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  • Joe Biden tem duas opções: rejeitar o aborto ou mudar de religião, exige arcebispo

    Mesmo se declarando “católico”, Joe Biden sempre defendeu o aborto, e isso se concretizou sendo o aborto uma das pautas principais do atual presidente dos Estados Unidos. O arcebispo de Kansas City, dom Joseph Naumann, expressou sua decepção com o presidente Joe Biden, e exigiu que ele atue como o “católico devoto” que afirma ser. Em entrevista ao canal católico EWTN no dia 8 de outubro, Naumann lamentou a decisão de Biden de reverter uma regra deixada por seu antecessor, Donald Trump, que restringia o financiamento do aborto. “É realmente triste”, disse o prelado, já que a administração Biden está “sob o controle de extremistas do aborto”. As duras críticas do Bispo de Kansas City foram dirigidas à decisão da administração Biden de reverter a “Regra de Proteção da Vida”, que impediu que dinheiro recolhido em impostos fosse oferecido a organizações que promovem abortos. Naumann urgiu Biden, o segundo presidente católico da história dos EUA, a defender e valorizar a vida humana. “Ele gosta de ser tratado como um católico devoto. Eu exigiria que ele começasse a agir como tal, especialmente em questões relacionadas à vida”, disse. “E também para que realmente permita que sua fé perfile sua consciência e as decisões que está tomando, não sua plataforma partidária”, acrescentou ele. Leia também Padre de coragem ensina porque, definitivamente, católico não pode ser a favor do Aborto Biden tem expressado reiteradamente seu apoio ao aborto. Depois de décadas de apoio à Emenda Hyde, que impede o financiamento do aborto financiado pelos contribuintes, ele mudou sua posição durante a campanha presidencial. Mais recentemente, diante de uma nova lei no estado do Texas que proíbe o aborto a partir do momento em que um batimento cardíaco é detectado pela ultra-som, Biden confirmou que sua administração está “profundamente comprometida” com o aborto como um direito constitucional. Segundo a secretária de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki, Biden “acredita que cabe à mulher tomar essas decisões e cabe à mulher tomar essas decisões com seu médico”. Neste momento, segundo o arcebispo, a administração Biden tem “aproveitado todas as oportunidades para expandir o aborto”. Em uma declaração divulgada no dia 7 de outubro, dom Naumann enfatizou que o programa do Título X, uma política pública para oferecer planejamento familiar aos cidadãos, foi originalmente “destinado e autorizado a ser um programa totalmente separado do aborto”. O aborto, concluiu ele, não é planejamento familiar. Pelo contrário, disse ele, prejudica as mulheres e “tira a vida de uma criança já concebida e em crescimento”. Leia também Padre da Canção Nova é criticado nas redes após apoiar o presidente pró-aborto, Biden #Aborto

  • Entenda porque um católico não pode defender o comunismo

    É comum vermos pessoas dizerem que são católicos e comunistas. Mas é possível ser cristão e comungar de uma ideologia que já causou milhões de mortes no mundo?! Comunismo (do latim communis) é uma ideologia e um movimento político, filosófico, social e econômico cujo objetivo final é o estabelecimento de uma sociedade comunista, ou seja, uma ordem socioeconômica estruturada sobre as ideias de igualitarismo, propriedade comum dos meios de produção e na ausência de classes. O Comunismo é o sistema da morte. A história comprova que não existe comunismo sem derramamento de sangue. Confira 5 razões para um católico não ser comunista. 1 – As consequências do comunismo Ao estudarmos a história das revoluções comunistas, é impossível não ficarmos estarrecidos com os horrores que os revolucionários praticaram buscando modificar o sistema econômico de seus países. O “Livro Negro do Comunismo” estima que em meio século 100 MILHÕES de pessoas tenham sido assassinadas pelas ditaduras totalitárias, muitos, entre eles, cristãos de várias denominações. O Museum on Communism (Museu Global do Comunismo) estimou as mortes e nós sintetizamos nesta tabela: Ainda a guerra civil espanhola assassinou 12 bispos, 4.184 padres, 300 freiras, 2.363 monges, números estes estimados pelo historiador Hugh Thomas. 2 – O comunismo se alimenta do ódio e promete um “paraíso” na Terra O comunismo de Karl Marx (1818-1883) e Friedrich Engels (1820-1895) tem como base de sua doutrina a luta de classes, a luta entre dois grupos antagônicos: os “oprimidos” e os “opressores” (ricos x pobres, negros x brancos, gays x héteros, homens x mulheres, etc.) e é essa luta de classes que move a história. O fim da opressão e então um mundo sem desigualdades, só virá quando os oprimidos destruírem subjugarem o opressor, destruindo toda cultura opressora. Independentemente de quantos precisem morrer para isso. “Para fazer uma omelete é preciso quebrar os ovos” – Decálogo de Lenin (1913) Leia também Católico que professa comunismo está excomungado, lembra padre 3 – O comunismo nega Deus e a religião Marx propõe que os oprimidos façam uma revolução que acabaria com a luta de classes e criaria um paraíso terreno, sem Deus, para promover a igualdade, pois o mal do mundo é a desigualdade. Segundo Marx, a religião “é o ópio do povo”, ou seja, é um entorpecente, um meio de manter as massas sob o domínio dos poderosos, que deve ser destruída. O papa Pio XI, na Encíclica Quadragesimo Anno , escreveu: “Socialismo e Catolicismo são termos contraditórios. Ninguém pode ser socialista e católico ao mesmo tempo” Leia também Apostasia contra a Igreja 1517, contra Cristo 1717 e contra Deus 1917 4 – A desigualdade é natural e fruto da sabedoria de Deus Ao analisarmos o universo percebemos que ele é hierárquico e desigual, indo desde um mineral, passando pelos vegetais animais, homens e os anjos, há uma hierarquia que promove harmonia, cosmos. Se todo universo é regido pela ordem que atravessa a desigualdade dos seres, tal lei natural passa também pelos homens. Nos seres humanos também há desigualdades naturais dos quais não decorrem direitos (baixos, altos, gordos, magros, negros, brancos, carecas, cabeludos, fortes e fracos) e desigualdades dos quais decorrem direitos (virtuosos, pecadores, ladrões, honestos, professores, alunos, trabalhadores, vagabundos, pais e filhos). Isto quer dizer que um homem não tem direito sobre o outro por ser alto ou baixo, entretanto possui se é pai e o outro filho, ambos possuem direitos equivalente às suas prerrogativas. O magistério da Santa Igreja já se manifestou diversas vezes sobre tal assunto, mas encontramos em Leão XIII (Quod Apostolici Muneris e Humanum Genus) algo mais direto, ele diz que no homem também há desigualdades naturais e acidentais, desta forma os homens são semelhantes e não iguais. Estes possuem a mesma natureza, logo os mesmos direitos naturais. Quando os homens se aperfeiçoam, isso gera desigualdade e querer impor a maior igualdade possível entre os homens é querer que eles não se aperfeiçoem, mas decaiam. A igualdade só se pode realizar pelo nível mais baixo. Com relação a isso, Deus criou tal desigualdade exatamente para fomentar a cooperação mutua entre os homens, lembremos: a lei de Deus é o amor. Leia também Entenda porque um católico não pode defender o liberalismo 5 – A propriedade privada é um bem natural. A propriedade privada, garante aos homens a liberdade e o direito ao seu trabalho para sobrevivência e o bem da família. Ela não pode ser retirada pelo Estado, pois é um bem natural dos homens. Quanto à isso o magistério diz através do Papa Pio IX: “para aqui (tende) essa doutrina nefanda do chamado comunismo, sumamente contrária ao próprio direito natural, a qual, uma vez admitida, levaria à subversão radical dos direitos, das coisas, das propriedades de todos e da própria sociedade humana” (Encíclica Qui pluribus, 1846). Fonte: ChurchPop Para se aprofundar, leia também Os males do comunismo #Comunismo

  • Entenda porque um católico não pode defender o comunismo

    É comum vermos pessoas dizerem que são católicos e comunistas. Mas é possível ser cristão e comungar de uma ideologia que já causou milhões de mortes no mundo?! Comunismo (do latim communis) é uma ideologia e um movimento político, filosófico, social e econômico cujo objetivo final é o estabelecimento de uma sociedade comunista, ou seja, uma ordem socioeconômica estruturada sobre as ideias de igualitarismo, propriedade comum dos meios de produção e na ausência de classes. O Comunismo é o sistema da morte. A história comprova que não existe comunismo sem derramamento de sangue. Confira 5 razões para um católico não ser comunista. 1 – As consequências do comunismo Ao estudarmos a história das revoluções comunistas, é impossível não ficarmos estarrecidos com os horrores que os revolucionários praticaram buscando modificar o sistema econômico de seus países. O “Livro Negro do Comunismo” estima que em meio século 100 MILHÕES de pessoas tenham sido assassinadas pelas ditaduras totalitárias, muitos, entre eles, cristãos de várias denominações. O Museum on Communism (Museu Global do Comunismo) estimou as mortes e nós sintetizamos nesta tabela: Ainda a guerra civil espanhola assassinou 12 bispos, 4.184 padres, 300 freiras, 2.363 monges, números estes estimados pelo historiador Hugh Thomas. 2 – O comunismo se alimenta do ódio e promete um “paraíso” na Terra O comunismo de Karl Marx (1818-1883) e Friedrich Engels (1820-1895) tem como base de sua doutrina a luta de classes, a luta entre dois grupos antagônicos: os “oprimidos” e os “opressores” (ricos x pobres, negros x brancos, gays x héteros, homens x mulheres, etc.) e é essa luta de classes que move a história. O fim da opressão e então um mundo sem desigualdades, só virá quando os oprimidos destruírem subjugarem o opressor, destruindo toda cultura opressora. Independentemente de quantos precisem morrer para isso. “Para fazer uma omelete é preciso quebrar os ovos” – Decálogo de Lenin (1913) Leia também Católico que professa comunismo está excomungado, lembra padre 3 – O comunismo nega Deus e a religião Marx propõe que os oprimidos façam uma revolução que acabaria com a luta de classes e criaria um paraíso terreno, sem Deus, para promover a igualdade, pois o mal do mundo é a desigualdade. Segundo Marx, a religião “é o ópio do povo”, ou seja, é um entorpecente, um meio de manter as massas sob o domínio dos poderosos, que deve ser destruída. O papa Pio XI, na Encíclica Quadragesimo Anno , escreveu: “Socialismo e Catolicismo são termos contraditórios. Ninguém pode ser socialista e católico ao mesmo tempo” Leia também Apostasia contra a Igreja 1517, contra Cristo 1717 e contra Deus 1917 4 – A desigualdade é natural e fruto da sabedoria de Deus Ao analisarmos o universo percebemos que ele é hierárquico e desigual, indo desde um mineral, passando pelos vegetais animais, homens e os anjos, há uma hierarquia que promove harmonia, cosmos. Se todo universo é regido pela ordem que atravessa a desigualdade dos seres, tal lei natural passa também pelos homens. Nos seres humanos também há desigualdades naturais dos quais não decorrem direitos (baixos, altos, gordos, magros, negros, brancos, carecas, cabeludos, fortes e fracos) e desigualdades dos quais decorrem direitos (virtuosos, pecadores, ladrões, honestos, professores, alunos, trabalhadores, vagabundos, pais e filhos). Isto quer dizer que um homem não tem direito sobre o outro por ser alto ou baixo, entretanto possui se é pai e o outro filho, ambos possuem direitos equivalente às suas prerrogativas. O magistério da Santa Igreja já se manifestou diversas vezes sobre tal assunto, mas encontramos em Leão XIII (Quod Apostolici Muneris e Humanum Genus) algo mais direto, ele diz que no homem também há desigualdades naturais e acidentais, desta forma os homens são semelhantes e não iguais. Estes possuem a mesma natureza, logo os mesmos direitos naturais. Quando os homens se aperfeiçoam, isso gera desigualdade e querer impor a maior igualdade possível entre os homens é querer que eles não se aperfeiçoem, mas decaiam. A igualdade só se pode realizar pelo nível mais baixo. Com relação a isso, Deus criou tal desigualdade exatamente para fomentar a cooperação mutua entre os homens, lembremos: a lei de Deus é o amor. Leia também Entenda porque um católico não pode defender o liberalismo 5 – A propriedade privada é um bem natural. A propriedade privada, garante aos homens a liberdade e o direito ao seu trabalho para sobrevivência e o bem da família. Ela não pode ser retirada pelo Estado, pois é um bem natural dos homens. Quanto à isso o magistério diz através do Papa Pio IX: “para aqui (tende) essa doutrina nefanda do chamado comunismo, sumamente contrária ao próprio direito natural, a qual, uma vez admitida, levaria à subversão radical dos direitos, das coisas, das propriedades de todos e da própria sociedade humana” (Encíclica Qui pluribus, 1846). Fonte: ChurchPop Para se aprofundar, leia também Os males do comunismo #Comunismo

  • Papa João Paulo I, milagre reconhecido: será proclamado beato

    Francisco autorizou a Congregação para as Causas dos Santos a promulgar o decreto sobre a cura milagrosa atribuída à intercessão de João Paulo I, um Pontífice que ficou no coração do povo. VATICAN NEWS O Papa Francisco, ao receber o Cardeal Marcello Semeraro em audiência na manhã desta quarta-feira (13), autorizou a Congregação para as Causas dos Santos a promulgar o decreto que reconhece um milagre atribuído à intercessão de João Paulo I. Trata-se da cura de uma menina de onze anos em Buenos Aires no dia 23 de julho de 2011, que sofria de “encefalopatia inflamatória aguda grave, doença epilética refratária maligna, choque séptico” e que estava em fim de vida. O quadro clínico era muito grave, caracterizado por numerosas crises epiléticas diárias e um estado séptico causado por broncopneumonia. A iniciativa de invocar o Papa Luciani foi tomada pelo pároco da paróquia à qual pertencia o hospital, ao qual ele era muito devoto. Assim abre-se o caminho para a beatificação do Papa Albino Luciani e o próximo passo é apenas aguardar a data, que será fixada por Francisco. Ao lado dos pobres, sempre Nascido em 17 de outubro de 1912 em Forno di Canale (hoje Canale d’Agordo), na província de Belluno, norte da Itália, e falecido em 28 de setembro de 1978 no Vaticano, Albino Luciani foi Papa apenas por 34 dias, um dos pontificados mais breves da história. Era filho de um aperário socialista que trabalhava há muito tempo como emigrante na Suíça. No bilhete escrito pelo seu pai, dando-lhe o consentimento para entrar no seminário, lê-se: “Espero que quando você for padre, fique ao lado dos pobres, porque Cristo estava ao lado deles”. Palavras que Luciani colocaria em prática durante toda sua vida. Albino foi ordenado sacerdote em 1935 e em 1958, logo após a eleição de João XXIII que o havia conhecido como Patriarca de Veneza, foi nomeado Bispo de Vittorio Veneto. Filho de uma terra pobre caracterizada pela emigração, mas também muito viva do ponto de vista social, e de uma Igreja caracterizada por grandes sacerdotes, Albino Luciani participou de todo o Concílio Ecumênico Vaticano II e aplicou suas diretrizes com entusiasmo. Passou muito tempo no confessionário e foi um pastor próximo ao seu povo. Durante os anos em que se discutia a legalidade da pílula anticoncepcional, ele se pronunciou repetidamente a favor da abertura da Igreja sobre seu uso, tendo escutado muitas famílias jovens. Após a publicação da encíclica Humanae Vitae, na qual Paulo VI declarou a pílula moralmente ilícita em 1968, o bispo de Vittorio Veneto promoveu o documento, aderindo ao magistério do Pontífice. Paulo VI, que teve a oportunidade de apreciá-lo, nomeou-o patriarca de Veneza no final de 1969 e o criou cardeal em março de 1973. “Humilitas” Albino Luciani, que escolheu a palavra “humilitas” para seu brasão episcopal, foi um pastor que viveu sobriamente, firme no que é essencial na fé, aberto do ponto de vista social, próximo aos pobres e aos trabalhadores. Era intransigente quando se tratava do uso inescrupuloso do dinheiro em detrimento do povo, como foi demonstrado por sua firmeza durante um escândalo econômico em Vittorio Veneto envolvendo um de seus sacerdotes. Em seu magistério, ele insistiu particularmente no tema da misericórdia. Um grande comunicador, ele escreveu um livro de sucesso intitulado “Illustrissimi”, com cartas escritas e idealmente enviadas aos grandes do passado com julgamentos sobre o presente. Deu particular importância à catequese e à necessidade de clareza para os que transmitem o conteúdo da fé. Após a morte de Paulo VI, foi eleito em 26 de agosto de 1978 em um conclave que durou um dia. Homenagem aos Papas precedentes O nome duplo já é um programa: ao unir João e Paulo, ele não só oferece uma homenagem de gratidão aos Papas que o quiseram como bispo e cardeal, mas também marca um caminho de continuidade na aplicação do Concílio, barrando o caminho tanto para os nostálgicos pela volta ao passado como para saltos descontrolados para futuro. Foi o Papa que abandonou o uso do “nós”, do plurale maiestatis, e nos primeiros dias recusou o uso da sedes gestatoria (a liteira para carregar os Papas), curvando-se ao pedido de seus colaboradores somente quando percebeu que ao proceder a pé as pessoas que não estavam nas primeiras filas tinham dificuldade em vê-lo. As audiências das quartas-feiras durante seu breve pontificado foram encontros de catequese: o Papa falava sem um texto escrito, citava poemas de memória, convidou um menino e um acólito a se aproximarem dele e falou com eles. Em um discurso improvisado, ele recordou ter passado fome quando criança e repetiu as palavras corajosas de seu predecessor sobre os “povos da fome” que questionam os “povos da opulência”. Fama de santidade Faleceu repentinamente na noite de 28 de setembro de 1978. O Papa foi encontrado sem vida pela irmã que levava café para seu quarto todas as manhãs. Em apenas algumas semanas de seu pontificado, ele entrou no coração de milhões de pessoas, por sua simplicidade, sua humildade, suas palavras em defesa dos pobres e por seu sorriso evangélico. Muitas teorias foram construídas em torno de sua morte súbita e inesperada, com supostas conspirações usadas para vender livros e produzir filmes. Uma pesquisa documentada sobre a morte, que encerra definitivamente o caso, foi assinada pela vice-postuladora do processo de beatificação, Stefania Falasca (Cronaca di una morte, Libreria Editrice Vaticana). A fama de santidade de Albino Luciani se espalhou muito rapidamente. Muitas pessoas rezaram e rezam por ele. Muitas pessoas simples e até mesmo um episcopado inteiro – o do Brasil – pediram a abertura do processo que agora, após um procedimento ponderado e bem pensado, chegou à sua conclusão. FONTE: VATICAN NEWS A milagrosa história da imagem da Mãe do Bom Conselho de Genazzano #milagrereconhecidoseráproclamadobeato #PapaJoãoPauloI

  • Os males do comunismo

    O comunismo elimina o mais sagrado dom que o homem recebeu de Deus: a liberdade Por Prof. Felipe Aquino Desde que o comunismo (socialismo) surgiu no mundo, como expressão prática do marxismo-leninismo, a Igreja o combateu sem tréguas, por ser ateu, materialista, desumano, utópico, adverso a Deus e à Igreja. Segundo os seus mentores, Karl Marx, Lenin e outros, “a religião é o “ópio do povo”, isto é, a droga que deixa o povo alienado e sujeito às explorações do capitalismo e dos ricos. A acusação vazia contra a Igreja é a de que ela só ensinava aos fiéis buscarem o céu, abandonando a Terra, sem lutar pelos direitos sociais. As muitas encíclicas dos Papas, desde a Rerum Novarum de Leão XIII (1878-1903) até o “Evangelho da Alegria” do Papa Francisco, desmentem essa mentira. A Igreja sempre foi a Instituição, em toda a história da humanidade, que mais caridade fez no mundo. Para “libertar” os proletários, o comunismo prega a revolução violenta, a “luta de classes” até a eliminação de todas as classes, o que é uma utopia; incita a revolta dos empregados contra os patrões, dos pobres contra os ricos; joga irmãos contra irmãos, prega a eliminação da propriedade privada e persegue todo tipo de religião, de modo especial o Cristianismo. Acima de tudo, o comunismo elimina o mais sagrado dom que o homem recebeu de Deus: a liberdade. Veja o que se passa em Cuba ainda hoje: o cidadão não pode deixar o país; é uma “ilha-prisão” em pleno século XXI, onde o povo não vota há mais de cinquenta anos. E ainda tem gente que a defenda. Piérre Proudhon (†1865) disse: “O comunismo degrada os dons naturais do homem, coloca a mediocridade no nível da excelência e chama a isso igualdade”. Na verdade, tenta criar uma igualdade utópica que Deus nunca desejou. A fé católica ensina a socorrer o pobre em suas necessidades materiais, mas não pela violência, não derramando sangue inocente nem tirando a liberdade e a vida preciosa do ser humano e o transformando apenas em um dente da engrenagem do deus Estado. A moral não aceita que se faça o bem por meios maus; os fins não podem justificar os meios. Para os comunistas todos os meios são válidos para implantar o comunismo. É um sistema maquiavélico que matou milhões. Winston Churchill (†1965) dizia: “Um jovem que não foi comunista não tinha coração; mas o adulto que permanece comunista não tem cérebro”. M. Thatcher dizia que “o socialismo acaba quando acaba de gastar o dinheiro dos outros”. É importante meditar um pouco sobre o que a Igreja já falou sobre isso. O documento de Puebla (III CELAM, 1979) deixou bem claro: “(…) A libertação cristã usa ‘meios evangélicos’, com a sua eficácia peculiar, e não recorre a nenhum tipo de violência, nem à dialética da luta de classes (…)” (nº 486) ‘ou à práxis ou análise marxista’” (nº 8). Na Encíclica do Papa Pio XI, a“ Divini Redemptoris, sobre o “”Comunismo Ateu” (19 de março de 1937), ele a condena veementemente. Pio IX disse: “E, apoiando-se nos funestíssimos erros do comunismo e do socialismo, asseguram que a ‘sociedade doméstica tem sua razão de ser somente no direito civil’ (Quanta Cura, 5). Leão XIII pediu: “Não ajudar o socialismo. Tomai ademais sumo cuidado para que os filhos da Igreja Católica não deem seu nome nem façam favor nenhum a essa detestável seita” (Quod Apostolici Muneris, no. 34). “Porque, enquanto os socialistas, apresentando o direito de propriedade como invenção humana contrária à igualdade natural entre os homens; enquanto, proclamando a comunidade de bens, declaram que não pode tratar-se com paciência a pobreza e que impunemente se pode violar a propriedade e os direitos dos ricos, a Igreja reconhece muito mais sabia e utilmente que a desigualdade existe entre os homens, naturalmente dissemelhantes pelas forças do corpo e do espírito, e que essa desigualdade existe até na posse dos bens. Ordena, ademais, que o direito de propriedade e de domínio, procedente da própria natureza, se mantenha intacto e inviolado nas mãos de quem o possui, porque sabe que o roubo e a rapina foram condenados pela lei natural de Deus” (Quod Apostolici Muneris, – Encíclica contra as seitas socialistas, no. 28/29). “Entretanto, embora os socialistas, abusando do próprio Evangelho para enganar mais facilmente os incautos, costumem torcer seu ditame, contudo há tão grande diferença entre seus perversos dogmas e a puríssima doutrina de Cristo, que não poderia ser maior” (Quod Apostolici Muneris, 14). “A Igreja, pregando aos homens que eles são todos filhos do mesmo Pai celeste, reconhece como uma condição providencial da sociedade humana a distinção das classes; por essa razão, ensina que apenas o respeito recíproco dos direitos e deveres, e a caridade mútua darão o segredo do justo equilíbrio, do bem estar honesto, da verdadeira paz e prosperidade dos povos. (…) “Mais uma vez, nós o declaramos: o remédio para esses males não será jamais a igualdade subversiva das ordens sociais” ( Alocução de 24/01/1903 ao Patriarcado e à Nobreza Romana). “A sociedade humana, tal qual Deus a estabeleceu, é formada de elementos desiguais, como desiguais são os membros do corpo humano; torná-los todos iguais é impossível: resultaria disso a própria destruição da sociedade humana.” “Disso resulta que, segundo a ordem estabelecida por Deus, deve haver na sociedade príncipes e vassalos, patrões e proletários, ricos e pobres, sábios e ignorantes, nobres e plebeus, os quais todos, unidos por um laço comum de amor, se ajudam mutuamente para alcançar o seu fim último no céu e o seu bem-estar moral e material na terra” (Quod Apostolici Muneris). Pio XI disse: “(…) Como pede a nossa paterna solicitude, declaramos: o socialismo, quer se considere como doutrina, quer como fato histórico, ou como ‘ação’, se é verdadeiro socialismo, (…) não pode conciliar-se com a doutrina católica, pois concebe a sociedade de modo completamente avesso a verdade cristã.” “Socialismo religioso, socialismo cristão são termos contraditórios: ninguém pode, ao mesmo tempo, ser bom católico e socialista verdadeiro” (Quadragesimo Anno, nº 117 a 120). Pio XII explicou bem a diferença entre as pessoas: “Pois bem, os irmãos não nascem nem permanecem todos iguais: uns são fortes, outros débeis; uns inteligentes, outros incapazes; talvez algum seja anormal, e também pode acontecer que se torne indigno. É pois inevitável uma certa desigualdade material, intelectual, moral, numa mesma família (…) Pretender a igualdade absoluta de todos seria o mesmo que pretender idênticas funções a membros diversos do mesmo organismo” (Discurso de 4/4/1953 a católicos de paróquias de S. Marciano). João XXIII, como os demais Papas, defendeu a necessidade da propriedade privada: “Da natureza humana origina-se ainda o direito à propriedade privada, mesmo sobre os bens de produção” (Pacem in Terris, n°. 21). João Paulo II, falando contra o capitalismo selvagem, disse: “Nesta luta contra um tal sistema, não se veja, como modelo alternativo, o sistema socialista, que, de fato, não passa de um capitalismo de estado, mas uma sociedade do trabalho livre, da empresa e da participação” (no. 35) “A Igreja reconhece a justa função do lucro, como indicador do bom funcionamento da empresa” (nº. 35). “Aquele Pontífice (Leão XIII), com efeito, previa as consequências negativas sob todos os aspectos – político, social e econômico – de uma organização da sociedade, tal como a propunha o ‘socialismo’, e que então estava ainda no estado de filosofia social e de movimento mais ou menos estruturado” (Enc. Centesimus Annus, n°12). João Paulo II também mostra o erro grave do socialismo: “(…) É preciso acrescentar que o erro fundamental do socialismo é de caráter antropológico. De fato, ele considera cada homem simplesmente como um elemento e uma molécula do organismo social, de tal modo que o bem do indivíduo aparece totalmente subordinado ao funcionamento do mecanismo econômico-social, enquanto, por outro lado, defende que esse mesmo bem se pode realizar prescindindo da livre opção, da sua única e exclusiva decisão responsável em face do bem e do mal. O homem é reduzido a uma série de relações sociais, e desaparece o conceito de pessoa como sujeito autônomo de decisão moral, que constrói, através dessa decisão, o ordenamento social. Desta errada concepção da pessoa deriva a distorção do direito, que define o âmbito do exercício da liberdade, bem como a oposição à propriedade privada” (nº 13). “Na Rerum Novarum, Leão XIII, com diversos argumentos, insistia fortemente contra o socialismo de seu tempo, no caráter natural do direito de propriedade privada. Este direito, fundamental para a autonomia e o desenvolvimento da pessoa, foi sempre defendido pela Igreja até nossos dias” (nº 30). O “Livro Negro do Comunismo – Crimes, Terror e Repressão” (Stéphane Courtois, Nicolas Werth, Jean-Louis Panné, Andrzej Paczkowski, Karel Bartosek, Jean-Louis Margolin, Bertrand Brasil, Rio de Janeiro, 1999, 917 págs.) – faz um balanço do amargo fruto que este diabólico regime gerou para a humanidade. Oitenta anos depois da Revolução Bolchevique na Rússia (1917) e sete depois de a União Soviética ter acabado (1997), a trajetória trágica do comunismo pode ser contabilizada pelo número de vítimas. É a história da trágica aplicação na vida real de uma ideologia carregada de falsas promessas de igualdade e justiça que custou entre 80 e 100 milhões de vidas, com a esmagadora maioria de vítimas nos dois gigantes do marxismo-leninismo, a União Soviética e a China; além de Cuba, Viet Nan, Laos, Cambodja, Bulgária, Romênia, Tchecoslováquia, Polônia, Hungria, etc. Na China, houve cerca de 65 milhões de mortos, a maioria dizimada pela fome desencadeada a partir do “Grande Salto para a Frente”, o desastroso projeto de autossuficiência implantado por Mao Tsé-tung em meados dos anos 50. Tratou-se da pior fome da História, acompanhada de ondas de canibalismo e de campanhas de terror contra camponeses acusados de esconder comida. Na URSS, de 1917 a 1953, ano da morte de Stalin, os expurgos, a fome, as deportações em massa e o trabalho forçado no Gulag mataram 20 milhões de pessoas. Só a grande fome de 1921-1922, desatada em grande parte pelo confisco de alimentos dos camponeses, ceifou mais de 5 milhões de vidas. Na Coreia do Norte, comunista de carteirinha que ainda perdura, a execução de “inimigos do povo” contabiliza pelo menos 100 mil mortos. Em termos proporcionais, contudo, o maior genocida comunista é o Khmer Vermelho do Camboja: em três anos e meio (1975-1979), com sua política inclemente de transferência forçada dos moradores das cidades para o campo, matou de fome e exaustão quase 25% da população.” Os crimes do stalinismo e a matriz da política de terror empregada por outros regimes comunistas ficaram bem conhecidos desde o XX Congresso do Partido Comunista Soviético em 1956. O organizador do Livro, Stéphane Courtois, é um ex-maoísta convertido em crítico do marxismo; ele argumenta que o crime é intrínseco ao comunismo e não apenas um instrumento de Estado ou um desvio stalinista de uma ideologia de princípios humanitários. Courtois também sugere a equiparação do comunismo ao nazismo, com base na ideia de que ambos partilham a mesma lógica do genocídio. “Os mecanismos de segregação e de exclusão do totalitarismo de classe são muito parecidos com os do totalitarismo de raça”, escreve Courtois. Quem ainda tem coragem de defender tal barbárie? No entanto, ela ainda existe na mente de muitos acadêmicos, jornalistas e outros que parecem não conhecer as lições da História. Fonte: Canção Nova #Comunismo

