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- Alerta a todos os cristãos em tempo de eleições: Como um cristão deve votar?
É necessário recordar a todos os cristãos que a nossa fé não é algo a ser vivido apenas na Igreja, mas deve orientar toda nossa conduta, formar nossas convicções e pautar nossas escolhas. Assim sendo, devemos prestar atenção maior ainda na questão política, especialmente em tempos de eleições, pois as escolhas aí feitam repercutiram em forma de leis e ações que impactará a vida de toda a sociedade. É necessário que todos aqueles que acreditam em Cristo atuem e façam suas escolhas de modo coerente com sua fé. UM CRISTÃO JAMAIS PODERÁ VOTAR OU APOIAR CANDIDATOS OU PARTIDOS DE ÍNDOLE MARXISTA/SOCIALISTA/COMUNISTA nem PARTIDOS QUE DEFENDEM O ABORTO, IDEOLOGIA DE GÊNERO, LIBERAÇÃO DAS DROGAS e outras aberrações contrárias a nossa fé e à moral cristã. Assista ao vídeo: Nessa lista dos partidos que NÃO podem ser apoiados e cujos candidatos NÃO podem ser votados por cristãos se incluem: PT, PC do B, PSOL, PSTU, PCO, PV, PDT, REDE, PPS, PMN, PSB, PPL entre outros, inclusive PSDB . Leia também Bispo de Caruaru orienta fiéis a votarem contra o comunismo Quem trabalha, vota ou de algum modo apoia partidos contrários a nossa fé, não pode se dizer um verdadeiro cristão… e é cúmplice de tudo o que eles defendem. Leia também O dia em que Ratzinger explicou por que é errado votar em comunistas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Pró-Vida de Anápolis (@providaanapolis) #Comunismo #Eleições #Marxismo #Política
- Alerta a todos os cristãos em tempo de eleições: Como um cristão deve votar?
É necessário recordar a todos os cristãos que a nossa fé não é algo a ser vivido apenas na Igreja, mas deve orientar toda nossa conduta, formar nossas convicções e pautar nossas escolhas. Assim sendo, devemos prestar atenção maior ainda na questão política, especialmente em tempos de eleições, pois as escolhas aí feitam repercutiram em forma de leis e ações que impactará a vida de toda a sociedade. É necessário que todos aqueles que acreditam em Cristo atuem e façam suas escolhas de modo coerente com sua fé. UM CRISTÃO JAMAIS PODERÁ VOTAR OU APOIAR CANDIDATOS OU PARTIDOS DE ÍNDOLE MARXISTA/SOCIALISTA/COMUNISTA nem PARTIDOS QUE DEFENDEM O ABORTO, IDEOLOGIA DE GÊNERO, LIBERAÇÃO DAS DROGAS e outras aberrações contrárias a nossa fé e à moral cristã. Assista ao vídeo: Nessa lista dos partidos que NÃO podem ser apoiados e cujos candidatos NÃO podem ser votados por cristãos se incluem: PT, PC do B, PSOL, PSTU, PCO, PV, PDT, REDE, PPS, PMN, PSB, PPL entre outros, inclusive PSDB . Leia também Bispo de Caruaru orienta fiéis a votarem contra o comunismo Quem trabalha, vota ou de algum modo apoia partidos contrários a nossa fé, não pode se dizer um verdadeiro cristão… e é cúmplice de tudo o que eles defendem. Leia também O dia em que Ratzinger explicou por que é errado votar em comunistas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Pró-Vida de Anápolis (@providaanapolis) #Comunismo #Eleições #Marxismo #Política
- São João Paulo II sobre os abusos litúrgicos: “A liturgia nunca é propriedade privada de algué
Leia o importante alerta feito pelo papa São João Paulo II sobre os abusos na liturgia: “Temos a lamentar, infelizmente, que sobretudo a partir dos anos da reforma litúrgica pós-conciliar, por um ambíguo sentido de criatividade e adaptação, não faltaram abusos, que foram motivo de sofrimento para muitos. Uma certa reação contra o ‘formalismo’ levou alguns, especialmente em determinadas regiões, a considerarem não obrigatórias as ‘formas’ escolhidas pela grande tradição litúrgica da Igreja e do seu magistério e a introduzirem inovações não autorizadas e muitas vezes completamente impróprias. Leia também Padre carismático pede perdão por abusos litúrgicos: “Não celebrava a Missa da Igreja” Por isso, sinto o dever de fazer um veemente apelo para que as normas litúrgicas sejam observadas, com grande fidelidade, na celebração eucarística. Constituem uma expressão concreta da autêntica eclesialidade da Eucaristia; tal é o seu sentido mais profundo. A liturgia nunca é propriedade privada de alguém, nem do celebrante, nem da comunidade onde são celebrados os santos mistérios. O apóstolo Paulo teve de dirigir palavras ásperas à comunidade de Corinto pelas falhas graves na sua celebração eucarística, que tinham dado origem a divisões (skísmata) e à formação de facções (‘airéseis) (cf. 1 Cor 11, 17-34). Leia também Santa Missa: “A Liturgia não é show, nem espetáculo” – Papa Bento XVI Atualmente também deveria ser redescoberta e valorizada a obediência às normas litúrgicas como reflexo e testemunho da Igreja, una e universal, que se torna presente em cada celebração da Eucaristia. O sacerdote, que celebra fielmente a Missa segundo as normas litúrgicas, e a comunidade, que às mesmas adere, demonstram de modo silencioso, mas expressivo, o seu amor à Igreja… A ninguém é permitido aviltar este mistério que está confiado às nossas mãos: é demasiado grande para que alguém possa permitir-se de tratá-lo a seu livre arbítrio, não respeitando o seu carácter sagrado nem a sua dimensão universal” (São João Paulo II, enc. Ecclesia de Eucharistia, 52) Leia também A Santa Missa e os abusos litúrgicos que ofuscam sua grandeza e seu mistério Leia também “Missa Afro”, a síntese de todos os abusos litúrgicos #AbusosLitúrgicos #Liturgia
- São João Paulo II sobre os abusos litúrgicos: “A liturgia nunca é propriedade privada de algué
Leia o importante alerta feito pelo papa São João Paulo II sobre os abusos na liturgia: “Temos a lamentar, infelizmente, que sobretudo a partir dos anos da reforma litúrgica pós-conciliar, por um ambíguo sentido de criatividade e adaptação, não faltaram abusos, que foram motivo de sofrimento para muitos. Uma certa reação contra o ‘formalismo’ levou alguns, especialmente em determinadas regiões, a considerarem não obrigatórias as ‘formas’ escolhidas pela grande tradição litúrgica da Igreja e do seu magistério e a introduzirem inovações não autorizadas e muitas vezes completamente impróprias. Leia também Padre carismático pede perdão por abusos litúrgicos: “Não celebrava a Missa da Igreja” Por isso, sinto o dever de fazer um veemente apelo para que as normas litúrgicas sejam observadas, com grande fidelidade, na celebração eucarística. Constituem uma expressão concreta da autêntica eclesialidade da Eucaristia; tal é o seu sentido mais profundo. A liturgia nunca é propriedade privada de alguém, nem do celebrante, nem da comunidade onde são celebrados os santos mistérios. O apóstolo Paulo teve de dirigir palavras ásperas à comunidade de Corinto pelas falhas graves na sua celebração eucarística, que tinham dado origem a divisões (skísmata) e à formação de facções (‘airéseis) (cf. 1 Cor 11, 17-34). Leia também Santa Missa: “A Liturgia não é show, nem espetáculo” – Papa Bento XVI Atualmente também deveria ser redescoberta e valorizada a obediência às normas litúrgicas como reflexo e testemunho da Igreja, una e universal, que se torna presente em cada celebração da Eucaristia. O sacerdote, que celebra fielmente a Missa segundo as normas litúrgicas, e a comunidade, que às mesmas adere, demonstram de modo silencioso, mas expressivo, o seu amor à Igreja… A ninguém é permitido aviltar este mistério que está confiado às nossas mãos: é demasiado grande para que alguém possa permitir-se de tratá-lo a seu livre arbítrio, não respeitando o seu carácter sagrado nem a sua dimensão universal” (São João Paulo II, enc. Ecclesia de Eucharistia, 52) Leia também A Santa Missa e os abusos litúrgicos que ofuscam sua grandeza e seu mistério Leia também “Missa Afro”, a síntese de todos os abusos litúrgicos #AbusosLitúrgicos #Liturgia
- MISSAS DE NOVO SUSPENSAS NA FRANÇA E CATÓLICOS FRANCESES PROTESTAM
Depois da interdição dos templos pelo governo francês — efeito do Grande Reset? —, católicos de lá continuam fazendo manifestações (com máscaras e o devido distanciamento interpessoal) diante das igrejas, pedindo Missa. A Polícia tem ordem de dispersá-los. Ainda na França, quase uma centena de pessoas se reuniu numa pequena cidade do interior, Chambéry, em frente ao Palácio da Justiça local, para exigir liberdade de culto, da mesma maneira que os supermercados tinham liberdade de abrir suas portas. “Temos necessidade de cuidar de nossas almas”, era o grito pacífico dos manifestantes. Reclamavam de injustiça e perseguição: “Precisamos de comunhão para poder suportar o lockdown. Essa situação provoca ansiedade. Sem transcendência, não podemos administrar nosso stress.” Noutra cidade da França, Bayonne (na fronteira com a Espanha), o Bispo Marc Aillet protestou: “Se o Leroy-Merlin pode funcionar aos domingos, por que não as igrejas?” Alguém até sugere que, se for assim, que se celebre Missa no Leroy-Merlin…
- Assista a “GLOBALIZAÇÃO E NOVA ORDEM MUNDIAL” no YouTube
“Nada, em toda a criação, está oculto aos olhos de Deus. Tudo está descoberto e exposto diante dos olhos daquele a quem havemos de prestar contas.” Hebreus 4:13 #USA #humanismo #France #EUAfrançaparisgeorgiaportugalmacedoniabelarusrussiapaquistãoIrãnCoreiaEgiptoArabiasauditaEmiradosÁrabesunidosEtiópiaNigériaChinaIraqueZimbabuéÁfric #Apocalipse #desenvolvimentodoutrinal #UzbequistãoLaosMauritâniaIêmemAfeganistãoMaldivasSomáliaArábiaSauditaIrãCoréiadoNorte #Doctrinaldevelopment #Igreja #demonologia
- COMO FAZER A “GRANDE REINICIALIZAÇÃO” DO MUNDO SEM O CRISTO
[Ainda sem tradução para o português, saiu em julho deste ano a obra Covid-19: A grande reinicialização do economista alemão Klaus Martin Schwab (escrito com Thierry Malleret). Schwab fundou em 1971 o Fórum Econômico Mundial , que todo ano reúne em Davos, Suíça, a “nata” empresarial, política e intelectual do mundo globalizado, para conversar sobre as questões mais prementes da nova ordem mundial. Covid-19: A grande reinicialização trata da rara oportunidade que a pandemia estaria oferecendo aos senhores do mundo para a viravolta da História, o grande reset, o novo normal… O livro, no fundo, é a pauta que será discutida na próxima conferência do Fórum Econômico Mundial, sempre em Davos, no próximo janeiro de 2021. Neste blog, publicamos recentemente algumas matérias que tratam desse “grande reset”: sobretudo aqui , mas também aqui e aqui . A seguir, um trecho do livro publicado no site do Fórum, que dá alguma ideia desse projeto insano de construir um mundo novo completamente sem Deus.] Apenas seis meses após o início da pandemia, o mundo não é mais o que conhecemos. Nesse curto espaço de tempo, a Covid-19 desencadeou mudanças dramáticas e amplificou as divisões que já afetam nossas economias e sociedades. Desigualdades crescentes, um senso generalizado de injustiça, aprofundamento das divisões geopolíticas, polarização política, déficits públicos crescentes e altos níveis de dívida, governança global ineficaz ou inexistente, financeirização excessiva, degradação do meio ambiente: estes são alguns dos principais desafios que existiam antes da pandemia. A crise do coronavírus exacerbou todos eles. O desastre do Covid-19 poderia ser o relâmpago que antecede o trovão? Ele teria força para desencadear uma série de mudanças profundas? Não podemos saber como será o mundo daqui a dez meses, muito menos daqui a dez anos, mas o que sabemos é que se não fizermos nada para redefinir o mundo de hoje, o mundo de amanhã será profundamente afetado. Em Crônica de uma morte anunciada , de Gabriel Garcia Márquez, uma aldeia inteira prevê uma catástrofe iminente, mas nenhum dos aldeões parece capaz ou disposto a agir para evitá-la, até que seja tarde demais. Não queremos ser esta aldeia. Para evitar isso, precisamos iniciar a Grande Reinicialização imediatamente. Este não é um “bônus”, mas uma necessidade absoluta. Não levar em conta, nem buscar reparar os males, profundamente enraizados em nossas sociedades e economias, poderia aumentar o risco, como tem ocorrido ao longo da história, de uma reinicialização imposta por choques violentos, como conflitos ou até mesmo revoluções. Cabe a nós pegar esse touro pelos chifres. A pandemia nos dá essa chance: representa uma janela de oportunidade rara, embora estreita, para refletir, reimaginar e reinicializar nosso mundo. A profunda crise causada pela pandemia nos deu muitas oportunidades para refletir sobre a forma como nossas economias e sociedades operam e os impasses que enfrentam. O veredito parece claro: precisamos mudar. Mas somos capazes disso? Vamos aprender com os erros que cometemos no passado? A pandemia abrirá a porta para um futuro melhor? Vamos colocar em ordem essa nossa casa grande, que é o mundo? Simplificando: vamos implementar a Grande Reinicialização? Essa reinicialização é uma tarefa ambiciosa, talvez ambiciosa demais, mas não temos escolha a não ser fazer tudo o que pudermos para concluí-la. Trata-se de tornar o mundo menos divisivo, menos poluente, menos destruidor, mais inclusivo, mais equitativo e mais justo do que aquele em que vivemos na era pré-pandêmica. Não fazer nada, ou fazer de menos, equivale a avançar às cegas em direção a cada vez maiores desigualdades sociais, desequilíbrios econômicos, injustiças e degradação ambiental. Deixar de agir seria equivalente a deixar nosso mundo se tornar mais perverso, mais dividido, mais perigoso, mais egoísta e simplesmente insuportável para grandes segmentos da população mundial. Não fazer nada não é uma opção viável. No entanto, a Grande Reinicialização está longe de ser um negócio concluído. Alguns podem rejeitar a necessidade de seguir este caminho, temendo a grandiosidade da tarefa e esperando que o sentimento de urgência desapareça e a situação volte logo ao “normal”. O argumento em favor da passividade é este: já passamos por choques semelhantes antes — pandemias, recessões brutais, divisões geopolíticas e tensões sociais — e vamos passar por eles novamente. Como sempre, as sociedades se reconstruirão e também nossas economias. A vida continua! Os argumentos contra a reinicialização também se baseiam na crença de que o mundo não é tão ruim e que resolver alguns detalhes será suficiente para melhorá-lo. É verdade que a situação do mundo é, em média, muito melhor hoje do que no passado. É preciso admitir, como seres humanos, que nunca tivemos antes uma tal sorte. Quase todos os indicadores-chave que medem nosso bem-estar coletivo (como o número de pessoas que vivem na pobreza ou morrem devido a conflitos, PIB per capita, expectativa de vida ou taxa de alfabetização e até mesmo o número de mortes causadas por pandemias), melhoraram de forma constante nos últimos séculos e de forma impressionante nas últimas décadas. Mas essas melhorias são apenas médias: uma realidade estatística que não faz sentido para aqueles que se sentem (e com tanta frequência) excluídos. Portanto, a crença de que o mundo de hoje é melhor do que nunca, embora correta, não pode ser usada como uma desculpa para se contentar com o status quo e não remediar os numerosos males que continuam a afligir o nosso mundo. Estamos agora em uma encruzilhada. Apenas um caminho nos levará a um mundo melhor: mais inclusivo, mais justo e mais respeitoso com a Mãe Natureza. O outro nos levará a um mundo semelhante ao que acabamos de deixar para trás, só que pior e sempre cheio de surpresas desagradáveis. Portanto, temos que fazer as coisas como devem ser feitas. Os desafios que temos pela frente podem ser maiores do que imaginamos até agora, mas nossa capacidade de recomeçar do zero também poderia ser melhor do que antes ousávamos esperar. https://fr.weforum.org/agenda/2020/09/covid-19-la-grande-reinitialisation/
- Católicos franceses saem às ruas para protestar contra o fechamento das Igrejas
Uma alegada ‘segunda onda’ de casos Covid levou o governo Macron a proibir missas na França e restringir a celebração de casamentos e funerais tanto quanto possível. Os católicos franceses reagiram com marchas e protestos em várias cidades. No fim de semana passado, os fiéis deixaram suas casas desafiando as novas medidas do governo Macron de se reunir em frente às igrejas para orar, exigindo silenciosamente seu direito de culto após os ataques islâmicos anticristãos nas últimas semanas. De Nantes a Versalhes, os fiéis sublinham, desafiando os regulamentos das autoridades, que não permitirão passivamente que lhes seja tirado o que consideram mais precioso; Dizem com sua atitude, como os antigos mártires romanos, “sine dominico non possumus”. Muitos até assumiram o desafio nas redes sociais, mostrando-se nessas manifestações que violam a legalidade recente, correndo o risco de ser sancionados por se oporem a uma lei que consideram iníqua. Eles também criaram a tag #oursoulsmatter – Our Souls Matter (Nossas Almas Importam) – nas redes sociais, imitando o popular #BlackLivesMatter . Entre os bispos, houve quem tentasse desviar o novo decreto para encontrar lacunas ou interpretações que permitissem um certo espaço de liberdade religiosa. Assim escreveu o bispo de Bayonne, Marc Aillet: “Nada impede os sacerdotes de celebrar a Santa Missa nos locais de culto que permanecem abertos e nada impede os fiéis de entrarem individualmente nas igrejas. É a organização de cerimônias religiosas que é considerada suspeita ”. Centenas de fiéis católicos exigem o retorno das missas na França A reunião, autorizada pela prefeitura, foi organizada por católicos, “fora de qualquer organização”, disseram os promotores: “Reivindicamos o direito de poder voltar a assistir à missa”. A manifestação teve a devida autorização e decorreu no domingo entre as 10:30 e as 11:30. 500 fiéis se reuniram na praça da catedral de Nantes – que recentemente sofreu um incêndio – para pedir a volta das missas, informa Ouest France . “Tivemos a ideia deste evento com um grupo de amigos no início da semana”, explica Marc Billig, um dos principais organizadores. “Somos simplesmente fiéis, não pretendemos fazer parte de nenhuma organização”, acrescentou Billing. Na quinta-feira anterior obteve da prefeitura a autorização oficial necessária para a realização da concentração. O faturamento não esperava que tantos fiéis atendessem ao chamado. “É a primeira vez que fazemos isso, não sabíamos que as redes sociais funcionavam tão bem!”, Explicou. Uma imagem semelhante pôde ser vista em Versalhes no mesmo domingo em frente à Catedral de Saint-Louis. Centenas de católicos se reuniram à noite para cantar e rezar, cena que pode ser vista em um vídeo que teve grande repercussão nas redes sociais. #Coronavírus #França
- Católicos franceses saem às ruas para protestar contra o fechamento das Igrejas
Uma alegada ‘segunda onda’ de casos Covid levou o governo Macron a proibir missas na França e restringir a celebração de casamentos e funerais tanto quanto possível. Os católicos franceses reagiram com marchas e protestos em várias cidades. No fim de semana passado, os fiéis deixaram suas casas desafiando as novas medidas do governo Macron de se reunir em frente às igrejas para orar, exigindo silenciosamente seu direito de culto após os ataques islâmicos anticristãos nas últimas semanas. De Nantes a Versalhes, os fiéis sublinham, desafiando os regulamentos das autoridades, que não permitirão passivamente que lhes seja tirado o que consideram mais precioso; Dizem com sua atitude, como os antigos mártires romanos, “sine dominico non possumus”. Muitos até assumiram o desafio nas redes sociais, mostrando-se nessas manifestações que violam a legalidade recente, correndo o risco de ser sancionados por se oporem a uma lei que consideram iníqua. Eles também criaram a tag #oursoulsmatter – Our Souls Matter (Nossas Almas Importam) – nas redes sociais, imitando o popular #BlackLivesMatter . Entre os bispos, houve quem tentasse desviar o novo decreto para encontrar lacunas ou interpretações que permitissem um certo espaço de liberdade religiosa. Assim escreveu o bispo de Bayonne, Marc Aillet: “Nada impede os sacerdotes de celebrar a Santa Missa nos locais de culto que permanecem abertos e nada impede os fiéis de entrarem individualmente nas igrejas. É a organização de cerimônias religiosas que é considerada suspeita ”. Centenas de fiéis católicos exigem o retorno das missas na França A reunião, autorizada pela prefeitura, foi organizada por católicos, “fora de qualquer organização”, disseram os promotores: “Reivindicamos o direito de poder voltar a assistir à missa”. A manifestação teve a devida autorização e decorreu no domingo entre as 10:30 e as 11:30. 500 fiéis se reuniram na praça da catedral de Nantes – que recentemente sofreu um incêndio – para pedir a volta das missas, informa Ouest France . “Tivemos a ideia deste evento com um grupo de amigos no início da semana”, explica Marc Billig, um dos principais organizadores. “Somos simplesmente fiéis, não pretendemos fazer parte de nenhuma organização”, acrescentou Billing. Na quinta-feira anterior obteve da prefeitura a autorização oficial necessária para a realização da concentração. O faturamento não esperava que tantos fiéis atendessem ao chamado. “É a primeira vez que fazemos isso, não sabíamos que as redes sociais funcionavam tão bem!”, Explicou. Uma imagem semelhante pôde ser vista em Versalhes no mesmo domingo em frente à Catedral de Saint-Louis. Centenas de católicos se reuniram à noite para cantar e rezar, cena que pode ser vista em um vídeo que teve grande repercussão nas redes sociais. #Coronavírus #França
- A MÃE DEVE SER MULHER E O PAI UM HOMEM
Apesar da forte pressão que tem sofrido no Conselho Europeu — cujos representantes esquerdistas, como Macron, Sanchez e outros, defendem sanções econômicas contra o seu país — o governo conservador do Primeiro-Ministro da Hungria, Viktor Orbán, através do Ministério da Justiça, enviou ao Parlamento na última terça-feira, 10 de novembro, uma emenda à Constituição para garantir que “a mãe é mulher, o pai é homem”, com o veto definitivo à adoção de crianças por casais homossexuais e transexuais. Segundo esse plano constitucional, a definição do sexo será indicada no nascimento. “A Hungria protege o direito das crianças de se identificarem com base no seu sexo”, diz o texto, que especifica que “a educação é fornecida de acordo com os valores baseados na identidade constitucional e na cultura cristã da Hungria”. O projeto de lei prevê que somente casais heterossexuais podem adotar crianças. A Constituição, promovida por Orbán e em vigor desde 2011, já definia o casamento como a união de uma mulher e um homem. Embora não existam “casamentos” homossexuais na Hungria, hoje em dia uma pessoa solteira pode adotar, o que significa que os casais homossexuais poderiam utilizar esse meio para o conseguir. O partido de Orbán controla dois terços do Parlamento húngaro.
- O PODER IDEOLÓGICO DA MÍDIA – Mathieu Bock-Côté
A mídia tem um poder imenso: o de transformar a realidade em narrativa, moldar a opinião pública, definir as grandes questões relevantes para uma sociedade, ou, pelo menos, a forma como devem se apresentar a ela. Podemos compreender por que, cada vez mais, os políticos desconfiam da grande mídia e procuram por si mesmos se aproximar da população, não mais permitindo que sua mensagem seja desviada ou distorcida por aqueles que decidiram abandonar seu papel de analistas dos acontecimentos. A partir dessa perspectiva, a mídia fez com que os políticos preservassem seu discurso da formatação midiática, recuperando a capacidade de falar diretamente com os eleitores. Indiretamente, isso nos leva de volta à velha tradição dos jornais partidários, que assumiam claramente sua linha ideológica e até política. O que quer que se pense disso, tinha lá as suas virtudes. É normal e legítimo que um político busque controlar sua mensagem e a forma como é apresentada publicamente. E sejamos claros: se os jornalistas estão certos em questionar os líderes políticos, os líderes políticos também estão certos em não aceitar ser personagens no teatro midiático. O problema pode ser visto, de forma mais ampla, em todo o mundo ocidental. Todo o poder ideológico da mídia está em sua capacidade de definir quem é respeitável e quem não é, quem é admirável e quem é detestável, quem merece o título de humanista e quem merece o título de polemista, quem deve ser visto como progressista, e quem será julgado retrógrado. A mídia tem o poder de fixar o “sentido da história” e de julgar quem “está preso ao passado”. Pode colocar um rótulo depreciativo nas correntes políticas de que não gosta e até mesmo na mídia que vai contra a visão de mundo dominante, ora acusando-os de divulgar fake news , ora colando-lhes um rótulo ideológico qualquer. E quando não é obedecida, ela se deixa cair na tentação de repreender o desobediente. Antigamente, a dissidência consistia em se opor ao Estado. De certa forma, isso volta a ocorrer hoje, numa época em que a “mentalidade diversitária” [multiculturalismo] se entrega à tentação penalizadora. Hoje, porém, a dissidência consiste também em se opor ao sistema midiático e não se submeter às suas categorias. Se alguns líderes políticos se sentem tratados injustamente pela mídia, eles têm toda razão de reclamar. https://www.journaldemontreal.com/2020/09/12/le-pouvoir-ideologique-des-medias
- O CARÁTER EMBLEMÁTICO DA DISPUTA TRUMP-BIDEN
Todos sabíamos que a disputa eleitoral nos EUA não era uma coisa interna, só dos que vivem na América. Tinha, e continua a ter, um caráter emblemático: Trump e Biden representam não só dois partidos americanos, mas duas visões de mundo. Sabemos, os que vivemos na América do Sul e ainda somos cristãos, que as ideologias que mais nos ameaçam são o comunismo, que sobreviveu em países como a China, Coreia do Norte e Cuba após a aparente mudança de regime na Rússia soviética, e o capitalismo globalista — cuja marionete do momento é o candidato Joe Biden —, ávido por estabelecer no planeta uma nova ordem mundial (que seria um retorno à velha ordem pré-cristã, se não contivesse elementos jamais sonhados pelo velho paganismo greco-romano). O capitalismo globalista, que faz com a moral cristã o mesmo que os adeptos da revolução social e cultural à Gramsci, adquiriu força sobretudo a partir da Segunda Grande Guerra, quando pessoas ligadas à elite financeira, empresarial e política, espalhadas pelas Américas, Europa e parte da Ásia, passaram a defender a tese, originalmente maçônica, de que a humanidade devia abandonar a ideia de soberania nacional — que Donald Trump ousou valentemente defender nos últimos quatro anos — e adotar, progressivamente, um internacionalismo político que acabaria resultando em uma espécie de governo planetário, única e presumível forma de salvar o planeta ameaçado pela superpopulação e a degradação ambiental. Para comprovar que não se trata de delírio complotista ou conspiracionismo, basta ler-se o que escrevem os próprios defensores da causa, que obviamente não dizem tudo o que pensam ou fazem, como em toda guerra ideológica. Um destacado advogado atual da causa globalista é o diplomata americano Richard Haass, que é presidente desde 2003 de um influente centro de pesquisas não governamental: o think thank Conselho de Relações Exteriores (Council on Foreign Relations, CFR). Em artigo de 2017, “Ordem Mundial 2.0” , publicado em Foreign Affairs , revista do CFR, Haas contrapõe duas ordens mundiais, a velha e a nova, caracterizadas por duas formas distintas, quando não opostas, de fazer política, negócios e cultura em geral. A velha ordem mundial, que batiza de Ordem Mundial 1.0, prevaleceu no Ocidente desde o tratado de paz de Westphalia, em 1648, que encerrou a Guerra dos Trinta Anos na Europa, entre católicos e protestantes. Desse tratado, saiu fortalecido o conceito de soberania nacional, garantindo aos países o direito de ser eles mesmos, dentro de suas fronteiras, suas tradições, sua cultura. A ordem internacional derivada desse propósito visava dar ao mundo mais estabilidade e menos guerras. Haass não toca no assunto, mas sabemos que tinha soado a hora das religiões, causas potenciais de conflitos, começarem a apear da esfera pública e cada vez mais restringirem seu raio de influência à própria comunidade religiosa. Foi grande o esforço empreendido pela mentalidade liberal e maçônica, nos séculos XVIII e XIX, para diminuir a influência religiosa, sobretudo católica, nos âmbitos da política, da educação e da cultura em geral. Nas últimas décadas, porém, surgiu uma corrente de pensamento geopolítico que considerava essa Ordem Mundial 1.0, baseada na soberania das nações, insuficiente para atender às demandas de um mundo globalizado — a aldeia global de que falava o sociólogo canadense Marshall McLuhan: o mundo tornado surpreendentemente pequeno pelas telecomunicações e os novos meios de transporte. Alegam os defensores de uma “nova ordem mundial” que, hoje em dia, nada mais permanece local. Tudo é global, diz Richard Haas, desde turistas, terroristas e refugiados, até e-mails, doenças, dólares e gases de efeito estufa; tudo isto pode chegar a quase todos os lugares. Portanto, se o que acontece em cada país não deve mais ser preocupação exclusiva das respectivas nações, seria necessário um novo ordenamento jurídico e político do mundo, em que as soberanias nacionais se curvassem a certas obrigações planetárias. Interpretemos com palavras simples, sem eufemismos diplomáticos, essa vênia das nações a “certas obrigações planetárias”: a aldeia global necessitaria de um governo único, politicamente centralizado, de economia capitalista, uma espécie de mega China intercontinental. Esse capitalismo globalista (representado na recente eleição americana por Biden) pouco teria a ver, evidentemente, com o capitalismo tradicional (representado por Trump), mais ou menos satisfeito com a defesa, em cada nação soberana, da liberdade de possuir bens e empreender obras, fundado no Estado constitucional e na alternância do poder — um sistema político que deixa as pessoas livres para escolher entre o bem e o mal, a fé e a descrença, mas punidas sempre que incomodarem o funcionamento geral do grupo. Se o falso católico Biden (abortista, ambientalista, pró-casamento homossexual) levar a melhor, o anticristo terá dado mais um passo importante na conquista do mundo.
