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- NOSSO VERDADEIRO LAR – Scott Hahn medita sobre a Solenidade da Sagrada Família
Por que Jesus escolheu se tornar um bebê nascido de mãe e pai e passar toda a vida, exceto os últimos anos, vivendo em uma família humana comum? Em parte, para revelar o plano de Deus de fazer todas as pessoas viverem como uma “família sagrada” em Sua Igreja (ver 2 Coríntios 6: 16-18). Na Sagrada Família de Jesus, Maria e José, Deus revela nosso verdadeiro lar. Devemos viver como Seus filhos, eleitos, santos e amados, como diz a Segunda Leitura [“Vós sois amados por Deus, sois os seus santos eleitos”]. Os conselhos familiares que ouvimos nas leituras de hoje — para mães, pais e filhos — são sólidos e práticos. Lares felizes são fruto de nossa fidelidade ao Senhor, como cantamos no Salmo de hoje. Mas a Liturgia nos convida a ver mais: a ver como, por meio de nossas obrigações e relacionamentos familiares, nossas famílias podem se tornar arautos da família de Deus, que Ele deseja criar ainda aqui neste mundo. (…) É naquilo que Jesus chama de “casa de meu Pai”, que cada família encontra seu verdadeiro significado e propósito (ver Efésios 3:15). O Templo é a casa de Deus, Sua morada (ver Lucas 19:46), mas é também uma imagem da família de Deus: a Igreja (ver Efésios 2: 19-22; Hebreus 3: 3-6; 10:21). Em nossas famílias, devemos construir esta casa, esta família, este templo vivo de Deus, até que Ele revele Sua nova morada e diga de cada pessoa: “Eu serei seu Deus e ele será Meu filho” (ver Apocalipse 21: 3, 7). https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/our-true-home-scott-hahn-reflects-on-the-feast-of-the-holy-family-2/
- ABOLIÇÃO DA MISSA DE NATAL COMO ATO DE SAÚDE PÚBLICA – Marco Gervasoni
Há poucos anos, quando foi aprovada a chamada Constituição Europeia — que, felizmente, foi rejeitada pelo referendo francês — Joseph Ratzinger, então já Papa Bento XVI, ao lado de outras figuras importantes da Igreja e do mundo secular, denunciou o fato de que, naquela que era o esboço da Constituição Europeia, não houvesse menção ao cristianismo. Na época, comentou-se que não se tratava simplesmente de um descuido, mas significava que o projeto político da União Europeia era um projeto pós-cristão. Foram palavras excessivamente otimistas. Hoje, vê-se que o projeto político da União Européia, para combater o covid-19, indica a abolição da Missa de Natal exatamente como um “ato de saúde pública”. Nem mesmo o Nacional-Socialismo ousou abolir a Missa de Natal, apesar de ser um movimento político não só não cristão, mas anticristão, pela sua própria vocação. Mesmo para os comunistas stalinistas, que não viam nenhum problema em matar dezenas de milhares de pessoas, ou enfiá-las nos gulags, mesmo para eles a Missa de Natal era intocável. Para os burocratas tecnocratas da União Europeia e para os pseudo-políticos que integram a Comissão Europeia — a começar pela católico Gentiloni, para referir apenas o representante italiano — a Missa de Natal tem de ser abolida. O que Hitler e Stalin não fizeram, Ursula Von Der Leyen [atual presidente da Comissão Europeia] e Gentiloni recomendam. Muito se pode dizer contra este projeto, que representa perfeitamente a ideia do anticristo, presente em uma das últimas entrevistas dadas pelo Papa Bento XVI no ano passado. Abolizione della Messa di Natale come Atto di Sanità
- EM QUE BASES ESTÁ CONSTRUÍDA A UNIVERSIDADE? – Randall Smith
Até há pouco tempo, poderia ter assistido a uma conferência com o título “É Possível uma Universidade Cristã?”. Com isto se queria dizer: “Pode uma universidade moderna e ‘pluralista’ ser cristã?” Ou será que as convicções cristãs da instituição prejudicariam a busca aberta e imparcial pela verdade? A resposta poderá parecer bastante evidente, tendo em conta que a universidade surgiu na Europa cristã medieval e floresceu nesse mesmo ambiente durante séculos. Agora, porém, uma conferência com o título “É possível uma Universidade Cristã?” teria mais a ver com a questão: “Será que no futuro continuará a ser possível uma universidade identificar-se como cristã?”. Os campus talvez possam continuar a ter uma capela, desde que nada lá seja dito que seja desconfortável para a administração. Mas será que o Estado, a administração ou o corpo docente irão continuar a permitir que a universidade mantenha a sua missão, enquanto instituição distintamente cristã? Há uma história importante a contar sobre a relação entre a primeira questão – “é possível uma universidade cristã?” – e a segunda: “deve ser permitido uma universidade ser cristã?” O ponto de partida para ambas as questões é que poderá haver (e que provavelmente há) uma base melhor para a educação, que deve acontecer numa universidade, do que a convicção cristã. Fundando-se uma universidade sobre o Cristianismo, presumiu-se que destruiria a livre troca de ideias, que é essencial para a sua missão. Mas, infelizmente, foram poucos os que se questionaram por que razão, se o Cristianismo e o livre intercâmbio de ideias são incompatíveis, as universidades surgiram e floresceram precisamente num berço cristão. Menos ainda foram os que perguntaram o que aconteceria, quando se criassem as chamadas “universidades livres”, sem qualquer filiação religiosa. Foram elas mais livres do que os seus pares confessionais? Raramente, ou nunca. Em vez disso acabaram por se sujeitar ao poder imperial do Estado. O autor de um recente artigo, no Church Life Journal , fornece uma recordação importante sobre as obras que fazem parte do muito debatido cânone ocidental: “Hobbes refere-se a si mesmo como um anti-Aristóteles, Nietzsche chamou a um dos seus livros O anticristo , e por aí fora. Os projetos políticos incluídos na descrição são também diametralmente opostos – monarquia versus democracia, capitalismo versus socialismo, teocracia versus secularismo. Todas estas oposições e muitas outras têm sido sugeridas dentro dos limites da Civilização Ocidental… Hobbes e Schmitt queriam banir certos livros. Platão quis banir os poetas e instalar mitos edificantes. Nietzsche queria ultrapassar e esquecer toda a “moralidade escrava”. Marx poderá ter abandonado a sala do seminário para se juntar à revolução.” Seja como for, a “revolução” acabaria por banir a maioria dos livros que ele leu. Plotino e Porfírio pensavam que a literatura cristã dos primeiros tempos devia ser descartada. Os aristotélicos do Renascimento queriam banir a obra de Galileu. Os aliados renascentistas pitagóricos de Galileu queriam livrar-se de Aristóteles. Mais recentemente, a união de estudantes da University College London baniu o Clube de Nietzsche, por ser “fascista”. Em boa verdade, o próprio Nietzsche provavelmente os teria banido a todos e certamente não admitiria que ninguém se juntasse a um clube com o seu nome. Mais recentemente ainda, os estudantes da mesma instituição britânica quiseram banir todos os “filósofos brancos”. E não é por acaso que um dos livros mais banidos da história – e ainda hoje – seja a Bíblia. Não deixa de ser interessante que em qualquer faculdade de humanidades de uma universidade católica séria pode-se ler as obras de Platão, Aristóteles, Cícero, Lutero, Rousseau, Marx e Nietzsche e levá-los todos a sério. Se os discípulos devotos de qualquer um desses pensadores mandasse, porém, a lista de leitura permitida, esta seria muito mais limitada. Será que a Universidade Nietzschiana deixaria ler Marx ou Aristóteles? E a Universidade Marxista deixaria ler Cícero ou Aquino? É possível? Parece que sim. A estranha presunção de que, se simplesmente nos livrássemos do Cristianismo, as universidades seriam mais “livres”, não tem pernas para andar, como comprova a história antiga e recente. Não é que o Cristianismo não tenha tido também as suas tensões com a universidade. Mas isso não é um mal, porque a questão perene da universidade cristã é compreender a relação entre a fé e a razão. A convicção crista, que sempre serviu de base a essa questão, é de que as verdades da fé e da razão jamais estarão em contradição, porque ambas derivam de Deus. Como João Paulo II disse, de forma tão eloquente: “A fé e a razão são como as duas asas, com que o espírito humano se eleva para a contemplação da verdade”. O trabalho de compreender esta relação entre a fé e a razão tem, contudo, sido frequentemente um desafio dinâmico, mudando conforme as alterações nas ciências e na filosofia dominante de cada tempo. Mas é precisamente esse desafio que tem animado a vida intelectual da universidade. Quando Cristo, o Verbo feito carne, é entendido justamente como o centro da missão da universidade, então toda a verdade, seja qual for a sua origem, é bem-vinda e importante. E quando essa convicção cristã é substituída por um “sistema” ou “processo” ou “ideologia”, todo o edifício começa a ruir a partir de dentro. Olhemos para a universidade contemporânea, agora confortavelmente isolada de qualquer resquício de cristianismo. Estas instituições são mais livres? Estão treinando os seus estudantes para serem melhores servidores da humanidade? Ou transformaram-se em refúgios de uma ideologia partilhada e da “cultura de cancelamento”? Será que se perderam em larga medida, fazendo-se servidores de Mamon em vez da verdade? A universidade é um produto distintamente cristão. Quando Cristo se encontra no seu centro, toda a criação é importante, por ser obra das mãos de um Deus de amor. Quando Cristo está no centro, não há nada de genuinamente humano que não ecoe no coração dos seus membros. Quando perde Cristo como centro, torna-se rapidamente um servo de Mamon, da ideologia ou do Estado. É possível uma universidade cristã? Ainda é possível? A resposta a essas perguntas nos dará a resposta a uma terceira: ainda é possível uma universidade? Em relação a isso os dados não são nada animadores. On What Foundation is the University Built? Traduzido por: http://actualidadereligiosa.blogspot.com/2020/11/quais-sao-as-fundacoes-da-universidade.html#.X-YJa9hKjIU
- O Nascimento de Jesus Cristo pelo relato da beata e mística Anna Catarina Emmerich
No final do século XVIII e início do XIX, surgiu na Alemanha a famosa mística Anna Catarina Emmerick (1774-1824), que teve os estigmas da Paixão de Cristo e, nos últimos anos de vida, sustentou-se apenas da Eucaristia. Deus lhe concedeu detalhadas revelações místicas da vida de Jesus. São João Paulo II a beatificou em 2004 e o ator Mel Gibson se inspirou em suas visões para realizar o filme “A Paixão de Cristo”. A seguir, apresentamos o belo e significativo relato que ela contou sobre o que viu do Nascimento de nosso Senhor: “Vi o esplendor em volta da Santíssima Virgem crescer mais e mais, de modo que a luz das lâmpadas que José acendera já não era visível. Ela estava de joelhos, coberta de um vestido largo, com o rosto voltado para o Oriente. À meia-noite ficou extasiada, suspensa acima do solo; tinha os braços cruzados sobre o peito. O resplendor em torno dela crescia a cada momento. Toda a natureza parecia sentir uma emoção de júbilo, até os seres inanimados. As rochas do teto, das paredes e do solo da gruta tornaram-se como vivas àquela luz Então eu já não vi o teto da gruta; um caminho de luz se abriu acima de Maria, subindo com glória sempre maior em direção às alturas do céu. Nesse caminho de luz, havia um maravilhoso movimento de glórias interpenetrando-se umas às outras, e, conforme se aproximaram, pareciam mais claramente sob a forma de coros de espíritos celestes. A Virgem Santíssima, tomada em êxtase, estava agora olhando para baixo, adorando seu Deus, cuja mãe ela tinha-se tornado e que jaz no solo à sua frente, sob a forma de um indefeso recém-nascido. Vi Nosso Senhor como uma criança pequenina, brilhando com uma luz que superava todo o esplendor circundante, e jazendo no tapete, junto aos joelhos de Maria. Pareceu-me que ele era a princípio bem pequeno e então cresceu aos meus olhos. Mas tudo isso era a irradiação de uma luz tão potente e deslumbrante que não posso explicar como pude olhá-la. A Virgem permaneceu por algum tempo envolta em êxtase; depois cobriu o Menino com um pano, mas a princípio Ela não O tocou ou pegou nos braços. Após certo tempo, vi o Menino Jesus se mover, e depois eu O ouvi chorar. Então, pareceu que Maria voltava a si, e pegou o Menino do tapete, envolvendo-O no pano que O cobria, e com Ele aos braços trouxe-O para si. Ficou ali, sentada, completamente envolvida, Ela e o Menino, em seu véu, e penso que Ela amamentou o Redentor. Vi, então, anjos à sua volta em forma humana, prostrando-se e adorando o Menino. Talvez fosse uma hora após o nascimento quando Maria chamou José, que ainda estava prostrado em oração. Quando se aproximou, ele se lançou com o rosto ao chão, em devota alegria e humildade. Foi só quando Maria lhe pediu que carregasse, junto ao coração, em alegria e gratidão, o santo presente de Deus Altíssimo, que ele se ergueu, pegou nos braços o Menino Jesus, e louvou a Deus com lágrimas de felicidade. Maria enfaixou o Menino: tinha apenas quatro paninhos. Mais tarde, vi Maria e José sentados no chão, um junto ao outro: não falavam, pareciam absortos em muda contemplação. Diante de Maria, enfaixado como um menino comum, estava recostado Jesus recém-nascido, belo e brilhante como um relâmpago. ‘Ah, eu dizia, este lugar contém a salvação do mundo inteiro e ninguém suspeita disso!’. Vi em muitos lugares, até nos mais afastados, uma insólita alegria, um extraordinário movimento nesta noite. Vi os corações de muitos homens de boa vontade reanimados por um desejo, cheio de alegria, e ao contrário, os corações dos perversos cheios de temores. Até nos animais vi se manifestar alegria em seus movimentos e saltos. As flores levantavam suas coroas, as plantas e árvores tomavam novo vigor e verde e espalhavam suas fragrâncias e perfumes. Vi brotar fontes de água da terra. No momento do nascimento de Jesus, brotou uma fonte abundante na gruta da colina do Norte. A mais ou menos uma légua e meia da gruta de Belém, no vale dos pastores, havia uma colina. Nas encostas da colina, estavam as cabanas de três pastores. Ao nascimento de Jesus Cristo, vi esses três pastores muito impressionados com o aspecto daquela noite tão maravilhosa; por isso, ficaram em torno de suas cabanas olhando para todos os lados. Então, viram maravilhados a luz extraordinária sobre a gruta do presépio. Enquanto os três pastores estavam olhando para aquele lado do céu, vi descer sobre eles uma nuvem luminosa, dentro da qual notei um movimento à medida que se aproximava. Primeiro vi que se desenhavam formas vagas, depois, rostos, e finalmente ouvi cantos muito harmoniosos, muito alegres, cada vez mais claros. Como os pastores se assustaram a princípio, apareceu um anjo entre eles, que lhes disse: ‘Não temais, pois venho para anunciar-lhes uma grande alegria para todo o povo de Israel. Nasceu hoje para vós, na cidade de Davi, um Salvador, que é Cristo, o Senhor. Como sinal, dou-lhes isso: encontrareis o Menino envolto em faixas, deitado em uma manjedoura’. Enquanto o anjo dizia estas palavras, o resplendor se fazia cada vez mais intenso ao seu redor. Vi cinco ou sete grandes figuras de anjos, muito belos e luminosos. Ouvi que louvavam a Deus cantando: ‘Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade’. Mais tarde, tiveram a mesma aparição os pastores que estavam junto à torre. Anjos também apareceram a outro grupo de pastores perto de uma fonte, a Leste da torre, a cerca de três léguas de Belém. Eu os vi consultando-se uns aos outros sobre o que levariam para o recém-nascido e preparando os presentes com toda a pressa. Chegaram à gruta da manjedoura ao amanhecer”. Via ACI Digital #Natal
- O Nascimento de Jesus Cristo pelo relato da beata e mística Anna Catarina Emmerich
No final do século XVIII e início do XIX, surgiu na Alemanha a famosa mística Anna Catarina Emmerick (1774-1824), que teve os estigmas da Paixão de Cristo e, nos últimos anos de vida, sustentou-se apenas da Eucaristia. Deus lhe concedeu detalhadas revelações místicas da vida de Jesus. São João Paulo II a beatificou em 2004 e o ator Mel Gibson se inspirou em suas visões para realizar o filme “A Paixão de Cristo”. A seguir, apresentamos o belo e significativo relato que ela contou sobre o que viu do Nascimento de nosso Senhor: “Vi o esplendor em volta da Santíssima Virgem crescer mais e mais, de modo que a luz das lâmpadas que José acendera já não era visível. Ela estava de joelhos, coberta de um vestido largo, com o rosto voltado para o Oriente. À meia-noite ficou extasiada, suspensa acima do solo; tinha os braços cruzados sobre o peito. O resplendor em torno dela crescia a cada momento. Toda a natureza parecia sentir uma emoção de júbilo, até os seres inanimados. As rochas do teto, das paredes e do solo da gruta tornaram-se como vivas àquela luz Então eu já não vi o teto da gruta; um caminho de luz se abriu acima de Maria, subindo com glória sempre maior em direção às alturas do céu. Nesse caminho de luz, havia um maravilhoso movimento de glórias interpenetrando-se umas às outras, e, conforme se aproximaram, pareciam mais claramente sob a forma de coros de espíritos celestes. A Virgem Santíssima, tomada em êxtase, estava agora olhando para baixo, adorando seu Deus, cuja mãe ela tinha-se tornado e que jaz no solo à sua frente, sob a forma de um indefeso recém-nascido. Vi Nosso Senhor como uma criança pequenina, brilhando com uma luz que superava todo o esplendor circundante, e jazendo no tapete, junto aos joelhos de Maria. Pareceu-me que ele era a princípio bem pequeno e então cresceu aos meus olhos. Mas tudo isso era a irradiação de uma luz tão potente e deslumbrante que não posso explicar como pude olhá-la. A Virgem permaneceu por algum tempo envolta em êxtase; depois cobriu o Menino com um pano, mas a princípio Ela não O tocou ou pegou nos braços. Após certo tempo, vi o Menino Jesus se mover, e depois eu O ouvi chorar. Então, pareceu que Maria voltava a si, e pegou o Menino do tapete, envolvendo-O no pano que O cobria, e com Ele aos braços trouxe-O para si. Ficou ali, sentada, completamente envolvida, Ela e o Menino, em seu véu, e penso que Ela amamentou o Redentor. Vi, então, anjos à sua volta em forma humana, prostrando-se e adorando o Menino. Talvez fosse uma hora após o nascimento quando Maria chamou José, que ainda estava prostrado em oração. Quando se aproximou, ele se lançou com o rosto ao chão, em devota alegria e humildade. Foi só quando Maria lhe pediu que carregasse, junto ao coração, em alegria e gratidão, o santo presente de Deus Altíssimo, que ele se ergueu, pegou nos braços o Menino Jesus, e louvou a Deus com lágrimas de felicidade. Maria enfaixou o Menino: tinha apenas quatro paninhos. Mais tarde, vi Maria e José sentados no chão, um junto ao outro: não falavam, pareciam absortos em muda contemplação. Diante de Maria, enfaixado como um menino comum, estava recostado Jesus recém-nascido, belo e brilhante como um relâmpago. ‘Ah, eu dizia, este lugar contém a salvação do mundo inteiro e ninguém suspeita disso!’. Vi em muitos lugares, até nos mais afastados, uma insólita alegria, um extraordinário movimento nesta noite. Vi os corações de muitos homens de boa vontade reanimados por um desejo, cheio de alegria, e ao contrário, os corações dos perversos cheios de temores. Até nos animais vi se manifestar alegria em seus movimentos e saltos. As flores levantavam suas coroas, as plantas e árvores tomavam novo vigor e verde e espalhavam suas fragrâncias e perfumes. Vi brotar fontes de água da terra. No momento do nascimento de Jesus, brotou uma fonte abundante na gruta da colina do Norte. A mais ou menos uma légua e meia da gruta de Belém, no vale dos pastores, havia uma colina. Nas encostas da colina, estavam as cabanas de três pastores. Ao nascimento de Jesus Cristo, vi esses três pastores muito impressionados com o aspecto daquela noite tão maravilhosa; por isso, ficaram em torno de suas cabanas olhando para todos os lados. Então, viram maravilhados a luz extraordinária sobre a gruta do presépio. Enquanto os três pastores estavam olhando para aquele lado do céu, vi descer sobre eles uma nuvem luminosa, dentro da qual notei um movimento à medida que se aproximava. Primeiro vi que se desenhavam formas vagas, depois, rostos, e finalmente ouvi cantos muito harmoniosos, muito alegres, cada vez mais claros. Como os pastores se assustaram a princípio, apareceu um anjo entre eles, que lhes disse: ‘Não temais, pois venho para anunciar-lhes uma grande alegria para todo o povo de Israel. Nasceu hoje para vós, na cidade de Davi, um Salvador, que é Cristo, o Senhor. Como sinal, dou-lhes isso: encontrareis o Menino envolto em faixas, deitado em uma manjedoura’. Enquanto o anjo dizia estas palavras, o resplendor se fazia cada vez mais intenso ao seu redor. Vi cinco ou sete grandes figuras de anjos, muito belos e luminosos. Ouvi que louvavam a Deus cantando: ‘Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade’. Mais tarde, tiveram a mesma aparição os pastores que estavam junto à torre. Anjos também apareceram a outro grupo de pastores perto de uma fonte, a Leste da torre, a cerca de três léguas de Belém. Eu os vi consultando-se uns aos outros sobre o que levariam para o recém-nascido e preparando os presentes com toda a pressa. Chegaram à gruta da manjedoura ao amanhecer”. Via ACI Digital #Natal
- ENCARNAÇÃO
Somente uma vez, No universo inteiro, O Verbo se fez Carne (e de cordeiro). Foi quando Maria, De graça banhada, Bem-aventurada Pelo Criador, Humilde aceitava Ser a doce escrava Do divino amor. Repleta de graça, Disse a Gabriel: — Em mim que se faça O que manda o Céu. E a moça mais rara, Que não se deitara Com homem nenhum, Humilde entregou Seu corpo ao Senhor, Nosso Pai comum: O Espírito Santo, Que tudo germina, Cobriu-a com o manto Da sombra divina. Desde então, a doce Esposa da Luz Sob o seio trouxe O Cristo Jesus, Cujo sangue veio Daquela Maria Que aleitou no seio A divina cria. No entanto, os que temem Ao Pai, neste exílio, Sabem que este Filho Não nasceu de sêmen, Mas da sombra santa Que, ao cobrir Maria Com divina manta, De Deus a envolvia.
