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- A insistência de Padre Pio sobre a modéstia
Padre Pio levava muito a sério as virtudes da pureza, colocava, já no seu tempo, à dura prova aquelas que primavam por se apresentar usando vestidos decotados e saias curtas. Ele era, de fato, bem consciente dos efeitos nocivos da moda indecente, que induz muitas almas a cair em pecado grave. São Pio exercitou ao longo de toda sua vida as virtudes da pureza em grau heróico e, sabendo o valor elevado para a realização do Reino dos Céus, exigia que os outros a conservassem zelosamente também, e se preservassem intactos de qualquer mácula do pecado. Sobre a mulher Padre Pio tinha um conceito muito elevado, o que o levou a denunciar qualquer coisa que denegrisse e aviltasse a dignidade das mulheres e as reduzisse a um mero objeto de prazer, especialmente a moda. Mesmo antes dos anos sessenta, quando não imperava ainda a moda da minissaia, prevendo as tendências futuras na moda que as mulheres iriam usar, Padre Pio estava preocupado em incutir o amor à modéstia e à decência no vestir. Exigia, portanto, de modo intransigente, que as mulheres estivessem vestidas decentemente, como convém a um povo temente a Deus, tomando como referência de conduta a Nossa Senhora, um excelente modelo de imaculada pureza. O Santo sofreu bastante com as modas escandalosas, que chamou de “um mal terrível” para as almas, porque conduz os homens ao pecado, aos maus pensamentos e desejos turbulentos. Ele não podia suportar que as mulheres mercantilizassem seus corpos vestindo-se de forma provocante para atrair a atenção do sexo masculino. Padre Pio levava tão a sério o problema da pureza nas regras de conduta cristã no que diz respeito ao vestuário que estas também se tornaram alvo de cartas para seus filhos espirituais. Entre seus muitos escritos, lemos: “As mulheres que procuram as vaidades do vestuário nunca poderão vestir a vida de Jesus Cristo, pois logo que esse ídolo entra em seus corações perdem cada um dos ornamentos da alma. Seu vestuário, assim como São Paulo quer, deve ser decentemente e modestamente adornado, sem nenhum tipo de roupa que tenha um toque de luxo e ostentação do fausto”. Leia também Padre Paulo Ricardo faz alerta às mulheres sobre uso da Saia Nisto, o santo de Gargano, retomava maravilhosamente a mensagem de Nossa Senhora de Fátima, que tinha anunciado para a bem-aventurada Jacinta, a mais jovem dos três pastorinhos, a vinda de modas que ofenderiam Nosso Senhor. Todas as filhas espirituais de Padre Pio seguiam o seu conselho sincero para alongar a barra da saia até depois dos joelhos para contrabalançar o mal que faziam as outras mulheres que usavam saias e vestidos indecentes. No confessionário, Padre Pio muitas vezes bateu a porta na cara dos penitentes que apareciam usando vestuário impróprio para a sacralidade do lugar… Repreendeu com dureza mesmo aquelas mulheres que para aparecem à sua frente, abriam o fecho da saia para puxá-la para baixo e fazê-la parecer mais longa. Muitas vezes ouvi frases como: “Palhaça…”, “vista-se como uma cristã!”, “desgraçada, vá se vestir!”, “serre seus braços … porque você sofre menos do que aqueles que sofrem no Purgatório… a carne descoberta vai queimar!” Um dia, uma senhora, para se confessar com ele, ocasionalmente alongou a saia, mas notei que o Santo mandou-a embora. Leia também Padre José Augusto: “Cuidado, sua roupa poderá te levar ao Inferno!” Na parte da tarde a mesma senhora foi apresentada ao Padre, como uma grande benfeitora, e ele disse: “Desculpe, esta manhã, eu dei-lhe o fora, mas agora, Senhora, eu farei novamente o mesmo”. Mas a senhora, que tinha aprendido a lição, agradeceu-lhe gentilmente a repreensão. Nem mesmo os homens saíam ilesos da cruzada de Padre Pio pela decência no vestir. Para um homem que tinha entrado para se confessar com ele usando uma camiseta sem mangas, chamou com uma firmeza que não admitia réplicas: “Vá-se, ou você alonga as mangas ou corta os braços!” “Eu quero que todos vocês, meus queridos filhos espirituais, combatam com o exemplo, e sem respeito humano uma santa batalha contra a moda indecente. Deus estará com vocês e irá salvá-los! As mulheres que procuram as vaidades do vestuário nunca poderão vestir a vida de Jesus Cristo, perdem cada um dos ornamentos da alma, logo que esse ídolo entra em seus corações. Cuidado com qualquer vaidade em suas roupas, porque o Senhor permite a queda dessas almas por causa dessa vaidade.” ~São Pio de Pietrelcina Leia também “Roupa não define caráter:” sacerdote responde essa e outras afirmações usadas para destruir a modéstia Padre Pio insistiu na Modéstia Padre Pio não toleraria vestidos curtos ou com decotes baixos, saias justas, e ele proibiu suas filhas espirituais de vestir meias-calças transparentes*. A cada ano a sua severidade aumentava. Ele teimosamente as mandava embora do seu confessionário, mesmo antes de pôr o pé dentro, se julgasse que elas estavam indevidamente vestidas. Em algumas manhãs, ele expulsou uma após a outra, até que ele acabou por ouvir muito poucas confissões. Seus irmãos observaram estes drásticos expurgos com certo mal-estar e decidiram pregar uma placa na porta da igreja: Por desejo explícito do Padre Pio, a mulher deve entrar no confessionário vestindo saias pelo menos 20 centímetros abaixo do joelho. Evitemos o menor risco de ofender a Deus nesta área ou de ser uma ocasião de tentação para o nosso vizinho. Que as modas do mundo não sejam o modelo para o nosso vestuário, mas sim a Virgem Maria e os Santos. Vamos seguir os padrões de recato no vestuário, e recordar as palavras de Nossa Senhora a Beata Jacinta Marto de Fátima: “Os pecados que mais levam almas para o inferno são os pecados da carne. Hão de vir muitas modas que hão de ofender muito a Nosso Senhor… As pessoas que servem a Deus não devem andar na moda. A Igreja não tem modas. Nosso Senhor é sempre o mesmo”. Leia também Padre proíbe decote e saia curta Algumas vezes, quando o Padre Pio recusou-se a absolver seus penitentes e fechou a porta do pequeno confessionário em seus rostos, as pessoas iam censurá-lo perguntando por que ele agiu desta forma. “Vocês não sabem”, ele perguntou: “Que dor que custa-me fechar a porta a alguém? O Senhor tem me forçado a fazê-lo. Eu não chamo ninguém, nem recuso a ninguém também. Existe alguém que chama, e que as recusa. Eu sou Sua ferramenta inútil”. Citação de uma das cartas do Padre Pio: “Há, além disso, três virtudes que aperfeiçoam a pessoa devota no que diz respeito ao controle dos seus próprios sentidos. Estas são: a modéstia, a continência e a castidade. Em virtude da modéstia a pessoa devota governa todos os seus atos exteriores. Com razão, então, São Paulo recomendou esta virtude a todos e declarou como é necessária e como se isso não bastasse, ele considera que esta virtude deveria ser óbvia para todos. Pela continência a alma exercita a retenção de todos os sentidos: visão, tato, paladar, olfato e audição. Pela castidade, uma virtude que enobrece a nossa natureza e faz com que seja semelhante à dos Anjos, nós suprimimos a nossa sensualidade e a afastamos dos prazeres proibidos. Este é o retrato magnífico da perfeição cristã. Feliz aquele que possui todas estas belas virtudes, todas elas frutos do Espírito Santo que habita dentro dele. Essa alma não tem nada a temer e vai brilhar no mundo como o sol no céu”. Uma mulher que vendia calças em sua loja de varejo em Vancouver foi se confessar na Itália com Padre Pio e sua absolvição foi recusada… Leia também A Modéstia e a Comunhão na visão de Lúcifer “Ele ordenou que ela voltasse para casa no Canadá e se livrasse de todo seu estoque, e não desse qualquer um dos itens para as pessoas que poderiam usá-los, e se ela quisesse sua absolvição, poderia voltar à Itália e recebê-la, só depois que ela realizasse piedosamente suas ordens.” O Santo Padre Pio deve ter tido uma forte consciência dos perigos da falta de modéstia para as nossas almas imortais, e dos perigos da tentação para o nosso próximo. “Que as modas do mundo não sejam o modelo para o nosso vestuário, mas sim a Virgem Maria e os Santos”. Uma garota de mini-saia foi informada que era preciso de um vestido maior para se confessar com o Padre Pio. Ela foi na loja com a mãe comprar as roupas apropriadas. Olhando a si mesma no espelho com o novo vestido ela disse: “Se eu o meu namorado me vesse assim ele iria pensar que eu sou um palhaço”. Quando a vez dela de se confessar chegou e a portinhola abriu ela ouviu “Vai embora! Eu não confesso palhaços“ “Shorts e mangas curtas, até em crianças não era aceito pelo Padre Pio. Para um homem indo para a confissão de maga curta ele disse: “ou alongue as suas mangas ou encurte seus braços”. Leia também Veja o que ensina São Padre Pio de Pietrelcina sobre o grave pecado do aborto A Canonização do Padre Pio nos dá a oportunidade para recordar a gravidade do Santo de San Giovanni Rotondo, que colocou este cartaz na porta de sua igreja: “A Igreja é a casa de Deus. É proibido para os homens entrar com os braços nus ou usando shorts. É proibido para as mulheres entrarem usando calças, sem um véu sobre sua cabeça, com roupas curtas, decotes baixos, roupas sem mangas ou vestidos imodestos”. Outras citações sobre a importância da modéstia Papa Pio XII (1954) “Bem melhor fariam os educadores da juventude clerical, inculcando-lhe as normas do pudor cristão, que tanto contribui para manter incólume a virgindade, e bem pode chamar-se a prudência da castidade. O pudor adivinha o perigo, obsta a que se afronte, e leva a evitar aquelas mesmas ocasiões de que não se acautelam os menos prudentes. Ao pudor não agradam as palavras torpes ou menos honestas, e aborrece-lhe a mais leve imodéstia. Ele afasta-se da familiaridade suspeita com pessoas do outro sexo, porque enche a alma de profundo respeito pelo corpo, membro de Cristo (cf. l Cor 6, 15), e templo do Espírito Santo (l Cor 6, 19). A alma cristãmente pudica tem horror de qualquer pecado de impureza e retira-se ao primeiro assomo da sedução.” Palavras de Nossa Senhora do Bom Sucesso, a Madre Mariana de Jesus Torres (1634) “Naqueles dias, o espírito de impureza como um dilúvio de imundície vai inundar as ruas, praças e locais públicos. A depravação será tal que não haverá mais almas virgens no mundo”. Leia também O que aconteceu com a Modéstia? São Francisco de Sales (1567-1622) “São Paulo quer que as mulheres cristãs (o que há de entender-se também dos homens) se vistam segundo as regras da decência, deixando de todo excesso e imodéstia em seus ornatos. Ora, a decência dos vestidos e ornatos depende da matéria, da forma e do asseio” [8]. Pio XI – “Carta sobre a modéstia cristã” (1930) “Os pais, conscientes das suas graves obrigações da educação, especialmente religiosa e moral, dos seus filhos, devem esforçar-se para que as suas filhas sejam solidamente instruídas na doutrina cristã desde o princípio da infância; e eles próprios devem incutir assiduamente nas suas almas, por palavras e pelo exemplo, o amor às virtudes da modéstia e da castidade; e como as suas famílias devem seguir o exemplo da Sagrada Família, devem dirigi-las de maneira que os seus membros, educados dentro das paredes do lar, tenham razões e incentivos para amar e conservar a modéstia.” Venerável Fulton J. Sheen “O que faz a graça à nossa natureza humana? Em primeiro lugar, faz do corpo um templo de Deus. Esta é uma das razões a favor da pureza. O que é um templo? Um templo é um local onde habita Deus. Recordemos que, quando Jesus foi ao templo de Jerusalém e os Fariseus pediram um sinal, e Nosso Senhor disse: ‘Destruí este templo e reconstrui-lo-ei em três dias.’ Não estava a falar daquele templo terreno; estava a falar do templo do Seu corpo, porque Deus habitava naquela natureza humana de Cristo. Pela nossa participação naquela vida divina, Ele habita em nós. É por isso que o corpo é sagrado. É por isso que lhe devemos reverência. O corpo não é um verme, algo de desprezível. É o Seu templo, e um dia também será glorificado.” Leia também Até quando a modéstia será ignorada? Até quando seremos enganadas? Os pecados da humanidade que ofendem sobremaneira a Deus, são especialmente os pecados da carne, que segundo Nossa Senhora, são os pecados que mais levam as almas para o inferno. A Santíssima Virgem em Fátima alertou sobre uma questão que poucas pessoas dão importância atualmente, e que contribuem muitíssimo para o pecado da carne: as modas indecentes. Disse a Santíssima Mãe de Deus: “Virão modas que ofenderão muito Nosso Senhor. As pessoas que servem a Deus não devem seguir essas modas”. Leia também É obrigatório o uso de saias e véu após a consagração a Nossa Senhora? #Modéstia #PadrePio
- A insistência de Padre Pio sobre a modéstia
Padre Pio levava muito a sério as virtudes da pureza, colocava, já no seu tempo, à dura prova aquelas que primavam por se apresentar usando vestidos decotados e saias curtas. Ele era, de fato, bem consciente dos efeitos nocivos da moda indecente, que induz muitas almas a cair em pecado grave. São Pio exercitou ao longo de toda sua vida as virtudes da pureza em grau heróico e, sabendo o valor elevado para a realização do Reino dos Céus, exigia que os outros a conservassem zelosamente também, e se preservassem intactos de qualquer mácula do pecado. Sobre a mulher Padre Pio tinha um conceito muito elevado, o que o levou a denunciar qualquer coisa que denegrisse e aviltasse a dignidade das mulheres e as reduzisse a um mero objeto de prazer, especialmente a moda. Mesmo antes dos anos sessenta, quando não imperava ainda a moda da minissaia, prevendo as tendências futuras na moda que as mulheres iriam usar, Padre Pio estava preocupado em incutir o amor à modéstia e à decência no vestir. Exigia, portanto, de modo intransigente, que as mulheres estivessem vestidas decentemente, como convém a um povo temente a Deus, tomando como referência de conduta a Nossa Senhora, um excelente modelo de imaculada pureza. O Santo sofreu bastante com as modas escandalosas, que chamou de “um mal terrível” para as almas, porque conduz os homens ao pecado, aos maus pensamentos e desejos turbulentos. Ele não podia suportar que as mulheres mercantilizassem seus corpos vestindo-se de forma provocante para atrair a atenção do sexo masculino. Padre Pio levava tão a sério o problema da pureza nas regras de conduta cristã no que diz respeito ao vestuário que estas também se tornaram alvo de cartas para seus filhos espirituais. Entre seus muitos escritos, lemos: “As mulheres que procuram as vaidades do vestuário nunca poderão vestir a vida de Jesus Cristo, pois logo que esse ídolo entra em seus corações perdem cada um dos ornamentos da alma. Seu vestuário, assim como São Paulo quer, deve ser decentemente e modestamente adornado, sem nenhum tipo de roupa que tenha um toque de luxo e ostentação do fausto”. Leia também Padre Paulo Ricardo faz alerta às mulheres sobre uso da Saia Nisto, o santo de Gargano, retomava maravilhosamente a mensagem de Nossa Senhora de Fátima, que tinha anunciado para a bem-aventurada Jacinta, a mais jovem dos três pastorinhos, a vinda de modas que ofenderiam Nosso Senhor. Todas as filhas espirituais de Padre Pio seguiam o seu conselho sincero para alongar a barra da saia até depois dos joelhos para contrabalançar o mal que faziam as outras mulheres que usavam saias e vestidos indecentes. No confessionário, Padre Pio muitas vezes bateu a porta na cara dos penitentes que apareciam usando vestuário impróprio para a sacralidade do lugar… Repreendeu com dureza mesmo aquelas mulheres que para aparecem à sua frente, abriam o fecho da saia para puxá-la para baixo e fazê-la parecer mais longa. Muitas vezes ouvi frases como: “Palhaça…”, “vista-se como uma cristã!”, “desgraçada, vá se vestir!”, “serre seus braços … porque você sofre menos do que aqueles que sofrem no Purgatório… a carne descoberta vai queimar!” Um dia, uma senhora, para se confessar com ele, ocasionalmente alongou a saia, mas notei que o Santo mandou-a embora. Leia também Padre José Augusto: “Cuidado, sua roupa poderá te levar ao Inferno!” Na parte da tarde a mesma senhora foi apresentada ao Padre, como uma grande benfeitora, e ele disse: “Desculpe, esta manhã, eu dei-lhe o fora, mas agora, Senhora, eu farei novamente o mesmo”. Mas a senhora, que tinha aprendido a lição, agradeceu-lhe gentilmente a repreensão. Nem mesmo os homens saíam ilesos da cruzada de Padre Pio pela decência no vestir. Para um homem que tinha entrado para se confessar com ele usando uma camiseta sem mangas, chamou com uma firmeza que não admitia réplicas: “Vá-se, ou você alonga as mangas ou corta os braços!” “Eu quero que todos vocês, meus queridos filhos espirituais, combatam com o exemplo, e sem respeito humano uma santa batalha contra a moda indecente. Deus estará com vocês e irá salvá-los! As mulheres que procuram as vaidades do vestuário nunca poderão vestir a vida de Jesus Cristo, perdem cada um dos ornamentos da alma, logo que esse ídolo entra em seus corações. Cuidado com qualquer vaidade em suas roupas, porque o Senhor permite a queda dessas almas por causa dessa vaidade.” ~São Pio de Pietrelcina Leia também “Roupa não define caráter:” sacerdote responde essa e outras afirmações usadas para destruir a modéstia Padre Pio insistiu na Modéstia Padre Pio não toleraria vestidos curtos ou com decotes baixos, saias justas, e ele proibiu suas filhas espirituais de vestir meias-calças transparentes*. A cada ano a sua severidade aumentava. Ele teimosamente as mandava embora do seu confessionário, mesmo antes de pôr o pé dentro, se julgasse que elas estavam indevidamente vestidas. Em algumas manhãs, ele expulsou uma após a outra, até que ele acabou por ouvir muito poucas confissões. Seus irmãos observaram estes drásticos expurgos com certo mal-estar e decidiram pregar uma placa na porta da igreja: Por desejo explícito do Padre Pio, a mulher deve entrar no confessionário vestindo saias pelo menos 20 centímetros abaixo do joelho. Evitemos o menor risco de ofender a Deus nesta área ou de ser uma ocasião de tentação para o nosso vizinho. Que as modas do mundo não sejam o modelo para o nosso vestuário, mas sim a Virgem Maria e os Santos. Vamos seguir os padrões de recato no vestuário, e recordar as palavras de Nossa Senhora a Beata Jacinta Marto de Fátima: “Os pecados que mais levam almas para o inferno são os pecados da carne. Hão de vir muitas modas que hão de ofender muito a Nosso Senhor… As pessoas que servem a Deus não devem andar na moda. A Igreja não tem modas. Nosso Senhor é sempre o mesmo”. Leia também Padre proíbe decote e saia curta Algumas vezes, quando o Padre Pio recusou-se a absolver seus penitentes e fechou a porta do pequeno confessionário em seus rostos, as pessoas iam censurá-lo perguntando por que ele agiu desta forma. “Vocês não sabem”, ele perguntou: “Que dor que custa-me fechar a porta a alguém? O Senhor tem me forçado a fazê-lo. Eu não chamo ninguém, nem recuso a ninguém também. Existe alguém que chama, e que as recusa. Eu sou Sua ferramenta inútil”. Citação de uma das cartas do Padre Pio: “Há, além disso, três virtudes que aperfeiçoam a pessoa devota no que diz respeito ao controle dos seus próprios sentidos. Estas são: a modéstia, a continência e a castidade. Em virtude da modéstia a pessoa devota governa todos os seus atos exteriores. Com razão, então, São Paulo recomendou esta virtude a todos e declarou como é necessária e como se isso não bastasse, ele considera que esta virtude deveria ser óbvia para todos. Pela continência a alma exercita a retenção de todos os sentidos: visão, tato, paladar, olfato e audição. Pela castidade, uma virtude que enobrece a nossa natureza e faz com que seja semelhante à dos Anjos, nós suprimimos a nossa sensualidade e a afastamos dos prazeres proibidos. Este é o retrato magnífico da perfeição cristã. Feliz aquele que possui todas estas belas virtudes, todas elas frutos do Espírito Santo que habita dentro dele. Essa alma não tem nada a temer e vai brilhar no mundo como o sol no céu”. Uma mulher que vendia calças em sua loja de varejo em Vancouver foi se confessar na Itália com Padre Pio e sua absolvição foi recusada… Leia também A Modéstia e a Comunhão na visão de Lúcifer “Ele ordenou que ela voltasse para casa no Canadá e se livrasse de todo seu estoque, e não desse qualquer um dos itens para as pessoas que poderiam usá-los, e se ela quisesse sua absolvição, poderia voltar à Itália e recebê-la, só depois que ela realizasse piedosamente suas ordens.” O Santo Padre Pio deve ter tido uma forte consciência dos perigos da falta de modéstia para as nossas almas imortais, e dos perigos da tentação para o nosso próximo. “Que as modas do mundo não sejam o modelo para o nosso vestuário, mas sim a Virgem Maria e os Santos”. Uma garota de mini-saia foi informada que era preciso de um vestido maior para se confessar com o Padre Pio. Ela foi na loja com a mãe comprar as roupas apropriadas. Olhando a si mesma no espelho com o novo vestido ela disse: “Se eu o meu namorado me vesse assim ele iria pensar que eu sou um palhaço”. Quando a vez dela de se confessar chegou e a portinhola abriu ela ouviu “Vai embora! Eu não confesso palhaços“ “Shorts e mangas curtas, até em crianças não era aceito pelo Padre Pio. Para um homem indo para a confissão de maga curta ele disse: “ou alongue as suas mangas ou encurte seus braços”. Leia também Veja o que ensina São Padre Pio de Pietrelcina sobre o grave pecado do aborto A Canonização do Padre Pio nos dá a oportunidade para recordar a gravidade do Santo de San Giovanni Rotondo, que colocou este cartaz na porta de sua igreja: “A Igreja é a casa de Deus. É proibido para os homens entrar com os braços nus ou usando shorts. É proibido para as mulheres entrarem usando calças, sem um véu sobre sua cabeça, com roupas curtas, decotes baixos, roupas sem mangas ou vestidos imodestos”. Outras citações sobre a importância da modéstia Papa Pio XII (1954) “Bem melhor fariam os educadores da juventude clerical, inculcando-lhe as normas do pudor cristão, que tanto contribui para manter incólume a virgindade, e bem pode chamar-se a prudência da castidade. O pudor adivinha o perigo, obsta a que se afronte, e leva a evitar aquelas mesmas ocasiões de que não se acautelam os menos prudentes. Ao pudor não agradam as palavras torpes ou menos honestas, e aborrece-lhe a mais leve imodéstia. Ele afasta-se da familiaridade suspeita com pessoas do outro sexo, porque enche a alma de profundo respeito pelo corpo, membro de Cristo (cf. l Cor 6, 15), e templo do Espírito Santo (l Cor 6, 19). A alma cristãmente pudica tem horror de qualquer pecado de impureza e retira-se ao primeiro assomo da sedução.” Palavras de Nossa Senhora do Bom Sucesso, a Madre Mariana de Jesus Torres (1634) “Naqueles dias, o espírito de impureza como um dilúvio de imundície vai inundar as ruas, praças e locais públicos. A depravação será tal que não haverá mais almas virgens no mundo”. Leia também O que aconteceu com a Modéstia? São Francisco de Sales (1567-1622) “São Paulo quer que as mulheres cristãs (o que há de entender-se também dos homens) se vistam segundo as regras da decência, deixando de todo excesso e imodéstia em seus ornatos. Ora, a decência dos vestidos e ornatos depende da matéria, da forma e do asseio” [8]. Pio XI – “Carta sobre a modéstia cristã” (1930) “Os pais, conscientes das suas graves obrigações da educação, especialmente religiosa e moral, dos seus filhos, devem esforçar-se para que as suas filhas sejam solidamente instruídas na doutrina cristã desde o princípio da infância; e eles próprios devem incutir assiduamente nas suas almas, por palavras e pelo exemplo, o amor às virtudes da modéstia e da castidade; e como as suas famílias devem seguir o exemplo da Sagrada Família, devem dirigi-las de maneira que os seus membros, educados dentro das paredes do lar, tenham razões e incentivos para amar e conservar a modéstia.” Venerável Fulton J. Sheen “O que faz a graça à nossa natureza humana? Em primeiro lugar, faz do corpo um templo de Deus. Esta é uma das razões a favor da pureza. O que é um templo? Um templo é um local onde habita Deus. Recordemos que, quando Jesus foi ao templo de Jerusalém e os Fariseus pediram um sinal, e Nosso Senhor disse: ‘Destruí este templo e reconstrui-lo-ei em três dias.’ Não estava a falar daquele templo terreno; estava a falar do templo do Seu corpo, porque Deus habitava naquela natureza humana de Cristo. Pela nossa participação naquela vida divina, Ele habita em nós. É por isso que o corpo é sagrado. É por isso que lhe devemos reverência. O corpo não é um verme, algo de desprezível. É o Seu templo, e um dia também será glorificado.” Leia também Até quando a modéstia será ignorada? Até quando seremos enganadas? Os pecados da humanidade que ofendem sobremaneira a Deus, são especialmente os pecados da carne, que segundo Nossa Senhora, são os pecados que mais levam as almas para o inferno. A Santíssima Virgem em Fátima alertou sobre uma questão que poucas pessoas dão importância atualmente, e que contribuem muitíssimo para o pecado da carne: as modas indecentes. Disse a Santíssima Mãe de Deus: “Virão modas que ofenderão muito Nosso Senhor. As pessoas que servem a Deus não devem seguir essas modas”. Leia também É obrigatório o uso de saias e véu após a consagração a Nossa Senhora? #Modéstia #PadrePio
- Cardeal Kasper sobre o Sínodo Alemão: “Muitos se perguntam se tudo isso ainda é totalmente cat
Em uma palestra em 17 de setembro em Roma, o cardeal alemão disse que o caminho alemão se desviou do Vaticano II, especialmente na área da “compreensão sacramental da Igreja e do episcopado”. CIDADE DO VATICANO – O Cardeal Walter Kasper voltou a manifestar a sua preocupação com o “Caminho Sinodal” da Igreja na Alemanha, desta vez dando o seu firme apoio à contraproposta que um bispo alemão crítico do processo apresentou no início deste mês. Numa palestra proferida em Roma no dia 17 de setembro, o Cardeal Kasper criticou o texto oficial de um dos temas do “Caminho Sinodal” – sobre o exercício do poder e da autoridade na Igreja – dizendo que tenta “reinventar a Igreja, por assim dizer, com a ajuda de uma estrutura teológica e teórica erudita. ” Há “muito que está correto nisso”, disse ele, mas acrescentou que também há “muito que é hipotético” e que “no final, muitos se perguntam se tudo isso ainda é inteiramente católico”. “Algumas declarações”, continuou ele, “claramente se desviam das preocupações básicas do Vaticano II, por exemplo, na compreensão sacramental da Igreja e do episcopado”. Em contraste, o cardeal alemão disse que uma alternativa ao texto oficial , intitulada “Autoridade e Responsabilidade” e publicada em 3 de setembro em um novo site pelo Bispo Rudolf Voderholzer de Regensburg, analisa claramente os problemas existentes, é consistente com o Concílio Vaticano II, e propõe medidas eficazes e viáveis para a reforma. “Coloca-se claramente nas bases do Concílio, que deve ser comum a todos nós”, afirmou o presidente emérito do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos. “Ele reconhece as questões em aberto que o Conselho deixou para trás e busca continuar no caminho do Conselho, sobre a base segura do Conselho.” Ele acrescentou que, ao fazê-lo, mostra que “não é necessário virar tudo de cabeça para baixo” e que “é possível ir além do Concílio, no espírito do Concílio, sem entrar em conflito com os ensinamentos da Igreja”. “Este é o caminho da tradição viva, o caminho da Igreja”, acrescentou o Cardeal Kasper. “Entende a tradição não como uma fortaleza proibida, mas como um convite a iniciar o caminho da Igreja e a ser surpreendido por novos insights.” A contraproposta de 45 páginas divulgada pelo Bispo Voderholzer foi co-autora de um grupo de quatro leigos e clérigos: Padre Wolfgang Picken, reitor da cidade de Bonn; Marianne Schlosser, professora de teologia em Viena, Áustria; jornalista Alina Oehler; e o Bispo Auxiliar Florian Wörner de Augsburg. Seu objetivo declarado era “delinear passos concretos para a reforma que podem ser implementados na fidelidade à fé da Igreja e de acordo com sua estrutura legal, mas que também mostram que as questões que a sociedade traz para a Igreja são levadas a sério”. Mas uma moção para discutir sua contribuição no processo sinodal foi rejeitada pela liderança do Fórum Sinodal, Claudia Lücking-Michel e pelo Bispo Franz-Josef Overbeck de Essen. O fórum é um dos quatro que constituem o “Caminho sinodal”, um processo plurianual que surgiu da crise dos abusos sexuais e termina em fevereiro de 2022. Os outros três tratam da moralidade sexual, da vida sacerdotal e do papel das mulheres na a Igreja. O Padre Picken disse que viu as declarações do Cardeal Kasper como uma confirmação da visão “que o texto oficial do fórum é parcialmente baseado em hipóteses teológicas insustentáveis e, portanto, é provável que falhe em termos da Igreja mundial”. “O cardeal Kasper enfatiza como é importante no“ Caminho sinodal ”lutar por soluções que todos possam apoiar”, disse o Pe. Picken. “Ele, portanto, apóia nossa demanda por um debate aberto e animado. Infelizmente, os responsáveis pela jornada sinodal se recusam a fazer exatamente isso. “Para nossa consternação, os presidentes do Fórum Sinodal rejeitaram o pedido de um membro para discutir o texto alternativo no fórum. Eles estão bloqueando o diálogo aberto e excluindo grupos inteiros. Vejo isso como uma denúncia de um fórum preocupado com o poder, a separação de poderes e a participação. “Tivemos que experimentar repetidamente ser excluídos, marginalizados e silenciados”, disse o padre Picken, acrescentando que isso “abertamente e diretamente contradiz o significado da sinodalidade e tudo o que o Papa Francisco propôs” antes do próximo sínodo de 2021-2023 sobre sinodalidade. para a Igreja universal. Em junho, o cardeal Kasper disse que estava ” muito preocupado ” com o “caminho sinodal” da Alemanha e se perguntou por que os envolvidos no processo não haviam levado a carta do Papa Francisco de 2019 exortando-os a tomar cuidado “mais a sério e, como convém a um sínodo, considerar o questões críticas à luz do Evangelho? ” Ele também criticou o alto perfil do Caminho Sinodal na mídia, dizendo que “ele realmente não dá uma boa imagem pública”. “Estou muito preocupado, mas sou cauteloso ao fazer um julgamento geral final”, disse ele. O Bispo Voderholzer é um crítico de longa data dos aspectos do “Caminho Sinodal”. Em 2019, junto com o cardeal Rainer Woelki de Colônia, ele esboçou estatutos alternativos para orientar o processo, mas a proposta foi rejeitada pelo conselho permanente dos bispos alemães em agosto de 2019. Ele também votou contra os estatutos para o processo no mesmo ano. Em fevereiro de 2020, disse ter detectado um “despotismo autoritário” nos procedimentos do “Caminho Sinodal” e em setembro do mesmo ano, criticou duramente um texto produzido pelo fórum sobre o papel da mulher, informou a Agência Católica de Notícias . No dia 3 de setembro, Dom Voderholzer anunciou o novo site sobre o “Caminho sinodal”, que visa contribuir para o processo sinodal por meio de textos fiéis ao ensinamento e à tradição da Igreja. O recurso online acabará por conter textos alternativos para os três outros fóruns sinodais. A segunda sessão plenária da Assembleia Sinodal, órgão supremo de decisão para o “Caminho Sinodal”, acontecerá em Frankfurt de 30 de setembro a 2 de outubro. A assembleia é formada por bispos alemães, 69 membros do influente Comitê Central dos Católicos Alemães ( ZdK ) e representantes de outras partes da Igreja na Alemanha. Em sua palestra em Roma, o Cardeal Kasper disse que “não é necessário virar tudo de cabeça para baixo; basta prosseguir com coragem no caminho da Igreja e do Concílio. Então, não precisamos ter medo; então temos a promessa do Senhor do nosso lado. ” Mas ele expressou sua esperança de “que ambos os lados sejam grandes o suficiente para se aproximarem”, acrescentando que se um “novo ponto de partida” é realmente desejado, “então precisamos, de acordo com a tradição sinodal, uma resposta unânime que não divida, mas traga nós juntos.” FONTE: NATIONAL CATHOLIC REGISTER – Edward PentinMundo – 23 de setembro de 2021 A mídia odeia o Cardeal Burke – ou a fé que ele representa? Cardeal Alemão: Igreja alemã não só cismática, mas também herege #igrejanaalemanha #processosinodal #cardealwalterkasper #sínodoalemão #NationalCatholicRegister
- O FRACASSO DA “NOVA IGREJA” – Pe. Santiago Martín
O Sínodo Alemão está agora na sua fase final. À medida que a data de aprovação das conclusões se aproxima, a preocupação aumenta, mesmo no Vaticano. Em primeiro lugar, devido ao que pode acontecer na Alemanha, mas também devido ao efeito de contágio que pode ocorrer noutros países, tais como a Bélgica, Suíça, Holanda, Áustria e até a própria França. Por esta razão, Roma está fazendo diligências para chamar à responsabilidade aqueles que controlam o caminho sinodal, antes que seja demasiado tarde. O que parece difícil de conseguir é que, nesta fase, seja possível parar um comboio descarrilhado, sem travões, descendo a colina. Nas últimas semanas, houve alguns movimentos nesta direção. A primeira foi a recusa de aceitar a demissão do bispo de Hamburgo, implicado na proteção dos padres pedófilos. Isto perturbou, com razão, as associações de vítimas, mas a sua remoção teria levado à remoção de, pelo menos, o Cardeal Marx de Munique, e Monsenhor Batzing, que é presidente da Conferência Episcopal, também afetado por acusações semelhantes. Não se deve esquecer que os três são membros proeminentes da chamada “Nova Igreja”, que defende uma ruptura com a Palavra de Deus e a Tradição, e que está liderando o Sínodo. Fazer-lhes justiça teria levado a uma ruptura com a Igreja alemã, pelo que foi decidido que as vítimas continuarão esperando pela justiça que merecem. O segundo movimento veio do setor muito pequeno que quer ser fiel ao Concílio Vaticano II, interpretado em termos de continuidade. Liderados pelo Arcebispo de Regensburg, que é muito próximo de Bento XVI, apresentaram um texto alternativo ao oficial, sobre o tema da autoridade na Igreja. Um dos teólogos que o redigiu, Deacon Wolfgang Picken, não hesitou em chamar herético ao texto oficial. Mas este segundo passo poderia ser entendido como a reação lógica e inevitável dos “conservadores” derrotados. Por isso, foi uma surpresa quando o Cardeal Kasper apoiou publicamente o texto alternativo e criticou duramente o texto oficial (ele que é tão próximo do Papa Francisco, que o tem elogiado repetidamente desde o início de seu Pontificado). Sem dizer abertamente que é herético, questionou se é um texto católico. É evidente que o Papa fala através de Kasper, e isso significa que as coisas devem andar muito más, para que o Vaticano apoie os conservadores. Está sendo feita uma tentativa para evitar o pior, embora já possa ser demasiado tarde, porque o Sínodo alemão está organizado de tal forma que os bispos perderam a possibilidade de controlar a situação, se assim o quisessem fazer. Por detrás de tudo isto, no final, há o medo. Muito, muito medo. Mesmo que não o admitam. A realidade da situação da Igreja na Alemanha é muito dura. Esta semana tornou-se conhecido que apenas 12% dos alemães consideram que a religião é benéfica para a humanidade. Esta pequena percentagem inclui toda a gente: católicos, protestantes e muçulmanos. Isto é um fracasso absoluto e, pior, é representativo do que está acontecendo no mundo ocidental. Nos Estados Unidos, pela primeira vez, os ateus são numericamente iguais aos crentes. Na América Latina, a crise é feroz entre os jovens e a classe média alta. No Norte da Europa, a situação é muito semelhante à da Alemanha, e no Sul da Europa a situação está evoluindo rapidamente na mesma direção. Só a Europa do Leste se salva, pelo menos por enquanto. Esta Igreja dividida, que emite continuamente mensagens contraditórias e confusas, é uma Igreja condenada à morte. E não é porque o digam os malditos conservadores rigoristas, que devem ser esmagados a todo o custo por não permitirem a marcha triunfal rumo a um futuro de submissão à Nova Ordem Mundial, mas porque os templos estão cada vez mais vazios. A crise é terrível e já não pode ser escondida. É por isso que aqueles que sabem como estão as coisas estão muito preocupados, porque a grande maioria dos batizados já não se preocupa se o Concílio é interpretado em continuidade ou em ruptura. A Igreja Católica já não é uma minoria, como era até há alguns anos; é agora irrelevante: quase ninguém se importa com o que ela diz e com o que lhe acontece. Repito pela enésima vez, como a voz gritando no deserto, que só a unidade nos pode dar um pouco de esperança. Mas a unidade só será possível se a Igreja for fiel à Palavra de Deus e à Tradição (coisa de que a “nova Igreja” não parece gostar nem um pouco). O Sínodo alemão mostra que falharam em sua tentativa de atrair pessoas com sua permissividade, e que tudo o que alcançaram foi a decadência acelerada da Igreja.
