Buscar neste site
12408 resultados encontrados com uma busca vazia
- São João Clímaco – 30 de Março
SANTO DO DIA – 30 DE MARÇO – SÃO JOÃO CLÍMACO Abade (579-649) O Monte Sinai está historicamente ligado ao cristianismo. Foi o lugar indicado por Deus para entregar a Moisés as tábuas gravadas com os Dez Mandamentos. É uma serra rochosa e árida que, não só pela sua geografia, mas também pelo significado histórico, foi escolhida pelos cristãos que procuravam a solidão da vida eremítica. Assim, já no século IV, depois das perseguições romanas, vários mosteiros rudimentares foram ali construídos por numerosos monges que se entregavam à vida de oração e contemplação. Esses mosteiros tornaram-se famosos pela hospitalidade para com os peregrinos e pelas bibliotecas que continham manuscritos preciosos. Foi neste ambiente que viveu e atuou o maior dos monges do Monte Sinai, João Clímaco. João nasceu na Síria, por volta do ano 579. De grande inteligência, formação literária e religiosa, ainda muito jovem, aos dezesseis anos, optou pelo deserto e viajou para o Monte Sinai, tornando-se discípulo num dos mais renomados mosteiros, do venerável ancião Raiuthi. Isso aconteceu depois de renunciar a fortuna da família e a uma posição social promissora. Preferiu um cotidiano feito de oração, jejum continuado, trabalho duro e estudos profundos. Só descia ao vale para recolher frutas e raízes para sua parca refeição e só se reunia aos demais monges nos fins de semana, para um culto coletivo. Sua fama se espalhou e muitos peregrinos iam procura-lo para aprender com seus ensinamentos e conselhos. Inicialmente eram apenas os que desejavam seguir a vida monástica, depois eram os fiéis que queriam uma bênção do monge, já tido em vida como santo. Aos sessenta anos, João foi eleito por unanimidade abade geral de todos os eremitas da serra do Monte Sinai. Nesse período ele escreveu muito e o que dele se conserva até hoje é um livro importantíssimo que teve ampla divulgação na Idade Média, ‘Escada do Paraíso’. Livro que lhe trouxe também o sobrenome Clímaco que, em grego, significa ‘aquele da escada’. No seu livro ele estabeleceu trinta degraus necessários à subir para alcançar a perfeição da alma. Trata-se de um verdadeiro manual, a síntese da doutrina monástica e ascética, para os noviços e monges, onde descreveu, degrau por degrau, todas as dificuldades a serem vividas, a superação da razão e dos sentidos, e que as alegrias do Paraíso perfeito serão colhidas no final dessa escalada, após o trânsito para a eternidade de Nosso Senhor Jesus Cristo. João Clímaco morreu no dia 30 de março de 649, amado e venerado por todos os cristãos do mundo oriental e ocidental, sendo celebrado por todos eles no mesmo dia do seu falecimento. Conheça mais sobre São João Clímaco São João Clímaco e a escada do Paraíso O que a vida e a obra de um monge eremita do século VI têm a ensinar ao homem do século XXI? No dia 30 de março, a Igreja no mundo inteiro recorda a memória de São João Clímaco. Do século VI, esse monge do Oriente é conhecido especialmente por sua obra “Escada do Paraíso”, na qual explica a vida monástica, desde o abandono do mundo até a perfeição na caridade. De onde tirou sustento para escrever uma obra tão robusta? A resposta está em seu profundo amor a Deus, desde a mais tenra idade. Com apenas 16 anos, João tornou-se monge no monte Sinai, onde foi discípulo do sábio abade Martírio. Aí, entregue à oração e aos cuidados deste mestre espiritual, pôde dedicar-se ao ofício de sábio, àquele que Santo Tomás identifica como “o mais perfeito, o mais sublime, o mais útil e o mais bem-aventurado” de todos os estudos humanos [1]. Com cerca de 20 anos, João elegeu a vida eremítica, passando a habitar no sopé do monte Sinai. Queria entregar-se a Deus na solidão. O fato, porém, é que muitas pessoas o procuravam, querendo uma direção espiritual, e ele próprio tinha que visitar os mosteiros ao redor, dando conselhos aos demais irmãos monges. Uma pessoa sábia é procurada naturalmente em uma sociedade minimamente sadia, pois todos reconhecem a sua importância e a superioridade de seu ofício entre todos os demais. Movido pela caridade, então, João passava aquilo que tinha aprendido do próprio Deus aos seus próximos. Foi justamente por insistência de um irmão vizinho do mosteiro de Raito que nasceu a sua “Escada do Paraíso” ( Κλίμαξ, em grego) – de onde vem o seu nome, Clímaco. Nessa obra, o santo compara o progresso na vida espiritual a uma escada, com três partes: a primeira diz respeito ao abandono do mundo, a fim de voltar ao estado da infância evangélica; a segunda é um importante subsídio para o reconhecimento e a cura das chamadas “doenças espirituais”; a terceira, por sua vez, é propriamente o caminho dos perfeitos. Em toda a obra de João Clímaco, porém, o seu foco não é outro senão o amor, como ele próprio revela, ao associar o combate espiritual à figura do “fogo” [2] e concluir o seu tratado com as palavras de São Paulo: “Agora subsistem estas três coisas: a fé, a esperança e a caridade; mas a maior delas é a caridade” ( 1 Cor 13, 13). A metáfora da escada para a vida espiritual é muito conveniente e encontra amparo nas próprias Sagradas Escrituras (cf. Gn 28, 11-19). Pode, porém, passar a falsa impressão de algo fatigante e cansativo e uma imagem de autossuficiência – como se fosse possível alguém ascender a Deus pelas próprias forças. Entretanto, se é verdade que “é necessário passar por muitos sofrimentos para entrar no Reino de Deus” ( At 14, 22), a “escada do Paraíso”, antes de ser subida pelos homens, foi descida pelo próprio Deus. Foi o Senhor quem se inclinou ao homem e inclinou a escada dos céus, para que ele a pudesse subir mais facilmente – Ele, que “humilhou-se, fazendo-se obediente até a morte, e morte de Cruz” (Fl 2, 8). De fato, antes que o homem desse o primeiro passo em direção ao Altíssimo, Ele mesmo saiu dos altos céus e veio em seu auxílio, com a Sua graça. Por isso, a resposta do homem a essa misericórdia de Deus só pode ser o amor – o amor de quem sobe uma escada firmando os “braços cansados” e “os joelhos vacilantes” (Is 35, 3), com o coração ansioso em contemplar o Senhor e possui-Lo plenamente na eternidade. Pode haver quem se pergunte sobre a validade das lições de São João Clímaco para o homem de hoje. O Papa Bento XVI, ao falar sobre esse importante místico da Igreja, se pergunta se “o itinerário existencial de um homem que viveu sempre na montanha do Sinai, numa época muito distante, pode ter alguma atualidade para nós”. A sua resposta é que “aquela vida monástica é apenas um grande símbolo da vida batismal, da vida do cristão. Mostra, por assim dizer, com caracteres grandes, o que nós escrevemos no dia-a-dia com caracteres pequenos”. Todos, pois, são chamados à santidade, como conclamou o Concílio Vaticano II [3]. A “escada do Paraíso” é o itinerário para todos os cristãos, chamados que são ao amor. Que São João Clímaco, do Céu, ajude o homem do século XXI a atingir o clímax da caridade, como ele alcançou. #SantodoDia
- Mesmo sem missas, fiéis promovem procissão de Domingo de Ramos em SP
Com ícones de Nosso Senhor e Nossa Senhora, uma grande Cruz e muitos Ramos, católicos protagonizam uma belíssima procissão em honra a Nosso Senhor, Rei dos reis! O Apostolado Santo Inácio de Loyola, que se dedica a promover a reza pública do Rosário, promoveu uma procissão pública de Ramos neste último domingo (28/10). Contrariando o posicionamento da CNBB e abraçando o que a Igreja Católica sempre fez, dezenas de Católicos marcharam na Av. Paulista – SP com Ramos nas mãos rezando o Rosário e meditando a liturgia do dia! Leia também Emocionante profissão pública de Fé de um ex-pastor diante de Dom Gil na catedral de Juiz de Fora Veja algumas fotos: Leia também Crianças relatam possível aparição de Nossa Senhora no telhado de uma capela em MG
- Mesmo sem missas, fiéis promovem procissão de Domingo de Ramos em SP
Com ícones de Nosso Senhor e Nossa Senhora, uma grande Cruz e muitos Ramos, católicos protagonizam uma belíssima procissão em honra a Nosso Senhor, Rei dos reis! O Apostolado Santo Inácio de Loyola, que se dedica a promover a reza pública do Rosário, promoveu uma procissão pública de Ramos neste último domingo (28/10). Contrariando o posicionamento da CNBB e abraçando o que a Igreja Católica sempre fez, dezenas de Católicos marcharam na Av. Paulista – SP com Ramos nas mãos rezando o Rosário e meditando a liturgia do dia! Leia também Emocionante profissão pública de Fé de um ex-pastor diante de Dom Gil na catedral de Juiz de Fora Veja algumas fotos: Leia também Crianças relatam possível aparição de Nossa Senhora no telhado de uma capela em MG
- Terroristas explodem bomba durante Missa de Ramos na Indonésia
O Papa pediu orações “por todas as vítimas da violência, em particular pelas do atentado que aconteceu esta manhã na Indonésia” Estava a decorrer a missa na Catedral do Sagrado Coração de Jesus, na Arquidiocese de Makassar, (Indonésia) na manhã deste Domingo de Ramos, 28 de Março, quando dois bombistas suicidas (homens-bomba) que se faziam transportar numa motocicleta tentaram entrar no portão principal que dá acesso ao edifício. A atuação imediata dos seguranças da paróquia evitou que eles se aproximassem mais da Catedral e impediu que a explosão da bomba que traziam consigo ocorresse no interior do templo. A bomba deflagrou junto à porta da Catedral situada no sul da ilha das Celebes. Ambos os terroristas morreram de imediato, havendo ainda a registar pelo menos 14 feridos entre os funcionários da Igreja que se encontravam no local. O balanço é, no entanto, ainda provisório pois várias pessoas estavam na rua na altura em que se deu a explosão. O atentado foi classificado de imediato como “cruel” por Gomar Gultom, chefe do Conselho de Igrejas da Indonésia. Papa Também o Papa Francisco falou do ataque bombista antes da recitação do Ângelus com que encerrou a celebração do Domingo de Ramos na Basílica de São Pedro, pedindo as orações “por todas as vítimas da violência, em particular pelas do atentado que aconteceu esta manhã na Indonésia, diante da Catedral de Makassar”. Nos últimos anos, tem havido um aumento de violência contra a comunidade cristã na Indonésia, que é o maior país muçulmano do mundo. Em Maio de 2018, seis pessoas da mesma família fizeram-se explodir contra três igrejas em Surabaya, a segunda maior cidade indonésia, matando pelo menos uma dezena de fiéis. Esses atentados seriam reivindicados pelo movimento radical Jamaah Ansharut Daulah, que está ligado ao grupo jihadista ‘Estado Islâmico’. No Relatório de 2018 sobre a Liberdade Religiosa no Mundo, a Fundação AIS sinalizava a presença do Estado Islâmico no Sudoeste Asiático, “depois da derrota militar no Iraque e na Síria”. Segundo o documento, os jihadistas estão a “transferir-se” para esta região do globo, “com a Indonésia entre as suas principais áreas de operação”. O Relatório da Ajuda à Igreja que Sofre indicava já um potencial agravamento da ameaça contra os cristãos. “Se isto continuar – pode ler-se no texto sobre a Indonésia –, as minorias religiosas do país apenas podem enfrentar perigos crescentes.” Fonte: Aleteia #terrorismo
- Terroristas explodem bomba durante Missa de Ramos na Indonésia
O Papa pediu orações “por todas as vítimas da violência, em particular pelas do atentado que aconteceu esta manhã na Indonésia” Estava a decorrer a missa na Catedral do Sagrado Coração de Jesus, na Arquidiocese de Makassar, (Indonésia) na manhã deste Domingo de Ramos, 28 de Março, quando dois bombistas suicidas (homens-bomba) que se faziam transportar numa motocicleta tentaram entrar no portão principal que dá acesso ao edifício. A atuação imediata dos seguranças da paróquia evitou que eles se aproximassem mais da Catedral e impediu que a explosão da bomba que traziam consigo ocorresse no interior do templo. A bomba deflagrou junto à porta da Catedral situada no sul da ilha das Celebes. Ambos os terroristas morreram de imediato, havendo ainda a registar pelo menos 14 feridos entre os funcionários da Igreja que se encontravam no local. O balanço é, no entanto, ainda provisório pois várias pessoas estavam na rua na altura em que se deu a explosão. O atentado foi classificado de imediato como “cruel” por Gomar Gultom, chefe do Conselho de Igrejas da Indonésia. Papa Também o Papa Francisco falou do ataque bombista antes da recitação do Ângelus com que encerrou a celebração do Domingo de Ramos na Basílica de São Pedro, pedindo as orações “por todas as vítimas da violência, em particular pelas do atentado que aconteceu esta manhã na Indonésia, diante da Catedral de Makassar”. Nos últimos anos, tem havido um aumento de violência contra a comunidade cristã na Indonésia, que é o maior país muçulmano do mundo. Em Maio de 2018, seis pessoas da mesma família fizeram-se explodir contra três igrejas em Surabaya, a segunda maior cidade indonésia, matando pelo menos uma dezena de fiéis. Esses atentados seriam reivindicados pelo movimento radical Jamaah Ansharut Daulah, que está ligado ao grupo jihadista ‘Estado Islâmico’. No Relatório de 2018 sobre a Liberdade Religiosa no Mundo, a Fundação AIS sinalizava a presença do Estado Islâmico no Sudoeste Asiático, “depois da derrota militar no Iraque e na Síria”. Segundo o documento, os jihadistas estão a “transferir-se” para esta região do globo, “com a Indonésia entre as suas principais áreas de operação”. O Relatório da Ajuda à Igreja que Sofre indicava já um potencial agravamento da ameaça contra os cristãos. “Se isto continuar – pode ler-se no texto sobre a Indonésia –, as minorias religiosas do país apenas podem enfrentar perigos crescentes.” Fonte: Aleteia #terrorismo
- Ex-pastor se converte e faz profissão de fé pública diante do Bispo
Neste ano, a missa de Domingo de Ramos celebrada por Dom Gil na catedral metropolitana de Juíz de Fora teve um toque especial. O ex-pastor protestante Eduardo Faria que se converteu ao catolicismo fez uma emocionante profissão de fé pública e deu um breve testemunho de sua conversão. Assista o vídeo no final da matéria. Eduardo se tornou evangélico aos 16 anos de idade, e logo se tornou líder de jovens e professor de escola bíblica na denominação a qual pertencia. Aos 24 anos foi para o seminário e aos 28 anos foi ordenado pastor. Permaneceu como pastor protestante por 10 anos, mas após um longo período de estudo dos Pais da Igreja, da História da Igreja e de teólogos contemporâneos, eu percebeu que a Igreja que Jesus fundou é uma só, A Igreja Católica. Leia também Glória Polo: “Fui julgada e condenada, mas Deus me deu uma segunda chance!” Percebendo que o desejo de Nosso Senhor Jesus Cristo é que todos caminhem em unidade, não teve outra opção a não ser renunciar meu pastorado e tornar-se católico! Clique aqui para assistir ao vídeo : Leia também Testemunho de Conversão do ex-pastor Sidney de Alencar
- Ex-pastor se converte e faz profissão de fé pública diante do Bispo
Neste ano, a missa de Domingo de Ramos celebrada por Dom Gil na catedral metropolitana de Juíz de Fora teve um toque especial. O ex-pastor protestante Eduardo Faria que se converteu ao catolicismo fez uma emocionante profissão de fé pública e deu um breve testemunho de sua conversão. Assista o vídeo no final da matéria. Eduardo se tornou evangélico aos 16 anos de idade, e logo se tornou líder de jovens e professor de escola bíblica na denominação a qual pertencia. Aos 24 anos foi para o seminário e aos 28 anos foi ordenado pastor. Permaneceu como pastor protestante por 10 anos, mas após um longo período de estudo dos Pais da Igreja, da História da Igreja e de teólogos contemporâneos, eu percebeu que a Igreja que Jesus fundou é uma só, A Igreja Católica. Leia também Glória Polo: “Fui julgada e condenada, mas Deus me deu uma segunda chance!” Percebendo que o desejo de Nosso Senhor Jesus Cristo é que todos caminhem em unidade, não teve outra opção a não ser renunciar meu pastorado e tornar-se católico! Clique aqui para assistir ao vídeo : Leia também Testemunho de Conversão do ex-pastor Sidney de Alencar
- QUANDO A ARTE SE PÕE A SERVIÇO DA IDEOLOGIA AMBIENTALISTA
Há alguns anos, quatro compositores holandeses de música de concerto, Roel Van Oosten, Merlijn Twaalfhoven, Ernst Reijseger e Imre Ploeg, compuseram uma peça vocal chamada Visões de 2068 ,sobre texto da jovem escritora, também holandesa, Wytske Versteeg. Nós, que não entendemos holandês, podemos ouvir até com certo deleite, como se fosse uma peça puramente vocalizada, como se não contivessem palavras que significassem isto ou aquilo. Mas a recepção do público holandês é diferente: ele enxergará imediatamente o que dizem as palavras. E não são palavras inocentes. O trabalho desses compositores holandeses, em parceria com a escritora Wytske Versteeg, é um bom exemplo de certa estética green , bastante rentável hoje em dia, e que há décadas anda a serviço da ideologia ambientalista, que prevê um futuro catastrófico para a humanidade, se os países do mundo não puserem em prática as medidas de economia sustentável apregoadas pela ONU e a elite globalista (composta de “filantropos” como Bill Gates e Georges Soros), que têm sequestrado parte considerável, senão a maior parte, do mundo científico e cultural. Essa estética green faz sucesso no cinema, na música pop, na literatura, nas artes plásticas e, por que não?, até na música de concerto. A peça Visões de 2068 , tão catastrofista quanto a ideologia que defende, foi composta em 2018 e estreou em 2019 com o coral camerístico VU, também holandês. O propósito é “imaginar” como seria o mundo daqui a 50 anos, despertando a consciência do público para o futuro distópico que esperaria a humanidade nas próximas décadas, se as mudanças climáticas não forem contidas pela redução de CO2 na atmosfera. Mesmo reconhecendo ser difícil imaginar algo tão intangível como a mudança climática, um dos objetivos do trabalho é encorajar o ouvinte a pensar sobre o aquecimento global, que cresceria cada vez mais, e o aumento do nível do mar. O público é animado a imaginar até a água quente que, em breve, estaria chegando ao nível de nossos lábios, como num filme de terror… Os textos da obra vocal sugeririam um futuro sombrio, cheio de doenças incontroláveis, provocadas por vírus mortais que inevitavelmente tomariam conta do mundo (pense-se que a peça foi escrita antes da Covid). Mas, como toda obra ideologicamente engajada, é otimista e sonha com um “ponto de inflexão”, a oportunidade de reviravolta utópica. Um dos textos da peça afirma que, no mundo, não há só coisas passageiras, mas também permanentes, que existirão para sempre, como o amor e a humanidade. É aqui que tal ideologia revela o seu aspecto mais frágil: a crença na perenidade imanente deste mundo. Do ponto de vista cristão e transcendente, isto não passa de mais uma ilusão demoníaca. Para os cristãos, a principal catástrofe é pessoal, antes de ser social: é a possibilidade da alma perder-se após a morte. Todo zelo com as coisas deste mundo deve vir imediatamente após o cuidado espiritual e a luta contra os pecados. Se estes fossem contidos numa boa escala, em especial o pecado da avareza, por si só o meio ambiente estaria menos sujeito à degradação. A luta deve ser travada, antes de tudo, no coração de cada pessoa; jamais contra uma única espécie de falta moral, mas contra o conjunto dos vícios. Não há virtude isolada e sozinha. As virtudes caminham em grupo. Em nenhum momento nos textos dessa peça vocal se ouve a palavra Deus, como se o ser humano que só confiasse no poder nas próprias mãos. O mal e o bem seriam produtos unicamente humanos. Depois do ser humano perder a fé em Deus e na vida eterna, começa a criar sentidos puramente terrenos e imanentes para a própria vida. Antes era o socialismo, a luta de classes, a construção da sociedade perfeita sem exploradores e explorados… Agora é o meio ambiente, que deve retornar ao estado paradisíaco pré-revolução industrial, através de uma revolução panteística à Rousseau, em que o horizonte último continuasse a ser o deste mundo. O meio ambiente é algo que deve ser bem cuidado. Mas não há consenso científico em torno da hipótese apocalíptica e catastrofista de um mundo no qual o ar, a água e a terra — três dos quatro elementos —, estarão em breve irremediavelmente comprometidos pelo fogo satânico disfarçado de dióxido de carbono. É triste ver como os recursos artísticos, dominados por esses compositores, são postos a serviço de algo tão volátil.
