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- O REINO DE DEUS E O REINO DO HOMEM – Nicolas Boer
O II Celam, em Medellin (1968) já foi dominado pelo espírito da “teologia da violência”, que Paulo VI mal conseguiu frear. Desde então, é o caráter revolucionário do marxismo a tônica das correntes surgidas em Medelín: os Cristãos pelo Socialismo (Chile), o Movimento dos Sacerdotes do Terceiro Mundo (Argentina), o Grupo Golconda (inspirado em Camilo Torres, Colômbia), a Teologia da Libertação (Brasil). Esta última não passa de secularização do dogma fundamental da Redenção, substituindo-lhe o sentido místico e espiritual (reconciliação com Deus) por um sentido político-revolucionário (revolucionarização marxizante das estruturas sócio-econômico-políticas). Em Puebla, o papa denunciou-lhe a inspiração: “releitura” do Evangelho com intenções diametralmente opostas à Palavra de Deus. Em contraposição à orientação dada por João Paulo II ao Documento de Puebla, iniciou-se uma maliciosa campanha, através de “releituras” e “reinterpretações” da palavra do papa e do citado documento com o objetivo de entrosar a pastoral (política) da Igreja na Teologia da Libertação, pelo menos, marxizante. João Paulo II veio ao Brasil para abençoar a terra e o povo brasileiros, cumprindo o dever de Pedro; confirmar os irmãos (fiéis, clero e hierarcas) na fé secular, na forma intacta, como a herdamos dos nossos antepassados e do beato padre Anchieta. Segundo o dogma católico, embora tenha perdido a elevação sobrenatural e esteja sujeita à morte, bem como a doenças, sofrimentos e ao suor do trabalho, a natureza humana não ficou inteiramente destruída, em consequência do pecado original, mas apenas ferida e enfraquecida (natura vulnerata), ainda capaz de fazer o bem com grande esforço, sempre contrabalançado pela reação dos sentidos desordeiros. O ferimento da natureza humana afetou todas as suas capacidades: a inteligência (obcecada), a vontade (endurecida), a sensualidade (sujeita às tentações da ira e da concupiscência desordenadas). Na teologia católica, o dogma da Redenção está intimamente ligado ao dogma do pecado original. Como pelo pecado original, que é o pecado da natureza, a Humanidade se perdeu espiritualmente, assim pela Revelação do Verbo Encarnado e pela graça obtida graças à Redenção na Cruz, toda a Humanidade se reconciliou com Deus. Mas a Redenção não significa que todos os homens e a Humanidade, em sua totalidade, se tenham libertado automática e efetivamente do pecado. A obra da Redenção libertou os homens e a Humanidade em princípio, de maneira indireta e potencialmente, mas não individual, diretamente e de fato (objetive et universaliter, indirecte, in actu primo, quoad sufficientiam, non subjetive, directe, in actu secundo, quoad efficientiam). Explicamo-nos com uma analogia: o Redentor, como médico da Humanidade, com sua atividade salvadora, forneceu o remédio para a sua doença mortal, mas quem quer curar-se deve utilizá-lo, como o criador do mundo sobrenatural implantou a árvore da nova vida no Gólgora, mas quem quer a vida deve alimentar-se com o seu fruto. Se bem o lembramos, foi Santo Agostinho que advertiu: “Quem te criou sem a tua vontade não te salvará sem a tua vontade”. Tornar-se cristão — portanto, redimido e liberto — é uma opção pessoal, livre, e em hipótese alguma pode ser produto de uma imposição coletiva, estrutural, por uma vontade temporal e política. Cristo implantou na história do mundo o reino do Céu ao fundar a Igreja, que é o seu corpo histórico e social, encarregado de continuar sua obra, de ensinar a revelação e distribuir a Graça, conquistada na Cruz. A Igreja, segundo a teologia, é o próprio reino de Deus, mas em estado incoativo, peregrino e crucificado, porque a sua obra redentora não é diferente da salvação operada por Cristo. A consumação, o fim da peregrinação e a vitória final dela reservam-se para o fim dos séculos. É por isso grave erro, do ponto de vista da própria teologia católica — que nós consideramos em sua continuidade bimilenar —, querer identificar o mundo com o reino de Deus ou, o que é muito pior, tentar integrar o mundo temporal no reino de Deus por métodos violentos, coletivos, impostos pelas armas ou pela organização do Estado, uniforme e obrigatório, de acordo com os princípios autenticamente cristãos (portanto sobrenaturais) ou com princípios ditos cristãos, mas na realidade tomados de empréstimo às ideologias não cristãs. Forçar a integração das estruturas políticas e sociais nos quadros doutrinários e nas organizações da Igreja; levar à união as esferas temporal e espiritual, subordinando a primeira à segunda, até o ponto de se apagar a distinção entre a Igreja e o Estado, ou tornando a Igreja um Estado ou transformando o Estado em Igreja (segundo uma concepção teocrática e teofânica, como dizia Maritain) são atitudes que atentam contra o messianismo e o redencionismo como Jesus Cristo o concebeu e contra a liberdade da fé, que, se não for livre, não será meritória nem, portanto, redentora. Tais atitudes e impulsos é que constituem as forças-motrizes do clericalismo. O autentico sentido da Redenção ou, se se quiser, da libertação espiritual, é o reconhecimento de que a Igreja, como o próprio Cristo, segundo a profecia do velho Simeão, existe “para a ruína e para a ressurreição de muitos em Israel e para ser alvo de contradição” (Luc. 2, 34). A autêntica concepção cristã do mundo diz que ele é o “reino ao mesmo tempo do homem, de Deus e do diabo. Assim aparece a ambigüidade essencial do mundo e da sua história: é um campo comum aos três. O mundo é um campo fechado que pertence a Deus por direito de criação; ao diabo por direito de conquista, por causa do pecado; a Cristo por causa da vitória sobre o primeiro, graças à Paixão. O papel do cristão do mundo é o de disputar ao diabo o seu domínio e dele o arrastar; ele deve esforçar-se, mas não terá êxito enquanto durar o tempo. O mundo redime-se, sim, ele é entregue à esperança, está marchando para o reino de Deus, mas não é santo, a Igreja é que é santa” (objetivamente — em nosso entender), “ele se encontra em marcha para o reino de Deus. E é por isso que é uma traição a este mundo não querer, com todas as forças — proporcionais às condições da história terrena, mas tão efetivas quanto possível, quantum potes, tantum aude — uma realização ou, mais exatamente, uma refração neste mundo das exigências evangélicas; ainda que esta realização, mesmo relativa, seja sempre, de uma maneira ou de outra, deficiente e contestada no mundo” (Maritain, Humanismo integral). Aliás, é exatamente esta a doutrina que o papa João Paulo II ensinou a 28 de janeiro de 1979 aos bispos latino-americanos na reunião do Celam, em Puebla: “A Igreja recebe a missão de anunciar o reino de Cristo e de Deus e de instaurá-lo em todos os povos, e constitui na terra o germe e o princípio desse reino”. Foi neste contexto que houve por bem inserir, na sua mensagem, as belas catequeses do seu antecessor imediato, João Paulo I, que advertiu: “É um erro afirmar que a libertação política, econômica e social coincide com a salvação em Jesus Cristo, que o Regnum Dei se identifica com o Regnum Hominis” (“Advertência aos bispos na reunião de Puebla”). O pior aspecto da secularização da Igreja é que alguns ou muitos hierarcas e os teólogos desconhecem ou ignoram a própria doutrina — já que, desconhecendo-lhes os íntimos impulsos da consciência, ninguém tem o direito nem pode ter a ousadia de afirmar que eles pretendam, propositada e maliciosamente, distorcê-la. Objetivamente, porém, essa distorção fica claramente configurada. Chegamos ao ponto em que convém analisar as razões históricas e políticas que levaram à crucificação de Jesus de Nazaré, Homem-Deus, segundo o dogma católico, causa da salvação do gênero humano, no sentido em que acabamos de explicar, sempre de acordo com a teologia desenvolvida pela Igreja Católica em concílios ecumênicos, com base na Revelação, contida na Bíblia e na Tradição. É ponto pacífico entre os historiadores tanto cristãos como judeus que na época da ocupação romana da Palestina as expectativas messiânicas particularmente intensas, que mantinham em constante e fervente ebulição o povo judeu, cristalizaram-se em três principais correntes, dando ênfase ao seu aspecto nacional, ou espiritual-universal, ou ainda apocalíptico-milenarista. A corrente dominante e oficializada foi, indiscutívelmente, aquela que esperava o Messias como filho de David, que restabeleceria o reino de Israel e organizaria um império temporal. O conflito era inevitável entre Cristo e a corrente messiânica dominante, pois que, segundo a interpretação do cristianismo baseada nos Evangelhos, Cristo pregava o reino no sentido espiritual e universal, que era subjacente às visões dos profetas, cujas imagens e referências políticas seriam consideradas como figuras do reino espiritual da Igreja, pois só esta pode tornar-se universal e jamais um povo, uma nação, ou uma raça em particular. Segundo a interpretação hebraica, Cristo e seu grupo se colocaram à margem da principal corrente do judaísmo numa área situada entre os apocalípticos-visionários, os essênios e os sectários dos essênios, a comunidade de Qumram, sobre a qual irradiaram luz os manuscritos do Mar Morto, os quais não se identificaram com nenhum deles, mas tinham parentesco com todos eles. O mais importante biógrafo judeu de Cristo, Joseph Klausner, no capítulo final da sua obra Que Significa Jesus para os Judeus?, resume a sua autorizada opinião — com a qual certamente a absoluta maioria, se não a quase totalidade, dos judeus concorda — com estas palavras: “Para o povo judeu, Jesus naturalmente não pode ser nem Deus nem Filho de Deus no sentido do dogma da Trindade; as duas coisas para um judeu não são apenas blasfemas, mas também incompreensíveis. Também não pode ser o Messias do povo judeu, o Reino do Deus, o “dia do Messias”, para ele, ainda não chegou. Tampouco pode ser aceito como “profeta”: para tanto faltou-lhe a compreensão política e o dom de consolo e de mobilização nacionais. Ele não é um legislador ou fundador de religião, porque ele próprio não quis sê-lo. Ele nem é um verdadeiro “tannaita”, ou “rabino” fariseu, porque foi um adversário dos fariseus e não apreciava satisfatoriamente o lado positivo da sua atuação: os esforços para definir uma conceituação de toda a vida nacional fortalecem a sua existência nacional”( Joseph Klausner, Que Significa Jesus para os Judeus?). Páginas antes, no capitulo sobre “A condenação e a crucificação de Jesus”, ao analisar a pena capital imposta ao profeta de Nazaré pelo Sinédrio, endossada contra a vontade, segundo o testemunho das fontes bíblicas do Novo Testamento, por Pôncio Pilatos, o procurador romano, afirma implicitamente que as razões dos Sumos Sacerdotes, recrutados principalmente nas fileiras dos “saduceus, os mais racionalistas entre todas as correntes judaicas da época, tinham esses mesmos motivos para pronunciar o veredito no processo que desde então se chama de Jesus Nazareno e causou tantas celeumas históricas entre judeus e cristãos. O próprio Klausner reconhece os equívocos do processo por haver confessado ser o Messias, foi acusado de exibir-se como rei de Israel; por haver ser confessado ser Filho de Deus, foi acusado de blasfêmia; por haver, em seu zelo, ‘purificado’ o Templo; por haver, em sua visão profética, predito a destruição de Jerusalém em castigo da infidelidade religiosa do povo, foi acusado de “desprezo das palavras dos sábios” (Joseph Klausner, Que Significa Jesus para os Judeus?). Foi condenado por seu anti-judaísmo e não por ser um judeu nacionalista, anti-romano e anti-imperialista. Diante destes fatos históricos, pode-se medir a seriedade, vale dizer, a gravidade da denúncia que o papa João Paulo II fez em sua mensagem aos bispos reunidos na conferência da Ceiam, a 28 de agosto de 1978, em Puebla: “Correm hoje por muitos lugares — o fenômeno não é novo — releituras do Evangelho, resultado de especulações teóricas mais do que de autêntica meditação da palavra de Deus e de um verdadeiro compromisso evangélico. Elas causam confusão, ao afastar-se dos critérios centrais da fé da Igreja, e cai-se na temeridade de comunicá-las, a título de catequese, às comunidades cristãs. Em alguns casos, ou se silencia a divindade de Cristo, ou se incorre de fato em formas de interpretação contrárias à fé da Igreja. Cristo seria apenas um profeta, um anunciador do reino e do amor de Deus, mas não o verdadeiro filho de Deus, nem seria, portanto, o centro e objeto da mesma mensagem evangélica. Em outros casos, pretende-se mostrar Jesus como comprometido politicamente, como um lutador contra a dominação romana e contra os poderes e, inclusive, implicado na luta de classes. Esta concepção de Cristo como político, revolucionário, como subversivo de Nazaré, não se concilia com a catequese da Igreja. Confundindo o pretexto insidioso dos acusadores de Jesus com a atitude do próprio Jesus — muito diferente — alega-se, como causa da sua morte, o desenlace de um conflito político e cala-se a vontade de entrega do Senhor e também a consciência da sua missão redentora” (“Advertência aos bispos na reunião de Puebla”). Trata-se, como se vê, de posições não apenas anti-teológicas, mas anti-históricas. E ironicamente contraditórias, pois, afinal, se Cristo foi condenado à morte justificadamente do ponto de vista do estabelecimento judaico (e não do romano), ele não cumpriu a obra de redimir o homem da escravidão do pecado; apenas deu um exemplo, aliás malogrado, não de luta anti-imperialista, mas de inconformismo religioso e social contra o sistema judaico religioso então vigente. Assim, a Igreja da sua fundação, a Igreja continuadora de sua obra, conforme dispôs, não perfilha as suas intenções de salvar espiritualmente a Humanidade, reconciliando-a com Deus, dando-lhe plena satisfação pelo sacrifício da sua vida — pois que, unindo a natureza humana à divindade na sua pessoa divina, representou-a com maior vigor do que o primeiro homem, Adão; perfilha, sim, as intenções políticas dos que mandaram crucificá-lo. Portanto, a obra da redenção, ou, se se preferir, de libertação, não é o sacrifício de Cristo na cruz, mas O messianismo político e nacional que, em função dos interesses momentâneos da sua “razão de Estado” religioso-ideológico, o sacrificou. Os representantes das posições caracterizadas pelo papa João Paulo II podem não estar conscientes das suas implicações mas ninguém pode fugir à impressão de que objetivamente elas representam o messianismo político do estabelecimento judaico — do qual o “cordeiro de Deus” se tornou vítima e, por isso, segundo a fé católica tradicional, cumpriu a obra da redenção — e não o messianismo espiritual, em nome do qual o “cordeiro de Deus” se sacrificou voluntariamente. Um teólogo da escola antiga de dois milênios descobriria aqui as fontes do mysterium fidei e do mysterium iniquitatis. Neste estudo, interessam-nos exclusivamente as vicissitudes da evolução da ideia messiânica. Desde a idade romana da Palestina, o conceito do reino de Deus desenvolveu-se seguindo dois rumos e ritmos de pensamento: um que considerava como seu veículo um povo na sua realidade nacional e política, Israel; o outro que considerava sua depositária a Igreja, de constituição espiritual e supranacional, porque universal. Jesus ensinou que “seu reino não é deste mundo” (embora se tivesse iniciado neste mundo), com o que quis dizer que não tem finalidades terrenas, mas lhe atribui a tarefa de “fermento” implantado na História: fermentando a História, preparava através do seu amadurecimento progressivo o gênero humano para a salvação, que é espiritual. Salvação das pessoas particulares e só indiretamente dos povos, pois a consciência cristã dos indivíduos deve orientar tanto a sua vida pessoal como a sua vida pública. Esta última será, porém, sempre contrabalançada pela consciência do cidadão, pertencente a outras famílias espirituais, sobretudo numa sociedade pluralista como aquela em que vivemos. Por mais surpreendente que possa parecer, a concepção político-nacional do messianismo, essa concepção tipicamente judaica, sobreviveu na própria civilização cristã. Pelos leitos subterrâneos ou marginais da História chegou aos nossos tempos. Ligou-se às concepções apocalíptico-milenaristas, constituindo a grande tentação dos espíritos generosos, mas inteiramente utópicos. Alguns cristãos da Igreja primitiva, como Papias, São Justino, Tertuliano e Ireneu, influenciados pelo escatologismo apócrito do Velho Testamento, esperaram o reino milenário cujo rei seria Cristo, que pela segunda vez viria ao mundo. Na Idade Média, as experiências teofânicas e teocráticas, no fundo, aspiravam a abolir a ambivalência do mundo e a realizar o reino de Deus definitivamente nas estruturas políticas. Essas experiências eram triunfalistas. Mas, na Idade Média, o milenarismo tinha igualmente uma inspiração espiritualista, que envolveria todo o mundo. Joaquim de Fiore anunciou a chegada depois da idade do Pai no Velho Testamento, depois da época do Filho na nova aliança — da terceira idade do Espírito Santo, consolidador, que ainda não teria descido na sua plenitude entre os homens e cuja aparição transformaria esta terra de exílio, este vale de lágrimas, em lugar de luz, de felicidade e de paz: plena libertas ad innovandam christianam religionem et ad praedicandum verbum dei incipiente iam regnante domino exercituum super omnem terram (in Alois Dempf, Sacrum Imperium). J.L.Talmon, professor de história contemporânea na Universidade Hebraica de Jerusalém, resume todo o pensamento político do século XIX como a era do messianismo político e passa em revista os messianismos socialistas de Saint-Simon até Karl Marx e os messianismos nacionais de Michelet, Mazzini e Mickiewicz. Mas se esquece — salvo o caso de Saint-Simon — de assinalar o ingrediente hebraico dessas teorias de auto-redenção social e política de várias coletividades nacionais. Reconhece, porém, nas conclusões finais, pensando nas formas extremistas do nacionalismo messiânico, conforme ele surge no século XX — este tipo “bastardo de messianismo” — que, “quando a promessa da regeneração universal é substituída pela garantia da grandeza ou da felicidade, prometida a uma tribo, o sonho de justiça e de probidade cede lugar à satisfação de desejos e ao alívio de neuroses mórbidas. O messianismo transmuta-se de religião em moléstia” (J. L. Talmon, Political messianismo, The romantic phase. London, Secker & Warburg, p. 514). A denúncia, feita pelos dois papas de nome João Paulo, da confusão que se faz entre o Regnum Dei e o Regnum Hominis, entre a salvação em Jesus Cristo e a libertação política, econômica e social, identifica neste fenômeno um erro — nós diríamos, com Talmon, uma moléstia — e aponta, implícita mas claramente, o messianismo oficial do estabelecimento judaico — de que Cristo foi vítima — como a verdadeira inspiração da chamada Teologia da Libertação. (Este estudo faz parte da obra de Nicolas Boer, Militarismo e clericalismo em mudança. São Paulo, TAQ, 1980.) Nicolas Boer nasceu em Szeged, Hungria, em 1914, tendo concluído os cursos de Filosofia (bacharelado) e Teologia (doutorado) na Universidade Real Húngara. Atuou na resistência contra os nazistas, durante a Segunda Guerra Mundial e, após a libertação, foi eleito deputado. No período 1947-1949, o país é transformado num satélite soviético, instalando-se a ditadura que inicia a perseguição aos católicos, entre estes Boer, então assessor do Cardeal Josef Kndszentv, que passaria grande parte do resto de sua vida asilado numa embaixada estrangeira na capital húngara. Boer conseguiu fugir do país em 1949, exilando-se inicialmente na Itália. Em 1950 veio ao Brasil para lecionar na PUC de São Paulo. Afeiçoando-se a nossa terra, naturalizou-se brasileiro. Fez carreira universitária na USP e tornou-se comentarista internacional de O Estado de S. Paulo. Faleceu a 7 de maio de 1987.
- Corpo do Venerável Fulton Sheen é exumado para prosseguimento em processo de Beatificação
Corpo do Venerável Fulton Sheen é exumado para prosseguimento em processo de Beatificação Depois de anos de espera, o corpo de DomFultonSheen foi retirado hoje da Catedral de Saint Patrick em Nova York para iniciar o processo de beatificação. Acompanhou a retirada do corpo a sobrinha do grande bispo comunicador dos EUA. Havia um antigo litígio judicial entre familiares, de origem da Diocese de Peoria, e a Arquidiocese de Nova York pelo corpo de Dom Fulton Sheen. Isso impedia a sua exumação, que é necessária para iniciar o processo de beatificação. Agora com a retirada do corpo e fim do caso na justiça, a exumação será possível. Assista: Seus restos mortais foram transferidos da Catedral de St. Patrick, em Nova York, para a Catedral de Santa Maria da Imaculada Conceição, em Peoria. A transferência foi organizada depois que o Tribunal de Apelações de Nova York rejeitou o apelo final da Arquidiocese de Nova York, encerrando três anos de batalhas judiciais. Os restos mortais serão encerrados em um monumento de mármore dentro da catedral, no altar lateral dedicado à Virgem Maria, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, disse o bispo Daniel Jenky, de Peoria. A transferência não foi divulgada antecipadamente de acordo com a lei da igreja. A lei da Igreja exige que a transferência dos restos de um considerado para a beatificação seja feita sem solenidade, cerimônia litúrgica ou reunião pública, explicou a diocese. Também de acordo com a lei do Vaticano e da Igreja, uma testemunha oficial, Patricia Gibson, foi designada para observar a desenterração e transferência de restos mortais. Em um comunicado da Diocese de Peoria, Gibson disse: “Depois de trabalhar 18 anos com o Bispo Jenky sobre a Causa da Beatificação, foi um grande privilégio e honra estar presente e testemunhar a transferência do remanescente do Arcebispo Sheen para sua catedral natal em Peoria. Ele serviu missa quando jovem e foi ordenado sacerdote há 100 anos ”. Ela acrescentou: “Estou animado para os próximos passos na causa e rezo para que a beatificação aconteça muito em breve”. Fulton nasceu em El Paso em 1895 e morreu em Nova York em 1979. Ele foi um pioneiro da emissora religiosa que ganhou fama por seu programa de televisão na década de 1950 e início dos anos 1960. Ele começou com um ministério de rádio em 1926. Ele também foi um prolífico escritor e orador. Seu local de sepultamento tornou-se um problema quando a Diocese de Peoria iniciou o processo de canonização em 2002. A disputa por seus restos mortais resultou na suspensão da canonização em 2014 . Antes da beatificação, um passo antes de ser declarado santo, a lei da igreja exige que o corpo seja exumado para autenticação e a beatificação normalmente ocorre na diocese onde a causa da santidade começou. Jenky está esperançosa de que Sheen será beatificado durante o 100º aniversário de sua ordenação. Para aqueles que desejam visitar o novo túmulo do Sheen, a Catedral de Santa Maria da Imaculada Conceição estará aberta das 14:00 às 16:00 de sexta-feira, das 10:00 às 14:00 de sábado e às 9:00. às 2 da tarde de domingo. Na época em que o fim da disputa legal foi anunciado no início deste mês, Karen Fulte, fundadora e curadora do Centro Espiritual do Arcebispo Fulton John Sheen, em El Paso , disse: “Esta é uma notícia maravilhosa porque notícias como essa criam mais consciência sobre Fulton Sheen. e atrai mais visitantes ao nosso museu e nosso objetivo é divulgar sua vida . ” O próximo passo no processo será para a Congregação das Causas dos Santos em Roma apresentar um suposto milagre ao Papa Francisco para seu decreto autenticando o milagre atribuído à intercessão de Sheen. O suposto milagre envolveu a cura de um recém-nascido que ficou sem sinais vitais por mais de 60 minutos em 2010. A verificação de um milagre é necessária para a beatificação. A verificação de um segundo milagre é necessária para a santidade. Conheça mais sobre o Venerável Fulton Sheen: Famoso pelos seus programas de TV nos anos 50 e começo dos 60 (Life is Worth Living e The Fulton Sheen Program), Fulton Sheen foi também autor de 96 livros, quase todos apologéticos, além de artigos e colunas em jornais. Seus livros são facilmente encontráveis em sebos, inclusive alguns títulos em português e espanhol. Sheen tinha um extraordinário dom para a comunicação. Explicava de forma simples, clara e transparente, sem deixar de ser profundo, as verdades da fé, moral e doutrina católicas. Um pouco de sua vida O bispo americano John Fulton Sheen nasceu em oito de maio de 1895 e foi muito conhecido por suas pregações e principalmente pelo trabalho na televisão e no rádio, onde sua maneira de pregar a Palavra de Deus lhe permitiu converter milhares de pessoas, incluindo muitas pessoas famosas. Além disso, ele é autor de 73 livros e vários trabalhos acadêmicos. Ele é considerado o maior comunicador do século XX. Nasceu em El Paso, Illionis, sendo o mais velho dos quatro filhos de um fazendeiro. Ele ficou conhecido como Fulton (nome de solteira de sua mãe), mas foi batizado como Peter John Sheen. Quando criança, contraiu tuberculose. Então, a família mudou-se para próximo de Peoria, Illinois, onde Sheen foi coroinha. Ele foi ordenado sacerdote em 1919, no Saint Paul’s Seminary em Minnesota. Estudou na Universidade Católica da América e depois fez doutorado em Filosofia pela Universidade Católica de Louvain, na Bélgica, em 1923. No mesmo ano ele ganhou o prêmio “Cardeal Mercier”, um prêmio internacional de Filosofia, sendo o primeiro americano a ganhar essa distinção. Em 1930 começou um programa de rádio semanal no domingo à noite, às 20h00min, chamado “A Hora Católica”. O bispo Sheen é conhecido como um dos primeiros “televangelistas”. Ele ensinou teologia e filosofia, executando também a função de pároco, antes de ser nomeado Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Nova York em 1951, função que executou até o ano de 1965.Por duas décadas (o programa durou até 1957) ele teve uma grande audiência, de mais de quatro milhões de ouvintes semanalmente, competindo com grandes artistas como Frank Sinatra e Milton Berle. Em 1952 ganhou o prêmio “Emmy” de Personalidade mais Vista na Televisão. Mas o Bispo Sheen dizia que eram Mateus, Marcos, Lucas e João os grandes responsáveis pelo seu sucesso. Em 1966 foi nomeado Bispo de Rochester, onde ficou por três anos, antes de renunciar e ser nomeado Arcebispo Titular da Sé de Newport, no País de Gales pelo papa Paulo VI. Esta função lhe permitiu continuar com sua obra de pregação. Além disso, também dedicou sua energia em atividades políticas, denunciando a Guerra do Vietnã. Uma de suas melhores apresentações aconteceu em fevereiro de 1953, quando ele denunciou o regime soviético de Joseph Stalin. Ele fez uma leitura dramática da cena do enterro de Júlio César, substituindo os nomes de César, Cassio, Marco Antônio e Brutus pelos nomes de importantes líderes soviéticos: Stalin, Lvreenty Beria, Georgy Malenkov e Andrey Vishinski, concluindo: “Stalin, um dia você terá de cumprir o seu julgamento”.O Bispo Sheen tinha o dom de comunicar a palavra de Deus na forma mais pura e simples. A Revista Time se referiu a ele em 1946 como “Voz de ouro”. “O Mons. Fulton Sheen é o mais famoso pregador do catolicismo nos EUA”. Em 1951, iniciou um programa semanal na televisão “Vale a Pena Viver”. O programa consistia simplesmente no fato do bispo Sheen falar na frente de uma plateia ao vivo. Ele falava sobre temas atuais, como os males do comunismo e o uso da psicologia, muitas vezes usando um quadro-negro. O maior elogio de todos! O Bispo Sheen ganhou o seu maior elogio em outubro e 1979, quando o Papa João Paulo II abraçou-o na Catedral de São Patrício em Nova York. O Papa lhe disse: “Você tem escrito e falado muito bem do Senhor Jesus. Você é um filho fiel da Igreja”.Com esse lindo aviso o Bispo Sheen foi para a vida eterna em 09 de dezembro de 1979, falecendo de doença cardíaca. Em 14 de Setembro de 2002 a Congregação para as Causas dos Santos abriu oficialmente a causa do Arcebispo Sheen e lhe concedeu o título de “Servo de Deus”. E atualmente está em curso o processo para sua canonização. Alguns livros de sua autoria: * Deus e Inteligência em Filosofia Moderna (1925); * As sete últimas palavras (1933); * Filosofia da Ciência (1934); * O Eterno Galileu (1934); * Calvário e a Missa (1936); * A Cruz e as bem-aventuranças (1937); * Sete Palavras de Jesus e Maria (1945); * O comunismo e a consciência do Ocidente (1948); * Caminho para a Felicidade (1953); * Caminho para a Paz Interior (1955); * Vida de Cristo (1958); * Missões e a crise mundial (1963); O Terço Missionário: O terço missionário foi uma ideia do bispo americano Fulton Sheen. Ele percebeu que temos cinco mistérios e cinco continentes, então escolheu para cada continente uma cor que, de certa forma, lembrasse alguma característica do mesmo. Desse moto, ao rezar o mistério estamos pedindo por todas as pessoas que vivem nesse continente. Algumas frases do Bispo Fulton Sheen: “Não existem mais de 100 pessoas neste mundo que realmente odeiem a Igreja Católica, mas há milhões que odeiam o que eles pensam ser a Igreja Católica.” Um indivíduo importuno fez uma pergunta ao Bispo Sheen sobre alguém que havia morrido. O Bispo respondeu: “Vou perguntar a ele quando eu chegar ao céu”. O chato replicou: “E se ele não estiver no Céu?”. O Bispo respondeu: “Bom, então você pergunta a ele”. Um homem disse ao Bispo Sheen que não acreditava no inferno. O Bispo respondeu: “Você vai acreditar quando chegar lá”. Há três doces monotonias em Sua vida (a vida de Cristo): Trinta Anos obedecendo, Três Anos ensinando, Três Horas redimindo. “Se alguém entre nós pudesse ter feito sua própria mãe, nós a teríamos feito a mulher mais bonita do mundo. Cada mãe, quando pega a jovem vida que nasceu dela, ergue os olhos para o Céu a fim de agradecer a DEUS pelo dom que fez o mundo rejuvenescer novamente. Mas existe uma Mãe, Maria, que não ergueu os olhos. Ela baixou os olhos para o Céu, pois era o Céu que estava em seus braços.” “Nossos cérebros são suficientemente grandes hoje em dia. Poderia ser verdade que nossos corações estão pequenos demais?” “Não podemos gostar de todo mundo, mas podemos amar todo mundo.” Por amor a Jesus Sacramentado Uma história sobre o verdadeiro valor e zelo que devemos ter pela Eucaristia Alguns meses antes de sua morte, o Bispo Fulton J. Sheen foi entrevistado pela rede nacional de televisão: “Bispo Sheen, milhares de pessoas em todo o mundo procuram imitar o exemplo de vossa eminência. Em quem o senhor se inspirou? Foi por acaso em algum Papa?”. O Bispo Sheen respondeu que sua maior inspiração não foi um Papa, um Cardeal, ou outro Bispo, sequer um sacerdote ou freira. Foi uma menina chinesa de onze anos de idade. Explicou que quando os comunistas apoderaram-se da China, prenderam um sacerdote em sua própria reitoria, próximo à Igreja. O sacerdote observou assustado, de sua janela, como os comunistas invadiram o templo e dirigiram-se ao santuário. Cheios de ódio profanaram o tabernáculo, pegaram o cálice e, atirando-o ao chão, espalharam-se as hóstias consagradas. Eram tempos de perseguição e o sacerdote sabia exatamente quantas hóstias havia no cálice: trinta e duas. Quando os comunistas retiraram-se, talvez não tivessem percebido, ou não prestaram atenção, a uma menininha, que rezando na parte detrás da igreja, viu tudo o que ocorreu. À noite, a pequena regressou e, escapando da guarda posta na reitoria, entrou no templo. Ali, fez uma hora santa de oração, um ato de amor para reparar o ato de ódio. Depois de sua hora santa, entrou no santuário, ajoelhou-se, e inclinando-se para frente, com sua língua recebeu Jesus na Sagrada Comunhão. (Naquele tempo não era permitido aos leigos tocar a Eucaristia com suas mãos). A pequena continuou regressando a cada noite, fazendo sua hora santa e recebendo Jesus Eucarístico na língua. Na trigésima noite, depois de haver consumido a última hóstia, acidentalmente fez um barulho que despertou o guarda. Este correu atrás dela, agarrou-a, e golpeou-a até mata-la com a parte posterior de sua arma. Este ato de martírio heroico foi presenciado pelo sacerdote enquanto, profundamente abatido, olhava da janela de seu quarto convertido em cela. Quando o Bispo Sheen escutou o relato, inspirou-se de tal maneira que prometeu a Deus que faria uma hora santa de oração diante de Jesus Sacramentado todos os dias, pelo resto de sua vida. Se aquela pequena pôde dar testemunho com sua vida da real e bela Presença do seu Salvador no Santíssimo Sacramento então, o bispo via-se obrigado ao mesmo. Seu único desejo desde então seria atrair o mundo ao Coração ardente de Jesus no Santíssimo Sacramento. A pequena ensinou ao Bispo o verdadeiro valor e zelo que se deve ter pela Eucaristia; como a fé pode sobrepor-se a todo medo e como o verdadeiro amor a Jesus na Eucaristia deve transcender a própria vida. O que se esconde na Hóstia Sagrada é a glória de Seu amor. Todo o mundo criado é um reflexo da realidade suprema que é Jesus Cristo. O sol no céu é apenas um símbolo do filho de Deus no Santíssimo Sacramento. É por isso que muitos sacrários imitam os raios de sol. Como o sol é a fonte natural de toda energia, o Santíssimo Sacramento é a fonte sobrenatural de toda graça e amor. #Santidade
