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  • QUEM ERA REALMENTE A VIRGEM MARIA? (I) – Jean Sévillia 

    Aquela que deu Jesus à luz, há mais de 2000 anos, é objeto de uma piedade popular universal, manifestada principalmente por grandes peregrinações e a execução de inúmeras obras de arte. Mas quem é verdadeiramente essa mulher no coração da fé cristã e, no entanto, tão pouco nomeada em nossos Evangelhos? Comemorado desde o século III, no dia 25 de dezembro, o nascimento de Cristo, que põe Jesus em cena na manjedoura cercado por José e Maria, é um dos assuntos mais tratados da arte religiosa ocidental. Paradoxalmente, entretanto, a Natividade é objeto, por parte dos evangelistas, de uma lacônica narração. Mateus  se contenta em dizer que Jesus nasceu “em Belém da Judeia nos dias do rei Herodes”, e que, convocados por ele, os magos voltaram para sua terra, e viram “a Criança com Maria, sua mãe” e se prostraram diante dela (Mt 2, 1- 12). Lucas, um pouco mais explícito, conta que a Criança veio ao mundo durante uma viagem imposta a José por um recenseamento; e que, não encontrando lugar nas hospedarias de Belém, Maria teve que dar à luz em precárias condições, acomodando o recém-nascido “numa manjedoura”. (Lc 2, 1-7). Milhares de pinturas, desenhos e esculturas, por pelo menos dezesseis séculos, representaram Maria e seu filho. Todavia, ignoramos a verdadeira fisionomia dessa mulher, mesmo que a tradição afirme que o evangelista São Lucas tenha pintado um ícone da Mãe de Deus, que teria entregue a seu discípulo Teófilo, e que a imperatriz Eudóxia, viúva de Teodósio o Jovem, no século V, o teria recuperado na Palestina. Uma cópia desse ícone está na Capela de Santa Maria Maior (Pascal-Raphaël Ambrogi & Dominique Le Tourneau, Dictionnaire encyclopédique de Marie, Desclée de Brouwer, 2015.). Maria, no entanto, não é um personagem de ficção: desde que a existência de Jesus é atestada, a de sua mãe, por definição, também o é. Os fatos são conhecidos pelos Evangelhos. Jesus nasceu na época do rei Herodes o Grande, que morreu no ano IV antes de J.C. Tendo sido fixado o início de nossa era no século VI, por Denys Le Petit, com um erro de alguns anos em relação à cronologia romana, Cristo terá vindo ao  mundo  antes dessa data. Oito dias após seu nascimento, foi nomeado Jesus e circuncidado de acordo com a lei judaica. José e Maria, em seguida, a fim de escapar às perseguições de Herodes, que havia mandado matar as crianças de menos de dois anos em Belém, fugiram para o Egito. Só retornaram à Galileia após a morte do rei. Sobre a infância de Jesus, referida somente por Mateus e Lucas, não sabemos quase nada. Os quatro Evangelhos, ao contrário, falam de João Batista, pregador popular que, acampado às margens do Jordão no ano 27 da nossa era, anuncia a chegada iminente do reino de Deus e dá, como sinal, o batismo por imersão no rio. Por sua vez, Jesus se deixou batizar por ele, mas João o designa como o messias anunciado pelos profetas e esperado pelos Judeus. Pelo ano 28, ao fim de uma temporada no deserto, Jesus começa seu ministério, pregando na Galiléia e na Judéia, multiplicando os milagres. Sua primeira viagem a Jerusalém pode ser datada na Páscoa do ano 28 (expulsão dos mercadores do Templo). A multiplicação dos pães, segundo os exegetas, aconteceu um ano mais tarde, na Páscoa do ano 29. Nessa época, a população quer proclamá-lo rei de Israel e desencadear a revolta contra os Romanos que ocupam o país. Indagado sobre isso, Jesus responde que o seu reino “não é deste mundo”. Em companhia de seus discípulos, ele ainda volta quatro vezes a Jerusalém. Os historiadores concordam sobre o fato de que ele foi preso, julgado e condenado à morte, em Jerusalém, durante a Páscoa do ano 30, sob o reinado do imperador Tibério e a administração  romana do prefeito Pôncio Pilatos. A vida pública de Jesus durou três anos. A respeito de Maria, ao contrário, os Evangelhos guardam grande discrição. Lucas cita seu nome doze vezes, Mateus cinco e Marcos uma só vez. Maria, Myrian em hebraico ou aramaico, Mariam ou Maria em grego, aparece também nos Atos dos Apóstolos, um livro do Novo Testamento atribuído a Lucas, assim como nos apócrifos, escritos no início da Evangelização, aos quais a Igreja não reconhece status canônico, e cujos autores não são reconhecidos ou verdadeiramente identificados, mas cuja antiguidade e autenticidade não são contestados, o que lhes confere um valor histórico. O Protoevangelho de Jacques, que data do século II, retoma as narrativas populares que não podem ser negligenciadas, vinda de uma sociedade em que os conhecimentos se transmitiam frequentemente de forma oral. Esse texto relata que Maria nasceu de pais idosos, Ana e Joaquim. Jean-Christian Petifils (Dictionnaire amoureux de Jésus, Plon, 2015) relata que eles nasceram do mesmo clã davídico que José, o carpinteiro de Nazaré, considerado herdeiro direto da dinastia, a quem deram a filha em casamento. Nessa época, entre os Judeus, os noivados tinham um caráter de aliança definitiva, obrigando à fidelidade, e a coabitação só era permitida ao final de um ano, quando se casavam. Ora, Maria, jovem de 14 ou 15 anos, havia  feito, por razões religiosas, voto de virgindade perpétua, sem que se saiba se esse voto era secreto. Na cena da Anunciação, Lucas descreve a revelação que Maria, ainda noiva, recebe em Nazaré. O anjo Gabriel anuncia-lhe o nascimento de Jesus: “Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo. E o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi”. Maria se assusta, pois era virgem; o anjo responde: “O Espírito Santo virá sobre ti […] O ente santo que nascerá será chamado Filho de Deus.” Maria então consente: “Eu sou a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a tua     palavra” (Lc 1, 26-38). Mais tarde, em visita a sua prima Isabel, que estava grávida do profeta João Batista, Maria enche-se de alegria, no episódio da Visitação, no canto do Magnificat: “Minha alma glorifica o Senhor e meu espírito exulta em Deus meu salvador, porque viu a humildade de sua serva”(Lc 1, 39-56). José, porém, sabe do estado de sua futura esposa, grávida “antes que tivessem cohabitado”. Segundo o evangelista Mateus, este “homem justo, que não queria   desrespeitá-la, resolve repudiá-la em segredo.” Mas ele recebe em sonho a visita do anjo do Senhor: “”José, filho de Davi, não temas receber Maria por esposa, pois o que nela foi concebido vem do Espírito Santo” (Mt 1, 18-20) Assim o humilde carpinteiro compreendeu que o desejo de Deus era que Maria tivesse um marido que a protegesse, e seu filho um pai adotivo. Lucas narrou o seguinte: o nascimento de João Batista, ao qual seguiu, seis meses mais tarde, o nascimento de Jesus e a chegada dos pastores, a circuncisão do menino no oitavo dia, a sua apresentação  no Templo quarenta dias depois do nascimento, e a profecia do velho Simeão a Maria: “Eis que este menino está destinado a ser uma causa de queda e de soerguimento para muitos homens em Israel, e a ser um sinal que provocará contradições, a fim de serem revelados os pensamentos de muitos corações. E uma espada transpassa­rá a tua alma”. (Continua) (Em https://www.jeansevillia.com/2018/12/22/qui-etait-vraiment-la-vierge-marie/)

  • Aprenda a rezar uma poderosa Oração pela Pureza

    Com o avanço da tecnologia, e das modas imodestas, tornou-se cada vez mais difícil permanecer com a pureza intacta. Entretanto a pureza é uma das virtudes mais importantes ao católico, e São João Maria Vianney nos ensina que sem ela não é possível conquistar a Glória Eterna. Por este motivo precisamos fazer violência contra as tentações que nos afligem dia-a-dia e rogar a Deus as graças necessárias para mantermos nosso corpo e nossa mente sempre puros. Aprenda esta poderosa oração que pode ser rezada todos os dias: Oração pela a Pureza Ó Maria Virgem antes, durante e depois do parto, fazei-me puro e casto (3 vezes). Em honra da Virginidade de Nossa Senhora antes do Parto. Ave Maria… Em honra de Virginidade de Nossa Senhora durante o parto. Ave Maria… Em honra da Virginidade de Nossa Senhora depois do parto. Ave Maria… Bendita e louvada seja, a Santa Imaculada Conceição, da Bem-Aventurada sempre Virgem Maria, Mãe de Deus. (3 vezes). Você sabia? Esta oração está presente no nosso Devocionário, que possui dezenas de outras importantes orações, além de um roteiro que nos ajuda a criar uma vida de oração frequênte! Conheça e adquira o Devocionário em nossa loja virtual: https://loja.totalconsagracao.com.br Leia também: .: CUIDADO: SUA ROUPA PODERÁ TE LEVAR AO INFERNO .: A virtude da Pureza – um sermão de São João Maria Vianney – o Santo Cura d’Ars .: Glória Polo: “Fui julgada e condenada, mas Deus me deu uma segunda chance!” .: PODE UMA PESSOA COM TENDÊNCIAS HOMOSSEXUAIS SER UM BOM CATÓLICO? Outras orações para pedir a graça da pureza: Oração a Maria Santíssima Para Guardar a Santa Pureza 1. Coração Puríssimo de Maria, por vosso amor e com vosso auxílio, estou resolvido a não consentir, neste dia, em nenhum pensamento impuro. Ajudai-me, Senhora, a afastá-los logo. Ave Maria… 2. Coração Puríssimo de Maria por vosso amor e com vosso auxílio, estou resolvido a não proferir, neste dia, palavra alguma indecente. Purificai, Senhora, a minha língua. Ave Maria… 3. Coração Puríssimo de Maria por vosso amor e com vosso auxílio, estou resolvido a guardar, neste dia, especial modéstia em todas as minhas ações. Ó Senhora minha! Ó minha Mãe! Impetrai-me a graça de sempre e em tudo dar gosto ao vosso Puríssimo Coração. Ave Maria… Meu Jesus… Fazei-me puro. Puro nos olhos, pensamentos e nas ações. Fazei-me humilde, que eu sempre desconfie de mim mesmo e não me exponha ao perigo do pecado. Fazei-me penitente, dai-me amor ao sofrimento; tanto sofrestes por mim, que quero sofrer por vós. Fazei-me generoso, para que eu nada vos recuse e toda a minha seja vossa. Fazei-me zeloso pela Glória de Deus e pela Salvação das almas. Meu Jesus,fazei-me obediente aos meus pais e superiores. (Manual da Pia União das Filhas de Maria) Oração para pedir a Deus a pureza de coração e a sabedoria celestial Conformai-me, Senhor, com a graça do Espírito Santo. Fortificai-me interiormente com a Vossa virtude, para que eu desembarace o meu coração de toda a ansiedade e desejos inúteis, e para que não seja arrastado pela ambição de tantas coisas, quer vis quer preciosas; fazei que considere como passageiras e fugazes todas as coisas que acabarão afinal como eu mesmo acabarei como elas. Por”debaixo do Sol nada há que dure; tudo é vaidade e aflição de espírito” (Ecl 1,14). Como é sábio quem pensa assim! Dai-me,Senhor, a sabedoria celeste para que aprenda a procurar-Vos e a encontrar-Vos acima de todas as coisas; a conhecer-Vos e a preferir-Vos acima de tudo; a compreender tudo o mais, tal como é, e segundo a ordem da Vossa sabedoria. Dai-me prudência para me afastar daquilo que é lisonjeiro e paciência para suportar quem me contraria. Por que é grande sabedoria não se sentir lisonjeado por todo o vento de vãs palavras e não dar ouvidos às sereias que nos adulam; só deste modo se prosseguirá com segurança o caminho começado. (Trecho do Livro – Imitação de Cristo) #Pureza #NossaSenhora #Oração #SantíssimaVirgem #Castidade #sexualidade

  • Aprenda a rezar uma poderosa Oração pela Pureza

    Com o avanço da tecnologia, e das modas imodestas, tornou-se cada vez mais difícil permanecer com a pureza intacta. Entretanto a pureza é uma das virtudes mais importantes ao católico, e São João Maria Vianney nos ensina que sem ela não é possível conquistar a Glória Eterna. Por este motivo precisamos fazer violência contra as tentações que nos afligem dia-a-dia e rogar a Deus as graças necessárias para mantermos nosso corpo e nossa mente sempre puros. Aprenda esta poderosa oração que pode ser rezada todos os dias: Oração pela a Pureza Ó Maria Virgem antes, durante e depois do parto, fazei-me puro e casto (3 vezes). Em honra da Virginidade de Nossa Senhora antes do Parto. Ave Maria… Em honra de Virginidade de Nossa Senhora durante o parto. Ave Maria… Em honra da Virginidade de Nossa Senhora depois do parto. Ave Maria… Bendita e louvada seja, a Santa Imaculada Conceição, da Bem-Aventurada sempre Virgem Maria, Mãe de Deus. (3 vezes). Você sabia? Esta oração está presente no nosso Devocionário, que possui dezenas de outras importantes orações, além de um roteiro que nos ajuda a criar uma vida de oração frequênte! Conheça e adquira o Devocionário em nossa loja virtual: https://loja.totalconsagracao.com.br Leia também: .: CUIDADO: SUA ROUPA PODERÁ TE LEVAR AO INFERNO .: A virtude da Pureza – um sermão de São João Maria Vianney – o Santo Cura d’Ars .: Glória Polo: “Fui julgada e condenada, mas Deus me deu uma segunda chance!” .: PODE UMA PESSOA COM TENDÊNCIAS HOMOSSEXUAIS SER UM BOM CATÓLICO? Outras orações para pedir a graça da pureza: Oração a Maria Santíssima Para Guardar a Santa Pureza 1. Coração Puríssimo de Maria, por vosso amor e com vosso auxílio, estou resolvido a não consentir, neste dia, em nenhum pensamento impuro. Ajudai-me, Senhora, a afastá-los logo. Ave Maria… 2. Coração Puríssimo de Maria por vosso amor e com vosso auxílio, estou resolvido a não proferir, neste dia, palavra alguma indecente. Purificai, Senhora, a minha língua. Ave Maria… 3. Coração Puríssimo de Maria por vosso amor e com vosso auxílio, estou resolvido a guardar, neste dia, especial modéstia em todas as minhas ações. Ó Senhora minha! Ó minha Mãe! Impetrai-me a graça de sempre e em tudo dar gosto ao vosso Puríssimo Coração. Ave Maria… Meu Jesus… Fazei-me puro. Puro nos olhos, pensamentos e nas ações. Fazei-me humilde, que eu sempre desconfie de mim mesmo e não me exponha ao perigo do pecado. Fazei-me penitente, dai-me amor ao sofrimento; tanto sofrestes por mim, que quero sofrer por vós. Fazei-me generoso, para que eu nada vos recuse e toda a minha seja vossa. Fazei-me zeloso pela Glória de Deus e pela Salvação das almas. Meu Jesus,fazei-me obediente aos meus pais e superiores. (Manual da Pia União das Filhas de Maria) Oração para pedir a Deus a pureza de coração e a sabedoria celestial Conformai-me, Senhor, com a graça do Espírito Santo. Fortificai-me interiormente com a Vossa virtude, para que eu desembarace o meu coração de toda a ansiedade e desejos inúteis, e para que não seja arrastado pela ambição de tantas coisas, quer vis quer preciosas; fazei que considere como passageiras e fugazes todas as coisas que acabarão afinal como eu mesmo acabarei como elas. Por”debaixo do Sol nada há que dure; tudo é vaidade e aflição de espírito” (Ecl 1,14). Como é sábio quem pensa assim! Dai-me,Senhor, a sabedoria celeste para que aprenda a procurar-Vos e a encontrar-Vos acima de todas as coisas; a conhecer-Vos e a preferir-Vos acima de tudo; a compreender tudo o mais, tal como é, e segundo a ordem da Vossa sabedoria. Dai-me prudência para me afastar daquilo que é lisonjeiro e paciência para suportar quem me contraria. Por que é grande sabedoria não se sentir lisonjeado por todo o vento de vãs palavras e não dar ouvidos às sereias que nos adulam; só deste modo se prosseguirá com segurança o caminho começado. (Trecho do Livro – Imitação de Cristo) #Pureza #NossaSenhora #Oração #SantíssimaVirgem #Castidade #sexualidade

  • ATENÇÃO: Nenhum Papa ou Concílio poderia permitir ordenação de mulheres – “seria inválid

    O cardeal encarregado de salvaguardar a doutrina católica sob o Papa Bento publicou hoje uma segunda crítica detalhada do documento de trabalho do Sínodo da Amazônia ( Instrumentum Laboris ), dizendo que nenhum sínodo, papa ou conselho “poderia tornar possível a ordenação de mulheres como bispos, sacerdotes ou diáconisas ”. O Cardeal Gerhard Müller, ex-Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, que foi destituído de seu cargo pelo Papa Francisco em 2017 , concentrou-se especialmente na questão do sacerdócio e da impossibilidade de participação feminina nele (leia a crítica completa abaixo) . “O magistério do Papa e dos bispos não tem autoridade sobre a substância dos sacramentos”, afirma o Cardeal. “Portanto, nenhum sínodo – com ou sem o papa – assim como nenhum concílio ecumênico, ou até mesmo o Papa quando se pronuncia ex cathedra, poderia tornar possível a ordenação de mulheres, seja como bispos, sacerdotes ou diaconisas. Eles estariam em contradição com a doutrina definida da Igreja “, continua ele. “Seria inválido”, acrescenta. O cardeal Müller chamou o próximo Sínodo, marcado para acontecer em Roma, de 8 a 27 de outubro, de “bola de demolição” que visa uma “reestruturação da Igreja Universal”. O texto do cardeal é publicado simultaneamente em quatro idiomas. Em inglês ( LifeSiteNews ), italiano ( Corrispondenza Romana ), espanhol ( Infovaticana ), bem como em alemão ( Die Tagespost ). Na semana passada, o cardeal Müller fez sua primeira avaliação do documento de trabalho do Sínodo amazônico, criticando-o por sua “reviravolta radical na hermenêutica da teologia católica” e por seu “falso ensino”. Em sua declaração de hoje, o Cardeal Müller vincula o Sínodo Amazônico e suas próprias propostas de reforma diretamente ao “processo sinodal ” que agora está sendo preparado pelos bispos alemães e que, similarmente ao Sínodo Amazônico, visa discutir o papel das mulheres no Igreja, bem como levantar questões sobre o celibato sacerdotal. Tanto o “caminho sinodal” alemão quanto o Sínodo amazônico visam questionar o sacerdócio, tanto no que diz respeito ao celibato sacerdotal, quanto no que diz respeito à ideia incongruente de separar os deveres que regem dos deveres de ensino e santificação do ofício ordenado. O Sínodo Amazônico até propõe criar uma nova forma de sacerdócio, com homens casados ​​que tenham famílias e, portanto, menos tempo para um período mais longo de preparação teológica para o sacerdócio. Ambos os movimentos de reforma também propõem novos papéis para as mulheres na Igreja, com o documento de trabalho do Sínodo da Amazônia propondo um “ministério oficial ” para as mulheres, incluindo possivelmente um “ diaconato feminino ”. O cardeal Müller dá todo o seu peso e experiência teológica para defender o sacerdócio católico. Ele nos lembra que “o triplo ofício – como historicamente cresceu a partir do apostolado na Igreja Primitiva como instituído por Cristo – existe em virtude de uma ‘instituição divina’ (Lumen Gentium 20)”. Esse ofício é exercido pelos bispos. presbíteros/sacerdotes e diáconos. O Cardeal recorda aos seus bispos alemães que “em tempos melhores, os bispos alemães se opuseram unanimemente ao guerreiro da cultura Bismarck e afirmaram: ‘A constituição da Igreja baseia-se, em todos os pontos essenciais, na ordem divina e está isenta de qualquer arbitrariedade humana’ (DH 3114). ” Citando o Concílio de Trento, o cardeal Müller afirma que “bispo, sacerdote e diácono são apenas graus do único sacramento da ordem sagrada. ‘Ninguém duvida que a santa ordenação é verdadeira e essencialmente um dos sete sacramentos da Santa Igreja – unum ex septem sacramentis ‘. (Trento, Decreto sobre o Sacramento da Ordem Sagrada: DH 1766; 1773). ” É aqui que o prelado alemão diz que uma “análise teológica dos fatos doutrinais e histórico-eclesiásticos, no contexto das declarações vinculantes sobre o sacramento da ordem sagrada” deixa claro “que a ordenação sacramental, no grau e com o título oficial ‘diácono’, não foi e nunca será administrado, na Igreja Católica, às mulheres. ” “Decorre da ‘constituição divina da Igreja’, como o Papa João Paulo II decidiu com segurança, que a Igreja não tem autoridade para administrar às mulheres a ordenação sacerdotal. Esta não é a conclusão da história, mas sim da constituição divina da Igreja. Isso, é claro, se aplica a todos os três graus sacramentais ”, acrescenta o cardeal Müller. Além disso, ele também rejeita a idéia de falar “de diáconos femininos não-sacramentais, estabelecendo assim a ilusão de que se trata de reviver um passado – mas apenas temporariamente e limitado regionalmente – instituição das diaconisas da Igreja Primitiva”. Assim, o prelado alemão insiste que nenhum Papa ou Conselho pode decidir admitir diáconos do sexo feminino. A ideia de um ofício feminino não ordenado foi recentemente proposta por diferentes clérigos alemães, entre eles o cardeal Walter Kasper . O cardeal Reinhard Marx acaba de propor que os leigos possam pregar na missa. Isso, no entanto, não é aceitável, segundo o cardeal Müller. “Ele também contradiz a essência do ofício episcopal e sacerdotal”, explica, “quando está sendo reduzido a sacralidade somente para que se possa permitir que leigos – isto é, homens e mulheres não ordenados – façam a homilia durante a santa missa celebrada por um padre ou bispo ”. Müller continua dizendo que aqui está o perigo de que os padres “se tornem ‘altaristas’ [‘Altaristen’: uma palavra humilhante para padres que celebram missas sem homilia e cuidado pastoral; este foi um abuso que Lutero detectou e usou para suas polêmicas; GM], algo que na época causou o protesto da Reforma. ” “A Missa é a liturgia da Palavra e a liturgia eucarística – que formam um só ato de adoração’ ( Sacrosanctum concilium 56)”, afirma o Cardeal. “É por isso que cabe aos bispos e sacerdotes pregar e, no máximo, às vezes deixar que o diácono ordenado faça uma homilia. A liturgia da Palavra e da Eucaristia tem uma unidade íntima.” Com isso, o cardeal alemão refuta a ideia de separar os deveres do sacerdote de celebrar o Santo Sacrifício da Missa de sua pregação da Palavra de Deus. Mais uma vez, o cardeal Müller insiste em que as diferentes partes do ministério sacerdotal estão interconectadas e não podem ser entregues aos leigos. “Na ordenação, não estão sendo transferidas competências particulares individuais sem qualquer ordem interna e interconexão. É o único serviço na Palavra, através do qual a Igreja está sendo reunida como uma comunidade da Fé, na qual os Sacramentos da Fé estão sendo celebrados e através da qual o rebanho de Deus está sendo governado por seus pastores designados, em Nome de Cristo e Autoridade. É por isso que os ofícios sacerdotais relativos à doutrina, culto e governo estão unidos na raiz e são diferenciados apenas em seus aspectos teológicos, sob os quais olhamos para eles (Presbyterorum Ordinis 4-6)”. O Cardeal Müller destaca a importância do sacerdócio que foi instituído por Cristo como meio de dispensar os sacramentos que são os meios pelos quais recebemos a Graça: “Os sacramentos são sinais e instrumentos da Graça Divina, com a ajuda da qual Deus edifica o cristão individual e a Igreja. como um todo.” À luz dessa doutrina, é claro que aqueles que propõem novos ofícios sacerdotais têm uma visão “secularizada” da fé e da Igreja. “Somente aqueles que têm dificuldades com essa visão consideram que a Igreja é, na melhor das hipóteses, uma instituição secular e subsequentemente não reconhece o ofício ordenado como uma instituição divina. Essas pessoas, pelo contrário, reduzem o detentor do cargo cristão a um mero funcionário de uma organização religiosa-social ”. “Como uma suposta saída da crise da Igreja”, acrescenta o cardeal Müller, “o Instrumentum Laboris juntamente com o processo sinodal na Alemanha dependem de uma nova secularização da Igreja. Quando, em toda a hermenêutica do cristianismo, alguém falha em começar com a auto-revelação histórica de Deus em Cristo; quando se começa a incorporar a Igreja e sua liturgia em uma visão mitológica do mundo inteiro; ou transforma a Igreja em parte de um programa ecológico para o resgate do nosso planeta, então a sacramentalidade – e especialmente o ofício ordenado de bispos e sacerdotes na Sucessão Apostólica – ficam pairando pelo ar. Quem realmente gostaria de construir uma vida inteira que requer dedicação total sobre uma fundação tão instável? ” O Cardeal disse que um “novo modelo do sacerdócio” não é possível. “A substância dos sacramentos não está sujeita à autoridade da Igreja”, escreve ele. “E não se pode juntar um novo modelo do sacerdócio, auxiliado por elementos isolados das Escrituras e da Tradição e omitindo distinguir decisões dogmaticamente vinculantes de desenvolvimentos em aspectos menores. As imagens sacerdotais desenvolvidas pelos estrategistas pastorais também não são importantes, mas somente a Imagem de Cristo, o Sumo Sacerdote da Nova Aliança, que está eternamente impressa nas almas dos consagrados e em cujo nome e força eles santificam, ensinam e governar os fiéis (Presbyterorum Ordinis 2; 12). ” O cardeal Müller aponta para os bispos alemães e seu “caminho sinodal”, que visa questionar o sacerdócio, e afirma: “Se durante o processo sinodal proposto na Alemanha, o tópico essencial da transmissão da Fé não é tratado, o declínio será cada vez mais acelerado”. À luz das estatísticas recentemente publicadas na Alemanha mostrando que em 2018, 216.000 católicos alemães deixaram a Igreja, o Cardeal Müller lembra aos seus colegas bispos alemães que a resposta a esta crise de Fé não é “uma nova secularização ou auto-secularização da Igreja”, mas sim, “uma renovação no espírito do Evangelho.” “A Igreja”, explica ele, “só pode servir aos homens em busca de Deus e por uma vida na fé, se proclamar a todos os homens o Evangelho em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. e se ela os fizer discípulos de Jesus por meio do batismo ”. Além disso, o cardeal alemão afirma: “Como já era o caso com os Sínodos da Família, a ‘Igreja Alemã’ reivindica hegemonia sobre a Igreja Universal e se orgulha orgulhosamente e arrogantemente de ser um criador de cristianismo em paz com a modernidade”. Em termos estratégicos, o Cardeal Müller também explica a colaboração entre os bispos alemães e o Sínodo Amazônico, quando diz que “o processo sinodal no âmbito da Conferência Episcopal Alemã está agora sendo vinculado ao Sínodo para a Amazônia, e isso é feito por razões eclesiais-políticas e como alavanca para a reestruturação da Igreja Universal. Além disso, em ambos os eventos, os protagonistas são quase idênticos e estão até mesmo conectados financeira e organizacionalmente por meio das agências de assistência da Conferência Episcopal Alemã. Não será fácil controlar essa bola de demolição”. No entanto, o prelado alemão se pergunta “por que, em face do estado desolado da Igreja em seu próprio país [Alemanha], eles agora se sentem chamados a ser um modelo para os outros”. Outros prelados do alto escalão que levantaram preocupação sobre a direção que o Sínodo da Amazônia está tomando incluem o seguinte: O cardeal Walter Brandmüller, um renomado estudioso da história da igreja e um dos dois cardeais remanescentes da dubia, chamou o documento de trabalho de “herético” e de “apostasia” da Revelação Divina. Ele convocou os líderes da Igreja a “rejeitá-lo” com “toda determinação”. Dom Marian Eleganti, bispo auxiliar de Chur, na Suíça, declarou que, se as idéias do documento de trabalho forem adotadas, elas “contaminarão todo o Corpo Místico da Igreja – e o prejudicarão gravemente”. Monsenhor Nicola Bux, teólogo e ex-consultor da Congregação para a Doutrina da Fé durante o pontificado de Bento XVI, chamou o Sínodo Amazônico de uma tentativa de “criar outra igreja” “demolindo” a verdadeira Igreja por dentro. Dom Athanasius Schneider, Bispo Auxiliar de Astana, Cazaquistão, afirmou que o Papa Francisco tem um “dever estrito, como lhe foi dado por Deus” para manter a “herança apostólica do celibato sacerdotal” no próximo Sínodo da Amazônia. “Ele pode não apoiar de maneira alguma – pelo silêncio ou por uma conduta ambígua – o conteúdo obviamente gnóstico e naturalista de partes do Instrumentum laboris (documento de trabalho), bem como a abolição do dever apostólico do celibato sacerdotal (que primeiro seria regional e, em seguida, naturalmente, e passo a passo, em seguida, torna-se universal) “, disse ele. Texto completo da crítica do Cardeal Gerhard Müller: “Não sejais conformados com o mundo, mas ser transformados pela renovação da tua mente” (Romanos 12: 2) Sobre o processo sinodal na Alemanha e o Sínodo para a Amazônia pelo cardeal Gerhard Müller 1. A secularização da Igreja é a causa da crise e não a sua solução Aquele que acredita que “Cristo amou a Igreja e se entregou por ela, para que pudesse santificá-la” (Efésios 5:25), só pode ser abalado pela mais nova notícia da Alemanha, ou seja, em 2018, mais de 216.000 Os católicos deixaram seu lar espiritual ao deixar explicitamente a Igreja, dando assim as costas bruscamente à mãe na Fé. Pode ser que os motivos das pessoas individuais que se tornaram membros do Corpo eclesial de Cristo através do seu batismo sejam tão variados quanto os seres humanos simplesmente são. É claro, no entanto, que a maior parte deles deixa a Igreja com o mesmo espírito que um cancela a adesão de uma organização secular; ou quando alguém se afasta de seu partido político tradicional, do qual se alienou ou se está profundamente desapontado. Eles nem sequer sabem – ou nunca foram informados – que a Igreja, embora consistindo de homens defeituosos até os seus representantes mais elevados, é, em sua essência e mandato, uma instituição divina. Porque Cristo estabeleceu Sua Igreja como Sacramento da Salvação do mundo, como “sinal e instrumento tanto de uma união muito íntima com Deus e da unidade de toda a raça humana”.Lumen Gentium 1) O autor da Carta aos Hebreus está bem ciente da dificuldade pastoral de “restaurar novamente ao arrependimento aqueles que um dia foram iluminados, que provaram o dom celestial, e que se tornaram participantes do Espírito Santo, e provaram a bondade. da palavra de Deus e os poderes da era vindoura, se então eles cometem apostasia, uma vez que eles crucificam o Filho de Deus por conta própria e eles o desprezam ”(Hebr 6: 4-6). A principal razão para deixar a Igreja sem a percepção de que assim pecam gravemente contra o amor de Cristo nosso Redentor e, assim, colocar em risco a própria salvação eterna, é a idéia de que a Igreja é uma associação secular. Eles não sabem nada sobre o fato de que a Igreja Peregrina é necessária para a salvação e que ela é indispensável para cada um que veio para a Fé Católica. “Ele não é salvo, no entanto, que, embora parte do corpo da Igreja, não persevera na caridade. Permanece, de fato, no seio da Igreja, mas, por assim dizer, apenas de maneira “corpórea” e não “em seu coração” ( Lumen Gentium 14). Esta crise de uma saída maciça da Igreja e do declínio da vida da Igreja (baixa frequência à missa, poucos batismos e confirmações, seminários vazios, o declínio dos mosteiros) não pode ser superada com a ajuda de uma secularização e auto-secularização da Igreja. a Igreja. Não é porque o bispo é tão gentil e encorajador – próximo do povo e sem vergonha de exprimir banalidades – que o povo regressa à comunidade salvífica de Cristo ou participa piedosamente da celebração da Divina Liturgia e dos Sacramentos. Pelo contrário, é porque eles reconhecem o verdadeiro valor da Liturgia e dos Sacramentos como meio de graça. Deveria a Igreja tentar se legitimar diante de um mundo descristianizado de maneira secular como um lobby religioso natural do movimento ecológico? A Igreja só pode servir aos homens em busca de Deus e por uma vida na fé, se proclamar a todos os homens o Evangelho em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e se os fizer discípulos de Deus. Jesus através do batismo. Ela é o Corpo de Cristo, de modo que Jesus Cristo, sua Cabeça, permanece presente através dela e nela, até o fim do mundo (veja Mt 28:19 seq.). Cristo nos fala nas palavras da homilia; faz presente o próprio sacrifício dele na Cruz na Santa Missa; e Ele se entrega a nós como alimento para a vida eterna; perdoa pecados e transmite o Espírito Santo aos servos da Igreja, através dos quais os bispos e sacerdotes ordenados – em nome de Jesus Cristo, Sumo Sacerdote da Nova Aliança – agem e, assim, tornam-no visível na paróquia ( Sacrosanctum Concilium 41). O chamado caminho sinodal do estabelecimento da Igreja na Alemanha, no entanto, visa uma maior secularização da Igreja. Em vez de uma renovação no espírito do Evangelho, com a ajuda da catequese, missão, cuidado pastoral, mistagogia [uma explicação mística] dos sacramentos, agora se confia – e isso já se arrasta há meio século – outros tópicos, esperando assim receber a aprovação pública do mundo ocidental e agradar a maneira de pensar que contém uma imagem materialista do homem. Em sua essência, o caminho sinodal é aproximadamente 1. a mudança do Sacramento das Ordens Sagradas em um sistema profissional de funcionários bem pagos; 2. a passagem de um “poder” politicamente percebido dos bispos e sacerdotes para uma liderança de leigos, com a cláusula adicional de que, se as qualificações forem as mesmas, as próprias mulheres serão preferidas. O que lhes incomoda é (3) que a moralidade cristã como se origina da nova vida em Cristo, que agora é degradada por ser “contra o corpo” e, supostamente, não compatível com os padrões da moderna ciência sexual. O obstáculo desde a Reforma Protestante e desde o naturalismo do Iluminismo é (4), é claro, o celibato sacerdotal; bem como os conselhos evangélicos (pobreza, castidade, obediência) da vida consagrada consagrada. Em uma Igreja que – como mera instituição humana com objetivos puramente seculares – abandonou sua identidade de mediadora da salvação em Cristo e perdeu toda referência transcendental e escatológica ao Senhor Vindo, o celibato livremente escolhido “por causa de o reino (Mt. 19:12), ou, para poder “preocupar-se com a obra do Senhor” (1 Coríntios 7:37) é percebido agora como um embaraço – como um elemento estranho ou um resíduo residual de qual deve ser liberado o mais rápida e completamente possível. Na melhor das hipóteses, esse celibato pode ser concedido a algumas pessoas exóticas como uma forma masoquista de autodeterminação extremamente autônoma. o celibato livremente escolhido “por amor do reino” (Mateus 19:12), ou, para poder “preocupar-se com a obra do Senhor” (1 Coríntios 7:37) é percebido agora como um embaraço – como um elemento alienígena ou um resíduo residual, do qual é preciso libertar-se o mais rápida e exaustivamente possível. Na melhor das hipóteses, esse celibato pode ser concedido a algumas pessoas exóticas como uma forma masoquista de autodeterminação extremamente autônoma. o celibato livremente escolhido “por amor do reino” (Mateus 19:12), ou, para poder “preocupar-se com a obra do Senhor” (1 Coríntios 7:37) é percebido agora como um embaraço – como um elemento alienígena ou um resíduo residual, do qual é preciso libertar-se o mais rápida e exaustivamente possível. Na melhor das hipóteses, esse celibato pode ser concedido a algumas pessoas exóticas como uma forma masoquista de autodeterminação extremamente autônoma. 2. Alemães e o povo amazônico em um barco Como já era o caso dos Sínodos da Família, a “Igreja Alemã” reivindica hegemonia sobre a Igreja Universal e se orgulha orgulhosamente e arrogantemente de ser a criadora de um Cristianismo em paz com a modernidade – apesar da carta do Papa Francisco de 29 de junho de 2019. o povo peregrino de Deus na Alemanha. No entanto, isso não foi explicado – e também é difícil de ver para qualquer observador interessado – por que, em face do estado desolado da Igreja no próprio país [Alemanha], eles agora se sentem chamados a ser um modelo para os outros. . Usam a expressão neutra e de bom som de uma “descentralização saudável” ( Instrumentum Laboris126) e de uma des-romanização da Igreja Católica (anteriormente, isso era chamado de aversão anti-romana); mas realmente o que eles valorizam é ​​a mitologia da Amazônia e da teologia ecológica ocidental, sobre a Revelação; bem como a hegemonia de seus ideólogos, sobre a autoridade espiritual dos sucessores dos Apóstolos no ofício episcopal. Na eclesiologia católica, não se trata de um equilíbrio de poder entre centro e periferia, mas sim da responsabilidade comum do Papa – que é assistido pela Igreja Romana na forma do Colégio dos Cardeais e da Cúria Romana – bem como pelos bispos da Igreja Universal, que consiste em e das igrejas particulares sob a liderança de um bispo ( Lumen Gentium 23). Minha proposta é a seguinte: se alguém realmente deseja fazer algum bem à Igreja com relação a ambos os elementos, então deve se abster, por exemplo, da demissão de bispos sem um procedimento canônico regular (que inclui o direito a uma auto- defesa) e também abster-se de fechar mosteiros sem sequer dar razões, ou – sob o pretexto de que não é uma subsidiária de Roma – de minar a primazia magistral e judicial do papa. Também recomendaria tratar de maneira cristã com irmãos e funcionários que não cometeram nenhuma falta – exceto que defenderam uma posição legítima, no âmbito de uma legítima pluralidade de opiniões e de estilos, que se desvia, no entanto, do privado. opinião de seus superiores. O processo sinodal no âmbito da Conferência Episcopal Alemã está agora sendo vinculado ao Sínodo para a Amazônia, e isso é feito por razões eclesiais-políticas e como alavanca para a reestruturação da Igreja Universal. Além disso, em ambos os eventos, os protagonistas são quase idênticos e estão até mesmo conectados financeira e organizacionalmente por meio das agências de assistência da Conferência Episcopal Alemã. Não será fácil controlar esta bola de demolição. Depois, nada mais será como antes, e foi dito que ninguém mais reconhecerá a Igreja depois. Assim falou um dos protagonistas revelando assim o verdadeiro objetivo. Talvez tenha sido um erro de cálculo, assim como o rei Creso de Lídia (590-541 aC). Uma vez ele perguntou ao Oráculo de Delfos sobre suas chances de vitória se ele atacasse o Império Persa e então interpretasse erroneamente a resposta profética: “quando você passar por Halys, destruirá um grande império”. Nossa Halis é a constituição divina da Igreja Católica. doutrina, vida e culto ( Lumen Gentium ). Infelizmente, na outrora quase completamente católica América do Sul, os católicos, assim como na Alemanha, deixaram a Igreja Católica aos milhões sem levar em consideração as raízes dessa catástrofe, nem levando a uma determinação sincera de promover a renovação em Cristo. A solução aqui não é uma pentecostalização da Igreja, isto é, sua protestantização liberal de maneira latino-americana, mas a redescoberta de sua catolicidade. Os bispos agora podem, como o “Santo Sínodo” do Concílio Vaticano II, voltar suas atenções primeiramente para os fiéis católicos. Baseando-se na Sagrada Escritura e Tradição, ensina que a Igreja, agora peregrinando na terra como um exílio, é necessária para a salvação. Cristo, presente para nós em Seu Corpo, que é a Igreja, é o único Mediador e o único caminho de salvação. … Eles estão totalmente incorporados na sociedade da Igreja que, possuindo o Espírito de Cristo, aceita todo o seu sistema e todos os meios de salvação dados a ela, e estão unidos a ela como parte de sua estrutura corpórea visível e através dela com Cristo, que governa-a através do Sumo Pontífice e dos Bispos. Os laços que ligam os homens à Igreja de maneira visível são profissão de fé, os sacramentos, governo e comunhão eclesiásticos ”(Lumen Gentium 14). A diversidade colorida de opiniões contraditórias e a arbitrariedade na decisão de consciência não são católicas diante da Santa Vontade de Deus, mas, antes, católica é a unidade das pessoas na fé que nos introduz na união com o Pai e o Filho na Igreja. Espírito Santo. “Para que todos sejam um; assim como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, para que também eles estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste ”(João 17:21). E é por isso que nos é dito para levar a sério: estar “ansioso para manter a unidade do Espírito no vínculo da paz. Há um só corpo e um só Espírito, assim como fostes chamados à única esperança que pertence ao vosso chamado, um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de todos nós, que está acima de tudo e por todos e em todos. ”(Efésios 4: 3-6). Como suposta saída da crise da Igreja, o Instrumentum Laboris e o processo sinodal na Alemanha dependem de uma nova secularização da Igreja. Quando, em toda a hermenêutica do cristianismo, alguém falha em começar com a auto-revelação histórica de Deus em Cristo; quando se começa a incorporar a Igreja e sua liturgia em uma visão mitológica do mundo inteiro; ou transforma a Igreja em parte de um programa ecológico para o resgate do nosso planeta, então a sacramentalidade – e especialmente o ofício ordenado de bispos e sacerdotes na Sucessão Apostólica – está no ar. Quem realmente gostaria de construir uma vida inteira que requer dedicação total sobre uma fundação tão instável? 3. O sacramento da ordem sagrada como foco central da crise Por meio da participação de Cristo em Sua Ordenação e Missão ( Lumen Gentium28), os apóstolos e seus sucessores no ofício episcopal – que também representa a unidade da Igreja local com os sacerdotes, diáconos e todos os batizados – exercem sua autoridade na obra de Cristo. nome e autoridade ( Lumen Gentium 20). Este não é um poder político-sociológico, mas a autoridade dada no Espírito Santo para santificar, ensinar e governar o povo de Deus. “Os bispos, portanto, com seus ajudantes, os sacerdotes e diáconos, assumiram o serviço da comunidade, presidindo no lugar de Deus sobre o rebanho, cujos pastores são, como mestres para doutrina, sacerdotes para o culto sagrado e ministros. para governar. ”( Lumen Gentium 20) Não se trata de três escritórios diferentes que foram agrupados por acidente histórico, de modo que se poderia separá-los ou remontá-los de uma maneira diferente. Também não é apropriado fazer uma comparação com o poder mundano de monarcas absolutos, contra o qual justificadamente – e referindo-se ao Barão de Montesquieu – apresenta o modelo da separação de poderes (governo, legislação, jurisdição). Porque é aqui sobre o único serviço de Cristo, o Mestre, o Pastor e Sacerdote, que está sendo exercitado pelos Apóstolos e seus sucessores no Nome de Cristo e no poder do Espírito Santo. E não é uma forma de poder sobre os outros, mas, sim, um serviço paraeles e sua salvação (Mateus 23:11). É por isso que a prontidão publicamente declarada de alguns bispos de renunciar livremente ao “poder” não é uma expressão de sua modéstia, mas, ao contrário, um sinal de sua falta de compreensão sobre o que é um bispo católico. A forma de “poder” que eles desejam abandonar é algo que eles não deveriam ter em primeiro lugar; e a autoridade espiritual que eles receberam de Cristo em sua ordenação, eles não podem dar, já que não é propriedade deles que eles podem propor dispensar. No máximo, eles poderiam pedir para ser dispensados ​​da jurisdição de sua diocese, porque eles não são mais capazes de viver de acordo com suas responsabilidades. É surpreendente que tanto o Instrumentum Laboris para o Sínodo Amazônico quanto o caminho sinodal alemão não se iniciem com fundamentos bíblicos e se orientem de acordo com o ensino em desenvolvimento da Igreja na Tradição e as decisões doutrinárias definitivas dos Conselhos e do Papa. Em vez disso, eles extraem suas normas e regras das supostas necessidades sociológicas do mundo globalizado ou das formas tradicionais de organização das tribos amazônicas. Se alguém ordena na Amazônia homens respeitados em parcerias professamente estáveis ​​(seja em um casamento canonicamente válido ou não?) Para o sacerdócio, a fim de prover (!) A comunidade com os Sacramentos – mesmo sem uma formação teológica (IL 129, 2) – por que isso não deveria ser a alavanca para finalmente introduzir os viri probati na Alemanha, onde o celibato não tem mais aceitação na sociedade e onde muitos teólogos casados ​​estariam disponíveis para preencher, como padres, os buracos dentro do celibato? clero? Não se pode deduzir do chamado “os sete homens de boa reputação que foram cheios do Espírito e da Verdade” (Atos 6: 3) ao serviço das mesas (Atos 6: 1-7) – que mais tarde se ligou com o grau dos diáconos ordenados sacramentalmente – a conclusão clerical-teológica que a Igreja pode agora criar em qualquer tempo novos ofícios sacramentais a partir de necessidades sociológicas (IL 129), ou que alguém possa fazê-lo. O triplo ofício ordenado veio, de um lado, da sucessão necessária dos Apóstolos e do mandato de proclamar o Evangelho, sacramentalmente para mediar a Graça e conduzir, como bons pastores, o rebanho de Cristo. Por outro lado, resultou da formação das igrejas particulares como representantes locais da Igreja Universal. Aqui, então, um dos sacerdotes é o primeiro entre o colégio de presbíteros, junto com os diáconos; e, começando com o 2No século, ele é cada vez mais chamado exclusivamente de bispo (Inácio de Antioquia, Mag. 6,1). No bispo, a unidade da igreja local é representada sacramentalmente e a unidade com as origens apostólicas, na medida em que a totalidade dos bispos, com o papa à frente, segue o Colégio dos Apóstolos com São Pedro à frente ( Primeira Epístola de Clemente, 42:44; Lumen Gentium 20 segs.) 4. Um escritório sacramental para mulheres? O triplo ofício – como historicamente nasceu do apostolado na Igreja Primitiva como instituído por Cristo – existe em virtude de uma “instituição divina” ( Lumen gentium 20), e está sendo exercido por aqueles que, de acordo com o A terminologia atual é “chamados bispos, presbíteros / sacerdotes, diáconos” ( Lumen Gentium 28). Em tempos melhores, os bispos alemães se opuseram unanimemente ao guerreiro da cultura Bismarck e declararam: “A constituição da Igreja é baseada, em todos os pontos essenciais, na ordem divina e está isenta de qualquer arbitrariedade humana” (DH 3114). Parte disso é também a percepção de que bispo, sacerdote e diácono são apenas graus do único sacramento da ordem sagrada. “Ninguém duvida que a santa ordenação é verdadeira e essencialmente umados sete sacramentos da Santa Igreja – unum ex septem sacramentis . ”(Trento, Decreto sobre o Sacramento das Ordens Sacras: DH 1766; 1773). É por isso que não faz sentido plantar na “ Ordinatio sacerdotalis ” (1994) a interpretação especiosa de que não houve decisão sobre o sacramento indivisível das Sagradas Ordens como um todo, mas sim sobre os graus do episcopal e do escritório sacerdotal que só homens podem receber. Ao fazer uma análise teológica dos fatos doutrinais e histórico-eclesiásticos, no contexto das declarações vinculantes sobre o sacramento da Ordem, deve-se ver muito claramente que a ordenação sacramental, no grau e com o título oficial de “diácono”. não foi e nunca foi administrado na Igreja Católica às mulheres. Ela deriva da “constituição divina da Igreja”, como o Papa João Paulo II decidiu com segurança, que a Igreja não tem autoridade para administrar às mulheres a ordenação sacerdotal. Esta não é a conclusão da história, mas sim da constituição divina da Igreja. Isto, claro, se aplica a todos os três graus sacramentais. Tornou-se costume do público em geral e no uso da Igreja usar a palavra aberta “servo” na versão grega “ diakonos ” como o termo técnico para o primeiro dos três graus de ordenação. Portanto, não é útil falar agora de diáconos femininos não-sacramentais, estabelecendo assim a ilusão de que se trata de reviver uma instituição passada – mas apenas temporária e regionalmente limitada – das diaconisas da Igreja Primitiva. Também contradiz a essência do ofício episcopal e sacerdotal quando se reduz à santificação, para permitir que os leigos – isto é, homens e mulheres em serviço não-sacramental – façam a homilia durante o Missa celebrada por um padre ou bispo. Assim, os sacerdotes se tornariam “altaristas” [“ Altaristen ”: uma palavra humilhante para os sacerdotes que celebram missas sem homilia e cuidado pastoral; este foi um abuso que Lutero detectou e usou para suas polêmicas; GM], algo que na época causou o protesto da Reforma. A Missa é – como Liturgia da Palavra e do Corpo e Corpo de Nosso Senhor – “um só ato de adoração” ( Sacrosanctum concilium56). É por isso que cabe aos bispos e sacerdotes pregar e, no máximo, às vezes deixar que o diácono ordenado faça uma homilia. O serviço na Palavra e no Sacramento tem uma unidade interna. O mais importante ofício dos bispos é o anúncio, do qual decorre também uma lógica interna dos deveres sacramentais ( Lumen gentium 25). Assim como os apóstolos são “servos da Palavra” (Lc 1: 2; Atos 6: 2), também a tarefa dos sacerdotes (bispos, presbíteros) está sendo definida como o serviço na “Palavra e na Doutrina” ( 1 Tim. 5:17). Na ordenação, não estão sendo transferidas competências particulares individuais sem qualquer ordem interna e interconexão. É o único serviço na Palavra, através do qual a Igreja está sendo reunida como uma comunidade da Fé, na qual os Sacramentos da Fé estão sendo celebrados e através da qual o rebanho de Deus está sendo governado por seus pastores designados, em Nome de Cristo e Autoridade. É por isso que os ofícios sacerdotais em doutrina, culto e governo estão unidos na raiz e são meramente diferentes em seus aspectos teológicos, sob os quais olhamos para eles ( Presbyterorum Ordinis).4-6). Na primeira descrição do rito da Missa em Roma por volta do ano 160 dC, o mártir e filósofo Justino diz que durante a liturgia dominical – depois das leituras dos livros bíblicos – o presidente (bispo, presbítero) faz a homilia, e que depois celebra a Santa Eucaristia com Ofertório, Consagração e Comunhão (ver Justino, II. Apologia 65-67). Os sacramentos são sinais e instrumentos da Graça Divina, com a ajuda da qual Deus edifica o cristão individual e a Igreja como um todo. É por isso que não se pode ir às autoridades seculares e reivindicar, em nome dos direitos humanos, o direito de ser ordenado (nem como homem nem como mulher), porque os direitos humanos são instilados na natureza do homem. No que diz respeito à ordem da Graça e à ordem da Igreja, a autoridade civil não tem competência. Somente um católico do sexo masculino pode ser ordenado – se ele for chamado e se a Igreja, representada pelo bispo, reconhecer a autenticidade dessa vocação e então ordenar um candidato apropriado de acordo com as condições canônicas como bispo, sacerdote ou diácono. Somente aqueles que têm dificuldades com esse insight consideram que a Igreja é, na melhor das hipóteses, uma instituição secular e subsequentemente não reconhece o ofício ordenado como uma instituição divina. Tais pessoas, pelo contrário, reduzem o detentor do cargo cristão a um mero funcionário de uma organização religiosa-social. Quão facilmente poderia alguém, nesse caso, exortar os fiéis com as palavras: “Obedeça aos seus líderes e submeta-se a eles; pois eles estão vigiando suas almas, como homens que terão que prestar contas. Deixe-os fazer isso com alegria, e não com tristeza, pois isso não seria vantajoso para você. ”(Hb 13:17) O Magistério do Papa e dos bispos não tem autoridade sobre a substância dos sacramentos (Trento, Decreto sobre a Comunhão sob ambas as espécies, DH 1728; Sacrosanctum Concilium 21). Portanto, nenhum sínodo – com ou sem o Papa – e também nenhum concílio ecumênico, ou somente o Papa, se ele falasse ex cathedra , poderia tornar possível a ordenação de mulheres como bispo, sacerdote ou diácono. Eles iriam contradizer a doutrina definida da Igreja. Seria inválido. Independente disso, há a igualdade de todos os batizados na vida de graça e na vocação a todos os ofícios eclesiásticos e funções para as quais o sacramento do próprio Santo Ordens não é necessário. 5. Sobre o que é importante em relação ao escritório sacerdotal No curso de 2.000 anos de história da Igreja, as constelações culturais e as condições político-sociológicas para a vida da Igreja também mudaram de maneira dramática. No entanto, o ofício sacerdotal sempre foi o mesmo em seus elementos essenciais, seja em uma sociedade feudal, ou no sistema de igrejas de propriedade germânica, durante o estabelecimento dos bispos da corte e do príncipe, ou na época do Ofício de Pedro até 1870 com as vantagens e encargos dos Estados Papais. Como hoje esse ofício é servir o Verbo e os Sacramentos para a salvação do mundo e é o cuidado do pastor que, como Jesus, “pastor e bispo das vossas almas” (1 Pedro 2:25), “Supremo Pastor”, dá a vida pelas ovelhas que lhe foram confiadas (1 Pedro 5: 1). A substância dos sacramentos não está sujeita à autoridade da Igreja. E não se pode juntar um novo modelo do sacerdócio, auxiliado por elementos isolados das Escrituras e da Tradição e ao mesmo tempo omitir a distinção entre decisões dogmaticamente vinculantes e desenvolvimentos em aspectos menores. As imagens sacerdotais desenvolvidas pelos estrategistas pastorais também não são importantes, mas somente a Imagem de Cristo, o Sumo Sacerdote da Nova Aliança, que está eternamente impressa nas almas dos consagrados e em cujo nome e força eles santificam, ensinam e governar os fiéis (Presbyterorum Ordinis 2; 12). Contudo, profundos pensadores alemães envolvidos no processo sinodal têm difamado a alegação central de que os padres agem – em virtude do caráter que receberam em sua ordenação – exatamente como os Apóstolos, “ in persona Christi ” (2 Coríntios 2:10; 2 Coríntios 5:20), o chefe da Igreja ( Presbyterorum ordinis2), chamando-a de causa do clericalismo e até mesmo da causa do abuso sexual da juventude. Este é um insulto inacreditável para muitos pastores diligentes. Esta afirmação significa desmentir a Jesus que primeiro contou os 12 apóstolos e depois os outros 72 discípulos: “Quem ouve a mim, ouve, e quem te rejeita, rejeita-Me; e quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou” (Lc 10 : 16). Um professor alemão de liturgia inadvertidamente se colocou em uma luz ruim, e abertamente em uma contradição com o Concílio Vaticano II, quando afirmou que a celebração diária da Eucaristia – em que o sacrifício de Jesus na Cruz, por amor à humanidade, torna-se presente para o mundo – é a razão para o abuso pedófilo e homofílico da sexualidade. Porque o Concílio diz: “No mistério do Sacrifício Eucarístico, em que os sacerdotes cumprem sua maior tarefa, a obra de nossa redenção está sendo constantemente levada adiante; e, portanto, a celebração diária da missa é fortemente encorajada ”(Presbyterorum ordinis 13). Se durante o processo sinodal na Alemanha, o tópico essencial da transmissão da Fé não for abordado, o declínio será cada vez mais acelerado. Talvez estejamos a caminho de nos tornarmos um “pequeno rebanho”. Mas essa palavra de Jesus não se destina a um sentido sociológico e não tem nada a ver com números pequenos ou grandes. Deus “deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade” (1 Timóteo 2: 4), com a ajuda do único mediador Jesus Cristo, dentro da “casa de Deus, que é a Igreja da Deus vivo, o pilar e baluarte da verdade ”(1 Timóteo 3:15). A Igreja é o povo de Deus entre os povos. E se em uma nação a maioria do povo é católica e, portanto, a comunidade e o Estado são permeados pela cultura cristã, é certamente a vontade de Deus. Nós somos um rebanho “pequeno” na maioria ou em uma diáspora, porque ser cristão na imitação do Senhor Crucificado não é uma questão de adaptação à cultura dominante, ou uma maneira de contradizer essa cultura, mas, sim, uma decisão pessoal. É certamente tão bonito estar no Reno e sonhar com a Amazônia. Mas as impressões dos rios majestosos não podem acalmar o anseio do coração humano, nem as suas águas podem saciar a sede de vida eterna. Somente a água, que Jesus, o Verbo Encarnado de Deus, nos dá, torna-se em nós a “fonte de água que jorra para a vida eterna” (João 4:14). Tradução do site LifeSiteNews #CNBB #Mundo #SínododaAmazônia #AbusosLitúrgicos #Crisenaigreja #IgrejaCatólica