- São Jonas e São Barachiso – 29 de Março
SANTO DO DIA – 29 DE MARÇO – SANTOS JONAS E BARACHISO Mártires (século IV) A narrativa do martírio sofrido pelos irmãos cristãos, Jonas e Barachiso, persas da cidade de Beth-Asa, em 327, é uma das páginas mais violentas do sofrimento católico. Entretanto, a descrição das torturas infligidas aos irmãos foi registrada por um pagão, o comandante da cavalaria do mandante imperador sanguinário. Além do martírio, pouco se sabe da vida deles, bem como suas origens. A biografia conhecida dos dois, começa quando visitaram cristãos encarcerados na cidade de Hubahan. A Igreja da Pérsia sofria na época uma das mais cruéis perseguições de que se tem notícia, decretada e comandada pelo imperador Sapor. Jonas e Barachiso resolveram enfrentar os perigos para consolar os cristãos que, dias depois, seriam martirizados. Só naquela prisão, haviam nove condenados à morte. Por sua atitude, ambos, foram presos e levados à presença do juiz. Aí começou a descrição de todo o terror. Como se negaram a adorar o rei, o sol e a lua, falsos deuses, o juiz mandou separá-los para tentar enganar os irmãos. Barachiso foi colocado no calabouço, enquanto Jonas era barbaramente açoitado. Depois, teve os pés atados e foi jogado nas águas cobertas de gelo. O juiz chamou então Barachiso e relatou as torturas de Jonas, dizendo-lhe que seu irmão tinha sacrificado aos deuses. Barachiso não acreditou e fez um discurso tão eloquente em defesa do cristianismo, que o juiz ordenou que seu processo continuasse somente à noite, longe do público, temeroso de que suas palavras acabassem convertendo ali mesmo alguns pagãos. Como castigo, mandou que colocassem ferros em brasa em seus braços. Os torturadores lhe deitaram chumbo derretido pelas narinas e olhos. Foi devolvido ao calabouço, pendurado por um dos pés. No dia seguinte, o juiz tentou a mesma tática com Jonas, depois de mandar tirá-lo das águas geladas. Disse que Barachiso tinha abandonado sua religião. Este também não acreditou e respondeu com outro discurso fervoroso. Em contrapartida, os torturadores cortaram-lhe as mãos e os pés, arrancaram-lhe a língua e o couro cabeludo, jogaram seu corpo no piche em ebulição, depois cortaram seu corpo em pedaços e jogaram numa cisterna. Quanto a Barachiso, bateram-lhe com ferros pontiagudos, deitaram-lhe piche e enxofre ferventes pela boca, e o maltrataram até que não desse mais sinais de vida. Realmente, trata-se de uma página chocante do cristianismo dos primeiros tempos, mas importante e cujo registro se faz necessário, para que continue preservada no conhecimento dos católicos dos nossos tempos. De maneira que se compreenda como a fé em Cristo sobrevive a todos os suplícios psicológicos e de sangue através dos séculos para a glória na eternidade de Jesus, o Redentor da humanidade. #SantodoDia
- São Jonas e São Barachiso – 29 de Março
SANTO DO DIA – 29 DE MARÇO – SANTOS JONAS E BARACHISO Mártires (século IV) A narrativa do martírio sofrido pelos irmãos cristãos, Jonas e Barachiso, persas da cidade de Beth-Asa, em 327, é uma das páginas mais violentas do sofrimento católico. Entretanto, a descrição das torturas infligidas aos irmãos foi registrada por um pagão, o comandante da cavalaria do mandante imperador sanguinário. Além do martírio, pouco se sabe da vida deles, bem como suas origens. A biografia conhecida dos dois, começa quando visitaram cristãos encarcerados na cidade de Hubahan. A Igreja da Pérsia sofria na época uma das mais cruéis perseguições de que se tem notícia, decretada e comandada pelo imperador Sapor. Jonas e Barachiso resolveram enfrentar os perigos para consolar os cristãos que, dias depois, seriam martirizados. Só naquela prisão, haviam nove condenados à morte. Por sua atitude, ambos, foram presos e levados à presença do juiz. Aí começou a descrição de todo o terror. Como se negaram a adorar o rei, o sol e a lua, falsos deuses, o juiz mandou separá-los para tentar enganar os irmãos. Barachiso foi colocado no calabouço, enquanto Jonas era barbaramente açoitado. Depois, teve os pés atados e foi jogado nas águas cobertas de gelo. O juiz chamou então Barachiso e relatou as torturas de Jonas, dizendo-lhe que seu irmão tinha sacrificado aos deuses. Barachiso não acreditou e fez um discurso tão eloquente em defesa do cristianismo, que o juiz ordenou que seu processo continuasse somente à noite, longe do público, temeroso de que suas palavras acabassem convertendo ali mesmo alguns pagãos. Como castigo, mandou que colocassem ferros em brasa em seus braços. Os torturadores lhe deitaram chumbo derretido pelas narinas e olhos. Foi devolvido ao calabouço, pendurado por um dos pés. No dia seguinte, o juiz tentou a mesma tática com Jonas, depois de mandar tirá-lo das águas geladas. Disse que Barachiso tinha abandonado sua religião. Este também não acreditou e respondeu com outro discurso fervoroso. Em contrapartida, os torturadores cortaram-lhe as mãos e os pés, arrancaram-lhe a língua e o couro cabeludo, jogaram seu corpo no piche em ebulição, depois cortaram seu corpo em pedaços e jogaram numa cisterna. Quanto a Barachiso, bateram-lhe com ferros pontiagudos, deitaram-lhe piche e enxofre ferventes pela boca, e o maltrataram até que não desse mais sinais de vida. Realmente, trata-se de uma página chocante do cristianismo dos primeiros tempos, mas importante e cujo registro se faz necessário, para que continue preservada no conhecimento dos católicos dos nossos tempos. De maneira que se compreenda como a fé em Cristo sobrevive a todos os suplícios psicológicos e de sangue através dos séculos para a glória na eternidade de Jesus, o Redentor da humanidade. #SantodoDia
- Crianças relatam possível aparição de Nossa Senhora no telhado de uma capela em MG
Os relatos são de que Nossa Senhora foi vista em cima do telhado durante a noite por algumas crianças que brincavam na rua. Uma das meninas que disse ter visto a aparição contou ter ouvido uma mensagem vinda da santa. Um fato curioso chamou a atenção de moradores de Cristina (MG). Moradores afirmam ter visto a imagem de Nossa Senhora de Fátima durante pelo menos três dias. Fotos e vídeos que, segundo os moradores, mostrariam a santa no telhado de uma capela da cidade circulam pelas redes sociais. O padre informou que as imagens são investigadas. Para algumas pessoas que viram a fotografia, argumentam que poderia ser apenas o reflexo da luz no telhado e no entorno de corneta, que faz parte do sistema de alto falantes do local, contudo as crianças fazem um relato… Os relatos são de que a imagem foi vista durante a noite por algumas crianças que brincavam na rua. Uma das meninas que disse ter visto a aparição contou ter ouvido uma mensagem vinda da santa. “Ela a todo tempo falava pra gente rezar, todo tempo. A voz dela era baixinha e ela falava assim: reza, reza. Falava bem baixinho no nosso ouvido”, relembrou a menina. Escute a mensagem de uma das paroquianas: . A mãe de duas das meninas contou que no dia seguinte a imagem também foi vista na casa delas. “A minha mais velha sentou no sofá e eu fui até a porta pegar a outra menina que estava chorando demais. Quando eu pus a mão nela, ela estava inteira gelada. Eu comecei a rezar ‘Ave Maria’ com ela e vim pra sala com ela. Quando cheguei na sala minha filha mais velha relatou de novo: mãe, ela está do seu lado. No começo eu não tinha acreditado”, relatou a mãe de uma das meninas. Leia também O alerta de Nossa Senhora para o Brasil O pároco da cidade informou que deu início a uma investigação sobre o caso. “A primeira coisa que eu fiz foi comunicar o bispo sobre esta aparição e ele pediu pra aguardar um pouco. Quando a gente fala de aparição é uma coisa muito delicada, é estudado e analisado”, explicou o padre Antônio Carlos Oliveira. Assista a reportagem: Algumas pessoas acreditam que não se trata de uma aparição, mas apenas o reflexo da luz no telhado e no entorno de corneta, que faz parte do sistema de alto falantes do local. Para esclarecer a dúvida e auxiliar na investigação, o equipamento foi retirado do local. “Comuniquei ao bispo e achamos melhor retirar a corneta para averiguar de forma mais clara”. Leia também Nossa Senhora de la Salette: Ela fala para o nossos tempos? Para o padre, mesmo com a possibilidade de ser um efeito ótico, o fato de só ter sido percebido agora também é bem curioso. “Esta corneta sempre esteve aqui. Por que só agora esta imagem veio aparecer? O que eu guardo no coração é que aprendamos com esta mensagem. Neste momento é preciso que nós rezemos em casa em família, ainda mais durante esta pandemia”, finalizou. Leia também O incrível relato da Visão do Inferno por Dom Bosco
- Crianças relatam possível aparição de Nossa Senhora no telhado de uma capela em MG
Os relatos são de que Nossa Senhora foi vista em cima do telhado durante a noite por algumas crianças que brincavam na rua. Uma das meninas que disse ter visto a aparição contou ter ouvido uma mensagem vinda da santa. Um fato curioso chamou a atenção de moradores de Cristina (MG). Moradores afirmam ter visto a imagem de Nossa Senhora de Fátima durante pelo menos três dias. Fotos e vídeos que, segundo os moradores, mostrariam a santa no telhado de uma capela da cidade circulam pelas redes sociais. O padre informou que as imagens são investigadas. Para algumas pessoas que viram a fotografia, argumentam que poderia ser apenas o reflexo da luz no telhado e no entorno de corneta, que faz parte do sistema de alto falantes do local, contudo as crianças fazem um relato… Os relatos são de que a imagem foi vista durante a noite por algumas crianças que brincavam na rua. Uma das meninas que disse ter visto a aparição contou ter ouvido uma mensagem vinda da santa. “Ela a todo tempo falava pra gente rezar, todo tempo. A voz dela era baixinha e ela falava assim: reza, reza. Falava bem baixinho no nosso ouvido”, relembrou a menina. Escute a mensagem de uma das paroquianas: . A mãe de duas das meninas contou que no dia seguinte a imagem também foi vista na casa delas. “A minha mais velha sentou no sofá e eu fui até a porta pegar a outra menina que estava chorando demais. Quando eu pus a mão nela, ela estava inteira gelada. Eu comecei a rezar ‘Ave Maria’ com ela e vim pra sala com ela. Quando cheguei na sala minha filha mais velha relatou de novo: mãe, ela está do seu lado. No começo eu não tinha acreditado”, relatou a mãe de uma das meninas. Leia também O alerta de Nossa Senhora para o Brasil O pároco da cidade informou que deu início a uma investigação sobre o caso. “A primeira coisa que eu fiz foi comunicar o bispo sobre esta aparição e ele pediu pra aguardar um pouco. Quando a gente fala de aparição é uma coisa muito delicada, é estudado e analisado”, explicou o padre Antônio Carlos Oliveira. Assista a reportagem: Algumas pessoas acreditam que não se trata de uma aparição, mas apenas o reflexo da luz no telhado e no entorno de corneta, que faz parte do sistema de alto falantes do local. Para esclarecer a dúvida e auxiliar na investigação, o equipamento foi retirado do local. “Comuniquei ao bispo e achamos melhor retirar a corneta para averiguar de forma mais clara”. Leia também Nossa Senhora de la Salette: Ela fala para o nossos tempos? Para o padre, mesmo com a possibilidade de ser um efeito ótico, o fato de só ter sido percebido agora também é bem curioso. “Esta corneta sempre esteve aqui. Por que só agora esta imagem veio aparecer? O que eu guardo no coração é que aprendamos com esta mensagem. Neste momento é preciso que nós rezemos em casa em família, ainda mais durante esta pandemia”, finalizou. Leia também O incrível relato da Visão do Inferno por Dom Bosco
- TREVAS AO MEIO-DIA – Scott Hahn medita sobre o Domingo da Paixão
Coroado de espinhos, nosso Senhor é erguido na Cruz, onde morre como “Rei dos Judeus”. Observemos quantas vezes Ele é chamado de “rei” no Evangelho de hoje, sobretudo por escárnio e zombaria. Ao ouvirmos os longos relatos de Sua Paixão, devemos nos lembrar, a cada momento, que foi por nós que Ele sofreu essa cruel e extraordinária violência. Jesus é o Servo Sofredor predito por Isaías, na Primeira Leitura deste domingo. Ele revive a agonia descrita no Salmo de hoje, e morre com as primeiras palavras desse mesmo Salmo em Seus lábios (ver Salmo 22: 1). Ouçamos atentamente os ecos desse Salmo no Evangelho de hoje: quando Jesus é espancado, e Suas mãos e pés são perfurados; quando Seus inimigos disputam Suas roupas, balançando a cabeça, zombando de Sua fé no amor de Deus e da crença de que Deus O libertaria. Acaso somos tão diferentes assim dos algozes de Nosso Senhor? Não negamos, frequentemente, que Ele é o Rei, recusando-nos a obedecer aos Seus mandamentos de amá-Lo e amar ao próximo? Não lhe rendemos falsos louvores, com nossas devoções tão distraídas? No sombrio meio-dia do Calvário, rasgou-se o véu do templo de Jerusalém: foi um sinal de que, com Sua morte, Jesus destruiu para sempre a barreira que nos separava da presença de Deus. Ele era Deus e, mesmo assim, humilhou-Se, tornando-se igual aos homens, como nos lembra a Epístola de hoje. E, apesar de nossas repetidas falhas e nossa fragilidade, Jesus continua humilhando-se ao vir até nós na Eucaristia, oferecendo-nos o Seu corpo e o Seu sangue. Seus inimigos nunca compreenderam que o Seu reino não era deste mundo (ver João 18:36). Ele deseja escrever Sua lei e Seus preceitos em nossos corações e nossas mentes. Ao entrarmos na Semana Santa, iremos mais uma vez tomar a resolução de entregar-Lhe o comando de nossas vidas. Tomemos a cruz que Ele nos oferece e confessemos, com todo nosso coração, nosso entendimento e nossa força, que verdadeiramente Ele é o Filho de Deus. https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/darkness-at-noon-scott-hahn-reflects-on-passion-sunday/
- Mc 14 1-15,47 – Diário de Fé
Watch this video on YouTube. Deus abençoe sua vida nessa fascinante jornada de domingo que já chegou. É o DIA DO SENHOR por excelência. Solene e grandiosa festa de Ramos. Hoje começa a mais Santa de todas as Semanas. Vamos recordar, reviver, celebrar e acompanhar os últimos da vida terrena de Jesus. Jesus entra em Jerusalém. É aclamado como Rei pela multidão e crucificado sob o pedido da mesma multidão na Sexta-feira da Paixão. Neste domingo aclamamos Jesus, cantando Hosana, expressão hebraica, que quer dizer: dá-nos a salvação! Na Missa de Ramos, os fiéis levam consigo ramos de oliveira ou palmeira. Os ramos bentos que usamos nas procissões ou que são abençoados nas celebrações mostram nossa participação na Páscoa de Jesus e nosso compromisso de professá-lo como nosso Senhor. Depois eles são levados para casa, segundo a tradição de muitos e, em geral, são queimados para afugentar os males que podem surgir das tempestades da vida e da natureza. Na Igreja são guardados para serem queimados e utilizados na quarta-feira de cinzas do ano seguinte. É verdade que este ano, de novo, vamos viver a Semana Santa sem muito acesso às nossas Igrejas e comunidades. Procure acompanhar as celebrações pelas Redes Católicas de Comunicação. Jesus merece sua atenção e participação. Uma ótima Semana Santa para você e sua preciosa família. Com carinho e bençãos Frei Rinaldo, osm #47DiáriodeFé #Mc14115
- Mc 14, 1-15.47 – REFLEXÃO
“Meu Deus, porque me abandonaste?” Mc 14, 1-15.47 VAMOS CELEBRAR A PÁSCOA COM JESUS. Com a solene procissão dos Ramos, iniciamos a Semana Santa. O Senhor quer celebrar a Páscoa em nossa casa, em nossa vida. Jesus entra em Jerusalém de modo totalmente diferente. Muitos esperavam um Messias dominador, forte, guerreiro, capaz de expulsar os inimigos romanos da Palestina. Jesus assume entrar num jumentinho emprestado, sinal de humildade e despojamento. Com as palavras do profeta Zacarias lembramos: “Eis que o rei vem… montado num jumentinho”. Sua marca é a justiça, o amor, a solidariedade com o povo. A entrada foi barulhenta, agitada com cantos de alegria: Hosana, Bendito o que vem… a salvação chegou, o Messias chegou, trazendo a paz, as portas se abrem para o Redentor. O medo, a insegurança, o sofrimento o desgosto… são superados num canto de esperança com Jesus que entra na cidade para realizar seu gesto redentor, vai nos salvar com a cruz, a entrega do amor. Assim percorre as ruas de Jerusalém e entra também em nossa vida percorrendo todos as nossas ruas e becos, iluminando a escuridão e dando mais brilho a esperança e ao amor fraternal e serviçal. Queremos acompanhar os passos de Jesus na densidade destes acontecimentos. Estar no cenáculo para lavar os pés e partilhar o pão e o vinho, o banquete da vida e tomar consciência de que Ele nos amou até a última gota. Acompanha-lo na agonia do Horto; estar com ele diante dos falsos tribunais deste mundo. Com Jesus subir ao Calvário, ficando juntos até o último instante, como Maria, que com o coração sofrido, mas firme na fé até o fim, diante da cruz. Reconhecer como o centurião romano que Jesus é o Messias, o Filho de Deus, o Salvador. Só assim vamos participar de sua Ressurreição. Rezemos: Senhor, que eu siga os teus passos sem medo. E viva esta semana na oração e no silencio da contemplação. O Senhor nos abençoe e guarde #Mc1411547REFLEXÃO
- Domingo de Ramos: Bendito o que vem em nome do Senhor!
Neste dia 28 de março, a Igreja celebra o Domingo de Ramos, dando início à Semana Santa. O Evangelho do dia corresponde à leitura de São Marcos. O primeiro (Mc 11,1-10), lido antes da procissão, narra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, já o segundo (Mc 15,1-39) traz a narração da Paixão de Cristo. O que celebramos no Domingo de Ramos? Com o Domingo de Ramos começa a Semana Santa. Neste dia é recordada a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém em meio a uma multidão que o aclamou como o Messias. Este acontecimento pode ser lido no Evangelho de São Mateus, onde é anunciada a Paixão. A primeira tradição litúrgica deste dia corresponde à de Jerusalém. Nela, recordamos o gesto profético de Jesus que ingressa como Rei da paz, e o Messias que foi aclamado e depois condenado para o comprimento das profecias. No Evangelho de São Mateus, narra-se que as pessoas cobriam o caminho por onde Cristo passaria e gritavam: “Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus!”. As cerimônias principais do dia são a bênção dos ramos, a procissão, a Missa e, durante a Missa, o relato da Paixão. Os fiéis que participam da procissão, que data do século IV em Jerusalém, devem levar nas mãos ramos de palmas, oliveiras ou outras árvores e entoar cantos adequados. Os sacerdotes e os ministros, levando também ramos, devem ir à frente do povo. Não se pode esquecer que a bênção dos ramos acontece antes da procissão e que se deve instruir os fiéis cristãos a guardarem os ramos abençoados em suas casas junto com as cruzes ou quadros religiosos que tenham em seus lares, como recordação da vitória pascal do Senhor Jesus. A segunda tradição litúrgica é a de Roma, a qual nos convida a entrar conscientemente na Semana Santa da Paixão gloriosa e amorosa de Cristo, antecipando a proclamação do mistério no Evangelho de Mateus. Para o bem espiritual dos fiéis, convém que se leia por inteiro a narração da Paixão e que não se omitam as leituras que a precedem. Terminada a narração da Paixão, não se deve omitir a homilia. A seguir, leia os Evangelhos deste Domingo de Ramos: Mc 11,1-10 1Quando se aproximaram de Jerusalém, na altura de Betfagé e de Betânia, junto ao monte das Oliveiras, Jesus enviou dois discípulos, 2dizendo: ‘Ide até o povoado que está em frente, e logo que ali entrardes, encontrareis amarrado um jumentinho que nunca foi montado. Desamarrai-o e trazei-o aqui! 3Se alguém disser: ‘Por que fazeis isso?’, dizei: ‘O Senhor precisa dele, mas logo o mandará de volta’.’ 4Eles foram e encontraram um jumentinho amarrado junto de uma porta, do lado de fora, na rua, e o desamarraram. 5Alguns dos que estavam ali disseram: ‘O que estais fazendo, desamarrando este jumentinho?’ 6Os discípulos responderam como Jesus havia dito, e eles permitiram. 7Trouxeram então o jumentinho a Jesus, colocaram sobre ele seus mantos, e Jesus montou. 8Muitos estenderam seus mantos pelo caminho, outros espalharam ramos que haviam apanhado nos campos. 9Os que iam na frente e os que vinham atrás gritavam: ‘Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor! 10Bendito seja o reino que vem, o reino de nosso pai Davi! Hosana no mais alto dos céus!’ Mc 15,1-39 – Forma breve Narrador 1: Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo segundo Marcos: 1Logo pela manhã, os sumos sacerdotes, com os anciãos, os mestres da Lei e todo o Sinédrio, reuniram-se e tomaram uma decisão. Levaram Jesus amarrado e o entregaram a Pilatos. 2E Pilatos o interrogou: Leitor 1: “Tu és o rei dos judeus?” Narrador 1: Jesus respondeu: — “Tu o dizes”. Narrador 1: 3E os sumos sacerdotes faziam muitas acusações contra Jesus. 4Pilatos o interrogou novamente: Leitor 1: “Nada tens a responder? Vê de quanta coisa te acusam!” Narrador 1: 5Mas Jesus não respondeu mais nada, de modo que Pilatos ficou admirado. 6Por ocasião da Páscoa, Pilatos soltava o prisioneiro que eles pedissem. 7Havia então um preso, chamado Barrabás, entre os bandidos, que, numa revolta, tinha cometido um assassinato. 8A multidão subiu a Pilatos e começou a pedir que ele fizesse como era costume. 9Pilatos perguntou: Leitor 1: “Vós quereis que eu solte o rei dos judeus?” Narrador 2: 10Ele bem sabia que os sumos sacerdotes haviam entregado Jesus por inveja. 11Porém, os sumos sacerdotes instigaram a multidão para que Pilatos lhes soltasse Barrabás. 12Pilatos perguntou de novo: Leitor 1: “Que quereis então que eu faça com o rei dos judeus?” Narrador 2: 13Mas eles tornaram a gritar: — Crucifica-o! Narrador 2: 14Pilatos perguntou: Leitor 1: “Mas, que mal ele fez?” Narrador 2: Eles, porém, gritaram com mais força: — Crucifica-o! Narrador 2: 15Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou Barrabás, mandou flagelar Jesus e o entregou para ser crucificado. 16Então os soldados o levaram para dentro do palácio, isto é, o pretório, e convocaram toda a tropa. 17Vestiram Jesus com um manto vermelho, teceram uma coroa de espinhos e a puseram em sua cabeça. 18E começaram a saudá-lo: — “Salve, rei dos judeus!” Narrador 1: 19Batiam-lhe na cabeça com uma vara. Cuspiam nele e, dobrando os joelhos, prostravam-se diante dele. 20Depois de zombarem de Jesus, tiraram-lhe o manto vermelho, vestiram-no de novo com suas próprias roupas e o levaram para fora, a fim de crucificá-lo. Narrador 2: 21Os soldados obrigaram um certo Simão de Cirene, pai de Alexandre e Rufo, que voltava do campo, a carregar a cruz. 22Levaram Jesus para o lugar chamado Gólgota, que quer dizer “Calvário”. 23Deram-lhe vinho misturado com mirra, mas ele não o tomou. 24Então o crucificaram e repartiram as suas roupas, tirando a sorte, para ver que parte caberia a cada um. Narrador 1: 25Eram nove horas da manhã quando o crucificaram. 26E ali estava uma inscrição com o motivo de sua condenação: “O Rei dos Judeus”. 27Com Jesus foram crucificados dois ladrões, um à direita e outro à esquerda.(28) 29Os que por ali passavam o insultavam, balançando a cabeça e dizendo: — “Ah! Tu, que destróis o Templo e o reconstróis em três dias, 30salva-te a ti mesmo, descendo da cruz!” Narrador 1: 31Do mesmo modo, os sumos sacerdotes, com os mestres da Lei, zombavam entre si, dizendo: — “A outros salvou, a si mesmo não pode salvar!” 32O Messias, o rei de Israel… que desça agora da cruz, para que vejamos e acreditemos!” Narrador 2: Os que foram crucificados com ele também o insultavam. 33Quando chegou o meio-dia, houve escuridão sobre toda a terra, até as três horas da tarde. 34Pelas três da tarde, Jesus gritou com voz forte: — “Eloi, Eloi, lamá sabactâni?” Narrador 2: Que quer dizer: — “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” Narrador 2: 35Alguns dos que estavam ali perto, ouvindo-o, disseram: — “Vejam, ele está chamando Elias!” Narrador 2: 36Alguém correu e embebeu uma esponja em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara e lhe deu de beber, dizendo: — “Deixai! Vamos ver se Elias vem tirá-lo da cruz”. Narrador 1: 37Então Jesus deu um forte grito e expirou. (Todos se ajoelham um instante) 38Nesse momento, a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo, em duas partes. 39Quando o oficial do exército, que estava bem em frente dele, viu como Jesus havia expirado, disse: — “Na verdade, este homem era o Filho de Deus!” EVANGELHO DO ANO B: Mt 21,1-11 Naquele tempo, 1Jesus e seus discípulos aproximaram-se de Jerusalém e chegaram a Betfagé, no monte das Oliveiras. Então Jesus enviou dois discípulos, 2dizendo-lhes: “Ide até o povoado que está ali na frente, e logo encontrareis uma jumenta amarrada, e com ela um jumentinho. Desamarrai-a e trazei-os a mim! 3Se alguém vos disser alguma coisa, direis: ‘O Senhor precisa deles’, mas logo os devolverá’”. 4Isso aconteceu para se cumprir o que foi dito pelo profeta: 5Dizei à filha de Sião: Eis que o teu rei vem a ti, manso e montado num jumento, num jumentinho, num potro de jumenta”. 6Então os discípulos foram e fizeram como Jesus lhes havia mandado. 7Trouxeram a jumenta e o jumentinho e puseram sobre eles suas vestes, e Jesus montou. 8A numerosa multidão estendeu suas vestes pelo caminho, enquanto outros cortavam ramos das árvores, e os espalhavam pelo caminho. 9As multidões que iam na frente de Jesus e os que o seguiam, gritavam: “Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus!” 10Quando Jesus entrou em Jerusalém a cidade inteira se agitou, e diziam: “Quem é este homem?” 11E as multidões respondiam: “Este é o profeta Jesus, de Nazaré da Galileia”. Mt 27,11-54 Narrador 1: Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo, segundo Mateus: Naquele tempo, 11Jesus foi posto diante de Pôncio Pilatos, e este o interrogou: Leitor: “Tu és o rei dos judeus?” Narrador 1: Jesus declarou: — “É como dizes”. Narrador 1: 12E nada respondeu, quando foi acusado pelos sumos sacerdotes e anciãos. 13Então Pilatos perguntou: Leitor: “Não estás ouvindo de quanta coisa eles te acusam?” Narrador 1: 14Mas Jesus não respondeu uma só palavra, e o governador ficou muito impressionado. 15Na festa da Páscoa, o governador costumava soltar o prisioneiro que a multidão quisesse. 16Naquela ocasião, tinham um prisioneiro famoso, chamado Barrabás. 17Então Pilatos perguntou à multidão reunida: Leitor: “Quem vós quereis que eu solte: Barrabás, ou Jesus, a quem chamam de Cristo?” Narrador 2: 18Pilatos bem sabia que eles haviam entregado Jesus por inveja. 19Enquanto Pilatos estava sentado no tribunal, sua mulher mandou dizer a ele: Mulher: “Não te envolvas com esse justo, porque esta noite, em sonho, sofri muito por causa dele”. Narrador 2: 20Porém, os sumos sacerdotes e os anciãos convenceram as multidões para que pedissem Barrabás e que fizessem Jesus morrer. 21O governador tornou a perguntar: Leitor: “Qual dos dois quereis que eu solte?” Narrador 2: Eles gritaram: — “Barrabás”. Narrador 2: 22Pilatos perguntou: Leitor: “Que farei com Jesus, que chamam de Cristo?” Narrador 2: Todos gritaram: — “Seja crucificado!” Narrador 2: 23Pilatos falou: Leitor: “Mas, que mal ele fez?” Narrador 2: Eles, porém, gritaram com mais força: — “Seja crucificado!” Narrador 1: 24Pilatos viu que nada conseguia e que poderia haver uma revolta. Então mandou trazer água, lavou as mãos diante da multidão, e disse: Leitor: “Eu não sou responsável pelo sangue deste homem. Este é um problema vosso!” Narrador 1: 25O povo todo respondeu: — “Que o sangue dele caia sobre nós e sobre os nossos filhos”. Narrador 1: 26Então Pilatos soltou Barrabás, mandou flagelar Jesus, e entregou-o para ser crucificado. 27Em seguida, os soldados de Pilatos levaram Jesus ao palácio do governador, e reuniram toda a tropa em volta dele. Leitor: 28Tiraram sua roupa e o vestiram com um manto vermelho; Narrador 1: 29depois teceram uma coroa de espinhos, puseram a coroa em sua cabeça, e uma vara em sua mão direita. Então se ajoelharam diante de Jesus e zombaram, dizendo: — “Salve, rei dos judeus!” Narrador 2: 30Cuspiram nele e, pegando uma vara, bateram na sua cabeça. 31Depois de zombar dele, tiraram-lhe o manto vermelho e, de novo, o vestiram com suas próprias roupas. Daí o levaram para crucificar. 32Quando saíam, encontraram um homem chamado Simão, da cidade de Cirene, e o obrigaram a carregar a cruz de Jesus. 33E chegaram a um lugar chamado Gólgota, que quer dizer “lugar da caveira”. Narrador 1: 34Ali deram vinho misturado com fel para Jesus beber. Ele provou, mas não quis beber. 35Depois de o crucificarem, fizeram um sorteio, repartindo entre si as suas vestes. 36E ficaram ali sentados, montando guarda. 37Acima da cabeça de Jesus puseram o motivo da sua condenação: — “Este é Jesus, o Rei dos Judeus”. Narrador 1: 38Com ele também crucificaram dois ladrões, um à direita e outro à esquerda de Jesus. 39As pessoas que passavam por ali o insultavam, balançando a cabeça e dizendo: Leitor: 40”Tu, que ias destruir o Templo e construí-lo de novo em três dias, salva-te a ti mesmo! Se és o Filho de Deus, desce da cruz!” Narrador 2: 41Do mesmo modo, os sumos sacerdotes, junto com os mestres da Lei e os anciãos, também zombavam de Jesus: Leitor: 42″A outros salvou… a si mesmo não pode salvar! É Rei de Israel… Desça agora da cruz! e acreditaremos nele. 43Confiou em Deus; que o livre agora, se é que Deus o ama! Já que ele disse: Eu sou o Filho de Deus”. Narrador 1: 44Do mesmo modo, também os dois ladrões que foram crucificados com Jesus o insultavam. 45Desde o meio-dia até as três horas da tarde, houve escuridão sobre toda a terra. 46Pelas três horas da tarde, Jesus deu um forte grito: — “Eli, Eli, lamá sabactâni?” Narrador 1: Que quer dizer: — “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” Narrador 1: 47Alguns dos que ali estavam, ouvindo-o, disseram: — “Ele está chamando Elias!” Narrador 1: 48E logo um deles, correndo, pegou uma esponja, ensopou-a em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara, e lhe deu para beber. 49Outros, porém, disseram: — “Deixa, vamos ver se Elias vem salvá-lo!” Narrador 1: 50Então Jesus deu outra vez um forte grito e entregou o espírito. ( Todos se ajoelham ) Narrador 2: 51E eis que a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo, em duas partes, a terra tremeu e as pedras se partiram. 52Os túmulos se abriram e muito corpos dos santos falecidos ressuscitaram! 53Saindo dos túmulos, depois da ressurreição de Jesus, apareceram na Cidade Santa e foram vistos por muitas pessoas. 54O oficial e os soldados que estavam com ele guardando Jesus, ao notarem o terremoto e tudo que havia acontecido, ficaram com muito medo e disseram: — “Ele era mesmo Filho de Deus!” Via ACI Digital
- Domingo de Ramos: Bendito o que vem em nome do Senhor!