  • Os males do comunismo

    O comunismo elimina o mais sagrado dom que o homem recebeu de Deus: a liberdade Por Prof. Felipe Aquino Desde que o comunismo (socialismo) surgiu no mundo, como expressão prática do marxismo-leninismo, a Igreja o combateu sem tréguas, por ser ateu, materialista, desumano, utópico, adverso a Deus e à Igreja. Segundo os seus mentores, Karl Marx, Lenin e outros, “a religião é o “ópio do povo”, isto é, a droga que deixa o povo alienado e sujeito às explorações do capitalismo e dos ricos. A acusação vazia contra a Igreja é a de que ela só ensinava aos fiéis buscarem o céu, abandonando a Terra, sem lutar pelos direitos sociais. As muitas encíclicas dos Papas, desde a Rerum Novarum de Leão XIII (1878-1903) até o “Evangelho da Alegria” do Papa Francisco, desmentem essa mentira. A Igreja sempre foi a Instituição, em toda a história da humanidade, que mais caridade fez no mundo. Para “libertar” os proletários, o comunismo prega a revolução violenta, a “luta de classes” até a eliminação de todas as classes, o que é uma utopia; incita a revolta dos empregados contra os patrões, dos pobres contra os ricos; joga irmãos contra irmãos, prega a eliminação da propriedade privada e persegue todo tipo de religião, de modo especial o Cristianismo. Acima de tudo, o comunismo elimina o mais sagrado dom que o homem recebeu de Deus: a liberdade. Veja o que se passa em Cuba ainda hoje: o cidadão não pode deixar o país; é uma “ilha-prisão” em pleno século XXI, onde o povo não vota há mais de cinquenta anos. E ainda tem gente que a defenda. Piérre Proudhon (†1865) disse: “O comunismo degrada os dons naturais do homem, coloca a mediocridade no nível da excelência e chama a isso igualdade”. Na verdade, tenta criar uma igualdade utópica que Deus nunca desejou. A fé católica ensina a socorrer o pobre em suas necessidades materiais, mas não pela violência, não derramando sangue inocente nem tirando a liberdade e a vida preciosa do ser humano e o transformando apenas em um dente da engrenagem do deus Estado. A moral não aceita que se faça o bem por meios maus; os fins não podem justificar os meios. Para os comunistas todos os meios são válidos para implantar o comunismo. É um sistema maquiavélico que matou milhões. Winston Churchill (†1965) dizia: “Um jovem que não foi comunista não tinha coração; mas o adulto que permanece comunista não tem cérebro”. M. Thatcher dizia que “o socialismo acaba quando acaba de gastar o dinheiro dos outros”. É importante meditar um pouco sobre o que a Igreja já falou sobre isso. O documento de Puebla (III CELAM, 1979) deixou bem claro: “(…) A libertação cristã usa ‘meios evangélicos’, com a sua eficácia peculiar, e não recorre a nenhum tipo de violência, nem à dialética da luta de classes (…)” (nº 486) ‘ou à práxis ou análise marxista’” (nº 8). Na Encíclica do Papa Pio XI, a“ Divini Redemptoris, sobre o “”Comunismo Ateu” (19 de março de 1937), ele a condena veementemente. Pio IX disse: “E, apoiando-se nos funestíssimos erros do comunismo e do socialismo, asseguram que a ‘sociedade doméstica tem sua razão de ser somente no direito civil’ (Quanta Cura, 5). Leão XIII pediu: “Não ajudar o socialismo. Tomai ademais sumo cuidado para que os filhos da Igreja Católica não deem seu nome nem façam favor nenhum a essa detestável seita” (Quod Apostolici Muneris, no. 34). “Porque, enquanto os socialistas, apresentando o direito de propriedade como invenção humana contrária à igualdade natural entre os homens; enquanto, proclamando a comunidade de bens, declaram que não pode tratar-se com paciência a pobreza e que impunemente se pode violar a propriedade e os direitos dos ricos, a Igreja reconhece muito mais sabia e utilmente que a desigualdade existe entre os homens, naturalmente dissemelhantes pelas forças do corpo e do espírito, e que essa desigualdade existe até na posse dos bens. Ordena, ademais, que o direito de propriedade e de domínio, procedente da própria natureza, se mantenha intacto e inviolado nas mãos de quem o possui, porque sabe que o roubo e a rapina foram condenados pela lei natural de Deus” (Quod Apostolici Muneris, – Encíclica contra as seitas socialistas, no. 28/29). “Entretanto, embora os socialistas, abusando do próprio Evangelho para enganar mais facilmente os incautos, costumem torcer seu ditame, contudo há tão grande diferença entre seus perversos dogmas e a puríssima doutrina de Cristo, que não poderia ser maior” (Quod Apostolici Muneris, 14). “A Igreja, pregando aos homens que eles são todos filhos do mesmo Pai celeste, reconhece como uma condição providencial da sociedade humana a distinção das classes; por essa razão, ensina que apenas o respeito recíproco dos direitos e deveres, e a caridade mútua darão o segredo do justo equilíbrio, do bem estar honesto, da verdadeira paz e prosperidade dos povos. (…) “Mais uma vez, nós o declaramos: o remédio para esses males não será jamais a igualdade subversiva das ordens sociais” ( Alocução de 24/01/1903 ao Patriarcado e à Nobreza Romana). “A sociedade humana, tal qual Deus a estabeleceu, é formada de elementos desiguais, como desiguais são os membros do corpo humano; torná-los todos iguais é impossível: resultaria disso a própria destruição da sociedade humana.” “Disso resulta que, segundo a ordem estabelecida por Deus, deve haver na sociedade príncipes e vassalos, patrões e proletários, ricos e pobres, sábios e ignorantes, nobres e plebeus, os quais todos, unidos por um laço comum de amor, se ajudam mutuamente para alcançar o seu fim último no céu e o seu bem-estar moral e material na terra” (Quod Apostolici Muneris). Pio XI disse: “(…) Como pede a nossa paterna solicitude, declaramos: o socialismo, quer se considere como doutrina, quer como fato histórico, ou como ‘ação’, se é verdadeiro socialismo, (…) não pode conciliar-se com a doutrina católica, pois concebe a sociedade de modo completamente avesso a verdade cristã.” “Socialismo religioso, socialismo cristão são termos contraditórios: ninguém pode, ao mesmo tempo, ser bom católico e socialista verdadeiro” (Quadragesimo Anno, nº 117 a 120). Pio XII explicou bem a diferença entre as pessoas: “Pois bem, os irmãos não nascem nem permanecem todos iguais: uns são fortes, outros débeis; uns inteligentes, outros incapazes; talvez algum seja anormal, e também pode acontecer que se torne indigno. É pois inevitável uma certa desigualdade material, intelectual, moral, numa mesma família (…) Pretender a igualdade absoluta de todos seria o mesmo que pretender idênticas funções a membros diversos do mesmo organismo” (Discurso de 4/4/1953 a católicos de paróquias de S. Marciano). João XXIII, como os demais Papas, defendeu a necessidade da propriedade privada: “Da natureza humana origina-se ainda o direito à propriedade privada, mesmo sobre os bens de produção” (Pacem in Terris, n°. 21). João Paulo II, falando contra o capitalismo selvagem, disse: “Nesta luta contra um tal sistema, não se veja, como modelo alternativo, o sistema socialista, que, de fato, não passa de um capitalismo de estado, mas uma sociedade do trabalho livre, da empresa e da participação” (no. 35) “A Igreja reconhece a justa função do lucro, como indicador do bom funcionamento da empresa” (nº. 35). “Aquele Pontífice (Leão XIII), com efeito, previa as consequências negativas sob todos os aspectos – político, social e econômico – de uma organização da sociedade, tal como a propunha o ‘socialismo’, e que então estava ainda no estado de filosofia social e de movimento mais ou menos estruturado” (Enc. Centesimus Annus, n°12). João Paulo II também mostra o erro grave do socialismo: “(…) É preciso acrescentar que o erro fundamental do socialismo é de caráter antropológico. De fato, ele considera cada homem simplesmente como um elemento e uma molécula do organismo social, de tal modo que o bem do indivíduo aparece totalmente subordinado ao funcionamento do mecanismo econômico-social, enquanto, por outro lado, defende que esse mesmo bem se pode realizar prescindindo da livre opção, da sua única e exclusiva decisão responsável em face do bem e do mal. O homem é reduzido a uma série de relações sociais, e desaparece o conceito de pessoa como sujeito autônomo de decisão moral, que constrói, através dessa decisão, o ordenamento social. Desta errada concepção da pessoa deriva a distorção do direito, que define o âmbito do exercício da liberdade, bem como a oposição à propriedade privada” (nº 13). “Na Rerum Novarum, Leão XIII, com diversos argumentos, insistia fortemente contra o socialismo de seu tempo, no caráter natural do direito de propriedade privada. Este direito, fundamental para a autonomia e o desenvolvimento da pessoa, foi sempre defendido pela Igreja até nossos dias” (nº 30). O “Livro Negro do Comunismo – Crimes, Terror e Repressão” (Stéphane Courtois, Nicolas Werth, Jean-Louis Panné, Andrzej Paczkowski, Karel Bartosek, Jean-Louis Margolin, Bertrand Brasil, Rio de Janeiro, 1999, 917 págs.) – faz um balanço do amargo fruto que este diabólico regime gerou para a humanidade. Oitenta anos depois da Revolução Bolchevique na Rússia (1917) e sete depois de a União Soviética ter acabado (1997), a trajetória trágica do comunismo pode ser contabilizada pelo número de vítimas. É a história da trágica aplicação na vida real de uma ideologia carregada de falsas promessas de igualdade e justiça que custou entre 80 e 100 milhões de vidas, com a esmagadora maioria de vítimas nos dois gigantes do marxismo-leninismo, a União Soviética e a China; além de Cuba, Viet Nan, Laos, Cambodja, Bulgária, Romênia, Tchecoslováquia, Polônia, Hungria, etc. Na China, houve cerca de 65 milhões de mortos, a maioria dizimada pela fome desencadeada a partir do “Grande Salto para a Frente”, o desastroso projeto de autossuficiência implantado por Mao Tsé-tung em meados dos anos 50. Tratou-se da pior fome da História, acompanhada de ondas de canibalismo e de campanhas de terror contra camponeses acusados de esconder comida. Na URSS, de 1917 a 1953, ano da morte de Stalin, os expurgos, a fome, as deportações em massa e o trabalho forçado no Gulag mataram 20 milhões de pessoas. Só a grande fome de 1921-1922, desatada em grande parte pelo confisco de alimentos dos camponeses, ceifou mais de 5 milhões de vidas. Na Coreia do Norte, comunista de carteirinha que ainda perdura, a execução de “inimigos do povo” contabiliza pelo menos 100 mil mortos. Em termos proporcionais, contudo, o maior genocida comunista é o Khmer Vermelho do Camboja: em três anos e meio (1975-1979), com sua política inclemente de transferência forçada dos moradores das cidades para o campo, matou de fome e exaustão quase 25% da população.” Os crimes do stalinismo e a matriz da política de terror empregada por outros regimes comunistas ficaram bem conhecidos desde o XX Congresso do Partido Comunista Soviético em 1956. O organizador do Livro, Stéphane Courtois, é um ex-maoísta convertido em crítico do marxismo; ele argumenta que o crime é intrínseco ao comunismo e não apenas um instrumento de Estado ou um desvio stalinista de uma ideologia de princípios humanitários. Courtois também sugere a equiparação do comunismo ao nazismo, com base na ideia de que ambos partilham a mesma lógica do genocídio. “Os mecanismos de segregação e de exclusão do totalitarismo de classe são muito parecidos com os do totalitarismo de raça”, escreve Courtois. Quem ainda tem coragem de defender tal barbárie? No entanto, ela ainda existe na mente de muitos acadêmicos, jornalistas e outros que parecem não conhecer as lições da História. Fonte: Canção Nova #Comunismo

  • Entenda porque um católico não pode defender o liberalismo

    Depois de mostrar 5 razões para um católico não ser comunista, hoje queremos compartilhar 5 razões para um católico não comungar com o liberalismo. O Liberalismo é uma filosofia política e moral baseada na liberdade, consentimento dos governados e igualdade perante a lei. O liberalismo começou a alcançar notoriedade durante o Iluminismo, quando os liberais opuseram-se ao conservadorismo tradicional e procuraram substituir o absolutismo no governo pela democracia representativa e pelo Estado de direito. 1) Tem as mesmas bases do socialismo: buscam criar o Paraíso na Terra, sem Deus. Tanto o liberalismo, quanto o socialismo (odiado e repudiado por nós católicos), tem como base o materialismo, que nega, ou melhor, deixa para segundo plano a religião, a Santa Igreja e Deus. Essa tentação de “ter para ser feliz” todos nós passamos, até mesmo Nosso Senhor Jesus, quando tentado pelo diabo no deserto: “O demônio transportou-o uma vez mais, a um monte muito alto, e lhe mostrou todos os reinos do mundo e a sua glória, e disse-lhe: Dar-te-ei tudo isto se, prostrando-te diante de mim, me adorares.” (Mt 4, 8-9) Ainda hoje, para ser feliz na Terra, tendo tudo o que quiser, Satanás exige que o adore, traindo os preceitos, as leis, a moral e os valores da nossa fé. 2) Foi fortemente condenada pelo magistério da Santa Igreja. Os principais documentos que recomendo ler contra o liberalismo são: a) O liberalismo propõe a separação entre Estado e Igreja, nesse aspecto ele vai contra a Bula Unam Sanctam de Bonifácio VIII b) A encíclica Mirari Vos de Gregório XVI, condenando os erros do liberalismo católico e do tradicionalismo do Padre Felicité de Lammenais, de Montalembert e de Lacordaire. c) A Encíclica Quanta Cura e o Syllabus de Pio IX. d) A Encíclica Libertas Paestantissima, Rerum Novarum a Humanum Genus de Leão XIII. A Humanum Genus condena a ação da Maçonaria, que fez a Revolução Francesa e o Liberalismo. e) A Carta Apostólica Notre Charge Apostolique, a encíclica Pascendi de São Pio X contra os erros do Sillon. f) A Mortalium Animos de Pio XI contra o liberalismo religioso expresso no ecumenismo modernista. 3) O liberal idolatra a sua liberdade. O liberal deposita sua esperança na “liberdade” e na absoluta soberania do indivíduo com inteira independência de Deus e da sua autoridade; liberdade de pensamento sem limitação alguma em política, em moral ou em religião. Nós não podemos fazer tudo, nossa liberdade não é o poder de fazer qualquer coisa que se quer. Mas, a liberdade é, pois, mais um poder moral do que um poder físico, é um dever e não um poder. “Tudo me é permitido, mas nem tudo convém. Tudo me é permitido, mas eu não me deixarei dominar por coisa alguma.” (1Cor 6,12) 4) O liberalismo moral é um atentado à dignidade humana. O liberalismo moral tem como base dois princípios: a) O Princípio da Liberdade Pessoal Absoluta, que considera moralmente permissível toda e qualquer conduta, desde que ela não cause um mal direto a quem não consentiu nessa conduta; b) O Princípio da Tolerância Absoluta, que nos obriga a tolerar toda e qualquer conduta dos outros, desde que essa conduta não cause um mal direto a quem não consentiu nela. Pensamos as vezes que alguns males como o aborto, a prostituição, pornografia, o tráfico de entorpecentes, etc, é fruto de uma sociedade que teve a moral destruída pelo ideais marxistas. Entretanto, algumas empresas adeptas dos ideais liberais financiam toda essa podridão que destrói nossas famílias e consequentemente nossa sociedade. 5) O sistema que a Igreja propõe é outro! A Santa Igreja não propõe um sistema econômico político perfeito para os povos, muito menos “tem uma receita pronta de como montar um Estado, um governo ou uma administração. Ela simplesmente ‘propõe princípios de reflexão, apresenta critérios de juízo, orienta para a ação’”(CIC 2423). Segundo o Magistério, a base da sociedade não é o Estado, nem a Economia, mas a família, por isso devemos lutar por ela com unhas e dentes. É tudo muito simples na teoria, mas a execução é realmente complicada. A educação para as virtudes mudaria a sociedade completamente. A sociedade não obcecada com o dinheiro, mas baseada na virtude, nos conselhos e no amor familiar, para a construção de uma “Civilização de amor”. Assim fala o Catecismo: “A Igreja tem rejeitado as ideologias totalitárias e ateias associadas, nos tempos modernos, ao ‘comunismo’ ou ao ‘socialismo’. Além disso, na prática do “capitalismo”, ela recusou o individualismo e o primado absoluto da lei do mercado sobre o trabalho humano. A regulamentação da economia exclusivamente por meio do planejamento centralizado perverte na base os vínculos sociais; sua regulamentação unicamente pela lei do mercado vai contra a justiça social, ‘pois há muitas necessidades humanas que não podem ser atendidas pelo mercado’. É preciso preconizar uma regulamentação racional do mercado e das iniciativas econômicas, de acordo com uma justa hierarquia dos valores e em vista do bem comum.”  (CIC, 2425) Fonte: ChurchPop #Liberalismo

  • Entenda porque um católico não pode defender o liberalismo

    Depois de mostrar 5 razões para um católico não ser comunista, hoje queremos compartilhar 5 razões para um católico não comungar com o liberalismo. O Liberalismo é uma filosofia política e moral baseada na liberdade, consentimento dos governados e igualdade perante a lei. O liberalismo começou a alcançar notoriedade durante o Iluminismo, quando os liberais opuseram-se ao conservadorismo tradicional e procuraram substituir o absolutismo no governo pela democracia representativa e pelo Estado de direito. 1) Tem as mesmas bases do socialismo: buscam criar o Paraíso na Terra, sem Deus. Tanto o liberalismo, quanto o socialismo (odiado e repudiado por nós católicos), tem como base o materialismo, que nega, ou melhor, deixa para segundo plano a religião, a Santa Igreja e Deus. Essa tentação de “ter para ser feliz” todos nós passamos, até mesmo Nosso Senhor Jesus, quando tentado pelo diabo no deserto: “O demônio transportou-o uma vez mais, a um monte muito alto, e lhe mostrou todos os reinos do mundo e a sua glória, e disse-lhe: Dar-te-ei tudo isto se, prostrando-te diante de mim, me adorares.” (Mt 4, 8-9) Ainda hoje, para ser feliz na Terra, tendo tudo o que quiser, Satanás exige que o adore, traindo os preceitos, as leis, a moral e os valores da nossa fé. 2) Foi fortemente condenada pelo magistério da Santa Igreja. Os principais documentos que recomendo ler contra o liberalismo são: a) O liberalismo propõe a separação entre Estado e Igreja, nesse aspecto ele vai contra a Bula Unam Sanctam de Bonifácio VIII b) A encíclica Mirari Vos de Gregório XVI, condenando os erros do liberalismo católico e do tradicionalismo do Padre Felicité de Lammenais, de Montalembert e de Lacordaire. c) A Encíclica Quanta Cura e o Syllabus de Pio IX. d) A Encíclica Libertas Paestantissima, Rerum Novarum a Humanum Genus de Leão XIII. A Humanum Genus condena a ação da Maçonaria, que fez a Revolução Francesa e o Liberalismo. e) A Carta Apostólica Notre Charge Apostolique, a encíclica Pascendi de São Pio X contra os erros do Sillon. f) A Mortalium Animos de Pio XI contra o liberalismo religioso expresso no ecumenismo modernista. 3) O liberal idolatra a sua liberdade. O liberal deposita sua esperança na “liberdade” e na absoluta soberania do indivíduo com inteira independência de Deus e da sua autoridade; liberdade de pensamento sem limitação alguma em política, em moral ou em religião. Nós não podemos fazer tudo, nossa liberdade não é o poder de fazer qualquer coisa que se quer. Mas, a liberdade é, pois, mais um poder moral do que um poder físico, é um dever e não um poder. “Tudo me é permitido, mas nem tudo convém. Tudo me é permitido, mas eu não me deixarei dominar por coisa alguma.” (1Cor 6,12) 4) O liberalismo moral é um atentado à dignidade humana. O liberalismo moral tem como base dois princípios: a) O Princípio da Liberdade Pessoal Absoluta, que considera moralmente permissível toda e qualquer conduta, desde que ela não cause um mal direto a quem não consentiu nessa conduta; b) O Princípio da Tolerância Absoluta, que nos obriga a tolerar toda e qualquer conduta dos outros, desde que essa conduta não cause um mal direto a quem não consentiu nela. Pensamos as vezes que alguns males como o aborto, a prostituição, pornografia, o tráfico de entorpecentes, etc, é fruto de uma sociedade que teve a moral destruída pelo ideais marxistas. Entretanto, algumas empresas adeptas dos ideais liberais financiam toda essa podridão que destrói nossas famílias e consequentemente nossa sociedade. 5) O sistema que a Igreja propõe é outro! A Santa Igreja não propõe um sistema econômico político perfeito para os povos, muito menos “tem uma receita pronta de como montar um Estado, um governo ou uma administração. Ela simplesmente ‘propõe princípios de reflexão, apresenta critérios de juízo, orienta para a ação’”(CIC 2423). Segundo o Magistério, a base da sociedade não é o Estado, nem a Economia, mas a família, por isso devemos lutar por ela com unhas e dentes. É tudo muito simples na teoria, mas a execução é realmente complicada. A educação para as virtudes mudaria a sociedade completamente. A sociedade não obcecada com o dinheiro, mas baseada na virtude, nos conselhos e no amor familiar, para a construção de uma “Civilização de amor”. Assim fala o Catecismo: “A Igreja tem rejeitado as ideologias totalitárias e ateias associadas, nos tempos modernos, ao ‘comunismo’ ou ao ‘socialismo’. Além disso, na prática do “capitalismo”, ela recusou o individualismo e o primado absoluto da lei do mercado sobre o trabalho humano. A regulamentação da economia exclusivamente por meio do planejamento centralizado perverte na base os vínculos sociais; sua regulamentação unicamente pela lei do mercado vai contra a justiça social, ‘pois há muitas necessidades humanas que não podem ser atendidas pelo mercado’. É preciso preconizar uma regulamentação racional do mercado e das iniciativas econômicas, de acordo com uma justa hierarquia dos valores e em vista do bem comum.”  (CIC, 2425) Fonte: ChurchPop #Liberalismo

  • A MIRAGEM DA “CRIANÇA PERFEITA” – Federico Cenci

    [Federico Cenci trabalhou de 2013 a 2017 na agência de notícias católica Zenit, lidando com questões sociais e religiosas, bioética, políticas familiares, bem como política nacional e internacional. Em seguida, continuou a sua atividade na In Terris, e atualmente em vários jornais e periódicos. Em 2020 escreveu o romance Berlim Oriental 2.0 – Notas sobre distopia e realidade .]. Em 1997 foi lançado Bem-vindo a Gattaca , um filme de ficção científica futurista em que seria possível dar à luz seres humanos com um patrimônio genético específico, selecionados pelos pais a partir de um determinado grupo de células embrionárias. Bem, esse futuro já parece ser agora… O TESTE POLIGÊNICO. Uma investigação da Bloomberg revela a existência de ensaios clínicos de seleção de genes em embriões humanos para reduzir o risco de doenças cardíacas, diabetes e câncer, na idade adulta. Isso é chamado de “teste poligênico”. Empresas que oferecem este “serviço” a casais que desejam ter filhos conforme seus desejos podem ser encontradas no site Genomic Prediction . Rafal Smigrodzki, um neurologista da Carolina do Norte, com doutorado em genética humana, é um dos pais que utilizaram os serviços dessas clínicas. Ele disse à Bloomberg que os pais têm o dever de dar a seus filhos o melhor começo de vida possível. “Parte desse dever é garantir a prevenção de doenças; é por isso que damos vacinas”, disse ele. “E o teste poligênico não é diferente. É outra maneira de prevenir doenças.” A ILUSÃO DA “CRIANÇA SAUDÁVEL”. É uma forma de prevenir doenças, porém, com resultados que não são totalmente óbvios. Como a Bloomberg também relata em sua edição de julho, de acordo com o New England Journal of Medicine , treze cientistas deram o alarme sobre o assunto: o risco é que os clientes, ou seja, os pais, se deixem seduzir pela miragem de ter uma “criança 100 % saudável”. Mas, conforme observam os cientistas, “os resultados” do teste poligênico “são apenas possibilidades, não garantias”. O “FILHO PERFEITO”. Mas, além da prevenção de doenças, um número crescente de pais também está recorrendo a essas clínicas para “fazer” uma criança com uma certa aparência física e fortes qualidades intelectuais. Smigrodzki, o pai entrevistado pela Bloomberg , não faz segredo disso: “É certo e apropriado que toda criança seja inteligente, que toda criança esteja acima da média”, diz ele. O RISCO DO “EUGENIA LIBERAL”. No entanto, a perspectiva de seleção fundada na inteligência suscita preocupações compreensíveis. Steven Hyman, diretor do Centro Stanley de Pesquisa Psiquiátrica do Broad Institute do MIT e Harvard, fala de uma eugenia mais sutil do que a eugenia nazista: uma “eugenia liberal”. Para Hyman, portanto, é necessário estabelecer limites éticos desde o início, antes que se concretize o princípio discriminatório do “pequeno número de perfeitos”. https://ifamnews.com/fr/le-mirage-de-l-enfant-parfait

  • O que pensariam os mártires da Igreja sobre a lei de eutanásia da Bélgica?

