente e sem mover o braço ou corpo, balançando-o diagonalmente em relação a si, enquanto que, com a mão esquerda no peito, segurará a base da naveta. Para se incensar algo com ductus, normalmente procede-se assim: o turiferário abre um pouco o turíbulo puxando o opérculo para cima com a mão direita, com a mão esquerda junto ao peito ele segurará a cápsula, enquanto que com a mão direita ele segura as correntes que sustentam a base e, consequentemente, o opérculo que estará pouco acima dela. Ele erguerá o turibulo a altura dos olhos e realizará as duas balançadas do mesmo. Se for necessário incensar-se três vezes com ductus (como no Evangelho ou à cruz), não se precisa descer o turíbulo a cada ductus, apenas dá-se uma pausa entre cada um deles. Para se entregar o turíbulo para alguém, tomando-se que todos são destros, normalmente faz-se assim: a mão esquerda segurará o topo da cápsula e a direita o topo do opérculo, assim, o diácono ou sacerdote que for recebe-lo já o receberá de tal forma que poderá começar a incensar normalmente, sem precisar trocar de mão. Para receber, faz-se o procedimento acima, recebendo com as mãos opostas. Tradicionalmente, incensa-se também em ordem, primeiramente o centro, depois à esquerda e a direita. Braços abertos Quando falamos de braços abertos aqui, estamos falando da posição da oração do sacerdote celebrante, ou seja, os fiéis não precisam erguer os braços durante a Santa Missa, nem mesmo durante a oração do Pai Nosso. É a posição das imagens “Orans” em iconografia cristã primitiva: uma mulher com as mãos erguidas em oração. Não existe uma postura padrão em relação a ela, apenas deve-se evitar exageros ou minimalismo. Abre-se os braços, normalmente com as palmas das mãos voltadas uma em direção a outra, de uma forma natural e singela. Mãos estendidas Já a posição de ter as mãos estendidas é quando as direcionam a um objeto ou a uma pessoa. Neste caso, os braços são estendidos sobre o objeto com as palmas das mãos voltadas a ele, como, por exemplo, no caso da epiclese antes da Consagração. A voz Quando falamos da voz do leitor ou daquele que lê e proclama um texto (o diácono ou o sacerdote, por exemplo) e, também, a do cantor, o mais importante é que ela deve ser clara. O sacerdote, por seu ministério, deve ler, recitar, ou cantar as partes da Santa Missa que lhe cabem com voz alta e clara, a não ser que as rubricas indiquem o contrário, por exemplo, quando realiza-se o “Ofertório”. Neste caso, as orações ditas pelo sacerdote em segredo acabam por não passar de sussurros, porém elas devem ser recitadas vocal e não apenas mentalmente, mesmo que apenas o sacerdote a ouça. Sempre que o sacerdote fala em alta voz os instrumentos devem calar. O silêncio Uma forma bastante eloquente de se poder ter um encontro pessoal e intimo com o Senhor é o próprio silêncio. Se a música é uma forma de ultrapassar as limitações que a própria fala nos traz no encontro com o Senhor, o silêncio é uma forma de saber que, muitas vezes, nem nossos cantos ou nossas palavras são suficientes no encontro com o nosso Deus. A calma deve transparecer na celebração, fazendo com que pelo canto, pela fala e pelo silêncio todos possam ser conduzidos a uma participação espiritualmente ativa e frutuosa, incluindo aqui a meditação pessoal do Mistério que é celebração. A começar, o Missal pede que haja silêncio na igreja antes do início da celebração, para propiciar um clima de oração. O silêncio servirá de muito na Santa Missa: no “Ato Penitencial” ele ajudará e levará ao recolhimento e reconhecimento das próprias faltas, entre as “Leituras” ele levará a meditação do que foi proclamado, no pós-Comunhão ele será uma forma de encontro profundo e repleto de alegria ao Cristo que acaba de ser recebido. Infelizmente, existe uma tendência a um excessivo ruído nas Celebrações Eucarísticas. Além de se cantar tudo o que é possível (algumas vezes com alterações grotescas de letras musicais ou sentidos), costuma-se cantar o que não existe e se evitar qualquer momento de silêncio. Isso deve vir de um mal entendimento da participação ativa, não como uma participação frutuosa para a alma (que demanda o uso de voz, mas também a interiorização pelo silêncio), mas um excessivo “agir”: canta-se, pula-se, grita-se, cai-se ao chão, porque, para alguns, o silêncio seria um forma de negar a participação. Esta mentalidade deve ser combatida duramente, especialmente com a catequese, para se entender não apenas a importância do silêncio, mas a sua necessidade para se aprofundar verdadeiramente no encontro com o Senhor. Para refletir: Certa vez, disse um padre na homilia, que nosso Senhor é muito bem educado, Ele só irá falar quando fizermos o silêncio para escutá-lo. A memorização Na Santa Missa, tanto o sacerdote como o diácono realizam orações conhecidas como “secretas”, que são orações pessoais e rituais ditas em voz baixa. Normalmente, essas orações estão presentes no Missal Romano, mas também é bom que se as saibam de memória. Ao sacerdote, seria bom que ele soubesse a oração ao pedir a benção para proclamar o Evangelho (no caso de uma concelebração com o bispo): “Dá-me a tua…”; a antes da “Proclamação do Evangelho”: “Ó Deus todo-poderoso…” e ao beijá-lo: “Pelas Palavras…”; ao deitar água no vinho: “Por esta água…”; também as do “Ofertório”: “Bendito sejais…”; da “Purificação das mãos”: “Lavai-me, Senhor…”; a oração ao realizar a partilha do pão e coloca-lo junto ao vinho: “Esta união…”; a antes de sua Comunhão: “Senhor Jesus Cristo Filho…” e a sua opção: “Senhor Jesus Cristo, o vosso…”; as da sua Comunhão: “O Corpo de Cristo…” e “Que o Sangue…”; a da purificação do cálice: “Fazei, Senhor…”. O diácono deve saber a oração ao pedir a benção antes do Evangelho: “Dá-me a tua…”; a antes de proclamá-lo e ao beijá-lo: “Pelas palavras…”; ao preparar o cálice deitando-lhe água: “Pelo mistério desta…”. Retirado do livro: “Entrarei no Altar de Deus”. Michel Pagiossi Silva. Ed. Cultor de Livros. Fonte: Cleofas
- A REDENÇÃO DA HISTÓRIA – Scott Hahn medita sobre o Terceiro Domingo do Tempo Comum
A Liturgia deste Domingo nos instrui sobre a geografia e a história do antigo Israel. A profecia de Isaías, na Primeira Leitura, é citada por Mateus no Evangelho de hoje. Ambos recordam a aparente queda do reino eterno que tinha sido prometido a Davi (2 Samuel 7, 12-13; Salmo 89; 132, 11-12). Oito séculos antes de Cristo, a parte do reino, em que viviam as tribos de Zebulom e Naftali, foi invadida pelos assírios e as tribos arrastadas para o cativeiro (2 Reis 15, 29; 1 Crônicas 5, 26). Era o começo do fim do reino, que finalmente desmoronou no século VI AC, quando Jerusalém foi tomada pela Babilônia e as tribos restantes conduzidas ao exílio (2 Reis 24, 14). Isaías profetizou que Zebulom e Naftali, as primeiras terras a serem humilhadas, seriam as primeiras a ver a luz da salvação de Deus. Jesus, no Evangelho de hoje, faz cumprir essa profecia, anunciando a restauração do reino de Davi exatamente no lugar em que começou a sua decadência. Seu Evangelho do Reino inclui não apenas as doze tribos de Israel, mas todas as nações, simbolizadas pela “Galiléia das Nações”. Chamando Seus primeiros discípulos, dois pescadores do mar da Galiléia, Ele os nomeou “pescadores de homens”, para que fossem juntar pessoas até os confins da terra. Eles pregavam o Evangelho, diz Paulo na Epístola de hoje, para unir todos os povos na mesma mentalidade e no mesmo propósito, visando o reino universal de Deus. Pela sua pregação, a promessa de Isaías foi cumprida. O mundo, imerso em trevas, viu a luz. O jugo da escravidão e do pecado, que a humanidade carregou desde o início dos tempos, foi destruído. E agora já podemos, como cantamos no Salmo de hoje, habitar na casa do Senhor, para adorá-Lo na terra dos viventes. https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/history-redeemed-scott-hahn-reflects-on-the-third-sunday-in-ordinary-time/
- OS CINCO MIL QUE DERAM A VIDA PELA MISSA LATINA
OS CINCO MIL QUE DERAM A VIDA PELA MISSA LATINA Em 21 de janeiro de 1549, o Parlamento Inglês aprovou o primeiro Livro de Oração Comum por Thomas Cranmer (1489-1556) como substituto da Missa Latina. O Conselho da Regência rapidamente o impôs ao povo da Inglaterra sob pesadas multas quem de recusasse a adorar por esse novo rito. Após a terceira recusa, um padre poderia ser preso por toda a vida e um leigo perderia toda a sua propriedade. Apesar dessas penalidades, cerca de 10.000 homens na Cornualha e Devon se levantaram com armas no verão de 1549 e resistiram à imposição tirânica de um novo culto. Existe um relato de testemunha ocular da resistência católica. É pelo protestante John Hooker e foi publicado em 1586 como um apêndice da Crônica da Inglaterra de Holinshed. Hooker admitiu que os católicos do sudoeste lutavam “apenas” pela religião, nada mais. Outro historiador contemporâneo Charles Wriothesley atestou que os homens de Devon e de Cornualha “fizeram insurreições contra os procedimentos do rei para manter a missa e as cerimônias da lei do papa”. Hooker calculou que no verão daquele ano, 4.000 homens foram mortos em batalha em defesa da missa e Mais 1.000 foram sumariamente executados sem julgamento depois de serem presos. Como supostos “traidores”, esses prisioneiros foram enforcados, alguns ainda vivos foram cortados em pedaços apenas por terem ousado defender a maneira como seus antepassados adoravam há mais de mil anos. Enquanto ouvimos muitas vezes que cerca de 300 Protestantes foram mortos por sua religião no reinado da rainha Mary Tudor – dois terços dos quais Calvino também teria executado – quase nunca ouvimos falar dos 5.000 católicos mortos pela Missa Latina no reinado anterior dela, do seu irmão Edward VI. Em seu Catholique Apology (1674), Lord Castlemaine comparou esses católicos a um proprietário em posse imemorial de sua propriedade sendo “expulsos de casa por um estranho”. Em 1549, a “reforma” na Inglaterra tinha menos de vinte anos e os protestantes eram praticamente todos os ex-católicos. Embora Henrique VIII tivesse feito do rei o chefe supremo da Igreja e suprimido os mosteiros, ele não se intrometia no sacrifício da missa, nem na doutrina da presença real. Antes de morrer em 28 de janeiro de 1547, ele estabeleceu um Conselho de Regência para governar até seu filho Edward VI, que tinha apenas nove anos de idade. Ele fez com que os membros desse Conselho jurassem que manteriam a religião da Inglaterra como a encontravam até Edward atingir a maioridade. No entanto, assim que o rei morreu, o Conselho e