Neste dia 28 de março, a Igreja celebra o Domingo de Ramos, dando início à Semana Santa. O Evangelho do dia corresponde à leitura de São Marcos. O primeiro (Mc 11,1-10), lido antes da procissão, narra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, já o segundo (Mc 15,1-39) traz a narração da Paixão de Cristo. O que celebramos no Domingo de Ramos? Com o Domingo de Ramos começa a Semana Santa. Neste dia é recordada a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém em meio a uma multidão que o aclamou como o Messias. Este acontecimento pode ser lido no Evangelho de São Mateus, onde é anunciada a Paixão. A primeira tradição litúrgica deste dia corresponde à de Jerusalém. Nela, recordamos o gesto profético de Jesus que ingressa como Rei da paz, e o Messias que foi aclamado e depois condenado para o comprimento das profecias. No Evangelho de São Mateus, narra-se que as pessoas cobriam o caminho por onde Cristo passaria e gritavam: “Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus!”. As cerimônias principais do dia são a bênção dos ramos, a procissão, a Missa e, durante a Missa, o relato da Paixão. Os fiéis que participam da procissão, que data do século IV em Jerusalém, devem levar nas mãos ramos de palmas, oliveiras ou outras árvores e entoar cantos adequados. Os sacerdotes e os ministros, levando também ramos, devem ir à frente do povo. Não se pode esquecer que a bênção dos ramos acontece antes da procissão e que se deve instruir os fiéis cristãos a guardarem os ramos abençoados em suas casas junto com as cruzes ou quadros religiosos que tenham em seus lares, como recordação da vitória pascal do Senhor Jesus. A segunda tradição litúrgica é a de Roma, a qual nos convida a entrar conscientemente na Semana Santa da Paixão gloriosa e amorosa de Cristo, antecipando a proclamação do mistério no Evangelho de Mateus. Para o bem espiritual dos fiéis, convém que se leia por inteiro a narração da Paixão e que não se omitam as leituras que a precedem. Terminada a narração da Paixão, não se deve omitir a homilia. A seguir, leia os Evangelhos deste Domingo de Ramos: Mc 11,1-10 1Quando se aproximaram de Jerusalém, na altura de Betfagé e de Betânia, junto ao monte das Oliveiras, Jesus enviou dois discípulos, 2dizendo: ‘Ide até o povoado que está em frente, e logo que ali entrardes, encontrareis amarrado um jumentinho que nunca foi montado. Desamarrai-o e trazei-o aqui! 3Se alguém disser: ‘Por que fazeis isso?’, dizei: ‘O Senhor precisa dele, mas logo o mandará de volta’.’ 4Eles foram e encontraram um jumentinho amarrado junto de uma porta, do lado de fora, na rua, e o desamarraram. 5Alguns dos que estavam ali disseram: ‘O que estais fazendo, desamarrando este jumentinho?’ 6Os discípulos responderam como Jesus havia dito, e eles permitiram. 7Trouxeram então o jumentinho a Jesus, colocaram sobre ele seus mantos, e Jesus montou. 8Muitos estenderam seus mantos pelo caminho, outros espalharam ramos que haviam apanhado nos campos. 9Os que iam na frente e os que vinham atrás gritavam: ‘Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor! 10Bendito seja o reino que vem, o reino de nosso pai Davi! Hosana no mais alto dos céus!’ Mc 15,1-39 – Forma breve Narrador 1: Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo segundo Marcos: 1Logo pela manhã, os sumos sacerdotes, com os anciãos, os mestres da Lei e todo o Sinédrio, reuniram-se e tomaram uma decisão. Levaram Jesus amarrado e o entregaram a Pilatos. 2E Pilatos o interrogou: Leitor 1: “Tu és o rei dos judeus?” Narrador 1: Jesus respondeu: — “Tu o dizes”. Narrador 1: 3E os sumos sacerdotes faziam muitas acusações contra Jesus. 4Pilatos o interrogou novamente: Leitor 1: “Nada tens a responder? Vê de quanta coisa te acusam!” Narrador 1: 5Mas Jesus não respondeu mais nada, de modo que Pilatos ficou admirado. 6Por ocasião da Páscoa, Pilatos soltava o prisioneiro que eles pedissem. 7Havia então um preso, chamado Barrabás, entre os bandidos, que, numa revolta, tinha cometido um assassinato. 8A multidão subiu a Pilatos e começou a pedir que ele fizesse como era costume. 9Pilatos perguntou: Leitor 1: “Vós quereis que eu solte o rei dos judeus?” Narrador 2: 10Ele bem sabia que os sumos sacerdotes haviam entregado Jesus por inveja. 11Porém, os sumos sacerdotes instigaram a multidão para que Pilatos lhes soltasse Barrabás. 12Pilatos perguntou de novo: Leitor 1: “Que quereis então que eu faça com o rei dos judeus?” Narrador 2: 13Mas eles tornaram a gritar: — Crucifica-o! Narrador 2: 14Pilatos perguntou: Leitor 1: “Mas, que mal ele fez?” Narrador 2: Eles, porém, gritaram com mais força: — Crucifica-o! Narrador 2: 15Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou Barrabás, mandou flagelar Jesus e o entregou para ser crucificado. 16Então os soldados o levaram para dentro do palácio, isto é, o pretório, e convocaram toda a tropa. 17Vestiram Jesus com um manto vermelho, teceram uma coroa de espinhos e a puseram em sua cabeça. 18E começaram a saudá-lo: — “Salve, rei dos judeus!” Narrador 1: 19Batiam-lhe na cabeça com uma vara. Cuspiam nele e, dobrando os joelhos, prostravam-se diante dele. 20Depois de zombarem de Jesus, tiraram-lhe o manto vermelho, vestiram-no de novo com suas próprias roupas e o levaram para fora, a fim de crucificá-lo. Narrador 2: 21Os soldados obrigaram um certo Simão de Cirene, pai de Alexandre e Rufo, que voltava do campo, a carregar a cruz. 22Levaram Jesus para o lugar chamado Gólgota, que quer dizer “Calvário”. 23Deram-lhe vinho misturado com mirra, mas ele não o tomou. 24Então o crucificaram e repartiram as suas roupas, tirando a sorte, para ver que parte caberia a cada um. Narrador 1: 25Eram nove horas da manhã quando o crucificaram. 26E ali estava uma inscrição com o motivo de sua condenação: “O Rei dos Judeus”. 27Com Jesus foram crucificados dois ladrões, um à direita e outro à esquerda.(28) 29Os que por ali passavam o insultavam, balançando a cabeça e dizendo: — “Ah! Tu, que destróis o Templo e o reconstróis em três dias, 30salva-te a ti mesmo, descendo da cruz!” Narrador 1: 31Do mesmo modo, os sumos sacerdotes, com os mestres da Lei, zombavam entre si, dizendo: — “A outros salvou, a si mesmo não pode salvar!” 32O Messias, o rei de Israel… que desça agora da cruz, para que vejamos e acreditemos!” Narrador 2: Os que foram crucificados com ele também o insultavam. 33Quando chegou o meio-dia, houve escuridão sobre toda a terra, até as três horas da tarde. 34Pelas três da tarde, Jesus gritou com voz forte: — “Eloi, Eloi, lamá sabactâni?” Narrador 2: Que quer dizer: — “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” Narrador 2: 35Alguns dos que estavam ali perto, ouvindo-o, disseram: — “Vejam, ele está chamando Elias!” Narrador 2: 36Alguém correu e embebeu uma esponja em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara e lhe deu de beber, dizendo: — “Deixai! Vamos ver se Elias vem tirá-lo da cruz”. Narrador 1: 37Então Jesus deu um forte grito e expirou. (Todos se ajoelham um instante) 38Nesse momento, a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo, em duas partes. 39Quando o oficial do exército, que estava bem em frente dele, viu como Jesus havia expirado, disse: — “Na verdade, este homem era o Filho de Deus!” EVANGELHO DO ANO B: Mt 21,1-11 Naquele tempo, 1Jesus e seus discípulos aproximaram-se de Jerusalém e chegaram a Betfagé, no monte das Oliveiras. Então Jesus enviou dois discípulos, 2dizendo-lhes: “Ide até o povoado que está ali na frente, e logo encontrareis uma jumenta amarrada, e com ela um jumentinho. Desamarrai-a e trazei-os a mim! 3Se alguém vos disser alguma coisa, direis: ‘O Senhor precisa deles’, mas logo os devolverá’”. 4Isso aconteceu para se cumprir o que foi dito pelo profeta: 5Dizei à filha de Sião: Eis que o teu rei vem a ti, manso e montado num jumento, num jumentinho, num potro de jumenta”. 6Então os discípulos foram e fizeram como Jesus lhes havia mandado. 7Trouxeram a jumenta e o jumentinho e puseram sobre eles suas vestes, e Jesus montou. 8A numerosa multidão estendeu suas vestes pelo caminho, enquanto outros cortavam ramos das árvores, e os espalhavam pelo caminho. 9As multidões que iam na frente de Jesus e os que o seguiam, gritavam: “Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus!” 10Quando Jesus entrou em Jerusalém a cidade inteira se agitou, e diziam: “Quem é este homem?” 11E as multidões respondiam: “Este é o profeta Jesus, de Nazaré da Galileia”. Mt 27,11-54 Narrador 1: Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo, segundo Mateus: Naquele tempo, 11Jesus foi posto diante de Pôncio Pilatos, e este o interrogou: Leitor: “Tu és o rei dos judeus?” Narrador 1: Jesus declarou: — “É como dizes”. Narrador 1: 12E nada respondeu, quando foi acusado pelos sumos sacerdotes e anciãos. 13Então Pilatos perguntou: Leitor: “Não estás ouvindo de quanta coisa eles te acusam?” Narrador 1: 14Mas Jesus não respondeu uma só palavra, e o governador ficou muito impressionado. 15Na festa da Páscoa, o governador costumava soltar o prisioneiro que a multidão quisesse. 16Naquela ocasião, tinham um prisioneiro famoso, chamado Barrabás. 17Então Pilatos perguntou à multidão reunida: Leitor: “Quem vós quereis que eu solte: Barrabás, ou Jesus, a quem chamam de Cristo?” Narrador 2: 18Pilatos bem sabia que eles haviam entregado Jesus por inveja. 19Enquanto Pilatos estava sentado no tribunal, sua mulher mandou dizer a ele: Mulher: “Não te envolvas com esse justo, porque esta noite, em sonho, sofri muito por causa dele”. Narrador 2: 20Porém, os sumos sacerdotes e os anciãos convenceram as multidões para que pedissem Barrabás e que fizessem Jesus morrer. 21O governador tornou a perguntar: Leitor: “Qual dos dois quereis que eu solte?” Narrador 2: Eles gritaram: — “Barrabás”. Narrador 2: 22Pilatos perguntou: Leitor: “Que farei com Jesus, que chamam de Cristo?” Narrador 2: Todos gritaram: — “Seja crucificado!” Narrador 2: 23Pilatos falou: Leitor: “Mas, que mal ele fez?” Narrador 2: Eles, porém, gritaram com mais força: — “Seja crucificado!” Narrador 1: 24Pilatos viu que nada conseguia e que poderia haver uma revolta. Então mandou trazer água, lavou as mãos diante da multidão, e disse: Leitor: “Eu não sou responsável pelo sangue deste homem. Este é um problema vosso!” Narrador 1: 25O povo todo respondeu: — “Que o sangue dele caia sobre nós e sobre os nossos filhos”. Narrador 1: 26Então Pilatos soltou Barrabás, mandou flagelar Jesus, e entregou-o para ser crucificado. 27Em seguida, os soldados de Pilatos levaram Jesus ao palácio do governador, e reuniram toda a tropa em volta dele. Leitor: 28Tiraram sua roupa e o vestiram com um manto vermelho; Narrador 1: 29depois teceram uma coroa de espinhos, puseram a coroa em sua cabeça, e uma vara em sua mão direita. Então se ajoelharam diante de Jesus e zombaram, dizendo: — “Salve, rei dos judeus!” Narrador 2: 30Cuspiram nele e, pegando uma vara, bateram na sua cabeça. 31Depois de zombar dele, tiraram-lhe o manto vermelho e, de novo, o vestiram com suas próprias roupas. Daí o levaram para crucificar. 32Quando saíam, encontraram um homem chamado Simão, da cidade de Cirene, e o obrigaram a carregar a cruz de Jesus. 33E chegaram a um lugar chamado Gólgota, que quer dizer “lugar da caveira”. Narrador 1: 34Ali deram vinho misturado com fel para Jesus beber. Ele provou, mas não quis beber. 35Depois de o crucificarem, fizeram um sorteio, repartindo entre si as suas vestes. 36E ficaram ali sentados, montando guarda. 37Acima da cabeça de Jesus puseram o motivo da sua condenação: — “Este é Jesus, o Rei dos Judeus”. Narrador 1: 38Com ele também crucificaram dois ladrões, um à direita e outro à esquerda de Jesus. 39As pessoas que passavam por ali o insultavam, balançando a cabeça e dizendo: Leitor: 40”Tu, que ias destruir o Templo e construí-lo de novo em três dias, salva-te a ti mesmo! Se és o Filho de Deus, desce da cruz!” Narrador 2: 41Do mesmo modo, os sumos sacerdotes, junto com os mestres da Lei e os anciãos, também zombavam de Jesus: Leitor: 42″A outros salvou… a si mesmo não pode salvar! É Rei de Israel… Desça agora da cruz! e acreditaremos nele. 43Confiou em Deus; que o livre agora, se é que Deus o ama! Já que ele disse: Eu sou o Filho de Deus”. Narrador 1: 44Do mesmo modo, também os dois ladrões que foram crucificados com Jesus o insultavam. 45Desde o meio-dia até as três horas da tarde, houve escuridão sobre toda a terra. 46Pelas três horas da tarde, Jesus deu um forte grito: — “Eli, Eli, lamá sabactâni?” Narrador 1: Que quer dizer: — “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” Narrador 1: 47Alguns dos que ali estavam, ouvindo-o, disseram: — “Ele está chamando Elias!” Narrador 1: 48E logo um deles, correndo, pegou uma esponja, ensopou-a em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara, e lhe deu para beber. 49Outros, porém, disseram: — “Deixa, vamos ver se Elias vem salvá-lo!” Narrador 1: 50Então Jesus deu outra vez um forte grito e entregou o espírito. ( Todos se ajoelham ) Narrador 2: 51E eis que a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo, em duas partes, a terra tremeu e as pedras se partiram. 52Os túmulos se abriram e muito corpos dos santos falecidos ressuscitaram! 53Saindo dos túmulos, depois da ressurreição de Jesus, apareceram na Cidade Santa e foram vistos por muitas pessoas. 54O oficial e os soldados que estavam com ele guardando Jesus, ao notarem o terremoto e tudo que havia acontecido, ficaram com muito medo e disseram: — “Ele era mesmo Filho de Deus!” Via ACI Digital
- Padre Fabio de Melo perde a mãe para o Covid-19
Dona Ana Maria estava intubada na UTI em estado grave e morreu neste dia 27 de março. Ela chegou a tomar a primeira dose da vacina contra o coronavírus dias antes de ser infectada. O religioso lamentou a perda com publicação em seu Instagram, em que mostra dona Ana Maria em vários momentos, em vídeo de um show antigo que ele fez. Ela estava intubada na UTI com Covid-19 desde o dia 15 de março, e não resistiu às complicações. “Minha mãe partiu hoje. Logo cedo, como quem tem pressa de viver a eternidade. A mim resta a dor térrea, o ferimento que rasga o corpo e a alma. Ela me deu a vida num Sábado de Ramos, como hoje. Nossa simbiose reuniu as regras do nascer e do morrer.”, começou ele. Na sequência, ele agradeceu pelo tempo com Ana Maria. “Obrigado, minha dona Ana! Só Deus e nós sabemos o quanto fomos um do outro. Uma pertença que me fez sofrer, sorrir, amar, aprender, conjugar todos os verbos que tornaram válida a aventura de nossa existência. Seguirei hospedando sua memória, levando tudo o que couber dentro de mim. Um dia, quando eu estava em Fátima, Portugal, eu liguei para a senhora e disse: ‘mãe, eu estou em Fátima!’. A senhora imediatamente me disse: ‘Então, quando você estiver diante de Nossa Senhora, diga que eu mandei um beijo pra ela. Fala que é a Ana Maria, ela sabe quem é’. Sim, minha mãe, meu pedaço de mim. Na eternidade, onde a pureza e a bondade prevalecem, todos sabem quem a senhora é.”, disse. O religioso ainda afirmou que tinha medo pelo dia da perda de sua mãe. “Leve de mim tudo o que quiser, tudo o que puder. O dia mais temido chegou. O dia de continuar neste mundo tão empobrecido, sem o precioso simbólico da filiação, sabendo que você não estará mais por aqui. Guarde meu coração com o seu. Até o dia que Deus voltar a me permitir deitar a cabeça no seu colo, enquanto você faz carinho nos meus cabelos, me chamando de Fabinho. Obrigado a todos vocês que rezaram, obrigado pelo amor com que vocês sempre nos trataram”, concluiu. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por pefabiodemelo (@pefabiodemelo)
- Padre Fabio de Melo perde a mãe para o Covid-19
Dona Ana Maria estava intubada na UTI em estado grave e morreu neste dia 27 de março. Ela chegou a tomar a primeira dose da vacina contra o coronavírus dias antes de ser infectada. O religioso lamentou a perda com publicação em seu Instagram, em que mostra dona Ana Maria em vários momentos, em vídeo de um show antigo que ele fez. Ela estava intubada na UTI com Covid-19 desde o dia 15 de março, e não resistiu às complicações. “Minha mãe partiu hoje. Logo cedo, como quem tem pressa de viver a eternidade. A mim resta a dor térrea, o ferimento que rasga o corpo e a alma. Ela me deu a vida num Sábado de Ramos, como hoje. Nossa simbiose reuniu as regras do nascer e do morrer.”, começou ele. Na sequência, ele agradeceu pelo tempo com Ana Maria. “Obrigado, minha dona Ana! Só Deus e nós sabemos o quanto fomos um do outro. Uma pertença que me fez sofrer, sorrir, amar, aprender, conjugar todos os verbos que tornaram válida a aventura de nossa existência. Seguirei hospedando sua memória, levando tudo o que couber dentro de mim. Um dia, quando eu estava em Fátima, Portugal, eu liguei para a senhora e disse: ‘mãe, eu estou em Fátima!’. A senhora imediatamente me disse: ‘Então, quando você estiver diante de Nossa Senhora, diga que eu mandei um beijo pra ela. Fala que é a Ana Maria, ela sabe quem é’. Sim, minha mãe, meu pedaço de mim. Na eternidade, onde a pureza e a bondade prevalecem, todos sabem quem a senhora é.”, disse. O religioso ainda afirmou que tinha medo pelo dia da perda de sua mãe. “Leve de mim tudo o que quiser, tudo o que puder. O dia mais temido chegou. O dia de continuar neste mundo tão empobrecido, sem o precioso simbólico da filiação, sabendo que você não estará mais por aqui. Guarde meu coração com o seu. Até o dia que Deus voltar a me permitir deitar a cabeça no seu colo, enquanto você faz carinho nos meus cabelos, me chamando de Fabinho. Obrigado a todos vocês que rezaram, obrigado pelo amor com que vocês sempre nos trataram”, concluiu. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por pefabiodemelo (@pefabiodemelo)
- ROTEIRO PARA A CELEBRAÇÃO EM FAMÍLIA DO DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO DO SENHOR
ROTEIRO PARA A CELEBRAÇÃO EM FAMÍLIA DO DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO DO SENHOR Abrindo a Semana Santa, a Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) disponibilizou o roteiro “Celebrar em Família” para o Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor. Na celebração da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém conclui-se a caminhada de cinco semanas da Quaresma, nas quais a Igreja se preparou pela oração, pela penitência e pela caridade. Também se inicia a celebração da Páscoa do Senhor. A Comissão sugere que, onde for possível, seja colocado em algum lugar externo da casa, como porta, janela ou varanda, de forma visível, uma cruz ornada com ramos e com um pano de cor vermelha. Durante a Semana Santa, a Comissão para a Liturgia da CNBB também vai oferecer o subsídio “Celebrar em Família”. Os bispos motivam os fiéis a cultivarem momentos de oração em família ou pessoalmente a partir de subsídios propostos pelas próprias dioceses e paróquias, e do roteio “Celebrar em Família”. “Levando também em consideração que em muitas regiões do Brasil, nas últimas semanas, a partir do registro do aumento da contaminação do vírus, as autoridades sentiram a necessidade de decretar o lockdown restringindo também a participação presencial dos fiéis nas celebrações, nossa Comissão oferecerá os subsídios “Celebrar em Família” para os principais momentos da Semana Santa, ou seja: o Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor; a Quinta-feira Santa; a Sexta-feira Santa; um Ofício para a manhã do Sábado Santo e a Solene Celebração para o Domingo da Páscoa”. Assim, a Comissão continua a oferecer a sugestão de Celebração da Palavra de Deus para ser celebrada nas casas, com os familiares. “São muitos os horários de transmissão de missas em nossos canais católicos que podemos acompanhar, mas vivendo a dignidade de povo sacerdotal que nosso batismo nos conferiu, podemos não só acompanhar, mas CELEBRAR com nossas famílias”. Please wait while flipbook is loading. For more related info, FAQs and issues please refer to DearFlip WordPress Flipbook Plugin Help documentation. #ROTEIROPARAACELEBRAÇÃOEMFAMÍLIADODOMINGODERAMOSEDAPAIXÃODOSENHOR
- Padre desafia governo e vence na justiça: proibição de missas é declarado ilegal na Escócia
A Suprema Corte Civil da Escócia decidiu na quarta-feira que a proibição do governo escocês para os atos religiosos com público, incluindo as missas católicas é ilegal. A decisão veio um dia depois que o governo escocês anunciou que o culto poderia ser retomada a partir de 26 de março mas com um limite de 50 pessoas. O Padre Tom White é reitor da Igreja de St. Alphonsus, em Glasgow. Sua paróquia inclui três das áreas mais carentes do Reino Unido. Ele disse: “Estou muito feliz por ouvir que o tribunal entendeu a necessidade essencial de proteger não apenas a saúde física e material de nossa sociedade, mas também suas necessidades espirituais e, portanto, derrubou a proibição desproporcional, desnecessária e ilegal do culto público.” “Essa decisão destaca a importância do papel da Igreja na sociedade. Agora, podemos confiar que nossas comunidades frágeis e danificadas nunca mais serão deixadas sem a igreja como fonte de esperança, conforto e nutrição espiritual vital em tempos de crise”, acrescentou. “Sou grato a toda a Escócia e aos que ofereceram seu apoio financeiro para minha defesa legal, bem como aos que rezaram fielmente comigo para que as portas da igreja fossem reabertas. Dou graças a Deus por essa notícia maravilhosa!”, referiu o sacerdote. O culto público foi suspenso pela primeira vez na Escócia em 19 de março de 2020. As missas com congregações foram novamente permitidas a partir de 15 de julho, mas sujeitas a um limite de 50 pessoas. O governo escocês vetou as missas com público novamente no 4 de janeiro deste ano. O Padre White foi aos tribunais pedir que a proibição fosse declarada ilegal, qualificando-a de “um abuso extraordinário do poder do Estado”. White disse que a inspiração para confrontar as autoridades veio do fato de ver sua paróquia de “luto” por não ter a celebração da Eucaristia como de costume. Ele lançou um site de crowdfunding para arrecadar fundos cobrir os custos de sua defesa legal, mas até agora arrecadou apenas cerca de 35% de sua meta. O Padre recebeu o aconselhamento do advogado Ryan Christopher, diretor do grupo de legistas cristãos ADF UK, que o defendeu. Após a sentença, o advogado Christopher afirmou: “Celebramos esta decisão junto com Pe. Tom White, porque o tribunal reconheceu o que o governo não reconheceu – que a liberdade de religião e crença é um direito humano de ter a maior proteção.” “Ao declarar a proibição como ‘ilegal’, o tribunal ajuda a garantir que as pessoas de fé não terão novamente seus direitos eliminados dessa forma. Parabenizamos o padre e os outros líderes religiosos envolvidos que tiveram a coragem de levar este necessário desafio adiante e garantir proteção para as igrejas em toda a Escócia para o futuro”, concluiu. Fonte: ACI Digital
- Padre desafia governo e vence na justiça: proibição de missas é declarado ilegal na Escócia
A Suprema Corte Civil da Escócia decidiu na quarta-feira que a proibição do governo escocês para os atos religiosos com público, incluindo as missas católicas é ilegal. A decisão veio um dia depois que o governo escocês anunciou que o culto poderia ser retomada a partir de 26 de março mas com um limite de 50 pessoas. O Padre Tom White é reitor da Igreja de St. Alphonsus, em Glasgow. Sua paróquia inclui três das áreas mais carentes do Reino Unido. Ele disse: “Estou muito feliz por ouvir que o tribunal entendeu a necessidade essencial de proteger não apenas a saúde física e material de nossa sociedade, mas também suas necessidades espirituais e, portanto, derrubou a proibição desproporcional, desnecessária e ilegal do culto público.” “Essa decisão destaca a importância do papel da Igreja na sociedade. Agora, podemos confiar que nossas comunidades frágeis e danificadas nunca mais serão deixadas sem a igreja como fonte de esperança, conforto e nutrição espiritual vital em tempos de crise”, acrescentou. “Sou grato a toda a Escócia e aos que ofereceram seu apoio financeiro para minha defesa legal, bem como aos que rezaram fielmente comigo para que as portas da igreja fossem reabertas. Dou graças a Deus por essa notícia maravilhosa!”, referiu o sacerdote. O culto público foi suspenso pela primeira vez na Escócia em 19 de março de 2020. As missas com congregações foram novamente permitidas a partir de 15 de julho, mas sujeitas a um limite de 50 pessoas. O governo escocês vetou as missas com público novamente no 4 de janeiro deste ano. O Padre White foi aos tribunais pedir que a proibição fosse declarada ilegal, qualificando-a de “um abuso extraordinário do poder do Estado”. White disse que a inspiração para confrontar as autoridades veio do fato de ver sua paróquia de “luto” por não ter a celebração da Eucaristia como de costume. Ele lançou um site de crowdfunding para arrecadar fundos cobrir os custos de sua defesa legal, mas até agora arrecadou apenas cerca de 35% de sua meta. O Padre recebeu o aconselhamento do advogado Ryan Christopher, diretor do grupo de legistas cristãos ADF UK, que o defendeu. Após a sentença, o advogado Christopher afirmou: “Celebramos esta decisão junto com Pe. Tom White, porque o tribunal reconheceu o que o governo não reconheceu – que a liberdade de religião e crença é um direito humano de ter a maior proteção.” “Ao declarar a proibição como ‘ilegal’, o tribunal ajuda a garantir que as pessoas de fé não terão novamente seus direitos eliminados dessa forma. Parabenizamos o padre e os outros líderes religiosos envolvidos que tiveram a coragem de levar este necessário desafio adiante e garantir proteção para as igrejas em toda a Escócia para o futuro”, concluiu. Fonte: ACI Digital
- A ERA DAS BIG EMPRESAS E A PEQUENA IGREJA À SUA SOMBRA – Tommaso Scandroglio