- Corpo do Venerável Fulton Sheen é exumado para prosseguimento em processo de Beatificação
Corpo do Venerável Fulton Sheen é exumado para prosseguimento em processo de Beatificação Depois de anos de espera, o corpo de DomFultonSheen foi retirado hoje da Catedral de Saint Patrick em Nova York para iniciar o processo de beatificação. Acompanhou a retirada do corpo a sobrinha do grande bispo comunicador dos EUA. Havia um antigo litígio judicial entre familiares, de origem da Diocese de Peoria, e a Arquidiocese de Nova York pelo corpo de Dom Fulton Sheen. Isso impedia a sua exumação, que é necessária para iniciar o processo de beatificação. Agora com a retirada do corpo e fim do caso na justiça, a exumação será possível. Assista: Seus restos mortais foram transferidos da Catedral de St. Patrick, em Nova York, para a Catedral de Santa Maria da Imaculada Conceição, em Peoria. A transferência foi organizada depois que o Tribunal de Apelações de Nova York rejeitou o apelo final da Arquidiocese de Nova York, encerrando três anos de batalhas judiciais. Os restos mortais serão encerrados em um monumento de mármore dentro da catedral, no altar lateral dedicado à Virgem Maria, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, disse o bispo Daniel Jenky, de Peoria. A transferência não foi divulgada antecipadamente de acordo com a lei da igreja. A lei da Igreja exige que a transferência dos restos de um considerado para a beatificação seja feita sem solenidade, cerimônia litúrgica ou reunião pública, explicou a diocese. Também de acordo com a lei do Vaticano e da Igreja, uma testemunha oficial, Patricia Gibson, foi designada para observar a desenterração e transferência de restos mortais. Em um comunicado da Diocese de Peoria, Gibson disse: “Depois de trabalhar 18 anos com o Bispo Jenky sobre a Causa da Beatificação, foi um grande privilégio e honra estar presente e testemunhar a transferência do remanescente do Arcebispo Sheen para sua catedral natal em Peoria. Ele serviu missa quando jovem e foi ordenado sacerdote há 100 anos ”. Ela acrescentou: “Estou animado para os próximos passos na causa e rezo para que a beatificação aconteça muito em breve”. Fulton nasceu em El Paso em 1895 e morreu em Nova York em 1979. Ele foi um pioneiro da emissora religiosa que ganhou fama por seu programa de televisão na década de 1950 e início dos anos 1960. Ele começou com um ministério de rádio em 1926. Ele também foi um prolífico escritor e orador. Seu local de sepultamento tornou-se um problema quando a Diocese de Peoria iniciou o processo de canonização em 2002. A disputa por seus restos mortais resultou na suspensão da canonização em 2014 . Antes da beatificação, um passo antes de ser declarado santo, a lei da igreja exige que o corpo seja exumado para autenticação e a beatificação normalmente ocorre na diocese onde a causa da santidade começou. Jenky está esperançosa de que Sheen será beatificado durante o 100º aniversário de sua ordenação. Para aqueles que desejam visitar o novo túmulo do Sheen, a Catedral de Santa Maria da Imaculada Conceição estará aberta das 14:00 às 16:00 de sexta-feira, das 10:00 às 14:00 de sábado e às 9:00. às 2 da tarde de domingo. Na época em que o fim da disputa legal foi anunciado no início deste mês, Karen Fulte, fundadora e curadora do Centro Espiritual do Arcebispo Fulton John Sheen, em El Paso , disse: “Esta é uma notícia maravilhosa porque notícias como essa criam mais consciência sobre Fulton Sheen. e atrai mais visitantes ao nosso museu e nosso objetivo é divulgar sua vida . ” O próximo passo no processo será para a Congregação das Causas dos Santos em Roma apresentar um suposto milagre ao Papa Francisco para seu decreto autenticando o milagre atribuído à intercessão de Sheen. O suposto milagre envolveu a cura de um recém-nascido que ficou sem sinais vitais por mais de 60 minutos em 2010. A verificação de um milagre é necessária para a beatificação. A verificação de um segundo milagre é necessária para a santidade. Conheça mais sobre o Venerável Fulton Sheen: Famoso pelos seus programas de TV nos anos 50 e começo dos 60 (Life is Worth Living e The Fulton Sheen Program), Fulton Sheen foi também autor de 96 livros, quase todos apologéticos, além de artigos e colunas em jornais. Seus livros são facilmente encontráveis em sebos, inclusive alguns títulos em português e espanhol. Sheen tinha um extraordinário dom para a comunicação. Explicava de forma simples, clara e transparente, sem deixar de ser profundo, as verdades da fé, moral e doutrina católicas. Um pouco de sua vida O bispo americano John Fulton Sheen nasceu em oito de maio de 1895 e foi muito conhecido por suas pregações e principalmente pelo trabalho na televisão e no rádio, onde sua maneira de pregar a Palavra de Deus lhe permitiu converter milhares de pessoas, incluindo muitas pessoas famosas. Além disso, ele é autor de 73 livros e vários trabalhos acadêmicos. Ele é considerado o maior comunicador do século XX. Nasceu em El Paso, Illionis, sendo o mais velho dos quatro filhos de um fazendeiro. Ele ficou conhecido como Fulton (nome de solteira de sua mãe), mas foi batizado como Peter John Sheen. Quando criança, contraiu tuberculose. Então, a família mudou-se para próximo de Peoria, Illinois, onde Sheen foi coroinha. Ele foi ordenado sacerdote em 1919, no Saint Paul’s Seminary em Minnesota. Estudou na Universidade Católica da América e depois fez doutorado em Filosofia pela Universidade Católica de Louvain, na Bélgica, em 1923. No mesmo ano ele ganhou o prêmio “Cardeal Mercier”, um prêmio internacional de Filosofia, sendo o primeiro americano a ganhar essa distinção. Em 1930 começou um programa de rádio semanal no domingo à noite, às 20h00min, chamado “A Hora Católica”. O bispo Sheen é conhecido como um dos primeiros “televangelistas”. Ele ensinou teologia e filosofia, executando também a função de pároco, antes de ser nomeado Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Nova York em 1951, função que executou até o ano de 1965.Por duas décadas (o programa durou até 1957) ele teve uma grande audiência, de mais de quatro milhões de ouvintes semanalmente, competindo com grandes artistas como Frank Sinatra e Milton Berle. Em 1952 ganhou o prêmio “Emmy” de Personalidade mais Vista na Televisão. Mas o Bispo Sheen dizia que eram Mateus, Marcos, Lucas e João os grandes responsáveis pelo seu sucesso. Em 1966 foi nomeado Bispo de Rochester, onde ficou por três anos, antes de renunciar e ser nomeado Arcebispo Titular da Sé de Newport, no País de Gales pelo papa Paulo VI. Esta função lhe permitiu continuar com sua obra de pregação. Além disso, também dedicou sua energia em atividades políticas, denunciando a Guerra do Vietnã. Uma de suas melhores apresentações aconteceu em fevereiro de 1953, quando ele denunciou o regime soviético de Joseph Stalin. Ele fez uma leitura dramática da cena do enterro de Júlio César, substituindo os nomes de César, Cassio, Marco Antônio e Brutus pelos nomes de importantes líderes soviéticos: Stalin, Lvreenty Beria, Georgy Malenkov e Andrey Vishinski, concluindo: “Stalin, um dia você terá de cumprir o seu julgamento”.O Bispo Sheen tinha o dom de comunicar a palavra de Deus na forma mais pura e simples. A Revista Time se referiu a ele em 1946 como “Voz de ouro”. “O Mons. Fulton Sheen é o mais famoso pregador do catolicismo nos EUA”. Em 1951, iniciou um programa semanal na televisão “Vale a Pena Viver”. O programa consistia simplesmente no fato do bispo Sheen falar na frente de uma plateia ao vivo. Ele falava sobre temas atuais, como os males do comunismo e o uso da psicologia, muitas vezes usando um quadro-negro. O maior elogio de todos! O Bispo Sheen ganhou o seu maior elogio em outubro e 1979, quando o Papa João Paulo II abraçou-o na Catedral de São Patrício em Nova York. O Papa lhe disse: “Você tem escrito e falado muito bem do Senhor Jesus. Você é um filho fiel da Igreja”.Com esse lindo aviso o Bispo Sheen foi para a vida eterna em 09 de dezembro de 1979, falecendo de doença cardíaca. Em 14 de Setembro de 2002 a Congregação para as Causas dos Santos abriu oficialmente a causa do Arcebispo Sheen e lhe concedeu o título de “Servo de Deus”. E atualmente está em curso o processo para sua canonização. Alguns livros de sua autoria: * Deus e Inteligência em Filosofia Moderna (1925); * As sete últimas palavras (1933); * Filosofia da Ciência (1934); * O Eterno Galileu (1934); * Calvário e a Missa (1936); * A Cruz e as bem-aventuranças (1937); * Sete Palavras de Jesus e Maria (1945); * O comunismo e a consciência do Ocidente (1948); * Caminho para a Felicidade (1953); * Caminho para a Paz Interior (1955); * Vida de Cristo (1958); * Missões e a crise mundial (1963); O Terço Missionário: O terço missionário foi uma ideia do bispo americano Fulton Sheen. Ele percebeu que temos cinco mistérios e cinco continentes, então escolheu para cada continente uma cor que, de certa forma, lembrasse alguma característica do mesmo. Desse moto, ao rezar o mistério estamos pedindo por todas as pessoas que vivem nesse continente. Algumas frases do Bispo Fulton Sheen: “Não existem mais de 100 pessoas neste mundo que realmente odeiem a Igreja Católica, mas há milhões que odeiam o que eles pensam ser a Igreja Católica.” Um indivíduo importuno fez uma pergunta ao Bispo Sheen sobre alguém que havia morrido. O Bispo respondeu: “Vou perguntar a ele quando eu chegar ao céu”. O chato replicou: “E se ele não estiver no Céu?”. O Bispo respondeu: “Bom, então você pergunta a ele”. Um homem disse ao Bispo Sheen que não acreditava no inferno. O Bispo respondeu: “Você vai acreditar quando chegar lá”. Há três doces monotonias em Sua vida (a vida de Cristo): Trinta Anos obedecendo, Três Anos ensinando, Três Horas redimindo. “Se alguém entre nós pudesse ter feito sua própria mãe, nós a teríamos feito a mulher mais bonita do mundo. Cada mãe, quando pega a jovem vida que nasceu dela, ergue os olhos para o Céu a fim de agradecer a DEUS pelo dom que fez o mundo rejuvenescer novamente. Mas existe uma Mãe, Maria, que não ergueu os olhos. Ela baixou os olhos para o Céu, pois era o Céu que estava em seus braços.” “Nossos cérebros são suficientemente grandes hoje em dia. Poderia ser verdade que nossos corações estão pequenos demais?” “Não podemos gostar de todo mundo, mas podemos amar todo mundo.” Por amor a Jesus Sacramentado Uma história sobre o verdadeiro valor e zelo que devemos ter pela Eucaristia Alguns meses antes de sua morte, o Bispo Fulton J. Sheen foi entrevistado pela rede nacional de televisão: “Bispo Sheen, milhares de pessoas em todo o mundo procuram imitar o exemplo de vossa eminência. Em quem o senhor se inspirou? Foi por acaso em algum Papa?”. O Bispo Sheen respondeu que sua maior inspiração não foi um Papa, um Cardeal, ou outro Bispo, sequer um sacerdote ou freira. Foi uma menina chinesa de onze anos de idade. Explicou que quando os comunistas apoderaram-se da China, prenderam um sacerdote em sua própria reitoria, próximo à Igreja. O sacerdote observou assustado, de sua janela, como os comunistas invadiram o templo e dirigiram-se ao santuário. Cheios de ódio profanaram o tabernáculo, pegaram o cálice e, atirando-o ao chão, espalharam-se as hóstias consagradas. Eram tempos de perseguição e o sacerdote sabia exatamente quantas hóstias havia no cálice: trinta e duas. Quando os comunistas retiraram-se, talvez não tivessem percebido, ou não prestaram atenção, a uma menininha, que rezando na parte detrás da igreja, viu tudo o que ocorreu. À noite, a pequena regressou e, escapando da guarda posta na reitoria, entrou no templo. Ali, fez uma hora santa de oração, um ato de amor para reparar o ato de ódio. Depois de sua hora santa, entrou no santuário, ajoelhou-se, e inclinando-se para frente, com sua língua recebeu Jesus na Sagrada Comunhão. (Naquele tempo não era permitido aos leigos tocar a Eucaristia com suas mãos). A pequena continuou regressando a cada noite, fazendo sua hora santa e recebendo Jesus Eucarístico na língua. Na trigésima noite, depois de haver consumido a última hóstia, acidentalmente fez um barulho que despertou o guarda. Este correu atrás dela, agarrou-a, e golpeou-a até mata-la com a parte posterior de sua arma. Este ato de martírio heroico foi presenciado pelo sacerdote enquanto, profundamente abatido, olhava da janela de seu quarto convertido em cela. Quando o Bispo Sheen escutou o relato, inspirou-se de tal maneira que prometeu a Deus que faria uma hora santa de oração diante de Jesus Sacramentado todos os dias, pelo resto de sua vida. Se aquela pequena pôde dar testemunho com sua vida da real e bela Presença do seu Salvador no Santíssimo Sacramento então, o bispo via-se obrigado ao mesmo. Seu único desejo desde então seria atrair o mundo ao Coração ardente de Jesus no Santíssimo Sacramento. A pequena ensinou ao Bispo o verdadeiro valor e zelo que se deve ter pela Eucaristia; como a fé pode sobrepor-se a todo medo e como o verdadeiro amor a Jesus na Eucaristia deve transcender a própria vida. O que se esconde na Hóstia Sagrada é a glória de Seu amor. Todo o mundo criado é um reflexo da realidade suprema que é Jesus Cristo. O sol no céu é apenas um símbolo do filho de Deus no Santíssimo Sacramento. É por isso que muitos sacrários imitam os raios de sol. Como o sol é a fonte natural de toda energia, o Santíssimo Sacramento é a fonte sobrenatural de toda graça e amor. #Santidade
- Cardeal Brandmüller faz duras críticas ao documento do Sínodo da Amazônia, e pede que os bispos o re
Cardeal e renomado historiador Walter Brandmuller publicou texto em que disse que o documento preparatório do Sínodo da Amazônia é herético, apóstata e é intrusão agressiva ao Brasil, pediu que os bispos o rejeitem. Uma crítica ao “Instrumentum laboris” para o sínodo da Amazônia de Walter Brandmüller Introdução De fato, pode causar espanto que, em contraste com as assembleias anteriores, desta vez o sínodo dos bispos se ocupe exclusivamente de uma região da terra cuja população é apenas a metade daquela da Cidade do México, ou seja, 4 milhões. Isto também causa suspeita no tocante às verdadeiras intenções que alguns gostariam de ver implementadas sub-repticiamente. Mas, acima de tudo, devemos nos perguntar quais são os conceitos de religião, de cristianismo e de Igreja que são a base do recém-publicado “Instrumentum laboris”. Tudo isso será examinado com o apoio de elementos individuais do texto. Por que um sínodo nessa região? Para começar, precisamos nos perguntar por que um sínodo de bispos deveria tratar de temas que — como é o caso de três quartos do “Instrumentum laboris” — têm só marginalmente algo relacionado com os Evangelhos e a Igreja. Obviamente, que a partir deste sínodo de bispos, realiza-se uma intromissão agressiva em assuntos puramente mundanos do Estado e da sociedade do Brasil. Há que se perguntar: o que a ecologia, a economia e a política têm a ver com o mandato e a missão da Igreja? E acima de tudo: que competência profissional e autoridade tem um sínodo eclesial de bispos para emitir declarações nesses campos? Se o sínodo dos bispos realmente o fizesse, isso constituiria uma invasão e uma presunção clerical, que as autoridades estatais teriam todo motivos para repelir. Sobre as religiões naturais e a inculturação Há outro elemento a se levar em conta, que é encontrado em todo o “Instrumentum laboris”: vale dizer, a avaliação muito positiva das religiões naturais, incluindo práticas curativas indígenas e similares, bem como práticas e formas de cultos mítico-religiosos. No contexto do chamado à harmonia com a natureza, fala-se até de diálogo com os espíritos (nº 75). Não é apenas o ideal do “bom selvagem” esboçado por Rousseau e pelo Iluminismo, que aqui é comparado com o decadente homem europeu. Essa linha de pensamento vai além, até o século XX, culminando com uma idolatria panteísta da natureza. Hermann Claudius (1913) criou o hino do movimento operário socialista: “Quando andamos lado a lado …”, e numa estrofe se lê: “Verde das bétulas e verde das sementes, que a velha Mãe Terra semeia com as mãos cheias, com um gesto de súplica para que o homem se torne seu … “. Vale notar que este texto foi posteriormente copiado no livro de cânticos da Juventude Hitlerista, provavelmente porque correspondia ao mito do “sangue e solo” nacional-socialista. Esta proximidade ideológica deve ser enfatizada: esta rejeição anti-racional da cultura “ocidental” que sublinha a importância da razão, é típica do “Instrumentum laboris”, que fala respectivamente da “Mãe Terra” no n. 44 e do “grito da terra e dos pobres” no n.101. Consequentemente, o território – isto é, as florestas da região amazônica – pasmem, vem até declarado como um “locus theologicus”, uma fonte especial de revelação divina. Nela haveria lugares de uma epifania em que se manifestam as reservas de vida e sabedoria do planeta e que falam de Deus (nº 19). Além disso, a conseqüente regressão do Logos ao Mythos é elevada a um critério do que o “Instrumentum laboris” chama de inculturação da Igreja. O resultado é uma religião natural com uma máscara cristã. A noção de inculturação é aqui virtualmente distorcida, pois na verdade significa o oposto do que a Comissão Teológica Internacional havia apresentado em 1988 e diferente do que havia ensinado anteriormente o decreto “Ad Gentes” do Concílio Vaticano II, sobre a atividade missionária da Igreja. Sobre a abolição do celibato e a introdução de uma sacerdócio feminino É impossível esconder o fato de que esse “sínodo” é particularmente adequado para implementar dois dos projetos mais ambicionados e que nunca foram implementados até agora: a abolição do celibato e a introdução de um sacerdócio feminino, a começar por mulheres diáconas. Em todo caso, trata-se de “levar em conta o papel central que as mulheres desempenham hoje na Igreja da Amazônia” (nº 129 a3). E da mesma forma, é uma questão de “abrir novos espaços para se recriar os ministérios adequados a este momento histórico. Chegou a hora de ouvir a voz da Amazônia … “(n. 43). Mas aqui se omite o fato de que, conclusivamente, até mesmo João Paulo II já havia afirmado, com a mais alta autoridade magistral, que não está no poder da Igreja administrar o sacramento da ordem às mulheres. De fato, em dois mil anos, a Igreja nunca administrou o sacramento da ordem a uma mulher. O pedido que se coloca em oposição direta a este fato mostra que a palavra “Igreja” é agora usada exclusivamente como termo sociológico pelos autores do “Instrumentum laboris”, implicitamente negando o caráter sacramental-hierárquico da Igreja. Sobre a negação do caráter hierárquico-sacramental da Igreja De maneira semelhante – embora com expressões bastante passageiras – o n. 127 contém um ataque direto à constituição hierárquico-sacramental da Igreja, quando se pergunta se não seria oportuno “reconsiderar a idéia de que o exercício da jurisdição (poder do governo) deve estar conectado em todas as áreas (sacramental, judicial, administrativo) e de maneira permanente ao sacramento da ordem”. É a partir dessa visão tão errada que surge no n. 129, o pedido para se criar novos ofícios que correspondam às necessidades dos povos amazônicos. Todavia, é no campo da liturgia e do culto, no qual a ideologia de uma inculturação falsamente entendida encontra sua expressão de maneira particularmente espetacular. Aqui, algumas formas das religiões naturais são assumidas positivamente. O “Instrumentum laboris” (n. 126) não se retrai em pedir que “os povos pobres e simples” possam expressar “a sua (!) Fé através de imagens, símbolos, tradições, ritos e outros sacramentos (!!)” . Isto certamente não corresponde aos preceitos da constituição “Sacrosanctum Concilium” e nem aos do decreto “Ad gentes” sobre a atividade missionária da Igreja, e mostra uma compreensão puramente horizontal da liturgia. Conclusão “Summa summarum”: o “Instrumentum laboris” acusa o sínodo dos bispos e, definitivamente, o próprio papa de uma violação grave do “Depositum Fidei”, que significa como consequência, a autodestruição da Igreja ou a transformação do “Corpus Christi Mysticum” em uma espécie de ONG secular com um papel ecológico-social-psicológico. Depois dessas observações, naturalmente, abrem-se outras questões: pode-se encontrar aqui, especialmente no que diz respeito à estrutura hierárquica sacramental da Igreja, uma ruptura decisiva com a Tradição Apostólica como constitutiva da Igreja, ou melhor, os autores têm noção do desenvolvimento da doutrina que está sendo teologicamente substituído, a fim de justificar as rupturas acima mencionadas? Este parece ser realmente o caso. Estamos testemunhando uma nova forma do Modernismo clássico do início do século XX. Na época, deu-se início a uma abordagem decididamente evolucionista e depois foi apoiada a idéia de que, no curso do contínuo desenvolvimento do homem a níveis mais elevados, seriam encontrados igualmente níveis mais elevados de consciência e cultura, o que significaria que o que era falso ontem poderia ser verdade hoje. Essa dinâmica evolutiva também foi aplicada à religião, isto é, à consciência religiosa com suas manifestações na doutrina, no culto e, naturalmente, também na moralidade. Mas aqui, então, pressupõe-se uma compreensão do desenvolvimento do dogma que é claramente oposto ao entendimento católico genuíno. Este último compreende o desenvolvimento do dogma e da Igreja não como uma mudança, mas sim como um desenvolvimento orgânico de um assunto que permanece fiel à sua identidade. É isso que os Concílios Vaticano I e II nos ensinam em suas constituições “Dei Filius”, “Lumen Gentium” e “Dei Verbum”. Portanto, deve ser dito hoje com força que o “Instrumentum laboris” contradiz o ensinamento vinculante da Igreja em pontos decisivos e, portanto, deve ser qualificado como um documento herético. Dado que mesmo o fato da revelação divina é aqui questionado, ou mal entendido, deve-se também falar, que além disso, é apóstata. Isto é ainda mais justificado à luz do fato de que o “Instrumentum laboris” usa uma noção puramente imanentista da religião e considera a religião como o resultado e a forma de expressão da experiência espiritual pessoal do homem. O uso de palavras e noções cristãs não consegue esconder que elas são simplesmente usadas como palavras vazias, independentemente do seu significado original. O “Instrumentum laboris” para o sínodo da Amazônia constitui um ataque aos fundamentos da fé, de uma forma que até hoje não foi considerado possível. E, portanto, deve ser rejeitado com a máxima firmeza. #duras #criticas #Amazônia #Sínodo #brandmuller #documento #Cardeal
- Cardeal Brandmüller faz duras críticas ao Instrumentum laboris do Sínodo da Amazônia, e pede que os
Cardeal e renomado historiador Walter Brandmuller publicou texto em que disse que o documento preparatório do Sínodo da Amazônia (Instrumentum laboris) é herético, apóstata e é intrusão agressiva ao Brasil, pediu que os Bispos da Igreja o rejeitem. Uma crítica ao “Instrumentum laboris” para o sínodo da Amazônia de Walter Brandmüller Introdução De fato, pode causar espanto que, em contraste com as assembleias anteriores, desta vez o sínodo dos bispos se ocupe exclusivamente de uma região da terra cuja população é apenas a metade daquela da Cidade do México, ou seja, 4 milhões. Isto também causa suspeita no tocante às verdadeiras intenções que alguns gostariam de ver implementadas sub-repticiamente. Mas, acima de tudo, devemos nos perguntar quais são os conceitos de religião, de cristianismo e de Igreja que são a base do recém-publicado “Instrumentum laboris”. Tudo isso será examinado com o apoio de elementos individuais do texto. Por que um sínodo nessa região? Para começar, precisamos nos perguntar por que um sínodo de bispos deveria tratar de temas que — como é o caso de três quartos do “Instrumentum laboris” — têm só marginalmente algo relacionado com os Evangelhos e a Igreja. Obviamente, que a partir deste sínodo de bispos, realiza-se uma intromissão agressiva em assuntos puramente mundanos do Estado e da sociedade do Brasil. Há que se perguntar: o que a ecologia, a economia e a política têm a ver com o mandato e a missão da Igreja? E acima de tudo: que competência profissional e autoridade tem um sínodo eclesial de bispos para emitir declarações nesses campos? Se o sínodo dos bispos realmente o fizesse, isso constituiria uma invasão e uma presunção clerical, que as autoridades estatais teriam todo motivos para repelir. Sobre as religiões naturais e a inculturação Há outro elemento a se levar em conta, que é encontrado em todo o “Instrumentum laboris”: vale dizer, a avaliação muito positiva das religiões naturais, incluindo práticas curativas indígenas e similares, bem como práticas e formas de cultos mítico-religiosos. No contexto do chamado à harmonia com a natureza, fala-se até de diálogo com os espíritos (nº 75). Não é apenas o ideal do “bom selvagem” esboçado por Rousseau e pelo Iluminismo, que aqui é comparado com o decadente homem europeu. Essa linha de pensamento vai além, até o século XX, culminando com uma idolatria panteísta da natureza. Hermann Claudius (1913) criou o hino do movimento operário socialista: “Quando andamos lado a lado …”, e numa estrofe se lê: “Verde das bétulas e verde das sementes, que a velha Mãe Terra semeia com as mãos cheias, com um gesto de súplica para que o homem se torne seu … “. Vale notar que este texto foi posteriormente copiado no livro de cânticos da Juventude Hitlerista, provavelmente porque correspondia ao mito do “sangue e solo” nacional-socialista. Esta proximidade ideológica deve ser enfatizada: esta rejeição anti-racional da cultura “ocidental” que sublinha a importância da razão, é típica do “Instrumentum laboris”, que fala respectivamente da “Mãe Terra” no n. 44 e do “grito da terra e dos pobres” no n.101. Consequentemente, o território – isto é, as florestas da região amazônica – pasmem, vem até declarado como um “locus theologicus”, uma fonte especial de revelação divina. Nela haveria lugares de uma epifania em que se manifestam as reservas de vida e sabedoria do planeta e que falam de Deus (nº 19). Além disso, a conseqüente regressão do Logos ao Mythos é elevada a um critério do que o “Instrumentum laboris” chama de inculturação da Igreja. O resultado é uma religião natural com uma máscara cristã. A noção de inculturação é aqui virtualmente distorcida, pois na verdade significa o oposto do que a Comissão Teológica Internacional havia apresentado em 1988 e diferente do que havia ensinado anteriormente o decreto “Ad Gentes” do Concílio Vaticano II, sobre a atividade missionária da Igreja. Sobre a abolição do celibato e a introdução de uma sacerdócio feminino É impossível esconder o fato de que esse “sínodo” é particularmente adequado para implementar dois dos projetos mais ambicionados e que nunca foram implementados até agora: a abolição do celibato e a introdução de um sacerdócio feminino, a começar por mulheres diáconas. Em todo caso, trata-se de “levar em conta o papel central que as mulheres desempenham hoje na Igreja da Amazônia” (nº 129 a3). E da mesma forma, é uma questão de “abrir novos espaços para se recriar os ministérios adequados a este momento histórico. Chegou a hora de ouvir a voz da Amazônia … “(n. 43). Mas aqui se omite o fato de que, conclusivamente, até mesmo João Paulo II já havia afirmado, com a mais alta autoridade magistral, que não está no poder da Igreja administrar o sacramento da ordem às mulheres. De fato, em dois mil anos, a Igreja nunca administrou o sacramento da ordem a uma mulher. O pedido que se coloca em oposição direta a este fato mostra que a palavra “Igreja” é agora usada exclusivamente como termo sociológico pelos autores do “Instrumentum laboris”, implicitamente negando o caráter sacramental-hierárquico da Igreja. Sobre a negação do caráter hierárquico-sacramental da Igreja De maneira semelhante – embora com expressões bastante passageiras – o n. 127 contém um ataque direto à constituição hierárquico-sacramental da Igreja, quando se pergunta se não seria oportuno “reconsiderar a idéia de que o exercício da jurisdição (poder do governo) deve estar conectado em todas as áreas (sacramental, judicial, administrativo) e de maneira permanente ao sacramento da ordem”. É a partir dessa visão tão errada que surge no n. 129, o pedido para se criar novos ofícios que correspondam às necessidades dos povos amazônicos. Todavia, é no campo da liturgia e do culto, no qual a ideologia de uma inculturação falsamente entendida encontra sua expressão de maneira particularmente espetacular. Aqui, algumas formas das religiões naturais são assumidas positivamente. O “Instrumentum laboris” (n. 126) não se retrai em pedir que “os povos pobres e simples” possam expressar “a sua (!) Fé através de imagens, símbolos, tradições, ritos e outros sacramentos (!!)” . Isto certamente não corresponde aos preceitos da constituição “Sacrosanctum Concilium” e nem aos do decreto “Ad gentes” sobre a atividade missionária da Igreja, e mostra uma compreensão puramente horizontal da liturgia. Conclusão “Summa summarum”: o “Instrumentum laboris” acusa o sínodo dos bispos e, definitivamente, o próprio papa de uma violação grave do “Depositum Fidei”, que significa como consequência, a autodestruição da Igreja ou a transformação do “Corpus Christi Mysticum” em uma espécie de ONG secular com um papel ecológico-social-psicológico. Depois dessas observações, naturalmente, abrem-se outras questões: pode-se encontrar aqui, especialmente no que diz respeito à estrutura hierárquica sacramental da Igreja, uma ruptura decisiva com a Tradição Apostólica como constitutiva da Igreja, ou melhor, os autores têm noção do desenvolvimento da doutrina que está sendo teologicamente substituído, a fim de justificar as rupturas acima mencionadas? Este parece ser realmente o caso. Estamos testemunhando uma nova forma do Modernismo clássico do início do século XX. Na época, deu-se início a uma abordagem decididamente evolucionista e depois foi apoiada a idéia de que, no curso do contínuo desenvolvimento do homem a níveis mais elevados, seriam encontrados igualmente níveis mais elevados de consciência e cultura, o que significaria que o que era falso ontem poderia ser verdade hoje. Essa dinâmica evolutiva também foi aplicada à religião, isto é, à consciência religiosa com suas manifestações na doutrina, no culto e, naturalmente, também na moralidade. Mas aqui, então, pressupõe-se uma compreensão do desenvolvimento do dogma que é claramente oposto ao entendimento católico genuíno. Este último compreende o desenvolvimento do dogma e da Igreja não como uma mudança, mas sim como um desenvolvimento orgânico de um assunto que permanece fiel à sua identidade. É isso que os Concílios Vaticano I e II nos ensinam em suas constituições “Dei Filius”, “Lumen Gentium” e “Dei Verbum”. Portanto, deve ser dito hoje com força que o “Instrumentum laboris” contradiz o ensinamento vinculante da Igreja em pontos decisivos e, portanto, deve ser qualificado como um documento herético. Dado que mesmo o fato da revelação divina é aqui questionado, ou mal entendido, deve-se também falar, que além disso, é apóstata. Isto é ainda mais justificado à luz do fato de que o “Instrumentum laboris” usa uma noção puramente imanentista da religião e considera a religião como o resultado e a forma de expressão da experiência espiritual pessoal do homem. O uso de palavras e noções cristãs não consegue esconder que elas são simplesmente usadas como palavras vazias, independentemente do seu significado original. O “Instrumentum laboris” para o sínodo da Amazônia constitui um ataque aos fundamentos da fé, de uma forma que até hoje não foi considerado possível. E, portanto, deve ser rejeitado com a máxima firmeza. Clique aqui para ler mais artigos sobre o Sínodo Pan-Amazônico #Apostasia #CNBB #SínododaAmazônia #Vaticano