    No final da semana passada, o país da Bélgica se tornou  a primeira nação do mundo  a permitir  a eutanásia em doentes terminais  de qualquer idade . O polêmico projeto de lei foi aprovado pelo Parlamento da Bélgica 86-44 e deve ser assinado pelo rei católico Philippe nos próximos dias. Apesar de 60% da população da Bélgica se identificar como membros da Igreja Católica Romana, o pequeno país europeu terá agora a duvidosa distinção de ser o lar das leis de eutanásia mais progressistas do planeta. Não há necessidade de discutir o quão bárbara essa lei realmente é. Escondidos atrás da máscara de empatia, os adoradores fanáticos do ídolo de sua escolha agora serão capazes de atrair os membros mais vulneráveis ​​da sociedade a fazer o ato gravemente pecaminoso de encontrar nosso Senhor face a face, não de acordo com Seus termos, mas de acordo com os seus próprios. Os defensores da lei nos dizem que a eutanásia de menores só ocorrerá em circunstâncias específicas e que será cuidadosamente regulamentada. Em outras palavras, somente em ocasiões seguras, legais e raras o procedimento será realizado em crianças. Parece familiar, não é? A verdade é que, como o aborto, essa lei será abusada e incentivará outros países a adotarem atitudes imprudentes semelhantes em relação aos cuidados no final da vida. Por mais nobres defensores das leis de eutanásia pensem que são suas intenções, eles estão cegos pelo fato de que o sofrimento é algo que todos devemos suportar. Na verdade, é parte do plano divino. Certamente, alguns de nós recebem cruzes mais pesadas do que outras. Alguns menos. Mas quando se trata da morte, temos que nos lembrar de que nenhum servo é maior do que seu senhor. E Jesus Cristo, sendo o salvador de toda a humanidade, sofreu uma morte brutal. Cristo não foi apenas pregado a um pedaço de madeira, mas também açoitado em uma coluna, adornado com uma coroa de espinhos, rejeitado por multidões de judeus que poucos dias antes louvaram seu nome e foi forçado a carregar sua própria cruz. O que nos faz pensar que temos “direito” a uma morte menos dolorosa? Somos maiores que nosso salvador? As horas finais que passamos nesta terra são um momento especial em nossa vida que Deus preparou para nós. Segundo a Congregação para a Doutrina da Fé, será o nosso momento de  compartilhar a paixão  de nosso Senhor. Isso significa necessariamente que seremos tentados a não prosseguir da maneira que Deus deseja que façamos. Mas se formos obedientes à vontade de Deus e confiarmos Nele como os mártires da Igreja, seremos capazes de suportar qualquer sofrimento que Ele nos der. São Lourenço aceitou seu sofrimento quando foi morto em uma grelha É verdade que os mártires da Igreja, antes de entrarem na bem-aventurança eterna com Deus, sofreram muitos castigos horríveis. Alguns foram comidos vivos. Outros foram queimados na fogueira. Outros foram cozidos em grades de ferro e alguns foram apedrejados até a morte. No entanto, para abraçar o caminho doloroso que foi colocado diante deles, esses seguidores altruístas de Cristo plantaram as sementes da Igreja. Sua obediência e sofrimento conquistaram graças especiais de Deus que ajudaram a sustentar Sua Igreja por dois mil anos. Imagine, por um momento, se esses santos tivessem ouvido o Parlamento da Bélgica e decidido não pegar suas cruzes? Imagine se Santo Estêvão, o primeiro mártir da Igreja, fugisse e se escondesse de seus acusadores em vez de aceitar ser apedrejado até a morte. Como seria a Igreja se ele não tivesse obedecido à vontade de Deus? Como seria o mundo? O sofrimento que Deus planejou para nós em nossos dias finais serve a um propósito maior do que sabemos. Muitas vezes, esses sofrimentos têm como objetivo obter a salvação de outros ou diminuir o tempo que nós mesmos temos de passar no purgatório. A eutanásia, pelo fato de nos impedir de sofrer, rejeita o plano de Deus. E ao participar dele, substituímos a vontade do Criador pela vontade da criatura. Mas, como criaturas, essa é uma escolha que não podemos fazer. Assim como não decidimos quando nossa vida começou, não podemos decidir quando nossa vida vai acabar. Ore por aqueles legisladores na Bélgica e em todo o mundo que pensam que sim. FONTE: CATHOLIC VOTE Espanha aprova a lei da eutanásia. A Igreja: uma escolha contra a vida Lumen Fidei – Capítulo 4 #Bélgica #EUTANÁSIA #eutanásiadaBélgica #martires

  • Treze ideias para restaurar as raízes católicas durante o Halloween

    Em meus artigos anteriores sobre as raízes litúrgicas do Halloween, examinei alguns dos costumes da Vigília e como eles podem ser adaptados aos dias atuais. Este ano, achei que seria útil destilar essas reflexões díspares em uma lista conveniente de maneiras pelas quais indivíduos e famílias podem restaurar o coração espiritual e litúrgico durante o Halloween.  1. Leitura da Missa e Ofício da Vigília de Todos os Santos . Como a vigília de Todos os Santos foi infelizmente suprimida em 1955, os Missais e Breviários posteriores não a aceitarão. Mas, graças à Internet, você pode encontrar facilmente os textos online . Em 2021, o Halloween cai em um domingo (Cristo Rei no Missal tradicional), então todos estaremos honrando o dia com a Santa Missa. Você pode trazer um Missal pré-1955 ou imprimir o Introit and Collect para particular oração durante a missa. 2. Assistir ou dizer as primeiras vésperas. Primeiras Vésperas de Todos os Santos são cantadas na noite de Halloween, e esta é a única tradição litúrgica própria do dia que ainda sobrevive em todos os lugares. Se você tiver a sorte de ter Vésperas públicas em sua área, esta seria uma ótima maneira de se reconectar com a antiga tradição litúrgica. Caso contrário, você sempre pode rezar as Vésperas com amigos ou em casa. 3. Ore “Vésperas Negras” : este é um nome popular para Vésperas dos Mortos, dito em vestes pretas. Embora não esteja oficialmente nos livros litúrgicos romanos para o Halloween, era um costume popular rezá-lo no cemitério da Bretanha e outros lugares, e se harmoniza bem com a ideia de libertar as almas do Purgatório que é tão característico da época. 4. Cante os hinos. De fato, há música sacra apropriada para o Halloween! O mais importante é o hino das Vésperas Christe Redemptor Omnium, conserva tuos famulos (também conhecido como Placare Christe Servulis ). Esse hino deu origem a versões em inglês como O Cristo, de Caswall, seu povo culpado poupar e, ó Cristo, Teus servos se dignaram a dispensar do hinário de Brébeuf. Michael Haydn (1737-1806) compôs um cenário do gradual da Missa de Halloween, Exsultabunt sancti in Gloria . E geralmente hinos tanto para Todos os Santos, como Vós vigilantes e vós, santos , e para Todos, como Ajude o Senhor das Almas , são muito apropriados para o dia. Existem várias gravações de canções de Souling porPeter Paul e Mary e outros grupos folclóricos; também gostamos muito da versão acompanhada de órgão por Kristen Lawrence . 5. Rápido . As vigílias eram tradicionalmente dias de jejum, e a Vigília de Todos os Santos foi especificamente mencionada no Manual de Oração de Baltimore (1888) como um dia de jejum obrigatório nos EUA.  A obrigação foi suspensa, mas qualquer pessoa ainda é livre para jejuar voluntariamente. De acordo com as regras tradicionais americanas, isso seria:     * Café / chá / outra bebida quente pela manhã, com 2 onças de pão simples     * Um agrupamento de 8 onças     * Uma refeição completa Este jejum pode até ser harmonizado com as comemorações do Halloween, como um clássico Os alimentos do Halloween geralmente não contêm carne (maçãs, abóboras, milho, doces). Assim, você pode jejuar ao longo do dia e, em seguida, desfrutar de uma celebração como sua refeição completa. Observe, porém, que o domingo nunca é um dia de jejum; nesses anos, você jejuaria em 30 de outubro. 6. Ore pela entrega de espíritos malignos. Várias orações são especialmente recomendadas para os leigos usarem contra os demônios: a oração curta de São Miguel, a forma longa indulgente da oração de São Miguel (não a sacerdotal que inclui um exorcismo) e o peitoral de São Patrício. Há também um livro de Orações de Libertação, escrito pelo exorcista Pe. Chad Ripperger. 7. Decore com Cores Litúrgicas . A cor litúrgica apropriada de All Hallows Eve é violeta. Usando isso como uma cor principal (digamos, em um altar doméstico) e adicionando acentos secundários em laranja, preto e branco, você chega naturalmente à paleta comum de Halloween. E se as crianças estão ajudando a decorar, certifique-se de explicar como cada uma dessas cores tem um significado litúrgico e sazonal especial em Hallowtide: 8. Aglomere seu altar doméstico com os santos . À noite, enquanto os truques do truque estão saindo e o mundo desfila seus super-heróis míticos e seus demônios, sua igreja doméstica pode estar exibindo santos heróicos e anjos. No altar de nossa casa, colocamos todas as estátuas, ícones e cartões de oração que temos. Também é bom acender uma vela e fazer algumas orações antes de dormir, especialmente as seguintes. 9. Ore ou cante a ladainha dos santos. O que poderia ser mais apropriado nesta festa do que rezar esta devoção clássica diante de uma coleção de imagens sagradas, implorando por sua intercessão diante do Trono Divino? Uma coisa particularmente bonita sobre essa litania é que ela é facilmente personalizável para subgrupos de santos e patronos: litanias de santos americanos ou canadenses, por exemplo. (Veja # 13) 10. Ter todas as festas de Santos. As festas de todos os santos são uma maneira muito saudável de resgatar a tradição secular do traje para um propósito sagrado. Os costumes variam de paróquia para paróquia, mas em uma que frequentei as crianças podiam usar suas fantasias de santo na missa dominical. Depois da missa, cada criança poderia dar uma pequena biografia e as outras tentariam adivinhar o santo. Uma vez que os santos vieram de quase todos os tempos e lugares, e por causa de histórias como São Jorge e o dragão e São Jerônimo e o leão, as crianças têm uma grande latitude em suas escolhas de fantasias. 11. Asse bolos de alma. Originalmente, implorar por guloseimas no Halloween tinha um propósito espiritual. Mesmo muito depois da Reforma, as mães inglesas assavam bolos de alma e os distribuíam às crianças que prometiam orar pelas almas daquela família. A observância tradicional não encorajava as crianças a celebrar a gula, mas as ensinava a retribuir a bondade com atos de caridade, a oferecer obras espirituais de misericórdia para os corporais. As receitas para este prato clássico All Hallows podem ser encontradas aqui e aqui . 12. Ore pelos mortos. Se seus filhos colecionam doces em vez de bolos de alma, insista para que eles retribuam a caridade de seus vizinhos orando pelos mortos de seus benfeitores. Você pode prescrever um determinado conjunto de orações para que eles digam ou pode pedir-lhes que contem suas guloseimas e depois digam que muitas vezes “O descanso eterno conceda-lhes, ó Senhor, e que a luz perpétua brilhe sobre eles. ”Você também pode usar a seguinte fórmula em um conjunto padrão de contas de rosário, adaptado do Chaplet para as Almas do Purgatório): diga as contas do Pai Nosso normalmente, depois diga em cada uma das contas de 10 décadas: Ó bom Jesus, tem misericórdia com as almas do Purgatório e conceda-lhes o descanso eterno . 13. Mantenha a Oitava Inteira. Finalmente, lembre-se de que All Hallows Eve era tradicionalmente apenas a porta de entrada para uma oitava litúrgica inteira que incluía não apenas All Saints e All Souls, mas também toda a semana seguinte. Então, depois do Dia de Finados, você pode manter o altar de sua casa decorado com branco e lotado de santos até 8 de novembro. Um antigo costume litúrgico maravilhoso que é observado ainda durante a oitava e ao longo de novembro envolve festas especiais em homenagem aos santos nacionais e regionais: Todos os Santos da Irlanda em 6 de novembro, da África em 6, de Gales em 8 e da Hungria em dia 13. Muitas ordens religiosas, incluindo os agostinianos, beneditinos, dominicanos e franciscanos também têm missas especiais em homenagem às suas. Os dias da oitava são, portanto, o momento perfeito para dividir “Todos os Santos” em grupos de santos que podem estar mais perto de casa. Recite litanias para seus santos padroeiros nacionais ou étnicos, e ore orações de canonização pelos Servos de Deus e Veneráveis ​​pelos quais você tem uma devoção particular. Você pode até compor uma ladainha familiar especial onde os santos do nome, nome do meio e nome da Confirmação de cada membro da família são invocados para sua intercessão. Hallowtide como uma temporada foi feita para ser mantida como um todo coerente, com Todos os Santos e todas as Almas emoldurados por uma vigília e uma oitava que entrelaçava temas de Céu e Purgatório, da Igreja Triunfante e Sofredora. Nesse sentido, os católicos concordam com a sociedade laica que é um momento de nos lembrarmos da morte. Exceto que outros parecem apenas se deleitar com o fascínio mórbido, nosso foco é imitar os bem-aventurados, orar em caridade pelas almas sofredoras e cuidar sabiamente de nossa própria mortalidade.  Restaurar essa visão histórica e teologicamente correta reside principalmente em recuperar as maravilhosas tradições sagradas da Hallowtide e celebrá-la mais uma vez como nossos ancestrais católicos sempre nos ensinaram. por  Claudio Salvucci em  11 de outubro de 2021 FONTE: Liturgical Arts Journal QUADRAGESIMO ANNO #Halloween

  • Antonio Rosmini e o Concílio Vaticano II

    Em 25 de janeiro de 1959, São João XXIII anunciou a convocação do Concílio Vaticano II , sendo este um dos momentos mais importantes do século XX, não só para a Igreja, mas para o mundo contemporâneo. O apelo partiu do desejo do Santo Padre de que a Igreja estabelecesse um diálogo com o mundo para oferecer uma resposta renovada e renovada desde a perspectiva católica, perseverando na fidelidade aos seus princípios enquanto se perguntava como responder a um mundo em permanente mudança. O Concílio Vaticano II representou uma mudança substancial na Igreja diante do homem moderno. Tentou-se buscar a união íntima da Igreja com a família humana universal. Um nome parece ter circulado secretamente em algumas das deliberações dos padres conciliares, o nome de Antonio Rosmini . Rosmini e os pais do conselho Conectar o nome de Antonio Rosmini com o Concílio Vaticano II parece uma aventura complexa. Uma sombra escura e espessa de suspeita caiu sobre Rosmini. Seus oponentes eram muitos, especialmente eclesiais; seu pensamento é muito difícil e complexo de entender; por isso preferem jogá-lo no esquecimento. A relação com o nome e trabalho de Rosmini era hostil . No entanto, a veia do pensamento rosminiano foi exibida entre vários padres conciliares. Talvez não nos aspectos filosóficos ou teológicos, porque ainda era polêmico, mas não no reino espiritual. Uma espiritualidade que melhor expressa o impulso para a reforma católica. Junto com as máximas da perfeição cristã e as cinco feridas da Santa Igreja , sua antropologia sobrenatural também foi amplamente consultada e seus ensaios sobre filosofia política e direito, onde podemos ver o personalismo rosminiano em seu melhor. Essas obras, de alguma forma, perfumam as deliberações que se transformaram em documentos conciliares. Entre os padres conciliares que conheceram bem a espiritualidade rosminiana, temos os papas João XXIII e Paulo VI, Albino Luciani, Karol Wojtyla, Romano Guardini, Hans von Balthasar. Homens que não foram apenas fundamentais durante o Concílio, mas que seriam decisivos na história da Igreja contemporânea. Espiritualidade Rosminiana e Concílio Vaticano II A espiritualidade que une Rosmini ao Concílio Vaticano II é aquela que aspira a uma auto- reforma na Igreja, reforma interna e de dentro, com a participação harmoniosa da Igreja docente e da Igreja aprendente que, segundo o Catecismo de Santo Pio X , refere-se a todos os Bispos, com o Romano Pontífice à frente, estejam eles dispersos, já reunidos no Conselho (professor) e todos os fiéis (alunos). Uma espiritualidade que buscará nas profundezas a pureza evangélica e moral que sarará as feridas da Igreja. Claro, estamos claros, como Rosmini certamente foi, o que o termo reforma e sua conotação negativa implicavam e implicam . A espiritualidade rosminiana se refere à reforma como progresso, na medida em que Antonio Rosmini, assim como na Lumen Gentium , entende a Igreja como organismo vivo, em crescimento permanente, germe e princípio do Reino. Espiritualidade que, como apontamos, anseia purificar e renovar para curar as feridas, ou seja, os males que atualmente afligem a Igreja. Na Gaudium et Spes lemos que “embora a Igreja, em virtude do Espírito Santo, tenha permanecido fiel esposa do seu Senhor e nunca tenha deixado de ser sinal de salvação no mundo, ela sabe, no entanto, muito bem que nem sempre, ao longo de sua longa história, todos os seus membros, clérigos ou leigos, foram fiéis ao espírito de Deus ”. Logicamente, essas linhas tratam de um simples abridor de boca que merece uma dedicação mais profunda. Nós o expusemos aqui, como tantos outros, para trazer à dinâmica da Igreja atual um pensamento que ainda falta dizer, apesar do tempo que já passou. Paz e bem Por Valmore Muñoz Arteaga. Diretor da Escola Antonio Rosmini. Maracaibo venezuela FONTE: VIDA NUEVA DIGITAL CATECISMO ANTICOMUNISTA – DOM GERALDO SIGAUD #AntonioRosminieoConcílioVaticanoII

  • O Papa encoraja a vida consagrada a “voltar às ruas, com o povo”

    Francisco recebe as Irmãs da Caridade de Santa Joana Antide Thouret durante o Capítulo Geral Para o Papa Francisco, os Institutos de Vida Consagrada são “uma presença insubstituível na grande comunidade em movimento que é a Igreja”. Com estas palavras foi expressado ontem às religiosas participantes do capítulo geral das Irmãs da Caridade de Santa Joana Antide Thouret, congregação francesa dedicada principalmente à educação dos jovens, assistência aos enfermos, pastoral carcerária e apostolado paroquial. Durante a audiência que teve com eles no Clementine Hall do Vaticano, Francisco os exortou a “voltar às ruas com o povo”. «Gosto de pensar que, ao se consagrar, é uma extensão daquela presença feminina que caminhou com Jesus e os doze, partilhando a missão e dando o seu contributo particular». Discípulos de jesus A partir daí, pousou no carisma particular das Irmãs da Caridade, para que não respondam com “respostas prontas e embaladas” à sua missão no mundo de hoje. «Como mulheres e como batizadas, isto é, discípulas de Jesus, sois presença viva na Igreja, participando na comunhão e na missão», reconheceu o Papa argentino. Além disso, ele os incentivou a manter o controle das duas palavras-chave em seu capítulo: solicitar e ouvir. Claro, ele os incentivou a fazer isso “preocupando-se e ouvindo os pobres”. “ Vós sois mestras não com palavras, mas com obras, com a história de tantas irmãs que deram a vida por isso, na solicitude e na escuta atenta dos idosos, dos enfermos, dos marginalizados; perto dos mais pequenos, os pequenos com a ternura e a compaixão de Deus ”, elogiou-os. São essas virtudes que, segundo o Papa, “constroem a Igreja, a fazem caminhar no caminho de Cristo, que é o caminho da caridade”. “O estilo de Deus é este: proximidade, ternura e compaixão”, afirmou. FONTE: VIDA NOVA DIGITAL O Arcebispo Viganò sai em defesa das comunidades monásticas femininas

  • CADA UM A SEU MODO – Prudente de Moraes, neto

    Uma coisa que costuma causar espanto, quando se toma conhecimento dela sem estar de espírito devidamente preparado para recebê-las, é que a Igreja não permite a todos a leitura da Bíblia. Como! exclama, vitorioso, o antimetafísico, as próprias sagradas escrituras! Nada menos que a história da criação e dos primeiros tempos da humanidade, desde os dias paradisíacos! E a própria Igreja veda aos devotos sua leitura, limitando-a ao Novo Testamento. Eis o que, à primeira vista, parece, realmente, absurdo. Mas, é que a Igreja tinha, já, a clara noção da verdadeira “impropriedade”, cuja causa reside muito menos na obra rotulada como imprópria, do que em certas categorias de leitores. A Igreja proclamou sempre que é preciso “saber” ler a Bíblia. Quem se aventurar à leitura do Antigo Testamento sem o amadurecimento necessário, arrisca-se aos mais desconcertantes extravios. Assim, a sabedoria canônica julgou preferível não considerar os livros, embora sagrados, próprios para ser colocados em todas as mãos. É ponto de vista exclusivamente católico — todos o sabem. A reforma o tomou como um dos seus temas de divergência doutrinária. Lê e faz ler os livros, acompanhada, entretanto, a leitura da indispensável exegese. Não é a nós, evidentemente, que cabe discutir a matéria, do ponto de vista da doutrina religiosa. Apenas recorremos a esse admirável exemplo de lucidez, para sustentar, ainda uma vez, uma velha tese, já defendida em prefácio escrito para a 1ª edição do texto da vetadíssima peça Álbum de Família , de Nelson Rodrigues: a tese da impropriedade… do público. É exatamente essa tese que o procedimento da Igreja, em relação à leitura da Bíblia, consagra e confirma. E não nos lembrou mencionar esse argumento, no aludido prefácio. Entretanto, é evidente que ao proibir, em princípio, a leitura da Bíblia, por qualquer um indiscriminadamente, não é sobre a própria Bíblia que incide a condenação da Igreja, e sim sobre certas categorias de seus leitores eventuais. Seria a Bíblia, no Antigo Testamento, um livro mau, nocivo, capaz de perverter o espírito bem formado dos crentes? Podia-se admitir que outros o dissessem — menos a Igreja. O que a proibição eclesiástica proclama é um voto de desconfiança ao leitor, e não ao livro. O leitor ignora que, mesmo dos livros sagrados, pode-se extrair uma lição perversa, de maior ou menor repercussão e inconveniência. A Igreja tem por indispensável, para a leitura da Bíblia, o prévio aprendizado da sua interpretação. Este ponto de doutrina católica põe ainda em evidência a importância da contribuição do leitor ao conteúdo e significado de uma obra. Os mesmos livros não significam rigorosamente a mesma coisa para todos os leitores — e é o que explica os processos de revisão de valores, tão frequentes nos trabalhos de história e de crítica literária ou; mais ainda, na diversidade de julgamento de um autor e sua obra, por sucessivas gerações, que ora renegam os mestres da véspera, ora descobrem ou redescobrem velhos valores desprezados ou esquecidos. É o que explica, também, a diversidade de interpretações de muitas obras, ainda que nada tenham de hermético e de obscuro. Acontece que cada leitor contribui para o alcance e o sentido da obra com o que lhe dá de si próprio e, na verdade, no mesmo livro não é a mesma coisa que todos leem. O que sucede no caso do livro, por maioria de razões, sucederá no do espetáculo. A reação das plateias varia, de apresentação a apresentação. Não há ator que não tenha experiência do fenômeno, que é objeto cotidiano de comentário, nos bastidores e nas coxias. O ator que sai de cena costuma avisar aos que ainda não entraram para o banho lustral da comunicação com o público: “A plateia, hoje, está (ou não está) boa”. Ele o percebe pela reação às réplicas ou atitudes “de efeito” (nem todas o são, por necessidade mesma da construção dramática). As plateias variam “antes” dos atores. Mas, é certo que, sob a influência da disposição de ânimo do público, os atores também variam. O Estado de São Paulo — 13.11.1969

  • “O CARDEAL”, UM BESTSELLER QUE VIROU FILME (E QUE FILME!) – Rino Cammilleri

    O primeiro bispo católico americano, John Carroll, era irmão de Charles Carroll, um signatário (o único católico) da Declaração de Independência e senador de Maryland (“a terra de Maria”). É com essa orgulhosa afirmação que o protagonista do romance O cardeal , de Henry Morton Robinson, aceita sua nomeação como cardeal. O romance, de 1951, foi um best-seller e a editora italiana Fede & Cultura agora o repropõe em nova tradução, com versão integral (736 p.). A história impressionou tanto o imaginário americano, que o famoso diretor Otto Preminger dela extraiu, em 1963, um filme de três horas de duração, com o mesmo título e com um elenco na época notável: Tom Tryon, Romy Schneider, John Huston, Burgess Meredith, Raf Vallone… (Quem quiser vê-lo, eu o recomendo: está no YouTube, de graça. O que chama a atenção, no romance e no filme, é o clima inteiramente pré-conciliar, o respeito sagrado e solene com que é mostrada a Igreja, sem que o romancista (nem o diretor) aproveite para nos fazer compreender como, segundo eles, a Igreja e o catolicismo deveriam ser (ou o que os padres deveriam fazer e dizer para entrarem consonância com o mundo, em vez de guiá-lo e julgá-lo). O protagonista é um jovem padre americano, Stephen Fermoyle (de óbvia ascendência irlandesa), que foi enviado para estudar em Roma durante a 1ª Grande Guerra. Ele escreveu um tratado teológico brilhante, mas seu arcebispo (em Boston, nos EUA) o enviou a uma paróquia remota, em Massachusetts, para refrear sua ambição. Ali, em contato com problemas reais, ele mostra serviço como vigário assistente. Mas, imediatamente, ele tem que enfrentar o primeiro e sério teste de fé: sua irmã está grávida, o pai da criança não só não é casado com ela, mas também é um judeu ateu e agora está no front. E o médico pede que padre Stephen escolha entre a vida da irmã e a do filho que está por nascer. Ele, leal à Igreja, opta pelo nascimento do filho e sua irmã acaba morrendo no parto. Seu bispo, que enfim percebeu suas qualidades, mandou-o de volta a Roma, onde fez carreira na Cúria. Mas quando querem fazê-lo bispo, para surpresa de todos, pede, pelo contrário, um tempo de dois anos para refletir sobre sua vocação. A história da irmã realmente o colocou em crise, fazendo-o até a considerar a possibilidade de abandonar o sacerdócio. Então ele vai ser professor por alguns lugares da Europa e conhece aquela que poderia ser a mulher da sua vida. Mas ele, imediatamente e claramente, diz-lhe que é um padre, embora se encontre com ela várias vezes depois disto. Contudo, ela espera mudar sua mente. Só que Stephen, pela força das orações, tem finalmente a iluminação esperada: a sua vida é a Igreja. Assim, ele retorna a Roma, aceita o episcopado e, a seguir, escolhe ir para a Geórgia, onde o único sacerdote negro está na mira da Ku Klux Klan. Aqui, os encapuzados o enchem de chicotadas e sua missão praticamente falha, mesmo que ele tenha conseguido testemunhar em tribunal contra seus agressores. A única coisa positiva é que, graças à sua presença (afinal, é um enviado do Vaticano), pela primeira vez um negro (o pároco) tem vitória em um processo contra os brancos (que são condenados apenas por perturbar a paz pública, mas é melhor assim do que nada). De volta à Europa, agora Stephen, enviado a Viena, tem que enfrentar a ascensão do nazismo na época do Anschluss austríaco. Ele escapa por pouco do linchamento. Finalmente, sob Pio XII, ele se tornou o primeiro cardeal americano. Em suma, uma leitura (e um filme) que realmente vale a pena. Pensemos naqueles atores que tiveram que decorar trechos longuíssimos de latim para certos ritos… https://lanuovabq.it/it/il-cardinale-un-bestseller-divenuto-film-e-che-film