- Bispo de Petrópolis publica vídeo em protesto ao fechamento das igrejas no Natal
O Bispo de Diocese de Petrópolis (RJ), Dom Gregório Paixão, expressou sua “profunda indignação” e “protesto” diante da determinação da Justiça para que as igrejas da cidade sejam fechadas por causa da pandemia de Covid-19. No último dia 17 de dezembro, a Justiça Federal determinou o fechamento de templos religiosos e bares em Petrópolis, atendendo a pedidos apresentados pelos Ministérios Públicos Federal (MPF) e Estadual (MPE), por conta do alto índice de contaminação por coronavírus na cidade, bem como pela escassez de leitos de UTI. No dia 18 de dezembro, a Prefeitura de Petrópolis publicou no Diário Oficial a decisão da 2ª Vara Federal sobre o fechamento imediato de bares/congêneres e templos religiosos. Além disso, indicou que deveriam ser comunicados sobre a decisão os ficais da Secretaria de Ordem Pública e o comando do 26º Batalhão da Polícia Militar, para que a mesma seja cumprida. Diante de tudo isso, o Bispo de Petrópolis, Dom Gregório Paixão, afirmou por meio de um vídeo que esta notícia foi recebida “surpresa”. “Para nós, cristãos, essa decisão judicial nos causou uma profunda chaga, por ter sido proferida exatamente na semana sagrada do Natal ”, sublinhou. O Prelado ressaltou que, “desde o início da pandemia”, as igrejas seguem “todas as recomendações dos governos federal, estadual e municipal”. Recordou ainda que, em março publicou decreto “determinando o fechamento das igrejas e, meses depois, um outro, ordenando a prudente reabertura de nossos templos, que deveriam seguir rigorosamente os protocolos indicados pelos governantes”. Desse modo, indicou, as medidas de prevenção ao contágio por coronavírus foram adotadas em todas as paróquias. “Basta visitar nossas igrejas para, facilmente, ser constatado que fizemos o que nos foi prescrito: uso de máscara, uso de álcool em gel, distanciamento social e aferição de temperatura. Proibimos, portanto, todo tipo de aglomeração. Os prédios das igrejas são continuamente higienizados”, citou, acrescentando que “obedientes, fizemos de modo sensivelmente diverso do que podíamos ver em muitos outros locais”. Nesse contexto, o Bispo observou que houve diminuição da participação nas Missas dos fiéis, uma vez que se recomendou que permanecessem em casa pessoas “de grupo de risco, idosos, gestantes, gripados e todos que apresentassem sintomas análogos ao da Covid-19”. Além disso, o Bispo de Petrópolis recordou a atuação da Igreja Católica durante esses meses de pandemia, a serviço da população, sobretudo dos mais necessitados. “Fizemos parceria com a Prefeitura de Petrópolis e duas de nossas casas de retiro foram usadas para acolher moradores de rua, especialmente os idosos, e possíveis contaminados pelo coronavírus. Distribuímos mais de 14 mil cestas básicas nas seis cidades diocesanas, com ajuda dos fiéis e de empresários. Demos assistência religiosa e psicológica aos desanimados, entristecidos e doentes. Acompanhamos os mais de 8 mil alunos de nossos 29 colégios paroquiais que são gratuitos e conveniados com a Prefeitura de Petrópolis”, pontuou, ressaltando ainda que “nenhum dos nossos acolhidos nos sítios e fazendas de recuperação de dependentes químicos foi infectado”. Desse modo, assinalou, “trabalhamos com muito afinco no combate ao vírus”, tanto que os protocolos de segurança da Diocese “se tornaram referência para outros segmentos da sociedade” e a mesma foi convidada “para integrar conselhos constituídos para o enfrentamento dessa emergência sanitária”. Diante disse, Dom Gregório Paixão declarou que “injustiça, em linguagem simples e direta, é quando a gente não tem o direito de colher aquilo que plantamos” e “a omissão é sempre alimento para a injustiça”. “E é por causa disso que deixo aqui minha palavra de profunda indignação e de protesto. Lutaremos, pelas vias adequadas, pelos nossos direitos”, expressou, assinalando que “a atividade religiosa é reconhecida como atividade essencial pela legislação vigente e se enquadra como garantia constitucional do cidadão”. “Concluo com a palavra de Jesus, que, em João 18,23, disse para o soldado que o esbofeteava: ‘Se falei mal, mostra em que falei mal. Mas, se fiz o bem, por que me bates?’”, finalizou. Fonte: ACI Digital #CNBB #Coronavírus
- Bispo de Petrópolis publica vídeo em protesto ao fechamento das igrejas no Natal
O Bispo de Diocese de Petrópolis (RJ), Dom Gregório Paixão, expressou sua “profunda indignação” e “protesto” diante da determinação da Justiça para que as igrejas da cidade sejam fechadas por causa da pandemia de Covid-19. No último dia 17 de dezembro, a Justiça Federal determinou o fechamento de templos religiosos e bares em Petrópolis, atendendo a pedidos apresentados pelos Ministérios Públicos Federal (MPF) e Estadual (MPE), por conta do alto índice de contaminação por coronavírus na cidade, bem como pela escassez de leitos de UTI. No dia 18 de dezembro, a Prefeitura de Petrópolis publicou no Diário Oficial a decisão da 2ª Vara Federal sobre o fechamento imediato de bares/congêneres e templos religiosos. Além disso, indicou que deveriam ser comunicados sobre a decisão os ficais da Secretaria de Ordem Pública e o comando do 26º Batalhão da Polícia Militar, para que a mesma seja cumprida. Diante de tudo isso, o Bispo de Petrópolis, Dom Gregório Paixão, afirmou por meio de um vídeo que esta notícia foi recebida “surpresa”. “Para nós, cristãos, essa decisão judicial nos causou uma profunda chaga, por ter sido proferida exatamente na semana sagrada do Natal ”, sublinhou. O Prelado ressaltou que, “desde o início da pandemia”, as igrejas seguem “todas as recomendações dos governos federal, estadual e municipal”. Recordou ainda que, em março publicou decreto “determinando o fechamento das igrejas e, meses depois, um outro, ordenando a prudente reabertura de nossos templos, que deveriam seguir rigorosamente os protocolos indicados pelos governantes”. Desse modo, indicou, as medidas de prevenção ao contágio por coronavírus foram adotadas em todas as paróquias. “Basta visitar nossas igrejas para, facilmente, ser constatado que fizemos o que nos foi prescrito: uso de máscara, uso de álcool em gel, distanciamento social e aferição de temperatura. Proibimos, portanto, todo tipo de aglomeração. Os prédios das igrejas são continuamente higienizados”, citou, acrescentando que “obedientes, fizemos de modo sensivelmente diverso do que podíamos ver em muitos outros locais”. Nesse contexto, o Bispo observou que houve diminuição da participação nas Missas dos fiéis, uma vez que se recomendou que permanecessem em casa pessoas “de grupo de risco, idosos, gestantes, gripados e todos que apresentassem sintomas análogos ao da Covid-19”. Além disso, o Bispo de Petrópolis recordou a atuação da Igreja Católica durante esses meses de pandemia, a serviço da população, sobretudo dos mais necessitados. “Fizemos parceria com a Prefeitura de Petrópolis e duas de nossas casas de retiro foram usadas para acolher moradores de rua, especialmente os idosos, e possíveis contaminados pelo coronavírus. Distribuímos mais de 14 mil cestas básicas nas seis cidades diocesanas, com ajuda dos fiéis e de empresários. Demos assistência religiosa e psicológica aos desanimados, entristecidos e doentes. Acompanhamos os mais de 8 mil alunos de nossos 29 colégios paroquiais que são gratuitos e conveniados com a Prefeitura de Petrópolis”, pontuou, ressaltando ainda que “nenhum dos nossos acolhidos nos sítios e fazendas de recuperação de dependentes químicos foi infectado”. Desse modo, assinalou, “trabalhamos com muito afinco no combate ao vírus”, tanto que os protocolos de segurança da Diocese “se tornaram referência para outros segmentos da sociedade” e a mesma foi convidada “para integrar conselhos constituídos para o enfrentamento dessa emergência sanitária”. Diante disse, Dom Gregório Paixão declarou que “injustiça, em linguagem simples e direta, é quando a gente não tem o direito de colher aquilo que plantamos” e “a omissão é sempre alimento para a injustiça”. “E é por causa disso que deixo aqui minha palavra de profunda indignação e de protesto. Lutaremos, pelas vias adequadas, pelos nossos direitos”, expressou, assinalando que “a atividade religiosa é reconhecida como atividade essencial pela legislação vigente e se enquadra como garantia constitucional do cidadão”. “Concluo com a palavra de Jesus, que, em João 18,23, disse para o soldado que o esbofeteava: ‘Se falei mal, mostra em que falei mal. Mas, se fiz o bem, por que me bates?’”, finalizou. Fonte: ACI Digital #CNBB #Coronavírus
- A IGREJA, O NATAL E A PERDA DA RETA RAZÃO – Stefano Fontana
[ Na Igreja, hoje, não há apenas a incerteza sobre questões doutrinais, mas também um uso cada vez menor da razão. A filosofia contemporânea, que levou a considerar-se o cristianismo e o Natal como meras superestruturas sociais, está se disseminando entre os próprios pastores]. Há um aspecto, na Igreja de hoje, bastante inquietador: não apenas a incerteza em torno a questões doutrinais — o que, certamente, não é coisa de pouca importância —, mas também o uso cada vez menor do uso da razão. A crise atual é uma crise de fé, mas, ao mesmo tempo, muitos homens da Igreja parecem competir entre si no desrespeito às regras da razão, e nem se interessam mais por levar os fiéis a conhecê-las. Isso parece evidente até nas pequenas coisas, que são sempre as mais indicativas das mudanças em curso. Aceitam-se disposições sanitárias ilógicas e sem sentido. Um bispo americano proíbe ilicitamente aos fiéis de receber a comunhão na boca, e o Vaticano o defende, mesmo sabendo muito bem o que diz a regra. Bispos concedem a possibilidade de confissões e absolvições coletivas, sem que haja necessidade. Um presépio absurdo é montado na Praça de São Pedro [ ilustração acima]. Bispos argentinos se dizem “emocionados” com a vitória de Biden (que é desastrosa para o futuro). Conferências episcopais inteiras defendem a ideologia da vacina e convidam à vacinação com o produto Pfizer, como um ato de amor ao próximo. Alguns bispos foram até mesmo fotografados com uma agulha espetada no antebraço. A Igreja está perdendo o uso da razão? No entanto, a razão foi a base da crítica ao próprio cristianismo. Basta ver como Georg Wilhelm Friedrich Hegel fala do Natal, em sua V ida de Jesus, de 1795: “A razão pura, que não tolera nenhum limite, é a própria divindade”. Cristo adquiriu mérito “para o aperfeiçoamento das máximas corrompidas dos homens, para o conhecimento da autêntica vida moral e da iluminada adoração a Deus. O lugar onde nasceu foi a aldeia de Belém, na Judéia; seus pais foram José e Maria, o primeiro dos quais fazia sua linhagem descender da estirpe de Davi… Nada se sabe sobre sua educação, exceto que ele logo m ostrou sinais de uma inteligência incomum e que se interessou por assuntos religiosos”. O Natal cristão é reduzido a conteúdos de razão, aos quais teriam sido superpostas histórias míticas, de modo que o resultado fosse um “produto teológico artificial”, como diria Bruno Bauer mais tarde. Na descrição que Hegel faz do Natal, adorar Jesus significa adorar as luzes da razão, visto que Ele não passaria de um homem, filho de José e Maria, de inteligência não comum e interessado em assuntos religiosos. Nada mais. O Natal, com seus contos de anjos e pastores, se restringe a veicular significados úteis para a vida dos homens. Também para Kant, no opúsculo A religião nos limites da razão, de 1793, o conteúdo da religião era apenas racional: uma série de bons princípios de uma moral meramente humana. Depois de Hegel, gradualmente, esse declive provocou posteriores efeitos no Natal. Para Strauss, que em 1835 escreveu, como Hegel, uma V ida de Jesus, o cristianismo é uma doutrina ética humanística de inspiração religiosa; o cristianismo se aperfeiçoa no humanismo e Homem-Deus é a Humanidade. Para Feuerbach, Deus nada mais é do que a essência humana “contemplada e venerada”, e, para Bakunin, Jesus nos convida a “desesperar filosoficamente do Céu para esperar historicamente da Terra”. Enfim, com Marx, a crítica torna-se “libertação total da religião”: se a religião é um conto mítico, uma fábula que se sobrepõe a um conteúdo humano, por que esse núcleo se circunda de uma carapaça que lhe é estranha? Compreendê-lo significa haver compreendido a origem da religião e, assim, descobrir o segredo para torná-la impossível. Marx tem em mira uma vida em que a religião se torne não essencial, porque sua base terrena não teria mais motivos para construir, sobre si mesma, um mundo diferente daquele terreno. A razão que critica o Cristianismo, nas formas que acabamos de ver, é uma razão ateísta, não mais naturalmente orientada para Deus, mas que já fez a escolha de não querer e de não poder dizer nada sobre Deus. A única coisa que está ao alcance desta razão é trazer à luz, sob o invólucro do mito, os fundamentos unicamente humanos e materiais do Natal. E, infelizmente, isso também está influenciando a Igreja. Segundo muitas homilias, nos dias que correm, parece que o Natal só serve para nos dar serenidade, segurança e conforto durante a pandemia; e para nos fazer tolerar melhor as restrições governamentais. Só bons princípios morais, portanto; um novo humanismo; um serviço à natureza humana universal. Por esse motivo, torna-se urgente ver no Natal um anúncio capaz de renovar também a razão, e não somente a fé. O Menino Jesus é o Salvador tanto da fé como da razão, porque a razão também precisa ser salva do ateísmo filosófico. É por isso que ficamos desapontados quando a hierarquia da Igreja não nos ensina mais a usar a razão. A crítica filosófica à religião é conduzida por uma razão ateísta, que o Natal do Menino Jesus deseja converter. Quem, em frente à Gruta de Belém, se converte pela fé, converte também a própria razão. h ttps://lanuovabq.it/it/a-natale-la-chiesa-sta-perdendo-la-retta-ragione
- Vaticano considera “moralmente aceitaveis” vacinas contra covid-19 com fetos abortados e
Uma nota da Congregação para a Doutrina da Fé, aprovada pelo Papa Francisco, dá sinal verde, nesta época de pandemia, às vacinas que estão sendo produzidas Vatican News É “moralmente aceitável o uso de vacinas anti-Covid-19 que tenham usado linhas celulares de fetos abortados no seu processo de pesquisa e produção”. No caso da atual pandemia, “podem ser usadas todas as vacinas reconhecidas como clinicamente seguras e eficazes com a consciência certa de que o uso de tais vacinas não significa cooperação formal com o aborto do qual derivam as células com as quais as vacinas foram produzidas”. São declarações da Congregação para a Doutrina da Fé em uma nota assinada pelo Prefeito, Cardeal Luis Ladaria, e pelo Secretário, Arcebispo Giacomo Morandi, explicitamente aprovada pelo Papa Francisco em 17 de dezembro passado. O documento da Congregação para a Doutrina da Fé, publicado no momento em que muitos países se preparam para implementar campanhas de vacinação, intervém de forma autorizada para esclarecer dúvidas e perguntas que surgiram a partir de declarações por vezes contraditórias sobre o assunto. A nota “sobre a moralidade do uso de certas vacinas anti-Covid 19” recorda três pronunciamentos anteriores sobre o mesmo tema: o da Pontifícia Academia para a Vida em 2005; a Instrução da Congregação para a Doutrina da Fé Dignitas Personae em 2008; e também uma outra nota da Pontifícia Academia para a Vida de 2017. A Congregação para a Doutrina da Fé não “pretende julgar a segurança e eficácia” das vacinas atuais contra a Covid-19, que é de responsabilidade de pesquisadores e indústrias farmacêuticas, mas se concentra no aspecto moral do uso das que foram desenvolvidas com linhas celulares de tecidos obtidos a partir de dois fetos que não foram abortados espontaneamente na década de 1960. A Instrução Dignitas Personae, aprovada por Bento XVI, especificava que “existem responsabilidades diferenciadas”, pois “nas empresas que utilizam linhas celulares de origem ilícita, a responsabilidade dos que decidem a direção da produção não é idêntica à daqueles que não têm poder de decisão”. E, portanto, argumenta a nota publicada hoje, retomando a Instrução de 2008, quando por várias razões não há disponibilidade de vacinas contra a Covid-19 “eticamente não objetáveis” é “moralmente aceitável” vacinar com as que usaram linhas celulares de fetos abortados. A razão do consentimento é que a cooperação ao mal do aborto, no caso daqueles que se vacinam, é “remota” e o dever moral de evitá-la “não é obrigatório” – argumenta a Congregação – se estamos na presença de “um perigo grave, como a propagação, de outra forma incontrolável, de um agente patógeno grave”, como o vírus que causa a Covid-19. Portanto, deve-se considerar, esclarece a Congregação da Doutrina da Fé, que “em tal caso pode-se usar todas as vacinas reconhecidas como clinicamente seguras e eficazes com a consciência certa de que o uso de tais vacinas não significa uma cooperação formal ao aborto do qual derivam as células a partir das quais as vacinas foram produzidas”. A Congregação esclarece que “o uso moralmente lícito desses tipos de vacinas, devido às condições particulares que o possibilitam, não pode, por si só, constituir uma legitimação, mesmo indireta, da prática do aborto, e pressupõe a oposição a essa prática por parte daqueles que a ela recorrem”. Também não deve nem mesmo implicar na aprovação moral do uso de linhas celulares provenientes de fetos abortados. De fato, na nota pede-se ainda às indústrias farmacêuticas e agências de saúde governamentais para “produzir, aprovar, distribuir e oferecer vacinas eticamente aceitáveis que não criem problemas de consciência”. Mas a Congregação da Fé, embora lembrando que “a vacinação não é, como regra, uma obrigação moral e que, portanto, deve ser voluntária”, também evidencia o dever de buscar o bem comum. Este bem comum, “na ausência de outros meios para deter ou mesmo prevenir a epidemia, pode recomendar a vacinação, especialmente para proteger os mais fracos e mais expostos”. Aqueles que por razões de consciência recusam vacinas produzidas com linhas celulares originárias de fetos abortados, devem no entanto “tomar medidas para evitar, por outros meios profiláticos e comportamentos apropriados, se tornarem veículos de transmissão do agente infeccioso”. De modo a evitar “qualquer risco à saúde” das pessoas mais vulneráveis. Por fim, a Congregação para a Doutrina da Fé define como “um imperativo moral” garantir que “vacinas eficazes e eticamente aceitáveis” sejam acessíveis “também nos países mais pobres e de forma não onerosa para eles”, pois a falta de acesso às vacinas “se tornaria outro motivo de discriminação e injustiça”. #Aborto #Coronavírus #papafrancisco #Vaticano
- Vaticano considera “moralmente aceitaveis” vacinas contra covid-19 com fetos abortados e
Uma nota da Congregação para a Doutrina da Fé, aprovada pelo Papa Francisco, dá sinal verde, nesta época de pandemia, às vacinas que estão sendo produzidas Vatican News É “moralmente aceitável o uso de vacinas anti-Covid-19 que tenham usado linhas celulares de fetos abortados no seu processo de pesquisa e produção”. No caso da atual pandemia, “podem ser usadas todas as vacinas reconhecidas como clinicamente seguras e eficazes com a consciência certa de que o uso de tais vacinas não significa cooperação formal com o aborto do qual derivam as células com as quais as vacinas foram produzidas”. São declarações da Congregação para a Doutrina da Fé em uma nota assinada pelo Prefeito, Cardeal Luis Ladaria, e pelo Secretário, Arcebispo Giacomo Morandi, explicitamente aprovada pelo Papa Francisco em 17 de dezembro passado. O documento da Congregação para a Doutrina da Fé, publicado no momento em que muitos países se preparam para implementar campanhas de vacinação, intervém de forma autorizada para esclarecer dúvidas e perguntas que surgiram a partir de declarações por vezes contraditórias sobre o assunto. A nota “sobre a moralidade do uso de certas vacinas anti-Covid 19” recorda três pronunciamentos anteriores sobre o mesmo tema: o da Pontifícia Academia para a Vida em 2005; a Instrução da Congregação para a Doutrina da Fé Dignitas Personae em 2008; e também uma outra nota da Pontifícia Academia para a Vida de 2017. A Congregação para a Doutrina da Fé não “pretende julgar a segurança e eficácia” das vacinas atuais contra a Covid-19, que é de responsabilidade de pesquisadores e indústrias farmacêuticas, mas se concentra no aspecto moral do uso das que foram desenvolvidas com linhas celulares de tecidos obtidos a partir de dois fetos que não foram abortados espontaneamente na década de 1960. A Instrução Dignitas Personae, aprovada por Bento XVI, especificava que “existem responsabilidades diferenciadas”, pois “nas empresas que utilizam linhas celulares de origem ilícita, a responsabilidade dos que decidem a direção da produção não é idêntica à daqueles que não têm poder de decisão”. E, portanto, argumenta a nota publicada hoje, retomando a Instrução de 2008, quando por várias razões não há disponibilidade de vacinas contra a Covid-19 “eticamente não objetáveis” é “moralmente aceitável” vacinar com as que usaram linhas celulares de fetos abortados. A razão do consentimento é que a cooperação ao mal do aborto, no caso daqueles que se vacinam, é “remota” e o dever moral de evitá-la “não é obrigatório” – argumenta a Congregação – se estamos na presença de “um perigo grave, como a propagação, de outra forma incontrolável, de um agente patógeno grave”, como o vírus que causa a Covid-19. Portanto, deve-se considerar, esclarece a Congregação da Doutrina da Fé, que “em tal caso pode-se usar todas as vacinas reconhecidas como clinicamente seguras e eficazes com a consciência certa de que o uso de tais vacinas não significa uma cooperação formal ao aborto do qual derivam as células a partir das quais as vacinas foram produzidas”. A Congregação esclarece que “o uso moralmente lícito desses tipos de vacinas, devido às condições particulares que o possibilitam, não pode, por si só, constituir uma legitimação, mesmo indireta, da prática do aborto, e pressupõe a oposição a essa prática por parte daqueles que a ela recorrem”. Também não deve nem mesmo implicar na aprovação moral do uso de linhas celulares provenientes de fetos abortados. De fato, na nota pede-se ainda às indústrias farmacêuticas e agências de saúde governamentais para “produzir, aprovar, distribuir e oferecer vacinas eticamente aceitáveis que não criem problemas de consciência”. Mas a Congregação da Fé, embora lembrando que “a vacinação não é, como regra, uma obrigação moral e que, portanto, deve ser voluntária”, também evidencia o dever de buscar o bem comum. Este bem comum, “na ausência de outros meios para deter ou mesmo prevenir a epidemia, pode recomendar a vacinação, especialmente para proteger os mais fracos e mais expostos”. Aqueles que por razões de consciência recusam vacinas produzidas com linhas celulares originárias de fetos abortados, devem no entanto “tomar medidas para evitar, por outros meios profiláticos e comportamentos apropriados, se tornarem veículos de transmissão do agente infeccioso”. De modo a evitar “qualquer risco à saúde” das pessoas mais vulneráveis. Por fim, a Congregação para a Doutrina da Fé define como “um imperativo moral” garantir que “vacinas eficazes e eticamente aceitáveis” sejam acessíveis “também nos países mais pobres e de forma não onerosa para eles”, pois a falta de acesso às vacinas “se tornaria outro motivo de discriminação e injustiça”. #Aborto #Coronavírus #papafrancisco #Vaticano
- A ÚLTIMA FRONTEIRA DO LOVE IS LOVE – Raffaella Frullone
[O que está acontecendo com uma civilização que já não se assusta mais diante de notícias sobre pessoas que se casam com árvores, edredons ou maletas? A jornalista Raffaella Frullone, a seguir, dá alguns exemplos dessa estranha forma de amor que, segundo o politicamente correto, deve ser respeitado. Respeito fundado “num equivocado sentido de liberdade, segundo o qual querer o bem do outro significa apoiar até mesmo suas escolhas mais sem sentido. Se não fosse trágico, certamente seria cômico”]. Sabe-se que love is love e tem um pouco de tudo. O amor é cego, diziam os românticos há algum tempo. Hoje, essa ideia passou a ser tomada exageradamente ao pé da letra. Nos últimos anos, o noticiário nos tem oferecido histórias que, generosamente, poderiam ser chamadas de bizarras, se tragédia e comédia não insistissem em se misturar nos assuntos humanos, ao ponto de nos deixar, na melhor das hipóteses, sem palavras. No assunto love is love , já tivemos de tudo. Por exemplo, a garota inglesa que “se casou” com uma árvore, no que foi imitada por várias mulheres no México. Também é inglesa a artista de 49 anos que se “casou” com seu edredom. A notícia foi divulgada pela BBC, que especificou — seguida de documentação fotográfica — que 120 convidados estiveram presentes na “cerimónia”. Depois, houve Lee Jin Gyu, de nacionalidade coreana, que “se apaixonou por um travesseiro”, decidiu dar-lhe um nome de Dakimakura e com ele se casou. Na Itália, não deixamos por menos. Temos até a “esposa solteira”, Laura Mesi, professora de ginástica de Brianza que, há alguns anos, decidiu se casar consigo mesma, também com direito a uma cerimônia, festa, convidados e fórmula de compromisso: «Eu, Laura, prometo ser sempre fiel a mim mesma, na alegria e na dor, na saúde e na doença, e me amar e me honrar todos os dias da minha vida». Portanto, não fiquemos assustados com a notícia veiculada por Mirror , há poucos dias: “Uma mulher de 24 anos, sexualmente atraída por objetos, casa-se com sua maleta, à qual chama de amor de sua vida”. Segundo o artigo, a mulher em questão, Rain Gordon, 24, moscovita, teria “conhecido seu marido” em 2015, em uma loja de ferramentas. Segundo Mirror , a moça, professora de escola maternal, teria declarado: «Durante a minha infância e início da adolescência, apaixonei-me também por lugares, como o novo centro comercial que abriu em minha cidade. Eu sabia que era errado e fora das normas sociais. Por isso, não contei a ninguém.” Depois, anos mais tarde, veio o amor à primeira vista pela maleta, marca Gideon. “Nossa conexão e comunicação espiritual se manifesta telepaticamente. Eu a ouço, ela me ouve, embora de fora pareça um monólogo”. De acordo com o jornal britânico, o “casamento” ocorreu em junho passado: “Rain está agora compartilhando sua história para ajudar a aumentar a consciência a respeito de objetos sexuais e eliminar as ideias equivocadas e os estigmas que rondam esse tipo de orientação sexual”. [https://www.iltimone.org/news-timone/mio-sposo-valigia-lultima-frontiera-del-love-is-love/] «Il mio sposo è una valigia!», l’ultima frontiera del love is love