Thomas Cranmer fizeram seus juramentos. De maneira semelhante, Cranmer havia violado seu juramento de obedecer ao papa, um juramento que ele fez em Roma em 30 de março de 1533, quando foi nomeado arcebispo de Canterbury; Elizabeth I também violaria em breve o juramento de sua coroação em 1558, para manter a religião católica, tal como a encontrou no final do reinado de Mary Tudor. Em 20 de fevereiro de 1547, na coroação do rei Eduardo, Cranmer pregou que a “idolatria” deveria ser destruída, sob o nome que ele incluía “o Ofício de Nossa Senhora, o Rosário, as Missas dos Mortos, jubileus, sinos, santos”. água, palmeiras, velas e jejuns. ”Um ano depois, em 1548, a“ Grande Pilhagem” começou. O Conselho enviou comissários para verificar se todas as imagens foram destruídas, incluindo esculturas, pinturas e vitrais. Só podemos imaginar a quantidade preciosa de obras de arte que pereceu neste caos talibã. De acordo com Nicholas Harpsfield, que testemunhou esses eventos, a iconoclastia desse período foi tão profunda que as igrejas acabaram decoradas apenas com passagens do Antigo Testamento que investigavam a “idolatria”. O arquidiácono William Body veio a Helston, na Cornualha, comissionado para realizar esses sacrilégios. Em The Western Rising 1549, o padre Philip Caraman nos diz que esse homem pertencia ao “submundo sombrio do serviço de Thomas Cromwell” (aquele Cromwell que era o inimigo de São Tomás More). Para deter esse arquidiácono, uma multidão de mil fazendeiros, pescadores, sapateiros e outras pessoas comuns se reuniram armados com espadas, arcos longos, aduelas e hauberks. Quando ele se recusou a ouvi-los, eles o mataram. De fato, o Segundo Conselho Niceno de 787 anatematizou o iconoclastia e encorajou muito o uso de imagens. Quando o Conselho da Regência soube desse tumulto, eles enviaram uma força armada para reprimi-lo e executar os líderes. Em 7 de junho de 1548, o padre da paróquia Martin Geoffrey foi enforcado e esquartejado como traidor. Exatamente um ano depois, em 7 de junho de 1549, ocorreu um levante espontâneo em Bodmin, na Cornualha. Faltavam dois dias para o Pentecostes, o domingo em que o novo Serviço de Oração de Cranmer deveria substituir a Missa Latina. Mais uma vez, reuniram-se pescadores armados, agricultores e outras pessoas comuns, reunidos pelos prefeitos de Torrington e Bodmin, bem como por alguns clérigos e nobres de terras (Humphry Arundell, Thomas Pomeroy e John Wynslade). Esses bravos homens católicos exigiram que os membros do Conselho cumprissem seus juramentos ao rei Henrique e permitissem “as antigas práticas e crenças religiosas dos comuns”. Então, em 10 de junho, um levante semelhante ocorreu no dia seguinte ao Pentecostes, na aldeia de Samp-Ford Courtenay, Devon. Conforme a lei exigia, o pároco William Harper lera o Livro de Oração Comum de Cranmer, na festa de Pentecostes, mas as pessoas estavam muito zangadas. Eles voltaram no dia seguinte para dizer a ele que “não teriam mais a nova forma de culto”. A multidão ficou de acordo com sua aprovação quando um alfaiate e um trabalhador pediram ao padre Harper que oferecesse a missa naquele dia em latim como antes. Um proprietário de outra paróquia se opôs fortemente à multidão, mas eles caíram sobre ele e o mataram. Os católicos de Devon e Cornwall agora se uniram e começaram a se mover em direção a Londres, erguendo a bandeira das Cinco Feridas que inspiraram os católicos a resistir à supressão de mosteiros na Peregrinação da Graça, treze anos antes. Atrás dessa faixa, caminhava um padre carregando a Eucaristia sob um dossel, enquanto os homens cantavam canções e hinos. O padre Caraman compara esta marcha a uma procissão de Corpus Christi. Chegaram a Plymouth, que cedeu rapidamente, e seguiram para Crediton, onde montaram acampamento. Quando as notícias sobre o Levante Ocidental chegaram a Londres, o Conselho ordenou que fossem suprimidas. Eles enviaram Peter Carew e John Russell para fazer o trabalho. Esses dois soldados cruéis e iniciantes haviam sido poderosamente enriquecidos pelas terras dos mosteiros e pela pilhagem de igreja,estavam ansiosos por cumprir as ordens do Conselho e ver “que as ordens de Sua Majestade em relação à religião foram bem obedecidas e executadas”. Mais fácil dizer do que fazer. Carew foi a Crediton, mas quando os resistentes católicos não o ouviram, ele queimou alguns celeiros, uma ação que levou toda a região contra ele. A infantaria italiana do século XVI que eram mercenários contratados por Russell, em número de 1,500 soldados, além de algumas centena de soldados profissionais alemães e espanhóis e alguns deles começaram a abandoná-lo em julho, durante o cerco a Exeter, mas os homens da Cornualha e Devon aumentaram em número para 10.000. O Conselho ordenou que os juízes, alta e baixa nobreza locais levassem um exército de seus servos e inquilinos, mas a ordem foi ignorada. Tampouco poderia ser criado um exército em Dorset, Somerset e Wiltshire, pois havia uma simpatia generalizada pelos resistentes e a aristocracia fundiária mais antiga não queria servir sob um iniciante como Russell. Naquela época na Europa, muitos países fizeram uso de mercenários estrangeiros em suas guerras, mas nenhum deles havia usado esses soldados profissionais e endurecidos para subjugar seu próprio povo. Foi isso que o Conselho decidiu agora fazer. O tesouro em Londres estava vazio; portanto, os senhores protestantes, desesperados por manter suas terras no mosteiro, levantaram entre si cem mil libras. Eles pediram a Lord Gray de Wilton, outro soldado implacável, que enviasse mil Lanzknechts (luteranos alemães e valões) e trezentos mosqueteiros italianos para reprimir a ascensão ocidental. Além disso, Somerset, presidente do Conselho, adicionou 150 arqueiros italianos a essa força. Ele também aconselhou Russell a espalhar relatos falsos de atrocidades cometidas pelos resistentes católicos, para que houvesse menos simpatia por sua causa. Era o governo, não os católicos, que cometeria atrocidades naquele verão. Enquanto isso, os líderes do Levante Ocidental enviaram aos hereges. ”Eles insistiram que o Sacramento fosse reservado e adorado no altar-mor, que ainda houvesse orações pelos mortos, que crucifixos e imagens fossem devolvidos e que“ todas as outras antigas cerimônias antigas ”de“ nossa mãe, a santa Igreja ”, devem ser usadas novamente. Eles também pediram um retorno de metade dos confiscados. Na época, muitos países fizeram uso de mercenários estrangeiros em suas guerras, mas nenhum deles jamais havia usado esses soldados profissionais e endurecidos para subjugar seu próprio povo. Foi isso que o Conselho decidiu agora fazer. terras do mosteiro e dos monges. Mas, acima de tudo, pediram que o novo serviço de Cranmer fosse descartado: “teremos nosso antigo serviço de matinas, missas, cantos e procissões em latim como era antes”. Eles conheciam a liturgia latina, mas, para muitos na Cornualha, O inglês era uma língua estrangeira. Este condado estava intimamente ligado à Bretanha, compartilhando alguns dos mesmos santos celtas, como Petroc e Neot. Em uma análise cuidadosa dos primeiros 15 artigos de Cranmer, o Conselho não é negociável, como base para o estabelecimento de suas armas. Os historiadores protestantes concordam que todos os “artigos de nós comuns de Devon e Cornwall” eram sobre religião. Seu primeiro artigo foi: “Teremos os conselhos gerais e os santos decretos de nossos antepassados observados, guardados e executados, e quem quer que os contrarie, os manteremos como Livro de Oração Comum, o teólogo católico Ernest C. Messenger, em o volume I da Reforma, da Missa e do Sacerdócio (1936), revela que os católicos da Cornualha e Devon tinham boas razões para resistir ao novo culto. Em vez de “oferecer um sacrifício”, o serviço estava “celebrando a memória” de um sacrifício. Em vez de o pão e o vinho serem “feitos” o Corpo e o Sangue de Cristo, eles eram apenas “para nós” o Corpo e o Sangue. Não havia elevação nem adoração. E, em vez de oferecer Jesus Cristo ao Pai Celestial nas súplicas te rogamos, o rito de Cranmer ofereceu apenas “nós mesmos” e “nosso sacrifício de louvor e ação de graças”. Finalmente, o novo rito insistiu que havia apenas uma “recepção espiritual na Ceia . ”A reação de Cranmer ao Levante Ocidental foi reveladora. Ele não tinha nada além de desprezar os hoi polloi (Hoi polloi [em grego antigo: οἱ πολλοί, hoi polloi, “os muitos”], é uma expressão do grego que significa muitos ou, no sentido mais estrito, a maioria. A frase tornou-se conhecida por estudiosos ingleses, provavelmente a partir da Oração Fúnebre de Péricles, como mencionada na obra História da Guerra do Peloponeso de Tucídides, Péricles usa o termo como uma forma de elogiar a democracia ateniense, contrastando com hoi oligoi, “os poucos” (οἱ ὀλίγοι). Seu uso atual teve origem no início do século 19, época em que era geralmente aceito que uma pessoa devesse estar familiarizada com a língua grega e o latim, a fim de ser considerada bem educada. A frase era originalmente escrita em letras gregas), chamando-os de “homens ignorantes de Devonshire e Cornwall” e dizendo a eles que “os papistas abusaram de sua ignorância”. Mais tarde naquele verão, ele pregou na Saint Paul’s que “as comoções no oeste e em outros lugares foram uma praga provocada pelo diabo. ”O padre Caraman comenta:“ isso realmente poderia ser esperado de Cranmer, que, como Lutero, não tinha tempo para camponeses e pessoas comuns ”. Enquanto isso, o Conselho culpava a insurreição por padres e “agitadores papistas maliciosos”, uma acusação completamente infundada, uma vez que a resistência havia sido iniciada por leigos, embora alguns padres depois se juntassem a ela. Em resposta aos 15 artigos, os membros do Conselho abordaram os resistentes como “gente simples e sem estudo” e disseram que, gostando ou não, eles seriam libertados “da escravidão da superstição e do papado”. Eles garantiram falsamente que o novo serviço havia devolvido a Missa ao seu uso na “Igreja Primitiva”, insistindo que o “clero erudito” [que significa Cranmer e Calvino] havia trazido a Missa “para o próprio uso que Cristo deixou, como os apóstolos usavam e como os santos padres o entregaram, de fato um pouco alterado do que os papas de Roma por seu lucro trouxeram. ”Sim, eles disseram lucre! Ali estavam homens que se enriqueceram muito ao saquear a Igreja na Inglaterra, mas que ousaram acusar os papas de amar “o dinheiro”! Eles também alertaram os resistentes de que, a menos que se arrependessem, seriam tratados como “infiéis e turcos”. Além