The Big Age. Olhando de perto o nosso mundo, poderíamos dizer que vivemos na era das Big. As primeiras “Big” que vêm à mente hoje são as Big Pharma, ou seja, as gigantes empresas farmacêuticas. Mas há as Big Tech, entre os quais Google, Apple, Facebook, Amazon, Microsoft, agrupadas sob a sigla Gafam. Outras “Big” são as empresas financeiras e as agências de classificação de risco. A seguir, podemos citar as Big Media, os gigantes globais da informação. Ou os lobbies ambientalistas, feministas, LGBT, etc. Qual é a carteira de identidade do Big? O traço característico é o poder, um poder concentrado em poucas mãos — uma oligarquia —, mãos que frequentemente se estreitam entre si (nós não podemos fazê-lo, mas eles sim). Mas o que significa “poder”, neste caso? Significa a capacidade de influenciar pensamentos e condutas a um nível global (ou nacional). Alguns exemplos estão facilmente à mão: a narrativa da Covid, elaborada pela mídia, é unilateral e a tecla mais acionada é a do medo. O medo condiciona as massas a agir de uma determinada maneira: máxima atenção aos equipamentos de proteção individual, adequação às diretrizes governamentais, disposição para mudar os próprios hábitos de vida por um longo tempo, etc. As Big Pharma impuseram a quase todos os governos do mundo a vacina como o único barco salva-vidas para sair da pandemia. Essa decisão obviamente teve enormes repercussões nas vidas de bilhões de pessoas, se pensarmos somente nos lockdowns intermináveis pelos quais os cidadãos tiveram que passar, enquanto aguardavam o advento do frasco mágico. As Big Tech, como é sabido, antes mesmo da Covid já tinham moldado não só os hábitos de vida — PC, internet, redes sociais e shop online, nesse aspecto, foram revolucionárias —, mas mesmo antes disto já tinham moldado a forma mentis pelo menos dos habitantes do mundo ocidental. Exemplos poderiam ser citados indefinidamente. Coloquemo-nos agora outra questão: como as Big desenham cenários sociais de dimensões planetárias, modelando-os de acordo com os seus desejos? Através da técnica. As Big são a realização mais acabada e eficiente da tecnocracia. Por técnica, neste caso, queremos dizer a posse de certas habilidades — falantes de inglês usariam o termo skills —, instrumentos que imprimem uma certa orientação ao curso dos eventos. Estamos falando de habilidades técnicas, ferramentas de trabalho altamente sofisticadas e eficientes. Somente uma habilidade técnica de grande espessura pode produzir vacinas anti-Covid em um ano, mesmo levando em consideração que essas vacinas, em comparação com as vacinas do passado, são menos confiáveis. Somente um desenvolvimento tecnológico muito avançado permite construir plataformas de alto desempenho como as do Google, Facebook, Amazon. Somente o estudo cuidadoso das técnicas de persuasão de massa pode convencer meio mundo, pela boca de um adolescente, de que a prioridade global é o derretimento das geleiras. Em suma, os meios à disposição das Big são igualmente “big”. Mas a técnica não seria nada sem as ideias. Significa que, para ser um dos poucos Big Brothers em circulação, não basta ter talento técnico — saber fazer muito bem as coisas —, mas é preciso também possuir uma visão dos acontecimentos, uma visão que deve orientar as habilidades técnicas. Ou seja, é essencial ter a capacidade de imaginar cenários mundiais inovadores, mas viáveis; novos universos, novas existências, novos estilos de vida. Portanto, são necessárias ideias, sonhos, perspectivas que, na verdade, se tornam depois infernos aqui mesmo na Terra. Atualmente, a união da técnica e da imaginação pode movimentar um capital enorme e, assim, permitir que um nerd , que trabalhou de manhã à noite na garagem de sua casa, faça um planeta inteiro funcionar de acordo com os objetivos que prefixou. Desnecessário dizer que os planos mundiais das Big não são planos de Deus. A Igreja também é potencialmente uma Big, porque é a única agência de fundação divina desejada para a salvação dos homens. As outras grandes Big também aparentemente oferecem a salvação: da morte (Big Pharma), da pobreza (empresas financeiras), da ignorância (Big Media), do anonimato (é o segredo das redes sociais), da falta de sentido (os lobbies ambientais conseguem fazer isso). Mas logo a pessoa se encontra com algemas nos pulsos: em vez da liberdade, torna-se escrava de alguma coisa. A Igreja, ao contrário, é por vocação uma Big que teria todas as credenciais para guiar o destino do mundo. Suas tecnologias são os sacramentos, sua mirada é a felicidade eterna. Está amplamente disseminada pelo mundo e dispõe de muitos homens ao seu serviço (muitas vezes despreparados). Mas de Big tornou-se muito “little”, porque a reboque das outras Big, uma espécie de híbrido com um pouco de ONG e outro tanto de network entre várias realidades — religiões, governos, organizações —, dando vida a iniciativas de curto prazo que levam água aos grandes moinhos das mencionadas Big. Um híbrido meramente funcional para os fins perseguidos por estas últimas. A Igreja está definhando à sombra dessas Big empresas. https://lanuovabq.it/it/lera-delle-big-e-la-piccola-chiesa-al-loro-traino
- O retrato de Dorian Gray: Um retrato de uma alma sem Deus
O retrato de Dorian Gray: Um retrato de uma alma sem Deus “O apaixonado começa iludindo-se a si próprio e acaba enganando os outros”. O livro O retrato de Dorian Gray, nos traz a história de um rapaz chamado Dorian, que no auge da sua juventude e beleza, chama a atenção do pintor Basil Hallward, que encantado com os atributos estéticos do rapaz, o convida para ser o seu modelo, para que ao pinta-lo, a sua beleza juvenil fosse eternizada e jamais se perdesse. Entre as idas e vindas para a pintura do quadro, Dorian se torna amigo de Lord Henry, um conhecido hedonista que o influencia a explorar sua beleza, e a se entregar aos prazeres que a vida aristocrática da época permitia. E é exatamente isso que ele passa a fazer. A narrativa dessa ficção nada mais é que um retrato da vida real. Oscar Wilde, o autor da obra, talvez sem nem perceber, endossa a tese do famoso antropólogo e escritor Rene Girard. A teoria mimética de Girard, nos diz que nosso desejo é fruto da mediação. Desejamos porque vemos o outro desejar o nosso objeto de desejo. Na maioria das vezes, nem nos damos conta dessa mediação, mas agimos segundo seus pressupostos. No caso de Dorian, ele passa a desejar a vida que Lord Henry levava, e ao se entregar a aqueles prazeres imediatos, ele se torna escravo deles. Dorian se entrega a devassidão e passa a viver uma vida de vaidades, mentiras e imoralidades, chegando a tal ponto de chocar até mesmo os devasso de sua época. Após ter seu retrato finalizado por Basil, Dorian passa a contemplá-lo e se impressiona com a própria beleza. Sua imensa vaidade cercada por um culto idolatra de si mesmo, o faz ter um estranho desejo, o de que o quadro envelheça em seu lugar e que ele permaneça belo e jovem para sempre. Ao continuar vivendo uma vida devassa e entregue aos prazeres da carne, Dorian percebe que seu quadro começar a apodrecer, e ele continua belo com o passar do tempo. O seu desejo havia se realizado. Toda a imoralidade cometida, ao invés de sujar e corroer a sua alma, passaram a agir sobre a pintura, que a cada dia apodrecia. Vemos nessa história alguns pontos interessantes. Quando colocamos outras coisas no lugar de Deus e cometemos o pavoroso pecado da idolatria, nos tornamos escravos de nós mesmos. No caso de Dorian, a busca desenfreada dos prazeres e o culto a si mesmo se tornou uma prisão, o que levou a cometer todo tipo de ato imoral, que fez sua vida virar um verdadeiro inferno. A nossa forma de viver no mundo – como ocorre na maioria das vezes – acaba sendo fruto da imitação. Ao desejar o que outros desejam, agimos como eles agem. Isso pode ser bom ou ruim. No caso de Dorian, foi terrível, pois a visão de mundo hedonista apenas potencializou e buscou dar justificativa intelectual aos pecados latentes que ele sempre quis praticar. Muitas vezes nossas amizades podem ser nossa força ou nossa destruição. A verdadeira amizade é aquela que nos conduz a Cristo, pois quando imitamos a Jesus, e as pessoas nos imitam, nós as levamos a imitar o único modelo e mediador perfeito, que é Jesus Cristo. No livro, a vida de Dorian é um verdadeiro inferno, envolvido em dissimulações e assassinatos, Dorian se afunda a cada dia no ciclo vicioso do pecado. Apesar de sua estética não sofrer mudanças, o seu quadro está cada vez mais podre e cheio de vermes, se deteriorando rapidamente conforme o próprio Dorian se afunda no pecado. O livro reflete bem a imagem de que quanto mais entregue aos nossos próprios desejos pecaminosos, mais corrompidos nos tornamos. É como Santo Agostinho expõe em suas Confissões: “Desde a adolescência, ardi em desejos de me satisfazer em coisas baixas, ousando entregar-me como animal a vários e tenebrosos amores! Desgastou-se a beleza da minha alma e apodreci aos teus olhos. ” O pecado nos apodrece, e até mesmo não cristãos como Oscar Wilde sabem disso. Mas um quadro que assuma a corrupção pelos nossos pecados só existe na ficção. No mundo real há algo mais verdadeiro e eficiente. Temos algo muito mais valioso do que um quadro, a pessoa de Cristo. Pela sua morte, Cristo levou na cruz uma culpa que nos pertencia. Ele assumiu nossa corrupção. Bendito seja Aquele que pela sua morte nos trouxe a vida. Ramon Serrano
- UM ESTRANHO SILÊNCIO – Padre Santiago Martín
Já estamos à porta da Semana Santa, a grande semana da nossa fé. Infelizmente, em vez de falar do que vamos celebrar, ou das condições em que o vamos celebrar por causa da pandemia, tenho de voltar à proibição do Vaticano, com a aprovação explícita do Papa, de abençoar as uniões homossexuais. As reações contra ela não cessaram. Primeiro vieram os trezentos padres austríacos, depois os mil padres alemães, depois os dois mil e duzentos teólogos daquele país — um país curioso onde há dez vezes mais teólogos do que seminaristas —, acompanhados por declarações explosivas dos bispos mais significativos a favor da causa LGBTI, como o Bispo de Antuérpia, na Bélgica, ou o Bispo de Essen, na Alemanha. Depois vieram outros, menos identificados com posições radicais, como o Cardeal de Viena, que também criticaram o documento. A posição mais explícita veio dos dois líderes do movimento feminista alemão, que afirma ser católico, “Women 2.0”; anunciaram que estão abandonando a Igreja, cansados de lutar contra o machismo que, dizem, existe nela. Tudo isto não me surpreende muito, mesmo que me doa. Era previsível. Tal como é previsível que as águas se acalmarão e que o ensino estabelecido no documento da Doutrina da Fé não será aplicado em muitos casos, porque aquele que deve velar pela sua aplicação, o bispo, não vai sancionar aqueles que desobedecem à lei e continuam a abençoar os casais homossexuais. Tudo isto, para mim, levanta duas questões. Primeiro, por que é que este documento foi publicado, quando não existia a obrigação de o fazer? É a resposta a uma pergunta feita em privado à Doutrina da Fé, mas há outras questões — a famosa “dubia” dos quatro cardeais — que são públicas e ainda estão à espera de uma resposta. Penso que a razão se encontra na Alemanha, e mais especificamente no Sínodo Alemão. O Vaticano — com o Papa à cabeça, não devemos esquecer — quis tomar uma posição antes do Sínodo aprovar este tipo de bênção, o que inevitavelmente levaria não só à aceitação da homossexualidade, mas de toda a gama multicolorida de comportamentos incluídos no fenómeno LGBTI e, como consequência, da ideologia do género. A acção da Doutrina da Fé tem sido uma ação preventiva, uma mensagem enviada aos alemães para que não aprovem o que já sabem que é proibido, embora alguns e outros saibam que continuarão a fazer o que já fazem, sem que ninguém os impeça. Muitos bispos farão vista grossa àqueles que violam a lei, mas a lei não será alterada; mas isto, de acordo com os defensores da ideologia do gênero, significa que, mais cedo ou mais tarde, a lei será alterada. Isso ainda está para ser visto, claro, mas é isso que eles dizem e com o que sonham. A outra questão é onde estão aqueles que, presumivelmente, teriam sido contra a bênção das uniões homossexuais. Foram muito poucas as vozes que se levantaram em seu apoio. O bispo de Portland, nos Estados Unidos, e muito poucos outros o fizeram. Talvez tenham sido reservados no seu apoio ao Santo Padre. Mas se as críticas têm sido numerosas e públicas, também deveria ter sido o apoio. Ou eles não existem ou há medo. Medo de ser perseguido pelo poderoso lobby que patrocina a ideologia do gênero. Parece-me um erro e uma injustiça deixar o Papa sozinho nesta batalha. A sua posição sobre a ideologia do gênero sempre foi muito clara e todos deveriam saber isto, se tivessem lido Amoris Laetitia na sua totalidade. Se aqueles que o aplaudiram estão agora virando-lhe as costas, aqueles que o criticaram devem dar-lhe o seu apoio. Devemos rezar pelo Papa e não o deixar sozinho quando ele está defendendo a doutrina católica. É o nosso dever; e é um ato de honestidade e justiça. Mas, não devemos esquecer, vamos celebrar a Morte e a Ressurreição de Cristo. O Senhor é o destruidor do pecado e da morte. Ele é a nossa esperança.
- Estreia um novo serviço de Streaming Católico no Brasil
Nesta quinta-feira, 25 de março, aconteceu o pré-lançamento de uma nova plataforma de streaming por assinatura com conteúdo católico no Brasil. Com o nome de Magnificat, tirado da oração de Nossa Senhora proferia quando ela visitou Santa Isabel, o serviço tem como proposta “evangelizar através da arte” e surgiu após momentos de oração de um de seus fundadores. Oferecendo conteúdo on demand numa plataforma de streaming cheio de conhecimento, formação, entretenimento e espiritualidade com qualidade e beleza, a Magnificat chega ao mercado brasileiro. Isso quer dizer, que o assinante poderá assistir filmes, séries, lives, shows, cursos, músicas, podcasts e livros quando, como e onde quiser, seja pelo celular, computador ou televisão. Ela nasce com o propósito de entregar a melhor experiência com mais de 120 horas de conteúdo disponíveis em mais de 50 títulos com materiais dublados e legendados, atendendo assim todos os públicos. Os assinantes poderão acompanhar em planos acessíveis mensal, pré-pago e avulso. O termo “Magnificat” tem referência à Imaculada. Maria, a Mãe Santíssima leva até Jesus. Os conteúdos devem, portanto, por meio dessa plataforma cristã católica levar as pessoas a um encontro com sua fé, formando-as para o bem e constituindo um mundo melhor. Aliás, o slogan “Magnificat: uma sublime experiência”, vem ao encontro da necessidade de trazer não somente mais um canal onde as pessoas encontrem materiais para entretenimento, mas que o conteúdo seja substancial para quem assiste, aproximando-as do caminho do bem. Como surgiu Apaixonados pelo mundo cinematográfico e por histórias que transformam vidas, Magnificat nasceu da parceria entre a Caikron Tecnologia e a Kolbe Arte Produções, católicos com mais de 20 anos de experiência em tecnologia e comunicação. Tem como missão gerar e produzir conteúdo acessível de entretenimento e espiritualidade cristã com qualidade como filmes, séries, documentários a todos particularmente ao público católico. Premiére O pré-lançamento será dia 25 de março, na festa da Anunciação com uma programação bem especial durante todo o dia. Quem contratar a plataforma Magnificat nesse dia terá 7 (sete) dias de experiência e depois disso um descontão, pagando até julho somente R$ 9,90, lembrando que para o dia da pré-estreia haverá títulos escolhidos como verdadeiros presentes de Mãe. Quem desejar conhecer mais basta se cadastrar no site da plataforma, e cadastrar nome e email, além de seguir nas redes oficiais no facebook, instagram e twitter @magnificat.video. Em julho, o momento do grande lançamento será no MUTICOM (Mutirão de Comunicação) com a plataforma repleta de títulos e vários materiais de alta qualidade. Leia também Clique aqui para assistir gratuitamente o emocionante filme: “40 Dias o Milagre da Vida” #Filmes #FilmesCatólicos
- Estreia um novo serviço de Streaming Católico no Brasil
Nesta quinta-feira, 25 de março, aconteceu o pré-lançamento de uma nova plataforma de streaming por assinatura com conteúdo católico no Brasil. Com o nome de Magnificat, tirado da oração de Nossa Senhora proferia quando ela visitou Santa Isabel, o serviço tem como proposta “evangelizar através da arte” e surgiu após momentos de oração de um de seus fundadores. Oferecendo conteúdo on demand numa plataforma de streaming cheio de conhecimento, formação, entretenimento e espiritualidade com qualidade e beleza, a Magnificat chega ao mercado brasileiro. Isso quer dizer, que o assinante poderá assistir filmes, séries, lives, shows, cursos, músicas, podcasts e livros quando, como e onde quiser, seja pelo celular, computador ou televisão. Ela nasce com o propósito de entregar a melhor experiência com mais de 120 horas de conteúdo disponíveis em mais de 50 títulos com materiais dublados e legendados, atendendo assim todos os públicos. Os assinantes poderão acompanhar em planos acessíveis mensal, pré-pago e avulso. O termo “Magnificat” tem referência à Imaculada. Maria, a Mãe Santíssima leva até Jesus. Os conteúdos devem, portanto, por meio dessa plataforma cristã católica levar as pessoas a um encontro com sua fé, formando-as para o bem e constituindo um mundo melhor. Aliás, o slogan “Magnificat: uma sublime experiência”, vem ao encontro da necessidade de trazer não somente mais um canal onde as pessoas encontrem materiais para entretenimento, mas que o conteúdo seja substancial para quem assiste, aproximando-as do caminho do bem. Como surgiu Apaixonados pelo mundo cinematográfico e por histórias que transformam vidas, Magnificat nasceu da parceria entre a Caikron Tecnologia e a Kolbe Arte Produções, católicos com mais de 20 anos de experiência em tecnologia e comunicação. Tem como missão gerar e produzir conteúdo acessível de entretenimento e espiritualidade cristã com qualidade como filmes, séries, documentários a todos particularmente ao público católico. Premiére O pré-lançamento será dia 25 de março, na festa da Anunciação com uma programação bem especial durante todo o dia. Quem contratar a plataforma Magnificat nesse dia terá 7 (sete) dias de experiência e depois disso um descontão, pagando até julho somente R$ 9,90, lembrando que para o dia da pré-estreia haverá títulos escolhidos como verdadeiros presentes de Mãe. Quem desejar conhecer mais basta se cadastrar no site da plataforma, e cadastrar nome e email, além de seguir nas redes oficiais no facebook, instagram e twitter @magnificat.video. Em julho, o momento do grande lançamento será no MUTICOM (Mutirão de Comunicação) com a plataforma repleta de títulos e vários materiais de alta qualidade. Leia também Clique aqui para assistir gratuitamente o emocionante filme: “40 Dias o Milagre da Vida” #Filmes #FilmesCatólicos
- Sacerdote recorre ao governador para aliviar restrições na Semana Santa
Às vésperas da Semana Santa, um corajoso sacerdote de Cuiabá (MT) tomou a iniciativa de procurar o governador para lhe explicar as celebrações destes dias na Igreja Católica e, assim, pedir que flexibilize o horário de recolhimento estabelecido pelo estado. Padre Evandro Balena, que colabora na Paróquia Nossa Senhora da Guia, contou que decidiu conversar com o governador mauro Mendes após ouvir a preocupação de fiéis quanto à realização das celebrações desta semana que é o centro da vida da Igreja. No Mato Grosso, decreto estadual determinou um limite de funcionamento de alguns setores, entre os quais as igrejas, de segunda a sexta-feira, das 5h às 19h, e sábado e domingo, das 5h às 12h. Além disso, há o toque de recolher estabelecido para 21h. “Diante das diversas manifestações e desejos que tanto vemos pela internet, que ouvimos neste final de semana do povo de Deus, sobre como vai ser a Semana Santa, e diante da possibilidade de engessar mais ainda o decreto, a gente se pergunta como é que podemos deixar Deus de escanteio nessa hora, então precisamos esclarecer”, declarou o sacerdote ao site ‘Araguaia Notícias’. Leia também Bispo orienta a “desobedecer à lei” para assistir à missa Pe. Balena indicou que “tanto o governador como os assessores são bons cristãos, mas não necessariamente conhecem o rito da Igreja e os porquês de cada coisa”. Por isso, afirmou, “tomei iniciativa de vir pessoalmente explicar para o governador o rito da Igreja, da Semana Santa”. O sacerdote explicou que algumas celebrações devem ocorrer no período da noite. “Principalmente na Quinta-feira Santa, por exemplo, a Missa ‘In Coena Domini’, que é a Missa da Ceia do Senhor, não pode ser celebrada de dia, só pode ser celebrada depois do pôr do sol”, indicou. Recordou também que “a grande celebração da Ressurreição é no sábado à noite [Vigília Pascal], é a vigília das vigílias que costumamos falar. Então ela também não pode ser celebrada de dia, precisa ser celebrada só depois do pôr do sol”. Para o sacerdote, tais celebrações são “algo que nós não podemos abrir mão” e, por isso, é preciso negociar. Pe. Balena, então, sugeriu que o horário “fosse mais flexível” e que o fechamento das igrejas e o recolhimento das pessoas fosse a partir das 22h. Além disso, o padre assinalou que as igrejas estão seguindo todas as orientações de segurança contra o coronavírus “com bastante rigor”. “A gente diminuiu praticamente 50% dos bancos, com distanciamento entre as pessoas, uso de álcool gel, sanitização e medição de temperatura na porta da igreja, estamos cumprindo o papel com bastante zelo, mas não só o papel de cuidar ali, mas de informar também, que é muito importante”, completou. #Coronavírus #Liturgia #Páscoa #Semanasanta
- Sacerdote recorre ao governador para aliviar restrições na Semana Santa
Às vésperas da Semana Santa, um corajoso sacerdote de Cuiabá (MT) tomou a iniciativa de procurar o governador para lhe explicar as celebrações destes dias na Igreja Católica e, assim, pedir que flexibilize o horário de recolhimento estabelecido pelo estado. Padre Evandro Balena, que colabora na Paróquia Nossa Senhora da Guia, contou que decidiu conversar com o governador mauro Mendes após ouvir a preocupação de fiéis quanto à realização das celebrações desta semana que é o centro da vida da Igreja. No Mato Grosso, decreto estadual determinou um limite de funcionamento de alguns setores, entre os quais as igrejas, de segunda a sexta-feira, das 5h às 19h, e sábado e domingo, das 5h às 12h. Além disso, há o toque de recolher estabelecido para 21h. “Diante das diversas manifestações e desejos que tanto vemos pela internet, que ouvimos neste final de semana do povo de Deus, sobre como vai ser a Semana Santa, e diante da possibilidade de engessar mais ainda o decreto, a gente se pergunta como é que podemos deixar Deus de escanteio nessa hora, então precisamos esclarecer”, declarou o sacerdote ao site ‘Araguaia Notícias’. Leia também Bispo orienta a “desobedecer à lei” para assistir à missa Pe. Balena indicou que “tanto o governador como os assessores são bons cristãos, mas não necessariamente conhecem o rito da Igreja e os porquês de cada coisa”. Por isso, afirmou, “tomei iniciativa de vir pessoalmente explicar para o governador o rito da Igreja, da Semana Santa”. O sacerdote explicou que algumas celebrações devem ocorrer no período da noite. “Principalmente na Quinta-feira Santa, por exemplo, a Missa ‘In Coena Domini’, que é a Missa da Ceia do Senhor, não pode ser celebrada de dia, só pode ser celebrada depois do pôr do sol”, indicou. Recordou também que “a grande celebração da Ressurreição é no sábado à noite [Vigília Pascal], é a vigília das vigílias que costumamos falar. Então ela também não pode ser celebrada de dia, precisa ser celebrada só depois do pôr do sol”. Para o sacerdote, tais celebrações são “algo que nós não podemos abrir mão” e, por isso, é preciso negociar. Pe. Balena, então, sugeriu que o horário “fosse mais flexível” e que o fechamento das igrejas e o recolhimento das pessoas fosse a partir das 22h. Além disso, o padre assinalou que as igrejas estão seguindo todas as orientações de segurança contra o coronavírus “com bastante rigor”. “A gente diminuiu praticamente 50% dos bancos, com distanciamento entre as pessoas, uso de álcool gel, sanitização e medição de temperatura na porta da igreja, estamos cumprindo o papel com bastante zelo, mas não só o papel de cuidar ali, mas de informar também, que é muito importante”, completou. #Coronavírus #Liturgia #Páscoa #Semanasanta
- LECIONÁRIO DOMINICAL – ANO B – SOLENIDADES
Please wait while flipbook is loading. For more related info, FAQs and issues please refer to DearFlip WordPress Flipbook Plugin Help documentation. #LECIONÁRIODOMINICALSOLENIDADES #LECIONÁRIO #SOLENIDADES #LECIONÁRIODOMINICAL #LECIONÁRIODOMINICALANOBSOLENIDADES #LECIONÁRIOANOB
- LECIONÁRIO DOMINICAL – ANO B – TEMPO COMUM
Please wait while flipbook is loading. For more related info, FAQs and issues please refer to DearFlip WordPress Flipbook Plugin Help documentation. #TEMPOCOMUM #LECIONÁRIODOMINICALANOBTEMPOCOMUM #LECIONÁRIO #LECIONÁRIODOMINICALANOB #LECIONÁRIODOMINICAL
- LECIONÁRIO DOMINICAL – ANO B – PÁSCOA
Please wait while flipbook is loading. For more related info, FAQs and issues please refer to DearFlip WordPress Flipbook Plugin Help documentation. #ANOB #LECIONÁRIO #LECIONÁRIODOMINICALANOBPÁSCOA #LECIONÁRIOANOBTEMPOPASCAL #LECIONÁRIOS
- Entrevista com o Superior Geral – “Considerações sobre o pontificado do Papa Francisco”
Considerações sobre o pontificado do Papa Francisco «Não capitular perante o mundo, mas recapitular todas as coisas em Cristo» DICI : Reverendo Superior Geral, hoje faz oito anos que o Papa Francisco subiu ao trono de São Pedro e, em ocasião desse aniversário, o Sr. quis nos dar essa entrevista: muito obrigado! Para alguns observadores do pontificado de Francisco, em particular àqueles que estão ligados à Tradição, parece que não há mais combate entre ideias: para eles, hoje é a práxis que domina – ou seja, a ação concreta, inspirada por um pragmatismo em larga escala. Que pensa o senhor? Padre Pagliarani : Não creio que ele cometa, desse modo, o erro de opor ação e ideias. O Papa Francisco é, certamente, pragmático; mas sendo um homem de governo, sabe perfeitamente aonde vai. Uma ação de grande amplitude sempre é inspirada por princípios teóricos, por um conjunto de ideias que, muitas vezes, é dominado por uma ideia central a qual toda práxis pode e deve estar relacionada. É necessário reconhecer: os esforços para compreender os princípios do pragmatismo de Francisco não se fazem sem tentativa e erro. Por exemplo, alguns acreditaram encontrar seus princípios de ação na teología del pueblo, variante argentina – e muito mais moderna – da teologia da libertação… Parece-me, na verdade, que Francisco se situa além desse sistema, e mesmo de qualquer sistema conhecido. Creio que o pensamento que o anima não pode ser analisado e interpretado de modo satisfatório se nos limitamos aos critérios teológicos tradicionais. Francisco não somente está além de todo sistema conhecido: está acima. O que quer dizer com isso? Com João Paulo II, por exemplo, apesar de tudo o que se possa deplorar, certos pontos da doutrina católica ficaram intocados. Com Bento XVI, ainda estávamos lidando com um espírito ligado às raízes da Igreja. Seu considerável esforço para conseguir a quadratura do círculo, conciliando a Tradição com o ensinamento conciliar e pós-conciliar, embora fadado ao fracasso, contudo revelava uma preocupação de fidelidade à Tradição. Com Francisco, tal preocupação não existe mais. O pontificado em que vivemos é um ponto de inflexão histórico para a Igreja: humanamente falando, as fortalezas que ainda subsistiam foram destruídas; e, paralelamente, revolucionando-se, a Igreja redefiniu sua missão perante as almas e o mundo. Ainda é muito cedo para perceber em toda amplitude o impacto dessa devastação, mas podemos já fazer o esforço de a entender. Pecado e misericórdia O senhor disse que as fortalezas que subsistiam até agora foram demolidas. De que fortalezas fala? Penso nos primeiros fundamentos da ordem moral, sobre os quais está estabelecida não somente a sociedade cristã, mas toda sociedade natural. Isso iria acontecer uma hora ou outra – era questão de tempo. Até hoje, apesar de certas aproximações, a Igreja se manteve suficientemente firme em suas exigências morais, por exemplo, acerca do casamento cristão, e ainda condenava claramente todas as perversões sexuais… Mas tais exigências repousavam, infelizmente, sobre uma teologia dogmática desviada de seu fim, e por isso instável: era inevitável que um dia elas vacilassem. Não podemos preservar por muito tempo os princípios de ação se a ideia que temos do seu Autor divino estiver enfraquecida ou distorcida. Esses princípios morais podem sobreviver por algum tempo, algumas décadas, mas, privados de sua coluna vertebral, estão condenados a se tornarem “superados”, praticamente negados. Foi o que assistimos no pontificado de Francisco, em particular na exortação apostólica Amoris laetitia (19 de março de 2016). Esse texto não contém somente grandes erros; ele manifesta uma ideia historicista completamente nova. De que abordagem se trata? O que teria determinado sua escolha? O Papa Francisco tem uma visão geral muito específica da sociedade contemporânea, da Igreja de hoje, e em última análise de toda a história. Parece-me padecer de certo hiper-realismo pretensamente “pastoral”. Segundo ele, a Igreja deve se render à evidência: é impossível continuar pregando a doutrina moral como se fez até hoje. Deve-se então capitular perante as exigências do homem de hoje e, consequentemente, repensar sua maternidade. Certamente a Igreja sempre deve ser mãe: mas, em vez de transmitir sua vida e educar seus filhos, ela será mãe na medida em que souber escutar, compreender e acompanhar… Tais preocupações, que não são más em si mesmas, são compreendidas aqui num sentido específico: a Igreja não pode e não deve mais se impor. Ela é passiva e se adapta. É o caminho eclesial, tal como ele pode ser vivido hoje, que condiciona e determina a própria missão da Igreja, e até mesmo sua razão de ser. Por exemplo, como ela não pode mais