  • ATENÇÃO: Nenhum Papa ou Concílio poderia permitir ordenação de mulheres – “seria inválid

    O cardeal encarregado de salvaguardar a doutrina católica sob o Papa Bento publicou hoje uma segunda crítica detalhada do documento de trabalho do Sínodo da Amazônia ( Instrumentum Laboris ), dizendo que nenhum sínodo, papa ou conselho “poderia tornar possível a ordenação de mulheres como bispos, sacerdotes ou diáconisas ”. O Cardeal Gerhard Müller, ex-Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, que foi destituído de seu cargo pelo Papa Francisco em 2017 , concentrou-se especialmente na questão do sacerdócio e da impossibilidade de participação feminina nele (leia a crítica completa abaixo) . “O magistério do Papa e dos bispos não tem autoridade sobre a substância dos sacramentos”, afirma o Cardeal. “Portanto, nenhum sínodo – com ou sem o papa – assim como nenhum concílio ecumênico, ou até mesmo o Papa quando se pronuncia ex cathedra, poderia tornar possível a ordenação de mulheres, seja como bispos, sacerdotes ou diaconisas. Eles estariam em contradição com a doutrina definida da Igreja “, continua ele. “Seria inválido”, acrescenta. O cardeal Müller chamou o próximo Sínodo, marcado para acontecer em Roma, de 8 a 27 de outubro, de “bola de demolição” que visa uma “reestruturação da Igreja Universal”. O texto do cardeal é publicado simultaneamente em quatro idiomas. Em inglês ( LifeSiteNews ), italiano ( Corrispondenza Romana ), espanhol ( Infovaticana ), bem como em alemão ( Die Tagespost ). Na semana passada, o cardeal Müller fez sua primeira avaliação do documento de trabalho do Sínodo amazônico, criticando-o por sua “reviravolta radical na hermenêutica da teologia católica” e por seu “falso ensino”. Em sua declaração de hoje, o Cardeal Müller vincula o Sínodo Amazônico e suas próprias propostas de reforma diretamente ao “processo sinodal ” que agora está sendo preparado pelos bispos alemães e que, similarmente ao Sínodo Amazônico, visa discutir o papel das mulheres no Igreja, bem como levantar questões sobre o celibato sacerdotal. Tanto o “caminho sinodal” alemão quanto o Sínodo amazônico visam questionar o sacerdócio, tanto no que diz respeito ao celibato sacerdotal, quanto no que diz respeito à ideia incongruente de separar os deveres que regem dos deveres de ensino e santificação do ofício ordenado. O Sínodo Amazônico até propõe criar uma nova forma de sacerdócio, com homens casados ​​que tenham famílias e, portanto, menos tempo para um período mais longo de preparação teológica para o sacerdócio. Ambos os movimentos de reforma também propõem novos papéis para as mulheres na Igreja, com o documento de trabalho do Sínodo da Amazônia propondo um “ministério oficial ” para as mulheres, incluindo possivelmente um “ diaconato feminino ”. O cardeal Müller dá todo o seu peso e experiência teológica para defender o sacerdócio católico. Ele nos lembra que “o triplo ofício – como historicamente cresceu a partir do apostolado na Igreja Primitiva como instituído por Cristo – existe em virtude de uma ‘instituição divina’ (Lumen Gentium 20)”. Esse ofício é exercido pelos bispos. presbíteros/sacerdotes e diáconos. O Cardeal recorda aos seus bispos alemães que “em tempos melhores, os bispos alemães se opuseram unanimemente ao guerreiro da cultura Bismarck e afirmaram: ‘A constituição da Igreja baseia-se, em todos os pontos essenciais, na ordem divina e está isenta de qualquer arbitrariedade humana’ (DH 3114). ” Citando o Concílio de Trento, o cardeal Müller afirma que “bispo, sacerdote e diácono são apenas graus do único sacramento da ordem sagrada. ‘Ninguém duvida que a santa ordenação é verdadeira e essencialmente um dos sete sacramentos da Santa Igreja – unum ex septem sacramentis ‘. (Trento, Decreto sobre o Sacramento da Ordem Sagrada: DH 1766; 1773). ” É aqui que o prelado alemão diz que uma “análise teológica dos fatos doutrinais e histórico-eclesiásticos, no contexto das declarações vinculantes sobre o sacramento da ordem sagrada” deixa claro “que a ordenação sacramental, no grau e com o título oficial ‘diácono’, não foi e nunca será administrado, na Igreja Católica, às mulheres. ” “Decorre da ‘constituição divina da Igreja’, como o Papa João Paulo II decidiu com segurança, que a Igreja não tem autoridade para administrar às mulheres a ordenação sacerdotal. Esta não é a conclusão da história, mas sim da constituição divina da Igreja. Isso, é claro, se aplica a todos os três graus sacramentais ”, acrescenta o cardeal Müller. Além disso, ele também rejeita a idéia de falar “de diáconos femininos não-sacramentais, estabelecendo assim a ilusão de que se trata de reviver um passado – mas apenas temporariamente e limitado regionalmente – instituição das diaconisas da Igreja Primitiva”. Assim, o prelado alemão insiste que nenhum Papa ou Conselho pode decidir admitir diáconos do sexo feminino. A ideia de um ofício feminino não ordenado foi recentemente proposta por diferentes clérigos alemães, entre eles o cardeal Walter Kasper . O cardeal Reinhard Marx acaba de propor que os leigos possam pregar na missa. Isso, no entanto, não é aceitável, segundo o cardeal Müller. “Ele também contradiz a essência do ofício episcopal e sacerdotal”, explica, “quando está sendo reduzido a sacralidade somente para que se possa permitir que leigos – isto é, homens e mulheres não ordenados – façam a homilia durante a santa missa celebrada por um padre ou bispo ”. Müller continua dizendo que aqui está o perigo de que os padres “se tornem ‘altaristas’ [‘Altaristen’: uma palavra humilhante para padres que celebram missas sem homilia e cuidado pastoral; este foi um abuso que Lutero detectou e usou para suas polêmicas; GM], algo que na época causou o protesto da Reforma. ” “A Missa é a liturgia da Palavra e a liturgia eucarística – que formam um só ato de adoração’ ( Sacrosanctum concilium 56)”, afirma o Cardeal. “É por isso que cabe aos bispos e sacerdotes pregar e, no máximo, às vezes deixar que o diácono ordenado faça uma homilia. A liturgia da Palavra e da Eucaristia tem uma unidade íntima.” Com isso, o cardeal alemão refuta a ideia de separar os deveres do sacerdote de celebrar o Santo Sacrifício da Missa de sua pregação da Palavra de Deus. Mais uma vez, o cardeal Müller insiste em que as diferentes partes do ministério sacerdotal estão interconectadas e não podem ser entregues aos leigos. “Na ordenação, não estão sendo transferidas competências particulares individuais sem qualquer ordem interna e interconexão. É o único serviço na Palavra, através do qual a Igreja está sendo reunida como uma comunidade da Fé, na qual os Sacramentos da Fé estão sendo celebrados e através da qual o rebanho de Deus está sendo governado por seus pastores designados, em Nome de Cristo e Autoridade. É por isso que os ofícios sacerdotais relativos à doutrina, culto e governo estão unidos na raiz e são diferenciados apenas em seus aspectos teológicos, sob os quais olhamos para eles (Presbyterorum Ordinis 4-6)”. O Cardeal Müller destaca a importância do sacerdócio que foi instituído por Cristo como meio de dispensar os sacramentos que são os meios pelos quais recebemos a Graça: “Os sacramentos são sinais e instrumentos da Graça Divina, com a ajuda da qual Deus edifica o cristão individual e a Igreja. como um todo.” À luz dessa doutrina, é claro que aqueles que propõem novos ofícios sacerdotais têm uma visão “secularizada” da fé e da Igreja. “Somente aqueles que têm dificuldades com essa visão consideram que a Igreja é, na melhor das hipóteses, uma instituição secular e subsequentemente não reconhece o ofício ordenado como uma instituição divina. Essas pessoas, pelo contrário, reduzem o detentor do cargo cristão a um mero funcionário de uma organização religiosa-social ”. “Como uma suposta saída da crise da Igreja”, acrescenta o cardeal Müller, “o Instrumentum Laboris juntamente com o processo sinodal na Alemanha dependem de uma nova secularização da Igreja. Quando, em toda a hermenêutica do cristianismo, alguém falha em começar com a auto-revelação histórica de Deus em Cristo; quando se começa a incorporar a Igreja e sua liturgia em uma visão mitológica do mundo inteiro; ou transforma a Igreja em parte de um programa ecológico para o resgate do nosso planeta, então a sacramentalidade – e especialmente o ofício ordenado de bispos e sacerdotes na Sucessão Apostólica – ficam pairando pelo ar. Quem realmente gostaria de construir uma vida inteira que requer dedicação total sobre uma fundação tão instável? ” O Cardeal disse que um “novo modelo do sacerdócio” não é possível. “A substância dos sacramentos não está sujeita à autoridade da Igreja”, escreve ele. “E não se pode juntar um novo modelo do sacerdócio, auxiliado por elementos isolados das Escrituras e da Tradição e omitindo distinguir decisões dogmaticamente vinculantes de desenvolvimentos em aspectos menores. As imagens sacerdotais desenvolvidas pelos estrategistas pastorais também não são importantes, mas somente a Imagem de Cristo, o Sumo Sacerdote da Nova Aliança, que está eternamente impressa nas almas dos consagrados e em cujo nome e força eles santificam, ensinam e governar os fiéis (Presbyterorum Ordinis 2; 12). ” O cardeal Müller aponta para os bispos alemães e seu “caminho sinodal”, que visa questionar o sacerdócio, e afirma: “Se durante o processo sinodal proposto na Alemanha, o tópico essencial da transmissão da Fé não é tratado, o declínio será cada vez mais acelerado”. À luz das estatísticas recentemente publicadas na Alemanha mostrando que em 2018, 216.000 católicos alemães deixaram a Igreja, o Cardeal Müller lembra aos seus colegas bispos alemães que a resposta a esta crise de Fé não é “uma nova secularização ou auto-secularização da Igreja”, mas sim, “uma renovação no espírito do Evangelho.” “A Igreja”, explica ele, “só pode servir aos homens em busca de Deus e por uma vida na fé, se proclamar a todos os homens o Evangelho em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. e se ela os fizer discípulos de Jesus por meio do batismo ”. Além disso, o cardeal alemão afirma: “Como já era o caso com os Sínodos da Família, a ‘Igreja Alemã’ reivindica hegemonia sobre a Igreja Universal e se orgulha orgulhosamente e arrogantemente de ser um criador de cristianismo em paz com a modernidade”. Em termos estratégicos, o Cardeal Müller também explica a colaboração entre os bispos alemães e o Sínodo Amazônico, quando diz que “o processo sinodal no âmbito da Conferência Episcopal Alemã está agora sendo vinculado ao Sínodo para a Amazônia, e isso é feito por razões eclesiais-políticas e como alavanca para a reestruturação da Igreja Universal. Além disso, em ambos os eventos, os protagonistas são quase idênticos e estão até mesmo conectados financeira e organizacionalmente por meio das agências de assistência da Conferência Episcopal Alemã. Não será fácil controlar essa bola de demolição”. No entanto, o prelado alemão se pergunta “por que, em face do estado desolado da Igreja em seu próprio país [Alemanha], eles agora se sentem chamados a ser um modelo para os outros”. Outros prelados do alto escalão que levantaram preocupação sobre a direção que o Sínodo da Amazônia está tomando incluem o seguinte: O cardeal Walter Brandmüller, um renomado estudioso da história da igreja e um dos dois cardeais remanescentes da dubia, chamou o documento de trabalho de “herético” e de “apostasia” da Revelação Divina. Ele convocou os líderes da Igreja a “rejeitá-lo” com “toda determinação”. Dom Marian Eleganti, bispo auxiliar de Chur, na Suíça, declarou que, se as idéias do documento de trabalho forem adotadas, elas “contaminarão todo o Corpo Místico da Igreja – e o prejudicarão gravemente”. Monsenhor Nicola Bux, teólogo e ex-consultor da Congregação para a Doutrina da Fé durante o pontificado de Bento XVI, chamou o Sínodo Amazônico de uma tentativa de “criar outra igreja” “demolindo” a verdadeira Igreja por dentro. Dom Athanasius Schneider, Bispo Auxiliar de Astana, Cazaquistão, afirmou que o Papa Francisco tem um “dever estrito, como lhe foi dado por Deus” para manter a “herança apostólica do celibato sacerdotal” no próximo Sínodo da Amazônia. “Ele pode não apoiar de maneira alguma – pelo silêncio ou por uma conduta ambígua – o conteúdo obviamente gnóstico e naturalista de partes do Instrumentum laboris (documento de trabalho), bem como a abolição do dever apostólico do celibato sacerdotal (que primeiro seria regional e, em seguida, naturalmente, e passo a passo, em seguida, torna-se universal) “, disse ele. Texto completo da crítica do Cardeal Gerhard Müller: “Não sejais conformados com o mundo, mas ser transformados pela renovação da tua mente” (Romanos 12: 2) Sobre o processo sinodal na Alemanha e o Sínodo para a Amazônia pelo cardeal Gerhard Müller 1. A secularização da Igreja é a causa da crise e não a sua solução Aquele que acredita que “Cristo amou a Igreja e se entregou por ela, para que pudesse santificá-la” (Efésios 5:25), só pode ser abalado pela mais nova notícia da Alemanha, ou seja, em 2018, mais de 216.000 Os católicos deixaram seu lar espiritual ao deixar explicitamente a Igreja, dando assim as costas bruscamente à mãe na Fé. Pode ser que os motivos das pessoas individuais que se tornaram membros do Corpo eclesial de Cristo através do seu batismo sejam tão variados quanto os seres humanos simplesmente são. É claro, no entanto, que a maior parte deles deixa a Igreja com o mesmo espírito que um cancela a adesão de uma organização secular; ou quando alguém se afasta de seu partido político tradicional, do qual se alienou ou se está profundamente desapontado. Eles nem sequer sabem – ou nunca foram informados – que a Igreja, embora consistindo de homens defeituosos até os seus representantes mais elevados, é, em sua essência e mandato, uma instituição divina. Porque Cristo estabeleceu Sua Igreja como Sacramento da Salvação do mundo, como “sinal e instrumento tanto de uma união muito íntima com Deus e da unidade de toda a raça humana”.Lumen Gentium 1) O autor da Carta aos Hebreus está bem ciente da dificuldade pastoral de “restaurar novamente ao arrependimento aqueles que um dia foram iluminados, que provaram o dom celestial, e que se tornaram participantes do Espírito Santo, e provaram a bondade. da palavra de Deus e os poderes da era vindoura, se então eles cometem apostasia, uma vez que eles crucificam o Filho de Deus por conta própria e eles o desprezam ”(Hebr 6: 4-6). A principal razão para deixar a Igreja sem a percepção de que assim pecam gravemente contra o amor de Cristo nosso Redentor e, assim, colocar em risco a própria salvação eterna, é a idéia de que a Igreja é uma associação secular. Eles não sabem nada sobre o fato de que a Igreja Peregrina é necessária para a salvação e que ela é indispensável para cada um que veio para a Fé Católica. “Ele não é salvo, no entanto, que, embora parte do corpo da Igreja, não persevera na caridade. Permanece, de fato, no seio da Igreja, mas, por assim dizer, apenas de maneira “corpórea” e não “em seu coração” ( Lumen Gentium 14). Esta crise de uma saída maciça da Igreja e do declínio da vida da Igreja (baixa frequência à missa, poucos batismos e confirmações, seminários vazios, o declínio dos mosteiros) não pode ser superada com a ajuda de uma secularização e auto-secularização da Igreja. a Igreja. Não é porque o bispo é tão gentil e encorajador – próximo do povo e sem vergonha de exprimir banalidades – que o povo regressa à comunidade salvífica de Cristo ou participa piedosamente da celebração da Divina Liturgia e dos Sacramentos. Pelo contrário, é porque eles reconhecem o verdadeiro valor da Liturgia e dos Sacramentos como meio de graça. Deveria a Igreja tentar se legitimar diante de um mundo descristianizado de maneira secular como um lobby religioso natural do movimento ecológico? A Igreja só pode servir aos homens em busca de Deus e por uma vida na fé, se proclamar a todos os homens o Evangelho em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e se os fizer discípulos de Deus. Jesus através do batismo. Ela é o Corpo de Cristo, de modo que Jesus Cristo, sua Cabeça, permanece presente através dela e nela, até o fim do mundo (veja Mt 28:19 seq.). Cristo nos fala nas palavras da homilia; faz presente o próprio sacrifício dele na Cruz na Santa Missa; e Ele se entrega a nós como alimento para a vida eterna; perdoa pecados e transmite o Espírito Santo aos servos da Igreja, através dos quais os bispos e sacerdotes ordenados – em nome de Jesus Cristo, Sumo Sacerdote da Nova Aliança – agem e, assim, tornam-no visível na paróquia ( Sacrosanctum Concilium 41). O chamado caminho sinodal do estabelecimento da Igreja na Alemanha, no entanto, visa uma maior secularização da Igreja. Em vez de uma renovação no espírito do Evangelho, com a ajuda da catequese, missão, cuidado pastoral, mistagogia [uma explicação mística] dos sacramentos, agora se confia – e isso já se arrasta há meio século – outros tópicos, esperando assim receber a aprovação pública do mundo ocidental e agradar a maneira de pensar que contém uma imagem materialista do homem. Em sua essência, o caminho sinodal é aproximadamente 1. a mudança do Sacramento das Ordens Sagradas em um sistema profissional de funcionários bem pagos; 2. a passagem de um “poder” politicamente percebido dos bispos e sacerdotes para uma liderança de leigos, com a cláusula adicional de que, se as qualificações forem as mesmas, as próprias mulheres serão preferidas. O que lhes incomoda é (3) que a moralidade cristã como se origina da nova vida em Cristo, que agora é degradada por ser “contra o corpo” e, supostamente, não compatível com os padrões da moderna ciência sexual. O obstáculo desde a Reforma Protestante e desde o naturalismo do Iluminismo é (4), é claro, o celibato sacerdotal; bem como os conselhos evangélicos (pobreza, castidade, obediência) da vida consagrada consagrada. Em uma Igreja que – como mera instituição humana com objetivos puramente seculares – abandonou sua identidade de mediadora da salvação em Cristo e perdeu toda referência transcendental e escatológica ao Senhor Vindo, o celibato livremente escolhido “por causa de o reino (Mt. 19:12), ou, para poder “preocupar-se com a obra do Senhor” (1 Coríntios 7:37) é percebido agora como um embaraço – como um elemento estranho ou um resíduo residual de qual deve ser liberado o mais rápida e completamente possível. Na melhor das hipóteses, esse celibato pode ser concedido a algumas pessoas exóticas como uma forma masoquista de autodeterminação extremamente autônoma. o celibato livremente escolhido “por amor do reino” (Mateus 19:12), ou, para poder “preocupar-se com a obra do Senhor” (1 Coríntios 7:37) é percebido agora como um embaraço – como um elemento alienígena ou um resíduo residual, do qual é preciso libertar-se o mais rápida e exaustivamente possível. Na melhor das hipóteses, esse celibato pode ser concedido a algumas pessoas exóticas como uma forma masoquista de autodeterminação extremamente autônoma. o celibato livremente escolhido “por amor do reino” (Mateus 19:12), ou, para poder “preocupar-se com a obra do Senhor” (1 Coríntios 7:37) é percebido agora como um embaraço – como um elemento alienígena ou um resíduo residual, do qual é preciso libertar-se o mais rápida e exaustivamente possível. Na melhor das hipóteses, esse celibato pode ser concedido a algumas pessoas exóticas como uma forma masoquista de autodeterminação extremamente autônoma. 2. Alemães e o povo amazônico em um barco Como já era o caso dos Sínodos da Família, a “Igreja Alemã” reivindica hegemonia sobre a Igreja Universal e se orgulha orgulhosamente e arrogantemente de ser a criadora de um Cristianismo em paz com a modernidade – apesar da carta do Papa Francisco de 29 de junho de 2019. o povo peregrino de Deus na Alemanha. No entanto, isso não foi explicado – e também é difícil de ver para qualquer observador interessado – por que, em face do estado desolado da Igreja no próprio país [Alemanha], eles agora se sentem chamados a ser um modelo para os outros. . Usam a expressão neutra e de bom som de uma “descentralização saudável” ( Instrumentum Laboris126) e de uma des-romanização da Igreja Católica (anteriormente, isso era chamado de aversão anti-romana); mas realmente o que eles valorizam é ​​a mitologia da Amazônia e da teologia ecológica ocidental, sobre a Revelação; bem como a hegemonia de seus ideólogos, sobre a autoridade espiritual dos sucessores dos Apóstolos no ofício episcopal. Na eclesiologia católica, não se trata de um equilíbrio de poder entre centro e periferia, mas sim da responsabilidade comum do Papa – que é assistido pela Igreja Romana na forma do Colégio dos Cardeais e da Cúria Romana – bem como pelos bispos da Igreja Universal, que consiste em e das igrejas particulares sob a liderança de um bispo ( Lumen Gentium 23). Minha proposta é a seguinte: se alguém realmente deseja fazer algum bem à Igreja com relação a ambos os elementos, então deve se abster, por exemplo, da demissão de bispos sem um procedimento canônico regular (que inclui o direito a uma auto- defesa) e também abster-se de fechar mosteiros sem sequer dar razões, ou – sob o pretexto de que não é uma subsidiária de Roma – de minar a primazia magistral e judicial do papa. Também recomendaria tratar de maneira cristã com irmãos e funcionários que não cometeram nenhuma falta – exceto que defenderam uma posição legítima, no âmbito de uma legítima pluralidade de opiniões e de estilos, que se desvia, no entanto, do privado. opinião de seus superiores. O processo sinodal no âmbito da Conferência Episcopal Alemã está agora sendo vinculado ao Sínodo para a Amazônia, e isso é feito por razões eclesiais-políticas e como alavanca para a reestruturação da Igreja Universal. Além disso, em ambos os eventos, os protagonistas são quase idênticos e estão até mesmo conectados financeira e organizacionalmente por meio das agências de assistência da Conferência Episcopal Alemã. Não será fácil controlar esta bola de demolição. Depois, nada mais será como antes, e foi dito que ninguém mais reconhecerá a Igreja depois. Assim falou um dos protagonistas revelando assim o verdadeiro objetivo. Talvez tenha sido um erro de cálculo, assim como o rei Creso de Lídia (590-541 aC). Uma vez ele perguntou ao Oráculo de Delfos sobre suas chances de vitória se ele atacasse o Império Persa e então interpretasse erroneamente a resposta profética: “quando você passar por Halys, destruirá um grande império”. Nossa Halis é a constituição divina da Igreja Católica. doutrina, vida e culto ( Lumen Gentium ). Infelizmente, na outrora quase completamente católica América do Sul, os católicos, assim como na Alemanha, deixaram a Igreja Católica aos milhões sem levar em consideração as raízes dessa catástrofe, nem levando a uma determinação sincera de promover a renovação em Cristo. A solução aqui não é uma pentecostalização da Igreja, isto é, sua protestantização liberal de maneira latino-americana, mas a redescoberta de sua catolicidade. Os bispos agora podem, como o “Santo Sínodo” do Concílio Vaticano II, voltar suas atenções primeiramente para os fiéis católicos. Baseando-se na Sagrada Escritura e Tradição, ensina que a Igreja, agora peregrinando na terra como um exílio, é necessária para a salvação. Cristo, presente para nós em Seu Corpo, que é a Igreja, é o único Mediador e o único caminho de salvação. … Eles estão totalmente incorporados na sociedade da Igreja que, possuindo o Espírito de Cristo, aceita todo o seu sistema e todos os meios de salvação dados a ela, e estão unidos a ela como parte de sua estrutura corpórea visível e através dela com Cristo, que governa-a através do Sumo Pontífice e dos Bispos. Os laços que ligam os homens à Igreja de maneira visível são profissão de fé, os sacramentos, governo e comunhão eclesiásticos ”(Lumen Gentium 14). A diversidade colorida de opiniões contraditórias e a arbitrariedade na decisão de consciência não são católicas diante da Santa Vontade de Deus, mas, antes, católica é a unidade das pessoas na fé que nos introduz na união com o Pai e o Filho na Igreja. Espírito Santo. “Para que todos sejam um; assim como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, para que também eles estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste ”(João 17:21). E é por isso que nos é dito para levar a sério: estar “ansioso para manter a unidade do Espírito no vínculo da paz. Há um só corpo e um só Espírito, assim como fostes chamados à única esperança que pertence ao vosso chamado, um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de todos nós, que está acima de tudo e por todos e em todos. ”(Efésios 4: 3-6). Como suposta saída da crise da Igreja, o Instrumentum Laboris e o processo sinodal na Alemanha dependem de uma nova secularização da Igreja. Quando, em toda a hermenêutica do cristianismo, alguém falha em começar com a auto-revelação histórica de Deus em Cristo; quando se começa a incorporar a Igreja e sua liturgia em uma visão mitológica do mundo inteiro; ou transforma a Igreja em parte de um programa ecológico para o resgate do nosso planeta, então a sacramentalidade – e especialmente o ofício ordenado de bispos e sacerdotes na Sucessão Apostólica – está no ar. Quem realmente gostaria de construir uma vida inteira que requer dedicação total sobre uma fundação tão instável? 3. O sacramento da ordem sagrada como foco central da crise Por meio da participação de Cristo em Sua Ordenação e Missão ( Lumen Gentium28), os apóstolos e seus sucessores no ofício episcopal – que também representa a unidade da Igreja local com os sacerdotes, diáconos e todos os batizados – exercem sua autoridade na obra de Cristo. nome e autoridade ( Lumen Gentium 20). Este não é um poder político-sociológico, mas a autoridade dada no Espírito Santo para santificar, ensinar e governar o povo de Deus. “Os bispos, portanto, com seus ajudantes, os sacerdotes e diáconos, assumiram o serviço da comunidade, presidindo no lugar de Deus sobre o rebanho, cujos pastores são, como mestres para doutrina, sacerdotes para o culto sagrado e ministros. para governar. ”( Lumen Gentium 20) Não se trata de três escritórios diferentes que foram agrupados por acidente histórico, de modo que se poderia separá-los ou remontá-los de uma maneira diferente. Também não é apropriado fazer uma comparação com o poder mundano de monarcas absolutos, contra o qual justificadamente – e referindo-se ao Barão de Montesquieu – apresenta o modelo da separação de poderes (governo, legislação, jurisdição). Porque é aqui sobre o único serviço de Cristo, o Mestre, o Pastor e Sacerdote, que está sendo exercitado pelos Apóstolos e seus sucessores no Nome de Cristo e no poder do Espírito Santo. E não é uma forma de poder sobre os outros, mas, sim, um serviço paraeles e sua salvação (Mateus 23:11). É por isso que a prontidão publicamente declarada de alguns bispos de renunciar livremente ao “poder” não é uma expressão de sua modéstia, mas, ao contrário, um sinal de sua falta de compreensão sobre o que é um bispo católico. A forma de “poder” que eles desejam abandonar é algo que eles não deveriam ter em primeiro lugar; e a autoridade espiritual que eles receberam de Cristo em sua ordenação, eles não podem dar, já que não é propriedade deles que eles podem propor dispensar. No máximo, eles poderiam pedir para ser dispensados ​​da jurisdição de sua diocese, porque eles não são mais capazes de viver de acordo com suas responsabilidades. É surpreendente que tanto o Instrumentum Laboris para o Sínodo Amazônico quanto o caminho sinodal alemão não se iniciem com fundamentos bíblicos e se orientem de acordo com o ensino em desenvolvimento da Igreja na Tradição e as decisões doutrinárias definitivas dos Conselhos e do Papa. Em vez disso, eles extraem suas normas e regras das supostas necessidades sociológicas do mundo globalizado ou das formas tradicionais de organização das tribos amazônicas. Se alguém ordena na Amazônia homens respeitados em parcerias professamente estáveis ​​(seja em um casamento canonicamente válido ou não?) Para o sacerdócio, a fim de prover (!) A comunidade com os Sacramentos – mesmo sem uma formação teológica (IL 129, 2) – por que isso não deveria ser a alavanca para finalmente introduzir os viri probati na Alemanha, onde o celibato não tem mais aceitação na sociedade e onde muitos teólogos casados ​​estariam disponíveis para preencher, como padres, os buracos dentro do celibato? clero? Não se pode deduzir do chamado “os sete homens de boa reputação que foram cheios do Espírito e da Verdade” (Atos 6: 3) ao serviço das mesas (Atos 6: 1-7) – que mais tarde se ligou com o grau dos diáconos ordenados sacramentalmente – a conclusão clerical-teológica que a Igreja pode agora criar em qualquer tempo novos ofícios sacramentais a partir de necessidades sociológicas (IL 129), ou que alguém possa fazê-lo. O triplo ofício ordenado veio, de um lado, da sucessão necessária dos Apóstolos e do mandato de proclamar o Evangelho, sacramentalmente para mediar a Graça e conduzir, como bons pastores, o rebanho de Cristo. Por outro lado, resultou da formação das igrejas particulares como representantes locais da Igreja Universal. Aqui, então, um dos sacerdotes é o primeiro entre o colégio de presbíteros, junto com os diáconos; e, começando com o 2No século, ele é cada vez mais chamado exclusivamente de bispo (Inácio de Antioquia, Mag. 6,1). No bispo, a unidade da igreja local é representada sacramentalmente e a unidade com as origens apostólicas, na medida em que a totalidade dos bispos, com o papa à frente, segue o Colégio dos Apóstolos com São Pedro à frente ( Primeira Epístola de Clemente, 42:44; Lumen Gentium 20 segs.) 4. Um escritório sacramental para mulheres? O triplo ofício – como historicamente nasceu do apostolado na Igreja Primitiva como instituído por Cristo – existe em virtude de uma “instituição divina” ( Lumen gentium 20), e está sendo exercido por aqueles que, de acordo com o A terminologia atual é “chamados bispos, presbíteros / sacerdotes, diáconos” ( Lumen Gentium 28). Em tempos melhores, os bispos alemães se opuseram unanimemente ao guerreiro da cultura Bismarck e declararam: “A constituição da Igreja é baseada, em todos os pontos essenciais, na ordem divina e está isenta de qualquer arbitrariedade humana” (DH 3114). Parte disso é também a percepção de que bispo, sacerdote e diácono são apenas graus do único sacramento da ordem sagrada. “Ninguém duvida que a santa ordenação é verdadeira e essencialmente umados sete sacramentos da Santa Igreja – unum ex septem sacramentis . ”(Trento, Decreto sobre o Sacramento das Ordens Sacras: DH 1766; 1773). É por isso que não faz sentido plantar na “ Ordinatio sacerdotalis ” (1994) a interpretação especiosa de que não houve decisão sobre o sacramento indivisível das Sagradas Ordens como um todo, mas sim sobre os graus do episcopal e do escritório sacerdotal que só homens podem receber. Ao fazer uma análise teológica dos fatos doutrinais e histórico-eclesiásticos, no contexto das declarações vinculantes sobre o sacramento da Ordem, deve-se ver muito claramente que a ordenação sacramental, no grau e com o título oficial de “diácono”. não foi e nunca foi administrado na Igreja Católica às mulheres. Ela deriva da “constituição divina da Igreja”, como o Papa João Paulo II decidiu com segurança, que a Igreja não tem autoridade para administrar às mulheres a ordenação sacerdotal. Esta não é a conclusão da história, mas sim da constituição divina da Igreja. Isto, claro, se aplica a todos os três graus sacramentais. Tornou-se costume do público em geral e no uso da Igreja usar a palavra aberta “servo” na versão grega “ diakonos ” como o termo técnico para o primeiro dos três graus de ordenação. Portanto, não é útil falar agora de diáconos femininos não-sacramentais, estabelecendo assim a ilusão de que se trata de reviver uma instituição passada – mas apenas temporária e regionalmente limitada – das diaconisas da Igreja Primitiva. Também contradiz a essência do ofício episcopal e sacerdotal quando se reduz à santificação, para permitir que os leigos – isto é, homens e mulheres em serviço não-sacramental – façam a homilia durante o Missa celebrada por um padre ou bispo. Assim, os sacerdotes se tornariam “altaristas” [“ Altaristen ”: uma palavra humilhante para os sacerdotes que celebram missas sem homilia e cuidado pastoral; este foi um abuso que Lutero detectou e usou para suas polêmicas; GM], algo que na época causou o protesto da Reforma. A Missa é – como Liturgia da Palavra e do Corpo e Corpo de Nosso Senhor – “um só ato de adoração” ( Sacrosanctum concilium56). É por isso que cabe aos bispos e sacerdotes pregar e, no máximo, às vezes deixar que o diácono ordenado faça uma homilia. O serviço na Palavra e no Sacramento tem uma unidade interna. O mais importante ofício dos bispos é o anúncio, do qual decorre também uma lógica interna dos deveres sacramentais ( Lumen gentium 25). Assim como os apóstolos são “servos da Palavra” (Lc 1: 2; Atos 6: 2), também a tarefa dos sacerdotes (bispos, presbíteros) está sendo definida como o serviço na “Palavra e na Doutrina” ( 1 Tim. 5:17). Na ordenação, não estão sendo transferidas competências particulares individuais sem qualquer ordem interna e interconexão. É o único serviço na Palavra, através do qual a Igreja está sendo reunida como uma comunidade da Fé, na qual os Sacramentos da Fé estão sendo celebrados e através da qual o rebanho de Deus está sendo governado por seus pastores designados, em Nome de Cristo e Autoridade. É por isso que os ofícios sacerdotais em doutrina, culto e governo estão unidos na raiz e são meramente diferentes em seus aspectos teológicos, sob os quais olhamos para eles ( Presbyterorum Ordinis).4-6). Na primeira descrição do rito da Missa em Roma por volta do ano 160 dC, o mártir e filósofo Justino diz que durante a liturgia dominical – depois das leituras dos livros bíblicos – o presidente (bispo, presbítero) faz a homilia, e que depois celebra a Santa Eucaristia com Ofertório, Consagração e Comunhão (ver Justino, II. Apologia 65-67). Os sacramentos são sinais e instrumentos da Graça Divina, com a ajuda da qual Deus edifica o cristão individual e a Igreja como um todo. É por isso que não se pode ir às autoridades seculares e reivindicar, em nome dos direitos humanos, o direito de ser ordenado (nem como homem nem como mulher), porque os direitos humanos são instilados na natureza do homem. No que diz respeito à ordem da Graça e à ordem da Igreja, a autoridade civil não tem competência. Somente um católico do sexo masculino pode ser ordenado – se ele for chamado e se a Igreja, representada pelo bispo, reconhecer a autenticidade dessa vocação e então ordenar um candidato apropriado de acordo com as condições canônicas como bispo, sacerdote ou diácono. Somente aqueles que têm dificuldades com esse insight consideram que a Igreja é, na melhor das hipóteses, uma instituição secular e subsequentemente não reconhece o ofício ordenado como uma instituição divina. Tais pessoas, pelo contrário, reduzem o detentor do cargo cristão a um mero funcionário de uma organização religiosa-social. Quão facilmente poderia alguém, nesse caso, exortar os fiéis com as palavras: “Obedeça aos seus líderes e submeta-se a eles; pois eles estão vigiando suas almas, como homens que terão que prestar contas. Deixe-os fazer isso com alegria, e não com tristeza, pois isso não seria vantajoso para você. ”(Hb 13:17) O Magistério do Papa e dos bispos não tem autoridade sobre a substância dos sacramentos (Trento, Decreto sobre a Comunhão sob ambas as espécies, DH 1728; Sacrosanctum Concilium 21). Portanto, nenhum sínodo – com ou sem o Papa – e também nenhum concílio ecumênico, ou somente o Papa, se ele falasse ex cathedra , poderia tornar possível a ordenação de mulheres como bispo, sacerdote ou diácono. Eles iriam contradizer a doutrina definida da Igreja. Seria inválido. Independente disso, há a igualdade de todos os batizados na vida de graça e na vocação a todos os ofícios eclesiásticos e funções para as quais o sacramento do próprio Santo Ordens não é necessário. 5. Sobre o que é importante em relação ao escritório sacerdotal No curso de 2.000 anos de história da Igreja, as constelações culturais e as condições político-sociológicas para a vida da Igreja também mudaram de maneira dramática. No entanto, o ofício sacerdotal sempre foi o mesmo em seus elementos essenciais, seja em uma sociedade feudal, ou no sistema de igrejas de propriedade germânica, durante o estabelecimento dos bispos da corte e do príncipe, ou na época do Ofício de Pedro até 1870 com as vantagens e encargos dos Estados Papais. Como hoje esse ofício é servir o Verbo e os Sacramentos para a salvação do mundo e é o cuidado do pastor que, como Jesus, “pastor e bispo das vossas almas” (1 Pedro 2:25), “Supremo Pastor”, dá a vida pelas ovelhas que lhe foram confiadas (1 Pedro 5: 1). A substância dos sacramentos não está sujeita à autoridade da Igreja. E não se pode juntar um novo modelo do sacerdócio, auxiliado por elementos isolados das Escrituras e da Tradição e ao mesmo tempo omitir a distinção entre decisões dogmaticamente vinculantes e desenvolvimentos em aspectos menores. As imagens sacerdotais desenvolvidas pelos estrategistas pastorais também não são importantes, mas somente a Imagem de Cristo, o Sumo Sacerdote da Nova Aliança, que está eternamente impressa nas almas dos consagrados e em cujo nome e força eles santificam, ensinam e governar os fiéis (Presbyterorum Ordinis 2; 12). Contudo, profundos pensadores alemães envolvidos no processo sinodal têm difamado a alegação central de que os padres agem – em virtude do caráter que receberam em sua ordenação – exatamente como os Apóstolos, “ in persona Christi ” (2 Coríntios 2:10; 2 Coríntios 5:20), o chefe da Igreja ( Presbyterorum ordinis2), chamando-a de causa do clericalismo e até mesmo da causa do abuso sexual da juventude. Este é um insulto inacreditável para muitos pastores diligentes. Esta afirmação significa desmentir a Jesus que primeiro contou os 12 apóstolos e depois os outros 72 discípulos: “Quem ouve a mim, ouve, e quem te rejeita, rejeita-Me; e quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou” (Lc 10 : 16). Um professor alemão de liturgia inadvertidamente se colocou em uma luz ruim, e abertamente em uma contradição com o Concílio Vaticano II, quando afirmou que a celebração diária da Eucaristia – em que o sacrifício de Jesus na Cruz, por amor à humanidade, torna-se presente para o mundo – é a razão para o abuso pedófilo e homofílico da sexualidade. Porque o Concílio diz: “No mistério do Sacrifício Eucarístico, em que os sacerdotes cumprem sua maior tarefa, a obra de nossa redenção está sendo constantemente levada adiante; e, portanto, a celebração diária da missa é fortemente encorajada ”(Presbyterorum ordinis 13). Se durante o processo sinodal na Alemanha, o tópico essencial da transmissão da Fé não for abordado, o declínio será cada vez mais acelerado. Talvez estejamos a caminho de nos tornarmos um “pequeno rebanho”. Mas essa palavra de Jesus não se destina a um sentido sociológico e não tem nada a ver com números pequenos ou grandes. Deus “deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade” (1 Timóteo 2: 4), com a ajuda do único mediador Jesus Cristo, dentro da “casa de Deus, que é a Igreja da Deus vivo, o pilar e baluarte da verdade ”(1 Timóteo 3:15). A Igreja é o povo de Deus entre os povos. E se em uma nação a maioria do povo é católica e, portanto, a comunidade e o Estado são permeados pela cultura cristã, é certamente a vontade de Deus. Nós somos um rebanho “pequeno” na maioria ou em uma diáspora, porque ser cristão na imitação do Senhor Crucificado não é uma questão de adaptação à cultura dominante, ou uma maneira de contradizer essa cultura, mas, sim, uma decisão pessoal. É certamente tão bonito estar no Reno e sonhar com a Amazônia. Mas as impressões dos rios majestosos não podem acalmar o anseio do coração humano, nem as suas águas podem saciar a sede de vida eterna. Somente a água, que Jesus, o Verbo Encarnado de Deus, nos dá, torna-se em nós a “fonte de água que jorra para a vida eterna” (João 4:14). Tradução do site LifeSiteNews #CNBB #Mundo #SínododaAmazônia #AbusosLitúrgicos #Crisenaigreja #IgrejaCatólica