disso, eles censuraram a princesa Maria por recusar o Livro de Orações, mas ela lhes disse que “embora o Conselho tivesse esquecido o rei, seu pai. e seus juramentos de observar a vontade dele, mas por si mesma ela observaria as leis dele quando ele as deixasse ”até o irmão atingir a maioridade. Ela os advertiu de que estavam fazendo leis “contrárias” ao “costume de toda a cristandade e (em minha consciência) contra a lei de Deus e de sua Igreja”. Os mercenários chegaram ao sudoeste na última semana de julho. A primeira batalha foi em Fenny Bridges entre os arqueiros da Cornualha e os arqueiros italianos de Gênova. Trezentos homens foram mortos de cada lado. Na Ordem Divina de Cranmer, Michael Davies observa que os mercenários católicos não entendiam a natureza religiosa desse conflito e ficaram perturbados e procuraram a absolvição quando souberam disso mais tarde. Os camponeses semi-armados de Devonshire eram pouco comparáveis às tropas treinadas e disciplinadas. Poucos que subiram a colina voltaram novamente; caíam no verão brilhando como homens corajosos e valentes, por seus lares e altares. Quase todos os católicos que lutaram nessa batalha foram mortos. Michael Davies cita o historiador anticatólico J. A. Froude, que não pôde deixar de simpatizar com seus colegas ingleses, apesar da hostilidade à religião deles: “Nunca antes os governantes ingleses usavam os braços de estranhos contra súditos ingleses; e assim que suas colunas foram vistas, os aldeões de Clyst correram furiosos para cair sobre eles. Alguém poderia desejar que a melhor causa tivesse encontrado os melhores defensores. Os camponeses semi-armados de Devonshire eram pouco comparáveis às tropas treinadas e disciplinadas. Poucos que subiram a colina voltaram novamente; froude acrescenta que o pregador protestante Miles Coverdale, um ex-monge agostiniano, realizou um culto de ação de graças “entre seus corpos, deitados com membros endurecidos. , seus rostos voltados para as estrelas. ”No dia seguinte, 4 de agosto, a cavalaria dos Lanzknechts atacou a cidade de Clyst, mas os arqueiros da Cornualha dispararam suas flechas de casas e paredes e se saíram tão bem que o lado católico capturou canhões, disparou, e pólvora. No entanto, sem cavalaria, eles não poderiam perseguir o inimigo derrotado e conquistar essa vitória. Russell ordenou que os mercenários atacassem Clyst novamente e Placa comemorativa dos homens de Saint Ives que morreram na Ascensão Ocidental. atearam fogo em todas as casas das quais os homens da Cornualha haviam disparado suas flechas. Dessa maneira, os arqueiros foram expulsos e mortos. Mil católicos morreram em batalha naquele dia e 900 prisioneiros foram presos e massacrados sem piedade. O padre Caraman comenta que essa foi uma guerra, como foi conduzida pelos protestantes na Alemanha durante a revolta dos camponeses. E foi feito com o incentivo de Lutero. Em 5 de agosto, os mercenários de Russell incluíram os resistentes católicos por todos os lados. A luta foi feroz Em 3 de agosto, houve uma batalha na charneca acima de Clyst Saint Mary entre os resistentes e os mil Lanzknechts de Grey, compostos por vários regimentos de cavalaria e infantaria. Esses soldados treinados tinham armas modernas, enquanto os resistentes tinham armas medievais. mas no final a maioria dos defensores da Missa Latina foi morta. Os que sobreviveram se posicionaram em Sampford Courtenay, onde o Levante Ocidental começara em Devon. Russell marchou contra eles e uma batalha ocorreu em 17 de agosto. Aqui os católicos eram em menor número de 4 para 1, devido aos 7 ou 8.000 galeses que se juntaram Forças de Russell. Quase 600 do nosso lado foram mortos nesta batalha e outros 700 na perseguição que se seguiu. Alguns se posicionaram em Kings Weston em 29 de agosto, onde todos os presos foram novamente executados no local como traidores. partes do culto tradicional seriam destruídas. Edmund Bonner, bispo de Londres, se opôs firmemente ao primeiro Livro de Orações Comuns de Cranmer. Uma vez terminada a luta, Russell deixou os mercenários assolarem e saquearem todo o campo. Além disso, ele doou as propriedades dos principais resistentes católicos antes mesmo de serem capturados. Como recompensa, Russell – que, por ter sido um pequeno proprietário de terras, já havia enriquecido com várias doações de terras para mosteiros – foi agora criado Earl of Bedford e recebeu uma propriedade em Londres apenas por ter defendido o novo rito de Cranmer. O padre Caraman observa que, no século XVIII, Edmund Burke, refletindo sobre a fortuna da família Russell, declarou que repousava em “doações tão grandes” que “para aumentar a credibilidade”. A execução do padre Robert Welsh, vigário de Saint Thomas, foi especialmente bárbaro. Ele foi levado para a torre de sua igreja e pendurado ali acorrentado, vestido como sacerdote e adornado com contas, um sino e um aspersor de água benta. Lá ele ficou não apenas até morrer, mas até que suas roupas apodreceram e apenas seu esqueleto permaneceu. Quatro dos nobres que fizeram parte da resistência católica foram enviados a Londres, julgados em 26 de novembro e executados como traidores em Tyburn, em 27 de janeiro de 1550. Pelo menos nove padres também foram executados, mas a execução do padre Robert Welsh , vigário de Santo Tomás, era especialmente bárbaro. Ele foi levado para a torre de sua igreja e pendurado ali acorrentado, vestido como sacerdote e adornado com contas, um sino e um aspersor de água benta. Lá ele ficou não apenas até morrer, mas até que suas roupas apodreceram e apenas seu esqueleto permaneceu. Da mesma forma, em Oxford, quatro padres foram enforcados das torres de suas igrejas no mesmo verão de 1549. Eles também haviam defendido nossa fé católica. Depois que a Revolta foi esmagada, observa o padre Caraman, Cranmer publicou em 1550 um panfleto “ácido” contra os “rebeldes”. Ele perguntou com zombaria que decretos dos conselhos gerais eles queriam manter e retratou um padre e seus paroquianos resmungando em latim sem que os dois lados soubessem o que estavam dizendo. Em 1550, o Parlamento aprovou um ato contra os livros “papais”, ordenando que, sob pesadas multas, qualquer livro Católico. O martírio dos padres jesuítas Edward Oldcorne e Nicholas Owen, de Gaspar Bouttats, até o ponto, em dezembro de 1548, de chamar sua doutrina de “heresia. Em 8 de setembro de 1549, o padre Caraman nos diz, o Concílio ordenou ao bispo Bonner que pregasse um sermão em São Paulo, declarando que “todas as pessoas que se rebelavam contra o Soberano incorriam em condenação, uma declaração contrária ao ensino tradicional de que em certas circunstâncias poderia haver uma rebelião justa ”. Ele foi instruído a dizer ao povo que os“ rebeldes ”de Devon e Cornwall“ deveriam estar no fogo ardente do inferno com Lúcifer ”e que, desde que o magistrado estivesse livre para mudar a liturgia por prazer, se alguém “persistisse mais no uso do serviço latino, sua devoção fora desvalorizada pela desobediência envolvida na prática”. Bonner não cumpriu. Ele foi preso em 20 de setembro de 1549 e foi privado de seu poder em 1º de outubro. Quatro anos depois, em 6 de agosto de 1553, ele foi libertado pela rainha católica Mary Tudor. Embora ele não tenha dado a vida pela missa, como os 5.000 homens da Cornualha e Devonshire, ele era pelo menos um confessor. Em 4 de junho de 1549, o Concílio enviou o primeiro Livro de Oração Comum ao Cardeal Reginald Pole, que estava no exílio, pedindo sua opinião e dizendo que o Livro havia obtido o consentimento unânime dos bispos – uma declaração que Messenger diz é “uma falsidade absoluta”. Pole respondeu que “Em vista da ascensão no Ocidente, não era necessário que ele desse sua própria opinião sobre o novo livro”. De fato, o sangue desses mártires falava mais eloquentemente do que qualquer teológico. dissertação. A Dra. Anne Barbeau Gardiner é Professora Emerita, Departamento de Inglês, John Jay College, CUNY e é colaboradora regular da The Latin Mass. #USA #humanismo #France #EUAfrançaparisgeorgiaportugalmacedoniabelarusrussiapaquistãoIrãnCoreiaEgiptoArabiasauditaEmiradosÁrabesunidosEtiópiaNigériaChinaIraqueZimbabuéÁfric #Apologética #Históriamoderna #MacauGoaAngolaMoçambiqueCaboverdeGuinéBissauGuinéEquatorialSãotoméePrincipeEUAfrançaparisgeorgiaportugalmacedoniabelarusrussiapaquistãoIrãnCoreiaEgiptoAr #UzbequistãoLaosMauritâniaIêmemAfeganistãoMaldivasSomáliaArábiaSauditaIrãCoréiadoNorte
- Padre impede culto de umbanda dentro de Igreja Católica e é acusado de discriminação
Padre e fiéis católicos que impediram um rito umbandista dentro de uma Igreja Católica são acusados de discriminação religiosa. Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra o fato, que ocorreu esta semana na Igreja do Rosário em Porto Alegre – RS, no qual alguns fiéis e o próprio Padre pedem aos praticantes de umbanda que não realizem seu culto dentro do templo católico. No vídeo é possível perceber que os umbandistas tentam argumentar com o padre dizendo que este é um costume tradicional, que já praticam há muitos anos sem impedimento, e que impedir essa prática é uma discriminação religiosa. De maneira coerente os fiéis católicos e o pároco da igreja argumentam e apresentam aos presentes um documento que aparenta ser algumas normas da igreja que impedem que tais sincretismos religiosos sejam praticados dentro da Igreja Católica. Assista ao vídeo abaixo: Leia também: “Missa Afro”, a síntese de todos os abusos litúrgicos.
- Padre impede culto de umbanda dentro de Igreja Católica e é acusado de discriminação
Padre e fiéis católicos que impediram um rito umbandista dentro de uma Igreja Católica são acusados de discriminação religiosa. Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra o fato, que ocorreu esta semana na Igreja do Rosário em Porto Alegre – RS, no qual alguns fiéis e o próprio Padre pedem aos praticantes de umbanda que não realizem seu culto dentro do templo católico. No vídeo é possível perceber que os umbandistas tentam argumentar com o padre dizendo que este é um costume tradicional, que já praticam há muitos anos sem impedimento, e que impedir essa prática é uma discriminação religiosa. De maneira coerente os fiéis católicos e o pároco da igreja argumentam e apresentam aos presentes um documento que aparenta ser algumas normas da igreja que impedem que tais sincretismos religiosos sejam praticados dentro da Igreja Católica. Assista ao vídeo abaixo: Leia também: “Missa Afro”, a síntese de todos os abusos litúrgicos.
- Quem não concorda com o Papa é desobediente?