exigir as mesmas condições que antes se requeriam para a comunhão – porque ao homem moderno lhe parecem intoleráveis – em tal circunstância, a única ação realista e verdadeiramente cristã consistiria em se adaptar a essa situação e redefinir essas exigências. Desse modo, pela força das coisas, a moral muda: as leis eternas ficam submetidas a uma evolução que faz necessárias as circunstâncias históricas, e os imperativos de uma caridade falsa e mal compreendida. Para o senhor, o Papa se sente incomodado perante essa evolução? Sente necessidade de justificá-la? Sem dúvidas, o Papa deve estar consciente, desde o começo, das reações que tal processo provocará na Igreja. Provavelmente também está consciente de que abriu portas que durante dois mil anos estavam trancadas. Mas, para ele, as exigências históricas prevalecem acima de toda outra consideração. É nessa perspectiva que a ideia de “misericórdia”, onipresente em seus discursos, adquire todo seu valor e impacto: não se trata mais da resposta de um Deus de amor, acolhendo de braços abertos o pecador arrependido para regenerá-lo e dar-lhe a vida da graça; trata-se, de agora em diante, de uma misericórdia fatal, que se faz necessária para corresponder com pressa às necessidades da humanidade. De agora em diante, considerados incapazes de respeitar até mesmo a lei natural, os homens têm direito estrito a receber tal misericórdia, certa anistia condescendente de um Deus que, Ele também, adapta-se à história sem dominá-la. Por isso, renuncia-se não só à lei e à ordem sobrenatural, mas também aos princípios morais que são indispensáveis para uma vida honesta e justa. Isso é pavoroso, porque traduz uma renúncia definitiva à cristianização da moral: ao contrário, os cristãos adotam, agora, a moral do mundo, ou ao menos devem adaptar – caso a caso – a lei moral às morais presentes, àquelas dos divorciados “recasados” ou dos casais de mesmo sexo. Essa misericórdia tornou-se, assim, uma espécie de panaceia, fundamento de uma nova evangelização proposta a um século que não pode mais ser convertido, e aos cristãos a que não mais podemos impor o jugo de todos os mandamentos. Desse modo, as almas em perigo, ao invés de serem encorajadas e fortificadas na fé, são asseguradas e confirmadas nas situações de pecado. Fazendo isso, o guardião da fé abole inclusive a ordem natural: nada mais resta. O que está implícito a esses erros é a ausência total de transcendência, de verticalidade. Não há mais referência, nem implícita, ao sobrenatural, ao além, à graça, e especialmente à Redenção de Nosso Senhor, que forneceu definitivamente a todos os homens os meios necessários para sua salvação. A eficácia perene desses meios não é mais pregada, nem conhecida. Não se crê mais! Consequentemente, tudo se reduz a uma visão puramente horizontal, historicista, em que as eventualidades prevalecem sobre os princípios, em que conta somente o bem-estar terrestre. Esse ponto de inflexão do qual falou ainda está na linha do Concílio, ou afasta-se dele rumo a um Concílio Vaticano III que ainda não aconteceu? Há, ao mesmo tempo, uma continuidade com as premissas postas no Concílio, e uma superação delas. Isso por uma razão muito simples: com o Concílio, a Igreja quis se adaptar ao mundo, “ficar em dia”, graças ao aggiornamento promovido por João XXIII e Paulo VI. O Papa Francisco busca essa adaptação ao mundo, mas num sentido extremamente novo: no presente, a Igreja se adapta ao próprio pecado do mundo, ao menos quando esse pecado é “politicamente correto”; ele é então apresentado como uma expressão autêntica do amor, em todas as formas admitidas pela sociedade contemporânea e permitidas por um Deus misericordioso. Sempre caso a caso, mas tais casos excepcionais tendem a virar norma, como vemos hoje na Alemanha. Utopia do Papa Francisco Junto a essa negação progressiva da moral tradicional, o Papa Francisco propõe valores a serem cultivados? Dito de outro modo: sobre qual fundamento ele quer construí-la? É uma questão muito pertinente, a que o próprio Papa respondeu em sua última encíclica Fratelli Tutti (3 de outubro de 2020), propondo-nos “aceitar o desafio de sonhar e pensar numa humanidade diferente. (…) Este é o verdadeiro caminho da paz”, escreve ele. Isso é o que se costuma chamar de utopia, e é o que se sucede àqueles que se afastam de suas raízes: o Papa, rompendo com a Tradição divina, pretende uma perfeição ideal e abstrata, desconectada da realidade. Por certo, ele já se defende disso, concedendo que “as minhas palavras parecerão um devaneio”, especificando o fundamento sobre o qual quer se apoiar: “o grande princípio dos direitos que brotam do simples fato de possuir a inalienável dignidade humana”. Mais corretamente, a Revelação e a Tradição nos ensinam que a natureza humana não basta por ela mesma. Como afirma Chesterton: “retirado o sobrenatural, nada mais resta exceto aquilo que não é natural”. Sem Deus, a mera natureza tende a se tornar, na prática, “contranatural”; porque ao chamar e elevar o homem à ordem sobrenatural, Deus ordenou a natureza para a graça, de tal modo que a natureza não pode se afastar da ordem sobrenatural sem introduzir uma desordem profunda em si mesma. O sonho de Francisco é profundamente naturalista. Outro sinal desse caráter utópico é que seu sonho tem alcance universalista: quer se impor a todos, de modo autoritário e absoluto. Tendo sido concebidos de modo artificial, os sonhos não podem ser impostos senão de modo artificial… Mas em que consiste a utopia do Papa Francisco? Em perfeita osmose com as aspirações do homem moderno, imbuído dos próprios direitos que reivindica e arrancado de suas raízes, ela se resume em duas ideias: a ecologia integral e a fraternidade universal. Não é por acaso que o Papa dedicou a esse assunto duas encíclicas chaves, das quais afirma serem as duas partes essenciais de seu pontificado. A ecologia integral de Laudato sì (24 de maio de 2015) não é nada mais que uma nova moral proposta à humanidade inteira, abstraindo da Revelação e, portanto, do Evangelho. Os princípios dela são puramente arbitrários e naturalistas. Eles se harmonizam sem problema algum com as aspirações ateias de uma humanidade apaixonada pelo mundo onde vive, e atolada nas preocupações puramente materiais. E a fraternidade universal da Fratelli tutti, defendida pelo Papa de modo tão solene na declaração de Abu Dhabi, co-assinada pelo grande imã de Al-Azhar (4 de fevereiro de 2019), não é outra coisa senão uma caricatura naturalista da fraternidade do cristianismo, fundada sobre a paternidade divina comum de todos os homens resgatados por Cristo. Essa fraternidade é materialmente idêntica àquela da maçonaria que, durante os dois últimos séculos, semeou o ódio – em particular contra a Igreja – numa vontade cruel de se substituir à única fraternidade possível entre os homens. Isso não somente é a negação da ordem sobrenatural, reduzindo a Igreja às dimensões de uma ONG filantrópica, mas é também o desconhecimento das feridas do pecado original, e o esquecimento da necessidade da graça para restaurar a natureza ferida e promover a paz entre os homens. De que modo, nesse contexto, pode-se distinguir novamente o papel da Igreja e o da sociedade civil? Atualmente, a Igreja Católica mostra uma imagem de um poder sacerdotal a serviço do mundo contemporâneo e de suas necessidades sócio-políticas… Mas esse sacerdócio não tem como fim cristianizar as instituições nem reformar a moral que voltou a ser pagã; trata-se de um sacerdócio puramente humano, sem nenhuma dimensão sacerdotal. Paradoxalmente, a sociedade civil e a Igreja encontram-se, como nos tempos da Cristandade, associados para lutar lado a lado por objetivos em comum… mas agora, é uma sociedade laicizada que sugere e impõe à Igreja seus caminhos e seu ideal. Isso é pavoroso: o humanismo laico tornou-se a luz da Igreja, o sal que dá o sabor. A debandada doutrinal e moral desses últimos anos mostra bem esse complexo de inferioridade que os homens da Igreja têm para com o mundo moderno. E, entretanto – eis o mistério da fé e da nossa esperança – a Igreja é santa, ela é divina, eterna: apesar das tristezas da hora presente, sua vida interior – aquilo que ela tem de mais elevado – é certamente de uma beleza que alegra a Deus e seus anjos. Hoje, como sempre, a Igreja dispõe plenamente de todos os meios necessários para guiar e santificar. Necessidade de Cristo-Rei Para o senhor, por quais meios a Igreja pode se desvencilhar desses erros e se regenerar? Antes de tudo, é necessário renunciar às utopias e voltar ao real, voltar às raízes da Igreja. Pode-se identificar três pontos chaves que a Igreja deve retomar a posse, e recomeçar a pregar sem concessões nem complexos: a existência do pecado original e de seus efeitos (a tripla concupiscência de que fala São João em sua primeira epístola) – e isso contra toda forma de ingenuidade naturalista; a necessidade da graça, fruto da Redenção, único remédio – mas remédio todo-poderoso – para triunfar de seus efeitos devastadores; a transcendência de um fim último que não é na terra, mas no Céu. Relembrar essas coisas significará recomeçar a “confirmar os irmãos”. Será pregar novamente a verdadeira fé: ela é a condição necessária de toda vida sobrenatural; é igualmente a guardiã indispensável da lei natural – também divina em sua origem, eterna e imutável, alicerce necessário para conduzir o homem a sua perfeição. Esses três conceitos se resumem num único ideal: o de Cristo-Rei. É Ele o objeto de nossa fé. É Ele o autor de nossa graça. É Ele o autor dessa lei natural que foi inscrita no coração do homem ao ser criado. O legislador divino não muda – não renuncia à sua autoridade. Assim como não se pode alterar essa lei sem alterar a própria fé, não se poderá restaurá-la sem dar ao divino legislador a honra que lhe é devida. Digamos claramente: não capitular perante o mundo, mas “recapitular todas as coisas em Cristo”. É em Cristo-Rei e por Cristo-Rei que a Igreja tem todos os meios para vencer o mundo, cujo príncipe é o pai da mentira. Pela Cruz Ele já o venceu, de uma vez por todas: “Eu venci o mundo”. A Santíssima Virgem terá algum papel específico nessa vitória? Se essa vitória é de Cristo-Rei, ela será necessariamente a de sua Mãe. A Santíssima Virgem está sistematicamente associada a todas as batalhas e vitórias de seu Filho. Ela ficará associada a esta com um título particular: nunca como hoje constatou-se o triunfo de erros tão perniciosos e sutis, causas de destruições tão largas e tão profundas na vida concreta dos cristãos. Ora, dentre os mais belos títulos que a Igreja atribui à Nossa Senhora, há o de “Destruidora de todas as heresias”. Quanto mais pareça definitiva a vitória do erro, mais gloriosa será a vitória da Santíssima Virgem. FONTE: https://www.fsspx.com.br/entrevista-com-o-superior-geral-consideracoes-sobre-o-pontificado-do-papa-francisco/ #ConsideraçõessobreopontificadodoPapaFrancisco #EntrevistacomoSuperiorGeral #masrecapitulartodasascoisasemCristo #Nãocapitularperanteomundo
- LECIONÁRIO DOMINICAL – ANO B – TRÍDUO PASCAL
Please wait while flipbook is loading. For more related info, FAQs and issues please refer to DearFlip WordPress Flipbook Plugin Help documentation. #ANOB #LECIONÁRIOTRÍDUOPASCALANOB #LECIONÁRIOTRÍDUOPASCAL #LECIONÁRIO #LECIONÁRIODOMINICALANOBTRÍDUOPASCAL #TRÍDUOPASCAL
- LECIONÁRIO DOMINICAL – ANO B – TEMPO DA QUARESMA
Please wait while flipbook is loading. For more related info, FAQs and issues please refer to DearFlip WordPress Flipbook Plugin Help documentation. DOMINGO I DA QUARESMA LEITURA I – Gn 9, 8-15 A aliança de Deus com Noé, salvo das águas do dilúvio Leitura do Livro do Génesis Deus disse a Noé e a seus filhos: «Estabelecerei a minha aliança convosco, com a vossa descendência e com todos os seres vivos que vos acompanham: as aves, os animais domésticos, os animais selvagens que estão convosco, todos quantos saíram da arca e agora vivem na terra. Estabelecerei convosco a minha aliança: de hoje em diante nenhuma criatura será exterminada pelas águas do dilúvio, e nunca mais um dilúvio devastará a terra». Deus disse ainda: «Este é o sinal da aliança que estabeleço convosco e com todos os animais que vivem entre vós, por todas as gerações futuras: farei aparecer o meu arco sobre as nuvens, que será um sinal da aliança entre Mim e a terra. Sempre que Eu cobrir a terra de nuvens e aparecer nas nuvens o arco, recordarei a minha aliança convosco e com todos os seres vivos, e nunca mais as águas formarão um dilúvio para destruir todas as criaturas». Palavra do Senhor. #TEMPODAQUARESMA #LECIONÁRIOTEMPODAQUARESMA #LECIONÁRIO #LECIONÁRIOANOBQUARESMA #LECIONÁRIODOMINICALANOB #quaresma #LECIONÁRIODOMINICAL #LECIONÁRIODOMINICALANOBTEMPODAQUARESMA
- LECIONÁRIO DOMINICAL – ANO B – TEMPO DO NATAL
Please wait while flipbook is loading. For more related info, FAQs and issues please refer to DearFlip WordPress Flipbook Plugin Help documentation. #ANOB #LECIONÁRIODOMINICALANOBTEMPODOADVENTO #LECIONÁRIO #LITURGIAANOB #TEMPODONATAL #LECIONÁRIODOMINICALANOB #LECIONÁRIONATAL #LECIONÁRIODOMINICAL #LECIONÁRIODOMINICALANOBTEMPODONATAL #LECIONÁRIODOTEMPODONATALANOB
- COVID E DISSONÂNCIA COGNITIVA – Carlo Maria Viganò
[Quanto às duas maneiras de compreender o que estamos vivento nos últimos doze meses — a visão dita mainstream , propagada pela mídia convencional, e a visão dita “complotista”, propagada sobretudo pela internet, segundo a qual haveria mais coisas entre o céu e a terra da Covid do que pode supor nossa vã filosofia —, o Arcebispo Viganò se enquadra na segunda. O tempo dirá qual visão enxerga mais longe. No texto a seguir, que é trecho de um ensaio mais longo, o arcebispo foragido vale-se do conceito de “dissonância cognitiva”, criado pelo psicólogo social Leon Festinger, para buscar compreender o estranho comportamento da população diante do vírus e das medidas mais radicais adotadas pelo poder público, na Europa e nas Américas, para conter a sua disseminação]. Diante da realidade, é difícil entender por que toda a população mundial se deixou convencer da existência de um vírus pandêmico, ainda a ser isolado, e tenha aceito tão facilmente as restrições à sua liberdade, coisa que, em outros momentos, teria provocado revoluções e barricadas nas ruas. Ainda mais incompreensível que a ausência de uma verdadeira reação social e política, é a incapacidade de enxergar a realidade em toda a sua crua evidência. Mas isso se deve, como sabemos, à ação científica de manipulação das massas, que inevitavelmente conduz àquele fenômeno que a psicologia social chama de “dissonância cognitiva”, ou seja, a tensão ou desconforto que sentimos diante de duas ideias opostas e incompatíveis. O psicólogo e sociólogo Leon Festinger mostrou que esse desconforto nos leva a elaborar nossas convicções de acordo com três modalidades, a fim de reduzir a incongruência psicológica determinada pela dissonância: mudar a própria percepção do fato, mudar o contexto ou mudar o comportamento. O cidadão comum, incapaz de compreender ou de reconhecer racionalidade naquilo que a mídia difunde obsessivamente sobre a Covid, aceita o absurdo de um vírus influencial que é apresentado como mais devastador que o Ebola, e isto porque não quer aceitar que seus governantes estejam mentindo descaradamente, com o objetivo de conseguir a destruição social, econômica, moral e religiosa do mundo, que alguém decidiu cancelar. O homem comum não consegue aceitar que a mentira possa ser vendida como verdade, que os médicos não curam e até matam os pacientes, que os magistrados não intervêm em flagrantes crimes e violações, que os políticos são todos obedientes a um lobby sem rosto, que Bergoglio queira demolir a Igreja de Cristo para substituí-la por uma infernal paródia maçônica. Assim, por esse desejo de não aceitar o embuste e, portanto, sem desejar posicionar-se contra ele e seus propagadores, ele se refugia na narrativa mainstream , suspendendo seu julgamento e deixando que outros lhe digam o que pensar, mesmo que lhe pareça irracional e contraditório. Bilhões de pessoas se tornaram escravas voluntariamente, vítimas sacrificais do Moloch globalista, deixando-se persuadir da inevitabilidade de uma situação surreal e absurda. Aliás, o absurdo do que vemos e do que nos é dito parece fortalecer o raciocínio daqueles que, depois de duzentos anos de revoluções em nome de uma pretensa liberdade, aceitam a tirania como um fato normal e sobem ao patíbulo com a resignação daqueles que, no fundo, estão convencidos de que são culpados de alguma forma. https://www.marcotosatti.com/2021/03/25/vigano-la-pandemia-la-sospecha-de-una-inquietante-conspiracion-criminal-2/ https://www.marcotosatti.com/2021/03/25/vigano-the-pandemic-the-suspect-of-a-disturbing-criminal-conspiracy/
- ACERBO NIMIS – 1905
ACERBO NIMIS ENCYCLICAL OF POPE PIUS X ON TEACHING CHRISTIAN DOCTRINE TO THE PATRIARCHS, PRIMATES, ARCHBISHOPS, BISHOPS, AND OTHER ORDINARIES IN PEACE AND COMMUNION WITH THE APOSTOLIC SEE Venerable Brethren, Health and the Apostolic Blessing. At this very troublesome and difficult time, the hidden designs of God have conducted Our poor strength to the office of Supreme pastor, to rule the entire flock of Christ. The enemy has, indeed, long been prowling about the fold and attacking it with such subtle cunning that now, more than ever before, the prediction of the Apostle to the elders of the Church of Ephesus seems to be verified: “I know that . . . fierce wolves will get in among you, and will not spare the flock.”[1] Those who still are zealous for the glory of God are seeking the causes and reasons for this decline in religion. Coming to a different explanation, each points out, according to his own view, a different plan for the protection and restoration of the kingdom of God on earth. But it seems to Vs, Venerable Brethren, that while we should not overlook other considerations, We are forced to agree with those who hold that the chief cause of the present indifference and, as it were, infirmity of soul, and the serious evils that result from it, is to be found above all in ignorance of things divine. This is fully in accord with what God Himself declared through the Prophet Osee: “And there is no knowledge of God in the land. Cursing and lying and killing and theft and adultery have overflowed: and blood hath touched blood. Thereafter shall the land mourn, and everyone that dwelleth in it shall languish.”[2] 2. It is a common complaint, unfortunately too well founded, that there are large numbers of Christians in our own time who are entirely ignorant of those truths necessary for salvation. And when we mention Christians, We refer not only to the masses or to those in the lower walks of life – for these find some excuse for their ignorance in the fact that the demands of their harsh employers hardly leave them time to take care of themselves or of their dear ones – but We refer to those especially who do not lack culture or talents and, indeed, are possessed of abundant knowledge regarding things of the world but live rashly and imprudently with regard to religion. It is hard to find words to describe how profound is the darkness in which they are engulfed and, what is most deplorable of all, how tranquilly they repose there. They rarely give thought to God, the Supreme Author and Ruler of all things, or to the teachings of the faith of Christ. They know nothing of the Incarnation of the Word of God, nothing of the perfect restoration of the human race which He accomplished. Grace, the greatest of the helps for attaining eternal things, the Holy Sacrifice and the Sacraments by which we obtain grace, are entirely unknown to them. They have no conception of the malice and baseness of sin; hence they show no anxiety to avoid sin or to renounce it. And so they arrive at life’s end in such a condition that, lest all hope of salvation be lost, the priest is obliged to give in the last few moments of life a summary teaching of religion, a time which should be devoted to stimulating the soul to greater love for God. And even this as too often happens only when the dying man is not so sinfully ignorant as to look upon the ministration of the priest as useless, and then calmly faces the fearful passage to eternity without making his peace with God. And so Our Predecessor, Benedict XIV, had just cause to write: “We declare that a great number of those who are condemned to eternal punishment suffer that everlasting calamity because of ignorance of those mysteries of faith which must be known and believed in order to be numbered among the elect.”[3] 3. There is then, Venerable Brethren, no reason for wonder that the corruption of morals and depravity of life is already so great, and ever increasingly greater, not only among uncivilized peoples but even in those very nations that are called Christian. The Apostle Paul, writing to the Ephesians, repeatedly admonished them in these words: “But immorality and every uncleanness or covetousness, let it not even be named among you, as become saints; or obscenity or foolish talk.”[4] He also places the foundation of holiness and sound morals upon a knowledge of divine things – which holds in check evil desires: “See to it therefore, brethren, that you walk with care: not as unwise but as wise. . . Therefore, do not become foolish, but understand what the will of the Lord is.”[5] And rightly so. For the will of man retains but little of that divinely implanted love of virtue and righteousness by which it was, as it were, attracted strongly toward the real and not merely apparent good. Disordered by the stain of the first sin, and almost forgetful of God, its Author, it improperly turns every affection to a love of vanity and deceit. This erring will, blinded by its own evil desires, has need therefore of a guide to lead it back to the paths of justice whence it has so unfortunately strayed. The intellect itself is this guide, which need not be sought elsewhere, but is provided by nature itself. It is a guide, though, that, if it lack its companion light, the knowledge of divine things, will be only an instance of the blind leading the blind so that both will fall into the pit. The holy king David, praising God for the light of truth with which He had illumined the intellect, exclaimed: “The light of Thy countenance, O Lord, is signed upon us.”[6] Then he described the effect of this light by adding: “Thou hast given gladness in my heart,” gladness, that is, which enlarges our heart so that it runs in the way of God’s Commandments. 4. All this becomes evident on a little reflection. Christian teaching reveals God and His infinite perfection with far greater clarity than is possible by the human faculties alone. Nor is that all. This same Christian teaching also commands us to honor God by faith, which is of the mind, by hope, which is of the will, by love, which is of the heart; and thus the whole man is subjected to the supreme Maker and Ruler of all things. The truly remarkable dignity of man as the son of the heavenly Father, in Whose image he is formed, and with Whom he is destined to live in eternal happiness, is also revealed only by the doctrine of Jesus Christ. From this very dignity, and from man’s knowledge of it, Christ showed that men should love one another as brothers, and should live here as become children of light, “not of revelry and drunkenness, not in debauchery and wantonness, not in strife and jealousy.”[7] He also bids us to place all our anxiety and care in the hands of God, for He will provide for us; He tells us to help the poor, to do good to those who hate us, and to prefer the eternal welfare of the soul to the temporal goods of this life. Without wishing to touch on every detail, nevertheless is it not true that the proud man is urged and commanded by the teaching of Christ to strive for humility, the source of true glory? “Whoever, therefore, humbles himself. . . he is the greatest in the kingdom of heaven.”[8] From that same teaching we learn prudence of the spirit, and thereby we avoid prudence of the flesh; we learn justice, by which we give to every man his due; fortitude, which prepares us to endure all things and with steadfast heart suffer all things for the sake of God and eternal happiness; and, last of all, temperance through which we cherish even poverty borne out of love for God, nay, we even glory in the cross itself, unmindful of its shame. In fine, Christian teaching not only bestows on the intellect the light by which it attains truth, but from it our will draws that ardor by which we are raised up to God and joined with Him in the practice of virtue. 5. We by no means wish to conclude that a perverse will and unbridled conduct may not be joined with a knowledge of religion. Would to God that facts did not too abundantly prove the contrary! But We do maintain that the will cannot be upright nor the conduct good when the mind is shrouded in the darkness of crass ignorance. A man who walks with open eyes may, indeed, turn aside from the right path, but a blind man is in much more imminent danger of wandering away. Furthermore, there is always some hope for a reform of perverse conduct so long as the light of faith is not entirely extinguished; but if lack of faith is added to depraved morality because of ignorance, the evil hardly admits of remedy, and the road to ruin lies open. 6. How many and how grave are the consequences of ignorance in matters of religion! And on the other hand, how necessary and how beneficial is religious instruction! It is indeed vain to expect a fulfillment of the duties of a Christian by one who does not even know them. 7. We must now consider upon whom rests the obligation to dissipate this most pernicious ignorance and to impart in its stead the knowledge that is wholly indispensable. There can be no doubt, Venerable Brethren, that this most important duty rests upon all who are pastors of souls. On them, by command of Christ, rest the obligations of knowing and of feeding the flocks committed to their care; and to feed implies, first of all, to teach. “I will give you pastors according to my own heart,” God promised through Jeremias, “and they shall feed you with knowledge and doctrine.”[9] Hence the Apostle Paul said: “Christ did not send me to baptize, but to preach the gospel,”[10] thereby indicating that the first duty of all those who are entrusted in any way with the government of the Church is to instruct the faithful in the things of God. 8. We do not think it necessary to set forth here the praises of such instruction or to point out how meritorious it is in God’s sight. If, assuredly, the alms with which we relieve the needs of the poor are highly praised by the Lord, how much more precious in His eyes, then, will be the zeal and labor expended in teaching and admonishing, by which we provide not for the passing needs of the body but for the eternal profit of the soul! Nothing, surely, is more desirable, nothing more acceptable to Jesus Christ, the Savior of souls, Who testifies of Himself through Isaias: “To bring good news to the poor he has sent me.”[11] 9. Here then it is well to emphasize and insist that for a priest there is no duty more grave or obligation more binding than this. Who, indeed, will deny that knowledge should be joined to holiness of life in the priest? “For the lips of the priest shall keep knowledge.”[12] The Church demands this knowledge of those who are to be ordained to the priesthood. Why? Because the Christian people expect from them knowledge of the divine law, and it was for that end that they were sent by God. “And they shall seek the law at his mouth; because he is the angel of the Lord of hosts.”[13] Thus the bishop speaking to the candidates for the priesthood in the ordination ceremony says: “Let your teaching be a spiritual remedy for God’s people; may they be worthy fellow-workers of our order; and thus meditating day and night on His law, they may believe what they read, and teach what they shall believe.”