- Poucos dias após receber a primeira comunhão no hospital, Gabi parte ao encontro de Deus
Pelas redes sociais familiares e amigos homenagearam a pequena Gabi: “Há poucos dias celebramos com alegria a Primeira Eucaristia e Crisma da pequena Gabi. Hoje temos a tristeza de comunicar a todos que a linda Gabi não resistiu à espera de um novo coração. O testemunho de fé, amor e esperança da Gabi alcançou o Brasil e o mundo. Ela, que quis receber Jesus através da Eucaristia, segue agora nos braços do Bom Pastor, junto de Deus. Hoje, pedimos a oração de cada um de vocês pela família da Gabi e pelo seu descanso.” Menina realiza sonho de receber primeira comunhão, enquanto espera por transplante em hospital Uma paciente do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, que tem 10 anos que está esperando por um transplante de coração, contou com a ajuda da equipe do hospital para realizar o sonho de fazer a primeira comunhão. A surpresa, feita da capela do hospital, foi no domingo (25). De vestido branco, flores no cabelo e tudo que ela tinha direito, Gabriela Romanoski de Andrade se emocionou durante a cerimônia e ao receber a hóstia consagrada das mãos do padre. Assista ao vídeo. A realização do sonho deu ainda mais forças para que a pequena Gabriela possa esperar pelo transplante, que ainda não tem data para ser realizado. Ela mora com a família em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais, e está internada no hospital desde o dia 5 de outubro com miocardiopatia. A doença causa alterações no músculo cardíaco e impede o coração, parcial ou totalmente, de funcionar corretamente. “Quando as pessoas pensam em UTI, elas pensam no pior momento da vida, que é a morte. Eu acho que UTI não é só isso. Nós temos como proporcionar, na melhor forma possível, dentro do que a gente consegue oferecer, a melhor situação para a criança e para os pais. Então, fazer isso não é nada a mais do que a nossa própria obrigação que é dar não só saúde, mas amor também”, disse a médica Camila Camargo.
- Poucos dias após receber a primeira comunhão no hospital, Gabi parte ao encontro de Deus
Pelas redes sociais familiares e amigos homenagearam a pequena Gabi: “Há poucos dias celebramos com alegria a Primeira Eucaristia e Crisma da pequena Gabi. Hoje temos a tristeza de comunicar a todos que a linda Gabi não resistiu à espera de um novo coração. O testemunho de fé, amor e esperança da Gabi alcançou o Brasil e o mundo. Ela, que quis receber Jesus através da Eucaristia, segue agora nos braços do Bom Pastor, junto de Deus. Hoje, pedimos a oração de cada um de vocês pela família da Gabi e pelo seu descanso.” Menina realiza sonho de receber primeira comunhão, enquanto espera por transplante em hospital Uma paciente do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, que tem 10 anos que está esperando por um transplante de coração, contou com a ajuda da equipe do hospital para realizar o sonho de fazer a primeira comunhão. A surpresa, feita da capela do hospital, foi no domingo (25). De vestido branco, flores no cabelo e tudo que ela tinha direito, Gabriela Romanoski de Andrade se emocionou durante a cerimônia e ao receber a hóstia consagrada das mãos do padre. Assista ao vídeo. A realização do sonho deu ainda mais forças para que a pequena Gabriela possa esperar pelo transplante, que ainda não tem data para ser realizado. Ela mora com a família em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais, e está internada no hospital desde o dia 5 de outubro com miocardiopatia. A doença causa alterações no músculo cardíaco e impede o coração, parcial ou totalmente, de funcionar corretamente. “Quando as pessoas pensam em UTI, elas pensam no pior momento da vida, que é a morte. Eu acho que UTI não é só isso. Nós temos como proporcionar, na melhor forma possível, dentro do que a gente consegue oferecer, a melhor situação para a criança e para os pais. Então, fazer isso não é nada a mais do que a nossa própria obrigação que é dar não só saúde, mas amor também”, disse a médica Camila Camargo.
- O CORONAVÍRUS E O LEVIATÃ – Entrevista com o escritor italiano Aldo Maria Valli
“Um dos comentários que mais se ouve, quando se fala da epidemia, é que no fundo não se sabe nada, que existem opiniões contraditórias e, portanto, é necessário acatar as informações oficiais. Mas não é assim. Existem fatos objetivos relacionados à epidemia que devem ser reconhecidos. Alguns, de tipo epidemiológico, estão aí, diante dos nossos olhos: são os números, as taxas, as percentagens, que nos dizem que o coronavírus não é o ébola nem a peste medieval, etc. Mas há outros, igualmente sob nossas fuças: que somos cada vez mais privados de liberdade, que há alguém que está revolucionando radicalmente nosso modo de viver e nossa sociedade. Para ajudar a entender o que realmente está acontecendo, o ensaio de Aldo Maria Valli, Virus e leviatã (editora Liberlibri), chegou recentemente às livrarias. Aquele que foi durante anos o vaticanista italiano mais influente, antes que se aposentasse às pressas, nos dá uma das análises mais lúcidas da epidemia que já foram escritas até agora. Deixemos que ele nos fale das principais ideias do livro” (Paolo Gulisano, médico e escritor). Paolo Gulisano: Em vários países, e em particular na Itália, por ocasião da epidemia do coronavírus, uma verdadeira reviravolta autoritária ocorreu em pouco tempo, e quase sem oposição. Como explica isso? Aldo Maria Valli: Acredito que, em nível nacional, esta foi a maneira mais rápida e fácil de o governo agir, apesar de sua fraqueza e falta de preparação. Incapaz de uma resposta articulada e temeroso de confronto, o executivo passou por cima do Parlamento e assumiu a função legislativa. Mas tudo se encaixa em um quadro mais amplo, em um experimento de engenharia social planetária inspirado por “santuários” globalistas que estão bem acima dos governos particulares, e, em relação aos quais, um governo como o nosso parece estar agindo como idiota útil. Você afirma que o dogmatismo, há muito excluído da esfera religiosa, em particular numa Igreja Católica que se gaba de ser líquida e não dogmática, reapareceu na forma de intransigência médico-científica. Sim, se pensarmos bem, temos uma verdadeira e própria forma de fideísmo. Temos a Trindade (Ciência, Saúde, Segurança), o pecado (de não colaborar com as autoridades inspiradas pela comissão técnico-científica), a punição (é literalmente excomungado e expulso da comunidade o que não colabora), as sagradas escrituras (os meios de comunicação alinhados com a narrativa dominante), o proselitismo da tecnociência, a identificação da crença (no Comitê técnico-científico) com a salvação (do corpo). Temos até os fanáticos (que julgam a todos e, se necessário, excomungam). Falo de fideísmo, porque religião é outra coisa, é fé e razão, fides et ratio . Em vez disso, estamos quase de volta à superstição. Em seu livro Virus e Leviatã , você descreve magistralmente o estabelecimento de um despotismo particular, que você definiu como “compartilhado”. Defino-o assim, porque de fato a opinião pública e a sociedade civil não se opuseram, mas aderiram prontamente a esta forma de despotismo, sob a influência decisiva do terror propagado pela grande imprensa. É como se todos, o mundo político e a opinião pública, tivessem reconhecido que o sistema parlamentar é um luxo que podemos permitir em uma situação de normalidade, mas não quando nos deparamos com uma situação verdadeiramente estressante como a atual. Mas este é um precedente perigoso. Se alguém conseguisse transformar uma situação de emergência em normalidade, o que aconteceria? Quem nos garante que o experimento de engenharia social não pode ser repetido de forma ainda mais danosa? Outra definição eficaz, em seu livro, é a de Homo Timorosus… É o tipo humano com que nós, homens livres, estamos destinados a viver no futuro? E a que preço e com que esforço? O Homo Timorosus tem a pretensão de estar protegido de tudo, a salvaguardo de qualquer risco. Aceita sacrificar a sua própria liberdade para ter a vida preservada. Comete suicídio por medo de morrer. A imunidade é seu grande mito. É o oposto do homem viril e adulto, consciente e corajoso. É uma eterna criança submetida à ingerência de um Estado-mamãe que o intima: não faça isso, não faça aquilo, não corra, não mexa. Mas tudo isto é, obviamente, uma ilusão. Um especialista do Vaticano, como você, não poderia deixar de lado, no livro, ao que está acontecendo na Igreja. Triste espetáculo. Passamos da santificação à higienização. Nós nos tornamos adoradores do Álcool Gel. Tratamos Nosso Senhor como um contaminador. A liturgia foi profanada. A Igreja se tornou a Igreja do Estado, totalmente ajoelhada diante dos ditames do governo. Jamais se viu uma demanda por liberdade e autonomia, mas uma aquiescência total. Uma Igreja vítima do terror, que não conseguiu nos dizer nada sobre a morte, o sofrimento, o pecado, e que estava muito mais disposta a aproveitar a oportunidade para proibir a genuflexão e a recepção da Comunhão na boca. A atual operação de “reset” da sociedade está trazendo de volta certas ideias comunistas que pareciam desaparecidas para sempre… Muitos sinais disto já se veem por aí. Temos um valor supremo, a Saúde, em relação à qual tudo é sacrificável, a começar pela liberdade. Temos os guardiães da revolução, induzidos a sê-lo por informações que adquiriram conotações propagandísticas. Temos os delatores, que em nome do valor supremo estão prontos para denunciar os réprobos. Temos o ataque à liberdade religiosa e de culto. Temos os slogans (“Fica em casa”, “Tudo acabará bem”, “Juntos venceremos”, que lembram “Trabalhadores unidos jamais serão vencidos”, “Hasta la victoria siempre. Patria o muerte”). Temos a imprensa subjugada. Temos o grande terror. Por enquanto só faltam os gulag… Um escritor distópico inglês, Aldous Huxley, escreveu que “a revolução verdadeiramente revolucionária deve ser realizada não no mundo exterior, mas na alma e na carne dos seres humanos”. É isso que está acontecendo hoje, na sua opinião? Perfeitamente. Ela é internalizada. Colabora para esse fim a narrativa imposta pela imprensa alinhada, narrativa reforçada diariamente pelos telejornais nos horários nobres. É necessário que o cidadão, transformado em servo (e potencialmente doente) implore ao governo-médico que lhe dê o tratamento necessário. A revolução perfeita é aquela em que a vítima se acorrenta por si mesma. Étienne de La Boétie falou do assunto, em seu Discurso sobre a servidão voluntária : “São, portanto, os povos mesmos que se deixam acorrentar… É o povo que se faz servo, que se degola a si próprio; que, podendo escolher entre servidão e liberdade, recusa a sua independência e se submete ao jugo… “. Assim estamos nós. https://lanuovabq.it/it/valli-il-virus-e-il-leviatano-la-dittatura-parte-dal-basso
- O aborto na Polônia ‘é usado pela esquerda como pretexto para revolução cultural’
Acho que quando se trata do envolvimento de jovens do lado esquerdo do espectro político, vemos mais engajamento nas questões LGBTQ e, em seguida, no movimento pró-aborto’, disse o líder polonês pró-vida Jakub Baltroszewicz. Se o mundo não estivesse paralisado pelo desastre eleitoral que se desenrolava nos Estados Unidos, todos os olhos estariam fixos na Polônia. Em 22 de outubro, o tribunal superior do país decidiu que os abortos eugênicos – aqueles realizados em crianças pré-nascidas com anomalias fetais fatais – eram inconstitucionais. Há apenas cerca de 1.000 abortos por ano na Polônia, que já tem leis de aborto muito restritivas, e quase todos eles são adquiridos por esse motivo. Para o choque de Law and Justice (PiS), o partido conservador do governo, o país explodiu imediatamente. Houve dias de protestos, com mais de 100.000 marchas em Varsóvia na última sexta-feira. Fotos aéreas mostram um oceano de pessoas convergindo nas ruas, com as restrições do COVID-19 ainda limitando ostensivamente os grupos a apenas cinco. Na terça-feira, mais de meio milhão de pessoas aderiram aos protestos, os maiores comícios de rua desde os protestos do Solidariedade que derrubaram o comunismo. Exércitos de policiais foram implantados para proteger as casas de políticos, incluindo a residência do vice-primeiro-ministro Jarosław Kaczyński, bem como igrejas, que quase imediatamente se tornaram pontos de conflito para multidões enfurecidas. Os manifestantes invadiram os cultos, conclamando os fiéis a “orar pelo aborto para todos”. Em resposta, o presidente polonês Andrzej Duda apresentou emendas à lei do aborto para suavizar a decisão do tribunal, mas os manifestantes estão exigindo a revogação total da decisão. Um meio de comunicação europeu se referiu aos protestos como “a revolução do aborto” e não está claro se eles vão acabar tão cedo. Jakub Baltroszewicz é o presidente da Federação Polonesa de Movimentos Pró-Vida e Pró-Família, fundada em 1993 e é a maior e mais antiga organização guarda-chuva pró-vida do país, com trinta membros. Ele me disse que, embora o aborto fosse legal por um curto período de tempo em 1996-97 por “circunstâncias sociais”, essa lei foi considerada inconstitucional, mas desde o início de 2000 houve um aumento constante nos abortos eugênicos, que agora representam a maioria de rescisões (1074 de 1116 em 2019.) Para responder a isso, várias iniciativas de cidadãos foram introduzidas pelo movimento pró-vida para proibir ou limitar ainda mais o aborto, com a petição “Pare o Aborto” mais recente reunindo 800.000 assinaturas em um país de 38 milhões. Uma comissão parlamentar deveria examinar a questão, mas quando não o fez, 119 parlamentares pró-vida apresentaram um pedido ao Tribunal Constitucional em dezembro de 2019, pedindo-lhes que examinassem se o aborto eugênico era constitucional. Após dez meses, o Tribunal decidiu que não – e os protestos começaram para valer. Quase imediatamente, Baltroszewicz me disse, os partidos políticos progressistas aproveitaram os protestos como uma oportunidade para confrontar a Lei e a Justiça e passaram de exigir que a decisão do Tribunal fosse revogada para exigir o aborto “até o nascimento”, bem como a renúncia do governo . “Algumas organizações conservadoras começaram a proteger as igrejas de maneira militar, criando cordões”, disse-me Baltroszewicz. “A mídia de esquerda tentou esquentar a atmosfera de todas as formas possíveis. Nesse ponto, o diálogo racional não era possível. Não se tratava mais de aborto, de compromisso, de liberdade. Vemos também que o protesto está ‘na moda’ entre os jovens, que estão cansados das restrições da COVID e sentem que fazem parte de uma luta pela liberdade e não querem ficar para trás e parecer antiquados. Muitas dessas pessoas não têm convicções fortes pró-vida ou pró-escolha, mas foram manipuladas para pensar que são parte de uma revolução histórica. O presidente católico pró-vida entrou em pânico e pediu uma lei de compromisso ”. “A intenção”, explicou Baltroszewicz, “era permitir o aborto apenas para casos letais, quando temos certeza de que a criança não sobreviverá mais do que horas ou dias após o nascimento, mas proibir, por exemplo, o aborto em crianças com síndrome de Down. Infelizmente, a proposta foi mal escrita sob tremenda pressão da multidão. O que é ainda pior é que a decisão do Tribunal Constitucional ainda não foi publicada, embora o prazo fosse 2 de novembro. É claramente uma violação flagrante da lei polaca e estou chocado que o Governo tenha decidido tal movimento. Você pode imaginar uma situação em que algum governo discorde da decisão da Suprema Corte de seu país sob tremenda pressão de protestos e decida não publicá-la para que não possa se tornar lei como se a decisão nunca tivesse acontecido? Estamos claramente em uma crise política profunda e nosso governo conservador está em pânico. ” Uma estátua na Polônia atacada por defensores do aborto Enquanto a imprensa internacional está apresentando os protestos como uma revolução do aborto, Baltroszewicz diz que a decisão foi apenas um ponto de inflamação, e que os jovens na Polônia geralmente não têm opiniões fortes sobre o aborto. O aborto, entretanto, “é usado pela extrema esquerda para a revolução cultural e se tornou uma espécie de símbolo para mudar a estrutura social e a mentalidade. A Polónia é um dos poucos países da Europa que ainda tem fortes valores cristãos e conservadores, e algumas pessoas simplesmente não conseguem suportar isso, pois odeiam tudo o que representa esses valores. Se você olhar para países como França, Espanha, Irlanda ou Malta – uma ou duas gerações atrás, eles eram tão cristãos e conservadores quanto a Polônia, e o que aconteceu? Esta é uma revolução, e a decisão do Tribunal foi um bom momento para apresentá-la ao nosso país ”. “Acho que quando se trata do envolvimento de jovens do lado esquerdo do espectro político, vemos mais engajamento nas questões LGBTQ e, em seguida, no movimento pró-escolha, embora ambos apóiem um ao outro”. O movimento pró-vida não está desistindo. Baltroszewicz diz que a meta de curto prazo é “administrar uma crise atual causada não só pelos protestos, mas também pela proposta do presidente e pela recusa em publicar a decisão do Tribunal. Ainda esperamos que a decisão seja integralmente respeitada, mas se os políticos decidirem que é necessário um compromisso, tudo o que podemos fazer é tentar apresentar propostas do lado pró-vida. Nós realmente esperamos que a situação se acalme e os extremistas de esquerda parem de usar o aborto para a revolução cultural, mas não acho que isso vá acontecer … Nosso objetivo de longo prazo é construir uma cultura de vida na Polônia. É necessário especialmente para famílias com crianças com deficiência ou doenças. ” “Se o aborto eugênico for proibido ou limitado, temos que provar que essas famílias são bem cuidadas não só por nós, mas pelo Estado. Precisamos de apoio financeiro adequado para eles, precisamos de fácil acesso à reabilitação, eles precisam se sentir seguros e apoiados, pois criar um filho com doença ou deficiência pode ser um desafio. Se queremos que o aborto – especialmente o aborto eugênico – pare, devemos provar como sociedade, como Estado, que cuidamos bem de todos os nossos filhos e especialmente dos mais vulneráveis. Só então, acredito, o aborto se tornará – como a escravidão ou a segregação racial – um pesadelo dos tempos passados. ”- O artigo continua abaixo da Petição -PETIÇÃO: Apoie a Polônia por defender os não-nascidos e as igrejas contra a agressão esquerdista! Nesse ínterim, os pró-vida também estão defendendo a introdução de hospícios pré-natais gratuitos, com a exigência obrigatória de que as mulheres sejam informadas de que não precisam escolher o aborto, mas podem escolher hospícios e cuidados paliativos para seus filhos. “Isso dará à criança a possibilidade de falecer sem dor e de ser abraçada por pais que podem se despedir e planejar um funeral adequado”, disse-me Baltroszewicz. “Uma criança não é lixo hospitalar. Se não podemos fazer nada para salvar a vida de uma criança, pelo menos podemos dar a ela a dignidade de uma morte humana indolor. ” Traduzido de LifeSiteNews #Aborto #LGBT #Polônia
- O aborto na Polônia ‘é usado pela esquerda como pretexto para revolução cultural’
Acho que quando se trata do envolvimento de jovens do lado esquerdo do espectro político, vemos mais engajamento nas questões LGBTQ e, em seguida, no movimento pró-aborto’, disse o líder polonês pró-vida Jakub Baltroszewicz. Se o mundo não estivesse paralisado pelo desastre eleitoral que se desenrolava nos Estados Unidos, todos os olhos estariam fixos na Polônia. Em 22 de outubro, o tribunal superior do país decidiu que os abortos eugênicos – aqueles realizados em crianças pré-nascidas com anomalias fetais fatais – eram inconstitucionais. Há apenas cerca de 1.000 abortos por ano na Polônia, que já tem leis de aborto muito restritivas, e quase todos eles são adquiridos por esse motivo. Para o choque de Law and Justice (PiS), o partido conservador do governo, o país explodiu imediatamente. Houve dias de protestos, com mais de 100.000 marchas em Varsóvia na última sexta-feira. Fotos aéreas mostram um oceano de pessoas convergindo nas ruas, com as restrições do COVID-19 ainda limitando ostensivamente os grupos a apenas cinco. Na terça-feira, mais de meio milhão de pessoas aderiram aos protestos, os maiores comícios de rua desde os protestos do Solidariedade que derrubaram o comunismo. Exércitos de policiais foram implantados para proteger as casas de políticos, incluindo a residência do vice-primeiro-ministro Jarosław Kaczyński, bem como igrejas, que quase imediatamente se tornaram pontos de conflito para multidões enfurecidas. Os manifestantes invadiram os cultos, conclamando os fiéis a “orar pelo aborto para todos”. Em resposta, o presidente polonês Andrzej Duda apresentou emendas à lei do aborto para suavizar a decisão do tribunal, mas os manifestantes estão exigindo a revogação total da decisão. Um meio de comunicação europeu se referiu aos protestos como “a revolução do aborto” e não está claro se eles vão acabar tão cedo. Jakub Baltroszewicz é o presidente da Federação Polonesa de Movimentos Pró-Vida e Pró-Família, fundada em 1993 e é a maior e mais antiga organização guarda-chuva pró-vida do país, com trinta membros. Ele me disse que, embora o aborto fosse legal por um curto período de tempo em 1996-97 por “circunstâncias sociais”, essa lei foi considerada inconstitucional, mas desde o início de 2000 houve um aumento constante nos abortos eugênicos, que agora representam a maioria de rescisões (1074 de 1116 em 2019.) Para responder a isso, várias iniciativas de cidadãos foram introduzidas pelo movimento pró-vida para proibir ou limitar ainda mais o aborto, com a petição “Pare o Aborto” mais recente reunindo 800.000 assinaturas em um país de 38 milhões. Uma comissão parlamentar deveria examinar a questão, mas quando não o fez, 119 parlamentares pró-vida apresentaram um pedido ao Tribunal Constitucional em dezembro de 2019, pedindo-lhes que examinassem se o aborto eugênico era constitucional. Após dez meses, o Tribunal decidiu que não – e os protestos começaram para valer. Quase imediatamente, Baltroszewicz me disse, os partidos políticos progressistas aproveitaram os protestos como uma oportunidade para confrontar a Lei e a Justiça e passaram de exigir que a decisão do Tribunal fosse revogada para exigir o aborto “até o nascimento”, bem como a renúncia do governo . “Algumas organizações conservadoras começaram a proteger as igrejas de maneira militar, criando cordões”, disse-me Baltroszewicz. “A mídia de esquerda tentou esquentar a atmosfera de todas as formas possíveis. Nesse ponto, o diálogo racional não era possível. Não se tratava mais de aborto, de compromisso, de liberdade. Vemos também que o protesto está ‘na moda’ entre os jovens, que estão cansados das restrições da COVID e sentem que fazem parte de uma luta pela liberdade e não querem ficar para trás e parecer antiquados. Muitas dessas pessoas não têm convicções fortes pró-vida ou pró-escolha, mas foram manipuladas para pensar que são parte de uma revolução histórica. O presidente católico pró-vida entrou em pânico e pediu uma lei de compromisso ”. “A intenção”, explicou Baltroszewicz, “era permitir o aborto apenas para casos letais, quando temos certeza de que a criança não sobreviverá mais do que horas ou dias após o nascimento, mas proibir, por exemplo, o aborto em crianças com síndrome de Down. Infelizmente, a proposta foi mal escrita sob tremenda pressão da multidão. O que é ainda pior é que a decisão do Tribunal Constitucional ainda não foi publicada, embora o prazo fosse 2 de novembro. É claramente uma violação flagrante da lei polaca e estou chocado que o Governo tenha decidido tal movimento. Você pode imaginar uma situação em que algum governo discorde da decisão da Suprema Corte de seu país sob tremenda pressão de protestos e decida não publicá-la para que não possa se tornar lei como se a decisão nunca tivesse acontecido? Estamos claramente em uma crise política profunda e nosso governo conservador está em pânico. ” Uma estátua na Polônia atacada por defensores do aborto Enquanto a imprensa internacional está apresentando os protestos como uma revolução do aborto, Baltroszewicz diz que a decisão foi apenas um ponto de inflamação, e que os jovens na Polônia geralmente não têm opiniões fortes sobre o aborto. O aborto, entretanto, “é usado pela extrema esquerda para a revolução cultural e se tornou uma espécie de símbolo para mudar a estrutura social e a mentalidade. A Polónia é um dos poucos países da Europa que ainda tem fortes valores cristãos e conservadores, e algumas pessoas simplesmente não conseguem suportar isso, pois odeiam tudo o que representa esses valores. Se você olhar para países como França, Espanha, Irlanda ou Malta – uma ou duas gerações atrás, eles eram tão cristãos e conservadores quanto a Polônia, e o que aconteceu? Esta é uma revolução, e a decisão do Tribunal foi um bom momento para apresentá-la ao nosso país ”. “Acho que quando se trata do envolvimento de jovens do lado esquerdo do espectro político, vemos mais engajamento nas questões LGBTQ e, em seguida, no movimento pró-escolha, embora ambos apóiem um ao outro”. O movimento pró-vida não está desistindo. Baltroszewicz diz que a meta de curto prazo é “administrar uma crise atual causada não só pelos protestos, mas também pela proposta do presidente e pela recusa em publicar a decisão do Tribunal. Ainda esperamos que a decisão seja integralmente respeitada, mas se os políticos decidirem que é necessário um compromisso, tudo o que podemos fazer é tentar apresentar propostas do lado pró-vida. Nós realmente esperamos que a situação se acalme e os extremistas de esquerda parem de usar o aborto para a revolução cultural, mas não acho que isso vá acontecer … Nosso objetivo de longo prazo é construir uma cultura de vida na Polônia. É necessário especialmente para famílias com crianças com deficiência ou doenças. ” “Se o aborto eugênico for proibido ou limitado, temos que provar que essas famílias são bem cuidadas não só por nós, mas pelo Estado. Precisamos de apoio financeiro adequado para eles, precisamos de fácil acesso à reabilitação, eles precisam se sentir seguros e apoiados, pois criar um filho com doença ou deficiência pode ser um desafio. Se queremos que o aborto – especialmente o aborto eugênico – pare, devemos provar como sociedade, como Estado, que cuidamos bem de todos os nossos filhos e especialmente dos mais vulneráveis. Só então, acredito, o aborto se tornará – como a escravidão ou a segregação racial – um pesadelo dos tempos passados. ”- O artigo continua abaixo da Petição -PETIÇÃO: Apoie a Polônia por defender os não-nascidos e as igrejas contra a agressão esquerdista! Nesse ínterim, os pró-vida também estão defendendo a introdução de hospícios pré-natais gratuitos, com a exigência obrigatória de que as mulheres sejam informadas de que não precisam escolher o aborto, mas podem escolher hospícios e cuidados paliativos para seus filhos. “Isso dará à criança a possibilidade de falecer sem dor e de ser abraçada por pais que podem se despedir e planejar um funeral adequado”, disse-me Baltroszewicz. “Uma criança não é lixo hospitalar. Se não podemos fazer nada para salvar a vida de uma criança, pelo menos podemos dar a ela a dignidade de uma morte humana indolor. ” Traduzido de LifeSiteNews #Aborto #LGBT #Polônia