  • SABEDORIA E RIQUEZAS – Scott Hahn medita sobre o 28º Domingo do Tempo Comum

    O jovem rico do Evangelho deste domingo quis saber o que todos nós queremos saber: como viver aqui e agora para que possamos alcançar a vida eterna no mundo que está por vir. Estava procurando o que o salmo de hoje chama de “sabedoria do coração”. No entanto, ele aprende que a sabedoria que procura não se limita a um conjunto de trabalhos que devem ser feitos ou comportamentos que devem ser evitados. Como Jesus lhe diz, a obediência aos mandamentos é essencial no caminho da salvação, mas não nos leva além de um certo ponto. A sabedoria de Deus não é uma coleção de preceitos, mas uma pessoa: Jesus Cristo. Jesus é a Sabedoria, cujo espírito foi dado a Salomão na primeira leitura de hoje. Ele é a Palavra de Deus mencionada na epístola que ouvimos. E Ele, como revela ao jovem rico, é Deus. Em Jesus, encontramos a Sabedoria, a Palavra de Deus viva e eficaz. Como faz com o jovem rico de hoje, Ele olha para nós com amor. Esse olhar de amor, essa contemplação amorosa, é um convite pessoal para deixarmos tudo e segui-Lo. Nada pode esconder-se do Seu olhar, como ouvimos na epístola. Em seus olhos ardentes, os pensamentos de nossos corações permanecem expostos, e cada um de nós terá que Lhe prestar contas de sua vida (v. Ap 1, 14). Precisamos ter a atitude de Salomão, que preferiu a Sabedoria a todo o resto; devemos amar a Cristo mais do que a própria vida. Essa preferência e esse amor requerem um salto de fé. Teremos que sofrer por essa fé (conforme Jesus diz hoje aos seus discípulos), mas podemos confiar em sua promessa de que, em sua companhia, todas as coisas boas virão a nós. Então, quais seriam esses “muitos bens” que nos impedem de nos entregarmos totalmente a Deus? A que estamos apegados — coisas materiais, confortos, amizades? O que seria necessário para vivermos completamente por Cristo e seu Evangelho? Peçamos em oração a sabedoria que nos fará entrar no Reino de Deus. Como o salmista, digamos a Deus: “Ensinai-nos”. https://stpaulcenter.com/wisdom-and-riches-scott-hahn-reflects-on-the-twenty-eighth-sunday-in-ordinary-time/

  • A última novidade alemã: um monte de terra como altar

    Os fiéis da paróquia frequentada da Natividade de Maria em Aschaffenburg puderam “desfrutar” o último acontecimento do seu pároco, em sintonia com as preocupações da “Pachamania”: um monte de terra como altar. É a Mesa do Altar da Terra, ideia do seu pároco modernista, ideia genial do pároco, Padre Markus Krauth. A ‘coisa’ consiste em um monte de terra no meio do navio. Os paroquianos, então, foram retirando a sujeira com baldes (verdes, claro), até que uma ‘mesa’ apareceu no meio do monte. Cercado por terras, é claro. Nosso arcebispo Osoro não dirá de Krauth que ele não está aberto às notícias. Com efeito, no ano do Senhor 2021 é mais seguro avançar na carreira eclesial um acontecimento deste tipo, com as suas conotações de preocupação ambiental ligeiramente paganizante, do que a celebração de uma missa com a devida reverência, quanto mais com uma missa tridentina. . Na inauguração deste tolo, o pároco dedicou a sua homilia a falar sobre “a desclericalização do Povo de Deus”. FONTE: INFOVATICANA #Aúltimanovidadealemãummontedeterracomoaltar

  • O Cardeal Turkson faz um “apelo” para acabar com o “estigma” da doença menta

    O prefeito do Dicastério para o Desenvolvimento Humano Integral publica uma mensagem por ocasião do Dia Mundial da Saúde Mental no próximo dia 10 de outubro. Por ocasião do Dia Mundial da Saúde Mental , este 10 de outubro, o prefeito do Dicastério para o Desenvolvimento Humano Integral , Cardeal Peter KA Turkson , publicou nesta ocasião uma mensagem que visa “chamar a atenção para as desigualdades que existem em o tratamento e cuidado de pessoas com doenças mentais ”. Um problema que significa que “entre 75% e 95% das pessoas com transtornos mentais não podem acessar os serviços de saúde mental” em países de baixa e média renda. Violação dos direitos humanos “Estereótipos, desconhecimento de questões específicas e desinformação” acompanham os enfermos, denuncia o prefeito que lembra que “em todo o mundo muitas violações dos direitos humanos são cometidas contra pessoas com transtornos mentais : homens e mulheres de todas as idades que já sofrem o estigma e a discriminação para a que estão sujeitos, o que leva ao isolamento e à marginalização ”. Nesse sentido, destaca-se a taxa de suicídio entre jovens. “Estima-se que antes da pandemia de Covid 19 quase um bilhão de pessoas em todo o mundo sofriam de transtornos mentais ”, diz ele. Agora, as restrições de saúde “têm sido outra causa de solidão para pessoas com transtornos mentais”. “O surgimento da pandemia, com profundas consequências para toda a população mundial, é apenas o fator precipitante de uma crise multidimensional que tem sua origem em políticas sociais, de saúde e econômicas inadequadas”, observa. Além disso, “com a emergência sanitária, surgiram novas pobrezas que se somam às já conhecidas fragilidades sociais, principalmente pela falta de trabalho”. Uma comunidade de bons samaritanos “Está comprovado que a pobreza e a desigualdade afetam o desenvolvimento psicológico e a saúde mental das pessoas”, afirma. Portanto, “para reduzir a incidência de transtornos mentais associados às desigualdades sociais, é necessária a adoção de políticas que visem a melhoria do ambiente físico e social do nascituro, bem como das condições de vida na primeira infância, na idade escolar, no período de realização de planos familiares e ambições profissionais, e na idade adulta ”. “Apelo a que sejam tomadas medidas para acabar com este estigma, tanto pessoal como familiar, abordando as causas que conduzem à rejeição e ao isolamento”, afirma. E é isso, acrescenta, “todos nós somos chamados a estar próximos de nossos irmãos com transtornos mentais, a lutar contra todas as formas de discriminação e estigmatização contra eles”. “As palavras do Santo Padre nos dizem que a lógica da demissão e da rejeição é uma lógica que subverte a justiça social no mundo”, diz o cardeal que aplica esta insistência do pontífice ao caso dos enfermos. “Isso ressalta a necessidade de abandonar o paradigma de desenvolvimento atual para adotar um modelo cultural que coloque a dignidade humana novamente no centro e promova o bem para os indivíduos e para toda a humanidade. É tempo de mais uma vez cuidar da fragilidade de cada homem e mulher, de cada criança e de cada idoso, com a atitude atenciosa e solidária do Bom Samaritano ”, propõe, por fim, pedindo que“ uma comunidade de bons samaritanos ”Ser formado. FONTE: VIDA NUEVA DIGITAL Mais de 130 médicos do Reino Unido: políticas COVID que falharam causaram danos “massivos”, especialmente para crianças Ex-vice-presidente da Pfizer: ‘Seu governo está mentindo para você de uma forma que pode levar à sua morte.’ #CardealTurkson #DicastérioparaoDesenvolvimentoHumanoIntegral #doençamental

  • Cardeal Sarah: “Muitos bispos mostraram na pandemia que ir à missa no domingo é menos importan

    “Em certos casos, os bispos tomaram decisões mais restritivas do que os governos civis, e de tudo isso certamente teremos que prestar contas ao Juiz Supremo”, escreveu o cardeal. Durante os momentos mais difíceis da pandemia de Covid-19, quando os bloqueios mais rígidos estavam na ordem do dia, a Igreja teve que se apressar para se adaptar à nova situação. Assim, as dispensas de comparecer à Eucaristia dominical somavam-se ao cancelamento dos serviços públicos, mas contavam com alternativas criativas, nascidas nas dioceses ou comunidades particulares, como as missas veiculadas por streaming ou grupos de oração. No entanto, para o cardeal Robert Sarah , nada disso foi suficiente. “Transmitir aos fiéis a falsa ideia de que ‘participar’ da transmissão em massa, ou mesmo não participar, é o mesmo que ir à igreja no domingo, fortaleceu a convicção de que, afinal, orar e adorar a Deus é menos importante do que a saúde física ”, critica o prefeito emérito da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos em um artigo incluído no livro ‘Dez mandamentos para dez cardeais’ (Ares) e que o Il Giornale reuniu . “Em certos casos, os bispos tomaram decisões ainda mais restritivas do que os governos civis, por exemplo, ao decidir fechar igrejas mesmo onde o estado não o impôs”, acrescentou Sarah, garantindo que “por tudo isso, certamente teremos que prestar contas perante o Juiz Supremo ” . “Quantos pastores afirmaram publicamente, durante a pandemia, que a Igreja coloca a saúde dos cidadãos em primeiro lugar! Mas Cristo morreu na cruz para salvar a saúde do corpo ou para salvar as almas? ”, Diz Sarah. “Submissão às autoridades civis” E é que, embora o cardeal esteja convencido de que “a saúde é um dom de Deus e a Igreja sempre a valorizou e cuidou de muitas maneiras”, ele enfatiza que “ainda mais do que a saúde do corpo, para nós, pastores, conta o da alma, que é a ‘suprema lex’, a lei suprema, na Igreja ”. Por tudo isso, Sarah critica que os pastores “permitiram que nossos fiéis ficassem muito tempo sem a liturgia, sem a Comunhão Eucarística e a Confissão, quando ao invés – como se viu – bastava organizar-se para oferecer os Sacramentos com segurança. também .do ponto de vista sanitário ”. Tudo isso é, na opinião do cardeal, um símbolo de “submissão imediata e silenciosa dos pastores às autoridades civis”, enquanto estas “cometeram um verdadeiro abuso de poder , privando os cristãos da liberdade religiosa”. FONTE: VIDA NUEVA DIGITAL #CardealSarah #missanodomingo #missanodomingoémenosimportantedoqueasaúde #pandemia

  • Gloria Cecilia Narváez, a freira colombiana sequestrada na África, foi libertada

    Em um estremecimento, a presidência da República do Mali confirmou a libertação de Gloria Narvéaz , a freira colombiana, sequestrada por uma célula terrorista da Al Qaeda em 2017 em Karangasso, fronteira entre Mali e Burkina Faso. A Vice-Presidente e Ministra das Relações Exteriores da Colômbia, Marta Lucía Ramírez , expressou sua alegria e disse que esta libertação era “um objetivo que nós, no Governo Nacional, estabelecemos para nós mesmos e para o qual temos trabalhado com o Presidente [Iván] Duque por muitos meses.” Além disso, Ramírez indicou que o presidente da Colômbia manteve múltiplas conversas e pedidos de ajuda internacional que “manteve pessoalmente com vários líderes da África, os presidentes de Mali, Senegal e Gana, e nas quais também nos ajudou o ex-presidente Andrés Pastrana”. Proximidade dos bispos A Conferência Episcopal Colombiana , por intermédio de Mario Álvarez , bispo de Istmina-Tadó e presidente da Comissão de Missão Episcopal, disse que “com imensa alegria anuncio a libertação da Irmã Gloria Cecilia Narváez, religiosa da Congregação. Das Irmãs Franciscanas de Maria Imaculada ”. “Em breve estaremos dando detalhes deste lançamento , agradecemos a Deus por este momento, parabenizamos a Congregação, a Igreja universal e agradecemos muito os esforços da Santa Sé e da Nunciatura Apostólica na Colômbia e da Conferência Episcopal”, disse o prelado. FONTE: VIDA NUEVA DIGITAL 191-213 | CAPÍTULO X – Do nono artigo do Credo – Parte 4 #freiracolombianasequestrada #freiracolombianasequestradanaÁfrica #GloriaCeciliaNarváez

  • Por que ir à Missa?

    “Se os homens compreendessem o valor da Santa Missa, para cada Missa seria necessário chamar os guardas, a fim de manterem em ordem as multidões de gente nas igrejas” São Padre Pio de Pietrelcina Eu não vou à Missa; eu posso rezar em casa. Esta frase, ou variações dela, tem sido freqüentemente dita e ouvida nestes últimos anos, mesmo antes da pandemia. Ora, isso mostra uma incompreensão total do que seja a Missa. A Missa não é uma reunião de pessoas em oração. A Missa é um Sacrifício, ou melhor dizendo, é O Sacrifício que nos reconcilia com o Pai – o Sacrifício de Cristo na Cruz – tornado novamente presente diante de nós para nosso bem. O sacerdote, durante a Missa, não é uma pessoa qualquer que esteja conduzindo um grupo em oração; ele naquele momento age na Pessoa de Cristo, ele é Cristo, oferecendo-Se em Sacrifício a Deus Pai por nossos pecados. A Missa tem várias partes, todas elas orientadas rumo a seu auge, o Sacrifício. Ao iniciar a Missa, temos o Confiteor (“Confesso a Deus Todo-Poderoso…”), em que mostramos a nossa indignidade e imploramos o perdão de Deus e a intercessão das orações dos Santos e de nossos irmãos. Após este nosso reconhecimento de nossa condição de pecadores, o sacerdote, que age na Pessoa de Cristo, único Mediador entre nós e Deus-Pai, pede a Deus por nós. Em seguida, temos uma aula: a Liturgia da Palavra. Nesta aula ouvimos trechos da Sagrada Escritura, seguidos por uma explicação do que ouvimos (a homilia). Após a homilia, professamos a nossa Fé no Credo (“Creio em Deus…”). Começa então aquilo que é o centro da Missa, a razão de ser da Missa, da Igreja e, porque não dizê-lo, do Universo criado: o Sacrifício. Sim, o universo inteiro foi criado para a celebração da Santa Missa. A celebração da Santa Missa é o Sacrifício Perfeito, o ato de adoração mais completo e perfeito que pode existir, o único que é digno de Deus. E como o universo foi criado para a maior glória de Deus e a Santa Missa é o mais perfeito ato de adoração a Deus, podemos dizer que o universo foi criado para a Santa Missa! Este é um problema que encontramos muitas vezes em pessoas que tiveram contato exagerado com algumas heresias modernas, especialmente o chamado protestantismo: como o protestante não tem a Missa, ele considera que veneração é adoração. Venerar é o que o filho faz em relação a seu pai: ele o louva, ele pede aquilo de que necessita, ele agradece a ele pelo que dele recebe. Adorar é oferecer sacrifício. O macumbeiro adora suas “entidades”: ele oferece sacrifícios de bichos a elas. O protestante venera a Deus, dando-Lhe louvor, pedindo-Lhe e agradecendo-Lhe graças recebidas. O católico, porém, adora a Deus. Esta adoração é feita pelo Sacrifício da Missa, oferecido pelo sacerdote na Pessoa de Cristo em nome de todos os fiéis. Como ocorre este Sacrifício? Ele ocorre de maneira incruenta, ou seja, sem mortes e derramamento de sangue. Ele é o mesmo Sacrifício de Cristo na Cruz, que não é repetido, mas tornado novamente presente. Ele ocorre de acordo com a vontade do próprio Senhor, ou seja, sob as espécies (aparência) de Pão e Vinho. Pelas palavras de Cristo (Isto é o Meu Corpo/Isto é o Meu Sangue) o pão e o vinho deixam de ser pão e vinho e passam a ser o Corpo e Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo. Este Corpo e este Sangue de Cristo são então oferecidos “por Cristo, com Cristo e em Cristo” a Deus. Este oferecimento é feito pelo sacerdote, que em virtude de sua ordenação sacerdotal, que pode ser traçada até os Apóstolos e deles a Cristo, tem este poder. Alguém não ordenado não conseguiria fazer com que pão e vinho deixassem de ser pão e vinho para tornar-se o Corpo e o Sangue de Cristo. Do mesmo modo, alguém não ordenado não conseguiria oferecer o Sacrifício, e é por isso que o único som que se ouve na igreja durante o “Per Ipsum” (“Por Cristo, com Cristo e em Cristo”) é a voz do sacerdote, que sozinho tem o poder de oferecer o Sacrifício na Pessoa de Cristo. À voz do sacerdote responde a assembléia, em cujo benefício foi oferecido o Sacrifício: “Amém”. A Comunhão É permitido que haja a distribuição de Comunhão, ou seja, de partículas do Santíssimo Sacramento (cada partícula é o Corpo e o Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo por inteiro; Ele não é despedaçado), aos leigos. É obrigatório comungarmos uma vez por ano pela Páscoa. Não é necessário de modo algum comungar a cada Missa ou a cada semana (ainda que seja sim necessário que assistamos à Missa todos os Domingos e dias santos de guarda), apesar disso ser muito bom. Não podemos, entretanto, comungar se não estivermos preparados. O que significa estar preparado? Estar preparado significa estar em estado de graça, não haver cometido nenhum pecado mortal desde a última confissão. Não importa o estado emocional da pessoa; ela pode estar alegre ou triste, feliz ou infeliz. Ela não pode, porém, ter pecado mortalmente depois de sua última confissão. Assim, não pode comungar: Quem usa, vende, distribui, permite que use ou manda usar pílulas anticoncepcionais, “camisinhas”, DIUs, etc. Quem vive conjugalmente com alguém com quem não é casado na Igreja Quem nega verdades de Fé ou Moral propostas de maneira definitiva pela Igreja Quem cometeu qualquer outro pecado mortal depois de sua última confissão ou o comete de maneira habitual. Receber o Santíssimo Sacramento é receber a Deus dentro de nós, literalmente. Não podemos receber a Deus se somos Seus inimigos, como nos tornamos pelo pecado mortal. Comungar em pecado mortal é um atentado contra Deus e um pecado gravíssimo. “Ora”, poderia alguém dizer, “como pode ser que haja gente que comunga a cada domingo, tendo confessado seus pecados, e mesmo assim não se vejam frutos desta comunhão? Se ela está recebendo Deus dentro de si, deveria estar visivelmente mais santa, não?” Não necessariamente. O fruto da Comunhão depende da disposição da pessoa, da aceitação que ela dá à Graça. Alguém que se fecha para a graça não deixa Deus agir, e Deus não arrombará suas portas. Quanto mais aberta para a graça a pessoa for, maiores serão os frutos da Comunhão. Se ela estiver totalmente fechada para a graça (pelo pecado mortal, por exemplo), os frutos serão de condenação. Se ela estiver aberta para a graça, ela será tornada mais santa. Mesmo assim, os frutos da presença na Missa já são muito grandes para as pessoas que não comungaram, caso elas estejam abertas para a Graça. Não poder comungar não é motivo para não assistir à Santa Missa, pelo contrário; assistir ao Sacrifício de Cristo vai ajudar a pessoa a livrar-se daquilo que a impede de abrir-se para a Graça, até que ela consiga confessar-se e assim poder comungar. Assim, podemos dizer com certeza: podemos sim rezar em casa, mas ir à Missa não é sinônimo de rezar. Rezar é louvar, pedir, agradecer; rezar é venerar o autor da Graça. Ir à Missa é adorar, é oferecer o Sacrifício, é entrar em contato direto com o próprio Senhor.

  • Por que ir à Missa?

    “Se os homens compreendessem o valor da Santa Missa, para cada Missa seria necessário chamar os guardas, a fim de manterem em ordem as multidões de gente nas igrejas” São Padre Pio de Pietrelcina Eu não vou à Missa; eu posso rezar em casa. Esta frase, ou variações dela, tem sido freqüentemente dita e ouvida nestes últimos anos, mesmo antes da pandemia. Ora, isso mostra uma incompreensão total do que seja a Missa. A Missa não é uma reunião de pessoas em oração. A Missa é um Sacrifício, ou melhor dizendo, é O Sacrifício que nos reconcilia com o Pai – o Sacrifício de Cristo na Cruz – tornado novamente presente diante de nós para nosso bem. O sacerdote, durante a Missa, não é uma pessoa qualquer que esteja conduzindo um grupo em oração; ele naquele momento age na Pessoa de Cristo, ele é Cristo, oferecendo-Se em Sacrifício a Deus Pai por nossos pecados. A Missa tem várias partes, todas elas orientadas rumo a seu auge, o Sacrifício. Ao iniciar a Missa, temos o Confiteor (“Confesso a Deus Todo-Poderoso…”), em que mostramos a nossa indignidade e imploramos o perdão de Deus e a intercessão das orações dos Santos e de nossos irmãos. Após este nosso reconhecimento de nossa condição de pecadores, o sacerdote, que age na Pessoa de Cristo, único Mediador entre nós e Deus-Pai, pede a Deus por nós. Em seguida, temos uma aula: a Liturgia da Palavra. Nesta aula ouvimos trechos da Sagrada Escritura, seguidos por uma explicação do que ouvimos (a homilia). Após a homilia, professamos a nossa Fé no Credo (“Creio em Deus…”). Começa então aquilo que é o centro da Missa, a razão de ser da Missa, da Igreja e, porque não dizê-lo, do Universo criado: o Sacrifício. Sim, o universo inteiro foi criado para a celebração da Santa Missa. A celebração da Santa Missa é o Sacrifício Perfeito, o ato de adoração mais completo e perfeito que pode existir, o único que é digno de Deus. E como o universo foi criado para a maior glória de Deus e a Santa Missa é o mais perfeito ato de adoração a Deus, podemos dizer que o universo foi criado para a Santa Missa! Este é um problema que encontramos muitas vezes em pessoas que tiveram contato exagerado com algumas heresias modernas, especialmente o chamado protestantismo: como o protestante não tem a Missa, ele considera que veneração é adoração. Venerar é o que o filho faz em relação a seu pai: ele o louva, ele pede aquilo de que necessita, ele agradece a ele pelo que dele recebe. Adorar é oferecer sacrifício. O macumbeiro adora suas “entidades”: ele oferece sacrifícios de bichos a elas. O protestante venera a Deus, dando-Lhe louvor, pedindo-Lhe e agradecendo-Lhe graças recebidas. O católico, porém, adora a Deus. Esta adoração é feita pelo Sacrifício da Missa, oferecido pelo sacerdote na Pessoa de Cristo em nome de todos os fiéis. Como ocorre este Sacrifício? Ele ocorre de maneira incruenta, ou seja, sem mortes e derramamento de sangue. Ele é o mesmo Sacrifício de Cristo na Cruz, que não é repetido, mas tornado novamente presente. Ele ocorre de acordo com a vontade do próprio Senhor, ou seja, sob as espécies (aparência) de Pão e Vinho. Pelas palavras de Cristo (Isto é o Meu Corpo/Isto é o Meu Sangue) o pão e o vinho deixam de ser pão e vinho e passam a ser o Corpo e Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo. Este Corpo e este Sangue de Cristo são então oferecidos “por Cristo, com Cristo e em Cristo” a Deus. Este oferecimento é feito pelo sacerdote, que em virtude de sua ordenação sacerdotal, que pode ser traçada até os Apóstolos e deles a Cristo, tem este poder. Alguém não ordenado não conseguiria fazer com que pão e vinho deixassem de ser pão e vinho para tornar-se o Corpo e o Sangue de Cristo. Do mesmo modo, alguém não ordenado não conseguiria oferecer o Sacrifício, e é por isso que o único som que se ouve na igreja durante o “Per Ipsum” (“Por Cristo, com Cristo e em Cristo”) é a voz do sacerdote, que sozinho tem o poder de oferecer o Sacrifício na Pessoa de Cristo. À voz do sacerdote responde a assembléia, em cujo benefício foi oferecido o Sacrifício: “Amém”. A Comunhão É permitido que haja a distribuição de Comunhão, ou seja, de partículas do Santíssimo Sacramento (cada partícula é o Corpo e o Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo por inteiro; Ele não é despedaçado), aos leigos. É obrigatório comungarmos uma vez por ano pela Páscoa. Não é necessário de modo algum comungar a cada Missa ou a cada semana (ainda que seja sim necessário que assistamos à Missa todos os Domingos e dias santos de guarda), apesar disso ser muito bom. Não podemos, entretanto, comungar se não estivermos preparados. O que significa estar preparado? Estar preparado significa estar em estado de graça, não haver cometido nenhum pecado mortal desde a última confissão. Não importa o estado emocional da pessoa; ela pode estar alegre ou triste, feliz ou infeliz. Ela não pode, porém, ter pecado mortalmente depois de sua última confissão. Assim, não pode comungar: Quem usa, vende, distribui, permite que use ou manda usar pílulas anticoncepcionais, “camisinhas”, DIUs, etc. Quem vive conjugalmente com alguém com quem não é casado na Igreja Quem nega verdades de Fé ou Moral propostas de maneira definitiva pela Igreja Quem cometeu qualquer outro pecado mortal depois de sua última confissão ou o comete de maneira habitual. Receber o Santíssimo Sacramento é receber a Deus dentro de nós, literalmente. Não podemos receber a Deus se somos Seus inimigos, como nos tornamos pelo pecado mortal. Comungar em pecado mortal é um atentado contra Deus e um pecado gravíssimo. “Ora”, poderia alguém dizer, “como pode ser que haja gente que comunga a cada domingo, tendo confessado seus pecados, e mesmo assim não se vejam frutos desta comunhão? Se ela está recebendo Deus dentro de si, deveria estar visivelmente mais santa, não?” Não necessariamente. O fruto da Comunhão depende da disposição da pessoa, da aceitação que ela dá à Graça. Alguém que se fecha para a graça não deixa Deus agir, e Deus não arrombará suas portas. Quanto mais aberta para a graça a pessoa for, maiores serão os frutos da Comunhão. Se ela estiver totalmente fechada para a graça (pelo pecado mortal, por exemplo), os frutos serão de condenação. Se ela estiver aberta para a graça, ela será tornada mais santa. Mesmo assim, os frutos da presença na Missa já são muito grandes para as pessoas que não comungaram, caso elas estejam abertas para a Graça. Não poder comungar não é motivo para não assistir à Santa Missa, pelo contrário; assistir ao Sacrifício de Cristo vai ajudar a pessoa a livrar-se daquilo que a impede de abrir-se para a Graça, até que ela consiga confessar-se e assim poder comungar. Assim, podemos dizer com certeza: podemos sim rezar em casa, mas ir à Missa não é sinônimo de rezar. Rezar é louvar, pedir, agradecer; rezar é venerar o autor da Graça. Ir à Missa é adorar, é oferecer o Sacrifício, é entrar em contato direto com o próprio Senhor.