[14] 10. If what We have just said is applicable to all priests, does it not apply with much greater force to those who possess the title and the authority of parish priests, and who, by virtue of their rank and in a sense by virtue of a contract, hold the office of pastors of souls? These are, to a certain extent, the pastors and teachers appointed by Christ in order that the faithful might not be as “children, tossed to and fro and carried about by every wind of doctrine devised in the wickedness of men,” but that practicing “the truth in love,” they may, “grow up in all things in him who is the head, Christ.”[15] 11. For this reason the Council of Trent, treating of the duties of pastors of souls, decreed that their first and most important work is the instruction of the faithful.[16] It therefore prescribes that they shall teach the truths of religion on Sundays and on the more solemn feast days; moreover during the holy seasons of Advent and Lent they are to give such instruction every day or at least three times a week. This, however, was not considered enough. The Council provided for the instruction of youth by adding that the pastors, either personally or through others, must explain the truths of religion at least on Sundays and feast days to the children of the parish, and inculcate obedience to God and to their parents. When the Sacraments are to be administered, it enjoins upon pastors the duty to explain their efficacy in plain and simple language. 12. These prescriptions of the Council of Trent have been summarized and still more clearly defined by Our Predecessor, Benedict XIV, in his Constitution Esti minime. “Two chief obligations,” he wrote, “have been imposed by the Council of Trent on those who have the care of souls: first, that of preaching the things of God to the people on the feast days; and second, that of teaching the rudiments of faith and of the divine law to the youth and others who need such instruction.” Here the wise Pontiff rightly distinguishes between these two duties: one is what is commonly known as the explanation of the Gospel and the other is the teaching of Christian doctrine. Perhaps there are some who, wishing to lessen their labors, would believe that the homily on the Gospel can take the place of catechetical instruction. But for one who reflects a moment, such is obviously impossible. The sermon on the holy Gospel is addressed to those who should have already received knowledge of the elements of faith. It is, so to speak, bread broken for adults. Catechetical instruction, on the other hand, is that milk which the Apostle Peter wished the faithful to desire in all simplicity like newborn babes. 13. The task of the catechist is to take up one or other of the truths of faith or of Christian morality and then explain it in all its parts; and since amendment of life is the chief aim of his instruction, the catechist must needs make a comparison between what God commands us to do and what is our actual conduct. After this, he will use examples appropriately taken from the Holy Scriptures, Church history, and the lives of the saints – thus moving his hearers and clearly pointing out to them how they are to regulate their own conduct. He should, in conclusion, earnestly exhort all present to dread and avoid vice and to practice virtue. 14. We are indeed aware that the work of teaching the Catechism is unpopular with many because as a rule it is deemed of little account and for the reason that it does not lend itself easily to the winning of public praise. But this in Our opinion is a judgment based on vanity and devoid of truth. We do not disapprove of those pulpit orators who, out of genuine zeal for the glory of God, devote themselves to defense of the faith and to its spread, or who eulogize the saints of God. But their labor presupposes labor of another kind, that of the catechist. And so if this be lacking, then the foundation is wanting; and they labor in vain who build the house. Too often it happens that ornate sermons which receive the applause of crowded congregations serve but to tickle the ears and fail utterly to touch the hearts of the hearers. Catechetical instruction, on the other hand, plain and simple though it be, is the word of which God Himself speaks through the lips of the prophet Isaias: “And as the rain and the snow come down from heaven, and return no more thither, but soak the earth and water it, and make it to spring and give seed to the sower and bread to the eater: so shall my word be, which shall go forth from my mouth. It shall not return to me void, but it shall do whatsoever I please and shall prosper in the things for which I sent it.”[17] We believe the same may be said of those priests who work hard to produce books which explain the truths of religion. They are surely to be commended for their zeal, but how many are there who read these works and take from them a fruit commensurate with the labor and intention of the writers? The teaching of the Catechism, on the other hand, when rightly done, never fails to profit those who listen to it. 15. In order to enkindle the zeal of the ministers of God, We again insist on the need to reach the ever-increasing numbers of those who know nothing at all of religion, or who possess at most only such knowledge of God and Christian truths as befits idolaters. How many there are, alas, not only among the young, but among adults and those advanced in years, who know nothing of the chief mysteries of faith; who on hearing the name of Christ can only ask? “Who is he. . . that I may believe in him?”[18] In consequence of this ignorance, they do not consider it a crime to excite and nourish hatred against their neighbor, to enter into most unjust contracts, to do business in dishonest fashion, to hold the funds of others at an exorbitant interest rate, and to commit other iniquities no less reprehensible. They are, moreover, ignorant of the law of Christ which not only condemns immoral actions but also forbids deliberate immoral thoughts and desires. Even when for some reason or other they avoid sensual pleasures, they nevertheless entertain evil thoughts without the least scruple, thereby multiplying their sins above the number of the hairs of the head. These persons are found, we deem it necessary to repeat, not merely among the poorer classes of the people or in sparsely settled districts, but also among those in the higher walks of life, even, indeed, among those puffed up with learning, who, relying upon a vain erudition, feel free to ridicule religion and to “deride whatever they do not know.”[19] 16. Now, if we cannot expect to reap a harvest when no seed has been planted, how can we hope to have a people with sound morals if Christian doctrine has not been imparted to them in due time? It follows, too, that if faith languishes in our days, if among large numbers it has almost vanished, the reason is that the duty of catechetical teaching is either fulfilled very superficially or altogether neglected. It will not do to say, in excuse, that faith is a free gift of God bestowed upon each one at Baptism. True enough, when we are baptized in Christ, the habit of faith is given, but this most divine seed, if left entirely to itself, by its own power, so to speak, is not like the mustard seed which “grows up. . . and puts out great branches.”[20] Man has the faculty of understanding at his birth, but he also has need of his mother’s word to awaken it, as it were, and to make it active. So too, the Christian, born again of water and the Holy Spirit, has faith within him, but he requires the word of the teaching Church to nourish and develop it and to make it bear fruit. Thus wrote the Apostle: “Faith then depends on hearing, and hearing on the word of Christ”;[21] and to show the necessity of instruction, he added, “How are they to hear, if no one preaches?”[22] 17. What We have said so far demonstrates the supreme importance of religious instruction. We ought, therefore, to do all that lies in our power to maintain the teaching of Christian doctrine with full vigor, and where such is neglected, to restore it; for in the words of Our Predecessor, Benedict XIV, “There is nothing more effective than catechetical instruction to spread the glory of God and to secure the salvation of souls.”[23] 18. We, therefore, Venerable Brethren, desirous of fulfilling this most important obligation of Our Teaching Office, and likewise wishing to introduce uniformity everywhere in so weighty a matter, do by Our Supreme Authority enact the following regulations and strictly command that they be observed and carried out in all dioceses of the world. 19. I. On every Sunday and holy day, with no exception, throughout the year, all parish priests and in general all those having the care of souls, shall instruct the boys and girls, for the space of an hour from the text of the Catechism on those things they must believe and do in order to attain salvation. 20. II. At certain times throughout the year, they shall prepare boys and girls to receive properly the Sacraments of Penance and Confirmation, by a continued instruction over a period of days. 21. III. With a very special zeal, on every day in Lent and, if necessary, on the days following Easter, they shall instruct with the use of apt illustrations and exhortations the youth of both sexes to receive their first Communion in a holy manner. 22. IV. In each and every parish the society known as the Confraternity of Christian Doctrine is to be canonically established. Through this Confraternity, the pastors, especially in places where there is a scarcity of priests, will have lay helpers in the teaching of the Catechism, who will take up the work of imparting knowledge both from a zeal for the glory of God and in order to gain the numerous Indulgences granted by the Sovereign Pontiffs. 23. V. In the larger cities, and especially where universities, colleges and secondary schools are located, let classes in religion be organized to instruct in the truths of faith and in the practice of Christian life the youths who attend the public schools from which all religious teaching is banned. 24. VI. Since it is a fact that in these days adults need instruction no less than the young, all pastors and those having the care of souls shall explain the Catechism to the people in a plain and simple style adapted to the intelligence of their hearers. This shall be carried out on all holy days of obligation, at such time as is most convenient for the people, but not during the same hour when the children are instructed, and this instruction must be in addition to the usual homily on the Gospel which is delivered at the parochial Mass on Sundays and holy days. The catechetical instruction shall be based on the Catechism of the Council of Trent; and the matter is to be divided in such a way that in the space of four or five years, treatment will be given to the Apostles’ Creed, the Sacraments, the Ten Commandments, the Lord’s Prayer and the Precepts of the Church. 25. Venerable Brethren, We decree and command this by virtue of Our Apostolic Authority. It now rests with you to put it into prompt and complete execution in your respective dioceses, and by the power of your authority to see to it that these prescriptions of Ours be not neglected or, what amounts to the same thing, that they be not carried out carelessly or superficially. That this may be avoided, you must exhort and urge your pastors not to impart these instructions without having first prepared themselves in the work. Then they will not merely speak words of human wisdom, but “in simplicity and godly sincerity,”[24] imitating the example of Jesus Christ, Who, though He revealed “things hidden since the foundation of the world,”[25] yet spoke “all . . . things to the crowds in parables, and without parables . . . did not speak to them.”[26] We know that the Apostles, who were taught by the Lord, did the same; for of them Pope Saint Gregory wrote: “They took supreme care to preach to the uninstructed simple truths easy to understand, not things deep and difficult.”[27] In matters of religion, the majority of men in our times must be considered uninstructed. 26. We do not, however, wish to give the impression that this studied simplicity in imparting instruction does not require labor and meditation – on the contrary, it demands both more than any other kind of preaching. It is much easier to find a preacher capable of delivering an eloquent and elaborate discourse than a catechist who can impart a catechetical instruction which is praiseworthy in every detail. No matter what natural facility a person may have in ideas and language, let him always remember that he will never be able to teach Christian doctrine to children or to adults without first giving himself to very careful study and preparation. They are mistaken who think that because of inexperience and lack of training of the people the work of catechizing can be performed in a slipshod fashion. On the contrary, the less educated the hearers, the more zeal and diligence must be used to adapt the sublime truths to their untrained minds; these truths, indeed, far surpass the natural understanding of the people, yet must be known by all – the uneducated and the cultured – in order that they may arrive at eternal happiness. 27. And now, Venerable Brethren, permit Us to close this letter by addressing to you these words of Moses: “If any man be on the Lord’s side, let him join with me.”[28] We pray and entreat you to reflect on the great loss of souls due solely to ignorance of divine things. You have doubtless accomplished many useful and most praiseworthy works in your respective dioceses for the good of the flock entrusted to your care, but before all else, and with all possible zeal and diligence and care, see to it and urge on others that the knowledge of Christian doctrine pervades and imbues fully and deeply the minds of all. Here, using the words of the Apostle Peter, We say, “According to the gift that each has received, administer it to one another as good stewards of the manifold grace of God.”[29] 28. Through the intercession of the Most Blessed Immaculate Virgin, may your diligent efforts be made fruitful by the Apostolic Blessing which, in token of Our affection and as a pledge of heavenly favors, We wholeheartedly impart to you and to your clergy and people. Given at Rome, at Saint Peter’s, on the fifteenth day of April, 1905, in the second year of Our Pontificate. PIUS X 1. Acts 20:29. 2. Osee 4:1-3. 3. Instit., 27:18. 4. Eph. 5:34. 5. Eph. 5:15-16. 6. Ps.4:7. 7. Rom. 13:13. 8. Matt. 18:4. 9. Jer. 3: 15. 10. I Cor. 1:17. 11. Luke 4:18. 12. Mal. 2:7. 13. Ibid. 14. Roman Pontifical. 15. Eph. 4:14, IS. 16. Sess. V, cap. 2, De Reform.; Sess. XXII, cap. 8; Sess. XXIV, cap. 4 & 7, De Reform. 17. Is.SS:10-11. 18. John 9:36. 19. Jude 10. 20. Mark 4:32. 21. Rom. 10:17. 22. Ibid., 14. 23. Constitution, Etsi minime, 13. 24. II Cor.1:12. 25. Matt. 13:35. 26. Ibid., 34. 27. Morals, I, 17, cap. 26. 28. Ex. 32:26. 29. I Pet. 4:10. #ACERBONIMIS
- ACERBA ANIMI – 1932
ACERBA ANIMI ENCYCLICAL OF POPE PIUS XI ON PERSECUTION OF THE CHURCH IN MEXICO TO OUR VENERABLE BROTHERS OF MEXICO, THE ARCHBISHOPS, BISHOPS, AND ORDINARIES IN PEACE AND COMMUNION WITH THE APOSTOLIC SEE. Health, Venerable Brethren, and the Apostolic Blessing. The concern and sorrow which We feel at the present sad plight of human society at large in no way lessen Our special solicitude for Our beloved sons of the Mexican nation and for you, Venerable Brethren, who are the more deserving of Our paternal regard because you have been so long harassed by grievous persecutions. 2. From the beginning of Our Pontificate, following the example of Our Venerable Predecessor, We endeavoured with all Our might to ward off the application of those constitutional statutes which the Holy See had several times been obliged to condemn as seriously derogatory to the most elementary and inalienable rights of the Church and of the faithful. With this intent We provided that Our Representative should take up his residence in your Republic. 3. But whereas other Governments in recent times have been eager to renew agreements with the Holy See, that of Mexico frustrated every attempt to arrive at an understanding. On the contrary, it most unexpectedly broke the promises made to Us shortly before in writing, banishing repeatedly Our Representatives and showing thereby its animosity against the Church. Thus a most rigorous application was given to Article 130 of the Constitution, against which, on account of its extreme hostility to the Church, as may be seen from Our Encyclical Iniquis afflictisque of November 18, 1926, the Holy See had to protest in the most solemn manner. Heavy penalties were then enacted against the transgressors of this deplorable article; and, as a fresh affront to the Hierarchy of the Church, it was provided that every State of the Confederation should determine the number of priests empowered to exercise the sacred ministry, in public or in private. 4. In view of these unjust and intolerant injunctions, which would have subjected the Church in Mexico to the despotism of the State and of the Government hostile to the Catholic religion, you determined, Venerable Brethren, to suspend public worship, and at the same time called on the faithful to make efficacious protest against the unjust procedure of the Government. For your apostolic firmness, you were nearly all exiled from the Republic, and from the land of your banishment you had to witness the struggles and martyrdom of your priests and of your flock; whilst those very few amongst you who almost by miracle were able to remain in hiding in their own dioceses succeeded in effectively encouraging the faithful with the splendid example of their own undaunted spirit. Of these events We took occasion to speak in solemn allocutions, in public discourses, and more at length in the above-mentioned Encyclical Iniquis afflictisque, and We were comforted by the world’s admiration for the courage displayed by the clergy in administering the Sacraments to the faithful, amid a thousand dangers and at the risk of their lives, and for the like heroism of many of the faithful, who at the cost of unheard-of sufferings and enormous sacrifices, gave valiant assistance to their priests. 5. Meanwhile We did not forbear to encourage with word and counsel the lawful Christian resistance of the priests and the faithful, exhorting them to placate by penance and prayer God’s Justice, that in His merciful Providence He might shorten the time of trial. At the same time We invited Our sons throughout the world to unite their prayers to Ours in behalf of their brethren in Mexico; and wonderful were the ardour and whole-heartedness with which they responded to Our appeal. Nor did We neglect to have recourse besides to the human means at Our disposal, in order to give assistance to Our beloved sons. Whilst addressing Our appeal to the Catholic world to give help, and generous alms, to their persecuted Mexican brethren, We urged the Governments with whom We have diplomatic relations to take to heart the abnormal and grievous condition of so many of the faithful. 6. In the face of the firm and generous resistance of the oppressed, the Government now began to give indications in various ways that it would not be averse to coming to an agreement, if only to put an end to a condition of affairs which it could not turn to its own advantage. Whereupon, though taught by painful experiences to put scant trust in such promises, We felt obliged to ask Ourselves whether it was for the good of souls to prolong the suspension of public worship. That suspension had indeed been an effective protest against the arbitrary interference of the Government; nevertheless, its continuation might have seriously prejudiced civil and religious order. Of even greater weight was the consideration that this suspension, according to grave reports which We received from various and unexceptionable sources, was productive of serious harm to the faithful. As these were bereft of spiritual helps necessary for the Christian life, and not infrequently were obliged to omit their religious duties, they ran the risk of first remaining apart from and then of being entirely separated from the priesthood, and in consequence from the very sources of supernatural life. To this must be added the fact that the prolonged absence of almost all the Bishops from their dioceses could not fail to bring about a relaxation of ecclesiastical discipline, especially in times of such great tribulation for the Mexican Church, when clergy and people had particular need of the guidance of those “whom the Holy Ghost has placed to rule the Church of God.” 7. When, therefore, in 1929 the Supreme Magistrate of Mexico publicly declared that the Government, by applying the laws in question, had no intention of destroying the “identity of the Church” or of ignoring the Ecclesiastical Hierarchy, We thought it best, having no other intention but the good of souls, to profit by the occasion, which seemed to offer a possibility of having the rights of the Hierarchy duly recognized. Seeing, therefore, some hope of remedying greater evils, and judging that the principal motives that had induced the Episcopate to suspend public worship no longer existed, We asked Ourselves whether it were not advisable to order its resumption. In this there was certainly no intention of accepting the Mexican regulations of worship, nor of withdrawing Our protests against these regulations, much less of ceasing to combat them. It was merely a question of abandoning, in view of the Government’s new declarations, one of the methods of resistance, before it could bring harm to the faithful, and of having recourse instead to others deemed more opportune. 8. Unfortunately, as all know, Our wishes and desires were not followed by the peace and favourable settlement for which We had hoped. On the contrary, to Bishops, priests, and faithful Catholics continued to be penalized and imprisoned, contrary to the spirit in which the modus vivendihad been established. To Our great distress We saw that not merely were all the Bishops not recalled from exile, but that others were expelled without even the semblance of legality. In several dioceses neither churches nor seminaries, Bishops’ residences, nor other sacred edifices, were restored; notwithstanding explicit promises, priests and laymen who had steadfastly defended the faith were abandoned to the cruel vengeance of their adversaries. Furthermore, as soon as the suspension of public worship had been revoked, increased violence was noticed in the campaign of the press against the clergy, the Church, and God Himself; and it is well known that the Holy See had to condemn one of these publications, which in its sacrilegious immorality and acknowledged purpose of anti-religious and slanderous propaganda had exceeded all bounds. 9. Add to this that not only is religious instruction forbidden in the primary schools, but not infrequently attempts are made to induce those whose duty it is to educate the future generations, to become purveyors of irreligious and immoral teachings, thus obliging the parents to make heavy sacrifices in order to safeguard the innocence of their children. We bless with all Our heart these Christian parents and all the good teachers who help them, and We urge upon you, Venerable Brethren, upon the clergy secular and regular, and upon all the faithful, the necessity of giving their utmost attention to the question of education and the formation of the young, especially among the poorer classes, since they are more exposed to atheist, masonic, and communistic propaganda, persuading yourselves that your country will be such as you build it up in the children. 10. An effort has been made to strike the Church in a still more vital spot; namely, in the existence of the clergy and the Catholic hierarchy, by trying to eliminate it gradually from the Republic. Thus the Mexican Constitution, as We have several times deplored, while proclaiming liberty of thought and conscience, prescribes with the most evident contradiction that each State of the Federal Republic must determine the number of priests to whom the exercise of the sacred ministry is allowed, not only in public churches, but even within private dwellings. This enormity is further aggravated by the way in which the law is applied. The Constitution lays down that the number of priests must be determined, but ordains that this determination must correspond to the religious needs of the faithful and of the locality. It does not prescribe that the Ecclesiastical Hierarchy is to be ignored in this matter, and this point was explicitly recognized in the declarations of the modus vivendi. Now in the State of Michoacan one priest was assigned for every 33,000 of the faithful, in the State of Chiapas one for every 60,000, while in the State of Vera Cruz only one priest was assigned to exercise the sacred ministry for every 100,000 of the inhabitants. Everyone can see whether it is possible with such restrictions to administer the Sacraments to so many people, scattered for the most part over a vast territory. Indeed, the persecutors, as though sorry for having been too liberal and indulgent, have imposed further limitations. Some Governors closed seminaries, confiscated canonries, and determined the sacred buildings and the territory to which the ministry of the approved priest would be restricted. 11. The clearest manifestation of the will to destroy the Catholic Church itself is, however, the explicit declaration, published in some States, that the civil Authority, in granting the licence for priestly ministry, recognizes no Hierarchy; on the contrary, it positively excludes from the possibility of exercising the sacred ministry all of hierarchic rank – namely, all Bishops and even those who have held the office of Apostolic Delegates. 12. We wished briefly to rehearse the salient points in the grievous condition of the Church in Mexico, so that all lovers of order and peace among nations, on seeing that such an unheard of persecution differs but little, especially in certain States, from the one raging within the unhappy borders of Russia, may from this iniquitous similarity of purpose conceive fresh ardour to stem the torrent which is subverting all social order. At the same time it is Our intention to give a new proof to you, Venerable Brethren, and to all Our beloved sons of Mexico, of the paternal solicitude with which We follow you in your tribulation: the same solicitude that inspired the instructions which We gave you last January through Our Beloved Son the Cardinal Secretary of State, and which was communicated to you by Our Apostolic Delegate. In matters strictly connected with religion, it is undoubtedly Our duty and Our right to establish the reasons and norms that all who glory in the name of Catholics are under the obligation of obeying. In this connection We are anxious to recall to mind that when We issued these instructions We gave due consideration to all the reports and advices that came to Us either from the Hierarchy or the faithful. We say all, even those that appeared to counsel a return to a severer line of conduct, with the total suspension of public worship throughout the Republic, as in 1926. 