- OS CONVIDADOS PARA AS NÚPCIAS – Scott Hahn medita sobre o 32º Domingo do Tempo Comum
De acordo com os costumes de casamento na época de Jesus, a noiva era “prometida” ao marido, mas continuava por um certo tempo a morar com a sua família. E então, na data marcada, alguns meses depois, o noivo viria reivindicá-la, levando sua família e os preparativos da festa para as bodas nupciais que seriam celebradam, inaugurando a nova vida que viveriam juntos. Este é o pano de fundo para a parábola do juízo final, que ouvimos no Evangelho de hoje. No simbolismo da parábola, Jesus é o Noivo (ver Marcos 2:19). Nisto, Ele cumpre a antiga promessa de Deus de unir-se, para sempre, ao Seu povo escolhido, como o marido se une à sua noiva (ver Oséias 2: 16-20). As virgens da festa nupcial somos nós, os membros da Igreja. Fomos “prometidos” a Jesus no batismo (ver 2 Coríntios 11: 2; Efésios 5: 25-27) e somos chamados a uma vida de santidade e devoção, até que Ele volte para nos conduzir à festa do casamento celestial, no final dos tempos (ver Apocalipse 19: 7-9; 21: 1-4). Como São Paulo adverte na Epístola de hoje, Jesus está vindo de novo, embora não saibamos o dia nem a hora. Precisamos estar vigilantes durante a noite escura do tempo, em que nosso Noivo parece muito atrasado. Precisamos manter as lâmpadas de nossas almas cheias do óleo da perseverança e do desejo de Deus, virtudes que são exaltadas na Primeira Leitura e no Salmo de hoje. Devemos buscá-Lo no amor, meditar em Sua bondade, invocar Seu nome, esforçar-nos por ser cada vez mais dignos Dele — e ser encontrados sem mancha alguma, quando Ele vier. Se o fizermos, seremos contados entre os sábios e o óleo de nossas lâmpadas não se esgotará (ver 1 Reis 17:16). Perceberemos o Noivo, a Sabedoria de Deus (ver Provérbios 8: 22–31, 35; 9: 1–5), apressando-se em nossa direção, convidando-nos para a mesa que Ele mesmo preparou: o rico banquete que satisfará as nossas almas. https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/members-of-the-wedding-scott-hahn-reflects-on-the-thirty-second-sunday-in-ordinary-time/
- O ISLAMISMO É O ISLÃ LEVADO AO SEU LIMITE – Entrevista com o filósofo francês Rémi Brague
Charles-Henri d’Andigné: Qual é a diferença entre o Islã e o islamismo? Rémi Brague: A diferença entre o islã e o islamismo é real, mas acho que é de grau, não de natureza. O islamismo é o islã levado ao seu limite, o islã nas suas últimas consequências. Ainda assim, é uma religião incomum, uma religião na qual seus convertidos podem ser forçados a assassinar seus semelhantes. Quando alguém se converte ao budismo, pode se tornar vegetariano; quando alguém se converte ao cristianismo, tenta amar o próximo como a si mesmo, o que não é pouca coisa… Alguns convertidos ao islã acreditam que é necessário matar o próximo de uma maneira concreta, degolando-o. É como dizer que todos os muçulmanos são terroristas em potencial? Obviamente, não estou dizendo que todos os muçulmanos são violentos, nem que só haja violência no islã. Mas eu digo que, nas fontes islâmicas, há tudo o que é necessário para justificar o uso da violência: ou se recorre a ela ou não. Observem-se as instituições muçulmanas de fato, como a mesquita: elas sofreram muita interferência do Estado Islâmico, que aliás nada fazia além do que diz a biografia do Profeta. Casar guerreiros com meninas de 9 anos foi o que o profeta fez com Aïcha. Quando o Estado Islâmico queimou um piloto jordaniano vivo, justificaram-no assim: é a lei do talião, pois ele havia lançado bombas. Seus argumentos são sólidos! A violência islâmica, segundo Jean Duchesne, é resultado do encontro entre o islã e o Ocidente. O que pensa a respeito? Há muita verdade nessa ideia. Especialmente porque aquele encontro sofreu uma inversão. No século XIX, era o Ocidente que entrava nas sociedades muçulmanas por meio da colonização. Atualmente, os muçulmanos fazem o que a sharia proíbe como princípio, ou seja, estabelecer-se voluntariamente em um país de infiéis. O islã está mais violento. Os muçulmanos se encontram no “mundo da guerra”, ou seja, em um mundo não pacificado, não sujeito ao Islã. No “mundo da guerra”, não é absurdo se comportar como um guerreiro. Essa violência indica que há uma crise no mundo muçulmano? Há uma crise no mundo muçulmano, devido a uma esquizofrenia que data de muitos séculos. O islã se apresenta como a última religião. “Hoje aperfeiçoei a vossa religião”, diz Deus no Alcorão (V, 4). Supõe-se que o islã deva englobar o judaísmo e o cristianismo, realizá-los, substituí-los como quando um guarda assume o lugar de outro guarda, e elevá-los a um nível superior. O islã é a melhor religião, a melhor comunidade (III, 110). Ora, o mundo muçulmano é a luz vermelha do mundo, e quanto mais perto se chega do centro, pior é. Sem petróleo, o que seria da Arábia Saudita? O islã, enquanto melhor religião, ia adquirindo credibilidade à medida que progredia a sua cultura. É o que costumava acontecer. Os conquistadores tiraram a sorte grande, apoderando-se das regiões mais fecundas intelectual e culturalmente: Egito, Mesopotâmia e Síria, lugares onde se inventaram o império (Pérsia), a escrita (Mesopotâmia), o alfabeto (Fenícia). Em torno de 90% dos sábios da época eram dessa região. Galeno era de Pérgamo; Ptolomeu de Alexandria; Damascio, evidentemente, de Damasco; Siriano da Síria, Plotino do Egito… Não é de estranhar que tenha havido esse florescimento cultural no mundo árabe-muçulmano, auxiliado pelo fato de todos falarem a mesma língua, o árabe, o que favorecia a comunicação entre as elites. No entanto, a partir do século XI o religioso e o cultural foram relegados a um canto. A cultura árabe-muçulmana estagnou-se. Nunca mais foi a mesma. Quantos prêmios Nobel são cientistas muçulmanos? Dois, e ambos formados em Oxford. Que invenção o mundo muçulmano deu ao mundo? Daí o sofrimento; a religião que deveria ser a melhor é, na verdade, um cancro…. Isso pode levar a atitudes de extrema tensão e violência. Atentados, fátuas… O “quid” da violência está no Alcorão? Há um pouco de tudo no Alcorão. Está cheio de contradições. Se está cheio de contradições, diz o Alcorão, elas não podem vir de Deus (IV, 82). Como manter junto tudo isso? Pela teoria da revogação: um versículo posterior revoga o anterior. Se dois versículos contêm mandamentos contraditórios, o mais recente questiona o anterior. É preciso saber que a sura 9 é a mais guerreira de todas: “Combatei contra aqueles [que não] seguem a verdadeira religião, até que prestem o tributo submissamente, com as próprias mãos” (IX, 5 e 29). Este versículo abole os anteriores, especialmente aqueles que falam de paz e tolerância. O Alcorão incentiva a violência ou apenas a permite? Há, apesar de tudo, versículos que a ordenam. Quando se diz que há que atacar essa ou aquela pessoa, significa o que realmente significa. É mais do que permitir. Mas o problema da violência não é o principal. A verdadeira questão é a verdade. Não porque seja falsa a afirmação “o Islã é violento”; mas porque “o falso é violento”. Há que encontrar-se uma maneira de se impor. Observe-se a História. O islã começou com a invasão árabe realizada por guerreiros. É possível interpretar o Alcorão? Há bibliotecas inteiras com comentários sobre o Alcorão, dizem os muçulmanos. Mas comentar não é interpretar. Há dois tipos de interpretação. O primeiro modelo é o do juízo imparcial. Qual foi a intenção do legislador? Como o legislador é um homem, ele não pode prever todos os casos. Quando é apresentado ao juiz um processo, em que a aplicação da lei causaria grave injustiça, o juiz remonta à intenção do legislador para aplicar ou não a lei. Se Deus é o legislador que tudo sabe, isto muda tudo. Se ele disser: “Coloque um véu”, isto significa: “Coloque um véu”. Daí o segundo modelo de interpretação, que diz respeito à palavra. O que é um véu? É longo ou curto, opaco ou transparente? O islã é compatível com a democracia? No mundo muçulmano, o sr. diz, prevalece “a ideia de que o único legislador legítimo, em última instância, é Deus, e que nenhuma decisão legislativa humana pode ir contra seus mandamentos”. Qual é a diferença em relação ao cristianismo? A diferença é que Deus fala conosco através da consciência, e não por um livro. A diferença é a forma como o Verbo se concretizou. Para o cristianismo, o Verbo de Deus se fez “carne”, isto é, uma pessoa: Ele se encarnou. Para o islã, o Verbo de Deus se fez livro. O que é decisivo para nós, cristãos, é a vida, morte e ressurreição de Cristo. É isto que dá sentido às suas palavras. Tudo o que Ele diz é iluminado a partir do que Ele é (o Filho de Deus) e pelo que Ele faz (morrer por nós). A Palavra de Deus não é um mandamento, é um modelo. Não é um princípio jurídico, como no islã. Para os filósofos árabes medievais, há muitas espécies de governo: o governo de si mesmo, o governo da família — “economia”, em grego — e o governo da cidade, que é a política. A política é apenas uma parte dessa arte do governo, que está sujeita à lei de Deus. A democracia é uma forma de organizar a vida da cidade. Numa democracia islâmica, cada deputado será governado, dentro de si mesmo, pela obrigação de respeitar a lei de Deus. Não pode tomar uma decisão legislativa que seja contrária a uma ou outra forma da sharia em vigor. Será sempre um legislador com restrições. Em uma democracia cristã, cada deputado está sujeito, não à lei de Deus, mas à sua consciência. [Publicado originalmente em Famille Chretienne ] https://infovaticana.com/2020/11/07/remi-brague-el-islamismo-es-el-islam-llevado-al-limite/ .
- A PREFERÊNCIA DO VATICANO PELO ULTRABORTISTA BIDEN – Carlos Esteban
O Vaticano revelou a sua preferência pelo candidato ultrabortista Biden, e o fez por meio de seu órgão oficial online, o Vatican News , com um artigo intitulado: “O futuro do clima mundial também depende do voto nos Estados Unidos”. Não nos lembramos de ninguém, em plena campanha, que lembrasse que o futuro do massacre abortista também dependesse desse mesmo voto. Naturalmente, o “futuro do clima global” só será salvo se a dupla Biden-Harris vencer… O fato de ambos serem entusiastas da defesa do “direito” ao aborto (e de sua ampliação tanto quanto possível), não parece atrapalhar o sono dos responsáveis pela comunicação do Vaticano, pelo menos não tanto quanto o “clima”. O certo é que aquela manchete, “O futuro do clima mundial também depende do voto nos Estados Unidos”, se não é completamente falsa, pelo menos é duvidosa o suficiente para se tornar desconcertante em uma fonte oficial da Santa Sé. Mesmo se soubéssemos, com certeza absoluta, que o clima global está entrando de forma estável e contínua em uma nova fase — algo que vem acontecendo desde a existência do planeta, muito antes do surgimento da humanidade, sem falar no uso de combustíveis fósseis —, é um grande salto de fé supor que a assinatura de alguns acordos operaria o milagre de interromper tal processo planetário. Na verdade, esse tipo de acordo vem sendo firmado há décadas, sem ter como outro efeito senão o enriquecimento dos profetas do apocalipse verde. Creio que bem poucos entre nós — talvez só os mais maliciosos —, que ouvimos o Santo Padre dizer, no início de seu pontificado, que os católicos não deveriam “ficar obcecados” com as questões da vida e da família, poderíamos suspeitar que uma teoria pseudocientífica, imposta pelo poder político e a mídia, teria a primazia sobre o massacre deliberado e massivo (protegido pelas autoridades!) de crianças no ventre de suas mães. Em geral, a mídia do Vaticano tem se mostrado relutante, para dizer o mínimo, em reconhecer o progresso feito por Donald Trump em questões de defesa da vida, e a própria hierarquia eclesiástica americana procurou, em sua maioria, minimizar a gravidade desta tragédia, para evitar que os fiéis deixem de votar no candidato democrata. El Vaticano revela su preferencia por el ultraabortista Biden
- NALGUM LUGAR DO FUTURO
Se Abadom, o demônio destruidor do Apocalipse, não acabar logo com o mundo em que vivemos, ainda se verá a tecnologia imitar perfeitamente o complexo útero materno e criar a chocadeira humana, com todas as condições para a gestação de seres parecidos conosco. É um sonho que já vem de longe, do século XIX positivista, e que o escritor Aldous Huxley já previu, nos anos trinta, em seu romance Admirável mundo novo . Pois é. Se o mundo não acabar bem depressa, ainda veremos um aparelho desses funcionando nalgum lugar da China, do Japão ou dos Estados Unidos, oferecendo bebês de todos os tipos e cores, em suaves prestações mensais. Em setembro deste fatídico ano de 2020 já tivemos em Paris, no certo centro comercial chamado Espaço Champerret, uma pequena amostra do que será um shopping de bebês humanos. Quais as utilidades de um útero artificial? Será capaz de gestar embriões, otimamente fecundados em laboratório, sem a ultrajante necessidade de barrigas de aluguel. Casais formados por pessoas do mesmo sexo poderão ter o seu filho único com mais objetividade, sem a mediação humana de tais barrigas de aluguel. Poderá poupar as mulheres de sofrer nove meses de gestação natural, com todas as inconveniências estéticas que a maternidade pode trazer ao corpo feminino. Abre a possibilidade do Estado (certamente um Estado mundial) produzir, ele próprio, os recursos humanos de que necessitará para o seu funcionamento e manutenção. Todos os caprichos e desejos dos clientes poderão ser satisfeitos, pelo menos num primeiro momento dessa brincadeira tecnológica e transhumanista. Mas é quase certo que, numa etapa seguinte desse futuro macabro, os nascimentos serão regulados com maior “racionalidade”, segundo as normas rígidas do mega Estado planetário. Experiências com útero artificial já têm sido feitas, nas últimas décadas, mas ainda esbarram nas limitações impostas pela legislação atual, ainda muito marcada por esse tal de cristianismo que, mesmo moribundo, ainda atrapalha bastante o avanço da ciência… Uma boa estratégia para quebrar as atuais barreiras éticas é começar com a desculpa de que o invento tem um belo propósito humanitário: criar condições para levar adiante gestações naturais ameaçadas. Depois… Bem, depois é o futuro. Isto é, se Deus permitir esse futuro. Pessoalmente, não acredito que permita. O Criador ama pessoas livres, e as criou para a liberdade de escolha. Quando isso não for mais possível, o Justo Juiz apitará o final do jogo.
- “A Igreja Católica nunca se calará sobre o aborto!” denuncia presidente dos Bispos da Po
A decisão do tribunal constitucional polonês que proíbe o aborto por malformação do feto continua a provocar todo tipo de reação no país eslavo. Diante da ameaça do presidente Duda de ceder a uma nova lei que permitiria o aborto se o feto não sobrevivesse após o parto, o presidente da Conferência Episcopal Polonesa lembrou a posição da Igreja: nenhum aborto é legal. A decisão do Tribunal Constitucional de Varsóvia sobre a ilegalidade do aborto em casos de malformação fetal grave “é uma confirmação do direito constitucional” e “é fiel à Declaração Universal dos Direitos do Homem”, afirmou hoje o Presidente dos Bispos Polacos, Mons. Stanisław Gądecki. A decisão, que foi emitida em 22 de outubro e deveria ser publicada em 2 de novembro, tem oposição pacífica e violenta de amplos setores da sociedade civil polonesa, especialmente em áreas urbanas e entre a população jovem que se manifesta diariamente em muitas cidades. Diante deles estiveram fiéis católicos dispostos a defender o direito à vida, aos templos e à fé. Os manifestantes, que se opõem à nova legislação e pedem a liberalização da lei do aborto, que na Polônia é mais rígida do que em outros países, culpam a Igreja Católica pelas restrições adicionais introduzidas pela legislação atual. «A Igreja não só sempre defendeu a vida e continuará a fazê-lo no futuro, mas não pode silenciar sobre a necessidade de proteger todos os seres humanos, desde a concepção até a morte natural », disse Dom Gądecki. Ele também destacou que “do ponto de vista da fé, a vida humana é sagrada e inviolável”. O prelado apontou o dedo a alguns grupos de pressão ideológica e financeira para “promover o direito ao aborto” em grande escala “para ganho político”. No entanto, o presidente do episcopado polaco acrescentou que a Igreja “não deve aliar-se a nenhum partido político”, visto que “tem a sua própria missão salvífica, bem como a obrigação de defender a verdade revelada sem transigir e, com base nesta verdade, apóie o plano de Deus no mundo em que você vive. Traduzido de InfoCatólica #Aborto #Polônia
- “A Igreja Católica nunca se calará sobre o aborto!” denuncia presidente dos Bispos da Po
A decisão do tribunal constitucional polonês que proíbe o aborto por malformação do feto continua a provocar todo tipo de reação no país eslavo. Diante da ameaça do presidente Duda de ceder a uma nova lei que permitiria o aborto se o feto não sobrevivesse após o parto, o presidente da Conferência Episcopal Polonesa lembrou a posição da Igreja: nenhum aborto é legal. A decisão do Tribunal Constitucional de Varsóvia sobre a ilegalidade do aborto em casos de malformação fetal grave “é uma confirmação do direito constitucional” e “é fiel à Declaração Universal dos Direitos do Homem”, afirmou hoje o Presidente dos Bispos Polacos, Mons. Stanisław Gądecki. A decisão, que foi emitida em 22 de outubro e deveria ser publicada em 2 de novembro, tem oposição pacífica e violenta de amplos setores da sociedade civil polonesa, especialmente em áreas urbanas e entre a população jovem que se manifesta diariamente em muitas cidades. Diante deles estiveram fiéis católicos dispostos a defender o direito à vida, aos templos e à fé. Os manifestantes, que se opõem à nova legislação e pedem a liberalização da lei do aborto, que na Polônia é mais rígida do que em outros países, culpam a Igreja Católica pelas restrições adicionais introduzidas pela legislação atual. «A Igreja não só sempre defendeu a vida e continuará a fazê-lo no futuro, mas não pode silenciar sobre a necessidade de proteger todos os seres humanos, desde a concepção até a morte natural », disse Dom Gądecki. Ele também destacou que “do ponto de vista da fé, a vida humana é sagrada e inviolável”. O prelado apontou o dedo a alguns grupos de pressão ideológica e financeira para “promover o direito ao aborto” em grande escala “para ganho político”. No entanto, o presidente do episcopado polaco acrescentou que a Igreja “não deve aliar-se a nenhum partido político”, visto que “tem a sua própria missão salvífica, bem como a obrigação de defender a verdade revelada sem transigir e, com base nesta verdade, apóie o plano de Deus no mundo em que você vive. Traduzido de InfoCatólica #Aborto #Polônia
- A IGREJA SEM IGREJA – Stefano Fontana
[Numa entrevista ao blog de Matteo Matzuzzi, o Cardeal Charles Maung Bo nos apresenta palavras claras na sua total confusão: a Igreja já não tem uma missão, porque deve permanecer minoria, tem que viver nas catacumbas, feliz por estar ali; e, com a intenção de permanecer ali, ela deveria ser batizada e não voltar a batizar. Mas, em caso afirmativo, ainda seria a Igreja?] É espantoso ler que, segundo um cardeal asiático, o cristianismo deveria ser “batizado” nas religiões orientais: “A Igreja precisa ser batizada no Jordão das culturas asiáticas, absorvendo a simplicidade e a interioridade da religião asiática”. Como sabemos, batizar significa entrar na nova vida divina. Portanto, podemos nos perguntar o que há de divino nas culturas orientais para purificar e elevar o cristianismo e a Igreja Católica. Sempre se disse que foi o cristianismo que teve a força de confirmar as culturas em seus elementos legítimos da lei natural, e depois purificá-las e elevá-las, iluminando-as e dando-lhes uma nova vida. Que um cardeal diga o contrário, hoje, nos deixa um pouco confusos. Falo do cardeal Charles Maung Bo, arcebispo de Yangon (Mianmar), líder de uma Igreja de extrema minoria no país, criado cardeal há cinco anos, e de sua entrevista ao blog “Newman”, de Matteo Matzuzzi, publicada em 16 de outubro. A sua ideia do batismo do cristianismo nas religiões orientais, muito problemática do ponto de vista teológico, é também motivada pela suposta origem “oriental” do cristianismo e, portanto, pela expectativa, no futuro, do seu regresso a casa, depois do “decepcionante período ocidental”. O julgamento é insustentável. Em primeiro lugar, por razões históricas: a Palestina da época de Jesus era território do Império Romano e, portanto, não gravitava no Oriente, mas no Ocidente, de modo que é difícil assegurar que o Cristianismo seja de origem oriental. Segundo, por razões culturais: o cristianismo “ocidental” não decepcionou. Bento XVI, cuja visão é drasticamente oposta à do cardeal Bo, argumentou que o cristianismo no Ocidente havia encontrado algo providencial que não poderia ser considerado patrimônio exclusivo do Ocidente. Um desses elementos providenciais foi o encontro com a metafísica (grega), que nunca poderia ter ocorrido no Oriente, e sem o qual a formulação do símbolo apostólico não teria sido possível: a Igreja não teria sido induzida a falar, com a ajuda da razão, sobre as coisas em que acreditava; os grandes concílios da antiguidade não teriam as categorias conceituais para especificar a doutrina e o cânon. Teria sido bastante prejudicial, como podemos ver, um cristianismo “oriental” em vez de “ocidental”. É óbvio que, no Ocidente, nasceu algo que não é apenas ocidental e que não pode se tornar oriental. Se os cardeais e bispos das Igrejas asiáticas devessem permanecer prisioneiros dessa concepção geográfico-sociológica do “cristianismo ocidental”, isso seria um verdadeiro problema para a Igreja. O cardeal Bo, em sua entrevista, liquida o Ocidente europeu, considerando-o muito “profundo e analítico”, e o Ocidente latino-americano, que teria transformado o cristianismo em uma “paródia”. A Ásia, por outro lado, “com o significado profundo que dá à energia interior e à sacralidade do cosmos, é um terreno fértil para o Jesus místico e trinitário”. E acrescenta: “Sem a Ásia, o cristianismo poderia se transformar em história. Nem a Ásia nem a África querem contribuir para esta eventual tragédia”. Embora levando em conta que uma curta entrevista não pode deixar de ser superficial, como essas passagens de fato demonstram, aqui notamos dois graves erros de abordagem. A mística cristã, e mesmo a simples contemplação, têm muito pouco em comum com a mística oriental, algo infelizmente negligenciado hoje, tanto que até o Papa Francisco iguala o monge católico ao monge budista. Acredito que nenhum Dupuis [Jacques Dupuis, jesuíta adepto do pluralismo religioso] jamais será capaz de diminuir a distância existente entre as duas visões da mística. A primeira é o desenvolvimento do conhecimento metafísico (sem metafísica não há mística católica), enquanto a segunda é uma mística da dissolução de si mesmo no Todo. Mesmo entre a visão cristã do cosmos e a das religiões asiáticas, há uma diferença abissal. Na primeira, o cosmos foi dado à responsabilidade co-criativa humana, à penetração racional e à manipulação técnica legítima; nas segundas, ao contrário, o cosmos é um todo vivente do qual o ser humano não é senhor, mas um elemento. Quanto à “tragédia” de um cristianismo que quer “converter-se em história”, é preciso lembrar que isto é inevitável, visto que o Cristo é o Senhor da história, e é estranho que agora os cardeais asiáticos o questionem. Obviamente, é difícil pensar assim sem as categorias filosófico-teológicas “ocidentais”, mas precisamente isto explica por que elas foram formuladas no Ocidente, embora não sejam apenas ocidentais. Se os cardeais asiáticos as rejeitam pela primeira razão, perdem a segunda, e isto é muito grave. A Igreja Católica de Mianmar é uma grande minoria no país. O cardeal Bo sabe disso, mas acredita que deve ser assim, que Cristo não quer igrejas majoritárias, mas apenas igrejas suburbanas: “Um punhado de cristãos abalou o poderoso Império Romano com seu robusto testemunho de amor. Falar de uma ‘Igreja forte’ é, portanto, impróprio. Poder e dominação são a antítese da Igreja de Cristo. O milênio da Igreja triunfante e espetacular já passou”. Palavras claras em sua confusão: a Igreja já não é missionária porque deve permanecer minoria (o espírito missionário representaria, portanto, poder e domínio); a Igreja deveria viver nas catacumbas e feliz por estar ali, e, com a intenção de aí permanecer, deveria ser batizada e não voltar a batizar. Ótimo, mas se assim fosse, ainda seria a Igreja? https://brujulacotidiana.com/es/el-cardenal-bo-y-la-iglesia-sin-iglesia
- Ideologia de Gênero e a seriedade do momento – Pe. José Eduardo alerta