- IGREJAS SAUDÁVEIS REPRESENTAM O VERDADEIRO CONCEITO DE DIVERSIDADE
A palavra “diversidade” se tornou praticamente um mantra repetido de forma exaustiva pela mídia, por empresas e pelas universidades. Todos estes querem ser politicamente corretos e propagar esse conceito “atual” e “descolado” para os dias de hoje. Mas numa sociedade relativista, esse é apenas mais um conceito vazio e sem fundamento algum. Reflita comigo. Se a diversidade é possuir uma pluralidade de realidades distintas, juntas e em boa comunhão, só há um único lugar onde isso é feito de modo pleno: nas igrejas de Cristo. A igreja é frequentemente acusada por progressistas e ateus em geral por ser preconceituosa e intolerante. Sabemos que tem muita coisa para ser melhorada, mas é somente nas igrejas onde o evangelho da graça de Cristo é pregado que pode haver um verdadeiro arrependimento dos pecados e a verdadeira manifestação da diversidade. Na relação de membros e frequentadores de uma Igreja, há negros e brancos, ricos e pobres, pós-doutores e semianalfabetos, patrão e empregado, introvertidos e extrovertidos, etc. Todos eles unidos, lado a lado, elevando seus corações ao mesmo Deus em oração e adoração, tendo comunhão um com o outro, como membros de um só corpo: o corpo de Cristo. (1 Co 12:13-28) É sobre isso que o apóstolo Paulo diz a Filemon, quando Onésimo, seu servo, foge. Para que o recebe-se “como irmão amado”. (Fm 1:16) De fato, esse foi um dos motivos que levou a escravidão no império romano começar a cair. Naquela época, senhor e servo sentavam lado a lado para adorar a Deus, ouvindo a mensagem do evangelho sobre o amor, a justiça e o juízo. Era apenas questão de tempo para que a “revolução” fosse operada. Uma revolução não de armas, mas do coração. Se não fosse a comunhão da Igreja, o abismo social seria latente e a diversidade nunca aconteceria. Um dono de empresa dificilmente frequentaria o mesmo lugar que um faxineiro ou um gari, tampouco olhariam um para o outro de igual para igual. Assim como o apóstolo Paulo nos lembra: “Deus colocou todos Deus colocou todos sob a desobediência, para exercer misericórdia para com todos. (Rm 11:32). Estamos todos no mesmo nível: carentes do amor, perdão e misericórdia do Senhor! É claro que é mais fácil haver ódio e ressentimento entre grupos diferentes, do que comunhão e unidade. Não é por acaso que as ideologias fomentam lutas, seja entre classes, gêneros ou etnias, e a verdadeira diversidade fomenta união e harmonia. Mas isto só acontece de modo pleno na Igreja de Cristo, o único lugar onde a diversidade acontece por amor; não a uma ideologia, mas a uma pessoa: Jesus Cristo, nosso Senhor! “Não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo Jesus.” (Gl 3:28) Ramon Serrano #cristianismo #diversidade #igreja #pluralidade
- Racismo Estrutural
Uma definição comum para a palavra racismo é: “Preconceito e/ou discriminação direcionados a quem possui uma raça ou etnia diferente.” O racismo é um pecado, disso não há dúvida. Mas a pergunta que ecoa em nossa mente é: por que o preconceito existe e por que isso é algo ruim? Numa sociedade relativista, onde os valores morais são mutáveis segundo o “espírito da época”, a discriminação não possui fundamento para ser considerada um mal em si. Ela apenas passa a ser condenada ou aceita de acordo com a variação dos tempos. O tão ecoado “racismo estrutural”, seria, por sua própria definição, um preconceito entranhado nas próprias estruturas da sociedade. Mas isso é óbvio, pois com a secularização da sociedade, suas esferas também acompanham essa identidade relativista. E quem defende este tipo de secularização e o abandono de padrões morais são os próprios progressistas! Os mesmos que se dizem combatentes do “racismo estrutural”. Irônico, não? Eles ajudaram a formar a estrutura, e não apenas isso, a dominaram por dentro; por meio das universidades que antes eram o berço dos debates de ideias, mas agora tornou-se de uma ideia só. O engraçado é que de lá que saem os jornalistas, advogados, juízes, políticos, etc. Os progressistas dominaram as estruturas, as remodelaram, derrubaram os valores sólidos que as colocavam de pé, e agora dizem que a estrutura está podre. Para eles a tradição é retrocesso, involução e opressão. Diante deste cenário, as palavras do filósofo holandês, Herman Dooyeweerd, se fazem necessárias: “uma cultura não pode existir sem a tradição.” […] Pois “ o que aconteceria se a cada nova geração decidisse apagar o passado e construir tudo do zero? O mundo se tornaria um deserto, um caos.” Portanto, toda sociedade possui uma “mola mestra”, uma força motriz espiritual que direciona o seu desenvolvimento. E quando essa “mola” não é a Palavra de Deus, que ensina que fomos criados a imagem e semelhança de Deus, e que apesar das diferenças biológicas, somos igualmente dignos diante do Criador? E que apesar de pecadores, fomos salvos pela graça derramada, sem distinção de raça, cor, sexo ou classe social? o que nos resta? NADA! O sangue de Cristo foi derramado por pecadores, e o pecado não escolhe cor. O racismo só nasce sobre estruturas podres, mas há somente um lugar que é imperecível, incorruptível, onde mal nenhum habita: o Reino do Senhor! Ramon Serrano
- O PAPEL DA MULHER NA EVANGELIZAÇÃO
As mulheres tiveram um papel ativo e fundamental na conversão dos primeiros reinos cristãos da Europa. A historiadora Regine Pernoud afirma: “ É extraordinário verificar o papel ativo que as mulheres tiveram no domínio da evangelização, numa época em que o Ocidente hesitava entre o paganismo, arianismo e a fé cristã.” Como por exemplo a rainha Clotilde (545 d.C), que teve papel essencial na conversão de Clóvis, reis dos francos, tornando a Gália (futura França) no primeiro reino cristão da história, facilitando assim a penetração do evangelho por toda Europa. Ou então Teodolinda que no século VI era casada com o ariano Agilulfo, tendo o levado ao batismo e criado todos seus filhos na fé cristã, sendo muito importante para a fé no Norte da Itália. Na Espanha, temos Teodósia (753 d.C) que leva o evangelho ao duque de Toledo. Na Inglaterra, Berta faz com que o seu marido, o rei Etelberto, conheça o evangelho e seja batizado. Essas mulheres, assim como muitas outras, foram semeadoras do evangelho em seus lares, ajudando a transformar a história da Igreja. No mundo antigo, o cristianismo era a única religião que atribuía valor a elas. A Escritura nos ensina que as mulheres, assim como os homens, são criadas à imagem e semelhança de Deus e tem a mesma dignidade perante o Criador. O evangelho foi a força transformadora de toda cultura ocidental, libertando a mulher de uma condição inferior, e restaurando a dignidade de ter sido criada à imagem e semelhança de Deus e por quem esse mesmo Deus enviou seu Filho como sacrifício pelo pecado. As mulheres enfrentaram dificuldades e injustiças através da história? Claro! E por que ficariam livres? Nesse mundo de pecado ninguém foi poupado. A história nos prova que o sofrimento não é exclusivo de uma classe social, sexo ou etnia, pois “todos pecaram” (Rm 3:9). Não foi necessário nenhum movimento ideológico para libertar a mulher, bastou o Evangelho de Cristo. O evangelho é nossa única esperança concreta de redenção nesse mundo caído! Fonte: Regine Pernoud, A mulher no tempo das catedrais Mais indicações sobre o assunto: Regine Pernoud — Luz Sobre a Idade Média Ricardo da Costa — Ensaios da História Medieval Henri Daniel-Rops — História da Igreja de Cristo — Vol. 02 — A Igreja dos tempos bárbaros WRITTEN BY Ramon Serrano #cultura #história #mulher
- O NÓ QUE VAI APERTANDO A NOSSA LIBERDADE DE EXPRESSÃO – Michel Janva
[O texto a seguir trata das restrições à liberdade de expressão que ocorrem na França, mas se encaixa como luva para o Brasil, a Argentina, os Estados Unidos, a Itália, a Espanha, a Inglaterra, a Alemanha etc. É um filme que pode ser visto por todo o Ocidente, e não só; um grande concerto internacional, regido pelo mesmo maestro, que parece usar a Covid para acelerar a revolução globalista]. Anne-Sophie Chazaud acaba de publicar Liberté d’inexpression. Nouvelles formes de la censure contemporaine [Liberdade de inexpressão. Novas formas da censura contemporânea]. Ela desmonta a dominação geral das ferramentas de censura, agora que a liberdade de expressão vê seu campo reduzir-se a uma velocidade surpreendente: livros são rasgados em público, surgem petições para exigir a demissão de jornalistas, universidades vetam a entrada de certos intelectuais para debates, votam-se leis para coibir pretensas fake news … Poucas décadas depois da “proibição de proibição”, que caracterizou a Revolução de Maio de 68, a liberdade de expressão tornou-se alvo de atentados realmente preocupantes, na França. Anne-Sophie Chazaud mostra que esse enfraquecimento [da liberdade de expressão] se deve a muitos fatores que, na maioria das vezes, longe de se oporem, se complementam. Liberalização e privatização do mercado da censura, catecismo politicamente correto que vai se tornando dominante, pudicícia pós-moderna fundada no paradigma anglo-saxão da “ofensa” vitimária, pressão islâmica à necessidade terrorista, intolerância dos dogmas neo-progressistas, visão enrijecida da História, grupos de pressão identitários ou sexuais etc. A autora de Liberté d’inexpression, nouvelles formes de la censure contemporaine , assim decifra a genealogia da censura: “Nesse caso, parece que três fenômenos principais se combinaram para formar uma formidável máquina infernal. A especificidade francesa está carregada, antes de tudo, por uma relação voluntariamente liberticida com a expressão, e isto por razões ideológicas, que encontram sua base histórica e sua legitimação tutelar na célebre fórmula revolucionária de Saint-Just: “Liberdade nenhuma aos inimigos de liberdade.” Assiste-se, por outro lado, a uma indiscutível privatização da censura, uma espécie de externalização da inquisição operada pelo Estado, que a entrega aos cuidados das novas ligas da virtude e da ação militante. Enfim, o contexto atual leva a uma instrumentalização da justiça para os fins da jihad judicial, sobre um fundo de ativismo islâmico. Esses vários fatores, quando associados, pesam muito e provocam um clima tenso, particularmente prejudicial a quem ainda tem em alta conta a liberdade”. Anne-Sophie Chazaud oferece, nessa obra, um desmonte filosófico e jurídico das ferramentas dessa dominação. L’étau se resserre autour de notre liberté de parole
- O MISTÉRIO MANTIDO EM SEGREDO DESDE ANTES DA FUNDAÇÃO DO MUNDO – Scott Hahn medita sobre o 4º Doming
O que é anunciado a Maria, no Evangelho de hoje, é a revelação de tudo o que os profetas já tinham dito. Como Paulo declara na Epístola de hoje, é o mistério mantido em segredo desde antes da fundação do mundo (ver Efésios 1: 9; 3: 3-9). Maria é a virgem que, segundo a profecia, daria à luz um filho da casa de Davi (ver Isaías 7: 13-14). E quase todas as palavras que o anjo disse a ela, no Evangelho de hoje, evoca e ecoa a longa história da salvação registrada na Bíblia. Maria é saudada como a “filha de Jerusalém”, chamada a regozijar-se com o fato de seu rei, o Senhor Deus, ter vindo para o meio de seu povo como um poderoso salvador (ver Sofonias 3: 14-17). Aquele a quem Maria deve gerar será Filho do Altíssimo – um antigo título divino usado, pela primeira vez, para descrever o Deus do rei-sacerdote Melquisedeque, que trouxe pão e vinho para abençoar Abraão no alvorecer da história da salvação (ver Gênesis 14: 18-19). [O Filho de Maria] vai cumprir a aliança que Deus faz com Seu eleito Davi, na Primeira Leitura de hoje. Conforme cantamos no Salmo de hoje, Ele reinará para sempre como o mais poderoso dos reis da terra e chamará Deus de Seu Pai. Como Daniel viu o Altíssimo conceder poder eterno ao Filho do Homem (ver Daniel 4:14; 7:14), Seu reino não terá fim. Ele governará a casa de Jacó – o título que Deus usou ao fazer Sua aliança com Israel no Sinai (ver Êxodo 19: 3), e novamente usado na promessa de que todas as nações adorariam o Deus de Jacó (ver Isaías 2: 1-5). Jesus foi dado a conhecer, Paulo diz hoje, para trazer todas as nações à obediência da fé. Somos chamados com Maria, hoje, para nos maravilharmos com tudo o que o Senhor tem feito, através dos tempos, para a nossa salvação. E nós também devemos responder a este anúncio com humilde obediência: que a Sua vontade seja feita, que nossas vidas sejam vividas de acordo com a Sua palavra. https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/the-mystery-kept-secret-scott-hahn-reflects-on-the-fourth-sunday-of-advent/
- A CORRUPÇÃO DA LIBERDADE – Padre Santiago Martín
Deus criou o homem à sua imagem e semelhança. Criou-o como um animal, do gênero homo e da espécie sapiens , mas distinguiu-se de todas as outras criaturas por ter uma alma, que é precisamente o que o torna semelhante a Deus. A alma, como Santo Agostinho nos ensinou, tem três faculdades: memória, inteligência e vontade. Com eles governa a pessoa inteira, pois corpo e alma formam uma unidade, para que o precioso dom da liberdade seja exercido corretamente e não se torne uma licenciosidade. O libertinismo é a corrupção da liberdade; ou, por outras palavras, o pecado é o mau uso do dom da liberdade pelo homem. Deus fez-nos livres e, de acordo com esse dom divino, podemos escolher fazer o bem ou fazer o mal, mas quando escolhemos fazer o mal não só prejudicamos Deus e o nosso próximo, mas também reduzimos a nossa capacidade de escolher livremente na próxima decisão que tomarmos. O pecado torna-nos cada vez menos livres, cada vez mais escravizados às nossas paixões, cada vez menos capazes de escolher livremente, como mostram as dependências. A eutanásia foi aprovada na Espanha, e foi aprovada em nome da liberdade. Devemos ser livres mesmo para matar ou para morrer. Nada é mais importante do que a liberdade. É exatamente o mesmo argumento que é usado para justificar o aborto: “o meu corpo está em mim”, dizem os abortadores, “e eu faço com ele o que quero”, sabendo que ao fazerem um aborto estão matando alguém que está dentro deles como hóspede, mas que não faz parte do seu corpo, como se o dono do hotel pudesse matar os seus hóspedes. Mas este uso corrupto da liberdade não gera vida, mas morte. Os seus apoiantes só sabem matar e as suas propostas são reduzidas a matar aquele que está incomodando, seja o bebé por nascer ou o velho e doente. E o mesmo acontece com os vícios, este uso da liberdade contrário à sua natureza, que está sujeitando cada vez mais o homem às suas paixões, tornando-o cada vez menos livre. O álcool exige mais álcool, a pornografia exige mais pornografia, a violência exige mais violência, numa espiral autodestrutiva que transforma o homem num escravo dos seus instintos e o deixa sem a liberdade de dizer “não” ao que o seu corpo lhe pede. Este é o mundo desumano e diabólico que os ateus secularistas estão construindo. É o mundo da cultura da morte. É o mundo onde todos os excessos são justificados em nome da liberdade e onde a própria liberdade acaba por ser destruída. Portanto, o que não compreendo é que haja católicos — não digo pagãos batizados, mas católicos praticantes — que votam em partidos políticos que promovem o aborto e a eutanásia. Os católicos são uma minoria que já não tem relevância suficiente para impedir a aprovação de leis iníquas, mas devemos ser uma minoria coerente e unida. Desejo que todos os católicos, que colaboram com o seu voto para aprovar leis assassinas, se tornem ou deixem de ser católicos. Nós não matamos os nossos filhos no ventre da mãe, nem matamos os nossos velhos ou doentes, mas nos preocupamos com eles. Aqueles que os querem matar, ou apoiam com o seu voto que sejam mortos, estão sobrando na Igreja. Por favor, converta-se ou saia. São lobos vestidos com roupas de ovelha, colaboradores do diabo que fingem ter uma fé que não têm, responsáveis pela morte de pessoas inocentes, cujo sangue clama por justiça perante Deus. Com o aborto e a eutanásia, a cultura da morte ganhou e, em consequência, acabou com a liberdade. E os principais responsáveis por tudo isto são os católicos que, com o seu voto, apoiaram aqueles que legalizaram estas leis iníquas e cruéis. Puseram o seu partido político perante Deus e tornaram-se cúmplices do massacre dos inocentes. Que Deus os perdoe.
- São Francisco e o primeiro presépio de Natal
Como surgiu o piedoso costume de montar presépios por ocasião do Natal? A história do primeiro presépio começou no ano de 1223. A neve cobria com seu alvo manto a pequenina cidade de Greccio, no centro-sul da Itália. Ademais, os sinos repicavam festivamente, anunciando a noite de Natal. Com efeito, todos os habitantes, camponeses em sua maioria, encontravam-se reunidos em torno de São Francisco de Assis, que procurava explicar- lhes o mistério do nascimento do Menino-Deus. Eles ouviam com respeito, mas… não davam mostras de terem realmente compreendido. O que fazer então? São Francisco todavia procurou um modo mais didático de explicar aos iletrados aldeões a história do Natal. Mandou trazerem-lhe uma imagem do Menino Jesus, uma manjedoura, palhas, um boi e um burro. Os campônios entreolharam-se, surpresos, mas providenciaram tudo sem demora. Desse forma, em pouco tempo, o Santo compôs a cena: no centro, a manjedoura com as palhas; no fundo, os dois pacíficos animais. Faltava apenas a imagem do Menino Jesus. Com grande devoção, São Francisco tomou- a nos braços, para depositá-la na manjedoura. Dá-se então um grande prodígio! Ante os olhos maravilhados de todos, a imagem toma vida e o Menino sorri para São Francisco. Este abraça ternamente o Divino Infante e O deita sobre as palhas da manjedoura, enquanto todos se ajoelham em atitude de enlevada adoração. O Menino-Deus sorri uma vez mais e abençoa aqueles camponeses ali prostrados a seus pés. Poucos instantes depois, havia sobre as palhas uma simples imagem inanimada… Mas na alma de todos permaneceu a recordação viva do Menino Jesus. Ele lhes havia sorrido! O presépio e a graça do Santo Natal A partir de então, o povo de Greccio montava todos os anos o “presépio de São Francisco”, na cândida esperança de que o milagre se renovasse. Não foram iludidos em sua esperança. Embora a imagem não mais tomasse vida, a Virgem Maria lhes falava especialmente à alma nessas ocasiões, com graças sensíveis. Que graças? As graças próprias à Liturgia do Natal. Só para os aldeões de Greccio? Não! Em todos os presépios do mundo está presente o Menino Jesus — com Maria, sua Mãe, e São José — à espera apenas de que nos acerquemos para, também nós, recebermos um sorriso e uma bênção. É justamente por este motivo que se espalhou por todo o universo católico o costume de montar presépios por ocasião do Natal. Faça, leitor, como os habitantes de Greccio. Ajoelhe-se piedosamente diante do Menino Jesus no presépio e, por intercessão da Virgem Maria, peça para si e para todos os seus entes queridos esse sorriso que comunica felicidade, essa bênção que transmite paz. (Revista Arautos do Evangelho, Dez/2003, n. 24, p. 50-51)
- São Francisco e o primeiro presépio de Natal
Como surgiu o piedoso costume de montar presépios por ocasião do Natal? A história do primeiro presépio começou no ano de 1223. A neve cobria com seu alvo manto a pequenina cidade de Greccio, no centro-sul da Itália. Ademais, os sinos repicavam festivamente, anunciando a noite de Natal. Com efeito, todos os habitantes, camponeses em sua maioria, encontravam-se reunidos em torno de São Francisco de Assis, que procurava explicar- lhes o mistério do nascimento do Menino-Deus. Eles ouviam com respeito, mas… não davam mostras de terem realmente compreendido. O que fazer então? São Francisco todavia procurou um modo mais didático de explicar aos iletrados aldeões a história do Natal. Mandou trazerem-lhe uma imagem do Menino Jesus, uma manjedoura, palhas, um boi e um burro. Os campônios entreolharam-se, surpresos, mas providenciaram tudo sem demora. Desse forma, em pouco tempo, o Santo compôs a cena: no centro, a manjedoura com as palhas; no fundo, os dois pacíficos animais. Faltava apenas a imagem do Menino Jesus. Com grande devoção, São Francisco tomou- a nos braços, para depositá-la na manjedoura. Dá-se então um grande prodígio! Ante os olhos maravilhados de todos, a imagem toma vida e o Menino sorri para São Francisco. Este abraça ternamente o Divino Infante e O deita sobre as palhas da manjedoura, enquanto todos se ajoelham em atitude de enlevada adoração. O Menino-Deus sorri uma vez mais e abençoa aqueles camponeses ali prostrados a seus pés. Poucos instantes depois, havia sobre as palhas uma simples imagem inanimada… Mas na alma de todos permaneceu a recordação viva do Menino Jesus. Ele lhes havia sorrido! O presépio e a graça do Santo Natal A partir de então, o povo de Greccio montava todos os anos o “presépio de São Francisco”, na cândida esperança de que o milagre se renovasse. Não foram iludidos em sua esperança. Embora a imagem não mais tomasse vida, a Virgem Maria lhes falava especialmente à alma nessas ocasiões, com graças sensíveis. Que graças? As graças próprias à Liturgia do Natal. Só para os aldeões de Greccio? Não! Em todos os presépios do mundo está presente o Menino Jesus — com Maria, sua Mãe, e São José — à espera apenas de que nos acerquemos para, também nós, recebermos um sorriso e uma bênção. É justamente por este motivo que se espalhou por todo o universo católico o costume de montar presépios por ocasião do Natal. Faça, leitor, como os habitantes de Greccio. Ajoelhe-se piedosamente diante do Menino Jesus no presépio e, por intercessão da Virgem Maria, peça para si e para todos os seus entes queridos esse sorriso que comunica felicidade, essa bênção que transmite paz. (Revista Arautos do Evangelho, Dez/2003, n. 24, p. 50-51)
- Mais uma vez Porta dos Fundos usa da “arte” para profanar Jesus Cristo
A pretexto de se fazer humor, porta dos fundos e outros humoristas faltam o respeito e se ofende de maneira grosseira a fé de 170 milhões de brasileiros. No embalo das agressões a Fé Cristã o grupo “Porta dos Fundos”, em plena celebração do Natal de Jesus Cristo, zomba, ridiculariza e escarnece de modo vexatório a Sagrada Família (Jesus, Maria e José) e ultraja especialmente a pessoa de Jesus e de Deus Pai. A Primeira Tentação de Cristo mostra uma festa surpresa que José e Maria prepararam para seu filho Jesus (Gregório Duvivier), que chega acompanhado de um suposto “namorado” Orlando (Fábio Porchat). Na celebração de 30 anos de Jesus Cristo, com todo tipo de convidados, dos Três Reis Magos até uma prostituta chamada Telma. Mas, o convidado mais especial da festa, além do próprio aniversariante, é próprio Deus. Assista este vídeo: NETFLIX Não é de hoje que a empresa NETFLIX ofende a fé de milhões de católicos. A empresa que fez sucesso um estrondoso com a proposta de levar filmes e séries sob demanda, conseguiu conquistar muita gente apresentando filmes e séries de grande sucesso em seu portfólio. O problema começou quando a empresa de streaming começou a produzir seus próprios filmes e séries, que foram alvo de crítica de grande parte dos assinantes. Além de não manter a mesma qualidade das grandes produções, ainda promovem pautas que vão de encontro a valores de muitos de seus clientes, principalmente os que possuem fé cristã. Com teor altamente erótico, as produções da Netflix ajudam a promover temas que vão desde o Aborto, Feminismo, Ideologia de Gênero, até mesmo ofensas diretas contra a Fé Cristã e Satanismo. No ano passado uma outra produção dos Portas dos Fundos com ofensas e ataques diretos à Fé Cristã foi promovida pela Netflix. O que eles chamam de “especial de natal”, Se beber, não ceie chegou até a vencer o Emmy Internacional na categoria “Melhor Comédia”, o que demonstra que ataques a fé serão cada vez mais estimulados e financiados pelos grandes órgãos de comunicação mundial. Recentemente a Netflix demonstrou seu caráter de maneira mais clara e objetiva, unindo-se a outras grandes produtoras contra o governo de alguns estados dos Estados Unidos que criaram leis contra o aborto, ameaçando retirar seus estúdios dos estados que dificultarem o Aborto, o que acarretaria na perda do emprego de milhares de pessoas. Já passou do tempo dos cristãos boicotarem esta empresa que investe contra os valores e até mesmo contra sua própria Fé.