  • PSICOTERAPIA PROFUNDA E LIBERDADE – Dr. José Luís Campinho Pereira

    “Devemos a Freud o princípio do determinismo psicológico, sem o qual seria fútil tentar compreender as atitudes humanas. A ele agradecemos ainda a profunda lição de humildade que foi o reconhecimento do inconsciente dinâmico, golpe de morte na teoria do livre arbítrio”.   Tais palavras são de uma ilustre psiquiatra patrícia, psicanalista não ortodoxa, em sua obra póstuma Nosologia Psiquiátrica (1). Cremos que foi um pouco longe a saudosa colega quando atribuiu ao criador da Psicanálise a paternidade do determinismo. É este tão velho quanto a humanidade.   Dos filósofos do pórtico aos positivistas do século transato, passando pelo fatalismo do Islão, pelo panteísmo psicofísico de Spinoza, por Leibniz com sua tese da ação necessariamente dirigida para o melhor, pelos empiristas ingleses, pelo pessimismo de Schopenhauer, são incontestáveis as teorias contra aquela que foi chamada “la serrure embrouillée de la methaphysique”.   Incontáveis são as inteligências fulgurantes que, pelo menos em vinte e quatro séculos, procuraram justificativas para uma posição que em última análise pouco difere daquela dos tolos de que nos fala o trágico inglês que admiravelmente se desculpam, dizendo-se necessariamente depravados: “Imbecis por vontade do céu, espertos e ladrões por influência das esferas, beberrões e mentirosos ou adúlteros em obediência ao planetas” (2). Mas, se o problema não é de hoje, magno interesse tem na atualidade. Parodiando LAET, diríamos que “se é moléstia antiga, irrefragavelmente assume caráter agudo nos tristes tempos que atravessamos”. Para a reativação dessa enfermidade que deveria estar curada com os progressos da ciência hodierna que vieram abalar os próprios alicerces do fatalismo físico tão de agrado dos nossos velhos discípulos de Comte, vêm colaborando de forma não desprezível certos cultores da chamada psicoterapia profunda.   As sondas de Freud foram as primeiras que penetraram nas profundidades do subsolo da alma. Desde a publicação de suas obras, foram obrigados à intimidade com a psicologia profunda todos aqueles que têm a seu cargo a educação, o julgamento ou a cura dos homens.   Não nos cabe aqui indagarmos os motivos da inusitada penetração do fruto das elucubrações do sábio de Viena em todos os meios.   Diz-nos ALCEU AMOROSO LIMA que, embora menos aparente do que a demográfica, não é menos típica dos tempos modernos, a explosão psíquica. (3) Nesta época em que, no dizer de MARITAIN, acha-se o espírito humano fragmentado, dividido entre o positivismo e o irracionalismo (4), o pobre vivente submetido às forças conjuntas do mundo interior e do meio circundante, viu na Psicanálise uma possibilidade de libertação.  Desmandou-se, porém, Freud e aquilo que era apenas um tratamento para as neuroses, transformou-se em uma teoria pretensamente científica sobre a natureza do homem e, indo mais além, como salienta FROMM, em um movimento, com uma organização internacional de linhas rigorosamente hierárquicas, regras estritas para a inscrição e uma direção por um comitê secreto, constituído de Freud e mais seis outros (5). O fanatismo de alguns dos representantes desse Movimento, a existência de uma “linha partidária” jamais vista em qualquer época dentro da ciência bem cedo provocaria dissidências. Adler, Jung e depois tantos outros tornavam-se cismáticos, deixando o Mestre inconformado com as deserções, pois, transcendendo à simples cura psiquiátrica, desejava Freud, como argumenta o já referido FROMM, “ser um dos grandes líderes ético-culturais do século XX, conquistar o Mundo com os seus dogmas” (6). Fala-nos em libertar o ser humano com o seu tratamento psicanalítico, espera combater os males da civilização com as suas associações livres, cria uma nova espécie de “salvation army”, como ironicamente admite em um dos seus trabalhos (7). Megalomania de um gênio que, lamentavelmente, possuía tão estreita “weltanschauung”, pobre e materialista cosmovisão que reduzia aos instintos o único material da vida mental. Megalomania de um gênio que, embora expoente do materialismo, libertou a humanidade, na expressão de ALLERS, da servidão do biologismo (8), permitiu o restabelecimento do domínio do espírito dentro da ciência mental em uma época em que esta caminhava pela perigosa estrada do determinismo fisiológico. Megalomania de um gênio que, embora abrindo novos horizontes aos pesquisadores da alma humana, caiu no erro de tantos predecessores, estabelecendo uma nova forma de determinismo — o procedimento humano dominado por forças inconscientes». Dando a impressão de que “a vida do homem se desenvolve nele sem ele — como bem acentua NUTTIN (9) — nefasta sem dúvida vem sendo a influência dos psicoterapeutas freudianos sobre os seus analisados, mudando radicalmente a atitude dos mesmos com relação à própria conduta. E, infelizmente, tal herança de Freud vem acompanhando a maioria dos praticantes da psicoterapia profunda mesmo aqueles que divergiram do mestre vienense. Das miríades de seitas em que se multiplicou, subdividiu-se, esboroou-se o pensamento psicanalítico, emanciparam-se algumas do dogma sexual, exageraram-no outras, inventaram todas novos esquemas, novos mitos, novas técnicas, mas muito poucas mudaram a sua atitude em face da liberdade. Praticamente, deterministas são todos os cultores da psicoterapia profunda. Assim o são os seguidores de Melanie Klein, os adlerianos, os discípulos de Jung. Na babel culturalista não são poucos os que associam ao determinismo psicológico, o determinismo social. Louve-se o esforço de Frankl e da legião dos que o seguiram na “análise existencial”, algo do monumental no dizer de GUSTAV VOGEL, devolvendo inclusive à psicologia profunda aquilo que a escolástica denomina de “anima rationalis”, abandonando o termo estafado de “psique” que havia 50 anos parecia inseparável da psicanálise (10). Mas em que pese o desejo profundo de reencontro do sentido do ser, não cogitado pelos demais analistas, frustrados veem os seus esforços os nossos existencialistas ao buscarem o êstase ontológico, na palavra de MARITAIN, “dans le brisement de la raison et l’experience du Desespoir et du Néant, de l’Angoisse ou de I’Absurdité” (11). Sem a realidade ontológica, sem a compreensão e convicção da existência do ser, como poderemos ter ordem e unidade na vida do homem? Se, como vimos, a psicologia profunda parcela-se, fragmenta-se, multiplica-se, progressiva e indefinidamente em escolas que buscam, em sessões psicoterápicas, o aperfeiçoamento do homem e se, desse progressivo e indefinido afastamento dos dogmas freudianos dos seus primórdios, persiste quase exclusivamente o determinismo do inconsciente, cabe-nos perguntar como o Pe. RIQUET ao abrir um dos seus famosos sermões da Notre Dame: Cristãos, somos livres? Existirão realmente homens verdadeiramente livres? Existirá erro de fato na posição dos nossos psicanalistas de hoje como na que tiveram no passado inúmeros filósofos, moralistas, historiadores, criminologistas, biólogos e sociólogos ao negarem a liberdade do homem e condicionarem a sua conduta à hereditariedade. ao meio geográfico,  ao ambiente social, à educação, a uma série de circunstâncias oriundas do mundo circundante? Haverá mesmo uma força ativa da vontade pela qual, postas todas as circunstâncias, requisitas para agir, possa a mesma agir ou não? Poderemos afirmar sem qualquer dúvida a nossa capacidade de dizermos “Sim” ou “Não” e decidirmos o nosso comportamento moral independentemente do nosso inconsciente dinâmico? Será que não passamos de simples cata-ventos como queria Spinoza? Não temos receio da afirmação de que a existência do livre arbítrio é um fato evidente.   Difícil é arranjar provas para negá-la. Só os hábeis sofismas de alguns ou o irracionalismo de muitos, encontraram obstáculos na abertura daquela fechadura que, como escreve o nosso mestre Pe. CERRUTI, tão facilmente seria aberta com a chave de ouro da tradição escolástico-tomista.  (12). Escrevem os nossos psicanalistas sobre o determinismo nos seus tratados, fazem largo uso do mesmo nos seus colóquios ao divã mas, na prática individual, humanos que são, como dizia JULES SIMON, “falam, sentem e vivem como se acreditassem na liberdade.   Não duvidam, mas se esforçam por duvidar” (13). De que somos capazes de atos livres, dissemos, atesta-nos a consciência com a mesma clareza que nos dá conta da nossa existência. E esse testemunho não poderá ser ilusório pois para que houvesse ilusão de liberdade, necessária fora a presença de um ato livre anterior. O consenso universal da existência do dever e da responsabilidade bastaria, por outro lado, para demonstrar a realidade do livre arbítrio. Que restaria da moral, do direito, da pedagogia, da nossa tão cara psiquiatria se não existisse a liberdade? Que faríamos nós, pobres psiquiatras obrigados à avaliação da reponsabilidade em perícias forenses, se não acreditássemos no livre arbítrio? Sem este qualquer lei seria absurda, quer no ajustamento do “eu” ao universo e a seu princípio, lei natural e lei divina, quer nas relações do “eu” com os outros “eu” da mesma natureza, leis civis e sociais. Incidem os discípulos de Freud no mesmo erro de muitos deterministas anteriores, erro em que caiu até a luminosa inteligência de Leibniz. “A vontade segue necessariamente o motivo mais forte, como a balança se inclina necessariamente para o lado onde o peso é maior”. O motivo seria o determinante do agir. Para eles, acentua CERRUTI, “a deliberação consiste exclusivamente em procurar qual é o melhor motivo, ficando indecisa enquanto não o acha”, (14) na situação atribuída classicamente ao asno de Buridan. Não é o que nos demonstra a experiência que nos evidencia a indecisão ocorrendo na presença de motivos desiguais, optando a vontade pelo motivo menor em muitos desses casos, podendo escolher um ou outro diante de dois iguais. A história universal está à disposição de todos para afirmar os triunfos da vontade humana: Os grandes navegadores, os cientistas, os artistas, os fundadores de império e religiões. Que prova maior de liberdade do que o episódio dos mártires cristãos, repetido em todas as épocas, em todas as latitudes: “Possunt quia posse videntur”, diria o imortal VIRGÍLIO. Mas se a vontade é fruto de uma atividade autônoma, primária, da vida psíquica, ensina-nos GEMELLI — por outro lado manifesta-se como expressão de toda a personalidade humana (15). Dizia BERGSON que “a liberdade humana existe, mas é cara como o gênio e a santidade” (16). E, realmente, jamais poderíamos admitir que o homem seja totalmente independente. Com humildade, não de deterministas, mas de cristãos, somos obrigados a reconhecer que, como salienta o Pe RIQUET, “nossa liberdade não pode ser nem a de um anjo, nem a de Deus.” (17) Devemos ter presentes as dimensões do nosso livre arbítrio. Espírito criado em uma condição carnal e gregária, o mundo circundante, físico e significativo, atua a todo instante sobre a personalidade do homem da  mesma forma que a explosão atômica das forças incônscias, dificultando em muitas circunstâncias o ato livre. Nosso agir, não podemos negar, acha-se condicionado por miríades de forças interiores, como pelo estado do universo ambiente e pelas pressões sociológicas que se exercem sobre nós, complexos “tissus de corps e d’âme”. Em todas as escolas que praticam a psicoterapia das profundidades encontramos algo de verdadeiro que nós, não psicanalistas, criticamos apenas pelo fanatismo da exclusividade ou da generalização. Mas não podemos esquecer que no interior do homem há um “eu” pensante e voluntário capaz de modificar aquelas condições extraconscientes que o impulsionam ou o impedem de agir. Nossa consciência, imortal e celeste voz, como diria o controvertido JEAN JACQUES, “guide assuré d’un être ignorant et borné, mais intelligent et libre”, atesta-nos diariamente que não podemos substituir os conceitos de “BEM” e de “MAL” (18) pelos de “Normal e “Patológico” como estão pretendendo alguns cultores da psicoterapia profunda. Escreve LOPEZ IBOR que, junto à tecnologia e à socialização, a psicologia completa a trindade que domina a medicina moderna (19). Iríamos mais longe e diríamos que essa trindade está presente em todos os setores de atividade do homem da era dos foguetes interplanetários. É preciso que esse homem que perdeu o sentido do amor e o sentido do ser, esse homem antropocêntrico dos nossos dias encontre realmente a resposta às suas inquietações. Mas que essa resposta não seja uma psicoterapia mal orientada que procure, com artimanhas do espírito, destruir a milenar sabedoria e, principalmente, abafar o grito da consciência. Mesmo porque esta adormece, mas não morre. Como o autor do “Gênio do Cristianismo” poderíamos terminar interrogando: “Pourquoi y a-t-il une voix dans le sang, une parole dans la pierre?”  O tigre dilacera a sua presa e dorme, mas é longa a vigília do homicida”. (20) Notas (1) Doyle, Iracy. Nosologia Psiquiátrica. Rio, 1961, p. 16. (2) Shakespoare, W. Rei Lear, ato II. (3) Amoroso Lima, Alceu. “Diálogo da Igreja com o Mundo moderno”. Paz e Terra, I – 1:11 – 27 de Julho 1966. (4) Maritain, Jacques. Raison et Raisons. Paris, Egloff, 1947, p. 167. (5) Fromm, Erich.— O Dogma de Cristo. Rio, Zahar, 1964, p. 105. (6) Fromm, Erich, obra citada, p. 114. (7) Freud, S. Obras Completas. Vol. XVIII. Rio, Delta, p. 220. (8) Allers, Rudolf. Freud. Estudo crítico da Psicanálise. 3ª ed. Porto, Tavares Martins, 1956, p. 341. (9) Nuttin, Joseph. Um ponto de vista cristão na psicanálise. Service Social dans le Monde, 1952. (10) Vogel, Gustav. Que sabemos acerca da alma? Petrópolis, Vozes, 1963. p. 151. (11) Maritain, Jacques, op. cit., p. 169. (12) Cerruti S. J., Pe. Pedro. A caminho da Verdade Suprema, p. 298. (13) Simon, Jules (cit. por Cerruti, p. pág. 306). (14) Cerruti, Pe. Pedro, op. cit., p. 327. (15) Gemelli, A. & Zunini, G. Introduccion a la Psicologia. Barcelona, Luis Miracle Ed., 1953, p. 334. (16) In: Pende, Nicola. Biologia e liberdade moral. Heresias do nosso tempo. Porto, Tavares Martins, 1956, p. 111. (17) Riquet S. J., Michel. L’Eglise liberte du monde. Paris, Spes, 1955, p. 28. (18) Rousseau, Jean-Jacques. Émile. Extr. de Leçons Françaises de Littérature et de Morale par MM Noel et De La Place. Bruxelles, 1862, p. 124. (19) Lopes-Ibor, J. J. Le Monde attend  l’Église. Paris, Fleurus, 1957, p. 196. (20) Chateaubriand. Génie du Christianisme. Extr. de Leçons Françaises de Litt. et de Morale. Bruxelles, 1862, pág. 124. (Em Católicos e medicina hoje. Anais do II Congresso Católico Brasileiro de Medicina. São Paulo, Faculdade de Medicina da USP, 1967) (Dr. José Luís Campinho Pereira, carioca, foi neurologista e psiquiatra. Professor na Faculdade de Medicina de Vassouras, RJ, com doutorado na UFRJ em Psiquiatria e Saúde Mental)

  • SUPLICARAM E FORAM OUVIDOS – Scott Hahn reflete sobre o 17º Domingo do Tempo Comum

    Embora sejamos “pó e cinza”, podemos tomar a liberdade de nos aproximar e falar corajosamente a Nosso Senhor, como Abraão o fez na primeira leitura desta semana. Mas mesmo Abraão — o amigo de Deus (Isaías 41, 8), nosso pai na fé (Romanos 4, 12) — não conhecia a intimidade que já temos como filhos de Abraão, herdeiros das bênçãos prometidas a seus descendentes (Gálatas 3, 7-29). O mistério da oração, como Jesus o revela aos Seus discípulos no Evangelho desta semana, consiste no relacionamento vivo dos filhos e filhas amados com o Pai celestial. Nossa oração é puro dom, possibilitado pela “bondosa dádiva” do Pai — o Espírito Santo de Seu Filho. É o fruto da Nova Aliança, pela qual nos tornamos filhos de Deus em Cristo Jesus (Gálatas 4, 6-7; Romanos 8, 15-16). Através do Espírito, que nos foi dado no Batismo, podemos invocar a Deus como nosso Pai — sabendo que quando O invocarmos, Ele haverá de responder. Jesus ensina Seus discípulos a perseverarem na oração, como Abraão persistiu implorando a misericórdia de Deus pelos inocentes de Sodoma e Gomorra. Por causa de Jesus, o Homem justo, Deus poupou da destruição a cidade do homem (Jeremias 5, 1; Isaías 53), eliminando  as obrigações legais que tínhamos para com Ele, como Paulo diz na epístola desta semana. Na Cruz, Jesus carregou nossas culpas, cancelou a conta que devíamos a Deus, a morte que merecemos sofrer por nossas transgressões. E por isso que rezamos: por ter sido poupados, visitados em nossa aflição, salvos de nossos inimigos. Nossa oração é sempre uma oração de ação de graças (que é o significado literal da palavra Eucaristia). É o cumprimento da promessa do Salmo desta semana: “Perante os vossos anjos vou cantar-vos e ante o vosso templo vou prostrar-me”. Confiantes é que nós pedimos, sabendo que receberemos, que Ele irá completar em nós a obra já iniciada; ou seja, ressuscitando-nos dentre os mortos e conduzindo-nos, enfim, à vida eterna junto Dele. https://stpaulcenter.com/asked-and-answered-scott-hahn-reflects-on-the-seventeenth-sunday-in-ordinary-time/

  • Conheça o incrível testemunho de conversão de Roberto Alvim, um dos mais premiados diretores de teat

    Roberto Alvim, 46 anos, carioca, católico de Missa diária, diretor teatral e dramaturgo, conta em um testemunho incrível como ocorreu sua conversão. O diretor carioca Roberto Alvim, hoje com 46 anos, despontou nos palcos paulistanos no fim da década de 2000. Ao lado de sua mulher, a atriz Juliana Galdino, ele fundou a Cia. Club Noir em 2006 e beirou a unanimidade nos anos de 2010 com espetáculos marcantes, como Tríptico Samuel Beckett e Leite Derramado, que sempre vinham seguidos de enormes elogios de artistas e formadores de opinião. Assista na íntegra a entrevista transmitida na estreia do programa “NA VERDADE” do dia 20/07/2019 na Rede Século XXI: Após assistir o vídeo na qual ele dá muitos detalhes e ênfase ao seu testemunho de conversão, leia também sua entrevista ao jornal Gazeta do Povo na qual ele conta como sua vida mudou profissionalmente. Boicotado pela esquerda, diretor Roberto Alvim desabafa: “Minha carreira praticamente acabou” “O diretor de teatro Roberto Alvim atendeu a reportagem da Gazeta do Povo na sexta-feira (7), por telefone, de dentro de seu teatro, a Companhia Club Noir, que ele e esposa, a atriz Juliana Galdino, mantêm há 12 anos na rua Augusta, em São Paulo. Logo no início da conversa, informou: “Estou aqui no meio dos escombros do teatro, porque a gente está fazendo a mudança, tirando equipamentos de luz, som, cadeiras, tudo. Estou fechando meu teatro no dia 25. Hoje, a minha carreira praticamente acabou por conta do meu apoio ao presidente Jair Bolsonaro e por conta da minha admiração declarada ao professor Olavo de Carvalho”. Nascido no Rio de Janeiro, Alvim tem 45 anos e dirige peças de teatro desde os 18. Conduziu algumas das montagens mais premiadas na história recente do Brasil, como Homem sem Rumo, Fedra e Leite Derramado, esta baseada no romance homônimo de Chico Buarque, de quem era amigo pessoal. Entre 2009 e 2015, coordenou o Núcleo de Dramaturgia do Sesi em Curitiba. “Dei aulas em Curitiba durante sete anos. Foi muito bom, porque formou uma geração inteira de dramaturgos e diretores que estão produzindo direto agora”, ele diz. Alvim vivia das oficinas de atuação que realizada no Club Noir, quatro ao ano, sempre com cerca de 15 alunos, e também chegou a dirigir 16 peças por ano, incluindo textos de Shakespeare, Ibsen, Jean Genet, Samuel Beckett e Harold Pinter. Tudo isso acabou depois que ele declarou apoio ao candidato à presidência Jair Bolsonaro. Na entrevista, Roberto Alvim explica que era de esquerda, ainda que não convicto, até ficar à beira da morte, há dois anos. Desde então, sua vida mudou completamente. Todos os seus amigos o abandonaram e as ameaças se acumularam. No momento em que nenhum aluno apareceu para suas oficinas e o Sesc informou por e-mail que uma peça pronta para estrear seria cancelada, Alvim percebeu que não tinha mais espaço no teatro nacional. A doença “Eu tive uma conversão bem radical de dois anos para cá. Tive um problema de saúde muito sério, descobri um tumor no intestino. Até fazer a biópsia, eu me considerava condenado à morte. Esse tumor na verdade era benigno, mas estava causando uma série de problemas, e eu estava muito mal. Tenho 1,90 m de altura e estava pesando 75 quilos. Tinha febre permanentemente. Até que um dia, chegando em casa depois de uma noite no hospital, a babá do meu filho, que era evangélica, pediu para fazer uma oração. Falei para ela sair do meu quarto. Como todo intelectual, eu era ateu convicto. Mas a minha mulher falou, ‘deixa ela fazer a oração, mal não fará’. E ela colocou a mão na minha cabeça e começou a orar. E eu senti uma energia, uma luz. Eu levantei da cama, no dia seguinte fui para o hospital, o tumor tinha praticamente desaparecido. Foi um milagre”. A conversão religiosa “Foi então que eu vi que existiam coisas que eu não conhecia. Comecei a frequentar a igreja católica diariamente, indo a duas missas por dia. Tive uma série de epifanias, de iluminações. Me tornei cristão convicto, na minha vida hoje há a misericórdia de Nosso Senhor Jesus Cristo, diretamente. Comecei a fazer cursos de teologia com o padre Paulo Ricardo. E mergulhei de cabeça nos escritos do professor Olavo de Carvalho”. Recuo inicial “Demorei muito para sair do armário como o conservador que eu tinha me tornado. Quando houve a facada no candidato Bolsonaro, eu fiquei tão chocado que me pronunciei publicamente em redes sociais. Foi na véspera da estreia do Drácula, uma peça com Cacá Carvalho, no Centro Cultural Banco do Brasil, aqui em São Paulo. E a peça estreou no dia seguinte sem o Cacá Carvalho falar comigo. Era um monólogo, e meu ator não falava mais comigo. O pessoal da classe teatral, meus amigos de décadas, deram as costas para mim no foyer do teatro. Eu estendi a mão para uma pessoa célebre aqui em São Paulo e ela virou a cara diante da minha mão estendida. Eu passava e as pessoas falavam: ‘fascista!’. Tive muito medo de ter destruído a minha carreira. E voltei atrás. Apaguei uma série de postagens que já tinha feito, disse que eu tinha me solidarizado com o candidato como me solidarizaria com qualquer outro que tivesse sido vítima de violência por motivação ideológica. Tenho vergonha disso, de ter me acovardado, mas tive medo porque comecei a sentir que a barra ficou muito pesada da noite para o dia”. Leia também: A ILUSÃO DA MISERICÓRDIA SEM CONVERSÃO E SEM ARREPENDIMENTO. Posicionamento definitivo “Depois da eleição do presidente, eu não aguentei mais. O meu medo de estar destruindo a minha carreira foi menor do que a consciência da verdade. Então eu saí do armário de vez em dezembro. De lá para cá, eu, a minha mulher e a minha companhia temos sofrido agressões. A minha mulher foi chamada de racista. As pessoas organizaram uma invasão a uma apresentação de uma montagem minha de Fedra, do Racine, no CCBB de Belo Horizonte. Eles organizaram uma invasão do teatro. A partir daí, a gente teve que fazer todas as sessões com presença da polícia. No Rio de Janeiro, pessoas que foram meus alunos publicaram posts dizendo que, se eu tentar entrar na cidade com algum espetáculo, eu não saio vivo de lá”. Reação dos colegas “Antes de eu ficar doente, dois dos meus melhores amigos eram o Chico Buarque e o Vladimir Safatle, um dos maiores filósofos da esquerda radical aqui em São Paulo. Hoje não tenho mais os direitos da minha adaptação do texto Leite Derramado. Uma série de atores de São Paulo escreveu que se envergonhava de ter trabalhado comigo. Pessoas que iriam trabalhar em espetáculos comigo desistiram. E agora, o Sesc cancelou, por e-mail, de forma sumária, um espetáculo que estava sendo negociado desde o ano passado. Faltava uma semana para os ensaios começarem. E agora ninguém atende mais meus telefonemas no Sesc. Todos os meus projetos foram cancelados. Trabalhei com milhares de atores de teatro, e muitas celebridades também. E hoje é impossível que algum ator da rede Globo atenda meu telefonema. As pessoas me bloquearam, em redes sociais e no WhatsApp. Quando eu puxo o contato da pessoa, ela não existe mais na minha lista”. Contra o aborto “Há um esquerdismo introjetado de uma tal maneira que a ideia de você ser conservador, de direita, apoiador do presidente, é relacionada diretamente à encarnação do mal. Não há possibilidade de diálogo, porque há um ódio, uma defenestração automática. Eu sou radicalmente antiaborto, por exemplo, o que já causa um problema muito sério, na medida em que meus melhores amigos sempre foram ‘abortistas’ de carteirinha. Na classe teatral é impossível você ser contra o aborto. Estou numa situação completamente à margem”. Leia também: Glória Polo: “Fui julgada e condenada, mas Deus me deu uma segunda chance!” Pacto de mediocridade Qualquer pessoa tira a roupa. Agora, para atuar precisa de talento, trabalho, elaboração. Então é muito mais fácil você abrir um festival de teatro com 20 pessoas se contorcendo enquanto toca uma música estridente, porque qualquer idiota da plateia sabe que também pode fazer isso. Cria-se um pacto de mediocridade. O cara entra em cena e conta a história pessoal dele, como ele saiu do armário, porque ele é homossexual. Não há a criação de um personagem, de uma gestualidade, de uma voz específica. Quando, na verdade, a obra de arte é a elaboração poética, é a transfiguração do real por meio justamente da criação de narrativas, de símbolos, de signos, de arquétipos em cena. Contar a própria história pessoal por uma hora e meia não acrescenta nada para a história da arte. Obras de arte desvelam a complexidade do ser humano, que é algo que a esquerda mais rechaça. O que ela quer afirmar é que o ser humano não tem complexidade nenhuma”. Futuro “Não sei o que vou fazer com essa carreira de mais de cem espetáculos, montados no Brasil inteiro e em sete países do mundo. Estou à espera de um milagre, à espera de que alguma coisa aconteça para me dar munição, estrutura, para que um teatro alinhado aos valores conservadores, ao desvelamento da complexidade da condição humana, ao amor aos clássicos, aos mestres do passado, uma arte alinhada consiga ser erigida no Brasil dentro do campo do teatro a partir de agora. Aos 46 anos de idade, estou começando do zero. Não conheço os caminhos de Deus, mas sei que, se tudo isso está acontecendo, é porque tem um propósito. Tenho fé de que esse propósito vai se revelar em breve para mim. Não acredito que eu tenha tido uma segunda chance na vida para naufragar no vazio”.” Leia a entrevista completa em: Gazeta do Povo #Conversão #Política #Brasil #Santidade #Testemunho

  • Conheça o incrível testemunho de conversão de Roberto Alvim, um dos mais premiados diretores de teat

    Roberto Alvim, 46 anos, carioca, católico de Missa diária, diretor teatral e dramaturgo, conta em um testemunho incrível como ocorreu sua conversão. O diretor carioca Roberto Alvim, hoje com 46 anos, despontou nos palcos paulistanos no fim da década de 2000. Ao lado de sua mulher, a atriz Juliana Galdino, ele fundou a Cia. Club Noir em 2006 e beirou a unanimidade nos anos de 2010 com espetáculos marcantes, como Tríptico Samuel Beckett e Leite Derramado, que sempre vinham seguidos de enormes elogios de artistas e formadores de opinião. Assista na íntegra a entrevista transmitida na estreia do programa “NA VERDADE” do dia 20/07/2019 na Rede Século XXI: Após assistir o vídeo na qual ele dá muitos detalhes e ênfase ao seu testemunho de conversão, leia também sua entrevista ao jornal Gazeta do Povo na qual ele conta como sua vida mudou profissionalmente. Boicotado pela esquerda, diretor Roberto Alvim desabafa: “Minha carreira praticamente acabou” “O diretor de teatro Roberto Alvim atendeu a reportagem da Gazeta do Povo na sexta-feira (7), por telefone, de dentro de seu teatro, a Companhia Club Noir, que ele e esposa, a atriz Juliana Galdino, mantêm há 12 anos na rua Augusta, em São Paulo. Logo no início da conversa, informou: “Estou aqui no meio dos escombros do teatro, porque a gente está fazendo a mudança, tirando equipamentos de luz, som, cadeiras, tudo. Estou fechando meu teatro no dia 25. Hoje, a minha carreira praticamente acabou por conta do meu apoio ao presidente Jair Bolsonaro e por conta da minha admiração declarada ao professor Olavo de Carvalho”. Nascido no Rio de Janeiro, Alvim tem 45 anos e dirige peças de teatro desde os 18. Conduziu algumas das montagens mais premiadas na história recente do Brasil, como Homem sem Rumo, Fedra e Leite Derramado, esta baseada no romance homônimo de Chico Buarque, de quem era amigo pessoal. Entre 2009 e 2015, coordenou o Núcleo de Dramaturgia do Sesi em Curitiba. “Dei aulas em Curitiba durante sete anos. Foi muito bom, porque formou uma geração inteira de dramaturgos e diretores que estão produzindo direto agora”, ele diz. Alvim vivia das oficinas de atuação que realizada no Club Noir, quatro ao ano, sempre com cerca de 15 alunos, e também chegou a dirigir 16 peças por ano, incluindo textos de Shakespeare, Ibsen, Jean Genet, Samuel Beckett e Harold Pinter. Tudo isso acabou depois que ele declarou apoio ao candidato à presidência Jair Bolsonaro. Na entrevista, Roberto Alvim explica que era de esquerda, ainda que não convicto, até ficar à beira da morte, há dois anos. Desde então, sua vida mudou completamente. Todos os seus amigos o abandonaram e as ameaças se acumularam. No momento em que nenhum aluno apareceu para suas oficinas e o Sesc informou por e-mail que uma peça pronta para estrear seria cancelada, Alvim percebeu que não tinha mais espaço no teatro nacional. A doença “Eu tive uma conversão bem radical de dois anos para cá. Tive um problema de saúde muito sério, descobri um tumor no intestino. Até fazer a biópsia, eu me considerava condenado à morte. Esse tumor na verdade era benigno, mas estava causando uma série de problemas, e eu estava muito mal. Tenho 1,90 m de altura e estava pesando 75 quilos. Tinha febre permanentemente. Até que um dia, chegando em casa depois de uma noite no hospital, a babá do meu filho, que era evangélica, pediu para fazer uma oração. Falei para ela sair do meu quarto. Como todo intelectual, eu era ateu convicto. Mas a minha mulher falou, ‘deixa ela fazer a oração, mal não fará’. E ela colocou a mão na minha cabeça e começou a orar. E eu senti uma energia, uma luz. Eu levantei da cama, no dia seguinte fui para o hospital, o tumor tinha praticamente desaparecido. Foi um milagre”. A conversão religiosa “Foi então que eu vi que existiam coisas que eu não conhecia. Comecei a frequentar a igreja católica diariamente, indo a duas missas por dia. Tive uma série de epifanias, de iluminações. Me tornei cristão convicto, na minha vida hoje há a misericórdia de Nosso Senhor Jesus Cristo, diretamente. Comecei a fazer cursos de teologia com o padre Paulo Ricardo. E mergulhei de cabeça nos escritos do professor Olavo de Carvalho”. Recuo inicial “Demorei muito para sair do armário como o conservador que eu tinha me tornado. Quando houve a facada no candidato Bolsonaro, eu fiquei tão chocado que me pronunciei publicamente em redes sociais. Foi na véspera da estreia do Drácula, uma peça com Cacá Carvalho, no Centro Cultural Banco do Brasil, aqui em São Paulo. E a peça estreou no dia seguinte sem o Cacá Carvalho falar comigo. Era um monólogo, e meu ator não falava mais comigo. O pessoal da classe teatral, meus amigos de décadas, deram as costas para mim no foyer do teatro. Eu estendi a mão para uma pessoa célebre aqui em São Paulo e ela virou a cara diante da minha mão estendida. Eu passava e as pessoas falavam: ‘fascista!’. Tive muito medo de ter destruído a minha carreira. E voltei atrás. Apaguei uma série de postagens que já tinha feito, disse que eu tinha me solidarizado com o candidato como me solidarizaria com qualquer outro que tivesse sido vítima de violência por motivação ideológica. Tenho vergonha disso, de ter me acovardado, mas tive medo porque comecei a sentir que a barra ficou muito pesada da noite para o dia”. Leia também: A ILUSÃO DA MISERICÓRDIA SEM CONVERSÃO E SEM ARREPENDIMENTO. Posicionamento definitivo “Depois da eleição do presidente, eu não aguentei mais. O meu medo de estar destruindo a minha carreira foi menor do que a consciência da verdade. Então eu saí do armário de vez em dezembro. De lá para cá, eu, a minha mulher e a minha companhia temos sofrido agressões. A minha mulher foi chamada de racista. As pessoas organizaram uma invasão a uma apresentação de uma montagem minha de Fedra, do Racine, no CCBB de Belo Horizonte. Eles organizaram uma invasão do teatro. A partir daí, a gente teve que fazer todas as sessões com presença da polícia. No Rio de Janeiro, pessoas que foram meus alunos publicaram posts dizendo que, se eu tentar entrar na cidade com algum espetáculo, eu não saio vivo de lá”. Reação dos colegas “Antes de eu ficar doente, dois dos meus melhores amigos eram o Chico Buarque e o Vladimir Safatle, um dos maiores filósofos da esquerda radical aqui em São Paulo. Hoje não tenho mais os direitos da minha adaptação do texto Leite Derramado. Uma série de atores de São Paulo escreveu que se envergonhava de ter trabalhado comigo. Pessoas que iriam trabalhar em espetáculos comigo desistiram. E agora, o Sesc cancelou, por e-mail, de forma sumária, um espetáculo que estava sendo negociado desde o ano passado. Faltava uma semana para os ensaios começarem. E agora ninguém atende mais meus telefonemas no Sesc. Todos os meus projetos foram cancelados. Trabalhei com milhares de atores de teatro, e muitas celebridades também. E hoje é impossível que algum ator da rede Globo atenda meu telefonema. As pessoas me bloquearam, em redes sociais e no WhatsApp. Quando eu puxo o contato da pessoa, ela não existe mais na minha lista”. Contra o aborto “Há um esquerdismo introjetado de uma tal maneira que a ideia de você ser conservador, de direita, apoiador do presidente, é relacionada diretamente à encarnação do mal. Não há possibilidade de diálogo, porque há um ódio, uma defenestração automática. Eu sou radicalmente antiaborto, por exemplo, o que já causa um problema muito sério, na medida em que meus melhores amigos sempre foram ‘abortistas’ de carteirinha. Na classe teatral é impossível você ser contra o aborto. Estou numa situação completamente à margem”. Leia também: Glória Polo: “Fui julgada e condenada, mas Deus me deu uma segunda chance!” Pacto de mediocridade Qualquer pessoa tira a roupa. Agora, para atuar precisa de talento, trabalho, elaboração. Então é muito mais fácil você abrir um festival de teatro com 20 pessoas se contorcendo enquanto toca uma música estridente, porque qualquer idiota da plateia sabe que também pode fazer isso. Cria-se um pacto de mediocridade. O cara entra em cena e conta a história pessoal dele, como ele saiu do armário, porque ele é homossexual. Não há a criação de um personagem, de uma gestualidade, de uma voz específica. Quando, na verdade, a obra de arte é a elaboração poética, é a transfiguração do real por meio justamente da criação de narrativas, de símbolos, de signos, de arquétipos em cena. Contar a própria história pessoal por uma hora e meia não acrescenta nada para a história da arte. Obras de arte desvelam a complexidade do ser humano, que é algo que a esquerda mais rechaça. O que ela quer afirmar é que o ser humano não tem complexidade nenhuma”. Futuro “Não sei o que vou fazer com essa carreira de mais de cem espetáculos, montados no Brasil inteiro e em sete países do mundo. Estou à espera de um milagre, à espera de que alguma coisa aconteça para me dar munição, estrutura, para que um teatro alinhado aos valores conservadores, ao desvelamento da complexidade da condição humana, ao amor aos clássicos, aos mestres do passado, uma arte alinhada consiga ser erigida no Brasil dentro do campo do teatro a partir de agora. Aos 46 anos de idade, estou começando do zero. Não conheço os caminhos de Deus, mas sei que, se tudo isso está acontecendo, é porque tem um propósito. Tenho fé de que esse propósito vai se revelar em breve para mim. Não acredito que eu tenha tido uma segunda chance na vida para naufragar no vazio”.” Leia a entrevista completa em: Gazeta do Povo #Conversão #Política #Brasil #Santidade #Testemunho

  • Concebida em estupro, Miss Pensilvânia é exemplo vivo que devemos defender vida desde a concepção se

    Valerie Gatto, ex-Miss Pensilvânia, tinha seus 9 anos de idade quando descobriu a dolorida verdade que fora concebida quando sua mãe foi estuprada de uma forma aterrorizante. A mãe de Valerie, Theresa, tinha apenas 19 anos quando o ataque ocorreu. O estuprador, portando uma faca, tinha a intenção de matá-la também. Mas seus planos foram frustrados, quando uma luz misteriosa surgiu de uma fonte desconhecida. Essa luz permitiu que a mãe de Valerie escapasse antes que o criminoso pudesse fazer algo pior, tirar sua vida. “Eu gosto de pensar nessa luz como minha mãe e meu anjo da guarda”, disse Valerie ao Life Site News. Não muito tempo depois do ataque, a mãe de Valerie descobriu que estava grávida. Descobrindo a verdade Tendo dito a versão da história, apropriada para a idade de 9 anos de Valerie, sua mãe lhe disse: “Algo de ruim aconteceu comigo. Um homem muito mau me machucou, mas Deus me deu você”. Valerie disse em uma entrevista à CBS Pittsburgh, que a mãe nunca considerou o aborto uma opção. Para ela, a vida era um presente miraculoso, independentemente das circunstâncias ou da sua concepção. No entanto, Theresa inicialmente tinha planos de colocar sua filha para adoção, acreditando que talvez pudesse ter uma vida mais estável em outro lugar. Mas depois que Valerie nasceu, a avó convenceu a filha de que ela poderia criar a criança sozinha. “Deus não nos dá mais do que podemos suportar. Sempre nos é dada a graça de nos sustentar”, disse a avó de Valerie à filha na época. A avó foi quem inspirou a mãe de Valerie a criar sua filhinha, em vez de entregá-la para adoção como planejado. Criada em amor Aos 20 anos, Theresa deixou a faculdade de direito para criar sua filha, que cresceu com a mãe e os avós maternos em um lar estável e amoroso. Valerie disse que nunca se sentiu por um segundo, como se sua mãe se arrependesse de sua decisão de mantê-la. Valerie nos braços de sua mãe Theresa. Foto: Arquivo pessoal. A jovem foi criada indo à Igreja todos os domingos e, como resultado, a fé se tornou um ponto central fundamental em sua vida. De acordo com a Life Site News, Theresa era encarregada do programa de cestas básicas de sua igreja, fazendo e levando as cestas para os necessitados da comunidade. Valerie ia sempre junto com sua mãe, e essa vida de servir ao próximo motivou a jovem hoje, a se voluntariar em várias outras áreas também. Valerie disse que sua mãe e suas próprias experiências a ensinaram a viver sua vida com a percepção de como transformar o mal em bem. Valerie se envolveu em vários projetos, como doação de roupas e presentes para crianças doentes em tratamento hospitalar. Também participou de um projeto chamado Operação Querida Abby, que envia cartões para os membros militares dos EUA, que estão longe de suas famílias no exterior. Em seguida, Valeire ingressou na faculdade, ganhando honras da Universidade de Pittsburgh. Desde sua graduação, ela continuou a servir em várias outras funções dentro da comunidade, como ajudar em um banco de alimentos local e doar roupas para uma organização, que usa as doações para ajudar a suprir as necessidades de outras mulheres. Transformando vidas com sua história A dolorosa história de estupro e sobrevivência da mãe de Valerie incutiu no profundo desejo de sua filha ajudar outras mulheres a aprenderem a se proteger da agressão sexual e do caos que deixam para trás. “Infelizmente, temos que estar cientes desses crimes. Espero mostrar aos outros como ser proativo, o que fazer, estar presente, estar ciente do que o rodeia, pequenas coisas como essa… estou educando as mulheres sobre um tópico que é tão sério, mas é tão incrível ver respostas. Elas dizem que isso muda a vida delas “, disse Valerie. A jovem está obviamente cheia de uma convicção desinibida, verdadeira compaixão e um desejo palpável de se aproximar de outras mulheres. “Espero fazer a diferença e lançar uma luz sobre a agressão sexual e estupro para mulheres jovens”, disse Valerie. Em uma sociedade onde, infelizmente, mesmo uma quantidade considerável daqueles que se identificam como “pró-vida” aceitam o aborto na estranha circunstância ou estupro, Valerie é um farol brilhante que humaniza e ilumina o contra-argumento: vida desde a concepção sem exceção. A jovem dá um rosto, um nome e uma voz para as inúmeras pessoas silenciosas que foram concebidas em estupro. Sabe-se que a maioria das vítimas de estupro que ficam grávidas escolhem manter seus bebês, e os defensores do aborto em casos de agressão sexual, muitas vezes desconhecem quão doloroso e insensível seu argumento é, tanto para as vítimas de estupro, quanto para seus filhos. Valerie, usou sua plataforma como Miss Pensilvânia em 2014, então com 24 anos, para ensinar aos outros sobre o direito à vida, que ela acredita que deveria ser desfrutada por todas as crianças concebidas em estupro. “Eu não me prepararei para ser a Miss USA por cinco meses. Tenho sido minha vida inteira. Cresci com minha mãe e meus avós. Eles nunca viram o que aconteceu como algo negativo. Eu tenho uma família amorosa e solidária, que me disse que eu poderia ser o presidente dos Estados Unidos”, disse Valerie em entrevista à CBS. E essa mesma paixão e perseverança que Valerie empregou na campanha de 2014 competindo pela Miss USA, ela usa em sua busca de ajudar o próximo. “Acredito que Deus me coloque aqui por uma razão: para inspirar as pessoas, encorajá-las, dar-lhes esperança de que tudo é possível e você não pode deixar suas circunstâncias definirem sua vida. Ser uma voz é uma mudança de vida, e eu só quero continuar”, disse ela à imprensa durante a campanha Miss EUA 2014. Leia também: .: Glória Polo: “Fui julgada e condenada, mas Deus me deu uma segunda chance!” .: O dia em que Ratzinger explicou por que é errado votar em candidatos pró-aborto .: PECADO MORTAL – O OBSTÁCULO PARA NOSSA SALVAÇÃO Vida com propósito Valerie Gatto tem uma confiança verdadeiramente bela na providência de Deus. A jovem acredita firmemente que foi Deus quem a trouxe para o mundo, em uma razão verdadeiramente especial e única. Valerie carrega uma fé constante em Deus e em Sua intervenção divina, usando sua vida e sua história poderosa para continuar inspirando muitos. “Eu sei que Deus me colocou aqui com um propósito, e Ele foi a razão pela qual minha mãe e eu fomos salvas”, disse Valerie ao Life Site News. “Eu quero deixa-LO orgulhoso e minha família também. Se eu apenas ficar sentada pensando: ‘Por que isso aconteceu? ’ Ou ‘Será que o meu pai sabe que eu existo? ’, ter medo e deixar o medo do desconhecido me parar, eu não estaria vivendo a minha vida. Deus me coloca aqui para fazer grandes coisas, e eu não vou deixar o estupro me impedir.” Fonte: conexaopolitica.com.br #Aborto #Família #Filhos

  • Concebida em estupro, Miss Pensilvânia é exemplo vivo que devemos defender vida desde a concepção se