Leia o importante alerta do Padre José Eduardo sobre a nova armadilha da esquerda, através do STF, para o povo brasileiro e, principalmente, para nossas crianças. IDEOLOGIA DE GÊNERO E A SERIEDADE DO MOMENTO O Brasil está à beira de um caos e precisamos fazer algo! A ideologia de gênero pode ser considerada sob dois aspectos diferentes e complementares: como ideologia formada a partir de estudos interdisciplinares, que engendraram uma nova concepção da identidade, dissolvida a partir de uma epistemologia antisubstancialista, desconstrucionista e pós-estruturalista; ou como um recurso político para a efetivação de uma verdadeira revolução social. O primeiro aspecto é bastante comentado, especialmente em palestras que focalizam o assunto sob a perspectiva histórico-filosófica, mostrando a incongruência das chamadas “teorias de gênero” e o seu conteúdo substancialmente ideológico. O segundo aspecto é, contudo, o mais importante no momento e, dada a proximidade da votação do dia 11/11 no STF, é este que gostaria de salientar. Para entendê-lo, precisamos saber que a impetração da ADI 5668 por parte do PSOL afirma que: 1) ideologia é a negação de qualquer realidade com base numa ideia; 2) a existência de pessoas LGBTQI+ é uma realidade e negá-lo seria uma ideologia; 3) portanto, o STF teria de declarar a obrigatoriedade do ensino das “teorias de gênero” nas escolas do Brasil, visto que a Constituição veda qualquer tipo de discriminação. O argumento é falacioso por diversos motivos. O primeiro e o mais importante dos quais é que simplesmente a “ideologia de gênero” não afirma a identidade de pessoa alguma, antes, contraria a noção mesma de identidade e, deste modo, é maximamente ideológica (a identidade seria apenas a performance transitória e fluida, sequer suportada por um sujeito). Contudo, como toda ideologia, a de gênero trabalha com polissemia e, portanto, explora variações com o objetivo preciso de desorientar o interlocutor e deixá-lo nas condições de fazer justamente aquilo que os ideólogos pretendem. A gravidade da situação é, contudo, ainda mais séria. E, isso, por duas razões: 1. Se o STF julgar procedente a ADI, o ensino de gênero será considerado obrigatório em todas as escolas. A reversão deste quadro será praticamente impossível, pois, decidindo ser inconstitucional a não obrigatoriedade do ensino da ideologia de gênero, o único modo para se reverter o quadro seria a tentativa de um Projeto de Emenda à Constituição (que requer maioria absoluta na Câmara e no Senado), mas nem sequer isto seria realmente possível, pois o STF tem poderes para julgar como inconstitucional inclusive uma PEC, alegando violação de cláusula pétrea, o que tornaria a situação ainda mais crônica e irreversível. 2. Pressupondo que a ideologia de gênero se torne obrigatória, isto iniciará no Brasil um tipo de revolução política muitíssimo mais profunda do que aquelas que já aconteceram na história. Explico. A Revolução Francesa, a partir da filosofia iluminista, pretendeu dissolver a nobreza para gerar a burguesia, uma elite formada unicamente a partir de critérios econômicos, sob uma ideologia igualitarista. A Revolução Comunista, a partir da filosofia hegeliana, que é bem mais radical que a iluminista, entendia que a dissolução da burguesia seria a etapa histórica sucessiva, que necessariamente criaria uma ditadura do proletariado, sob uma ideologia igualitarista e totalitária ainda mais forte. Porém, Marx e Engels já tinham percebido que não seria possível fazer uma Revolução profunda sem acabar com a célula madre da sociedade, a família. Aos poucos, o movimento marxista percebeu que, para destruir a família, era preciso destruir a complementaridade do homem e da mulher (o que eles chamam de heterossexualidade ou heteronormatividade). Ora, a ideologia de gênero é a ferramenta para o completo desmonte da complementaridade do homem e da mulher através da completa dissolução da própria noção de masculino e feminino. Isto significa que, caso a ADI 5668 seja aprovada pelo STF – e a maior probabilidade é que o seja – estaremos entrando numa nova Revolução, que irá dissolver a própria família, dissolvendo a identidade das criancinhas desde a escola. Que a personalidade de uma criança esteja em formação e possa ser profundamente manipulada, isso é de escandalosa obviedade. É evidente que estes resultados não se percebem de imediato, mas apenas depois de dez ou vinte anos podem ser visíveis na superfície da sociedade: é necessário ter toda uma geração formada nas escolas para, depois, observar-se o fenômeno da dissolução do tecido social em larga escala. O que fazer diante disto? É preciso que nos manifestemos fortemente, usando a única arma que nós temos. Os ministros do STF não são eleitos pelo povo e, deste modo, não são suscetíveis à pressão popular. Apenas os deputados e senadores o são. Por isso, eles podem usar um instrumento de pressão: o PL 4754 que responsabiliza os ministros do Supremo por crime de responsabilidade caso usurpem prerrogativas do poder legislativo, o que abriria o caminho para processos de impeachment. Precisamos agir e pedir que o PL 4754 seja pautado antes da votação do dia 11/11. Caso contrário, corremos o risco de entrar numa nova Revolução, da qual não teremos mais volta. Leia também Urgente: STF votará ação do PSOL que defende “diversidade” em escolas O que os pais devem fazer? A Constituição brasileira afirma que todo poder emana do povo, que é representado pelo Congresso eleito pelos cidadãos. Por este motivo, utilize as redes sociais para falar com os congressistas. Fale em nome do seu filho. O Congresso possui as prerrogativas constitucionais para defender-se da intromissão dos demais poderes nas prerrogativas exclusivas do Poder Legislativo. Recomendamos gravar um vídeo dirigido aos deputados, curto mas objetivo, posicionando-nos contra a obrigatoriedade do ensino da Teoria de Gênero nas escolas e pedindo aos parlamentares que votem imediatamente o Projeto de Lei 4.754/2016, que caracteriza a usurpação de competência exclusiva do Poder Legislativo por parte dos Ministros do Supremo Tribunal Federal como crime de responsabilidade passível de impeachment. Nesta época de eleições em que o Congresso está parcialmente inativo, este vídeo poderia ser postado preferencialmente no Instagram. Na sequência, conviria comentar o próprio vídeo e incluir o endereço do Instagram dos deputados federais (por exemplo, @FulanoDeTal). Aqui se encontra uma lista com as direções do Instagram dos deputados federais atualmente em exercício. Ao marcarmos um comentário no Instagram com os endereços de alguns deputados, o próprio Instagram irá encaminhar o vídeo e a mensagem ao Instagram do deputado marcado. Não deixe de incluir na postagem a hashtag: #aprovapl4754. Devido à época de eleições e à proximidade do julgamento da ADI 5668, convém priorizar o contato com os parlamentares através de vídeo e mensagem de Instagram. Quem não possui uma conta de Instagram não terá dificuldade em abrir uma. Mas não deixe de manifestar-se também através do e-mail, telefone e das demais redes sociais! #IdeologiadeGênero
- Ideologia de Gênero e a seriedade do momento – Pe. José Eduardo alerta
Leia o importante alerta do Padre José Eduardo sobre a nova armadilha da esquerda, através do STF, para o povo brasileiro e, principalmente, para nossas crianças. IDEOLOGIA DE GÊNERO E A SERIEDADE DO MOMENTO O Brasil está à beira de um caos e precisamos fazer algo! A ideologia de gênero pode ser considerada sob dois aspectos diferentes e complementares: como ideologia formada a partir de estudos interdisciplinares, que engendraram uma nova concepção da identidade, dissolvida a partir de uma epistemologia antisubstancialista, desconstrucionista e pós-estruturalista; ou como um recurso político para a efetivação de uma verdadeira revolução social. O primeiro aspecto é bastante comentado, especialmente em palestras que focalizam o assunto sob a perspectiva histórico-filosófica, mostrando a incongruência das chamadas “teorias de gênero” e o seu conteúdo substancialmente ideológico. O segundo aspecto é, contudo, o mais importante no momento e, dada a proximidade da votação do dia 11/11 no STF, é este que gostaria de salientar. Para entendê-lo, precisamos saber que a impetração da ADI 5668 por parte do PSOL afirma que: 1) ideologia é a negação de qualquer realidade com base numa ideia; 2) a existência de pessoas LGBTQI+ é uma realidade e negá-lo seria uma ideologia; 3) portanto, o STF teria de declarar a obrigatoriedade do ensino das “teorias de gênero” nas escolas do Brasil, visto que a Constituição veda qualquer tipo de discriminação. O argumento é falacioso por diversos motivos. O primeiro e o mais importante dos quais é que simplesmente a “ideologia de gênero” não afirma a identidade de pessoa alguma, antes, contraria a noção mesma de identidade e, deste modo, é maximamente ideológica (a identidade seria apenas a performance transitória e fluida, sequer suportada por um sujeito). Contudo, como toda ideologia, a de gênero trabalha com polissemia e, portanto, explora variações com o objetivo preciso de desorientar o interlocutor e deixá-lo nas condições de fazer justamente aquilo que os ideólogos pretendem. A gravidade da situação é, contudo, ainda mais séria. E, isso, por duas razões: 1. Se o STF julgar procedente a ADI, o ensino de gênero será considerado obrigatório em todas as escolas. A reversão deste quadro será praticamente impossível, pois, decidindo ser inconstitucional a não obrigatoriedade do ensino da ideologia de gênero, o único modo para se reverter o quadro seria a tentativa de um Projeto de Emenda à Constituição (que requer maioria absoluta na Câmara e no Senado), mas nem sequer isto seria realmente possível, pois o STF tem poderes para julgar como inconstitucional inclusive uma PEC, alegando violação de cláusula pétrea, o que tornaria a situação ainda mais crônica e irreversível. 2. Pressupondo que a ideologia de gênero se torne obrigatória, isto iniciará no Brasil um tipo de revolução política muitíssimo mais profunda do que aquelas que já aconteceram na história. Explico. A Revolução Francesa, a partir da filosofia iluminista, pretendeu dissolver a nobreza para gerar a burguesia, uma elite formada unicamente a partir de critérios econômicos, sob uma ideologia igualitarista. A Revolução Comunista, a partir da filosofia hegeliana, que é bem mais radical que a iluminista, entendia que a dissolução da burguesia seria a etapa histórica sucessiva, que necessariamente criaria uma ditadura do proletariado, sob uma ideologia igualitarista e totalitária ainda mais forte. Porém, Marx e Engels já tinham percebido que não seria possível fazer uma Revolução profunda sem acabar com a célula madre da sociedade, a família. Aos poucos, o movimento marxista percebeu que, para destruir a família, era preciso destruir a complementaridade do homem e da mulher (o que eles chamam de heterossexualidade ou heteronormatividade). Ora, a ideologia de gênero é a ferramenta para o completo desmonte da complementaridade do homem e da mulher através da completa dissolução da própria noção de masculino e feminino. Isto significa que, caso a ADI 5668 seja aprovada pelo STF – e a maior probabilidade é que o seja – estaremos entrando numa nova Revolução, que irá dissolver a própria família, dissolvendo a identidade das criancinhas desde a escola. Que a personalidade de uma criança esteja em formação e possa ser profundamente manipulada, isso é de escandalosa obviedade. É evidente que estes resultados não se percebem de imediato, mas apenas depois de dez ou vinte anos podem ser visíveis na superfície da sociedade: é necessário ter toda uma geração formada nas escolas para, depois, observar-se o fenômeno da dissolução do tecido social em larga escala. O que fazer diante disto? É preciso que nos manifestemos fortemente, usando a única arma que nós temos. Os ministros do STF não são eleitos pelo povo e, deste modo, não são suscetíveis à pressão popular. Apenas os deputados e senadores o são. Por isso, eles podem usar um instrumento de pressão: o PL 4754 que responsabiliza os ministros do Supremo por crime de responsabilidade caso usurpem prerrogativas do poder legislativo, o que abriria o caminho para processos de impeachment. Precisamos agir e pedir que o PL 4754 seja pautado antes da votação do dia 11/11. Caso contrário, corremos o risco de entrar numa nova Revolução, da qual não teremos mais volta. Leia também Urgente: STF votará ação do PSOL que defende “diversidade” em escolas O que os pais devem fazer? A Constituição brasileira afirma que todo poder emana do povo, que é representado pelo Congresso eleito pelos cidadãos. Por este motivo, utilize as redes sociais para falar com os congressistas. Fale em nome do seu filho. O Congresso possui as prerrogativas constitucionais para defender-se da intromissão dos demais poderes nas prerrogativas exclusivas do Poder Legislativo. Recomendamos gravar um vídeo dirigido aos deputados, curto mas objetivo, posicionando-nos contra a obrigatoriedade do ensino da Teoria de Gênero nas escolas e pedindo aos parlamentares que votem imediatamente o Projeto de Lei 4.754/2016, que caracteriza a usurpação de competência exclusiva do Poder Legislativo por parte dos Ministros do Supremo Tribunal Federal como crime de responsabilidade passível de impeachment. Nesta época de eleições em que o Congresso está parcialmente inativo, este vídeo poderia ser postado preferencialmente no Instagram. Na sequência, conviria comentar o próprio vídeo e incluir o endereço do Instagram dos deputados federais (por exemplo, @FulanoDeTal). Aqui se encontra uma lista com as direções do Instagram dos deputados federais atualmente em exercício. Ao marcarmos um comentário no Instagram com os endereços de alguns deputados, o próprio Instagram irá encaminhar o vídeo e a mensagem ao Instagram do deputado marcado. Não deixe de incluir na postagem a hashtag: #aprovapl4754. Devido à época de eleições e à proximidade do julgamento da ADI 5668, convém priorizar o contato com os parlamentares através de vídeo e mensagem de Instagram. Quem não possui uma conta de Instagram não terá dificuldade em abrir uma. Mas não deixe de manifestar-se também através do e-mail, telefone e das demais redes sociais! #IdeologiadeGênero
- Mais uma diocese promove a celebração da Santa Missa no Rito Tridentino
Na Diocese de Marabá-PA os fiéis foram agraciados com este tesouro da tradição e que deveria estar a disposição de todos os católicos. A Santa Missa Tridentina, também conhecida como Missa de Sempre, Missa Tradicional ou Missa na Forma Extraordinária do Rito Romano, é a Missa como foi celebrada pela Igreja, com pequenas variações, desde o século VI até pouco menos de 50 anos atrás. Rito antiquíssimo e venerável, jamais abolido segundo a carta apostólica de sua santidade Bento XVI dada sob forma de motu proprio summorum pontificum e é portanto o verdadeiro tesouro da Santa Igreja. Como filhos da santa igreja católica temos o desejo de conservar a riqueza da tradição que é a missa tridentina. Sua magnífica liturgia composta de piedade, reverência e adoração por parte dos que participam revelam ainda mais a majestade de nosso senhor Jesus Cristo que é dado em sacrifício de forma incruenta na celebração da santa missa. Em tal rito, não há espaço para profanações, sacrilégios, ambiguidades, abusos litúrgicos e consequentemente a sacralidade perdurará. A modéstia no vestir também se faz importante na composição de reconhecimento que nosso corpo pertence a Deus e é templo deste. Sendo que também estaremos diante do sacrifício do Rei dos céus e da terra. Contudo nossa vestimenta, ações, olhares e atitudes devem voltar-se para Deus. Leia também Bispo publica decreto provendo Missa Tridentina aos fiéis católicos em Formosa – GO No rito tridentino o sacerdote celebra a missa em versus Deum (para Deus), como diz o cardeal Joseph Ratzinger: “nem padre nem povo deviam ser tão importantes a esse ponto de ser referência de alguma coisa. Quando padre e povo estão voltados para a mesma direção, para Deus. Eles não ficam se fechando em um círculo, não ficam olhando um para o outro, mas sim se tornam o povo de Deus peregrino que se dirigi ao oriente, de onde vem a luz”. O acontecido ocorreu na Diocese de Marabá-PA, onde dois grupos de cidades distantes buscaram desde 2017 pela restauração da Santa Missa Tridentina na diocese. Ambos os grupos não se conheciam, mas movidos pela luz divina vieram salutar por uma causa em comum. O primeiro grupo fica em Canaã dos Carajás, cidade pertencente a diocese de Marabá. Tudo começou quando um padre foi morar na cidade a mando do bispo. O reverendissímo padre fazia procissões extraodinarias na cidade, rezava em latim, cantava muitas músicas belas e antigas da igreja que incitavam ainda mais a espiritualidade e adoração ao nosso senhor com o apostolado da oração e realizava muitos sermões catequéticos da bela doutrina que abrange a história da igreja e a vida dos Santos. Com isso, muitos fiéis começaram a conhecer o tesouro que é a tradição da Santa Igreja Católica. Posteriormente alguns jovens foram com ele participar da celebração da Missa Tridentina no IBP( Instituto Bom Pastor ) de Belém, quase 800km de distância, da cidade onde habitavam, o que acabou gerando uma vontade de contínua e constante participação deste rito tão piedoso entre alguns jovens. Tempos depois um primeiro grupo foi criado sem o auxílio devido e sem conhecimento por onde começar, tendo como fim rapidamente, por não buscar uma das principais bases. Em Junho de 2019, dois jovens começaram a rezar juntos na Igreja em dias de exposição do Santissimo Sacramento, Via Sacra nas sextas feiras, e meses depois um pequeno grupo foi crescendo, tendo como seu princípio a oração, a busca pelo conhecimento da tradição e doutrina da Igreja católica. Leia também Fiéis viajam grandes distâncias em busca da Missa Tridentina Assim relata um membro do grupo: Em novembro quando estava rezando o terço com uma amiga, recebi o convite para participar das vias Sacras e adorações que um pequeno grupo de jovens fazia na igreja nos dias de quinta e sexta. Logo no começo eu aceitei, e me colocaram no grupo, no início não levei muito a sério por não saber exatamente nada sobre a Santa igreja. Depois começaram os estudos e com o exemplo de vida dos membros, eu posso dizer que me interessei de verdade. Desse modo, procurei amadurecer e levar realmente a sério o que nos ensina a Santa igreja de Cristo. E com o passar do tempo, e de muito estudo, veio o momento em que teríamos que estudar sobre a Santa Missa de sempre (Tridentina), pois, era o principal foco do grupo. Com ajuda do grupo comecei a conhecer, e me encantei pela Missa Tridentina, pela santa igreja e por tudo à que a ela pertence. Com o passar do tempo o apostolado veio a expandir o número de pessoas, e consequentemente eles foram recorrer ao Rev. Bispo da diocese solicitando a Santa Missa Tridentina em Marabá. Conheça mais sobre a Missa Tridentina: Missa Tridentina: o ápice da beleza da Liturgia e da Teologia #MissaTridentina
- Mais uma diocese promove a celebração da Santa Missa no Rito Tridentino
Na Diocese de Marabá-PA os fiéis foram agraciados com este tesouro da tradição e que deveria estar a disposição de todos os católicos. A Santa Missa Tridentina, também conhecida como Missa de Sempre, Missa Tradicional ou Missa na Forma Extraordinária do Rito Romano, é a Missa como foi celebrada pela Igreja, com pequenas variações, desde o século VI até pouco menos de 50 anos atrás. Rito antiquíssimo e venerável, jamais abolido segundo a carta apostólica de sua santidade Bento XVI dada sob forma de motu proprio summorum pontificum e é portanto o verdadeiro tesouro da Santa Igreja. Como filhos da santa igreja católica temos o desejo de conservar a riqueza da tradição que é a missa tridentina. Sua magnífica liturgia composta de piedade, reverência e adoração por parte dos que participam revelam ainda mais a majestade de nosso senhor Jesus Cristo que é dado em sacrifício de forma incruenta na celebração da santa missa. Em tal rito, não há espaço para profanações, sacrilégios, ambiguidades, abusos litúrgicos e consequentemente a sacralidade perdurará. A modéstia no vestir também se faz importante na composição de reconhecimento que nosso corpo pertence a Deus e é templo deste. Sendo que também estaremos diante do sacrifício do Rei dos céus e da terra. Contudo nossa vestimenta, ações, olhares e atitudes devem voltar-se para Deus. Leia também Bispo publica decreto provendo Missa Tridentina aos fiéis católicos em Formosa – GO No rito tridentino o sacerdote celebra a missa em versus Deum (para Deus), como diz o cardeal Joseph Ratzinger: “nem padre nem povo deviam ser tão importantes a esse ponto de ser referência de alguma coisa. Quando padre e povo estão voltados para a mesma direção, para Deus. Eles não ficam se fechando em um círculo, não ficam olhando um para o outro, mas sim se tornam o povo de Deus peregrino que se dirigi ao oriente, de onde vem a luz”. O acontecido ocorreu na Diocese de Marabá-PA, onde dois grupos de cidades distantes buscaram desde 2017 pela restauração da Santa Missa Tridentina na diocese. Ambos os grupos não se conheciam, mas movidos pela luz divina vieram salutar por uma causa em comum. O primeiro grupo fica em Canaã dos Carajás, cidade pertencente a diocese de Marabá. Tudo começou quando um padre foi morar na cidade a mando do bispo. O reverendissímo padre fazia procissões extraodinarias na cidade, rezava em latim, cantava muitas músicas belas e antigas da igreja que incitavam ainda mais a espiritualidade e adoração ao nosso senhor com o apostolado da oração e realizava muitos sermões catequéticos da bela doutrina que abrange a história da igreja e a vida dos Santos. Com isso, muitos fiéis começaram a conhecer o tesouro que é a tradição da Santa Igreja Católica. Posteriormente alguns jovens foram com ele participar da celebração da Missa Tridentina no IBP( Instituto Bom Pastor ) de Belém, quase 800km de distância, da cidade onde habitavam, o que acabou gerando uma vontade de contínua e constante participação deste rito tão piedoso entre alguns jovens. Tempos depois um primeiro grupo foi criado sem o auxílio devido e sem conhecimento por onde começar, tendo como fim rapidamente, por não buscar uma das principais bases. Em Junho de 2019, dois jovens começaram a rezar juntos na Igreja em dias de exposição do Santissimo Sacramento, Via Sacra nas sextas feiras, e meses depois um pequeno grupo foi crescendo, tendo como seu princípio a oração, a busca pelo conhecimento da tradição e doutrina da Igreja católica. Leia também Fiéis viajam grandes distâncias em busca da Missa Tridentina Assim relata um membro do grupo: Em novembro quando estava rezando o terço com uma amiga, recebi o convite para participar das vias Sacras e adorações que um pequeno grupo de jovens fazia na igreja nos dias de quinta e sexta. Logo no começo eu aceitei, e me colocaram no grupo, no início não levei muito a sério por não saber exatamente nada sobre a Santa igreja. Depois começaram os estudos e com o exemplo de vida dos membros, eu posso dizer que me interessei de verdade. Desse modo, procurei amadurecer e levar realmente a sério o que nos ensina a Santa igreja de Cristo. E com o passar do tempo, e de muito estudo, veio o momento em que teríamos que estudar sobre a Santa Missa de sempre (Tridentina), pois, era o principal foco do grupo. Com ajuda do grupo comecei a conhecer, e me encantei pela Missa Tridentina, pela santa igreja e por tudo à que a ela pertence. Com o passar do tempo o apostolado veio a expandir o número de pessoas, e consequentemente eles foram recorrer ao Rev. Bispo da diocese solicitando a Santa Missa Tridentina em Marabá. Conheça mais sobre a Missa Tridentina: Missa Tridentina: o ápice da beleza da Liturgia e da Teologia #MissaTridentina
- EU, ENGENHEIRO NUCLEAR, VENHO FALAR DAS BILOCAÇÕES DE NATUZZA EVOLO – Entrevista com o físico