- Cardeal Brandmüller faz duras críticas ao Instrumentum laboris do Sínodo da Amazônia, e pede que os
Cardeal e renomado historiador Walter Brandmuller publicou texto em que disse que o documento preparatório do Sínodo da Amazônia (Instrumentum laboris) é herético, apóstata e é intrusão agressiva ao Brasil, pediu que os Bispos da Igreja o rejeitem. Uma crítica ao “Instrumentum laboris” para o sínodo da Amazônia de Walter Brandmüller Introdução De fato, pode causar espanto que, em contraste com as assembleias anteriores, desta vez o sínodo dos bispos se ocupe exclusivamente de uma região da terra cuja população é apenas a metade daquela da Cidade do México, ou seja, 4 milhões. Isto também causa suspeita no tocante às verdadeiras intenções que alguns gostariam de ver implementadas sub-repticiamente. Mas, acima de tudo, devemos nos perguntar quais são os conceitos de religião, de cristianismo e de Igreja que são a base do recém-publicado “Instrumentum laboris”. Tudo isso será examinado com o apoio de elementos individuais do texto. Por que um sínodo nessa região? Para começar, precisamos nos perguntar por que um sínodo de bispos deveria tratar de temas que — como é o caso de três quartos do “Instrumentum laboris” — têm só marginalmente algo relacionado com os Evangelhos e a Igreja. Obviamente, que a partir deste sínodo de bispos, realiza-se uma intromissão agressiva em assuntos puramente mundanos do Estado e da sociedade do Brasil. Há que se perguntar: o que a ecologia, a economia e a política têm a ver com o mandato e a missão da Igreja? E acima de tudo: que competência profissional e autoridade tem um sínodo eclesial de bispos para emitir declarações nesses campos? Se o sínodo dos bispos realmente o fizesse, isso constituiria uma invasão e uma presunção clerical, que as autoridades estatais teriam todo motivos para repelir. Sobre as religiões naturais e a inculturação Há outro elemento a se levar em conta, que é encontrado em todo o “Instrumentum laboris”: vale dizer, a avaliação muito positiva das religiões naturais, incluindo práticas curativas indígenas e similares, bem como práticas e formas de cultos mítico-religiosos. No contexto do chamado à harmonia com a natureza, fala-se até de diálogo com os espíritos (nº 75). Não é apenas o ideal do “bom selvagem” esboçado por Rousseau e pelo Iluminismo, que aqui é comparado com o decadente homem europeu. Essa linha de pensamento vai além, até o século XX, culminando com uma idolatria panteísta da natureza. Hermann Claudius (1913) criou o hino do movimento operário socialista: “Quando andamos lado a lado …”, e numa estrofe se lê: “Verde das bétulas e verde das sementes, que a velha Mãe Terra semeia com as mãos cheias, com um gesto de súplica para que o homem se torne seu … “. Vale notar que este texto foi posteriormente copiado no livro de cânticos da Juventude Hitlerista, provavelmente porque correspondia ao mito do “sangue e solo” nacional-socialista. Esta proximidade ideológica deve ser enfatizada: esta rejeição anti-racional da cultura “ocidental” que sublinha a importância da razão, é típica do “Instrumentum laboris”, que fala respectivamente da “Mãe Terra” no n. 44 e do “grito da terra e dos pobres” no n.101. Consequentemente, o território – isto é, as florestas da região amazônica – pasmem, vem até declarado como um “locus theologicus”, uma fonte especial de revelação divina. Nela haveria lugares de uma epifania em que se manifestam as reservas de vida e sabedoria do planeta e que falam de Deus (nº 19). Além disso, a conseqüente regressão do Logos ao Mythos é elevada a um critério do que o “Instrumentum laboris” chama de inculturação da Igreja. O resultado é uma religião natural com uma máscara cristã. A noção de inculturação é aqui virtualmente distorcida, pois na verdade significa o oposto do que a Comissão Teológica Internacional havia apresentado em 1988 e diferente do que havia ensinado anteriormente o decreto “Ad Gentes” do Concílio Vaticano II, sobre a atividade missionária da Igreja. Sobre a abolição do celibato e a introdução de uma sacerdócio feminino É impossível esconder o fato de que esse “sínodo” é particularmente adequado para implementar dois dos projetos mais ambicionados e que nunca foram implementados até agora: a abolição do celibato e a introdução de um sacerdócio feminino, a começar por mulheres diáconas. Em todo caso, trata-se de “levar em conta o papel central que as mulheres desempenham hoje na Igreja da Amazônia” (nº 129 a3). E da mesma forma, é uma questão de “abrir novos espaços para se recriar os ministérios adequados a este momento histórico. Chegou a hora de ouvir a voz da Amazônia … “(n. 43). Mas aqui se omite o fato de que, conclusivamente, até mesmo João Paulo II já havia afirmado, com a mais alta autoridade magistral, que não está no poder da Igreja administrar o sacramento da ordem às mulheres. De fato, em dois mil anos, a Igreja nunca administrou o sacramento da ordem a uma mulher. O pedido que se coloca em oposição direta a este fato mostra que a palavra “Igreja” é agora usada exclusivamente como termo sociológico pelos autores do “Instrumentum laboris”, implicitamente negando o caráter sacramental-hierárquico da Igreja. Sobre a negação do caráter hierárquico-sacramental da Igreja De maneira semelhante – embora com expressões bastante passageiras – o n. 127 contém um ataque direto à constituição hierárquico-sacramental da Igreja, quando se pergunta se não seria oportuno “reconsiderar a idéia de que o exercício da jurisdição (poder do governo) deve estar conectado em todas as áreas (sacramental, judicial, administrativo) e de maneira permanente ao sacramento da ordem”. É a partir dessa visão tão errada que surge no n. 129, o pedido para se criar novos ofícios que correspondam às necessidades dos povos amazônicos. Todavia, é no campo da liturgia e do culto, no qual a ideologia de uma inculturação falsamente entendida encontra sua expressão de maneira particularmente espetacular. Aqui, algumas formas das religiões naturais são assumidas positivamente. O “Instrumentum laboris” (n. 126) não se retrai em pedir que “os povos pobres e simples” possam expressar “a sua (!) Fé através de imagens, símbolos, tradições, ritos e outros sacramentos (!!)” . Isto certamente não corresponde aos preceitos da constituição “Sacrosanctum Concilium” e nem aos do decreto “Ad gentes” sobre a atividade missionária da Igreja, e mostra uma compreensão puramente horizontal da liturgia. Conclusão “Summa summarum”: o “Instrumentum laboris” acusa o sínodo dos bispos e, definitivamente, o próprio papa de uma violação grave do “Depositum Fidei”, que significa como consequência, a autodestruição da Igreja ou a transformação do “Corpus Christi Mysticum” em uma espécie de ONG secular com um papel ecológico-social-psicológico. Depois dessas observações, naturalmente, abrem-se outras questões: pode-se encontrar aqui, especialmente no que diz respeito à estrutura hierárquica sacramental da Igreja, uma ruptura decisiva com a Tradição Apostólica como constitutiva da Igreja, ou melhor, os autores têm noção do desenvolvimento da doutrina que está sendo teologicamente substituído, a fim de justificar as rupturas acima mencionadas? Este parece ser realmente o caso. Estamos testemunhando uma nova forma do Modernismo clássico do início do século XX. Na época, deu-se início a uma abordagem decididamente evolucionista e depois foi apoiada a idéia de que, no curso do contínuo desenvolvimento do homem a níveis mais elevados, seriam encontrados igualmente níveis mais elevados de consciência e cultura, o que significaria que o que era falso ontem poderia ser verdade hoje. Essa dinâmica evolutiva também foi aplicada à religião, isto é, à consciência religiosa com suas manifestações na doutrina, no culto e, naturalmente, também na moralidade. Mas aqui, então, pressupõe-se uma compreensão do desenvolvimento do dogma que é claramente oposto ao entendimento católico genuíno. Este último compreende o desenvolvimento do dogma e da Igreja não como uma mudança, mas sim como um desenvolvimento orgânico de um assunto que permanece fiel à sua identidade. É isso que os Concílios Vaticano I e II nos ensinam em suas constituições “Dei Filius”, “Lumen Gentium” e “Dei Verbum”. Portanto, deve ser dito hoje com força que o “Instrumentum laboris” contradiz o ensinamento vinculante da Igreja em pontos decisivos e, portanto, deve ser qualificado como um documento herético. Dado que mesmo o fato da revelação divina é aqui questionado, ou mal entendido, deve-se também falar, que além disso, é apóstata. Isto é ainda mais justificado à luz do fato de que o “Instrumentum laboris” usa uma noção puramente imanentista da religião e considera a religião como o resultado e a forma de expressão da experiência espiritual pessoal do homem. O uso de palavras e noções cristãs não consegue esconder que elas são simplesmente usadas como palavras vazias, independentemente do seu significado original. O “Instrumentum laboris” para o sínodo da Amazônia constitui um ataque aos fundamentos da fé, de uma forma que até hoje não foi considerado possível. E, portanto, deve ser rejeitado com a máxima firmeza. Clique aqui para ler mais artigos sobre o Sínodo Pan-Amazônico #Apostasia #CNBB #SínododaAmazônia #Vaticano
- Colégio católico aceita orientação da igreja demite professor que vivia um “casamento” h
Colégio católico aceita orientação da igreja demite professor que vivia um “casamento” homossexual O colégio católico “Cathedral High School”, da Arquidiocese de Indianápolis, nos Estados Unidos, cumprirá as instruções de seu Arcebispo e rescindirá o contrato de um professor que casou no civil com outro homem. A decisão ocorreu alguns dias depois de a Escola Preparatória Jesuíta de Brebeuf se recusar a cumprir uma instrução parecida e, com isso, ter seu status de “católica” retirado pelo seu Arcebispo, Dom Charles Thompson. “É responsabilidade do Arcebispo Thompson supervisionar a fé e a moral em relação à identidade católica dentro da Arquidiocese de Indianápolis”, disseram autoridades da Cathedral High School, em uma carta publicada em 23 de junho. “O Arcebispo Thompson deixou claro que continuar empregando um professor que contraiu casamento público entre pessoas do mesmo sexo resultaria na perda de nossa identidade católica, porque o indivíduo vive em contradição com o ensinamento católico sobre o matrimônio”, continua o texto assinado por Matt Cohoat, presidente da diretoria de Cathedral High School, e Rob Bridges, presidente do colégio. A escola, que tem cerca de 1.000 estudantes do ensino médio, é um dos 68 colégios reconhecidos como católicos pela Arquidiocese de Indianápolis. A carta da Cathedral High School indica que a “decisão angustiante” ocorreu após “22 meses de sérios debates e um amplo diálogo” com a Arquidiocese sobre a identidade católica da escola. O professor em questão não foi mencionado no documento. “Leve em consideração que oferecemos nossas orações e nosso amor a este professor, aos nossos alunos e professores, ao nosso arcebispo e a todos os associados a Cathedral, enquanto continuamos educando nossos estudantes na tradição da Congregação da Santa Cruz”, continuou a carta da escola. “Pedimos que o diálogo sobre essa situação difícil respeite a dignidade de cada pessoa e que continuem rezando por nossa família da Cathedral e pela comunidade em geral de Indianápolis”, acrescentou. A carta indica que ser católico pode ser “desafiador” e as autoridades da escola expressaram a esperança de que a ação não desanime os pais, os funcionários e os alunos. A escola de ensino médio está afiliada aos Irmãos da Santa Cruz e seus estatutos estabelecem que sua identidade católica deve ser “mantida em todos os momentos” e que a educação na fé é “uma prioridade da missão”. “Estamos comprometidos em educar nossos alunos nos princípios da fé católica, com ênfase na tradição da Santa Cruz”, afirma a carta. Além disso, expressou o respeito pela posição da Escola Preparatória Jesuíta de Brebeuf e que existem diferenças em ambas as situações. “Brebeuf está patrocinada pelos jesuítas, enquanto a Cathedral está meramente associada aos Irmãos da Santa Cruz. Como Brebeuf é um ministério específico dos jesuítas, seu status canônico e sem fins lucrativos é diferente do nosso. Portanto, as duas escolas não podem funcionar da mesma forma se Cathedral recebesse um decreto semelhante a Brebeuf “, assinalou a escola. Os jesuítas afirmam que os assuntos administrativos internos de sua escola devem ser tratados por suas próprias autoridades, em vez da Igreja local, e ignoraram o pedido da Arquidiocese, a qual enviou a solicitação a Brebeuf dois anos antes. Embora o Código de Direito Canônico estabeleça que as ordens religiosas conservam “a sua autonomia no que se refere ao regime interno destas escolas”, também diz que “compete à Conferência Episcopal estabelecer normas gerais” sobre ” a instrução e a educação religiosa católica que se ministra”, e que “compete ao Bispo diocesano regulamentar e exercer vigilância sobre a mesma”. O direito canônico também diz que o bispo diocesano deve tomar cuidado para que “os professores escolhidos para ministrar o ensino religioso nas escolas, mesmo não católicas, sobressaiam pela exatidão da doutrina, pelo testemunho de vida cristã e pelas qualidades pedagógicas”. A lei da Igreja acrescenta que “o Ordinário do lugar tem o direito de nomear ou aprovar os professores de religião para a sua diocese e ainda, se motivos de religião ou de costumes o reclamarem, o direito de os remover ou de exigir que sejam removidos”. A Arquidiocese de Indianápolis abordou problemas semelhantes em outra escola. Em agosto de 2018, Shelley Fitzgerald, conselheira de orientação em Roncalli High School, em Indianápolis, foi colocada em licença administrativa remunerada. Fitzgerald, funcionária de uma escola Arquidiocesana, tentou se casar com outra mulher em 2014. Fonte: Aci Digital #homossexualidade #Homossexualismo #LGBT
- Colégio católico aceita orientação da igreja demite professor que vivia um “casamento” h
Colégio católico aceita orientação da igreja demite professor que vivia um “casamento” homossexual O colégio católico “Cathedral High School”, da Arquidiocese de Indianápolis, nos Estados Unidos, cumprirá as instruções de seu Arcebispo e rescindirá o contrato de um professor que casou no civil com outro homem. A decisão ocorreu alguns dias depois de a Escola Preparatória Jesuíta de Brebeuf se recusar a cumprir uma instrução parecida e, com isso, ter seu status de “católica” retirado pelo seu Arcebispo, Dom Charles Thompson. “É responsabilidade do Arcebispo Thompson supervisionar a fé e a moral em relação à identidade católica dentro da Arquidiocese de Indianápolis”, disseram autoridades da Cathedral High School, em uma carta publicada em 23 de junho. “O Arcebispo Thompson deixou claro que continuar empregando um professor que contraiu casamento público entre pessoas do mesmo sexo resultaria na perda de nossa identidade católica, porque o indivíduo vive em contradição com o ensinamento católico sobre o matrimônio”, continua o texto assinado por Matt Cohoat, presidente da diretoria de Cathedral High School, e Rob Bridges, presidente do colégio. A escola, que tem cerca de 1.000 estudantes do ensino médio, é um dos 68 colégios reconhecidos como católicos pela Arquidiocese de Indianápolis. A carta da Cathedral High School indica que a “decisão angustiante” ocorreu após “22 meses de sérios debates e um amplo diálogo” com a Arquidiocese sobre a identidade católica da escola. O professor em questão não foi mencionado no documento. “Leve em consideração que oferecemos nossas orações e nosso amor a este professor, aos nossos alunos e professores, ao nosso arcebispo e a todos os associados a Cathedral, enquanto continuamos educando nossos estudantes na tradição da Congregação da Santa Cruz”, continuou a carta da escola. “Pedimos que o diálogo sobre essa situação difícil respeite a dignidade de cada pessoa e que continuem rezando por nossa família da Cathedral e pela comunidade em geral de Indianápolis”, acrescentou. A carta indica que ser católico pode ser “desafiador” e as autoridades da escola expressaram a esperança de que a ação não desanime os pais, os funcionários e os alunos. A escola de ensino médio está afiliada aos Irmãos da Santa Cruz e seus estatutos estabelecem que sua identidade católica deve ser “mantida em todos os momentos” e que a educação na fé é “uma prioridade da missão”. “Estamos comprometidos em educar nossos alunos nos princípios da fé católica, com ênfase na tradição da Santa Cruz”, afirma a carta. Além disso, expressou o respeito pela posição da Escola Preparatória Jesuíta de Brebeuf e que existem diferenças em ambas as situações. “Brebeuf está patrocinada pelos jesuítas, enquanto a Cathedral está meramente associada aos Irmãos da Santa Cruz. Como Brebeuf é um ministério específico dos jesuítas, seu status canônico e sem fins lucrativos é diferente do nosso. Portanto, as duas escolas não podem funcionar da mesma forma se Cathedral recebesse um decreto semelhante a Brebeuf “, assinalou a escola. Os jesuítas afirmam que os assuntos administrativos internos de sua escola devem ser tratados por suas próprias autoridades, em vez da Igreja local, e ignoraram o pedido da Arquidiocese, a qual enviou a solicitação a Brebeuf dois anos antes. Embora o Código de Direito Canônico estabeleça que as ordens religiosas conservam “a sua autonomia no que se refere ao regime interno destas escolas”, também diz que “compete à Conferência Episcopal estabelecer normas gerais” sobre ” a instrução e a educação religiosa católica que se ministra”, e que “compete ao Bispo diocesano regulamentar e exercer vigilância sobre a mesma”. O direito canônico também diz que o bispo diocesano deve tomar cuidado para que “os professores escolhidos para ministrar o ensino religioso nas escolas, mesmo não católicas, sobressaiam pela exatidão da doutrina, pelo testemunho de vida cristã e pelas qualidades pedagógicas”. A lei da Igreja acrescenta que “o Ordinário do lugar tem o direito de nomear ou aprovar os professores de religião para a sua diocese e ainda, se motivos de religião ou de costumes o reclamarem, o direito de os remover ou de exigir que sejam removidos”. A Arquidiocese de Indianápolis abordou problemas semelhantes em outra escola. Em agosto de 2018, Shelley Fitzgerald, conselheira de orientação em Roncalli High School, em Indianápolis, foi colocada em licença administrativa remunerada. Fitzgerald, funcionária de uma escola Arquidiocesana, tentou se casar com outra mulher em 2014. Fonte: Aci Digital #homossexualidade #Homossexualismo #LGBT
- Terror nas redes sociais: Vídeo mostra tortura e assassinato cruel de jovem de 14 anos por outras du
Terror nas redes sociais: Vídeo mostra tortura e assassinato cruel de jovem de 14 anos por outras duas jovens – Em que mundo vivemos? Circula pelas redes sociais um vídeo com cenas muito fortes, o qual mostra duas moças matando uma outra jovem de maneira muito cruel, cuja motivação teria sido ciúmes! As duas torturaram, deram facadas, afogaram e após alguns minutos de muito terror mataram a vítima, tudo isso foi filmado. Segundo notícias, a jovem Raissa, que foi cruelmente assassinada, havia terminado um relacionamento homossexual com uma das assassinas, e em seguida iniciou um relacionamento com um rapaz. A outra moça, por sua vez, não aceitou a separação e passou a perseguir a “ex” e o desfecho foi uma tragédia. As duas assassinas foram presas em flagrante. Vivendo em meio a tanto terror, tanta violência e tanto desamor que presenciamos diariamente na sociedade nos deparamos com o seguinte questionamento: como encontraremos ânimo para sermos verdadeiros cristãos? Assista este vídeo que abre nossos olhos para uma realidade que há muito nós cristãos temos ignorado: Leia o comentário do Pe. Augusto Bezerra: “As #ideologias estão pervertendo a nossa #juventude. A nossa sociedade está doente e precisa ser curada. As mesmas ideologias que falsamente pregam a #tolerância são as que desumanizam…”
- Terror nas redes sociais: Vídeo mostra tortura e assassinato cruel de jovem de 14 anos por outras du
Terror nas redes sociais: Vídeo mostra tortura e assassinato cruel de jovem de 14 anos por outras duas jovens – Em que mundo vivemos? Circula pelas redes sociais um vídeo com cenas muito fortes, o qual mostra duas moças matando uma outra jovem de maneira muito cruel, cuja motivação teria sido ciúmes! As duas torturaram, deram facadas, afogaram e após alguns minutos de muito terror mataram a vítima, tudo isso foi filmado. Segundo notícias, a jovem Raissa, que foi cruelmente assassinada, havia terminado um relacionamento homossexual com uma das assassinas, e em seguida iniciou um relacionamento com um rapaz. A outra moça, por sua vez, não aceitou a separação e passou a perseguir a “ex” e o desfecho foi uma tragédia. As duas assassinas foram presas em flagrante. Vivendo em meio a tanto terror, tanta violência e tanto desamor que presenciamos diariamente na sociedade nos deparamos com o seguinte questionamento: como encontraremos ânimo para sermos verdadeiros cristãos? Assista este vídeo que abre nossos olhos para uma realidade que há muito nós cristãos temos ignorado: Leia o comentário do Pe. Augusto Bezerra: “As #ideologias estão pervertendo a nossa #juventude. A nossa sociedade está doente e precisa ser curada. As mesmas ideologias que falsamente pregam a #tolerância são as que desumanizam…”
- De uma lixeira para uma procissão: a história de ‘Broken Mary’ (Nossa Senhora Despedaçad
No dia 31 de maio, quatro faixas de tráfego em uma das principais vias da cidade de Chicago foram fechadas por uma hora e meia, enquanto 3.200 pessoas Passou Em vez de banners políticos, eles seguravam velas. Em vez de gritar, rezaram em silêncio o rosário e cantaram Ave Maria. Em vez de um político ou oficial da cidade, eles foram conduzidos por ‘Broken Mary’ (Nossa Senhora Despedaçada), uma estátua da Virgem Maria resgatada de uma lixeira, que ainda carrega as cicatrizes de seu passado – uma rachadura no meio onde ela foi quebrada ao meio, lascada mãos, tinta desbotada com arranhões. O evento da procissão, chamado “Existe Esperança para os Quebrados”, foi organizado pela paróquia de Chicago St. John Cantius e por Kevin Matthews, que resgatou Nossa Senhora do lixo em 2010. Mas, na verdade, Matthews disse à CNA, a procissão era toda a ideia de Nossa Senhora. Matthews viu pela primeira vez o que hoje é conhecido como “Broken Mary” fora de uma lixeira em uma loja de flores, coberto de lixo e rachado ao meio. Mortificado, ele pegou a pesada estátua de concreto, trouxe-a para casa e limpou-a. Ele a restaurou de novo em um pedaço, mas pediu que suas lascas e arranhões ficassem como estavam: “Não, ela está quebrada, assim como eu. Estamos todos quebrados e precisando de reparos. Ela representa o partido ”, disse ele ao reparador. Depois de encontrar Maria, Matthews experimentou uma profunda nova devoção à Mãe de Deus. Embora nascido católico, Matthews se afastou de sua fé por muitos anos e nunca aprendeu a rezar o rosário. Depois de encontrar ‘Broken Mary’, tornou-se sua principal prioridade: rezar o rosário e encorajar os outros a fazer o mesmo. Em seu site, Matthews recita o rosário todos os dias , e qualquer um pode sintonizar. Ele tem dois aplicativos rosários, e ele também viaja com ‘Broken Mary’, dando palestras sobre o amor dela pelos quebrados, e como ela pode levá-los a ela filho, Jesus. Embora Matthews agora viva em Grand Rapids, Michigan, a procissão de Chicago era algo sobre a qual ele orava há algum tempo, ele disse. Matthews era um DJ de rádio na cidade há anos e, em muitos aspectos, é sua segunda casa, ele disse. “Eu amo Chicago, eu amo a cidade”, disse ele. “Há tantas pessoas que queriam orar pela cidade e ainda querem.” Matthews se conectou com o padre. Joshua Caswell, SJC, pastor associado em St. John Cantius em Chicago, por causa de ‘Broken Mary’ – Matthews estava em um programa da Radio Relevante para falar sobre seu ministério, e pe. Joshua foi convidado em Rádio Relevante naquele mesmo dia. Depois de muita oração entre os dois, eles decidiram começar a organizar uma procissão de Chicago com ‘Broken Mary’ em fevereiro. “Kevin disse: ‘Precisamos trazer Nossa Senhora para a cidade, precisamos trazê-la para as ruas, ela precisa ser levada e honrada pelas pessoas”, disse Andrea Eisenberg, que serviu no comitê de planejamento de procissão. CNA. Mas planejar uma grande procissão pelas movimentadas ruas de Chicago não é tarefa fácil, e fechar uma faixa de tráfego em uma rua movimentada em uma noite de sexta-feira é uma grande dúvida. “Nós sabíamos que só teria sucesso se fosse (os planos de Nossa Senhora) e como ela queria que ela fosse e como ela queria que fosse”, disse Eisenberg. Quando pe. Joshua solicitou a permissão, um funcionário da cidade viu o título do evento, “Hope for the Broken”, e disse: “Oh, eu realmente espero que sim, pai, porque realmente podemos usar alguma esperança por aqui nesta cidade”, Eisenberg recordado. Dois dias depois, a permissão foi enviada. A procissão foi o resultado de um esforço conjunto de várias unidades policiais e dos corpos de bombeiros, disse Eisenberg, bem como a colaboração com a Rádio Relevante, a Shalom TV, o Apostolado Mundial de Fátima e outras autoridades municipais. Procissão de ‘Broken Mary’ em Chicago. Crédito: Chris Sweda, Cânones Regulares de São João Cantius “Foi um esforço conjunto de todos para levar nossa fé às ruas, e era importante para todos ser um sinal visível para as pessoas que, ei, há esperança, e vem de nosso Senhor, e nossa Senhora sempre nos aproxima para ele ”, disse Eisenberg. No dia do evento, mais de 2.000 pessoas lotaram a Igreja de São João Cantius e se espalharam pelas ruas durante uma palestra sobre Maria e o rosário de Kevin Matthews. Depois, cerca de 3.200 pessoas se juntaram na procissão. “Nós marcharamos de St. John Cantius para a cidade, e quanto mais nos aproximamos da velha torre de água, mais e mais pessoas pararam em ambos os lados da Chicago Ave, para parar o que estavam fazendo, abrir seus iPhones e tirar fotos e fotos. aviso “, disse Matthews. “Foi uma caminhada de oração muito pacífica que estávamos fazendo”, acrescentou. “Recitamos quatro rosários, cantamos Ave Maria. Era uma linda oração, você podia sentir a graça de Maria, e as pessoas … elas notaram, e pela primeira vez a cidade simplesmente parou por um momento e fez uma oração por si mesma. ” Eisenberg disse que ela acha que ‘Broken Mary’ agrada a tantas pessoas porque o quebrantamento é algo com o qual quase todos podem se relacionar. “Eu acho que as pessoas realmente ressoam com o quebrantamento, não há ninguém que possa dizer: ‘Bem, eu alcancei a perfeição, não estou quebrada, isso não se aplica a mim'”, disse ela. Também faz a santidade parecer “atingível”, acrescentou ela. “Eu acho que quando as pessoas olham para os santos, elas olham para uma bela imagem e pensam: ‘Uau, essa pessoa deve ter vivido uma vida santa o tempo todo … eu nunca poderia fazer isso’. Mas algo que é sagrado, está quebrado? É como se eu pudesse ser chamado para isso, estou quebrado, talvez isso também seja para mim ”. Durante todo o seu ministério, Matthews disse que testemunhou muitas pessoas voltando à sua fé através de ‘Broken Mary’. “É apenas uma estátua de concreto, mas onde está essa estátua, Maria é, e onde Maria está, há Cristo, e onde há Cristo, há Deus”, disse Matthews, “e eu vi muitas pessoas literalmente chorando e se esvaziando. na frente de Maria. Ela nos ama tanto que nos abraça imediatamente em seu Imaculado Coração. Maria, ela é nossa mãe, e as pessoas vão até ela ”, ele disse. “Se você não está na igreja há um tempo ou se sente envergonhado, vá até Maria. E tente ir a Maria através do rosário. Apenas segure esse rosário e diga qualquer oração que quiser. Segure esse rosário, seja dedicado a esse rosário ”, acrescentou. A estátua de ‘Broken Mary’ esteve na Igreja de São João Cantius até 6 de junho, onde as pessoas puderam rezar diante da estátua. Aqueles que não puderam visitar pessoalmente também podem enviar intenções de oração on-line, que são impressas todos os dias e colocadas aos pés de ‘Broken Mary’. Saiba mais em: https://www.ourladyofthebroken.org/ Fonte: Tradução do site CNA – catholicnewsagency.com
- De uma lixeira para uma procissão: a história de ‘Broken Mary’ (Nossa Senhora Despedaçad