    Valerie Gatto, ex-Miss Pensilvânia, tinha seus 9 anos de idade quando descobriu a dolorida verdade que fora concebida quando sua mãe foi estuprada de uma forma aterrorizante. A mãe de Valerie, Theresa, tinha apenas 19 anos quando o ataque ocorreu. O estuprador, portando uma faca, tinha a intenção de matá-la também. Mas seus planos foram frustrados, quando uma luz misteriosa surgiu de uma fonte desconhecida. Essa luz permitiu que a mãe de Valerie escapasse antes que o criminoso pudesse fazer algo pior, tirar sua vida. “Eu gosto de pensar nessa luz como minha mãe e meu anjo da guarda”, disse Valerie ao Life Site News. Não muito tempo depois do ataque, a mãe de Valerie descobriu que estava grávida. Descobrindo a verdade Tendo dito a versão da história, apropriada para a idade de 9 anos de Valerie, sua mãe lhe disse: “Algo de ruim aconteceu comigo. Um homem muito mau me machucou, mas Deus me deu você”. Valerie disse em uma entrevista à CBS Pittsburgh, que a mãe nunca considerou o aborto uma opção. Para ela, a vida era um presente miraculoso, independentemente das circunstâncias ou da sua concepção. No entanto, Theresa inicialmente tinha planos de colocar sua filha para adoção, acreditando que talvez pudesse ter uma vida mais estável em outro lugar. Mas depois que Valerie nasceu, a avó convenceu a filha de que ela poderia criar a criança sozinha. “Deus não nos dá mais do que podemos suportar. Sempre nos é dada a graça de nos sustentar”, disse a avó de Valerie à filha na época. A avó foi quem inspirou a mãe de Valerie a criar sua filhinha, em vez de entregá-la para adoção como planejado. Criada em amor Aos 20 anos, Theresa deixou a faculdade de direito para criar sua filha, que cresceu com a mãe e os avós maternos em um lar estável e amoroso. Valerie disse que nunca se sentiu por um segundo, como se sua mãe se arrependesse de sua decisão de mantê-la. Valerie nos braços de sua mãe Theresa. Foto: Arquivo pessoal. A jovem foi criada indo à Igreja todos os domingos e, como resultado, a fé se tornou um ponto central fundamental em sua vida. De acordo com a Life Site News, Theresa era encarregada do programa de cestas básicas de sua igreja, fazendo e levando as cestas para os necessitados da comunidade. Valerie ia sempre junto com sua mãe, e essa vida de servir ao próximo motivou a jovem hoje, a se voluntariar em várias outras áreas também. Valerie disse que sua mãe e suas próprias experiências a ensinaram a viver sua vida com a percepção de como transformar o mal em bem. Valerie se envolveu em vários projetos, como doação de roupas e presentes para crianças doentes em tratamento hospitalar. Também participou de um projeto chamado Operação Querida Abby, que envia cartões para os membros militares dos EUA, que estão longe de suas famílias no exterior. Em seguida, Valeire ingressou na faculdade, ganhando honras da Universidade de Pittsburgh. Desde sua graduação, ela continuou a servir em várias outras funções dentro da comunidade, como ajudar em um banco de alimentos local e doar roupas para uma organização, que usa as doações para ajudar a suprir as necessidades de outras mulheres. Transformando vidas com sua história A dolorosa história de estupro e sobrevivência da mãe de Valerie incutiu no profundo desejo de sua filha ajudar outras mulheres a aprenderem a se proteger da agressão sexual e do caos que deixam para trás. “Infelizmente, temos que estar cientes desses crimes. Espero mostrar aos outros como ser proativo, o que fazer, estar presente, estar ciente do que o rodeia, pequenas coisas como essa… estou educando as mulheres sobre um tópico que é tão sério, mas é tão incrível ver respostas. Elas dizem que isso muda a vida delas “, disse Valerie. A jovem está obviamente cheia de uma convicção desinibida, verdadeira compaixão e um desejo palpável de se aproximar de outras mulheres. “Espero fazer a diferença e lançar uma luz sobre a agressão sexual e estupro para mulheres jovens”, disse Valerie. Em uma sociedade onde, infelizmente, mesmo uma quantidade considerável daqueles que se identificam como “pró-vida” aceitam o aborto na estranha circunstância ou estupro, Valerie é um farol brilhante que humaniza e ilumina o contra-argumento: vida desde a concepção sem exceção. A jovem dá um rosto, um nome e uma voz para as inúmeras pessoas silenciosas que foram concebidas em estupro. Sabe-se que a maioria das vítimas de estupro que ficam grávidas escolhem manter seus bebês, e os defensores do aborto em casos de agressão sexual, muitas vezes desconhecem quão doloroso e insensível seu argumento é, tanto para as vítimas de estupro, quanto para seus filhos. Valerie, usou sua plataforma como Miss Pensilvânia em 2014, então com 24 anos, para ensinar aos outros sobre o direito à vida, que ela acredita que deveria ser desfrutada por todas as crianças concebidas em estupro. “Eu não me prepararei para ser a Miss USA por cinco meses. Tenho sido minha vida inteira. Cresci com minha mãe e meus avós. Eles nunca viram o que aconteceu como algo negativo. Eu tenho uma família amorosa e solidária, que me disse que eu poderia ser o presidente dos Estados Unidos”, disse Valerie em entrevista à CBS. E essa mesma paixão e perseverança que Valerie empregou na campanha de 2014 competindo pela Miss USA, ela usa em sua busca de ajudar o próximo. “Acredito que Deus me coloque aqui por uma razão: para inspirar as pessoas, encorajá-las, dar-lhes esperança de que tudo é possível e você não pode deixar suas circunstâncias definirem sua vida. Ser uma voz é uma mudança de vida, e eu só quero continuar”, disse ela à imprensa durante a campanha Miss EUA 2014. Leia também: .: Glória Polo: “Fui julgada e condenada, mas Deus me deu uma segunda chance!” .: O dia em que Ratzinger explicou por que é errado votar em candidatos pró-aborto .: PECADO MORTAL – O OBSTÁCULO PARA NOSSA SALVAÇÃO Vida com propósito Valerie Gatto tem uma confiança verdadeiramente bela na providência de Deus. A jovem acredita firmemente que foi Deus quem a trouxe para o mundo, em uma razão verdadeiramente especial e única. Valerie carrega uma fé constante em Deus e em Sua intervenção divina, usando sua vida e sua história poderosa para continuar inspirando muitos. “Eu sei que Deus me colocou aqui com um propósito, e Ele foi a razão pela qual minha mãe e eu fomos salvas”, disse Valerie ao Life Site News. “Eu quero deixa-LO orgulhoso e minha família também. Se eu apenas ficar sentada pensando: ‘Por que isso aconteceu? ’ Ou ‘Será que o meu pai sabe que eu existo? ’, ter medo e deixar o medo do desconhecido me parar, eu não estaria vivendo a minha vida. Deus me coloca aqui para fazer grandes coisas, e eu não vou deixar o estupro me impedir.” Fonte: conexaopolitica.com.br #Aborto #Família #Filhos

  • O servo de Deus Pe. Júlio Maria de Lombaerde dá mais um passo rumo à Beatificação

    A obra que o Servo de Deus Padre Júlio Maria Lombaerde desenvolveu, com a proteção de Deus e apesar das perseguições constantes movidas pela Maçonaria, é uma prova palpável da divindade da sua missão. Um polemista sem par, teólogo exímio, pregador admirável, escritor de renome, teve sempre sua pena e sua rara inteligência a serviço da Igreja e pelo seu [jornal] “O Lutador” se fez o “terror dos hereges”. BOAS NOTÍCIAS DE ROMA! A Congregação para as Causas dos Santos informou que a Assembleia da referida Congregação julgou VÁLIDA a investigação diocesana sobre a vida e as virtudes do Servo de Deus Pe. Júlio Maria De Lombaerde. Todos os requisitos jurídicos da fase diocesana foram adequadamente cumpridos, e agora poderá ser elaborada a “Positio”, que é o documento produzido a partir da investigação prévia. Posteriormente ele será analisado pela comissão de cardeais e, uma vez aprovado, seguirá para o Santo Padre, que poderá reconhecer as virtudes heroicas do Candidato, declarando-o Venerável. Continuemos unidos em oração para que tudo transcorra bem daqui em diante! Confira a seguir a TRADUÇÃO do documento: CONGREGAÇÃO DAS CAUSAS DOS SANTOS Prot. N. 3107-5/18 CARATINGA Beatificação e Canonização do Servo de Deus JÚLIO MARIA DE LOMBAERDE (in saeculo: Júlio Emílio Alberto) sacerdote professo da Congregação dos Missionários da Sagrada Família Fundador das Congregações das Filhas do Coração de Maria, dos Missionários de Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento e das Irmãs de Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento Na Assembleia Ordinária, celebrada no dia 27 do mês de abril do ano de 2018, esta Congregação para a Causa dos Santos discutiu a seguinte questão, ou ainda: “se é válida a Investigação Diocesana, conduzida pela Cúria eclesiástica de Caratinga sobre a vida e as virtudes, a fama de santidade e de sinais do Servo de Deus Júlio Maria De Lombaerde (in saeculo: Júlio Emílio Alberto), sacerdote professo da Congregação dos Missionários da Sagrada Família, Fundador das Congregações das Filhas do Coração de Maria, dos Missionários de Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento e das Irmãs de Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento; se as testemunhas foram ouvidas de modo devido e correto e se as provas citadas para o caso foram produzidas conforme a lei e segundo a finalidade em questão, respeitadas as normas do direito”. Esta Congregação, expresso seu atento parecer ex officio e considerando diligentemente a questão, concluídas as arguições da mesma Assembleia, responde: AFIRMATIVAMENTE, ou ainda, que é válida a Investigação Diocesana sobre o caso, desenvolvida segundo a finalidade em questão e respeitadas as normas da lei. Não subsistem disposições contrárias. Dado em Roma, no Palácio desta Congregação, no dia 13 do mês de julho do Ano do Senhor de 2019. Angelo CARDEAL Becciu Prefeito Boguslaus Turek, CSMA Subsecretário PROCESSO Começou em janeiro de 2015 o processo de beatificação do padre Júlio Maria de Lombaerde (1878-1944). Nascido na Bélgica, ele passou os últimos 16 anos de sua vida em Minas Gerais, onde se dedicou à criação de escolas, hospitais, asilos e congregações. Atualmente o padre tem o título de Servo de Deus. MILAGRES Alguns dos relatos de graças e milagres alcançados sob a intercessão de padre Júlio Maria são de Caparaó, Manhumirim e Carangola, cidades da região onde o religioso atuava. O primeiro caso data de 1946, quando uma mãe relatou a cura imediata de dois filhos atacados por coqueluche. A mesma senhora se disse curada de um inchaço no nariz, depois da aplicação de relíquia do padre. No segundo caso, em 1947, a moradora Maria Lima Ribeiro agradeceu ao religioso duas bênçãos alcançadas em favor de uma filha e de um sobrinho. O terceiro relato, deste mesmo ano, é de um homem que alcançou uma graça para o filho. As histórias estão registradas em edições do Jornal Lutador, um periódico católico conhecido internacionalmente e fundado pelo Servo em 1928. Com sede em Belo Horizonte, o periódico circula ininterruptamente há mais de 80 anos. OBRA O padre Júlio Maria começou sua missão na cidade de Macapá (AP). Ele foi escritor, professor, médico e farmacêutico. O religioso também fundou escolas e bandas de música para jovens. Em Manhumirim ele construiu o Ginásio Pio XI, o Colégio Santa Teresinha, o Patronato Agrícola Santa Maria, Asilo São Vicente de Paulo e o Hospital São Vicente, hoje chamado Hospital Padre Júlio Maria, conforme os sacramentinos. Quem foi Padre Júlio Maria Lombaerde? Nasceu o Padre Júlio Maria em Waereghen (Bélgica), aos 8 de janeiro de 1878. Foram seus pais José de Lombaerde e Sidônia Steelant. Recebeu na Pia batismal o nome de Júlio Emílio. Atraído pela vida missionária, quando assistia à Missa de um santo missionário, ainda antes de concluir seus estudos, se fez “irmão branco” com o nome de Irmão Optato Maria, tendo ido trabalhar depois na África. Em conseqüência de febres voltou à Europa e, sentindo-se chamado ao sacerdócio, entrou na Congregação da Sagrada Família, fundada pelo Padre Berthir, em Grave (Holanda) para recolher vocações tardias. Foi ordenado a 13 de janeiro de 1908. Em 1912, quando fazia um bem imenso pregando missões pela França, foi de repente enviado para o Brasil (Amazônia), onde trabalhou 15 anos como missionário entre os índios e caboclos. No Norte (Macapá) fundou providencialmente a Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria, tendo sido aprovada pelo Papa Bento XV. Tem-se desenvolvido muito essa Congregação. Do Norte, o Padre Júlio Maria, demorando-se algum tempo em Natal, veio para Manhumirim (Minas Gerais), em 1928. A obra que aqui desenvolveu, com a proteção de Deus e apesar das perseguições constantes movidas pela Maçonaria local, é uma prova palpável da divindade da sua missão. A pedido dos Sres. Vigários, e estimulado pelo santo Dom Carloto, primeiro Bispo de Caratinga, Padre Júlio Maria, com muito fruto espiritual, percorreu grande parte da Diocese, pregando Missões. “Do nada”, mas sempre abençoado por Deus e Nossa Senhora, fundou aqui a primeira Congregação de padres missionários genuinamente brasileira: a Congregação dos Missionários de Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento, bem como a das Irmãs Sacramentinas de Nossa Senhora. Padre Júlio Maria, polemista sem par, teólogo exímio, pregador admirável, escritor de renome, teve sempre sua pena e sua rara inteligência a serviço da Igreja e pelo seu [jornal] “O Lutador” se fez o “terror dos hereges”. Mestre, pai e amigo, igual a ele nunca existirá. Mestre do povo, pai dos pobres, amigo das crianças, era chamado por estas como sendo o seu querido ‘vovozinho’. Em trágico acidente de automóvel, verificado a 24 de dezembro de 1944 [estando viajando às pressas, por urgência de celebrar a Santa Missa de Natal], sozinho, longe de seus filhos, Padre Júlio Maria morreu, lutando ainda como passara toda a sua vida. O Brasil inteiro chorou a perda desse grande sacerdote, brasileiro de Coração. Suas obras: O Seminário Apostólico, o Colégio Pio XII, o hospital-asilo São Vicente de Paulo, o Patronato Santa Maria [para acolhimento dos órfãos], Escola Normal Santa Terezinha, a editora e o jornal “O Lutador”, que em Manhumirim [e a editora, em Belo Horizonte] continuam vivas e progredindo nas mãos de seus filhos espirituais. Padre Júlio Maria fez muito a Manhumirim, e os padres Sacramentinos, seus filhos, sem nenhum favor, continuam fazendo outro tanto, e ainda mais. Padre Júlio Maria não morreu. Vive ainda em suas obras e no espírito de “Amor e Sacrifício” de seus filhos… #Santos #Vaticano

  • O servo de Deus Pe. Júlio Maria de Lombaerde dá mais um passo rumo à Beatificação

    A obra que o Servo de Deus Padre Júlio Maria Lombaerde desenvolveu, com a proteção de Deus e apesar das perseguições constantes movidas pela Maçonaria, é uma prova palpável da divindade da sua missão. Um polemista sem par, teólogo exímio, pregador admirável, escritor de renome, teve sempre sua pena e sua rara inteligência a serviço da Igreja e pelo seu [jornal] “O Lutador” se fez o “terror dos hereges”. BOAS NOTÍCIAS DE ROMA! A Congregação para as Causas dos Santos informou que a Assembleia da referida Congregação julgou VÁLIDA a investigação diocesana sobre a vida e as virtudes do Servo de Deus Pe. Júlio Maria De Lombaerde. Todos os requisitos jurídicos da fase diocesana foram adequadamente cumpridos, e agora poderá ser elaborada a “Positio”, que é o documento produzido a partir da investigação prévia. Posteriormente ele será analisado pela comissão de cardeais e, uma vez aprovado, seguirá para o Santo Padre, que poderá reconhecer as virtudes heroicas do Candidato, declarando-o Venerável. Continuemos unidos em oração para que tudo transcorra bem daqui em diante! Confira a seguir a TRADUÇÃO do documento: CONGREGAÇÃO DAS CAUSAS DOS SANTOS Prot. N. 3107-5/18 CARATINGA Beatificação e Canonização do Servo de Deus JÚLIO MARIA DE LOMBAERDE (in saeculo: Júlio Emílio Alberto) sacerdote professo da Congregação dos Missionários da Sagrada Família Fundador das Congregações das Filhas do Coração de Maria, dos Missionários de Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento e das Irmãs de Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento Na Assembleia Ordinária, celebrada no dia 27 do mês de abril do ano de 2018, esta Congregação para a Causa dos Santos discutiu a seguinte questão, ou ainda: “se é válida a Investigação Diocesana, conduzida pela Cúria eclesiástica de Caratinga sobre a vida e as virtudes, a fama de santidade e de sinais do Servo de Deus Júlio Maria De Lombaerde (in saeculo: Júlio Emílio Alberto), sacerdote professo da Congregação dos Missionários da Sagrada Família, Fundador das Congregações das Filhas do Coração de Maria, dos Missionários de Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento e das Irmãs de Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento; se as testemunhas foram ouvidas de modo devido e correto e se as provas citadas para o caso foram produzidas conforme a lei e segundo a finalidade em questão, respeitadas as normas do direito”. Esta Congregação, expresso seu atento parecer ex officio e considerando diligentemente a questão, concluídas as arguições da mesma Assembleia, responde: AFIRMATIVAMENTE, ou ainda, que é válida a Investigação Diocesana sobre o caso, desenvolvida segundo a finalidade em questão e respeitadas as normas da lei. Não subsistem disposições contrárias. Dado em Roma, no Palácio desta Congregação, no dia 13 do mês de julho do Ano do Senhor de 2019. Angelo CARDEAL Becciu Prefeito Boguslaus Turek, CSMA Subsecretário PROCESSO Começou em janeiro de 2015 o processo de beatificação do padre Júlio Maria de Lombaerde (1878-1944). Nascido na Bélgica, ele passou os últimos 16 anos de sua vida em Minas Gerais, onde se dedicou à criação de escolas, hospitais, asilos e congregações. Atualmente o padre tem o título de Servo de Deus. MILAGRES Alguns dos relatos de graças e milagres alcançados sob a intercessão de padre Júlio Maria são de Caparaó, Manhumirim e Carangola, cidades da região onde o religioso atuava. O primeiro caso data de 1946, quando uma mãe relatou a cura imediata de dois filhos atacados por coqueluche. A mesma senhora se disse curada de um inchaço no nariz, depois da aplicação de relíquia do padre. No segundo caso, em 1947, a moradora Maria Lima Ribeiro agradeceu ao religioso duas bênçãos alcançadas em favor de uma filha e de um sobrinho. O terceiro relato, deste mesmo ano, é de um homem que alcançou uma graça para o filho. As histórias estão registradas em edições do Jornal Lutador, um periódico católico conhecido internacionalmente e fundado pelo Servo em 1928. Com sede em Belo Horizonte, o periódico circula ininterruptamente há mais de 80 anos. OBRA O padre Júlio Maria começou sua missão na cidade de Macapá (AP). Ele foi escritor, professor, médico e farmacêutico. O religioso também fundou escolas e bandas de música para jovens. Em Manhumirim ele construiu o Ginásio Pio XI, o Colégio Santa Teresinha, o Patronato Agrícola Santa Maria, Asilo São Vicente de Paulo e o Hospital São Vicente, hoje chamado Hospital Padre Júlio Maria, conforme os sacramentinos. Quem foi Padre Júlio Maria Lombaerde? Nasceu o Padre Júlio Maria em Waereghen (Bélgica), aos 8 de janeiro de 1878. Foram seus pais José de Lombaerde e Sidônia Steelant. Recebeu na Pia batismal o nome de Júlio Emílio. Atraído pela vida missionária, quando assistia à Missa de um santo missionário, ainda antes de concluir seus estudos, se fez “irmão branco” com o nome de Irmão Optato Maria, tendo ido trabalhar depois na África. Em conseqüência de febres voltou à Europa e, sentindo-se chamado ao sacerdócio, entrou na Congregação da Sagrada Família, fundada pelo Padre Berthir, em Grave (Holanda) para recolher vocações tardias. Foi ordenado a 13 de janeiro de 1908. Em 1912, quando fazia um bem imenso pregando missões pela França, foi de repente enviado para o Brasil (Amazônia), onde trabalhou 15 anos como missionário entre os índios e caboclos. No Norte (Macapá) fundou providencialmente a Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria, tendo sido aprovada pelo Papa Bento XV. Tem-se desenvolvido muito essa Congregação. Do Norte, o Padre Júlio Maria, demorando-se algum tempo em Natal, veio para Manhumirim (Minas Gerais), em 1928. A obra que aqui desenvolveu, com a proteção de Deus e apesar das perseguições constantes movidas pela Maçonaria local, é uma prova palpável da divindade da sua missão. A pedido dos Sres. Vigários, e estimulado pelo santo Dom Carloto, primeiro Bispo de Caratinga, Padre Júlio Maria, com muito fruto espiritual, percorreu grande parte da Diocese, pregando Missões. “Do nada”, mas sempre abençoado por Deus e Nossa Senhora, fundou aqui a primeira Congregação de padres missionários genuinamente brasileira: a Congregação dos Missionários de Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento, bem como a das Irmãs Sacramentinas de Nossa Senhora. Padre Júlio Maria, polemista sem par, teólogo exímio, pregador admirável, escritor de renome, teve sempre sua pena e sua rara inteligência a serviço da Igreja e pelo seu [jornal] “O Lutador” se fez o “terror dos hereges”. Mestre, pai e amigo, igual a ele nunca existirá. Mestre do povo, pai dos pobres, amigo das crianças, era chamado por estas como sendo o seu querido ‘vovozinho’. Em trágico acidente de automóvel, verificado a 24 de dezembro de 1944 [estando viajando às pressas, por urgência de celebrar a Santa Missa de Natal], sozinho, longe de seus filhos, Padre Júlio Maria morreu, lutando ainda como passara toda a sua vida. O Brasil inteiro chorou a perda desse grande sacerdote, brasileiro de Coração. Suas obras: O Seminário Apostólico, o Colégio Pio XII, o hospital-asilo São Vicente de Paulo, o Patronato Santa Maria [para acolhimento dos órfãos], Escola Normal Santa Terezinha, a editora e o jornal “O Lutador”, que em Manhumirim [e a editora, em Belo Horizonte] continuam vivas e progredindo nas mãos de seus filhos espirituais. Padre Júlio Maria fez muito a Manhumirim, e os padres Sacramentinos, seus filhos, sem nenhum favor, continuam fazendo outro tanto, e ainda mais. Padre Júlio Maria não morreu. Vive ainda em suas obras e no espírito de “Amor e Sacrifício” de seus filhos… #Santos #Vaticano

  • Comunidade Colo de Deus responde sobre a perda do reconhecimento diocesano em Curitiba

    Após circulação da carta onde o Arcebispo de Curitiba comunica que foi revogado o decreto que aprovava Comunidade Colo de Deus na Arquidiocese de Curitiba, os membros da comunidade lançaram um Comunicado Oficial através das Redes Sociais. COMUNICADO OFICIAL Vinde Espírito Santo! Jandaia do Sul, Paraná, 26 de julho de 2019 Memória de Santa Ana e São Joaquim “O amor é paciente, o amor é bondoso. Não tem inveja. O amor não é orgulhoso. Não é arrogante. Nem escandaloso. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acabará” I Coríntios 13, 4 – 8a. Nós, membros da Comunidade Católica Colo de Deus, temos recebido algumas mensagens e contatos de amigos e conhecidos que nos fizeram chegar o texto de uma suposta carta que teria sido enviada pelo Arcebispo Metropolitano de Curitiba, Dom José Antônio Peruzzo, ao Arcebispo de Niterói, Dom José Francisco Rezende Dias, na qual o Arcebispo desqualificaria a pessoa de nosso fundador, Hugo Santos, e, em virtude da presença dele, revogaria o decreto que aprova a Comunidade na Arquidiocese de Curitiba. Sobre isto, gostaríamos de esclarecer o seguinte: 1. Até a presente data, nossa Comunidade não recebeu nenhum comunicado por parte do Arcebispo Metropolitano de Curitiba com semelhante revogação do Decreto de Ereção Canônica. Não fomos notificados sobre a existência de um “Decreto Singular”, condição indispensável para uma revogação. 2. Sobre a dita carta, causa-nos estranheza que uma correspondência entre dois Arcebispos “vazasse” desta maneira. Temos recebido o texto – que constaria na dita carta – através das Redes Sociais; as mensagens nos chegam por pessoas de todas as regiões do País. Preferimos acreditar que houve algum “ruído de comunicação”, envolvendo os nomes dos Arcebispos, a constatar um vazamento proposital causado por um destes dois Pastores de Almas, dando por revogada a nossa comunidade sem sequer existir um “decreto singular” e uma notificação a nós. Tão pouco vimos, materialmente, esta carta, ou cópia fiel da mesma, de modo que a desconsideramos. No ano de 2017, a providência de Deus nos visitou por meio da doação de um terreno na cidade de Jandaia do Sul, Arquidiocese de Maringá. Em virtude disto, nossa casa mãe e os principais apostolados da Comunidade passaram a ser realizados desde a Arquidiocese de Maringá (e agradecemos a Dom Anuar Battisti por sua amistosa acolhida). Nossa Comunidade é, diante da tradição bimilenar da Igreja, tão somente um bebê, em seus quinze anos de existência. Erros diversos já foram cometidos e repetidos por nós, em nosso processo de aprendizado; por causa desses nossos erros, queremos, por meio destas linhas, pedir, sinceramente, o perdão. Desejamos que o processo de reconhecimento eclesial, iniciado com Dom Moacyr José Vitti (descanse em paz), possa, agora, ter a devida continuidade sob os cuidados de Dom Anuar, a quem nos subtemos e rogamos, por favor, que nos discipline e oriente. Que as possíveis inquietudes pastorais de Dom José Antônio Peruzzo possam ser levadas em conta neste processo, para o crescimento de nossa Comunidade. Abrimos, ao Ordinário do Lugar onde nos encontramos, as portas de nossas casas de missão, as portas das casas de nossas famílias e rogamos, como filhos, a solicitude paternal desta Igreja Local. Ainda somos aquela mesma comunidade “audaciosa e arrojada” – como nos definira o próprio Dom José Antônio Peruzzo em 2017 – capaz, pela misericórdia de Deus, de chegar a pessoas e lugares onde, ordinariamente, o trabalho pastoral comum da Igreja não costuma chegar; acreditamos – e nisto temos gastado nossa vida… nossa juventude! – que tudo aquilo que somos e fazemos não é fruto da mente inventiva de um homem: Hugo Santos, nosso fundador. Cremos que o Espírito Santo deu-nos uma obra que pudesse vir ao socorro de uma juventude que tem sucumbido às drogas, ao suicídio e ao mais profundo vazio existencial. Na certeza de que o amor é paciente, é bondoso, tudo desculpa, tudo suporta e jamais acabará, agradecemos a amizade de inúmeros sacerdotes que tomaram a decisão de nos amar e que enxergam, até em nossos erros, tentativas frustradas de fazer o bem. A todos os membros da Comunidade Católica Colo de Deus, bem como aos membros de nossas células espalhadas pelo Brasil e a todos os nossos amigos e amigas que, de algum modo, encontram na Comunidade um esteio espiritual e formativo, pedimos muita serenidade, paz e confiança: Somos Filhos da Igreja e temos a certeza de que Ela, como Mãe e Mestra, conduzirá este momento e o levará a bom termo. Rogamos à Imaculada, a quem pertencemos, que nos ajude neste tempo. Aproveitamos esta oportunidade para renovarmos nosso amor incondicional à Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica. Fraternalmente em Cristo, Membros da Comunidade Católica Colo de Deus Leia também a carta do Arcebispo: Comunidade Colo de Deus perde reconhecimento da Arquidiocese de Curitiba #CNBB #RCC

  • Comunidade Colo de Deus responde sobre a perda do reconhecimento diocesano em Curitiba

    Após circulação da carta onde o Arcebispo de Curitiba comunica que foi revogado o decreto que aprovava Comunidade Colo de Deus na Arquidiocese de Curitiba, os membros da comunidade lançaram um Comunicado Oficial através das Redes Sociais. COMUNICADO OFICIAL Vinde Espírito Santo! Jandaia do Sul, Paraná, 26 de julho de 2019 Memória de Santa Ana e São Joaquim “O amor é paciente, o amor é bondoso. Não tem inveja. O amor não é orgulhoso. Não é arrogante. Nem escandaloso. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acabará” I Coríntios 13, 4 – 8a. Nós, membros da Comunidade Católica Colo de Deus, temos recebido algumas mensagens e contatos de amigos e conhecidos que nos fizeram chegar o texto de uma suposta carta que teria sido enviada pelo Arcebispo Metropolitano de Curitiba, Dom José Antônio Peruzzo, ao Arcebispo de Niterói, Dom José Francisco Rezende Dias, na qual o Arcebispo desqualificaria a pessoa de nosso fundador, Hugo Santos, e, em virtude da presença dele, revogaria o decreto que aprova a Comunidade na Arquidiocese de Curitiba. Sobre isto, gostaríamos de esclarecer o seguinte: 1. Até a presente data, nossa Comunidade não recebeu nenhum comunicado por parte do Arcebispo Metropolitano de Curitiba com semelhante revogação do Decreto de Ereção Canônica. Não fomos notificados sobre a existência de um “Decreto Singular”, condição indispensável para uma revogação. 2. Sobre a dita carta, causa-nos estranheza que uma correspondência entre dois Arcebispos “vazasse” desta maneira. Temos recebido o texto – que constaria na dita carta – através das Redes Sociais; as mensagens nos chegam por pessoas de todas as regiões do País. Preferimos acreditar que houve algum “ruído de comunicação”, envolvendo os nomes dos Arcebispos, a constatar um vazamento proposital causado por um destes dois Pastores de Almas, dando por revogada a nossa comunidade sem sequer existir um “decreto singular” e uma notificação a nós. Tão pouco vimos, materialmente, esta carta, ou cópia fiel da mesma, de modo que a desconsideramos. No ano de 2017, a providência de Deus nos visitou por meio da doação de um terreno na cidade de Jandaia do Sul, Arquidiocese de Maringá. Em virtude disto, nossa casa mãe e os principais apostolados da Comunidade passaram a ser realizados desde a Arquidiocese de Maringá (e agradecemos a Dom Anuar Battisti por sua amistosa acolhida). Nossa Comunidade é, diante da tradição bimilenar da Igreja, tão somente um bebê, em seus quinze anos de existência. Erros diversos já foram cometidos e repetidos por nós, em nosso processo de aprendizado; por causa desses nossos erros, queremos, por meio destas linhas, pedir, sinceramente, o perdão. Desejamos que o processo de reconhecimento eclesial, iniciado com Dom Moacyr José Vitti (descanse em paz), possa, agora, ter a devida continuidade sob os cuidados de Dom Anuar, a quem nos subtemos e rogamos, por favor, que nos discipline e oriente. Que as possíveis inquietudes pastorais de Dom José Antônio Peruzzo possam ser levadas em conta neste processo, para o crescimento de nossa Comunidade. Abrimos, ao Ordinário do Lugar onde nos encontramos, as portas de nossas casas de missão, as portas das casas de nossas famílias e rogamos, como filhos, a solicitude paternal desta Igreja Local. Ainda somos aquela mesma comunidade “audaciosa e arrojada” – como nos definira o próprio Dom José Antônio Peruzzo em 2017 – capaz, pela misericórdia de Deus, de chegar a pessoas e lugares onde, ordinariamente, o trabalho pastoral comum da Igreja não costuma chegar; acreditamos – e nisto temos gastado nossa vida… nossa juventude! – que tudo aquilo que somos e fazemos não é fruto da mente inventiva de um homem: Hugo Santos, nosso fundador. Cremos que o Espírito Santo deu-nos uma obra que pudesse vir ao socorro de uma juventude que tem sucumbido às drogas, ao suicídio e ao mais profundo vazio existencial. Na certeza de que o amor é paciente, é bondoso, tudo desculpa, tudo suporta e jamais acabará, agradecemos a amizade de inúmeros sacerdotes que tomaram a decisão de nos amar e que enxergam, até em nossos erros, tentativas frustradas de fazer o bem. A todos os membros da Comunidade Católica Colo de Deus, bem como aos membros de nossas células espalhadas pelo Brasil e a todos os nossos amigos e amigas que, de algum modo, encontram na Comunidade um esteio espiritual e formativo, pedimos muita serenidade, paz e confiança: Somos Filhos da Igreja e temos a certeza de que Ela, como Mãe e Mestra, conduzirá este momento e o levará a bom termo. Rogamos à Imaculada, a quem pertencemos, que nos ajude neste tempo. Aproveitamos esta oportunidade para renovarmos nosso amor incondicional à Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica. Fraternalmente em Cristo, Membros da Comunidade Católica Colo de Deus Leia também a carta do Arcebispo: Comunidade Colo de Deus perde reconhecimento da Arquidiocese de Curitiba #CNBB #RCC

  • Comunidade Colo de Deus perde reconhecimento da Arquidiocese de Curitiba

    Uma carta datada do dia 22 de julho de 2019, assinada por Dom José Antonio Peruzzo, Arcebispo de Curitiba, comunica que foi revogado o decreto que aprovava Comunidade Colo de Deus na Arquidiocese de Curitiba. Portanto, dessa forma eles não têm mais reconhecimento nesta Igreja Particular. Leia a Carta: Curitiba, 22 de julho de 2019 Ex.mo Sr. Dom José Francisco Rezende Dias M.D. Bispo de Niterói Saudações, Sirvo-me desta carta para inteirá-lo da situação da Comunidade Colo de Deus, presente nesta Arquidiocese, autorizada que foi por Dom Moacir Vitti em setembro de 2010. Trata-se de uma comunidade de fiéis leigos, fundada pelo Sr. Hugo Santos na cidade do Rio de Janeiro em torno de 2005. Após alguns desencontros com autoridades daquela Arquidiocese, transferiram-se para Curitiba. Desde que cheguei a esta Arquidiocese, em março de 2015, já nos primeiros dias ouvi muitas reclamações dos padres acerca de sua presença e atuação: fanatizações em torno ao fundador; pouco apreço pela dinâmica pastoral das paróquias; esvaziamento dos grupos de jovens; desinteresse em participar dos programas Arquidiocesanos de evangelização dos jovens… Enfim, as reclamações gravitavam em torno à dependência psicológica pela figura do fundador e pelo desapreço em caminhar com a Igreja local. Seguiam caminhos paralelos e autônomos. Leia também: … Os erros mais comuns sobre a Total Consagração à Santíssima Virgem … PECADO MORTAL – O OBSTÁCULO PARA NOSSA SALVAÇÃO … CUIDADO: SUA ROUPA PODERÁ TE LEVAR AO INFERNO Alguns meses após a posse foram chamados. Queria conhecê-los. Queria ouvi-los. Vieram, apresentaram-se, explicaram-se, justificaram-se… Foram vivamente exortados a caminhar com a Igreja. Foi-lhes proposto, e reproposto em encontros posteriores, que aceitassem a orientação de dois padres aprovados por eles. Um seria orientador da comunidade (programas de formação, acompanhamento da própria vida comunitária, relação com a pastoral das paróquias e da Arquidiocese). Outro seria o Diretor Espiritual. Com o passar do tempo ambos se enfastiaram de tentar ajudá-los. Atestaram o pouco apreço da Colo de Deus por sua colaboração. Tudo gravitava em torno de “papai Hugo”, o fundador. …… Pelo Brasil afora há belas experiências com as novas comunidades. Mas é também verdade que situações muito amargas ainda perduram. Pelo exposto acima quero explicitar que foi revogado o decreto que os aprovava nesta Arquidiocese de Curitiba. Não mais têm eles reconhecimento nesta Igreja Particular. Escrevo-lhe, caro irmão Bispo, em caráter prudencial, recomendando cautela enquanto não houver clareza acerca dos balizamentos eclesiais que inspiram os eventos e, especialmente, a relação da Colo de Deus com a (Arqui)Diocese em que se situam ou se apresentam. Cheguei a este posicionamento depois de anos de tentativas de integrá-los. Sem mais, despeço-me com profundo respeito e fraternidade. Mas também com tristeza. Eu preferiria não ter que redigir estes parágrafos. Ponho-me à disposição para esclarecimentos. Dom José Antonio Peruzzo Arcebispo de Curitiba Obs. A carta foi confirmada após contato telefônico com a Chancelaria da Arquidiocese de Curitiba. Os membros da Comunidade Colo de Deus já lançaram uma nota a respeito da carta a respeito do reconhecimento diocesano na Arquidiocese de Curitiba. Clique aqui para ler. #CNBB #RCC

  • Comunidade Colo de Deus perde reconhecimento da Arquidiocese de Curitiba

    Uma carta datada do dia 22 de julho de 2019, assinada por Dom José Antonio Peruzzo, Arcebispo de Curitiba, comunica que foi revogado o decreto que aprovava Comunidade Colo de Deus na Arquidiocese de Curitiba. Portanto, dessa forma eles não têm mais reconhecimento nesta Igreja Particular. Leia a Carta: Curitiba, 22 de julho de 2019 Ex.mo Sr. Dom José Francisco Rezende Dias M.D. Bispo de Niterói Saudações, Sirvo-me desta carta para inteirá-lo da situação da Comunidade Colo de Deus, presente nesta Arquidiocese, autorizada que foi por Dom Moacir Vitti em setembro de 2010. Trata-se de uma comunidade de fiéis leigos, fundada pelo Sr. Hugo Santos na cidade do Rio de Janeiro em torno de 2005. Após alguns desencontros com autoridades daquela Arquidiocese, transferiram-se para Curitiba. Desde que cheguei a esta Arquidiocese, em março de 2015, já nos primeiros dias ouvi muitas reclamações dos padres acerca de sua presença e atuação: fanatizações em torno ao fundador; pouco apreço pela dinâmica pastoral das paróquias; esvaziamento dos grupos de jovens; desinteresse em participar dos programas Arquidiocesanos de evangelização dos jovens… Enfim, as reclamações gravitavam em torno à dependência psicológica pela figura do fundador e pelo desapreço em caminhar com a Igreja local. Seguiam caminhos paralelos e autônomos. Leia também: … Os erros mais comuns sobre a Total Consagração à Santíssima Virgem … PECADO MORTAL – O OBSTÁCULO PARA NOSSA SALVAÇÃO … CUIDADO: SUA ROUPA PODERÁ TE LEVAR AO INFERNO Alguns meses após a posse foram chamados. Queria conhecê-los. Queria ouvi-los. Vieram, apresentaram-se, explicaram-se, justificaram-se… Foram vivamente exortados a caminhar com a Igreja. Foi-lhes proposto, e reproposto em encontros posteriores, que aceitassem a orientação de dois padres aprovados por eles. Um seria orientador da comunidade (programas de formação, acompanhamento da própria vida comunitária, relação com a pastoral das paróquias e da Arquidiocese). Outro seria o Diretor Espiritual. Com o passar do tempo ambos se enfastiaram de tentar ajudá-los. Atestaram o pouco apreço da Colo de Deus por sua colaboração. Tudo gravitava em torno de “papai Hugo”, o fundador. …… Pelo Brasil afora há belas experiências com as novas comunidades. Mas é também verdade que situações muito amargas ainda perduram. Pelo exposto acima quero explicitar que foi revogado o decreto que os aprovava nesta Arquidiocese de Curitiba. Não mais têm eles reconhecimento nesta Igreja Particular. Escrevo-lhe, caro irmão Bispo, em caráter prudencial, recomendando cautela enquanto não houver clareza acerca dos balizamentos eclesiais que inspiram os eventos e, especialmente, a relação da Colo de Deus com a (Arqui)Diocese em que se situam ou se apresentam. Cheguei a este posicionamento depois de anos de tentativas de integrá-los. Sem mais, despeço-me com profundo respeito e fraternidade. Mas também com tristeza. Eu preferiria não ter que redigir estes parágrafos. Ponho-me à disposição para esclarecimentos. Dom José Antonio Peruzzo Arcebispo de Curitiba Obs. A carta foi confirmada após contato telefônico com a Chancelaria da Arquidiocese de Curitiba. Os membros da Comunidade Colo de Deus já lançaram uma nota a respeito da carta a respeito do reconhecimento diocesano na Arquidiocese de Curitiba. Clique aqui para ler. #CNBB #RCC

  • GRAVE: Arquidiocese emite certidão de batismo contendo “mãe 1” e “mãe 2” e m

    O recente batismo do filho de um par de lésbicas causou polêmica na Colômbia, não por causa da administração do sacramento, mas por causa da decisão do padre de emitir o certificado de batismo com os nomes das “duas mães” . A arquidiocese de Medellín – Colômbia, emitiu um certificado batismal nomeando “mãe 1” e “mãe 2” como “pais” para um batizado envolvendo o par de lésbicas formado por Manuela e Luisa Fernanda Gómez, que eram civilmente “casadas” pela lei colombiana, queriam batizar seu filho Matías de 17 meses de idade na cidade de Medellín. Claramente, a mídia colombiana aproveitou para celebrar o “fato histórico” apresentando o certificado como uma vitória do lobby gay sobre a Igreja. Nos últimos anos, muitos batizados onde dois homossexuais eram exibidos como “pais” ocorreram na decadente Igreja ocidental, incluindo catedrais. Leia também: PODE UMA PESSOA COM TENDÊNCIAS HOMOSSEXUAIS SER UM BOM CATÓLICO? Como aconteceu Como salienta a imprensa local, ambos recorreram a várias paróquias, onde os padres indicaram que a criança receberia o sacramento do Baptismo, mas que no jogo apenas o nome da mãe grávida e não do seu parceiro seria colocado, porque a Igreja não reconhece “casamento” entre pessoas do mesmo sexo. No entanto, ambos queriam que seus nomes estivessem na festa de batismo, então continuaram procurando, até que um amigo recomendou que fossem a uma paróquia em particular, cujo padre fez a consulta à Arquidiocese de Medellín e ela teria dito a ele que No registro do batismo, os mesmos dados do registro civil da criança devem ser inseridos e, nesse caso, o documento incluía mãe um e mãe dois. “Ele escreveu para a Cúria, investigou e nos disse que isso poderia ser feito porque sob o Direito Canônico o sacramento deveria ser documentado com os mesmos dados que aparecem no registro civil do nascimento do menor, que neste caso tinha dois campos. : mãe 1 e mãe 2 ”, Manuela disse à mídia local. O batismo aconteceu no dia 13 de julho. Em um comunicado divulgado em 23 de julho, a Arquidiocese de Medellín pronunciou-se e indicou que há vários anos “o sacramento do batismo é administrado aos filhos de pares de pessoas homossexuais”, com o qual “a Igreja dá a graça de Vida cristã para menores e não um reconhecimento dos próprios casais. ” Além disso, ele indicou que “para o registro do Batismo e a emissão do certificado deste último, a Igreja assume os dados que aparecem nos documentos civis, que devem ser apresentados antes da administração do Sacramento, levando em conta que a inscrição é registrada. os nomes daqueles que aparecem no registro civil de nascimento do menor ou do menor como pais, na mesma ordem em que estão registrados naquele registro ”. Leia também: “Quem comunga em pecado mortal, comunga sua própria condenação!” – Pe. José Augusto Os regulamentos da arquidiocese contradizem o direito canônico Um perito canonista consultado pela ACI Prensa advertiu que os regulamentos da Arquidiocese de Medellín, que garante que o certificado batismal deve coletar os dados dos documentos civis, “contradiz o Código de Direito Canônico, especificamente a Canon 877 que diz em sua subseção 1 que o pastor do lugar onde o batismo é celebrado deve anotar o nome dos batizados diligentemente e sem demora no livro de batismo, mencionando o ministro, os pais, padrinhos, testemunhas, se houver, e o lugar e dia foi administrado, indicando também o dia e local de nascimento ‘”. No caso dos filhos de mães solteiras, a subseção 2 do cânon 877 declara que “o nome da mãe deve ser registrado, se sua maternidade é publicamente declarada ou se ela voluntariamente o solicita por escrito ou perante duas testemunhas; e o nome do pai também deve ser registrado, se sua paternidade for comprovada por documento público ou por sua própria declaração perante o pastor e duas testemunhas; nos outros casos, somente o nome da pessoa batizada será registrado, sem declarar em absoluto o nome do pai ou dos pais ”. O canonista assinalou que “no caso de um par homossexual, uma vez que apenas um deles é a mãe natural, o princípio da subseção 2 do cânon é aplicado, isto é, a Igreja deve agir considerando a mãe natural como mãe solteira, já que isso não é casado canonicamente ”. Portanto, a paróquia onde o pequeno Matias foi batizado “teve que registrar apenas o nome da mãe natural ou, na sua falta, a mãe natural e o pai biológico da criança”. O especialista enfatizou que “em nenhum caso os nomes no Registro Civil podem ser impostos ao Direito Canônico quando se trata de sacramentos da Igreja, como o Batismo. Se esta é a norma atual da Arquidiocese de Medellín ou de qualquer outra diocese em um país onde as uniões homossexuais tenham sido legalizadas, essa regulamentação deve mudar para ser consistente com o Código de Direito Canônico ”. “Caso contrário, a Igreja estaria reconhecendo, através de um registro sacramental vitalmente importante, que de alguma forma ‘aceita’ a dupla maternidade de um par de lésbicas, que não só vai contra os ensinamentos da Igreja, mas também contra a ordem natural, já que duas mulheres não conseguem procriar um ser humano ”, alertou. Leia também: PECADO MORTAL – O OBSTÁCULO PARA NOSSA SALVAÇÃO Vaticano já falou em 2017 Em uma carta assinada em 2017 pelo cardeal Francesco Coccopalmerio, então prefeito do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos, a Santa Sé esclareceu como o batismo de uma criança de um casal do mesmo sexo ou de “pessoas trans” deve ser registrado. “No Código atual, não existe nenhuma lei específica sobre a entrada de casais do mesmo sexo ou ‘pessoas trans’ como pais no registro do batismo. O termo ‘pais’ usado por can. 877 CIC refere-se claramente ao pai e mãe, homem e mulher criados por Deus que está unido no sacramento do casamento ”, disse ele em sua carta datada de 15 de novembro de 2017 . Nesse sentido, de acordo com 877, “o pastor deve registrar no registro batismal o nome do pai e da mãe natural ou adotiva (homem e mulher) ou da mãe solteira (mulher), assim como do pai (homem) se a sua paternidade for comprovada por um documento público ”. “A notação de casais do mesmo sexo ou ‘pessoas transexuais’ como pais seria contrária ao cânon mencionado acima e ao ensino de Nosso Senhor e da Igreja sobre o casamento como Deus deseja como uma união entre um homem e uma mulher. Se um dos parceiros é natural pai ou mãe da criança, deve ser mencionado no registro; o outro parceiro não pode ser notado ”, esclareceu ele. Em sua carta, o Cardeal foi enfático ao assinalar que “dadas as indicações acima, não consideramos possível escrever no registro do batismo duas mães ou dois pais ou um ‘pai transgênero’ cuja natureza real é uma mulher ou uma ‘mãe transexual’ a verdadeira natureza é um homem ”. O recente batismo do filho de um par de lésbicas causou polêmica na Colômbia, não por causa da administração do sacramento, mas por causa da decisão do padre de emitir o certificado de batismo com os nomes das “duas mães” . A arquidiocese de Medellín – Colômbia, emitiu um certificado batismal nomeando “mãe 1” e “mãe 2” como “pais” para um batizado envolvendo o par de lésbicas formado por Manuela e Luisa Fernanda Gómez, que eram civilmente “casadas” pela lei colombiana, queriam batizar seu filho Matías de 17 meses de idade na cidade de Medellín. Claramente, a mídia colombiana aproveitou para celebrar o “fato histórico” apresentando o certificado como uma vitória do lobby gay sobre a Igreja. Nos últimos anos, muitos batizados onde dois homossexuais eram exibidos como “pais” ocorreram na decadente Igreja ocidental, incluindo catedrais. #homossexualidade #LGBT #IdeologiadeGênero #gay #Vaticano