- Grupo Feminista ocupa praça para impedir vigília pacífica de oração Pró-Vida
Maioria das participantes da vigília são mães, idosas e freiras. “Estão condenados a rezar num chiqueirinho”, publicou o Grupo Feminista. Uma Jornalista do G1 participou do boicote. Na manhã desta quarta-feira (22), um grupo feminista ocupou a praça em frente ao Hospital Pérola Byington, para impedir voluntários de iniciarem a campanha ”40 Dias Pela Vida”. O grupo recebeu o apoio do vereador transexual Erika Hilton (PSOL), de extrema-esquerda, e criaram uma campanha intitulada “Primavera da Solidariedade”, para se opor e impedir o grupo de orações de ocupar a praça. Além disso, elas obtiveram uma autorização da Subprefeitura da Sé para utilizarem o local por 40 dias, o mesmo período que o grupo de orações iria ocupar a praça. Os religiosos fizeram a mesma campanha em 2019 com a ajuda de voluntários, principalmente de mulheres que rezavam e faziam a distribuição de terços, miniaturas e panfletos de bebês. Havia ainda uma faixa com o propósito dos voluntários que dizia: ”Rezando pelo fim do aborto”. Erika Hilton garantiu que o grupo feminista obtivesse a autorização para ocupação da praça e acusou as mães, idosas e freiras, que participam do 40 Dias Pela Vida, de ‘constrangerem’ mulheres que desejam abortar, segundo o G1. O Instituto Plínio Correa de Oliveira fez uma transmissão ao vivo no local da vigília com o testemunho dos jovens que estavam no local e presenciaram atos hostís das feministas. Leia também Conheça a campanha de oração ’40 Dias pela Vida’, e saiba como participar Jornalista que escreveu matéria participa do Grupo Feminista Apesar das voluntárias apenas rezarem e distribuírem panfletos e material pró-Vida, foram chamadas de ”extremistas religiosos” pela jornalista do G1, Barbara Muniz Vieira, que no mesmo título também defendeu o aborto como sendo um “direito das mulheres” (clique aqui). No Twitter, a jornalista comemora a ação e sua volta à praça para tentar impedir a vigília. O Grupo Feminista também fez ataques aos religiosos na Internet, chamando as mães, idosas e freiras de fascistas, que agora precisariam “rezar num chiqueirinho qualquer”. Apesar da tentativa de boicote às orações e à campanha, o grupo de orações manteve a vigília pacífica, ficando só um pouco mais distante do local original. O ACI Digital noticiou a realização da vigília pacífica e das orações. Deputado e Ativista apoiam a Campanha Pró-Vida O Deputado Estadual Douglas Garcia (PTB) foi ao local, após receber avisos de que a integridade física das voluntárias e demais participantes do grupo de orações estaria sob perigo. Garcia solicitou reforço policial para garantir a segurança dos cidadãos pacíficos da campanha pró-Vida. Esquerdistas tentam atrapalhar movimento católico dos 40 DIAS PELA VIDA em frente ao Hospital Pérola Byington. Fui pessoalmente solicitar reforço policial na segurança dos que foram rezar o Santo Rosário contra o aborto. 🙏🏾 pic.twitter.com/q4aOds8I7V — Douglas Garcia (@DouglasGarcia) September 22, 2021 O Deputado também participou da vigília e da oração, inclusive, carregando uma estátua da Virgem Maria. A ativista Steh Papaiano também se manifestou, denunciando os ataques do Grupo Feminista e a postura da jornalista do G1. A ação “40 dias pela vida” consiste somente num grupo católico rezando pelas vidas que o aborto ceifou… do bebê e da mãe que viverá para sempre aquele martírio. CRISTÃO, nunca se esqueça que esta é a mentalidade socialista, especialmente do @psol50 e da @ErikakHilton 👇 pic.twitter.com/zQaDJDKhSd — Steh Papaiano 🦝 (@Steh_Papaiano) September 22, 2021 Esta matéria foi publicada originalmente em Revista Esmeril Leia também Veja o que ensina São Padre Pio de Pietrelcina sobre o grave pecado do aborto CAMPANHA 40 DIAS PELA VIDA A partir de hoje e até o dia 31 de outubro, Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Brasília (DF) e Recife (PE) participam de uma vigília de oração e jejum pelo fim do aborto no mundo. Trata-se da campanha internacional 40 Dias pela Vida, uma iniciativa cristã em defesa da dignidade da vida da mãe e do bebê. “Nós precisamos interceder pelas duas vidas e trazer à tona a verdade sobre os males e sequelas deixados pelo aborto em tantas mulheres e em tantas famílias, e também falar do valor e da dignidade de cada vida humana”, Fátima Mattos, coordenadora da campanha na capital fluminense. Segundo os organizadores, a duração de 40 dias é baseada nos relatos da Bíblia de períodos de provação e purificação. “Temos a frase ‘ore pelo fim do aborto’, que usamos nas placas. E realizamos a vigília pacificamente, orando e fazendo penitência”, disse Fátima Mattos. A coordenadora da campanha no Rio de Janeiro afirmou ainda que a iniciativa “é apartidária e supra-religiosa”. “Alegra-nos poder reunir na vigília cada vez mais pessoas, de diferentes crenças, mas com um ideal comum: a intransigente defesa da vida, das duas vidas: da mamãe e do bebê. Por isso estaremos novamente unidos a outras centenas de vigílias ao redor do mundo, para orar pelo fim do aborto”. As vigílias de oração acontecem em locais públicos de cada cidade: em frente a hospitais, casas legislativas ou praças. No Rio de Janeiro, os voluntários estão se reunindo em frente à Assembleia Legislativa (Alerj); em Brasília, a campanha acontece na Praça dos Três Poderes; em Recife, na Praça do Marco Zero; e em São Paulo, em frente ao Hospital Pérola Byington. Segundo o coordenador da campanha em São Paulo, Ricardo Henrique Gomes, na capital paulista “focamos no Pérola Byington porque é o hospital referência para a prática do aborto conforme a lei no país”. No Brasil, o aborto é crime e não é punível apenas em três situações: gravidez decorrente de estupro, risco para a vida da mãe, e casos de bebê com anencefalia. “Nosso objetivo é realizar uma campanha pacífica e rezar, a fim de promover um impacto espiritual”, disse. Segundo ele, em edições anteriores, houve casos de mulheres que, em contato com a campanha, buscaram apoio e desistiram do aborto. “Nós, então, temos que dar um direcionamento para órgãos competentes, associações de apoio psicológico, social. Nós queremos salvar as duas vidas”, afirmou. Em São Paulo, a campanha já aconteceu anteriormente nos anos de 2016 e 2019. Para o coordenador local de comunicação de 40 Dias pela Vida, Bruno Mariani, é uma alegria retomar a iniciativa na cidade, “onde podemos estar mais próximos das gestantes e ampará-las em um momento de crise, em que muitas vezes são persuadidas à falsa solução do aborto”. “Ali estaremos em oração por elas e por seus bebês, para lembrá-las de que elas não estão sozinhas e de que as duas vidas têm valor”, declarou. A campanha no mundo A campanha 40 Dias pela Vida surgiu como uma iniciativa coordenada de oração pelo fim do aborto no Texas, Estados Unidos, em 2007. A cada ano ocorrem duas edições: uma no período da quaresma e outra no início da primavera, nas mesmas datas em todo o mundo. O presidente de 40 Dias pela Vida, Shawn Carney, informou que a campanha “segue gerando resultados positivos em todo o mundo. Durante as 28 campanhas coordenadas internacionalmente, já participaram mais de mil comunidades, reunindo esforços de mais de 1 milhão de voluntários de fé, que impactaram a sua realidade local”. Segundo Carney, “mais de 110 centros de aborto” foram fechados e “mais de 19 mil bebês e mamães poupados da tragédia do aborto”. “Seguimos reunindo igrejas de diferentes denominações para trabalhar pelo fim do aborto localmente e no mundo e para atender, em programas de cura a muitas mulheres que passaram pela dolorosa experiência do aborto”, disse. Para pessoas que não podem participar presencialmente de 40 Dias pela Vida, a coordenadora da campanha no Rio de Janeiro, Fátima Mattos, pediu que “rezem por esta causa, o fim do aborto no mundo”. Para ela, “a oração é tudo e, com o pouco que nós fazemos, Deus faz muito mais”. #Aborto #provida
- Grupo Feminista ocupa praça para impedir vigília pacífica de oração Pró-Vida
Maioria das participantes da vigília são mães, idosas e freiras. “Estão condenados a rezar num chiqueirinho”, publicou o Grupo Feminista. Uma Jornalista do G1 participou do boicote. Na manhã desta quarta-feira (22), um grupo feminista ocupou a praça em frente ao Hospital Pérola Byington, para impedir voluntários de iniciarem a campanha ”40 Dias Pela Vida”. O grupo recebeu o apoio do vereador transexual Erika Hilton (PSOL), de extrema-esquerda, e criaram uma campanha intitulada “Primavera da Solidariedade”, para se opor e impedir o grupo de orações de ocupar a praça. Além disso, elas obtiveram uma autorização da Subprefeitura da Sé para utilizarem o local por 40 dias, o mesmo período que o grupo de orações iria ocupar a praça. Os religiosos fizeram a mesma campanha em 2019 com a ajuda de voluntários, principalmente de mulheres que rezavam e faziam a distribuição de terços, miniaturas e panfletos de bebês. Havia ainda uma faixa com o propósito dos voluntários que dizia: ”Rezando pelo fim do aborto”. Erika Hilton garantiu que o grupo feminista obtivesse a autorização para ocupação da praça e acusou as mães, idosas e freiras, que participam do 40 Dias Pela Vida, de ‘constrangerem’ mulheres que desejam abortar, segundo o G1. O Instituto Plínio Correa de Oliveira fez uma transmissão ao vivo no local da vigília com o testemunho dos jovens que estavam no local e presenciaram atos hostís das feministas. Leia também Conheça a campanha de oração ’40 Dias pela Vida’, e saiba como participar Jornalista que escreveu matéria participa do Grupo Feminista Apesar das voluntárias apenas rezarem e distribuírem panfletos e material pró-Vida, foram chamadas de ”extremistas religiosos” pela jornalista do G1, Barbara Muniz Vieira, que no mesmo título também defendeu o aborto como sendo um “direito das mulheres” (clique aqui). No Twitter, a jornalista comemora a ação e sua volta à praça para tentar impedir a vigília. O Grupo Feminista também fez ataques aos religiosos na Internet, chamando as mães, idosas e freiras de fascistas, que agora precisariam “rezar num chiqueirinho qualquer”. Apesar da tentativa de boicote às orações e à campanha, o grupo de orações manteve a vigília pacífica, ficando só um pouco mais distante do local original. O ACI Digital noticiou a realização da vigília pacífica e das orações. Deputado e Ativista apoiam a Campanha Pró-Vida O Deputado Estadual Douglas Garcia (PTB) foi ao local, após receber avisos de que a integridade física das voluntárias e demais participantes do grupo de orações estaria sob perigo. Garcia solicitou reforço policial para garantir a segurança dos cidadãos pacíficos da campanha pró-Vida. Esquerdistas tentam atrapalhar movimento católico dos 40 DIAS PELA VIDA em frente ao Hospital Pérola Byington. Fui pessoalmente solicitar reforço policial na segurança dos que foram rezar o Santo Rosário contra o aborto. 🙏🏾 pic.twitter.com/q4aOds8I7V — Douglas Garcia (@DouglasGarcia) September 22, 2021 O Deputado também participou da vigília e da oração, inclusive, carregando uma estátua da Virgem Maria. A ativista Steh Papaiano também se manifestou, denunciando os ataques do Grupo Feminista e a postura da jornalista do G1. A ação “40 dias pela vida” consiste somente num grupo católico rezando pelas vidas que o aborto ceifou… do bebê e da mãe que viverá para sempre aquele martírio. CRISTÃO, nunca se esqueça que esta é a mentalidade socialista, especialmente do @psol50 e da @ErikakHilton 👇 pic.twitter.com/zQaDJDKhSd — Steh Papaiano 🦝 (@Steh_Papaiano) September 22, 2021 Esta matéria foi publicada originalmente em Revista Esmeril Leia também Veja o que ensina São Padre Pio de Pietrelcina sobre o grave pecado do aborto CAMPANHA 40 DIAS PELA VIDA A partir de hoje e até o dia 31 de outubro, Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Brasília (DF) e Recife (PE) participam de uma vigília de oração e jejum pelo fim do aborto no mundo. Trata-se da campanha internacional 40 Dias pela Vida, uma iniciativa cristã em defesa da dignidade da vida da mãe e do bebê. “Nós precisamos interceder pelas duas vidas e trazer à tona a verdade sobre os males e sequelas deixados pelo aborto em tantas mulheres e em tantas famílias, e também falar do valor e da dignidade de cada vida humana”, Fátima Mattos, coordenadora da campanha na capital fluminense. Segundo os organizadores, a duração de 40 dias é baseada nos relatos da Bíblia de períodos de provação e purificação. “Temos a frase ‘ore pelo fim do aborto’, que usamos nas placas. E realizamos a vigília pacificamente, orando e fazendo penitência”, disse Fátima Mattos. A coordenadora da campanha no Rio de Janeiro afirmou ainda que a iniciativa “é apartidária e supra-religiosa”. “Alegra-nos poder reunir na vigília cada vez mais pessoas, de diferentes crenças, mas com um ideal comum: a intransigente defesa da vida, das duas vidas: da mamãe e do bebê. Por isso estaremos novamente unidos a outras centenas de vigílias ao redor do mundo, para orar pelo fim do aborto”. As vigílias de oração acontecem em locais públicos de cada cidade: em frente a hospitais, casas legislativas ou praças. No Rio de Janeiro, os voluntários estão se reunindo em frente à Assembleia Legislativa (Alerj); em Brasília, a campanha acontece na Praça dos Três Poderes; em Recife, na Praça do Marco Zero; e em São Paulo, em frente ao Hospital Pérola Byington. Segundo o coordenador da campanha em São Paulo, Ricardo Henrique Gomes, na capital paulista “focamos no Pérola Byington porque é o hospital referência para a prática do aborto conforme a lei no país”. No Brasil, o aborto é crime e não é punível apenas em três situações: gravidez decorrente de estupro, risco para a vida da mãe, e casos de bebê com anencefalia. “Nosso objetivo é realizar uma campanha pacífica e rezar, a fim de promover um impacto espiritual”, disse. Segundo ele, em edições anteriores, houve casos de mulheres que, em contato com a campanha, buscaram apoio e desistiram do aborto. “Nós, então, temos que dar um direcionamento para órgãos competentes, associações de apoio psicológico, social. Nós queremos salvar as duas vidas”, afirmou. Em São Paulo, a campanha já aconteceu anteriormente nos anos de 2016 e 2019. Para o coordenador local de comunicação de 40 Dias pela Vida, Bruno Mariani, é uma alegria retomar a iniciativa na cidade, “onde podemos estar mais próximos das gestantes e ampará-las em um momento de crise, em que muitas vezes são persuadidas à falsa solução do aborto”. “Ali estaremos em oração por elas e por seus bebês, para lembrá-las de que elas não estão sozinhas e de que as duas vidas têm valor”, declarou. A campanha no mundo A campanha 40 Dias pela Vida surgiu como uma iniciativa coordenada de oração pelo fim do aborto no Texas, Estados Unidos, em 2007. A cada ano ocorrem duas edições: uma no período da quaresma e outra no início da primavera, nas mesmas datas em todo o mundo. O presidente de 40 Dias pela Vida, Shawn Carney, informou que a campanha “segue gerando resultados positivos em todo o mundo. Durante as 28 campanhas coordenadas internacionalmente, já participaram mais de mil comunidades, reunindo esforços de mais de 1 milhão de voluntários de fé, que impactaram a sua realidade local”. Segundo Carney, “mais de 110 centros de aborto” foram fechados e “mais de 19 mil bebês e mamães poupados da tragédia do aborto”. “Seguimos reunindo igrejas de diferentes denominações para trabalhar pelo fim do aborto localmente e no mundo e para atender, em programas de cura a muitas mulheres que passaram pela dolorosa experiência do aborto”, disse. Para pessoas que não podem participar presencialmente de 40 Dias pela Vida, a coordenadora da campanha no Rio de Janeiro, Fátima Mattos, pediu que “rezem por esta causa, o fim do aborto no mundo”. Para ela, “a oração é tudo e, com o pouco que nós fazemos, Deus faz muito mais”. #Aborto #provida
- “Alguns me queriam morto”, diz o papa Francisco
O papa Francisco disse que, depois de sua operação de diverticulite no cólon, realizada em Roma no dia 4 de julho, alguns o queriam morto e já preparavam o conclave para escolher seu sucessor. Francisco disse isso a 53 jesuítas com quem se encontrou no dia 12 de setembro, em sua viagem apostólica à Eslováquia. Um dos jesuítas perguntou ao papa sobre como estava a sua saúde. Francisco respondeu: “Ainda estou vivo. Embora alguns me queriam morto. Sei que houve inclusive reuniões entre bispos que pensavam que o papa estava mais grave do que se dizia. Preparavam o conclave”. Na conversa, publicada integralmente pela revista La Civiltà Cattolica, dirigida por jesuítas, na terça-feira, 21 de setembro, o papa pediu “paciência” àqueles que já se preparavam para um novo conclave: “Paciência! Graças a Deus, estou bem. A operação foi uma decisão que eu não queria tomar: foi um enfermeiro que me convenceu”. Durante a conversa, Francisco falou de uma “tentação de voltar atrás”, que, segundo ele, “estamos sofrendo hoje na Igreja”, uma tentação à qual se referiu como “a ideologia da volta atrás”. Uma ideologia “que coloniza as mentes. É uma forma de colonização ideológica. Na realidade, não é um problema universal, mas sim específico das Igrejas de alguns países. A vida nos dá medo”, disse o papa. “A liberdade nos assusta. Em um mundo tão condicionado pelos vícios e pela virtualidade, nos assusta ser livres”, disse o papa Francisco. Ele afirmou que “hoje se volta ao passado para buscar segurança”. “Temos medo de celebrar diante do povo de Deus que nos olha nos olhos e nos diz a verdade. Temos medo de seguir em frente com as experiências pastorais. Penso no trabalho realizado no Sínodo da Família para fazer entender que os casais em segunda união já não estão condenados ao inferno. Temos medo de acompanhar pessoas com diversidade sexual”, disse o papa. “Temos medo das encruzilhadas de que nos falava Paulo VI. Este é o mal deste momento. Buscar o caminho na rigidez e no clericalismo, que são duas perversões”, afirmou ele. “Voltar atrás não é o caminho certo. O caminho é ir em frente, com discernimento e obediência”, disse Francisco. “A ideologia”, disse Francisco, “tem sempre um encanto diabólico, porque não se encarna. Neste momento vivemos em uma civilização de ideologias, isso é certo. Temos que desmascará-las pela raiz”. Uma delas é “a ideologia do gênero”, que Francisco definiu como “perigosa” porque “é abstrata em relação à vida concreta de uma pessoa, como se uma pessoa pudesse decidir abstratamente a seu critério se e quando ser homem ou mulher”. “A abstração, para mim, é sempre um problema. No entanto, isso não tem nada a ver com a questão homossexual. Se há um casal homossexual, podemos fazer pastoral com eles, ir ao encontro com Cristo”, disse o papa. “Quando falo de ideologia, falo da ideia, da abstração que permite que tudo seja possível, não da vida concreta das pessoas e de sua situação real”, explicou. Francisco também falou sobre as restrições impostas à chamada missa tridentina, segundo o missal anterior ao concílio Vaticano II: “Agora, espero que, com a decisão de acabar com o automatismo do rito antigo, possamos voltar às verdadeiras intenções de Bento XVI e de João Paulo II”. Ele explicou que “minha decisão é fruto de uma consulta com todos os bispos do mundo realizada no ano passado. De agora em diante, quem quiser celebrar com o vetus ordo deve pedir permissão a Roma, como acontece com o birritualismo. Mas há jovens que, depois de um mês da sua ordenação, vão até o bispo para pedir. Esse é um fenômeno que mostra que estamos retrocedendo”. Em outro momento da conversa, o papa pediu aos jesuítas “quatro proximidades: com Deus, entre vocês, com os bispos e o papa, e com o povo de Deus, que é o mais importante”. Proximidade com Deus, por meio da oração. “A oração verdadeira, de coração, não a formal que não toca o coração. A oração que luta com Deus e que conhece esse deserto onde não se sente nada”. Proximidade “entre vós”, porque “o amor entre irmãos, o amor austero dos jesuítas é muito fino, caritativo, mas também austero: amor de homens. A mim me dói quando algum de vocês ou outros sacerdotes se ´esfolam` uns aos outros. Isso nos bloqueia, nos impede de avançar”. A terceira proximidade é a “proximidade com o bispo”: “Que não haja jesuítas que falam mal do bispo! Se um jesuíta pensa de maneira diferente do bispo e tem coragem, então que vá ao bispo e lhe diga as coisas que pensa. E quando digo bispo, digo também o papa”. Por fim, “proximidade ao povo de Deus”: “A proximidade ao povo de Deus é muito importante porque nos ´enfoca`. Nunca esqueçam as nossas origens, de onde viemos: do nosso povo”. “As nossas raízes estão na Igreja, que é o povo de Deus”, afirmou o papa. O santo Padre refletiu também sobre a natureza do trabalho, “trabalho para ganhar o pão… o trabalho manual ou intelectual é trabalho, é saúde. E se o povo de Deus não trabalha, não come”. Na resposta a outro jesuíta sobre como ele lida com as suspeitas, o papa afirmou que está ciente das críticas contra ele: “Por exemplo, há uma grande cadeia de televisão católica que fala continuamente mal do papa sem nenhum problema. Talvez eu mereça pessoalmente esses ataques e insultos, porque sou um pecador, mas a Igreja não merece isso: é obra do diabo. Eu até disse isso a alguns deles”. Afirmou que “também há clérigos que fazem comentários desagradáveis sobre mim”. Reconheceu que “às vezes perco a paciência, especialmente quando emitem juízos sem entrar em um diálogo verdadeiro. Aí eu não posso fazer nada”. “De minha parte, sigo adiante sem entrar no seu mundo de ideias e fantasias. Não quero entrar e por isso prefiro pregar, pregar… Alguns me acusavam de não falar da santidade. Dizem que falo sempre da questão social e que sou comunista. E, no entanto, escrevi uma exortação apostólica completa sobre a santidade, a Gaudate et exsultate”, lembrou o papa. Francisco também tocou o tema dos imigrantes e sobre a necessidade de ir além do acolhimento: “é preciso acolher, proteger, promover e integrar. Um verdadeiro acolhimento requer o cumprimento de cada uma destas etapas. Cada país deve saber até que ponto pode fazê-lo. Deixar os imigrantes sem integração é como deixá-los na miséria, equivale a não os acolher”. FONTE: ACI DIGITAL / 22 set. 21 / 10:30 am Os defensores da missa latina tradicional provam que o Papa Francisco estava certo em suprimir o antigo rito O Papa Francisco: quem quiser ver Jesus, olhe para a cruz Carta de católicos italianos ao Papa Francisco
- Reflexão do Evangelho de de Jesus Cristo segundo São Lucas 9,7-9
Reflexão do Evangelho de de Jesus Cristo segundo São Lucas 9,7-9 Naquele tempo: O tetrarca Herodes ouviu falar de tudo o que estava acontecendo, e ficou perplexo, porque alguns diziam que João Batista tinha ressuscitado dos mortos. Outros diziam que Elias tinha aparecido; outros ainda, que um dos antigos profetas tinha ressuscitado. Então Herodes disse: ‘Eu mandei degolar João. Quem é esse homem, sobre quem ouço falar essas coisas?’ E procurava ver Jesus. Palavra da Salvação. Veja a reflexão: Watch this video on YouTube. #homiliadiária #ReflexãodoEvangelhodedeJesusCristosegundoSãoLucas979 #evangelhododia #EVANGELHODEJESUSCRISTO #LITURGIACATÓLICA #reflexãobiblica #evangelhonarrado #reflexãodoevangelho #EVANGELHODODIADEHOJE #evangelhododiacomreflexão #evangelhododiaemvídeo #evangelhodelucas #qualevangelhodehoje #evangelhocomreflexão #liturgiadehoje #evangelho #evangelhodehoje #evangelhoemvídeo #liturgiadiária #evangelhoyoutube #liturgiadodia #santoevangelho
- Erupção em Vulcão obriga pároco a evacuar capela às pressas
Após retirar o sacrário, o padre desabou em pranto, pediu licença e fez a última prece na ermida vazia Ovulcão Cumbre Vieja, que entrou em erupção nesta semana, obrigou um pároco, pe. Alberto Hernández, a evacuar às pressas a ermida de São Pio X, pequena capela em plena trajetória do rio de lava. As atenções do mundo se voltaram nos últimos dias para a ilha espanhola de La Palma, pertencente ao arquipélago das Canárias, na costa africana, porque havia um risco remoto de tsunami que, a depender da violência da erupção, poderia atingir até mesmo o litoral do Norte e Nordeste do Brasil. Esse risco foi descartado e as atenções do planeta sobre La Palma acabaram diminuindo, mas o estrago provocado pelo vulcão na ilha é grande e muitos habitantes estão precisando de ajuda. Mais de trezentas construções foram destruídas pela passagem da lava e centenas de moradores precisaram de abrigos improvisados. Uma capela à mercê do vulcão Cumbre Vieja No caso da ermida de São Pio X, o pe. Alberto precisou abandoná-la já na primeira noite de erupção. As autoridades municipais, porém, permitiram que ele retornasse na manhã seguinte para tentar salvar o que pudesse, enquanto o fluxo de fogo expelido pelo vulcão Cumbre Vieja já serpenteava a cerca de um quilômetro de distância do local. A prefeitura enviou um caminhão para ajudar a salvar das cinzas o que fosse possível, incluindo imagens sacras, crucifixos, cálices, bancos, paramentos sacerdotais e, evidentemente, o sacrário. E foi justamente quando o sacrário foi retirado da capela que o pe. Alberto desabou em pranto. Pediu licença para passar alguns minutos finais no interior da capelinha, antes de todos partirem juntos e a deixarem para trás, já vazia. Fez uma última prece na ermida e partiu, novamente entre lágrimas. Os objetos sacros foram guardados em outra paróquia, a de Santo Isidro, fora do perímetro de alcance da lava. Em paralelo, o sacerdote vem ligando continuamente aos seus paroquianos para lhes prestar apoio, solidariedade e orações. Dessas conversas, o pe. Alberto constata que as pessoas, no fundo, têm clareza da objetiva escala de valores: diante da perda inevitável de bens materiais, conservar a vida é incomparavelmente mais importante. Com o empenho pessoal, a solidariedade do próximo, a responsabilidade das autoridades e a graça de Deus, no resto dá-se um jeito. Com informações de Violeta Tejera para Aleteia
- Erupção em Vulcão obriga pároco a evacuar capela às pressas
Após retirar o sacrário, o padre desabou em pranto, pediu licença e fez a última prece na ermida vazia Ovulcão Cumbre Vieja, que entrou em erupção nesta semana, obrigou um pároco, pe. Alberto Hernández, a evacuar às pressas a ermida de São Pio X, pequena capela em plena trajetória do rio de lava. As atenções do mundo se voltaram nos últimos dias para a ilha espanhola de La Palma, pertencente ao arquipélago das Canárias, na costa africana, porque havia um risco remoto de tsunami que, a depender da violência da erupção, poderia atingir até mesmo o litoral do Norte e Nordeste do Brasil. Esse risco foi descartado e as atenções do planeta sobre La Palma acabaram diminuindo, mas o estrago provocado pelo vulcão na ilha é grande e muitos habitantes estão precisando de ajuda. Mais de trezentas construções foram destruídas pela passagem da lava e centenas de moradores precisaram de abrigos improvisados. Uma capela à mercê do vulcão Cumbre Vieja No caso da ermida de São Pio X, o pe. Alberto precisou abandoná-la já na primeira noite de erupção. As autoridades municipais, porém, permitiram que ele retornasse na manhã seguinte para tentar salvar o que pudesse, enquanto o fluxo de fogo expelido pelo vulcão Cumbre Vieja já serpenteava a cerca de um quilômetro de distância do local. A prefeitura enviou um caminhão para ajudar a salvar das cinzas o que fosse possível, incluindo imagens sacras, crucifixos, cálices, bancos, paramentos sacerdotais e, evidentemente, o sacrário. E foi justamente quando o sacrário foi retirado da capela que o pe. Alberto desabou em pranto. Pediu licença para passar alguns minutos finais no interior da capelinha, antes de todos partirem juntos e a deixarem para trás, já vazia. Fez uma última prece na ermida e partiu, novamente entre lágrimas. Os objetos sacros foram guardados em outra paróquia, a de Santo Isidro, fora do perímetro de alcance da lava. Em paralelo, o sacerdote vem ligando continuamente aos seus paroquianos para lhes prestar apoio, solidariedade e orações. Dessas conversas, o pe. Alberto constata que as pessoas, no fundo, têm clareza da objetiva escala de valores: diante da perda inevitável de bens materiais, conservar a vida é incomparavelmente mais importante. Com o empenho pessoal, a solidariedade do próximo, a responsabilidade das autoridades e a graça de Deus, no resto dá-se um jeito. Com informações de Violeta Tejera para Aleteia
- Viganò: “Como a Igreja foi mudada” (#11)