Ambos nasceram na Calábria, a poucos quilômetros um do outro: Valerio Marinelli em Rosarno, e Natuzza Evolo (23 de agosto de 1924 – 1 de novembro de 2009) em Paravati di Mileto, mas suas vidas foram completamente diferentes. Ela, analfabeta, grande mística italiana do século XX, teve visões de Jesus, Maria e os santos, falava com o seu anjo da guarda, encontrava-se com as almas dos mortos, tinha os estigmas e o dom da bilocação. Ele, um homem de ciência, completou seus estudos universitários em Torino e se tornou um engenheiro nuclear, trabalhou em seguida em um centro de pesquisa nuclear e, mais tarde, lecionou como professor titular de física técnica na Universidade da Calábria. Estas duas pessoas, tão diferentes entre si, um dia se encontraram graças à curiosidade do engenheiro, que, como cientista, queria descobrir o “mistério” de Natuzza, que lhe parecia dar a prova da existência do invisível. E assim, ele, um cientista, tornou-se o mais competente biógrafo da mística calabresa. Na véspera do décimo primeiro aniversário da morte de Natuzza — que caiu exatamente ontem, na solenidade de Todos os Santos — o professor Marinelli publicou seu novo livro sobre a mística ( Le bilocazioni di Natuzza Evolo , Graus Edizioni, 2020), desta vez concentrando-se no fenômeno que sempre o fascinou: as bilocações. La Nuova Bussola o entrevistou. (Entrevista realizada por Wlodzimierz Redzioch) Professor Marinelli, o senhor publicou um livro que documenta as bilocações de Natuzza. Mas não é seu primeiro livro dedicado à mística de Paravati… É verdade. Comecei a trabalhar com Natuzza em 1977, quando voltei para a Calábria, depois de passar sete anos em Roma como pesquisador na área nuclear. Na época, eu tinha muitas dúvidas em relação à minha fé e achei que a Natuzza pudesse me ajudar. Resolvi então fazer pesquisas científicas sobre todos os fenômenos atribuídos a ela para obter respostas às minhas dúvidas. Então comecei a frequentar sua casa. Como sua pesquisa começou? Fiquei muito curioso com o fenômeno de sua bilocação, que nunca havia sido estudado cientificamente. Preparei as câmeras com meus colegas para filmar sua bilocação na Universidade. Mas ela me disse que não controlava esses fenômenos, que ocorriam apenas por vontade de Deus, e sua resposta foi de uma simplicidade que desarmava… E o que fez, naquela situação? Não podendo fazer o experimento com bilocação, pedi a Natuzza contatos com pessoas que a conheciam. Então, comecei a viajar por toda a Calábria para encontrar pessoas e coletar seus testemunhos: fiz algumas centenas de entrevistas. E assim nasceu meu primeiro livro, que é sobre a sua vida desde o nascimento até 1980. O que suas primeiras investigações mostraram? Constatei os seus dons místicos, como a bilocação e o encontro com as almas, que podem não ter um valor estritamente científico, mas que, para mim, são fortes indícios da existência de Deus. E constatei, também, que Natuzza tinha o carisma do conforto e da consolação: tranquilizava as pessoas, dizendo-lhes que, se Deus quiser, qualquer problema pode ser resolvido. Ela sabia como fortalecer ou despertar a fé das pessoas. Você continuou acompanhando Natuzza? Sim, até sua morte. De vez em quando publicava um novo livro e, assim, ia fazendo a sua biografia por partes. E com este seu novo livro, quis voltar ao primeiro assunto que lhe interessou: as bilocações. Estudei pelo menos 500 bilocações, embora relate 300 casos em meu livro. A bilocação acontecia com o aparecimento visível de Natuzza ou sem aparência física, mas com a presença de ruídos, ou sensações táteis no corpo, sentindo-se perfumes insólitos de origem desconhecida, com movimento de objetos pela casa. Natuzza dizia que ia em bilocação com a companhia dos anjos e das almas dos mortos, que a levavam aonde devia ir e sugeriam as ações. Mas também havia casos de bilocação com transporte de objetos, ou seja, Natuzza movia objetos de um lugar para outro. As bilocações tinham algum limite de distância? Absolutamente, não. Natuzza conseguia visitar pessoas muito distantes em suas bilocações. A distância não era impedimento: há bilocações documentadas até na Austrália e nos Estados Unidos. Qual era o propósito das bilocações? Natuzza aparecia às pessoas e falava com elas em situações e dificuldades as mais diferentes, como por exemplo nas doenças, e conseguia consolá-las. A bilocação sempre teve um propósito de natureza espiritual, mas muitas vezes também “material”, como a cura de doenças, inclusive graves, ou prevenir algo equivocado, como o suicídio. Como aconteciam as bilocações? De várias maneiras. Algumas pessoas viam Natuzza como uma pessoa viva e real, conseguindo até falar com ela. Natuzza costumava lembrar onde elas se encontraram com ela, apresentando provas de tais encontros. Houve também pessoas que, sem conhecer Natuzza, foram visitadas por ela: entre elas, um homem gravemente enfermo de um hospital de Palermo, que viu uma mulher pequenina se aproximar de seu leito com as mãos postas, como se rezasse. Quando a mulher saiu da sala, sua esposa a seguiu, mas logo a viu desaparecer no corredor sem saída. Depois dessa visita misteriosa, o doente começou a se recuperar rapidamente, para espanto dos médicos. Posteriormente, quando aquele enfermo já estava recuperado, viu a foto de Natuzza num jornal e reconheceu-a como a mulher que o tinha visitado. O que Natuzza sentia durante as bilocações, quando seu corpo sempre ficava em Paravati, em sua casa? Antes de tudo, Natuzza dizia que a bilocação não acontecia por sua espontânea vontade. Naqueles momentos, ela instantaneamente se encontrava em outro lugar, como se tivesse um corpo duplo: ela sabia que estava em Paravati, mas, ao mesmo tempo, estava imersa em outro ambiente, para o qual tinha a capacidade de levar objetos, falar com as pessoas e fazer ações que lhe eram sugeridas pelos anjos ou pelas almas dos mortos. Ela dizia que essas deslocações ocorriam no mundo espiritual. Hoje é a festa dos fiéis defuntos. Infelizmente, muitos católicos deixaram de acreditar na vida eterna das almas. Você, que estudou o fenômeno Natuzza, o que diria a essas pessoas duvidosas da vida após a morte? Muitos santos confirmaram a existência de vida após a morte. Natuzza era um forte elo entre o mundo material e a realidade espiritual. Quantas pessoas ela converteu? Muitíssimas, inclusive eu. Natuzza explicava que a vida após a morte é algo real, tangível e conseguia transmitir essa certeza às demais pessoas. Desta forma, ele consolidava em muitas pessoas a fé de que a vida não termina, mas continua no além. Gostaria de enfatizar uma coisa: Natuzza chamava a atenção para a importância da oração de sufrágio pelas almas dos mortos. Muitas vezes — dizia ela — é o suficiente uma breve oração ou um pensamento cheio de amor. Assim, ao visitar os túmulos de nossos mortos, mais que flores e velas devemos nos lembrar de rezar por suas almas. https://lanuovabq.it/it/io-ingegnere-nucleare-vi-racconto-le-bilocazioni-di-natuzza
- O SUFRÁGIO PELOS DEFUNTOS Texto de o Enchiridion
Escrita pelo ano 421, na mesma ocasião do De cura pro mortuis gerenda, é fruto maduro da teologia da idade adulta do bispo de Hipona. Opúsculo precioso entre todos, admirável síntese da teologia agostiniana. Revela-se ele, aí, como o protótipo do doutor cristão. Diz F. Cayré, na sua obra Précis de patrologie: “Em parte alguma, talvez, santo Agostinho tenha melhor condensado sua doutrina, nem melhor marcado seu método” (tomo I, p. 630). No capítulo que aqui transcrevemos (29,110), o tema é sobre o destino humano em seu coroamento futuro. TEXTO: “Não se pode negar que as almas dos defuntos sejam aliviadas pela piedade de seus parentes vivos, quando por elas é oferecido o sacrificio do Mediador ou quando são distribuídas esmolas na Igreja. Entretanto, essas obras aproveitam somente àqueles que em vida mereceram que esses sufrágios lhes fossem úteis após a morte. Com efeito, existe certo modo de viver não tão bom (nec tam bónus), para esses sufrágios póstumos deixa rem de ser úteis. E existe outro modo de viver não tão mau (nem tam malus), para que os defuntos não possam se beneficiar deles. Por outro lado, existem aqueles que viveram tão bem (talis in bene), que podem passar sem os sufrágios; e outros que viveram tão mal (talis in male), que não conseguem beneficiar-se deles, após a morte. Portanto, é sempre aqui na terra que os méritos são adquiridos e que asseguram a cada um, depois desta vida, o alívio ou o infortúnio. Ninguém espere obter de Deus, após a própria morte, o que negligenciou durante a vida. Assim sendo, as práticas observadas pela Igreja em vista de encomendar a Deus as almas dos defuntos não são contrárias à doutrina do Apóstolo que diz: “Todos nós compareceremos à barra do tribunal de Deus” (Rm 14,10), para receber “a retribuição do que tiver feito durante a sua vida no corpo, seja para o bem, seja para o mal” (2Cor 5,10). Pois, é enquanto vivia em seu corpo que cada um mereceu o benefício eventual das orações feitas em seu sufrágio. Portanto, não são todos os que podem se aproveitar. E por que o proveito não será o mesmo para todos, senão devido à vida diferente que tiverem aqui na terra? Então, quando o sacrifício do altar ou o da esmola são oferecidos na intercessão de todos os defuntos batizados, serão ação de graças para aqueles que foram muito bons (valde boni). Para aqueles que não foram de todo maus (non valde mali) serão meios de propiciação. E para aqueles que foram muito maus (pro valde maios), os sufrágios em sua intenção servirão apenas para consolar em alguma coisa os vivos, já que não lhes servem de ajuda. O que os sufrágios asseguram é ou bem a completa remissão (plena remissio), ou pelo menos, uma forma mais tolerável de expiação (tolerabilior fiat ipsa damnatio). A TRISTEZA PELA MORTE DOS ENTES QUERIDOS Sermão 172 O Apóstolo admoesta-nos a não nos entristecermos pelos que dormem, isto é, por nossos queridos defuntos, como aqueles que não têm esperança da ressurreição e da incorruptibilidade eterna. Por isso, a Escritura chama-os “aqueles que adormeceram”, para que, sabendo que dormem, não nos desesperemos, na certeza de que vão despertar. Por isso, cantamos no salmo: “Porventura o que dorme não será capaz de se levantar?” Sentimos pelos mortos uma tristeza de certa forma natural. Na verdade, não a fé, mas a natureza sente horror à morte. E não existiria morte para o homem, se não houvesse culpa e castigo. Os próprios animais, que foram criados para morrer, fogem da morte e amam a vida. Quanto mais o homem que foi criado para viver sem fim, se tivesse permanecido sem pecado! É inevitável que fiquemos tristes quando, ao morrer, deixam-nos os que amamos. Embora saibamos que não nos deixam para sempre, mas por um tempo nos precedem e depois iremos nós; quando a morte chega para pessoa amada, o sentimento do nosso amor se perturba. Por essa razão, o Apóstolo nos admoesta a não nos entristecermos, mas que não façamos como aqueles que não têm esperança. Entristecemo-nos, portanto, na morte dos nossos, não pelo fato de perdê-los, mas com a esperança de recuperá-los. Naquilo nos angustiamos; nisto nos consolamos. Ali a fraqueza sente; aqui a fé consola. Ali se entristece a condição humana; aqui cura a promessa divina. Por isso, a pompa dos funerais, o acompanhamento do cortejo, a suntuosa celebração do enterro, a opulência da sepultura são consolação dos vivos, não alívio dos mortos. Não há dúvida, porém, de que as orações da santa Igreja, o saudável sacrificio e as esmolas distribuídas em benefício por suas almas, ajudam os mortos, para que o Senhor tenha misericórdia com seus pecados. A Igreja universal mantém a tradição dos Padres: que se reze por aqueles que morreram na comunhão do corpo e do sangue de Cristo, quando são lembrados oportunamente na celebração da Eucaristia, e se declara que o sacrificio é oferecido também por eles. Quando, em sua memória praticam-se as obras de misericórdia, quem duvidará que as orações dirigidas a Deus aproveitam aos defuntos; mas somente àqueles que viveram de tal forma que lhes possam ser úteis após a morte. Os corações piedosos podem, portanto, entristecer-se com uma dor salutar pela morte de seus entes queridos e, por sua condição mortal podem derramar lágrimas que serão consoladas e diminuídas pela fé, pela qual cremos que os fiéis, quando morrem, caminham à nossa frente e passam para uma vida melhor. Sejam também consolados pelas atenções fraternas que lhes são apresentadas, seja nos funerais, de acordo com as possibilidades do enterro e da construção do sepulcro, já que na Escritura tudo isto conta entre as boas obras. Foram grandemente elogiados os que as praticavam não somente em benefício dos corpos dos Patriarcas e dos outros santos e dos restos mortais de todos aqueles que tombaram, mas também, ó Cristo, em favor de teu próprio corpo. Que se cumpram essas obrigações dos últimos deveres para com os nossos, sentimentos para a humana dor. Aos que amamos não só carnal, mas também espiritualmente, aos que estão mortos segundo a carne, não quanto ao espírito, ofereçamos, de modo muito mais solícito, mais insistente, mais abundante, aqueles bens que, de fato, têm préstimo para os espíritos dos finados: as oblações, as preces e os donativos. (Sermo 172,1-3) — transcrito da Liturgia Agostiniana das Horas, p. 234). #USA #IcelandSwedenDenmarkNorway #France #Apologética #MacauGoaAngolaMoçambiqueCaboverdeGuinéBissauGuinéEquatorialSãotoméePrincipeEUAfrançaparisgeorgiaportugalmacedoniabelarusrussiapaquistãoIrãnCoreiaEgiptoAr #Apocalipse #desenvolvimentodoutrinal #Santos #Doctrinaldevelopment #Igreja
- QUANDO UM SORVETE TEM VALOR POSITIVO PARA A ETERNIDADE – Padre Manuel Carreira
(…) Lembro-me que, quando estudei teologia, um professor disse em aula, aduzindo argumentos lógicos, que tomar um sorvete em um dia quente também tem valor eterno, e, se estou na graça de Deus, aumenta minha glória eternamente. Estamos acostumados a pensar que só o que dói tem valor para a eternidade. Não é assim. Se alguém está na graça de Deus, todo ato livre tem valor positivo para a eternidade. Isso enriquece muito nossa maneira de entender nossa vida. Não há nada de inútil se for feito em união com Deus! Os santos o perceberam. Conta-se de Santa Teresa de Jesus que, em certa ocasião, lhe serviram um frango assado numa refeição, e que alguém, com certa malícia, começou a dizer: — “Ora, ora, que vida boa levam as monjas, em vez de fazer penitência” E ela respondeu: — “Quando é hora de fazer penitência, penitência; e quando é hora de comer galinha, venha a galinha!” (…) (Padre Manuel Carreira S. J., Verdad, ciencia y fe , p. 35)
- INTERVÉM OS MORTOS EM NOSSA VIDA?
INTERVÊM OS MORTOS EM NOSSA VIDA? Incapacidade de comunicação em que estão os mortos “Por que não havemos de atribuir aos anjos essas operações por disposição da Providência divina que se serve de modo sábio dos bons como dos maus, conforme a inescrutável profundidade de seus julgamentos? Essas visões podem servir para instruir os vivos ou para enganá-los, para consola-los ou assustá-los, sendo cada um tratado, seja com misericórdia, seja com rigor, por aquele do qual a Igreja não celebra em vão “a misericórdia e a justiça” (Sl 100,1).” Apelo ao comportamento de sua mãe, após a morte “Tomem como quiserem o que vou dizer. Se deveras as almas dos mortos interviessem nos problemas dos vivos, aparecessem e nos falassem durante nosso sono, minha piedosa mãe – para não falar sobre outras pessoas — não me abandonaria uma única noite, ela que me seguiu por terra e por mar, a fim de partilhar comigo minha vida. Longe de mim crer, com efeito, que uma vida mais feliz a tornou indiferente, a ponto de não vir consolar em suas tristezas um filho que, em sua vida, foi seu grande amor.” Os mortos nada sabem sobre os vivos Por certo são verdadeiras as palavras do salmo: “Meu pai e minha mãe abandonaram-me, mas o Senhor me recolheu” (SI 26,10). Ora, se nossos pais nos abandonaram, podem eles se interessar por nossos problemas? E se eles ficam indiferentes, quais os mortos que poderão se inquietar com o que fazemos ou sofremos? * Declara o profeta Isaías: “Porque tu é que és o nosso pai. Abraão não nos conheceu, e Israel não soube de nós” (Is 63,16). Se os grandes patriarcas desconheceram o destino do povo do qual eram a fonte e cuja raça saiu como fruto de sua fé em Deus, como poderiam os mortos intervir, para conhecer e proteger, nos negócios e empreendimen tos dos vivos? E como declarar bem-aventurados os santos cuja morte precedeu nossas infelicidades, se eles continuarem sensíveis às desolações da vida humana? Não nos enganaríamos, por acaso, dizendo que eles estão em lugar de absoluta tranquilidade, caso se inquietas sem com a existência atormentada dos vivos? O que significa, então, esta promessa feita por Deus, como grande benefício ao piedosíssimo rei Josias, que ele morreria antes de os males iminentes caírem sobre seu país e seu povo, a fim de não ter a tristeza de os ver? Eis as palavras de Deus: “Ao rei de Judá que vos enviou a consultar o Senhor, direis assim: Eis o que diz o Senhor Deus de Israel: Porque ouviste as palavras do livro, e o teu coração se atemorizou e te humilhaste diante do Senhor, de pois de ouvidas as palavras contra este lugar e con tra os seus habitantes, isto é, que virão a ser o objeto de espanto e execração, e porque rasgaste as vestes e choraste diante de mim, eu te ouvi, diz o Senhor, por isso eu te farei descansar com teus pais e serás sepultado em paz no teu sepulcro, para que os teus olhos não vejam todos os males que eu hei de fazer cair sobre este lugar” (2Rs 22,18-20). Aterrorizado pelas ameaças divinas, Josias chorou e rasgou as vestes. Mas o pensamento que sua morte devia preceder todas as desgraças a virem, e a certeza da paz à qual havia sido chamado a gozar no repouso e que portanto não veria aqueles males, devolveram a serenidade de sua alma. As almas dos mortos estão, pois, em lugar de onde nada veem do que se passa ou do que acontece aos homens aqui na terra. Como, portanto, poderiam partilhar das misérias dos vivos, já que ou bem estão a suportar as suas próprias penas, caso as tenham merecido, ou bem estão a repousar como foi prometido a Josias, em lugar de paz? Aí não sofrem nem por si nem pelos outros, libertados que estão de todas as penas que sua dor pessoal e sua compaixão por outrem lhes ocasionavam quando ainda estavam vivos aqui na terra. *O pedido do rico epulão e o pobre Lázaro Dir-me-ão como objeção: se os mortos não se interessam pelos vivos, como se explica que aquele rico nos tormentos do inferno suplicasse a Abraão que enviasse Lázaro a seus cinco irmãos ainda vivos, para convencê-los a mudar de vida e evitar de virem, por sua vez, àquele lugar de tormentos? (Lc 16,27). Acaso se há de deduzir dessas palavras que ele sabia o que seus irmãos faziam ou sofriam nesse tempo? Preocupava-se ele com os vivos sem nada conhecer de seus atos, tal como nós temos cuidado dos mortos, ignorando o que eles fazem? Na verdade, se não nos interessássemos por eles não oraríamos na intenção deles. Aliás Abraão não enviou Lázaro à terra. Respondeu ao condenado que seus irmãos tinham Moisés e os profetas; que os ouvissem se queriam evitar aqueles suplícios.” Aqui, mais uma vez, poderão objetar. Como podia Abraão ignorar o que se passava aqui na terra, visto que sabia terem os vivos Moisés e os profetas, isto é, seus livros, e que seguindo-os escapariam aos tormentos do inferno? Não sabia ele igualmente que o rico tinha vivido em delícias e que Lázaro, o pobre, vivera na penúria e no sofrimento? Com efeito, disse: “Filho, lembra-te de que recebeste teus bens em vida, e Lázaro por sua vez os males” (Lc 16,25). Abraão estava pois a par dos fatos concernentes aos vivos, não aos mortos. É certo, mas esses fatos ele podia não os ter conhecido no momento em que ocorreram, mas após o falecimento dos dois, e sob as indicações do próprio Lázaro. Desse modo, a palavra do profeta não está desmentida: “Abraão não nos conheceu” (Is 63,16). Condições do relacionamento entre mortos e vivos Convenhamos, pois, que os mortos ignoram os acontecimentos daqui da terra, pelo menos no momento mesmo em que eles se realizam. Podem vir a conhecê-los mais tarde, por aqueles que vão ao seu encontro, uma vez mortos. Por certo, não ficam conhecendo tudo, mas somente aquilo que lhes for autorizado de ser revelado e que eles têm necessidade de conhecer. Os anjos, que velam sobre as coisas deste mundo, podem também lhes revelar alguns pontos julgados convenientes a cada um por aquele que tudo governa. Pois se os anjos não tivessem o poder de estarem presentes na morada dos vivos como na dos mortos, o Senhor Jesus não teria dito: “Aconteceu que o pobre morreu e foi leva do pelos anjos ao seio de Abraão” (Lc 16.22). Eles estão ora na terra ora no céu, visto que foi da terra que levaram aquele homem Deus quis lhes confiar. As almas dos mortos podem ainda conhecer, por revelação do Espírito Santo, alguns acontecimentos aqui da terra, cujo conhecimento lhes é necessário. Não somente fatos passados ou presentes, mas até futuros. É assim que os homens — não todos, mas unicamente os profetas – conheceram durante sua vida mortal, não a totalidade das coisas, mas aquelas que a Providência divina julgava bom lhes revelar. A Sagrada Escritura atestanos que alguns mortos foram enviados a certas pessoas vivas; e reciprocamente, algumas pessoas foram até a morada dos mortos. Assim, Paulo foi arrebatado ao Paraíso (2Cor 12,2). E o profeta Samuel, após sua morte, apareceu a Saul ainda vivo e lhe predisse o futuro (1Sm 28,15-19).13 É verdade que alguns negam que tenha sido Samuel que apareceu, pois sua alma era refratária a tais procedimentos mágicos, como dizem. Foi, conforme julgam, outro espírito, suscetível a essa arte maléfica que se revestiu de imagem semelhante a ele. Ora, o livro do Eclesiástico, atribuído a Jesus Ben Sirac (que por causa de certas semelhanças de estilo bem podia ser mesmo de Salomão), relata-nos em elogio dos Patriarcas que “Samuel profetizou mesmo de pois de morrer” (Eclo 46.23). O que não pode visar senão essa aparição de Samuel, defunto, a Saul. Poderia ser discutida a autoridade desse livro, sob o pretexto que não se encontra no cânon dos hebreus. (Mas há outro texto que convida a admitir esse envio de mortos aos vivos: a passagem das aparições de Moisés e Elias no Tabor). O que, pois, dizermos de Moisés, cujo Deuteronômio nos certifica da morte (Dt 34,5), e que apareceu vivo, como lemos no Evangelho, com Elias não morreu? (Mt 17,3). Os mortos só intervêm pelo poder de Deus – a aparição de são Félix Tudo o que precede deve servir para resolvermos esta questão: como manifestam os mártires que se interessam pelas coisas humanas, atendendo as nossas orações, já que os mortos ignoram o que fazem os vivos? Pois nós sabemos, com efeito, não por vagos rumores, mas por testemunhas dignas de fé, que o confessor Félix, cujo túmulo tu veneras piedosamente como santo asilo, deu não somente marcas de seus benefícios, mas até de sua presença, tendo aparecido aos olhos dos homens, por ocasião do cerco da cidade de Nola pelos bárbaros. Esses fatos excepcionais acontecem, graças à permissão divina, e estão longe de entrar na ordem normalmente estabelecida para cada espécie de criatura. Pois pelo fato de a água ter-se tornado subitamente em vinho pela palavra do Senhor (Jo 2,9), não devemos concluir – dessa operação divina excepcional e até única – que a água tenha poder de operar por si mesma essa transformação pela propriedade natural de seus elementos. Do fato de ter Lázaro ressuscitado (Jo 11,44) não segue tampouco que todo morto possa se levantar quando quiser, ou que possa ser erguido tal como qualquer homem adormecido é acordado por outro. Uns são os limites do poder humano, outras as marcas do poder divino. Uns são os fatos naturais, outros os miraculosos, ainda que Deus esteja presente na natureza, para a manter na existência, e a natureza tenha seu lugar inclusive nos milagres. Portanto, é preciso não acreditar que todos os defuntos, sem exceção, possam intervir nos problemas dos vivos pelo fato de, em certas circunstâncias, os mártires terem conseguido curas ou prestado outros socorros. É preciso compreender, antes, que é por efeito do poder divino que os mártires intervêm em nossos interesses. Pois os mortos não possuem por sua própria natureza tal poder. #USA #imortalidadedaalma #IcelandSwedenDenmarkNorway #France #EUAfrançaparisgeorgiaportugalmacedoniabelarusrussiapaquistãoIrãnCoreiaEgiptoArabiasauditaEmiradosÁrabesunidosEtiópiaNigériaChinaIraqueZimbabuéÁfric #MacauGoaAngolaMoçambiqueCaboverdeGuinéBissauGuinéEquatorialSãotoméePrincipeEUAfrançaparisgeorgiaportugalmacedoniabelarusrussiapaquistãoIrãnCoreiaEgiptoAr #desenvolvimentodoutrinal #UzbequistãoLaosMauritâniaIêmemAfeganistãoMaldivasSomáliaArábiaSauditaIrãCoréiadoNorte #Doctrinaldevelopment #Igreja #FélixIII
- Confessionários abandonados: o que aconteceu com nossos sacerdotes?
A Santa Igreja reserva o mês de Novembro, encerramento do ano litúrgico, para nos levar a refletir sobre as realidades eternas. O que acontece conosco quando morremos? Faz parte da formação de um católico estudar sobre os novíssimos. A catequese básica nos recorda que para herdar o reino de Deus precisamos lutar contra o pecado e mantermo-nos em estado de graça, ou seja, preservar nossa amizade com Deus. Para nos ajudar em nosso caminho de santidade, Nosso Senhor Jesus Cristo nos presenteou com a Santa Igreja cujos Sacramentos são canais da Graça de Deus em nós. É através do Batismo, Confissão e Comunhão que nosso pecado é lavado e podemos, enfim, alcançar a glória eterna. Sobretudo em nossos tempos, quando superabundam as ocasiões de pecado, é que os fiéis deveriam a recorrer a estas fontes infinitas da graça de Deus, contudo temos observado que estão omitindo de nós uma parte importante dessa realidade, o que certamente coloca muitas almas em risco! Cada vez mais, as filas da Sagrada Comunhão estão mais cheias e os confessionários mais vazios… Se por um lado os fiéis estão cada vez mais longe de Deus e mergulhados em vícios e pecados. Por outro lado testemunhamos um total descaso por boa parte dos sacerdotes que transformaram suas vocações em carreiras de sucesso, abandonando a verdadeira missão por afazeres mundanos, cada vez mais tentando se adaptar e agradar o mundo ao invés de morrer para ele. Os maiores responsáveis por essa realidade são os próprios sacerdotes. Os padres não pregam mais sobre a importância da confissão frequente, deixando eles acreditarem que confessando apenas uma vez por ano será suficiente. Se os fiéis não se confessam com frequência, eles não podem comungar. Os padres não gastam mais seu tempo nos confessionários, por este motivo os fiéis que desejam se confessar precisam fazer um grande esforço para conseguir receber o sacramento, pois mesmo antes da pandemia já eram obrigados a agendar um horário para conseguir encontrar um padre. Os sacerdotes deixaram de usar o hábito do padre (batina), se vestindo como leigos comuns, fazendo com que sejam invisíveis em meio ao povo, dificultando muito que sejam reconhecidos e procurados nos momentos de urgência e necessidade espiritual. Os fiéis que não se confessam imediatamente após cometerem um pecado grave, tem grande chance de cometer o mesmo pecado antes de conseguir se confessar. Como os católicos alcançarão a santidade se não há sacerdotes disponíveis para confissões? Alguns poucos se disponibilizam apenas uma vez na semana, por poucas horas. O que diria Padre Pio que não entendia como os fiéis se mantinham longe da confissão por mais de uma semana? — Templário de Maria (@TemplarioMaria) November 1, 2020 Se os fiéis não têm o hábito da confissão frequente, como recomenda a Santa Igreja, eles certamente não vivenciam a comunhão e amizade com Deus, e correm o grave perigo da condenação eterna, pois nestas condições a probabilidade de morrer fora da graça de Deus é quase certa. No meio de tudo isso vemos padres preocupados com suas teses de doutorado, com as finanças da paróquia e suas reformas, ou mesmo preocupados com a própria aparência física, vestindo roupas imodestas e praticando esportes diariamente. Não que essas atividades sejam proibidas, ao contrário, devem ser estimuladas (exceto a falha na modéstia)… mas para tudo há seu tempo. Como um sacerdote consegue dormir tranquilo sabendo que milhares de almas são condenadas ao inferno todos os dias pois não há quem ensine a importância da confissão e se disponham a ouvir seus pecados? Como conseguem trocar horas de confessionários capaz de salvar tantas almas, por uma confissão comunitária que nem sequer é válida fora das circunstâncias autorizadas pela Santa Igreja? Como conseguem praticar esportes e fazer piadinhas na internet, enquanto muitos fiéis estão implorando por um sacerdote que lhe tire do destino da escuridão eterna e absolva seus pecados? Sabemos que os sacerdotes, em função do sacramento da ordem, alcançam a dignidade maior que a dos próprios anjos, e por isso lhes rendemos todo respeito e gratidão, pois por suas sagradas mãos podemos receber os sacramentos e o Santíssimo Corpo de Deus! Contudo, ao mesmo tempo que admiramos tão sublime missão, fica difícil compreender que tantos não compreendam o verdadeiro sentido de sua vocação! Rezemos para que Todos os Santos do Céu iluminem nossos sacerdotes, para que deixem o respeito humano de lado e voltem a pregar sobre os pecados mortais, sobre os novíssimos do homem, e ajudem a abrir os olhos para as realidades que verdadeiramente importam! E principalmente, rezemos para que os confessionários que hoje estão abandonados e sem uso voltem a povoar a Igreja de Santos! #SacramentodaConfissão #vocação
- Confessionários abandonados: o que aconteceu com nossos sacerdotes?