  • GRAVE: Arquidiocese emite certidão de batismo contendo “mãe 1” e “mãe 2” e m

    O recente batismo do filho de um par de lésbicas causou polêmica na Colômbia, não por causa da administração do sacramento, mas por causa da decisão do padre de emitir o certificado de batismo com os nomes das “duas mães” . A arquidiocese de Medellín – Colômbia, emitiu um certificado batismal nomeando “mãe 1” e “mãe 2” como “pais” para um batizado envolvendo o par de lésbicas formado por Manuela e Luisa Fernanda Gómez, que eram civilmente “casadas” pela lei colombiana, queriam batizar seu filho Matías de 17 meses de idade na cidade de Medellín. Claramente, a mídia colombiana aproveitou para celebrar o “fato histórico” apresentando o certificado como uma vitória do lobby gay sobre a Igreja. Nos últimos anos, muitos batizados onde dois homossexuais eram exibidos como “pais” ocorreram na decadente Igreja ocidental, incluindo catedrais. Leia também: PODE UMA PESSOA COM TENDÊNCIAS HOMOSSEXUAIS SER UM BOM CATÓLICO? Como aconteceu Como salienta a imprensa local, ambos recorreram a várias paróquias, onde os padres indicaram que a criança receberia o sacramento do Baptismo, mas que no jogo apenas o nome da mãe grávida e não do seu parceiro seria colocado, porque a Igreja não reconhece “casamento” entre pessoas do mesmo sexo. No entanto, ambos queriam que seus nomes estivessem na festa de batismo, então continuaram procurando, até que um amigo recomendou que fossem a uma paróquia em particular, cujo padre fez a consulta à Arquidiocese de Medellín e ela teria dito a ele que No registro do batismo, os mesmos dados do registro civil da criança devem ser inseridos e, nesse caso, o documento incluía mãe um e mãe dois. “Ele escreveu para a Cúria, investigou e nos disse que isso poderia ser feito porque sob o Direito Canônico o sacramento deveria ser documentado com os mesmos dados que aparecem no registro civil do nascimento do menor, que neste caso tinha dois campos. : mãe 1 e mãe 2 ”, Manuela disse à mídia local. O batismo aconteceu no dia 13 de julho. Em um comunicado divulgado em 23 de julho, a Arquidiocese de Medellín pronunciou-se e indicou que há vários anos “o sacramento do batismo é administrado aos filhos de pares de pessoas homossexuais”, com o qual “a Igreja dá a graça de Vida cristã para menores e não um reconhecimento dos próprios casais. ” Além disso, ele indicou que “para o registro do Batismo e a emissão do certificado deste último, a Igreja assume os dados que aparecem nos documentos civis, que devem ser apresentados antes da administração do Sacramento, levando em conta que a inscrição é registrada. os nomes daqueles que aparecem no registro civil de nascimento do menor ou do menor como pais, na mesma ordem em que estão registrados naquele registro ”. Leia também: “Quem comunga em pecado mortal, comunga sua própria condenação!” – Pe. José Augusto Os regulamentos da arquidiocese contradizem o direito canônico Um perito canonista consultado pela ACI Prensa advertiu que os regulamentos da Arquidiocese de Medellín, que garante que o certificado batismal deve coletar os dados dos documentos civis, “contradiz o Código de Direito Canônico, especificamente a Canon 877 que diz em sua subseção 1 que o pastor do lugar onde o batismo é celebrado deve anotar o nome dos batizados diligentemente e sem demora no livro de batismo, mencionando o ministro, os pais, padrinhos, testemunhas, se houver, e o lugar e dia foi administrado, indicando também o dia e local de nascimento ‘”. No caso dos filhos de mães solteiras, a subseção 2 do cânon 877 declara que “o nome da mãe deve ser registrado, se sua maternidade é publicamente declarada ou se ela voluntariamente o solicita por escrito ou perante duas testemunhas; e o nome do pai também deve ser registrado, se sua paternidade for comprovada por documento público ou por sua própria declaração perante o pastor e duas testemunhas; nos outros casos, somente o nome da pessoa batizada será registrado, sem declarar em absoluto o nome do pai ou dos pais ”. O canonista assinalou que “no caso de um par homossexual, uma vez que apenas um deles é a mãe natural, o princípio da subseção 2 do cânon é aplicado, isto é, a Igreja deve agir considerando a mãe natural como mãe solteira, já que isso não é casado canonicamente ”. Portanto, a paróquia onde o pequeno Matias foi batizado “teve que registrar apenas o nome da mãe natural ou, na sua falta, a mãe natural e o pai biológico da criança”. O especialista enfatizou que “em nenhum caso os nomes no Registro Civil podem ser impostos ao Direito Canônico quando se trata de sacramentos da Igreja, como o Batismo. Se esta é a norma atual da Arquidiocese de Medellín ou de qualquer outra diocese em um país onde as uniões homossexuais tenham sido legalizadas, essa regulamentação deve mudar para ser consistente com o Código de Direito Canônico ”. “Caso contrário, a Igreja estaria reconhecendo, através de um registro sacramental vitalmente importante, que de alguma forma ‘aceita’ a dupla maternidade de um par de lésbicas, que não só vai contra os ensinamentos da Igreja, mas também contra a ordem natural, já que duas mulheres não conseguem procriar um ser humano ”, alertou. Leia também: PECADO MORTAL – O OBSTÁCULO PARA NOSSA SALVAÇÃO Vaticano já falou em 2017 Em uma carta assinada em 2017 pelo cardeal Francesco Coccopalmerio, então prefeito do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos, a Santa Sé esclareceu como o batismo de uma criança de um casal do mesmo sexo ou de “pessoas trans” deve ser registrado. “No Código atual, não existe nenhuma lei específica sobre a entrada de casais do mesmo sexo ou ‘pessoas trans’ como pais no registro do batismo. O termo ‘pais’ usado por can. 877 CIC refere-se claramente ao pai e mãe, homem e mulher criados por Deus que está unido no sacramento do casamento ”, disse ele em sua carta datada de 15 de novembro de 2017 . Nesse sentido, de acordo com 877, “o pastor deve registrar no registro batismal o nome do pai e da mãe natural ou adotiva (homem e mulher) ou da mãe solteira (mulher), assim como do pai (homem) se a sua paternidade for comprovada por um documento público ”. “A notação de casais do mesmo sexo ou ‘pessoas transexuais’ como pais seria contrária ao cânon mencionado acima e ao ensino de Nosso Senhor e da Igreja sobre o casamento como Deus deseja como uma união entre um homem e uma mulher. Se um dos parceiros é natural pai ou mãe da criança, deve ser mencionado no registro; o outro parceiro não pode ser notado ”, esclareceu ele. Em sua carta, o Cardeal foi enfático ao assinalar que “dadas as indicações acima, não consideramos possível escrever no registro do batismo duas mães ou dois pais ou um ‘pai transgênero’ cuja natureza real é uma mulher ou uma ‘mãe transexual’ a verdadeira natureza é um homem ”. O recente batismo do filho de um par de lésbicas causou polêmica na Colômbia, não por causa da administração do sacramento, mas por causa da decisão do padre de emitir o certificado de batismo com os nomes das “duas mães” . A arquidiocese de Medellín – Colômbia, emitiu um certificado batismal nomeando “mãe 1” e “mãe 2” como “pais” para um batizado envolvendo o par de lésbicas formado por Manuela e Luisa Fernanda Gómez, que eram civilmente “casadas” pela lei colombiana, queriam batizar seu filho Matías de 17 meses de idade na cidade de Medellín. Claramente, a mídia colombiana aproveitou para celebrar o “fato histórico” apresentando o certificado como uma vitória do lobby gay sobre a Igreja. Nos últimos anos, muitos batizados onde dois homossexuais eram exibidos como “pais” ocorreram na decadente Igreja ocidental, incluindo catedrais. #homossexualidade #LGBT #IdeologiadeGênero #gay #Vaticano

  • SALMO XLI – Frei Luis de León

    Como a cerva que brama pelas águas correntes, ressequida de sede, a alma clama por ser restituída a Ti, meu Deus, e que me dês guarida. Meu ser vive sedento do Senhor, do vivente e poderoso. Quando será o momento em que terei o gozo de ver-me ante teu rosto glorioso’? Dia e noite chorando, das lágrimas retiro meu sustento, pois vivem pressionando, sem que passe um momento: “Mostra onde está teu Deus com fundamento.” E em choro desatado, derramo o coração com a memória de meu viver passado com tanto povo e glória, cantando teu louvor em longa história. Mas digo: “Por que tanto te martirizas, minh’alma? Confia em Deus, verás meu canto cantar sonoro, um dia, teu ser saudável e minha alegria.” E desmesura o mal, Deus meu, além do que já foi contado, vendo-me no areal de Hermón e deserdado de Mísgaro, que a Ti vive apegado. E assim cada tormenta precede a outra, e com grande ruído jatos d’água violenta ouço a todo momento: “Mostra onde está teu Deus com fundamento.” Porque te encolhes tanto, e te amarguras, minh’alma? Confia, pois com devido canto eu cantarei um dia: “Meu Deus, meu renascer, minha alegria.” (Tradução de Luiz Antônio de Figueiredo)

  • Excelente notícia: Reino Unido terá um católico, pró-vida, que frequenta missa em latim no comando d

    Jacob Rees-Mogg, o parlamentar que é conhecido por amar a Missa Tradicional Latina e defender a vida e o casamento, servirá como líder da Câmara dos Comuns britânica, enquanto Boris Johnson assume seu papel como novo primeiro-ministro do país. (Câmara dos Comuns do Reino Unido é a câmara baixa do Parlamento do Reino Unido, composta por cerca de 650 membros chamados de Members of Parliament, ou seja, o equivalente a deputado) Jacob é membro do Partido Conservador e defensor do Brexit (A saída do Reino Unido da União Europeia é apelidada de Brexit originada na língua inglesa resultante da junção das palavras British e exit). Ele disse à SkyNews na quarta-feira que seu novo papel é “um trabalho muito interessante para fazer” e “Isso é algo que eu estou muito interessado em desempenhar porque o procedimento e prática parlamentar é algo no qual eu já desempenhei por muito tempo”. Rees-Mogg descreveu o primeiro-ministro Johnson como “um homem com uma missão”, e acrescentou: “Boris entregará o Brexit e, depois, políticas domésticas importantes. O sol vai brilhar.” Rees-Mogg é um católico devoto que atraiu a ira dos defensores LGBT e do aborto por apoiar o casamento como Deus o criou, entre homem e mulher, e também o direito à vida. “Jacob Rees Mogg, que se opõe ao aborto em casos de estupro, e que se opõe arduamente aos direitos LGBT, é agora um dos políticos mais poderosos da Grã-Bretanha”, twittou um colunista socialista do The Guardian. Ele também se queixou: “O gabinete de Boris Johnson não tem membros LGBT, mas vários que se opuseram ativamente e lutaram contra os direitos LGBT. É um perigo real e presente para as pessoas LGBT e seus direitos.” Leia também: Deputada Católica faz discurso histórico e profético, e mostra que ainda há esperanças para o Brasil! Ao longo de sua carreira no parlamento, Rees-Mogg votou contra o “casamento” homossexual. A Grã-Bretanha reconheceu as uniões homossexuais em 2014. Em 2017, como ministro do Parlamento, Rees-Mogg disse ao Good Morning Britain: “Sou católico, e levo o ensinamento da Igreja Católica a sério”. Ele acrescentou: “O casamento é um sacramento da Igreja, e a visão do que deve ser um casamento deve ser tomada unica e exclusivamente pela igreja, e não pelo parlamento”. Ele também afirmou que “se opõe completamente ao aborto”, mesmo para bebês concebidos em estupro. Fonte: lifesitenews.com #Aborto #LGBT #Mundo #Política

  • Excelente notícia: Reino Unido terá um católico, pró-vida, que frequenta missa em latim no comando d

    Jacob Rees-Mogg, o parlamentar que é conhecido por amar a Missa Tradicional Latina e defender a vida e o casamento, servirá como líder da Câmara dos Comuns britânica, enquanto Boris Johnson assume seu papel como novo primeiro-ministro do país. (Câmara dos Comuns do Reino Unido é a câmara baixa do Parlamento do Reino Unido, composta por cerca de 650 membros chamados de Members of Parliament, ou seja, o equivalente a deputado) Jacob é membro do Partido Conservador e defensor do Brexit (A saída do Reino Unido da União Europeia é apelidada de Brexit originada na língua inglesa resultante da junção das palavras British e exit). Ele disse à SkyNews na quarta-feira que seu novo papel é “um trabalho muito interessante para fazer” e “Isso é algo que eu estou muito interessado em desempenhar porque o procedimento e prática parlamentar é algo no qual eu já desempenhei por muito tempo”. Rees-Mogg descreveu o primeiro-ministro Johnson como “um homem com uma missão”, e acrescentou: “Boris entregará o Brexit e, depois, políticas domésticas importantes. O sol vai brilhar.” Rees-Mogg é um católico devoto que atraiu a ira dos defensores LGBT e do aborto por apoiar o casamento como Deus o criou, entre homem e mulher, e também o direito à vida. “Jacob Rees Mogg, que se opõe ao aborto em casos de estupro, e que se opõe arduamente aos direitos LGBT, é agora um dos políticos mais poderosos da Grã-Bretanha”, twittou um colunista socialista do The Guardian. Ele também se queixou: “O gabinete de Boris Johnson não tem membros LGBT, mas vários que se opuseram ativamente e lutaram contra os direitos LGBT. É um perigo real e presente para as pessoas LGBT e seus direitos.” Leia também: Deputada Católica faz discurso histórico e profético, e mostra que ainda há esperanças para o Brasil! Ao longo de sua carreira no parlamento, Rees-Mogg votou contra o “casamento” homossexual. A Grã-Bretanha reconheceu as uniões homossexuais em 2014. Em 2017, como ministro do Parlamento, Rees-Mogg disse ao Good Morning Britain: “Sou católico, e levo o ensinamento da Igreja Católica a sério”. Ele acrescentou: “O casamento é um sacramento da Igreja, e a visão do que deve ser um casamento deve ser tomada unica e exclusivamente pela igreja, e não pelo parlamento”. Ele também afirmou que “se opõe completamente ao aborto”, mesmo para bebês concebidos em estupro. Fonte: lifesitenews.com #Aborto #LGBT #Mundo #Política

  • Quem é São Josemaria Escrivá e o que é Opus Dei?

    São Josemaria Escrivá é conhecido como o “santo da vida corrente”. Josemaria Escrivá fundou o Opus Dei que significa trabalho de Deus. O Opus Dei é uma instituição da Igreja Católica que difunde a extraordinária mensagem de que cada pessoa pode santificar-se na sua vida de todos os dias. Josemaria Escrivá viu de um modo claro uma luz que iluminava todos os aspectos da vida humana: todos somos chamados a amar e a servir a Deus através do trabalho corrente, da vida familiar e de amizade. Assista ao vídeo que conta um pouco da vida deste grande santo: São Josemaria Escrivá de Balaguer (1902-1975), fundador do Opus Dei Josemaria Escrivá nasceu em Barbastro (Huesca, Espanha), em 9 de janeiro de 1902. Seus pais chamavam-se José e Dolores. Teve cinco irmãos: Carmen (1899-1957), Santiago (1919-1994) e outras três irmãs menores do que ele, que faleceram ainda pequenas. O casal Escrivá deu aos seus filhos uma profunda educação cristã. Em 1915, a indústria de tecidos do pai abre falência, e ele tem de mudar-se para Logronho, onde encontrou outro emprego. Nessa cidade, Josemaria dá-se conta pela primeira vez da sua vocação: depois de ver umas pegadas na neve dos pés descalços de um religioso, intui que Deus deseja alguma coisa dele, embora não saiba exatamente o quê. Pensa que poderá descobri-lo mais facilmente se se fizer sacerdote, e começa a preparar-se, primeiro em Logronho e, mais tarde, no seminário de Saragoça. Seguindo um conselho de seu pai, cursa na Universidade de Saragoça a Faculdade de Direito, como aluno livre. Seu pai morre em 1924, e ele fica como chefe de família. Recebe a ordenação sacerdotal em 28 de março de 1925 e começa a exercer o ministério numa paróquia rural e depois em Saragoça. Leia também: Para um cristão não pode haver diferença entre felicidade e santidade Em 1927, transfere-se para Madri, com permissão do seu bispo, a fim de doutorar-se em Direito. Ali, no dia 2 de outubro de 1928, Deus faz-lhe ver a missão que lhe vinha inspirando havia anos, e funda o Opus Dei. A partir desse momento, passa a trabalhar com todas as suas forças no desenvolvimento da fundação que Deus lhe pede, ao mesmo tempo que continua a exercer o ministério pastoral que lhe fora encomendado naqueles anos, e que o punha diariamente em contato com a doença e a pobreza dos hospitais e bairros populares de Madri. Quando eclode a guerra civil, em 1936, encontra-se em Madri. A perseguição religiosa obriga-o a refugiar-se em diferentes lugares. Exerce o seu ministério sacerdotal clandestinamente, até que consegue sair de Madri. Depois de atravessar os Pireneus até o sul da França, instala-se em Burgos. NO DIA DA SUA CANONIZAÇÃO, JOÃO PAULO II DISSE QUE SÃO JOSEMARIA É “O SANTO DO ORDINÁRIO”. Quando termina a guerra, em 1939, volta a Madri. Nos anos seguintes, dirige numerosos retiros espirituais para leigos, sacerdotes e religiosos. Nesse mesmo ano de 1939, conclui os estudos de doutorado em Direito. Em 1946, fixa a sua residência em Roma. Obtém o Doutorado em Teologia pela Universidade Lateranense. É nomeado consultor de duas Congregações vaticanas, membro honorário da Pontifícia Academia de Teologia e Prelado de honra de Sua Santidade. Acompanha com atenção os preparativos e as sessões do Concílio Vaticano II (1962-1965) e mantém um relacionamento intenso com muitos padres conciliares. De Roma, faz numerosas viagens a diversos países europeus para impulsionar o estabelecimento e a consolidação do Opus Dei nesses lugares. Com o mesmo objetivo, realiza entre 1970 e 1975 longas viagens até o México, a Península Ibérica, a América do Sul e Guatemala, e nelas também tem reuniões de catequese com grupos numerosos de homens e mulheres. Leia também: Glória Polo: “Fui julgada e condenada, mas Deus me deu uma segunda chance!” Falece em Roma no dia 26 de junho de 1975. Vários milhares de pessoas, entre elas muitos bispos de diversos países – quase um terço do episcopado mundial -, solicitam à Santa Sé a abertura da sua causa de canonização. No dia 17 de maio de 1992, João Paulo II beatifica Josemaria Escrivá. Proclama-o santo dez anos depois, em 6 de outubro de 2002, na Praça de São Pedro, em Roma, diante de uma grande multidão. « Seguindo as suas pegadas », disse o Papa nessa ocasião na sua homilia, « difundam na sociedade, sem distinção de raça, classe, cultura ou idade, a consciência de que todos estamos chamados à santidade ». Fonte: OpusDei.org #SantodoDia #SãoJosemariaEscrivá

  • Quem é São Josemaria Escrivá e o que é Opus Dei?

    São Josemaria Escrivá é conhecido como o “santo da vida corrente”. Josemaria Escrivá fundou o Opus Dei que significa trabalho de Deus. O Opus Dei é uma instituição da Igreja Católica que difunde a extraordinária mensagem de que cada pessoa pode santificar-se na sua vida de todos os dias. Josemaria Escrivá viu de um modo claro uma luz que iluminava todos os aspectos da vida humana: todos somos chamados a amar e a servir a Deus através do trabalho corrente, da vida familiar e de amizade. Assista ao vídeo que conta um pouco da vida deste grande santo: São Josemaria Escrivá de Balaguer (1902-1975), fundador do Opus Dei Josemaria Escrivá nasceu em Barbastro (Huesca, Espanha), em 9 de janeiro de 1902. Seus pais chamavam-se José e Dolores. Teve cinco irmãos: Carmen (1899-1957), Santiago (1919-1994) e outras três irmãs menores do que ele, que faleceram ainda pequenas. O casal Escrivá deu aos seus filhos uma profunda educação cristã. Em 1915, a indústria de tecidos do pai abre falência, e ele tem de mudar-se para Logronho, onde encontrou outro emprego. Nessa cidade, Josemaria dá-se conta pela primeira vez da sua vocação: depois de ver umas pegadas na neve dos pés descalços de um religioso, intui que Deus deseja alguma coisa dele, embora não saiba exatamente o quê. Pensa que poderá descobri-lo mais facilmente se se fizer sacerdote, e começa a preparar-se, primeiro em Logronho e, mais tarde, no seminário de Saragoça. Seguindo um conselho de seu pai, cursa na Universidade de Saragoça a Faculdade de Direito, como aluno livre. Seu pai morre em 1924, e ele fica como chefe de família. Recebe a ordenação sacerdotal em 28 de março de 1925 e começa a exercer o ministério numa paróquia rural e depois em Saragoça. Leia também: Para um cristão não pode haver diferença entre felicidade e santidade Em 1927, transfere-se para Madri, com permissão do seu bispo, a fim de doutorar-se em Direito. Ali, no dia 2 de outubro de 1928, Deus faz-lhe ver a missão que lhe vinha inspirando havia anos, e funda o Opus Dei. A partir desse momento, passa a trabalhar com todas as suas forças no desenvolvimento da fundação que Deus lhe pede, ao mesmo tempo que continua a exercer o ministério pastoral que lhe fora encomendado naqueles anos, e que o punha diariamente em contato com a doença e a pobreza dos hospitais e bairros populares de Madri. Quando eclode a guerra civil, em 1936, encontra-se em Madri. A perseguição religiosa obriga-o a refugiar-se em diferentes lugares. Exerce o seu ministério sacerdotal clandestinamente, até que consegue sair de Madri. Depois de atravessar os Pireneus até o sul da França, instala-se em Burgos. NO DIA DA SUA CANONIZAÇÃO, JOÃO PAULO II DISSE QUE SÃO JOSEMARIA É “O SANTO DO ORDINÁRIO”. Quando termina a guerra, em 1939, volta a Madri. Nos anos seguintes, dirige numerosos retiros espirituais para leigos, sacerdotes e religiosos. Nesse mesmo ano de 1939, conclui os estudos de doutorado em Direito. Em 1946, fixa a sua residência em Roma. Obtém o Doutorado em Teologia pela Universidade Lateranense. É nomeado consultor de duas Congregações vaticanas, membro honorário da Pontifícia Academia de Teologia e Prelado de honra de Sua Santidade. Acompanha com atenção os preparativos e as sessões do Concílio Vaticano II (1962-1965) e mantém um relacionamento intenso com muitos padres conciliares. De Roma, faz numerosas viagens a diversos países europeus para impulsionar o estabelecimento e a consolidação do Opus Dei nesses lugares. Com o mesmo objetivo, realiza entre 1970 e 1975 longas viagens até o México, a Península Ibérica, a América do Sul e Guatemala, e nelas também tem reuniões de catequese com grupos numerosos de homens e mulheres. Leia também: Glória Polo: “Fui julgada e condenada, mas Deus me deu uma segunda chance!” Falece em Roma no dia 26 de junho de 1975. Vários milhares de pessoas, entre elas muitos bispos de diversos países – quase um terço do episcopado mundial -, solicitam à Santa Sé a abertura da sua causa de canonização. No dia 17 de maio de 1992, João Paulo II beatifica Josemaria Escrivá. Proclama-o santo dez anos depois, em 6 de outubro de 2002, na Praça de São Pedro, em Roma, diante de uma grande multidão. « Seguindo as suas pegadas », disse o Papa nessa ocasião na sua homilia, « difundam na sociedade, sem distinção de raça, classe, cultura ou idade, a consciência de que todos estamos chamados à santidade ». Fonte: OpusDei.org #SantodoDia #SãoJosemariaEscrivá

  • Ou somos Católicos ou somos Espíritas – não podemos servir a dois senhores! – Pe. José A

    O espiritismo nega 40 verdades essenciais da doutrina cristã; ensina reencarnação; afirma a aparição dos espíritos do além, evocados pelos médiuns, e ensina muitas outras heresias opostas à doutrina cristã, negando principalmente o poder salvador de Jesus Cristo. Assista ao vídeo do Pe. José Augusto alertando os fiéis sobre os erros do espiritismo, no final da postagem. Falando mesmo de Santos, de caridade, de oração e boas obras, o espiritismo segue apenas as orientações de seu codificador, Allan Kardec, que (no seu livro de Médiuns, 2a edição, pág. 336) recomenda iludir os cristãos, aceitando no começo suas convicções para depois, pouco a pouco lhes tirar. Já o famoso escritor do espiritismo no Brasil, Dr. Carlos Imbassahy, escreve claramente: “Nem a Bíblia prova (para nós) coisa alguma… O espiritismo não é um ramo do cristianismo, como as demais seitas cristãs. Não assenta seus princípios nas Escrituras (Sagradas)… “A nossa base é o ensino dos espíritos. Daí o nome espiritismo.” (A margem do Espiritismo, pág.219) Leia também POR QUE NÃO SOU PROTESTANTE? Dai vale para os cristãos a advertência de Jesus: “Cuidai-vos dos falsos profetas que se apresentam em pele de ovelha, mas por dentro são lobos vorazes.” (Mt 7, 15). Assista ao vídeo do Padre José Augusto: Leia também: CUIDADO: SUA ROUPA PODERÁ TE LEVAR AO INFERNO #PadreJoséAugusto #FalsasDoutrinas #FormaçõesCatólicas #Espiritismo #FalsasReligiões #Protestantismo

  • Ou somos Católicos ou somos Espíritas – não podemos servir a dois senhores! – Pe. José A

    O espiritismo nega 40 verdades essenciais da doutrina cristã; ensina reencarnação; afirma a aparição dos espíritos do além, evocados pelos médiuns, e ensina muitas outras heresias opostas à doutrina cristã, negando principalmente o poder salvador de Jesus Cristo. Assista ao vídeo do Pe. José Augusto alertando os fiéis sobre os erros do espiritismo, no final da postagem. Falando mesmo de Santos, de caridade, de oração e boas obras, o espiritismo segue apenas as orientações de seu codificador, Allan Kardec, que (no seu livro de Médiuns, 2a edição, pág. 336) recomenda iludir os cristãos, aceitando no começo suas convicções para depois, pouco a pouco lhes tirar. Já o famoso escritor do espiritismo no Brasil, Dr. Carlos Imbassahy, escreve claramente: “Nem a Bíblia prova (para nós) coisa alguma… O espiritismo não é um ramo do cristianismo, como as demais seitas cristãs. Não assenta seus princípios nas Escrituras (Sagradas)… “A nossa base é o ensino dos espíritos. Daí o nome espiritismo.” (A margem do Espiritismo, pág.219) Leia também POR QUE NÃO SOU PROTESTANTE? Dai vale para os cristãos a advertência de Jesus: “Cuidai-vos dos falsos profetas que se apresentam em pele de ovelha, mas por dentro são lobos vorazes.” (Mt 7, 15). Assista ao vídeo do Padre José Augusto: Leia também: CUIDADO: SUA ROUPA PODERÁ TE LEVAR AO INFERNO #PadreJoséAugusto #FalsasDoutrinas #FormaçõesCatólicas #Espiritismo #FalsasReligiões #Protestantismo

  • Imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima é recebida no Palácio dos Bandeirantes

    Imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima visita Palácio dos Bandeirantes, sede do Governo de São Paulo, e emociona os presentes. O Fundo Social de São Paulo promoveu nesta quarta-feira (23) a celebração em homenagem à imagem de Nossa Senhora de Fátima Peregrina. A cerimônia aconteceu no Hall Nobre do Palácio dos Bandeirantes e contou com as presenças do Governador João Doria e da primeira-dama do Estado e presidente do Conselho do Fundo Social de São Paulo, Bia Doria. O secretário da Justiça e Cidadania, Paulo Dimas Mascaretti, participou da celebração, ao lado de colegas de Secretariado. O Palácio dos Bandeirantes é o edifício-sede do Governo do Estado de São Paulo e residência oficial do governador. A cerimônia teve missa presidida pelo frei Jair Roberto Pasquali, pároco do Santuário Nossa Senhora de Fátima do Sumaré, e concelebrada pelos padres Antonio Maria e Rodrigo Custódio e Evandro Torlai, respectivamente, Presidente e Vice-Presidente da Aliança de Misericórdia Imaculada do Espírito Santo. Após a celebração a imagem, que será levada de volta a Portugal em breve, ficou exposta para visitação do público. Leia também: Deputada Católica faz discurso histórico e profético, e mostra que ainda há esperanças para o Brasil! O Governador João Doria comentou a visita mais que especial: [trx_quote style=”2″ cite=”” title=”Governador João Doria”]“Sou cristão e faço diariamente minhas orações. Independente da religião, sou um admirador da fé do povo brasileiro. Que Deus abençoe São Paulo e o Brasil. ?”[/trx_quote] Confira algumas fotos: #NossaSenhora

  • Imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima é recebida no Palácio dos Bandeirantes

    Imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima visita Palácio dos Bandeirantes, sede do Governo de São Paulo, e emociona os presentes. O Fundo Social de São Paulo promoveu nesta quarta-feira (23) a celebração em homenagem à imagem de Nossa Senhora de Fátima Peregrina. A cerimônia aconteceu no Hall Nobre do Palácio dos Bandeirantes e contou com as presenças do Governador João Doria e da primeira-dama do Estado e presidente do Conselho do Fundo Social de São Paulo, Bia Doria. O secretário da Justiça e Cidadania, Paulo Dimas Mascaretti, participou da celebração, ao lado de colegas de Secretariado. O Palácio dos Bandeirantes é o edifício-sede do Governo do Estado de São Paulo e residência oficial do governador. A cerimônia teve missa presidida pelo frei Jair Roberto Pasquali, pároco do Santuário Nossa Senhora de Fátima do Sumaré, e concelebrada pelos padres Antonio Maria e Rodrigo Custódio e Evandro Torlai, respectivamente, Presidente e Vice-Presidente da Aliança de Misericórdia Imaculada do Espírito Santo. Após a celebração a imagem, que será levada de volta a Portugal em breve, ficou exposta para visitação do público. Leia também: Deputada Católica faz discurso histórico e profético, e mostra que ainda há esperanças para o Brasil! O Governador João Doria comentou a visita mais que especial: [trx_quote style=”2″ cite=”” title=”Governador João Doria”]“Sou cristão e faço diariamente minhas orações. Independente da religião, sou um admirador da fé do povo brasileiro. Que Deus abençoe São Paulo e o Brasil. ?”[/trx_quote] Confira algumas fotos: #NossaSenhora

  • SÃO FRANCISCO E A LIÇÃO DA “IRMÃ TERRA” – Padre Santiago Martín

    [São Francisco de Assis não foi um precursor do ambientalismo moderno. “Nada era mais alheio a São Francisco do que deificar a natureza”, diz o autor deste artigo]. No meio de tantos elogios e críticas ao “Instrumentum laboris” do Sínodo sobre a Amazônia, que nos promete um outono quente — juntamente com o Sínodo alemão —, eu me perguntei o que são Francisco diria sobre este assunto. Não pretendo, de forma alguma, ser um porta-voz desse grande Santo, mas simplesmente aplicar algumas coisas que nos ensinou, com sua vida e com suas palavras. Primeiramente, o apelo do Senhor a São Francisco — aquela locução que teve rezando diante do crucifixo de São Damião — era que restaurasse a Igreja, que ameaçava ir à ruína. Ele, simples como era, o entendeu literalmente e começou a reconstruir a antiga ermida. Só mais tarde compreendeu que era a Igreja das pessoas e não a das pedras que precisava de seu auxílio. Desde o início, portanto, a evangelização e o amor pela Igreja foram o objetivo a que se dedicou. A pobreza e o serviço aos pobres eram os meios para chegar a esse fim, o testemunho essencial para ganhar credibilidade e poder anunciar o Evangelho. Foi por isso que disse aos seus: “Pregai o Evangelho em todos os momentos, e, quando for necessário, usai as palavras.” Se evangelizar para que o Senhor Jesus fosse conhecido e amado era sua paixão; e se a prática radical da pobreza era sua maneira de o realizar, sua outra grande paixão era amor da natureza. Estava sempre à procura de belos lugares para viver, o que na Itália é fácil de encontrar. Os bosques de sua Umbria natal — como Le Carceri —, as falésias íngremes de La Verna, ou a beleza suave das colinas perto de Roma, no vale de Rieti, o viram rezar e também chorar, tanto pela dor causada por sua doença nos olhos, como pelo desgosto que lhe davam seus seguidores. Na Fonte Colombo escreveu a Regra definitiva e, talvez, algumas estrofes do “Cântico das criaturas”, que finalizaria em Assis, já quase cego e perto da morte. Esta bela poesia não se dedica a honrar a natureza, como se fosse um hino pagão. É um louvor a Deus por tudo o que ele criou, inclusive a morte. Deus é sempre o objetivo final. A fraternidade expressa pelo Santo com tudo o que é criado se deve precisamente porque tudo, incluindo o ser humano, saiu da mão amorosa de Deus. A tudo chama de “irmão” ou “irmã”, mas não convida ninguém, exceto o homem, a louvar a Deus, porque ele sabe que eles não são pessoas e não podem fazê-lo. É verdade que, ao referir-se à terra, ele a chama de “mãe”, mas também a esta antepõe o substantivo “irmã”. Ela é a “irmã mãe terra”, uma criatura de Deus, e não a deusa Gea dos gregos ou a deusa Ceres dos romanos. E o que isso tem a ver com o Sínodo da Amazônia? Nada era mais alheio a São Francisco do que deificar a natureza — o que está implícito no conceito pagão de “Pacha Mama”, a “mãe terra” — e, muito menos, transformá-la em fonte de revelação. A natureza é a nossa irmã e devemos cuidar dela enquanto tal, em vez de abusar dela e conduzi-la à beira da extinção. Mas não é Deus, nem o são os homens, as suas culturas, os seus costumes. Só Deus é Deus. Só a Ele se deve adorar, servir e amar. É para ele que devemos fazer todas as coisas, inclusive o amor ao inimigo, o serviço aos pobres e o cuidado com a natureza. Se as pedras, as florestas, os rios, um belo pôr do sol ou uma tempestade aterrorizante nos dizem algo, é que há Alguém que nos criou, a Quem devemos obediência e amor; e que esse Alguém, que é sabedoria infinita, falou de forma plena não pela boca das coisas e nem sequer pelos homens, mas pela boca de Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Sem ter isso bem claro, o cristianismo torna-se uma absurda seita pagã; e o homem volta a ter como um modelo ético a lei da selva, que, não nos esqueçamos, é a dos mais fortes oprimindo os fracos (quando chora menos quem pode mais). http://catolicos-on-line.frmaria.org/index.php?option=com_content&view=article&id=6944%3Aiglesia&catid=37%3Acategoria-articulos&Itemid=28

  • Sem a Luz, só há trevas

    Sem a Luz, só há trevas Quando a sociedade busca viver sem Deus, ela apenas troca o seu objeto de culto. O culto antes dirigido a Deus, hoje é dado a qualquer coisa que preencha sua satisfação mais imediata. Quando aquilo que ocupa o coração do homem recebe adoração que é devida somente a Deus, a idolatria se faz presente e arrebata almas e corações. O coração do homem é religiosamente inclinado,seja em direção a Deus ou a um ídolo. Quando o poder transcendente é substituído, o imanente aparece. É muito fácil para o homem pecaminoso substituir o culto a Deus por outra coisa, eu diria que é até natural, dado nossa condição caída. Vemos tantos grupos que se dizem “anti-religiosos”, mas com todos os traços de seita religiosa. Eles simplesmente roubam os símbolos cristãos e os distorcem em prol da sua ideologia. Por exemplo, grupos de esquerda que negam a Deus mas o substituem pelo culto do Estado. Como se o Estado fosse onipotente e responsável pela paz e felicidade eterna. Onde o assistencialismo estatal substitui a caridade cristã, e o Estado é o único veículo de propagação da verdadeira justiça e harmonia entre os homens e deve regular todas as esferas da sociedade e da consciência individual. Ou grupos libertários, que trocam o Deus vivo pelo deus mercado e pelo individualismo egoísta, dissociando as relações humanas da moralidade e reduzindo-as as leis da oferta e procura. Especulando com a indignidade humana e desprezando o próximo pela sua condição material. Pensando somente no próprio ventre e nunca olhando para o próximo com amor e misericórdia. Como dizia Calvino, “o coração do homem é uma fábrica de ídolos”, por isso, quando nosso coração se volta a algo que não é o nosso Deus, agimos como apóstatas. A sociedade tem buscado se estabelecer sem Deus, mas o mundo sem a Luz é um mundo de trevas. Um mundo sem Deus é um mundo onde o homem é a medida de todas as coisas. Onde seu egoísmo, sua vaidade e toda maldade do seu coração podem aflorar em todo seu potencial, só sendo refreada, talvez, pelo temor de outros homens ou pelas possíveis desvantagens momentâneas. Sem Deus, nada é intrinsecamente mal ou imoral. As pessoas fogem de Deus, não porque desenvolveram argumentos intelectuais ou qualquer tipo de conhecimento que demonstre que Ele não exista, mas pelos simples fato de não suportarem viver se não for para si mesmos. São narcisistas demais para reconhecer a grandeza de algo além de seus ventres e seus impulsos. Não querem servir aquele que é Santo, Justo e Bom, pois a verdadeira Luz traz a tona toda sua indignidade e podridão. Preferem viver na mediocridade dos seus pecados, do que conhecer a fonte da vida eterna. Por pensarem somente na satisfação terrena e nos prazeres imediatos, se afastam da felicidade e glória eterna. Muitos corações tem sido seduzidos pelo engodo das ideologias, muitos tem perambulado pelos caminhos da vida sufocados na própria angústia e ansiedade, buscando o seu propósito e sentido de viver, e por não conhecer a verdadeira Luz do homens, são tragados pelas trevas do mundo sem Deus. Vivem correndo em círculos, em busca da tal “liberdade” e da “felicidade”, mas no máximo conseguem encontrar picos dela. São como mendigos famintos que se contentaram com as migalhas do chão. Deus é como um grande farol numa noite escura, é impossível não nota-lo, pois somente através dele vemos as coisas. Você pode tentar se esconder, pode viver de olhos vendados e andar tateando e tropeçando pelo caminho, mas viverá de maneira miserável e infeliz. O homem sem Deus construiu o seu templo, adornou os seus ídolos e se fechou na própria ignorância, pensando assim estar no caminho da verdadeira satisfação plena. Tolos! A verdadeira vida não é para si mesmo, mas para Deus. Todo o resto é apenas um reflexo de servir ao Senhor do universo. Ou você o serve, ou o odiará. ” Não se pode servir a dois senhores, pois odiará a um e amará a outro.” Mateus 6:24 Ramon Serrano

  • Os erros mais comuns sobre a Total Consagração à Santíssima Virgem

    Com a popularização da Total Consagração surgiram também diversas interpretações que diferem dos ensinamentos de São Luís Maria Grignion de Montfort. Queremos aqui ajudar a esclarecer algumas dessas ideias erradas acerca da Verdadeira Devoção à Nossa Senhora. A Total Consagração à Santíssima Virgem, ou Santa Escravidão a Jesus por Maria, ou Verdadeira Devoção, é como ficou conhecida a Consagração à Nossa Senhora através do método ensinado por São Luís Maria Grignion de Montfort no Livro Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem. Aos que desejam se aprofundar e entender melhor qual o significado da Total Consagração à Santíssima Virgem, recomendamos a leitura deste artigo: O que é a Santa Escravidão de Amor Através do pontificado do papa São João Paulo II, que era grande devoto e consagrado pelo método ensinado por São Luís Maria, a Total Consagração ficou muito conhecida e se tornou muito popular. Essa consagração era tão importante para São João Paulo II que seu lema de pontificado era: “Totus Tuus Mariae” que quer dizer: “Sou todo teu Maria”. São Luís Maria, em seu Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, usa estes termos como fórmula de renovação da consagração: “Tuus totus ego sum, et omnia mea tua sunt”, que quer dizer: “Eu sou todo teu, e tudo o que é meu te pertence”. Há relatos de que o Tratado da Verdadeira Devoção era o livro de cabeceira do Santo Padre que se empenhou sobremaneira para torná-lo conhecido por todos os católicos. Seus esforços foram muito eficazes, e a Total Consagração se tornou conhecida no mundo inteiro. De maneira particular, o Brasil teve um aumento exponencial no número de consagrados, o que produziu diversos apostolados e comunidades empenhados na divulgação da Verdadeira Devoção. Porém, juntamente com a expansão da Santa Escravidão, surgiram também interpretações adversas ao que é ensinado por São Luís, que vão desde dúvidas práticas sobre o significado da Total Consagração, até mesmo erros mais graves sobre quem pode ou não pode realizar a Consagração a Jesus por Maria. Neste vídeo estão relacionados as ideias erradas e dúvidas mais comuns sobre a Total Consagração. Clique aqui para assistir o vídeo de formação: IDEIAS ERRADAS SOBRE A TOTAL CONSAGRAÇÃO Catecismo da Total Consagração à Santíssima Virgem Para todos que querem melhor compreender, tirar dúvidas e aprofundar na Total Consagração a Nossa Senhora apresentamos o livro Catecismo da Total Consagração à Santíssima Virgem. São mais de 100 questões referentes à Total Consagração a Nossa Senhora, segundo o método de São Luís Maria Grignion de Montfort. a presente obra tem a função orientar os já consagrados, os que irão se consagrar e os que têm divulgado esta consagração e formado grupos de consagrados, afim de que se entenda de modo correto esta consagração e assim se possa vivência-la melhor e evitar falsas interpretações. O que é a Total Consagração, no que consiste essa total entrega, qual sua utilidade para nossa vida espiritual, qual sua especial importância para os nossos dias. A aprovação da Igreja e dos Papas. Como vivência-la. Quem pode e quem não pode se consagrar por esse método. As obrigações e práticas de um consagrado. Como realizar a cerimônia de consagração, etc.. Tudo isso e muito mais. Você pode adquirir o Catecismo da Total Consagração em nossa loja virtual: Loja Total Consagração Leia também: A Total Consagração e a Estratégia de Deus para salvar seu povo, revelada por Nossa Senhora em Fátima Algumas perguntas comuns a respeito da Verdadeira Devoção à Nossa Senhora Caso ainda não tenha adquirido o Catecismo da Total Consagração, leia algumas perguntas frequentes acerca da Santa Escravidão de Amor: 1. Em que a Consagração proposta por São Luis Maria Montfort se diferencia das demais consagrações a Santíssima Virgem? A Consagração proposta por São Luis é uma Consagração total, da pessoa inteira, como fala na própria fórmula da consagração, em “corpo, alma, bens exteriores, bens interiores, valor das obras boas passadas, presentes e futuras.” E aqui é importante esclarecer: o que é este valor das boas obras? Segundo o próprio São Luis explica, é o valor espiritual de todas as nossas obras de virtude, que se dá em 3 aspectos: – Valor meritório: aumenta o nosso grau de glória no céu.. – Valor satisfatório: diminui a nossa eventual pena no purgatório – Valor impetratório: é o valor que podemos “aplicar”, oferecendo uma obra de virtude por uma intenção em particular. Por esta consagração, nós nos entregamos inteiros a Virgem, e inclusive entregamos o valor das nossas boas obras, nos despojando daquilo que seria um “direito” nosso, para que Ela possa dispor deste valor livremente, e usar da forma como for melhor. Por exemplo: por esta consagração à Virgem pode usar o valor de uma boa obra nossa para converter uma pessoa do outro lado do mundo, que nem conhecemos, que só conheceremos no céu! A explicação deste ponto encontra-se nos números 121 a 125 do Tratado. 2. Isto significa que esta consagração é superior as outras formas de consagração a Virgem? Não necessariamente, se em outra forma de Consagração a pessoa se consagra com a consciência e a intenção de, entregando-se totalmente, consagrar também os seus bens espirituais, como explicamos acima, mesmo que a fórmula desta outra forma de consagração não explicite isso. O diferencial da forma proposta por São Luis Montfort é que a fórmula expressa isso claramente, e a leitura do livro, bem como os 30 dias de preparação que ele propõe, tem como objetivo preparar a alma para este ato de Consagração Total. 3. Isso significa que, fazendo a Consagração, eu poderei me prejudicar no sentido de sofrer mais no purgatório, por ter renunciado aos meus bens espirituais? São Luís responde sobre isso claramente no Tratado (n. 133), e diz que não! Que Nosso Senhor e Sua Santíssima Mãe são mais generosos neste e no outro mundo, com aqueles que mais generosos lhe forem nesta vida… Ou não confiamos na Justiça e na Misericórdia de Deus? Como acontecerá isso, não sabemos, é um mistério! Pois está é a renúncia do Evangelho: é renunciar é ganhar cem vezes mais (Mc 10, 28-31). É perder pra ganhar. Mais do que uma renúncia, poderia-mos dizer, a Consagração é um investimento; é colocar nossos bens mais preciosos nas Mãos Daquela que sabe administrá-los melhor do que nós, porque é a Grande Tesoureira de Deus; é colocar nossos bens na Arca do Imaculado Coração de Maria. Alguns sugerem que Deus e Sua Mãe usem os bens espirituais de um consagrado para beneficiar outros consagrados. Assim, os bens espirituais entregues nas Mãos Imaculadas da Virgem Maria multiplicam o seu valor, e os bens de um consagrado podem beneficiar muitos outros consagrados, e todos aqueles que Deus desejar. Leia também: A necessidade e a urgência da propagação da Total Consagração a Santíssima Virgem 4. Isso significa que, tendo feito a Consagração, eu não poderei mais fazer pedidos a Deus e a Virgem? Poderei, sim, é o que São Luis responde no Tratado (n. 132). O que eu não poderei mais é oferecer o valor das minhas obras por uma intenção particular (ex: fazer um jejum por uma determinada intenção), pois o valor das minhas obras, no ato de Consagração, já foi oferecido a Virgem, para que Ela, que sabe administrar melhor do que, disponha livremente deste valor, para usa-lo segundo o Seu Coração. Já fazer pedidos, eu posso; e com mais confiança ainda: pois serão os pedidos de um súdito que, por amor, entregou todos os seus bens a Sua Amada Rainha, e pede com a confiança de quem sabe que conta com toda a benevolência Dela. Obs: São Luis ainda garante que essa Consagração é compatível com o estado de vida de cada um, e por isso não prejudica os deveres de estado de cada vocação; por exemplo, de um sacerdote que, por dever ou outro motivo, deve oferecer a Santa Missa por alguma intenção particular; pois a Consagração deve ser feita segundo a Ordem de Deus e os deveres de estado de cada vocação (n. 124). 5. Em que sentido se dá a “escravidão” à Virgem Maria? Parece algo tão estranho este termo… É “estranho” porque precisa ser compreendido em seu significado espiritual. Se dá no mesmo sentido que a Virgem disse ao Arcanjo São Gabriel na Anunciação: “Eis aqui a Escrava do Senhor, faça-se em mim conforme a Tua Palavra.” (Lc 1,38) Se dá também no sentido do que Jesus viveu, como diz São Paulo aos Filipenses (F2, 7): “Aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de Escravo”. São Luis mostra que naquela época não existia “servos / empregados” como existe hoje, e existia apenas escravo. A diferença é que o servo não depende totalmente do seu senhor, o escravo depende! A Virgem, em sua liberdade, é Escrava por Amor, porque quis se entregar inteiramente ao Serviço do Seu Amado, do Deus que Ela ama! Por esta consagração total, seguimos o exemplo da Virgem, nos entregando, por amor, para sermos “escravos de Jesus”, ou “escravos de Jesus por Maria”, ou ainda “escravos de Maria”. Todos estes termos estão corretos, diz São Luis, entendendo bem o seu significado. E por esta Consagração, seguimos também o exemplo de Jesus, que se submeteu totalmente a Sua Santíssima Mãe quando se encarnou e foi gerado por Ela! As referências para este assunto estão nos números 68 a 77 do Tratado, e do número 139 a 143. 6. Há alguma prática exterior obrigatória para que a Consagração se efetive? Não há no Tratado nenhuma evidência que ateste isso. Pelo contrário: São Luis fala no Tratado (n. 226) que a Consagração é essencialmente interior. E que as práticas exteriores (oração do Rosário, do Magnificat, prática da penitência, trazer junto de si um sinal externo da Consagração, ingresso em movimentos marianos, preparação de 30 dias de oração antes da Consagração, etc) são recomendáveis, mas não são moralmente obrigatórias para um consagrado (pois não se faz nenhum voto, nesse sentido, ao se fazer a Consagração), nem são necessárias para que a consagração seja válida. Até porque São Luis Montfort, que propõe todo este método de Consagração, não criou a Consagração, nem é um rito que ele insituiu; inclusive ele fala de muitos santos que viveram essa Consagração antes dele. O que São Luis nos dá é um método para nos ensinar e ajudar a se preparar e a viver esta Consagração. 7. A Consagração implica em voto de celibato? Não. São Luis deixa claro que a Consagração é um ato interior, e não menciona o celibato quando fala dos práticas exteriores recomendáveis. A consagração do corpo, que a Consagração implica enquanto entrega total da pessoa, pode ser vivida pela virtude da castidade no estado de vida de cada um: os casados vivendo a sexualidade de acordo com o projeto de Deus, os não-casados vivendo na continência, os celibatários entregando-se inteiramente a Nosso Senhor e sua Mãe Santíssima no seu celibato (ver Catecismo da Igreja Católica, n. 2348-2356). Leia também: Em defesa da Santa Escravidão de Amor – Resposta a um seminarista que falava contra a Total Consagração à Santíssima Virgem 8. Sou muito pecador! Isso é motivo para não fazer a Consagração? Não, senão ninguém se consagraria! É exatamente o contrário: a Consagração Total nos ajuda a sermos santos! O que São Luis fala que é necessário (n.99), neste sentido, é a firme resolução de evitar o pecado mortal, o esforço para evitar outros pecados e a busca de uma autêntica vida de oração, penitência e apostolado. O que, de alguma forma, é obrigação de todo o cristão… 9. Existe alguma data específica para que a Consagração seja feita? Não há evidencias disso no “Tratado”, mas o costume é que seja em uma data mariana. 10. Como são estes 30 dias de preparação? São orações simples, mas como uma intenção profunda, que São Luis propõe que se faça durante 30 dias, renovando todos os anos quando se renova a Consagração, da seguinte forma (n. 227-233): A lista das orações e os textos delas encontram-se no apêndice do “Tratado”, ao menos na edição das Vozes, com as traduções para o português; as orações podem ser rezadas em português): – 12 dias preliminares pedindo o desapego do mundo, rezando a cada dia “Veni, Creator Spiritus” e “Ave Maris Stela”. – 1ª semana (6 dias) pedindo o conhecimento de si mesmo, rezando a cada dia “Ladainha do Espírito Santo” e “Ladainha de Nossa Senhora”. – 2ª semana (6 dias) pedindo o conhecimento da Virgem Maria, rezando a cada dia “Ladainha do Espírito Santo”, “Ave Maris Stela” e um Terço. – 3ª semana (6 dias) pedindo o conhecimento de Nosso Senhor, rezando a cada dia a “Ladainha do Espírito Santo”, “Ave Maris Stela”, “Oração de Santo Agostinho”, “Ladainha do Ssmo. Nome de Jesus” e “Ladainha do Sagrado Coração de Jesus”. 11. No dia da Consagração, o que se faz? Se comunga (estando devidamente preparado, evidentemente; recomenda-se inclusive a confissão no próprio dia, se possível), se escreve a fórmula da consagração (se encontra no final do Tratado, chamada “Consagração de si mesmo a Jesus Cristo, Sabedoria Encarnada, pelas mãos de Maria”) e se assina, atestando a consagração interior. Recomenda-se ainda que neste dia se faça alguma forma de penitência (n. 231-232). 12. Não li o “Tratado” ainda. Posso me Consagrar, ou iniciar os 30 dias de preparação, mesmo assim? A nível geral, recomendamos que não se Consagre, e nem mesmo que se inicie os 30 dias de preparação sem a leitura completa do Tratado, pois como se poderá preparar bem para a Consagração, sem a conhecê-la bem? Além do mais, a Consagração é feita uma vez na vida, e portanto, é importante que se faça com esta preparação. Até porque a Consagração poderá ser feito em outro momento mais para adiante, após a leitura do livro. Provavelmente organizaremos outros “arrastões” para a Consagração em grupos em outras datas; e a Consagração também pode ser feita de forma de isolada, em uma data à livre escolha da pessoa. Assim, recomendamos que iniciem os 30 dias de preparação aqueles que completarem a leitura do Tratado. 13. Falhei em algum exercício prático nos 30 dias ou no dia da própria Consagração, ou então cometi algum pecado mortal durante a preparação. Devo desistir de me consagrar no dia que propus? Recomendamos, a nível geral, que não desista, e faça consagração! Pois como dissemos, ela é um ato interior, não depende necessariamente dos atos exteriores de preparação, o demônio odeia a consagração, e poderá se utilizar de um escrúpulo nosso em não ter cumprido 100% a preparação para nos tentar a desistir de fazer. Por isso, recomendamos que não se desista por algumas falhas nesse sentido. No caso de uma queda em pecado mortal, que haja, evidentemente, arrependimento e se busque a Confissão o mais rápido possível. Leia também: BISPO PROÍBE USO DO SAGRADO VÉU E CADEIAS DA TOTAL CONSAGRAÇÃO EM SUA DIOCESE As cadeias de Nossa Senhora Em muitas comunidades, paróquias e dioceses onde há uma boa formação sobre a Consagração ensinada por São Luís Maria Grignion de Montfort, é muito comum o surgimento de pessoas que adotam o uso da modéstia e também o uso do véu na santa missa e orações, inclusive o uso das Cadeias (ou correntes) de Nossa Senhora. Veja este vídeo e entenda melhor a importância das Cadeias de Nossa Senhora: #TotusTuus #VerdadeiraDevoção #NossaSenhora #SantaEscravidão #SantíssimaVirgem