13. Concerning, therefore the conduct to follow, since the number of priests is not equally limited in every State, nor the rights of the Ecclesiastical Hierarchy everywhere equally disregarded, it is evident that, according to the different application of the unhappy decrees, different likewise must be the conduct of the Church and the Catholics. Here it seems just to pay a special tribute of praise to those Mexican Bishops who, according to advices received, have wisely interpreted the instructions We have inculcated time and again. To this We wish to call attention; for if some persons, urged rather by zeal for the defence of their own faith than by the prudence so necessary in delicate situations, may from diverse conduct in diverse circumstances have imagined contradictory judgments on the part of the Bishops, let them now be certain that such an accusation is utterly unfounded. Nevertheless, since any restriction whatever of the number of priests is a grave violation of divine rights, it will be necessary for the Bishops, the clergy, and the Catholic laity to continue to protest with all their energy against such violation, using every legitimate means. For even if these protests have no effect on those who govern the country, they will be effective in persuading the faithful, especially the uneducated, that by such action the State attacks the liberty of the Church, which liberty the Church can never renounce, no matter what may be the violence of the persecutors. 14. And therefore, just as We have read with satisfaction the protests recently made by the Bishops and priests of the diocese that are victims of the deplorable measures of the Government, so We join Our protests to yours before the whole world, and in a special manner before the Rulers of the Nations, to make them realize that the persecution of Mexico, besides being an outrage against God, against His Church, and against the conscience of a Catholic people, is also an incentive to the subversion of the social order, which is the aim of those organizations professing to deny God. 15. Meanwhile, in order to remedy to some extent the calamitous conditions that afflict the Church in Mexico, We must avail ourselves of those means which We still have in hand, so that, by the maintenance of divine worship as far as possible in every place, the light of faith and the sacred fire of charity may not be extinguished among those unhappy populations. Certainly, the laws are iniquitous that are impious, as We have already said, and condemned by God for everything that they iniquitously and impiously derogate from the rights of God and of the Church in the government of souls. Nevertheless, it would be a vain and unfounded fear to think that one is cooperating with these iniquitous legislative ordinances which oppress him, were he to ask the Government which imposes these things for permission to carry out public worship, and hence to hold that it is one’s duty to refrain absolutely from making such a request. Such an erroneous opinion and conduct might lead to a total suspension of public worship, and would, without doubt, inflict grievous harm on the entire flock of the faithful. 16. It is well to observe that to approve such an iniquitous law, or spontaneously to give to it true and proper cooperation, is undoubtedly illicit and sacrilegious. but absolutely different is the case of one who yields to such unjust regulations solely against his will and under protest, and who besides does everything he can to lessen the disastrous effects of the pernicious law. In fact, the priest finds himself compelled to ask for that permission without which it would be impossible for him to exercise his sacred ministry for the good of souls; it is an imposition to which he is forced to submit in order to avoid a greater evil. His behaviour, consequently, is not very different from that of one who having been robbed of his belongings is obliged to ask his unjust despoiler for at least the use of them. 17. In truth, the danger of formal cooperation, or of any approval whatever of the present law, is removed, as far as is necessary, by the protests energetically expressed by this Apostolic See, by the whole Episcopate and the people of Mexico. To these are added the precautions of the priest himself, who, although already appointed to the sacred ministry by his own Bishop, is obliged to ask the Government for the possibility of holding divine service; and, far from approving the law that unjustly imposes such a request, submits to it materially, as the saying is, and only in order to remove an obstacle to the exercise of the sacred ministry: an obstacle that would lead, as We have said, to a total cessation of worship, and hence to exceedingly great harm to innumerable souls. In much the same manner the faithful and the sacred ministers of the early Church, as history relates, sought permission, by means of gifts even, to visit and comfort the martyrs detained in prison and to administer the Sacraments to them; yet surely no one could have thought that by so doing they in some way approved or justified the conduct of the persecutors. 18. Such is the certain and safe doctrine of the Church. If, however, the putting of it into practice should cause scandal to some of the faithful, it will be your duty, Venerable Brethren, to enlighten them carefully and exactly. If, after you have performed this office of explanation and persuasion, according to these Our directions, anyone should cling stubbornly to his own false opinion, let him know that he can hardly escape the reproach of disobedience and obstinacy. 19. Let all, then, continue in that unity of purpose and obedience that We have praised in the clergy, on another occasion, at length and with lively satisfaction. And, putting aside all uncertainties and fears easily understood in the first moments of the persecution, let the priests with their proved spirit of abnegation render ever more intense their sacred ministry, particularly among the young and the common people, striving to carry on a work of persuasion and of charity especially among the enemies of the Church, who combat her because they do not know her. 20. And here We recommend anew a point that We have greatly at heart, namely, the necessity of instituting and furthering to an ever greater extent Catholic Action, according to the directions communicated at Our command by Our Apostolic Delegate. This is undoubtedly a difficult undertaking in its first stages, and especially in the present circumstances – an undertaking slow at times in producing the desired effects, but necessary and much more efficacious than any other means, as is abundantly proved by the experience of every nation that has been tried in the crucible of religious persecution. 21. To Our beloved Mexican sons We recommend with all Our heart the closest union with the Church and the Hierarchy, manifesting it by their docility to her teachings and directions. Let them not neglect to have recourse to the Sacraments, sources of grace and strength; let them instruct themselves in the truths of religion; let them implore mercy from God on their unhappy nation, and let them make it both a duty and an honour to cooperate with the apostolate of the priesthood in the ranks of Catholic Action. 22. We wish to pay a special tribute of praise to those members of the clergy, secular and regular, and of the Catholic laity, who, moved by burning zeal for religion and maintaining themselves in close obedience to this Apostolic See, have written glorious pages in the recent history of the Church in Mexico. At the same time We exhort them earnestly in the Lord to continue to defend the sacred rights of the Church with that generous abnegation of which they have given such a splendid example, always following the norms laid down by this Apostolic See. 23. We cannot conclude without turning in a very special manner to you, Venerable Brethren, who are the faithful interpreters of Our thoughts. We wish to tell you that We feel all the more closely united to you, in proportion to the hardships you are meeting with in your apostolic ministry. We are certain that, being so close to the heart of the Vicar of Christ, you will draw comfort and strength from this knowledge to persevere in the holy and arduous enterprise of leading to salvation the flock entrusted to you. And that the grace of God may ever assist you and His Mercy support you, with all paternal affection, We impart to you and to Our beloved sons so sorely tried, the Apostolic Benediction. Given at Rome, at Saint Peter’s, on the feast of the Dedication of Saint Michael the Archangel, the twenty-ninth day of September in the year 1932, the eleventh of Our Pontificate. PIUS XI #ACERBAANIMI
- DRUMMOND, O CÉTICO
Quando Carlos Drummond de Andrade (1902-198) tinha dezessete anos, não aceitou o regime interno de obediência da escola de jesuítas em que estudava (Colégio Anchieta, de Nova Friburgo) e foi expulso. Já era a influência do anarquismo e das ideias socialistas que começavam a dominar os meios intelectuais brasileiros, no início do século XX. Logo se formaria em farmácia, mas não exerceria, preferindo o serviço público e o jornalismo. Já estava casado, aos vinte e três anos, quando aderiu ao movimento modernista, tornando-se um de seus principais expoentes em Minas Gerais. Era a época das contestações antiburguesas do modernismo, com sua recusa de tudo o que cheirasse a passado. Duas características do movimento marcariam os primeiros livros do poeta mineiro: tendência piadista e revolução formal. Drummond, de certa forma, conseguir sintetizar as principais vertentes estéticas do período: tanto as tendências nos anos 30 para o sociologismo e a introspecção, como o neo-formalismo dos anos 40, com o retorno de recursos tradicionais de expressão poética. Os dois primeiros livros que publicou, ainda nos anos 30 ( Alguma poesia e Brejo das almas ), balizados entre humor corrosivo e pessimismo, refletiam claramente a perda da fé religiosa. Dos anos 30 para os 40 (quando publica Sentimento do mundo e José ), o poeta incorpora a presença de aspectos existencialistas, então em voga, como a angústia, o tédio, a falta de sentido da vida. É dessa fase seus versos mais célebres: “Itabira é só uma fotografia na parede, mas como dói”, “Havia uma pedra no meio do caminho”, “Minas não há mais”, “Mundo mundo vasto mundo”, “Perdi o bonde e a esperança”, “E agora, José?”, “Tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo”, “Eta vida besta, meu Deus!”, “A poesia é incomunicável. Fique torto no seu canto.Não ame”, “Chegou um tempo em que não adianta morrer”, “Lutar com palavras é a luta mais vã”, “Minha mão está suja. Preciso cortá-la”, “Este é tempo de partido, tempo de homens partidos”. Concordado com idéia voltaireana de que “Se Deus não existisse, seria preciso inventá-lo”, em1945 o poeta procura reinventar Deus no socialismo e experimenta breve engajamento comunista, de que resultaram os poemas do livro A rosa do povo . Desiludiu-se, porém, com as idéias de Marx, e com todas as modalidades de fé: a fé em Deus, a fé no socialismo, a fé na ciência (o poema “Desaparecimento de Luiza Porto”, em que contrapõe a dor individual à sorte coletiva dos povos, é emblemático da nova tendência). Sua poesia apresenta uma grande variedade de temas e motivos: reflexões sobre a arte da poesia, homenagem a amigos, viagens memorialísticas à Minas de sua infância. O núcleo principal de sua obra parece ser, porém, os poemas sobre a condição humana: o medo; a solidão; a culpa; a incomunicabilidade (a falta de trânsito e comunicação entre as almas); o envelhecimento; a morte; o sentimento de abandono metafísico, de orfandade divina; e (sobretudo nos últimos anos) o amor erótico como uma grande droga existencial.
- Aumento das prisões preocupa cristãos na Eritreia
Aumento das prisões preocupa cristãos na Eritreia Nas últimas semanas, as autoridades do país prenderam dezenas de cristãos e o motivo é desconhecido Os cristãos que não seguem as denominações tradicionais da Eritreia enfrentam perseguição vinda do governo e da população Na semana passada, a Portas Abertas noticiou sobre a prisão de 21 cristãos na área residencial Mai Chehot, na capital Asmara, na Eritreia. Ainda não há informações sobre o que motivou as prisões dos fiéis ou para onde foram levados. De acordo com parceiros da Portas Abertas no local, esse não foi o primeiro incidente contra cristãos nas últimas semanas. No dia 16 de março, um grupo de fiéis foi levado pelas autoridades. E, de acordo com fontes locais, o grupo era formado por sete mulheres e um homem. Em 18 de março, sete outros seguidores de Jesus foram presos pelas autoridades do país e também não se sabe onde eles estão sendo mantidos e o motivo da prisão. Além disso, seguidores de Cristo no local relataram que há cerca de dois meses, outro cristão foi preso na cidade de Assab, também por motivos desconhecidos. Essa onda de detenções e prisões de cristãos pode indicar uma campanha das autoridades contra os seguidores de Jesus no país. Os cristãos de denominações não tradicionais enfrentam perseguição do governo e da Igreja Ortodoxa, que é a única denominação cristã reconhecida pelo governo e rigidamente controlada pelas autoridades. Cristãos que não são da Igreja Ortodoxa e cristãos ex-muçulmanos enfrentam extrema oposição da família, comunidade e do Estado, e podem perder o direito aos recursos essenciais dados pelo governo. Participe do DIP 2021 A Eritreia ocupa o 6º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2021 e os seguidores de Jesus enfrentam perseguições em níveis extremos em todas as esferas da vida. Durante o Domingo da Igreja Perseguida (DIP) 2021, falaremos sobre os cristãos presos na Eritreia, na Coreia do Norte e no Irã. Esteja conosco nesta jornada de fé e esperança, em que juntos fortaleceremos nossos irmãos presos através da oração. Se você ainda não se cadastrou, não perca a oportunidade de envolver sua igreja no maior movimento de oração pela Igreja Perseguida. Cadastre-se, saiba como realizá-lo e tenha acesso a materiais exclusivos para a realização do evento. Pedidos de oração Apresente em oração os cristãos presos na Eritreia, peça para que o Senhor os visite no cárcere e traga paz e esperança de uma libertação próxima. Ore por todos os seguidores de Jesus no país, para que, mesmo diante da perseguição, eles não temam em propagar as boas-novas de Jesus. Clame para que as autoridades sejam visitadas por Deus, tendo a vida transformada pelo amor. FONTE: https://www.portasabertas.org.br/noticias/cristaos-perseguidos/aumento-das-prisoes-preocupa-cristaos-na-eritreia #asautoridadesdopaísprenderamdezenasdecristãoseomotivoédesconhecido #AumentodasprisõespreocupacristãosnaEritreia #Nasúltimassemanas
- Bispo orienta a “desobedecer à lei” para assistir à missa
Na missa do domingo passado, Bernardo Bastres, bispo chileno de Magalhães, pediu aos fiéis que desafiassem a proibição governamental justificada pela pandemia e continuassem a assistir à celebração da Eucaristia. Um bispo disse “basta” às restrições que, com a desculpa da pandemia do coronavírus, estão afetando desproporcionalmente o culto católico, relegado à categoria de “não essencial”. Trata-se de Bernardo Bastres, da diocese chilena de Magalhães, que, dadas as novas restrições impostas pelo Governo, proibindo qualquer acontecimento, foi categórico no seu desafio. «Seguindo a responsabilidade que tivemos até hoje em relação à capacidade, em relação às medidas sanitárias, parece-me que podemos continuar com tranquilidade a celebração da Eucaristia durante a semana», disse o bispo. “É verdade que a lei diz o contrário, mas acreditamos que quando uma lei é injusta e quando uma lei é contra a consciência, pode-se desobedecer à lei. Digo isto com responsabilidade, como bispo e como chefe da Igreja Católica em Magalhães ”, acrescentou. Antes de continuar a leitura da matéria recomendamos que assista o seguinte vídeo: Nem prefeito nem bispo tem autoridade para suprimir a Santa Missa “Se o governo ouvisse mais as regiões e suas autoridades, antes de tomar decisões, o que aconteceu agora não aconteceria. O problema é que eles são muito centralistas e essas coisas acontecem. Foi o que aconteceu com o aumento do gás”, disse o bispo de Magalhães, monsenhor Bernardo Bastres, na tarde deste domingo, já mais calmo, após saber da decisão do governo de reverter a resolução que impedia o desenvolvimento de cultos religiosos, com capacidade limitada durante o semana, nas cidades da Fase 2. Traduzido de InfoCatolica #Coronavírus
- Bispo orienta a “desobedecer à lei” para assistir à missa
Na missa do domingo passado, Bernardo Bastres, bispo chileno de Magalhães, pediu aos fiéis que desafiassem a proibição governamental justificada pela pandemia e continuassem a assistir à celebração da Eucaristia. Um bispo disse “basta” às restrições que, com a desculpa da pandemia do coronavírus, estão afetando desproporcionalmente o culto católico, relegado à categoria de “não essencial”. Trata-se de Bernardo Bastres, da diocese chilena de Magalhães, que, dadas as novas restrições impostas pelo Governo, proibindo qualquer acontecimento, foi categórico no seu desafio. «Seguindo a responsabilidade que tivemos até hoje em relação à capacidade, em relação às medidas sanitárias, parece-me que podemos continuar com tranquilidade a celebração da Eucaristia durante a semana», disse o bispo. “É verdade que a lei diz o contrário, mas acreditamos que quando uma lei é injusta e quando uma lei é contra a consciência, pode-se desobedecer à lei. Digo isto com responsabilidade, como bispo e como chefe da Igreja Católica em Magalhães ”, acrescentou. Antes de continuar a leitura da matéria recomendamos que assista o seguinte vídeo: Nem prefeito nem bispo tem autoridade para suprimir a Santa Missa “Se o governo ouvisse mais as regiões e suas autoridades, antes de tomar decisões, o que aconteceu agora não aconteceria. O problema é que eles são muito centralistas e essas coisas acontecem. Foi o que aconteceu com o aumento do gás”, disse o bispo de Magalhães, monsenhor Bernardo Bastres, na tarde deste domingo, já mais calmo, após saber da decisão do governo de reverter a resolução que impedia o desenvolvimento de cultos religiosos, com capacidade limitada durante o semana, nas cidades da Fase 2. Traduzido de InfoCatolica #Coronavírus
- Católicos rezam pela Mãe do padre Fábio de Melo que está no respirador
O padre comunicou estágio do tratamento da doença em rede social, neste domingo (21) e também agradeceu pelas orações e disse estar tranquilo e confiante. A mãe do padre Fábio de Melo, Ana Maria de Melo, precisou entrar em “respiração artificial” no hospital particular no qual trata a Covid-19 em Uberlândia. A informação foi divulgada em rede social do padre neste domingo (21), que ainda disse estar tranquilo, confiante e sabendo que a decisão foi a melhor para ela. “Minha mãe continua na sua luta, bravamente, resistindo, suportando. Ontem ela precisou entrar na respiração artificial. Em um primeiro momento isso me desolou muito. Parece que a gente encara isso como uma sentença de morte não é!? Mas não, hoje, mais lúcido, tranquilo, eu sei que é o melhor para ela. Para que o organismo descanse, para que ela possa ter mais forças para se recuperar contra a inflamação dos pulmões, que está bastante severa”. Ana está internada no Hospital Santa Genoveva em Uberlândia desde o dia 15 de março, onde trata a doença. Na última quinta-feira (18), o padre já havia dito que a mãe teve um “mal-estar súbito” e estava com dificuldades para respirar. Mesmo com a situação, ele afirmou que ela seguia “feliz, disposta, gentil e grata”. Segundo Melo, o que consola ele nesse momento é saber que ele está podendo ajudar a mãe de alguma forma. “Hoje eu estou muito em paz. Quando fiz minha oração da manhã Deus me disse: ‘alegre-se, pois o que você está podendo fazer pela sua mãe muitos filhos não podem’. Isso está me consolando gente, saber que ela está sendo tratada, que nós estamos dando a ela oportunidade de sair disso, o que lamentavelmente muitas pessoas nesse momento não podem”. Nas postagens ele ainda agradeceu a todos pelas orações e que quer passar por essa situação como a mãe sempre viveu: “Entregando tudo nas mãos de Deus e confiando nele”. “Foi assim que ela me ensinou a viver e eu não poderia agir diferente”, completou. Com informações do G1
- Católicos rezam pela Mãe do padre Fábio de Melo que está no respirador
O padre comunicou estágio do tratamento da doença em rede social, neste domingo (21) e também agradeceu pelas orações e disse estar tranquilo e confiante. A mãe do padre Fábio de Melo, Ana Maria de Melo, precisou entrar em “respiração artificial” no hospital particular no qual trata a Covid-19 em Uberlândia. A informação foi divulgada em rede social do padre neste domingo (21), que ainda disse estar tranquilo, confiante e sabendo que a decisão foi a melhor para ela. “Minha mãe continua na sua luta, bravamente, resistindo, suportando. Ontem ela precisou entrar na respiração artificial. Em um primeiro momento isso me desolou muito. Parece que a gente encara isso como uma sentença de morte não é!? Mas não, hoje, mais lúcido, tranquilo, eu sei que é o melhor para ela. Para que o organismo descanse, para que ela possa ter mais forças para se recuperar contra a inflamação dos pulmões, que está bastante severa”. Ana está internada no Hospital Santa Genoveva em Uberlândia desde o dia 15 de março, onde trata a doença. Na última quinta-feira (18), o padre já havia dito que a mãe teve um “mal-estar súbito” e estava com dificuldades para respirar. Mesmo com a situação, ele afirmou que ela seguia “feliz, disposta, gentil e grata”. Segundo Melo, o que consola ele nesse momento é saber que ele está podendo ajudar a mãe de alguma forma. “Hoje eu estou muito em paz. Quando fiz minha oração da manhã Deus me disse: ‘alegre-se, pois o que você está podendo fazer pela sua mãe muitos filhos não podem’. Isso está me consolando gente, saber que ela está sendo tratada, que nós estamos dando a ela oportunidade de sair disso, o que lamentavelmente muitas pessoas nesse momento não podem”. Nas postagens ele ainda agradeceu a todos pelas orações e que quer passar por essa situação como a mãe sempre viveu: “Entregando tudo nas mãos de Deus e confiando nele”. “Foi assim que ela me ensinou a viver e eu não poderia agir diferente”, completou. Com informações do G1
- Cisma à vista? Mais de 300 padres continuarão abençoando uniões gays
Uma organização com mais de 300 Padres e Diáconos da Áustria desafiou o Vaticano e anunciou na terça-feira 16 de março que vai continuar abençoando uniões homossexuais. “Nós, membros da Iniciativa dos Padres de Paróquia (Pfarrer Initiative) estamos profundamente estarrecidos pelo novo decreto romano que busca proibir a bênção de amorosos “casais” homossexuais. Isso é uma recaída aos tempos que esperávamos que estivessem superados com o Papa Francisco”, disse a organização liderada pelo padre Helmut Schueller numa declaração divulgada na terça-feira 15. No dia anterior a Congregação para a Doutrina da Fé havia publicado sua resposta à pergunta: A Igreja dispõe do poder de abençoar as uniões de pessoas gays? Respondendo negativamente, a CDF disse que “a Igreja recorda que Deus mesmo não deixa de abençoar cada um de seus filhos peregrinos neste mundo, porque para Ele ‘somos mais importantes que todos os pecados que podemos cometer’. Mas não abençoa nem pode abençoar o pecado: abençoa o ser humano pecador, para que reconheça que é parte de seu desígnio de amor e se deixe transformar por Ele. De fato, Ele ‘aceita-nos como somos, mas nunca nos deixa como somos’ ” A Iniciativa dos Padres de Paróquia foi fundada em 2006 por nove padres de Viena, Áustria. Segundo o website da organização “a iniciativa tem hoje mais de 400 membros do clero da Igreja Católica Romana oficial. Mais de 3.400 leigos professam seu apoio à iniciativa dos padres.” Leia também Vaticano: A Igreja Católica não pode dar bênçãos às uniões homossexuais O grupo defende o fim do celibato obrigatório para padres e o direito de todos os fiéis celebrarem a Eucaristia. Em seu site, os padres dizem: “Celebramos a Eucaristia como a refeição e o amor do Senhor com todos os que acreditam em Jesus Cristo. Porque Diante de Deus todos são bem-vindos com sua prontidão para a conversão e reconciliação com a mesma dignidade e estima e com os mesmos direitos, homens e mulheres, casados de novo e divorciados, amantes homossexuais e heterossexuais, membros de outras igrejas Cristãs assim como aqueles que foram embora.” Uma das maiores preocupações do grupo de padres dissidentes é com “os problemas pastorais e humanos e os conflitos de consciência relacionados às leis do casamento vigentes na Igreja Latina.” Os padres do grupo dizem “seguir sua consciência e lutar por novos rumos na Igreja”. A organização diz buscar como meta “congregações vivazes, estruturas sinodais contemporâneas e acima de tudo uma igreja mundial de mente aberta e com credibilidade que se concentre no serviço sincero às pessoas.” Em 2012 o Vaticano tirou do Pe. Schueller o título de Monsenhor e sua atribuição honorifica de “Capelão de Sua Santidade” que recebera como diretor da Cáritas na Áustria, segundo a agência Reuters. Pe. Schueller é ex-bispo auxiliar do Cardeal Christoph Schoenbron, Arcebispo de Viena. Fonte: ACI Digital Leia também PODE UMA PESSOA COM TENDÊNCIAS HOMOSSEXUAIS SER UM BOM CATÓLICO?
- Cisma à vista? Mais de 300 padres continuarão abençoando uniões gays
Uma organização com mais de 300 Padres e Diáconos da Áustria desafiou o Vaticano e anunciou na terça-feira 16 de março que vai continuar abençoando uniões homossexuais. “Nós, membros da Iniciativa dos Padres de Paróquia (Pfarrer Initiative) estamos profundamente estarrecidos pelo novo decreto romano que busca proibir a bênção de amorosos “casais” homossexuais. Isso é uma recaída aos tempos que esperávamos que estivessem superados com o Papa Francisco”, disse a organização liderada pelo padre Helmut Schueller numa declaração divulgada na terça-feira 15. No dia anterior a Congregação para a Doutrina da Fé havia publicado sua resposta à pergunta: A Igreja dispõe do poder de abençoar as uniões de pessoas gays? Respondendo negativamente, a CDF disse que “a Igreja recorda que Deus mesmo não deixa de abençoar cada um de seus filhos peregrinos neste mundo, porque para Ele ‘somos mais importantes que todos os pecados que podemos cometer’. Mas não abençoa nem pode abençoar o pecado: abençoa o ser humano pecador, para que reconheça que é parte de seu desígnio de amor e se deixe transformar por Ele. De fato, Ele ‘aceita-nos como somos, mas nunca nos deixa como somos’ ” A Iniciativa dos Padres de Paróquia foi fundada em 2006 por nove padres de Viena, Áustria. Segundo o website da organização “a iniciativa tem hoje mais de 400 membros do clero da Igreja Católica Romana oficial. Mais de 3.400 leigos professam seu apoio à iniciativa dos padres.” Leia também Vaticano: A Igreja Católica não pode dar bênçãos às uniões homossexuais O grupo defende o fim do celibato obrigatório para padres e o direito de todos os fiéis celebrarem a Eucaristia. Em seu site, os padres dizem: “Celebramos a Eucaristia como a refeição e o amor do Senhor com todos os que acreditam em Jesus Cristo. Porque Diante de Deus todos são bem-vindos com sua prontidão para a conversão e reconciliação com a mesma dignidade e estima e com os mesmos direitos, homens e mulheres, casados de novo e divorciados, amantes homossexuais e heterossexuais, membros de outras igrejas Cristãs assim como aqueles que foram embora.” Uma das maiores preocupações do grupo de padres dissidentes é com “os problemas pastorais e humanos e os conflitos de consciência relacionados às leis do casamento vigentes na Igreja Latina.” Os padres do grupo dizem “seguir sua consciência e lutar por novos rumos na Igreja”. A organização diz buscar como meta “congregações vivazes, estruturas sinodais contemporâneas e acima de tudo uma igreja mundial de mente aberta e com credibilidade que se concentre no serviço sincero às pessoas.” Em 2012 o Vaticano tirou do Pe. Schueller o título de Monsenhor e sua atribuição honorifica de “Capelão de Sua Santidade” que recebera como diretor da Cáritas na Áustria, segundo a agência Reuters. Pe. Schueller é ex-bispo auxiliar do Cardeal Christoph Schoenbron, Arcebispo de Viena. Fonte: ACI Digital Leia também PODE UMA PESSOA COM TENDÊNCIAS HOMOSSEXUAIS SER UM BOM CATÓLICO?