Quando o papa se pronuncia ex-cathedra sobre fé ou moral, ele goza do Dom da Infalibilidade Papal. A infalibilidade papal é um dos dogmas da Igreja Católica. A teologia católica afirma que o Papa, em comunhão com o Sagrado Magistério, quando delibera e define solenemente algo em matéria de fé ou moral, ex cathedra, está sempre correcto. Porém isso não significa que o padre não possa cometer erros em outros momentos. Antes de continuar a leitura, assista esta formação: É inegável que vivemos em um período onde muitos querem ter opinião sobre tudo, mas poucos querem realmente estudar antes de opinar. Em matéria de fé e doutrina, devemos buscar ter sempre a certeza daquilo que afirmamos, pois não há espaço para dúvidas. Um erro pode significar nossa condenação eterna. Essa realidade se agrava com a grande deficiência de formação dos católicos, que desconhecem mesmo os conceitos básicos de nossa Fé, e piora ainda mais com opiniões totalmente alheias ao relativismo, que muitas vezes é contrário ao que ensina a Doutrina Católica. Mediante este contexto percebemos que, mesmo com o acesso à informação ficando cada vez mas fácil, muitos católicos recolhem informações avulsas na internet e, sem consultar as fontes, tomam conclusões precipitadas, o que pode causar ainda mais confusão na cabeça daqueles que buscam viver o catolicismo com sinceridade. Sem conseguir interpretar fatos e acontecimentos à luz da doutrina e tradição, muitos católicos sentem-se perdidos e até mesmo se revoltam de maneira desproporcional em algumas situações e temas. Uma das questões que têm tirado o sono dos católicos é a questão da obediência cega ao Papa. Ao mesmo tempo em que há católicos que criticam duramente algumas atitudes do atual pontificado, há algumas classes de católicos que defendem que devemos ter obediência incondicional ao papa. Afinal, quem não concorda totalmente com o Papa, é desobediente? *Recomendamos que assistam o vídeo até o final para compreender o raciocínio, pois o vídeo trata de um assunto muito sério. #Papa #Vaticano
- Quem não concorda com o Papa é desobediente?
Quando o papa se pronuncia ex-cathedra sobre fé ou moral, ele goza do Dom da Infalibilidade Papal. A infalibilidade papal é um dos dogmas da Igreja Católica. A teologia católica afirma que o Papa, em comunhão com o Sagrado Magistério, quando delibera e define solenemente algo em matéria de fé ou moral, ex cathedra, está sempre correcto. Porém isso não significa que o padre não possa cometer erros em outros momentos. Antes de continuar a leitura, assista esta formação: É inegável que vivemos em um período onde muitos querem ter opinião sobre tudo, mas poucos querem realmente estudar antes de opinar. Em matéria de fé e doutrina, devemos buscar ter sempre a certeza daquilo que afirmamos, pois não há espaço para dúvidas. Um erro pode significar nossa condenação eterna. Essa realidade se agrava com a grande deficiência de formação dos católicos, que desconhecem mesmo os conceitos básicos de nossa Fé, e piora ainda mais com opiniões totalmente alheias ao relativismo, que muitas vezes é contrário ao que ensina a Doutrina Católica. Mediante este contexto percebemos que, mesmo com o acesso à informação ficando cada vez mas fácil, muitos católicos recolhem informações avulsas na internet e, sem consultar as fontes, tomam conclusões precipitadas, o que pode causar ainda mais confusão na cabeça daqueles que buscam viver o catolicismo com sinceridade. Sem conseguir interpretar fatos e acontecimentos à luz da doutrina e tradição, muitos católicos sentem-se perdidos e até mesmo se revoltam de maneira desproporcional em algumas situações e temas. Uma das questões que têm tirado o sono dos católicos é a questão da obediência cega ao Papa. Ao mesmo tempo em que há católicos que criticam duramente algumas atitudes do atual pontificado, há algumas classes de católicos que defendem que devemos ter obediência incondicional ao papa. Afinal, quem não concorda totalmente com o Papa, é desobediente? *Recomendamos que assistam o vídeo até o final para compreender o raciocínio, pois o vídeo trata de um assunto muito sério. #Papa #Vaticano
- O discurso histórico do Presidente Trump na Marcha pela Vida
“Os nascituros nunca tiveram um defensor mais forte na Casa Branca.” Abaixo está o texto do discurso do Presidente Donald Trump na Marcha pela Vida em 2020. É a primeira vez que um presidente dos EUA participa da marcha, que é a maior manifestação anual de direitos humanos do mundo. “Todos nós aqui hoje entendemos uma verdade eterna: toda criança é um presente precioso e sagrado de Deus”, disse Trump. “Juntos, devemos valorizar e defender a santidade e a dignidade da vida humana. Quando seguramos um recém-nascido em nossos braços, conhecemos o amor ilimitado que uma criança traz para uma família. ” Trump discutiu as ações que tomou durante seu primeiro mandato e declarou que “os nascituros nunca tiveram um defensor mais forte na Casa Branca”. Ele disse que o movimento pró-vida foi fortemente afetado pela guerra da esquerda contra a liberdade religiosa, mas prometeu que seu governo continuaria a defender o discurso religioso e as organizações religiosas. “A extrema esquerda está trabalhando para apagar nossos direitos dados por Deus”, disse ele. “Eles estão vindo atrás de mim porque estou lutando por você.” “Juntos somos a voz dos sem voz”, continuou ele. “Os democratas adotaram as posições mais radicais e extremas que já vimos em décadas” sobre o assunto, citando o apoio dos democratas do Congresso ao aborto tardio e a oposição a exigir cuidados médicos para os recém-nascidos que sobrevivem ao aborto. “Para todas as mulheres aqui hoje, sua devoção eleva toda a nação e agradecemos por isso”, disse o presidente. “Para todas as mães aqui hoje, celebramos vocês e declaramos que as mães são heróis. Toda pessoa vale a pena proteger e sabemos que toda alma humana é divina e toda vida humana nascida e não-nascida é feita à imagem sagrada do Deus Todo-Poderoso . “ Os pró-vida “apenas fazem da sua vida a missão de ajudar a espalhar a graça de Deus”, acrescentou, com seus esforços para ajudar mulheres grávidas e ajudar as crianças a serem adotadas a “encontrar seu lar para sempre”. “Não podemos saber o que nossos cidadãos ainda não nascidos alcançarão”, disse o presidente à multidão. “Mas sabemos disso: toda vida traz amor a este mundo, toda criança traz alegria a uma família. Vale a pena proteger todas as pessoas.” Enquanto os presidentes Ronald Reagan e George W. Bush expressaram seu apoio à Marcha pela Vida com mensagens telefônicas, Trump se tornou o primeiro presidente a fazer observações ao vivo (embora remotamente, da Casa Branca) ao evento em 2018. A aparição de Trump é a mais recente demonstração de seu apoio à causa pró-vida e um lembrete de quão longe o ex-empresário de celebridades chegou desde sua conversão do liberal convencional de Nova York para candidato político republicano. Trump é considerado por muitos ativistas pró-vida veteranos o presidente mais pró-vida da história. Como presidente, Trump restabeleceu e expandiu a proibição de ajuda estrangeira a grupos envolvidos com o aborto (incluindo a Federação Internacional de Planejamento Familiar), os grupos que cometem ou referem abortos dos fundos de planejamento familiar do Título X, revogaram os regulamentos da era Obama que impediam os estados de financiar o financiamento. Paternidade Planejada e emitiu regras que protegem os americanos de serem forçados a subsidiar o aborto em planos de saúde exigidos pelo governo. O presidente também denunciou vigorosamente o aborto , chamando a atenção para a oposição dos democratas à legislação anti-infanticídio e exortando o Congresso a proibir o aborto tardio para assinar. A maioria de seus indicados judiciais também agradou os pró-vida. Além disso, o governo sempre trabalhou para defender a vida e se opor ao aborto nas Nações Unidas, desde resistir a itens da agenda pró-aborto e linguagem de resolução até afirmar que o aborto não é um direito humano e promover a educação para a abstinência . Este ano, Trump declarou 22 de janeiro, o aniversário da decisão Roe v. Wade de 1973, que impõe o aborto sob demanda em todo o país, como “Dia Nacional da Santidade da Vida Humana”. Em uma proclamação emitida esta semana, Trump declarou que “todas as pessoas – nascidos e não nascidos, pobres, abatidos, deficientes, enfermos e idosos – têm valor inerente” e disse que os EUA “reafirmam com orgulho e firmeza nossa compromisso de proteger o presente precioso da vida em todos os estágios, da concepção à morte natural. ” Enquanto o presidente Trump discursava em março, seu vice-presidente Mike Pence se reunia com o papa Francisco no Vaticano, destacando a aliança do governo com a Igreja Católica em questões de vida e liberdade religiosa. TEXTO COMPLETO DO DISCURSO DE DONALD TRUMP Muito obrigado e obrigado, Jeanne. É uma profunda honra ser o primeiro presidente da história a participar da Marcha pela Vida. [aplausos] Estamos aqui por uma razão muito simples: defender o direito de toda criança, nascida e não nascida, de cumprir seu potencial dado por Deus. [aplausos] Por 47 anos, americanos de todas as origens viajam de todo o país para defender a vida. E hoje, como Presidente dos Estados Unidos, estou verdadeiramente orgulhoso de estar com você. [aplausos] Quero acolher dezenas de milhares – é uma tremenda participação – dezenas de milhares de estudantes do ensino médio e da faculdade que fizeram longas viagens de ônibus para estar aqui na capital do país. E para fazer você se sentir ainda melhor, há dezenas de milhares de pessoas por onde passamos. Se alguém quiser desistir de seu lugar, podemos resolver isso. Temos um tremendo grupo de pessoas lá fora. Milhares e milhares queriam entrar. Este é um grande sucesso. [aplausos] Os jovens são o coração da Marcha pela Vida. E é a sua geração que está fazendo da América a nação pró-família e pró-vida. [aplausos] O movimento da vida é liderado por mulheres fortes, incríveis líderes religiosos e estudantes corajosos que carregam o legado de pioneiros antes de nós que lutaram para elevar a consciência de nossa nação e defender os direitos de nossos cidadãos. Você abraça as mães com cuidado e compaixão. Você é fortalecido pela oração e motivado pelo seu amor altruísta. Você é grato e muito grato – essas são pessoas incríveis – ao fato de se juntar ao secretário Alex Azar e Kellyanne Conway. [aplausos] E obrigado também aos senadores Mike Lee e James Lankford, que estão aqui. Obrigado, pessoal. E os representantes Steve Scalise, Chris Smith, Ralph Abraham, Warren Davidson, Bob Latta, John Joyce, Lloyd Smucker, Brian Fitzpatrick e Brad Wenstrup. Obrigado a todos. Eu tenho que dizer – e eu olho e vejo exatamente – temos muito mais políticos na platéia. Mas se você não se importa, não vou apresentá-los a todos. Todos nós aqui entendemos uma verdade eterna: toda criança é um dom precioso e sagrado de Deus. [aplausos] Juntos, devemos proteger, valorizar e defender a dignidade e a santidade de toda vida humana. [aplausos] Quando vemos a imagem de um bebê no útero, vislumbramos a majestade da criação de Deus. [aplausos] Quando seguramos um recém-nascido em nossos braços, conhecemos o amor