- Mais uma vez Porta dos Fundos usa da “arte” para profanar Jesus Cristo
A pretexto de se fazer humor, porta dos fundos e outros humoristas faltam o respeito e se ofende de maneira grosseira a fé de 170 milhões de brasileiros. No embalo das agressões a Fé Cristã o grupo “Porta dos Fundos”, em plena celebração do Natal de Jesus Cristo, zomba, ridiculariza e escarnece de modo vexatório a Sagrada Família (Jesus, Maria e José) e ultraja especialmente a pessoa de Jesus e de Deus Pai. A Primeira Tentação de Cristo mostra uma festa surpresa que José e Maria prepararam para seu filho Jesus (Gregório Duvivier), que chega acompanhado de um suposto “namorado” Orlando (Fábio Porchat). Na celebração de 30 anos de Jesus Cristo, com todo tipo de convidados, dos Três Reis Magos até uma prostituta chamada Telma. Mas, o convidado mais especial da festa, além do próprio aniversariante, é próprio Deus. Assista este vídeo: NETFLIX Não é de hoje que a empresa NETFLIX ofende a fé de milhões de católicos. A empresa que fez sucesso um estrondoso com a proposta de levar filmes e séries sob demanda, conseguiu conquistar muita gente apresentando filmes e séries de grande sucesso em seu portfólio. O problema começou quando a empresa de streaming começou a produzir seus próprios filmes e séries, que foram alvo de crítica de grande parte dos assinantes. Além de não manter a mesma qualidade das grandes produções, ainda promovem pautas que vão de encontro a valores de muitos de seus clientes, principalmente os que possuem fé cristã. Com teor altamente erótico, as produções da Netflix ajudam a promover temas que vão desde o Aborto, Feminismo, Ideologia de Gênero, até mesmo ofensas diretas contra a Fé Cristã e Satanismo. No ano passado uma outra produção dos Portas dos Fundos com ofensas e ataques diretos à Fé Cristã foi promovida pela Netflix. O que eles chamam de “especial de natal”, Se beber, não ceie chegou até a vencer o Emmy Internacional na categoria “Melhor Comédia”, o que demonstra que ataques a fé serão cada vez mais estimulados e financiados pelos grandes órgãos de comunicação mundial. Recentemente a Netflix demonstrou seu caráter de maneira mais clara e objetiva, unindo-se a outras grandes produtoras contra o governo de alguns estados dos Estados Unidos que criaram leis contra o aborto, ameaçando retirar seus estúdios dos estados que dificultarem o Aborto, o que acarretaria na perda do emprego de milhares de pessoas. Já passou do tempo dos cristãos boicotarem esta empresa que investe contra os valores e até mesmo contra sua própria Fé.
- NATAL EM TEMPOS DE PANDEMIA
Enfim, mais um Natal em nossas vidas, desta vez em circunstâncias bastante atípicas, com as pessoas vivendo na defensiva, temerosas de um vírus mais agressivo que o habitual, que as deixam ridiculamente escondidas por trás de máscaras de duvidoso poder protetor, angustiadamente esperando por uma vacina mágica que lhes restitua a liberdade perdida. Mas é Natal. Mais uma vez, alguns cristãos se reunirão (apesar das restrições de culto nas igrejas) para comemorar o acontecimento mais importante da história humana: o nascimento do Deus que, por excesso de amor, se fez homem. Só um amor além de toda a medida poderia der causa de tão misteriosa doação, de tão misteriosa humilhação. Para mostrar como foi grande a humildade de Deus ao encarnar-se num corpo humano — um corpo de homem pobre, de família simples, nascido num estábulo —, um padre certa vez mencionou, em homilia, o famoso conto do escritor judeu-tcheco Franz Kafka, “A metamorfose”. Em síntese, “A metamorfose” conta a história de Gregor Samsa, que amanhece subitamente transformado em grande inseto. E o padre perguntava aos seus fiéis: “Como reagiria a alma de cada um de vocês, se de repente acordasse dentro do corpo de um inseto? De maneira muito pouco tranquila e confortável, eu imagino.” Contudo, a transformação em inseto do pobre Gregor não consegue, nem de longe, sugerir o tamanho da humilhação do Deus infinito e todo-poderoso transmudado em ser humano, o Criador sujeito ao frágil corpo humano da criatura Jesus, com todas as limitações e problemas que oferece um corpo humano (“esse bicho da terra tão pequeno”, como dizia Camões em “Os Lusíadas”). Para quem crê no que ensina o cristianismo, ou seja, que Deus veio ser um de nós e nasceu como nós, o Natal é o grande aniversário desse fato incomum: na verdade, o mais incomum de todos os fatos. * Ocorre, porém, que esse sentido comemorativo e a dimensão religiosa do Natal praticamente se perderam: mais que qualquer outra coisa, 25 de dezembro significa, hoje, apenas o ponto de partida das festividades de fim de ano, que serão coroadas, na última noite do mês, com o “réveillon” (do verbo francês “réveiller”, despertar). É a grande festa neopagã do recomeço de tudo, da retomada de um novo ciclo de tempo, que tem início na já tradicional troca de presentes natalinos e finaliza com o quase carnaval em que se transformou a velha ceia da virada de ano. Obviamente, tudo isso é benéfico para a economia de mercado, que agradece o aumento das atividades industriais, comerciais, turísticas etc. É época de sair de férias, repor as energias (físicas e psíquicas) gastas no ano que termina, recarregando as baterias para o desafio do próximo ciclo de tempo que se anuncia. É desejável que o mercado vá bem. É bom que as pessoas festejem, passeiem, descansem, recomponham-se para o novo ano que virá. Nada disso, em si, é negativo e problemático. O problema começa, realmente, quando se perde o sentido sobrenatural da vida e as festas de fim de ano se despojam completamente do significado cristão que sempre as caracterizaram. Sem a perspectiva da eternidade, as festas, os passeios e as férias se revestem de uma tentativa desesperada de ocultar a verdade de nossa finitude, a transitoriedade de nossa vida terrena, duas coisas que o coronavírus deixou vem evidentes. Infelizmente, o Natal — aniversário de nascimento do Deus feito carne — é um mistério cuja grandeza o homem de hoje compreende cada vez menos.
- Cardeal Sarah aumenta limite de missas diárias para o Natal, Ano Novo e Epifania
Para facilitar a participação dos fiéis, um decreto da Congregação do Culto Divino concede uma exceção ao número máximo de missas diárias para os dias de Natal, 1º de janeiro e Epifania. Isso garantirá melhor que as medidas de saúde necessárias sejam tomadas para evitar o contágio pelo coronavírus Covid-19. Mais missas para facilitar a participação dos fiéis. Isso acaba de ser autorizado pela Igreja por meio de um decreto publicado nesta quarta-feira, 16 de dezembro, no site da Congregação para o Culto Divino. O texto é assinado pelo prefeito, cardeal Robert Sarah e pelo secretário, arcebispo Arthur Roche. “Em vista da situação causada pela propagação mundial da pandemia”, diz o texto latino da disposição: “em virtude dos poderes atribuídos a esta Congregação pelo Santo Padre Francisco, de boa vontade concedemos ao Ordinário local – a causa do persistente contágio geral com o chamado Covid-19 – que permite este ano, na época do Natal, celebrar quatro missas »no dia de Natal (25 de dezembro), dia de Maria Santíssima Mãe de Deus (1 de janeiro) e no dia da Epifania (6 de janeiro), “aos sacerdotes que residam nas suas dioceses, sempre que o considerem necessário para o bem dos fiéis. .. » De acordo com o Código de Direito Canônico, em caso de falta de sacerdotes, o Bispo “pode conceder aos sacerdotes, por justa causa, que celebrem duas vezes ao dia e também, se a necessidade pastoral o exigir, três vezes aos domingos e dias de preceito”. Três celebrações por dia é o máximo . Agora, com este decreto, e somente por ocasião dessas festas especiais em tempos de pandemia , é acrescentada a possibilidade de celebrar uma quarta missa de Natal, a primeira do ano (festa de Maria Santíssima Mãe de Deus) e a Epifania. a fim de multiplicar as possibilidades de participação dos fiéis, sempre respeitando as normas em vigor para impedir a propagação do vírus.
- Cardeal Sarah aumenta limite de missas diárias para o Natal, Ano Novo e Epifania
Para facilitar a participação dos fiéis, um decreto da Congregação do Culto Divino concede uma exceção ao número máximo de missas diárias para os dias de Natal, 1º de janeiro e Epifania. Isso garantirá melhor que as medidas de saúde necessárias sejam tomadas para evitar o contágio pelo coronavírus Covid-19. Mais missas para facilitar a participação dos fiéis. Isso acaba de ser autorizado pela Igreja por meio de um decreto publicado nesta quarta-feira, 16 de dezembro, no site da Congregação para o Culto Divino. O texto é assinado pelo prefeito, cardeal Robert Sarah e pelo secretário, arcebispo Arthur Roche. “Em vista da situação causada pela propagação mundial da pandemia”, diz o texto latino da disposição: “em virtude dos poderes atribuídos a esta Congregação pelo Santo Padre Francisco, de boa vontade concedemos ao Ordinário local – a causa do persistente contágio geral com o chamado Covid-19 – que permite este ano, na época do Natal, celebrar quatro missas »no dia de Natal (25 de dezembro), dia de Maria Santíssima Mãe de Deus (1 de janeiro) e no dia da Epifania (6 de janeiro), “aos sacerdotes que residam nas suas dioceses, sempre que o considerem necessário para o bem dos fiéis. .. » De acordo com o Código de Direito Canônico, em caso de falta de sacerdotes, o Bispo “pode conceder aos sacerdotes, por justa causa, que celebrem duas vezes ao dia e também, se a necessidade pastoral o exigir, três vezes aos domingos e dias de preceito”. Três celebrações por dia é o máximo . Agora, com este decreto, e somente por ocasião dessas festas especiais em tempos de pandemia , é acrescentada a possibilidade de celebrar uma quarta missa de Natal, a primeira do ano (festa de Maria Santíssima Mãe de Deus) e a Epifania. a fim de multiplicar as possibilidades de participação dos fiéis, sempre respeitando as normas em vigor para impedir a propagação do vírus.
- Milagre de São Januário não acontece neste 16 de dezembro e preocupa católicos
O conhecido milagre da liquefação do sangue de São Januário costuma acontecer três vezes por ano: no primeiro domingo de maio, na festa do santo (19 de setembro) e em 16 de dezembro. Porém neste dia 16 de dezembro de 2020, algo inusitado aconteceu: o sangue permaneceu sólido e não se liquefez! Foi isto que informou o jornal italiano Il Fatto Quotidiano. O fenômeno da liquefação acontece desde 1389, no século XIV, quando o milagre foi atestado pela primeira vez. Nesta quarta-feira (16), após a missa das 9h, o abade da Capela de São Januário em Nápoles, Monsenhor Vincenzo De Gregorio, explicou que “quando tiramos a caixa do cofre, o sangue estava absolutamente sólido e continua absolutamente sólido”. Clique aqui para ver o vídeo do sangue de São Januário que não se liquefez O relicário foi guardado novamente na Capela e será retirado para a missa das 18h30, e os fiéis novamente poderão ver se o milagre ocorreu ou não. Os “maus presságios” que a não-liquefação traz Muitas pessoas acreditam que quando o milagre do sangue de São Januário não ocorre, é porque alguma catástrofe está para acontecer. E não é para menos… Alguns fatos da história contribuem para este medo. Em setembro de 1939 o sangue não se liquefez e a Alemanha invadiu a Polônia, dando início à Segunda Guerra Mundial. Em setembro de 1943, novamente o sangue não se liquefez, e os nazistas estavam em plena expansão na Europa. Em 1973 foi a vez da terrível epidemia de cólera em Nápoles. Em 1980, sem a liquefação do dia 19 de setembro, houve o grande terremoto em Irpinia em 23 de novembro. Em dezembro de 2016 também não ocorreu, porém nada aconteceu após aquela data. Todavia, em outubro, ocorreu um terremoto de magnitude 6,2 que atingiu a região central da Itália. São Januário, rogai por nós! Com informações de ChurchPop. #SãoJanuário
- Milagre de São Januário não acontece neste 16 de dezembro e preocupa católicos
O conhecido milagre da liquefação do sangue de São Januário costuma acontecer três vezes por ano: no primeiro domingo de maio, na festa do santo (19 de setembro) e em 16 de dezembro. Porém neste dia 16 de dezembro de 2020, algo inusitado aconteceu: o sangue permaneceu sólido e não se liquefez! Foi isto que informou o jornal italiano Il Fatto Quotidiano. O fenômeno da liquefação acontece desde 1389, no século XIV, quando o milagre foi atestado pela primeira vez. Nesta quarta-feira (16), após a missa das 9h, o abade da Capela de São Januário em Nápoles, Monsenhor Vincenzo De Gregorio, explicou que “quando tiramos a caixa do cofre, o sangue estava absolutamente sólido e continua absolutamente sólido”. Clique aqui para ver o vídeo do sangue de São Januário que não se liquefez O relicário foi guardado novamente na Capela e será retirado para a missa das 18h30, e os fiéis novamente poderão ver se o milagre ocorreu ou não. Os “maus presságios” que a não-liquefação traz Muitas pessoas acreditam que quando o milagre do sangue de São Januário não ocorre, é porque alguma catástrofe está para acontecer. E não é para menos… Alguns fatos da história contribuem para este medo. Em setembro de 1939 o sangue não se liquefez e a Alemanha invadiu a Polônia, dando início à Segunda Guerra Mundial. Em setembro de 1943, novamente o sangue não se liquefez, e os nazistas estavam em plena expansão na Europa. Em 1973 foi a vez da terrível epidemia de cólera em Nápoles. Em 1980, sem a liquefação do dia 19 de setembro, houve o grande terremoto em Irpinia em 23 de novembro. Em dezembro de 2016 também não ocorreu, porém nada aconteceu após aquela data. Todavia, em outubro, ocorreu um terremoto de magnitude 6,2 que atingiu a região central da Itália. São Januário, rogai por nós! Com informações de ChurchPop. #SãoJanuário
- O presépio pós-moderno do Vaticano provoca onda de críticas
“Não vi ninguém dizer que se sente mais cristão por ter visto”, disse a historiadora de arte Elizabeth Lev sobre a polêmica exibição. O presépio do Vaticano deste ano atraiu críticas ferozes por seu visual artístico pós-moderno, que os críticos dizem rompe radicalmente com os presépios tradicionais e não evangeliza ou inspira outras pessoas sobre o mistério da Encarnação. O presépio de Natal na Praça de São Pedro contém 20 objetos de cerâmica modernistas, incluindo as principais figuras da história da Natividade, mas com rostos de brinquedo ao lado da presença de um astronauta e de um carrasco mórbido de aparência satânica – mas nenhuma manjedoura. As figuras, que incluem Nossa Senhora retratada com cabelos loiros e encaracolados, estão espaçadas em um palco minimalista, sem paisagem, caverna, árvores ou riachos que caracterizam os habituais presépios. A reação nas redes sociais e em outros lugares tem variado principalmente de “ horrível ” , “ abominável ” e uma “ desgraça ”, a “ demoníaca ”, um “ constrangimento ” e uma “ zombaria ” do nascimento de Cristo. Tim Stanley, um conhecido colunista do Daily Telegraph do Reino Unido , chamou isso de “absolutamente aterrorizante”, enquanto a página do Facebook do Vaticano estava repleta de críticas antes mesmo de ser revelada. Apenas alguns pareceram gostar, com um no Facebook chamando a cena de “linda” e um usuário do Twitter dizendo que foi “de longe o melhor esforço da Igreja para me trazer de volta ao rebanho”. (Outro disse que estava pensando em se tornar católico, mas disse que permaneceria protestante depois de ver isso.) Desde que o papa São João Paulo II começou a tradição em 1982, o presépio do Vaticano não atraiu tanta ira ou se afastou tanto da imagem convencional de uma manjedoura e de figuras gigantescas de Maria, José, os pastores, os Reis Magos e animais acompanhantes. O presépio de 2017 foi anteriormente o mais polêmico, causando protestos depois que apresentou um homem seminu (que alguns viram como homoerótico), um cadáver e nenhuma ovelha ou bois em frente ao que parecia ser uma igreja bombardeada. A cena, chamada de “Natividade da Misericórdia”, veio de uma abadia italiana que acabou se tornando o destino de peregrinação favorito de ativistas LGBT. Origem das Figuras Este ano, o Vaticano chamou o presépio de “contemporâneo e não convencional”, mas na verdade ele contém figuras que foram feitas originalmente de 1965 a 1975 na cidade de Castelli, na diocese de Teramo de Abruzzo, no centro da Itália – uma região atingida por terremotos em 2006 e 2016. Famosa pela sua cerâmica, a ideia deste presépio foi idealizada por Stefano Mattucci, então diretor do Instituto de Arte FA Grue da cidade, e projetada por dois professores artísticos, Gianfranco Trucchia e Roberto Bentini. A cena foi exibida pela primeira vez em dezembro de 1965, depois exibida no Mercado de Trajano em Roma em 1970, e alguns anos depois em Jerusalém, Belém e Tel Aviv. Vários números foram adicionados, incluindo um rabino muçulmano e um judeu, aumentando o número total para 54. Fausto Cheng, um dos alunos da época que ajudou a criar as figuras, disse em uma entrevista de 2018 que “aspectos revolucionários” caracterizaram sua criação, “desde quebrar os padrões clássicos da arte em cerâmica, o uso da cor, a representação da Natividade de uma forma original. ” Ele acrescentou que a cena foi “infundida com eventos contemporâneos dos últimos anos”, que incluíram “pisar na lua, o Concílio Vaticano II e a abolição da pena de morte” (os dois últimos temas refletem questões próximas ao Papa Francisco ‘ coração). A decisão de levar os números ao Vaticano dois anos depois foi fruto de encontros entre o bispo Lorenzo Leuzzi de Teramo e um grupo de artistas e técnicos, segundo Marcello Mancini, vice-presidente do Instituto FA Grue. Queriam trazer algumas das figuras não só “relacionadas com o cristianismo”, mas também “relacionadas com alguns temas que são caros ao nosso Papa”, disse ele. Estes incluíam temas não apenas ligados à ciência, mas também ao meio ambiente com a inclusão de muitos animais. É um “presépio naturalista”, disse ele à televisão local, contendo uma “cabra, ovelha, um cisne”, todos eles “objetos que têm uma elegância e uma interpretação estilística incomparável”. Atingindo um nervo Mas o esforço deste ano, chegando em um ano de provações para muitas famílias e indivíduos devido à crise do COVID-19, parece ter atingido um ponto específico. “É tão divisivo que não ouço muitas pessoas defendendo-o”, disse a historiadora de arte Elizabeth Lev, que leciona na Universidade de Duquesne. As pessoas olham para o Vaticano em particular “pela tradição de beleza”, acrescentou ela. “Nós mantemos coisas lindas lá para que não importa o quão terrível seja sua vida, você pode entrar na Basílica de São Pedro e isso é seu, isso é parte de quem você é e reflete quem você é e a glória de quem você é.” “Eu não entendo por que viramos as costas para isso”, acrescentou Lev. “Parece fazer parte desse estranho e moderno ódio e rejeição de nossas tradições.” Em sua descrição do presépio, o Vaticano disse que foi influenciado pelas esculturas gregas, egípcias e sumérias antigas – algo que o historiador de arte Andrea Cionci, escrevendo no diário italiano Libero Quotidiano, remonta ao “método crítico-histórico liberal de interpretação das Escrituras ”Que“ assumiu após o Concílio Vaticano II ”. Essa abordagem, disse ele , tem uma “tendência de desmistificar tudo o que é sobrenatural na fé católica”. Dogmas, milagres e intervenções divinas, explicou ele, são “assimilados aos resíduos de cultos pagãos pré-existentes”. Ottavio Bucarelli, pró-diretor do departamento de patrimônio cultural da Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, considera o presépio “inteiramente legítimo”, pois se origina de um instituto artístico que estuda não apenas “técnicas antigas”, mas também “propostas inovadoras em o campo artístico, novos caminhos a serem experimentados que hoje, aos nossos olhos, podem ser percebidos como uma ruptura com a tradição consagrada de representação da Natividade ”. Disse ao ACI Stampa em 14 de dezembro que é “necessário, portanto, trazer de volta nossa reflexão àquela realidade histórico-artística” e olhar as figuras “com aqueles olhos”, e destacou a necessidade de contextualizar o “período histórico e o ambiente em que foi criado ”- nomeadamente os anos 60 e 70, que foram décadas de“ fermento político, cultural e religioso ”. ‘Inovação pela Inovação’ Lev concordou que o desejo de trazer tal presépio ao Vaticano é principalmente uma “questão de inovação”, embora ela acreditasse que a última coisa que as pessoas desejam em um ano de dificuldades e separação de famílias é “experimentar a imagem do Familia sagrada.” Uma possibilidade, ela disse, é que isso poderia servir para “nos chocar e fazer com que ansiamos por um presépio tradicional”, assim como alguns argumentaram que negar os sacramentos este ano devido ao bloqueio faz as pessoas ansiarem por eles. Mas Lev lembrou que quando São Francisco de Assis iniciou a tradição dos presépios, ele pediu a permissão do papa precisamente porque ele não queria que tal costume fosse “mal interpretado como inovação, apenas por uma questão de inovação”, mas sim para ” invoque o mistério da Encarnação. ” São Boaventura, acrescentou ela, mais tarde afirmou que, na década de 1220, quando as pessoas eram ricas e tinham tudo de que precisavam, ele desejava “despertar a fé lenta no coração dos cristãos”. “Eu proporia a você que não vi ninguém dizer que se sente mais cristão porque viu [o presépio do Vaticano deste ano]”, disse Lev. “Já vi pessoas rirem disso, pessoas têm usado a palavra demoníaco demais, mas não está despertando uma fé lenta. No mínimo, está enterrando uma fé preguiçosa e meio morta sob um monte de zombaria – e realmente parece inovação pela inovação. ” O Registro perguntou à Sala de Imprensa da Santa Sé se poderia substituir o presépio diante das críticas generalizadas, mas ainda não recebeu resposta. Lev não acha que deve ser removido, mas disse que algum arrependimento e admissão de que foi uma “escolha mal pensada” seriam bem-vindos, dada a “divisão e dano que causou”, mas ela não está otimista quanto a isso. Traduzido de National Catholic Register #Presépio #Vaticano
- O presépio pós-moderno do Vaticano provoca onda de críticas
“Não vi ninguém dizer que se sente mais cristão por ter visto”, disse a historiadora de arte Elizabeth Lev sobre a polêmica exibição. O presépio do Vaticano deste ano atraiu críticas ferozes por seu visual artístico pós-moderno, que os críticos dizem rompe radicalmente com os presépios tradicionais e não evangeliza ou inspira outras pessoas sobre o mistério da Encarnação. O presépio de Natal na Praça de São Pedro contém 20 objetos de cerâmica modernistas, incluindo as principais figuras da história da Natividade, mas com rostos de brinquedo ao lado da presença de um astronauta e de um carrasco mórbido de aparência satânica – mas nenhuma manjedoura. As figuras, que incluem Nossa Senhora retratada com cabelos loiros e encaracolados, estão espaçadas em um palco minimalista, sem paisagem, caverna, árvores ou riachos que caracterizam os habituais presépios. A reação nas redes sociais e em outros lugares tem variado principalmente de “ horrível ” , “ abominável ” e uma “ desgraça ”, a “ demoníaca ”, um “ constrangimento ” e uma “ zombaria ” do nascimento de Cristo. Tim Stanley, um conhecido colunista do Daily Telegraph do Reino Unido , chamou isso de “absolutamente aterrorizante”, enquanto a página do Facebook do Vaticano estava repleta de críticas antes mesmo de ser revelada. Apenas alguns pareceram gostar, com um no Facebook chamando a cena de “linda” e um usuário do Twitter dizendo que foi “de longe o melhor esforço da Igreja para me trazer de volta ao rebanho”. (Outro disse que estava pensando em se tornar católico, mas disse que permaneceria protestante depois de ver isso.) Desde que o papa São João Paulo II começou a tradição em 1982, o presépio do Vaticano não atraiu tanta ira ou se afastou tanto da imagem convencional de uma manjedoura e de figuras gigantescas de Maria, José, os pastores, os Reis Magos e animais acompanhantes. O presépio de 2017 foi anteriormente o mais polêmico, causando protestos depois que apresentou um homem seminu (que alguns viram como homoerótico), um cadáver e nenhuma ovelha ou bois em frente ao que parecia ser uma igreja bombardeada. A cena, chamada de “Natividade da Misericórdia”, veio de uma abadia italiana que acabou se tornando o destino de peregrinação favorito de ativistas LGBT. Origem das Figuras Este ano, o Vaticano chamou o presépio de “contemporâneo e não convencional”, mas na verdade ele contém figuras que foram feitas originalmente de 1965 a 1975 na cidade de Castelli, na diocese de Teramo de Abruzzo, no centro da Itália – uma região atingida por terremotos em 2006 e 2016. Famosa pela sua cerâmica, a ideia deste presépio foi idealizada por Stefano Mattucci, então diretor do Instituto de Arte FA Grue da cidade, e projetada por dois professores artísticos, Gianfranco Trucchia e Roberto Bentini. A cena foi exibida pela primeira vez em dezembro de 1965, depois exibida no Mercado de Trajano em Roma em 1970, e alguns anos depois em Jerusalém, Belém e Tel Aviv. Vários números foram adicionados, incluindo um rabino muçulmano e um judeu, aumentando o número total para 54. Fausto Cheng, um dos alunos da época que ajudou a criar as figuras, disse em uma entrevista de 2018 que “aspectos revolucionários” caracterizaram sua criação, “desde quebrar os padrões clássicos da arte em cerâmica, o uso da cor, a representação da Natividade de uma forma original. ” Ele acrescentou que a cena foi “infundida com eventos contemporâneos dos últimos anos”, que incluíram “pisar na lua, o Concílio Vaticano II e a abolição da pena de morte” (os dois últimos temas refletem questões próximas ao Papa Francisco ‘ coração). A decisão de levar os números ao Vaticano dois anos depois foi fruto de encontros entre o bispo Lorenzo Leuzzi de Teramo e um grupo de artistas e técnicos, segundo Marcello Mancini, vice-presidente do Instituto FA Grue. Queriam trazer algumas das figuras não só “relacionadas com o cristianismo”, mas também “relacionadas com alguns temas que são caros