- A LINGUAGEM PRODUTORA DE REALIDADE
REUTERS/Brian Snyder Há mais ou menos duas décadas, desde os anos noventa do século XX, começou a circular entre nós a expressão “politicamente correto”, que surgiu e se disseminou nos Estados Unidos a partir dos anos oitenta. Pressupõe a existência de uma forma “verdadeira” de fazer as coisas, do ponto de vista político, ditada pelo pensamento marxista em suas mais recentes formulações. O politicamente correto é, antes de tudo, uma produção acadêmico-linguística. Seus principais agentes são agora os “produtores de discurso” egressos da universidade — professores, jornalistas, publicitários, padres, compositores populares, secretários ou ministros da educação, intelectuais em suma, devidamente treinados na universidade, que é seu principal quartel-general. A expressão designava, antes de tudo, um certo padrão de comportamento linguístico e social, um novo discurso e um novo jeito de proceder que deveriam substituir os padrões mais conservadores, supostamente responsáveis pelas desigualdades econômicas e sociais. É, no fundo, mais uma reciclagem do socialismo em que o fazer e o dizer se mesclam indissoluvelmente, a partir da convicção de que linguagem produz realidade, e, portanto, é preciso exercer um controle mais estrito sobre palavras e ações que sirvam de obstáculo ao projeto da nova esquerda, que antes de mudar a infraestrutura político-econômica, parte da realidade superestrutural: a cultura de um grupo e suas formas de pensamento. Donde a atuação sobre amplas faixas da população, como as mulheres (feminismo), os jovens (sexo livre) e até as crianças (ideologia de gênero nas escolas), e até a defesa de certos grupos sociais minoritários (sobretudo étnicos e sexuais), quando são interessantes para alimentar conflitos. Enfim, quando se pensava que a história havia chegado ao fim (Francis Fukuyama) e o mundo estava livre do socialismo, com a queda do Muro de Berlim e o aparente desmonte do regime soviético, a ideologia do “politicamente correto” começava a ganhar força no mundo ocidental, candidatando-se a ocupar o vazio deixado pelo velho comunismo soviético que, embora criador de sofisticadas técnicas de desinformação e maquiagem da realidade, ainda estava associado a certas práticas assustadoras do ponto de vista ocidental. Era uma verdadeira revolução cultural, atuando sobre a linguagem e as ideias. A revolução linguístico-cultural é mais uma estratégia revolucionária, dentro da própria revolução. Não se restringe a mudanças econômicas e sociais epidérmicas; quer algo mais existencial e permanente, fazendo a transfusão coletiva dos novos valores através de uma engenharia social bem mais sofisticada. O foco, agora, é a linguagem, para mais profundamente penetrar no coração da pessoa humana. É uma revolução principalmente semiótica, fundada na substituição de antigos signos por outros, numa completa erradicação das velhas palavras da tribo ocidental.
- Católicos fazem outdoor questionando erros da Campanha da Fraternidade
Em São João del-Rei (interior de MG), católicos contrataram um outdoor para questionar sua Diocese a respeito da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021 Um outdoor colocado em frente a loja Eletro Braga foi o meio utilizado por um grupo de Católicos mineiros de São João del Rei para se manifestarem com questionamentos sobre controvérsias e erros da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021. “DIALOGO SEM ABERTURA PARA QUESTIONAR?” é a pergunta em destaque no outdoor. A pergunta é seguida de outras e também contém um QR Code que direciona as pessoas para o site catolicossjdr.blogspot.com . Neste site foram colocados mais questionamentos sobre os erros e confusões presentes no texto base da Campanha da Fraternidade (CF) 2021 como, por exemplo, sobre a autora do texto-base ser uma pastora a favor do aborto e relativização de dogmas como da Santíssima Trindade. Leia o questionamento dos fiéis feito através do Blog Católicos de São João del-Rei: Nós, católicos, independente da diocese, temos direito e dever de defender a fé e a santa doutrina. (CIC 907) Temos questionamentos com a campanha ecumênica de 2021 da CNBB e com vídeos que criticam a campanha. Antes de mais nada, todo e qualquer questionamento ou exposição de erros é para alertar aos católicos menos informados para que possam se atentarem e estarem vigilantes contra a mentira que, infelizmente, infiltrou na nossa santa igreja católica! Devemos todo respeito aos sacerdotes que são in persona Christi e permitem acesso aos santos sacramentos. Por isso mesmo precisam ser corretos e bons pastores para conduzirem bem o rebanho. Toda e qualquer crítica encontrada neste site é direcionada às pessoas e não aos sacerdócios. Como imagem acima descreve: não queremos dividir, queremos união com magistério da igreja. Fazemos convite para quem estiver aberto à verdade. As questões nos levam na direção da verdade e realidade. A verdade e realidade existem de forma única, queira nós ou não. O subjetivismo e o relativismo presentes na sociedade atual corrompem a leitura real de como as coisas são. Este materialismo tem infiltrado não somente na educação, na política ou no esporte, mas também na nossa santa igreja, deixada por Cristo. (MT 16,18) Premissas incorretas: precisamos ter muita atenção ao nos depararmos com um discurso aceitável ou politicamente correto. Basicamente a polarização se faz necessária pois o bem e o mal não podem ser igualmente aceitáveis. Precisamos ser quentes ou frios (AP 3,15-16). Para seguir o Evangelho precisamos ser radicais (na raiz etimológica da palavra) em Cristo. Ou seguimos o que o Deus Filho falou ou o inferno nos aguarda. Assista também Escárnio contra os Católicos: Campanha da Fraternidade 2021 Precisamos ser humildes e reconhecer a importância e a sabedoria da igreja que está acima de qualquer interesse privado ou político. – A CAMPANHA DE 2021 TEM SOMENTE PONTOS NEGATIVOS? Assim como Deus aproveita os dons dos pecadores, também nós podemos aproveitar alguns pontos da campanha. Um dos nossos objetivos é alertar todos os nossos irmãos para as armadilhas que há nesta campanha ecumênica. Todos nós somos a favor de diálogo. Mas precisamos ser a favor do verdadeiro diálogo sem abrir mão da nossa fé ou de nossos valores morais e éticos. – A CAMPANHA FAVORECE VERDADEIRO DIÁLOGO? Infelizmente nos deparamos com a impossibilidade de questionar e DIALOGAR nas formações diocesana ou paroquiais. Recebemos relatos de que paróquias da nossa diocese não permitiram o devido espaço para o DIÁLOGO que repetidamente nos é dito nos textos e apresentações da campanha. – POR QUE FECHAR CHAT E BLOQUEAR COMENTÁRIOS E LIKES NAS FORMAÇÕES DIOCESANAS? Formação diocesana foi realizada na página da paróquia da nossa catedral (Pilar, SJDR). Especificamente o vídeo em questão não mostra número de likes e deslikes além de não permitir comentários nos vídeos de Facebook e YouTube (ao vivo ou não). A formação apresentou equívocos da campanha e dos próprios integrantes com vários pontos. Mesa composta inclusive por defensores da teologia da libertação, heresia que tenta aplicar o marxismo, o materialismo e o relativismo na santa igreja católica ( clique neste link para ver alguns danos causados por ela). Leia também Papa Bento XVI nos ensina os 10 Erros da Teologia da Libertação – POR QUE ACEITAR AUTORA PRÓ-ABORTO SE A IGREJA CATÓLICA É A FAVOR DA VIDA DESDE A CONCEPÇÃO? Você já viu algum vegano defender consumo de carne? Nós nunca vimos. Na prática não há como alguém defender algo contrário do que pensa/vive. Mesmo que fosse possível na prática, a mesma já declarou publicamente ser favorável à saúde reprodutiva da mulher (eufemismo para aborto [que já é um eufemismo para assassinato]) e favorável à queima de bíblias em universidade (fala consta no vídeo 04 abaixo). – POR QUE USAR SENSACIONALISMO? Também citada na formação diocesana, o número de mortos da doença mundial é colocada em destaque para causar medo. Pessoas com medo ficam mais suscetíveis a serem controladas. Basta ver histórico de ditaduras ao redor do mundo. Voltando à doença, a mesma existe. Lamentamos mortes mas elas existem. Graças a Deus o número é muito baixo em relação à quantidade de curados. Total de mortos não passa de 3% no país. Este percentual foi divulgado pelos “grupos negacionistas” que levam ciência de verdade a sério. POR QUE FOCAR NO NÚMERO DE MORTOS? Imagina uma mídia divulgando todo dia um contador de mortes por violência. Com certeza estaríamos em pânico pois nossos números são piores que de guerras declaradas ao redor do mundo. Esta violência inclusive atinge vários grupos sociais. Voltamos ao questionamento anterior sobre a autora do texto da campanha. A mesma é pró-aborto e socialista. O marxismo enxerga tudo como guerra de classes. Infelizmente todos nós estamos sujeitos a sermos vítimas da violência. Discurso vitimista do texto e da formação mostra a ideologia em que se norteia. Outra prova é uso de exemplos úteis à esquerda política. Por que não citar vários exemplos como de policiais mortos covardemente por aqueles que colaboram com o caos social? Por que não criticar a origem do problema da pobreza, entre eles as drogas que financiam grupos revolucionários alinhados com mesmos partidos pelo Foro de São Paulo? A igreja está acima de qualquer ideologia política, principalmente ideologia responsável por milhões de mortes, entre elas o comunismo que já foi condenado pela própria igreja em várias ocasiões e por vários papas. Assista também Prof. Felipe Aquino responde fiéis sobre a Campanha da Fraternidade 2021 – POR QUE APOIAR PAUTA IDENTITÁRIA PROGRESSISTA? Isto engloba a última questão. Como alertado no vídeo 06 (mais abaixo) há o perigo da nova forma de agir da teologia da libertação. Ela está, assim como o movimento comunista revolucionário (já condenado pela santa igreja), se adapta a diversos contextos mas com a velha intenção de revolução e poder. Esta é uma instrução dos próprios líderes comunistas de estratégia política. Por que não acolher os que afeto por pessoas do mesmo sexo (AMS) seguindo o catecismo confirmando que precisam ser acolhidos como todo pecador precisa ser? Nosso catecismo e o próprio evangelho é claro que precisamos acolher o pecador mas não acolher o pecado. Todos nós somos convidados à conversão e à santidade. – POR QUE ACEITAR IDEOLOGIA FEMINISTA? POR QUE A CNBB SE CONTRADIZ SOBRE TER PARTICIPADO DO TEXTO BASE? No vídeo 07 (ao final desta página) o jornalista católico Bernardo Küster alerta para o perigo na nova forma da teologia da libertação e das intenções da autora pró-aborto. Como informado no vídeo, há dinheiro de George Soros e participação de sacerdotes que vão contra o magistério da igreja católica. Bispo auxiliar assumiu a participação de padres enquanto a nota oficial da CNBB diz que não tem participação efetiva. Se não tem, então pra quê aplicar uma campanha cujo texto vai contra os princípios da igreja? Como aceitar esta feminista que chama católicos de fundamentalistas e chega a criticar até a própria CNBB que publicou livro “Homem e Mulher: Deus os criou” e criticou a ideologia de gênero. A mesma critica financiamento do Vaticano contra esta ideologia maligna. Não bastasse o citado e outras coisas, a autora defende a destruição do patriarcado chegando a negar o dogma da trindade santa. A ideologia por trás desta campanha visa a subversão e distorção da fé e da realidade do que Deus é. Leia também O Escândalo da Campanha da Fraternidade 2021: COMO É POSSÍVEL? – QUAL É O DESTINO DO DINHEIRO DA COLETA DO DOMINGO DE RAMOS? Os vídeos abaixo demonstram exemplos de aplicação de dinheiro da coleta da CNBB. Entre os eventos (vídeo 01) há palestra que negue existência de céu e inferno. Erro gravíssimo que vai totalmente contra a realidade e o que defende a igreja católica. – POR QUE É PROIBIDO QUESTIONAR CNBB E POR QUE INVENTAR QUE É PECADO SE NÃO AJUDAR COM A COLETA? Pesquisamos e não achamos a CNBB no catecismo ou na doutrina social. A livre associação de bispos, que são autônomos em suas dioceses e diretamente subordinados ao santo padre o papa Francisco, não faz da organização uma entidade oficial da igreja católica. De toda forma, não somos contra a CNBB. Mas questionamos a imposição de regras e tratamento da entidade como órgão oficial da igreja católica. Somos contra a heresia chamada “teologia da libertação” que distorce o santo evangelho com visão marxista e materialista. Esta visão negacionista não reconhece os milagres e chegam a negar a justiça divina e/ou existência do inferno. Qual parágrafo do catecismo ou qual mandamento diz que não doar no dia da coleta é pecado? Não somos obrigados a ajudar neste dia. Há infinitas maneiras de ajudarmos a igreja e a praticar a caridade com irmãos necessitados que podem ser encontrados em várias cidades de nossa diocese. – POR QUE CALUNIAR GRUPO AO INVÉS DE REFUTAR AS CRÍTICAS? Temos a obrigação de sermos honestos conosco mesmo e observarmos o diálogo/debate. Na sociedade atual encontramos extremistas que rotulam grupos específicos com adjetivos vazios com intuito de difamar e desvalorizar o conteúdo que estes grupos dizem. O próprio texto da campanha usa esta estratégia para se dirigir àqueles que questionam a “ciência politizada” sendo que esta deveria ser a “ciência científica”. Acusar de plágio de nome de santo não é um argumento que refuta alguma acusação. Acusar o grupo Centro Dom Bosco de ser contra a igreja e contra o papa sem qualquer prova é algo grave, principalmente quando feito em missa celebrada dentro da catedral! – VÍDEOS DE REFERÊNCIA Pedimos para nos avisar nos comentários se houver vídeos que refutam os vídeos que criticam a campanha. Ainda não encontramos argumentos que refutam os vídeos abaixo e que não vão contra o que a igreja defende. Estamos abertos ao verdadeiro DIÁLOGO! Leia também Veja tudo que já foi falado sobre a Campanha da Fraternidade até agora VÍDEO 01 – padre explica teologia da libertação VÍDEO 02 – resumo sobre a campanha ecumênica VÍDEO 03 – para onde vai o dinheiro da coleta do domingo de ramos VÍDEO 04 – bispo da autora pró-aborto VÍDEO 05 – refutando a defesa da campanha VÍDEO 06 – ideologia de gênero para crianças VÍDEO 07 – ideologia oculta da campanha ecumênica 2021 da CNBB #CampanhadaFraternidade #CNBB
- Católicos fazem outdoor questionando erros da Campanha da Fraternidade
Em São João del-Rei (interior de MG), católicos contrataram um outdoor para questionar sua Diocese a respeito da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021 Um outdoor colocado em frente a loja Eletro Braga foi o meio utilizado por um grupo de Católicos mineiros de São João del Rei para se manifestarem com questionamentos sobre controvérsias e erros da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021. “DIALOGO SEM ABERTURA PARA QUESTIONAR?” é a pergunta em destaque no outdoor. A pergunta é seguida de outras e também contém um QR Code que direciona as pessoas para o site catolicossjdr.blogspot.com . Neste site foram colocados mais questionamentos sobre os erros e confusões presentes no texto base da Campanha da Fraternidade (CF) 2021 como, por exemplo, sobre a autora do texto-base ser uma pastora a favor do aborto e relativização de dogmas como da Santíssima Trindade. Leia o questionamento dos fiéis feito através do Blog Católicos de São João del-Rei: Nós, católicos, independente da diocese, temos direito e dever de defender a fé e a santa doutrina. (CIC 907) Temos questionamentos com a campanha ecumênica de 2021 da CNBB e com vídeos que criticam a campanha. Antes de mais nada, todo e qualquer questionamento ou exposição de erros é para alertar aos católicos menos informados para que possam se atentarem e estarem vigilantes contra a mentira que, infelizmente, infiltrou na nossa santa igreja católica! Devemos todo respeito aos sacerdotes que são in persona Christi e permitem acesso aos santos sacramentos. Por isso mesmo precisam ser corretos e bons pastores para conduzirem bem o rebanho. Toda e qualquer crítica encontrada neste site é direcionada às pessoas e não aos sacerdócios. Como imagem acima descreve: não queremos dividir, queremos união com magistério da igreja. Fazemos convite para quem estiver aberto à verdade. As questões nos levam na direção da verdade e realidade. A verdade e realidade existem de forma única, queira nós ou não. O subjetivismo e o relativismo presentes na sociedade atual corrompem a leitura real de como as coisas são. Este materialismo tem infiltrado não somente na educação, na política ou no esporte, mas também na nossa santa igreja, deixada por Cristo. (MT 16,18) Premissas incorretas: precisamos ter muita atenção ao nos depararmos com um discurso aceitável ou politicamente correto. Basicamente a polarização se faz necessária pois o bem e o mal não podem ser igualmente aceitáveis. Precisamos ser quentes ou frios (AP 3,15-16). Para seguir o Evangelho precisamos ser radicais (na raiz etimológica da palavra) em Cristo. Ou seguimos o que o Deus Filho falou ou o inferno nos aguarda. Assista também Escárnio contra os Católicos: Campanha da Fraternidade 2021 Precisamos ser humildes e reconhecer a importância e a sabedoria da igreja que está acima de qualquer interesse privado ou político. – A CAMPANHA DE 2021 TEM SOMENTE PONTOS NEGATIVOS? Assim como Deus aproveita os dons dos pecadores, também nós podemos aproveitar alguns pontos da campanha. Um dos nossos objetivos é alertar todos os nossos irmãos para as armadilhas que há nesta campanha ecumênica. Todos nós somos a favor de diálogo. Mas precisamos ser a favor do verdadeiro diálogo sem abrir mão da nossa fé ou de nossos valores morais e éticos. – A CAMPANHA FAVORECE VERDADEIRO DIÁLOGO? Infelizmente nos deparamos com a impossibilidade de questionar e DIALOGAR nas formações diocesana ou paroquiais. Recebemos relatos de que paróquias da nossa diocese não permitiram o devido espaço para o DIÁLOGO que repetidamente nos é dito nos textos e apresentações da campanha. – POR QUE FECHAR CHAT E BLOQUEAR COMENTÁRIOS E LIKES NAS FORMAÇÕES DIOCESANAS? Formação diocesana foi realizada na página da paróquia da nossa catedral (Pilar, SJDR). Especificamente o vídeo em questão não mostra número de likes e deslikes além de não permitir comentários nos vídeos de Facebook e YouTube (ao vivo ou não). A formação apresentou equívocos da campanha e dos próprios integrantes com vários pontos. Mesa composta inclusive por defensores da teologia da libertação, heresia que tenta aplicar o marxismo, o materialismo e o relativismo na santa igreja católica ( clique neste link para ver alguns danos causados por ela). Leia também Papa Bento XVI nos ensina os 10 Erros da Teologia da Libertação – POR QUE ACEITAR AUTORA PRÓ-ABORTO SE A IGREJA CATÓLICA É A FAVOR DA VIDA DESDE A CONCEPÇÃO? Você já viu algum vegano defender consumo de carne? Nós nunca vimos. Na prática não há como alguém defender algo contrário do que pensa/vive. Mesmo que fosse possível na prática, a mesma já declarou publicamente ser favorável à saúde reprodutiva da mulher (eufemismo para aborto [que já é um eufemismo para assassinato]) e favorável à queima de bíblias em universidade (fala consta no vídeo 04 abaixo). – POR QUE USAR SENSACIONALISMO? Também citada na formação diocesana, o número de mortos da doença mundial é colocada em destaque para causar medo. Pessoas com medo ficam mais suscetíveis a serem controladas. Basta ver histórico de ditaduras ao redor do mundo. Voltando à doença, a mesma existe. Lamentamos mortes mas elas existem. Graças a Deus o número é muito baixo em relação à quantidade de curados. Total de mortos não passa de 3% no país. Este percentual foi divulgado pelos “grupos negacionistas” que levam ciência de verdade a sério. POR QUE FOCAR NO NÚMERO DE MORTOS? Imagina uma mídia divulgando todo dia um contador de mortes por violência. Com certeza estaríamos em pânico pois nossos números são piores que de guerras declaradas ao redor do mundo. Esta violência inclusive atinge vários grupos sociais. Voltamos ao questionamento anterior sobre a autora do texto da campanha. A mesma é pró-aborto e socialista. O marxismo enxerga tudo como guerra de classes. Infelizmente todos nós estamos sujeitos a sermos vítimas da violência. Discurso vitimista do texto e da formação mostra a ideologia em que se norteia. Outra prova é uso de exemplos úteis à esquerda política. Por que não citar vários exemplos como de policiais mortos covardemente por aqueles que colaboram com o caos social? Por que não criticar a origem do problema da pobreza, entre eles as drogas que financiam grupos revolucionários alinhados com mesmos partidos pelo Foro de São Paulo? A igreja está acima de qualquer ideologia política, principalmente ideologia responsável por milhões de mortes, entre elas o comunismo que já foi condenado pela própria igreja em várias ocasiões e por vários papas. Assista também Prof. Felipe Aquino responde fiéis sobre a Campanha da Fraternidade 2021 – POR QUE APOIAR PAUTA IDENTITÁRIA PROGRESSISTA? Isto engloba a última questão. Como alertado no vídeo 06 (mais abaixo) há o perigo da nova forma de agir da teologia da libertação. Ela está, assim como o movimento comunista revolucionário (já condenado pela santa igreja), se adapta a diversos contextos mas com a velha intenção de revolução e poder. Esta é uma instrução dos próprios líderes comunistas de estratégia política. Por que não acolher os que afeto por pessoas do mesmo sexo (AMS) seguindo o catecismo confirmando que precisam ser acolhidos como todo pecador precisa ser? Nosso catecismo e o próprio evangelho é claro que precisamos acolher o pecador mas não acolher o pecado. Todos nós somos convidados à conversão e à santidade. – POR QUE ACEITAR IDEOLOGIA FEMINISTA? POR QUE A CNBB SE CONTRADIZ SOBRE TER PARTICIPADO DO TEXTO BASE? No vídeo 07 (ao final desta página) o jornalista católico Bernardo Küster alerta para o perigo na nova forma da teologia da libertação e das intenções da autora pró-aborto. Como informado no vídeo, há dinheiro de George Soros e participação de sacerdotes que vão contra o magistério da igreja católica. Bispo auxiliar assumiu a participação de padres enquanto a nota oficial da CNBB diz que não tem participação efetiva. Se não tem, então pra quê aplicar uma campanha cujo texto vai contra os princípios da igreja? Como aceitar esta feminista que chama católicos de fundamentalistas e chega a criticar até a própria CNBB que publicou livro “Homem e Mulher: Deus os criou” e criticou a ideologia de gênero. A mesma critica financiamento do Vaticano contra esta ideologia maligna. Não bastasse o citado e outras coisas, a autora defende a destruição do patriarcado chegando a negar o dogma da trindade santa. A ideologia por trás desta campanha visa a subversão e distorção da fé e da realidade do que Deus é. Leia também O Escândalo da Campanha da Fraternidade 2021: COMO É POSSÍVEL? – QUAL É O DESTINO DO DINHEIRO DA COLETA DO DOMINGO DE RAMOS? Os vídeos abaixo demonstram exemplos de aplicação de dinheiro da coleta da CNBB. Entre os eventos (vídeo 01) há palestra que negue existência de céu e inferno. Erro gravíssimo que vai totalmente contra a realidade e o que defende a igreja católica. – POR QUE É PROIBIDO QUESTIONAR CNBB E POR QUE INVENTAR QUE É PECADO SE NÃO AJUDAR COM A COLETA? Pesquisamos e não achamos a CNBB no catecismo ou na doutrina social. A livre associação de bispos, que são autônomos em suas dioceses e diretamente subordinados ao santo padre o papa Francisco, não faz da organização uma entidade oficial da igreja católica. De toda forma, não somos contra a CNBB. Mas questionamos a imposição de regras e tratamento da entidade como órgão oficial da igreja católica. Somos contra a heresia chamada “teologia da libertação” que distorce o santo evangelho com visão marxista e materialista. Esta visão negacionista não reconhece os milagres e chegam a negar a justiça divina e/ou existência do inferno. Qual parágrafo do catecismo ou qual mandamento diz que não doar no dia da coleta é pecado? Não somos obrigados a ajudar neste dia. Há infinitas maneiras de ajudarmos a igreja e a praticar a caridade com irmãos necessitados que podem ser encontrados em várias cidades de nossa diocese. – POR QUE CALUNIAR GRUPO AO INVÉS DE REFUTAR AS CRÍTICAS? Temos a obrigação de sermos honestos conosco mesmo e observarmos o diálogo/debate. Na sociedade atual encontramos extremistas que rotulam grupos específicos com adjetivos vazios com intuito de difamar e desvalorizar o conteúdo que estes grupos dizem. O próprio texto da campanha usa esta estratégia para se dirigir àqueles que questionam a “ciência politizada” sendo que esta deveria ser a “ciência científica”. Acusar de plágio de nome de santo não é um argumento que refuta alguma acusação. Acusar o grupo Centro Dom Bosco de ser contra a igreja e contra o papa sem qualquer prova é algo grave, principalmente quando feito em missa celebrada dentro da catedral! – VÍDEOS DE REFERÊNCIA Pedimos para nos avisar nos comentários se houver vídeos que refutam os vídeos que criticam a campanha. Ainda não encontramos argumentos que refutam os vídeos abaixo e que não vão contra o que a igreja defende. Estamos abertos ao verdadeiro DIÁLOGO! Leia também Veja tudo que já foi falado sobre a Campanha da Fraternidade até agora VÍDEO 01 – padre explica teologia da libertação VÍDEO 02 – resumo sobre a campanha ecumênica VÍDEO 03 – para onde vai o dinheiro da coleta do domingo de ramos VÍDEO 04 – bispo da autora pró-aborto VÍDEO 05 – refutando a defesa da campanha VÍDEO 06 – ideologia de gênero para crianças VÍDEO 07 – ideologia oculta da campanha ecumênica 2021 da CNBB #CampanhadaFraternidade #CNBB


