As fitas de Viganò consistem em 18 fitas, cada uma contendo uma pergunta que ALDO MARIA VALLI (https://www.aldomariavalli.it/) fez ao Arcebispo Viganò no final de agosto de 2021. Esta entrevista exclusiva cobre a situação atual na Igreja e no mundo. Esta parte é a nº 11 dessas 18 fitas, nas quais o arcebispo reflete sobre as palavras do Papa Paulo VI de 29 de junho de 1972, quando Paulo lamentou a dúvida e a confusão que perturbaram a Igreja após o Concílio Vaticano II. As demais fitas serão lançadas nos próximos dias. Tradução da décima primeira resposta A fumaça de Satanás entrou na Igreja há mais de sessenta anos, com o Concílio, e diria ainda antes: a revolução do Vaticano II foi possível porque foi preparada e organizada nos mínimos detalhes, durante décadas, por traidores infiltrados no Cúria Romana, em dioceses, universidades, seminários, ordens religiosas. Uma obra de infiltração que tem encontrado os dirigentes da Igreja inertes e despreparados, intoxicados pelos ventos da novidade, inadequados perante os desafios da sociedade moderna, sofrendo de um sentimento de inferioridade que os leva a crer que estão fora do tempo e fora de moda. E isso, devemos admitir, encontra sua causa principal na falta de uma visão sobrenatural, em ter negligenciado a vida da Graça em benefício de um ativismo dissipado, O mesmo acontece hoje, perante uma opressão pseudo-canônica com a qual se impõem limitações ilegítimas a um rito que, mesmo considerando apenas a sua antiguidade, está em si isento de qualquer possibilidade de abolição. O problema da igreja conciliar – que como já disse várias vezes se sobrepõe à Igreja de Cristo como a lua se sobrepõe ao sol durante um eclipse – é que ela quis chegar a um acordo com o mundo, quando o Evangelho nos ensina que nosso destino é é ser odiado e perseguido pelo mundo: “ Se o mundo te odeia, saiba que antes de ti me odiava ” (Jo 15,18). “ Se eles me perseguiram, eles perseguirão vocês também ” (Jo 15,20). « O discípulo não é superior ao mestre, nem o servo superior ao seu senhor»(Mt 10,24). A Hierarquia conciliar sucumbiu à tentação de escolher o caminho confortável do diálogo, em vez de percorrer com coragem o caminho da Cruz, e isso a levou a renunciar ao anúncio do Evangelho, adulterando-o, adaptando-o ao espírito do mundo. Não esqueçamos que Satanás é definido como ” príncipe deste mundo ” por Nosso Senhor (Jo 12,31 e 16,11). Mesmo assim, diante do colossal fracasso dessa suposta “primavera conciliar”, insiste-se com obstinação tetragonal por um caminho que se revelou suicida. Se o Vaticano II tivesse pelo menos aumentado o número de fiéis, seu método poderia ser criticado, mas pelo menos reconheceu o benefício numérico, se não qualitativo. Em vez disso, a chamada “abertura” do Concílio não converteu um único irmão separado, causando o abandono de um número exorbitante de fiéis. Quem permanece na Igreja hoje tem um conhecimento quase sempre incompleto, incompleto e errôneo da Fé; sua vida espiritual é pobre, se não totalmente ausente; o estado de graça é aniquilado e negligenciado. Onde está – pergunto-me – este sucesso retumbante do Vaticano II, com base no qual devemos continuar no caminho que percorreu, depois de ter abandonado a estrada real que acompanhou os Romanos Pontífices até Pio XII? Mesmo uma avaliação humana seria suficiente para compreender o fracasso da ideologia conciliar e a necessidade de reparar o erro cometido. E devemos nos perguntar – talvez sem piedade, mas ainda honesto e realista – se a suposta renovação não foi nada mais do que um pretexto, atrás do qual estava oculta a intenção lúcida e maliciosa de destruir a Igreja de Cristo e substituí-la por uma contrafação dela: uma intenção certamente não compreendida ou compartilhada pela maioria dos Bispos, mas que surge clara e evidente na ação de alguns traidores organizados e eficientes. Não é por acaso que falam da velha religião e da velha missa , em contraste com a nova religião conciliar e a nova missa reformada. Aquele sulco, que eles cavaram deliberadamente usando o Conselho como relha de arado, hoje mostra-se real, como um discernimentoque separa o que é católico do que não é mais católico, que é católico de quem não quer mais ser. Aqui está o link para o décimo primeiro episódio de Viganò Tapes: https://rumble.com/vmtws5-the-vigano-tapes-11-how-the-church-was-changed.html FONTE: https://www.aldomariavalli.it/ Mons. Viganò convoca dia de jejum e oração para a Vigília da Assunção “A chamada emergência pandêmica é usada como pretexto enganoso para impor a vacinação e o passaporte verde”, alerta Viganò #colombia #christianity #jesusmariajosé #luigiaccattoli #cardinalvigano #AldoMariaValli #monseñorviganò #breviary #massoneria #christian #romancatholicchurch #vigano #florinianovici #mary #archbishopvigano #CarloMariaViganò #cristianacaricato #christians #archbishopcarlomariaviganó #shalomworld #maryland #romania #cartavigano #ViganòComoaIgrejafoimudada11 #viganoletter #pierluigivito
- O RELATO BÍBLICO DA DESTRUIÇÃO DE SODOMA
Pela tarde chegaram os dois anjos a Sodoma. Ló, que estava assentado à porta da cidade, ao vê-los, levantou-se e foi-lhes ao encontro e prostrou-se com o rosto por terra. “Meus senhores – disse-lhes ele – vinde, peço-vos, para a casa de vosso servo, e passai nela a noite; lavareis os pés, e amanhã cedo continuareis vosso caminho.” “Não – responderam eles – passaremos a noite na praça.” Mas Ló insistiu tanto com eles que concordaram e entraram em sua casa. Ló preparou-lhes um banquete, mandou cozer pães sem fermento e eles comeram. Mas, antes que se tivessem deitado, eis que os homens da cidade, os homens de Sodoma, se agruparam em torno da casa, desde os jovens até os velhos, toda a população. E chamaram Ló: “Onde estão – disseram-lhe – os homens que entraram esta noite em tua casa? Conduze-os a nós para que os conheçamos”. Saiu Ló a ter com eles no limiar da casa, fechou a porta atrás de si e disse-lhes: “Suplico-vos, meus irmãos, não cometais este crime. Ouvi: tenho duas filhas que são ainda virgens, eu vo-las trarei, e fazei delas o que quiserdes. Mas não façais nada a estes homens, porque se acolheram à sombra de meu teto”. Eles responderam: “Retira-te daí!” – e acrescentaram: “Eis um indivíduo que não passa de um estrangeiro no meio de nós e se arvora em juiz! Pois bem, verás como te havemos de tratar pior do que a eles”. E, empurrando Ló com violência, avançaram para quebrar a porta. Mas os dois (viajantes) estenderam a mão e, tomando Ló para dentro de casa, fecharam de novo a porta. E feriram de cegueira os homens que estavam fora, jovens e velhos, que se esforçavam em vão por reencontrar a porta. Os dois homens disseram a Ló: “Tens ainda aqui alguns dos teus? Genros, ou filhos, ou filhas, todos os que são teus parentes na cidade, faze-os sair deste lugar, porque vamos destruir este lugar, visto que o clamor que se eleva dos seus habitantes é enorme diante do Senhor, o qual nos enviou para exterminá-los”. Saiu Ló, pois, para falar a seus genros, que tinham desposado suas filhas: “Levantai-vos – disse-lhes – saí daqui, porque o Senhor vai destruir a cidade”. Mas seus genros julgaram que ele gracejava. Ao amanhecer, os anjos instavam com Ló, dizendo: “Levanta-te, toma tua mulher e tuas duas filhas que estão em tua casa, para que não pereças também no castigo da cidade”. E, como ele demorasse, aqueles homens tomaram pela mão a ele, a sua mulher e as suas duas filhas, porque o Senhor queria salvá-los, e o levaram para fora da cidade. Quando já estavam fora, um dos anjos disse-lhe: “Salva-te, se queres conservar a tua vida. Não olhes para trás, e não te detenhas em parte alguma da planície; mas foge para a montanha senão perecerás”. Ló disse-lhes: “Oh, não, Senhor! Já que vosso servo encontrou graça diante de vós, e usastes comigo de grande bondade, conservando-me a vida, vede, eu não posso me salvar na montanha, porque o flagelo me atingiria antes, e eu morreria. Eis uma cidade bem perto onde posso abrigar-me. É uma cidade pequena e eu poderei refugiar-me nela. Permiti que o faça – ela é pequena – e terei a vida salva”. Ele disse-lhe: “Concedo-te ainda esta graça: não destruirei a cidade a favor da qual me pedes. Apressa-te e refugia-te lá porque nada posso fazer antes que lá tenhas chegado”. Por isso, puseram àquela cidade o nome de Segor. O sol levantava-se sobre a terra quando Ló entrou em Segor. O Senhor fez então cair sobre Sodoma e Gomorra uma chuva de enxofre e de fogo, vinda do Senhor, do céu. E destruiu essas cidades e toda a planície, assim como todos os habitantes das cidades e a vegetação do solo. A mulher de Ló, tendo olhado para trás, transformou-se numa estátua de sal. Abraão levantou-se muito cedo e foi ao lugar onde tinha estado antes com o Senhor. Voltando os olhos para o lado de Sodoma e Gomorra e sobre toda a extensão da planície, viu subir da terra um fumo espesso como a fumaça de uma grande fornalha. Quando Deus destruiu as cidades da planície, lembrou-se de Abraão e livrou Ló do flagelo com que destruiu as cidades onde ele habitava. (Gênesis, cap. XIX, Bíblia da Ave Maria)
- Lc 9, 7-9
Jesus com suas atitudes coerentes, com o seu poder de expulsar as forças do mal e curar as doenças, em pouco tempo, havia cativado e arrastado atrás de si uma grande multidão. Embora insistisse para não publicarem seus feitos, sua fama logo se espalhou por toda a parte e chegou até Herodes. A atuação de Jesus deixa Herodes curioso e perturbado: “Quem é esse Homem?”. O conhecimento da identidade de Jesus depende do esforço de entrar em comunhão com Ele e acolher com bondade de coração. A simples visão física não é suficiente para se chegar ao conhecimento do Mestre e reconhecê-lo como o “Filho amado do Pai”, enviado para anunciar o Reino e fazê-lo acontecer. O desejo de entrar em comunhão com Jesus comporta o esforço de ser transformado por Ele. Herodes manifesta só a curiosidade, mas não se deixa tomar pelo convite de João Batista, a conversão. Isso é o que deixa a pergunta de Herodes sem resposta. Uns procuram ver Jesus, outros tem medo de encontrá-Lo, de abraçar um projeto de vida fundado na misericórdia e na justiça. Rezemos: Senhor, eu quero ver Jesus! Estar em comunhão com Ele para ser transformado pela força do seu amor e aprender a ser misericordioso e bondoso. Mt 24, 42-51 #liturgiayoutube #liturgiadiária24092020evangelholc979 #palavradodia #sagradasescrituras #bíbliasagrada #lc979 #homilia #liturgiadodia2209 #liturgiaemaudio #commento #homiliadiária #lc9 #LITURGIACATÓLICA #liturgiadia22desetembro #leituradodia #vangelodelgiorno #liturgiafalada #liturgiacompleta #liturgiaemvideo #liturgiadehoje #Bíblia #leiturasdiárias #liturgiadehoje #LiturgiadaPalavra #evangelholc979 #lucas979 #liturgiadiária #liturgia #HOMILIADEHOJE #liturgiadiária23092020evangelholc979 #leiturasdamissa #fecatolica #liturgiadodia #HOMILIADODIA
- ‘Levado aos braços de Maria’ – quando a filha de Joseph Stalin se tornou católica
“A Eucaristia me deu vida”, disse ela – e “meu pai teria atirado em mim pelo que fiz”. Svetlana Stalin, filha do ditador assassino Joseph Stalin, renunciou ao materialismo e se converteu ao catolicismo. Joseph não teria aprovado. Na verdade, Svetlana disse uma vez a um editor da National Review que “meu pai teria atirado em mim pelo que fiz”. O próprio Joseph Stalin foi criado na Igreja Ortodoxa. Seus pais realmente queriam que ele fosse um padre. Infelizmente, seu pai abusou do jovem Joseph impiedosamente. Stalin certa vez descreveu sua infância como tendo sido “criada em uma família pobre dominada por padres”. Ele renunciou completamente ao Cristianismo, supostamente dizendo: “Você sabe, eles estão nos enganando, Deus não existe … toda essa conversa sobre Deus é pura tolice.” Enquanto estava no poder, Stalin fez tudo o que pôde para esmagar o Cristianismo, fechando milhares de igrejas e torturando violentamente, matando e prendendo cristãos. Este é o homem que supostamente disse: “Uma morte é uma tragédia; um milhão é uma estatística”, então você pode imaginar a perseguição implacável que ele armou contra o Cristianismo. Aqui está uma foto da demolição da Catedral de Cristo Salvador em Moscou por ordem de Stalin, pouco antes do Natal de 1931: Mas foi tudo pela causa marxista. Na verdade, sua filha Svetlana escreveu certa vez sobre seu pai: “Muitas pessoas hoje acham mais fácil pensar em [Stalin] como um monstro físico rude. Na verdade, ele era um monstro moral e espiritual. Isso é muito mais assustador. Mas é a verdade.” Ela estava certa. É mais assustador. Stalin estabeleceu como meta os ‘planos quinquenais de ateísmo’ dirigidos pela Liga dos Militantes Sem Deus, eliminando todas as expressões religiosas do país. Consta que, apenas durante os expurgos de 1937 e 1938, bem mais de 168.300 clérigos ortodoxos russos foram presos, a maioria dos quais foram baleados. E isso durou apenas dois anos. Mas, como o grande cantor Sting certa vez observou, “os russos também amam seus filhos”, e isso se aplicava a Stalin. Bem, um deles de qualquer maneira. Stalin adorava Svetlana e era brincalhão e afetuoso com ela. E ela retribuiu. Quando criança, ela considerava seu pai um herói sábio. Quando ela nasceu, em 1926, seu pai já era secretário-geral do Comitê Central do Partido Comunista e qualquer pessoa com quem ela entrou em contato falava de seu pai em tons estritamente elogiosos. Mais tarde, ela compreendeu que poucos se atreviam a sussurrar críticas. Em comparação, Svetlana encontrou sua mãe, Nadezhda Alliluyeva (“Nadya”), fria. Svetlana teria dito que não conseguia se lembrar de sua mãe a abraçando ou mesmo a elogiando. Então, em 1932, quando Svetlana tinha apenas seis anos, sua mãe se matou. Mas seu relacionamento com o pai permaneceu forte, pelo menos por um tempo. As dúvidas sobre seu pai logo começariam. Na escola, Svetlana às vezes recebia bilhetes de colegas cuja mãe ou pai haviam sido “desaparecidos” pelo estado. Eles estavam implorando para que ela os transmitisse ao pai. Era estranho na URSS que, embora tanta dor e violência fossem infligidas ao povo pelo governo, muitos persistissem em acreditar que Stalin era inocente e que, se soubesse dos abusos em curso, certamente os teria impedido. Essas crianças enviando bilhetes para Stalin por meio de sua filha simplesmente queriam saber onde estavam seus entes queridos. O ditador friamente instruiu sua filha a não agir como uma “caixa de correio”. Mais tarde, Svetlana percebeu que às vezes até seus próprios parentes desapareciam. Mesmo então, Svetlana atribuiu isso, como tantos russos, como coisas que Stalin desconhecia ou era incapaz de consertar. Mas, anos depois, seu pai diria categoricamente à filha que seus parentes foram mortos simplesmente porque “sabiam demais. Eles balbuciavam muito ”, disse ele, e isso“ caiu nas mãos de nossos inimigos ”. Veja, a linha oficial do partido era que Nádia havia morrido de um apêndice rompido, não por sua própria mão. Quando Svetlana encontrou seu primeiro namorado, seu pai o considerou inaceitável e o condenou a um Gulag. Mais tarde, ela frequentou a Universidade de Moscou e recebeu uma proposta de casamento de um jovem judeu. Quando ela contou ao pai sobre a proposta, ele disse friamente: “Vá pro inferno. Faça como quiser.” Ele disse a ela que ela poderia se casar com ele, mas apenas com a condição de que o marido nunca colocasse os pés em sua casa. Os dois tiveram um filho, mas o casamento acabou depois de alguns anos. Pouco depois, ela se casou com o filho de um homem que ocupava uma posição elevada no Kremlin. Joseph aprovou este casamento, mas também acabou rapidamente. Em março de 1953, Stalin morreu. “Meu pai teve uma morte difícil e terrível”, escreveu Svetlana. Ela ficou ao lado da cama dele por dias, enquanto os médicos aplicavam sanguessugas. Alegadamente, ele morreu levantando o punho com raiva. “A agonia da morte foi terrível. Ele literalmente morreu sufocado enquanto assistíamos ”, escreveu Svetlana. “No que pareceu o último momento, ele de repente abriu os olhos e lançou um olhar para todos na sala. Foi um olhar terrível, insano ou talvez raivoso e cheio de medo da morte. Então, de repente, ele ergueu a mão esquerda. O gesto era incompreensível e cheio de ameaças. ” Alguns anos após a morte de seu pai, Svetlana mudou seu nome para o nome de solteira de sua mãe. Ela disse que o nome de Stalin “dilacerou” suas orelhas. Ela agora era Svetlana Alliluyeva. Joseph Stalin havia mudado seu sobrenome para torná-lo mais forte. “Stalin” significa aço. O nome “Alliluyeva” era uma forma de “Aleluia” que se encaixava melhor em Svetlana naquela época porque em 1962 ela foi batizada na Igreja Ortodoxa. Svetlana rejeitou o materialismo e a violência de seu pai. Sobre sua decisão, ela escreveu: “O sacramento do batismo consiste em rejeitar o mal, a mentira. Eu acreditava em ‘Não matarás’, eu acreditava na verdade sem violência e derramamento de sangue. Eu acreditava que a Mente Suprema, e não o homem vaidoso, governava o mundo. Eu acreditava que o Espírito da Verdade era mais forte do que os valores materiais. E quando tudo isso entrou em meu coração, Svetlana estava oficialmente em desgraça com o Kremlin. Na verdade, quando ela se candidatou ao estado para obter uma licença de casamento com um homem chamado Brajesh Singh, ela foi prontamente negada. Svetlana e Brajesh viveram juntos por três anos antes de ele morrer em 1966. Seu desejo era que suas cinzas fossem espalhadas no Ganges. Então, ela solicitou ao Kremlin permissão para viajar para a Índia. Para sua surpresa, ela recebeu permissão para deixar temporariamente a URSS para ir para a Índia por um mês. Enquanto estava lá, Svetlana surpreendeu o mundo quando, em sua viagem, entrou na embaixada dos Estados Unidos e pediu asilo. Um atordoado americano de plantão teria dito a ela: “Então você diz que seu pai era Stalin? O Stalin? ” De lá, ela foi levada de avião para Roma e depois para a Suíça. Ela gostou da Suíça, mas foi informada de que só poderia permanecer lá com a condição de nunca falar publicamente sobre política. Ela não concordaria com isso. Ela não pode. “Permanecer em silêncio por mais 40 anos também poderia ter sido alcançado na URSS”, escreveu ela. Em abril de 1967, Svetlana Alliluyeva pousou no aeroporto Kennedy em Nova York carregando um manuscrito que nunca teria sido publicado na URSS. Era intitulado “Vinte Cartas para um Amigo”, que era sobre sua vida na União Soviética. Foi um grande sucesso e um best-seller. E então, apenas dois anos depois, ela escreveu outro best-seller sobre sua vida desde que desertou, intitulado “Apenas um ano”. Ela era famosa, mas sua vida pessoal ainda estava em ruínas. Mudando de religião para religião e mais uma vez se casando, tendo um filho, divorciando-se e mudando-se com frequência, ela se sentiu desencantada com a América e queria voltar para casa. Na verdade, ela voltou para a União Soviética, mas quase instantaneamente se arrependeu. Quando ela voltou para a América depois de mais de um ano na URSS, ela disse: “Eu tive que sair por um tempo para perceber: ‘Oh, meu Deus, como é maravilhoso.’” Não sei o ano exato em que Svetlana conheceu o padre Giovanni Garbolino, que morava nos Estados Unidos, mas havia feito trabalho missionário na Rússia, mas o relacionamento mudaria sua vida. Svetlana recebeu uma carta do Padre Garbolino convidando-a a fazer uma peregrinação a Fátima. Mais tarde, ele a visitou em Princeton, Nova Jersey. Os dois mantinham contato frequente. O Padre Garbolino deu também a Svetlana uma cruz que lhe foi dada por um estudante russo que conheceu durante as suas viagens missionárias. Mais tarde, o Padre Garbolino dera aquela mesma cruz ao Coronel Edwin “Buzz” Aldrin para que ele a levasse à lua com ele. Svetlana, sob a orientação do Padre Garbolino, leu livros de autores católicos e em 13 de dezembro de 1982, converteu-se à fé católica. Svetlana escreveu sobre a sua conversão: “Só agora compreendo a maravilhosa graça que os Sacramentos da Penitência e a Sagrada Eucaristia produzem, não importa em que dia do ano, e mesmo no dia a dia. Antes, eu não estava disposto a perdoar e me arrepender, e nunca fui capaz de amar meus inimigos. Mas me sinto muito diferente de antes, já que vou à missa todos os dias ”. Ela acrescentou: “A Eucaristia deu-me vida. O Sacramento da Penitência com Deus que … abandonamos e traímos cada dia, o sentimento de culpa e de tristeza que então nos invade, tudo isso torna necessário recebê-lo com freqüência ”. Esta mulher, que cresceu essencialmente sem mãe, escreveu: “Fui levada aos braços da Bem-Aventurada Virgem Maria. … Quem mais poderia ser meu advogado senão a Mãe de Jesus? De repente, ela me puxou para perto dela. “ Ela viajou para a Europa e de volta para a América e depois mudou-se para ficar perto de uma de suas filhas em Oregon. No final, ela não morreu criando a primeira com raiva do mundo como seu pai havia feito, mas pacificamente em uma casa de repouso em Wisconsin em 2011, onde ela gostava de costurar, ler e certamente orar. AUTOR: Matt Archbold Matt Archbold formou-se na Saint Joseph’s University em 1995. Ele é um ex-jornalista que deixou o ramo de jornais para criar seus cinco filhos. Ele escreve para o Creative Minority Report . FONTE: CATHOLICISM.ORG Mais de 1600 relatos de queda de cabelo após injeções de COVID-19 #SvetlanaStalin #IgrejaOrtodoxa #JosephStalin #conversao #filhadeJosephStalin
- Papa: liberdade e diversidade causam medo, nos salvará a proximidade com o povo de Deus
O medo de ser livres, os perigos do que é abstrato comparado com a vida concreta, o estilo de proximidade com o povo de Deus. Estes são alguns dos pontos ao longo dos quais se desenrolou a conversa de Francisco com os jesuítas eslovacos, relatada nesta terça-feira pela revista “La Civiltà Cattolica”. É uma atmosfera cordial e familiar a que caracteriza os encontros do Papa Francisco com os jesuítas durante suas viagens apostólicas. Este também foi o caso na Eslováquia quando em 12 de setembro, na Nunciatura Apostólica de Bratislava, ele passou cerca de uma hora e meia com os confrades do país que ele visitou. Este o encontro do qual a revista La Civiltà Cattolica relata a conversa. Houve também outro encontro com os jesuítas, em 14 de setembro passado, após a Divina Liturgia, mas foi muito breve: ele visitou os membros da Casa de Exercícios Espirituais que não puderam comparecer à celebração porque estavam ocupados preparando a hospitalidade para os bispos presentes.Ouça e compartilhe A operação e a saúde No encontro de domingo, 12 de setembro, o diálogo também foi conduzido em linguagem franca, como é evidente na resposta à pergunta sobre sua saúde. “Ainda vivo. Apesar do fato de que algumas pessoas me queriam morto”, disse Francisco, num tom de ironia, acrescentando que ele está ciente de que houve “até mesmo encontros entre prelados, que pensavam que o Papa estava mais grave do que estavam dizendo”. Eles estavam preparando o conclave”, referindo-se à operação de julho passado, lembrando como foi um enfermeiro que o convenceu a se submeter a ela. O estilo pastoral de proximidade As palavras do Papa vão da saúde à pastoral, recomendando aos jesuítas quatro tipos de aproximação para seu trabalho na Eslováquia. A proximidade de Deus. A proximidade entre os irmãos, a proximidade com o bispo e o Papa – falando diretamente e não pelas costas – e a proximidade com o povo de Deus. A este respeito, ele se refere ao que ele chama “a coisa mais bela que um Papa disse aos jesuítas”, ou seja, o discurso de São Paulo VI à Congregação Geral XXXII sobre o fato de que onde há encruzilhadas de estradas, ali estão os jesuítas. “Vamos criar problemas. Mas o que nos salvará de cair em ideologias estúpidas é a proximidade ao povo de Deus”.LEIA TAMBÉM12/09/2021 Medo das encruzilhadas Respondendo a uma pergunta, o Papa se detém sobre o sofrimento da Igreja neste momento, a “tentação de voltar atrás”. Ele a define “uma ideologia que coloniza as mentes”. Não é um problema universal, mas específico das Igrejas de certos países. “Em um mundo tão condicionado por dependências e virtualidades, nos assusta sermos livres”, disse Francisco em uma das passagens centrais, lembrando que ele falou sobre isso em seu primeiro encontro público em Bratislava, usando como exemplo o Grande Inquisidor de Dostoevsky. “Assusta-nos avançar em experiências pastorais”, disse ele, pensando no trabalho feito durante o sínodo sobre a família “para fazer as pessoas entenderem que os casais em segunda união não estão já condenados ao inferno”. “Temos medo de acompanhar as pessoas com diversidade sexual. Temos medo do cruzamento dos caminhos de que Paulo VI falou”. Este”, explica, “é o mal deste momento”. Buscar o caminho na rigidez e no clericalismo, que são duas perversões”. Para o Papa, o Senhor pede hoje à Companhia que seja livre, com oração e discernimento. Isto não é “elogio à imprudência”: o que Francisco aponta é que “andar para trás não é o caminho certo”, enquanto que “andar para frente em discernimento e obediência” o é. Sobre o assunto, então, de quando falta o fervor, ele exorta a entender se é uma desolação pessoal ou comunitária, lembrando também a importância de conhecer melhor os Exercícios. A ideologia de gênero é perigosa Uma das questões diz respeito à colonização ideológica e ao gênero. “A ideologia tem sempre um fascínio diabólico, como vocês dizem, porque não está encarnada”, responde o Papa, salientando que vivemos em uma civilização de ideologias e que “devemos desmascará-las em suas raízes”. “A ideologia de “gênero” da qual você fala é perigosa, sim. Como entendo, é perigosa porque é abstrata em relação à vida concreta de uma pessoa, como se uma pessoa pudesse decidir abstratamente à sua vontade se e quando será um homem ou uma mulher. A abstração para mim é sempre um problema, salienta o Papa, lembrando, no entanto, que “isto não tem nada a ver com a questão homossexual”. Se existe um casal homossexual, “podemos fazer um trabalho pastoral com eles, ir em frente no encontro com Cristo”. Quando fala de ideologia, explica, fala sobre “a abstração pela qual tudo é possível, não a vida concreta das pessoas e sua situação real”. Prefiro pregar Sobre o diálogo judaico-cristão, deve-se evitar que ele se rompa “através de mal-entendidos, como às vezes acontece”, afirma. Então, em uma das perguntas, pede-se a Francisco como ele lida com as pessoas que o olham com desconfiança. A este respeito disse que existe uma grande estação de televisão católica que fala constantemente sobre ele. “Pessoalmente posso merecer ataques e insultos porque sou um pecador”, afirma, “mas a Igreja não merece isto: é obra do diabo”. O Papa sabe que também há clérigos que fazem comentários desagradáveis sobre ele, e ele confessa que às vezes lhe falta paciência, especialmente quando fazem julgamentos sem entrar em um verdadeiro diálogo. Ele assegura que vai adiante, no entanto, sem entrar “no mundo deles de ideias e fantasias”. “Prefiro pregar”, disse. Ele também lembra que alguns o acusam de não falar sobre santidade, mas sempre sobre questões sociais e de ser “um comunista”. “E no entanto, afirma, “escrevi uma Exortação Apostólica inteira sobre santidade, Gaudete et Exsultate”. A decisão sobre vetus ordo Francisco então se detém em sua decisão, resultado de uma consulta com todos os bispos do mundo, de parar o automatismo do rito antigo para retornar “às verdadeiras intenções de Bento XVI e de João Paulo II”. De agora em diante, aqueles que querem celebrar com o vetus ordo devem pedir permissão a Roma. Ele então relembra a experiência de um cardeal a quem dois padres recém-ordenados foram pedir para estudar latim a fim de celebrar adequadamente. O Papa recorda as palavras com as quais o cardeal lhes respondeu, com um “senso de humor”, exortando-os a estudar primeiro o espanhol, e também o vietnamita, considerando os fiéis presentes na diocese. Estou vou adiante”, explicou Francisco, “não porque eu queira fazer uma revolução. Eu faço o que sinto que devo fazer. É preciso muita paciência, oração e caridade”. Entender as causas das migrações Sobre o tema da imigração Francisco reiterou que é necessário não só acolher os migrantes, mas também protegê-los, promovê-los e integrá-los, e que também é necessário compreender plenamente as causas do fenômeno, compreender o que está acontecendo no Mediterrâneo e quais são os “jogos das potências que fazem fronteira com o mar para o controle e a dominação”. FONTE: Debora Donnini, Silvonei José – Vatican News #PAPAFRANCISCOENTREVISTA #VATICANNEWS
- SODOMA FOI DESTRUÍDA POR UM ASTERÓIDE?