A Santa Igreja reserva o mês de Novembro, encerramento do ano litúrgico, para nos levar a refletir sobre as realidades eternas. O que acontece conosco quando morremos? Faz parte da formação de um católico estudar sobre os novíssimos. A catequese básica nos recorda que para herdar o reino de Deus precisamos lutar contra o pecado e mantermo-nos em estado de graça, ou seja, preservar nossa amizade com Deus. Para nos ajudar em nosso caminho de santidade, Nosso Senhor Jesus Cristo nos presenteou com a Santa Igreja cujos Sacramentos são canais da Graça de Deus em nós. É através do Batismo, Confissão e Comunhão que nosso pecado é lavado e podemos, enfim, alcançar a glória eterna. Sobretudo em nossos tempos, quando superabundam as ocasiões de pecado, é que os fiéis deveriam a recorrer a estas fontes infinitas da graça de Deus, contudo temos observado que estão omitindo de nós uma parte importante dessa realidade, o que certamente coloca muitas almas em risco! Cada vez mais, as filas da Sagrada Comunhão estão mais cheias e os confessionários mais vazios… Se por um lado os fiéis estão cada vez mais longe de Deus e mergulhados em vícios e pecados. Por outro lado testemunhamos um total descaso por boa parte dos sacerdotes que transformaram suas vocações em carreiras de sucesso, abandonando a verdadeira missão por afazeres mundanos, cada vez mais tentando se adaptar e agradar o mundo ao invés de morrer para ele. Os maiores responsáveis por essa realidade são os próprios sacerdotes. Os padres não pregam mais sobre a importância da confissão frequente, deixando eles acreditarem que confessando apenas uma vez por ano será suficiente. Se os fiéis não se confessam com frequência, eles não podem comungar. Os padres não gastam mais seu tempo nos confessionários, por este motivo os fiéis que desejam se confessar precisam fazer um grande esforço para conseguir receber o sacramento, pois mesmo antes da pandemia já eram obrigados a agendar um horário para conseguir encontrar um padre. Os sacerdotes deixaram de usar o hábito do padre (batina), se vestindo como leigos comuns, fazendo com que sejam invisíveis em meio ao povo, dificultando muito que sejam reconhecidos e procurados nos momentos de urgência e necessidade espiritual. Os fiéis que não se confessam imediatamente após cometerem um pecado grave, tem grande chance de cometer o mesmo pecado antes de conseguir se confessar. Como os católicos alcançarão a santidade se não há sacerdotes disponíveis para confissões? Alguns poucos se disponibilizam apenas uma vez na semana, por poucas horas. O que diria Padre Pio que não entendia como os fiéis se mantinham longe da confissão por mais de uma semana? — Templário de Maria (@TemplarioMaria) November 1, 2020 Se os fiéis não têm o hábito da confissão frequente, como recomenda a Santa Igreja, eles certamente não vivenciam a comunhão e amizade com Deus, e correm o grave perigo da condenação eterna, pois nestas condições a probabilidade de morrer fora da graça de Deus é quase certa. No meio de tudo isso vemos padres preocupados com suas teses de doutorado, com as finanças da paróquia e suas reformas, ou mesmo preocupados com a própria aparência física, vestindo roupas imodestas e praticando esportes diariamente. Não que essas atividades sejam proibidas, ao contrário, devem ser estimuladas (exceto a falha na modéstia)… mas para tudo há seu tempo. Como um sacerdote consegue dormir tranquilo sabendo que milhares de almas são condenadas ao inferno todos os dias pois não há quem ensine a importância da confissão e se disponham a ouvir seus pecados? Como conseguem trocar horas de confessionários capaz de salvar tantas almas, por uma confissão comunitária que nem sequer é válida fora das circunstâncias autorizadas pela Santa Igreja? Como conseguem praticar esportes e fazer piadinhas na internet, enquanto muitos fiéis estão implorando por um sacerdote que lhe tire do destino da escuridão eterna e absolva seus pecados? Sabemos que os sacerdotes, em função do sacramento da ordem, alcançam a dignidade maior que a dos próprios anjos, e por isso lhes rendemos todo respeito e gratidão, pois por suas sagradas mãos podemos receber os sacramentos e o Santíssimo Corpo de Deus! Contudo, ao mesmo tempo que admiramos tão sublime missão, fica difícil compreender que tantos não compreendam o verdadeiro sentido de sua vocação! Rezemos para que Todos os Santos do Céu iluminem nossos sacerdotes, para que deixem o respeito humano de lado e voltem a pregar sobre os pecados mortais, sobre os novíssimos do homem, e ajudem a abrir os olhos para as realidades que verdadeiramente importam! E principalmente, rezemos para que os confessionários que hoje estão abandonados e sem uso voltem a povoar a Igreja de Santos! #SacramentodaConfissão #vocação
- O CULTO DOS SANTOS
O CULTO DOS SANTOS A Igreja sempre venerou aqueles homens e mulheres (os santos) que, de modo eminente, viveram as virtudes cristãs. A rigor, o culto que a Igreja presta aos santos é dirigido ao próprio Deus, porque neles se manifesta Sua obra, o culto aos santos não é porém, exclusivamente relativo, como poderia ser, por exemplo, o culto da Cruz, porque o objeto é uma verdadeira pessoa: de fato, o santo – diga-se isto muito especialmente de Maria – não é um instrumento meramente passsivo da graça, mas uma pessoa livre e consciente, que coopera com a graça; por isso, já desde a antiguidade, são os santos invocados como nossos intercessores diante de Deus e a Igreja oficialmente sempre os propôs, solenemente, como exemplo e modelo seguro de vida cristã. Entre todos os santos ocupa lugar privilegiado a Virgem Maria: Mãe de Deus, cooperadora na Obra da redenção e modelo da Igreja”. Mas são também dignos de veneração todos os outros santos: intercessores e modelos a imitar. Além disso, não só a pessoa dos santos, mas também suas reliquias, inclusive as imagens, pintadas ou esculpidas, foram e são sempre objeto de veneração [culto de dulia, para os santos; de hiperdulia, para Maria Santíssima) da parte dos cristãos: também nisto, como em outros casos, o senso da Fé precedeu as definições dogmáticas. Os extremismos e exageros, porém, numa e noutra direção foram causa de crises que, indiscutivelmente, deram ocasião de a Igreja precisar com mais nitidez o fundamento teológico que justifica esta forma de piedade cristã. Historicamente, foram principalmente dois os momentos em que a Igreja teve de enfrentar tais crises: nos começos da Idade Média, quando irrompeu a fúria dos iconoclastas, que provocou luta áspera, a ponto de produzir mártires. Apesar disso, porém, o problema teológico era superficial, porque centrado não no culto dos santos, mas na sua representação em imagens (pintadas ou esculpidas); bem mais grave, porém, foi a negação protestante do séc. XVI: menos sangrenta, mas muito mais radical. “Não se pode negar que as almas dos defuntos sejam aliviadas pela piedade de seus parentes vivos, quando por elas é oferecido o sacrifício do Mediador ou quando são distribuídas esmolas na Igreja”. (Santo Agostinho, o cuidado devido aos mortos) Santo Agostinho deixa bem claro na citação seguinte, o que à Igreja adotou como doutrina do purgatório, nessa doutrina da Igreja às orações aos nossos falecidos tem um efeito de alívio, essa é uma doutrina antiguussíma, o leitor pode não encontrar o termo purgatório, mas encontrará à prática. “Entretanto, essas obras aproveitam somente aqueles que em vida mereceram que esses sufrágios lhes fossem úteis após a morte”. (santo Agostinho, cuidado devido aos mortos). “Com efeito, existe certo modo de viver não tão bom (nec tam bónus), para esses sufrágios póstumos deixarem de ser úteis. E existe outro modo de viver não tão mau (nem tam malus), para que os defuntos não possam se beneficiar deles. Por outro lado, existem aqueles que viveram tão bem (talis in bene), que podem passar sem os sufrágios; e outros que viveram tão mal (talis in male), que não conseguem beneficiar-se deles, após a morte. Portanto, é sempre aqui na terra que os méritos são adquiridos e que asseguram a cada um, depois desta vida, o alívio ou o infortúnio. Ninguém espere obter de Deus, após a própria morte, o que negligenciou durante a vida”. Assim sendo, as práticas observadas pela Igreja em vista de encomendar a Deus as almas dos defuntos não são contrárias à doutrina do Apóstolo que diz: “Todos nós compareceremos à barra do tribunal de Deus” (Rm 14,10), para receber “a retribuição do que tiver feito durante a sua vida no corpo, seja para o bem, seja para o mal” (2Cor 5,10). “Pois, é enquanto vivia em seu corpo que cada um mereceu o benefício eventual das orações feitas em seu sufrágio. Portanto, não são todos os que podem se aproveitar. E por que o proveito não será o mesmo para todos, senão devido à vida diferente que tiverem aqui na terra? Então, quando o sacrifício do altar ou o da esmola são oferecidos na intercessão de todos os defuntos batizados, serão ação de graças para aqueles que foram muito bons (valde boni). Para aqueles que não foram de todo maus (non valde mali) serão meios de propiciação. E para aqueles que foram muito maus (pro valde maios), os sufrágios em sua intenção servirão apenas para consolar em alguma coisa os vivos, já que não lhes servem de ajuda. O que os sufrágios asseguram é ou bem a com pleta remissão (plena remissio), ou pelo menos, uma forma mais tolerável de expiação (tolerabilior fiat ipsa damnatio).” Exemplos de aparições – da imagem não da pessoa real Verifica-se na obra de Santo Agostinho, à questão sobre visões de pessoas falecidas. “Tal é a fraqueza humana que, se um morto é visto durante o sono, crê-se ter visto sua alma. Mas se acaso sonha-se com pessoa viva, fica-se certo de que não foi visto seu corpo nem sua alma, mas sim sua imagem. Como se os mortos não pudessem aparecer do mesmo modo que os vivos, sob a forma de imagens semelhantes”. Ele nos traz um fato. “Ouvi a seguinte narração em Milão. Um credor reclamava o pagamento de uma dívida, e exibia uma cautela assinada por senhor recém-falecido ao filho, que ignorava ter o pai já reembolsado o empréstimo. O jovem, muito aborrecido, estranhava seu pai não ter comunicado nada acerca dessa dívida, apesar de o testamento ter sido redigido. Em sua extrema ansiedade, eis que vê seu pai aparecer-lhe em sonho e indicar o lugar em que se encontrava o recibo que anulava a cautela. Tendo-o encontrado, mostra-o ao credor e não somente anula a reclamação mentirosa, como recupera o documento assinado, que não fora devolvido no momento do pagamento da dívida, por seu pai. Eis, pois, um fato em que se supõe a alma do defunto ter de tal modo se preocupado com o filho, que vem a seu encontro, enquanto dormia, para lhe comunicar o que este ignorava e livrá-lo de séria preocupação.” Aproximadamente, na mesma época em que sucedeu esse fato, e quando santo agora morava ainda em Milão, “sucedeu a Eulogio, professor eloquente em Cartago, meu discípulo nessa arte, como ele me recordou, o seguinte acontecimento, tal como ele mesmo me narrou, quando de meu retorno à África. Seu curso se desenvolvia sobre as obras retóricas de Cícero. Ao preparar sua lição para o dia seguinte deteve-se sobre passagem obscura que não conseguia entender. Preocupado, não conseguia dormir. Ora, eis que eu lhe apareço durante o sono e explico-lhe as frases que não chegava a compreender. Certamente, não era eu, mas sem eu o saber, a minha imagem. Encontrava-me eu, então, bem longe, do outro lado do mar, ocupado em outro trabalho ou talvez passando por outro sono e não sentindo nenhuma preocupação com as dificuldades dele. Como se produziram esses dois fenômenos? Ignoro. Mas de qualquer maneira que tenham acontecido, por qual razão não havemos de crer que os mortos nos aparecem nos sonhos, sob a forma de imagem, tal como os vivos? Uns e outros ignoram completamente serem objeto de aparições, e não têm nenhuma preocupação de saber a quem, onde e quando se deram elas.” #MacauGoaAngolaMoçambiqueCaboverdeGuinéBissauGuinéEquatorialSãotoméeprincipeEUAfrançaparisgeorgiaportugalMacedôniabelarusRússiapaquistãoIrãCoreiaEgipto #imortalidadedaalma #IcelandSwedenDenmarkNorway #desenvolvimentodoutrinal #UzbequistãoLaosMauritâniaIêmemAfeganistãoMaldivasSomáliaArábiaSauditaIrãCoréiadoNorte #históriadaigrejaprimitiva #Santos #Doctrinaldevelopment #SantoAgostinho
- GOVERNO AMERICANO CONTRA O GOOGLE
Esta semana o departamento de justiça americano lançou sua tão divulgada ação antitruste contra o Google. Na denúncia, o governo alega que o Google detém ilegalmente o monopólio de busca e anúncio na internet. Entre as várias queixas, o governo destaca os pagamentos bilionários para a Apple, alegando que ela estaria controlando a ferramenta de busca da plataforma IOS. O governo diz que essas práticas são contrárias ao interesse do consumidor e à livre concorrência. A ação antitruste é a mais importante em décadas e pode mudar completamente o Google, a compreensão dessa lei e a internet como conhecemos. https://fedsoc.org/events/united-states-v-google
- A CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL É FILHA DA IGREJA
A Igreja deu início à cultura ocidental, foi a partir das ruínas do Império Romano, e chegou aos povos como a portadora de uma civilização superior. O direito civil centrado na autoridade de Roma, a filosofia grega e a Tradição judaica: “O colapso da organização política do Império Romano deixara um grande vácuo que nenhum rei bárbaro ou general poderia preencher. Foi preenchido, contudo, pela Igreja, que assumiu a função de tutora e legisladora dos novos povos. Os padres latinos – Ambrósio, Agostinho, Leão e Gregório – foram, concretamente, os pais fundadores da cultura do Ocidente, na medida em que, por meio do árduo trabalho desses homens, os distintos povos do Ocidente puderam ser incorporados à comunidade espiritual da cristandade, adquirindo, dessa forma, uma cultura comum. Acima de tudo, foi esse empenho evangelizador que distinguiu o desenvolvimento do Ocidente do de outras civilizações da história. Os Padres ensinaram os nórdicos a ler e escrever, e foram eles os responsáveis por guardar todas as tradições desses povos: “Os povos do norte não possuíam conhecimento da escrita, desconheciam a vida urbana e não dominavam a arte da cantaria. Resumindo, eram “bárbaros”. Foi somente por meio do cristianismo e dos elementos que vieram de uma cultura superior, transmitidos pela ação da Igreja, que a Europa ocidental adquiriu sua unidade e forma.” Seguindo com uma observação do Padre Rivaux: “A história da Igreja, não pôde deixar de dizer Aimé Martin, é uma história à parte, uma história moral lançada através da história material dos povos e destinada a espiritualizá-la. No meio de todas as coisas que passam, de todas as crenças que morrem, de todos os deuses que desaparecem, admiramo-nos de encontrar uma sociedade que nunca morre, uma religião que se engrandece. É que a Igreja não nasceu da ignorância dos povos ou da ambição dos homens, como as outras religiões, mas das luzes do céu e das necessidades da humanidade.” Dos fatos e testemunhos precedentes, resulta claramente que a soberania temporal da Santa Sé se funda nos títulos mais justos e mais honrosos, isto é, no voto legítimo dos povos abandonados por seus antigos senhores, na justa conquista dos franceses e nos serviços inapreciáveis que os sumos pontífices prestaram à Itália durante mais de dois séculos e nas circunstâncias mais difíceis. Por isso esta transformação se operou sem intrigas sem violências, sem lutas sangrentas, sem ter custado uma lágrima à humanidade. Não se acha talvez na história soberania alguma cuja origem seja tão legítima e tão respeitável! Trecho retirado da obra tratado de História eclesiástica, padre Rivaux A obra do Históriador Christopher Dawson recebeu uma análise do prior da ordem Beneditina, Rembert G. Weakland,Arcebispo de Milwauke: “Pesquisas recentes indicam que a religião ainda é uma força vital na cultura ocidental, embora de uma forma totalmente diferente do que ocorria nos períodos que Dawson analisa. Hoje em dia há uma enorme fragmentação no campo da cultura e a religião que se tornou um campo de batalha, dividido em compreensões diversas sobre a pessoa humana, Deus, o mundo e como eles se relacionam. Contudo, mesmo por baixo dessas diferenças, pode-se encontrar uma realidade humana comum, que revela uma sede espiritual que não pode ser eliminada da sociedade. Essas forças estão ressurgindo em países onde, por muitas gerações, poderosas forças contrárias tentaram suprimi-las. São indicações de que uma cultura totalmente secularizada não consegue se impor sobre nós; pelo contrário, uma nova forma de cultura religiosa parece estar se desenvolvendo.” (Rembert G. Weakland, O.S.B. (Prior da Ordem Beneditina Arcebispo de Milwaukee,12 de maio de 1991) Os inimigos de Deus têm percebido que não existirá uma nova cultura sem uma Religião, Dawson e muitos outros nos indicaram que nossa cultura é viva por causa das nossas raízes cristãs: “A cultura do Ocidente é a atmosfera mental e emocional que há muito respiramos. Trata-se do ambiente que determina nosso modo de vida, assim como determinou o modo de vida de nossos antepassados. Portanto, não a conhecemos por meros meios documentais e arqueológicos, mas por causa de nossas próprias experiências.” Por isso os inimigos de Deus tem percebido que é necessário desacreditar a Igreja:”Enquanto isso, fora do mundo acadêmico, novas forças sociais estão em operação, usando a história, ou uma versão particular da história, para alcançar fins político-sociais como meio para alterar a vida e as ações humanas. O surgimento dessas novas ideologias políticas e teorias ideológicas da história mostrou que o desenvolvi mento das especialidades científicas não abrandou, de forma alguma, a necessidade humana por uma fé histórica.” Neste comentário fica bem definida tarefa e poder da civilização cristã ocidental: “No sentido moderno da expressão, uma ideologia é algo muito diferente da fé, embora se destine a cumprir as mesmas funções sociológicas. A primeira constitui-se como produto inteiramente humano, um instrumento por meio do qual a vontade política tenta moldar a tradição social para que dela possa se servir. Todavia, a fé aponta para além do mundo dos homens e de suas obras. Ela introduz a humanidade num campo de realidade muito mais alto e universal, em comparação ao mundo finito e temporal ao qual o Estado e a ordem econômica pertencem. Logo, a fé introduz na vida humana um elemento de liberdade espiritual que pode exercer uma imensa influência transformadora e criativa sobre a cultura social dos homens, durante sua trajetória histórica; assim como exerce influências igualmente transformadoras sobre a vida pessoal de cada um.” Continua Dawson: “No Ocidente, o poder espiritual não foi imobilizado e cristalizado em uma ordem social sagrada, como ocorreu no Estado confuciano, na China, e no sistema de castas da Índia. Aqui, ele adquiriu liberdade e autonomia social e, consequentemente, sua atividade não ficou confinada à esfera religiosa e seus efeitos se disseminaram sobre todos os aspectos da vida social e intelectual. “Esses efeitos secundários não ostentam necessariamente um valor religioso ou moral do ponto de vista cristão – mas eles não deixam de ser secundários e dependem dessa força espiritual que os criou, sem a qual eles seriam completamente diferentes ou nem sequer existiriam. “Isso é verdade para a cultura humanista apesar de todo o seu secularismo e naturalismo, tão característicos dela. Porém, quanto mais se estuda as origens do humanismo, mais se é obrigado a reconhecer a existência de um elemento que não é apenas espiritual, mas definitivamente cristão. “As outras grandes culturas do mundo realizaram suas próprias sínteses entre religião e vida social, mantendo suas ordens sagradas imutáveis por séculos ou milênios. Mas a civilização ocidental foi esse grande fermento de mudança no mundo, justamente porque mudar o mundo tornou-se parte integral de seu ideal cultural. Séculos antes das grandes realizações da ciência e da tecnologia modernas, o homem ocidental já concebera a ideia de instauratio magna das ciências, que abriria novas formas de compreensão e alteraria os destinos da raça humana. Tampouco isso foi resultado da visão única de um gênio solitário. Hoje, sabemos que Francis Bacon, em seu pensamento, estava muito mais próximo da Idade Média que Macaulay e sua geração nos fizeram acreditar. De fato, em alguns aspectos, o pensamento de Francis Bacon se aproxima mais do universo mental de seu “xará”, Roger Bacon, do que do universo de Galileu. Foi Roger Bacon, afinal de contas, quem primeiro concebeu a ideia de uma síntese total entre o conhecimento científico e filosófico, um projeto destinado a alargar os laços da vida humana e dar à civilização cristã o poder de unir o mundo.” “Uma vez apenas, na história da Europa ocidental, realmente observamos uma tentativa de criar uma unidade totalizadora da ordem sagrada, comparável ao modelo da cultura bizantina ou aos modelos orientais. Trata-se do Império Carolíngio, concebido como a sociedade de todos os povos cristãos sob o controle de uma monarquia teocrática que tentou regular cada detalhe da vida e do pensamento, abarcando inclusive os métodos dos cantos eclesiásticos e das regras monásticas por meio de decretos legislativos e inspeções governamentais. Mas esse foi um episódio breve e fracassado, que se destacou como grande contraste em relação ao curso principal do desenvolvimento do Ocidente. Mesmo assim, suas realizações culturais dependeram largamente das contribuições de elementos independentes que vieram de fora do império, como Alcuíno, da Inglaterra, João Escoto, da Irlanda, e Teodolfo da Espanha.” Aqui nessa citação pode-se verificar que à ideia de uma Igreja que forçava um governo teocrático é totalmente desmentida: “Fora esse único caso excepcional, nunca houve nenhuma organização unitária da cultura do Ocidente, exceto, obviamente, a própria Igreja cristã, que forneceu um princípio eficiente de unidade social. E, mesmo durante a Idade Média, essa unidade religiosa imposta pela Igreja nunca se estruturou como uma verdadeira teocracia, semelhante aos modelos orientais, uma vez que envolvia um dualismo entre os poderes espiritual e temporal, o que acabou produzindo uma vital tensão interna nas sociedades do Ocidente, tornando-se o campo fértil para os movimentos de autocrítica e de mudança. Não obstante, por toda a história da Europa ocidental, até o século XIX, a ausência de uma organização unitária e de uma única fonte capaz de controlar toda cultura nunca pôs em risco a continuidade espiritual da tradição do Ocidente.” “O surgimento da nova cultura europeia ocidental ficou condicionado a esse profundo dualismo entre duas culturas, duas tradições sociais e dois mundos espirituais – a sociedade guerreira dos reinos bárbaros com seus cultos heroicos e sua agressividade bélica em contraste com a sociedade pacífica da Igreja cristã, com seus ideais de ascetismo e renúncia e sua vida teológica. Tampouco sua importância está confinada (à Idade das Trevas), [termo criado na renascença como forma de desmerecer mil anos de história] – de 500 a 1000 d.C. Em certo grau, esse traço permaneceu característico da cultura medieval como um todo e seus efeitos ainda são discerníveis sobre a história da Europa ocidental. De fato, acredito que ele tem de ser considerado como a principal fonte motora desse elemento dinâmico cuja importância foi tão decisiva para a cultura do Ocidente.” Esse processo criativo de assimilação cultural que encontra expressão consciente na tradição literária também esteve em operação na profundidade da consciência individual e na formação e consolidação das novas instituições. Podemos vê-lo na vida dos santos, nas leis dos reis, nas cartas dos missionários e dos eruditos e nas canções dos poetas. Sem dúvida, toda evidência que possuímos derrama apenas uma pálida e incerta luz sobre essas realidades vitais do processo social medieval. No entanto, nosso conhecimento sobre as origens da cultura do Ocidente é muito mais autêntico e detalhado que qualquer outro conhecimento que possuímos sobre as origens das outras grandes culturas da Antiguidade clássica e do Oriente. “Os historiadores e filósofos cujas mentes foram formadas pelo iluminismo liberal do século XVIII tinham pouco interesse e não sentiam nenhuma afeição pelo período medieval – para eles, uma época na qual a escuridão das culturas bárbaras teriam se tornado ainda mais negras devido às superstições religiosas e ao ascetismo monástico.” “Por outro lado, durante o século XIX, uma época em que as tendências nacionalistas encontraram no campo da história, mais que em qualquer outro lugar, um terreno fértil para seus propósitos, vemos um movimento contrario em direção a uma idealização um tanto ingênua e perigosa das culturas dos povos bárbaros teutônicos e eslavônicos, em detrimento da unidade cultural do Ocidente, que foi ignorada ou depreciada pelos movimentos nacionalistas”. Somos filhos da Igreja, existe uma diferença entre uma sociedade que se desenvolveu sob a influência decisiva do Cristianismo, comparada àquelas com predominância do Islã, e outras religiões, onde à vida humana e os valores morais não tem um valor em si. Nunca seremos herdeiros de revolução, seja ela Protestante ou iluminista; o humanismo não tem identidade com o Cristianismo! O único humanismo que observamos é amar o próximo como a nós mesmos. Este é o motivo de toda a cultura, todo o Ocidente terem se constituídos com a raíz cristã: Nada pôde e nem poderá superar o Cristianismo. Por isso somos odiados. #USA #Bizâncio #IcelandSwedenDenmarkNorway #Históriadaidademédia #France #EUAfrançaparisgeorgiaportugalmacedoniabelarusrussiapaquistãoIrãnCoreiaEgiptoArabiasauditaEmiradosÁrabesunidosEtiópiaNigériaChinaIraqueZimbabuéÁfric #MacauGoaAngolaMoçambiqueCaboverdeGuinéBissauGuinéEquatorialSãotoméePrincipeEUAfrançaparisgeorgiaportugalmacedoniabelarusrussiapaquistãoIrãnCoreiaEgiptoAr #Belarus #desenvolvimentodoutrinal #Doctrinaldevelopment #Igreja
- O que fazer com imagens, sacramentais e outros objetos benzidos quando se quebram?
Uma vez benzidos e destinados ao culto divino ou à veneração, os objetos sagrados devem ser tratados com reverência, não podendo ser usados de maneira imprópria ou profana. Como proceder, então, quando eles quebram ou se desgastam pelo uso? “O que devo fazer com o meu velho ramo bento? E com minhas imagens e rosários bentos? Já que foram benzidos, tenho certeza de que não devo simplesmente jogá-los no lixo. Existe alguma orientação sobre isso?” Como católicos, estamos acostumados a possuir objetos “benzidos”. Nesse caso, um bispo ou um padre confere uma bênção que significa a santificação e consagração permanentes de um objeto a alguma finalidade sagrada. Essa bênção recebe o nome técnico de “bênção constitutiva”. Por exemplo, quando um bispo dedica ou, em terminologia clássica, consagra um altar, o altar deve ser usado apenas para fins sagrados: particularmente, para o oferecimento da Missa. Ou, quando um cálice é benzido, ele se torna um vaso sagrado, destinado unicamente ao uso sagrado. Uma vez que o objeto religioso foi benzido e destinado ao culto divino ou à veneração, ele deve ser tratado com reverência e não pode ser usados de maneira imprópria ou profana (cf. Código de Direito Canônico, Cân. 1171). No entanto, objetos religiosos abençoados quebram e se desgastam pelo uso. A regra básica para desfazer-se deles é queimá-los ou enterrá-los [1]. Durante o séc. XIX, tanto a Sagrada Congregação dos Ritos quanto o Santo Ofício (hoje chamados, respectivamente, de Sagrada Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos e Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé) emitiram várias determinações a esse respeito. Eis aqui alguns exemplos: um cálice que se torna “inservível” não deve ser vendido, mas usado para algum outro fim sagrado ou derretido; vestes, paramentos e alfaias devem ser destruídos; água benta suja ou em excesso deve ser despejada na terra. Os ramos devem ser queimados e suas cinzas, distribuídas na Quarta-feira de Cinzas ou lançadas na terra; um rosário quebrado ou uma estátua religiosa devem, normalmente, ser queimadas etc. Em resumo, a ideia de fundo é que o que foi dedicado a Deus deveria voltar para Deus. Nunca deveríamos “jogar fora” o que foi consagrado a Deus. A ideia de fundo é que o que foi dedicado a Deus deveria voltar para Deus. Nunca deveríamos “jogar fora” o que foi consagrado a Deus. Curiosamente, esse mesmo critério se aplica ao descarte da Santa Eucaristia. Em cada sacristia há um sumidouro (sacrarium), que é uma pia conectada não com o sistema de esgoto, mas diretamente com a terra. Se, por algum motivo, o sacerdote tiver de descartar uma Hóstia sagrada, ele deverá dissolvê-la completamente na água e deixá-la escoar pelo encanamento do sumidouro. Aliás, estava eu certa vez a distribuir a Santa Comunhão num asilo, e uma das velhinhas queria recebê-la como de costume, mas, por alguma razão, não conseguia engoli-la. Ela então expeliu a Hóstia sagrada no purificatório. Quando voltei à sacristia, entornei pelo sumidouro a Hóstia sagrada, já dissolvida na água [2]. Por vivermos numa sociedade em que tudo se tornou tão descartável, não podemos esquecer os objetos religiosos que foram benzidos e dedicados a Deus e a um uso sagrado. Meu coração se parte toda vez que entro numa loja de antiguidades e vejo um cálice, um relicário (às vezes, ainda com relíquias), vestes e outros objetos sagrados que, alguma vez, foram utilizados na Santa Missa. Eu me pergunto: “O que estaria pensando o sujeito para desfazer-se disso de tal maneira?” Ele deveria ter buscado para esses objetos religiosos um novo lar em alguma igreja, ou tê-los descartado da forma correta. Por favor, guarde sempre com cuidado os seus objetos religiosos em casa, venere-os com piedade e, se necessário, desfaça-se deles corretamente. Pe. William Saunders | Tradução: Equipe Christo Nihil Praeponere #Imagens #ObjetosSagrados
- O que fazer com imagens, sacramentais e outros objetos benzidos quando se quebram?