  • Os erros mais comuns sobre a Total Consagração à Santíssima Virgem

    Com a popularização da Total Consagração surgiram também diversas interpretações que diferem dos ensinamentos de São Luís Maria Grignion de Montfort. Queremos aqui ajudar a esclarecer algumas dessas ideias erradas acerca da Verdadeira Devoção à Nossa Senhora. A Total Consagração à Santíssima Virgem, ou Santa Escravidão a Jesus por Maria, ou Verdadeira Devoção, é como ficou conhecida a Consagração à Nossa Senhora através do método ensinado por São Luís Maria Grignion de Montfort no Livro Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem. Aos que desejam se aprofundar e entender melhor qual o significado da Total Consagração à Santíssima Virgem, recomendamos a leitura deste artigo: O que é a Santa Escravidão de Amor Através do pontificado do papa São João Paulo II, que era grande devoto e consagrado pelo método ensinado por São Luís Maria, a Total Consagração ficou muito conhecida e se tornou muito popular. Essa consagração era tão importante para São João Paulo II que seu lema de pontificado era: “Totus Tuus Mariae” que quer dizer: “Sou todo teu Maria”. São Luís Maria, em seu Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, usa estes termos como fórmula de renovação da consagração: “Tuus totus ego sum, et omnia mea tua sunt”, que quer dizer: “Eu sou todo teu, e tudo o que é meu te pertence”. Há relatos de que o Tratado da Verdadeira Devoção era o livro de cabeceira do Santo Padre que se empenhou sobremaneira para torná-lo conhecido por todos os católicos. Seus esforços foram muito eficazes, e a Total Consagração se tornou conhecida no mundo inteiro. De maneira particular, o Brasil teve um aumento exponencial no número de consagrados, o que produziu diversos apostolados e comunidades empenhados na divulgação da Verdadeira Devoção. Porém, juntamente com a expansão da Santa Escravidão, surgiram também interpretações adversas ao que é ensinado por São Luís, que vão desde dúvidas práticas sobre o significado da Total Consagração, até mesmo erros mais graves sobre quem pode ou não pode realizar a Consagração a Jesus por Maria. Neste vídeo estão relacionados as ideias erradas e dúvidas mais comuns sobre a Total Consagração. Clique aqui para assistir o vídeo de formação: IDEIAS ERRADAS SOBRE A TOTAL CONSAGRAÇÃO Catecismo da Total Consagração à Santíssima Virgem Para todos que querem melhor compreender, tirar dúvidas e aprofundar na Total Consagração a Nossa Senhora apresentamos o livro Catecismo da Total Consagração à Santíssima Virgem. São mais de 100 questões referentes à Total Consagração a Nossa Senhora, segundo o método de São Luís Maria Grignion de Montfort. a presente obra tem a função orientar os já consagrados, os que irão se consagrar e os que têm divulgado esta consagração e formado grupos de consagrados, afim de que se entenda de modo correto esta consagração e assim se possa vivência-la melhor e evitar falsas interpretações. O que é a Total Consagração, no que consiste essa total entrega, qual sua utilidade para nossa vida espiritual, qual sua especial importância para os nossos dias. A aprovação da Igreja e dos Papas. Como vivência-la. Quem pode e quem não pode se consagrar por esse método. As obrigações e práticas de um consagrado. Como realizar a cerimônia de consagração, etc.. Tudo isso e muito mais. Você pode adquirir o Catecismo da Total Consagração em nossa loja virtual: Loja Total Consagração Leia também: A Total Consagração e a Estratégia de Deus para salvar seu povo, revelada por Nossa Senhora em Fátima Algumas perguntas comuns a respeito da Verdadeira Devoção à Nossa Senhora Caso ainda não tenha adquirido o Catecismo da Total Consagração, leia algumas perguntas frequentes acerca da Santa Escravidão de Amor: 1. Em que a Consagração proposta por São Luis Maria Montfort se diferencia das demais consagrações a Santíssima Virgem? A Consagração proposta por São Luis é uma Consagração total, da pessoa inteira, como fala na própria fórmula da consagração, em “corpo, alma, bens exteriores, bens interiores, valor das obras boas passadas, presentes e futuras.” E aqui é importante esclarecer: o que é este valor das boas obras? Segundo o próprio São Luis explica, é o valor espiritual de todas as nossas obras de virtude, que se dá em 3 aspectos: – Valor meritório: aumenta o nosso grau de glória no céu.. – Valor satisfatório: diminui a nossa eventual pena no purgatório – Valor impetratório: é o valor que podemos “aplicar”, oferecendo uma obra de virtude por uma intenção em particular. Por esta consagração, nós nos entregamos inteiros a Virgem, e inclusive entregamos o valor das nossas boas obras, nos despojando daquilo que seria um “direito” nosso, para que Ela possa dispor deste valor livremente, e usar da forma como for melhor. Por exemplo: por esta consagração à Virgem pode usar o valor de uma boa obra nossa para converter uma pessoa do outro lado do mundo, que nem conhecemos, que só conheceremos no céu! A explicação deste ponto encontra-se nos números 121 a 125 do Tratado. 2. Isto significa que esta consagração é superior as outras formas de consagração a Virgem? Não necessariamente, se em outra forma de Consagração a pessoa se consagra com a consciência e a intenção de, entregando-se totalmente, consagrar também os seus bens espirituais, como explicamos acima, mesmo que a fórmula desta outra forma de consagração não explicite isso. O diferencial da forma proposta por São Luis Montfort é que a fórmula expressa isso claramente, e a leitura do livro, bem como os 30 dias de preparação que ele propõe, tem como objetivo preparar a alma para este ato de Consagração Total. 3. Isso significa que, fazendo a Consagração, eu poderei me prejudicar no sentido de sofrer mais no purgatório, por ter renunciado aos meus bens espirituais? São Luís responde sobre isso claramente no Tratado (n. 133), e diz que não! Que Nosso Senhor e Sua Santíssima Mãe são mais generosos neste e no outro mundo, com aqueles que mais generosos lhe forem nesta vida… Ou não confiamos na Justiça e na Misericórdia de Deus? Como acontecerá isso, não sabemos, é um mistério! Pois está é a renúncia do Evangelho: é renunciar é ganhar cem vezes mais (Mc 10, 28-31). É perder pra ganhar. Mais do que uma renúncia, poderia-mos dizer, a Consagração é um investimento; é colocar nossos bens mais preciosos nas Mãos Daquela que sabe administrá-los melhor do que nós, porque é a Grande Tesoureira de Deus; é colocar nossos bens na Arca do Imaculado Coração de Maria. Alguns sugerem que Deus e Sua Mãe usem os bens espirituais de um consagrado para beneficiar outros consagrados. Assim, os bens espirituais entregues nas Mãos Imaculadas da Virgem Maria multiplicam o seu valor, e os bens de um consagrado podem beneficiar muitos outros consagrados, e todos aqueles que Deus desejar. Leia também: A necessidade e a urgência da propagação da Total Consagração a Santíssima Virgem 4. Isso significa que, tendo feito a Consagração, eu não poderei mais fazer pedidos a Deus e a Virgem? Poderei, sim, é o que São Luis responde no Tratado (n. 132). O que eu não poderei mais é oferecer o valor das minhas obras por uma intenção particular (ex: fazer um jejum por uma determinada intenção), pois o valor das minhas obras, no ato de Consagração, já foi oferecido a Virgem, para que Ela, que sabe administrar melhor do que, disponha livremente deste valor, para usa-lo segundo o Seu Coração. Já fazer pedidos, eu posso; e com mais confiança ainda: pois serão os pedidos de um súdito que, por amor, entregou todos os seus bens a Sua Amada Rainha, e pede com a confiança de quem sabe que conta com toda a benevolência Dela. Obs: São Luis ainda garante que essa Consagração é compatível com o estado de vida de cada um, e por isso não prejudica os deveres de estado de cada vocação; por exemplo, de um sacerdote que, por dever ou outro motivo, deve oferecer a Santa Missa por alguma intenção particular; pois a Consagração deve ser feita segundo a Ordem de Deus e os deveres de estado de cada vocação (n. 124). 5. Em que sentido se dá a “escravidão” à Virgem Maria? Parece algo tão estranho este termo… É “estranho” porque precisa ser compreendido em seu significado espiritual. Se dá no mesmo sentido que a Virgem disse ao Arcanjo São Gabriel na Anunciação: “Eis aqui a Escrava do Senhor, faça-se em mim conforme a Tua Palavra.” (Lc 1,38) Se dá também no sentido do que Jesus viveu, como diz São Paulo aos Filipenses (F2, 7): “Aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de Escravo”. São Luis mostra que naquela época não existia “servos / empregados” como existe hoje, e existia apenas escravo. A diferença é que o servo não depende totalmente do seu senhor, o escravo depende! A Virgem, em sua liberdade, é Escrava por Amor, porque quis se entregar inteiramente ao Serviço do Seu Amado, do Deus que Ela ama! Por esta consagração total, seguimos o exemplo da Virgem, nos entregando, por amor, para sermos “escravos de Jesus”, ou “escravos de Jesus por Maria”, ou ainda “escravos de Maria”. Todos estes termos estão corretos, diz São Luis, entendendo bem o seu significado. E por esta Consagração, seguimos também o exemplo de Jesus, que se submeteu totalmente a Sua Santíssima Mãe quando se encarnou e foi gerado por Ela! As referências para este assunto estão nos números 68 a 77 do Tratado, e do número 139 a 143. 6. Há alguma prática exterior obrigatória para que a Consagração se efetive? Não há no Tratado nenhuma evidência que ateste isso. Pelo contrário: São Luis fala no Tratado (n. 226) que a Consagração é essencialmente interior. E que as práticas exteriores (oração do Rosário, do Magnificat, prática da penitência, trazer junto de si um sinal externo da Consagração, ingresso em movimentos marianos, preparação de 30 dias de oração antes da Consagração, etc) são recomendáveis, mas não são moralmente obrigatórias para um consagrado (pois não se faz nenhum voto, nesse sentido, ao se fazer a Consagração), nem são necessárias para que a consagração seja válida. Até porque São Luis Montfort, que propõe todo este método de Consagração, não criou a Consagração, nem é um rito que ele insituiu; inclusive ele fala de muitos santos que viveram essa Consagração antes dele. O que São Luis nos dá é um método para nos ensinar e ajudar a se preparar e a viver esta Consagração. 7. A Consagração implica em voto de celibato? Não. São Luis deixa claro que a Consagração é um ato interior, e não menciona o celibato quando fala dos práticas exteriores recomendáveis. A consagração do corpo, que a Consagração implica enquanto entrega total da pessoa, pode ser vivida pela virtude da castidade no estado de vida de cada um: os casados vivendo a sexualidade de acordo com o projeto de Deus, os não-casados vivendo na continência, os celibatários entregando-se inteiramente a Nosso Senhor e sua Mãe Santíssima no seu celibato (ver Catecismo da Igreja Católica, n. 2348-2356). Leia também: Em defesa da Santa Escravidão de Amor – Resposta a um seminarista que falava contra a Total Consagração à Santíssima Virgem 8. Sou muito pecador! Isso é motivo para não fazer a Consagração? Não, senão ninguém se consagraria! É exatamente o contrário: a Consagração Total nos ajuda a sermos santos! O que São Luis fala que é necessário (n.99), neste sentido, é a firme resolução de evitar o pecado mortal, o esforço para evitar outros pecados e a busca de uma autêntica vida de oração, penitência e apostolado. O que, de alguma forma, é obrigação de todo o cristão… 9. Existe alguma data específica para que a Consagração seja feita? Não há evidencias disso no “Tratado”, mas o costume é que seja em uma data mariana. 10. Como são estes 30 dias de preparação? São orações simples, mas como uma intenção profunda, que São Luis propõe que se faça durante 30 dias, renovando todos os anos quando se renova a Consagração, da seguinte forma (n. 227-233): A lista das orações e os textos delas encontram-se no apêndice do “Tratado”, ao menos na edição das Vozes, com as traduções para o português; as orações podem ser rezadas em português): – 12 dias preliminares pedindo o desapego do mundo, rezando a cada dia “Veni, Creator Spiritus” e “Ave Maris Stela”. – 1ª semana (6 dias) pedindo o conhecimento de si mesmo, rezando a cada dia “Ladainha do Espírito Santo” e “Ladainha de Nossa Senhora”. – 2ª semana (6 dias) pedindo o conhecimento da Virgem Maria, rezando a cada dia “Ladainha do Espírito Santo”, “Ave Maris Stela” e um Terço. – 3ª semana (6 dias) pedindo o conhecimento de Nosso Senhor, rezando a cada dia a “Ladainha do Espírito Santo”, “Ave Maris Stela”, “Oração de Santo Agostinho”, “Ladainha do Ssmo. Nome de Jesus” e “Ladainha do Sagrado Coração de Jesus”. 11. No dia da Consagração, o que se faz? Se comunga (estando devidamente preparado, evidentemente; recomenda-se inclusive a confissão no próprio dia, se possível), se escreve a fórmula da consagração (se encontra no final do Tratado, chamada “Consagração de si mesmo a Jesus Cristo, Sabedoria Encarnada, pelas mãos de Maria”) e se assina, atestando a consagração interior. Recomenda-se ainda que neste dia se faça alguma forma de penitência (n. 231-232). 12. Não li o “Tratado” ainda. Posso me Consagrar, ou iniciar os 30 dias de preparação, mesmo assim? A nível geral, recomendamos que não se Consagre, e nem mesmo que se inicie os 30 dias de preparação sem a leitura completa do Tratado, pois como se poderá preparar bem para a Consagração, sem a conhecê-la bem? Além do mais, a Consagração é feita uma vez na vida, e portanto, é importante que se faça com esta preparação. Até porque a Consagração poderá ser feito em outro momento mais para adiante, após a leitura do livro. Provavelmente organizaremos outros “arrastões” para a Consagração em grupos em outras datas; e a Consagração também pode ser feita de forma de isolada, em uma data à livre escolha da pessoa. Assim, recomendamos que iniciem os 30 dias de preparação aqueles que completarem a leitura do Tratado. 13. Falhei em algum exercício prático nos 30 dias ou no dia da própria Consagração, ou então cometi algum pecado mortal durante a preparação. Devo desistir de me consagrar no dia que propus? Recomendamos, a nível geral, que não desista, e faça consagração! Pois como dissemos, ela é um ato interior, não depende necessariamente dos atos exteriores de preparação, o demônio odeia a consagração, e poderá se utilizar de um escrúpulo nosso em não ter cumprido 100% a preparação para nos tentar a desistir de fazer. Por isso, recomendamos que não se desista por algumas falhas nesse sentido. No caso de uma queda em pecado mortal, que haja, evidentemente, arrependimento e se busque a Confissão o mais rápido possível. Leia também: BISPO PROÍBE USO DO SAGRADO VÉU E CADEIAS DA TOTAL CONSAGRAÇÃO EM SUA DIOCESE As cadeias de Nossa Senhora Em muitas comunidades, paróquias e dioceses onde há uma boa formação sobre a Consagração ensinada por São Luís Maria Grignion de Montfort, é muito comum o surgimento de pessoas que adotam o uso da modéstia e também o uso do véu na santa missa e orações, inclusive o uso das Cadeias (ou correntes) de Nossa Senhora. Veja este vídeo e entenda melhor a importância das Cadeias de Nossa Senhora: #TotusTuus #VerdadeiraDevoção #NossaSenhora #SantaEscravidão #SantíssimaVirgem

  • A REVELAÇÃO COMO PRESENÇA DA REALIDADE – Julián Marías

    Os medievais, pelo contrário, o fazem. Escrevem suas obras “em forma”. Utilizam silogismos e todo gênero de unidades superiores que deles se compõem. Isto é, descobre-se o esqueleto da argumentação e argumenta-se esqueleticamente. Afia-se a razão, a que extremo? Até chegar à navalha de barbear — a de Ockam —. Esta metáfora, não excessivamente bela, cunha-se na Idade Média. Jamais se afirmou tanto o raciocínio puro; jamais se razoou de um modo tão prolixo e agudo. Os escolásticos vivem enovelando e tecendo ideias. Analisando, refutando, distinguindo, contradistinguindo. A dialética, descoberta por Platão, é nos conventos que se põe realmente em jogo, nos mosteiros medievais. Quando a Escolástica decai — em fins do século XIV e no século XV —, especialmente quando, primeiro os humanistas, no século XV e começos do XVI, e logo depois, numa segunda ofensiva, os ilustrados do século XVIII atacam os escolásticos em nome da razão, isto nos parece incrível. Porque humanistas e ilustrados estão cheios de literatura, estão cheios de sentimento, de concessões às impurezas da realidade. Detêm-se e se demoram na concretude, frente as polidas, as aguçadas ideias abstratas, puramente racionais, dos frades da Idade Média. Luís Vives ou Erasmo, Tomás Morus ou Guilherme Budé, comparados com Duns Scott parecem literatos, puros escritores de imaginação, poetas, novelistas, ao lado da pura racionalidade abstrata, rigorosa, em forma lógica estrita, em que consistem os escritos deste último. O que significa esta tremenda contraposição? Lembrei o famoso verso de Baudelaire: Le moyen àge, enorme et délicat. A Idade Média é enorme e delicada; é uma enorme unidade cheia de fineza, cheia de matizes, de prodigiosa variedade, na qual não se pode entrar assim, sem mais e toscamente, fazendo tabula rasa. Há muitos planos diferentes. Há um plano de tradicionalidade, um plano de vida a partir da crença, e há um plano de extrema racionalidade abstrata e lógica. Este é o da Escolástica. Qual é seu significado dentro do mundo medieval? A Escolástica inicia-se — diríamos “começa a iniciar-se” se não fosse uma expressão por demais estranha — no século IX, com Scotus Erígena; mas, na realidade, começa dois séculos depois, com Santo Anselmo. O que acontece, a rigor, é dar uma saída falsa. O século X foi tremendo, um século em que o movimento intelectual iniciado no IX muito se compromete e chega quase a extinguir-se. Em todo o caso, quer tomemos o começo com Scotus Erígena ou o pleno e efetivo com Santo Anselmo, a partir do qual haverá já continuidade, deparamos com esta situação: a Escolástica vem de Santo Agostinho. Não se a pode entender sem pôr como ponto de partida, como terminus a quo, Santo Agostinho. Ora, Santo Agostinho dista — pelo caminho mais curto — quatro séculos da Escolástica; se tomarmos a plenitude de sua iniciação, seis séculos. São muitos séculos. Aprofundando-se estes dados elementares, creio que a questão se esclarece. Vejamos. Santo Agostinho não era um cristão, chegou a sê-lo. Santo Agostinho não era um homem de crença. O cristianismo, para ele, não era uma crença em que se está, pelo contrário, é algo a que se chega: penosamente, dificilmente. Não é homem de crença e sim um homem de dúvida e um homem de fé. A fé, no sentido literal da palavra, não é crença; emprego a palavra crença como crença social, crença em que se está. A fé é outra coisa. Possui elementos credenciais, mas não apenas nem primariamente. A fé é em certo sentido uma adesão racional, até certo ponto voluntária — o que os escolásticos chamam rationabile obsequium —; por outro lado é uma virtude, ainda por outro é uma graça. Emprega-se a expressão “fazer um ato de fé”. Evidentemente não teria sentido dizer “fazer um ato de crença”. Nas crenças se está, as crenças me sustêm. Fazer um ato de crença é contraditório, porém um ato de fé pode ser feito. Lembre-se a monstruosa expressão “cristãos novos” e “cristãos velhos”, monstruosa e nada religiosa, porque não há cristãos velhos: todos nós cristãos somos novos, ninguém é cristão até que seja batizado. Quarenta e sete gerações de antepassados cristãos nada acrescentam a meu cristianismo. Esses conceitos são sociológicos e não religiosos. Santo Agostinho não é, porém, nem sociologicamente um cristão velho; isto é, não toma o cristianismo como algo em que — pelo menos socialmente — se está. Não é uma crença em que está: chega ao cristianismo por um caminho duro e penoso, e então procura ver o mundo com olhos cristãos, depois de o ter visto de outra maneira. Santo Agostinho descobre o mundo de uma maneira original e pouco frequente: redescobre-o. Primeiro vira o mundo de uma maneira, depois o vê de outra. O mundo se lhe apresenta duas vezes: primeiro a partir de sua “pagania” (pagania, diríamos, agônica, infiltrada de maniqueísmo); redescobre-o depois numa perspectiva diversa, como cristão. Santo Agostinho é, portanto, o homem que olha duas vezes, que se desdobra: o homem que entra em si mesmo. Este desdobramento interno é justamente a entrada em si mesmo, o fazer-se questão para si mesmo — mihi quaestio factum sum — a descoberta da intimidade, isto é, do espírito. Creio que deveria ser derivada esta descoberta do espírito, no sentido moderno da palavra, deste duplo olhar de Santo Agostinho sobre o mundo; dessa redescoberta com olhos cristãos daquilo que antes olhara com olhos pagãos. Na alma de Santo Agostinho penetra uma enorme realidade refulgente que eclipsa — no sentido mais literal da palavra — todas as demais: Deus. O que resta? Não resta nada. Resta um enorme deslumbramento que é ao mesmo tempo uma ofuscação. Nada há a não ser Deus. Bem, e a alma. Mas o que é a alma? Quase nada: a alma é simplesmente onde Deus aparece, o lugar dessa teofania. E o mundo? O mundo se apaga. Por isso dirá Santo Agostinho: Deum et animam scire cupio (“quero conhecer Deus e a alma”). Nihilne plus? (“e nada mais?”) Nihil omnio (“absolutamente nada mais”). E não quererá procurar Deus pela realidade exterior, mas dirá: Noli foras ire, in te ipsum redi, in interiori homine veritas (“não vás fora, volta para ti mesmo, é no homem interior que acontece essa deslumbrante teofania que é aparecimento de Deus. E o mundo se esvaece, se apaga, fica literalmente eclipsado. Por isso Santo Agostinho irá fazer filosofia numa perspectiva muito curiosa: não fará é claro, cosmogonia; o mundo não lhe interessa, não lhe oferece qualquer sentido; fará teologia e fará filosofia do espírito e filosofia da história, porque nela aparece o argumento da Divindade. Passam quatro séculos, seis séculos — tome-se a Scotus Erígena ou a Santo Anselmo —: começa a Escolástica. E a Escolástica pretende ser agostinismo. Que significa isto? Significa que a Escolástica é uma filosofia recebida, não inquisitiva, não indagadora, não inovadora. Encontra-se com uma doutrina recebida, que é Santo Agostinho. Santo Anselmo o afirma do modo mais claro. Santo Anselmo quer ser… Santo Agostinho. Se em seus escritos — diz êle — há algo excessivamente novo, compare-se com De Trinitate de Santo Agostinho, e ver-se-á aí já se encontra; se há algo que parece falso, veja-se De Trinitate. O fato de Santo Anselmo procurar equiparar-se a Santo Agostinho — quando algo parece muito novo ou falso — é inquietante. Não que declare taxativamente, como alguns espanhóis do século XVI — “novedad no verdad”, com um jogo de palavras não muito feliz; porém sua aproximação não deixa de alarmar um pouco. Santo Anselmo pretende não dizer nada, que esteja em desacordo com Santo Agostinho. Aí aparece a Escolástica deliberada, tematicamente, como uma filosofia recebida. Há porém algo mais. Não é simplesmente herdada, recebida em continuidade, mas sim fundamentalmente em descontinuidade. Há um capítulo extraordinário em La idea de principio en Leibniz y la evolucion de la teoria deductiva, de Ortega, em que estuda o conceito de escolasticismo. Ortega insiste em que a Escolástica medieval é um caso particular de uma categoria histórica geral, “os escolasticismos”. Estes são as doutrinas recebidas de outra situação. Se eu recebo algo do passado imediato, isto não é um escolasticismo; será quando muito uma escola, algo bem diverso. O escolasticismo é o recebimento de algo distante de uma doutrina procedente de um círculo histórico-cultural diverso, que deve adaptar-se a outra situação. O marxismo é a última escolástica; uma doutrina pensada por Karl Marx há uns cento e vinte ou cento e trinta anos na Europa — na Alemanha e Inglaterra —, transporta-se às situações mais diversas, a grande distância cronológica e, sobretudo, histórico-social, e em todos os lugares aparecem movimentos marxistas: na Rússia, na China, na África… São formas de escolasticismo com características muito parecidas às demais — terminologia rígida, “ortodoxia” e “heresias” ou “desvios”, aplicação automática de um mecanismo preestabelecido a qualquer questão etc. — Seria muito interessante um estudo formal do marxismo como escolasticismo. Na escolástica medieval há porém algo mais grave que deixei para o fim: ela parte da revelação. A palavra Escolástica é um adjetivo. Qual o substantivo implícito? Filosofia escolástica? Isto nunca existiu; quando algo assim existiu, já não havia Escolástica. Teologia escolástica? Talvez, porém na realidade nem isso. Trata-se de filosofia e teologia; tentar-se-á determinar as relações entre uma e outra, e assim chegar-se-á à famosa expressão philosophia ancilla theologiae, “a filosofia é a serva ou criada da teologia” (que revela, indubitavelmente, não saber o que é filosofia). Eu diria que são dois resultados da análise da Escolástica; não que a Escolástica seja uma soma de duas parcelas: encontra-se filosofia e teologia na Escolástica, como duas perspectivas diferentes sobre a Escolástica, cujo substantivo não aparece porque não existia, porque não havia nenhuma palavra para nomear essa forma de pensamento que era a Escolástica. O decisivo é o seguinte: na Escolástica, a revelação funciona como realidade. Isto é, o que a experiência é para o físico moderno, é a revelação para o escolástico. O físico mobiliza sua ciência para interpretar e entender a realidade física. E esta, onde está? Está aí, presente mediante a experiência. Dessa realidade experimental tem ele que dar razão mediante a ciência física. Pois bem, o escolástico tem que dar razão mediante o pensamento de uma realidade que se faz presente na revelação. Isto que acabo de dizer faz compreender imediatamente a que distância estamos da Escolástica. Para nós, o conteúdo da revelação, por mais certo que nos pareça, ainda que a ele estejamos aderidos profundamente e a partir da raiz última de nosso ser, o que não nos parece é presente. Sentimos a impressão de que é algo distante, recôndito, em última análise inaccessível. Para o escolástico medieval é a realidade mesma, o ponto de partida, como a natureza para o físico atual. E essa realidade revelada já a encontra interpretada, pelo menos incoativamente interpretada, por Santo Agostinho. Isto é, essa realidade se lhe apresenta em forma de crença. O escolástico é um homem que radicalmente e sem resquício de dúvida crê em Deus, porém de outra maneira crê também em Santo Agostinho. Note-se que não se trata de que Santo Anselmo em cada caso vá constatando que Santo Agostinho tem razão; que vá comprovando que Santo Agostinho concorda com ele. Se eu me ponho a ler Kant e Kant diz algo que me parece verdade, tenho a impressão — evidentemente ilusória — de que Kant coincide comigo. Esta impressão ninguém a tira, é absolutamente verdadeira como impressão. Kant tem razão! Em cada caso vou comprovando que Kant tem razão. Não é essa a posição de Santo Anselmo: coincidirá com Santo Agostinho, porque Santo Agostinho tem razão. O escolástico crê em Deus e em Santo Agostinho. A realidade sobre a qual o pensamento medieval se exerce não é presente perceptivamente, porque se trata sobretudo de Deus; é presente  credencialmente, com uma crença inquestionada absoluta, inteiramente diversa da que hoje chamamos fé. O homem moderno não tem o menor vislumbre do que é crença neste sentido. Não porque o homem atual não tenha crenças, talvez tão compactas e sólidas como as do homem medieval. O que acontece é que são crenças das quais não tem nem ideia, e portanto, não sabe que as tem, não sabe quais são, não as formula. Pelo contrário, a crença medieval aparece manifesta: manifestada na revelação e além disso interpretada por Santo Agostinho. Ora, frente a essa realidade assim presente, o homem medieval mobiliza sua razão e levanta os altos edifícios de ideias que chamamos a Escolástica, edifícios cuja arquitetura não pode ser compreendida se não se descobrem seus alicerces. (“Suplemento literário”, jornal O Estado de São Paulo,19/12/1971)

  • Disney Channel anuncia primeiro romance gay em série para crianças

    Segunda temporada da produção ‘Andi Mack’ acompanhará processo de autoaceitação de um dos protagonistas de 13 anos O Disney Channel exibirá a primeira história de um personagem gay em um seriado infanto-juvenil. O canal anunciou que um dos protagonistas da produção americana Andi Mack, voltada para o público de 6 a 14 anos, vai descobrir que sente atração por outro menino na estreia da segunda temporada, que será exibida nesta sexta-feira, nos Estados Unidos. A trama, criada por Terri Minsky (Lizzie McGuire), conta a história da garota Andi Mack (Peyton Elizabeth Lee), sua relação com a família e os dois melhores amigos, um menino, Cyrus (Joshua Rush), e uma menina, Buffy (Sofia Wylie). De acordo com a revista americana The Hollywood Reporter, no novo episódio, Andi e Cyrus descobrirão que estão apaixonados pelo mesmo colega da escola, Jonah (Asher Angel). Cyrus, de 13 anos, começa a ter dificuldade para entender os próprios sentimentos e conversa com a amiga Buffy sobre o assunto. A reação da menina deverá servir como um modelo positivo para crianças e adultos sobre aceitar as diferenças. Leia também: PODE UMA PESSOA COM TENDÊNCIAS HOMOSSEXUAIS SER UM BOM CATÓLICO? Assista antes de continuar a leitura: O canal já apresentou personagens gays em séries como Boa Sorte Charlie e na animação Doutora Brinquedos, mas em episódios isolados. Essa será a primeira vez que a narrativa seguirá a história do personagem, no processo de descoberta da sexualidade e de autoaceitação. No Brasil, a primeira temporada de Andi Mack foi exibida pela primeira vez entre os dias 10 de setembro e 22 de outubro, mas a segunda temporada ainda não ganhou data de estreia. Fonte: veja.abril.com “Na nossa opinião, o que estão fazendo é muito grave. Estão querendo roubar a inocência de nossas crianças. Já não bastasse a sexualização precoce através de filmes e séries imorais, agora querem apresentar algo muito mais nocivo, realidades que vão contra a natureza.” #EducaçãodosFilhos #homossexualidade #IdeologiadeGênero #LGBT

  • Disney Channel anuncia primeiro romance gay em série para crianças

    Segunda temporada da produção ‘Andi Mack’ acompanhará processo de autoaceitação de um dos protagonistas de 13 anos O Disney Channel exibirá a primeira história de um personagem gay em um seriado infanto-juvenil. O canal anunciou que um dos protagonistas da produção americana Andi Mack, voltada para o público de 6 a 14 anos, vai descobrir que sente atração por outro menino na estreia da segunda temporada, que será exibida nesta sexta-feira, nos Estados Unidos. A trama, criada por Terri Minsky (Lizzie McGuire), conta a história da garota Andi Mack (Peyton Elizabeth Lee), sua relação com a família e os dois melhores amigos, um menino, Cyrus (Joshua Rush), e uma menina, Buffy (Sofia Wylie). De acordo com a revista americana The Hollywood Reporter, no novo episódio, Andi e Cyrus descobrirão que estão apaixonados pelo mesmo colega da escola, Jonah (Asher Angel). Cyrus, de 13 anos, começa a ter dificuldade para entender os próprios sentimentos e conversa com a amiga Buffy sobre o assunto. A reação da menina deverá servir como um modelo positivo para crianças e adultos sobre aceitar as diferenças. Leia também: PODE UMA PESSOA COM TENDÊNCIAS HOMOSSEXUAIS SER UM BOM CATÓLICO? Assista antes de continuar a leitura: O canal já apresentou personagens gays em séries como Boa Sorte Charlie e na animação Doutora Brinquedos, mas em episódios isolados. Essa será a primeira vez que a narrativa seguirá a história do personagem, no processo de descoberta da sexualidade e de autoaceitação. No Brasil, a primeira temporada de Andi Mack foi exibida pela primeira vez entre os dias 10 de setembro e 22 de outubro, mas a segunda temporada ainda não ganhou data de estreia. Fonte: veja.abril.com “Na nossa opinião, o que estão fazendo é muito grave. Estão querendo roubar a inocência de nossas crianças. Já não bastasse a sexualização precoce através de filmes e séries imorais, agora querem apresentar algo muito mais nocivo, realidades que vão contra a natureza.” #EducaçãodosFilhos #homossexualidade #IdeologiadeGênero #LGBT

  • Publicidade pró-LGBT sai pela culatra e prova que o casamento é apenas entre homem e mulher

    A companhia aérea KLM Royal Dutch Airlines produziu uma publicidade no Twitter destinado a homenagear os eventos Gay Pride que aconteceriam em Amsterdã. A única coisa é que o tweet serviu para fazer exatamente o oposto. O anúncio mostrava três conjuntos de cintos de segurança. O primeiro consistia em duas extremidades “femininas”. O segundo combinava duas extremidades “masculinas”. O terceiro retratava um macho com uma extremidade feminina e era claramente o único par de cintos de segurança que realmente funciona. Veja abaixo: Se a KLM equipasse suas aeronaves com o número 1 ou 2, sua frota inteira seria bloqueada por motivos de segurança. Até mesmo se apenas um dos assentos de passageiro fosse equipado com extremidades duplas masculinas ou duplas femininas, o avião não seria autorizado a decolar por causa do risco de segurança apresentado àquele passageiro. Apenas o conjunto de cintos de segurança “complementares” consegue proteger os passageiros de danos reais. Os outros não têm valor real, na verdade, eles até convidam ao perigo. Uma das melhores respostas para o tweet da companhia aérea veio de Rick Canton: “Fly Royal Dutch Airlines, onde sua única chance de sobreviver a um acidente está em escolher o caminho heterossexual”. Se os cintos de proteção, conhecidos como “cintos de segurança”, consistissem em duas extremidades masculinas ou duas femininas, elas na verdade, não formariam um “cinturão” pois não poderiam se conectar uma à outra. Eles permaneceriam simplesmente duas tiras coloridas como arco-íris, inutilizando o objeto como um “cinturão”. Como tal, os dois primeiros pares não se qualificam para serem identificados como “cintos” ou como dispositivos de “segurança”. Como não são complementares, nenhum termo se aplica. Dessa forma, o anúncio da KLM oferece uma explicação perfeita de por que o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo é uma noção impossível. Leia também: Pode uma pessoa com tendências homossexuais ser um bom católico? A lição da KLM: desafiar a lei natural é perigoso “Se os corações se encaixam, as partes se encaixam.” Estas palavras foram estampadas em camisetas durante a celebração do orgulho gay de 2008 em Washington DC. Naquela época, eu estava vivendo como um homem gay. Minha reação inicial na época foi: “Que ótimo slogan! É tão simples que até pessoas densas e retrógradas, conservadoras, finalmente poderão entender. Fiquei tão impressionado com isso, quando cheguei em casa, estendi a camisa sobre uma mesa e tirei uma foto. Isso foi há quase 10 anos, e desde então o mundo gay e eu fomos em direções opostas. Com o tempo, comecei lentamente a ver que esse slogan fazia muito mais para acusar do que para promover a causa do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo. Ele identifica acidentalmente a razão pela qual os relacionamentos sem gênero são inelegíveis para serem chamados de “casamento”. que todos fingimos que a complementaridade é um componente irrelevante e ultrapassado das relações e da existência humanas. Se as partes não se encaixam, não é um casamento. É outra coisa. A demanda insegura, irracional e audaciosa do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo: todos nós devemos fingir A narrativa dominante de hoje de que os gays são vítimas fracas, privadas de casamento pela sociedade, é uma invenção. O exato oposto é verdadeiro: os gays são extremamente fortes e obstinados em rejeitar as mulheres, decididos a não crescer como seres humanos em sua apreciação por metade da raça humana. Graças à decisão Obergefell de 2015 da Suprema Corte, nossa nação agora institucionalizou essa rejeição, celebrando os males da misoginia e da misandria. A recente institucionalização do “casamento” gay em todo o país é uma maravilha do marketing e da manipulação. Sua aceitação por não-gays vem da mesma mentalidade de que “toda criança no time de futebol ou de basebol merece um troféu”. Ninguém deve se sentir mal ou deixado de fora. Uma mentalidade “Eu, meu, meu” que ignora a lei natural parece ter varrido as elites costeiras do país. Aqui está um comentário feito por um homem gay a um artigo que escreveu em 2014 para a American Thinker sobre a campanha LGBT de 25 anos para comercializar “casamento” entre pessoas do mesmo sexo para os EUA: Nós devemos fingir que qualquer relacionamento que “Sean” escolhe para chamar de “casamento é na verdade um casamento. Sean quer que façamos com ele, caso contrário, somos todos “nazistas”. O “casamento” entre pessoas do mesmo sexo é uma rejeição do casamento. Gays realmente não querem casamento. Eles querem algo diferente do casamento. Eles querem um relacionamento sexual comprometido com outro homem. E, na prática, às vezes esses relacionamentos podem ser monogâmicos, mas vamos encarar: a grande maioria rapidamente se transforma em relacionamentos abertos ou semi-abertos. Se os gays realmente quisessem o casamento, encontrariam uma garota legal, conseguiriam um ministro, se casariam e se estabeleceriam. Mas não é isso que os gays querem. Tendo abandonado esse direito à imutável definição de casamento, os 1,7% dos adultos americanos que se identificam como gays ou lésbicas exigindo chamar seus relacionamentos de “casamento” infligem um enorme fardo sobre os outros 98,3% dos adultos americanos. Pedir a toda a população para abandonar a definição de casamento, e fingir que dois homens ou duas mulheres juntos é um casamento, está pedindo demais. Exige que a honestidade intelectual seja encerrada; exige que o bom senso seja desligado. Isso exige que todos nós fingamos. Isso exige que todos nos tornemos intelectualmente desonestos. Ativistas LGBT e Progressistas querem que todos concordem com a farsa de que todos estamos envolvidos exatamente na mesma coisa. Nós não somos. Desafiar a lei natural é tão imprudente quanto desafiar a lei da gravidade Como a lei da gravidade de Newton, a lei natural não pode ser desafiada ou ignorada, pelo menos não por muito tempo. Negamos ou desconsideramos o significado da complementaridade por nossa própria conta e risco, pois as conseqüências de nossa negação provavelmente serão surpreendentes. Lembre-se do desenho animado Road Runner nas manhãs de sábado? Wile E. Coyote é capaz de resistir à gravidade por alguns segundos enquanto se aproxima da borda de um penhasco, incapaz de parar ou girar tão agilmente quanto o Road Runner. Ele permanece no ar por alguns segundos, mas a gravidade sempre vence, enviando o pobre Wile E. para o chão do desfiladeiro, a mil pés de profundidade. Do mesmo modo, a complementaridade vencerá. O “casamento” entre pessoas do mesmo sexo se revelará um jogo de fingimento, mesmo para gays e lésbicas tão envolvidos. Como a própria gravidade, a lógica e a sabedoria da complementaridade são inescapáveis. Como a natureza, a beleza e elegância orgânica simples da complementaridade são inegavelmente profundas. E enquanto a Bíblia certamente expressa temas de amor e compaixão, o amor incondicional não exige que nós finjamos que todos os relacionamentos são precisamente iguais, ou que mães ou pais são dispensáveis ​​para as crianças. Lição de fundo A linha inferior é esta: é impossível estar do lado certo da história – ou da ciência – enquanto simultaneamente do lado errado da lei natural. A KLM Royal Dutch Airlines está ajudando o mundo a entender isso. Fonte: LifeSiteNews Veja um dos memes que surgiram pelas redes sociais: #EducaçãodosFilhos #homossexualidade #IdeologiadeGênero #LGBT

  • Publicidade pró-LGBT sai pela culatra e prova que o casamento é apenas entre homem e mulher