  • Papa Francisco nomeia Santo Irineu de Lyon Doutor da Igreja

    O papa Francisco vai proclamar Santo Irineu de Lyon Doutor da Igreja com o título de Doctor unitatis, Doutor da Unidade. O papa fez este anúncio nesta quinta-feira, 7 de outubro, no encontro com os membros do “Grupo Misto de trabalho Ortodoxo-Católico Santo Irineu” no Palácio Apostólico do Vaticano. Para Francisco, a figura de Santo Irineu é importante hoje para o diálogo ecumênico entre católicos e ortodoxos porque “veio do Oriente, exerceu seu ministério episcopal no Ocidente e foi uma grande ponte espiritual e teológica entre os cristãos orientais e ocidentais”. Santo Irineu nasceu no ano 125 na Ásia Menor. De sólida formação acadêmica e religiosa, tinha amplo conhecimento das Sagradas Escrituras, literatura e filosofia, esteve em estreito contato com os discípulos dos apóstolos, como São Policarpo. Como bispo de Lyon, destacou-se por combater as heresias da época com argumentos que apresentou em cinco livros. Santo Irineu refutou especialmente a doutrina dos gnósticos, uma corrente herética que representava a principal ameaça à fé e à Igreja da época. Segundo a tradição, Santo Irineu foi martirizado, mas os detalhes de sua morte são desconhecidos. Suas relíquias desapareceram em 1562 depois que seu túmulo foi destruído pelos calvinistas. Santo Irineu será o segundo Doutor da Igreja proclamado neste pontificado. O primeiro Doutor da Igreja declarado por Francisco foi São Gregório de Narek. Nos pontificados anteriores, Bento XVI nomeou São João de Ávila e Santa Hildegarda de Bingen como Doutores da Igreja. São João Paulo II proclamou Santa Teresinha do Menino Jesus. São Paulo VI nomeou Santa Teresa d´Ávila e Santa Catarina de Sena. São João XXIII nomeou São Lourenço de Brindisi, e Pio XII nomeou Santo Antônio de Pádua Doutor da Igreja. Fonte ACI Digital

  • Papa Francisco nomeia Santo Irineu de Lyon Doutor da Igreja

    O papa Francisco vai proclamar Santo Irineu de Lyon Doutor da Igreja com o título de Doctor unitatis, Doutor da Unidade. O papa fez este anúncio nesta quinta-feira, 7 de outubro, no encontro com os membros do “Grupo Misto de trabalho Ortodoxo-Católico Santo Irineu” no Palácio Apostólico do Vaticano. Para Francisco, a figura de Santo Irineu é importante hoje para o diálogo ecumênico entre católicos e ortodoxos porque “veio do Oriente, exerceu seu ministério episcopal no Ocidente e foi uma grande ponte espiritual e teológica entre os cristãos orientais e ocidentais”. Santo Irineu nasceu no ano 125 na Ásia Menor. De sólida formação acadêmica e religiosa, tinha amplo conhecimento das Sagradas Escrituras, literatura e filosofia, esteve em estreito contato com os discípulos dos apóstolos, como São Policarpo. Como bispo de Lyon, destacou-se por combater as heresias da época com argumentos que apresentou em cinco livros. Santo Irineu refutou especialmente a doutrina dos gnósticos, uma corrente herética que representava a principal ameaça à fé e à Igreja da época. Segundo a tradição, Santo Irineu foi martirizado, mas os detalhes de sua morte são desconhecidos. Suas relíquias desapareceram em 1562 depois que seu túmulo foi destruído pelos calvinistas. Santo Irineu será o segundo Doutor da Igreja proclamado neste pontificado. O primeiro Doutor da Igreja declarado por Francisco foi São Gregório de Narek. Nos pontificados anteriores, Bento XVI nomeou São João de Ávila e Santa Hildegarda de Bingen como Doutores da Igreja. São João Paulo II proclamou Santa Teresinha do Menino Jesus. São Paulo VI nomeou Santa Teresa d´Ávila e Santa Catarina de Sena. São João XXIII nomeou São Lourenço de Brindisi, e Pio XII nomeou Santo Antônio de Pádua Doutor da Igreja. Fonte ACI Digital

  • A ALEMANHA AGUARDA O NOVO PAPA – Pe. Santiago Martín

    Foi publicado, esta semana, um relatório sobre pederastia por clérigos em França durante os últimos setenta anos. Os resultados são chocantes. De acordo com o relatório, nessa altura 216.000 menores teriam sido vítimas, de uma forma ou de outra, de padres e religiosos. O que aconteceu não deve ser minimizado, mas também não deve ser exagerado. É suficientemente sério em si mesmo. Na realidade, esse número é uma projeção baseada no fato de ter havido 6.800 alegações nos últimos três anos. Estas alegações, que não estão provadas e algumas delas podem ser falsas (vale a pena recordar o que aconteceu com o Cardeal Pell), envolveriam cerca de 3.000 padres. Com base nestes dados, os autores do relatório concluem que, se em três anos houve 6.800 alegações, em 70 anos o número de casos chegaria a 216.000. Para além do fato de ser um erro grave considerar todas as queixas como casos comprovados, não tem em conta que muitas delas se referem a acontecimentos ocorridos há muitos anos e que, portanto, não se pode fazer uma projeção no passado quando os dados disponíveis são precisamente do passado. Em qualquer caso, o que aconteceu é extremamente grave e deve fazer-nos refletir, pelo menos, sobre alguns pontos que são tabus e que nem sequer podem ser mencionados. Por exemplo, o fato de a maioria dos casos ter tido lugar nos anos 70, ou seja, no período imediato pós-conciliar, não como resultado do próprio Concílio, mas como resultado de uma interpretação laxista do mesmo e de uma ruptura com o que tinha acontecido antes: sem controle e sem autocontrole, os demónios interiores saíram para fazer os seus erros. Outra coisa a ponderar é que a grande maioria das vítimas eram rapazes e não moças, o que estabelece uma ligação, por muito relutante que seja, com a homossexualidade no clero. Com dados como estes, não é surpreendente que o descrédito do padre esteja a crescer de dia para dia. Prova disto é que na Irlanda, outrora um dos países mais católicos do mundo, apenas 4 seminaristas foram admitidos este ano em todos os seminários do país. Quem não vê a catástrofe chegando, é porque não quer vê-la. A Alemanha, por seu lado, decidiu prolongar o Sínodo por mais dois anos. Deveria ter terminado agora, mas eles acham que dois anos de discussão não foram suficientes e querem chegar pelo menos até 2023. Agora, diante da ausência de clero, decidiram estudar as possibilidades entre os leigos, com base no chamado “sacerdócio comum dos fiéis” ligado ao batismo. Não acredito que a perda dos fiéis se resolva com a presença de senhoras ilustres no altar, imitando a celebração de uma missa. Parece-me que este atraso para o final do Sínodo é porque querem esperar para ver se o sucessor do Papa Francisco estará mais receptivo a aprovar as suas principais propostas, porque sabem que com este Pontífice não serão capazes de as fazer passar. A Alemanha decidiu esperar pelo novo papa e eles vão manter-nos com o seu monólogo exaustivo o tempo que for preciso. Finalmente, esta semana teve lugar uma sessão do julgamento do Cardeal Becciu, entre outros acusados de desvio de dinheiro do Vaticano. A sessão foi tumultuosa, com fortes confrontos entre o procurador e a defesa. Os advogados de defesa pedem para ver as provas da acusação, que se baseiam principalmente nas declarações gravadas em vídeo de um antigo colaborador do cardeal. Mas a acusação recusa-se a fornecer estas provas. O juiz exigiu-o, concordando com a defesa, e deu à acusação um mês para as produzir. Se não o fizer, é provável que o julgamento seja adiado. E no Vaticano também houve outro julgamento, desta vez com uma sentença; dois clérigos foram acusados de abuso sexual de acólitos que ajudam na missa na basílica, o que causou um enorme escândalo nos meios de comunicação. O fato é que os acusados foram absolvidos, o que deveria servir para ser mais cauteloso em situações como as que se verificam na França.

  • Padre José Eduardo faz um importante alerta por ocasião do Dia do Nascituro

    Hoje é o Dia do Nascituro e, a este respeito, queria compartilhar umas breves anotações: 1. Nos últimos meses, a cultura da morte vem avançando como um cão feroz sobre os países da América Latina. A agenda pela legalização do aborto avançou na Argentina, no Chile, no México e em vários outros países, de modo menos expressivo, mas não menos incisivo. 2. Diante de tal avanço da destruição, não podemos nos limitar a um combate pró-vida apenas “celebrativo” ou “declarativo”, que encare o problema como se tudo fosse apenas uma questão de marcar posição pública em favor da vida, pois os agentes da cultura da morte não avançam por meio de manifestações dessa natureza, mas através de produção intelectual altamente especializada e de pressões políticas muito fortes e abrangentes. 3. Reduzir a questão pró-vida a uma mera posição moral (e até romanticamente moralista) é simplesmente não entender as dimensões do problema. Não podemos cair no engodo de descontextualizá-la da sua intrínseca dimensão política: a cultura da morte progride pela força de ideologias que lhe oferecem um suporte intelectual coerente, um conjunto de militantes articulados e um conjunto de ações políticas muito bem determinadas e protagonizadas por agentes claros. Emprestar a causa pró-vida para ideologias políticas pró-morte é apenas reduzir a pauta da luta contra o aborto a um item secundário, artificial, facultativo e marginal no contexto de uma agenda mais ampla que, na realidade, é subserviente às forças que se valem da ampliação do aborto como sua mola propulsora. 4. Todo pró-vida um dia pensou que o aborto fosse apenas mais um dentre os problemas morais do nosso século, inclusive eu. Aos poucos, fui percebendo que a política pela ampliação do aborto pressupõe uma nova antropologia que reduz o ser humano a uma força impessoal no sistema econômico e que a sua imposição insere toda a história humana numa situação tão dramática quanto imprevisível. 5. Toda oposição ao aborto que não esteja baseada em estudo sério, em um posicionamento político inequívoco e num conjunto de ações muito conscientes, é somente uma oposição inofensiva, daquelas que as fundações que promovem a cultura da morte até desejam, pois cria aquele cenário de um debate aparentemente democrático, que lhes dará o favor da vitória, com o preço de milhões de vidas sacrificadas e de todas as sociedades mundiais deformadas estruturalmente. Leia também Aprenda rezar o Terço do Nascituro e a Ladainha do Nascituro

  • Padre José Eduardo faz um importante alerta por ocasião do Dia do Nascituro

    Hoje é o Dia do Nascituro e, a este respeito, queria compartilhar umas breves anotações: 1. Nos últimos meses, a cultura da morte vem avançando como um cão feroz sobre os países da América Latina. A agenda pela legalização do aborto avançou na Argentina, no Chile, no México e em vários outros países, de modo menos expressivo, mas não menos incisivo. 2. Diante de tal avanço da destruição, não podemos nos limitar a um combate pró-vida apenas “celebrativo” ou “declarativo”, que encare o problema como se tudo fosse apenas uma questão de marcar posição pública em favor da vida, pois os agentes da cultura da morte não avançam por meio de manifestações dessa natureza, mas através de produção intelectual altamente especializada e de pressões políticas muito fortes e abrangentes. 3. Reduzir a questão pró-vida a uma mera posição moral (e até romanticamente moralista) é simplesmente não entender as dimensões do problema. Não podemos cair no engodo de descontextualizá-la da sua intrínseca dimensão política: a cultura da morte progride pela força de ideologias que lhe oferecem um suporte intelectual coerente, um conjunto de militantes articulados e um conjunto de ações políticas muito bem determinadas e protagonizadas por agentes claros. Emprestar a causa pró-vida para ideologias políticas pró-morte é apenas reduzir a pauta da luta contra o aborto a um item secundário, artificial, facultativo e marginal no contexto de uma agenda mais ampla que, na realidade, é subserviente às forças que se valem da ampliação do aborto como sua mola propulsora. 4. Todo pró-vida um dia pensou que o aborto fosse apenas mais um dentre os problemas morais do nosso século, inclusive eu. Aos poucos, fui percebendo que a política pela ampliação do aborto pressupõe uma nova antropologia que reduz o ser humano a uma força impessoal no sistema econômico e que a sua imposição insere toda a história humana numa situação tão dramática quanto imprevisível. 5. Toda oposição ao aborto que não esteja baseada em estudo sério, em um posicionamento político inequívoco e num conjunto de ações muito conscientes, é somente uma oposição inofensiva, daquelas que as fundações que promovem a cultura da morte até desejam, pois cria aquele cenário de um debate aparentemente democrático, que lhes dará o favor da vitória, com o preço de milhões de vidas sacrificadas e de todas as sociedades mundiais deformadas estruturalmente. Leia também Aprenda rezar o Terço do Nascituro e a Ladainha do Nascituro

  • 10 razões pelas quais o rosário é tão poderoso

    Satanás odeia a Deus. Satanás odeia você. E Satanás odeia o Rosário. Santos dizem isso. Papas dizem isso. O Rosário é uma arma poderosa contra o mal. Mas você parou para descobrir por quê?Aqui estão 10 razões pelas quais a oração do Rosário é a mais poderosa e como você pode usá-la da maneira mais completa. 1. Ele envolve sua vontade.  A vontade humana é poderosa porque é uma participação no poder de Deus. Ele nos dá a vontade de escolher fazer o bem ou o mal – e essa vontade, por si só, é uma arma poderosa no reino espiritual. É por isso que Satanás procura nos escravizar e incapacitar nossa vontade por meio de vícios. Quando nossa vontade se une à vontade de Deus por meio da oração, literalmente acessamos a própria fonte de poder de Deus. 2. É físico.  Deus nos deu corpos e almas. Os anjos – e isso inclui os demônios – são criaturas puramente espirituais. Eles não têm forma física e, portanto, são inferiores a nós. Quando rezamos o Rosário, usamos nossos corpos. Seguramos o rosário com um crucifixo. Se possível, devemos adotar uma postura intencionalmente física para a oração – caminhando, ajoelhados ou sentados com atenção. Se possível, também devemos usar outros sacramentais físicos como velas abençoadas, água benta, talvez um pouco de incenso e imagens sagradas ou estátuas. Quando usamos os aspectos físicos da oração, estamos usando ferramentas que temos e que Satanás não tem. 3. Ele envolve nossas funções linguísticas. Deus não nos deu apenas corpos – ele nos deu linguagem física. Temos línguas para louvá-lo. Temos cordas vocais e respiração para falar e cantar. Satanás não tem meios de falar fisicamente. Os animais não têm fala física. Humanos fazem. Portanto, devemos rezar o Rosário em voz alta, movendo os lábios. Isso envolve nossos corpos físicos e nosso intelecto, por meio dos quais somos capazes de produzir a fala. 4. Envolve nossa imaginação.  A parte não verbal da nossa mente se comunica por meio de imagens. Não pensamos apenas com a linguagem, mas pensamos em imagens. Satanás gosta de cativar nossa imaginação por meio de imagens pecaminosas. Essas imagens podem ser comunicadas através da internet, televisão ou qualquer estímulo visual, mas ele também quer que nossa imaginação habite em imagens que são destrutivas. Portanto, nossa imaginação pode ser usada para fantasias lascivas, imaginações violentas contra nossos inimigos ou ceder a memórias negativas. Quando meditamos nos mistérios do Rosário, engajamos esse canal de nossa mente de uma forma positiva e purificadora. Meditar sobre os mistérios, portanto, limpa nossa imaginação e envolve e usa a imaginação para promover a vontade de Deus ao invés do mal. 5. O rosário ocupa o estabelecimento de línguas. Para permitir que a imaginação seja devidamente purificada por meio da meditação, é útil mudar para o modo de imaginação. Infelizmente, nossas mentes geralmente funcionam em um modo linguístico – usando a fala e os conceitos da fala para pensar sobre os problemas, pensar sobre o futuro, planejar o que vem a seguir, etc. Ao rezar o Rosário, este canal de nossa mente é ocupado e as portas podem se abrir para o imaginação e o que chamo de partes “sublingüísticas” de nosso ser. 6. O sub-lingüístico é acessado. Muito do nosso trabalho com a alma ocorre no reino das emoções. As emoções não são linguísticas nem imaginativas. Eles são apenas emoções cruas. Ficamos com raiva. Sentimos raiva. Sentimos luxúria. Sentimos bem-aventurança. Sentimos paz. As emoções verdadeiras são irracionais e inexplicáveis. A área emocional da alma também é a área onde temos nossas experiências fundamentais. No ventre da mãe e nas fases pré-linguísticas da vida, vivenciamos a vida de forma irracional e emocional. À medida que rezamos, o Rosário e o canal linguístico são ocupados e o canal imaginativo é ocupado, o Espírito Santo pode acessar as experiências sublinguísticas, profundas e cruas de nossos primeiros dias. Se houver feridas e memórias emocionais ruins, Mãe Maria pode curá-los. 7. Os mistérios de cura são aplicados. Escrevi mais sobre como isso funciona em meu livro  Praying the Rosary for Inner Healing,  mas basta dizer que, quando oramos o Rosário, os mistérios do nascimento, ministério, paixão e glória de Cristo são revelados e o Espírito Santo os aplica a nossas próprias necessidades internas. Onde há impurezas, elas são eliminadas. Onde há memórias ruins, elas são curadas. Onde há feridas, o Doutor Jesus e a Enfermeira Maria atendem às nossas necessidades. 8. A guerra espiritual está envolvida.  Satanás odeia o Rosário. Ele odeia Maria. Ele odeia o evangelho. Ele odeia a Deus. Ele odeia Cristo, o Senhor. Ele odeia o Pai Nosso. Ele odeia a Ave Maria. Ele te odeia. Cada vez que você reza o Rosário, por causa do que delineei acima, você está entrando no território que ele quer reivindicar como seu. Ele quer controlar a sua vontade – você tira isso dele. Ele quer controlar sua fala – você tira isso dele. Ele quer controlar sua imaginação – você tira isso dele. Ele quer controlar suas emoções e sua infância – você tira isso dele. 9. A batalha contra o mal na palavra aberta. Escrevi mais sobre isso em meu segundo livro sobre o Rosário, intitulado  Rezando o Rosário pela Guerra Espiritual .  Aqui posso dizer que, de muitas maneiras, os mistérios do evangelho trazem viva a vitória de Cristo sobre Satanás e, ao orar o Rosário, podemos aplicar essas vitórias contra a obra de Satanás no mundo. 10. É acessível e fácil para todos. O que é fantasticamente incrível sobre o Rosário é que Deus realiza esse trabalho de cura muito profundo nas vidas individuais e no mundo da maneira mais acessível e fácil. Não há necessidade de longas sessões de psicanálise ou aconselhamento para a maioria das pessoas. Em vez disso, homens, mulheres, meninos e meninas comuns podem simplesmente rezar o Rosário. Todas essas coisas boas acontecem mesmo quando eles não sabem que esses aspectos profundos da oração do Rosário estão ocorrendo. Não importa quem – uma velha camponesa ou um professor universitário inteligente, uma criança pequena ou uma mãe ocupada. Bilhões de católicos. Todos podem rezar o Rosário. Portanto, ocupe-se orando! FONTE: NATIONAL CATHOLIC REGISTER #PODEROSAORAÇÃO #rosário #TERÇO

  • Aprenda rezar o Terço do Nascituro e a Ladainha do Nascituro

    Neste dia 8 de outubro, em que a Santa Igreja celebra o Dia do Nascituro e finalizamos a “Semana em Defesa da Vida”, convidamos a todos que rezem conosco essa poderosa oração pela proteção dos bebês indefesos que ainda não nasceram, os Nascituros. Podemos rezar pelas seguintes intenções: Vida dos Nascituros; Mães com gravidez em risco; Mães com gravidez em Crise; Para aumentar a consciência de que a Vida é o maior bem que possuímos; Mães que sofreram abortos espontâneos; Mães que num momento de desespero praticaram o aborto e se arrependeram, para que o aborto não seja aprovado/Pelas almas dos nascituros vítimas de abortos. ATENÇÃO: REZA-SE SEMELHANTE AO TERÇO MARIANO ORAÇÃO INICIAL Ó Senhora Nossa, Maria Santíssima! Carregados de imperfeições, pecados e vícios, ousamos comparecer diante de Vosso trono de bênçãos. Não viemos aqui para pedir-vos nem ouro, nem prata, nem riqueza alguma. Nem sequer viemos falar de nossas necessidades espirituais. Viemos tão somente para apresentar-Vos a nossa súplica em favor daqueles a quem é negado o direito sagrado de nascer; em favor dos que têm a vida ameaçada por aqueles que deveriam defender.  Senhora, iluminai as mulheres que têm o poder de gerar; mostrai-lhes quanto é maravilhoso ser mãe. Despertai a consciência dos médicos, para que jamais cortem essas flores em botão, sob o falso pretexto de proteção à vida das mães. Ó vencedora das grandes batalhas de Deus! Fazei compreender aos homens que não é a fecundidade humana que torna o mundo pequeno, e sim as injustiças e a ambição desenfreada. Ó Senhora Protetora dos Nascituros! Fazei valer a Vossa onipotência suplicante diante do trono do divino Salvador, a quem protegestes contra a perseguição de Herodes, fugindo para o Egito. Finalmente Vos pedimos, Senhora: multiplicai os apóstolos da vida como as estrelas do céu e as areias das praias, para que os partidários do aborto se sintam confundidos, e se voltem a Deus, fonte da vida. Fazei que, quanto antes, seja proclamada  a vitória da vida sobre a morte e o sorriso das crianças seja a alegria de todos os lares. Isto  Vos pedimos por Cristo Nosso senhor. Amém JACULATÓRIAS (recitar após cada Mistério as quatro jaculatórias seguidas) Ó Maria que por obra do Espírito Santo, concebestes o Salvador, rogai pelos nascituros. Maria, Mãe da Graça e Mãe da Misericórdia, ampara as gestantes. Jesus, protege e salva os Nascituros. Corações unidos de Jesus e Maria, triunfem e reinem. CREIO EM DEUS PAI… PAI NOSSO… AVE MARIA, CHEIA DE GRAÇA… (3x) MISTÉRIOS GOSOSOS A ANUNCIAÇÃO Maria sem dúvida se sentiu confusa com a saudação do Anjo, mas se regozijou por cumprir a Vontade de Deus. Oremos pelas mães que estão passando por sofrimentos e dificuldades em suas gestações para que recebam a graça de confiar na Vontade de Deus. A VISITAÇÃO João Batista saltou de alegria no ventre de sua mãe. Oremos para que a sociedade compreenda que o aborto não se trata de crianças que podem vir ao mundo, mas sim de crianças que já estão no mundo, vivendo e crescendo no ventre de suas mães. O NASCIMENTO Deus mesmo veio ao mundo como uma criança. A importância de uma pessoa não depende do tamanho, pois o Rei dos Reis recém-nascido era pequenino. Oremos para que a ameaça do aborto contra os nascituros não tenha como medida seu tamanho. A APRESENTAÇÃO O menino é apresentado no Templo porque pertencia a Deus. As crianças não pertencem aos pais ou ao governo. Eles e todos nós pertencemos a Deus. JESUS É ENCONTRADO NO TEMPLO O Menino Jesus estava cheio de sabedoria porque ele é Deus. Oremos para que toda a sociedade possa ver a sabedoria de seus ensinamentos sobre a dignidade da vida. SALVE RAINHA LADAINHA DOS NASCITUROS Senhor, tende piedade de nós T: Senhor, tende piedade de nós. Cristo, tende piedade de nós T: Cristo, tende piedade de nós. Senhor, tende piedade de nós T: Senhor, tende piedade de nós. Cristo, ouvi-nos T: Cristo ouvi-nos. Cristo atendei-nos T: Cristo atendei-nos. – Deus Pai, Criador do mundo… TENDE PIEDADE DE NÓS! – Deus  Filho, por quem tudo foi criado… TENDE PIEDADE DE NÓS! – Deus Espírito Santo, Senhor e Doador da Vida… TENDE PIEDADE DE NÓS! – Senhor Jesus, Princípio e Fim… T: TENDE PIEDADE DE NÓS! – Senhor Jesus, Caminho, Verdade e Vida… – Senhor Jesus, Ressureição e Vida… – Senhor Jesus, Palavra Eterna da Vida… – Senhor Jesus, que moraste no ventre da Virgem Maria… – Senhor Jesus, Tu que amas os pobres e os fracos… – Senhor Jesus, Defensor dos indefesos… – Senhor Jesus, Pão da Vida… – Por cada pecado cometido contra a vida… – Pelo pecado do aborto… – Pelo assassinato diário de bebês indefesos… – Pelo derramamento de sangue em nossa Nação pelo crime do aborto… – Pelo clamor silencioso de teus filhos… – Pelo assassinato de futuros discípulos teus… – Pela agressão que as mulheres fazem em si pelo aborto… – Pelas mulheres vítimas de  estupro  que geram filhos… – Pelo silêncio de Teu povo… – Pela indiferença de Teu povo… – Pela cooperação de Teu povo nesta tragédia… – Pelas nossas irmãs e irmãos nascituros que são assassinados pelo aborto… T: SENHOR, NÓS VOS PEDIMOS!       – Pelas nossas irmãs e irmãos nascituros em perigo de serem abortados… – Pelas nossas irmãs e irmãos que têm sobrevivido ao aborto… – Pelas nossas irmãs e irmãos nascituros frutos de estupro… – Pelas mães que sofrem a tentação de fazer um aborto… – Pelas mães que são pressionadas a fazer um aborto… – Pelas mães que tem rejeitado o aborto… – Pelas mães que tem feito abortos… – Pelos pais das crianças abortadas… – Pelas famílias das crianças abortadas… – Pelas famílias que têm sido tentadas a cooperar com um aborto… – Pelos os abortistas… – Pelos que cooperam com o aborto… – Pelos doutores e enfermeiras para que possam cultivar a vida… – Pelos políticos para que possam defender a vida… – Pelo clero, para que possam falar em favor da vida… – Por todos os que falam, escrevem e trabalham para eliminar o aborto… – Por todos os que ajudam a promover alternativas ao aborto… – Por todos os que promovem a adoção… – Pelo movimento pró- vida… – Pelos grupos pró vida  locais, nacionais e internacionais… – Pela unidade no movimento pró vida… – Pela valorização e a perseverança do trabalho pró vida… – Pelos que sofrem  rejeição e são ridicularizados por sua posição em favor da vida… – Pelos que tem sido presos por defender a vida… – Pelos que tem sido maltratados e feridos por defender a vida… – Pelos profissionais das leis e as cortes… – Pelos educadores  para que ensinem a seus alunos a cultura da  vida… – Pelos profissionais dos meios de comunicação para que propaguem a cultura da vida… – Em ação de graças pelas crianças salvas do aborto… T: TE DAMOS GRAÇAS, SENHOR! – Em ação de graças pelas mães salvas do aborto… – Em ação de graças pelos que antes apoiavam e agora defendem a vida… – Em ação de graças pelos que se opõem ao aborto… – Em ação de graças pelo chamado a fazer parte do movimento pró-vida… Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo; perdoai-nos Senhor. Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo; ouvi-nos Senhor. Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo; tende piedade de nós. Todos: À vossa proteção nos refugiamos Santa Mãe de Deus, não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem Gloriosa e Bendita. Amém. Oração do Nascituro Nós vos louvamos Senhor, Deus da Vida. Bendito sejais, porque nos criastes por amor. Vossas mãos nos modelaram desde o ventre materno. Nós vos agradecemos pelos nossos pais, e todas as pessoas que cuidam da vida desde o seu início, até o fim. Em Vós somos, vivemos e existimos. Abençoai todos e todas que zelam pela vida humana e a promovem. Abençoai as gestantes e todos os profissionais da saúde. Dai às pessoas e às famílias o pão de cada dia, a luz da fé do amor fraterno. Nossa Senhora Aparecida, intercedei por nossos nascituros, nossas crianças, nossos jovens, nossos adultos e nossos idosos, para que tenham vida plena em Jesus, que ofereceu sua vida em favor de todos. Amém! (Autor: Dom Orlando Brandes) #Aborto #Nascituro