Uma vez benzidos e destinados ao culto divino ou à veneração, os objetos sagrados devem ser tratados com reverência, não podendo ser usados de maneira imprópria ou profana. Como proceder, então, quando eles quebram ou se desgastam pelo uso? “O que devo fazer com o meu velho ramo bento? E com minhas imagens e rosários bentos? Já que foram benzidos, tenho certeza de que não devo simplesmente jogá-los no lixo. Existe alguma orientação sobre isso?” Como católicos, estamos acostumados a possuir objetos “benzidos”. Nesse caso, um bispo ou um padre confere uma bênção que significa a santificação e consagração permanentes de um objeto a alguma finalidade sagrada. Essa bênção recebe o nome técnico de “bênção constitutiva”. Por exemplo, quando um bispo dedica ou, em terminologia clássica, consagra um altar, o altar deve ser usado apenas para fins sagrados: particularmente, para o oferecimento da Missa. Ou, quando um cálice é benzido, ele se torna um vaso sagrado, destinado unicamente ao uso sagrado. Uma vez que o objeto religioso foi benzido e destinado ao culto divino ou à veneração, ele deve ser tratado com reverência e não pode ser usados de maneira imprópria ou profana (cf. Código de Direito Canônico, Cân. 1171). No entanto, objetos religiosos abençoados quebram e se desgastam pelo uso. A regra básica para desfazer-se deles é queimá-los ou enterrá-los [1]. Durante o séc. XIX, tanto a Sagrada Congregação dos Ritos quanto o Santo Ofício (hoje chamados, respectivamente, de Sagrada Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos e Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé) emitiram várias determinações a esse respeito. Eis aqui alguns exemplos: um cálice que se torna “inservível” não deve ser vendido, mas usado para algum outro fim sagrado ou derretido; vestes, paramentos e alfaias devem ser destruídos; água benta suja ou em excesso deve ser despejada na terra. Os ramos devem ser queimados e suas cinzas, distribuídas na Quarta-feira de Cinzas ou lançadas na terra; um rosário quebrado ou uma estátua religiosa devem, normalmente, ser queimadas etc. Em resumo, a ideia de fundo é que o que foi dedicado a Deus deveria voltar para Deus. Nunca deveríamos “jogar fora” o que foi consagrado a Deus. A ideia de fundo é que o que foi dedicado a Deus deveria voltar para Deus. Nunca deveríamos “jogar fora” o que foi consagrado a Deus. Curiosamente, esse mesmo critério se aplica ao descarte da Santa Eucaristia. Em cada sacristia há um sumidouro (sacrarium), que é uma pia conectada não com o sistema de esgoto, mas diretamente com a terra. Se, por algum motivo, o sacerdote tiver de descartar uma Hóstia sagrada, ele deverá dissolvê-la completamente na água e deixá-la escoar pelo encanamento do sumidouro. Aliás, estava eu certa vez a distribuir a Santa Comunhão num asilo, e uma das velhinhas queria recebê-la como de costume, mas, por alguma razão, não conseguia engoli-la. Ela então expeliu a Hóstia sagrada no purificatório. Quando voltei à sacristia, entornei pelo sumidouro a Hóstia sagrada, já dissolvida na água [2]. Por vivermos numa sociedade em que tudo se tornou tão descartável, não podemos esquecer os objetos religiosos que foram benzidos e dedicados a Deus e a um uso sagrado. Meu coração se parte toda vez que entro numa loja de antiguidades e vejo um cálice, um relicário (às vezes, ainda com relíquias), vestes e outros objetos sagrados que, alguma vez, foram utilizados na Santa Missa. Eu me pergunto: “O que estaria pensando o sujeito para desfazer-se disso de tal maneira?” Ele deveria ter buscado para esses objetos religiosos um novo lar em alguma igreja, ou tê-los descartado da forma correta. Por favor, guarde sempre com cuidado os seus objetos religiosos em casa, venere-os com piedade e, se necessário, desfaça-se deles corretamente. Pe. William Saunders | Tradução: Equipe Christo Nihil Praeponere #Imagens #ObjetosSagrados
- SER SANTOS DESDE JÁ – Scott Hahn medita sobre a Solenidade de Todos os Santos
A primeira leitura já nos prepara para a solenidade de hoje. No livro do Apocalipse, São João relata a visão de “uma multidão imensa de gente de todas as nações, tribos, povos e línguas, e que ninguém podia contar”. Eis aí uma boa notícia. A salvação veio não apenas para Israel, mas também para os gentios. Cumpre-se, pois, a promessa de Deus a Abraão: de que, por sua semente, todas as nações do mundo seriam abençoadas (ver Gênesis 22:18). A Igreja cultua muitos cristãos célebres em comemorações individuais, mas hoje ela louva a Deus por todos os Seus santos. E “santo” é o título que São Paulo preferia usar, ao se dirigir às suas congregações. Divinizados pelo Batismo, aqueles cristãos já eram “santos” pela graça de Deus (ver Colossenses 1: 2). Eles aguardavam, entretanto, o dia em que poderiam ser “”dignos de participar da herança dos santos na luz”. E nós também o aguardamos, pois as Escrituras nos dão motivos para exultação e esperança. Na segunda leitura, São João nos diz que ser “santos” significa ser “filhos de Deus”; e depois acrescenta: “E nós o somos”! Observe-se que ele fala no tempo presente. No entanto, João também diz que ainda temos coisas que cuidar neste mundo. Já somos filhos de Deus, “mas nem sequer se manifestou o que seremos.” É assim que realizamos a nossa salvação: “Todo o que espera nele, purifica-se a si mesmo, como também ele é puro” (1 João 3: 3). Isto se realiza quando compartilhamos a vida de Cristo (que nos ensinou como ser santos neste mundo). Somos “bem-aventurados”, diz Ele, quando somos pobres em espírito, quando nos afligimos e somos perseguidos por Sua causa. É então que devemos nos alegrar e exultar, porque será grande a nossa recompensa nos céus (Mateus 5:12). Rezamos com o salmista: “É assim a geração dos que o procuram,/ e do Deus de Israel buscam a face.” A salvação veio por meio da semente de Abraão, mas agora ela pertence a todas as nações, pois “Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra, o mundo inteiro com os seres que o povoam” (Salmo 24: 1). https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/saints-here-and-there-scott-hahn-reflects-on-the-solemnity-of-all-saints/
- UM PLANO CONTRA DEUS E O HOMEM – Trecho de carta de Monsenhor Viganò ao Presidente Donald Trump
“(…) Como tive oportunidade de lhe escrever na minha carta de junho passado, este momento histórico vê desdobradas as forças do Mal, numa batalha impiedosa contra as forças do Bem; forças do Mal que parecem poderosas e organizadas diante dos filhos da Luz, desorientados e desorganizados, abandonados pelos seus líderes temporais e espirituais. Ouvimos multiplicar-se os ataques de quem quer demolir as próprias bases da sociedade: a família natural, o respeito pela vida humana, o amor pela pátria, a liberdade de educação e de negócio. Vemos os líderes das Nações e os líderes religiosos cederem a este suicídio da cultura ocidental e da sua alma cristã, enquanto, aos cidadãos crentes, são negados os direitos fundamentais em nome de uma emergência sanitária que, cada vez mais, se revela como instrumental para o estabelecimento de uma desumana tirania sem rosto. Um plano global, denominado Great Reset, está em curso. O artífice é uma elite que quer subjugar toda a humanidade, impondo medidas coercivas para limitar drasticamente as liberdades dos indivíduos e dos povos. Em alguns países, este projeto já foi aprovado e financiado; noutros, ainda está num estágio inicial. Por trás dos líderes mundiais, cúmplices e executores deste projeto infernal, estão personagens sem escrúpulos que financiam o World Economic Forum e o Event 201, promovendo a sua agenda. O objetivo do Great Reset é a imposição de uma ditadura sanitária, com o intuito de impor medidas liberticidas, escondidas por trás de tentadoras promessas de garantir um salário universal e de cancelar as dívidas dos indivíduos. O preço dessas concessões do Fundo Monetário Internacional deveria ser a renúncia à propriedade privada e a adesão a um programa de vacinação COVID-19 e COVID-21, promovido por Bill Gates, com a colaboração dos principais grupos farmacêuticos. Além dos enormes interesses económicos que movem os promotores do Great Reset, a imposição da vacinação será acompanhada da obrigatoriedade de um passaporte sanitário e de uma identificação digital, com o consequente rastreamento dos contatos de toda a população mundial. Aqueles que não concordarem em submeter-se a estas medidas serão confinados em campos de detenção ou em prisão domiciliar, e todos os bens lhes serão confiscados. Senhor Presidente, imagino que esta notícia já seja do seu conhecimento: em alguns Países, o Great Reset deverá ser ativado entre o fim deste ano e o primeiro trimestre de 2021. Para tanto, estão previstos novos lockdowns, oficialmente justificados por umas supostas segunda e terceira ondas da pandemia. O senhor sabe bem quais foram os meios utilizados para semear o pânico e legitimar as limitações draconianas das liberdades individuais, provocando, de modo hábil, uma crise económica mundial. Esta crise serve para tornar irreversível, nas intenções dos seus artífices, o recurso dos Estados ao Great Reset, dando o golpe final num Mundo de que se pretende apagar completamente a existência e a própria memória. Mas este Mundo, Senhor Presidente, traz consigo pessoas, afetos, instituições, fé, cultura, tradições, ideais: pessoas e valores que não agem como autómatos, que não obedecem como máquinas, porque dotados de uma alma e de um coração, porque estão unidos, entre si, por um vínculo espiritual que haure a sua força do alto, daquele Deus que os nossos adversários querem desafiar, como, no início dos tempos, fez Lúcifer com o seu non serviam (…)”. VIGANÒ A TRUMP: HÁ UM PLANO CONTRA DEUS E O HOMEM.
- Como rezar o Terço da Misericórdia?
“As almas que rezarem este Terço serão envolvidas pela Minha misericórdia, durante a sua vida e, de modo particular, na hora da morte.” (Diário da Irmã Faustina, nº754) “Quando recitam esse terço junto a um agonizante, aplaca-se a ira de Deus, a misericórdia insondável envolve a alma…” (Diário da Irmã Faustina, nº811) O Terço da Divina Misericórdia é uma tradicional devoção Católica, concebida a partir das iluminações de Santa Maria Faustina na década de 1930. O principal propósito dessa oração é fortalecer nossa confiança na misericórdia de Deus e reforçar em nós esse mesmo sentimento para com nossos irmãos e irmãs. Para Santa Faustina, que viveu em uma Europa marcada pela instabilidade do entreguerras, a oração do Terço da Misericórdia trata-se de um verdadeiro clamor pelo mundo, uma súplica para que as pessoas experimentem o amor de Deus especialmente nos momentos mais difíceis de suas vidas. Ora, neste tempo de turbulências em que vivemos por ocasião da pandemia do coronavírus, somos também convidados a fazer da oração de Santa Faustina uma prece por toda a humanidade, por aqueles que amamos e pelos mais fragilizados nessa crise. Rezando o Terço da Misericórdia passo-a-passo Primeiramente, vamos procurar um lugar tranquilo e silencioso, desligando-nos dos aparelhos eletrônicos e de tudo aquilo que possa nos distrair. Para a oração do Terço da Misericórdia, podemos usar um rosário comum, de cinco dezenas. 1. Iniciamos com o Sinal da Cruz: — Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém! 1.1 Oferecimento (opcional) : Oração de Santa Faustina pelos pecadores “Ó Jesus, Verdade eterna, nossa Vida, invoco e suplico a Vossa misericórdia para os pobres pecadores: ’Ó dulcíssimo Coração do meu senhor, cheio de Compaixão e insondável Misericórdia, imploro-Vos pelos pobres pecadores. Ó Coração Sacratíssima, fonte de Misericórdia, do qual brotaram raios de graças incompreensíveis para todo o gênero humano, suplico-vos luz para os pobres pecadores. Ó Jesus, lembrai-Vos da vossa amarga paixão e não permitais que se percam almas remidas com o Vosso preciosíssimo e sacratíssimo Sangue. Ó Jesus, quando medito sobre o grande mérito do Vosso Sangue, rejubilo com a sua imensidade, pois uma só gota teria sido suficiente para todos os pecadores… Oh, como se consome de alegria o meu coração, quando contemplo essa Vossa inconcebível Bondade, Ó meu Jesus! Desejo trazer a Vossos pés todos os pecadores, para que louvem a Vossa Misericórdia pelos séculos sem fim!” ( Diário nº 72 ) “Ao expirardes, ó Jesus, a Fonte da Vida brotou para acalmas e abriu se o oceano da Misericórdia para todo o mundo. Ó Fonte da Vida, Misericórdia insondável de Deus,/ abraçai o mundo inteiro e derramai-Vos sobre nós !” (Diário nº 1319) Ó Sangue e Água, que jorraram do Coração de Jesus como fonte de misericórdia para nós, eu confio em vós! (Diário nº 187) 2. Rezamos o Pai-Nosso, a Ave-Maria e o Creio. — Pai Nosso que estais nos Céus, santificado seja o vosso Nome, venha a nós o vosso Reino, seja feita a vossa vontade assim na terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do Mal. Amém! — Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco! Bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém! — Creio em Deus Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho Nosso Senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos Céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém. 3. Nas contas do Pai-Nosso, rezamos: — Eterno Pai, eu vos ofereço o Corpo e Sangue, a Alma e Divindade de vosso diletíssimo Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e do mundo inteiro. 4. Nas contas das Ave-Marias, rezamos (dez vezes): — Pela Vossa dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro. 5. Ao fim do terço, rezamos (três vezes): — Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro. 5.1 Orações de encerramento (opcional) Ó Deus eterno, em quem a misericórdia é insondável e o tesouro da compaixão é inesgotável, olhai propício para nós e multiplicai em nós a Vossa misericórdia, para que não desesperemos nos momentos difíceis, nem esmoreçamos, mas nos submetamos com grande confiança à Vossa santa vontade, que é Amor e a própria Misericórdia” (Diário, 949). “Ó Deus de grande misericórdia, bondade infinita, eis que hoje a Humanidade toda clama do abismo da sua miséria à Vossa misericórdia, à Vossa compaixão, ó Deus, e clama com a potente voz da sua miséria. Ó Deus clemente, não rejeiteis a oração dos exilados desta Terra. Ó Senhor, bondade inconcebível, que conheceis profundamente a nossa miséria e sabeis que, com nossas próprias forças, não temos condições de nos elevar até Vós, por isso Vos suplicamos: adiantai-Vos ao nosso pedido com a Vossa graça e aumentai em nós sem cessar a Vossa misericórdia, a fim de que possamos cumprir fielmente a Vossa santa vontade durante toda a nossa vida e na hora da morte. Que o poder da Vossa misericórdia nos defenda dos ataques dos inimigos da nossa salvação, para que aguardemos com confiança, como Vossos filhos, a Vossa vinda última, dia que somente Vós conheceis. E esperamos obter tudo o que nos foi prometido por Jesus, apesar de toda a nossa miséria. Pois Jesus é a nossa Esperança: através do vosso Coração misericordioso, como através de uma porta aberta, passamos para o Céu. ( Diário , 1570) Dica: conforme a tradição, recomenda-se rezar o Terço da Misericórdia preferencialmente às 15 horas, a chamada Hora da Misericórdia, recordando e meditando a Paixão de Jesus Cristo. Quem foi Santa Faustina? Santa Maria Faustina Kowalska nasceu na Polônia em 1905 e, aos vinte anos, ingressou na Congregação das Irmãs de Nossa Senhora da Misericórdia. No ano de 1934, enquanto esteve na Lituânia, iniciou os escritos de A Misericórdia Divina em Minh’Alma, uma série de diários nos quais relatou as iluminações que recebia por meio de suas orações. “O amor é um mistério que transforma tudo o que toca em coisas belas e agradáveis a Deus.” O Diário de Santa Faustina, § 890 Vítima de tuberculose, Santa Faustina faleceu em 1938, mas sua herança espiritual jamais foi esquecida. A devoção à imagem de Jesus Misericordioso e o Terço da Misericórdia ganharam grande apreço popular, fazendo com que sua obra ficasse conhecida por católicos em diversas partes do mundo. Canonizada pelo Papa João Paulo II no ano 2000, Santa Faustina é hoje um dos mais conhecidos santos da mística cristã. Compaixão e o Terço da Divina Misericórdia Como dito, a oração do Terço da Misericórdia trata-se de um verdadeiro clamor pelo mundo, uma súplica para que as pessoas experimentem o amor de Deus. É a prova da compaixão que Deus teve com toda a humanidade. Confira aqui o último episódio da série de vídeos sobre a Quaresma, que fala sobre a compaixão. Reze conosco, todos os dias “Quem reza se salva, quem não reza certamente se condena!” Santo Afonso Maria de Ligório Orações da Manhã Orações da Noite Santo Terço Terço da Misericórdia Orações para Santa Missa Angelus (6h|12h|18h) Coroinha da Santíssima Virgem Via Sacra Comunhão Espiritual Conheça o Devocionário Todas essas orações fazem parte do livro Devocionário. Este livro reúne as mais importante orações católicas, e são um auxílio para o dia-a-dia de quem deseja ter uma vida de oração. Nele há orações para manhã, tarde, e noite. Além do Santo Terço meditado por São Luís, novenas, ladainhas, orações à Nossa Senhora, exorcismos, hora santa, via sacra, cânticos católicos e muito mais. Grande parte das orações possui a tradução também para o Latim. 🛒 Clique aqui para adquirir | Conheça o livro Devocionário: #JesusMisericordioso #SantaFaustina #Terço #TerçodaMisericórdia
- Como rezar o Terço da Misericórdia?
“As almas que rezarem este Terço serão envolvidas pela Minha misericórdia, durante a sua vida e, de modo particular, na hora da morte.” (Diário da Irmã Faustina, nº754) “Quando recitam esse terço junto a um agonizante, aplaca-se a ira de Deus, a misericórdia insondável envolve a alma…” (Diário da Irmã Faustina, nº811) O Terço da Divina Misericórdia é uma tradicional devoção Católica, concebida a partir das iluminações de Santa Maria Faustina na década de 1930. O principal propósito dessa oração é fortalecer nossa confiança na misericórdia de Deus e reforçar em nós esse mesmo sentimento para com nossos irmãos e irmãs. Para Santa Faustina, que viveu em uma Europa marcada pela instabilidade do entreguerras, a oração do Terço da Misericórdia trata-se de um verdadeiro clamor pelo mundo, uma súplica para que as pessoas experimentem o amor de Deus especialmente nos momentos mais difíceis de suas vidas. Ora, neste tempo de turbulências em que vivemos por ocasião da pandemia do coronavírus, somos também convidados a fazer da oração de Santa Faustina uma prece por toda a humanidade, por aqueles que amamos e pelos mais fragilizados nessa crise. Rezando o Terço da Misericórdia passo-a-passo Primeiramente, vamos procurar um lugar tranquilo e silencioso, desligando-nos dos aparelhos eletrônicos e de tudo aquilo que possa nos distrair. Para a oração do Terço da Misericórdia, podemos usar um rosário comum, de cinco dezenas. 1. Iniciamos com o Sinal da Cruz: — Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém! 1.1 Oferecimento (opcional) : Oração de Santa Faustina pelos pecadores “Ó Jesus, Verdade eterna, nossa Vida, invoco e suplico a Vossa misericórdia para os pobres pecadores: ’Ó dulcíssimo Coração do meu senhor, cheio de Compaixão e insondável Misericórdia, imploro-Vos pelos pobres pecadores. Ó Coração Sacratíssima, fonte de Misericórdia, do qual brotaram raios de graças incompreensíveis para todo o gênero humano, suplico-vos luz para os pobres pecadores. Ó Jesus, lembrai-Vos da vossa amarga paixão e não permitais que se percam almas remidas com o Vosso preciosíssimo e sacratíssimo Sangue. Ó Jesus, quando medito sobre o grande mérito do Vosso Sangue, rejubilo com a sua imensidade, pois uma só gota teria sido suficiente para todos os pecadores… Oh, como se consome de alegria o meu coração, quando contemplo essa Vossa inconcebível Bondade, Ó meu Jesus! Desejo trazer a Vossos pés todos os pecadores, para que louvem a Vossa Misericórdia pelos séculos sem fim!” ( Diário nº 72 ) “Ao expirardes, ó Jesus, a Fonte da Vida brotou para acalmas e abriu se o oceano da Misericórdia para todo o mundo. Ó Fonte da Vida, Misericórdia insondável de Deus,/ abraçai o mundo inteiro e derramai-Vos sobre nós !” (Diário nº 1319) Ó Sangue e Água, que jorraram do Coração de Jesus como fonte de misericórdia para nós, eu confio em vós! (Diário nº 187) 2. Rezamos o Pai-Nosso, a Ave-Maria e o Creio. — Pai Nosso que estais nos Céus, santificado seja o vosso Nome, venha a nós o vosso Reino, seja feita a vossa vontade assim na terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do Mal. Amém! — Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco! Bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém! — Creio em Deus Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho Nosso Senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos Céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém. 3. Nas contas do Pai-Nosso, rezamos: — Eterno Pai, eu vos ofereço o Corpo e Sangue, a Alma e Divindade de vosso diletíssimo Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e do mundo inteiro. 4. Nas contas das Ave-Marias, rezamos (dez vezes): — Pela Vossa dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro. 5. Ao fim do terço, rezamos (três vezes): — Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro. 5.1 Orações de encerramento (opcional) Ó Deus eterno, em quem a misericórdia é insondável e o tesouro da compaixão é inesgotável, olhai propício para nós e multiplicai em nós a Vossa misericórdia, para que não desesperemos nos momentos difíceis, nem esmoreçamos, mas nos submetamos com grande confiança à Vossa santa vontade, que é Amor e a própria Misericórdia” (Diário, 949). “Ó Deus de grande misericórdia, bondade infinita, eis que hoje a Humanidade toda clama do abismo da sua miséria à Vossa misericórdia, à Vossa compaixão, ó Deus, e clama com a potente voz da sua miséria. Ó Deus clemente, não rejeiteis a oração dos exilados desta Terra. Ó Senhor, bondade inconcebível, que conheceis profundamente a nossa miséria e sabeis que, com nossas próprias forças, não temos condições de nos elevar até Vós, por isso Vos suplicamos: adiantai-Vos ao nosso pedido com a Vossa graça e aumentai em nós sem cessar a Vossa misericórdia, a fim de que possamos cumprir fielmente a Vossa santa vontade durante toda a nossa vida e na hora da morte. Que o poder da Vossa misericórdia nos defenda dos ataques dos inimigos da nossa salvação, para que aguardemos com confiança, como Vossos filhos, a Vossa vinda última, dia que somente Vós conheceis. E esperamos obter tudo o que nos foi prometido por Jesus, apesar de toda a nossa miséria. Pois Jesus é a nossa Esperança: através do vosso Coração misericordioso, como através de uma porta aberta, passamos para o Céu. ( Diário , 1570) Dica: conforme a tradição, recomenda-se rezar o Terço da Misericórdia preferencialmente às 15 horas, a chamada Hora da Misericórdia, recordando e meditando a Paixão de Jesus Cristo. Quem foi Santa Faustina? Santa Maria Faustina Kowalska nasceu na Polônia em 1905 e, aos vinte anos, ingressou na Congregação das Irmãs de Nossa Senhora da Misericórdia. No ano de 1934, enquanto esteve na Lituânia, iniciou os escritos de A Misericórdia Divina em Minh’Alma, uma série de diários nos quais relatou as iluminações que recebia por meio de suas orações. “O amor é um mistério que transforma tudo o que toca em coisas belas e agradáveis a Deus.” O Diário de Santa Faustina, § 890 Vítima de tuberculose, Santa Faustina faleceu em 1938, mas sua herança espiritual jamais foi esquecida. A devoção à imagem de Jesus Misericordioso e o Terço da Misericórdia ganharam grande apreço popular, fazendo com que sua obra ficasse conhecida por católicos em diversas partes do mundo. Canonizada pelo Papa João Paulo II no ano 2000, Santa Faustina é hoje um dos mais conhecidos santos da mística cristã. Compaixão e o Terço da Divina Misericórdia Como dito, a oração do Terço da Misericórdia trata-se de um verdadeiro clamor pelo mundo, uma súplica para que as pessoas experimentem o amor de Deus. É a prova da compaixão que Deus teve com toda a humanidade. Confira aqui o último episódio da série de vídeos sobre a Quaresma, que fala sobre a compaixão. Reze conosco, todos os dias “Quem reza se salva, quem não reza certamente se condena!” Santo Afonso Maria de Ligório Orações da Manhã Orações da Noite Santo Terço Terço da Misericórdia Orações para Santa Missa Angelus (6h|12h|18h) Coroinha da Santíssima Virgem Via Sacra Comunhão Espiritual Conheça o Devocionário Todas essas orações fazem parte do livro Devocionário. Este livro reúne as mais importante orações católicas, e são um auxílio para o dia-a-dia de quem deseja ter uma vida de oração. Nele há orações para manhã, tarde, e noite. Além do Santo Terço meditado por São Luís, novenas, ladainhas, orações à Nossa Senhora, exorcismos, hora santa, via sacra, cânticos católicos e muito mais. Grande parte das orações possui a tradução também para o Latim. 🛒 Clique aqui para adquirir | Conheça o livro Devocionário: #JesusMisericordioso #SantaFaustina #Terço #TerçodaMisericórdia
- Cardeal Sarah: “O islamismo é um fanatismo monstruoso que deve ser combatido com força e deter
O islamismo é um fanatismo monstruoso que deve ser combatido com força e determinação. Isso não vai parar sua guerra. Infelizmente, nós, africanos, sabemos disso muito bem. Os bárbaros são sempre inimigos da paz. O Ocidente, hoje a França, deve entender isso. Vamos rezar”. Essa foi a reação do cardeal Robert Sarah ao ataque em Nice. O cardeal africano usou seu perfil no Twitter para comentar sobre este último ataque islâmico, que resultou em três mortes em uma igreja na cidade de Côte d’Azur. L’islamisme est un fanatisme monstrueux qui doit être combattu avec force et détermination. Il n’arrêtera pas sa guerre. Nous africains le savons hélas trop bien. Les barbares sont toujours les ennemis de la paix. L’Occident, aujourd’hui la France, doit le comprendre. Prions. +RS — Cardinal R. Sarah (@Card_R_Sarah) October 29, 2020 O Vaticano, por sua vez, comentou o ocorrido por meio do diretor da Sala Stampa da Santa Sé, Matteo Bruni. O porta-voz do Vaticano afirmou que estamos “em um momento de dor, um tempo de confusão”. “Terrorismo e violência não podem ser aceitos”, destacou. Leia também Ataque islâmico em catedral na França deixa três mortos “O ataque de hoje semeou a morte em um lugar de amor e consolação, como a casa do Senhor. O Papa está informado da situação e está próximo da comunidade católica que está de luto. Rezem pelas vítimas e pelos seus entes queridos, para que a violência cesse, para que se vejam como irmãos e não como inimigos, para que o querido povo francês possa reagir unido ao mal com o bem ”, comentou. Je suis proche de la communauté catholique de #Nice, en deuil après l’attaque qui a semé la mort dans un lieu de prière et de consolation. Je prie pour les victimes, pour leurs familles et pour le bien-aimé peuple français, afin qu’il puisse réagir au mal par le bien. — Pape François (@Pontifex_fr) October 29, 2020 O bispo de Nice, André Marceau, fez uma declaração esta manhã na qual reconheceu ter conhecido “com grande emoção” a tragédia que “atinge” a comunidade católica da região. “Enquanto escrevo estas linhas, parece que três pessoas foram vítimas de um abominável ato terrorista dentro das paredes e ao redor da Basílica de Notre Dame, dias após o assassinato selvagem do professor Samuel Paty”, escreve ele em referência ao assassinato de professor que mostrou as caricaturas de Muhammad. «A minha tristeza é infinita como ser humano face ao que outros seres, chamados humanos, podem cometer», confessa o prelado, que anunciou que o encerramento de todas as igrejas de Nice foi tomado como medida «até segunda ordem». O bispo garante a sua oração pelas vítimas, pelos seus entes queridos e pelas forças da ordem, assim como pelos “fiéis feridos na sua fé e esperança”. «Que o espírito de perdão de Cristo prevaleça face a estes atos bárbaros», conclui. Leia também “Dentro de 10 anos seremos todos muçulmanos por causa da nossa idiotice”, diz arcebispo italiano #CardealSarah #Islã #Islamismo