ao nosso Papa”, disse ele. Estes incluíam temas não apenas ligados à ciência, mas também ao meio ambiente com a inclusão de muitos animais. É um “presépio naturalista”, disse ele à televisão local, contendo uma “cabra, ovelha, um cisne”, todos eles “objetos que têm uma elegância e uma interpretação estilística incomparável”. Atingindo um nervo Mas o esforço deste ano, chegando em um ano de provações para muitas famílias e indivíduos devido à crise do COVID-19, parece ter atingido um ponto específico. “É tão divisivo que não ouço muitas pessoas defendendo-o”, disse a historiadora de arte Elizabeth Lev, que leciona na Universidade de Duquesne. As pessoas olham para o Vaticano em particular “pela tradição de beleza”, acrescentou ela. “Nós mantemos coisas lindas lá para que não importa o quão terrível seja sua vida, você pode entrar na Basílica de São Pedro e isso é seu, isso é parte de quem você é e reflete quem você é e a glória de quem você é.” “Eu não entendo por que viramos as costas para isso”, acrescentou Lev. “Parece fazer parte desse estranho e moderno ódio e rejeição de nossas tradições.” Em sua descrição do presépio, o Vaticano disse que foi influenciado pelas esculturas gregas, egípcias e sumérias antigas – algo que o historiador de arte Andrea Cionci, escrevendo no diário italiano Libero Quotidiano, remonta ao “método crítico-histórico liberal de interpretação das Escrituras ”Que“ assumiu após o Concílio Vaticano II ”. Essa abordagem, disse ele , tem uma “tendência de desmistificar tudo o que é sobrenatural na fé católica”. Dogmas, milagres e intervenções divinas, explicou ele, são “assimilados aos resíduos de cultos pagãos pré-existentes”. Ottavio Bucarelli, pró-diretor do departamento de patrimônio cultural da Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, considera o presépio “inteiramente legítimo”, pois se origina de um instituto artístico que estuda não apenas “técnicas antigas”, mas também “propostas inovadoras em o campo artístico, novos caminhos a serem experimentados que hoje, aos nossos olhos, podem ser percebidos como uma ruptura com a tradição consagrada de representação da Natividade ”. Disse ao ACI Stampa em 14 de dezembro que é “necessário, portanto, trazer de volta nossa reflexão àquela realidade histórico-artística” e olhar as figuras “com aqueles olhos”, e destacou a necessidade de contextualizar o “período histórico e o ambiente em que foi criado ”- nomeadamente os anos 60 e 70, que foram décadas de“ fermento político, cultural e religioso ”. ‘Inovação pela Inovação’ Lev concordou que o desejo de trazer tal presépio ao Vaticano é principalmente uma “questão de inovação”, embora ela acreditasse que a última coisa que as pessoas desejam em um ano de dificuldades e separação de famílias é “experimentar a imagem do Familia sagrada.” Uma possibilidade, ela disse, é que isso poderia servir para “nos chocar e fazer com que ansiamos por um presépio tradicional”, assim como alguns argumentaram que negar os sacramentos este ano devido ao bloqueio faz as pessoas ansiarem por eles. Mas Lev lembrou que quando São Francisco de Assis iniciou a tradição dos presépios, ele pediu a permissão do papa precisamente porque ele não queria que tal costume fosse “mal interpretado como inovação, apenas por uma questão de inovação”, mas sim para ” invoque o mistério da Encarnação. ” São Boaventura, acrescentou ela, mais tarde afirmou que, na década de 1220, quando as pessoas eram ricas e tinham tudo de que precisavam, ele desejava “despertar a fé lenta no coração dos cristãos”. “Eu proporia a você que não vi ninguém dizer que se sente mais cristão porque viu [o presépio do Vaticano deste ano]”, disse Lev. “Já vi pessoas rirem disso, pessoas têm usado a palavra demoníaco demais, mas não está despertando uma fé lenta. No mínimo, está enterrando uma fé preguiçosa e meio morta sob um monte de zombaria – e realmente parece inovação pela inovação. ” O Registro perguntou à Sala de Imprensa da Santa Sé se poderia substituir o presépio diante das críticas generalizadas, mas ainda não recebeu resposta. Lev não acha que deve ser removido, mas disse que algum arrependimento e admissão de que foi uma “escolha mal pensada” seriam bem-vindos, dada a “divisão e dano que causou”, mas ela não está otimista quanto a isso. Traduzido de National Catholic Register #Presépio #Vaticano
- A GRANDE ARMA DO PADRE PIO ERA O ROSÁRIO – Stefano Campanella
Ninguém jamais saberá com certeza quantos rosários completos Padre Pio recitava por dia. Uma série de depoimentos nos leva ao número 33. A única certeza é que ele nunca se desgrudava do terço, mesmo quando tinha de lavar as mãos: colocava-as na água uma de cada vez. Um jovem confrade, que não conseguia entender o significado da repetição incessante de orações, sempre com as mesmas fórmulas, revelou que foi por ele advertido com palavras iluminadoras: “Tu, que consideras o rosário uma oração adequada apenas para as velhinhas, toma este terço e considere-o, precisamente pela sua aparente e extraordinária inutilidade, como uma «pequena ferramenta» que abre as portas do céu”. Certa vez, um outro frade lhe perguntou: “Padre, por que recitas sempre o rosário e não outras orações?” O capuchinho respondeu: “Porque Nossa Senhora nunca me recusou uma graça pedida através da oração do rosário”. A uma sua filha espiritual, recomendou o rosário como um meio privilegiado de se defender dos ataques demoníacos. “Estejamos atentos”, disse-lhe, “tenhamos a arma sempre nas mãos e vigiemos, porque o inimigo não dorme. Fujamos até da sombra do pecado”. Um dia, o padre Guglielmo Alimonti, atualmente coordenador dos grupos de oração de Abruzzo, na esperança de agradar ao seu venerado irmão, disse-lhe: “Padre, ontem recitei 30 rosários completos”. Ele esperava um elogio ou uma palavra de aprovação. A resposta de Padre Pio o deixou pasmo: “Tão poucos?” https://www.famigliacristiana.it/articolo/padre-pio-e-il-rosario-la-sua-arma-potente.aspx
- Compositor e Músico católico morre em acidente grave na rodovia BR 280
JUNIOR FOGGIATO faleceu no início da tarde de hoje em um grave acidente de automóvel. O jovem católico era organista, organeiro, compositor e administrador do site Partituras Católicas . Antonio Aloir Foggiatto Junior morreu no acidente que aconteceu no começo da tarde desta terça-feira, 15, na rodovia BR 280, em Três Barras. O acidente aconteceu próximo da ponte da localidade de Rio dos Pardos. Bombeiros de Canoinhas e Três Barras, Serviço Móvel de Urgência (Samu), além de policiais militares e rodoviários trabalharam no resgate do corpo do rapaz, que ficou preso às ferragens de uma Fiorino. Junior estava sozinho no furgão. De acordo com o Sargento Scheuer, da PM, que passou pelo local logo depois do acidente, o motorista do caminhão relatou ao sargento que um caminhão de madeira parou sobre a pista, pois iria entrar no sentido ao KM 06/Barra Grande. Foi quando ele, que vinha logo em seguida, não conseguiu segurar e jogou o caminhão para a pista da esquerda, vindo a atingir a Fiorino. “Muitas vezes já presenciei essa situações de caminhões parando ou entrando direto naquele local, é um risco enorme o que esses caminhoneiros estão fazendo, pois veículos pesados ou qualquer outro veículo, devem sair da pista para a direita e somente após, com segurança, fazer a conversão”, alerta o Sargento. Antonio Aloir Foggiatto Junior tinha 26 anos e deixa esposa e sua pequena filha Cecília. Parte um grandioso colaborador para a restauração da boa música litúrgica no Brasil e um dos fundadores do movimento cecilianista. Nas redes sociais diversos católicos lamentaram a perda repentina do músico. Através da conta oficial no Instagram a Banda Terra da Cruz publicou: Peço, por caridade, orações pela alma do grande músico católico e amigo da banda, Junior Foggiatto. Ele acaba de falecer.O Foggiatto é um dos poucos músicos católicos que admiro de verdade. Um grande compositor de músicas verdadeiramente litúrgicas e belas, responsável pelo extraordinário apostolado online “partituras católicas”. Conversei muito com ele este ano e recebi muita ajuda mesmo na elaboração de um livro e da Seleta de Músicas que estou finalizando.Tinha grandes esperanças de ele se tornar um compositor sacro famoso no Brasil. Mas Nossa Senhora quis diferente.Rezemos por sua alma e por sua família.– Pedro Agudo Ferraz. Com informações de jmais.com.br
- Compositor e Músico católico morre em acidente grave na rodovia BR 280
JUNIOR FOGGIATO faleceu no início da tarde de hoje em um grave acidente de automóvel. O jovem católico era organista, organeiro, compositor e administrador do site Partituras Católicas . Antonio Aloir Foggiatto Junior morreu no acidente que aconteceu no começo da tarde desta terça-feira, 15, na rodovia BR 280, em Três Barras. O acidente aconteceu próximo da ponte da localidade de Rio dos Pardos. Bombeiros de Canoinhas e Três Barras, Serviço Móvel de Urgência (Samu), além de policiais militares e rodoviários trabalharam no resgate do corpo do rapaz, que ficou preso às ferragens de uma Fiorino. Junior estava sozinho no furgão. De acordo com o Sargento Scheuer, da PM, que passou pelo local logo depois do acidente, o motorista do caminhão relatou ao sargento que um caminhão de madeira parou sobre a pista, pois iria entrar no sentido ao KM 06/Barra Grande. Foi quando ele, que vinha logo em seguida, não conseguiu segurar e jogou o caminhão para a pista da esquerda, vindo a atingir a Fiorino. “Muitas vezes já presenciei essa situações de caminhões parando ou entrando direto naquele local, é um risco enorme o que esses caminhoneiros estão fazendo, pois veículos pesados ou qualquer outro veículo, devem sair da pista para a direita e somente após, com segurança, fazer a conversão”, alerta o Sargento. Antonio Aloir Foggiatto Junior tinha 26 anos e deixa esposa e sua pequena filha Cecília. Parte um grandioso colaborador para a restauração da boa música litúrgica no Brasil e um dos fundadores do movimento cecilianista. Nas redes sociais diversos católicos lamentaram a perda repentina do músico. Através da conta oficial no Instagram a Banda Terra da Cruz publicou: Peço, por caridade, orações pela alma do grande músico católico e amigo da banda, Junior Foggiatto. Ele acaba de falecer.O Foggiatto é um dos poucos músicos católicos que admiro de verdade. Um grande compositor de músicas verdadeiramente litúrgicas e belas, responsável pelo extraordinário apostolado online “partituras católicas”. Conversei muito com ele este ano e recebi muita ajuda mesmo na elaboração de um livro e da Seleta de Músicas que estou finalizando.Tinha grandes esperanças de ele se tornar um compositor sacro famoso no Brasil. Mas Nossa Senhora quis diferente.Rezemos por sua alma e por sua família.– Pedro Agudo Ferraz. Com informações de jmais.com.br
- Bispo decreta excomunhão dos autores de uma grave profanação em sacrário
Dom Fabio Duque Jaramillo, Bispo de Garzón no estado colombiano de Huila, condenou a profanação cometida por um ou mais vândalos na paróquia de Nossa Senhora de Pitalito, na madrugada de 13 de dezembro. O Prelado lembrou que, segundo as normas da Igreja, os responsáveis estão excomungados. Segundo o jornal La Nación, as câmeras de segurança mostram que a profanação ocorreu à 1h35, quando algumas pessoas entraram e profanaram o Sacrário. O cibório e as hóstias consagradas foram encontrados nos tapetes localizados na entrada do templo, onde os fiéis desinfetam os pés antes de entrar. Em um comunicado publicado na página do Facebook da diocese, o Bispo expressou seu repúdio ao vandalismo na igreja onde desconhecidos “arrombaram a porta do tabernáculo e roubaram o cibório (vaso sagrado que contém as hóstias consagradas) e o viril (objeto sagrado que segura a hóstia para a exposição solene do Santíssimo Sacramento). Em seguida, jogaram as hóstias contidas no cibório no chão, nos tapetes de desinfecção, para roubar este objeto sagrado junto com o viril e a hóstia consagrada para a exposição ao Santíssimo Sacramento”. “Não sei se esse ato de vandalismo é motivado pelo valor econômico dos objetos sagrados. Isso não é o que me preocupa de maneira fundamental”, continuou. “Em nome da Igreja Católica, levanto esta voz de protesto e de condenação ao ato de profanação do templo e do tabernáculo, ato que fere os sentimentos do povo católico da Diocese de Garzón e da Igreja universal, pois todos vemos atacado o mistério central para a fé cristã: a Eucaristia, presença de Deus entre nós e prolongamento do mistério da redenção do homem”. O Bispo explicou que as autoridades já foram informadas destes fatos e as encorajou a realizar a respectiva investigação para esclarecer as razões da profanação, que também é “uma gravíssima violação dos direitos religiosos dos cidadãos”. “Quando os direitos de Deus são pisoteados impunemente, os direitos do homem estão em perigo”, afirmou. O Bispo indicou que a igreja permanecerá fechada por 15 dias, até 28 de dezembro, Dia dos Santos Inocentes, durante o qual presidirá a Missa de reparação às 15h que poderá ser acompanhada nas redes sociais da Diocese de Garzón. Dom Duque recordou também que, segundo o Cânon 1367 do Código de Direito Canônico, “o autor ou os autores desta profanação, pelo simples fato de haver realizado esta ação, estão excomungados da Igreja, visando com isso não tanto os castigar, mas o seu arrependimento”. Com efeito, o Cânon 1367 estabelece que “quem deitar fora as espécies consagradas ou as subtrair ou retiver para fim sacrílego incorre em excomunhão latae sententiae reservada à Sé Apostólica”; o clérigo também pode ser punido com outra pena, sem excluir a expulsão do estado clerical. O Prelado especificou que esta disposição da Igreja “é uma ocasião para o ofensor considerar a gravidade de sua falta. É importante saber que, pela gravidade da ofensa, esta excomunhão só pode ser levantada pelo Santo Padre”. Em sua reflexão publicada no YouTube, em 14 de dezembro, o pároco da igreja, Pe. Samuel Chávarro Collazos, disse que ontem “foi um dia muito triste pela profanação ocorrida na igreja paroquial de Valvanera. Embora os objetos tenham aparecido no final do dia, houve uma profanação”. O sacerdote disse que a profanação, como alguém comentou, é “um apelo à reflexão. Onde [o Santíssimo Sacramento] foi jogado? Onde pisamos. As pessoas vão à Missa e quantos recebem a comunhão? Um ou outro. Pisotearam Jesus. Por que não o recebem? Porque vivem em união livre, em adultério e não se preocupam em fazer a vontade de Deus”. “Devemos reparar este templo vilmente profanado, por isso os convido à oração”, exortou o sacerdote. Fonte: ACI Digital #Profanação
- Bispo decreta excomunhão dos autores de uma grave profanação em sacrário
Dom Fabio Duque Jaramillo, Bispo de Garzón no estado colombiano de Huila, condenou a profanação cometida por um ou mais vândalos na paróquia de Nossa Senhora de Pitalito, na madrugada de 13 de dezembro. O Prelado lembrou que, segundo as normas da Igreja, os responsáveis estão excomungados. Segundo o jornal La Nación, as câmeras de segurança mostram que a profanação ocorreu à 1h35, quando algumas pessoas entraram e profanaram o Sacrário. O cibório e as hóstias consagradas foram encontrados nos tapetes localizados na entrada do templo, onde os fiéis desinfetam os pés antes de entrar. Em um comunicado publicado na página do Facebook da diocese, o Bispo expressou seu repúdio ao vandalismo na igreja onde desconhecidos “arrombaram a porta do tabernáculo e roubaram o cibório (vaso sagrado que contém as hóstias consagradas) e o viril (objeto sagrado que segura a hóstia para a exposição solene do Santíssimo Sacramento). Em seguida, jogaram as hóstias contidas no cibório no chão, nos tapetes de desinfecção, para roubar este objeto sagrado junto com o viril e a hóstia consagrada para a exposição ao Santíssimo Sacramento”. “Não sei se esse ato de vandalismo é motivado pelo valor econômico dos objetos sagrados. Isso não é o que me preocupa de maneira fundamental”, continuou. “Em nome da Igreja Católica, levanto esta voz de protesto e de condenação ao ato de profanação do templo e do tabernáculo, ato que fere os sentimentos do povo católico da Diocese de Garzón e da Igreja universal, pois todos vemos atacado o mistério central para a fé cristã: a Eucaristia, presença de Deus entre nós e prolongamento do mistério da redenção do homem”. O Bispo explicou que as autoridades já foram informadas destes fatos e as encorajou a realizar a respectiva investigação para esclarecer as razões da profanação, que também é “uma gravíssima violação dos direitos religiosos dos cidadãos”. “Quando os direitos de Deus são pisoteados impunemente, os direitos do homem estão em perigo”, afirmou. O Bispo indicou que a igreja permanecerá fechada por 15 dias, até 28 de dezembro, Dia dos Santos Inocentes, durante o qual presidirá a Missa de reparação às 15h que poderá ser acompanhada nas redes sociais da Diocese de Garzón. Dom Duque recordou também que, segundo o Cânon 1367 do Código de Direito Canônico, “o autor ou os autores desta profanação, pelo simples fato de haver realizado esta ação, estão excomungados da Igreja, visando com isso não tanto os castigar, mas o seu arrependimento”. Com efeito, o Cânon 1367 estabelece que “quem deitar fora as espécies consagradas ou as subtrair ou retiver para fim sacrílego incorre em excomunhão latae sententiae reservada à Sé Apostólica”; o clérigo também pode ser punido com outra pena, sem excluir a expulsão do estado clerical. O Prelado especificou que esta disposição da Igreja “é uma ocasião para o ofensor considerar a gravidade de sua falta. É importante saber que, pela gravidade da ofensa, esta excomunhão só pode ser levantada pelo Santo Padre”. Em sua reflexão publicada no YouTube, em 14 de dezembro, o pároco da igreja, Pe. Samuel Chávarro Collazos, disse que ontem “foi um dia muito triste pela profanação ocorrida na igreja paroquial de Valvanera. Embora os objetos tenham aparecido no final do dia, houve uma profanação”. O sacerdote disse que a profanação, como alguém comentou, é “um apelo à reflexão. Onde [o Santíssimo Sacramento] foi jogado? Onde pisamos. As pessoas vão à Missa e quantos recebem a comunhão? Um ou outro. Pisotearam Jesus. Por que não o recebem? Porque vivem em união livre, em adultério e não se preocupam em fazer a vontade de Deus”. “Devemos reparar este templo vilmente profanado, por isso os convido à oração”, exortou o sacerdote. Fonte: ACI Digital #Profanação
- LEONARDO BOFF: “O SER HUMANO É A GRANDE AMEAÇA À VIDA NA TERRA” – Carlos Esteban
[O homem existe para Deus. O ser humano é uma criatura por cuja salvação eterna Ele quis se tornar homem e morrer na cruz. Já para o teólogo dissidente Leonardo Boff, próximo ao Papa, o homem é “a grande ameaça à vida na Terra”]. Leonardo Boff, o franciscano brasileiro secularizado que passou da Teologia da Libertação à Ecologia Integral, e de punido pelo então prefeito da Doutrina da Fé, Cardeal Joseph Ratzinger, a “querido irmão” e colaborador de seu sucessor Francisco (Boff afirma ter inspirado abundantemente a encíclica Laudato Sì ), acaba de publicar seu último livro , Uma ecologia integral , e nossos colegas de Religión Digital quiseram celebrar um evento tão importante com um colóquio digital , do qual participou o nosso teólogo. No colóquio, o brasileiro deixa cair pérolas do gênero: “A teologia tem que fazer uma opção pelos pobres, em favor da justiça e da liberdade. E dentro do ‘grande pobre’, devemos colocar o grandíssimo pobre que é a Terra, a mais violentada, a mais perseguida”. Já se sabe: a Terra, como “grande pobre”, violentada e perseguida, haverá de ser uma entidade autoconsciente, a Pachamama, com mais méritos para atrair nossos desvelos do que qualquer ser humano dotado de alma imortal. Mais outra pérola: “Estamos perante uma situação em que a humanidade se encontra numa encruzilhada. O ser humano é a grande ameaça à vida na Terra”. Ou então esta: “Percebemos que tudo está ligado, interconectado, estamos todos conectados: somos o conjunto de todas as relações com todos”. Era o ponto que faltava. Da Terra “casa comum” à Terra que tem em seu hóspede humano o seu pior inimigo; do homem guardião e custódio da Natureza, ao homem que só pode ser definido enquanto diluído “no conjunto de todas as relações com todos”, numa colcha de retalhos eco-mística em que se misturam as marés e os crocodilos, o ser humano e o coronavírus. O Papa Bento XVI fez uma célebre acusação contra o relativismo como a ditadura do nosso século, e não serei eu que discordarei dele. Mas, em outro sentido, o relativismo define a realidade, no sentido de que tudo, exceto Deus, é explicado em relação a alguma outra coisa. A perversão desta relação justa é o que chamamos de “mal”; ou “pecado”, se for cometida voluntária e conscientemente. Santo Agostinho a definiu como “uti fruendi et frui utendi”, ou seja, transformar em coisa útil o que deve ser desfrutado gratuitamente, e desfrutar o que deve ser considerado útil. Converter meios em fins e fins em meios, em última instância. Esse é o erro de Boff, e o perigo da atual ênfase colocada na “conversão ecológica” e nos “gritos da Terra”. A Terra, a natureza, existe para o homem. As Escrituras são claras nesse sentido, quando conta como Deus cria um jardim para o homem habitar e como ele coloca todas as criaturas sob sua autoridade. Na versão da ecologia mística, a relação é oposta: o homem é apenas um elemento dessa natureza, um elemento que acabou se tornando uma “ameaça”. Não há mais vestígio, aqui, daquele ser por cujo amor o próprio Deus se tornou um deles e sofreu uma morte vergonhosa para lhe abrir as portas do Céu. Em Boff, não há nenhum rastro de Vida Eterna, de vida que nunca termina. Nenhuma referência ao fato de que este “conjunto de relações”, esta “casa comum”, também está sujeita à destruição e participa da Queda. Boff: “El ser humano es la gran amenaza para la vida en la Tierra”
- AS FORÇAS DO MAL USAM A COVID PARA IMPOR AO MUNDO O GRANDE RESET – Cardeal Raymond Leo Burke
[Cardeal Raymond Leo Burke, que é o fundador do Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe em La Crosse, Wisconsin, fez ali uma poderosa homilia na noite de sábado, em comemoração ao dia de Nossa Senhora de Guadalupe. A seguir, trechos da homilia compilados por Anthony Gockowski e publicados originalmente aqui ]. Em uma época em que precisamos estar próximos uns dos outros no amor cristão, as forças do mundo nos isolam e nos fazem acreditar que estamos sozinhos e dependentes de forças laicistas, o que nos torna escravos de seu programa assassino, sem Deus. Nós nos aproximamos de Nossa Senhora de Guadalupe, no dia da sua festa, com o coração turvo e pesado. Nossa nação está passando por uma crise que ameaça o seu próprio futuro, como país livre e democrático. A difusão mundial do materialismo marxista, que já trouxe destruição e morte à vida de tantos, e que há décadas ameaça os alicerces da nossa nação, parece agora assenhorear-se do governo de nossa nação. Para obter sucesso econômico, nós nos permitimos, como nação, tornar-nos dependentes do Partido Comunista da China, uma ideologia totalmente oposta ao fundamento cristão sobre o qual as famílias e nossa nação se apoiam seguras e prosperam. Evidentemente, muitas outras nações estão passando por uma crise igual, que é muito preocupante. Sobre o misterioso vírus de Wuhan e as prevenções necessários, os meios de comunicação nos fornecem, todos os dias, informações conflitantes. O que está claro, no entanto, é que ele tem sido usado por certas forças, inimigas das famílias e da liberdade das nações, para cumprir uma agenda maligna. Essas forças nos dizem que agora somos o objeto do assim chamado Grande Reset, o ‘novo normal’, que nos é ditado pela manipulação dos cidadãos e das nações pela ignorância e o medo. A reação de muitos bispos e padres, e de muitos fiéis, revelou uma dolorosa falta de uma sadia catequese. Muitos na Igreja parecem não entender como Cristo continua sua obra de salvação em tempos de peste e outros desastres semelhantes. Além disso, nossa Santa Mãe Igreja, a esposa imaculada de Cristo, pela qual Cristo está sempre trabalhando para nossa redenção eterna, é atormentada por notícias de corrupção moral, especialmente em relação ao sexto e o sétimo mandamento, notícias que parecem aumentar dia a dia. Em nossa nação, o relatório sobre o cardeal Theodore McCarrick têm justamente tentado muitos católicos devotos a questionar os pastores, os quais, segundo o plano de Cristo para a Igreja, deveriam ser seus guias seguros, ensinando as verdades da fé, dirigindo-os no justo culto de Deus e em oração a Ele, e guiando-os através da perene disciplina da Igreja. Mas os fiéis, em vez disso, com demasiada frequência não recebem nada em resposta, ou recebem uma resposta que não está fundada nas verdades imutáveis da fé e da moral. Recebem respostas que parecem vir não de pastores, mas de dirigentes laicistas. A confusão sobre o que a Igreja realmente nos ensina e nos pede, de acordo com o seu ensinamento, gera divisões cada vez maiores no interior do corpo de Cristo. Tudo isso paralisa a Igreja em sua missão de testemunhar a verdade divina e o amor divino, em uma época em que o mundo, mais que nunca, tem necessidade de que a Igreja seja um farol. Ao se encontrar com o mundo, a Igreja deseja falsamente instalar-se no mundo, em vez de chamar o mundo à conversão, em obediência à lei divina escrita em cada coração humano, e revelada em sua plenitude na encarnação redentora de Deus Filho. Estes problemas representam um desafio formidável para a vida cristã e têm produzido sofrimentos os mais dolorosos. Sim, os nossos corações estão compreensivelmente pesados, mas Cristo, por intercessão da sua Virgem Mãe, eleva os nossos corações para junto do Seu, renovando a nossa confiança n’Ele, que nos prometeu a salvação eterna através da Igreja. Ele nunca será infiel às suas promessas. Nunca nos abandonará. Não nos deixemos enganar pelas forças do mundo e pelos falsos profetas. Não abandonemos Cristo e não procuremos a nossa salvação em lugares onde ela nunca poderá ser encontrada.