  • Aprenda rezar o Terço do Nascituro e a Ladainha do Nascituro

    Neste dia 8 de outubro, em que a Santa Igreja celebra o Dia do Nascituro e finalizamos a “Semana em Defesa da Vida”, convidamos a todos que rezem conosco essa poderosa oração pela proteção dos bebês indefesos que ainda não nasceram, os Nascituros. Podemos rezar pelas seguintes intenções: Vida dos Nascituros; Mães com gravidez em risco; Mães com gravidez em Crise; Para aumentar a consciência de que a Vida é o maior bem que possuímos; Mães que sofreram abortos espontâneos; Mães que num momento de desespero praticaram o aborto e se arrependeram, para que o aborto não seja aprovado/Pelas almas dos nascituros vítimas de abortos. ATENÇÃO: REZA-SE SEMELHANTE AO TERÇO MARIANO ORAÇÃO INICIAL Ó Senhora Nossa, Maria Santíssima! Carregados de imperfeições, pecados e vícios, ousamos comparecer diante de Vosso trono de bênçãos. Não viemos aqui para pedir-vos nem ouro, nem prata, nem riqueza alguma. Nem sequer viemos falar de nossas necessidades espirituais. Viemos tão somente para apresentar-Vos a nossa súplica em favor daqueles a quem é negado o direito sagrado de nascer; em favor dos que têm a vida ameaçada por aqueles que deveriam defender.  Senhora, iluminai as mulheres que têm o poder de gerar; mostrai-lhes quanto é maravilhoso ser mãe. Despertai a consciência dos médicos, para que jamais cortem essas flores em botão, sob o falso pretexto de proteção à vida das mães. Ó vencedora das grandes batalhas de Deus! Fazei compreender aos homens que não é a fecundidade humana que torna o mundo pequeno, e sim as injustiças e a ambição desenfreada. Ó Senhora Protetora dos Nascituros! Fazei valer a Vossa onipotência suplicante diante do trono do divino Salvador, a quem protegestes contra a perseguição de Herodes, fugindo para o Egito. Finalmente Vos pedimos, Senhora: multiplicai os apóstolos da vida como as estrelas do céu e as areias das praias, para que os partidários do aborto se sintam confundidos, e se voltem a Deus, fonte da vida. Fazei que, quanto antes, seja proclamada  a vitória da vida sobre a morte e o sorriso das crianças seja a alegria de todos os lares. Isto  Vos pedimos por Cristo Nosso senhor. Amém JACULATÓRIAS (recitar após cada Mistério as quatro jaculatórias seguidas) Ó Maria que por obra do Espírito Santo, concebestes o Salvador, rogai pelos nascituros. Maria, Mãe da Graça e Mãe da Misericórdia, ampara as gestantes. Jesus, protege e salva os Nascituros. Corações unidos de Jesus e Maria, triunfem e reinem. CREIO EM DEUS PAI… PAI NOSSO… AVE MARIA, CHEIA DE GRAÇA… (3x) MISTÉRIOS GOSOSOS A ANUNCIAÇÃO Maria sem dúvida se sentiu confusa com a saudação do Anjo, mas se regozijou por cumprir a Vontade de Deus. Oremos pelas mães que estão passando por sofrimentos e dificuldades em suas gestações para que recebam a graça de confiar na Vontade de Deus. A VISITAÇÃO João Batista saltou de alegria no ventre de sua mãe. Oremos para que a sociedade compreenda que o aborto não se trata de crianças que podem vir ao mundo, mas sim de crianças que já estão no mundo, vivendo e crescendo no ventre de suas mães. O NASCIMENTO Deus mesmo veio ao mundo como uma criança. A importância de uma pessoa não depende do tamanho, pois o Rei dos Reis recém-nascido era pequenino. Oremos para que a ameaça do aborto contra os nascituros não tenha como medida seu tamanho. A APRESENTAÇÃO O menino é apresentado no Templo porque pertencia a Deus. As crianças não pertencem aos pais ou ao governo. Eles e todos nós pertencemos a Deus. JESUS É ENCONTRADO NO TEMPLO O Menino Jesus estava cheio de sabedoria porque ele é Deus. Oremos para que toda a sociedade possa ver a sabedoria de seus ensinamentos sobre a dignidade da vida. SALVE RAINHA LADAINHA DOS NASCITUROS Senhor, tende piedade de nós T: Senhor, tende piedade de nós. Cristo, tende piedade de nós T: Cristo, tende piedade de nós. Senhor, tende piedade de nós T: Senhor, tende piedade de nós. Cristo, ouvi-nos T: Cristo ouvi-nos. Cristo atendei-nos T: Cristo atendei-nos. – Deus Pai, Criador do mundo… TENDE PIEDADE DE NÓS! – Deus  Filho, por quem tudo foi criado… TENDE PIEDADE DE NÓS! – Deus Espírito Santo, Senhor e Doador da Vida… TENDE PIEDADE DE NÓS! – Senhor Jesus, Princípio e Fim… T: TENDE PIEDADE DE NÓS! – Senhor Jesus, Caminho, Verdade e Vida… – Senhor Jesus, Ressureição e Vida… – Senhor Jesus, Palavra Eterna da Vida… – Senhor Jesus, que moraste no ventre da Virgem Maria… – Senhor Jesus, Tu que amas os pobres e os fracos… – Senhor Jesus, Defensor dos indefesos… – Senhor Jesus, Pão da Vida… – Por cada pecado cometido contra a vida… – Pelo pecado do aborto… – Pelo assassinato diário de bebês indefesos… – Pelo derramamento de sangue em nossa Nação pelo crime do aborto… – Pelo clamor silencioso de teus filhos… – Pelo assassinato de futuros discípulos teus… – Pela agressão que as mulheres fazem em si pelo aborto… – Pelas mulheres vítimas de  estupro  que geram filhos… – Pelo silêncio de Teu povo… – Pela indiferença de Teu povo… – Pela cooperação de Teu povo nesta tragédia… – Pelas nossas irmãs e irmãos nascituros que são assassinados pelo aborto… T: SENHOR, NÓS VOS PEDIMOS!       – Pelas nossas irmãs e irmãos nascituros em perigo de serem abortados… – Pelas nossas irmãs e irmãos que têm sobrevivido ao aborto… – Pelas nossas irmãs e irmãos nascituros frutos de estupro… – Pelas mães que sofrem a tentação de fazer um aborto… – Pelas mães que são pressionadas a fazer um aborto… – Pelas mães que tem rejeitado o aborto… – Pelas mães que tem feito abortos… – Pelos pais das crianças abortadas… – Pelas famílias das crianças abortadas… – Pelas famílias que têm sido tentadas a cooperar com um aborto… – Pelos os abortistas… – Pelos que cooperam com o aborto… – Pelos doutores e enfermeiras para que possam cultivar a vida… – Pelos políticos para que possam defender a vida… – Pelo clero, para que possam falar em favor da vida… – Por todos os que falam, escrevem e trabalham para eliminar o aborto… – Por todos os que ajudam a promover alternativas ao aborto… – Por todos os que promovem a adoção… – Pelo movimento pró- vida… – Pelos grupos pró vida  locais, nacionais e internacionais… – Pela unidade no movimento pró vida… – Pela valorização e a perseverança do trabalho pró vida… – Pelos que sofrem  rejeição e são ridicularizados por sua posição em favor da vida… – Pelos que tem sido presos por defender a vida… – Pelos que tem sido maltratados e feridos por defender a vida… – Pelos profissionais das leis e as cortes… – Pelos educadores  para que ensinem a seus alunos a cultura da  vida… – Pelos profissionais dos meios de comunicação para que propaguem a cultura da vida… – Em ação de graças pelas crianças salvas do aborto… T: TE DAMOS GRAÇAS, SENHOR! – Em ação de graças pelas mães salvas do aborto… – Em ação de graças pelos que antes apoiavam e agora defendem a vida… – Em ação de graças pelos que se opõem ao aborto… – Em ação de graças pelo chamado a fazer parte do movimento pró-vida… Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo; perdoai-nos Senhor. Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo; ouvi-nos Senhor. Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo; tende piedade de nós. Todos: À vossa proteção nos refugiamos Santa Mãe de Deus, não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem Gloriosa e Bendita. Amém. Oração do Nascituro Nós vos louvamos Senhor, Deus da Vida. Bendito sejais, porque nos criastes por amor. Vossas mãos nos modelaram desde o ventre materno. Nós vos agradecemos pelos nossos pais, e todas as pessoas que cuidam da vida desde o seu início, até o fim. Em Vós somos, vivemos e existimos. Abençoai todos e todas que zelam pela vida humana e a promovem. Abençoai as gestantes e todos os profissionais da saúde. Dai às pessoas e às famílias o pão de cada dia, a luz da fé do amor fraterno. Nossa Senhora Aparecida, intercedei por nossos nascituros, nossas crianças, nossos jovens, nossos adultos e nossos idosos, para que tenham vida plena em Jesus, que ofereceu sua vida em favor de todos. Amém! (Autor: Dom Orlando Brandes) #Aborto #Nascituro

  • Preparação das Dioceses dos EUA para o próximo Sínodo sobre Sinodalidade

    As diretrizes da USCCB afirmam que o objetivo de longo prazo do Sínodo sobre a Sinodalidade é transformar a maneira como a Igreja aborda a tomada de decisões em conjunto ‘por meio da comunhão, da participação e da missão’. WASHINGTON – As dioceses e arquidioceses dos Estados Unidos estão estudando as diretrizes do Vaticano e as recomendações dos bispos norte-americanos para o início da fase diocesana do Sínodo sobre a Sinodalidade, que pode transformar a forma como os leigos e o clero contribuem para os processos de tomada de decisão da Igreja Católica. O Sínodo sobre Sinodalidade abre oficialmente sua fase inicial nos dias 9 e 10 de outubro em Roma, com o tema “Por uma Igreja Sinodal: Comunhão, Participação e Missão”. Cada Igreja local particular, ou diocese, começará oficialmente sua preparação no dia 17 de outubro. “É precisamente este caminho de sinodalidade que Deus espera da Igreja do terceiro milênio”, disse o Papa Francisco ao “ Vademecum para o Sínodo da Sinodalidade ” do Vaticano divulgado em setembro. A fase diocesana é a primeira parte de um processo de várias etapas de consultas em nível local, nacional e regional até que culminará na XVI Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos em outubro de 2023. No entanto, o objetivo deste Sínodo não será simplesmente concluir em outro documento papal – a fase final do sínodo será sua implementação pela diocese. A Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB) preparou um guia de 10 páginas com recomendações sobre como as dioceses poderiam implementar o vademecum , ou manual. “O que a conferência espera fazer é ser uma fonte de apoio e assistência para as dioceses, que são as que realmente estão sendo chamadas em primeira instância a se engajar neste diálogo sinodal”, disse Richard Coll, o contato da USCCB para o sínodo, disse ao Register. Diretrizes As diretrizes da USCCB recomendavam que as dioceses criassem uma equipe sinodal diocesana, convocassem o sínodo em outubro e depois passassem novembro preparando o povo de Deus intencionalmente por meio da oração, pregação e oportunidades de catequese. Em sua assembléia de novembro, a USCCB fará apresentações adicionais sobre o Sínodo sobre a Sinodalidade e, no início do Advento, 28 de novembro, deverão começar as consultas diocesanas. Em março de 2022, as recomendações da USCCB delineadas nos relatórios locais devem ser entregues à equipe diocesana, que sintetizará o feedback e redigirá o relatório diocesano antes da Reunião Diocesana Pré-Sínodo. A USCCB iria receber e sintetizar os relatórios diocesanos em abril e encaminhá-los ao Sínodo dos Bispos de Roma. A USCCB recomendou que as dioceses façam da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos de 18 a 25 de janeiro uma oportunidade de convidar outros cristãos ao diálogo. Também mencionou que o Vaticano enfatizou que os jovens, famílias, migrantes, refugiados e os pobres sejam incluídos no processo sinodal. A USCCB incentivou o uso de universidades católicas, sistemas de saúde, instituições de caridade católicas e grupos paroquiais e diocesanos para conseguir uma consulta ampla. Muitas dioceses e arquidioceses católicas já estão esboçando a fase diocesana do Sínodo sobre a Sinodalidade como uma oportunidade para engajar e revigorar a Igreja local. “Estamos entusiasmados com a oportunidade de ouvir coletivamente o Espírito Santo sobre como Deus está chamando nossa arquidiocese para a missão”, disse Mark Haas, diretor de relações públicas da Arquidiocese de Denver, ao Register. “Nossos planos iniciais de como esse processo se desenvolverá aqui localmente serão apresentados ao nosso presbitério nas próximas semanas e, em seguida, comunicados a todos os fiéis assim que os planos forem finalizados.” Adrian Alarcón, diretor de relações com a mídia da arquidiocese de Los Angeles, disse ao Register que estão em andamento as etapas de planejamento de como implementar o processo para a fase diocesana do sínodo. “Até agora, o plano é atrair conselhos pastorais em nível arquidiocesano, regional (há cinco regiões pastorais na Arquidiocese de Los Angeles) e níveis paroquiais para envolver os fiéis na implementação do processo e executar sessões de escuta durante o primeiro fase da jornada sinodal ”, disse ela. Alarcón disse que a abertura oficial do Sínodo sobre a Sinodalidade na arquidiocese acontecerá no dia 31 de outubro, quando o Arcebispo José Gomez celebrará a Missa de abertura na Catedral de Nossa Senhora dos Anjos. Na Diocese de Orange, Califórnia, Tracey Kincaid, a chefe de comunicações da diocese, disse ao Register que o Bispo Kevin Vann e seus conselheiros têm estudado o vademecum para o Sínodo sobre Sinodalidade e estão “rezando pela presença do Espírito Santo enquanto realizamos a primeira fase do processo. ” Kincaid disse que a abertura da fase sinodal da diocese em 17 de outubro terá uma ênfase especial na Eucaristia. “Uma procissão eucarística no campus da catedral está prevista para acontecer imediatamente após a missa [de abertura]”, disse ela. The Long Game As recomendações da USCCB explicaram que a esperança para a fase diocesana é que a Igreja local adote a longo prazo uma “atitude sinodal inerente nos processos de tomada de decisão por meio da comunhão, participação e missão”. A fase diocesana não criará “revoluções dramáticas”, mas introduzirá uma “mudança conceitual” sobre como a Igreja toma decisões que levarão muito tempo para se concretizar, explicou Adam DeVille, presidente do Departamento de Teologia-Filosofia na University of St. Francis em Fort Wayne, Indiana. “A sinodalidade é o governo da vida da Igreja de acordo com os sínodos”, disse ao Register DeVille, um católico grego ucraniano que auxilia a diocese local de rito latino em seus preparativos sinodais. Ele disse que a sinodalidade já é muito familiar às Igrejas Orientais, como a Igreja Apostólica Armênia nos Estados Unidos, onde os sínodos são responsáveis ​​por eleger bispos, definir prioridades pastorais, exercer supervisão financeira e responsabilizar o bispo pela missão da Igreja. “Eles já pensaram nisso por um bom tempo”, disse ele. DeVille disse que as dioceses terão uma ampla variedade de métodos para envolver as pessoas na consulta, como fazer uso de conselhos pastorais, tecnologia digital como o Zoom, ou mesmo estabelecer delegações paroquiais para o encontro pré-sínodo. Mas ele disse que as dioceses devem ser “claras e específicas sobre isso”, tanto as possibilidades reais quanto as limitações do sínodo, para que as pessoas não tenham expectativas irrealistas. Eles não são o lugar para debater questões de doutrina. “Esses pertencem a um conselho ecumênico ou ao magistério ordinário”, disse ele. DeVille disse que os sínodos são um meio para a Igreja se unir, discutir as coisas abertamente e encontrar consenso – mas eles não deveriam ser debates parlamentares divisivos para “votar para cima ou para baixo em seu cavalo de pau”, um ponto enfatizado no vademecum do Vaticano . “A sinodalidade não vai resolver os problemas de ninguém diretamente”, disse DeVille. “Mas isso vai lhe dar uma saída para sua frustração. E isso vai lhe dar a oportunidade de se empenhar nesse tipo de mudança de longo prazo, sejam quais forem os problemas da Igreja hoje ”. O que é sinodalidade? De acordo com o contribuidor do Catholic Answers, padre Charles Grondin, “Sinodalidade se refere a agrupamentos de bispos. Um exemplo seria a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos. De acordo com o direito canônico, as conferências episcopais nacionais podem estabelecer certas leis e práticas para suas regiões acima e além do que um bispo individual pode fazer. No entanto, como esses grupos de bispos não têm autoridade fora da autoridade de cada bispo individual, o grupo precisa ter sua autoridade declarada especificamente pela lei da Igreja. Caso contrário, não tem nenhum peso além de encorajamento. ” Acrescentou que está relacionado com a colegialidade, que “se refere à autoridade individual de cada bispo como sucessor dos apóstolos. Cada bispo é essencialmente autônomo e igual (com exceção do bispo de Roma). Em questões de governança local, um bispo não pode dizer a outro bispo como administrar sua diocese. ” FONTE: NATIONAL CATHOLIC REGISTER – Peter Jesserer Smith #PreparaçãodasDiocesesdosEUAparaopróximoSínodosobreSinodalidade

  • Frades franceses presos por tentativa de destruição de torres 5G

    Um porta-voz do convento, ao dizer que seus irmãos cometeram um ‘erro’, afirmou que ‘essas ondas [5G] são muito prejudiciais à saúde das pessoas e elas queriam agir pelo bem da humanidade’. Dois frades capuchinhos foram presos pela polícia no mês passado após tentarem atear fogo a duas antenas 5G. Os dois homens mais tarde alegaram que agiram para proteger a população dos efeitos nocivos do 5G. Na noite de 15 a 16 de setembro, dois frades de São Francisco, convento dos Franciscanos em Villié-Morgon, perto de Lyon, França, foram presos pela polícia enquanto tentavam atear fogo a uma antena retransmissora 5G perto da cidade de Ancy. Seus nomes não foram publicados pela mídia francesa. Os dois homens, de 39 e 40 anos, não resistiram à prisão e foram imediatamente colocados sob custódia policial. Também haviam tentado atear fogo a outra antena, esta perto da cidade de Saint-Forgeux, na noite anterior e, segundo uma testemunha ocular, conseguiram destruir os medidores elétricos das antenas, que foram substituídos posteriormente. Os dois monges mais tarde compareceram a um juiz e foram indiciados por “vandalismo e tentativa de incêndio criminoso”. Segundo o promotor, embora reconhecendo os fatos, confidenciaram ao juiz que haviam agido com o objetivo de “proteger a população dos malefícios do 5G”. Os dois homens foram colocados sob vigilância judicial enquanto aguardavam a sentença. Gilles Dubessy, o prefeito de Saint-Forgeux, achou suas ações estranhas. “É um pouco triste”, disse ele. “Monges que vão atrás de 5G assim realmente não é normal. Fiquei surpreso, especialmente considerando a beleza deste local, com uma capela ao lado. É uma pena ”, continuou ele. “Isso também causou interrupções momentâneas nas redes Orange e SFR.” O superior do convento disse que ficou “espantado e triste com o erro dos dois padres”. No entanto, um porta-voz do mesmo convento que descreveu o caso como “um incidente isolado e um erro juvenil”, também concordou com os motivos, dizendo: “essas ondas [5G] são muito prejudiciais à saúde das pessoas, e eles queriam agir pelo bem da humanidade. ” Muitos suspeitam que o 5G pode ser potencialmente prejudicial e alguns cientistas expressaram sérias preocupações em relação ao aumento da exposição a campos eletromagnéticos (EMFs). Eles temem que seus efeitos de longo prazo incluam um aumento no risco de câncer, estresse celular, danos genéticos e distúrbios neurológicos. No entanto, a Agência Francesa de Saúde e Segurança indicou recentemente que “não há provas de efeitos adversos à saúde decorrentes da exposição a fontes de CEMs no âmbito dos usos digitais atuais”. O tradicional convento capuchinho de São Francisco na cidade de Villié-Morgon é filiado à Fraternidade São Pio X. É também a residência do Padre Régis de Cacqueray, ex-Superior do Distrito Francês da Fraternidade São Pio X, que recentemente ligou que os católicos rejeitem o “criminoso” da COVID em uma “recusa corajosa” em um comunicado publicado na revista católica francesa Civitas . FONTE: LIFE SITE NEWS Católicos franceses ao Papa Francisco: “Não toque em nossa missa em latim!” #destruiçãodetorres5G #Fradesfranceses #torres5G

  • Os demônios nunca são neutros quando se trata de política, alerta exorcista

    Em 1932, os demônios compreenderam perfeitamente que, para o cumprimento de seus fins, era necessário tentar as pessoas para que se votasse num candidato que até então era um completo desconhecido: Hitler. Isto significa que a sua ascensão ao poder se deu pela ação dos demônios? Não. Mas eles, sem dúvida, ajudaram. Do mesmo modo, devemos recordar-nos que o Santos Padres dos primeiros séculos da igreja, ao tratarem da perseguição contra os cristãos, destacaram como primeira e principal causa a instigação do demônio tanto sobre as massas quanto sobre os governantes. Sim, os demônios também têm suas estratégias e combinam levá-las a termo. Podem concentrar-se em determinado lugar. Eles ambicionam todas as almas, mas sabem muito bem que algumas pessoas têm o dom de persuadir outras, pela sua cultura, pelo seu poder ou pelo seu dinheiro. As forças do mal, portanto, são conscientes de que essas elites são especialmente desejáveis. Os demônios nunca são neutros em política: analisam a situação e estão seguros de quais serão as pessoas que mais favorecerão as suas estratégias. Felizmente, o lado do bem tem anjos e muitas pessoas que, com a sua oração, destroem os planos das trevas. Por isso a oração e o sacrifício são tão importantes. Os mosteiros e as pessoas orantes são as forças invisíveis que não somente combatem o poder do inferno neste mundo, mas também remetem abundantemente a nós todo tipo de bênção. Em qualquer caso, a explicação de uma luta invisível de poderes espirituais não nos deve fazer esquecer que os autores da nossa história somos nós mesmos. Essas forças invisíveis do mal não são mais que uma influência, e, no final das contas, cada homem faz o que quer e é responsável pelos seus atos. Nem todos os demônios do mundo podem obrigar alguém, ainda que seja um pecador, a tomar uma decisão se ele decide tomar outra. A oração é tão poderosa quanto os maiores exércitos ou as maiores fortunas. Pe. José Antonio Fortea, exorcista espanhol, livro “Svmma Daemoniaca”, 78, 79

  • Os demônios nunca são neutros quando se trata de política, alerta exorcista

    Em 1932, os demônios compreenderam perfeitamente que, para o cumprimento de seus fins, era necessário tentar as pessoas para que se votasse num candidato que até então era um completo desconhecido: Hitler. Isto significa que a sua ascensão ao poder se deu pela ação dos demônios? Não. Mas eles, sem dúvida, ajudaram. Do mesmo modo, devemos recordar-nos que o Santos Padres dos primeiros séculos da igreja, ao tratarem da perseguição contra os cristãos, destacaram como primeira e principal causa a instigação do demônio tanto sobre as massas quanto sobre os governantes. Sim, os demônios também têm suas estratégias e combinam levá-las a termo. Podem concentrar-se em determinado lugar. Eles ambicionam todas as almas, mas sabem muito bem que algumas pessoas têm o dom de persuadir outras, pela sua cultura, pelo seu poder ou pelo seu dinheiro. As forças do mal, portanto, são conscientes de que essas elites são especialmente desejáveis. Os demônios nunca são neutros em política: analisam a situação e estão seguros de quais serão as pessoas que mais favorecerão as suas estratégias. Felizmente, o lado do bem tem anjos e muitas pessoas que, com a sua oração, destroem os planos das trevas. Por isso a oração e o sacrifício são tão importantes. Os mosteiros e as pessoas orantes são as forças invisíveis que não somente combatem o poder do inferno neste mundo, mas também remetem abundantemente a nós todo tipo de bênção. Em qualquer caso, a explicação de uma luta invisível de poderes espirituais não nos deve fazer esquecer que os autores da nossa história somos nós mesmos. Essas forças invisíveis do mal não são mais que uma influência, e, no final das contas, cada homem faz o que quer e é responsável pelos seus atos. Nem todos os demônios do mundo podem obrigar alguém, ainda que seja um pecador, a tomar uma decisão se ele decide tomar outra. A oração é tão poderosa quanto os maiores exércitos ou as maiores fortunas. Pe. José Antonio Fortea, exorcista espanhol, livro “Svmma Daemoniaca”, 78, 79

  • Congresso online de Homeschooling Católico no Brasil

    A Educação Domiciliar, conhecida como Homeschooling, tem ganhado cada vez mais relevância no cenário brasileiro, especialmente neste tempo pós pandemia, quando muitas famílias perceberam o estrago que as ideologias estão causando em seus filhos através das escolas. Para as muitas famílias que desejam iniciar a educação domiciliar e não sabem por onde dar o primeiro passo, esse congresso é uma excelente oportunidade de mergulhar neste universo. Esse congresso é uma iniciativa do apostolado Educando para o Céu, e contará com a participação de mais de 15 famílias que praticam a educação familiar partilhando todo o seu conhecimento e muita experiência. O congresso acontece de 7 a 13 de outubro e o evento é 100% gratuito. A primeira transmissão ao vivo acontece hoje às 20h seguida por uma segunda transmissão às 20h através do instagram @educandoparaoceu. Para fazer sua inscrição, clique aqui. De acordo com os organizadores as palestras ficarão salvas no Instagram apenas por algumas horas. Aqueles que estão inscritos terão exclusividade. Veja abaixo os temas e lista de convidados. Para ir esquentando, antes do congresso iniciar, leia um pouco mais sobre educação domiciliar neste artigo: Homeschooling, uma opção de ensino para as famílias, dá um passo importante no Brasil Conheça os convidados e lives do congresso: 1º DIA – 07/10: O Homeschooling na Família Católica Com Karen e Silvio (@diariodesescolar) e Waleska Montenegro @our_home_is_cool 2º DIA – 08/10: O Homeschooling é uma legítima defesa! Com Dr. Alexandre Magno (@alexandrefmoreira) e Prof. Anthony T. Wright (@institutonewmanbr) 3º DIA – 09/10: Educação Católica vs. Educação Moderna Com Ana Braga-Henebry (@anabragahenebry) 4º DIA – 10/10: Organização do Lar para o Homeschooling Com Cássia Kawamura (@cassia_kawamura) e Nina Viana (@ninavianaalmeida) 5º DIA – 11/10: Homeschooling na família numerosa Com Cida (@editora_auxilio_dos_cristaos) e Mariana (@performar_coachfamiliar) 6º DIA – 12/10: Homeschooling na Prática – Da alfabetização até a adolescência Com Bia (@bia_maternidade_familia) e Wanessa (@wanessamachadoamaral) 7º DIA – 13/10: Descomplicando o Homeschooling Com Deia e Tiba (@deacamargos e @tibacamargos) e Prof. Sérgio Morselli (@sergio_morselli) #EducaçãoDomiciliar #Homeschooling

  • Congresso online de Homeschooling Católico no Brasil

    A Educação Domiciliar, conhecida como Homeschooling, tem ganhado cada vez mais relevância no cenário brasileiro, especialmente neste tempo pós pandemia, quando muitas famílias perceberam o estrago que as ideologias estão causando em seus filhos através das escolas. Para as muitas famílias que desejam iniciar a educação domiciliar e não sabem por onde dar o primeiro passo, esse congresso é uma excelente oportunidade de mergulhar neste universo. Esse congresso é uma iniciativa do apostolado Educando para o Céu, e contará com a participação de mais de 15 famílias que praticam a educação familiar partilhando todo o seu conhecimento e muita experiência. O congresso acontece de 7 a 13 de outubro e o evento é 100% gratuito. A primeira transmissão ao vivo acontece hoje às 20h seguida por uma segunda transmissão às 20h através do instagram @educandoparaoceu. Para fazer sua inscrição, clique aqui. De acordo com os organizadores as palestras ficarão salvas no Instagram apenas por algumas horas. Aqueles que estão inscritos terão exclusividade. Veja abaixo os temas e lista de convidados. Para ir esquentando, antes do congresso iniciar, leia um pouco mais sobre educação domiciliar neste artigo: Homeschooling, uma opção de ensino para as famílias, dá um passo importante no Brasil Conheça os convidados e lives do congresso: 1º DIA – 07/10: O Homeschooling na Família Católica Com Karen e Silvio (@diariodesescolar) e Waleska Montenegro @our_home_is_cool 2º DIA – 08/10: O Homeschooling é uma legítima defesa! Com Dr. Alexandre Magno (@alexandrefmoreira) e Prof. Anthony T. Wright (@institutonewmanbr) 3º DIA – 09/10: Educação Católica vs. Educação Moderna Com Ana Braga-Henebry (@anabragahenebry) 4º DIA – 10/10: Organização do Lar para o Homeschooling Com Cássia Kawamura (@cassia_kawamura) e Nina Viana (@ninavianaalmeida) 5º DIA – 11/10: Homeschooling na família numerosa Com Cida (@editora_auxilio_dos_cristaos) e Mariana (@performar_coachfamiliar) 6º DIA – 12/10: Homeschooling na Prática – Da alfabetização até a adolescência Com Bia (@bia_maternidade_familia) e Wanessa (@wanessamachadoamaral) 7º DIA – 13/10: Descomplicando o Homeschooling Com Deia e Tiba (@deacamargos e @tibacamargos) e Prof. Sérgio Morselli (@sergio_morselli) #EducaçãoDomiciliar #Homeschooling