    A companhia aérea KLM Royal Dutch Airlines produziu uma publicidade no Twitter destinado a homenagear os eventos Gay Pride que aconteceriam em Amsterdã. A única coisa é que o tweet serviu para fazer exatamente o oposto. O anúncio mostrava três conjuntos de cintos de segurança. O primeiro consistia em duas extremidades “femininas”. O segundo combinava duas extremidades “masculinas”. O terceiro retratava um macho com uma extremidade feminina e era claramente o único par de cintos de segurança que realmente funciona. Veja abaixo: Se a KLM equipasse suas aeronaves com o número 1 ou 2, sua frota inteira seria bloqueada por motivos de segurança. Até mesmo se apenas um dos assentos de passageiro fosse equipado com extremidades duplas masculinas ou duplas femininas, o avião não seria autorizado a decolar por causa do risco de segurança apresentado àquele passageiro. Apenas o conjunto de cintos de segurança “complementares” consegue proteger os passageiros de danos reais. Os outros não têm valor real, na verdade, eles até convidam ao perigo. Uma das melhores respostas para o tweet da companhia aérea veio de Rick Canton: “Fly Royal Dutch Airlines, onde sua única chance de sobreviver a um acidente está em escolher o caminho heterossexual”. Se os cintos de proteção, conhecidos como “cintos de segurança”, consistissem em duas extremidades masculinas ou duas femininas, elas na verdade, não formariam um “cinturão” pois não poderiam se conectar uma à outra. Eles permaneceriam simplesmente duas tiras coloridas como arco-íris, inutilizando o objeto como um “cinturão”. Como tal, os dois primeiros pares não se qualificam para serem identificados como “cintos” ou como dispositivos de “segurança”. Como não são complementares, nenhum termo se aplica. Dessa forma, o anúncio da KLM oferece uma explicação perfeita de por que o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo é uma noção impossível. Leia também: Pode uma pessoa com tendências homossexuais ser um bom católico? A lição da KLM: desafiar a lei natural é perigoso “Se os corações se encaixam, as partes se encaixam.” Estas palavras foram estampadas em camisetas durante a celebração do orgulho gay de 2008 em Washington DC. Naquela época, eu estava vivendo como um homem gay. Minha reação inicial na época foi: “Que ótimo slogan! É tão simples que até pessoas densas e retrógradas, conservadoras, finalmente poderão entender. Fiquei tão impressionado com isso, quando cheguei em casa, estendi a camisa sobre uma mesa e tirei uma foto. Isso foi há quase 10 anos, e desde então o mundo gay e eu fomos em direções opostas. Com o tempo, comecei lentamente a ver que esse slogan fazia muito mais para acusar do que para promover a causa do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo. Ele identifica acidentalmente a razão pela qual os relacionamentos sem gênero são inelegíveis para serem chamados de “casamento”. que todos fingimos que a complementaridade é um componente irrelevante e ultrapassado das relações e da existência humanas. Se as partes não se encaixam, não é um casamento. É outra coisa. A demanda insegura, irracional e audaciosa do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo: todos nós devemos fingir A narrativa dominante de hoje de que os gays são vítimas fracas, privadas de casamento pela sociedade, é uma invenção. O exato oposto é verdadeiro: os gays são extremamente fortes e obstinados em rejeitar as mulheres, decididos a não crescer como seres humanos em sua apreciação por metade da raça humana. Graças à decisão Obergefell de 2015 da Suprema Corte, nossa nação agora institucionalizou essa rejeição, celebrando os males da misoginia e da misandria. A recente institucionalização do “casamento” gay em todo o país é uma maravilha do marketing e da manipulação. Sua aceitação por não-gays vem da mesma mentalidade de que “toda criança no time de futebol ou de basebol merece um troféu”. Ninguém deve se sentir mal ou deixado de fora. Uma mentalidade “Eu, meu, meu” que ignora a lei natural parece ter varrido as elites costeiras do país. Aqui está um comentário feito por um homem gay a um artigo que escreveu em 2014 para a American Thinker sobre a campanha LGBT de 25 anos para comercializar “casamento” entre pessoas do mesmo sexo para os EUA: Nós devemos fingir que qualquer relacionamento que “Sean” escolhe para chamar de “casamento é na verdade um casamento. Sean quer que façamos com ele, caso contrário, somos todos “nazistas”. O “casamento” entre pessoas do mesmo sexo é uma rejeição do casamento. Gays realmente não querem casamento. Eles querem algo diferente do casamento. Eles querem um relacionamento sexual comprometido com outro homem. E, na prática, às vezes esses relacionamentos podem ser monogâmicos, mas vamos encarar: a grande maioria rapidamente se transforma em relacionamentos abertos ou semi-abertos. Se os gays realmente quisessem o casamento, encontrariam uma garota legal, conseguiriam um ministro, se casariam e se estabeleceriam. Mas não é isso que os gays querem. Tendo abandonado esse direito à imutável definição de casamento, os 1,7% dos adultos americanos que se identificam como gays ou lésbicas exigindo chamar seus relacionamentos de “casamento” infligem um enorme fardo sobre os outros 98,3% dos adultos americanos. Pedir a toda a população para abandonar a definição de casamento, e fingir que dois homens ou duas mulheres juntos é um casamento, está pedindo demais. Exige que a honestidade intelectual seja encerrada; exige que o bom senso seja desligado. Isso exige que todos nós fingamos. Isso exige que todos nos tornemos intelectualmente desonestos. Ativistas LGBT e Progressistas querem que todos concordem com a farsa de que todos estamos envolvidos exatamente na mesma coisa. Nós não somos. Desafiar a lei natural é tão imprudente quanto desafiar a lei da gravidade Como a lei da gravidade de Newton, a lei natural não pode ser desafiada ou ignorada, pelo menos não por muito tempo. Negamos ou desconsideramos o significado da complementaridade por nossa própria conta e risco, pois as conseqüências de nossa negação provavelmente serão surpreendentes. Lembre-se do desenho animado Road Runner nas manhãs de sábado? Wile E. Coyote é capaz de resistir à gravidade por alguns segundos enquanto se aproxima da borda de um penhasco, incapaz de parar ou girar tão agilmente quanto o Road Runner. Ele permanece no ar por alguns segundos, mas a gravidade sempre vence, enviando o pobre Wile E. para o chão do desfiladeiro, a mil pés de profundidade. Do mesmo modo, a complementaridade vencerá. O “casamento” entre pessoas do mesmo sexo se revelará um jogo de fingimento, mesmo para gays e lésbicas tão envolvidos. Como a própria gravidade, a lógica e a sabedoria da complementaridade são inescapáveis. Como a natureza, a beleza e elegância orgânica simples da complementaridade são inegavelmente profundas. E enquanto a Bíblia certamente expressa temas de amor e compaixão, o amor incondicional não exige que nós finjamos que todos os relacionamentos são precisamente iguais, ou que mães ou pais são dispensáveis ​​para as crianças. Lição de fundo A linha inferior é esta: é impossível estar do lado certo da história – ou da ciência – enquanto simultaneamente do lado errado da lei natural. A KLM Royal Dutch Airlines está ajudando o mundo a entender isso. Fonte: LifeSiteNews Veja um dos memes que surgiram pelas redes sociais: #EducaçãodosFilhos #homossexualidade #IdeologiadeGênero #LGBT

  • [A PSICANÁLISE E O CONCEITO CRISTÃO DE PECADO] – Rudolf Allers

    Há uma concepção fundamental na religião cristã que não é apenas desprezada mas, simplesmente, negada pela psicanálise. É a concepção do pecado. Em psicanálise não há pecado. A sua filosofia é decididamente determinista e a noção do pecado pressupõe o livre arbítrio. Também não há lugar para a noção de pecado neste sistema, porque o comportamento humano, de acordo com os princípios da antropologia freudiana, não depende das forças conscientes, mas sim de forças inconscientes. Isto é apenas uma consequência lógica do fato de que a psicanálise interpreta a consciência, não como o reconhecimento da conformidade ou não conformidade com as leis eternas da moral ou dos valores, mas como a expressão de um equilíbrio restabelecido, ou perturbado, de forças instintivas. A psicanálise vê necessariamente na consciência um mero fenômeno psicológico. Tal concepção da natureza humana não poderá exercer qualquer coisa que se assemelhe a responsabilidade. (…) O antagonismo existente entre a mentalidade do freudismo, de um lado, e o espírito do Cristianismo de outro, é claramente percebido por aqueles que acreditam que a religião no mundo moderno deve ser suplantada pela psicologia, que o analista deve ocupar o lugar do sacerdote e que o homem encontrará alívio para os seus sofrimentos morais e respostas às suas dificuldades pessoais no consultório do psicanalista, em vez de encontrar esse mesmo alívio na confissão que faz a um padre católico. Tal ideia assenta sobre um errado conhecimento da religião e da psicanálise; ambas estas ideias estão deturpadas. Não há qualquer similaridade entre a confissão e a análise. A confissão é um sacramento. Os espíritos modernos não atentam senão aos fatores psicológicos que nela se encontram envolvidos, mas é preciso notar-se que mesmo esses fatores não são comparáveis. O penitente diz, na confissão, as coisas que sabe, narra os fatos de que se julga culpado e, eventualmente, expõe as dificuldades que o assaltam; tudo aquilo de que ele trata é “material consciente”. O confessor nunca faz qualquer tentativa de explorar o inconsciente. A esperança e a boa vontade, um profundo conhecimento e, finalmente, a graça de Deus irão ajudar o penitente a dominar os seus hábitos pecaminosos, a evitar as recaídas, a fugir às tentações e a progredir no caminho da perfeição. Não sucede assim com o analista e o seu paciente. Neste caso, aquilo de que o paciente tem conhecimento pouco interessa; o que importa é o inconsciente. Nem um nem outro confiam na boa vontade, porque a vontade não passa de um epifenômeno, e o que é real está escondido nas profundezas do inconsciente. Não há qualquer sentimento de culpa pela infração de uma ou outra lei moral objetiva, ou pela rejeição de um valor moral, mas apenas uma constelação de tendências instintivas, o conflito entre o superego e o id, e assim por diante. o analista nunca poderá ocupar o lugar do sacerdote. A missão deste tem de ser desempenhada por ele e mais ninguém. (Rudolf Allers. Freud. Estudo crítico da psicanálise. Porto, Tavares Martins, 1956)

  • Amazon censura, por pressão LGBT, os livros do Dr. Joseph Nicolosi

    Joseph Nicolosi é o fundador da Associação Nacional de Pesquisa e Terapia da Homossexualidade. Nicolosi defendeu que o seu trabalho de acompanhamento “foi concebido para deixar de ser uma pessoa homossexual para uma pessoa heterossexual se for motivado a fazê-lo”. A multinacional de comércio eletrônico Amazon retirou de sua biblioteca alguns títulos do Dr. Joseph Nicolosi, fundador da Clínica Psicológica Tomás de Aquino e da Associação Nacional de Pesquisa e Terapia da Homossexualidade (NARTH, por sua sigla em Inglês). O trabalho profissional de Nicolosi como psicólogo clínico focado em ajudar pessoas com Atração pelo Mesmo Sexo (AMS) – um conceito que evoluiu nos últimos tempos em direção à Projeção do Mesmo Sexo (TPM) – para conhecer as raízes desses sentimentos para conseguir mitigá-los ou eliminá-los, se quiserem. Nicolosi, falecido em 2017, é autor de inúmeros livros como especialista no assunto, como Eu quero deixar de ser homossexual: Casos Reais de Terapia Reparativa (Editora Encuentro); Terapia Reparativa para Homossexualidade Masculina: Uma Nova Abordagem Clínica; Cura da Homossexualidade: Casos Históricos da Terapia Reparativa ou O Guia de um Padre para Impedir a Homossexualidade, entre outros. A política de Diretrizes de Conteúdo da Amazon declara que a empresa se reserva o direito de não vender determinados livros, se a empresa atender à solicitação de alguns clientes que considerem tais volumes “não apropriados”, sem maiores esclarecimentos: “Como vendedores, permitimos que nossos clientes acessem diferentes tipos de conteúdo. No entanto, alguns clientes podem achar que alguns não são apropriados. Com isso em mente, reservamo-nos o direito de retirar certos títulos de venda, como aqueles que contêm pornografia ou conteúdo impróprio.” O site pessoal de Joseph Nicolosi continua a vender alguns dos livros e DVDs criados pelo psicólogo clínico, bem como algumas de suas publicações em revistas científicas, como o Journal of Human Sexuality, Psychological Reports ou Archives of Sexual Behavior . Na Espanha, além do volume acima mencionado da Editora Encontro, eles publicaram A confusão de gênero na infância e Como prevenir a homossexualidade, ambos os títulos pelas Edições Palabra. E sobre este assunto, eles também são publicados por Libros Libre Abrindo as portas do armário e Compreender e curar a homossexualidade de Richard Cohen , discípulo de Joseph Nicolosi. Em 2009, por ocasião da edição em espanhol de ‘Quero deixar de ser homossexual’, o professor Nicolosi explicou sucintamente de que consiste seu trabalho de acompanhar pessoas insatisfeitas com o estilo de vida homossexual. Este acompanhamento “foi desenvolvido para que uma pessoa possa deixar de ser homossexual para heterossexual se você estiver motivado a fazê-lo. Pode haver outras pessoas que estão felizes com sua identidade gay, que estão satisfeitos com o estilo de vida gay e isso é perfeitamente aceitável para eles”, disse ele. “Mas há outra parte da população de homossexuais insatisfeitos que está procurando por uma mudança. Pessoas que tentaram levar um estilo de vida gay, são infelizes e seu sonho na vida é se casar e ter uma família. Esta é a parcela da população que desejamos ajudar psicologicamente”, continuou ele. “Durante os 25 anos em que temos feito este trabalho, refinamos nossas técnicas, alcançando resultados ainda mais rápidos do que antes”, concluiu Nicolosi. Fonte: Actuall.com #homossexualidade #IdeologiadeGênero #LGBT #Mundo

  • Amazon censura, por pressão LGBT, os livros do Dr. Joseph Nicolosi

    Joseph Nicolosi é o fundador da Associação Nacional de Pesquisa e Terapia da Homossexualidade. Nicolosi defendeu que o seu trabalho de acompanhamento “foi concebido para deixar de ser uma pessoa homossexual para uma pessoa heterossexual se for motivado a fazê-lo”. A multinacional de comércio eletrônico Amazon retirou de sua biblioteca alguns títulos do Dr. Joseph Nicolosi, fundador da Clínica Psicológica Tomás de Aquino e da Associação Nacional de Pesquisa e Terapia da Homossexualidade (NARTH, por sua sigla em Inglês). O trabalho profissional de Nicolosi como psicólogo clínico focado em ajudar pessoas com Atração pelo Mesmo Sexo (AMS) – um conceito que evoluiu nos últimos tempos em direção à Projeção do Mesmo Sexo (TPM) – para conhecer as raízes desses sentimentos para conseguir mitigá-los ou eliminá-los, se quiserem. Nicolosi, falecido em 2017, é autor de inúmeros livros como especialista no assunto, como Eu quero deixar de ser homossexual: Casos Reais de Terapia Reparativa (Editora Encuentro); Terapia Reparativa para Homossexualidade Masculina: Uma Nova Abordagem Clínica; Cura da Homossexualidade: Casos Históricos da Terapia Reparativa ou O Guia de um Padre para Impedir a Homossexualidade, entre outros. A política de Diretrizes de Conteúdo da Amazon declara que a empresa se reserva o direito de não vender determinados livros, se a empresa atender à solicitação de alguns clientes que considerem tais volumes “não apropriados”, sem maiores esclarecimentos: “Como vendedores, permitimos que nossos clientes acessem diferentes tipos de conteúdo. No entanto, alguns clientes podem achar que alguns não são apropriados. Com isso em mente, reservamo-nos o direito de retirar certos títulos de venda, como aqueles que contêm pornografia ou conteúdo impróprio.” O site pessoal de Joseph Nicolosi continua a vender alguns dos livros e DVDs criados pelo psicólogo clínico, bem como algumas de suas publicações em revistas científicas, como o Journal of Human Sexuality, Psychological Reports ou Archives of Sexual Behavior . Na Espanha, além do volume acima mencionado da Editora Encontro, eles publicaram A confusão de gênero na infância e Como prevenir a homossexualidade, ambos os títulos pelas Edições Palabra. E sobre este assunto, eles também são publicados por Libros Libre Abrindo as portas do armário e Compreender e curar a homossexualidade de Richard Cohen , discípulo de Joseph Nicolosi. Em 2009, por ocasião da edição em espanhol de ‘Quero deixar de ser homossexual’, o professor Nicolosi explicou sucintamente de que consiste seu trabalho de acompanhar pessoas insatisfeitas com o estilo de vida homossexual. Este acompanhamento “foi desenvolvido para que uma pessoa possa deixar de ser homossexual para heterossexual se você estiver motivado a fazê-lo. Pode haver outras pessoas que estão felizes com sua identidade gay, que estão satisfeitos com o estilo de vida gay e isso é perfeitamente aceitável para eles”, disse ele. “Mas há outra parte da população de homossexuais insatisfeitos que está procurando por uma mudança. Pessoas que tentaram levar um estilo de vida gay, são infelizes e seu sonho na vida é se casar e ter uma família. Esta é a parcela da população que desejamos ajudar psicologicamente”, continuou ele. “Durante os 25 anos em que temos feito este trabalho, refinamos nossas técnicas, alcançando resultados ainda mais rápidos do que antes”, concluiu Nicolosi. Fonte: Actuall.com #homossexualidade #IdeologiadeGênero #LGBT #Mundo

  • ALERTA: “O Sínodo da Amazônia é uma tentativa de ‘demolir’ a Igreja de dentro̶

    Outro teólogo respeitado está soando o alarme no próximo Sínodo da Amazônia, dizendo que é uma tentativa de “criar outra igreja” “demolindo” a verdadeira Igreja de dentro. ROMA, 17 de julho de 2019 Monsenhor Nicola Bux, um teólogo e ex-consultor da Congregação para a Doutrina da Fé durante o pontificado de Bento XVI, disse em uma entrevista recente que “o que estamos enfrentando é uma tentativa de modificar geneticamente a Igreja”. Perguntado por que ele acredita que o documento de trabalho [ Instrumentum laboris ] para o próximo Sínodo foi tão criticamente criticado, Mons. Bux, que agora serve como teólogo consultor da Congregação para as Causas dos Santos, disse que “em certo sentido, a resposta foi dada recentemente pelo papa Bento 16 [em um ensaio publicado após a cúpula do abuso sexual do Vaticano]: é mais uma tentativa “criar outra Igreja, uma experiência que já foi tentada e falhou”. “Esses clérigos não se fazem a grande pergunta na base do cristianismo: o que Jesus realmente nos trouxe se, como podemos ver, ele não trouxe paz mundial, bem-estar para todos e um mundo melhor?” . Bux disse. “Jesus Cristo veio para trazer Deus à terra, para que o homem pudesse encontrar o caminho para o céu: é por isso que ele fundou a Igreja”, disse o monsenhor italiano. “Em vez disso, os clérigos de hoje cuidam da terra como se fosse o lar permanente e duradouro do homem. Qual é o sintoma? Eles não falam da alma e, portanto, da sua salvação ”. Mons. Bux observou ainda que as idéias outrora “denunciadas” por Joseph Ratzinger (como prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé) estão agora “chegando à maturidade” com o Sínodo da Amazônia. “A Igreja não é mais considerada o Corpo Místico de Cristo e o Povo de Deus orientado para a salvação, mas um fenômeno sociológico; assim, deve lidar com a economia, a ecologia e a política, onde, no máximo, poderia intervir apenas para um julgamento moral ”, Mons. Bux disse. Ele acrescentou que, sob a influência do modernismo, os proponentes dessas idéias afirmam que “os tempos mudaram” e com eles, “um novo dogma” é necessário. No entanto, ele ressaltou que isso não responde às perguntas: quem decidiu que os tempos mudaram? E a mudança é sempre boa? Na entrevista, que foi republicada no Pan-Amazon Synod Watch, Mons. Bux também expressou preocupação com a subutilização do documento de trabalho da necessidade de fé em Cristo, a fim de ser salvo. “Dúvidas de que o Senhor Jesus é o único Salvador da humanidade está se espalhando na Igreja desde o período pós-conciliar”, Mons. Bux explicou. “Para alguns setores da Igreja, a evangelização foi revertida para ‘ser evangelizada’”, levando muitas “paróquias e seminários” a convidar “pensadores ateus ou duvidosos” para falar “ao invés de católicos claros e definidos”. Mons. Bux disse que “isso levou a confusão e desorientação”, especialmente dada a fraca catequese que muitos católicos receberam nas últimas décadas. Se não fosse o caso, ele observou, “não se pode explicar o espetáculo de vícios e corrupção que está afetando a sociedade italiana e européia”. Nem se poderia explicar como todos são convidados a “receber a Comunhão na Missa, independentemente de serem ou não em estado de graça ”, ou mesmo católico. “Os pastores da Igreja devem apresentar doutrina de acordo com a forma apostólica em que foram confiados a eles (Rm 6:17)”, disse o teólogo. “Como o monsenhor Carlo Maria Viganò recentemente respondeu em uma entrevista [com o Washington Post]: ‘Desonrosamente rebeldes são aqueles que presumem quebrar ou mudar a tradição perene da Igreja’”. Falando ao uso do documento de trabalho da “inculturação”, Mons. Bux disse que “é apresentado de forma invertida: a intenção é devolver a Igreja na Amazônia ao animismo e ao espiritualismo, fazendo com que ela se retire da Palavra que foi anunciada através da evangelização. “Uma religião natural com uma máscara cristã”, como disse o cardeal Brandmüller em sua recente declaração . Questionado sobre o elogio do documento de trabalho para a “cosmovisão” dos povos indígenas, Mons. Bux disse que isso representa um “obscurecimento da razão” e um retorno à “religião natural” e “espiritualismo”. No entanto, a natureza tem lições valiosas para nos ensinar sobre a Igreja, argumentou o teólogo italiano. “O próprio desenvolvimento da natureza, que acontece de maneira orgânica (para que o que é falso ontem não possa ser verdade hoje), deve nos ajudar a entender que o ensinamento da Igreja é um corpo orgânico e doutrinário”, disse ele. “Em vez disso,” ele observou, “os clérigos são infectados por um tipo de darwinismo que resulta – como o cardeal Brandmüller escreveu – no evolucionismo doutrinário e moral; precisamente o oposto do desenvolvimento orgânico de um sujeito que permanece fiel à sua própria identidade ”. “Só esse corpo pode ser chamado de Igreja, pelo menos com base nas Constituições do Vaticano I e II, Dei Filius , Lumen Gentium e Dei Verbum” , disse ele. Mons. Bux, que também é liturgista, disse que os sinais dessa infecção darwiniana podem ser vistos no documento de trabalho sobre os sacramentos, particularmente as Ordens Sagradas. “Depois de todo o debate pré-conciliar e pós-conflito sobre a inseparabilidade do poder de ordem e jurisdição”, disse ele, “o Instrumentum Laboris propõe o oposto para justificar o ministério ordenado para as mulheres. Assim, nos afastamos das Igrejas Orientais ”. “A identidade episcopal, sacerdotal e diaconal deve ser entendida por Deus que chama e a Igreja a confirma pela ordenação; não da comunidade, como se a Igreja fosse uma democracia ”. Rejeitando a proposta do documento para ordenar homens casados, ou viri probati, Mons. Bux disse que “a história da Igreja ensina que a crise das vocações sacerdotais é resolvida através da fé viva: onde a fé está viva, nascem as vocações missionárias, até o surgimento de institutos para a formação do clero indígena. O Senhor sempre chama os homens para segui-lo! Com relação à proposta do documento de trabalho de que o rito da missa seja adaptado aos costumes locais da Amazônia, Mons. Bux observou que o Rito Romano foi transmitido para vários povos em todo o mundo e é “uma expressão da comunhão de todos os crentes em Cristo além da língua, nação e raça”. “Embora respeitando as culturas, a liturgia os convida a se purificar e se santificar”, disse ele. “Na verdade,” ele disse, o tratamento do documento de trabalho da liturgia “é uma questão de uma oposição mal disfarçada à Igreja de Roma”. Mons. Bux disse que é “estranho” que eles queiram fazer isso séculos depois da evangelização do continente americano e da adoção do Rito Romano. “Quem informou aos nativos da Amazônia que ‘eles estavam nus’, ou seja, sem seu próprio rito?”, Perguntou ele. Ele disse que a proposta de adoção de costumes não-cristãos na liturgia é “incompatível” e “contraditória” com o Rito Romano, a menos que se queira envolver em “hibridação e sincretismo que levam os fiéis ao erro”. “Estamos diante da tentativa de modificar geneticamente a Igreja, questionando a fé e a unidade do rito romano que a expressa (cf. Sacrosanctum Concilium 37-38)”, disse ele. Na entrevista, Mons. Bux também disse que acha “incrível” que a Amazônia esteja sendo considerada um “lugar teológico”, isto é, uma fonte especial de revelação. A crítica do Cardeal Walter Brandmüller ao Instrumentum laboris , Mons. Bux disse que, ao questionar a revelação divina, o documento “se destaca da verdade da fé católica” e equivale a “apostasia”. Mons. Bux observou que é “significativo” que o Instrumentum laboris tenha recebido a “aprovação entusiástica – e talvez o conselho – de Leonardo Boff, ex-padre franciscano, expoente histórico da teologia da libertação que, nos anos 70, foi admoestado pela Congregação”. para a Doutrina da Fé. ” O respeitado teólogo concluiu a entrevista dizendo: Não há libertação sem conversão a Cristo. O Instrumentum Laboris nunca menciona este termo, que está no início do Evangelho de Jesus Cristo, mas, como já observaram cardeais, sacerdotes e fiéis, contradizendo em pontos decisivos o ensinamento vinculante da Igreja – isto é, ao qual todo verdadeiro Católica está vinculada – pode ser qualificada como herética. Um ataque aos fundamentos da fé, que reduz a religião católica ao subjetivismo puro. Quase parece que é Jesus Cristo quem deve se converter à nova divindade amazônica. Mas essa é a “fé católica transmitida pelos apóstolos”, quando oramos no Cânon romano? Fonte: Tradução de LifeSiteNews Clique aqui para ler mais artigos sobre o Sínodo Pan-Amazônico #CNBB #Crisenaigreja #Mundo #SínododaAmazônia

  • ALERTA: “O Sínodo da Amazônia é uma tentativa de ‘demolir’ a Igreja de dentro̶

    Outro teólogo respeitado está soando o alarme no próximo Sínodo da Amazônia, dizendo que é uma tentativa de “criar outra igreja” “demolindo” a verdadeira Igreja de dentro. ROMA, 17 de julho de 2019 Monsenhor Nicola Bux, um teólogo e ex-consultor da Congregação para a Doutrina da Fé durante o pontificado de Bento XVI, disse em uma entrevista recente que “o que estamos enfrentando é uma tentativa de modificar geneticamente a Igreja”. Perguntado por que ele acredita que o documento de trabalho [ Instrumentum laboris ] para o próximo Sínodo foi tão criticamente criticado, Mons. Bux, que agora serve como teólogo consultor da Congregação para as Causas dos Santos, disse que “em certo sentido, a resposta foi dada recentemente pelo papa Bento 16 [em um ensaio publicado após a cúpula do abuso sexual do Vaticano]: é mais uma tentativa “criar outra Igreja, uma experiência que já foi tentada e falhou”. “Esses clérigos não se fazem a grande pergunta na base do cristianismo: o que Jesus realmente nos trouxe se, como podemos ver, ele não trouxe paz mundial, bem-estar para todos e um mundo melhor?” . Bux disse. “Jesus Cristo veio para trazer Deus à terra, para que o homem pudesse encontrar o caminho para o céu: é por isso que ele fundou a Igreja”, disse o monsenhor italiano. “Em vez disso, os clérigos de hoje cuidam da terra como se fosse o lar permanente e duradouro do homem. Qual é o sintoma? Eles não falam da alma e, portanto, da sua salvação ”. Mons. Bux observou ainda que as idéias outrora “denunciadas” por Joseph Ratzinger (como prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé) estão agora “chegando à maturidade” com o Sínodo da Amazônia. “A Igreja não é mais considerada o Corpo Místico de Cristo e o Povo de Deus orientado para a salvação, mas um fenômeno sociológico; assim, deve lidar com a economia, a ecologia e a política, onde, no máximo, poderia intervir apenas para um julgamento moral ”, Mons. Bux disse. Ele acrescentou que, sob a influência do modernismo, os proponentes dessas idéias afirmam que “os tempos mudaram” e com eles, “um novo dogma” é necessário. No entanto, ele ressaltou que isso não responde às perguntas: quem decidiu que os tempos mudaram? E a mudança é sempre boa? Na entrevista, que foi republicada no Pan-Amazon Synod Watch, Mons. Bux também expressou preocupação com a subutilização do documento de trabalho da necessidade de fé em Cristo, a fim de ser salvo. “Dúvidas de que o Senhor Jesus é o único Salvador da humanidade está se espalhando na Igreja desde o período pós-conciliar”, Mons. Bux explicou. “Para alguns setores da Igreja, a evangelização foi revertida para ‘ser evangelizada’”, levando muitas “paróquias e seminários” a convidar “pensadores ateus ou duvidosos” para falar “ao invés de católicos claros e definidos”. Mons. Bux disse que “isso levou a confusão e desorientação”, especialmente dada a fraca catequese que muitos católicos receberam nas últimas décadas. Se não fosse o caso, ele observou, “não se pode explicar o espetáculo de vícios e corrupção que está afetando a sociedade italiana e européia”. Nem se poderia explicar como todos são convidados a “receber a Comunhão na Missa, independentemente de serem ou não em estado de graça ”, ou mesmo católico. “Os pastores da Igreja devem apresentar doutrina de acordo com a forma apostólica em que foram confiados a eles (Rm 6:17)”, disse o teólogo. “Como o monsenhor Carlo Maria Viganò recentemente respondeu em uma entrevista [com o Washington Post]: ‘Desonrosamente rebeldes são aqueles que presumem quebrar ou mudar a tradição perene da Igreja’”. Falando ao uso do documento de trabalho da “inculturação”, Mons. Bux disse que “é apresentado de forma invertida: a intenção é devolver a Igreja na Amazônia ao animismo e ao espiritualismo, fazendo com que ela se retire da Palavra que foi anunciada através da evangelização. “Uma religião natural com uma máscara cristã”, como disse o cardeal Brandmüller em sua recente declaração . Questionado sobre o elogio do documento de trabalho para a “cosmovisão” dos povos indígenas, Mons. Bux disse que isso representa um “obscurecimento da razão” e um retorno à “religião natural” e “espiritualismo”. No entanto, a natureza tem lições valiosas para nos ensinar sobre a Igreja, argumentou o teólogo italiano. “O próprio desenvolvimento da natureza, que acontece de maneira orgânica (para que o que é falso ontem não possa ser verdade hoje), deve nos ajudar a entender que o ensinamento da Igreja é um corpo orgânico e doutrinário”, disse ele. “Em vez disso,” ele observou, “os clérigos são infectados por um tipo de darwinismo que resulta – como o cardeal Brandmüller escreveu – no evolucionismo doutrinário e moral; precisamente o oposto do desenvolvimento orgânico de um sujeito que permanece fiel à sua própria identidade ”. “Só esse corpo pode ser chamado de Igreja, pelo menos com base nas Constituições do Vaticano I e II, Dei Filius , Lumen Gentium e Dei Verbum” , disse ele. Mons. Bux, que também é liturgista, disse que os sinais dessa infecção darwiniana podem ser vistos no documento de trabalho sobre os sacramentos, particularmente as Ordens Sagradas. “Depois de todo o debate pré-conciliar e pós-conflito sobre a inseparabilidade do poder de ordem e jurisdição”, disse ele, “o Instrumentum Laboris propõe o oposto para justificar o ministério ordenado para as mulheres. Assim, nos afastamos das Igrejas Orientais ”. “A identidade episcopal, sacerdotal e diaconal deve ser entendida por Deus que chama e a Igreja a confirma pela ordenação; não da comunidade, como se a Igreja fosse uma democracia ”. Rejeitando a proposta do documento para ordenar homens casados, ou viri probati, Mons. Bux disse que “a história da Igreja ensina que a crise das vocações sacerdotais é resolvida através da fé viva: onde a fé está viva, nascem as vocações missionárias, até o surgimento de institutos para a formação do clero indígena. O Senhor sempre chama os homens para segui-lo! Com relação à proposta do documento de trabalho de que o rito da missa seja adaptado aos costumes locais da Amazônia, Mons. Bux observou que o Rito Romano foi transmitido para vários povos em todo o mundo e é “uma expressão da comunhão de todos os crentes em Cristo além da língua, nação e raça”. “Embora respeitando as culturas, a liturgia os convida a se purificar e se santificar”, disse ele. “Na verdade,” ele disse, o tratamento do documento de trabalho da liturgia “é uma questão de uma oposição mal disfarçada à Igreja de Roma”. Mons. Bux disse que é “estranho” que eles queiram fazer isso séculos depois da evangelização do continente americano e da adoção do Rito Romano. “Quem informou aos nativos da Amazônia que ‘eles estavam nus’, ou seja, sem seu próprio rito?”, Perguntou ele. Ele disse que a proposta de adoção de costumes não-cristãos na liturgia é “incompatível” e “contraditória” com o Rito Romano, a menos que se queira envolver em “hibridação e sincretismo que levam os fiéis ao erro”. “Estamos diante da tentativa de modificar geneticamente a Igreja, questionando a fé e a unidade do rito romano que a expressa (cf. Sacrosanctum Concilium 37-38)”, disse ele. Na entrevista, Mons. Bux também disse que acha “incrível” que a Amazônia esteja sendo considerada um “lugar teológico”, isto é, uma fonte especial de revelação. A crítica do Cardeal Walter Brandmüller ao Instrumentum laboris , Mons. Bux disse que, ao questionar a revelação divina, o documento “se destaca da verdade da fé católica” e equivale a “apostasia”. Mons. Bux observou que é “significativo” que o Instrumentum laboris tenha recebido a “aprovação entusiástica – e talvez o conselho – de Leonardo Boff, ex-padre franciscano, expoente histórico da teologia da libertação que, nos anos 70, foi admoestado pela Congregação”. para a Doutrina da Fé. ” O respeitado teólogo concluiu a entrevista dizendo: Não há libertação sem conversão a Cristo. O Instrumentum Laboris nunca menciona este termo, que está no início do Evangelho de Jesus Cristo, mas, como já observaram cardeais, sacerdotes e fiéis, contradizendo em pontos decisivos o ensinamento vinculante da Igreja – isto é, ao qual todo verdadeiro Católica está vinculada – pode ser qualificada como herética. Um ataque aos fundamentos da fé, que reduz a religião católica ao subjetivismo puro. Quase parece que é Jesus Cristo quem deve se converter à nova divindade amazônica. Mas essa é a “fé católica transmitida pelos apóstolos”, quando oramos no Cânon romano? Fonte: Tradução de LifeSiteNews Clique aqui para ler mais artigos sobre o Sínodo Pan-Amazônico #CNBB #Crisenaigreja #Mundo #SínododaAmazônia

  • Sínodo da Amazônia: Dom Athanasius Schneider faz crítica incisiva ao Instrumentum laboris

    Por Corrispondenza Romana, 19 de julho de 2019 | Tradução: Gercione Lima – FratresInUnum.com Tradução de uma declaração publicada no dia 17 de julho no site de notícias austríaco Kath.net e distribuída em vários idiomas. Nesta declaração, Dom Athanasius Schneider, Bispo Auxiliar da arquidiocese de Santa Maria em Astana, Cazaquistão, responde ao Bispo Erwin Kräutler e critica fortemente o Instrumentum laboris sobre o Sínodo da Amazônia. Em sua entrevista do dia 14 de julho à ORF [uma emissora nacional austríaca de serviço público], o Bispo Erwin Kräutler afirmou ser “quase um escândalo” o fato de que em muitas paróquias na Amazônia a Sagrada Eucaristia raramente seja celebrada. Este modo de falar é em si obscuro e decididamente tendencioso. Ninguém tem um direito à Sagrada Eucaristia. O sacramento da Eucaristia é o mais elevado dom de Deus: pode-se falar, ao invés, de escândalo quando nas paróquias católicas a fé é negada e não praticada, quando Deus é insultado pelo desprezo de seus mandamentos, pelos pecados graves contra a caridade, pela idolatria, xamanismo e assim por diante. Pode-se falar de escândalo em uma paróquia católica quando as pessoas não rezam o bastante. Isso sim seria um verdadeiro escândalo. Deveríamos, antes, falar de escândalo quando consideramos que durante as últimas décadas não foram promovidas na Amazônia iniciativas pastorais intensivas para promover vocações. Iniciativas que estariam de acordo com a experiência de dois mil anos da Igreja: orações constantes, sacrifícios espirituais e um estilo de vida exemplar e santo adotado pelos próprios missionários. De fato, para se promover efetivamente sólidas vocações sacerdotais é indispensável que até na Amazônia existam missionários que levem uma vida de verdadeiros homens de oração, de verdadeiros apóstolos, isto é, uma vida de amor e sacrifício totalmente dedicada a Cristo e à salvação das almas imortais. O que Dom Kräutler e muitos de seus companheiros de viagem do clero estão querendo promover são caricaturas de sacerdotes, que têm como modelo agentes humanitários, funcionários de ONGs, sindicalistas socialistas e ecologistas. Mas esta não é a missão de Jesus Cristo, do Deus encarnado, que deu a Sua vida na Cruz para redimir a humanidade do maior mal que é o pecado, para que todos os homens possam ter em abundância a vida divina e sobrenatural (veja João 10.10). Não é necessário recorrer ao truque de dramatizar a “fome eucarística” ou a falta de celebrações eucarísticas, porque para salvar a si mesmo não é necessário a recepção da Sagrada Eucaristia, mas sim a Fé, a oração e uma vida conforme os mandamentos de Deus. Se por um longo período de tempo e por causa da falta de sacerdotes os católicos não puderam receber a Sagrada Comunhão, então deveriam ser ensinados a praticar a comunhão espiritual, que tem grande força e um grande efeito espiritual. Os Padres do Deserto, por exemplo, viveram durante anos sem a Eucaristia e alcançaram uma grande união com Cristo. Durante anos, eu mesmo e meus pais não conseguimos receber a Sagrada Comunhão na União Soviética. Mas sempre fazíamos a comunhão espiritual, que nos deu muita força e consolo. Então, quando aparecia um padre e podíamos confessar, participar do Santo Sacrifício da Missa e receber a Sagrada Comunhão sacramentalmente, era uma verdadeira festa e experimentávamos de maneira muito profunda e jubilosa o quão precioso é o dom do sacerdócio e o dom da Eucaristia. Na Amazônia deveria haver uma maneira de garantir que os padres missionários itinerantes possam se dirigir a lugares afastados – ainda que poucas vezes ao ano – para organizar uma festa verdadeiramente espiritual, com boas confissões e com as Santas Missas celebradas com dignidade. Poderiam até deixar Jesus nos tabernáculos para que os católicos pudessem adorá-Lo e os fiéis pudessem ser ensinados sobre como fazer a adoração eucarística e como rezar o terço para pedir bons sacerdotes indígenas solteiros e boas famílias cristãs. Então, sem dúvida, Deus concederia essa graça. Sim, dever-se-ia fazer um apelo a nível mundial convidando padres para irem para a Amazônia, a fim de socorrer pastoralmente a população local. Finalmente, poderiam ordenar os diáconos casados ou, em casos excepcionais, delegar a função a acólitos ou a mulheres católicas para que pudessem expor o Santíssimo Sacramento e conduzir orações. Há um exemplo na história da Igreja: o dos católicos japoneses que, mesmo sem sacerdotes, mantiveram a fé católica por mais de duzentos anos. Hoje, o Japão tem um número suficiente de padres nativos que, naturalmente, são celibatários. Ainda que naquela época a cultura pagã do Japão rejeitava o sacerdócio celibatário, os católicos japoneses tinham-no em tão alta estima, que se tornou seu sinal de identificação. Portanto, quando no século XIX chegaram os primeiros missionários protestantes, que eram casados, eles os rejeitaram exatamente por esse motivo. Mas, quando os sacerdotes católicos voltaram, uma vez que se certificaram de que eram solteiros, os fiéis japoneses os receberam como sacerdotes da verdadeira Igreja de Jesus Cristo. Portanto, a Igreja no século XIX poderia ter apresentado os mesmos argumentos que estão sendo usados ​​hoje no Sínodo Amazônico em favor da ordenação de sacerdotes indígenas casados, já que naquela época muitas paróquias em algumas regiões missionárias contavam com a visita de um sacerdote raríssimas vezes durante o ano. O casamento de padres foi legalizado na Igreja Oriental no século VII, mas não por causa da falta de sacerdotes, dado que, na época, havia uma superabundância de sacerdotes, especialmente em Constantinopla. Foi feito, antes, pela indulgência para com a fraqueza humana, porque aqueles que no ofício episcopal e sacerdotal imitavam Jesus Cristo – o Sacerdote Eterno da Nova Aliança – agindo na pessoa de Cristo, o Cabeça, haviam se afastado da regra apostólica de uma vida celibatária. Naquela época, na Igreja Grega, tratou-se de uma solução regional para uma Igreja local, mas que os Romanos Pontífices não reconheciam e nem aceitavam. Foi um desvio e deslealdade à exigente imitação de Cristo; imitação que os apóstolos viveram na completa continência sexual, até a morte, como Pedro claramente testifica quando diz: “Deixamos tudo para te seguir” (Mt 19,27), até esposas e filhos. Todos os Padres da Igreja viviam o sacerdócio na continência sexual. Embora alguns tenham sido casados ​​(por exemplo, Santo Hilário), foi demonstrado que, a partir da ordenação, começaram a praticar a continência e não tiveram mais filhos, porque conheciam e respeitavam a regra apostólica da continência sexual sacerdotal e episcopal. A Igreja Romana transmitiu fielmente essa norma apostólica e sempre a defendeu até hoje, com a única exceção concedida às Igrejas Orientais, feita no contexto das negociações de unificação durante os Concílios de Lyon e Florença. Neste caso, foi dispensado o celibato dos sacerdotes Orientais visando o benefício da unidade. A introdução do clero “uxorado” na Amazônia não produziria verdadeiros apóstolos, mas sim uma nova categoria de sacerdotes, uma espécie de dinastia. Ao mesmo tempo, deve-se ter em mente que a cultura indígena dos povos amazônicos ainda não alcançou a maturidade confiável e comprovada de gerações cristãs inteiras, completamente permeada pelo espírito do Evangelho. Após a evangelização inicial e sistemática de São Bonifácio, por exemplo, as tribos germânicas levaram vários séculos até conseguirem produzir numerosos e confiáveis ​​padres nativos celibatários. No século II, Santo Irineu já era uma testemunha da unidade da fé e da disciplina na Igreja, que era tão grande entre todos os povos, embora naquela época os católicos convertidos eram provenientes de culturas muito diferentes e em parte até contraditórias: “A Igreja, embora dispersa pelo mundo afora, todavia – como se habitasse em uma só casa – preserva cuidadosamente a Fé dos Apóstolos. Ela também crê que essas verdades têm uma só alma e o mesmo coração e as proclama, ensina e as oferece em perfeita união, como se tivesse uma só boca. Embora as línguas do mundo sejam diferentes, a mensagem da Tradição é uma só e a mesma. Portanto, as Igrejas na Alemanha não crêem e transmitem nada diferente, nem as da Espanha, nem as da Gália, nem as do Oriente, nem as do Egito, nem as da Líbia, nem as das regiões centrais da mundo”(Adversus haereses 1,10, 2). Mesmo muitas das paróquias católicas recém-convertidas entre as tribos germânicas durante a Era da Migração (do século IV-VI) tiveram talvez apenas algumas vezes a oportunidade de assistir a Santa Missa e receber a Sagrada Comunhão. Depois de algumas gerações, todavia, gerações de padres celibatários e geralmente exemplares nasceram dessas paróquias alemãs. A verdade é que aqueles que defendem um clero amazônico casado, usando como estratagema o lema elegante “homens provados” (“viri probati”), consideram os povos amazônicos inferiores, porque pressupõem desde o início que eles não têm a capacidade de dar à Igreja sacerdotes celibatários gerados em seu próprio meio. Ao longo de 2000 anos, todos os povos e até mesmo os bárbaros foram capazes de criar seus próprios filhos, com a ajuda da graça de Cristo, com um sacerdócio celibatário segundo o exemplo de Jesus Cristo. Os pedidos de padres casados ​​para os povos da Amazônia – vindos exatamente de eclesiásticos de ascendência européia – contêm um racismo oculto. Para resumir, poderíamos simplificar desse modo: “Nós europeus, nós que somos brancos, somos realmente capazes de gerar padres celibatários. Mas para vocês da Amazônia, isso seria pedir demais!” Os defensores de um clero amazônico casado são quase todos europeus e não de origem indígena, e no final não estão interessados ​​no verdadeiro bem espiritual dos fiéis da Amazônia, mas na implementação de sua própria agenda ideológica, que visa posteriormente um clero casado também na Europa e depois em toda a Igreja Latina. Porque todos sabem que após a introdução de um clero casado regionalmente limitado à Amazônia, iria surgir, com a ajuda do efeito dominó e depois de um breve período de tempo, um clero regular casado no próprio rito romano em outras partes do mundo. Deste modo, o legado apostólico de um sacerdócio celibatário, segundo o modelo de Jesus Cristo e seus apóstolos, seria efetivamente destruído em toda a Igreja. Alguns católicos – aqueles que certamente não representam a maioria dos verdadeiros fiéis, mas que são funcionários de uma rica burocracia eclesiástica e que alcançaram posições clericais de poder na Igreja – querem atrair as pessoas mundanas com a idéia de um sacerdócio casado, sem sacrifícios, sem doação completa de si e sem um amor ardente e sobrenatural por Deus. O próprio Senhor nos ensinou o que a Igreja deveria fazer para que os fiéis possam ter sacerdotes: “Peça ao Senhor da messe que envie trabalhadores para a sua vinha” (Mateus 9:38). Não há remédio melhor ou mais eficaz do que esse. E se houvesse outro, Nosso Senhor nos teria dito. Para se obter candidatos casados para ordenação sacerdotal, não há necessidade de iniciativas especiais de oração. Sempre haverá poucos operários na vinha do Senhor até o fim dos tempos. Numa época em que haviam muitos sacerdotes, o papa São Gregório Magno pronunciou essas palavras memoráveis: “Veja, o mundo está cheio de sacerdotes, mas poucos são os operários na vinha do Senhor” (Em Ev. Hom., 34). Deus sempre realiza Sua obra de graça e salvação de almas para a vida eterna com a ajuda de sacrifícios e, freqüentemente, apenas de algumas pessoas, e não com a ajuda de grandes multidões. Nesse sentido, São Gregório Nazianzeno disse que Deus não se compraz com números (ver Or. 42.7). O bispo Erwin Kräutler pergunta então na entrevista: “O que então podemos fazer como Igreja para que essas pessoas possam celebrar a Eucaristia?” A vida paroquial, acrescenta ele, é bela, “mas está faltando o centro”. A resposta a esta pergunta é a seguinte: o centro é Cristo, a verdade ensinada por Ele, o exemplo dado por Ele. O tabernáculo é o verdadeiro centro da Igreja aqui na terra e o centro de toda paróquia local. Se uma comunidade católica local na Amazônia tem o tabernáculo – e muitas delas o têm – então eles têm o centro, e no final nada está faltando, porque eles têm Deus no meio deles, Deus em Carne e Sangue está presente no meio deles! É necessário reunir os católicos da Amazônia em torno do tabernáculo para que eles tenham seus próprios sacerdotes e, se possível, numerosos sacerdotes. Ali, mães e crianças católicas deveriam dirigir suas orações íntimas a Deus, o dispensador de todos os dons, com a intenção de obter bons e únicos sacerdotes indígenas e com um espírito apostólico. Uma rede de adorações eucarísticas deve ser iniciada em toda a Amazônia. Esta corrente eucarística de adorações por parte dos simples fiéis, juntamente com os seus bispos e os seus sacerdotes – mesmo que sejam apenas uns poucos – poderão, sem sombra de dúvida – no momento escolhido por Deus -, trazer para o povo da Amazônia aqueles sacerdotes que são de acordo com o coração de Jesus. Não é preciso abusar dos povos amazônicos com o interesse de promover suas próprias ideologias decadentes e heresias teológicas que foram fabricadas na Europa. Amplas partes do documento de trabalho (Instrumentum laboris) do Sínodo sobre a Amazônia e os pedidos desses sacerdotes enfeitam a imagem de Cristo Rei com pérolas e jargões como “varões provados”, “fome eucarística”, “empatia feminina”. Deste modo, eles desejam implementar o fim do celibato sacerdotal e a ordenação feminina de maneira mais sutil. Os verdadeiros católicos da Amazônia e de outras partes do mundo, entretanto, reconhecerão nela a imagem do engano e não acreditarão que é a imagem de Jesus Cristo, o Rei. Grandes partes do Instrumentum laboris e das exigências revolucionárias do Bispo Erwin Kräutler e seus companheiros de viagem clericais, realmente retratam uma atitude intelectual muito semelhante à Gnose e ao Naturalismo que queriam introduzir na Igreja desde o início, a partir do segundo século, como Santo Irineu de Lyon afirma: “Tal então é o método deles, que nem os profetas anunciaram, nem o Senhor ensinou, nem os apóstolos transmitiram, mas do qual eles se orgulham de ter um conhecimento perfeito, muito além de todos os outros. Eles recolhem suas opiniões de outras fontes que não são as Escrituras; e, para usar um provérbio comum, eles se esforçam para tecer cordas de areia, lutando para adaptar as parábolas do Senhor, as palavras dos profetas e as palavras dos Apóstolos às suas afirmações particulares, dando-lhes uma aparência de veracidade, de modo que seu esquema não pareça totalmente privado de apoio. Ao fazê-lo, porém, eles ignoram a ordem e conexão das Escrituras e, na medida em que as vão encontrando, desmembram-nas e destroem a verdade, transferindo passagens, vestindo-as novamente e trocando uma coisa por outra. Assim, conseguem enganar muitos, graças à sua destreza perversa que conforma os oráculos do Senhor às suas próprias opiniões. Seu modo de agir é como se alguém – depois que uma bela imagem de um rei fosse fielmente esculpida por um artista habilidoso, com jóias preciosas – então resolvesse reduzir o retrato daquele homem aos pedaços, para depois reorganizar as gemas e recompor tudo novamente dando-lhes a forma de um cachorro ou uma raposa, e tudo isto mal executado. E mais, depois de tudo, ainda tivesse a coragem de declarar que esta sim é a verdadeira imagem do rei que o artista original esculpiu, apontando para as gemas que foram retiradas da obra anterior como prova de que aquela é a imagem do rei, apesar do resultado medíocre, mesmo depois de ter usado o mesmo material para fazer a imagem de um cachorro ou de uma raposa. E sempre apontando para as gemas para enganar os ignorantes que não têm a menor idéia de como era antes a imagem do rei. Persuadindo-os de que aquele decadente retrato de raposa seja, de fato, a verdadeira imagem do rei. Da mesma forma, essas pessoas remendam velhas lendas de comadres e depois se apropriam – afastando-se violentamente de seu contexto, de palavras, expressões e parábolas encontradas – para adaptar os oráculos de Deus às suas ficções infundadas ”( Adversus haereses 1, 8, 1). É óbvio que o conteúdo de amplas partes do Instrumentum laboris e as exigências do Bispo Erwin Kräutler e seus companheiros de viagem clericais buscam realmente uma nova confissão cristã, que talvez venha a ser chamada de “Igreja Católica Amazônica”, mas que eventualmente se tornará uma seita em comparação com a verdadeira Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica. Esta última navegou e continua a navegar, com segurança e em todos os tempos, sempre com a mesma lealdade incondicional à pureza da fé e ao legado imutável dos apóstolos na liturgia e na disciplina da Igreja. Os católicos do nosso tempo reagirão com vigor a uma seita “católica amazônica” que pratica a adoração da natureza e que terá um sacerdócio feminino – com as palavras de Santo Agostinho aos membros da seita dos donatistas: “A Igreja em todo o mundo é segura em seus juízos da verdade!” (Securus iudicat orbis terrarum: Contra epistolam Parmeniani 3, 3). O sucessor de Pedro, o Papa, tem o dever preciso, conferido por Deus, como titular da Cátedra da Verdade (cathedra veritatis), de preservar em sua pureza e integridade, a verdade da Fé Católica, a Constituição Divina da Igreja, a ordem sacramental estabelecida por Cristo e a herança apostólica do celibato sacerdotal, para transmiti-las ao seu sucessor e às gerações futuras. Ele não pode apoiar nem um pouco – com seu silêncio ou com uma conduta ambígua – o conteúdo claramente gnóstico e naturalista de partes do Instrumentum laboris, como também a abolição do dever apostólico do celibato sacerdotal (que seria primeiro regional, e então naturalmente se tornaria, passo a passo, universal). Se o papa fizesse isso no próximo Sínodo amazônico, violaria seriamente seu dever de Sucessor de Pedro e Representante de Cristo, causando assim um eclipse espiritual intermitente na Igreja. Mas Cristo, o invencível Sol da Verdade, varrerá este breve eclipse enviando novamente para a Sua santa Igreja papas corajosos e fiéis, para que as portas do inferno não sejam capazes de derrotar a rocha de Pedro (cf. Mateus 16, 18). A oração de Cristo por Pedro e seus sucessores é infalível. Isto significa que após a conversão, eles confirmarão novamente seus irmãos na fé (cf. Lc 22,32). A verdade, como foi formulada por Santo Irineu, permanecerá em pé mesmo em um momento de intermitente eclipse espiritual na Igreja – como é o caso da atemporal, por insondável permissão de Deus: “Para que, na Igreja Romana, a Tradição Apostólica seja sempre preservada pelos fiéis que estão em toda parte”(Adversus haereses 3, 3, 2). + Athanasius Schneider, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Santa Maria em Astana Fonte: FratresInUnum.com Clique aqui para ler mais artigos sobre o Sínodo Pan-Amazônico #CNBB #Crisenaigreja #Mundo #SínododaAmazônia