Segundo um estudo publicado no periódico Scientific Reports , uma cidade no Oriente Médio, próxima ao Mar Morto, localizada num sítio arqueológico da Jordânia conhecido como Telel Hamã, teria sido destruída no ano 1650 a.C. por um asteroide que, explodindo no ar a quatro quilômetros do chão, atingiu o lugar com a potência de pelo menos mil bombas de Hiroshima. A catástrofe ocorreu aproximadamente há três mil e seiscentos anos. Fruto de 15 anos de escavações no local, a pesquisa teve a participação de 21 autores de diversas áreas, entre os quais arqueólogos, geólogos, especialistas em sedimentologia etc. Ao fim e ao cabo do árduo trabalho, foi possível reconstituir o histórico da destruição da cidade. Segundo o estudo, essa cidade (então com oito mil habitantes) poderia ser aquela que, na Bíblia, era chamada de Sodoma: o lugar mais antigo do mundo que, destruído por uma explosão cósmica, teria contado com uma tradição oral e, após ser transmitida por sucessivas gerações, seria a fonte da versão escrita sobre Sodoma, no cap. XIX do Gênesis: os detalhes recontados nesse livro das Escrituras corresponderiam, razoavelmente, aos detalhes conhecidos de um “evento de impacto cósmico”. Essa questão não fazia parte do propósito da investigação, mas, de qualquer forma, era um debate em andamento que os autores consideravam útil levar em conta. Evidentemente, os cientistas não falam como teólogos ou historiadores da Igreja, que considerem a Bíblia como livro divinamente inspirado. Para eles, contudo, a narrativa bíblica da destruição de Sodoma, numa área próxima ao Mar Morto, está coerente com o relato de uma testemunha ocular que presenciasse uma explosão aérea cósmica, como quando se diz, por exemplo, que pedras caíram do céu; que do céu desceu fogo; que densa nuvem de fumaça subia dos incêndios; que uma grande cidade foi devastada; que habitantes da cidade foram mortos; e que as colheitas da área foram destruídas.
- Conheça a campanha de oração ’40 Dias pela Vida’, e saiba como participar
Ajude a salvar vidas rezando pelo fim do aborto em sua comunidade de 22 de setembro a 31 de outubro! Mais de 500 comunidades em mais de 30 países participarão da campanha internacional para salvar os nascituros, realizando vigílias de oração 24 horas por dia, fora das instalações de aborto em todo o mundo até 31 de outubro. A campanha “40 Dias pela Vida” terá início nesta quarta-feira (22) em quatro capitais brasileiras – Brasília, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo – e segue até 31 de outubro. As ações têm o objetivo de conscientizar sobre os riscos de aborto e sobre a importância da dignidade humana. Trata-se de uma iniciativa cristã, mas que não é vinculada a nenhuma igreja especificamente. O Brasil participa da campanha desde 2014. De acordo com os organizadores, serão realizadas vigílias pacíficas, orações e ações de conscientização pelo fim do aborto. As vigílias irão ocorrer em praças, em frente a hospitais e sedes do Legislativo dessas quatro cidades. “Nós precisamos interceder pelas duas vidas e trazer à tona a verdade sobre os males e sequelas deixados pelo aborto em tantas mulheres e em tantas famílias, e também falar do valor e da dignidade de cada vida humana”, disse Fátima Mattos, coordenadora da campanha no Rio de Janeiro. Em São Paulo a Vigília acontece do dia 22 de setembro a 31 de outubro das 09h00 às 19h00 em frente ao Hospital Pérola Byington – SP. Leia também Assista online o filme: “40 Dias o Milagre da Vida” Para saber mais sobre “40 Dias pela Vida” nessas quatro capitais, acesse as páginas da campanha nas redes sociais: – Nacional: www.instagram.com/40diaspelavida.brasil – Brasília: www.instagram.com/40diaspelavidadf – Recife: www.instagram.com/40diaspelavida.recife – Rio de Janeiro : www.instagram.com/40diaspelavida.rio – São Paulo: www.instagram.com/40diaspelavidasp Conheça mais, assista: Com informações de Gazeta do Povo #Aborto
- Conheça a campanha de oração ’40 Dias pela Vida’, e saiba como participar
Ajude a salvar vidas rezando pelo fim do aborto em sua comunidade de 22 de setembro a 31 de outubro! Mais de 500 comunidades em mais de 30 países participarão da campanha internacional para salvar os nascituros, realizando vigílias de oração 24 horas por dia, fora das instalações de aborto em todo o mundo até 31 de outubro. A campanha “40 Dias pela Vida” terá início nesta quarta-feira (22) em quatro capitais brasileiras – Brasília, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo – e segue até 31 de outubro. As ações têm o objetivo de conscientizar sobre os riscos de aborto e sobre a importância da dignidade humana. Trata-se de uma iniciativa cristã, mas que não é vinculada a nenhuma igreja especificamente. O Brasil participa da campanha desde 2014. De acordo com os organizadores, serão realizadas vigílias pacíficas, orações e ações de conscientização pelo fim do aborto. As vigílias irão ocorrer em praças, em frente a hospitais e sedes do Legislativo dessas quatro cidades. “Nós precisamos interceder pelas duas vidas e trazer à tona a verdade sobre os males e sequelas deixados pelo aborto em tantas mulheres e em tantas famílias, e também falar do valor e da dignidade de cada vida humana”, disse Fátima Mattos, coordenadora da campanha no Rio de Janeiro. Em São Paulo a Vigília acontece do dia 22 de setembro a 31 de outubro das 09h00 às 19h00 em frente ao Hospital Pérola Byington – SP. Leia também Assista online o filme: “40 Dias o Milagre da Vida” Para saber mais sobre “40 Dias pela Vida” nessas quatro capitais, acesse as páginas da campanha nas redes sociais: – Nacional: www.instagram.com/40diaspelavida.brasil – Brasília: www.instagram.com/40diaspelavidadf – Recife: www.instagram.com/40diaspelavida.recife – Rio de Janeiro : www.instagram.com/40diaspelavida.rio – São Paulo: www.instagram.com/40diaspelavidasp Conheça mais, assista: Com informações de Gazeta do Povo #Aborto
- ESCOLAS CATÓLICAS CANADENSES QUEIMAM 4700 LIVROS INFANTIS – Carlos Esteban
A queima de livros está de volta. Mas desta vez não são os nazistas, mas um grupo de escolas católicas no Canadá. E não queimam obras heréticas ou imorais, mas livros infantis e juvenis, como os de Tintim e Asterix, porque seu conteúdo pode ofender os indígenas. Curiosamente, apresenta-se como um “gesto de reconciliação”, embora a imagem real – fogueira de livros – não desperte propriamente memórias de tolerância. A ideia grotesca veio da comissão escolar Providence, responsável pela gestão de 30 escolas católicas e francesas no sudoeste da província canadense de Ontário, e consistia em reciclar ou propriamente queimar mais de 4.700 obras de suas bibliotecas, segundo noticiou a Rádio-Canadá. O motivo apontado pela comissão escolar é que se tratava de livros com conteúdo “desatualizado e impróprio”, pois representam estereótipos negativos. Bem-vindo ao Ano Zero, onde tudo o que nossos filhos leem deve estar de acordo com os mais rígidos critérios do politicamente correto. Longe para sempre Tintim, que fala sobre os peles-vermelhas e visita o Congo colonial; para a fogueira com Asterix, que é um punhado de lugares-comuns. Que ardam nas chamas. Que conto, romance ou histórias em quadrinhos, que tenham mais de vinte anos, poderia ser salvo? Quais são os que não cometem o pecado imperdoável de “estereotipar” grupos de autoproclamadas vítimas? As escolas católicas no Ocidente não costumam mais levar muito a sério as verdades da fé que afirmam professar, mas são rígidas em relação às verdades inapeláveis do discurso dominante. Parece no entanto que abrem uma exceção para o dióxido de carbono que essas fogueiras terão lançado na atmosfera… https://infovaticana.com/2021/09/10/grupo-de-escuelas-catolicas-canadienses-quema-4-700-libros-infantiles/
- Vaticano passa a exigir o passaporte da vacina a partir de outubro
Foi emitida uma ordem pela Pontifícia Comissão do Estado da Cidade do Vaticano, solicitada pelo Papa Francisco, para tomar todas as medidas apropriadas para combater a emergência sanitária no Estado do Vaticano A partir de 1º de outubro, só poderá entrar no Vaticano os que possuírem o Green Pass do Vaticano, ou Green Pass europeu (passaporte da vacina), ou o certificado verde estrangeiro Covid-19 que atesta a vacinação ou recuperação da SARS-Cov-2, ou a realização de um teste molecular ou antigênico rápido com resultado negativo para o vírus SARS-Cov-2. São as novas normas estabelecidas pelo Presidente da Pontifícia Comissão do Estado da Cidade do Vaticano em matéria de emergência de saúde pública. Uma portaria que retoma a recomendação do Papa Francisco, na audiência de 7 de setembro, de “garantir a saúde e o bem-estar da comunidade de trabalho, respeitando a dignidade, os direitos e as liberdades fundamentais de cada um de seus membros” e de “adotar todas as medidas adequadas para prevenir, controlar e combater a emergência sanitária”. O controle do acesso ao Estado do Vaticano, afirma-se, é confiado ao Corpo de Gendarmaria. O decreto declara: “Estas disposições se aplicam aos cidadãos, residentes no Estado, aos funcionários em serviço, qualquer que seja o cargo, no Governatorato do Estado da Cidade do Vaticano e nos vários órgãos da Cúria Romana e instituições relacionadas, e a todos os visitantes e usuários de serviços”. A única exceção diz respeito às celebrações litúrgicas “pelo tempo estritamente necessário para a realização do rito”, nas quais as regulamentações sanitárias sobre distanciamento, uso de equipamentos de proteção individual, limitação de movimento e aglomeração de pessoas e adoção de regras específicas de higiene devem ser devidamente respeitadas”. Fonte: Vaticannews.va #Vaticano
- Vaticano passa a exigir o passaporte da vacina a partir de outubro
Foi emitida uma ordem pela Pontifícia Comissão do Estado da Cidade do Vaticano, solicitada pelo Papa Francisco, para tomar todas as medidas apropriadas para combater a emergência sanitária no Estado do Vaticano A partir de 1º de outubro, só poderá entrar no Vaticano os que possuírem o Green Pass do Vaticano, ou Green Pass europeu (passaporte da vacina), ou o certificado verde estrangeiro Covid-19 que atesta a vacinação ou recuperação da SARS-Cov-2, ou a realização de um teste molecular ou antigênico rápido com resultado negativo para o vírus SARS-Cov-2. São as novas normas estabelecidas pelo Presidente da Pontifícia Comissão do Estado da Cidade do Vaticano em matéria de emergência de saúde pública. Uma portaria que retoma a recomendação do Papa Francisco, na audiência de 7 de setembro, de “garantir a saúde e o bem-estar da comunidade de trabalho, respeitando a dignidade, os direitos e as liberdades fundamentais de cada um de seus membros” e de “adotar todas as medidas adequadas para prevenir, controlar e combater a emergência sanitária”. O controle do acesso ao Estado do Vaticano, afirma-se, é confiado ao Corpo de Gendarmaria. O decreto declara: “Estas disposições se aplicam aos cidadãos, residentes no Estado, aos funcionários em serviço, qualquer que seja o cargo, no Governatorato do Estado da Cidade do Vaticano e nos vários órgãos da Cúria Romana e instituições relacionadas, e a todos os visitantes e usuários de serviços”. A única exceção diz respeito às celebrações litúrgicas “pelo tempo estritamente necessário para a realização do rito”, nas quais as regulamentações sanitárias sobre distanciamento, uso de equipamentos de proteção individual, limitação de movimento e aglomeração de pessoas e adoção de regras específicas de higiene devem ser devidamente respeitadas”. Fonte: Vaticannews.va #Vaticano
- Em tempos incertos, as capelas domésticas proliferam
Na história ocidental, as capelas domésticas são um fenômeno associado principalmente a aristocratas que viviam em grandes propriedades e tinham dinheiro para contratar um capelão residente. Em tempos de perseguição, essas capelas muitas vezes se tornavam importantes locais de refúgio, uma vez que seu afastamento, juntamente com o status dos proprietários da família, criavam uma espécie de barreira de segurança entre o mundo exterior e os serviços que aconteciam dentro. Infelizmente, essa segurança nem sempre foi suficiente para evitar que os padres fossem surpreendidos e capturados por forças estatais hostis. Embora algumas capelas domésticas do tipo acima mencionado ainda existam e estejam funcionando, está se tornando mais comum ver capelas modestas sendo construídas em casas de leigos católicos comuns. A renovação da cave, um pequeno quarto de hóspedes, um sótão, tudo oferece possibilidades de construir um altar e montar um espaço adequado para a Missa e outras devoções em momentos de necessidade. Algumas famílias desejam simplesmente criar um espaço de oração onde possam se reunir para a oração individual ou em grupo, em um ambiente que os lembre e os conecte com a paróquia ou capela onde costumam ir para a missa. Outros, muito conscientes da sepultura e da deterioração situação em que a Igreja se encontra no Ocidente, decidiram “planejar com antecedência”, fazendo um espaço adequado para eventual subterrâneo ou “ cancelado”Padres. Uma diocese já baniu totalmente as missas tradicionais privadas , e pode haver mais que sigam o exemplo. Os sacerdotes em tais dioceses se beneficiarão de ter lugares de refúgio onde podem contornar as restrições injustas e oferecer missa a Deus, na presença de leigos agradecidos. Em janeiro, publiquei um artigo no NLM chamado “ Construindo um Altar Doméstico ”, que oferecia conselhos práticos sobre especificações que poderiam ser usadas para um altar, bem como alguns outros desideratos. Posteriormente, recebi algumas fotos interessantes, uma seleção das quais desejo compartilhar para a edificação e inspiração de leitores que possam estar pensando em linhas semelhantes. O primeiro conjunto de fotos é de uma linda capela em um porão. A família tem planos para mais decoração. O segundo conjunto de fotos mostra outra capela no porão. A proprietária é amiga de um marceneiro que construiu para ela, com peças sobressalentes, um santuário ao Sagrado Coração, localizado na mesma sala. Observa-se também a Via-Sacra: parece que este espaço está bem equipado para a oração pessoal e familiar. Todos nós sabemos de famílias que têm que percorrer longas distâncias para chegar a uma missa tradicional. Para essas famílias, ter as estações em casa, instaladas ao longo do perímetro de uma sala suficientemente grande, seria uma bênção, especialmente durante a época da Quaresma. . Finalmente, um item incomum para compartilhar de um padre, que está em uma situação pastoral onde rezar a missa antiga é arriscado. Ele equipou um armário como um “altar lateral”, que pode ser fechado e escondido em qualquer outro momento. Alguns leitores podem estar inclinados a zombar ou levantar sobrancelhas nas missas realizadas em casa, como se fosse algo que não deveria ser feito. Estariam certos neste sentido: em circunstâncias ideais, cada igreja paroquial, cada catedral, cada basílica, deveria respirar o silêncio sagrado da Missa Baixo e deveria estar vibrando com os sons do canto gregoriano e do órgão de tubos na Missa cantata e a Missa solemnis. Mas não é onde estamos – nem mesmo remotamente. E em tempos de crescente hostilidade à tradição da Igreja, nosso patrimônio deve ser preservado e transmitido. Na década de 1970, havia muitas missas em hotéis e salas de estar: essa é uma grande parte da razão pela qual hoje temos a missa tradicional em igrejas e catedrais. Fr. James Jackson escreve nos Agradecimentos de seu livro Nothing Superfluous : “Agradeço ao Sr. Alan Hicks, que me convidou para ir à casa do Dr. Senior para uma Missa Solta, celebrada com muito amor pelo falecido Pe. Harry Marchowski. Foi a primeira vez que fui o antigo rito da Missa. Embora uma sala de estar não seja uma basílica, havia uma devoção perfeita ali ”(p. Xvi). O romance histórico de Robert Hugh Benson ambientado no reinado da Rainha Elizabeth, por que autoridade? , fornece o melhor tratamento ficcional de uma missa secreta em uma casa que eu conheço. Uma das personagens principais, uma senhora puritana chamada Isabel, que se tornou amiga íntima de uma família católica recusante e é atraída por sua fé, vive sua primeira missa, dita por um padre que foi torturado várias vezes e que, no entanto, escapou com a vida dele. Dadas as circunstâncias extremamente perigosas, deve ocorrer no meio da noite, na sala de estar do solar. Aqui está o trecho: é uma das melhores descrições da Santa Missa em toda a literatura inglesa. Acapela de Maxwell Hall ficava na ala do claustro; mas um estranho visitando a casa nunca teria suspeitado. A abertura da nova sala de estar de Lady Maxwell era um pequeno saguão ou patamar, com cerca de quatro metros quadrados, iluminado por cima; na outra extremidade estava a porta de seu quarto. Esse saguão era pouco mais do que uma ampla passagem; e não atrairia atenção de qualquer pessoa que passasse por ele. A única peça de mobília nele era um grande baú velho da altura de uma mesa, que ficava contra a parede interna além da qual estava a longa galeria que dava para o jardim do claustro. O saguão parecia ser praticamente tão amplo quanto as duas salas de cada lado; mas isto foi efetuado pela parede externa sendo feita um pouco protuberante; e a parede interna sendo mais fina do que dentro das duas salas. O engano aumentou ainda mais quando as duas salas de estar foram primeiro revestidas de lambris e, em seguida, cobertas por uma grossa tapeçaria; enquanto o saguão estava vazio. Uma pessoa curiosa que olhasse no baú encontraria ali apenas um vestido velho e algumas coisas. Esse saguão, entretanto, era a capela; e através do baú ficava a entrada para um dos esconderijos do sacerdote, onde também a pedra do altar e os ornamentos e as vestimentas eram guardados. A parte inferior do baú era na realidade articulada de tal forma que cairia, com a pressão adequada sendo aplicada em dois lugares ao mesmo tempo, o suficiente para permitir que o lado do baú contra a parede fosse empurrado para o lado, o que por sua vez cedeu entrada para um pequeno espaço com cerca de dois metros de comprimento por um de largura; e aqui foram mantidos todos os necessários para a adoração divina; com espaço, além disso, para pelo menos um casal de homens ficarem escondidos. Também havia um caminho desse buraco para o telhado, mas era um caminho difícil e perigoso; e só deveria ser usado em caso de extrema necessidade. Foi neste saguão que Isabel se viu na manhã seguinte ajoelhada e esperando a missa. Ela fora acordada pela Senhora Margaret pouco antes das quatro horas e sussurrada para se vestir no escuro; pois era impossível, dadas as circunstâncias, dizer se a casa não estava sendo vigiada; e uma luz vista de fora pode causar problemas e perturbações. Então ela se vestiu e desceu de seu quarto ao longo das passagens, tão familiares durante o dia, tão sombrias e sugestivas agora na manhã negra com apenas uma luz sombreada colocada nos ângulos. Outras figuras também estavam roubando; mas ela não sabia quem eram na escuridão. Então ela passou pela pequena sala de estar onde a cena da noite anterior havia ocorrido e entrou no saguão. Mas todo o lugar foi transformado. Sobre o velho baú agora estava pendurado um quadro, que geralmente estava no quarto de Lady Maxwell, da Mãe Santíssima e seu santo filho, em uma grande moldura entalhada de alguma madeira preta. A arca tornara-se um altar: Isabel podia ver a ligeira elevação no meio do longo pano de linho branco onde ficava a pedra do altar, e sobre ela novamente, no canto esquerdo, uma pilha de linho e seda. Sobre o altar, nas traseiras, havia dois castiçais de prata esguios com velas acesas dentro; e um crucifixo de prata entre eles. Os painéis de madeira entalhada, representando o sacrifício de Isaac numa metade e a oferta de Melquisedeque na outra, serviam em vez de um frontal bordado do altar. Contra a parede lateral estava uma pequena mesa dobrável coberta de branco com galhetas e outras coisas necessárias sobre ela. Havia dois ou três bancos no resto do saguão; e diante deles estavam ajoelhados uma dúzia ou mais pessoas, imóveis, com os rostos abatidos. Havia um pouco de vento, como sopros antes do amanhecer gemendo suavemente lá fora; e no interior havia uma leve corrente de ar que fazia as chamas cônicas se inclinarem de vez em quando. Isabel ocupou seu lugar ao lado da Senhora Margaret no banco da frente; e ao se ajoelhar para frente, ela percebeu um espaço deixado além dela para Lady Maxwell. Um momento depois, vieram passos lentos e dolorosos pela sala de estar, e Lady Maxwell entrou muito lentamente com o filho apoiado em seu braço e em uma bengala. Fez-se um silêncio tão profundo que pareceu a Isabel como se tudo houvesse parado de respirar. Ela só podia ouvir a batida lenta de seu próprio coração. James levou sua mãe através do altar até o lugar dela, e a deixou lá, se curvando para ela; e então subiu ao altar para vestir. Ao chegar lá e fazer uma pausa, um servo saiu e recebeu a vara dele. O padre fez o sinal-da-cruz e retirou os adornos das vestes que estavam dobradas sobre o altar. Ele já estava em sua batina. Isabel observava cada movimento com um interesse profundo e agonizante; ele estava tão frágil e quebrado, tão curvado em sua figura, tão lento e fraco em seus movimentos. Ele fez uma tentativa de levantar os amiços, mas não conseguiu, e se virou ligeiramente; e o homem de trás se aproximou novamente e ergueu-o para ele. Em seguida, ajudou-o com cada uma das vestes, levantou a alva sobre a cabeça e passou as mãos enfaixadas pelas mangas com ternura; tricotar o cinto em volta dele; deu-lhe a estola para beijar e depois colocou-a no pescoço e cruzou as pontas por baixo do cinto e ajustou o amice; então ele colocou o manípulo em seu braço esquerdo, mas com tanta ternura! e, por último, ergueu a grande casula vermelha, jogou-a sobre a cabeça e endireitou-a – e lá estava o padre como estivera no domingo anterior, novamente com vestes carmesim; mas curvado e de rosto magro agora. Então ele começou a preparação com o servo que se ajoelhou ao lado dele em seu uniforme normal, como servo; e Isabel ouviu o murmúrio das palavras latinas pela primeira vez. Então ele se aproximou do altar, curvou-se lentamente e beijou-o e a missa começou. Isabel tinha um missal, emprestado a ela pela Senhora Margaret; mas ela mal olhou para ele; tão atenta estava ela naquela figura carmesim e seus movimentos estranhos e sua voz baixa e quebrada. Era diferente de tudo o que ela havia imaginado ser a adoração. A adoração pública para ela tinha significado até então uma de duas coisas – ou sentar-se sob um ministro e ter a palavra aplicada à sua alma no sacramento do púlpito; ou então a oração do ministro em voz alta e distinta e com expressão, de modo que o intelecto pudesse seguir as palavras e concordar com um amém caloroso. O ministro era um ministro da Palavra de Deus para o homem, um intérprete de Seu evangelho para o homem. Mas aqui estava uma adoração diferente de tudo isso em quase todos os detalhes. O padre estava se dirigindo a Deus, não ao homem; portanto, ele o fez em voz baixa e em uma língua, como Campion havia dito no cadafalso, “que ambos entenderam”. Era comparativamente sem importância se o homem seguisse palavra por palavra, pois (e aqui estava a segunda diferença radical) o objetivo da adoração para o povo estava, não em uma apreensão intelectual das palavras, mas em um consentimento voluntário e participação em o ato supremo ao qual as palavras eram de fato necessárias, mas subordinadas. Foi a coisa que foi feita, não as palavras ditas, que foi poderosa com Deus. Aqui, como esses católicos em torno de Isabel o compreenderam, e como ela também começou a perceber, embora vaga e obscuramente, estava o sublime mistério da Cruz apresentado a Deus. Quando Ele olhou para baixo satisfeito no silêncio e escuridão do Calvário, e viu lá o ato realizado pelo qual o mundo foi redimido, então aqui (este punhado de discípulos acreditava), Ele olhou para o silêncio e crepúsculo deste pequeno saguão, e viu esse mesmo mistério realizado pelas mãos de alguém que em virtude de sua participação no sacerdócio do Filho de Deus foi autorizado a pronunciar estas palavras comoventes, pelas quais o Corpo que estava pendurado no Calvário e o Sangue que dele gotejava ali, foram novamente espalhados diante de Seus olhos, sob as formas de pão e vinho. Muito dessa fé, claro, ainda era obscuro para Isabel; mas ainda assim ela entendeu o suficiente; e quando o murmúrio do padre morreu em um silêncio latejante, e os adoradores mergulharam em uma adoração ainda mais profunda, e então com terrível esforço e um rápido suspiro ou dois de dor, aquelas mãos enfaixadas e enfaixadas se ergueram trêmulas no ar com algo que brilhava branco entre elas; a moça puritana também baixou a cabeça, ergueu o coração e rogou ao Altíssimo e ao Misericordioso que desprezasse o mistério da redenção realizado na terra; e para o bem do Bem-Amado enviar Sua Graça à Igreja Católica; para fortalecer e salvar os vivos; para dar descanso e paz aos mortos; e especialmente para lembrar seu querido irmão Anthony e Hubert a quem ela amava; e Mistress Margaret e Lady Maxwell, e esta família fiel: e o pobre homem maltratado antes dela, que, não apenas como um padre foi feito semelhante ao Sacerdote Eterno, mas como uma vítima também tinha pendurado em uma cruz prostrada, amarrada por mãos e pés; suportando assim o seu corpo para que todos vejam as marcas do Senhor Jesus. A moça puritana também baixou a cabeça, ergueu o coração e rogou ao Altíssimo e ao Misericordioso que desprezasse o mistério da redenção realizado na terra; e para o bem do Bem-Amado enviar Sua Graça à Igreja Católica; para fortalecer e salvar os vivos; para dar descanso e paz aos mortos; e especialmente para lembrar seu querido irmão Anthony e Hubert a quem ela amava; e Mistress Margaret e Lady Maxwell, e esta família fiel: e o pobre homem maltratado antes dela, que, não apenas como um padre foi feito semelhante ao Sacerdote Eterno, mas como uma vítima também tinha pendurado em uma cruz prostrada, amarrada por mãos e pés; suportando assim o seu corpo para que todos vejam as marcas do Senhor Jesus. A moça puritana também baixou a cabeça, ergueu o coração e rogou ao Altíssimo e ao Misericordioso que desprezasse o mistério da redenção realizado na terra; e para o bem do Bem-Amado enviar Sua Graça à Igreja Católica; para fortalecer e salvar os vivos; para dar descanso e paz aos mortos; e especialmente para lembrar seu querido irmão Anthony e Hubert a quem ela amava; e Mistress Margaret e Lady Maxwell, e esta família fiel: e o pobre homem maltratado antes dela, que, não apenas como um padre foi feito semelhante ao Sacerdote Eterno, mas como uma vítima também tinha pendurado em uma cruz prostrada, amarrada por mãos e pés; suportando assim o seu corpo para que todos vejam as marcas do Senhor Jesus, e implorou ao Altíssimo e Misericordioso que olhasse para baixo no mistério da redenção realizado na terra; e para o bem do Bem-Amado enviar Sua Graça à Igreja Católica; para fortalecer e salvar os vivos; para dar descanso e paz aos mortos; e especialmente para lembrar seu querido irmão Anthony e Hubert a quem ela amava; e Mistress Margaret e Lady Maxwell, e esta família fiel: e o pobre homem maltratado antes dela, que, não apenas como um padre foi feito semelhante ao Sacerdote Eterno, mas como uma vítima também tinha pendurado em uma cruz prostrada, amarrada por mãos e pés; suportando assim o seu corpo para que todos vejam as marcas do Senhor Jesus, e implorou ao Altíssimo e Misericordioso que olhasse para baixo no mistério da redenção realizado na terra; e para o bem do Bem-Amado enviar Sua Graça à Igreja Católica; para fortalecer e salvar os vivos; para dar descanso e paz aos mortos; e especialmente para lembrar seu querido irmão Anthony e Hubert a quem ela amava; e Mistress Margaret e Lady Maxwell, e esta família fiel: e o pobre homem maltratado antes dela, que, não apenas como um padre foi feito semelhante ao Sacerdote Eterno, mas como uma vítima também tinha pendurado em uma cruz prostrada, amarrada por mãos e pés; suportando assim o seu corpo para que todos vejam as marcas do Senhor Jesus. para dar descanso e paz aos mortos; e especialmente para lembrar seu querido irmão Anthony e Hubert a quem ela amava; e Mistress Margaret e Lady Maxwell, e esta família fiel: e o pobre homem maltratado antes dela, que, não apenas como um padre foi feito semelhante ao Sacerdote Eterno, mas como uma vítima também tinha pendurado em uma cruz prostrada, amarrada por mãos e pés; suportando assim o seu corpo para que todos vejam as marcas do Senhor Jesus. para dar descanso e paz aos mortos; e especialmente para lembrar seu querido irmão Anthony e Hubert a quem ela amava; e Mistress Margaret e Lady Maxwell, e esta família fiel: e o pobre homem maltratado antes dela, que, não apenas como um padre foi feito semelhante ao Sacerdote Eterno, mas como uma vítima também tinha pendurado em uma cruz prostrada, amarrada por mãos e pés; suportando assim o seu corpo para que todos vejam as marcas do Senhor Jesus. Lady Maxwell e a Senhora Margaret se levantaram e deram um passo à frente após a Comunhão do Sacerdote, e receberam daquelas mãos feridas o Corpo Quebrado do Senhor. E então a missa acabou; e o servidor deu um passo à frente novamente para ajudar o padre a desfazer a vestimenta, ele mesmo retirando cada vestimenta, pois o padre Maxwell estava terrivelmente exausto agora, e colocando-a sobre o altar. Em seguida, ajudou-o a se sentar em um banquinho à sua frente, para que ele se ajoelhasse e fizesse sua ação de graças. Isabel olhou com estranheza para o garçom; ele era o homem que ela conhecia tão bem, que lhe abriu a porta e serviu à mesa; mas agora uma estranha dignidade repousava sobre ele enquanto se movia com confiança e reverência ao redor do altar horrível, e tocava as vestes que até mesmo para os olhos puritanos dela brilhavam com nova santidade. Surpreendeu-a pensar na vida católica oculta desta casa – desses servos que amavam e estavam familiarizados com os mistérios que ela havia aprendido a temer e desconfiar, Depois de um ou dois minutos, a senhora Margaret tocou no braço de Isabel e acenou para que ela subisse ao altar, que ela começou imediatamente a despojar-se de seus ornamentos e tecido, tendo primeiro acendido outra vela em um dos bancos. Isabel ajudou-a nisso com um pavor trêmulo, já que todos os outros, exceto Lady Maxwell e seu filho, haviam saído em silêncio; e logo o quadro estava caído e encostado na parede; os ornamentos e vasos sagrados embalados em sua caixa, com as vestes e linho em outra. Então, juntos, eles levantaram a pesada pedra do altar. A seguir, a Senhora Margaret recolocou a tampa do baú; e colocou as