  • Escola envia carta aos pais alertando sobre a série Round 6

    Série sul-coreana é um dos maiores sucessos da Netflix Uma escola particular na Zona Oeste do Rio de Janeiro enviou um comunicado aos pais e responsáveis das crianças fazendo alertas sobre a série Round 6, da Netflix. Recém-lançada, a produção sul-coreana já se tornou um dos maiores sucessos da plataforma. No documento enviado aos responsáveis, a Escola Aladdin demonstra preocupação com o impacto da produção nos alunos do ensino fundamental – que, nos últimos dias, estariam “obcecados” com a série. A carta aponta que a série, de nove episódios, contém “violência explícita, tortura psicológica, suicídio, tráfico de órgãos, cenas de sexo, pederastia e palavras de baixo calão”. Leia também Padre alerta que é preciso proteger os filhos da ideologia de gênero na Educação – Sabemos que é responsabilidade da família decidir o que é melhor para suas crianças, mas, enquanto educadores, temos o dever de alertar e honrar o compromisso com a Educação. Certos de sua compreensão, nos colocamos à disposição para qualquer esclarecimento que se faça necessário – diz o texto. De acordo com o jornal O Globo, que conversou com os diretores da unidade de ensino, alunos entre 7 e 8 anos estariam comentando sobre a série nos horários vagos. As crianças também estariam reproduzindo brincadeiras que, na série, fazem alusão ao assassinato de personagens. – Estranhamos muito isso, porque a série traz um teor inapropriado para a idade dos alunos. Sentimos necessidade de emitir esse alerta aos responsáveis. Muitos pais nos agradeceram, e o que está nos surpreendendo é que isso repercute além da comunidade escolar. Alcançou uma proporção maior e abriu um debate – afirmou ao jornal a coordenadora pedagógica do Jardim-Escola Aladdin, Fabiana Barreto. Leia também Um grave problema: Terceirizar a educação dos filhos LEIA A CARTA ENVIADA PELA ESCOLA ALADDIN CARTA ABERTA AOS PAIS E RESPONSÁVEIS Prezados, A parceria entre escola, família e sociedade é fundamental para o sucesso da Educação. Sendo assim, nosso objetivo com esta carta é alertar aos responsáveis sobre algo que temos escutado durantes os dias com nossos alunos e tem nos chamado atenção. No dia 17 de setembro de 2021, foi lançada na NETFLIX a série ROUND 6. A série coreana, com classificação etária de 16 anos, está batendo os “records” de audiência, inclusive nas redes sociais como: Facebook, Instagram e Tik Tok. O conteúdo da série que contém: violência explícita, tortura psicológica, suicídio, tráfico de órgãos, cenas de sexo, pederastia, palavras de baixo calão entre outras coisas tem sido assunto entre nossos alunos durante o recreio e horários livres. Leia também Tire o celular do seu filho e dê a ele um Instrumento Musical A série utiliza-se de brincadeiras simples de criança como: “Batatinha frita 1,2,3”, “Cabo de guerra”, “Bolas de gude” e outras, para assassinar a “sangue frio” as pessoas que não atingem o objetivo final. O que nos causa preocupação é a facilidade com que as crianças acessam esse material. Lembramos, apenas para informação, que canais de Streaming como a NETFLIX e outros possuem a “Restrição de visualização por classificação etária”, uma ferramenta preciosa para que nossas crianças acessem somente o conteúdo apropriado à sua idade. Sabemos que é responsabilidade da família decidir o que é melhor para suas crianças, mas, enquanto educadores, temos o dever de alertar e honrar o compromisso com a Educação. Certos de sua compreensão, nos colocamos à disposição para qualquer esclarecimento que se faça necessário. Atenciosamente, [a] Direção. Via Pleno.news Leia também Música do “Bob” – Satanismo e suicídio ao alcance de nossas crianças #Netflix

  • Escola envia carta aos pais alertando sobre a série Round 6

    Série sul-coreana é um dos maiores sucessos da Netflix Uma escola particular na Zona Oeste do Rio de Janeiro enviou um comunicado aos pais e responsáveis das crianças fazendo alertas sobre a série Round 6, da Netflix. Recém-lançada, a produção sul-coreana já se tornou um dos maiores sucessos da plataforma. No documento enviado aos responsáveis, a Escola Aladdin demonstra preocupação com o impacto da produção nos alunos do ensino fundamental – que, nos últimos dias, estariam “obcecados” com a série. A carta aponta que a série, de nove episódios, contém “violência explícita, tortura psicológica, suicídio, tráfico de órgãos, cenas de sexo, pederastia e palavras de baixo calão”. Leia também Padre alerta que é preciso proteger os filhos da ideologia de gênero na Educação – Sabemos que é responsabilidade da família decidir o que é melhor para suas crianças, mas, enquanto educadores, temos o dever de alertar e honrar o compromisso com a Educação. Certos de sua compreensão, nos colocamos à disposição para qualquer esclarecimento que se faça necessário – diz o texto. De acordo com o jornal O Globo, que conversou com os diretores da unidade de ensino, alunos entre 7 e 8 anos estariam comentando sobre a série nos horários vagos. As crianças também estariam reproduzindo brincadeiras que, na série, fazem alusão ao assassinato de personagens. – Estranhamos muito isso, porque a série traz um teor inapropriado para a idade dos alunos. Sentimos necessidade de emitir esse alerta aos responsáveis. Muitos pais nos agradeceram, e o que está nos surpreendendo é que isso repercute além da comunidade escolar. Alcançou uma proporção maior e abriu um debate – afirmou ao jornal a coordenadora pedagógica do Jardim-Escola Aladdin, Fabiana Barreto. Leia também Um grave problema: Terceirizar a educação dos filhos LEIA A CARTA ENVIADA PELA ESCOLA ALADDIN CARTA ABERTA AOS PAIS E RESPONSÁVEIS Prezados, A parceria entre escola, família e sociedade é fundamental para o sucesso da Educação. Sendo assim, nosso objetivo com esta carta é alertar aos responsáveis sobre algo que temos escutado durantes os dias com nossos alunos e tem nos chamado atenção. No dia 17 de setembro de 2021, foi lançada na NETFLIX a série ROUND 6. A série coreana, com classificação etária de 16 anos, está batendo os “records” de audiência, inclusive nas redes sociais como: Facebook, Instagram e Tik Tok. O conteúdo da série que contém: violência explícita, tortura psicológica, suicídio, tráfico de órgãos, cenas de sexo, pederastia, palavras de baixo calão entre outras coisas tem sido assunto entre nossos alunos durante o recreio e horários livres. Leia também Tire o celular do seu filho e dê a ele um Instrumento Musical A série utiliza-se de brincadeiras simples de criança como: “Batatinha frita 1,2,3”, “Cabo de guerra”, “Bolas de gude” e outras, para assassinar a “sangue frio” as pessoas que não atingem o objetivo final. O que nos causa preocupação é a facilidade com que as crianças acessam esse material. Lembramos, apenas para informação, que canais de Streaming como a NETFLIX e outros possuem a “Restrição de visualização por classificação etária”, uma ferramenta preciosa para que nossas crianças acessem somente o conteúdo apropriado à sua idade. Sabemos que é responsabilidade da família decidir o que é melhor para suas crianças, mas, enquanto educadores, temos o dever de alertar e honrar o compromisso com a Educação. Certos de sua compreensão, nos colocamos à disposição para qualquer esclarecimento que se faça necessário. Atenciosamente, [a] Direção. Via Pleno.news Leia também Música do “Bob” – Satanismo e suicídio ao alcance de nossas crianças #Netflix

  • A CONVERSÃO DO ESCRITOR ALFRED DÖBLIN – Kévin Contini

    [O neuropsiquiatra Alfred Döblin é um dos mais importantes escritores de língua alemã do século XX, junto com Hermann Broch, Robert Musil, Thomas Mann, Ernst Jünger, Hermann Hesse, Jacob Wassermann e Kafka. Seu romance Berlin Alexanderplatz , publicado em 1929, quando ele ainda era socialista e ateu, é um clássico indiscutível da literatura moderna. O texto a seguir é uma resenha de seu livro de memórias Voyage et destin , publicado na França em 2002, em que o escritor, de origem judaica, relata sua fuga, em 1933, da Alemanha para a Suíça e depois França, para escapar da fúria de Hitler, para onde foi com a mulher e os quatro filhos. No entanto, a própria França seria ocupada pelos nazistas e a família Döblin se dispersaria (o filho mais velho do escritor, servindo no exército francês, suicidou-se aos 25 anos, em 1940, depois de brilhante formação acadêmica em matemática). É nessa situação de grande sofrimento que Döblin vai encontrar o Cristo]. Berlin Alexanderplatz , romance que narra a miséria berlinense da década de 1920, teve a triste honra de ser uma das obras lançadas à fogueira pelo regime nazista, em 1933. Foi nessa data que seu autor Alfred Döblin, de fé judaica, partiu com sua esposa e filho na direção da França. Ele obteve sua nacionalidade em 1936 e trabalhou no Ministério da Propaganda quando a guerra estourou. Em junho de 1940, ele fugiu de Paris em direção ao sul, em busca de sua esposa, que havia partido alguns dias antes com seu filho mais novo. Foi durante essa busca, na angústia e na solidão, que Alfred Döblin se converteu ao catolicismo. Sua viagem, em busca da esposa e filho, leva-o a Tours, Moulins, Vichy, Clermont-Ferrand, Arvant, Capdenac, Cahors, Rodez, Sévérac, Mende, le Puy, Béziers e, finalmente, Toulouse, onde acontece o reencontro. Em Cahors, teve de se livrar de um manuscrito excessivamente pesado, cujos protagonistas eram os jesuítas, que considerou a posteriori um sinal, porque eram os sacerdotes da Companhia de Jesus que lhe dariam o primeiro dos sacramentos (o batismo aconteceria no exílio de Los Angeles, em novembro de 1941). Mas o grande evento acontece na catedral de Mende, ainda na França, na frente de um crucifixo. Desde que entrou mecanicamente no edifício, ele permanece congelado à frente do Cristo numa cruz. “Disse a mim mesmo: esta é a miséria humana, o nosso destino; este objeto faz parte da nossa existência, é o seu verdadeiro símbolo”. Mas, por ora, ele não percebe que esse homem também é uma pessoa divina: “Ele é Deus? Esta é a única pergunta que faço.” Ele pensa em ir procurar um padre, hesita, e depois se retrai. Os dias passam na solidão e Döblin repensa sua vida: seus primeiros “deuses” foram os românticos alemães, depois Nietzsche. Ele nunca realmente tinha vivido seu judaísmo intimamente. Tido por ateu, no entanto sempre sentiu “que o único gesto humano perante os segredos da vida é cair de joelhos”. Ele retorna à catedral de Mende. Obcecado pelo crucifixo, ele medita sobre a Paixão, venera o Cristo, mas ainda se recusa a admitir a sua divindade. A terceira entrada na catedral foi num domingo. Depois de ter meditado sobre o Pai-Nosso, é dominado, durante a missa, pelo Dies Irae . Mas a homilia o decepciona, não o atinge. Lá fora, ele se questiona sobre a existência do universo invisível e acaso. E vai gradualmente acolhendo a ideia do sobrenatural. No domingo seguinte, na missa, sempre o crucifixo ocupando o seu campo de visão. Sempre, também, essas hesitações sobre a natureza divina de Jesus… Mas a figura do Crucificado continua crescendo em sua mente. A conversão parece estar definitivamente em andamento, como estas belas linhas testificam: “Experimentamos o mundo enquanto pessoas humanas. E quando apelamos à verdade, confessamos, baixando a cabeça silenciosamente e com profunda reverência: Deus … E, levantando a cabeça: Jesus .” Um mês se passou desde que deixou Paris. Ele encontra sua esposa e filho em Toulouse em 10 de julho. Um dia, quando entra em uma igreja na Cidade Rosa com sua esposa, a fé em Jesus definitivamente vence: “Agora há uma intimidade entre o crucifixo… e eu. Existe um segredo entre nós.” Mas, por enquanto, ele não ousa dar o passo seguinte. Admite estar com medo: “Seria preciso que alguém viesse e me tomasse pelo braço, arrastando-me”. No entanto, Cristo agora vive com ele. Ao cruzar a fronteira espanhola com uma facilidade desconcertante, e depois de muitas dificuldades, Döblin admite: “Não queria saber nada sobre Ele, mas Ele não me perdia de vista. Ele não me largava. Desta vez, Ele não estava mais acenando: Ele estava intervindo.” Em Lisboa, a caminho dos Estados Unidos, o escritor continua inquieto com o problema de Deus, mas a sua existência deixa-o com cada vez menos dúvidas: “Quem é Deus e quais são as suas intenções para conosco? ” Chegado ao novo continente, a sua conversão parecia-lhe tanto mais óbvia: ao voltar a pôr a mão no manuscrito [romance sobre as missões jesuíticas no Paraguai], percebeu que se tratava sempre de… Jesus! Não há mais dúvidas para ele: seu livro foi uma antecipação de seu próprio debate interno. E um sinal, pois em Los Angeles são os jesuítas que ele vai encontrar “por acaso”, e que vão ensinar o catecismo a si próprio e à sua mulher (que também se converterá). Seus filhos receberão educação cristã. É preciso ler o final de seu livro de memórias Viagem e Destino e o relato do período de conversão. A parte dedicada à meditação ocupa as últimas páginas, quando se ocupa de Adão e Jesus, a Criação, os mundos invisíveis, a força e a sabedoria da Igreja Católica… Alfred Döblin descobre, com alegria e maravilha, as festas católicas, em particular o Natal: “Um fato extraordinário, inimaginável: Deus vindo ao mundo!” https://fr.aleteia.org/2017/05/28/les-grands-convertis-de-la-litterature-alfred-doblin/

  • Dominican London Calling: Dedicado a Nossa Senhora do Rosário

    Priorado de Nossa Senhora do Rosário e Igreja de São Domingos, uma joia fiel O visitante católico de hoje em Londres tem muitas opções de onde orar. A Catedral de Westminster é a igreja-mãe de estilo bizantino da arquidiocese. O Oratório de Brompton, tão associado à renovação do beato John Henry Newman do catolicismo inglês do século 19, é freqüentemente visitado. A Igreja Jesuíta da “Rua da Fazenda” da Imaculada Conceição é uma pérola. Mas uma das minhas favoritas, em Bob Cratchitt’s Camden Town, é a bela joia de uma igreja que talvez não esteja no caminho usual (embora esteja perto de atrações turísticas como Camden Lock): o Priorado Dominicano de Our Lady of the Rosário e Igreja de São Domingos. Digo “visitante de hoje” da capital britânica porque, até a Emancipação Católica no século 19, os católicos ingleses trabalhavam com várias deficiências civis e tinham poucas igrejas. (No apogeu da Reforma, não havia nenhuma, as igrejas católicas tendo sido expropriadas pela Igreja estatal da Inglaterra.) Com a emancipação e o influxo relativamente simultâneo de trabalho de imigrantes irlandeses, a Igreja Católica na Inglaterra começou a crescer novamente. Os dominicanos estavam em Londres desde 1223, sendo sua prioridade o Blackfriars, que sobrevive até hoje em nome da estação de metrô local de Londres. Em sua época, Blackfriars desempenhou um papel fundamental não apenas na vida dominicana inglesa, mas também na católica inglesa (por exemplo, o julgamento do divórcio de Henrique VIII e Catarina de Aragão em 1529), mas com a supressão da ordem no dia 16 século, a vida dominicana em Londres não experimentaria seu renascimento até o século XIX. Os dominicanos chegaram à área de Haverstock Hill na cidade de Camden por volta de 1861, com o priorado funcionando naquela década, e a igreja foi inaugurada em 1883. Na época, o arcebispo de Westminster esperava ter uma igreja no topo de todas as colinas de Londres. St. Dominic’s é uma das maiores igrejas de Londres e uma obra-prima neogótica, não muito longe de Hampstead Heath. (Hampstead tem uma variedade de belas igrejas, incluindo St. Mary’s – a igreja de Charles De Gaulle – mas isso é outra história.) O tempo custou um pouco tanto para São Domingos quanto para seus arredores, mas a igreja do priorado oferece um belo lugar para orar com uma comunidade de padres dominicanos viva e dinâmica. Os frades se reúnem para a oração da manhã e missa e novamente para a oração da noite e missa. Há uma missa de vigília de sábado à noite, bem como missas de domingo. As confissões também são ouvidas com frequência. A comunidade dominicana e a paróquia são muito ativas, tanto localmente (várias atividades paroquiais, bem como uma escola paroquial) quanto com a academia de inglês. Os frades de São Domingos, por exemplo, oferecem reflexões do Advento na Catedral de Westminster. Eu encontrei a igreja pela primeira vez, quase por acidente, quando morei em Londres, há mais de 16 anos. Ele estava escondido em uma esquina onde meu ônibus para a Biblioteca Britânica virou, e o ponto de ônibus estava marcado “St. Priorado de Dominic. ” Embora a Igreja da Inglaterra goste de aparências góticas, eu sabia que esse tipo de nome só poderia ser uma igreja católica, então, em um sábado de dezembro, desci e visitei. Fiquei impressionado com a tranquilidade e a incrível beleza da igreja. A nave principal e os numerosos altares laterais são dedicados a Nossa Senhora do Rosário. Levei até outubro de 2015 para voltar, mas ainda sinto uma comunidade vital, comprometida com a oração e a liturgia em um belo cenário. É particularmente oportuno agora – já que a paróquia está comemorando seu 150º aniversário este ano (1867-2017) com uma missa especial em 7 de outubro (a festa do Santo Rosário, já que é o Santuário do Rosário de Londres). A comunidade internacional dominicana celebrou recentemente seu 800º aniversário. Tenho minhas comunidades dominicanas favoritas: St. Vincent Ferrer no Upper East Side de Nova York e a Casa de Estudos Dominicana em Washington. Mas os viajantes católicos de passagem por Londres não devem perder a chance de visitar este belo oásis de oração: Nossa Senhora do Rosário e São Domingos, Haverstock Hill. FONTE: NATIONAL CATHOLIC REGISTER John M. Grondelski escreve de Falls Church, Virginia. Dr. Peter Kreeft: “A beleza é a primeira coisa que notamos e amamos” 1205-1253 | PARTE III – DOS LUGARES E DOS TEMPOS SAGRADOS

  • OS ANJOS REVOLTADOS

    Foi com o romantismo que os ideais revolucionários penetraram definitivamente no mundo da cultura, com seus objetivos de liberdade ilimitada e repúdio da visão de mundo predominante, tal como tinha sido legada ao Ocidente por um milênio e meio de civilização cristã. Uma nova visão religiosa se impunha, sobretudo na poesia, baseada num “conhecimento” de Deus desvinculado das fontes oficiais, ou seja, da Igreja. O individualismo romântico construía a sua própria teologia, uma teologia negativa que se insurgia contra os dogmas e a tradição. Era moda ser herético, e com a vantagem de não mais ter de acertar contas com a Inquisição. Retornam à ordem do dia, com nova roupagem, as principais heresias cristãs, como a redução do Cristo à sua dimensão humana, desdém da graça divina, o domínio da realidade por dois princípios eternos e antagônicos. Afirmam-se certas concepções pagãs, como a identificação do divino com as forças naturais, ou se importam do Oriente crenças como a da transmigração da alma humana para outro corpo, após a morte. Do ponto de vista religioso, o romantismo foi uma verdadeira e própria colcha de retalhos. Um dos temas “religiosos” filtrados pelo romantismo, mas de origem bem remota, é a revolta gnóstica contra Deus: a culpabilização do Criador pela existência do Mal (ou sua impotência em reprimi-lo). É um leitmotiv sempre presente na poesia moderna, que tem no romantismo uma de suas principais fontes. O poema “Senhor se da tua pura justiça”, da poeta portuguesa Sophia de Mello Breyner Andresen, é bom exemplo dessa revolta: Senhor se da tua pura justiça Nascem os monstros que em minha roda eu vejo É porque alguém te venceu ou desviou Em não sei que penumbra os teus caminhos Foram talvez os anjos revoltados. Muito tempo antes de eu ter vindo Já se tinha a tua obra dividido E em vão eu busco a tua face antiga És sempre um deus que nunca tem um rosto Por muito que eu te chame e te persiga. [Sophia de Mello Breyner Andresen. Antologia . Lisboa, Portugália, 1968, p. 142].

  • A CNBB quer saber sua opinião sobre Campanhas da Fraternidade 2023 e 2024

    A oportunidade que católicos de todo Brasil esperavam chegou. As manifestações sobre os graves problemas da Campanha da Fraterndade 2021 surtiram efeito e agora a CNBB quer saber a sua sugestão para o tema das próximas campanhas da Fraternidade. Não perca essa oportunidade de mostrar aos responsáveis da CNBB o que realmente os católicos brasileiros precisam: Catequese, Liturgia, Oração, Sacramentos, Defesa da Vida, uma boa formação católica para os sacerdotes e seminaristas, o fim da Teologia da Libertação dentro da Igreja e principalmente que não seja realizada durante o período da Quaresma. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) abriu uma consulta eletrônica sobre o tema, o lema e a inspiração bíblica das Campanhas da Fraternidade (CF) de 2023 e 2024. O secretário-executivo de Campanhas da CNBB, padre Patriky Samuel Batista, disse que o processo tem o objetivo de fazer com que “os cristãos católicos brasileiros redescubram o valor e a importância da Campanha da Fraternidade”. A ideia da consulta surge depois que a CF deste ano desagradou católicos e gerou polêmica. O texto da campanha dizia que “é importante salientar que as relações sociais de classe, de gênero, de raça, de etnia estão historicamente interligadas”. Em seguida, dizia que um “grupo social que sofre as consequências da política estruturada na violência e na criação de inimigos, é a população LGBTQI+”, e citou dados do ‘Grupo Gay da Bahia’. Leia também A Campanha da Fraternidade sequestrou a Quaresma Em abril, durante a 58ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, os bispos discutiram a repercussão gerada pela Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021, apontaram inconsistências no texto-base e reagiram às polêmicas. Na ocasião, o presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo, disse que as contribuições e reflexões foram transparentes e sinceras “inaugurando um tempo muito importante em vista de um diálogo maduro e qualificado”. A consulta eletrônica adotada agora teve início em 30 de setembro e estará aberta até o próximo dia 30 de outubro. Segundo padre Patrick Samuel, as sugestões devem estar em sintonia com o objetivo geral da Campanha da Fraternidade, isto é, “despertar a solidariedade nos fiéis e na sociedade em relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos de solução à luz do Evangelho”. “Celebrada no período quaresmal a Campanha da Fraternidade nos convida a imitar a misericórdia do Pai repartindo o pão com os necessitados, fortificando nosso espírito fraterno”, disse. Para o secretário-executivo de Campanhas da CNBB, “a participação de todo mundo é muito importante e agora oferecemos uma oportunidade a mais, além dos concursos do hino e cartaz, de fazer parte da CF”. Além do tema, lema e inspiração bíblica, os interessados em participar poderão apresentar outras sugestões para aprimorar a campanha. As sugestões serão feitas por meio deste formulário on-line disponibilizado pela CNBB. No dia 10 de novembro, os bispos que integram o Conselho Pastoral Episcopal da CNBB irão analisar as sugestões em sua próxima reunião. Nesta data, será escolhido o tema da CF 2023. A Campanha da Fraternidade é realizada anualmente pela CNBB no período da quaresma, desde 1964. A cada cinco anos, é promovida como uma campanha ecumênica, como aconteceu neste ano de 2021, com o tema “Fraternidade e diálogo: compromisso de amor”. Leia também Escárnio contra os Católicos: Campanha da Fraternidade 2021 Quando é ecumênica, o texto-base da campanha é preparado pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), do qual também faz parte a Igreja Católica no Brasil. Durante a 58ª Assembleia Geral da CNBB foi provado o tema da Campanha da Fraternidade de 2022, “Fraternidade e Educação”, que celebra os 40 anos da Pastoral da Educação no Brasil. O lema será “Fala com sabedoria, ensina com amor” (Pr 31, 26). Fonte ACI Digital As sugestões serão feitas por meio deste formulário on-line disponibilizado pela CNBB #CampanhadaFraternidade

  • A CNBB quer saber sua opinião sobre Campanhas da Fraternidade 2023 e 2024

    A oportunidade que católicos de todo Brasil esperavam chegou. As manifestações sobre os graves problemas da Campanha da Fraterndade 2021 surtiram efeito e agora a CNBB quer saber a sua sugestão para o tema das próximas campanhas da Fraternidade. Não perca essa oportunidade de mostrar aos responsáveis da CNBB o que realmente os católicos brasileiros precisam: Catequese, Liturgia, Oração, Sacramentos, Defesa da Vida, uma boa formação católica para os sacerdotes e seminaristas, o fim da Teologia da Libertação dentro da Igreja e principalmente que não seja realizada durante o período da Quaresma. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) abriu uma consulta eletrônica sobre o tema, o lema e a inspiração bíblica das Campanhas da Fraternidade (CF) de 2023 e 2024. O secretário-executivo de Campanhas da CNBB, padre Patriky Samuel Batista, disse que o processo tem o objetivo de fazer com que “os cristãos católicos brasileiros redescubram o valor e a importância da Campanha da Fraternidade”. A ideia da consulta surge depois que a CF deste ano desagradou católicos e gerou polêmica. O texto da campanha dizia que “é importante salientar que as relações sociais de classe, de gênero, de raça, de etnia estão historicamente interligadas”. Em seguida, dizia que um “grupo social que sofre as consequências da política estruturada na violência e na criação de inimigos, é a população LGBTQI+”, e citou dados do ‘Grupo Gay da Bahia’. Leia também A Campanha da Fraternidade sequestrou a Quaresma Em abril, durante a 58ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, os bispos discutiram a repercussão gerada pela Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021, apontaram inconsistências no texto-base e reagiram às polêmicas. Na ocasião, o presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo, disse que as contribuições e reflexões foram transparentes e sinceras “inaugurando um tempo muito importante em vista de um diálogo maduro e qualificado”. A consulta eletrônica adotada agora teve início em 30 de setembro e estará aberta até o próximo dia 30 de outubro. Segundo padre Patrick Samuel, as sugestões devem estar em sintonia com o objetivo geral da Campanha da Fraternidade, isto é, “despertar a solidariedade nos fiéis e na sociedade em relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos de solução à luz do Evangelho”. “Celebrada no período quaresmal a Campanha da Fraternidade nos convida a imitar a misericórdia do Pai repartindo o pão com os necessitados, fortificando nosso espírito fraterno”, disse. Para o secretário-executivo de Campanhas da CNBB, “a participação de todo mundo é muito importante e agora oferecemos uma oportunidade a mais, além dos concursos do hino e cartaz, de fazer parte da CF”. Além do tema, lema e inspiração bíblica, os interessados em participar poderão apresentar outras sugestões para aprimorar a campanha. As sugestões serão feitas por meio deste formulário on-line disponibilizado pela CNBB. No dia 10 de novembro, os bispos que integram o Conselho Pastoral Episcopal da CNBB irão analisar as sugestões em sua próxima reunião. Nesta data, será escolhido o tema da CF 2023. A Campanha da Fraternidade é realizada anualmente pela CNBB no período da quaresma, desde 1964. A cada cinco anos, é promovida como uma campanha ecumênica, como aconteceu neste ano de 2021, com o tema “Fraternidade e diálogo: compromisso de amor”. Leia também Escárnio contra os Católicos: Campanha da Fraternidade 2021 Quando é ecumênica, o texto-base da campanha é preparado pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), do qual também faz parte a Igreja Católica no Brasil. Durante a 58ª Assembleia Geral da CNBB foi provado o tema da Campanha da Fraternidade de 2022, “Fraternidade e Educação”, que celebra os 40 anos da Pastoral da Educação no Brasil. O lema será “Fala com sabedoria, ensina com amor” (Pr 31, 26). Fonte ACI Digital As sugestões serão feitas por meio deste formulário on-line disponibilizado pela CNBB #CampanhadaFraternidade