- AQUELE QUE ESTÁ VINDO – Scott Hahn medita sobre o Terceiro Domingo do Advento
A misteriosa figura de João Batista, apresentada nas leituras da semana passada, é mais nitidamente focalizada neste domingo. Compreende-se melhor quem ele é — como vemos no Evangelho de hoje —, tomando em consideração o que ele não é. Ele não é Elias que voltou dos céus (ver 2 Reis 2:11), embora se vista, como ele, com roupas de profeta (ver Marcos 1: 6; 2 Reis 1: 8) e pregue arrependimento e julgamento (ver 1 Reis 18:21; 2 Crônicas 21: 12-15). Não sendo Elias na carne, João é no entanto enviado no espírito e poder de Elias para cumprir sua missão (ver Lucas 1:17; Malaquias 3: 23–24). Não foi João o profeta predito por Moisés, embora seja parente [de Cristo] e pregue a palavra de Deus (ver Deuteronômio 18: 15-19; João 6:14). Nem é João o Messias, embora tenha sido ungido pelo Espírito desde o ventre de sua mãe (ver Lucas 1:15, 44). João prepara o caminho para o Senhor (ver Isaías 40: 3). O batismo que ele realiza é simbólico, não sacramental. Trata-se de um sinal para conduzir os corações ao arrependimento. João mostra-nos Aquele sobre quem o Espírito permanece (ver João 1:32), Aquele que cumpre a promessa que ouvimos na Primeira Leitura de hoje (ver Lucas 4: 16-21). O batismo de regeneração oferecido por Jesus, através do Espírito Santo, abre uma fonte que purifica Israel e dá a todos um novo coração e um novo Espírito (ver Zacarias 13: 1-3; Ezequiel 36: 24-27; Marcos 1: 8; Tito 3: 5 ) João vem até nós, nas leituras do Advento, para nos mostrar a luz, e para que possamos crer naquele está vindo no Natal. Como cantamos no salmo de hoje, o Poderoso veio para erguer cada um de nós e saciar nossa fome com o pão do céu (ver João 6:33, 49–51). Paulo exorta, na Epístola de hoje, que devemos nos alegrar, agradecer e rezar ininterruptamente para que Deus nos torne perfeitamente santos em espírito, alma e corpo — para que estejamos irrepreensíveis quando nosso Senhor vier. https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/one-who-is-coming-scott-hahn-reflects-on-the-third-sunday-of-advent/
- MARSHALL MCLUHAN, A COMUNICAÇÃO E A IGREJA CATÓLICA – Pierre Mayrant
[O próximo 31 de dezembro de 2020 marca o quadragésimo aniversário da morte de Herbert Marshall McLuhan (1911-1980), intelectual católico canadense, professor de literatura inglesa e teórico da comunicação; ele é um dos fundadores dos estudos contemporâneos sobre as mídias]. Com Marshall McLuhan (1911-1980), a comunicação assume um aspecto transcendental, no sentido de que nos religa a Deus. Neste dezembro, estaremos comemorando o quadragésimo aniversário da morte deste professor canadense de literatura, especializado em ciências emergentes da informação e da comunicação. Célebre por ter antecipado a chegada da Internet e por ter inventado o conceito de “aldeia global”, sua carreira de professor-pesquisador está intimamente ligada à sua jornada de fé. Seu pensamento original trouxe ao debate intelectual novos campos de reflexão, embora, muitas vezes inacabado, permaneça em alguns pontos questionável. Reler a vida e obra de Marshall McLuhan é uma oportunidade de aprofundar a ligação entre comunicação e fé. Vindo de uma família protestante, ele se converteu ao catolicismo em 1937, depois de ler autores como G. K. Chesterton, Hilaire Belloc e Étienne Gilson, cuja influência literária foi mais decisiva do que a dos teólogos. Os argumentos que levaram à sua decisão foram a continuidade da Igreja e seus sacramentos, mais que argumentos apologéticos. Segundo ele, a dimensão intelectual está ausente na relação com a Igreja: “A participação ativa na oração e nos sacramentos da Igreja não se realiza de maneira intelectual. Qualquer católico que hoje discorde da Igreja é vítima de uma ilusão. Não se pode estar intelectualmente em desacordo com a Igreja. Isso não tem a menor importância. A Igreja não é uma instituição intelectual. É uma instituição sobre-humana”[V. Derrick de Kerckhove. “La foi en l’église de Marshall McLuhan”. In: Communication et langages, n ° 85, 3º trimestre de 1990. pp. 5-17.]. Seu ponto de vista é obviamente discutível: a aliança de fé e razão, específica do catolicismo, parece-lhe estranha. Marshall McLuhan considera que a comunicação da fé se dá “não tanto pela transmissão de conceitos ou teorias, mas por uma transformação interior das pessoas; não pela expressão de uma forma , mas pela participação num acervo de efeitos secundários que transformam a vida”. Marshall McLuhan sempre associou, em suas pesquisas, as ciências da informação e as ciências históricas. Estudou as principais rupturas tecnológicas, como a revolução da máquina de imprimir e, em seguida, a revolução da eletricidade, que contribuíram para o surgimento de novas mídias e perturbou as sociedades ocidentais. Cada nova tecnologia favorece a ocorrência de uma nova mensagem, que pode mudar os comportamentos e as mentalidades: “O meio é a mensagem”. Segundo ele, o conteúdo ideológico veiculado pela mídia atinge menos a sociedade, do que o canal de transmissão por onde passa o conteúdo. A nova tecnologia, que apareceu durante a Renascença, teria posto fim à tradição do manuscrito e à cultura mais oral que ela favorecia. A relação da Igreja com a máquina de imprimir foi uma preocupação constante do intelectual canadense. “Com o livro, pode-se retirar para o mundo interior, no sentido egocêntrico e psicológico do termo, mas não no sentido espiritual; é, em larga medida, uma fragmentação”. Para McLuhan, o abandono da cultura oral pela cultura escrita é um perigo real para a fé, porque a vontade de explicar o texto substitui a presença viva como forma de difusão da palavra de Deus. (Não é possível esquecer, no entanto, que foi o texto da Bíblia que permitiu a difusão e universalização do cristianismo). Os meios de comunicação auditivos, que surgiram após a Segunda Guerra Mundial, não lhe pareciam tão ruins, pois faziam reviver a cultura oral. Essas revoluções não foram compreendidas pela Igreja Católica, e o nosso teórico da comunicação é crítico em relação a esse ponto: ninguém, no Concílio de Trento, compreendeu o alcance da máquina de imprimir; ninguém, no Concílio Vaticano II, levou em consideração a abolição temporal e espacial dos novos meios de comunicação. Com efeito, a revolução da eletricidade provocou a difusão instantânea das mensagens de comunicação, e sabe-se isso perturbou o desenrolar deste Concílio. Na segunda metade do século XX, o especialista em mídia fala em “igreja eletrônica”. A impressão favoreceu a burocracia romana. Mas o gigantesco avanço dos meios de transporte transforma o funcionamento da Igreja, que se apoia cada vez mais na autoridade do Papa: “O Papa não é mais o chefe de uma burocracia. Seu papel é mais importante do que nunca, como ator no palco do teatro global . O Papa tem autoridade”. Em 1976, Marshall McLuhan se tornou conselheiro no Vaticano. Marshall McLuhan, la communication et l’Église catholique
- HÁ SALVAÇÃO FORA DA IGREJA?
Um pensamento corrente entre os novos padres — e, por consequência, entre os leigos — é o de que não há religião melhor que as demais, nenhuma salva mais que as outras. Todos são “cristãos anônimos”, como queria Karl Rahner. É exatamente o contrário do que a Igreja sempre ensinou. Não é preciso muito esforço para desdobrar esse conceito em suas consequências práticas e ver o que os fiéis fariam de suas vidas, se o assimilassem de fato. Seria uma verdadeira revolução teológica e existencial, caindo por terra as quatro colunas básicas da Igreja: os dogmas, os sacramentos, a moral cristã e a vida de oração. Se todas as religiões se equivalem, é inevitável o indiferentismo: tanto faz estar nesta ou naquela. É o fim da Igreja e do cristianismo. O IV Concílio de Latrão, convocado em 1215 pelo Papa Inocêncio III, definiu com clareza o dogma da salvação como obra exclusiva da Igreja: “…apenas uma é a Igreja universal dos fiéis, fora da qual absolutamente ninguém é salvo”. (nº 430 do Dentzinger) São Cipriano e Orígenes já o diziam, no terceiro século da Igreja: “Não há salvação fora da Igreja”. Jesus mesmo o disse, no final do Evangelho de São Marcos (16, 15-16): “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado”. Ou em São Lucas (10, 16): “Quem vos ouve a mim ouve; e quem vos rejeita a mim rejeita”. E ainda em São João (20, 23): “Àqueles a quem perdoardes os pecados, lhes serão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, lhes serão retidos”. O Vaticano II não rompeu com esse velho dogma do “Extra Ecclesiam nulla salus” (“Fora da Igreja não há salvação”). É o que afirma o parágrafo 14 da “Lumen gentium”: “O sagrado Concílio volta-se primeiramente para os fiéis católicos. Fundado na Escritura e Tradição, ensina que esta Igreja, peregrina sobre a terra, é necessária para a salvação. Com efeito, só Cristo é mediador e caminho de salvação e Ele torna-Se-nos presente no Seu corpo, que é a Igreja; ao inculcar expressamente a necessidade da fé e do Baptismo (cfr. Mc. 16,16; Jo. 3,15), confirmou simultaneamente a necessidade da Igreja, para a qual os homens entram pela porta do Baptismo. Pelo que, não se poderiam salvar aqueles que, não ignorando ter sido a Igreja católica fundada por Deus, por meio de Jesus Cristo, como necessária, contudo, ou não querem entrar nela ou nela não querem perseverar”. O parágrafo 846 do Catecismo da Igreja Católica repete-o: “…não podem salvar-se aqueles que, sabendo que a Igreja católica foi fundada por Deus por meio de Jesus Cristo como instituição necessária, apesar disso não quiserem nela entrar ou nela perseverar.” E, nos 847 e 848, esclarece a questão complicada da salvação daqueles que, sem culpa, desconhecem Cristo e sua Igreja: “Aqueles, portanto, que sem culpa ignoram o Evangelho de Cristo e sua Igreja, mas buscam a Deus com coração sincero e tentam, sob o influxo da graça, cumprir por obras a sua vontade conhecida por meio do ditame da consciência podem conseguir a salvação eterna”. (…) “Deus pode, por caminhos dele conhecidos, levar à fé todos os homens que sem culpa própria ignoram o Evangelho. Pois ‘sem a fé é impossível agradar-lhe’ Mesmo assim, cabe à Igreja o dever e também o direito sagrado de evangelizar” todos os homens.” Sabe-se, infelizmente, que uma coisa são os documentos conciliares, outra é a utilização de má fé que deles fazem certos progressistas, baseados no tal “espírito do Concílio”, que estaria à frente dos próprios documentos e inspirado numa “nova teologia” (que Monsenhor Antonio Livi, tomista recém-falecido da Gregoriana, no livro Verdadeira e falsa teologia , prefere chamar de “filosofia religiosa”, pois para ser teologia católica deve mover-se no âmbito estrito dos dogmas definidos pelo Magistério). Não é difícil imaginar o conflito que experimentaram (e experimentam) os seminaristas das últimas cinco décadas, quando professores de eclesiologia nos seminários afirmavam categoricamente que a doutrina do “extra Ecclesiam nulla salus” já está superada; ou quando professores de teologia moral afirmavam que um casamento de segunda união, depois de um certo tempo de durabilidade, é mais válido do que o primeiro — futuros padres postos diante de um quadro de confrontação em que, de um lado, está a velha Igreja pré-conciliar, e de outro a nova Igreja pós-conciliar, devendo optar por uma “hermenêutica da descontinuidade”, em vez da “hermenêutica da continuidade” (para usar os termos do cardeal Ratzinger). Muitos padres, bispos e leigos de hoje certamente concordariam com a seguinte reflexão do personagem Riobaldo, no romance Grande sertão: veredas , de Guimarães Rosa: “O que mais penso, testo e explico: todo-o-mundo é louco. O senhor, eu, nós, as pessoas todas. Por isso é que se carece principalmente de religião: para se desendoidecer, desdoidar. Reza é que sara da loucura. No geral. Isso é que é a salvação-da-alma… Muita religião, seu moço! Eu cá, não perco ocasião de religião. Aproveito de todas. Bebo água de todo rio… Uma só, para mim é pouca, talvez não me chegue.” (Guimarães Rosa, Grande sertão:veredas , p. 15)
- Por que a missa presencial é importante
Depois que o governador americano do estado da Virgínia apareceu para sugerir que a freqüência à igreja é irrelevante para o ato de adoração, um teólogo ensina que os católicos veem a adoração de forma diferente. Na quinta-feira, o governador da Virgínia, Ralph Northam (D), pediu aos líderes religiosos que considerassem a realização de liturgias ao ar livre ou virtualmente durante o Natal, ao anunciar novas restrições às reuniões públicas para controlar a disseminação do coronavírus. “Os feriados são tipicamente momentos de alegria e comunidade. Nós nos reunimos, celebramos nossa fé e celebramos com a família ”, disse Northam. “Mas este ano, precisamos pensar sobre o que é realmente o mais importante. É a adoração ou o edifício? ” “Para mim, Deus está onde você estiver. Você não precisa se sentar no banco da igreja para que Deus ouça suas orações ”, disse o governador. Northam, que não tem educação ou treinamento teológico formal, acrescentou que “adoração online ainda é adoração”. “Por isso, convoco nossos líderes religiosos para que mostrem o caminho e dêem o exemplo para seus membros. Adoração com máscara ainda é adoração. Adoração fora ou adoração online ainda é adoração ”, disse ele. O Dr. Timothy O’Malley, diretor de educação do Instituto McGrath para Vida da Igreja e diretor acadêmico do Centro de Liturgia Notre Dame, disse à CNA na sexta-feira que os católicos ficarem em casa sem precauções durante a pandemia pode ser louvável ou necessário, mas é incorreto dizer uma oração pessoal, ou mesmo assistir à missa online, pode substituir a frequência à missa em pessoa. “Você não pode simplesmente assistir à missa e obter o mesmo resultado de comparecer à missa”, disse ele. “Só a Eucaristia torna isso impossível, receber o Corpo e o Sangue de Cristo no Natal é um presente. Requer presença. ” “O culto pessoal é importante”, disse O’Malley, e se os católicos não puderem assistir à missa, eles devem considerar a possibilidade de “adorar juntos em comunidades menores”, inclusive como famílias individuais em casa. “Para os católicos, a questão é importante”, explicou ele. “E isso significa que o edifício da Igreja não é apenas um recipiente para a atividade humana. É um sinal sacramental do mistério que está sendo celebrado, a união do céu e da terra, a memória encarnada do que Cristo realizou na cruz ”. Mas, O’Malley disse sobre as sugestões de Northam para liturgias ao ar livre, os padres católicos historicamente oferecem missa ao ar livre e, dada a propagação do vírus dentro de casa, pode ser uma jogada inteligente para a missa de Natal. “Grande parte da história da liturgia cresceu, pelo menos inicialmente, das procissões ao ar livre”, disse O’Malley. “Não há nada intrinsecamente não católico nas liturgias eucarísticas ao ar livre. E em tempos de pandemia global, pode ser sensato considerar essas oportunidades. ” As igrejas não estavam sujeitas aos novos limites de reunião do Northam na Virgínia, e o governador indicou que a isenção se devia à recente decisão da Suprema Corte em Diocese de Brooklyn v. Cuomo . Nessa decisão, uma maioria de 5-4 na Suprema Corte suspendeu as restrições do estado que limitavam alguns serviços religiosos fechados a apenas 10 pessoas. “Estamos seguindo o exemplo com isso”, disse Northam na quinta-feira, observando que ele apenas encorajaria os líderes religiosos e não imporia um mandato legal sobre eles. Ele também impôs um mandato de máscara interna aos virginianos, mas disse que o estado não estaria aplicando ativamente a ordem nas igrejas. Em março, as restrições de saúde pública de Northam tornaram crime estar em uma reunião não essencial de mais de 10 pessoas – inclusive dentro de uma igreja. A polícia local interrompeu o culto do Domingo de Ramos em uma igreja cristã de Chincoteague que contou com a presença de 16 pessoas. Embora as dioceses de Arlington e Richmond tenham restringido as missas dominicais na primavera devido à propagação do vírus, as igrejas foram abertas novamente para a missa com a obrigação de domingo ainda suspensa durante a pandemia. O’Malley sugeriu que, para os católicos que estão fora de casa durante o Natal, eles talvez pudessem rezar a Liturgia das Horas juntos. “Podemos dobrar os joelhos diante de Cristo na creche. Adoração neste sentido, novamente, não é apenas ter pensamentos piedosos. É usar as dimensões materiais do catolicismo para entrar em comunhão mais profunda com Cristo ”, disse ele. Em sua carta Voltemos com alegria à Eucaristia, lançada em setembro, o Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos disse que os católicos devem retornar à missa “assim que as circunstâncias o permitirem”. O cardeal Robert Sarah disse em sua carta de serviços televisionados ou transmitidos ao vivo que “nenhuma transmissão é comparável à comunicação pessoal ou pode substituí-la. Pelo contrário, só estas emissões correm o risco de nos afastar de um encontro pessoal e íntimo com o Deus encarnado, que se doou a nós de forma não virtual ”. Fonte CNA #Adoração #Eucaristia
- Por que a missa presencial é importante
Depois que o governador americano do estado da Virgínia apareceu para sugerir que a freqüência à igreja é irrelevante para o ato de adoração, um teólogo ensina que os católicos veem a adoração de forma diferente. Na quinta-feira, o governador da Virgínia, Ralph Northam (D), pediu aos líderes religiosos que considerassem a realização de liturgias ao ar livre ou virtualmente durante o Natal, ao anunciar novas restrições às reuniões públicas para controlar a disseminação do coronavírus. “Os feriados são tipicamente momentos de alegria e comunidade. Nós nos reunimos, celebramos nossa fé e celebramos com a família ”, disse Northam. “Mas este ano, precisamos pensar sobre o que é realmente o mais importante. É a adoração ou o edifício? ” “Para mim, Deus está onde você estiver. Você não precisa se sentar no banco da igreja para que Deus ouça suas orações ”, disse o governador. Northam, que não tem educação ou treinamento teológico formal, acrescentou que “adoração online ainda é adoração”. “Por isso, convoco nossos líderes religiosos para que mostrem o caminho e dêem o exemplo para seus membros. Adoração com máscara ainda é adoração. Adoração fora ou adoração online ainda é adoração ”, disse ele. O Dr. Timothy O’Malley, diretor de educação do Instituto McGrath para Vida da Igreja e diretor acadêmico do Centro de Liturgia Notre Dame, disse à CNA na sexta-feira que os católicos ficarem em casa sem precauções durante a pandemia pode ser louvável ou necessário, mas é incorreto dizer uma oração pessoal, ou mesmo assistir à missa online, pode substituir a frequência à missa em pessoa. “Você não pode simplesmente assistir à missa e obter o mesmo resultado de comparecer à missa”, disse ele. “Só a Eucaristia torna isso impossível, receber o Corpo e o Sangue de Cristo no Natal é um presente. Requer presença. ” “O culto pessoal é importante”, disse O’Malley, e se os católicos não puderem assistir à missa, eles devem considerar a possibilidade de “adorar juntos em comunidades menores”, inclusive como famílias individuais em casa. “Para os católicos, a questão é importante”, explicou ele. “E isso significa que o edifício da Igreja não é apenas um recipiente para a atividade humana. É um sinal sacramental do mistério que está sendo celebrado, a união do céu e da terra, a memória encarnada do que Cristo realizou na cruz ”. Mas, O’Malley disse sobre as sugestões de Northam para liturgias ao ar livre, os padres católicos historicamente oferecem missa ao ar livre e, dada a propagação do vírus dentro de casa, pode ser uma jogada inteligente para a missa de Natal. “Grande parte da história da liturgia cresceu, pelo menos inicialmente, das procissões ao ar livre”, disse O’Malley. “Não há nada intrinsecamente não católico nas liturgias eucarísticas ao ar livre. E em tempos de pandemia global, pode ser sensato considerar essas oportunidades. ” As igrejas não estavam sujeitas aos novos limites de reunião do Northam na Virgínia, e o governador indicou que a isenção se devia à recente decisão da Suprema Corte em Diocese de Brooklyn v. Cuomo . Nessa decisão, uma maioria de 5-4 na Suprema Corte suspendeu as restrições do estado que limitavam alguns serviços religiosos fechados a apenas 10 pessoas. “Estamos seguindo o exemplo com isso”, disse Northam na quinta-feira, observando que ele apenas encorajaria os líderes religiosos e não imporia um mandato legal sobre eles. Ele também impôs um mandato de máscara interna aos virginianos, mas disse que o estado não estaria aplicando ativamente a ordem nas igrejas. Em março, as restrições de saúde pública de Northam tornaram crime estar em uma reunião não essencial de mais de 10 pessoas – inclusive dentro de uma igreja. A polícia local interrompeu o culto do Domingo de Ramos em uma igreja cristã de Chincoteague que contou com a presença de 16 pessoas. Embora as dioceses de Arlington e Richmond tenham restringido as missas dominicais na primavera devido à propagação do vírus, as igrejas foram abertas novamente para a missa com a obrigação de domingo ainda suspensa durante a pandemia. O’Malley sugeriu que, para os católicos que estão fora de casa durante o Natal, eles talvez pudessem rezar a Liturgia das Horas juntos. “Podemos dobrar os joelhos diante de Cristo na creche. Adoração neste sentido, novamente, não é apenas ter pensamentos piedosos. É usar as dimensões materiais do catolicismo para entrar em comunhão mais profunda com Cristo ”, disse ele. Em sua carta Voltemos com alegria à Eucaristia, lançada em setembro, o Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos disse que os católicos devem retornar à missa “assim que as circunstâncias o permitirem”. O cardeal Robert Sarah disse em sua carta de serviços televisionados ou transmitidos ao vivo que “nenhuma transmissão é comparável à comunicação pessoal ou pode substituí-la. Pelo contrário, só estas emissões correm o risco de nos afastar de um encontro pessoal e íntimo com o Deus encarnado, que se doou a nós de forma não virtual ”. Fonte CNA #Adoração #Eucaristia
