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Uma vida humana vale mais que todas as arvores, mais que todos os animais, mais que todas as estrelas do céu, pois cada pessoa é imagem e semelhança de Deus.

Qualquer pessoa, seja religiosa ou não, é capaz de concluir que o aborto é uma desgraça em todos os sentidos, e não deve ser aceito em nenhuma hipótese. Infelizmente a cultura da morte está invadindo até mesmo os ambientes cristãos…

Na formação de hoje teremos a participação especial de duas médicas católicas para nos ajudar a entender a importância da luta pro-vida.


 
 
 

A Suprema Corte anulou hoje a decisão Roe x Wade, que liberou o aborto nos EUA em 1973. A decisão derruba não só Roex Wade, mas também o caso Casey x Planned Parenthood, uma decisão de 1992 que confirmou Roe. Leia mais abaixo o cometário do Padre José Eduardo sobre a maior vitória pró-vida da história!

“O aborto apresenta uma profunda questão moral. A Constituição não proíbe os cidadãos de cada Estado de regulamentar ou proibir o aborto. Roe e Casey se arrogaram essa autoridade”, afirma o parecer. “Agora anulamos essas decisões e devolvemos essa autoridade ao povo e seus representantes eleitos.”

A decisão não proíbe ou criminaliza o aborto, nem reconhece o direito constitucional à vida do nascituro. Mas varre barreiras arraigadas, criadas e rigorosamente aplicadas pela Justiça americana, que impediu por décadas que Estados de restringir ou proibir fortemente o assassinato de crianças ainda não nascidas no útero.

A decisão inaugura uma nova era da política de aborto nos EUA, com o campo de batalha agora mudando para as legislaturas estaduais. Esses órgãos democraticamente eleitos agora são livres para debater e regular o aborto como bem entenderem, como aconteceu ao longo da história americana antes que a Suprema Corte federalizasse a questão.

Ao mesmo tempo, a decisão marca um momento decisivo para a Igreja Católica e o movimento pró-vida mais amplo nos Estados Unidos, que buscou meticulosamente a reversão de Roe desde que a decisão foi dada em 19 de janeiro de 1973.

A decisão foi escrita pelo juiz Samuel A. Alito Jr. Os juízes Clarence Thomas, Neil Gorsuch, Brett Kavanaugh e Amy Coney Barrett concordaram. O presidente da Suprema Corte, John Roberts, apresentou uma opinião própria concordando com o julgamento. Os juízes Stephen Breyer, Sonia Sotomayor e Elena Kagan votaram contra.

O resultado de Dobbs não foi uma surpresa, já que a opinião final se assemelhava substancialmente a um rascunho escrito por Alito em fevereiro que vazou para a imprensa em 2 de maio.

Em Roe x Wade, o tribunal decidiu que os Estados não poderiam proibir o aborto antes da viabilidade, que o tribunal determinou entre 24 e 28 semanas de gravidez. Quase 20 anos depois, o tribunal confirmou Roe em Planned Parenthood v. Casey. A decisão de 1992 dizia que, embora os Estados pudessem regular os abortos de pré-viabilidade, eles não poderiam impor um “ônus indevido”, definido pelo tribunal como “um obstáculo substancial no caminho de uma mulher que busca o aborto de um feto inviável”.

A Lei da Idade Gestacional do Mississippi, objeto do caso Dobbs, contestou diretamente ambas as decisões, porque proíbe o aborto semanas após 15 semanas, muito antes do ponto de viabilidade.

“Roe estava flagrantemente errado desde o início. Seu raciocínio foi excepcionalmente fraco e a decisão teve consequências prejudiciais. E longe de trazer um acordo nacional para a questão do aborto, Roe e Casey inflamaram o debate e aprofundaram a divisão”, diz a decisão da Suprema Corte. “É hora de prestar atenção à Constituição e devolver a questão do aborto aos representantes eleitos do povo”.

Fonte: ACI Digital

MAIOR VITÓRIA PRÓ-VIDA DA HISTÓRIA

Não há nada irreversível na história! Tudo depende da ação direta sobre a realidade. E agora temos uma das maiores manifestações disso.

Acaba de ser revogada a maldita decisão judicial “Roe versus Wade”, que legalizou o aborto até o 9º mês de gestação em todo o território americano, no ano de 1973.

Aquela não foi apenas uma decisão judicial qualquer, mas foi uma espécie de modelo para a implantação do aborto na maior parte dos países do mundo.

Como ocorreu essa reversão?