sem fim que cada criança traz para uma família. Quando observamos uma criança crescer, vemos o esplendor que irradia de cada alma humana. Uma vida muda o mundo – da minha família, e posso dizer-lhe que mando amor e mando muito, muito amor – e desde o primeiro dia no cargo, tomei uma ação histórica para apoiar as famílias americanas e proteger os nascituros . [aplausos] E durante minha primeira semana no cargo, reintegrou e ampliei a Política da Cidade do México e emitimos uma regra pro-vida de referência para governar o uso do financiamento do contribuinte do Título X. Notifiquei o Congresso que vetaria qualquer legislação que enfraquecesse as políticas pró-vida ou que incentivasse a destruição da vida humana. [aplausos] Nas Nações Unidas, deixei claro que os burocratas globais não têm como atacar a soberania das nações que protegem a vida inocente. [aplausos] Os nascituros nunca tiveram um defensor mais forte na Casa Branca. [aplausos] Como a Bíblia nos diz, cada pessoa é maravilhosamente feita. [aplausos] Tomamos medidas decisivas para proteger a liberdade religiosa – tão importante – a liberdade religiosa está sendo atacada em todo o mundo e, francamente, fortemente atacada em nossa nação. Você vê isso melhor do que ninguém. Mas nós estamos parando. E cuidamos de médicos, enfermeiras, professores e grupos como as Irmãzinhas dos Pobres. [aplausos] Estamos preservando a adoção pela fé e, para manter nossos documentos fundadores, nomeamos 187 juízes federais, que aplicam a consulta por escrito, incluindo dois fenomenais juízes da Suprema Corte – Neil Gorsuch e Brett Kavanaugh. [aplausos] Estamos protegendo os direitos dos estudantes pró-vida à liberdade de expressão nos campi das faculdades. E se as universidades querem dólares dos contribuintes federais, devem defender seu direito de Primeira Emenda para expressar sua opinião. E se não o fizerem, pagam uma multa financeira muito grande, que não estarão dispostos a pagar. [aplausos] Infelizmente, a extrema esquerda está trabalhando para apagar nossos direitos dados por Deus, fechar instituições de caridade baseadas na fé, banir líderes religiosos da praça pública e silenciar os americanos que acreditam na santidade da vida. Eles estão vindo atrás de mim porque estou lutando por você e lutamos por aqueles que não têm voz. E venceremos porque sabemos como vencer. [aplausos] Todos nós sabemos como vencer. Todos sabemos como vencer. Você está ganhando há muito tempo. Você está ganhando há muito tempo. Juntos, somos a voz dos sem voz. Quando se trata de aborto – e você sabe disso, já viu o que aconteceu – os democratas adotam as posições mais radicais e extremas adotadas e vistas neste país há anos e décadas, e você pode até dizer, há séculos. Quase todos os principais democratas do congresso agora apóiam o aborto financiado pelos contribuintes até o momento do nascimento. No ano passado, os legisladores de Nova York aplaudiram com satisfação a aprovação da legislação que permitiria que um bebê fosse arrancado do útero da mãe até o parto. Então, tivemos o caso do governador democrata no estado da Virgínia, a comunidade da Virgínia. E nós amamos a comunidade da Virgínia, mas o que está acontecendo na Virgínia? O que está acontecendo? O governador afirmou que executaria um bebê após o nascimento. Você lembra disso. Os democratas do Senado chegaram a bloquear a legislação que daria assistência médica a bebês que sobrevivem a tentativas de aborto. E foi por isso que convoquei o Congresso – dois de nossos grandes senadores aqui, muitos de nossos congressistas aqui – os convidei a defender a dignidade da vida e a aprovar uma legislação que proíbe o aborto de crianças que podem sentir dor no final das contas. o ventre de sua mãe. [aplausos] Este ano, a Marcha pela Vida celebra o 100º aniversário da 19ª emenda, que consagrava para sempre o direito das mulheres de votar nos Estados Unidos e concedido pela constituição dos Estados Unidos. Um evento tão grande. Hoje, milhões de mulheres extraordinárias em toda a América estão usando o poder de seus votos para lutar pelo direito e por todos os seus direitos, conforme indicado na Declaração de Independência – é o direito à vida. [aplausos] A todas as mulheres aqui hoje, sua devoção e sua liderança elevam toda a nação e agradecemos por isso. As dezenas de milhares de americanos reunidos hoje não apenas representam a vida – é realmente aqui que eles representam tão orgulhosamente juntos. E quero agradecer a todos por isso. Você defende a vida todos os dias. Você fornece moradia, educação, emprego e assistência médica às mulheres que atende. Você encontra famílias amorosas para crianças que precisam de um lar para sempre. Você hospeda chás de bebê por mães grávidas Você faz – você apenas faz da missão da sua vida ajudar a espalhar a graça de Deus. E para todas as mães aqui hoje, comemoramos você e declaramos que as mães são heróis. [aplausos] Sua força, devoção e força é o que alimenta nossa nação. Por sua causa, nosso país foi abençoado com almas incríveis que mudaram o curso da história da humanidade. Não podemos saber o que nossos cidadãos ainda não nascidos alcançarão. Os sonhos que eles vão imaginar. As obras-primas que eles criarão. As descobertas que eles farão. Mas sabemos disso: toda vida traz amor para este mundo. Toda criança traz alegria a uma família. Vale a pena proteger toda pessoa. E acima de tudo, sabemos que toda alma humana é divina e toda vida humana, nascida e não nascida, é feita à imagem santa do Deus Todo-Poderoso. [aplausos] Juntos, defenderemos essa verdade em toda a nossa terra magnífica. Liberaremos os sonhos de nosso povo. E com esperança determinada, esperamos ansiosamente todas as bênçãos que virão da beleza, talento, propósito, nobreza e graça de todas as crianças americanas. Eu quero agradecer-te. Este é um momento muito especial. É tão bom representá-lo. Eu amo todos vocês. [aplausos] E digo com uma verdadeira paixão: obrigado, que Deus os abençoe e que Deus abençoe a América. Obrigado a todos. Obrigado. [aplausos]
- O discurso histórico do Presidente Trump na Marcha pela Vida
“Os nascituros nunca tiveram um defensor mais forte na Casa Branca.” Abaixo está o texto do discurso do Presidente Donald Trump na Marcha pela Vida em 2020. É a primeira vez que um presidente dos EUA participa da marcha, que é a maior manifestação anual de direitos humanos do mundo. “Todos nós aqui hoje entendemos uma verdade eterna: toda criança é um presente precioso e sagrado de Deus”, disse Trump. “Juntos, devemos valorizar e defender a santidade e a dignidade da vida humana. Quando seguramos um recém-nascido em nossos braços, conhecemos o amor ilimitado que uma criança traz para uma família. ” Trump discutiu as ações que tomou durante seu primeiro mandato e declarou que “os nascituros nunca tiveram um defensor mais forte na Casa Branca”. Ele disse que o movimento pró-vida foi fortemente afetado pela guerra da esquerda contra a liberdade religiosa, mas prometeu que seu governo continuaria a defender o discurso religioso e as organizações religiosas. “A extrema esquerda está trabalhando para apagar nossos direitos dados por Deus”, disse ele. “Eles estão vindo atrás de mim porque estou lutando por você.” “Juntos somos a voz dos sem voz”, continuou ele. “Os democratas adotaram as posições mais radicais e extremas que já vimos em décadas” sobre o assunto, citando o apoio dos democratas do Congresso ao aborto tardio e a oposição a exigir cuidados médicos para os recém-nascidos que sobrevivem ao aborto. “Para todas as mulheres aqui hoje, sua devoção eleva toda a nação e agradecemos por isso”, disse o presidente. “Para todas as mães aqui hoje, celebramos vocês e declaramos que as mães são heróis. Toda pessoa vale a pena proteger e sabemos que toda alma humana é divina e toda vida humana nascida e não-nascida é feita à imagem sagrada do Deus Todo-Poderoso . “ Os pró-vida “apenas fazem da sua vida a missão de ajudar a espalhar a graça de Deus”, acrescentou, com seus esforços para ajudar mulheres grávidas e ajudar as crianças a serem adotadas a “encontrar seu lar para sempre”. “Não podemos saber o que nossos cidadãos ainda não nascidos alcançarão”, disse o presidente à multidão. “Mas sabemos disso: toda vida traz amor a este mundo, toda criança traz alegria a uma família. Vale a pena proteger todas as pessoas.” Enquanto os presidentes Ronald Reagan e George W. Bush expressaram seu apoio à Marcha pela Vida com mensagens telefônicas, Trump se tornou o primeiro presidente a fazer observações ao vivo (embora remotamente, da Casa Branca) ao evento em 2018. A aparição de Trump é a mais recente demonstração de seu apoio à causa pró-vida e um lembrete de quão longe o ex-empresário de celebridades chegou desde sua conversão do liberal convencional de Nova York para candidato político republicano. Trump é considerado por muitos ativistas pró-vida veteranos o presidente mais pró-vida da história. Como presidente, Trump restabeleceu e expandiu a proibição de ajuda estrangeira a grupos envolvidos com o aborto (incluindo a Federação Internacional de Planejamento Familiar), os grupos que cometem ou referem abortos dos fundos de planejamento familiar do Título X, revogaram os regulamentos da era Obama que impediam os estados de financiar o financiamento. Paternidade Planejada e emitiu regras que protegem os americanos de serem forçados a subsidiar o aborto em planos de saúde exigidos pelo governo. O presidente também denunciou vigorosamente o aborto , chamando a atenção para a oposição dos democratas à legislação anti-infanticídio e exortando o Congresso a proibir o aborto tardio para assinar. A maioria de seus indicados judiciais também agradou os pró-vida. Além disso, o governo sempre trabalhou para defender a vida e se opor ao aborto nas Nações Unidas, desde resistir a itens da agenda pró-aborto e linguagem de resolução até afirmar que o aborto não é um direito humano e promover a educação para a abstinência . Este ano, Trump declarou 22 de janeiro, o aniversário da decisão Roe v. Wade de 1973, que impõe o aborto sob demanda em todo o país, como “Dia Nacional da Santidade da Vida Humana”. Em uma proclamação emitida esta semana, Trump declarou que “todas as pessoas – nascidos e não nascidos, pobres, abatidos, deficientes, enfermos e idosos – têm valor inerente” e disse que os EUA “reafirmam com orgulho e firmeza nossa compromisso de proteger o presente precioso da vida em todos os estágios, da concepção à morte natural. ” Enquanto o presidente Trump discursava em março, seu vice-presidente Mike Pence se reunia com o papa Francisco no Vaticano, destacando a aliança do governo com a Igreja Católica em questões de vida e liberdade religiosa. TEXTO COMPLETO DO DISCURSO DE DONALD TRUMP Muito obrigado e obrigado, Jeanne. É uma profunda honra ser o primeiro presidente da história a participar da Marcha pela Vida. [aplausos] Estamos aqui por uma razão muito simples: defender o direito de toda criança, nascida e não nascida, de cumprir seu potencial dado por Deus. [aplausos] Por 47 anos, americanos de todas as origens viajam de todo o país para defender a vida. E hoje, como Presidente dos Estados Unidos, estou verdadeiramente orgulhoso de estar com você. [aplausos] Quero