- Conheça os Dogmas de Nossa Senhora
Os dogmas marianos manifestam a importância que a Igreja dá à Maria, a Mãe de Jesus Cristo. “Os dogmas marianos glorificam Maria. Ela é exaltada precisamente em sua insignificância e simplicidade e é por intermédio dos insignificantes, dos pobres – como Maria e os que ela declara libertados – que o Reino se torna realidade entre nós. Em toda a longa tradição cristã, os dogmas marianos concentram nossa atenção na glória de Deus que brilha sobre a mãe de Jesus”KAHLEEN COYLE, MISSIONÁRIA E ESCRITORA MARIANA O que são Dogmas Marianos O termo “dogma” provém da língua grega, “dógma”, que significa “opinião” e “decisão”. No Novo Testamento, é empregado no sentido de decisão comum sobre uma questão, tomada pelos apóstolos (cf. At 15,28). Os Padres da Igreja, antigos escritores eclesiásticos, usavam dogma para designar o conjunto dos ensinamentos e das normas de Jesus e também uma decisão da Igreja. Paulatinamente, a Igreja, com o auxílio dos teólogos e pensadores cristãos, precisou e esclareceu o sentido de dogma. “Na linguagem atual do Magistério e da Teologia, o ‘dogma’ é uma doutrina na qual a Igreja, quer com um juízo solene, quer mediante o magistério ordinário e universal, propõe de maneira definitiva uma verdade revelada, em uma forma que obriga o povo cristão em sua totalidade, de modo que sua negação é repelida como heresia e estigmatizada com anátema” (Marcelo Semeraro, professor de teologia). Definidos pelo magistério da Igreja de maneira clara e definitiva, os dogmas são verdades de fé, contidas na Bíblia e na Tradição. “O magistério da Igreja empenha plenamente a autoridade que recebeu de Cristo quando define dogmas, isto é, quando utilizando uma forma que obriga o povo cristão a uma adesão irrevogável de fé, propõe verdades contidas na Revelação divina ou verdades que com estas têm uma conexão necessária” (Catecismo da Igreja Católica, no. 88). Na Igreja os dogmas são importantes porque ajudam os cristãos a se manterem fiéis na fé genuína do cristianismo. “Os dogmas são como placas que indicam o caminho de nossa fé. Foram criados para ajudar a gente a se manter no rumo do Santuário vivo, que é Jesus” (CNBB. Com Maria, Rumo ao Novo Milênio. p. 81). Referentes à Maria, a Igreja propõe quatro dogmas: Maternidade Divina, Virgindade Perpétua, Imaculada Conceição e Assunção. Constituem verdades que os cristãos aceitam, aprofundam e vivenciam na comunidade de fé. MÃE DE DEUS Aos 22 de junho de 431, o Concílio de Éfeso definiu explicitamente a maternidade divina de Nossa Senhora. Assim o Concílio se expressou: “Que seja excomungado quem não professar que Emanuel é verdadeiramente Deus e, portanto, que a Virgem Maria é verdadeiramente Mãe de Deus, pois deu à luz segundo a carne aquele que é o Verbo de Deus”. A intenção do Concílio de Éfeso era a de afirmar a unidade da pessoa de Cristo. Reconhecer Maria como mãe de Deus (“Theotokos”) significa, na verdade, professar que Cristo, filho da Virgem Santíssima segundo a geração humana, é Filho de Deus. O povo se alegrou tanto que levou os bispos do Concílio para suas casas e festejaram a proclamação do dogma mariano. A maternidade divina de Nossa Senhora é peça-mestra da teologia marial. VIRGINDADE PERPÉTUA Conferindo as Sagradas Escrituras e os escritos dos Santos Padres, o Concílio de Latrão preconizou como verdade a Virgindade Perpétua de Maria, no ano 649. Durante o Concílio, o Papa Martinho I assim afirmou: “Se alguém não confessa de acordo com os Santos Padres, propriamente e segundo a verdade, como Mãe de Deus, a santa, sempre virgem e imaculada Maria, por haver concebido, nos últimos tempos, do Espírito Santo e sem concurso viril gerado incorruptívelmente o mesmo Verbo de Deus, especial e verdadeiramente, permanecendo indestruída, ainda depois do parto, sua virgindade, seja condenado”. Nossa Senhora foi sempre Virgem, isto é, antes do parto, no parto e depois do parto. Os diversos credos e concílios antigos retomaram e afirmaram esta verdade. Santo Inácio de Alexandria, São Justino, Santo Irineu, Santo Epifrânio, Santo Efrém, Santo Ambrósio, São Jerônimo e Santo Agostinho foram os exímios defensores da Virgindade de Maria. A Virgindade Perpétua de Maria faz parte integrante da fé cristã. IMACULADA CONCEIÇÃO Em 8 de dezembro de 1854, o Papa Pio IX definiu o terceiro dogma mariano: Imaculada Conceição de Maria. Em sua Bula “Ineffabilis Deus”, o Pontífice declarou a doutrina que ensina ter sido Nossa Senhora imune de toda mancha de pecado original, no primeiro instante de sua conceição, por singular graça e privilégio de Deus Onipotente, em vista dos méritos de Cristo Jesus, Salvador do gênero humano. Duns Scott (1266-1308) foi o teólogo que argumentou, historicamente, em favor do privilégio mariano, baseando-se na redenção preventiva. O dogma da Imaculada Conceição nos ensina que, em Maria, começa o processo de renovação e purificação de todo o povo. Ela “é toda de Deus, protótipo do que somos chamados a ser. Em Maria e em nós age a mesma graça de Deus. Se nela Deus pôde realizar seu projeto, poderá realizá-lo em nós também” (Dom Murilo S. R. Krieger, bispo e escritor mariano). ASSUNÇÃO DE MARIA A Assunção de Maria foi o último dogma a ser proclamado, por obra de Papa Pio XII, a 01 de novembro de 1950. Na Constituição Apostólica “Munificentíssimus Deus” o Pontífice afirmou que, depois de terminar o curso terreno de sua vida, ela foi assunta de corpo e alma à glória celeste. Mais de 200 teólogos, em todas as partes da Igreja, demonstraram interesse e entusiasmo pela definição dogmática. Imaculada e assunta aos céus, Maria é a realização perfeita do projeto de Deus sobre a humanidade. “A Assunção manifesta o destino do corpo santificado pela graça, a criação material participando do corpo ressuscitado de Cristo, e a integridade humana, corpo e alma, reinando após a peregrinação da história” (CNBB. Catequese Renovada, nº. 235). Os dogmas marianos iluminam a vida espiritual dos cristãos. “Os dogmas são luzes no caminho da nossa fé, que o iluminam e o tornam seguro” (Catecismo da Igreja Católica, no. 90). Para aprofundar em cada dogma ::: Mãe de Deus ::: Assunção de Nossa Senhora ::: A Virgem Maria ::: Imaculada Conceição de Maria #NossaSenhora #MãedeDeus #Dogmas #AssunçãodeNossaSenhora #ImaculadaConceição
- Conheça os Dogmas de Nossa Senhora
Os dogmas marianos manifestam a importância que a Igreja dá à Maria, a Mãe de Jesus Cristo. “Os dogmas marianos glorificam Maria. Ela é exaltada precisamente em sua insignificância e simplicidade e é por intermédio dos insignificantes, dos pobres – como Maria e os que ela declara libertados – que o Reino se torna realidade entre nós. Em toda a longa tradição cristã, os dogmas marianos concentram nossa atenção na glória de Deus que brilha sobre a mãe de Jesus”KAHLEEN COYLE, MISSIONÁRIA E ESCRITORA MARIANA O que são Dogmas Marianos O termo “dogma” provém da língua grega, “dógma”, que significa “opinião” e “decisão”. No Novo Testamento, é empregado no sentido de decisão comum sobre uma questão, tomada pelos apóstolos (cf. At 15,28). Os Padres da Igreja, antigos escritores eclesiásticos, usavam dogma para designar o conjunto dos ensinamentos e das normas de Jesus e também uma decisão da Igreja. Paulatinamente, a Igreja, com o auxílio dos teólogos e pensadores cristãos, precisou e esclareceu o sentido de dogma. “Na linguagem atual do Magistério e da Teologia, o ‘dogma’ é uma doutrina na qual a Igreja, quer com um juízo solene, quer mediante o magistério ordinário e universal, propõe de maneira definitiva uma verdade revelada, em uma forma que obriga o povo cristão em sua totalidade, de modo que sua negação é repelida como heresia e estigmatizada com anátema” (Marcelo Semeraro, professor de teologia). Definidos pelo magistério da Igreja de maneira clara e definitiva, os dogmas são verdades de fé, contidas na Bíblia e na Tradição. “O magistério da Igreja empenha plenamente a autoridade que recebeu de Cristo quando define dogmas, isto é, quando utilizando uma forma que obriga o povo cristão a uma adesão irrevogável de fé, propõe verdades contidas na Revelação divina ou verdades que com estas têm uma conexão necessária” (Catecismo da Igreja Católica, no. 88). Na Igreja os dogmas são importantes porque ajudam os cristãos a se manterem fiéis na fé genuína do cristianismo. “Os dogmas são como placas que indicam o caminho de nossa fé. Foram criados para ajudar a gente a se manter no rumo do Santuário vivo, que é Jesus” (CNBB. Com Maria, Rumo ao Novo Milênio. p. 81). Referentes à Maria, a Igreja propõe quatro dogmas: Maternidade Divina, Virgindade Perpétua, Imaculada Conceição e Assunção. Constituem verdades que os cristãos aceitam, aprofundam e vivenciam na comunidade de fé. MÃE DE DEUS Aos 22 de junho de 431, o Concílio de Éfeso definiu explicitamente a maternidade divina de Nossa Senhora. Assim o Concílio se expressou: “Que seja excomungado quem não professar que Emanuel é verdadeiramente Deus e, portanto, que a Virgem Maria é verdadeiramente Mãe de Deus, pois deu à luz segundo a carne aquele que é o Verbo de Deus”. A intenção do Concílio de Éfeso era a de afirmar a unidade da pessoa de Cristo. Reconhecer Maria como mãe de Deus (“Theotokos”) significa, na verdade, professar que Cristo, filho da Virgem Santíssima segundo a geração humana, é Filho de Deus. O povo se alegrou tanto que levou os bispos do Concílio para suas casas e festejaram a proclamação do dogma mariano. A maternidade divina de Nossa Senhora é peça-mestra da teologia marial. VIRGINDADE PERPÉTUA Conferindo as Sagradas Escrituras e os escritos dos Santos Padres, o Concílio de Latrão preconizou como verdade a Virgindade Perpétua de Maria, no ano 649. Durante o Concílio, o Papa Martinho I assim afirmou: “Se alguém não confessa de acordo com os Santos Padres, propriamente e segundo a verdade, como Mãe de Deus, a santa, sempre virgem e imaculada Maria, por haver concebido, nos últimos tempos, do Espírito Santo e sem concurso viril gerado incorruptívelmente o mesmo Verbo de Deus, especial e verdadeiramente, permanecendo indestruída, ainda depois do parto, sua virgindade, seja condenado”. Nossa Senhora foi sempre Virgem, isto é, antes do parto, no parto e depois do parto. Os diversos credos e concílios antigos retomaram e afirmaram esta verdade. Santo Inácio de Alexandria, São Justino, Santo Irineu, Santo Epifrânio, Santo Efrém, Santo Ambrósio, São Jerônimo e Santo Agostinho foram os exímios defensores da Virgindade de Maria. A Virgindade Perpétua de Maria faz parte integrante da fé cristã. IMACULADA CONCEIÇÃO Em 8 de dezembro de 1854, o Papa Pio IX definiu o terceiro dogma mariano: Imaculada Conceição de Maria. Em sua Bula “Ineffabilis Deus”, o Pontífice declarou a doutrina que ensina ter sido Nossa Senhora imune de toda mancha de pecado original, no primeiro instante de sua conceição, por singular graça e privilégio de Deus Onipotente, em vista dos méritos de Cristo Jesus, Salvador do gênero humano. Duns Scott (1266-1308) foi o teólogo que argumentou, historicamente, em favor do privilégio mariano, baseando-se na redenção preventiva. O dogma da Imaculada Conceição nos ensina que, em Maria, começa o processo de renovação e purificação de todo o povo. Ela “é toda de Deus, protótipo do que somos chamados a ser. Em Maria e em nós age a mesma graça de Deus. Se nela Deus pôde realizar seu projeto, poderá realizá-lo em nós também” (Dom Murilo S. R. Krieger, bispo e escritor mariano). ASSUNÇÃO DE MARIA A Assunção de Maria foi o último dogma a ser proclamado, por obra de Papa Pio XII, a 01 de novembro de 1950. Na Constituição Apostólica “Munificentíssimus Deus” o Pontífice afirmou que, depois de terminar o curso terreno de sua vida, ela foi assunta de corpo e alma à glória celeste. Mais de 200 teólogos, em todas as partes da Igreja, demonstraram interesse e entusiasmo pela definição dogmática. Imaculada e assunta aos céus, Maria é a realização perfeita do projeto de Deus sobre a humanidade. “A Assunção manifesta o destino do corpo santificado pela graça, a criação material participando do corpo ressuscitado de Cristo, e a integridade humana, corpo e alma, reinando após a peregrinação da história” (CNBB. Catequese Renovada, nº. 235). Os dogmas marianos iluminam a vida espiritual dos cristãos. “Os dogmas são luzes no caminho da nossa fé, que o iluminam e o tornam seguro” (Catecismo da Igreja Católica, no. 90). Para aprofundar em cada dogma ::: Mãe de Deus ::: Assunção de Nossa Senhora ::: A Virgem Maria ::: Imaculada Conceição de Maria #NossaSenhora #MãedeDeus #Dogmas #AssunçãodeNossaSenhora #ImaculadaConceição
- AMBIENTALISMO É UMA (FALSA) RELIGIÃO – Dom Mauro Gagliardi
[A seguir, um pequeno trecho do longo ensaio “O ecologismo à luz da correta teologia da criação”, de Don Mauro Gagliardi, professor do Ateneo Pontificio Regina Apostolorum. Foi publicado originalmente no XII Relatório sobre a Doutrina Social da Igreja do Observatório Cardeal Van Thuân, intitulado Ambientalismo e globalismo, novas ideologias políticas (Cantagalli, Siena 2020)]. O novo deus de muitos ocidentais contemporâneos é a Mãe Terra e a ecologia é sua nova religião. Isso não é exagero: hoje existem líderes ambientalistas que assumem o papel que um dia foi do sacerdote e do profeta, até mesmo do profeta apocalíptico. E há rituais que se celebram como um verdadeiro funeral, na Islândia, para a “morte” de uma geleira. Também existem novos mandamentos, como “você não vai usar o carro” ou “você sempre vai separar o lixo”. Para os “pecadores” que prejudicam o meio ambiente, estão previstas repreensões públicas e penitências proporcionais. Zombando de uma situação que é realmente dramática, disse o famoso escritor Michael Crichton, em um discurso de 2003 no Commonwealth Club de San Francisco, intitulado “Ambientalismo é uma religião”: “Hoje, uma das religiões mais poderosas do mundo ocidental é ambientalismo. É a religião dos ateus urbanizados. Há um Éden inicial, um paraíso, um estado de graça e unidade com a natureza, há a queda da graça para um estado de poluição, resultante de comer da árvore do conhecimento, e há também um dia do Juízo. Isso virá para todos nós. Somos todos ‘pecadores da energia’, destinados a morrer, a menos que busquemos a salvação, que agora se chama ‘sustentabilidade’. Sustentabilidade é a salvação na igreja ambientalista, assim como a comida orgânica é sua comunhão”. Como Crichton observa, o ambientalismo é “a religião dos ateus urbanizados”. Nisso está em acordo com a visão de mundo cientificista, que nos últimos trezentos anos tem pavimentado progressivamente o caminho para uma cultura que, conscientemente ou não, é “ateísta”, não no sentido de que a maioria das pessoas é ateísta no sentido técnico, ou seja, que elas acreditam ter argumentos para provar que Deus não existe; mas, sim, no sentido de uma cultura erroneamente autônoma, que vê e administra o mundo etsi Deus non daretur [Mesmo se Deus não fosse dado]. Mais do que ateísmo em sentido estrito, trata-se de “a-teísmo”: Deus é facilmente dispensável, mesmo da parte de muitos que dizem que continuam a acreditar nele. Na realidade, Deus foi substituído por ideologias terrenas. A mudança de uma visão protocientista para o paradigma atual do paracientismo ambientalista ocorreu na segunda metade do século XX, quando se encontrou uma forma de substituir o divino no interior da visão imanentista típica desses movimentos. Um momento essencial dessa virada pode ser identificado no livro do cientista James Lovelock , Gaia: A New Look at Life on Earth [Gaia: Um Novo Olhar para a Vida na Terra], publicado em 1979. Nesse famoso trabalho, Lovelock propõe pela primeira vez, de forma orgânica, a “Hipótese de Gaia”. É significativo que o nome feminino tenha sido escolhido em referência a Gea (do grego ghé , “terra”), uma divindade da mitologia grega que representa o poder divino da Terra. Relendo o mito de forma moderna, Lovelock argumenta que os componentes geofísicos de nosso planeta (crosta terrestre, oceanos, atmosfera etc.) são mantidos em um equilíbrio capaz de garantir a subsistência da vida graças ao comportamento e à ação de organismos vivos, sejam animais ou vegetais. Um elemento central dessa teoria é que Gaia consegue manter a estabilidade das condições necessárias à vida por meio de processos de feedback administrados pelo próprio planeta. Os processos evolutivos, que Lovelock igualmente reconhece, são reconduzidos para o interior de um sistema maior, ou seja, a mudança da própria Gaia. Desta forma, embora não se tire explicitamente esta conclusão, Gaia parece assumir características quase pessoais e conscientes. É a grande mãe de todos os organismos e de todos os processos que ocorrem no planeta. A hipótese em questão conjuga a autonomia dos processos naturais, que se realizam a partir de um poder inerente à própria natureza, com a ideia de um controle e coordenação superiores — aquele realizado por Gaia —, que substitui a ação da Providência divina e imanentiza toda referência religiosa. Na hipótese de Lovelock, as conquistas humanas (urbanização, desenvolvimento tecnológico, etc.) não fazem parte do sistema (ou seja, não são controladas por Gaia), mas podem interferir nele. Portanto, quando as ações humanas fossem perturbar o equilíbrio do planeta, Gaia se rebelaria, estando disposta a sacrificar até mesmo partes do sistema (geleiras, algumas espécies de animais, o próprio homem) para salvar o todo. Essa visão foi então disseminada, às vezes até com algumas correções, através dos canais culturais usuais: escola e universidade, meios de comunicação de massa, cinema, etc. Há alguns anos, também a legislação de muitos países passou a levar a questão ecológica a sério. Por meio dessa e de outras teorias, realizou-se um estranho consórcio: a união entre as antigas religiões míticas e o cientificismo moderno. L’ambientalismo è una (falsa) religione. Don Mauro Gagliardi nel nostro Rapporto.