No dia 31 de maio, quatro faixas de tráfego em uma das principais vias da cidade de Chicago foram fechadas por uma hora e meia, enquanto 3.200 pessoas Passou Em vez de banners políticos, eles seguravam velas. Em vez de gritar, rezaram em silêncio o rosário e cantaram Ave Maria. Em vez de um político ou oficial da cidade, eles foram conduzidos por ‘Broken Mary’ (Nossa Senhora Despedaçada), uma estátua da Virgem Maria resgatada de uma lixeira, que ainda carrega as cicatrizes de seu passado – uma rachadura no meio onde ela foi quebrada ao meio, lascada mãos, tinta desbotada com arranhões. O evento da procissão, chamado “Existe Esperança para os Quebrados”, foi organizado pela paróquia de Chicago St. John Cantius e por Kevin Matthews, que resgatou Nossa Senhora do lixo em 2010. Mas, na verdade, Matthews disse à CNA, a procissão era toda a ideia de Nossa Senhora. Matthews viu pela primeira vez o que hoje é conhecido como “Broken Mary” fora de uma lixeira em uma loja de flores, coberto de lixo e rachado ao meio. Mortificado, ele pegou a pesada estátua de concreto, trouxe-a para casa e limpou-a. Ele a restaurou de novo em um pedaço, mas pediu que suas lascas e arranhões ficassem como estavam: “Não, ela está quebrada, assim como eu. Estamos todos quebrados e precisando de reparos. Ela representa o partido ”, disse ele ao reparador. Depois de encontrar Maria, Matthews experimentou uma profunda nova devoção à Mãe de Deus. Embora nascido católico, Matthews se afastou de sua fé por muitos anos e nunca aprendeu a rezar o rosário. Depois de encontrar ‘Broken Mary’, tornou-se sua principal prioridade: rezar o rosário e encorajar os outros a fazer o mesmo. Em seu site, Matthews recita o rosário todos os dias , e qualquer um pode sintonizar. Ele tem dois aplicativos rosários, e ele também viaja com ‘Broken Mary’, dando palestras sobre o amor dela pelos quebrados, e como ela pode levá-los a ela filho, Jesus. Embora Matthews agora viva em Grand Rapids, Michigan, a procissão de Chicago era algo sobre a qual ele orava há algum tempo, ele disse. Matthews era um DJ de rádio na cidade há anos e, em muitos aspectos, é sua segunda casa, ele disse. “Eu amo Chicago, eu amo a cidade”, disse ele. “Há tantas pessoas que queriam orar pela cidade e ainda querem.” Matthews se conectou com o padre. Joshua Caswell, SJC, pastor associado em St. John Cantius em Chicago, por causa de ‘Broken Mary’ – Matthews estava em um programa da Radio Relevante para falar sobre seu ministério, e pe. Joshua foi convidado em Rádio Relevante naquele mesmo dia. Depois de muita oração entre os dois, eles decidiram começar a organizar uma procissão de Chicago com ‘Broken Mary’ em fevereiro. “Kevin disse: ‘Precisamos trazer Nossa Senhora para a cidade, precisamos trazê-la para as ruas, ela precisa ser levada e honrada pelas pessoas”, disse Andrea Eisenberg, que serviu no comitê de planejamento de procissão. CNA. Mas planejar uma grande procissão pelas movimentadas ruas de Chicago não é tarefa fácil, e fechar uma faixa de tráfego em uma rua movimentada em uma noite de sexta-feira é uma grande dúvida. “Nós sabíamos que só teria sucesso se fosse (os planos de Nossa Senhora) e como ela queria que ela fosse e como ela queria que fosse”, disse Eisenberg. Quando pe. Joshua solicitou a permissão, um funcionário da cidade viu o título do evento, “Hope for the Broken”, e disse: “Oh, eu realmente espero que sim, pai, porque realmente podemos usar alguma esperança por aqui nesta cidade”, Eisenberg recordado. Dois dias depois, a permissão foi enviada. A procissão foi o resultado de um esforço conjunto de várias unidades policiais e dos corpos de bombeiros, disse Eisenberg, bem como a colaboração com a Rádio Relevante, a Shalom TV, o Apostolado Mundial de Fátima e outras autoridades municipais. Procissão de ‘Broken Mary’ em Chicago. Crédito: Chris Sweda, Cânones Regulares de São João Cantius “Foi um esforço conjunto de todos para levar nossa fé às ruas, e era importante para todos ser um sinal visível para as pessoas que, ei, há esperança, e vem de nosso Senhor, e nossa Senhora sempre nos aproxima para ele ”, disse Eisenberg. No dia do evento, mais de 2.000 pessoas lotaram a Igreja de São João Cantius e se espalharam pelas ruas durante uma palestra sobre Maria e o rosário de Kevin Matthews. Depois, cerca de 3.200 pessoas se juntaram na procissão. “Nós marcharamos de St. John Cantius para a cidade, e quanto mais nos aproximamos da velha torre de água, mais e mais pessoas pararam em ambos os lados da Chicago Ave, para parar o que estavam fazendo, abrir seus iPhones e tirar fotos e fotos. aviso “, disse Matthews. “Foi uma caminhada de oração muito pacífica que estávamos fazendo”, acrescentou. “Recitamos quatro rosários, cantamos Ave Maria. Era uma linda oração, você podia sentir a graça de Maria, e as pessoas … elas notaram, e pela primeira vez a cidade simplesmente parou por um momento e fez uma oração por si mesma. ” Eisenberg disse que ela acha que ‘Broken Mary’ agrada a tantas pessoas porque o quebrantamento é algo com o qual quase todos podem se relacionar. “Eu acho que as pessoas realmente ressoam com o quebrantamento, não há ninguém que possa dizer: ‘Bem, eu alcancei a perfeição, não estou quebrada, isso não se aplica a mim'”, disse ela. Também faz a santidade parecer “atingível”, acrescentou ela. “Eu acho que quando as pessoas olham para os santos, elas olham para uma bela imagem e pensam: ‘Uau, essa pessoa deve ter vivido uma vida santa o tempo todo … eu nunca poderia fazer isso’. Mas algo que é sagrado, está quebrado? É como se eu pudesse ser chamado para isso, estou quebrado, talvez isso também seja para mim ”. Durante todo o seu ministério, Matthews disse que testemunhou muitas pessoas voltando à sua fé através de ‘Broken Mary’. “É apenas uma estátua de concreto, mas onde está essa estátua, Maria é, e onde Maria está, há Cristo, e onde há Cristo, há Deus”, disse Matthews, “e eu vi muitas pessoas literalmente chorando e se esvaziando. na frente de Maria. Ela nos ama tanto que nos abraça imediatamente em seu Imaculado Coração. Maria, ela é nossa mãe, e as pessoas vão até ela ”, ele disse. “Se você não está na igreja há um tempo ou se sente envergonhado, vá até Maria. E tente ir a Maria através do rosário. Apenas segure esse rosário e diga qualquer oração que quiser. Segure esse rosário, seja dedicado a esse rosário ”, acrescentou. A estátua de ‘Broken Mary’ esteve na Igreja de São João Cantius até 6 de junho, onde as pessoas puderam rezar diante da estátua. Aqueles que não puderam visitar pessoalmente também podem enviar intenções de oração on-line, que são impressas todos os dias e colocadas aos pés de ‘Broken Mary’. Saiba mais em: https://www.ourladyofthebroken.org/ Fonte: Tradução do site CNA – catholicnewsagency.com
- O FINAL DO FAUSTO, DE GOETHE – José Nivaldo Cordeiro
“Compreender o destino é ter alcançado o mais alto grau da sabedoria” Giordano Bruno A obra de Goethe, Fausto, deveria ser concluída com o passamento do seu personagem, quando finalmente seu trato é concluído ao recitar o máximo instante de felicidade proporcionada a si pelos poderes de Mefistófeles: “Sim, ao Momento então diria:/Oh! Pára enfim – és tão formoso!” Trato feito, trato cumprido? Nada disso. Goethe floreia o seu final, que se alonga além do necessário à primeira vista, para expor sua cosmologia. Antes convém lembrar a enigmática frase de Fausto, à hora da morte: “À liberdade e à vida só faz juz,/Quem tem que conquistá-las diariamente.” Justo ele que, desde seu encontro com Mefistófeles, abandonou qualquer trabalho e qualquer esforço pela existência. Perdera a liberdade? Entrar no transe da morte é tornar-se escravo? Será a simples existência precisamente o que nos torna livres, qualquer que seja a forma de vida trilhada? Penso que sem olharmos qual o fundo filosófico do autor essa frase, e mesmo o conjunto da obra, perde significado. Sua filosofia natural, derivada de três ramos bem distintos, é a chave de tudo. A mais antiga influência filosófica sobre Goethe é o neoplatonismo, sob as formas compreendidas no Renascimento. Seu grande mestre foi Giordano Bruno. É daí que vai brotar o final, o Eterno-Feminino que salvará e elevará a alma de Fausto. A emergência de figuras femininas salvíficas é expressão acabada dessa crença neoplatônica. Relembremos que tanto Fausto como Gretchen cometem os mais hediondos crimes e pecados. Ela mata a própria mãe, o filho, concorre para o fim trágico do irmão, tudo por amor a Fausto. Ele, da mesma forma, e também como membro participante do culto a Dom Satã. Não há nenhum traço de piedade e arrependimento em Fausto pelos fatos narrados no poema. Ao contrário de Jó, o justo servo incorruptível de Deus, Fausto é o mais corruptos dos homens e não hesita em negociar a própria alma com Satanás. Jó sofre todo tipo de horror e de sua boca nunca sairá uma apostasia. Fausto dá as costas a Deus e se entrega de bom grado a Mefistófeles, o Demônio do Norte, a propósito uma forma de demônio menor, subordinado a Satã. Gretchen ele mesma, já bem-aventurada, aparece como mediatrix salvadora da alma de Fausto, inusitada aparição! [É absolutamente relevante sublinhar o elemento “Demônio do Norte”, pois aqui está sintetizado o germanismo cuja essência é negar tudo que nasceu dos povos meridionais da Europa, sobretudo o judaísmo e o cristianismo. É como se Roma jamais tivesse existido. As núpcias de Fausto com Helena simbolizam esse élan. Eufórion, o filho dessas núpcias, é a antecipação do próprio Hitler e suas idéias racistas tresloucadas. Está tudo contido no poema, que assume assim uma faceta profética. O fascinante é que Goethe percebe a loucura, o despropósito, descreve o próprio suicídio do povo alemão e, no entanto, cala sobre a imoralidade dessa idéia nefanda, que moldou o século XX.] É de Bruno, que influenciou Calderon de La Barca, a idéia da vida como uma representação teatral, cujo texto está escrito nas estrelas, cabendo ao astrólogo (o filósofo) decifrá-lo. Essa é uma idéia central, a ponto de, na cena inaugural, Goethe introduzir o próprio diretor de teatro como personagem. Só depois é que vem o Prólogo no Céu, em que o Deus Todo-Poderoso dará autorização para que Fausto seja tentado por Mefistófeles, que diz os memoráveis versos a Deus: “De forma estranha ele vos serve, Mestre! Não é, do louco, a nutrição terrestre. Fermento o impele ao infinito, Semiconsciente é de seu vão conceito; Do céu exige o âmbito irrestrito Como da terra o gozo mais perfeito, E o que lhe é perto, bem como o infinito, Não lhe contenta o tumultuoso peito”. Uma perfeita descrição do homem moderno, ou da modernidade. Ao que Deus responde, dando a pista para a concepção de Goethe, de cunho teológico: “Se em confusão me serve ainda agora, Daqui em breve o levarei à luz. Quando verdeja o arbusto, o cultor não ignora Que no futuro fruto e flor produz.” Fica dito portanto que Fausto é o Favorecido de Deus e, faça o que fizer, está salvo, será levado à luz. Vemos aqui ecos do nominalismo de Guilherme de Ockham, na sua forma protestante assumida pelo puritanismo de João Calvino. Os Eleitos estão desde a Eternidade. A vida pessoal e moral nada significa e as obras dos homens são inúteis como instrumento de salvação. A graça de Deus, só por ele conhecida, é que separará o trigo do joio, nos tempos finais. Deus pode tudo e não há lei alguma que não a vontade de Deus. No livro Os anos de apredizado de Wilhelm Meister temos uma personagem, uma teóloga puritana da seita dos Hernutos, que nos dá a pista para essa visão protestante e puritana adotada por Goethe sobre a escatologia. Em todo o poema podemos identificar a militância iluminista anti-católica e anticlerical do autor, reforçando sua inclinação para a heresia ockhamista e calvinista. Por fim, a terceira visão filosófica é aquela fortemente influenciada por Spinoza, pelo panteísmo que identifica Deus com a matéria. Mas Goethe vai além, ao incorporar elementos do neoplatonismo de Bruno. Para ele, natureza é tudo, inclusive astrologia e as manifestações da alma. Tudo é natureza. O próprio Mefistófeles é também natureza. O cântico final do Chorus Mysticus resume seu modo de ver: “Tudo que é efêmero é somente Preexistência; O Humano-Térreo-Insuficiente Aqui é essência; O Transcendente-Indefinível É fato aqui; O Feminil-Imperecível Nos ala a si.” A afirmação categórica da lei das analogias, tão cara à filosofia hermética. “Tudo que é efêmero é somente/Preexistência”. O que está em cima é como o que está em baixo. O próprio homem é também Deus. Assim o entende a modernidade. Microcosmo e Macrocosmo estão sobrepostos e fundidos. O Idealismo é a representação perfeita dessa idéia. http://www.rplib.com.br/index.php/artigos/item/3076-o-final-de-fausto-de-goethe
- INTERMEZZO – Gustavo Corção
Ah! esse mundo cheio de aflições. A gente vai andando, vai andando, e esbarra nas almas. E tropeça nas almas. E não sabe o que fazer e o que dizer às almas caídas. E eu aqui, a escrever; e você aí, a ler. Envergonhemo-nos, leitor. Mundo, mundo, triste mundo. Parece que ventou. Parece que a enorme árvore sacudida atira seus frutos no chão. Onde estão os operários da colheita, que encham seus cestos, e que ao entardecer voltem cantando à casa do Senhor? A gente vai andando, vai andando, e tropeça nas almas maduras. E pisa as almas caídas. E eu agora a escrever; e você agora a ler; enquanto lá fora se ergue o vento do grande outono. Como se explica, leitor, que nosso coração não se abrase e não se consuma, que nosso sono não encurte, que nosso zelo não cresça, não cresça mais, não cresça sempre, quando corremos com os olhos essa imensa planície juncada de aflições? Como se explica que não peçamos a Deus que ainda mais nos ensine a pedir, a pedir que nos atire na fogueira de seu coração? Queimar por queimar, antes no amor que na justiça. Antes aqui e agora. No dia. Na hora. No momento de arder. No momento de dar com alegria. Como se explica, leitor, que não peçamos a Deus, mais e mais, que nos ensine a pedir, que nos ensine a pedir para dar, que nos ajude a desejar, a desejar um desejo maior, e que nos tome nas mãos, galho inútil, galho seco, e nos atire assim mesmo, inútil e seco, na grande fogueira de seu amor? Antes queimar assim, por aflição das aflições. Antes torcer-se na chama, dançar na chama, com estalidos e crepitações de quem se consuma e se gaste nas aflições! Mundo, mundo, triste mundo — eu aqui a escrever, você aí a ler, ó leitor — e o vento lá fora derrubando as almas maduras! (Em Gustavo Corção. Dez anos. Rio, Agir, 1957)
- Buscar a paz não significa ser pacifista
Buscar a paz não significa ser pacifista – Um vídeo sobre o desarmamento. Nós cristãos devemos sempre buscar a paz, mas não significa que devemos ser pacifistas, abdicando do nosso direito à legítima defesa. Não é de hoje que a CNBB diz: que “temos que apoiar o desarmamento da população, pois armas geram violência… Não podemos apoiar candidados que são a favor das armas… etc.” Mas a Igreja nos ensina que somos obrigados à legítima defesa, como está escrito no CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA (2265): “A legítima defesa pode ser não somente um direito, mas até um grave dever para aquele que é responsável pela vida de outrem. Defender o bem comum implica colocar o agressor injusto na impossibilidade de fazer mal. É por esta razão que os detentores legítimos da autoridade têm o direito de recorrer mesmo às armas para repelir os agressores da comunidade civil confiada à sua responsabilidade.” Leia também: Qual a orientação da Igreja sobre a Redução da Maioridade penal? Assista o vídeo abaixo no youtube:
- Buscar a paz não significa ser pacifista
Buscar a paz não significa ser pacifista – Um vídeo sobre o desarmamento. Nós cristãos devemos sempre buscar a paz, mas não significa que devemos ser pacifistas, abdicando do nosso direito à legítima defesa. Não é de hoje que a CNBB diz: que “temos que apoiar o desarmamento da população, pois armas geram violência… Não podemos apoiar candidados que são a favor das armas… etc.” Mas a Igreja nos ensina que somos obrigados à legítima defesa, como está escrito no CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA (2265): “A legítima defesa pode ser não somente um direito, mas até um grave dever para aquele que é responsável pela vida de outrem. Defender o bem comum implica colocar o agressor injusto na impossibilidade de fazer mal. É por esta razão que os detentores legítimos da autoridade têm o direito de recorrer mesmo às armas para repelir os agressores da comunidade civil confiada à sua responsabilidade.” Leia também: Qual a orientação da Igreja sobre a Redução da Maioridade penal? Assista o vídeo abaixo no youtube:
- Vereador de São Paulo propõe projeto de Lei para dificultar o Aborto Legal e métodos para prevenir a
Vereador de São Paulo propõe projeto de Lei para dificultar o Aborto Legal e métodos para prevenir aborto ilegal Projeto do vereador paulistano fala em medidas quando for detectada “propensão ao abortamento ilegal” e prevê novos passos mesmo para abortos legais O vereador por São Paulo Fernando Holiday (DEM) apresentou um projeto de lei para que mulheres grávidas sejam encaminhadas à internação psiquiátrica caso seja constatado que elas possuam “propensão ao abortamento ilegal”. O parlamentar diz que o recurso à internação seria só nos casos de “prejuízo mental ou dependência química”. Apresentado na Câmara Municipal de São Paulo em maio, o PL 352/2019 também dificulta a realização do aborto permitido por lei. Atualmente, o método só pode ser realizado nos casos em que houve violência sexual, o feto não ter cérebro ou se há risco para a vida da mulher. Para realizar esse procedimento, a mulher deverá obter alvará judicial, caso o projeto avance no Legislativo. Depois, terá de esperar 15 dias. Durante esse período, ela deverá se submeter, obrigatoriamente, a um atendimento psicológico que possa “dissuadi-la da ideia de realizar o abortamento”, a um exame de imagem e som “que demonstre a existência de órgãos vitais, funções vitais e batimentos cardíacos” e a uma “explicação sobre os atos de destruição, fatiamento e sucção do feto”. Fonte: Jovem Pan News
- Vereador de São Paulo propõe projeto de Lei para dificultar o Aborto Legal e métodos para prevenir a
Vereador de São Paulo propõe projeto de Lei para dificultar o Aborto Legal e métodos para prevenir aborto ilegal Projeto do vereador paulistano fala em medidas quando for detectada “propensão ao abortamento ilegal” e prevê novos passos mesmo para abortos legais O vereador por São Paulo Fernando Holiday (DEM) apresentou um projeto de lei para que mulheres grávidas sejam encaminhadas à internação psiquiátrica caso seja constatado que elas possuam “propensão ao abortamento ilegal”. O parlamentar diz que o recurso à internação seria só nos casos de “prejuízo mental ou dependência química”. Apresentado na Câmara Municipal de São Paulo em maio, o PL 352/2019 também dificulta a realização do aborto permitido por lei. Atualmente, o método só pode ser realizado nos casos em que houve violência sexual, o feto não ter cérebro ou se há risco para a vida da mulher. Para realizar esse procedimento, a mulher deverá obter alvará judicial, caso o projeto avance no Legislativo. Depois, terá de esperar 15 dias. Durante esse período, ela deverá se submeter, obrigatoriamente, a um atendimento psicológico que possa “dissuadi-la da ideia de realizar o abortamento”, a um exame de imagem e som “que demonstre a existência de órgãos vitais, funções vitais e batimentos cardíacos” e a uma “explicação sobre os atos de destruição, fatiamento e sucção do feto”. Fonte: Jovem Pan News
- Solenidade de Corpus Christi em um vilarejo na África
Veja algumas fotos de como foi celebrada a de Corpus Christi no Vilarejo de Mouila – Congo no continente Africano. Se tornam cada vez mais frequente, no Brasil, as chamadas “Missas Afro” onde ocorre grande número de abusos litúrgicos na intenção de tornar a missa esteticamente próxima aos costumes africanos. O que muitos daqueles que fazem este tipo de coisa não sabem, é que a liturgia da Santa Missa precisa ser seguida à risca tanto no Vaticano, quanto na África, como em qualquer lugar do planeta, inclusive no Brasil. A inclusão de itens ou até momentos que não fazem parte da liturgia, como vestes e ornamentações coloridas, coreografias, palmas e teatros, assim como músicas que destoam do real sentido da liturgia no meio da Santa Missa constitui um erro muito grave. Selecionamos algumas fotos para mostrar como foi celebrada a solenidade de Corpus Christi em um remoto vilarejo na África.
- Solenidade de Corpus Christi em um vilarejo na África
Veja algumas fotos de como foi celebrada a de Corpus Christi no Vilarejo de Mouila – Congo no continente Africano. Se tornam cada vez mais frequente, no Brasil, as chamadas “Missas Afro” onde ocorre grande número de abusos litúrgicos na intenção de tornar a missa esteticamente próxima aos costumes africanos. O que muitos daqueles que fazem este tipo de coisa não sabem, é que a liturgia da Santa Missa precisa ser seguida à risca tanto no Vaticano, quanto na África, como em qualquer lugar do planeta, inclusive no Brasil. A inclusão de itens ou até momentos que não fazem parte da liturgia, como vestes e ornamentações coloridas, coreografias, palmas e teatros, assim como músicas que destoam do real sentido da liturgia no meio da Santa Missa constitui um erro muito grave. Selecionamos algumas fotos para mostrar como foi celebrada a solenidade de Corpus Christi em um remoto vilarejo na África.
- ADOLPHO CRIPPA (1929-2000) – Ronaldo Rebello de Britto Poletti
Crippa mereceu um verbete, subscrito por Miguel Reale, na Logos – Enciclopédia Luso-Brasileira de Filosofia (Lisboa/São Paulo: Editorial Verbo, 1989) Sua trajetória foi brilhante. Formou-se em Filosofia e licenciou-se em Teologia pela Universidade Gregoriana de Roma. Frequentou a Academia Romana de Santo Tomás de Aquino, onde foi aluno de Charles Boyer e de Garrigou-Lagrange. Professor Titular de Filosofia Geral e Ética na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1960), sucedeu a Leonardo Van Acker. Membro do Instituto Brasileiro de Filosofia e da Sociedade dos Filósofos Católicos, aderiu ao tomismo sem ter sido um neoescolástico, e esteve aberto ao pensamento contemporâneo na busca de um diálogo construtivo, conservando a autenticidade da filosofia cristã. Insistiu, desde sempre, na origem religiosa da cultura e na relação ente a teoria do desenvolvimento e o cristianismo. Procurou explicitar a problemática da cultura, enquanto realidade anterior à ação intelectiva e volitiva do homem. No interior da consciência, haveria formas e protoformas decisivas que interferem nas significações e nos valores por ela assumidos. O homem, enquanto agente espiritual e criador de cultura seria, ele próprio, consequência de um projeto natural. A cultura seria uma possibilidade radical, a partir da qual se põe o homem como consciência e como liberdade criadora. O melhor resumo sobre a vida e a obra de Adolpho Crippa foi escrito, em sua memória, por Ubiratan Borges de Macedo (Revista Brasileira de Filosofia, do Instituto Brasileiro de Filosofia. v. L, fasc. 198, abr.-maio-jun./2000). Dentre as inúmeras possibilidades de aproximarmo-nos do trabalho de Crippa, optei, em texto publicado em Notícia do Direito Brasileiro (Revista da Faculdade de Direito da UnB. Nova Série, nº 10, 220 4, p. 151-162), por uma resenha da Convivium, apenas no tocante aos assuntos filosóficos veiculados durante os 31 anos (1962-1993) de sua existência. Em quase todos os números, Crippa compareceu com valiosos estudos filosóficos e políticos, abordando sempre questões da ordem do dia sobre pensadores contemporâneos, livros publicados, encíclicas papais, universidade e cultura. A Convívio – Sociedade Brasileira de Cultura, sob a direção de Adolpho Crippa, desenvolveu outras atividades, como a edição de livros e a realização de cursos, por intermédio do Centro de Estudos e Desenvolvimento; organizou e pôs em funcionamento a Agência de Notícias Planalto, sob a responsabilidade de Gumercindo Rocha Dórea, com ampla penetração na imprensa brasileira; patrocinou encontros de intelectuais para a discussão de temas, publicando o resultado dos debates e das participações, como As Idéias Filosóficas no Brasil, três volumes (1978), As Idéias Políticas no Brasil, dois volumes (1979) e A Filosofia e o Ensino da Filosofia (1979). De 1983 a 1990, editou a Revista Política e Desenvolvimento, consagrada a relações internacionais. Publicou livros de Amoroso Costa, Leonardo Van Acker, Alexandre Augusto de Castro Corrêa, Roque Spencer Maciel de Barros, Antonio Paim, Nelson Nogueira Saldanha, Agustín Basave Fernández del Valle, Eduardo Prado de Mendonça, Ubiratam Macedo, Georges Gusdorf, Jean Ladrière, Heraldo Barbuy, Luigi Zampetti, Manoel Gonçalves Filho, Miguel Reale, Meira Penna e Odilão Moura. Os livros de autoria de Crippa, todos eles de alto nível sob o prisma filosófico e político, revelam bem o seu valor intelectual: O Princípio da Individuação em Santo Tomás de Aquino, Mito e Cultura, A Idéia de Cultura em Vicente Ferreira da Silva, O Problema da Universidade, Introdução à Filosofia – Sinopse, Problemas Filosóficos e Humanismo e Desenvolvimento (obra divulgada em restrita edição xerox, após premiação pelo Governo de São Paulo, a que o perfeccionismo do autor impediu a publicação). Muito se poderá, ainda, escrever sobre a figura e a obra de Adolpho Crippa, que foi um gigante na luta entre o pensamento filosófico do cristianismo e a vulgata do materialismo, gerador do totalitarismo e da diminuição do homem. (Revista Jurídica Consulex, Ano XIV, nº 334, 15 de dezembro/2010).
- Time do Vaticano se nega a jogar após manifestação pró-aborto das adversárias
Time de futebol feminino do Vaticano se nega a jogar após manifestação pró-aborto das adversárias Equipe recém-formada da cidade-estado, sede da Igreja Católica, abandona partida contra FC Mariahilf, na Áustria, antes do pontapé inicial por manifestações pró-aborto e LGBT Surpreendidas pelas provocações das adversárias, as jogadoras do time feminino de futebol do Vaticano deixaram o campo em Viena antes do início do jogo com as austríacas do Mariahilf. O amistoso seria a estreia internacional da recém-formada seleção feminina de futebol do Vaticano, mas se transformou num protesto contra a Igreja. Durante o hino do Vaticano, algumas meninas austríacas levantaram suas camisetas expondo frases a favor do aborto e proclamando mensagens pró-LGBT, em controvérsia com as posições da Igreja. Das arquibancadas surgiram também faixas polêmicas. As jogadoras que levantaram a blusa durante o hino do Vaticano exibiam em suas barrigas desenhos de ovários e mensagens pró-aborto. Depois desse protesto, enquanto as capitãs trocavam flâmulas no meio do campo, foram colocadas bandeirinhas de escanteio com as cores do arco-íris, mesma combinação em que aparecia o nome do time num dos muros em volta do gramado. Fora das quatro linhas, faixas começaram a ser exibidas e foram distribuídos folhetos sobre o protesto aos jornalistas presentes. O protesto surpreendeu as jogadoras do Vaticano e toda a equipe técnica, que estavam prontas para uma simples festa. Em conjunto com o diretor esportivo, tomaram a dolorosa decisão de não jogar a partida para não continuar a instrumentalização de um evento para o qual haviam se preparado com alegria. O time de futebol feminino do Vaticano jogou no último dia 26 de maio seu primeiro jogo contra as meninas da ‘Primavera de Roma’: apesar de perderem de 10 a zero, o evento foi uma bela manifestação de amizade e esporte. O presidente do FC Mariahilf, Ernst Lackner, disse que não sabia das manifestações e reprovou a atitude. Foi o clube austríaco que convidou a seleção do Vaticano para o amistoso que celebrava os 20 anos da criação do time feminino. – Este não é o contexto certo para protestar contra o aborto ou como a vida deve ser conduzida. Eu e o treinador do time não entendemos o que aconteceu, mas certamente tomaremos providências – disse Lackner. Fonte: vaticannews.va | Globoesporte.globo.com
- Time do Vaticano se nega a jogar após manifestação pró-aborto das adversárias
Time de futebol feminino do Vaticano se nega a jogar após manifestação pró-aborto das adversárias Equipe recém-formada da cidade-estado, sede da Igreja Católica, abandona partida contra FC Mariahilf, na Áustria, antes do pontapé inicial por manifestações pró-aborto e LGBT Surpreendidas pelas provocações das adversárias, as jogadoras do time feminino de futebol do Vaticano deixaram o campo em Viena antes do início do jogo com as austríacas do Mariahilf. O amistoso seria a estreia internacional da recém-formada seleção feminina de futebol do Vaticano, mas se transformou num protesto contra a Igreja. Durante o hino do Vaticano, algumas meninas austríacas levantaram suas camisetas expondo frases a favor do aborto e proclamando mensagens pró-LGBT, em controvérsia com as posições da Igreja. Das arquibancadas surgiram também faixas polêmicas. As jogadoras que levantaram a blusa durante o hino do Vaticano exibiam em suas barrigas desenhos de ovários e mensagens pró-aborto. Depois desse protesto, enquanto as capitãs trocavam flâmulas no meio do campo, foram colocadas bandeirinhas de escanteio com as cores do arco-íris, mesma combinação em que aparecia o nome do time num dos muros em volta do gramado. Fora das quatro linhas, faixas começaram a ser exibidas e foram distribuídos folhetos sobre o protesto aos jornalistas presentes. O protesto surpreendeu as jogadoras do Vaticano e toda a equipe técnica, que estavam prontas para uma simples festa. Em conjunto com o diretor esportivo, tomaram a dolorosa decisão de não jogar a partida para não continuar a instrumentalização de um evento para o qual haviam se preparado com alegria. O time de futebol feminino do Vaticano jogou no último dia 26 de maio seu primeiro jogo contra as meninas da ‘Primavera de Roma’: apesar de perderem de 10 a zero, o evento foi uma bela manifestação de amizade e esporte. O presidente do FC Mariahilf, Ernst Lackner, disse que não sabia das manifestações e reprovou a atitude. Foi o clube austríaco que convidou a seleção do Vaticano para o amistoso que celebrava os 20 anos da criação do time feminino. – Este não é o contexto certo para protestar contra o aborto ou como a vida deve ser conduzida. Eu e o treinador do time não entendemos o que aconteceu, mas certamente tomaremos providências – disse Lackner. Fonte: vaticannews.va | Globoesporte.globo.com
- “E VÓS, CATÓLICOS, QUEM DIZEIS QUE EU SOU?” – Meditação do Padre Paulo Ricardo para o 12º Domingo do
Para ouvir a homilia do Padre Paulo Ricardo, “E vós, católicos, quem dizeis que eu sou?”, clicar AQUI. Se se perguntasse aos homens de hoje quem eles pensam ser Jesus Cristo, de modo geral, respostas muito positivas seriam dadas: uns diriam que é um “iluminado”; outros, que é um “espírito-guia”; outros ainda, que é um “profeta”. Mas, em um mundo contaminado pelo indiferentismo religioso, onde o que vale é “crer em alguma coisa”, quem está disposto a reconhecer no filho da Virgem Maria o “Cristo de Deus”, como fizeram os Apóstolos e como faz ao longo dos séculos a santa Igreja Católica?