acolher dezenas de milhares – é uma tremenda participação – dezenas de milhares de estudantes do ensino médio e da faculdade que fizeram longas viagens de ônibus para estar aqui na capital do país. E para fazer você se sentir ainda melhor, há dezenas de milhares de pessoas por onde passamos. Se alguém quiser desistir de seu lugar, podemos resolver isso. Temos um tremendo grupo de pessoas lá fora. Milhares e milhares queriam entrar. Este é um grande sucesso. [aplausos] Os jovens são o coração da Marcha pela Vida. E é a sua geração que está fazendo da América a nação pró-família e pró-vida. [aplausos] O movimento da vida é liderado por mulheres fortes, incríveis líderes religiosos e estudantes corajosos que carregam o legado de pioneiros antes de nós que lutaram para elevar a consciência de nossa nação e defender os direitos de nossos cidadãos. Você abraça as mães com cuidado e compaixão. Você é fortalecido pela oração e motivado pelo seu amor altruísta. Você é grato e muito grato – essas são pessoas incríveis – ao fato de se juntar ao secretário Alex Azar e Kellyanne Conway. [aplausos] E obrigado também aos senadores Mike Lee e James Lankford, que estão aqui. Obrigado, pessoal. E os representantes Steve Scalise, Chris Smith, Ralph Abraham, Warren Davidson, Bob Latta, John Joyce, Lloyd Smucker, Brian Fitzpatrick e Brad Wenstrup. Obrigado a todos. Eu tenho que dizer – e eu olho e vejo exatamente – temos muito mais políticos na platéia. Mas se você não se importa, não vou apresentá-los a todos. Todos nós aqui entendemos uma verdade eterna: toda criança é um dom precioso e sagrado de Deus. [aplausos] Juntos, devemos proteger, valorizar e defender a dignidade e a santidade de toda vida humana. [aplausos] Quando vemos a imagem de um bebê no útero, vislumbramos a majestade da criação de Deus. [aplausos] Quando seguramos um recém-nascido em nossos braços, conhecemos o amor sem fim que cada criança traz para uma família. Quando observamos uma criança crescer, vemos o esplendor que irradia de cada alma humana. Uma vida muda o mundo – da minha família, e posso dizer-lhe que mando amor e mando muito, muito amor – e desde o primeiro dia no cargo, tomei uma ação histórica para apoiar as famílias americanas e proteger os nascituros . [aplausos] E durante minha primeira semana no cargo, reintegrou e ampliei a Política da Cidade do México e emitimos uma regra pro-vida de referência para governar o uso do financiamento do contribuinte do Título X. Notifiquei o Congresso que vetaria qualquer legislação que enfraquecesse as políticas pró-vida ou que incentivasse a destruição da vida humana. [aplausos] Nas Nações Unidas, deixei claro que os burocratas globais não têm como atacar a soberania das nações que protegem a vida inocente. [aplausos] Os nascituros nunca tiveram um defensor mais forte na Casa Branca. [aplausos] Como a Bíblia nos diz, cada pessoa é maravilhosamente feita. [aplausos] Tomamos medidas decisivas para proteger a liberdade religiosa – tão importante – a liberdade religiosa está sendo atacada em todo o mundo e, francamente, fortemente atacada em nossa nação. Você vê isso melhor do que ninguém. Mas nós estamos parando. E cuidamos de médicos, enfermeiras, professores e grupos como as Irmãzinhas dos Pobres. [aplausos] Estamos preservando a adoção pela fé e, para manter nossos documentos fundadores, nomeamos 187 juízes federais, que aplicam a consulta por escrito, incluindo dois fenomenais juízes da Suprema Corte – Neil Gorsuch e Brett Kavanaugh. [aplausos] Estamos protegendo os direitos dos estudantes pró-vida à liberdade de expressão nos campi das faculdades. E se as universidades querem dólares dos contribuintes federais, devem defender seu direito de Primeira Emenda para expressar sua opinião. E se não o fizerem, pagam uma multa financeira muito grande, que não estarão dispostos a pagar. [aplausos] Infelizmente, a extrema esquerda está trabalhando para apagar nossos direitos dados por Deus, fechar instituições de caridade baseadas na fé, banir líderes religiosos da praça pública e silenciar os americanos que acreditam na santidade da vida. Eles estão vindo atrás de mim porque estou lutando por você e lutamos por aqueles que não têm voz. E venceremos porque sabemos como vencer. [aplausos] Todos nós sabemos como vencer. Todos sabemos como vencer. Você está ganhando há muito tempo. Você está ganhando há muito tempo. Juntos, somos a voz dos sem voz. Quando se trata de aborto – e você sabe disso, já viu o que aconteceu – os democratas adotam as posições mais radicais e extremas adotadas e vistas neste país há anos e décadas, e você pode até dizer, há séculos. Quase todos os principais democratas do congresso agora apóiam o aborto financiado pelos contribuintes até o momento do nascimento. No ano passado, os legisladores de Nova York aplaudiram com satisfação a aprovação da legislação que permitiria que um bebê fosse arrancado do útero da mãe até o parto. Então, tivemos o caso do governador democrata no estado da Virgínia, a comunidade da Virgínia. E nós amamos a comunidade da Virgínia, mas o que está acontecendo na Virgínia? O que está acontecendo? O governador afirmou que executaria um bebê após o nascimento. Você lembra disso. Os democratas do Senado chegaram a bloquear a legislação que daria assistência médica a bebês que sobrevivem a tentativas de aborto. E foi por isso que convoquei o Congresso – dois de nossos grandes senadores aqui, muitos de nossos congressistas aqui – os convidei a defender a dignidade da vida e a aprovar uma legislação que proíbe o aborto de crianças que podem sentir dor no final das contas. o ventre de sua mãe. [aplausos] Este ano, a Marcha pela Vida celebra o 100º aniversário da 19ª emenda, que consagrava para sempre o direito das mulheres de votar nos Estados Unidos e concedido pela constituição dos Estados Unidos. Um evento tão grande. Hoje, milhões de mulheres extraordinárias em toda a América estão usando o poder de seus votos para lutar pelo direito e por todos os seus direitos, conforme indicado na Declaração de Independência – é o direito à vida. [aplausos] A todas as mulheres aqui hoje, sua devoção e sua liderança elevam toda a nação e agradecemos por isso. As dezenas de milhares de americanos reunidos hoje não apenas representam a vida – é realmente aqui que eles representam tão orgulhosamente juntos. E quero agradecer a todos por isso. Você defende a vida todos os dias. Você fornece moradia, educação, emprego e assistência médica às mulheres que atende. Você encontra famílias amorosas para crianças que precisam de um lar para sempre. Você hospeda chás de bebê por mães grávidas Você faz – você apenas faz da missão da sua vida ajudar a espalhar a graça de Deus. E para todas as mães aqui hoje, comemoramos você e declaramos que as mães são heróis. [aplausos] Sua força, devoção e força é o que alimenta nossa nação. Por sua causa, nosso país foi abençoado com almas incríveis que mudaram o curso da história da humanidade. Não podemos saber o que nossos cidadãos ainda não nascidos alcançarão. Os sonhos que eles vão imaginar. As obras-primas que eles criarão. As descobertas que eles farão. Mas sabemos disso: toda vida traz amor para este mundo. Toda criança traz alegria a uma família. Vale a pena proteger toda pessoa. E acima de tudo, sabemos que toda alma humana é divina e toda vida humana, nascida e não nascida, é feita à imagem santa do Deus Todo-Poderoso. [aplausos] Juntos, defenderemos essa verdade em toda a nossa terra magnífica. Liberaremos os sonhos de nosso povo. E com esperança determinada, esperamos ansiosamente todas as bênçãos que virão da beleza, talento, propósito, nobreza e graça de todas as crianças americanas. Eu quero agradecer-te. Este é um momento muito especial. É tão bom representá-lo. Eu amo todos vocês. [aplausos] E digo com uma verdadeira paixão: obrigado, que Deus os abençoe e que Deus abençoe a América. Obrigado a todos. Obrigado. [aplausos]
- Sorte, Fortuna ou Destino: a paganização da Providência divina
Aquilo que cremos tem influência em como vemos e interpretamos o mundo, impactando nossa maneira de viver e agir em sociedade. A isso é atribuído o nome de Cosmovisão. Segundo o professor Ronald Nash: “cosmovisão é um conjunto de crenças sobre as questões mais importantes na vida. (…). É um esquema conceitual pelo qual, consciente ou inconscientemente, aplicamos ou adequamos todas as coisas em que cremos, e interpretamos e julgamos a realidade.” [1] Esse esquema de crenças é um compromisso arraigado no coração do homem. Não me refiro ao coração como comumente se crê nos dias de hoje, como algo sentimental e avesso a razão, mas como o filósofo holandês Herman Dooyweerd define, como ” raiz e centro religioso de nossa existência e experiência humanas em sua inteireza.”[2] Esse compromisso do coração permeia culturas e filosofias através dos séculos, e através dele podemos ver como o homem vive e se relaciona com a divindade. Essa relação do homem com o futuro, o destino das coisas e seu desenrolar na história, tem íntima relação com sua cosmovisão. O mundo foi pensado, criado e ordenado por Deus. Todo ato de Deus que vemos narrado nas Escrituras são intencionais. Deus escolhe criar, Deus escolhe nos amar, Deus escolheu seu povo, Deus levantou seus profetas e Deus enviou seu filho. Não há nada que Deus faça que seja feito a esmo, ao acaso ou por forças cegas. Ele é o autor, direcionador e o Senhor da história. Isso contrasta com a forma que alguns povos enxergavam a divindade, impactando na sua própria maneira de ver o mundo, como por exemplo a crença greco-romana. A mitologia greco-romana não possui um Deus que cria algo a partir do nada, então o mundo na concepção deles foi moldado da matéria pré-existente. Para muitos deles, forças misteriosas atuavam no fluxo vital, não seguiam uma ordem racional, mas agiam segundo o Anangké, o destino cego e imprevisível. Por isso, o filósofo grego Cleanto escrevia: “Guia-me, Júpiter, e tu, Destino, ao fim, seja qual for, que vos praza assinalar-me. Seguirei imediatamente, pois se me atraso, por ser vil, mesmo assim deverei alcançar-vos”. Sêneca dirá, traduzindo o verso de Cleanto com sentença lapidar: “O destino guia quem o aceita, e arrasta quem o rejeita”. [3] Em outro livro, o filósofo Sêneca diz: “Com efeito, nosso término se situa onde a inexorável força do destino o fixou.” [4] Para esses filósofos estoicos, o Destino era uma força cega, algo impessoal que acontecia aos homens não impostasse o quê. Nessa visão, cabe ao homem saber lidar com seu destino da melhor maneira, sendo impassível e tendo autocontrole da situação. Já que tudo era força de um grande acaso cósmico, não tinha para quem apelar por socorro ou misericórdia, era necessário encarrar todas as circunstâncias sem perder o controle de si, pois afinal, nada iria mudar. Com isso, o estoicismo acabou adquirindo uma aura fatalista e impessoal. Avançando na história, vemos que o conceito secularizado da providência permanece. No famoso livro de Nicolau Maquiavel, O Príncipe, o vemos ser exposto agora com o nome de Fortuna. A Fortuna era um destino cego que se apresentava, e no qual grandes homens se tornam verdadeiramente grandes demonstrando sua virtude ao aproveitar esse “momento