mãos dentro, e logo Isabel viu a parte de trás do baú cair para trás, aparentemente na parede. A Senhora Margaret então acenou para Isabel subir no baú e passar; ela o fez sem muita dificuldade e se viu no quartinho atrás. Havia um ou dois banquinhos e algumas prateleiras encostadas à parede, com um ou dois pratos e uma ou duas ferramentas. Ela recebeu as caixas entregues e seguiu as instruções da Senhora Margaret sobre onde colocá-las; e quando tudo terminou, ela deslizou de volta pelo baú para o saguão. O padre e sua mãe ainda estavam em seus lugares, imóveis. A Senhora Margaret fechou o baú por dentro e por fora, chamou Isabel para a sala de estar e fechou a porta atrás deles. Então ela jogou os braços em volta da garota e a beijou várias vezes. “Minha querida”, disse a freira, com lágrimas nos olhos. “Deus te abençoe – sua primeira missa. Oh! Eu orei por isso. E você conhece todos os nossos segredos agora. Agora vá para o seu quarto e para a cama novamente. Passa um pouco das cinco. Você o verá – James – antes que ele vá. Deus te abençoe, minha querida! ” Ela observou Isabel pelo corredor; e depois voltou para onde os outros dois ainda estavam ajoelhados, para fazer sua própria ação de graças. Isabel foi para o quarto como se estivesse em um sonho. Ela logo estava na cama novamente, mas não conseguia dormir; a visão daquele estranho culto que ela assistiu; os detalhes pictóricos dela, o brilho das duas velas nos ombros da casula carmesim quando o sacerdote se curvava para beijar o altar ou para adorar; a cabeça baixa do servidor ao seu lado; a imagem acima com a Mãe e seus olhos baixos, e a Criança radiante se levantando para abençoar o mundo – tudo isso queimado na escuridão. Com o mínimo esforço de imaginação também ela podia se lembrar do murmúrio constante de palavras desconhecidas; ouvir o farfalhar da vestimenta de seda; as agitações e respirações dos adoradores na salinha. Então, em um curso interminável, o lado intelectual de tudo começou a se apresentar. Ela ajudou no que o governo chamou de crime; era por isso – aquela coleção de coisas estranhas, mas certamente pelo menos inocentes – ações, palavras, objetos materiais – que homens e mulheres da mesma carne e sangue que ela estavam prontos para morrer; e para o qual outros igualmente de uma mesma natureza com ela estavam prontos para matá-los. Era a missa – a missa – ela vira – repetia a palavra para si mesma, tão sinistra, tão sugestiva, tão poderosa. Então ela começou a pensar novamente – se é que é possível dizer que ela já havia deixado de pensar nele – em Anthony, que ficaria muito horrorizado se soubesse; de Hubert, que renunciou a esta adoração maravilhosa, e tudo, ela temia, por amor a ela – e acima de tudo a seu pai, que a considerava com tanta repugnância: – sim, pensou Isabel, mas agora ele sabe de tudo. Então ela pensou na Senhora Margaret novamente. Afinal, a freira tinha uma vida espiritual que em intensidade e pureza superava qualquer outra que ela já havia experimentado ou mesmo imaginado; e, no entanto, o coração de tudo era a missa. Ela pensou no velho rosto enrugado e quieto quando voltou para o café da manhã na Dower House: ela logo aprendeu a ler com aquele rosto, quer houvesse missa rezada naquela manhã ou não no Hall. E a Senhora Margaret era apenas uma entre milhares para quem esse pequeno conjunto de ações meio vistas e palavras meio ouvidas, feitas e ditas por um homem em um vestido curioso, eram mais preciosas do que todas as meditações e orações juntas. Poderia a vasta superestrutura de oração, esforço e aspiração repousar sobre um pedaço de loucura vazia como as que crianças ou selvagens podem inventar? Então ela pensou na Senhora Margaret novamente. Afinal, a freira tinha uma vida espiritual que em intensidade e pureza superava qualquer outra que ela já havia experimentado ou mesmo imaginado; e, no entanto, o coração de tudo era a missa. Ela pensou no velho rosto enrugado e quieto quando voltou para o café da manhã na Dower House: ela logo aprendeu a ler com aquele rosto, quer houvesse missa rezada naquela manhã ou não no Hall. E a Senhora Margaret era apenas uma entre milhares para quem esse pequeno conjunto de ações meio vistas e palavras meio ouvidas, feitas e ditas por um homem em um vestido curioso, eram mais preciosas do que todas as meditações e orações juntas. Poderia a vasta superestrutura de oração, esforço e aspiração repousar sobre um pedaço de loucura vazia como as que crianças ou selvagens podem inventar? Então ela pensou na Senhora Margaret novamente. Afinal, a freira tinha uma vida espiritual que em intensidade e pureza superava qualquer outra que ela já havia experimentado ou mesmo imaginado; e, no entanto, o coração de tudo era a missa. Ela pensou no velho rosto enrugado e quieto quando voltou para o café da manhã na Dower House: ela logo aprendeu a ler com aquele rosto, quer houvesse missa rezada naquela manhã ou não no Hall. E a Senhora Margaret era apenas uma entre milhares para quem esse pequeno conjunto de ações meio vistas e palavras meio ouvidas, feitas e ditas por um homem em um vestido curioso, eram mais preciosas do que todas as meditações e orações juntas. Poderia a vasta superestrutura de oração, esforço e aspiração repousar sobre um pedaço de loucura vazia como as que crianças ou selvagens podem inventar? a freira tinha uma vida espiritual que em intensidade e pureza superava qualquer uma que ela já havia experimentado ou mesmo imaginado; e, no entanto, o coração de tudo era a missa. Ela pensou no velho rosto enrugado e quieto quando voltou para o café da manhã na Dower House: ela logo aprendeu a ler com aquele rosto, quer houvesse missa rezada naquela manhã ou não no Hall. E a Senhora Margaret era apenas uma entre milhares para quem esse pequeno conjunto de ações meio vistas e palavras meio ouvidas, feitas e ditas por um homem em um vestido curioso, eram mais preciosas do que todas as meditações e orações juntas. Poderia a vasta superestrutura de oração, esforço e aspiração repousar sobre um pedaço de loucura vazia como as que crianças ou selvagens podem inventar? a freira tinha uma vida espiritual que em intensidade e pureza superava qualquer uma que ela já havia experimentado ou mesmo imaginado; e, no entanto, o coração de tudo era a missa. Ela pensou no velho rosto enrugado e quieto quando voltou para o café da manhã na Dower House: ela logo aprendeu a ler com aquele rosto, quer houvesse missa rezada naquela manhã ou não no Hall. E a Senhora Margaret era apenas uma entre milhares para quem esse pequeno conjunto de ações meio vistas e palavras meio ouvidas, feitas e ditas por um homem em um vestido curioso, eram mais preciosas do que todas as meditações e orações juntas. Poderia a vasta superestrutura de oração, esforço e aspiração repousar sobre um pedaço de loucura vazia como as que crianças ou selvagens podem inventar? Ela pensou no velho rosto enrugado e quieto quando voltou para o café da manhã na Dower House: ela logo aprendeu a ler com aquele rosto, quer houvesse missa rezada naquela manhã ou não no Hall. E a Senhora Margaret era apenas uma entre milhares para quem esse pequeno conjunto de ações meio vistas e palavras meio ouvidas, feitas e ditas por um homem em um vestido curioso, eram mais preciosas do que todas as meditações e orações juntas. Poderia a vasta superestrutura de oração, esforço e aspiração repousar sobre um pedaço de loucura vazia como as que crianças ou selvagens podem inventar? Ela pensou no velho rosto enrugado e quieto quando voltou para o café da manhã na Dower House: ela logo aprendeu a ler com aquele rosto, quer houvesse missa rezada naquela manhã ou não no Hall. E a Senhora Margaret era apenas uma entre milhares para quem esse pequeno conjunto de ações meio vistas e palavras meio ouvidas, feitas e ditas por um homem em um vestido curioso, eram mais preciosas do que todas as meditações e orações juntas. Poderia a vasta superestrutura de oração, esforço e aspiração repousar sobre um pedaço de loucura vazia como as que crianças ou selvagens podem inventar? feitas e ditas por um homem em um vestido curioso, eram mais preciosas do que todas as meditações e orações juntas. Poderia a vasta superestrutura de oração, esforço e aspiração repousar sobre um pedaço de loucura vazia como as que crianças ou selvagens podem inventar? feitas e ditas por um homem em um vestido curioso, eram mais preciosas do que todas as meditações e orações juntas. Poderia a vasta superestrutura de oração, esforço e aspiração repousar sobre um pedaço de loucura vazia como as que crianças ou selvagens podem inventar? Então, muito naturalmente, quando ela começou a ficar mais quieta e menos animada, ela passou para o lado espiritual disso. Será que isso realmente aconteceu que a Senhora Margaret acreditou – que o próprio Corpo e Sangue de seu querido Salvador, Jesus Cristo, em virtude de Sua própria promessa clara – Sua própria promessa clara! – tornou-se presente ali sob as mãos de Seu sacerdote? Foi, de fato, – esta ação de meia hora – o mistério mais augusto do tempo, o Cordeiro imolado eternamente, apresentando a Si mesmo e Sua Morte diante do Trono em um Sacrifício tremendo e sem sangue – tão augusto que os próprios anjos só podem adorá-lo longe e não consegue? FONTE: NEW LITURGICAL MOVEMENT / PETER KWASNIEWSKI CAPÍTULO III – Da Ave-Maria ORAÇÕES DA MANHÃ #igrejasdomésticas #doacao #thelastreformation #igrejadoméstica #doméstica #igrejaperseguida #Emtemposincertos #comportamentodasigrejasevangélicasemtemposdepandemia #ascapelasdomésticasproliferam #classificacaodaperseguiçãoreligiosa #estudo #musicascatólicasdelouvor #casa #bioética #política #Igreja #ética #notíciasdaigreja #Vaticano #perseguicaoreligiosa #pascom #músicas #igrejasdomésticassãoinvadidasnoirã #pastor #famíliaigrejadoméstica #igrejacatolica
- Lc 8, 16-18
“Maravilhas o Senhor fez por nós”. Lc 8, 16-18 Como uma lâmpada, o discípulo deve estar onde a luminosidade de suas ações possa alcançar a maior quantidade de pessoas. Não devem guardar para si o tesouro precioso dos ensinamentos de Jesus, devem ser luz para o mundo. Jesus recomenda que a Palavra não seja monopólio de um pequeno grupo, como uma seita. Deseja que a Palavra seja conhecida, amada, praticada e divulgada. Aquele que acende uma lâmpada é o primeiro a beneficiar-se de sua luz. A Palavra não é propriedade privada: precisa servir a todos. Aquele que foi evangelizado, deve evangelizar os demais. A Palavra que liberta, não pode ficar oculta ou abafada: “A Palavra de Deus não está algemada” (2 Tm 2,9). O discípulo deve iluminar e carregar a força do testemunho profético, sem se contaminar com exibicionismo, assim poderá beneficiar muitos para encontrar o caminho do seguimento de Jesus. O cristão é alguém a quem Cristo confia os outros irmãos: partilhar é nosso compromisso. Aos discípulos e a nós Jesus recomenda abertura de coração para acolhermos sua mensagem em medida generosa. Quanto mais a pessoa se abre para Deus, tanto mais Deus se manifesta a ela. E se a pessoa é mesquinha e se retrai, mesmo assim Deus não se retira e nem deixa de se comunicar. Rezemos: Senhor, que eu seja uma luz a iluminar, sendo um autêntico testemunho da Palavra em toda a parte e por todos os meios. Liturgia Diária – 20/09/21 – 2ª-FEIRA DA 25ª SEMANA – TEMPO COMUM Watch this video on YouTube. #liturgiayoutube #liturgiadiáriadehoje #liturgiaemaudio #homiliadiária #LITURGIACATÓLICA #evangelhodiário #salmodaliturgiadehoje #Lc81618 #liturgiafalada #liturgiacompleta #liturgiaemvideo #liturgiadehoje #LiturgiadaPalavra #liturgiadiáriacomentada #liturgiade20desetembrode2021 #liturgiadiária #liturgiadia20desetembro #liturgia #liturgiadodia #liturgia20092021 #liturgiadodia2009
- DO ABISMO EXISTENCIAL À HARMONIA DAS ESFERAS
Sempre houve compositores, clássicos ou populares, cuja vida inconformada foi um notório desastre do ponto de vista moral: dissiparam-se no “bas-fond” da boemia, entre bebidas e drogas, jogos e mulheres (quando não em vícios sexuais menos confessáveis). Outros houve, também, de existência mais reclusa, mas sem se distinguirem particularmente pela vida virtuosa. No entanto, é inegável a excelência e, muitas vezes, a profundidade de muitas obras criadas por gente assim. Escutamos as coisas bonitas que eles compuseram e, inevitavelmente, fazemos algumas perguntas: de onde veio toda essa beleza? Pode sair coisa boa dos abismos mais sombrios? Se pelo frutos é que se conhecem as árvores, é possível que o belo presente nessa sinfonia, nesse quarteto ou nessa canção revelassem que nem tudo andava perdido naquelas almas. Seriam, tais obras, produto da parte saudável de homens perturbados que, não se sabe por que razão, tinham optado pela catástrofe existencial? Ou é possível manter paralelos esses dois caminhos, o do bem e o do belo, sem que nunca se cruzem? Uma hipótese é a de que suas obras “saudáveis” resultassem do que neles restava do “instinto” religioso, nato no ser humano: era a única maneira de se aproximarem de algo mais transcendente, mesmo se, em seu ceticismo, já não mais conseguissem lidar com a ideia de Deus, tendo perdida a velha fé nalguma curva distante da infância ou da adolescência. Seja o que for que se esconda por trás desse mistério, a beleza dessas plantas geradas no charco será, inequivocamente, um sinal de que a graça divina não os tinha abandonado. Nada pode ser mais divino do que o belo, mesmo se associado aqui e ali ao mal (este, sim, sinal da completa ausência e negação de Deus, jamais produto Seu, como querem alguns gnósticos). Santo Agostinho disse que os que cantam, rezam duas vezes. Referia-se, obviamente, ao canto religioso e à intensidade emocional que a prece adquire quando revestida de alguma melodia piedosa. Daquelas bem-sucedidas realizações musicais, de inspiração profana e saindo da alma de grandes pecadores, certamente não se dirá que sejam orações no senso estrito da palavra, mas em sentido amplo. De algum modo são orações de louvor, com inegável aspecto de oferenda, cujos autores, mesmo pessoalmente distantes das coisas divinas, a elas indiretamente se referem em suas peças, que trazem uma misteriosa síntese de rigor numérico e expressão emotiva: metáfora perfeita de Deus. Uma bela peça instrumental, mesmo que seja outra a intenção do compositor, não deixa de ser uma forma, ainda que indireta, de louvor ao Deus que, na criação, tudo dispôs com medida, quantidade e peso (Sabedoria, 11, 20), verdade também percebida já no mundo pagão, quando no início do pensamento grego Pitágoras falava em harmonia das esferas, em referência à ordem cósmica. Essa ordem é um dos sinais mais eloquentes da existência de Deus. A linguagem musical também não faz outra coisa que ordenar o mundo informe dos sons, imprimindo-lhes a justa medida, o devido peso, o adequado andamento. É uma maneira privilegiada da criatura comunicar-se com o Criador, valendo-se da linguagem que Ele mais aprecia: a da ordem permanentemente em luta contra o caos. Em tantos momentos de suas vidas, ainda que indireta e inconscientemente, aqueles “malditos” louvaram o Criador com a beleza e o rigor de sua arte, fato que certamente não deve ser desprezível aos olhos de Deus, que saberá o que fazer, da forma mais justa possível, com suas almas. Exemplo dessa misericórdia foi o que aconteceu com o pianista e compositor polonês Frederic Chopin. Em Paris, para onde foi muito jovem, logo perdeu a fé cristã que tinha trazido da Polónia natal. Aos 39 anos, tuberculoso, um conterrâneo que vivia na França, Padre Jelowicki, conseguiu sua conversão nos últimos momentos de tão curta vida, depois da relutância inicial do compositor. Chopin, e tantos outros como ele, foram almas perturbadas que procuraram o inferno ao mesmo tempo que eram atraídas pelo Paraíso. Nem todos terão amigos sacerdotes, como Chopin, com a chance de saírem do mundo em plena comunhão com a Igreja. Mas esse já é um assunto exclusivo de cada alma com o Deus justo e misericordioso que a criou.
- Escondidos do Talibã, cristãos afegãos se agarram à fé
Eles se revezam para ficar acordados, orando e andando pelo chão enquanto outros dormem, alegremente sem perceber, pelo menos por algumas horas, que estão sendo caçados. Eles não têm passaportes, nem vistos, e muito pouco do que mais precisam: esperança. Para esses cristãos, em uma casa segura nas profundezas do Afeganistão, o tempo está se esgotando. Juntos, eles vivem com medo de uma única batida na porta de seu esconderijo – vinda do Talibã. “Aconteceu tão rápido”, disse Sarah . “Tínhamos muitos planos para pregar o Evangelho com outros irmãos e irmãs …”. Agora, o plano deles é apenas sobreviver. Mesmo isso, eles sabem, será difícil. Para desespero dos grupos de resgate e trabalhadores humanitários, a pequena população de cristãos no Afeganistão parece ter desaparecido, quase da noite para o dia. Alguns fugiram para as colinas, outros recuaram para as sombras – desligando seus telefones e agachando-se em qualquer local não revelado que possam encontrar. Alguns simplesmente desapareceram completamente. Para pessoas como Jean Marie Thrower, esses são os que a perseguem. “Pessoas … estão desaparecendo e sendo mortas todos os dias.” No terreno, sua tripulação de resgate afegão ouve as histórias angustiantes de pais desesperados. “Nós tivemos pessoas baleadas, decapitadas. Eles estão levando as crianças. Se você estiver fugindo e eles encontrarem sua família, vão machucá-la e espalhar na vizinhança que ‘temos seu irmão, seu filho ou sua filha’. Eles cortaram as cabeças de dois meninos de nove e dez anos. ” O Taleban está executando os cristãos mais rápido do que sua organização pode encontrá-los. “Começamos com 300 três semanas atrás e estamos reduzidos a 55.” Os órfãos, se tiverem a sorte de ficar para trás, estão morrendo de fome. Thrower fala sobre duas meninas que conseguiram se esconder depois que seus pais foram mortos – mas, eventualmente, ficaram com tanta fome que se aventuraram a ir ao mercado. “O Talibã os encontrou, estuprou e espancou.” Nas aldeias onde as famílias não tiveram tempo de escapar, “o Talibã está levando mulheres e crianças de porta em porta . As pessoas devem marcar sua casa com um ‘X’ se tiverem uma menina com mais de 12 anos, para que o Talibã possa levá-las. Se eles encontrarem uma jovem e a casa não estiver marcada, eles vão executar a família inteira. ” Enquanto esta Casa Branca está ocupada dando tapinhas nas costas pelo Afeganistão, chamando-o de “sucesso extraordinário”, a 11 mil quilômetros de distância, pais estão entregando armas para suas esposas e filhas para que possam se matar se os terroristas vierem. Até mesmo se esconder é uma faca de dois gumes. “Todos os dias”, disse um cristão a seu contato americano, relatou a CBN. “Recebo um telefonema de um número privado. Um soldado me avisa que, se me vir novamente, vai me decapitar. ” O Taleban está rastreando-os, perseguindo-os, avisando-os de que sabem onde estão. “Mesmo dentro das redes que temos, várias pessoas mudaram seus números de telefone, porque simplesmente não é mais seguro”, lamentou William Stark da International Christian Concern. Outros ficaram completamente às escuras, tornando impossível para a equipe de resgate encontrá-los. “É apenas um desastre humanitário absoluto e completo”, disse um ativista, impotente. As famílias afortunadas o suficiente para se conectar com um grupo externo estão amontoadas em hotéis não revelados, ouvindo a caça ao homem lá fora. “Mas eles estão ficando sem comida e água,” Thrower balança a cabeça. “Eles estão com medo de sair de casa nos últimos 10, 12 dias. Mas o custo – o custo é, para alguns de nossos grupos, de US $ 10.000 a US $ 15.000 por semana. Temos pessoas em nossa organização pagando e estou enviando dinheiro para eles por meio da Western Union. Se eu não der dinheiro a eles, eles não poderão ficar neste hotel por mais uma semana. ” Todas as suas equipes, diz ela, estão 24 horas sem dormir, desesperadas para manter vivas essas pessoas ameaçadas de extinção. Todos eles entendem o que um líder de igreja advertiu: “Eles vão matar os cristãos conhecidos [para] espalhar o medo.” Enquanto isso, a milhares de quilômetros de distância, o governo Biden já avançou. Eles estão lutando contra as leis de aborto e pedindo vacinas – sem pensar nas milhares de pessoas que abandonaram e deixaram para trás. Qualquer tempo que eles gastem no Afeganistão é reservado para sua propaganda de vitória , declarando a retirada um enorme sucesso. Diga isso a Jaiuddin e aos outros cristãos amontoados em Cabul, imaginando se esta noite será a última. Ele não tem medo de morrer. Como muitos lá, ele tem mais medo que o mundo os esqueça. Ore por nós, ele pediu, informou a CBN. “Estamos orando … para que o Senhor coloque Seus anjos ao redor de nossa casa para nossa proteção e segurança”. Deus tem um plano, insistiu outro líder cristão escondido . “Ele sabe o que é melhor para Seus filhos no Afeganistão”. “A igreja está unida. O medo é o mais importante. Se os líderes estiverem com medo, as pessoas na igreja terão medo. As pessoas estão lutando para confiar em seu próprio Deus. Por meio dessas dificuldades, a igreja crescerá. Mas também haverá um êxodo de cristãos: do Afeganistão ”, prevê. FONTE: https://www.dailysignal.com/ Tony Perkins / @tperkins / 17 de setembro de 2021 Tony Perkins é presidente do Conselho de Pesquisa da Família . O Papa após a operação: “Nunca passou pela minha cabeça renunciar” https://homilias.com.br/liturgia-diaria-25-09-21-sabado-da-25a-semana-tempo-comum/ #cristãosafegãosseagarramàfé #EscondidosdoTalibã
- O SERVO DE TODOS – Scott Hahn medita sobre o 25º Domingo do Tempo Comum
A primeira leitura de hoje pode nos ajudar a imaginar que ouvimos, por trás da parede, as murmuracões homicidas dos anciãos, dos chefes dos sacerdotes e dos escribas. Deles Jesus falou no Evangelho da semana passada, dizendo que eles o fariam sofrer e o matariam (v. Mc 8, 31; 10, 33-34). A liturgia nos convida a ver, nesta passagem do livro da Sabedoria, uma profecia da Paixão do Senhor. Ouvimos os seus inimigos se queixarem de que “o Justo” desafiou a sua autoridade, repreendendo-os por violar a Lei de Moisés e trair o que aprenderam como líderes e mestres do povo. E ouvimos palavras assustadoras que predizem as zombarias que se dirigirão ao Cristo pregado à cruz: “Se o justo é filho de Deus, Deus o ajudará e o livrará de seus adversários” (v. Sab. 2: 18; Mt 27,41-43) . O Evangelho e o Salmo hoje nos dão o outro lado da moeda com relação à primeira leitura. Em ambos, vemos os sofrimentos de Cristo a partir do seu ponto de vista. Embora seus inimigos o assediem, ele se oferece livremente em sacrifício, confiando que Deus o sustentará. Mas os apóstolos não entendem este segundo anúncio de sua paixão. Eles começam a discutir sobre sucessão; divergem sobre qual deles é o mais importante e quem será eleito líder depois que Cristo for morto. Outra vez, eles estão pensando não como Deus, mas como homens (v. Marcos 8, 33). E novamente Cristo ensina aos Doze — os dirigentes escolhidos de sua Igreja — a liderar imitando seu exemplo de amor e sacrifício de Si mesmo. Eles têm que ser “servos de todos”, especialmente dos fracos e desamparados, representados pela criança que Jesus abraça e põe no meio deles. Esta lição é também dirigida a nós. Devemos pensar como Cristo, que se humilhou a Si mesmo para nos salvar (Fil 2, 5-11). Temos que nos entregar livremente e oferecer tudo o que fazemos, como sacrifício de louvor ao Seu nome. Como o apóstolo São Tiago diz na epístola de hoje, devemos buscar a sabedoria que vem do alto: humilde, não arrogante; sempre pacífica e cheia de misericórdia. https://stpaulcenter.com/servant-of-all-scott-hahn-reflects-on-the-twenty-fifth-sunday-in-ordinary-time/
- Grupo Pró-Vida Diz que o Google Baniu Seus Anúncios em ‘Movimento Dramático e Sem Precedentes&
O grupo pró-vida Live Action afirmou na terça-feira que o Google proibiu “todos” os anúncios de Live Action, acusando a empresa de tecnologia de se aliar “diretamente à ideologia política extremista pró-aborto”. “Eles não estão mais escondendo seu preconceito”, disse Lila Rose , fundadora e presidente da Live Action, em um comunicado. “A censura do Google revela claramente que a empresa está no bolso da indústria do aborto.” A Live Action disse em um comunicado à imprensa que o Google proibiu a promoção de “todos” os anúncios da organização, incluindo o anúncio ” Baby Olivia ” e outro sobre a linha direta de reversão da pílula do aborto , que é gerenciada por uma equipe de profissionais médicos, de acordo com o grupo pró-vida. “Ao restringir as informações científicas relacionadas à reversão da pílula do aborto e outras opções que salvam vidas, ao mesmo tempo em que aceita anúncios pagos que promovem o aborto que acaba com a vida, o Google optou por operar por um duplo padrão escandalosamente desonesto e flagrante”, disse Rose em um comunicado. “A consequência é devastadora – mais mulheres e meninas comercializarão abortos por meio das plataformas do Google, sem que também tenham opções de afirmação da vida”. Rose disse que o Google citou “falsamente” “alegações duvidosas” como o motivo de proibir a promoção do anúncio de reversão da pílula do aborto, acrescentando em um tweet que os anúncios da reversão da pílula do aborto da Live Action haviam sido previamente aprovados pelo Google e estavam sendo veiculados por mais de quatro meses, “Gastando mais de US $ 170.000 e direcionando centenas de mães para a linha direta de reversão da pílula do aborto”. Rose descreveu a suposta proibição como uma “jogada dramática e sem precedentes”. O Google não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários da The Daily Caller News Foundation. O conteúdo criado pela The Daily Caller News Foundation está disponível gratuitamente para qualquer editor de notícias qualificado que possa fornecer um grande público. Para oportunidades de licenciamento para este conteúdo original, envie um e-mail para licensing@dailycallernewsfoundation.org. FONTE: The Daily Signal https://www.dailysignal.com/2021/09/14/pro-life-group-says-google-banned-its-ads-in-dramatic-and-unprecedented-move/ Nossa Senhora de Częstochowa, padroeira das mulheres marcadas pelo aborto A Santa Sé está ‘fazendo-se serva da Nova Ordem Mundial’ 1877-1948 | CAPÍTULO SEGUNDO #GrupoPróVidaDizqueoGoogleBaniuSeusAnúnciosemMovimentoDramáticoeSemPrecedentes
- Mel Gibson grava vídeo bombástico sobre a Igreja
Num curto vídeo que circula nas redes sociais, o ator Mel Gibson, famosos também por ser declaradamente católico praticante, mostra forte preocupação com o estado a que chegou a Igreja. Mel Gibson foi o diretor de produção cinematográfica de “A Paixão de Cristo” (2004). Em 2005, deslocou-se discretamente a Portugal para proporcionar à Ir. Lúcia, vidente de Fátima, uma projeção privada do filme, no Carmelo de Coimbra. A tradução e legendagem do vídeo abaixo é fruto do trabalho de Helga Bezerra, administradora do popular canal católico Desde España, recentemente censurado e eliminado da plataforma Youtube. Watch this video on YouTube. FONTE: O DIGMA DA FÉ
- Sangue de São Januário liquefaz pela segunda vez em 2021
O milagre se repete! O sangue de São Januário, patrono da cidade italiana de Nápoles, se liquefez novamente neste domingo. O evento milagroso aconteceu na Catedral da Assunção de Maria da cidade durante a Missa da manhã em 19 de setembro, dia em que se celebra a festa do santo. Antes da missa, o arcebispo de Nápoles Domenico Battaglia foi à Capela Real do Tesouro de São Januário com Mons. Vincenzo de Gregorio, o abade da capela, e o prefeito Luigi De Magistris. Battaglia abriu o cofre contendo um relicário com um frasco circular lacrado cheio de sangue do bispo do século III. Durante o milagre, a massa seca e vermelha confinada a um lado do relicário se transforma em sangue que cobre todo o vidro. Na tradição local, a falta de liquefação do sangue sinaliza guerra, fome, doença ou outro desastre. Às 10 horas, hora local, o arcebispo de 58 anos trouxe o relicário para o altar-mor da catedral. Battaglia moveu o relicário de um lado para o outro para mostrar sua mudança de estado. “O sangue se liquefez”, disse ele. Depois de fazer o sinal da cruz, sinalizando o início da missa transmitida ao vivo, ele disse: “Agradecemos ao Senhor por este dom, por este sinal que é tão importante para a nossa comunidade”. Em sua homilia, Battaglia, que foi empossado como arcebispo de Nápoles em 2 de fevereiro, exortou os católicos a evitar superstições e a ver no sangue do santo um sinal que aponta para o sangue derramado por Jesus para redimir a humanidade. Os ossos e o sangue de São Januário – San Gennaro em italiano – são preservados como relíquias na Catedral de Nápoles. Acredita-se que o bispo da cidade do sul da Itália tenha sido martirizado durante a perseguição de Diocleciano. O suposto milagre é conhecido e aceito localmente, embora ainda não tenha recebido o reconhecimento oficial da Igreja. A liquefação acontece tradicionalmente pelo menos três vezes por ano: 19 de setembro, dia da festa do santo, no primeiro sábado de maio, e 16 de dezembro, aniversário da erupção de 1631 no vizinho Monte Vesúvio. Leia também Conheça a vida de São Januário, cujo sangue se liquefaz milagrosamente O sangue do santo também se liquefez no início deste ano. Pregando na missa na Catedral de Nápoles em 1º de maio, Battaglia exortou as pessoas a não ficarem excessivamente “intrigadas com o milagre” e “dominadas pelo desejo de ler nele bons presságios ou presságios agourentos para o nosso futuro”. Independentemente de saber se o sangue se liquefaz, disse ele, isso deveria lembrar aos católicos o sangue de Cristo “em cujo mistério pascal ainda nos encontramos e que é o único que dá sentido ao grande e intenso ícone do sangue liquefeito”. O arcebispo, conhecido como um “padre de rua” próximo dos pobres antes da sua elevação, recordou as vítimas da máfia da Camorra e da violência doméstica, bem como os idosos solitários e os desempregados. Disse ele: “Não há ferida social ou ferida comunitária que não tenha direito de cidadania neste precioso relicário, o vértice maravilhoso de todo o tesouro de São Januário”. “Mas não me entenda mal, não estou falando sobre as pedras preciosas, nem as joias colocadas entre mitras de ouro, nem os bustos de prata dos santos. O verdadeiro tesouro de São Januário é o seu povo e, dentro deles, aqueles que estão à margem da vida, os últimos, os mais frágeis ”. O arcebispo, conhecido localmente como Don Mimmo Battaglia, receberá o pálio no dia 27 de setembro do arcebispo Emil Paul Tscherrig, núncio apostólico na Itália. Antes da bênção final na missa de domingo, Battaglia desceu a nave da catedral e passou por suas portas, onde ergueu o relicário, abençoando os que estavam do lado de fora. Traduzido de CNA