  • Sínodo da Amazônia: Dom Athanasius Schneider faz crítica incisiva ao Instrumentum laboris

    Por Corrispondenza Romana, 19 de julho de 2019 | Tradução: Gercione Lima – FratresInUnum.com Tradução de uma declaração publicada no dia 17 de julho no site de notícias austríaco Kath.net e distribuída em vários idiomas. Nesta declaração, Dom Athanasius Schneider, Bispo Auxiliar da arquidiocese de Santa Maria em Astana, Cazaquistão, responde ao Bispo Erwin Kräutler e critica fortemente o Instrumentum laboris sobre o Sínodo da Amazônia. Em sua entrevista do dia 14 de julho à ORF [uma emissora nacional austríaca de serviço público], o Bispo Erwin Kräutler afirmou ser “quase um escândalo” o fato de que em muitas paróquias na Amazônia a Sagrada Eucaristia raramente seja celebrada. Este modo de falar é em si obscuro e decididamente tendencioso. Ninguém tem um direito à Sagrada Eucaristia. O sacramento da Eucaristia é o mais elevado dom de Deus: pode-se falar, ao invés, de escândalo quando nas paróquias católicas a fé é negada e não praticada, quando Deus é insultado pelo desprezo de seus mandamentos, pelos pecados graves contra a caridade, pela idolatria, xamanismo e assim por diante. Pode-se falar de escândalo em uma paróquia católica quando as pessoas não rezam o bastante. Isso sim seria um verdadeiro escândalo. Deveríamos, antes, falar de escândalo quando consideramos que durante as últimas décadas não foram promovidas na Amazônia iniciativas pastorais intensivas para promover vocações. Iniciativas que estariam de acordo com a experiência de dois mil anos da Igreja: orações constantes, sacrifícios espirituais e um estilo de vida exemplar e santo adotado pelos próprios missionários. De fato, para se promover efetivamente sólidas vocações sacerdotais é indispensável que até na Amazônia existam missionários que levem uma vida de verdadeiros homens de oração, de verdadeiros apóstolos, isto é, uma vida de amor e sacrifício totalmente dedicada a Cristo e à salvação das almas imortais. O que Dom Kräutler e muitos de seus companheiros de viagem do clero estão querendo promover são caricaturas de sacerdotes, que têm como modelo agentes humanitários, funcionários de ONGs, sindicalistas socialistas e ecologistas. Mas esta não é a missão de Jesus Cristo, do Deus encarnado, que deu a Sua vida na Cruz para redimir a humanidade do maior mal que é o pecado, para que todos os homens possam ter em abundância a vida divina e sobrenatural (veja João 10.10). Não é necessário recorrer ao truque de dramatizar a “fome eucarística” ou a falta de celebrações eucarísticas, porque para salvar a si mesmo não é necessário a recepção da Sagrada Eucaristia, mas sim a Fé, a oração e uma vida conforme os mandamentos de Deus. Se por um longo período de tempo e por causa da falta de sacerdotes os católicos não puderam receber a Sagrada Comunhão, então deveriam ser ensinados a praticar a comunhão espiritual, que tem grande força e um grande efeito espiritual. Os Padres do Deserto, por exemplo, viveram durante anos sem a Eucaristia e alcançaram uma grande união com Cristo. Durante anos, eu mesmo e meus pais não conseguimos receber a Sagrada Comunhão na União Soviética. Mas sempre fazíamos a comunhão espiritual, que nos deu muita força e consolo. Então, quando aparecia um padre e podíamos confessar, participar do Santo Sacrifício da Missa e receber a Sagrada Comunhão sacramentalmente, era uma verdadeira festa e experimentávamos de maneira muito profunda e jubilosa o quão precioso é o dom do sacerdócio e o dom da Eucaristia. Na Amazônia deveria haver uma maneira de garantir que os padres missionários itinerantes possam se dirigir a lugares afastados – ainda que poucas vezes ao ano – para organizar uma festa verdadeiramente espiritual, com boas confissões e com as Santas Missas celebradas com dignidade. Poderiam até deixar Jesus nos tabernáculos para que os católicos pudessem adorá-Lo e os fiéis pudessem ser ensinados sobre como fazer a adoração eucarística e como rezar o terço para pedir bons sacerdotes indígenas solteiros e boas famílias cristãs. Então, sem dúvida, Deus concederia essa graça. Sim, dever-se-ia fazer um apelo a nível mundial convidando padres para irem para a Amazônia, a fim de socorrer pastoralmente a população local. Finalmente, poderiam ordenar os diáconos casados ou, em casos excepcionais, delegar a função a acólitos ou a mulheres católicas para que pudessem expor o Santíssimo Sacramento e conduzir orações. Há um exemplo na história da Igreja: o dos católicos japoneses que, mesmo sem sacerdotes, mantiveram a fé católica por mais de duzentos anos. Hoje, o Japão tem um número suficiente de padres nativos que, naturalmente, são celibatários. Ainda que naquela época a cultura pagã do Japão rejeitava o sacerdócio celibatário, os católicos japoneses tinham-no em tão alta estima, que se tornou seu sinal de identificação. Portanto, quando no século XIX chegaram os primeiros missionários protestantes, que eram casados, eles os rejeitaram exatamente por esse motivo. Mas, quando os sacerdotes católicos voltaram, uma vez que se certificaram de que eram solteiros, os fiéis japoneses os receberam como sacerdotes da verdadeira Igreja de Jesus Cristo. Portanto, a Igreja no século XIX poderia ter apresentado os mesmos argumentos que estão sendo usados ​​hoje no Sínodo Amazônico em favor da ordenação de sacerdotes indígenas casados, já que naquela época muitas paróquias em algumas regiões missionárias contavam com a visita de um sacerdote raríssimas vezes durante o ano. O casamento de padres foi legalizado na Igreja Oriental no século VII, mas não por causa da falta de sacerdotes, dado que, na época, havia uma superabundância de sacerdotes, especialmente em Constantinopla. Foi feito, antes, pela indulgência para com a fraqueza humana, porque aqueles que no ofício episcopal e sacerdotal imitavam Jesus Cristo – o Sacerdote Eterno da Nova Aliança – agindo na pessoa de Cristo, o Cabeça, haviam se afastado da regra apostólica de uma vida celibatária. Naquela época, na Igreja Grega, tratou-se de uma solução regional para uma Igreja local, mas que os Romanos Pontífices não reconheciam e nem aceitavam. Foi um desvio e deslealdade à exigente imitação de Cristo; imitação que os apóstolos viveram na completa continência sexual, até a morte, como Pedro claramente testifica quando diz: “Deixamos tudo para te seguir” (Mt 19,27), até esposas e filhos. Todos os Padres da Igreja viviam o sacerdócio na continência sexual. Embora alguns tenham sido casados ​​(por exemplo, Santo Hilário), foi demonstrado que, a partir da ordenação, começaram a praticar a continência e não tiveram mais filhos, porque conheciam e respeitavam a regra apostólica da continência sexual sacerdotal e episcopal. A Igreja Romana transmitiu fielmente essa norma apostólica e sempre a defendeu até hoje, com a única exceção concedida às Igrejas Orientais, feita no contexto das negociações de unificação durante os Concílios de Lyon e Florença. Neste caso, foi dispensado o celibato dos sacerdotes Orientais visando o benefício da unidade. A introdução do clero “uxorado” na Amazônia não produziria verdadeiros apóstolos, mas sim uma nova categoria de sacerdotes, uma espécie de dinastia. Ao mesmo tempo, deve-se ter em mente que a cultura indígena dos povos amazônicos ainda não alcançou a maturidade confiável e comprovada de gerações cristãs inteiras, completamente permeada pelo espírito do Evangelho. Após a evangelização inicial e sistemática de São Bonifácio, por exemplo, as tribos germânicas levaram vários séculos até conseguirem produzir numerosos e confiáveis ​​padres nativos celibatários. No século II, Santo Irineu já era uma testemunha da unidade da fé e da disciplina na Igreja, que era tão grande entre todos os povos, embora naquela época os católicos convertidos eram provenientes de culturas muito diferentes e em parte até contraditórias: “A Igreja, embora dispersa pelo mundo afora, todavia – como se habitasse em uma só casa – preserva cuidadosamente a Fé dos Apóstolos. Ela também crê que essas verdades têm uma só alma e o mesmo coração e as proclama, ensina e as oferece em perfeita união, como se tivesse uma só boca. Embora as línguas do mundo sejam diferentes, a mensagem da Tradição é uma só e a mesma. Portanto, as Igrejas na Alemanha não crêem e transmitem nada diferente, nem as da Espanha, nem as da Gália, nem as do Oriente, nem as do Egito, nem as da Líbia, nem as das regiões centrais da mundo”(Adversus haereses 1,10, 2). Mesmo muitas das paróquias católicas recém-convertidas entre as tribos germânicas durante a Era da Migração (do século IV-VI) tiveram talvez apenas algumas vezes a oportunidade de assistir a Santa Missa e receber a Sagrada Comunhão. Depois de algumas gerações, todavia, gerações de padres celibatários e geralmente exemplares nasceram dessas paróquias alemãs. A verdade é que aqueles que defendem um clero amazônico casado, usando como estratagema o lema elegante “homens provados” (“viri probati”), consideram os povos amazônicos inferiores, porque pressupõem desde o início que eles não têm a capacidade de dar à Igreja sacerdotes celibatários gerados em seu próprio meio. Ao longo de 2000 anos, todos os povos e até mesmo os bárbaros foram capazes de criar seus próprios filhos, com a ajuda da graça de Cristo, com um sacerdócio celibatário segundo o exemplo de Jesus Cristo. Os pedidos de padres casados ​​para os povos da Amazônia – vindos exatamente de eclesiásticos de ascendência européia – contêm um racismo oculto. Para resumir, poderíamos simplificar desse modo: “Nós europeus, nós que somos brancos, somos realmente capazes de gerar padres celibatários. Mas para vocês da Amazônia, isso seria pedir demais!” Os defensores de um clero amazônico casado são quase todos europeus e não de origem indígena, e no final não estão interessados ​​no verdadeiro bem espiritual dos fiéis da Amazônia, mas na implementação de sua própria agenda ideológica, que visa posteriormente um clero casado também na Europa e depois em toda a Igreja Latina. Porque todos sabem que após a introdução de um clero casado regionalmente limitado à Amazônia, iria surgir, com a ajuda do efeito dominó e depois de um breve período de tempo, um clero regular casado no próprio rito romano em outras partes do mundo. Deste modo, o legado apostólico de um sacerdócio celibatário, segundo o modelo de Jesus Cristo e seus apóstolos, seria efetivamente destruído em toda a Igreja. Alguns católicos – aqueles que certamente não representam a maioria dos verdadeiros fiéis, mas que são funcionários de uma rica burocracia eclesiástica e que alcançaram posições clericais de poder na Igreja – querem atrair as pessoas mundanas com a idéia de um sacerdócio casado, sem sacrifícios, sem doação completa de si e sem um amor ardente e sobrenatural por Deus. O próprio Senhor nos ensinou o que a Igreja deveria fazer para que os fiéis possam ter sacerdotes: “Peça ao Senhor da messe que envie trabalhadores para a sua vinha” (Mateus 9:38). Não há remédio melhor ou mais eficaz do que esse. E se houvesse outro, Nosso Senhor nos teria dito. Para se obter candidatos casados para ordenação sacerdotal, não há necessidade de iniciativas especiais de oração. Sempre haverá poucos operários na vinha do Senhor até o fim dos tempos. Numa época em que haviam muitos sacerdotes, o papa São Gregório Magno pronunciou essas palavras memoráveis: “Veja, o mundo está cheio de sacerdotes, mas poucos são os operários na vinha do Senhor” (Em Ev. Hom., 34). Deus sempre realiza Sua obra de graça e salvação de almas para a vida eterna com a ajuda de sacrifícios e, freqüentemente, apenas de algumas pessoas, e não com a ajuda de grandes multidões. Nesse sentido, São Gregório Nazianzeno disse que Deus não se compraz com números (ver Or. 42.7). O bispo Erwin Kräutler pergunta então na entrevista: “O que então podemos fazer como Igreja para que essas pessoas possam celebrar a Eucaristia?” A vida paroquial, acrescenta ele, é bela, “mas está faltando o centro”. A resposta a esta pergunta é a seguinte: o centro é Cristo, a verdade ensinada por Ele, o exemplo dado por Ele. O tabernáculo é o verdadeiro centro da Igreja aqui na terra e o centro de toda paróquia local. Se uma comunidade católica local na Amazônia tem o tabernáculo – e muitas delas o têm – então eles têm o centro, e no final nada está faltando, porque eles têm Deus no meio deles, Deus em Carne e Sangue está presente no meio deles! É necessário reunir os católicos da Amazônia em torno do tabernáculo para que eles tenham seus próprios sacerdotes e, se possível, numerosos sacerdotes. Ali, mães e crianças católicas deveriam dirigir suas orações íntimas a Deus, o dispensador de todos os dons, com a intenção de obter bons e únicos sacerdotes indígenas e com um espírito apostólico. Uma rede de adorações eucarísticas deve ser iniciada em toda a Amazônia. Esta corrente eucarística de adorações por parte dos simples fiéis, juntamente com os seus bispos e os seus sacerdotes – mesmo que sejam apenas uns poucos – poderão, sem sombra de dúvida – no momento escolhido por Deus -, trazer para o povo da Amazônia aqueles sacerdotes que são de acordo com o coração de Jesus. Não é preciso abusar dos povos amazônicos com o interesse de promover suas próprias ideologias decadentes e heresias teológicas que foram fabricadas na Europa. Amplas partes do documento de trabalho (Instrumentum laboris) do Sínodo sobre a Amazônia e os pedidos desses sacerdotes enfeitam a imagem de Cristo Rei com pérolas e jargões como “varões provados”, “fome eucarística”, “empatia feminina”. Deste modo, eles desejam implementar o fim do celibato sacerdotal e a ordenação feminina de maneira mais sutil. Os verdadeiros católicos da Amazônia e de outras partes do mundo, entretanto, reconhecerão nela a imagem do engano e não acreditarão que é a imagem de Jesus Cristo, o Rei. Grandes partes do Instrumentum laboris e das exigências revolucionárias do Bispo Erwin Kräutler e seus companheiros de viagem clericais, realmente retratam uma atitude intelectual muito semelhante à Gnose e ao Naturalismo que queriam introduzir na Igreja desde o início, a partir do segundo século, como Santo Irineu de Lyon afirma: “Tal então é o método deles, que nem os profetas anunciaram, nem o Senhor ensinou, nem os apóstolos transmitiram, mas do qual eles se orgulham de ter um conhecimento perfeito, muito além de todos os outros. Eles recolhem suas opiniões de outras fontes que não são as Escrituras; e, para usar um provérbio comum, eles se esforçam para tecer cordas de areia, lutando para adaptar as parábolas do Senhor, as palavras dos profetas e as palavras dos Apóstolos às suas afirmações particulares, dando-lhes uma aparência de veracidade, de modo que seu esquema não pareça totalmente privado de apoio. Ao fazê-lo, porém, eles ignoram a ordem e conexão das Escrituras e, na medida em que as vão encontrando, desmembram-nas e destroem a verdade, transferindo passagens, vestindo-as novamente e trocando uma coisa por outra. Assim, conseguem enganar muitos, graças à sua destreza perversa que conforma os oráculos do Senhor às suas próprias opiniões. Seu modo de agir é como se alguém – depois que uma bela imagem de um rei fosse fielmente esculpida por um artista habilidoso, com jóias preciosas – então resolvesse reduzir o retrato daquele homem aos pedaços, para depois reorganizar as gemas e recompor tudo novamente dando-lhes a forma de um cachorro ou uma raposa, e tudo isto mal executado. E mais, depois de tudo, ainda tivesse a coragem de declarar que esta sim é a verdadeira imagem do rei que o artista original esculpiu, apontando para as gemas que foram retiradas da obra anterior como prova de que aquela é a imagem do rei, apesar do resultado medíocre, mesmo depois de ter usado o mesmo material para fazer a imagem de um cachorro ou de uma raposa. E sempre apontando para as gemas para enganar os ignorantes que não têm a menor idéia de como era antes a imagem do rei. Persuadindo-os de que aquele decadente retrato de raposa seja, de fato, a verdadeira imagem do rei. Da mesma forma, essas pessoas remendam velhas lendas de comadres e depois se apropriam – afastando-se violentamente de seu contexto, de palavras, expressões e parábolas encontradas – para adaptar os oráculos de Deus às suas ficções infundadas ”( Adversus haereses 1, 8, 1). É óbvio que o conteúdo de amplas partes do Instrumentum laboris e as exigências do Bispo Erwin Kräutler e seus companheiros de viagem clericais buscam realmente uma nova confissão cristã, que talvez venha a ser chamada de “Igreja Católica Amazônica”, mas que eventualmente se tornará uma seita em comparação com a verdadeira Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica. Esta última navegou e continua a navegar, com segurança e em todos os tempos, sempre com a mesma lealdade incondicional à pureza da fé e ao legado imutável dos apóstolos na liturgia e na disciplina da Igreja. Os católicos do nosso tempo reagirão com vigor a uma seita “católica amazônica” que pratica a adoração da natureza e que terá um sacerdócio feminino – com as palavras de Santo Agostinho aos membros da seita dos donatistas: “A Igreja em todo o mundo é segura em seus juízos da verdade!” (Securus iudicat orbis terrarum: Contra epistolam Parmeniani 3, 3). O sucessor de Pedro, o Papa, tem o dever preciso, conferido por Deus, como titular da Cátedra da Verdade (cathedra veritatis), de preservar em sua pureza e integridade, a verdade da Fé Católica, a Constituição Divina da Igreja, a ordem sacramental estabelecida por Cristo e a herança apostólica do celibato sacerdotal, para transmiti-las ao seu sucessor e às gerações futuras. Ele não pode apoiar nem um pouco – com seu silêncio ou com uma conduta ambígua – o conteúdo claramente gnóstico e naturalista de partes do Instrumentum laboris, como também a abolição do dever apostólico do celibato sacerdotal (que seria primeiro regional, e então naturalmente se tornaria, passo a passo, universal). Se o papa fizesse isso no próximo Sínodo amazônico, violaria seriamente seu dever de Sucessor de Pedro e Representante de Cristo, causando assim um eclipse espiritual intermitente na Igreja. Mas Cristo, o invencível Sol da Verdade, varrerá este breve eclipse enviando novamente para a Sua santa Igreja papas corajosos e fiéis, para que as portas do inferno não sejam capazes de derrotar a rocha de Pedro (cf. Mateus 16, 18). A oração de Cristo por Pedro e seus sucessores é infalível. Isto significa que após a conversão, eles confirmarão novamente seus irmãos na fé (cf. Lc 22,32). A verdade, como foi formulada por Santo Irineu, permanecerá em pé mesmo em um momento de intermitente eclipse espiritual na Igreja – como é o caso da atemporal, por insondável permissão de Deus: “Para que, na Igreja Romana, a Tradição Apostólica seja sempre preservada pelos fiéis que estão em toda parte”(Adversus haereses 3, 3, 2). + Athanasius Schneider, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Santa Maria em Astana Fonte: FratresInUnum.com Clique aqui para ler mais artigos sobre o Sínodo Pan-Amazônico #CNBB #Crisenaigreja #Mundo #SínododaAmazônia

  • AMAZON PROÍBE LIVROS SOBRE “TERAPIA DE CONVERSÃO” GAY. A BÍBLIA SERÁ O PRÓXIMO? –

    Numa atitude verdadeiramente inquietante, a Amazon removeu os livros do Dr. Joseph Nicolosi, o psicólogo que os críticos apelidaram de “o pai da terapia de conversão sexual”. Em outras palavras, por alegar que a mudança é possível para aqueles que experimentam atração indesejada pelo mesmo sexo, os livros do Dr. Nicolosi devem ser banidos do catálogo. Isso leva a uma pergunta lógica: a Amazon banirá a Bíblia logo em seguida? Não se trata de hipérbole. Afinal, é a Bíblia que condena as relações entre pessoas do mesmo sexo; e é a Bíblia que fala daqueles que já praticaram a homossexualidade e não o fazem mais (v. 1Coríntios 6, 9-11). Essas pessoas, hoje, seriam conhecidas como “ex-gays”. E foi esse o trabalho de toda a vida do Dr. Nicolosi: ajudar pessoas com atrações indesejadas pelo mesmo sexo. Por que, então, a Amazon deveria proibir seus livros, mas continuar a vender a Bíblia, que fornece as bases teológicas para o trabalho científico do Dr. Nicolosi? Afinal de contas, os críticos gays da Bíblia referem-se às chamadas “clobber passages”, referindo-se aos versículos que foram utilizados para reprovar a prática homossexual. Se esses versículos trouxeram tantos danos à comunidade gay, por que o livro que os contém não deveria ser também proibido? Existem inúmeros livros à venda na Amazon escritos por ex-gays, compartilhando suas admiráveis histórias de mudança de vida. Seus livros também serão banidos? E os livros que chegam a conclusões científicas diferentes dos ativistas LGBT e seus aliados? E os livros que desafiam os objetivos do ativismo LGBT na sociedade? E os livros que reiteram a proibição bíblica das relações entre pessoas do mesmo sexo? Esses livros também serão banidos? O que torna o fato especialmente assustador é que parece que foi um homem de nome Rojo Alan, residente na Inglaterra, o responsável pela remoção daqueles livros. A princípio, conforme relatado no Pink News [jornal on-line LGBT], depois de compartilhar suas preocupações por escrito, ele não recebeu resposta nem da Amazon, nem da agência britânica Wordery [livraria on-line inglesa]. Mas bastou postar suas preocupações no Facebook, e logo recebeu uma resposta do Wordery, que rapidamente retirou os escritos de Nicolosi. A Amazon, no entanto, alegou que os livros não violavam suas diretrizes. Alan explicou que “desde então, estava tentando conseguir esses livros. Entrei em contato com a Amazon regularmente para falar sobre esses livros, sobre como são antiéticos.” Conta também que “usou sites de mídia social para pedir às pessoas que deixassem críticas negativas sobre os livros e também comecei a pesquisar as formas pelas quais eles violavam as regras de publicação da Amazon”. E continuava: “Depois que juntei tudo isso, voltei à Amazon e joguei nela todas as informações que tinha obtido em muitas conversas por aí. No entanto, recebi o mesmo “vamos repassar tudo à equipe competente”. Não muito tempo depois, os livros foram removidos e Alan chorou de alegria. Da minha parte, eu poderia trazer dezenas de depoimentos de ex-pacientes do Dr. Nicolosi que foram muito beneficiados por ele. Alguns experimentaram mudanças profundas em suas atrações. Outros foram libertados da vergonha e da automutilação. É por isso que ele sempre foi procurado, até sua morte repentina em 2017. Por que essas vozes não teriam importância? Mas essa não é a questão real aqui. A questão é proibir livros que violem certas diretrizes criadas por ativistas LGBT. A Amazon está agora jogando um jogo muito perigoso, que é o de censurar o que não é politicamente correto. Onde isso poderá chegar? A Amazon disponibiliza milhares de livros (talvez centenas de milhares de livros) que muitos leitores acham prejudiciais e desagradáveis. Disponibiliza uma quantidade impressionante de material que ofende muitos compradores ou gera sérias preocupações noutros tantos. Há livros que encorajam comportamentos que eu acredito serem destrutivos. Há livros e outros materiais que atacam e zombam de ideologias que são sagradas para mim. A Amazon deveria proibir esses livros também? A Amazon deveria proibir livros encorajando o ateísmo e escarnecendo da Bíblia? Ou, inversamente, a Amazon deveria proibir livros que desafiassem a evolução darwiniana? A Amazon deveria proibir livros que incentivem a experiência sexual e a rejeição da moral conservadora? Ou, inversamente, a Amazon deveria proibir livros que condenam os perigos da legalização da maconha? A Amazon deveria proibir livros que induzem as pessoas a cultos religiosos? Ou, inversamente, deveria proibir livros que ajudem as pessoas a abandonar tais cultos? A Amazon deveria proibir livros que forneçam receitas de alimentos não saudáveis? Ou, inversamente, deveria proibir livros que encorajam uma alimentação saudável, incentivadores potenciais de pessoas com vergonha de ser gordas? Repetindo: a Amazon cruzou uma linha muito perigosa e precária. Urge que faça uma imediata reviravolta, admita seu erro e disponibilize novamente os livros do Dr. Nicolosi. Os leitores podem decidir o que comprar e o que não comprar. Uma coisa é um livro incentivar comportamentos ilegais e ameaçadores à vida, como um manual de terrorista para fabricar bombas. Outra coisa é quando um livro, escrito por um respeitado psicólogo, torna-se proibido porque viola sensibilidades LGBT. Isso também é fruto da Amazon trabalhando com o SPLC [Southern Poverty Law Center, organização jurídica americana, sem fins lucrativos, especializada em direitos humanos], notoriamente de esquerda? Faz tempo que sou cliente da Amazon. Comprei dezenas de milhares de dólares em livros ao longo dos anos, junto com computadores, fones de ouvido e vários outros produtos domésticos. Como autor, também reconheço a importância de vender livros na Amazon e obter críticas positivas dos leitores. E, para mim, pessoalmente, o atendimento ao cliente da Amazon sempre foi inigualável. Faço, portanto, um apelo à Amazon: defina corretamente tudo isso. Sabemos que Jeff Bezos [dono da Amazon] apóia a causa LGBT, e esse é um direito dele. Mas quando as inclinações políticas influenciam decisões como esta, de censura a obras, estamos dando um passo a mais no sentido de queimar livros em praça pública. Amazon, por favor, procure outro caminho! (Se você concordar com este artigo, compartilhe-o amplamente, assine nossa petição aqui e compartilhe também suas preocupações com a Amazon pelo e-mail: amazon-ir@amazon.com)

  • Urgente: Assine o manifesto de desobediência civil contra criminalização da “homofobia”

    É a hora de mostrarmos que não somos feitos de massa branda para experimentos ideológicos. Assinemos e compartilhemos todos. A alma de nossos filhos está em jogo. Atenção: isto não é uma petição, mas um manifesto, como verão. Alcancemos 50 mil assinaturas pelo menos. Assista ao vídeo do professor Carlos Nougué explicando: Assine o manifesto, clique aqui! MANIFESTO DE DESOBEDIÊNCIA CIVIL À INÍQUA CRIMINALIZAÇÃO DA “HOMOFOBIA” Já desde há um bom tempo se vem tentando fazer descer alma abaixo das nações e dos povos “leis” que contrariam a lei natural. Para tal, valem todos os recursos, todas as chantagens, todos os lobbies – e isso em detrimento, ademais, não só da religião, mas do sentimento natural da maioria dos cidadãos. No Brasil, por nosso lado, vamos vendo acelerar-se nos últimos meses tal tentativa, mediante sobretudo o STF (Superior Tribunal Federal) e forte campanha da mídia, que tenta apresentar o que não passa de delírio ideológico de uma minoria como se fosse anseio da maioria. Ora, os brasileiros são um povo pacato, não afeito a fazer correr o sangue dos irmãos, temente a Deus. E particularmente suas lideranças mais ilustradas e conscientes são de todo respeitadoras das leis, ainda quando se trate de “leis” não propriamente justas: mesmo sem as acatarem em foro interno, buscam externamente não ser fatores de perturbação da paz social. Mas há limites para tudo. Quando a injustiça da “lei” atinge extremos de iniquidade, então tais lideranças já não podem contentar-se com o não acatamento em foro interno: têm de manifestar-se em desobediência a ela em foro externo, sob pena de não cumprir seu papel precípuo, justamente, de ser modelo e exemplo para a cidadania mais sã. É o que se dá ante a aprovação pelo STF de uma absurda criminalização da “homofobia”, que em verdade não quer coibir – o que seria justo – possíveis atos resultantes de ódio contra os homossexuais , como agressões físicas, assassinatos, etc., o que por outro lado já está coibido de algum modo por nosso Código Penal. Na realidade, tal criminalização não visa senão a duas coisas: primeira, reprimir a defesa da complementaridade natural entre homem e mulher e do casamento entre eles, e, segunda, servir de porta de entrada para o ensino da ideologia de gênero nas escolas. Com tal criminalização, quer-se, portanto, punir os que se ponham, com todo o direito, contra a ideologia de gênero e tirar aos pais o direito inalienável de decidir o que seus filhos devem aprender nas escolas. Tal criminalização, por conseguinte, é expressão da mais pura tirania estatal. Por isso nós, os que assinamos este manifesto, não podemos calar-nos. Está em jogo a alma mesma de nossos filhos e de nossos concidadãos. Fazemo-lo não alegremente. Fazemo-lo de modo contristado, porque, como dito, nos apraz obedecer às leis. Mas também de modo convicto e inabalável, pelas razões expostas. Esperamos em Deus que nossas autoridades deixem de agir como se os brasileiros fossem objetos de experimento ideológico e deem ouvidos à sabedoria eterna, que está gravada no mais íntimo do coração da humanidade. Não se deve obedecer a uma lei iníqua A Vossas Excelências, Senhor Presidente da República Jair Messias Bolsonaro, Senhor Presidente do Senado Federal Davi Alcolumbre, Senhor Presidente da Câmara Federal dos Deputados Rodrigo Maia, e Senhores Juízes membros do Superior Tribunal Federal: Vimos dizer-lhes por este manifesto que todos os que o assinam se declaram em estado de desobediência civil à recente criminalização da “homofobia” por parte do STF, lei iníqua e tirânica que fere frontalmente a lei natural, a qual, como disse o romano Caio Túlio Cícero, foi feita e promulgada por Deus para os povos de todas as épocas e de todos os lugares. A referida criminalização da homofobia é parte da ideologia de gênero, contra a qual ergueu o atual Presidente da República uma de suas principais bandeiras eleitorais, e funda-se na suposição falsa de que o opor-se a ela e a suas consequências pode constituir crime de ódio ou de incitação ao ódio – como se já não houvesse, aliás, em nosso Código Penal, punição suficiente para os verdadeiros crimes decorrentes de todo e qualquer ódio. Mas o fato é que, por sua mesma formulação, a decisão do STF deixa ao arbítrio de qualquer juiz o considerar ódio o que não passa de defesa da complementaridade natural entre homem e mulher e da família tais quais inscritas na referida lei natural. Os que assinamos este manifesto, todavia, não somos cidadãos pela metade: somos cidadãos íntegros que, portanto, nos declaramos inseparáveis da verdade e incapazes de apoiar, quer formalmente quer por anuência tácita ou silêncio, o que afronta a mesma verdade – custe-nos o que custar. E acrescentamos: voltaremos a fazê-lo caso se aprove em qualquer instância de poder outra afronta à lei natural. Não o fazemos, esclareça-se, porque nos apraza desrespeitar as leis – ao contrário, não há maiores respeitadores das leis e das autoridades do que nós –, mas porque, como sempre afirmaram os maiores pensadores de todos os tempos, uma lei iníqua, que fira a lei natural, simplesmente não é lei (ainda que tenha poder coercitivo de lei). Que Deus os abençoe a todos e lhes dê sabedoria para ater-se também, estritamente, à verdade e à lei natural, a fim de que nosso país possa marchar para um estado de autêntica justiça e não para o pântano abismal da iniquidade. Atenciosamente, [Seu nome] [vc_row][vc_column][vc_separator][/vc_column][/vc_row] Assine o manifesto, clique aqui! Leia também: PODE UMA PESSOA COM TENDÊNCIAS HOMOSSEXUAIS SER UM BOM CATÓLICO? #EducaçãodosFilhos #homossexualidade #Política #Brasil #LGBT #Filhos #IdeologiadeGênero

  • Urgente: Assine o manifesto de desobediência civil contra criminalização da “homofobia”

    É a hora de mostrarmos que não somos feitos de massa branda para experimentos ideológicos. Assinemos e compartilhemos todos. A alma de nossos filhos está em jogo. Atenção: isto não é uma petição, mas um manifesto, como verão. Alcancemos 50 mil assinaturas pelo menos. Assista ao vídeo do professor Carlos Nougué explicando: Assine o manifesto, clique aqui! MANIFESTO DE DESOBEDIÊNCIA CIVIL À INÍQUA CRIMINALIZAÇÃO DA “HOMOFOBIA” Já desde há um bom tempo se vem tentando fazer descer alma abaixo das nações e dos povos “leis” que contrariam a lei natural. Para tal, valem todos os recursos, todas as chantagens, todos os lobbies – e isso em detrimento, ademais, não só da religião, mas do sentimento natural da maioria dos cidadãos. No Brasil, por nosso lado, vamos vendo acelerar-se nos últimos meses tal tentativa, mediante sobretudo o STF (Superior Tribunal Federal) e forte campanha da mídia, que tenta apresentar o que não passa de delírio ideológico de uma minoria como se fosse anseio da maioria. Ora, os brasileiros são um povo pacato, não afeito a fazer correr o sangue dos irmãos, temente a Deus. E particularmente suas lideranças mais ilustradas e conscientes são de todo respeitadoras das leis, ainda quando se trate de “leis” não propriamente justas: mesmo sem as acatarem em foro interno, buscam externamente não ser fatores de perturbação da paz social. Mas há limites para tudo. Quando a injustiça da “lei” atinge extremos de iniquidade, então tais lideranças já não podem contentar-se com o não acatamento em foro interno: têm de manifestar-se em desobediência a ela em foro externo, sob pena de não cumprir seu papel precípuo, justamente, de ser modelo e exemplo para a cidadania mais sã. É o que se dá ante a aprovação pelo STF de uma absurda criminalização da “homofobia”, que em verdade não quer coibir – o que seria justo – possíveis atos resultantes de ódio contra os homossexuais , como agressões físicas, assassinatos, etc., o que por outro lado já está coibido de algum modo por nosso Código Penal. Na realidade, tal criminalização não visa senão a duas coisas: primeira, reprimir a defesa da complementaridade natural entre homem e mulher e do casamento entre eles, e, segunda, servir de porta de entrada para o ensino da ideologia de gênero nas escolas. Com tal criminalização, quer-se, portanto, punir os que se ponham, com todo o direito, contra a ideologia de gênero e tirar aos pais o direito inalienável de decidir o que seus filhos devem aprender nas escolas. Tal criminalização, por conseguinte, é expressão da mais pura tirania estatal. Por isso nós, os que assinamos este manifesto, não podemos calar-nos. Está em jogo a alma mesma de nossos filhos e de nossos concidadãos. Fazemo-lo não alegremente. Fazemo-lo de modo contristado, porque, como dito, nos apraz obedecer às leis. Mas também de modo convicto e inabalável, pelas razões expostas. Esperamos em Deus que nossas autoridades deixem de agir como se os brasileiros fossem objetos de experimento ideológico e deem ouvidos à sabedoria eterna, que está gravada no mais íntimo do coração da humanidade. Não se deve obedecer a uma lei iníqua A Vossas Excelências, Senhor Presidente da República Jair Messias Bolsonaro, Senhor Presidente do Senado Federal Davi Alcolumbre, Senhor Presidente da Câmara Federal dos Deputados Rodrigo Maia, e Senhores Juízes membros do Superior Tribunal Federal: Vimos dizer-lhes por este manifesto que todos os que o assinam se declaram em estado de desobediência civil à recente criminalização da “homofobia” por parte do STF, lei iníqua e tirânica que fere frontalmente a lei natural, a qual, como disse o romano Caio Túlio Cícero, foi feita e promulgada por Deus para os povos de todas as épocas e de todos os lugares. A referida criminalização da homofobia é parte da ideologia de gênero, contra a qual ergueu o atual Presidente da República uma de suas principais bandeiras eleitorais, e funda-se na suposição falsa de que o opor-se a ela e a suas consequências pode constituir crime de ódio ou de incitação ao ódio – como se já não houvesse, aliás, em nosso Código Penal, punição suficiente para os verdadeiros crimes decorrentes de todo e qualquer ódio. Mas o fato é que, por sua mesma formulação, a decisão do STF deixa ao arbítrio de qualquer juiz o considerar ódio o que não passa de defesa da complementaridade natural entre homem e mulher e da família tais quais inscritas na referida lei natural. Os que assinamos este manifesto, todavia, não somos cidadãos pela metade: somos cidadãos íntegros que, portanto, nos declaramos inseparáveis da verdade e incapazes de apoiar, quer formalmente quer por anuência tácita ou silêncio, o que afronta a mesma verdade – custe-nos o que custar. E acrescentamos: voltaremos a fazê-lo caso se aprove em qualquer instância de poder outra afronta à lei natural. Não o fazemos, esclareça-se, porque nos apraza desrespeitar as leis – ao contrário, não há maiores respeitadores das leis e das autoridades do que nós –, mas porque, como sempre afirmaram os maiores pensadores de todos os tempos, uma lei iníqua, que fira a lei natural, simplesmente não é lei (ainda que tenha poder coercitivo de lei). Que Deus os abençoe a todos e lhes dê sabedoria para ater-se também, estritamente, à verdade e à lei natural, a fim de que nosso país possa marchar para um estado de autêntica justiça e não para o pântano abismal da iniquidade. Atenciosamente, [Seu nome] [vc_row][vc_column][vc_separator][/vc_column][/vc_row] Assine o manifesto, clique aqui! Leia também: PODE UMA PESSOA COM TENDÊNCIAS HOMOSSEXUAIS SER UM BOM CATÓLICO? #EducaçãodosFilhos #homossexualidade #Política #Brasil #LGBT #Filhos #IdeologiadeGênero

  • UNUM EST NECESSARIUM – Meditação de Padre Paulo Ricardo sobre a visita de Jesus a Marta e Maria

    “Uma só coisa é necessária”. Pronunciadas dois mil anos atrás na casa de Marta e Maria, em Betânia, essas palavras de Nosso Senhor devem calar bem fundo no coração do homem moderno, recordando-o de uma verdade perene, mas há muito esquecida: de nada adianta “ganhar” o mundo inteiro e perder a própria alma no fogo do inferno. Medite com Padre Paulo Ricardo sobre o Evangelho deste domingo e descubra o que (ou quem, melhor dizendo) é o “único necessário” de nossa existência. Naquele tempo, Jesus entrou num povoado, e certa mulher, de nome Marta, recebeu-o em sua casa. Sua irmã, chamada Maria, sentou-se aos pés do Senhor, e escutava a sua palavra. Marta, porém, estava ocupada com muitos afazeres. Ela aproximou-se e disse: “Senhor, não te importas que minha irmã me deixe sozinha, com todo o serviço? Manda que ela me venha ajudar!” O Senhor, porém, lhe respondeu: “Marta, Marta! Tu te preocupas e andas agitada por muitas coisas. Porém, uma só coisa é necessária. Maria escolheu a melhor parte e esta não lhe será tirada”. (São Lucas 10, 38-42) https://padrepauloricardo.org/episodios/unum-est-necessarium

  • ESPERANDO O SENHOR – Meditação de Scott Hahn sobre a visita de Jesus a Marta e Maria

    Deus quer habitar em cada um de nós pessoalmente, intimamente — como os misteriosos convidados certa vez visitaram a tenda de Abraão; e como Jesus, certa vez, entrou na casa de Maria e Marta. Por sua hospitalidade na primeira leitura desta semana, Abraão nos mostra como devemos dar as boas-vindas ao Senhor em nossas vidas. O tratamento abnegado que deu a seus divinos convidados (Hebreus 13, 1) está em contraste com o retrato de Marta traçado no Evangelho desta semana. Enquanto Abraão está mais preocupado com o bem-estar de seus hóspedes, Marta fala apenas de si mesma: “Senhor, não te importas que minha irmã me deixe sozinha, com todo o serviço? Manda que ela me venha ajudar!” A suave repreensão de Jesus nos lembra que corremos o risco de perder o divino no mundano, que podemos cair na armadilha de acreditar que Deus precisa, de alguma maneira, ser servido por mãos humanas (Atos 17, 25). Nosso Senhor vem a nós para não ser servido, mas para servir (Mateus 20, 28). Ele deu Sua vida para que pudéssemos conhecer a única coisa de que temos necessidade, a “melhor parte”, que é a vida em comunhão com Deus. Jesus é o verdadeiro Filho prometido pelos visitantes de Abraão (Mateus 1, 1). Nele, Deus fez uma aliança eterna para todos os séculos, tornando-nos descendentes abençoados de Abraão (Gênesis17,19, 21; Romanos 4, 16-17, 19-21). A Igreja, agora, oferece-nos esta aliança, depois de cumprida a palavra de Deus, a promessa do Seu plano de salvação, que Paulo chama “o mistério escondido por séculos”. Do mesmo modo que Ele veio, um dia, a Abraão, Maria e Marta, Cristo agora vem até cada um de nós pela Palavra e pelo Sacramento. Como cantamos no Salmo desta semana: Ele fará Sua morada com “aqueles que caminham sem pecado e praticam a justiça fielmente” (v. também João 14, 23). Se fizermos essas coisas, não ficaremos ansiosos nem perturbados; Nosso Senhor jamais será tirado de nossas vidas. Esperemos no Senhor, que disse a Abraão e continua a dizer a cada um de nós: “Voltarei sem falta”. https://stpaulcenter.com/waiting-on-the-lord-scott-hahn-reflects-on-the-sixteenth-sunday-in-ordinary-time/ #CenadecozinhacomCristonacasadeMartaeMariaVelasquez

  • Após cancelamento da ‘Coroação de nossa senhora dos Travestis’, católicos rezam o terço

    Católicos de Belo Horizonte e região se reuniram na noite deste sábado, 20 de julho, para rezar o terço em reparação à Santíssima Virgem e agradecimento pelo cancelamento do ato blasfemo que aconteceria no mesmo horário e local pela Virada Cultural de Belo Horizonte. Caio Bellote, presidente do Instituto São Frei Galvão, concedeu entrevista ao Portal Uai: “É um ato de desagravo em reparação às blasfêmias que ocorreriam aqui, neste local, com o apoio da prefeitura, do senhor secretário de Cultura, Juca Ferreira, onde seria coroado um homem como Nossa Senhora numa procissão sacrílega, indo contra o artigo 208 do Código Penal, que protege o culto. Eu não considero cultura ofender a fé católica de milhões de brasileiros”. Os fiéis que rezaram no horário já haviam marcado a vigília na porta da igreja, como forma de repudiar a coroação. “Decidimos manter (o ato) para agradecer e mostrar que os católicos estão mobilizados contra algo que fira o sentimento religioso”, disse um dos organizadores, o advogado Giovanni Costa, de 24 anos em entrevista ao portal Uai. Os católicos cantaram músicas cristãs e rezaram em frente à imagem de Nossa Senhora de Fátima. Costa afirmou que os católicos respeitam as pessoas trans, mas se sentiram “agredidos com o tom da coroação”. Assista a um trecho do momento de oração: Assista o momento em que cantam o hino Salve Regina (Salve Rainha em latim): Um grave ataque à Fé Católica estava previsto para acontecer durante fim de semana no evento Virada Cultural em Belo Horizonte. Uma performance denominada ”Coroação da nossa senhora das travestis” faria parte da programação da virada cultural até que o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, vendo os intensos protestos, através das redes sociais, decidiu cancelar o evento. Em sua fala, Kalil afirmou que defende “todas as liberdades”, mas informou que “ninguém vai agredir a religião de ninguém”. Mais cedo, ainda nesta sexta-feira, a Arquidiocese de Belo Horizonte publicou uma carta em nome de dom Walmor Oliveira de Azevedo, arcebispo e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em que pedia a suspensão da atração cultural. No texto, a igreja defende que a “Coroação a Nossa Senhora dos Travestis” é uma “ação preconceituosa e criminosa. A arquidiocese religiosa ainda convocou “todos os católicos a se manifestarem”. Leia o comunicado da Arquidiocese de Belo Horizonte na íntegra: CLIQUE AQUI #homossexualidade #Política #NossaSenhora #LGBT #IdeologiadeGênero

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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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