de sorte” da melhor maneira. A Fortuna apresenta a ocasião, e pela própria virtude e força, o homem a transforma em algo benéfico para si. O príncipe, aqui podendo representar qualquer governante ou líder, pode e deve usar de quaisquer métodos que possa resultar em benefício das suas ações planejadas. É de Maquiavel que vem o conceito de que ‘os fins justificam os meios’, já que, o que de fato importa são os fins últimos e práticos das ações realizadas. Se os objetivos são atingidos, pouco importa como. Em sua argumentação, Maquiavel usa a história de Moisés: “Era, pois, necessário que Moisés tivesse encontrado o povo de Israel escravizado e oprimido pelos egípcios para que eles, a fim de escapar à servidão, se dispusessem a segui-lo.” [5] Pois caso não houvesse opressão, não haveria necessidade de libertação, e não seria necessário a virtude de Moisés, “pois, sem essa ocasião, a virtude de seus espíritos se extinguiria”. [6] Vemos que para exercer a virtude – não confunda o conceito de virtude de Maquiavel com o conceito cristão – é necessário que a Fortuna se apresente, e através do livre-arbítrio, nos colocamos adiante na situação e agimos de modo a tornar aquele momento em algo grandioso e heroico. Para Maquiavel, Moisés só foi grande, pois soube agir de maneira correta diante da ocasião que a Fortuna lhe apresentou. Ele diz: “a fortuna decide sobre metade de nossas ações, mas deixa a nosso governo a outra metade, ou quase.” [7]. Para a visão Maquiavélica, a Fortuna rege o mundo, ao homem cabe usa-la apropriadamente. Não há espaço para Deus, não há sequer possibilidade de interferência divina, mesmo apesar de Maquiavel não saber de onde vem e nem para onde vai a Fortuna, ou o que ela realmente é, mas ele parte de pressupostos de que Deus não está por trás de nada disso. A visão cristã é o total oposto das apresentadas. O Deus cristão é o autor e sustentador da criação. Ele é um criador pessoal que ama e cuida das suas criaturas. Como diz a Escritura: “Eu fiz a terra e criei nela o homem; as minhas mãos estenderam os céus, e a todos os seus exércitos dei as minhas ordens.” [8] A questão da Providência divina é amplamente arraigada nas Escrituras. As histórias de homens como Abraão, Moisés e Davi, mostram que Deus transforma o improvável em fato. Abraão ouviu a voz do Senhor o dizendo para ir rumo a uma terra desconhecida, teve filhos em sua velhice e foi pai de uma grande nação. Moisés libertou o povo, José de escravo virou governador, Davi de pastor, se tornou um grande rei. Nada disso teria ocorrido se não fosse a mão de Deus conduzindo a história de acordo com seus propósitos. Como afirmou Santo Agostinho “é a divina Providência que dirige o universo.” [9] Não podemos crer que domamos nosso destino, que somos nossos próprios senhores ou que temos controle sobre o futuro. Isso de maneira alguma significa ficar de braços cruzados, mas reconhecer a soberania de Deus na história. Outro grande filósofo, Tomás de Aquino, classifica a Providência como “à razão da ordem dos seres para um fim.” [10] E este fim seria Deus, que ordena a história para seu fim último de acordo com sua vontade. Para o reformador João Calvino, “qualquer evento é governado pelo conselho secreto de Deus.” [11] Pois vem dos lábios do próprio Deus que se até as ervas do campo são vestidas pelo Criador, então Ele “não vestirá muito mais a vocês, homens de pequena fé?”. [12] Não reconhecer a mão de Deus na criação, é limitar o seu poder e querer carregar em seus próprios ombros o seu destino. Isso pode nos causar muitas angústias e ansiedades. Essa é conclusão que alguns filósofos existencialistas chegaram ao negar a própria existência de Deus. Portanto, uma vez negado Deus e sua Providência, cabe agora ao homem a responsabilidade de sua existência, não somente sua, mas também as dos outros a sua volta. Essa liberdade absoluta é angustiante. O Especialmente no existencialismo ateu de Sartre, que diz que “o homem é liberdade”.[13] Pois sem a existência de Deus, “não encontramos valores que possam legitimar nossa conduta.” [14] Então estaria o homem condenado a ser livre, carregando sobre si o peso da sua existência, o que para o próprio Sartre era motivo de angústia, como o mesmo admite: “E minha liberdade se angustia por ser o fundamento sem fundamento dos valores.” [15] A visão cristã de Calvino contrapõe ao desespero ateu de Sartre, vemos que na cosmovisão cristã, Deus fornece as estruturas que mantém o homem em seu próprio eixo: “Quando, porém, essa luz da Divina Providência uma vez dealbou ao homem piedoso, já não só está aliviado e libertado da extrema ansiedade e do temor de que era antes oprimido, mas ainda de toda preocupação. Pois assim como, com razão, se arrepia de pavor da Sorte, também assim ousa entregar-se a Deus com plena segurança.” [16] Confiar na Providência divina alivia nossa alma dos anseios da vida, é confiar tudo nas mãos de quem governa o mundo, que seja na dor ou alegria, miséria ou bonança, é somente a Deus que pertence o governo da história. Para um cristão, acaso, destino, sorte ou fortuna não existem, como o próprio Calvino diz “sorte e acaso são termos dos pagãos”. [17] São termos dos pagãos pois eles não possuem um criador onipotente e pessoal, não conhecem ao Deus soberano do universo. A providência de Deus não exclui o uso da prudência, dos meios de proteção e socorro, mas nos faz confiar unicamente naquele que tem o poder e a sabedoria para guiar o curso da história. Ou, como melhor explicado: “Deus é quem estabelece limites à nossa vida em sua providência, mas isto não quer dizer que não devamos fazer uso dos meios e remédios que ele tem nos dado para a preservação de nossa vida, sendo a prudência um instrumento do cuidado divino. A providência não nos desculpa por nossos pecados.” [18] Nada acontece sem a vontade de Deus. Podemos não compreender os motivos das coisas acontecerem devido a nossa limitação, “Pois, quem conheceu a mente do Senhor? Quem se tornou seu conselheiro?”[19] Mas não podemos a partir da nossa ignorância, tirar conclusões erradas a respeito da realidade. Vimos que diferentes modos de ver o mundo podem nos levar a ter concepções das mais variadas sobre nós mesmos, inclusive sobre os acontecimentos da nossa vida e como lidamos com eles. A doutrina da Providência divina é algo que livra o cristão de querer mover o mundo com as mãos, nos faz descansar em Deus e confiar em seus planos. As ansiedades muitas vezes brotam de preocupações sobre circunstâncias que nunca irão se realizar, e mesmo que se realizem, não temos domínio sobre elas. As diferentes formas de se lidar com a realidade, produz diferentes resultados práticos em nossa vida. Nossa cosmovisão é uma poderosa lente através da qual enxergamos e interpretamos a realidade. A paganização do conceito de divindade, pode nos conduzir por tortuosos caminhos, nos afastando as verdades eternas das Escrituras e nos alienando do Deus criador. Nada melhor do que se voltar ao Deus eterno e deleitar-se na sua soberania, confiando plenamente nossos caminhos a Ele. Ramon Serrano Referências: [1] NASH, Ronald Cosmovisões em Conflito p.25 [2] DOOYWEERD, Herman. No crepúsculo do pensamento ocidental p. 183 [3] REALE, Giovanni. História da Filosofia vol 1 p.304 [4] SÊNECA, Edificar-se para morte p.103 [5] MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe p.46-47 [6] MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe p.46 [7] MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe p.107 [8] Livro de Isaías 45:12 [9] AGOSTINHO, O Livre-Arbítrio p.17 [10] AQUINO, Tomás. Suma Teológica Q.22 art.1 [11] CALVINO, João As Institutas da religião cristã Livro I. Cap.16 [12] Evangelho segundo Mateus 6:30 [13] SARTRE, Jean-Paul O existencialismo é humanismo p.7 [14] Ibid p.7 [15] SARTRE, Jean-Paul. O ser e o nada: ensaio de ontologia fenomenológica p.82 [16] CALVINO, João As Institutas da Religião Cristã, Livro I.Cap 17 [17] CALVINO, João As Institutas da religião cristã Livro I. Cap.16 [18] FERREIRA, Franklin, MYATT, Alan, Teologia Sistemática p.322 [19] Epístola aos Romanos 11:34
- A LITERATURA E O EXAME DE CONSCIÊNCIA CATÓLICO
É comum encontrar, nos melhores manuais de introdução à literatura, a afirmação de que bons poemas e bons romances enriquecem nosso conhecimento da condição humana. Só os críticos formalistas parecem não concordar que tais livros estejam cheios de informações preciosas sobre os vícios humanos e o mecanismo pelo qual operam na consciência e nas atitudes das pessoas. Onde está a fonte dessa riqueza psicológica e, algumas vezes, espiritual? Li certa vez, em artigo de Olavo de Carvalho sobre escritores católicos, uma observação interessante sobre a influência, no romance psicológico, da técnica do velho exame de consciência católico (que todo o mundo praticou, desde o início do cristianismo). Aliás, toda a literatura ocidental, mesmo antes da eclosão do gênero ficcional no século XVIII e XIX, é inconcebível sem os critérios oferecidos pela teologia moral para o indivíduo verificar se andava em paz com Deus ou não. Da Divina comédia em diante, passando pelos poemas de Petrarca e os grandes líricos renascentistas e barrocos, os dramas dos ingleses, franceses e espanhóis — a mente ocidental sempre esteva bem treinada na localização culposa dos vícios e dos pecados Mais tarde, quando virou moda perder a fé, os escritores não perdiam o hábito e a necessidade de fazer periodicamente acertos de contas com a própria consciência (para usar uma expressão do crítico italiano Renato Serra, que viveu no início do século XX e tem uma obra intitulada Exame de consciência de um literato). E o faziam em cartas com amigos, diários íntimos, livros de memórias, em poemas, e até em romances, disfarçando-se muitas vezes de personagens que, no fundo, eram eles mesmos. O exame de consciência católico criou uma literatura e uma civilização. * São Bernardo de Claraval, em seu “Exame cotidiano de si mesmo”, escrito no século XII, tem belas e permanentes palavras sobre essa prática do autojulgamento moral, responsável pela civilização cristã que agora agoniza: “Guardião vigilante de vossa integridade, examinai vossa conduta numa revisão que fareis a cada dia. Considerai atentamente quanto avançais ou quanto recuais; quais são os vossos costumes, as vossas afeições. Vide se vos assemelhais a Deus, ou se em nada pareceis com ele; quanto vos encontrais perto, ou longe dele, não pela distância dos lugares, mas pelos sentimentos da alma. Procurai conhecer-vos: sereis muito melhor, e mais digno de louvor, se vos conhecerdes a vós mesmos, em vez de, negligenciando a vós mesmos, tudo souberdes sobre o curso dos astros, a natureza dos animais, a propriedade das plantas, o temperamento dos homens, e até se possuirdes a ciência de todas as coisas celestes e terrestres. Voltai-vos para vós mesmos como numa espécie de restituição (que, se não for sempre nem várias vezes, ocorra ao menos de tempos em tempos). Regrai vossos afetos, governai vossos atos, corrigi vossos passos. Que não vos reste nenhuma indisciplina. Colocai vossas prevaricações sob vossos olhos, comparecei diante de vós como na frente de um estranho, e assim, sobre vós, derramai lágrimas. Chorai as iniquidades e pecados que ofenderam a Deus; mostrai a Ele vossas misérias, a Ele revelai a malícia de vossos adversários. https://www.bibliotheque-monastique.ch/bibliotheque/bibliotheque/saints/bernard/tome05/divers/meditations.htm