  • Irlanda: QUATRO seminaristas

    Apenas quatro homens começaram a estudar para o sacerdócio para as 26 dioceses da Irlanda neste outono. Uma pesquisa feita por IrishCatholic.com (30 de setembro, abaixo) revelou que toda a Irlanda tem atualmente 37 seminaristas, com outros 18 do Caminho Neocatecumenal, estudando na diocese de Armagh. Oito dioceses não têm seminaristas, e seis têm apenas um. Fonte: Gloria.tv #IrlandaQUATROseminaristas

  • Lc 11, 1-4

    LITURGIA DIÁRIA 4ª-feira | 27ª Semana | Tempo Comum 6 de Outubro de 2021 | Cor: Verde Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas 11, 1-4 Watch this video on YouTube. #liturgiadehojecomhomilia #EvangelhodeJesusCristosegundoSãoLucas1114 #meditandooevangelhodehoje #homiliadodiadehoje #homilia #liturgiadiáriadehoje #EVANGELHOCOMENTADO #liturgiadiáriacatólica #homiliadamissacatólica #evangelhododia #liturgiadaigrejacatólicadehoje #LITURGIACATÓLICA #liturgiadoevangelho #liturgiadoevangelhodehoje #evangelhomeditadodehoje #EvangelhodeNossoSenhorJesusCristosegundoSãoLucas11 #6deOutubrode2021 #liturgiadamissa #liturgiadiária2021 #oraçãodopainosso #EVANGELHODODIADEHOJE #homiliadamissadehoje #liturgiadaigrejacatólica #HOMILIACATÓLICA #Senhorensinanosarezar #HOMILIADALITURGIADEHOJE #LiturgiaDiária0610214ªFEIRADA27ªSEMANATEMPOCOMUM #liturgiadehoje #4ªfeira27ªSemanaTempoComum #evangelhodehoje #liturgiadiáriacomentada #evangelhodamissadehoje #liturgiadiária #liturgiadiáriadodiadehoje #homiliadaigrejacatólica #liturgia #homiliadoevangelhocatólico #HOMILIADEHOJE #liturgiadamissadehoje #liturgiadodia #HOMILIADODIA #homiliadoevangelhodehoje

  • ‘Via sinodal’ alemã é adiada até 2023: assembleia termina abruptamente após votos sobre

    A assembleia sinodal terminou mais cedo do que o esperado na tarde de sábado, depois que o bispo Bätzing pediu aos organizadores para contar se a reunião tinha um quorum de 154 participantes, depois que muitos partiram mais cedo. FRANKFURT, Alemanha —O “Caminho Sinodal” da Igreja Católica Alemã será estendido até 2023 depois que sua sessão plenária terminou abruptamente no sábado, após votos a favor de um texto endossando bênçãos para pessoas do mesmo sexo e uma discussão sobre se o sacerdócio é necessário. O bispo Georg Bätzing, presidente da conferência episcopal alemã, e Thomas Sternberg, presidente do Comitê Central dos Católicos Alemães ( ZdK ), anunciaram a prorrogação em 2 de outubro, no final da segunda assembléia sinodal em Frankfurt, sudoeste da Alemanha, relatou a CNA Deutsch, parceira de notícias em língua alemã da CNA. A assembleia sinodal é o órgão supremo de decisão do Caminho Sinodal , um processo plurianual que reúne bispos e leigos para discutir quatro temas principais: a forma como o poder é exercido na Igreja; moralidade sexual; o sacerdócio; e o papel das mulheres. A Via Sinodal, lançada em 1º de dezembro de 2019, estava originalmente prevista para terminar em outubro de 2021, mas foi prorrogada até fevereiro de 2022 devido à pandemia. A última extensão significa que o polêmico processo durará mais de três anos. A Igreja na Alemanha está enfrentando um êxodo de católicos na esteira de uma crise de abusos clericais. Mais de 220.000 pessoas deixaram formalmente a Igreja em 2020. Apenas 5,9% dos católicos da Alemanha assistiram à missa no ano passado, em comparação com 9,1% em 2019. A assembleia sinodal terminou mais cedo do que o esperado na tarde de sábado, depois que o bispo Bätzing pediu aos organizadores para contar se a reunião tinha um quorum de 154 participantes, depois que muitos partiram mais cedo. Eles determinaram que havia apenas 149 participantes, cinco a menos da maioria de dois terços exigida para ter quorum. A CNA Deutsch informou que a decisão de suspender as deliberações foi recebida com descrença entre os participantes da reunião, que foi marcada por problemas técnicos . Falando na conferência de imprensa de encerramento, o Bispo Bätzing disse que considerou o fim repentino como um “momento de ensino” que ele esperava que aumentasse a consciência dos participantes de que o Caminho Sinodal estava entrando em uma “fase importante”. A assembleia sinodal consiste de 230 membros, incluindo os bispos alemães, 69 membros do Zdk e representantes de outras partes da Igreja na Alemanha. Durante os três dias de encontro, os participantes discutiram 12 dos 16 textos dos quatro fóruns sinodais, bem como dois documentos fundamentais: um preâmbulo e um texto de orientação teológica . Em 1º de outubro, 168 participantes de um total de 214 votaram a favor de um documento que desafia o ensino tradicional da Igreja sobre moralidade sexual após sua primeira leitura. O texto do IV Fórum Sinodal sobre “Vivendo em relacionamentos bem-sucedidos” apela ao desenvolvimento de bênçãos para casais do mesmo sexo. CNA Deutsch informou que o presidente do fórum, Bispo Helmut Dieser de Aachen, argumentou que a avaliação da sexualidade deveria, no futuro, começar “da pessoa”, ao invés da lei natural. A Congregação do Vaticano para a Doutrina da Fé (CDF) declarou em março que a Igreja não “tem o poder de dar a bênção às uniões de pessoas do mesmo sexo”, delineando seu raciocínio em uma nota explicativa e comentários que a acompanham . A declaração do Vaticano, emitida com a aprovação do Papa Francisco, gerou protestos no mundo católico de língua alemã. Vários bispos expressaram apoio às bênçãos de casais do mesmo sexo, enquanto as igrejas exibiam bandeiras de orgulho ‘LGBT’ e um grupo de mais de 200 professores de teologia assinaram uma declaração criticando o Vaticano. Padres e agentes pastorais na Alemanha realizaram um dia de protesto em maio durante o qual conduziram cerimônias de bênção com a presença de casais do mesmo sexo. Em 30 de setembro, o dia de abertura da assembléia sinodal, os participantes votaram por uma estreita maioria de 95 a 94 para discutir “a questão de saber se o sacerdócio é realmente necessário”, relatou a CNA Deutsch . Mas na conferência de imprensa de encerramento, o Bispo Bätzing criticou os relatos da mídia sugerindo que a Via Sinodal estaria debatendo a “abolição” do sacerdócio. “Ninguém pode dizer que a Igreja alemã vai acabar com o sacerdócio. Isso não é verdade ”, ele insistiu, argumentando que a votação deu ao fórum sinodal sobre o sacerdócio um mandato para“ relembrar positivamente o raciocínio mais uma vez por que e onde a posição do ministério sacerdotal está no meio do povo de Deus ”. Enquanto a assembleia sinodal votou para discutir a necessidade do sacerdócio, os procedimentos complexos do Caminho Sinodal significam que não está claro se haverá um debate oficial sobre o assunto. Na corrida para a Via Sinodal, a conferência dos bispos alemães entrou em confronto com o Vaticano depois de sugerir inicialmente que o processo terminaria com uma série de votos “vinculativos” – levantando preocupações em Roma de que as resoluções poderiam desafiar o ensino e a disciplina da Igreja . CNA Deutsch observou que os bispos da Alemanha não terão nenhuma obrigação de implementar as resoluções do Caminho Sinodal em suas dioceses. Acrescentou que permanece incerto como o Papa Francisco e o Vaticano responderão aos desafios diretos ao ensino da Igreja. O Papa Francisco expressou suas preocupações sobre o Caminho Sinodal em uma entrevista à estação de rádio espanhola COPE, transmitida em 1º de setembro. Questionado se a iniciativa lhe deu noites sem dormir, o papa lembrou que escreveu uma extensa carta que expressava “tudo o que sinto sobre o sínodo alemão”. Respondendo ao comentário do entrevistador de que a Igreja havia enfrentado desafios semelhantes no passado, ele disse : “Sim, mas eu também não seria tão trágico. Não há má vontade em muitos bispos com quem falei. ” “É um desejo pastoral, mas que talvez não leve em consideração algumas coisas que explico na carta que precisam ser levadas em consideração”. Dom Bätzing disse que os documentos discutidos na assembleia sinodal “não foram apenas textos, mas sonhos expressos de como queremos mudar a Igreja na Alemanha: uma Igreja participativa, com igualdade de gênero e que caminha junto com o povo”. “Aqui mostramos que nos ouvimos no trabalho sereno e no debate bom e objetivo. Aqui em Frankfurt, os textos foram aprimorados. Agora os fóruns têm a tarefa de desenvolver ainda mais os modelos para que estejam prontos para adoção na próxima vez ”, explicou. “Os fóruns têm mandato para continuar funcionando. Estamos aguardando que o conteúdo seja levado para a terceira assembleia sinodal e suspeitamos que ainda precisamos de um bom tempo ”, acrescentou. FONTE: NATHIONAL CATHOLIC REGISTER Cardeal Alemão: Igreja alemã não só cismática, mas também herege Cardeal Kasper sobre o Sínodo Alemão: “Muitos se perguntam se tudo isso ainda é totalmente católico” #Viasinodalalemãéadiadaaté2023assembleiaterminaabruptamenteapósvotossobremoralidadesexualesacerdócio

  • Marcha contra o aborto reúne um milhão de pessoas no México

    Mais de 300 mil pessoas se manifestaram a favor das mulheres e da vida só na Cidade do México, somando com as marchas em outras cidades do país, cerca de um milhão de pessoas, segundo os organizadores. Na Cidade do México, milhares de pessoas de concentraram antes das 11h ao pé do Auditório Nacional. A multidão vinda da própria capital e de outras partes do país percorreu os três quilômetros que separam o Auditório Nacional do Monumento da Independência, também conhecido como o Anjo da Independência, em meio a cânticos, lemas a favor da mulher e da defesa da vida desde a concepção. MULTITUD ya reunida en el Auditorio Nacional de Ciudad de México para marchar por la mujer y la vida @Afavormujervida ¡Y siguen llegando más! #MexicoEsProvida #MeLateElCorazón https://t.co/1IfdgukGrT pic.twitter.com/F6fpDg9OFz — David Ramos (@YoDash) October 3, 2021 Entre os cartazes e slogans destacaram-se as críticas aos ministros da Suprema Corte de Justiça da Nação (SCJN), que em setembro proferiram duas sentenças a favor do aborto, contra a proteção da vida desde a concepção e decidiram restringir o direito de objeção de consciência dos profissionais de saúde. “¡Legal o ilegal, el aborto mata igual!” @Afavormujervida #MeLateElCorazón https://t.co/1IfdgukGrT pic.twitter.com/blN0SgKdG5 — David Ramos (@YoDash) October 3, 2021 Ao chegar ao Anjo da Independência, os milhares de participantes foram recebidos por uma festa com música em homenagem às mulheres e à vida, além de vários testemunhos e mensagens de corajosas mulheres mexicanas. ¡México ha despertado! Y una multitud difícil de calcular ha colmado Paseo de la Reforma en Ciudad de México con conmovedores y claros mensajes a favor de la mujer y de la vida en @Afavormujervida #MeLateElCorazón https://t.co/1IfdgukGrT pic.twitter.com/fCo3i9UiTI — David Ramos (@YoDash) October 3, 2021 No palco, um médico realizou um ultrassom em uma jovem grávida de 38 semanas, permitindo que os participantes da marcha ouvissem os batimentos cardíacos do bebê. ¡Así suena el corazón en el vientre materno! @Afavormujervida #MexicoEsProvida #MeLateElCorazón https://t.co/1IfdgukGrT pic.twitter.com/9sGkpXrZge — David Ramos (@YoDash) October 3, 2021 O coordenador da marcha, Marcial Padilla, compartilhou seu testemunho junto com sua muher Mayela Sepúlveda e com a sua filha Ana Paula, de 9 anos, que sofre de “lesão cerebral gravíssima”. “Ela não pode cuidar de si mesma, para tudo ela precisa de nós”, disseram. “É tão vulnerável como quando era um bebê antes de nascer ou recém-nascida. A doença não é um limite para o amor”. Enquanto “alguns poderiam pensar que Ana Paula vale menos, ou que a sua vida não tem sentido”, afirmaram, “é exatamente o contrário”. “Isso não quer dizer que seja fácil ou que não nos custe trabalho”, ressaltaram, mas destacaram que a vida de Ana Paula “por si só é maravilhosa”. Também participou na marcha na Cidade do México Mayra Rodríguez, uma líder pró-vida que deixou a empresa multinacional de aborto Planned Parenthood depois de ver de perto a verdade sobre o aborto. Mayra, que conseguiu vencer a Planned Parenthood no tribunal, disse: “hoje é a primeira vez que piso em minha cidade natal, em 27 anos, para marchar com vocês, como mexicana, a favor da mulher e da vida”. La líder provida @TheRealMayraRdz, ex “empleada del año” de la multinacional del aborto @PPFA, comparte su testimonio en @Afavormujervida #MexicoEsProvida #MeLateElCorazón https://t.co/1IfdgukGrT pic.twitter.com/VJ2IQRwC6z — David Ramos (@YoDash) October 3, 2021 “Fui diretora da maior clínica de abortos do estado do Arizona”, disse ela, o “que vi lá é o que me faz estar hoje junto com vocês”. Lianna Rebolledo, uma conferencista católica e líder pró-vida, lembrou que foi sequestrada e estuprada aos 12 anos e ficou grávida. Lianna lamentou que muitas vezes a família e o entorno, no caso de uma mulher estuprada, pensam que “a vida da menina está destruída, que ninguém vai amá-la, que já não tem valor, e o que vai fazer com o bebê”. “Mas sabem que isso é uma vitimização dupla”, disse. No caso dela, destacou: “quando me disseram que eu estava grávida, isso mudou a minha vida”, embora os médicos tenham aconselhado abortar. “Mesmo sendo uma menina de 12 anos, eu me perguntei: vou deixar de ter sido estuprada se abortar? Vou me esquecer do trauma? Não, certo?”, disse. Para Lianna, “o maior presente que a vida me deu, que Deus me deu, foi a minha filha”. “Ela, com quatro anos, me disse, mamãe, obrigado por me dar a vida”, disse. Por volta das 14h30, e em clima de festa e alegria, culminou a histórica marcha “Em favor das mulheres e da vida” na Cidade do México. “¡Viva México! ¡Viva la mujer! ¡Viva la vida!” gritan con fuerza los mas de 300 mil presentes en Ciudad de México al concluir la multitudinaria marcha @Afavormujervida #MexicoEsProvida #MeLateElCorazon https://t.co/yO6BRdE2rd pic.twitter.com/3DnYJlRB62 — David Ramos (@YoDash) October 3, 2021 Rodrigo Iván Cortés, presidente da Frente Nacional pela Família, disse à ACI Prensa, agência em espanhol do grupo ACI, que neste 3 de outubro “o México marchou, o México está de pé, o México não se rende, o México está a favor da vida, a favor da mulher, a favor da família, a favor das liberdades fundamentais”. “Que nos ouçam os três poderes da união: Executivo, Legislativo e Judiciário”, disse, assim como os níveis “federal, estadual e municipal”. “Que ouçam alto e claro: não queremos mais morte, queremos mais vida, não queremos que legalizem o crime do aborto, queremos que protejam a mulher grávida e o bebê que leva dentro. Não queremos que redefinam a família, mas que a apoiem”. “Não que violem as liberdades fundamentais, mas que as respeitam, começando pela liberdade de consciência e de religião. Em concreto, o que é o direito à objeção de consciência do setor saúde: não podem os obrigar a matar inocentes”, exigiu. Fonte: ACI Digital

  • Marcha contra o aborto reúne um milhão de pessoas no México

    Mais de 300 mil pessoas se manifestaram a favor das mulheres e da vida só na Cidade do México, somando com as marchas em outras cidades do país, cerca de um milhão de pessoas, segundo os organizadores. Na Cidade do México, milhares de pessoas de concentraram antes das 11h ao pé do Auditório Nacional. A multidão vinda da própria capital e de outras partes do país percorreu os três quilômetros que separam o Auditório Nacional do Monumento da Independência, também conhecido como o Anjo da Independência, em meio a cânticos, lemas a favor da mulher e da defesa da vida desde a concepção. MULTITUD ya reunida en el Auditorio Nacional de Ciudad de México para marchar por la mujer y la vida @Afavormujervida ¡Y siguen llegando más! #MexicoEsProvida #MeLateElCorazón https://t.co/1IfdgukGrT pic.twitter.com/F6fpDg9OFz — David Ramos (@YoDash) October 3, 2021 Entre os cartazes e slogans destacaram-se as críticas aos ministros da Suprema Corte de Justiça da Nação (SCJN), que em setembro proferiram duas sentenças a favor do aborto, contra a proteção da vida desde a concepção e decidiram restringir o direito de objeção de consciência dos profissionais de saúde. “¡Legal o ilegal, el aborto mata igual!” @Afavormujervida #MeLateElCorazón https://t.co/1IfdgukGrT pic.twitter.com/blN0SgKdG5 — David Ramos (@YoDash) October 3, 2021 Ao chegar ao Anjo da Independência, os milhares de participantes foram recebidos por uma festa com música em homenagem às mulheres e à vida, além de vários testemunhos e mensagens de corajosas mulheres mexicanas. ¡México ha despertado! Y una multitud difícil de calcular ha colmado Paseo de la Reforma en Ciudad de México con conmovedores y claros mensajes a favor de la mujer y de la vida en @Afavormujervida #MeLateElCorazón https://t.co/1IfdgukGrT pic.twitter.com/fCo3i9UiTI — David Ramos (@YoDash) October 3, 2021 No palco, um médico realizou um ultrassom em uma jovem grávida de 38 semanas, permitindo que os participantes da marcha ouvissem os batimentos cardíacos do bebê. ¡Así suena el corazón en el vientre materno! @Afavormujervida #MexicoEsProvida #MeLateElCorazón https://t.co/1IfdgukGrT pic.twitter.com/9sGkpXrZge — David Ramos (@YoDash) October 3, 2021 O coordenador da marcha, Marcial Padilla, compartilhou seu testemunho junto com sua muher Mayela Sepúlveda e com a sua filha Ana Paula, de 9 anos, que sofre de “lesão cerebral gravíssima”. “Ela não pode cuidar de si mesma, para tudo ela precisa de nós”, disseram. “É tão vulnerável como quando era um bebê antes de nascer ou recém-nascida. A doença não é um limite para o amor”. Enquanto “alguns poderiam pensar que Ana Paula vale menos, ou que a sua vida não tem sentido”, afirmaram, “é exatamente o contrário”. “Isso não quer dizer que seja fácil ou que não nos custe trabalho”, ressaltaram, mas destacaram que a vida de Ana Paula “por si só é maravilhosa”. Também participou na marcha na Cidade do México Mayra Rodríguez, uma líder pró-vida que deixou a empresa multinacional de aborto Planned Parenthood depois de ver de perto a verdade sobre o aborto. Mayra, que conseguiu vencer a Planned Parenthood no tribunal, disse: “hoje é a primeira vez que piso em minha cidade natal, em 27 anos, para marchar com vocês, como mexicana, a favor da mulher e da vida”. La líder provida @TheRealMayraRdz, ex “empleada del año” de la multinacional del aborto @PPFA, comparte su testimonio en @Afavormujervida #MexicoEsProvida #MeLateElCorazón https://t.co/1IfdgukGrT pic.twitter.com/VJ2IQRwC6z — David Ramos (@YoDash) October 3, 2021 “Fui diretora da maior clínica de abortos do estado do Arizona”, disse ela, o “que vi lá é o que me faz estar hoje junto com vocês”. Lianna Rebolledo, uma conferencista católica e líder pró-vida, lembrou que foi sequestrada e estuprada aos 12 anos e ficou grávida. Lianna lamentou que muitas vezes a família e o entorno, no caso de uma mulher estuprada, pensam que “a vida da menina está destruída, que ninguém vai amá-la, que já não tem valor, e o que vai fazer com o bebê”. “Mas sabem que isso é uma vitimização dupla”, disse. No caso dela, destacou: “quando me disseram que eu estava grávida, isso mudou a minha vida”, embora os médicos tenham aconselhado abortar. “Mesmo sendo uma menina de 12 anos, eu me perguntei: vou deixar de ter sido estuprada se abortar? Vou me esquecer do trauma? Não, certo?”, disse. Para Lianna, “o maior presente que a vida me deu, que Deus me deu, foi a minha filha”. “Ela, com quatro anos, me disse, mamãe, obrigado por me dar a vida”, disse. Por volta das 14h30, e em clima de festa e alegria, culminou a histórica marcha “Em favor das mulheres e da vida” na Cidade do México. “¡Viva México! ¡Viva la mujer! ¡Viva la vida!” gritan con fuerza los mas de 300 mil presentes en Ciudad de México al concluir la multitudinaria marcha @Afavormujervida #MexicoEsProvida #MeLateElCorazon https://t.co/yO6BRdE2rd pic.twitter.com/3DnYJlRB62 — David Ramos (@YoDash) October 3, 2021 Rodrigo Iván Cortés, presidente da Frente Nacional pela Família, disse à ACI Prensa, agência em espanhol do grupo ACI, que neste 3 de outubro “o México marchou, o México está de pé, o México não se rende, o México está a favor da vida, a favor da mulher, a favor da família, a favor das liberdades fundamentais”. “Que nos ouçam os três poderes da união: Executivo, Legislativo e Judiciário”, disse, assim como os níveis “federal, estadual e municipal”. “Que ouçam alto e claro: não queremos mais morte, queremos mais vida, não queremos que legalizem o crime do aborto, queremos que protejam a mulher grávida e o bebê que leva dentro. Não queremos que redefinam a família, mas que a apoiem”. “Não que violem as liberdades fundamentais, mas que as respeitam, começando pela liberdade de consciência e de religião. Em concreto, o que é o direito à objeção de consciência do setor saúde: não podem os obrigar a matar inocentes”, exigiu. Fonte: ACI Digital

  • Lc 10, 38-42

    Betânia ocupa um lugar importante na geografia afetiva de Jesus, que cansado pelas pregações, entristecido pelas rejeições, encontra ali um oásis de paz e carinho na casa dos irmãos: Marta, Maria e Lázaro. Jesus não deixa de visitar pessoas amigas. Marta e Maria simbolizam duas maneiras de viver o discipulado. É equivocado identificar Marta com a ação e Maria com a contemplação. Jesus recebe os cuidados de Marta e o tempo de Maria. Marta encarna o discípulo equivocado. Lança-se na ação fazendo o que lhe dá na cabeça, é uma trabalhadora incansável. É hospedeira, mulher livre que acolhe Jesus. Ela representa a ação sem a contemplação. Maria, pelo contrário, representa o discípulo que escuta a Palavra e a põe em prática, é a contemplação seguida da ação. Sua ação é precedida pela escuta atenta da Palavra contemplada na oração. Se torna consciente de estar a serviço do Reino, seu agir, colabora para construí-lo. Marta e Maria colocam frente a frente duas grandes virtudes: o serviço de Marta e a oração de Maria. Em ambas brilha a dimensão do amor. Elas acolheram Jesus em sua casa. Servem de exemplo para todos. Precisamos das mãos de Marta para o serviço e do coração orante de Maria para amar. Rezemos: Senhor, que o meu agir decorra da escuta a tenta da Palavra na oração e tenha a disposição para o serviço amoroso aos irmãos. #Lc103842

  • UMA ILHA DE VERDADE E DE LIBERDADE INTELECTUAL

    Surge na Polônia o Collegium Intermarium, uma nova universidade privada criada com a ambição de se tornar uma ilha de liberdade intelectual e verdade em um oceano universitário de esquerdismo-progressista. O objetivo da nova universidade é garantir o debate científico livre, num contexto em que predominam esforços de uma certa esquerda neomarxista para assegurar o domínio total sobre a vida acadêmica europeia e americana, com seus três principais ângulos de ataque: ideologia de gênero, ideologia “woke” (esquerda radical centrada em questões raciais) e o politicamente correto. Para o lançamento de seu primeiro ano acadêmico e as boas-vindas ao primeiro grupo de alunos, organizou em 1 de outubro uma conferência intitulada “Os lugares da verdade na época da cultura do cancelamento”, em que se discutiu a atual “cultura da anulação”, isto é, a eliminação profissional e social por delito de opinião. Este fenômeno da “cultura do cancelamento” certamente não está, na Europa Central, tão presente como na Europa Ocidental, mas já existe por lá: o Instituto Ordo Iuris, uma associação polonesa de advogados e juristas pró-família e pró-vida (e que está por trás deste projeto do Collegium Intermarium), afirma haver intercedido umas vinte vezes, nos últimos anos, para defender acadêmicos que foram vítimas da “cultura do cancelamento” por terem afirmado, durante seus cursos, que o casamento é a união de um homem e uma mulher (como afirma a própria Constituição polaca). Este projeto Collegium Intermarium é mais ou menos semelhante ao francês Instituto de Ciências Sociais, Econômicas e Políticas (ISSEP), fundado em Lyon por Marion Maréchal; portanto, não foi por acaso que a ex-membro da Frente Nacional tenha sido convidada para ali participar de um painel de discussão sobre o futuro da universidade. Outro francês participou da mesma discussão, Grégor Puppinck, diretor do Centro Europeu de Direito e Justiça (ECLJ), além de um filósofo austríaco, um acadêmico americano e um jornalista do New York Post (o jornal que esteve por trás de revelações que questionaram a honestidade de Joe Biden e seu filho, e que foram censuradas pelo Facebook e Twitter pouco antes da última eleição presidencial americana). O moderador foi o polonês Jerzy Kwasniewski, que é presidente do Instituto Ordo Iuris. Desde o seu lançamento, o Collegium Intermarium estabeleceu ligações com o Mathias Corvinus Collegium (MCC) da Hungria, mas também com o ISSEP francês, e três Secretários de Estado húngaros, de três ministérios diferentes, incluindo o responsável pela educação e ensino superior, vieram falar pessoalmente na conferência inaugural do primeiro ano de estudos no Collegium Intermarium. Um ministro do governo húngaro, Balázs Orbán, que também é presidente do conselho de supervisão do Mathias Corvinus Collegium (MCC), também falou por vídeo no evento, buscando incentivar a nova universidade privada e explicando a importância dessas novas instituições de ensino superior. https://www.lesalonbeige.fr/pologne-collegium-intermarium-nouvelle-universite-avec-pour-ambition-de-devenir-un-ilot-de-liberte-intellectuelle-et-de-verite/

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