- ABENÇOADO E OFERECIDO – Meditação de Scott Hahn sobre a Solenidade de Corpus Christi
Por sua oferta, Melquisedeque concede as bênçãos de Deus a Abraão. Ele está indicando como também nós, um dia, receberemos as bênçãos de Deus, ao mesmo tempo em que O bendiremos, dando-Lhe graças por nos libertar de nossos maiores inimigos: o pecado e a morte. Como Paulo recorda, na epístola de hoje, Jesus transformou o pão e o vinho, tornando-o um sinal do Seu Corpo e Sangue, através do qual Deus nos concede as bênçãos de Sua “nova aliança”. Jesus é “o sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque”, que Deus, no salmo de hoje, promete que governará em Sião, a nova Jerusalém (Hebreus 6, 20-7, 3). Pelo milagre dos pães e dos peixes, no Evangelho de hoje Jesus novamente antecipa as bênçãos da Eucaristia. Observe que Ele toma o pão, abençoa-o, parte-o e o dá aos Doze. Encontraremos as mesmas palavras, em semelhante ordem, pronunciadas na Última Ceia (Lucas 22,19) e em Sua celebração da Eucaristia na primeira noite de Páscoa (Lucas 24, 30). A Eucaristia cumpre a oferta de Melquisedeque. É o milagre diário do sacerdócio celestial de Jesus. Jesus conferiu aos Apóstolos um sacerdócio, ao ordenar-lhes que alimentassem a multidão, enchendo exatamente doze cestos com o pão que tinha sobrado, do mesmo modo que lhes mandou, na noite em que Ele foi entregue: “Fazei isto em memória de Mim”. Através de Seus sacerdotes, Ele ainda nos alimenta no “lugar deserto” de nosso exílio terrestre. Por esse sinal, Ele nos promete uma glória vindoura. Todas as vezes que compartilhamos de Seu Corpo e Sangue, proclamamos Sua vitória sobre a morte, até que Ele venha novamente para tornar nossa a Sua vitória. https://stpaulcenter.com/blessed-and-given-scott-hahn-reflects-on-the-solemnity-of-the-most-holy-body-blood-of-christ/
- Fiéis e Padres Católicos respondem à zombaria contra a Grande Mãe de Deus por cantor protestante
Fiéis e Padres Católicos respondem à zombaria contra a Grande Mãe de Deus por cantor protestante Na última quinta-feira durante o feriado em honra a Corpus Christi, no evento “marcha para Jesus”, o cantor gospel Fernandinho utilizou uma expressão que deixou muitos católicos ofendidos: “O Brasil não tem uma Senhora”. Assista no vídeo o momento em que ocorre tal manifestação: Diversos padres e fiéis católicos se manifestaram nas redes sociais. Vejam alguns deles: Padre Ricardo de Barros Marques Ele disse: “O Brasil não tem Senhora”? Que afronta! Mas o que esperar de alguém que faz “marcha pra Jesus”, sem Jesus, quando poderia se converter à verdade e participar de uma procissão com Jesus? Padre Gabriel Vila Verde Um breve comentário a respeito da “Marcha para Jesus” 2019. Ela passaria despercebida, se um certo cantor de nome “Fernandinho” não abrisse a boca para dizer o que disse. Em um país de maioria cristã, gritou para o público que o Brasil não tem uma senhora, referindo-se à Nossa Senhora, Mãe de Jesus. Em primeiro lugar, ele deveria saber que o feriado de Corpus Christi só existe por causa da Igreja Católica. Sem ela, esta marcha seria num dia comum. Eles se aproveitam de um feriado católico, para atingir os católicos. Nada mais incoerente. O Sr Fernando deveria entender, que esta “Senhora” dos Católicos, foi a primeira a marchar com Jesus, e não foi em cima do palco nem de um trio elétrico. Foi com Ele no ventre, no útero. Se hoje este cantor consegue vender seus discos falando de Jesus, é porque aquela Senhora, quando jovem, renunciou aos seus próprios planos e se abandonou aos planos de Deus. Nesta Marcha, eles não quiseram a presença da Senhora. Mas não só ela ficou ausente. Houve também a ausência do respeito, da teologia, da coerência, da humildade, e de tantas outras coisas que, por ventura, deveriam ser convidadas. Por fim, eu me pergunto: quem é esse cantor? Um pecador qualquer como qualquer pecador. Quem é Maria? A escolhida por Deus para ser mãe do Salvador. Coloquem na balança e vejam quem pesa mais! Hugo, fundador da comunidade Colo de Deus Caríssimo pastor Fernandinho de Campos, o senhor está certo em parte na sua fala na marcha para Jesus esse ano. Acertou quando disse que o Brasil tem um Senhor. Mas errou, e foi muito desrespeitoso quando disse que este país, historicamente cristão e católico, não tem uma Senhora. Sim, o Brasil tem uma Senhora! O nome dela é Maria, mãe e serva, esposa e filha do Senhor desse país. Tem, e sempre terá, pois foi assumida pelo Senhor desse país, levada aos céus em vida, ou como vocês preferem dizer “arrebatada”. Ela é Senhora desse país por causa da eleição que Deus a condicionou: mãe do seu filho Jesus. Pela lógica, a mãe de um rei é uma rainha, e uma rainha é Senhora de uma nação. Então, realmente você se equivocou. Um detalhe: você não precisa se preocupar quando dizemos que Maria é a Senhora do Brasil, pois quando afirmamos isto, não estamos dizendo que Maria é a deusa do Brasil. Sabemos que o Deus dessa nação é Yhwh, mas Maria é mãe da segunda pessoa Dele, Yeshua. Nós católicos não somos idólatras muito menos mariólatras. Mas eu entendo que no final é tudo questão de interpretação. Foi assim comigo um dia. Somente use mais respeito quando falar da minha e da sua mãe, porque se você é filho de Deus você também é filho dela. Ou você não Lembra que Jesus na cruz entregou Maria a João, dizendo que a partir daquele momento João era filho dela? Pois é, nesse rolê todo, eu e você somos João, o discípulo amado. Mas tá tudo bem… eu te perdôo, ainda somos amigos. O Brasil pertence a Jesus pelas mãos de Maria. (Amo e respeito meus irmãos protestantes, continuo amando e nada do que aconteceu muda minha admiração e meu respeito por vocês. Qualquer comentário desrespeitoso contra eles ou contra minha fé católica será excluído.) Helio Maria – Pregador Salve Maria Puríssima! ⠀ Maria Santíssima é Rainha e Senhora: ⠀ Tendo sido a Santíssima Virgem elevada à dignidade de Mãe de Deus, com justa razão a Santa Igreja a honra, e quer que de todos seja honrada com o título glorioso de Rainha. Se o Filho é Rei, diz o Pseudo – Atanásio, justamente a Mãe deve considerar-se e chamar-se Rainha. Desde o momento em que Maria aceitou ser Mãe do Verbo Eterno, diz São Bernardino de Sena, mereceu tornar-se Rainha do mundo e de todas as criaturas. Se a carne de Maria, conclui Arnoldo, abade, não foi diversa da de Jesus, como, pois, da monarquia do Filho pode ser separada a Mãe? Por isso deve julgar-se que a glória do reino não só é comum entre a Mãe e o Filho, mas também que é a mesma para ambos. Se Jesus é Rei do universo, do universo também é Maria Rainha, escreve Roberto, abade. De modo que, na frase de São Bernardino de Sena, quantas são as criaturas que servem a Deus, tantas também devem servir a Maria Santíssima. Por conseguinte, estão sujeitos ao domínio de Maria os anjos, os homens e todas as coisas do céu e da terra, porque tudo está também sujeito ao império de Deus. Fonte: Glórias de Maria, Santo Afonso Maria de Ligório. Padre Augusto Bezerra #RESPOSTA AO CANTOR PROTESTANTE #FERNANDINHO Fernandinho, é sério que você disse que “o Brasil não tem uma senhora”? De fato, você é um filho protestante, que protesta contra a própria mãe estupidamente. A minha resposta a sua pessoa será bíblica, pois quero que seja bem fundamentalista com o versículo que citarei. Não está lembrado da saudação do Anjo à Virgem Maria? Ele a saúda de uma maneira muitíssimo específica: “Ave, Cheia de Graça” (Lc 1,28)! Por acaso, sabe o que quer dizer “Ave” na antiguidade? Era uma saudação dada EXCLUSIVAMENTE ao imperador ou ao rei. E pra não deixar dúvidas de que era uma saudação extraordinária, diz o versículo seguinte: “Perturbou-se ela com essas palavras e pôs-se a pensar no que significaria semelhante saudação” (Lc 1,29). Bem, o arcanjo Gabriel a trata como senhora, e um filho a trata como qualquer. Mas ela é sim Senhora, Mãe e Rainha, quer queira, quer não, e do mundo inteiro: “Ave, Rainha, Ave, Senhora, da Luz do mundo és aurora”! Mais tarde ele completou: Nossa Senhora Aparecida é a Rainha e Padroeira do Brasil Veja também abaixo uma ótima formação com tema: “A Iconografia de Aparecida” contendo detalhes sobre a magnífica história da Imagem de Nossa Senhora Aparecida, e os detalhes que levaram-na a ser considerada a Rainha e Padroeira do Brasil. Clique aqui para assistir:
- Fiéis e Padres Católicos respondem à zombaria contra a Grande Mãe de Deus por cantor protestante
Fiéis e Padres Católicos respondem à zombaria contra a Grande Mãe de Deus por cantor protestante Na última quinta-feira durante o feriado em honra a Corpus Christi, no evento “marcha para Jesus”, o cantor gospel Fernandinho utilizou uma expressão que deixou muitos católicos ofendidos: “O Brasil não tem uma Senhora”. Assista no vídeo o momento em que ocorre tal manifestação: Diversos padres e fiéis católicos se manifestaram nas redes sociais. Vejam alguns deles: Padre Ricardo de Barros Marques Ele disse: “O Brasil não tem Senhora”? Que afronta! Mas o que esperar de alguém que faz “marcha pra Jesus”, sem Jesus, quando poderia se converter à verdade e participar de uma procissão com Jesus? Padre Gabriel Vila Verde Um breve comentário a respeito da “Marcha para Jesus” 2019. Ela passaria despercebida, se um certo cantor de nome “Fernandinho” não abrisse a boca para dizer o que disse. Em um país de maioria cristã, gritou para o público que o Brasil não tem uma senhora, referindo-se à Nossa Senhora, Mãe de Jesus. Em primeiro lugar, ele deveria saber que o feriado de Corpus Christi só existe por causa da Igreja Católica. Sem ela, esta marcha seria num dia comum. Eles se aproveitam de um feriado católico, para atingir os católicos. Nada mais incoerente. O Sr Fernando deveria entender, que esta “Senhora” dos Católicos, foi a primeira a marchar com Jesus, e não foi em cima do palco nem de um trio elétrico. Foi com Ele no ventre, no útero. Se hoje este cantor consegue vender seus discos falando de Jesus, é porque aquela Senhora, quando jovem, renunciou aos seus próprios planos e se abandonou aos planos de Deus. Nesta Marcha, eles não quiseram a presença da Senhora. Mas não só ela ficou ausente. Houve também a ausência do respeito, da teologia, da coerência, da humildade, e de tantas outras coisas que, por ventura, deveriam ser convidadas. Por fim, eu me pergunto: quem é esse cantor? Um pecador qualquer como qualquer pecador. Quem é Maria? A escolhida por Deus para ser mãe do Salvador. Coloquem na balança e vejam quem pesa mais! Hugo, fundador da comunidade Colo de Deus Caríssimo pastor Fernandinho de Campos, o senhor está certo em parte na sua fala na marcha para Jesus esse ano. Acertou quando disse que o Brasil tem um Senhor. Mas errou, e foi muito desrespeitoso quando disse que este país, historicamente cristão e católico, não tem uma Senhora. Sim, o Brasil tem uma Senhora! O nome dela é Maria, mãe e serva, esposa e filha do Senhor desse país. Tem, e sempre terá, pois foi assumida pelo Senhor desse país, levada aos céus em vida, ou como vocês preferem dizer “arrebatada”. Ela é Senhora desse país por causa da eleição que Deus a condicionou: mãe do seu filho Jesus. Pela lógica, a mãe de um rei é uma rainha, e uma rainha é Senhora de uma nação. Então, realmente você se equivocou. Um detalhe: você não precisa se preocupar quando dizemos que Maria é a Senhora do Brasil, pois quando afirmamos isto, não estamos dizendo que Maria é a deusa do Brasil. Sabemos que o Deus dessa nação é Yhwh, mas Maria é mãe da segunda pessoa Dele, Yeshua. Nós católicos não somos idólatras muito menos mariólatras. Mas eu entendo que no final é tudo questão de interpretação. Foi assim comigo um dia. Somente use mais respeito quando falar da minha e da sua mãe, porque se você é filho de Deus você também é filho dela. Ou você não Lembra que Jesus na cruz entregou Maria a João, dizendo que a partir daquele momento João era filho dela? Pois é, nesse rolê todo, eu e você somos João, o discípulo amado. Mas tá tudo bem… eu te perdôo, ainda somos amigos. O Brasil pertence a Jesus pelas mãos de Maria. (Amo e respeito meus irmãos protestantes, continuo amando e nada do que aconteceu muda minha admiração e meu respeito por vocês. Qualquer comentário desrespeitoso contra eles ou contra minha fé católica será excluído.) Helio Maria – Pregador Salve Maria Puríssima! ⠀ Maria Santíssima é Rainha e Senhora: ⠀ Tendo sido a Santíssima Virgem elevada à dignidade de Mãe de Deus, com justa razão a Santa Igreja a honra, e quer que de todos seja honrada com o título glorioso de Rainha. Se o Filho é Rei, diz o Pseudo – Atanásio, justamente a Mãe deve considerar-se e chamar-se Rainha. Desde o momento em que Maria aceitou ser Mãe do Verbo Eterno, diz São Bernardino de Sena, mereceu tornar-se Rainha do mundo e de todas as criaturas. Se a carne de Maria, conclui Arnoldo, abade, não foi diversa da de Jesus, como, pois, da monarquia do Filho pode ser separada a Mãe? Por isso deve julgar-se que a glória do reino não só é comum entre a Mãe e o Filho, mas também que é a mesma para ambos. Se Jesus é Rei do universo, do universo também é Maria Rainha, escreve Roberto, abade. De modo que, na frase de São Bernardino de Sena, quantas são as criaturas que servem a Deus, tantas também devem servir a Maria Santíssima. Por conseguinte, estão sujeitos ao domínio de Maria os anjos, os homens e todas as coisas do céu e da terra, porque tudo está também sujeito ao império de Deus. Fonte: Glórias de Maria, Santo Afonso Maria de Ligório. Padre Augusto Bezerra #RESPOSTA AO CANTOR PROTESTANTE #FERNANDINHO Fernandinho, é sério que você disse que “o Brasil não tem uma senhora”? De fato, você é um filho protestante, que protesta contra a própria mãe estupidamente. A minha resposta a sua pessoa será bíblica, pois quero que seja bem fundamentalista com o versículo que citarei. Não está lembrado da saudação do Anjo à Virgem Maria? Ele a saúda de uma maneira muitíssimo específica: “Ave, Cheia de Graça” (Lc 1,28)! Por acaso, sabe o que quer dizer “Ave” na antiguidade? Era uma saudação dada EXCLUSIVAMENTE ao imperador ou ao rei. E pra não deixar dúvidas de que era uma saudação extraordinária, diz o versículo seguinte: “Perturbou-se ela com essas palavras e pôs-se a pensar no que significaria semelhante saudação” (Lc 1,29). Bem, o arcanjo Gabriel a trata como senhora, e um filho a trata como qualquer. Mas ela é sim Senhora, Mãe e Rainha, quer queira, quer não, e do mundo inteiro: “Ave, Rainha, Ave, Senhora, da Luz do mundo és aurora”! Mais tarde ele completou: Nossa Senhora Aparecida é a Rainha e Padroeira do Brasil Veja também abaixo uma ótima formação com tema: “A Iconografia de Aparecida” contendo detalhes sobre a magnífica história da Imagem de Nossa Senhora Aparecida, e os detalhes que levaram-na a ser considerada a Rainha e Padroeira do Brasil. Clique aqui para assistir:
- POR QUE OS ATEUS TEM MEDO DE JESUS CRISTO? – Agostino Nobile
Por que, então, um tipo como o jornalista Michele Serra (que nunca falou uma palavra contra a pornografia, e contra a violência física e mental que se difunde pelas redes de televisão), fica indignado quando a jornalista e apresentadora do Tg2, Marina Nalesso, exibe um crucifixo durante o noticiário? O que esse símbolo representa de tão terrível? Não estamos falando simplesmente de padres, mas daquela mensagem que, ao estruturar a forma mentis européia, permitiu que a sociedade ocidental se tornasse a comunidade mais frutífera do planeta. Basta pensar no desenvolvimento das ciências, da medicina, das artes, da filosofia, da teologia. Aliviou a vida humana através dos direitos humanos e, materialmente, com invenções como óculos, a imprensa, o livro, o carro, o avião, etc. Tudo isso é resultado daquela doutrina que, graças ao conceito cristão de compaixão, criou riquezas a partir dos primeiros monges beneditinos. Foi a compaixão, o amor e o respeito ao próximo que moveram as mentes mais brilhantes a inventar e construir coisas para o bem-estar da comunidade, algo inimaginável no mundo confuciano, taoísta, muçulmano, hindu ou budista. Por exemplo, os hospitais: como os entendemos hoje, foram criados por monges no século IV. E eles não faziam disso um negócio, como os ateus. Então, por que algumas pessoas são tão alérgicas ao crucifixo? Foi Jesus quem ensinou os métodos mais apropriados de massacrar indefesos? Foi Ele quem promoveu revoluções, aconselhando o uso de guilhotinas para aterrorizar e impor respeito às populações ignorantes? Jesus Cristo terá escrito algum manual de introdução à guerra, ensinando a matar um número infinito de inocentes? Deixou por escrito instruções sobre como empobrecer milhões de ucranianos e fazê-los morrer de fome com suas mulheres e crianças? Terá Ele estimulado a perseguição de raças não-arianas? Sugeriu a construção de gulags soviéticos, laogai chineses, campos de concentração, campos de reabilitação e fornos crematórios? Acho que estou confundindo o filme… As desumanidades mencionadas, como sabemos, não fazem parte das bem-aventuranças, mas das ideologias que o ateísmo pôs em prática. Esse ateísmo que, ainda hoje, é ostentado como uma bandeira por indivíduos carentes de empatia, ignorantes e teimosos. http://www.marcotosatti.com/2019/06/20/marina-nalesso-e-il-crocefisso-un-commento-di-agostino-nobile/
- Sacerdote católico responde a cantor gospel que zombou de Nossa Senhora e ofendeu católicos
Sacerdote católico responde a cantor gospel que ofendeu católicos Na quinta-feira de Corpus Christi, durante o evento “marcha para Jesus” realizado na capital de São Paulo, o cantor gospel Fernandinho utilizou uma expressão que deixou muitos católicos ofendidos: “O Brasil não tem uma Senhora”. O Padre Augusto Bezerra escreveu uma resposta ao cantor em seu facebook, leia: #RESPOSTA AO CANTOR PROTESTANTE #FERNANDINHO Fernandinho, é sério que você disse que “o Brasil não tem uma senhora”? De fato, você é um filho protestante, que protesta contra a própria mãe estupidamente. A minha resposta a sua pessoa será bíblica, pois quero que seja bem fundamentalista com o versículo que citarei. Não está lembrado da saudação do Anjo à Virgem Maria? Ele a saúda de uma maneira muitíssimo específica: “Ave, Cheia de Graça” (Lc 1,28)! Por acaso, sabe o que quer dizer “Ave” na antiguidade? Era uma saudação dada EXCLUSIVAMENTE ao imperador ou ao rei. E pra não deixar dúvidas de que era uma saudação extraordinária, diz o versículo seguinte: “Perturbou-se ela com essas palavras e pôs-se a pensar no que significaria semelhante saudação” (Lc 1,29). Bem, o arcanjo Gabriel a trata como senhora, e um filho a trata como qualquer. Mas ela é sim Senhora, Mãe e Rainha, quer queira, quer não, e do mundo inteiro: “Ave, Rainha, Ave, Senhora, da Luz do mundo és aurora”! Mais tarde ele completou: Nossa Senhora Aparecida é a Rainha e Padroeira do Brasil Veja também abaixo uma ótima formação com tema: “A Iconografia de Aparecida” contendo detalhes sobre a magnífica história da Imagem de Nossa Senhora Aparecida, e os detalhes que levaram-na a ser considerada a Rainha e Padroeira do Brasil. Clique aqui para assistir: #Brasil #NossaSenhora #Polêmica #Protestantismo
- Sacerdote católico responde a cantor gospel que zombou de Nossa Senhora e ofendeu católicos
Sacerdote católico responde a cantor gospel que ofendeu católicos Na quinta-feira de Corpus Christi, durante o evento “marcha para Jesus” realizado na capital de São Paulo, o cantor gospel Fernandinho utilizou uma expressão que deixou muitos católicos ofendidos: “O Brasil não tem uma Senhora”. O Padre Augusto Bezerra escreveu uma resposta ao cantor em seu facebook, leia: #RESPOSTA AO CANTOR PROTESTANTE #FERNANDINHO Fernandinho, é sério que você disse que “o Brasil não tem uma senhora”? De fato, você é um filho protestante, que protesta contra a própria mãe estupidamente. A minha resposta a sua pessoa será bíblica, pois quero que seja bem fundamentalista com o versículo que citarei. Não está lembrado da saudação do Anjo à Virgem Maria? Ele a saúda de uma maneira muitíssimo específica: “Ave, Cheia de Graça” (Lc 1,28)! Por acaso, sabe o que quer dizer “Ave” na antiguidade? Era uma saudação dada EXCLUSIVAMENTE ao imperador ou ao rei. E pra não deixar dúvidas de que era uma saudação extraordinária, diz o versículo seguinte: “Perturbou-se ela com essas palavras e pôs-se a pensar no que significaria semelhante saudação” (Lc 1,29). Bem, o arcanjo Gabriel a trata como senhora, e um filho a trata como qualquer. Mas ela é sim Senhora, Mãe e Rainha, quer queira, quer não, e do mundo inteiro: “Ave, Rainha, Ave, Senhora, da Luz do mundo és aurora”! Mais tarde ele completou: Nossa Senhora Aparecida é a Rainha e Padroeira do Brasil Veja também abaixo uma ótima formação com tema: “A Iconografia de Aparecida” contendo detalhes sobre a magnífica história da Imagem de Nossa Senhora Aparecida, e os detalhes que levaram-na a ser considerada a Rainha e Padroeira do Brasil. Clique aqui para assistir: #Brasil #NossaSenhora #Polêmica #Protestantismo
- O MILAGRE DO COXO DE CALANDA
Aconteceu em julho de 1637, há quase quatrocentos anos, na cidade espanhola de Castellón de la Plana. Miguel Juan Pellicer, jovem trabalhador da roça, conduzia o carro de seu tio Jaime Blasco, carregado de trigo, quando caiu sob uma das rodas e teve a tíbia da perna direita fraturada, logo abaixo do joelho. Em 3 de agosto, conforme consta do livro de registros, é atendido no Hospital Real de Valência, a principal cidade da região. Agravando-se o problema, foi transferido no início de outubro, com febre, para o Hospital Real de Saragoça, distante mais de trezentos quilômetros, ao norte da Espanha. Algumas semanas mais tarde, sem que os médicos encontrassem solução para a gangrena, decidiram que a perna já enegrecida devia ser amputada. Depois de embriagá-lo com vinho, que era um dos anestésicos da época, cortaram-na quatro dedos abaixo do joelho, cauterizando o toco com ferro em brasa. Um dos cirurgiões, com a perna decepada nas mãos, ainda teve tempo de exibi-la a várias pessoas, antes de levá-la à capela do hospital, onde ficavam os cadáveres que seriam enterrados no cemitério da própria casa de saúde. E ali foi sepultada a perna de Miguel, que continuou vivo, embora coxo. Quando saiu do hospital, apoiava-se em duas muletas e uma perna de madeira, que mal podia usar, tamanha era a dor que sentia. Já com permissão para exercer a mendicância, arrastava-se com dificuldade até a Basílica de Nossa Senhora do Pilar, onde diariamente assistia à Missa e, sem outro recurso, untava a cicatriz dolorida com azeite das luminárias acesas à Virgem, a quem só rogava pelo desaparecimento das dores, para que pudesse ao menos servir-se da perna de pau. Era o único milagre que esperava. Para sobreviver em Saragoça, Miguel esmolava. Um dia, depois de dois anos longe de casa, o pobre decidiu voltar a Calanda, sua cidade natal, onde continuou pedindo esmola para ajudar os pais. Um pequeno jumento, montado com dificuldade, levava-o aos povoados mais próximos. Na noite de 29 março de 1640, depois de cedida a sua cama a um soldado que passava pelo povoado, Miguel foi acomodar-se no quarto dos pais. No meio da noite foi despertado pelos gritos da mãe, que ajeitando-lhe a coberta, no leito improvisado, viu que a finada perna do filho estava de volta ao lugar de origem, vivíssima como nunca. Sim, a mesma perna que estivera enterrada no cemitério do Hospital Real de Saragoça, com todos os sinais que a distinguiam, inclusive a marca de uma velha mordida de cachorro, tinha retornado ao corpo de Miguel. No ponto da incisão feita pelos médicos, havia uma cicatriz já bem curada. A primeira testemunha não familiar foi a do próprio soldado, que dormia ali perto. Logo, toda a vizinhança já sabia e, num minuto, a pequena cidade correu para ver o coxo novamente com as duas pernas. Autoridades civis e eclesiásticas foram avisadas, documentos foram elaborados com assinaturas de testemunhas, incluindo o médico de Saragoça responsável pela amputação. Quando Felipe IV, rei da Espanha, inteirou-se do caso, pediu que lhe trouxessem imediatamente Miguel; ouviu-o com grande interesse e, de joelhos, beijou-lhe a perna milagrosa. Tudo isto está relatado no livro O milagre, publicado em 1998 pelo jornalista e historiador italiano Vittorio Messori. Certamente, os descrentes terão versões alternativas para a história do coxo de Calanda, pois para os que não querem crer, já dizia Santo Agostinho, nenhuma prova é possível, inclusive a mais óbvia. Alegam que não se deve confiar em documentos escritos, sempre suscetíveis de fraude (e, na suspeita, incluem os próprios Evangelhos). Como o milagre de Miguel Pellicer é irrepetível experimentalmente, estará sempre fora da jurisdição científica, podendo ser acreditado ou desacreditado, conforme as inclinações pessoais. Os céticos, já comprometidos com a premissa de que no mundo não há milagres, preferem permanecer com os olhos desconfiados de São Tomé. Mesmo diante da multidão de fatos extraordinários registrados na história da Igreja — sobretudo a partir das aparições marianas de Lourdes, na França, muito bem documentadas pelo Escritório de Constatações Médicas do Santuário —, há ateus que insistem no caráter fraudulento dos milagres. Se o ateu é honesto, continua investigando, como fez o famoso médico francês Alexis Carrel, que no final da vida acabou por admitir o milagre de uma paciente sua em Lourdes, curada já havia mais de vinte anos sob as suas vistas. No início, não aceitava o fato. Converteu-se, mas suas dúvidas duraram décadas. Conta o jesuíta espanhol Manuel Carreira, físico e filósofo, que o psiquiatra Carl Jung, famoso pela hipótese do “inconsciente coletivo”, logo que soube do milagre do “coxo de Calanda”, concordou que tinha tudo o que um milagre precisava ter: subversão das leis naturais e testemunhos confiáveis. Mas, mesmo assim, não podia acreditar, pois se o fizesse teria de admitir a existência de Deus, e, para ele, Deus era uma conjectura insustentável. Era como se dissesse: — Deixe-me em paz com minhas ideias. Não me venha confundir com fatos!