- Cardeal Sarah: “O islamismo é um fanatismo monstruoso que deve ser combatido com força e deter
O islamismo é um fanatismo monstruoso que deve ser combatido com força e determinação. Isso não vai parar sua guerra. Infelizmente, nós, africanos, sabemos disso muito bem. Os bárbaros são sempre inimigos da paz. O Ocidente, hoje a França, deve entender isso. Vamos rezar”. Essa foi a reação do cardeal Robert Sarah ao ataque em Nice. O cardeal africano usou seu perfil no Twitter para comentar sobre este último ataque islâmico, que resultou em três mortes em uma igreja na cidade de Côte d’Azur. L’islamisme est un fanatisme monstrueux qui doit être combattu avec force et détermination. Il n’arrêtera pas sa guerre. Nous africains le savons hélas trop bien. Les barbares sont toujours les ennemis de la paix. L’Occident, aujourd’hui la France, doit le comprendre. Prions. +RS — Cardinal R. Sarah (@Card_R_Sarah) October 29, 2020 O Vaticano, por sua vez, comentou o ocorrido por meio do diretor da Sala Stampa da Santa Sé, Matteo Bruni. O porta-voz do Vaticano afirmou que estamos “em um momento de dor, um tempo de confusão”. “Terrorismo e violência não podem ser aceitos”, destacou. Leia também Ataque islâmico em catedral na França deixa três mortos “O ataque de hoje semeou a morte em um lugar de amor e consolação, como a casa do Senhor. O Papa está informado da situação e está próximo da comunidade católica que está de luto. Rezem pelas vítimas e pelos seus entes queridos, para que a violência cesse, para que se vejam como irmãos e não como inimigos, para que o querido povo francês possa reagir unido ao mal com o bem ”, comentou. Je suis proche de la communauté catholique de #Nice, en deuil après l’attaque qui a semé la mort dans un lieu de prière et de consolation. Je prie pour les victimes, pour leurs familles et pour le bien-aimé peuple français, afin qu’il puisse réagir au mal par le bien. — Pape François (@Pontifex_fr) October 29, 2020 O bispo de Nice, André Marceau, fez uma declaração esta manhã na qual reconheceu ter conhecido “com grande emoção” a tragédia que “atinge” a comunidade católica da região. “Enquanto escrevo estas linhas, parece que três pessoas foram vítimas de um abominável ato terrorista dentro das paredes e ao redor da Basílica de Notre Dame, dias após o assassinato selvagem do professor Samuel Paty”, escreve ele em referência ao assassinato de professor que mostrou as caricaturas de Muhammad. «A minha tristeza é infinita como ser humano face ao que outros seres, chamados humanos, podem cometer», confessa o prelado, que anunciou que o encerramento de todas as igrejas de Nice foi tomado como medida «até segunda ordem». O bispo garante a sua oração pelas vítimas, pelos seus entes queridos e pelas forças da ordem, assim como pelos “fiéis feridos na sua fé e esperança”. «Que o espírito de perdão de Cristo prevaleça face a estes atos bárbaros», conclui. Leia também “Dentro de 10 anos seremos todos muçulmanos por causa da nossa idiotice”, diz arcebispo italiano #CardealSarah #Islã #Islamismo
- O LOBBY GAY E A CONQUISTA DO VATICANO – Ricardo Casciolli
(…) Pelo menos três [dos novos cardeais do Papa Francisco] são claramente a favor não só do reconhecimento legal das uniões civis, mas da normalização completa da homossexualidade; e, acima de tudo, gastam muito pela causa LGBT na Igreja. O mais importante deles é certamente o italiano Marcello Semeraro, que fez de sua diocese de Albano a capital italiana do movimento gay católico. De fato, acolhe todos os anos o Fórum dos Cristãos LGBT italianos, cujo objetivo é justamente fazer com que a homossexualidade — e não as pessoas com tendências homossexuais — seja plenamente aceita na Igreja, com uma mudança do Catecismo e uma releitura da Sagrada Escritura em chave “arco-íris”. Não é de estranhar, portanto, que assim que recebeu sua nomeação para a púrpura cardinalícia, Semeraro tenha apoiado, referindo-se à entrevista do Papa, os motivos das uniões civis. Na mesma posição está o arcebispo de Washington, Wilton Gregory, o primeiro bispo afro-americano nos Estados Unidos, que há apenas um ano afirmou — em resposta a uma entrevista — que “os católicos transexuais pertencem ao coração da Igreja”. Anteriormente, Gregory, como bispo de Atlanta, havia aberto a catedral para reuniões familiares com alguns membros LGBT e expressou seu total apoio ao padre James Martin e ao bispo Henry Gracz, os quais são muito ativos na promoção da agenda LGBT na Igreja. Em 2014, Monsenhor Gregory também nomeou um diácono como assistente espiritual da comunidade LGBT diocesana e fez uma severa autocrítica da Igreja para com as pessoas LGBT. O terceiro cardeal abertamente gay-friendly é o maltês Mario Grech, cujo ativismo pró-gay ficou claro no primeiro Sínodo sobre a Família, em 2014, quando ele convidou os outros Padres Sinodais a usar uma linguagem mais sensível em relação a gays e lésbicas. Grech também falou publicamente a favor das uniões civis e casais homossexuais; em entrevista, concedida em 2015, afirmou que “além do matrimônio” existem “diferentes formas de relacionamento”. Eles podem não ter sido escolhidos como cardeais apenas por seu ativismo pró-gay, mas é certo que tal presença incômoda, em questões de homossexualidade, não poderia passar despercebida. (…) a presença pró-gay no Sacro Colégio se fortalece consideravelmente. O site norte-americano New Ways Ministry , referência na luta pró-gay, parabenizando o Papa pela escolha dos três citados, relaciona nomes de outros 11 cardeais que, no Sacro Colégio cardinalício, são considerados de orientação pró-LGBT, todos indicados por Papa Francisco: Blase Cupich, Joseph Tobin, Kevin Farrell, Jozef de Kesel, Vincent Nichols, Matteo Zuppi, Jean-Claude Hollerich, José Tolentino Medonca, John Atcherly Dew, Dominique Mamberti e o Padre Michael Czerny, SJ. https://lanuovabq.it/it/semeraro-co-la-lobby-gay-alla-conquista-di-san-pietro
- Por se recusar à prática de atos homossexuais, São Pelágio foi cruelmente martirizado
O DIA EM QUE SÃO PELÁGIO MORRERA POR RECUSAR A PRÁTICA DE ATOS HOMOSSEXUAIS E DE SE MANTER FIRME NA FÉ CRISTÃ. Há santos pouco conhecidos, mas que devem ser relembrados por seu exemplo de fidelidade às virtudes. São Pelágio, cuja devoção é pouco divulgada no Brasil, é um deles. Um homem poderoso e cheio de riquezas tentou aliciá-lo, mas foi fiel à Deus e à virtude da castidade, o que o levou a ser morto. Estamos assim dispostos a proteger esse tesouro que é a pureza? Peçamos a São Pelágio que nos consiga de Deus a mesma coragem para não cedermos à tentação que tanto nos acomete em nossos dias. Veja um breve relato: “Nascido na Galiza, tinha 13 anos quando foi entregue como refém aos infiéis (mouros). O emir Abderramão III, torpemente atraído pelo aspecto daquele menino, procurou seduzi-lo. Todavia, São Pelágio, indignado, respondeu: “Afasta-te, cão! Pensas por acaso que sou um dos teus efeminados lacaios?” Após ter confrontado aquele senhor detentor da imoralidade, o mártir foi cortado em pedaços tendo os braços e os pés arrancados, e, por fim, decapitado e lançado a um rio.” Leia também PODE UMA PESSOA COM TENDÊNCIAS HOMOSSEXUAIS SER UM BOM CATÓLICO? Conheça mais sobre São Pelágio , Mártir da Pureza Era São Pelágio natural da Galiza. Pelágio, nome muito usado naquele tempo, por corrupção degenerou em Pelaio e Paio. seu pai, homem rico, era irmão de Hermígio, bispo de Tuy nos princípios do século X. A ocasião da sua vinda a Córdova, que foi a do martírio, refere-o um sacerdote dessa cidade chamado Raguel. Ensoberbecido. Abderramão III, rei emir de Córdova, quis assenhorear-se das restantes províncias da Espanha, habitadas pelos cristãos. Para tal fim chamou em seu auxílio, aí por volta do ano 920, os mouros de África. Com um exército numeroso e bem equipado entrou por Castela no reino da Galiza, ao tempo em que D. Ordonho II, rei de Leão, o era também daquela província. Sabendo este religioso príncipe a determinação do orgulhoso agareno, e auxiliado por D. Garcia, rei da Navarra, e pelos Grandes e prelados de ambos os reinos, marchou a conter o ímpeto dos bárbaros. Encontraram-se as duas hostes. Sendo incomparável o número dos cristãos com o dos mouros, tocou a vitória a estes. Voltaram os mouros a Córdova, vencedores e carregados de despojos. Entre os muitos cativos que levavam, ia Hermígio, bispo de Tuy, a quem puseram carregado de grilhões numa obscura masmorra. Tinha em Córdova alguns amigos, que angariou por ocasião da sua estada naquela cidade, donde trasladou as relíquias de santo Eulógio. Tratou. ao cabo de ano e meio, do seu resgate, oferecendo aos mouros as somas que quisessem pedir. E, para cumprimento da palavra, teve de deixar como refém o sobrinho Pelágio, menino de rara formosura e extraordinários talentos. O ilustre menino sofria resignado as durezas da prisão, não se queixando nem lamentando como os outros cativos. Escolheu para mestre a S. Paulo, lendo as suas cartas e meditando os seus trabalhos apostólicos. Guardava tanta gravidade em todas as conversas que detinha os que se desmandavam e se, por acaso, os infiéis tratavam algum ponto de doutrina, confundia-os com a verdade da fé revelada. Não podia o inimigo da salvação ver com indiferença os progressos feitos por Pelágio na virtude e, por isso, quis perdê-lo. Um filho ou pajem de el-rei viu por acaso na prisão o menino cristão de rara formosura e, ponderando o caso a Abderramão, este o mandou vir imediatamente à sua presença. Ardendo este nos mais torpes desejos, fez-lhe grandes ofertas, procurando afastá-lo do amor a Jesus Cristo e à sua lei. Este respondeu: «Fica sabendo que tudo quanto me ofereces tem um fim mortal; não assim os bens que, sendo cristão, espero conseguir. Jamais negarei ao meu Senhor Jesus Cristo, a quem adoro e confesso por verdadeiro Deus». Pareceu a Abderramão que estas expressões nasciam de um coração pueril e, querendo acariciá-lo, tocou-lhe brandamente no rosto, dizendo palavras aliciadoras. Mas Pelágio, revisto de um valor superior à idade, repeliu-o, dizendo: «Desvia-te; pensas acaso que eu sou algum dos teus efeminados lacaios?». Fiou o rei a empresa a uns cortesãos lisonjeiros, os quais não omitiram meio algum de quantos podiam contribuir para perverter o nobilíssimo mancebo. Vendo Abderramão que era inflexível a resistência de Pelágio, trocou a sua amorosa paixão em raivosa cólera, mandando imediatamente que, levantando-o do chão com umas tenazes de ferro, o deixassem cair muitas vezes e com grande crueldade, até que, ou negasse a Jesus Cristo, ou acabasse a vida nos tormentos. Arremeteram contra Pelágio os verdugos e começaram a fazer em seu corpo a carniçaria que aquele lobo ordenara. Despedaçavam-no com algazarra, sem em seus rostos se ver sombra de piedade. Levantava o menino as mãos para o céu, pedindo a Deus fortaleza para consumar o sacrifício. Imediatamente lhas derribaram com o alfange. Outros lhe cortaram os braços, outros os pés, decapitando-o em seguida. Feito assim em pedaços, o lançaram ao rio Guadalquivir. Durou este glorioso combate desde as onze e meia da manhã até às duas da tarde do dia 26 de Junho de 925, o qual foi domingo naquele ano. Foi assim despedaçado aos 13 anos. O seu culto veio a tornar-se popular em Portugal. Leia também Movimento LGBT declara que tem como objetivo destruir a Família
- Por se recusar à prática de atos homossexuais, São Pelágio foi cruelmente martirizado
O DIA EM QUE SÃO PELÁGIO MORRERA POR RECUSAR A PRÁTICA DE ATOS HOMOSSEXUAIS E DE SE MANTER FIRME NA FÉ CRISTÃ. Há santos pouco conhecidos, mas que devem ser relembrados por seu exemplo de fidelidade às virtudes. São Pelágio, cuja devoção é pouco divulgada no Brasil, é um deles. Um homem poderoso e cheio de riquezas tentou aliciá-lo, mas foi fiel à Deus e à virtude da castidade, o que o levou a ser morto. Estamos assim dispostos a proteger esse tesouro que é a pureza? Peçamos a São Pelágio que nos consiga de Deus a mesma coragem para não cedermos à tentação que tanto nos acomete em nossos dias. Veja um breve relato: “Nascido na Galiza, tinha 13 anos quando foi entregue como refém aos infiéis (mouros). O emir Abderramão III, torpemente atraído pelo aspecto daquele menino, procurou seduzi-lo. Todavia, São Pelágio, indignado, respondeu: “Afasta-te, cão! Pensas por acaso que sou um dos teus efeminados lacaios?” Após ter confrontado aquele senhor detentor da imoralidade, o mártir foi cortado em pedaços tendo os braços e os pés arrancados, e, por fim, decapitado e lançado a um rio.” Leia também PODE UMA PESSOA COM TENDÊNCIAS HOMOSSEXUAIS SER UM BOM CATÓLICO? Conheça mais sobre São Pelágio , Mártir da Pureza Era São Pelágio natural da Galiza. Pelágio, nome muito usado naquele tempo, por corrupção degenerou em Pelaio e Paio. seu pai, homem rico, era irmão de Hermígio, bispo de Tuy nos princípios do século X. A ocasião da sua vinda a Córdova, que foi a do martírio, refere-o um sacerdote dessa cidade chamado Raguel. Ensoberbecido. Abderramão III, rei emir de Córdova, quis assenhorear-se das restantes províncias da Espanha, habitadas pelos cristãos. Para tal fim chamou em seu auxílio, aí por volta do ano 920, os mouros de África. Com um exército numeroso e bem equipado entrou por Castela no reino da Galiza, ao tempo em que D. Ordonho II, rei de Leão, o era também daquela província. Sabendo este religioso príncipe a determinação do orgulhoso agareno, e auxiliado por D. Garcia, rei da Navarra, e pelos Grandes e prelados de ambos os reinos, marchou a conter o ímpeto dos bárbaros. Encontraram-se as duas hostes. Sendo incomparável o número dos cristãos com o dos mouros, tocou a vitória a estes. Voltaram os mouros a Córdova, vencedores e carregados de despojos. Entre os muitos cativos que levavam, ia Hermígio, bispo de Tuy, a quem puseram carregado de grilhões numa obscura masmorra. Tinha em Córdova alguns amigos, que angariou por ocasião da sua estada naquela cidade, donde trasladou as relíquias de santo Eulógio. Tratou. ao cabo de ano e meio, do seu resgate, oferecendo aos mouros as somas que quisessem pedir. E, para cumprimento da palavra, teve de deixar como refém o sobrinho Pelágio, menino de rara formosura e extraordinários talentos. O ilustre menino sofria resignado as durezas da prisão, não se queixando nem lamentando como os outros cativos. Escolheu para mestre a S. Paulo, lendo as suas cartas e meditando os seus trabalhos apostólicos. Guardava tanta gravidade em todas as conversas que detinha os que se desmandavam e se, por acaso, os infiéis tratavam algum ponto de doutrina, confundia-os com a verdade da fé revelada. Não podia o inimigo da salvação ver com indiferença os progressos feitos por Pelágio na virtude e, por isso, quis perdê-lo. Um filho ou pajem de el-rei viu por acaso na prisão o menino cristão de rara formosura e, ponderando o caso a Abderramão, este o mandou vir imediatamente à sua presença. Ardendo este nos mais torpes desejos, fez-lhe grandes ofertas, procurando afastá-lo do amor a Jesus Cristo e à sua lei. Este respondeu: «Fica sabendo que tudo quanto me ofereces tem um fim mortal; não assim os bens que, sendo cristão, espero conseguir. Jamais negarei ao meu Senhor Jesus Cristo, a quem adoro e confesso por verdadeiro Deus». Pareceu a Abderramão que estas expressões nasciam de um coração pueril e, querendo acariciá-lo, tocou-lhe brandamente no rosto, dizendo palavras aliciadoras. Mas Pelágio, revisto de um valor superior à idade, repeliu-o, dizendo: «Desvia-te; pensas acaso que eu sou algum dos teus efeminados lacaios?». Fiou o rei a empresa a uns cortesãos lisonjeiros, os quais não omitiram meio algum de quantos podiam contribuir para perverter o nobilíssimo mancebo. Vendo Abderramão que era inflexível a resistência de Pelágio, trocou a sua amorosa paixão em raivosa cólera, mandando imediatamente que, levantando-o do chão com umas tenazes de ferro, o deixassem cair muitas vezes e com grande crueldade, até que, ou negasse a Jesus Cristo, ou acabasse a vida nos tormentos. Arremeteram contra Pelágio os verdugos e começaram a fazer em seu corpo a carniçaria que aquele lobo ordenara. Despedaçavam-no com algazarra, sem em seus rostos se ver sombra de piedade. Levantava o menino as mãos para o céu, pedindo a Deus fortaleza para consumar o sacrifício. Imediatamente lhas derribaram com o alfange. Outros lhe cortaram os braços, outros os pés, decapitando-o em seguida. Feito assim em pedaços, o lançaram ao rio Guadalquivir. Durou este glorioso combate desde as onze e meia da manhã até às duas da tarde do dia 26 de Junho de 925, o qual foi domingo naquele ano. Foi assim despedaçado aos 13 anos. O seu culto veio a tornar-se popular em Portugal. Leia também Movimento LGBT declara que tem como objetivo destruir a Família
- Padre ameaça mãe de sete filhos com prisão se ela entrar na igreja sem máscara
A mãe de sete filhos disse que não faria mais o ‘jogo’ da máscara, referindo-se aos mandatos das máscaras como ‘ferramentas de controle’ e ‘marxistas’ Um pároco católico ameaçou chamar a polícia para uma paroquiana se ela comparecesse à santa missa sem usar máscara. Fr. Christopher Gustafson de St. Norbert Parish em Northbrook, Illinois, disse a Colette O’Regan em uma carta de 15 de outubro que sua teimosa recusa em usar uma máscara durante a missa era “perturbadora” e “intransigente”. “Acho necessário impor a prevenção de sua entrada e permanência na igreja até que cumpra os protocolos solicitados a todos, incluindo o simples pedido de uso de máscara”, disse ele à mãe de 48 anos na carta entregue ao portal LifeSiteNews. Fr. Christopher Gustafson O padre continuou dizendo a O’Regan que ele usaria força legal para mantê-la fora da igreja se ela se recusasse a usar uma máscara. “Como falamos recentemente, o seu não cumprimento tem consequências – espirituais, mas também, infelizmente, legais. A igreja é propriedade privada e, a menos que você cumpra, seu comportamento perturbador e intransigente contínuo irá proibir sua entrada e permanência nas instalações. ” “As autoridades civis garantiram-me que estão prontas para fazer cumprir a lei a este respeito”, advertiu o padre à mulher. O Condado de Cook, onde a freguesia está localizada, não tem uma política de mascaramento obrigatória. As diretrizes de saúde pública do condado emitidas em julho recomendam, mas não exigem, que “todos devem usar uma cobertura de pano para o rosto em ambientes públicos e quando estiver perto de pessoas que não moram em sua casa, especialmente quando outras medidas de distanciamento social são difíceis de manter . ”O condado permite exceções a esta política para crianças menores de dois anos e “qualquer pessoa com dificuldade para respirar”. A Arquidiocese de Chicago, onde a paróquia está localizada, vai além do condado, dizendo aos fiéis em diretrizes emitidas em maio que eles são “obrigados a usar máscaras durante quaisquer serviços /cerimônias”. A Arquidiocese deixa claro que percebe que as máscaras são frequentemente ineficazes, dizendo aos paroquianos que eles “devem entender que eles assumem o risco de contrair COVID-19 sempre que entrarem em um espaço público, uma vez que tais precauções não eliminam o risco de infecção”. LifeSiteNews entrou em contato com a arquidiocese de Chicago para comentar a ação do padre, mas não recebeu resposta. O’Regan, que assistia à missa diariamente na paróquia por mais de 21 anos, estava ansioso para voltar depois de semanas de ficar em casa e assistir à missa na televisão durante os bloqueios que forçaram o fechamento de igrejas. “Meu coração e minha alma ansiavam pela Eucaristia”, disse ela à LifeSiteNews em uma entrevista por telefone. Colette O’Regan (segunda a partir da esquerda) com seu marido e família FONTE: Colette O’Regan Ela voltou a frequentar a missa diária após a reabertura de sua igreja, com novos protocolos em vigor em resposta ao COVID-19. Ela usava uma máscara quando voltou, mas a puxou para baixo abaixo do nariz para que pudesse respirar mais facilmente. Ela sentiu-se encorajada a usá-lo dessa maneira quando viu outros paroquianos mais velhos fazendo o mesmo. Foi nessa época que pe. Gustafson e os funcionários da paróquia começaram a solicitar repetidamente que ela usasse a máscara “adequadamente” – isto é, sobre o nariz. A insistência do padre motivou O’Regan a investigar por si mesma a eficácia de usar uma máscara para combater o vírus. “Então fui para casa e comecei a pesquisar sobre essas máscaras no Google”, disse O’Regan. Pesquisas online sobre máscaras para combater COVID revelam que muitas máscaras usadas pelo público são amplamente ineficazes para interromper a transmissão de vírus. Também existem perigos claramente documentados de usar máscaras por longos períodos de tempo. O co-fundador da LifeSiteNews, Steve Jalsevac, escreveu uma série de duas partes sobre máscaras em julho, onde argumentou que a explosão do mascaramento obrigatório não foi motivada pela ciência, mas pelo medo (leia a Parte I aqui e a Parte II aqui ). John Paul Meenan escreveu um artigo em julho em que defende que o mascaramento obrigatório tem um lado moral porque esconde “nossa identidade como pessoas feitas à imagem de Deus”. #Coronavírus
- Padre ameaça mãe de sete filhos com prisão se ela entrar na igreja sem máscara
A mãe de sete filhos disse que não faria mais o ‘jogo’ da máscara, referindo-se aos mandatos das máscaras como ‘ferramentas de controle’ e ‘marxistas’ Um pároco católico ameaçou chamar a polícia para uma paroquiana se ela comparecesse à santa missa sem usar máscara. Fr. Christopher Gustafson de St. Norbert Parish em Northbrook, Illinois, disse a Colette O’Regan em uma carta de 15 de outubro que sua teimosa recusa em usar uma máscara durante a missa era “perturbadora” e “intransigente”. “Acho necessário impor a prevenção de sua entrada e permanência na igreja até que cumpra os protocolos solicitados a todos, incluindo o simples pedido de uso de máscara”, disse ele à mãe de 48 anos na carta entregue ao portal LifeSiteNews. Fr. Christopher Gustafson O padre continuou dizendo a O’Regan que ele usaria força legal para mantê-la fora da igreja se ela se recusasse a usar uma máscara. “Como falamos recentemente, o seu não cumprimento tem consequências – espirituais, mas também, infelizmente, legais. A igreja é propriedade privada e, a menos que você cumpra, seu comportamento perturbador e intransigente contínuo irá proibir sua entrada e permanência nas instalações. ” “As autoridades civis garantiram-me que estão prontas para fazer cumprir a lei a este respeito”, advertiu o padre à mulher. O Condado de Cook, onde a freguesia está localizada, não tem uma política de mascaramento obrigatória. As diretrizes de saúde pública do condado emitidas em julho recomendam, mas não exigem, que “todos devem usar uma cobertura de pano para o rosto em ambientes públicos e quando estiver perto de pessoas que não moram em sua casa, especialmente quando outras medidas de distanciamento social são difíceis de manter . ”O condado permite exceções a esta política para crianças menores de dois anos e “qualquer pessoa com dificuldade para respirar”. A Arquidiocese de Chicago, onde a paróquia está localizada, vai além do condado, dizendo aos fiéis em diretrizes emitidas em maio que eles são “obrigados a usar máscaras durante quaisquer serviços /cerimônias”. A Arquidiocese deixa claro que percebe que as máscaras são frequentemente ineficazes, dizendo aos paroquianos que eles “devem entender que eles assumem o risco de contrair COVID-19 sempre que entrarem em um espaço público, uma vez que tais precauções não eliminam o risco de infecção”. LifeSiteNews entrou em contato com a arquidiocese de Chicago para comentar a ação do padre, mas não recebeu resposta. O’Regan, que assistia à missa diariamente na paróquia por mais de 21 anos, estava ansioso para voltar depois de semanas de ficar em casa e assistir à missa na televisão durante os bloqueios que forçaram o fechamento de igrejas. “Meu coração e minha alma ansiavam pela Eucaristia”, disse ela à LifeSiteNews em uma entrevista por telefone. Colette O’Regan (segunda a partir da esquerda) com seu marido e família FONTE: Colette O’Regan Ela voltou a frequentar a missa diária após a reabertura de sua igreja, com novos protocolos em vigor em resposta ao COVID-19. Ela usava uma máscara quando voltou, mas a puxou para baixo abaixo do nariz para que pudesse respirar mais facilmente. Ela sentiu-se encorajada a usá-lo dessa maneira quando viu outros paroquianos mais velhos fazendo o mesmo. Foi nessa época que pe. Gustafson e os funcionários da paróquia começaram a solicitar repetidamente que ela usasse a máscara “adequadamente” – isto é, sobre o nariz. A insistência do padre motivou O’Regan a investigar por si mesma a eficácia de usar uma máscara para combater o vírus. “Então fui para casa e comecei a pesquisar sobre essas máscaras no Google”, disse O’Regan. Pesquisas online sobre máscaras para combater COVID revelam que muitas máscaras usadas pelo público são amplamente ineficazes para interromper a transmissão de vírus. Também existem perigos claramente documentados de usar máscaras por longos períodos de tempo. O co-fundador da LifeSiteNews, Steve Jalsevac, escreveu uma série de duas partes sobre máscaras em julho, onde argumentou que a explosão do mascaramento obrigatório não foi motivada pela ciência, mas pelo medo (leia a Parte I aqui e a Parte II aqui ). John Paul Meenan escreveu um artigo em julho em que defende que o mascaramento obrigatório tem um lado moral porque esconde “nossa identidade como pessoas feitas à imagem de Deus”. #Coronavírus

















