- Sangue de São Januário liquefaz pela segunda vez em 2021
O milagre se repete! O sangue de São Januário, patrono da cidade italiana de Nápoles, se liquefez novamente neste domingo. O evento milagroso aconteceu na Catedral da Assunção de Maria da cidade durante a Missa da manhã em 19 de setembro, dia em que se celebra a festa do santo. Antes da missa, o arcebispo de Nápoles Domenico Battaglia foi à Capela Real do Tesouro de São Januário com Mons. Vincenzo de Gregorio, o abade da capela, e o prefeito Luigi De Magistris. Battaglia abriu o cofre contendo um relicário com um frasco circular lacrado cheio de sangue do bispo do século III. Durante o milagre, a massa seca e vermelha confinada a um lado do relicário se transforma em sangue que cobre todo o vidro. Na tradição local, a falta de liquefação do sangue sinaliza guerra, fome, doença ou outro desastre. Às 10 horas, hora local, o arcebispo de 58 anos trouxe o relicário para o altar-mor da catedral. Battaglia moveu o relicário de um lado para o outro para mostrar sua mudança de estado. “O sangue se liquefez”, disse ele. Depois de fazer o sinal da cruz, sinalizando o início da missa transmitida ao vivo, ele disse: “Agradecemos ao Senhor por este dom, por este sinal que é tão importante para a nossa comunidade”. Em sua homilia, Battaglia, que foi empossado como arcebispo de Nápoles em 2 de fevereiro, exortou os católicos a evitar superstições e a ver no sangue do santo um sinal que aponta para o sangue derramado por Jesus para redimir a humanidade. Os ossos e o sangue de São Januário – San Gennaro em italiano – são preservados como relíquias na Catedral de Nápoles. Acredita-se que o bispo da cidade do sul da Itália tenha sido martirizado durante a perseguição de Diocleciano. O suposto milagre é conhecido e aceito localmente, embora ainda não tenha recebido o reconhecimento oficial da Igreja. A liquefação acontece tradicionalmente pelo menos três vezes por ano: 19 de setembro, dia da festa do santo, no primeiro sábado de maio, e 16 de dezembro, aniversário da erupção de 1631 no vizinho Monte Vesúvio. Leia também Conheça a vida de São Januário, cujo sangue se liquefaz milagrosamente O sangue do santo também se liquefez no início deste ano. Pregando na missa na Catedral de Nápoles em 1º de maio, Battaglia exortou as pessoas a não ficarem excessivamente “intrigadas com o milagre” e “dominadas pelo desejo de ler nele bons presságios ou presságios agourentos para o nosso futuro”. Independentemente de saber se o sangue se liquefaz, disse ele, isso deveria lembrar aos católicos o sangue de Cristo “em cujo mistério pascal ainda nos encontramos e que é o único que dá sentido ao grande e intenso ícone do sangue liquefeito”. O arcebispo, conhecido como um “padre de rua” próximo dos pobres antes da sua elevação, recordou as vítimas da máfia da Camorra e da violência doméstica, bem como os idosos solitários e os desempregados. Disse ele: “Não há ferida social ou ferida comunitária que não tenha direito de cidadania neste precioso relicário, o vértice maravilhoso de todo o tesouro de São Januário”. “Mas não me entenda mal, não estou falando sobre as pedras preciosas, nem as joias colocadas entre mitras de ouro, nem os bustos de prata dos santos. O verdadeiro tesouro de São Januário é o seu povo e, dentro deles, aqueles que estão à margem da vida, os últimos, os mais frágeis ”. O arcebispo, conhecido localmente como Don Mimmo Battaglia, receberá o pálio no dia 27 de setembro do arcebispo Emil Paul Tscherrig, núncio apostólico na Itália. Antes da bênção final na missa de domingo, Battaglia desceu a nave da catedral e passou por suas portas, onde ergueu o relicário, abençoando os que estavam do lado de fora. Traduzido de CNA
- Mc 9, 30-37
O PRIMEIRO A SERVIR O que os discípulos discutiam pelo caminho? A pergunta desconcerta os discípulos, que são pegos em flagrante fazendo algo indevido, e ficam sem graça e calados. O tema da discussão era a competição, algo contrário ao ensinamento de Jesus. Ele se dispõe a ensinar o verdadeiro sentido do seu ensinamento e os discípulos continuam com Ele. Jesus revoluciona a mentalidade da época ao inverter o esquema de precedências. O primeiro deverá se comportar como último, o servidor de todos. A primazia do serviço deve caracterizar o modo de ser do discípulo do Reino. Sua grandeza consiste em ser solidário com todos. É o primeiro a servir! Quem tem mania de grandeza, não serve para viver numa comunidade cristã. Nelas devem imperar o espírito de Jesus, a capacidade de se colocar a serviço. Pois todos são iguais, são irmãos e irmãs, filhos do mesmo Pai, regidos pela exigência do serviço fraterno. De modo especial, os mais pobres e marginalizados. A escala de valores na ótica do Reino é invertida. O melhor é primeiro lugar, aparece como sendo o último. A criança, símbolo da inutilidade para os judeus, aparece como sendo o verdadeiro discípulo. Pacientemente, Jesus repete a lição: “Entre vocês, quem quiser ser o maior seja o servidor de todos”. Nada de tirania, dominação e humilhação. O Reino não prevê lugar para dominador e dominados, explorador e explorados. Os sinais do Reino vão acontecendo, como atitude misericordiosa oferecida à humanidade. Rezemos: Senhor, que eu compreenda a grandeza do ensinamento do Reino e seja um servidor de todos. O primeiro a servir. O Senhor nos abençoe guarde. #Mc93037
- Bispo corrige equipe de canto durante a Missa: “Tem que seguir a liturgia, não dá para improvi
O Bispo de Santa Maria, Dom Leomar, em uma missa transmitida ao vivo pelas redes sociais da Catedral de Santa Maria, Nossa Senhora Imaculada Conceição, fez uma caridosa correção à equipe de música. “Que Glória bonito, mas não é o Glória da missa. Então tem que rezar, porque tem que ser exatamente a liturgia, não dá para cantar improvisado.” Por fim ele conclui a correção dizendo que é dever do bispo “ajudar a entrar no caminho certo” C lique aqui para assistir o vídeo: Como saber se o canto do Glória é Litúrgico? Os cantos litúrgicos da missa devem respeitar cada um de seus ritos. Devem ser cantos originais, jamais plágios, paródias ou cópias de cantos não católicos. Devem ser solenes e não conter rítmos animados/dançantes. Para o Canto do Glória ser litúrgico, ele deve obrigatoriamente conter toda a oração do hino de louvor. O mesmo se aplica às outras partes fixas da missa: Kyrie, Glória, Santo e Cordeiro de Deus. É falsa, portanto, a ideia de que apenas basta ter as invocações de “Glória ao Pai, Glória ao Filho e Glória ao Espírito Santo”, para que um canto seja verdadeiro hino de louvor. Com isso, podemos constatar que é um ERRO LITÚRGICO bastante comum em inúmeras paróquias e em inúmeros grupos de canto, a substituição da recitação do hino de louvor por cantos que não o contenham integralmente. Obs: Durante o tempo da quaresma e do advento não se canta o hino de louvor, pois são tempos litúrgicos de penitência e de contrição, não de festa. São dois pensamentos básicos que dão origem a abusos no Gloria. O primeiro é que, por se tratar de um hino de louvor, qualquer “hino de louvor” pode ser colocado neste momento. Engano gravíssimo. O Gloria faz parte do Ordinário da Missa e não dá lugar a nenhum outro texto. A IGMR diz, textualmente: o Glória é um hino antiquíssimo e venerável, pelo qual a Igreja, congregada no Espírito Santo, glorifica e suplica a Deus Pai e ao Cordeiro. O texto deste hino não pode ser substituído por outro. O texto não pode ser substituído por nenhum outro. Isto exclui textos parecidos, paráfrases, extensões, abreviações etc. Tampouco vejo como seria possível admitir versões métricas. L eia também P adre corrige letra de canto da teologia da libertação durante Missa ao vivo O segundo pensamento é o de que o Gloria é um “louvor trinitário”. Pois bem; ainda que consideremos o Gloria como louvor à Trindade, não é nisto que ele se concentra; e mesmo que fosse o caso, o fato de ser um louvor trinitário não autoriza ninguém a substitui-lo por outro texto que seja considerado “louvor trinitário” por quem quer que seja. Daí provêm canções, freqüentemente utilizadas em nossos dias no lugar do Gloria, cujo texto dedica uma estrofe para cada Pessoa da Santíssima Trindade, com as quais se alterna um refrão que costuma conter a palavra “Glória” – e estes simples elementos ficam considerados suficientes para que a tal canção seja colocada neste momento da Liturgia. Ainda que a música não fosse péssima, seria um erro litúrgico muito grave. É urgente abolir essas canções. Certamente há muita música que precisa ser extirpada da Liturgia, atualmente, mas o Gloria realmente clama aos céus. Não é possível que se jogue no lixo um texto de mais de quinze séculos para pôr, em seu lugar, uns versos fraquíssimos de péssimo gosto musicados com o que há de mais medíocre na música. O que há algum tempo temos visto no Gloria é comparável ao uso de vasos de plástico no altar, comparável à substituição dos paramentos por bermudas e camisetas. Em alguns fóruns da internet ainda se faz a pergunta: é permitido bater palmas no Gloria? Esta pergunta encerra um pensamento bastante curioso: seria permitido bater palmas na Missa, mas não em todas as partes. Tal assunto já foi bastante debatido, e a resposta definitiva é não; não se batem palmas em nenhum momento da Missa. E é especialmente desagradável que, indo a uma Missa, deparemo-nos com música que poderia ser acompanhada de palmas (mesmo que efetivamente não seja). L eia também P ODEMOS BATER PALMAS NA MISSA, SIM OU NÃO? #Liturgia #MúsicaCatólica
- Bispo corrige equipe de canto durante a Missa: “Tem que seguir a liturgia, não dá para improvi
O Bispo de Santa Maria, Dom Leomar, em uma missa transmitida ao vivo pelas redes sociais da Catedral de Santa Maria, Nossa Senhora Imaculada Conceição, fez uma caridosa correção à equipe de música. “Que Glória bonito, mas não é o Glória da missa. Então tem que rezar, porque tem que ser exatamente a liturgia, não dá para cantar improvisado.” Por fim ele conclui a correção dizendo que é dever do bispo “ajudar a entrar no caminho certo” C lique aqui para assistir o vídeo: Como saber se o canto do Glória é Litúrgico? Os cantos litúrgicos da missa devem respeitar cada um de seus ritos. Devem ser cantos originais, jamais plágios, paródias ou cópias de cantos não católicos. Devem ser solenes e não conter rítmos animados/dançantes. Para o Canto do Glória ser litúrgico, ele deve obrigatoriamente conter toda a oração do hino de louvor. O mesmo se aplica às outras partes fixas da missa: Kyrie, Glória, Santo e Cordeiro de Deus. É falsa, portanto, a ideia de que apenas basta ter as invocações de “Glória ao Pai, Glória ao Filho e Glória ao Espírito Santo”, para que um canto seja verdadeiro hino de louvor. Com isso, podemos constatar que é um ERRO LITÚRGICO bastante comum em inúmeras paróquias e em inúmeros grupos de canto, a substituição da recitação do hino de louvor por cantos que não o contenham integralmente. Obs: Durante o tempo da quaresma e do advento não se canta o hino de louvor, pois são tempos litúrgicos de penitência e de contrição, não de festa. São dois pensamentos básicos que dão origem a abusos no Gloria. O primeiro é que, por se tratar de um hino de louvor, qualquer “hino de louvor” pode ser colocado neste momento. Engano gravíssimo. O Gloria faz parte do Ordinário da Missa e não dá lugar a nenhum outro texto. A IGMR diz, textualmente: o Glória é um hino antiquíssimo e venerável, pelo qual a Igreja, congregada no Espírito Santo, glorifica e suplica a Deus Pai e ao Cordeiro. O texto deste hino não pode ser substituído por outro. O texto não pode ser substituído por nenhum outro. Isto exclui textos parecidos, paráfrases, extensões, abreviações etc. Tampouco vejo como seria possível admitir versões métricas. L eia também P adre corrige letra de canto da teologia da libertação durante Missa ao vivo O segundo pensamento é o de que o Gloria é um “louvor trinitário”. Pois bem; ainda que consideremos o Gloria como louvor à Trindade, não é nisto que ele se concentra; e mesmo que fosse o caso, o fato de ser um louvor trinitário não autoriza ninguém a substitui-lo por outro texto que seja considerado “louvor trinitário” por quem quer que seja. Daí provêm canções, freqüentemente utilizadas em nossos dias no lugar do Gloria, cujo texto dedica uma estrofe para cada Pessoa da Santíssima Trindade, com as quais se alterna um refrão que costuma conter a palavra “Glória” – e estes simples elementos ficam considerados suficientes para que a tal canção seja colocada neste momento da Liturgia. Ainda que a música não fosse péssima, seria um erro litúrgico muito grave. É urgente abolir essas canções. Certamente há muita música que precisa ser extirpada da Liturgia, atualmente, mas o Gloria realmente clama aos céus. Não é possível que se jogue no lixo um texto de mais de quinze séculos para pôr, em seu lugar, uns versos fraquíssimos de péssimo gosto musicados com o que há de mais medíocre na música. O que há algum tempo temos visto no Gloria é comparável ao uso de vasos de plástico no altar, comparável à substituição dos paramentos por bermudas e camisetas. Em alguns fóruns da internet ainda se faz a pergunta: é permitido bater palmas no Gloria? Esta pergunta encerra um pensamento bastante curioso: seria permitido bater palmas na Missa, mas não em todas as partes. Tal assunto já foi bastante debatido, e a resposta definitiva é não; não se batem palmas em nenhum momento da Missa. E é especialmente desagradável que, indo a uma Missa, deparemo-nos com música que poderia ser acompanhada de palmas (mesmo que efetivamente não seja). L eia também P ODEMOS BATER PALMAS NA MISSA, SIM OU NÃO? #Liturgia #MúsicaCatólica
- Lc 8, 4-15
Jesus estava sempre disposto e não perdia nenhuma ocasião para anunciar o Reino de Deus. E para uma grande multidão, conta a parábola de semeador e depois explica a seus discípulos. A parábola ajuda a compreender as diferentes maneiras de acolher a Palavra de Deus. Não basta a boa vontade do missionário do Reino, nem mesmo a bondade do Pai que deseja a salvação de todos. O querer do Pai só se concretiza no coração humano, se houver disposição para recebe-lo como semente caída em terra boa. Muitas pessoas não mostram disposição para acolher e deixar frutifica a Palavra de Deus em sua vida. São impenetráveis; outros, entusiastas superficiais; havia ainda, quem após ouvir a Palavra se deixava seduzir pelos bens materiais. Num coração cheio de maldade, sem disposição para fazer o bem, apegados e em busca de prazer, a Palavra não frutificará. Porém, outros ouviam a Palavra e lhe davam pleno consentimento, abrindo-se para a fé e o fiel seguimento de Jesus. É quando a Palavra cai num coração sensível, aí dá muitos frutos de justiça e solidariedade. O semeador é um profeta da esperança, não se preocupa com o terreno. Ele acredita na semente e sabe que parte dela vai frutificar. É um olhar sobre a liberdade humana, na disposição de tantos corações bons. Compete ao discípulo lançar a semente; não pertence a ele a tarefa de julgar os tipos de terreno e sim acreditar na força da semente que pode brotar em qualquer lugar e a qualquer tempo. O bom agricultor sabe preparar o terreno para a semeadura. Rezemos: Senhor, que o meu coração seja sensível para acolher os seus ensinamentos e dar muitos frutos de bondade e misericórdia. #homilia #LITURGIACATÓLICA #Lucas8415 #paráboladosemeador #homiliadamissadehoje #parábola #liturgia #HOMILIADEHOJE #HOMILIADODIA #homiliadoevangelhodehoje
- A ESQUERDA ILIBERAL – Luca Volonté
Demorou, mas enfim a revista liberal The Economist , em sua edição de 4 de setembro, denunciou o perigo de uma extrema-esquerda iliberal que está assumindo posições tirânicas em todo o Ocidente. Prova disto foi a entrevista com Judith Butler, no The Guardian , em 7 de setembro, na qual todos aqueles que se opõem aos dogmas da ideologia de gênero são rotulados de “fascistas”. Prova-o também a Resolução do Parlamento Europeu (de 16 de setembro) em que se pede à Comissão que caracterize como crimes não só a violência contra as mulheres, mas também “todas as formas de violência e discriminação relacionada com gênero, seja contra mulheres, jovens e pessoas Lgbtiq”. The Economist escreve, no início de seu artigo: “Alguma coisa de muito errado aconteceu com o liberalismo ocidental. Em seu cerne, o liberalismo clássico acreditava que o progresso humano é impulsionado pelo debate e pela reforma. A melhor maneira de navegar por mudanças disruptivas, em um mundo dividido, é por meio de um compromisso universal com a dignidade individual, liberdade de mercado e formas limitadas de governo”. Há seis anos, foi a revista Atlantic que denunciou veementemente os movimentos da esquerda iliberal e politicamente correta, cujos membros mais radicais “tentam regular o discurso político, definindo todo pensamento contrário como intolerante e ilegítimo”. The Economist traça uma longa lista de como e quanto aumentou a intolerância da esquerda, que vai das acusações de fanatismo à cultura de cancelamento, passando pela decapitação e remoção de estátuas de figuras históricas nacionais. A esquerda abandonou os problemas sociais e as suas tradicionais batalhas (trabalhadores, justiça social, pobreza etc.), substituindo-os pela imposição, sobre toda a sociedade, de interesses e reivindicações de certos grupos relacionados com gênero, raça e preferências sexuais. Exprimem o desejo de um poder absoluto que permita realizar, por todos os meios possíveis, aquela sociedade ideal onde os privilégios de uns poucos grupos seriam representativos de um (mal compreendido) “bem comum”, mesmo quando em detrimento da liberdade pessoal e da vontade da comunidade nacional. Todo método seria legítimo para impor tal nova igualdade, que priva os adversários de toda liberdade (censurando seus argumentos), sejam eles indivíduos, grupos ou inteiras comunidades nacionais. O pelourinho público e a consequente exclusão do convívio social são apenas alguns dos instrumentos adotados. The Economist lembra bem, com Milton Friedman, que a “sociedade que coloca a igualdade antes da liberdade não terá nenhuma das duas”. Nós acrescentamos que sem verdade não há liberdade que se mantenha, nem existe uma igualdade real sem a consciência de uma paternidade comum (graças a um Outro). Os efeitos produzidos pela esquerda iliberal, fortemente devedora do pensamento marxista e do pragmatismo gramsciano, já estavam todos presentes no debate jurídico internacional da virada do século e destacados por Mary Ann Glendon (e outras autoridades no assunto), no volume O tráfico dos direitos insaciáveis (edições Rubbettino). The Economist erra ao imaginar uma semelhança entre os populistas de direita e a esquerda iliberal: a guilhotina da censura pertence apenas aos grupos de esquerda contemporâneos, que vivem de imitar Robespierre, porém jamais àqueles que defendem a dignidade humana, as verdades históricas e as liberdades sociais e econômicas. Dói o silêncio do The Economist sobre a perturbadora aliança entre a esquerda e muitos dos atuais plutocratas globais, envolvendo praticamente todas as grandes e multimilionárias fundações filantrópicas. Mas vejamos o The Guardian , que nos últimos dias, como mencionado, entrevistou a principal ideóloga de gênero, Judith Butler, sobre o tema “feminilidade e mulheres”. Na entrevista, entre inúmeras amenidades, o senhor Butler (a filósofa prefere ser tratada no masculino) acusou as mulheres que defendem a realidade do sexo biológico de serem fascistas, “anti-intelectuais” e “Terf” (“trans-exclusionary radical feminist”), que é um insulto dirigido às mulheres que dizem que não é possível um homem se transformar em mulher. Segundo Butler, o gênero “é uma atribuição que não acontece apenas uma vez: é algo em curso”; e, portanto, ao mesmo tempo que “se impõe ao nascer”, pode evoluir ao longo do caminho da vida. Daí a obrigação dos outros de usar o pronome de tratamento desejado pelas pessoas em cada momento de suas vidas, e o direito de, através da educação, libertar as gerações mais novas, punindo ou marginalizando os dissidentes (famílias, intelectuais, políticos, grupos sociais, igrejas). Aqueles que se opõem a essa teoria maluca de gênero são “antifeministas, homofóbicos e transfóbicos (…) a ideologia anti-gênero é uma das tendências dominantes do fascismo de nossos tempos”. Pois bem: poucas horas depois da publicação online do artigo, o jornal eliminou alguns dos comentários mais incivis de Butler — devido ao protesto de muitos leitores —, entre os quais esta confirmação da iliberalidade da esquerda: “O movimento anti-gênero faz circular o espectro de ‘gênero’ como uma força destrutiva (…) devemos fazer mais esforços para alcançar um público mais amplo”. Pode-se dizer que os eurodeputados deram ouvidos à Butler e aprovaram, no dia 16 de Setembro, poucas horas depois do discurso de Ursula von der Leyen sobre a situação da União Europeia, uma resolução em que se pede à Comissão que reconheça a “violência de gênero como uma nova esfera da criminalidade”, entre as enumeradas no artigo 83.º, n.º 1, do TFUE (Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia). Na prática, pede-se identificar e combater em toda a UE a nova e presumida esfera de criminalidade contra pessoas LGBT, tais como os estereótipos de gênero (masculino e feminino) etc. Chesterton já nos tinha avisado: “A grande marcha da destruição intelectual continuará. Tudo será negado”. https://lanuovabq.it/it/sinistra-illiberale-se-ne-accorto-pure-leconomist
- Alerj apresenta projeto de lei para desapropriar o Cristo Redentor da Arquidiocese do Rio
A briga entre a Arquidiocese do Rio e o Instituto Chico Mendes (ICMBio) que disputam o acesso ao Cristo Redentor, vem trazendo transtornos para os visitantes. Diante dessa situação, o deputado Dionísio Lins, líder do Progressista na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), apresentou nesta terça-feira, um projeto de lei que autoriza o poder executivo a desapropriar por interesse religioso, o terreno onde fica localizado o Cristo Redentor. “O objetivo é garantir que os atos litúrgicos de todas as religiões sejam realizados no Cristo Redentor”, diz o deputado. De acordo com o parlamentar, o local ficará exclusivamente a cargo do Governo do Estado, podendo ainda a Secretaria Estadual de Turismo colaborar na organização do local. “Toda essa discussão entorno de quem manda no local vem trazendo prejuízo não só aos cariocas, como também aos milhares turistas que visitam diariamente o local. Nossa finalidade é a de resguardar a área para que os atos litúrgicos de todas as religiões sejam mantidos”, explicou Dionísio. O projeto determina ainda que a Arquidiocese do Rio de Janeiro poderá, quando houver necessidade e legitimidade de interesse, efetuar convênios para a gestão da área. Padre barrado no acesso do Cristo Nesta segunda-feira, a direção jurídica da Arquidiocese do Rio de Janeiro foi à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) registrar crime de intolerância religiosa após o padre Omar Raposo, reitor do Santuário Cristo Redentor, ser impedido de acessar o alto do Corcovado, no último sábado (11). O padre iria realizar um batizado na capela localizada sob os pés do monumento, mas foi barrado por seguranças do Parque Nacional da Tijuca na guarita de acesso, na Estrada das Paineiras. Além do padre Omar, a criança que seria batizada e os familiares também não foram autorizados a subir. Devido ao ocorrido, a Arquidiocese do Rio emitiu uma nota de repúdio contra o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que administra o Parque Nacional da Tijuca, e classificou a situação como constrangedora. Segundo os religiosos, o ICMBio estaria cometendo atos hostis contra o Santuário Cristo Redentor de maneira recorrente, e o episódio deste sábado não foi um caso isolado. No documento, a Arquidiocese do Rio conta que no último dia 3, convidados não puderam chegar ao templo para realizar uma celebração litúrgica. Na ocasião, o Parque Nacional da Tijuca teria vetado, inclusive, a distribuição de água aos populares. Segundo a Arquidiocese do Rio de Janeiro, o ICMBio é uma autarquia em regime especial, vinculada ao Ministério do Meio Ambiente, contra a Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro. Fonte: O Dia
- Alerj apresenta projeto de lei para desapropriar o Cristo Redentor da Arquidiocese do Rio
A briga entre a Arquidiocese do Rio e o Instituto Chico Mendes (ICMBio) que disputam o acesso ao Cristo Redentor, vem trazendo transtornos para os visitantes. Diante dessa situação, o deputado Dionísio Lins, líder do Progressista na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), apresentou nesta terça-feira, um projeto de lei que autoriza o poder executivo a desapropriar por interesse religioso, o terreno onde fica localizado o Cristo Redentor. “O objetivo é garantir que os atos litúrgicos de todas as religiões sejam realizados no Cristo Redentor”, diz o deputado. De acordo com o parlamentar, o local ficará exclusivamente a cargo do Governo do Estado, podendo ainda a Secretaria Estadual de Turismo colaborar na organização do local. “Toda essa discussão entorno de quem manda no local vem trazendo prejuízo não só aos cariocas, como também aos milhares turistas que visitam diariamente o local. Nossa finalidade é a de resguardar a área para que os atos litúrgicos de todas as religiões sejam mantidos”, explicou Dionísio. O projeto determina ainda que a Arquidiocese do Rio de Janeiro poderá, quando houver necessidade e legitimidade de interesse, efetuar convênios para a gestão da área. Padre barrado no acesso do Cristo Nesta segunda-feira, a direção jurídica da Arquidiocese do Rio de Janeiro foi à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) registrar crime de intolerância religiosa após o padre Omar Raposo, reitor do Santuário Cristo Redentor, ser impedido de acessar o alto do Corcovado, no último sábado (11). O padre iria realizar um batizado na capela localizada sob os pés do monumento, mas foi barrado por seguranças do Parque Nacional da Tijuca na guarita de acesso, na Estrada das Paineiras. Além do padre Omar, a criança que seria batizada e os familiares também não foram autorizados a subir. Devido ao ocorrido, a Arquidiocese do Rio emitiu uma nota de repúdio contra o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que administra o Parque Nacional da Tijuca, e classificou a situação como constrangedora. Segundo os religiosos, o ICMBio estaria cometendo atos hostis contra o Santuário Cristo Redentor de maneira recorrente, e o episódio deste sábado não foi um caso isolado. No documento, a Arquidiocese do Rio conta que no último dia 3, convidados não puderam chegar ao templo para realizar uma celebração litúrgica. Na ocasião, o Parque Nacional da Tijuca teria vetado, inclusive, a distribuição de água aos populares. Segundo a Arquidiocese do Rio de Janeiro, o ICMBio é uma autarquia em regime especial, vinculada ao Ministério do Meio Ambiente, contra a Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro. Fonte: O Dia
- Bento XVI reafirma a Fé: a legalização das uniões LGBT deve ser rejeitada