- Celebridade protestante zomba de Nossa Senhora Aparecida no palco durante Marcha para Jesus e católi
Cantor protestante Fernandinho zombou de Nossa Senhora Aparecida no palco durante Marcha para Jesus . Durante a 27ª marcha para Jesus, evento que aconteceu em São Paulo, capital, nesta quinta feira de Corpus Christi – 20 de junho – um famoso cantor protestante proferiu palavras que ofenderam a muitos católicos. Nossa Senhora Aparecida, tida por católicos como a padroeira do país, não tem vez na Marcha para Jesus. “O Brasil não tem uma senhora, o Brasil tem um senhor, e o nome dele é Jesus”, disse Fernandinho, no palco deste que é o maior evento evangélico nacional. Assista ao vídeo: Leia também: Fiéis e Padres Católicos respondem à zombaria contra a Grande Mãe de Deus por cantor protestante Nossa Senhora Aparecida é a Rainha e Padroeira do Brasil Veja abaixo uma ótima formação com tema: “A Iconografia de Aparecida” contendo detalhes sobre a magnífica história da Imagem de Nossa Senhora Aparecida, e os detalhes que levaram-na a ser considerada a Rainha e Padroeira do Brasil: Leia também: Sacerdote católico responde a cantor gospel que zombou de Nossa Senhora e ofendeu católicos #Brasil #NossaSenhora #Polêmica #Protestamtismo
- Celebridade protestante zomba de Nossa Senhora Aparecida no palco durante Marcha para Jesus e católi
Cantor protestante Fernandinho zombou de Nossa Senhora Aparecida no palco durante Marcha para Jesus . Durante a 27ª marcha para Jesus, evento que aconteceu em São Paulo, capital, nesta quinta feira de Corpus Christi – 20 de junho – um famoso cantor protestante proferiu palavras que ofenderam a muitos católicos. Nossa Senhora Aparecida, tida por católicos como a padroeira do país, não tem vez na Marcha para Jesus. “O Brasil não tem uma senhora, o Brasil tem um senhor, e o nome dele é Jesus”, disse Fernandinho, no palco deste que é o maior evento evangélico nacional. Assista ao vídeo: Leia também: Fiéis e Padres Católicos respondem à zombaria contra a Grande Mãe de Deus por cantor protestante Nossa Senhora Aparecida é a Rainha e Padroeira do Brasil Veja abaixo uma ótima formação com tema: “A Iconografia de Aparecida” contendo detalhes sobre a magnífica história da Imagem de Nossa Senhora Aparecida, e os detalhes que levaram-na a ser considerada a Rainha e Padroeira do Brasil: Leia também: Sacerdote católico responde a cantor gospel que zombou de Nossa Senhora e ofendeu católicos #Brasil #NossaSenhora #Polêmica #Protestamtismo
- Presidente do Brasil e primeira dama visitam a Fazenda Esperança e às Irmãs Clarissas do Mosteiro Ma
Assista à reportagem da TV Canção Nova: Em visita a cidade de Guaratinguetá na tarde desta quarta-feira, o presidente Jair Bolsonaro e sua esposa passaram cerca de uma hora na Fazenda Nova Esperança, um dos principais centros de recuperações de dependentes químicos da região. Ao todo, são mais de 3.000 jovens recuperandos no Brasil. A recepção do presidente, que aconteceu por volta das 13h30, foi feita na capela principal, com canções religiosas. O presidente estava acompanhado pelo ministro da cidadania, Osmar Terra, pelo filho dele, Flávio Bolsonaro, e outros ministros e partidários do PSL. O presidente também fez uma visita às Irmãs Clarissas, cujo mosteiro fica dentro da Fazenda Esperança. As irmãs foram as responsáveis por enviar uma carta ao presidente o convidando para participar do evento no local. Na sua vez de falar, Bolsonaro fez um discurso muito rápido e agradeceu a visita. Na ocasião, ele disse que concorda com a questão espiritual como algo que deve ser reforçado nas comunidades para recuperar dependentes químicos. Ele disse que seu governo é aliado da questão. Antes da visita as freiras do convento Mater Christi enviaram um vídeo de boas vindas ao presidente, assista: Veja mais imagens da visita: Fonte: Jornal O Vale, TV Canção Nova e Página Oficial do Presidente Jair Bolsonaro. #Brasil #Política
- Presidente do Brasil e primeira dama visitam a Fazenda Esperança e às Irmãs Clarissas do Mosteiro Ma
Assista à reportagem da TV Canção Nova: Em visita a cidade de Guaratinguetá na tarde desta quarta-feira, o presidente Jair Bolsonaro e sua esposa passaram cerca de uma hora na Fazenda Nova Esperança, um dos principais centros de recuperações de dependentes químicos da região. Ao todo, são mais de 3.000 jovens recuperandos no Brasil. A recepção do presidente, que aconteceu por volta das 13h30, foi feita na capela principal, com canções religiosas. O presidente estava acompanhado pelo ministro da cidadania, Osmar Terra, pelo filho dele, Flávio Bolsonaro, e outros ministros e partidários do PSL. O presidente também fez uma visita às Irmãs Clarissas, cujo mosteiro fica dentro da Fazenda Esperança. As irmãs foram as responsáveis por enviar uma carta ao presidente o convidando para participar do evento no local. Na sua vez de falar, Bolsonaro fez um discurso muito rápido e agradeceu a visita. Na ocasião, ele disse que concorda com a questão espiritual como algo que deve ser reforçado nas comunidades para recuperar dependentes químicos. Ele disse que seu governo é aliado da questão. Antes da visita as freiras do convento Mater Christi enviaram um vídeo de boas vindas ao presidente, assista: Veja mais imagens da visita: Fonte: Jornal O Vale, TV Canção Nova e Página Oficial do Presidente Jair Bolsonaro. #Brasil #Política
- Garota agride a própria a mãe por não poder ir em baile funk
Garota agride a própria a mãe por não poder ir em Baile Funk Se tornou cada vez mais comum o seguinte questionamento por parte das mães e dos pais: “Onde foi que eu errei?”. Neste vídeo vemos um grave exemplo do momento que estamos vivendo em relação à educação dos nossos filhos e uma análise dos motivos que contribuíram para que chegássemos a este ponto. Não deixe de assistir o vídeo até o final. Leia também … Terceirizando a Educação dos Filhos … Se os casais católicos não podem evitar filhos, para que serve o Método Billings? … Assistir novelas é ajudar a promover a destruição das Famílias e o Aborto #EducaçãodosFilhos #Família #Juventude #Maternidade
- Garota agride a própria a mãe por não poder ir em baile funk
Garota agride a própria a mãe por não poder ir em Baile Funk Se tornou cada vez mais comum o seguinte questionamento por parte das mães e dos pais: “Onde foi que eu errei?”. Neste vídeo vemos um grave exemplo do momento que estamos vivendo em relação à educação dos nossos filhos e uma análise dos motivos que contribuíram para que chegássemos a este ponto. Não deixe de assistir o vídeo até o final. Leia também … Terceirizando a Educação dos Filhos … Se os casais católicos não podem evitar filhos, para que serve o Método Billings? … Assistir novelas é ajudar a promover a destruição das Famílias e o Aborto #EducaçãodosFilhos #Família #Juventude #Maternidade
- OS BISPOS PRECISAM REJEITAR O DOCUMENTO DO SÍNODO DA AMAZÔNIA – Stefano Fontana
O Instrumentum Laboris para o Sínodo na Amazônia, apresentado na segunda-feira, é um texto gnóstico que contradiz a fé católica. Só se pode esperar que os Padres sinodais o rejeitem e redijam outro. Além de conter análises muito discutíveis sobre a Amazônia, cujas populações nem precisariam da libertação trazida por Cristo, defende a ideia de que a salvação deriva de uma práxis e da exaltação de um primitivismo ecológico da vida, inserido no “todo” da Mãe Terra. Um texto totalmente inaceitável, segundo o filósofo italiano Stefano Fontana, em artigo publicado no jornal La nuova bussola quotidiana. O Instrumentum Laboris, do próximo Sínodo dos Bispos sobre a Amazônia, apresentado à imprensa há dois dias, tem uma estrutura inaceitável e espera-se que os Padres sinodais o rejeitem e redijam um novo. Dariam, assim, provas de caridade e verdade. O motivo de fundo de nossa drástica proposta não diz respeito ao estilo penoso e às incoerências que o texto contém, mas à sua alma oculta, o fio teológico sutil que liga as partes. Trata-se de algo inaceitável. O texto está cheio daquela novilíngua eclesial de hoje. São incontáveis palavras como sinodalidade, Igreja em saída, preferência pelos pobres, diálogo, escuta, discernimento, conversão ecológica, periferias geográficas e existenciais, e muitas outras que causam tédio de tanto que as ouvimos ditas por mero dever institucional, como um manifesto ideológico, por mania comunicativa ou servil complacência. Contém também uma análise muito discutível da situação da Amazônia, do ponto de vista científico, e das características das culturas indígenas, do ponto de vista da antropologia cultural. Essas culturas não representam, de modo algum, um mundo idílico, equilibrado e convivial como o documento gostaria que acreditássemos. Seu paganismo não era (e não é) uma fonte de liberdade, mas de formas variadas de escravidão. As relações dentro de suas vidas tribais conhecem formas cruas de violência, injustiça e segregação. O Instrumentum laboris também contém uma demonização injusta e imprudente da evangelização do continente, repetidamente enfatizada ao longo do texto. O leitor, assim, perante as diversas propostas práticas e sugestões pastorais que encerram os diversos capítulos, compreende que são coisas que nunca serão feitas, demasiado genéricas e desproporcionais, se comparadas com as forças do catolicismo latino-americano de hoje, em grande dificuldade, para cuja revitalização não bastariam a luta pelos direitos dos povos indígenas. Todos esses elementos causam perplexidade e são, muitas vezes, desconcertantes. Mesmo isolados, já comprometeriam bastante a utilidade do documento. No entanto, o verdadeiro problema não está nisso, mas, principalmente, no claro filão gnóstico que anima todo o texto. Em essência, propõe-se ler a mensagem de Cristo à luz da cultura ancestral e panteística dos povos indígenas. O paganismo — isto é, uma religiosidade fundada no mito, que não conhece o Logos — é apresentado como um exemplo saudável de multi-religiosidade, em que se manifestaria o Espírito Santo, mais ou menos paralelo à biodiversidade no plano ambiental. O animismo é apresentado como uma dimensão espiritual válida e elevada, que capta o significado de tudo e com ele se identifica, usando uma linguagem narrativa esotérica à qual se deveria conformar a linguagem da Igreja. A ritualidade indígena é considerada “essencial para a saúde integral”, pois cria “harmonia e equilíbrio entre os seres humanos e o cosmos”. É, portanto, vista como uma experiência válida do sagrado (à parte o que contém de superstição, magia, feitiçaria, xamanismo), que é preciso ter em mente como ponto de partida para a inculturação da liturgia católica. A obra da Criação é chamada gnosticamente de “Mãe Terra”, em cujo útero todos vivemos em conexão “com as várias forças espirituais”, por ela nutridos numa espécie de igualdade integral que vincula os seres vivos, e da qual o homem não se eleva por nenhuma forma de eleição divina. A Amazônia estaria “cheia de vida e sabedoria”; suas culturas inspiram “novos caminhos, desafios e esperanças”; seus povos viveriam admiravelmente “a harmonia das relações entre a água, a terra e a natureza, a vida comunitária e a cultura, Deus e as várias forças espirituais”; a Amazônia é um lugar “de importância para a fé ou a experiência de Deus na história … um lugar epifânico … uma reserva de vida e sabedoria para o planeta, uma vida e uma sabedoria que falam de Deus”; dela emana “um ensinamento vital para uma compreensão completa de nossos relacionamentos com os outros, com a natureza e com Deus”; na Amazônia “A vida é um caminho comunitário em que as tarefas e responsabilidades são divididas e compartilhadas de acordo com o bem comum”. Uma Amazônia dessa espécie terá necessidade do anúncio da libertação de Cristo? No máximo, a utilizaria para a causa do paraíso ameaçado pelas indústrias extrativistas, ou para uma ação reivindicatória social; Cristo é necessário para libertar a Amazônia, no sentido de restaurar a Amazônia pura, originária e primitiva, que tem dentro de si todos os critérios de um “bem viver” e do qual a Igreja tem muito que aprender. É este “conhecimento” (Gnose) que nos salvará, em vez da doutrina, da vida e do culto da Igreja de Cristo? Parece que sim: o Instrumentum diz que devemos “desaprender, aprender e reaprender”, num projeto claramente gnóstico. Dois gnosticismos convergem no documento. O primeiro é a ideia de que a salvação deriva de uma práxis, de um cristianismo revisto no interior de uma situação histórica (de exploração): era o caminho da teologia da libertação. O segundo é representado pelo primitivismo ambientalista da vida, inserido no “todo” da Mãe Terra, do qual seriam depositários os povos amazônicos que, hoje, são vítimas de exploração. Dois gnosticismos num só. Dois gnosticismos pouco amazônicos, que têm muito de exportação ocidental, concebidos nas cátedras da nova teologia católica europeia. http://lanuovabq.it/it/sinodo-amazzonia-vescovi-rigettate-quel-documento
- OS CATÓLICOS SÃO PACÍFICOS, MAS NÃO PACIFISTAS
Li, um dia desses, um interessante artigo do escritor Rino Cammilleri, no jornal italiano Nuova Bussola Quotidiana, sobre os ledos enganos do pacifismo. Segundo a escritor italiano, não existem guerras pelo fato de haver vendedores de armas. Nem haveria necessidade de armas sofisticadas ou aviões F35 para que ocorressem carnificinas. E exemplifica com a guerra tribal de Rwanda (África), nos anos 90, em que houve um verdadeiro genocídio: facas e facões primitivos mataram quase um milhão de pessoas. Não são armas que matam, mas ideias — ideias organizadas de maneira “ideológica”, na contramão da realidade. Rino Cammilleri lembra que os católicos somos pacíficos, mas não pacifistas. Não é por acaso que a Igreja Católica é também romana, herdeira do Latim, língua que depois se tornaria sagrada, a qual tem um excelente ensinamento para essas coisas de guerra: “Si vis pacem para bellum”, diziam os antigos latinos. “Se você quer paz, prepare-se para a guerra”. O próprio Cristo disse, certa vez, que não tinha vindo para trazer paz, mas espada (Mateus 10, 34), sobretudo a espada da graça contra o pecado. Quando foi necessário defender a fé e a cristandade, os papas organizaram cruzadas contra muçulmanos e cátaros, armaram-se contra os turcos em Lepanto. O cristianismo nunca foi contra a pena de morte, quando o delito exigia punição proporcional. As tão difamadas fogueiras da Inquisição nunca dizimaram populações inteiras, como fizeram, por exemplo, os comunistas na Ucrânia, há mais de noventa anos. Holodomor é o nome pelo qual ficou conhecido o holocausto praticado pelo comunismo soviético na Ucrânia, entre 1932 e 1933, a mando de Stalin, que usou a fome — desabastecimento de alimentos — como forma de punição aos camponeses nacionalistas resistentes às medidas de Moscou. Foram exterminados pela fome pelo menos 6 milhões de pessoas: impedidas pela polícia de migrar, não havia outra saída senão morrer de estômago vazio, silenciosamente. Nenhuma arma de fogo foi utilizada no genocídio ucraniano. Também não se usam armas de fogo contra os bebês abortados, mas delicados instrumentos cirúrgicos. Que guerra convencional, com armas da mais avançada tecnologia, consegue superar os 50 milhões de seres humanos que são assassinados a cada ano, em todo o mundo, pela mentalidade abortista, produto da ideologia materialista? Um argumento pacifista muito usado pelos adversários do porte generalizado de armas (“politicamente correto”, mas sociologicamente equivocado) é o do aumento de homicídios que provocaria, por conta de fatores afetivos (brigas domésticas, conflitos no trânsito, etc.). Lamentam-se previamente as pessoas honestas que matariam ou morreriam por estarem armadas em situações de descontrole emocional, esquecendo-se contudo do número gigantescamente maior de vidas que seriam poupadas (há estatísticas nos EUA que o comprovam) com os bandidos sabendo que a população já não estaria mais tão indefesa, como ocorre agora. O ex-católico Umberto Eco, recorda Rino Cammilleri, dizia que o excesso de pregação pacifista amolece, desviriliza, torna a pessoa impotente “desde dentro”. Se você quer paz, prepare-se para a guerra. Começando, obviamente, pelo combate ao pecado. É o pecado e o mal, enraizados no coração das pessoas, que transformam a mão do homem na arma mais letal do mundo, a qual, na falta de revólver, vale-se indistintamente de pedras, porretes, facas, empurrões no alto da escada, venenos adicionados a alimentos etc. etc. etc.
- GESTOS E POSIÇÕES DO POVO NA SANTA MISSA – Padre Paulo Ricardo
São muitos os que nos escrevem, já há algum tempo, perguntando quais são os gestos que deve fazer e as posições que deve assumir o povo durante a celebração da Santa Missa. Por isso, trazemos abaixo um bom guia, publicado pelo site norte-americano Adoremus, traduzido pelo site brasileiro Salvem a Liturgia! e adaptado aqui e ali por nossa equipe. As orientações a seguir contêm, de modo indiscriminado, gestos a) prescritos pelos livros litúrgicos, outros b) recomendados pela tradição e outros ainda c) apenas sugeridos pelo simbolismo que carregam. Não se trata, portanto, de um “manual” a ser seguido estritamente e em todas as suas particularidades, mas, sim, de um auxílio à piedade dos fiéis, para que participem melhor e mais frutuosamente do santo sacrifício da Missa. As instruções propriamente obrigatórias a esse respeito encontram-se disponíveis na Instrução Geral do Missal Romano, nn. 42-44, e no Cerimonial dos Bispos. RITOS INICIAIS Fazer o sinal da Cruz com água benta (sinal do Batismo), se houver, ao entrar na igreja. Fazer genuflexão em direção ao sacrário contendo o Santíssimo Sacramento e ao altar do sacrifício antes de se dirigir ao banco. (Se não houver sacrário no presbitério ou ele não for visível, inclinar-se profundamente ao altar, a partir da cintura, antes de se dirigir ao banco.) Chegando ao banco, ajoelhar-se para oração privada antes de a Missa começar. Ficar de pé para a procissão de entrada. Inclinar-se quando o crucifixo, sinal visível do sacrifício de Cristo, passar por você na procissão. (Havendo um bispo, inclinar-se quando ele passar, reconhecendo-o assim como pastor do rebanho e representante da autoridade da Igreja e de Cristo.) Permanecer de pé para os ritos iniciais. Fazer o sinal da Cruz junto com o sacerdote no começo da Missa. Bater no peito ao “mea culpa” (“por minha culpa, minha tão grande culpa”) no Confiteor. Fazer inclinação de cabeça e o sinal da Cruz quando o sacerdote disser “Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós…” Fazer inclinação de cabeça ao dizer o “Senhor, tende piedade de nós” no Kyrie. Se houver o Rito da Aspersão (Asperges), fazer o sinal da Cruz quando o padre aspergir água em sua direção. Durante a Missa, fazer inclinação de cabeça a cada menção do nome de Jesus e a cada vez que a Doxologia [“Glória ao Pai…”] for rezada ou cantada. Também quando pedir que o Senhor receba a nossa oração. (“Senhor, escutai a nossa prece” etc., e ao fim das orações presidenciais: “Por Cristo nosso Senhor” etc.) Glória: fazer inclinação de cabeça ao nome de Jesus. (“Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito…”, “Só vós o Altíssimo, Jesus Cristo…”) LITURGIA DA PALAVRA Sentar-se para as leituras da Sagrada Escritura. Ficar de pé para o Evangelho ao verso do Alleluia. Quando o ministro anunciar o Evangelho, traçar o sinal da Cruz com o polegar na cabeça, nos lábios e no peito. Esse gesto é uma forma de oração para pedir a presença da Palavra de Deus na mente, nos lábios e no coração. Sentar-se para a homilia. Credo: De pé; fazer inclinação de cabeça ao nome de Jesus; na maioria dos Domingos inclinar-se durante o Incarnatus (“e se encarnou pelo Espírito Santo… e se fez homem”); nas solenidades do Natal e da Anunciação todos se ajoelham a essas palavras. Fazer o sinal da Cruz na conclusão do Credo, às palavras: “e espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.” LITURGIA EUCARÍSTICA A Consagração, ápice da Santa Missa. Sentar-se durante o ofertório. Ficar de pé quando o sacerdote disser “Orai, irmãos e irmãs…” e permanecer de pé para responder “Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício…” Se for usado incenso, o povo levanta-se e faz inclinação de cabeça ao turiferário quando ele fizer o mesmo, tanto antes como depois da incensação do povo. Permanecer de pé até o final do Sanctus (“Santo, Santo, Santo…”) e manter-se de joelhos durante toda a Oração Eucarística. No momento da Consagração de cada espécie, inclinar a cabeça e pronunciar silenciosamente “Meu Senhor e meu Deus”, reconhecendo a presença de Cristo no altar. Estas são as palavras de São Tomé ao reconhecer verdadeiramente a Cristo quando este lhe apareceu no Cenáculo (cf. Jo 20, 28). Jesus disse: “Acreditaste porque me viste. Felizes os que acreditaram sem ter visto” (Jo 20, 29). Ficar de pé ao convite do sacerdote para a Oração do Senhor. Com reverência, unir as mãos e inclinar a cabeça durante a Oração do Senhor. Manter-se de pé para o sinal da paz, após o convite. (O sinal da paz pode ser um aperto de mãos ou uma inclinação de cabeça à pessoa mais próxima, acompanhada das palavras “A paz esteja contigo”.) Na recitação (ou canto) do Agnus Dei (“Cordeiro de Deus…”), bater no peito às palavras “Tende piedade de nós”. Ajoelhar-se ao fim do Agnus Dei (“Cordeiro de Deus…”). Fazer inclinação de cabeça e bater no peito ao dizer: “Domine, non sum dignus…” (“Senhor, não sou digno…”). RECEPÇÃO DA COMUNHÃO Deixar o banco (sem genuflexão) e caminhar com reverência até o altar, com as mãos unidas em oração. Fazer um gesto de reverência ao se aproximar do ministro em procissão para receber a Comunhão. Se ela for recebida de joelhos, não se faz nenhum gesto adicional antes de recebê-la. Pode-se receber a Hóstia tanto na língua como na mão. Para o primeiro caso, abrir a boca e estender a língua, de modo que o ministro possa depositar a Hóstia de forma apropriada. Para o outro caso, posicionar uma mão sobre a outra (a esquerda sobre a direita, em forma de cruz), de palmas abertas, para receber a Hóstia. Com a mão de baixo (ou seja, a direita), tomar a Hóstia e com reverência depositá-la na sua boca. (Ver as diretrizes da Santa Sé de 1985). Se estiver carregando uma criança no colo, é muito mais apropriado receber a Comunhão na língua. Ao comungar também do Cálice, fazer o mesmo gesto de reverência ao se aproximar do ministro. Fazer o sinal da Cruz após ter recebido a Comunhão. Ajoelhar-se em oração ao retornar para o banco depois da Comunhão, até o sacerdote se sentar, ou até que ele diga “Oremos”. RITOS FINAIS Ficar de pé para os ritos finais. Fazer o sinal da Cruz durante a bênção final, quando o sacerdote invocar a Trindade. Permanecer de pé até que todos os ministros tenham saído em procissão. (Se houver procissão recessional, fazer inclinação ao crucifixo quando ele passar.) Se houver um hino durante o recessional, permanecer de pé até o final da execução. Se não houver hino, permanecer de pé até que todos os ministros tenham se retirado da parte principal da igreja. Depois da conclusão da Missa, pode-se ajoelhar para uma oração privada de ação de graças. Fazer uma genuflexão ao Santíssimo Sacramento e ao Altar do Sacrifício ao sair do banco e deixar a (parte principal da) igreja em silêncio. Fazer o sinal da Cruz com água benta ao sair da igreja, como recordação batismal de anunciar o Evangelho de Cristo a toda criatura. https://padrepauloricardo.org/blog/gestos-e-posicoes-do-povo-na-santa-missa
- Estudo Pornografia e Violência, Mary Anne Layden, PhD.