O Presidente Donald Trump nomeou três ministros pró-vida para a Suprema Corte, que já tinha outros ministros com a mesma perspectiva (o Clarence Mithomas foi nomeado pelo Bush pai e outros foram restritivos, mas não de modo total).

É assim que se faz. Elege-se um presidente claramente pró-vida, sem meias conversas, que, aos poucos, vai nomeado ministros também pró-vida.

Acorda, Brasil!

A revogação de “Roe versus Wade” é também uma vitória política do verdadeiro federalismo. As Supremas Cortes, ainda mais num país tão federalista quanto os EUA, não têm o poder Constitucional de determinar a tal ponto as legislações dos entes federados, dos Estados, que eles não se possam opor a esta prática. Agora, voltamos a um certo equilíbrio de forças.

A política é feita por homens, não por meras instituições. É preciso escolher pessoas certas, com ideias certas para os cargos certos, para além de todo o blá-blá-blá dos verdadeiros disseminadores de confusão.

Quis a Providência que o Roe vs Wade fosse derrogado neste dia do Sagrado Coração de Jesus. Estando nós a festejar a pureza e a bondade deste Coração, que morreu por amor a todos nós, recebemos esta notícia que torna este dia numa festa ainda maior: o aborto deixou de ser considerado um direito constitucional nos Estados Unidos. Louvado seja o Sagrado Coração de Jesus! (É importante ter noção de que isto não é o fim da batalha, estamos ainda no início) João Silveira
 
 
 

Um grupo de fiéis faz vigília em frente ao hospital listado para fazer o aborto em uma criança de 11 anos com 30 semanas de gestação. Fontes ligadas ao hospital disseram que o procedimento ainda não ocorreu. Os fiéis fazem a convocação via redes sociais para que mais católicos se unam a eles em frente ao hospital.

A menina de 11 anos, grávida de 30 semanas, que pediu por um aborto na Justiça, foi abusada pelo filho de seu padrasto, um outro menor de idade. Em maio, dois dias depois de descobrirem a gestação, ela e a mãe foram a um hospital de Florianópolis (SC), que não fez o aborto porque o bebê já tinha 22 semanas e as normas da instituição afirmavam que era preciso haver autorização judicial para interromper gestações com mais de 20 semanas.

Segundo a lei, o aborto é não é penalizado nos casos em que a gravidez é decorre de estupro ou quando há risco à vida da gestante. Segundo informações o menino teria 13 anos quando o ato ocorreu e as duas crianças moravam na mesma casa. Não se sabe ainda, pelo fato de ambos serem menores de idade, se o menino responderá pelo ato infracional que corresponde ao crime de estupro de vulnerável.

Responsável pelo processo, a juíza Joana Ribeiro Zimmer; e a promotora do Ministério Público Mirela Dutra Alberton, tiveram papel essencial na decisão de não realizar o aborto, uma vez que em poucas semanas o bebê estaria viável para nascer via cesárea, e não seria necessário assassinar o bebê ainda no ventre.

Após a decisão, a defesa da família da menina entrou com um habeas corpus no Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) para realizar o procedimento de interrupção da gravidez. “Apesar de ser um direito, a gente quer cumprir todos os requisitos”, comentou Daniela Felix.

Com a ajuda da grande mídia que divulgou vazamentos de trechos da decisão que correu em segredo de justiça, o caso gerou comoção nacional, contra elas e em favor de que o aborto fosse realizado no bebê que já está com 30 semanas.

O Ministério Público Federal (MPF) recomentou ao Hospital Universitário (HU) de Florianópolis que realize o aborto para a menina de 11 anos, grávida após estupro, independente de tempo gestacional ou autorização judicial.

O MPF deu prazo até as 12h de quinta-feira (23), para que a unidade hospitalar encaminhe à Procuradoria da República informações sobre o acatamento da recomendação, “excepcionalmente. em razão da urgência que o caso requer”.

Convocação

Leia o trecho divulgado nas redes sociais:

TODOS OS CATÓLICOS E DEMAIS CRISTÃOS QUE PUDEREM IR ATÉ O HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE FLORIANÓPOLIS ESTAMOS REUNIDOS EM ORAÇÃO Irmãos, é importante neste momento mobilizarmos o maior número de pessoas possíveis para ir a frente do hospital rezar, católicos e demais cristãos. Não dar entrevistas, não responder a provocações, ser próximos com os que nos buscarem… Orar em silêncio, registrar o que for possível com discrição.”
 
 
 
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