Na introdução de um novo livro, Bento XVI alertou que qualquer tipo de legalização das uniões homossexuais, que até mesmo alguns bispos defendem (quando não são chamados de casamento), é uma perversão do direito natural e uma revolução oposta a toda a tradição da humanidade até hoje. O pontífice emérito, que assegura que a deriva começou com a aceitação da contracepção, reafirma o que a Igreja sempre ensinou sobre essas questões, uma doutrina que defendeu como Cardeal Prefeito da Doutrina da Fé, endossada por João Paulo II, e depois como Papa. O último livro do Papa Emérito Bento XVI chamado “Verdadeira Europa, Identidade e Missão” acaba de ser publicado em italiano. O livro, cujo prólogo está no comando do Papa Francisco, foi publicado por ocasião do 50º aniversário das relações diplomáticas entre a Santa Sé e a União Europeia. O livro corresponde ao terceiro volume de uma coleção de obras e textos de Ratzinger. O livro, que conta com 264 páginas, é o terceiro volume de um projeto editorial que reúne uma seleção de textos de Joseph Ratzinger-Bento XVI. Os dois trabalhos anteriores também foram prefaciados pelo Papa Francisco. Em seu texto de pouco mais de duas páginas enviado ao editor em abril passado, Bento XVI faz uma análise em quatro etapas. Primeiro, ele explica que “o ‘casamento homossexual’ está em contradição com todas as culturas da humanidade que se sucederam até agora”. Nunca antes se questionou o fato de que “a existência do homem – como homem e mulher – [era] destinada à procriação”, observa. O papa emérito começa dizendo que “com a legalização do ‘casamento entre pessoas do mesmo sexo’ em dezesseis países europeus, a questão do casamento e da família assumiu uma nova dimensão que certamente não pode ser ignorada”. Da mesma forma, ele assegura que “estamos testemunhando uma distorção da consciência que evidentemente penetrou profundamente em setores do povo católico e isso não pode ser respondido com um pequeno moralismo ou mesmo com alguma referência exegetical”. Bento XVI afirma que acha importante observar que o conceito de “casamento entre pessoas do mesmo sexo” está em contradição com todas as culturas da humanidade que se seguiram até agora, e, portanto, significa uma revolução cultural que se opõe a toda a tradição da humanidade até agora. Para o sucessor de João Paulo II, “A certeza básica de que o homem existe como homem e mulher é que a transmissão da vida é uma tarefa atribuída ao homem; onde é a comunidade de homens e mulheres que cumpre essa tarefa; e que, além de todas as diferenças, o casamento consiste essencialmente, é uma certeza original que tem sido evidente para a humanidade até agora.” Leia também Papa Bento XVI diz que aborto e casamento gay são obra do anticristo Fertilidade X sexualidade Essa “certeza original e evidente para a humanidade” foi, segundo ele, revertida com a introdução da pílula anticoncepcional, pois possibilitou a “separação entre fertilidade e sexualidade”. A partir de então, todas as formas de sexualidade se tornaram “equivalentes”; “Não há mais critérios substantivos”, observa o pontífice emérito. A partir disso, Bento XVI afirma que, se a sexualidade for separada da fertilidade, “então, inversamente, a fertilidade pode ser pensada naturalmente sem sexualidade”. A pessoa, portanto, não é mais entendida como “um presente recebido”, mas como um “produto planejado”. Porém, “o que pode ser feito também pode ser destruído”, alerta o teólogo, de 94 anos. E ele observa preocupação com a “tendência crescente” de recorrer ao “suicídio como fim planejado da vida“. Casamento homossexual Por fim, o Papa Emérito garante que por trás das reflexões sobre o casamento homossexual, a pílula ou o suicídio assistido se esconde uma “questão fundamental”: “Quem é o homem?” Ele, então, apresenta esta alternativa: “ou o homem é uma criatura de Deus, a imagem de Deus, o dom de Deus, ou o homem é um produto que ele mesmo sabe como criar.” Leia também PODE UMA PESSOA COM TENDÊNCIAS HOMOSSEXUAIS SER UM BOM CATÓLICO? Análise aclamada pelo Papa Francisco No prefácio do livro, fica evidente o apoio do Papa Francisco às ideias do Papa Emérito. “Fico feliz em apresentar este volume”, diz o Santo Padre, antes de retomar brevemente a alternativa existencial proposta por seu antecessor e as questões que ele levanta. Francisco também se diz triste pelo fato de que, na Europa, “a ideia de respeito por toda a vida humana está desaparecendo cada vez mais, com a perda de consciência de seu caráter sagrado”. O Papa continuou: “Ao longo dos anos, Bento XVI não teve medo de denunciar com grande coragem e previdência as múltiplas manifestações dessa dramática renúncia à ideia da criação, até as mais recentes consequências atuais”. Consequências que, segundo o pontífice argentino, são “descritas de forma absolutamente clara e convincente no texto introdutório [de Bento XVI]”. Na conclusão de seu prefácio, o Papa Francisco faz eco à esperança de seu antecessor, convencido de que “o desejo de Deus” está “profundamente inscrito em cada alma humana e não pode desaparecer”. E para citá-lo: “Nós, humanos, estamos inquietos até encontrarmos Deus. Essa turbulência também existe hoje. É a esperança de que a humanidade, vez após vez, se encaminhe para Deus ”. Abaixo, oferecemos-lhe o prólogo completo do Papa Francisco que ocupa as duas primeiras páginas do novo livro de seu antecessor. Tenho o prazer de apresentar este volume, que reúne uma seleção de textos de Joseph Ratzinger/Bento XVI sobre a Europa, publicados por ocasião do 50º aniversário das relações diplomáticas entre a Santa Sé e a União Europeia. Com a clareza, acessibilidade imediata e profundidade que a caracterizam, o Papa emérito descreve aqui magnificamente a “ideia da Europa” que, sem dúvida, inspirou seus pais fundadores e está no centro de sua grandeza, e cuja ofuscação definitiva levaria ao seu declínio global e irreversível. Porque – isto é o que o homem que queria tomar o nome de Bento, também para lembrar a Europa de suas raízes – nos ensina, talvez melhor do que os outros – na base da Europa, de sua criatividade, de sua prosperidade saudável e, acima de tudo, de sua humanidade, há o humanismo da Encarnação. Joseph Ratzinger escreve que “a figura de Jesus Cristo está no centro da história europeia e é a base do verdadeiro humanismo, de uma nova humanidade. Pois se Deus se tornou homem, o homem adquire uma dignidade totalmente nova. Se, por outro lado, o homem não é nada mais do que o produto da evolução aleatória, então sua própria humanidade é uma coincidência, de modo que em algum momento será possível sacrificar o homem por fins aparentemente mais altos. No entanto, se Deus criou e quiser cada homem individualmente, as coisas são completamente diferentes. E se o próprio Deus se tornou homem, se ele mesmo sofreu pelo homem, então o homem compartilha a dignidade de Deus. Quem estiver errado sobre o que o homem está ataca o próprio Deus.” Leia também O dia em que Ratzinger explicou por que é errado votar em candidatos pró-aborto Além de tantas palavras e proclamações de alto som, na Europa de hoje a ideia de respeito por toda a vida humana está cada vez mais perdida, a partir da perda da consciência de seu caráter sagrado, ou seja, da obscuridade da consciência de que somos criaturas de Deus. Ao longo dos anos, Bento XVI não teve medo de denunciar com grande coragem e clarividência as múltiplas manifestações dessa dramática renúncia à ideia de criação, até as consequências atuais e finais, descritas de forma absolutamente clara e convincente no texto que introduzo. Embora o livro esteja imbuído de grande realismo, ele não permanece no pessimismo e na tristeza, pelo contrário: “Uma razão para minha esperança”, ele escreve, “é que o fato de desejar a Deus, a busca de Deus, está profundamente inscrito em toda alma humana e não pode desaparecer. Certamente, por um tempo, pode-se esquecer De Deus, colocá-lo de lado, cuidar de outras coisas; mas Deus nunca desaparece. É simplesmente verdade o que Santo Agostinho diz, que os humanos estão inquietos até encontrarmos Deus. Essa preocupação também existe hoje. É a esperança de que o homem sempre, mesmo hoje, siga o caminho para este Deus.” Assim, revelando o segredo de sua alegria nestes tempos difíceis, Bento XVI também nos mostra o caminho para o renascimento da Europa. Traduzido de Infovaticana Leia também Papa Bento XVI nos ensina os 10 Erros da Teologia da Libertação #BentoXVI #PapaBentoXVI
- Bento XVI reafirma a Fé: a legalização das uniões LGBT deve ser rejeitada
Na introdução de um novo livro, Bento XVI alertou que qualquer tipo de legalização das uniões homossexuais, que até mesmo alguns bispos defendem (quando não são chamados de casamento), é uma perversão do direito natural e uma revolução oposta a toda a tradição da humanidade até hoje. O pontífice emérito, que assegura que a deriva começou com a aceitação da contracepção, reafirma o que a Igreja sempre ensinou sobre essas questões, uma doutrina que defendeu como Cardeal Prefeito da Doutrina da Fé, endossada por João Paulo II, e depois como Papa. O último livro do Papa Emérito Bento XVI chamado “Verdadeira Europa, Identidade e Missão” acaba de ser publicado em italiano. O livro, cujo prólogo está no comando do Papa Francisco, foi publicado por ocasião do 50º aniversário das relações diplomáticas entre a Santa Sé e a União Europeia. O livro corresponde ao terceiro volume de uma coleção de obras e textos de Ratzinger. O livro, que conta com 264 páginas, é o terceiro volume de um projeto editorial que reúne uma seleção de textos de Joseph Ratzinger-Bento XVI. Os dois trabalhos anteriores também foram prefaciados pelo Papa Francisco. Em seu texto de pouco mais de duas páginas enviado ao editor em abril passado, Bento XVI faz uma análise em quatro etapas. Primeiro, ele explica que “o ‘casamento homossexual’ está em contradição com todas as culturas da humanidade que se sucederam até agora”. Nunca antes se questionou o fato de que “a existência do homem – como homem e mulher – [era] destinada à procriação”, observa. O papa emérito começa dizendo que “com a legalização do ‘casamento entre pessoas do mesmo sexo’ em dezesseis países europeus, a questão do casamento e da família assumiu uma nova dimensão que certamente não pode ser ignorada”. Da mesma forma, ele assegura que “estamos testemunhando uma distorção da consciência que evidentemente penetrou profundamente em setores do povo católico e isso não pode ser respondido com um pequeno moralismo ou mesmo com alguma referência exegetical”. Bento XVI afirma que acha importante observar que o conceito de “casamento entre pessoas do mesmo sexo” está em contradição com todas as culturas da humanidade que se seguiram até agora, e, portanto, significa uma revolução cultural que se opõe a toda a tradição da humanidade até agora. Para o sucessor de João Paulo II, “A certeza básica de que o homem existe como homem e mulher é que a transmissão da vida é uma tarefa atribuída ao homem; onde é a comunidade de homens e mulheres que cumpre essa tarefa; e que, além de todas as diferenças, o casamento consiste essencialmente, é uma certeza original que tem sido evidente para a humanidade até agora.” Leia também Papa Bento XVI diz que aborto e casamento gay são obra do anticristo Fertilidade X sexualidade Essa “certeza original e evidente para a humanidade” foi, segundo ele, revertida com a introdução da pílula anticoncepcional, pois possibilitou a “separação entre fertilidade e sexualidade”. A partir de então, todas as formas de sexualidade se tornaram “equivalentes”; “Não há mais critérios substantivos”, observa o pontífice emérito. A partir disso, Bento XVI afirma que, se a sexualidade for separada da fertilidade, “então, inversamente, a fertilidade pode ser pensada naturalmente sem sexualidade”. A pessoa, portanto, não é mais entendida como “um presente recebido”, mas como um “produto planejado”. Porém, “o que pode ser feito também pode ser destruído”, alerta o teólogo, de 94 anos. E ele observa preocupação com a “tendência crescente” de recorrer ao “suicídio como fim planejado da vida“. Casamento homossexual Por fim, o Papa Emérito garante que por trás das reflexões sobre o casamento homossexual, a pílula ou o suicídio assistido se esconde uma “questão fundamental”: “Quem é o homem?” Ele, então, apresenta esta alternativa: “ou o homem é uma criatura de Deus, a imagem de Deus, o dom de Deus, ou o homem é um produto que ele mesmo sabe como criar.” Leia também PODE UMA PESSOA COM TENDÊNCIAS HOMOSSEXUAIS SER UM BOM CATÓLICO? Análise aclamada pelo Papa Francisco No prefácio do livro, fica evidente o apoio do Papa Francisco às ideias do Papa Emérito. “Fico feliz em apresentar este volume”, diz o Santo Padre, antes de retomar brevemente a alternativa existencial proposta por seu antecessor e as questões que ele levanta. Francisco também se diz triste pelo fato de que, na Europa, “a ideia de respeito por toda a vida humana está desaparecendo cada vez mais, com a perda de consciência de seu caráter sagrado”. O Papa continuou: “Ao longo dos anos, Bento XVI não teve medo de denunciar com grande coragem e previdência as múltiplas manifestações dessa dramática renúncia à ideia da criação, até as mais recentes consequências atuais”. Consequências que, segundo o pontífice argentino, são “descritas de forma absolutamente clara e convincente no texto introdutório [de Bento XVI]”. Na conclusão de seu prefácio, o Papa Francisco faz eco à esperança de seu antecessor, convencido de que “o desejo de Deus” está “profundamente inscrito em cada alma humana e não pode desaparecer”. E para citá-lo: “Nós, humanos, estamos inquietos até encontrarmos Deus. Essa turbulência também existe hoje. É a esperança de que a humanidade, vez após vez, se encaminhe para Deus ”. Abaixo, oferecemos-lhe o prólogo completo do Papa Francisco que ocupa as duas primeiras páginas do novo livro de seu antecessor. Tenho o prazer de apresentar este volume, que reúne uma seleção de textos de Joseph Ratzinger/Bento XVI sobre a Europa, publicados por ocasião do 50º aniversário das relações diplomáticas entre a Santa Sé e a União Europeia. Com a clareza, acessibilidade imediata e profundidade que a caracterizam, o Papa emérito descreve aqui magnificamente a “ideia da Europa” que, sem dúvida, inspirou seus pais fundadores e está no centro de sua grandeza, e cuja ofuscação definitiva levaria ao seu declínio global e irreversível. Porque – isto é o que o homem que queria tomar o nome de Bento, também para lembrar a Europa de suas raízes – nos ensina, talvez melhor do que os outros – na base da Europa, de sua criatividade, de sua prosperidade saudável e, acima de tudo, de sua humanidade, há o humanismo da Encarnação. Joseph Ratzinger escreve que “a figura de Jesus Cristo está no centro da história europeia e é a base do verdadeiro humanismo, de uma nova humanidade. Pois se Deus se tornou homem, o homem adquire uma dignidade totalmente nova. Se, por outro lado, o homem não é nada mais do que o produto da evolução aleatória, então sua própria humanidade é uma coincidência, de modo que em algum momento será possível sacrificar o homem por fins aparentemente mais altos. No entanto, se Deus criou e quiser cada homem individualmente, as coisas são completamente diferentes. E se o próprio Deus se tornou homem, se ele mesmo sofreu pelo homem, então o homem compartilha a dignidade de Deus. Quem estiver errado sobre o que o homem está ataca o próprio Deus.” Leia também O dia em que Ratzinger explicou por que é errado votar em candidatos pró-aborto Além de tantas palavras e proclamações de alto som, na Europa de hoje a ideia de respeito por toda a vida humana está cada vez mais perdida, a partir da perda da consciência de seu caráter sagrado, ou seja, da obscuridade da consciência de que somos criaturas de Deus. Ao longo dos anos, Bento XVI não teve medo de denunciar com grande coragem e clarividência as múltiplas manifestações dessa dramática renúncia à ideia de criação, até as consequências atuais e finais, descritas de forma absolutamente clara e convincente no texto que introduzo. Embora o livro esteja imbuído de grande realismo, ele não permanece no pessimismo e na tristeza, pelo contrário: “Uma razão para minha esperança”, ele escreve, “é que o fato de desejar a Deus, a busca de Deus, está profundamente inscrito em toda alma humana e não pode desaparecer. Certamente, por um tempo, pode-se esquecer De Deus, colocá-lo de lado, cuidar de outras coisas; mas Deus nunca desaparece. É simplesmente verdade o que Santo Agostinho diz, que os humanos estão inquietos até encontrarmos Deus. Essa preocupação também existe hoje. É a esperança de que o homem sempre, mesmo hoje, siga o caminho para este Deus.” Assim, revelando o segredo de sua alegria nestes tempos difíceis, Bento XVI também nos mostra o caminho para o renascimento da Europa. Traduzido de Infovaticana Leia também Papa Bento XVI nos ensina os 10 Erros da Teologia da Libertação #BentoXVI #PapaBentoXVI
- Lc 8, 1-3
Após a significativa cena da pecadora, ungindo os pés de Jesus. Lucas mostra Jesus continuando a sua missão, libertando as pessoas dos males do corpo e da alma. Jesus, o incansável missionário do Reino, vai formando o seu grupo. Agregou os apóstolos e diferentemente de outros mestres, Ele inclui em seu grupo algumas mulheres que foram beneficiadas com a cura de suas enfermidades e libertadas de espíritos maus, e que serviam o grupo “com os bens que possuíam” em suas necessidades materiais. Desmantelou e reprovou o preconceito da época contra a mulher e as tornou valorosas colaboradoras na evangelização. Experimentaram a riqueza da ação misericordiosa de Jesus. Curadas e livres de preconceitos estavam preparadas para dar testemunho a respeito dele. A tradição evangélica conservou o nome de algumas delas (Joana, Suzana) e sua atuação em momentos importantes (Maria Madalena, na ressurreição de Jesus). A Igreja primitiva, a semelhança de Jesus, abriu espaço para ação das mulheres nas comunidades. Hoje, as mulheres são chamadas a novos encargos apostólicos, como evidenciou o Concilio Vaticano II. O Papa Francisco diz que: “ainda é preciso ampliar os espaços para uma presença feminina mais incisiva na Igreja” (EG 103). Rezemos: Senhor, tira de nosso coração todo preconceito que impede de reconhecer a igualdade das pessoas face a bondade do Pai. E busquemos uma relação de respeito e saibamos trabalhar juntos na evangelização. O Senhor nos abençoe e guarde. Liturgia Diária – 17/09/21 – 6ª-FEIRA DA 24ª SEMANA – TEMPO COMUM #Lc813
- SER JUSTO PERANTE DEUS – Pe. Santiago Martín
O Papa completou a sua viagem à Hungria e à Eslováquia. No final, encontrou-se com Orban, embora não houvesse nenhum encontro particular entre os dois. E, também, ficou claro que o Santo Padre está totalmente recuperado da sua operação. Além disso, vale a pena notar a defesa da família e da vida por parte do Santo Padre. O casamento, disse mais uma vez, é a união de um homem e de uma mulher. O aborto, insistiu ele, é um crime cometido contra uma pessoa inocente, e aquele que colabora com o aborto é como um assassino que mata por encomenda. Estes são assuntos sobre os quais o Papa repetidamente se pronuncia clara e inequivocamente nas suas declarações e condenações. Esta semana foi lançado um livro sobre a identidade cristã da Europa, com um capítulo anteriormente inédito do Papa Emérito, intitulado “Fazendo justiça perante Deus”. Bento XVI diz que existe uma distorção de consciência que está afetando gravemente o povo católico, levando uma grande parte dele a reconhecer como válidas as coisas que o mundo lhes propõe, tais como o “casamento” homossexual ou o uso da pílula contraceptiva. Numa altura em que se fala tanto de respeito pela natureza, o Papa Emérito lembra-nos que o homem também tem uma natureza e que violá-la ou negá-la leva à autodestruição. Negar a realidade biológica do homem e transformar o sexo numa mera questão cultural leva à ruína do ser humano e, como consequência, da sociedade, diz Bento XVI. Fazer justiça a Deus significa realizar o plano do Senhor, não só como guardiães responsáveis da terra, mas também como guardiães e defensores da natureza humana. Fazer justiça a Deus não é apenas reduzir a quantidade de CO2 ou prevenir a poluição dos mares, mas também salvar os seres humanos da autodestruição a que se dirigem quando esquecem que a sua própria natureza deve ser respeitada e que existem limites que não podem ser ultrapassados sem consequências graves. Esta infecção generalizada do vírus do laicismo entre o povo católico já recebeu um nome: “fedevacantismo”. Tal como alguns dizem que a eleição do Papa Francisco foi inválida e que, portanto, a sede papal está vaga (isto é o que se chama “sedevacantismo”), outros consideram que o que está acontecendo hoje na Igreja é um abandono da verdadeira fé, que a transforma numa estrutura vazia na qual falta o essencial: a fé em Deus com todas as suas consequências. Este “fedevacantismo” traz consigo a rejeição do sobrenatural e manifesta-se não só nas aberrações litúrgicas, mas também na aceitação de tudo o que a Nova Ordem Mundial propõe, a começar pela ruptura com a tradição da Igreja, para poder submeter-se sem pejo às suas exigências. É perigoso e muito grave, para alguns, descrever como “rigoristas” — e dizê-lo como um insulto — aqueles que se limitam a querer uma Igreja baseada na fé em Nosso Senhor como verdadeiro Deus e verdadeiro homem, com todas as suas consequências. Talvez sem o perceberem, estejam a propor uma Igreja ateia. Ser justo para com Deus significa defender a verdadeira fé, em vez de se envolver em insultos contra aqueles que só querem ser autorizados a manter a fé dos seus pais. No final, a campanha contra os “rigoristas” torna-se uma campanha contra os crentes, por aqueles que não só perderam a sua fé, como também querem que outros percam a sua fé. O que esquecem estes “ateus católicos” — que chamam “rigoristas” não só aqueles que querem a Missa tradicional, mas todos aqueles que são crentes — é que a existência de Deus não depende deles, e que o Senhor, em quem eles deixaram de acreditar, é o único mestre da História. Aos crentes desprezados e humilhados, por outro lado, a fé na existência e no poder de Deus dá-lhes força para resistir aos insultos que lhes são dirigidos todos os dias e os enche de paz e esperança. Em vez de voltarem a insultar pelo insulto recebido, dedicam-se a rezar por aqueles que os perseguem e difamam.
- Em 2021, já somam 40 ataques a igrejas católicas nos EUA, ainda estamos em setembro
O mais recente foi em represália à nova lei pró-vida no Texas: é chamativa a ligação entre ataques a igrejas católicas e ataques à vida . Já são 40 ataques contra igrejas católicas registrados em território norte-americano ao longo de 2021 – só até setembro. A Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB) divulga em seu site um relatório que enumera as igrejas católicas atacadas no país desde maio de 2020, o que totaliza pelo menos 95 episódios – apenas entre os casos conhecidos e confirmados. No período de janeiro de 2021 até a primeira semana de setembro, já são 40 registros. Em 29 estados do país houve igrejas que sofreram incêndios criminosos e atos diversos de vandalismo, que incluem de pichações a decapitação de imagens sacras. A presidência do episcopado norte-americano considera que “a nação vive um momento extraordinário de conflito cultural”. E acrescenta que “o caminho que devemos seguir é o da compaixão e da compreensão praticada e ensinada por Jesus e por sua Santa Mãe”. Os bispos pedem que, “em vez de destruir, contemplemos as imagens desses exemplos do amor de Deus”, para adotarmos o modelo de Jesus e “respondermos à confusão com compreensão e ao ódio com amor”. O comunicado dos bispos também exorta os fiéis a rezarem pelos vândalos, sejam eles “indivíduos problemáticos clamando por ajuda” ou “agentes do ódio que procuram intimidar”. Seus ataques, afinal, “são sinais de uma sociedade que precisa de cura”. O episcopado observa que “as ações humanas são claras, mas os motivos ainda não são”. Esse contexto de vandalismo, no entanto, é uma “oportunidade para testemunharmos a nossa esperança no Senhor, cuja beleza se revela na Cruz”. A significativa ligação entre ataques a igrejas e ataques à vida O ato mais recente de vandalismo registrado no site da USCCB é de 5 de setembro, quando criminosos picharam placas, portas e paredes da igreja de São Luís em Louisville, no Colorado, como represália à entrada em vigor da Lei do Batimento Cardíaco no Texas. Essa lei impede a execução de abortos naquele estado quando os médicos constatam as batidas do coração do bebê em gestação. A defesa da vida humana desde a concepção até a morte natural tem sofrido furiosos ataques de vários grupos de ativistas ideológicos que apelam para narrativas “pró-direitos”, muito embora se trate de direitos inexistentes como o de exterminar um bebê em gestação. Entre os que utilizam essa narrativa para atacar explicitamente a defesa da vida estão desde o presidente democrata Joe Biden até seitas satânicas que, pasmem, advogam pelo “direito” de executar abortos como “ritos sagrados”. A este respeito, confira as matérias recomendadas logo abaixo deste artigo. Não deixa de chamar a atenção a significativa ligação entre ataques a igrejas católicas e ataques à vida humana. Via Aleteia
- Em 2021, já somam 40 ataques a igrejas católicas nos EUA, ainda estamos em setembro
O mais recente foi em represália à nova lei pró-vida no Texas: é chamativa a ligação entre ataques a igrejas católicas e ataques à vida . Já são 40 ataques contra igrejas católicas registrados em território norte-americano ao longo de 2021 – só até setembro. A Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB) divulga em seu site um relatório que enumera as igrejas católicas atacadas no país desde maio de 2020, o que totaliza pelo menos 95 episódios – apenas entre os casos conhecidos e confirmados. No período de janeiro de 2021 até a primeira semana de setembro, já são 40 registros. Em 29 estados do país houve igrejas que sofreram incêndios criminosos e atos diversos de vandalismo, que incluem de pichações a decapitação de imagens sacras. A presidência do episcopado norte-americano considera que “a nação vive um momento extraordinário de conflito cultural”. E acrescenta que “o caminho que devemos seguir é o da compaixão e da compreensão praticada e ensinada por Jesus e por sua Santa Mãe”. Os bispos pedem que, “em vez de destruir, contemplemos as imagens desses exemplos do amor de Deus”, para adotarmos o modelo de Jesus e “respondermos à confusão com compreensão e ao ódio com amor”. O comunicado dos bispos também exorta os fiéis a rezarem pelos vândalos, sejam eles “indivíduos problemáticos clamando por ajuda” ou “agentes do ódio que procuram intimidar”. Seus ataques, afinal, “são sinais de uma sociedade que precisa de cura”. O episcopado observa que “as ações humanas são claras, mas os motivos ainda não são”. Esse contexto de vandalismo, no entanto, é uma “oportunidade para testemunharmos a nossa esperança no Senhor, cuja beleza se revela na Cruz”. A significativa ligação entre ataques a igrejas e ataques à vida O ato mais recente de vandalismo registrado no site da USCCB é de 5 de setembro, quando criminosos picharam placas, portas e paredes da igreja de São Luís em Louisville, no Colorado, como represália à entrada em vigor da Lei do Batimento Cardíaco no Texas. Essa lei impede a execução de abortos naquele estado quando os médicos constatam as batidas do coração do bebê em gestação. A defesa da vida humana desde a concepção até a morte natural tem sofrido furiosos ataques de vários grupos de ativistas ideológicos que apelam para narrativas “pró-direitos”, muito embora se trate de direitos inexistentes como o de exterminar um bebê em gestação. Entre os que utilizam essa narrativa para atacar explicitamente a defesa da vida estão desde o presidente democrata Joe Biden até seitas satânicas que, pasmem, advogam pelo “direito” de executar abortos como “ritos sagrados”. A este respeito, confira as matérias recomendadas logo abaixo deste artigo. Não deixa de chamar a atenção a significativa ligação entre ataques a igrejas católicas e ataques à vida humana. Via Aleteia
- Ellen Organ: a menina que levou São Pio X a antecipar a idade para receber a Primeira Comunhão
Em sua curta vida, Nellie foi um modelo de amor apaixonado por Deus, vivo na Eucaristia e sofredor na Paixão. Quem recebe o Batismo e permanece fiel às graças por ele infundidas faz florescer em sua alma, mesmo na mais terna infância, uma sabedoria e uma sensibilidade para o sobrenatural próprias a pessoas muito avançadas nas vias da perfeição. Talvez um dos mais claros exemplos desse efeito santificador do Batismo seja a pequena Ellen Organ, frágil criança irlandesa que morreu aos cinco anos de idade. Sua curta existência diz-se ter sido um dos principais motivos que levaram São Pio X a antecipar a idade em que se pode recebera Primeira Comunhão. Infância marcada pela dor Nascida a 24 de agosto de 1903, em Waterford, Irlanda, no seio de uma família simples, era a mais nova de cinco irmãos e desde o berço teve saúde muito delicada. Batizada como Ellen, logo passou a ser chamada pelo carinhoso apelido de Nellie. Sua piedosa mãe, Mary Ahern, inúmeras vezes a levou aos pés do tabernáculo a fim de consagrá-la a Jesus Sacramentado, que decerto recebeu com agrado essa generosa oferta do coração materno. Seu pai, William Organ, ingressara no exército, sendo designado em 1905 para o forte da Ilha de Spike, situado no porto de Cork. Enquanto lá se encontrava, Mary adoeceu de tuberculose e, por mais de um ano, lutou contra a enfermidade sem deixar de cuidar dos filhos ainda pequenos. Quando, em janeiro de 1907, veio a falecer, a mais velha das crianças não completara nove anos de idade. Nellie, a caçula, contava apenas três. William tentou conciliar o cuidado da prole com a vida militar, recorrendo à prestimosa ajuda de uma família vizinha. Mas foi impossível, sobretudo porque a pequenina Nellie estava desenvolvendo uma deformação na coluna vertebral, consequência de uma queda quando bebê, que lhe impedia de ficar ereta. Quase todo o tempo precisava ficar na cama. Decidiu ele, então, confiar as crianças a estabelecimentos religiosos, onde seriam bem cuidadas e educadas. Nellie e sua irmãzinha Mary foram entregues no hospital dirigido pelas Irmãs da Misericórdia e depois transferidas para a Escola São Finbarr, administrada pelas Irmãs do Bom Pastor de Cork, em maio daquele mesmo ano. Guiada pela sabedoria da inocência Apesar de passar quase o dia inteiro na enfermaria, devido à sua deficiência, Nellie era uma criança encantadora! Atentíssima a todas as histórias que lhe narravam, a menina tinha algo de misterioso e cativante, a ponto de sua enfermeira comentar com frequência: “Esta criança ou será uma grande santa ou uma grande pecadora”. Quando a levaram por primeira vez à capela e lhe apontaram o sacrário, dizendo-lhe que ali se encontrava Nosso Senhor, deixou escapar uma perplexidade: “Por que o Santo Deus está encerrado em uma casa tão pequenina?”