Pornografia e Violência: Um Novo Olhar sobre a Pesquisa Mary Anne Layden, PhD Diretora do Programa de Traumatologia Sexual e Psicopatologia Centro de Terapia Cognitiva Departamento de Psiquiatria da Universidade da Pensilvânia A pornografia é um professor poderoso de crenças e comportamentos e, de fato, fornece as condições ideais para o aprendizado. Ela pode ensinar não apenas comportamentos sexuais específicos, mas atitudes gerais em relação a mulheres e crianças, como são os relacionamentos e a natureza da sexualidade. Certamente, algumas reações importantes são inatas e instintivas, mas a grande maioria de nossas crenças e comportamentos foi aprendida. Uma vez que os aprendemos, também aprendemos se é aceitável se envolver nos comportamentos e às vezes somos estimulados a fazer exatamente isso. Por muitas razões, como veremos, a pornografia é um professor muito eficaz de crenças e comportamentos, e que também ensina a seus usuários que os comportamentos são aceitáveis e os estimula a fazê-lo. Fatores que afetam a aprendizagem Aprendemos melhor usando imagens do que palavras, porque as imagens carregam mais informações de uma forma mais compacta. Um olhar de uma fração de segundo em uma imagem pode transmitir mais informações do que uma olhada rápida em palavras. As palavras são frequentemente percebidas como opiniões, enquanto as imagens são frequentemente percebidas como eventos ou fatos. Argumentamos em nossa cabeça contra palavras ou opiniões, mas com muito menos frequência contra eventos ou fatos, particularmente imagens. Também aprendemos melhor quando estimulados. Se algo ativar nosso sistema nervoso simpático, estaremos mais preparados para lembrar as informações recebidas naquele momento. A estimulação pode vir de excitação, alegria, medo, repugnância ou tensão sexual. Tendemos a lembrar de qualquer experiência que tenhamos nesses estados estimulados. E a aprendizagem é melhor se for reforçada. É provável que o comportamento recompensado seja repetido, enquanto o comportamento punido é menos provável de ser repetido. Excitação sexual e orgasmo são experiências extremamente gratificantes. Podemos ser naturalmente predispostos a desfrutar das recompensas de excitação sexual e orgasmo, mas aprendemos como, quando e com quem podemos experimentar esses prazeres. Se um novo comportamento sexual produz um orgasmo, é mais provável que o repitamos e o adicionemos ao nosso modelo sexual e repertório. A aprendizagem também é melhor se vemos modelos interpretarem um comportamento. Vê-los recompensados ou punidos terá alguns dos mesmos efeitos sobre nós, como se tivéssemos sido recompensados ou punidos. Não precisamos experimentar diretamente essas recompensas e consequências. Aprendemos a repetir ou evitar esses comportamentos, vendo o seu efeito sobre os outros. Finalmente, aprendemos melhor quando a aprendizagem é recompensada. As imagens que contêm modelos que demonstram comportamento sexual, que são recompensadas por isso, que produzem excitação sexual no espectador e são seguidas por um orgasmo, podem ser extremamente eficazes na produção de crenças e comportamentos profundamente aprendidos. A pornografia pode oferecer todos esses elementos – imagens, excitação, reforço, o exemplo dos outros e recompensa – por isso é um professor poderoso de crenças e comportamentos. Ele fornece as condições ideais para o aprendizado. Uma categoria de crenças que aprendemos é chamada de “crenças que dão permissão”1. Eles nos dão permissão para participar de um comportamento que gostaríamos de nos engajar, ou que estamos nos engajando e que nos diz que não há necessidade de parar, mudar ou reduzir – eles nos dizem, por exemplo, que o que estamos fazendo é normal, que não faz mal a ninguém, e que todo mundo está fazendo. Isso “pode ser a influência mais insidiosa da pornografia; ou seja, a aceitação das atitudes (algumas óbvias, algumas mais sutis) expressas na pornografia. Representações pornográficas da sexualidade de mulheres e crianças distorcem a verdade sobre os desejos de mulheres e crianças, e legitimam o senso de direito dos homens, e o uso da força, violência e atos degradantes pelos atores masculinos ”2. Em outras palavras, a pornografia tem a capacidade não apenas de ensinar atitudes e comportamentos sociais, mas também de dar permissão para se envolver neles. As crenças que dão permissão tornam-se liberadoras de comportamento. A pornografia é um professor ideal dessas crenças libertadoras. Pode ensinar comportamentos sexuais específicos e atitudes gerais em relação a mulheres e crianças, ensinar como são os relacionamentos e ensinar a natureza da sexualidade e, assim, dar permissão para uma ampla gama de ações. Por exemplo, um homem se masturbando com imagens de crianças sorridentes fazendo sexo com adultos, ou de mulheres sexualmente excitadas sendo espancadas, estupradas ou degradadas, está aprendendo que os sujeitos desfrutam e desejam esse tratamento e, assim, aprendem que ele tem permissão para agir desse jeito. Portanto, a pornografia pode ser um professor, um libertador e um gatilho de comportamentos. A pornografia não é apenas potente, mas multifacetada em seus efeitos. A pornografia pode ensinar o que fazer, com quem fazer, quando e com que frequência, e que é bom faze-lo, e depois estimular o desejo de fazer isso agora. Não é de surpreender que muitos psicólogos chamam a pornografia na Internet de a nova “cocaína crack”, quando se nota a combinação do poder da pornografia com a sua disponibilidade imediata 24h por dia em qualquer computador, em grande parte gratuita, acessível na privacidade e no anonimato de casa. Algumas das mensagens de pornografia ensinam crenças e comportamentos. Alguns desses comportamentos são patológicos, ilegais ou ambos. Os comportamentos ilegais são estupro, molestamento de crianças, pedofilia, prostituição, violência doméstica, assédio sexual e algumas parafilias (por exemplo, desvios sexuais como exibicionismo, voyeurismo e bestialidade). Algumas das mensagens de pornografia sobre relacionamentos, sexualidade e mulheres podem ser prejudiciais, mesmo que a pornografia não seja ilegal ou patológica. Esse aprendizado produz efeitos em atitudes em relação à violência sexual, relacionamentos, a atratividade de um parceiro e a libertação de mulheres, e em comportamentos de violência sexual, pedofilia, assédio sexual, violência doméstica, prostituição, desvio sexual, bebida e comportamento fisicamente arriscado. Pornografia e atitudes para com a violência sexual O mito do estupro é um conjunto de crenças de que as mulheres são responsáveis pelo estupro, gostam de ser estupradas, querem ser estupradas e sofrem poucos resultados negativos por causa disso. Vários estudos analisaram a aceitação do mito do estupro após expor os sujeitos a imagens sexuais, tanto violentas quanto não-violentas, e depois alguém também perguntou aos participantes sobre seu uso típico de pornografia. Homens expostos a imagens que mostravam uma mulher estimulada por violência sexual, e depois a pornografia que envolvia estupro, eram mais propensos do que aqueles que não foram expostos a dizer que a vítima de estupro sofreu menos e que gostou daquilo, e que em geral as mulheres gostam de ser estupradas.3 Homens japoneses expostos a uma representação de estupro em que a mulher gostava do estupro, eram mais propensos a acreditar que as mulheres em geral gostam de ser estupradas, e que elas fazem falsas acusações de estupro quando comparadas aos homens expostos a uma representação em que as mulheres mostravam dor.4 Os homens que viram violência sexual obtiveram pontuações mais altas tanto em escalas que medem a aceitação da violência interpessoal quanto no mito do estupro, quando comparados a homens que viram um filme fisicamente violento ou neutro.5 O aumento de atitudes que apoiam a violência sexual após a exposição à pornografia é maior se a pornografia for violenta do que se não for violenta.6 Um efeito similar é visto mesmo quando a pornografia não é violenta. Homens que foram expostos a cenas não violentas que sexualmente objetificam e degradaram as mulheres e depois foram expostos a material que mostrava estupro, disseram que a vítima de estupro sentiu prazer e “conseguiu o que queria”.7 Mesmo as mulheres que foram expostas à pornografia quando crianças têm uma maior aceitação do mito do estupro do que aquelas que não foram.8 Aqueles expostos à pornografia recomendaram uma sentença para um estuprador que era metade daquela recomendada por aqueles que não tinham sido expostos a imagens pornográficas. Isso mostra que eles parecem ter banalizado o crime de estupro.9 Um estudo não apenas expôs participantes a imagens pornográficas, mas também os perguntou sobre seu uso típico de pornografia.10 Esses estudos indicam que o uso da pornografia, mesmo que não inclua a violência sexual, altera crenças sobre estupro e violência sexual. Mulheres mais engajadas com pornografia, são mais propensas a aceitar o mito do estupro, a violência contra as mulheres, crenças sexuais contraditórias, relataram maior probabilidade de cometer estupro e atos sexuais forçados e desprovidos de sentimento. Os usuários de altos níveis pornografia que receberam pornografia desumana e não violenta, mostraram pontuações mais altas em probabilidade relatada de estupro, insensibilidade sexual e comportamentos sexualmente agressivos do que usuários de alto nível pornografia, mas que não receberam as imagens. Esses estudos indicam que o uso da pornografia, mesmo que não inclua a violência sexual, altera crenças sobre estupro e violência sexual. Se as mulheres gostam de ser estupradas e merecem ser estupradas, não há necessidade de contenção sexual ou frustração do desejo sexual. A pornografia de estupro ensina aos homens que quando uma mulher diz não, o homem não precisa parar. Assim, um homem pode aprender que não há necessidade de prestar atenção a uma mulher que está resistindo, chorando, gritando, lutando ou dizendo não, porque no final ela quer e vai gostar. Ele pode concluir que sua resistência é uma farsa e faz parte de uma dança sexual que leva ao orgasmo. Ele pode supor que até mesmo sua resistência é sexy e sexualmente excitante porque faz parte do modelo sexual. Em outras palavras, a pornografia torna a violência sexy.11 Pornografia e comportamento sexual violento Violência sexual levam a uma maior probabilidade de comportamento sexual violento. Alguns estudos analisaram as medidas de probabilidade, enquanto outros estudos analisaram comportamentos reais (auto reportados). A pornografia pode começar a cruzar a linha entre pensamento e comportamento nos tipos de fantasias que podem produzir uma ereção. Um estudo expôs os homens a uma apresentação pornográfica de estupro e uma de não-estupro, e depois pediu-lhes que tentassem alcançar o nível de excitação sexual mais alto possível sem qualquer estimulação direta do pênis. Ao fazer isso, aqueles que foram expostos à apresentação de estupro criaram mais fantasias sexualmente violentas do que aquelas expostas à apresentação sem estupro. Para esses homens, as fantasias de estupro eram agora parte de seu modelo sexual.12 Outro estudo examinou as medidas da probabilidade de futuros comportamentos sexuais violentos, bem como comportamentos reais violentos do passado. Descobriu-se que todos os tipos de pornografia (soft core, hard core, violento e estupro) estão correlacionados com o uso de coerção verbal, drogas e álcool para coagir mulheres sexualmente. A probabilidade de forçar uma mulher sexualmente foi correlacionada com o uso de pornografia hard core, violenta e estupro. A probabilidade de estuprar uma mulher foi correlacionada com o uso de todos os tipos de pornografia, incluindo pornografia soft-core. Todos os tipos de pornografia que não o soft core foram correlacionados com o estupro real. Aqueles que relatam maior exposição à pornografia violenta são seis vezes mais propensos a relatar ter estuprado do que aqueles que relatam baixa exposição.13 Da mesma forma, homens que se envolviam em estupros relataram que “muito frequentemente” leram Playboy, Penthouse, Chique, Clube, Fórum, Galeria, Gênesis, Oui ou Hustler.14 A correlação entre taxas de estupro e taxas de circulação para oito revistas pornográficas (mesmas revistas menos Hustler) indicaram que os estados com taxas de circulação mais altas tinham maiores taxas de estupro.15 Meninos adolescentes que leram material pornográfico eram mais propensos a se envolver em violência sexual ativa.16 Os infratores sexuais juvenis (violadores juvenis e molestadores de crianças) eram mais propensos a ter sido expostos à pornografia (42% tinham sido expostos) do que jovens que não eram criminosos sexuais (29%) e também a ter sido expostos em tenra idade (cinco aos oito anos de idade), enquanto molestadores de crianças menores de idade foram expostos com mais frequência à pornografia do que aqueles que não molestaram crianças.17 Outro estudo relatou que 29 dos 30 jovens estudados haviam sido expostos a revistas ou vídeos pornográficos, e a média de idade da primeira exposição foi de cerca de 7,5 anos.18 Apenas 11% dos agressores sexuais juvenis disseram não usar material sexualmente explícito.19 Ironicamente, dados esses números, expor adultos à pornografia diminui o número de pessoas que acreditam que a pornografia precisa ser restringida a crianças.20 Da mesma forma, agressores sexuais adultos mostraram uma alta taxa de uso de pornografia hard-core: molestadores de crianças (67%), infratores de incesto (53%), estupradores (83%) foram significativamente maiores em uso do que não-infratores (29%). Os molestadores de crianças (37%) e estupradores (35%) eram mais propensos a usar a pornografia como instigador de suas ofensas do que os infratores por incesto (13%).21 O efeito da pornografia não depende apenas do que você está exposto, mas também com que frequência. Quanto mais frequentemente os homens usavam pornografia e quanto mais violenta a pornografia que usavam era, maior a probabilidade de eles coagirem os outros a fazer sexo, incluindo o uso de coerção física (ou seja, estupro).22 O efeito da pornografia também depende das características dos indivíduos, bem como do uso de pornografia. Os homens que tinham altos níveis de masculinidade hostil e de promiscuidade sexual e que usavam pornografia com frequência, eram significativamente mais propensos a cometer agressão física e sexual do que os homens que eram baixos nesses fatores.23 (Este estudo foi incapaz de determinar se essas características individuais, masculinidade e promiscuidade hostis, poderiam ter sido produzidas pelo uso de pornografia em um ponto anterior da vida.) Grande parte da pesquisa se concentrou nos homens que perpetram os comportamentos. No entanto, existem estudos que se concentraram nas vítimas femininas. Um deles questionou 100 mulheres que se apresentaram em um centro de crise de estupro. 28% disseram que seu abusador usava pornografia; 58% não sabia se usava pornografia ou não. Daquele cujo abusador usava pornografia, 40% disseram que a pornografia fazia parte do abuso, sendo usada durante o abuso ou pouco antes, e 43% disseram que isso afetou a natureza do abuso. Nenhuma delas achava que a pornografia diminuía a frequência do abuso, mas 21% achavam que aumentava a frequência e 14% acreditavam que aumentava o nível de violência. De fato, 18% acharam que o agressor se tornou mais sádico com o uso da pornografia. Do total, 12% disseram que o agressor imitou a pornografia e 14% disseram que alguém tentou forçá-las a fazer algo que ele havia visto na pornografia. (Este estudo foi incapaz de determinar se essas características individuais, masculinidade e promiscuidade hostis, poderiam ter sido produzidas pelo uso de pornografia em um ponto anterior da vida.24 Outro estudo constatou que 24% das mulheres pesquisadas indicaram que estavam incomodadas por alguém que tentava fazer com que elas fizessem algo que viram tinha sido visto na pornografia. Aqueles que afirmaram isso eram mais propensos a ter sido vítimas de agressão sexual ameaçada ou real.25 Uma meta-análise de trinta e três estudos (meta-análises examinam descobertas em um grande número de estudos) revelou que a exposição à pornografia violenta ou não-violenta aumenta o comportamento agressivo.26 Esses estudos, como um todo, indicam que muitos tipos de pornografia e seu uso frequente estão ligados a comportamentos negativos – tanto a fantasias violentas, quanto ações violentas reais -, com a pornografia violenta tendo o mais forte efeito negativo. Esses padrões são vistos em adultos e em menores e são encontrados em estudos focados em perpetradores e vítimas. Pedofilia, assédio sexual e violência doméstica O uso de pornografia infantil é um bom indicador de quem pode obter o diagnóstico de pedofilia. Parece ser um melhor preditor do que ter estuprado uma criança. Indivíduos que usam pornografia infantil, tenham ou não atentado contra crianças, são mais propensos a serem pedófilos do que indivíduos que ofendem crianças, mas não usam pornografia infantil. A fantasia pode ser um preditor mais preciso do que o comportamento, possivelmente porque os indivíduos têm mais opções e mais controle sobre suas opções em fantasias do que em comportamentos que dependem da disponibilidade dos outros.27 O estupro não é a única forma de violência sexual perpetrada contra mulheres afetadas pelo uso de pornografia. Muitas mulheres serão assediadas sexualmente em seus empregos e em outros lugares. A probabilidade de assediar sexualmente outra pessoa está significativamente correlacionada com o volume de exposição anterior a materiais sexualmente explícitos.28 A violência doméstica é outra forma de violência contra as mulheres e, como as outras, é aumentada pelo uso da pornografia. A violência pode ser tipicamente física e emocional, mas muitas vezes combinada com violência sexual. Mulheres agredidas experimentaram significativamente mais violência sexual do que mulheres que não foram agredidas.29 Por exemplo, 39% das mulheres agredidas disseram que seus parceiros tentaram fazer com que representassem cenas pornográficas que tinham sido mostradas, em comparação com 3% de outras mulheres.30 O uso de pornografia e álcool pelo agressor aumenta significativamente as chances de uma mulher agredida sofrer abuso sexual. Só a pornografia aumenta as chances por um fator de quase dois, e a combinação de pornografia e álcool aumenta as chances por um fator de três.31 Quarenta por cento das mulheres abusadas indicaram que seu parceiro usava pornografia violenta. Daqueles cujas parceiros usaram pornografia, 53% disseram ter sido solicitadas ou forçadas a promulgar cenas que foram mostradas e 26% foram lembradas de pornografia por abusadores durante o abuso. Quarenta por cento das mulheres vítimas de abuso foram estupradas, 73 por cento afirmaram que seus parceiros usaram pornografia. Esses estudos podem não indicar que a pornografia causa espancamento, mas sugerem que o espancamento pode ser expandido para incluir violência sexual quando a pornografia está envolvida. Prostituição, parceiros e desvios Os homens que recorrem a prostitutas, têm duas vezes mais chances de terem assistido a um filme pornográfico no último ano (66%) do que uma amostra nacional (33%). Os homens que frequentam casas de prostituição com maior frequência, são mais propensos a assistir a um filme pornográfico (74%) do que aqueles que recorreram a uma prostituta apenas uma vez (53%). O mesmo padrão é visto com o uso de revistas pornográficas; os homens que vão a prostitutas têm maior probabilidade de ter feito uso de uma revista pornográfica no último ano (75%) do que os homens que foram a uma prostituta apenas uma vez (56%).32 A exposição à pornografia leva os homens a classificar suas parceiras como menos atraentes do que se não tivessem sido expostos33 e a estarem menos satisfeitos com a atratividade, desempenho sexual e nível de afeto de seus parceiros, e expressaram um desejo maior de sexo sem envolvimento emocional.34 Estudantes homens que assistem à pornografia regularmente, geraram mais termos sexuais para descrever o termo “mulheres” do que aqueles que viam pornografia menos regularmente.35 Parafilias são transtornos psiquiátricos da sexualidade, conforme definido pelo Manual Diagnóstico e Estatístico da Associação Americana de Psiquiatria. A parafilia costumava ser chamada de perversão sexual ou desvio sexual. Estes são comportamentos nos quais o objeto do desejo sexual é anormal (por exemplo, um animal), ou o comportamento em si é sexualmente anormal (por exemplo, sadomasoquismo). Algumas parafilias podem ser feitas sozinhas (por exemplo, fetichismo), e algumas envolvem pessoas que não consentem (por exemplo, exibicionismo). O desvio sexual pode ser aprendido. Alguns homens podem inicialmente olhar para pornografia apenas por curiosidade. Alguns podem subir para tipos mais pesados, porque o material mais leva já não os estimula. De qualquer forma, eles podem aprender crenças e comportamentos desviantes com isso. As coisas que costumavam despertar aversão, agora parecem menos incomuns e até normais, e com o tempo, parecem sexy. Através da pornografia, os homens que nunca teriam considerado o sexo que envolve fezes (coprofilia), urina (urofilia) e animais (bestialidade) podem agora aprender, ficar excitados e se até se engajar nessas mesmas coisas. Indivíduos que já sofrem com esses desvios preferem significativamente a pornografia que retrata seu próprio desvio, mas também gostam de pornografia que retratam outros desvios, especialmente pornografia sadomasoquista, embora em menor escala.36 Aqueles que foram expostos à pornografia eram mais propensos a acreditar que comportamentos sexuais inusitados e patológicos eram mais comuns e mais normais. Essas crenças são crenças que dão permissão e tornam-se liberadoras de comportamento. A frequência de sexo com animais, sexo em grupos e sexo com violência foi o dobro naqueles expostos à pornografia desviante quando comparados àqueles que não eram.37 Relacionamentos, Libertação das Mulheres e Comportamento Arriscado O uso de pornografia tem vários outros efeitos negativos. Uma delas é uma compreensão alterada dos relacionamentos. Para os homens, maior uso de pornografia foi associado a uma maior aceitação do sexo fora do casamento para os indivíduos casados, maior aceitação do sexo antes do casamento e menos centralização na criança durante o casamento.38 O desejo reduzido pelas crianças é especialmente pronunciado em um desejo reduzido de crianças do sexo feminino.39 Aqueles que foram expostos a pornografia, reduziram seu apoio para o movimento de libertação das mulheres. Isso é verdade tanto para homens quanto para mulheres.40 Para os homens, o uso de pornografia é mais correlacionado com o uso excessivo de álcool.41 A pornografia também encoraja comportamentos fisicamente arriscados. Na pornografia não é mostrado ninguém contraindo e morrendo de AIDS, e nenhuma consequência negativa é mostrada por se praticar essas condutas sexuais consideradas desviantes. No entanto, tipos desviantes de comportamento sexual carregam uma série de riscos físicos. O mais óbvio é adquirir doenças sexualmente transmissíveis, inclusive o HIV. Estes podem levar a outras doenças e distúrbios (por exemplo, cancro do colo do útero e infertilidade). O comportamento sexual envolvendo fezes e urina pode levar à gripe, pneumonia, hepatite A, hepatite C e parasitas intestinais. O sexo anal pode causar o rasgo do tecido anal, fissuras anais e perfuração de órgãos internos. A ruptura do tecido anal facilita a entrada do vírus HIV no corpo. Por exemplo, a pornografia retrata o sexo com o maior número possível de estranhos do que o normal, desejável e sem consequências, e os que usam pornografia têm mais parceiros sexuais do que outras pessoas. O fator mais associado à transmissão do HIV é o aumento do número de parceiros. Resumo O grande corpo de pesquisa sobre pornografia revela que ela funciona como um professor que dá permissão, e um gatilho de muitos comportamentos e atitudes negativas que podem prejudicar gravemente não apenas os usuários, mas muitos outros, incluindo estranhos. O dano é visto em homens, mulheres e crianças, e em adultos casados e solteiros. Envolve comportamentos patológicos, comportamentos ilegais e alguns comportamentos que são ilegais e patológicos. A pornografia é uma oportunidade igual e uma toxina muito letal. Bibliografia: Allen, M., D’Alessio, D., & Brezgel, K. (1995). A meta-analysis summarizing the effects of pornography II: Aggression after exposure. Human Communication Research, 22, 258-283. Allen, M., Emmers, T., Gebhardt, L., & Giery, M. (1995). Exposure to pornography and acceptance of the rape myth. Journal of Communication, 45, 1, 5-26. Anderson, C., Berkowitz, L., Donnerstein, E., Huesmann, L. R., Johnson, J., Linz, D. Malamuth, N. & Wartella, E. (2003). 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(2008) 39 Zillmann,(1989) 40 Zillmann & Bryant (1984) 41 Carroll, et al, 2008) Link para o estudo original (em inglês) – http://www.socialcostsofpornography.com//Layden_Pornography_and_Violence.pdf Tradução: Ramon Serrano
- CUIDADO: SUA ROUPA PODERÁ TE LEVAR AO INFERNO
Assista ao trecho da homilia do Padre José Augusto onde ele faz um importante alerta sobre um aspecto importantíssimo da doutrina católica que hoje pode ser a causa de condenação de muitas pessoas: a modéstia nas roupas! Nossa Senhora em Fátima revela à Beata Jacinta: “Os pecados que levam mais almas para o inferno são os pecados da carne.” “Hão de vir umas modas que hão de ofender muito a Nosso Senhor. As pessoas que servem a Deus não devem andar com a moda. A Igreja não tem modas. Nosso Senhor é sempre o mesmo”. Clique aqui para assistir: Leia também Padre Paulo Ricardo faz alerta às mulheres sobre a importância da modéstia Entenda mais: “Vesti com modéstia e com muito pudor. Olhai como veste a Mãe do Senhor”. A Modéstia é uma das qualidades que toda mulher virtuosa e temente a DEUS deve ter no seu vestir, no falar, em seu comportamento geral. O vestir de uma mulher reflete o que ela tem em sua alma, em sua mente e em seu coração. Maria Santíssima é o modelo de todas as virtudes por excelência. É o espelho em que devemos nos mirar. Nossa Senhora em Fátima revela à Beata Jacinta: “Os pecados que levam mais almas para o inferno são os pecados da carne. Hão de vir umas modas que hão de ofender muito a Nosso Senhor. As pessoas que servem a Deus não devem andar com a moda. A Igreja não tem modas. Nosso Senhor é sempre o mesmo”. Na Encíclica Redemptoris Mater , o Bem aventurado João Paulo II explica: “A dimensão mariana da vida cristã assume um relevo particular no que respeita à mulher e à condição feminina. A figura de Maria de Nazaré projeta luz sobre a mulher enquanto tal, pelo fato exatamente de Deus, no sublime acontecimento da Encarnação do Filho, se ter confiado aos bons préstimos, livres e ativos da mulher. Pode, portanto, afirmar-se que a mulher, olhando para Maria, nela encontrará o segredo para viver dignamente a sua feminilidade e levar a efeito a sua verdadeira promoção. A luz de Maria, a Igreja lê no rosto da mulher os reflexos de uma beleza, que é espelho dos mais elevados sentimentos que o coração humano pode albergar: a totalidade do dom de si por amor; a força que é capaz de resistir aos grandes sofrimentos; a fidelidade sem limites, a laboriosidade incansável e a capacidade de conjugar a intuição penetrante com a palavra de apoio e encorajamento.” (RM, 46) De acordo com o Catecismo da Igreja Católica: “§2522… O pudor é modéstia. Inspira o modo de vestir. Mantém o silêncio ou certa reserva quando se entrevê o risco de uma curiosidade malsã. Torna-se discrição.” As Sagradas Escrituras e os escritos dos Santos também trazem belos textos sobre a dignidade das mulheres modestas: “Quero que as mulheres usem traje honesto, ataviando-se com modéstia e sobriedade. Seus enfeites consistam não em primorosos penteados, ouro, pérolas, vestidos de luxo, e sim em boas obras, como convém a mulheres que professam a piedade” (I Tm 2,9-10) “O ornamento das mulheres virtuosas deve consistir em levar uma vida irrepreensível, entreter-se muitas vezes com Deus na oração, ser assídua e aplicada ao trabalho para fugir da ociosidade, resguardar os olhos e refrear a língua com a modéstia e o silêncio”. (Santo Afonso Maria de Ligório citando São Gregório Nazianzeno). “Não te afastes da mulher sensata e virtuosa (…); pois a graça de sua modéstia vale mais do que o ouro” (Eclo 7,21) “A graça de uma mulher cuidadosa rejubila seu marido, e seu bom comportamento revigora os ossos. É um dom de Deus uma mulher sensata e silenciosa, e nada se compara a uma mulher bem-educada. A mulher santa e honesta é uma graça inestimável; não há peso para pesar o valor de uma alma casta” (Eclo 26,16-20) A modéstia é uma virtude que governa os movimentos exteriores do corpo e sua aparência. Segundo São Tomás de Aquino: “os movimentos exteriores são sinais das disposições interiores.” Tanto a beleza interior quanto a exterior tem valor aos olhos de Deus. Intensificamos a beleza interior por meio do crescimento espiritual; e a exterior, por meio da modéstia e da simplicidade. As coisas de DEUS são belas, bonitas e agradáveis aos olhos. Nessa beleza, glorificamos a DEUS por sua criação. Fomos criados à Sua imagem e semelhança; somos templos do Espírito Santo, tabernáculos do Senhor. Então, como Nossa Senhora, devemos esforçar-nos para agradar ao Senhor sempre buscando ter um interior bonito a Seus olhos. Entretanto, não podemos ignorar a nossa beleza exterior que também deve que ser cuidada. O grande problema nos dias de hoje é a preocupação exagerada com a beleza exterior. Sabemos que o instinto natural do ser humano é de imitar os demais. Sabemos que na sociedade atual, os valores estão distorcidos e, sobretudo, as mulheres tiveram seu comportamento corrompido por causa das “modas”. As jovens e senhoras de hoje procuram chamar a atenção, imitando as vestes e o comportamento de atrizes e cantoras famosas. São vazias, mundanas e ignoram o valor da modéstia. Preferem assistir às novelas e ler revistas de moda à ler livros educativos. As mulheres virtuosas devem ser diferentes; não devem se parecer com as mulheres do mundo. Devem espelhar-se na Virgem Maria! Cabe ressaltar que a moda não é uma virtude! Muda constantemente, pois reflete os costumes da sociedade em um determinado espaço de tempo. Ao contrário, a modéstia é uma virtude tão necessária caso queiramos agradar a Deus e vivermos conforme a nossa dignidade pessoal. Para as mulheres piedosas e virtuosas, a modéstia deve estar claramente presente em seu coração. Uma mulher cujo objetivo é adorar a Deus, tem que ter Maria Santíssima como modelo e deve considerar atenciosamente como com deve se vestir, pois seu coração definirá seu “guarda-roupa” e sua aparência. Essa atitude fará toda a diferença na maneira de vestir de uma mulher honrada. Atualmente, ao olharmos as vitrines das lojas vemos que as roupas exibidas não favorecem a modéstia. São roupas imodestas, indecentes, feias e não trazem a beleza a harmonia nas formas. Por esse fato, é que as mulheres devem refletir sobre a virtude da Modéstia para serem, no mundo, modelos vivos do ornamento interior da graça de Deus. Em sua carta apostólica Mulieris Dignitatem que trata sobre a dignidade das mulheres, o Papa João Paulo II escreveu: “Está chegando a hora em que a vocação da mulher será reconhecida em sua plenitude, a hora em que as mulheres adquirem no mundo uma influência, um efeito e um poder até então nunca alcançado. É por isso que, neste momento, quando a raça humana está sofrendo uma transformação tão profunda, as mulheres imbuídas de um espírito do Evangelho podem fazer muito para ajudar a humanidade a não cair.” Reflitamos acerca das virtudes da simplicidade e da modéstia no vestir: são encantadoras e podemos compará-las às flores do campo: “Olhai os lírios do campo… Nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.” (Mt 6: 28-29). Essas virtudes observamos em Nossa Senhora! Pensemos na beleza e no cuidado de DEUS para com a Sua criação. A mesma coisa podemos afirmar que a modéstia, a simplicidade e a pureza, tanto no vestir como no comportamento diário, são virtudes apreciadas e agradáveis aos olhos do Senhor. Quanto a mim, como escrava de Maria quero imitar as virtudes e a modéstia da Nossa Senhora com a simplicidade e a dignidade de filha de Deus. : “vós sois a luz do mundo… brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas obras e glorifiquem vosso Pai que está no céu” Mt 5, 14.16 Aprendamos a caminhar Nos Passos de Maria: caminho seguro para Jesus! Leia também “Roupa não define caráter:” resposta para essa e outras afirmações usadas para destruir a modéstia #confissão #PadreJoséAugusto #Demônio #Modéstia #Santidade #FormaçõesCatólicas #Catequese #Inferno #Castidade
- CUIDADO: SUA ROUPA PODERÁ TE LEVAR AO INFERNO