- OS CATÓLICOS E AS ARTES: UM TRISTE DIVÓRCIO – Thomas M. Doran
Uma porcentagem considerável de católicos comprometidos desistiu das artes — literatura, poesia, artes visuais, música e cinema —, pelo menos das artes produzidas para a arena pública. E há também os católicos que construíram um muro entre suas crenças e o entretenimento que buscam na ficção, nos filmes e na música, separando sua fé daquilo que leem, veem ou escutam. O problema com atitudes semelhantes é que a sociedade moderna, em grande parte, é modelada pelas artes, e o fluxo constante de arte que deprecia e ridiculariza as crenças católicas, com poucas exceções compensatórias, está produzindo uma sociedade dogmaticamente niilista e autoindulgente. Por mais de um século, a arte foi julgada pelas lentes de uma espécie de niilismo estético, que afirma que não há nada de transcendente no mundo, nada que seja objetivamente Verdadeiro, Belo ou Bom; tudo é efêmero, subjetivo e, em última instância, aniquilado pelas forças da natureza. Dessa maneira, a arte que contém uma perspectiva transcendente, não importa se bem realizada, não seria séria por definição. Infelizmente, essa lente mais banalizou a cultura do que a elevou, com as opiniões subjetivas de uma elite artística que se orgulha de seu intelecto superior e sua discriminação. Isso não quer dizer que toda arte pública que se produz hoje careça de valor, mas quem pode negar que o fio escuro do niilismo e do materialismo infectou grande parte dela? Quem, hoje, se deixa tocar, inquietar e despertar pelas artes mais elevadas? A arte sacra é essencial, dignifica nossas igrejas, liturgias, orações e muitas outras experiências de vida, mas a arte sacra não é suficiente. O envolvimento católico com a arte secular é mais essencial do que nunca. Mas como isso pode ocorrer, em uma sociedade que é amplamente desconfiada da fé tradicional em geral, e do catolicismo em particular, e que se aborrece quando o assunto são valores e moralidade? Tal sociedade dificilmente será fermentada recorrendo-se a dogmas ou textos bíblicos; uma sociedade assim requer uma espécie de proto-evangelização. Esse estado de coisas, culturalmente árido, significa que o que importa não é produzir arte católica, mas produzir arte a partir de uma perspectiva católica. Joseph Pearce, em seu livro Literary Giants, Literary Catholics , identifica e estuda muitos romancistas, ensaístas, jornalistas, poetas e até artistas visuais católicos que, apesar de suas falhas e fraquezas, exerceram um efeito profundo em suas sociedades por meio de sua arte: entre eles, J.R.R. Tolkien, G.K. Chesterton, Evelyn Waugh, T.S. Eliot e Salvador Dali. Os americanos Flannery O’Connor e William F. Buckley também poderiam ser adicionados a essa lista, junto com o músico de jazz Dave Brubeck e o cineasta anglo-americano Alfred Hitchcock. Nenhum deles é predominantemente conhecido por produzir arte católica, mas muito de seu trabalho foi imbuído de uma perspectiva católica ou de uma sensibilidade católica. Certamente, há católicos hoje que estão produzindo arte nesse sentido, mas são muito poucos, e boa parte é ignorada por outros católicos e cristãos, porque seu trabalho não é explicitamente católico, nem tão excitante quanto aquele encontrado na arena secular. Sobre Flannery O’Connor, que em sua época escreveu sobre as características do romance “católico”, Pearce escreve: “Não é necessariamente sobre um mundo cristianizado ou catolicizado, mas é simplesmente aquele em que a verdade, tal como os cristãos a conhecem, foi usada como luz para melhor iluminar o mundo”. Outra maneira de dizer isto é a seguinte: a arte, com perspectiva católica, não precisa ser infantilizada ou parecer que foi feita para jovens; Sangue sábio , de Flannery O’Connor, e Brideshead revisitada , de Evelyn Waugh certamente não o são. Filmes como A sombra de uma dúvida , dirigido por Hitchcock, e O terceiro homem , com roteiro de Graham Greene, embora retratando uma desordem grave, também mostram “a verdade como os cristãos a conhecem (…) usada como uma luz para iluminar o mundo”. Essa perspectiva também pode ser aplicada à poesia, artes visuais e música. Tem-se a sensação de que Waugh, O’Connor, Eliot e Tolkien escreveram as histórias que queriam contar, e que essas histórias exalavam uma perspectiva católica, porque uma afinidade com a Beleza, a Verdade e o Bem estava plantada profundamente dentro deles, como uma semente germinando; e não porque eles tomaram uma decisão explícita de evangelizar por meio de seus escritos. Assim, os leitores conservam a liberdade de aplicar a história às suas próprias experiências e anseios, ao invés de serem usados como peões pelos autores (é assim que Tolkien descreve a diferença entre aplicação e alegoria). Se os católicos cederem a arte pública a ateus e niilistas, como temos feito nas últimas décadas, a cultura continuará a sofrer erosões. Algumas das artes mais vanguardistas de hoje são profundamente desumanizantes, e quando o senso da especificidade humana (sagrada para os cristãos) é perdida, só resta cuidar dos direitos humanos. Um utilitarismo frio e úmido está preenchendo o vazio. Devemos marchar para esta praça pública com ousadia, engolindo se necessário o remédio das críticas, tanto as válidas quanto as ideologicamente orientadas; mas também devemos marchar com energia criativa, levando junto nossa perspectiva e nossa sensibilidade católicas, de uma forma que sejam acessíveis às pessoas de boa vontade e discernimento. Quanto às artes, precisamos de engajamento, não de indiferença. [https://www.catholicworldreport.com/2012/10/22/catholics-and-the-arts-an-unfortunate-estrangement/]
- Papa concede indulgência plenária aos que celebrarem a Virgem de Guadalupe em casa
O Papa Francisco concordou em conceder indulgência plenária aos fiéis que participarem das celebrações virtuais em casa por ocasião da Festa de Nossa Senhora de Guadalupe. O anúncio foi feito pelo Arcebispo Primaz do México, Cardeal Carlos Aguiar Retes, ao concluir a celebração da Missa do domingo, 6 de dezembro, na Basílica de Guadalupe. O Cardeal Aguiar Retes disse que “a situação da pandemia nos obrigou, para o bem da vida de todos, a manter fechado o complexo de Guadalupe de 10 a 13 de dezembro e, portanto, as celebrações de Nossa Mãe, em vez de virem aqui para a casa dela, ela quer ir para a casa de vocês”. “Para motivar essa presença de Nossa Senhora nas suas casas, quando acompanhem as Missas da meia-noite, do início do dia 12 ou a das Rosas, do meio-dia, pedi ao Santo Padre, o Papa Francisco, que nos concedesse para motivação, encorajamento e esperança, de todos vocês e de todos os devotos de Nossa Senhora, que recebam a indulgência plenária em sua casa. Com essa indulgência plenária, indicou, “vocês podem se unir em favor de seus irmãos” falecidos da família, seus antepassados. “O Papa a concedeu como um consolo”, sublinhou. “Esta semana, nos próximos dias, vamos transmitir em diferentes meios de comunicação as condições habituais para a indulgência plenária e para que vocês possam lucrá-la”. Embora originalmente a Basílica de Guadalupe tivesse planejado acolher os peregrinos que viriam contemplar a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, sem a celebração das Missas nos dias 11 e 12 de dezembro, em 23 de novembro foi anunciado que o santuário mariano permaneceria completamente fechado de 10 a 13 de dezembro para evitar infecções por coronavírus COVID-19. A Basílica também anunciou uma série de atividades virtuais nas quais os devotos poderão participar por meio de seu site oficial. A Missa da meia-noite será transmitida pelo canal YouTube da Basílica de Guadalupe, no dia 11 de dezembro, a partir das 23h (Horário da Cidade do México). A Missa das Rosas vai ao ar no dia 12 de dezembro a partir do meio-dia. Em nota publicada, em 7 de dezembro, o Cardeal Aguiar Retes especificou as condições para lucrar a indulgência plenária: É necessário, disse, “preparar um lugar de oração à Nossa Senhora de Guadalupe em seu próprio lar”. Além disso, observou, os fiéis precisam “participar através da mídia, seguindo com devoção e atenção exclusiva, como se faz em forma presencial, a uma das missas a serem celebradas na Basílica de Guadalupe”. Por último, indicou, é preciso “cumprir as condições habituais para lucrar as indulgências: 1. rezar pelas intenções do Santo Padre. 2. Estar na graça de Deus por ter confessado. 3. Assistir à missa completa. 4. Comungar. As três últimas condições podem ser satisfeitas desde que as condições sanitárias o permitam”. Fonte: ACI Digital #NossaSenhoradeGuadalupe
- Papa concede indulgência plenária aos que celebrarem a Virgem de Guadalupe em casa
O Papa Francisco concordou em conceder indulgência plenária aos fiéis que participarem das celebrações virtuais em casa por ocasião da Festa de Nossa Senhora de Guadalupe. O anúncio foi feito pelo Arcebispo Primaz do México, Cardeal Carlos Aguiar Retes, ao concluir a celebração da Missa do domingo, 6 de dezembro, na Basílica de Guadalupe. O Cardeal Aguiar Retes disse que “a situação da pandemia nos obrigou, para o bem da vida de todos, a manter fechado o complexo de Guadalupe de 10 a 13 de dezembro e, portanto, as celebrações de Nossa Mãe, em vez de virem aqui para a casa dela, ela quer ir para a casa de vocês”. “Para motivar essa presença de Nossa Senhora nas suas casas, quando acompanhem as Missas da meia-noite, do início do dia 12 ou a das Rosas, do meio-dia, pedi ao Santo Padre, o Papa Francisco, que nos concedesse para motivação, encorajamento e esperança, de todos vocês e de todos os devotos de Nossa Senhora, que recebam a indulgência plenária em sua casa. Com essa indulgência plenária, indicou, “vocês podem se unir em favor de seus irmãos” falecidos da família, seus antepassados. “O Papa a concedeu como um consolo”, sublinhou. “Esta semana, nos próximos dias, vamos transmitir em diferentes meios de comunicação as condições habituais para a indulgência plenária e para que vocês possam lucrá-la”. Embora originalmente a Basílica de Guadalupe tivesse planejado acolher os peregrinos que viriam contemplar a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, sem a celebração das Missas nos dias 11 e 12 de dezembro, em 23 de novembro foi anunciado que o santuário mariano permaneceria completamente fechado de 10 a 13 de dezembro para evitar infecções por coronavírus COVID-19. A Basílica também anunciou uma série de atividades virtuais nas quais os devotos poderão participar por meio de seu site oficial. A Missa da meia-noite será transmitida pelo canal YouTube da Basílica de Guadalupe, no dia 11 de dezembro, a partir das 23h (Horário da Cidade do México). A Missa das Rosas vai ao ar no dia 12 de dezembro a partir do meio-dia. Em nota publicada, em 7 de dezembro, o Cardeal Aguiar Retes especificou as condições para lucrar a indulgência plenária: É necessário, disse, “preparar um lugar de oração à Nossa Senhora de Guadalupe em seu próprio lar”. Além disso, observou, os fiéis precisam “participar através da mídia, seguindo com devoção e atenção exclusiva, como se faz em forma presencial, a uma das missas a serem celebradas na Basílica de Guadalupe”. Por último, indicou, é preciso “cumprir as condições habituais para lucrar as indulgências: 1. rezar pelas intenções do Santo Padre. 2. Estar na graça de Deus por ter confessado. 3. Assistir à missa completa. 4. Comungar. As três últimas condições podem ser satisfeitas desde que as condições sanitárias o permitam”. Fonte: ACI Digital #NossaSenhoradeGuadalupe
- A MÍDIA ANTICRÍSTICA E O TOTALITARISMO CHINÊS – Agostino Nobile
Quem já viveu no estrangeiro, sabe que as notícias italianas veiculadas em vários países são extraídas sobretudo de La Repubblica e do Corriere della Sera . No que diz respeito aos serviços e reportagens televisivos, o canal mais popular, pelo menos até há poucos anos, era a RAI 3. No resto do mundo, as notícias sobre os EUA vêm quase todas do New York Times e da CNN , que são os principais Pravdas do partido globalista americano (autodenominado democrata). A estas fontes de informação juntaram-se, nos últimos anos, o dragão de quatro cabeças: Google, Facebook, Twitter e Youtube, que nos últimos meses têm mostrado todo o seu desprezo por Cristo, ameaçando e fechando sites católicos injustamente acusados de fomentar o ódio. Por outro lado, blogs homossexualistas militantes e de organizações pedófilas, que realmente instigam o ódio, têm livre trânsito pela internet. Os povos do mundo não são informados, mas doutrinados, como nos Gulag e nos Laogai comunistas. Poderíamos dizer que o Muro de Berlim não foi demolido para acabar definitivamente com o comunismo, mas para estender a sovietização a todo o planeta. Os novos campos de reeducação, criados por aqueles que dirigem a Nova Ordem Mundial, têm a capacidade de instilar um verdadeiro ódio planetário em pessoas honestas ou de convencer milhões de cidadãos a votar em um canalha que arruinará as suas vidas. Exemplos abundam. O povo ocidental é o único, no mundo, que nutre ódio por si mesmo. Odeia as próprias raízes, a própria cultura e, espantosamente, Jesus Cristo. Mas Jesus era um assassino? Conspirava com os políticos da época? Jogava bombas em centros urbanos, massacrando centenas de milhares de mulheres, homens e crianças? Forçava — sob pena de morte — jovens a morrer na guerra, deixando famílias inteiras em desespero? Permitia que fossem arrancadas do ventre das mulheres as criaturas que ali se desenvolviam, para em seguida cortar suas cabeças, dissecarem-nas e vender os restos dos pequenos corpos aos que melhor pagassem? Permitia que pedófilos dirigissem escolas como se fossem pedagogos? Não; tudo isso é obra de alguns de nossos atuais governantes. Jesus ama e respeita, eleva o espírito e a dignidade, e nunca fez mal a ninguém. E como a verdade, agora, já não é mais estabelecida por fatos, mas pelos governos e a mídia, milhões de idiotas úteis continuam a votar em seus próprios algozes. Certo “artista” [em 2015] mergulhou um crucifixo com Jesus num copo com urina, em vez de ali colocar uma foto ou estatueta do belicista Obama, ou das marionetes Macron, Renzi, Conte, Zingaretti ou os burocratas de Bruxelas. Eis a matéria: https://www.ilgiornale.it/notícias/crônicas/cristo-nellurina-lopera-escândalo-financiado-toscana-região-1193908.html Os esquerdistas não queimam imagens de Obama e similares, mas igrejas, crucifixos e objetos sagrados. As calúnias midiáticas e acadêmicas têm uma tal força corruptora, que induzem ao escárnio o Homem mais santo da história. E o que dizer daqueles juízes e políticos que absolvem os promotores do mal, enquanto perseguem os que se opõem ao aborto e à homossexualização de nossos filhos? Somente aqueles que proporcionam morte e prazeres autodestrutivos são valorizados. Hoje, mais do que nunca, a informação leva veneno às consciências, por meio de jornalistas submissos ao mainstream . Concedemos poder absoluto ao “senhor” da morte e da depressão. Entre seus maiores adoradores, encontram-se magnatas, intelectuais, professores, políticos, jornalistas, falsos artistas e bergoglianos. Com o cancelamento da cultura ocidental e dos direitos humanos que brotaram do Cristianismo, realiza-se o maior genocídio cultural de todas as épocas. Não é uma piada, mas uma constatação, uma evidência macroscópica. Alguém poderia perguntar: por que visaram o Cristianismo em particular? Porque é a única, entre as religiões e filosofias, que enobrece o homem, a mulher e a criança, mas isso realmente não desce pela goela do Establishment . Uma sociedade está dominada quando dignidade e liberdade para todos os seres humanos se tornam coisas blasfemas, como ocorre no islã, no hinduísmo e no comunismo. Apesar desta realidade incontestável, os idiotas úteis, em vez de colocar no pote de urina os mencionados políticos, que estão literalmente massacrando bilhões de seres humanos física e moralmente, insultam Aquele que lhes deu direitos, dignidade e liberdade. Peço perdão se estou me repetindo, mas creio que é preciso insistir: transformaram a Covid em algo pior do que a bomba atômica. Antes de concluir, gostaria de relembrar o artigo sobre a Covid publicado em Stilum Curiae em 18 de novembro passado. Assista e ouça com atenção o vídeo telejornalístico sobre o vírus de Hong Kong: Não se pretende, absolutamente, negar a periculosidade da Covid, mas em 1969 o vírus de Hong Kong levou 13 milhões de italianos para a cama, com cerca de 20.000 mortes, enquanto hoje existem 19.092.538 de casos confirmados em toda a Europa. Portanto, se só em 1969 havia 13 milhões na Itália, isso significa que em toda a Europa o número de infectados era muito maior do que hoje. E há mais: de acordo com muitos médicos europeus, parece que nem todas as mortes são causadas pela Covid. O que confirmaria que, com todos esses jogos terroristas, o que pretendem é nos impor a “chinesização”. Em conclusão, entre indignação e protestos, a Besta vai engordando e dando risadas… Se as pessoas de bom senso não agirem, teremos um inferno na terra. Os confinamentos — que destroem a economia, deixam milhões de famílias europeias sem o que comer e fecham igrejas no Natal (com a aprovação do Vaticano) — não são sinos, mas canhões de alarme que não deixam dúvidas. Se acrescentarmos, em seguida, que só vamos poder viajar ou mandar nossos filhos à escola se apresentarmos um atestado de vacinação, veremos que a China não está por perto: já está dentro de casa. [https://www.marcotosatti.com/2020/12/07/agostino-nobile-media-e-social-anticristici-e-totalitarismo-cinese/]
- ENDIREITAI SUAS ESTRADAS – Scott Hahn medita sobre o Segundo Domingo do Advento
O nosso Deus está vindo. O tempo de exílio — a longa separação entre a humanidade e Deus devido ao pecado — está prestes a terminar. Esta é a boa nova proclamada na liturgia de hoje. Isaías, na Primeira Leitura de hoje, promete a libertação futura de Israel, e o retorno do cativeiro e do exílio. Mas, como mostra o Evangelho deste domingo, o sentido da libertação histórica de Israel era o de anunciar um ato salvador ainda maior da parte de Deus: a vinda de Jesus para livrar Israel e todas as nações da escravidão do pecado, reunindo-os e levando-os de volta para Deus. Deus enviou um anjo diante dos israelitas para guiá-los em seu êxodo rumo à terra prometida (ver Êxodo 23:20). E Ele prometeu enviar um mensageiro da aliança, Elias, para purificar o povo e reconduzir seu coração ao Pai, antes do retorno do Senhor (ver Malaquias 3: 1, 23-24). João Batista menciona-o, bem como a profecia de Isaías, para mostrar que toda a história de Israel aguarda a revelação de Jesus. Em Jesus, Deus diminuiu o imenso vale que O separava da humanidade pecadora. Ele desceu do céu e fez Sua glória habitar em nossa terra, conforme cantamos no Salmo de hoje. Ele fez tudo isso não pela humanidade em abstrato, mas por cada um de nós. A longa história da salvação conduziu-nos a esta Eucaristia, que celebramos hoje, na qual como sempre reaparece o nosso Deus. Sabemos que nossa salvação está próxima: cada um de nós deve depreender, das leituras de hoje, um apelo pessoal. “Eis o vosso Deus”, diz Isaías na Primeira Leitura. “Ele está usando de paciência para convosco”, diz Pedro na Epístola de hoje. Como os habitantes de Jerusalém, no Evangelho, temos que ir ao Seu encontro, arrependermo-nos de nossos pecados, de nossa indolência e comodismo, que tornam nossas vidas um deserto espiritual. Temos que endireitar nossas vidas, para que todas as nossas ações nos conduza até Ele. Hoje, ao ouvir o início do Evangelho, que novamente nos comprometamos com uma vida de santidade e devoção. https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/straighten-the-path-scott-hahn-reflects-on-the-second-sunday-of-advent/
- Dom Alberto Taveira se defende contra acusações de imoralidade: “consciência tranquila”
Dom Alberto Taveira Corrêa disse que recebeu informações de procedimentos investigativos contra ele com graves acusações sem que fosse questionado e ouvido. “Nesta dolorosa experiência de calvário, mas com a consciência tranquila, enfrentarei as calúnias, difamações e injúrias contra mim, na esperança que ao final reluza a verdade!” O arcebispo da Arquidiocese de Belém, Dom Alberto Taveira, contou na tarde deste sábado, 5, que está sendo acusado de imoralidade. Segundo ele, o caso está sendo acompanhado pela Santa Sé. O pronunciamento foi em vídeo publicado no site da instituição. Dom Alberto afirma que recebeu há poucos dias a informação de que estava sendo investigado por graves acusações. O arcebispo não deu detalhes do processo investigativo. O portal Roma News solicitou as informações à Arquidiocese, que ainda não se manifestou sobre o caso. Ainda segundo o arcebispo, o caso será notícia em rede nacional. No vídeo, ele lamentou que as partes denunciantes tenham escolhido essa via “escandalosa” da mídia. “Lamento que os pretensos acusadores tenham optado pela via escandalosa, com circulação de notícia na mídia nacional, sem as devidas apurações dos fatos, ao que tudo indica, visando causar danos irreparáveis à minha pessoa e provocar abalo na Santa Igreja”, disse. Dom Alberto disse também que está à disposição das autoridades e confia na justiça. “Confio na Justiça Brasileira para o esclarecimento dessas falsas imputações, que atacam não só a minha honra, mas prejudicam também aqueles que sempre lutaram fiel e ativamente pela fidelidade a Nosso Senhor Jesus Cristo. Reforço estar totalmente disponível às autoridades, tanto as eclesiásticas como as civis, para que a realidade seja restabelecida integralmente”, declarou. Assista ao pronunciamento: Em carta destinada a diáconos e sacerdotes, o arcebispo afirmou que as denúncias enviadas à Santa Sé provocaram uma visita apostólica, encerrada nesta semana. Dom Alberto Taveira escreveu que “tem clara consciência da improcedência das acusações” e que vai aguardar as investigações que correm em segredo da justiça. O Arcebispo não deu nenhum detalhe sobre as acusações que pesam sobre ele. Leia a carta na íntegra: Dom Alberto Taveira recebe apoio da RCC O Conselho Nacional da RCCBRASIL aprovou por unanimidade uma nota dirigida a todo o povo da RCC em solidariedade ao arcebispo de Belém do Pará, Dom Alberto Taveira. O mesmo tem sido alvo de calúnias que atacam sua honra. O Conselho Nacional é unânime em reafirmar o testemunho coerente de Dom Alberto, que sempre foi um pai amoroso aos milhões de carismáticos do Brasil. E convoca todo o povo para permanecer firme em oração, para que a verdade se reestabeleça. Confira a nota: NOTA DE APOIO, SOLIDARIEDADE E COMUNHÃO PARA COM DOM ALBERTO TAVEIRA CORRÊA (ARCEBISPO METROPOLITANO DE BELÉM-PA) E DE REPÚDIO ÀS FRÁGEIS E INCONSEQUENTES ILAÇÕES DE QUE O PRELADO É VÍTIMA “Tu que habitas sob a proteção do Altíssimo, que moras à sombra do Onipotente, dize ao Senhor: ‘Sois meu refúgio e minha cidadela, meu Deus, em quem confio’. É ele quem te livrará do laço do caçador e da peste perniciosa.” (Sl 90, 1-3). Afastamos e veementemente repudiamos as denúncias infundadas ora dirigidas a Dom Alberto Taveira Corrêa, Arcebispo Metropolitano de Belém-PA, pois como ovelhas conhecemos e atestamos sua envergadura moral, sua reputação ilibada, sua fidelidade ao Evangelho e à Sã Doutrina Católica. Procure-se, pois, conhecer o belo histórico do ora denunciado, caluniado, difamado! Fato é que há uma robusta nuvem de testemunhas beneficiadas pelo bem que este homem de Deus semeia sobre a terra. Certamente, os fatos falarão por si e a verdade refulgirá. É sabido que alguns posicionamentos firmes e decisões tomadas por Dom Alberto Taveira no governo de sua Arquidiocese desagradaram a alguns, que há algum tempo se insurgem, sem qualquer temor de Deus, para macular a honra e a credibilidade de um Bispo que dá a vida pelas suas ovelhas, confirmando os irmãos na fé e exalando o perfume de Cristo. Manifestamos, pois, nossa solidariedade e comunhão para com Dom Alberto Taveira Corrêa e nos colocamos em sua defesa, enxergando nele o nosso Pastor amado, um homem probo, reto e coerente com a fé que professa e defende com a vida. Confiamos-lhe à proteção de Nossa Senhora de Nazaré e a Ela rogamos para que a justiça se restabeleça. Colocamo-nos em contínua intercessão por Dom Alberto Taveira e por toda a Arquidiocese de Belém-PA, bem como CONVOCAMOS todo o Povo de Deus para que se coloquem igualmente em oração e para que o Senhor Nossa Justiça permaneça com Seus olhos voltados para esta situação tão dolorosa! Em Cristo, Conselho Nacional do Movimento Eclesial Renovação Carismática Católica do Brasil


















