- Segredo mais bem guardado da Turquia: cristãos islamizados
Segredo mais bem guardado da Turquia: cristãos islamizados Cristãos Caldeus do início do século XX Perseguição de cristãos na Turquia: este importante artigo nos lembra que os genocídios grego, armênio e assírio envolveram mais do que apenas matar. Mais de 1.000.000 de cristãos ortodoxos gregos foram massacrados no Império Otomano no início do século XX; o governo otomano também perseguiu o extermínio sistemático de 1,5 milhão de armênios, a maioria cidadãos otomanos dentro do Império Otomano e seu estado sucessor, a República da Turquia. Até hoje, o governo turco se recusa a reconhecer essa atrocidade como um genocídio, dizendo que era simplesmente um conflito religioso entre cristãos e muçulmanos. ‘ É frequentemente esquecido que, ao mesmo tempo, centenas de milhares de pessoas foram convertidas à força ao Islã. Como mostra este artigo, seus descendentes provavelmente chegam a milhões hoje, pessoas que foram privadas à força de sua herança cultural e religiosa. Enquanto continuamos a ver nossa própria Igreja Matriz de Constantinopla sofrendo perseguição religiosa, lembramos esses eventos terríveis, notamos com tristeza a perseguição de cristãos no Oriente Médio e em outros lugares hoje em dia, e oramos para que essa desumanidade nunca mais seja vista em nenhum lugar do mundo. mundo. “O segredo mais bem guardado da Turquia: cristãos islamizados”, de Vasileios Meichanetsidis, Gatestone Institute. Uma declaração recente de um prefeito turco pertencente ao Partido da Justiça e Desenvolvimento (AKP) do presidente Recep Tayyip Erdoğan foi particularmente digna de nota na sequência da resolução de 12 de dezembro do Senado dos EUA de “comemorar o genocídio armênio através do reconhecimento e lembrança oficiais”. O prefeito Hayrettin Güngör, de Kahramanmaraş, foi pego diante das câmeras, dizendo a uma mulher de Trabzon: ” Nós te fizemos muçulmano “. Ele parece estar se referindo ao fato de que Trabzon, como outras províncias da região do Mar Negro, costumava ser uma cidade cristã ortodoxa grega, que agora é muçulmana – apesar das milhares de pessoas na região que ainda falam o pôntico. Dialeto grego . Após uma resposta pública irritada à declaração, Güngör telefonou para o prefeito de Trabzon para pedir desculpas. Por mais ofensivo que tenha sido sua afirmação, no entanto, ele estava realmente revelando uma verdade trágica: que muitos cidadãos turcos são descendentes de cristãos islamicamente forçados. Antes da invasão turca da Ásia Menor no século 11 – e da queda de Constantinopla (Istambul) para os turcos otomanos no século 15 – as terras que compõem a Turquia contemporânea faziam parte do Império Bizantino Cristão de língua grega. Quando os turcos otomanos capturaram o Império Grego de Trebizond (hoje Trabzon) em 1461, praticamente não havia muçulmanos na região. Nas décadas e séculos seguintes à conquista otomana, muitos cristãos se converteram ao Islã. Os derebeys muçulmanos locais (senhores dos vales) e o estado e exército otomanos, por meio de atos periódicos de violência, tributação especial ( jizya ), segregação social, maus tratos sistemáticos e humilhação, levaram inexoravelmente a população cristã à islamização em prol da sobrevivência [1] . O Centro de Pesquisa Ásia Menor e Pontos Hellenic informa : “A perseguição turca a gregos pontianos e outros povos cristãos começou após a queda de Trabzon, começando devagar no início e gradualmente se tornando mais difundida e aterrorizante. Massacres e deportações tornaram-se mais frequentes e intensos. Muitos cristãos relutantemente se converteram ao Islã para evitar opressão e discriminação e apenas para sobreviver. Durante os séculos XVII e XVIII, aproximadamente 250.000 gregos pontianos foram forçados a se converter ao islamismo e falar turco. Quase 250.000 migraram para áreas do Cáucaso e as costas do norte do Mar Negro que a Rússia controlava. ” As conquistas dos turcos resultaram na islamização violenta e destrutiva da civilização bizantina. O historiador Professor Speros Vryonis Jr escreve : “O [turco] conquistas na Anatólia foram prolongadas, repetidas (com duração de 11 th- 15 th séculos), muito destrutivo e perturbador da vida e da propriedade. “A conquista da Ásia Menor praticamente destruiu a Igreja da Anatólia. Os documentos administrativos eclesiásticos revelam um confisco quase completo de propriedades da igreja, renda, edifícios e a imposição de pesados impostos pelos turcos. ” Em seu livro , The Decline of Medieval helenismo na Ásia Menor e o processo de islamização do Eleventh através do século XV , Professor Vryonis apresenta os nomes de cidades e aldeias devastadas durante as conquistas jihad turcos da Ásia Menor Anatólia, a partir do décimo primeiro através décimo quinto séculos. A lista inclui os nomes de lugares na Ásia Menor cujos habitantes foram “saqueados”, “saqueados ou destruídos”, “escravizados”, “capturados”, “massacrados”, “sitiados” ou colocados em “fuga”. O Império Otomano durou cerca de 600 anos – de 1299 a 1923 – e incluiu partes da Ásia, Europa e África. Durante esse período, os turcos adotaram práticas como: o sistema ghulam , no qual os não-muçulmanos eram escravizados, convertidos e treinados para se tornarem guerreiros e estadistas; o sistema devshirme , o recrutamento forçado de meninos cristãos retirados de suas famílias, convertidos ao Islã e escravizados pelo serviço ao sultão em seu palácio e a se juntar aos seus janízaros (“novo corpo”); islamização compulsória e voluntária – a última resultante de pressão social, religiosa e econômica; e a escravidão sexual de mulheres e meninos, deportação e massacre. Uma das razões para o declínio do cristianismo na Ásia Menor após as conquistas muçulmanas turcas foi, segundo o professor Vryonis , a destruição da Igreja Ortodoxa Grega “como uma instituição social, econômica e religiosa eficaz”. A perseguição sistemática ao clero grego por os turcos otomanos continuaram por séculos. O golpe final no longo e trágico processo de islamização e turquificação da população grega otomana foi proferido durante o genocídio grego de 1913-1923 , no qual muitos gregos – especialmente mulheres e crianças – foram forçados a se converter ao islamismo. Aqueles que recusaram foram mortos ou exilados. E hoje, menos de meio por cento da população da Turquia é cristã. Um resultado da perseguição que ocorreu é que o número de gregos islamizados, armênios e assírios é desconhecido. De acordo com Raffi Bedrosyan , autor do livro de 2018, Trauma e resiliência: armênios na Turquia – ocultos, não ocultos e não mais ocultos : “Os armênios ocultos são os descendentes da geração atual de órfãos armênios deixados na Turquia após o genocídio armênio de 1915. Esses órfãos, vítimas vivas do genocídio, foram assimilados à força, islamizados, turquificados e curdos em orfanatos do estado, escolas militares, casas turcas e curdas. Nos últimos anos, tornou-se evidente que eles não esqueceram suas raízes armênias e as transmitiram secretamente às próximas gerações. “Números de armênios ocultos cientes de suas raízes armênias são desconhecidos. Também são desconhecidos os números de armênios ocultos conscientes de suas raízes armênias e dispostos a retornar às raízes armênias. Porém, pesquisas e estudos independentes indicam que os órfãos armênios deixados na Turquia e os armênios em certas regiões permitiram a conversão ao Islã, a fim de evitar massacres e deportações durante o genocídio armênio de 1915, somando cerca de 300.000. Como a população da Turquia aumentou sete vezes desde 1915, os descendentes desses armênios escondidos à força islamizados chegariam a mais de 2 milhões. Embora não haja números confiáveis sobre as conversões armênias ao Islã durante os massacres de 1894 a 1896, os números são ainda maiores que em 1915. Os armênios Hamshen, que foram convertidos ao Islã no início do século 16, mas ainda falam um dialeto armênio, são mais de 200.000. É difícil chegar a números com certeza, mas pode-se afirmar que existe potencialmente uma população geneticamente armênia na Turquia que pode até exceder a população atual da República da Armênia, embora essas pessoas sejam atualmente turcos ou curdos islamizados … #USA #Bizâncio #EUAfrançaparisgeorgiaportugalmacedoniabelarusrussiapaquistãoIrãnCoreiaEgiptoArabiasauditaEmiradosÁrabesunidosEtiópiaNigériaChinaIraqueZimbabuéÁfric #Apologética #MacauGoaAngolaMoçambiqueCaboverdeGuinéBissauGuinéEquatorialSãotoméePrincipeEUAfrançaparisgeorgiaportugalmacedoniabelarusrussiapaquistãoIrãnCoreiaEgiptoAr #Belarus #UzbequistãoLaosMauritâniaIêmemAfeganistãoMaldivasSomáliaArábiaSauditaIrãCoréiadoNorte #Igreja #Guerra
- “Católico de verdade não assiste Big Brother” alerta padre
Quem ama a Deus com sinceridade não permite que o Demônio habite em sua casa. Através de programas como Big Brother e outros, os telespectadores aplaudem todo tipo de pecados, principalmente aqueles que mais levam almas para o inferno em nosso tempo: a impureza! O Big Brother Brasil alcançou um status no meio cristão de completa rejeição, e depois de um artigo de Renato Vargens apontando motivos para não acompanhar o programa da TV Globo , um padre veio a público orientar os fiéis da Igreja Católica a boicotarem o reality show . “Nós, cristãos, não podemos dar Ibope para esse programa do mal. E digo mais: vejo como pecado grave assistir a esse programa”, declarou o padre Sérgio Luis. Nas redes sociais, o link do artigo alcançou dezenas de milhares de curtidas. O artigo do padre diz que o Big Brother Brasil “tem entrado em nossas casas (que é um Santuário da Vida) e tem destruído e arruinado muitos matrimônios, a juventude, adolescentes e crianças” com seu conteúdo que estimula a contenda e a ganância, explora a sensualidade e trata como normal o sexo sem compromisso após festas regadas a bebidas alcoólicas. “Um programa que tem dessacralizado o que nós, cristãos católicos, temos como “lugar sagrado” que é o confessionário. Nós usamos o confessionário para recebermos o perdão de Deus através do sacramento da Reconciliação, nos arrependendo de nossos pecados e nos unindo a Deus, a Igreja e aos irmãos”, lamentou o padre, apontando que o programa “usa do confessionário para eliminar não o pecado, e sim o irmão, a caridade… tudo em nome da fama e do dinheiro”. O sacerdote católico acrescenta ainda que “é vergonhoso e lastimável saber que católicos assistem a esse programa do mal, que deseja enfiar goela a dentro os três deuses que o mundo apresenta: sexo, dinheiro e poder (fama)”. Ao final do texto, publicado no portal NSCM , o padre Sérgio Luis destaca que não se sente melhor que os organizadores do programa, mas que na função que exerce, não pode “deixar de exortar os meus para não assistirem, pois esse programa não nos ajuda na santidade, pelo contrário nos afasta ainda mais, e deturpa a imagem de filhos de Deus”. Leia também “Big Brother Brasil é a catequese do encardido” alerta Padre Leo #BBB #BigBrotherBrasil
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