Assista ao trecho da homilia do Padre José Augusto onde ele faz um importante alerta sobre um aspecto importantíssimo da doutrina católica que hoje pode ser a causa de condenação de muitas pessoas: a modéstia nas roupas! Nossa Senhora em Fátima revela à Beata Jacinta: “Os pecados que levam mais almas para o inferno são os pecados da carne.” “Hão de vir umas modas que hão de ofender muito a Nosso Senhor. As pessoas que servem a Deus não devem andar com a moda. A Igreja não tem modas. Nosso Senhor é sempre o mesmo”. Clique aqui para assistir: Leia também Padre Paulo Ricardo faz alerta às mulheres sobre a importância da modéstia Entenda mais: “Vesti com modéstia e com muito pudor. Olhai como veste a Mãe do Senhor”. A Modéstia é uma das qualidades que toda mulher virtuosa e temente a DEUS deve ter no seu vestir, no falar, em seu comportamento geral. O vestir de uma mulher reflete o que ela tem em sua alma, em sua mente e em seu coração. Maria Santíssima é o modelo de todas as virtudes por excelência. É o espelho em que devemos nos mirar. Nossa Senhora em Fátima revela à Beata Jacinta: “Os pecados que levam mais almas para o inferno são os pecados da carne. Hão de vir umas modas que hão de ofender muito a Nosso Senhor. As pessoas que servem a Deus não devem andar com a moda. A Igreja não tem modas. Nosso Senhor é sempre o mesmo”. Na Encíclica Redemptoris Mater , o Bem aventurado João Paulo II explica: “A dimensão mariana da vida cristã assume um relevo particular no que respeita à mulher e à condição feminina. A figura de Maria de Nazaré projeta luz sobre a mulher enquanto tal, pelo fato exatamente de Deus, no sublime acontecimento da Encarnação do Filho, se ter confiado aos bons préstimos, livres e ativos da mulher. Pode, portanto, afirmar-se que a mulher, olhando para Maria, nela encontrará o segredo para viver dignamente a sua feminilidade e levar a efeito a sua verdadeira promoção. A luz de Maria, a Igreja lê no rosto da mulher os reflexos de uma beleza, que é espelho dos mais elevados sentimentos que o coração humano pode albergar: a totalidade do dom de si por amor; a força que é capaz de resistir aos grandes sofrimentos; a fidelidade sem limites, a laboriosidade incansável e a capacidade de conjugar a intuição penetrante com a palavra de apoio e encorajamento.” (RM, 46) De acordo com o Catecismo da Igreja Católica: “§2522… O pudor é modéstia. Inspira o modo de vestir. Mantém o silêncio ou certa reserva quando se entrevê o risco de uma curiosidade malsã. Torna-se discrição.” As Sagradas Escrituras e os escritos dos Santos também trazem belos textos sobre a dignidade das mulheres modestas: “Quero que as mulheres usem traje honesto, ataviando-se com modéstia e sobriedade. Seus enfeites consistam não em primorosos penteados, ouro, pérolas, vestidos de luxo, e sim em boas obras, como convém a mulheres que professam a piedade” (I Tm 2,9-10) “O ornamento das mulheres virtuosas deve consistir em levar uma vida irrepreensível, entreter-se muitas vezes com Deus na oração, ser assídua e aplicada ao trabalho para fugir da ociosidade, resguardar os olhos e refrear a língua com a modéstia e o silêncio”. (Santo Afonso Maria de Ligório citando São Gregório Nazianzeno). “Não te afastes da mulher sensata e virtuosa (…); pois a graça de sua modéstia vale mais do que o ouro” (Eclo 7,21) “A graça de uma mulher cuidadosa rejubila seu marido, e seu bom comportamento revigora os ossos. É um dom de Deus uma mulher sensata e silenciosa, e nada se compara a uma mulher bem-educada. A mulher santa e honesta é uma graça inestimável; não há peso para pesar o valor de uma alma casta” (Eclo 26,16-20) A modéstia é uma virtude que governa os movimentos exteriores do corpo e sua aparência. Segundo São Tomás de Aquino: “os movimentos exteriores são sinais das disposições interiores.” Tanto a beleza interior quanto a exterior tem valor aos olhos de Deus. Intensificamos a beleza interior por meio do crescimento espiritual; e a exterior, por meio da modéstia e da simplicidade. As coisas de DEUS são belas, bonitas e agradáveis aos olhos. Nessa beleza, glorificamos a DEUS por sua criação. Fomos criados à Sua imagem e semelhança; somos templos do Espírito Santo, tabernáculos do Senhor. Então, como Nossa Senhora, devemos esforçar-nos para agradar ao Senhor sempre buscando ter um interior bonito a Seus olhos. Entretanto, não podemos ignorar a nossa beleza exterior que também deve que ser cuidada. O grande problema nos dias de hoje é a preocupação exagerada com a beleza exterior. Sabemos que o instinto natural do ser humano é de imitar os demais. Sabemos que na sociedade atual, os valores estão distorcidos e, sobretudo, as mulheres tiveram seu comportamento corrompido por causa das “modas”. As jovens e senhoras de hoje procuram chamar a atenção, imitando as vestes e o comportamento de atrizes e cantoras famosas. São vazias, mundanas e ignoram o valor da modéstia. Preferem assistir às novelas e ler revistas de moda à ler livros educativos. As mulheres virtuosas devem ser diferentes; não devem se parecer com as mulheres do mundo. Devem espelhar-se na Virgem Maria! Cabe ressaltar que a moda não é uma virtude! Muda constantemente, pois reflete os costumes da sociedade em um determinado espaço de tempo. Ao contrário, a modéstia é uma virtude tão necessária caso queiramos agradar a Deus e vivermos conforme a nossa dignidade pessoal. Para as mulheres piedosas e virtuosas, a modéstia deve estar claramente presente em seu coração. Uma mulher cujo objetivo é adorar a Deus, tem que ter Maria Santíssima como modelo e deve considerar atenciosamente como com deve se vestir, pois seu coração definirá seu “guarda-roupa” e sua aparência. Essa atitude fará toda a diferença na maneira de vestir de uma mulher honrada. Atualmente, ao olharmos as vitrines das lojas vemos que as roupas exibidas não favorecem a modéstia. São roupas imodestas, indecentes, feias e não trazem a beleza a harmonia nas formas. Por esse fato, é que as mulheres devem refletir sobre a virtude da Modéstia para serem, no mundo, modelos vivos do ornamento interior da graça de Deus. Em sua carta apostólica Mulieris Dignitatem que trata sobre a dignidade das mulheres, o Papa João Paulo II escreveu: “Está chegando a hora em que a vocação da mulher será reconhecida em sua plenitude, a hora em que as mulheres adquirem no mundo uma influência, um efeito e um poder até então nunca alcançado. É por isso que, neste momento, quando a raça humana está sofrendo uma transformação tão profunda, as mulheres imbuídas de um espírito do Evangelho podem fazer muito para ajudar a humanidade a não cair.” Reflitamos acerca das virtudes da simplicidade e da modéstia no vestir: são encantadoras e podemos compará-las às flores do campo: “Olhai os lírios do campo… Nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.” (Mt 6: 28-29). Essas virtudes observamos em Nossa Senhora! Pensemos na beleza e no cuidado de DEUS para com a Sua criação. A mesma coisa podemos afirmar que a modéstia, a simplicidade e a pureza, tanto no vestir como no comportamento diário, são virtudes apreciadas e agradáveis aos olhos do Senhor. Quanto a mim, como escrava de Maria quero imitar as virtudes e a modéstia da Nossa Senhora com a simplicidade e a dignidade de filha de Deus. : “vós sois a luz do mundo… brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas obras e glorifiquem vosso Pai que está no céu” Mt 5, 14.16 Aprendamos a caminhar Nos Passos de Maria: caminho seguro para Jesus! Leia também “Roupa não define caráter:” resposta para essa e outras afirmações usadas para destruir a modéstia #confissão #PadreJoséAugusto #Demônio #Modéstia #Santidade #FormaçõesCatólicas #Catequese #Inferno #Castidade
- Arcebispo de Fortaleza profeticamente levanta sua voz: STF NÃO PODE LEGISLAR
O Arcebispo de Fortaleza, Dom José Antônio, em união com a CNBB Regional NE, lançou uma nota alertando sobre o grave problema do ativismo judicial do STF, inclusive tendo recentemente decidido criminalizar de maneria muito abstrata a Homofobia como se fosse um crime de racismo. Assista ao vídeo abaixo no qual Dom José Antônio explica a gravidade da situação e a necessidade da publicação da nota e de uma manifestação mais energética por parte da CNBB e de todos os cristãos: Leia também Revolução e guerra civil: Uma profecia para o Brasil Entenda a situação: Em sessão realizada 13 de junho, o STF aprovou, por oito votos a três, a equiparação da homofobia ao crime de racismo, que é inafiançável e imprescritível e passível de um a três anos de prisão. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) no Ceará classificou a decisão do Supremo Tribunal Federal que criminaliza a homofobia e a transfobia como “criminalização do bom senso”. “Querem impedir a liberdade de expressão de opiniões científicas e/ou religiosas a respeito da normalidade da sexualidade humana, da desconstrução da identidade etc.”, reagiu a CNBB-CE. A nota diz ainda que a decisão do STF é uma “mordaça” que será colocada “em todos que se posicionam contra a destruição dos valores que sustentam uma sociedade saudável”. Em seguida, chama a criminalização da homofobia de “verdadeira colonização ideológica e cultural” e conclama a sociedade e os parlamentares “a se posicionarem contra todos os Projetos de Lei que, se aprovados, promoverão o incremento da violência”. Leia na íntegra a nota lançada pela CNBB Regional NE assinada pelos bispos do Ceará: Nota da CNBB Regional NE (Ceará) Como pastores do Povo de Deus – nós, Bispos do Regional NE1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, denunciamos o grave perigo que representam a aprovação de Projetos de Lei no Congresso Nacional e os Julgamentos em curso no Supremo Tribunal Federal – STF voltados para a criminalização do bom senso. Querem impedir a liberdade de expressão de opiniões científicas e/ou religiosas a respeito da normalidade da sexualidade humana, da desconstrução da identidade etc. Uma mordaça será colocada em todos que se posicionam contra a destruição dos valores que sustentam uma sociedade saudável, justa e verdadeiramente livre. É preciso posicionar-se de forma crítica diante dessa verdadeira colonização ideológica e cultural como tem denunciado reiteradas vezes o Santo Padre, o papa Francisco: “As colonizações ideológicas e culturais somente olham o presente, renegam o passado e não olham o futuro” (21.11.2017, homilia casa S. Marta-Roma). Neste sentido, conclamamos todos os nossos irmãos/ãs, como também os nossos parlamentares a se posicionarem contra todos Projetos de Lei que, se aprovados, promoverão o incremento da violência, e de tantas outras formas nocivas para a sociedade. É de fundamental importância que a população exerça sua legítima força de pressão junto aos parlamentares. Do contrário, enquanto estivermos sendo coerentes com a Verdade científica e religiosa, correremos o risco de sermos surpreendidos com mandados de prisão. Por fim, ressaltamos a indispensável importância de que todos busquem informações sobre tais assuntos, a fim de terem um posicionamento crítico e objetivo, considerando a racionalidade que Deus nos propiciou e inspirados pelos ensinamentos da Igreja. Assim sendo, renovamos nosso compromisso com a construção do Reino de Deus, a serviço da Justiça e da Paz. #CNBB #homossexualidade #Política #Brasil #LGBT
- Arcebispo de Fortaleza profeticamente levanta sua voz: STF NÃO PODE LEGISLAR
O Arcebispo de Fortaleza, Dom José Antônio, em união com a CNBB Regional NE, lançou uma nota alertando sobre o grave problema do ativismo judicial do STF, inclusive tendo recentemente decidido criminalizar de maneria muito abstrata a Homofobia como se fosse um crime de racismo. Assista ao vídeo abaixo no qual Dom José Antônio explica a gravidade da situação e a necessidade da publicação da nota e de uma manifestação mais energética por parte da CNBB e de todos os cristãos: Leia também Revolução e guerra civil: Uma profecia para o Brasil Entenda a situação: Em sessão realizada 13 de junho, o STF aprovou, por oito votos a três, a equiparação da homofobia ao crime de racismo, que é inafiançável e imprescritível e passível de um a três anos de prisão. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) no Ceará classificou a decisão do Supremo Tribunal Federal que criminaliza a homofobia e a transfobia como “criminalização do bom senso”. “Querem impedir a liberdade de expressão de opiniões científicas e/ou religiosas a respeito da normalidade da sexualidade humana, da desconstrução da identidade etc.”, reagiu a CNBB-CE. A nota diz ainda que a decisão do STF é uma “mordaça” que será colocada “em todos que se posicionam contra a destruição dos valores que sustentam uma sociedade saudável”. Em seguida, chama a criminalização da homofobia de “verdadeira colonização ideológica e cultural” e conclama a sociedade e os parlamentares “a se posicionarem contra todos os Projetos de Lei que, se aprovados, promoverão o incremento da violência”. Leia na íntegra a nota lançada pela CNBB Regional NE assinada pelos bispos do Ceará: Nota da CNBB Regional NE (Ceará) Como pastores do Povo de Deus – nós, Bispos do Regional NE1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, denunciamos o grave perigo que representam a aprovação de Projetos de Lei no Congresso Nacional e os Julgamentos em curso no Supremo Tribunal Federal – STF voltados para a criminalização do bom senso. Querem impedir a liberdade de expressão de opiniões científicas e/ou religiosas a respeito da normalidade da sexualidade humana, da desconstrução da identidade etc. Uma mordaça será colocada em todos que se posicionam contra a destruição dos valores que sustentam uma sociedade saudável, justa e verdadeiramente livre. É preciso posicionar-se de forma crítica diante dessa verdadeira colonização ideológica e cultural como tem denunciado reiteradas vezes o Santo Padre, o papa Francisco: “As colonizações ideológicas e culturais somente olham o presente, renegam o passado e não olham o futuro” (21.11.2017, homilia casa S. Marta-Roma). Neste sentido, conclamamos todos os nossos irmãos/ãs, como também os nossos parlamentares a se posicionarem contra todos Projetos de Lei que, se aprovados, promoverão o incremento da violência, e de tantas outras formas nocivas para a sociedade. É de fundamental importância que a população exerça sua legítima força de pressão junto aos parlamentares. Do contrário, enquanto estivermos sendo coerentes com a Verdade científica e religiosa, correremos o risco de sermos surpreendidos com mandados de prisão. Por fim, ressaltamos a indispensável importância de que todos busquem informações sobre tais assuntos, a fim de terem um posicionamento crítico e objetivo, considerando a racionalidade que Deus nos propiciou e inspirados pelos ensinamentos da Igreja. Assim sendo, renovamos nosso compromisso com a construção do Reino de Deus, a serviço da Justiça e da Paz. #CNBB #homossexualidade #Política #Brasil #LGBT
- AS PROCISSÕES GLORIOSAS – Meditação de Scott Hahn sobre o Domingo da Santíssima Trindade
Para ouvir a homilia do Padre Paulo Ricardo, “Solenidade da Santíssima Trindade”, clicar AQUI. O homem, com sua razão, pode conhecer algumas coisas a respeito de Deus; o que a sua inteligência, no entanto, jamais poderia alcançar, Jesus Cristo cuidou de lhe revelar: Deus é um só, em três Pessoas realmente distintas, Pai, Filho e Espírito Santo. É o dogma da Santíssima Trindade que a liturgia católica propõe à nossa meditação neste Primeiro Domingo depois de Pentecostes; e é também sobre esse grandioso mistério, o maior da nossa fé, esta meditação do Padre Paulo Ricardo. Na Liturgia de hoje somos levados, através do tempo, em uma gloriosa procissão — que inicia antes da terra e do céu serem colocados em seus devidos lugares, até a vinda do Espírito sobre a nova criação, que é a Igreja. Começamos já no coração da Trindade, ao ouvirmos o testemunho da Sabedoria na primeira leitura de hoje. Eternamente gerado, o primogênito de Deus procede, desde toda a eternidade, no deleite amoroso do Pai. Através Dele, os céus foram colocados no devido lugar e fixados os fundamentos da terra. Desde antes do começo, Ele estava com o Pai como Seu “Artifice”, o artesão pelo qual todas as coisas foram feitas. E Ele teve uma especial satisfação na glória suprema do trabalho de Deus, que foi a criação da raça humana, os “filhos dos homens”. No Salmo de hoje, Ele desce do céu um pouco menor do que os anjos, vindo até nós como “Filho do Homem” (Hebreus 2, 6-10). Todas as coisas foram colocadas sob Seus pés, para que Ele pudesse restaurar, para a humanidade, a glória para a qual fomos feitos desde o princípio: a glória que foi perdida no pecado. Ele experimentou a morte para que pudéssemos ser ressuscitados para a Vida na Trindade, e Seu nome fosse glorificado sobre toda a terra. Através do Filho, obtivemos a graça e o acesso ao Pai, através do Espírito, como São Paulo se orgulha em dizer na epístola de hoje (Efésios 2,18). O Espírito, o Amor de Deus, foi derramado em nossos corações: um Espírito de adoção, tornando-nos filhos do Pai mais uma vez (Romanos 8, 14-16). Este é o Espírito que Jesus promete no Evangelho de hoje. Seu Espírito vem como dom e unção divinos (1João 2,27), para nos guiar até a verdade total, para nos mostrar “as coisas que hão de vir”, as coisas que estão destinadas a ser antes de todos os séculos, para que encontremos paz e união em Deus, para que possamos compartilhar a vida da Trindade, e vivamos em Deus como Ele vive em nós (João 14,23; 17,21). https://stpaulcenter.com/glorious-processions-scott-hahn-reflects-on-trinity-sunday/
- QUESTIONAMENTO DA TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO – Ricardo Vélez Rodriguez
Em 1988, há mais de trinta anos, prof. Vélez Rodriguez (ex-ministro da Educação do governo Bolsonaro) resenhava no suplemento “Cultura”, do jornal O Estado de São Paulo, a obra de Michael Novak, Será a liberdade?, em que o filósofo americano discutia os equívocos da “teologia da libertação” (canal de infiltração da KGB na Igreja Católica, segundo revelações de Ion Pacepa, general dissidente da polícia secreta da Romênia comunista). A mais recente obra do pensador norte-americano Michael Novak, publicada no Brasil (Será a liberdade? — Questionamento da teologia da libertação, tradução de Octávio N.C. Bernardes, Editorial Nórdica), enseja fecundo debate acerca do problema da pobreza e da justiça social. Alicerçado nas fontes do pensamento liberal anglo-americano, Novak discute o ponto central da teologia da libertação: a problemática da opressão econômica que padecem amplas massas na América Latina. Para Novak, é válido o imperativo categórico que inspira à teologia da libertação e que consiste na não aceitação da opressão econômica e na busca da sua superação. Esse fundo moral — o mesmo que inspirou a crítica de Marx ao capitalismo selvagem — insere-se na trilha da defesa da dignidade da pessoa humana, que constitui uma das molas mestras da cultura ocidental. Mas, se é válido o imperativo categórico que inspira aos teólogos libertadores, o mesmo não se pode dizer acerca da análise que fazem sobre as causas da opressão econômica e os meios a serem utilizados na luta contra aquela. Pois, se bem é certo que a teologia da libertação apregoa a redenção dos pobres, o caminho a ser percorrido na busca desse ideal conduz exatamente ao extremo oposto: à perpetuação da sua situação de pobreza e opressão. A teologia da libertação, no sentir de Novak, ancora numa visão ultrapassada do universo econômico, quando parte para a análise das causas da pobreza. Tal visão é a do mercantilismo, cujo apogeu se deu nos séculos XVI-XVII e que consiste, basicamente, em supor que o volume de riquezas do mundo é estático. Se tal coisa ocorre, a forma de se enriquecer alguém consiste em tirar as riquezas de outrem. O rico, essencialmente, é ladrão. Acumulou à custa da pobreza de outros. Essa é a concepção, diga-se de passagem, que empolga o fenômeno da “guerra de todos contra todos”, característico da etapa anterior ao aparecimento do Estado-Leviatã de Hobbes. Esse é o conceito de acumulação que vingou no seio da cultura ibérica: a única forma de se enriquecer a nação é tirando a riqueza dos infiéis, mouros, judeus e índios. Essa é a concepção que anima o preconceito proudhoniano e marxista contra a propriedade: esta é um roubo. Essa é, outrossim, a ideia que preside hodiernamente à famigerada teoria da dependência: nós, do Terceiro Mundo, somos subdesenvolvidos, porque os países ricos sugaram as nossas riquezas; enquanto houver ricos lá fora, seremos miseráveis. O erro em que ancora essa visão mercantilista da economia consiste em supor que o volume de riquezas do mundo é estático. O anacronismo de tal concepção é evidente, frisa Novak, pois no século XVIII Adam Smith demonstrou claramente, na sua obra An inquiry into the nature and causes of the wealth of nations (1776), que o engenho humano cria a riqueza mediante o trabalho produtivo e a industrialização. O capitalismo representa assim, para a Humanidade, frisa Novak, o caminho da libertação da opressão econômica. Para acumular já não é necessário tomar as riquezas de outrem: a criatividade humana pode produzi-las. O universo econômico não é estático, mas dinâmico, estando em constante expansão, sendo esta mais uma manifestação do homem que completa a obra da criação, à imagem e semelhança do Criador. O pensamento católico tradicionalmente guardou reservas perante a economia de mercado e o liberalismo. Pensadores católicos como Emmanuel Mounier conhecem em profundidade as obras de São Tomás de Aquino e os escritos de Marx. Mas desconhecem por completo o pensamento de Adam Smith. Contrapondo-se a essa tendência negativa, Novak não duvida em afirmar que o capitalismo é fenômeno tipicamente cristão. O cerne dessa grande obra libertadora do homem e transformadora do mundo é a criatividade, o engenho humano. O trabalho, frisa Novak, não é o elemento que define a produção econômica, como supunha Marx. A fonte da riqueza é a inteligência do homem. Graças a ela, a humanidade conseguiu controlar a natureza, transformá-la e torná-la produtiva. Uma autêntica teologia da libertação, no sentir do teólogo norte-americano, deve ancorar ali onde se abrem as portas para a redenção dos pobres: no capitalismo. Se olharmos para o fenômeno acontecido na Inglaterra e nos Estados Unidos, observaremos que a criação de riqueza foi obra dos pobres, numa autêntica luta em prol da superação das condições de carência em que muitos se encontravam. A respeito, frisa o autor: “(…) no caso da crescente riqueza dos Estados Unidos depois de 1776, como no da criação de capital na Inglaterra depois do advento do capitalismo (…), os fatos obrigam a que se note a importância crucial da multiplicidade de pequenas fazendas e de pequenos negócios que apareceram, na base social, gerações antes do aparecimento das grandes empresas” (p. 133). Ao contrário do que muitos acreditam, a geração de riqueza não provém, na atualidade, nem do Estado nem primordialmente dos grandes conglomerados industriais. Nos Estados Unidos, por exemplo, Os pequenos negócios são cruciais. “(…) Desde 1970, frisa Novak, quando o número de pessoas empregadas era de 79 milhões, até o fim de 1985, criaram-se (…) 29 milhões de novos empregos, dando um total de 108 milhões. Durante este período, o nível de emprego nas grandes empresas e nos governos (municipais, estaduais e federal) manteve-se praticamente estático. Cerca de oitenta por cento destes 29 milhões de novos empregos foram criados pelas pequenas atividades. Cada uma delas eleva o nível de vida não somente de uma família, mas tipicamente de um ou mais empregados também. O povo que quiser criar novos empregos tem de promover um ambiente tão criativo quanto possível para desencadear milhares e milhares de pequenas atividades” (ibid). Num meio cultural como o brasileiro, eivado de preconceitos pré-capitalistas (decorrentes, em boa medida, da anacrônica feição mercantilista de nosso Estado patrimonial), o livro de Novak está chamado a acender interessante debate. O autor lança o seu repto, especialmente, aos teólogos libertadores, adeptos de esquemas socialistas, estatizantes e distributivistas. O modelo econômico que subjaze às teses dos padres Boff, de Hugo Assmann etc. ancora na visão mercantilista, que imagina revoluções à base da distribuição manu militari, da riqueza já existente, sem se preocupar com a questão fundamental: como produzi-la? Os messias socialistas são muito eficientes quando se trata de democratizar a pobreza, como em Cuba ou Nicarágua. Não seria melhor libertar os pobres através da produção de riqueza? (“Suplemento Cultura”, O Estado de São Paulo, 20/08/1988, nº422, ano VII, p. 10)
- O ORGULHO GAY FERIU E SUJOU A FÉ DO POVO – Giampaolo Crepaldi, arcebispo de Trieste
(…) Queridos irmãos e irmãs, este nosso encontro de oração quer reparar as ofensas que foram feitas a Deus e ao povo cristão no sábado, 8 de junho, em nossa cidade de Trieste, durante o evento chamado “Pride FVG”. Sobretudo com cartazes alusivos às orações do Pai Nosso e da Salve Regina – dos quais muitos têm documentação – o núcleo mais precioso de nossa fé em Cristo Senhor, e nossa devoção à Virgem Maria foi atingida no coração. Além da linguagem usada, é preciso destacar um ponto: o que pretendia ser um evento de luta contra a discriminação, traduziu-se em um evento discriminatório contra o povo cristão. Daí a necessidade de reparar o que foi ofendido e limpar o que foi sujo, já que, de Jesus Cristo em diante, é esta a missão própria da Igreja e de todos nós, os cristãos. Como fazê-lo? A resposta a esta pergunta vem de Santo Antônio de Pádua, de quem estamos nos lembrando hoje. O Santo dos Milagres nos diz que, se não colocarmos no centro de tudo e de todos nós o Nosso Senhor Jesus Cristo, não se vai a lugar nenhum. “O centro”, ele escreve, “é o lugar que pertence a Jesus: no céu, no ventre da Virgem, na manjedoura de Belém e no patíbulo da Cruz… Ele está no centro de todos os corações; está no centro, e é a partir Dele que todos os raios da graça se irradiam até nós, os que caminhamos à sua volta e nos agitamos na sua periferia “(“Sermão da Oitava da Páscoa 6”; em Santo Antônio de Pádua. I Sermoni, ed. Messaggero, Pádua, 1996, páginas 229-230). Queridos irmãos e irmãs, não é próprio do estilo cristão reivindicar nada com orgulho. Pelo contrário, é um estilo que procura continuamente adaptar-se à mensagem austera de Fátima: fazer penitência, rezar, crer no Evangelho, converter-se.(…) http://lanuovabq.it/it/il-gay-pride-ha-colpito-e-sporcato-la-fede-del-popolo-1
- COMO AS ELITES EUROPEIAS PRETENDEM ISLAMIZAR O VELHO CONTINENTE (Resenha de “Eurábia”, d
Resenha de nova edição italiana da célebre obra de Bat Ye’or (pseudônimo da escritora Gisèle Littman, judia nascida no Egito e naturalizada inglesa), Eurabia. Como a Europa se tornou anticristã, antiocidental, antiamericana, anti-semita (edições Lindau, 440 p.). Do diálogo euro-árabe ao Pacto Global. Quatorze anos depois da primeira edição de Eurabia, a escritora anglo-egípcia de origem judaica Bat Ye’or, que também inspirou Oriana Fallaci, retorna para alertar a respeito dos que desejam ligar indissoluvelmente a Europa e o mundo árabe, para se impor no cenário político médio-oriental e internacional. Trata-se de um eixo que hoje poderia novamente se consolidar graças à migração em massa que as Nações Unidas pretendem regularizar através do Pacto Global [Global Compact for migration], um documento apresentado em dezembro passado [2018] nas Nações Unidas, que visa uma governança supranacional do fenômeno migratório, num cenário global que não leva mais em conta os estados-nação. Junto com a Comissão da União Europeia e o Conselho Europeu, que gostariam de fazer o tratado que sanciona o “direito de migrar” obrigatório para os países membros, Bat Ye’or acusa as instituições europeias de continuar a promover a islamização do continente através do incentivo à imigração de países muçulmanos. Um fenômeno que, para a autora, se assemelha mais a uma “invasão”, porque, como explica no prefácio à nova edição do livro, “não se trata de migração individual e numericamente reduzida, mas de massas de pessoas que deixam seus lugares de origem em busca de outras regiões”. O objetivo dos pais fundadores da União Europeia, explica a escritora, foi criar, através de “ideologias humanitárias e pacifistas” como “multilateralismo, multiculturalismo, relativismo de valores”, uma “Europa unificada sem fronteiras, reconciliada com o mundo árabe, capaz de “controlar o Mediterrâneo, a América e o bloco soviético”. O texto afirma que a união indissolúvel da Europa e da África teria dado garantias aos “grandes mercados e eliminado os obstáculos dos nacionalismos locais frente à unificação e homogeneização da Europa”. O êxodo em massa dos países muçulmanos para o Velho Continente, por um lado, e, por outro, a crescente islamização dos países árabes, com a destruição das minorias religiosas históricas, são as ferramentas para produzir essa “superpotência euro-islâmica”. Os apelos das instituições da UE aos Estados-Membros para a adopção do Pacto Global (Global Compact), segundo a autora, devem ser interpretados precisamente à luz da realização daquele objetivo: a fusão das duas margens do Mediterrâneo. “Este acordo pela migração — acusa Bat Ye’or — é um cheque em branco dado a uma jihad pacífica, segura, ordeira e regular, patrocinada por um califado mundial”. “Alguns países ocidentais se recusaram a assiná-lo, outros se apressaram em participar — explica a autora — dessa jihad migratória pacífica, que é organizada em colaboração com líderes europeus”. “O Conselho Europeu apoia-o financiando uma campanha de desinformação para mostrar que as raízes da Europa se encontram no Alcorão”. Nessa obra, a escritora nascida no Cairo reconstrói algumas escolhas políticas, começando com o projeto francês de construção de uma aliança geopolítica euro-islâmica, oposta à influência dos EUA no Oriente Médio, que levou a Europa a se tornar presa do terrorismo islâmico, repudiando a própria identidade e suas raízes judaico-cristãs. Tudo isso, de acordo com Bat Ye’or, reduziu a Europa a cacos, levando ao atual confronto entre o povo e as elites. Os partidos soberanistas, que interpretam o sentimento popular, representariam uma barreira para os planos da liderança europeia, que agora procura intervir, forçando os países membros da UE a “implementar as recomendações do Global Compact for migration, incentivando a vinda ininterrupta de migrantes africanos”. Difícil de prever o que o futuro nos reserva. O que é certo, segundo a escritora, é que a “defesa das liberdades democráticas” passa pela “luta contra a importação, pelas elites europeias, da dhimmitude [neologismo que designa a sujeição obrigatória de não-islâmicos aos estados muçulmanos]”. (Cristina Verdi, Il Giornale, 12/06/2019.) http://www.ilgiornale.it/news/mondo/cos-lites-europee-vogliono-islamizzare-vecchio-continente-1710039.html
- PERGUNTAS INCÔMODAS SOBRE EMBRIÕES – Entrevista com o filósofo católico francês Fabrice Hadjadj
A sociedade rejeita a ideia de se referir ao embrião como pessoa porque admitir isso significa reconhecer que matá-lo é assassinato. O filósofo católico Fabrice Hadjadj analisa o status do embrião humano. Muitos afirmam que “o embrião não é uma pessoa”. O que você pensa sobre isso? É interessante: nunca procuraram um filósofo para praticar uma reprodução assistida, mas sempre perguntam aos médicos sobre questões filosóficas. Eu gostaria de recordar que a noção de “pessoa” é um conceito metafísico, de origem teológica inclusive, e que não podemos empregá-lo superficialmente. Por outro lado, não sei se você percebeu, mas nós nos esforçamos em dizer “embrião”. Mas do que estamos falando? De um embrião de vaca, de macaco? Não: trata-se de um embrião humano. Frydman disse que “um olho não preparado não consegue ver a diferença entre um embrião de rato e um embrião humano”. [Fabrice respondia ao professor René Frydman, que, no “Le Figaro” de 12 de julho, afirmou que “o embrião não é uma pessoa humana” e que proibir a pesquisa com embriões humanos seria “incoerente e retrógrado”.] Mas será que ele implantaria um embrião de rato nas mulheres que solicitam uma reprodução assistida? Por que não, se não existe diferença alguma? A evidência é que o embrião sobre quem estamos falando é humano. Nenhum cientista pode negar isso. No entanto, eliminar um ser humano é um homicídio. Fazer do ser humano um material excedente é o cúmulo da exploração. E, com isso, não estou emitindo um juízo de valor. Pode haver motivos para ser um homicida, e numerosos Estados, em nome do progresso, legalizaram a exploração e manipulação dos humanos. O que eu rejeito, como filósofo, é que as pessoas se neguem a chamar o gato de “gato”, e que fiquemos fazendo rodeios para dissimular. Se as coisas estão tão claras, por que ainda existe este debate? Um texto de Bertrand Monthubert, ex-secretário nacional para a pesquisa, do Partido Socialista francês, publicado em 11 de julho, é bastante significativo. Cito sua saborosa argumentação, em sua aproximativa gramática: “O embrião não é uma pessoa, a ciência é muito clara sobre isso. Se fosse pessoa, isso significaria que os embriões que foram criados e destruídos nas FIV foram assassinados, e não é este o caso”. Isso é tudo. Falamos do “embrião” sem concretizar que se trata de um embrião humano. Achamos que o conceito de “pessoa” é claro demais para a ciência. E, como único argumento, apresenta-se a impossibilidade de ser um assassinato. A negação tem, portanto, duas causas. A primeira é esta palavra, “pessoa”, e a confusão metafísico-jurídica à qual ela conduz. Seria melhor perguntarmos se estamos diante de uma vida humana ou não. Dado que esta vida é humana, a questão é saber se queremos continuar tendo o artigo 16 do Código Civil [francês], que estabelece que “a lei garante o respeito ao ser humano desde o princípio da sua vida”, ou se o abandonamos. A segunda causa é a dificuldade de reconhecer que, ao seguir uma lógica tecnicista, criamos uma situação irresolúvel e insustentável, diante da qual nossa consciência está desorientada. Efetivamente, estes 50 mil humanos congelados, que gostaríamos de usar como reagentes em laboratórios farmacêuticos, são algo inimaginável. Devemos admitir que fomos muito além de “Admirável mundo novo”, de Aldous Huxley. Podemos afirmar, ao mesmo tempo, que o embrião humano “não é uma pessoa” e que “se tornará pessoa” na medida em que for inscrito em um projeto parental? Os cientistas que apoiam isso são realmente adeptos da magia. Abracadabra! Eu quero que seja uma pessoa, e será uma pessoa. Isso não entra no meu projeto e puft! A pessoa desaparece. Estamos verdadeiramente no reino dos aprendizes de bruxos. Mas esta forma de ver, que faz pensar em magia, é tipicamente tecnocrática. Seu princípio é que a vontade prima sobre o ser e que, portanto, todo estado natural, incluindo meu corpo, é apenas um material que eu posso manipular segundo meus caprichos. Podemos aceitar as interrupções voluntárias da gravidez e a destruição de embriões sem projeto parental, e rejeitar a pesquisa com embriões? É verdade que está tudo unido. Por outro lado, é necessário recordar que uma fecundação in vitro, no final das contas, destrói mais embriões que um aborto. Novamente, eu não pretendo me posicionar no âmbito ético, sobretudo nesta ética que todo mundo utiliza como uma etiqueta para manter sua boa consciência. Eu apenas constato que entramos em uma era de manipulação radical (ou seja, que parte da raiz) da vida humana. Não deveríamos considerá-lo retrógrado? De onde vem esta retórica do “grande salto adiante”? Com ela, Mao causou 30 milhões de mortes. É bom dar um passo atrás quando estamos à beira do precipício. Além disso, o que é retrógrado é não seguir o caminho aberto pelo Prêmio Nobel de Medicina, o professor Yamanaka, com suas células reprogramadas, que não apresentam nenhum problema ético. Mas nós teimamos na pesquisa com embriões humanos (sem dúvida alguma, como um meio para evitar à nossa consciência o mal-estar de ter de destruí-los) e deixamos que o Japão se adiante em métodos que já deram melhores resultados. Poderíamos dizer que os que se opõem a esta lei são influenciados pela Igreja Católica? Frydman garantiu isso nas colunas do seu jornal – o que é duplamente desleal. Primeira deslealdade: fazer acreditar que todos os que se opõem às suas opiniões são fideístas irracionais. Isso é típico do estilo do processo stalinista. Segunda deslealdade: ele se deixa apresentar como o “pai do primeiro bebê de proveta”. O que aconteceu então com Jacques Testart? Por que já não se fala dele como pioneiro da fecundação in vitro? Precisamente porque, sem ser católico, Testart denunciou todos aqueles que “elogiam religiosamente todas as produções de laboratório”. Haveria muito ainda a dizer sobre o obscurantismo cientificista e seus fanáticos de hoje. (O filósofo católico francês Fabrice Hadjadj é diretor de Philanthropos, o Instituto Europeu de Estudos Antropológicos, com sede em Friburgo, Suíça) https://pt.aleteia.org/2013/10/10/embrioes-as-perguntas-incomodas-do-filosofo-fabrice-hadjadj/


















