. Ao ouvir as explicações, compreendeu, como poucas almas, o grande mistério de amor que é a Sagrada Eucaristia. A partir de então, todos os dias pedia que a conduzissem para estar com o “Santo Deus”, como passou a chamá-Lo. A cada visita, fixava seus olhos escuros no tabernáculo, juntava as mãozinhas e balbuciava suas orações, num íntimo colóquio que certamente muito agradava ao Coração Eucarístico de Jesus. Numa primeira sexta-feira do mês pôde contemplar o Santíssimo exposto no ostensório, o que nunca antes tivera a oportunidade de fazer. Sem que lhe dessem qualquer explicação, exclamou: “Lá está o Santo Deus!” E quando percorreram com ela toda a Via-Sacra, na décima primeira estação não se conteve e bradou entre lágrimas: “Mas por que deixaram esses malvados algozes fazerem isso?” E repetia com voz dolorida: “Pobre Santo Deus!” Guiada pela sabedoria da inocência, logo penetrou nos mais profundos mistérios divinos, revelando um amor apaixonado por Nosso Senhor na Eucaristia e na Paixão. Muitas vezes, ao ser acometida por dores terríveis, apertava junto ao peito um crucifixo e dizia: “Vede como o Santo Deus sofreu por mim”. Nessas ocasiões, suportava com impressionante paciência todos os padecimentos da doença, mas não escondia sua pena por não poder ir visitá-Lo na capela… Pequeno soldado do Santo Deus À medida que a atrofia se desenvolvia, aumentavam seus sofrimentos. Certa vez, ficou tão fraca que sua enfermeira – a quem chamava afetuosamente de “mamãe” – comentou que receava não mais vê-la ao voltar no outro dia, porque talvez Jesus viesse logo buscar a sua querida Nellie. Esta, porém, respondeu: “Não, o Santo Deus disse-me que eu ainda não sou bastante boa para ir para Ele”. Contou então que Ele a visitara, colocando-Se ao lado de seu leito, e imitou a posição d’Ele, com os braços cruzados sobre o peito e fisionomia grave e recolhida. Desde essa ocasião, Nellie passou a se preparar para o grande encontro com Jesus. Vivia sempre na presença de Deus: só n’Ele pensava e só d’Ele falava. Memorizou as orações da manhã e da noite, e continuamente fazia atos de fé, esperança e caridade. Aprendeu de cor os principais mistérios de nossa Santa Religião e sabia repetir com precisão inúmeros fatos do Evangelho. Tomando conhecimento da precocidade sobrenatural desta criança ímpar, o Bispo de Cork quis crismá-la, indo pessoalmente à Escola São Finbarr para isso. Como estava muito débil, impossibilitada de ajoelhar-se ou sentar-se, Nellie foi levada ao colo até a capela e, nos braços de sua enfermeira, recebeu o Sacramento. E ela, ao ser felicitada pelas religiosas e alunas do colégio, repetia: “Agora eu sou o pequeno soldado do Santo Deus”. “Não posso mais esperar!” Seu candente amor a Jesus nas Sagradas Espécies desabrochou numa delicada sensibilidade eucarística. Quando a religiosa enfermeira necessitava ausentar-se do cuidado de Nellie, uma aluna da escola era designada para exercer essa função, às vezes até passando a noite junto à pequena. Numa manhã, em vez de ir à Missa matutina, a jovem substituta dirigiu-se à cozinha sem que ninguém percebesse e ali esteve sozinha durante o período da celebração. Ao retornar, qual não foi sua surpresa ao ser censurada por Nellie: “Não recebeste o Santo Deus nesta manhã; vou dizê-lo a mamãe”. Assombrada, a moça quis testá-la: em outra ocasião, repetiu a mesma façanha, não comparecendo ao Santo Sacrifício, e ao voltar para junto da pequena foi novamente repreendida. Em seu leito de dor ela sabia quando o Santíssimo estava exposto no ostensório, sem que ninguém lhe dissesse nada, e nas vezes em que podia adorá-Lo na capela, seu rosto resplandecia de encanto e seus olhos brilhantes pareciam penetrar os véus eucarísticos e ver o próprio Jesus. Desejava ardentemente recebê-Lo em seu coração e não hesitava em suplicá-Lo com insistência: “Preciso do Santo Deus, preciso do Santo Deus. Oh! Quanto desejo que Ele venha ao meu coração! Quando virá Ele? Não posso mais esperar!” Nellie, porém, tinha apenas quatro anos! Para aliviar a angústia da espera, pedia à sua enfermeira que, a cada dia, viesse abraçá-la assim que comungasse, pois desta forma sentia que a presença eucarística de algum modo se comunicava à sua alma. A tão desejada Primeira Comunhão Em visita à escola, um padre jesuíta interessou-se pela piedosa enferma e quis conversar com ela. Ao lhe perguntar se sabia bem o que era a Comunhão, ela respondeu sem titubear: “É o Santo Deus. É Aquele que faz os Santos; e todos os Santos o são por Ele”. Impressionado pela sabedoria e elevação dessas palavras, indicativas de uma vida interior já trabalhada pela graça, este sacerdote intercedeu por Nellie junto ao Bispo e este a autorizou a receber a Eucaristia. A notícia arrebatou a menina que, tomada de contentamento, contava a todos a grande graça de que seria objeto em breve. A data marcada para a Primeira Comunhão foi o dia 6 de dezembro daquele mesmo ano de 1907. Na noite anterior Nellie não conseguiu dormir, na expectativa de tão esperado encontro, e logo pela manhã despertou sua enfermeira para que a aprontasse. Toda a comunidade, irmãs e alunas, reunidas em oração na capela, aguardavam o momento solene. Levada pelos braços de sua “mamãe”, vestida de branco e com uma coroa de rosas na cabeça, Nellie parecia um Anjo. Não houve quem não se emocionasse ao ver a piedade e emoção com que ela recebeu Jesus-Hóstia em seu interior. Uma luz extraordinária transfigurou seu rosto, dando-lhe um celestial resplendor, fenômeno que se repetiu em outras Comunhões no pouco tempo que se seguiu antes de sua partida para o Céu. Terminada a cerimônia, foi reconduzida ao leito, onde fez uma prolongada Ação de Graças. A partir de então, Nellie recebia quase diariamente as Sagradas Espécies. Tendo forças, ia até a capela para a Santa Missa. Quando não conseguia, o capelão lhe trazia a Comunhão. Não era raro sua Ação de Graças durar entre duas e três horas, período em que ficava absorta em Deus. Com frequência se emocionava, chegando a derramar lágrimas ao manifestar seu contentamento por ser visitada pelo Santo Deus em seu coração. Ele constituía seu único pensamento e desejo nesta vida. Intercedendo pelas crianças do mundo inteiro Aproximava-se a hora da partida. O Santo Deus, que a alegrara com sua presença eucarística, queria ter essa cândida flor de pureza e inocência junto a Si, no jardim celestial. Poucos dias antes de sua morte, ela disse à enfermeira: “Quero o Santo Deus! Preciso do Santo Deus! Tarda ainda o dia?”. E, havendo comungado, passou em recolhimento das sete horas da manhã até às cinco da tarde, quando então a superiora da casa a chamou, preocupada. Abrindo os olhos, Nellie respondeu: “Oh! Minha mãe, estava tão feliz! Falava com o Santo Deus”. Sofrendo muito, exaurida e febril, com uma cárie que lhe corroía o osso do queixo, Nellie sentia muito perto de si o Divino Crucificado. Sua agonia deu-se de modo suave. Numa sexta-feira, 2 de fevereiro de 1908, às três horas da tarde, Nellie fixou seus brilhantes olhos negros, marejados de lágrimas, em algo que parecia ver aos pés da cama, e por duas vezes estendeu seus bracinhos, como para alcançá-lo. O movimento dos lábios indicava que falava com alguém. Elevando as vistas, entregou sua alma ao Santo Deus, que a recebeu no Reino dos Céus. Decerto foi ela uma grande intercessora para a aprovação da Primeira Comunhão às crianças, pois um folheto que circulava à época, com o imprimatur de um Monsenhor dos Sacros Palácios, afirmava: “Durante o ano que se seguiu à sua morte, as alunas pensaram em fazer uma novena à sua Nellie para pedir-lhe que obtivesse um ‘milagre’, o qual seria inspirar o Sumo Pontífice para conceder o benefício da Primeira Comunhão a todas as crianças do mundo inteiro. Alguns meses mais tarde, Sua Santidade, o Papa Pio X, publicava o decreto Quam Singulari, autorizando a Comunhão a todas as crianças com o uso da razão que o desejassem”. Texto extraído, com adaptações, da Revista Arautos do Evangelho n.223, julho 2020. Fonte: https://gaudiumpress.org/ 22-67 | CAPÍTULO II – Do primeiro artigo do Credo #EllenOrgan #EllenOrganameninaquelevouSãoPioXaanteciparaidadeparareceberaPrimeiraComunhão #sãopiox
- Aplicativo Homilias
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- Lc 7, 36-50
A cena é uma das mais emocionantes e significativas do Evangelho. De um lado, o fariseu, o homem da lei e que se considerava justo. Do outro lado, uma mulher conhecida como pecadora, que se coloca naquela sala. No meio da cena está Jesus. A mulher movida pelo arrependimento e impulsionada pela gratidão, oferece a Jesus a prova de amor, usando o seu charme de que era capaz. Derrama perfume e lágrimas aos seus pés. A casa encheu-se do perfume de um amor puro que superou a barreira do pecado. Jesus acolhe, com total compreensão, os gestos amorosos da nova mulher. Livre de preconceitos e de normas opressoras, permite que a mulher toque no seu corpo. São gestos de amor, arrependimento e gratidão que se misturam neste ritual. Ali o perdão se dá: “Seus pecados estão perdoados”. E a mulher totalmente transfigurada, retira-se em paz: perdoada, purificada e santificada. O fariseu pensa mal de ambos, de Jesus e da mulher. Jesus põe no prato da balança os atos positivos da mulher e, no outro prato, o vazio do fariseu, isto é, o que ele não fez em favor de Jesus. O perfume que a mulher deixou e envolveu aquele banquete não foi capaz de envolver o coração daquele fariseu, que acabou ocupando o último lugar. Onde o Evangelho for anunciado, está mulher servirá de iluminação, porque ela mostrou muito amor, o que ficou faltando naquele fariseu. Rezemos: Senhor, que as portas do meu coração estejam sempre abertas para acolher a Ti e aos irmãos, livre de qualquer preconceito, e deixar que as palavras do Evangelho transformem a minha vida. Que o Senhor nos abençoe e guarde. Liturgia Diária – 16/09/21 – 5ª-FEIRA DA 24ª SEMANA – TEMPO COMUM #LiturgiaDiária03102127ºDOMINGOTEMPOCOMUM #liturgiadehojecomhomilia #reflexãodaliturgiadehoje #meditandooevangelhodehoje #homiliadodiadehoje #homilia #liturgiadiáriadehoje #EVANGELHOCOMENTADO #liturgiadiáriacatólica #homiliadamissacatólica #evangelhododia #liturgiadaigrejacatólicadehoje #LITURGIACATÓLICA #liturgiadoevangelho #liturgiadoevangelhodehoje #evangelhomeditadodehoje #liturgiadamissa #reflexãodoevangelho #liturgiadiária2021 #EVANGELHODODIADEHOJE #EVANGELHOMEDITADO #homiliadamissadehoje #liturgiadaigrejacatólica #HOMILIACATÓLICA #HOMILIADALITURGIADEHOJE #liturgiadehoje #evangelhodehoje #liturgiadiáriacomentada #evangelhodamissadehoje #liturgiadiária #liturgiadiáriadodiadehoje #homiliadaigrejacatólica #liturgia #homiliadoevangelhocatólico #HOMILIADEHOJE #liturgiadamissadehoje #liturgiadodia #HOMILIADODIA #homiliadoevangelhodehoje
- Papa: aborto é homicídio. A Igreja deve ser próxima e compassiva, não política
Respondendo aos jornalistas no voo de regresso da Eslováquia, o Papa falou do diálogo com as autoridades húngaras, da antissemitismo e das vacinas, assim como da comunhão aos políticos que aprovam leis a favor do aborto. VATICAN NEWS “O aborto é homicídio” e a Igreja não muda a sua posição, mas “todas as vezes que os bispos administraram um problema não como pastores, tomaram uma posição política”. Foi o que disse o Papa Francisco dialogando com os jornalistas no voo que o trouxe de volta a Roma de Bratislava, concluindo a viagem a Budapeste e Eslováquia. István Károly Kuzmányi (Magyar Kurír): Santo Padre, nós lhe agradecemos por sua visita a Budapeste, onde citou o cardeal Mindszenty, que disse: “Se há um milhão de húngaros que rezam, não tenho medo do futuro…”. Por que decidiu participar depois de 21 anos do Congresso eucarístico em Budapeste e como vê o cristianismo na Europa? Alguém pensou mal a propósito da visita a Budapeste, estava planejada assim, mas prometi ao Presidente de vocês que iria ver o próximo ano o outro para poder vir. São muitos os valores dos húngaros, impressionou-me o sentido do ecumenismo, com uma profundidade grande, grande. Em geral, a Europa – sempre o digo – deve responder aos sonhos dos seus pais fundadores. A União Europeia não é uma reunião para fazer as coisas, há um espírito na base da comunidade que Schumann, Adenauer e De Gasperi sonharam. Há o perigo de que seja somente um escritório de gestão, e isso não funciona, deve ir realmente à mística, buscar as raízes da Europa e levá-las adiante. E todos os países devem progredir. É verdade que alguns interesses, talvez não europeus, tentam usar a União Europeia para as colonizações ideológicas, e isso não está bem. Estive entre vocês na Transilvânia, foi belíssima aquela missa. Bohumil Petrik (Dennik Standard): A vacinação dividiu os cristãos na Eslováquia. O senhor afirma que é um ato de amor tomar a vacina, mas houve diferentes posições nas dioceses. Como reconciliar-se sobre este tema? É um pouco estranho, porque a humanidade tem uma história de amizade com as vacinas: o sarampo, a poliomielite… talvez esta virulência se deve à incerteza, não só da pandemia. Há uma diversidade de vacinas e também a fama de que algumas são um pouco mais do que água destilada, e isso criou medo. Outros afirmam que é um perigo, porque dizem que com a vacina entra o vírus. Também no Colégio Cardinalício houve alguns negacionistas e um destes, pobrezinho, está internado com o vírus. Ironia da vida. Não sei explicar bem, alguns dizem que as vacinas não foram suficientemente testadas. Deve-se esclarecer: no Vaticano, estão todos vacinados, com exceção de um pequeno grupo, que está se estudando como ajudar. Daniel Verdú Palai (El País): Domingo pela manhã, o senhor se reuniu com Orban e podem-se compreender algumas divergências. Gostaríamos de perguntar como foi a reunião, se tocaram o tema dos migrantes e o que o senhor pensa a respeito da lei sobre os homossexuais que ele promulgou. Eu recebi a visita. O Presidente veio até mim, teve esta delicadeza, é a terceira vez que o encontro; e veio com o primeiro-ministro e com o vice-ministro. O Presidente falou. O primeiro tema foi a ecologia, realmente chapeau a vocês húngaros pela consciência ecológica que têm: me explicou como purificam os rios, coisas que eu não sabia. Depois eu perguntei sobre a média de idade, porque estou preocupado com o inverno demográfico. Na Itália, a média de idade é 47 anos, Espanha creio pior ainda, tantos vilarejos estão vazios ou com muitos idosos. Como se resolve? O presidente me explicou a lei que eles têm para ajudar os casais jovens a se casarem, a terem filhos. Interessante, é uma lei que se assemelha muito com a lei francesa, mas mais aprimorada. Ali acrescentaram alguma coisa, o primeiro-ministro e o vice-ministro explicaram-se como era esta lei. Sobre a migração, nada. Depois voltamos sobre a ecologia. A família, no sentido da demografia: vê-se que há muitas pessoas jovens, muitas crianças. Também na Eslováquia, muitos casais jovens. Agora o desafio é procurar vagas de emprego para que não saiam para procurá-las. Mas estes foram os temas… Falou sempre o Presidente, ambos os ministros acrescentam algum dado. O encontro durou cerca de 40 minutos. Watch this video on YouTube. Coletiva de imprensa em italiano do Papa Francisco Gerard O’Connell (América): Em primeiro lugar, queria dizer-lhe que estamos todos contentes com a cirurgia (referindo-se à cirurgia à qual o Papa foi recentemente submetido), que deu um ótimo resultado, o senhor rejuvenesceu! Disseram-me que alguém queria fazer a operação…. Mas não foi uma coisa cosmética. O senhor tem dito muitas vezes que somos todos pecadores e que a Eucaristia não é uma recompensa para os virtuosos, mas um remédio e alimento para os fracos. Como o senhor sabe, nos EUA após as últimas eleições, houve uma discussão entre os bispos sobre dar comunhão aos políticos que apoiaram as leis do aborto, e há bispos que querem negar a comunhão ao presidente e a outros altos funcionários. Outros bispos são a favor, outros dizem para não usar a Eucaristia como arma. O que o senhor pensa e o que aconselha os bispos a fazer? E o senhor, como bispo em todos estes anos, recusou publicamente a Eucaristia a alguém? Eu nunca recusei a Eucaristia a ninguém, não sei se alguém veio nestas condições! Isto como padre. Nunca tive a consciência de ter uma pessoa como a que o senhor descreve na minha frente, isso é verdade. A única vez que aconteceu uma coisa simpática foi quando fui celebrar a missa em um lar de idosos, eu estava na sala e disse: quem quer comunhão? Todos os idosos levantaram as mãos. Uma velhinha levantou a mão e tomou a comunhão e disse: “Obrigado, eu sou judia”. E eu disse: “Aquele que eu lhe dei também é judeu”. A comunhão não é um prêmio para os perfeitos – pense no Jansenismo – a comunhão é um dom, um presente, é a presença de Jesus na Igreja e na comunidade. Então, aqueles que não estão na comunidade não podem comungar, como esta senhora judia, mas o Senhor quis recompensá-la sem o meu conhecimento. Fora da comunidade – excomungados – porque não são batizados ou se afastaram. Segundo problema, o do aborto: é mais do que um problema, é um homicídio, quem faz um aborto mata, sem meias palavras. Peguem qualquer livro sobre embriologia para estudantes de medicina. Na terceira semana após a concepção, todos os órgãos já estão lá, até mesmo o DNA… é uma vida humana, esta vida humana deve ser respeitada, este princípio é tão claro! Para aqueles que não conseguem entender, eu faria esta pergunta: é correto matar uma vida humana para resolver um problema? É correto contratar um pistoleiro para matar uma vida humana? Cientificamente, é uma vida humana. É correto eliminá-la para resolver um problema? É por isso que a Igreja é tão dura nesta questão porque se ela aceita isto é como se aceitasse o assassinato cotidiano. Um Chefe de Estado me disse que o declínio demográfico começou porque naqueles anos havia uma lei tão forte sobre o aborto que seis milhões de abortos foram realizados e isso deixou uma queda nos nascimentos na sociedade daquele país. Agora vamos à questão daquela pessoa que não está na comunidade, não pode fazer a comunhão. E isto não é um castigo, ela está fora. Mas o problema não é teológico, é pastoral, como nós bispos administramos este princípio pastoralmente, e se olharmos para a história da Igreja veremos que toda vez que os bispos não administraram um problema como pastores eles se posicionaram do lado político. Pense na noite de São Bartolomeu, hereges, sim, cortemos a garganta deles todos…. Pense na caça às bruxas…. no Campo di Fiori a Savonarola. Quando a Igreja para defender um princípio, o faz de forma não pastoral, toma partido em nível político, e este sempre foi o caso, basta olhar para a história. O que o pastor deve fazer? Ser um pastor, não condenar. Ser um pastor, porque ele é um pastor também para o excomungado. Pastores com o estilo de Deus, que é proximidade, compaixão e ternura. A Bíblia inteira assim o diz. Um pastor que não sabe ser pastor… Não conheço bem os detalhes dos EUA… Mas se você se faz próximo, tenro, e der comunhão? É uma hipótese. O pastor sabe o que fazer em todos os momentos. Mas se sair da pastoralidade da Igreja se torna um político, e pode ver isso em todas as condenações não pastorais da Igreja… Se o senhor diz que pode dar ou não dar, isto é casuística. Lembra da tempestade que se armou com Amoris laetitia? Heresia, heresia! Felizmente, houve o Cardeal Schoenborn, um grande teólogo, que esclareceu as coisas… Eles são filhos de Deus e precisam de nossa proximidade pastoral, então o pastor resolve as coisas como o Espírito lhe indica. Stefano Maria Paci (Sky Tg 24): Penso que o senhor considerará esta mensagem que estou prestes a lhe dar como um presente, foi-me pedido por Edith Bruck, a escritora judia que o senhor visitou em casa, uma longa mensagem assinada “sua irmã Edith”, na qual ela agradece por seus gestos e apelos contra o antissemitismo durante esta viagem. O antissemitismo está ressurgindo, está na moda, é uma coisa feia, feia…. O senhor falou sobre isso com as autoridades húngaras e uma resolução veio de Estrasburgo pedindo o reconhecimento dos casamentos homossexuais. Qual é seu pensamento? O matrimônio é um sacramento, a Igreja não tem poder para mudar os sacramentos como o Senhor os instituiu. Há leis tentando ajudar as situações de muitas pessoas que têm uma orientação sexual diferente. É importante que os Estados tenham a possibilidade de apoiá-los civilmente, de dar-lhes segurança de herança, saúde, etc., não só para os homossexuais, mas para todas as pessoas que queiram se associar. Mas casamento é casamento. Isto não significa condená-los, eles são nossos irmãos e irmãs, devemos acompanhá-los. Há leis civis, por exemplo, para viúvas que querem se associar a uma lei para ter serviços… há o PACS francês, mas nada a ver com o casamento como sacramento, que é entre um homem e uma mulher. Às vezes, criam confusão. Todos são irmãos e irmãs iguais, o Senhor é bom, Ele quer a salvação de todos, mas por favor, não faça a Igreja negar sua verdade. Muitas pessoas com orientação homossexual aproximam-se da penitência, pedem conselhos ao padre, a Igreja as ajuda, mas o sacramento do matrimônio é outra coisa. Em seguida, o Papa acrescentou: Eu li uma coisa bela sobre um de vocês. Ela disse que esta jornalista está disponível 24 horas por dia para trabalhar e que ela sempre deixa os outros irem primeiro e ela atrás, ela dá a palavra aos outros e ela fica quieta. Isto foi dito por Manuel Beltran, sobre nossa Eva Fernández, obrigado! FONTE VATICAN NEWS Nossa Senhora de Częstochowa, padroeira das mulheres marcadas pelo aborto Pão que desperta outras fomes – Homilia Jo 6,24-35 Mais de 130 médicos do Reino Unido: políticas COVID que falharam causaram danos “massivos”, especialmente para crianças #albertofernandezpapafrancisco #papafrancesco #papafranciscocasamento #papacontraoaborto #franciscoaborto #papaaborto #franciscoabortosicario #elpapafrancisco #noticiasdopapafrancisco #francisco #papafranciscohoy #papafranciscoabortoargentina #aborto #papafrancisco #elpapafranciscoconcedeelperdónalaborto #PapaabortoéhomicídioAIgrejadeveserpróximaecompassivanãopolítica #papa #papafranciscoaborto
- Oração do século XV para São Miguel Arcanjo
São Miguel, príncipe da milícia angélica, peço-vos que me atendais favoravelmente. Eu vos suplico para, naquele grande dia, tomar minha alma sob vossa santíssima guarda e conduzi-la para um lugar de refrigério, de paz e de repouso, onde as almas dos santos esperam em júbilo inefável o julgamento futuro e a glória da ressurreição gloriosa. Quer eu fale ou me cale, quer eu vigie, marche ou descanse, guardai-me na consecução de todas as minhas obras, em todos os atos da minha vida. Preservai-me das tentações do demônio e das penas do inferno. Ámen. Fonte: Permanência #oração #príncipedamilíciaangélica #SãoMiguelArcanjo
- Qual a importância de um Diretor Espiritual?
O objetivo da direção espiritual, que sempre fez parte da tradição cristã, é ajudar uma pessoa a desenvolver uma relação mais profunda com Deus e discernir melhor a ação do Espírito Santo em suas vidas – em suma, o objetivo é ajudar uma pessoa a se tornar mais santa. Uma pessoa pode se perguntar se realmente necessário ter um diretor espiritual, uma vez que está lendo a Bíblia, o Catecismo, recebendo os sacramentos regularmente, e cercando-se de amigos tementes a Deus… Embora não seja estritamente necessário ter um diretor espiritual, a orientação extra e a responsabilidade são geralmente necessárias se for para avançar mais rapidamente em suas vidas com Deus, especialmente através de uma oração mais profunda. Deus projetou a pessoa humana para trilhar o caminho da santidade não na solidão, mas na companhia dos outros. A direção espiritual é aconselhada para aqueles que desejam amadurecer na vida cristã, que querem crescer na intimidade com Deus e buscam uma vida de santidade. Um diretor espiritual pode ser um sacerdote – ou alguém mais maduro na fé – que fará o acompanhamento do fiel ajudando-o a discernir sua vocação, mas, não apenas isso, o ajudará a seguir os desígnios de Deus. O diretor espiritual é aquele que nos orienta e nos ajuda a fazer a escolha conforme a vontade de Deus para nossa vida . Essa é uma prática empregada desde tempos antigos para encontrar a Deus e progredir na vida de santidade. A direção espiritual pode se apresentar como um processo de transformação profunda e abrangente centrada na pessoa de Cristo, que atinge o homem interior e também o comportamento exterior. Ela consiste na “arte de conduzir as almas progressivamente desde os começos da vida espiritual até o cume da perfeição cristã” (Royo Marín). Os santos e a direção espiritual Muitos que foram proclamados santos pela Igreja – ou quase todos! – tiveram a figura da direção espiritual em seu itinerário de busca pela perfeição e a imitação de Cristo. Santa Faustina Kowalska, religiosa polonesa que teve revelações de Jesus sobre a Misericórdia Divina nos anos 30, durante muito tempo rezou a Deus para ter a graça de encontrar um diretor espiritual que lhe ajudasse a discernir os desejos de Deus. Assim ela se expressou: “desde o momento em que o Senhor me deu um diretor espiritual, sou mais fiel à graça. Graças ao diretor espiritual, e à sua vigilância sobre a minha alma, conheci o que é a direção espiritual e como Jesus a considera. Jesus me repreendia pela menor falta e fazia-me sentir que Ele mesmo julga as coisas que eu apresento ao confessor” (Diário de Santa Faustina, 145). À exemplo desta santa, todo aquele que deseja beneficiar-se da direção espiritual deve pedir o auxílio do Espírito Santo para escolher aquele que será para si a voz do próprio Deus. Depois de decidir-se, para que a direção espiritual seja frutuosa é importante determinar encontros periódicos mensais para a confissão e orientação. A finalidade da Direção Espiritual Primeiro, é importante entender que um diretor espiritual não deve ser considerado como um oráculo pessoal com alguma visão secreta do seu futuro, que será capaz de dizer exatamente o que fazer em todas as circunstâncias particulares. Ele é um companheiro que nos ajuda a ouvir a voz de Deus interior – ele não necessariamente sabe o que Ele está dizendo a você! Deus é o verdadeiro diretor. O primeiro grande objetivo de uma direção espiritual é – a partir de Deus – nos fazer olhar para nós mesmos. É o autoconhecimento: o que sou eu? Com Deus se relacionou comigo em minha história? Para quê eu nasci? Tenho sido presença de Deus para os outros? É enxergar aquilo que em mim me faz precisar da Misericórdia Divina e depositar tudo nas mãos de Deus. Contudo, para que esse autoconhecimento seja pleno e verdadeiro é preciso que nos coloquemos diante do diretor espiritual sem máscaras , com humildade. Esse exercício nos torna humilde. A direção espiritual nos ajuda a encontrar as respostas sobre os desejos de Deus para a nossa vida. “Sem um diretor espiritual, é fácil incorrer em erro”, alertou Santa Faustina (Cf. Diário, 61). Por outro lado, o acompanhamento de um sacerdote por meio da direção espiritual nos conduz mais facilmente a Jesus e nos ajuda a viver as virtudes cristãs. Um bom diretor espiritual conhece profundamente os ensinamentos da Igreja e sempre oferece conselhos através de uma observância fiel deles. Ele vai ajuda, através da reflexão sobre os eventos atuais da vida, e através da oração mútua, com intuito de ajudar o dirigido a ouvir o chamado e fazer a vontade de Deus. Ele pode ajudar a discernir quais práticas espirituais são ou métodos de orações são mais úteis. Em geral, os diretores espirituais são sacerdotes, por exemplo, os párocos são aqueles que possuem as graças de estado para atender os fiéis de sua paróquia, porém também é um papel que pode ser realizado por religiosos consagrados ou mesmo por leigos (homens ou mulheres). As qualidades que garantirão sua capacidade de cumprir seu papel são uma fé madura e bem informada e uma vida de oração própria e a capacidade de ouvir, encorajar e desafiar sua carga espiritual para uma maior consciência da ação de Deus e chamar em sua vida. Não é necessário lembrar que, infelizmente, muitos católicos, inclusive sacerdotes, são vítimas de uma má formação e ideologias. Portanto é muito importante escolher bem o diretor espiritual, de modo que seja realmente católica e professe a sã doutrina da Santa Igreja. Com informações de regnumchristi.com.br
- Qual a importância de um Diretor Espiritual?
O objetivo da direção espiritual, que sempre fez parte da tradição cristã, é ajudar uma pessoa a desenvolver uma relação mais profunda com Deus e discernir melhor a ação do Espírito Santo em suas vidas – em suma, o objetivo é ajudar uma pessoa a se tornar mais santa. Uma pessoa pode se perguntar se realmente necessário ter um diretor espiritual, uma vez que está lendo a Bíblia, o Catecismo, recebendo os sacramentos regularmente, e cercando-se de amigos tementes a Deus… Embora não seja estritamente necessário ter um diretor espiritual, a orientação extra e a responsabilidade são geralmente necessárias se for para avançar mais rapidamente em suas vidas com Deus, especialmente através de uma oração mais profunda. Deus projetou a pessoa humana para trilhar o caminho da santidade não na solidão, mas na companhia dos outros. A direção espiritual é aconselhada para aqueles que desejam amadurecer na vida cristã, que querem crescer na intimidade com Deus e buscam uma vida de santidade. Um diretor espiritual pode ser um sacerdote – ou alguém mais maduro na fé – que fará o acompanhamento do fiel ajudando-o a discernir sua vocação, mas, não apenas isso, o ajudará a seguir os desígnios de Deus. O diretor espiritual é aquele que nos orienta e nos ajuda a fazer a escolha conforme a vontade de Deus para nossa vida . Essa é uma prática empregada desde tempos antigos para encontrar a Deus e progredir na vida de santidade. A direção espiritual pode se apresentar como um processo de transformação profunda e abrangente centrada na pessoa de Cristo, que atinge o homem interior e também o comportamento exterior. Ela consiste na “arte de conduzir as almas progressivamente desde os começos da vida espiritual até o cume da perfeição cristã” (Royo Marín). Os santos e a direção espiritual Muitos que foram proclamados santos pela Igreja – ou quase todos! – tiveram a figura da direção espiritual em seu itinerário de busca pela perfeição e a imitação de Cristo. Santa Faustina Kowalska, religiosa polonesa que teve revelações de Jesus sobre a Misericórdia Divina nos anos 30, durante muito tempo rezou a Deus para ter a graça de encontrar um diretor espiritual que lhe ajudasse a discernir os desejos de Deus. Assim ela se expressou: “desde o momento em que o Senhor me deu um diretor espiritual, sou mais fiel à graça. Graças ao diretor espiritual, e à sua vigilância sobre a minha alma, conheci o que é a direção espiritual e como Jesus a considera. Jesus me repreendia pela menor falta e fazia-me sentir que Ele mesmo julga as coisas que eu apresento ao confessor” (Diário de Santa Faustina, 145). À exemplo desta santa, todo aquele que deseja beneficiar-se da direção espiritual deve pedir o auxílio do Espírito Santo para escolher aquele que será para si a voz do próprio Deus. Depois de decidir-se, para que a direção espiritual seja frutuosa é importante determinar encontros periódicos mensais para a confissão e orientação. A finalidade da Direção Espiritual Primeiro, é importante entender que um diretor espiritual não deve ser considerado como um oráculo pessoal com alguma visão secreta do seu futuro, que será capaz de dizer exatamente o que fazer em todas as circunstâncias particulares. Ele é um companheiro que nos ajuda a ouvir a voz de Deus interior – ele não necessariamente sabe o que Ele está dizendo a você! Deus é o verdadeiro diretor. O primeiro grande objetivo de uma direção espiritual é – a partir de Deus – nos fazer olhar para nós mesmos. É o autoconhecimento: o que sou eu? Com Deus se relacionou comigo em minha história? Para quê eu nasci? Tenho sido presença de Deus para os outros? É enxergar aquilo que em mim me faz precisar da Misericórdia Divina e depositar tudo nas mãos de Deus. Contudo, para que esse autoconhecimento seja pleno e verdadeiro é preciso que nos coloquemos diante do diretor espiritual sem máscaras , com humildade. Esse exercício nos torna humilde. A direção espiritual nos ajuda a encontrar as respostas sobre os desejos de Deus para a nossa vida. “Sem um diretor espiritual, é fácil incorrer em erro”, alertou Santa Faustina (Cf. Diário, 61). Por outro lado, o acompanhamento de um sacerdote por meio da direção espiritual nos conduz mais facilmente a Jesus e nos ajuda a viver as virtudes cristãs. Um bom diretor espiritual conhece profundamente os ensinamentos da Igreja e sempre oferece conselhos através de uma observância fiel deles. Ele vai ajuda, através da reflexão sobre os eventos atuais da vida, e através da oração mútua, com intuito de ajudar o dirigido a ouvir o chamado e fazer a vontade de Deus. Ele pode ajudar a discernir quais práticas espirituais são ou métodos de orações são mais úteis. Em geral, os diretores espirituais são sacerdotes, por exemplo, os párocos são aqueles que possuem as graças de estado para atender os fiéis de sua paróquia, porém também é um papel que pode ser realizado por religiosos consagrados ou mesmo por leigos (homens ou mulheres). As qualidades que garantirão sua capacidade de cumprir seu papel são uma fé madura e bem informada e uma vida de oração própria e a capacidade de ouvir, encorajar e desafiar sua carga espiritual para uma maior consciência da ação de Deus e chamar em sua vida. Não é necessário lembrar que, infelizmente, muitos católicos, inclusive sacerdotes, são vítimas de uma má formação e ideologias. Portanto é muito importante escolher bem o diretor espiritual, de modo que seja realmente católica e professe a sã doutrina da Santa Igreja. Com informações de regnumchristi.com.br

































